UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA UNAMA JOÃO PEDRO DE OLIVEIRA CARNEIRO UMA ANÁLISE ECONÔMICA FINANCEIRA DA UTILIZAÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL COMPARADA COM AS CLÁSSICAS Belém - PA 2012 UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA UNAMA JOÃO PEDRO DE OLIVEIRA CARNEIRO UMA ANÁLISE ECONÔMICA FINANCEIRA DA UTILIZAÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL COMPARADA COM AS CLÁSSICAS Trabalho de conclusão de curso apresentado para obtenção do grau de bacharel em Engenharia Civil, pelo curso de Engenharia Civil. Orientador: MSc. Paulo Márcio da Silva Aranha Belém - PA 2012 UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA UNAMA João Pedro de Oliveira Carneiro UMA ANÁLISE ECONÔMICA FINANCEIRA DA UTILIZAÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL COMPARADA COM AS CLÁSSICAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel em Engenharia Civil Data da defesa: 11/12/2012 Conceito: ______________________ Banca Examinadora ______________________________________ Prof. MSc. Paulo Márcio da Silva Aranha UNAMA ______________________________________ Prof. MSc. Antonio Massoud Salame UNAMA ______________________________________ Prof. Dr. Jorge de Araújo Ichihara ITEC - UFPA. AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus. Aos meus amigos que me acompanharam durante 5 anos que são: Rafael Abreu, Fernando Mendonça, Bernado Pio, Virginia Pagno, Alisson Lobato, Wellington Costa, Pedro Secco, Diego Hadad, Renato, Jefferson, Augusto Monteira. Aos meus pais que financiaram a minha trajetória de vida e a minha família. Aos meus patrões que possibilitaram eu enxergar o tema do meu TCC. Ao meu orientador Paulo Aranha. Ao Sr. Roberto Kataoka e a CKOM Engenharia LTDA que cederam o projeto utilizado neste presente trabalho. RESUMO Este trabalho teve como principal meta determinar o melhor investimento para a construção se é mais vantajoso o aumento de produtividade através de novas tecnologias ou permanecer a utilizar sistemas convencionais através de insumos mais baratos. Avaliação começa com as escolhas das novas tecnologias levando em consideração as vantagens e as desvantagens, comparando-as com as formas clássicas de execução da obra. Assim este trabalho iniciou-se com a adaptação do projeto arquitetônica assim modificando os sistemas construtivos utilizados no projeto estudado. Assim criaram-se cenários construtivos diferentes, com isso foi criado orçamentos e cronogramas físicos financeiros de cada sistema construtivo. Com esta informação foi comparado algumas etapas de cada sistema construtivo, o prazo de execução dos sistemas, juros de financiamento de cada sistema construtivo e as despesas indiretas de cada sistema construtivas. Após esta etapa foi construído planilhas de fluxo de caixa para cada sistema construtivo para poderem ser avaliados com investimento. Com isso foi utilizado os seguintes critérios financeiros: Valor Presente Líquido; Taxa Interna de Retorno; Série Equivalente Uniforme; Relação Custo-Benefício. Com isso pode-se determinar as vantagens do aumento de produtividade e os ganhos de uma empresa. PALAVRAS CHAVE: Produtividade; comparação; avaliação financeira. ABSTRACT This work has as main goal to determine the best investment for the building if it is more advantageous to increase productivity through new technologies or remain using conventional systems through cheaper inputs. Assessment begins with the choices of new technologies taking into account the advantages and disadvantages, comparing them with classical forms of execution of work. Thus this work began with the adaptation of architectural design thus modifying the building systems used in the project studied. Thus were created different scenarios constructive, it was created with budgets and timelines of each physical and financial timelines of each building system. With this information was compared some stages of each building system, the term implementing systems, financing interest of each building system and the overhead of each system constructive. After this stage was built spreadsheets cash flow for each building system in order to be evaluated investment. Thus, we used the following financial criteria: Net Present Value, Internal Rate of Return, Series Equivalent Uniform; Cost-Benefit. With this you can determine the benefits of increased productivity and earnings of a company. KEY WORDS: Productive; comparing; finance estimate. 7 LISTA DE FIGURAS FIGURA 2.1: PLANTA BAIXA DE UMA HIS ..........................................................................12 FIGURA 2.2: FIGURA DAS ESTRUTURAS METÁLICAS DOS BLOCOS HABITACIONAIS........................................................................................................................13 FIGURA 2.3: FOTO DE OBRA EXECUTADA EM ALVENARIA ESTRUTURAL ...............15 FIGURA 2.4: COMPOSIÇÃO E EXECUÇÃO DO CONCRETO ARMADO ...........................16 FIGURA 3.1 –ELEVAÇÃO FRONTAL DO PRÉDIO................................................................18 FIGURA 3.2: PLANTA BAIXA DO PAVIMENTO TIPO DO PRÉDIO...................................19 FIGURA 3.3: SEQUÊNCIA DE EXECUÇÃO DA ESTACA-RAIZ...........................................21 FIGURA 3.4: FLUXOGRAMA DAS ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DE UMA ESTRUTURA METÁLICA ..................................................................................................................................22 FIGURA 3.5: DEMONSTRAÇÃO DA LOCAÇÃO DAS PEÇAS ESTRUTURAIS (FASE 1), ELEVAÇÃO DOS PERFIS E FIXAÇÃO DE VIGAS NOS PILARES (FASE 3) ........................................................................................................................................................23 FIGURA 3.6: FLUXOGRAMA DA EXECUÇÃO DE UMA ESTRUTURA EM CONCRETO ARMADO .....................................................................................................................................24 FIGURA 3.7: TIPOS DE BLOCOS DE CONCRETOS MAIS USADOS ................................25 FIGURA 3.8: FLUXOGRAMA DA EXECUÇÃO DE UMA ALVENARIA ESTRUTURAL...26 FIGURA 3.9: TIPOS DE BLOCO DE GESSO............................................................................27 FIGURA .3.10: (A) – BLOCO CERÂMICO UTILIZADO EM PAREDES DE VEDAÇÃO; (B) – BLOCO CERÂMICO UTILIZADO EM PAREDES DE ALVENRIA ESTRUTURAL..........29 FIGURA 4.1: CRONOGRAMA FÍSICO-FINANEIRO DA OBRA EM CONCRETO ARMADO......................................................................................................................................39 FIGURA 4.2: CRONOGRAMA FÍSICO-FINANEIRO DA OBRA EM ALVENARIA ARMADA .....................................................................................................................................40 FIGURA 4.3: CRONOGRAMA FÍSICO-FINANEIRO DA OBRA EM ESTRUTURA METÁLICA...................................................................................................................................41 LISTA DE TABELAS TABELA 4.1: CUSTO DA FUNDAÇÃO PREVISTO COM CONCRETO ARMADO E PORCENTAGEM SOBRE O VALOR DE PRODUÇÃO DA OBRA......................................30 TABELA 4.2: CUSTO DA FUNDAÇÃO DO PROJETO DE ALVENARIA ESTRUTURAL E PORCENTAGEM DE PARTICIPAÇÃO NO VALOR DA OBRA..........................................31 TABELA 4.3: CUSTO DA FUNDAÇÃO DO PROJETO ORIGINAL (ESTRUTURA METÁLICA) E A PORCENTAGEM DA PARTICIPAÇÃO NO VALOR DA OBRA..............31 TABELA 4.4: TABELA DA ESTRUTURA EM CONCRETO ARMADO E ALVENARIA EM BLOCO CERÂMICO E SUA PARTICIPAÇÃO NO PREÇO FINAL......................................33 TABELA 4.5: TABELA DA ESTRUTURA EM ALVENARIA ARMADA E SUA PARTICIPAÇÃO NO VALOR FINAL........................................................................................34 TABELA 4.6: ORÇAMENTO DA ESTRUTURA E DA DIVISÓRIA DO PROJETO ORIGINAL E A PARTICIPAÇÃO NO VALOR FINAL ...........................................................34 TABELA 4.7: REVESTIMENTO DO PROJETO EM CONCRETO ARMADO E A PARTICIPAÇÃO DO VALOR FINAL DE PRODUÇÃO........................................................36 TABELA 4.8: REVESTIMENTO DO PROJETO ALVENARIA ESTRUTURAL E PARTICIPAÇÃO DO VALOR FINAL DE PRODUÇÃO...........................................................36 TABELA 4.9: PARTE DO ORÇAMENTO (REVESTIMENTOS) ESTRUTURA METÁLICA...................................................................................................................................37 TABELA 4.10: CUSTO FINAL DE PRODUÇÃO DE CADA PROJETO ..............................38 TABELA 4.11: CUSTO TOTAL DO FINANCIAMENTO BANCÁRIO NO PROJETO EM CONCRETO ARMADO ..............................................................................................................42 TABELA 4.12: CUSTO TOTAL DO FINANCIAMENTO BANCÁRIO NO PROJETO EM ALVENARIA ESTRUTURAL ...................................................................................................43 TABELA 4.13: CUSTO TOTAL DO FINANCIAMENTO BANCÁRIO NO PROJETO EM ESTRUTURA METÁLICA .........................................................................................................43 TABELA 4.14: FLUXOS DE CAIXA LIVRE DE PROJETO DO CONCRETO ARMADO ....46 TABELA 4.15: FLUXOS DE CAIXA LIVRE DE PROJETO DA ALVENARIA ESTRUTURAL .............................................................................................................................46 TABELA 4.16: FLUXOS DE CAIXA LIVRE DE PROJETO DA ALVENARIA ARMADA..46 TABELA 4.17: VPL’S DOS PROJETOS ………………………………………………………48 10 TABELA 4.18: TIR’S DOS PROJETOS …………………………….…………………………49 TABELA 4.19: VALORES DO CSUE DE CADA PROJETO ..................................................49 TABELA 4.20: VALORES DO CRITÉRIO CUSTO-BENEFÍCIO ..........................................50 LISTA DE GRÁFICOS GRAFICO 1.1 – PARTICIPAÇÃO DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO PIB BRASILEIRO..........01 GRAFICO 1.2 – INVESTIMENTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL ATÉ 2008 ...........................02 GRÁFICO 2.1 - DÉFICIT HABITACIONAL POR REGIÃO.....................................................08 GRÁFICO 2.2 - DÉFICIT HABITACIONAL NA REGIÃO NORTE ........................................08 GRÁFICO 4.1 – CUSTO DAS FUNDAÇÕE DIVIDIDO EM BLOCOS E ESTACAS..............32 GRÁFICO 4.2 - GRÁFICO DE COLUNAS DOS CUSTOS DAS PAREDES E ESTRUTURA35 GRÁFICO 4.3: COMPARATIVO DOS REVESTIMENTOS DOS SISTEMAS ESTRUTURAIS............................................................................................................................37 GRÁFICO 5.1: PARTICIPAÇÃO DE CADA SERVIÇO NO VALOR FINAL DA OBRA.......52 GRÁFICO 5.2 : PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS INDIRETAS............................................53 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABDI – Agência Brasileiro de Desenvolvimento Industrial IPCA – Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo INCC – Índice Nacional do Custo da Construção para o Mercado HIS – Habitação de Interesse Social CEF – Caixa Econômica Federal IAPS – Institutos de Aposentadoria e Pensões FCP – Fundação da Casa Popular SFH – Sistema Financeiro da Habitação BNH – Banco Nacional da Habitação COHAB’S – Companhia de Habitação Popular MCMV – Programa Minha Casa Minha Vida EPI’s – Equipamentos de Proteções Individuais m – Metro ml – Metro linear mm – Milímetro und. – Unidade um - Unidade kg – Kilograma m² - Metro quadrado m³ - Metro Cúbico Mpa – Mega Pascal R$ - Real TR – Taxa Referencial de Juros FCLP – Fluxo de Caixa livre de Projeto VPL – Valor Presente Liquido TIR – Taxa Interna de Retorno CSUE – Critério da Série Uniforme Equivalente TMA – Taxa Mínima de atratividade SUMÁRIO 1 – INTRODUÇÃO ...................................................................................................................1 1.1 - TEMA E DELIMITAÇÃO ..................................................................................................3 1.2 – PROBLEMA ......................................................................................................................4 1.3 – OBJETIVOS .................................................................................................................4 1.3.1 - OBJETIVO GERAL ........................................................................................................4 1.3.2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS ...........................................................................................4 1.4 - JUSTIFICATIVA ...............................................................................................................5 1.5 – ESTRUTURA DO TRABALHO ........................................................................................6 2 – HABITAÇÃO ......................................................................................................................7 2.1 – HISTÓRICO DOS PROGRAMAS DE HABITAÇÃO. ......................................................9 2.2 – PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA ................................................................. 10 2.3 – PROJETOS HABITACIONAIS. ...................................................................................... 12 2.3.1 – HABITAÇÃO POPULAR EM ESTRUTURA DE AÇO ESTRUTURAL .................... 12 2.3.2 – HABITAÇÃO POPULAR EM ESTRUTURA DE ALVENARIA ESTRUTURAL ....... 14 2.3.3 – HABITAÇÃO POPULAR EM ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO ................. 16 3.0 – ESTUDO DE CASO ....................................................................................................... 18 3.1 - O PROJETO ..................................................................................................................... 18 3.2 – INFRA-ESTRUTURA (FUNDAÇÃO) ............................................................................ 20 3.3 – SUPER ESTRUTURA (PILARES, VIGAS E LAJES) ..................................................... 21 3.3.1 – PROJETO ORIGINAL .................................................................................................. 21 3.3.2 – CONCRETO ARMADO ............................................................................................... 23 3.3.3 – ALVENARIA ESTRUTURAL...................................................................................... 24 3.4 – PAREDES E DIVISÓRIAS .............................................................................................. 26 3.4.1 – PAREDE EM BLOCO DE GESSO SEM FUNÇÃO ESTRUTURAL ........................... 27 3.4.2 – PAREDE EM BLOCO CERÂMICO VAZADO (TIJOLO FURADO)........................... 29 4.0 – ANALISES COMPARATIVAS ..................................................................................... 30 4.1 – QUANTIDADE E CUSTOS DAS FUNDAÇÕES ............................................................ 30 4.2 – SISTEMAS ESTRUTURAIS E PAREDES ...................................................................... 33 4.3 – REVESTIMENTO ........................................................................................................... 35 4.4 – CUSTO TOTAL DE PRODUÇÃO .................................................................................. 38 4.5 – PRAZOS .......................................................................................................................... 38 14 4.6 – JUROS ............................................................................................................................. 42 4.7 – DESPESAS INDIRETAS E LUCRO ............................................................................... 43 4.8 – PROJEÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA ........................................................................ 44 4.9 – VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) ............................................................................ 47 4.10 – TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) DOS PROJETOS ........................................... 48 4.11 – CRITÉRIO DA SÉRIE UNIFORME EQUIVALENTE (CSUE) DOS PROJETOS ........ 49 4.13 – RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO .................................................................................. 50 5.0 – CONSIDERAÇÕES FINAIS ......................................................................................... 51 6.0 – REFRÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS ............................................................................. 55 ANEXO 1 – PROJETOS ARQUITETÔNICOS .................................................................... 60 ANEXO 2 – ORÇAMENTO DE CADA PROJETO.............................................................. 62 ANEXO 3 - CRONOGRAMAS FISÍCO-FINANCEIROS .................................................... 69 ANEXO 4 – TABELAS DAS DESPEZAS INDIRETAS ....................................................... 72 ANEXO 5 - DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS E FLUXO DE CAIXA LIVRE DE PROJETO ............................................................................................................................... 75 1 1 – INTRODUÇÃO Nos últimos anos e mais especificamente na última década a economia brasileira, apesar das sucessivas crises internacionais, tem registrado um regular crescimento, variando de 2,7% em 2002 a 5,0% em 2011, com a média de 3,99 % na primeira década dos anos 2000. Por outro lado, a indústria da construção civil, conforme registrado na figura 1.1, tem apresentado um crescimento médio superior a 4,0 % ao ano. A simples comparação das médias de crescimento da economia do país e do setor da construção demonstra a grande importância do mesmo para a economia nacional, indicando tendência da manutenção de crescimento, são as expectativas ao analisar-se os valores indicados pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o que finalmente aponta, cada vez mais, para uma participação mais significativa da construção civil no Produto Interno Bruto – PIB nacional. 5,40% 4,40% 4,50% 4,10% 2002 2003 2004 4,20% 2005 4,30% 4,10% 2006 4,40% 4,20% 2007 2008 2009 Jan a Jun 2010 Fonte: Agência brasileira de Desenvolvimento da Indústria (ABDI). Grafico 1.1 – Participação da Construção Civil no PIB brasileiro. Com este aumento na participação do PIB pode-se ver o aumento da importância do setor da Construção Civil na economia nacional. Com este aumento analisa-se um segundo dado, obtido também através da ABDI, que indica a quantidade de investimento da construção civil até 2008, o grafico 1.2 pode-se observar a evolução do investimento no setor. 2 9000 8153 8000 7000 Milhões 6000 4000 4862 4393 5000 3214 3000 4029 3100 2051 2000 1000 0 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Fonte: Agência brasileira de Desenvolvimento da Indústria (ABDI). Grafico 1.2 – Investimentos na Construção Civil até 2008 A partir desses investimentos necessita-se a busca de novas tecnologias e novas perspectivas, já que para a nova tecnologia são necessários investimentos para a aquisição e implantação da mesma. Apesar dos números favoráveis, em 2010, onde o cenário da construção civil, Reis (2011) aponta que o país vive um ponto de incerteza, onde os preços dos imóveis subiram além da inflação, isso pode acontecido devido a duas hipóteses: a) Uma bolha no mercado imobiliário, já que se analisado a situação de São Paulo que no acumulado de 2011 até julho teve um aumento de 16,6% no preço do imóvel e a inflação pelo índice IPCA (Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo) foi de 6,15%, caracterizando um aumento sem explicação. b) Devido à alta liberação de crédito para as famílias, para comprarem a casa própria, o mercado não conseguiu aumentar o numero de imóveis a venda suficientes para atender toda esta demanda, assim também fazendo os preços dos imóveis subirem. Entretanto, Reis (2011) aponta que os preços dos imóveis estariam estacionando, isso acontece já que os consumidores não terem condições de pagar o aumento no preço já praticado pelo mercado. O problema do estacionamento é que o investidor, que compra para vender em curto prazo num preço mais elevado, começa a parar de comprar os imóveis, além do mais o país 3 vive um momento de crescimento na inflação isso faz com que o custo de construção aumenta junto com a inflação e a construtora não consegue repassar este preço ao consumidor. Outro problema apontado pelo Jornal Valor econômico (GIFFONI, 2012) refere-se ao preço médio da mão de obra, que contribuiu para o aumento do Índice Nacional de Custo da Construção – para o Mercado (INCC-M). A mão de obra, no período de janeiro a novembro de 2011, foi o índice mais inflacionado tendo um aumento de 10,20% na comparação do mesmo período do ano anterior. Com este claro cenário de incertezas na economia nacional a disputa pelos clientes aumenta e impõe-se a necessidade da redução de gastos e desperdícios, a construtora precisa saber até que ponto vale investir em novas tecnologias para construções. 1.1 - TEMA E DELIMITAÇÃO O título deste trabalho é: Uma análise econômica financeira da utilização das novas tecnologias comparada com as clássicas, este tema esta dentro de uma área denominada: Gerenciamento de empresas e empreendimentos na Construção Civil. Esta área trata do planejamento estratégico para empresas da construção civil, este planejamento ocorre através de pesquisas e análises tentando ao máximo construir um portfólio de informações, contemplando o levantamento dos ricos, taxas de retornos, dentre outras informações, para que o empreendedor possa tomar sua decisão com sabedoria. Lima Jr. (1998) comenta que no plano estratégico e no nível tático, as decisões gerenciais têm ênfase na analise de negócios, tendo uma das discussões de levantamentos técnicos para geração de um conjunto de informações necessárias para tomar decisões, que se apoiam sobre analises e riscos do investimento. Assim este trabalho não elimina a necessidade de se ter um planejamento estratégico, entretanto este trabalho vem prover ao planejador informações para o preparo de um panorama para o empreendedor tomar decisões. Assim Lima Jr. (1998) indica que o planejador tem duas funções definidas: a) Instruir o empreendedor de informações de qualidade para que o mesmo tome decisões. 4 b) Ser crítico das decisões tomadas, por conhecer as entranhas dos modelos de simulação, porém não tomando decisões já que este papel é do empreendedor. 1.2 – PROBLEMA Hoje na construção civil como toda a economia em grande expansão, a concorrência entre empresas aumenta, assim faz com que as empresas queiram diminuir o preço e aumentar a qualidade. Nesta situação as empresas tendem buscar o que há de mais moderno para conseguir chegar à meta desejáda (FABRÍCIO, 2002). Sendo assim Fabrício (2002), comenta que só há duas maneiras de redução de custo: a primeira consiste na utilização de insumos baratos, porém de baixa qualidade ou de qualidade duvidosa, e a segunda busca o aumento da produtividade com aumento da qualidade. Logo com estas colocações apresentam-se uma pergunta: Qual das duas maneiras é realmente mais vantajosa para a empresa? 1.3 – OBJETIVOS 1.3.1 - OBJETIVO GERAL O objetivo geral desta pesquisa é comparar a fim de determinar aonde cada sistema construtivo é mais vantajoso, assim comparando sistemas de construção mais clássicos (insumos baratos) com sistemas de construções mais modernos (aumento de produtividade). 1.3.2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS O objetivo geral desta pesquisa para ser alcançado, necessita-se queimar algumas etapas primordiais para chegar ao resultado desejável, para o projeto arquitetônico utilizado por este trabalho. Abaixo se descreve algumas dessas etapas das quais seriam de maior importância para este trabalho: a) Adaptação de projetos: utilizar a mesma planta arquitetônica para elaborar possibilidades para criar projetos com diferentes sistemas construtivos. 5 b) Criação de planejamentos da obra, com aspectos construtivos diferentes, que contenham: Orçamento e cronograma físico-financeiro. c) Criação de uma analise econômico-financeira para os orçamentos. 1.4 - JUSTIFICATIVA Segundo Martins e Lima Jr. (1998), a decisão de um empreendedor deve ser suportada por informações que possam atender as necessidades do cliente, porém esta informação deve chegar com rapidez e quantidade necessária e proveniente de diversos setores da empresa para que o empreendedor possa saber o risco e tomar a decisão de forma mais coerente possível. Segundo Pinho (2008) a maior dificuldade é identificar o tipo de sistema construtivo mais adequado para uma obra, já que uma metodologia de avaliação mais abrangente não é executada, e a avaliação comparativa de custos é muito vaga. Sendo assim a necessidade de informações sobre qual o aspecto construtivo a ser utilizado numa obra, independente do seu preço, se torna necessário já que isso vai influenciar do começo até o final da construção do empreendimento. Ainda Pinho (2008) aponta que um estudo de viabilidade econômica para a definição do método de construção, tem uma grande possibilidade de interferência e custo acumulado deste processo é baixo, comprado com o valor da obra. Assim diminuindo as surpresas que podem ocorrer enquanto a obra acontece. Segundo Limmer (2010) a primeira fase de um projeto é a viabilidade TécnicoEconômica, nesta fase é desenvolve-se um modelo preliminar do projeto que será executado, isto é necessário para que se possa conhecer o projeto como um todo. Nesta fase também deverá ser levado em consideração os recursos tecnológicos disponíveis e a relação custo-benefício a ser obtida quando da utilização do produto resultante do projeto. Entretanto Martins e Lima Jr. (1998) colocam que essas quantidades de informação necessária para construção de um empreendimento são insuficientes, com um período de tempo muito longo e uma qualidade a baixo do grau necessário para que o gestor tome a decisão de forma coerente, com precisão e possa a assumir os riscos desta decisão. Além do mais com o aumento da exigência do consumidor em todos os setores da economia, inclusive o da construção civil. Da mesma forma Fabrício (2002) comenta que essa 6 exigência faz com que as empresas adotem alternativas organizacionais e também construção com uma maior qualidade. Por isso que é de extrema importância que o gestor tenha parâmetros para decidir o melhor, para poder conquistar o novo e manter o velho cliente. Diante desta situação do mundo globalizado tende a necessidade de estar a um passo a frente do concorrente. 1.5 – ESTRUTURA DO TRABALHO Este trabalho está dividido em cinco capítulos, a seguir pode-se encontrar uma lista com os capítulos: Capítulo 1 – Introdução, este capítulo mostra a situação que o país vive mostrando a participação da construção civil no Brasil nos dias atuais. O capítulo também registra os objetivos do trabalha e a justificativa para a execução do trabalho. Capítulo 2 – Habitação, este capítulo contempla as definições de habitação, história dos investimentos brasileiros em habitação voltados a classe de baixa renda. Também serão mostrados projetos de habitação com sistemas construtivos utilizados neste trabalho. Capítulo 3 – Estudo de Caso, neste capítulo apresentada-se o projeto base do trabalho e também as adaptações que foram recalculadas para criação de novos projetos, assim gerando os três cenários construtivos para as futuras comparações. Capítulo 4 – Analises Comparativa, neste capítulo será feita as comparações de cada etapa de cada cenário, para isso foi criado orçamentos, cronogramas de quantificado as despesas indiretas. Assim podendo gerar fluxos de caixa para poder determinar os valores dos índices financeiros para os projetos. Os preços utilizados nos orçamentos foram os do Relatório de Serviços de Setembro de 2012 do estado Pará, divulgado pela Caixa Econômica Federal. Capítulo 5 – Considerações finais, aponta os principais resultados da comparação realizada resultados importantes dos projetos e propostas para proseguir deste trabalho. 7 2 – HABITAÇÃO Segundo o Dicionário Aurélio (2004) diz que habitação é o lugar ou casa onde se habita, morada, vivenda ou residência. Assim Abiko (1995) diz que a habitação evolui junto com a habilidade humana, conseguindo aplicar vários materiais para as habitações, passando desde o uso de peles de animais, pedras, madeira, terra (crua ou queimada) e a cerâmica. Abiko (1995) ainda aponta que a habitação, nos dias atuais, tornou-se uma importante parte da economia, isto acontece devido a habitação não servir só como abrigo, mas também integrando outros setores da economia gerando emprego e renda. Pode-se perceber esta mudança nas habitações urbanas onde necessitam de vários serviços como: energia elétrica, água, coleta de lixo, transporte coletivo e outros. Entretanto a população de baixa renda ainda sofre com o déficit habitacional, ou seja, falta de moradia, moradia inadequada ou residente de área de risco. Segundo A CÂMARA DOS DEPUTADOS (2011, p.1), tendo como fonte os números do Ministério das Cidades, aponta que o numero do déficit habitacional no Brasil é de 5.572.313 casas. Abaixo são mostrados os gráficos 2.1 e 2.2 onde mostra os números do déficit habitacional por região e logo depois os números do déficit habitacional por estado da região norte. 8 Deficit Habitacional no Brasil por Região Norte Nordeste 1.956.380 Sudeste Sul Centro-Oeste 2.052.956 557.092 586.394 419.491 Fonte: Câmara dos Deputados (2011, p. 1) Gráfico 2.1: Déficit Habitacional por região Deficit Habitacional na Região Norte por Estado Roraima Acre Amazonas Amapa Roraima Pará Tocantins 286.110 132.224 59.681 31.229 19.584 14.295 13.969 Fonte: Câmara dos Deputados (2011, p. 1) Gráfico 2.2: Déficit Habitacional na Região Norte Nestas situações foi desenvolvido o conceito de Habitação de Interesse Social (HIS), segundo Souza (2009) O conceito surgiu junto com o Banco Nacional de Habitação (BNH) que 9 adotava o nome em seus programas. Estas moradias são usualmente destinadas a população de baixa renda, entretanto o nome HIS pode-se ter variações como Habitações de Baixo Custo ou em inglês low-cost housing, e Habitação para População de Baixa Renda ou em inglês Housing for Low-Income People. Ainda Abiko (1995, apud SOUZA 2009) a HIS é o resultado de processo complexo de produção, pois envolve varias partes de uma cidade passando pela importância social, pela necessidade do poder publico, função dentro da economia (por motivos já citados) e outros. A autora ainda defende que a HIS não deve ser considerada só pela importância social, mas por tudo que ela representa dentro de uma área urbana. 2.1 – HISTÓRICO DOS PROGRAMAS DE HABITAÇÃO. Ao passar dos anos vários Governos Brasileiro criaram programas para construção de HIS, a fim de diminuir o déficit habitacional. Segundo Botega (2008, p. 2) a população urbana brasileira aumenta de 31,3% em 1940 para 74,8% em 1991, a maior parcela de crescimento se encontra dentro da população de baixa renda. Com este expressivo aumento o déficit habitacional torna-se algo previsível de acontecer. Segundo Botega (2008, p.5) as primeiras políticas voltadas para a habitação surgiram no período de 1940 a 1960. Esta medida foi adotada, pois as políticas de industrialização do país fizeram com êxodo rural aumenta-se expressivamente. A Política criada foi para incentivar a aquisição de casa própria, através, inicialmente, da Caixa Econômica Federal (CEF), e dos Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPS). No mesmo período é criada a Fundação da Casa Popular (FCP), a FCP foi o primeiro órgão nacional para prover residência popular a população pobre (Motta, 2009). Segundo Motta (2009, p. 5) durante o governo militar, durante os anos de 1964 a 1984, foi criado o Sistema Financeiro da Habitação (SFH). O SFH buscava a dinamização da economia nacional, vale ressaltar que a medida foi criada para garantir a estabilidade social. Era um plano para diminuir os crescimentos das favelas, diminuir as ocupações irregulares. O plano constituíase em construção de moradias e infraestrutura urbana. Junto com o SFH foi criado o Banco Nacional da Habitação (BNH) e expandiu as Companhias de Habitação Popular as (COHAB’s). 10 Na década de 80 o Brasil entra em uma grande crise, assim afetando diretamente o BNH, o qual foi extinto 1986 pelo Presidente José Sarney, o BNH foi incorporado pela CEF, assim a CEF passa a atribuir as funções do BNH. No ano 1990, foi criado outro programa habitacional, foi criado o Plano de Ação Imediata para a Habitação, devido à crise e como o plano foi desenhado ele não cumpriu as metas estabelecidas, o custo médio aumentou, o tempo de execução aumentou expressivamente e o plano não conseguiu a porcentagem de recursos suficientes (BOTEGA,2008, p.10). No governo Itamar Franco (1992 – 1994) criou-se dois programas, Programa Habitar Brasil e o Morar Município. Os dois programas basicamente financiava a construção de moradias juntamente com as prefeituras, entretanto as exigências pelos programas fizeram com que eles fossem poucos utilizados. No Governo Fernando Henrique Cardoso (1994 – 2002), não se teve avanço no quesito habitação, pois as entidades internacionais aconselharam o governo a não gastar dinheiro com este problema, já que o país acabara de sair de uma crise econômica (MOTTA, 2009, p. 8) No governo do Presidente Luis Inácio Lula da Silva (2002 – 2010) foi criado o programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). O programa prevê investimentos na área de habitação destinados as famílias com renda de 0 a 10 salários mínimos (MOTTA, 2009, p. 8). Devido o Programa ainda estar em vigor e ter sido ampliado, este trabalho comentar de forma mais profunda o programa no subcapitulo abaixo. 2.2 – PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), foi lançado em março 2009. O programa é regido pela lei n° 11977 de 7 de julho de 2009. Seu Objetivo é financiar a construção de moradias para a população com renda de 0 a 10 salários mínimos. Entretanto Shimizu (2010, p.11) indica que o MCMV não tem só função social, porém o programa atinge a economia nacional, através da geração de empregos e outros, afetando diretamente e indiretamente outros setores da economia. Segundo a CEF (2012, p. 1) o programa é gerido pelo Ministério das Cidades e operacionalizado pela CEF. O MCMV tem como finalidade de criar mecanismos de incentivo a 11 produção, inicialmente o programa tinha como meta um milhão de novas moradias, entretanto esta meta foi modificada para dois milhões de novas moradias, para famílias com renda de até R$ 5.000,00 ou 10 salários mínimos. Dentre dessas novas moradias o programa construirá 860 mil casa para famílias com renda de até R$1.600,00 ou três salários mínimos. A CEF (2012, p. 1) indica que a abrangência do programa é para capitais de estado, regiões metropolitanas, cidades com mais de 50 mil habitantes e algumas cidades entre 20 e 50 mil habitantes. Para construção das unidades habitacionais o governo através do Orçamento Geral da União destinou verba ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Dentro do programa tem-se os seus participantes estes são: 1 – A CEF: faz o papel de instituição financeira responsável pelo programa, apontará os critérios e expedições dos atos necessários ao programa. 2 – Ministério das Cidades: é responsável por estabelecer diretrizes, regras e condições. Além de acompanhar e avaliar o desempenho do programa. 3 – Distrito Federal, Estados e Municípios: tem como responsabilidade cooperar junto a CEF e ao Ministério das Cidades para determinar áreas que devem ser priorizadas. Também deverá atuar em prol do programa, através de isenção de tributos e outras. 4 – Empresas do setor da Construção Civil: Participam na apresentação de propostas e execução dos projetos aprovados para aquisição de unidades habitacionais. A CEF (2012, p. 1) indica que as unidades habitacionais para famílias com renda de até três salários mínimos, prevê dois tipos de unidades a casas térreas e os apartamentos. As casas tem área útil de 32 m² com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço (não é valida com a área útil). O apartamento deverá ter a área útil mínima de 37 m² com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço (não é valido com área útil). Abaixo na figura 2.1 da planta baixa de uma casa térrea que foi construída pelo MCMV. 12 Figura 2.1: Planta Baixa de uma HIS. 2.3 – PROJETOS HABITACIONAIS. 2.3.1 – HABITAÇÃO POPULAR EM ESTRUTURA DE AÇO ESTRUTURAL Segundo Coelho (2003, p. 26) a utilização de estrutura metálica para a construção de HIS sofre restrições no aumento de custo relativo empregado neste sistema. Entretanto pode-se perceber uma maior utilização da estrutura metálica em empreendimentos para população de baixa renda. Em Castanhal, no estado do Pará, pode-se encontrar um empreendimento para população de baixa renda que utiliza estrutura metálica. O empreendimento consiste em 50 blocos de cinco 13 pavimentos, com vinte apartamentos por bloco de aproximadamente 42 m² (CICHINELLI, 2012, p. 30, revista infra-estrutura). Abaixo na figura 2.2 do empreendimento. Fonte: CICHINALLI, 2012. Figura 2.2: Figura das estruturas metálicas dos blocos habitacionais. SOUZA (2009, p. 34) indica algumas vantagens e desvantagens da utilização da estrutura metálica. I - Vantagens a) Prazos de execução mais curtos; b) Racionalização de material e mão de obra; c) Canteiro de obra com necessidade de menores silos; d) Maior área útil e distancia de vãos; II - Desvantagens a) Custo elevado; b) Dificuldade de transporte; c) Contração e dilatação do aço; d) Maquinário específico para montagem; 14 No projeto de Castanhal vale ressaltar que custo aumentou em 30% comparado com método tradicional, entretanto o prazo de execução caiu em 50% comparado com o método tradicional. Pode-se também dizer que os custos indiretos sofreram reduções, como alimentação, transportes, EPI’s e treinamento de equipes, isto acontece por que a estrutura metálica diminui a quantidade de funcionários dentro de uma obra (CICHINELLI, revistas Infra-estrutura 2012). Vale ressaltar que a logística e montagem foi um dos maiores desafios do empreendimento de Castanhal. A logística foi um desafio, pois os perfis tiveram como origem Manaus-Am, assim tendo que ser transportado por balsas e carretas levando tempo para chegar na Obra. A montagem foi um desafio devido ao clima da região amazônica, já que a chuva e raios acontecem com frequências assim não podendo executar a estrutura nesses dias, outro problema foi a necessidade de guindaste para montagem dos pilares. 2.3.2 – HABITAÇÃO POPULAR EM ESTRUTURA DE ALVENARIA ESTRUTURAL Segundo Silva e Fortes (2009) a alvenaria estrutural é largamente utilizada no Brasil, especificamente para construções de HIS, isto ocorre devido suas vantagens. Vale ressaltar que a tecnologia, tanto na concepção de projetos ou na execução, tem crescido fazendo com que a alvenaria estrutural esteja num patamar igual ou melhor que a estrutura de concreto armado convencional. A alvenaria estrutural é definida quando uma parede não suporta somente o seu peso próprio, mas também a carga estrutural do prédio. Assim somando a função estrutural do prédio e a função de divisórias dos ambientes (PENTEADO, 2003 apud ARCARI, 2010). A seguir uma obra de alvenaria estrutural. 15 Fonte: http://revista.construcaomercado.com.br/guia/habitacao-financiamento-imobiliario/122/artigo228041-1.asp Figura 2.3: Foto de obra executada em alvenaria estrutural Segundo Lisboa (2008) as vantagens e desvantagens deste sistema construtivo são: I – Vantagens a) Melhor alojamento das instalações elétricas e hidráulicas; b) Não utilização ou pouca utilização de formas de madeira; c) Menor consumo de armaduras; d) Redução de 67% do entulho gerado na obra; e) Redução no prazo de execução; f) Revestimentos de espessura mais fina; II – Desvantagens (RAMALHO & CORRÊA, 2003 apud LISBOA, 2008) a) Necessidade que os projetos sigam as especifacações do sistema; b) Mão de obra qualificada para assentamento dos blocos conforme o sistema; Vale ressaltar que Arcari (2010) demonstra que o custo agregado de uma construção em alvenaria estrutural é mais barata que a de concreto armado, chegando a 16% mais barato no caso estudado pelo autor. O autor também aponta que a alvenaria estrutural chegou a ser dois meses mais rápidos que a obra de concreto armado. 16 2.3.3 – HABITAÇÃO POPULAR EM ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO O sistema estrutural mais utilizado, atualmente no Brasil, é o concreto armado, isto ocorre devido sua fácil adaptação da estrutura ao projeto arquitetônico. Este sistema estrutural é largamente utilizado para construção de prédios residenciais. O concreto armado é muito utilizado com paredes de alvenaria cerâmica (SILVA, 2003 apud ARCARI, 2010). O concreto armado é composto basicamente de concreto e barras de aço, o funcionamento conjunto destes materiais só é permitido devido à aderência entre ambos (ARAÚJO, 2003 apud ARCARI, 2010). A seguir mostra-se a foto 2.4 que mostra a composição do concreto e suas necessidades para execução. Fonte: http://www.edifique.arq.br/images/estconc.gif Figura 2.4: Composição e execução do Concreto Armado O processo para a confecção de uma estrutura de concreto armado ocorre em três etapas. A primeira é confecção das formas, vale ressaltar que esta forma, maior parte das vezes, é composta por madeira. A segunda etapa seria o corte, a dobra e a montagem da armadura do sistema estrutural. A terceira e ultima etapa é a confecção do concreto e o lançamento do mesmo nas formas que já se encontram com as armaduras instaladas (LISBOA, 2008). Com isto uma das vantagens da utilização do concreto armado é mais fácil à contratação de mão de obra com alguma experiência neste sistema que em outros (ARCARI, 2010). Entretanto o concreto tem outras vantagens. A seguir mostram-se algumas vantagens e desvantagens deste sistema estrutural: 17 I – Vantagens (ARAÚJO, 2003 apud ARCARI, 2010; LISBOA, 2008) a) Segurança contra o fogo; b) Facilidade de adaptação para as geometrias necessárias. c) Fácil adaptação ao projeto arquitetônico; d) Durabilidade elevada; e) Grande resistência à compressão; II – Desvantagens (LISBOA, 2008; ARCARI, 2010) a) Elevada massa especifica sendo de 2500 kgf/m³; b) Alta taxa de consumo de aço, formas e concreto; c) Excesso de desperdício; d) Grandes números de mão de obra para a execução do sistema; 18 3.0 – ESTUDO DE CASO 3.1 - O PROJETO O projeto utilizado neste trabalho foi cedido pela empresa CKOM Engenharia LTDA., cujo autorizou a utilização do projeto, este projeto tem como publico alvo a população de baixa renda, assim podendo ser considerado uma HIS. Este projeto foi concebido no ano 2000. O projeto consiste em um prédio de quatro andares, com 14 apartamentos, sendo que dois apartamentos no térreo e os outros doze nos próximos andares. A seguir a figura 3.1 que mostra a fachada do prédio (ver anexo 1 – Plantas arquitetônicas em escala). Fonte: CKOM Engenharia LTDA. Figura 3.1 –Elevação Frontal do Prédio. Cada apartamento é composto por dois quartos, uma sala, uma cozinha, um banheiro e uma área de serviço, observa-se que o projeto pode ser incluído no programa MCMV. O prédio não tem elevadores, na figura 3.2 é apresentado o pavimento tipo (ver anexo 1 – Planta arquitetônicas em escala). 19 Fonte: CKOM Engenharia LTDA. Figura 3.2: Planta baixa do pavimento tipo do prédio. O sistema construtivo original do projeto utiliza o sistema estrutural metálico, ou seja, os pilares e vigas são de perfis metálicos, as lajes são feitas com o sistema de pré-laje, ou seja, é feita placas de concreto com 5 cm de espessura, após a colocação na sua devidas posições, a laje recebe uma camada de concreto de 5 cm para conclusão da mesma. O fechamento externo é executado com placas pré-fabricadas de concreto celular com espessura de 12 cm. As paredes internas são executadas com blocos de gesso. A primeira adaptação do projeto foi transformar a estrutura metálica para o concreto armado, assim tendo vigas e pilares de concreto armado, as lajes passaram a ser maciças, assim não tendo mais nenhuma parte pré-fabricada. As paredes passaram a ser de tijolo cerâmico e revestido com chapisco e reboco paulista em massa única. 20 A segunda adaptação foi feita para o sistema de alvenaria estrutural, assim todas as paredes, vigas e pilares foram substituídas por paredes portantes, sendo constituída de blocos de concreto. O chapisco e reboco foram substituídos por reboco em gesso internamente e externamente continuou com chapisco e emboço massa única. 3.2 – INFRA-ESTRUTURA (FUNDAÇÃO) O tipo de fundação escolhido para os três projetos foi à estaca-raiz. Segundo Garcia (2006) a estaca-raiz tem como as principais vantagens: a) execução em áreas de difícil acesso ou áreas de dimenões reduzidas; b) em terrenos urbanos, onde existe a necessidade de ausências de ruídos ou de vibrações; c) Possuem uma maior densidade de armadura se comparada com as outras estacas de concretos; d) em solos que contenham matações, rocha ou concreto. Segundo Hachich e outros (1998) a execução da estaca segue em quatro etapas, na figura 3.3 pode-se obsevar as etapas: 1 – Perfuração: é realizada por rotação de tubos com o auxilio de circulação de água. 2 – Instalação da armadura: a armadura é colocada ainda com o tubo dentro do furo. 3 – Preenchimento com argamassa: após a colocação da armadura, é injetada a argamassa. 4 – Remoções dos tubos e execução de golpes de ar-comprimido: Após a colocação da argamassa é injetado ar-comprimido para que a argamassa se enraíze no solo. 21 Fonte: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?p=53563993 Figura 3.3: Sequência de execução da estaca-raiz. 3.3 – SUPER ESTRUTURA (PILARES, VIGAS E LAJES) 3.3.1 – PROJETO ORIGINAL Como já citado o projeto original foi concebido com estrutura metálica, ou seja, pilares e vigas são fabricados a partir de perfis metálicos industrializados. As lajes foi concebida no sistema de pré-lajes ou lajes pré fabricadas, assim são fabricadas placas onde serão colocadas na posição devida e depois leva uma camada de concreto. A Estrutura metálica consiste em perfis metálicos, composto de liga de ferro e carbono, mais conhecido como aço. Segundo Pfeil, W. e Pfeil, M. (2010) o carbono tem a função de dar resistência ao aço, entretanto o deixa mais frágil, assim o aço com mais teor de carbono resiste a maiores cargas, porém se torna menos dúctil. Ainda Pfeil, W. e Pfeil, M. (2010) os perfis que são utilizados em estruturas podem ser fabricados a partir de três processos, laminação, dobramento de chapas e através de chapas soldadas. 22 Segundo Martins (2008) aponta as etapas de uma construção de uma estrutura metálica, assim pode-se ter o seguinte fluxograma: Fonte: Arquivo pessoal. Figura 3.4: Fluxograma das etapas de construção de uma estrutura metálica. A seguir pode ver algumas figuras das etapas acima citadas. 23 Fonte: http://www.cbca-acobrasil.org.br/noticias-ler.php?cod=5361 Figura 3.5: Demonstração da locação das peças estruturais (Fase 1), elevação dos perfis e fixação de vigas nos pilares (Fase 3). 3.3.2 – CONCRETO ARMADO Como já citado anteriormente, no capitulo anterior deste trabalho, o concreto armado é composto por concreto e barras de aço, onde os mesmos atuam em conjunto, assim somando as suas características. No concreto armado, em sua mais comum aplicação, é usado em pilares, vigas e lajes assim as paredes não tem função estrutural assim funcionando somente como vedação (RICHTER, 2007 apud ARCARI, 2010). Como já citado neste trabalho o concreto armado necessita de algumas etapas para sua execução, estas etapas são: confecção da forma, confecção da armadura e lançamento do 24 concreto. A seguir pode-se observar um fluxograma da execução de uma estrutura de concreto armado, passando desde o recebimento de cada material até a sua instalação no local. Fonte: FREIRE, 2001 apud THOMAZ, 2005 apud ARCARI, 2010 Figura 3.6: Fluxograma da execução de uma estrutura em concreto armado. 3.3.3 – ALVENARIA ESTRUTURAL Conforme o apresentado no item 3.1 a alvenaria estrutural é aquela que assume função de estrutura e de vedação. Neste trabalho o tipo de alvenaria estrutural utilizada foi a com blocos de concreto, a alvenaria estrutural tem algumas características importantes em sua execução diferente da alvenaria comum. A Alvenaria estrutural tem como elementos os blocos, argamassa de assentamento, aço e grout (RAMALHO; CORRÊA, 2003 apud ARCARI, 2010). O principal elemento da alvenaria é o bloco, que pode ser de concreto ou cerâmico. Este trabalho usou como sistema estrutural a 25 alvenaria armada de bloco de concreto, assim pode-se observar que existe uma grande variedades de blocos de concretos, a seguir na figura 3.7 mostra-se alguns blocos de concreto. Fonte: BARENGUER e FORTES (2010, p. 6) Figura 3.7: Tipos de blocos de concretos mais usados A alvenaria estrutural tem um processo de execução muito parecida com a alvenaria convencional, chegando a ter etapas iguais. Segundo Barenguer e Fortes (2010) aponta as etapas de execução da alvenaria armada, assim podendo ter o seguinte fluxograma: 26 Fonte: Arquivo Pessoal Figura 3.8: Fluxograma da execução de uma alvenaria estrutural 3.4 – PAREDES E DIVISÓRIAS Este trabalho utiliza três tipos de alvenarias, a primeira que é a parede executada em bloco de gesso sem função estrutural, a segunda é a parede em bloco cerâmico furado sem função estrutural e por último a parede em bloco de concreto com função estrutural. Neste tópico não será falado da alvenaria em bloco de concreto com função estrutural já que a mesma já foi comentada no item 3.3. 27 3.4.1 – PAREDE EM BLOCO DE GESSO SEM FUNÇÃO ESTRUTURAL Segundo Sobrinho (2009) os blocos cerâmicos ou de concreto sofreram poucos avanços tecnológicos, os mais utilizados na construção, entretanto foi aplicado a estes blocos maneiras de racionalizar e maior controle de execução com sucesso. Segundo Silva (2004) os blocos de gesso são fabricados por processo de moldagem, estes blocos são destinados a vedações verticais internas, o autor ainda aponta que existem vários tipos de blocos de gesso. O livro Alternativas Tecnológicas para edificações (et al SOUZA, 2008) aponta que existem quatro tipos de bloco de gesso: a) Bloco tipo S, standard, normalmente na cor branca, para uso geral (figura 3.9). b) Bloco tipo H, hidrófugo, normalmente na cor azul, utilizados em ambientes úmidos ou molhados (figura 3.9). c) Bloco tipo GRG, reforçado com fibras de vidro, normalmente na cor verde, utilizado em ambientes de uso coletivo (figura 3.9). d) Bloco tipo GRGH, hidrófugo e reforçado, normalmente na cor rosa, utilizado em ambientes de uso coletivo e sujeitos à ação da umidade de forma intermitente (figura 3.9). Fonte: http://www.google.com/imgres?q=tipos+de+bloco+de+gesso&hl=pt-BR&sa= Figura 3.9: Tipos de bloco de gesso. A parede executada em bloco de gesso é muito similar a execução das outras alvenarias de vedações, o processo consiste em: 28 a) Locação das paredes: marcação na laje ou no piso onde vão ser executadas as paredes. b) Execução da primeira fiada: senta-se a primeira fiada de blocos com auxilio de colagesso para a ligação do bloco com o piso. c) Elevação da parede: execução do restante da alvenaria e os vãos de janelas e portas. d) Colocação de Instalações: procede-se aberturas na parede para a colocação das tubulações hidráulicas e elétricas. e) Camada regularizadora: Nesta aplica-se um reboco fino em gesso para cobrir as tubulações e juntas entre os blocos. Segundo a ITEP (2007-b apud SOUZA 2009), HABITARE-Rede 2 (2006 apud SOUZA 2009) e Rocha (2007 apud SOUZA 2009) as vantagens da utilização das paredes de bloco de gesso são: a) Incombustibilidade, o gesso apresenta grande resistência a propagação de chamas, assim denominado material incombustível. b) Isolamento-térmico, o bloco de gesso apresenta baixa condutividade térmica c) Isolamento acústico, os blocos de gesso apresentam elevado índice de redução sonora. d) Estabilidade e precisão dimensional, o baixíssimo coeficiente de dilatação térmica e hidráulica e a fabricação industrializada. e) Grande produtividade, devido ao bloco de gesso ter dimensões maiores que os outros blocos, o mesmo permite a execução de 25 m² por um homem em um dia. Algumas desvantagens da utilização do bloco de gesso podem ser encontradas nos relatórios do ITEP (2007 apud SOUZA, 2009): a) Ação da umidade do solo, os blocos não podem ser expostos a ação da umidade de forma prolongada, assim prejudicando a durabilidade da parede. b) Estanquiedades de pisos de aéreas molhadas, estas áreas devem ser impermeabilizadas fazendo com que a umidade não chegue no bloco de gesso 29 3.4.2 – PAREDE EM BLOCO CERÂMICO VAZADO (TIJOLO FURADO). Os blocos cerâmicos são os mais utilizados dentro das construções brasileiras, isto ocorre por serem produzidos através de argila que é facilmente encontrada em todo o Brasil e o seu baixo custo comparado aos outros blocos (NASCIMENTO, 2004). Os blocos cerâmicos podem ser empregados como alvenaria estrutural ou de vedação, a diferença está nos furos. O tijolo cerâmico utilizado como vedação tem seus furos no sentido horizontal, e os tijolos cerâmicos que tem função estrutural tem seus furos ni sentido vertical (SOUZA, 2009). A seguir se pode observar os dois tipos de blocos cerâmicos citados (figura 3.10). (a) (b) Fonte: http://www.shopdaconstrucao.com.br/bloco-ceramico.htm Figura .3.10: (a) – Bloco cerâmico utilizado em paredes de vedação; (b) – Bloco cerâmico utilizado em paredes de alvenria estrutural. As paredes executadas em blocos cerâmicos são executadas de forma muito similar ao bloco de gesso, citado anteriormente, entretanto as juntas e o reboco são executados com argamassa e cimento, areia e cal. O bloco cerâmico exige que seja aplicada uma camada de chapisco antes da aplicação do reboco. 30 4.0 – ANALISES COMPARATIVAS 4.1 – QUANTIDADE E CUSTOS DAS FUNDAÇÕES As estacas-raizes, dentro do perfil do terreno escolhido, foram projetadas com dois diâmetros estacas com 200 mm e 250 mm. As estacas de 200 mm possuem profundidade de 9 metros e as estacas de 250 mm esta, profundidade de 11 metros. No projeto com o sistema construtivo mais tradicional (concreto armado) , as fundações foram compostas por 32 estacas com diâmetros de 200mm, totalizando 288 metros lineares, e as estacas com diâmetro de250 mm projetou 56 estacas, totalizando 616 metros. Na tabela 4.1 parte do orçamento da obra, consta os custos das estacas e blocos de fundação, apresenta ainda valor percentual desses custos em relação ao preço de obra. Tabela 4.1: Custo da fundação previsto com concreto armado e porcentagem sobre o valor de produção da obra ITEM DESCRIÇÃO UN QTD 5 5.1 5.1.1 5.1.2 5.1.3 FUNDAÇÃO PROFUNDA Transporte e montagem de equipamentos Estaca raiz 200m Estaca raiz 250m un ml ml 1,00 288,00 616,00 5.2 5.2.1 5.2.2 5.2.3 5.2.5 5.2.6 BLOCOS Lastro em concreto fck = 15mpa Forma de madeira comum Aço ca-50 Concreto estrutural usinado fck=30 mpa Desforma m² m² kg m³ m² 42,50 54,40 1.091,70 12,13 54,40 PREÇO UNITÁRIO TOTAL R$ 133.877,29 R$ 116.640,00 2.000,00 R$ 2.000,00 120,00 R$ 34.560,00 130,00 R$ 80.080,00 40,73 46,74 6,43 458,36 7,06 R$ 17.237,29 R$ 1.731,03 R$ 2.542,66 R$ 7.019,63 R$ 5.559,91 R$ 384,06 PERCT 11,98% 10,44% 0,18% 3,09% 7,17% 1,54% 0,15% 0,23% 0,63% 0,50% 0,03% Fonte: Arquivo pessoal. Na segunda adaptação (alvenaria estrutural) as cargas estruturais sofreram redução. Assim as quantidades das estacas mudaram. As estacas de 200 mm passaram a ser 50 unidades, assim totalizando 450 metros lineares. As estacas de 250 mm passaram a ser 36 unidades, assim totalizando 396 metros lineares. Na tabela 4.2 consta o custo da fundação porcentagem do custo sobre o valor final de produção da obra em alvenaria armada 31 Tabela 4.2: Custo da fundação do projeto de alvenaria estrutural e porcentagem de participação no valor da obra PREÇO ITEM DESCRIÇÃO UN QTD UNITÁRIO 5 5.1 5.1.1 5.1.2 5.1.3 FUNDAÇÃO PROFUNDA Transporte e montagem de equipamentos Estaca raiz 200m Estaca raiz 250m 5.2 BLOCOS 5.2.1 Lastro em concreto fck = 15mpa 5.2.2 Forma de madeira comum 5.2.3 Aço ca-50 5.2.5 Concreto estrutural usinado fck=30 mpa 5.2.6 Desforma Fonte: Arquivo pessoal. TOTAL un m m 1,00 450,00 396,00 2.000,00 120,00 130,00 R$ 120.615,75 R$ 107.480,00 R$ 2.000,00 R$ 54.000,00 R$ 51.480,00 m³ m² kg m³ m² 2,15 48,16 860,00 10,75 48,16 40,73 46,74 6,43 458,36 7,06 R$ 13.135,75 R$ 87,57 R$ 2.251,00 R$ 5.529,80 R$ 4.927,37 R$ 340,01 PERCT 11,40% 10,15% 0,19% 5,10% 4,86% 1,24% 0,01% 0,21% 0,52% 0,47% 0,03% No projeto original (estrutura metálica) devido ao sistema construtivo utilizar materiais mais leves, a carga final de cada pilar sofre uma grande redução comparada as adaptações. Assim as estacas diminuíram também ficando com 42 estacas de 200 mm, totalizando 378 metros lineares. Como pode-se observar o projeto original não precisou de nenhuma estaca de 250 mm. Na tabela 4.3 o custo final da fundação do projeto original e a porcentagem de participação no valor da obra. Tabela 4.3: Custo da fundação do projeto original (estrutura metálica) e a porcentagem da participação no valor da obra. ITEM DESCRIÇÃO UN QTD 5 5.1 5.1.1 5.1.2 5.1.3 FUNDAÇÃO PROFUNDA Transporte e montagem de equipamentos Estaca raiz 200m Estaca raiz 250m un m m 1,00 198,00 220,00 5.2 5.2.1 5.2.2 5.2.3 5.2.5 5.2.6 BLOCOS Lastro em concreto fck = 15mpa Forma de madeira comum Aço ca-50 Concreto estrutural usinado fck=25 mpa Desforma m² m² kg m³ m² 20,58 42,00 420,00 5,25 42,00 PREÇO UNITÁRIO TOTAL R$ 62.564,81 R$ 54.360,00 2.000,00 R$ 2.000,00 120,00 R$ 23.760,00 130,00 R$ 28.600,00 40,73 46,74 6,43 458,36 7,06 R$ R$ R$ R$ R$ R$ 8.204,81 838,22 1.963,08 2.700,60 2.406,39 296,52 PERCT 5,21% 4,53% 0,17% 1,98% 2,38% 0,68% 0,07% 0,16% 0,22% 0,20% 0,02% Fonte: Arquivo pessoal. Como se pode observar a fundação mais barata foi a do projeto original ou em estrutura metálica. No gráfico 4.1 pode-se analisar os custos de cada etapa da fundação. Pode-se analisar 32 que o custo das adaptações foi mais que o dobro, assim a fundação mais cara foi a do concreto armado, chegando até 114% mais cara que a fundação do projeto original e a do projeto em alvenaria estrutural foi de 93% que do projeto original. Custo Gráfico 4.1 - Custo das fundaçõe dividido em blocos e estacas R$ 140.000,00 R$ 120.000,00 R$ 100.000,00 R$ 80.000,00 R$ 60.000,00 R$ 40.000,00 R$ 20.000,00 R$ - Alvenaria Estrutural R$ 13.135,75 Estrutura Metalica R$ 8.204,81 Estacas R$ 116.640,00 R$ 107.480,00 R$ 54.360,00 Blocos Concreto Armado R$ 17.237,29 Fonte: Arquivo pessoal. Pode-se perceber a importância de cada fundação dentro de seu sistema construtivo. Assim a fundação do projeto em concreto armado tem 11,98% de participação no custo direto da obra, a fundação da alvenaria estrutural tem participação de 11,40% e a da estrutura metálica tem uma participação de 5,21%. Pode-se observar que o custo da fundação está diretamente relacionado ao sistema construtivo. Estas expressivas diferenças podem ser justificadas pelos materiais utilizadas na obra, isto ocorre porque a estrutura metálica tem aproximadamente 1/5 do peso próprio de um estruturam em concreto armado, assim as cargas nas fundações podem chegar a ter um redução de 25%, vale ressaltar que em casos específicos esta redução pode aumentar (ITO, 2005). Pode-se observar que as paredes executadas em blocos de gesso também diminuem as cargas que chegam à fundação já que o peso do bloco gesso é menor que o bloco de concreto e cerâmico. Assim Souza (2009) aponta que o bloco de gesso vazado que tem uma espessura de 70 mm pesa 18 kg, assim uma parede pesa 54 Kg por metro quadrado, já a parede executada em bloco cerâmico furado pode pesar entre 180 Kg a 214 kg, confirmado por Rocha (2007). 33 4.2 – SISTEMAS ESTRUTURAIS E PAREDES As análises dos sistemas estruturais foram unificadas junto com as paredes, pois o sistema estrutural de alvenaria estrutural exerce duas funções dentro do projeto. A alvenaria estrutural serve como estrutura do prédio e divisões dos ambientes, assim este trabalho tenta aproximar as funções o máximo possível. O primeiro cenário a ser comentado será o mais tradicional (concreto armado). Neste cenário as viga, lajes e pilares são previstas em concreto armado, assim necessitando da confecção das formas, montagem das armaduras em aço e o lançamento do concreto. Neste cenário foi escolhida a alvenaria executada em blocos cerâmicos. Na tabela 4.4 pode-se observar os valores dos sistemas acima citados. Tabela 4.4: Tabela da estrutura em concreto armado e alvenaria em bloco cerâmico e sua participação no preço final. PREÇO ITEM DESCRIÇÃO UN QTD UNITÁRIO 6 6.1 6.1.1 6.1.3 6.1.5 6.1.6 8 8.1 ESTRUTURA PREDIO PRINCIPAL Forma de madeira comum Aço de Construção CA-50 ou CA-60 Concreto estrutural usinado fck=25 mpa Desforma m² kg m³ m² 2.918,28 19.455,20 243,19 2.918,28 PAREDES E DIVISORIAS Paredes em alvenaria de 0,10 m m² 2.316,63 TOTAL PERCT 35,32 6,43 458,36 7,06 R$ 360.242,22 R$ 360.242,22 R$ 103.073,65 R$ 125.096,94 R$ 111.468,57 R$ 20.603,06 31,05% 31,05% 8,88% 10,78% 9,61% 1,78% 28,53 R$ 66.093,45 R$ 66.093,45 5,70% 5,70% R$ 420.335,67 36,75% TOTAL Fonte: Arquivo pessoal Como já mencionado anteriormente a alvenaria estrutural executa o papel de divisória e estrutura de sustentação do projeto. Entretanto, as lajes foram previstas com lajes pré-moldadas. Na tabela 4.5 pode-se observar valores da execução da alvenaria estrutural. 34 Tabela 4.5: Tabela da estrutura em alvenaria armada e sua participação no valor final PREÇO ITEM DESCRIÇÃO UN QTD UNITÁRIO 6 6.1 6.1.1 6.1.3 6.1.5 6.1.4 8 8.1 8.2 8.3 ESTRUTURA LAJES PRÉ- FABRICADAS Laje pré-fabricada Aço de Construção CA-50 ou CA-60 Concreto estrutural usinado fck=25 mpa Escoramento de Laje PAREDES E DIVISORIAS Alvenaria em tijolo de concreto com função estrutural Ferro Grout m² kg m³ m² m² Kg m³ 971,40 5.642,40 70,53 971,40 2.316,63 11.583,15 370,66 57,22 6,43 46,74 17,80 54,24 6,43 363,89 TOTAL TOTAL PERCT R$ 112.451,63 R$ 112.451,63 R$ 55.583,51 R$ 36.280,63 R$ 3.296,57 R$ 17.290,92 10,28% 10,28% 5,08% 3,32% 0,30% 1,58% R$ 335.013,13 30,63% R$ 125.654,01 R$ 74.479,65 R$ 134.879,47 11,49% 6,81% 12,33% R$ 447.464,76 40,91% Fonte: Arquivo pessoal No projeto original, utilizou-se a estrutura metálica como o sistema estrutural, assim as vigas e pilares foram concebidos para serem executados com perfis metálicos. As lajes utilizadas foram laje pré-moldadas como na alvenaria estrutural. As divisórias foram dividas em dois tipos: divisórias internas e externas. Nas divisórias internas utilizou-se alvenaria executa com blocos de gesso. Nas divisórias externas utilizaram-se placas de concreto pré-fabricadas de concreto. Na tabela 4.6 com o orçamento da estrutura metálica e divisória, e a participação no preço final. Tabela 4.6: Orçamento da estrutura e da divisória do projeto original e a participação no valor final PREÇO ITEM DESCRIÇÃO UN QTD UNITÁRIO 6 6.1 6.1.1 ESTRUTURA PREDIO PRINCIPAL Estrutura Metálica do Prédio Kg 48.576,00 6.2 6.1.1 6.1.3 6.1.5 6.1.4 LAJES PRÉ- FABRICADAS Laje pré-fabricada Aço de Construção CA-50 ou CA-60 Concreto estrutural usinado fck=25 mpa Escoramento de Laje m² kg m³ m² PAREDES E DIVISORIAS Paredes internas Paredes Externas m² m² 8 8.1 8.2 TOTAL Fonte: Arquivo pessoal TOTAL PERCT 7,42 R$ 501.917,11 R$ 360.433,92 R$ 360.433,92 40,72% 29,24% 29,24% 971,40 5.642,40 70,53 971,40 57,22 6,43 458,36 17,80 R$ 141.483,19 R$ 55.583,51 R$ 36.280,63 R$ 32.328,13 R$ 17.290,92 11,48% 4,51% 2,94% 2,62% 1,40% 1.564,85 751,78 26,79 68,41 R$ 93.351,60 R$ 41.922,33 R$ 51.429,27 R$ 605.268,71 7,57% 3,40% 4,17% 48,29% 35 Gráfico 4.2: Gráfico de colunas dos custos das paredes e estrutura. R$ 600.000,00 R$ 500.000,00 Custo R$ 400.000,00 R$ 300.000,00 R$ 200.000,00 R$ 100.000,00 R$ - Concreto Armado R$ 66.093,45 Alvenaria Estrutural R$ 335.013,13 Estrutura Metalica R$ 93.351,60 Estrutura R$ 360.242,22 R$ 112.451,63 R$ 501.917,11 Paredes Fonte: Arquivo pessoal No gráfico 4.2 observa os valores de cada sistema e a importância de cada serviço, observa também a diferença dos valores de serviços, assim a soma é representada pela altura das colunas. A alvenaria estrutural foi o sistema construtivo que apresentou o maior custo de produção, isto ocorre pois a alvenaria estrutural engloba mais de uma função.Como se pode observar o sistema estrutural mais barato foi o concebido em concreto armado, entretanto a alvenaria armada não está muito mais cara. O projeto original foi o mais caro entre os três sistemas, pois o custo da estrutura foi maior que os outros sistemas. O concreto armado chega a ser 31% mais barato que o projeto original (estrutura metálica), pode-se perceber a diferença de alturas da estrutura metálica para os outros sistemas. 4.3 – REVESTIMENTO Devido a cada sistema construtivo usar um tipo de bloco diferente, os revestimentos mudam conforme o bloco. Assim o revestimento torna-se um fator importante no orçamento final, logo o revestimento irá afetar o custo de produção da obra. No projeto de concreto armado, utilizou-se blocos cerâmicos como parede de vedação, assim o sistema exige a confecção de chapisco mais reboco ou emboço. Assim, isto eleva o valor 36 agregado do orçamento. Na tabela 4.7 apresenta parte do orçamento e a participação no valor final da obra. Tabela 4.7: Revestimento do projeto em concreto armado e a participação do valor final de produção PREÇO ITEM DESCRIÇÃO UN QTD UNITÁRIO 9 9.1 9.2 9.3 9.4 REVESTIMENTO Chapisco cimento areia (1:3) Reboco paulista Emboço Revestimento cerämico de 15 x 15 branco, colacado com Argamassa AC-III, nos banheiros e areas de serviço m² m² m² 4.633,26 3.618,26 1.015,00 m² 1.015,00 5,74 20,67 17,96 25,62 TOTAL PERCT R$ 145.618,04 R$ 26.594,91 R$ 74.789,43 R$ 18.229,40 12,55% 2,29% 6,45% 1,57% R$ 26.004,30 2,24% Fonte: Arquivo Pessoal No projeto que foi utilizada alvenaria estrutural, foi concebido com bloco de concreto, assim possibilitou o uso do reboco mais fino que em relação ao projeto anterior, assim foi pensado o uso do reboco com gesso para partes internas. No exterior, devido sofre com o clima foi utilizado reboco em argamassa a base de cimento e areia. Assim o preço do revestimento cai como pode ser observado na tabela 4.8, pode-se reparar também que a importância do item no valor final diminui. Tabela 4.8: Revestimento do projeto alvenaria estrutural e participação do valor final de produção PREÇO ITEM DESCRIÇÃO UN QTD UNITÁRIO 9 9.1 9.2 REVESTIMENTO Chapisco cimento areia (1:3) (Externo) Reboco em gesso aplicado em bloco de concreto 9.3 Reboco paulista (Externo) 9.4 Revestimento cerämico de 15 x 15 branco, colacado com Argamassa AC-III, nos banheiros e areas de serviço Fonte: Arquivo Pessoal TOTAL PERCT m² 751,78 5,74 R$ 80.520,43 R$ 4.315,22 7,36% 0,39% m² m² 3.881,48 751,78 8,93 20,67 R$ 34.661,62 R$ 15.539,29 3,17% 1,42% m² 1.015,00 25,62 R$ 26.004,30 2,38% No projeto original, executada em estrutura metálica, houve uma grande utilização de produtos industrializados, assim possibilitou a utilização de revestimentos com menores espessuras como no projeto da alvenaria estrutural, assim no interior utilizou-se reboco com argamassa de gesso. Na parte externa, as paredes foram concebidas com painéis pré-fabricados de concreto, assim não existindo necessidade de uma camada para regularizar as placas, entretanto este trabalho prevê a colocação de uma argamassa para preencher as aberturas entre as 37 placas. Na tabela 4.9 apresenta os valores dos revestimentos para o projeto em estrutura metálica e a sua participação no valor final de produyção. Tabela 4.9: Custo Revestimentosdo projeto original (estrutura metálica) e a participação no valor final de produção PREÇO ITEM DESCRIÇÃO UN QTD TOTAL UNITÁRIO 9 9.1 9.2 9.3 REVESTIMENTO Reboco em gesso Revestimento cerämico de 15 x 15 branco, colacado com Argamassa AC-III, nos banheiros e areas de serviço Preenchimento com argamassa nas áreas dos perfis no lado externo PERCT m² 3.881,48 8,93 R$ 62.187,14 R$ 34.661,62 5,04% 2,81% m² 1.015,00 25,62 R$ 26.004,30 2,11% m² 57,60 26,41 R$ 0,12% 1.521,22 Fonte: Arquivo Pessoal Assim o revestimento está diretamente ligado ao tipo de vedação utilizada. Pode-se observar que quanto maior o grau de industrialização dos insumos utilizados, menor é o preço do revestimento. No gráfico 4.3 mostra que o revestimento do projeto em concreto armado foi 134% maior que a da estrutura metálica. Gráfico 4.3: Comparativo dos revestimentos dos sistemas estruturais R$ 160.000,00 R$ 140.000,00 Custo R$ 120.000,00 R$ 100.000,00 R$ 80.000,00 R$ 60.000,00 R$ 40.000,00 R$ 20.000,00 R$ - Concreto Armado Revestimento R$ 145.618,04 Fonte: Arquivo Pessoal Alvenaria Estrutural R$ 80.520,43 Estrutura Metalica R$ 62.187,14 38 4.4 – CUSTO TOTAL DE PRODUÇÃO Pode-se observar que cada projeto teve suas diferenças isso afetou diretamente o preço de cada obra. Assim os preços finais de produção podem ser visto a seguir na tabela 4.13, nesta consta os totais de cada projeto e porcentagem da diferença de cada projeta. Vale ressaltar que os orçamentos estão completos no anexo 2 deste trabalho. Tabela 4.10: Custo final de produção de cada projeto Projeto Custo Final Porcentagem Projeto Original (Estrutura Metálica) Projeto 1° Adaptação (Concreto Armado) R$ 1.234.044,06 R$ 1.160.249,65 0% -6% Projeto 2° Adaptação (Alvenaria Estrutural) Fonte: Arquivo Pessoal R$ 1.093.623,54 -11% Na tabela 4.10 pode perceber a diferença dos preços de cada projeto, assim o projeto em concreto armado foi 6% mais barato que o projeto de estrutura metálica. O projeto em alvenaria estrutural foi 11% mais barato que o projeto em estrutura metálica. 4.5 – PRAZOS Nos tópicos anteriores os sistemas construtivos foram responsáveis diretamente pelo custo da obra, porém os sistemas construtivos são responsáveis pelo prazo de execução da obra, logo os sistemas construtivos afetam alguns custos indiretos de produção que são quantificados pelo tempo. Assim para poder comentar as diferenças nos custos indiretos, faz-se necessário mostrar o prazo de execução de cada obra. Os cronogramas são apresentados no anexo 3 deste trabalho, porém cada cronograma será mostrado no corpo deste trabalho como ilustrações. Entre os projetos, o que levaria mais tempo para ser executado seria o em Concreto Armado. Este projeto foi dimensionado para ser executado em 12 meses, como pode ser observado na figura 4.1. 39 Fonte: Arquivo pessoal Figura 4.1: Cronograma físico-finaneiro da obra em concreto armado Este grande período de tempo ocorre devido as necessidades inerentes do sistema construtivo, pode-se dizer que estrutura m concreto agrega vários outros serviços necessários como: confecção de forma, corte, dobra e montagem da armadura da estrutura. Outro fator que aumenta o tempo de execução é o aumento do numero de estacas que são utilizadas na fundação, assim aumentando o tamanho dos blocos. Por ultimo o uso da alvenaria com bloco cerâmico faz com que o tempo para serviços com revestimento seja maior, já que a alvenaria cerâmica exige o uso de chapisco e reboco para que seja aplicado a pintura. O projeto em alvenaria estrutural teve um tempo menor de execução quando comparado ao projeto de concreto armado. No capitulo 2 apontou-se um caso onde houve uma redução de dois meses na execução da obra comparada ao concreto armado, assim neste projeto houve a redução de exatos dois meses, como pode observar na figura 4.2 (ou no anexo 3). 40 Fonte: Arquivo pessoal Figura 4.2: Cronograma físico-finaneiro da obra em alvenaria armada O fato de a alvenaria servir como estrutura que suporta o prédio e as divisórias dos ambientes, assim não precisando esperar acabar a construção da estrutura para a execução da alvenaria. Vale também ressaltar que os revestimentos ajudam em diminuir o tempo de execução já que o bloco de concreto permitiu o uso de um reboco com menor espessura. O projeto original em estrutura metálica apresentou menor tempo de execução. No capitulo 2, foi apontado que a obra em Castanhal-PA foi executada em metade do tempo que se fosse executada em concreto armado. Neste caso a redução no prazo de execução foi de cinco meses, como pode ser observado na figura 4.3 (ou no anexo 3). 41 Fonte: Arquivo pessoal Figura 4.3: Cronograma físico-finaneiro da obra em estrutura metálica A estrutura metálica proporcionou uma maior racionalização do canteiro. O fato de a estrutura metálica ser composta por perfis metálicos proporciona uma maior rapidez na execução do serviço, isto acontece porque os perfis metálicos já chegam prontos para serem instalados. A utilização de blocos de gesso também soma positivamente para o tempo de execução, isto ocorre devido ao tamanho do bloco e seu peso, assim a produtividade do bloco de gesso é maior que a da alvenaria convencional. Outro ponto é a quantidade de estacas cravadas, já que o projeto em estrutura metálica foi o que teve menor quantidade de estacas, é diretamente responsável pela quantidade de estacas. 42 4.6 – JUROS Considerando as influências do custo e do tempo, os juros determinados pelo valor financiado e o período de execução passa a ter importante papel na determinação da escolha do sistema construtivo. O juro é basicamente o valor pago pelo o empréstimo bancário por uma determinada pessoa, assim este valor entra como custo na composição do preço de venda. O Plano Empresário do Banco do Brasil (informação retirada do site da instituição), o utilizado para simulação do financiamento bancário do empreendimento, indica que: a) É financiado 100% do custo direto de produção; b) É financiado as despesas indiretas do empreendimento, não pode ultrapassar o valor de 12% em relação ao custo direto de produção; c) O período de carência é de seis meses, após o termino da construção; d) No período da construção não é amortizado o principal, entretanto são pago os juros e correção monetária; e) A taxa juros do programa é de 9,5% a.a + TR. Com essas informações foi criado um sistema de amortização onde todo mês são descontados os juros e o pagamento do principal ao final do período de carência, o sistema de amortização encontra-se completo no anexo 4 deste trabalho. O projeto mais tradicional, executado em concreto armado, foi o projeto que apresentou o maior valor dos juros. Chegando a um total de R$ 178.433,02, assim representando 15,3788% do valor de produção, como se pode observar na tabela 4.11. Tabela 4.11: Custo total do financiamento bancário no projeto em concreto armado N 1 2 3 Custo Total de Financiamento Bancário Descrição % Valor Juros 6,2359% R$ 72.352,01 Juros da Carencia 5,4712% R$ 63.479,58 Tarifas + TAC+IOF 3,6717% R$ 42.601,43 Custo final 15,3788% R$ 178.433,02 Fonte: Arquivo pessoal O projeto em alvenaria estrutural, que teve o valor de produção menor e o prazo de execução também, assim o projeto teve o valor dos juros menor que o projeto em concreto armado, na tabela 4.12 pode analisar estes valores, o valor final do custo de financiamento ficou 43 em R$ 157.581,15, vale ressaltar que a porcentagem em relação ao custo direto diminui em relação ao concreto armado, o valor ficou em 14,4091%. Tabela 4.12: Custo total do financiamento bancário no projeto em alvenaria estrutural Custo Total de Financiamento Bancário N Descrição % Valor 1 Juros 5,2340% R$ 57.240,26 2 Juros da Carencia 5,4707% R$ 59.828,86 3 Tarifas + TAC+IOF 3,7044% R$ 40.512,03 Custo final 14,4091% R$ 157.581,15 Fonte: Arquivo pessoal O projeto em estrutura metálica, o qual teve o maior custo de produção e o menor prazo de execução, teve uma grande diferença nos juros em relação aos outros projetos. Assim o valor ficou em R$ 158.087,33 e a porcentagem em relação ao custo de produção caiu para 12,81%. Na tabela 4.13 pode analisar os valores. Tabela 4.13: Custo total do financiamento bancário no projeto em estrutura metálica N 1 2 3 Custo Total de Financiamento Bancario Descrição % Valor Juros 3,9535% R$ 48.787,93 Juros da Carencia 5,2173% R$ 64.383,78 Tarifas + TAC+IOF 3,6397% R$ 44.915,62 Custo final 12,8105% R$ 158.087,33 Fonte: Arquivo pessoal Pode destacar os valores dos juros na época da construção, dos quais a estrutura metálica teve o menor valor e o concreto armado teve o maior, isto ocorre diretamente em relação ao tempo de construção de cada obra. Assim pode-se concluir que se o empreendimento fosse maior a estrutura metálica seria a opção que pagaria menos juros. 4.7 – DESPESAS INDIRETAS E LUCRO Neste tópico é proposto o preço de venda, para que os valores de venda não fugissem do real se fez uma pesquisa de empreendimentos imobiliários semelhante ao estudado, tendo sido identificado o preço médio de R$ 2.800,00 por m². Assim o empreendimento ficou com o preço de venda final de R$ 2.038.404,90. Assim o preço médio de produção dos projetos foram: 44 Estrutura metálica – R$ 1.593,75; Alvenaria estrutural - R$ 1.502,23; Estrutura metálica R$1.695,12 Construiu-se uma tabela onde são quantificados as despesas indiretas, assim chegando ao preço final. Na primeira parte da tabela é quantificado os preços indiretos de produção como: administração da obra, administração do escritório, seguro da obra e o custo de aquisição de um terreno no bairro da Cidade Nova. Na segunda parte acrescentam-se os custos necessários para a comercialização do empreendimento, estes são: Taxa do corretor (5% do preço final de venda), custo com a construção do estande de vendas, custo com as áreas comuns (portaria, portões e pavimentações), os custos com o financiamento bancário, o custo com o financiamento próprio (desvalorização o capital da empresa) e taxa de risco do empreendimento fixada em 1%. A próxima parte da tabela é os custos com impostos sobre a produção, os quais são: PIS (0,65%); COFINS (3,00%); ISS (5,00%). Assim somaram-se todos os custos anteriormente citados com o custo de produção. Assim este valor foi subtraído do valor de mercado, assim gerando uma diferença que pode ser chamado de lucro parcial. Deste lucro é retirado os impostos sobre resultado: O Impostos de Renda de Pessoa Jurídica (15%) e Contribuição Social Sobre Lucro Liquido (9,00%). E por último resultando no lucro liquido da obra, as tabelas estão desponiveis no anexo 5 deste trabalho. Vale ressaltar que o projeto com o maior lucro foi o executado em alvenaria estrutural, que chegou ao valor de R$ 208.756,90, o segundo maior lucro foi o da estrutura metálica de R$ 116.252,97 e por último ficou o concreto armado com o lucro de R$ 113.998,33. 4.8 – PROJEÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA Segundo Ferreira (2009) o fluxo de caixa é: “uma escala temporal aliada a uma sucessão de valores monetários serve para melhor sintetizar receitas/benefícios (entradas de caixa) e custos/despesas (saídas de caixa) de uma empresa para a qual se pretende fazer qualquer planejamento com vistas à viabilidade econômico-financeira de um projeto de investimento” 45 A seguir mostram-se os valores dos fluxos de caixa livre de projeto, que são os responsáveis pelo cálculo dos índices financeiros, porém no anexo 6 poderá ser visualizados as demonstrações de resultados e o fluxo de caixa livre de projeto de forma completa. 46 O fluxos de caixa livre dos projetos são apresentados nas tabelas a seguir: Tabela 4.14: Fluxos de Caixa Livre de Projeto do Concreto Armado Meses FCLP Meses FCLP 0 -103373,64 10 -95878,31 1 -16249,42 11 -106318,81 2 -134386,79 12 -33363,83 FCLP - Concreto Armado 3 4 5 -176673,30 -174306,89 -174632,42 13 14 15 1492814,91 0,00 0,00 6 -61431,52 16 0,00 7 -53938,78 17 0,00 8 -64812,65 18 -15235,20 9 -64971,93 7 -21623,60 8 -93685,34 9 -112247,89 Fonte: Arquivo Pesoal. Tabela 4.15: Fluxos de Caixa Livre de Projeto da Alvenaria Estrutural Meses FCLP Meses FCLP 0 -100617,98 10 -41249,57 1 -106514,84 11 1462877,31 2 -27480,72 12 0,00 FCLP - Alvenaria Armada 3 4 5 -164797,84 -212556,18 -204244,14 13 14 15 0,00 0,00 0,00 6 -65767,30 16 -14358,90 Fonte: Arquivo Pesoal. Tabela 4.16: Fluxos de Caixa Livre de Projeto da Alvenaria Armada Meses FCLP Meses FCLP 0 -106425,77 10 0,00 Fonte: Arquivo Pesoal. 1 -44819,28 11 0,00 2 -155726,62 12 0,00 FCLP -Estrutura metálica 3 4 5 -662878,73 -52922,8866 -110696,168 13 -15452,16 6 -118073,55 7 -22817,212 8 1492082,68 9 0 47 4.9 – VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) O Valor Presente Líquido (VPL) ou Fluxo de Caixa descontado, com também é conhecido, é um critério de analise muito utilizado pelos economistas, este método é utilizado em projetos de curta duração (CASAROTTO e KOPITTKE, 2010). Assim Rosse e outros (2002, p. 68) indicam que: O valor presente liquido de um investimento é um critério simples para decidir se um investimento deve ser feito ou não. Ele diz quanto de dinheiro um investidor precisaria ter agora como substituto da realização do investimento. Se o valor presente líquido for positivo, o investimento valerá a pena. Em caso de comparação entre projetos o VPL deverá ser aplicado a investimentos com idade iguais, assim se os investimentos tiveram idades diferentes deverá ser encontrado o mínimo múltiplo comum desses projetos (CASAROTTO e KOPITTKE, 2010). Segundo Ferreira (2009) as vantagens e desvantagens do uso do VPL são: a) Vantagens: a. Facilidade do entendimento econômico-financeiro b. Fácil calculo operacional, já que muitas calculadoras e programas computacionais permitem o calculo. c. Permite o uso de taxas mínimas múltiplas de atratividade b) Desvantagens: a. Necessidade de igualar as idades dos investimentos, assim tendo que criar investimentos complementares. b. Dificuldades de certas empresas de explicitar a taxa mínima de atratividade Assim para que a comparação dos projetos seja executada necessita-se igualar as idades dos projetos (FERREIRA, 2009), os projetos tiveram as idades 18, 16 e 13 meses (prazo de execução mais período de carência), assim a idade necessária foi de 1872 meses. A taxa de desconto utilizada foi de 0,0266%¹. Assim pode-se analisar na tabela 4.17 os VPL’s de cada projeto. Aponta-se que caso não existisse a necessidade da comparação, o VPL dos projetos seriam menores, já que não existe a necessidade de igualar as idades de investimentos. 1- A taxa de desconto foi calculada através de formula, foi utilizada para este cálculo as taxas reais de crescimento da construção civil e as taxas de retorno dos titulo do Tesouro Americano, cujo a nota é AAA que significa sem risco. 48 Tabela 4.17: VPL’s dos projetos Critérios Financeiros Sistema Construtivo Concreto Armado Alvenaria Armada Estrutura Metálica VPL R$ 17.574.827,35 R$ 27.245.285,47 R$ 22.755.416,50 Fonte: Arquivo pessoal Ao analisar a tabela percebe-se que a alvenaria armada continua sendo mais vantajosa que os outros sistemas, porém a estrutura metálica apresenta um VPL maior que o concreto armado, isto ocorre devido seu tempo de execução que é menor. 4.10 – TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) DOS PROJETOS A taxa interna de retorno (TIR) é a taxa de desconto que faz o VPL do projeto ser zero. Em comparações de projetos, o projeto com a maior TIR é mais vantajoso que o outro, entretanto a TIR deve ser usada junto com os outros índices financeiros para uma analise do projeto (CASAROTTO e KOPITTKE, 2010). Segundo Ferreira (2009) as vantagens e desvantagens do uso da TIR são: a) Vantagens: a. A TIR é um índice de fácil entendimento no meio empresarial b. Não há necessidade de igualar as idades dos projetos. b) Desvantagens: a. A TIR deve ser analisada em conjunto com os outros critérios. b. Não pode ser empregada em projetos com fluxos de caixa somente negativos. As TIR’s dos projetos são maiores que a taxa de desconto, o que é um sinal de lucro dos projetos. Como aconteceu no critério anterior o projeto com a melhor TIR foi o projeto de alvenaria armada, vale ressaltar que a estrutura metálica apresentou um TIR maior que a do concreto armado, como pode se analisar na tabela 4.18 a seguir. 49 Tabela 4.18: TIR’s dos projetos Critérios Financeiros Sistema Construtivo Concreto Armado Alvenaria Armada Estrutura Metálica TIR 2,086% 3,585% 3,073% Fonte: Arquivo pessoal 4.11 – CRITÉRIO DA SÉRIE UNIFORME EQUIVALENTE (CSUE) DOS PROJETOS Segundo Casarotto F. e Kopittke (2010) indica que o critério da Série Uniforme Equivalente é: “Este método consiste em achar a série uniforme anual (A) equivalente ao fluxo de caixa dos investimentos à Taxa Mínima de Atratividade (TMA), ou seja, acha-se a série uniforme equivalente a todos os custos e receitas para o projeto utilizando-se a TMA. O melhor projeto é aquele que tiver o maior sal positivo” Ferreira (2009) aponta algumas vantagens e desvantagens do uso da CSUE são: a) Vantagens a. Não há necessidade de igualar as idades dos projetos b. Permite a avaliação somente dos custos dos projetos b) Desvantagens: a. Não é um índice financeiro conhecido pelo meio emprasarial. Assim se pode analisar na tabela 4.19 os valores do CSUE. Mais uma vez a alvenaria estrutural apresenta o maior valor, e o projeto com o menor valo foi o concreto armado. Tabela 4.19: Valores do CSUE de cada projeto Critérios Financeiros Sistema Construtivo Concreto Armado Alvenaria Armada Estrutura Metálica Fonte: Arquivo pessoal CSUE R$ 11.916,84 R$ 18.474,02 R$ 15.429,60 50 4.13 – RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO Ferreira (2009) aponta que a Relação Custo-benefício é: “É o critério apropriado à avaliação dos grandes projetos privados e governamentais, normalmente, são analisados os benefícios (ou receitas) e os custos (ou despesas) de forma separada nos fluxos de caixa.” Ferreira (2009) aponta que a grande dificuldade deste critério é falta de softwares que possam construir este critério. Aponta-se também a necessidade de ter que igualar as idades dos projetos como no VPL. Assim se pode analisar na tabela 4.20 os valores deste critério. Aponta-se que, mais uma vez, a alvenaria estrutural foi o projeto mais vantajoso dentro deste critério. Vale ressaltar que a estrutura metálica apresenta um valor maior que o do concreto armado. Tabela 4.20: Valores do Critério custo-benefício Critérios Financeiros Sistema Construtivo Concreto Armado Alvenaria Armada Estrutura Metálica Fonte: Arquivo pessoal Benefícios/custos 105,782% 111,287% 105,959% 51 5.0 – CONSIDERAÇÕES FINAIS O que se pode analisar, que o projeto em alvenaria estrutural foi o mais vantajoso. O projeto apresentou vantagens na parte de custos, vale apontar que na questão financeira a alvenaria armada ficou com índices financeiros melhores se comparado ao outros projetos. Pode-se determinar a importância de cada serviço executado no orçamento, através de gráfico 5.1. Analisando o custo como um todo, a alvenaria estrutural teve o menor preço global como o gráfico 5.1 apresenta. Apontam-se ainda as alterações das importâncias de cada serviço sobre o valor global. No caso da Alvenaria percebe-se a importância das paredes na qual aumenta sua participação no valor global se comparada aos outros projetos É importante apontar a estrutura do projeto em estrutura metálica, neste caso a estrutura aumentou a sua participação no valor final da obra se comparada aos outros projetos. Os revestimentos também sofreram alterações conforme o sistema estrutural utilizado, assim o revestimento no qual teve menor importância no valor final da obra foi o do projeto em estrutura metálica, isto ocorreu devido ao tipo de vedações utilizadas. Assim percebe-se a importância da industrialização dentro do revestimento, pois as paredes pré-fabricadas utilizadas no projeto em estrutura metálica não apresentam necessidade de qualquer camada de revestimento antes da pintura. 52 Gráfico 5.1: Participação de cada serviço no valor final da obra Participação de cada serviço no valor final da obra R$ 1.400.000,00 R$ 1.200.000,00 R$ 1.000.000,00 R$ 800.000,00 R$ 600.000,00 R$ 400.000,00 R$ 200.000,00 R$ - Concreto Armado Alvenaria Estrutural Estrutura Metalica COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA R$ 18.000,00 R$ 18.000,00 R$ 18.000,00 PINTURA R$ 67.218,20 R$ 71.866,66 R$ 67.218,20 R$ - R$ - R$ - FORRO R$ 15.116,68 R$ 15.116,68 R$ 15.116,68 ESQUADRIAS E FERRAGENS R$ 52.124,12 R$ 52.124,12 R$ 52.124,12 PAVIMENTAÇÃO R$ 56.971,03 R$ 56.971,03 R$ 56.971,03 RODAPÉS E SOLEIRAS R$ 10.607,24 R$ 10.607,24 R$ 10.607,24 REVESTIMENTO R$ 145.618,04 R$ 80.520,43 R$ 62.187,14 PAREDES E DIVISORIAS R$ 66.093,45 R$ 335.013,13 R$ 93.351,60 COBERTURA R$ 31.302,12 R$ 31.302,12 R$ 28.540,28 ESTRUTURA R$ 360.242,22 R$ 112.451,63 R$ 501.917,11 FUNDAÇÃO R$ 133.877,29 R$ 120.615,75 R$ 62.564,81 MOVIMENTO DE TERRA R$ 1.195,55 R$ 1.151,03 R$ 668,37 SERVIÇOS INICIAIS R$ 8.895,19 R$ 8.895,19 R$ 8.895,19 INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS R$ 103.988,52 R$ 100.988,52 R$ 196.382,29 DESPESAS GERAIS R$ 89.000,00 R$ 78.000,00 R$ 59.500,00 INSTALAÇÕES (CONFORME PLANILHAEM ANEXO) Fonte: Arquivo Pessoal No gráfico 5.2 aponta as despesas indiretas. Como o projeto em alvenaria estrutural teve o menor custo de produção e algumas despesas indiretas que são calculadas pelo custo direto foram menores que a dos outros projetos, assim aumentando o lucro do projeto. 53 Gráfico 5.2 : Participação das despesas indiretas. Despesas Indiretas R$ 1.000.000,00 R$ 900.000,00 R$ 800.000,00 R$ 700.000,00 R$ 600.000,00 R$ 500.000,00 R$ 400.000,00 R$ 300.000,00 R$ 200.000,00 R$ 100.000,00 R$ - Concreto Armado Alvenaria Estrutural Estrutura Metalica Lucro R$ 113.998,33 R$ 208.756,90 R$ 116.252,97 Impostos R$ 186.333,62 R$ 206.349,86 R$ 186.818,43 Taxa de risco R$ 11.602,50 R$ 10.936,24 R$ 12.340,44 Custo de financiamento Próprio R$ 34.146,15 R$ 26.104,79 R$ 16.560,87 Custo de financiamentos bancario R$ 178.434,79 R$ 157.580,21 R$ 158.093,38 Custo com areas comuns R$ 68.308,24 R$ 68.308,24 R$ 68.308,24 Estande de vendas R$ 24.000,00 R$ 24.000,00 R$ 24.000,00 Taxa do corretor R$ 101.920,00 R$ 101.920,00 R$ 101.920,00 Terreno na Cidade Nova R$ 25.169,71 R$ 25.169,71 R$ 25.169,71 Seguro da Obra R$ 11.602,50 R$ 10.936,24 R$ 12.340,44 Administração do Escritório R$ 23.204,99 R$ 21.872,47 R$ 24.680,88 Administração da Obra R$ 99.433,40 R$ 82.852,92 R$ 57.864,33 Entretanto a estrutura metálica também apresentou suas vantagens e principalmente os índices financeiros calculados mostram que a estrutura metálica, como investimento, é mais 54 vantajosa que o concreto armado, como pode analisar na tabela 5.1, e nas despezas indiretas que são calculadas pelo prazo de execução assim o lucro do projeto em estrutura metálica é superior ao lucro do concreto armado. Tabela 5.1 – Índices financeiros dos projetos Critérios Financeiros Sistema Construtivo Concreto Armado Alvenaria Armada Estrutura Metálica VPL TIR CSUE R$ 17.574.827,35 R$ 27.245.285,47 R$ 22.755.416,50 2,086% 3,585% 3,073% R$ 11.916,84 R$ 18.474,02 R$ 15.429,60 Benefícios/custos 105,78% 111,29% 105,96% Fonte: Arquivo Pessoal Pode-se apontar que se aumentar as quantidades de pavimentos ou a quantidades de empreendimentos, tornaria a estrutura metálica cada vez mais vantajosa que o concreto armado no ponto de vista de um investimento. Isto ocorre, pois a diferença dos prazos de execução aumentaria assim fortalecendo uso da estrutura metálica, assim aumentando a diferença do preço dos juros a serem pagos e outros insumos que são quantificados pelo tempo. Com isso mostra-se que o custo de produção é importante, entretanto o tempo de construção ganha igual importância em relação custo direto, já que para o investimento o tempo é crucial para determinar os lucros, assim determinando valores de juros e outros custos quantificados pelo tempo. Assim a questão apontada no inicio deste trabalho sobre insumos baratos ou aumento da produtividade tem-se uma resposta clara, que o aumento de produtividade acresceu o valor do investimento imobiliário e apresentou vantagens para a construtora e o consumidor que possa adquirir este empreendimento. Pois a qualidade da construção aumentou junto com a utilização de insumos mais industrializados. Aponta-se que este trabalho não usou o critério Payback Period pois não foi construído um cenário de vendas para que o critério fosse aplicado com precisão e resposta coerente ao que acontece hoje no setor. Assim permita-se a ampliação deste trabalho, que sugere que seja criado uma analise de cenários econômicos para a aplicação nos projetos. Sugere-se também a inclusão de outros tipos de divisórias como: bloco de concreto sem uso estrutural, paredes de dry-wall e outras. A ideia é que cada vedação seja colocada junto aos três sistemas estruturais para que seja ampliada as possibilidades e busque a melhor vedação para cada sistema estrutural. 55 6.0 – REFRÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS ABIKO, Alexe Kenya. Introdução à Gestão Habitacional. 35 f. São Paulo, Escola Politécnica da USP, 1995 ARCARI, Andrey. Alvenaria estrutural e estrutura aporticada de concreto armado: estudo comparativo de custos para execução de empreendimento habitacional de interesse social. 2010. 75 f. (Graduação) – Curso Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. BANCO DO BRASIL, Plano empresário. Brasília, DF. 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Pernanbuco, ITEP 2009 SOUZA, Angela Cristina Alves Guimarães de. Análise comparativa de custos de alternativas tecnológicos para construção de habitações populares. 2009. 166 f (Especialização) – Curso de Engenharia Civil, Universidade Católica de Pernanbuco, Recife, 2009. SOUZA,josiani. Alternativas tecnológicas para edificações. Vol . 1. Ed 1. São Paulo, PINI 2008. TITMAN, Sheridan; MARTIN, John D. Avaliação de Projetos e Investimentos: Valuation, Porto Alegre: Bookman, 2010. 584p 60 ANEXO 1 – PROJETOS ARQUITETÔNICOS J1 J1 V1 V1 J1 J1 B1 B1 P1 P1 P2 P2 B1 P2 B1 P1 P2 P1 J1 J1 P2 P2 P2 P2 J1 J1 P2 P1 P1 B1 P1 P1 P2 B1 P2 P2 B1 J1 V1 B1 J1 V1 J1 J1 PLANTA BAIXA - PAV. TIPO 62 ANEXO 2 – ORÇAMENTO DE CADA PROJETO EMPRESA: JPC Engenharia Ltda. DATA: 03/Dezembro/2012 Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em concreto armado Local:Av. Dos Sonhos N 777 Sub-Projeto: Planilha Principal ITEM DESCRIÇÃO 1 1.1 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 DESPESAS GERAIS Taxas e emolumentos Elaboração de pcmat/ppra/pcmso Mobilização Controle tecnologico de concreto Limpeza permanente da obra com retirada de entulhos Retirada de entulho com caixa coletora de aço 2 2.1 2.2 2.3 2.12 INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS Ligações Provisotias (água, esgoto, energia, etc.) Placa da obra Barracão da obra (refeitório, escritório, banheiro, depósito, etc.) Tapume em compensado resinado com estrutura de sustentação em madeira h=2,20m (2x) Andaime Fachadeiro Andaime tipo Jaú Aluguel de Mini Grua p/ transportes de materiais Tela Plastica tipo mosqueteiro p/proteção de fachadas Guarda Corpo p/ andares de Madeira e Tela Mosquiteiro p/ os 3 Pav. Tipos Conjunto de aparatos p/ segurança (bandejas, Suporte Cabo Guia, proteção da vizinhança) Fechamento de vãos de shafts e elevadores com tábuas 3 3.2 3.3 3.4 3.5 UN QTD UNITÁRIO PREÇO TOTAL PERCT un cj un mês mês mês 1,00 1,00 1,00 5,00 12,00 12,00 5.000,00 8.000,00 5.000,00 1.000,00 2.500,00 3.000,00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 89.000,00 5.000,00 8.000,00 5.000,00 5.000,00 30.000,00 36.000,00 7,67% 0,43% 0,69% 0,43% 0,43% 2,59% 3,10% un m² 1,00 6,00 861,14 271,42 R$ R$ R$ 103.988,52 861,14 1.628,52 8,96% 0,07% 0,14% m² 20,00 202,67 R$ 4.053,40 0,35% m² mês mês mês m² 178,20 5,00 3,00 12,00 344,66 27,81 1.242,50 5.200,00 1.500,00 14,19 R$ R$ R$ R$ R$ 4.955,74 6.212,50 15.600,00 18.000,00 4.890,73 0,43% 0,54% 1,34% 1,55% 0,42% m² 252,72 80,62 R$ 20.374,29 1,76% Vb. m2 1,00 91,94 20.000,00 80,62 R$ R$ 20.000,00 7.412,20 1,72% 0,64% SERVIÇOS INICIAIS Limpeza do terreno do canteiro de obras Retirada de entulhos Locação da obra com aparelhos Furo de sondagem com avanço até 45m de profundidade m² m³ m² un 301,35 150,68 301,35 3,00 1,99 12,24 9,76 1.170,00 R$ R$ R$ R$ R$ 8.895,19 599,69 1.844,32 2.941,18 3.510,00 0,77% 0,05% 0,16% 0,25% 0,30% 4 4.1 4.2 4.3 4.4 MOVIMENTO DE TERRA Escavação manual Escavação de cisterna Aterro compactado c/ material fora da obra Reaterro compactado m³ m3 m³ m³ 14,56 15,00 10,00 5,00 26,82 26,82 27,00 26,55 R$ R$ R$ R$ R$ 1.195,55 390,50 402,30 270,00 132,75 0,10% 0,03% 0,03% 0,02% 0,01% 5 5.1 5.1.1 5.1.2 5.1.3 FUNDAÇÃO PROFUNDA Transporte e montagem de equipamentos Estaca raiz 200m Estaca raiz 250m un ml ml 1,00 288,00 616,00 2.000,00 120,00 130,00 R$ R$ R$ R$ R$ 133.877,29 116.640,00 2.000,00 34.560,00 80.080,00 11,54% 10,05% 0,17% 2,98% 6,90% 5.2 5.2.1 5.2.2 5.2.3 5.2.5 5.2.6 BLOCOS Lastro em concreto fck = 15mpa Forma de madeira comum Aço ca-50 Concreto estrutural usinado fck=30 mpa Desforma m² m² kg m³ m² 42,50 54,40 1.091,70 12,13 54,40 40,73 46,74 6,43 458,36 7,06 R$ R$ R$ R$ R$ R$ 17.237,29 1.731,03 2.542,66 7.019,63 5.559,91 384,06 1,49% 0,15% 0,22% 0,61% 0,48% 0,03% 6 6.1 6.1.1 6.1.3 6.1.5 6.1.6 ESTRUTURA PREDIO PRINCIPAL Forma de madeira comum Aço de Construção CA-50 ou CA-60 Concreto estrutural usinado fck=25 mpa Desforma m² kg m³ m² 2.918,28 19.455,20 243,19 2.918,28 35,32 6,43 458,36 7,06 R$ R$ R$ R$ R$ R$ 360.242,22 360.242,22 103.073,65 125.096,94 111.468,57 20.603,06 31,05% 31,05% 8,88% 10,78% 9,61% 1,78% 7 7.1 7.2 7.3 COBERTURA Estrutura de Madeira para telha de fibrocimento Cobertura em telha de fibrocimento de 6mm . Castelo em alvenaria a cutelo m² m² m² 323,00 323,00 34,08 26,60 61,76 81,04 R$ R$ R$ R$ 31.302,12 8.591,80 19.948,48 2.761,84 2,70% 0,74% 1,72% 0,24% 8 8.1 PAREDES E DIVISORIAS Paredes em alvenaria de 0,10 m m² 2.316,63 28,53 R$ R$ 66.093,45 66.093,45 5,70% 5,70% 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 2.9 2.10 Página 1 de 2 EMPRESA: JPC Engenharia Ltda. DATA: 03/Dezembro/2012 Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em concreto armado Local:Av. Dos Sonhos N 777 Sub-Projeto: Planilha Principal ITEM 9 9.1 9.2 9.3 9.7 DESCRIÇÃO REVESTIMENTO Chapisco cimento areia (1:3) Reboco paulista Emboço Revestimento cerämico de 15 x 15 branco, colacado com Argamassa AC-III, nos banheiros e areas de serviço PREÇO TOTAL PERCT 5,74 20,67 17,96 R$ R$ R$ R$ 145.618,04 26.594,91 74.789,43 18.229,40 12,55% 2,29% 6,45% 1,57% 1.015,00 25,62 R$ 26.004,30 2,24% UN QTD m² m² m² 4.633,26 3.618,26 1.015,00 m² UNITÁRIO 10 10.1 10.2 10.3 RODAPÉS E SOLEIRAS Soleira em granito Peitoril em granito Rodapé cerâmico em Azulejo m² m² ml 8,61 13,44 537,60 306,73 306,73 7,15 R$ R$ R$ R$ 10.607,24 2.640,95 4.122,45 3.843,84 0,91% 0,23% 0,36% 0,33% 11 11.2 11.3 11.4 11.5 11.6 11.7 11.8 11.9 PAVIMENTAÇÃO Camada regularizadora Acabamento de piso em concreto queimado Piso cerämico 30 x 30 para os banheiros e cozinha Piso Cerâmico esmaltado 1° qualidade (PEI-V) Padrão médio Piso de cimento com junta de plastico Piso cerâmico em 30 x 30 para o lixo Piso Cerâmico esmaltado 1° qualidade (PEI-V) Padrão médio Concreto para calçada em acabamento queimado m² m² m² m² m² m² m² m² 967,44 92,87 200,76 289,38 38,50 6,10 331,10 28,08 21,41 30,43 32,41 39,48 35,76 32,41 39,48 30,43 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 56.971,03 20.712,89 2.826,03 6.506,63 11.424,72 1.376,76 197,70 13.071,83 854,47 4,91% 1,79% 0,24% 0,56% 0,98% 0,12% 0,02% 1,13% 0,07% 12 12.1 ESQUADRIAS E FERRAGENS PORTA EM MADEIRA INDUSTRIALIZADA COM NÚCLEO MADEIRA MACIÇA COLADA, ACABAMENTO COM CARVALHO TASMANIA, INCLUINDO CAIXILHO E MATERIAL E ACABAMENTO (COM FERRAGENS) P2 - 0,80x2,10 - 42un P1 - 0,60x2,10 - 28un R$ 52.124,12 4,49% und. und. 42,00 28,00 382,80 369,62 R$ R$ R$ 26.426,96 16.077,60 10.349,36 2,28% 1,39% 0,89% PORTAS DE ABRIR EM ALUMINIO ANODIZADO BRANCO COM 10MM (COM FERRAGENS) P3 - 0,80 x 2,10 m - 1 unidades P4 - 1,40 x 2,10 m - 1 unidades m² m² 1,68 2,94 405,99 405,99 R$ R$ R$ 1.875,67 682,06 1.193,61 0,16% 0,06% 0,10% R$ 20.873,93 1,80% 12.1.1 12.1.2 12.2 12.2.1 12.2.2 12.4.2 ESQUADRIAS DE VIDROS TEMPERADO (COM J1 - Janela de Abrir em duas folhas de 1,20 x 1,20 em esquadria de aluminio = 3 x 14 B1 - Balancin basculante de aluminio de 0,60 x 0,40 = 2 x 14 m2 m2 60,48 6,72 308,71 327,85 R$ R$ 18.670,78 2.203,15 1,61% 0,19% 12.6 12.6.1 DIVERSOS Caixa de Ar-codicionado =2 x 14 un 28,00 105,27 R$ R$ 2.947,56 2.947,56 0,25% 0,25% 14 14.1 14.2 FORRO Forro em placa de gesso pré-moldada com fixacação com arame Forro executado em reboco paulista m2 m2 754,40 102,85 17,22 20,67 R$ R$ R$ 15.116,68 12.990,77 2.125,91 1,30% 1,12% 0,18% 16 16.1 16.5 16.6 16.7 16.8 INSTALAÇÕES (CONFORME PLANILHAEM ANEXO) Eletrica Água fria Esgoto Drenagem Combate a Incêndio vb. vb. vb. vb. vb. 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 18 18.1 18.2 PINTURA Pintura PVA fosca c/massa e selador (Interna) Pintura Acrilica fosca c/massa e selador (Exterior) m2 m2 2.988,33 629,93 17,66 22,93 R$ R$ R$ 67.218,20 52.773,91 14.444,29 5,79% 4,55% 1,24% 21 21.1 21.2 21.3 COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA Projeto as built Limpeza final c/ remoção de entulho Desmolização vb vb. un 1,00 1,00 1,00 5.000,00 10.000,00 3.000,00 R$ R$ R$ R$ 18.000,00 5.000,00 10.000,00 3.000,00 1,55% 0,43% 0,86% 0,26% R$ 1.160.249,65 100% 12.4 12.4.1 TOTAL DA OBRA Página 2 de 2 R$ R$ R$ R$ R$ - 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% EMPRESA: JPC Engenharia Ltda. DATA: 03/Dezembro/2012 Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em alvenaria estrutural Local:Av. Dos Sonhos N 777 Sub-Projeto: Planilha Principal ITEM DESCRIÇÃO UN QTD 1 1.1 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 DESPESAS GERAIS Taxas e emolumentos Elaboração de pcmat/ppra/pcmso Mobilização Controle tecnologico de concreto Limpeza permanente da obra com retirada de entulhos Retirada de entulho com caixa coletora de aço 2 2.1 2.2 2.3 2.12 INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS Ligações Provisotias (água, esgoto, energia, etc.) Placa da obra Barracão da obra (refeitório, escritório, banheiro, depósito, etc.) Tapume em compensado resinado com estrutura de sustentação em madeira h=2,20m (2x) Andaime Fachadeiro Andaime tipo Jaú Aluguel de Mini Grua p/ transportes de materiais Tela Plastica tipo mosqueteiro p/proteção de fachadas Guarda Corpo p/ andares de Madeira e Tela Mosquiteiro p/ os 3 Pav. Tipos Conjunto de aparatos p/ segurança (bandejas, Suporte Cabo Guia, proteção da vizinhança) Fechamento de vãos de shafts e elevadores com tábuas 3 3.2 3.3 3.4 3.5 SERVIÇOS INICIAIS Limpeza do terreno do canteiro de obras Retirada de entulhos Locação da obra com aparelhos Furo de sondagem com avanço até 45m de profundidade m² m³ m² un 4 4.1 4.2 4.3 4.4 MOVIMENTO DE TERRA Escavação manual Escavação de cisterna Aterro compactado c/ material fora da obra Reaterro compactado m³ m3 m³ m³ 5 5.1 5.1.1 5.1.2 5.1.3 FUNDAÇÃO PROFUNDA Transporte e montagem de equipamentos Estaca raiz 200m Estaca raiz 250m un m m 1,00 450,00 396,00 5.2 5.2.1 5.2.2 5.2.3 5.2.5 5.2.6 BLOCOS Lastro em concreto fck = 15mpa Forma de madeira comum Aço ca-50 Concreto estrutural usinado fck=30 mpa Desforma m³ m² kg m³ m² 2,15 48,16 860,00 10,75 48,16 6 6.1 6.1.1 6.1.3 6.1.5 6.1.4 ESTRUTURA LAJES PRÉ- FABRICADAS Laje pré-fabricada Aço de Construção CA-50 ou CA-60 Concreto estrutural usinado fck=25 mpa Escoramento de Laje m² kg m³ m² 971,40 5.642,40 70,53 971,40 COBERTURA Estrutura de Madeira para telha de fibrocimento Cobertura em telha de fibrocimento de 6mm . Castelo em alvenaria a cutelo m² m² m² 323,00 323,00 34,08 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 2.9 2.10 7 7.1 7.2 7.3 PREÇO UNITÁRIO TOTAL PERCT un cj un mês mês mês 1,00 1,00 1,00 5,00 10,00 10,00 5.000,00 8.000,00 5.000,00 1.000,00 2.500,00 3.000,00 78.000,00 5.000,00 8.000,00 5.000,00 5.000,00 25.000,00 30.000,00 un m² 1,00 6,00 861,14 271,42 100.988,52 861,14 1.628,52 9,23% 0,08% 0,15% m² 20,00 202,67 4.053,40 0,37% m² mês mês mês m² 178,20 5,00 3,00 10,00 344,66 27,81 1.242,50 5.200,00 1.500,00 14,19 4.955,74 6.212,50 15.600,00 15.000,00 4.890,73 0,45% 0,57% 1,43% 1,37% 0,45% m² 252,72 80,62 20.374,29 1,86% Vb. m2 1,00 91,94 20.000,00 80,62 20.000,00 7.412,20 1,83% 0,68% 301,35 150,68 301,35 3,00 1,99 12,24 9,76 1.170,00 8.895,19 599,69 1.844,32 2.941,18 3.510,00 0,81% 0,05% 0,17% 0,27% 0,32% 12,90 15,00 10,00 5,00 26,82 26,82 27,00 26,55 1.151,03 345,98 402,30 270,00 132,75 0,11% 0,03% 0,04% 0,02% 0,01% 2.000,00 120,00 130,00 R$ R$ R$ R$ R$ 120.615,75 107.480,00 2.000,00 54.000,00 51.480,00 11,03% 9,83% 0,18% 4,94% 4,71% 40,73 46,74 6,43 458,36 7,06 R$ R$ R$ R$ R$ R$ 13.135,75 87,57 2.251,00 5.529,80 4.927,37 340,01 1,20% 0,01% 0,21% 0,51% 0,45% 0,03% 57,22 6,43 46,74 17,80 112.451,63 112.451,63 55.583,51 36.280,63 3.296,57 17.290,92 10,28% 10,28% 5,08% 3,32% 0,30% 1,58% 26,60 61,76 81,04 31.302,12 8.591,80 19.948,48 2.761,84 2,86% 0,79% 1,82% 0,25% Página 1 de 3 7,13% 0,46% 0,73% 0,46% 0,46% 2,29% 2,74% EMPRESA: JPC Engenharia Ltda. DATA: 03/Dezembro/2012 Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em alvenaria estrutural Local:Av. Dos Sonhos N 777 Sub-Projeto: Planilha Principal ITEM DESCRIÇÃO 8 8.1 8.2 8.3 PAREDES E DIVISORIAS Alvenaria em tijolo de concreto com função estrutural Ferro Grout 9 9.1 9.2 9.3 9.5 REVESTIMENTO Chapisco cimento areia (1:3) (Externo) Reboco em gesso aplicado em bloco de concreto Reboco paulista (Externo) Revestimento cerämico de 15 x 15 branco, colacado com Argamassa AC-III, nos banheiros e areas de serviço UN QTD PREÇO UNITÁRIO PERCT TOTAL m² Kg m³ 2.316,63 11.583,15 370,66 54,24 6,43 363,89 335.013,13 125.654,01 74.479,65 134.879,47 30,63% 11,49% 6,81% 12,33% m² m² m² 751,78 3.881,48 751,78 5,74 8,93 20,67 80.520,43 4.315,22 34.661,62 15.539,29 7,36% 0,39% 3,17% 1,42% m² 1.015,00 25,62 26.004,30 2,38% 10 10.1 10.2 10.3 RODAPÉS E SOLEIRAS Soleira em granito Peitoril em granito Rodapé cerâmico em Azulejo m² m² ml 8,61 13,44 537,60 306,73 306,73 7,15 10.607,24 2.640,95 4.122,45 3.843,84 0,97% 0,24% 0,38% 0,35% 11 11.2 11.3 11.4 11.5 11.6 11.7 11.8 11.9 PAVIMENTAÇÃO Camada regularizadora Acabamento de piso em concreto queimado Piso cerämico 30 x 30 para os banheiros e cozinha Piso em Porcelanato 50 x 50 para os quartos Piso de cimento com junta de plastico Piso cerâmico em 30 x 30 para o lixo Piso em porcelanato em 60 x 60 para a sala e hall Concreto para calçada em acabamento queimado m² m² m² m² m² m² m² m² 967,44 92,87 200,76 289,38 38,50 6,10 331,10 28,08 21,41 30,43 32,41 39,48 35,76 32,41 39,48 30,43 56.971,03 20.712,89 2.826,03 6.506,63 11.424,72 1.376,76 197,70 13.071,83 854,47 5,21% 1,89% 0,26% 0,59% 1,04% 0,13% 0,02% 1,20% 0,08% 12 12.1 ESQUADRIAS E FERRAGENS PORTA EM MADEIRA INDUSTRIALIZADA COM NÚCLEO MADEIRA MACIÇA COLADA, ACABAMENTO COM CARVALHO TASMANIA, INCLUINDO CAIXILHO E MATERIAL E ACABAMENTO (COM FERRAGENS) P2 - 0,80x2,10 - 42un P1 - 0,60x2,10 - 28un 52.124,12 4,77% 382,80 369,62 26.426,96 16.077,60 10.349,36 2,42% 1,47% 0,95% 405,99 405,99 1.875,67 682,06 1.193,61 0,17% 0,06% 0,11% 20.873,93 1,91% 12.1.1 12.1.2 12.2 12.2.1 12.2.2 PORTAS DE ABRIR EM ALUMINIO ANODIZADO BRANCO COM 10MM (COM FERRAGENS) P3 - 0,80 x 2,10 m - 1 unidades P4 - 1,40 x 2,10 m - 1 unidades m² m² m² m² 42,00 28,00 1,68 2,94 12.4.2 ESQUADRIAS DE VIDROS TEMPERADO (COM J1 - Janela de Abrir em duas folhas de 1,20 x 1,20 em esquadria de aluminio = 3 x 14 B1 - Balancin basculante de aluminio de 0,60 x 0,40 = 2 x 14 m2 m2 60,48 6,72 308,71 327,85 18.670,78 2.203,15 1,71% 0,20% 12.6 12.6.1 DIVERSOS Caixa de Ar-codicionado =2 x 14 un 28,00 105,27 2.947,56 2.947,56 0,27% 0,27% 17,22 20,67 15.116,68 12.990,77 2.125,91 1,38% 1,19% 0,19% 12.4 12.4.1 14 14.1 14.2 FORRO Forro em placa de gesso pré-moldada com fixacação com arame Forro executado em reboco paulista m2 m2 754,40 102,85 16 16.1 16.5 16.6 16.7 16.8 INSTALAÇÕES (CONFORME PLANILHAEM ANEXO) Eletrica Água fria Esgoto Drenagem Combate a Incêndio vb. vb. vb. vb. vb. 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 18 18.1 PINTURA Pintura PVA fosca c/massa e selador (Interna) m2 3.251,55 Página 2 de 3 - 17,66 71.866,66 57.422,37 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 6,57% 5,25% EMPRESA: JPC Engenharia Ltda. DATA: 03/Dezembro/2012 Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em alvenaria estrutural Local:Av. Dos Sonhos N 777 Sub-Projeto: Planilha Principal ITEM DESCRIÇÃO UN QTD PREÇO UNITÁRIO TOTAL PERCT 18.2 Pintura Acrilica fosca c/massa e selador (Exterior) m2 629,93 22,93 14.444,29 1,32% 21 21.1 21.2 21.3 COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA Projeto as built Limpeza final c/ remoção de entulho Desmolização vb vb. un 1,00 1,00 1,00 5.000,00 10.000,00 3.000,00 18.000,00 5.000,00 10.000,00 3.000,00 1,65% 0,46% 0,91% 0,27% 1.093.623,53 1.502,23 100% TOTAL DA OBRA Página 3 de 3 EMPRESA: JPC Engenharia Ltda. DATA: 03/Agosto/2012 Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em estrutura metálica Local:Av. Dos Sonhos N 777 Sub-Projeto: Planilha Principal ITEM DESCRIÇÃO UN 1 1.1 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 DESPESAS GERAIS Taxas e emolumentos Elaboração de pcmat/ppra/pcmso Mobilização Controle tecnologico de concreto Limpeza permanente da obra com retirada de entulhos Retirada de entulho com caixa coletora de aço 2 2.1 2.2 2.3 2.12 INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS Ligações Provisotias (água, esgoto, energia, etc.) Placa da obra Barracão da obra (refeitório, escritório, banheiro, depósito, etc.) Tapume em compensado resinado com estrutura de sustentação em madeira h=2,20m (2x) Andaime Fachadeiro Andaime tipo Jaú Aluguel de grua para movimentação de pilares vigase placas Tela Plastica tipo mosqueteiro p/proteção de fachadas Guarda Corpo p/ andares de Madeira e Tela Mosquiteiro p/ os 3 Pav. Tipos Conjunto de aparatos p/ segurança (bandejas, Suporte Cabo Guia, proteção da vizinhança) Fechamento de vãos de shafts e elevadores com tábuas 3 3.2 3.3 3.4 3.5 SERVIÇOS INICIAIS Limpeza do terreno do canteiro de obras Retirada de entulhos Locação da obra com aparelhos Furo de sondagem com avanço até 45m de profundidade m² m³ m² un 4 4.1 4.2 4.3 4.4 MOVIMENTO DE TERRA Escavação manual Escavação de cisterna Aterro compactado c/ material fora da obra Reaterro compactado m³ m3 m³ m³ 5 5.1 5.1.1 5.1.2 5.1.3 FUNDAÇÃO PROFUNDA Transporte e montagem de equipamentos Estaca raiz 200m Estaca raiz 250m un m m 5.2 5.2.1 5.2.2 5.2.3 5.2.5 5.2.6 BLOCOS Lastro em concreto fck = 15mpa Forma de madeira comum Aço ca-50 Concreto estrutural usinado fck=25 mpa Desforma m² m² kg m³ m² 6 6.1 6.1.1 ESTRUTURA PREDIO PRINCIPAL Estrutura Metalica do Predio Kg 6.2 6.1.1 6.1.3 6.1.5 6.1.4 LAJES PRÉ- FABRICADAS Laje pré-fabricada Aço de Construção CA-50 ou CA-60 Concreto estrutural usinado fck=25 mpa Escoramento de Laje COBERTURA Estrutura metalica para telha de fibrocimento 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 2.9 2.10 7 7.1 QTD PREÇO UNITÁRIO TOTAL PERCT un cj un mês mês mês 1,00 1,00 1,00 3,00 7,00 7,00 5.000,00 8.000,00 5.000,00 1.000,00 2.500,00 3.000,00 59.500,00 5.000,00 8.000,00 5.000,00 3.000,00 17.500,00 21.000,00 un m² 1,00 6,00 861,14 271,37 196.382,29 861,14 1.628,22 15,91% 0,07% 0,13% m² 20,00 157,74 3.154,80 0,26% m² mês mês mês m² 178,20 4,00 4,00 4,00 762,00 27,80 6.905,00 5.200,00 20.000,00 14,19 4.953,96 27.620,00 20.800,00 80.000,00 10.812,78 0,40% 2,24% 1,69% 6,48% 0,88% m² 252,72 80,62 20.374,29 1,65% Vb. m2 1,00 76,62 20.000,00 80,62 20.000,00 6.177,10 1,62% 0,50% 301,35 150,68 301,35 3,00 1,99 12,24 9,76 1.170,00 8.895,19 599,69 1.844,32 2.941,18 3.510,00 0,72% 0,05% 0,15% 0,24% 0,28% 6,83 15,00 3,07 1,58 26,82 26,82 27,00 26,55 668,37 183,18 402,30 82,89 41,95 0,05% 0,01% 0,03% 0,01% 0,00% 1,00 198,00 220,00 2.000,00 120,00 130,00 62.564,81 54.360,00 2.000,00 23.760,00 28.600,00 5,07% 4,41% 0,16% 1,93% 2,32% 20,58 42,00 420,00 5,25 42,00 40,73 46,74 6,43 458,36 7,06 8.204,81 838,22 1.963,08 2.700,60 2.406,39 296,52 0,66% 0,07% 0,16% 0,22% 0,20% 0,02% 48.576,00 7,42 501.917,11 360.433,92 360.433,92 40,67% 29,21% 29,21% m² kg m³ m² 971,40 5.642,40 70,53 971,40 57,22 6,43 458,36 17,80 141.483,19 55.583,51 36.280,63 32.328,13 17.290,92 11,47% 4,50% 2,94% 2,62% 1,40% m² 323,00 26,60 28.540,28 8.591,80 2,31% 0,70% Página 1 de 3 4,82% 0,41% 0,65% 0,41% 0,24% 1,42% 1,70% EMPRESA: JPC Engenharia Ltda. DATA: 03/Agosto/2012 Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em estrutura metálica Local:Av. Dos Sonhos N 777 Sub-Projeto: Planilha Principal ITEM DESCRIÇÃO UN QTD PREÇO UNITÁRIO PERCT TOTAL 7.2 Cobertura em telha de fibrocimento de 6mm . m² 323,00 61,76 19.948,48 1,62% 8 8.1 8.2 PAREDES E DIVISORIAS Paredes internas Paredes Externas m² m² 1.564,85 751,78 26,79 68,41 93.351,60 41.922,33 51.429,27 7,56% 3,40% 4,17% 9 9.1 9.2 REVESTIMENTO Reboco em gesso Revestimento cerämico de 15 x 15 branco, colacado com Argamassa AC-III, nos banheiros e areas de serviço Preenchimento com argamassa nas áreas dos perfis no lado externo m² 3.881,48 8,93 62.187,14 34.661,62 5,04% 2,81% m² 1.015,00 25,62 26.004,30 2,11% m² 57,60 26,41 1.521,22 0,12% 0,86% 0,21% 0,33% 0,31% 9.3 10 10.1 10.2 10.3 RODAPÉS E SOLEIRAS Soleira em granito Peitoril em granito Rodapé cerâmico em Azulejo m² m² ml 8,61 13,44 537,60 306,73 306,73 7,15 10.607,24 2.640,95 4.122,45 3.843,84 11 11.2 11.3 11.4 11.5 11.6 11.7 11.8 11.9 PAVIMENTAÇÃO Camada regularizadora Acabamento de piso em concreto queimado Piso cerämico 30 x 30 para os banheiros e cozinha Piso Cerâmico esmaltado 1° qualidade (PEI-V) Padrão médio Piso de cimento com junta de plastico Piso cerâmico em 30 x 30 para o lixo Piso Cerâmico esmaltado 1° qualidade (PEI-V) Padrão médio Concreto para calçada em acabamento queimado m² m² m² m² m² m² m² m² 967,44 92,87 200,76 289,38 38,50 6,10 331,10 28,08 21,41 30,43 32,41 39,48 35,76 32,41 39,48 30,43 56.971,03 20.712,89 2.826,03 6.506,63 11.424,72 1.376,76 197,70 13.071,83 854,47 4,62% 1,68% 0,23% 0,53% 0,93% 0,11% 0,02% 1,06% 0,07% 12 12.1 ESQUADRIAS E FERRAGENS PORTA EM MADEIRA INDUSTRIALIZADA COM NÚCLEO MADEIRA MACIÇA COLADA, ACABAMENTO COM CARVALHO TASMANIA, INCLUINDO CAIXILHO E MATERIAL E ACABAMENTO (COM FERRAGENS) P2 - 0,80x2,10 - 42un P1 - 0,60x2,10 - 28un 52.124,12 4,22% und. und. 42,00 28,00 382,80 369,62 - 26.426,96 16.077,60 10.349,36 2,14% 1,30% 0,84% PORTAS DE ABRIR EM ALUMINIO ANODIZADO BRANCO COM 10MM (COM FERRAGENS) P3 - 0,80 x 2,10 m - 1 unidades P4 - 1,40 x 2,10 m - 1 unidades m² m² 1,68 2,94 405,99 405,99 1.875,67 682,06 1.193,61 0,15% 0,06% 0,10% 20.873,93 1,69% 12.1.1 12.1.2 12.2 12.2.1 12.2.2 12.4.2 ESQUADRIAS DE VIDROS TEMPERADO (COM J1 - Janela de Abrir em duas folhas de 1,20 x 1,20 em esquadria de aluminio = 3 x 14 B1 - Balancin basculante de aluminio de 0,60 x 0,40 = 2 x 14 m2 m2 60,48 6,72 308,71 327,85 18.670,78 2.203,15 1,51% 0,18% 12.6 12.6.1 DIVERSOS Caixa de Ar-codicionado =2 x 14 un 28,00 105,27 2.947,56 2.947,56 0,24% 0,24% 17,22 20,67 15.116,68 12.990,77 2.125,91 1,22% 1,05% 0,17% 12.4 12.4.1 14 14.1 14.2 FORRO Forro em placa de gesso pré-moldada com fixacação com arame Forro executado em reboco paulista 16 16.1 16.5 16.6 16.7 16.8 INSTALAÇÕES (CONFORME PLANILHAEM ANEXO) Eletrica Água fria Esgoto Drenagem Combate a Incêndio 18 m2 m2 u u u u u PINTURA 754,40 102,85 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 67.218,20 Página 2 de 3 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 5,45% EMPRESA: JPC Engenharia Ltda. DATA: 03/Agosto/2012 Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em estrutura metálica Local:Av. Dos Sonhos N 777 Sub-Projeto: Planilha Principal ITEM DESCRIÇÃO UN QTD PREÇO UNITÁRIO TOTAL PERCT 18.1 18.2 Pintura PVA fosca c/massa e selador (Interna) Pintura Acrilica fosca c/massa e selador (Exterior) m2 m2 2.988,33 629,93 17,66 22,93 52.773,91 14.444,29 4,28% 1,17% 21 21.1 21.2 21.3 COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA Projeto as built Limpeza final c/ remoção de entulho Desmolização vb vb un 1,00 1,00 1,00 5.000,00 10.000,00 3.000,00 18.000,00 5.000,00 10.000,00 3.000,00 1,46% 0,41% 0,81% 0,24% 1.234.044,06 100% TOTAL DA OBRA Página 3 de 3 69 ANEXO 3 - CRONOGRAMAS FISÍCO-FINANCEIROS EMPRESA: JPC Engenharia Ltda. DATA: 03/Dezembro/2012 Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em concreto armado Local:Av. Dos Sonhos N 777 CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO ITEM 1 2 SERVIÇOS DESPESAS GERAIS VALOR % MÊS 01 MÊS 02 MÊS 03 MÊS 04 MÊS 05 MÊS 06 MÊS 07 MÊS 08 MÊS 09 MÊS 10 MÊS 11 MÊS 12 TOTAIS 22,34% 7,06% 7,06% 7,06% 7,06% 7,06% 7,06% 7,06% 7,06% 7,06% 7,06% 7,06% 100,0000% 19.882,60 6.283,40 6.283,40 6.283,40 6.283,40 6.283,40 6.283,40 6.283,40 6.283,40 6.283,40 6.283,40 6.283,40 11,99% 1,36% 54,58% 1,36% 1,36% 1,36% 2,49% 7,21% 7,21% 7,21% 2,49% 1,38% 12.468,22 1.414,24 56.756,93 1.414,24 1.414,24 1.414,24 2.589,31 7.497,57 7.497,57 7.497,57 2.589,31 1.435,04 89.000,00 INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS R$ 100,000% 103.988,52 R$ 100,00% 3 SERVIÇOS INICIAIS 100,0000% R$ 100,00% MOVIMENTO DE TERRA 6 FUNDAÇÃO 100,0000% 87,00% 13,00% 116.473,24 17.404,05 R$ 100,0000% ESTRUTURA R$ 20,00% 40,00% 40,00% 72.048,44 144.096,89 144.096,89 9 100,0000% R$ COBERTURA 100,0000% PAREDES E DIVISORIAS REVESTIMENTO R$ 50,00% 50,00% 33.046,73 33.046,73 100,0000% R$ 17,00% 41,50% 41,50% 24.755,07 60.431,49 60.431,49 100,0000% R$ RODAPÉS E SOLEIRAS PAVIMENTAÇÃO 100,0000% R$ 10.607,24 100,0000% 56.971,03 R$ 100,00% ESQUADRIAS E FERRAGENS 100,0000% R$ 100,00% FORRO 56.971,02 52.124,12 52.124,12 52.124,12 100,0000% 15.116,68 15.116,68 16 145.618,05 10.607,24 56.971,03 14 66.093,46 145.618,04 100,00% 12 31.302,12 66.093,45 10.607,24 11 360.242,22 31.302,12 100,00% 10 133.877,29 360.242,22 31.302,12 8 1.195,55 133.877,29 100,00% 7 8.895,19 1.195,55 1.195,55 5 103.988,48 8.895,19 8.895,19 4 89.000,00 R$ 15.116,68 INSTALAÇÕES (CONFORME PLANILHAEM ANEXO) R$ 18 PINTURA 21,50% 40,00% 38,50% 14.451,91 26.887,28 25.879,01 100,0000% 67.218,20 R$ 100,00% 21 - COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA TOTAL SIMPLES 1.160.249,65 41.246,01 124.170,88 153.688,37 151.794,53 151.794,53 72.046,49 66.674,51 74.212,46 74.212,46 95.811,15 103.000,79 51.597,45 TOTAL ACUMULADO 1.160.249,65 41.246,01 165.416,89 319.105,26 470.899,79 622.694,32 694.740,81 761.415,32 835.627,78 909.840,24 1.005.651,39 1.108.652,18 1.160.249,63 3,55% 10,70% 13,25% 13,08% 13,08% 6,21% 5,75% 6,40% 6,40% 8,26% 8,88% 4,45% 3,55% 72.463,88 14,25% 218.152,09 27,50% 270.010,49 40,58% 266.683,26 53,66% 266.683,26 59,87% 126.576,32 65,62% 117.138,45 72,02% 130.381,64 78,42% 130.381,64 86,68% 168.327,74 95,56% 180.959,00 % ACUMULADO 100,0000% 18.000,00 18.000,00 % SIMPLES 67.218,20 Página 1 de 1 100,01% 90.650,01 R$ 18.000,00 1.160.249,62 100,01% EMPRESA: JPC Engenharia Ltda. DATA: 03/Dezembro/2012 Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em alvenaria estrutural Local:Av. Dos Sonhos N 777 CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO ITEM 1 2 3 SERVIÇOS DESPESAS GERAIS INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS SERVIÇOS INICIAIS VALOR 78.000,00 100.988,52 8.895,19 % MÊS 01 MÊS 02 MÊS 03 MÊS 04 MÊS 05 MÊS 06 MÊS 07 MÊS 08 MÊS 09 MÊS 10 TOTAIS 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 100,00000% 7.800,00 7.800,00 7.800,00 7.800,00 7.800,00 7.800,00 7.800,00 7.800,00 7.800,00 7.800,00 78.000,00 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 10,00% 100,00% 10.098,85 10.098,85 10.098,85 10.098,85 10.098,85 10.098,85 10.098,85 10.098,85 10.098,85 10.098,85 7,13% 9,23% R$ 100,00% 100,00000% 8.895,19 8.895,19 0,81% 100,00% 4 MOVIMENTO DE TERRA 1.151,03 100,00000% 0,11% 1.151,03 5 6 FUNDAÇÃO 120.615,75 ESTRUTURA 112.451,63 70,00% 30,00% 84.431,03 36.184,73 R$ COBERTURA 31.302,12 100,00000% R$ 30,00% 30,00% 40,00% 33.735,49 33.735,49 44.980,65 9 PAREDES E DIVISORIAS REVESTIMENTO 335.013,13 80.520,43 100,00000% R$ RODAPÉS E SOLEIRAS 10.607,24 100,00000% 30,00% 40,00% 30,00% 100.503,94 134.005,25 100.503,94 R$ 100,00000% R$ 20,00% 40,00% 40,00% 16.104,09 32.208,17 32.208,17 56.971,03 100,00000% R$ 100,00000% R$ 52.124,12 100,00000% R$ 100,00000% R$ 100,00% FORRO 15.116,68 52.124,12 100,00000% 1,38% 15.116,68 16 56.971,02 4,77% 52.124,12 14 10.607,24 5,21% 100,00% ESQUADRIAS E FERRAGENS 80.520,43 0,97% 56.971,03 12 335.013,13 7,36% 100,00% PAVIMENTAÇÃO 31.302,12 30,63% 10.607,24 11 112.451,63 2,86% 100,00% 10 120.615,76 10,28% 31.302,12 8 1.151,03 11,03% 100,00% 7 100.988,47 R$ 15.116,68 INSTALAÇÕES (CONFORME PLANILHAEM ANEXO) R$ 18 PINTURA 71.866,66 21,50% 40,00% 38,50% 15.451,33 28.746,66 27.668,66 100,00000% 6,57% R$ 100,00% 21 COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA TOTAL SIMPLES TOTAL ACUMULADO % SIMPLES % ACUMULADO 18.000,00 1.093.623,53 1.093.623,53 - 71.866,65 100,00000% 1,65% 100% 100% 111.225,07 111.225,07 10,17% 10,17% 55.234,61 166.459,68 5,05% 15,22% 152.138,28 318.597,96 13,91% 29,13% 185.639,59 504.237,55 16,97% 46,10% Página 1 de 1 179.487,53 683.725,08 16,41% 62,51% 81.409,14 765.134,22 7,44% 69,95% 50.107,02 815.241,24 4,58% 74,53% 100.928,45 916.169,69 9,23% 83,76% 113.886,31 1.030.056,00 10,41% 94,17% 18.000,00 63.567,51 1.093.623,51 5,81% 99,98% R$ 18.000,00 EMPRESA: JPC Engenharia Ltda. DATA: 03/Agosto/2012 Projeto: TCC- Projeto de pédio multi-residencial em estrutura metálica Local:Av. Dos Sonhos N 777 CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO ITEM 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 14 SERVIÇOS DESPESAS GERAIS 59.500,00 INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS SERVIÇOS INICIAIS 196.382,29 8.895,19 MOVIMENTO DE TERRA FUNDAÇÃO 668,37 62.564,81 ESTRUTURA 501.917,11 COBERTURA 28.540,28 PAREDES E DIVISORIAS REVESTIMENTO 93.351,60 62.187,14 RODAPÉS E SOLEIRAS PAVIMENTAÇÃO 10.607,24 56.971,03 ESQUADRIAS E FERRAGENS FORRO 52.124,12 15.116,68 16 INSTALAÇÕES (CONFORME PLANILHAEM ANEXO) 18 PINTURA 21 VALOR 67.218,20 COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA 18.000,00 TOTAL SIMPLES 1.234.044,06 TOTAL ACUMULADO 1.234.044,06 % SIMPLES % ACUMULADO % MÊS 01 MÊS 02 MÊS 03 MÊS 04 MÊS 05 MÊS 06 MÊS 07 TOTAIS 39,50% 11,50% 11,50% 10,00% 9,50% 9,00% 9,00% 100,000% 23.502,50 6.842,50 6.842,50 5.950,00 5.652,50 5.355,00 5.355,00 59.500,00 5,50% 21,50% 16,00% 16,00% 16,00% 15,00% 10,00% 100,000% 10.801,03 42.222,19 31.421,17 31.421,17 31.421,17 29.457,34 19.638,23 196.382,27 4,82% 15,91% 100,00% 100,000% 8.895,19 8.895,19 0,72% 100,00% 100,000% 668,37 668,37 70,00% 30,00% 100,000% 43.795,37 18.769,44 62.564,81 0,05% 5,07% 20,00% 80,00% 100,000% 100.383,42 401.533,69 501.917,11 40,67% 100,00% 100,000% 28.540,28 28.540,28 2,31% 100,00% 100,000% 93.351,60 93.351,60 7,56% 17,00% 41,50% 41,50% 100,000% 10.571,81 25.807,66 25.807,66 62.187,13 5,04% 100,00% 100,000% 10.607,24 10.607,24 0,86% 100,00% 100,000% 56.971,03 56.971,02 4,62% 100,00% 100,000% 52.124,12 52.124,12 100,00% 100,000% 15.116,68 15.116,68 4,22% 1,22% 21,50% 40,00% 38,50% 100,000% 14.451,91 26.887,28 25.879,01 67.218,20 100,00% 100% 18.000,00 18.000,00 5,45% 1,46% 100% 100% 86.994,09 168.885,92 543.720,77 91.719,11 134.304,27 139.547,66 68.872,24 86.994,09 255.880,01 799.600,78 891.319,89 1.025.624,16 1.165.171,82 1.234.044,06 7,05% 13,69% 44,06% 7,43% 10,88% 11,31% 5,58% 7,05% 20,74% 64,80% 72,23% 83,11% 94,42% 100,00% Página 1 de 1 72 ANEXO 4 – TABELAS DAS DESPEZAS INDIRETAS N 2.0 2.1 2.2 2.3 3.0 4.0 4.1 4.2 4.3 5 6 7 8 8.1 8.2 8.3 Taxa de BDI - Alvenaria Armada Descrição % Valor Custos Indiretos de Produção Administração da Obra 7,576% R$ 82.852,92 Administração do Escritório 2,000% R$ 21.872,47 Seguro da Obra 1,000% R$ 10.936,24 Terreno na Cidade Nova 2,301% R$ 25.169,71 Custos de Venda Taxa do corretor 9,319% R$ 101.920,00 Estande de vendas 2,195% R$ 24.000,00 Custo com areas comuns 6,246% R$ 68.308,24 Custo de financiamentos bancario 14,409% R$ 157.580,21 Custo de financiamento Próprio 2,387% R$ 26.104,79 Taxa de risco 1,000% R$ 10.936,24 Total Parcial 48,433% Valor da obra com Parcial R$ 1.623.298,21 Impostos sobre Produção PIS 0,965% R$ 10.551,44 Cofins 4,453% R$ 48.698,95 ISS 7,422% R$ 81.164,91 Total Parcial 2 61,272% Valor da obra com Parcial 2 R$ 1.763.708,54 Valor de Mercado R$ 2.038.400,00 Diferença de valor de mercado - custo de produção R$ Impostos sobre o Lucro (REAL) 9 IRPJ 3,768% 9.1 CSLL 2,261% 9.2 Lucro 19,089% 10.0 BDI Total 86,391% Valor de Venda R$ 274.691,46 R$ R$ R$ R$ 41.207,73 24.726,83 208.756,90 944.787,58 2.038.415,83 N Taxa de BDI - Concreto Armado Descrição % Custos Indiretos de Produção Administração da Obra 8,570% R$ Administração do Escritório 2,000% R$ Seguro da Obra 1,000% R$ Terreno na Cidade Nova 2,169% R$ Custos de Venda Taxa do corretor 8,784% R$ Estande de vendas 2,069% R$ Custo com areas comuns 5,887% R$ Custo de financiamentos bancario 15,379% R$ Custo de financiamento Próprio 2,943% R$ Taxa de risco 1,000% R$ Total Parcial 49,801% Valor da obra com Parcial R$ Impostos sobre Produção 8 PIS 0,974% R$ 8.1 Cofins 4,494% R$ 8.2 ISS 7,490% R$ 8.3 Total Parcial 2 62,759% Valor da obra com Parcial 2 R$ Valor de Mercado R$ Diferença de valor de mercado - custo de produção R$ Impostos sobre o Lucro (REAL) 9 IRPJ 1,939% R$ 9.1 CSLL 1,163% R$ 9.2 Lucro 9,825% R$ 9.0 BDI Total 75,687% R$ Valor de Venda R$ 2.0 2.1 2.2 2.3 3.0 4.0 4.1 4.2 4.3 5 6 7 Valor 99.433,40 23.204,99 11.602,50 25.169,71 101.920,00 24.000,00 68.308,24 178.434,79 34.146,15 11.602,50 1.738.065,58 11.297,43 52.141,97 86.903,28 1.888.410,73 2.038.400,00 149.989,27 22.497,24 13.493,70 113.998,33 878.154,23 2.038.407,80 N 2.0 2.1 2.2 2.3 3.0 4.0 4.1 4.2 4.3 5 6 7 8 8.1 8.2 8.3 Taxa de BDI - Estrutura Metálica Descrição % Valor Custos Indiretos de Produção Administração da Obra 4,689% R$ 57.864,33 Administração do Escritório 2,000% R$ 24.680,88 Seguro da Obra 1,000% R$ 12.340,44 Terreno na Cidade Nova 2,040% R$ 25.169,71 Custos de Venda Taxa do corretor 8,259% R$ 101.920,00 Estande de vendas 1,945% R$ 24.000,00 Custo com areas comuns 5,535% R$ 68.308,24 Custo de financiamentos bancario 12,811% R$ 158.093,38 Custo de financiamento Próprio 1,342% R$ 16.560,87 Taxa de risco 1,000% R$ 12.340,44 Total Parcial 40,621% Valor da obra com Parcial R$ 1.735.325,10 Impostos sobre Produção PIS 0,914% R$ 11.279,61 Cofins 4,219% R$ 52.059,75 ISS 7,031% R$ 86.766,26 Total Parcial 2 52,785% Valor da obra com Parcial 2 R$ 1.885.434,22 Valor de Mercado R$ 2.038.400,00 Diferença de valor de mercado - custo de produção R$ Impostos sobre o Lucro (REAL) 9 IRPJ 1,859% 9.1 CSLL 1,116% 9.2 Lucro 9,420% 10.0 BDI Total 65,180% Valor de Venda R$ 152.965,78 R$ R$ R$ R$ 22.940,88 13.771,93 116.252,97 804.349,69 2.038.393,98 75 ANEXO 5 - DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS E FLUXO DE CAIXA LIVRE DE PROJETO Item Demonstração de resultados 1 2 3 Vendas Custo Mercadorias Vendidas Lucro líquido 4 Despezas operacionais antes de depreciação 5 Despezas de depreciação 6 LAJIR 7 Despesas com juros 8 9 10 Receitas antes dos Impostos Impostos Lucro líquido Item 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 5 Descrição Lucro antes dos juros e impostos (LAJIR) Impostos Lucro operacional líquido após impostos (NOPAT) despesas com depreciação Investimento de capital (CAPEX) Mudanças no capital de giro Fluxo de caixa livre de Projeto (FCLP) Fluxo de caixa livre para acionistas (FCLA) Juros (1-T) Pagamento do Principal Novas Emissões de dívidas Fluxo de caixa livre de Projeto (FCLP) Demonstrações de resultado pro forma - Concreto Armado Meses Meses carência 1 ° mês 2 ° mês 3 ° mês 4 ° mês 5 ° mês 6 ° mês 7 ° mês 8 ° mês 9 ° mês 10 ° mês 11 ° mês 12 ° mês 13° mês 14 ° mês 15 ° mês 16 ° mês 17° mês 18° mês 0° mês R$ 0,00 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 42.466,83 R$ 1.528.805,85 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 41.246,01 -R$ 124.170,88 -R$ 153.688,37 -R$ 151.794,53 -R$ 151.794,53 -R$ 72.046,49 -R$ 66.674,51 -R$ 74.212,46 -R$ 74.212,46 -R$ 95.811,15 -R$ 103.000,79 -R$ 51.597,45 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 1.220,82 -R$ 81.704,05 -R$ 111.221,54 -R$ 109.327,70 -R$ 109.327,70 -R$ 29.579,66 -R$ 24.207,68 -R$ 31.745,63 -R$ 31.745,63 -R$ 53.344,32 -R$ 60.533,96 -R$ 9.130,62 R$ 1.528.805,85 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 103.373,64 -R$ 17.381,89 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 52.328,09 R$ 0,00 -R$ 64.767,35 R$ 0,00 -R$ 63.969,25 R$ 0,00 -R$ 63.969,25 R$ 0,00 -R$ 30.361,83 -R$ 28.097,97 -R$ 31.274,61 -R$ 31.274,61 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 103.373,64 -R$ 16.161,07 -R$ 134.032,14 -R$ 175.988,89 -R$ 173.296,95 -R$ 173.296,95 -R$ 59.941,49 -R$ 52.305,65 -R$ 63.020,24 -R$ 63.020,24 R$ 0,00 -R$ 368,13 -R$ 1.477,70 -R$ 2.851,70 -R$ 4.208,09 -R$ 5.564,46 -R$ 6.208,43 -R$ 6.804,70 -R$ 7.468,36 -R$ 8.132,03 -R$ 40.376,73 R$ 0,00 -R$ 43.406,59 R$ 0,00 -R$ 93.721,05 -R$ 103.940,55 -R$ 8.988,58 -R$ 9.909,42 -R$ 21.744,20 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 30.874,82 R$ 1.528.805,85 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 10.370,89 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 63.479,98 R$ 0,00 -R$ 103.373,64 -R$ 16.529,20 -R$ 135.509,84 -R$ 178.840,59 -R$ 177.505,04 -R$ 178.861,41 -R$ 66.149,92 -R$ 59.110,35 -R$ 70.488,60 -R$ 71.152,27 -R$ 102.709,63 -R$ 113.849,97 -R$ 41.245,71 R$ 1.528.805,85 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 63.479,98 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 35.990,94 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 103.373,64 -R$ 16.529,20 -R$ 135.509,84 -R$ 178.840,59 -R$ 177.505,04 -R$ 178.861,41 -R$ 66.149,92 -R$ 59.110,35 -R$ 70.488,60 -R$ 71.152,27 -R$ 102.709,63 -R$ 113.849,97 -R$ 41.245,71 R$ 1.492.814,91 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 63.479,98 Total Lucro Liquido Total LL após carência -R$ 1.315.326,20 R$ 114.008,73 Fluxo de caixa livre de projeto 1 ° mês 2 ° mês 3 ° mês 4 ° mês 5 ° mês 6 ° mês 7 ° mês 8 ° mês 9 ° mês 10 ° mês 11 ° mês 12 ° mês 13° mês 14 ° mês 15 ° mês 16 ° mês 17° mês 18° mês 0° mês -R$ 103.373,64 -R$ 16.161,07 -R$ 134.032,14 -R$ 175.988,89 -R$ 173.296,95 -R$ 173.296,95 -R$ 59.941,49 -R$ 52.305,65 -R$ 63.020,24 -R$ 63.020,24 -R$ 93.721,05 -R$ 103.940,55 -R$ 30.874,82 R$ 1.528.805,85 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 35.990,94 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 103.373,64 -R$ 16.161,07 -R$ 134.032,14 -R$ 175.988,89 -R$ 173.296,95 -R$ 173.296,95 -R$ 59.941,49 -R$ 52.305,65 -R$ 63.020,24 -R$ 63.020,24 -R$ 93.721,05 -R$ 103.940,55 -R$ 30.874,82 R$ 1.492.814,91 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 103.373,64 -R$ 16.161,07 -R$ 134.032,14 -R$ 175.988,89 -R$ 173.296,95 -R$ 173.296,95 -R$ 59.941,49 -R$ 52.305,65 -R$ 63.020,24 -R$ 63.020,24 -R$ 93.721,05 -R$ 103.940,55 -R$ 30.874,82 R$ 1.492.814,91 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 FCLP - Método Indireto ( nesta área vai o alavancado) -R$ 103.373,64 -R$ 16.529,20 -R$ 135.509,84 -R$ 178.840,59 -R$ 177.505,04 -R$ 178.861,41 -R$ 66.149,92 -R$ 59.110,35 -R$ 70.488,60 -R$ 71.152,27 -R$ 102.709,63 -R$ 113.849,97 -R$ 41.245,71 R$ 1.492.814,91 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 1.363.089,55 R$ 0,00 R$ 279,78 R$ 1.123,05 R$ 2.167,29 R$ 3.198,15 R$ 4.228,99 R$ 4.718,41 R$ 5.171,57 R$ 5.675,95 R$ 6.180,34 R$ 6.831,32 R$ 7.531,16 R$ 7.881,88 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 48.244,78 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 1.299.609,57 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 103.373,64 -R$ 16.249,42 -R$ 134.386,79 -R$ 176.673,30 -R$ 174.306,89 -R$ 174.632,42 -R$ 61.431,52 -R$ 53.938,78 -R$ 64.812,65 -R$ 64.971,93 -R$ 95.878,31 -R$ 106.318,81 -R$ 33.363,83 R$ 1.492.814,91 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 15.235,20 Item Demonstração de resultados 1 2 3 Vendas Custo Mercadorias Vendidas Lucro líquido 4 Despezas operacionais antes de depreciação 5 Despezas de depreciação 6 LAJIR 7 Despesas com juros 8 9 10 Receitas antes dos Impostos Impostos Lucro líquido Item 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 5 Descrição Lucro antes dos juros e impostos (LAJIR) Impostos Lucro operacional líquido após impostos (NOPAT) despesas com depreciação Investimento de capital (CAPEX) Mudanças no capital de giro Fluxo de caixa livre de Projeto (FCLP) Fluxo de caixa livre para acionistas (FCLA) Juros (1-T) Pagamento do Principal Novas Emissões de dívidas Fluxo de caixa livre de Projeto (FCLP) Planilha B - Demonstrações de resultado pro forma - Alvenaria Armada Meses Meses carência 1 ° mês 2 ° mês 3 ° mês 4 ° mês 5 ° mês 6 ° mês 7 ° mês 8 ° mês 9 ° mês 10 ° mês 11 ° mês 12 ° mês 13° mês 14 ° mês 15 ° mês 16 ° mês 0° mês R$ 0,00 50.960,40 50.960,40 50.960,40 50.960,40 50.960,40 50.960,40 50.960,40 50.960,40 50.960,40 50.960,40 R$ 1.528.811,87 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 111.225,07 -R$ 55.234,61 -R$ 152.138,28 -R$ 185.639,59 -R$ 179.487,53 -R$ 81.409,14 -R$ 50.107,02 -R$ 100.928,45 -R$ 113.886,31 -R$ 63.567,51 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 60.264,67 -R$ 4.274,21 -R$ 101.177,88 -R$ 134.679,19 -R$ 128.527,13 -R$ 30.448,74 R$ 853,38 -R$ 49.968,05 -R$ 62.925,91 -R$ 12.607,11 R$ 1.528.811,87 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 100.617,98 -R$ 46.011,59 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 100.617,98 -R$ 106.276,26 R$ 0,00 -R$ 994,08 -R$ 100.617,98 R$ 0,00 -R$ 100.617,98 -R$ 107.270,34 R$ 0,00 -R$ 107.270,34 -R$ 22.849,45 R$ 0,00 -R$ 62.936,56 -R$ 76.795,39 -R$ 74.250,40 -R$ 33.677,33 -R$ 20.728,27 -R$ 41.752,08 -R$ 47.112,49 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 27.123,66 -R$ 164.114,44 -R$ 211.474,58 -R$ 202.777,53 -R$ 64.126,07 -R$ 19.874,89 -R$ 91.720,13 -R$ 110.038,40 -R$ 2.847,50 -R$ 4.506,67 -R$ 6.110,86 -R$ 6.838,46 -R$ 7.286,29 -R$ 8.188,35 -R$ 9.206,22 -R$ 28.611,40 -R$ 166.961,94 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 28.611,40 -R$ 166.961,94 -R$ 215.981,25 R$ 0,00 -R$ 215.981,25 -R$ 208.888,39 R$ 0,00 -R$ 208.888,39 -R$ 70.964,53 R$ 0,00 -R$ 70.964,53 -R$ 27.161,18 R$ 0,00 -R$ 27.161,18 -R$ 1.487,74 -R$ 26.296,61 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 38.903,72 R$ 1.528.811,87 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 59.828,73 -R$ 99.908,48 -R$ 119.244,62 -R$ 48.678,09 R$ 1.528.811,87 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 65.934,56 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 99.908,48 -R$ 119.244,62 -R$ 48.678,09 R$ 1.462.877,31 R$ 0,00 R$ 0,00 Total Lucro Liquido Total LL após carência -R$ 1.194.288,20 R$ 208.760,38 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 59.828,73 R$ 0,00 -R$ 59.828,73 -R$ 9.774,37 R$ 0,00 FCLP - Método Direto 1 ° mês 2 ° mês 3 ° mês 4 ° mês 5 ° mês 6 ° mês 7 ° mês 8 ° mês 9 ° mês 10 ° mês 11 ° mês 12 ° mês 13° mês 14 ° mês 15 ° mês 16 ° mês 0° mês -R$ 100.617,98 -R$ 106.276,26 -R$ 27.123,66 -R$ 164.114,44 -R$ 211.474,58 -R$ 202.777,53 -R$ 64.126,07 -R$ 19.874,89 -R$ 91.720,13 -R$ 110.038,40 -R$ 38.903,72 R$ 1.528.811,87 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 65.934,56 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 100.617,98 -R$ 106.276,26 -R$ 27.123,66 -R$ 164.114,44 -R$ 211.474,58 -R$ 202.777,53 -R$ 64.126,07 -R$ 19.874,89 -R$ 91.720,13 -R$ 110.038,40 -R$ 38.903,72 R$ 1.462.877,31 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 100.617,98 -R$ 106.276,26 -R$ 27.123,66 -R$ 164.114,44 -R$ 211.474,58 -R$ 202.777,53 -R$ 64.126,07 -R$ 19.874,89 -R$ 91.720,13 -R$ 110.038,40 -R$ 38.903,72 R$ 1.462.877,31 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 FCLP - Método Indireto ( nesta área vai o alavancado) -R$ 100.617,98 -R$ 107.270,34 -R$ 28.611,40 -R$ 166.961,94 -R$ 215.981,25 -R$ 208.888,39 -R$ 70.964,53 -R$ 27.161,18 -R$ 99.908,48 -R$ 119.244,62 -R$ 48.678,09 R$ 1.462.877,31 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 1.284.687,09 R$ 0,00 R$ 755,50 R$ 1.130,68 R$ 2.164,10 R$ 3.425,07 R$ 4.644,25 R$ 5.197,23 R$ 5.537,58 R$ 6.223,15 R$ 6.996,73 R$ 7.428,52 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 45.469,83 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 1.224.858,36 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 100.617,98 -R$ 106.514,84 -R$ 27.480,72 -R$ 164.797,84 -R$ 212.556,18 -R$ 204.244,14 -R$ 65.767,30 -R$ 21.623,60 -R$ 93.685,34 -R$ 112.247,89 -R$ 41.249,57 R$ 1.462.877,31 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 14.358,90 Item Demonstração de resultados 1 2 3 Vendas Custo Mercadorias Vendidas Lucro líquido 4 Despezas operacionais antes de depreciação 5 Despezas de depreciação 6 LAJIR 7 Despesas com juros 8 9 10 Receitas antes dos Impostos Impostos Lucro líquido Item 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 5 Descrição Lucro antes dos juros e impostos (LAJIR) Impostos Lucro operacional líquido após impostos (NOPAT) despesas com depreciação Investimento de capital (CAPEX) Mudanças no capital de giro Fluxo de caixa livre de Projeto (FCLP) Fluxo de caixa livre para acionistas (FCLA) Juros (1-T) Pagamento do Principal Novas Emissões de dívidas Fluxo de caixa livre de Projeto (FCLP) Planilha B - Demonstrações de resultado pro forma - Estrutura Metálica Meses Meses carência 1 ° mês 2 ° mês 3 ° mês 4 ° mês 5 ° mês 6 ° mês 7 ° mês 8 ° mês 9 ° mês 10 ° mês 11 ° mês 12 ° mês 13° mês 0° mês R$ 0,00 72.799,79 72.799,79 72.799,79 72.799,79 72.799,79 72.799,79 72.799,79 1.528.795,49 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 86.994,09 -R$ 168.885,92 -R$ 543.720,77 -R$ 91.719,11 -R$ 134.304,27 -R$ 139.547,66 -R$ 68.872,24 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 14.194,30 -R$ 96.086,13 -R$ 470.920,98 -R$ 18.919,32 -R$ 61.504,48 -R$ 66.747,87 R$ 3.927,55 R$ 1.528.795,49 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 106.425,77 -R$ 30.438,36 -R$ 59.091,49 -R$ 190.242,46 -R$ 32.091,60 -R$ 46.991,72 -R$ 48.826,33 -R$ 24.097,71 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 106.425,77 -R$ 44.632,66 -R$ 155.177,62 -R$ 661.163,44 -R$ 51.010,92 -R$ 108.496,20 -R$ 115.574,20 -R$ 20.170,16 R$ 1.528.795,49 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 777,57 -R$ 2.287,49 -R$ 7.147,05 -R$ 7.966,53 -R$ 9.166,53 -R$ 10.413,95 -R$ 11.029,39 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 64.384,00 -R$ 106.425,77 R$ 0,00 -R$ 106.425,77 -R$ 45.410,23 R$ 0,00 -R$ 45.410,23 -R$ 157.465,11 R$ 0,00 -R$ 157.465,11 -R$ 668.310,49 R$ 0,00 -R$ 668.310,49 -R$ 58.977,45 R$ 0,00 -R$ 58.977,45 R$ 1.528.795,49 R$ 0,00 -R$ 36.712,81 R$ 0,00 R$ 1.492.082,68 R$ 0,00 Total LL após carência R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 116.259,19 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 64.384,00 R$ 0,00 -R$ 64.384,00 -R$ 117.662,73 -R$ 125.988,15 -R$ 31.199,55 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 117.662,73 -R$ 125.988,15 -R$ 31.199,55 Total Lucro Liquido -R$ 1.311.439,49 FCLP - Método Direto 1 ° mês 2 ° mês 3 ° mês 4 ° mês 5 ° mês 6 ° mês 7 ° mês 8 ° mês 9 ° mês 10 ° mês 0° mês -R$ 106.425,77 -R$ 44.632,66 -R$ 155.177,62 -R$ 661.163,44 -R$ 51.010,92 -R$ 108.496,20 -R$ 115.574,20 -R$ 20.170,16 R$ 1.528.795,49 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 36.712,81 R$ 0,00 -R$ 106.425,77 -R$ 44.632,66 -R$ 155.177,62 -R$ 661.163,44 -R$ 51.010,92 -R$ 108.496,20 -R$ 115.574,20 -R$ 20.170,16 R$ 1.492.082,68 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 106.425,77 -R$ 44.632,66 -R$ 155.177,62 -R$ 661.163,44 -R$ 51.010,92 -R$ 108.496,20 -R$ 115.574,20 -R$ 20.170,16 R$ 1.492.082,68 R$ 0,00 FCLP - Método Indireto ( nesta área vai o alavancado) -R$ 106.425,77 -R$ 45.410,23 -R$ 157.465,11 -R$ 668.310,49 -R$ 58.977,45 -R$ 117.662,73 -R$ 125.988,15 -R$ 31.199,55 R$ 1.492.082,68 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 590,95 R$ 1.738,49 R$ 5.431,76 R$ 6.054,56 R$ 6.966,56 R$ 7.914,60 R$ 8.382,34 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 106.425,77 -R$ 44.819,28 -R$ 155.726,62 -R$ 662.878,73 -R$ 52.922,89 -R$ 110.696,17 -R$ 118.073,55 -R$ 22.817,21 R$ 1.492.082,68 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 11 ° mês 12 ° mês 13° mês R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 1.369.390,53 R$ 0,00 R$ 48.931,84 R$ 0,00 R$ 1.305.006,53 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 -R$ 15.452,16