ORGANIZAÇÃO GUARÁ DE ENSINO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS ECONÔMICAS E CONTÁBEIS DE GUARATINGUETÁ PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Coordenador do Curso Prof. Dr. João Ubiratan de Lima e Silva Guaratinguetá – SP 2015 SUMÁRIO 1 - Organização Didático Pedagógica ...................................................................................................... 5 1.1 - Contextualização da Instituição de Ensino .......................................................................................................5 1.1.1 - Dados da Entidade Mantenedora............................................................................... 5 1.1.2 - Entidade Mantida .................................................................................................... 5 1.1.3 - Perfil da IES ........................................................................................................... 5 1.1.4 - Missão da IES ........................................................................................................ 6 1.1.5 - Breve Histórico da IES ............................................................................................. 6 1.2 - Inserção Regional ...............................................................................................................................................8 1.2.2 - O Município de Guaratinguetá ........................................................................... 10 3 - Na área da saúde ....................................................................................................... 11 1.2.4 - Aspectos Educacionais da Região de Guaratinguetá: ................................................. 12 1.2.5 - Rodovias ........................................................................................................ 12 1.2.6 - Turismo .......................................................................................................... 12 1.3 - Contextualização do Curso ..............................................................................................................................13 1.3.1 - Concepção do Curso ............................................................................................. 14 1.3.2 - Dados Gerais do Curso de Administração................................................................. 15 1.3.3 - Políticas Institucionais no âmbito do curso ................................................................ 15 1.3.4 - Premissas Legais do Projeto Pedagógico ................................................................. 17 1.3.5 - Missão do Curso ................................................................................................... 17 1.3.6 - Objetivos do Curso ................................................................................................ 18 1.3.6.1 - Objetivo Geral .................................................................................................... 18 1.3.6.2 - Objetivos Específicos .......................................................................................... 19 1.3.7 - Perfil Profissional do Egresso.................................................................................. 19 1.3.8 - Competências, Habilidades e Atitudes...................................................................... 20 1.4 - Estrutura Curricular ..........................................................................................................................................21 1.4.1 - Matriz Curricular do Curso de Administração ............................................................. 21 1.4.2 - Conteúdos Curriculares .......................................................................................... 24 1.4.3 - Adequação às Diretrizes Curriculares Nacionais ........................................................ 46 1.4.4 - Projeto Interdisciplinar – Plano de Negócio e Práticas Empresariais ............................. 46 1.4.5 – Mostra de Iniciação Científica ................................................................................. 46 1.4.6 - Empresa Junior ..................................................................................................... 47 1.4.7 - Atividades Complementares ................................................................................... 47 1.4.8 - Trabalho de Conclusão de Curso – TCC................................................................... 48 1.4.9 - Estágio Curricular Supervisionado ........................................................................... 48 1.5 - Metodologias de Ensino ...................................................................................................................................50 1.6 - Apoio ao Discente ............................................................................................................................................52 1.6.1 - Apoio Pedagógico ................................................................................................. 52 1.6.2 - Apoio à Participação em Eventos ............................................................................ 52 1.6.3 - Apoio Psicopedagógico .......................................................................................... 52 1.6.4 - Mecanismo de Nivelamento .................................................................................... 53 1.6.5 - Monitoria .............................................................................................................. 53 1.6.6 - Bolsas de Estudos ................................................................................................. 53 1.6.6.1 - Programas Institucionais de Financiamento de Estudos ........................................... 53 1.6.6.2 - Programas Federais de Financiamento de Estudos ................................................. 54 1.6.7 - Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso .......................................... 54 1.7 - Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem.......................................56 1.8 - Procedimentos de Avaliação dos Processos de Ensino-Aprendizagem ......................................................57 2 - Corpo Docente ...............................................................................................................................60 2.1 - Núcleo Docente Estruturante ...........................................................................................................................60 2.1.1 - Atuação do Núcleo Docente Estruturante ................................................................. 60 2.1.2 - Composição do Núcleo Docente Estruturante do Curso .............................................. 60 2.2 - Coordenação do Curso ....................................................................................................................................60 2.2.1 - Atuação do Coordenador do Curso .......................................................................... 60 2.2.2 - Experiência Profissional, no Magistério e em Gestão Acadêmica do Coordenador ......... 61 2.3.1 - Perfil Esperado do Docente .................................................................................... 61 2.3.2 - Atividades Docentes .............................................................................................. 62 2.3.3 - Corpo Docente do Curso ........................................................................................ 62 2.4 - Plano de Cargos, Salários e Carreira dos Docentes......................................................................................64 2.5 - Programa Institucional de Educação Continuada ..........................................................................................64 2.6 - Funcionamento do Colegiado de Curso..........................................................................................................64 3 - Infraestrutura ..................................................................................................................................65 3.1 - Infraestrutura para Funcionamento do Curso .................................................................................................65 3.1.1 - Infraestrutura Acadêmico-administrativa ................................................................... 65 3.1.2 - Gabinetes de trabalho para membros do NDE e docentes em Tempo Integral - TI ..................................................................................................................................... 66 3.1.3 - Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos........................ 66 3.1.4 - Sala de Professores .............................................................................................. 66 3.1.5 - Salas de Aula ....................................................................................................... 67 3.2 - Biblioteca ...........................................................................................................................................................67 3.2.1 - Organização do Acervo .......................................................................................... 67 3.2.2 - Espaço Físico ....................................................................................................... 67 3.2.3 - Acervo por Área do Conhecimento .......................................................................... 68 3.2.4 - Formas de Atualização e Expansão do Acervo - Política de Aquisição. ......................... 68 3.2.5 - Horário de Funcionamento ..................................................................................... 68 3.2.6 - Serviços Oferecidos............................................................................................... 68 3.2.7 - Política Institucional para atualização e expansão do acervo ....................................... 69 3.3 - Bibliografia Básica ............................................................................................................................................69 3.4 - Bibliografia Complementar ...............................................................................................................................70 3.5 - Periódicos especializados: ...............................................................................................................................70 3.6 - Laboratórios Didáticos Especializados ...........................................................................................................71 3.6.1 - Laboratórios de Informática .................................................................................... 72 3.7 - Recursos Audiovisuais e de Multimídia ..........................................................................................................72 3.8 - Políticas de utilização do Laboratório..............................................................................................................72 3.9 - Plano de Atualização Tecnológica e Manutenção de Equipamentos ...........................................................72 ANEXO 1 – ATENDIMENTO AOS REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS ................................................73 ANEXO 2 - REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ....................................................................75 APRESENTAÇÃO..........................................................................................................................75 OBJETIVOS .......................................................................................................................................76 CAPÍTULO I ........................................................................................................................................76 1. DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES............................................................76 CAPÍTULO II .......................................................................................................................................77 2. DAS CARATEGORIAS DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ..............................................................77 CAPÍTULO III ......................................................................................................................................78 3. DO REGISTRO E VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................78 CAPÍTULO IV......................................................................................................................................78 4. DAS COMPETÊNCIAS....................................................................................................................................78 CAPÍTULO V ......................................................................................................................................79 5. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS ........................................................................................79 ANEXO I – Atividades Complementares ..................................................................................................79 6. Atividades Complementares ...........................................................................................................................79 DESCRIÇÃO DAS MODALIDADES OFERECIDAS...............................................................................................80 a) Monitoria e estágios não curriculares ............................................................................. 80 b) Programas de Iniciação Científica .................................................................................. 80 c) Cursos realizados áreas afins........................................................................................ 80 d) Participação em programas de extensão ........................................................................ 80 e) Participação e/ou organização de eventos científicos no campo de abrangência do curso. .... 80 f ) Atividades culturais e assistenciais ................................................................................ 81 COMPROVAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES................................................................................81 PRAZO DE ENTREGA .............................................................................................................................................81 1 - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA 1.1 - Contextualização da Instituição de Ensino 1.1.1 - Dados da Entidade Mantenedora NOME ENDEREÇO CIDADE ATOS LEGAIS ORGANIZAÇÃO GUARÁ DE ENSINO Avenida Pedro de Toledo, n° 195 – Vila Paraíba – CEP 12515-690 GUARATINGUETÁ SP Estatuto Social registrado no Cartório de Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil de Pessoas Jurídicas da Comarca de Guaratinguetá, sob n° 6013, em 29 de abril de 2013. CNPJ 45.207.487.0001-16 FINALIDADE Prestação de serviços educacionais e culturais 1.1.2 - Entidade Mantida IES ENDEREÇO CIDADE ATOS LEGAIS FONE DIRETORIA: FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS ECONÔMICAS E CONTÁBEIS DE GUARATINGUETÁ – FACEAG Avenida Pedro de Toledo, n° 195 – Vila Paraíba – CEP 12515-690 GUARATINGUETÁ SP Decreto n° 72.901 de 10/10/1973, publicado no DOU do dia 11/10/1973 (12) 3123-3123 Profa. Érica Barbosa Joslin 1.1.3 - Perfil da IES A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG tem seu perfil voltado para a formação do seu aluno, e para tanto: preocupa-se com a formação completa do aluno, valorizando o desenvolvimento físico, intelectual, emocional e seu caráter em bases éticas e morais; tem a educação voltada para a construção da cidadania, buscando desenvolver a solidariedade e a participação; procura dar ao educando a formação da consciência crítica; valoriza o trabalho do professor. Reconhece a importância do papel docente na formação dos alunos. Trata o profissional com respeito e dignidade, valorizando-o sempre, dentro e fora da sala de aula; busca agregar recursos e tecnologias, buscando fortalecer a qualidade do ensino; motiva seus alunos a trabalharem em equipe para o desenvolvimento de habilidades de relacionamento interpessoal; é uma escola de aprendizagens: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a compartilhar e aprender a ser; relaciona-se e interage com a comunidade. 1.1.4 - Missão da IES A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG tem por missão: “Praticar a educação solidária, possibilitando o acesso de todos ao Ensino Superior de qualidade e participando, ativamente, de projetos sociais educacionais e culturais dos setores público e privado, com uma atuação voltada ao desenvolvimento sustentável e ao atendimento à comunidade”. 1.1.5 - Breve Histórico da IES A história da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG, remonta à história do “Colégio Nogueira da Gama”. A estabilidade e a tradição de nossa Instituição são resultados das experiências acumuladas numa caminhada de 134 anos dedicados ao ensino com seriedade e dinamismo. A história das Faculdades Nogueira da Gama inicia-se em 1880, quando foi fundado pelo idealista e educador Professor Lamartine Delamare Nogueira da Gama, na capital de São Paulo, o Colégio Delamare. Este colégio, em dezembro de 1889, pelo Decreto 3.518 foi equiparado ao Ginásio Nacional, sob a denominação de Ginásio Nogueira da Gama. Mais tarde, em 1893, transferiu-se para cidade de Jacareí, sob a denominação de Colégio Nogueira da Gama e 27 anos depois (1920), finalmente, o Ginásio Nogueira da Gama transferiu-se para a cidade de Guaratinguetá. Comparável às melhores escolas do Estado de São Paulo, tanto na sua parte física, quanto na qualidade dos seus docentes, oferecia o ensino primário, o secundário e cursos preparatórios. O Dr. Nogueira da Gama fundou em Guaratinguetá a Escola Técnica de Comércio Antonio Rodrigues Alves e mais a Caixa Rural. A Caixa era um órgão independente, porém com vistas às experiências e práticas dos alunos do curso comercial. Incansável na determinação de possibilitar o acesso do ensino a um número cada vez maior de pessoas, em 1957, os seus então dirigentes (ex-alunos e professores) senhores José Marcondes Neves, Edílio Cipro, Mário Galvão de Castro e José Monteiro houveram por bem criar uma sociedade denominada Organização Guará de Ensino Limitada, com o objetivo de manter, ampliar e garantir o sucesso da escola fundada pelo educador Professor Lamartine Delamare Nogueira da Gama. No início da década de 1970 o Ginásio Nogueira da Gama, agora como Colégio, ganhou novas instalações na Avenida Pedro de Toledo, na Vila Paraíba, e reabriu sob uma nova sociedade mantenedora, a Organização Guará de Ensino, sem fins lucrativos. A nova instituição tinha como associados os senhores José Armando Zollner Machado, José Marcondes Neves, Francisco Marcelo Ortiz Filho, Eduardo Kalil, Rubens Monteiro de Andrade e Sebastião Monteiro Bonato. Estes associados, imbuídos do mesmo ideário do fundador, Dr. Nogueira da Gama, partiram para um novo projeto educacional no nível do Ensino Superior, criando inicialmente a Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas de Guaratinguetá, que começou a funcionar em 1973, com os cursos de Ciências Econômicas e Administração de Empresa. Em seguida, março de 1974, implantaram a Faculdade de Educação de Guaratinguetá, com o curso de Pedagogia e diversas habilitações, sempre perseguindo o ideal maior de formar profissionais hábeis e competentes para servir ao Brasil e à região onde se encontra inserida. Para atender às crescentes exigências regionais de mão de obra especializada e formar pessoas para o mercado de trabalho, a Organização Guará de Ensino foi incorporando novos cursos, novas formas de organização, novos professores, mestres e doutores e, assim, por demanda e coerência criou, em dezembro de 1984, o curso de Administração, passando a denominar-se Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG. Nesse percurso a Organização Guará de Ensino, trilhando o caminho da qualidade, implantou e ministrou cursos de Pós-Graduação Lato Sensu nas áreas de Educação e Administração de Empresas, com o objetivo explícito de promover maior qualificação dos seus docentes, abertos, porém, a profissionais oriundos de outros estabelecimentos. Por diversas vezes, nos anos seguintes, estes cursos, em nível de especialização, foram desenvolvidos. Com todos os seus cursos reconhecidos pelo poder público, com grande cuidado em manter-se atualizada e eficiente na sua tarefa principal, a Organização Guará de Ensino, recentemente vem se desdobrando na busca das reformas educacionais dispostas na nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e exigidas pela sociedade globalizada, pós-industrial. Os desafios são permanentes e é enorme a preocupação da Organização Guará de Ensino em levar aos seus alunos um ensino moderno, eficiente, voltado para conquistas de melhores posições no próximo milênio. Para o alcance dessas metas a FACEAG vem, desde a sanção da nova LDB, permanentemente contratando novos professores e promovendo a sua capacitação, para assim constituir um corpo docente altamente qualificado, que sirva de justo orgulho para a nossa comunidade e principalmente para os nossos alunos, honrando, desta forma, a tradicional cultura que Guaratinguetá sempre ostentou. O futuro está aberto e maior êxito depende de nossos ideais, projetos, esforços, investimentos, decisões, trabalho. O movimento contínuo de construção da história exigirá de todos nós ousadia, seriedade e criatividade. No intuito de atender a essas grandes expectativas, a partir de 2013, a Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG passou a integrar o Grupo Educacional UNIESP, cuja missão é a educação de qualidade com facilidade de acesso por intermédio dos programas de a inclusão social, o que é chamado de educação solidária. A expansão do Grupo Educacional UNIESP vem se consolidando em um curto espaço de tempo com a implantação de novas unidades e cursos, ou novas incorporações de ensino na macrorregião que ocupa, o que tem sido um instrumento de fortalecimento do seu papel educativo. Em quinze anos de existência, a instituição educacional consagrou-se como um polo educacional e caminha para sua expansão e excelência no ensino. O Grupo Educacional UNIESP lançou a pedra fundamental da sua primeira instituição de educação, em 1997, na cidade de Presidente Epitácio. A Faculdade de Presidente Epitácio foi a primeira de muitas outras Instituições de Educação Superior que vem sendo implantadas ao longo do seu período de existência. Hoje, o Grupo Educacional UNIESP está presente em mais 56 municípios paulistas, municípios paranaenses, catarinenses, baianos, mineiros, tocantinenses, cariocas, paraibanos, pernambucanos, goianos e sul-matogrossenses. O Grupo Educacional UNIESP tem como meta possibilitar a educação para todos, ou seja, fazer com que qualquer pessoa que não teve a oportunidade de cursar uma Faculdade, devido a dificuldades financeiras, possa realizar este sonho. Consolidada numa base humanística e social, o Grupo Educacional UNIESP preza pela educação solidária. Sendo assim, mantém convênios com empresas, sindicatos, órgãos públicos e entidades assistenciais, que oferecem a concessão de bolsas de estudos aos conveniados. Em contrapartida, incentiva as instituições a participarem de projetos sociais promovendo a responsabilidade social, por meio de atividades solidarias de seus colaboradores. Essa experiência tem permitindo que ocorra um processo contínuo de aprendizagem institucional, na medida em que novas competências são incorporadas. É um modo de crescer e se expandir com segurança, partindo de ativos tangíveis e consolidados para lograr, passo a passo, novas competências, não colocando em risco a segurança do processo de qualidade do ensino, que é a tônica da Instituição. 1.2 - Inserção Regional A instalação, no Brasil, de empresas multinacionais, especialmente a partir da década de 50, e o crescimento das empresas nacionais e estatais foram responsáveis pelo aumento da demanda por administradores. Aliado a esse fator, a abundância de postos de trabalho para administradores e a empregabilidade elevada atraem novos alunos para os cursos de Administração. Guaratinguetá é um importante centro de comércio e prestação de serviços da região do fundo do Vale do Paraíba, atraindo pessoas dos municípios vizinhos e do sul de Minas Gerais. É também, a segunda maior economia e um dos maiores municípios da região com relação à população. Além disso, possui o melhor índice de distribuição de renda de sua região e baixos índices de criminalidade. Destaca-se, também, por ser uma das mais industrializadas de sua região e por ter sido pioneira nessa atividade econômica. A região de Guaratinguetá, e toda a Região do Vale do Paraíba, possui uma economia diversificada, com expressiva atuação em indústria, comércio e serviços. Percebe-se uma tendência de crescimento da economia local, com especial participação do setor industrial. Apesar da indústria dar destaque ao município, não é ela o setor econômico que mais emprega no município. O setor de comércio e serviços é o que gera a maior quantidade de empregos para a população. Algumas das principais empresas da região são: Liebherr, Basf, Tékno, Embraer, AG&C, VW, Yacult, Nexans, Orica, dentre outras. Dentre as justificativas contextuais para a oferta do curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, destacam-se: Elevado índice de desenvolvimento econômico, humano, científico e social da região. A geração e difusão de conhecimentos relacionados à administração de empresas são preponderantes no atual contexto econômico e globalizado, onde exige-se alta competitividade das organizações, sejam elas públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos. De acordo com essa perspectiva, este curso contribui para o desenvolvimento econômico, humano, científico e social da RMVP, que é uma das regiões do Brasil que possui maior índice de desenvolvimento econômico e elevada densidade populacional. Formação generalista com vasto campo de atuação. O mercado de trabalho potencial para os graduados no curso de Administração é amplo devido ao enfoque da formação generalista, sendo possível atuar nas diferentes áreas de uma organização (pública ou privada), podendo atuar nos setores de comércio, manufatura ou serviços. Demanda regional por administradores para atuação em empresas industriais, comerciais e de serviços. A região de Guaratinguetá e toda a RMVP possui uma economia diversificada, com expressiva atuação em indústria, comércio e serviços. Carência de vagas ofertadas para cursos de Administração em instituições públicas que atendam as demandas da região. As vagas ofertadas por instituições públicas que ofereçam o curso de Administração não atendem a demanda regional, o que se constitui em excelente oportunidade para as instituições de ensino superior privadas oferecerem o curso. Excelente disponibilidade de professores capacitados. O fato de a formação do administrador ser uma formação generalista, e de a região possuir programas de Pós-Graduação stricto-sensu nas mais diversas áreas, o corpo docente é altamente qualificado. Nesse contexto, o curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG satisfaz as demandas apresentadas, com um modelo de formação de administradores aptos ao ingresso nas empresas da região e com melhores condições de competir em uma realidade econômica e globalizada em que vivemos. 1.2.1 - Área de abrangência da Instituição A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG abrange num raio de 05 km a 70 km, municípios vizinhos como Aparecida, Cunha, Potim, Roseira, Lagoinha, São Luiz do Paraitinga, Pindamonhangaba, Tremembé, Taubaté, Lorena, Cruzeiro, Cachoeira Paulista, Canas, Silveiras, Piquete, Campos do Jordão, dentre outras, conforme se observa no mapa abaixo. Figura 1 - Municípios do Vale do Paraíba paulista, com a via Dutra em destaque. 1.2.2 - O Município de Guaratinguetá Guaratinguetá é um município brasileiro do Estado de São Paulo, localizado na região do Vale do Paraíba, sede de microrregião, uma das subsedes da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte e um dos polos sub-regionais do Brasil. Sua microrregião vive um processo de urbanização e foi elevada a Região Metropolitana. O município é um dos mais importantes do Vale do Paraíba, possuindo importância turística, industrial e comercial. Guaratinguetá é diferenciado por sua riqueza histórica, já foi no passado, apelidada de Atenas do Vale do Paraíba devido ao seu importante peso sócio cultural, principalmente exercido no período de 1920 a 1960. O município, após a instalação da Escola Normal na década de 1920, passou a atrair professores e estudantes de diversas regiões do estado e de Minas Gerais, o que gerou um grande crescimento de espaços artísticos, culturais e sociais no município. Possui vários representantes nos ramos da pintura, poesia e principalmente da música. O município de Guaratinguetá foi um dos principais municípios produtores de café, além de ter sido uma das maiores bacias leiteiras do país. Possui, ainda, inúmeros casarões da época colonial, que contrastam com os prédios e casas da atualidade. A área urbana do município é praticamente toda em planícies, sendo recortada em alguns bairros por colinas e morros. O principal rio que recorta o município, o rio Paraíba do Sul, já foi responsável pelo escoamento da produção de café em tempos anteriores, hoje em dia serve, apenas, para traçar as divisas políticas administrativas. O município ganha destaque por ser um importante ponto turístico de caráter religioso, juntamente com o município vizinho de Aparecida. Juntos, movimentam grande quantidade de turistas durante o ano. Guaratinguetá, juntamente com os municípios vizinhos Aparecida e Cachoeira Paulista, desenvolveu o Circuito da Fé, na tentativa de ampliar seu setor turístico. O turismo também vem se diversificando com o passar do tempo. Hoje apresenta também roteiros turísticos urbanos, históricos e ecológicos. O município é recortado pela Rodovia Presidente Dutra, sendo esta responsável pela recuperação econômica de todo o Vale do Paraíba; é recortada também por rodovias como SP-171, que liga Guaratinguetá ao município de Cunha; SP-62, que liga o município a Lorena; BR-459, partindo de Lorena, ligando o município ao sul de Minas Gerais, entre outras. A população é predominantemente branca, sendo os pardos o segundo maior grupo étnico da cidade. Em números arredondados, os brancos significam 78.622 habitantes (70,15%), os pardos 28.216 habitantes (25,18%), os negros representam 4.603 habitantes (4,11%), amarelos 567 habitantes (0,51%) e indígenas 64 habitantes (0,06%), num total de 112.072 habitantes. A taxa de crescimento populacional é de 1,15% 42 ao ano, uma das maiores taxas do Vale do Paraíba. O maior crescimento da cidade ocorreu entre 1950 e1960, onde a cidade teve um acréscimo populacional de 22.935 habitantes, já o menor período de crescimento da cidade foi entre 1930 e 1940 onde a população aumentou em apenas 1.671 habitantes. A população total da cidade, segundo dados do IBGE do ano de 2010 é de 112.072 habitantes. A estimativa é de que em 2014 a população total da cidade de Guaratinguetá seja de 118.378 habitantes. A pirâmide etária da cidade de Guaratinguetá segue a tendência da pirâmide etária nacional, com um estreitamento da base e um alargamento do topo. Isso mostra uma diminuição da taxa de natalidade e um aumento da expectativa de vida. Figura 2 - Mapa da cidade de Guaratinguetá. 3 - Na área da saúde Portadora do segundo melhor IDH do Vale, Guaratinguetá conta com uma ampla rede de saúde e educação que atende além da população municipal, a população das cidades vizinhas. Guaratinguetá possui dois hospitais de porte médio-grande, diversos postos e clínicas de saúde. No centro expandido da cidade temos A "Santa Casa de Misericórdia de Guaratinguetá" e o "Hospital e Maternidade Frei Galvão". Existe também, na EEAR, o "Hospital da Aeronáutica de Guaratinguetá". Nos bairros o atendimento é feito nos Postos e Clínicas de Saúde da cidade. Na Zona Sul existe o CEPOG (Centro Pediátrico e Ortopédico de Guaratinguetá, na Zona Oeste existe também o AME (Atendimento Médico Especializado), que atende a população da região). Ao todo, Guaratinguetá possui mais de 40 estabelecimentos de saúde. Figura 3 - Mapa de IDH da área urbana (Fonte: IPEA DATA) 1.2.4 - Aspectos Educacionais da Região de Guaratinguetá: Guaratinguetá conta com mais de 67 escolas públicas e particulares. As escolas de Guaratinguetá são responsáveis por absorver não só os alunos do município, mas os alunos das cidades vizinhas também. Em Guaratinguetá existe o "Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim", conhecido também como COTEC/CTIG, pertencente a Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá. O CTIG é a mais concorrida escola de Guaratinguetá e um dos principais centros de ensino técnico e médio do Vale do Paraíba. A UNESP tem sede em Guaratinguetá, e por causa da grande e crescente procura, está aumentando seu espaço físico para poder absorver mais alunos. A cidade abriga ainda a Escola de Especialistas de Aeronáutica, um dos mais importantes centros de aviação do país. Ainda conta com o Ensino Superior Universidade Estadual Paulista (UNESP) – Campus Júlio de Mesquita Filho. Conhecida como Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá (FEG), se localiza na Zona Norte da Cidade. Entre os cursos de Graduação se destacam: Engenharia de Materiais, de Produção Mecânica, Mecânica, Civil, Elétrica e Bacharelado em Física. Oferece também Pós-Graduação Stricto Sensu (Mestrado e Doutorado) em Engenharia Mecânica, Produção Mecânica e Física, e cursos de especialização em diversas áreas, como: Gestão da Produção, Logística Internacional, entre outros. Também possui a Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá (FATEC) - oferece cursos de Tecnologia em: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão da Tecnologia da Informação, Gestão Empresarial (Processos Gerenciais), Gestão Financeira e Logística. Localiza-se na Zona Norte da cidade. As únicas faculdades particulares de Guaratinguetá são a Faculdade de Educação de Guaratinguetá (FACEG), com o curso de Pedagogia, e a Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá (FACEAG), com os cursos de Administração e Ciências Contábeis. Ambas as faculdades são mantidas pela Organização Guará de Ensino (OGE). 1.2.5 - Rodovias O município é recortado pela Rodovia Presidente Dutra, sendo esta responsável pela recuperação econômica de todo o Vale do Paraíba; é recortada também por rodovias como SP-171, que liga Guaratinguetá ao município de Cunha; SP-62, que liga o município a Lorena; BR-459, partindo de Lorena, ligando o município ao sul de Minas Gerais, entre outras. 1.2.6 - Turismo O município ganha destaque por ser um importante ponto turístico de caráter religioso, juntamente com o município vizinho de Aparecida. Juntos, movimentam grande quantidade de turistas durante o ano. Guaratinguetá, juntamente com os municípios vizinhos Aparecida e Cachoeira Paulista, desenvolveu o Circuito da Fé, na tentativa de ampliar seu setor turístico. O turismo também vem se diversificando com o passar do tempo, o município hoje, apresenta também roteiros turísticos Urbanos, Históricos e Ecológicos. Na Região da Serra da Mantiqueira, como mostra a figura 4, localizam-se o bairro de Pedrinhas, Taquaral, Gomeral e Pilões, já na região de domínio da Serra Quebra-Cangalha, localiza-se o bairro da Rocinha. Uma região rica em recursos naturais como rios, cachoeiras, florestas de altitude e remanescentes da Mata Atlântica, propiciando a existência de diversas trilhas e observação da flora e fauna. Figura 4 – Região da Serra da Mantiqueira, no município de Guaratinguetá. Bairros do Taquaral, Gomeral e Pedrinhas. Figura 5 – Frei Galvão Figura 5 - Igreja Matriz de Santo Antônio Guaratinguetá é o local de nascimento de Frei Antônio de Sant’Ana Galvão (Figura 5), o primeiro Santo Brasileiro. É uma das mais belas cidades do Vale do Paraíba Histórico. A Figura 6 mostra a vista frontal da Matriz de Santo Antônio, onde Frei Galvão realizou a sua primeira missa. Rica em monumentos do período colonial, construídos no ápice do ciclo cafeeiro, oferece aos turistas passeios que misturam religiosidade e cultura. 1.3 - Contextualização do Curso O curso de Administração visa à formação de profissionais capacitados a responder às rápidas mudanças, líderes de grupos de trabalho educados com ênfase na atuação junto às pequenas e medias empresas, pois estas representam a maioria das organizações sediadas no entorno da Faculdade. O curso se propõe a atender a realidade do ambiente empresarial e, simultaneamente, promover as mudanças reclamadas no campo da Administração. Estas ações, certamente, redundariam na melhoria da oferta de empregos e de renda para a comunidade, uma vez que estão sendo inseridos profissionais capacitados à disposição das organizações da região. Observa-se, nesse sentido, que as organizações necessitam não só de um único administrador, mas, sim, de vários desde o âmbito de execução à cúpula da gestão organizacional. Outra consideração importante diz respeito à formação dos profissionais da Administração, que devem ser generalistas, como recomendado pela Comissão de Especialistas de Ensino de Administração – CEEAD/SESU/MEC. Eles devem atuar como agentes de mudanças, estar apto a gerir os mais diferentes sistemas organizacionais, com espírito empreendedor. O atendimento a esse pressuposto resulta, inquestionavelmente, na adequação da qualidade do profissional formado. Adicionalmente, deve ser considerado também o grande número de micros, pequenas e médias empresas carentes, na sua maioria, de técnicas administrativas e de gestão mais elaborada. Os problemas e dificuldades que elas enfrentam podem ser em sua maioria, sanados por profissionais devidamente preparados para compreender as suas características e necessidades, orientando-as com relação ao desenvolvimento e manutenção num mercado cada vez mais competitivo e globalizado. O curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG visa contemplar os objetivos propostos mediante a oferta de disciplinas especificamente desenhadas para contemplar esses segmentos da economia nacional como, por exemplo, Empreendedorismo, Gestão de Pequenas e Médias Empresas, Planejamento Estratégico, Plano de Negócios, Gestão Estratégica de Pessoas, Administração da Produção e Operações e Gestão da Produção Logística”, entre outras. Espera-se assim, contribuir de maneira significativa para o atendimento das demandas do mercado de trabalho. Esses procedimentos podem ser divididos em duas situações: de um lado, a efetiva abertura de promissores horizontes, onde o administrador por meio do conhecimento adquirido e de sua formação adequada estará apto para enfrentar os desafios do mercado de trabalho; e de outro, as empresas que poderão contar com os profissionais perfeitamente capacitados para suprir as suas necessidades. Conforme mencionado, é importante destacar a enorme potencialidade empresarial e populacional da região onde se situa o curso. A concentração de micros, pequenas e médias empresas e a grande demanda motivada a oferecer o curso de Administração contribuem de forma marcante para o perfeito entrosamento entre a instituição e a sociedade, da mesma forma que a interação entre profissional e o mercado de trabalho. A instituição implantou o Curso de Administração, atendendo a região onde o curso está instalado, com o objetivo de contribuir com a juventude da região, que necessita, rapidamente, preencher as vagas das repartições públicas, dos estabelecimentos comerciais, das indústrias, dos transportes, das comunicações, dos serviços e demais atividades que necessitam de pessoal altamente qualificado para as suas atividades estruturais no campo administrativo. 1.3.1 - Concepção do Curso O Curso de Administração está organizado com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais e pautado por uma visão interdisciplinar que concebe sua organização didático-pedagógica a partir da aplicação dos saberes e da percepção da complexidade da realidade. Propõe ainda novas dimensões para o Bacharel em Administração fundamentadas em princípios coerentes aliando a aptidão com as mudanças e com a responsabilidade social, tendo em vista as exigências tecnológicas, econômicas e sociais. O mercado de trabalho exige um novo profissional habilitado para atuar em atividades de diferentes áreas, com sólida formação, amplitude de conhecimentos e informações, habilidades e atitudes éticas. Assim, um profissional de administração com esse perfil e com sólidos conhecimentos dos elementos tecnológicos na área está apto, para atuar nas diferentes organizações, utilizando-se dos saberes construído. A proposta do curso passa por uma concepção que legitima uma integração entre teoria e prática, ação e reflexão, indivíduo e coletividade. Contempla a aquisição e a participação do saber como uma ação cultural, resultante da interação de indivíduos e cidadãos, com vistas a preparar o aluno para o campo de trabalho, dentro de princípios sociais de ética e moral. 1.3.2 - Dados Gerais do Curso de Administração O Projeto Pedagógico do curso segue as diretrizes lançadas pela instituição de ensino superior, assim como as políticas e legislação governamentais, entre outros documentos. Por esse motivo, o projeto deve refletir a missão, objetivos e a forma como pretende interagir e contar com a sociedade para atender às suas necessidades educacionais, compreendendo suas características socioculturais. O título concedido ao concluinte deste Curso é de Bacharel em Administração. Denominação: Dados Gerais Autorização pelo Decreto Federal n° 72.901, de 10/10/1973, publicado no DOU do dia 11/10/1973, Reconhecimento pelo Decreto Federal n° 80.031, de Atos Legais: 27/07/1977, publicado no DOU do dia 28/07/1977 e Renovação de Reconhecimento pela Portaria n° 1770, de 16/12/1999, publicado no DOU do dia 17/12/1999. Total de vagas anuais: 150 Número de alunos por turma: 50 Turnos de funcionamento: Noturno Regime de matrícula: Seriado Semestral A carga horária total corresponde a 3.000 h/relógio, assim distribuídas: Carga horária total: 2.500 hs/relógio de Disciplinas Curriculares 200 hs/relógio - Atividades Complementares 300 hs/relógio - Estágio Supervisionado Integralização da carga horária do Limite Mínimo: 08 semestres curso: limite mínimo e máximo: Limite Máximo: 12 semestres 1.3.3 - Políticas Institucionais no âmbito do curso A Instituição, como um todo, busca, de forma integrada e coerente, a realização concreta dos objetivos descritos no Regimento Interno, no Plano de Desenvolvimento Institucional, no Projeto Pedagógico Institucional e nos Projetos dos Cursos - PPCs que abordam as políticas institucionais, destacando-se as políticas de ensino, pesquisa e extensão: Ensino: Propiciar ao aluno uma formação global que lhe permita construir competências, hábitos, habilidades e atitudes de forma crítica e criativa, como pessoa e como cidadão, qualificando-o profissionalmente, tornando-o ciente de suas responsabilidades, usando para isso os recursos do conhecimento em seus vários níveis e modalidades, além das vivências e intervenções em realidades do seu cotidiano próximo ou remoto; Pesquisa: Desenvolver o gosto pela pesquisa, a ação criadora, responsável e ética, a partir de uma postura de investigação, reflexão, de curiosidade perante o novo e o diferente, buscando novos conhecimentos e procedimentos que possam complementar e estimular o ensino-aprendizagem a alcançar graus mais elevados de excelência e melhorar a qualidade de vida da população envolvida; Extensão: Integrar de forma efetiva e permanente, as atividades de extensão às suas propostas de ensino e de pesquisa para que possam corresponder às necessidades e possibilidades da instituição envolvida, da realidade local e regional e da sociedade como um todo, unindo por objetivos comuns as suas comunidades interna e externa com benefício para ambas. O Projeto Pedagógico do Curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG mantém articulação com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), atendendo às políticas voltadas à graduação, buscando a qualificação, a dinamização, a diversificação e a ampliação de oportunidades que resultem na melhoria da qualidade acadêmica e de sua contribuição ao desenvolvimento científico, tecnológico e social na região de abrangência. A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, para atender de modo cada vez mais satisfatório à realidade social e profissional, local e regional, pretende trabalhar com currículos flexíveis, possibilitando aproveitamento de estudos e de competências, bem como a inserção do aluno na vida profissional, enquanto dá continuidade à sua formação acadêmica de forma a: Priorizar a integração do ensino, da pesquisa e da extensão; Oferecer estímulos para permanência de seus alunos, oferecendo atendimento psicopedagógico, nivelamento e bolsas de estudo. Priorizar a formação de profissionais e cidadãos socialmente responsáveis e empreendedores nas diferentes áreas do conhecimento, aptos à participação no desenvolvimento da sociedade em que interagem; Estabelecer áreas preferenciais para o desenvolvimento de cursos, orientando-os para responder às demandas do mercado de trabalho local, regional e nacional; Aprimorar a qualidade do estudante universitário, na sua formação científica, que reflita no preparo profissional, capacitado a enfrentar os desafios da sociedade contemporânea; Implementar ações que contribuam para o desenvolvimento social e para o desenvolvimento da investigação científica e tecnológica. O Curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG proporciona ao aluno, além da sua formação técnico-profissional, sua formação como cidadão participativo. A Faculdade adota ainda um processo de gestão democrática de sua estrutura garantindo a participação de representantes de diferentes segmentos no processo das decisões, oportunizando assim iniciativas, decisões e ações coletivas e organizadas. De acordo com o Regimento Interno da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, cabe, em conjunto com a direção da Faculdade, com o Conselho Superior, com o Coordenador e o Colegiado de Curso e NDE (Núcleo Docente Estruturante) a gestão, e a articulação com as demais instâncias acadêmico-administrativas da IES, visando a realização dos objetivos do curso em consonância com a finalidade da Instituição. As políticas da tecnologia da informação implantadas na Faculdade estão diretamente ligadas ao ensino, pesquisa e extensão, funcionando como facilitadores do processo ensino aprendizagem. A política de Recursos Humanos valoriza o desenvolvimento das relações harmônicas entre os integrantes de sua comunidade acadêmica. A instituição adotando o estímulo à criatividade e à participação de docentes e não docentes em todas as atividades da instituição, o incentivo e apoio à produção científica e às iniciativas individuais ou de setores administrativos ou acadêmicos; a capacitação docente e/ou técnico-profissional; o aprimoramento das condições de trabalho, com a preocupação constante da atualização salarial de todos os colaboradores; e a busca permanente de elevados padrões éticos para o desempenho profissional de docentes e não docentes, com objetivo que esta política reflita no bom desempenho das atividades docentes e não docentes, visando a qualidade no ensino. A prática das Políticas Institucionais e sua articulação refletem, na realidade, o previsto nos documentos oficiais da Faculdade, pois a Instituição busca, de forma integrada e coerente, a realização concreta dos objetivos. 1.3.4 - Premissas Legais do Projeto Pedagógico O Projeto Pedagógico do Curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, observados os preceitos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), foi concebido com base no Parecer CES/CNE 134/2003, aprovado em 04/06/2003 referente as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de Graduação em Administração; a Resolução 1/2004; a Resolução 04, de 13/07/2005 e o parecer CES/CNE 23/2005 aprovado em 03/02/2005, que retifica a Resolução 01/2004. O curso tem como bases legais a legislação educacional brasileira em vigor e a legislação específica sobre o Administrador (áreas de atuação, código de ética, e outros documentos). O Projeto Pedagógico do Curso de Administração atende o disposto na Resolução n°2/2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Atende ainda ao disposto no Decreto nº 5.626/2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre o Ensino da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e ao Decreto nº 5.296/2004, que dispõe sobre as condições de acesso para portadores de necessidades especiais; à Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002, que estabelecem as Políticas de Educação Ambiental; e a Resolução CNE/CP nº 01, de 17 de junho de 2004, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Atualmente, está considerando também, as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme disposto no Parecer CNE/CP n° 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP nº 1, de 30/05/2012. O PPC de Bacharelado em Administração está ainda em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional – PPI e com o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG. 1.3.5 - Missão do Curso O Curso de Administração propicia condições facilitadoras para que o Bacharel em Administração, formado pela Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá FACEAG esteja preparado para assumir a realidade das atividades do segmento, tendo atitudes e procedimentos norteados pelos seguintes parâmetros: Dirigido para atividades globais (preparado para os negócios, independentemente do nível de atuação geográfica); Conhecimento amplo do mercado (apoiado em informações e estatísticas); Competitivo (apoiado no saber e conhecedor das necessidades e do ambiente); Responsabilidade integral (dirigido para a satisfação total do cliente, respeitando a ética e o meio ambiente). O projeto pedagógico é flexível o suficiente para o desenvolvimento das competências específicas dos alunos, respeitando as especificidades da Instituição e necessidades da região. Sendo assim, pode-se destacar como missão do curso: “Desenvolver administradores capacitados para atuar na ciência da Administração com competência, integridade, domínio das técnicas, normas, princípios e práticas de Administração, com senso crítico, visão global de negócios, diferenciais humanísticos, sociais e éticos, por meio de um currículo interdisciplinar que proporcione a integração entre teoria e prática “. Por essa razão, a vocação do Curso de Administração é formar um profissional que saiba identificar, mensurar, analisar e interpretar adequadamente os diversos modelos de gestão empresarial a partir da utilização correta da linguagem administrativa, auxiliando o processo decisório nas organizações públicas e privadas, e, sobretudo, com disposição para enfrentar desafios na sua profissão. 1.3.6 - Objetivos do Curso 1.3.6.1 - Objetivo Geral A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG propõe para o seu curso de Administração, considerando as tendências do mercado de trabalho, os seguintes objetivos: • formar bacharéis em administração ágeis, críticos e criativos, para enfrentar a competitividade do mercado de trabalho, competentes e compromissados, propiciando-lhes o exercício consciente da cidadania solidária, a possibilidade de contribuírem para o processo de humanização das relações sociais; • formar profissionais com espírito empreendedor, compromisso ético, visão do contexto social e clara percepção de modernidade, aptos para atuarem na gestão das diferentes organizações da sociedade de hoje e do futuro ou na prestação de serviços; • propiciar estudos aprofundados na ciência e na arte da administração, qualificando academicamente para as atividades próprias dos administradores inseridos na sociedade contemporânea; • capacitar profissionais nos processos de administração de organizações para uma compreensão crítica e sistêmica da realidade brasileira e internacional, refletindo sobre as condicionantes econômicas e políticas que direcionam as empresas e seus profissionais, nas múltiplas relações funcionais que estabelecem; • possibilitar a formação do administrador capaz de aliar competência técnica, compromisso político, disciplina democrática e contribuir para a transformação do meio social onde atua; • contribuir para que os profissionais de administração construam sua competência para produções científicas de qualidade e relevância e para efetivação de atividades de extensão com excelência, que atendam às reais necessidades da comunidade e estimulem seu crescimento técnico e cultural; • capacitar profissionais na área de Administração para que possam auto motivar-se e auto realizar-se a partir de uma ação gerencial, holística e interdisciplinar; • qualificar profissionais para atuar na administração das complexas organizações da sociedade atual e futura ou na prestação de serviços. • instrumentalizar os futuros gestores para administrar empresas através de uma visão sistêmica dos negócios empresariais; • formar administradores microempresários, consultores, assessores, técnicos para atuação em áreas específicas da administração em entidades diferenciadas A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG procura manter um estreito relacionamento com a comunidade, com o intuito de facilitar a inclusão profissional e social do egresso. 1.3.6.2 - Objetivos Específicos Fornecer uma sólida fundamentação humanística-técnico-científica orientada à compreensão dos conceitos da Administração Geral enquanto base da estrutura empresarial. Relacionar conceitos e fatos históricos para compreender o panorama sócio econômico atual, suas necessidades e prioridades. Estabelecer conexões entre o passado e o presente da sociedade sob o ponto de vista econômico a fim de compreender a evolução dos conceitos e das práticas administrativas. Estimular a pesquisa constante para a ampliação de perspectivas e abordagens dentro dos vários processos administrativos. Favorecer condições para que o aluno atue como profissional capaz de interpretar, e interagir numa determinada realidade. Proporcionar uma formação crítica e reflexiva que lhe dê condições de exercer a liderança, de apresentar capacidade de decisão, de definir soluções em sua futura atividade de administrador. Propiciar que nossos formandos atuem em empresas públicas e privadas de qualquer natureza ou porte em todas as atividades administrativas. 1.3.7 - Perfil Profissional do Egresso O Currículo do Curso de Administração propicia a formação de profissionais socialmente responsáveis e competentes para participarem das organizações, cujo perfil desejado está de acordo com as diretrizes curriculares nacionais do curso de Graduação, conforme Resolução nº 4 de 13 de julho de 2005, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação. O Curso de Bacharelado em Administração busca ensejar condições para que o Administrador esteja capacitado a compreender as questões científicas, técnicas, sociais, econômicas e financeiras, em âmbito nacional e internacional nos diferentes modelos de organização. Assegurando conhecimento sobre inovações tecnológicas e instrumentalizando a capacidade critico-analítica através da tecnologia da informação. Nesse sentido, o curso deve formar profissionais aptos a atuar num mercado altamente competitivo e em constante transformação, cujas opções possuem um impacto profundo na vida social, econômica e no meio ambiente das sociedades. Prevê-se uma formação ao mesmo tempo generalista – no sentido tanto de conhecimentos com uma ampla visão de mundo quanto especializada com conhecimentos profissionais adequados para atender às demandas de empregos na região. O Projeto contempla as relações entre o conhecimento teórico e as exigências da prática cotidiana da profissão. Para tanto, o curso oferece aos alunos oportunidades de exercer e aperfeiçoar seus conhecimentos na busca de métodos e técnicas para o melhor atendimento aos clientes, o eficiente desenvolvimento de produtos, a operação e gestão responsáveis no mercado e o planejamento das atividades. Isto ocorrerá mediante um processo de aprendizagem que envolva, paulatinamente, todos os níveis de complexidade organizacional. O projeto leva em conta o fato de que, o sucesso profissional do Bacharel em Administração dependerá da solidez da formação técnica e teórica, mediante ampla formação cultural (vertical e horizontal), adquiridas no curso de graduação, mas também em grande medida da capacidade de “auto gerir seu conhecimento”. Pretende-se, dessa forma, que o egresso do curso seja dotado de características básicas, tais como: responsabilidade social e ética profissional; formação humanística, que o habilite a compreender o meio social, político, econômico e cultural no qual está inserido, tomar decisões eficazes num mundo diversificado e em constante transformação: visão global, para entender de maneira ampla e plena o contexto no qual a organização está inserida; formação técnica e científica, que o habilite a atuar na administração das organizações, a desenvolver atividades específicas da prática profissional; capacidade de atuar de maneira integrada nos diversos níveis da estrutura organizacional; capacidade de compreender as necessidades de aperfeiçoamento profissional constante; autoconfiança para desempenhar as suas funções de maneira efetiva; expressar-se com clareza e de modo crítico e criativo; liderança e capacidade para lidar com pessoas de maneira efetiva; capacidade para utilizar da melhor forma possível os recursos financeiros, materiais e patrimoniais; compreensão da administração de maneira sistêmica, integrada e estratégica, e de suas relações com o meio ambiente; visão holística, além de integrar o ambiente interno e externo; iniciativa, rapidez e flexibilidade na tomada de decisões; capacidade de planejamento e desenvolvimento da própria carreira profissional; capacidade para conciliar sua função de especialista com uma visão generalista, que possibilite entender a administração da organização como um todo; capacidade empreendedora, tanto internamente quanto externamente organização; 1.3.8 - Competências, Habilidades e Atitudes O Curso de Administração tem como objetivo contribuir para a formação do perfil do profissional, possibilitando o emprego das seguintes competências e habilidades: Reconhecer e definir problemas, interpretar soluções, pensar estrategicamente, introduzir modificações no processo produtivo, atuar de forma preventiva transferindo conhecimentos e atuando nos diferentes graus de complexidade no processo da tomada de decisão; Desenvolver comunicação compatível com o exercício profissional, inclusive em negociações e comunicações entre pessoas ou grupos; Refletir e atuar criticamente sobre áreas de produção, entendendo sua posição e função na estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento; Ter raciocínio lógico, crítico e analítico para operar com valores e formulações matemáticas administrativas e de controle, bem assim expressando-se de modo eficiente diante dos diferentes contextos organizacionais e sociais; Ter iniciativa, criatividade, determinação, administrativa, condições de aprendizado, abertura aos conceitos de qualidade e das implicações éticas do seu exercício profissional; Transferir conhecimentos da vida e da experiência para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação profissional, em diferentes modelos organizacionais, adaptando-se a vida profissional; Desenvolver capacidade para elaborar, implementar e consolidar projetos em organizações; e Desenvolver capacidade para realizar consultoria em gestão e administração, pareceres e perícias administrativas, gerenciais, organizacionais, estratégicos e operacionais. 1.4 - Estrutura Curricular 1.4.1 - Matriz Curricular do Curso de Administração Carga Horária Semestral Componente Curricular CH Semanal 1º SEMESTRE Linguagem e Interpretação de Texto 4 Contabilidade I 4 Economia 4 Matemática 4 Teoria Geral da Administração I 4 PI: Cidadania e Responsabilidade Social I SUBTOTAL 20 CH Semestral Total Hora Relógio 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 66,66 66,66 66,66 66,66 66,66 60 400 400 393.3 Carga Horária Semestral Componente Curricular CH Semanal 2º SEMESTRE 4 Contabilidade II Direito Empresarial 4 2 Filosofia 2 Sociologia Tecnologia da Informação 4 4 Teoria Geral da Administração II PI: Cidadania e Responsabilidade Social I SUBTOTAL 20 CH Semestral Total Hora Relógio 80 80 40 40 80 80 80 80 40 40 80 80 66,66 66,66 33,33 33,33 66,66 66,66 60 400 400 393.3 Carga Horária Semestral Componente Curricular CH Semanal 3º SEMESTRE Contabilidade e Gestão Estratégica de Custos 4 Organização, Sistemas e Métodos 4 Estatística e Probabilidade 4 Ética e Responsabilidade Social 2 Psicologia Organizacional 2 Matemática Financeira 4 PI: Cidadania e Responsabilidade Social I SUBTOTAL 20 CH Semestral Total Hora Relógio 80 80 80 40 40 80 80 80 80 40 40 80 66,66 66,66 66,66 33,33 33,33 66,66 60 400 400 393.3 Carga Horária Semestral Componente Curricular CH Semanal 4º SEMESTRE Sistemas de Informação Gerencial 2 Administração Financeira e Orçamentária I 4 Gestão Estratégica de Marketing 4 Legislação Tributária e Fiscal 2 Legislação Trabalhista e Previdenciária 2 Gestão Estratégica de Pessoas 4 Empreendedorismo, Criatividade e Inovação 2 PI: Cidadania e Responsabilidade Social I SUBTOTAL 20 CH Semestral Total Hora Relógio 40 80 80 40 40 80 40 40 80 80 40 40 80 40 33,33 66,66 66,66 33,33 33,33 66,66 33,33 60 400 400 393.3 Carga Horária Semestral Componente Curricular CH Semanal CH Semestral Total Hora Relógio 40 40 33,33 4 80 80 66,66 4 4 2 2 80 80 40 40 80 80 40 40 18 360 360 66,66 66,66 33,33 33,33 60 360 5º SEMESTRE 2 Administração Mercadológica Análise Estratégica de Finanças e Investimentos Gestão de Produção Logística Administração Financeira e Orçamentária II Fundamentos de Comércio Exterior Projeto Interdisciplinar: Plano de Negócios PI: Cidadania e Responsabilidade Social V SUBTOTAL Carga Horária Semestral Componente Curricular CH Semanal CH Semestral Total 80 40 80 80 40 40 80 40 80 80 40 40 360 360 6º SEMESTRE Desenvolvimento Organizacional 4 Projeto Interdisciplinar: Práticas Empresariais 2 Administração de Materiais 4 Planejamento Estratégico Organizacional 4 Administração da Produção e Operações 2 Optativa I 2 PI: Cidadania e Responsabilidade Social VI SUBTOTAL 18 Hora Relógio 66,66 33,33 66,66 66,66 33,33 33,33 60 360 Carga Horária Semestral Componente Curricular CH Semanal CH Semestral Total 80 80 40 80 40 40 80 80 40 80 40 40 360 360 7º SEMESTRE Tópicos Especiais em Administração I 4 Gestão de Análise de Projetos 4 Gestão da Qualidade e Produtividade 2 Administração de Empresas e Serviços 4 Optativa II 2 Pesquisa em Administração 2 PI: Cidadania e Responsabilidade Social VII SUBTOTAL 18 Hora Relógio 66,66 66,66 33,33 66,66 33,33 33,33 60 360 Carga Horária Semestral Componente Curricular CH Semanal CH Semestral Total 80 80 40 80 40 80 80 40 80 40 320 320 8º SEMESTRE Tópicos Especiais em Administração II 4 Administração de Negócios Internacionais 4 Gestão de Pequenas e Médias Empresas 2 Mercado de Capitais 4 Estudo da Realidade Contemporânea 2 PI: Cidadania e Responsabilidade Social VIII SUBTOTAL 16 Hora Relógio 66,66 66,66 33,33 66,66 33,33 60 326.64 RESUMO DAS ATIVIDADES CONTEÚDOS Carga horária das Disciplinas Curriculares Estágio Supervisionado Atividades Complementares PI: Cidadania e Responsabilidade Social TOTAL GERAL Carga Horária H/aulas = 50 Min. 3000 360 240 400 4.000 Carga Horária H/relógio = 60 Min. 2500 300 200 480 3480 DISCIPLINAS OPTATIVAS DISCIPLINAS Libras Gestão Empresarial Sustentável Comunicação Empresarial Negociação CH Semanal 2 2 2 2 CH Semestral 40 40 40 40 1.4.2 - Conteúdos Curriculares Ementário e Bibliografia 1° semestre DISCIPLINA: LINGUAGEM E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO – CH 80 H/A Ementa: Interpretação de textos orais, escritos e produção de textos, com enfoque nas questões ambientais e sustentabilidade. Conceitos dos gêneros textuais. compreensão das estruturas da língua e seus desdobramentos no uso cotidiano da mesma. Bibliografia Básica: GUIMARÃES, Thelma de Carvalho. Comunicação e Linguagem. Pearson, 2012. Virtual DIDIO, LUCIE. Leitura e Produção de Textos. São Paulo: Atlas, 2013. MEDEIROS, João Bosco. Comunicação Empresarial. Atlas. 2014. TERCIOTTI, Sandra Helena; MACARENCO, Isabel. Comunicação Empresarial na Prática. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013. Bibliografia Complementar: CAVALCANTE, Mônica Magalhães. Os Sentidos do Texto. Contexto, 2012. Virtual DUARTE, Sérgio Nogueira. Língua Viva - 1: uma análise simples...Rio de Janeiro: Rocco, 2000. DUARTE, Sérgio Nogueira. Língua Viva - 2: uma análise simples...Rio de Janeiro: Rocco,2000. FIORIN, José Luiz. Para Entender o Texto. São Paulo: Ática, 2002. CHAVES, Maria D. G. Manual Prático de Redação Empresarial. Edifieo. 2012. DISCIPLINA: CONTABILIDADE I – CH 80 H/A Ementa: Definição de Contabilidade. Campo de aplicação da contabilidade. Técnicas contábeis. Aspectos legais e normativos da contabilidade. Dinâmica patrimonial. Procedimentos contábeis. Balanço patrimonial e demonstração de resultados. Operações financeiras. Aspectos fiscais. Demonstrações contábeis. Análise das demonstrações contábeis. Fatos Contábeis. Lançamentos. Balanço patrimonial. Bibliografia Básica: MÜLLER, Aderbal Nicolas. Contabilidade Introdutória. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual SANTOS, José L. S. et.al. Contabilidade Geral. 4ªed. Atlas, 2014 EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. Contabilidade Introdutória (livro texto). 11ªed. Atlas, 2010 RIBEIRO, Osni M. Contabilidade Geral Fácil. 9ªed. Saraiva, 2013 Bibliografia Complementar: MÜLLER, Aderbal Nicolas. Contabilidade Básica: fundamentos essenciais. Pearson Prentice Hall, 2007. Virtual MARTINS, Eliseu. Analise Didática das Demonstrações Contábeis. Atlas. 2014. MONTORO, Eugenio. Contabilidade Geral e Análise de Balanços. Saraiva. 2014. MORANTE, Antonio Salvador. Contabilidade: Noções para Análise de Resultados e Balanço Patrimonial da Empresa. Atlas. 2012 DISCIPLINA: ECONOMIA – CH 80 H/A Ementa: Ciência Econômica: objetivos e história. Economia como ciência social. Sistema econômico. Agentes econômicos. Tríade básica dos problemas econômicos. Sistema de trocas. Fundamentos distributivos. Estruturas e mecanismos de mercado. Sistema de trocas internacionais. Conceitos básicos de microeconomia. Introdução à microeconomia. Relações econômicas internacionais. Fundamentos da análise macroeconômica. Modelos macroeconômicos. Demanda efetiva. Bibliografia Básica: MENDES, Judas Tadeu Grassi. Economia. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual MANKIW, N. Gregory. Introdução a Economia. 6ªed. Cengage, 2013 VASCONCELLOS, Marco A. S. Fundamentos de Economia. Saraiva, 2012. BLANCHARD, Oliver.Macroeconomia.5a.ed.São Paulo: Printece Hall, 2011. PINDYCK, Robert; RUBINFEL, Daniel. Microeconomia.8ª.ed.São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. Bibliografia Complementar: SINGER, Paul. O que é Economia, 7 ed. Contexto, 2012. Virtual GREMAUD, A. P., VASCONCELLOS, M.A.S., TONETO, R. Jr. Economia Brasileira Contemporânea. 7.ed.São Paulo: Atlas, 2012. LEITE, Antonio Dias. A Economia Brasileira – de onde viemos e onde estamos. Rio de Janeiro: Campus, 2004. LANZANA, Antonio E. Economia Brasileira - fundamentos e atualidade. 4ªed. Atlas, 2012 DISCIPLINA: MATEMÁTICA – CH 80 H/A Ementa: Noções básicas de cálculos numéricos. Conjuntos. Conjuntos numéricos. Relações e funções. Matrizes, determinantes e sistema linear. Princípios básicos para introdução ao limite de funções (fatoração, potenciação e radiciação). Limites de funções. Derivadas de funções. Bibliografia Básica: BONAFINI, Fernanda Cesar (org.). Matemática. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os Cursos de Economia, Administração E Ciências Contábeis Vol.1 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MUROLO, Afrânio; BONETTO, Giácomo. Matemática Aplicada a Administração, Economia e Contabilidade. São Paulo: Pioneira Thomson, 2011. TAN. S. T. Matemática Aplicada a Administração e Economia. 3ªed. Cengage, 2014. Bibliografia Complementar: JACQUES, Ian. Matemática Para Economia e Administração. 6.ed. Pearson Prentice Hall, 2010. Virtual SILVA, Sebastião Medeiros Da; SILVA, Ermes Medeiros Da; SILVA, Elio Medeiros Da. Matemática Básica para Cursos Superiores. São Paulo: Atlas, 2010. BONORA JR., Dorival. Matemática: Complementos e Aplicações nas Áreas de Ciência Contábeis, Administração e Economia. 5ªed. São Paulo: Ícone, 2010. SHITSUKA, Ricardo. Matemática Aplicada – Coleção Eixos. São Paulo: Érica, 2014. DISCIPLINA: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I – CH 80 H/A Ementa: Bases históricas. Abordagens: clássica, humanista, comportamental, organizacional, sistêmica e contingencial. Formas de gestão participativa. Princípios da administração. Bibliografia Básica: SOBRAL, Felipe; AlketaPeci. Fundamentos de Administração. Pearson Education do Brasil, 2012. Virtual CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a Teoria Geral da Administração. 9.ed. Manole, 2014. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru Maximiano. Introdução à Administração. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. OLIVEIRA, Djalma de P. Teoria Geral da Administração - uma abordagem prática. 3ªed. Atlas, 2012 Bibliografia Complementar: CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. 5ª.ed. Monole, 2014. Virtual CARNEIRO, MURILO. Administração de Organizações. Atlas, 2012. ZACARO, C.H. A Arquitetura das Organizações Aprendentes. São Paulo.Cabral, 2002. RODRIGUEZ, Martius V. Administração – Elementos Essenciais para a Gestão das Organizações. 2ªed. Atlas, 2014. DISCIPLINA: CONTABILIDADE II – CH 80 H/A Ementa: Fatos contábeis. Operações com mercadorias. Critérios de avaliação dos estoques. Operações financeiras. Folha de pagamento. Depreciação, amortização e exaustão. Contabilidade e aspectos fiscais. Demonstrações contábeis. Análise das demonstrações contábeis. Bibliografia Básica: MÜLLER, Aderbal Nicolas. Contabilidade Introdutória. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual SANTOS, José L. S. et.al. Contabilidade Geral. 4ªed. Atlas, 2014 EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. Contabilidade Introdutória (livro texto). 11ªed. Atlas, 2010 RIBEIRO, Osni M. Contabilidade Geral Fácil. 9ªed. Saraiva, 2013 Bibliografia Complementar: CHING, Hong Yuh; Fernando Marques e Lucilene Prado. Contabilidade & Finanças: para não especialistas, 3 ed. Pearson Prentice Hall, 2010. Virtual MARTINS, Eliseu. Analise Didática das Demonstrações Contábeis. Atlas. 2014. MONTORO, Eugenio. Contabilidade Geral e Análise de Balanços. Saraiva. 2014. MORANTE, Antonio Salvador. Contabilidade: Noções para Análise de Resultados e Balanço Patrimonial da Empresa. Atlas. 2012. DISCIPLINA: DIREITO EMPRESARIAL – CH 80 H/A Ementa: Conceito de Direito. Divisão do Direito: Público e Privado. Vigência das normas jurídicas no tempo e no espaço. Sujeitos de Direito: pessoas naturais e pessoas jurídicas. Direitos Humanos e suas influências nas relações particulares: dimensões dos direitos. Administração pública. Agentes públicos. Comerciante e o empresário. Direito Societário. Direito Falimentar e Recuperação Judicial. Direito Cambial. Bibliografia Básica: NIARADI, George. Direito Empresarial. Pearson Education do Brasil, 2012. Virtual COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de Direito Comercial – Vol.2 Direito de Empresa – Sociedades. 18ªed. Saraiva, 2014 COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de Direito Comercial – Direito de Empresa. 26ªed. Saraiva, 2014 GOMES, Fábio Bellote. Manual de Direito Empresarial. 4ªed. RT, 2013. Bibliografia Complementar: BRANCHIER, Alex SanderHostyn; MOTTA, Fernando Previdi. Direito Empresarial. Ibpex, 2011. Virtual SARHAN JUNIOR, Suhel. Direito Empresarial – manual teórico e prático. 2ªed. Del Rey, 2014 MAMEDE,GLADESTON. Empresa e Atuação Empresarial. 7ª.ed.Atlas, 2013. AMADO, Frederico. Direito Ambiental Esquematizado. 5ªed. Método, 2014. DISCIPLINA: FILOSOFIA – CH 40 H/A Ementa: Análise do pensamento educacional brasileiro. Filosofia e a formação de valores e objetivos. Conceitos: tecnologia, escola e democracia. Teorias contemporâneas do existencialismo. Ciência e conhecimento político. Objetividade dos valores. Ética da administração, da empresa e do gerente. Cenários novos. Tendências filosóficas. Bibliografia Básica: MATTAR, João. Filosofia. Pearson Education do Brasil, 2012. Virtual CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 14ªed. São Paulo: Ática, 2010 LUCKESI, Cipriano Carlos; PASSOS, Silva Elizete. Introdução à Filosofia: aprendendo a pensar. 7ªed. São Paulo: Cortez, 2012. Bibliografia Complementar: SPINELLI, Miguel. O Nascimento da Filosofia Grega e Sua Transição ao Medievo. Educs, 2010. Virtual ARANHA, Maria L. de ARRUDA; MARTINS, Maria Helena Pirez. Filosofando: introdução a filosofia, 4ª ed. São Paulo: Moderna, 2009 GARVEY, James & STANGROOM, Jeremy. Os grandes filósofos. São Paulo: Madras, 2009. DISCIPLINA: SOCIOLOGIA – CH 40 H/A Ementa: Análise do pensamento educacional brasileiro. Filosofia e a formação de valores e objetivos. Conceitos: tecnologia, escola e democracia. Teorias contemporâneas do existencialismo. Ciência e conhecimento político. Objetividade dos valores. Ética da administração, da empresa e do gerente. Cenários novos. Tendências filosóficas. Educação das relações étnicos raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena. Bibliografia Básica: DIAS, Reinaldo. Sociologia. Pearson Education do Brasil, 2012. Virtual DIAS, Reinaldo. Sociologia das Organizações. SP: Atlas, 2012. DIAS, Reinaldo. Introdução à Sociologia 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. SANTOS, Vania Martins dos. Sociologia da Administração. LTC, 2009. Bibliografia Complementar: DIAS, Reinaldo. Introdução a Sociologia. Pearson Prentice Hall, 2004. Virtual MEKSENAS, Paulo. Sociologia. São Paulo: Cortez, 2001. OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Sociologia das Organizações: uma análise do homem e das empresas. 1ª ed. São Paulo: Thomson Learning, 2001. COSTA, Cristina. Sociologia - Introdução a Ciência da Sociedade. Moderna, 2011 DISCIPLINA: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO – CH 80 H/A Ementa: Informática: importância na empresa. Computador: origem e funcionamento, componentes básicos. Hardware: processadores e memória. Redes de computadores. Linguagens de aplicação. Arquivos; gerenciador de arquivos. Editor de Textos. Instrumentos e Ferramentas de Trabalho. Bibliografia Básica: LAUDON, Kenneth C., Jane Price Laudon. Sistemas de Informações Gerenciais. 9ª ed . Pearson Prentice Hall, 2010. Virtual CORNACHIONE JR., Edgard B. Informática Aplicada as Áreas de Contabilidade, Administração e Economia. 4ªed. Atlas, 2012. VELLOSO,FERNANDO DE CASTRO; Informática:Conceitos Básicos.8.ed.Rio de Janeiro:Elsevier,2011. MARÇULA, Marcelo. Informática - Conceitos e Aplicações. Rio de Janeiro: Érica, 2010. Bibliografia Complementar: OLIVEIRA, FátivaBayma de (org.). Tecnologia da Informação e da Comunicação: a busca de uma visão ampla e estruturada. Pearson Prentice Hall, 2007. Virtual REZENDE, Denis Alcides; ABREU, Aline França de. Tecnologia da Informação: aplicada a sistemas de informação empresariais. 9ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. CASSARRO, A. Carlos. Sistema de Informações para Tomadas de Decisões. 4ª Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011 DISCIPLINA: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II – CH 80 H/A Ementa: Teorização organizacional. Administração e contexto brasileiro. Teoria da contingência estrutural. Ecologia organizacional. Teoria Institucional. Teoria crítica. Pós-modernismo. Ambientalismo. Abordagens feministas. Bibliografia Básica: SOBRAL, Felipe; PECI Alketa. Fundamentos de Administração. Pearson Education do Brasil, 2012. Virtual CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a Teoria Geral da Administração. 9.ed. Manole, 2014. RODRIGUEZ, Martius V. Administração – Elementos Essenciais para a Gestão das Organizações. 2ªed. Atlas, 2014 OLIVEIRA, Djalma de P. Teoria Geral da Administração - uma abordagem prática. 3ªed. Atlas, 2012. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru Maximiano. Teoria Geral da Administração - da revolução urbana à revolução digital. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. Bibliografia Complementar: CARAVANTES, Geraldo R. Administração: Teoria e processos. São Paulo: Pearson, 2005. Virtual CARNEIRO, MURILO. Administração de Organizações. Atlas, 2012. ZACARO, C.H. A Arquitetura das Organizações Aprendentes. São Paulo.Cabral, 2002. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru Maximiano. Introdução à Administração. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. 3° Semestre DISCIPLINA: CONTABILIDADE E GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS – CH 80 H/A Ementa: Conceitos básicos: custos, despesas, perdas, gastos. Classificação de custos. Métodos de apuração de custos de produtos e serviços. Custeio por absorção e custeio variável. Departamentalização. Custeio baseado em atividades, unidade e esforço de produção. Custos por ordem de produção e por processo. Contabilização dos custos. Bibliografia Básica: STARK, José Antônio. Contabilidade de Custos. Pearson Prentice Hall, 2007. Virtual ATKINSON,Anthony A. Contabilidade Gerencial. 3ª. Ed.São Paulo: Atlas, 2011. CREPALDI, SILVIO APARECIDO; CREPALDI, GUILHERME SIMÕES. Contabilidade Gerencial: teoria e prática. 7ª.ed. Atlas, 2014. LEONE, George S.G. Curso de Contabilidade de Custos. 4ª.ed. Atlas, 2010. PEREZ, José Hernandez Jr.; [et.al]. Gestão Estratégica de Custos. 8.ed. Atlas. 2012. Bibliografia Complementar: CRUZ, June Alisson Westarb. Gestão de Custos: perspectivas e funcionalidades. Ibpex. Virtual DUTRA, René Gomes.Custos: uma abordagem prática. 6ª.ed. Atlas, 2009. PADOVEZE, Clovis L. Contabilidade Gerencial – Um Enfoque em Sistema de Informação Contábil. São Paulo: Atlas, 2010. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade de Custos Fácil. São Paulo: Saraiva, 2003. DISCIPLINA: ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS – CH 80 H/A Ementa: Fundamentos de organização, sistemas e métodos. Modelo teórico das organizações. Funções administrativas e operacionais. Sistemas administrativos. Arquitetura organizacional. Organização e reorganização. Estruturas organizacionais. Análise e Distribuição do Espaço (Layout). Bibliografia Básica: CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação a Sistemas, Organização e Métodos – SO&M. Manole, 2010. Virtual ARAUJO, Luis C. G. Organização, Sistemas e Métodos e as Tecnologias de Gestão Organizacional. 5ªed. Vol. 1. Atlas, 2012. CRUZ, Tadeu. Sistemas, Métodos & Processos: administrando organizações por meio de processos de negócios. 2 ed. Atlas, São Paulo 2012. BALLESTERO-ALVAREZ, María Esmeralda Manual de Organização, Sistemas & Métodos: abordagem teórica e prática da engenharia da informação. 4 ed. Atlas, São Paulo 2010 Bibliografia Complementar: LLATAS, Maria Virgínia (org). OSM: organização, sistemas e métodos. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual ARAUJO, Luis C. G. Organização, Sistemas e Métodos e as Tecnologias de Gestão Organizacional. 5ªed. Vol. 2. Atlas, 2012. D’ASCENÇÃO, Luz Carlos M. Organização, Sistemas e Métodos: análise, redesenho e informação de processos administrativos. Atlas, 2011. DISCIPLINA: ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE – CH 80 H/A Ementa: Conceito. Preparação de dados para análise estatística. Medidas estatísticas. Assimetria e curtose. Probabilidades. Distribuição de probabilidades. Estimação: conceitos; propriedade dos estimadores. Estimação por intervalos de confiança. Teste de hipóteses sobre as provas paramétricas e não paramétricas aplicáveis à pesquisa. Regressão linear simples e múltipla e análise de resíduos. Bibliografia Básica: MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: probabilidade e inferência. Pearson Prentice Hall, 2010. Virtual VIEIRA, Sonia. Estatística Básica. Cengage, 2012 BUSSAB, Wilton de Oliveira, e MORETTIN, Pedro Alberto. Estatística Básica. São Paulo: Saraiva, 2013. DOWNING, D.; CLARK, J. Estatística Aplicada. São Paulo: Saraiva, 2012. Bibliografia Complementar: WALPOLE, Ronald E. et al.Probabilidade e Estatística para engenharia e ciências, 8 ed. Pearson Prentice Hall, 2009. Virtual DOANE, David P. Estatística Aplicada a Administração e a Economia. SP: Artmed, 2014. MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: probabilidade e inferência. Pearson Prentice Hall, 2010. NEUFELD, John L. Estatística Aplicada à Administração Usando Excel. 1 ed. São Paulo: Makron Books, 2006. DISCIPLINA: ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL – CH 40 H/A Ementa: Conhecimento e discurso éticos. Valores morais. Normas morais. Responsabilidade moral e liberdade. Questões éticas contemporâneas. Verdade. Liberdade. A ciência. A política. Ética da Administração. Processos, Infrações e Penalidades. Multiculturalismo: cultura afro-brasileira e indígena. Responsabilidade Civil, Criminal, Fiscal e Social, Desenvolvimento Sustentável, Responsabilidade Ambiental. Legislação do Exercício Profissional. Bibliografia Básica: STADLER, Adriano (org). Empreendedorismo e Responsabilidade Social. Ibpex, 2011. Virtual JABBOUR, Charbel J.C.; Gestão Ambiental e Responsabilidade Social: conceitos, ferramentas e organizações. Atlas, 2010. SÁ, Antonio L. Ética Profissional. 9ªed. Atlas, 2009 MATTOS, Regiane Augusto de. História e Cultura Afro-Brasileira. Contexto, 2014. VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética, 35 ed. Civilização Brasileira, 2013. Bibliografia Complementar: ALENCASTRO, Mario Sergio Cunha. Ética Empresarial na Prática: liderança, gestão e responsabilidade corporativa. Ibpex, 2010. Virtual ALONSO, Feliz Ruiz; LOPEZ, Francisco Granizo; Castrucci, Plinio de Lauro. Curso de Ética em Administração Empresarial e Pública. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. MATOS, Francisco Gomes de. Ética na Gestão Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2012. SROUR, Robert H. Ética Empresarial. 4ªed. Campus, 2013 BARSANO, Paulo Roberto. Ética e Cidadania Organizacional: guia prático e didático. Érica, 2012. DISCIPLINA: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL – CH 40 H/A Ementa: Indivíduo e a organização. Comportamento humano. Personalidade. Papéis e valores. Processos de liderança. Tensão e conflito. Feedback. Funcionamento e desenvolvimento de grupos. Comunicação e desenvolvimento organizacional. Modelos conceituais e qualidade de vida na empresa. Bibliografia Básica: PASETTO, Neusa Vítola; Fernando Eduardo Mesadri. Comportamento Organizacional: integrando conceitos da administração e da psicologia. Ibpex, 2011. Virtual COSTA, Silvia G. Psicologia Aplicada a Administração. SP: Campus, 2010. SPECTOR, Paul E. Psicologia nas Organizações. 4ªed. São Paulo: Saraiva, 2012. Bibliografia Complementar: ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional, 11 ed. Pearson Prentice Hall, 2005. Virtual WAGNER, A. John III e HOLLENBECK R John. Comportamento Organizacional. São Paulo Saraiva, 2000 DAVIS, Keith. Comportamento Humano no Trabalho. V.1 - uma abordagem psicológica. Cengage, 2011. BERGAMINI, Cecília W. Psicologia Aplicada a Administração de Empresas. 4ªed. Atlas, 2008. DISCIPLINA: MATEMÁTICA FINANCEIRA – CH 80 H/A Ementa: Sistema de juros. Conceito de juros e nomenclaturas. Juros simples. Cálculo de juros. Cálculo de montante. Valor atual futuro. Juros compostos: conceito; cálculo dos juros; montante; valor atual. Taxa equivalente. Financiamento. Sistema de amortização. Sistema francês (tabela Price). Sistema americano. Sistema alemão. Sistema de amortização constante. Taxa de juros nominais. Taxa de juros efetiva. Taxa de juros reais. Bibliografia Básica: WAKAMATSU, André (org). Matemática Financeira. Pearson, 2012. Virtual ASSAF NETO, Alexandre. Matemática Financeira e suas aplicações. São Paulo: Atlas, 2012. DE FARO, Clovis; LACHTERMACHER. Introdução à Matemática Financeira. São Paulo: Saraiva, 2012. LAPPONI, Juan Carlos. Matemática Financeira. 2ª ed. São Paulo. Campus, 2014. Bibliografia Complementar: SAMANEZ, Carlos Patricio. Matemática Financeira. 5 ed. Pearson Prentice Hall, 2010. Virtual CAMARGOS, Marcos Antonio de. Matemática Financeira: aplicada a produtos e a análise de investimentos. São Paulo: Saraiva, 2013. BRANCO, Anísio Costa Castelo. Matemática Financeira Aplicada: método algébrico, HP-12C, Microsoft excel, 3 ed. Cengage Learning, 2012. PENIDO, Eduardo. Matemática Financeira Essencial. Atlas, 2008. DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL – CH 40 H/A Ementa: Fundamentos e classificação de sistemas e sistemas de informação. Dado, informação e conhecimento. Tipos de conhecimento. Subsistemas e modelos de sistemas de informação. Qualidade da informação. Era da informação. A informação como capital e vantagem competitiva. Conceitos de tecnologia da informação. TI como ferramenta em SI. Recursos tecnológicos e mercado on-line (Internet). Economia digital. Bibliografia Básica: LAUDON, Kenneth C., Jane Price Laudon. Sistemas de Informações Gerenciais. 9ª ed . Pearson Prentice Hall, 2010. Virtual LAUDON, Kenneth C. Sistemas de Informações gerenciais: administrando a empresa digital. São Paulo: Prentice Hall, 2004. VELLOSO,FERNANDO DE CASTRO; Informática:Conceito Básicos.8.ed.Rio de Janeiro:Elsevier,2011. CORRÊA, Henrique Luiz: GIANESI, Irineu Gustavo Nogueira: CAON, Mauro. Planejamento, Programação e Controle da Produção: MRP II / ERP conceitos, uso e implantação para base SAPIN, ORACLE APPLICATIONS e outros softwares integrados de gestão. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2009. Bibliografia Complementar: OLIVEIRA, FátivaBayma de (org.). Tecnologia da Informação e da Comunicação: a busca de uma visão ampla e estruturada. Pearson Prentice Hall, 2007. Virtual REZENDE, Denis Alcides; ABREU, Aline França de. Tecnologia da Informação: aplicada a sistemas de informação empresariais. 9ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. CASSARRO, A. Carlos. Sistema de Informações para Tomadas de Decisões. 4ª Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA I – CH 80 H/A Ementa: Função financeira da empresa. Análise de demonstrações financeiras. Avaliação de títulos e ações. Fluxo de caixa e orçamento de capital. Orçamento empresarial. Orçamento operacional. Pay back. Valor presente liquido. Taxa interna de retorno. Bibliografia Básica: MEGLIORINI, Evandir. Administração Financeira. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual MENDES, Sergio. Administração Financeira e Orçamentária: teoria e questões. 4ª ed. São Paulo: Método, 2013. GROPPELLI, A. A.; NIKHBAKHT, Ehsan. Administração Financeira. Saraiva, 2010. ROSS, Stephen A.; Westerfield, Randolph. Fundamentos de Administração Financeira. 9ª ed. São Paulo: Bookman, 2013. Bibliografia Complementar: GITMAN, Lawrence J.; Jeff Madura.Administração Financeira: uma abordagem gerencial. Addison Wesley, 2003. Virtual CARDOSO, Ruy Lopes. Orçamento Empresarial. Atlas. 2014. HOJI, Masakazu. Administração Financeira e Orçamentária. 10 ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. SILVA, Jose Pereira da. Análise Financeira das Empresas. 12ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. DISCIPLINA: GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING – CH 80 H/A Ementa: Conceito de Gestão Estratégica. Conceito de marketing. Evolução dos sistemas de planejamento, gestão e marketing. Análise macro-ambiental: tendências, oportunidades e ameaças. Sistemas de atividades e a definição do posicionamento corporativo. Processo de alocação de recursos entre as diferentes unidades de negócio. Análise SWOT. Desenvolvimento de estratégias. Consolidação do “produto verde”. Bibliografia Básica: KOTLER, Philip; Kevin Lane Keller.Administração de Marketing, 12 ed. Pearson Prentice Hall, 2006. Virtual VIDOTTO, Sandro Comunicação Estratégica de Marketing. Ottoni Editora, São Paulo 2008 BARNEY, J.B.; HESTERLY W.S. Administração Estratégica e Vantagem Competitiva. 3ª.ed. Pearson: Printece Hall, 2011. Bibliografia Complementar: MAGALHÃES, Marcos Felipe; SAMPAIO, Rafael. Planejamento de Marketing: conhecer, decidir, agir. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. Virtual NIQUE , Walter.;LADEIRA, Wagner.Pesquisa de Marketing: uma orientação para o mercado brasileiro. São Paulo: Atlas 2014. COBRA, Marcos. Marketing Básico.Atlas,2007. GIGLIO, Ernesto Michelangelo. O Comportamento do Consumidor. Cengage Learning, 2008. DISCIPLINA: LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA E FISCAL – CH 40 H/A Ementa: Direito Tributário: Conceito. Natureza e Classificação. Tributo: conceito e classificação. Espécies de tributos. Legislação tributária: conceito, espécies, hierarquia. Obrigação tributária: Natureza, conceito e espécie. Fato gerador, hipótese de incidência. Sujeito ativo e sujeito passivo. Crédito tributário: conceito, constituição, suspensão, exclusão, extinção, garantias e privilégios. Fiscal: direitos e deveres do fico. Pessoa obrigada a auxiliar o Fisco. Bibliografia Básica: MACHADO, Costa (org). Código Tributário Nacional Interpretado: artigo por artigo, parágrafo por parágrafo. Manole, 2010. Virtual SABBAG, Eduardo (org). Manual de Direito Tributário, São Paulo, 5ª ed. Saraiva, 2013. AMARO; Luciano. Direito Tributário Brasileiro. 19ªed. Saraiva, 2013. MACHADO; Hugo de Brito. Curso de Direito Tributário. 34 ed. Malheiros, 2013. Bibliografia Complementar: TORRES, Heleno Taveira (org). Leis Complementares em Matéria Tributária: aspectos práticos atuais. Manole, 2003. Virtual GARCIA, Wander (org). Direito Tributário: questões de concursos jurídicos. Damásio de Jesus, 2005. ICHIHARA, Yoshiaki. Direito Tributário. Saraiva, 2009. COELHO, Sacha C. N. Curso de Direito Tributário Brasileiro. 12ªed. Forense, 2012. DISCIPLINA: LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIARIA – CH 40 H/A Ementa: Noções de Direito do trabalho. Legislação do Trabalho. Direito Internacional do Trabalho. Contrato individual do trabalho e relação de emprego. Elementos do contrato de trabalho. Sujeitos do contrato individual do trabalho. Duração e jornada de trabalho. Salário e remuneração. Extinção do contrato de trabalho. Aviso prévio. Direito de greve. Custeio da seguridade social. Seguro desemprego. Bibliografia Básica: ALMEIDA, André Luiz Paes de (org).Vade Mecum Trabalhista. 8.ed. Rideel, 2012. Virtual ALMEIDA, André Luiz Paes de. Direito do Trabalho: material, processual e legislação especial, 11 ed. Rideel, 2011. Virtual BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho. Revista dos Tribunais, 2013. PEREIRA, Leone; Renato Sabino Carvalho Filho (orgs). Mini Vade Mecum Trabalho. Revista dos Tribunais, 2013. ZAINAGHI, Domingos Sávio. Curso de Legislação Social. 13ªed. São Paulo: Atlas, 2012. Bibliografia Complementar: ALMEIDA. André Luiz Paes de. Pratica Trabalhista, volume 1 e 2. São Paulo: Premier Máxima, 2008. CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis do trabalho. São Paulo: Saraiva, 2003 e 2005. OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de Pratica Trabalhista, 40ªed. Atlas: São Paulo, 2006. RIBEIRO, Eraldo Teixeira. Elementos do direito - direito e processo do trabalho. São Paulo: PREMIER MÁXIMA, 2007. BRASIL . MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. Mudar a previdência: uma questão de justiça. BRASÍLIA-DF.: MPS, 2003. DISCIPLINA: GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS – CH 80 H/A Ementa: Evolução da Gestão de Recursos Humanos. Competências individuais, coletivas e organizacionais. Gestão de competências. Mudança, conhecimento e aprendizagem organizacionais. Capital intelectual, capital humano e capital social. Criação e gestão do conhecimento organizacional. Aprendizagem organizacional e organizações de aprendizagem. Gestão do desempenho humano nas organizações. Aspectos contemporâneos do comportamento organizacional. Inserção da cultura afro e indígena nas organizações. Bibliografia Básica: KNAPIK, Janete. Gestão de Pessoas e Talentos. Ibpex, 2011. Virtual CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas: o Novo Papel dos Recursos Humanos nas Organizações. São Paulo: Manole, 2014. RIBEIRO, Antonio de L. Gestão de Pessoas. 2ªed. Saraiva, 2012 MARRAS, Jean Pierre. Administração de Recursos Humanos - do Operacional ao Estratégico. São Paulo: Saraiva, 2011. Bibliografia Complementar: GIL, A. C. Gestão de Pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo : Atlas, 2006. COVEY, Stephen R. Sete hábitos das pessoas altamente eficazes, os. Rio de janeiro: best seller, 2006 e 2012. CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de janeiro : campus, 2005. MANDELLI, Pedro. Muito além da hierarquia: revolucione sua performance como gestor de pessoas. São Paulo.: Gente, 2001. DISCIPLINA: EMPREENDEDORISMO, CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO – CH 40 H/A Ementa: Conceitos: Empreendedorismo e Empreendedor. A importância do empreendedor na formação da riqueza do País. Empreendedorismo e sustentabilidade. Identificando Oportunidades e Plano de Negócio. Responsabilidade social e ambiental. Bibliografia Básica: MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Empreendedorismo. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual LENZI, Fernando César; KIESEL, Mário Daniel. O Empreendedor de Visão. Atlas, 2009. MARIANO, Sandra; MAYER, Verônica Feder. Empreendedoriamo: fundamentos e técnica para a criatividade. Rio de Janeiro: LTC, 2011. BARON, R.A.; SHANE, S. A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Thomson Learning, 2006. DEGEN, R.J. Empreender Como Opção de Carreira. Pearson, 2009. DORNELAS, José C. Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2004. Bibliografia Complementar: SERTEK, Paulo. Empreendedorismo, 5 ed. Ibpex, 2011. Virtual WAGNER, A. John III e HOLLENBECK R John. Comportamento Organizacional. São Paulo Saraiva, 2000. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor, 3 ed. Saraiva, 2008. FIALHO, Francisco Antônio Pereira. Empreendedorismo na Era do Conhecimento. Florianópolis: Visual Books, 2006. MAXIMIANO, A. C. A. Administração para empreendedores, fundamentos da criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Person Prentice Hall, 2006. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA – CH 40 H/A Ementa: Compreensão da Administração de Marketing. Noções de Sustentabilidade. Avaliação do papel crítico de marketing no desempenho organizacional. Criação da satisfação do consumidor. Conquista de mercados. Administração das Informações de Marketing e Mensuração da Demanda de Mercado. Análise do ambiente de Marketing. Análise dos Mercados Consumidores Comportamento do Comprador. Análise de Mercados Organizacionais e Comportamento de Compra Organizacional. Canais de Distribuição. Estratégia de Preços e Desenvolvimento de Novos Produtos. Marketing Verde e Análise Ambiental. Bibliografia Básica: KOTLER, Philip; Kevin Lane Keller. Administração de Marketing, 12 ed. Pearson Prentice Hall, 2006. Virtual ARMSTRONG, Gary; KOTLER, Philip. Princípios de Marketing. 12e. Pearson, 2008. MINADEO, Roberto. Gestão de Marketing: fundamentos e Aplicações, 2008. Bibliografia Complementar: SHIRAISHI, Guilherme (org). Administração de Marketing. Pearson Education do Brasil, 2012. Virtual COBRA, M. H. N. Marketing básico: uma perspectiva brasileira. 4ed. São Paulo: Atlas, 2007. GIGLIO, Ernesto Michelangelo.O Comportamento do Consumidor. Cengage Learning, 2008. VIDOTTO, Sandro. Comunicação Estratégica de Marketing. Otonni Editores, 2008 DISCIPLINA: ANÁLISE ESTRATÉGICA DE FINANÇAS E INVESTIMENTOS – CH 80 H/A Ementa: A questão financeira sob a ótica empresarial. Principais técnicas e métodos de Análise de Finanças das Empresas. Técnica do fluxo de caixa e orçamentos. Análise de instrumentos. Política de financiamento às Empresas. Análise Econômica Financeira das Empresas. Conceitos básicos de análise de investimento com destaque para a tomada de decisões sobre estratégicas. A escolha de projetos mais adequados para a sobrevivência da empresa. Discussão dos problemas básicos de organização. Novos Investimentos. Custo Médio do Capital. Plano Estratégico e Análise Estratégica de Investimentos e Sustentabilidade. Mix de Produtos Estratégicos para o Negócio. Bibliografia Básica: MEGLIORINI, Evandir. Administração Financeira. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual ASSAF NETO. Finanças Corporativas e Valor. 12ª. ed.Atlas, 2012. MENDES, Sergio. Administração Financeira e Orçamentária: teoria e questões. 4ª ed. São Paulo: Método, 2013. GROPPELLI, A. A.; NIKHBAKHT, Ehsan. Administração Financeira. Saraiva, 2010. ROSS, Stephen A.; Westerfield, Randolph. Fundamentos de Administração Financeira. 9ª ed. São Paulo: Bookman, 2013. Bibliografia Complementar: GITMAN, Lawrence J.; Jeff Madura.Administração Financeira: uma abordagem gerencial. Addison Wesley, 2003. Virtual CARDOSO, Ruy Lopes. Orçamento Empresarial. Atlas. 2014. HOJI, Masakazu. Administração Financeira e Orçamentária. 10 ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. SILVA, Jose Pereira da. Análise Financeira das Empresas. 12ª ed. São Paulo: Atlas, 2013. DISCIPLINA: GESTÃO DA PRODUÇÃO LOGÍSTICA – CH 80 H/A Ementa: Logística no cenário atual brasileiro e internacional. Conceitos básicos de logísticas e caracterização dos componentes da Cadeia Logística. Gestão dos sistemas logísticos. Qualidade e produtividade nos Serviços Logísticos. Administração de materiais. O transporte como componente da Cadeia Logística. Armazenagem e a movimentação de materiais como componente da Cadeia Logística. Tendências dos Sistemas Logísticos. Logística reversa. Bibliografia Básica: CAMPOS, Luiz Fernando Rodrigues; Caroline V. de Macedo Brasil. Logística: teia de relações. Ibpex, 2007. Virtual POZO, H. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais: uma abordagem logística. 6ed. São Paulo: Atlas, 2010. DEHISORNIER, Ernst; FENDER KOUV Logística e Operações Globais – texto e casos. Atlas, São Paulo 2008 NOGUEIRA, Amarildo de S. Logística Empresarial – uma visão local com pensamento globalizado. Atlas, São Paulo 2012. Bibliografia Complementar: TAYLOR, David A. Logística na Cadeia de Suprimentos: uma perspectiva gerencial. Pearson Addison Wesley, 2005. Virtual LEITE, Paulo Roberto. Logística Reversa: meio ambiente e competitividade. Pearson Printece Hall, 2003. Virtual NOVAES, Antonio Galvão. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição. 3ª ed. Campus. 2007 CORRÊA, Henrique; Carlos A. Corrêa. Administração de Produção e Operações: manufatura e serviços: uma abordagem estratégica, 2 ed. Atlas, São Paulo 2009. DIAS, Marco Aurélio. Administração de Materiais: uma abordagem Logística, 4ª.ed.Atlas, 2006. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTARIA II – CH 80 H/A Ementa: Técnicas de Análises das Demonstrações Financeiras. Análise Horizontal. Análise Vertical. Índices Financeiros. Análise do Ponto de Equilíbrio. Alavancagem Operacional e Financeira. Administração de Capital de Giro. Capital Circulante Líquido. Administração do Circulante. Administração do Permanente. Investimento de Capital. Ciclo de Caixa. Planejamento Orçamentário: Conceitos básicos. Orçamento de investimentos. Orçamento de Caixa. Decisões de Financiamento de longo e curto prazo. Bibliografia Básica: GITMAN, Lawrence J.; Jeff Madura.Administração Financeira: uma abordagem gerencial. Addison Wesley, 2003. Virtual HOJI, Mazsakazu. Administração Financeira e Orçamentária. 10ª.ed. Atlas, 2012. MENDES, Sergio. Administração Financeira e Orçamentária: teoria e questões. 4ª ed. São Paulo: Método, 2013. GROPPELLI, A. A.; NIKHBAKHT, Ehsan. Administração Financeira. Saraiva, 2010. ROSS, Stephen A.; Westerfield, Randolph. Fundamentos de Administração Financeira. 9ª ed. São Paulo: Bookman, 2013. Bibliografia Complementar: MEGLIORINI, Evandir. Administração Financeira. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual PADOVEZE, Clóvis Luís; BENEDICTO, Gideon Carvalho. Análise das Demonstrações Financeiras, 2014. CARDOSO, Ruy Lopes. Orçamento Empresarial. Atlas. 2014. WESTON, J.Fred; BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da Administração Financeira, 10 ed.Atlas, 2004. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE COMERCIO EXTERIOR – CH 40 H/A Ementa: Teoria e Prática do Comércio. Sistemática do Comércio Exterior. Importação e Exportação. Organismos Internacionais. Incoterms. Transportes. Embalagens. Modalidade de Pagamentos. Bibliografia Básica: ASSUMPÇÃO, Rossandra Mara. Exportação e Importação: conceitos e procedimentos básicos. Ibpex, 2007.Virtual DIAS, Reinaldo. Comércio Exterior – teoria e gestão. 3ªed. Atlas, 2012. FARO, Fátima & Ricardo. Curso de Comércio Exterior – visão e experiência brasileira. 3ªed. Atlas, 2012. VAZQUEZ, José Lopes. - Comércio Exterior Brasileiro, 9 ed. Atlas, São Paulo - 2009. Bibliografia Complementar: BROGINI, Gilvan. Tributação e Benefícios Fiscais: no comércio exterior. Ibpex, 2008. Virtual THORSTENSEN, Vera. OMC – Organização Mundial do Comércio: as regras do comércio internacional e a nova rodada de negociações multilaterais. Aduaneiras, 2009. GARCIA, Luiz Martins. Exportar: rotinas e procedimentos, incentivos e formação de preços, 9 ed. Aduaneiras, 2009. RATTI, Bruno. Comércio Internacional e Câmbio, 11 ed. Aduaneiras, 2010. DISCIPLINA: PROJETO INTERDISCIPLINAR: PLANO DE NEGÓCIOS – CH 40 H/A Ementa: Planejamento e Projeto de Negócios. Gestão de Projetos: técnicas eficazes. Métodos e medidas dos trabalhos. Implantação e implementação de projetos de negócios. Administração de custos e dos prazos de implantação em projetos. Gestão da qualidade em projetos. Identificação de oportunidades de investimentos. Análise de mercado e meio ambiente. Desenvolvimento e Implementação de negócios. Teoria da localização e escala do empreendimento. Finanças de um projeto de Investimentos. Análise de sensibilidade. Empreendedorismo e inovação: liderança estratégica. Bibliografia Básica: NAKAGAWA, Marcelo. Plano de Negócios: teoria geral. Manole, 2011. Virtual LENZI, Fernando César; KIESEL, Márcio Daniel O Empreendedor de visão. Atlas, São Paulo 2009 MARIANO, Sandra; MAYER, V.Feder. Empreendedorismo: fundamentos e técnicas para a criatividade. Rio de Janeiro, LTC, 2011. MAXIMINIANO. Antonio C. Amaru. Administração de Projetos: como transformar idéias em resultados. 3.ed.Atlas, 2009. Bibliografia Complementar: WILDAUER, Egon Walter. Plano de Negócios: elementos constitutivos e processos de elaboração, 2 ed. Ibpex, 2011. Virtual CASAROTTO FILHO, Nelson. Projeto de Negócio. São Paulo: Atlas, 2002. LONGENECKER, Justin G., [et a]l. Administração de Pequenas Empresas: ênfase no gerenciamento empresarial. Pearson, 2004. DISCIPLINA: DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL – CH 80 H/A Ementa: Conceitos Fundamentais. Principais Teorias. Ambiente Empresarial. Relacionamentos Interpessoais, Culturais e Raciais. Administração de Conflitos. Negociação. Estrutura e Comportamento Organizacional. Resultados do Processo Organizacional. Bibliografia Básica: HALL, Richard H. Organizações: estruturas, processos e resultados. Pearson Prentice Hall, 2004. Virtual COSTA, Silvia G. Psicologia Aplicada a Administração. SP: Campus, 2010. SPECTOR, Paul E. Psicologia nas Organizações. 4ªed. São Paulo: Saraiva, 2012. RODRIGUEZ, Martius V. Administração – Elementos Essenciais para a Gestão das Organizações. 2ªed. Atlas, 2014. Bibliografia Complementar: ROBBINS, Sthefen P. et.al. Comportamento Organizacional. 14ªed. Pearson, 2011. - Virtual DAVIS, Keith. Comportamento Humano no Trabalho. V.1 - uma abordagem psicológica. Cengage, 2011. BERGAMINI, Cecília W. Psicologia Aplicada a Administração de Empresas. 4ªed. Atlas, 2008 ZANELLI, José Carlos; BORGES-ANDRADE, Jairo Eduardo; BASTOS; Antonio Virgílio Bittencourt. Psicologia, Organização e Trabalho no Brasil, 2 ed. Armted, 2014 DISCIPLINA: PROJETO INTERDISCIPLINAR: PRÁTICAS EMPRESARIAIS – CH 40 H/A Ementa: Análise ambiental dos stakeholders. Ferramentas de diagnóstico gerencial. Análise e Interpretação de estudos de caso. Casos de empresas brasileiras e globais. Situações e Estratégia Empresarial. Consultoria empresarial. Bibliografia Básica SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prátia no contexto brasileiro. Pearson Printece Hall, 2008 - Virtual JONES, Gareth R.; GEORGE, Jenneife M. Fundamentos da Administração Contemporânea.4.ed.Porto Alegre: AMGH, 2012. RODRIGUEZ, Martins V. Administração – Elementos Essenciais para a Gestão das Organizações. 2ªed. Atlas, 2014. SILVA,Adelphino Teixeira da Silva. Administração Básica.6.ed.São Paulo: Atlas,2011. Bibliografia Complementar CERTO, Samuel C. Administração Moderna. 9ª.ed. Pearson Printece Hall, 2003. Virtual MACHADO, José Roberto. Administração de Finanças Empresariais. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002 HOJI, Masakazu. Administração Financeira e Orçamentária. 10 ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. FERREIRA, Roberto G. Engenharia Econômica e Avaliação de Projetos de Investimento. Atlas, 2009. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS – CH 80 H/A Ementa: Gestão Logística. Gestão de Recursos Materiais: atividades de compras, gestão de estoques, previsão, níveis, controle, classificação, uso sustentável. Curva ABC. Armazenamento de materiais. Movimentação. Distribuição e Transporte. Bibliografia Básica: CAMPOS, Luiz Fernando Rodrigues; Caroline V. de Macedo Brasil. Logística: teia de relações. Ibpex, 2007. Virtual ARNOLD, J.R. Tony. Administração de Materiais. Atlas, 2009. CORREA; H. L. Administração de produção e operações: manufatura e serviços, uma abordagem estratégica. São Paulo: Atlas, 2009. POZO, Hamilton. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais: uma abordagem logística. 6ª.ed. Atlas, 2010. Bibliografia Complementar: TAYLOR, David A. Logística na Cadeia de Suprimentos: uma perspectiva gerencial. Pearson Addison Wesley, 2005. Virtual DIAS, M. A. P.; Administração de Materiais: uma abordagem logística. 5ª edição. São Paulo: Atlas, 2010. PIRES, Silvio R.I. Gestão da Cadeia de Suprimentos. 2ª.ed. Atlas, 2009. DISCIPLINA: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO OPERACIONAL – CH 80 H/A Ementa: Conceitos de política e estratégia. A teoria do planejamento estratégico. Administração estratégica. Modelos formais de planejamentos estratégicos. Metodologia de formulação empresarial. Aspectos gerenciais da administração estratégica. Administração Estratégica executiva. Planejamento Empresarial. Bibliografia Básica: SERTEK, Paulo; Roberto Ari Guindani; Tomas Sparano Martins. Administração e Planejamento Estratégico, 3 ed. Ibpex, 2011. Virtual NOGEIRA, Cleber Suckow. Planejamento Estratégico. Pearson Education do Brasil, 2014. Virtual PORTER, Michael. Estratégia Corporativa: técnicas para análise de industrias e de concorrência. Atlas, 2012. PALADINI, Edson Pacheco. Avaliação Estratégica da Qualidade. 2ed. Atlas, 2011. JABOUR, Charbel J.C. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social: conceitos, ferramentas e organizações. Atlas, 2010. Bibliografia Complementar: CERTO, Samuel C.; et al. Administração Estratégica: planejamento e implementação de estratégias, 3 ed. Pearson Education do Brasil, 2010. Virtual KLUYVER, Cornelis A. de; PEARCE II, John A. Estratégia: uma visão executiva. 2ª.ed.Pearson Printece Hall, 2007 Virtual AHLSTRAND, Bruce: LAMPEL, Joseph. Safari de Estratégia. Artemed, 2007. GIANESI, I.G.N.; CORREA , H. Administração Estratégica de Serviços: operações para a satisfação do cliente. Atlas, 2008. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES – CH 40 H/A Ementa: Introdução à administração da produção. Estratégia de operações. Layout, tempos e métodos. Projeto do processo e do produto. Localização industrial. Projeto do arranjo físico. Organização do trabalho. JIT e operações enxutas. Administração da qualidade. Controle estatístico de processo. Produção com responsabilidade ambiental. Bibliografia Básica: LÉLIS, Eliacy Cavalcanti. Administração da Produção. Pearson Education do Brasil, 2012. Virtual CHIAVENATO, Idalberto. Administração da Produção: uma abordagem introdutória. Campus, 2005 CORREA, Carlos A.; CORREA, Henrique L. Administração da Produção e Operações - Manufatura e Serviços - Uma Abordagem Estratégica. 3ªed. Atlas, 2009 GEORGE, Jennifer M. Fundamentos da Administração Contemporânea. São Paulo: Mcgraw-Hill, 2012. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da Produção e Operações, 2 ed. Cengage Learning, 2011. Bibliografia Complementar: RITZMAN, Larry P.; Lee J. Krajewski. Administração da Produção e Operações, 8 ed. Pearson Prentice Hall, 2009. Virtual LAUGENI, Fernando P. ; MARTINS, Petrônio G. Administração da Produção. São Paulo: Saraiva, 2007. MARTINS, P. G. & LAUGENI, F. P., Administração da Produção. São Paulo: Saraiva, 2007. SLACK, Nigel ; CHAMBERS, Stuart ; HARLAND, C. Administração da Produção. São Paulo: ATLAS, 2007. DAVIS, Mark M.; et al. Fundamentos da Administração da Produção, 3 ed. Bookman, 2008. CORRÊA, Henrique Luiz; et al. Planejamento, Programação e Controle da Produção, 5 ed. Atlas, 2009. 7° Semestre DISCIPLINA: TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO I – CH 80 H/A Ementa: Conceitos e temas atuais. Gestão da Mudança. Gestão do Conhecimento na tomada de decisões. Teorias de Gestão Estratégica. Teoria da Organização Industrial. Teoria dos Custos de Transação. Teorias Relacionais. Responsabilidade social e ambiental nas organizações e serviços. Bibliografia Básica: POSSOLI, Gabriela Eyng. Gestão de Inovação e do Conhecimento. Intersaberes, 2012 v.2 Virtual RODRIGUEZ, Martius V. Administração – Elementos Essenciais para a Gestão das Organizações. 2ªed. Atlas, 2014 OLIVEIRA, Djalma de P. Teoria Geral da Administração - uma abordagem prática. 3ªed. Atlas, 2012 BERNARDES, Cyro; MARCONDES, Reynaldo C. Teoria Geral da Administração: gerenciando organizações. Saraiva, 2014. Bibliografia Complementar CARVALHO, Fábio Câmara Araujo (org). Gestão do Conhecimento. São Paulo: Pearson, 2012. Virtual RODRIGUEZ, Martius V. Administração – elementos essenciais para a gestão das organizações. Atlas, 2014. OLIVEIRA, Djalma de P. Teoria Geral da Administração - uma abordagem prática. 3ªed. Atlas, 2012. DISCIPLINA: GESTÃO DE ANÁLISE E PROJETOS – CH 80 H/A Ementa: Introdução à gerência de projetos: Organização e Administração, Processo e Sistema. Ciência e Tecnologia, Pesquisa & Desenvolvimento. Fundamentos da Gestão de Projetos: Introdução e Histórico. Benefícios do Gerenciamento de Projetos. Gerenciamento de Stakeholders. Conceitos de Processos de Gerenciamento de Projetos. Processos e ciclo de vida de projetos. Sustentabilidade. Bibliografia Básica: VALERIANO, Dalton. Moderno Gerenciamento de Projetos. Pearson Prentice Hall, 2005. Virtual CARVALHO, M. M.; RABECHINI JUNIOR, R.; Fundamentos em Gestão de Projetos: construindo competências para gerenciar projetos. 3ª edição. São Paulo: Atlas, 2011. KERZNER, Harold. Gestão de Projetos: as melhores práticas. 2 ed. Bookman, 2006. VALERIANO, Dalton. Gerência de Projetos: pesquisa, desenvolvimento e engenharia. Pearson, 2004 Bibliografia Complementar: CARVALHO, Fábio Câmara Araújo de (org). Gestão de Projetos. Pearson Education do Brasil, 2012. Virtual MEREDITH, Jack R.; MANTEL, Samuel J.Jr. Administração de Projetos: uma abordagem gerencial. 4ed. LTC, 2003. MATHIAS, Washington Franco ; WOILER, Sansão. Projetos: planejamento, elaboração e análise. S.P.: Atlas, 2008. MAXIMIANO, Aantonio César Amaru. Administração de Projetos: como transformar ideias em resultados. 3.ed. Atlas, 2009. DISCIPLINA: GESTÃO DA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE – CH 40 H/A Ementa: Planejamento e controle de qualidade. A prática do Kaizen. Gestão da qualidade total. Programa Seis Sigma. Certificação de qualidade: ISO 9000. Produtividade. A produção enxuta (just in time e kanban). Análise e mensuração de processos: indicadores de desempenho, benchmarking, reengenharia. Cadeia de operações produtivas. Bibliografia Básica: LÉLIS, Eliacy Cavalcanti. Gestão da Qualidade. Pearson Prentice Hall, 2012. Virtual BALESTERO - ALVAREZ. Gestão da Qualidade, Produção e Operações. 2ªed. Atlas, 2012. GIANESI, I.G.N.; CORREA, H. Administração Estratégica de Serviços: operações para a satisfação do cliente. Atlas, 2008 PALADINI, Edson Pacheco. Avaliação Estratégica da Qualidade. 2ªed. Atlas, 2011. Bibliografia Complementar: PEARSON Education do Brasil. Gestão da Qualidade. Pearson Education do Brasil, 2011. Virtual JURAN, J. M. A Qualidade Desde o Projeto. Thompson, 2009. CAMPOS, Vicente Falconi. TQC: Controle da Qualidade Total. Minas Gerais. INDG, 2004. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS E SERVIÇOS – CH 80 H/A Ementa: A evolução do setor de serviços na economia. Características de sistemas de serviços. Análise do encontro de serviços. A comunicação nas empresas de serviço. Estratégia de empresas - a visão de serviços. Projetos do serviço e comunicação com os diferentes participantes do processo. Qualidade de Serviços. Produtividade em Serviços. Estrutura Organizacional. Organização do Trabalho na linha de frente. Atendimento ao cliente e constrangimentos associados ao trabalho na linha de frente. Código de Defesa do Consumidor. Bibliografia Básica: BRUDEKI, Nelson Martins. Gestão de Serviços Públicos Municipais. Ibpex, 2007. Virtual FITZSIMMONS, James A.; FITZSIMMONS Mona J. Administração de Serviços.Bookman, São Paulo 2010. JOHNSTON, Robert; CLARK, Graham. Administração de Operações de Serviço. Atlas, 2012. BALESTERO - ALVAREZ. Gestão da Qualidade, Produção e Operações. 2ªed. Atlas, 2012. Bibliografia Complementar: CASSAROTTO, Nelson Francisco, et al. Gerência de Projeto: engenharia simultânea. Atlas, 2006. GIANESI, I.G.N.; CORREA, H. Administração Estratégica de Serviços: operações para a satisfação do cliente. Atlas, 2008. MOLLO, Costa Neto; et al. Gestão do Processo de Desenvolvimento de Serviços. Atlas, 2010. DISCIPLINA: PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO – CH 40 H/A Ementa: Normas técnicas da pesquisa. Qualidade formal e política da pesquisa. Aspectos éticos na pesquisa. Métodos qualitativo e quantitativo de pesquisa. Estrutura do projeto de pesquisa e da dissertação. Definição do tema e delimitação do problema de pesquisa. Modos de investigação. Pressupostos e objetivos da pesquisa. Importância do marco teórico. Método científico aplicado à Pesquisa em Marketing. Técnicas de Coleta e de Análise de Dados. Processo de investigação científica: a noção de sujeito e objeto nos estudos Organizacionais. Bibliografia Básica: DIEHL, Astor Antonuo,; TATIM, Denise e Carvalho. Pesquisa em Ciências Sociais Aplicadas métodos e técnicas. Pearson Printece Hall, 2004 - Virtual GONÇALVES, Carlos Alberto; MEIRELLES, Anthero de Moraes. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. TAKAHASHI, Adriana R. WUNSCH (org) Pesquisa Qualitativa em Administração: fundamentos, métodos e usos no Brasil. Atlas, 2013. VERGARA, Sylvia C. Métodos de Pesquisa em Administração. 5ªed. Atlas, 2012 Bibliografia Complementar: MASCARENHAS, Sidnei Augusto. Metodologia Científica. Pearson Education, 2012 - Virtual VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 15ªed. São Paulo: Atlas, 2014. ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de Estágio e de Pesquisa em Administração, 3 d. Atlas, 2009. BOTELHO, Delane; Deborah Moraes Zouain (orgs). Pesquisa Quantitativa em Administração. Atlas, 2006. GONÇALVES, Carlos Alberto; Anthero de Moraes Meirelles. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. Atlas, 2001 8° Semestre DISCIPLINA: TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO II – CH 80 H/A Ementa: Princípios e conceitos da gestão atual. Estratégias Competitivas. Ambiente organizacional. Cultura organizacional. Bibliografia Básica SOBRAL, Felipe; PECI Alketa. Fundamentos de Administração. Pearson Education do Brasil, 2012. Virtual JONES,Gareth R.; GEORGE JENNIFER M. Fundamentos da Administração Contemporânea, 4 ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2012. HITT, Michael; MILLER, C.Chet; COLELLA, Adrienne. Comportamento Organizacional. 3.ed.Rio de Janeiro: LTC, 2013.. Bibliografia Complementar PHILIPPI, Arlindo Jr. (coord) Educação Ambiental e Sustentabilidade.2.ed. Monele, 2014. OLIVEIRA, Djalma de P. Teoria Geral da Administração - uma abordagem prática. 3ªed. Atlas, 2012 REIGOTA, Marcos. Meio Ambiente e Representação Social, 8 ed. Cortez, 2010. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS – CH 80 H/A Ementa: Política atual de comércio exterior. Referencial para análise do desempenho da economia. Instrumentos de política macroeconômica. Estudo dos elementos do setor externo. Negociação nos mercados internacionais. Rotinas e procedimentos necessários à organização, controle e desenvolvimento da atividade de exportação e importação. Bibliografia Básica: BROGINI, Gilvan. Tributação e Benefícios Fiscais: no comércio exterior. Ibpex, 2008. Virtual AMATUCCI, Marcos. Internacionalização de Empresas – teoria, problemas e casos. Atlas, 2010. FARO, Fátima & Ricardo Curso de Comércio Exterior – visão e experiência brasileira. 3ªed. Atlas, São Paulo 2012. FLEURY, Afonso (Org.) Gestão Empresarial para a Internacionalização das Empresas Brasileiras. Atlas, 2010. Bibliografia Complementar: ASSUMPÇÃO, Rossandra Mara. Exportação e Importação: conceitos e procedimentos básicos. Ibpex, 2007. Virtual RATTI, Bruno. Comércio Internacional e Câmbio. 11ª ed.Aduaneiras, 2010. VAZQUEZ, J. Lopes. Comércio Exterior Brasileiro. 10ªed. São Paulo: Atlas, 2012. TORSTENSEN, Vera. OMC – Organização Mundial do Comércio: as regras do comércio internacional e a nova rodada de negociações multilaterais. Aduaneiras, 2009. DISCIPLINA: GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS – CH 40 H/A Ementa: Lei Geral das PME’s: facilidades, vantagens fiscais e de administração. Exercícios práticos: gestão empresarial e controle administrativo e financeiro. Bibliografia Básica: TACHIZAWA, Takeshy. Criação de Novos Negócios: gestão de micro e pequenas empresas. Rio de Janeiro: FGV, 2008. LEMES JUNIOR, Antonio B. Administrando Micro e Pequenas Empresas. Campus, 2010. AGEU, Barros. Gestão Estratégica nas Pequenas e Médias Empresas. Ciência Moderna, 2008 Bibliografia Complementar: CASAROTTO FILHO, Nelson; Luis Henrique Pires. Redes de Pequenas e Médias Empresas e Desenvolvimento Local, 2 ed. Atlas, 2001. BIAGIO, Luiz Arnaldo. BATOCHIO, Antonio. Plano de Negócios: estratégias para micro e pequenas empresas. 2ªed. Manole, 2011 MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru Maximiano. Introdução à Administração. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. DISCIPLINA: MERCADO DE CAPITAIS – CH 80 H/A Ementa: Instituições financeiras. Intermediação financeira. Capacidade de criação de moeda. Ativos financeiros. Funcionamento dos mercados. Alternativas financeiras de captação e aplicação de recursos. Formação das taxas de juros. Mercados de ações. Funcionamento de mercados futuros. Crédito de Carbono. Bibliografia Básica: KERR, Roberto. Mercado Financeiro e de Capitais. Pearson Prentice Hall, 2011. Virtual ASSAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro. Atlas, 2012. LIMA, Iran S. Mercado Financeiro – aspectos conceituais e históricos. Atlas, 2008. PINHEIRO, Juliano L. Mercado de Capitais – fundamentos e técnicas. 6ªed. Atlas, 2012 Bibliografia Complementar: LAMEIRA, Valdir de Jesus. Mercado de Capitais, 2 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2008 TOLEDO FILHO, Jorge Ribeiro de. Mercado de Capitais Brasileiro: uma introdução. São Paulo: Thomson Learning, 2006. ANDREZO, Andrea F.; LIMA, Iran S. Mercado Financeiro: aspectos conceituais e históricos. 3ª.ed., Atlas, 2007. DISCIPLINA: ESTUDO DA REALIDADE CONTEMPORÂNEA – CH 40 H/A Ementa: Cultura e Arte; Avanços tecnológicos; Ciência, tecnologia e sociedade; Democracia, ética e cidadania; Ecologia/biodiversidade; Globalização e política internacional; Políticas públicas: educação, habitação, saneamento, saúde, transporte, segurança, defesa, desenvolvimento sustentável. Relações de trabalho; Responsabilidade social: setor público, privado, terceiro setor; Sociodiversidade e multiculturalismo: violência, tolerância/intolerância, inclusão/exclusão e relações de gênero; Tecnologias de Informação e Comunicação; Vida urbana e rural. Bibliografia Básica MAZZAROTTO, Angelo de Sá; BERTÉ, Rodrigo. Gestão Ambiental no Mercado Empresarial. Intersaberes, 2013. Virtual MATOS, Francisco Gomes de. Ética na Gestão Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2012. COVEY, Stephen R. Sete hábitos das pessoas altamente eficazes, os. Rio de janeiro: best seller, 2006 e 2012. LANZANA, Antonio E. Economia Brasileira - fundamentos e atualidade. 4ªed. Atlas, 2012 Bibliografia Complementar Pearson Education do Brasil. Gestão Ambiental.Pearson Printece Hall, 2011. Virtual JABBOUR, Charbel J.C. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social: conceitos, ferramentas e organizações. Atlas, 2010. CASSARRO, A. Carlos. Sistema de Informações para Tomadas de Decisões. 4ª Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Sociologia das Organizações: uma análise do homem e das empresas. 1ª ed. São Paulo: Thomson Learning, 2001. DISCIPLINA: LIBRAS – CH 40 H/A Ementa: Princípios gerais que determinam o funcionamento da comunicação através de LIBRAS. Fundamentação teórica do conhecimento da língua de sinais. Ensino da linguagem para surdos e do contexto social e cultural para a inclusão social. Bibliografia Básica PEREIRA, Maria Cristina da Cunha. Libras: Conhecimento Além dos Sinais. Pearson Prentice Hall. 2011. Virtual GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Parábola, 2009. GESSER, Audrei. O Ouvinte e a Surdez – sobre ensinar e aprender libras. Parábola, 2012. QUADROS, Ronice M. Língua de Sinais – instrumentos de Avaliação. Artmed, 2011. Bibliografia Complementar FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais. Vol.1. Ciranda Cultural, 2009. FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais. Vol.2. Ciranda Cultural, 2009. FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais. Vol.3. Ciranda Cultural, 2009 DISCIPLINA: GESTÃO EMPRESARIAL SUSTENTÁVEL – CH 40 H/A Ementa: Desenvolvimento Sustentável e Atividade Empresarial. Responsabilidade Social. Mercados, Meio Ambiente e Novos Negócios. Mercados e Energia. Sustentabilidade de Negócios. Mudança, Inovação e Aprendizado nas Empresas.interpessoais por meio das linguagens oral, corporal e escrita. A disciplina ressalta, ainda, a importância do uso adequado da norma culta da língua portuguesa e de suas variantes lingüísticas como instrumento de integração e interação social e política. Bibliografia Básica Pearson Education do Brasil. Gestão Ambiental.Pearson Printece Hall, 2011. Virtual CURI, Denise (org). Gestão Ambiental. Pearson, 2012. Virtual MAZZAROTTO, Angelo de Sá; BERTÉ, Rodrigo. Gestão Ambiental no Mercado Empresarial. Intersaberes, 2013. Virtual JABBOUR, Charbel J.C. Gestão Ambiental nas Organizações. Atlas, 2013. Bibliografia Complementar PHILIPPI, Arlindo Jr.; ROMERO, M. de Andrade; BRUNA, Gilda Collet. Curso de Gestão Ambiental. Monole, 2004. Virtual BERTÉ, Rodrigo. Gestão Socio Ambiental. Intersaberes, 2012. MATOS, Francisco Gomes de. Ética na Gestão Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2012. SROUR, Robert H. Ética Empresarial. 4ªed. Campus, 2013 BARSANO, Paulo Roberto. Ética e Cidadania Organizacional: guia prático e didático. Érica, 2012. DISCIPLINA: NEGOCIAÇÃO – CH 40 H/A Ementa: O Empreendedorismo aborda, de forma interdisciplinar, aspectos essenciais dessa disciplina, tais como informações sobre empreendedorismo e sobre atitudes e habilidades esperadas de um empreendedor; identificação, análise e viabilidade de oportunidades de negócio para fazer de uma equipe um diferencial de mercado e como fazer um plano de negócios Bibliografia Básica NAKAGAWA, Marcelo. Plano de Negócios: teoria geral. Manole, 2011. Virtual MAXIMINIANO. Antonio C. Amaru. Administração de Projetos: como transformar idéias em resultados. 3.ed.Atlas, 2009 LENZI, Fernando César; KIESEL, Márcio Daniel O Empreendedor de visão. Atlas, São Paulo 2009 MARIANO, Sandra; MAYER, V.Feder. Empreendedorismo: fundamentos e técnicas para a criatividade. Rio de Janeiro, LTC, 2011. Bibliografia Complementar SERTEK, Paulo. Empreendedorismo, 5 ed. Ibpex, 2011. Virtual WAGNER, A. John III e HOLLENBECK R John. Comportamento Organizacional. São Paulo Saraiva, 2000. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor, 3 ed. Saraiva, 2008. FIALHO, Francisco Antônio Pereira. Empreendedorismo na Era do Conhecimento. Florianópolis: Visual Books, 2006. DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL – CH 40 H/A Ementa: Estudo da linguagem verbal e não verbal e das características dos diversos tipos e gêneros textuais. Estabelecimento de relações entre variação lingüística e situação de comunicação. Desenvolvimento de estratégias de leitura e da produção de inferências no processo de interpretação de textos. Bibliografia Básica GUIMARÃES, Thelma de Carvalho. Comunicação e Linguagem. Pearson, 2012. Virtual FRANÇA, Ana Shirley. Comunicação Escrita nas Empresas. Atlas. 2013. MEDEIROS, João Bosco. Comunicação Empresarial. Atlas. 2014. TERCIOTTI, Sandra Helena; MACARENCO, Isabel. Comunicação Empresarial na Prática. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013. Bibliografia Complementar CAVALCANTE, Mônica Magalhães. Os Sentidos do Texto. Contexto, 2012. Virtual DUARTE, Sérgio Nogueira. Língua Viva - 1: uma análise simples...Rio de Janeiro: Rocco, 2000. DUARTE, Sérgio Nogueira. Língua Viva - 2: uma análise simples...Rio de Janeiro: Rocco,2000 FIORIN, José Luiz. Para Entender o Texto. São Paulo: Ática, 2002. 1.4.3 - Adequação às Diretrizes Curriculares Nacionais Para a garantia e efetiva coerência no curso, o Núcleo Docente Estruturante, apoiado pelo Colegiado do Curso realiza revisão continua do Projeto Pedagógico do Curso à luz das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso Superior de Administração, promovendo aprofundamento, discussão e debates, motivados pelo, além de uma contínua leitura do contexto regional. As ementas das unidades de estudo do Curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG foram definidas quando da elaboração do Projeto Pedagógico do Curso - PPC - considerando o perfil do egresso. É importante enfatizar que a adequação e atualização das ementas contaram com a colaboração do corpo docente integrando suas experiências acadêmicas e profissionais, além de terem se pautado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Administração, do Ministério da Educação. Como se trata de área muito dinâmica, os Planos de Ensino são elaborados e aprovados semestralmente, oportunizando que cada professor possa fazer uma verificação da adequação da ementa e do conteúdo programático da disciplina e propor ao colegiado do curso as alterações necessárias. A bibliografia traz fundamentações e conceitos importantes na formação do aluno. Os livros considerados complementares podem ser da mesma linha de textos que contribuam na formação específica da disciplina, com informações atuais acerca das práticas pedagógicas. 1.4.4 - Projeto Interdisciplinar – Plano de Negócio e Práticas Empresariais As disciplinas Projeto Interdisciplinar: Plano de Negócio (5º Semestre) e Projeto Interdisciplinar: Práticas Empresariais (6º Semestre) caracterizam-se por integrar conteúdos já trabalhados nas séries anteriores. Especial atenção é dada à elaboração dos programas de curso destas disciplinas, de modo a privilegiar a construção de relacionamentos que permitam aos alunos avaliar a amplitude dos conhecimentos adquiridos no curso, bem como sua capacidade de aplicá-los em áreas conexas. Além dos aspectos relacionados com a aplicação de habilidades técnicas e metodológicas, o planejamento do ensino dá ênfase à compreensão da realidade da atividade administrativa, vista como um todo complexo, integrado e indivisível, essencial para a formação de um profissional de Administração capaz de interpretar corretamente as relações existentes nos diversos mercados. 1.4.5 – Mostra de Iniciação Científica A iniciação científica é um instrumento que introduz o estudante de graduação com potencial promissor na prática da pesquisa científica. É o primeiro contato direto do estudante com a atividade científica que o leva a se engajar na pesquisa, tendo oportunidade de estudar e desenvolver um determinado tema, usando as metodologias adequadas, sempre sob a orientação e supervisão de um professor orientador. A iniciação científica se caracteriza, portanto, como um meio da realização de um projeto de pesquisa, contribuindo também para a formação de uma nova mentalidade no aluno, levando-o a conhecer e aplicar a metodologia científica. Tradicionalmente acontece na Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG a Semana de Mostra de Iniciação Científica, oportunidade em que os alunos apresentam os trabalhos de pesquisa desenvolvidos ao longo do curso. Trata-se de apresentações orais e de painéis demonstrativos, formatados conforme as regras da instituição. A Mostra de Iniciação Científica visa, dentre outros objetivos, despertar no aluno a vocação científica, proporcionar aprendizagem de técnicas e métodos científicos, estimular o desenvolvimento do pensamento científico e da criatividade decorrentes das situações geradas pelo confronto direto com os problemas de pesquisa e incentivar talentos potenciais dos alunos de graduação, promovendo a inserção destes no domínio do método científico. Visando a publicação dos trabalhos de iniciações científica desenvolvidos por alunos e professores, a Gerência de Práticas divulga semanalmente uma lista das revistas que estão com chamada de artigos aberta no período. 1.4.6 - Empresa Junior É uma Associação Civil sem fins lucrativos, da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, com o apoio de Professores do Curso de Administração, da Direção da Faculdade, e seus órgãos administrativos. A missão da Empresa Junior é disponibilizar atividades aos alunos de Administração, que promovam o desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional, atendendo à necessidade de formar um profissional crítico, empreendedor e com preocupação humanística, ética e social. Representa também, uma oportunidade integradora dos vários conhecimentos e da teoria com a prática. Os objetivos específicos da Empresa Júnior são: Proporcionar aos seus membros associados às condições necessárias para a aplicação prática de conhecimentos teóricos relativos à sua área de formação profissional, desenvolvendo seus conhecimentos técnicos e acadêmicos; Incentivar o espírito empreendedor dos seus participantes, possibilitando o surgimento de novas lideranças; Desenvolver atividades que promovam a melhoria econômica e social da comunidade em que a Empresa Júnior atua, quando procurada por terceiros ou por interesses próprios, auxiliando no desenvolvimento profissional, pessoal e humanístico do futuro profissional; Valorizar alunos e professores perante a sociedade e no âmbito acadêmico; Propiciar a interação entre acadêmicos e a comunidade. A Empresa Júnior realiza no início de cada semestre um processo seletivo para novos alunos que estejam interessados em participar de suas atividades. 1.4.7 - Atividades Complementares As Atividades Complementares têm por finalidade propiciar ao aluno a oportunidade de realizar, em prolongamento ao currículo pleno, uma trajetória autônoma e particular, com conteúdos extracurriculares que lhe permitam enriquecer o conhecimento propiciado pelo curso. Estas atividades poderão ocorrer através de monitorias, congressos, seminários, semanas acadêmicas, eventos técnicos, científicos e culturais, pesquisas, grupos de estudos, viagens de estudos, visitas técnicas, grupos de estudos, artigos publicados, atividades de representação, dentro outros. A integralização da organização curricular dá-se através da comprovação pelo acadêmico junto à Secretaria Acadêmica de 200 (duzentas) horas de atividades complementares, conforme Regulamento das Atividades Complementares desenvolvido pela Instituição. As atividades complementares caracterizam-se como práticas acadêmicas apresentadas sob múltiplos formatos, tendo em vista essencialmente complementar e sintonizar o currículo pedagógico proposto, ampliar os horizontes do conhecimento e sua aplicação e prática para além da sala de aula, favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais, favorecer a tomada de iniciativa dos alunos, dentre várias possibilidades. 1.4.8 - Trabalho de Conclusão de Curso – TCC Conforme preceitua a Resolução CES/CNE nº 10/2004 o Trabalho de Conclusão de Curso é opcional para o curso de Administração. Nesse sentido, o Núcleo Docente Estruturante do curso de Administração da FACEAG se reuniu em 29 de janeiro de 2015 e, considerando a importância da qualidade da pesquisa acadêmica, bem como após análise da qualidade do TCCs apresentados pelos alunos, observou-se que nem todos os alunos têm talento para a pesquisa e, visando à seriedade e a qualidade da iniciação científica, decidiu-se substituir o TCC pela disciplina “Estudo da Realidade Contemporânea”. Em compensação, ficou decidido que a iniciação científica, iniciada como projeto piloto no primeiro semestre de 2014, será ofertada semestralmente, sendo estimulada e incentivada a todos os alunos. Contudo, a iniciação científica não será obrigatória, mas facultativa, de modo a implementar na faculdade uma cultura de pesquisa com qualidade e excelência acadêmica, a ser desenvolvida por alunos que demonstrem interesse pela pesquisa e, por isso, possam contribuir para com a ciência, seja no âmbito local, regional, nacional ou mesmo internacional. Com isso espera-se contribuir para com o desenvolvimento da pesquisa na área das ciências administrativas, na medida em que o projeto é voltado para alunos com perfil e vontade de iniciar-se na pesquisa científica. A disciplina inserida no lugar do TCC traz um contexto atual do que tem acontece nas várias áreas como Tecnologia, Cultura e Arte, Ecologia e Responsabilidade Social em seu setor tanto público, terceiro setor e privado. Ainda faz uma visão das Políticas Públicas Nacionais e Internacionais atuais e a Globalização. 1.4.9 - Estágio Curricular Supervisionado A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG assume também como objetivo do estágio: integrar o aluno ao mundo do trabalho, com o intuito de prepará-lo profissionalmente, visando à formação de um profissional adequado ao mundo globalizado em que vivemos e que atenda as novas exigências e desafios dos tempos atuais. Serão estabelecidos acordos de cooperação com empresas da região, abrindo campos de estágios, o que permitirá aos nossos alunos, principalmente aos que não advém do mundo do trabalho, vivenciar na prática os conceitos vistos na escola, quer sejam em aulas práticas ou teóricas. Considera-se Estágio Supervisionado a atividade de complementação acadêmica nos moldes estabelecidos pela legislação vigente. A disciplina é cumprida em 300 horas e resulta em um trabalho de observação em campo de atividades práticas relacionadas ao curso. O aluno deve relacionar as atividades observadas à fundamentação teórica prévia ou simultaneamente adquirida, e obedecendo a Regulamento Específico aprovado pela Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG. Tal como estabelecido na legislação, sua realização é obrigatória e o não cumprimento da disciplina impede o aluno de obter o registro de seu diploma, não alcançando assim o grau de Bacharel em Administração. Portanto, o Estágio Supervisionado tem como finalidade básica proporcionar a complementação da formação acadêmica e, ao mesmo tempo, permite que o aluno tenha acesso ao seu futuro campo de atuação profissional. Um contato direto com questões práticas e teóricas, através do cumprimento de determinado número de horas, conforme estabelece o currículo do curso. Professores designados para este fim supervisionarão e orientarão os estágios curriculares obrigatórios dos alunos no último ano do curso. O relatório final de estágio é elaborado pelo estudante, mediante orientação de um professor. O professor orientador avaliará as várias etapas de elaboração do relatório final. O estágio supervisionado poderá ser realizado em organizações públicas e/ou privadas, a fim de que o estudante possa integrar-se às situações profissionais concretas. Para o Estágio Supervisionado a IES disponibilizará, em momento oportuno, o seu regulamento de Estágio e respectivo Manual. A Coordenação de Estágio disponibilizará todas as informações pertinentes à efetiva realização do estágio curricular. O aluno deverá apresentar à empresa concedente, a área em que fará a investigação, e o profissional responsável pelo acompanhamento, que assinará, além das cartas de início e fim de estudo da organização, o Relatório Final. O processo de aprendizagem envolve uma abordagem teórica e prática e o aluno ao cursar a disciplina tem a oportunidade de complementar o processo de aprendizagem. Ao passar pelo Estágio Supervisionado, o aluno terá a oportunidade de desenvolver um trabalho derivado de uma observação empírica e de atividades, e fundamentá-las teoricamente. Através das atividades do Estágio Supervisionado, o aluno desenvolve o seu conhecimento, bem como passa a participar da realidade de uma organização. A coordenação de Estágio Curricular está subordinada a Diretoria e tem como competências: Orientar, controlar e acompanhar os processos dos alunos referentes a estágios supervisionados; Elaborar conjuntamente com professores-orientadores o calendário anual de estágios. O Professor-Orientador: Elaborar conjuntamente com o orientando o plano de estágio e submetê-lo a apreciação da Coordenação de Estágios; Elaborar conjuntamente com o orientando a agenda de reuniões para discussão do tema com base no calendário anual; Zelar pela apresentação do trabalho em conformidade aos padrões estabelecidos; bem como seus prazos; Acompanhar e avaliar os resultados das etapas elaborados no Plano de Estágio. O Aluno/estagiário: Levantar questões para discutir com o professor-orientador; Apresentar a documentação solicitada dentro do prazo estabelecido; Apresentar relatório conforme prazo previamente estabelecido no Plano de Estágio; Frequentar assiduamente o período do estágio supervisionado; Cumprir os prazos estabelecidos; Observar as normas internas da empresa concedente e zelar pelo nome da Faculdade no ambiente de estágio. O estágio curricular é realizado, ao longo do curso, de modo a assegurar aos formandos experiência de exercício profissional, em ambientes relacionados à área de Administração, que ampliem e fortaleçam atitudes éticas, conhecimentos e competências. Portanto, o Estágio Supervisionado tem como finalidade básica proporcionar a complementação da formação acadêmica e, ao mesmo tempo, permite que o aluno tenha acesso ao seu futuro campo de atuação profissional e um contato direto com questões práticas e teóricas, através do cumprimento de determinado número de horas, conforme estabelece o currículo do curso. 1.5 - Metodologias de Ensino A proposta metodológica para o Curso de Administração baseia-se no entendimento que o conhecimento se constrói a partir da constante interação aluno, professor e conteúdo (curriculares e procedimentais). O papel do professor é o de ser um facilitador entre o saber e o educando, nunca agindo como dono absoluto da verdade, mas caminhando em direção a ela e compartilhando conhecimento e experiências como profundo conhecedor (domínio) da sua área de atuação. Os alunos constroem o seu conhecimento a partir da sua interação constante com os conteúdos, com os colegas, com os professores e por meio das múltiplas relações de aprendizagem proporcionadas pelo ambiente acadêmico da Faculdade. A relação dos alunos com o conhecimento ocorre de forma progressiva e gradual, se voltando para a busca de soluções e de crescimento. Os professores devem guiar o educando na construção e descoberta dos saberes no domínio da arte da engenharia, através de um relacionamento de proximidade, mas principalmente complementar e interativo. Este direcionamento – através do incentivo à pesquisa, a análise, a reflexão e a prática – deve possibilitar um descobrimento por parte dos alunos das suas competências, habilidades e atitudes nos mais variados campos – profissional, social, administrativo, entre outros. A proposta metodológica do curso de Administração visa possibilitar uma progressão contínua dos alunos com base nos resultados de aprendizagem demonstrados ao longo dos semestres. Esta progressão lógica é feita respeitando a individualidade e a capacidade dos alunos, bem como a inter-relação entre os conteúdos. Apesar disso, os alunos são desafiados a trabalharem e a interagirem em equipes e grupos, através da troca de experiência e do crescimento, motivando o desenvolvimento de habilidades de relacionamento interpessoal. O professor funciona como elemento condutor do processo de aprendizagem: é o caminhar em direção ao desenvolvimento e a descoberta, fruto da compreensão, interação, reflexão e experiências. A prática acadêmica busca ser a realidade dos ideais propostos. Porém, sabe-se que a aplicação deve ser flexível e dinâmica diante de um ambiente em frequente mutação, além do estágio de transformação em que se encontra o educando. Por isso, a faculdade procura unir estas lacunas, sendo um exemplo na formação de procedimentos e de caracteres. Os procedimentos de ensino se referem às estratégias que os docentes podem empregar para transmitir os conhecimentos a respeito dos conteúdos das diversas disciplinas. Entre eles salientam-se os seguintes: A metodologia de ensino adotada no curso põe em ação as políticas institucionais definidas no Projeto Pedagógico Institucional, destacando-se o papel do professor e do aluno no processo ensino-aprendizagem. Os conteúdos de ensino são organizados de modo a garantir a aproximação de disciplinas que ministrem conteúdos afins, estimulando a interdisciplinaridade e a correlação entre teoria e prática, permitindo assim a aquisição gradual de conhecimentos e habilidades e promovendo a aprendizagem para um competente desempenho profissional. A formação do profissional de Administração envolve a eleição de formas didático-pedagógicas pertinentes ao tipo de conteúdo programático a ser desenvolvido. As aulas são expositivas, práticas, teórico-práticas, incluem apresentação de seminários, discussões de casos, resolução de problemas, visitas as instituições, empresas e órgãos públicos, acompanhamento de programas comunitários. Associadas às metodologias aplicadas em salas de aula, as reuniões de colegiado de curso e do NDE, reuniões com equipes de disciplinas, as discussões gerais e o apoio aos eventos acadêmicos formam o elo necessário à associação dos conceitos básicos teóricos e práticos às suas aplicações práticas e suas repercussões biopsicossociais nos indivíduos, na instituição de ensino e na sociedade. Os alunos, ao mesmo tempo em que participam das atividades curriculares, são estimulados a explorar a vida acadêmica e a interagir com a sociedade, o que os faz exercitar o trabalho em equipe, a responsabilidade com os envolvidos e a ganhar desenvoltura no relacionamento com seus pares e com os superiores, resultando na aquisição de um conjunto de valores importantes para o exercício da atividade profissional e da cidadania. Os procedimentos de ensino se referem às estratégias que os docentes podem empregar para transmitir os conhecimentos a respeito dos conteúdos das diversas disciplinas. Entre eles salientam-se os seguintes: Aulas expositivas ou discursivas devem ser em quantidade mínima, pois dificilmente um docente consegue prender a atenção dos alunos por muito tempo. O uso do quadro, transparências e ou slides auxiliam o docente a manter-se dentro de um plano da aula e, dependendo da qualidade do material, constituem auxílios à fixação dos conceitos e temas. Apresentação de filmes ou segmentos de filmes procedimento que permite transmitir conceitos e se constitui num substitutivo de experiências reais. As aulas tornar-se-ão mais agradáveis que as tradicionais. A exibição, de filmes deve ser acompanhada de intervenções do docente, em passagens específicas, para que a ligação entre as cenas e o assunto que está em discussão seja estabelecida. Palestras de professores e profissionais convidados este procedimento permite trazer aos alunos, testemunhos vivos do que se discute em sala de aula, bem como, que profissionais possam traçar paralelos entre a teoria e a prática, o que nem sempre o docente consegue acumular. Tecnologia da Informação as tecnologias da Informação e os recursos multimídia permitem aos docentes uma vasta gama de recursos que podem ser empregados para o ensino: softwares de apresentação com animação, documentários e depoimentos gravados em CD-ROM são algumas das opções. Simulações novos softwares que empregam recursos mais modernos de Tecnologia da Informação estão disponíveis e permitem oportunidades de treino em tomada de decisão e em gestão de uma forma geral. Seminários podem ser preparados e apresentados pelos alunos. Entretanto, há de se tomar cuidado para que todos os componentes do grupo participem efetivamente do mesmo. Sugere-se que o docente escolha, no momento da apresentação, o aluno que irá expor a parte do seminário. Outra alternativa é incluir no momento da avaliação uma parcela da nota em função da quantidade de alunos presentes à exposição. Exercícios práticos em sala exercícios realizados em sala de aula, individualmente ou em grupo. O docente não deve exagerar no uso de exercícios e, tão pouco, deixar de promover discussão entre os grupos, com sua avaliação. Leitura de livros e revistas técnicas livros ou artigos de revistas que envolvam a disciplina ajudam a manter a atualização do conteúdo, desde que sejam lidos por todos, discutidos em sala de aula e que sejam incluídos nas avaliações. Visitas essa atividade possibilita um contato com as práticas profissionais mediante um programa de visitas em vários momentos pedagógicos e cuidadosamente organizado de modo a complementar com exemplos práticos os conteúdos desenvolvidos em sala de aula. Aulas Práticas os Laboratórios e os espaços de aprendizagem já existentes na Faculdade são entendidos como espaços em que múltiplas funções podem ser cumpridas, propiciam a aprendizagem e a construção de conceitos teóricos, o desenvolvimento de habilidades técnicas, a aprendizagem de normas de segurança e a aprendizagem do trabalho em grupo. Os procedimentos acima relacionados e outros que poderão ser identificados pelos docentes deverão ser empregados parcimoniosamente e de forma mesclada para que possa aproveitá-los de melhor forma possível em cada ponto específico das disciplinas. 1.6 - Apoio ao Discente 1.6.1 - Apoio Pedagógico A Direção e a Coordenação da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG são os órgãos responsáveis pelo apoio pedagógico ao discente, por meio de: Atendimento individual e coletivo, nos horários disponíveis, com o objetivo de orientá-los no processo de aprendizagem. Reunião com os representantes de sala a fim de discutir e solucionar os problemas que porventura existirem, deliberar sobre suas questões acadêmicas e pedagógicas. Visitas às salas de aula para discussão sobre o andamento do curso, comunicações importantes dentre outras. Divulgação de eventos culturais e pedagógicos relacionados à área de interesse do curso. 1.6.2 - Apoio à Participação em Eventos A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG assume como política institucional apoiar os alunos para que participem de eventos que possam contribuir para a atualização e aperfeiçoamento de sua formação. Este apoio é realizado de divulgação e na forma de facilitador de transporte aos alunos para eventos, visitas, publicação de artigos científicos, elaboração de jornais e murais didático-pedagógicos, congressos, seminários, encontros e outras atividades voltadas para a formação adequada e atual dos discentes. 1.6.3 - Apoio Psicopedagógico É política da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá FACEAG garantir, na medida de suas possibilidades e necessidades dos interessados, apoio psicopedagógico aos seus alunos, a partir do trabalho dos docentes dos cursos nas áreas envolvidas, por meio da contratação de um profissional devidamente qualificado. Dessa forma, o aluno da Faculdade será atendido em suas necessidades e dificuldades referentes a sua vida escolar e à sua aprendizagem, com horário agendado. Para os discentes que necessitam de atendimento psicopedagógico, a diretoria e ou coordenação de curso encaminha para o apoio psicopedagógico. 1.6.4 - Mecanismo de Nivelamento Considerando as dificuldades apresentadas pelos alunos, oriundos principalmente de escolas públicas e cursos supletivos que chegam aos seus diferentes cursos, com defasagens significativas em componentes básicos no processo de aprendizagem nos diferentes cursos oferecidos, especialmente Língua Portuguesa, a Faculdade oferece aos seus alunos um processo de ensino-aprendizado realizado a partir de metodologias diferenciadas que os auxiliem a vencer suas dificuldades básicas e desenvolver um bom curso. 1.6.5 - Monitoria O Programa de Monitoria tem por objetivo promover o desenvolvimento dos alunos por meio de diversas atividades relacionadas ao processo ensino-aprendizagem, tais como o atendimento aos colegas, esclarecendo dúvidas, orientando a realização de exercícios, acompanhando experiências nas aulas práticas, auxiliando em trabalhos de grupo, etc. A monitoria é exercida por Monitor Voluntário e o mesmo tem a certificação com validade na formação profissional. Para concorrer à vaga na Monitoria, é necessário submeter-se a processo de seleção. Além dos objetivos acima preconizados, a Monitoria no Curso de Administração será considerada como Atividade Complementar. 1.6.6 - Bolsas de Estudos São oferecidas bolsas a alunos carentes e com bom desempenho escolar para que possam continuar seus estudos com dignidade. Atenta às dificuldades da região, a Faculdade idealizou os Projetos Sociais. São programas facilitadores para o acesso de jovens e adultos carentes no ensino superior, conhecidos em todo o Estado e reconhecidos pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Coordenado por departamento da Instituição, tem como missão: alcançar a oferta e a prática de uma Educação Solidária, através de parcerias com Instituições, Projetos Sociais, Educacionais e Culturais, permitindo a Educação para todos e a Inserção Social. 1.6.6.1 - Programas Institucionais de Financiamento de Estudos A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG é consciente de que uma grande parcela de seus alunos, principalmente as classes C e D, são trabalhadores que não dispõem de tempo e disposição para se dedicar a um dos projetos sociais que a IES oferece. Pensando nestes alunos que a Faculdade oferece aos seus alunos a possibilidade de financiar o seu estudo, por meio de parceria com o Governo Federal através do FIES. A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG ciente que as instituições de ensino são por excelência o veículo natural de disseminação da responsabilidade social e também responsáveis pela formação do cidadão, visa proporcionar aos jovens carentes a possibilidade de ingresso ao ensino superior, e seguindo o projeto de sua mantenedora consolidará parcerias com órgãos governamentais e instituições para concessão de bolsas de estudo de até 100%. No entanto, acreditando que em Responsabilidade Social na área educacional, não pode existir doação e sim reciprocidade a Faculdade exige dos alunos contemplados bom desempenho acadêmico e contrapartida social através da prestação de serviços em creches, asilos, hospitais, associações de moradores, escolas municipais e estaduais e instituições beneficentes. Deste modo, a seguir, apresenta-se uma síntese dos trabalhos, idealizados: UNIESP SOCIAL Consiste na contemplação de Bolsa de até 50% aos alunos financeiramente menos favorecidos e em contra partida ao benefício recebido, o bolsista tem como compromisso o desenvolvimento de atividades de contrapartida social em instituições sociais como: asilos, creches, hospitais e ONGs oferecendo sua contribuição pessoal e profissional para a transformação de centros comunitários, voltados para o exercício da cidadania. Plano UNIESP de Inclusão Educacional e Social – UNIESP100 Consiste em proporcionar ao aluno a oportunidade de frequentar um curso superior com um valor mensal acessível: por meio do pagamento do valor parcial das respectivas mensalidades durante o período de duração do curso, mediante a concessão de bônus. Após a conclusão do curso, o aluno terá a possibilidade de obtenção de desconto e parcelamento para a quitação do saldo contratual devedor. 1.6.6.2 - Programas Federais de Financiamento de Estudos PROUNI – Programa Universidade para Todos O Programa Universidade para Todos, denominado de PROUNI é destinado à concessão de bolsas de estudo integrais e bolsas de estudo parciais de cinquenta por cento (meia-bolsa) para cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de ensino superior, com ou sem fins lucrativos e oferece ainda a implementação de políticas afirmativas de acesso ao ensino superior aos autodeclarados indígenas ou negros e aos portadores de deficiência. FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal O FIES – Programa de Financiamento Estudantil do governo brasileiro, operado pelo Ministério da Educação em conjunto com a Caixa Econômica Federal, financia até 100% das despesas estudantis. O FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal é um programa do Ministério da Educação destinado a financiar a graduação no Ensino Superior de estudantes que não têm condições de arcar com os custos de sua formação e estejam regularmente matriculados em instituições particulares, conveniadas com o Programa e com notas positivas nas avaliações do MEC. 1.6.7 - Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso A avaliação periódica do curso decorrente dos processos internos e externos, bem como em função da dinamicidade do mesmo, será ponto vital para a reciclagem e realimentação, sendo que a difusão dos resultados, por meios de comunicação massivos e interativos, deverá garantir o permanente contato com a comunidade acadêmica assegurando a retroalimentação do processo de avaliação da Faculdade. Para isso serão feitas reuniões individuais e ou coletivas com docentes, discentes e funcionários da instituição, além de reuniões internas, por setor, para buscar alternativas para resolver os problemas no âmbito do curso. Nessa perspectiva, o processo de auto avaliação institucional da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG, volta-se para o atendimento de uma tríplice exigência, no objetivo de tornar-se: um processo contínuo de aperfeiçoamento do desempenho acadêmico; uma ferramenta para o planejamento da gestão universitária; um processo sistemático de prestação de contas à comunidade interna e externa. Isso significa acompanhar metodicamente as ações desenvolvidas na Instituição a fim de verificar se as funções e prioridades determinadas coletivamente estão sendo realizadas e atendidas. É esse contraponto entre o pretendido e o realizado que dá o sentido à auto avaliação Institucional nas organizações universitárias. Assim, os princípios norteadores da auto avaliação institucional na Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG, identificam-se: pela aceitação e conscientização da necessidade de avaliação por parte de todos os segmentos envolvidos; pelo reconhecimento da legitimidade e pertinência dos princípios norteadores e dos critérios a serem adotados; pelo envolvimento direto de todos os segmentos da comunidade acadêmica na sua execução e na implementação de medidas para a melhoria do desempenho institucional. Nesse sentido, a Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG: a avaliação deve ser um processo institucional envolvendo aspectos indissociáveis das atividades-fim e atividades meio, necessários à sua realização. Para tanto, deve buscar uma análise simultânea do seu conjunto de dimensões relevantes ou, a partir de prioridades definidas no âmbito da Instituição e dos recursos disponíveis, hierarquizar, cronologicamente, o tratamento de cada uma delas; a proposta de avaliação deve integrar, num processo global, esforços e experiências de avaliação já existentes na Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG englobando aspectos quantitativos e qualitativos, bem como as demais experiências de instituições congêneres. o processo avaliativo deve aliar a estratégia de avaliação interna à avaliação externa, combinando subsídios e juízos de valor dos indivíduos comprometidos com a Instituição, (porque nela desenvolvem algum tipo de atividade), com o julgamento de pessoas que a ela não estão ligadas por vínculos profissionais; a avaliação deve prever a efetiva e intensa participação de seus membros, tanto na definição dos procedimentos e de formas de implementação, como na utilização dos resultados, traduzidos em objetivos e metas, voltadas ao aperfeiçoamento da Instituição; o processo de avaliação deve apresentar legitimidade técnica sendo, que, para tanto, dependerá de método científico para coleta e tratamento dos dados, a partir de critérios prédefinidos; o processo de avaliação deve ser contínuo e sistemático, visando a realimentação e aperfeiçoamento permanente do próprio processo avaliativo da Instituição. Significa, portanto, o acompanhamento metódico das ações desenvolvidas pela Instituição com o fim de verificar se os objetivos, finalidades e prioridades, definidas coletivamente, estão sendo realizadas e atendidas. Enquanto processo global: possibilita identificação de fatos que afetam, positiva ou negativamente, seu desempenho e adequação, relevância e qualidade de todas as atividades desenvolvidas e serviços prestados pelo curso. oferece subsídios para que a Instituição e as pessoas envolvidas em todos os seus segmentos possam atuar de forma planejada, corrigindo distorções identificadas e aperfeiçoando elementos dos serviços prestados. Os resultados do processo das Avaliações de Curso, do ENADE e CPA deverão possibilitar: o repensar a Instituição como uma entidade sintonizada com o momento atual e capaz de responder às mudanças da sociedade em que se insere, em termos sociais, políticos, econômicos e tecnológicos, dentre outros; a recomendação de estratégias, objetivos, metas e ações futuras com vistas à melhoria da qualidade de ensino, iniciação científica, extensão, gestão, missão, comunicação e políticas institucionais, infraestrutura física e responsabilidade social; implementação de ações corretivas que possibilitem o aperfeiçoamento do desempenho institucional ; firmar valores que conduzam a excelência do ensino e da gestão universitária, tendo como base os interesses dos docentes, discentes, técnico-administrativos e sociedade em geral, nas áreas de atuação da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG; indicar diretrizes para a tomada de decisão da gestão universitária, servindo como subsídios para o Plano de Desenvolvimento Institucional, o Projeto Pedagógico Institucional e os Projetos Pedagógicos dos Cursos. 1.7 - Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem Para estimular nos alunos o desenvolvimento das competências advindas das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no processo de ensino aprendizagem o curso a utilização de ferramentas dessa natureza. A estrutura de Tecnologia da Informação da IES é composta por um Laboratório de Informática, com acesso à internet, totalizando 20 computadores funcionais. A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG também conta com os seguintes recursos de informação e comunicação e de acesso ao corpo docente e discente: Sistema RM, de gestão acadêmica, financeiro e de biblioteca. O aluno tem acesso ao Portal do aluno, via web. Nele é possível acompanhar a situação acadêmica, bem como dos boletos para pagamentos de mensalidades. Neste portal o aluno também tem acesso aos relatórios acadêmicos, tais como histórico parcial, comprovante de atividades complementares e atestado de matrícula. Neste mesmo sistema há a interface do docente, que tem acesso via portal do professor, que realiza o controle de frequência, registra matérias lecionadas e notas. Laboratórios de Informática e específicos; Plataforma Moodle para qualificação do corpo docente e técnico administrativo; Rede Wireless interna para conexão à internet, com link dedicado; Softwares de planilhas eletrônicas, editores de texto, de apresentação; Software específicos para os cursos; Os coordenadores têm acesso aos diretórios no servidor da IES, armazenando com segurança suas informações; E-mails coorporativos aos coordenadores, possibilitando acesso aos demais professores e alunos; Mural de avisos no próprio site e no portal do aluno; TV UNIESP; Biblioteca Virtual; Periódicos Eletrônicos; Site Institucional. 1.8 - Procedimentos de Avaliação dos Processos de Ensino-Aprendizagem A avaliação do desempenho acadêmico é feita por cada um dos componentes curriculares e/ou outras atividades programadas e regulamentadas pela Instituição de Ensino. O aproveitamento é avaliado por meio do acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas e/ou atividades acadêmicas e no exame final, quando for o caso. Compete ao professor da disciplina e/ou coordenador da atividade elaborar os exercícios escolares, sob forma de prova de avaliação e outros trabalhos, bem como avaliar os resultados. Os exercícios escolares ou provas, para efeito de avaliação definitiva, serão em número de, pelo menos, dois durante o semestre letivo. O exame final será realizado ao fim de cada unidade de tempo (semestre letivo), visando à avaliação do domínio do conjunto de estudos da disciplina e/ou atividade acadêmica, e consta de prova escrita, ou prática, ou oral. Os exercícios escolares podem equivaler, a critério do professor, à “prova de avaliação” na disciplina. A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico de zero (0) a dez (10), fracionada de cinco (5) em cinco (5) décimos. Atribui-se nota zero (0) ao aluno que deixar de se submeter à verificação prevista na data fixada (nos casos em que não haja justificativa considerada adequada pelo colegiado do Curso), bem como ao que nela se utilizar de meio fraudulento. Vedada para exame final, é permitida segunda chamada para qualquer prova de avaliação, desde que haja motivo justo que comprove a falta à primeira chamada, cabendo ao Coordenador do Colegiado de Curso o deferimento ou não do pedido, que deverá ser feito por escrito, dentro de 48 (quarenta e oito) horas úteis após a realização da primeira chamada, com o devido recolhimento de taxa específica, homologado pela direção da Faculdade. A verificação da aprendizagem, assim como a aprovação e a reprovação estão descritos no Regimento Interno da Faculdade. O curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG reconhece a capacidade em seus alunos para construir o próprio conhecimento por meio da modalidade de processo de Acompanhamento Contínuo. Trata-se de um processo dinâmico que identifica limitações e propõe estratégias adequadas para superar defasagens e erros, valorizar os acertos, sempre com o entendimento de um processo em aperfeiçoamento. O processo da verificação do rendimento acadêmico tem como pressuposto básico a certeza de que “não haverá ensino se não houver aprendizagem”, as consequências são: “aulas meramente expositivas não permitem ao professor fazer a avaliação contínua preconizada, pelas normas institucionais”. Assim, é necessário ao professor desenvolver atividades que lhe permitam aproximar-se do aluno e, como educador, fazer de sua ação pedagógica um desafio pessoal e profissional, que consiste em construir com seus alunos conhecimentos científicos, rigorosos e contextualizados para influenciar atitudes e desenvolver as habilidades. Envolve o acompanhamento contínuo de conteúdo programático, efetivado ao longo do período letivo, considerando a necessidade do discente de adquirir conhecimentos, hábitos, habilidades e atitudes que o levem à competência profissional e sua integração com a sociedade e o mercado de trabalho. No que se refere à avaliação do desempenho do discente no acompanhamento contínuo de conteúdo programático está condicionada à frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total das aulas previstas no calendário escolar, atribuir-se-ão notas semestrais para cada disciplina, numa escala numérica de zero a 10 (dez), através da aplicação de pelo menos dois instrumentos diferenciados de avaliação. Ao término do semestre letivo, a nota final de cada disciplina será o registro do aproveitamento global do discente. O discente deverá ter nota igual ou superior a 7,0 (sete vírgula zero) em todas as disciplinas. O exame final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral inferior a 7,0 (sete) e não inferior a 3,0 (três). Dentre os mecanismos usualmente empregados para a avaliação podemos destacar: Acompanhamento das atividades e participação em sala de aula; Realização de trabalhos de pesquisa em grupo e individualmente; Provas; Avaliações interdisciplinares; Seminários; Participação nas discussões promovidas em sala de aula; Realização e apresentação de trabalhos; Realização do Estágio Supervisionado e a apresentação do respectivo relatório. O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nos exercícios escolares. Compete ao professor da disciplina elaborar os exercícios escolares sob a forma de prova e demais trabalhos, bem como julgar os resultados. Os exercícios escolares de verificação são: trabalhos de avaliação, trabalhos de pesquisa e outras formas previstas no plano de ensino da disciplina. A apuração do rendimento escolar é feita por disciplina, conforme as atividades curriculares, estipuladas nos Planos de Ensino, aprovados pelo Colegiado de Curso. O aproveitamento é avaliado por meio de verificações e da frequência, expressando-se o resultado de cada avaliação em notas de zero a dez, como exprime o Regimento Geral da Faculdade. Reproduzimos abaixo, na íntegra, os preceitos regimentais sobre avaliação. Artigo 71 - A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento escolar, nos termos do Regimento da Faculdade. Artigo 72 - A frequência às aulas e demais atividades escolares é obrigatória e permitida apenas aos alunos matriculados. §1 Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina o aluno que não obtiver frequência de, no mínimo, 75 % das aulas e demais atividades realizadas, exceto no ensino a distância. §2 A verificação e o registro de frequência são de responsabilidade do professor e seu controle, para efeito do parágrafo anterior, da Secretária Acadêmica. §3 O aluno poderá requerer junto à Secretária Acadêmica, nos prazos fixados no Calendário Escolar, a realização de prova repositiva, a fim de concluir uma das avaliações componentes da média semestral que não tenha sido avaliado. §4 O aluno convocado para integrar o Conselho de Sentença em Tribunal do Júri, Prestar Serviço Militar obrigatório ou Serviço da Justiça Eleitoral, assim como portadores de doenças infectocontagiosas e gestantes têm direito a atendimento especial (Exercícios Domiciliares) na forma da legislação em vigor. Artigo 73 - A aferição do rendimento escolar de cada disciplina é feita através de notas inteiras de zero a dez, permitindo-se a fração de 5 décimos. §1 As notas com centésimos entre 0,01 a 0,24 e 0,51 a 0,74 sofrerão arredondamento para baixo I - 0,01 a 0,24 Ex.: 5,21 – a nota será 5,0 II - 0,51 a 0,74 Ex.: 5,68 – a nota será 5,5 §2 As notas com centésimos entre 0,25 a 0,49 e 0,75 a 0,99 serão arredondadas para cima. I - 0,25 a 0,49 Ex.: 5,37 – a nota será 5,5. II - 0,75 a 0,99 Ex.: 5,82 – a nota será 6,0. Artigo 74 - O aproveitamento escolar é avaliado pelo acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas, trabalhos, exercícios escolares e outros e, caso necessário, no exame final. §1 Dentre os trabalhos escolares de aplicação, há pelo menos uma avaliação escrita em cada disciplina no semestre. §2 O professor pode submeter os alunos a diversas formas de avaliações, tais como: projetos, seminários, pesquisas bibliográficas e de campo, relatórios, cujos resultados podem culminar com atribuição de uma nota representativa de cada avaliação bimestral. §3 Em qualquer disciplina, os alunos que obtiverem média semestral de aprovação igual ou superior a sete (7,0) e frequência igual ou superior a setenta e cinco por cento (75%) são considerados aprovados. §4 É considerado promovido ao semestre ou módulo subsequente, o aluno que for aprovado em todos componentes curriculares ou que ficar reprovado, no máximo, em três componentes que compõem a matriz curricular, independente dos semestres ou módulos nos quais os mesmos estão inseridos. Artigo 75 - O exame final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral inferior a sete (7,0), e não inferior a três (3,0). §1 O resultado final não poderá ser inferior a cinco (5,0), correspondendo ao cálculo aritmético entre a média semestral e a nota do exame final. §2 O alunos que obtiver média semestral menor que 3,0 (três) ou média final menor que 5,0 (cinco) será reprovado. 2 - CORPO DOCENTE 2.1 - Núcleo Docente Estruturante 2.1.1 - Atuação do Núcleo Docente Estruturante A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG constituiu o Núcleo Docente Estruturante (NDE) com base na Resolução nº 1, de 17/06/2010, da Comissão Nacional de Avaliação (CONAES), que normatiza do referido núcleo, cujo grupo de docentes tem suas atribuições acadêmicas de acompanhamento atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do Projeto Pedagógico do Curso, com as seguintes atribuições: contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes do currículo; indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação. 2.1.2 - Composição do Núcleo Docente Estruturante do Curso Docente João Ubiratan de Lima e Silva Cleginaldo Pereira de Carvalho Alberto Manoel Scherrer Antônio Carlos Pereira da Cruz Valdir Guerra Titulação Doutor Doutor Mestre Especialista Especialista Regime de Trabalho Integral Parcial Integral Parcial Parcial Área de Formação Administração Engenharia Mecânica Ciências Contábeis Administração Economia 2.2 - Coordenação do Curso 2.2.1 - Atuação do Coordenador do Curso Conforme Regimento da Faculdade, em seu Art. 31, compete ao Coordenador de Curso: I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso; II - representar a Coordenadoria de Curso perante as autoridades e órgãos da Faculdade; III - elaborar o horário escolar do curso e fornecer à Diretoria os subsídios para a organização do calendário acadêmico; IV - orientar, coordenar e supervisionar as atividades do curso; V - fiscalizar a observância do regime escolar e o cumprimento dos programas e planos de ensino, bem como a execução dos demais projetos da Coordenadoria; VI - acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito de seu curso; VII - homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de curso; VIII - exercer o poder disciplinar no âmbito do curso; IX - executar e fazer cumprir as decisões do Colegiado de Curso e as normas dos demais órgãos da Faculdade; X - exercer as demais atribuições previstas neste Regimento e aquelas que lhe forem atribuídas pelo Diretor Geral e demais órgãos da Faculdade. Dentre suas atividades dá suporte às necessidades do corpo discente, convocando e coordenando ações específicas para estes fins, bem como efetua reuniões de colegiado, e com o corpo discente para a identificação de possíveis problemas e do bom andamento do curso. Também leciona disciplinas no próprio curso. Essa vivência como docente lhe traz subsídios para uma gestão mais profissionalizada, pautada na prática diária com alunos e com docentes. 2.2.2 - Experiência Profissional, no Magistério e em Gestão Acadêmica do Coordenador Coordenador: João Ubiratan de Lima e Silva Graduação: Engenharia Civil Ano de Conclusão: 1979 Graduação: Economia Ano de Conclusão: 1984 Graduação: Administração – (Bacharelado) Ano de Conclusão: 1985 Especialista: Especialização em Engenharia Econômica Ano de Conclusão: 1986 Doutorado: Geociências e Meio Ambiente Ano de Conclusão: 1999 Experiência Profissional e Acadêmica: Possui experiência de 29 anos no Magistério Superior e 10 anos de experiência profissional. 2.3 - Corpo Docente do Curso O corpo docente da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, especificamente os do curso de Administração, atende as exigências da legislação educacional nos aspectos legais requeridos. 2.3.1 - Perfil Esperado do Docente Os professores do curso devem estar permanentemente preocupados com a aprendizagem como processo qualitativo e interdisciplinar, dando prioridade à auto imagem dos alunos como geradora de melhor desempenho. Devem estar voltados para o desenvolvimento tanto no próprio corpo docente, quanto no discente, das características humanas requeridas pela atual sociedade em termos de espírito empreendedor, visão estratégica e generalista, compreensão holística da realidade e adaptabilidade aos cenários de mudança. O corpo docente do curso deve estar imbuído da necessidade de aperfeiçoamento constante e contínuo de sua qualificação, competência técnica, cultural e pedagógica, atitudes responsáveis e éticas, demonstrando comprometimento com o futuro do país e da instituição, capacidade para trabalho coletivo, interdisciplinar e organizado, além de possibilitar aumento gradativo de sua carga horária de trabalho na instituição. A sua comprovada experiência na área do curso e suas habilitações são fundamentais ao bom êxito das atividades. Para desempenhar com qualidade suas funções, os docentes devem: construir conhecimentos, competências, habilidades e atitudes previstos para atuação na educação superior; estar consciente de que sua formação deve contemplar os diferentes âmbitos do conhecimento profissional de sua área de atuação; entender que a seleção dos conteúdos do curso deve orientar-se pelas diretrizes e orientações previstas neste Projeto Pedagógico e ir além do ensino no stricto sensu, buscando identificar as necessidades dos alunos para que se garanta os conteúdos necessários às diferentes etapas da aprendizagem do Curso de Administração; saber tratar os conteúdos ministrados no curso, de modo articulado com outros conteúdos e estratégias pedagógicas; entender que a avaliação é processo que deve orientar o trabalho do professor, a autonomia dos alunos em relação ao seu processo de aprendizagem e a qualificação de profissionais preparados para iniciar a carreira docente. 2.3.2 - Atividades Docentes A ocupação da carga horária docente deverá ser distribuída nas seguintes atividades, inerentes ao cargo de Professor: Em atividades de ensino; Em atividades de pesquisa e de extensão; Em atividades de capacitação; Em atividades de administração e de representação. A prioridade máxima de distribuição da carga horária deve ser dada ao ensino, considerando que o processo ensino-aprendizagem constitui a atividade fim da instituição. As aulas devem ser distribuídas de acordo com as necessidades de cada curso, priorizando o atendimento para o processo ensinoaprendizagem, preponderando os aspectos educativo e coletivo sobre os aspectos administrativo e individual. A destinação de carga horária para atendimento extraclasse aos alunos será efetuada de acordo com critérios estabelecidos para cada Curso, devidamente aprovados nos colegiados competentes, com aprovação da mantenedora. 2.3.3 - Corpo Docente do Curso Docente, Titulação, Experiência, Regime de Trabalho e Distribuição de Carga Horária do Corpo Docente do Curso. NOME N° HORAS AULAS OUTRAS ATIVIDADES TITULA ÇÃO Alberto Manoel Scherrer André Luís Ortiz Pirtourscheg Antônio Carlos Pereira da Cruz Cleginaldo Pereira de Carvalho Deise Cristina Silva de Oliveira Fernanda Mara Zaccaro de Aquino Jerry Carneiro Viana João Ubiratan de Lima e Silva Luiz Cláudio Gonçalves Júnior Mitso Matsumoto 0 2 8 6 4 0 2 8 4 0 40 0 4 6 0 4 0 32 8 0 Mestre Especialista Especialista Doutor Especialista Especialista Especialista Doutor Mestre Especialista TEMPO DE EXPERIENCIA NO MAG. REGIME DE SUP. E PROF. TRABALHO MAG. PROFISSUPERIOR SIONAL Integral 13 >15 Horista 9 >15 Parcial 20 >15 Parcial 6 >15 Horista 3 0–5 Horista 2 6 -10 Horista 33 >30 Integral 30 >30 Parcial 9 >15 Horista 22 >15 Moriça Torres Valdir Guerra Wagner da Costa Godoi 0 2 0 0 10 0 Mestre Especialista Especialista 15 15 2 Horista Parcial Horista 0–5 >15 11- 15 Síntese da Titulação dos Docentes do Curso de Administração Titulação Quantidade 2 3 8 13 Doutores Mestres Especialistas Total Percentual % 15,38 23,07 61,55 100% Síntese da Jornada dos Docentes do Curso de Administração Regime de Trabalho Integral Parcial Horista Total Docentes x Disciplinas QT 1 Professor Quantidade 2 4 7 13 Percentual % 15,40 30,76 53,84 100% Disciplinas Alberto Manoel Scherrer Contabilidade e Gestão Estratégica de Custos; Contabilidade I e II. 2 André Luís Ortiz Pirtouscheg Projeto interdisciplinar: Plano de Negócios; Projeto Interdisciplinar: Práticas Empresariais; Empreendedorismo, Criatividade e Inovação; Projeto interdisciplinar: Empreendedorismo; Administração de Empresas e Serviços. Gestão de Pequenas e Médias Empresas. 3 Antonio Carlos Pereira da Cruz 4 Cleginaldo Pereira de Carvalho 5 Deise Cristina Silva de Oliveira Desenvolvimento Organizacional; Pesquisa em Administração; Tópicos Especiais em Administração I e II. 6 Fernanda Mara Zaccaro de Aquino Gestão Estratégica de Pessoas; Psicologia Organizacional 7 Jerry Carneiro Viana Administração Mercadológica; Gestão Estratégica de Marketing; Teoria da Administração I e II. 8 João Ubiratan de Lima e Silva 9 Luiz Cláudio Gonçalves Junior 10 Mitso Matsumoto Administração Financeira e Orçamentária I e II; Administração Mercadológica; Gestão Estratégica de Marketing; Optativa I; Tópicos Especiais em Administração I e II Gestão da Qualidade e Produtividade; Administração de Materiais; Administração da Produção e Operações; Organização, Sistema e Métodos; Gestão da Produção e Logística. Análise Estratégica de Finanças e Investimento; Estatística e Probabilidade; Gestão em Análise de Projetos; Matemática; Matemática Financeira; Optativa II; Planejamento Estratégico Organizacional; Trabalho de Conclusão de Curso/Estudo da Realidade Contemporânea. Ética e Responsabilidade Social; Fundamentos do Comércio Exterior; Legislação Trabalhista e Previdenciária; Direito Empresarial Administração de Negócios Internacionais; Administração de Negócios Internacionais. Legislação Tributária e Fiscal; Contabilidade I e II. 11 Moriça Santos de Souza Torres Filosofia; Linguagem e Interpretação de Texto; Sociologia 12 Valdir Guerra Administração de Negócios Internacionais; Atividades Complementares; Economia; Estágio Supervisionado I e II; Mercado de Capitais; Pesquisa em Administração; Contabilidade e Gestão Estratégica de Custos 13 Wagner da Costa Godoi Sistema de Informação Gerencial; Tecnologia da Informação; Contabilidade e Gestão Estratégica de Custos; Contabilidade I e II; Legislação Tributária e Fiscal 2.4 - Plano de Cargos, Salários e Carreira dos Docentes A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG e sua Mantenedora adotam uma política de recursos humanos que valoriza os seus quadros profissionais – docentes e não docentes, visto que consideram que os educadores necessitam de ambiente democrático para o desenvolvimento de sua complexa tarefa na produção e transmissão do saber e na formação integral do educando. Assim, a instituição tem, como princípios fundamentais, em sua política de recursos humanos: o desenvolvimento de relações harmônicas entre os integrantes de sua comunidade acadêmica; o estímulo à criatividade e à participação de docentes e não docentes em todas as atividades da instituição, formais e informais; o incentivo e o apoio à produção científica dos professores e às iniciativas individuais ou de setores administrativos ou acadêmicos para a capacitação docente e/ou técnico-profissional; o aprimoramento das condições de trabalho, com a preocupação constante da atualização dos padrões salariais de sua comunidade trabalhadora; a busca permanente de elevados padrões éticos no desempenho profissional de docentes e não- docentes. Encontra-se na Instituição, à disposição, os "Planos de Carreira do Corpo Docente e do TécnicoAdministrativo". 2.5 - Programa Institucional de Educação Continuada A Instituição mantém um Programa Institucional de Educação Continuada, de caráter permanente, com recursos próprios, com o objetivo de proporcionar possibilidades de reciclagem, aperfeiçoamento e capacitação profissional dos docentes e técnicos administrativos, visando aprimoramento dos seus recursos humanos, para a consequente melhoria das suas atividades. As regras e as normas de funcionamento encontram-se editadas em Portaria específica para este fim, à disposição, na Instituição. 2.6 - Funcionamento do Colegiado de Curso O Colegiado de Curso está previsto no Regimento Interno da Faculdade, no capítulo V, artigos 27 a 30. No Colegiado de Curso são discutidos os objetivos e metas acadêmicas, projetos e atividades de ensino que deverão ser desenvolvidas ao longo do período letivo. No Colegiado, o Coordenador do curso juntamente com os professores do curso e os professores que compõem o NDE, exercem as seguintes funções: Supervisionam a implantação das ementas e planos de curso das disciplinas, bem como as convenientes reformulações, quando necessárias, que são nesse caso, encaminhadas ao NDE, para recomendação ao CONSUP, e quando deliberadas, são colocadas em prática por meio do exercício deste Colegiado. Definem as competências e aptidões consideradas como pré-requisitos ao aproveitamento do curso, e provêm situações para o seu desenvolvimento. Promovem estudos sobre egressos do curso no mercado de trabalho local e regional, com vistas à permanente atualização curricular e dos conteúdos programáticos; Decidem sobre pedidos de reconsideração de resultados da avaliação de trabalho acadêmico e de promoção de alunos; Reanalisam e decidem sobre casos de adaptações, aproveitamento de estudos, dispensa de disciplinas, transferência de qualquer natureza, trancamento e cancelamento de matrícula, mediante requerimento do interessado, instruído das informações dos setores competentes; Designam banca examinadora especial para verificação, por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, de alunos com extraordinário aproveitamento no estudo, com objetivo de abreviação de duração de seus cursos; Avaliam e documentam, dentro das normas traçadas pelos órgãos superiores, o desempenho do curso. O Colegiado se reúne em sessão ordinária, no mínimo duas vezes a cada semestre letivo, e, em sessão extraordinária, sempre que for convocado pelo Coordenador do Curso. 3 - INFRAESTRUTURA 3.1 - Infraestrutura para Funcionamento do Curso A Mantenedora, Organização Guará de Ensino demanda esforços no sentido de garantir às suas unidades prestadoras de serviços educacionais de nível superior toda a infraestrutura necessária, além de manter suas instalações e equipamentos em perfeitas condições de funcionamento, higiene e sempre atualizados. 3.1.1 - Infraestrutura Acadêmico-administrativa Para o desenvolvimento das atividades acadêmico-administrativas propostas para a realização do Curso de Administração, a Faculdade conta com uma infraestrutura própria que atende às condições de iluminação, ventilação, salubridade, segurança, higiene, acústica e layout adequados, que seguem todas as normas da moderna engenharia e arquitetura, visando o conforto e bem-estar dos corpos docente, discente e administrativo, com a seguinte infraestrutura: INSTALAÇÕES m² Banheiros 47 Biblioteca 290 Recepção 23 Laboratório de Informática 115 Salas de aula 2135 Salas de Coordenação 72 Auditório 318 Salas de Docentes 26 Hall de Entrada 43 Diretoria 18 Secretaria 58 Atendimento Psicopedagógico 22 Sala de Reuniões 20 Cozinha/Copa 25 Empresa Junior 44 Gerência de Prática 52 Coordenação do Projeto Social 23 Núcleo de Apoio Discente 23 Recursos Humanos 23 Cantina 56 Reprografia 28 Área de Convivência 690 Tabela nº 4 – Infraestrutura Física. A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG dispõe de infraestrutura adequada para atender indivíduos portadores de necessidades especiais, tais como: vias especiais de acesso (rampa) e sanitários equipados para esse fim. Os recursos infra estruturais, tecnológicos e acadêmicos quanto às salas de aula, biblioteca, laboratórios, equipamentos, informatização e outros, tanto gerais quanto por áreas, são descritos a seguir. 3.1.2 - Gabinetes de trabalho para membros do NDE e docentes em Tempo Integral - TI A Faculdade disponibiliza gabinetes aos membros do NDE, assim como, aos docentes em regime de Tempo Integral, com área total de 24 m² equipada com mesas, cadeiras, computador conectado à rede de Internet. Atendendo aos requisitos de disponibilidade de equipamentos em função do número de docentes, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. 3.1.3 - Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos A Faculdade disponibiliza gabinetes no andar térreo, destinadas as atividades de coordenação e serviços acadêmicos, com mesa, cadeiras, armário e computador ligado à rede de Internet e que atende aos requisitos de dimensão, limpeza, conservação, equipamentos, gabinete individual para coordenador, número de funcionários, atendimento aos alunos e aos docentes. 3.1.4 - Sala de Professores A Faculdade possui espaço adequado destinado a Sala de Professores, medindo aproximadamente 26m2, com mesa para reuniões e cadeiras diversas, quadros de avisos, armários para guarda de material, escaninho de documentos, computador ligado à internet para pesquisa e digitação de notas, facilitando flexibilização e comodidade dos mesmos no ambiente de trabalho. Atendem aos requisitos de disponibilidade de equipamentos em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. 3.1.5 - Salas de Aula As salas de aula somam 30 espaços, sendo que, variam de 40m2 a 96m2, com capacidade para 50 alunos. As instalações são apropriadas à utilização dos recursos audiovisuais necessários à prática pedagógica. O mobiliário e os equipamentos estão devidamente adaptados à quantidade de alunos e às funções de ensino de modo a favorecer a necessária comodidade. Atendem aos requisitos de iluminação, limpeza, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. As condições deste espaço físico, quanto aos itens de salubridade, espaço das salas em relação professor/aluno, circulação, iluminação natural e artificial, ventilação e acústica, estão presentes no quadro, a seguir: ESPAÇO FÍSICO DAS SALAS DE AULA Salubridade Apresentam condições propícias à saúde pública, em termos de arejamento, oxigenação, higiene, e limpeza. Os ambientes são mantidos com serviços diários de limpeza, por equipe responsável por esta atividade. Espaço Dimensionadas na relação de 1,00 m 2 por aluno, incluindo nesta metragem, a área de circulação e o espaço do professor Iluminação Natural Ventilação Quanto à iluminação natural, todas as caxilharias foram dimensionadas seguindo e as normas do Código Sanitário Estadual, garantindo assim a iluminação natural e ventilação Iluminação Artificial A iluminação artificial foi calculada atendendo as normas técnicas da ABNT, quanto à quantidade de lâmpadas (lux), em função do uso específico (sala de aula, biblioteca, laboratórios etc). Acústica As salas de aulas foram implantadas em um posicionamento adequado em relação ao distanciamento, garantindo um nível aceitável de ruído externo, não comprometendo o desempenho professor-aluno. 3.2 - Biblioteca 3.2.1 - Organização do Acervo A responsabilidade pela organização, aquisição e manutenção da biblioteca é do Diretor Geral, que dispõe de 1 (uma) bibliotecária para dirigir e coordenar as atividades técnicas e administrativas, assim como, o controle e a administração de todo o acervo. 3.2.2 - Espaço Físico Atualmente, a área física da Biblioteca perfaz um total de 300 m2, sendo: - 60 m2 destinados às prateleiras com livros, periódicos e fitas de vídeo; - 170 m2 destinados aos estudos (sala para trabalhos coletivos, e baias individuais); - 70 m2 destinados aos estudos (sala para estudo em grupo) 3.2.3 - Acervo por Área do Conhecimento Atualmente, o acervo total da Biblioteca para os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Pedagogia está estimado em 20.000 livros. A política de atualização do acervo é a de aquisição contínua de obras que estiverem sendo publicadas, bem como as que forem indicadas para aquisição por professores, alunos e colaboradores e a de doação de outras instituições. Assim, o acervo da Biblioteca apresenta a seguinte classificação de acordo com as áreas de conhecimento: LIVROS ÁREA Títulos Ciências Exatas e da Terra 2410 Ciências Humanas 9101 Linguística, Letras e Artes 756 TOTAL 12267 Tabela 1 - Acervo da Biblioteca - Por área de conhecimento PERIÓDICOS Exemplares 3559 12709 918 17186 Nacionais/ Internacionais 64 64 3.2.4 - Formas de Atualização e Expansão do Acervo - Política de Aquisição. A política de aquisição da Biblioteca é voltada para as necessidades do corpo discente e docente da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG. O acervo da Faculdade é formado com base no conteúdo programático dos cursos oferecidos pela instituição (bibliografia básica e bibliografia complementar). No início de cada semestre, os professores solicitam à biblioteca, através de impresso próprio, as bibliografias necessárias para complementarem o ensino. De posse deste material o bibliotecário, após verificação no acervo e com aprovação do Coordenador do Curso, encaminha à Direção a solicitação de compra. Para o gerenciamento das informações do acervo, a Biblioteca dispõe dos seguintes recursos: a) cinco computadores com Internet; b) um software específico de controle e administração de acervo – RMBiblios, desenvolvido para essa finalidade. O plano de expansão consiste na adoção de uma política de constante renovação, ampliação e atualização do acervo, mediante a aquisição de obras e doação de exemplares de outras instituições. 3.2.5 - Horário de Funcionamento O horário de funcionamento da Biblioteca da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG é de segunda a sexta-feira, das 10h às 21h. 3.2.6 - Serviços Oferecidos O acesso ao material da Biblioteca está disponível às comunidades acadêmica e local. Para os empréstimos, o solicitante deverá estar cadastrado no sistema e ser aluno da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, visto que, a reserva de obras somente ocorre mediante a solicitação pessoal do interessado. A organização do acervo é feita através da classificação universal por assunto, sendo admitida, posteriormente, a classificação por ordem alfabética de autores e títulos. Para a realização das atividades acadêmicas foram destinados à Biblioteca 7 (sete) computadores, sendo 2 (dois) para uso exclusivo da bibliotecária e 5 (cinco) para uso dos alunos, consulta local do acervo e pesquisa, estando interligados à rede de Internet. Além disso, a Biblioteca da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG oferece os seguintes serviços: Catálogo disponível para consulta local; Sistema informatizado; Acesso disponível pela Intranet/Internet aos serviços; 3.2.7 - Política Institucional para atualização e expansão do acervo Para atender usuários potenciais da Biblioteca, os mecanismos de seleção e aquisição do acervo bibliográfico e audiovisual, tomam por base, tanto a bibliografia arrolada nos programas de ensino dos projetos pedagógicos, de cada um dos cursos da instituição, como as bibliografias recomendadas. Além destes procedimentos, são ainda considerados para seleção e aquisição destes materiais, as bibliografias básicas encaminhadas pelos Coordenadores dos Cursos à Biblioteca, sendo estas listas fruto de reuniões periódicas do NDE, e professores. Além destes critérios gerais é levado em conta o perfil da Instituição e de seus usuários, em termos de demanda da informação. 3.3 - Bibliografia Básica A Bibliografia Básica prevista no Projeto Pedagógico do Curso de Administração, contempla 3 títulos, por unidade curricular, disponibilizados na proporção de, pelo menos, um exemplar para a faixa entre 10 a 15 vagas anuais. Estão tombados e informatizados e à disposição, para consulta, pesquisa e empréstimo, na Biblioteca da instituição. O acervo é aberto, com acesso a todo material bibliográfico através de terminais de consulta, listagens e fichários. É permitido o empréstimo domiciliar para alunos e funcionários da instituição. No caso de usuários externos será permitida a consulta local. O acesso aos materiais audiovisuais é feito com a utilização de equipamentos dentro da biblioteca. A biblioteca tem seu acervo ampliado e atualizado principalmente de acordo com as solicitações dos professores. Dá-se prioridade ao aumento do número de exemplares para os livros textos de todos os cursos, tudo isso em conformidade com a verba orçamentária que é específica. O acesso à internet é feito pelos computadores de uso livre para os alunos e funcionários. O Regulamento da Biblioteca está disponível na IES para consulta. 3.4 - Bibliografia Complementar A Bibliografia Complementar prevista no Projeto Pedagógico do Curso de Administração contempla 3 títulos, por unidade curricular, com dois exemplares de cada título. Estão à disposição, para consulta, pesquisa e empréstimo, na Biblioteca da instituição. 3.5 - Periódicos especializados: A IES disponibiliza periódicos virtuais (Nacionais e Internacionais) no site da IES (www.uniesp.edu.br/oge) para consulta e pesquisa. Os periódicos para o curso de Administração, são: ADMINISTRAÇÃO - NACIONAIS ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS ADM. MADE – REVISTA DO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL FECAP – FUNDAÇÃO ESCOLA DE COMÉRCIO ÁLVARES PENTEADO ORGANIZAÇÕES & SOCIEDADE RAC - ELETRÔNICA RAE – REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS RAI – REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO E INOVAÇÃO RAU – REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO UNIME RBA – REVISTA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO REVISTA ANÁLISE REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS REVISTA ELETRÔNICA DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS REGE – REVISTA DE GESTÃO REVISTA PENSAMENTO CONTEMPORÂNEO EM ADMINISTRAÇÃO REVISTA ALCANCE REVISTA GESTÃO E SOCIEDADE - UFMG PRODUÇÃO REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA REVISTA PORTUGUESA E BRASILEIRA DE GESTÃO CADERNOS EBAPE.BR (FGV) COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL E GESTÃO ECONOMIA GLOBAL E GESTÃO REVISTA TURISMO EM ANÁLISE REVISTA DE GESTÃO DA TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CADERNO DE PESQUISAS EM ADMINISTRAÇÃO FACES: REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO GESTÃO & PLANEJAMENTO PRODUTO & PRODUÇÃO REVISTA BRASILEIRA DE GESTÃO DE NEGÓCIOS REVISTA BRASILEIRA DE INOVAÇÃO REVISTA DE NEGÓCIOS REVISTA DE POLÍTICAS PÚBLICAS (UFMA) CONTEXTUS E & G. ECONOMIA E GESTÃO REVISTA ANGRAD REVISTA DA FAE REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO DA FEAD-MINAS REVISTA DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO REVISTA ELETRÔNICA DE ESTRATÉGIA E NEGÓCIOS REVISTA GESTÃO & TECNOLOGIA REVISTA GESTÃO INDUSTRIAL REVISTA PRODUÇÃO ONLINE S & G. SISTEMAS & GESTÃO ADM. MADE DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE EGESTA FACEF PESQUISAS GESTÃO & REGIONALIDADE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO ORGANIZAÇÃO EM CONTEXTO PRETEXTO QUALIT@S RECADM : REVISTA ELETRÔNICA DE CIÊNCIA ADMINISTRATIVA REVISTA BRASILEIRA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL REVISTA DA MICRO E PEQUENA REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO DA UNIMEP REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL REVISTA DE CIÊNCIAS GERENCIAIS REVISTA GERENCIAIS SINAPSE AMBIENTAL T&C AMAZÔNIA ADMINISTRAÇÃO - INTERNACIONAIS ADMINITRATIVE SCIENCE QUARTELY ENTREPRENEUSHIP THEORY AND PACTICE THE JOURNAL OF BUSINESS GLOBAL MANAGER RBC - REVISTA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE REVISTA FENACON EM SERVIÇOS CONTABILIDADE VISTA & REVISTA RCO - REVISTA DE CONTABILIDADE E ORGANIZAÇÕES REVISTA CONTABILIDADE & FINANCAS USP REVISTA DE CONTABILIDADE DO CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO PARANÁ 3.6 - Laboratórios Didáticos Especializados O Curso de Administração conta com a disponibilidade de 2 (dois) Laboratórios de Informática, com 40 computadores. Os equipamentos audiovisuais (projetores de multimídia, computadores, retroprojetores, telas reflexivas) também estão disponíveis na Instituição para servir aos docentes/alunos do Curso. Estes equipamentos/espaços estão organizados de acordo com as necessidades do Curso e também com a demanda das atividades, assegurando condições de qualidade necessárias ao aprendizado e seguem políticas próprias de utilização e conservação. A Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG se preocupa com a segurança dos equipamentos de informática, multimídia, audiovisual, através de planejamento de infraestrutura necessária, desde o primeiro semestre letivo até a conclusão do curso. Além disso, faz parte de seus projetos anuais aquisições/atualizações de novos softwares específicos, visando atender às necessidades didático-pedagógicas dos cursos. 3.6.1 - Laboratórios de Informática Laboratório Laboratório 1 Equipamentos 20 computadores M² 60 m² Laboratório Laboratório 2 Equipamentos 20 computadores M² 55 m² 3.7 - Recursos Audiovisuais e de Multimídia EQUIPAMENTOS Data Show QUANTIDADE 4 3.8 - Políticas de utilização do Laboratório Nas aulas práticas, as turmas de 50 alunos, são divididas em dois grupos. Cabe ressaltar que o laboratório de informática pode ser utilizado pela comunidade acadêmica fora do horário previsto para aula. Para viabilizar esta utilização, a Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG mantém os laboratórios em funcionamento das 13h às 22 horas de segunda a sexta-feira com a supervisão do pessoal de apoio ligado ao CPD. Os equipamentos são atualizados periodicamente. Além disso, a Faculdade realiza pesquisas para a avaliação dos equipamentos lançados no mercado e que melhor atendem às necessidades de sua comunidade acadêmica. Os softwares disponíveis na Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG são atualizados anualmente ou conforme solicitação do corpo docente. A manutenção dos equipamentos e atualização de programas é feita por funcionários da própria da faculdade, qualificados para esse fim. 3.9 - Plano de Atualização Tecnológica e Manutenção de Equipamentos O Plano de Atualização Tecnológica e de Manutenção dos Equipamentos é aplicado nos serviços de conservação das instalações gerais e dos equipamentos Estes equipamentos ficam sob a guarda e responsabilidade de um responsável técnico capacitado que coordena o fluxo de alunos e a forma de utilização dos equipamentos. ANEXOS ANEXO 1 – ATENDIMENTO AOS REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS 1.Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso O Projeto Pedagógico do Curso de Administração da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá - FACEAG, observados os preceitos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), foi concebido com base no Parecer CES/CNE 134/2003, aprovado em 04/06/2003 referente as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Administração; a Resolução 1/2004; a Resolução 04, de 13/07/2005 e o parecer CES/CNE 23/2005 aprovado em 03/02/2005, que retifica a Resolução 01/2004. O curso tem como bases legais a legislação educacional brasileira em vigor e a legislação específica sobre o Administrador (áreas de atuação, código de ética, e outros documentos). O Projeto Pedagógico do Curso de Administração atende o disposto na Resolução n°2/2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Atende ainda ao disposto no Decreto nº 5.626/2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre o Ensino da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e ao Decreto nº 5.296/2004, que dispõe sobre as condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais; à Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002, que estabelecem as Políticas de Educação Ambiental; e a Resolução CNE/CP nº 01, de 17 de junho de 2004, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Atualmente, está considerando também, as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme disposto no Parecer CNE/CP n° 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP nº 1, de 30/05/2012. 2. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana (Resolução CNE/CP nº 01 de 17 de junho de 2004) O conteúdo que aborda a Educação das Relações Étnico-Raciais está contemplado nas disciplinas abaixo relacionadas: - Sociologia – 2° semestre - Ética e Responsabilidade Social – 3° semestre - Gestão Estratégica de Pessoas – 4° semestre - Desenvolvimento Organizacional – 6° semestre - Estudo da Realidade Contemporânea – 8º semestre 3.Titulação do corpo docente Todo o corpo docente do curso tem formação em pós-graduação estando constituído por 13 docentes, sendo que 38,46% deles possuem formação em pós graduação stricto sensu. 4. Núcleo Docente Estruturante (NDE) A composição do NDE atende a Resolução CONAES nº 1, de 17/06/2010, e está composto por 05 docentes, sendo que 60% deles possuem formação em pós graduação stricto sensu, atuando em regime de trabalho parcial e em regime integral. 5. Denominação dos Cursos Superiores de Tecnologia (Portaria Normativa n º. 12/2006) NÃO SE APLICA 6.Carga horária mínima, em horas – para os Cursos Superiores de Tecnologia NÃO SE APLICA 7.Carga horária mínima, em horas – para Bacharelado e Licenciaturas – Resolução CNE/CP nº 2 /2002 (Licenciaturas) O curso atende a referida Resolução em termos de carga horária mínima, sendo ofertado 3.000 horas relógio. 8. Tempo de integralização – Resolução CNE/CP nº 2/2002 (Licenciatura) O curso atende a legislação vigente, sendo que o tempo mínimo de integralização é de 8 (oito) semestres e o tempo máximo é de 12 (doze) semestres. 9. Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida – (Decreto Nº 5.296/2004) O espaço onde funciona o curso de Administração atende o que preconiza a legislação, oferecendo acesso às pessoas com deficiência/ e ou mobilidade reduzida. 10.Disciplina obrigatória/optativa de Libras (Dec. Nº 5.626/2005) O curso atende ao que preceitua o Decreto 5.626/2005 oferecendo a disciplina Língua Brasileira de Sinais – Libras, como disciplina Optativa, conforme pode-se verificar na matriz curricular constante do PPC. 11. Prevalência de avaliação presencial para EAD NÃO SE APLICA 12. Informações acadêmicas (Portaria Normativa nº 40 de 12/12/2007) As informações acadêmicas exigidas estão disponíveis na forma impressa e virtual. 13. Políticas de educação ambiental (Lei nº 9.795, de 27 de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002. O curso de Administração aborda o tema de educação ambiental em diversas disciplinas de forma transversal e contínua, conforme pode-se verificar no quadro abaixo: DISCIPLINAS Linguagem e Interpretação de Textos Teoria Geral da Administração Ética e Responsabilidade Social Gestão Estratégica de Marketing Empreendedorismo, Criatividade e Inovação Administração Mercadológica Gestão da Produção Logística Administração da Produção e Operações Tópicos Especiais em Administração Gestão e Análise de Projetos Mercado de Capitais Estudo da Realidade Contemporânea Gestão Empresarial Sustentável Atividades Complementares SEMESTRE 1° 2° 3° 4° 4° 5° 5° 6° 7° 7º 8º 8º Optativa Ao longo do curso ANEXO 2 - REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPÍTULO I APRESENTAÇÃO O presente Regulamento normatiza as Atividades Complementares dos Cursos da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá – FACEAG. Atividades Complementares são componentes curriculares que possibilitam a ampliação e competências dos alunos por meio de práticas independentes, realizadas especialmente com as relações do mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade, assim podem ser adquiridas dentro ou fora do ambiente escolar, em dias e horários diversificados. As Atividades Complementares têm por finalidade enriquecer o processo de ensino-aprendizagem, privilegiando a complementação da formação social e profissional do discente. Proporcionam aos alunos oportunidades de aprimorarem-se culturalmente e tecnicamente, por meio da participação em congressos, seminários, pesquisas, visitas técnicas, dentre outras ações que auxiliem no seu crescimento pessoal e profissional. Trata-se de atividades enriquecedoras e implementadoras do próprio perfil do formando, sem que se confundam com estágio curricular supervisionado. Visam contribuir para o processo de aprendizado do discente, envolvendo as três dimensões da vida acadêmica, a saber: ensino, pesquisa e extensão. Ao realizar essas atividades o aluno se envolve em práticas extracurriculares, as quais devem contribuir para o aumento do seu conhecimento e exercício da cidadania. Abrange a prática de estudos e atividades independentes, transversais, interdisciplinares, de permanente contextualização e atualização, nela não contempladas as medidas de apoio ao discente, como os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, e as atividades de nivelamento. OBJETIVOS O objetivo do desenvolvimento de Atividades Complementares consiste em proporcionar aos alunos possibilidades de aprofundamento temático e interdisciplinar, diversificando e enriquecendo a formação oferecida na graduação, tanto na dimensão do conhecimento como no exercício da cidadania. Dessa forma, o aluno poderá desenvolver competências requeridas no mercado de trabalho sendo incentivado e orientado a buscar e aprofundar temas relacionados à prática das habilitações dos cursos, participando de eventos diversos, bem como realizando ações que contribuam para a formação de um perfil empreendedor, com iniciativa, capacidade de liderança e com habilidades para gerenciar mudanças, e acima de tudo, um perfil profissional autoconfiante, capaz de construir suas próprias oportunidades. CAPÍTULO I 1. DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 1º - As Atividades Complementares constituem ações a serem desenvolvidas ao longo do curso, criando mecanismos de aproveitamento de conhecimentos adquiridos pelo aluno, por meio de estudos e práticas independentes, presenciais e/ou à distância, de maneira complementar ao currículo. Artigo 2º - As Atividades Complementares visam adicionalmente, garantir a interação teoria-prática, contemplando as especificidades dos cursos, além de contribuir para o desenvolvimento das habilidades e das competências inerentes ao exercício das atividades profissionais do graduando. Artigo 3º - As Atividades Complementares não têm a finalidade de suprir conteúdos curriculares previstos e não ministrados, assim como o aproveitamento de quaisquer atividades teóricas ou práticas integrantes dos planos de ensino de disciplinas e estágios curriculares. Artigo 4º - As Atividades Complementares dos cursos da Faculdade tem como objetivos: I. Integrar a teoria com a prática, por meio de vivências e ou observações de situações reais; II. Propiciar a contemporaneidade dos currículos, com vistas ao desenvolvimento de temas emergentes nas respectivas áreas de conhecimento, decorrentes das mudanças no contexto organizacional educacional, social, econômico e dos avanços tecnológicos; III. Valorizar a interdisciplinaridade dos conteúdos que compõem os currículos dos cursos; IV. Promover a contextualização dos currículos por meio de atividades que contribuam para a for- mação profissional do aluno. Artigo 5º - Todas as Atividades Complementares realizadas durante o período em que o acadêmico estiver matriculado serão válidas, desde que atendidas às disposições deste regulamento. Parágrafo único - Quando o aluno ingressar por meio de transferência de outra IES é possível aproveitar as Atividades Complementares desenvolvidas naquele curso, cabendo à Coordenação analisar a pertinência ou não da atividade e atribuir-lhe carga horária. CAPÍTULO II 2. DAS CARATEGORIAS DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 6º - As Atividades Complementares são contempladas em três categorias: Acadêmica, TécnicoCientífica e Cultural e a carga horária obedecem aos critérios estabelecidos no Anexo I. Parágrafo único - A carga horária obrigatória a ser cumprida durante o curso está delineada nos Projetos Pedagógicos dos Cursos. Artigo 7º - Atividades Complementares são atividades realizadas em instituições de ensino, públicas e de iniciativa privada e em organizações não governamentais e entidades sem fins lucrativos, desde que sejam de caráter educacional. Tais atividades contemplarão aquisição e ou troca de conhecimentos, e formação geral complementares às disciplinas ministradas nas grades curriculares, propiciando ampliação de saberes, habilidades e competências fundamentais para a formação humana e profissional dos alunos. Parágrafo único – São consideradas Atividades Complementares as constantes do Anexo I. Artigo 8º - Atividades Complementares Técnico-Científicas são atividades relacionadas à produção, divulgação e aplicação de conhecimento do meio acadêmico. Fazem parte dessas atividades a participação em projetos de pesquisa e extensão, em congressos, simpósios e encontros, a iniciação científica e a publicação de artigos. Parágrafo único – São consideradas Atividades Complementares Técnico-Científicas as constantes do Anexo I. Artigo 9º - Atividades Complementares Culturais são atividades referentes à formação geral do discente como também a ampliação de seu conhecimento acadêmico e de seu campo de atuação profissional. Parágrafo único - São consideradas Atividades Complementares Culturais as constantes do Anexo I. CAPÍTULO III 3. DO REGISTRO E VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 10 - O controle, o registro e o cômputo da carga horária das atividades complementares serão realizados em formulário próprio pelo professor responsável pela orientação das Atividades Complementares, mediante a apresentação, pelo acadêmico, dos documentos comprobatórios das respectivas cargas horárias. Para tanto, nessa ocasião, deverá apresentar o documento original e fotocópia simples, cabendo à coordenação a verificação da originalidade e autenticação dos mesmos. Parágrafo único: É de responsabilidade do acadêmico fornecer no início do terceiro semestre uma pasta contendo 50 sacos plásticos para arquivamento da documentação individual das Atividades Complementares. Artigo 11 - As Atividades Complementares deverão ser registradas no Formulário de Atividades Complementares e acompanhadas de comprovação, conforme Relatório constante no Anexo II, observadas as exigências constantes na Tabela do Anexo I do presente documento. CAPÍTULO IV 4. DAS COMPETÊNCIAS Artigo 12 - Compete ao Coordenador de Curso indicar o Orientador das Atividades Complementares que responderá hierarquicamente ao mesmo. Parágrafo único: A indicação do Orientador das Atividades Complementares será homologada pela Direção Geral. Artigo 13 - O Coordenador de Curso é o articulador das Atividades Complementares juntamente com o Orientador das Atividades Complementares. Em função da especificidade das atividades oferecidas, buscam apoio, colaboração e/ou parceria com Professores, representantes de sala, organizações e instituições. Artigo 14 - Compete ao professor orientador de Atividades Complementares as seguintes responsabilidades: I. Exigir e aprovar a documentação comprobatória das atividades; II. Controlar e lançar as atividades cumpridas em documento próprio; III. Remeter à Coordenação de Curso, relatório semestral das Atividades Complementares. CAPÍTULO V 5. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Artigo 15 - Estão sujeitos ao cumprimento das Atividades Complementares todos os alunos matriculados nos cursos que contemplem em sua matriz curricular esta atividade. Artigo 16 - Revogam-se as disposições em contrário. Artigo 17 - O presente Regulamento, comum a todos os cursos oferecidos pela Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá, entra em vigor após aprovação pelo Conselho Superior, revogadas as disposições em contrário. ANEXO I – Atividades Complementares 6. Atividades Complementares As Atividades Complementares são práticas acadêmicas, contempladas na Resolução CNE/CP nº 1, de 15 de maio de 2006 e compõem-se das seguintes modalidades enumeradas abaixo: a) Monitorias e Estágios não curriculares b) Programa de Iniciação Científica c) Cursos realizados áreas afins. d) Participação em Programas de Extensão e) Participação e/ou organização de eventos científicos no campo de abrangência do curso f) Atividades culturais e assistenciais DESCRIÇÃO DAS MODALIDADES OFERECIDAS a) Monitoria e estágios não curriculares O exercício de monitoria deverá ser realizado na própria Instituição de Ensino; já o exercício de estágios deverá ser realizado fora da Instituição de Ensino. Envolve a participação do aluno em órgão, instituições, entidades ou empresas que mantenham o desenvolvimento de atividades em áreas correlatas com a formação profissional, tendo como pressuposto básico a presença de profissionais graduados supervisionando a atividade de monitoria e/ou estágio. As eventuais horas computadas para o estágio curricular não poderão ser creditadas para atividades complementares e nem vice-versa. As monitorias e os estágios serão computados por período letivo. b) Programas de Iniciação Científica As atividades de investigação científica no âmbito de projetos de pesquisa, com a orientação de professores, visando o aprendizado de métodos e técnicas, além do desenvolvimento da mentalidade e criatividade científica. Poderá ocorrer através de grupos de estudo e grupos de interesse em produção intelectual. Os alunos interessados em desenvolver grupos de iniciação científica, deverão elaborar plano de relatório de suas atividades e solicitar junto à Coordenação do Curso o encaminhamento do projeto para aprovação da Direção Geral. c) Cursos realizados áreas afins O aluno comprovadamente fizer curso em áreas afins à de seu curso de Graduação poderá aproveitar essas horas como atividade complementar, abrindo-se assim uma perspectiva interdisciplinar na sua formação. O aluno terá que apresentar ao término do curso, atestado que comprove sua participação (freqüência mínima de 75%), ficando sujeito à aceitação e aprovação da Coordenação dos Cursos. d) Participação em programas de extensão Atividades desenvolvidas junto a Projetos de Extensão, desenvolvidos pela instituição ou por outras instituições de Ensino Superior, desde que comprovado. Esses projetos devem ter caráter de atendimento à comunidade e fornecer possibilidade de aplicação direta dos conteúdos de uma ou mais disciplinas curriculares. e) Participação e/ou organização de eventos científicos no campo de abrangência do curso. Atividades desenvolvidas dentro ou fora da Faculdade, por meio de participação e/ou organização de eventos científicos na própria instituição de ensino, ou em outras instituições. Serão reconhecidas co- mo atividade complementares palestras, seminários, congressos, conferências, oficinas e visitas técnicas devidamente comprovadas.Tais atividades devem ser adequadas à formação do aluno. Considerase a participação do aluno, na forma passiva ou ativa, ou seja, na condição de participante, palestrante, instrutor ou apresentador. f ) Atividades culturais e assistenciais Participação em atividades culturais ou assistenciais promovidas pela comunidade ou pela Coordenação do Curso e pela Direção da Faculdade. São consideradas atividades culturais aquelas que valorizam a memória e a história do povo brasileiro, ou ainda a cultura de outros países, como forma de valorização da construção do mundo pela humanidade e bem como as características originais de suas obras. São consideradas atividades assistenciais aquelas que não sejam aproveitadas nos programas de bolsas da instituição e tenham caráter voluntário, social e/ou humanitário. COMPROVAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Para a aprovação de atividades nesta categoria o aluno deverá juntar o máximo de comprovações, tendo em vista garantir a sua autenticidade, bem como o cumprimento significativo da atividade, tais como: a) Folder e folheto da atividade e evento; b) Programa e conteúdo da atividade, informando carga horária; c) Nome, ramo de atuação, endereço, telefone da entidade; d) Cópia da ficha de inscrição; e) Comprovante de pagamento (se aplicado); f) Declaração de participação; g) Crachá de identificação e acesso a eventos, dentre os outros. PRAZO DE ENTREGA Os comprovantes das Atividades Complementares deverão ser entregues na Gerência de Práticas da instituição 1 (um) mês antes do término do semestre letivo ou logo após o término da atividade complementar realizada pelo aluno. Caso o aluno não entregue os documentos comprobatórios das Atividades Complementares até data prevista neste regulamento, deverá fazê-lo nestas mesmas condições no ano seguinte. O não cumprimento das normas acima impede a colação de grau do aluno até que a situação seja regularizada. a) Monitorias e Estágios não curriculares b) Programa de Iniciação Científica c) Cursos realizados áreas afins. d) Participação em Programas de Extensão e) Participação e/ou organização de eventos científicos no campo de abrangência do curso f) Atividades culturais e assistenciais As Atividades Complementares obedecem aos seguintes critérios: Modalidade da Atividade Monitorias e estágios não curriculares Tipos C.H. Máxima Estágios Até 60 horas Monitorias Até 60 horas Sob orientação de docentes e responsáveis pelos projetos Publicação em anais de congressos, simpósios e Programa de Iniciação similares Científica Publicação em periódicos científicos Publicação em jornais e revistas Disciplinas em outras áreas de Cursos e disciplinas realizados conhecimento. em áreas afins Curso de línguas Participação em eventos Científicos no campo de abrangência do curso Mini-Cursos, simpósios, congressos, conferências Jornadas, palestras e visitas Curso de Extensão Participação em programas de Programas de Extensão extensão Organização de eventos culturais e científicos Projetos / Monografias Mini-Cursos, simpósios, congressos, conferências, jornadas e palestras Meio-ambiente C.H. máxima por Atividade Até 20 horas Até 20 horas por período letivo Até 40 horas Até 40 horas por orientação Até 60 horas Até 30 horas Até 90 horas Até 30 horas Até 40 horas Até 20 horas Até 40 horas Até 20 horas Até 40 horas Até 20 horas por curso Até 10 horas Até 60 horas Até 80 horas Até 80 horas Até 60 horas Até 5 horas por evento Até 20 horas por evento Até 20 horas por evento Até 60 horas Até 10 horas Até 40 horas - Representação em órgãos acadêmicos da Instituição como ISE, CPSA, Colegiado etc. Atividades Culturais e Assistenciais Assistir a defesa de monografias, dissertações e teses Voluntariado Apresentação de trabalhos como expositor em eventos na área Outras atividades relativas colaborações em situações acadêmicas aprovadas pela Coordenação do Curso ou pela Direção Geral. Até 40 horas Até 10 horas por período letivo Até 10 horas Até 2 horas por evento Até 50 horas Até 10 horas por período letivo Até 40 horas Até 10 horas Até 40 horas Até 10 horas Deverá ser respeitado o limite de carga horária por cada Atividade Complementar descrita. A carga horária que exceder o cômputo geral, de acordo com as modalidades, não será aproveitada. Ficam estabelecidas, além das comprovações das atividades complementares descritas acima, as seguintes exigências para o aproveitamento das Atividades Complementares: Monitorias e estágios não curriculares Publicação em anais de congressos, simpósios, etc. Cursos e disciplinas realizados em áreas afins Palestras, Seminários, Congressos, Simpósios, Conferências etc. Programas de Extensão Organização de eventos culturais e científicos Leituras Específicas Representação em órgãos acadêmicos Assistir as apresentações de monografias, etc. Voluntariado Projetos/ Monografias Relatório do Professor orientador ou responsável Cópia do artigo publicado Certificado de realização Certificado de participação Relatório do Professor orientador ou responsável Certificado de realização Resumo crítico da obra Certificado de participação Atestado ou lista de participação Certificado de participação Cópia do Projeto ANEXO 3 - REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Introdução O Estágio Curricular Supervisionado Profissionalizante faz parte da estrutura curricular dos cursos de Administração e Ciências Contábeis. Poderá ser iniciado, a partir do primeiro semestre do penúltimo ano letivo. O estágio, de caráter obrigatório, deverá estar integrado com o curso específico e as disciplinas estudadas pelo aluno, numa perspectiva multidisciplinar, com a finalidade básica de colocálo em contato com a realidade de trabalho. O Estágio poderá ser realizado tanto em Organizações Públicas ou Privadas, como em órgãos experimentais de pesquisas. A supervisão dos estágios estará incluída na programação didática, havendo professores designados para orientá-los, individualmente ou em grupo, segundo critérios fixados no regulamento que se segue: REGULAMENTO Das Disposições Iniciais e Finalidades Artigo 1º - O presente regulamento tem por finalidade normatizar o Sistema de Estágios Supervisionados a que devem se submeter os alunos dos cursos de graduação da Faculdade de Administração, Ciências Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá (FACEAG). Da Definição Artigo 2º - Estágio é o período de exercício pré-profissional previsto em currículo, em que o estudante de graduação permanece em contato direto com o ambiente de trabalho, desenvolvendo atitudes fundamentais, profissionalizantes ou comunitárias, programadas ou projetadas, avaliáveis em conceito, com duração e supervisão constantes de leis e normas. Dos Objetivos Artigo 3º - O estágio tem como objetivo estabelecer um elo de ligação entre a Instituição de Ensino Superior, a Comunidade e o aluno com a tríplice intenção de: complementar a formação do estudante, dotando-o do instrumental prático indispensável ao perfeito desempenho de sua futura atividade profissional; aperfeiçoar a formação profissional de acordo com as exigências e perspectivas do mercado de trabalho; estabelecer um canal retro-alimentador entre a teoria e a prática, desenvolvidas pela Instituição e Comunidade. Parágrafo único – O estágio deve proporcionar a complementação de ensino e da aprendizagem a serem planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendário escolar, a fim de se constituírem em instrumento de integração, em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano (LEI Nº 11.788/2008) Da Coordenação Artigo 4º - A Coordenação de estágios está subordinada administrativamente à Coordenação dos Cursos de Graduação. Artigo 5º - A Coordenação de todas as atividades de estágio será exercida por um professor do Curso indicado por seu Coordenador e designado pelo Diretor Geral. Parágrafo único – À Coordenação será atribuída uma carga horária semanal, compatível com as necessidades, consideradas como horas administrativas. Das Atribuições da Coordenação Artigo 6º - Compete à Coordenação de Estágios: executar a política de estágios deflagrada pela FACEAG; redigir normas e instruções para os estagiários que deverão ser submetidas à apreciação do Colegiado do Curso manter-se informado de toda a legislação e normas sobre o estágio e fazer cumpri-las; divulgar, entre os alunos do Curso específico qualquer informação ligada a estágio; acompanhar o desenvolvimento dos estágios, mantendo para isso um cadastro que contenha todas as informações necessárias; registrar os conceitos atribuídos nos relatórios finais de estágios; providenciar a abertura de campos de estágios curriculares-profissionalizantes; orientar o aluno a tudo que se relacione com estágio; implantar e desenvolver uma política de divulgação da importância do estágio junto às Entidades Concedentes; propor a mudança deste Regulamento ao Colegiado do Curso, quando achar conveniente, devendo esta submetê-la ao Conselho de Ensino; apresentar, semestralmente, relatório geral das atividades à Coordenação do Curso; convocar reuniões com os alunos para tratar de assuntos relacionados com estágio; enviar à Secretaria, ao final de cada ano letivo, os resultados obtidos pelos estagiários; desenvolver outras atividades inerentes à área, ou que venham a ser delegadas pelo Coordenador do Curso. Da Legislação Artigo 7º - A atividade de estágio a ser desenvolvida obedece à seguinte legislação: a LEI Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008; o presente Regulamento Interno; as normas Regimentais da FACEAG; as normas regimentais da entidade Concedente onde o estágio se realiza. Do Estágio Curricular Supervisionado Profissionalizante Artigo 8º - Entende-se por Estágio Supervisionado Profissionalizante o período de exercício préprofissional, previsto em currículo, em que o estudante de graduação permanece em contato direto com o ambiente de trabalho, desenvolvendo atividades profissionalizantes projetadas, avaliáveis em conceito, com duração, supervisão e avaliação constantes de leis e normas. Artigo 9º - O estágio deverá ser realizado em um período mínimo de seis meses. Parágrafo único – Poderá ser realizado em até duas etapas, em áreas e entidades Concedentes iguais ou diferentes, com duração mínima de seis meses, para aqueles efetuados no último ano, ou de três meses quando efetuados em duas etapas, sendo a 1ª fase durante o penúltimo ano e a 2ª fase no último, visando a realização do estágio ao longo do curso. Artigo 10º - O estagiário deverá integralizar, mensalmente, no mínimo 50 horas, completando ao final de seis meses, a exigência curricular de 300 horas de Complementação Educacional. Artigo 11º - Deverá ser observada, por parte do estagiário, a carga horária fixada no Termo de Compromisso, documento obrigatório (LEI Nº 11.788/2008), firmado entre a Coordenação de Estágio, Entidade Concedente e o Estagiário. Artigo 12º - O estágio realizar-se-á, obrigatoriamente, nas áreas de concentração definidas pela Coordenação do Curso. Artigo 13º - Poderão estagiar os alunos que estejam regularmente matriculados na FACEAG. § 1º Concede-se o direito ao estágio a todos os alunos regularmente matriculados e freqüentes nos cursos ministrados pela FACEAG, entretanto, somente terão validade para fins curriculares os estágios realizados a partir do 5º período. § 2º – Na integralização da carga horária do estágio poderão ser incluídas as horas destinadas ao planejamento, à orientação paralela e à avaliação das atividades, que não devem exceder 5% da carga horária destinada ao estágio e prevista no currículo pleno do curso. Da Designação do Professor Orientador Artigo 14º - A designação dos Professores para a orientação dos estágios será de competência da Gerência de Práticas ouvido o Coordenador do Curso. Artigo 15º - Os Orientadores deverão ser professores de disciplinas afins com a área de estágio desenvolvida pelo aluno Artigo 16º - Ao Coordenador será atribuída uma carga horária de uma hora atividade para cada aluno orientado. Artigo 17º - As horas de orientação de estágio contadas como hora relógio, serão cumpridas pelo docente em horário e local fixado pelo Coordenador. Da Supervisão Artigo 18º - Compete ao Coordenador de Estágio: prestar assistência técnica à Coordenação e ao estagiário na elaboração e desenvolvimento do Projeto de Estágio, bem como no Relatório Final do Estágio. cooperar com a Coordenação na abertura de campos de Estágio; participar das reuniões convocadas pela Coordenação e apresentar informações, quando solicitado, dando ciência do andamento dos trabalhos que estão sob sua supervisão; avaliar os relatórios mensais e finais dos estagiários, devolvendo-os à Coordenação no máximo 15(quinze) dias após o recebimento; atribuir conceito ao Relatório Final do Estágio, segundo os critérios fixados no artigo 40. Artigo 19º - É atribuição de o Coordenador receber o estagiário pelo menos uma vez a cada 15 dias, ou quando solicitado, individualmente ou em grupo, para prestar assistência e esclarecer as dúvidas, desde a elaboração do Projeto até a Conclusão do estágio. As orientações podem ser agendadas tanto por iniciativa do professor como por iniciativa do aluno ou grupo de alunos. Dos Deveres dos Estagiários Artigo 20º - Os estagiários terão junto à Coordenação de Estágios os seguintes deveres: elaborar o Projeto de Estágio e adequá-lo de acordo com as instruções recebidas pelos Coordenador; preencher os requisitos necessários ao desenvolvimento do Projeto de acordo com o Artigo 12 deste Regulamento; cumprir as determinações constantes do convênio e termo de Compromisso; elaborar e entregar relatórios mensais no prazo fixado no Artigo 32; empenhar-se na busca de conhecimento e assessoramento necessário ao desempenho das atividades de estágio; manter contatos periódicos com o Coordenador para discussão do andamento do estágio; elaborar o Relatório de Estágio segundo as instruções do presente Regulamento e do Manual do Estagiário; promover agendamento da visita do(s) professor(es) avaliador(es) junto à sua supervisão local na empresa. Artigo 21º - O estagiário que desenvolver seu estágio na instituição em que trabalha deverá fazê-lo fora de suas atividades de rotina ou dentro delas, com caráter inovativo. Das Entidades Concedentes Artigo 22º - Entende-se por Entidade Concedente a Instituição ou Empresa que propicia campo de estágio aos alunos da FACEAG, dando-lhes oportunidade para complementarem sua formação profissional. Artigo 23º - A FACEAG espera que as Entidades Concedentes colaborem com a realização de Estágio, propiciando: supervisão e avaliação dos relatórios mensais e final; condições ao estagiário de atingir os objetivos propostos previamente no Projeto de Estágio. Do Projeto de Estágio Artigo 24º - Será exigido do estagiário um projeto específico para o Estágio Supervisionado Profissionalizante, cuja formulação final seguirá o modelo de Relatório Final de Estágio. Artigo 25º - O Projeto de Estágio será elaborado pelo aluno individualmente, orientado pelo Coordenador, com assessoria do Coordenador de Estágios. Artigo 26º - O projeto deverá ser apresentado dentro das especificações fixadas no manual de estágios. Artigo 27º - O projeto deverá ser aprovado pelo Coordenador e homologado pela Coordenação de Estágios. Artigo 28º - O Projeto de Estágio deverá ser apresentado em duas vias que terão a seguinte destinação: 1ª Via – À Coordenação para aprovação e homologação, ficando arquivada em pasta individual; 2ª Via – Ao Estagiário, após a aprovação e homologação pela coordenação do estágio. Dos Relatórios Artigo 29º - Durante a realização de estágio o aluno apresentará ao Coordenador Relatórios de Atividades Mensais, entregues dentro do prazo máximo de cinco dias úteis após o termino do período em questão, conforme formulário instituído no Manual de Estágios. Artigo 30º - Deverão constar do relatório os seguintes itens: síntese das tarefas executadas no mês; as horas destinadas a cada atividade; apreciação das atividades desenvolvidas, durante o mês; as dificuldades; pesquisa bibliográfica. Artigo 31º - Além do relatório padronizado, o Coordenador poderá exigir relatórios adicionais, ou outras informações necessárias para o sistema de avaliação. Artigo 32º - O estagiário terá 5 dias úteis após a conclusão do estágio para entregar o relatório à Coordenação de Estágios, sob pena de invalidação do referido relatório. § 1º - O prazo final para entrega do Relatório Final de Estágio, será a data preestabelecida pela Gerência de Praticas da FACEAG, constante do MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO do ano em curso. § 2º - Compete à Coordenação de Estágios julgar os casos excepcionais mediante justificativa apresentada pelo estagiário. Da Avaliação Mensal Artigo 33º - As atividades de Estágio serão obrigatoriamente avaliadas pelo Coordenador. Artigo 34º - O Estágio será avaliado pelos relatórios mensais e pelo Relatório Final de Estágio. Artigo 35º - A avaliação mensal do Coordenador é uma necessidade para orientação técnica e metodológica do Projeto de Estágio em desenvolvimento. § 1º - A avaliação constituirá de parecer emitido pelo Coordenador a respeito da qualidade do trabalho apresentado. § 2º - O Professor terá o prazo de 15 dias úteis para devolver à Coordenação os relatórios mensais. Do Relatório Final de Estágio Artigo 36º – O Relatório Final de Estágio é um documento elaborado pelo estagiário, no qual constam as atividades desenvolvidas durante o período de estágio. Artigo 37º - O Relatório Final de Estágio será elaborado em duas vias com a seguinte destinação: 1ª Via – Coordenação de Estágios; 2ª Via – Estagiário Artigo 38º - O Relatório Final de Estágio deverá ser apresentado conforme normas técnicas definidas no MANUAL DE ESTÁGIO, distribuído nos seguintes itens: I – Apresentação II – Introdução (colocação e delimitação do problema, objetivos, relevância e definição de conceitos) III – Metodologia IV – Revisão da literatura V – Desenvolvimento do corpo técnico do trabalho VI - Conclusões VII – Sugestões e recomendações VIII – Referências Da Avaliação do Relatório Final do Estágio Artigo 39º - A avaliação do Relatório Final de estágio deverá ser de acordo com os seguintes critérios: justificativas de aplicação do trabalho (amplitude do trabalho); capacidade crítica; capacidade de inovação (criatividade e versatilidade); percepção e profundidade de conhecimentos específicos; domínios de conhecimentos; verificação da metodologia de trabalho. Artigo 40º - O conceito final será a nota atribuída pelo Professor Orientador, que não deverá ser inferior a 7,0 (sete inteiros). Caso seja inferior, a nota não será dada. Artigo 41º - Caso o estagiário não alcance o conceito mínimo fixado no artigo 40, o aluno terá um prazo de trinta dias para reformular o trabalho executado, podendo então ser aprovado com nota mínima de 7,0 (sete inteiros). Artigo 42º - Se após a reformulação do Relatório Final o mesmo não alcançar o conceito mínimo fixado no artigo 41, o aluno terá seu estágio considerado nulo para todos os efeitos. Parágrafo único – Não alcançado o conceito mínimo, o aluno deverá matricular-se no ano seguinte e cumprir todas as etapas previstas no MANUAL DE ESTÁGIO. Das Disposições Finais Artigo 43º - A realização do estágio é obrigatória para a conclusão do curso de graduação. Artigo 44º - O aluno que, até o final do último ano não cumprir as atividades de estágio deverá matricular-se novamente no último ano para receber as orientações do estágio pelo Coordenador. Artigo 45º - Os casos omissos no presente regulamento serão resolvidos de acordo com a decisão da Coordenação de Estágios, tendo o aluno direito a recurso, cuja decisão final compete ao Conselho de Curso. Artigo 46º - Este Regulamento entrará em vigor após aprovação pelos órgãos competentes.