ORGANIZAÇÃO GUARÁ DE ENSINO
FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS
ECONÔMICAS E CONTÁBEIS DE
GUARATINGUETÁ
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ADMINISTRAÇÃO
Coordenador do Curso
Prof. Dr. João Ubiratan de Lima e Silva
Guaratinguetá – SP
2015
SUMÁRIO
1 - Organização Didático Pedagógica ...................................................................................................... 5
1.1 - Contextualização da Instituição de Ensino .......................................................................................................5
1.1.1 - Dados da Entidade Mantenedora............................................................................... 5
1.1.2 - Entidade Mantida .................................................................................................... 5
1.1.3 - Perfil da IES ........................................................................................................... 5
1.1.4 - Missão da IES ........................................................................................................ 6
1.1.5 - Breve Histórico da IES ............................................................................................. 6
1.2 - Inserção Regional ...............................................................................................................................................8
1.2.2
- O Município de Guaratinguetá ........................................................................... 10
3 - Na área da saúde ....................................................................................................... 11
1.2.4 - Aspectos Educacionais da Região de Guaratinguetá: ................................................. 12
1.2.5
- Rodovias ........................................................................................................ 12
1.2.6
- Turismo .......................................................................................................... 12
1.3 - Contextualização do Curso ..............................................................................................................................13
1.3.1 - Concepção do Curso ............................................................................................. 14
1.3.2 - Dados Gerais do Curso de Administração................................................................. 15
1.3.3 - Políticas Institucionais no âmbito do curso ................................................................ 15
1.3.4 - Premissas Legais do Projeto Pedagógico ................................................................. 17
1.3.5 - Missão do Curso ................................................................................................... 17
1.3.6 - Objetivos do Curso ................................................................................................ 18
1.3.6.1 - Objetivo Geral .................................................................................................... 18
1.3.6.2 - Objetivos Específicos .......................................................................................... 19
1.3.7 - Perfil Profissional do Egresso.................................................................................. 19
1.3.8 - Competências, Habilidades e Atitudes...................................................................... 20
1.4 - Estrutura Curricular ..........................................................................................................................................21
1.4.1 - Matriz Curricular do Curso de Administração ............................................................. 21
1.4.2 - Conteúdos Curriculares .......................................................................................... 24
1.4.3 - Adequação às Diretrizes Curriculares Nacionais ........................................................ 46
1.4.4 - Projeto Interdisciplinar – Plano de Negócio e Práticas Empresariais ............................. 46
1.4.5 – Mostra de Iniciação Científica ................................................................................. 46
1.4.6 - Empresa Junior ..................................................................................................... 47
1.4.7 - Atividades Complementares ................................................................................... 47
1.4.8 - Trabalho de Conclusão de Curso – TCC................................................................... 48
1.4.9 - Estágio Curricular Supervisionado ........................................................................... 48
1.5 - Metodologias de Ensino ...................................................................................................................................50
1.6 - Apoio ao Discente ............................................................................................................................................52
1.6.1 - Apoio Pedagógico ................................................................................................. 52
1.6.2 - Apoio à Participação em Eventos ............................................................................ 52
1.6.3 - Apoio Psicopedagógico .......................................................................................... 52
1.6.4 - Mecanismo de Nivelamento .................................................................................... 53
1.6.5 - Monitoria .............................................................................................................. 53
1.6.6 - Bolsas de Estudos ................................................................................................. 53
1.6.6.1 - Programas Institucionais de Financiamento de Estudos ........................................... 53
1.6.6.2 - Programas Federais de Financiamento de Estudos ................................................. 54
1.6.7 - Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso .......................................... 54
1.7 - Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem.......................................56
1.8 - Procedimentos de Avaliação dos Processos de Ensino-Aprendizagem ......................................................57
2 - Corpo Docente ...............................................................................................................................60
2.1 - Núcleo Docente Estruturante ...........................................................................................................................60
2.1.1 - Atuação do Núcleo Docente Estruturante ................................................................. 60
2.1.2 - Composição do Núcleo Docente Estruturante do Curso .............................................. 60
2.2 - Coordenação do Curso ....................................................................................................................................60
2.2.1 - Atuação do Coordenador do Curso .......................................................................... 60
2.2.2 - Experiência Profissional, no Magistério e em Gestão Acadêmica do Coordenador ......... 61
2.3.1 - Perfil Esperado do Docente .................................................................................... 61
2.3.2 - Atividades Docentes .............................................................................................. 62
2.3.3 - Corpo Docente do Curso ........................................................................................ 62
2.4 - Plano de Cargos, Salários e Carreira dos Docentes......................................................................................64
2.5 - Programa Institucional de Educação Continuada ..........................................................................................64
2.6 - Funcionamento do Colegiado de Curso..........................................................................................................64
3 - Infraestrutura ..................................................................................................................................65
3.1 - Infraestrutura para Funcionamento do Curso .................................................................................................65
3.1.1 - Infraestrutura Acadêmico-administrativa ................................................................... 65
3.1.2 - Gabinetes de trabalho para membros do NDE e docentes em Tempo Integral - TI
..................................................................................................................................... 66
3.1.3 - Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos........................ 66
3.1.4 - Sala de Professores .............................................................................................. 66
3.1.5 - Salas de Aula ....................................................................................................... 67
3.2 - Biblioteca ...........................................................................................................................................................67
3.2.1 - Organização do Acervo .......................................................................................... 67
3.2.2 - Espaço Físico ....................................................................................................... 67
3.2.3 - Acervo por Área do Conhecimento .......................................................................... 68
3.2.4 - Formas de Atualização e Expansão do Acervo - Política de Aquisição. ......................... 68
3.2.5 - Horário de Funcionamento ..................................................................................... 68
3.2.6 - Serviços Oferecidos............................................................................................... 68
3.2.7 - Política Institucional para atualização e expansão do acervo ....................................... 69
3.3 - Bibliografia Básica ............................................................................................................................................69
3.4 - Bibliografia Complementar ...............................................................................................................................70
3.5 - Periódicos especializados: ...............................................................................................................................70
3.6 - Laboratórios Didáticos Especializados ...........................................................................................................71
3.6.1 - Laboratórios de Informática .................................................................................... 72
3.7 - Recursos Audiovisuais e de Multimídia ..........................................................................................................72
3.8 - Políticas de utilização do Laboratório..............................................................................................................72
3.9 - Plano de Atualização Tecnológica e Manutenção de Equipamentos ...........................................................72
ANEXO 1 – ATENDIMENTO AOS REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS ................................................73
ANEXO 2 - REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ....................................................................75
APRESENTAÇÃO..........................................................................................................................75
OBJETIVOS .......................................................................................................................................76
CAPÍTULO I ........................................................................................................................................76
1.
DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES............................................................76
CAPÍTULO II .......................................................................................................................................77
2.
DAS CARATEGORIAS DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ..............................................................77
CAPÍTULO III ......................................................................................................................................78
3.
DO REGISTRO E VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................78
CAPÍTULO IV......................................................................................................................................78
4.
DAS COMPETÊNCIAS....................................................................................................................................78
CAPÍTULO V ......................................................................................................................................79
5.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS ........................................................................................79
ANEXO I – Atividades Complementares ..................................................................................................79
6.
Atividades Complementares ...........................................................................................................................79
DESCRIÇÃO DAS MODALIDADES OFERECIDAS...............................................................................................80
a) Monitoria e estágios não curriculares ............................................................................. 80
b) Programas de Iniciação Científica .................................................................................. 80
c) Cursos realizados áreas afins........................................................................................ 80
d) Participação em programas de extensão ........................................................................ 80
e) Participação e/ou organização de eventos científicos no campo de abrangência do curso. .... 80
f ) Atividades culturais e assistenciais ................................................................................ 81
COMPROVAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES................................................................................81
PRAZO DE ENTREGA .............................................................................................................................................81
1 - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA
1.1 - Contextualização da Instituição de Ensino
1.1.1 - Dados da Entidade Mantenedora
NOME
ENDEREÇO
CIDADE
ATOS LEGAIS
ORGANIZAÇÃO GUARÁ DE ENSINO
Avenida Pedro de Toledo, n° 195 – Vila Paraíba – CEP 12515-690
GUARATINGUETÁ
SP
Estatuto Social registrado no Cartório de Registro de Imóveis, Títulos e
Documentos e Civil de Pessoas Jurídicas da Comarca de
Guaratinguetá, sob n° 6013, em 29 de abril de 2013.
CNPJ
45.207.487.0001-16
FINALIDADE
Prestação de serviços educacionais e culturais
1.1.2 - Entidade Mantida
IES
ENDEREÇO
CIDADE
ATOS LEGAIS
FONE
DIRETORIA:
FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS ECONÔMICAS E
CONTÁBEIS DE GUARATINGUETÁ – FACEAG
Avenida Pedro de Toledo, n° 195 – Vila Paraíba – CEP 12515-690
GUARATINGUETÁ
SP
Decreto n° 72.901 de 10/10/1973, publicado no DOU do dia 11/10/1973
(12) 3123-3123
Profa. Érica Barbosa Joslin
1.1.3 - Perfil da IES
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG
tem seu perfil voltado para a formação do seu aluno, e para tanto:
 preocupa-se com a formação completa do aluno, valorizando o desenvolvimento físico,
intelectual, emocional e seu caráter em bases éticas e morais;
 tem a educação voltada para a construção da cidadania, buscando desenvolver a solidariedade
e a participação;
 procura dar ao educando a formação da consciência crítica;
 valoriza o trabalho do professor. Reconhece a importância do papel docente na formação dos
alunos. Trata o profissional com respeito e dignidade, valorizando-o sempre, dentro e fora da
sala de aula;
 busca agregar recursos e tecnologias, buscando fortalecer a qualidade do ensino;
 motiva seus alunos a trabalharem em equipe para o desenvolvimento de habilidades de
relacionamento interpessoal;
 é uma escola de aprendizagens: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a
compartilhar e aprender a ser;
 relaciona-se e interage com a comunidade.
1.1.4 - Missão da IES
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG
tem por missão:
“Praticar a educação solidária, possibilitando o acesso de todos ao
Ensino Superior de qualidade e participando, ativamente, de projetos
sociais educacionais e culturais dos setores público e privado, com uma
atuação voltada ao desenvolvimento sustentável e ao atendimento à
comunidade”.
1.1.5 - Breve Histórico da IES
A história da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá –
FACEAG, remonta à história do “Colégio Nogueira da Gama”. A estabilidade e a tradição de nossa
Instituição são resultados das experiências acumuladas numa caminhada de 134 anos dedicados ao
ensino com seriedade e dinamismo.
A história das Faculdades Nogueira da Gama inicia-se em 1880, quando foi fundado pelo idealista e
educador Professor Lamartine Delamare Nogueira da Gama, na capital de São Paulo, o Colégio
Delamare. Este colégio, em dezembro de 1889, pelo Decreto 3.518 foi equiparado ao Ginásio Nacional,
sob a denominação de Ginásio Nogueira da Gama. Mais tarde, em 1893, transferiu-se para cidade de
Jacareí, sob a denominação de Colégio Nogueira da Gama e 27 anos depois (1920), finalmente, o
Ginásio Nogueira da Gama transferiu-se para a cidade de Guaratinguetá.
Comparável às melhores escolas do Estado de São Paulo, tanto na sua parte física, quanto na
qualidade dos seus docentes, oferecia o ensino primário, o secundário e cursos preparatórios. O Dr.
Nogueira da Gama fundou em Guaratinguetá a Escola Técnica de Comércio Antonio Rodrigues Alves e
mais a Caixa Rural. A Caixa era um órgão independente, porém com vistas às experiências e práticas
dos alunos do curso comercial.
Incansável na determinação de possibilitar o acesso do ensino a um número cada vez maior de
pessoas, em 1957, os seus então dirigentes (ex-alunos e professores) senhores José Marcondes
Neves, Edílio Cipro, Mário Galvão de Castro e José Monteiro houveram por bem criar uma sociedade
denominada Organização Guará de Ensino Limitada, com o objetivo de manter, ampliar e garantir o
sucesso da escola fundada pelo educador Professor Lamartine Delamare Nogueira da Gama.
No início da década de 1970 o Ginásio Nogueira da Gama, agora como Colégio, ganhou novas
instalações na Avenida Pedro de Toledo, na Vila Paraíba, e reabriu sob uma nova sociedade
mantenedora, a Organização Guará de Ensino, sem fins lucrativos. A nova instituição tinha como
associados os senhores José Armando Zollner Machado, José Marcondes Neves, Francisco Marcelo
Ortiz Filho, Eduardo Kalil, Rubens Monteiro de Andrade e Sebastião Monteiro Bonato.
Estes associados, imbuídos do mesmo ideário do fundador, Dr. Nogueira da Gama, partiram para um
novo projeto educacional no nível do Ensino Superior, criando inicialmente a Faculdade de Ciências
Econômicas e Administrativas de Guaratinguetá, que começou a funcionar em 1973, com os cursos
de Ciências Econômicas e Administração de Empresa.
Em seguida, março de 1974, implantaram a Faculdade de Educação de Guaratinguetá, com o curso
de Pedagogia e diversas habilitações, sempre perseguindo o ideal maior de formar profissionais hábeis
e competentes para servir ao Brasil e à região onde se encontra inserida.
Para atender às crescentes exigências regionais de mão de obra especializada e formar pessoas para
o mercado de trabalho, a Organização Guará de Ensino foi incorporando novos cursos, novas formas
de organização, novos professores, mestres e doutores e, assim, por demanda e coerência criou, em
dezembro de 1984, o curso de Administração, passando a denominar-se Faculdade de
Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG.
Nesse percurso a Organização Guará de Ensino, trilhando o caminho da qualidade, implantou e
ministrou cursos de Pós-Graduação Lato Sensu nas áreas de Educação e Administração de Empresas,
com o objetivo explícito de promover maior qualificação dos seus docentes, abertos, porém, a
profissionais oriundos de outros estabelecimentos. Por diversas vezes, nos anos seguintes, estes
cursos, em nível de especialização, foram desenvolvidos.
Com todos os seus cursos reconhecidos pelo poder público, com grande cuidado em manter-se
atualizada e eficiente na sua tarefa principal, a Organização Guará de Ensino, recentemente vem se
desdobrando na busca das reformas educacionais dispostas na nova Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional e exigidas pela sociedade globalizada, pós-industrial.
Os desafios são permanentes e é enorme a preocupação da Organização Guará de Ensino em levar
aos seus alunos um ensino moderno, eficiente, voltado para conquistas de melhores posições no
próximo milênio. Para o alcance dessas metas a FACEAG vem, desde a sanção da nova LDB,
permanentemente contratando novos professores e promovendo a sua capacitação, para assim
constituir um corpo docente altamente qualificado, que sirva de justo orgulho para a nossa comunidade
e principalmente para os nossos alunos, honrando, desta forma, a tradicional cultura que Guaratinguetá
sempre ostentou.
O futuro está aberto e maior êxito depende de nossos ideais, projetos, esforços, investimentos, decisões, trabalho. O movimento contínuo de construção da história exigirá de todos nós ousadia, seriedade e criatividade.
No intuito de atender a essas grandes expectativas, a partir de 2013, a Faculdade de Administração,
Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG passou a integrar o Grupo Educacional UNIESP, cuja missão é a educação de qualidade com facilidade de acesso por intermédio dos
programas de a inclusão social, o que é chamado de educação solidária.
A expansão do Grupo Educacional UNIESP vem se consolidando em um curto espaço de tempo com a
implantação de novas unidades e cursos, ou novas incorporações de ensino na macrorregião que
ocupa, o que tem sido um instrumento de fortalecimento do seu papel educativo.
Em quinze anos de existência, a instituição educacional consagrou-se como um polo educacional e
caminha para sua expansão e excelência no ensino. O Grupo Educacional UNIESP lançou a pedra
fundamental da sua primeira instituição de educação, em 1997, na cidade de Presidente Epitácio.
A Faculdade de Presidente Epitácio foi a primeira de muitas outras Instituições de Educação Superior
que vem sendo implantadas ao longo do seu período de existência. Hoje, o Grupo Educacional
UNIESP está presente em mais 56 municípios paulistas, municípios paranaenses, catarinenses,
baianos, mineiros, tocantinenses, cariocas, paraibanos, pernambucanos, goianos e sul-matogrossenses.
O Grupo Educacional UNIESP tem como meta possibilitar a educação para todos, ou seja, fazer com
que qualquer pessoa que não teve a oportunidade de cursar uma Faculdade, devido a dificuldades
financeiras, possa realizar este sonho.
Consolidada numa base humanística e social, o Grupo Educacional UNIESP preza pela educação
solidária. Sendo assim, mantém convênios com empresas, sindicatos, órgãos públicos e entidades
assistenciais, que oferecem a concessão de bolsas de estudos aos conveniados. Em contrapartida,
incentiva as instituições a participarem de projetos sociais promovendo a responsabilidade social, por
meio de atividades solidarias de seus colaboradores.
Essa experiência tem permitindo que ocorra um processo contínuo de aprendizagem institucional, na
medida em que novas competências são incorporadas. É um modo de crescer e se expandir com
segurança, partindo de ativos tangíveis e consolidados para lograr, passo a passo, novas
competências, não colocando em risco a segurança do processo de qualidade do ensino, que é a
tônica da Instituição.
1.2 - Inserção Regional
A instalação, no Brasil, de empresas multinacionais, especialmente a partir da década de 50, e o
crescimento das empresas nacionais e estatais foram responsáveis pelo aumento da demanda por
administradores. Aliado a esse fator, a abundância de postos de trabalho para administradores e a
empregabilidade elevada atraem novos alunos para os cursos de Administração.
Guaratinguetá é um importante centro de comércio e prestação de serviços da região do fundo do Vale
do Paraíba, atraindo pessoas dos municípios vizinhos e do sul de Minas Gerais. É também, a segunda
maior economia e um dos maiores municípios da região com relação à população. Além disso, possui o
melhor índice de distribuição de renda de sua região e baixos índices de criminalidade. Destaca-se,
também, por ser uma das mais industrializadas de sua região e por ter sido pioneira nessa atividade
econômica.
A região de Guaratinguetá, e toda a Região do Vale do Paraíba, possui uma economia diversificada,
com expressiva atuação em indústria, comércio e serviços. Percebe-se uma tendência de crescimento
da economia local, com especial participação do setor industrial. Apesar da indústria dar destaque ao
município, não é ela o setor econômico que mais emprega no município. O setor
de comércio e serviços é o que gera a maior quantidade de empregos para a população. Algumas das
principais empresas da região são: Liebherr, Basf, Tékno, Embraer, AG&C, VW, Yacult, Nexans, Orica,
dentre outras.
Dentre as justificativas contextuais para a oferta do curso de Administração da Faculdade de
Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, destacam-se:
Elevado índice de desenvolvimento econômico, humano, científico e social da região. A geração
e difusão de conhecimentos relacionados à administração de empresas são preponderantes no atual
contexto econômico e globalizado, onde exige-se alta competitividade das organizações, sejam elas
públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos. De acordo com essa perspectiva, este curso contribui
para o desenvolvimento econômico, humano, científico e social da RMVP, que é uma das regiões do
Brasil que possui maior índice de desenvolvimento econômico e elevada densidade populacional.
Formação generalista com vasto campo de atuação. O mercado de trabalho potencial para os
graduados no curso de Administração é amplo devido ao enfoque da formação generalista, sendo
possível atuar nas diferentes áreas de uma organização (pública ou privada), podendo atuar nos
setores de comércio, manufatura ou serviços.
Demanda regional por administradores para atuação em empresas industriais, comerciais e de
serviços. A região de Guaratinguetá e toda a RMVP possui uma economia diversificada, com
expressiva atuação em indústria, comércio e serviços.
Carência de vagas ofertadas para cursos de Administração em instituições públicas que
atendam as demandas da região. As vagas ofertadas por instituições públicas que ofereçam o curso
de Administração não atendem a demanda regional, o que se constitui em excelente oportunidade para
as instituições de ensino superior privadas oferecerem o curso.
Excelente disponibilidade de professores capacitados. O fato de a formação do administrador ser
uma formação generalista, e de a região possuir programas de Pós-Graduação stricto-sensu nas mais
diversas áreas, o corpo docente é altamente qualificado.
Nesse contexto, o curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e
Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG satisfaz as demandas apresentadas, com um modelo de
formação de administradores aptos ao ingresso nas empresas da região e com melhores condições de
competir em uma realidade econômica e globalizada em que vivemos.
1.2.1 - Área de abrangência da Instituição
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG
abrange num raio de 05 km a 70 km, municípios vizinhos como Aparecida, Cunha, Potim, Roseira,
Lagoinha, São Luiz do Paraitinga, Pindamonhangaba, Tremembé, Taubaté, Lorena, Cruzeiro,
Cachoeira Paulista, Canas, Silveiras, Piquete, Campos do Jordão, dentre outras, conforme se observa
no mapa abaixo.
Figura 1 - Municípios do Vale do Paraíba paulista, com a via Dutra em destaque.
1.2.2 - O Município de Guaratinguetá
Guaratinguetá é um município brasileiro do Estado de São Paulo, localizado na região do Vale do
Paraíba, sede de microrregião, uma das subsedes da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e
Litoral Norte e um dos polos sub-regionais do Brasil. Sua microrregião vive um processo de
urbanização e foi elevada a Região Metropolitana. O município é um dos mais importantes do Vale do
Paraíba, possuindo importância turística, industrial e comercial.
Guaratinguetá é diferenciado por sua riqueza histórica, já foi no passado, apelidada de Atenas do Vale
do Paraíba devido ao seu importante peso sócio cultural, principalmente exercido no período de 1920 a
1960. O município, após a instalação da Escola Normal na década de 1920, passou a atrair
professores e estudantes de diversas regiões do estado e de Minas Gerais, o que gerou um grande
crescimento de espaços artísticos, culturais e sociais no município. Possui vários representantes nos
ramos da pintura, poesia e principalmente da música.
O município de Guaratinguetá foi um dos principais municípios produtores de café, além de ter sido
uma das maiores bacias leiteiras do país. Possui, ainda, inúmeros casarões da época colonial, que
contrastam com os prédios e casas da atualidade.
A área urbana do município é praticamente toda em planícies, sendo recortada em alguns bairros por
colinas e morros. O principal rio que recorta o município, o rio Paraíba do Sul, já foi responsável pelo
escoamento da produção de café em tempos anteriores, hoje em dia serve, apenas, para traçar as
divisas políticas administrativas.
O município ganha destaque por ser um importante ponto turístico de caráter religioso, juntamente com
o município vizinho de Aparecida. Juntos, movimentam grande quantidade de turistas durante o ano.
Guaratinguetá, juntamente com os municípios vizinhos Aparecida e Cachoeira Paulista, desenvolveu o
Circuito da Fé, na tentativa de ampliar seu setor turístico. O turismo também vem se diversificando com
o passar do tempo. Hoje apresenta também roteiros turísticos urbanos, históricos e ecológicos.
O município é recortado pela Rodovia Presidente Dutra, sendo esta responsável pela recuperação
econômica de todo o Vale do Paraíba; é recortada também por rodovias como SP-171, que liga
Guaratinguetá ao município de Cunha; SP-62, que liga o município a Lorena; BR-459, partindo de
Lorena, ligando o município ao sul de Minas Gerais, entre outras.
A população é predominantemente branca, sendo os pardos o segundo maior grupo étnico da cidade.
Em números arredondados, os brancos significam 78.622 habitantes (70,15%), os pardos 28.216
habitantes (25,18%), os negros representam 4.603 habitantes (4,11%), amarelos 567 habitantes
(0,51%) e indígenas 64 habitantes (0,06%), num total de 112.072 habitantes.
A taxa de crescimento populacional é de 1,15% 42 ao ano, uma das maiores taxas do Vale do
Paraíba. O maior crescimento da cidade ocorreu entre 1950 e1960, onde a cidade teve um acréscimo
populacional de 22.935 habitantes, já o menor período de crescimento da cidade foi entre 1930
e 1940 onde a população aumentou em apenas 1.671 habitantes.
A população total da cidade, segundo dados do IBGE do ano de 2010 é de 112.072 habitantes. A
estimativa é de que em 2014 a população total da cidade de Guaratinguetá seja de 118.378 habitantes.
A pirâmide etária da cidade de Guaratinguetá segue a tendência da pirâmide etária nacional, com um
estreitamento da base e um alargamento do topo. Isso mostra uma diminuição da taxa de natalidade e
um aumento da expectativa de vida.
Figura 2 - Mapa da cidade de Guaratinguetá.
3 - Na área da saúde
Portadora do segundo melhor IDH do Vale, Guaratinguetá conta com uma ampla rede de saúde e
educação que atende além da população municipal, a população das cidades vizinhas.
Guaratinguetá possui dois hospitais de porte médio-grande, diversos postos e clínicas de saúde. No
centro expandido da cidade temos A "Santa Casa de Misericórdia de Guaratinguetá" e o "Hospital e
Maternidade Frei Galvão". Existe também, na EEAR, o "Hospital da Aeronáutica de Guaratinguetá".
Nos bairros o atendimento é feito nos Postos e Clínicas de Saúde da cidade. Na Zona Sul existe o
CEPOG (Centro Pediátrico e Ortopédico de Guaratinguetá, na Zona Oeste existe também o AME
(Atendimento Médico Especializado), que atende a população da região).
Ao todo, Guaratinguetá possui mais de 40 estabelecimentos de saúde.
Figura 3 - Mapa de IDH da área urbana (Fonte: IPEA DATA)
1.2.4 - Aspectos Educacionais da Região de Guaratinguetá:
Guaratinguetá conta com mais de 67 escolas públicas e particulares. As escolas de Guaratinguetá são
responsáveis por absorver não só os alunos do município, mas os alunos das cidades vizinhas
também. Em Guaratinguetá existe o "Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos
Augusto Patrício Amorim", conhecido também como COTEC/CTIG, pertencente a Faculdade de
Engenharia de Guaratinguetá.
O CTIG é a mais concorrida escola de Guaratinguetá e um dos principais centros de ensino técnico e
médio do Vale do Paraíba. A UNESP tem sede em Guaratinguetá, e por causa da grande e crescente
procura, está aumentando seu espaço físico para poder absorver mais alunos.
A cidade abriga ainda a Escola de Especialistas de Aeronáutica, um dos mais importantes centros de
aviação do país.
Ainda conta com o Ensino Superior Universidade Estadual Paulista (UNESP) – Campus Júlio de
Mesquita Filho. Conhecida como Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá (FEG), se localiza na
Zona Norte da Cidade. Entre os cursos de Graduação se destacam: Engenharia de Materiais, de
Produção Mecânica, Mecânica, Civil, Elétrica e Bacharelado em Física.
Oferece também Pós-Graduação Stricto Sensu (Mestrado e Doutorado) em Engenharia Mecânica,
Produção Mecânica e Física, e cursos de especialização em diversas áreas, como: Gestão da
Produção, Logística Internacional, entre outros.
Também possui a Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá (FATEC) - oferece cursos de Tecnologia
em: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão da Tecnologia da Informação, Gestão Empresarial
(Processos Gerenciais), Gestão Financeira e Logística. Localiza-se na Zona Norte da cidade.
As únicas faculdades particulares de Guaratinguetá são a Faculdade de Educação de Guaratinguetá
(FACEG), com o curso de Pedagogia, e a Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e
Contábeis de Guaratinguetá (FACEAG), com os cursos de Administração e Ciências Contábeis.
Ambas as faculdades são mantidas pela Organização Guará de Ensino (OGE).
1.2.5 - Rodovias
O município é recortado pela Rodovia Presidente Dutra, sendo esta responsável pela recuperação
econômica de todo o Vale do Paraíba; é recortada também por rodovias como SP-171, que liga
Guaratinguetá ao município de Cunha; SP-62, que liga o município a Lorena; BR-459, partindo de
Lorena, ligando o município ao sul de Minas Gerais, entre outras.
1.2.6 - Turismo
O município ganha destaque por ser um importante ponto turístico de caráter religioso, juntamente com
o município vizinho de Aparecida. Juntos, movimentam grande quantidade de turistas durante o ano.
Guaratinguetá, juntamente com os municípios vizinhos Aparecida e Cachoeira Paulista, desenvolveu o
Circuito da Fé, na tentativa de ampliar seu setor turístico. O turismo também vem se diversificando com
o passar do tempo, o município hoje, apresenta também roteiros turísticos Urbanos, Históricos e
Ecológicos.
Na Região da Serra da Mantiqueira, como mostra a figura 4, localizam-se o bairro de Pedrinhas,
Taquaral, Gomeral e Pilões, já na região de domínio da Serra Quebra-Cangalha, localiza-se o bairro da
Rocinha. Uma região rica em recursos naturais como rios, cachoeiras, florestas de altitude e
remanescentes da Mata Atlântica, propiciando a existência de diversas trilhas e observação da flora e
fauna.
Figura 4 – Região da Serra da Mantiqueira, no município de Guaratinguetá.
Bairros do Taquaral, Gomeral e Pedrinhas.
Figura 5 – Frei Galvão
Figura 5 - Igreja Matriz de Santo Antônio
Guaratinguetá é o local de nascimento de Frei Antônio de Sant’Ana Galvão (Figura 5), o primeiro Santo
Brasileiro. É uma das mais belas cidades do Vale do Paraíba Histórico.
A Figura 6 mostra a vista frontal da Matriz de Santo Antônio, onde Frei Galvão realizou a sua primeira
missa.
Rica em monumentos do período colonial, construídos no ápice do ciclo cafeeiro, oferece aos turistas
passeios que misturam religiosidade e cultura.
1.3 - Contextualização do Curso
O curso de Administração visa à formação de profissionais capacitados a responder às rápidas
mudanças, líderes de grupos de trabalho educados com ênfase na atuação junto às pequenas e
medias empresas, pois estas representam a maioria das organizações sediadas no entorno da
Faculdade. O curso se propõe a atender a realidade do ambiente empresarial e, simultaneamente,
promover as mudanças reclamadas no campo da Administração. Estas ações, certamente,
redundariam na melhoria da oferta de empregos e de renda para a comunidade, uma vez que estão
sendo inseridos profissionais capacitados à disposição das organizações da região.
Observa-se, nesse sentido, que as organizações necessitam não só de um único administrador, mas,
sim, de vários desde o âmbito de execução à cúpula da gestão organizacional. Outra consideração
importante diz respeito à formação dos profissionais da Administração, que devem ser generalistas,
como recomendado pela Comissão de Especialistas de Ensino de Administração –
CEEAD/SESU/MEC. Eles devem atuar como agentes de mudanças, estar apto a gerir os mais
diferentes sistemas organizacionais, com espírito empreendedor. O atendimento a esse pressuposto
resulta, inquestionavelmente, na adequação da qualidade do profissional formado.
Adicionalmente, deve ser considerado também o grande número de micros, pequenas e médias
empresas carentes, na sua maioria, de técnicas administrativas e de gestão mais elaborada. Os
problemas e dificuldades que elas enfrentam podem ser em sua maioria, sanados por profissionais
devidamente preparados para compreender as suas características e necessidades, orientando-as com
relação ao desenvolvimento e manutenção num mercado cada vez mais competitivo e globalizado.
O curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de
Guaratinguetá - FACEAG visa contemplar os objetivos propostos mediante a oferta de disciplinas
especificamente desenhadas para contemplar esses segmentos da economia nacional como, por
exemplo, Empreendedorismo, Gestão de Pequenas e Médias Empresas, Planejamento Estratégico,
Plano de Negócios, Gestão Estratégica de Pessoas, Administração da Produção e Operações e Gestão
da Produção Logística”, entre outras. Espera-se assim, contribuir de maneira significativa para o
atendimento das demandas do mercado de trabalho.
Esses procedimentos podem ser divididos em duas situações: de um lado, a efetiva abertura de
promissores horizontes, onde o administrador por meio do conhecimento adquirido e de sua formação
adequada estará apto para enfrentar os desafios do mercado de trabalho; e de outro, as empresas que
poderão contar com os profissionais perfeitamente capacitados para suprir as suas necessidades.
Conforme mencionado, é importante destacar a enorme potencialidade empresarial e populacional da
região onde se situa o curso. A concentração de micros, pequenas e médias empresas e a grande
demanda motivada a oferecer o curso de Administração contribuem de forma marcante para o perfeito
entrosamento entre a instituição e a sociedade, da mesma forma que a interação entre profissional e o
mercado de trabalho.
A instituição implantou o Curso de Administração, atendendo a região onde o curso está instalado, com
o objetivo de contribuir com a juventude da região, que necessita, rapidamente, preencher as vagas
das repartições públicas, dos estabelecimentos comerciais, das indústrias, dos transportes, das
comunicações, dos serviços e demais atividades que necessitam de pessoal altamente qualificado para
as suas atividades estruturais no campo administrativo.
1.3.1 - Concepção do Curso
O Curso de Administração está organizado com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais e pautado
por uma visão interdisciplinar que concebe sua organização didático-pedagógica a partir da aplicação
dos saberes e da percepção da complexidade da realidade. Propõe ainda novas dimensões para o
Bacharel em Administração fundamentadas em princípios coerentes aliando a aptidão com as
mudanças e com a responsabilidade social, tendo em vista as exigências tecnológicas, econômicas e
sociais.
O mercado de trabalho exige um novo profissional habilitado para atuar em atividades de diferentes
áreas, com sólida formação, amplitude de conhecimentos e informações, habilidades e atitudes éticas.
Assim, um profissional de administração com esse perfil e com sólidos conhecimentos dos elementos
tecnológicos na área está apto, para atuar nas diferentes organizações, utilizando-se dos saberes
construído.
A proposta do curso passa por uma concepção que legitima uma integração entre teoria e prática, ação
e reflexão, indivíduo e coletividade. Contempla a aquisição e a participação do saber como uma ação
cultural, resultante da interação de indivíduos e cidadãos, com vistas a preparar o aluno para o campo
de trabalho, dentro de princípios sociais de ética e moral.
1.3.2 - Dados Gerais do Curso de Administração
O Projeto Pedagógico do curso segue as diretrizes lançadas pela instituição de ensino superior, assim
como as políticas e legislação governamentais, entre outros documentos. Por esse motivo, o projeto
deve refletir a missão, objetivos e a forma como pretende interagir e contar com a sociedade para
atender às suas necessidades educacionais, compreendendo suas características socioculturais. O
título concedido ao concluinte deste Curso é de Bacharel em Administração.
Denominação:
Dados Gerais
Autorização pelo Decreto Federal n° 72.901, de
10/10/1973, publicado no DOU do dia 11/10/1973,
Reconhecimento pelo Decreto Federal n° 80.031, de
Atos Legais:
27/07/1977, publicado no DOU do dia 28/07/1977 e
Renovação de Reconhecimento pela Portaria n° 1770,
de 16/12/1999, publicado no DOU do dia 17/12/1999.
Total de vagas anuais:
150
Número de alunos por turma:
50
Turnos de funcionamento:
Noturno
Regime de matrícula:
Seriado Semestral
A carga horária total corresponde a 3.000 h/relógio,
assim distribuídas:
Carga horária total:
2.500 hs/relógio de Disciplinas Curriculares
200 hs/relógio - Atividades Complementares
300 hs/relógio - Estágio Supervisionado
Integralização da carga horária do
Limite Mínimo: 08 semestres
curso: limite mínimo e máximo:
Limite Máximo: 12 semestres
1.3.3 - Políticas Institucionais no âmbito do curso
A Instituição, como um todo, busca, de forma integrada e coerente, a realização concreta dos objetivos
descritos no Regimento Interno, no Plano de Desenvolvimento Institucional, no Projeto Pedagógico
Institucional e nos Projetos dos Cursos - PPCs que abordam as políticas institucionais, destacando-se
as políticas de ensino, pesquisa e extensão:
Ensino: Propiciar ao aluno uma formação global que lhe permita construir competências, hábitos,
habilidades e atitudes de forma crítica e criativa, como pessoa e como cidadão, qualificando-o
profissionalmente, tornando-o ciente de suas responsabilidades, usando para isso os recursos do
conhecimento em seus vários níveis e modalidades, além das vivências e intervenções em realidades
do seu cotidiano próximo ou remoto;
Pesquisa: Desenvolver o gosto pela pesquisa, a ação criadora, responsável e ética, a partir de uma
postura de investigação, reflexão, de curiosidade perante o novo e o diferente, buscando novos
conhecimentos e procedimentos que possam complementar e estimular o ensino-aprendizagem a
alcançar graus mais elevados de excelência e melhorar a qualidade de vida da população envolvida;
Extensão: Integrar de forma efetiva e permanente, as atividades de extensão às suas propostas de
ensino e de pesquisa para que possam corresponder às necessidades e possibilidades da instituição
envolvida, da realidade local e regional e da sociedade como um todo, unindo por objetivos comuns as
suas comunidades interna e externa com benefício para ambas.
O Projeto Pedagógico do Curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências
Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG mantém articulação com o Projeto
Pedagógico Institucional (PPI) e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), atendendo às políticas
voltadas à graduação, buscando a qualificação, a dinamização, a diversificação e a ampliação de
oportunidades que resultem na melhoria da qualidade acadêmica e de sua contribuição ao
desenvolvimento científico, tecnológico e social na região de abrangência.
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG,
para atender de modo cada vez mais satisfatório à realidade social e profissional, local e regional,
pretende trabalhar com currículos flexíveis, possibilitando aproveitamento de estudos e de
competências, bem como a inserção do aluno na vida profissional, enquanto dá continuidade à sua
formação acadêmica de forma a:






Priorizar a integração do ensino, da pesquisa e da extensão;
Oferecer estímulos para permanência de seus alunos, oferecendo atendimento psicopedagógico, nivelamento e bolsas de estudo.
Priorizar a formação de profissionais e cidadãos socialmente responsáveis e empreendedores nas diferentes áreas do conhecimento, aptos à participação no desenvolvimento da sociedade em que interagem;
Estabelecer áreas preferenciais para o desenvolvimento de cursos, orientando-os para responder às demandas do mercado de trabalho local, regional e nacional;
Aprimorar a qualidade do estudante universitário, na sua formação científica, que reflita no
preparo profissional, capacitado a enfrentar os desafios da sociedade contemporânea;
Implementar ações que contribuam para o desenvolvimento social e para o desenvolvimento
da investigação científica e tecnológica.
O Curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de
Guaratinguetá - FACEAG proporciona ao aluno, além da sua formação técnico-profissional, sua
formação como cidadão participativo.
A Faculdade adota ainda um processo de gestão democrática de sua estrutura garantindo a
participação de representantes de diferentes segmentos no processo das decisões, oportunizando
assim iniciativas, decisões e ações coletivas e organizadas.
De acordo com o Regimento Interno da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e
Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, cabe, em conjunto com a direção da Faculdade, com o
Conselho Superior, com o Coordenador e o Colegiado de Curso e NDE (Núcleo Docente Estruturante)
a gestão, e a articulação com as demais instâncias acadêmico-administrativas da IES, visando a
realização dos objetivos do curso em consonância com a finalidade da Instituição.
As políticas da tecnologia da informação implantadas na Faculdade estão diretamente ligadas ao
ensino, pesquisa e extensão, funcionando como facilitadores do processo ensino aprendizagem.
A política de Recursos Humanos valoriza o desenvolvimento das relações harmônicas entre os
integrantes de sua comunidade acadêmica. A instituição adotando o estímulo à criatividade e à
participação de docentes e não docentes em todas as atividades da instituição, o incentivo e apoio à
produção científica e às iniciativas individuais ou de setores administrativos ou acadêmicos; a
capacitação docente e/ou técnico-profissional; o aprimoramento das condições de trabalho, com a
preocupação constante da atualização salarial de todos os colaboradores; e a busca permanente de
elevados padrões éticos para o desempenho profissional de docentes e não docentes, com objetivo
que esta política reflita no bom desempenho das atividades docentes e não docentes, visando a
qualidade no ensino.
A prática das Políticas Institucionais e sua articulação refletem, na realidade, o previsto nos
documentos oficiais da Faculdade, pois a Instituição busca, de forma integrada e coerente, a realização
concreta dos objetivos.
1.3.4 - Premissas Legais do Projeto Pedagógico
O Projeto Pedagógico do Curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências
Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, observados os preceitos da Lei de Diretrizes
e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), foi concebido com base no Parecer CES/CNE
134/2003, aprovado em 04/06/2003 referente as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de
Graduação em Administração; a Resolução 1/2004; a Resolução 04, de 13/07/2005 e o parecer
CES/CNE 23/2005 aprovado em 03/02/2005, que retifica a Resolução 01/2004. O curso tem como
bases legais a legislação educacional brasileira em vigor e a legislação específica sobre o
Administrador (áreas de atuação, código de ética, e outros documentos).
O Projeto Pedagógico do Curso de Administração atende o disposto na Resolução n°2/2007, que
dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
Atende ainda ao disposto no Decreto nº 5.626/2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de
2002, que dispõe sobre o Ensino da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e ao Decreto nº 5.296/2004,
que dispõe sobre as condições de acesso para portadores de necessidades especiais; à Lei nº 9.795,
de 27 de abril de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002, que estabelecem as Políticas de
Educação Ambiental; e a Resolução CNE/CP nº 01, de 17 de junho de 2004, que estabelece as
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Atualmente, está considerando também, as Diretrizes
Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme disposto no Parecer CNE/CP n° 8, de
06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP nº 1, de 30/05/2012.
O PPC de Bacharelado em Administração está ainda em consonância com o Projeto Pedagógico
Institucional – PPI e com o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI da Faculdade de
Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG.
1.3.5 - Missão do Curso
O Curso de Administração propicia condições facilitadoras para que o Bacharel em Administração,
formado pela Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá FACEAG esteja preparado para assumir a realidade das atividades do segmento, tendo atitudes e
procedimentos norteados pelos seguintes parâmetros:
 Dirigido para atividades globais (preparado para os negócios, independentemente do nível de
atuação geográfica);
 Conhecimento amplo do mercado (apoiado em informações e estatísticas);
 Competitivo (apoiado no saber e conhecedor das necessidades e do ambiente);
 Responsabilidade integral (dirigido para a satisfação total do cliente, respeitando a ética e o
meio ambiente).
O projeto pedagógico é flexível o suficiente para o desenvolvimento das competências específicas dos
alunos, respeitando as especificidades da Instituição e necessidades da região. Sendo assim, pode-se
destacar como missão do curso:
“Desenvolver administradores capacitados para atuar na ciência da
Administração com competência, integridade, domínio das técnicas,
normas, princípios e práticas de Administração, com senso crítico, visão
global de negócios, diferenciais humanísticos, sociais e éticos, por meio
de um currículo interdisciplinar que proporcione a integração entre teoria
e prática “.
Por essa razão, a vocação do Curso de Administração é formar um profissional que saiba identificar,
mensurar, analisar e interpretar adequadamente os diversos modelos de gestão empresarial a partir da
utilização correta da linguagem administrativa, auxiliando o processo decisório nas organizações
públicas e privadas, e, sobretudo, com disposição para enfrentar desafios na sua profissão.
1.3.6 - Objetivos do Curso
1.3.6.1 - Objetivo Geral
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG
propõe para o seu curso de Administração, considerando as tendências do mercado de trabalho, os
seguintes objetivos:
• formar bacharéis em administração ágeis, críticos e criativos, para enfrentar a competitividade do
mercado de trabalho, competentes e compromissados, propiciando-lhes o exercício consciente da
cidadania solidária, a possibilidade de contribuírem para o processo de humanização das relações
sociais;
• formar profissionais com espírito empreendedor, compromisso ético, visão do contexto social e clara
percepção de modernidade, aptos para atuarem na gestão das diferentes organizações da sociedade
de hoje e do futuro ou na prestação de serviços;
• propiciar estudos aprofundados na ciência e na arte da administração, qualificando academicamente
para as atividades próprias dos administradores inseridos na sociedade contemporânea;
• capacitar profissionais nos processos de administração de organizações para uma compreensão
crítica e sistêmica da realidade brasileira e internacional, refletindo sobre as condicionantes
econômicas e políticas que direcionam as empresas e seus profissionais, nas múltiplas relações
funcionais que estabelecem;
• possibilitar a formação do administrador capaz de aliar competência técnica, compromisso político,
disciplina democrática e contribuir para a transformação do meio social onde atua;
• contribuir para que os profissionais de administração construam sua competência para produções
científicas de qualidade e relevância e para efetivação de atividades de extensão com excelência, que
atendam às reais necessidades da comunidade e estimulem seu crescimento técnico e cultural;
• capacitar profissionais na área de Administração para que possam auto motivar-se e auto realizar-se
a partir de uma ação gerencial, holística e interdisciplinar;
• qualificar profissionais para atuar na administração das complexas organizações da sociedade atual e
futura ou na prestação de serviços.
• instrumentalizar os futuros gestores para administrar empresas através de uma visão sistêmica dos
negócios empresariais;
• formar administradores microempresários, consultores, assessores, técnicos para atuação em áreas
específicas da administração em entidades diferenciadas
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG
procura manter um estreito relacionamento com a comunidade, com o intuito de facilitar a inclusão
profissional e social do egresso.
1.3.6.2 - Objetivos Específicos
 Fornecer uma sólida fundamentação humanística-técnico-científica orientada à compreensão
dos conceitos da Administração Geral enquanto base da estrutura empresarial.
 Relacionar conceitos e fatos históricos para compreender o panorama sócio econômico atual,
suas necessidades e prioridades.
 Estabelecer conexões entre o passado e o presente da sociedade sob o ponto de vista econômico a fim de compreender a evolução dos conceitos e das práticas administrativas.
 Estimular a pesquisa constante para a ampliação de perspectivas e abordagens dentro dos vários processos administrativos.
 Favorecer condições para que o aluno atue como profissional capaz de interpretar, e interagir
numa determinada realidade.
 Proporcionar uma formação crítica e reflexiva que lhe dê condições de exercer a liderança, de
apresentar capacidade de decisão, de definir soluções em sua futura atividade de administrador.
 Propiciar que nossos formandos atuem em empresas públicas e privadas de qualquer natureza
ou porte em todas as atividades administrativas.
1.3.7 - Perfil Profissional do Egresso
O Currículo do Curso de Administração propicia a formação de profissionais socialmente responsáveis
e competentes para participarem das organizações, cujo perfil desejado está de acordo com as
diretrizes curriculares nacionais do curso de Graduação, conforme Resolução nº 4 de 13 de julho de
2005, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação.
O Curso de Bacharelado em Administração busca ensejar condições para que o Administrador esteja
capacitado a compreender as questões científicas, técnicas, sociais, econômicas e financeiras, em
âmbito nacional e internacional nos diferentes modelos de organização. Assegurando conhecimento
sobre inovações tecnológicas e instrumentalizando a capacidade critico-analítica através da tecnologia
da informação.
Nesse sentido, o curso deve formar profissionais aptos a atuar num mercado altamente competitivo e
em constante transformação, cujas opções possuem um impacto profundo na vida social, econômica e
no meio ambiente das sociedades.
Prevê-se uma formação ao mesmo tempo generalista – no sentido tanto de conhecimentos com uma
ampla visão de mundo quanto especializada com conhecimentos profissionais adequados para atender
às demandas de empregos na região.
O Projeto contempla as relações entre o conhecimento teórico e as exigências da prática cotidiana da
profissão. Para tanto, o curso oferece aos alunos oportunidades de exercer e aperfeiçoar seus
conhecimentos na busca de métodos e técnicas para o melhor atendimento aos clientes, o eficiente
desenvolvimento de produtos, a operação e gestão responsáveis no mercado e o planejamento das
atividades. Isto ocorrerá mediante um processo de aprendizagem que envolva, paulatinamente, todos
os níveis de complexidade organizacional.
O projeto leva em conta o fato de que, o sucesso profissional do Bacharel em Administração dependerá
da solidez da formação técnica e teórica, mediante ampla formação cultural (vertical e horizontal),
adquiridas no curso de graduação, mas também em grande medida da capacidade de “auto gerir seu
conhecimento”. Pretende-se, dessa forma, que o egresso do curso seja dotado de características
básicas, tais como:
 responsabilidade social e ética profissional;
 formação humanística, que o habilite a compreender o meio social, político, econômico e
cultural no qual está inserido,
 tomar decisões eficazes num mundo diversificado e em constante transformação:
 visão global, para entender de maneira ampla e plena o contexto no qual a organização está
inserida;
 formação técnica e científica, que o habilite a atuar na administração das organizações, a
desenvolver atividades específicas da prática profissional;
 capacidade de atuar de maneira integrada nos diversos níveis da estrutura organizacional;
 capacidade de compreender as necessidades de aperfeiçoamento profissional constante;
 autoconfiança para desempenhar as suas funções de maneira efetiva;
 expressar-se com clareza e de modo crítico e criativo;
 liderança e capacidade para lidar com pessoas de maneira efetiva;
 capacidade para utilizar da melhor forma possível os recursos financeiros, materiais e
patrimoniais;
 compreensão da administração de maneira sistêmica, integrada e estratégica, e de suas
relações com o meio ambiente;
 visão holística, além de integrar o ambiente interno e externo;
 iniciativa, rapidez e flexibilidade na tomada de decisões;
 capacidade de planejamento e desenvolvimento da própria carreira profissional;
 capacidade para conciliar sua função de especialista com uma visão generalista, que possibilite
entender a administração da organização como um todo;
 capacidade empreendedora, tanto internamente quanto externamente organização;
1.3.8 - Competências, Habilidades e Atitudes
O Curso de Administração tem como objetivo contribuir para a formação do perfil do profissional,
possibilitando o emprego das seguintes competências e habilidades:
 Reconhecer e definir problemas, interpretar soluções, pensar estrategicamente, introduzir
modificações no processo produtivo, atuar de forma preventiva transferindo conhecimentos e
atuando nos diferentes graus de complexidade no processo da tomada de decisão;
 Desenvolver comunicação compatível com o exercício profissional, inclusive em negociações e
comunicações entre pessoas ou grupos;
 Refletir e atuar criticamente sobre áreas de produção, entendendo sua posição e função na
estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento;
 Ter raciocínio lógico, crítico e analítico para operar com valores e formulações matemáticas
administrativas e de controle, bem assim expressando-se de modo eficiente diante dos
diferentes contextos organizacionais e sociais;
 Ter iniciativa, criatividade, determinação, administrativa, condições de aprendizado, abertura
aos conceitos de qualidade e das implicações éticas do seu exercício profissional;
 Transferir conhecimentos da vida e da experiência para o ambiente de trabalho e do seu
campo de atuação profissional, em diferentes modelos organizacionais, adaptando-se a vida
profissional;
 Desenvolver capacidade para elaborar, implementar e consolidar projetos em organizações; e
 Desenvolver capacidade para realizar consultoria em gestão e administração, pareceres e
perícias administrativas, gerenciais, organizacionais, estratégicos e operacionais.
1.4 - Estrutura Curricular
1.4.1 - Matriz Curricular do Curso de Administração
Carga Horária Semestral
Componente Curricular
CH
Semanal
1º SEMESTRE
Linguagem e Interpretação de Texto
4
Contabilidade I
4
Economia
4
Matemática
4
Teoria Geral da Administração I
4
PI: Cidadania e Responsabilidade Social I
SUBTOTAL
20
CH
Semestral
Total
Hora
Relógio
80
80
80
80
80
80
80
80
80
80
66,66
66,66
66,66
66,66
66,66
60
400
400
393.3
Carga Horária Semestral
Componente Curricular
CH
Semanal
2º SEMESTRE
4
Contabilidade II
Direito Empresarial
4
2
Filosofia
2
Sociologia
Tecnologia da Informação
4
4
Teoria Geral da Administração II
PI: Cidadania e Responsabilidade Social I
SUBTOTAL
20
CH
Semestral
Total
Hora
Relógio
80
80
40
40
80
80
80
80
40
40
80
80
66,66
66,66
33,33
33,33
66,66
66,66
60
400
400
393.3
Carga Horária Semestral
Componente Curricular
CH
Semanal
3º SEMESTRE
Contabilidade e Gestão Estratégica de Custos
4
Organização, Sistemas e Métodos
4
Estatística e Probabilidade
4
Ética e Responsabilidade Social
2
Psicologia Organizacional
2
Matemática Financeira
4
PI: Cidadania e Responsabilidade Social I
SUBTOTAL
20
CH
Semestral
Total
Hora
Relógio
80
80
80
40
40
80
80
80
80
40
40
80
66,66
66,66
66,66
33,33
33,33
66,66
60
400
400
393.3
Carga Horária Semestral
Componente Curricular
CH
Semanal
4º SEMESTRE
Sistemas de Informação Gerencial
2
Administração Financeira e Orçamentária I
4
Gestão Estratégica de Marketing
4
Legislação Tributária e Fiscal
2
Legislação Trabalhista e Previdenciária
2
Gestão Estratégica de Pessoas
4
Empreendedorismo, Criatividade e Inovação
2
PI: Cidadania e Responsabilidade Social I
SUBTOTAL
20
CH
Semestral
Total
Hora
Relógio
40
80
80
40
40
80
40
40
80
80
40
40
80
40
33,33
66,66
66,66
33,33
33,33
66,66
33,33
60
400
400
393.3
Carga Horária Semestral
Componente Curricular
CH
Semanal
CH
Semestral
Total
Hora
Relógio
40
40
33,33
4
80
80
66,66
4
4
2
2
80
80
40
40
80
80
40
40
18
360
360
66,66
66,66
33,33
33,33
60
360
5º SEMESTRE
2
Administração Mercadológica
Análise Estratégica de Finanças e
Investimentos
Gestão de Produção Logística
Administração Financeira e Orçamentária II
Fundamentos de Comércio Exterior
Projeto Interdisciplinar: Plano de Negócios
PI: Cidadania e Responsabilidade Social V
SUBTOTAL
Carga Horária Semestral
Componente Curricular
CH
Semanal
CH
Semestral
Total
80
40
80
80
40
40
80
40
80
80
40
40
360
360
6º SEMESTRE
Desenvolvimento Organizacional
4
Projeto Interdisciplinar: Práticas Empresariais
2
Administração de Materiais
4
Planejamento Estratégico Organizacional
4
Administração da Produção e Operações
2
Optativa I
2
PI: Cidadania e Responsabilidade Social VI
SUBTOTAL
18
Hora
Relógio
66,66
33,33
66,66
66,66
33,33
33,33
60
360
Carga Horária Semestral
Componente Curricular
CH
Semanal
CH
Semestral
Total
80
80
40
80
40
40
80
80
40
80
40
40
360
360
7º SEMESTRE
Tópicos Especiais em Administração I
4
Gestão de Análise de Projetos
4
Gestão da Qualidade e Produtividade
2
Administração de Empresas e Serviços
4
Optativa II
2
Pesquisa em Administração
2
PI: Cidadania e Responsabilidade Social VII
SUBTOTAL
18
Hora
Relógio
66,66
66,66
33,33
66,66
33,33
33,33
60
360
Carga Horária Semestral
Componente Curricular
CH
Semanal
CH
Semestral
Total
80
80
40
80
40
80
80
40
80
40
320
320
8º SEMESTRE
Tópicos Especiais em Administração II
4
Administração de Negócios Internacionais
4
Gestão de Pequenas e Médias Empresas
2
Mercado de Capitais
4
Estudo da Realidade Contemporânea
2
PI: Cidadania e Responsabilidade Social VIII
SUBTOTAL
16
Hora
Relógio
66,66
66,66
33,33
66,66
33,33
60
326.64
RESUMO DAS ATIVIDADES
CONTEÚDOS
Carga horária das Disciplinas Curriculares
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares
PI: Cidadania e Responsabilidade Social
TOTAL GERAL
Carga Horária
H/aulas = 50
Min.
3000
360
240
400
4.000
Carga Horária
H/relógio = 60
Min.
2500
300
200
480
3480
DISCIPLINAS OPTATIVAS
DISCIPLINAS
Libras
Gestão Empresarial Sustentável
Comunicação Empresarial
Negociação
CH
Semanal
2
2
2
2
CH
Semestral
40
40
40
40
1.4.2 - Conteúdos Curriculares
Ementário e Bibliografia
1° semestre
DISCIPLINA: LINGUAGEM E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO – CH 80 H/A
Ementa: Interpretação de textos orais, escritos e produção de textos, com enfoque nas questões
ambientais e sustentabilidade. Conceitos dos gêneros textuais. compreensão das estruturas da língua
e seus desdobramentos no uso cotidiano da mesma.
Bibliografia Básica:
GUIMARÃES, Thelma de Carvalho. Comunicação e Linguagem. Pearson, 2012. Virtual
DIDIO, LUCIE. Leitura e Produção de Textos. São Paulo: Atlas, 2013.
MEDEIROS, João Bosco. Comunicação Empresarial. Atlas. 2014.
TERCIOTTI, Sandra Helena; MACARENCO, Isabel. Comunicação Empresarial na Prática. 3ª ed.
São Paulo: Saraiva, 2013.
Bibliografia Complementar:
CAVALCANTE, Mônica Magalhães. Os Sentidos do Texto. Contexto, 2012. Virtual
DUARTE, Sérgio Nogueira. Língua Viva - 1: uma análise simples...Rio de Janeiro: Rocco, 2000.
DUARTE, Sérgio Nogueira. Língua Viva - 2: uma análise simples...Rio de Janeiro: Rocco,2000.
FIORIN, José Luiz. Para Entender o Texto. São Paulo: Ática, 2002.
CHAVES, Maria D. G. Manual Prático de Redação Empresarial. Edifieo. 2012.
DISCIPLINA: CONTABILIDADE I – CH 80 H/A
Ementa: Definição de Contabilidade. Campo de aplicação da contabilidade. Técnicas contábeis.
Aspectos legais e normativos da contabilidade. Dinâmica patrimonial. Procedimentos contábeis.
Balanço patrimonial e demonstração de resultados. Operações financeiras. Aspectos fiscais.
Demonstrações contábeis. Análise das demonstrações contábeis. Fatos Contábeis. Lançamentos.
Balanço patrimonial.
Bibliografia Básica:
MÜLLER, Aderbal Nicolas. Contabilidade Introdutória. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual
SANTOS, José L. S. et.al. Contabilidade Geral. 4ªed. Atlas, 2014
EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. Contabilidade Introdutória (livro texto). 11ªed. Atlas, 2010
RIBEIRO, Osni M. Contabilidade Geral Fácil. 9ªed. Saraiva, 2013
Bibliografia Complementar:
MÜLLER, Aderbal Nicolas. Contabilidade Básica: fundamentos essenciais. Pearson Prentice Hall,
2007. Virtual
MARTINS, Eliseu. Analise Didática das Demonstrações Contábeis. Atlas. 2014.
MONTORO, Eugenio. Contabilidade Geral e Análise de Balanços. Saraiva. 2014.
MORANTE, Antonio Salvador. Contabilidade: Noções para Análise de Resultados e Balanço
Patrimonial da Empresa. Atlas. 2012
DISCIPLINA: ECONOMIA – CH 80 H/A
Ementa: Ciência Econômica: objetivos e história. Economia como ciência social. Sistema econômico.
Agentes econômicos. Tríade básica dos problemas econômicos. Sistema de trocas. Fundamentos
distributivos. Estruturas e mecanismos de mercado. Sistema de trocas internacionais. Conceitos
básicos de microeconomia. Introdução à microeconomia. Relações econômicas internacionais.
Fundamentos da análise macroeconômica. Modelos macroeconômicos. Demanda efetiva.
Bibliografia Básica:
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Economia. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual
MANKIW, N. Gregory. Introdução a Economia. 6ªed. Cengage, 2013
VASCONCELLOS, Marco A. S. Fundamentos de Economia. Saraiva, 2012.
BLANCHARD, Oliver.Macroeconomia.5a.ed.São Paulo: Printece Hall, 2011.
PINDYCK, Robert; RUBINFEL, Daniel. Microeconomia.8ª.ed.São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2013.
Bibliografia Complementar:
SINGER, Paul. O que é Economia, 7 ed. Contexto, 2012. Virtual
GREMAUD, A. P., VASCONCELLOS, M.A.S., TONETO, R. Jr. Economia Brasileira Contemporânea.
7.ed.São Paulo: Atlas, 2012.
LEITE, Antonio Dias. A Economia Brasileira – de onde viemos e onde estamos. Rio de Janeiro:
Campus, 2004.
LANZANA, Antonio E. Economia Brasileira - fundamentos e atualidade. 4ªed. Atlas, 2012
DISCIPLINA: MATEMÁTICA – CH 80 H/A
Ementa: Noções básicas de cálculos numéricos. Conjuntos. Conjuntos numéricos. Relações e funções.
Matrizes, determinantes e sistema linear. Princípios básicos para introdução ao limite de funções
(fatoração, potenciação e radiciação). Limites de funções. Derivadas de funções.
Bibliografia Básica:
BONAFINI, Fernanda Cesar (org.). Matemática. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os Cursos de Economia, Administração E
Ciências Contábeis Vol.1 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MUROLO, Afrânio; BONETTO, Giácomo. Matemática Aplicada a Administração, Economia e
Contabilidade. São Paulo: Pioneira Thomson, 2011.
TAN. S. T. Matemática Aplicada a Administração e Economia. 3ªed. Cengage, 2014.
Bibliografia Complementar:
JACQUES, Ian. Matemática Para Economia e Administração. 6.ed. Pearson Prentice Hall, 2010.
Virtual
SILVA, Sebastião Medeiros Da; SILVA, Ermes Medeiros Da; SILVA, Elio Medeiros Da. Matemática
Básica para Cursos Superiores. São Paulo: Atlas, 2010.
BONORA JR., Dorival. Matemática: Complementos e Aplicações nas Áreas de Ciência Contábeis,
Administração e Economia. 5ªed. São Paulo: Ícone, 2010.
SHITSUKA, Ricardo. Matemática Aplicada – Coleção Eixos. São Paulo: Érica, 2014.
DISCIPLINA: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I – CH 80 H/A
Ementa: Bases históricas. Abordagens: clássica, humanista, comportamental, organizacional,
sistêmica e contingencial. Formas de gestão participativa. Princípios da administração.
Bibliografia Básica:
SOBRAL, Felipe; AlketaPeci. Fundamentos de Administração. Pearson Education do Brasil, 2012.
Virtual
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a Teoria Geral da Administração. 9.ed. Manole, 2014.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru Maximiano. Introdução à Administração. 8ª ed. São Paulo: Atlas,
2011.
OLIVEIRA, Djalma de P. Teoria Geral da Administração - uma abordagem prática. 3ªed. Atlas, 2012
Bibliografia Complementar:
CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. 5ª.ed. Monole, 2014. Virtual
CARNEIRO, MURILO. Administração de Organizações. Atlas, 2012.
ZACARO, C.H. A Arquitetura das Organizações Aprendentes. São Paulo.Cabral, 2002.
RODRIGUEZ, Martius V. Administração – Elementos Essenciais para a Gestão das Organizações.
2ªed. Atlas, 2014.
DISCIPLINA: CONTABILIDADE II – CH 80 H/A
Ementa: Fatos contábeis. Operações com mercadorias. Critérios de avaliação dos estoques.
Operações financeiras. Folha de pagamento. Depreciação, amortização e exaustão. Contabilidade e
aspectos fiscais. Demonstrações contábeis. Análise das demonstrações contábeis.
Bibliografia Básica:
MÜLLER, Aderbal Nicolas. Contabilidade Introdutória. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual
SANTOS, José L. S. et.al. Contabilidade Geral. 4ªed. Atlas, 2014
EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. Contabilidade Introdutória (livro texto). 11ªed. Atlas, 2010
RIBEIRO, Osni M. Contabilidade Geral Fácil. 9ªed. Saraiva, 2013
Bibliografia Complementar:
CHING, Hong Yuh; Fernando Marques e Lucilene Prado. Contabilidade & Finanças: para não
especialistas, 3 ed. Pearson Prentice Hall, 2010. Virtual
MARTINS, Eliseu. Analise Didática das Demonstrações Contábeis. Atlas. 2014.
MONTORO, Eugenio. Contabilidade Geral e Análise de Balanços. Saraiva. 2014.
MORANTE, Antonio Salvador. Contabilidade: Noções para Análise de Resultados e Balanço
Patrimonial da Empresa. Atlas. 2012.
DISCIPLINA: DIREITO EMPRESARIAL – CH 80 H/A
Ementa: Conceito de Direito. Divisão do Direito: Público e Privado. Vigência das normas jurídicas no
tempo e no espaço. Sujeitos de Direito: pessoas naturais e pessoas jurídicas. Direitos Humanos e suas
influências nas relações particulares: dimensões dos direitos. Administração pública. Agentes públicos.
Comerciante e o empresário. Direito Societário. Direito Falimentar e Recuperação Judicial. Direito
Cambial.
Bibliografia Básica:
NIARADI, George. Direito Empresarial. Pearson Education do Brasil, 2012. Virtual
COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de Direito Comercial – Vol.2 Direito de Empresa – Sociedades. 18ªed.
Saraiva, 2014
COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de Direito Comercial – Direito de Empresa. 26ªed. Saraiva, 2014
GOMES, Fábio Bellote. Manual de Direito Empresarial. 4ªed. RT, 2013.
Bibliografia Complementar:
BRANCHIER, Alex SanderHostyn; MOTTA, Fernando Previdi. Direito Empresarial. Ibpex, 2011.
Virtual
SARHAN JUNIOR, Suhel. Direito Empresarial – manual teórico e prático. 2ªed. Del Rey, 2014
MAMEDE,GLADESTON. Empresa e Atuação Empresarial. 7ª.ed.Atlas, 2013.
AMADO, Frederico. Direito Ambiental Esquematizado. 5ªed. Método, 2014.
DISCIPLINA: FILOSOFIA – CH 40 H/A
Ementa: Análise do pensamento educacional brasileiro. Filosofia e a formação de valores e objetivos.
Conceitos: tecnologia, escola e democracia. Teorias contemporâneas do existencialismo. Ciência e
conhecimento político. Objetividade dos valores. Ética da administração, da empresa e do gerente.
Cenários novos. Tendências filosóficas.
Bibliografia Básica:
MATTAR, João. Filosofia. Pearson Education do Brasil, 2012. Virtual
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 14ªed. São Paulo: Ática, 2010
LUCKESI, Cipriano Carlos; PASSOS, Silva Elizete. Introdução à Filosofia: aprendendo a pensar.
7ªed. São Paulo: Cortez, 2012.
Bibliografia Complementar:
SPINELLI, Miguel. O Nascimento da Filosofia Grega e Sua Transição ao Medievo. Educs, 2010.
Virtual
ARANHA, Maria L. de ARRUDA; MARTINS, Maria Helena Pirez. Filosofando: introdução a filosofia, 4ª
ed. São Paulo: Moderna, 2009
GARVEY, James & STANGROOM, Jeremy. Os grandes filósofos. São Paulo: Madras, 2009.
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA – CH 40 H/A
Ementa: Análise do pensamento educacional brasileiro. Filosofia e a formação de valores e objetivos.
Conceitos: tecnologia, escola e democracia. Teorias contemporâneas do existencialismo. Ciência e
conhecimento político. Objetividade dos valores. Ética da administração, da empresa e do gerente.
Cenários novos. Tendências filosóficas. Educação das relações étnicos raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-brasileira e Indígena.
Bibliografia Básica:
DIAS, Reinaldo. Sociologia. Pearson Education do Brasil, 2012. Virtual
DIAS, Reinaldo. Sociologia das Organizações. SP: Atlas, 2012.
DIAS, Reinaldo. Introdução à Sociologia 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
SANTOS, Vania Martins dos. Sociologia da Administração. LTC, 2009.
Bibliografia Complementar:
DIAS, Reinaldo. Introdução a Sociologia. Pearson Prentice Hall, 2004. Virtual
MEKSENAS, Paulo. Sociologia. São Paulo: Cortez, 2001.
OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Sociologia das Organizações: uma análise do homem e das empresas. 1ª
ed. São Paulo: Thomson Learning, 2001.
COSTA, Cristina. Sociologia - Introdução a Ciência da Sociedade. Moderna, 2011
DISCIPLINA: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO – CH 80 H/A
Ementa: Informática: importância na empresa. Computador: origem e funcionamento, componentes
básicos. Hardware: processadores e memória. Redes de computadores. Linguagens de aplicação.
Arquivos; gerenciador de arquivos. Editor de Textos. Instrumentos e Ferramentas de Trabalho.
Bibliografia Básica:
LAUDON, Kenneth C., Jane Price Laudon. Sistemas de Informações Gerenciais. 9ª ed . Pearson
Prentice Hall, 2010. Virtual
CORNACHIONE JR., Edgard B. Informática Aplicada as Áreas de Contabilidade, Administração e
Economia. 4ªed. Atlas, 2012.
VELLOSO,FERNANDO
DE
CASTRO;
Informática:Conceitos
Básicos.8.ed.Rio
de
Janeiro:Elsevier,2011.
MARÇULA, Marcelo. Informática - Conceitos e Aplicações. Rio de Janeiro: Érica, 2010.
Bibliografia Complementar:
OLIVEIRA, FátivaBayma de (org.). Tecnologia da Informação e da Comunicação: a busca de uma
visão ampla e estruturada. Pearson Prentice Hall, 2007. Virtual
REZENDE, Denis Alcides; ABREU, Aline França de. Tecnologia da Informação: aplicada a sistemas
de informação empresariais. 9ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
CASSARRO, A. Carlos. Sistema de Informações para Tomadas de Decisões. 4ª Ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2011
DISCIPLINA: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II – CH 80 H/A
Ementa: Teorização organizacional. Administração e contexto brasileiro. Teoria da contingência
estrutural. Ecologia organizacional. Teoria Institucional. Teoria crítica. Pós-modernismo. Ambientalismo.
Abordagens feministas.
Bibliografia Básica:
SOBRAL, Felipe; PECI Alketa. Fundamentos de Administração. Pearson Education do Brasil, 2012.
Virtual
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a Teoria Geral da Administração. 9.ed. Manole, 2014.
RODRIGUEZ, Martius V. Administração – Elementos Essenciais para a Gestão das Organizações.
2ªed. Atlas, 2014
OLIVEIRA, Djalma de P. Teoria Geral da Administração - uma abordagem prática. 3ªed. Atlas, 2012.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru Maximiano. Teoria Geral da Administração - da revolução urbana
à revolução digital. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
Bibliografia Complementar:
CARAVANTES, Geraldo R. Administração: Teoria e processos. São Paulo: Pearson, 2005. Virtual
CARNEIRO, MURILO. Administração de Organizações. Atlas, 2012.
ZACARO, C.H. A Arquitetura das Organizações Aprendentes. São Paulo.Cabral, 2002.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru Maximiano. Introdução à Administração. 8ª ed. São Paulo: Atlas,
2011.
3° Semestre
DISCIPLINA: CONTABILIDADE E GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS – CH 80 H/A
Ementa: Conceitos básicos: custos, despesas, perdas, gastos. Classificação de custos. Métodos de
apuração de custos de produtos e serviços. Custeio por absorção e custeio variável.
Departamentalização. Custeio baseado em atividades, unidade e esforço de produção. Custos por
ordem de produção e por processo. Contabilização dos custos.
Bibliografia Básica:
STARK, José Antônio. Contabilidade de Custos. Pearson Prentice Hall, 2007. Virtual
ATKINSON,Anthony A. Contabilidade Gerencial. 3ª. Ed.São Paulo: Atlas, 2011.
CREPALDI, SILVIO APARECIDO; CREPALDI, GUILHERME SIMÕES. Contabilidade Gerencial:
teoria e prática. 7ª.ed. Atlas, 2014.
LEONE, George S.G. Curso de Contabilidade de Custos. 4ª.ed. Atlas, 2010.
PEREZ, José Hernandez Jr.; [et.al]. Gestão Estratégica de Custos. 8.ed. Atlas. 2012.
Bibliografia Complementar:
CRUZ, June Alisson Westarb. Gestão de Custos: perspectivas e funcionalidades. Ibpex. Virtual
DUTRA, René Gomes.Custos: uma abordagem prática. 6ª.ed. Atlas, 2009.
PADOVEZE, Clovis L. Contabilidade Gerencial – Um Enfoque em Sistema de Informação Contábil.
São Paulo: Atlas, 2010.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade de Custos Fácil. São Paulo: Saraiva, 2003.
DISCIPLINA: ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS – CH 80 H/A
Ementa: Fundamentos de organização, sistemas e métodos. Modelo teórico das organizações.
Funções administrativas e operacionais. Sistemas administrativos. Arquitetura organizacional.
Organização e reorganização. Estruturas organizacionais. Análise e Distribuição do Espaço (Layout).
Bibliografia Básica:
CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação a Sistemas, Organização e Métodos – SO&M. Manole, 2010.
Virtual
ARAUJO, Luis C. G. Organização, Sistemas e Métodos e as Tecnologias de Gestão
Organizacional. 5ªed. Vol. 1. Atlas, 2012.
CRUZ, Tadeu. Sistemas, Métodos & Processos: administrando organizações por meio de processos
de negócios. 2 ed. Atlas, São Paulo 2012.
BALLESTERO-ALVAREZ, María Esmeralda Manual de Organização, Sistemas & Métodos:
abordagem teórica e prática da engenharia da informação. 4 ed. Atlas, São Paulo 2010
Bibliografia Complementar:
LLATAS, Maria Virgínia (org). OSM: organização, sistemas e métodos. Pearson Prentice Hall, 2012.
Virtual
ARAUJO, Luis C. G. Organização, Sistemas e Métodos e as Tecnologias de Gestão
Organizacional. 5ªed. Vol. 2. Atlas, 2012.
D’ASCENÇÃO, Luz Carlos M. Organização, Sistemas e Métodos: análise, redesenho e informação de
processos administrativos. Atlas, 2011.
DISCIPLINA: ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE – CH 80 H/A
Ementa: Conceito. Preparação de dados para análise estatística. Medidas estatísticas. Assimetria e
curtose. Probabilidades. Distribuição de probabilidades. Estimação: conceitos; propriedade dos
estimadores. Estimação por intervalos de confiança. Teste de hipóteses sobre as provas paramétricas
e não paramétricas aplicáveis à pesquisa. Regressão linear simples e múltipla e análise de resíduos.
Bibliografia Básica:
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: probabilidade e inferência. Pearson Prentice Hall,
2010. Virtual
VIEIRA, Sonia. Estatística Básica. Cengage, 2012
BUSSAB, Wilton de Oliveira, e MORETTIN, Pedro Alberto. Estatística Básica. São Paulo: Saraiva,
2013.
DOWNING, D.; CLARK, J. Estatística Aplicada. São Paulo: Saraiva, 2012.
Bibliografia Complementar:
WALPOLE, Ronald E. et al.Probabilidade e Estatística para engenharia e ciências, 8 ed. Pearson
Prentice Hall, 2009. Virtual
DOANE, David P. Estatística Aplicada a Administração e a Economia. SP: Artmed, 2014.
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: probabilidade e inferência. Pearson Prentice Hall, 2010.
NEUFELD, John L. Estatística Aplicada à Administração Usando Excel. 1 ed. São Paulo: Makron
Books, 2006.
DISCIPLINA: ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL – CH 40 H/A
Ementa: Conhecimento e discurso éticos. Valores morais. Normas morais. Responsabilidade moral e
liberdade. Questões éticas contemporâneas. Verdade. Liberdade. A ciência. A política. Ética da
Administração. Processos, Infrações e Penalidades. Multiculturalismo: cultura afro-brasileira e indígena.
Responsabilidade Civil, Criminal, Fiscal e Social, Desenvolvimento Sustentável, Responsabilidade
Ambiental. Legislação do Exercício Profissional.
Bibliografia Básica:
STADLER, Adriano (org). Empreendedorismo e Responsabilidade Social. Ibpex, 2011. Virtual
JABBOUR, Charbel J.C.; Gestão Ambiental e Responsabilidade Social: conceitos, ferramentas e
organizações. Atlas, 2010.
SÁ, Antonio L. Ética Profissional. 9ªed. Atlas, 2009
MATTOS, Regiane Augusto de. História e Cultura Afro-Brasileira. Contexto, 2014.
VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética, 35 ed. Civilização Brasileira, 2013.
Bibliografia Complementar:
ALENCASTRO, Mario Sergio Cunha. Ética Empresarial na Prática: liderança, gestão e
responsabilidade corporativa. Ibpex, 2010. Virtual
ALONSO, Feliz Ruiz; LOPEZ, Francisco Granizo; Castrucci, Plinio de Lauro. Curso de Ética em
Administração Empresarial e Pública. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
MATOS, Francisco Gomes de. Ética na Gestão Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2012.
SROUR, Robert H. Ética Empresarial. 4ªed. Campus, 2013
BARSANO, Paulo Roberto. Ética e Cidadania Organizacional: guia prático e didático. Érica, 2012.
DISCIPLINA: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL – CH 40 H/A
Ementa: Indivíduo e a organização. Comportamento humano. Personalidade. Papéis e valores.
Processos de liderança. Tensão e conflito. Feedback. Funcionamento e desenvolvimento de grupos.
Comunicação e desenvolvimento organizacional. Modelos conceituais e qualidade de vida na empresa.
Bibliografia Básica:
PASETTO, Neusa Vítola; Fernando Eduardo Mesadri. Comportamento Organizacional: integrando
conceitos da administração e da psicologia. Ibpex, 2011. Virtual
COSTA, Silvia G. Psicologia Aplicada a Administração. SP: Campus, 2010.
SPECTOR, Paul E. Psicologia nas Organizações. 4ªed. São Paulo: Saraiva, 2012.
Bibliografia Complementar:
ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional, 11 ed. Pearson Prentice Hall, 2005. Virtual
WAGNER, A. John III e HOLLENBECK R John. Comportamento Organizacional. São Paulo Saraiva,
2000
DAVIS, Keith. Comportamento Humano no Trabalho. V.1 - uma abordagem psicológica. Cengage,
2011.
BERGAMINI, Cecília W. Psicologia Aplicada a Administração de Empresas. 4ªed. Atlas, 2008.
DISCIPLINA: MATEMÁTICA FINANCEIRA – CH 80 H/A
Ementa: Sistema de juros. Conceito de juros e nomenclaturas. Juros simples. Cálculo de juros. Cálculo
de montante. Valor atual futuro. Juros compostos: conceito; cálculo dos juros; montante; valor atual.
Taxa equivalente. Financiamento. Sistema de amortização. Sistema francês (tabela Price). Sistema
americano. Sistema alemão. Sistema de amortização constante. Taxa de juros nominais. Taxa de juros
efetiva. Taxa de juros reais.
Bibliografia Básica:
WAKAMATSU, André (org). Matemática Financeira. Pearson, 2012. Virtual
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática Financeira e suas aplicações. São Paulo: Atlas, 2012.
DE FARO, Clovis; LACHTERMACHER. Introdução à Matemática Financeira. São Paulo: Saraiva,
2012.
LAPPONI, Juan Carlos. Matemática Financeira. 2ª ed. São Paulo. Campus, 2014.
Bibliografia Complementar:
SAMANEZ, Carlos Patricio. Matemática Financeira. 5 ed. Pearson Prentice Hall, 2010. Virtual
CAMARGOS, Marcos Antonio de. Matemática Financeira: aplicada a produtos e a análise de
investimentos. São Paulo: Saraiva, 2013.
BRANCO, Anísio Costa Castelo. Matemática Financeira Aplicada: método algébrico, HP-12C,
Microsoft excel, 3 ed. Cengage Learning, 2012.
PENIDO, Eduardo. Matemática Financeira Essencial. Atlas, 2008.
DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL – CH 40 H/A
Ementa: Fundamentos e classificação de sistemas e sistemas de informação. Dado, informação e
conhecimento. Tipos de conhecimento. Subsistemas e modelos de sistemas de informação. Qualidade
da informação. Era da informação. A informação como capital e vantagem competitiva. Conceitos de
tecnologia da informação. TI como ferramenta em SI. Recursos tecnológicos e mercado on-line
(Internet). Economia digital.
Bibliografia Básica:
LAUDON, Kenneth C., Jane Price Laudon. Sistemas de Informações Gerenciais. 9ª ed . Pearson
Prentice Hall, 2010. Virtual
LAUDON, Kenneth C. Sistemas de Informações gerenciais: administrando a empresa digital. São
Paulo: Prentice Hall, 2004.
VELLOSO,FERNANDO
DE
CASTRO;
Informática:Conceito
Básicos.8.ed.Rio
de
Janeiro:Elsevier,2011.
CORRÊA, Henrique Luiz: GIANESI, Irineu Gustavo Nogueira: CAON, Mauro. Planejamento,
Programação e Controle da Produção: MRP II / ERP conceitos, uso e implantação para base SAPIN,
ORACLE APPLICATIONS e outros softwares integrados de gestão. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
OLIVEIRA, FátivaBayma de (org.). Tecnologia da Informação e da Comunicação: a busca de uma
visão ampla e estruturada. Pearson Prentice Hall, 2007. Virtual
REZENDE, Denis Alcides; ABREU, Aline França de. Tecnologia da Informação: aplicada a sistemas
de informação empresariais. 9ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
CASSARRO, A. Carlos. Sistema de Informações para Tomadas de Decisões. 4ª Ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2011.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA I – CH 80 H/A
Ementa: Função financeira da empresa. Análise de demonstrações financeiras. Avaliação de títulos e
ações. Fluxo de caixa e orçamento de capital. Orçamento empresarial. Orçamento operacional. Pay
back. Valor presente liquido. Taxa interna de retorno.
Bibliografia Básica:
MEGLIORINI, Evandir. Administração Financeira. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual
MENDES, Sergio. Administração Financeira e Orçamentária: teoria e questões. 4ª ed. São Paulo:
Método, 2013.
GROPPELLI, A. A.; NIKHBAKHT, Ehsan. Administração Financeira. Saraiva, 2010.
ROSS, Stephen A.; Westerfield, Randolph. Fundamentos de Administração Financeira. 9ª ed. São
Paulo: Bookman, 2013.
Bibliografia Complementar:
GITMAN, Lawrence J.; Jeff Madura.Administração Financeira: uma abordagem gerencial. Addison
Wesley, 2003. Virtual
CARDOSO, Ruy Lopes. Orçamento Empresarial. Atlas. 2014.
HOJI, Masakazu. Administração Financeira e Orçamentária. 10 ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
SILVA, Jose Pereira da. Análise Financeira das Empresas. 12ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
DISCIPLINA: GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING – CH 80 H/A
Ementa: Conceito de Gestão Estratégica. Conceito de marketing. Evolução dos sistemas de
planejamento, gestão e marketing. Análise macro-ambiental: tendências, oportunidades e ameaças.
Sistemas de atividades e a definição do posicionamento corporativo. Processo de alocação de recursos
entre as diferentes unidades de negócio. Análise SWOT. Desenvolvimento de estratégias.
Consolidação do “produto verde”.
Bibliografia Básica:
KOTLER, Philip; Kevin Lane Keller.Administração de Marketing, 12 ed. Pearson Prentice Hall, 2006.
Virtual
VIDOTTO, Sandro Comunicação Estratégica de Marketing. Ottoni Editora, São Paulo 2008
BARNEY, J.B.; HESTERLY W.S. Administração Estratégica e Vantagem Competitiva. 3ª.ed. Pearson:
Printece Hall, 2011.
Bibliografia Complementar:
MAGALHÃES, Marcos Felipe; SAMPAIO, Rafael. Planejamento de Marketing: conhecer, decidir,
agir. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. Virtual
NIQUE , Walter.;LADEIRA, Wagner.Pesquisa de Marketing: uma orientação para o mercado
brasileiro. São Paulo: Atlas 2014.
COBRA, Marcos. Marketing Básico.Atlas,2007.
GIGLIO, Ernesto Michelangelo. O Comportamento do Consumidor. Cengage Learning, 2008.
DISCIPLINA: LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA E FISCAL – CH 40 H/A
Ementa: Direito Tributário: Conceito. Natureza e Classificação. Tributo: conceito e classificação.
Espécies de tributos. Legislação tributária: conceito, espécies, hierarquia. Obrigação tributária:
Natureza, conceito e espécie. Fato gerador, hipótese de incidência. Sujeito ativo e sujeito passivo.
Crédito tributário: conceito, constituição, suspensão, exclusão, extinção, garantias e privilégios. Fiscal:
direitos e deveres do fico. Pessoa obrigada a auxiliar o Fisco.
Bibliografia Básica:
MACHADO, Costa (org). Código Tributário Nacional Interpretado: artigo por artigo, parágrafo por
parágrafo. Manole, 2010. Virtual
SABBAG, Eduardo (org). Manual de Direito Tributário, São Paulo, 5ª ed. Saraiva, 2013.
AMARO; Luciano. Direito Tributário Brasileiro. 19ªed. Saraiva, 2013.
MACHADO; Hugo de Brito. Curso de Direito Tributário. 34 ed. Malheiros, 2013.
Bibliografia Complementar:
TORRES, Heleno Taveira (org). Leis Complementares em Matéria Tributária: aspectos práticos
atuais. Manole, 2003. Virtual
GARCIA, Wander (org). Direito Tributário: questões de concursos jurídicos. Damásio de Jesus, 2005.
ICHIHARA, Yoshiaki. Direito Tributário. Saraiva, 2009.
COELHO, Sacha C. N. Curso de Direito Tributário Brasileiro. 12ªed. Forense, 2012.
DISCIPLINA: LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIARIA – CH 40 H/A
Ementa: Noções de Direito do trabalho. Legislação do Trabalho. Direito Internacional do Trabalho.
Contrato individual do trabalho e relação de emprego. Elementos do contrato de trabalho. Sujeitos do
contrato individual do trabalho. Duração e jornada de trabalho. Salário e remuneração. Extinção do
contrato de trabalho. Aviso prévio. Direito de greve. Custeio da seguridade social. Seguro desemprego.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, André Luiz Paes de (org).Vade Mecum Trabalhista. 8.ed. Rideel, 2012. Virtual
ALMEIDA, André Luiz Paes de. Direito do Trabalho: material, processual e legislação especial, 11 ed.
Rideel, 2011. Virtual
BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho. Revista dos Tribunais, 2013.
PEREIRA, Leone; Renato Sabino Carvalho Filho (orgs). Mini Vade Mecum Trabalho. Revista
dos Tribunais, 2013.
ZAINAGHI, Domingos Sávio. Curso de Legislação Social. 13ªed. São Paulo: Atlas, 2012.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA. André Luiz Paes de. Pratica Trabalhista, volume 1 e 2. São Paulo: Premier Máxima, 2008.
CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis do trabalho. São Paulo: Saraiva, 2003 e
2005.
OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de Pratica Trabalhista, 40ªed. Atlas: São Paulo, 2006.
RIBEIRO, Eraldo Teixeira. Elementos do direito - direito e processo do trabalho. São Paulo:
PREMIER MÁXIMA, 2007.
BRASIL . MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. Mudar a previdência: uma questão de justiça.
BRASÍLIA-DF.: MPS, 2003.
DISCIPLINA: GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS – CH 80 H/A
Ementa: Evolução da Gestão de Recursos Humanos. Competências individuais, coletivas e
organizacionais. Gestão de competências. Mudança, conhecimento e aprendizagem organizacionais.
Capital intelectual, capital humano e capital social. Criação e gestão do conhecimento organizacional.
Aprendizagem organizacional e organizações de aprendizagem. Gestão do desempenho humano nas
organizações. Aspectos contemporâneos do comportamento organizacional. Inserção da cultura afro e
indígena nas organizações.
Bibliografia Básica:
KNAPIK, Janete. Gestão de Pessoas e Talentos. Ibpex, 2011. Virtual
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas: o Novo Papel dos Recursos Humanos nas
Organizações. São Paulo: Manole, 2014.
RIBEIRO, Antonio de L. Gestão de Pessoas. 2ªed. Saraiva, 2012
MARRAS, Jean Pierre. Administração de Recursos Humanos - do Operacional ao Estratégico.
São Paulo: Saraiva, 2011.
Bibliografia Complementar:
GIL, A. C. Gestão de Pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo : Atlas, 2006.
COVEY, Stephen R. Sete hábitos das pessoas altamente eficazes, os. Rio de janeiro: best seller,
2006 e 2012.
CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio
de janeiro : campus, 2005.
MANDELLI, Pedro. Muito além da hierarquia: revolucione sua performance como gestor de
pessoas. São Paulo.: Gente, 2001.
DISCIPLINA: EMPREENDEDORISMO, CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO – CH 40 H/A
Ementa: Conceitos: Empreendedorismo e Empreendedor. A importância do empreendedor na
formação da riqueza do País. Empreendedorismo e sustentabilidade. Identificando Oportunidades e
Plano de Negócio. Responsabilidade social e ambiental.
Bibliografia Básica:
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Empreendedorismo. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual
LENZI, Fernando César; KIESEL, Mário Daniel. O Empreendedor de Visão. Atlas, 2009.
MARIANO, Sandra; MAYER, Verônica Feder. Empreendedoriamo: fundamentos e técnica para a
criatividade. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
BARON, R.A.; SHANE, S. A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Thomson
Learning, 2006.
DEGEN, R.J. Empreender Como Opção de Carreira. Pearson, 2009.
DORNELAS, José C. Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro:
Campus, 2004.
Bibliografia Complementar:
SERTEK, Paulo. Empreendedorismo, 5 ed. Ibpex, 2011. Virtual
WAGNER, A. John III e HOLLENBECK R John. Comportamento Organizacional. São Paulo Saraiva,
2000.
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor, 3 ed. Saraiva,
2008.
FIALHO, Francisco Antônio Pereira. Empreendedorismo na Era do Conhecimento. Florianópolis:
Visual Books, 2006.
MAXIMIANO, A. C. A. Administração para empreendedores, fundamentos da criação e da gestão
de novos negócios. São Paulo: Person Prentice Hall, 2006.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA – CH 40 H/A
Ementa: Compreensão da Administração de Marketing. Noções de Sustentabilidade. Avaliação do
papel crítico de marketing no desempenho organizacional. Criação da satisfação do consumidor.
Conquista de mercados. Administração das Informações de Marketing e Mensuração da Demanda de
Mercado. Análise do ambiente de Marketing. Análise dos Mercados Consumidores Comportamento do
Comprador. Análise de Mercados Organizacionais e Comportamento de Compra Organizacional.
Canais de Distribuição. Estratégia de Preços e Desenvolvimento de Novos Produtos. Marketing Verde e
Análise Ambiental.
Bibliografia Básica:
KOTLER, Philip; Kevin Lane Keller. Administração de Marketing, 12 ed. Pearson Prentice Hall, 2006.
Virtual
ARMSTRONG, Gary; KOTLER, Philip. Princípios de Marketing. 12e. Pearson, 2008.
MINADEO, Roberto. Gestão de Marketing: fundamentos e Aplicações, 2008.
Bibliografia Complementar:
SHIRAISHI, Guilherme (org). Administração de Marketing. Pearson Education do Brasil, 2012.
Virtual
COBRA, M. H. N. Marketing básico: uma perspectiva brasileira. 4ed. São Paulo: Atlas, 2007.
GIGLIO, Ernesto Michelangelo.O Comportamento do Consumidor. Cengage Learning, 2008.
VIDOTTO, Sandro. Comunicação Estratégica de Marketing. Otonni Editores, 2008
DISCIPLINA: ANÁLISE ESTRATÉGICA DE FINANÇAS E INVESTIMENTOS – CH 80 H/A
Ementa: A questão financeira sob a ótica empresarial. Principais técnicas e métodos de Análise de
Finanças das Empresas. Técnica do fluxo de caixa e orçamentos. Análise de instrumentos. Política de
financiamento às Empresas. Análise Econômica Financeira das Empresas. Conceitos básicos de
análise de investimento com destaque para a tomada de decisões sobre estratégicas. A escolha de
projetos mais adequados para a sobrevivência da empresa. Discussão dos problemas básicos de
organização. Novos Investimentos. Custo Médio do Capital. Plano Estratégico e Análise Estratégica de
Investimentos e Sustentabilidade. Mix de Produtos Estratégicos para o Negócio.
Bibliografia Básica:
MEGLIORINI, Evandir. Administração Financeira. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual
ASSAF NETO. Finanças Corporativas e Valor. 12ª. ed.Atlas, 2012.
MENDES, Sergio. Administração Financeira e Orçamentária: teoria e questões. 4ª ed. São Paulo:
Método, 2013.
GROPPELLI, A. A.; NIKHBAKHT, Ehsan. Administração Financeira. Saraiva, 2010.
ROSS, Stephen A.; Westerfield, Randolph. Fundamentos de Administração Financeira. 9ª ed. São
Paulo: Bookman, 2013.
Bibliografia Complementar:
GITMAN, Lawrence J.; Jeff Madura.Administração Financeira: uma abordagem gerencial. Addison
Wesley, 2003. Virtual
CARDOSO, Ruy Lopes. Orçamento Empresarial. Atlas. 2014.
HOJI, Masakazu. Administração Financeira e Orçamentária. 10 ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
SILVA, Jose Pereira da. Análise Financeira das Empresas. 12ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
DISCIPLINA: GESTÃO DA PRODUÇÃO LOGÍSTICA – CH 80 H/A
Ementa: Logística no cenário atual brasileiro e internacional. Conceitos básicos de logísticas e
caracterização dos componentes da Cadeia Logística. Gestão dos sistemas logísticos. Qualidade e
produtividade nos Serviços Logísticos. Administração de materiais. O transporte como componente da
Cadeia Logística. Armazenagem e a movimentação de materiais como componente da Cadeia
Logística. Tendências dos Sistemas Logísticos. Logística reversa.
Bibliografia Básica:
CAMPOS, Luiz Fernando Rodrigues; Caroline V. de Macedo Brasil. Logística: teia de relações. Ibpex,
2007. Virtual
POZO, H. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais: uma abordagem logística. 6ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
DEHISORNIER, Ernst; FENDER KOUV Logística e Operações Globais – texto e casos. Atlas, São
Paulo 2008
NOGUEIRA, Amarildo de S. Logística Empresarial – uma visão local com pensamento
globalizado. Atlas, São Paulo 2012.
Bibliografia Complementar:
TAYLOR, David A. Logística na Cadeia de Suprimentos: uma perspectiva gerencial. Pearson Addison
Wesley, 2005. Virtual
LEITE, Paulo Roberto. Logística Reversa: meio ambiente e competitividade. Pearson Printece Hall,
2003. Virtual
NOVAES, Antonio Galvão. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição. 3ª ed. Campus.
2007
CORRÊA, Henrique; Carlos A. Corrêa. Administração de Produção e Operações: manufatura e
serviços: uma abordagem estratégica, 2 ed. Atlas, São Paulo 2009.
DIAS, Marco Aurélio. Administração de Materiais: uma abordagem Logística, 4ª.ed.Atlas, 2006.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTARIA II – CH 80 H/A
Ementa: Técnicas de Análises das Demonstrações Financeiras. Análise Horizontal. Análise Vertical.
Índices Financeiros. Análise do Ponto de Equilíbrio. Alavancagem Operacional e Financeira.
Administração de Capital de Giro. Capital Circulante Líquido. Administração do Circulante.
Administração do Permanente. Investimento de Capital. Ciclo de Caixa. Planejamento Orçamentário:
Conceitos básicos. Orçamento de investimentos. Orçamento de Caixa. Decisões de Financiamento de
longo e curto prazo.
Bibliografia Básica:
GITMAN, Lawrence J.; Jeff Madura.Administração Financeira: uma abordagem gerencial. Addison
Wesley, 2003. Virtual
HOJI, Mazsakazu. Administração Financeira e Orçamentária. 10ª.ed. Atlas, 2012.
MENDES, Sergio. Administração Financeira e Orçamentária: teoria e questões. 4ª ed. São Paulo:
Método, 2013.
GROPPELLI, A. A.; NIKHBAKHT, Ehsan. Administração Financeira. Saraiva, 2010.
ROSS, Stephen A.; Westerfield, Randolph. Fundamentos de Administração Financeira. 9ª ed. São
Paulo: Bookman, 2013.
Bibliografia Complementar:
MEGLIORINI, Evandir. Administração Financeira. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual
PADOVEZE, Clóvis Luís; BENEDICTO, Gideon Carvalho. Análise das Demonstrações Financeiras,
2014.
CARDOSO, Ruy Lopes. Orçamento Empresarial. Atlas. 2014.
WESTON, J.Fred; BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da Administração Financeira, 10 ed.Atlas,
2004.
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE COMERCIO EXTERIOR – CH 40 H/A
Ementa: Teoria e Prática do Comércio. Sistemática do Comércio Exterior. Importação e Exportação.
Organismos Internacionais. Incoterms. Transportes. Embalagens. Modalidade de Pagamentos.
Bibliografia Básica:
ASSUMPÇÃO, Rossandra Mara. Exportação e Importação: conceitos e procedimentos básicos.
Ibpex, 2007.Virtual
DIAS, Reinaldo. Comércio Exterior – teoria e gestão. 3ªed. Atlas, 2012.
FARO, Fátima & Ricardo. Curso de Comércio Exterior – visão e experiência brasileira. 3ªed. Atlas,
2012.
VAZQUEZ, José Lopes. - Comércio Exterior Brasileiro, 9 ed. Atlas, São Paulo - 2009.
Bibliografia Complementar:
BROGINI, Gilvan. Tributação e Benefícios Fiscais: no comércio exterior. Ibpex, 2008. Virtual
THORSTENSEN, Vera. OMC – Organização Mundial do Comércio: as regras do comércio
internacional e a nova rodada de negociações multilaterais. Aduaneiras, 2009.
GARCIA, Luiz Martins. Exportar: rotinas e procedimentos, incentivos e formação de preços, 9 ed.
Aduaneiras, 2009.
RATTI, Bruno. Comércio Internacional e Câmbio, 11 ed. Aduaneiras, 2010.
DISCIPLINA: PROJETO INTERDISCIPLINAR: PLANO DE NEGÓCIOS – CH 40 H/A
Ementa: Planejamento e Projeto de Negócios. Gestão de Projetos: técnicas eficazes. Métodos e
medidas dos trabalhos. Implantação e implementação de projetos de negócios. Administração de
custos e dos prazos de implantação em projetos. Gestão da qualidade em projetos. Identificação de
oportunidades de investimentos. Análise de mercado e meio ambiente. Desenvolvimento e
Implementação de negócios. Teoria da localização e escala do empreendimento. Finanças de um
projeto de Investimentos. Análise de sensibilidade. Empreendedorismo e inovação: liderança
estratégica.
Bibliografia Básica:
NAKAGAWA, Marcelo. Plano de Negócios: teoria geral. Manole, 2011. Virtual
LENZI, Fernando César; KIESEL, Márcio Daniel O Empreendedor de visão. Atlas, São Paulo 2009
MARIANO, Sandra; MAYER, V.Feder. Empreendedorismo: fundamentos e técnicas para a
criatividade. Rio de Janeiro, LTC, 2011.
MAXIMINIANO. Antonio C. Amaru. Administração de Projetos: como transformar idéias em
resultados. 3.ed.Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
WILDAUER, Egon Walter. Plano de Negócios: elementos constitutivos e processos de elaboração, 2
ed. Ibpex, 2011. Virtual
CASAROTTO FILHO, Nelson. Projeto de Negócio. São Paulo: Atlas, 2002.
LONGENECKER, Justin G., [et a]l. Administração de Pequenas Empresas: ênfase no
gerenciamento empresarial. Pearson, 2004.
DISCIPLINA: DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL – CH 80 H/A
Ementa: Conceitos Fundamentais. Principais Teorias. Ambiente Empresarial. Relacionamentos
Interpessoais, Culturais e Raciais. Administração de Conflitos. Negociação. Estrutura e Comportamento
Organizacional. Resultados do Processo Organizacional.
Bibliografia Básica:
HALL, Richard H. Organizações: estruturas, processos e resultados. Pearson Prentice Hall, 2004.
Virtual
COSTA, Silvia G. Psicologia Aplicada a Administração. SP: Campus, 2010.
SPECTOR, Paul E. Psicologia nas Organizações. 4ªed. São Paulo: Saraiva, 2012.
RODRIGUEZ, Martius V. Administração – Elementos Essenciais para a Gestão das Organizações.
2ªed. Atlas, 2014.
Bibliografia Complementar:
ROBBINS, Sthefen P. et.al. Comportamento Organizacional. 14ªed. Pearson, 2011. - Virtual
DAVIS, Keith. Comportamento Humano no Trabalho. V.1 - uma abordagem psicológica. Cengage,
2011.
BERGAMINI, Cecília W. Psicologia Aplicada a Administração de Empresas. 4ªed. Atlas, 2008
ZANELLI, José Carlos; BORGES-ANDRADE, Jairo Eduardo; BASTOS; Antonio Virgílio Bittencourt.
Psicologia, Organização e Trabalho no Brasil, 2 ed. Armted, 2014
DISCIPLINA: PROJETO INTERDISCIPLINAR: PRÁTICAS EMPRESARIAIS – CH 40 H/A
Ementa: Análise ambiental dos stakeholders. Ferramentas de diagnóstico gerencial. Análise e
Interpretação de estudos de caso. Casos de empresas brasileiras e globais. Situações e Estratégia
Empresarial. Consultoria empresarial.
Bibliografia Básica
SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prátia no contexto brasileiro. Pearson
Printece Hall, 2008 - Virtual
JONES, Gareth R.; GEORGE, Jenneife M. Fundamentos da Administração
Contemporânea.4.ed.Porto Alegre: AMGH, 2012.
RODRIGUEZ, Martins V. Administração – Elementos Essenciais para a Gestão das Organizações.
2ªed. Atlas, 2014.
SILVA,Adelphino Teixeira da Silva. Administração Básica.6.ed.São Paulo: Atlas,2011.
Bibliografia Complementar
CERTO, Samuel C. Administração Moderna. 9ª.ed. Pearson Printece Hall, 2003. Virtual
MACHADO, José Roberto. Administração de Finanças Empresariais. Rio de Janeiro: Qualitymark,
2002
HOJI, Masakazu. Administração Financeira e Orçamentária. 10 ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
FERREIRA, Roberto G. Engenharia Econômica e Avaliação de Projetos de Investimento. Atlas,
2009.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS – CH 80 H/A
Ementa: Gestão Logística. Gestão de Recursos Materiais: atividades de compras, gestão de estoques,
previsão, níveis, controle, classificação, uso sustentável. Curva ABC. Armazenamento de materiais.
Movimentação. Distribuição e Transporte.
Bibliografia Básica:
CAMPOS, Luiz Fernando Rodrigues; Caroline V. de Macedo Brasil. Logística: teia de relações. Ibpex,
2007. Virtual
ARNOLD, J.R. Tony. Administração de Materiais. Atlas, 2009.
CORREA; H. L. Administração de produção e operações: manufatura e serviços, uma abordagem
estratégica. São Paulo: Atlas, 2009.
POZO, Hamilton. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais: uma abordagem logística.
6ª.ed. Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar:
TAYLOR, David A. Logística na Cadeia de Suprimentos: uma perspectiva gerencial. Pearson Addison
Wesley, 2005. Virtual
DIAS, M. A. P.; Administração de Materiais: uma abordagem logística. 5ª edição. São Paulo: Atlas,
2010.
PIRES, Silvio R.I. Gestão da Cadeia de Suprimentos. 2ª.ed. Atlas, 2009.
DISCIPLINA: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO OPERACIONAL – CH 80 H/A
Ementa: Conceitos de política e estratégia. A teoria do planejamento estratégico. Administração
estratégica. Modelos formais de planejamentos estratégicos. Metodologia de formulação empresarial.
Aspectos gerenciais da administração estratégica. Administração Estratégica executiva. Planejamento
Empresarial.
Bibliografia Básica:
SERTEK, Paulo; Roberto Ari Guindani; Tomas Sparano Martins. Administração e Planejamento
Estratégico, 3 ed. Ibpex, 2011. Virtual
NOGEIRA, Cleber Suckow. Planejamento Estratégico. Pearson Education do Brasil, 2014. Virtual
PORTER, Michael. Estratégia Corporativa: técnicas para análise de industrias e de concorrência.
Atlas, 2012.
PALADINI, Edson Pacheco. Avaliação Estratégica da Qualidade. 2ed. Atlas, 2011.
JABOUR, Charbel J.C. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social: conceitos, ferramentas e
organizações. Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar:
CERTO, Samuel C.; et al. Administração Estratégica: planejamento e implementação de estratégias,
3 ed. Pearson Education do Brasil, 2010. Virtual
KLUYVER, Cornelis A. de; PEARCE II, John A. Estratégia: uma visão executiva. 2ª.ed.Pearson
Printece Hall, 2007 Virtual
AHLSTRAND, Bruce: LAMPEL, Joseph. Safari de Estratégia. Artemed, 2007.
GIANESI, I.G.N.; CORREA , H. Administração Estratégica de Serviços: operações para a
satisfação do cliente. Atlas, 2008.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES – CH 40 H/A
Ementa: Introdução à administração da produção. Estratégia de operações. Layout, tempos e métodos.
Projeto do processo e do produto. Localização industrial. Projeto do arranjo físico. Organização do
trabalho. JIT e operações enxutas. Administração da qualidade. Controle estatístico de processo.
Produção com responsabilidade ambiental.
Bibliografia Básica:
LÉLIS, Eliacy Cavalcanti. Administração da Produção. Pearson Education do Brasil, 2012. Virtual
CHIAVENATO, Idalberto. Administração da Produção: uma abordagem introdutória. Campus, 2005
CORREA, Carlos A.; CORREA, Henrique L. Administração da Produção e Operações - Manufatura e
Serviços - Uma Abordagem Estratégica. 3ªed. Atlas, 2009
GEORGE, Jennifer M. Fundamentos da Administração Contemporânea. São Paulo: Mcgraw-Hill,
2012.
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da Produção e Operações, 2 ed. Cengage Learning, 2011.
Bibliografia Complementar:
RITZMAN, Larry P.; Lee J. Krajewski. Administração da Produção e Operações, 8 ed. Pearson
Prentice Hall, 2009. Virtual
LAUGENI, Fernando P. ; MARTINS, Petrônio G. Administração da Produção. São Paulo: Saraiva,
2007.
MARTINS, P. G. & LAUGENI, F. P., Administração da Produção. São Paulo: Saraiva, 2007.
SLACK, Nigel ; CHAMBERS, Stuart ; HARLAND, C. Administração da Produção. São Paulo:
ATLAS, 2007.
DAVIS, Mark M.; et al. Fundamentos da Administração da Produção, 3 ed. Bookman, 2008.
CORRÊA, Henrique Luiz; et al. Planejamento, Programação e Controle da Produção, 5 ed. Atlas,
2009.
7° Semestre
DISCIPLINA: TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO I – CH 80 H/A
Ementa: Conceitos e temas atuais. Gestão da Mudança. Gestão do Conhecimento na tomada de
decisões. Teorias de Gestão Estratégica. Teoria da Organização Industrial. Teoria dos Custos de
Transação. Teorias Relacionais. Responsabilidade social e ambiental nas organizações e serviços.
Bibliografia Básica:
POSSOLI, Gabriela Eyng. Gestão de Inovação e do Conhecimento. Intersaberes, 2012 v.2 Virtual
RODRIGUEZ, Martius V. Administração – Elementos Essenciais para a Gestão das Organizações.
2ªed. Atlas, 2014
OLIVEIRA, Djalma de P. Teoria Geral da Administração - uma abordagem prática. 3ªed. Atlas, 2012
BERNARDES, Cyro; MARCONDES, Reynaldo C. Teoria Geral da Administração: gerenciando
organizações. Saraiva, 2014.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, Fábio Câmara Araujo (org). Gestão do Conhecimento. São Paulo: Pearson, 2012.
Virtual
RODRIGUEZ, Martius V. Administração – elementos essenciais para a gestão das organizações.
Atlas, 2014.
OLIVEIRA, Djalma de P. Teoria Geral da Administração - uma abordagem prática. 3ªed. Atlas, 2012.
DISCIPLINA: GESTÃO DE ANÁLISE E PROJETOS – CH 80 H/A
Ementa: Introdução à gerência de projetos: Organização e Administração, Processo e Sistema. Ciência
e Tecnologia, Pesquisa & Desenvolvimento. Fundamentos da Gestão de Projetos: Introdução e
Histórico. Benefícios do Gerenciamento de Projetos. Gerenciamento de Stakeholders. Conceitos de
Processos de Gerenciamento de Projetos. Processos e ciclo de vida de projetos. Sustentabilidade.
Bibliografia Básica:
VALERIANO, Dalton. Moderno Gerenciamento de Projetos. Pearson Prentice Hall, 2005. Virtual
CARVALHO, M. M.; RABECHINI JUNIOR, R.; Fundamentos em Gestão de Projetos: construindo
competências para gerenciar projetos. 3ª edição. São Paulo: Atlas, 2011.
KERZNER, Harold. Gestão de Projetos: as melhores práticas. 2 ed. Bookman, 2006.
VALERIANO, Dalton. Gerência de Projetos: pesquisa, desenvolvimento e engenharia. Pearson, 2004
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Fábio Câmara Araújo de (org). Gestão de Projetos. Pearson Education do Brasil, 2012.
Virtual
MEREDITH, Jack R.; MANTEL, Samuel J.Jr. Administração de Projetos: uma abordagem gerencial.
4ed. LTC, 2003.
MATHIAS, Washington Franco ; WOILER, Sansão. Projetos: planejamento, elaboração e análise.
S.P.: Atlas, 2008.
MAXIMIANO, Aantonio César Amaru. Administração de Projetos: como transformar ideias em
resultados. 3.ed. Atlas, 2009.
DISCIPLINA: GESTÃO DA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE – CH 40 H/A
Ementa: Planejamento e controle de qualidade. A prática do Kaizen. Gestão da qualidade total.
Programa Seis Sigma. Certificação de qualidade: ISO 9000. Produtividade. A produção enxuta (just in
time e kanban). Análise e mensuração de processos: indicadores de desempenho, benchmarking,
reengenharia. Cadeia de operações produtivas.
Bibliografia Básica:
LÉLIS, Eliacy Cavalcanti. Gestão da Qualidade. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual
BALESTERO - ALVAREZ. Gestão da Qualidade, Produção e Operações. 2ªed. Atlas, 2012.
GIANESI, I.G.N.; CORREA, H. Administração Estratégica de Serviços: operações para a satisfação
do cliente. Atlas, 2008
PALADINI, Edson Pacheco. Avaliação Estratégica da Qualidade. 2ªed. Atlas, 2011.
Bibliografia Complementar:
PEARSON Education do Brasil. Gestão da Qualidade. Pearson Education do Brasil, 2011. Virtual
JURAN, J. M. A Qualidade Desde o Projeto. Thompson, 2009.
CAMPOS, Vicente Falconi. TQC: Controle da Qualidade Total. Minas Gerais. INDG, 2004.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS E SERVIÇOS – CH 80 H/A
Ementa: A evolução do setor de serviços na economia. Características de sistemas de serviços.
Análise do encontro de serviços. A comunicação nas empresas de serviço. Estratégia de empresas - a
visão de serviços. Projetos do serviço e comunicação com os diferentes participantes do processo.
Qualidade de Serviços. Produtividade em Serviços. Estrutura Organizacional. Organização do Trabalho
na linha de frente. Atendimento ao cliente e constrangimentos associados ao trabalho na linha de
frente. Código de Defesa do Consumidor.
Bibliografia Básica:
BRUDEKI, Nelson Martins. Gestão de Serviços Públicos Municipais. Ibpex, 2007. Virtual
FITZSIMMONS, James A.; FITZSIMMONS Mona J. Administração de Serviços.Bookman, São Paulo
2010.
JOHNSTON, Robert; CLARK, Graham. Administração de Operações de Serviço. Atlas, 2012.
BALESTERO - ALVAREZ. Gestão da Qualidade, Produção e Operações. 2ªed. Atlas, 2012.
Bibliografia Complementar:
CASSAROTTO, Nelson Francisco, et al. Gerência de Projeto: engenharia simultânea. Atlas, 2006.
GIANESI, I.G.N.; CORREA, H. Administração Estratégica de Serviços: operações para a
satisfação do cliente. Atlas, 2008.
MOLLO, Costa Neto; et al. Gestão do Processo de Desenvolvimento de Serviços. Atlas, 2010.
DISCIPLINA: PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO – CH 40 H/A
Ementa: Normas técnicas da pesquisa. Qualidade formal e política da pesquisa. Aspectos éticos na
pesquisa. Métodos qualitativo e quantitativo de pesquisa. Estrutura do projeto de pesquisa e da
dissertação. Definição do tema e delimitação do problema de pesquisa. Modos de investigação.
Pressupostos e objetivos da pesquisa. Importância do marco teórico. Método científico aplicado à
Pesquisa em Marketing. Técnicas de Coleta e de Análise de Dados. Processo de investigação
científica: a noção de sujeito e objeto nos estudos Organizacionais.
Bibliografia Básica:
DIEHL, Astor Antonuo,; TATIM, Denise e Carvalho. Pesquisa em Ciências Sociais Aplicadas
métodos e técnicas. Pearson Printece Hall, 2004 - Virtual
GONÇALVES, Carlos Alberto; MEIRELLES, Anthero de Moraes. Projetos e Relatórios de Pesquisa
em Administração.
TAKAHASHI, Adriana R. WUNSCH (org) Pesquisa Qualitativa em Administração: fundamentos,
métodos e usos no Brasil. Atlas, 2013.
VERGARA, Sylvia C. Métodos de Pesquisa em Administração. 5ªed. Atlas, 2012
Bibliografia Complementar:
MASCARENHAS, Sidnei Augusto. Metodologia Científica. Pearson Education, 2012 - Virtual
VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 15ªed. São
Paulo: Atlas, 2014.
ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de Estágio e de Pesquisa em Administração, 3 d. Atlas,
2009.
BOTELHO, Delane; Deborah Moraes Zouain (orgs). Pesquisa Quantitativa em Administração. Atlas,
2006.
GONÇALVES, Carlos Alberto; Anthero de Moraes Meirelles. Projetos e Relatórios de Pesquisa em
Administração. Atlas, 2001
8° Semestre
DISCIPLINA: TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO II – CH 80 H/A
Ementa: Princípios e conceitos da gestão atual. Estratégias Competitivas. Ambiente organizacional.
Cultura organizacional.
Bibliografia Básica
SOBRAL, Felipe; PECI Alketa. Fundamentos de Administração. Pearson Education do Brasil, 2012.
Virtual
JONES,Gareth R.; GEORGE JENNIFER M. Fundamentos da Administração Contemporânea, 4 ed.
Porto Alegre: AMGH, 2012.
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São
Paulo: Cortez, 2012.
HITT, Michael; MILLER, C.Chet; COLELLA, Adrienne. Comportamento Organizacional. 3.ed.Rio de
Janeiro: LTC, 2013..
Bibliografia Complementar
PHILIPPI, Arlindo Jr. (coord) Educação Ambiental e Sustentabilidade.2.ed. Monele, 2014.
OLIVEIRA, Djalma de P. Teoria Geral da Administração - uma abordagem prática. 3ªed. Atlas, 2012
REIGOTA, Marcos. Meio Ambiente e Representação Social, 8 ed. Cortez, 2010.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS – CH 80 H/A
Ementa: Política atual de comércio exterior. Referencial para análise do desempenho da economia.
Instrumentos de política macroeconômica. Estudo dos elementos do setor externo. Negociação nos
mercados internacionais. Rotinas e procedimentos necessários à organização, controle e
desenvolvimento da atividade de exportação e importação.
Bibliografia Básica:
BROGINI, Gilvan. Tributação e Benefícios Fiscais: no comércio exterior. Ibpex, 2008. Virtual
AMATUCCI, Marcos. Internacionalização de Empresas – teoria, problemas e casos. Atlas, 2010.
FARO, Fátima & Ricardo Curso de Comércio Exterior – visão e experiência brasileira. 3ªed. Atlas,
São Paulo 2012.
FLEURY, Afonso (Org.) Gestão Empresarial para a Internacionalização das Empresas Brasileiras.
Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar:
ASSUMPÇÃO, Rossandra Mara. Exportação e Importação: conceitos e procedimentos básicos.
Ibpex, 2007. Virtual
RATTI, Bruno. Comércio Internacional e Câmbio. 11ª ed.Aduaneiras, 2010.
VAZQUEZ, J. Lopes. Comércio Exterior Brasileiro. 10ªed. São Paulo: Atlas, 2012.
TORSTENSEN, Vera. OMC – Organização Mundial do Comércio: as regras do comércio
internacional e a nova rodada de negociações multilaterais. Aduaneiras, 2009.
DISCIPLINA: GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS – CH 40 H/A
Ementa: Lei Geral das PME’s: facilidades, vantagens fiscais e de administração. Exercícios práticos:
gestão empresarial e controle administrativo e financeiro.
Bibliografia Básica:
TACHIZAWA, Takeshy. Criação de Novos Negócios: gestão de micro e pequenas empresas. Rio de
Janeiro: FGV, 2008.
LEMES JUNIOR, Antonio B. Administrando Micro e Pequenas Empresas. Campus, 2010.
AGEU, Barros. Gestão Estratégica nas Pequenas e Médias Empresas. Ciência Moderna, 2008
Bibliografia Complementar:
CASAROTTO FILHO, Nelson; Luis Henrique Pires. Redes de Pequenas e Médias Empresas e
Desenvolvimento Local, 2 ed. Atlas, 2001.
BIAGIO, Luiz Arnaldo. BATOCHIO, Antonio. Plano de Negócios: estratégias para micro e pequenas
empresas. 2ªed. Manole, 2011
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru Maximiano. Introdução à Administração. 8ª ed. São Paulo: Atlas,
2011.
DISCIPLINA: MERCADO DE CAPITAIS – CH 80 H/A
Ementa: Instituições financeiras. Intermediação financeira. Capacidade de criação de moeda. Ativos
financeiros. Funcionamento dos mercados. Alternativas financeiras de captação e aplicação de
recursos. Formação das taxas de juros. Mercados de ações. Funcionamento de mercados futuros.
Crédito de Carbono.
Bibliografia Básica:
KERR, Roberto. Mercado Financeiro e de Capitais. Pearson Prentice Hall, 2011. Virtual
ASSAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro. Atlas, 2012.
LIMA, Iran S. Mercado Financeiro – aspectos conceituais e históricos. Atlas, 2008.
PINHEIRO, Juliano L. Mercado de Capitais – fundamentos e técnicas. 6ªed. Atlas, 2012
Bibliografia Complementar:
LAMEIRA, Valdir de Jesus. Mercado de Capitais, 2 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2008
TOLEDO FILHO, Jorge Ribeiro de. Mercado de Capitais Brasileiro: uma introdução. São Paulo:
Thomson Learning, 2006.
ANDREZO, Andrea F.; LIMA, Iran S. Mercado Financeiro: aspectos conceituais e históricos. 3ª.ed.,
Atlas, 2007.
DISCIPLINA: ESTUDO DA REALIDADE CONTEMPORÂNEA – CH 40 H/A
Ementa: Cultura e Arte; Avanços tecnológicos; Ciência, tecnologia e sociedade; Democracia, ética e
cidadania; Ecologia/biodiversidade; Globalização e política internacional; Políticas públicas: educação,
habitação, saneamento, saúde, transporte, segurança, defesa, desenvolvimento sustentável. Relações
de trabalho; Responsabilidade social: setor público, privado, terceiro setor; Sociodiversidade e
multiculturalismo: violência, tolerância/intolerância, inclusão/exclusão e relações de gênero;
Tecnologias de Informação e Comunicação; Vida urbana e rural.
Bibliografia Básica
MAZZAROTTO, Angelo de Sá; BERTÉ, Rodrigo. Gestão Ambiental no Mercado Empresarial.
Intersaberes, 2013. Virtual
MATOS, Francisco Gomes de. Ética na Gestão Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2012.
COVEY, Stephen R. Sete hábitos das pessoas altamente eficazes, os. Rio de janeiro: best seller,
2006 e 2012.
LANZANA, Antonio E. Economia Brasileira - fundamentos e atualidade. 4ªed. Atlas, 2012
Bibliografia Complementar
Pearson Education do Brasil. Gestão Ambiental.Pearson Printece Hall, 2011. Virtual
JABBOUR, Charbel J.C. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social: conceitos, ferramentas e
organizações. Atlas, 2010.
CASSARRO, A. Carlos. Sistema de Informações para Tomadas de Decisões. 4ª Ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2011.
OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Sociologia das Organizações: uma análise do homem e das empresas. 1ª
ed. São Paulo: Thomson Learning, 2001.
DISCIPLINA: LIBRAS – CH 40 H/A
Ementa: Princípios gerais que determinam o funcionamento da comunicação através de LIBRAS.
Fundamentação teórica do conhecimento da língua de sinais. Ensino da linguagem para surdos e do
contexto social e cultural para a inclusão social.
Bibliografia Básica
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha. Libras: Conhecimento Além dos Sinais. Pearson Prentice Hall.
2011. Virtual
GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Parábola, 2009.
GESSER, Audrei. O Ouvinte e a Surdez – sobre ensinar e aprender libras. Parábola, 2012.
QUADROS, Ronice M. Língua de Sinais – instrumentos de Avaliação. Artmed, 2011.
Bibliografia Complementar
FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais. Vol.1.
Ciranda Cultural, 2009.
FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais. Vol.2.
Ciranda Cultural, 2009.
FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais. Vol.3.
Ciranda Cultural, 2009
DISCIPLINA: GESTÃO EMPRESARIAL SUSTENTÁVEL – CH 40 H/A
Ementa: Desenvolvimento Sustentável e Atividade Empresarial. Responsabilidade Social. Mercados,
Meio Ambiente e Novos Negócios. Mercados e Energia. Sustentabilidade de Negócios. Mudança,
Inovação e Aprendizado nas Empresas.interpessoais por meio das linguagens oral, corporal e escrita. A
disciplina ressalta, ainda, a importância do uso adequado da norma culta da língua portuguesa e de
suas variantes lingüísticas como instrumento de integração e interação social e política.
Bibliografia Básica
Pearson Education do Brasil. Gestão Ambiental.Pearson Printece Hall, 2011. Virtual
CURI, Denise (org). Gestão Ambiental. Pearson, 2012. Virtual
MAZZAROTTO, Angelo de Sá; BERTÉ, Rodrigo. Gestão Ambiental no Mercado Empresarial.
Intersaberes, 2013. Virtual
JABBOUR, Charbel J.C. Gestão Ambiental nas Organizações. Atlas, 2013.
Bibliografia Complementar
PHILIPPI, Arlindo Jr.; ROMERO, M. de Andrade; BRUNA, Gilda Collet. Curso de Gestão Ambiental.
Monole, 2004. Virtual
BERTÉ, Rodrigo. Gestão Socio Ambiental. Intersaberes, 2012.
MATOS, Francisco Gomes de. Ética na Gestão Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2012.
SROUR, Robert H. Ética Empresarial. 4ªed. Campus, 2013
BARSANO, Paulo Roberto. Ética e Cidadania Organizacional: guia prático e didático. Érica, 2012.
DISCIPLINA: NEGOCIAÇÃO – CH 40 H/A
Ementa: O Empreendedorismo aborda, de forma interdisciplinar, aspectos essenciais dessa disciplina,
tais como informações sobre empreendedorismo e sobre atitudes e habilidades esperadas de um
empreendedor; identificação, análise e viabilidade de oportunidades de negócio para fazer de uma
equipe um diferencial de mercado e como fazer um plano de negócios
Bibliografia Básica
NAKAGAWA, Marcelo. Plano de Negócios: teoria geral. Manole, 2011. Virtual
MAXIMINIANO. Antonio C. Amaru. Administração de Projetos: como transformar idéias em
resultados. 3.ed.Atlas, 2009
LENZI, Fernando César; KIESEL, Márcio Daniel O Empreendedor de visão. Atlas, São Paulo 2009
MARIANO, Sandra; MAYER, V.Feder. Empreendedorismo: fundamentos e técnicas para a
criatividade. Rio de Janeiro, LTC, 2011.
Bibliografia Complementar
SERTEK, Paulo. Empreendedorismo, 5 ed. Ibpex, 2011. Virtual
WAGNER, A. John III e HOLLENBECK R John. Comportamento Organizacional. São Paulo Saraiva,
2000.
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor, 3 ed. Saraiva,
2008.
FIALHO, Francisco Antônio Pereira. Empreendedorismo na Era do Conhecimento. Florianópolis:
Visual Books, 2006.
DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL – CH 40 H/A
Ementa: Estudo da linguagem verbal e não verbal e das características dos diversos tipos e gêneros
textuais. Estabelecimento de relações entre variação lingüística e situação de comunicação.
Desenvolvimento de estratégias de leitura e da produção de inferências no processo de interpretação
de textos.
Bibliografia Básica
GUIMARÃES, Thelma de Carvalho. Comunicação e Linguagem. Pearson, 2012. Virtual
FRANÇA, Ana Shirley. Comunicação Escrita nas Empresas. Atlas. 2013.
MEDEIROS, João Bosco. Comunicação Empresarial. Atlas. 2014.
TERCIOTTI, Sandra Helena; MACARENCO, Isabel. Comunicação Empresarial na Prática. 3ª ed.
São Paulo: Saraiva, 2013.
Bibliografia Complementar
CAVALCANTE, Mônica Magalhães. Os Sentidos do Texto. Contexto, 2012. Virtual
DUARTE, Sérgio Nogueira. Língua Viva - 1: uma análise simples...Rio de Janeiro: Rocco, 2000.
DUARTE, Sérgio Nogueira. Língua Viva - 2: uma análise simples...Rio de Janeiro: Rocco,2000
FIORIN, José Luiz. Para Entender o Texto. São Paulo: Ática, 2002.
1.4.3 - Adequação às Diretrizes Curriculares Nacionais
Para a garantia e efetiva coerência no curso, o Núcleo Docente Estruturante, apoiado pelo Colegiado
do Curso realiza revisão continua do Projeto Pedagógico do Curso à luz das Diretrizes Curriculares
Nacionais do Curso Superior de Administração, promovendo aprofundamento, discussão e debates,
motivados pelo, além de uma contínua leitura do contexto regional.
As ementas das unidades de estudo do Curso de Administração da Faculdade de Administração,
Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG foram definidas quando da elaboração do Projeto Pedagógico do Curso - PPC - considerando o perfil do egresso. É importante enfatizar
que a adequação e atualização das ementas contaram com a colaboração do corpo docente integrando suas experiências acadêmicas e profissionais, além de terem se pautado nas Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos de Graduação em Administração, do Ministério da Educação.
Como se trata de área muito dinâmica, os Planos de Ensino são elaborados e aprovados semestralmente, oportunizando que cada professor possa fazer uma verificação da adequação da ementa e do
conteúdo programático da disciplina e propor ao colegiado do curso as alterações necessárias.
A bibliografia traz fundamentações e conceitos importantes na formação do aluno. Os livros considerados complementares podem ser da mesma linha de textos que contribuam na formação específica da
disciplina, com informações atuais acerca das práticas pedagógicas.
1.4.4 - Projeto Interdisciplinar – Plano de Negócio e Práticas Empresariais
As disciplinas Projeto Interdisciplinar: Plano de Negócio (5º Semestre) e Projeto Interdisciplinar:
Práticas Empresariais (6º Semestre) caracterizam-se por integrar conteúdos já trabalhados nas séries
anteriores. Especial atenção é dada à elaboração dos programas de curso destas disciplinas, de modo
a privilegiar a construção de relacionamentos que permitam aos alunos avaliar a amplitude dos
conhecimentos adquiridos no curso, bem como sua capacidade de aplicá-los em áreas conexas.
Além dos aspectos relacionados com a aplicação de habilidades técnicas e metodológicas, o
planejamento do ensino dá ênfase à compreensão da realidade da atividade administrativa, vista como
um todo complexo, integrado e indivisível, essencial para a formação de um profissional de
Administração capaz de interpretar corretamente as relações existentes nos diversos mercados.
1.4.5 – Mostra de Iniciação Científica
A iniciação científica é um instrumento que introduz o estudante de graduação com potencial promissor
na prática da pesquisa científica. É o primeiro contato direto do estudante com a atividade científica que
o leva a se engajar na pesquisa, tendo oportunidade de estudar e desenvolver um determinado tema,
usando as metodologias adequadas, sempre sob a orientação e supervisão de um professor orientador.
A iniciação científica se caracteriza, portanto, como um meio da realização de um projeto de pesquisa,
contribuindo também para a formação de uma nova mentalidade no aluno, levando-o a conhecer e
aplicar a metodologia científica.
Tradicionalmente acontece na Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de
Guaratinguetá – FACEAG a Semana de Mostra de Iniciação Científica, oportunidade em que os
alunos apresentam os trabalhos de pesquisa desenvolvidos ao longo do curso. Trata-se de
apresentações orais e de painéis demonstrativos, formatados conforme as regras da instituição.
A Mostra de Iniciação Científica visa, dentre outros objetivos, despertar no aluno a vocação científica,
proporcionar aprendizagem de técnicas e métodos científicos, estimular o desenvolvimento do
pensamento científico e da criatividade decorrentes das situações geradas pelo confronto direto com os
problemas de pesquisa e incentivar talentos potenciais dos alunos de graduação, promovendo a
inserção destes no domínio do método científico.
Visando a publicação dos trabalhos de iniciações científica desenvolvidos por alunos e professores, a
Gerência de Práticas divulga semanalmente uma lista das revistas que estão com chamada de artigos
aberta no período.
1.4.6 - Empresa Junior
É uma Associação Civil sem fins lucrativos, da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas
e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, com o apoio de Professores do Curso de Administração,
da Direção da Faculdade, e seus órgãos administrativos. A missão da Empresa Junior é disponibilizar
atividades aos alunos de Administração, que promovam o desenvolvimento pessoal, acadêmico e
profissional, atendendo à necessidade de formar um profissional crítico, empreendedor e com
preocupação humanística, ética e social. Representa também, uma oportunidade integradora dos
vários conhecimentos e da teoria com a prática.
Os objetivos específicos da Empresa Júnior são:
 Proporcionar aos seus membros associados às condições necessárias para a aplicação prática
de conhecimentos teóricos relativos à sua área de formação profissional, desenvolvendo seus
conhecimentos técnicos e acadêmicos;
 Incentivar o espírito empreendedor dos seus participantes, possibilitando o surgimento de
novas lideranças;
 Desenvolver atividades que promovam a melhoria econômica e social da comunidade em que
a Empresa Júnior atua, quando procurada por terceiros ou por interesses próprios, auxiliando
no desenvolvimento profissional, pessoal e humanístico do futuro profissional;
 Valorizar alunos e professores perante a sociedade e no âmbito acadêmico;
 Propiciar a interação entre acadêmicos e a comunidade.
A Empresa Júnior realiza no início de cada semestre um processo seletivo para novos alunos que
estejam interessados em participar de suas atividades.
1.4.7 - Atividades Complementares
As Atividades Complementares têm por finalidade propiciar ao aluno a oportunidade de realizar, em
prolongamento ao currículo pleno, uma trajetória autônoma e particular, com conteúdos
extracurriculares que lhe permitam enriquecer o conhecimento propiciado pelo curso. Estas atividades
poderão ocorrer através de monitorias, congressos, seminários, semanas acadêmicas, eventos
técnicos, científicos e culturais, pesquisas, grupos de estudos, viagens de estudos, visitas técnicas,
grupos de estudos, artigos publicados, atividades de representação, dentro outros.
A integralização da organização curricular dá-se através da comprovação pelo acadêmico junto à
Secretaria Acadêmica de 200 (duzentas) horas de atividades complementares, conforme Regulamento
das Atividades Complementares desenvolvido pela Instituição.
As atividades complementares caracterizam-se como práticas acadêmicas apresentadas sob múltiplos
formatos, tendo em vista essencialmente complementar e sintonizar o currículo pedagógico proposto,
ampliar os horizontes do conhecimento e sua aplicação e prática para além da sala de aula, favorecer o
relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais, favorecer a tomada de
iniciativa dos alunos, dentre várias possibilidades.
1.4.8 - Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
Conforme preceitua a Resolução CES/CNE nº 10/2004 o Trabalho de Conclusão de Curso é
opcional para o curso de Administração. Nesse sentido, o Núcleo Docente Estruturante do curso de
Administração da FACEAG se reuniu em 29 de janeiro de 2015 e, considerando a importância da
qualidade da pesquisa acadêmica, bem como após análise da qualidade do TCCs apresentados pelos
alunos, observou-se que nem todos os alunos têm talento para a pesquisa e, visando à seriedade e a
qualidade da iniciação científica, decidiu-se substituir o TCC pela disciplina “Estudo da Realidade
Contemporânea”. Em compensação, ficou decidido que a iniciação científica, iniciada como projeto
piloto no primeiro semestre de 2014, será ofertada semestralmente, sendo estimulada e incentivada a
todos os alunos. Contudo, a iniciação científica não será obrigatória, mas facultativa, de modo a
implementar na faculdade uma cultura de pesquisa com qualidade e excelência acadêmica, a ser
desenvolvida por alunos que demonstrem interesse pela pesquisa e, por isso, possam contribuir para
com a ciência, seja no âmbito local, regional, nacional ou mesmo internacional. Com isso espera-se
contribuir para com o desenvolvimento da pesquisa na área das ciências administrativas, na medida
em que o projeto é voltado para alunos com perfil e vontade de iniciar-se na pesquisa científica.
A disciplina inserida no lugar do TCC traz um contexto atual do que tem acontece nas várias
áreas como Tecnologia, Cultura e Arte, Ecologia e Responsabilidade Social em seu setor tanto
público, terceiro setor e privado. Ainda faz uma visão das Políticas Públicas Nacionais e
Internacionais atuais e a Globalização.
1.4.9 - Estágio Curricular Supervisionado
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG
assume também como objetivo do estágio: integrar o aluno ao mundo do trabalho, com o intuito de
prepará-lo profissionalmente, visando à formação de um profissional adequado ao mundo globalizado
em que vivemos e que atenda as novas exigências e desafios dos tempos atuais.
Serão estabelecidos acordos de cooperação com empresas da região, abrindo campos de estágios, o
que permitirá aos nossos alunos, principalmente aos que não advém do mundo do trabalho, vivenciar
na prática os conceitos vistos na escola, quer sejam em aulas práticas ou teóricas.
Considera-se Estágio Supervisionado a atividade de complementação acadêmica nos moldes
estabelecidos pela legislação vigente. A disciplina é cumprida em 300 horas e resulta em um trabalho
de observação em campo de atividades práticas relacionadas ao curso. O aluno deve relacionar as
atividades observadas à fundamentação teórica prévia ou simultaneamente adquirida, e obedecendo a
Regulamento Específico aprovado pela Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e
Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG.
Tal como estabelecido na legislação, sua realização é obrigatória e o não cumprimento da disciplina
impede o aluno de obter o registro de seu diploma, não alcançando assim o grau de Bacharel em
Administração. Portanto, o Estágio Supervisionado tem como finalidade básica proporcionar a
complementação da formação acadêmica e, ao mesmo tempo, permite que o aluno tenha acesso ao
seu futuro campo de atuação profissional. Um contato direto com questões práticas e teóricas, através
do cumprimento de determinado número de horas, conforme estabelece o currículo do curso.
Professores designados para este fim supervisionarão e orientarão os estágios curriculares
obrigatórios dos alunos no último ano do curso. O relatório final de estágio é elaborado pelo estudante,
mediante orientação de um professor.
O professor orientador avaliará as várias etapas de elaboração do relatório final. O estágio
supervisionado poderá ser realizado em organizações públicas e/ou privadas, a fim de que o estudante
possa integrar-se às situações profissionais concretas. Para o Estágio Supervisionado a IES
disponibilizará, em momento oportuno, o seu regulamento de Estágio e respectivo Manual.
A Coordenação de Estágio disponibilizará todas as informações pertinentes à efetiva realização do
estágio curricular. O aluno deverá apresentar à empresa concedente, a área em que fará a
investigação, e o profissional responsável pelo acompanhamento, que assinará, além das cartas de
início e fim de estudo da organização, o Relatório Final.
O processo de aprendizagem envolve uma abordagem teórica e prática e o aluno ao cursar a disciplina
tem a oportunidade de complementar o processo de aprendizagem. Ao passar pelo Estágio
Supervisionado, o aluno terá a oportunidade de desenvolver um trabalho derivado de uma observação
empírica e de atividades, e fundamentá-las teoricamente. Através das atividades do Estágio
Supervisionado, o aluno desenvolve o seu conhecimento, bem como passa a participar da realidade de
uma organização.
A coordenação de Estágio Curricular está subordinada a Diretoria e tem como competências:
 Orientar, controlar e acompanhar os processos dos alunos referentes a estágios supervisionados;
 Elaborar conjuntamente com professores-orientadores o calendário anual de estágios.
O Professor-Orientador:
 Elaborar conjuntamente com o orientando o plano de estágio e submetê-lo a apreciação da
Coordenação de Estágios;
 Elaborar conjuntamente com o orientando a agenda de reuniões para discussão do tema com
base no calendário anual;
 Zelar pela apresentação do trabalho em conformidade aos padrões estabelecidos; bem como
seus prazos;
 Acompanhar e avaliar os resultados das etapas elaborados no Plano de Estágio.
O Aluno/estagiário:
 Levantar questões para discutir com o professor-orientador;
 Apresentar a documentação solicitada dentro do prazo estabelecido;
 Apresentar relatório conforme prazo previamente estabelecido no Plano de Estágio;
 Frequentar assiduamente o período do estágio supervisionado;
 Cumprir os prazos estabelecidos;
 Observar as normas internas da empresa concedente e zelar pelo nome da Faculdade no ambiente de estágio.
O estágio curricular é realizado, ao longo do curso, de modo a assegurar aos formandos experiência de
exercício profissional, em ambientes relacionados à área de Administração, que ampliem e fortaleçam
atitudes éticas, conhecimentos e competências.
Portanto, o Estágio Supervisionado tem como finalidade básica proporcionar a complementação da
formação acadêmica e, ao mesmo tempo, permite que o aluno tenha acesso ao seu futuro campo de
atuação profissional e um contato direto com questões práticas e teóricas, através do cumprimento de
determinado número de horas, conforme estabelece o currículo do curso.
1.5 - Metodologias de Ensino
A proposta metodológica para o Curso de Administração baseia-se no entendimento que o
conhecimento se constrói a partir da constante interação aluno, professor e conteúdo (curriculares e
procedimentais). O papel do professor é o de ser um facilitador entre o saber e o educando, nunca
agindo como dono absoluto da verdade, mas caminhando em direção a ela e compartilhando
conhecimento e experiências como profundo conhecedor (domínio) da sua área de atuação.
Os alunos constroem o seu conhecimento a partir da sua interação constante com os conteúdos, com
os colegas, com os professores e por meio das múltiplas relações de aprendizagem proporcionadas
pelo ambiente acadêmico da Faculdade. A relação dos alunos com o conhecimento ocorre de forma
progressiva e gradual, se voltando para a busca de soluções e de crescimento.
Os professores devem guiar o educando na construção e descoberta dos saberes no domínio da arte
da engenharia, através de um relacionamento de proximidade, mas principalmente complementar e
interativo. Este direcionamento – através do incentivo à pesquisa, a análise, a reflexão e a prática –
deve possibilitar um descobrimento por parte dos alunos das suas competências, habilidades e atitudes
nos mais variados campos – profissional, social, administrativo, entre outros.
A proposta metodológica do curso de Administração visa possibilitar uma progressão contínua dos
alunos com base nos resultados de aprendizagem demonstrados ao longo dos semestres.
Esta progressão lógica é feita respeitando a individualidade e a capacidade dos alunos, bem como a
inter-relação entre os conteúdos. Apesar disso, os alunos são desafiados a trabalharem e a interagirem
em equipes e grupos, através da troca de experiência e do crescimento, motivando o desenvolvimento
de habilidades de relacionamento interpessoal.
O professor funciona como elemento condutor do processo de aprendizagem: é o caminhar em direção
ao desenvolvimento e a descoberta, fruto da compreensão, interação, reflexão e experiências.
A prática acadêmica busca ser a realidade dos ideais propostos. Porém, sabe-se que a aplicação deve
ser flexível e dinâmica diante de um ambiente em frequente mutação, além do estágio de
transformação em que se encontra o educando. Por isso, a faculdade procura unir estas lacunas,
sendo um exemplo na formação de procedimentos e de caracteres.
Os procedimentos de ensino se referem às estratégias que os docentes podem empregar para
transmitir os conhecimentos a respeito dos conteúdos das diversas disciplinas. Entre eles salientam-se
os seguintes: A metodologia de ensino adotada no curso põe em ação as políticas institucionais
definidas no Projeto Pedagógico Institucional, destacando-se o papel do professor e do aluno no
processo ensino-aprendizagem. Os conteúdos de ensino são organizados de modo a garantir a
aproximação de disciplinas que ministrem conteúdos afins, estimulando a interdisciplinaridade e a
correlação entre teoria e prática, permitindo assim a aquisição gradual de conhecimentos e habilidades
e promovendo a aprendizagem para um competente desempenho profissional.
A formação do profissional de Administração envolve a eleição de formas didático-pedagógicas
pertinentes ao tipo de conteúdo programático a ser desenvolvido. As aulas são expositivas, práticas,
teórico-práticas, incluem apresentação de seminários, discussões de casos, resolução de problemas,
visitas as instituições, empresas e órgãos públicos, acompanhamento de programas comunitários.
Associadas às metodologias aplicadas em salas de aula, as reuniões de colegiado de curso e do NDE,
reuniões com equipes de disciplinas, as discussões gerais e o apoio aos eventos acadêmicos formam o
elo necessário à associação dos conceitos básicos teóricos e práticos às suas aplicações práticas e
suas repercussões biopsicossociais nos indivíduos, na instituição de ensino e na sociedade.
Os alunos, ao mesmo tempo em que participam das atividades curriculares, são estimulados a explorar
a vida acadêmica e a interagir com a sociedade, o que os faz exercitar o trabalho em equipe, a
responsabilidade com os envolvidos e a ganhar desenvoltura no relacionamento com seus pares e com
os superiores, resultando na aquisição de um conjunto de valores importantes para o exercício da
atividade profissional e da cidadania.
Os procedimentos de ensino se referem às estratégias que os docentes podem empregar para
transmitir os conhecimentos a respeito dos conteúdos das diversas disciplinas. Entre eles salientam-se
os seguintes:
Aulas expositivas ou discursivas devem ser em quantidade mínima, pois dificilmente um docente
consegue prender a atenção dos alunos por muito tempo. O uso do quadro, transparências e ou slides
auxiliam o docente a manter-se dentro de um plano da aula e, dependendo da qualidade do material,
constituem auxílios à fixação dos conceitos e temas.
Apresentação de filmes ou segmentos de filmes procedimento que permite transmitir conceitos e se
constitui num substitutivo de experiências reais. As aulas tornar-se-ão mais agradáveis que as
tradicionais. A exibição, de filmes deve ser acompanhada de intervenções do docente, em passagens
específicas, para que a ligação entre as cenas e o assunto que está em discussão seja estabelecida.
Palestras de professores e profissionais convidados este procedimento permite trazer aos alunos,
testemunhos vivos do que se discute em sala de aula, bem como, que profissionais possam traçar
paralelos entre a teoria e a prática, o que nem sempre o docente consegue acumular.
Tecnologia da Informação as tecnologias da Informação e os recursos multimídia permitem aos
docentes uma vasta gama de recursos que podem ser empregados para o ensino: softwares de
apresentação com animação, documentários e depoimentos gravados em CD-ROM são algumas das
opções.
Simulações novos softwares que empregam recursos mais modernos de Tecnologia da Informação
estão disponíveis e permitem oportunidades de treino em tomada de decisão e em gestão de uma
forma geral.
Seminários podem ser preparados e apresentados pelos alunos. Entretanto, há de se tomar cuidado
para que todos os componentes do grupo participem efetivamente do mesmo. Sugere-se que o
docente escolha, no momento da apresentação, o aluno que irá expor a parte do seminário. Outra
alternativa é incluir no momento da avaliação uma parcela da nota em função da quantidade de alunos
presentes à exposição.
Exercícios práticos em sala exercícios realizados em sala de aula, individualmente ou em grupo. O
docente não deve exagerar no uso de exercícios e, tão pouco, deixar de promover discussão entre os
grupos, com sua avaliação.
Leitura de livros e revistas técnicas livros ou artigos de revistas que envolvam a disciplina ajudam a
manter a atualização do conteúdo, desde que sejam lidos por todos, discutidos em sala de aula e que
sejam incluídos nas avaliações.
Visitas essa atividade possibilita um contato com as práticas profissionais mediante um programa de
visitas em vários momentos pedagógicos e cuidadosamente organizado de modo a complementar com
exemplos práticos os conteúdos desenvolvidos em sala de aula.
Aulas Práticas os Laboratórios e os espaços de aprendizagem já existentes na Faculdade são
entendidos como espaços em que múltiplas funções podem ser cumpridas, propiciam a aprendizagem
e a construção de conceitos teóricos, o desenvolvimento de habilidades técnicas, a aprendizagem de
normas de segurança e a aprendizagem do trabalho em grupo.
Os procedimentos acima relacionados e outros que poderão ser identificados pelos docentes deverão
ser empregados parcimoniosamente e de forma mesclada para que possa aproveitá-los de melhor
forma possível em cada ponto específico das disciplinas.
1.6 - Apoio ao Discente
1.6.1 - Apoio Pedagógico
A Direção e a Coordenação da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de
Guaratinguetá - FACEAG são os órgãos responsáveis pelo apoio pedagógico ao discente, por meio
de:
 Atendimento individual e coletivo, nos horários disponíveis, com o objetivo de orientá-los no
processo de aprendizagem.
 Reunião com os representantes de sala a fim de discutir e solucionar os problemas que
porventura existirem, deliberar sobre suas questões acadêmicas e pedagógicas.
 Visitas às salas de aula para discussão sobre o andamento do curso, comunicações
importantes dentre outras.
 Divulgação de eventos culturais e pedagógicos relacionados à área de interesse do curso.
1.6.2 - Apoio à Participação em Eventos
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG
assume como política institucional apoiar os alunos para que participem de eventos que possam
contribuir para a atualização e aperfeiçoamento de sua formação. Este apoio é realizado de divulgação
e na forma de facilitador de transporte aos alunos para eventos, visitas, publicação de artigos
científicos, elaboração de jornais e murais didático-pedagógicos, congressos, seminários, encontros e
outras atividades voltadas para a formação adequada e atual dos discentes.
1.6.3 - Apoio Psicopedagógico
É política da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá FACEAG garantir, na medida de suas possibilidades e necessidades dos interessados, apoio
psicopedagógico aos seus alunos, a partir do trabalho dos docentes dos cursos nas áreas envolvidas,
por meio da contratação de um profissional devidamente qualificado.
Dessa forma, o aluno da Faculdade será atendido em suas necessidades e dificuldades referentes a
sua vida escolar e à sua aprendizagem, com horário agendado.
Para os discentes que necessitam de atendimento psicopedagógico, a diretoria e ou coordenação de
curso encaminha para o apoio psicopedagógico.
1.6.4 - Mecanismo de Nivelamento
Considerando as dificuldades apresentadas pelos alunos, oriundos principalmente de escolas públicas
e cursos supletivos que chegam aos seus diferentes cursos, com defasagens significativas em
componentes básicos no processo de aprendizagem nos diferentes cursos oferecidos, especialmente
Língua Portuguesa, a Faculdade oferece aos seus alunos um processo de ensino-aprendizado
realizado a partir de metodologias diferenciadas que os auxiliem a vencer suas dificuldades básicas e
desenvolver um bom curso.
1.6.5 - Monitoria
O Programa de Monitoria tem por objetivo promover o desenvolvimento dos alunos por meio de
diversas atividades relacionadas ao processo ensino-aprendizagem, tais como o atendimento aos
colegas, esclarecendo dúvidas, orientando a realização de exercícios, acompanhando experiências nas
aulas práticas, auxiliando em trabalhos de grupo, etc.
A monitoria é exercida por Monitor Voluntário e o mesmo tem a certificação com validade na formação
profissional. Para concorrer à vaga na Monitoria, é necessário submeter-se a processo de seleção.
Além dos objetivos acima preconizados, a Monitoria no Curso de Administração será considerada como
Atividade Complementar.
1.6.6 - Bolsas de Estudos
São oferecidas bolsas a alunos carentes e com bom desempenho escolar para que possam continuar
seus estudos com dignidade.
Atenta às dificuldades da região, a Faculdade idealizou os Projetos Sociais. São programas
facilitadores para o acesso de jovens e adultos carentes no ensino superior, conhecidos em todo o
Estado e reconhecidos pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.
Coordenado por departamento da Instituição, tem como missão: alcançar a oferta e a prática de uma
Educação Solidária, através de parcerias com Instituições, Projetos Sociais, Educacionais e Culturais,
permitindo a Educação para todos e a Inserção Social.
1.6.6.1 - Programas Institucionais de Financiamento de Estudos
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG é
consciente de que uma grande parcela de seus alunos, principalmente as classes C e D, são
trabalhadores que não dispõem de tempo e disposição para se dedicar a um dos projetos sociais que a
IES oferece. Pensando nestes alunos que a Faculdade oferece aos seus alunos a possibilidade de
financiar o seu estudo, por meio de parceria com o Governo Federal através do FIES.
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG
ciente que as instituições de ensino são por excelência o veículo natural de disseminação da
responsabilidade social e também responsáveis pela formação do cidadão, visa proporcionar aos
jovens carentes a possibilidade de ingresso ao ensino superior, e seguindo o projeto de sua
mantenedora consolidará parcerias com órgãos governamentais e instituições para concessão de
bolsas de estudo de até 100%.
No entanto, acreditando que em Responsabilidade Social na área educacional, não pode existir doação
e sim reciprocidade a Faculdade exige dos alunos contemplados bom desempenho acadêmico e
contrapartida social através da prestação de serviços em creches, asilos, hospitais, associações de
moradores, escolas municipais e estaduais e instituições beneficentes.
Deste modo, a seguir, apresenta-se uma síntese dos trabalhos, idealizados:
UNIESP SOCIAL
Consiste na contemplação de Bolsa de até 50% aos alunos financeiramente menos favorecidos e em
contra partida ao benefício recebido, o bolsista tem como compromisso o desenvolvimento de
atividades de contrapartida social em instituições sociais como: asilos, creches, hospitais e ONGs
oferecendo sua contribuição pessoal e profissional para a transformação de centros comunitários,
voltados para o exercício da cidadania.
Plano UNIESP de Inclusão Educacional e Social – UNIESP100
Consiste em proporcionar ao aluno a oportunidade de frequentar um curso superior com um valor
mensal acessível: por meio do pagamento do valor parcial das respectivas mensalidades durante o
período de duração do curso, mediante a concessão de bônus. Após a conclusão do curso, o aluno
terá a possibilidade de obtenção de desconto e parcelamento para a quitação do saldo contratual
devedor.
1.6.6.2 - Programas Federais de Financiamento de Estudos
PROUNI – Programa Universidade para Todos
O Programa Universidade para Todos, denominado de PROUNI é destinado à concessão de bolsas de
estudo integrais e bolsas de estudo parciais de cinquenta por cento (meia-bolsa) para cursos de
graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de ensino superior, com ou
sem fins lucrativos e oferece ainda a implementação de políticas afirmativas de acesso ao ensino
superior aos autodeclarados indígenas ou negros e aos portadores de deficiência.
FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal
O FIES – Programa de Financiamento Estudantil do governo brasileiro, operado pelo Ministério da
Educação em conjunto com a Caixa Econômica Federal, financia até 100% das despesas estudantis. O
FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal é um programa do Ministério da Educação
destinado a financiar a graduação no Ensino Superior de estudantes que não têm condições de arcar
com os custos de sua formação e estejam regularmente matriculados em instituições particulares,
conveniadas com o Programa e com notas positivas nas avaliações do MEC.
1.6.7 - Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso
A avaliação periódica do curso decorrente dos processos internos e externos, bem como em função da
dinamicidade do mesmo, será ponto vital para a reciclagem e realimentação, sendo que a difusão dos
resultados, por meios de comunicação massivos e interativos, deverá garantir o permanente contato
com a comunidade acadêmica assegurando a retroalimentação do processo de avaliação da
Faculdade.
Para isso serão feitas reuniões individuais e ou coletivas com docentes, discentes e funcionários da
instituição, além de reuniões internas, por setor, para buscar alternativas para resolver os problemas no
âmbito do curso.
Nessa perspectiva, o processo de auto avaliação institucional da Faculdade de Administração,
Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG, volta-se para o atendimento de
uma tríplice exigência, no objetivo de tornar-se:
 um processo contínuo de aperfeiçoamento do desempenho acadêmico;
 uma ferramenta para o planejamento da gestão universitária;
 um processo sistemático de prestação de contas à comunidade interna e externa.
Isso significa acompanhar metodicamente as ações desenvolvidas na Instituição a fim de verificar se as
funções e prioridades determinadas coletivamente estão sendo realizadas e atendidas. É esse
contraponto entre o pretendido e o realizado que dá o sentido à auto avaliação Institucional nas
organizações universitárias.
Assim, os princípios norteadores da auto avaliação institucional na Faculdade de Administração,
Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG, identificam-se:
 pela aceitação e conscientização da necessidade de avaliação por parte de todos os
segmentos envolvidos;
 pelo reconhecimento da legitimidade e pertinência dos princípios norteadores e dos critérios a
serem adotados;
 pelo envolvimento direto de todos os segmentos da comunidade acadêmica na sua execução e
na implementação de medidas para a melhoria do desempenho institucional.
Nesse sentido, a Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de
Guaratinguetá – FACEAG:
 a avaliação deve ser um processo institucional envolvendo aspectos indissociáveis das
atividades-fim e atividades meio, necessários à sua realização. Para tanto, deve buscar uma
análise simultânea do seu conjunto de dimensões relevantes ou, a partir de prioridades
definidas no âmbito da Instituição e dos recursos disponíveis, hierarquizar, cronologicamente, o
tratamento de cada uma delas;
 a proposta de avaliação deve integrar, num processo global, esforços e experiências de
avaliação já existentes na Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis
de Guaratinguetá – FACEAG englobando aspectos quantitativos e qualitativos, bem como as
demais experiências de instituições congêneres.
 o processo avaliativo deve aliar a estratégia de avaliação interna à avaliação externa,
combinando subsídios e juízos de valor dos indivíduos comprometidos com a Instituição,
(porque nela desenvolvem algum tipo de atividade), com o julgamento de pessoas que a ela
não estão ligadas por vínculos profissionais;
 a avaliação deve prever a efetiva e intensa participação de seus membros, tanto na definição
dos procedimentos e de formas de implementação, como na utilização dos resultados,
traduzidos em objetivos e metas, voltadas ao aperfeiçoamento da Instituição;
 o processo de avaliação deve apresentar legitimidade técnica sendo, que, para tanto,
dependerá de método científico para coleta e tratamento dos dados, a partir de critérios prédefinidos;
 o processo de avaliação deve ser contínuo e sistemático, visando a realimentação e
aperfeiçoamento permanente do próprio processo avaliativo da Instituição.
Significa, portanto, o acompanhamento metódico das ações desenvolvidas pela Instituição com o fim
de verificar se os objetivos, finalidades e prioridades, definidas coletivamente, estão sendo realizadas e
atendidas.
Enquanto processo global:
 possibilita identificação de fatos que afetam, positiva ou negativamente, seu desempenho e
adequação, relevância e qualidade de todas as atividades desenvolvidas e serviços prestados
pelo curso.
 oferece subsídios para que a Instituição e as pessoas envolvidas em todos os seus segmentos
possam atuar de forma planejada, corrigindo distorções identificadas e aperfeiçoando
elementos dos serviços prestados.
Os resultados do processo das Avaliações de Curso, do ENADE e CPA deverão possibilitar:
 o repensar a Instituição como uma entidade sintonizada com o momento atual e capaz de
responder às mudanças da sociedade em que se insere, em termos sociais, políticos,
econômicos e tecnológicos, dentre outros;
 a recomendação de estratégias, objetivos, metas e ações futuras com vistas à melhoria da
qualidade de ensino, iniciação científica, extensão, gestão, missão, comunicação e políticas
institucionais, infraestrutura física e responsabilidade social;
 implementação de ações corretivas que possibilitem o aperfeiçoamento do desempenho
institucional ;
 firmar valores que conduzam a excelência do ensino e da gestão universitária, tendo como
base os interesses dos docentes, discentes, técnico-administrativos e sociedade em geral, nas
áreas de atuação da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de
Guaratinguetá – FACEAG;
 indicar diretrizes para a tomada de decisão da gestão universitária, servindo como subsídios
para o Plano de Desenvolvimento Institucional, o Projeto Pedagógico Institucional e os Projetos
Pedagógicos dos Cursos.
1.7 - Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem
Para estimular nos alunos o desenvolvimento das competências advindas das Tecnologias de
Informação e Comunicação (TIC) no processo de ensino aprendizagem o curso a utilização de
ferramentas dessa natureza.
A estrutura de Tecnologia da Informação da IES é composta por um Laboratório de Informática, com
acesso à internet, totalizando 20 computadores funcionais.
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG
também conta com os seguintes recursos de informação e comunicação e de acesso ao corpo docente
e discente:
 Sistema RM, de gestão acadêmica, financeiro e de biblioteca. O aluno tem acesso ao Portal do
aluno, via web. Nele é possível acompanhar a situação acadêmica, bem como dos boletos
para pagamentos de mensalidades. Neste portal o aluno também tem acesso aos relatórios
acadêmicos, tais como histórico parcial, comprovante de atividades complementares e
atestado de matrícula. Neste mesmo sistema há a interface do docente, que tem acesso via
portal do professor, que realiza o controle de frequência, registra matérias lecionadas e notas.
 Laboratórios de Informática e específicos;
 Plataforma Moodle para qualificação do corpo docente e técnico administrativo;
 Rede Wireless interna para conexão à internet, com link dedicado;
 Softwares de planilhas eletrônicas, editores de texto, de apresentação;
 Software específicos para os cursos;
 Os coordenadores têm acesso aos diretórios no servidor da IES, armazenando com segurança
suas informações;
 E-mails coorporativos aos coordenadores, possibilitando acesso aos demais professores e
alunos;
 Mural de avisos no próprio site e no portal do aluno;
 TV UNIESP;
 Biblioteca Virtual;
 Periódicos Eletrônicos;
 Site Institucional.
1.8 - Procedimentos de Avaliação dos Processos de Ensino-Aprendizagem
A avaliação do desempenho acadêmico é feita por cada um dos componentes curriculares e/ou outras
atividades programadas e regulamentadas pela Instituição de Ensino. O aproveitamento é avaliado por
meio do acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas e/ou
atividades acadêmicas e no exame final, quando for o caso.
Compete ao professor da disciplina e/ou coordenador da atividade elaborar os exercícios escolares,
sob forma de prova de avaliação e outros trabalhos, bem como avaliar os resultados. Os exercícios
escolares ou provas, para efeito de avaliação definitiva, serão em número de, pelo menos, dois durante
o semestre letivo.
O exame final será realizado ao fim de cada unidade de tempo (semestre letivo), visando à avaliação
do domínio do conjunto de estudos da disciplina e/ou atividade acadêmica, e consta de prova escrita,
ou prática, ou oral. Os exercícios escolares podem equivaler, a critério do professor, à “prova de
avaliação” na disciplina.
A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico de zero (0) a
dez (10), fracionada de cinco (5) em cinco (5) décimos.
Atribui-se nota zero (0) ao aluno que deixar de se submeter à verificação prevista na data fixada (nos
casos em que não haja justificativa considerada adequada pelo colegiado do Curso), bem como ao que
nela se utilizar de meio fraudulento.
Vedada para exame final, é permitida segunda chamada para qualquer prova de avaliação, desde que
haja motivo justo que comprove a falta à primeira chamada, cabendo ao Coordenador do Colegiado de
Curso o deferimento ou não do pedido, que deverá ser feito por escrito, dentro de 48 (quarenta e oito)
horas úteis após a realização da primeira chamada, com o devido recolhimento de taxa específica,
homologado pela direção da Faculdade.
A verificação da aprendizagem, assim como a aprovação e a reprovação estão descritos no Regimento
Interno da Faculdade.
O curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de
Guaratinguetá – FACEAG reconhece a capacidade em seus alunos para construir o próprio
conhecimento por meio da modalidade de processo de Acompanhamento Contínuo. Trata-se de um
processo dinâmico que identifica limitações e propõe estratégias adequadas para superar defasagens e
erros, valorizar os acertos, sempre com o entendimento de um processo em aperfeiçoamento.
O processo da verificação do rendimento acadêmico tem como pressuposto básico a certeza de que
“não haverá ensino se não houver aprendizagem”, as consequências são: “aulas meramente
expositivas não permitem ao professor fazer a avaliação contínua preconizada, pelas normas
institucionais”.
Assim, é necessário ao professor desenvolver atividades que lhe permitam aproximar-se do aluno e,
como educador, fazer de sua ação pedagógica um desafio pessoal e profissional, que consiste em
construir com seus alunos conhecimentos científicos, rigorosos e contextualizados para influenciar
atitudes e desenvolver as habilidades.
Envolve o acompanhamento contínuo de conteúdo programático, efetivado ao longo do período letivo,
considerando a necessidade do discente de adquirir conhecimentos, hábitos, habilidades e atitudes
que o levem à competência profissional e sua integração com a sociedade e o mercado de trabalho.
No que se refere à avaliação do desempenho do discente no acompanhamento contínuo de conteúdo
programático está condicionada à frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total das
aulas previstas no calendário escolar, atribuir-se-ão notas semestrais para cada disciplina, numa escala
numérica de zero a 10 (dez), através da aplicação de pelo menos dois instrumentos diferenciados de
avaliação.
Ao término do semestre letivo, a nota final de cada disciplina será o registro do aproveitamento global
do discente.
O discente deverá ter nota igual ou superior a 7,0 (sete vírgula zero) em todas as disciplinas. O exame
final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral inferior a 7,0 (sete) e não inferior a 3,0 (três).
Dentre os mecanismos usualmente empregados para a avaliação podemos destacar:








Acompanhamento das atividades e participação em sala de aula;
Realização de trabalhos de pesquisa em grupo e individualmente;
Provas;
Avaliações interdisciplinares;
Seminários;
Participação nas discussões promovidas em sala de aula;
Realização e apresentação de trabalhos;
Realização do Estágio Supervisionado e a apresentação do respectivo relatório.
O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados
por ele obtidos nos exercícios escolares. Compete ao professor da disciplina elaborar os exercícios
escolares sob a forma de prova e demais trabalhos, bem como julgar os resultados. Os exercícios
escolares de verificação são: trabalhos de avaliação, trabalhos de pesquisa e outras formas previstas
no plano de ensino da disciplina.
A apuração do rendimento escolar é feita por disciplina, conforme as atividades curriculares,
estipuladas nos Planos de Ensino, aprovados pelo Colegiado de Curso.
O aproveitamento é avaliado por meio de verificações e da frequência, expressando-se o resultado de
cada avaliação em notas de zero a dez, como exprime o Regimento Geral da Faculdade.
Reproduzimos abaixo, na íntegra, os preceitos regimentais sobre avaliação.
Artigo 71 - A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e o
aproveitamento escolar, nos termos do Regimento da Faculdade.
Artigo 72 - A frequência às aulas e demais atividades escolares é obrigatória e permitida apenas aos
alunos matriculados.
§1
Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina o aluno
que não obtiver frequência de, no mínimo, 75 % das aulas e demais atividades realizadas, exceto no
ensino a distância.
§2
A verificação e o registro de frequência são de responsabilidade do professor e seu controle,
para efeito do parágrafo anterior, da Secretária Acadêmica.
§3
O aluno poderá requerer junto à Secretária Acadêmica, nos prazos fixados no Calendário
Escolar, a realização de prova repositiva, a fim de concluir uma das avaliações componentes da média
semestral que não tenha sido avaliado.
§4
O aluno convocado para integrar o Conselho de Sentença em Tribunal do Júri, Prestar Serviço
Militar obrigatório ou Serviço da Justiça Eleitoral, assim como portadores de doenças
infectocontagiosas e gestantes têm direito a atendimento especial (Exercícios Domiciliares) na forma
da legislação em vigor.
Artigo 73 - A aferição do rendimento escolar de cada disciplina é feita através de notas inteiras de zero
a dez, permitindo-se a fração de 5 décimos.
§1
As notas com centésimos entre 0,01 a 0,24 e 0,51 a 0,74 sofrerão arredondamento para baixo
I - 0,01 a 0,24 Ex.: 5,21 – a nota será 5,0
II - 0,51 a 0,74 Ex.: 5,68 – a nota será 5,5
§2
As notas com centésimos entre 0,25 a 0,49 e 0,75 a 0,99 serão arredondadas para cima.
I - 0,25 a 0,49 Ex.: 5,37 – a nota será 5,5.
II - 0,75 a 0,99 Ex.: 5,82 – a nota será 6,0.
Artigo 74 - O aproveitamento escolar é avaliado pelo acompanhamento contínuo do aluno e dos
resultados por ele obtidos nas provas, trabalhos, exercícios escolares e outros e, caso necessário, no
exame final.
§1
Dentre os trabalhos escolares de aplicação, há pelo menos uma avaliação escrita em cada
disciplina no semestre.
§2
O professor pode submeter os alunos a diversas formas de avaliações, tais como: projetos,
seminários, pesquisas bibliográficas e de campo, relatórios, cujos resultados podem culminar com
atribuição de uma nota representativa de cada avaliação bimestral.
§3
Em qualquer disciplina, os alunos que obtiverem média semestral de aprovação igual ou
superior a sete (7,0) e frequência igual ou superior a setenta e cinco por cento (75%) são considerados
aprovados.
§4
É considerado promovido ao semestre ou módulo subsequente, o aluno que for aprovado em
todos componentes curriculares ou que ficar reprovado, no máximo, em três componentes que
compõem a matriz curricular, independente dos semestres ou módulos nos quais os mesmos estão
inseridos.
Artigo 75 - O exame final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral inferior a sete (7,0), e não
inferior a três (3,0).
§1
O resultado final não poderá ser inferior a cinco (5,0), correspondendo ao cálculo aritmético
entre a média semestral e a nota do exame final.
§2
O alunos que obtiver média semestral menor que 3,0 (três) ou média final menor que 5,0
(cinco) será reprovado.
2 - CORPO DOCENTE
2.1 - Núcleo Docente Estruturante
2.1.1 - Atuação do Núcleo Docente Estruturante
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG
constituiu o Núcleo Docente Estruturante (NDE) com base na Resolução nº 1, de 17/06/2010, da
Comissão Nacional de Avaliação (CONAES), que normatiza do referido núcleo, cujo grupo de docentes
tem suas atribuições acadêmicas de acompanhamento atuante no processo de concepção,
consolidação e contínua atualização do Projeto Pedagógico do Curso, com as seguintes atribuições:
 contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
 zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino
constantes do currículo;
 indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de
necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas
públicas relativas à área de conhecimento do curso;
 zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação.
2.1.2 - Composição do Núcleo Docente Estruturante do Curso
Docente
João Ubiratan de Lima e Silva
Cleginaldo Pereira de Carvalho
Alberto Manoel Scherrer
Antônio Carlos Pereira da Cruz
Valdir Guerra
Titulação
Doutor
Doutor
Mestre
Especialista
Especialista
Regime de
Trabalho
Integral
Parcial
Integral
Parcial
Parcial
Área de Formação
Administração
Engenharia Mecânica
Ciências Contábeis
Administração
Economia
2.2 - Coordenação do Curso
2.2.1 - Atuação do Coordenador do Curso
Conforme Regimento da Faculdade, em seu Art. 31, compete ao Coordenador de Curso:
I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso;
II - representar a Coordenadoria de Curso perante as autoridades e órgãos da Faculdade;
III - elaborar o horário escolar do curso e fornecer à Diretoria os subsídios para a organização do
calendário acadêmico;
IV - orientar, coordenar e supervisionar as atividades do curso;
V - fiscalizar a observância do regime escolar e o cumprimento dos programas e planos de ensino, bem
como a execução dos demais projetos da Coordenadoria;
VI - acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito de seu curso;
VII - homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de curso;
VIII - exercer o poder disciplinar no âmbito do curso;
IX - executar e fazer cumprir as decisões do Colegiado de Curso e as normas dos demais órgãos da
Faculdade;
X - exercer as demais atribuições previstas neste Regimento e aquelas que lhe forem atribuídas pelo
Diretor Geral e demais órgãos da Faculdade.
Dentre suas atividades dá suporte às necessidades do corpo discente, convocando e coordenando
ações específicas para estes fins, bem como efetua reuniões de colegiado, e com o corpo discente
para a identificação de possíveis problemas e do bom andamento do curso. Também leciona disciplinas
no próprio curso. Essa vivência como docente lhe traz subsídios para uma gestão mais
profissionalizada, pautada na prática diária com alunos e com docentes.
2.2.2 - Experiência Profissional, no Magistério e em Gestão Acadêmica do Coordenador
Coordenador: João Ubiratan de Lima e Silva
Graduação: Engenharia Civil
Ano de Conclusão: 1979
Graduação: Economia
Ano de Conclusão: 1984
Graduação: Administração – (Bacharelado)
Ano de Conclusão: 1985
Especialista: Especialização em Engenharia Econômica
Ano de Conclusão: 1986
Doutorado: Geociências e Meio Ambiente
Ano de Conclusão: 1999
Experiência Profissional e Acadêmica: Possui experiência de 29 anos no Magistério
Superior e 10 anos de experiência profissional.
2.3 - Corpo Docente do Curso
O corpo docente da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de
Guaratinguetá - FACEAG, especificamente os do curso de Administração, atende as exigências da
legislação educacional nos aspectos legais requeridos.
2.3.1 - Perfil Esperado do Docente
Os professores do curso devem estar permanentemente preocupados com a aprendizagem como
processo qualitativo e interdisciplinar, dando prioridade à auto imagem dos alunos como geradora de
melhor desempenho. Devem estar voltados para o desenvolvimento tanto no próprio corpo docente,
quanto no discente, das características humanas requeridas pela atual sociedade em termos de
espírito empreendedor, visão estratégica e generalista, compreensão holística da realidade e
adaptabilidade aos cenários de mudança.
O corpo docente do curso deve estar imbuído da necessidade de aperfeiçoamento constante e
contínuo de sua qualificação, competência técnica, cultural e pedagógica, atitudes responsáveis e
éticas, demonstrando comprometimento com o futuro do país e da instituição, capacidade para trabalho
coletivo, interdisciplinar e organizado, além de possibilitar aumento gradativo de sua carga horária de
trabalho na instituição. A sua comprovada experiência na área do curso e suas habilitações são
fundamentais ao bom êxito das atividades.
Para desempenhar com qualidade suas funções, os docentes devem:
 construir conhecimentos, competências, habilidades e atitudes previstos para atuação na
educação superior;
 estar consciente de que sua formação deve contemplar os diferentes âmbitos do conhecimento
profissional de sua área de atuação;
 entender que a seleção dos conteúdos do curso deve orientar-se pelas diretrizes e orientações
previstas neste Projeto Pedagógico e ir além do ensino no stricto sensu, buscando identificar
as necessidades dos alunos para que se garanta os conteúdos necessários às diferentes
etapas da aprendizagem do Curso de Administração;
 saber tratar os conteúdos ministrados no curso, de modo articulado com outros conteúdos e
estratégias pedagógicas;
 entender que a avaliação é processo que deve orientar o trabalho do professor, a autonomia
dos alunos em relação ao seu processo de aprendizagem e a qualificação de profissionais
preparados para iniciar a carreira docente.
2.3.2 - Atividades Docentes
A ocupação da carga horária docente deverá ser distribuída nas seguintes atividades, inerentes ao
cargo de Professor:




Em atividades de ensino;
Em atividades de pesquisa e de extensão;
Em atividades de capacitação;
Em atividades de administração e de representação.
A prioridade máxima de distribuição da carga horária deve ser dada ao ensino, considerando que o
processo ensino-aprendizagem constitui a atividade fim da instituição. As aulas devem ser distribuídas
de acordo com as necessidades de cada curso, priorizando o atendimento para o processo ensinoaprendizagem, preponderando os aspectos educativo e coletivo sobre os aspectos administrativo e
individual.
A destinação de carga horária para atendimento extraclasse aos alunos será efetuada de acordo com
critérios estabelecidos para cada Curso, devidamente aprovados nos colegiados competentes, com
aprovação da mantenedora.
2.3.3 - Corpo Docente do Curso
Docente, Titulação, Experiência, Regime de Trabalho e Distribuição de Carga Horária do Corpo
Docente do Curso.
NOME
N°
HORAS
AULAS
OUTRAS
ATIVIDADES
TITULA
ÇÃO
Alberto Manoel Scherrer
André Luís Ortiz Pirtourscheg
Antônio Carlos Pereira da Cruz
Cleginaldo Pereira de Carvalho
Deise Cristina Silva de Oliveira
Fernanda Mara Zaccaro de Aquino
Jerry Carneiro Viana
João Ubiratan de Lima e Silva
Luiz Cláudio Gonçalves Júnior
Mitso Matsumoto
0
2
8
6
4
0
2
8
4
0
40
0
4
6
0
4
0
32
8
0
Mestre
Especialista
Especialista
Doutor
Especialista
Especialista
Especialista
Doutor
Mestre
Especialista
TEMPO DE
EXPERIENCIA NO MAG.
REGIME DE
SUP. E PROF.
TRABALHO
MAG.
PROFISSUPERIOR
SIONAL
Integral
13
>15
Horista
9
>15
Parcial
20
>15
Parcial
6
>15
Horista
3
0–5
Horista
2
6 -10
Horista
33
>30
Integral
30
>30
Parcial
9
>15
Horista
22
>15
Moriça Torres
Valdir Guerra
Wagner da Costa Godoi
0
2
0
0
10
0
Mestre
Especialista
Especialista
15
15
2
Horista
Parcial
Horista
0–5
>15
11- 15
Síntese da Titulação dos Docentes do Curso de Administração
Titulação
Quantidade
2
3
8
13
Doutores
Mestres
Especialistas
Total
Percentual %
15,38
23,07
61,55
100%
Síntese da Jornada dos Docentes do Curso de Administração
Regime de Trabalho
Integral
Parcial
Horista
Total
Docentes x Disciplinas
QT
1
Professor
Quantidade
2
4
7
13
Percentual %
15,40
30,76
53,84
100%
Disciplinas
Alberto Manoel Scherrer
Contabilidade e Gestão Estratégica de Custos; Contabilidade I e II.
2
André Luís Ortiz Pirtouscheg
Projeto interdisciplinar: Plano de Negócios; Projeto Interdisciplinar: Práticas
Empresariais; Empreendedorismo, Criatividade e Inovação; Projeto
interdisciplinar: Empreendedorismo; Administração de Empresas e Serviços.
Gestão de Pequenas e Médias Empresas.
3
Antonio Carlos Pereira da
Cruz
4
Cleginaldo Pereira de
Carvalho
5
Deise Cristina Silva de
Oliveira
Desenvolvimento Organizacional; Pesquisa em Administração; Tópicos
Especiais em Administração I e II.
6
Fernanda Mara Zaccaro de
Aquino
Gestão Estratégica de Pessoas; Psicologia Organizacional
7
Jerry Carneiro Viana
Administração Mercadológica; Gestão Estratégica de Marketing; Teoria da
Administração I e II.
8
João Ubiratan de Lima e
Silva
9
Luiz Cláudio Gonçalves
Junior
10
Mitso Matsumoto
Administração Financeira e Orçamentária I e II; Administração Mercadológica;
Gestão Estratégica de Marketing; Optativa I; Tópicos Especiais em
Administração I e II
Gestão da Qualidade e Produtividade; Administração de Materiais;
Administração da Produção e Operações; Organização, Sistema e Métodos;
Gestão da Produção e Logística.
Análise Estratégica de Finanças e Investimento; Estatística e Probabilidade;
Gestão em Análise de Projetos; Matemática; Matemática Financeira; Optativa
II; Planejamento Estratégico Organizacional; Trabalho de Conclusão de
Curso/Estudo da Realidade Contemporânea.
Ética e Responsabilidade Social; Fundamentos do Comércio Exterior;
Legislação Trabalhista e Previdenciária; Direito Empresarial Administração de
Negócios Internacionais; Administração de Negócios Internacionais.
Legislação Tributária e Fiscal; Contabilidade I e II.
11
Moriça Santos de Souza
Torres
Filosofia; Linguagem e Interpretação de Texto; Sociologia
12
Valdir Guerra
Administração de Negócios Internacionais; Atividades Complementares;
Economia; Estágio Supervisionado I e II; Mercado de Capitais; Pesquisa em
Administração; Contabilidade e Gestão Estratégica de Custos
13
Wagner da Costa Godoi
Sistema de Informação Gerencial; Tecnologia da Informação; Contabilidade e
Gestão Estratégica de Custos; Contabilidade I e II; Legislação Tributária e
Fiscal
2.4 - Plano de Cargos, Salários e Carreira dos Docentes
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG e
sua Mantenedora adotam uma política de recursos humanos que valoriza os seus quadros profissionais
– docentes e não docentes, visto que consideram que os educadores necessitam de ambiente
democrático para o desenvolvimento de sua complexa tarefa na produção e transmissão do saber e na
formação integral do educando.
Assim, a instituição tem, como princípios fundamentais, em sua política de recursos humanos:
 o desenvolvimento de relações harmônicas entre os integrantes de sua comunidade
acadêmica;
 o estímulo à criatividade e à participação de docentes e não docentes em todas as atividades
da instituição, formais e informais;
 o incentivo e o apoio à produção científica dos professores e às iniciativas individuais ou de
setores administrativos ou acadêmicos para a capacitação docente e/ou técnico-profissional;
 o aprimoramento das condições de trabalho, com a preocupação constante da atualização dos
padrões salariais de sua comunidade trabalhadora;
 a busca permanente de elevados padrões éticos no desempenho profissional de docentes e
não- docentes.
Encontra-se na Instituição, à disposição, os "Planos de Carreira do Corpo Docente e do TécnicoAdministrativo".
2.5 - Programa Institucional de Educação Continuada
A Instituição mantém um Programa Institucional de Educação Continuada, de caráter permanente, com
recursos próprios, com o objetivo de proporcionar possibilidades de reciclagem, aperfeiçoamento e
capacitação profissional dos docentes e técnicos administrativos, visando aprimoramento dos seus
recursos humanos, para a consequente melhoria das suas atividades. As regras e as normas de
funcionamento encontram-se editadas em Portaria específica para este fim, à disposição, na
Instituição.
2.6 - Funcionamento do Colegiado de Curso
O Colegiado de Curso está previsto no Regimento Interno da Faculdade, no capítulo V, artigos 27 a 30.
No Colegiado de Curso são discutidos os objetivos e metas acadêmicas, projetos e atividades de
ensino que deverão ser desenvolvidas ao longo do período letivo.
No Colegiado, o Coordenador do curso juntamente com os professores do curso e os professores que
compõem o NDE, exercem as seguintes funções:
 Supervisionam a implantação das ementas e planos de curso das disciplinas, bem como as
convenientes reformulações, quando necessárias, que são nesse caso, encaminhadas ao
NDE, para recomendação ao CONSUP, e quando deliberadas, são colocadas em prática por
meio do exercício deste Colegiado.
 Definem as competências e aptidões consideradas como pré-requisitos ao aproveitamento do
curso, e provêm situações para o seu desenvolvimento.
 Promovem estudos sobre egressos do curso no mercado de trabalho local e regional, com
vistas à permanente atualização curricular e dos conteúdos programáticos;
 Decidem sobre pedidos de reconsideração de resultados da avaliação de trabalho acadêmico e
de promoção de alunos;
 Reanalisam e decidem sobre casos de adaptações, aproveitamento de estudos, dispensa de
disciplinas, transferência de qualquer natureza, trancamento e cancelamento de matrícula,
mediante requerimento do interessado, instruído das informações dos setores competentes;
 Designam banca examinadora especial para verificação, por meio de provas e outros
instrumentos de avaliação específicos, de alunos com extraordinário aproveitamento no
estudo, com objetivo de abreviação de duração de seus cursos;
 Avaliam e documentam, dentro das normas traçadas pelos órgãos superiores, o desempenho
do curso.
O Colegiado se reúne em sessão ordinária, no mínimo duas vezes a cada semestre letivo, e, em
sessão extraordinária, sempre que for convocado pelo Coordenador do Curso.
3 - INFRAESTRUTURA
3.1 - Infraestrutura para Funcionamento do Curso
A Mantenedora, Organização Guará de Ensino demanda esforços no sentido de garantir às suas
unidades prestadoras de serviços educacionais de nível superior toda a infraestrutura necessária, além
de manter suas instalações e equipamentos em perfeitas condições de funcionamento, higiene e
sempre atualizados.
3.1.1 - Infraestrutura Acadêmico-administrativa
Para o desenvolvimento das atividades acadêmico-administrativas propostas para a realização do
Curso de Administração, a Faculdade conta com uma infraestrutura própria que atende às condições
de iluminação, ventilação, salubridade, segurança, higiene, acústica e layout adequados, que seguem
todas as normas da moderna engenharia e arquitetura, visando o conforto e bem-estar dos corpos
docente, discente e administrativo, com a seguinte infraestrutura:
INSTALAÇÕES
m²
Banheiros
47
Biblioteca
290
Recepção
23
Laboratório de Informática
115
Salas de aula
2135
Salas de Coordenação
72
Auditório
318
Salas de Docentes
26
Hall de Entrada
43
Diretoria
18
Secretaria
58
Atendimento Psicopedagógico
22
Sala de Reuniões
20
Cozinha/Copa
25
Empresa Junior
44
Gerência de Prática
52
Coordenação do Projeto Social
23
Núcleo de Apoio Discente
23
Recursos Humanos
23
Cantina
56
Reprografia
28
Área de Convivência
690
Tabela nº 4 – Infraestrutura Física.
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG
dispõe de infraestrutura adequada para atender indivíduos portadores de necessidades especiais, tais
como: vias especiais de acesso (rampa) e sanitários equipados para esse fim.
Os recursos infra estruturais, tecnológicos e acadêmicos quanto às salas de aula, biblioteca,
laboratórios, equipamentos, informatização e outros, tanto gerais quanto por áreas, são descritos a
seguir.
3.1.2 - Gabinetes de trabalho para membros do NDE e docentes em Tempo Integral - TI
A Faculdade disponibiliza gabinetes aos membros do NDE, assim como, aos docentes em regime de
Tempo Integral, com área total de 24 m² equipada com mesas, cadeiras, computador conectado à rede
de Internet. Atendendo aos requisitos de disponibilidade de equipamentos em função do número de
docentes, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e
comodidade.
3.1.3 - Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos
A Faculdade disponibiliza gabinetes no andar térreo, destinadas as atividades de coordenação e
serviços acadêmicos, com mesa, cadeiras, armário e computador ligado à rede de Internet e que
atende aos requisitos de dimensão, limpeza, conservação, equipamentos, gabinete individual para
coordenador, número de funcionários, atendimento aos alunos e aos docentes.
3.1.4 - Sala de Professores
A Faculdade possui espaço adequado destinado a Sala de Professores, medindo aproximadamente
26m2, com mesa para reuniões e cadeiras diversas, quadros de avisos, armários para guarda de
material, escaninho de documentos, computador ligado à internet para pesquisa e digitação de notas,
facilitando flexibilização e comodidade dos mesmos no ambiente de trabalho. Atendem aos requisitos
de disponibilidade de equipamentos em função do número de professores, dimensão, limpeza,
iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
3.1.5 - Salas de Aula
As salas de aula somam 30 espaços, sendo que, variam de 40m2 a 96m2, com capacidade para 50
alunos.
As instalações são apropriadas à utilização dos recursos audiovisuais necessários à prática
pedagógica. O mobiliário e os equipamentos estão devidamente adaptados à quantidade de alunos e
às funções de ensino de modo a favorecer a necessária comodidade. Atendem aos requisitos de
iluminação, limpeza, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
As condições deste espaço físico, quanto aos itens de salubridade, espaço das salas em relação
professor/aluno, circulação, iluminação natural e artificial, ventilação e acústica, estão presentes no
quadro, a seguir:
ESPAÇO FÍSICO DAS SALAS DE AULA
Salubridade
Apresentam condições propícias à saúde pública, em termos de arejamento,
oxigenação, higiene, e limpeza. Os ambientes são mantidos com serviços
diários de limpeza, por equipe responsável por esta atividade.
Espaço
Dimensionadas na relação de 1,00 m 2 por aluno, incluindo nesta metragem, a
área de circulação e o espaço do professor
Iluminação
Natural
Ventilação
Quanto à iluminação natural, todas as caxilharias foram dimensionadas seguindo
e as normas do Código Sanitário Estadual, garantindo assim a iluminação natural e
ventilação
Iluminação
Artificial
A iluminação artificial foi calculada atendendo as normas técnicas da ABNT,
quanto à quantidade de lâmpadas (lux), em função do uso específico (sala de
aula, biblioteca, laboratórios etc).
Acústica
As salas de aulas foram implantadas em um posicionamento adequado em relação ao distanciamento, garantindo um nível aceitável de ruído externo, não comprometendo o desempenho professor-aluno.
3.2 - Biblioteca
3.2.1 - Organização do Acervo
A responsabilidade pela organização, aquisição e manutenção da biblioteca é do Diretor Geral, que
dispõe de 1 (uma) bibliotecária para dirigir e coordenar as atividades técnicas e administrativas, assim
como, o controle e a administração de todo o acervo.
3.2.2 - Espaço Físico
Atualmente, a área física da Biblioteca perfaz um total de 300 m2, sendo:
- 60 m2 destinados às prateleiras com livros, periódicos e fitas de vídeo;
- 170 m2 destinados aos estudos (sala para trabalhos coletivos, e baias individuais);
- 70 m2 destinados aos estudos (sala para estudo em grupo)
3.2.3 - Acervo por Área do Conhecimento
Atualmente, o acervo total da Biblioteca para os cursos de Administração, Ciências Contábeis e
Pedagogia está estimado em 20.000 livros. A política de atualização do acervo é a de aquisição
contínua de obras que estiverem sendo publicadas, bem como as que forem indicadas para aquisição
por professores, alunos e colaboradores e a de doação de outras instituições.
Assim, o acervo da Biblioteca apresenta a seguinte classificação de acordo com as áreas de
conhecimento:
LIVROS
ÁREA
Títulos
Ciências Exatas e da Terra
2410
Ciências Humanas
9101
Linguística, Letras e Artes
756
TOTAL
12267
Tabela 1 - Acervo da Biblioteca - Por área de conhecimento
PERIÓDICOS
Exemplares
3559
12709
918
17186
Nacionais/
Internacionais
64
64
3.2.4 - Formas de Atualização e Expansão do Acervo - Política de Aquisição.
A política de aquisição da Biblioteca é voltada para as necessidades do corpo discente e docente da
Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG. O
acervo da Faculdade é formado com base no conteúdo programático dos cursos oferecidos pela
instituição (bibliografia básica e bibliografia complementar). No início de cada semestre, os professores
solicitam à biblioteca, através de impresso próprio, as bibliografias necessárias para complementarem
o ensino. De posse deste material o bibliotecário, após verificação no acervo e com aprovação do
Coordenador do Curso, encaminha à Direção a solicitação de compra.
Para o gerenciamento das informações do acervo, a Biblioteca dispõe dos seguintes recursos: a) cinco
computadores com Internet; b) um software específico de controle e administração de acervo – RMBiblios, desenvolvido para essa finalidade.
O plano de expansão consiste na adoção de uma política de constante renovação, ampliação e
atualização do acervo, mediante a aquisição de obras e doação de exemplares de outras instituições.
3.2.5 - Horário de Funcionamento
O horário de funcionamento da Biblioteca da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e
Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG é de segunda a sexta-feira, das 10h às 21h.
3.2.6 - Serviços Oferecidos
O acesso ao material da Biblioteca está disponível às comunidades acadêmica e local. Para os
empréstimos, o solicitante deverá estar cadastrado no sistema e ser aluno da Faculdade de
Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, visto que, a
reserva de obras somente ocorre mediante a solicitação pessoal do interessado.
A organização do acervo é feita através da classificação universal por assunto, sendo admitida,
posteriormente, a classificação por ordem alfabética de autores e títulos.
Para a realização das atividades acadêmicas foram destinados à Biblioteca 7 (sete) computadores,
sendo 2 (dois) para uso exclusivo da bibliotecária e 5 (cinco) para uso dos alunos, consulta local do
acervo e pesquisa, estando interligados à rede de Internet.
Além disso, a Biblioteca da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de
Guaratinguetá - FACEAG oferece os seguintes serviços:
 Catálogo disponível para consulta local;
 Sistema informatizado;
 Acesso disponível pela Intranet/Internet aos serviços;
3.2.7 - Política Institucional para atualização e expansão do acervo
Para atender usuários potenciais da Biblioteca, os mecanismos de seleção e aquisição do acervo
bibliográfico e audiovisual, tomam por base, tanto a bibliografia arrolada nos programas de ensino dos
projetos pedagógicos, de cada um dos cursos da instituição, como as bibliografias recomendadas.
Além destes procedimentos, são ainda considerados para seleção e aquisição destes materiais, as
bibliografias básicas encaminhadas pelos Coordenadores dos Cursos à Biblioteca, sendo estas listas
fruto de reuniões periódicas do NDE, e professores.
Além destes critérios gerais é levado em conta o perfil da Instituição e de seus usuários, em termos de
demanda da informação.
3.3 - Bibliografia Básica
A Bibliografia Básica prevista no Projeto Pedagógico do Curso de Administração, contempla 3 títulos,
por unidade curricular, disponibilizados na proporção de, pelo menos, um exemplar para a faixa entre
10 a 15 vagas anuais. Estão tombados e informatizados e à disposição, para consulta, pesquisa e
empréstimo, na Biblioteca da instituição.
O acervo é aberto, com acesso a todo material bibliográfico através de terminais de consulta, listagens
e fichários. É permitido o empréstimo domiciliar para alunos e funcionários da instituição. No caso de
usuários externos será permitida a consulta local. O acesso aos materiais audiovisuais é feito com a
utilização de equipamentos dentro da biblioteca.
A biblioteca tem seu acervo ampliado e atualizado principalmente de acordo com as solicitações dos
professores. Dá-se prioridade ao aumento do número de exemplares para os livros textos de todos os
cursos, tudo isso em conformidade com a verba orçamentária que é específica.
O acesso à internet é feito pelos computadores de uso livre para os alunos e funcionários.
O Regulamento da Biblioteca está disponível na IES para consulta.
3.4 - Bibliografia Complementar
A Bibliografia Complementar prevista no Projeto Pedagógico do Curso de Administração contempla 3
títulos, por unidade curricular, com dois exemplares de cada título. Estão à disposição, para consulta,
pesquisa e empréstimo, na Biblioteca da instituição.
3.5 - Periódicos especializados:
A IES disponibiliza periódicos virtuais (Nacionais e Internacionais) no site da IES
(www.uniesp.edu.br/oge) para consulta e pesquisa. Os periódicos para o curso de Administração, são:
ADMINISTRAÇÃO - NACIONAIS
ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS
ADM. MADE – REVISTA DO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
EMPRESARIAL
FECAP – FUNDAÇÃO ESCOLA DE COMÉRCIO ÁLVARES PENTEADO
ORGANIZAÇÕES & SOCIEDADE
RAC - ELETRÔNICA
RAE – REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
RAI – REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO E INOVAÇÃO
RAU – REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO UNIME
RBA – REVISTA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO
REVISTA ANÁLISE
REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS
REVISTA ELETRÔNICA DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS
REGE – REVISTA DE GESTÃO
REVISTA PENSAMENTO CONTEMPORÂNEO EM ADMINISTRAÇÃO
REVISTA ALCANCE
REVISTA GESTÃO E SOCIEDADE - UFMG
PRODUÇÃO
REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
REVISTA PORTUGUESA E BRASILEIRA DE GESTÃO
CADERNOS EBAPE.BR (FGV)
COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL E GESTÃO
ECONOMIA GLOBAL E GESTÃO
REVISTA TURISMO EM ANÁLISE
REVISTA DE GESTÃO DA TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
CADERNO DE PESQUISAS EM ADMINISTRAÇÃO
FACES: REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO
GESTÃO & PLANEJAMENTO
PRODUTO & PRODUÇÃO
REVISTA BRASILEIRA DE GESTÃO DE NEGÓCIOS
REVISTA BRASILEIRA DE INOVAÇÃO
REVISTA DE NEGÓCIOS
REVISTA DE POLÍTICAS PÚBLICAS (UFMA)
CONTEXTUS
E & G. ECONOMIA E GESTÃO
REVISTA ANGRAD
REVISTA DA FAE
REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO DA FEAD-MINAS
REVISTA DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO
REVISTA ELETRÔNICA DE ESTRATÉGIA E NEGÓCIOS
REVISTA GESTÃO & TECNOLOGIA
REVISTA GESTÃO INDUSTRIAL
REVISTA PRODUÇÃO ONLINE
S & G. SISTEMAS & GESTÃO
ADM. MADE
DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE
EGESTA
FACEF PESQUISAS
GESTÃO & REGIONALIDADE
GESTÃO E DESENVOLVIMENTO
ORGANIZAÇÃO EM CONTEXTO
PRETEXTO
QUALIT@S
RECADM : REVISTA ELETRÔNICA DE CIÊNCIA ADMINISTRATIVA
REVISTA BRASILEIRA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL
REVISTA DA MICRO E PEQUENA
REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO DA UNIMEP
REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
REVISTA DE CIÊNCIAS GERENCIAIS
REVISTA GERENCIAIS
SINAPSE AMBIENTAL
T&C AMAZÔNIA
ADMINISTRAÇÃO - INTERNACIONAIS
ADMINITRATIVE SCIENCE QUARTELY
ENTREPRENEUSHIP THEORY AND PACTICE
THE JOURNAL OF BUSINESS
GLOBAL MANAGER
RBC - REVISTA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE
REVISTA FENACON EM SERVIÇOS
CONTABILIDADE VISTA & REVISTA
RCO - REVISTA DE CONTABILIDADE E ORGANIZAÇÕES
REVISTA CONTABILIDADE & FINANCAS USP
REVISTA DE CONTABILIDADE DO CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO
PARANÁ
3.6 - Laboratórios Didáticos Especializados
O Curso de Administração conta com a disponibilidade de 2 (dois) Laboratórios de Informática, com 40
computadores.
Os equipamentos audiovisuais (projetores de multimídia, computadores, retroprojetores, telas
reflexivas) também estão disponíveis na Instituição para servir aos docentes/alunos do Curso. Estes
equipamentos/espaços estão organizados de acordo com as necessidades do Curso e também com a
demanda das atividades, assegurando condições de qualidade necessárias ao aprendizado e seguem
políticas próprias de utilização e conservação.
A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG
se preocupa com a segurança dos equipamentos de informática, multimídia, audiovisual, através de
planejamento de infraestrutura necessária, desde o primeiro semestre letivo até a conclusão do curso.
Além disso, faz parte de seus projetos anuais aquisições/atualizações de novos softwares específicos,
visando atender às necessidades didático-pedagógicas dos cursos.
3.6.1 - Laboratórios de Informática
Laboratório
Laboratório 1
Equipamentos
20 computadores
M²
60 m²
Laboratório
Laboratório 2
Equipamentos
20 computadores
M²
55 m²
3.7 - Recursos Audiovisuais e de Multimídia
EQUIPAMENTOS
Data Show
QUANTIDADE
4
3.8 - Políticas de utilização do Laboratório
Nas aulas práticas, as turmas de 50 alunos, são divididas em dois grupos. Cabe ressaltar que o
laboratório de informática pode ser utilizado pela comunidade acadêmica fora do horário previsto para
aula. Para viabilizar esta utilização, a Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e
Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG mantém os laboratórios em funcionamento das 13h às 22
horas de segunda a sexta-feira com a supervisão do pessoal de apoio ligado ao CPD.
Os equipamentos são atualizados periodicamente. Além disso, a Faculdade realiza pesquisas para a
avaliação dos equipamentos lançados no mercado e que melhor atendem às necessidades de sua
comunidade acadêmica.
Os softwares disponíveis na Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de
Guaratinguetá - FACEAG são atualizados anualmente ou conforme solicitação do corpo docente. A
manutenção dos equipamentos e atualização de programas é feita por funcionários da própria da
faculdade, qualificados para esse fim.
3.9 - Plano de Atualização Tecnológica e Manutenção de Equipamentos
O Plano de Atualização Tecnológica e de Manutenção dos Equipamentos é aplicado nos serviços de
conservação das instalações gerais e dos equipamentos Estes equipamentos ficam sob a guarda e
responsabilidade de um responsável técnico capacitado que coordena o fluxo de alunos e a forma de
utilização dos equipamentos.
ANEXOS
ANEXO 1 – ATENDIMENTO AOS REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS
1.Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso
O Projeto Pedagógico do Curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências
Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, observados os preceitos da Lei de Diretrizes
e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), foi concebido com base no Parecer CES/CNE
134/2003, aprovado em 04/06/2003 referente as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de
graduação em Administração; a Resolução 1/2004; a Resolução 04, de 13/07/2005 e o parecer
CES/CNE 23/2005 aprovado em 03/02/2005, que retifica a Resolução 01/2004. O curso tem como
bases legais a legislação educacional brasileira em vigor e a legislação específica sobre o
Administrador (áreas de atuação, código de ética, e outros documentos).
O Projeto Pedagógico do Curso de Administração atende o disposto na Resolução n°2/2007, que
dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
Atende ainda ao disposto no Decreto nº 5.626/2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de
2002, que dispõe sobre o Ensino da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e ao Decreto nº 5.296/2004,
que dispõe sobre as condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais; à Lei nº 9.795,
de 27 de abril de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002, que estabelecem as Políticas de
Educação Ambiental; e a Resolução CNE/CP nº 01, de 17 de junho de 2004, que estabelece as
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Atualmente, está considerando também, as Diretrizes
Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme disposto no Parecer CNE/CP n° 8, de
06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP nº 1, de 30/05/2012.
2. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana (Resolução CNE/CP nº 01 de 17 de junho
de 2004)
O conteúdo que aborda a Educação das Relações Étnico-Raciais está contemplado nas disciplinas
abaixo relacionadas:
- Sociologia – 2° semestre
- Ética e Responsabilidade Social – 3° semestre
- Gestão Estratégica de Pessoas – 4° semestre
- Desenvolvimento Organizacional – 6° semestre
- Estudo da Realidade Contemporânea – 8º semestre
3.Titulação do corpo docente
Todo o corpo docente do curso tem formação em pós-graduação estando constituído por 13 docentes,
sendo que 38,46% deles possuem formação em pós graduação stricto sensu.
4. Núcleo Docente Estruturante (NDE)
A composição do NDE atende a Resolução CONAES nº 1, de 17/06/2010, e está composto por 05
docentes, sendo que 60% deles possuem formação em pós graduação stricto sensu, atuando em
regime de trabalho parcial e em regime integral.
5. Denominação dos Cursos Superiores de Tecnologia
(Portaria Normativa n º. 12/2006)
NÃO SE APLICA
6.Carga horária mínima, em horas – para os Cursos Superiores de Tecnologia
NÃO SE APLICA
7.Carga horária mínima, em horas – para Bacharelado e Licenciaturas – Resolução CNE/CP nº 2
/2002 (Licenciaturas)
O curso atende a referida Resolução em termos de carga horária mínima, sendo ofertado 3.000 horas
relógio.
8. Tempo de integralização – Resolução CNE/CP nº 2/2002 (Licenciatura)
O curso atende a legislação vigente, sendo que o tempo mínimo de integralização é de 8 (oito)
semestres e o tempo máximo é de 12 (doze) semestres.
9. Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida – (Decreto Nº
5.296/2004)
O espaço onde funciona o curso de Administração atende o que preconiza a legislação, oferecendo
acesso às pessoas com deficiência/ e ou mobilidade reduzida.
10.Disciplina obrigatória/optativa de Libras (Dec. Nº 5.626/2005)
O curso atende ao que preceitua o Decreto 5.626/2005 oferecendo a disciplina Língua Brasileira de
Sinais – Libras, como disciplina Optativa, conforme pode-se verificar na matriz curricular constante do
PPC.
11. Prevalência de avaliação presencial para EAD
NÃO SE APLICA
12. Informações acadêmicas (Portaria Normativa nº 40 de 12/12/2007)
As informações acadêmicas exigidas estão disponíveis na forma impressa e virtual.
13. Políticas de educação ambiental (Lei nº 9.795, de 27 de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25 de
junho de 2002.
O curso de Administração aborda o tema de educação ambiental em diversas disciplinas de forma
transversal e contínua, conforme pode-se verificar no quadro abaixo:
DISCIPLINAS
Linguagem e Interpretação de Textos
Teoria Geral da Administração
Ética e Responsabilidade Social
Gestão Estratégica de Marketing
Empreendedorismo, Criatividade e Inovação
Administração Mercadológica
Gestão da Produção Logística
Administração da Produção e Operações
Tópicos Especiais em Administração
Gestão e Análise de Projetos
Mercado de Capitais
Estudo da Realidade Contemporânea
Gestão Empresarial Sustentável
Atividades Complementares
SEMESTRE
1°
2°
3°
4°
4°
5°
5°
6°
7°
7º
8º
8º
Optativa
Ao longo do curso
ANEXO 2 - REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
CAPÍTULO I
APRESENTAÇÃO
O presente Regulamento normatiza as Atividades Complementares dos Cursos da Faculdade de
Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG.
Atividades Complementares são componentes curriculares que possibilitam a ampliação e
competências dos alunos por meio de práticas independentes, realizadas especialmente com as
relações do mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade, assim podem ser
adquiridas dentro ou fora do ambiente escolar, em dias e horários diversificados.
As Atividades Complementares têm por finalidade enriquecer o processo de ensino-aprendizagem,
privilegiando a complementação da formação social e profissional do discente. Proporcionam aos
alunos oportunidades de aprimorarem-se culturalmente e tecnicamente, por meio da participação em
congressos, seminários, pesquisas, visitas técnicas, dentre outras ações que auxiliem no seu
crescimento pessoal e profissional.
Trata-se de atividades enriquecedoras e implementadoras do próprio perfil do formando, sem que se
confundam com estágio curricular supervisionado. Visam contribuir para o processo de aprendizado do
discente, envolvendo as três dimensões da vida acadêmica, a saber: ensino, pesquisa e extensão.
Ao realizar essas atividades o aluno se envolve em práticas extracurriculares, as quais devem
contribuir para o aumento do seu conhecimento e exercício da cidadania. Abrange a prática de estudos
e atividades independentes, transversais, interdisciplinares, de permanente contextualização e
atualização, nela não contempladas as medidas de apoio ao discente, como os programas de apoio
extraclasse e psicopedagógico, e as atividades de nivelamento.
OBJETIVOS
O objetivo do desenvolvimento de Atividades Complementares consiste em proporcionar aos alunos
possibilidades de aprofundamento temático e interdisciplinar, diversificando e enriquecendo a formação
oferecida na graduação, tanto na dimensão do conhecimento como no exercício da cidadania.
Dessa forma, o aluno poderá desenvolver competências requeridas no mercado de trabalho sendo
incentivado e orientado a buscar e aprofundar temas relacionados à prática das habilitações dos
cursos, participando de eventos diversos, bem como realizando ações que contribuam para a formação
de um perfil empreendedor, com iniciativa, capacidade de liderança e com habilidades para gerenciar
mudanças, e acima de tudo, um perfil profissional autoconfiante, capaz de construir suas próprias
oportunidades.
CAPÍTULO I
1.
DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Artigo 1º - As Atividades Complementares constituem ações a serem desenvolvidas ao longo do curso,
criando mecanismos de aproveitamento de conhecimentos adquiridos pelo aluno, por meio de estudos
e práticas independentes, presenciais e/ou à distância, de maneira complementar ao currículo.
Artigo 2º - As Atividades Complementares visam adicionalmente, garantir a interação teoria-prática,
contemplando as especificidades dos cursos, além de contribuir para o desenvolvimento das
habilidades e das competências inerentes ao exercício das atividades profissionais do graduando.
Artigo 3º - As Atividades Complementares não têm a finalidade de suprir conteúdos curriculares
previstos e não ministrados, assim como o aproveitamento de quaisquer atividades teóricas ou práticas
integrantes dos planos de ensino de disciplinas e estágios curriculares.
Artigo 4º - As Atividades Complementares dos cursos da Faculdade tem como objetivos:
I. Integrar a teoria com a prática, por meio de vivências e ou observações de situações reais;
II. Propiciar a contemporaneidade dos currículos, com vistas ao desenvolvimento de temas emergentes nas respectivas áreas de conhecimento, decorrentes das mudanças no contexto organizacional educacional, social, econômico e dos avanços tecnológicos;
III. Valorizar a interdisciplinaridade dos conteúdos que compõem os currículos dos cursos;
IV. Promover a contextualização dos currículos por meio de atividades que contribuam para a for-
mação profissional do aluno.
Artigo 5º - Todas as Atividades Complementares realizadas durante o período em que o acadêmico
estiver matriculado serão válidas, desde que atendidas às disposições deste regulamento.
Parágrafo único - Quando o aluno ingressar por meio de transferência de outra IES é possível
aproveitar as Atividades Complementares desenvolvidas naquele curso, cabendo à Coordenação
analisar a pertinência ou não da atividade e atribuir-lhe carga horária.
CAPÍTULO II
2.
DAS CARATEGORIAS DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Artigo 6º - As Atividades Complementares são contempladas em três categorias: Acadêmica, TécnicoCientífica e Cultural e a carga horária obedecem aos critérios estabelecidos no Anexo I.
Parágrafo único - A carga horária obrigatória a ser cumprida durante o curso está delineada nos
Projetos Pedagógicos dos Cursos.
Artigo 7º - Atividades Complementares são atividades realizadas em instituições de ensino, públicas e
de iniciativa privada e em organizações não governamentais e entidades sem fins lucrativos, desde que
sejam de caráter educacional. Tais atividades contemplarão aquisição e ou troca de conhecimentos, e
formação geral complementares às disciplinas ministradas nas grades curriculares, propiciando
ampliação de saberes, habilidades e competências fundamentais para a formação humana e
profissional dos alunos.
Parágrafo único – São consideradas Atividades Complementares as constantes do Anexo I.
Artigo 8º - Atividades Complementares Técnico-Científicas são atividades relacionadas à produção,
divulgação e aplicação de conhecimento do meio acadêmico. Fazem parte dessas atividades a
participação em projetos de pesquisa e extensão, em congressos, simpósios e encontros, a iniciação
científica e a publicação de artigos.
Parágrafo único – São consideradas Atividades Complementares Técnico-Científicas as constantes do
Anexo I.
Artigo 9º - Atividades Complementares Culturais são atividades referentes à formação geral do
discente como também a ampliação de seu conhecimento acadêmico e de seu campo de atuação
profissional.
Parágrafo único - São consideradas Atividades Complementares Culturais as constantes do Anexo I.
CAPÍTULO III
3.
DO REGISTRO E VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Artigo 10 - O controle, o registro e o cômputo da carga horária das atividades complementares serão
realizados em formulário próprio pelo professor responsável pela orientação das Atividades
Complementares, mediante a apresentação, pelo acadêmico, dos documentos comprobatórios das
respectivas cargas horárias. Para tanto, nessa ocasião, deverá apresentar o documento original e
fotocópia simples, cabendo à coordenação a verificação da originalidade e autenticação dos mesmos.
Parágrafo único: É de responsabilidade do acadêmico fornecer no início do terceiro semestre uma
pasta contendo 50 sacos plásticos para arquivamento da documentação individual das Atividades
Complementares.
Artigo 11 - As Atividades Complementares deverão ser registradas no Formulário de Atividades
Complementares e acompanhadas de comprovação, conforme Relatório constante no Anexo II,
observadas as exigências constantes na Tabela do Anexo I do presente documento.
CAPÍTULO IV
4.
DAS COMPETÊNCIAS
Artigo 12 - Compete ao Coordenador de Curso indicar o Orientador das Atividades Complementares
que responderá hierarquicamente ao mesmo.
Parágrafo único: A indicação do Orientador das Atividades Complementares será homologada pela
Direção Geral.
Artigo 13 - O Coordenador de Curso é o articulador das Atividades Complementares juntamente com o
Orientador das Atividades Complementares. Em função da especificidade das atividades oferecidas,
buscam apoio, colaboração e/ou parceria com Professores, representantes de sala, organizações e
instituições.
Artigo 14 - Compete ao professor orientador de Atividades Complementares as seguintes
responsabilidades:
I. Exigir e aprovar a documentação comprobatória das atividades;
II. Controlar e lançar as atividades cumpridas em documento próprio;
III. Remeter à Coordenação de Curso, relatório semestral das Atividades Complementares.
CAPÍTULO V
5.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Artigo 15 - Estão sujeitos ao cumprimento das Atividades Complementares todos os alunos
matriculados nos cursos que contemplem em sua matriz curricular esta atividade.
Artigo 16 - Revogam-se as disposições em contrário.
Artigo 17 - O presente Regulamento, comum a todos os cursos oferecidos pela Faculdade de
Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá, entra em vigor após aprovação
pelo Conselho Superior, revogadas as disposições em contrário.
ANEXO I – Atividades Complementares
6.
Atividades Complementares
As Atividades Complementares são práticas acadêmicas, contempladas na Resolução CNE/CP
nº 1, de 15 de maio de 2006 e compõem-se das seguintes modalidades enumeradas abaixo:
a) Monitorias e Estágios não curriculares
b) Programa de Iniciação Científica
c) Cursos realizados áreas afins.
d) Participação em Programas de Extensão
e) Participação e/ou organização de eventos científicos no campo de abrangência do curso
f) Atividades culturais e assistenciais
DESCRIÇÃO DAS MODALIDADES OFERECIDAS
a) Monitoria e estágios não curriculares
O exercício de monitoria deverá ser realizado na própria Instituição de Ensino; já o exercício de estágios deverá ser realizado fora da Instituição de Ensino. Envolve a participação do aluno em órgão, instituições, entidades ou empresas que mantenham o desenvolvimento de atividades em áreas correlatas
com a formação profissional, tendo como pressuposto básico a presença de profissionais graduados
supervisionando a atividade de monitoria e/ou estágio. As eventuais horas computadas para o estágio
curricular não poderão ser creditadas para atividades complementares e nem vice-versa. As monitorias
e os estágios serão computados por período letivo.
b) Programas de Iniciação Científica
As atividades de investigação científica no âmbito de projetos de pesquisa, com a orientação de professores, visando o aprendizado de métodos e técnicas, além do desenvolvimento da mentalidade e
criatividade científica. Poderá ocorrer através de grupos de estudo e grupos de interesse em produção
intelectual. Os alunos interessados em desenvolver grupos de iniciação científica, deverão elaborar
plano de relatório de suas atividades e solicitar junto à Coordenação do Curso o encaminhamento do
projeto para aprovação da Direção Geral.
c) Cursos realizados áreas afins
O aluno comprovadamente fizer curso em áreas afins à de seu curso de Graduação poderá aproveitar
essas horas como atividade complementar, abrindo-se assim uma perspectiva interdisciplinar na sua
formação. O aluno terá que apresentar ao término do curso, atestado que comprove sua participação
(freqüência mínima de 75%), ficando sujeito à aceitação e aprovação da Coordenação dos Cursos.
d) Participação em programas de extensão
Atividades desenvolvidas junto a Projetos de Extensão, desenvolvidos pela instituição ou por outras
instituições de Ensino Superior, desde que comprovado. Esses projetos devem ter caráter de atendimento à comunidade e fornecer possibilidade de aplicação direta dos conteúdos de uma ou mais disciplinas curriculares.
e) Participação e/ou organização de eventos científicos no campo de abrangência do curso.
Atividades desenvolvidas dentro ou fora da Faculdade, por meio de participação e/ou organização de
eventos científicos na própria instituição de ensino, ou em outras instituições. Serão reconhecidas co-
mo atividade complementares palestras, seminários, congressos, conferências, oficinas e visitas técnicas devidamente comprovadas.Tais atividades devem ser adequadas à formação do aluno. Considerase a participação do aluno, na forma passiva ou ativa, ou seja, na condição de participante, palestrante,
instrutor ou apresentador.
f ) Atividades culturais e assistenciais
Participação em atividades culturais ou assistenciais promovidas pela comunidade ou pela Coordenação do Curso e pela Direção da Faculdade. São consideradas atividades culturais aquelas que valorizam a memória e a história do povo brasileiro, ou ainda a cultura de outros países, como forma de valorização da construção do mundo pela humanidade e bem como as características originais de suas
obras. São consideradas atividades assistenciais aquelas que não sejam aproveitadas nos programas
de bolsas da instituição e tenham caráter voluntário, social e/ou humanitário.
COMPROVAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Para a aprovação de atividades nesta categoria o aluno deverá juntar o máximo de comprovações,
tendo em vista garantir a sua autenticidade, bem como o cumprimento significativo da atividade, tais
como:
a) Folder e folheto da atividade e evento;
b) Programa e conteúdo da atividade, informando carga horária;
c) Nome, ramo de atuação, endereço, telefone da entidade;
d) Cópia da ficha de inscrição;
e) Comprovante de pagamento (se aplicado);
f) Declaração de participação;
g) Crachá de identificação e acesso a eventos, dentre os outros.
PRAZO DE ENTREGA
Os comprovantes das Atividades Complementares deverão ser entregues na Gerência de Práticas da
instituição 1 (um) mês antes do término do semestre letivo ou logo após o término da atividade complementar realizada pelo aluno.
Caso o aluno não entregue os documentos comprobatórios das Atividades Complementares até data
prevista neste regulamento, deverá fazê-lo nestas mesmas condições no ano seguinte. O não cumprimento das normas acima impede a colação de grau do aluno até que a situação seja regularizada.
a) Monitorias e Estágios não curriculares
b) Programa de Iniciação Científica
c) Cursos realizados áreas afins.
d) Participação em Programas de Extensão
e) Participação e/ou organização de eventos científicos no campo de abrangência do curso
f) Atividades culturais e assistenciais
As Atividades Complementares obedecem aos seguintes critérios:
Modalidade da Atividade
Monitorias e estágios não
curriculares
Tipos
C.H. Máxima
Estágios
Até 60 horas
Monitorias
Até 60 horas
Sob orientação de docentes e
responsáveis pelos projetos
Publicação em anais de
congressos, simpósios e
Programa de Iniciação
similares
Científica
Publicação em periódicos
científicos
Publicação em jornais e
revistas
Disciplinas em outras áreas de
Cursos e disciplinas realizados conhecimento.
em áreas afins
Curso de línguas
Participação em eventos
Científicos no campo de
abrangência do curso
Mini-Cursos, simpósios,
congressos, conferências
Jornadas, palestras e visitas
Curso de Extensão
Participação em programas de Programas de Extensão
extensão
Organização de eventos
culturais e científicos
Projetos / Monografias
Mini-Cursos, simpósios,
congressos, conferências,
jornadas e palestras
Meio-ambiente
C.H. máxima por
Atividade
Até 20 horas
Até 20 horas por
período letivo
Até 40 horas
Até 40 horas por
orientação
Até 60 horas
Até 30 horas
Até 90 horas
Até 30 horas
Até 40 horas
Até 20 horas
Até 40 horas
Até 20 horas
Até 40 horas
Até 20 horas por
curso
Até 10 horas
Até 60 horas
Até 80 horas
Até 80 horas
Até 60 horas
Até 5 horas por
evento
Até 20 horas por
evento
Até 20 horas por
evento
Até 60 horas
Até 10 horas
Até 40 horas
-
Representação em órgãos
acadêmicos da Instituição
como ISE, CPSA, Colegiado
etc.
Atividades Culturais e
Assistenciais
Assistir a defesa de
monografias, dissertações e
teses
Voluntariado
Apresentação de trabalhos
como expositor em eventos na
área
Outras atividades relativas
colaborações em situações
acadêmicas aprovadas pela
Coordenação do Curso ou pela
Direção Geral.
Até 40 horas
Até 10 horas por
período letivo
Até 10 horas
Até 2 horas por
evento
Até 50 horas
Até 10 horas por
período letivo
Até 40 horas
Até 10 horas
Até 40 horas
Até 10 horas
Deverá ser respeitado o limite de carga horária por cada Atividade Complementar descrita. A
carga horária que exceder o cômputo geral, de acordo com as modalidades, não será aproveitada.
Ficam estabelecidas, além das comprovações das atividades complementares descritas acima,
as seguintes exigências para o aproveitamento das Atividades Complementares:
Monitorias e estágios não curriculares
Publicação em anais de congressos, simpósios, etc.
Cursos e disciplinas realizados em áreas afins
Palestras, Seminários, Congressos, Simpósios, Conferências
etc.
Programas de Extensão
Organização de eventos culturais e científicos
Leituras Específicas
Representação em órgãos acadêmicos
Assistir as apresentações de monografias, etc.
Voluntariado
Projetos/ Monografias
Relatório do Professor orientador ou
responsável
Cópia do artigo publicado
Certificado de realização
Certificado de participação
Relatório do Professor orientador ou
responsável
Certificado de realização
Resumo crítico da obra
Certificado de participação
Atestado ou lista de participação
Certificado de participação
Cópia do Projeto
ANEXO 3 - REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Introdução
O Estágio Curricular Supervisionado Profissionalizante faz parte da estrutura curricular dos cursos de
Administração e Ciências Contábeis. Poderá ser iniciado, a partir do primeiro semestre do penúltimo
ano letivo. O estágio, de caráter obrigatório, deverá estar integrado com o curso específico e as
disciplinas estudadas pelo aluno, numa perspectiva multidisciplinar, com a finalidade básica de colocálo em contato com a realidade de trabalho.
O Estágio poderá ser realizado tanto em Organizações Públicas ou Privadas, como em órgãos
experimentais de pesquisas. A supervisão dos estágios estará incluída na programação didática,
havendo professores designados para orientá-los, individualmente ou em grupo, segundo critérios
fixados no regulamento que se segue:
REGULAMENTO
Das Disposições Iniciais e Finalidades
Artigo 1º - O presente regulamento tem por finalidade normatizar o Sistema de Estágios
Supervisionados a que devem se submeter os alunos dos cursos de graduação da Faculdade de
Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá (FACEAG).
Da Definição
Artigo 2º - Estágio é o período de exercício pré-profissional previsto em currículo, em que o estudante
de graduação permanece em contato direto com o ambiente de trabalho, desenvolvendo atitudes
fundamentais, profissionalizantes ou comunitárias, programadas ou projetadas, avaliáveis em conceito,
com duração e supervisão constantes de leis e normas.
Dos Objetivos
Artigo 3º - O estágio tem como objetivo estabelecer um elo de ligação entre a Instituição de Ensino
Superior, a Comunidade e o aluno com a tríplice intenção de:
complementar a formação do estudante, dotando-o do instrumental prático indispensável ao perfeito
desempenho de sua futura atividade profissional;
aperfeiçoar a formação profissional de acordo com as exigências e perspectivas do mercado de
trabalho;
estabelecer um canal retro-alimentador entre a teoria e a prática, desenvolvidas pela Instituição e
Comunidade.
Parágrafo único – O estágio deve proporcionar a complementação de ensino e da aprendizagem a
serem planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos,
programas e calendário escolar, a fim de se constituírem em instrumento de integração, em termos de
treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano (LEI
Nº 11.788/2008)
Da Coordenação
Artigo 4º - A Coordenação de estágios está subordinada administrativamente à Coordenação dos
Cursos de Graduação.
Artigo 5º - A Coordenação de todas as atividades de estágio será exercida por um professor do Curso
indicado por seu Coordenador e designado pelo Diretor Geral.
Parágrafo único – À Coordenação será atribuída uma carga horária semanal, compatível com as
necessidades, consideradas como horas administrativas.
Das Atribuições da Coordenação
Artigo 6º - Compete à Coordenação de Estágios:
executar a política de estágios deflagrada pela FACEAG;
redigir normas e instruções para os estagiários que deverão ser submetidas à apreciação do Colegiado
do Curso
manter-se informado de toda a legislação e normas sobre o estágio e fazer cumpri-las;
divulgar, entre os alunos do Curso específico qualquer informação ligada a estágio;
acompanhar o desenvolvimento dos estágios, mantendo para isso um cadastro que contenha todas as
informações necessárias;
registrar os conceitos atribuídos nos relatórios finais de estágios;
providenciar a abertura de campos de estágios curriculares-profissionalizantes;
orientar o aluno a tudo que se relacione com estágio;
implantar e desenvolver uma política de divulgação da importância do estágio junto às Entidades
Concedentes;
propor a mudança deste Regulamento ao Colegiado do Curso, quando achar conveniente, devendo
esta submetê-la ao Conselho de Ensino;
apresentar, semestralmente, relatório geral das atividades à Coordenação do Curso;
convocar reuniões com os alunos para tratar de assuntos relacionados com estágio;
enviar à Secretaria, ao final de cada ano letivo, os resultados obtidos pelos estagiários;
desenvolver outras atividades inerentes à área, ou que venham a ser delegadas pelo Coordenador do
Curso.
Da Legislação
Artigo 7º - A atividade de estágio a ser desenvolvida obedece à seguinte legislação:
a LEI Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008;
o presente Regulamento Interno;
as normas Regimentais da FACEAG;
as normas regimentais da entidade Concedente onde o estágio se realiza.
Do Estágio Curricular Supervisionado Profissionalizante
Artigo 8º - Entende-se por Estágio Supervisionado Profissionalizante o período de exercício préprofissional, previsto em currículo, em que o estudante de graduação permanece em contato direto
com o ambiente de trabalho, desenvolvendo atividades profissionalizantes projetadas, avaliáveis em
conceito, com duração, supervisão e avaliação constantes de leis e normas.
Artigo 9º - O estágio deverá ser realizado em um período mínimo de seis meses.
Parágrafo único – Poderá ser realizado em até duas etapas, em áreas e entidades Concedentes
iguais ou diferentes, com duração mínima de seis meses, para aqueles efetuados no último ano, ou de
três meses quando efetuados em duas etapas, sendo a 1ª fase durante o penúltimo ano e a 2ª fase no
último, visando a realização do estágio ao longo do curso.
Artigo 10º - O estagiário deverá integralizar, mensalmente, no mínimo 50 horas, completando ao final
de seis meses, a exigência curricular de 300 horas de Complementação Educacional.
Artigo 11º - Deverá ser observada, por parte do estagiário, a carga horária fixada no Termo de
Compromisso, documento obrigatório (LEI Nº 11.788/2008), firmado entre a Coordenação de Estágio,
Entidade Concedente e o Estagiário.
Artigo 12º - O estágio realizar-se-á, obrigatoriamente, nas áreas de concentração definidas pela
Coordenação do Curso.
Artigo 13º - Poderão estagiar os alunos que estejam regularmente matriculados na FACEAG.
§ 1º Concede-se o direito ao estágio a todos os alunos regularmente matriculados e freqüentes nos
cursos ministrados pela FACEAG, entretanto, somente terão validade para fins curriculares os estágios
realizados a partir do 5º período.
§ 2º – Na integralização da carga horária do estágio poderão ser incluídas as horas destinadas ao
planejamento, à orientação paralela e à avaliação das atividades, que não devem exceder 5% da carga
horária destinada ao estágio e prevista no currículo pleno do curso.
Da Designação do Professor Orientador
Artigo 14º - A designação dos Professores para a orientação dos estágios será de competência da
Gerência de Práticas ouvido o Coordenador do Curso.
Artigo 15º - Os Orientadores deverão ser professores de disciplinas afins com a área de estágio
desenvolvida pelo aluno
Artigo 16º - Ao Coordenador será atribuída uma carga horária de uma hora atividade para cada aluno
orientado.
Artigo 17º - As horas de orientação de estágio contadas como hora relógio, serão cumpridas pelo
docente em horário e local fixado pelo Coordenador.
Da Supervisão
Artigo 18º - Compete ao Coordenador de Estágio:
prestar assistência técnica à Coordenação e ao estagiário na elaboração e desenvolvimento do Projeto
de Estágio, bem como no Relatório Final do Estágio.
cooperar com a Coordenação na abertura de campos de Estágio;
participar das reuniões convocadas pela Coordenação e apresentar informações, quando solicitado,
dando ciência do andamento dos trabalhos que estão sob sua supervisão;
avaliar os relatórios mensais e finais dos estagiários, devolvendo-os à Coordenação no máximo
15(quinze) dias após o recebimento;
atribuir conceito ao Relatório Final do Estágio, segundo os critérios fixados no artigo 40.
Artigo 19º - É atribuição de o Coordenador receber o estagiário pelo menos uma vez a cada 15 dias,
ou quando solicitado, individualmente ou em grupo, para prestar assistência e esclarecer as dúvidas,
desde a elaboração do Projeto até a Conclusão do estágio. As orientações podem ser agendadas tanto
por iniciativa do professor como por iniciativa do aluno ou grupo de alunos.
Dos Deveres dos Estagiários
Artigo 20º - Os estagiários terão junto à Coordenação de Estágios os seguintes deveres:
elaborar o Projeto de Estágio e adequá-lo de acordo com as instruções recebidas pelos Coordenador;
preencher os requisitos necessários ao desenvolvimento do Projeto de acordo com o Artigo 12 deste
Regulamento;
cumprir as determinações constantes do convênio e termo de Compromisso;
elaborar e entregar relatórios mensais no prazo fixado no Artigo 32;
empenhar-se na busca de conhecimento e assessoramento necessário ao desempenho das atividades
de estágio;
manter contatos periódicos com o Coordenador para discussão do andamento do estágio;
elaborar o Relatório de Estágio segundo as instruções do presente Regulamento e do Manual do
Estagiário;
promover agendamento da visita do(s) professor(es) avaliador(es) junto à sua supervisão local na
empresa.
Artigo 21º - O estagiário que desenvolver seu estágio na instituição em que trabalha deverá fazê-lo
fora de suas atividades de rotina ou dentro delas, com caráter inovativo.
Das Entidades Concedentes
Artigo 22º - Entende-se por Entidade Concedente a Instituição ou Empresa que propicia campo de
estágio aos alunos da FACEAG, dando-lhes oportunidade para complementarem sua formação
profissional.
Artigo 23º - A FACEAG espera que as Entidades Concedentes colaborem com a realização de Estágio,
propiciando:
supervisão e avaliação dos relatórios mensais e final;
condições ao estagiário de atingir os objetivos propostos previamente no Projeto de Estágio.
Do Projeto de Estágio
Artigo 24º - Será exigido do estagiário um projeto específico para o Estágio Supervisionado
Profissionalizante, cuja formulação final seguirá o modelo de Relatório Final de Estágio.
Artigo 25º - O Projeto de Estágio será elaborado pelo aluno individualmente, orientado pelo
Coordenador, com assessoria do Coordenador de Estágios.
Artigo 26º - O projeto deverá ser apresentado dentro das especificações fixadas no manual de
estágios.
Artigo 27º - O projeto deverá ser aprovado pelo Coordenador e homologado pela Coordenação de
Estágios.
Artigo 28º - O Projeto de Estágio deverá ser apresentado em duas vias que terão a seguinte
destinação:
1ª Via – À Coordenação para aprovação e homologação, ficando arquivada em pasta individual;
2ª Via – Ao Estagiário, após a aprovação e homologação pela coordenação do estágio.
Dos Relatórios
Artigo 29º - Durante a realização de estágio o aluno apresentará ao Coordenador Relatórios de
Atividades Mensais, entregues dentro do prazo máximo de cinco dias úteis após o termino do período
em questão, conforme formulário instituído no Manual de Estágios.
Artigo 30º - Deverão constar do relatório os seguintes itens:
síntese das tarefas executadas no mês;
as horas destinadas a cada atividade;
apreciação das atividades desenvolvidas, durante o mês;
as dificuldades;
pesquisa bibliográfica.
Artigo 31º - Além do relatório padronizado, o Coordenador poderá exigir relatórios adicionais, ou outras
informações necessárias para o sistema de avaliação.
Artigo 32º - O estagiário terá 5 dias úteis após a conclusão do estágio para entregar o relatório à
Coordenação de Estágios, sob pena de invalidação do referido relatório.
§ 1º - O prazo final para entrega do Relatório Final de Estágio, será a data preestabelecida pela
Gerência de Praticas da FACEAG, constante do MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO do ano
em curso.
§ 2º - Compete à Coordenação de Estágios julgar os casos excepcionais mediante justificativa
apresentada pelo estagiário.
Da Avaliação Mensal
Artigo 33º - As atividades de Estágio serão obrigatoriamente avaliadas pelo Coordenador.
Artigo 34º - O Estágio será avaliado pelos relatórios mensais e pelo Relatório Final de Estágio.
Artigo 35º - A avaliação mensal do Coordenador é uma necessidade para orientação técnica e
metodológica do Projeto de Estágio em desenvolvimento.
§ 1º - A avaliação constituirá de parecer emitido pelo Coordenador a respeito da qualidade do trabalho
apresentado.
§ 2º - O Professor terá o prazo de 15 dias úteis para devolver à Coordenação os relatórios mensais.
Do Relatório Final de Estágio
Artigo 36º – O Relatório Final de Estágio é um documento elaborado pelo estagiário, no qual constam
as atividades desenvolvidas durante o período de estágio.
Artigo 37º - O Relatório Final de Estágio será elaborado em duas vias com a seguinte destinação:
1ª Via – Coordenação de Estágios;
2ª Via – Estagiário
Artigo 38º - O Relatório Final de Estágio deverá ser apresentado conforme normas técnicas definidas
no MANUAL DE ESTÁGIO, distribuído nos seguintes itens:
I – Apresentação
II – Introdução (colocação e delimitação do problema, objetivos, relevância e definição de conceitos)
III – Metodologia
IV – Revisão da literatura
V – Desenvolvimento do corpo técnico do trabalho
VI - Conclusões
VII – Sugestões e recomendações
VIII – Referências
Da Avaliação do Relatório Final do Estágio
Artigo 39º - A avaliação do Relatório Final de estágio deverá ser de acordo com os seguintes critérios:
justificativas de aplicação do trabalho (amplitude do trabalho);
capacidade crítica;
capacidade de inovação (criatividade e versatilidade);
percepção e profundidade de conhecimentos específicos;
domínios de conhecimentos;
verificação da metodologia de trabalho.
Artigo 40º - O conceito final será a nota atribuída pelo Professor Orientador, que não deverá ser
inferior a 7,0 (sete inteiros). Caso seja inferior, a nota não será dada.
Artigo 41º - Caso o estagiário não alcance o conceito mínimo fixado no artigo 40, o aluno terá um
prazo de trinta dias para reformular o trabalho executado, podendo então ser aprovado com nota
mínima de 7,0 (sete inteiros).
Artigo 42º - Se após a reformulação do Relatório Final o mesmo não alcançar o conceito mínimo fixado
no artigo 41, o aluno terá seu estágio considerado nulo para todos os efeitos.
Parágrafo único – Não alcançado o conceito mínimo, o aluno deverá matricular-se no ano seguinte e
cumprir todas as etapas previstas no MANUAL DE ESTÁGIO.
Das Disposições Finais
Artigo 43º - A realização do estágio é obrigatória para a conclusão do curso de graduação.
Artigo 44º - O aluno que, até o final do último ano não cumprir as atividades de estágio deverá
matricular-se novamente no último ano para receber as orientações do estágio pelo Coordenador.
Artigo 45º - Os casos omissos no presente regulamento serão resolvidos de acordo com a decisão da
Coordenação de Estágios, tendo o aluno direito a recurso, cuja decisão final compete ao Conselho de
Curso.
Artigo 46º - Este Regulamento entrará em vigor após aprovação pelos órgãos competentes.
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