COMUNIDADES ISOLADAS: SITUAÇÃO ATUAL ,
IMPORTÂNCIA DA DISSEMINIAÇÃO DE
TECNOLOGIAS SUSTENTÁVEIS E ATUAÇÃO DA
ABES NO SETOR.
UNICAMP 2012
Engª Ana Lúcia Brasil
Coordenadora da C. T. Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas
ABES
•Fundada em 1966;
•Organização Não Governamental (ONG) de caráter nacional;
Principal Objetivo: Contribuir para a melhoria dos serviços e
a Universalização do Saneamento no Brasil.
•Mais de 10.000 associados (pessoas físicas e jurídicas).
ABES
Presença em 09 Subseções
CÂMARAS TEMÁTICAS
 Saúde Pública:
 2011- Publicação da Revista :Subsídios para a
Legislação Nacional de Água para Consumo Humano.
 Resíduos Sólidos:
 Diadesol;
 Coordenação da ABNT CEE-129
 Elaboração das Políticas Estaduais de Resíduos Sólidos;
 Meio Ambiente e Mudanças Climáticas;
 Seminário: “ Alterações do Código Florestal e os
Desafios do Desenvolvimento Sustentável”
25 de Setembro 2012
CÂMARAS TEMÁTICAS
 Saneamento e Saúde em Comunidades
Isoladas;
 Fórum Lixo e Cidadania do Estado de São Paulo:
 Projeto Mofarrej;
 Projeto Carrinho para catadores de recicláveis;
 Projeto Triciclo para coleta de óleo.
 Educação Ambiental.
CÂMARA TÉCNICA SANEAMENTO E
SAÚDE EM COMUNIDADES ISOLADAS
•2005-
Câmara Temática de Saneamento Rural da ABES - Nacional.
•2007 -
Grupo de Trabalho em Saneamento e Saúde da ABES-SP.
•2008 -
Criada a Câmara Técnica de Saneamento e Saúde em
Comunidade Isoladas.
COMUNIDADES ISOLADAS
São
loteamentos
normalmente
em
ou
núcleos
áreas
habitacionais
periféricas
de
localizados
cidades,
ou
comunidades, litorâneas ou não, de difícil acesso, cuja
interligação aos sistemas principais de água e de esgotos do
município
demonstra-se
economicamente
inviável
e
necessitam de soluções independentes desses serviços.
OBJETIVOS DA CÂMARA
1. Promover
discussão de políticas públicas para os serviços
de saneamento básico em comunidades isoladas, com
atendimento
seguro
e
satisfatório,
destacando
a
participação da população, educação sanitária continuada,
implementação de tarifas diferenciadas e responsabilidades
da gestão compartilhada entre instituições;
OBJETIVOS DA CÂMARA
2.
Discutir
com
governamentais,
entidades
governamentais
e
não
universidades, Ministério Público e
comitês de bacias hidrográficas, modelos e experiências de
gestão de saneamento em comunidades isoladas, bem
como, a aplicabilidade de
indicadores de
saneamento e
saúde;
3. Compilar, analisar e sistematizar dados, indicadores e
soluções utilizadas em Comunidades Isoladas nas últimas
décadas.
PARCEIROS DA CÂMARA
a) SABESP-SS;
b) UNICAMP;
c) CATI-SA;
d) FATEC-SP;
e) SENAC-SP;
f) UNIVERSIDADE MACKENZIE;
g) FGV-SP;
h) Comitês de Bacias Hidrográficas;
i)
Fac. De Saúde Pública -USP
EVENTO DA CÂMARA: OFICINA DE
EDUCAÇÃO SANITÁRIA E AMBIENTAL
Objetivo
reunir
profissionais
das
áreas de saneamento, saúde e meio
ambiente para discutir, apresentar
sugestões e validar os materiais dos
cursos
Sanitária
Usados
24 e 25 de maio de 2010
Local: Auditório da Sabesp e ABES/ SP
da
OPAS
de
Intercultural
em
Desenvolvimento
e
Educação
Conceitos
Projetos
Social
de
traduzidos
pela câmara, que serão utilizados em
Projetos de Desenvolvimento Social.
Seminário – Desafio da Universalização
do Saneamento: Atendimento
Sustentável das Comunidades Isoladas
•
PALESTRAS

A experiência de Minas Gerais –Serviços de Saneamento
Integrado do Norte e Nordeste de Minas Gerais SA - COPANOR ;

A experiência do Ceará – Sistema Integrado de Saneamento
Rural – SISAR (CAGECE);

Diretrizes, políticas e recursos do Governo Federal Fundação Nacional de Saúde – FUNASA;

A experiência do Paraná –Companhia
de Saneamento do Paraná – SANEPAR.
Seminário – Desafio da Universalização
do Saneamento: Atendimento
Sustentável das Comunidades Isoladas
•
PALESTRAS

Atendimento
das
Comunidades
Isoladas
com
Saneamento no Programa Estadual Água é Vida Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Governo do Estado
de São Paulo;

Atendimento com Saneamento das Populações Rurais
contempladas no Programa Estadual de Microbacias
Hidrográficas -Coordenadoria de Assistência Técnica Integral
(CATI) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São
Paulo em parceria com o Banco Mundial;

Experiências Relevantes no Brasil - Banco Mundial.
PROJETOS DA CÂMARA
PROJETO PILOTO PARA IMPLANTAÇÃO DE
SANEAMENTO BÁSICO EM COMUNIDADES ISOLADAS
NO MUNICÍPIO DE ILHABELA
Um levantamento desenvolvido pela Comissão Permanente de
Água – CP Água (Prefeituras, Secretaria Estadual da Saúde,
SABESP
e
evidenciou
Comitê
a
de
situação
Bacia
de
Hidrográfica
abastecimento
comunidades isoladas dos municípios.
Litoral
de
Norte)
água
nas
PROJETOS DA CÂMARA
RESUMO DO LEVANTAMENTO DAS FONTES ALTERNATIVAS
DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DO LITORAL NORTE EM ÁREAS
NÃO ATENDIDAS
SOLUÇÕES ALTERNATIVAS
MUNICÍPIOS
Nº DE IMÓVEIS
ABASTECIDOS
POPULAÇÃO
ABASTECIDA*
Número
Sem tratamento
Caraguatatuba
38
34 (89%)
1.796
6.358
Ilhabela
75
74 (99%)
1.767
6.627
São Sebastião
114
106 (93%)
2.994
13.210
Ubatuba
179
173 ( 97%)
7.328
37.247
406
387 (95%)
13.885
63.442
TOTAL
Fonte: Fonte:RELATÓRIO DE SITUAÇÃO DAS SOLUÇÕES ALTERNATIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DO LITORAL NORTE DO ESTADO DA SÃO PAULO-CP- Água –
Período de levantamento – 2005 a 2008
(*) abrange população fixa e flutuante
OBJETIVO DO PROJETO
Desenvolver projeto piloto de implantação de sistema de
abastecimento
comunidade
de
não
água
atendida
e
esgotamento
pela
Sabesp
no
sanitário
município
em
de
Ilhabela, com vistas a aplicar metodologia de escolha de
tecnologia e gestão integrada, com a participação da população
beneficiada.
RODAMONTE – ILHABELA
Situado ao sul de Ilhabela, de acordo com o PSF possui
aproximadamente
50
casas
construídas,
abrigando
aproximadamente 42 famílias. Segundo a Secretaria de Obras,
a localidade está em processo de regularização fundiária, e os
imóveis possuem cadastro na Prefeitura
Fonte: Google Maps
OUTROS PROJETOS DA CÂMARA
1) Parceria Trata Brasil/ABES-SP


Programa “Se Liga na Rede” da SABESP ;
Avaliação dos Benefícios dos Serviços de Saneamento
Básico em Comunidades Socialmente Vulneráveis- ProjetoBairro do Tanquinho - Ferraz de Vasconcelos/SP
PROJETO EM ANDAMENTO
PROJETO PILOTO: VILA MACHADO
SUSTENTABILIDADE DE TRATAMENTOS DE ESGOTOS
DOMICILIARES EM COMUNIDADES ISOLADAS
A Vila Machado é um bairro de Mairiporã de classe média e
média baixa, composto por 240 domicílios, com soluções
individuais de coleta de esgotos sanitários, com 60% das casas
utilizando a fossa negra.
PROJETOS DA CÂMARA- Projeto Piloto
Vila Machado
Fonte :Google Maps
Projeto Piloto Vila Machado Objetivo Geral
Elaborar alternativas de saneamento , englobando
instalações, conscientização e cooperação da
comunidade local, gestão eficaz do sistema, tanto nos
aspectos técnico-operacional, como no econômicofinanceiro, garantindo a sustentabilidade e a proteção
do meio ambiente.
INSTITUIÇÕES ENVOLVIDAS
INSTITUIÇÕES EXECUTIVAS:
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção São
Paulo;
• Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – SABESP
(MT, MA, MN e T).
•
INSTITUIÇÕES PARCEIRAS:
Prefeitura Municipal de Mairiporã(Chefia de Gabinete,
Municipal de Obras e Vigilância Sanitária);
• UNICAMP – Laboratório Fluxus;
• Fórum Lixo e Cidadania do Estado de São Paulo;
• Coordenadoria de Assistência Técnica Integrada – CATI;
• Vigilância Sanitária Estadual;
• Escola Estadual Maria Zeza.
•
Secretaria
Projeto Piloto Vila Machado Tipos de Moradia
Fotos tiradas no local
Projeto Piloto Vila Machado Visitas Técnicas
Fotos tiradas no local
Projeto Piloto Vila Machado Estruturas Sanitárias
Fotos tiradas no local
Projeto Piloto Vila Machado Estruturas Sanitárias
Fotos tiradas no local
Projeto Piloto Vila Machado Escola Estadual Mª Zeza
Fotos da Escola Estadual Maria Zeza
Projeto Piloto Vila Machado Estruturas Sanitárias
Fotos tiradas no local
Metodologia
A
realização
saneamento
conhecimento
do
e
projeto
saúde,
da
está
tendo
realidade
consolidada
como
local
e
no
referência
de
seus
setor
inicial
de
o
aspectos
socioeconômicos, conforme metodologia preconizada pela
Organização Pan-Americana da Saúde – OPAS, onde ressalva
a importância da participação da comunidade na escolha,
implantação e operação das soluções propostas com divisão
de custos previamente negociadas.
Ferramentas Básicas para uma Gestão
Sustentável

Alternativas Tecnológicas Apropriadas de Saneamento
em Comunidades Isoladas;

Metodologias
que
Favoreçam
Atendimento das Comunidades;

Trabalho entre as Instituições.
a
Participação
da
ALTERNATIVAS DE TRATAMENTO
Tratamento de esgoto doméstico por zona de raízes precedida
de tanque séptico
ALMEIDA, Rogério de Araújo 1
PITALUGA, Douglas Pereira da Silva 2
REIS, Ricardo Prado Abreu 3
1,2,3 Universidade Federal de Goiás
A área para o tratamento de esgoto por zona de raízes varia de menos
que um até seis metros
quadrados por habitante. As condições climáticas brasileiras permitem a
utilização de áreas reduzidas,
principalmente se houver um tratamento prévio do esgoto (PHILIPPI;
SEZERINO, 2004).
FONTE: REVISTA CIÊNICA, UNITAU VOL 16, Nº 1
ALTERNATIVAS DE TRATAMENTO
Desenho esquemático de um corte longitudinal do leito da zona de raízes do sistema residencial
experimental de um tratamento de esgoto avaliado.
FONTE: REVISTA CIÊNICA, UNITAU VOL 16, Nº 1
ALTERNATIVAS DE TRATAMENTO
Leito da zona de raízes do sistema residencial de tratamento de esgoto avaliado. Em foco o
desenvolvimento cronológico das plantas até seu estágio de floração, quando a estação assume o
visual agradável de um jardim florido.
a) em 3 de janeiro, data do transplante;
b) em 30 de janeiro;
c) em 15 de fevereiro;
d) em 4 de junho. Goiânia, GO. 2008.
FONTE: REVISTA CIÊNICA, UNITAU VOL 16, Nº 1
OBRIGADO!
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câmara técnica saneamento e saúde em comunidades isoladas