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Ano V, Número XCV
O MENSAGEIRO DE SÃO JOSÉ
PALAVRA DO PÁROCO
Amados em Cristo.
Neste mês que rezamos para os fieis defundos, achei importante tratar de
um assunto: A oração pelos mortos? Ela tem algum proveito para ele?
Segundo Renold Blank, a Igreja, com toda a razão, insiste que vale a pena
rezar pelos mortos.
Podemos imagimar que, por meio das nossas orações, missas, ajudamos a
pessoa no momento de seu encontro com Deus, a relizar a sua última e
definitiva conversão de maneira mais fácil.
É um pouco como quando um amigo ajuda ao seu amigo a realizar uma tarefa
que este amigo, sozinho, talvez teria muito mais dificuldades para realizar.
Uma vez que, para Deus, o tempo não existe, não importa se as nossas
orações estão sendo realizadas anos antes ou anos depois da morte de uma
pessoa. Para Deus, é sempre no momento certo, no “agora” da eternidade.
Embora o costume de enterrar seus mortos seja algo conatural ao ser humano
e os funerais uma venerável e não inútil tradição Cristã, segundo Santo
Agostinho, as exequias são mais últeis aos vivos do que aos mortos.
Com esta fala Agostinho, quer diz que rezamos para confortar o coração dos
que aqui ficaram, parentes e amigos. A fé na ressurreição dos mortos é
ponto central da vida Cristã. A existência da Igreja só tem sentido se for
construida ao redor deste núcleo fundamental da fé.
Pe. José Mateus da Silva Cordeiro
A festa diocesana de Cristo Rei, será em Guariba, no dia 25 de Novembro, às 9h da manhã.
Dia 25 de novembro, com a festa de Cristo-Rei, termina o atual Ano Litúrgico. E com o Tempo do
Advento, inicia-se o Novo Ano.
Com o findar do Ano Litúrgico, a Igreja nos convida para um momento de reflexão maior quanto à
consciência que todos devemos ter de nosso tempo e vida a caminho do definitivo, a vida eterna. Através
de momentos fortes, como a recordação da morte no dia de finados, a nossa vocação à santidade celebrada na festa de todos os santos e a festa de Cristo Rei, a liturgia nos conduz para a consciência que o
tempo presente é o tempo útil a caminho da eternidade. Precisamos tomar consciência que o tempo
presente é o único tempo que possuímos como espaço sagrado que Deus nos dá para construirmos o
Reino de Deus rumo à casa do Pai.
Por vezes, não nos soa bem aos ouvidos e à mente falarmos em festa de Cristo Rei diante da
desvirtuação do exercício do poder nos tempos em que vivemos. Mas, foi o próprio Cristo que se reconheceu como o Rei de Israel e da humanidade diante de Pilatos que o questionava: 'Tu és rei? Sim, Eu o
sou'Lc.23,3. 'Só que meu reinado não é deste mundo'.
Sabemos pela fé, que a autoridade de alguém, sendo Papa ou Rei, bispo, padre, religioso, pai, mãe,
patrão ou operário, tem origem divina. Foi Jesus quem disse que toda autoridade provém de seu Pai.
Ninguém a teria se não lhe fosse concedida do alto. A partir de Cristo, a autoridade não é poder, mas é um
bem a serviço dos irmãos, particularmente dos mais pequeninos. São Paulo em sua carta aos Filipenses,
ensina: 'Sendo Cristo de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a
condição de escravo tornando-se em tudo semelhante aos homens e uma vez feito homem se humilhou até a morte e morte de
cruz'.Fp.2,5-8.
Cristo ao nos falar e convidar para seu reinado colocou uma única exigência: Amar o Pai como Ele O amou sendo em tudo fiel
a Seus mandamentos e amarmo-nos mutuamente como Ele nos amou Jô.17-9-17. Cristo, ao colocar esta exigência como condição
para os que desejam participar de seu reinado, Ele próprio dá o exemplo. Sendo Jesus, o Filho de Deus, desnudou-se de seu poder e
vestes, toma de uma bacia lava, enxuga e beija os pés de seus discípulos. Após este gesto, Jesus se levanta e ensina com autoridade:
'Vós me chamais vosso Mestre e Senhor e dizeis bem, porque Eu o sou. Logo se Eu vosso Senhor e Mestre vos laveis os pés,
também vós deveis lavar-vos os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, assim façais também vós. O servo
não é maior que o seu Senhor, nem o enviado maior daquele que o enviou. Se compreenderdes estas coisas, sereis felizes, sob a
condição de as praticardes' Jô.13-12-17. É e será sempre nesta direção e dimensão que o reinado de Cristo deve ser compreendido e
acima de tudo vivido.
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Ano V, Número XCV
O MENSAGEIRO DE SÃO JOSÉ
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Cristologia Implícita ou aberta?
Em geral, considera-se a ressurreição como a origem histórica da fé em Jesus Cristo. Faz-se sempre
mais convicta, porém, hoje a afirmação da decisiva relevância do Jesus histórico para a própria fé dos discípulos. Por isso, o início da Cristologia se conduz no âmbito do acontecimento pré pascal.
Isso também para se evitar conclusões extravagantes: Quem imaginaria que o Islamismo começaria depois da morte de Maomé, e o budismo depois da morte de Buda?
Não podemos negar que hoje existe um amplo consenso sobre a possibilidade de encontrar na vida terrena
os indícios que permitem aos discípulos entender o significado da pessoa e da obra de Jesus.
Este conhecimento não é seguramente tematizado nem conceitualizado adequadamente, como acontecerá depois da Páscoa e depois da efusão do Espírito. Mas existe. E trata-se de uma atitude que responde a
perceptível e extraordinária presença de Jesus. Já antes da Páscoa colocou-se o problema do ser de Jesus,
operando uma primeira passagem de sua exousia (da sua autoridade) para a sua ousía (da sua realidade
pessoal): desta exousia de Cristo para concluir com a sua ousía, é uma necessidade Iógica e não mitológica.
Por isso, da mensagem do Jesus anunciador ao Jesus anunciado, se realiza já a primeira Páscoa:" Desde os
seus primeiros contatos com Jesus, os discípulos o estavam interpretando, e as tradições da Igreja primitiva e
os escritores dos Evangelhos (justamente e inevitavelmente) levaram adiante este processo de interpretação."
Sendo assim, podemos falar, legitimamente de uma Cristologia prepascal ou implícita, implícita não no
sentido de que em Jesus faltem os indícios de reconhecimento Cristológico, mas no sentido que esses indícios
não foram ainda adequadamente manifestados e tematizados nos discípulos. Falta o terem sido iluminados
pela Páscoa. Pois, a páscoa fixará definitivamente o significado do evento de Jesus Cristo. Da parte Jesus,
pelo contrário, a sua existência, como expressão de sua íntima autoconsciência, é inteiramente orientada em
sentido Cristológico. Ele sempre se apresentou como aquele que tem a autoridade absoluta de Deus no campo
Espiritual.
Por este motivo deveria se falar no tanto de Cristologia implícita, mas de Cristologia aberta. A Cristologia
aberta seria a Cristologia prepascal, isto é, a fé inicial dos discípulos que já possui os elementos fundamentais
sobre os quais se fundamenta (autoridade espiritual, milagres), e que permanece aberta ao seu comprimento na
ressurreição, evento decisivo de iluminação de todo mistério de Cristo. A ressurreição, portanto, permanece o
lugar privilegiado de interpretação não somente do Jesus Pascal, mas também do Cristo preexistente e do
Cristo glorioso. Concluindo, podemos legitimamente falar de Cristologia, já antes da páscoa, desde o momento
que o próprio Jesus colocou os discípulos diante da decisão de fé com relação a sua pessoa: "E vós quem
dizeis que sou?"(Mt. 16,15).
Tal Cristologia prepascal não é somente determinada pelos títulos de Jesus, mas da realidade global
expressas pela sua autoconsciência, pela sua pregação e pelas suas obras, realidades que reivindicam todas,
uma autoridade divina. Essa permanece ainda, aberta iluminação definitiva da ressurreição, com o cume da
revelação Cristologia da figura de Jesus, à qual confissão, seja antes ou depois da páscoa, permanece sempre
um exclusivo dom do Pai por meio do Espírito.
MAURÍCIO FRANCISCO DA SILVA
M.M.Z
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Confia sempre, não percas
a tua fé entre as sombras
do mundo. Ainda que os
teus
pés
estejam
sangrando, segue para
frente, erguendo-o por luz
celeste, acima de ti mesmo.
Crê e trabalha. Esforça-te no
bem e espera com
paciência. Tudo passa, e tudo se renova na
terra, mas o que vem do céu permanecerá.
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Ano V, Número XCV
A Construção da Fé
A fé oferece o conhecimento do projeto Salvífico realizado por Deus em Cristo, assim como o da situação do ser
humano no interior desse projeto.
Pertence à mais genuína tradição bíblico-Cristã a verdade de que a fé é graça. No início está o dom de Deus que
chama o fiel a uma comunhão com ele. Crê-se, porque é chamado. Este sujeito responde, vive numa história e possui
uma subjetividade que é seu mundo interior.
Lá se encontra seus segredos, seus valores, a partir dele compreende e interpreta o mundo que o cerca.
Esse mundo se constrói e está sempre a construir-se ao longo de toda a vida em diálogo-confronto com as
próprias experiências, com a história, com a sociedade, com o cosmo. E, além disso, existe a experiência da
transcendência, que de certo modo, está presente em todas as outras.
O processo da fé se faz no duplo movimento da construção do nosso próprio "eu" e do acolhimento do dom do
chamado de Deus para apostar num tipo de vida, a fé se experimenta como construção humana e aposta em Deus. Não
são duas coisas. São duas faces de uma experiência única.
As pessoas se perguntam: como viver a fé cristã num mundo que lhes subtraiu o apoio religioso e sociocultural?
Como crer num contexto sociopolítico e econômico tão conflitante com o Evangelho? Como conservar uma fé recebida
no interior de uma tradição tranquila quando nossa identidade pessoal está em processo de tão acentuada transformação?
O Santo Padre o Papa, quer nos dar uma resposta a essas perguntas; só se encontra resposta ao longo de toda
a nossa vida. Durante este ano dedicado a fortalecer, e alicerçar a nossa fé, faremos um percurso que servirá de
modelo. Cada um é chamado a reconstruir seu itinerário de fé no interior do seu próprio caminho psicossocial.
A fé cristã será tanto mais plena, mais própria do ser humano, quanto mais ela incorporar suas dimensoes. A fé
cristã mostra como a história pode ser assumida pela Revelação.
A fé se empobrece e se acanha, se restringe ao âmbito puramente individual, afetivo e emocional da Pessoa,
descurando sua dimensão histórica e social.
Na sua articulação com a história e sociedade, a fé cumpre funções importantes. Permite vê-las a Iuz de Deus e,
assim pode conforme tal percepção.
Quanto mais a fé cristã assumir a história e a dimensão social no seu interior, mais fiel será a revelação que se faz
na história e no seio de um povo de comunidade.
A subjetividade pós-moderna tem dificuldade com a história e a sociedade. Prefere fechar-se na solidão do indivíduo. No entanto, somente integrando nela a história e a sociedade poder-se-a responder coerente e corretamente à
Revelação bíblico-cristã.
A fé e a graça é ato de liberdade humana. A liberdade humana se entende diferentemente ao longo da história.
Percorrendo o itinerário dessa liberdade, percebemos que ela se experimenta na modernidade em três momentos
diferentes no interior da descoberta da subjetividade. A subjetividade é toda interioridade do ser humano que se faz
sujeitos de valores e significados, interpretando o mundo que a cerca. No início da modernidade, essa subjetividade se
opôs às tradições impositivas. Depois noutro momento, ela viveu um período de recalque por causa da pressão de
teorias e práticas sociais.
Então se revela mais uma vez em forma de um individualismo exacerbado. E esse surto de subjetivismo pósmoderno necessita ser superado por uma articulação integrada com a história, a sociedade e a nova compreensão do
cosmos. Nessas três perspectivas de subjetividade, a fé cristã se exprime. A proposta pastoral hoje é encontrar uma
expressão de fé que valorize a subjetividade na pujança moderna e pós-moderna, enriquecida tanto pela dimensão
histórica e social quanto pela nova consciência cósmica.
Que neste ano da fé nós possamos testemunhar mais o Cristo ressuscitado.
Maurício Francisco da Silva
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Dom Fernando Arêas Rifan Bispo
da Administração Apostólica
Pessoal São João Maria Vianney
Dom Pedro Carlos Cipolini
Bispo de Amparo (SP)
Dia primeiro de novembro comemora-se o dia de todos os santos.
A santidade fascina e atrai, como o mel atrai a abelha. Todos
sabem que santo é quem encontrou o caminho da felicidade
verdadeira no meio das contradições da vida. A Bíblia ensina só
Deus é santo. Ele, porém, comunica a santidade, é um Deus
santificador, deseja um povo santo: “Sede santos, porque eu sou
santo”(Lv. 19,2;20,26). A santidade de Jesus é idêntica à de seu
Pai Santo (Jo 17,11). Jesus santifica os cristãos pela força do
Espírito Santo. Ele recomenda: “Sede perfeitos como vosso Pai
celeste é perfeito” (Mt. 5,48). Portanto, a santidade é vocação de
todo cristão: “A vontade de Deus é esta: a vossa
santificação”(1Tes.4,3). Ser santo segundo a Bíblia é cumprir a
vontade de Deus e assim realizar-se como ser humano. Eles não
ocupam o lugar de Deus, nem são inventados pelos homens, são
criaturas de Deus, a quem Ele privilegiou com mor especial, e viu
este amor ser correspondido. Eles são reconhecidos como santos,
porque foram amigos íntimos de Deus que os santificou. Os santos
são heróis da fé vivida no amor. É o amor que santifica e salva.
No catolicismo não se adoram santos, mas se respeita e venera,
como amigos de Deus. Esta atitude vem da fé na ressurreição, já
que, os que morrem no Senhor estão com Ele. Reinam com Ele
(Ap 4,4) e intercedem por nós (Ap 5,8).
A Bíblia mostra que Deus opera milagres pela intercessão dos
santos. Um exemplo é a cura do coxo operada por são Pedro e
são João: “Não tenho nem ouro nem prata, mas o que tenho isto
te dou. Em nome de Jesus Cristo levanta-te e anda” (At. 3,1-9).
Nos apresenta outros exemplos, afirmando que “Deus fazia não
poucos prodígios por meio de Paulo” (At. 19,11-12). No entanto,
Jesus é o único mediador entre Deus e os Homens: “O Pai dará a
vocês tudo o que pedirdes em meu nome” (Jo15,16).
Um santo opera em nome de Jesus porque só Nele está a fonte
da graça e da força. Os santos colocam em evidência a glória e
santidade de Cristo, cabeça da Igreja. Pois foi Ele mesmo que
afirmou: “Eu garanto a vocês: quem crer em mim, fará as obras
que eu faço, e fará maiores do que estas” (Jo 14,12). Ninguém
pode ser santificado sem entregar sua vida a Jesus presente nos
irmãos. Honrar um santo é reconhecer a força transformadora da
Palavra de Deus que santifica quem a aceita e a coloca em prática.
O santo é para o cristão exemplo de quem testemunhou sua fé no
seguimento de Jesus. O cristão tem a alegria de abrir o álbum de
família – a família na fé – e contemplar uma fileira de heróis: os
santos, nossos irmãos e amigos. Conseguiram servir a Deus com
fidelidade e junto de Deus pedem por nós.
Os santos formam a multidão dos que souberam permanecer
despertos, alertas, livrando-se das ilusões e alienações. Foram
capazes de renunciarem a si mesmos, ou seja, o seu ego, seu
egoísmo suas máscaras, e fazerem a viagem que importa: a
viagem para o “centro da alma”, onde Deus nos espera (Jo14,23)
para se revelar a nós e revelar-nos a nós mesmos. Santos e santas,
rogai a Deus por nós!
No próximo dia 2 celebraremos a memória dos fieis defuntos, dos
nossos falecidos, daqueles que estiveram conosco e hoje estão
na eternidade, os “finados”, aqueles que chegaram ao fim da vida
terrena e já começaram a vida eterna. Portanto, não estão mortos,
estão vivos, mais até do que nós, na vida que não tem fim, “vitam
venturi saeculi”. Sua vida não foi tirada, mas transformada. Por
isso, o povo costuma dizer dos falecidos: “passou desta para a
melhor!” Olhemos, portanto, a morte com os olhos da fé e da
esperança cristã, não com desespero pensando que tudo acabou.
Uma nova vida começou eternamente.
Os pagãos chamavam o local onde colocavam os seus defuntos
de necrópole, cidade dos mortos. Os cristãos inventaram outro
nome, mais cheio de esperança, “cemitério”, lugar dos que dormem.
É assim que rezamos por eles na liturgia: “Rezemos por aqueles
que nos precederam com o sinal da fé e dormem no sono da paz”.
Os santos encaravam a morte com esse espírito de fé e esperança.
Assim São Francisco de Assis, no cântico do Sol: “Louvado sejais,
meu Senhor, pela nossa irmã, a morte corporal, da qual nenhum
homem pode fugir. Ai daqueles que morrem em pecado mortal.
Felizes dos que a morte encontra conformes à vossa santíssima
vontade. A estes não fará mal a segunda morte”. “É morrendo que
se vive para a vida eterna!”. S. Agostinho nos advertia, perguntando:
“Fazes o impossível para morrer um pouco mais tarde, e nada
fazes para não morrer para sempre?”
Quantas boas lições nos dá a morte. Assim nos aconselha o
Apóstolo São Paulo: “Enquanto temos tempo, façamos o bem a
todos” (Gl 6, 10). “Para mim o viver é Cristo e o morrer é um lucro...
Tenho o desejo de ser desatado e estar com Cristo” (Fl 1, 21.23).
“Eis, pois, o que vos digo, irmãos: o tempo é breve; resta que os
que têm mulheres, sejam como se as não tivessem; os que choram,
como se não chorassem; os que se alegram, como se não se
alegrassem; os que compram, como se não possuíssem; os que
usam deste mundo, como se dele não usassem, porque a figura
deste mundo passa” (1 Cor 7, 29-31).
Diz o célebre livro A Imitação de Cristo que bem depressa se
esquecem dos falecidos: “Que prudente e ditoso é aquele que se
esforça por ser tal na vida qual deseja que a morte o encontre!...
Não confies em amigos e parentes, nem deixes para mais tarde o
negócio de tua salvação; porque, mais depressa do que pensas
se esquecerão de ti os homens. Melhor é fazeres oportunamente
provisão de boas obras e enviá-las adiante de ti, do que esperar
pelo socorro dos outros” (Imit. I, XXIII). O dia de Finados foi
estabelecido pela Igreja para não deixarmos nossos falecidos no
esquecimento.
Três coisas pedimos com a Igreja para os nossos falecidos: o
descanso, a luz e a paz. Descanso é o prêmio para quem trabalhou.
O reino da luz é o Céu, oposto ao reino das trevas que é o inferno.
E a paz é a recompensa para quem lutou. Que todos os que nos
precederam descansem em paz e a luz perpétua brilhe para eles.
Amém.
Freimóveis
Decorações Ltda. - ME
Comércio
varejista de
móveis e
eletrodomésticos
Fone: (16) 3287-1255
Av. Dr. Armando Sales de Oliveira, 308 - Centro
VISTA ALEGRE DO ALTO - SP
Novo Endereço:
Rua São Sebastião, 775
Comercial de
Frutas Travagin Ltda.
Compra e Venda de Frutas em Geral
Filial: Freimóveis Decorações Ltda. - ME
Fone: (16) 3275-1340
Praça São José, 105 - Taiaçu - SP
Agropecuária
São Benedito
RAÇÕES, PRODUTOS VETERINÁRIOS,
ARTIGOS, ACESSÓRIOS
PARA ANIMAIS E PESCA
Fone: (16) 3275-1296
Fone: (16) 3275-7448 / Cel: 9159-1378 / 9171-7780
Rua Santa Cruz nº 382 - TAIAÇU - SP
Rua São P
aulo, 98
4 - Centr
o - TTAIAÇU
AIAÇU - SP
Paulo,
984
Centro
Fone: (16) 3275-1350
Rua Raul Maçone, 514 - Centro
Taiaçu - SP
Colaborador Pessoal
Katsuo Koba
Fazenda São Benedito
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Ano V, Número XCV
Aniversariantes Dizimistas
do Mês de Novembro
Data
01/11
01/11
02/11
03/11
04/11
05/11
07/11
07/11
09/11
10/11
10/11
11//11
11/11
12/11
14/11
14/11
18/11
19/11
20/11
21/11
22/11
22/11
22/11
23/11
23/11
23/11
23/11
24/11
28/11
28/11
29/11
30/11
Fiel
EDNA DO CARMO FERMINO DO ARAÚJO
SANTA DE LOURDES TEBALDI RODRIGUES
DULCINÉIA HERNANDES ZAMONEL
BRUNO REVERIEGO VILELA
MARIA JOSÉ ARENAS
KAZUKI YAMAUCHI
TEREZINHA AP. CRISPOLIN NORICO
GENI MADALENA SENUK DA SILVA
ORLANDO TEBALDE
NADIA MARIA FRANCISCO DIAS
CLARICE RIBEIRO
LYDIA CONTARIN MATHIAS
MARCIO SERAFIM
ELISABETE JOSEFINA LANZA MONTIN
ANA PAULA PANZERI DA SILVA
LUZIA DA CONC. SAQUETI DOS SANTOS
MARIA JUCELINA DA SILVA SOUZA
IRACEMA BELIZÁRIO VIEIRA
EMILIA AP. FIDELIS SCHARRA
DONIZETE AP. PANZERI
CARLOS ALBERTO VELTRINI
MARIA AP. T. REVERIEGO
BRUNA DE CÁSSIA FERREIRA
SILVANA MARIA ZARDI SILVA
EDINARA SCIARRA MANENTE
TEREZA BALSANELLI ZARDI
MARIA ODETE VIEIRA
MARIA APARECIDA GRIGOLETO
CARLOS ROBERTO MARICANO DA SILVA
EDSON APARECIDO ANTONINO
MARIA HELENA FERREIRA PIOTTO
ADELINA DOS SANTOS DEZEM
DIZIMISTAS QUE COMEMORAM ANIVERSÁRIO DE
CASAMENTO NO MÊS DE NOVEMBRO
Data
Terço dos homens: toda primeira
sexta-feira do mês na Igreja
Matriz, às 19h5 e toda segunda
terça-feira, na Capela São
Benedito, às 19h15. Convidamos
todos os homens de nossa
comunidade para esse momento
de oração.
Fiel
08/11
IRACILDO APARECIDO GARBIN
MARIA EMILIA TERRIBELI GARBIN
09/11
MOACIR CASTRO CUOGHI RIGONATO
MOACIR RIGONATO
10/11
APARECIDO ANTONIO PEREIRA
ROSELI AP. MARSARO PEREIRA
14/11
FAUSTO VERTUAN
NEIDE REG. FRANCISCO DIAS VERTUAN
22/11
JOÃO HENRIQUE VENDRAMINI
MARIA ASSUNTA IANILLI VENDRAMINI
1,99
da Glória
Rua São Sebastião, 33 - Taiaçu - SP
Xororó: Compra e
Venda de Melancias
SERLUX - MATERIAIS
PARA CONSTRUÇÕES
LTDA. - ME
Everaldo Donizete Dezen
Preço- Prazo e Qualidade
Rua Joaquim Gonzaga
Taiaçu - SP e Uruana-GO
Fone/Fax: (16) 3246-1808
R. Antonio Simıes, 212 - Centro - TAIUVA - SP
Restaurante
Aparecida II
Praça São José - Taiaçu - SP
Natação Adulto
Natação Infantil
Aulas de Hidroginástica
Aulas de Hidroterapia
Musculação
Atendimento de Fisioterapia
na clínica e domiciliar
Convênio com Unimed
Piscina coberta e aqurecida
Fone: (16) 3275-7545
Rua Seis - Bairro Jd. Santa Paula - Taiaçu - SP
Ano V, Número XCV
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Santos do Mês
Agenda Paroquial
NOVEMBRO 2012
É bom lembrar!!!
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Mês de Novembro.
1. Festa de Todos os Santos.
2. Dia de Todos os Finados.
3. São Martinho de Porres, São Humberto de Liège,
Santa Sílvia.
4. São Carlos Boromeu.
5. São Zacarias e Santa Isabel, Santa Bertila, Beato
Guido Maria Conforti
6. São Leonardo de Noblac, Beato Nuno Álvares
Pereira.
7. São Prosdócimo e São Wilibrordo, Beato
Francisco Palau, Confessor.
8. São Godofredo, Cinco Santos Escultores Mártires
9. Santo Orestes, São Teodoro Mártir,Beata
Elisabete da Trindade Catez
10. São Leão I O Magno Papa, Santo André Avelino.
11. São Martinho de Tours .
12. São Josafa Kuncewicz.
13. Santo Estanislau kostka, São Diogo de Alcalá,
B. Eugênio Bossilkov
14. Santo Serapião .
15. Santo Alberto Magno e São Leopoldo III.
16. Santa Gertrudes e Santa Margarida .
17. Santa Isabel da Hungria .
18. Santo Frediano, São Romão,
19. São Roque Gonzáles e
companheiros, São José José
Kalinowski.
20. São Félix de Valois, Santo
Edmundo.
21. São Gelásio I Papa.
22. SANTA CECÍLIA, Beato Tomás
Reggio.
23. Santo Clemente I, Sta
Felicidade e sete irmãos, Santo
Columbano,
24. Santo André Dung-Lac.
25. Santa catarina de Alexandria, São Pedro Bispo
de Alexandria.
26. São Leonardo de Porto Mauricio, Santo Humilde
de Bisignano.
27. Santo Virgilio, Santa Catarina Labouré.
27. NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS.
28. São Tiago das Marcas .
29. São Saturniino de Toulouse.
30. Santo André Apóstolo.
INTENÇÕES DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO
Expediente Paroquial
DE 2ª FEIRA À 6ª FEIRA: Atendimento a comunidade
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Taiaçu - SP
Sempre servindo qualidade
Intenção Geral – Ministros do Evangelho. Para que os
bispos, os sacerdotes e todos os ministros do Evangelho
dêem um testemunho corajoso de fidelidade ao Senhor
crucificado e ressuscitado.
Intenção Missionária – Igreja, luz das nações.Para que
a Igreja peregrina sobre a terra resplandeça como luz das
nações.
Agenda - Oração do Santo Rosário: Antes das Missas
“Este periódico é mensal e com distribuição gratuita.
É um meio de comunicação, da Paróquia São José de
Taiaçu, a serviço da Evangelização”
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Ano V - Paróquia São José de Taiaçu