Marcos Alves Rogério Silva * Marques Marilete Marques Marcos Rogério da Alves Silva *da Marilete de Souzade Souza Jonathan Gonçalves dos Santos * Maristella da Silva Marcelino Jonathan Gonçalves dos Santos * Maristella da Silva Marcelino Carlos Jhonnys de Melo Gomes * Renilda de Moura Santos Carlos Jhonnys de Melo Gomes * Renilda de Moura Santos Paulo Cezarda Ribeiro Paulo Cezar Ribeiro Silva da Silva (organizador) (organizador) EMPRESA JÚNIOR EMPRESA JÚNIOR PRÁTICA NANA PRÁTICA PREM Trote Educ 2008 Vigila 2009 Cri$e 2010 Categ Jorna Zero! 2011 melh Água 2012 Plant seme Prêm ciona 2009 sabili do$ P 2011 Resp “Trot Prêm Fron 2009 Educ 2011 Educ cesta 2011 proje Desa 2011 Desa Junio ZÉ M 2012 cultu de tr EMPRESA JÚNIOR NA PRÁTICA Paulo Cezar Ribeiro da Silva (organizador ) EMPRESA JÚNIOR NA PRÁTICA Marcos Rogério Alves da Silva * Marilete Marques de Souza Jonathan Gonçalves dos Santos * Maristella da Silva Marcelino Carlos Jhonnys de Melo Gomes * Renilda de Moura Santos Organizador Paulo Cezar Ribeiro da Silva Projeto Gráfico e Editoração Eletrônica Edson Souza Santos Editora Kiron Criação e Editoração Eletrônica da Capa LK Comunicação & Marketing Revisão Paulo Cezar Ribeiro da Silva Impressão e Acabamento Editora Kiron (61) 3563.5048 - www.editorakiron.com.br S5861 Silva, Paulo Cezar Ribeiro da Empresa Júnior na Prática / Paulo Cezar Ribeiro da Silva. Brasília: Editora Kiron, 2012. 144 p. : il ; 23 cm ISBN 978-85-8113-082-8 1. Empreendedorismo. 2. Administração. I. Título. CDU 378 AGRADECIMENTOS A Deus, Pela força espiritual para a realização desse livro. A todos os professores, coordenadores e diretores da Doctum de Vitória, Pelo eterno orgulho de nossa caminhada, pelo apoio, compreensão, ajuda, e, em especial, por todo carinho ao longo deste percurso. É importante destacar que o incentivo da Rede Doctum na evolução da EJFV vem proporcionando maiores oportunidades de desenvolvimento profissional e pessoal para seus alunos integrantes. Com este apoio fundamental os alunos do curso de administração agora estão tendo a chance de vivenciar experiências extraordinárias que nenhum outro estágio seria capaz de oferecer. Hoje, é impressionante como a EJFV consegue reunir tantas oportunidades de crescimento, tanto na área empresarial como social, deixando as pessoas que nela trabalham totalmente preparadas para enfrentar os reais desafios no processo de gestão nas organizações. SUMÁRIO Agradecimentos���������������������������������������������������������������������������������������������������� 5 Sobre os Autores��������������������������������������������������������������������������������������������������� 9 Prefácio����������������������������������������������������������������������������������������������������������������13 CAPÍTULO I A Empresa Júnior�����������������������������������������������������������������������������������������������17 CAPÍTULO II Federações e a rede Brasil Júnior����������������������������������������������������������������������29 CAPÍTULO III Conceito nacional de Empresa Júnior e código de ética�������������������������������37 CAPÍTULO IV A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM����������������������������������������51 CAPÍTULO V Participações e premiações da EJFV����������������������������������������������������������������99 CAPÍTULO VI Evolução da EJFV em fotos ����������������������������������������������������������������������������123 Sobre os Autores Paulo Cezar Ribeiro da Silva (org.): Mestre em Administração pela Fundação Getúlio Vargas (RJ) e graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Espírito Santo. Atualmente é professor coordenador da Empresa Júnior Fabavi Vitória. Criou vários projetos para a Rede Doctum como o Trote da Cidadania, Vigilante$ do$ Preço$, Educação Financeira para a Comunidade e o índice de preços para medir a variação do custo da cesta básica da classe média capixaba. Marcos Rogério Alves da Silva: Acadêmico graduando em Administração Geral, cursando o 3º período da Faculdade Doctum de Vitória. Atualmente é o Diretor Presidente da EJFV e pesquisador credenciado da PRO TESTE. Jonathan Gonçalves dos Santos: Acadêmico graduando em Administração Geral, cursando o 1º período da Faculdade Doctum de Vitória. Atualmente é o Diretor de Administração da EJFV e pesquisador credenciado da PRO TESTE. Carlos Jhonnys de Melo Gomes: Acadêmico graduando em Administração Geral, cursando o 8º período da Faculdade Doctum de Vitória. Atualmente é o Diretor de Finanças da EJFV e pesquisador credenciado da PRO TESTE. Maristella da Silva Marcelino: Acadêmica graduanda em Administração Geral, cursando o 2º período da Faculdade Doctum de Vitória. Atualmente é a Diretora de Projetos Empresariais da EJFV e pesquisadora credenciada da PRO TESTE. Marilete Marques de Souza: Acadêmica graduanda em Administração Geral, cursando o 2º período da Faculdade Doctum de Vitória. Atualmente é a Diretora de Projetos Sociais da EJFV e pesquisadora credenciada da PRO TESTE. Renilda de Moura Santos: Graduada em Administração Geral pela Faculdade Doctum de Vitória. Foi pesquisadora credenciada da PRO TESTE e participou do Conselho de Administração da EJFV em 2011. 11 Prefácio Este livro trata de detalhar como funciona uma Empresa Júnior com base nas experiências vividas por alunos comprometidos que integram a Empresa Júnior EJFV da Faculdade Doctum de Vitória. Criada em fevereiro de 2007, a Empresa Júnior EJFV do curso de Administração da Faculdade Doctum de Vitória é uma associação civil com prazo de duração indeterminado, com sala própria, alvará de funcionamento, registrada em cartório e com CNPJ próprio inscrita com a Razão Social Empresa Júnior Fabavi Vitória. Atualmente, está na gestão de sua 6ª diretoria executiva e a cada ano vem amadurecendo na condução das consultorias empresariais e projetos sociais. O grande destaque desta Empresa Júnior está na conquista de prêmios relevantes na área de cidadania e responsabilidade social para a Faculdade Doctum, através de projetos inovadores e sustentáveis. É importante observar que toda Empresa Júnior é considerada uma associação civil sem fins lucrativos, constituída e gerida exclusivamente por alunos de graduação de faculdades ou universidades, nas quais ela se insere, presta serviços e desenvolve projetos para empresas, entidades e para a sociedade em geral nas suas áreas de atuação, sempre sob a supervisão de professores. Além disso, tem como objetivo principal propiciar aos estudantes a oportunidade de aplicar e aprimorar os conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso. A coordenação da EJFV é responsável pelo monitoramento da gestão administrativa e financeira executada pelos alunos. Também orienta a condução do planejamento estratégico das atividades do semestre, das reuniões semanais dos membros da EJ, das consultorias realizadas e dos projetos sociais. Um fato importante ocorreu no início do ano de 2010, a Empresa Júnior EJFV foi selecionada como aquela de melhor perfil dentre todas as EJ’s do Estado para ser credenciada pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (PRO TESTE). Desse modo, a EJFV passou a ser sua representante exclusiva em pesquisas de preços e marcas aqui no Espírito Santo. As pesquisas efetivadas geram recursos para a associação e os alunos pesquisadores podem receber bolsa auxílio variável, conforme produtividade mensal. A EJFV se comunica com seu público-alvo através do site www.ejfv.com.br ou no endereço de site alternativo em www.ejfv.tk , no TWITTER em http://twitter.com/ejfv e na rede social FACEBOOK em http://facebook.com/empresajunior . No último capítulo desta obra contamos a história desta Empresa Júnior através de fotos que marcaram a história e que deixarão saudáveis lembranças para os alunos membros da associação. Professor Ms. Paulo Cezar Ribeiro da Silva Coordenador da Empresa Júnior Fabavi Vitória 15 CAPÍTULO I A Empresa Júnior A Empresa Júnior O que é Empresa Júnior? É cada dia mais comum ouvirmos falar em Empresas Júnior dentro das instituições de ensino superior. Mas, na realidade, pouco se esclarece àqueles que desconhecem o termo sobre o que é realmente essa entidade. Empresa Júnior é uma associação civil, sem fins econômicos, constituída e gerida exclusivamente por alunos de graduação de estabelecimentos de ensino superior, que presta serviços e desenvolve projetos para empresas, entidades e sociedade em geral, nas suas áreas de atuação, sob a orientação de professores e profissionais especializados. A Empresa Júnior tem a natureza de uma empresa real, com diretoria executiva, conselho de administração, estatuto e regimentos próprios. Com uma gestão autônoma em relação à direção da faculdade, centro acadêmico ou qualquer outra entidade acadêmica. As empresas juniores são criadas por alunos de graduação de uma instituição de ensino superior e deve ser sempre ligada a um ou mais cursos de graduação. A gestão de uma EJ, sigla para Empresa Júnior, é feita pelos próprios alunos. A empresa júnior não constitui em si uma pessoa jurídica específica. No Brasil as empresas juniores de forma associada tem buscado um entendimento de que a EJ estaria mais próxima de ser uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. O objetivo primeiro das empresas juniores é promover a melhor experiência de mercado aos alunos graduandos na instituição à qual ela é vinculada. Por esse objetivo entende-se fomentar o crescimento pessoal e profissional do aluno membro, por meio do oferecimento de serviços de qualidade e a baixo custo ao mercado. Dessa forma, além de atingir seu próprio objetivo, as EJs contribuem para o desenvolvimento do empreendedorismo em sua região. Em alta escala, o Movimento das Empresas Juniores (MEJ) contribui com uma importante parcela no desenvolvimento empresarial e econômico do país. As EJs se enquadram no terceiro setor da economia, pois estão enquadrados no setor privado (portanto não são do Primeiro Setor) e não têm por fim último o lucro (excluindo-se do Segundo Setor). Dessa forma, acabam por ter reduzidos custos operacionais e de tributação, podendo oferecer serviços de qualidade a um custo baixo. As EJs atendem principalmente o mercado das micro e pequenas empresas, que costumeiramente não tem acesso a consultoria sênior e enfrentam grandes dificuldades na gestão. A fim de garantir um excelente aprendizado, todo o trabalho executado tem o acompanhamento e a orientação de um professor da respectiva área do 19 Empresa Júnior conhecimento, visto que esses trabalhos são prestados como consultoria a todo tipo de empresas, embora o mercado maior seja o das MPE (micro e pequenas empresas). Como e quando surgiu a primeira empresa júnior do mundo? O Movimento Empresa Júnior (MEJ) iniciou-se nos anos 60, na França, com o objetivo mais circunscrito de realizar estudos de mercado ou enquetes comerciais nas empresas. A primeira Empresa Júnior surgiu na ESSEC (L’Ecole Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales de Paris) no ano de 1967, em Paris na França. Os alunos criaram a Junior Enterprise, uma associação que proporcionasse uma realidade empresarial e prestasse serviços de consultoria para empresas de mercado. Diante da necessidade de aplicar os conhecimentos adquiridos durante o curso superior, um grupo de estudantes decidiu formar uma associação com o objetivo de oferecer às empresas, pesquisas de mercado e outros serviços a preços acessíveis. Motivada pelo sucesso rápido esta associação transformou-se na primeira Empresa Júnior. Outra diferença fundamental é que uma Empresa Júnior não tem concorrentes, apenas aliadas. Quanto maior for o número destas organizações, maior será a possibilidade de troca de experiências, contatos, informações e de realização de trabalhos em parceria. Isto ocorre mesmo entre Empresas Juniores que atuam em áreas semelhantes e que, portanto, prestam o mesmo tipo de serviços. Quando fundaram a primeira, as instituições de ensino perceberam que a empresa júnior faturava tanto quanto uma empresa normal. Para se ter uma idéia, o faturamento da empresa júnior francesa no primeiro ano de funcionamento foi de US$ 19 milhões. O conceito depois se espalhou entre as escolas de engenharia e administração da França, em seguida pelas escolas de comunicação, agronomia e outras universidades. Em 1969 foi criada a primeira confederação, a Confederação Francesa de Empresas Juniores que já reunia mais de 20 empresas na época. Na década de 80, o modelo francês, consolidou-se e começou a se difundir internacionalmente, sendo levado para Suíça, Bélgica, Espanha, EUA e Brasil. 20 A Empresa Júnior Como está o Movimento Empresa Júnior no mundo? O processo de internacionalização ocorreu em 1986, quando já se registrava mais de 100 Empresas Juniores francesas, 15.000 estudantes envolvidos, 3.000 estudos realizados e um faturamento anual da ordem de 40 milhões de francos. As atividades das empresas, depois de alguns anos, atingiram um crescimento de 50% ao ano, um resultado extraordinário. Com o espalhamento pela Europa, os estudantes de Portugal, Espanha, Itália, Inglaterra, Suíça, Alemanha, Holanda, entre outros, aderiram ao movimento; e com o objetivo de preservar sua filosofia e adquirir maior representatividade surgiram as confederações nacionais. Em 1990 é fundada a confederação européia de empresas juniores, a JADE, Júnior Association for Development in Europe, para lutar pelos objetivos do movimento junto à União Européia e servir de canal para troca de experiências a nível internacional. Em 1997 a Europa já contabilizava 300 entidades e o Brasil já estava organizado em suas confederações regionais e nacional. Hoje, existem Empresas Juniores espalhadas em pelo menos 4 continentes. Como e quando surgiu a primeira empresa júnior do Brasil? As idéias e os conceitos fundamentais do movimento foram trazidos para o Brasil no final dos ano 80, pela Câmara de Comércio e Indústria Franco-Brasileira. Em 1988, nasce a Empresa Júnior Fundação Getulio Vargas pioneira no Brasil, em 1989, a Empresa JR ADM UFBA, a FCAP JR. Consultoria e a Poli Júnior na Escola Politécnica da USP. A Brasil Junior é a Confederação Brasileira de Empresas Juniores. Ela foi criada em 2003, com a finalidade de propor e repassar diretrizes nacionais que devem ser adotadas pelas confederações estaduais de modo a regulamentar a atividade das empresas juniores em âmbito nacional. Além disso, trabalha com um portal de colaboração e conhecimento, que promove a integração dos empresários juniores de todo o país. Em termos quantitativos, o movimento brasileiro expandiu-se tanto que de 1988 a 1995, em sete anos, portanto, surgiram 100 empresas, número que foi atingido, no país de origem, em 19 anos, entre 1967 e 1986. 21 Empresa Júnior Com o passar dos anos a idéia foi se espalhando por diversas regiões, que culminou na criação de diversas empresas juniores que, posteriormente, criaram seus próprios órgãos representativos - as Federações. Para que se tenha a atual dimensão deste movimento e que se vislumbre a sua força, basta analisar os índices que dele são extraídos. Atualmente, depois de vinte e um anos no país, o MEJ cresceu, profissionalizou-se e amadureceu. Hoje, são mais de 27.000 universitários espalhados em cerca de 1.200 empresas juniores e realizando mais de 2.000 projetos por ano. Em 2010, o Jornal Bom Dia Brasil da Rede Globo de TV apresentou uma reportagem sobre as empresas juniores, onde destacava que o Brasil é hoje o país com o maior número de empresas juniores do mundo. São mais de 1.200 empresas, onde 90% de seus clientes são micro e pequenos empresários. Fato este que demonstra a real importância deste modelo empreendedor, tanto para alunos quanto para organizações da região onde a empresa júnior está instalada. Como vimos, nos dias de hoje, a Empresa Júnior se apresenta como uma excelente alternativa para alicerçar uma revolução em toda a metodologia de ensino superior do Brasil e do mundo. Substituindo arraigados paradigmas, rumo à uma política de completo incentivo ao empreendedorismo acadêmico. Por isso, é importante que cada vez mais universidades incentivem esta modalidade de ensino e vivência profissional. As Empresas Juniores têm como finalidade fomentar o aprendizado prático do universitário em sua área de atuação; aproximar o mercado de trabalho das academias e os próprios, além de uma gestão autônoma em relação à direção da faculdade ou centro acadêmico. Com a elaboração de projetos de consultoria na área de formação dos alunos. As Empresas Juniores contemplam as necessidades de três clientes principais: 1 – Os alunos: Que se utilizam da interação entre os membros da empresa e da troca de conhecimento e experiências para se desenvolverem pessoal, profissional e academicamente; 2 – As empresas: Que se beneficiam com os projetos desenvolvidos pelos alunos, cujas características são a alta qualidade dos trabalhos, garantida pela orientação dos professores, e o baixo investimento, uma vez que as empresas juniores não visam o lucro. Assim, as empresas conseguem bons projetos a um custo muito baixo; 3 – As Instituições de Ensino Superior: Que são favorecidas pelo retorno em imagem institucional, garantido pela divulgação que as Empresas Juniores necessariamente fazem ao seu nome. As Universidades que investem nas Empresas Juniores tem o retorno de imagem e, também, um retorno no que diz respeito à atração de novas parcerias, alunos e clientes (no caso de prestação de consultorias etc). 22 A Empresa Júnior O que é feito em uma Empresa Júnior? Basicamente, os alunos que participam de uma Empresa Júnior têm como rotina a elaboração de ensaios práticos apoiados em uma visão acadêmica, o que lhes proporcionam um considerável e importante diferencial competitivo entre aqueles que almejam prosperar profissionalmente. São desenvolvidos projetos de consultoria, protótipos de novos produtos, estratégias de gestão e marketing, bem como documentos de estudos e pesquisas sobre o mercado de atuação. Além de gerenciamento de projetos, liderança de equipes, gerenciamento de departamentos, geração de networking com grandes profissionais, etc. Muitos destes trabalhos, auxiliados por grandes professores de suas universidades. Enfim, em uma Empresa Júnior, os alunos podem exercitar seu lado empreendedor e pesquisador, trabalhando forte na geração de novas idéias, contribuindo para a resolução de problemas e necessidades de grandes empresas. Quais as vantagens de se participar de uma Empresa Júnior? Existem muitas vantagens para um aluno que ingressa em uma Empresa Júnior. A experiência adquirida neste tipo de trabalho coloca o aluno à frente de seus concorrentes no concorrido mercado de trabalho, levando-o a um patamar mais elevado nas seleções de emprego. Os alunos empreendedores saem na frente na conquista de grandes oportunidades, uma vez que o ambiente que eles protagonizam nada mais é do que uma arena de constantes desafios. Onde aprendem como lidar com situações novas e a conviver com pessoas em um ambiente organizacional, sem falar no convívio com empresários de verdade, ferramentas de gestão, reuniões com profissionais etc. Algo que, sem dúvida, seria praticamente impossível de ser vivenciado em um estágio comum. Como fundar uma empresa júnior? É recomendado a todos os alunos que queiram abrir uma empresa júnior para que entrem em contato com a federação estadual. A federação estadual é a 23 Empresa Júnior referência do movimento de empresa júnior em cada Estado brasileiro. Além disso, esse estudante que tem vontade de abrir uma empresa júnior deve juntar um grupo com pelo menos mais cinco pessoas, o grupo não deve ser muito grande, porque nesse primeiro momento é interessante que todos os membros compartilhem de um mesmo ideal para poder fazer as coisas acontecerem de uma maneira mais eficiente. Esse grupo precisa se adequar ao ideal do movimento de empresas juniores e para isso foi confeccionado um documento chamado Conceito Nacional de Empresa Júnior. Esse conceito enquadra as empresas juniores dentro das suas características especiais, como por exemplo, o caráter de empresa sem fins lucrativos, ou seja, os membros que trabalham em uma empresa desse tipo não são remunerados. Outras características que uma empresa júnior deve ter são possuir uma denominação, sede e finalidade, além de nome, endereço e CNPJ próprio. Qual o perfil dos alunos que trabalham em empresas juniores? A empresa é formada e gerida por estudantes de graduação. Existe um professor que orienta apenas alguns projetos de consultoria. A gestão interna da empresa é feita pelos estudantes. Por exemplo, um projeto de Engenharia precisa ser assinado por um engenheiro responsável, ou seja, esse arcabouço é oferecido pelo professor orientador. O professor vem para respaldar e dar uma chancela maior aos projetos de consultoria dessas empresas. A competitividade do mercado faz com que a vida profissional se inicie cada vez mais cedo. Durante o período acadêmico, o jovem se envolve em estágios, cursos extracurriculares, feiras, faz contatos e cuida de sua imagem pessoal, enfim, é na universidade que a vida profissional se inicia. Entre todos os estudantes universitários, há os que vão além do padrão, esse são os que estão nas empresas juniores e desenvolvem projetos ousados, tornam-se fortes líderes estudantis e assumem responsabilidades com a faculdade. São jovens especiais, com forte personalidade direcionada para uma inovação empreendedora. São alunos potencialmente insatisfeitos apenas com o ensino acadêmico, que querem desbravar as fronteiras encontradas no dia a dia. 24 A Empresa Júnior Como ingressar em uma empresa júnior? Todo aluno que desejar ingressar em uma empresa júnior deverá participar de um processo seletivo que consiste, basicamente, em prova de conhecimentos gerais, entrevista, redação, dinâmica de grupo etc. Estas etapas variam de empresa para empresa, mas seguem basicamente o mesmo escopo geral. Sempre contando com a dedicação e comprometimento dos alunos em contribuir com o crescimento e desenvolvimento da empresa, por isso o Marketing Pessoal também é importante. Algumas destas empresas implementam, também, uma espécie de processo seletivo que mais se parece com uma seleção para o cargo de Trainee, onde os alunos passam por todas as áreas da empresa, participando de treinamentos e atividades de preparo para ocuparem um cargo na empresa. As empresas juniores são sérias? As empresas juniores prestam serviços de consultoria nas diversas áreas do conhecimento. Elas prestam serviços de qualidade com orientação de professores, ou seja, o selo das instituições de ensino superior está por trás dando todo o respaldo que a empresa júnior precisa. Existe um grupo de consultores juniores, que são estudantes de graduação, assessorados por mestres ou doutores da instituição, que prestam um serviço de qualidade a um preço bastante inferior àquele que encontramos no mercado. O mercado está vendo que a empresa júnior é tão eficiente quanto qualquer outra empresa. O dinheiro ganho é sempre reinvestido na empresa. Vale lembrar que parte desse dinheiro é destinado a cobrir os custos variáveis do projeto, como locomoção, por exemplo. O que sobra nas negociações é reinvestido em capacitação para os membros, em novos equipamentos, uma série de benefícios que agregam mais valor ao estudante universitário. Todas as empresas juniores são iguais? As empresas juniores espalhadas pelo Brasil são diferentes umas das outras. É verdade que há diversas semelhanças, porém não existe um padrão único que segue 25 Empresa Júnior a mesma estrutura organizacional e as mesmas normas de funcionamento. As empresas seguem um parâmetro que é definido nacionalmente, mas nas peculiaridades nada é interferido. Por exemplo, quando o aluno ingressa na empresa júnior assume um termo de compromisso, onde se compromete em executar as funções que lhe foram dadas e a partir disso trabalha o tempo que quiser. Qual a estrutura recomendável para uma Empresa Júnior? A grande maioria das Empresas Juniores apresenta uma estrutura para que o trabalho seja efetuado de maneira dinâmica e eficiente. Essa estrutura é montada conforme as necessidades da empresa, por isso uma sugestão para a organização do trabalho deve ser sempre alterada para se adaptar à realidade de cada grupo. Cada Empresa Júnior tem as Diretorias que julgar convenientes, mas é importante que haja um mínimo de organização. A estrutura organizacional de uma empresa júnior deve ser condizente com seu porte e com suas necessidades. Neste sentido, o que indicamos como estrutura inicial é algo enxuto e básico, contendo as cinco estruturas administrativas básicas: Recursos humanos, Projetos (produção), Marketing, Finanças e Estratégico. Tendo em vista que as empresas juniores brasileiras são, juridicamente, constituídas como associações civis, sem fins lucrativos, o órgão máximo de deliberação numa EJ é a Assembléia Geral. Isto é característica de uma associação civil e algo que dá uma entonação ainda mais democrática às empresas juniores. Sendo assim o organograma recomendado para o início de uma EJ é o seguinte: 26 A Empresa Júnior A Assembléia Geral é o órgão de deliberação máxima. Nela os integrantes da EJ (com poder de voto, conforme estatuto): Elegem a Diretoria, aprovam as contas de cada gestão, elegem o Conselho Consultivo, elegem o Fiscal e decidem sobre os casos omissos no estatuto da EJ. Quais os diferenciais que o aluno egresso de uma empresa júnior possui em relação aos outros alunos da universidade? A pessoa que participa do movimento de empresa júnior leva uma bagagem de experiências muito grande quando termina a graduação. Essas pessoas que participam do MEJ (movimento de empresas juniores) têm a oportunidade, durante o período da graduação, de participar da decisão da construção de uma microempresa. A capacidade e as habilidades gerencias, a oratória, a capacidade de trabalhar em grupo, negociação com o cliente, é uma grande bagagem que esse estudante universitário vai acumulando no decorrer da sua graduação. Na verdade, o que acontece é que antes de ingressar no mercado você já tem a oportunidade de conhecê-lo e de poder saber onde esse mercado pode lhe oferecer um retorno maior. É possível identificar algumas falhas e oportunidades antes mesmo de fazer parte deste mercado. E a partir disso fazer proposições e encontrar portas abertas nos lugares corretos. Ele é capacitado muito além da graduação. Essa capacidade de aliar teoria à prática vai construindo uma postura maior em cada uma das pessoas que estão inseridas no MEJ. O grupo de alunos que trabalha em uma empresa júnior é diferenciado porque trabalha, estuda e ainda busca desenvolver projetos de consultoria. Provavelmente, quando se formar, esse aluno vai ter o seu negócio próprio, porque busca o empreendedorismo. A empresa júnior é uma oficina de trabalho, onde o estudante vivencia o mercado, desenvolve e executa projetos, tornando-se um profissional preparado para trabalhar em equipes e enfrentar os desafios do cotidiano. Esse estudante desenvolve um espírito mais crítico, para uma análise empreendedora. A empresa júnior proporciona a aplicação prática do conhecimento teórico relativo à área de formação que esse aluno tem dentro da universidade. 27 CAPÍTULO II Federações e a rede Brasil Júnior Federações e a rede Brasil Júnior Como as empresas juniores se organizam? Em 1993, as empresas juniores começaram a se organizar melhor e aconteceu o I Encontro Nacional de Empresas Juniores (ENEJ), que foi realizado em São Paulo. A partir disso, os encontros são realizados anualmente. Elas são representadas por 14 (quatroze) federações estaduais, que juntas formam a Rede Brasil Júnior. Cada federação tem o seu estatuto padrão, mas todas procuram seguir o mesmo modelo e que prezam pelos interesses do Movimento Empresa Júnior em suas regiões. Quais são as Federações de Empresas Juniores? JuniorES - Federação das Empresas Juniores do Estado do Espírito Santo: O Espírito Santo participou ativamente na estruturação do MEJ nacional, o VI ENEJ, no qual começou a ser formada a Confederação Brasileira de Empresas Juniores – Brasil Junior – foi realizado em Guarapari, em 1997, organizado pela CJA (Empresa Júnior de Economia da UFES) e pelo CT Jr. (Empresa Júnior das Engenharias da UFES). Apesar disto, A JuniorES só foi surgiu no final de 2003, formada por algumas empresas juniores da UFES que conheciam a importância de uma organização que representasse, integrasse, desse suporte, e fortalecesse o MEJ aqui no ES. A federação teve duas gestões, uma em 2004 e outra em 2005, infelizmente, nenhuma delas conseguiu fazer a regularização legal da associação. Em 2006, a federação ficou sem nenhuma diretoria e o Sebrae criou um projeto de apoio às empresas juniores que previa a criação da federação. Contudo, o projeto não foi à frente por uma série de contratempos e a JuniorES ficou muito prejudicada por conta disto. Em 2007, as empresas juniores da UFES se juntaram para conseguir um apoio conjunto para poderem ir ao ESEJ em Santa Maria – RS. Começaram a ser realizadas reuniões periódicas para tentar conseguir um ônibus para chegar até o evento, e durante estas reuniões começou se articular o retorno da Federação. Os membros não conseguiram um ônibus para ir ao ESEJ, entretanto, continuaram a ocorrer as reuniões e o interesse em formar a federação, houve uma tentativa frustrada de formar uma diretoria executiva em 2007, porém algumas pessoas continuaram a trabalhar para reerguer a federação. 31 Empresa Júnior No XV ENEJ em São Paulo, oficializaram o interesse em confederar a associação a Brasil Junior e desde lá uma equipe vem trabalhando para atender os critérios exigidos pela Brasil Júnior, foi realizado o primeiro encontro estadual – CONEJES – em outubro, já em dezembro foi eleita à diretoria executiva de 2008 e conseguir confederar ainda em março de 2008. RioJunior – Federação das Empresas Juniores do Estado do Rio de Janeiro: Criada em 1998, tem como finalidade representar as empresas juniores do Estado, auxiliando sua qualificação e desenvolvimento. FEJEMG - Federação de Empresas Juniores do Estado de Minas Gerais: Lavras, julho de 1995. Essa é a data em que aconteceu o I Encontro Mineiro de Empresas Juniores. Foi nesse EMEJ que as empresas das mais diversas cidades do estado fundaram a Federação das Empresas Juniores do estado de Minas Gerais, a FEJEMG. FEJESP - Federação das Empresas Juniores do Estado de São Paulo: Criada em 1990, a Fejesp representa as Empresas Juniores perante a sociedade e governo, fomenta a troca de conhecimento e desenvolve as Empresas Juniores e seus associados, universitários, no estado. Com isso, a Fejesp acredita em um ambiente propício para a formação de jovens talentos, futuros líderes do país. FEJEPAR - Federação das Empresas Juniores do Estado do Paraná: É o órgão que representa e regulamenta as Empresas Juniores Federadas do Estado. Atuante desde 1996, surgiu devido à necessidade da criação de um órgão de representação do Paraná. Atualmente possui empresas federadas nas cidades de Curitiba, Londrina e Maringá. FEJERS - Federação das Empresas Juniores do Estado do Rio Grande do Sul: Tem por função fomentar, orientar e dar assistência para o desenvolvimento das Empresas Juniores (EJ’s) do estado, representando-as perante a Confederação Brasileira de Empresas Juniores. FEJESC - Federação de Empresas Juniores do Estado de Santa Catarina: Federação composta pelas Empresas Juniores (EJs) de Santa Catarina. Empresas essas que não possuem fins lucrativos e são constituídas por acadêmicos das mais diversas áreas. UNIJr-BA - Federação das Empresas Juniores do Estado da Bahia: Representa, desenvolve e promove a união das empresas juniores da Bahia desde o ano 2000. É uma instituição sem fins econômicos, com fins educacionais e político-apartidária, confederada a Brasil Júnior. RN Júnior - Federação das Empresas Juniores do Estado do Rio Grande do Norte: Representa, desenvolve e promove a união das empresas juniores do Rio Grande do Norte. 32 Federações e a rede Brasil Júnior PB Júnior - Federação Paraibana de Empresas Juniores: Fundada em 2001, a PB Júnior é uma associação civil, sem fins econômicos, gerida e constituída exclusivamente por alunos de graduação de Instituições de Ensino Superior da Paraíba (IES-PB). FEJEPE - Federação das Empresas Juniores do Estado de Pernambuco: É a entidade responsável por representar, integrar e desenvolver o Movimento Empresa Júnior no Estado. FEJEA - Federação de Empresas Juniores do Estado de Alagoas: Tem por objetivo aumentar a abrangência do movimento júnior no estado, desbravando-o da capital ao interior, além de representar frente a Brasil Junior o potencial das empresas do Estado. Hoje, a FEJEA conta com três conselheiros, quatro diretores e sete assessores. FEJECE - Federação das Empresas Juniores do Estado do Ceará: Representa, desenvolve e promove a união das empresas juniores do Ceará. Concentro - Federação das Empresas Juniores do Distrito Federal: A partir da união e do trabalho das Empresas Juniores do Distrito Federal nasce, em 1999, a Concentro. A Federação surge incentivada pela necessidade de representar os interesses das empresas juniores do Distrito Federal e de dar condições para o crescimento, desenvolvimento e fortalecimento do Movimento Empresa Júnior na região. O que é Rede Brasil Júnior? No ano de 2001, as empresas juniores, que já se aglomeravam em federações estaduais, começaram a amadurecer um pouco mais e traçaram metas para a fundação de uma confederação brasileira. As metas foram traçadas por dois anos e em 2003, no 11º ENEJ, realizado em Salvador, foi fundada a Confederação Brasileira de Empresas Juniores, a Brasil Junior. A Brasil Júnior se propõe a passar diretrizes nacionais para que sejam adotadas pelas federações. Além disso, trabalha como um portal de colaboração e conhecimento, que promove a integração dos empresários juniores de cada Estado. O intuito maior é cada vez mais regulamentar a atividade das empresas juniores que ainda é pouco trabalhada em algumas universidades. A Brasil Júnior - Confederação Brasileira de Empresas Juniores - tem como finalidades representar as empresas juniores em nível nacional e desenvolver o Movimento Empresa Júnior como agente de educação empresarial e gerador de novos 33 Empresa Júnior negócios. Ela é formada atualmente por 14 federações, representando 13 estados e o Distrito Federal. Apesar de o Movimento ainda estar longe do seu ideal em termos de reconhecimento, a Brasil Júnior trabalha ativamente na sua representação frente à sociedade. Um exemplo é a participação no Conselho Nacional de Juventude, órgão ligado à Presidência da República. A Brasil Júnior é o órgão máximo regulador do Movimento Empresa Júnior, atuando para garantir uma cultura de qualidade e de padrão estrutural mínimo às empresas juniores. A atuação ocorre pela definição conjunta de planos e diretrizes do Movimento, como o Conceito Nacional de Empresa Júnior. As ações são desenvolvidas por sua diretoria e, em cada estado, por sua federação local. A Brasil Júnior também trabalha para a integração do Movimento, reunindo as federações em reuniões e, principalmente, reunindo as empresas juniores ao realizar o ENEJ (Encontro Nacional das Empresas Juniores). Em 2010, o ENEJ foi organizado em conjunto com a UNIJr-BA, em Salvador/BA, no mês de Agosto. Já em 2011, o ENEJ será organizado em Foz do Iguaçu, também no mês de agosto, contando com milhares de empresários juniores envolvidos. A Brasil Júnior trabalha sobre três pilares de atuação dentro do movimento empresa júnior: Gestão, Pessoas e Mercado. Dentro do ciclo de gestão, primeira etapa do desenvolvimento do movimento, busca-se assegurar que as instâncias do MEJ (BJ, Federações, EJs) garantam sua correta gestão para que haja base suficiente para o desenvolvimento de trabalhos que gerem resultados e que desenvolvam seus membros. A partir de uma boa gestão, busca-se então o fortalecimento das pessoas dentro do movimento, de forma a potencializar os processos e os trabalhos das instâncias. Com isto promove-se o amadurecimento constante, a continuidade dos trabalhos e as condições suficientes e necessárias para alavancar os resultados do movimento. 34 Federações e a rede Brasil Júnior Consolidados os pilares de gestão e de desenvolvimento de pessoas, o passo seguinte é a busca de reconhecimento da sociedade. A BJ busca neste pilar de atuação, referente à sociedade, trazer às suas instâncias suporte para que o mercado reconheça cada vez mais o MEJ e ofereça cada vez mais oportunidades ao mesmo pela sua contribuição para a educação empresarial e formação de líderes. Dentro destes pilares de atuação, a Brasil Júnior busca cada vez mais levar à sociedade profissionais capacitados, com experiência empresarial e valores bastante fixados, que contribuam para a construção de um Brasil melhor. E com a consolidação destes trabalhos por meio de representatividade e integração promovidos pela BJ, construímos a formação profissional diferenciada dos empresários juniores brasileiros, nosso grande objetivo. Identidade Organizacional da Brasil Júnior MISSÃO: Representar o Movimento Empresa Júnior brasileiro e potencializá-lo como agente de formação de empreendedores capazes de transformar o país. VISÃO: Fortalecer a marca Empresa Júnior, por meio da sua regulamentação e ampla divulgação para a Sociedade. VALORES: Compromisso com resultados: Buscamos gerar valor para nossas partes interessadas e nos comprometemos com a superação das suas expectativas, de forma perene. Sinergia: A despeito de nossa diversidade, somos unidos por visões compartilhadas e trabalhamos em cooperação, para fazer com que o conjunto de nossas forças seja maior que a soma de suas partes. Postura empreendedora: Para formar empreendedores no MEJ, é necessário que sejamos empreendedores. Inconformismo, visão para oportunidades, 35 pensamento inovador e capacidade de realização são características que nos definem. Transparência: Somos transparente em todas as nossas ações, acertadas ou erradas. Temos plena consciência que um futuro melhor se faz com ética e compromisso com a verdade. Orgulho de ser MEJ: Somos apaixonados pelo nosso trabalho e trabalhamos por um Movimento em que acreditamos. Nosso orgulho de ser júnior é o que nos faz “gigantes pela própria natureza”. NEGÓCIO: Fortalecer a marca EJ; Regulamentação do MEJ; Avaliação, montagem e acompanhamento de planos integrados para as federações; Fomentar a cultura de educação e negócios no Brasil, através da disseminação da marca empresa júnior. CAPÍTULO III Conceito nacional de Empresa Júnior e código de ética Conceito nacional de Empresa Júnior e código de ética O que é Conceito Nacional de Empresa Júnior? O Conceito Nacional de Empresa Júnior é talvez o documento mais importante que o MEJ (Movimento de Empresas Juniores) produziu em seus quinze anos de existência. Ele foi elaborado com a finalidade de definir o que caracteriza ou não uma Empresa Júnior e de preservar a imagem desta marca perante o mercado e a sociedade. O Conceito é o resultado de mais de dois anos de discussões que envolveram Federações e empresários juniores de todas as regiões do Brasil. Ele reúne a essência do que as Empresas Juniores são e representam hoje no País. O texto final, redigido pelo Conselho Diretor da Rede Brasil Júnior (que reunia dois representantes de cada Estado), foi aprovado em Assembléia Geral ocorrida em 01/08/2003, durante o XI Encontro Nacional de Empresas Juniores - OXI ENEJ - realizado em Salvador. Este documento apresenta e comenta o Conceito Nacional de Empresa Júnior, de forma a dirimir possíveis dúvidas e disseminar a importância de todos os seus artigos. Capítulo I – Da definição Artigo 1º - O “Conceito Empresa Júnior” é a definição utilizada para determinar as organizações que se caracterizam ou não como Empresa Júnior. Capítulo II – Dos Aspectos Jurídicos e Tributários Artigo 2º - Uma Empresa Júnior deverá estar registrada perante a Receita Federal e órgãos governamentais como uma pessoa jurídica, de direito privado, associação civil sem finalidades econômicas e com fins educacionais. Desta forma, toda a legislação e tributação federal, estadual e municipal inerente a esta classificação decairão sobre a Empresa Júnior. Comentário: Isso visa adequar a Empresa Júnior ao Novo Código Civil e a legislação vigente, além de proporcionar às EJs os benefícios fiscais que tal classificação proporciona. Artigo 3º - Não é considerada como Empresa Júnior aquela empresa que não tem seu estatuto registrado em cartório. Comentário: O Estatuto é peça fundamental para a estruturação da Empresa Júnior e deve ser o mais genérico e abrangente possível, para que possa ser adaptado à realidade de cada EJ. Ele abrange sua atividade e finalidade, direitos e deveres dos membros, tempo de duração, eleições, organograma, entre outros. 39 Empresa Júnior Desde a aprovação do Conceito, a Brasil Júnior tem feito esforços com o fim de se criar dentro da classificação de Associação Civil Sem Fins Lucrativos a atividade econômica “Empresa Júnior”. A partir daí todas as Empresas Juniores terão um prazo para adequarem-se, registrando seu Estatuto com “Empresa Júnior” como sua atividade econômica, termo que será juridicamente válido. Assim, as Empresas Juniores terão novos códigos de CNPJ adequados a esta atividade. Artigo 4º - Não é considerada como Empresa Júnior aquela empresa que não tem seu CNPJ próprio. Comentário: O CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) próprio possibilita liberdade e independência à Empresa Júnior e aos seus integrantes para gerirem seus próprios atos sem interferências externas. Somente com o CNPJ próprio é possível a abertura de conta bancária em nome da EJ e do(s) seu(s) representante(s) legal(is). Artigo 5º - Para o devido funcionamento da Empresa Júnior, a mesma deve possuir Nota Fiscal Própria. Comentário: Trata-se de uma exigência legal para quem possui inscrição estadual e/ou municipal. É possível conseguir isenção da inscrição, o que liberaria a EJ de emitir nota fiscal. No entanto, para efeito comercial, um cliente confia muito mais numa nota fiscal emitida do que num bloco simples de recibo comprado em papelaria. Dessa forma, é recomendável manter a inscrição estadual e/ou municipal e conseqüentemente a nota fiscal, pois estas constituem uma segurança a mais para a relação entre o cliente e a Empresa Júnior. Artigo 6º - Para o devido funcionamento da Empresa Júnior, suas instalações devem estar amparadas por um Alvará da Prefeitura. Comentário: O Alvará atende a uma exigência legal e evita problemas com o local de funcionamento da Empresa Júnior. No caso das Instituições de Ensino que não conferem a todos os seus prédios um alvará, será necessário que a Empresa Júnior busque a autorização na Prefeitura de sua cidade. Capítulo III – Dos Aspectos Éticos Artigo 7º - A Empresa Júnior deve ter como finalidades: A. promover o desenvolvimento técnico e acadêmico de seus associados; B. promover o desenvolvimento econômico e social da comunidade, através de suas atividades; C. fomentar o espírito empreendedor de seus associados; D. promover o contato dos alunos com o mercado de trabalho; E. promover o desenvolvimento pessoal e profissional de seus associados. 40 Conceito nacional de Empresa Júnior e código de ética Comentário Além destas finalidades, a Empresa Júnior poderá adaptar ou incluir outras de acordo com sua realidade, deste que não infrinja as Leis, o Código de Ética do MEJ ou o Conceito Nacional de Empresa Júnior. Artigo 8º - A Empresa Júnior NÃO pode ter como finalidades: A. captar recursos financeiros para a Instituição de Ensino através da realização dos seus projetos ou outras atividades; B. captar recursos financeiros para seus integrantes através dos projetos ou outras atividades; C. elevar o conceito do Curso e Instituição de Ensino diante do MEC e da sociedade; D. realizar aplicações financeiras com fins de acumulação de capital. Comentário: Não deve ser finalidade de uma Empresa Júnior a elevação do Conceito da Instituição de Ensino perante o MEC. Isso visa evitar que Faculdades “montem” Ejs sem a participação dos alunos e apenas com a finalidade de promover seus cursos, além de preservar o ideal de empreendedorismo estudantil de onde surgiu a idéia de Empresa Júnior. Com relação à captação de recursos, uma Empresa Júnior não pode ser criada para gerar receita para sua Instituição de Ensino, muito menos para distribuir lucros dentre seus membros. Isso desvirtuaria as EJs de suas finalidades primordiais, descritas no artigo 7º. No entanto, os membros que atuam em projetos nas Ejs podem ser remunerados e todos seus integrantes podem ser reembolsados de seus gastos que ocorrem em função do trabalho dentro da Empresa Júnior. A aplicação de recursos com fins de acumulação de capital não é uma prática condizente com entidades sem finalidades econômicas, como as Empresas Juniores. Além disso, esta prática não atende a premissa básica de reinvestir os recursos das Ejs em sua própria estrutura ou na capacitação, treinamento e desenvolvimento de seus integrantes. A medida também evita a aplicação dos recursos das Ejs em investimentos de risco (como mercado de capitais), que poderia levar a perda de parte do valor aplicado. Artigo 9º - A Empresa Júnior e suas entidades representativas não se envolverão com qualquer forma de ideologia e pensamento de partidos políticos. Comentário: O MEJ – Movimento Empresa Júnior é um Movimento da Juventude político-apartidário. O MEJ não se envolve com nenhuma forma de ideologia e pensamento de partidos políticos. Não é missão do MEJ representar qualquer tipo de posicionamento político-partidário, mas sim desenvolver os alunos para torná-los cidadãos mais conscientes dos seus direitos e deveres, deixando-lhes o livre arbítrio na defesa de suas opiniões políticas. Este posicionamento sempre foi uma premissa básica do MEJ no Brasil e preserva as Empresas Juniores de 41 Empresa Júnior interesses distintos de seus ideais e do desgaste político junto ao poder público e a sociedade. Capítulo IV – Dos Integrantes e da forma de participação dos mesmos Artigo 10 - Somente alunos da Instituição de Ensino, graduação ou tecnológico, podem participar do quadro administrativo da empresa. Comentário: Somente alunos de Instituições de Ensino (graduação ou tecnológico de nível superior) podem participar de uma Empresa Júnior. Com relação aos cursos tecnológicos, é permitido que estes “participem” do movimento, desde que a representação da EJ seja feita pelos seus membros (esta medida foi facilitada pelo Novo Código Civil, que diminuiu a maioridade para 18 anos e permitiu àqueles com mais de 16 anos a emancipação). A questão dos alunos de cursos técnicos (de Ensino Médio) não poderem criar Empresas Juniores está diretamente ligada ao tempo de permanência dos mesmos em seus respectivos cursos, o que acarretaria numa rotatividade ainda maior do que já ocorre nas Empresas Juniores de cursos de nível superior, onde a média de duração dos cursos fica entre 4 e 5 anos. É vedada, às Empresas Juniores, a existência de professores, alunos de pósgraduação ou pessoas externas aos cursos da Instituição de Ensino da qual a EJ é ligada, fazendo parte do seu quadro administrativo, ou seja, como membros efetivos, diretores ou gerentes de projetos. A equipe que realiza projetos poderá ser composta tanto por membros efetivos da Empresa Júnior como por outros alunos da faculdade, havendo obrigatoriamente no mínimo 1 (um) membro efetivo ou diretor da Empresa Júnior para acompanhar e gerenciar o projeto, a fim de que o mesmo saia com a qualidade requerida. Artigo 11º - O aluno deve ter como vínculo com a Empresa Júnior: ou voluntariado ou estágio. Inciso – O voluntariado e o estágio são regidos pelas leis nº 9602 (de 18 de fevereiro de 1998) e nº 6494 (de 07 de dezembro de 1977), respectivamente. Comentário: Os tipos de vínculo permitidos dos alunos com a EJ são o voluntariado e estágio, não podendo haver em qualquer hipótese vínculo empregatício com carteira assinada. Em ambos os casos as Ejs devem ter os termos (de estágio ou voluntariado) assinados por todos os seus membros e diretores. Isso torna legal a participação dos estudantes nas Ejs e impede que ocorram problemas com a Justiça do Trabalho com relação a processos solicitando salários, benefícios ou caracterizando um vínculo empregatício. Tanto as Instituições de Ensino Superior como as Ejs podem conceder bolsas de estudo aos alunos participantes da Empresa Júnior. É uma forma (como as bolsas de pesquisa das IES) de permitir aos alunos com menor poder aquisitivo que 42 Conceito nacional de Empresa Júnior e código de ética participem do Movimento. Em momento algum bolsas devem ser consideradas critério para a admissão de membros dentro da EJ. Além do que, estas bolsas, se existirem, devem ser voltadas única e exclusivamente para ressarcir os gastos do estudante com seu trabalho na Empresa Júnior, e não como uma forma de remuneração, bônus ou prêmio. Além dos integrantes, a EJ pode ter prestador de serviço contratado. Serviços como office-boy, secretária, contador e advogado, podem ser contratados ou terceirizados, para facilitar os trabalhos da EJ, pois não interferem no aprendizado esperado, que é aplicar conhecimentos técnicos e adquirir ou aperfeiçoar técnicas administrativas. Os serviços acima mencionados permitem à EJ trabalhar mais profissionalmente, dando mais atenção aos projetos e à gestão da empresa. No caso de um contador, os membros da Empresa Júnior poderão realizar a contabilidade da mesma apenas caso, no fim, haja a assinatura de profissional de contabilidade, habilitado no CRC, por ser esta uma exigência jurídica. Capítulo V – Dos projetos realizados pela Empresa Júnior Artigo 12º - Só podem ser executados projetos que façam parte do currículo teórico dos cursos ligados à Empresa Júnior. Comentário: Seria incoerente termos Empresas Juniores de Administração desenvolvendo projetos de Engenharia Civil, ou Ejs de Química realizando projetos de Economia. Este artigo busca assegurar a qualidade dos projetos desenvolvidos e estimular a aplicação prática da teoria ensinada na faculdade. Artigo 13º - Todos os serviços prestados a clientes por uma Empresa Júnior devem receber orientação em sua totalidade. Inciso – Orientação: Acompanhamento crítico, o qual deve provir preferencialmente de professores da Instituição de Ensino à qual a Empresa Júnior está ligada. Na falta de professores dispostos a orientar estes projetos, a Empresa Júnior poderá recorrer a profissionais de nível superior devidamente habilitados na área do projeto. Comentário: Esta orientação deverá provir preferencialmente de professores da Faculdade à qual a Empresa Júnior está ligada. Na falta de professores dispostos a orientar projetos da Empresa, a mesma poderá recorrer a profissionais (técnicos ou graduados) ou a professores alheios a IES, desde que devidamente habilitados na área requerida. O orientador poderá ser remunerado, seja por um valor fixo por projeto orientado, seja por uma porcentagem, ou qualquer outra forma definida entre a Empresa Júnior e a Instituição de Ensino à qual a Empresa Júnior está ligada. 43 Empresa Júnior Artigo 14º - A Empresa Júnior deve focar seus projetos para o público de micro empresas e empresas de pequeno porte. Comentário: Devido às características que envolvem as Empresas Juniores, como o fato de funcionarem dentro de Instituições de Ensino, de não terem fins lucrativos, de serem compostas por estudantes que na maioria das vezes não recebem remuneração financeira, se as Empresas Juniores passarem a realizar projetos apenas para grandes empresas, o Movimento Empresa Júnior correria o risco de “canibalizar” o mercado de trabalho de seus próprios membros. Os empresários juniores poderiam ser utilizados como mão-de-obra barata ao atingir um mercado que pode pagar o serviço das consultorias tradicionais. Além disso, as micro e pequenas empresas representam um nicho de mercado que normalmente não têm acesso ou não consegue pagar por uma consultoria. Isso ressalta o papel social que o Movimento Empresa Júnior possui no auxílio a empreendedores de menor porte. Entretanto, o fato do foco principal de uma Empresa Júnior serem profissionais liberais, micro e pequenos empresários, isso não impede que ela realize projetos para médias e grandes empresas, já que estes normalmente proporcionam um aprendizado bastante elevado e um percentual de reinvestimento acima da média. Além disso, deve-se levar em conta as especificidades de cada curso, de modo que alguns só terão condições de atender em sua maioria clientes de médio e grande porte (Exemplo: Engenharia Química), ou o governo (Exemplo: Ciências Sociais). Capítulo VI – Dos Aspectos Acadêmicos Artigo 15º - A existência da Empresa Júnior deve ser reconhecida formalmente como tal pela Instituição de Ensino. Comentário: O reconhecimento formal confirma o vínculo da Ej a pelo menos um curso, permitindo um maior controle aos órgãos representativos do movimento. Além disso, evita que trocas de gestão nas Ejs ou nas Instituições de Ensino tornem-se problemáticas em função da inexistência de um relacionamento formal entre ambas. Dependendo de cada Instituição o trabalho na Empresa Júnior poderá ser reconhecido, além de própria atividade, como bolsa, estágio, projeto de extensão, créditos e etc. Capítulo VII – Dos Aspectos Internos Artigo 16º - A eleição dos órgãos deliberativos e administrativos deve ser feita por eleição direta, exceção feita aos casos de vacância temporária dos mesmos. Comentário: Um processo democrático significa que não poderá haver simplesmente indicação da nova diretoria por parte da diretoria que está saindo. Isto deve ser observado a fim de que se tenham garantias mínimas de que aqueles que 44 Conceito nacional de Empresa Júnior e código de ética assumirão a direção da Ej ali estarão por desejo da maioria dos membros da Empresa Júnior, e não apenas por questões pessoais. Quanto à eleição ser por cargo ou chapa ou por diferentes pesos de voto para diretores e membros, isto fica a cargo de cada Ej em particular. Artigo 17º - A maioria dos recursos da Empresa Júnior deve provir de serviços prestados. Comentário: Visa garantir que todas as Empresas Juniores sejam auto-sustentáveis através da realização de seus projetos e serviços, evitando a dependência financeira da Instituição de Ensino, de patrocínios institucionais ou de seus membros. Naturalmente, parte dos recursos de uma Ej podem provir de parcerias, doações, eventos e outros. Ressalta-se também a exceção para o caso especial que representam as Ejs recém formadas, que normalmente no início de suas atividades enfrentam dificuldades para realizarem projetos e acabam tornando-se mais dependentes. CONSIDERAÇÕES FINAIS A Brasil Júnior está à disposição para esclarecer qualquer ponto referente ao Conceito Nacional de Empresa Júnior. As dúvidas e sugestões devem ser encaminhadas para a Diretoria Administrativo-Financeira, através do e-mail [email protected] . Se sua Ej ainda não está adequada ao Conceito Nacional, procure o mais breve possível a Federação de seu Estado e encaminhe à Confederação o problema enfrentado. As Federações e a Brasil Júnior estarão trabalhando para auxiliar as Ejs que enfrentam problemas para adequarem-se ao Conceito. Código de Ética das Empresas Juniores CAPÍTULO I - PRINCÍPIOS GERAIS SEÇÃO I - CONCEITOS Art 1º - Este Código compreende normas de conduta de caráter obrigatório para as Empresas Juniores federadas do Brasil, para as Federações Estaduais e para a Confederação Nacional em seu relacionamento com o mercado, e de caráter de orientação para as demais Empresas Juniores localizadas no País. Art 2º - Para os fins do Artigo anterior, Empresa Junior é uma associação civil sem fins lucrativos, formada e gerida por estudantes de cursos superiores de graduação que deve ter como objetivos: promover o desenvolvimento técnico e 45 Empresa Júnior acadêmico de seus associados, o desenvolvimento econômico e social da comunidade, fomentar o espírito empreendedor de seus associados, promover o contato dos alunos com o mercado de trabalho, e promover o desenvolvimento pessoal e profissional de seus associados, de acordo com o Conceito Empresa Junior da Rede Brasil Junior definido em Julho de 2003. SEÇÃO II - PREMISSAS Art 3º - As empresas juniores devem exercer suas atividades em regime de livre e leal concorrência, cabendo-lhes zelar pela imagem da categoria e pela qualidade dos serviços que oferecem, vendem e prestam, baseadas na ética e na aptidão técnica de seus membros. Art 4º - As empresas juniores devem exercer suas atividades segundo a legislação específica aplicável à sua área de atuação, os acordos e as convenções, coletivos ou individuais, da categoria e as condutas estabelecidas neste Código, que poderão subsidiar decisões das Federações e da Confederação. Art 5º - Cada Federação, por si e junto à Confederação diligenciará para que as presentes condutas, e as que as modificarem ou complementarem, impliquem a revogação dos atos configuradores da ação intervencionista de autoridades ou das Universidades sobre as empresas juniores. CAPÍTULO II - RELAÇÕES ÉTICAS SEÇÃO I - PRINCÍPIOS ÉTICOS NAS EMPRESAS JUNIORES, FEDERAÇÕES E CONFEDERAÇÃO Art 6º - As empresas juniores, federações e a Confederação irão promover, entre si, o intercâmbio de informações de natureza comercial, profissional, técnica, sobre estrutura e projetos. Art 7º - Na veiculação de publicidade, empresas juniores, federações e a Confederação terão o intuito de divulgar o movimento empresa júnior, não farão propaganda comparativa depreciando a concorrência, assim como em quaisquer meios de divulgação não farão comentários desairosos a essa mesma concorrência. Art 8º - As empresas juniores, federações e a Confederação promoverão o recrutamento, seleção e aperfeiçoamento de seu pessoal com base em critérios técnicos, procurando, se possível, orientação de um profissional da área e divulgarão igualitariamente esse processo aos interessados. Da mesma forma irão proceder com processos eleitorais, utilizando-se de meio formal de convocação de assembléia, prezando pela autenticidade da avaliação dos candidatos e pela veracidade na apresentação de projetos para candidatura. 46 Conceito nacional de Empresa Júnior e código de ética Art 9° - Cada empresa junior, federação e inclusive a Confederação deve: integrar novos membros e ou associados através de uma política de integração que deve ser previamente definida; primar para que cada novo membro passe por um período de qualificação e avaliação antes de ser efetivado. Art 10º - A captação de clientela pelas empresas juniores deve ser baseada na qualidade dos serviços que exploram, vedado o aliciamento ou desvio desleal de clientes da concorrência, bem como o pagamento de comissões a quem os promova. Art 11º - As empresas juniores irão prezar pela ética na política de formação de seus preços, buscando informações no mercado sobre seus concorrentes para que sua atividade não prejudique profissionais da área; e deverão cobrar pelos seus projetos para reinvestir na empresa e nos membros. Art 12º - Na hipótese da empresa júnior, por falta de capacidade de atendimento desta, não puder atender um cliente, deve encaminhá-lo para uma congênere. Art 13º - No caso de trabalhos em conjunto ou parcerias, cada empresa júnior ou federação irá cumprir com as ações a elas atribuídas e todos devem se empenhar em evitar conflitos, procurando sempre interagir para aprimorar as atividades. Art 14º - As empresas juniores: permitirão aos integrantes da federação a que pertencem, livre acesso às informações necessárias para a apreciação das condições previstas neste Código e no Conceito Empresa Junior, garantido o uso das mesmas exclusivamente para este fim; irão se comprometer em manter seus dados sempre atualizados perante a federação e informá-la, quando souberem, de empresas juniores que não estejam seguindo o presente Código de Ética e/ou o Conceito Empresa Junior. Art 15º - As empresas juniores irão representar sua federação, se comprometerão, portanto, com a qualidade de seus serviços e com a divulgação do movimento empresa junior, assim, os empresários juniores não irão se envolver em atividades que comprometam a imagem do movimento empresa junior e se responsabilizarão por seu comportamento. Art 16° - As federações irão divulgar entre os conselheiros as tarefas que estão sendo realizadas na federação, convocá-los formalmente para as reuniões, de acordo com o estatuto, informá-los sobre o movimento empresa junior no Brasil, e representar seu estado na Confederação. Art 17° - Cada federação irá procurar promover parcerias junto a entidades que interessem às empresas juniores federadas e ao movimento empresa junior para a garantia do desenvolvimento do movimento no estado, buscando constantemente ter bom relacionamento com estas e com outras federações. 47 Empresa Júnior Art 18° - Como representante do movimento empresa junior no estado, as federações devem ser o elo entre as empresas juniores e seus devidos órgãos de representação, devendo tentar orientar as empresa juniores sobre como se regulamentar perante cada órgão e buscar parcerias para regulamentação das empresas juniores. Art 19° - As federações irão: manter uma política de incentivo à federação das empresas juniores de seu estado; dar preferência ao atendimento de empresas juniores federadas, sem privilegiar uma ou mais empresa(s) específica(s); primar pela qualidade das empresas federadas; divulgar os potenciais de cada empresa federada; notificar por escrito aquela empresa que pratique conduta tida como irregular pelo Conselho Deliberativo da federação; e, se necessário, penalizar empresas juniores federadas de acordo com o estatuto da federação e divulgar contra-propaganda de empresas juniores em caso de omissão às práticas do presente Código de Ética e/ ou do Conceito Empresa Junior. Art 20° - Os empresários juniores irão construir uma postura profissional ética em relação ao seu trabalho, responder pelos atos de sua responsabilidade, cumprir as funções que lhe forem delegadas com responsabilidade, agir cooperativamente na sua empresa júnior, não irão sobrepor interesses individuais aos objetivos organizacionais e deverão conhecer os princípios do movimento empresa junior para divulgá-los. Art 21° - A Confederação de empresas juniores irá responsabilizar-se pela representação do movimento empresa junior do Brasil perante confederações de outros países, MEC, entidades governamentais federais e demais entidades de representação nacional, bem como pelo bom relacionamento do movimento empresa junior do Brasil com estas entidades e irá se comprometer com a qualidade das empresas juniores federadas das federações que atuam na Confederação. SEÇÃO II - RELAÇÃO COM ESTUDANTES Art 22° - Os empresários juniores irão informar aos estudantes interessados a razão social e área de atuação de sua empresa junior, federação e confederação, convidando-os a participar do movimento empresa junior. Art 23° - As empresas juniores irão incentivar os estudantes a participar do movimento empresa junior e procurar dar oportunidades àqueles que não têm o privilegio de estar na empresa por qualquer motivo, através de treinamentos, palestras, atividades de extensão e de outras formas que promovam o desenvolvimento do aluno. SEÇÃO III - RELAÇÃO COM ENTIDADES (PARCEIROS, PATROCINADORES, IES, ÓRGÃO REPRESENTATIVO) 48 Conceito nacional de Empresa Júnior e código de ética Art 24° - As empresas juniores, federação e a Confederação irão manter uma relação leal e amistosa com parceiros e patrocinadores, buscando, além da parceria, ter em cada um, um aliado, e cumprindo rigorosamente suas responsabilidades. Art 25° - A empresa junior irá: dar informações à Instituição de Ensino Superior a que pertence e esclarecê-las claramente no que diz respeito aos serviços que presta; zelar pelo nome, imagem da instituição e pela boa relação com esta; procurar divulgar atividades da comunidade acadêmica, corpo docente e discente; fazer bom uso do espaço e recursos fornecidos pela instituição, e utilizá-los de acordo com o objetivo da solicitação; e respeitará as decisões legais tidas pelas autoridades da instituição, bem como seu estatuto. Art 26° - As empresas juniores devem procurar regulamentar-se com o órgão representativo de sua área; antes de se regulamentar, a empresa junior interessada irá pedir orientação à sua federação e, uma vez regulamentada, a empresa júnior deve respeitar rigorosamente o acordo estabelecido. SEÇÃO IV - RELAÇÕES COM O PÚBLICO (CLIENTES E COIMUNIDADE) Art 27° - As empresa juniores, federações e a Confederação irão: cumprir rigorosamente os ajustes contratuais; respeitarão as leis e regulamentações vigentes, o Código de Defesa do Consumidor e o presente Código de Ética; responsabilizar-se-ão pela divulgação dos seus serviços e pela salvaguarda do sigilo do cliente. Art 28° - Ao primeiro contato com clientes, as empresas juniores irão informar os serviços que oferecem, vendem e prestam, bem como suas características, preços, condições de pagamento, estimativas de tempo para realização do projeto, gastos envolvidos e irão expor claramente suas capacidades e limitações sejam de ordem técnica, material, financeira ou operacional. Art 29° - As empresas juniores manterão, com seus clientes, uma relação transparente, informando-os anteriormente ao projeto tudo o que for necessário, mantendo-os constantemente atualizados com o andamento deste, buscando o melhor desempenho do cliente e preocupando-se com a satisfação do cliente. Art 30° - As empresas juniores poderão rejeitar atendimento a clientes que estejam com pagamentos em a ver. Art 31° - As empresas juniores procurarão realizar projetos sociais, estes, poderão ser subsidiados com recursos oriundos de projetos já executados ou outros, as empresas deverão preocupar-se em levar benefícios à comunidade e agregar utilidade pública às empresas juniores. Art 32° - As empresas juniores dispensarão ao público um atendimento mantendo com tratamento sempre educado e objetivo, porém, poderão convidar a se 49 Empresa Júnior retirarem de suas dependências, pessoas que não sejam consumidoras de seus bens e serviços e que não estejam aguardando ou acompanhando clientes. CAPÍTULO III - REFERÊNCIAS ABIH Nacional. Código de Ética da ABIH. Disponível em: www.abih.com.br Acesso em: 26 Abr 2003 FEJESP. Código de Ética. São Paulo, 1997. REDE BRASIL JUNIOR. Conceito Empresa Junior. Salvador, 2003. 50 CAPÍTULO IV A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM A Empresa Júnior EJFV da Faculdade Doctum Em 16 de março de 2007, no auditório da Faculdade na Unidade Vitória na Praia do Canto, foi lançada oficialmente para a comunidade acadêmica a EJFV Empresa Júnior Fabavi Vitória para os cursos de Administração daquela Unidade de Ensino. Na ocasião falaram para os alunos presentes o Coordenador do Curso, prof. José Américo Silvares Costa, o Diretor da Unidade Vitória, Pastor Luciano, o Diretor Corporativo do IBEV, Pastor Jésus Gonçalves e o Coordenador da Empresa Júnior EJFV, Prof. Paulo Cezar Ribeiro. Em 28 de março de 2007, através de eleição direta realizada nas Unidades do Centro e da Praia do Canto, foram eleitos os seis diretores e cinco conselheiros para o primeiro mandato da EJFV que vai de 27 de abril a 31 de dezembro de 2007. Em 27 de abril de 2007, durante a realização do I Seminário de Interdisciplinaridade no Centro de Convenções de Vitória, houve a solenidade de posse da primeira Diretoria Executiva da EJFV - Empresa Júnior Fabavi Vitória. Durante o evento, foi apresentado o Site Oficial da EJFV, bem como orientações para os acadêmicos sobre a importância da Empresa Júnior na sua formação profissional, através das consultorias a serem realizadas. EJFV - PRIMEIRA DIRETORIA EXECUTIVA - 2007 . Diretor Presidente André Mattos de Almeida (6º p. - Adm. Geral) . Diretor de Projetos Sociais Lidiany Rodrigues de Oliveira (3º p. - Adm. Geral) . Diretor de Projetos Empresariais Leonardo R. Fantin (6º p. - Adm. Informática) . Diretor de Marketing e Eventos Jairo Silva da Vitória (6º p. - Adm. Informática) 53 Empresa Júnior . Diretor Administrativo e Financeiro Fabiano S. Queiroz (6º p. - Adm. Informática) . Diretor Jurídico e de Recursos Humanos Marcelino Gonçalves Ferreira (5º p. - Adm. Geral) EJFV - SEGUNDA DIRETORIA EXECUTIVA - 2008 . Diretor Presidente Fernando Poleze Gonçalves (5º período - Adm. Geral) . Diretor Vice-Presidente Marcelino Gonçalves Ferreira (7º período - Adm. Geral) . Diretor de Projetos Sociais Lidiany Rodrigues de Oliveira (5º período - Adm. Geral) . Diretor de Projetos Empresariais Sirlei Torezani de Souza (5º período - Adm. Geral) . Diretor de Marketing e Eventos Paulo Roberto Sena de Mello (5º período - Adm. Geral) . Diretor Administrativo e Financeiro Lídia Maria Pereira Lionel (5º período - Adm. Geral) . Diretor de Recursos Humanos Gislene Maria Leppaus Ataíde (3º período - Adm. Geral) EJFV - TERCEIRA DIRETORIA EXECUTIVA - 2009 . Diretor Presidente Paulo Roberto Sena de Mello (7º período - Adm. Geral) 54 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM . Diretor de Projetos Sociais Lidiany Rodrigues de Oliveira (7º período - Adm. Geral) . Diretor de Projetos Empresariais Sirlei Torezani de Souza (7º período - Adm. Geral) . Diretor Administrativo e Financeiro Lídia Maria Pereira Lionel (7º período - Adm. Geral) . Diretor de Recursos Humanos Gislene Maria Leppaus Ataíde (5º período - Adm. Geral) EJFV - QUARTA DIRETORIA EXECUTIVA - 2010 . Diretor Presidente Tathiana Azeredo Gama (5º período - Adm. Geral) . Diretor de Projetos Empresariais Lidiany Rodrigues de Oliveira (8º período - Adm. Geral) . Diretor de Projetos Sociais Tamires Pereira dos Santos (5º período - Adm. Geral) . Diretor Administrativo Luciana da Silva (4º período - Adm. Geral) . Diretor de Marketing e Eventos Débora da Silva Antunes (4º período - Adm. Geral) . Diretor Financeiro Angélica Augusto da Penha Miranda (4º período - Adm. Geral) 55 Empresa Júnior EJFV - QUINTA DIRETORIA EXECUTIVA - 2011 . Diretor Presidente Leandro Alves Wanzeler (5º período - Adm. Geral) . Diretor de Projetos Empresariais Tathiana Azeredo Gama (7º período - Adm. Geral) . Diretor de Projetos Sociais Tamires Pereira dos Santos (7º período - Adm. Geral) . Diretor Administrativo Luciana da Silva (6º período - Adm. Geral) . Diretor de Marketing e Eventos Carlos Jhonnys Melo Gomes (6º período - Adm. Geral) . Diretor Financeiro Angélica Augusto da Penha Miranda (6º período - Adm. Geral) EJFV – SEXTA DIRETORIA EXECUTIVA - 2012 . Diretor Presidente Marcos Rogério Alves da Silva (2º período - Adm. Geral) . Diretor de Projetos Empresariais Maristella da Silva Marcelino (2º período - Adm. Geral) . Diretor de Projetos Sociais Marilete Marques de Souza (2º período - Adm. Geral) . Diretor Administrativo Jonathan Gonçalves dos Santos (1º período - Adm. Geral) 56 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM . Diretor Financeiro Carlos Jhonnys Melo Gomes (8º período - Adm. Geral) EJFV - IDENTIDADE ORGANIZACIONAL NEGÓCIO Soluções em gestão organizacional. MISSÃO Desenvolver projetos de qualidade a custos acessíveis e competitivos para a sociedade, proporcionando aos alunos participantes da Empresa Júnior experiência técnica e organizacional. VISÃO Até 2012, ser reconhecida pela sociedade como Empresa Júnior referência na qualidade da prestação de seus serviços, buscando uma maior aproximação com o meio acadêmico e mantendo sua independência financeira. VALORES A Diretoria Executiva, com orientação do conselho de administração elegeu os seguintes valores para nortear a Empresa Júnior: Ética, através de ações transparentes no desenvolvimento do trabalho, nas relações interpessoais e com a sociedade; Espírito Empreendedor, através da busca constante de oportunidades, da coragem de assumir riscos bem calculados e da habilidade na liderança; Trabalho em equipe, compartilhando idéias com todas as áreas e associados da Empresa Júnior e aceitando as diversidades; Comprometimento, através da qualidade do trabalho e de melhores formas para realizá-lo dentro dos compromissos assumidos e resultados esperados; Responsabilidade social, através de ações consistentes e responsáveis sob o ponto de vista social, compreendendo e praticando os valores éticos incorporados à missão da empresa; 57 Empresa Júnior Como organizar uma empresa júnior? O trabalho de implantação de uma Empresa Júnior requer uma postura bastante profissional por parte dos alunos interessados, que devem ter responsabilidade e espírito empreendedor. É recomendável, portanto, que seja estruturado um cronograma e um planejamento, prevendose uma divisão de tarefas entre o grupo empreendedor. Recomendase também que o projeto de criação da Empresa Júnior seja apresentado para discussão junto à Direção da Faculdade, Corpo Docente e Corpo Discente a partir de uma proposta bem definida. É interessante que na exposição do projeto aos membros da faculdade se enfatize bastante os objetivos da Empresa Júnior e as vantagens que ela poderá trazer para a instituição de ensino, professores e alunos. Tudo isto é muito importante para se obter a estrutura e apoio da faculdade, e também serve como uma primeira atividade de Marketing interno da Empresa Júnior frente a professores e alunos. Para a formalização e gestão de uma Empresa Júnior é importante ficar atento para os seguintes passos: A) REGISTRO DA EMPRESA JÚNIOR Documentos exigidos pelo Cartório de Registro de Pessoa Jurídica 1º - O representante legal da Empresa Júnior deverá formular um requerimento com firma reconhecida endereçado ao Cartório, solicitando o registro da associação; 2º - O representante legal deverá anexar 1 (uma) cópia autenticada da Carteira e Identidade e do CPF; 3º - Apresentar 3 (três) vias originais ou cópias autenticadas da Ata da Assembléia Geral para Fundação, Aprovação do Estatuto, Eleição e Posse da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração da Empresa Júnior; 4º - Apresentar 3 (três) vias originais ou cópias autenticadas do Estatuto Social da Empresa Júnior. B) ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA DA EMPRESA JÚNIOR Documentos exigidos pelo Cartório de Registro de Pessoa Jurídica 1º - O representante legal da Empresa Júnior deverá formular um requerimento com firma reconhecida endereçado ao Cartório, solicitando o registro da ata de eleição da nova diretoria; 58 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM 2º - O representante legal deverá anexar 1 (uma) cópia autenticada da Carteira e Identidade e do CPF (caso haja alteração do Presidente); 3º - Apresentar 3 (três) vias originais ou cópias autenticadas da Ata de Eleição e Posse da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração da Empresa Júnior. Na Ata deve estar definido o mandato da diretoria, constando o início e término do referido mandato. Na Ata deve constar a assinatura de todos os empossados e a qualificação completa (nome, nacionalidade, estado civil, profissão, endereço residencial, número da carteira de identidade e número do CPF; 4º - Apresentar 3 (três) vias originais ou cópias autenticadas da lista de presença; 5º - Apresentar 3 (três) vias originais ou cópias autenticadas do Edital de Convocação da eleição Diretoria Executiva e do Conselho de Administração da Empresa Júnior, conforme estabelecido no Estatuto Social da associação; 6º - Anexar o CNPJ da Empresa Júnior, disponível no site da Receita Federal do Brasil. C) RAIS - Relação Anual de Informações Sociais Anualmente, deverá ser apresentado junto ao Ministério do Trabalho a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). As Empresas Juniores que não tem qualquer funcionário (a grande maioria) deverão apresentar RAIS NEGATIVA da mesma forma, indicando esta informação. Para o cadastramento da RAIS NEGATIVA deve-se acessar o endereço http:// www.rais.gov.br/, entrar no link “Rais Negativa” e prencher o formulário online. A entrega da RAIS é isenta de tarifa. Para a transmissão da declaração da RAIS é facultada a utilização de certificado digital. O prazo para a entrega da declaração da RAIS é sempre no início do ano. Em 2011, foi do dia 17 de janeiro de 2011 até o dia 28 de fevereiro de 2011. 59 Empresa Júnior Como funciona a conta corrente de uma Empresa Júnior? A conta corrente deve ser aberta em nome da pessoa jurídica, registrada em cartório no banco de maior conveniência. O representante legal e o diretor financeiro devem assinar os cheques em conjunto (ou seja, cada cheque precisa conter duas assinaturas, conforme previsto no seu Estatuto) e estes devem ser maiores de 21 anos ou emancipados. Devese ter um livro caixa (manual ou digital) para controle de todo o dinheiro que entra e sai na Empresa Júnior, bem como comprovante de todos os pagamentos efetuados. 60 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM A Empresa Júnior é obrigada a fazer a DIPJ? A Empresa Júnior, associação civil isenta do IRPJ, no entanto precisa fazer anualmente a DIPJ - Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica que é transmitida pela internet. Para isso é preciso ter um Certificado Digital (acesse o endereço: https://ccd.serpro.gov.br/acserprorfb/ ) em nome do Representante Legal da empresa. A seguir estão disponíveis os seguintes modelos de documentos: - Ata da Assembléia Geral para Fundação, Aprovação do Estatuto, Eleição e Posse da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração da Empresa Júnior; - Ata de Eleição e Posse da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração da Empresa Júnior; - Lista de presença na Eleição e Posse da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração da Empresa Júnior; - Edital de Convocação da eleição Diretoria Executiva e do Conselho de Administração da Empresa Júnior; - Requerimento endereçado ao Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas; - Modelo de Recibo de Doação. - CNPJ. ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL PARA FUNDAÇÃO, APROVAÇÃO DO ESTATUTO, ELEIÇÃO E POSSE DA DIRETORIA EXECUTIVA E DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA JÚNIOR FABAVI VITÓRIA Aos 19 dias do mês de abril do ano de 2010, às 20:30 horas, na sala EJFV, da Faculdade Batista de Vitória, situada na Rua Joaquim Leopoldino Lopes, nº 230, Bairro Consolação, CEP 29045-580 em Vitória, Estado do Espírito Santo, reuniram se com o propósito de constituírem uma associação civil sem fins lucrativos, nos termos da legislação vigente, as seguintes pessoas: Renilda de Moura Santos, brasileira, solteira, estudante, CI 1.844.730-ES, CPF 103.915.477-80, residente na Rua Sebastião Inácio da Silva, nº 394, Bairro: Primeiro de Maio, Vila Velha (ES), CEP: 29.119-715; Paulo Cezar Ribeiro da Silva, professor universitário, brasileiro, casa61 Empresa Júnior do, CI 326.772 – SSP-ES, CPF 652.781.007-53, residente na Av. Carlos Orlando de Carvalho, nº 40/105, Bairro: Jardim da Penha, Vitória (ES), CEP: 29.060-260; José Américo Silvares Costa, brasileiro, casado, professor universitário, CI 250.658ES, CPF 342.559.587-34, residente na Rua Santa Rita de Cássia, nº 314, Bairro de Lourdes, Vitória (ES), CEP: 29.042-753; Lécio Silva Machado, brasileiro, casado, advogado, CI 1.312.807-ES, CPF: 052.540.647-65, residente na Rua Desembargador Augusto Botelho, nº 46/601-A, Bairro: Praia da Costa, Vila Velha (ES), CEP: 29.101-110; Lidiany Rodrigues de Oliveira, brasileira, solteira, estudante, CI 1.647.748 SSP-ES, CPF 087.757.397-20, residente na Rua Procópio Camargo nº 20, Bairro Porto Novo, Cariacica (ES) CEP: 29.155-360; Débora da Silva Antunes, brasileira, divorciada, auxiliar administrativa, CI 1.846.448 SSP-ES, CPF 102.154.887-17, residente na Rua Lorival da Conceição, nº 151, Bairro: Inhanguetá, Vitória ES, CEP: 29.031-660; Tathiana Azeredo Gama, brasileira, divorciada, estagiária de administração, CI 2.074.718.954-SJS-RS, CPF 119.473.51770, residente na Rua Júlia Lacourt Penna, nº 175/204A, Bairro Jardim Camburi, Vitória (ES), CEP: 29.090-210; Tamires Pereira dos Santos, brasileira, solteira, estudante, CPF: 122.915.967-30, CI 2.121.665-ES, Residente na Rua Aprigio de Freitas, nº 105, Bairro: Consolação, Vitória (ES), CEP: 29.045-500; Luciana da Silva, brasileira, solteira, supervisora comercial, CI 1.895.815-SSP ES, CPF 098.090.617-22, residente na Rua Gelu Vervloet dos Santos, nº 364/104B, Bairro: Jardim Camburi, Vitória (ES), CEP: 29.090-100; Angélica Augusto da Penha Miranda, brasileira, casada, estagiária de administração, CI 1.283.067-ES, CPF 042.387.507-80, residente na Rua Astrogildo Rangel, 43, Bairro: Santo Antônio, Vitória (ES), CEP: 29.026-372. Foi aclamado para presidir os trabalhos o Senhor José Américo Silvares Costa, que convidou a mim, Lidiany Rodrigues de Oliveira, para lavrar a presente Ata, tendo participado ainda da Mesa, como professor orientador, o Senhor Paulo Cezar Ribeiro da Silva, professor do curso de Administração da Faculdade Batista de Vitória. Assumindo a direção dos trabalhos, o presidente solicitou que fosse lido, explicado e debatido o projeto de Estatuto da associação, anteriormente elaborado, o que foi feito artigo por artigo. O estatuto foi aprovado pelo voto dos fundadores, cujos nomes estão devidamente consignados nesta Ata. A seguir, o Senhor presidente determinou que se procedesse à eleição dos membros dos órgãos sociais, conforme dispõe o estatuto recém-aprovado. Procedida a votação, foram eleitos para comporem o Conselho de Administração, os seguintes membros: Coordenador da Empresa Júnior: Paulo Cezar Ribeiro da Silva, professor universitário, brasileiro, casado, CI 326.772 – SSP-ES, CPF 652.781.007-53, residente na Av. Carlos Orlando de Carvalho, nº 40/105, Bairro: Jardim da Penha, Vitória (ES), CEP: 29.060-260. Membros Conselheiros: Lécio Silva Machado, 62 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM brasileiro, casado, advogado, CI 1.312.807-ES, CPF: 052.540.647-65, residente na Rua Desembargador Augusto Botelho, nº 46/601-A, Bairro: Praia da Costa, Vila Velha (ES), CEP: 29.101-110; José Américo Silvares Costa, brasileiro, casado, professor universitário, CI 250.658-ES, CPF 342.559.587-34, residente na Rua Santa Rita de Cássia, nº 314, Bairro de Lourdes, Vitória (ES), CEP: 29.042-753; Luciana da Silva, brasileira, solteira, supervisora comercial, CI 1.895.815-SSP ES, CPF 098.090.617-22, residente na Rua Gelu Vervloet dos Santos, nº 364/104B, Bairro: Jardim Camburi, Vitória (ES), CEP: 29.090-100; e Renilda de Moura Santos, brasileira, solteira, estudante, CI 1.844.730-ES, CPF 103.915.477-80, residente na Rua Sebastião Inácio da Silva, nº 394, Bairro: Primeiro de Maio, Vila Velha (ES), CEP: 29.119-715; para a Diretoria Executiva, os seguintes membros: Diretor Presidente: Tathiana Azeredo Gama, brasileira, divorciada, estagiária de administração, CI 2.074.718.954-SJS-RS, CPF 119.473.517-70, residente na Rua Júlia Lacourt Penna, nº 175/204A, Bairro Jardim Camburi, Vitória (ES), CEP: 29.090-210; Diretor de Administração: Luciana da Silva, brasileira, solteira, supervisora comercial, CI 1.895.815-SSP ES, CPF 098.090.617-22, residente na Rua Gelu Vervloet dos Santos, nº 364/104B, Bairro: Jardim Camburi, Vitória (ES), CEP: 29.090-100; Diretor de Projetos Sociais: Tamires Pereira dos Santos, brasileira, solteira, estudante, CPF: 122.915.967-30, CI 2.121.665-ES, Residente na Rua Aprigio de Freitas, nº 105, Bairro: Consolação, Vitória (ES), CEP: 29.045500; Diretor de Projetos Empresariais: Lidiany Rodrigues de Oliveira, brasileira, solteira, estudante, CI 1.647.748 SSP-ES, CPF 087.757.397-20, residente na Rua Procópio Camargo nº 20, Bairro Porto Novo, Cariacica (ES) CEP: 29.155-360; Diretor Financeiro: Angélica Augusto da Penha Miranda, brasileira, casada, estagiária de administração, CI 1.283.067-ES, CPF 042.387.507-80, residente na Rua Astrogildo Rangel, 43, Bairro: Santo Antônio, Vitória (ES), CEP: 29.026-372; e Diretor de Marketing e Eventos: Débora da Silva Antunes, brasileira, divorciada, auxiliar administrativa, CI 1.846.448 SSP-ES, CPF 102.154.887-17, residente na Rua Lorival da Conceição, nº 151, Bairro: Inhanguetá, Vitória ES, CEP: 29.031660; todos já devidamente qualificados nesta Ata. Prosseguindo, todos foram empossados nos seus cargos, com o término do primeiro mandato em 31 de dezembro de 2010. O Coordenador da Empresa Júnior, Senhor Paulo Cezar Ribeiro da Silva, assumindo a direção dos trabalhos, agradeceu a colaboração do seu antecessor nesta tarefa e declarou definitivamente constituída, desta data para o futuro, a Empresa Júnior FABAVI Vitória com sede em Vitória, Estado do Espírito Santo, que tem por objetivo: Proporcionar aos seus membros efetivos as condições necessárias à aplicação prática de seus conhecimentos teóricos relativos à sua área de formação profissional; Dar à sociedade um retorno dos investimentos que ela realiza na Fa63 Empresa Júnior culdade, através de serviços de consultoria e assessoria de alta qualidade, realizados por futuros profissionais da área de administração de empresas dos cursos de graduação em Administração da Faculdade Batista de Vitória; Incentivar a capacidade cognitiva, associativa e empreendedora do aluno, dando a ele uma visão profissional já no âmbito acadêmico; Realizar estudos, diagnósticos, programas, projetos e relatórios sobre assuntos específicos inseridos em sua área de atuação; Servir de campo de estágio para os alunos dos cursos de graduação em Administração da Faculdade Batista de Vitória; Assessorar a implantação de soluções indicadas para problemas diagnosticados; Valorizar alunos e professores da Faculdade Batista de Vitória no mercado de trabalho e no âmbito acadêmico bem como a referida instituição. Como nada mais houvesse a ser tratado, o senhor presidente deu por encerrados os trabalhos e eu, Lidiany Rodrigues de Oliveira que servi de secretária, lavrei a presente Ata que, lida e achada conforme, contém as assinaturas de todos os presentes membros fundadores. Vitória, Estado do Espírito Santo, aos 19 de abril de 2010 . (Assinatura da Secretária da Assembléia) Membros Fundadores Tathiana Azeredo Gama Débora da Silva Antunes Tamires Pereira dos Santos Luciana da Silva Lidiany Rodrigues de Oliveira Lécio Silva Machado Angélica Augusto da Penha Miranda José Américo Silvares Costa Renilda de Moura Santos Paulo Cezar Ribeiro da Silva 64 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM ESTATUTO SOCIAL DA EMPRESA JÚNIOR FABAVI VITÓRIA Capítulo I – Denominação, Sede, Finalidade e Duração Artigo 1° – A Empresa Júnior FABAVI Vitória é uma associação sem fins lucrativos e com prazo de duração indeterminado, com sede na sala EJFV s/nº da Rua Joaquim Leopoldino Lopes, nº 230, Bairro Consolação, CEP 29045-580 e foro nesta cidade de Vitória, Estado do Espírito Santo, que se regerá pelo presente estatuto e pelas disposições legais aplicáveis. Artigo 2° – A Empresa Júnior FABAVI Vitória tem por finalidade: Proporcionar aos seus membros efetivos as condições necessárias à aplicação prática de seus conhecimentos teóricos relativos à sua área de formação profissional; Dar à sociedade um retorno dos investimentos que ela realiza na Faculdade, através de serviços de consultoria e assessoria de alta qualidade, realizados por futuros profissionais dos cursos de graduação em Administração da Faculdade Batista de Vitória. Incentivar a capacidade cognitiva, associativa e empreendedora do aluno, dando a ele uma visão profissional já no âmbito acadêmico; Realizar estudos e diagnósticos sobre assuntos específicos inseridos em sua área de atuação; Servir de campo de estágio para os alunos dos cursos de graduação em Administração. Assessorar a implantação de soluções indicadas para problemas diagnosticados; Valorizar alunos e professores da Faculdade Batista de Vitória no mercado de trabalho e no âmbito acadêmico bem como a referida instituição. Capítulo II – Quadro Social, Direitos e Deveres Artigo 3° – Os membros da Empresa Júnior FABAVI Vitória serão admitidos por eleição, processo seletivo e convocação, podendo ser de 03 categorias: a) MEMBRO HONORÁRIO: toda, pessoa física ou jurídica, que tenha prestado ou venha a prestar serviços relevantes para o desenvolvimento dos objetivos da Empresa Júnior FABAVI Vitória. b) MEMBRO EFETIVO: estudantes do curso de graduação em Administração da Faculdade Batista de Vitória, salvo em disposição em contrário neste estatuto; c) MEMBRO ASSOCIADO: estudantes dos cursos de graduação da Faculdade Batista de Vitória, membro efetivo ou não, que trabalha na administração da Empresa Júnior FABAVI Vitória. 65 Empresa Júnior Parágrafo Único – Os membros da Empresa Júnior FABAVI Vitória não respondem, mesmo que subsidiariamente, pelas obrigações sociais. Artigo 4° – São direitos dos membros efetivos: a) Comparecer e votar nas Assembléias Gerais; b) Solicitar a qualquer tempo, informações relativas às atividades da Empresa Júnior FABAVI Vitória; c) Utilizar todos os serviços colocados a sua disposição pela Empresa Júnior FABAVI Vitória; d) Ser eleitos membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva; e) Requerer a convocação de Assembléia Geral, na forma prevista neste Estatuto. Artigo 5° – São deveres dos membros efetivos: a) Respeitar o Estatuto Social, bem como as deliberações da Assembléia Geral; b) Exercer diligentemente todas as tarefas para as quais tenha sido indicado; c) Comporta-se de forma exemplar quanto aos aspectos éticos e profissionais frente aos colegas, professores, clientes e demais pessoas que se relacionarem com a Empresa Júnior FABAVI Vitória; d) Utilizar os conhecimentos técnicos conhecidos, mas sempre priorizando aqueles que se preocupam com a cidadania e a preservação do meio ambiente; Artigo 6° – Requisitos para a exclusão de membro da Empresa Júnior FABAVI Vitória: a. Pela sua renúncia; b. Pela conclusão, abandono ou jubilamento do curso na Faculdade Batista de Vitória em se tratando de membro efetivo; c. Pela morte, no caso de pessoas físicas ou pela cessação de suas atividades, no caso de pessoas jurídicas; Parágrafo Único – Caso um membro efetivo gradue-se no meio de um projeto, ele continuará como membro efetivo até a conclusão do mesmo. Artigo 7° – Requisitos para a demissão de membro da Empresa Júnior FABAVI Vitória: a. Exercer de maneira inescrupulosa todas as tarefas para as quais tenha sido indicado; b. Apresentar com freqüência comportamento inadequado quanto aos aspectos éticos e profissionais frente aos colegas, professores, clientes e demais pessoas que se relacionarem com a Empresa Júnior FABAVI Vitória; c. Por decisão de 50% + 1 dos membros do Conselho de Administração, fundada na violação de qualquer das disposições do presente Estatuto Social. 66 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM Capítulo III – Patrimônio Artigo 8° – O Patrimônio da Empresa Júnior FABAVI Vitória é formado: a. Pelo produto de contribuições recebidas por serviços prestados a terceiros; b. Pelas contribuições voluntárias e doações recebidas; e c. Por Convênios firmados com Órgãos Governamentais da esfera Federal, Estadual e Municipal; d. Por subvenções e legados oferecidos à Empresa Júnior FABAVI Vitória e aceitos pelo Conselho Administração. Artigo 9° – Em caso de extinção da Empresa Júnior FABAVI Vitória o seu patrimônio será destinado a uma instituição filantrópica que será escolhida em Assembléia Geral. Capítulo IV – Assembléia Geral Artigo 10 – A Assembléia Geral é o órgão de deliberação soberano da Empresa Júnior FABAVI Vitória que poderá ser Ordinária ou Extraordinária. Artigo 11 – Somente os membros efetivos terão direitos a voto nas Assembléias Gerais, correspondendo 1 (hum) voto a cada membro efetivo. Aquele membro que estiver impossibilitado de participar da votação, poderá se manifestar através de procuração e mediante a um aviso prévio de 01 hora ao Diretor Presidente Executivo. Artigo 12 – As Assembléias Gerais serão convocadas pelo membro Diretor Presidente Executivo com 02 dias de antecedência a sua realização, mediante divulgação por e-mail dirigida a todos os membros efetivos. Parágrafo Único – As Assembléias Gerais serão ainda convocadas pela Diretoria Executiva, a requerimento de membros efetivos representado, no mínimo por 1/5 (um quinto) dos membros efetivos da Empresa Júnior FABAVI Vitória. Artigo 13 – A Assembléia Geral Ordinária reunir-se-á 02 (duas) vezes ao ano, sendo uma 04 (quatro) meses antes do término do mesmo. Artigo 14 – A Assembléia Geral Ordinária destina-se a analisar o parecer do Conselho de Administração a respeito das demonstrações financeiras, do relatório de atividades elaborado pela Diretoria Executiva e eleger os membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva. Artigo 15 – Serão nulas as decisões da Assembléia Geral sobre assuntos não incluídos na Ordem do Dia, a não ser que na Assembléia Geral se encontrem todos os membros efetivos e não haja oposição de qualquer deles. Artigo 16 – A instauração da Assembléia Geral requer um quorum de 50% + 1 dos membros efetivos e suas decisões serão sempre tomadas por maioria de 50% + 1 de votos dos presentes, a não ser que disposto de forma distinta neste Estatuto. 67 Empresa Júnior Parágrafo 1° – Se à hora marcada para a Assembléia Geral não houver quorum de maioria absoluta dos membros efetivos, será dado um prazo de 30 (trinta) minutos para que seja atingido este quorum. Parágrafo 2° – Caso não seja atingido o quorum de realização da Assembléia Geral após decorridos 30 (trinta) minutos da primeira convocação, a Assembléia Geral se realizará se estiverem presentes pelo menos 30% dos membros efetivos. Parágrafo 3° – Se na segunda convocação não houver este novo quorum, a Assembléia Geral não se realizará e a decisão sobre os assuntos em pauta será tomada pela Diretoria e aprovada pelo Conselho de Administração. Artigo 17 – A Assembléia Geral será presidida pelo Diretor Presidente Executivo e as funções de secretário da Assembléia Geral serão desempenhadas por um membro diretor executivo que será previamente escolhido pela diretoria executiva. Parágrafo Único – Na ausência do Diretor Presidente Executivo, o mesmo denominará previamente um diretor executivo para presidir a reunião. Capítulo V – Conselho de Administração Artigo 18 – O Conselho de Administração é o órgão de deliberação da Empresa Júnior FABAVI Vitória, composto por 05 (cinco) membros: o Coordenador da Empresa Júnior, dois membros dentre os representantes do corpo docente e/ou administrativo da Faculdade e dois representantes discentes do curso de graduação em Administração. Parágrafo 1° - Os membros dentre os representantes do corpo docente e/ou administrativo da Faculdade e os representantes discentes do curso de graduação em Administração serão escolhidos pelos membros efetivos da Empresa Júnior FABAVI Vitória para mandato de 01 (um) ano. Parágrafo 2° - O primeiro Conselho de Administração terá início de mandato a partir da cerimônia de posse, com duração até o dia 31 de dezembro de 2010. Artigo 19 – As reuniões do Conselho de Administração somente serão instauradas com a presença de 50% + 1 dos componentes do Conselho de Administração e as decisões serão tomadas por maioria de 100% dos votos dos membros presentes, observadas as exceções estabelecidas no presente Estatuto. Parágrafo Único – Caso não atinja os 100% de votos, a decisão ficará cancelada e uma nova reunião será convocada. Artigo 20 – O Conselho de Administração reunir-se-á, pelo menos, 4 vezes durante o ano civil, mediante convocação do Diretor Presidente Executivo com antecedência mínima de 02 dias. 68 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM Parágrafo Único – As reuniões do Conselho de Administração poderão ser, ainda, convocadas pelo seu presidente, a requerimento de, no mínimo, 20% de seus membros ou a requerimento da Diretoria Executiva. Artigo 21 – Compete ao Conselho de Administração a. Regulamentar as deliberações da Assembléia Geral; b. Examinar e emitir parecer sobre os relatórios financeiros, de atividades e orçamentos apresentados pela Diretoria Executiva, a cada reunião ordinária do Conselho de Administração; c. Estabelecer diretrizes fundamentais da Empresa Júnior FABAVI Vitória; d. Manifestar-se sobre propostas e matérias que lhe sejam submetidas pela Diretoria Executiva; e. Aprovar a admissão de membros da Empresa Júnior e a perda da condição de membro da Empresa Júnior FABAVI Vitória em caso de violação das disposições do presente Estatuto. f. Aceitar subvenções e legados; g. Aprovar as contribuições regulares fixadas pela Diretoria Executiva e por estas encaminhadas ao Conselho de Administração; h. Em caso de ocorrer vacância na Diretoria Executiva ou no Conselho de Administração, indicar o nome de substituto; i. Deliberar sobre casos omissos neste Estatuto, por solicitação da Diretoria Executiva. Capítulo VI – Das Eleições Artigo 22 – Os membros da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração serão eleitos pelos membros efetivos da Empresa Júnior FABAVI Vitória, em eleições realizadas em Assembléia Geral convocada para este fim, salvo quando indicados pela própria Diretoria Executiva, por força de renúncia, falecimento ou eventual afastamento de algum membro da Diretoria. Artigo 23 – O Edital de Convocação da Assembléia Geral de Eleições deverá ser publicado com um prazo mínimo de 15 dias de antecedência a data de eleição. Parágrafo Único – A reeleição para um mesmo cargo da Diretoria Executiva ou Conselho de Administração é permitida uma única vez e, sob hipótese nenhuma, será permitido o voto por procuração. Artigo 24 – Todo o membro efetivo pode candidatar-se a um cargo da Diretoria Executiva ou Conselho Administração sendo a eleição realizada por sistema de voto. Capítulo VII – Diretoria Executiva Artigo 25 – A Diretoria Executiva é investida dos poderes de administração e representação da Empresa Júnior FABAVI Vitória de forma a assegurar a con69 Empresa Júnior secução de seus objetivos, observando e fazendo observar o presente Estatuto e as deliberações da Assembléia Geral. Artigo 26 – A Diretoria Executiva será composta por 06 (seis) membros, eleitos entre os membros efetivos da Empresa Júnior FABAVI Vitória para mandato de 01 (hum) ano. Parágrafo Único – Caso a Diretoria Executiva em exercício venha a renunciar antes do vencimento de seu mandato, será aberto um novo processo seletivo a fim de se compor uma nova diretoria executiva. Artigo 27 – A Diretoria Executiva será composta de 1 (hum) Diretor Presidente, 1 (hum) Diretor de Projetos Empresariais, 1 (hum) Diretor de Projetos Sociais, 1 (hum) Diretor de Administração, 1 (hum) Diretor de Marketing e Eventos e 1(hum) Diretor Financeiro. Artigo 28 – Compete à Diretoria Executiva: a) Executar as deliberações da Assembléia Geral e do Conselho de Administração; b) Elaborar as demonstrações financeiras, relatórios de atividades e orçamento anual, apresentando-se ao Conselho de Administração para exame e emissão de parecer; c) Receber os pedidos de prestação de serviços a terceiros, sempre levando em conta a capacidade da Empresa Júnior FABAVI Vitória para assumi-los, bem como seus interesses e objetivos fundamentais; d) Elaborar e aprovar as propostas de prestação de serviços e respectivos contratos; e) Requerer e providenciar todas as formalidades necessárias a obtenção de imunidade e isenções fiscais; e f ) Indicar os substitutos de Diretor no caso de impedimentos temporários dos mesmos, sendo que, no caso do Diretor Presidente, se substituto temporário será necessariamente um outro Diretor Executivo. Artigo 29 - São atribuições do Diretor Presidente: a) Executar as deliberações tomadas pelas Assembléias Gerais; b) Presidir as reuniões da Diretoria e das Assembléias Gerais, não podendo votar salvo em caso de empate; c) Convocar as reuniões da Diretoria e das Assembléias Gerais, sempre que forem necessárias, marcando a hora e o local em que devem ser realizadas; d) Assinar os contratos, ajustes e documentos de valor em que a Empresa Júnior FABAVI Vitória for uma das partes, juntamente com o Diretor Financeiro e o Diretor de Administração, depois que a celebração for aprovada em Assembléia Geral; 70 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM e) Abrir e movimentar contas bancárias em conjunto com o Diretor Financeiro; f ) Rubricar os livros da Secretaria e da Tesouraria e confeccionar relatório anual; g) Assinar juntamente com o Diretor de Administração, os diplomas expedidos pela Empresa Júnior FABAVI Vitória, bem como as atas da diretoria e carteiras de identidade social; h) Emitir parecer periódico sobre as atividades da diretoria. Artigo 30 - São atribuições do Diretor de Administração: a) Dirigir os serviços da secretaria e ter ao seu encargo o expediente da Empresa Júnior FABAVI Vitória; b) Redigir as atas da Diretoria e das Assembléias Gerais; c) Assinar com o Diretor Presidente e Diretor Financeiro, os contratos, ajustes e documentos de valor em que a Empresa Júnior FABAVI Vitória for uma das partes; d) Fazer as respectivas comunicações aos membros admitidos ou que sofrerem penalidades; e) Emitir parecer periódico sobre as atividades da diretoria. Artigo 31 - São atribuições do Diretor Financeiro: a) Ter sob sua guarde e responsabilidade todos os valores e títulos de renda pertencente à Empresa Júnior FABAVI Vitória; b)Assinar com o Diretor Presidente e o Diretor de Administração, os contratos de valor em que a Empresa Júnior FABAVI Vitória for uma das partes; c) Abrir e movimentar contas bancárias em conjunto com o Diretor Presidente; d) Efetuar todos os pagamentos autorizados pela Diretoria; e) Apresentar balancetes trimestrais e demonstração dos saldos existentes; f ) Depositar em estabelecimentos bancários, à escolha da Diretoria, em nome da Empresa Júnior FABAVI Vitória, os valores em dinheiro arrecadados; g) Organizar os balanços anuais, os balancetes trimestrais e a demonstração de recibo de despesas; h) Emitir parecer periódico sobre as atividades da diretoria. Artigo 32 - São atribuições do Diretor de Marketing e Eventos: a) Ser responsável pelo pleno funcionamento e atribuição de tarefas da diretoria e manutenção de sua estrutura organizacional; b) Responder pela qualidade de produção da equipe; c) Responsável por elaborar planos estratégicos de publicidade e propaganda, sempre visando à situação sócio-econômico-cultural da Empresa Júnior FABAVI Vitória; 71 Empresa Júnior d) Avaliar e responder pela imagem da Empresa Júnior FABAVI Vitória fora e dentro da Faculdade; e) Organizar e acompanhar pesquisas de mercado voltadas à solução de problemas apresentados ou levantados pelas diversas áreas ou à constante avaliação da posição da Empresa Júnior FABAVI Vitória no mercado; f ) Emitir parecer periódico sobre as atividades da diretoria. Artigo 33 - São atribuições do Diretor de Projetos Empresariais: a) Realizar todas as funções inerentes à direção executiva dos projetos empresariais referentes à Empresa Júnior FABAVI Vitória; b) Manter informada a Diretoria Executiva acerca do andamento dos projetos empresariais; c) Ser responsável pelo comprimento eficaz e eficiente dos projetos empresariais dentro dos prazos planejados; d) Coordenar e supervisionar os avanços dos projetos empresariais em todos os seus aspectos; e) Informar a Diretoria Executiva, em casos de desvios, no que se refere ao planejamento e propor medidas corretivas necessárias; f ) Emitir parecer periódico sobre as atividades da diretoria. Artigo 34 - São atribuições do Diretor de Projetos Sociais: a) Realizar todas as funções inerentes à direção executiva dos projetos sociais referentes à Empresa Júnior FABAVI Vitória; Manter informada a Diretoria Executiva acerca do andamento dos projetos sociais; b) Ser responsável pelo comprimento eficaz e eficiente dos projetos sociais dentro dos prazos planejados; c) Coordenar e supervisionar os avanços dos projetos sociais em todos os seus aspectos; d) Informar a Diretoria Executiva, em casos de desvios, no que se refere ao planejamento e propor medidas corretivas necessárias; e) Emitir parecer periódico sobre as atividades da diretoria. Artigo 35 – O Diretor Presidente representa a Empresa Júnior FABAVI Vitória ativa e passivamente em juízo e fora dele. Artigo 36 – Em quaisquer atos que envolvem obrigações sociais, inclusive assinaturas de contratos, emissão de cheques, ordens de pagamento, a Empresa Júnior FABAVI Vitória será representada por 2 (dois) Diretores. Parágrafo Único – A representação a que alude o “caput” do presente artigo somente será válida se lastreada em instrumento procuratório formal para este fim, com os poderes da cláusula ad judicia e prazo de validade limitado ao ano civil. 72 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM Capítulo VIII – Disposições Gerais Artigo 37 – O exercício social coincidirá com o ano civil. Artigo 38 – Os resultados da Empresa Júnior FABAVI Vitória que se verificam ao final de cada exercício serão compulsoriamente reinvestidos nas atividades por ela conduzidas. Artigo 39 – É vedada a remuneração aos integrantes do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva pelo exercício de tais funções, bem como a distribuição de bonificações ou vantagens a dirigentes, membros associados ou efetivados da Empresa Júnior FABAVI Vitória. Parágrafo Único – Os participantes de todos os projetos receberão da Empresa Júnior FABAVI Vitória reembolso referente aos custos incorridos nos mesmos. Artigo 40 – Os membros efetivos que se formarem no exercício de seus mandatos poderão continuar exercendo suas atividades até o fim do mandato ou serem substituídos da seguinte forma: o membro que se formou indica um outro membro da Empresa Júnior FABAVI Vitória para o cargo, mas esse tem que ser aprovado por votação em Assembléia Geral. Parágrafo Único – Ele pode ser o mesmo genericamente definido para projetos, ou seja, ele se mantém até o final do mandato, ou então, preferencialmente, outro mecanismo de substituição. De toda forma, o ideal é que não sejam eleitas pessoas que se formarão no meio do mandato. Artigo 41 – A Empresa Júnior FABAVI Vitória será extinta a qualquer tempo, por deliberação de no mínimo 2/3 (dois terços) dos membros efetivos em Assembléia Geral convocada para este fim. Artigo 42 – A primeira Diretoria Executiva compõem-se de 6 (seis) membros, com início de mandato a partir da cerimônia de posse, com duração até o dia 31 de dezembro de 2010 e terá reeleição automática, caso não haja inscrição de outra chapa, ao término de seu mandato. Artigo 43 – A partir da segunda Diretoria Executiva os mandatos serão de 12 (doze) meses. Artigo 44 – O presente Estatuto somente poderá ser modificado por decisão da Assembléia Geral, convocada especialmente para esse fim, pelo voto da maioria absoluta dos membros efetivos, sendo vedado, porém, alterar-se a finalidade e os objetivos da Empresa Júnior. Vitória/ES, 19 de abril de 2010. 73 Empresa Júnior Representante Legal: Advogado: Tathiana Azeredo Gama Brasileira, divorciada, estagiária de administração, CI 2.074.718.954-SJS-RS, CPF 119.473.51770, residente na Rua Júlia Lacourt Penna, nº 175/204A, Bairro Jardim Camburi, Vitória (ES),CEP 29.090-210 Dr. Lécio Silva Machado OAB-ES 10116 ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA EDITAL DE CONVOCAÇÃO DAS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA E CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA JÚNIOR FABAVI VITÓRIA A Comissão Eleitoral e o Diretor Presidente da Empresa Júnior FABAVI Vitória no uso de suas atribuições, com base nos Artigos 22, 23 e 24 do estatuto da mesma, resolve baixar e tornar público o Edital de Convocação de Eleição para a Diretoria Executiva e Conselho de Administração da Empresa Júnior FABAVI Vitória para exercício da gestão de 01 de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2011. Art. 1º – A eleição para a Diretoria Executiva e Conselho de Administração da Empresa Júnior ocorrerá no dia 1° de janeiro de 2011 e será regida nos termos deste presente Edital de Convocação de Eleição. Art. 2º - Os estudantes de graduação em administração da Faculdade Batista de Vitória que desejarem pleitear sua candidatura para a Diretoria Executiva ou Conselho de Administração deverão estar regularmente matriculados na referida Instituição de Ensino Superior. Art. 3º – As inscrições das chapas concorrentes à Diretoria Executiva e Conselho de Administração da Empresa Júnior, deverão ser feitas mediante ficha de 74 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM inscrição, devidamente preenchida, destinada à Comissão Eleitoral e entregues em 2 (duas) vias na sala da Empresa Júnior no horário de funcionamento normal, a partir das 19:30h do dia 30/11/2010 até 21:30h do dia 10/12/2010. Art. 4º – Os candidatos inscritos na chapa não poderão inscrever-se por outra; Art. 5º – No pedido de inscrição de chapa deverá constar o nome e assinatura dos 6 (seis) estudantes concorrentes aos cargos da Diretoria Executiva da Empresa Júnior FABAVI Vitória: Diretor Presidente, Diretor de Administração, Diretor Financeiro, Diretor de Marketing e Eventos, Diretor de Projetos Empresariais e Diretor de Projetos Sociais, assim como o nome e assinaturas dos componentes do Conselho de Administração (dois estudantes do curso de graduação em administração e dois professores ou outros funcionários da Faculdade Batista de Vitória) e nome da chapa. Art. 6º – As chapas deverão encaminhar, a fim de se habilitarem no processo eleitoral, Ficha de Inscrição, em modelo fornecido pela Comissão Eleitoral, corretamente preenchida, sob pena de indeferimento. Art. 7º – A votação ocorrerá no dia 1º de janeiro de 2011, entre 19:00h (dezenove horas) até 21:00h (vinte e uma horas). Após esse horário, a urna deverá ser fechada, lacrada e encaminhada a Comissão Eleitoral. A urna de votação ficará disponível na sala EJFV, da Faculdade Batista de Vitória, situada na Rua Joaquim Leopoldino Lopes, nº 230, Bairro Consolação, CEP 29045-580 em Vitória, Estado do Espírito Santo. Art. 8º – Tem direito a voto todos os alunos do curso de graduação em administração regularmente matriculados no ano letivo de 2010 na Faculdade Batista de Vitória. Art. 9º – A totalização e apuração dos votos deverão ser realizadas imediatamente após o término da votação. Terminada a apuração, deverá ser proclamado oficialmente o resultado da eleição e os membros da chapa vencedora serão empossados. Art. 10 – Os casos omissos neste edital serão resolvidos pela Comissão Eleitoral. Vitória, 30 de novembro de 2010. Tathiana Azeredo Gama Diretor Presidente Paulo Cezar Ribeiro da Silva Presidente da Comissão Eleitoral 75 Empresa Júnior ATA DE ELEIÇÃO E POSSE DA DIRETORIA EXECUTIVA E DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA JÚNIOR FABAVI VITÓRIA Ao primeiro dia do mês de janeiro do ano de dois mil e onze, na sala EJFV, da Faculdade Batista de Vitória, situada na Rua Joaquim Leopoldino Lopes, nº 230, Bairro Consolação, CEP 29045-580 em Vitória, Estado do Espírito Santo, realizou-se as eleições da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração da Empresa Júnior Fabavi Vitória, conforme determinava o edital de convocação desta. Para o pleito, foi inscrita apenas uma chapa. A votação iniciou-se às 19:00 (dezenove) horas e encerrou-se às 21:00 (vinte e uma) horas. Durante o pleito nenhuma anormalidade foi registrada. Imediatamente encerrada a eleição, iniciou-se a apuração dos votos definindo-se os seguintes resultados: a chapa única obteve dezessete votos válidos, três votos nulos e nenhum voto branco. Desta forma, o Presidente da Comissão Eleitoral promulgou o resultado proclamando assim o resultado a chapa única, intitulada “Revolução”, vencedora deste pleito. Portanto, a nova Diretoria Executiva da Empresa Júnior Fabavi Vitória fica assim constituída: Diretor Presidente: Leandro Alves Wanzeler, brasileiro, solteiro, estudante, CI 2.348.649 – SSP/ES, CPF 116.392.747-31, residente na Avenida Manoel Marques, nº 160, Bairro São Cristóvão, Vitória (ES), CEP: 29.048-430; Diretor de Projetos Empresariais: Tathiana Azeredo Gama, brasileira, divorciada, estagiária de administração, CI 2.074.718.954-SJS-RS, CPF 119.473.517-70, residente na Rua Júlia Lacourt Penna, nº 175/204A, Bairro Jardim Camburi, Vitória (ES), CEP: 29.090-210; Diretor de Administração: Luciana da Silva, brasileira, solteira, supervisora comercial, CI 1.895.815-SSP ES, CPF 098.090.617-22, residente na Rua Gelu Vervloet dos Santos, nº 364/104B, Bairro: Jardim Camburi, Vitória (ES), CEP: 29.090-100; Diretor de Projetos Sociais: Tamires Pereira dos Santos, brasileira, solteira, estudante, CPF: 122.915.967-30, CI 2.121.665-ES, Residente na Rua Aprigio de Freitas, nº 105, Bairro: Consolação, Vitória (ES), CEP: 29.045500; Diretor Financeiro: Angélica Augusto da Penha Miranda, brasileira, casada, estagiária de administração, CI 1.283.067-ES, CPF 042.387.507-80, residente na Rua Astrogildo Rangel, 43, Bairro: Santo Antônio, Vitória (ES), CEP: 29.026372; e Diretor de Marketing e Eventos: Carlos Jhonnys de Melo Gomes, solteiro, estagiário de administração, CI 2.070.972 SPTC-ES, CPF 122.971.907-51, residente na Rua Desembargador Ernesto Silva Guimarães, nº 145, Bairro Consolação, Vitória (ES), CEP: 29.050-145; foram eleitos para comporem o Conselho de Administração, os seguintes membros: Coordenador da Empresa Júnior: Pau76 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM lo Cezar Ribeiro da Silva, professor universitário, brasileiro, casado, CI 326.772 – SSP-ES, CPF 652.781.007-53, residente na Av. Carlos Orlando de Carvalho, nº 40/105, Bairro: Jardim da Penha, Vitória (ES), CEP: 29.060-260. Membros Conselheiros: José Américo Silvares Costa, brasileiro, casado, professor universitário, CI 250.658-ES, CPF 342.559.587-34, residente na Rua Santa Rita de Cássia, nº 314, Bairro de Lourdes, Vitória (ES), CEP: 29.042-753; Emmanuel Marques Silva, administrador, brasileiro, solteiro, CI 1.123.766 SSP/ES, CPF: 022.736.79793, residente na Rua Itabapoana, nº 10, Bairro Itaparica, Vila Velha (ES), CEP 29.102-230; Carlos Jhonnys de Melo Gomes, solteiro, estagiário de administração, CI 2.070.972 SPTC-ES, CPF 122.971.907-51, residente na Rua Desembargador Ernesto Silva Guimarães, nº 145, Bairro Consolação, Vitória (ES), CEP: 29.050145; e Renilda de Moura Santos, brasileira, solteira, estudante, CI 1.844.730-ES, CPF 103.915.477-80, residente na Rua Sebastião Inácio da Silva, nº 394, Bairro: Primeiro de Maio, Vila Velha (ES), CEP: 29.119-715. Prosseguindo, todos foram empossados nos seus cargos em 01 de janeiro de 2011, com término do mandato em 31 de dezembro de 2011. Sem mais nada a constar nesta ata, lavro esta que vai assinado por mim, Presidente da Comissão Eleitoral e pelos demais presentes. Vitória, Estado do Espírito Santo, ao 1° de janeiro de 2011. (Assinatura do Presidente da Comissão Eleitoral) 77 Empresa Júnior LISTA DE PRESENTES NA ELEIÇÃO E POSSE DA DIRETORIA EXECUTIVA E DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA JÚNIOR FABAVI VITÓRIA DE 1° DE JANEIRO DE 2011 Diretoria Executiva Conselho de Administração Leandro Alves Wanzeler Carlos Jhonnys de Melo Gomes Tamires Pereira dos Santos Emmanuel Marques Silva Angélica Augusto da Penha Miranda Renilda de Moura Santos Tathiana Azeredo Gama José Américo Silvares Costa Luciana da Silva Paulo Cezar Ribeiro da Silva Carlos Jhonnys Melo Gomes 78 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM Outros Presentes REGIMENTO INTERNO O Conselho de Administração da Empresa Júnior EJFV DOCTUM, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 21 do Estatuto Social, em reunião realizada no dia 04 de outubro de 2011, às 20h30min, aprova o REGIMENTO INTERNO na Empresa Júnior EJFV DOCTUM, Razão Social: Empresa Júnior Fabavi Vitória, conforme descrito nos artigos a seguir: Capítulo I – DOS OBJETIVOS SEÇÃO I – Missão Art. 1º - Complementar a formação acadêmica, profissional e pessoal do aluno, nosso principal cliente, colocando em prática os conhecimentos acadêmicos e desenvolvendo competências necessárias para seu futuro, preocupando-se sempre em promover a consciência ética e social, através do desenvolvimento de projetos de qualidade a custos acessíveis e competitivos para a sociedade. 79 Empresa Júnior Capítulo II – DO PATRIMÔNIO Seção I – Manutenção e Zelo do Patrimônio Art. 2º - Cabe a todos os membros zelar pelo patrimônio da Empresa Júnior EJFV DOCTUM. Art. 3º - O nome da associação, bem como indiretamente o nome da IES, fazem parte do patrimônio da Empresa Júnior EJFV DOCTUM, cabendo aos seus membros zelá-los e preservá-los, sendo que seus usos indevidos implicam nas penas previstas neste Regimento Interno e no presente estatuto. Art. 4º - O uso indevido do patrimônio da Empresa Júnior EJFV DOCTUM por parte de qualquer um de seus membros, bem como sua utilização sem o conhecimento da Diretoria Executiva e do Coordenador da Empresa Júnior, implicará no ressarcimento dos eventuais danos por parte dos membros infratores, bem como a execução das penas impostas pela legislação presente em vigor, além da perda da condição de membro conforme disposições do Estatuto. Art. 5º - A Diretoria Executiva é a responsável pela guarda e administração do patrimônio da Empresa Júnior EJFV DOCTUM. Art. 6º - Qualquer atividade que envolva direta ou indiretamente o patrimônio da Empresa Júnior EJFV DOCTUM deve ser do conhecimento e aprovação da maioria absoluta dos membros da Diretoria Executiva. Art. 7º - Cabe ao Conselho de Administração fiscalizar o andamento da administração do patrimônio da Empresa Júnior EJFV DOCTUM. SEÇÃO II – Disposições sobre os procedimentos do Quadro Funcional Art. 8° - Nenhuma notícia referente à Empresa Júnior EJFV DOCTUM será fornecida para a divulgação pública, sem autorização expressa do Coordenador da Empresa Júnior, com cópia para o Diretor de Marketing e Diretor Presidente. Art. 9º - Os agendamentos de reuniões serão feitos por e-mail e qualquer alteração repentina de horário, data ou local, deve ser comunicada através de telefonema a todos os membros envolvidos. Parágrafo Único – Em função das responsabilidades a serem assumidas, os membros da Empresa Júnior EJFV DOCTUM devem consultar seus respectivos e-mails, no mínimo, uma vez ao dia. Art. 10 - Os projetos, bem como todos os documentos relacionados com a assistência prestada à comunidade, pertence à Empresa Júnior EJFV DOCTUM e dela não poderá sair. Art. 11 – Todos os membros que exercem a função de consultor júnior, devem respeitar o sigilo industrial sobre os produtos, sistemas e processos das empresas que prestarem consultoria. 80 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM Art. 12 - As correspondências, bem como qualquer documento endereçado à Empresa Júnior EJFV DOCTUM , só poderão ser abertos pelo Coordenador da Empresa Júnior e/ou Diretoria Executiva. Art. 13 - O horário de atendimento ao público da Empresa Júnior EJFV DOCTUM , será de segunda-feira à sexta-feira das 19:00 h às 21:30 h, exceto nos horários das reuniões. Parágrafo 1º – O plantão de atendimento do Diretor de Marketing e Eventos e do Diretor Presidente será toda terça-feira das 20:40h às 21:00h. Parágrafo 2º – O plantão de atendimento do Diretor de Administração e do Diretor Financeiro será toda quarta-feira das 20:40h às 21:00h. Parágrafo 3º – O plantão de atendimento do Diretor de Projetos Sociais e do Diretor de Projetos Empresariais será quinta-feira das 20:40h às 21:00h. Parágrafo 4º – Qualquer Diretor Executivo poderá convocar outro Diretor ou Consultor da Empresa Júnior para substituí-lo no seu plantão de atendimento, desde que permaneçam dois membros no plantão. Parágrafo 5º – Todos os Diretores Executivos assinarão as respectivas presenças nos plantões de atendimento em formulário próprio. Parágrafo 6º – Os plantões de atendimento descritos no Art. 13, parágrafos 1º a 3º, poderão ser trocados, desde que comunicados previamente ao Coordenador da Empresa Júnior. Art. 14 - O membro associado nas condições de Consultor Júnior, deve limitar-se à realização das tarefas para as quais fora designado. Art. 15 - Aos Diretores, Membros Efetivos e qualquer Consultor Júnior fica vedado qualquer ação contrária aos interesses dos clientes das consultorias. Capítulo III – Dos projetos de Consultoria SEÇÃO I – Do Regulamento dos Projetos de Consultoria Art. 16 - A prestação de serviços de consultoria na Empresa Júnior EJFV DOCTUM será executada por qualquer membro desta associação na qualidade de aluno consultor ou diretor executivo. Art. 17 - Todo projeto apresentado e desenvolvido na Empresa Júnior EJFV DOCTUM deve ter autonomia financeira, ficando obrigado o seu responsável a apresentar relatórios mensais ou sempre que solicitado pelo Coordenador da Empresa Júnior e/ou da Diretoria Executiva. Parágrafo 1º – Os projetos são autônomos em relação a suas ações e são gerenciados por um dos integrantes, eleito pelos demais, que se responsabilizará por todas as atividades. 81 Empresa Júnior Parágrafo 2º – Da receita líquida de qualquer tipo de projeto, 80% (oitenta por cento) será destinado para custear atividades acadêmicas em forma de bolsa auxílio (abatimento das mensalidades do curso de graduação, cursos de extensão, congressos, fóruns, seminários, palestras e outros eventos acadêmicos similares relacionados à área de administração) dos participantes dos projetos e 20 % (vinte por cento) à Empresa Júnior EJFV DOCTUM. Parágrafo 3º – A divisão das tarefas e/ou pesquisas entre os alunos membros da Empresa Júnior será feita de forma equilibrada e em rodízio, em reunião convocada pelo Coordenador da Empresa Júnior EJFV DOCTUM com prazo mínimo de 24 (vinte e quatro) horas de antecedência. Parágrafo 4º – O aluno membro da Empresa Júnior na qualidade de consultor deverá entregar para o Coordenador da Empresa Júnior EJFV DOCTUM as tarefas e/ou pesquisas no prazo de 2 (dois) dias úteis anteriores ao prazo final estabelecido pelo Cliente. Parágrafo 5º – A Empresa Júnior EJFV DOCTUM poderá contratar estagiário(s) remunerado(s) para o desenvolvimento dos projetos de consultoria. Art 18 – A Empresa Júnior EJFV DOCTUM terá em seu quadro de membros, na qualidade de aluno consultor ou diretor executivo, a quantidade máxima de 12 (doze) alunos, com direito a receber bolsa auxílio, conforme discriminado no Art. 17, parágrafo 2º deste regimento interno. Art. 19 - Todo projeto deverá ser elaborado de acordo com o formato padrão: Descrição técnica do projeto (objetivos, justificativa e descrição do projeto); Metodologia a ser empregada; Resultado final esperado; Prazos para execução do projeto (cronograma); Orçamento financeiro; Formas de pagamento. Art. 20 - Em todos os projetos devem constar o cadastro dos integrantes proponentes do projeto e respectivas assinaturas no termo de compromisso. Art. 21 - Todos os projetos que forem realizados através de Estagio Supervisionado Obrigatório deverão os alunos estarem acobertados com o termo de compromisso de estágio, entre a instituição e a Empresa Júnior, entregando nos prazos os relatórios exigidos do aprendizado. Art. 22 - Os projetos serão enviados e protocolados na Empresa Júnior EJFV DOCTUM, que se aprovado será encaminhado para execução. Parágrafo único - Os projetos obrigatoriamente devem ter o aval e o acompanhamento de um professor orientador previamente definido e/ou do Coordenador da Empresa Júnior, e com o apontamento da quantidade de horas exercidas, em consonância com o projeto apresentado, atendendo os parâmetros desse artigo. Art. 23 - Todos os projetos aprovados pela Diretoria Executiva da Empresa Júnior EJFV DOCTUM, devem ser encaminhadas cópias para o Conselho 82 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM de Administração, bem como cópia dos relatórios mensais e de conclusão do projeto. Capítulo IV – Das Reuniões Art. 24 - As reuniões existentes na Empresa Júnior EJFV DOCTUM são: I) Reunião Geral; II) Reunião de Diretoria Executiva; III) Reunião de Área. SEÇÃO I – Reunião Geral Art. 25 - Ocorrerá mensalmente, em dia e horário definidos pela Diretoria Executiva e/ou pelo Coordenador da Empresa Júnior. Art. 26 - Estarão convocados para esta reunião todos os integrantes da Diretoria Executiva, Membros Efetivos e Consultores Juniores. Art. 27 - Esta reunião é aberta para todos os membros honorários da Empresa Júnior EJFV DOCTUM. Art. 28 - O objetivo desta reunião é repassar e discutir os assuntos gerais da Empresa Júnior EJFV DOCTUM . SEÇÃO II – Reunião da Diretoria Executiva Art. 29 - Convocação pelo Presidente do Conselho de Administração quando se fizer necessário; Art. 30 - Ocorrerá semanalmente, em dia e horário definidos pelo Diretor Presidente e/ou pelo Coordenador da Empresa Júnior. Art. 31 - Estarão convocados para esta reunião todos os Diretores Executivos de área, o Diretor Presidente e o Coordenador da Empresa Júnior. Art. 32 - É vedada a participação dos demais membros da Empresa Júnior EJFV DOCTUM, salvo por convocação específica dos Diretores Executivos e/ou Coordenador da Empresa Júnior. Art. 33 - O objetivo desta reunião é: I) Manter atualizado os Diretores Executivos sobre as atividades das diversas áreas da Empresa Júnior EJFV DOCTUM ; II) Deliberar sobre assuntos do dia-a-dia da Empresa Júnior EJFV DOCTUM; III) Garantir que o planejamento da diretoria e da Empresa Júnior EJFV DOCTUM em geral sejam cumpridos; IV) Decidir pela convocação do Conselho de Administração. SEÇÃO III – Da Reunião das Áreas Art. 34 - Ocorrerá no prazo estipulado pelo Coordenador da Empresa Júnior e/ou pelos diretores das respectivas áreas e seus membros efetivos. 83 Empresa Júnior Art. 35 - O objetivo desta reunião é discutir assuntos referentes à área em questão. Capítulo V – DISPOSIÇÕES GERAIS SEÇÃO I – Do Comportamento dos Diretores Executivos e Consultores Juniores Art. 36 - Não é permitido: I) Faltar aos horários fixos e plantões da diretoria executiva da Empresa Júnior EJFV DOCTUM sem prévia comunicação ao coordenador da Empresa Júnior; II) Fazer uso dos equipamentos, da Internet e das dependências da Empresa Júnior EJFV DOCTUM para fins pessoais que comprometam a imagem e o bom funcionamento da Empresa Júnior; III) Usar o nome e a logomarca da Empresa Júnior EJFV DOCTUM sem prévia autorização da Diretoria Executiva e do Coordenador da Empresa Júnior; IV) Fazer uso indevido dos recursos financeiros da Empresa Júnior EJFV DOCTUM ; V) Faltar às reuniões sem justificativa prévia por escrito ou por e-mail, encaminhada para o Diretor Presidente e para o Coordenador da Empresa Júnior. Parágrafo Único: Para casos não citados nos itens do art. 36, o bom senso passa a ser o fator limitante. SEÇÃO III – Das Penalizações Art. 37 – Qualquer membro que integra a Empresa Júnior EJFV DOCTUM e que não cumprir as determinações do Regimento Interno e do presente Estatuto, será advertido verbalmente pelo Diretor Presidente e/ou pelo Coordenador da Empresa Júnior. Parágrafo 1º - Em caso de reincidência, o infrator receberá por decisão do Diretor Presidente e/ou pelo Coordenador da Empresa Júnior, uma advertência por escrito, que lhe será entregue em uma reunião geral. Parágrafo 2º - Caso cometa uma nova reincidência, o futuro do infrator será decidido, sem a sua presença, em uma reunião extraordinária do Conselho de Administração. Art. 38 - Casos considerados graves pela Diretoria Executiva e/ou pelo Coordenador da Empresa Júnior serão submetidos diretamente à apreciação do Conselho Administração. Art. 39 - Compete ao Conselho de Administração da Empresa Júnior EJFV DOCTUM aprovar este regimento interno e possíveis alterações futuras, ficando vedada sua transgressão por membros ou diretores em quaisquer situações. Art. 40 - Este regulamento entrará em vigor na data da sua publicação, retroagindo seus efeitos a 01 de julho de 2011. 84 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM Conselheiros que aprovaram este Regimento Interno em 04/10/11. Paulo Cezar Ribeiro da Silva José Américo Silvares Costa Emmanuel Marques Silva Carlos Jhonnys de Melo Gomes Renilda de Moura Santos MODELO DE REQUERIMENTO Ilmº. Sr. Oficial do Cartório do Registro Civil das Pessoas Físicas e Jurídicas de Vitória – ES. Sr. Oficial Eu, Leandro Alves Wanzeler, brasileiro, solteiro, estudante, CI 2.348.649 – SSP/ES, CPF 116.392.747-31, residente na Avenida Manoel Marques, nº 160, Bairro São Cristóvão, Vitória (ES), CEP: 29.048-430, vem mui respeitosamente através deste, solicitar a V. Sª. se designe mandar registrar a ata de eleição e posse da diretoria executiva e do conselho de administração da Empresa Júnior Fabavi Vitória, nos moldes da Lei 10.406 – (Lei de Registros Públicos). Nestes Termos E. Deferimento. Vitória-ES , _____ de ___________________ 2011 ______________________________________ Leandro Alves Wanzeler 85 Empresa Júnior RECIBO DE DOAÇÃO RECIBO No.: Nome da Entidade: EMPRESA JÚNIOR FABAVI VITÓRIA CNPJ Nº: 12.071.970/0001-67 Inscrição Municipal: 1197268 Endereço: Rua Joaquim Leopoldino Lopes, nº 230, Bairro Consolação, CEP 29045-580, Vitória (ES) Recebemos de ___________________________________________________ CNPJ/CPF _________________________ a importância de R$ _____________, referente a doação em dinheiro realizada em: Depósito Bancário No Conta : _________________ Banco: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Agência: Centro / Beira Mar Data: ____/07/ 2010 Declaramos, para efeito do disposto no art.13,§ 2°, inciso III - “a”, “b”, “c”, da Lei n° 9.249, de 26 de dezembro de 1.995, e no art. 28, § 1°, letra “b.3”, e § 3°, “a”, “b” e ‘c”, da IN SRF N° 11 de 21 de fevereiro de 1.996, que esta Entidade se compromete a aplicar integralmente os recursos recebidos na realização de seus objetivos sociais e a não distribuir lucros, bonificações ou vantagens a dirigentes, mantenedores ou associados. REPRESENTANTE LEGAL DIRETOR FINANCEIRO Tathiana Azeredo Gama CI 2.074.718.954-SJS-RS CPF 119.473.517-70 Angélica Augusto da Penha Miranda CI 1.283.067-ES CPF 042.387.507-80 Residente na Rua Júlia Lacourt Penna, nº 175/204ª Jardim Camburi - Vitória (ES) - CEP: 29.090-210 Residente na Rua Astrogildo Rangel, nº 43 Santo Antônio - Vitória (ES) - CEP: 29.026-372 Assinatura: ________________________ Assinatura: _______________________ 86 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM CNPJ – Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica O primeiro passo é fazer o download do Programa Gerador de Documentos do CNPJ – PGD CNPJ no endereço a seguir disponível no site da Receita: http:// www.receita.fazenda.gov.br/pessoajuridica/cnpj/downloadpgdcnpj.htm Disponibilizamos a seguir um modelo de CNPJ para Empresa Júnior. O Código e Descrição da Atividade Econômica Principal é 85.50-3-02 - Atividades de apoio à educação, exceto caixas escolares. O Código e Descrição da Natureza Jurídica é 399-9 - Associação Privada. Obs: quando houver alteração do representante legal é necessário efetuar a alteração no Cartório e depois no programa do CNPJ e enviar pelo sistema online. Alvará de funcionamento Depois da liberação do registro do CNPJ e do registro no cadastro mobiliário municipal, o próximo passo é a abertura de processo administrativo requerendo o licenciamento. A seguir estão discriminados com “X” os documentos para requerer o alvará de funcionamento da Empresa Júnior: 87 Empresa Júnior Após emitido, o Alvará de Funcionamento deve ser colocado em local visível, podendo ser cassado quando ocorrer infração da legislação Municipal, apurada pela fiscalização do Município, e não dispensa o cumprimento das demais legislações em vigor referentes ao licenciamento Ambiental, Sanitário, de Posturas e Urbanístico. É obrigatório informar à Prefeitura toda e qualquer alteração contratual, inclusive encerramento de atividades ou mudança para outro município, objetivando baixa da inscrição no cadastro mobiliário, sob pena das sanções previstas na legislação tributária e de posturas. Projetos de Consultoria Empresarial A consultoria empresarial é razão de existência da Empresa Júnior e na Unidade de Vitória vem alcançando êxito além das expectativas. A Empresa Júnior deverá apresentar ao cliente uma Proposta de Serviço de Consultoria contendo informações sobre: •descrição técnica do projeto •metodologia a ser empregada •resultado final •prazos para o trabalho •orçamentos •forma de pagamento Aceita a proposta, elaborase um Contrato de Serviço de Consultoria que deve apresentar: •conteúdo da proposta •direitos e obrigações de ambas as partes •termos de rescisão •datas de entrega e pagamento Vários projetos de consultoria foram executados com o envolvimento pleno dos alunos. Vale destacar que a maioria das consultorias vem sendo remunerada através de bolsa auxílio nos descontos das mensalidades. 88 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM Os projetos mais relevantes foram: · Estudo preliminar da estruturação organizacional da Associação Brasileira de Déficit de Atenção - ABDA no Espírito Santo (abr/2007 - nov/2007); · Elaboração de laudos de atualização monetária para os seguintes clientes, através de consultoria virtual: Daniela Fantoni (Univ. do Minho - Portugal) – out/07; Adilson Padilha (Curitiba -PR) – Nov/07; Gilzélia Moreira - Gerente Financeira da Stein & Associados - Vitória (ES) - fev/08; George A. Rohrbacher - Advogado OAB/SC - 17891 - Joinville (SC) - fev/08; José Adelson de Azevedo Empresário - Fortaleza (CE) - fev/08; Antônio Costa e Costa - Assistente de Engª de Manutenção - Furnas Centrais Elétricas S/A - Rio de Janeiro (RJ) - mar/08. · Estudo e proposta de melhorias nada estrutura organizacional e de produção da empresa DURALEVI em Cariacica (ago/2007 – abr/2008); · Estruturação dos propósitos organizacionais e elaboração do Código de Ética da empresa Intros móveis e planejados (jun/2008 - dez/2008); · Pesquisa de mercado nos bairros da Praia do Canto, Jardim da Penha, Jardim Camburi e Centro para implantação de uma loja comercial de produtos naturais (abr/2009 – ago/2009); · Pesquisa de opinião de consumidores e lojistas sobre cosméticos com objetivo de implantar nova franquia no mercado local em Vitória (ago/2009 – nov/2009); · Consultoria em pesquisa de preços mensais através de contrato específico com a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – PRO TESTE (a partir de fev/2010); · Gestão completa do processo de emissão das carteirinhas de estudantes das Unidades da Fabavi Vitória e Serra (fev/2010 – jun/2010); · Pesquisa de opinião sobre hábitos alimentares dos moradores dos bairros nobres do município de Vitória (agosto 2010). Pesquisa encomenda pro revendedores da HERBALIFE (ago/2010 – out/2010); · Pesquisa de opinião e estudo de mercado para construção de edifício residencial no bairro Santa Cecília em Vitória. Pesquisa encomendada pela RJA Construções e Incorporações (set/2010 – nov/2010); · Consultoria IPESO realizada nos meses de setembro e outubro: Monitoramento das entrevistas executadas nas lojas de material de construção pelos alunos bolsistas referente ao projeto ARGAMASSA encomendado pela IPESO – Instituto de Pesquisas Sorocabana (SP) (set/2010 – nov/2010); · Montagem de formulário e estudo preliminar para pesquisa de opinião pública para o público alvo da 3ª idade encomendada pela AGATA CONTRUTORA E INCORPORADORA LTDA – (jun/11); · Pesquisa de opinião pública encomendada pela Câmara Municipal de Vitória sobre o aumento do número de vereadores no município de Vitória (ago/11). 89 Empresa Júnior Projeto de pesquisa em parceria com a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor PRO TESTE As Empresas Juniores dos cursos de administração da FABAVI de Vitória e Vila Velha foram selecionadas com o melhor perfil dentre todas as EJ’s do Estado e acabaram sendo credenciadas pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (PRO TESTE), para serem suas representantes exclusivas em pesquisas de preços e marcas no Estado do Espírito Santo. A assinatura do contrato ocorreu no dia 05 de fevereiro de 2010, nas instalações da FABAVI de Vitória, com a presença da supervisora da área técnica de produto da PRO TESTE, Priscila Grativol e a técnica em produtos, Leslye Martins. O professor e coordenador de pesquisas Paulo Cezar Ribeiro e a aluna Michele representaram as Empresas Juniores de Vitória e Vila Velha, respectivamente. Os alunos bolsistas do curso de administração da FABAVI selecionados terão atuação na pesquisa nacional de preços de 189 itens de supermercados. Esta pesquisa é feita anualmente, abrangendo as principais capitais brasileiras e agora, a partir de 2010, incluirá Vitória (ES). Além disso, os alunos da FABAVI fazem pesquisas mensais de marcas e de preços de eletros, produtos de beleza, limpeza doméstica, alimentos e outras pesquisas específicas solicitadas pela área técnica da PRO TESTE. Cabe ressaltar que a Empresa Júnior da Fabavi de Vila Velha foi descredenciada em maio de 2010, ficando a Empresa Júnior EJFV da Unidade Vitória como a representante exclusiva da PRO TESTE aqui no Estado. A PRO TESTE (www.proteste.org.br), com sede no Rio de Janeiro, é uma entidade civil sem fins lucrativos, apartidária, independente de governos e de empresas que tem como objetivo A DEFESA DO CONSUMIDOR NO BRASIL. 90 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM É considerada a maior associação de consumidores da América Latina, com mais de 250 mil associados e que tem como missão promover a defesa dos consumidores e cidadãos, na sua acepção mais ampla, representando-os nas relações jurídicas de qualquer espécie. Projetos sociais e de utilidade pública a) Índice da Cesta Básica da Classe Média capixaba O sistema utiliza metodologia científica específica para monitorar os preços de 30 produtos de alimentação consumidos em supermercados. Pode ser considerada uma cesta básica ampliada para satisfazer às necessidades mínimas de alimentação de uma família padrão (2 adultos e 2 crianças) de classe média capixaba, com renda familiar entre três a dez salários mínimos. Alunos bolsistas do curso de Administração, coordenados pela Empresa Júnior EJFV da Faculdade Doctum de Vitória elaboram a pesquisa e a análise econômica fundamentada é orientada pelo Prof. Paulo Cezar Ribeiro. 91 Empresa Júnior Após a primeira publicação, o sucesso do índice foi imediato com ampla divulgação na mídia local, em função da credibilidade conquistada na metodologia científica já utilizada em passado recente. Assim, antes do final de 2007, o ÍNDICE DE PREÇOS FABAVI, mais conhecido na mídia como a Cesta Básica da Classe Média Capixaba, estava consolidado e servindo como único indicador de preços no gênero aqui no Estado do Espírito Santo. No período de 2007 a 2010, é importante ressaltar que os resultados alcançados neste sistema de monitoramento de preços foram além das expectativas, com excelente repercussão na mídia local, nacional e até internacional, com mais de 300 inserções em mídia espontânea em todos os meses do período de modo ininterrupto, sedimentando, assim, como um referencial de preços sólido, transparente e bem fundamentado para atender a sociedade capixaba. b) Vigilante$ do$ Preço$ O projeto de cidadania VIGILANTE$ DO$ PREÇO$ foi criado em novembro de 2007 pela Empresa Júnior do curso de Administração Geral da Faculdade Doctum de Vitória (ES). O projeto tem como objetivo principal proteger os consumidores capixabas residentes na Região Metropolitana da Grande Vitória de alguns procedimentos de comercialização irregulares e abusivos no setor supermercadista e em outros estabelecimentos comerciais da Região Metropolitana da Grande Vitória, com base nos artigo 6, item III e artigo 31 do Código de Proteção e Defesa do Consumidor (Lei n° 8.078 de 11/09/1990). O projeto pode ser considerado uma inspiração do “MONSIEUR PRIX” (“Senhor Preços” em francês) que foi criado na Suíça em 1986 como o único órgão público no mundo que combate os preços altos tanto no setor privado como no setor público. Vale ressaltar que o projeto VIGILANTE$ DO$ PREÇO$ não é uma proposta de “guerra contra os empresários”, muito pelo contrário, a meta fundamental é estimulá-los a agir de forma correta, pois essa prática lhes traz dividendos muito maiores de que não respeitar os direitos do consumidor. Uma das campanhas realizadas pelos VIGILANTE$ DO$ PREÇO$ significou um alerta para a sociedade no que diz respeito à excessiva falta de etiqueta de preço nas gôndolas dos supermercados capixabas, o seu mau posicionamento e também a incômoda situação de divergência de preço registrado no caixa em comparação com o preço fixado na gôndola dos estabelecimentos da amostra pesquisada. A justificativa do projeto é proporcionar aos alunos do curso de administração envolvidos a complementação do ensino e da aprendizagem na área da gestão da qualidade, bem como agir como instrumento de integração, treinamento prático, 92 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM aperfeiçoamento prático, aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. Este projeto de cidadania pode ser acessado em www.ejfv.com.br e está cadastrado como parceiro atuante no Portal do Consumidor disponibilizado no site http://www.portaldoconsumidor.gov.br vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio Exterior do Governo Federal. c) Educação Financeira para a Comunidade Projeto criado em junho de 2008 pelo curso de administração da Faculdade Doctum de Vitória. Este projeto educativo e de cunho social tem como função básica colaborar com a educação financeira, principalmente, das pessoas de baixa renda e de micro e pequenos empresários instalados na Região Metropolitana da Grande Vitória. Conceitos, dicas, palestras e opiniões são sempre repassados de forma simplificada, com objetivos didáticos e práticos. Cabe ressaltar que o projeto não é focado na assessoria ou consultoria financeira. Dessa forma, o objetivo principal do projeto é criar uma mentalidade adequada e saudável em relação ao dinheiro, ou seja, orientar de forma clara e objetiva sobre como as pessoas e pequenos empresários devem gastar, poupar e ganhar dinheiro em suas atividades. Afinal, com o orçamento apertado as pessoas precisam se reeducar financeiramente. As situações devem ser analisadas no contexto em que foram apresentadas. Não devem ser entendidos como recomendação que se aplique a qualquer caso. Desta forma, não cabe ou caberá aos responsáveis pelo projeto qualquer participação ou responsabilidade sobre ganhos, lucros ou perdas advindos da interpretação e uso dados pelas pessoas e empresas assistidas na gestão de suas finanças. A justificativa das ações propostas é proporcionar aos alunos envolvidos do curso de administração a complementação do ensino e da aprendizagem na área da gestão da qualidade, bem como agir como instrumento de integração, treinamento e aperfeiçoamento prático, técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. Um dos diferenciais do projeto é uma página exclusiva na internet para a comunidade acompanhar as dicas de gestão das suas finanças. Basta o consumidor ou pequeno empresário entrar no site da Empresa Júnior Fabavi Vitória no endereço http://www.ejfv.com.br e acessar o link específico do projeto, para tirar dúvidas básicas em educação financeira. d) Trote da Cidadania O trote da cidadania foi criado pela Empresa Júnior da IES em fevereiro de 2008. O projeto tem o objetivo principal de promover a consciência de cidadania 93 Empresa Júnior nos alunos, fazendo-os perceber que através de pequenas ações pode-se escrever a história e refazer nossa cultura. Com práticas eficazes e sustentáveis, incentiva-se o amadurecimento dos jovens e é instituída a cultura das ações sociais. Nos anos 2008, 2009 e 2010 a Faculdade, através de projetos sustentáveis e inovadores, conquistou premiações de destaque no Prêmio Nacional Trote da Cidadania, realizado anualmente pela Fundação Educar Dpaschoal de Campinas (SP). Em 1998, os trotes solidários deixaram de ser iniciativas isoladas e ganharam apoio institucional. Foi neste ano que a Fundação Educar Dpaschoal de Campinas (SP) deu início ao projeto Trote da Cidadania com alunos da faculdade de engenharia de alimentos da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). A Faculdade adota a modalidade de trote solidário mais estruturado desde o ano de 2005, como por exemplo, através da doação de alimentos não perecíveis a entidades cadastradas na Junta de Ação Social Batista. No entanto, em 2008, através de sua primeira competição no evento, a FABAVI de Vitória conquistou o 2º lugar no Prêmio Nacional Trote da Cidadania com o projeto Vigilante$ do$ Preços$ em defesa dos direitos do consumidor. Em 2009, foi considerado o melhor projeto de cidadania do Brasil com nota máxima em todos os quesitos avaliados pela Fundação Educar através da conquista do 1º lugar com o projeto Xô Cri$e! – Campanha Educativa para Consumidores e Empresários. Em 2010, a campanha mobilizadora “Imposto Zero! A cesta básica pede socorro” foi finalista nas categorias, sustentabilidade, inovação, matéria jornalística e envolvimento da comunidade acadêmica no Prêmio Nacional Trote da Cidadania 2010. Conquistou o primeiro lugar em duas delas (inovação e matéria jornalística). 94 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM e) Sentinelas da Água Analistas do meio ambiente prevêem que em breve a água será causa principal de conflitos entre nações. Há sinais dessa tensão em áreas do planeta como Oriente Médio e África. Mas também os brasileiros, que sempre se consideraram dotados de fontes inesgotáveis, vêem algumas de suas cidades sofrerem falta de água. A distribuição desigual é causa maior de problemas. Segundo pesquisas, cada brasileiro gasta, em média, 200 litros de água por dia - um volume cinco vezes maior que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Talvez essa falta de preocupação se deva ao fato de determos 12% da água doce superficial no mundo e um dos maiores aqüíferos do planeta. Em função do desleixo atual no relacionamento com a água e de problemas que poderão surgir no médio e longo prazo, em 05/10/2010, os membros associados da Empresa Júnior do curso de administração da Faculdade Fabavi Doctum de Vitória (ES) constataram uma real necessidade de mobilização para a elaboração de um plano de ação para conscientizar a população local sobre a gravidade do problema e também propor ações práticas e imediatas visando minimizar este quadro de desperdiço de água. Usando a água de forma consciente, a sociedade colabora com o meio ambiente e reduz os gastos da sua casa. Assim, economizar água e bom para o bolso da população e também para a natureza. 95 Empresa Júnior Cabe ressaltar que o movimento de conscientização ambiental “Sentinelas da Água: de olho no desperdiço” ficou entre os dez melhores projetos dentre 66 classificados no Prêmio Nacional Trote da Cidadania 2011 realizado pela Fundação Educar Dpaschoal de Campinas (SP). f ) Projeto OASIS – Mutirão da Cidadania A Metodologia Oásis foi criada e desenvolvida pelo Instituo Elos e tem por objetivo “despertar e cultivar um espírito de empreendedorismo social cooperativo nos membros da comunidade, restaurar e/ou fortalecer as relações e ligações afetivas e cultivar o senso de oportunidade e responsabilidade para cuidar do local e das pessoas que vivem nele.” Eles definem que “uma comunidade pode trabalhar junta de forma cooperativa, imaginativa e rápida para construir em um dia um oásis moderno: um espaço físico que promova vida, alegria e restauração.” Durante o Fórum Empreender com Valores, realizado em Campinas (SP) no período de recesso acadêmico (julho/2010), professores e alunos do curso de administração da FABAVI de Vitória participaram ativamente dos mutirões distribuídos entre escolas e organizações sociais. O intuito desses mutirões é que os universitários coloquem a mão na massa e ajudem essas Instituições no que elas precisarem, utilizando a metodologia Oásis. Foi uma experiência transformadora e gratificante tanto para os estudantes, quanto para as Organizações apoiadas. 96 A Empresa Júnior EJFV da Faculdade DOCTUM g) Projeto PRETE – Programa de Ética e Transparência Eleitoral A Empresa Júnior da Unidade Vitória assinou um protocolo de intenções como instituição parceira com o Tribunal Regional do Espírito Santo - TRE-ES antes das eleições. Desse modo a EJ foi responsável pela divulgação do Programa de Ética e Transparência Eleitoral na FABAVI, participando das reuniões e planos de ações ocorridos no período. O principal evento foi a participação dos alunos e professores da FABAVI na caminhada pelo voto ético realizada em setembro de 2010 – da sede do TRE-ES até a Praia de Camburi em Vitória (ES).. 97 Empresa Júnior 98 CAPÍTULO V Participações e premiações da EJFV Participações e premiações da EJFV Empresa Júnior EJFV promove Visita Técnica Na manhã de 26 de maio de 2007, a primeira diretoria da Empresa Júnior Fabavi Vitória promove sua primeira atividade de integração com os alunos da IES. Foi uma visita técnica à empresa HIPER EXPORT S/A, um Recinto Alfandegado em Vila Velha (ES). Os alunos do 3º período do curso de administração geral tiveram todas as orientações sobre o funcionamento daquele Recinto Alfandegado entre 9h e 13h do sábado. A Hiper Export é o lugar onde são desenvolvidas soluções, o cliente encontra segurança e conta com a parceria nas atividades comerciais e logística-operacionais de suas mercadorias e serviços. Recinto Alfandegado em atividade desde fevereiro de 1989, proporciona agilidade nos processos de desembaraço aduaneiro na importação e exportação. XVIII ENANGRAD - Encontro Nacional de Cursos de Graduação em Administração Em 02 de agosto de 2007, o Índice de Preços Fabavi, sob a forma de artigo científico na linha de pesquisa gestão de informações e tecnologia (git), foi classificado para apresentação no XVIII ENANGRAD - encontro anual da associação nacional de cursos de graduação em administração no centro de eventos pantanal em Cuiabá (MT), representando a Fabavi Vitória naquele evento. O artigo sistema de monitoramento de preços da cesta de alimentação do consumidor da classe média capixaba foi apresentado pelo autor, o coordenador da pesquisa e da Empresa Júnior, prof. Paulo Cezar Ribeiro. Cabe destacar que o artigo sistema de monitoramento de preços da cesta de Comissão de Avaliação de Trabalhos Científicos da ANGRAD formada por professores de renomadas Instituições de Ensino Superior do País, como a USP, UFRJ, FGV, IBMEC, UFMG, UFSC, UNICAMP, UFBA, dentre outras. 101 Empresa Júnior PRÊMIO NACIONAL TROTE DA CIDADANIA 2008 O “Trote Solidário” da Faculdade Batista de Vitória (Fabavi), realizado em fevereiro de 2008, começa a render seus primeiros frutos. Com o título “Vigilante$ do$ Preço$ em defesa dos direitos do consumidor”, o projeto ficou em 2º lugar no do Prêmio Trote da Cidadania 2008 patrocinado pela Fundação Educar DPaschoal de Campinas (SP). Cabe destacar que a Fabavi de Vitória ficou na frente de instituições brasileiras de ensino superior de peso como a Pontifícia Universidade Católica de Campinas – PUC, Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUC/RS, Universidade Federal Fluminense, Universidade Federal de Viçosa, dentre outras. 102 Participações e premiações da EJFV 103 Empresa Júnior XIX ENANGRAD - Encontro Nacional de Cursos de Graduação em Administração Pela segunda vez consecutiva, entre 830 trabalhos submetidos à comissão científica, o professor da FABAVI, Paulo Cezar Ribeiro, conquistou o direito de apresentar mais um trabalho acadêmico durante o XIX Encontro Nacional de Cursos de Graduação em Administração (ENANGRAD), maior evento acadêmico de administração da América Latina. O encontro aconteceu entre os dias 01 a 03 de outubro de 2008 em Curitiba, Paraná. O artigo do professor “Trote Solidário 2008: Uma Contribuição na Formação Cidadã do Aluno de Graduação em Administração da FABAVI” foi apresentado com sucesso pelo aluno do curso de Administração da Faculdade Batista de Vitória e co-autor do artigo, Sirlei Torezani de Souza, dia 02 de outubro de 2008 no Teatro Positivo em Curitiba. Empresa Júnior EJFV, em março 2009, conquista o 2º lugar para a FABAVI no Prêmio Nacional de Gestão Educacional 2009. 104 Participações e premiações da EJFV PRÊMIO NACIONAL DE GESTÃO EDUCACIONAL 2009 Coordenador da Empresa Júnior recebendo prêmio no PNGE 2009 105 Empresa Júnior Empresa Júnior EJFV conquista o 1º lugar para a FABAVI na 10ª edição do Prêmio Nacional Trote da Cidadania 2009. Alunos dos cursos de Administração e Direito da Faculdade Batista de Vitória, conquistaram um inédito 1º lugar para o Estado do Espírito Santo no Prêmio Nacional Trote da Cidadania 2009. A ação de voluntariado universitário foi realizada no início de fevereiro através da campanha educativa - Xô Crise - durante trinta dias, com a distribuição de panfletos e a elaboração de pesquisas com consumidores e pequenos empresários em função da crise financeira mundial. A competição de cidadania foi mais acirrada que a ocorrida em 2008, pois agora foram 38 projetos concorrentes de renomadas universidades e faculdades brasileiras. Para conquistar o prêmio, a campanha educativa da FABAVI precisou ser transformada em projeto segundo rigorosas normas metodológicas de planejamento e práticas sociais ditadas pela entidade organizadora do evento, a Fundação Educar DPaschoal de Campinas (SP). Inovação, Criatividade, Sustentabilidade e Impacto Social foram critério decisivos para a conquista desse 1º lugar pela a Faculdade Batista de Vitória. 106 Participações e premiações da EJFV Outubro/09 – A Empresa Júnior EJFV inscreveu 3 projetos no Prêmio Nacional Cidadania Sem Fronteiras do ano de 2009. Os projetos “Educação Financeira para a Comunidade” e “Vigilantes dos Preços” receberam placa de certificação. O projeto “XÔ CRISE! – campanha educativa para consumidores e empresários” ficou entre os 4 melhores projetos inscritos na categoria Educação. 3º Prêmio Nacional Cidadania Sem Fronteiras 2009 Projeto XÔ CRI$E !!! - finalista na categoria Educação Coordenador do Curso de Administração recebendo o Prêmio Cidadania Sem Fronteiras 2009 107 Empresa Júnior Integração entre Empresas Juniores da Grande Vitória Na noite de 04 de novembro de 2009, ocorreu a reunião de integração das Empresas Juniores das Instituições de Ensino superior FUCAPE, CESAT e FABAVI de Vitória. Tanto o Coordenador do curso de administração da CESAT como as diretoras da iniciante Empresa Júnior da FUCAPE tiveram orientações do Coordenador da Empresa Júnior da Fabavi de Vitória, Prof. Paulo Cezar Ribeiro, em função dos primeiros passos na elaboração do Estatuto Social, Registro em Cartório para obtenção do registro na Prefeitura e no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ. Fabavi de Vitória é finalista pela 3ª vez consecutiva e a EJFV conquista prêmios no 11º Prêmio Nacional Trote da Cidadania 2010 Em 2010, o projeto IMPOSTO ZERO! foi considerado o melhor projeto em duas categorias: Inovação e matéria jornalística. Com o tema “Imposto Zero! A cesta básica pede socorro” a FABAVI foi a única instituição classificada em 4 categorias (Inovação, Sustentabilidade, Envolvimento Acadêmico e Matéria Jornalística). Em segundo lugar ficou a UNICAMP com 3 indicações. 108 Participações e premiações da EJFV EJFV no 1º Prêmio Atitude Sustentável 2010 - TV Gazeta - No mês de novembro de 2010, o 1º Prêmio Atitude Sustentável reconheceu e certificou as 38 melhores ações sustentáveis desenvolvidas no Espírito Santo. O projeto Vigilante$ do$ Preço$ da Empresa Júnior da Unidade FABAVI DOCTUM de Vitória obteve o 16º lugar. O prêmio Atitude sustentável foi uma iniciativa da TV Gazeta com patrocínio da Fibria e apoio da Samarco e da Ação Comunitária do Espírito Santo (Aces). Foi uma oportunidade para os capixabas conhecerem as ações voltadas para a sustentabilidade no Estado do Espírito Santo, além de incentivar os hábitos sustentáveis no cidadão. Os projetos foram escolhidos por um júri formado por seis especialistas em sustentabilidade entre 270 projetos que foram inscritos. 109 Empresa Júnior Projeto TROTE DA CIDADANIA FABAVI DOCTUM, sob a gestão da Empresa Júnior EJFV, conquista o 1º lugar no Prêmio Nacional em Gestão Educacional na Categoria Responsabilidade Social em março 2011. 110 Participações e premiações da EJFV 111 Empresa Júnior Alunos Sentinelas da Água da empresa Júnior EJFV alertam sobre poluição do Rio Santa Maria Na manhã de 12 de março de 2011, um grupo de alunos calouros e veteranos da Faculdade Fabavi Doctum de Vitória, sob a coordenação do Prof. Paulo Cezar Ribeiro, montaram uma caravana rumo ao município de Santa Maria de Jetibá (ES) para alertar a comunidade local que a alta poluição do rio que corta a cidade gera também desperdício de água, pois os custos para torná-la potável ficam elevados. A ação socioambiental faz parte do projeto “SENTINELAS DA ÁGUA: de olho no desperdício”, inscrito no Prêmio Trote da Cidadania 2011. EJFV apóia instituição da comunidade - Na tarde do dia 13 de maio de 2011, os alunos membros da Empresa Júnior Fabavi Vitória (EJFV), Carlos Jhonnys de Melo Gomes e Tamires Pereira dos Santos, diretores de Marketing e de Projetos Sociais, respectivamente, estiveram na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Vitória (APAE Vitória), situada no entorno da Faculdade Fabavi de Vitória e praticaram mais um gesto de cidadania e solidariedade. Dentro do cronograma previsto do projeto ambiental “Sentinelas da Água” foram doados dezenas de livros educativos focados na defesa da água do nosso 112 Participações e premiações da EJFV planeta ( Juca Brasileiro – a Água e a Vida). Os livros serão utilizados pelas crianças e adolescentes excepcionais atendidas diariamente pela APAE. Vale destacar que os livros foram produzidos pela Fundação Educar Dpaschoal de Campinas (SP), através da articulação de parceria com o projeto “Leia Comigo!”. Juntamente com os livros, também foram doadas centenas de latas de leite em pó através da parceria Empresa Júnior EJFV e a Faculdade FABAVI da Rede Doctum. Maio/11 – Empresa Júnior EJFV fica em 2º lugar no Desafio das Empresas Juniores do Estado do Espírito Santo no Desafio SEBRAE 2011. 113 Empresa Júnior Julho/11 – Projeto Sentinelas da Água entre os 10 melhores de 2011 O evento foi durante o de trote solidário de 2011 da Fundação Educar Dpaschoal de Campinas (SP). SETEMBRO/211 - I “FÓRUM APRENDENDO PARA EMPREENDER” O I Forum Aprendendo para Empreender foi muito elogiado pelos alunos que puderam debater com os professores presentes as principais questões que envolve a rotina diária de uma empresa júnior. O evento envolveu estudantes do 1º ao 4º período e teve como objetivo principal detalhar como funciona na prática uma Empresa Júnior ligada a um curso de Administração. A abertura e considerações iniciais foram feitas pelo coordenador da EJFV professor Paulo Cezar Ribeiro e pela coordenadora do curso de administração professora Neuma Figueiredo. 114 Participações e premiações da EJFV Houve a apresentação de alguns vídeos sobre empresas juniores e no final foi oferecido um lanche de confraternização para os presentes. 115 Empresa Júnior 116 Participações e premiações da EJFV Setembro/11 - Projeto “CEGO FAZ” Este projeto foi apresentado no final de setembro de 2011 aos integrantes da Empresa Júnior EJFV da Faculdade Doctum de Vitória pelo Sr. Hudson Ruela, presidente da ONG “A Ponte”. Esta organização tem por finalidade fazer a ponte com outras instituições, com o objetivo de promover e executar ações que melhorem a auto-estima, restabeleçam a dignidade e a cidadania da pessoa, bem como estimular a geração de renda, a capacitação e a qualificação profissional. Desse modo, a partir de agora, o projeto “CEGO FAZ” terá apoio efetivo da Empresa Júnior EJFV no desenvolvimento e gestão de um empreendimento de sucesso. Os integrantes do projeto demonstram realmente que têm visão empreendedora, usando garrafas PET na fabricação artesanal de alguns modelos de vassouras de uso doméstico e vassouras de gari. 117 Empresa Júnior Outubro/11 – Projeto da EJFV fica em 1º lugar no Prêmio Cidadania Sem Fronteiras de 2011 Na noite de 31 de outubro, no salão nobre da Pinacoteca da cidade de São Paulo (SP), o projeto “IMPOSTO ZERO! A CESTA BÁSICA PEDE SOCORRO!”, da Empresa Júnior do curso de Administração da unidade Doctum de Vitória foi considerado a melhor prática social na categoria Educação dentre as quatro Instituições de Ensino Superior finalistas da 4ª edição nacional do Prêmio Cidadania Sem Fronteiras. As instituições finalistas nessa categoria foram a Universidade Norte do Paraná, a Faculdade Anhanguera de Taubaté (SP), o Centro Universitário de Brasília e a Faculdade Doctum de Vitória. Receberam o troféu de 1º lugar o Coordenador Geral e o Diretor de Marketing da Empresa Júnior, professor Paulo Cezar Ribeiro e o aluno Carlos Jhonnys de Melo. Cabe ressaltar que a Doctum Vitória foi a única IES do Estado do Espírito Santo premiada no maior evento nacional de cidadania. 118 Participações e premiações da EJFV Novembro/11 – Ação Social da Doctum Vitória Na manhã de 19 de novembro, a Empresa Júnior (EJFV) marcou presença na Ação Social 2011 da Doctum Vitória. O evento deste ano aconteceu na Fundação Batista da Praia do Canto (FBPC) com sede no bairro São José (São Pedro III) em Vitória. A recém empossada Diretora de Projetos Sociais da Empresa Júnior do curso de Administração da unidade, aluna Marilete Marques de Souza, aplicou todo seu talento durante o evento na condução da oficina de trabalhos manuais em tecidos. A oficina teve início às 9h30 e prendeu a atenção das adolescentes por mais de 3 horas seguidas com um resultado gratificante, através de atividades como confecção de chaveiros personalizados em tecidos coloridos. 119 Empresa Júnior Abril/12 – Primeiro lugar no concurso cultural “Zé Moleza” A EJFV, representada pelo seu Diretor Presidente, Marcos Alves da Silva, conquistou o 1º lugar no concurso cultural “Zé Moleza” de trotes acadêmicos. O concurso foi realizado nacionalmente no início do primeiro semestre de 2012. A campanha pelo voto responsável e contra a corrupção pública foi considerada pela comissão julgadora como a proposta mais criativa e inovadora de trote acadêmico. 120 Participações e premiações da EJFV Junho/12 – Segundo lugar no Prêmio Trote da Cidadania 2012 Com o tema “Plantando esperança: você tem a semente, o voto!”, a Doctum Vitória foi classificada entre os cinco melhores projetos de trotes de cidadania do Brasil na premiação anual promovida pela Fundação Educar Dpaschoal de Campinas (SP). O evento ocorreu nos meses de fevereiro, março e abril e foi organizado pela Empresa Junior EJFV do curso de Administração da unidade. Também participaram calouros e veteranos dos cursos de Pedagogia, Direito e Administração, que deram um brilho especial e decisivo para a classificação. Os cases dos finalistas serão publicados em um livro da Fundação Educar DPaschoal: Melhores práticas de Trote da Cidadania 2012 que será lançado no final deste ano em São Paulo. 121 CAPÍTULO VI Evolução da EJFV em fotos Evolução da EJFV em fotos Lançamento oficial da EJFV – março de 2007 125 Empresa Júnior Inauguração da 1ª sala da EJFV em março de 2007 Posse da primeira diretoria executiva da EJFV em abril de 2007 126 Evolução da EJFV em fotos Reunião da primeira diretoria - abril 2007 Coordenador e Diretores – junho 2007 127 Empresa Júnior EJFV em visita técnica – junho de 2007 Consultoria sendo realizada – setembro 2007 128 Evolução da EJFV em fotos Segunda Diretoria da EJFV de 2008 – Fevereiro 2008 129 Empresa Júnior EJ’s de Vitória e Vila Velha em ação social – agosto 2008 130 Evolução da EJFV em fotos Diretoria da EJFV – Julho 2009 Equipe da EJFV no dia mundial da alimentação – out 2009 131 Empresa Júnior EJ da FUCAPE visita a EJFV – novembro 2009 Diretoria da EJFV de 2010 – agosto 2010 132 Evolução da EJFV em fotos Diretoria da EJFV na gestão de 2010 – agosto 2010 Coordenador e Diretores da EJFV – julho 2010 133 Empresa Júnior Equipe da EJFV recebendo prêmio no Trote da Cidadania 2010 Projeto Oasis – Campinas(SP) em jul/2010 134 Evolução da EJFV em fotos EJFV no movimento em defesa da ética nas eleições – set/2010 135 Empresa Júnior Prêmio Nacional em Gestão Educacional - 1º lugar – mar/11 EJFV promove apoio à instituição APAE em maio de 2011 136 Evolução da EJFV em fotos Prêmio Cidadania Sem Fronteiras - 1° lugar – out/11 Empresa Júnior EJFV apoiando o projeto CEGO FAZ – nov/11 137 Empresa Júnior Empresa Júnior EJFV apoiando o projeto CEGO FAZ – nov/11 Abertura do Trote da Cidadania 2012 138 Evolução da EJFV em fotos Diretoria da EJFV eleita para a gestão de 2012 Membros da EJFV no “dia do basta à corrupção” – 21/04/12 139 Empresa Júnior Membros da EJFV no “dia do basta à corrupção” – 21/04/12 140 Referências APRENDER na prática. Boletim do empreendedor. Disponível em: <http:// www.boletimdoempreendedor.com.br/boletim.aspx?codBoletim=237> Acesso em: 20 dez. 2011. AYRA. Empresa Júnior de Gestão de Negócios da UFRJ. Disponível em: <http://www. ayraconsultoria.com/>. Acesso em: 10 nov. 2011. BRASIL Júnior. Confederação Brasileira de Empresas Juniores. Disponível em: <http://www.brasiljunior.org.br/>. Acesso em: 15 dez. 2011. BRITO, Luísa. Estudantes aprendem na prática em empresas juniores. Disponível em: <http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,AA1335090-5604,00.html>. Acesso em: 11 out. 2011. EJFV. Empresa Júnior Fabavi Vitória – Faculdade Doctum Disponível em: <http://www.ejfv.com.br/>. Acesso em: 11 dez. 2011. EJFGV. Empresa Júnior Fundação Getulio Vargas. Disponível em: < http://www.ejfgv.com.br>. Acesso em: 09 dez. 2011. EMPRESA Júnior: o que é e como funciona. Disponível em: < http://www.sobre administracao.com/empresa-junior-o-que-e-e-como-funciona/>. Acesso em: 15 dez. 2011. FEJEMG. Federação das Empresas Juniores do Estado de Minas Gerais. Disponível em: <http://www.fejemg.org.br/>. Acesso em: 09 dez. 2011. 141 FEJEPAR. Federação das Empresas Juniores do Estado do Paraná. Disponível em: <http://www. .fejepar.org.br/>. Acesso em: 15 out. 2011. FEJESP. Federação das Empresas Juniores do Estado de São Paulo. Disponível em: <http://www. .fejesp.org.br/>. Acesso em: 11 dez. 2011. JUNIORES. Federação das Empresas Juniores do Estado do Espírito Santo. Disponível em: <http://www.juniores.cjb.net/>. Acesso em: 12 dez. 2011. QUER montar uma empresa júnior? Disponível em: <http://www.ejcm.com. br/blog/quer-montar-uma-empresa-junior/>. Acesso em: 22 out. 2011. REDE de Ensino Doctum. Unidade Vitória. Disponível em: <http://www.doctum.edu.br:8080/portal/unidades/vitoria/ >. Acesso em: 28 abr. 2012. RIOJUNIOR. Federação das Empresas Juniores do Estado do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.riojunior.com.br>. Acesso em: 20 dez. 2011. UNIJR. Federação das Empresas Juniores do Estado da Bahia. Disponível em: <http://www.unijrba.org.br/>. Acesso em: 20 dez. 2011. VALE a pena trabalhar em empresa júnior? Disponível em: <http:// www. blog.maisestudo.com.br/empresa-junior/>. Acesso em: 20 abr. 2012. 142 Editora Kiron Brasília (DF): C-01, lote 01/12, sala 434 - Ed. TTC - Taguatinga CEP: 72.010-010 - Fone: (61) 3563.5048 João Pessoa (PB): Avenida Monteiro da Franca, 936 - Manaíra CEP: 58.038-320 - Fone: (83) 3042.5757 [email protected] www.editorakiron.com.br EMPRESA JÚNIOR NA PRÁTICA EMPRESA JÚNIOR NA PRÁTICA trata de detalhar como funciona uma Empresa Júnior Este livroEste tratalivro de detalhar como funciona uma Empresa Júnior com basecom nas base nas experiências vividas peloscomprometidos alunos comprometidos que integram a Empresa experiências vividas pelos alunos que integram a Empresa Júnior EJFV da Faculdade Doctum de Vitória. Júnior EJFV da Faculdade Doctum de Vitória. em fevereiro 2007, a Empresa Júnior EJFV do de Administração Criada emCriada fevereiro de 2007, de a Empresa Júnior EJFV do curso de curso Administração da Faculdade Doctum é uma associação com de duração da Faculdade Doctum de Vitóriadeé Vitória uma associação civil com civil prazo de prazo duração indeterminado, sala própria, de funcionamento, em indeterminado, com salacom própria, alvará dealvará funcionamento, registradaregistrada em e com CNPJinscrita própriocom inscrita comempresarial o nome empresarial cartório ecartório com CNPJ próprio o nome “Empresa“Empresa Júnior Júnior FabavieVitória” e nome de “EJFV”. fantasia “EJFV”. Fabavi Vitória” nome de fantasia Atualmente, está nadegestão sua 6ª diretoria queano a cada Atualmente, está na gestão sua 6ªde diretoria executivaexecutiva que a cada vem ano vem amadurecendo na condução das consultorias de projetos empresariais e amadurecendo na condução das consultorias de projetos empresariais e grande destaque da EJFV está na conquista de relevantes prêmios relevantes na sociais. Osociais. grandeOdestaque da EJFV está na conquista de prêmios na área de cidadania e responsabilidade social para a Faculdade, através área de cidadania e responsabilidade social para a Faculdade, através de proje de proje tos inovadores e sustentáveis. tos inovadores e sustentáveis. É importante toda Empresa Júnior é considerada uma associação É importante observar observar que toda que Empresa Júnior é considerada uma associação fins lucrativos, constituída gerida exclusivamente porde alunos de civil sem civil fins sem lucrativos, constituída e gerida eexclusivamente por alunos graduação de faculdades ou universidades, ela sepresta insere, presta graduação de faculdades ou universidades, nas quaisnas elaquais se insere, e desenvolve para empresas, para a sociedade serviços eserviços desenvolve projetos projetos para empresas, entidadesentidades e para a esociedade suas de atuação, sempre sob a supervisão de professores. em geral em nasgeral suas nas áreas de áreas atuação, sempre sob a supervisão de professores. Vale destacar que o incentivo Rede Doctum na evolução Vale destacar que o incentivo da Rede da Doctum na evolução da EJFV da vemEJFV vem proporcionando oportunidades de desenvolvimento profissional e proporcionando maiores maiores oportunidades de desenvolvimento profissional e pessoal seusintegrantes. alunos integrantes. este apoio fundamental pessoal para seuspara alunos Com esteCom apoio fundamental os alunosos alunos de administração agora estão tendo ade chance de vivenciar do curso do de curso administração agora estão tendo a chance vivenciar experiên experiên cias extraordinárias que outro nenhum outroseria estágio seria de oferecer. cias extraordinárias que nenhum estágio capaz de capaz oferecer. Agradecimento à Rede que Doctum queem investe nosso projeto. Agradecimento especial àespecial Rede Doctum investe nossoem projeto. ISBN 978-85-8113-082-8 ISBN 978-85-8113-082-8 9 788581 9 788581 130828 130828