Anais do XVI Encontro de Iniciação Científica e I Encontro de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da PUC-Campinas 27 e 28 de setembro de 2011 ISSN 1982-0178 AVALIAÇÃO EDUCACIONAL, FORMAÇÃO DE PROFESSORES E O ENSINO DA ÁLGEBRA LINEAR E DA GEOMETRIA ANALÍTICA: MAPEAMENTO DE DESEMPENHO NO ENADE E COMPARAÇÃO COM O DESEMPENHO EM CÁLCULO. Gustavo Dias Gomes da Silva Sistemas de Informação Tadeu Fernandes de Carvalho CEATEC GPLM^LM: Grupo de Pesquisa em Lógica Matemática e Linguagem da Matemática [email protected] [email protected] Resumo: Apresentamos, neste trabalho, resultados e considerações qualitativas e quantitativas acerca do desempenho de estudantes de cursos de Licenciatura em Matemática de Universidades Públicas, Universidades Confessionais e de Universidades Particulares do Brasil, em questões associadas ao Cálculo, à Álgebra Linear e à Geometria Analítica do ENADE de 2005 e de 2008. Procuramos selecionar para a realização do estudo, que não tinha como meta o aprofundamento dos aspectos estatísticos, um conjunto de Universidades que representassem bem, por sua importância regional, suas congêneres no Estado ou no país. Os resultados obtidos, principalmente por se referirem a duas edições sucessivas do ENADE, permitem que tiremos conclusões satisfatórias sobre as instituições selecionadas, possibilitam estender alguns de seus aspectos às demais instituições de mesmas características, bem como reforçam certas preocupações sobre a formação de professores para o Ensino Básico. Os dados que utilizamos foram obtidos dentre os disponibilizados pelo INEP, tratados de acordo com nossa conveniência e necessidade. Destacamos que este trabalho está associado a outros projetos afins em curso no GPLM^LM - Grupo de Pesquisa em Lógica Matemática e Linguagem da Matemática do CEATEC - Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologias, da PUC-Campinas. A intenção é que os resultados sejam úteis não só ao próprio curso de Matemática mas, também, a todos os cursos do CEATEC, uma vez que as disciplinas focalizadas estão entre as mais importantes de sua formação geral. Palavras-chave: ENADE, matemática, licenciatura. Área do Conhecimento: Ciências Exatas e da Terra – Matemática - CNPq. 1. INTRODUÇÃO Para o desenvolvimento deste trabalho selecionamos as seguintes instituições: Particulares: Universidades de Caxias do Sul (Caxias do Sul, RS), Universidade Severino Sombra (Vassouras, RJ), Universidade Iguaçu (Nova Iguaçu, RJ), Universidade Ibirapuera (São Paulo, SP), Faculdades Integradas Hebraico Brasileiras Renascença (São Paulo, SP). Confessionais: PUC-Campinas, PUC-PR, PUC-RS, PUC-SP e UC- Salvador. Públicas: Universidade Federal da Bahia (UFBa), Universidade Estadual Paulista (UNESP- RC e UNESP- PP), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Cobrimos, com as mesmas, boa parte das regiões mais densamente povoadas e com maior desenvolvimento sócio-econômico do país. Os dados sobre o ENADE disponibilizados pelo INEP, para o Ensino Superior, e dados oficiais sobre o Saeb, a Prova Brasil e o ENEM, para o Ensino Básico, que revelam aspectos gerais do ensino em todo o país, foram consultados e ajudaram-nos nessa escolha. Anais do XVI Encontro de Iniciação Científica e I Encontro de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da PUC-Campinas 27 e 28 de setembro de 2011 ISSN 1982-0178 2. A ÁLGEBRA LINEAR, A GEOMETRIA ANALÍTICA E O CÁLCULO NO ENADE 2005 E ENADE 2008 2.1. Aspectos históricos. Por suas características, as teorias matemáticas exigem, para um aprendizado mais sólido e efetivo, um conhecimento mínimo de sua história e de suas inter-relações. É o que ocorre com a Álgebra Linear e a Geometria Analítica, ou com o Cálculo Diferencial e Integral. Diferentemente de quase todas as demais ciências, o conhecimento matemático se constrói basicamente através de teorias que se somam a teorias mais antigas, ou que encontram aplicações, teóricas ou práticas, até então desconhecidas para as mesmas. A Álgebra, por exemplo, tem suas origens na antiga Babilônia, cujos estudiosos do tema eram capazes de usar seus rudimentos para resolver equações, como as lineares e quadráticas. Mas as maiores contribuições para o seu desenvolvimento no primeiro milênio da Era Cristã foram proporcionadas pelos Árabes. O próprio termo álgebra se relaciona com o tratado AlJabr wa-al-Muqabilah (traduzido alguns séculos depois para o latim como Ludus Algebrae et Almucgrabalaeque), escrito por quem é considerado um de seus fundadores, Abū „Abd Allāh Muḥammad ibn Mūsā al-Khwārizmī, nascido na Pérsia por volta de 800 d.C. François Viète, em 1591, apresenta na obra In artem analyticam isagoge, os princípios do que viria a ser a moderna linguagem algébrica, mas René Descartes, em La Geométrie, em 1637, foi o responsável pela consolidação desse novo campo de conhecimento matemático. A teoria de matrizes foi introduzida a partir do estudo dos coeficientes de sistemas de equações lineares, por volta de 1690. O matemático suíço Gabriel Cramer estabeleceu sua conhecida regra para resolver sistemas de equações lineares em 1750. Lagrange aproximou a Álgebra do Cálculo e de outras teorias como a Estatística e a Análise Numérica. Conforme podemos ver em [1], pp.130-142, Arthur Cayley desenvolveu a álgebra das matrizes e propriedades fundamentais das transformações lineares em 1855. Físicos do séc. XX e Alan Turing, conhecido por seus trabalhos na área computacional, desenvolveram a álgebra dos vetores e ajudaram a consolidar essa teoria na primeira metade daquele século (ver [4], [9], [10] e [16]). A Geometria Analítica está diretamente associada ao nome do grande filósofo e matemático René Descartes, [1596, 1650], Seu nome, em latim, é Renatius Cartesius, o que justifica o uso da expressão plano cartesiano nessa geometria. Na verdade Descartes só publicou uma obra na matemática, La Géométrie, que é parte da obra Discours de la Méthode pour Bien Conduire as Raison et Chercher la Vérité dans les Sciences (Discurso do Método para Bem Conduzir a Razão e Procurar a Verdade nas Ciências). Complementam seus trabalhos, resultados de estudos de Fermat, de 1629, sobre lugares planos da geometria de Apolônio. A geometria analítica foi adotada rapidamente pelos físicos e matemáticos a partir de Galileu, Newton e Leibniz, entre outros. Mas seu real alcance seria melhor percebido a partir do advento do computador, alguns séculos à frente. Ver [1], [4], [5], [9], [10], [17]. O Cálculo Diferencial e Integral, ou Cálculo, como é, também tradicionalmente, chamado, formalizado por Isaac Newton [1642, 1727] e por Gottfried Wilhelm Leibniz [1646, 1716] entre as últimas décadas do século XVII e o início do século XVIII, promoveu o fim do longo domínio da geometria grega na matemática. Rainha das teorias matemáticas, sua história pode ser detalhadamente conhecida em [5], em sua introdução. Ali podemos ver como, desde sua criação, principalmente por basear-se na insólita figura do infinitésimo, gerou controvérsias e dúvidas que só cessaram com o advento da teoria de limites. Ganhou a fama, nos cursos de graduação de todo o mundo, principalmente nas últimas décadas do séc. XX, de ser uma teoria muito difícil, quase impossível de ser aprendida, mas não é a realidade. Sob melhor avaliação, a Álgebra Linear e a Geometria Analítica, ou a Física ou teorias específicas das diversas modalidades de engenhara, apresentam dificuldades semelhantes, reduzidas ou ampliadas pela melhor ou pior formação básica, pela qualidade do ensino, tempo disponível para dedicar-se às mesmas, etc. Ver [18] – teoria. Essas teorias, como tantas outras teorias matemáticas mais profundas, tem como elementos comuns princípios lógicos e matemáticos que, em sua essência, estão presentes na matemática elementar estudada a partir do Ensino Fundamental. A falta de seu domínio é a principal razão do insucesso e desânimo dos estudantes que avançam nos estudos sem estar preparado para isso. Ver [2], [11], [15] e [19]. Anais do XVI Encontro de Iniciação Científica e I Encontro de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da PUC-Campinas 27 e 28 de setembro de 2011 ISSN 1982-0178 2.2. Revelações do ENADE 2005 e ENADE 2008. D. I, II, V e VI. E. II, III, V e VI. Questões selecionadas do ENADE 2005: Q11 – AL– Questão envolvendo uma aplicação de sistemas lineares (Transposição do Rio São Francisco). Q18 – GA – Questão relacionando equação e propriedades da circunferência. Q24 – AL – Questão que explora Transformações Lineares no R2. Q25 – CDI – Questão que trata de propriedades de Funções, usadas no CDI. Q26 – CDI – Questão que trata Integral simples. de propriedades da Q27 – CDI – Questão em que se explora os conceitos de Máximos e Mínimos, que exige conhecimentos básicos da geometria espacial. Q28 – CDI – Questão em que se exploram, com recursos gráficos, propriedades da Integral Dupla. Q30 – Questão Dissertativa – CDI : questão em que, mais uma vez, comparecem os conceitos de máximo e de mínimo, exigindo para sua resolução, conhecimentos mínimos, indispensáveis, da linguagem matemática e da linguagem lógica. A título de exemplo, destacamos a questão 24: Observe as figuras abaixo, que aparecem comumente em problemas da geometria, do Cálculo e da Álgebra Linear, neste último caso, em transformações no plano: Resposta correta: D Observemos que, ainda assim, sua média de acerto é extremamente baixa, equiparando-se a questões com baixo índice de acertos do Cálculo. Questões destacadas do ENADE 2008: Q11 – GA– Questão envolvendo uma aplicação prática da GA, com uso da equação da parábola. Q12 – GA – Questão conceitual relacionando a equação da circunferência à da parábola, incluindo propriedades de tangência. Q14 - GA e A.L – Questão conceitual envolvendo a G.A e a A.L em um exercício explorando inequações lineares. Q16- CDI – aplicação de máximos e mínimos, com uso de derivadas. Q19– CDI – questão que explora propriedades básicas da derivada e da integral. Q22 – A.L - Questão que explora Transformações Lineares no plano, destacando os conceitos de autovalores e de autovetores. Q23. A.L - Questão conceitual sobre sistemas lineares, envolvendo reflexão em torno de uma discussão de inexistência de solução. Q26 – CDI – Questão conceitual que trata de aplicação de derivada e integral ao estudo de pontos críticos de uma função. Q27 – CDI – Questão em que se explora os conceitos de Máximos e Mínimos, que exige conhecimentos básicos da geometria espacial. As tabelas seguintes foram construídas a partir de microdados disponibilizados pelo INEP e resumem, através da média aritmética, o desempenho nacional dos estudantes concluintes dos cursos de Matemática nas questões anteriormente destacadas. Tabela 1. QUESTÃO 24 Podem ser imagem da figura A por alguma transformação linear T : R2 R2 apenas as figuras A. I, III e IV. B. III, IV e VI. C. I, II, IV e V. Questão 11 18 24 25 26 Brasil 32,3 31,5 18,4 25,8 18,3 Anais do XVI Encontro de Iniciação Científica e I Encontro de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da PUC-Campinas 27 e 28 de setembro de 2011 ISSN 1982-0178 27 28 30 40,2 16,9 11,2 DP 18,3 U.Par: 27,5; U.Conf: 39,42; U.Pub: 49,3. Questão 11 – 2008: U.Par: 15,62; U.Conf: 20,98; U.Pub: 37,66 Questão 12 – 2008: Tabela 2. U.Par: 16,67; U.Conf: 32,42; U.Pub: 41,72 Questão 11 12 14 16 19 22 23 26 27 BRASIL 15 21,7 27,1 37,1 24 18,8 21,2 21,6 29,2 Questão 14 – 2008: U.Par: 27,42; U.Conf: 58,4; U.Pub: 61,86 Cálculo Diferencial e Integral: propriedades de funções Questão 25 - 2005 U.Par: 17,6; U.Conf: 30,62; U.Pub: 46,08 Álgebra Linear Cálculo Diferencial e Integral: taxas relacionadas e aplicações da derivada Sistemas de equações lineares Questão 27 - 2005 Questão 11 – 2005 U.Par: 28,7; U.Conf: 51,8; U.Pub: 64,4 Questão 23 – 2008 U.Par: 15,6; U.Conf: 21,0; U.Pub: 37,7 U.Par: 33,1; U.Conf: 54,57; U.Pub: 61,38 Questão 30 - 2005 U.Par: 11,64, DP 12,8; U.Conf: 22,7, DP 19,98 U.Pub: 22,64, DP 28,14 Questão 16 - 2008 Transformações lineares Questão 24 - 2005 U.Par: 11,4; U.Conf: 31,5; U.Pub: 27,8 U.Par:43,4; U.Conf: 48,73; U.Pub: 59,24 Questão 27 - 2008 U.Par: 35,5; U.Conf: 27,2; U.Pub: 23,98 Questão 22 – 2008 U.Par: 22,33; U.Conf: 24,02; U.Pub:23,34 Cálculo Diferencial e Integral: Propriedades e aplicações de derivadas e de integrais Questão 26 - 2005 Geometria Analítica: funções, equações e propriedades vetoriais. Questão 18 - 2005 U.Par: 17,15; U.Conf: 38,4; U.Conf: 40,6 Questão 28 - 2005 Anais do XVI Encontro de Iniciação Científica e I Encontro de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da PUC-Campinas 27 e 28 de setembro de 2011 ISSN 1982-0178 U.Par: 18,93; U.Conf: 22,78; U.Pub: 30,5 Questão 19 - 2008 U.Par: 28,6; U.Conf: 34,6; U.Pub: 35,98 Questão 26 - 2008 U.Par: 20,92; U.Conf: 22,32; U.Pub: 22,52 Bases de dados consultadas em [3], [6], [7], [8], [12], [13] e [14]. 3. Conclusões. Vejamos, objetivamente, o que sugerem esses resultados: as Instituições Particulares apresentam desempenho inferior às Instituições Confessionais e às Instituições Públicas. Apenas em uma das 17 questões destacadas, o resultado médio das instituições particulares supera o resultado médio das demais. a média geral das 17 médias das particulares foi igual a 23,06, contra a média igual a 34,2 das confessionais e a média igual a 40,4 das públicas. a média das confessionais, com desempenho superior ao das particulares, em geral, se aproxima de 85% da média das públicas. Esse desempenho médio supera, em algumas questões, o desempenho das públicas, como no caso das questões 19 e 26 de 2008 e 24 e 26 de 2005. 2005: Média Nacional: 23,95; Instituições Particulares: 18,38; Confessionais: 33,62 e Públicas: 39,03. 2008: Média Nacional: 23,97; Instituições Particulares: 27,08; Confessionais: 32,41 e Públicas: 38,88 Os resultados acima refletem a realidade atual dos cursos da área de Ciências Exatas e o conhecido “círculo viciosa” em que se encontram o Ensino Superior e o Ensino Básico do país. O baixo rendimento no ENADE e as dificuldades, praticamente de mesmo grau, nas três disciplinas mais relevantes da formação básica de engenheiros, físicos e matemáticos, não poupam sequer boa parcela dos estudantes das Universidades Públicas com melhor desempenho no ENADE de 2005 e de 2008, que é o caso da UNESP. Como romper esse círculo sem se aperfeiçoar a formação dos professores? Hoje os cursos de Licenciatura são procurados, predominantemente, por alunos com formação frágil na própria matemática, muitas vezes concluindo o curso sem sanar muitas de suas falhas. Os reflexos aparecem claramente no desempenho geral dos estudantes, do Ensino Fundamental ao Ensino Superior, nas avaliações coordenadas pelos Estados e pelo Governo Federal. 4. O Curso de Licenciatura da PUC-Campinas. No ENADE de 2005, em termos das questões destacadas, os estudantes do Curso de Licenciatura em Matemática da PUC-Campinas ficaram abaixo das demais Instituições confessionais aqui incluídas, com pontuação média aproximada de 24 pontos. A PUC-SP obteve aí o melhor resultado, com nota média igual a 39,5 pontos. No ENADE de 2008 seu desempenho foi melhor, atingindo 30 pontos e ficando abaixo apenas da PUC-RS, que obteve 40,5 pontos. Embora não tivesse sido o desempenho desejado, manteve-se em boa posição comparativa. Nesse ENADE de 2008, destacou-se com o CPC 4,0. 5. Considerações finais Os resultados do ENADE 2011 irão, possivelmente, confirmar o que verificamos aqui: o Cálculo Diferencial e Integral não é mais o fantasma dos cursos superiores da área de Ciências Exatas. O desempenho tem sido baixo de modo geral, destacadamente nas áreas da matemática que privilegiamos. As Universidades brasileiras, como vem ocorrendo com grande parte das Universidades de todo o mundo, tem desenvolvido programas para promover o nivelamento de seus alunos, como ocorre na PUC-Campinas, através do CEATEC. Mas é fundamental, tanto para o aperfeiçoamento dos cursos da área de ciências exatas quanto para a ampliação de sua procura pelos concluintes do Ensino Médio, a recuperação da qualidade do Ensino Básico. E o rompimento do círculo vicioso ao qual nos referimos anteriormente, que só será possível com a real valorização do magistério, em todos os níveis. Anais do XVI Encontro de Iniciação Científica e I Encontro de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da PUC-Campinas 27 e 28 de setembro de 2011 ISSN 1982-0178 AGRADECIMENTOS Agradecemos à PROPESQ - Pró-Reitoria de Pesquisada, pelo apoio à pesquisa na PUCCampinas e ao CNPq pela concessão da bolsa PIBIC/CNPq. REFERÊNCIAS [1] ATHLOEN, S. & R. MCLAUGHLIN. 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