UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA
UNAMA
JOÃO PEDRO DE OLIVEIRA CARNEIRO
UMA ANÁLISE ECONÔMICA FINANCEIRA DA UTILIZAÇÃO DAS
NOVAS TECNOLOGIAS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL COMPARADA
COM AS CLÁSSICAS
Belém - PA
2012
UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA
UNAMA
JOÃO PEDRO DE OLIVEIRA CARNEIRO
UMA ANÁLISE ECONÔMICA FINANCEIRA DA UTILIZAÇÃO DAS
NOVAS TECNOLOGIAS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL COMPARADA
COM AS CLÁSSICAS
Trabalho de conclusão de curso
apresentado para obtenção do grau de
bacharel em Engenharia Civil, pelo curso
de Engenharia Civil.
Orientador: MSc. Paulo Márcio da Silva Aranha
Belém - PA
2012
UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA
UNAMA
João Pedro de Oliveira Carneiro
UMA ANÁLISE ECONÔMICA FINANCEIRA DA UTILIZAÇÃO DAS
NOVAS TECNOLOGIAS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL COMPARADA
COM AS CLÁSSICAS
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel
em Engenharia Civil
Data da defesa: 11/12/2012
Conceito: ______________________
Banca Examinadora
______________________________________
Prof. MSc. Paulo Márcio da Silva Aranha
UNAMA
______________________________________
Prof. MSc. Antonio Massoud Salame
UNAMA
______________________________________
Prof. Dr. Jorge de Araújo Ichihara
ITEC - UFPA.
AGRADECIMENTOS
Agradeço a Deus.
Aos meus amigos que me acompanharam durante 5 anos que são: Rafael Abreu, Fernando
Mendonça, Bernado Pio, Virginia Pagno, Alisson Lobato, Wellington Costa, Pedro Secco, Diego
Hadad, Renato, Jefferson, Augusto Monteira.
Aos meus pais que financiaram a minha trajetória de vida e a minha família.
Aos meus patrões que possibilitaram eu enxergar o tema do meu TCC.
Ao meu orientador Paulo Aranha.
Ao Sr. Roberto Kataoka e a CKOM Engenharia LTDA que cederam o projeto utilizado neste
presente trabalho.
RESUMO
Este trabalho teve como principal meta determinar o melhor investimento para a
construção se é mais vantajoso o aumento de produtividade através de novas tecnologias ou
permanecer a utilizar sistemas convencionais através de insumos mais baratos. Avaliação
começa com as escolhas das novas tecnologias levando em consideração as vantagens e as
desvantagens, comparando-as com as formas clássicas de execução da obra. Assim este trabalho
iniciou-se com a adaptação do projeto arquitetônica assim modificando os sistemas construtivos
utilizados no projeto estudado. Assim criaram-se cenários construtivos diferentes, com isso foi
criado orçamentos e cronogramas físicos financeiros de cada sistema construtivo. Com esta
informação foi comparado algumas etapas de cada sistema construtivo, o prazo de execução dos
sistemas, juros de financiamento de cada sistema construtivo e as despesas indiretas de cada
sistema construtivas. Após esta etapa foi construído planilhas de fluxo de caixa para cada sistema
construtivo para poderem ser avaliados com investimento. Com isso foi utilizado os seguintes
critérios financeiros: Valor Presente Líquido; Taxa Interna de Retorno; Série Equivalente
Uniforme; Relação Custo-Benefício. Com isso pode-se determinar as vantagens do aumento de
produtividade e os ganhos de uma empresa.
PALAVRAS CHAVE: Produtividade; comparação; avaliação financeira.
ABSTRACT
This work has as main goal to determine the best investment for the building if it is more
advantageous to increase productivity through new technologies or remain using conventional
systems through cheaper inputs. Assessment begins with the choices of new technologies taking
into account the advantages and disadvantages, comparing them with classical forms of
execution of work. Thus this work began with the adaptation of architectural design thus
modifying the building systems used in the project studied. Thus were created different scenarios
constructive, it was created with budgets and timelines of each physical and financial timelines
of each building system. With this information was compared some stages of each building
system, the term implementing systems, financing interest of each building system and the
overhead of each system constructive. After this stage was built spreadsheets cash flow for each
building system in order to be evaluated investment. Thus, we used the following financial
criteria: Net Present Value, Internal Rate of Return, Series Equivalent Uniform; Cost-Benefit.
With this you can determine the benefits of increased productivity and earnings of a company.
KEY WORDS: Productive; comparing; finance estimate.
7
LISTA DE FIGURAS
FIGURA 2.1: PLANTA BAIXA DE UMA HIS ..........................................................................12
FIGURA 2.2: FIGURA DAS ESTRUTURAS METÁLICAS DOS BLOCOS
HABITACIONAIS........................................................................................................................13
FIGURA 2.3: FOTO DE OBRA EXECUTADA EM ALVENARIA ESTRUTURAL ...............15
FIGURA 2.4: COMPOSIÇÃO E EXECUÇÃO DO CONCRETO ARMADO ...........................16
FIGURA 3.1 –ELEVAÇÃO FRONTAL DO PRÉDIO................................................................18
FIGURA 3.2: PLANTA BAIXA DO PAVIMENTO TIPO DO PRÉDIO...................................19
FIGURA 3.3: SEQUÊNCIA DE EXECUÇÃO DA ESTACA-RAIZ...........................................21
FIGURA 3.4: FLUXOGRAMA DAS ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DE UMA ESTRUTURA
METÁLICA ..................................................................................................................................22
FIGURA 3.5: DEMONSTRAÇÃO DA LOCAÇÃO DAS PEÇAS ESTRUTURAIS (FASE 1),
ELEVAÇÃO DOS PERFIS E FIXAÇÃO DE VIGAS NOS PILARES (FASE 3)
........................................................................................................................................................23
FIGURA 3.6: FLUXOGRAMA DA EXECUÇÃO DE UMA ESTRUTURA EM CONCRETO
ARMADO .....................................................................................................................................24
FIGURA 3.7: TIPOS DE BLOCOS DE CONCRETOS MAIS USADOS ................................25
FIGURA 3.8: FLUXOGRAMA DA EXECUÇÃO DE UMA ALVENARIA ESTRUTURAL...26
FIGURA 3.9: TIPOS DE BLOCO DE GESSO............................................................................27
FIGURA .3.10: (A) – BLOCO CERÂMICO UTILIZADO EM PAREDES DE VEDAÇÃO; (B)
– BLOCO CERÂMICO UTILIZADO EM PAREDES DE ALVENRIA ESTRUTURAL..........29
FIGURA 4.1: CRONOGRAMA FÍSICO-FINANEIRO DA OBRA EM CONCRETO
ARMADO......................................................................................................................................39
FIGURA 4.2: CRONOGRAMA FÍSICO-FINANEIRO DA OBRA EM ALVENARIA
ARMADA .....................................................................................................................................40
FIGURA 4.3: CRONOGRAMA FÍSICO-FINANEIRO DA OBRA EM ESTRUTURA
METÁLICA...................................................................................................................................41
LISTA DE TABELAS
TABELA 4.1: CUSTO DA FUNDAÇÃO PREVISTO COM CONCRETO ARMADO E
PORCENTAGEM SOBRE O VALOR DE PRODUÇÃO DA OBRA......................................30
TABELA 4.2: CUSTO DA FUNDAÇÃO DO PROJETO DE ALVENARIA ESTRUTURAL E
PORCENTAGEM DE PARTICIPAÇÃO NO VALOR DA OBRA..........................................31
TABELA 4.3: CUSTO DA FUNDAÇÃO DO PROJETO ORIGINAL (ESTRUTURA
METÁLICA) E A PORCENTAGEM DA PARTICIPAÇÃO NO VALOR DA OBRA..............31
TABELA 4.4: TABELA DA ESTRUTURA EM CONCRETO ARMADO E ALVENARIA EM
BLOCO CERÂMICO E SUA PARTICIPAÇÃO NO PREÇO FINAL......................................33
TABELA 4.5: TABELA DA ESTRUTURA EM ALVENARIA ARMADA E SUA
PARTICIPAÇÃO NO VALOR FINAL........................................................................................34
TABELA 4.6: ORÇAMENTO DA ESTRUTURA E DA DIVISÓRIA DO PROJETO
ORIGINAL E A PARTICIPAÇÃO NO VALOR FINAL ...........................................................34
TABELA 4.7: REVESTIMENTO DO PROJETO EM CONCRETO ARMADO E A
PARTICIPAÇÃO DO VALOR FINAL DE PRODUÇÃO........................................................36
TABELA
4.8:
REVESTIMENTO
DO
PROJETO
ALVENARIA ESTRUTURAL
E
PARTICIPAÇÃO DO VALOR FINAL DE PRODUÇÃO...........................................................36
TABELA
4.9:
PARTE
DO
ORÇAMENTO
(REVESTIMENTOS)
ESTRUTURA
METÁLICA...................................................................................................................................37
TABELA 4.10: CUSTO FINAL DE PRODUÇÃO DE CADA PROJETO ..............................38
TABELA 4.11: CUSTO TOTAL DO FINANCIAMENTO BANCÁRIO NO PROJETO EM
CONCRETO ARMADO ..............................................................................................................42
TABELA 4.12: CUSTO TOTAL DO FINANCIAMENTO BANCÁRIO NO PROJETO EM
ALVENARIA ESTRUTURAL ...................................................................................................43
TABELA 4.13: CUSTO TOTAL DO FINANCIAMENTO BANCÁRIO NO PROJETO EM
ESTRUTURA METÁLICA .........................................................................................................43
TABELA 4.14: FLUXOS DE CAIXA LIVRE DE PROJETO DO CONCRETO ARMADO ....46
TABELA 4.15: FLUXOS DE CAIXA LIVRE DE PROJETO DA ALVENARIA
ESTRUTURAL .............................................................................................................................46
TABELA 4.16: FLUXOS DE CAIXA LIVRE DE PROJETO DA ALVENARIA ARMADA..46
TABELA 4.17: VPL’S DOS PROJETOS ………………………………………………………48
10
TABELA 4.18: TIR’S DOS PROJETOS …………………………….…………………………49
TABELA 4.19: VALORES DO CSUE DE CADA PROJETO ..................................................49
TABELA 4.20: VALORES DO CRITÉRIO CUSTO-BENEFÍCIO ..........................................50
LISTA DE GRÁFICOS
GRAFICO 1.1 – PARTICIPAÇÃO DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO PIB BRASILEIRO..........01
GRAFICO 1.2 – INVESTIMENTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL ATÉ 2008 ...........................02
GRÁFICO 2.1 - DÉFICIT HABITACIONAL POR REGIÃO.....................................................08
GRÁFICO 2.2 - DÉFICIT HABITACIONAL NA REGIÃO NORTE ........................................08
GRÁFICO 4.1 – CUSTO DAS FUNDAÇÕE DIVIDIDO EM BLOCOS E ESTACAS..............32
GRÁFICO 4.2 - GRÁFICO DE COLUNAS DOS CUSTOS DAS PAREDES E ESTRUTURA35
GRÁFICO
4.3:
COMPARATIVO
DOS
REVESTIMENTOS
DOS
SISTEMAS
ESTRUTURAIS............................................................................................................................37
GRÁFICO 5.1: PARTICIPAÇÃO DE CADA SERVIÇO NO VALOR FINAL DA OBRA.......52
GRÁFICO 5.2 : PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS INDIRETAS............................................53
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
ABDI – Agência Brasileiro de Desenvolvimento Industrial
IPCA – Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo
INCC – Índice Nacional do Custo da Construção para o Mercado
HIS – Habitação de Interesse Social
CEF – Caixa Econômica Federal
IAPS – Institutos de Aposentadoria e Pensões
FCP – Fundação da Casa Popular
SFH – Sistema Financeiro da Habitação
BNH – Banco Nacional da Habitação
COHAB’S – Companhia de Habitação Popular
MCMV – Programa Minha Casa Minha Vida
EPI’s – Equipamentos de Proteções Individuais
m – Metro
ml – Metro linear
mm – Milímetro
und. – Unidade
um - Unidade
kg – Kilograma
m² - Metro quadrado
m³ - Metro Cúbico
Mpa – Mega Pascal
R$ - Real
TR – Taxa Referencial de Juros
FCLP – Fluxo de Caixa livre de Projeto
VPL – Valor Presente Liquido
TIR – Taxa Interna de Retorno
CSUE – Critério da Série Uniforme Equivalente
TMA – Taxa Mínima de atratividade
SUMÁRIO
1 – INTRODUÇÃO ...................................................................................................................1
1.1 - TEMA E DELIMITAÇÃO ..................................................................................................3
1.2 – PROBLEMA ......................................................................................................................4
1.3
– OBJETIVOS .................................................................................................................4
1.3.1 - OBJETIVO GERAL ........................................................................................................4
1.3.2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS ...........................................................................................4
1.4 - JUSTIFICATIVA ...............................................................................................................5
1.5 – ESTRUTURA DO TRABALHO ........................................................................................6
2 – HABITAÇÃO ......................................................................................................................7
2.1 – HISTÓRICO DOS PROGRAMAS DE HABITAÇÃO. ......................................................9
2.2 – PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA ................................................................. 10
2.3 – PROJETOS HABITACIONAIS. ...................................................................................... 12
2.3.1 – HABITAÇÃO POPULAR EM ESTRUTURA DE AÇO ESTRUTURAL .................... 12
2.3.2 – HABITAÇÃO POPULAR EM ESTRUTURA DE ALVENARIA ESTRUTURAL ....... 14
2.3.3 – HABITAÇÃO POPULAR EM ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO ................. 16
3.0 – ESTUDO DE CASO ....................................................................................................... 18
3.1 - O PROJETO ..................................................................................................................... 18
3.2 – INFRA-ESTRUTURA (FUNDAÇÃO) ............................................................................ 20
3.3 – SUPER ESTRUTURA (PILARES, VIGAS E LAJES) ..................................................... 21
3.3.1 – PROJETO ORIGINAL .................................................................................................. 21
3.3.2 – CONCRETO ARMADO ............................................................................................... 23
3.3.3 – ALVENARIA ESTRUTURAL...................................................................................... 24
3.4 – PAREDES E DIVISÓRIAS .............................................................................................. 26
3.4.1 – PAREDE EM BLOCO DE GESSO SEM FUNÇÃO ESTRUTURAL ........................... 27
3.4.2 – PAREDE EM BLOCO CERÂMICO VAZADO (TIJOLO FURADO)........................... 29
4.0 – ANALISES COMPARATIVAS ..................................................................................... 30
4.1 – QUANTIDADE E CUSTOS DAS FUNDAÇÕES ............................................................ 30
4.2 – SISTEMAS ESTRUTURAIS E PAREDES ...................................................................... 33
4.3 – REVESTIMENTO ........................................................................................................... 35
4.4 – CUSTO TOTAL DE PRODUÇÃO .................................................................................. 38
4.5 – PRAZOS .......................................................................................................................... 38
14
4.6 – JUROS ............................................................................................................................. 42
4.7 – DESPESAS INDIRETAS E LUCRO ............................................................................... 43
4.8 – PROJEÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA ........................................................................ 44
4.9 – VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) ............................................................................ 47
4.10 – TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) DOS PROJETOS ........................................... 48
4.11 – CRITÉRIO DA SÉRIE UNIFORME EQUIVALENTE (CSUE) DOS PROJETOS ........ 49
4.13 – RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO .................................................................................. 50
5.0 – CONSIDERAÇÕES FINAIS ......................................................................................... 51
6.0 – REFRÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS ............................................................................. 55
ANEXO 1 – PROJETOS ARQUITETÔNICOS .................................................................... 60
ANEXO 2 – ORÇAMENTO DE CADA PROJETO.............................................................. 62
ANEXO 3 - CRONOGRAMAS FISÍCO-FINANCEIROS .................................................... 69
ANEXO 4 – TABELAS DAS DESPEZAS INDIRETAS ....................................................... 72
ANEXO 5 - DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS E FLUXO DE CAIXA LIVRE DE
PROJETO ............................................................................................................................... 75
1
1 – INTRODUÇÃO
Nos últimos anos e mais especificamente na última década a economia brasileira, apesar
das sucessivas crises internacionais, tem registrado um regular crescimento, variando de 2,7%
em 2002 a 5,0% em 2011, com a média de 3,99 % na primeira década dos anos 2000. Por outro
lado, a indústria da construção civil, conforme registrado na figura 1.1, tem apresentado um
crescimento médio superior a 4,0 % ao ano. A simples comparação das médias de crescimento
da economia do país e do setor da construção demonstra a grande importância do mesmo para a
economia nacional, indicando tendência da manutenção de crescimento, são as expectativas ao
analisar-se os valores indicados pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI),
o que finalmente aponta, cada vez mais, para uma participação mais significativa da construção
civil no Produto Interno Bruto – PIB nacional.
5,40%
4,40%
4,50%
4,10%
2002
2003
2004
4,20%
2005
4,30%
4,10%
2006
4,40%
4,20%
2007
2008
2009 Jan a Jun
2010
Fonte: Agência brasileira de Desenvolvimento da Indústria (ABDI).
Grafico 1.1 – Participação da Construção Civil no PIB brasileiro.
Com este aumento na participação do PIB pode-se ver o aumento da importância do setor
da Construção Civil na economia nacional. Com este aumento analisa-se um segundo dado,
obtido também através da ABDI, que indica a quantidade de investimento da construção civil até
2008, o grafico 1.2 pode-se observar a evolução do investimento no setor.
2
9000
8153
8000
7000
Milhões
6000
4000
4862
4393
5000
3214
3000
4029
3100
2051
2000
1000
0
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
Fonte: Agência brasileira de Desenvolvimento da Indústria (ABDI).
Grafico 1.2 – Investimentos na Construção Civil até 2008
A partir desses investimentos necessita-se a busca de novas tecnologias e novas
perspectivas, já que para a nova tecnologia são necessários investimentos para a aquisição e
implantação da mesma.
Apesar dos números favoráveis, em 2010, onde o cenário da construção civil, Reis (2011)
aponta que o país vive um ponto de incerteza, onde os preços dos imóveis subiram além da
inflação, isso pode acontecido devido a duas hipóteses:
a) Uma bolha no mercado imobiliário, já que se analisado a situação de São
Paulo que no acumulado de 2011 até julho teve um aumento de 16,6% no
preço do imóvel e a inflação pelo índice IPCA (Índice Nacional de Preço ao
Consumidor Amplo) foi de 6,15%, caracterizando um aumento sem
explicação.
b) Devido à alta liberação de crédito para as famílias, para comprarem a casa
própria, o mercado não conseguiu aumentar o numero de imóveis a venda
suficientes para atender toda esta demanda, assim também fazendo os preços
dos imóveis subirem.
Entretanto, Reis (2011) aponta que os preços dos imóveis estariam estacionando, isso
acontece já que os consumidores não terem condições de pagar o aumento no preço já praticado
pelo mercado. O problema do estacionamento é que o investidor, que compra para vender em
curto prazo num preço mais elevado, começa a parar de comprar os imóveis, além do mais o país
3
vive um momento de crescimento na inflação isso faz com que o custo de construção aumenta
junto com a inflação e a construtora não consegue repassar este preço ao consumidor.
Outro problema apontado pelo Jornal Valor econômico (GIFFONI, 2012) refere-se ao
preço médio da mão de obra, que contribuiu para o aumento do Índice Nacional de Custo da
Construção – para o Mercado (INCC-M). A mão de obra, no período de janeiro a novembro de
2011, foi o índice mais inflacionado tendo um aumento de 10,20% na comparação do mesmo
período do ano anterior.
Com este claro cenário de incertezas na economia nacional a disputa pelos clientes
aumenta e impõe-se a necessidade da redução de gastos e desperdícios, a construtora precisa
saber até que ponto vale investir em novas tecnologias para construções.
1.1 - TEMA E DELIMITAÇÃO
O título deste trabalho é: Uma análise econômica financeira da utilização das novas
tecnologias comparada com as clássicas, este tema esta dentro de uma área denominada:
Gerenciamento de empresas e empreendimentos na Construção Civil. Esta área trata do
planejamento estratégico para empresas da construção civil, este planejamento ocorre através de
pesquisas e análises tentando ao máximo construir um portfólio de informações, contemplando o
levantamento dos ricos, taxas de retornos, dentre outras informações, para que o empreendedor
possa tomar sua decisão com sabedoria.
Lima Jr. (1998) comenta que no plano estratégico e no nível tático, as decisões gerenciais
têm ênfase na analise de negócios, tendo uma das discussões de levantamentos técnicos para
geração de um conjunto de informações necessárias para tomar decisões, que se apoiam sobre
analises e riscos do investimento.
Assim este trabalho não elimina a necessidade de se ter um planejamento estratégico,
entretanto este trabalho vem prover ao planejador informações para o preparo de um panorama
para o empreendedor tomar decisões. Assim Lima Jr. (1998) indica que o planejador tem duas
funções definidas:
a) Instruir o empreendedor de informações de qualidade para que o mesmo tome
decisões.
4
b) Ser crítico das decisões tomadas, por conhecer as entranhas dos modelos de
simulação, porém não tomando decisões já que este papel é do empreendedor.
1.2 – PROBLEMA
Hoje na construção civil como toda a economia em grande expansão, a concorrência entre
empresas aumenta, assim faz com que as empresas queiram diminuir o preço e aumentar a
qualidade. Nesta situação as empresas tendem buscar o que há de mais moderno para conseguir
chegar à meta desejáda (FABRÍCIO, 2002).
Sendo assim Fabrício (2002), comenta que só há duas maneiras de redução de custo: a
primeira consiste na utilização de insumos baratos, porém de baixa qualidade ou de qualidade
duvidosa, e a segunda busca o aumento da produtividade com aumento da qualidade.
Logo com estas colocações apresentam-se uma pergunta: Qual das duas maneiras é
realmente mais vantajosa para a empresa?
1.3 – OBJETIVOS
1.3.1 - OBJETIVO GERAL
O objetivo geral desta pesquisa é comparar a fim de determinar aonde cada sistema
construtivo é mais vantajoso, assim comparando sistemas de construção mais clássicos (insumos
baratos) com sistemas de construções mais modernos (aumento de produtividade).
1.3.2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
O objetivo geral desta pesquisa para ser alcançado, necessita-se queimar algumas etapas
primordiais para chegar ao resultado desejável, para o projeto arquitetônico utilizado por este
trabalho. Abaixo se descreve algumas dessas etapas das quais seriam de maior importância para
este trabalho:
a) Adaptação de projetos: utilizar a mesma planta arquitetônica para elaborar
possibilidades para criar projetos com diferentes sistemas construtivos.
5
b) Criação de planejamentos da obra, com aspectos construtivos diferentes, que
contenham: Orçamento e cronograma físico-financeiro.
c) Criação de uma analise econômico-financeira para os orçamentos.
1.4 - JUSTIFICATIVA
Segundo Martins e Lima Jr. (1998), a decisão de um empreendedor deve ser suportada
por informações que possam atender as necessidades do cliente, porém esta informação deve
chegar com rapidez e quantidade necessária e proveniente de diversos setores da empresa para
que o empreendedor possa saber o risco e tomar a decisão de forma mais coerente possível.
Segundo Pinho (2008) a maior dificuldade é identificar o tipo de sistema construtivo mais
adequado para uma obra, já que uma metodologia de avaliação mais abrangente não é executada,
e a avaliação comparativa de custos é muito vaga.
Sendo assim a necessidade de informações sobre qual o aspecto construtivo a ser
utilizado numa obra, independente do seu preço, se torna necessário já que isso vai influenciar do
começo até o final da construção do empreendimento.
Ainda Pinho (2008) aponta que um estudo de viabilidade econômica para a definição do
método de construção, tem uma grande possibilidade de interferência e custo acumulado deste
processo é baixo, comprado com o valor da obra. Assim diminuindo as surpresas que podem
ocorrer enquanto a obra acontece.
Segundo Limmer (2010) a primeira fase de um projeto é a viabilidade TécnicoEconômica, nesta fase é desenvolve-se um modelo preliminar do projeto que será executado, isto
é necessário para que se possa conhecer o projeto como um todo. Nesta fase também deverá ser
levado em consideração os recursos tecnológicos disponíveis e a relação custo-benefício a ser
obtida quando da utilização do produto resultante do projeto.
Entretanto Martins e Lima Jr. (1998) colocam que essas quantidades de informação
necessária para construção de um empreendimento são insuficientes, com um período de tempo
muito longo e uma qualidade a baixo do grau necessário para que o gestor tome a decisão de
forma coerente, com precisão e possa a assumir os riscos desta decisão.
Além do mais com o aumento da exigência do consumidor em todos os setores da
economia, inclusive o da construção civil. Da mesma forma Fabrício (2002) comenta que essa
6
exigência faz com que as empresas adotem alternativas organizacionais e também construção
com uma maior qualidade.
Por isso que é de extrema importância que o gestor tenha parâmetros para decidir o
melhor, para poder conquistar o novo e manter o velho cliente. Diante desta situação do mundo
globalizado tende a necessidade de estar a um passo a frente do concorrente.
1.5 – ESTRUTURA DO TRABALHO
Este trabalho está dividido em cinco capítulos, a seguir pode-se encontrar uma lista com
os capítulos:
Capítulo 1 – Introdução, este capítulo mostra a situação que o país vive mostrando a
participação da construção civil no Brasil nos dias atuais. O capítulo também registra os
objetivos do trabalha e a justificativa para a execução do trabalho.
Capítulo 2 – Habitação, este capítulo contempla as definições de habitação, história dos
investimentos brasileiros em habitação voltados a classe de baixa renda. Também serão
mostrados projetos de habitação com sistemas construtivos utilizados neste trabalho.
Capítulo 3 – Estudo de Caso, neste capítulo apresentada-se o projeto base do trabalho e
também as adaptações que foram recalculadas para criação de novos projetos, assim gerando os
três cenários construtivos para as futuras comparações.
Capítulo 4 – Analises Comparativa, neste capítulo será feita as comparações de cada
etapa de cada cenário, para isso foi criado orçamentos, cronogramas de quantificado as despesas
indiretas. Assim podendo gerar fluxos de caixa para poder determinar os valores dos índices
financeiros para os projetos. Os preços utilizados nos orçamentos foram os do Relatório de
Serviços de Setembro de 2012 do estado Pará, divulgado pela Caixa Econômica Federal.
Capítulo 5 – Considerações finais, aponta os principais resultados da comparação
realizada resultados importantes dos projetos e propostas para proseguir deste trabalho.
7
2 – HABITAÇÃO
Segundo o Dicionário Aurélio (2004) diz que habitação é o lugar ou casa onde se habita,
morada, vivenda ou residência. Assim Abiko (1995) diz que a habitação evolui junto com a
habilidade humana, conseguindo aplicar vários materiais para as habitações, passando desde o
uso de peles de animais, pedras, madeira, terra (crua ou queimada) e a cerâmica.
Abiko (1995) ainda aponta que a habitação, nos dias atuais, tornou-se uma importante
parte da economia, isto acontece devido a habitação não servir só como abrigo, mas também
integrando outros setores da economia gerando emprego e renda. Pode-se perceber esta mudança
nas habitações urbanas onde necessitam de vários serviços como: energia elétrica, água, coleta
de lixo, transporte coletivo e outros.
Entretanto a população de baixa renda ainda sofre com o déficit habitacional, ou seja,
falta de moradia, moradia inadequada ou residente de área de risco. Segundo A CÂMARA DOS
DEPUTADOS (2011, p.1), tendo como fonte os números do Ministério das Cidades, aponta que
o numero do déficit habitacional no Brasil é de 5.572.313 casas. Abaixo são mostrados os
gráficos 2.1 e 2.2 onde mostra os números do déficit habitacional por região e logo depois os
números do déficit habitacional por estado da região norte.
8
Deficit Habitacional no Brasil por Região
Norte
Nordeste
1.956.380
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
2.052.956
557.092
586.394
419.491
Fonte: Câmara dos Deputados (2011, p. 1)
Gráfico 2.1: Déficit Habitacional por região
Deficit Habitacional na Região Norte por
Estado
Roraima
Acre
Amazonas
Amapa
Roraima
Pará
Tocantins
286.110
132.224
59.681
31.229
19.584
14.295 13.969
Fonte: Câmara dos Deputados (2011, p. 1)
Gráfico 2.2: Déficit Habitacional na Região Norte
Nestas situações foi desenvolvido o conceito de Habitação de Interesse Social (HIS),
segundo Souza (2009) O conceito surgiu junto com o Banco Nacional de Habitação (BNH) que
9
adotava o nome em seus programas. Estas moradias são usualmente destinadas a população de
baixa renda, entretanto o nome HIS pode-se ter variações como Habitações de Baixo Custo ou
em inglês low-cost housing, e Habitação para População de Baixa Renda ou em inglês Housing
for Low-Income People.
Ainda Abiko (1995, apud SOUZA 2009) a HIS é o resultado de processo complexo de
produção, pois envolve varias partes de uma cidade passando pela importância social, pela
necessidade do poder publico, função dentro da economia (por motivos já citados) e outros. A
autora ainda defende que a HIS não deve ser considerada só pela importância social, mas por
tudo que ela representa dentro de uma área urbana.
2.1 – HISTÓRICO DOS PROGRAMAS DE HABITAÇÃO.
Ao passar dos anos vários Governos Brasileiro criaram programas para construção de
HIS, a fim de diminuir o déficit habitacional. Segundo Botega (2008, p. 2) a população urbana
brasileira aumenta de 31,3% em 1940 para 74,8% em 1991, a maior parcela de crescimento se
encontra dentro da população de baixa renda. Com este expressivo aumento o déficit
habitacional torna-se algo previsível de acontecer.
Segundo Botega (2008, p.5) as primeiras políticas voltadas para a habitação surgiram no
período de 1940 a 1960. Esta medida foi adotada, pois as políticas de industrialização do país
fizeram com êxodo rural aumenta-se expressivamente. A Política criada foi para incentivar a
aquisição de casa própria, através, inicialmente, da Caixa Econômica Federal (CEF), e dos
Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPS). No mesmo período é criada a Fundação da Casa
Popular (FCP), a FCP foi o primeiro órgão nacional para prover residência popular a população
pobre (Motta, 2009).
Segundo Motta (2009, p. 5) durante o governo militar, durante os anos de 1964 a 1984,
foi criado o Sistema Financeiro da Habitação (SFH). O SFH buscava a dinamização da economia
nacional, vale ressaltar que a medida foi criada para garantir a estabilidade social. Era um plano
para diminuir os crescimentos das favelas, diminuir as ocupações irregulares. O plano constituíase em construção de moradias e infraestrutura urbana. Junto com o SFH foi criado o Banco
Nacional da Habitação (BNH) e expandiu as Companhias de Habitação Popular as (COHAB’s).
10
Na década de 80 o Brasil entra em uma grande crise, assim afetando diretamente o BNH,
o qual foi extinto 1986 pelo Presidente José Sarney, o BNH foi incorporado pela CEF, assim a
CEF passa a atribuir as funções do BNH. No ano 1990, foi criado outro programa habitacional,
foi criado o Plano de Ação Imediata para a Habitação, devido à crise e como o plano foi
desenhado ele não cumpriu as metas estabelecidas, o custo médio aumentou, o tempo de
execução aumentou expressivamente e o plano não conseguiu a porcentagem de recursos
suficientes (BOTEGA,2008, p.10).
No governo Itamar Franco (1992 – 1994) criou-se dois programas, Programa Habitar
Brasil e o Morar Município. Os dois programas basicamente financiava a construção de moradias
juntamente com as prefeituras, entretanto as exigências pelos programas fizeram com que eles
fossem poucos utilizados. No Governo Fernando Henrique Cardoso (1994 – 2002), não se teve
avanço no quesito habitação, pois as entidades internacionais aconselharam o governo a não
gastar dinheiro com este problema, já que o país acabara de sair de uma crise econômica
(MOTTA, 2009, p. 8)
No governo do Presidente Luis Inácio Lula da Silva (2002 – 2010) foi criado o programa
Minha Casa Minha Vida (MCMV). O programa prevê investimentos na área de habitação
destinados as famílias com renda de 0 a 10 salários mínimos (MOTTA, 2009, p. 8). Devido o
Programa ainda estar em vigor e ter sido ampliado, este trabalho comentar de forma mais
profunda o programa no subcapitulo abaixo.
2.2 – PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA
O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), foi lançado em março 2009. O programa
é regido pela lei n° 11977 de 7 de julho de 2009. Seu Objetivo é financiar a construção de
moradias para a população com renda de 0 a 10 salários mínimos. Entretanto Shimizu (2010,
p.11) indica que o MCMV não tem só função social, porém o programa atinge a economia
nacional, através da geração de empregos e outros, afetando diretamente e indiretamente outros
setores da economia.
Segundo a CEF (2012, p. 1) o programa é gerido pelo Ministério das Cidades e
operacionalizado pela CEF. O MCMV tem como finalidade de criar mecanismos de incentivo a
11
produção, inicialmente o programa tinha como meta um milhão de novas moradias, entretanto
esta meta foi modificada para dois milhões de novas moradias, para famílias com renda de até
R$ 5.000,00 ou 10 salários mínimos. Dentre dessas novas moradias o programa construirá 860
mil casa para famílias com renda de até R$1.600,00 ou três salários mínimos.
A CEF (2012, p. 1) indica que a abrangência do programa é para capitais de estado,
regiões metropolitanas, cidades com mais de 50 mil habitantes e algumas cidades entre 20 e 50
mil habitantes. Para construção das unidades habitacionais o governo através do Orçamento
Geral da União destinou verba ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Dentro do
programa tem-se os seus participantes estes são:
1 – A CEF: faz o papel de instituição financeira responsável pelo programa,
apontará os critérios e expedições dos atos necessários ao programa.
2 – Ministério das Cidades: é responsável por estabelecer diretrizes, regras e
condições. Além de acompanhar e avaliar o desempenho do programa.
3 – Distrito Federal, Estados e Municípios: tem como responsabilidade cooperar
junto a CEF e ao Ministério das Cidades para determinar áreas que devem ser
priorizadas. Também deverá atuar em prol do programa, através de isenção de tributos e
outras.
4 – Empresas do setor da Construção Civil: Participam na apresentação de
propostas e execução dos projetos aprovados para aquisição de unidades habitacionais.
A CEF (2012, p. 1) indica que as unidades habitacionais para famílias com renda de até
três salários mínimos, prevê dois tipos de unidades a casas térreas e os apartamentos. As casas
tem área útil de 32 m² com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço (não é valida
com a área útil). O apartamento deverá ter a área útil mínima de 37 m² com dois quartos, sala,
cozinha, banheiro e área de serviço (não é valido com área útil). Abaixo na figura 2.1 da planta
baixa de uma casa térrea que foi construída pelo MCMV.
12
Figura 2.1: Planta Baixa de uma HIS.
2.3 – PROJETOS HABITACIONAIS.
2.3.1 – HABITAÇÃO POPULAR EM ESTRUTURA DE AÇO ESTRUTURAL
Segundo Coelho (2003, p. 26) a utilização de estrutura metálica para a construção de HIS
sofre restrições no aumento de custo relativo empregado neste sistema. Entretanto pode-se
perceber uma maior utilização da estrutura metálica em empreendimentos para população de
baixa renda.
Em Castanhal, no estado do Pará, pode-se encontrar um empreendimento para população
de baixa renda que utiliza estrutura metálica. O empreendimento consiste em 50 blocos de cinco
13
pavimentos, com vinte apartamentos por bloco de aproximadamente 42 m² (CICHINELLI, 2012,
p. 30, revista infra-estrutura). Abaixo na figura 2.2 do empreendimento.
Fonte: CICHINALLI, 2012.
Figura 2.2: Figura das estruturas metálicas dos blocos habitacionais.
SOUZA (2009, p. 34) indica algumas vantagens e desvantagens da utilização da estrutura
metálica.
I - Vantagens
a) Prazos de execução mais curtos;
b) Racionalização de material e mão de obra;
c) Canteiro de obra com necessidade de menores silos;
d) Maior área útil e distancia de vãos;
II - Desvantagens
a) Custo elevado;
b) Dificuldade de transporte;
c) Contração e dilatação do aço;
d) Maquinário específico para montagem;
14
No projeto de Castanhal vale ressaltar que custo aumentou em 30% comparado com
método tradicional, entretanto o prazo de execução caiu em 50% comparado com o método
tradicional. Pode-se também dizer que os custos indiretos sofreram reduções, como alimentação,
transportes, EPI’s e treinamento de equipes, isto acontece por que a estrutura metálica diminui a
quantidade de funcionários dentro de uma obra (CICHINELLI, revistas Infra-estrutura 2012).
Vale ressaltar que a logística e montagem foi um dos maiores desafios do
empreendimento de Castanhal. A logística foi um desafio, pois os perfis tiveram como origem
Manaus-Am, assim tendo que ser transportado por balsas e carretas levando tempo para chegar
na Obra. A montagem foi um desafio devido ao clima da região amazônica, já que a chuva e
raios acontecem com frequências assim não podendo executar a estrutura nesses dias, outro
problema foi a necessidade de guindaste para montagem dos pilares.
2.3.2 – HABITAÇÃO POPULAR EM ESTRUTURA DE ALVENARIA ESTRUTURAL
Segundo Silva e Fortes (2009) a alvenaria estrutural é largamente utilizada no Brasil,
especificamente para construções de HIS, isto ocorre devido suas vantagens. Vale ressaltar que a
tecnologia, tanto na concepção de projetos ou na execução, tem crescido fazendo com que a
alvenaria estrutural esteja num patamar igual ou melhor que a estrutura de concreto armado
convencional.
A alvenaria estrutural é definida quando uma parede não suporta somente o seu peso
próprio, mas também a carga estrutural do prédio. Assim somando a função estrutural do prédio
e a função de divisórias dos ambientes (PENTEADO, 2003 apud ARCARI, 2010). A seguir uma
obra de alvenaria estrutural.
15
Fonte: http://revista.construcaomercado.com.br/guia/habitacao-financiamento-imobiliario/122/artigo228041-1.asp
Figura 2.3: Foto de obra executada em alvenaria estrutural
Segundo Lisboa (2008) as vantagens e desvantagens deste sistema construtivo são:
I – Vantagens
a) Melhor alojamento das instalações elétricas e hidráulicas;
b) Não utilização ou pouca utilização de formas de madeira;
c) Menor consumo de armaduras;
d) Redução de 67% do entulho gerado na obra;
e) Redução no prazo de execução;
f) Revestimentos de espessura mais fina;
II – Desvantagens (RAMALHO & CORRÊA, 2003 apud LISBOA, 2008)
a) Necessidade que os projetos sigam as especifacações do sistema;
b) Mão de obra qualificada para assentamento dos blocos conforme o
sistema;
Vale ressaltar que Arcari (2010) demonstra que o custo agregado de uma construção em
alvenaria estrutural é mais barata que a de concreto armado, chegando a 16% mais barato no
caso estudado pelo autor. O autor também aponta que a alvenaria estrutural chegou a ser dois
meses mais rápidos que a obra de concreto armado.
16
2.3.3 – HABITAÇÃO POPULAR EM ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO
O sistema estrutural mais utilizado, atualmente no Brasil, é o concreto armado, isto
ocorre devido sua fácil adaptação da estrutura ao projeto arquitetônico. Este sistema estrutural é
largamente utilizado para construção de prédios residenciais. O concreto armado é muito
utilizado com paredes de alvenaria cerâmica (SILVA, 2003 apud ARCARI, 2010).
O concreto armado é composto basicamente de concreto e barras de aço, o
funcionamento conjunto destes materiais só é permitido devido à aderência entre ambos
(ARAÚJO, 2003 apud ARCARI, 2010). A seguir mostra-se a foto 2.4 que mostra a composição
do concreto e suas necessidades para execução.
Fonte: http://www.edifique.arq.br/images/estconc.gif
Figura 2.4: Composição e execução do Concreto Armado
O processo para a confecção de uma estrutura de concreto armado ocorre em três etapas.
A primeira é confecção das formas, vale ressaltar que esta forma, maior parte das vezes, é
composta por madeira. A segunda etapa seria o corte, a dobra e a montagem da armadura do
sistema estrutural. A terceira e ultima etapa é a confecção do concreto e o lançamento do mesmo
nas formas que já se encontram com as armaduras instaladas (LISBOA, 2008).
Com isto uma das vantagens da utilização do concreto armado é mais fácil à contratação
de mão de obra com alguma experiência neste sistema que em outros (ARCARI, 2010).
Entretanto o concreto tem outras vantagens. A seguir mostram-se algumas vantagens e
desvantagens deste sistema estrutural:
17
I – Vantagens (ARAÚJO, 2003 apud ARCARI, 2010; LISBOA, 2008)
a) Segurança contra o fogo;
b) Facilidade de adaptação para as geometrias necessárias.
c) Fácil adaptação ao projeto arquitetônico;
d) Durabilidade elevada;
e) Grande resistência à compressão;
II – Desvantagens (LISBOA, 2008; ARCARI, 2010)
a) Elevada massa especifica sendo de 2500 kgf/m³;
b) Alta taxa de consumo de aço, formas e concreto;
c) Excesso de desperdício;
d) Grandes números de mão de obra para a execução do sistema;
18
3.0 – ESTUDO DE CASO
3.1 - O PROJETO
O projeto utilizado neste trabalho foi cedido pela empresa CKOM Engenharia LTDA.,
cujo autorizou a utilização do projeto, este projeto tem como publico alvo a população de baixa
renda, assim podendo ser considerado uma HIS. Este projeto foi concebido no ano 2000.
O projeto consiste em um prédio de quatro andares, com 14 apartamentos, sendo que dois
apartamentos no térreo e os outros doze nos próximos andares. A seguir a figura 3.1 que mostra a
fachada do prédio (ver anexo 1 – Plantas arquitetônicas em escala).
Fonte: CKOM Engenharia LTDA.
Figura 3.1 –Elevação Frontal do Prédio.
Cada apartamento é composto por dois quartos, uma sala, uma cozinha, um banheiro e
uma área de serviço, observa-se que o projeto pode ser incluído no programa MCMV. O prédio
não tem elevadores, na figura 3.2 é apresentado o pavimento tipo (ver anexo 1 – Planta
arquitetônicas em escala).
19
Fonte: CKOM Engenharia LTDA.
Figura 3.2: Planta baixa do pavimento tipo do prédio.
O sistema construtivo original do projeto utiliza o sistema estrutural metálico, ou seja, os
pilares e vigas são de perfis metálicos, as lajes são feitas com o sistema de pré-laje, ou seja, é
feita placas de concreto com 5 cm de espessura, após a colocação na sua devidas posições, a laje
recebe uma camada de concreto de 5 cm para conclusão da mesma.
O fechamento externo é executado com placas pré-fabricadas de concreto celular com
espessura de 12 cm. As paredes internas são executadas com blocos de gesso.
A primeira adaptação do projeto foi transformar a estrutura metálica para o concreto
armado, assim tendo vigas e pilares de concreto armado, as lajes passaram a ser maciças, assim
não tendo mais nenhuma parte pré-fabricada. As paredes passaram a ser de tijolo cerâmico e
revestido com chapisco e reboco paulista em massa única.
20
A segunda adaptação foi feita para o sistema de alvenaria estrutural, assim todas as
paredes, vigas e pilares foram substituídas por paredes portantes, sendo constituída de blocos de
concreto. O chapisco e reboco foram substituídos por reboco em gesso internamente e
externamente continuou com chapisco e emboço massa única.
3.2 – INFRA-ESTRUTURA (FUNDAÇÃO)
O tipo de fundação escolhido para os três projetos foi à estaca-raiz. Segundo Garcia
(2006) a estaca-raiz tem como as principais vantagens: a) execução em áreas de difícil acesso ou
áreas de dimenões reduzidas; b) em terrenos urbanos, onde existe a necessidade de ausências de
ruídos ou de vibrações; c) Possuem uma maior densidade de armadura se comparada com as
outras estacas de concretos; d) em solos que contenham matações, rocha ou concreto.
Segundo Hachich e outros (1998) a execução da estaca segue em quatro etapas, na figura
3.3 pode-se obsevar as etapas:
1 – Perfuração: é realizada por rotação de tubos com o auxilio de
circulação de água.
2 – Instalação da armadura: a armadura é colocada ainda com o tubo
dentro do furo.
3 – Preenchimento com argamassa: após a colocação da armadura, é
injetada a argamassa.
4 – Remoções dos tubos e execução de golpes de ar-comprimido: Após a
colocação da argamassa é injetado ar-comprimido para que a argamassa se
enraíze no solo.
21
Fonte: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?p=53563993
Figura 3.3: Sequência de execução da estaca-raiz.
3.3 – SUPER ESTRUTURA (PILARES, VIGAS E LAJES)
3.3.1 – PROJETO ORIGINAL
Como já citado o projeto original foi concebido com estrutura metálica, ou seja, pilares e
vigas são fabricados a partir de perfis metálicos industrializados. As lajes foi concebida no
sistema de pré-lajes ou lajes pré fabricadas, assim são fabricadas placas onde serão colocadas na
posição devida e depois leva uma camada de concreto.
A Estrutura metálica consiste em perfis metálicos, composto de liga de ferro e carbono,
mais conhecido como aço. Segundo Pfeil, W. e Pfeil, M. (2010) o carbono tem a função de dar
resistência ao aço, entretanto o deixa mais frágil, assim o aço com mais teor de carbono resiste a
maiores cargas, porém se torna menos dúctil.
Ainda Pfeil, W. e Pfeil, M. (2010) os perfis que são utilizados em estruturas podem ser
fabricados a partir de três processos, laminação, dobramento de chapas e através de chapas
soldadas.
22
Segundo Martins (2008) aponta as etapas de uma construção de uma estrutura metálica,
assim pode-se ter o seguinte fluxograma:
Fonte: Arquivo pessoal.
Figura 3.4: Fluxograma das etapas de construção de uma estrutura metálica.
A seguir pode ver algumas figuras das etapas acima citadas.
23
Fonte: http://www.cbca-acobrasil.org.br/noticias-ler.php?cod=5361
Figura 3.5: Demonstração da locação das peças estruturais (Fase 1), elevação dos perfis e fixação de vigas nos
pilares (Fase 3).
3.3.2 – CONCRETO ARMADO
Como já citado anteriormente, no capitulo anterior deste trabalho, o concreto armado é
composto por concreto e barras de aço, onde os mesmos atuam em conjunto, assim somando as
suas características.
No concreto armado, em sua mais comum aplicação, é usado em pilares, vigas e lajes
assim as paredes não tem função estrutural assim funcionando somente como vedação
(RICHTER, 2007 apud ARCARI, 2010).
Como já citado neste trabalho o concreto armado necessita de algumas etapas para sua
execução, estas etapas são: confecção da forma, confecção da armadura e lançamento do
24
concreto. A seguir pode-se observar um fluxograma da execução de uma estrutura de concreto
armado, passando desde o recebimento de cada material até a sua instalação no local.
Fonte: FREIRE, 2001 apud THOMAZ, 2005 apud ARCARI, 2010
Figura 3.6: Fluxograma da execução de uma estrutura em concreto armado.
3.3.3 – ALVENARIA ESTRUTURAL
Conforme o apresentado no item 3.1 a alvenaria estrutural é aquela que assume função de
estrutura e de vedação. Neste trabalho o tipo de alvenaria estrutural utilizada foi a com blocos de
concreto, a alvenaria estrutural tem algumas características importantes em sua execução
diferente da alvenaria comum.
A Alvenaria estrutural tem como elementos os blocos, argamassa de assentamento, aço e
grout (RAMALHO; CORRÊA, 2003 apud ARCARI, 2010). O principal elemento da alvenaria é
o bloco, que pode ser de concreto ou cerâmico. Este trabalho usou como sistema estrutural a
25
alvenaria armada de bloco de concreto, assim pode-se observar que existe uma grande variedades
de blocos de concretos, a seguir na figura 3.7 mostra-se alguns blocos de concreto.
Fonte: BARENGUER e FORTES (2010, p. 6)
Figura 3.7: Tipos de blocos de concretos mais usados
A alvenaria estrutural tem um processo de execução muito parecida com a alvenaria
convencional, chegando a ter etapas iguais. Segundo Barenguer e Fortes (2010) aponta as etapas
de execução da alvenaria armada, assim podendo ter o seguinte fluxograma:
26
Fonte: Arquivo Pessoal
Figura 3.8: Fluxograma da execução de uma alvenaria estrutural
3.4 – PAREDES E DIVISÓRIAS
Este trabalho utiliza três tipos de alvenarias, a primeira que é a parede executada em
bloco de gesso sem função estrutural, a segunda é a parede em bloco cerâmico furado sem
função estrutural e por último a parede em bloco de concreto com função estrutural. Neste tópico
não será falado da alvenaria em bloco de concreto com função estrutural já que a mesma já foi
comentada no item 3.3.
27
3.4.1 – PAREDE EM BLOCO DE GESSO SEM FUNÇÃO ESTRUTURAL
Segundo Sobrinho (2009) os blocos cerâmicos ou de concreto sofreram poucos avanços
tecnológicos, os mais utilizados na construção, entretanto foi aplicado a estes blocos maneiras de
racionalizar e maior controle de execução com sucesso.
Segundo Silva (2004) os blocos de gesso são fabricados por processo de moldagem, estes
blocos são destinados a vedações verticais internas, o autor ainda aponta que existem vários tipos
de blocos de gesso.
O livro Alternativas Tecnológicas para edificações (et al SOUZA, 2008) aponta que
existem quatro tipos de bloco de gesso:
a) Bloco tipo S, standard, normalmente na cor branca, para uso geral (figura 3.9).
b) Bloco tipo H, hidrófugo, normalmente na cor azul, utilizados em ambientes
úmidos ou molhados (figura 3.9).
c) Bloco tipo GRG, reforçado com fibras de vidro, normalmente na cor verde,
utilizado em ambientes de uso coletivo (figura 3.9).
d) Bloco tipo GRGH, hidrófugo e reforçado, normalmente na cor rosa, utilizado
em ambientes de uso coletivo e sujeitos à ação da umidade de forma
intermitente (figura 3.9).
Fonte: http://www.google.com/imgres?q=tipos+de+bloco+de+gesso&hl=pt-BR&sa=
Figura 3.9: Tipos de bloco de gesso.
A parede executada em bloco de gesso é muito similar a execução das outras alvenarias
de vedações, o processo consiste em:
28
a) Locação das paredes: marcação na laje ou no piso onde vão ser executadas as
paredes.
b) Execução da primeira fiada: senta-se a primeira fiada de blocos com auxilio
de colagesso para a ligação do bloco com o piso.
c) Elevação da parede: execução do restante da alvenaria e os vãos de janelas e
portas.
d) Colocação de Instalações: procede-se aberturas na parede para a colocação das
tubulações hidráulicas e elétricas.
e) Camada regularizadora: Nesta aplica-se um reboco fino em gesso para cobrir
as tubulações e juntas entre os blocos.
Segundo a ITEP (2007-b apud SOUZA 2009), HABITARE-Rede 2 (2006 apud SOUZA
2009) e Rocha (2007 apud SOUZA 2009) as vantagens da utilização das paredes de bloco de
gesso são:
a) Incombustibilidade, o gesso apresenta grande resistência a propagação de
chamas, assim denominado material incombustível.
b) Isolamento-térmico, o bloco de gesso apresenta baixa condutividade térmica
c) Isolamento acústico, os blocos de gesso apresentam elevado índice de redução
sonora.
d) Estabilidade e precisão dimensional, o baixíssimo coeficiente de dilatação
térmica e hidráulica e a fabricação industrializada.
e) Grande produtividade, devido ao bloco de gesso ter dimensões maiores que os
outros blocos, o mesmo permite a execução de 25 m² por um homem em um
dia.
Algumas desvantagens da utilização do bloco de gesso podem ser encontradas nos
relatórios do ITEP (2007 apud SOUZA, 2009):
a) Ação da umidade do solo, os blocos não podem ser expostos a ação da
umidade de forma prolongada, assim prejudicando a durabilidade da parede.
b) Estanquiedades de pisos de aéreas molhadas, estas áreas devem ser
impermeabilizadas fazendo com que a umidade não chegue no bloco de gesso
29
3.4.2 – PAREDE EM BLOCO CERÂMICO VAZADO (TIJOLO FURADO).
Os blocos cerâmicos são os mais utilizados dentro das construções brasileiras, isto ocorre
por serem produzidos através de argila que é facilmente encontrada em todo o Brasil e o seu
baixo custo comparado aos outros blocos (NASCIMENTO, 2004).
Os blocos cerâmicos podem ser empregados como alvenaria estrutural ou de vedação, a
diferença está nos furos. O tijolo cerâmico utilizado como vedação tem seus furos no sentido
horizontal, e os tijolos cerâmicos que tem função estrutural tem seus furos ni sentido vertical
(SOUZA, 2009). A seguir se pode observar os dois tipos de blocos cerâmicos citados (figura
3.10).
(a)
(b)
Fonte: http://www.shopdaconstrucao.com.br/bloco-ceramico.htm
Figura .3.10: (a) – Bloco cerâmico utilizado em paredes de vedação; (b) – Bloco cerâmico utilizado em paredes de
alvenria estrutural.
As paredes executadas em blocos cerâmicos são executadas de forma muito similar ao
bloco de gesso, citado anteriormente, entretanto as juntas e o reboco são executados com
argamassa e cimento, areia e cal. O bloco cerâmico exige que seja aplicada uma camada de
chapisco antes da aplicação do reboco.
30
4.0 – ANALISES COMPARATIVAS
4.1 – QUANTIDADE E CUSTOS DAS FUNDAÇÕES
As estacas-raizes, dentro do perfil do terreno escolhido, foram projetadas com dois
diâmetros estacas com 200 mm e 250 mm. As estacas de 200 mm possuem profundidade de 9
metros e as estacas de 250 mm esta, profundidade de 11 metros.
No projeto com o sistema construtivo mais tradicional (concreto armado) , as fundações
foram compostas por 32 estacas com diâmetros de 200mm, totalizando 288 metros lineares, e as
estacas com diâmetro de250 mm projetou 56 estacas, totalizando 616 metros. Na tabela 4.1 parte
do orçamento da obra, consta os custos das estacas e blocos de fundação, apresenta ainda valor
percentual desses custos em relação ao preço de obra.
Tabela 4.1: Custo da fundação previsto com concreto armado e porcentagem sobre o valor de produção da obra
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
QTD
5
5.1
5.1.1
5.1.2
5.1.3
FUNDAÇÃO
PROFUNDA
Transporte e montagem de equipamentos
Estaca raiz 200m
Estaca raiz 250m
un
ml
ml
1,00
288,00
616,00
5.2
5.2.1
5.2.2
5.2.3
5.2.5
5.2.6
BLOCOS
Lastro em concreto fck = 15mpa
Forma de madeira comum
Aço ca-50
Concreto estrutural usinado fck=30 mpa
Desforma
m²
m²
kg
m³
m²
42,50
54,40
1.091,70
12,13
54,40
PREÇO
UNITÁRIO
TOTAL
R$ 133.877,29
R$ 116.640,00
2.000,00
R$ 2.000,00
120,00
R$ 34.560,00
130,00
R$ 80.080,00
40,73
46,74
6,43
458,36
7,06
R$ 17.237,29
R$ 1.731,03
R$ 2.542,66
R$ 7.019,63
R$ 5.559,91
R$
384,06
PERCT
11,98%
10,44%
0,18%
3,09%
7,17%
1,54%
0,15%
0,23%
0,63%
0,50%
0,03%
Fonte: Arquivo pessoal.
Na segunda adaptação (alvenaria estrutural) as cargas estruturais sofreram redução.
Assim as quantidades das estacas mudaram. As estacas de 200 mm passaram a ser 50 unidades,
assim totalizando 450 metros lineares. As estacas de 250 mm passaram a ser 36 unidades, assim
totalizando 396 metros lineares. Na tabela 4.2 consta o custo da fundação porcentagem do custo
sobre o valor final de produção da obra em alvenaria armada
31
Tabela 4.2: Custo da fundação do projeto de alvenaria estrutural e porcentagem de participação no valor da obra
PREÇO
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
QTD
UNITÁRIO
5
5.1
5.1.1
5.1.2
5.1.3
FUNDAÇÃO
PROFUNDA
Transporte e montagem de equipamentos
Estaca raiz 200m
Estaca raiz 250m
5.2
BLOCOS
5.2.1
Lastro em concreto fck = 15mpa
5.2.2
Forma de madeira comum
5.2.3
Aço ca-50
5.2.5
Concreto estrutural usinado fck=30 mpa
5.2.6
Desforma
Fonte: Arquivo pessoal.
TOTAL
un
m
m
1,00
450,00
396,00
2.000,00
120,00
130,00
R$ 120.615,75
R$ 107.480,00
R$ 2.000,00
R$ 54.000,00
R$ 51.480,00
m³
m²
kg
m³
m²
2,15
48,16
860,00
10,75
48,16
40,73
46,74
6,43
458,36
7,06
R$ 13.135,75
R$
87,57
R$ 2.251,00
R$ 5.529,80
R$ 4.927,37
R$
340,01
PERCT
11,40%
10,15%
0,19%
5,10%
4,86%
1,24%
0,01%
0,21%
0,52%
0,47%
0,03%
No projeto original (estrutura metálica) devido ao sistema construtivo utilizar materiais
mais leves, a carga final de cada pilar sofre uma grande redução comparada as adaptações.
Assim as estacas diminuíram também ficando com 42 estacas de 200 mm, totalizando 378
metros lineares. Como pode-se observar o projeto original não precisou de nenhuma estaca de
250 mm. Na tabela 4.3 o custo final da fundação do projeto original e a porcentagem de
participação no valor da obra.
Tabela 4.3: Custo da fundação do projeto original (estrutura metálica) e a porcentagem da participação no valor da
obra.
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
QTD
5
5.1
5.1.1
5.1.2
5.1.3
FUNDAÇÃO
PROFUNDA
Transporte e montagem de equipamentos
Estaca raiz 200m
Estaca raiz 250m
un
m
m
1,00
198,00
220,00
5.2
5.2.1
5.2.2
5.2.3
5.2.5
5.2.6
BLOCOS
Lastro em concreto fck = 15mpa
Forma de madeira comum
Aço ca-50
Concreto estrutural usinado fck=25 mpa
Desforma
m²
m²
kg
m³
m²
20,58
42,00
420,00
5,25
42,00
PREÇO
UNITÁRIO
TOTAL
R$ 62.564,81
R$ 54.360,00
2.000,00
R$ 2.000,00
120,00
R$ 23.760,00
130,00
R$ 28.600,00
40,73
46,74
6,43
458,36
7,06
R$
R$
R$
R$
R$
R$
8.204,81
838,22
1.963,08
2.700,60
2.406,39
296,52
PERCT
5,21%
4,53%
0,17%
1,98%
2,38%
0,68%
0,07%
0,16%
0,22%
0,20%
0,02%
Fonte: Arquivo pessoal.
Como se pode observar a fundação mais barata foi a do projeto original ou em estrutura
metálica. No gráfico 4.1 pode-se analisar os custos de cada etapa da fundação. Pode-se analisar
32
que o custo das adaptações foi mais que o dobro, assim a fundação mais cara foi a do concreto
armado, chegando até 114% mais cara que a fundação do projeto original e a do projeto em
alvenaria estrutural foi de 93% que do projeto original.
Custo
Gráfico 4.1 - Custo das fundaçõe dividido em blocos e estacas
R$ 140.000,00
R$ 120.000,00
R$ 100.000,00
R$ 80.000,00
R$ 60.000,00
R$ 40.000,00
R$ 20.000,00
R$ -
Alvenaria
Estrutural
R$ 13.135,75
Estrutura
Metalica
R$ 8.204,81
Estacas R$ 116.640,00 R$ 107.480,00
R$ 54.360,00
Blocos
Concreto
Armado
R$ 17.237,29
Fonte: Arquivo pessoal.
Pode-se perceber a importância de cada fundação dentro de seu sistema construtivo.
Assim a fundação do projeto em concreto armado tem 11,98% de participação no custo direto da
obra, a fundação da alvenaria estrutural tem participação de 11,40% e a da estrutura metálica tem
uma participação de 5,21%. Pode-se observar que o custo da fundação está diretamente
relacionado ao sistema construtivo.
Estas expressivas diferenças podem ser justificadas pelos materiais utilizadas na obra,
isto ocorre porque a estrutura metálica tem aproximadamente 1/5 do peso próprio de um
estruturam em concreto armado, assim as cargas nas fundações podem chegar a ter um redução
de 25%, vale ressaltar que em casos específicos esta redução pode aumentar (ITO, 2005).
Pode-se observar que as paredes executadas em blocos de gesso também diminuem as
cargas que chegam à fundação já que o peso do bloco gesso é menor que o bloco de concreto e
cerâmico. Assim Souza (2009) aponta que o bloco de gesso vazado que tem uma espessura de 70
mm pesa 18 kg, assim uma parede pesa 54 Kg por metro quadrado, já a parede executada em
bloco cerâmico furado pode pesar entre 180 Kg a 214 kg, confirmado por Rocha (2007).
33
4.2 – SISTEMAS ESTRUTURAIS E PAREDES
As análises dos sistemas estruturais foram unificadas junto com as paredes, pois o
sistema estrutural de alvenaria estrutural exerce duas funções dentro do projeto. A alvenaria
estrutural serve como estrutura do prédio e divisões dos ambientes, assim este trabalho tenta
aproximar as funções o máximo possível.
O primeiro cenário a ser comentado será o mais tradicional (concreto armado). Neste
cenário as viga, lajes e pilares são previstas em concreto armado, assim necessitando da
confecção das formas, montagem das armaduras em aço e o lançamento do concreto. Neste
cenário foi escolhida a alvenaria executada em blocos cerâmicos. Na tabela 4.4 pode-se observar
os valores dos sistemas acima citados.
Tabela 4.4: Tabela da estrutura em concreto armado e alvenaria em bloco cerâmico e sua participação no preço final.
PREÇO
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
QTD
UNITÁRIO
6
6.1
6.1.1
6.1.3
6.1.5
6.1.6
8
8.1
ESTRUTURA
PREDIO PRINCIPAL
Forma de madeira comum
Aço de Construção CA-50 ou CA-60
Concreto estrutural usinado fck=25 mpa
Desforma
m²
kg
m³
m²
2.918,28
19.455,20
243,19
2.918,28
PAREDES E DIVISORIAS
Paredes em alvenaria de 0,10 m
m²
2.316,63
TOTAL
PERCT
35,32
6,43
458,36
7,06
R$ 360.242,22
R$ 360.242,22
R$ 103.073,65
R$ 125.096,94
R$ 111.468,57
R$ 20.603,06
31,05%
31,05%
8,88%
10,78%
9,61%
1,78%
28,53
R$ 66.093,45
R$ 66.093,45
5,70%
5,70%
R$ 420.335,67
36,75%
TOTAL
Fonte: Arquivo pessoal
Como já mencionado anteriormente a alvenaria estrutural executa o papel de divisória e
estrutura de sustentação do projeto. Entretanto, as lajes foram previstas com lajes pré-moldadas.
Na tabela 4.5 pode-se observar valores da execução da alvenaria estrutural.
34
Tabela 4.5: Tabela da estrutura em alvenaria armada e sua participação no valor final
PREÇO
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
QTD
UNITÁRIO
6
6.1
6.1.1
6.1.3
6.1.5
6.1.4
8
8.1
8.2
8.3
ESTRUTURA
LAJES PRÉ- FABRICADAS
Laje pré-fabricada
Aço de Construção CA-50 ou CA-60
Concreto estrutural usinado fck=25 mpa
Escoramento de Laje
PAREDES E DIVISORIAS
Alvenaria em tijolo de concreto com função
estrutural
Ferro
Grout
m²
kg
m³
m²
m²
Kg
m³
971,40
5.642,40
70,53
971,40
2.316,63
11.583,15
370,66
57,22
6,43
46,74
17,80
54,24
6,43
363,89
TOTAL
TOTAL
PERCT
R$ 112.451,63
R$ 112.451,63
R$ 55.583,51
R$ 36.280,63
R$ 3.296,57
R$ 17.290,92
10,28%
10,28%
5,08%
3,32%
0,30%
1,58%
R$ 335.013,13
30,63%
R$ 125.654,01
R$ 74.479,65
R$ 134.879,47
11,49%
6,81%
12,33%
R$ 447.464,76
40,91%
Fonte: Arquivo pessoal
No projeto original, utilizou-se a estrutura metálica como o sistema estrutural, assim as
vigas e pilares foram concebidos para serem executados com perfis metálicos. As lajes utilizadas
foram laje pré-moldadas como na alvenaria estrutural. As divisórias foram dividas em dois tipos:
divisórias internas e externas. Nas divisórias internas utilizou-se alvenaria executa com blocos de
gesso. Nas divisórias externas utilizaram-se placas de concreto pré-fabricadas de concreto. Na
tabela 4.6 com o orçamento da estrutura metálica e divisória, e a participação no preço final.
Tabela 4.6: Orçamento da estrutura e da divisória do projeto original e a participação no valor final
PREÇO
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
QTD
UNITÁRIO
6
6.1
6.1.1
ESTRUTURA
PREDIO PRINCIPAL
Estrutura Metálica do Prédio
Kg
48.576,00
6.2
6.1.1
6.1.3
6.1.5
6.1.4
LAJES PRÉ- FABRICADAS
Laje pré-fabricada
Aço de Construção CA-50 ou CA-60
Concreto estrutural usinado fck=25 mpa
Escoramento de Laje
m²
kg
m³
m²
PAREDES E DIVISORIAS
Paredes internas
Paredes Externas
m²
m²
8
8.1
8.2
TOTAL
Fonte: Arquivo pessoal
TOTAL
PERCT
7,42
R$ 501.917,11
R$ 360.433,92
R$ 360.433,92
40,72%
29,24%
29,24%
971,40
5.642,40
70,53
971,40
57,22
6,43
458,36
17,80
R$ 141.483,19
R$ 55.583,51
R$ 36.280,63
R$ 32.328,13
R$ 17.290,92
11,48%
4,51%
2,94%
2,62%
1,40%
1.564,85
751,78
26,79
68,41
R$ 93.351,60
R$ 41.922,33
R$ 51.429,27
R$ 605.268,71
7,57%
3,40%
4,17%
48,29%
35
Gráfico 4.2: Gráfico de colunas dos custos das paredes e estrutura.
R$ 600.000,00
R$ 500.000,00
Custo
R$ 400.000,00
R$ 300.000,00
R$ 200.000,00
R$ 100.000,00
R$ -
Concreto
Armado
R$ 66.093,45
Alvenaria
Estrutural
R$ 335.013,13
Estrutura
Metalica
R$ 93.351,60
Estrutura R$ 360.242,22
R$ 112.451,63
R$ 501.917,11
Paredes
Fonte: Arquivo pessoal
No gráfico 4.2 observa os valores de cada sistema e a importância de cada serviço,
observa também a diferença dos valores de serviços, assim a soma é representada pela altura das
colunas. A alvenaria estrutural foi o sistema construtivo que apresentou o maior custo de
produção, isto ocorre pois a alvenaria estrutural engloba mais de uma função.Como se pode
observar o sistema estrutural mais barato foi o concebido em concreto armado, entretanto a
alvenaria armada não está muito mais cara. O projeto original foi o mais caro entre os três
sistemas, pois o custo da estrutura foi maior que os outros sistemas. O concreto armado chega a
ser 31% mais barato que o projeto original (estrutura metálica), pode-se perceber a diferença de
alturas da estrutura metálica para os outros sistemas.
4.3 – REVESTIMENTO
Devido a cada sistema construtivo usar um tipo de bloco diferente, os revestimentos
mudam conforme o bloco. Assim o revestimento torna-se um fator importante no orçamento
final, logo o revestimento irá afetar o custo de produção da obra.
No projeto de concreto armado, utilizou-se blocos cerâmicos como parede de vedação,
assim o sistema exige a confecção de chapisco mais reboco ou emboço. Assim, isto eleva o valor
36
agregado do orçamento. Na tabela 4.7 apresenta parte do orçamento e a participação no valor
final da obra.
Tabela 4.7: Revestimento do projeto em concreto armado e a participação do valor final de produção
PREÇO
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
QTD
UNITÁRIO
9
9.1
9.2
9.3
9.4
REVESTIMENTO
Chapisco cimento areia (1:3)
Reboco paulista
Emboço
Revestimento cerämico de 15 x 15 branco,
colacado com Argamassa AC-III, nos
banheiros e areas de serviço
m²
m²
m²
4.633,26
3.618,26
1.015,00
m²
1.015,00
5,74
20,67
17,96
25,62
TOTAL
PERCT
R$ 145.618,04
R$ 26.594,91
R$ 74.789,43
R$ 18.229,40
12,55%
2,29%
6,45%
1,57%
R$ 26.004,30
2,24%
Fonte: Arquivo Pessoal
No projeto que foi utilizada alvenaria estrutural, foi concebido com bloco de concreto,
assim possibilitou o uso do reboco mais fino que em relação ao projeto anterior, assim foi
pensado o uso do reboco com gesso para partes internas. No exterior, devido sofre com o clima
foi utilizado reboco em argamassa a base de cimento e areia. Assim o preço do revestimento cai
como pode ser observado na tabela 4.8, pode-se reparar também que a importância do item no
valor final diminui.
Tabela 4.8: Revestimento do projeto alvenaria estrutural e participação do valor final de produção
PREÇO
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
QTD
UNITÁRIO
9
9.1
9.2
REVESTIMENTO
Chapisco cimento areia (1:3) (Externo)
Reboco em gesso aplicado em bloco de
concreto
9.3
Reboco paulista (Externo)
9.4
Revestimento cerämico de 15 x 15 branco,
colacado com Argamassa AC-III, nos
banheiros e areas de serviço
Fonte: Arquivo Pessoal
TOTAL
PERCT
m²
751,78
5,74
R$ 80.520,43
R$ 4.315,22
7,36%
0,39%
m²
m²
3.881,48
751,78
8,93
20,67
R$ 34.661,62
R$ 15.539,29
3,17%
1,42%
m²
1.015,00
25,62
R$ 26.004,30
2,38%
No projeto original, executada em estrutura metálica, houve uma grande utilização de
produtos industrializados, assim possibilitou a utilização de revestimentos com menores
espessuras como no projeto da alvenaria estrutural, assim no interior utilizou-se reboco com
argamassa de gesso. Na parte externa, as paredes foram concebidas com painéis pré-fabricados
de concreto, assim não existindo necessidade de uma camada para regularizar as placas,
entretanto este trabalho prevê a colocação de uma argamassa para preencher as aberturas entre as
37
placas. Na tabela 4.9 apresenta os valores dos revestimentos para o projeto em estrutura metálica
e a sua participação no valor final de produyção.
Tabela 4.9: Custo Revestimentosdo projeto original (estrutura metálica) e a participação no valor final de produção
PREÇO
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
QTD
TOTAL
UNITÁRIO
9
9.1
9.2
9.3
REVESTIMENTO
Reboco em gesso
Revestimento cerämico de 15 x 15 branco,
colacado com Argamassa AC-III, nos
banheiros e areas de serviço
Preenchimento com argamassa nas áreas dos
perfis no lado externo
PERCT
m²
3.881,48
8,93
R$ 62.187,14
R$ 34.661,62
5,04%
2,81%
m²
1.015,00
25,62
R$ 26.004,30
2,11%
m²
57,60
26,41
R$
0,12%
1.521,22
Fonte: Arquivo Pessoal
Assim o revestimento está diretamente ligado ao tipo de vedação utilizada. Pode-se
observar que quanto maior o grau de industrialização dos insumos utilizados, menor é o preço do
revestimento. No gráfico 4.3 mostra que o revestimento do projeto em concreto armado foi 134%
maior que a da estrutura metálica.
Gráfico 4.3: Comparativo dos revestimentos dos sistemas estruturais
R$ 160.000,00
R$ 140.000,00
Custo
R$ 120.000,00
R$ 100.000,00
R$ 80.000,00
R$ 60.000,00
R$ 40.000,00
R$ 20.000,00
R$ -
Concreto
Armado
Revestimento R$ 145.618,04
Fonte: Arquivo Pessoal
Alvenaria
Estrutural
R$ 80.520,43
Estrutura
Metalica
R$ 62.187,14
38
4.4 – CUSTO TOTAL DE PRODUÇÃO
Pode-se observar que cada projeto teve suas diferenças isso afetou diretamente o preço de
cada obra. Assim os preços finais de produção podem ser visto a seguir na tabela 4.13, nesta
consta os totais de cada projeto e porcentagem da diferença de cada projeta. Vale ressaltar que os
orçamentos estão completos no anexo 2 deste trabalho.
Tabela 4.10: Custo final de produção de cada projeto
Projeto
Custo Final
Porcentagem
Projeto Original (Estrutura Metálica)
Projeto 1° Adaptação (Concreto Armado)
R$ 1.234.044,06
R$ 1.160.249,65
0%
-6%
Projeto 2° Adaptação (Alvenaria Estrutural)
Fonte: Arquivo Pessoal
R$ 1.093.623,54
-11%
Na tabela 4.10 pode perceber a diferença dos preços de cada projeto, assim o projeto em
concreto armado foi 6% mais barato que o projeto de estrutura metálica. O projeto em alvenaria
estrutural foi 11% mais barato que o projeto em estrutura metálica.
4.5 – PRAZOS
Nos tópicos anteriores os sistemas construtivos foram responsáveis diretamente pelo
custo da obra, porém os sistemas construtivos são responsáveis pelo prazo de execução da obra,
logo os sistemas construtivos afetam alguns custos indiretos de produção que são quantificados
pelo tempo.
Assim para poder comentar as diferenças nos custos indiretos, faz-se necessário mostrar o
prazo de execução de cada obra. Os cronogramas são apresentados no anexo 3 deste trabalho,
porém cada cronograma será mostrado no corpo deste trabalho como ilustrações.
Entre os projetos, o que levaria mais tempo para ser executado seria o em Concreto
Armado. Este projeto foi dimensionado para ser executado em 12 meses, como pode ser
observado na figura 4.1.
39
Fonte: Arquivo pessoal
Figura 4.1: Cronograma físico-finaneiro da obra em concreto armado
Este grande período de tempo ocorre devido as necessidades inerentes do sistema
construtivo, pode-se dizer que estrutura m concreto agrega vários outros serviços necessários
como: confecção de forma, corte, dobra e montagem da armadura da estrutura.
Outro fator que aumenta o tempo de execução é o aumento do numero de estacas que são
utilizadas na fundação, assim aumentando o tamanho dos blocos. Por ultimo o uso da alvenaria
com bloco cerâmico faz com que o tempo para serviços com revestimento seja maior, já que a
alvenaria cerâmica exige o uso de chapisco e reboco para que seja aplicado a pintura.
O projeto em alvenaria estrutural teve um tempo menor de execução quando comparado
ao projeto de concreto armado. No capitulo 2 apontou-se um caso onde houve uma redução de
dois meses na execução da obra comparada ao concreto armado, assim neste projeto houve a
redução de exatos dois meses, como pode observar na figura 4.2 (ou no anexo 3).
40
Fonte: Arquivo pessoal
Figura 4.2: Cronograma físico-finaneiro da obra em alvenaria armada
O fato de a alvenaria servir como estrutura que suporta o prédio e as divisórias dos
ambientes, assim não precisando esperar acabar a construção da estrutura para a execução da
alvenaria. Vale também ressaltar que os revestimentos ajudam em diminuir o tempo de execução
já que o bloco de concreto permitiu o uso de um reboco com menor espessura.
O projeto original em estrutura metálica apresentou menor tempo de execução. No
capitulo 2, foi apontado que a obra em Castanhal-PA foi executada em metade do tempo que se
fosse executada em concreto armado. Neste caso a redução no prazo de execução foi de cinco
meses, como pode ser observado na figura 4.3 (ou no anexo 3).
41
Fonte: Arquivo pessoal
Figura 4.3: Cronograma físico-finaneiro da obra em estrutura metálica
A estrutura metálica proporcionou uma maior racionalização do canteiro. O fato de a
estrutura metálica ser composta por perfis metálicos proporciona uma maior rapidez na execução
do serviço, isto acontece porque os perfis metálicos já chegam prontos para serem instalados.
A utilização de blocos de gesso também soma positivamente para o tempo de execução,
isto ocorre devido ao tamanho do bloco e seu peso, assim a produtividade do bloco de gesso é
maior que a da alvenaria convencional. Outro ponto é a quantidade de estacas cravadas, já que o
projeto em estrutura metálica foi o que teve menor quantidade de estacas, é diretamente
responsável pela quantidade de estacas.
42
4.6 – JUROS
Considerando as influências do custo e do tempo, os juros determinados pelo valor
financiado e o período de execução passa a ter importante papel na determinação da escolha do
sistema construtivo.
O juro é basicamente o valor pago pelo o empréstimo bancário por uma determinada
pessoa, assim este valor entra como custo na composição do preço de venda.
O Plano Empresário do Banco do Brasil (informação retirada do site da instituição), o
utilizado para simulação do financiamento bancário do empreendimento, indica que:
a) É financiado 100% do custo direto de produção;
b) É financiado as despesas indiretas do empreendimento, não pode ultrapassar o
valor de 12% em relação ao custo direto de produção;
c) O período de carência é de seis meses, após o termino da construção;
d) No período da construção não é amortizado o principal, entretanto são pago os
juros e correção monetária;
e) A taxa juros do programa é de 9,5% a.a + TR.
Com essas informações foi criado um sistema de amortização onde todo mês são
descontados os juros e o pagamento do principal ao final do período de carência, o sistema de
amortização encontra-se completo no anexo 4 deste trabalho.
O projeto mais tradicional, executado em concreto armado, foi o projeto que apresentou o
maior valor dos juros. Chegando a um total de R$ 178.433,02, assim representando 15,3788% do
valor de produção, como se pode observar na tabela 4.11.
Tabela 4.11: Custo total do financiamento bancário no projeto em concreto armado
N
1
2
3
Custo Total de Financiamento Bancário
Descrição
%
Valor
Juros
6,2359%
R$
72.352,01
Juros da Carencia
5,4712%
R$
63.479,58
Tarifas + TAC+IOF
3,6717%
R$
42.601,43
Custo final
15,3788%
R$
178.433,02
Fonte: Arquivo pessoal
O projeto em alvenaria estrutural, que teve o valor de produção menor e o prazo de
execução também, assim o projeto teve o valor dos juros menor que o projeto em concreto
armado, na tabela 4.12 pode analisar estes valores, o valor final do custo de financiamento ficou
43
em R$ 157.581,15, vale ressaltar que a porcentagem em relação ao custo direto diminui em
relação ao concreto armado, o valor ficou em 14,4091%.
Tabela 4.12: Custo total do financiamento bancário no projeto em alvenaria estrutural
Custo Total de Financiamento Bancário
N
Descrição
%
Valor
1 Juros
5,2340%
R$
57.240,26
2 Juros da Carencia
5,4707%
R$
59.828,86
3 Tarifas + TAC+IOF
3,7044%
R$
40.512,03
Custo final
14,4091% R$
157.581,15
Fonte: Arquivo pessoal
O projeto em estrutura metálica, o qual teve o maior custo de produção e o menor prazo
de execução, teve uma grande diferença nos juros em relação aos outros projetos. Assim o valor
ficou em R$ 158.087,33 e a porcentagem em relação ao custo de produção caiu para 12,81%. Na
tabela 4.13 pode analisar os valores.
Tabela 4.13: Custo total do financiamento bancário no projeto em estrutura metálica
N
1
2
3
Custo Total de Financiamento Bancario
Descrição
%
Valor
Juros
3,9535% R$
48.787,93
Juros da Carencia
5,2173% R$
64.383,78
Tarifas + TAC+IOF
3,6397% R$
44.915,62
Custo final
12,8105% R$ 158.087,33
Fonte: Arquivo pessoal
Pode destacar os valores dos juros na época da construção, dos quais a estrutura metálica
teve o menor valor e o concreto armado teve o maior, isto ocorre diretamente em relação ao
tempo de construção de cada obra. Assim pode-se concluir que se o empreendimento fosse maior
a estrutura metálica seria a opção que pagaria menos juros.
4.7 – DESPESAS INDIRETAS E LUCRO
Neste tópico é proposto o preço de venda, para que os valores de venda não fugissem do
real se fez uma pesquisa de empreendimentos imobiliários semelhante ao estudado, tendo sido
identificado o preço médio de R$ 2.800,00 por m². Assim o empreendimento ficou com o preço
de venda final de R$ 2.038.404,90. Assim o preço médio de produção dos projetos foram:
44
Estrutura metálica – R$ 1.593,75; Alvenaria estrutural - R$ 1.502,23; Estrutura metálica R$1.695,12
Construiu-se uma tabela onde são quantificados as despesas indiretas, assim chegando ao
preço final. Na primeira parte da tabela é quantificado os preços indiretos de produção como:
administração da obra, administração do escritório, seguro da obra e o custo de aquisição de um
terreno no bairro da Cidade Nova.
Na segunda parte acrescentam-se os custos necessários para a comercialização do
empreendimento, estes são: Taxa do corretor (5% do preço final de venda), custo com a
construção do estande de vendas, custo com as áreas comuns (portaria, portões e pavimentações),
os custos com o financiamento bancário, o custo com o financiamento próprio (desvalorização o
capital da empresa) e taxa de risco do empreendimento fixada em 1%.
A próxima parte da tabela é os custos com impostos sobre a produção, os quais são: PIS
(0,65%); COFINS (3,00%); ISS (5,00%). Assim somaram-se todos os custos anteriormente
citados com o custo de produção. Assim este valor foi subtraído do valor de mercado, assim
gerando uma diferença que pode ser chamado de lucro parcial. Deste lucro é retirado os impostos
sobre resultado: O Impostos de Renda de Pessoa Jurídica (15%) e Contribuição Social Sobre
Lucro Liquido (9,00%). E por último resultando no lucro liquido da obra, as tabelas estão
desponiveis no anexo 5 deste trabalho.
Vale ressaltar que o projeto com o maior lucro foi o executado em alvenaria estrutural,
que chegou ao valor de R$ 208.756,90, o segundo maior lucro foi o da estrutura metálica de R$
116.252,97 e por último ficou o concreto armado com o lucro de R$ 113.998,33.
4.8 – PROJEÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA
Segundo Ferreira (2009) o fluxo de caixa é:
“uma escala temporal aliada a uma sucessão de valores monetários serve para
melhor sintetizar receitas/benefícios (entradas de caixa) e custos/despesas
(saídas de caixa) de uma empresa para a qual se pretende fazer qualquer
planejamento com vistas à viabilidade econômico-financeira de um projeto de
investimento”
45
A seguir mostram-se os valores dos fluxos de caixa livre de projeto, que são os
responsáveis pelo cálculo dos índices financeiros, porém no anexo 6 poderá ser visualizados as
demonstrações de resultados e o fluxo de caixa livre de projeto de forma completa.
46
O fluxos de caixa livre dos projetos são apresentados nas tabelas a seguir:
Tabela 4.14: Fluxos de Caixa Livre de Projeto do Concreto Armado
Meses
FCLP
Meses
FCLP
0
-103373,64
10
-95878,31
1
-16249,42
11
-106318,81
2
-134386,79
12
-33363,83
FCLP - Concreto Armado
3
4
5
-176673,30
-174306,89
-174632,42
13
14
15
1492814,91
0,00
0,00
6
-61431,52
16
0,00
7
-53938,78
17
0,00
8
-64812,65
18
-15235,20
9
-64971,93
7
-21623,60
8
-93685,34
9
-112247,89
Fonte: Arquivo Pesoal.
Tabela 4.15: Fluxos de Caixa Livre de Projeto da Alvenaria Estrutural
Meses
FCLP
Meses
FCLP
0
-100617,98
10
-41249,57
1
-106514,84
11
1462877,31
2
-27480,72
12
0,00
FCLP - Alvenaria Armada
3
4
5
-164797,84
-212556,18
-204244,14
13
14
15
0,00
0,00
0,00
6
-65767,30
16
-14358,90
Fonte: Arquivo Pesoal.
Tabela 4.16: Fluxos de Caixa Livre de Projeto da Alvenaria Armada
Meses
FCLP
Meses
FCLP
0
-106425,77
10
0,00
Fonte: Arquivo Pesoal.
1
-44819,28
11
0,00
2
-155726,62
12
0,00
FCLP -Estrutura metálica
3
4
5
-662878,73 -52922,8866 -110696,168
13
-15452,16
6
-118073,55
7
-22817,212
8
1492082,68
9
0
47
4.9 – VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)
O Valor Presente Líquido (VPL) ou Fluxo de Caixa descontado, com também é
conhecido, é um critério de analise muito utilizado pelos economistas, este método é utilizado
em projetos de curta duração (CASAROTTO e KOPITTKE, 2010). Assim Rosse e outros (2002,
p. 68) indicam que:
O valor presente liquido de um investimento é um critério simples para decidir se um investimento
deve ser feito ou não. Ele diz quanto de dinheiro um investidor precisaria ter agora como
substituto da realização do investimento. Se o valor presente líquido for positivo, o investimento
valerá a pena.
Em caso de comparação entre projetos o VPL deverá ser aplicado a investimentos com
idade iguais, assim se os investimentos tiveram idades diferentes deverá ser encontrado o
mínimo múltiplo comum desses projetos (CASAROTTO e KOPITTKE, 2010).
Segundo Ferreira (2009) as vantagens e desvantagens do uso do VPL são:
a) Vantagens:
a. Facilidade do entendimento econômico-financeiro
b. Fácil calculo operacional, já que muitas calculadoras e programas
computacionais permitem o calculo.
c. Permite o uso de taxas mínimas múltiplas de atratividade
b) Desvantagens:
a. Necessidade de igualar as idades dos investimentos, assim tendo que
criar investimentos complementares.
b. Dificuldades de certas empresas de explicitar a taxa mínima de
atratividade
Assim para que a comparação dos projetos seja executada necessita-se igualar as idades
dos projetos (FERREIRA, 2009), os projetos tiveram as idades 18, 16 e 13 meses (prazo de
execução mais período de carência), assim a idade necessária foi de 1872 meses. A taxa de
desconto utilizada foi de 0,0266%¹. Assim pode-se analisar na tabela 4.17 os VPL’s de cada
projeto. Aponta-se que caso não existisse a necessidade da comparação, o VPL dos projetos
seriam menores, já que não existe a necessidade de igualar as idades de investimentos.
1- A taxa de desconto foi calculada através de formula, foi utilizada para este cálculo as taxas reais de crescimento
da construção civil e as taxas de retorno dos titulo do Tesouro Americano, cujo a nota é AAA que significa sem
risco.
48
Tabela 4.17: VPL’s dos projetos
Critérios Financeiros
Sistema Construtivo
Concreto Armado
Alvenaria Armada
Estrutura Metálica
VPL
R$ 17.574.827,35
R$ 27.245.285,47
R$ 22.755.416,50
Fonte: Arquivo pessoal
Ao analisar a tabela percebe-se que a alvenaria armada continua sendo mais vantajosa
que os outros sistemas, porém a estrutura metálica apresenta um VPL maior que o concreto
armado, isto ocorre devido seu tempo de execução que é menor.
4.10 – TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) DOS PROJETOS
A taxa interna de retorno (TIR) é a taxa de desconto que faz o VPL do projeto ser zero.
Em comparações de projetos, o projeto com a maior TIR é mais vantajoso que o outro, entretanto
a TIR deve ser usada junto com os outros índices financeiros para uma analise do projeto
(CASAROTTO e KOPITTKE, 2010).
Segundo Ferreira (2009) as vantagens e desvantagens do uso da TIR são:
a) Vantagens:
a. A TIR é um índice de fácil entendimento no meio empresarial
b. Não há necessidade de igualar as idades dos projetos.
b) Desvantagens:
a. A TIR deve ser analisada em conjunto com os outros critérios.
b. Não pode ser empregada em projetos com fluxos de caixa somente
negativos.
As TIR’s dos projetos são maiores que a taxa de desconto, o que é um sinal de lucro dos
projetos. Como aconteceu no critério anterior o projeto com a melhor TIR foi o projeto de
alvenaria armada, vale ressaltar que a estrutura metálica apresentou um TIR maior que a do
concreto armado, como pode se analisar na tabela 4.18 a seguir.
49
Tabela 4.18: TIR’s dos projetos
Critérios Financeiros
Sistema Construtivo
Concreto Armado
Alvenaria Armada
Estrutura Metálica
TIR
2,086%
3,585%
3,073%
Fonte: Arquivo pessoal
4.11 – CRITÉRIO DA SÉRIE UNIFORME EQUIVALENTE (CSUE) DOS PROJETOS
Segundo Casarotto F. e Kopittke (2010) indica que o critério da Série Uniforme
Equivalente é: “Este método consiste em achar a série uniforme anual (A) equivalente ao fluxo
de caixa dos investimentos à Taxa Mínima de Atratividade (TMA), ou seja, acha-se a série
uniforme equivalente a todos os custos e receitas para o projeto utilizando-se a TMA. O melhor
projeto é aquele que tiver o maior sal positivo”
Ferreira (2009) aponta algumas vantagens e desvantagens do uso da CSUE são:
a) Vantagens
a. Não há necessidade de igualar as idades dos projetos
b. Permite a avaliação somente dos custos dos projetos
b) Desvantagens:
a.
Não é um índice financeiro conhecido pelo meio emprasarial.
Assim se pode analisar na tabela 4.19 os valores do CSUE. Mais uma vez a alvenaria
estrutural apresenta o maior valor, e o projeto com o menor valo foi o concreto armado.
Tabela 4.19: Valores do CSUE de cada projeto
Critérios Financeiros
Sistema Construtivo
Concreto Armado
Alvenaria Armada
Estrutura Metálica
Fonte: Arquivo pessoal
CSUE
R$ 11.916,84
R$ 18.474,02
R$ 15.429,60
50
4.13 – RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO
Ferreira (2009) aponta que a Relação Custo-benefício é: “É o critério apropriado à
avaliação dos grandes projetos privados e governamentais, normalmente, são analisados os
benefícios (ou receitas) e os custos (ou despesas) de forma separada nos fluxos de caixa.”
Ferreira (2009) aponta que a grande dificuldade deste critério é falta de softwares que
possam construir este critério. Aponta-se também a necessidade de ter que igualar as idades dos
projetos como no VPL.
Assim se pode analisar na tabela 4.20 os valores deste critério. Aponta-se que, mais uma
vez, a alvenaria estrutural foi o projeto mais vantajoso dentro deste critério. Vale ressaltar que a
estrutura metálica apresenta um valor maior que o do concreto armado.
Tabela 4.20: Valores do Critério custo-benefício
Critérios Financeiros
Sistema Construtivo
Concreto Armado
Alvenaria Armada
Estrutura Metálica
Fonte: Arquivo pessoal
Benefícios/custos
105,782%
111,287%
105,959%
51
5.0 – CONSIDERAÇÕES FINAIS
O que se pode analisar, que o projeto em alvenaria estrutural foi o mais vantajoso. O
projeto apresentou vantagens na parte de custos, vale apontar que na questão financeira a
alvenaria armada ficou com índices financeiros melhores se comparado ao outros projetos.
Pode-se determinar a importância de cada serviço executado no orçamento, através de
gráfico 5.1. Analisando o custo como um todo, a alvenaria estrutural teve o menor preço global
como o gráfico 5.1 apresenta. Apontam-se ainda as alterações das importâncias de cada serviço
sobre o valor global. No caso da Alvenaria percebe-se a importância das paredes na qual
aumenta sua participação no valor global se comparada aos outros projetos
É importante apontar a estrutura do projeto em estrutura metálica, neste caso a estrutura
aumentou a sua participação no valor final da obra se comparada aos outros projetos. Os
revestimentos também sofreram alterações conforme o sistema estrutural utilizado, assim o
revestimento no qual teve menor importância no valor final da obra foi o do projeto em estrutura
metálica, isto ocorreu devido ao tipo de vedações utilizadas. Assim percebe-se a importância da
industrialização dentro do revestimento, pois as paredes pré-fabricadas utilizadas no projeto em
estrutura metálica não apresentam necessidade de qualquer camada de revestimento antes da
pintura.
52
Gráfico 5.1: Participação de cada serviço no valor final da obra
Participação de cada serviço no valor final da obra
R$ 1.400.000,00
R$ 1.200.000,00
R$ 1.000.000,00
R$ 800.000,00
R$ 600.000,00
R$ 400.000,00
R$ 200.000,00
R$ -
Concreto Armado
Alvenaria Estrutural
Estrutura Metalica
COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA
R$ 18.000,00
R$ 18.000,00
R$ 18.000,00
PINTURA
R$ 67.218,20
R$ 71.866,66
R$ 67.218,20
R$ -
R$ -
R$ -
FORRO
R$ 15.116,68
R$ 15.116,68
R$ 15.116,68
ESQUADRIAS E FERRAGENS
R$ 52.124,12
R$ 52.124,12
R$ 52.124,12
PAVIMENTAÇÃO
R$ 56.971,03
R$ 56.971,03
R$ 56.971,03
RODAPÉS E SOLEIRAS
R$ 10.607,24
R$ 10.607,24
R$ 10.607,24
REVESTIMENTO
R$ 145.618,04
R$ 80.520,43
R$ 62.187,14
PAREDES E DIVISORIAS
R$ 66.093,45
R$ 335.013,13
R$ 93.351,60
COBERTURA
R$ 31.302,12
R$ 31.302,12
R$ 28.540,28
ESTRUTURA
R$ 360.242,22
R$ 112.451,63
R$ 501.917,11
FUNDAÇÃO
R$ 133.877,29
R$ 120.615,75
R$ 62.564,81
MOVIMENTO DE TERRA
R$ 1.195,55
R$ 1.151,03
R$ 668,37
SERVIÇOS INICIAIS
R$ 8.895,19
R$ 8.895,19
R$ 8.895,19
INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
R$ 103.988,52
R$ 100.988,52
R$ 196.382,29
DESPESAS GERAIS
R$ 89.000,00
R$ 78.000,00
R$ 59.500,00
INSTALAÇÕES (CONFORME
PLANILHAEM ANEXO)
Fonte: Arquivo Pessoal
No gráfico 5.2 aponta as despesas indiretas. Como o projeto em alvenaria estrutural teve
o menor custo de produção e algumas despesas indiretas que são calculadas pelo custo direto foram
menores que a dos outros projetos, assim aumentando o lucro do projeto.
53
Gráfico 5.2 : Participação das despesas indiretas.
Despesas Indiretas
R$ 1.000.000,00
R$ 900.000,00
R$ 800.000,00
R$ 700.000,00
R$ 600.000,00
R$ 500.000,00
R$ 400.000,00
R$ 300.000,00
R$ 200.000,00
R$ 100.000,00
R$ -
Concreto
Armado
Alvenaria
Estrutural
Estrutura
Metalica
Lucro
R$ 113.998,33
R$ 208.756,90
R$ 116.252,97
Impostos
R$ 186.333,62
R$ 206.349,86
R$ 186.818,43
Taxa de risco
R$ 11.602,50
R$ 10.936,24
R$ 12.340,44
Custo de financiamento Próprio
R$ 34.146,15
R$ 26.104,79
R$ 16.560,87
Custo de financiamentos bancario
R$ 178.434,79
R$ 157.580,21
R$ 158.093,38
Custo com areas comuns
R$ 68.308,24
R$ 68.308,24
R$ 68.308,24
Estande de vendas
R$ 24.000,00
R$ 24.000,00
R$ 24.000,00
Taxa do corretor
R$ 101.920,00
R$ 101.920,00
R$ 101.920,00
Terreno na Cidade Nova
R$ 25.169,71
R$ 25.169,71
R$ 25.169,71
Seguro da Obra
R$ 11.602,50
R$ 10.936,24
R$ 12.340,44
Administração do Escritório
R$ 23.204,99
R$ 21.872,47
R$ 24.680,88
Administração da Obra
R$ 99.433,40
R$ 82.852,92
R$ 57.864,33
Entretanto a estrutura metálica também apresentou suas vantagens e principalmente os
índices financeiros calculados mostram que a estrutura metálica, como investimento, é mais
54
vantajosa que o concreto armado, como pode analisar na tabela 5.1, e nas despezas indiretas que
são calculadas pelo prazo de execução assim o lucro do projeto em estrutura metálica é superior
ao lucro do concreto armado.
Tabela 5.1 – Índices financeiros dos projetos
Critérios Financeiros
Sistema Construtivo
Concreto Armado
Alvenaria Armada
Estrutura Metálica
VPL
TIR
CSUE
R$ 17.574.827,35
R$ 27.245.285,47
R$ 22.755.416,50
2,086%
3,585%
3,073%
R$ 11.916,84
R$ 18.474,02
R$ 15.429,60
Benefícios/custos
105,78%
111,29%
105,96%
Fonte: Arquivo Pessoal
Pode-se apontar que se aumentar as quantidades de pavimentos ou a quantidades de
empreendimentos, tornaria a estrutura metálica cada vez mais vantajosa que o concreto armado
no ponto de vista de um investimento. Isto ocorre, pois a diferença dos prazos de execução
aumentaria assim fortalecendo uso da estrutura metálica, assim aumentando a diferença do preço
dos juros a serem pagos e outros insumos que são quantificados pelo tempo.
Com isso mostra-se que o custo de produção é importante, entretanto o tempo de
construção ganha igual importância em relação custo direto, já que para o investimento o tempo
é crucial para determinar os lucros, assim determinando valores de juros e outros custos
quantificados pelo tempo.
Assim a questão apontada no inicio deste trabalho sobre insumos baratos ou aumento da
produtividade tem-se uma resposta clara, que o aumento de produtividade acresceu o valor do
investimento imobiliário e apresentou vantagens para a construtora e o consumidor que possa
adquirir este empreendimento. Pois a qualidade da construção aumentou junto com a utilização
de insumos mais industrializados.
Aponta-se que este trabalho não usou o critério Payback Period pois não foi construído
um cenário de vendas para que o critério fosse aplicado com precisão e resposta coerente ao que
acontece hoje no setor.
Assim permita-se a ampliação deste trabalho, que sugere que seja criado uma analise de
cenários econômicos para a aplicação nos projetos. Sugere-se também a inclusão de outros tipos
de divisórias como: bloco de concreto sem uso estrutural, paredes de dry-wall e outras. A ideia é
que cada vedação seja colocada junto aos três sistemas estruturais para que seja ampliada as
possibilidades e busque a melhor vedação para cada sistema estrutural.
55
6.0 – REFRÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
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56
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MARTINS, Eliane Simões; LIMA JUNIOR, João da Rocha. Um sistema para planejamento
econômico-financeiro de empreendimentos imobiliários. São Paulo: Escola Politécnica da
USP. 1998
MOTTA, Luana Dias. A questão habitacional no Brasil: políticas públicas, conflitos urbanos
e o direito à cidade. 15 f. Minas Gerais, Universidade Federal de Minas Gerais 2010.
NASCIMENTO, Otávio Luiz do. Alvenarias. 2 ed. Rio de Janeiro, Instituto Brasileiro de
Siderurgia 2004
PFEIL, Walter; PFEIL, Michéle. Estrutura de Aço. Dimensionamentos prático de acordo com a
NBR: 8800:2008. 8 ed. Rio de Janeiro LTC. 2009
PINHO, Fernando Ottoboni. Viabilidade ecônomica, Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de
Siderurgia/ Centro Brasileiro da construção em Aço, 2008. 84p
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REIS, Pâmela. Bolha divide opiniões. Revista construção e mercado, São Paulo, a. 64 n. 122 p.
40-45, 2011.
REVISTA TÉCHNE, Setembro 2011, São Paulo Pini 2011. Disponível em: http://www.cbcaacobrasil.org.br/noticias-ler.php?cod=5361
ROCHA, Carlos Augusto Laranjeira da. O gesso na indústria da construção civil:
Considerações econômicas sobre a utilização de blocos de gesso. 2007. 103 f. (Mestrado) –
Curso de Engenharia Mineral, Universidade Federal de Pernambuco. Recife, 2007
ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph W.; JAFFE, Jeffrey F., Administração
Financeira: Corporate finance. 2 ed. São Paulo, Atlas 2002
SHIMIZU, Júlio Yukio. Projeção de impactos econômicos do Programa minha casa minha
vida: Uma abordagem de equilíbrio geral Computável. (Mestrado) – Curso Economia,
Universidade Federal de Minas Gerais. 2010
SHOP DA CONSTRUÇÃO, Sumaré, SP. Disponível em:
http://www.shopdaconstrucao.com.br/bloco-ceramico.htm Acesso em 27 de novembro de 2012.
SILVA, Alana da Cruz; FORTES, Adriano Silva. Alvenaria estrutural em Salvador. 15 f.
Salvador, Universidade Católica de Salvador. 2009
SILVA, Gustavo Escamari da. Alvenaria de vedação em estruturas metálicas. 2004. 123 f.
(Graduação) – Curso de Engenharia Civil, Universidade Anhembi Morumbi.
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sustentabilidade da construção, 2004, 282p. Dissertação de Mestrado. Braga: Universidade do
Minho. 2004
59
SOBRINHO, Carlos Welligton de Azevedo Pires. Vedações verticais em alvenaria de bloco de
gesso para estruturas aporticadas de concreto armado – projeto, execução e desempenho.
18 f. Pernanbuco, ITEP 2009
SOUZA, Angela Cristina Alves Guimarães de. Análise comparativa de custos de alternativas
tecnológicos para construção de habitações populares. 2009. 166 f (Especialização) – Curso
de Engenharia Civil, Universidade Católica de Pernanbuco, Recife, 2009.
SOUZA,josiani. Alternativas tecnológicas para edificações. Vol . 1. Ed 1. São Paulo, PINI
2008.
TITMAN, Sheridan; MARTIN, John D. Avaliação de Projetos e Investimentos: Valuation,
Porto Alegre: Bookman, 2010. 584p
60
ANEXO 1 – PROJETOS ARQUITETÔNICOS
J1
J1
V1
V1
J1
J1
B1
B1
P1
P1
P2
P2
B1
P2
B1
P1
P2
P1
J1
J1
P2
P2
P2
P2
J1
J1
P2
P1
P1
B1
P1
P1
P2
B1
P2
P2
B1
J1
V1
B1
J1
V1
J1
J1
PLANTA BAIXA - PAV. TIPO
62
ANEXO 2 – ORÇAMENTO DE CADA PROJETO
EMPRESA: JPC Engenharia Ltda.
DATA: 03/Dezembro/2012
Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em concreto armado
Local:Av. Dos Sonhos N 777
Sub-Projeto: Planilha Principal
ITEM
DESCRIÇÃO
1
1.1
1.3
1.4
1.5
1.6
1.7
DESPESAS GERAIS
Taxas e emolumentos
Elaboração de pcmat/ppra/pcmso
Mobilização
Controle tecnologico de concreto
Limpeza permanente da obra com retirada de entulhos
Retirada de entulho com caixa coletora de aço
2
2.1
2.2
2.3
2.12
INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
Ligações Provisotias (água, esgoto, energia, etc.)
Placa da obra
Barracão da obra (refeitório, escritório, banheiro,
depósito, etc.)
Tapume em compensado resinado com estrutura de
sustentação em madeira h=2,20m (2x)
Andaime Fachadeiro
Andaime tipo Jaú
Aluguel de Mini Grua p/ transportes de materiais
Tela Plastica tipo mosqueteiro p/proteção de fachadas
Guarda Corpo p/ andares de Madeira e Tela Mosquiteiro p/ os 3
Pav. Tipos
Conjunto de aparatos p/ segurança (bandejas, Suporte Cabo
Guia, proteção da vizinhança)
Fechamento de vãos de shafts e elevadores com tábuas
3
3.2
3.3
3.4
3.5
UN
QTD
UNITÁRIO
PREÇO
TOTAL
PERCT
un
cj
un
mês
mês
mês
1,00
1,00
1,00
5,00
12,00
12,00
5.000,00
8.000,00
5.000,00
1.000,00
2.500,00
3.000,00
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
89.000,00
5.000,00
8.000,00
5.000,00
5.000,00
30.000,00
36.000,00
7,67%
0,43%
0,69%
0,43%
0,43%
2,59%
3,10%
un
m²
1,00
6,00
861,14
271,42
R$
R$
R$
103.988,52
861,14
1.628,52
8,96%
0,07%
0,14%
m²
20,00
202,67
R$
4.053,40
0,35%
m²
mês
mês
mês
m²
178,20
5,00
3,00
12,00
344,66
27,81
1.242,50
5.200,00
1.500,00
14,19
R$
R$
R$
R$
R$
4.955,74
6.212,50
15.600,00
18.000,00
4.890,73
0,43%
0,54%
1,34%
1,55%
0,42%
m²
252,72
80,62
R$
20.374,29
1,76%
Vb.
m2
1,00
91,94
20.000,00
80,62
R$
R$
20.000,00
7.412,20
1,72%
0,64%
SERVIÇOS INICIAIS
Limpeza do terreno do canteiro de obras
Retirada de entulhos
Locação da obra com aparelhos
Furo de sondagem com avanço até 45m de profundidade
m²
m³
m²
un
301,35
150,68
301,35
3,00
1,99
12,24
9,76
1.170,00
R$
R$
R$
R$
R$
8.895,19
599,69
1.844,32
2.941,18
3.510,00
0,77%
0,05%
0,16%
0,25%
0,30%
4
4.1
4.2
4.3
4.4
MOVIMENTO DE TERRA
Escavação manual
Escavação de cisterna
Aterro compactado c/ material fora da obra
Reaterro compactado
m³
m3
m³
m³
14,56
15,00
10,00
5,00
26,82
26,82
27,00
26,55
R$
R$
R$
R$
R$
1.195,55
390,50
402,30
270,00
132,75
0,10%
0,03%
0,03%
0,02%
0,01%
5
5.1
5.1.1
5.1.2
5.1.3
FUNDAÇÃO
PROFUNDA
Transporte e montagem de equipamentos
Estaca raiz 200m
Estaca raiz 250m
un
ml
ml
1,00
288,00
616,00
2.000,00
120,00
130,00
R$
R$
R$
R$
R$
133.877,29
116.640,00
2.000,00
34.560,00
80.080,00
11,54%
10,05%
0,17%
2,98%
6,90%
5.2
5.2.1
5.2.2
5.2.3
5.2.5
5.2.6
BLOCOS
Lastro em concreto fck = 15mpa
Forma de madeira comum
Aço ca-50
Concreto estrutural usinado fck=30 mpa
Desforma
m²
m²
kg
m³
m²
42,50
54,40
1.091,70
12,13
54,40
40,73
46,74
6,43
458,36
7,06
R$
R$
R$
R$
R$
R$
17.237,29
1.731,03
2.542,66
7.019,63
5.559,91
384,06
1,49%
0,15%
0,22%
0,61%
0,48%
0,03%
6
6.1
6.1.1
6.1.3
6.1.5
6.1.6
ESTRUTURA
PREDIO PRINCIPAL
Forma de madeira comum
Aço de Construção CA-50 ou CA-60
Concreto estrutural usinado fck=25 mpa
Desforma
m²
kg
m³
m²
2.918,28
19.455,20
243,19
2.918,28
35,32
6,43
458,36
7,06
R$
R$
R$
R$
R$
R$
360.242,22
360.242,22
103.073,65
125.096,94
111.468,57
20.603,06
31,05%
31,05%
8,88%
10,78%
9,61%
1,78%
7
7.1
7.2
7.3
COBERTURA
Estrutura de Madeira para telha de fibrocimento
Cobertura em telha de fibrocimento de 6mm .
Castelo em alvenaria a cutelo
m²
m²
m²
323,00
323,00
34,08
26,60
61,76
81,04
R$
R$
R$
R$
31.302,12
8.591,80
19.948,48
2.761,84
2,70%
0,74%
1,72%
0,24%
8
8.1
PAREDES E DIVISORIAS
Paredes em alvenaria de 0,10 m
m²
2.316,63
28,53
R$
R$
66.093,45
66.093,45
5,70%
5,70%
2.4
2.5
2.6
2.7
2.8
2.9
2.10
Página 1 de 2
EMPRESA: JPC Engenharia Ltda.
DATA: 03/Dezembro/2012
Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em concreto armado
Local:Av. Dos Sonhos N 777
Sub-Projeto: Planilha Principal
ITEM
9
9.1
9.2
9.3
9.7
DESCRIÇÃO
REVESTIMENTO
Chapisco cimento areia (1:3)
Reboco paulista
Emboço
Revestimento cerämico de 15 x 15 branco, colacado com
Argamassa AC-III, nos banheiros e areas de serviço
PREÇO
TOTAL
PERCT
5,74
20,67
17,96
R$
R$
R$
R$
145.618,04
26.594,91
74.789,43
18.229,40
12,55%
2,29%
6,45%
1,57%
1.015,00
25,62
R$
26.004,30
2,24%
UN
QTD
m²
m²
m²
4.633,26
3.618,26
1.015,00
m²
UNITÁRIO
10
10.1
10.2
10.3
RODAPÉS E SOLEIRAS
Soleira em granito
Peitoril em granito
Rodapé cerâmico em Azulejo
m²
m²
ml
8,61
13,44
537,60
306,73
306,73
7,15
R$
R$
R$
R$
10.607,24
2.640,95
4.122,45
3.843,84
0,91%
0,23%
0,36%
0,33%
11
11.2
11.3
11.4
11.5
11.6
11.7
11.8
11.9
PAVIMENTAÇÃO
Camada regularizadora
Acabamento de piso em concreto queimado
Piso cerämico 30 x 30 para os banheiros e cozinha
Piso Cerâmico esmaltado 1° qualidade (PEI-V) Padrão médio
Piso de cimento com junta de plastico
Piso cerâmico em 30 x 30 para o lixo
Piso Cerâmico esmaltado 1° qualidade (PEI-V) Padrão médio
Concreto para calçada em acabamento queimado
m²
m²
m²
m²
m²
m²
m²
m²
967,44
92,87
200,76
289,38
38,50
6,10
331,10
28,08
21,41
30,43
32,41
39,48
35,76
32,41
39,48
30,43
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
56.971,03
20.712,89
2.826,03
6.506,63
11.424,72
1.376,76
197,70
13.071,83
854,47
4,91%
1,79%
0,24%
0,56%
0,98%
0,12%
0,02%
1,13%
0,07%
12
12.1
ESQUADRIAS E FERRAGENS
PORTA EM MADEIRA INDUSTRIALIZADA COM NÚCLEO
MADEIRA MACIÇA COLADA, ACABAMENTO COM CARVALHO
TASMANIA, INCLUINDO CAIXILHO E MATERIAL E
ACABAMENTO (COM FERRAGENS)
P2 - 0,80x2,10 - 42un
P1 - 0,60x2,10 - 28un
R$
52.124,12
4,49%
und.
und.
42,00
28,00
382,80
369,62
R$
R$
R$
26.426,96
16.077,60
10.349,36
2,28%
1,39%
0,89%
PORTAS DE ABRIR EM ALUMINIO ANODIZADO BRANCO COM
10MM (COM FERRAGENS)
P3 - 0,80 x 2,10 m - 1 unidades
P4 - 1,40 x 2,10 m - 1 unidades
m²
m²
1,68
2,94
405,99
405,99
R$
R$
R$
1.875,67
682,06
1.193,61
0,16%
0,06%
0,10%
R$
20.873,93
1,80%
12.1.1
12.1.2
12.2
12.2.1
12.2.2
12.4.2
ESQUADRIAS DE VIDROS TEMPERADO (COM
J1 - Janela de Abrir em duas folhas de 1,20 x 1,20 em esquadria
de aluminio = 3 x 14
B1 - Balancin basculante de aluminio de 0,60 x 0,40 = 2 x 14
m2
m2
60,48
6,72
308,71
327,85
R$
R$
18.670,78
2.203,15
1,61%
0,19%
12.6
12.6.1
DIVERSOS
Caixa de Ar-codicionado =2 x 14
un
28,00
105,27
R$
R$
2.947,56
2.947,56
0,25%
0,25%
14
14.1
14.2
FORRO
Forro em placa de gesso pré-moldada com fixacação com arame
Forro executado em reboco paulista
m2
m2
754,40
102,85
17,22
20,67
R$
R$
R$
15.116,68
12.990,77
2.125,91
1,30%
1,12%
0,18%
16
16.1
16.5
16.6
16.7
16.8
INSTALAÇÕES (CONFORME PLANILHAEM ANEXO)
Eletrica
Água fria
Esgoto
Drenagem
Combate a Incêndio
vb.
vb.
vb.
vb.
vb.
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
18
18.1
18.2
PINTURA
Pintura PVA fosca c/massa e selador (Interna)
Pintura Acrilica fosca c/massa e selador (Exterior)
m2
m2
2.988,33
629,93
17,66
22,93
R$
R$
R$
67.218,20
52.773,91
14.444,29
5,79%
4,55%
1,24%
21
21.1
21.2
21.3
COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA
Projeto as built
Limpeza final c/ remoção de entulho
Desmolização
vb
vb.
un
1,00
1,00
1,00
5.000,00
10.000,00
3.000,00
R$
R$
R$
R$
18.000,00
5.000,00
10.000,00
3.000,00
1,55%
0,43%
0,86%
0,26%
R$
1.160.249,65
100%
12.4
12.4.1
TOTAL DA OBRA
Página 2 de 2
R$
R$
R$
R$
R$
-
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
EMPRESA: JPC Engenharia Ltda.
DATA: 03/Dezembro/2012
Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em alvenaria estrutural
Local:Av. Dos Sonhos N 777
Sub-Projeto: Planilha Principal
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
QTD
1
1.1
1.3
1.4
1.5
1.6
1.7
DESPESAS GERAIS
Taxas e emolumentos
Elaboração de pcmat/ppra/pcmso
Mobilização
Controle tecnologico de concreto
Limpeza permanente da obra com retirada de entulhos
Retirada de entulho com caixa coletora de aço
2
2.1
2.2
2.3
2.12
INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
Ligações Provisotias (água, esgoto, energia, etc.)
Placa da obra
Barracão da obra (refeitório, escritório, banheiro,
depósito, etc.)
Tapume em compensado resinado com estrutura de
sustentação em madeira h=2,20m (2x)
Andaime Fachadeiro
Andaime tipo Jaú
Aluguel de Mini Grua p/ transportes de materiais
Tela Plastica tipo mosqueteiro p/proteção de fachadas
Guarda Corpo p/ andares de Madeira e Tela Mosquiteiro p/ os 3
Pav. Tipos
Conjunto de aparatos p/ segurança (bandejas, Suporte Cabo Guia,
proteção da vizinhança)
Fechamento de vãos de shafts e elevadores com tábuas
3
3.2
3.3
3.4
3.5
SERVIÇOS INICIAIS
Limpeza do terreno do canteiro de obras
Retirada de entulhos
Locação da obra com aparelhos
Furo de sondagem com avanço até 45m de profundidade
m²
m³
m²
un
4
4.1
4.2
4.3
4.4
MOVIMENTO DE TERRA
Escavação manual
Escavação de cisterna
Aterro compactado c/ material fora da obra
Reaterro compactado
m³
m3
m³
m³
5
5.1
5.1.1
5.1.2
5.1.3
FUNDAÇÃO
PROFUNDA
Transporte e montagem de equipamentos
Estaca raiz 200m
Estaca raiz 250m
un
m
m
1,00
450,00
396,00
5.2
5.2.1
5.2.2
5.2.3
5.2.5
5.2.6
BLOCOS
Lastro em concreto fck = 15mpa
Forma de madeira comum
Aço ca-50
Concreto estrutural usinado fck=30 mpa
Desforma
m³
m²
kg
m³
m²
2,15
48,16
860,00
10,75
48,16
6
6.1
6.1.1
6.1.3
6.1.5
6.1.4
ESTRUTURA
LAJES PRÉ- FABRICADAS
Laje pré-fabricada
Aço de Construção CA-50 ou CA-60
Concreto estrutural usinado fck=25 mpa
Escoramento de Laje
m²
kg
m³
m²
971,40
5.642,40
70,53
971,40
COBERTURA
Estrutura de Madeira para telha de fibrocimento
Cobertura em telha de fibrocimento de 6mm .
Castelo em alvenaria a cutelo
m²
m²
m²
323,00
323,00
34,08
2.4
2.5
2.6
2.7
2.8
2.9
2.10
7
7.1
7.2
7.3
PREÇO
UNITÁRIO
TOTAL
PERCT
un
cj
un
mês
mês
mês
1,00
1,00
1,00
5,00
10,00
10,00
5.000,00
8.000,00
5.000,00
1.000,00
2.500,00
3.000,00
78.000,00
5.000,00
8.000,00
5.000,00
5.000,00
25.000,00
30.000,00
un
m²
1,00
6,00
861,14
271,42
100.988,52
861,14
1.628,52
9,23%
0,08%
0,15%
m²
20,00
202,67
4.053,40
0,37%
m²
mês
mês
mês
m²
178,20
5,00
3,00
10,00
344,66
27,81
1.242,50
5.200,00
1.500,00
14,19
4.955,74
6.212,50
15.600,00
15.000,00
4.890,73
0,45%
0,57%
1,43%
1,37%
0,45%
m²
252,72
80,62
20.374,29
1,86%
Vb.
m2
1,00
91,94
20.000,00
80,62
20.000,00
7.412,20
1,83%
0,68%
301,35
150,68
301,35
3,00
1,99
12,24
9,76
1.170,00
8.895,19
599,69
1.844,32
2.941,18
3.510,00
0,81%
0,05%
0,17%
0,27%
0,32%
12,90
15,00
10,00
5,00
26,82
26,82
27,00
26,55
1.151,03
345,98
402,30
270,00
132,75
0,11%
0,03%
0,04%
0,02%
0,01%
2.000,00
120,00
130,00
R$
R$
R$
R$
R$
120.615,75
107.480,00
2.000,00
54.000,00
51.480,00
11,03%
9,83%
0,18%
4,94%
4,71%
40,73
46,74
6,43
458,36
7,06
R$
R$
R$
R$
R$
R$
13.135,75
87,57
2.251,00
5.529,80
4.927,37
340,01
1,20%
0,01%
0,21%
0,51%
0,45%
0,03%
57,22
6,43
46,74
17,80
112.451,63
112.451,63
55.583,51
36.280,63
3.296,57
17.290,92
10,28%
10,28%
5,08%
3,32%
0,30%
1,58%
26,60
61,76
81,04
31.302,12
8.591,80
19.948,48
2.761,84
2,86%
0,79%
1,82%
0,25%
Página 1 de 3
7,13%
0,46%
0,73%
0,46%
0,46%
2,29%
2,74%
EMPRESA: JPC Engenharia Ltda.
DATA: 03/Dezembro/2012
Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em alvenaria estrutural
Local:Av. Dos Sonhos N 777
Sub-Projeto: Planilha Principal
ITEM
DESCRIÇÃO
8
8.1
8.2
8.3
PAREDES E DIVISORIAS
Alvenaria em tijolo de concreto com função estrutural
Ferro
Grout
9
9.1
9.2
9.3
9.5
REVESTIMENTO
Chapisco cimento areia (1:3) (Externo)
Reboco em gesso aplicado em bloco de concreto
Reboco paulista (Externo)
Revestimento cerämico de 15 x 15 branco, colacado com
Argamassa AC-III, nos banheiros e areas de serviço
UN
QTD
PREÇO
UNITÁRIO
PERCT
TOTAL
m²
Kg
m³
2.316,63
11.583,15
370,66
54,24
6,43
363,89
335.013,13
125.654,01
74.479,65
134.879,47
30,63%
11,49%
6,81%
12,33%
m²
m²
m²
751,78
3.881,48
751,78
5,74
8,93
20,67
80.520,43
4.315,22
34.661,62
15.539,29
7,36%
0,39%
3,17%
1,42%
m²
1.015,00
25,62
26.004,30
2,38%
10
10.1
10.2
10.3
RODAPÉS E SOLEIRAS
Soleira em granito
Peitoril em granito
Rodapé cerâmico em Azulejo
m²
m²
ml
8,61
13,44
537,60
306,73
306,73
7,15
10.607,24
2.640,95
4.122,45
3.843,84
0,97%
0,24%
0,38%
0,35%
11
11.2
11.3
11.4
11.5
11.6
11.7
11.8
11.9
PAVIMENTAÇÃO
Camada regularizadora
Acabamento de piso em concreto queimado
Piso cerämico 30 x 30 para os banheiros e cozinha
Piso em Porcelanato 50 x 50 para os quartos
Piso de cimento com junta de plastico
Piso cerâmico em 30 x 30 para o lixo
Piso em porcelanato em 60 x 60 para a sala e hall
Concreto para calçada em acabamento queimado
m²
m²
m²
m²
m²
m²
m²
m²
967,44
92,87
200,76
289,38
38,50
6,10
331,10
28,08
21,41
30,43
32,41
39,48
35,76
32,41
39,48
30,43
56.971,03
20.712,89
2.826,03
6.506,63
11.424,72
1.376,76
197,70
13.071,83
854,47
5,21%
1,89%
0,26%
0,59%
1,04%
0,13%
0,02%
1,20%
0,08%
12
12.1
ESQUADRIAS E FERRAGENS
PORTA EM MADEIRA INDUSTRIALIZADA COM NÚCLEO
MADEIRA MACIÇA COLADA, ACABAMENTO COM CARVALHO
TASMANIA, INCLUINDO CAIXILHO E MATERIAL E
ACABAMENTO (COM FERRAGENS)
P2 - 0,80x2,10 - 42un
P1 - 0,60x2,10 - 28un
52.124,12
4,77%
382,80
369,62
26.426,96
16.077,60
10.349,36
2,42%
1,47%
0,95%
405,99
405,99
1.875,67
682,06
1.193,61
0,17%
0,06%
0,11%
20.873,93
1,91%
12.1.1
12.1.2
12.2
12.2.1
12.2.2
PORTAS DE ABRIR EM ALUMINIO ANODIZADO BRANCO COM
10MM (COM FERRAGENS)
P3 - 0,80 x 2,10 m - 1 unidades
P4 - 1,40 x 2,10 m - 1 unidades
m²
m²
m²
m²
42,00
28,00
1,68
2,94
12.4.2
ESQUADRIAS DE VIDROS TEMPERADO (COM
J1 - Janela de Abrir em duas folhas de 1,20 x 1,20 em esquadria de
aluminio = 3 x 14
B1 - Balancin basculante de aluminio de 0,60 x 0,40 = 2 x 14
m2
m2
60,48
6,72
308,71
327,85
18.670,78
2.203,15
1,71%
0,20%
12.6
12.6.1
DIVERSOS
Caixa de Ar-codicionado =2 x 14
un
28,00
105,27
2.947,56
2.947,56
0,27%
0,27%
17,22
20,67
15.116,68
12.990,77
2.125,91
1,38%
1,19%
0,19%
12.4
12.4.1
14
14.1
14.2
FORRO
Forro em placa de gesso pré-moldada com fixacação com arame
Forro executado em reboco paulista
m2
m2
754,40
102,85
16
16.1
16.5
16.6
16.7
16.8
INSTALAÇÕES (CONFORME PLANILHAEM ANEXO)
Eletrica
Água fria
Esgoto
Drenagem
Combate a Incêndio
vb.
vb.
vb.
vb.
vb.
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
18
18.1
PINTURA
Pintura PVA fosca c/massa e selador (Interna)
m2
3.251,55
Página 2 de 3
-
17,66
71.866,66
57.422,37
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
6,57%
5,25%
EMPRESA: JPC Engenharia Ltda.
DATA: 03/Dezembro/2012
Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em alvenaria estrutural
Local:Av. Dos Sonhos N 777
Sub-Projeto: Planilha Principal
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
QTD
PREÇO
UNITÁRIO
TOTAL
PERCT
18.2
Pintura Acrilica fosca c/massa e selador (Exterior)
m2
629,93
22,93
14.444,29
1,32%
21
21.1
21.2
21.3
COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA
Projeto as built
Limpeza final c/ remoção de entulho
Desmolização
vb
vb.
un
1,00
1,00
1,00
5.000,00
10.000,00
3.000,00
18.000,00
5.000,00
10.000,00
3.000,00
1,65%
0,46%
0,91%
0,27%
1.093.623,53
1.502,23
100%
TOTAL DA OBRA
Página 3 de 3
EMPRESA: JPC Engenharia Ltda.
DATA: 03/Agosto/2012
Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em estrutura metálica
Local:Av. Dos Sonhos N 777
Sub-Projeto: Planilha Principal
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
1
1.1
1.3
1.4
1.5
1.6
1.7
DESPESAS GERAIS
Taxas e emolumentos
Elaboração de pcmat/ppra/pcmso
Mobilização
Controle tecnologico de concreto
Limpeza permanente da obra com retirada de entulhos
Retirada de entulho com caixa coletora de aço
2
2.1
2.2
2.3
2.12
INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
Ligações Provisotias (água, esgoto, energia, etc.)
Placa da obra
Barracão da obra (refeitório, escritório, banheiro,
depósito, etc.)
Tapume em compensado resinado com estrutura de
sustentação em madeira h=2,20m (2x)
Andaime Fachadeiro
Andaime tipo Jaú
Aluguel de grua para movimentação de pilares vigase placas
Tela Plastica tipo mosqueteiro p/proteção de fachadas
Guarda Corpo p/ andares de Madeira e Tela Mosquiteiro p/ os 3
Pav. Tipos
Conjunto de aparatos p/ segurança (bandejas, Suporte Cabo Guia,
proteção da vizinhança)
Fechamento de vãos de shafts e elevadores com tábuas
3
3.2
3.3
3.4
3.5
SERVIÇOS INICIAIS
Limpeza do terreno do canteiro de obras
Retirada de entulhos
Locação da obra com aparelhos
Furo de sondagem com avanço até 45m de profundidade
m²
m³
m²
un
4
4.1
4.2
4.3
4.4
MOVIMENTO DE TERRA
Escavação manual
Escavação de cisterna
Aterro compactado c/ material fora da obra
Reaterro compactado
m³
m3
m³
m³
5
5.1
5.1.1
5.1.2
5.1.3
FUNDAÇÃO
PROFUNDA
Transporte e montagem de equipamentos
Estaca raiz 200m
Estaca raiz 250m
un
m
m
5.2
5.2.1
5.2.2
5.2.3
5.2.5
5.2.6
BLOCOS
Lastro em concreto fck = 15mpa
Forma de madeira comum
Aço ca-50
Concreto estrutural usinado fck=25 mpa
Desforma
m²
m²
kg
m³
m²
6
6.1
6.1.1
ESTRUTURA
PREDIO PRINCIPAL
Estrutura Metalica do Predio
Kg
6.2
6.1.1
6.1.3
6.1.5
6.1.4
LAJES PRÉ- FABRICADAS
Laje pré-fabricada
Aço de Construção CA-50 ou CA-60
Concreto estrutural usinado fck=25 mpa
Escoramento de Laje
COBERTURA
Estrutura metalica para telha de fibrocimento
2.4
2.5
2.6
2.7
2.8
2.9
2.10
7
7.1
QTD
PREÇO
UNITÁRIO
TOTAL
PERCT
un
cj
un
mês
mês
mês
1,00
1,00
1,00
3,00
7,00
7,00
5.000,00
8.000,00
5.000,00
1.000,00
2.500,00
3.000,00
59.500,00
5.000,00
8.000,00
5.000,00
3.000,00
17.500,00
21.000,00
un
m²
1,00
6,00
861,14
271,37
196.382,29
861,14
1.628,22
15,91%
0,07%
0,13%
m²
20,00
157,74
3.154,80
0,26%
m²
mês
mês
mês
m²
178,20
4,00
4,00
4,00
762,00
27,80
6.905,00
5.200,00
20.000,00
14,19
4.953,96
27.620,00
20.800,00
80.000,00
10.812,78
0,40%
2,24%
1,69%
6,48%
0,88%
m²
252,72
80,62
20.374,29
1,65%
Vb.
m2
1,00
76,62
20.000,00
80,62
20.000,00
6.177,10
1,62%
0,50%
301,35
150,68
301,35
3,00
1,99
12,24
9,76
1.170,00
8.895,19
599,69
1.844,32
2.941,18
3.510,00
0,72%
0,05%
0,15%
0,24%
0,28%
6,83
15,00
3,07
1,58
26,82
26,82
27,00
26,55
668,37
183,18
402,30
82,89
41,95
0,05%
0,01%
0,03%
0,01%
0,00%
1,00
198,00
220,00
2.000,00
120,00
130,00
62.564,81
54.360,00
2.000,00
23.760,00
28.600,00
5,07%
4,41%
0,16%
1,93%
2,32%
20,58
42,00
420,00
5,25
42,00
40,73
46,74
6,43
458,36
7,06
8.204,81
838,22
1.963,08
2.700,60
2.406,39
296,52
0,66%
0,07%
0,16%
0,22%
0,20%
0,02%
48.576,00
7,42
501.917,11
360.433,92
360.433,92
40,67%
29,21%
29,21%
m²
kg
m³
m²
971,40
5.642,40
70,53
971,40
57,22
6,43
458,36
17,80
141.483,19
55.583,51
36.280,63
32.328,13
17.290,92
11,47%
4,50%
2,94%
2,62%
1,40%
m²
323,00
26,60
28.540,28
8.591,80
2,31%
0,70%
Página 1 de 3
4,82%
0,41%
0,65%
0,41%
0,24%
1,42%
1,70%
EMPRESA: JPC Engenharia Ltda.
DATA: 03/Agosto/2012
Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em estrutura metálica
Local:Av. Dos Sonhos N 777
Sub-Projeto: Planilha Principal
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
QTD
PREÇO
UNITÁRIO
PERCT
TOTAL
7.2
Cobertura em telha de fibrocimento de 6mm .
m²
323,00
61,76
19.948,48
1,62%
8
8.1
8.2
PAREDES E DIVISORIAS
Paredes internas
Paredes Externas
m²
m²
1.564,85
751,78
26,79
68,41
93.351,60
41.922,33
51.429,27
7,56%
3,40%
4,17%
9
9.1
9.2
REVESTIMENTO
Reboco em gesso
Revestimento cerämico de 15 x 15 branco, colacado com
Argamassa AC-III, nos banheiros e areas de serviço
Preenchimento com argamassa nas áreas dos perfis no lado
externo
m²
3.881,48
8,93
62.187,14
34.661,62
5,04%
2,81%
m²
1.015,00
25,62
26.004,30
2,11%
m²
57,60
26,41
1.521,22
0,12%
0,86%
0,21%
0,33%
0,31%
9.3
10
10.1
10.2
10.3
RODAPÉS E SOLEIRAS
Soleira em granito
Peitoril em granito
Rodapé cerâmico em Azulejo
m²
m²
ml
8,61
13,44
537,60
306,73
306,73
7,15
10.607,24
2.640,95
4.122,45
3.843,84
11
11.2
11.3
11.4
11.5
11.6
11.7
11.8
11.9
PAVIMENTAÇÃO
Camada regularizadora
Acabamento de piso em concreto queimado
Piso cerämico 30 x 30 para os banheiros e cozinha
Piso Cerâmico esmaltado 1° qualidade (PEI-V) Padrão médio
Piso de cimento com junta de plastico
Piso cerâmico em 30 x 30 para o lixo
Piso Cerâmico esmaltado 1° qualidade (PEI-V) Padrão médio
Concreto para calçada em acabamento queimado
m²
m²
m²
m²
m²
m²
m²
m²
967,44
92,87
200,76
289,38
38,50
6,10
331,10
28,08
21,41
30,43
32,41
39,48
35,76
32,41
39,48
30,43
56.971,03
20.712,89
2.826,03
6.506,63
11.424,72
1.376,76
197,70
13.071,83
854,47
4,62%
1,68%
0,23%
0,53%
0,93%
0,11%
0,02%
1,06%
0,07%
12
12.1
ESQUADRIAS E FERRAGENS
PORTA EM MADEIRA INDUSTRIALIZADA COM NÚCLEO
MADEIRA MACIÇA COLADA, ACABAMENTO COM CARVALHO
TASMANIA, INCLUINDO CAIXILHO E MATERIAL E
ACABAMENTO (COM FERRAGENS)
P2 - 0,80x2,10 - 42un
P1 - 0,60x2,10 - 28un
52.124,12
4,22%
und.
und.
42,00
28,00
382,80
369,62
-
26.426,96
16.077,60
10.349,36
2,14%
1,30%
0,84%
PORTAS DE ABRIR EM ALUMINIO ANODIZADO BRANCO COM
10MM (COM FERRAGENS)
P3 - 0,80 x 2,10 m - 1 unidades
P4 - 1,40 x 2,10 m - 1 unidades
m²
m²
1,68
2,94
405,99
405,99
1.875,67
682,06
1.193,61
0,15%
0,06%
0,10%
20.873,93
1,69%
12.1.1
12.1.2
12.2
12.2.1
12.2.2
12.4.2
ESQUADRIAS DE VIDROS TEMPERADO (COM
J1 - Janela de Abrir em duas folhas de 1,20 x 1,20 em esquadria de
aluminio = 3 x 14
B1 - Balancin basculante de aluminio de 0,60 x 0,40 = 2 x 14
m2
m2
60,48
6,72
308,71
327,85
18.670,78
2.203,15
1,51%
0,18%
12.6
12.6.1
DIVERSOS
Caixa de Ar-codicionado =2 x 14
un
28,00
105,27
2.947,56
2.947,56
0,24%
0,24%
17,22
20,67
15.116,68
12.990,77
2.125,91
1,22%
1,05%
0,17%
12.4
12.4.1
14
14.1
14.2
FORRO
Forro em placa de gesso pré-moldada com fixacação com arame
Forro executado em reboco paulista
16
16.1
16.5
16.6
16.7
16.8
INSTALAÇÕES (CONFORME PLANILHAEM ANEXO)
Eletrica
Água fria
Esgoto
Drenagem
Combate a Incêndio
18
m2
m2
u
u
u
u
u
PINTURA
754,40
102,85
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
67.218,20
Página 2 de 3
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
5,45%
EMPRESA: JPC Engenharia Ltda.
DATA: 03/Agosto/2012
Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em estrutura metálica
Local:Av. Dos Sonhos N 777
Sub-Projeto: Planilha Principal
ITEM
DESCRIÇÃO
UN
QTD
PREÇO
UNITÁRIO
TOTAL
PERCT
18.1
18.2
Pintura PVA fosca c/massa e selador (Interna)
Pintura Acrilica fosca c/massa e selador (Exterior)
m2
m2
2.988,33
629,93
17,66
22,93
52.773,91
14.444,29
4,28%
1,17%
21
21.1
21.2
21.3
COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA
Projeto as built
Limpeza final c/ remoção de entulho
Desmolização
vb
vb
un
1,00
1,00
1,00
5.000,00
10.000,00
3.000,00
18.000,00
5.000,00
10.000,00
3.000,00
1,46%
0,41%
0,81%
0,24%
1.234.044,06
100%
TOTAL DA OBRA
Página 3 de 3
69
ANEXO 3 - CRONOGRAMAS FISÍCO-FINANCEIROS
EMPRESA: JPC Engenharia Ltda.
DATA: 03/Dezembro/2012
Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em concreto armado
Local:Av. Dos Sonhos N 777
CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO
ITEM
1
2
SERVIÇOS
DESPESAS GERAIS
VALOR
%
MÊS 01
MÊS 02
MÊS 03
MÊS 04
MÊS 05
MÊS 06
MÊS 07
MÊS 08
MÊS 09
MÊS 10
MÊS 11
MÊS 12
TOTAIS
22,34%
7,06%
7,06%
7,06%
7,06%
7,06%
7,06%
7,06%
7,06%
7,06%
7,06%
7,06%
100,0000%
19.882,60
6.283,40
6.283,40
6.283,40
6.283,40
6.283,40
6.283,40
6.283,40
6.283,40
6.283,40
6.283,40
6.283,40
11,99%
1,36%
54,58%
1,36%
1,36%
1,36%
2,49%
7,21%
7,21%
7,21%
2,49%
1,38%
12.468,22
1.414,24
56.756,93
1.414,24
1.414,24
1.414,24
2.589,31
7.497,57
7.497,57
7.497,57
2.589,31
1.435,04
89.000,00
INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
R$
100,000%
103.988,52
R$
100,00%
3
SERVIÇOS INICIAIS
100,0000%
R$
100,00%
MOVIMENTO DE TERRA
6
FUNDAÇÃO
100,0000%
87,00%
13,00%
116.473,24
17.404,05
R$
100,0000%
ESTRUTURA
R$
20,00%
40,00%
40,00%
72.048,44
144.096,89
144.096,89
9
100,0000%
R$
COBERTURA
100,0000%
PAREDES E DIVISORIAS
REVESTIMENTO
R$
50,00%
50,00%
33.046,73
33.046,73
100,0000%
R$
17,00%
41,50%
41,50%
24.755,07
60.431,49
60.431,49
100,0000%
R$
RODAPÉS E SOLEIRAS
PAVIMENTAÇÃO
100,0000%
R$
10.607,24
100,0000%
56.971,03
R$
100,00%
ESQUADRIAS E FERRAGENS
100,0000%
R$
100,00%
FORRO
56.971,02
52.124,12
52.124,12
52.124,12
100,0000%
15.116,68
15.116,68
16
145.618,05
10.607,24
56.971,03
14
66.093,46
145.618,04
100,00%
12
31.302,12
66.093,45
10.607,24
11
360.242,22
31.302,12
100,00%
10
133.877,29
360.242,22
31.302,12
8
1.195,55
133.877,29
100,00%
7
8.895,19
1.195,55
1.195,55
5
103.988,48
8.895,19
8.895,19
4
89.000,00
R$
15.116,68
INSTALAÇÕES (CONFORME PLANILHAEM ANEXO)
R$
18
PINTURA
21,50%
40,00%
38,50%
14.451,91
26.887,28
25.879,01
100,0000%
67.218,20
R$
100,00%
21
-
COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA
TOTAL SIMPLES
1.160.249,65
41.246,01
124.170,88
153.688,37
151.794,53
151.794,53
72.046,49
66.674,51
74.212,46
74.212,46
95.811,15
103.000,79
51.597,45
TOTAL ACUMULADO
1.160.249,65
41.246,01
165.416,89
319.105,26
470.899,79
622.694,32
694.740,81
761.415,32
835.627,78
909.840,24
1.005.651,39
1.108.652,18
1.160.249,63
3,55%
10,70%
13,25%
13,08%
13,08%
6,21%
5,75%
6,40%
6,40%
8,26%
8,88%
4,45%
3,55%
72.463,88
14,25%
218.152,09
27,50%
270.010,49
40,58%
266.683,26
53,66%
266.683,26
59,87%
126.576,32
65,62%
117.138,45
72,02%
130.381,64
78,42%
130.381,64
86,68%
168.327,74
95,56%
180.959,00
% ACUMULADO
100,0000%
18.000,00
18.000,00
% SIMPLES
67.218,20
Página 1 de 1
100,01%
90.650,01
R$
18.000,00
1.160.249,62
100,01%
EMPRESA: JPC Engenharia Ltda.
DATA: 03/Dezembro/2012
Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em alvenaria estrutural
Local:Av. Dos Sonhos N 777
CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO
ITEM
1
2
3
SERVIÇOS
DESPESAS GERAIS
INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
SERVIÇOS INICIAIS
VALOR
78.000,00
100.988,52
8.895,19
%
MÊS 01
MÊS 02
MÊS 03
MÊS 04
MÊS 05
MÊS 06
MÊS 07
MÊS 08
MÊS 09
MÊS 10
TOTAIS
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
100,00000%
7.800,00
7.800,00
7.800,00
7.800,00
7.800,00
7.800,00
7.800,00
7.800,00
7.800,00
7.800,00
78.000,00
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
10,00%
100,00%
10.098,85
10.098,85
10.098,85
10.098,85
10.098,85
10.098,85
10.098,85
10.098,85
10.098,85
10.098,85
7,13%
9,23%
R$
100,00%
100,00000%
8.895,19
8.895,19
0,81%
100,00%
4
MOVIMENTO DE TERRA
1.151,03
100,00000%
0,11%
1.151,03
5
6
FUNDAÇÃO
120.615,75
ESTRUTURA
112.451,63
70,00%
30,00%
84.431,03
36.184,73
R$
COBERTURA
31.302,12
100,00000%
R$
30,00%
30,00%
40,00%
33.735,49
33.735,49
44.980,65
9
PAREDES E DIVISORIAS
REVESTIMENTO
335.013,13
80.520,43
100,00000%
R$
RODAPÉS E SOLEIRAS
10.607,24
100,00000%
30,00%
40,00%
30,00%
100.503,94
134.005,25
100.503,94
R$
100,00000%
R$
20,00%
40,00%
40,00%
16.104,09
32.208,17
32.208,17
56.971,03
100,00000%
R$
100,00000%
R$
52.124,12
100,00000%
R$
100,00000%
R$
100,00%
FORRO
15.116,68
52.124,12
100,00000%
1,38%
15.116,68
16
56.971,02
4,77%
52.124,12
14
10.607,24
5,21%
100,00%
ESQUADRIAS E FERRAGENS
80.520,43
0,97%
56.971,03
12
335.013,13
7,36%
100,00%
PAVIMENTAÇÃO
31.302,12
30,63%
10.607,24
11
112.451,63
2,86%
100,00%
10
120.615,76
10,28%
31.302,12
8
1.151,03
11,03%
100,00%
7
100.988,47
R$
15.116,68
INSTALAÇÕES (CONFORME PLANILHAEM ANEXO)
R$
18
PINTURA
71.866,66
21,50%
40,00%
38,50%
15.451,33
28.746,66
27.668,66
100,00000%
6,57%
R$
100,00%
21
COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA
TOTAL SIMPLES
TOTAL ACUMULADO
% SIMPLES
% ACUMULADO
18.000,00
1.093.623,53
1.093.623,53
-
71.866,65
100,00000%
1,65%
100%
100%
111.225,07
111.225,07
10,17%
10,17%
55.234,61
166.459,68
5,05%
15,22%
152.138,28
318.597,96
13,91%
29,13%
185.639,59
504.237,55
16,97%
46,10%
Página 1 de 1
179.487,53
683.725,08
16,41%
62,51%
81.409,14
765.134,22
7,44%
69,95%
50.107,02
815.241,24
4,58%
74,53%
100.928,45
916.169,69
9,23%
83,76%
113.886,31
1.030.056,00
10,41%
94,17%
18.000,00
63.567,51
1.093.623,51
5,81%
99,98%
R$
18.000,00
EMPRESA: JPC Engenharia Ltda.
DATA: 03/Agosto/2012
Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em estrutura metálica
Local:Av. Dos Sonhos N 777
CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO
ITEM
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
14
SERVIÇOS
DESPESAS GERAIS
59.500,00
INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
SERVIÇOS INICIAIS
196.382,29
8.895,19
MOVIMENTO DE TERRA
FUNDAÇÃO
668,37
62.564,81
ESTRUTURA
501.917,11
COBERTURA
28.540,28
PAREDES E DIVISORIAS
REVESTIMENTO
93.351,60
62.187,14
RODAPÉS E SOLEIRAS
PAVIMENTAÇÃO
10.607,24
56.971,03
ESQUADRIAS E FERRAGENS
FORRO
52.124,12
15.116,68
16
INSTALAÇÕES (CONFORME PLANILHAEM ANEXO)
18
PINTURA
21
VALOR
67.218,20
COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA
18.000,00
TOTAL SIMPLES
1.234.044,06
TOTAL ACUMULADO
1.234.044,06
% SIMPLES
% ACUMULADO
%
MÊS 01
MÊS 02
MÊS 03
MÊS 04
MÊS 05
MÊS 06
MÊS 07
TOTAIS
39,50%
11,50%
11,50%
10,00%
9,50%
9,00%
9,00%
100,000%
23.502,50
6.842,50
6.842,50
5.950,00
5.652,50
5.355,00
5.355,00
59.500,00
5,50%
21,50%
16,00%
16,00%
16,00%
15,00%
10,00%
100,000%
10.801,03
42.222,19
31.421,17
31.421,17
31.421,17
29.457,34
19.638,23
196.382,27
4,82%
15,91%
100,00%
100,000%
8.895,19
8.895,19
0,72%
100,00%
100,000%
668,37
668,37
70,00%
30,00%
100,000%
43.795,37
18.769,44
62.564,81
0,05%
5,07%
20,00%
80,00%
100,000%
100.383,42
401.533,69
501.917,11
40,67%
100,00%
100,000%
28.540,28
28.540,28
2,31%
100,00%
100,000%
93.351,60
93.351,60
7,56%
17,00%
41,50%
41,50%
100,000%
10.571,81
25.807,66
25.807,66
62.187,13
5,04%
100,00%
100,000%
10.607,24
10.607,24
0,86%
100,00%
100,000%
56.971,03
56.971,02
4,62%
100,00%
100,000%
52.124,12
52.124,12
100,00%
100,000%
15.116,68
15.116,68
4,22%
1,22%
21,50%
40,00%
38,50%
100,000%
14.451,91
26.887,28
25.879,01
67.218,20
100,00%
100%
18.000,00
18.000,00
5,45%
1,46%
100%
100%
86.994,09
168.885,92
543.720,77
91.719,11
134.304,27
139.547,66
68.872,24
86.994,09
255.880,01
799.600,78
891.319,89
1.025.624,16
1.165.171,82
1.234.044,06
7,05%
13,69%
44,06%
7,43%
10,88%
11,31%
5,58%
7,05%
20,74%
64,80%
72,23%
83,11%
94,42%
100,00%
Página 1 de 1
72
ANEXO 4 – TABELAS DAS DESPEZAS INDIRETAS
N
2.0
2.1
2.2
2.3
3.0
4.0
4.1
4.2
4.3
5
6
7
8
8.1
8.2
8.3
Taxa de BDI - Alvenaria Armada
Descrição
%
Valor
Custos Indiretos de Produção
Administração da Obra
7,576% R$
82.852,92
Administração do Escritório
2,000% R$
21.872,47
Seguro da Obra
1,000% R$
10.936,24
Terreno na Cidade Nova
2,301% R$
25.169,71
Custos de Venda
Taxa do corretor
9,319% R$
101.920,00
Estande de vendas
2,195% R$
24.000,00
Custo com areas comuns
6,246% R$
68.308,24
Custo de financiamentos bancario
14,409% R$
157.580,21
Custo de financiamento Próprio
2,387% R$
26.104,79
Taxa de risco
1,000% R$
10.936,24
Total Parcial
48,433%
Valor da obra com Parcial
R$
1.623.298,21
Impostos sobre Produção
PIS
0,965% R$
10.551,44
Cofins
4,453% R$
48.698,95
ISS
7,422% R$
81.164,91
Total Parcial 2
61,272%
Valor da obra com Parcial 2
R$
1.763.708,54
Valor de Mercado
R$
2.038.400,00
Diferença de valor de mercado - custo de
produção
R$
Impostos sobre o Lucro (REAL)
9
IRPJ
3,768%
9.1
CSLL
2,261%
9.2
Lucro
19,089%
10.0
BDI Total
86,391%
Valor de Venda
R$
274.691,46
R$
R$
R$
R$
41.207,73
24.726,83
208.756,90
944.787,58
2.038.415,83
N
Taxa de BDI - Concreto Armado
Descrição
%
Custos Indiretos de Produção
Administração da Obra
8,570% R$
Administração do Escritório
2,000% R$
Seguro da Obra
1,000% R$
Terreno na Cidade Nova
2,169% R$
Custos de Venda
Taxa do corretor
8,784% R$
Estande de vendas
2,069% R$
Custo com areas comuns
5,887% R$
Custo de financiamentos bancario
15,379% R$
Custo de financiamento Próprio
2,943% R$
Taxa de risco
1,000% R$
Total Parcial
49,801%
Valor da obra com Parcial
R$
Impostos sobre Produção
8
PIS
0,974% R$
8.1
Cofins
4,494% R$
8.2
ISS
7,490% R$
8.3
Total Parcial 2
62,759%
Valor da obra com Parcial 2
R$
Valor de Mercado
R$
Diferença de valor de mercado - custo de
produção
R$
Impostos sobre o Lucro (REAL)
9
IRPJ
1,939% R$
9.1
CSLL
1,163% R$
9.2
Lucro
9,825% R$
9.0
BDI Total
75,687% R$
Valor de Venda
R$
2.0
2.1
2.2
2.3
3.0
4.0
4.1
4.2
4.3
5
6
7
Valor
99.433,40
23.204,99
11.602,50
25.169,71
101.920,00
24.000,00
68.308,24
178.434,79
34.146,15
11.602,50
1.738.065,58
11.297,43
52.141,97
86.903,28
1.888.410,73
2.038.400,00
149.989,27
22.497,24
13.493,70
113.998,33
878.154,23
2.038.407,80
N
2.0
2.1
2.2
2.3
3.0
4.0
4.1
4.2
4.3
5
6
7
8
8.1
8.2
8.3
Taxa de BDI - Estrutura Metálica
Descrição
%
Valor
Custos Indiretos de Produção
Administração da Obra
4,689% R$
57.864,33
Administração do Escritório
2,000% R$
24.680,88
Seguro da Obra
1,000% R$
12.340,44
Terreno na Cidade Nova
2,040% R$
25.169,71
Custos de Venda
Taxa do corretor
8,259% R$
101.920,00
Estande de vendas
1,945% R$
24.000,00
Custo com areas comuns
5,535% R$
68.308,24
Custo de financiamentos bancario
12,811% R$
158.093,38
Custo de financiamento Próprio
1,342% R$
16.560,87
Taxa de risco
1,000% R$
12.340,44
Total Parcial
40,621%
Valor da obra com Parcial
R$
1.735.325,10
Impostos sobre Produção
PIS
0,914% R$
11.279,61
Cofins
4,219% R$
52.059,75
ISS
7,031% R$
86.766,26
Total Parcial 2
52,785%
Valor da obra com Parcial 2
R$
1.885.434,22
Valor de Mercado
R$
2.038.400,00
Diferença de valor de mercado - custo de
produção
R$
Impostos sobre o Lucro (REAL)
9
IRPJ
1,859%
9.1
CSLL
1,116%
9.2
Lucro
9,420%
10.0
BDI Total
65,180%
Valor de Venda
R$
152.965,78
R$
R$
R$
R$
22.940,88
13.771,93
116.252,97
804.349,69
2.038.393,98
75
ANEXO 5 - DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS E FLUXO DE CAIXA LIVRE DE
PROJETO
Item
Demonstração de resultados
1
2
3
Vendas
Custo Mercadorias Vendidas
Lucro líquido
4
Despezas operacionais antes de depreciação
5
Despezas de depreciação
6
LAJIR
7
Despesas com juros
8
9
10
Receitas antes dos Impostos
Impostos
Lucro líquido
Item
1
2
3
4
5
6
7
1
2
3
4
5
Descrição
Lucro antes dos juros e impostos (LAJIR)
Impostos
Lucro operacional líquido após impostos (NOPAT)
despesas com depreciação
Investimento de capital (CAPEX)
Mudanças no capital de giro
Fluxo de caixa livre de Projeto (FCLP)
Fluxo de caixa livre para acionistas (FCLA)
Juros (1-T)
Pagamento do Principal
Novas Emissões de dívidas
Fluxo de caixa livre de Projeto (FCLP)
Demonstrações de resultado pro forma - Concreto Armado
Meses
Meses carência
1 ° mês
2 ° mês
3 ° mês
4 ° mês
5 ° mês
6 ° mês
7 ° mês
8 ° mês
9 ° mês
10 ° mês
11 ° mês
12 ° mês
13° mês
14 ° mês 15 ° mês
16 ° mês 17° mês 18° mês
0° mês
R$ 0,00 R$ 42.466,83
R$ 42.466,83
R$ 42.466,83
R$ 42.466,83
R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83
R$ 42.466,83
R$ 42.466,83
R$ 42.466,83 R$ 1.528.805,85 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00 -R$ 41.246,01 -R$ 124.170,88 -R$ 153.688,37 -R$ 151.794,53 -R$ 151.794,53 -R$ 72.046,49 -R$ 66.674,51 -R$ 74.212,46 -R$ 74.212,46 -R$ 95.811,15 -R$ 103.000,79
-R$ 51.597,45
R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 1.220,82 -R$ 81.704,05 -R$ 111.221,54 -R$ 109.327,70 -R$ 109.327,70 -R$ 29.579,66 -R$ 24.207,68 -R$ 31.745,63 -R$ 31.745,63 -R$ 53.344,32 -R$ 60.533,96
-R$ 9.130,62 R$ 1.528.805,85 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
-R$ 103.373,64 -R$ 17.381,89
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 52.328,09
R$ 0,00
-R$ 64.767,35
R$ 0,00
-R$ 63.969,25
R$ 0,00
-R$ 63.969,25
R$ 0,00
-R$ 30.361,83 -R$ 28.097,97 -R$ 31.274,61 -R$ 31.274,61
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 103.373,64 -R$ 16.161,07 -R$ 134.032,14 -R$ 175.988,89 -R$ 173.296,95 -R$ 173.296,95 -R$ 59.941,49 -R$ 52.305,65 -R$ 63.020,24 -R$ 63.020,24
R$ 0,00
-R$ 368,13
-R$ 1.477,70
-R$ 2.851,70
-R$ 4.208,09
-R$ 5.564,46
-R$ 6.208,43
-R$ 6.804,70
-R$ 7.468,36
-R$ 8.132,03
-R$ 40.376,73
R$ 0,00
-R$ 43.406,59
R$ 0,00
-R$ 93.721,05 -R$ 103.940,55
-R$ 8.988,58
-R$ 9.909,42
-R$ 21.744,20
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 30.874,82 R$ 1.528.805,85
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 10.370,89
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 63.479,98
R$ 0,00
-R$ 103.373,64 -R$ 16.529,20 -R$ 135.509,84 -R$ 178.840,59 -R$ 177.505,04 -R$ 178.861,41 -R$ 66.149,92 -R$ 59.110,35 -R$ 70.488,60 -R$ 71.152,27 -R$ 102.709,63 -R$ 113.849,97
-R$ 41.245,71 R$ 1.528.805,85 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
-R$ 63.479,98
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 35.990,94 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 103.373,64 -R$ 16.529,20 -R$ 135.509,84 -R$ 178.840,59 -R$ 177.505,04 -R$ 178.861,41 -R$ 66.149,92 -R$ 59.110,35 -R$ 70.488,60 -R$ 71.152,27 -R$ 102.709,63 -R$ 113.849,97
-R$ 41.245,71 R$ 1.492.814,91 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
-R$ 63.479,98
Total Lucro Liquido
Total LL após carência
-R$ 1.315.326,20
R$ 114.008,73
Fluxo de caixa livre de projeto
1 ° mês
2 ° mês
3 ° mês
4 ° mês
5 ° mês
6 ° mês
7 ° mês
8 ° mês
9 ° mês
10 ° mês
11 ° mês
12 ° mês
13° mês
14 ° mês 15 ° mês
16 ° mês 17° mês 18° mês
0° mês
-R$ 103.373,64 -R$ 16.161,07 -R$ 134.032,14 -R$ 175.988,89 -R$ 173.296,95 -R$ 173.296,95 -R$ 59.941,49 -R$ 52.305,65 -R$ 63.020,24 -R$ 63.020,24 -R$ 93.721,05 -R$ 103.940,55
-R$ 30.874,82 R$ 1.528.805,85 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 35.990,94 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 103.373,64 -R$ 16.161,07 -R$ 134.032,14 -R$ 175.988,89 -R$ 173.296,95 -R$ 173.296,95 -R$ 59.941,49 -R$ 52.305,65 -R$ 63.020,24 -R$ 63.020,24 -R$ 93.721,05 -R$ 103.940,55
-R$ 30.874,82 R$ 1.492.814,91 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 103.373,64 -R$ 16.161,07 -R$ 134.032,14 -R$ 175.988,89 -R$ 173.296,95 -R$ 173.296,95 -R$ 59.941,49 -R$ 52.305,65 -R$ 63.020,24 -R$ 63.020,24 -R$ 93.721,05 -R$ 103.940,55
-R$ 30.874,82 R$ 1.492.814,91 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00
FCLP - Método Indireto ( nesta área vai o alavancado)
-R$ 103.373,64 -R$ 16.529,20 -R$ 135.509,84 -R$ 178.840,59 -R$ 177.505,04 -R$ 178.861,41 -R$ 66.149,92 -R$ 59.110,35 -R$ 70.488,60 -R$ 71.152,27 -R$ 102.709,63 -R$ 113.849,97
-R$ 41.245,71 R$ 1.492.814,91 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 1.363.089,55
R$ 0,00
R$ 279,78
R$ 1.123,05
R$ 2.167,29
R$ 3.198,15
R$ 4.228,99
R$ 4.718,41
R$ 5.171,57
R$ 5.675,95
R$ 6.180,34
R$ 6.831,32
R$ 7.531,16
R$ 7.881,88
R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 48.244,78
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 1.299.609,57
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 103.373,64 -R$ 16.249,42 -R$ 134.386,79 -R$ 176.673,30 -R$ 174.306,89 -R$ 174.632,42 -R$ 61.431,52 -R$ 53.938,78 -R$ 64.812,65 -R$ 64.971,93 -R$ 95.878,31 -R$ 106.318,81
-R$ 33.363,83 R$ 1.492.814,91 R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
-R$ 15.235,20
Item
Demonstração de resultados
1
2
3
Vendas
Custo Mercadorias Vendidas
Lucro líquido
4
Despezas operacionais antes de depreciação
5
Despezas de depreciação
6
LAJIR
7
Despesas com juros
8
9
10
Receitas antes dos Impostos
Impostos
Lucro líquido
Item
1
2
3
4
5
6
7
1
2
3
4
5
Descrição
Lucro antes dos juros e impostos (LAJIR)
Impostos
Lucro operacional líquido após impostos (NOPAT)
despesas com depreciação
Investimento de capital (CAPEX)
Mudanças no capital de giro
Fluxo de caixa livre de Projeto (FCLP)
Fluxo de caixa livre para acionistas (FCLA)
Juros (1-T)
Pagamento do Principal
Novas Emissões de dívidas
Fluxo de caixa livre de Projeto (FCLP)
Planilha B - Demonstrações de resultado pro forma - Alvenaria Armada
Meses
Meses carência
1 ° mês
2 ° mês
3 ° mês
4 ° mês
5 ° mês
6 ° mês
7 ° mês
8 ° mês
9 ° mês
10 ° mês
11 ° mês
12 ° mês
13° mês
14 ° mês
15 ° mês
16 ° mês
0° mês
R$ 0,00
50.960,40
50.960,40
50.960,40
50.960,40
50.960,40
50.960,40
50.960,40
50.960,40
50.960,40
50.960,40 R$ 1.528.811,87
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00 -R$ 111.225,07 -R$ 55.234,61 -R$ 152.138,28 -R$ 185.639,59 -R$ 179.487,53
-R$ 81.409,14
-R$ 50.107,02
-R$ 100.928,45 -R$ 113.886,31
-R$ 63.567,51
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 60.264,67
-R$ 4.274,21 -R$ 101.177,88 -R$ 134.679,19 -R$ 128.527,13
-R$ 30.448,74
R$ 853,38
-R$ 49.968,05
-R$ 62.925,91
-R$ 12.607,11 R$ 1.528.811,87
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 100.617,98
-R$ 46.011,59
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 100.617,98
-R$ 106.276,26
R$ 0,00
-R$ 994,08
-R$ 100.617,98
R$ 0,00
-R$ 100.617,98
-R$ 107.270,34
R$ 0,00
-R$ 107.270,34
-R$ 22.849,45
R$ 0,00
-R$ 62.936,56
-R$ 76.795,39
-R$ 74.250,40
-R$ 33.677,33
-R$ 20.728,27
-R$ 41.752,08
-R$ 47.112,49
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 27.123,66 -R$ 164.114,44
-R$ 211.474,58
-R$ 202.777,53
-R$ 64.126,07
-R$ 19.874,89
-R$ 91.720,13
-R$ 110.038,40
-R$ 2.847,50
-R$ 4.506,67
-R$ 6.110,86
-R$ 6.838,46
-R$ 7.286,29
-R$ 8.188,35
-R$ 9.206,22
-R$ 28.611,40 -R$ 166.961,94
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 28.611,40 -R$ 166.961,94
-R$ 215.981,25
R$ 0,00
-R$ 215.981,25
-R$ 208.888,39
R$ 0,00
-R$ 208.888,39
-R$ 70.964,53
R$ 0,00
-R$ 70.964,53
-R$ 27.161,18
R$ 0,00
-R$ 27.161,18
-R$ 1.487,74
-R$ 26.296,61
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 38.903,72 R$ 1.528.811,87
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 59.828,73
-R$ 99.908,48 -R$ 119.244,62
-R$ 48.678,09 R$ 1.528.811,87
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 65.934,56
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 99.908,48 -R$ 119.244,62
-R$ 48.678,09 R$ 1.462.877,31
R$ 0,00
R$ 0,00
Total Lucro Liquido
Total LL após carência
-R$ 1.194.288,20
R$ 208.760,38
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 59.828,73
R$ 0,00
-R$ 59.828,73
-R$ 9.774,37
R$ 0,00
FCLP - Método Direto
1 ° mês
2 ° mês
3 ° mês
4 ° mês
5 ° mês
6 ° mês
7 ° mês
8 ° mês
9 ° mês
10 ° mês
11 ° mês
12 ° mês
13° mês
14 ° mês
15 ° mês
16 ° mês
0° mês
-R$ 100.617,98 -R$ 106.276,26 -R$ 27.123,66 -R$ 164.114,44 -R$ 211.474,58 -R$ 202.777,53
-R$ 64.126,07
-R$ 19.874,89
-R$ 91.720,13 -R$ 110.038,40
-R$ 38.903,72 R$ 1.528.811,87
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 65.934,56
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 100.617,98 -R$ 106.276,26 -R$ 27.123,66 -R$ 164.114,44 -R$ 211.474,58 -R$ 202.777,53
-R$ 64.126,07
-R$ 19.874,89
-R$ 91.720,13 -R$ 110.038,40
-R$ 38.903,72 R$ 1.462.877,31
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 100.617,98 -R$ 106.276,26 -R$ 27.123,66 -R$ 164.114,44 -R$ 211.474,58 -R$ 202.777,53
-R$ 64.126,07
-R$ 19.874,89
-R$ 91.720,13 -R$ 110.038,40
-R$ 38.903,72 R$ 1.462.877,31
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
FCLP - Método Indireto ( nesta área vai o alavancado)
-R$ 100.617,98 -R$ 107.270,34 -R$ 28.611,40 -R$ 166.961,94 -R$ 215.981,25 -R$ 208.888,39
-R$ 70.964,53
-R$ 27.161,18
-R$ 99.908,48 -R$ 119.244,62
-R$ 48.678,09 R$ 1.462.877,31
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00 -R$ 1.284.687,09
R$ 0,00
R$ 755,50
R$ 1.130,68
R$ 2.164,10
R$ 3.425,07
R$ 4.644,25
R$ 5.197,23
R$ 5.537,58
R$ 6.223,15
R$ 6.996,73
R$ 7.428,52
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 45.469,83
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00 R$ 1.224.858,36
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 100.617,98 -R$ 106.514,84 -R$ 27.480,72 -R$ 164.797,84 -R$ 212.556,18 -R$ 204.244,14
-R$ 65.767,30
-R$ 21.623,60
-R$ 93.685,34 -R$ 112.247,89
-R$ 41.249,57 R$ 1.462.877,31
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 14.358,90
Item
Demonstração de resultados
1
2
3
Vendas
Custo Mercadorias Vendidas
Lucro líquido
4
Despezas operacionais antes de depreciação
5
Despezas de depreciação
6
LAJIR
7
Despesas com juros
8
9
10
Receitas antes dos Impostos
Impostos
Lucro líquido
Item
1
2
3
4
5
6
7
1
2
3
4
5
Descrição
Lucro antes dos juros e impostos (LAJIR)
Impostos
Lucro operacional líquido após impostos (NOPAT)
despesas com depreciação
Investimento de capital (CAPEX)
Mudanças no capital de giro
Fluxo de caixa livre de Projeto (FCLP)
Fluxo de caixa livre para acionistas (FCLA)
Juros (1-T)
Pagamento do Principal
Novas Emissões de dívidas
Fluxo de caixa livre de Projeto (FCLP)
Planilha B - Demonstrações de resultado pro forma - Estrutura Metálica
Meses
Meses carência
1 ° mês
2 ° mês
3 ° mês
4 ° mês
5 ° mês
6 ° mês
7 ° mês
8 ° mês
9 ° mês
10 ° mês
11 ° mês
12 ° mês
13° mês
0° mês
R$ 0,00
72.799,79
72.799,79
72.799,79
72.799,79
72.799,79
72.799,79
72.799,79
1.528.795,49
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 86.994,09 -R$ 168.885,92 -R$ 543.720,77
-R$ 91.719,11 -R$ 134.304,27 -R$ 139.547,66
-R$ 68.872,24
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 14.194,30
-R$ 96.086,13 -R$ 470.920,98
-R$ 18.919,32
-R$ 61.504,48
-R$ 66.747,87
R$ 3.927,55 R$ 1.528.795,49
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 106.425,77
-R$ 30.438,36
-R$ 59.091,49
-R$ 190.242,46
-R$ 32.091,60
-R$ 46.991,72
-R$ 48.826,33
-R$ 24.097,71
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 106.425,77
-R$ 44.632,66
-R$ 155.177,62
-R$ 661.163,44
-R$ 51.010,92
-R$ 108.496,20
-R$ 115.574,20
-R$ 20.170,16
R$ 1.528.795,49
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 777,57
-R$ 2.287,49
-R$ 7.147,05
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-R$ 9.166,53
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R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 64.384,00
-R$ 106.425,77
R$ 0,00
-R$ 106.425,77
-R$ 45.410,23
R$ 0,00
-R$ 45.410,23
-R$ 157.465,11
R$ 0,00
-R$ 157.465,11
-R$ 668.310,49
R$ 0,00
-R$ 668.310,49
-R$ 58.977,45
R$ 0,00
-R$ 58.977,45
R$ 1.528.795,49
R$ 0,00
-R$ 36.712,81
R$ 0,00
R$ 1.492.082,68
R$ 0,00
Total LL após carência
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 116.259,19
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 64.384,00
R$ 0,00
-R$ 64.384,00
-R$ 117.662,73 -R$ 125.988,15
-R$ 31.199,55
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 117.662,73 -R$ 125.988,15
-R$ 31.199,55
Total Lucro Liquido
-R$ 1.311.439,49
FCLP - Método Direto
1 ° mês
2 ° mês
3 ° mês
4 ° mês
5 ° mês
6 ° mês
7 ° mês
8 ° mês
9 ° mês
10 ° mês
0° mês
-R$ 106.425,77
-R$ 44.632,66 -R$ 155.177,62 -R$ 661.163,44
-R$ 51.010,92 -R$ 108.496,20 -R$ 115.574,20
-R$ 20.170,16 R$ 1.528.795,49
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
-R$ 36.712,81
R$ 0,00
-R$ 106.425,77
-R$ 44.632,66 -R$ 155.177,62 -R$ 661.163,44
-R$ 51.010,92 -R$ 108.496,20 -R$ 115.574,20
-R$ 20.170,16 R$ 1.492.082,68
R$ 0,00
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-R$ 44.632,66 -R$ 155.177,62 -R$ 661.163,44
-R$ 51.010,92 -R$ 108.496,20 -R$ 115.574,20
-R$ 20.170,16 R$ 1.492.082,68
R$ 0,00
FCLP - Método Indireto ( nesta área vai o alavancado)
-R$ 106.425,77
-R$ 45.410,23 -R$ 157.465,11 -R$ 668.310,49
-R$ 58.977,45 -R$ 117.662,73 -R$ 125.988,15
-R$ 31.199,55 R$ 1.492.082,68
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-R$ 106.425,77
-R$ 44.819,28 -R$ 155.726,62 -R$ 662.878,73
-R$ 52.922,89 -R$ 110.696,17 -R$ 118.073,55
-R$ 22.817,21 R$ 1.492.082,68
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-R$ 15.452,16
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UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA UNAMA JOÃO PEDRO DE