I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 Isabel Cristina Kowal Olm Cunha [email protected] [email protected] I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 NOVOS PARADIGMAS DESTE MILÊNIO COMPETIÇÃO INOVAÇÃO PARCERIAS NOVOS CONHECIMENTOS QUALIDADE DE VIDA CUSTOS BAIXOS FELICIDADE C GLOBALIZAÇÃO NOVAS TECNOLOGIAS MUDANÇAS CONSTANTES FUSÕES NOVAS QUESTÕES LEGAIS CLIENTES SATISFEITOS VELOCIDADE RENTABILIDADE I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 mercados globais em alta turbulência Era da Globalização Novas Propostas p capitalismo competitividade p E Estratégias é i Adequação do Trabalho: COMPETÊNCIAS Adaptação ao mercado: INOVAÇÃO I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 As principais mudanças que passa a gestão de pessoas: Alteração no perfil Deslocamento do foco do controle para o foco da participação Maior participação das pessoas no sucesso do negócio (Dutra 2001) Significados tanto ligados as tarefas e seus resultados como as características das pessoas I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 TRANSIÇÃO Ã NA SAÚDE Ú E EDUCAÇÃO • • • • • DEMOGRÁFICA Á EPIDEMIOLÓGICA TECNOLÓGICA MODELOS ECOLÓGICA I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 políticas neoliberais globalização TRABALHO DE ENFERMAGEM Concepção de saúde como bem privado e o serviço público ineficiente Mudanças no mercado de trabalho: -desregulamentação d l t ã d das relações l õ d de ttrabalho b lh -novos modelos de gestão -novos perfis profissionais (polivalência e multifuncionalidade) I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 GERENCIAMENTO Modelo histórico social Modelo Racional “...o gerenciamento é apreendido a partir das perspectivas das práticas de d á d saúde, historicamente estruturadas e socialmente estruturadas e socialmente articuladas, buscando responder às contradições e p ç tensões presentes no cotidiano dos serviços” . Foco no indivíduo e nas organizações . TGA:interpreta objetivos e transforma em ação . Enfoque Taylorista . Pouca intervenção na realidade . Racionalidade X flexibilidade (Felli,Peduzzi,2005) I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 MODELO DO CUIDADO FLEXIBILIDADE: FLEXIBILIDADE: • Imprevisibilidade • Agilidade na adaptação Agilidade na adaptação • Produção para a demanda • Consumo determina a produção • Estoque mínimo Estoque mínimo • Racionalidade e aproveitamento dos recursos ( humanos e materiais) • Produção : baixo custo qualidade assegurada flexibilidade de oferta flexibilidade de oferta • Enxugamento e redução • Divisão do trabalho menos acentuada • Polivalência do trabalhador • Ênfase no trabalho competitivo (equipe) em detrimento do cooperativo • Indivíduo a serviço da organização: RESULTADOS (Peduzzi,2005) I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 Duas Flávias – uma freira e outra taxista morreram no mesmo dia. Quando chegaram ao céu São Pedro Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava‐as. p I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 RESULTADO É O QUE IMPORTA! I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 ENFERMAGEM: Dupla Dimensão do Trabalho (Peduzzi,2005) ASSISTENCIAL Organizar: . o cuidado do doente GERENCIAL . o ambiente terapêutico .os os agentes de enfermagem - outros pprofissionais - ações privativas - ações educativas - ações õ de d saúde úd coletiva -origem na continuidade e constância do T - vários profissionais - requer coordenação e supervisão - gerencia recursos I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 A ENFERMEIRA • foco no cuidado como núcleo de competência p • transita por diferentes campos de conhecimento • tem vários canais para interlocução ç • objetiva transformar a realidade CUIDAR ENSINAR PESQUISAR GERENCIAR COMPETÊNCIAS I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 COMPETÊNCIA é “É a capacidade de transformar conhecimentos e habilidades em entrega” (Dutra, (Dutra 1996) I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 Construção das competências dos enfermeiros 1 Quais as Competências (CHA) 1. Q i C ê i (CHA) necessários ao enfermeiro? necessários ao enfermeiro? 2. Como desenvolvê‐las ? I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 COREN SP I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 Fase 1 ‐ Categoria: Responsáveis Técnicos de Enfermagem maio de 2007 a novembro de 2008 maio de 2007 a novembro de 2008 GRUPO DE TRABALHO • • • • • • • • • • Sérgio Luz ‐ Coordenador Cleide Mazuela Canavezi Carlos Luís Benites Canhada Valdisa Karasin Leonice dos Santos Leonice dos Santos Lore Cecília Marx Sueli Oliveira Santos Maria de Lourdes N.F.A. da Costa Eneida Peçanha de Vasconcelos Sandra Regina A.Rivaldo Sandra Regina A.Rivaldo Luzia Helena Vizona Ferrero COREN SP I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 Fase 1 – Categoria: RT ´s maio de 2007 a novembro de 2008 9.475 Kits via correio Opção de responder via web Retorno de 966 questionários (10,2%) Tabulação: leitura categorização/agrupamento compreensão extraídas 11 competências Consulta Pública no Site de 30.09 30 09 a 17.10.2008 17 10 2008 com 79 sugestões COREN SP I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 Em novembro 2008 foram consolidadas COREN SP 11 competências com seus respectivos indicadores: FLEXIBILIDADE VISÃO Ã SISTÊMICA I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 FASE 2 – Capacitação RT´S COREN SP 2009 • • • • • • • • • • LLeonice i dos Santos d S t Lore Cecília Marx Sueli Oliveira Santos Sueli Oliveira Santos Maria de Lourdes NFA da Costa Eneida Peçanha de Vasconcelos Sandra Regina de Araujo Rivaldo Luzia Helena Vizona Ferrero Márcia Rodrigues Márcia Rodrigues Celina Castagnari Marra Isabel Cristina Kowal Olm Cunha I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 2009 Enfermeiros 56.285 e perto de 9.200 RT Enfermeiros‐ 56 285 e perto de 9 200 RT´ss COREN SP Capacitação dos RT´s nas 11 competências Divulgação : revista, cartilha,eventos : revista cartilha eventos Parcerias Grupo Piloto: inscrições pelo site Grupo Piloto: ‐ inscrições pelo site ‐ seleção ‐ compromisso pessoal compromisso pessoal ‐ compromisso institucional • Módulo de 40 horas em 5 encontros de 8 horas Módulo de 40 horas em 5 encontros de 8 horas e ensino à distância • • • • I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 ETAPA 2 Competências dos Técnicos de Enfermagem 2009/2010 / 73.769 no estado COREN SP Formado Grupo de Trabalho Participação com GT que discute junto à SEE p ç q j Montagem de Grupos Focais em SP e nas Subseções ( Santos, Rib Preto,Marília, Araçatuba, Pres.Prudente, Campinas, SJCAmpos, SJRio ( Santos, Rib Preto,Marília, Araçatuba, Pres.Prudente, Campinas, SJCAmpos, SJRio Preto) Mapeamento das competências Di l ã Divulgação Proposta para Capacitação I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 Competência é... conhecimento habilidades atitudes saber agir saber b mobilizar bili saber comunicar saber aprender saber comprometer-se saber assumir responsabilidades ter visão estratégica g Indivíduo social i l econômico ô i A Agregar valor l Organização I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 Saber agir Integrar saberes Mobilizar recursos Saber se engajar Responsabilidades Transferir conhecimento Organização Agregar g g $ • Social / Individuo (Dutra Fleury 2004) (Dutra,Fleury,2004) I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 Pilares da Competência Conhecimento Habilidade Atitude d Saber Saber fazer Querer fazer Competência Técnica Competência ComportaComporta mental I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 Conhecimento Habilidades Atitude Compreensão de conceitos e técnicas Aptidão e capacidade de realizar Postura e modo de agir Saber Poder Aplicação Competência Querer I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 Ponto de vista PESSOAL: Ponto de vista EMPRESARIAL: competências essenciais relacionadas ao indivíduo, à equipe e seu desenvolvimento competências organizacionais relacionadas às estratégias corporativas AUTOCONHECIMENTO DESENVOLVIMENTO liderança persuasão trabalho em equipe criatividade tomada de decisão planejamento e organização d t determinação i ã saber agir mobilizar comunicar aprender d comprometer-se assumir responsabilidades ter visão estratégica I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 • COMO ESTÁ O SEU AUTO COMO ESTÁ O SEU AUTO CONHECIMENTO? • VOCE SE CONHECE? VOCE SE CONHECE? I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 pegue um papel e uma caneta! caneta! ESCREVA O NOME DE 3 ANIMAIS QUE VOCÊ MAIS GOSTA, POR QUE VOCÊ MAIS GOSTA POR ORDEM DE IMPORTÂNCIA E AO ORDEM DE IMPORTÂNCIA E AO LADO PORQUE GOSTA DELES ESCREVA UMA FRASE COM CADA UMA DAS ESCREVA UMA FRASE COM CADA UMA DAS PALAVRAS: MAR,XÍCARA,FLORESTA e MURO I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem 09 São Paulo, abril 20 RESPOSTAS... O 1o. ANIMAL é o que você É... É O 2o. ANIMAL é como os Outros o vêem... O 3o. ANIMAL é como Você gostaria de ser... MAR - como você vê a VIDA XÍCARA - como você vê o CASAMENTO FLORESTA - como você vê o AMOR MURO - como você vê a MORTE I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 O DESAFIO DAS CORES – FEEDBACK Marque pontos de 1 a 4 de acordo com a escala: 1 raramente 2 algumas vezes 3 frequentemente 4 sempre Comportamentos, reações, atitudes e ações que normalmente apresento : VERDE ( ) ousadia ( ) inovação ( ) espontaneidade ( ) ludicidade ( ) criatividade ( ) flexibilidade TOTAL: VERMELHO ( ) paixão ( ) emoção ( ) explosão ( ) afetividade ( ) sensibilidade ( ) carinho TOTAL: AZUL ( ) organização ( ( ) minúcia ( ( ) boa memória ( ( ) realização pelo planej ( ( ) capacidade de síntese ( ( ) facilidade para administr ( TOTAL: TOTAL: AMARELO ( ) energia ( ) brilho ( ) calor ( ) positivismo ( ) animação ( ) vida TOTAL: PRETO BRANCO ) cautela ( ) tranquilidade ) astúcia ( ) paz ) objetividade ( ) imparcialidade ) verdade ( ) negociação ) franqueza ( ) docilidade ) decisões pensadas ( ) mediação TOTAL: Minha cor positiva mais marcante (onde somei mais pontos) :______________ A cor que preciso desenvolver mais (onde somei menos pontos):_____________ I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 COMPETÊNCIA HABILIDADES Capacidade de influenciar e conduzir pessoas para alcançar objetivos profissionais e sociais. CONHECIMENTOS •Técnicas de Comunicação •Técnicas de Negociação •Técnicas de Motivação •Conhecer a Equipe •Conhecimento do Cliente •Técnicas de Planejamento •Noções Noções de Orçamento e Finanças •Conhecer a Organização Gerenciar Equipes •Administrar Conflitos •Motivar •Delegar •Peticionar •Orientar e Ensinar •Persuadir e Convencer •Feedback Feedback Comunicação •Expor Idéias com Clareza •Dialogar g •Apresentar em Público •Poder de Síntese Capacidade C id d de d Realização R li ã •Administrar Tempo •Autoconfiança •Disciplina •Decisão •Objetividade •Orientar e ensinar ATITUDES •Fluência •Agilidade de Raciocínio •Carisma •Flexibilidade •Versatilidade •Boa Boa Memória •Criatividade •Concentração •Bom Humor •Auto-confiança •Empatia 1a. FASE - CONHECIMENTO SOBRE O ASSUNTO ADOÇÃO DO CONCEITO COMO NORTEAMENTO CHA FORMAÇÃO DE GRUPOS DE ESTUDOS BENCHMARKING 2 FASE - SENSIBILIZAÇÃO 2a. BUSCA DO COMPROMETIMENTO ENVOLVIMENTO DOS COMPONENTES DO MAPA DA INSTITUIÇÃO Ç VENDA DA IDÉIA PARA DIREÇÃO ESTRATÉGIA DO PROCESSO 3a. FASE-INFORMAÇÃO E COLETA DE DADOS CERTIFICAR-SE DAS CERTIFICARDIRETRIZES MISSÕES SETORIAIS COMPATÍVEIS RENTABILIDADE POSSIVEIS INSUCESSOS REAÇÕES CUSTOS FATORES RESTRITIVOS 4a. FASE - ORGANIZAÇÃO DOS PERFIS MATRIZ DE COMPETÊNCIA BLOCOS DE ATIVIDADES TRADICIONAIS` ( FRONT OFFICE) ATIVIDADES ESPECÍFICAS E TÉCNICAS ( BLACK OFFICE) INTERMEDIÁRIO – APOIO A IMPLANTAÇÃO ( LÍDERES) MODELAGEM/MAPEAMENTO 5a . FASE – EXECUÇÃO DO MAPEAMENTO E PERFIS SE = Supera as expectativas CONHECIMENTOS Competências estratégicas –que fazer Cursos, estudos, cenários da profissão, HABILIDADES SE ATITUDES AE Competências Comportamentais - agir com Calma nos momentos difíceis;; boa comunicação; sociabilidade; espírito de liderança; segurança nas tomadas de decisões, AE = Atende as expectativas AP = Atende parcialmente NA = Não atende (ainda) AP NA ê técnicas técnicas.. Competências Como fazer melhor Bom domínio no uso dos instrumentos perfuro perfuro-cortantes;; objetividade cortantes j i i nos relatórios; acilidade no manejo de aparelhos 6. FASE - METRIFICAÇÃO / VALORIZAÇÃO 1 2 3 4 5 6 RÉGUA DAS COMPETÊNCIAS IGInst. (Índice Geral da Instituição) IGc = (Índice Geral por pessoa – cada colaborador) Npa. = Número de pessoas da Instituição que apresenta tal competência IGIn = IGc1 + IGc2 + IGc3+ IGc4 + IGc5 ……..+ … Npa 7a. FASE - CRIAÇÃO DE EIXOS E NÍVEIS Eixos e níveis para a Enfermagem EIXOS EIXO 1 EIXO 2 EIXO 3 EIXO 4 NÍVEIS GERENCIAL SUPORTE TÉCNICO EXECUTIVO ENFERMEIRO Assistencial NÍVEL 1 2 a. CURSO DE GESTÃO 1a. ESPECIALIZA ÇÃO 1a. ASSISTÊNCIA AO PACIENTE RECÉM FORMADA, S/EXPER NÍVEL Í 2 5 a. 2a. 2a. 1a. NÍVEL 3 10a. 5a. 5a. 5a. NÍVEL 4 6a. 6a. 6a. 6a. NÍVEL 5 15 a. EXP EXP. 3 CURSOS, 1PROJETO 15a. 15 5 CURSO 15 a. 3 CURSOS 15 15a. ESCORE DOS DOMÍNIOS DE COMPETÊNCIAS Domínio básico- DB ou NA – não atende – 1 a 3 pontos Domínio Intermediário – DI ou AP – Atende parcialmente - 3 a 5 pontos. pontos Domínio Central – DC ou AS – atende satisfatoriamente - 5 a 7 pontos; Domínio Avançado – DA ou SE – supera as expectativas - 7 a 10 pontos. Competências selecionadas por eixos de carreira GERENCIAL GERENCIA Liderança Senso de Responsabilidade Multifuncionalidade generalista Orientação para resultados Interação e integração entre equipes / diretoria TÉCNICO Aprimoramento de processos produtos; Inovação; Racionalidade; Senso de organização; Praticidade; Motivação para aprendizagem constante EXECUTIVO Praticidade; Assiduidade; Controle e organização; Multifuncionalidade Simpatia; Comunicação; Responsabilidade ASSISTEN CIAL Comunicação; Proatividade; Multifuncionalidade; Integração de equipe 8a. FASE - AVALIAÇÃO 360º GRAUS METODOLOGIA 1- Profissional indica no mínimo 07 avaliadores que sejam melhores fontes de feedback 02 superiores, feedback. superiores 02 parceiros e 3 subordinados. 2 – Avaliadores realizarão li ã a análise e o feedback em 10 Competências 4 – Plano de ações de melhoria e desenvolvimento são estabelecidos – Orientação ç p profissional 3 – Relatórios estatísticos são gerados na absoluta confiabilidade e disponibilizados para o profissional e a Empresa (RH) I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 AUTOCONHECIMENTO DESENVOLVIMENTO COMPETITIVIDADE EQUILÍBRIO Í R it d b l ? Receita de bolo? I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 LIÇÃO No. 1: Ç O o O autoconhecimento é o primeiro passo para o desenvolvimento de competências Potencializar Desenvolver aquilo em que aquilo em que eu sou aquilo em que aquilo em que eu sou eu sou bom ruim I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 LIÇÃO No. 2: F Forme uma base sólida de conhecimento b ólid d h i ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ Invista na sua formação Faça uma especialização Faça uma especialização Faça cursos de atualização L i Leia muito e de tudo it d t d Esteja antenado com o mundo Assine uma revista científica da área e leia p p Participe de 1 evento por semestre Aprenda a fazer pesquisa I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 LIÇÃO No. 3: LIÇÃO No 3: Torne‐se competitiva ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ Aprenda uma língua Domine a informática Faça parte de uma Associação Científica Leia 1 artigo científico diariamente Leia 1 artigo científico diariamente Faça Benchmarking Estabeleça uma Rede de Relacionamentos j Esteja em contato com o mercado Busque novas oportunidades Dê retorno ao ser procurada Dê retorno ao ser procurada Eleja um coach I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 LIÇÃO No. 4: Ã Faça diferença no seu local de trabalho ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ Relacione‐se com todas as pessoas Conheça as informações da empresa j ç ç Esteja aberto a mudanças e inovações Saiba ouvir Conheça seu grupo de trabalho Conheça seu grupo de trabalho Crie um local amigável para trabalhar Peça e dê feed‐back p Tenha compromisso com os resultados Seja bem humorado I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 Brian Dyson - Ex-Presidente da Coca-Cola: "Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com cinco bolas que lançam ao ar. Essas bolas são: o trabalho a família a saúde os amigos o espírito O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas. Entendam isso e busquem o equilíbrio na vida !” I SEPAGE – Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem São Paulo, abril 2009 pegue um papel e uma caneta! pegue um papel e uma caneta! COMPROMISSO: Eu como enfermeira buscando Eu como enfermeira buscando desenvolver minhas competências procurarei.... procurarei Autor do Texto: Dr. Içami Tiba, livro Amor,, Felicidade & Cia.,, Editora Gente Se você encontrar uma p porta à sua frente,, poderá abriabri-la ou não. . Se você abrir a porta porta, poderá ou não entrar em uma nova sala. Para entrar, você vai ter q que vencer a dúvida, dú id o titubeio ou o medo. . Se você venceu, você deu um grande passo: nesta sala vivevive-se. se Mas também tem um preço: são inúmeras as outras portas que você descobre descobre. . O grande segredo é saber quando e qual porta deve ser aberta aberta. A vida não é rigorosa: ela propicia erros e acertos acertos. . Os erros podem ser transformados em acertos, quando com eles quando, eles, se aprende aprende. Nã existe Não i t a segurança d do acerto t eterno. t . A vida é g generosa: a cada sala em que se vive, descobre--se outras descobre tantas portas. A vida id enriquece i a quem se arrisca a abrir novas portas. t Ela privilegia quem descobre seus segredos, g , e generosamente oferece afortunadas portas. p . Mas a vida também pode ser dura e severa: se você não ultrapassar a porta, terá sempre a mesma porta pela sua frente. É a repetição perante a criação criação. É a monotonia cromática perante o arcoarco-íris. É a estagnação da vida. . P Para a vida, id as portas não são obstáculos obstáculos... São apenas diferentes passagens. MUITO OBRIGADA ! Isabel Cristina Kowal Olm Cunha [email protected] isabel cunha@webcorensp org br [email protected]