ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E EDUCAÇÃO SANTA TERESA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM (Campus IIII — Bonsucesso) Rio de Janeiro, 2011 SUMÁRIO A) CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES ............................................................. 4 a.1) Nome da Mantenedora .................................................................... 4 a.2) Base Legal da Mantenedora ............................................................ 4 a.3) Base Legal da IES ........................................................................... 5 a.4) Perfil e Missão da IES ..................................................................... 5 a.5) Dados Socioeconômicos da Região ................................................ 7 a.6) Breve Histórico da IES ................................................................... 10 B) CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO .................................................... 12 1) ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ....................................... 13 1.1) Contexto educacional ................................................................. 13 1.2) Políticas Institucionais no âmbito do curso ................................. 17 1.3) Objetivos do curso ...................................................................... 18 1.4) Perfil profissional do egresso ...................................................... 22 1.5) Estrutura curricular ..................................................................... 26 1.5.1) Matriz curricular do curso ................................................. 28 1.5.2) Estrutura curricular bacharelado ...................................... 33 1.6) Conteúdos curriculares ............................................................... 38 1.6.1) Componentes curriculares ............................................... 40 1.7) Metodologia ................................................................................ 79 1.7.1) Fundamentação teórico-metodológica do curso .............. 80 1.7.2) Integralização do PPC com o PPI .................................... 80 1.7.3) Integralização do PPC com o PDI .................................... 82 1.8) Estágio curricular supervisionado ............................................... 83 1.8.1) Ensino clínico e estágio curricular supervisionado .......... 83 1.9) Atividades Complementares ....................................................... 86 2 1.10) Trabalho de Conclusão de Curso .............................................. 88 1.11) Apoio ao discente ...................................................................... 97 1.12) Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso ........ 99 1.12.1) Acompanhamento e avaliação ..................................... 100 1.12.2) Avaliação do processo ensino-aprendizagem ... 100 1.12.2) Avaliação do Projeto pedagógico e integralização da auto avaliação do curso com a auto avaliação institucional 102 1.13) Tecnologias de informação e comunicação / TICs no processo ensino-aprendizagem ............................................................... 107 1.14) Número de vagas ..................................................................... 107 1.15) Integração com o sistema local e regional de saúde e do SUS 109 2) ORGANIZAÇÃO DOCENTE ............................................................... 111 2.1) Atuação do Núcleo Docente Estruturante .................................... 111 2.2) Atuação do Coordenador ............................................................. 113 2.3) Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do coordenador ................................................................. 114 2.4) Regime de trabalho do coordenador do curso ............................. 115 2.5) Titulação do corpo docente do curso ........................................... 115 2.6) Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores .. 116 2.7) Regime de trabalho do corpo docente do curso .......................... 116 2.8) Experiência profissional e produção acadêmica do corpo docente ............................................................................................................. 117 2.9)Relação entre o número de docentes e o número de estudantes 118 2.10) Funcionamento do colegiado do curso ou equivalente .............. 118 2.10.1) Ações e programas institucionais de capacitação, atualização e qualificação docente ..................................................... 121 3) INFRAESTRUTURA ........................................................................... 125 3.1) Acesso dos alunos a equipamentos de informática ..................... 130 3.2) Periódicos e Base de Dados ........................................................ 132 3 A) CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES a.1) Nome da Mantenedora: ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E EDUCAÇÃO SANTA TERESA / ACEST a.2) Base Legal da Mantenedora: a.2.1) Endereço: Rua Leopoldina Rego, nº 502, Olaria, Rio de Janeiro — RJ a.2.2) Razão Social: Associação de Cultura e Educação Santa Teresa a.2.3) Atos Legais Lei nº 4289, de 22 de março de 2004: “Considera de Utilidade Pública a ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E EDUCAÇÃO SANTA TERESA – ACEST, com sede no município do Rio de Janeiro.” Lei nº 5242, de 17 de janeiro de 2011: “Consolida a Legislação Municipal referente às concessões de utilidade pública. [...] Art. 2º Ficam consideradas de utilidade pública, por consolidação, as instituições abaixo relacionadas com sede e foro no Município: [...] DLXXXIV. Associação de Cultura e Educação Santa Teresa-ACEST [...]” Estatuto: Documento 01, lido e aprovado pela Assembleia Geral Ordinária de 05/01/2004. REGISTRO CIVIL DE PESSOAS JURÍDICAS Comarca da Capital do Rio de Janeiro – Av. Presidente Wilson, nº 164, sl 103 – Protocolo nº 20040109 – 1501113 – Averbação e arquivamento na matrícula nº 122875, em 21/01/2004. a.3) Base Legal da IES a.3.1) Endereço do Campus III: Rua Teixeira de Castro, nº 70 e 72, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ. a.3.2) Atos Legais e Data de Publicação no DOU: Ata da assembleia Geral Ordinária da Associação de Cultura e Educação Santa Teresa, em 28 de janeiro de 1998, em que, dentre alguns itens, foi apreciada e aprovada a proposta de solicitação de credenciamento da Faculdade Gama e Souza junto ao MEC. 4 Credenciamento: Portaria Ministerial nº 719, de 13 de julho de 1998, publicada no DOU de 14 de julho de 1998 Recredenciamento: Portaria Ministerial nº 458, de 26 de abril de 2011, publicada no DOU de 27 de abril de 2011. a.4) Perfil e Missão da IES a.4.1) Perfil A Faculdade Gama e Souza dá continuidade à consolidação das benfeitorias já trazidas para o ensino superior no Estado do Rio de Janeiro, trabalhando na formação de profissionais de diferentes áreas com o perfil exigido pelo mercado de trabalho neste início de século. Na sociedade contemporânea, as rápidas transformações no mundo do trabalho, o avanço tecnológico configurando a sociedade virtual e os meios de informação e comunicação incidem com bastante força no indivíduo, exigindo uma formação sintonizada com as necessidades dessa sociedade. Isto faz com que aumentem os desafios das instituições de nível superior voltadas para a formação de profissionais que administrarão as políticas públicas nas mais diversas áreas e efetivando-os como competentes cientistas sociais, independente de sua área de formação, postura tão necessária aos profissionais neste início de século. Este posicionamento não é tarefa simples nem para poucos, pois: “Preparar para a vida pública nas sociedades formalmente democráticas na esfera política, governadas pela implacável e às vezes selvagem leis do mercado na esfera econômica, comporta necessariamente que a escola assuma as vivas contradições que marcam as sociedades contemporâneas desenvolvidas. (Pérez Gómez, 1998)”1 Cabe ao ensino superior, preparar profissionais dando sustentação para que o país se fortaleça em todos os aspectos da natureza humana, oferecendo condições de acesso a um conhecimento cultural, científico e tecnológico que lhes assegurem condições para fazerem frente às exigências do mundo contemporâneo. A Faculdade Gama e Souza está compromissada em continuar a oferecer, de forma qualitativa, os cursos já consolidados na IES, todos com ênfase no desenvolvimento local e regional destacando, em cada um dos currículos, eixos articuladores que se interpenetram na intenção de contribuir na efetivação do papel social do ensino superior, ancorado no tripé ensinopesquisa-extensão. 1 PÉREZ GÓMEZ, A I. As funções da escola: da reprodução à reconstrução crítica do conhecimento e da experiência. IN:SACRISTÁN, J. Gimeno. Compreender e Transformar o Ensino. 4. ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998. p.13-26. 5 Os cursos oferecidos e os que serão ofertados pela Faculdade contemplam/contemplarão formação teórica, científica e técnica para que os futuros profissionais aprofundem-se na teoria, na pesquisa e no exercício de atividades específicas da carreira escolhida. A oferta desses cursos tem/terá como suporte a premissa de que a compreensão dos fenômenos culturais, sociais, históricos, políticos e econômicos sujeita-se à pluralidade de abordagens. Neste sentido, a proposta metodológica dos cursos procura/procurará contemplar as diferentes abordagens teóricas de cada área, na crença de que deve-se demonstrar ao aluno as vertentes pelas quais é possível a análise dos fenômenos presentes em cada uma das áreas do conhecimento contempladas nesta instituição. Cabe aos profissionais que atuam/atuarão nos cursos da instituição, contemplar em seu fazer pedagógico cotidiano a ideia de que o processo educativo não se restringe ao escolar, uma vez que abrange as relações mais amplas entre o indivíduo e o meio humano, social, físico, ecológico, cultural, político e econômico. Os cursos, além de contemplarem na prática da pesquisa a pluralidade educativa, concentram/concentrarão suas temáticas investigativas em seus eixos articuladores do currículo que tornaram-se/tornar-se-ão também linhas norteadoras da pesquisa na instituição. Os currículos possuem/possuirão forte orientação para a pesquisa, seja como prática acadêmica, através da produção de trabalhos de conclusão de curso, seja como atitude. Ressalte-se, aí, os vínculos entre o ensino e a pesquisa, a pesquisa como forma básica de construção do saber, em confronto e em questionamento, com os saberes já estabelecidos e como instrumento para desenvolvimento das competências do pensar. a.4.2) Missão Para o cumprimento de seu papel social de formação de profissionais éticos e competentes, a Faculdade Gama e Souza tem por missão o desenvolvimento de ensino superior de qualidade, em sintonia com a realidade local e regional, tendo como suporte recursos humanos – professores e funcionários – qualificados, metodologias de ensino coerentes e infraestruturas físicas e tecnológicas adequada às suas finalidades. a.5) Dados Socioeconômicos da Região A Região da Leopoldina, localizada no subúrbio da cidade do Rio de Janeiro, segundo a Coleção de Estudos da Cidade do Rio de Janeiro (2003)2, compreende uma área de 4.435 hectares, com a estimativa de 2 Coleção Estudos da Cidade. Rio Estudos, 98; nota técnica nº 9, abril de 2003. Armazém de Dados, Instituto Pereira Passos, Secretaria Municipal de Urbanismo, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. 6 654.571 habitantes (residentes), que se dividem entre os 17 bairros3, que a compõem: Bonsucesso, Brás de Pina, Cordovil, Del Castilho, Engenho da Rainha, Higienópolis, Inhaúma, Jardim América, Manguinhos, Maria da Graça, Olaria, Parada de Lucas, Ramos, Tomás Coelho e Vigário Geral, além dos Complexos do Alemão e da Maré4. A Região da Leopoldina é organizada por regiões administrativas, que são formadas por um único composto comunitário ou um grupo de bairros. As regiões administrativas são: a) RA X – Ramos, atendendo aos bairros Bonsucesso, Manguinhos, Olaria, Ramos e às favelas: Morro Paula Ramos, Chip 2 Manguinhos e Parque João Goulart. b) RA XI Penha, atendendo aos bairros Brás de Pina, Penha, Penha Circular e as favelas: Parque Proletário de Cordovil, Pedacinho do Céu de Cordovil, Batuta de Cordovil, Bom Jardim de Cordovil, Caixa D´Água, Caracol, Grotão, Merendiba (Morro do cariri ), Parque Proletário da Penha e Vila Cruzeiro. c) RA XII – Inhaúma, atendendo aos bairros: Del Castilho, Engenho da Rainha, Higienópolis, Inhaúma, Maria da Graça, Tomás Coelho e as favelas: Chácara de Del Castilho, Parque União de Del Castilho, Seu Pedro, Morro do Engenho, Parque Proletário Engenho da Rainha, Rua Sérgio Silva, Parque Félix Ferreira, Vila Maria, Parque Proletário Águia de Ouro, Relicário, Favela das Carroças, Rua Pereira Pinto, Vila Caramuru, Parque Silva Vale, Vila Itaocara, Margem da Linha, Parque São José, Jardim Bárbara e Morro União. d) RA XXIX – Complexo do Alemão, considerado um bairro composto pelas favelas: Vila Matinha, Morro das Palmeiras, Parque Alvorada, Morro do Alemão, Rua Armando Sodré, Morro da Baiana, Joaquim de Queirós, Itararé, Morro do Adeus, Morro do Pianco, Mourão Filho e Nova Brasília. e) RA XXX Maré (Complexo da Maré), composta pelas favelas: Praia de Ramos, Parque Roquete Pinto, Parque União, Rubens Vaz, Nova 3 Os documentos do Censo do IBGE 2000 o Plano Estratégico da Cidade do Rio de Janeiro assim definem os bairros que constituem a Região da Leopoldina. 4 - Curiosamente o estudo não aponta o bairro de Pilares, ainda que ele exista fisicamente e compreenda uma população significativa, composta por comerciantes e profissionais liberais. 7 Holanda, Parque da Maré, Baixa do Sapateiro, Morro do Timbau, Joana Nascimento e Paraibuna. f) RA XXXI – Vigário Geral, atendendo aos bairros Cordovil, Jardim América, Parada de Lucas e Vigário Geral. De acordo com o levantamento censitário, temos a seguinte distribuição da população, totalizando-a em 778.376 habitantes5: Região Administrativa Área Territorial Km 2 População Total Homens Mulheres X 11,30 150.403 70.011 80.392 XI 13,96 183.194 85.262 97.932 XII 10,88 130.635 60.716 69.919 XXIX 2,96 65.026 31.767 33.259 XXX 4,27 113.807 56.264 57.543 XXXI 11,41 135.311 63.884 71.427 Fonte: Armazém de dados, 2003. Ainda segundo os dados do censo do IBGE de 2000, a população da Região da Leopoldina apresenta o seguinte quadro de composição de domicílios, estabelecendo-se a relação com o quantitativo de favelas e de moradores destes espaços urbanos, considerados como aglomerados subnormais, numa leitura antropológica: Região Administrativa Total de domicílios Número de favelas Total de moradores de favelas X 47128 11761 40744 XI 56.228 21.312 75.794 XII 40164 3683 13565 XXIX 18245 15520 56271 XXX 33.211 20.776 69.911 XXXI 40451 21312 75794* Fonte: Armazém de dados, 2003. 5 - Identificamos no somatório dos quantitativos elencados inconsistências , daí optarmos pelo resultado obtido do somatório do item População Total. 8 Considerando a população total da Região — 654.571 habitantes, segundo a CECRJ — e que a composição do espaço geográfico é determinado por bairros e favelas, a partir dos dados numéricos acima elencados, 50,73% desta população total, residem em favela. Partindo do quadro do Censo de 2000, do IBGE, temos 778.376 habitantes; isso significa que, deste total, 42,67% residem em favelas. Ambos os percentuais são significativos, quando apenas cerca de 50% ou 60% da população total da Região reside em área que não é considerada favela, consoante os padrões de mensuração dos organismos de pesquisa e estudos. Analisando comparativamente as regiões administrativas, temos as seguintes identidades (ID): Região Administrativa ID de Bairros ID de Bairros e favelas X X XI X XII X ID de Favelas XXIX X XXX X XXXI X Deste modo, duas RA atendem a bairros que são compostos por um conjunto de favelas. Alcançamos, assim, os seguintes percentuais em termos de população: Região Administrativa ID de Bairros ID de Bairros e favelas X 19,32% XI 23,53% XII 16,80% ID de Favelas XXIX 8,35% XXX 14,62% XXXI 17,40% 9 Tais percentuais, referentes à população das áreas de risco, também são indicativos de que o ambiente educacional lhe foge em algum momento, seja pela não complementação dos estudos, pela “ausência” da escola ou pela falta de entendimento de que o estudo pode proporcionar uma transformação social e, por conseguinte, histórica. E é justamente no seio desta seara que a Faculdade Gama e Souza se instalou e, desde a década de 60 (séc. XX), tem investido em educação de qualidade — do Jardim Escola Menino Jesus às Unidades Educacionais Gama e Souza, a marca Gama e Souza tornou-se referência na área da Educação Básica e, agora, investindo no Ensino Superior, ofertando um corpo docente composto em quase sua totalidade por Mestre e Doutores, a esta população assinalada pela injustiça social, pela violência urbana e pelo descaso dos ideários educacionais, procura cumprir sua missão e, deste modo, atender à sua vocação e o seu ideal: só se revoluciona o mundo e as idéias que o habitam se as escolas e os livros forem tornados instrumentos de revolução pela palavra, pelo domínio da palavra e pela elaboração da palavra. a.6) Breve Histórico da IES Corria o ano de 1963 quando a professora Inah Gama de Souza realizou um de seus sonhos, fundou o Jardim-Escola Menino Jesus, que já nessa época, possuía cursos de maternal, jardim de infância, pré-primário e primário. Localizado no número 58 da Rua Vieira Ferreira, em Bonsucesso, o local também era sede do Curso Gama e Souza, que preparava jovens para o ingresso nas academias militares e institutos de educação com curso normal. Fundado pelo professor Aluisio Gama de Souza, o curso foi, à custa de muito trabalho, crescendo e arregimentando novos alunos. Depois de três anos de atividades, na Rua Vieira Ferreira, o colégio se transferiu para um imóvel maior, na Avenida Teixeira de Castro, também em Bonsucesso, onde funciona uma de suas unidades até hoje. Foi na nova sede que o Grupo Gama e Souza implantou o Ginásio Gama e Souza que, inicialmente, tinha apenas curso ginasial noturno. Algum tempo depois, houve a fusão do Jardim Escola Menino Jesus, do Curso Gama e Souza e do Ginásio Gama e Souza, em uma só mantenedora (Ginásio Gama e Souza), dando surgimento ao Colégio Gama e Souza que, posteriormente, passou à denominação de Unidade Educacional Gama e Souza. A partir da segunda metade da década de 70, o Grupo Gama e Souza começou a sua expansão, hoje sendo composto pela Unidade Educacional 10 Gama e Souza, com sede em Bonsucesso e filiais em Olaria, Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, todos no município do Rio de Janeiro/RJ. Com o ideal de atingir todos os níveis de formação, o Grupo Gama e Souza obteve, em 1998, o credenciamento, pelo MEC, da FACULDADE GAMA E SOUZA, com sede na Rua Leopoldina Rego nº 502 em Olaria, Rio de Janeiro/RJ. A Faculdade Gama e Souza oferece os cursos de Administração (bacharelado); Ciências com habilitação em Matemática (licenciatura); Ciências Contábeis (bacharelado); Ciências Econômicas (bacharelado); Direito (bacharelado) Letras com habilitação em Português e Literaturas (licenciatura); Pedagogia (licenciatura); Sistemas de Informação (bacharelado) e Turismo (bacharelado), todos reconhecidos pelo MEC. Além destes, possui seis Cursos Superiores de Tecnologia: Gestão Hospitalar, Negócios Imobiliários. Marketing, Gestão Comercial, Rede de Computadores e Segurança no Trabalho A Faculdade Gama e Souza tem como mantenedora a Associação de Cultura e Educação Santa Teresa e possui o campus I, na Rua Leopoldina Rego nº 502 – Olaria; o campus II, na Avenida Brasil, nº 5.843 – Bonsucesso; o campus III, na Rua Teixeira de Castro, nº 70/72 – Bonsucesso; o campus IV, na Avenida Fernando Mattos, nº 48 – Barra da Tijuca e o campus V, na Rua Alberto Cavalcanti, nº 555 – Recreio dos Bandeirantes. Os colégios mantidos pelo Grupo Gama e Souza funcionam como polos de aplicação da Faculdade. 11 B- CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO MANTENEDORA: Associação de Cultura e Educação Santa Teresa / ACEST (com foro no município do Rio de Janeiro MANTIDA: Faculdade Gama e Souza / FGS (com limite territorial no município do Rio de Janeiro) TIPO DE PROCESSO: Autorização do Curso de Graduação em Enfermagem BASE LEGAL: Portaria SERES nº 320, de 02 de agosto de 2011 (autorização) DENOMINAÇÃO DO CURSO: Enfermagem NÍVEL/MODALIDADE DO CURSO: superior/presencial ÁREA DO CONHECIMENTO: Saúde TITULAÇÃO: Enfermeiro / Enfermeira REGIME ESCOLAR: semestral Nº DE TURMAS: TURNOS DE FUNCIONAMENTO DIMENSÃO DAS TURMAS Período Diurno e Noturno 50 alunos expositivas VAGAS ANUAIS, POR TURNO REGIME DE MATRÍCULA nas atividades teórico- Matrícula por disciplina. MAT 50 VES --- NOT 100 INÍCIO DO CURSO: PROCESSO DE SELEÇÃO: vestibular; Enem; transferência; reingresso; Pro-uni ENDEREÇO DE OFERTA DO CURSO: Rua. Teixeira de Castro, n° 70 e 72 – Bonsucesso – Rio de Janeiro – RJ. Telefone: (0XX) 21-2270-0887. E-MAIL: [email protected]; [email protected] DURAÇÃO DO CURSO E TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO O curso vigente tem a duração de 4200 h, sendo: 2350 h de conteúdo teóricoexpositivo; 1210 h de conteúdo prático; 200 h de atividades complementares e 440 h de estágio curricular profissional. Possui tempo de integralização mínimo de 10 semestres e máximo de 20 semestres. 12 1- 1.1- ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Contexto educacional O Brasil depara-se hoje, dentro de um contexto de mundo globalizado, com a necessidade imperativa de formação e atualização continuada de recursos humanos para o trabalho na área de saúde. E esta situação, aplica-se também ao curso de Enfermagem, da qual indagamos: Qual o tipo de enfermeiro que temos? Que tipo de enfermeiro necessitamos? Qual é o tipo de enfermeiro que é possível de se ter? Estabelecendo um verdadeiro paradigma na formação profissional do enfermeiro no Brasil, a realidade social nos leva à situação de conflito e, portanto, vislumbramos a necessidade real de como devemos formar este profissional. Além disso, o enfermeiro brasileiro tem que enfrentar problemas relativos aos complexos fenômenos de saúde da clientela associados à necessidade de redução dos custos com a prestação dos serviços, sem prejuízo da qualidade. Há que se ter, então, o discernimento em aplicar técnicas e soluções desenvolvidas em outros países e, principalmente, estudar as soluções nacionais que configuram as melhores práticas. A Faculdade Gama e Souza pretende enfrentar essa situação, oferecendo um curso que possibilite uma formação adequada à realidade do país, porém, em conformidade com as normas e exigências que a profissão estabelece. Assim, o enfermeiro incorporou o modelo biomédico da saúde principalmente a partir da década de 50 quando na América do Norte iniciou-se um movimento para a definição das competências profissionais, gerando os princípios científicos constituintes das ações práticas. Era necessário estabelecer a amplitude e a singularidade da Enfermagem. Estas ações, ao mesmo tempo em que representaram avanços na construção do corpo de conhecimentos da Enfermagem, solidificaram a ideia de que o enfermeiro deveria primar pela competência técnica e levou a Enfermagem a trilhar o caminho do conhecimento biologicista, embora tenha mantido o discurso de assistência holística. Seguindo o avanço tecnológico e da medicina, o profissional passou a ocupar cada vez mais os espaços hospitalares, responsabilizando-se pelas rotinas administrativas e distanciando-se do cuidar e consequentemente da pessoa (o cliente). Este passado recente refletido no presente nos dá um enfermeiro que detém uma prática mecanizada, alienada e que não conseguiu 13 reconhecimento social. Tem relativo conhecimento e domínio na prática dentro do modelo biomédico e pouca intimidade com o corpo de conhecimentos da Enfermagem. Este é o enfermeiro que temos. Todavia, é possível compreender que este enfermeiro também sofreu a imposição da exigência de um modelo assistencial curativo, centrado na figura hegemônica do médico e prioritariamente praticado na instituição hospitalar. Em um aspecto positivo, este enfermeiro que temos pôde, a partir desta realidade vivida, formular questões e buscar respostas que, de certo modo, o levaram ao reencontro da essência da Enfermagem. O enfermeiro de que necessitamos não é somente aquele extremante tecnicista, dotado de hábil organização e poder de liderança e suficientemente maduro para não se envolver com as emoções de seus pacientes. Guardadas suas competências administrativas e técnicas, necessitamos de um enfermeiro capaz de propor, gerenciar e intervir em modelos holísticos de saúde que atendam às demandas humanas de cuidado e de saúde, reconhecendo as necessidades das pessoas. A possibilidade de se atender à necessidade é um desafio epistemológico e prático, mesmo assim, não suprime tal necessidade. O enfermeiro de que necessitamos, então, precisa ser dotado de sólida base de conhecimento científico, englobando as ciências naturais, comportamentais, sociais e humanas somadas a virtudes éticas e morais que devem ser trabalhadas ao longo de seu desenvolvimento humano, intelectual e social. Além do exposto acima, justifica-se também a necessidade do curso de bacharelado em Enfermagem no município do Rio de Janeiro pelas seguintes razões: 1) a existência de enfermeiros capacitados para o exercício profissional, bem como o significado para a região sudeste de se investir mais na educação superior na área de saúde; 2) a formação de profissionais com qualidade e competência, sendo requisito para se implantar e implementar com êxito mudanças sócioeconômico-culturais, visando o pleno desenvolvimento; 3) o oferecimento de uma educação profissional e formação tecnológica, ética e política na área de Enfermagem, dotando a Região, de pessoal de nível superior para colaborar no processo de melhoria das condições de vida em que ela já se encontra engajada; 4) propor um curso superior que conduza à realização de iniciação científica e pesquisa, estimulando o desenvolvimento de soluções políticas e éticas de forma criativa, e estendendo seus benefícios à comunidade local e regional; 14 5) o compromisso de oferecer educação e proporcionar atualização e aperfeiçoamento profissionais na área da saúde, em sintonia com o mundo do trabalho; 6) o papel social que irá desempenhar um curso superior de qualidade, como o que se pretende implantar; 7) que um curso assim deve suscitar no alunado o desejo de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização de seus ideais e aspirações. Outro ponto importante que justifica a presença do curso de Enfermagem na região em que se encontra localizada a Faculdade Gama e Souza, é a própria natureza local, povoada por complexos sociais caracterizados por uma dimensão de subnormalidade, quando comparados às estruturas convencionais da sociedade contemporânea. Tais complexos sociais, carentes de uma organização de saúde eficiente em toda sua extensão (médica, assistencial, preventiva e de atendimento complementar e de acompanhamento), sofre com a ausência de mecanismos e instalações que possam auxiliar em seu tratamento de saúde, seja com fins preventivo ou curativo. Neste quesito, a proposta da Faculdade Gama e Souza, ao solicitar o Curso de Enfermagem (Bacharelado), é poder, através da disponibilidade de sua estrutura física e de seu corpo docente, oferecer à população local, sobretudo dos complexos comunitários da região, conforme quadros dos Dados Socioeconômicos vistos anteriormente, a possibilidade de um acompanhamento especializado e, assim, auxiliar na dinamização de uma sociedade mais justa e igualitária. Isto significa que a oferta do Curso de Enfermagem da Faculdade Gama e Souza justifica-se pelas condições socioeconômicas da região. O perfil da região acompanha a distribuição geral do país, apresentando como primeira causa de internação hospitalar no Sistema Único de Saúde (SUS) as doenças cardiovasculares, seguidas pelas doenças respiratórias, acidentes por causas externas, doenças infecciosas e parasitárias, e doenças neoplásicas. Com relação à mortalidade, da mesma forma, há um predomínio das doenças cardiovasculares, seguidos pelas neoplasias malignas e doenças respiratórias. Além destas causas, a região apresenta alto índice e internações hospitalares resultado da violência que assola a região, apesar dos processos de pacificação implementados ao longo de 2010 e 2011. A expectativa de alcançar uma escolarização mais elevada e de níveis de qualificação crescentes tem sido revelada como um desejo de justiça social; posto a educação ser um passaporte para o indivíduo se inserir no ambiente social, político, econômico e cultural; enfim se inserir no ambiente histórico e tal desejo é perceptível a partir do momento em que o comportamento da comunidade da região, passa a se perceber, também, detentora de uma significativa infraestrutura sociocultural, passando, por consequência, a ser uma população mais atenta às mudanças sociais, políticas e econômicas. 15 Tal afirmativa se faz pela análise da demanda em todos os níveis de ensino, e mais recentemente pela continuidade dos estudos e preparação para o mercado de trabalho pela via de acesso ao ensino superior. A dimensão geopolítica, a representatividade nacional e institucional, bem como a especificidade referente aos níveis de escolarização já alcançados e ao estímulo e expectativa da população, constituem referência de uma ampla necessidade social em todas as áreas educacionais, que justifica o presente projeto. Neste Projeto Pedagógico a preocupação é apresentar as propostas do Curso e a sua dinâmica consoante as ações do Ministério da Educação para a ampliação do acesso ao ensino superior, cujas metas, se alcançadas ao longo deste decênio, podem gerar, pelo menos, 760 mil novas vagas. Uma destas ações é a ampliação do Programa Universidade para Todos (ProUni), que já ocasionou a entrada de numerosos alunos no sistema particular. Desde sua criação em 2005, o ProUni já concedeu 430 mil bolsas de estudos em Instituições de Ensino Superior particulares distribuídas para alunos que não conseguem uma vaga nas Instituições públicas por diversos fatores (distância geográfica, horário, custo de manutenção e dificuldade de acesso pelo SISU); e destas bolsas, 70% são integrais. Outra ação é o Programa de Financiamento Estudantil (FIES) que, conforme o Relatório de Auditoria da Controladoria Geral da União, do exercício de 2006, desde sua criação, no segundo semestre de 1999, até o segundo semestre de 2006, financiou os estudos de 377.662 estudantes. Neste período, a execução orçamentária planejada foi de R$860.123.271,00, com igual valor executado na concessão de financiamento estudantil. Quando avaliamos o alcance do FIES, a partir do Relatório de Gestão do exercício de 2010, identificamos duas ações orçamentárias de Concessão de Financiamento a Estudantes do Ensino Superior Não-Gratuito, que somaram R$875.687.864,72, além de duas inscrições orçamentárias totalizando R$849.162.653,96 em Restos a Pagar. Considerando os esforços do Ministério da Educação para proporcionar o acesso democrático à educação de nível superior e, assim, qualificar a população de modo a garantir competências e habilidades técnicas, intelectuais e culturais à maior parte da população em idade escolar e pertencente à faixaetária de indivíduos em fase de produção profissional, a Faculdade Gama e Souza aderiu aos dois Programas, de modo que colabora para o fenômeno da inclusão social, histórica e econômica da população em situação de risco social. Tal política adotada pela IES também leva em conta a necessidade de ofertar o curso de Enfermagem no ambiente da Zona Suburbana da Leopoldina, Bonsucesso e adjacências, que, apesar do crescimento populacional de classe média, também apresenta uma significativa população instalada nas chamadas Comunidades, como vimos nos anteriormente. E, neste caso, o curso de Enfermagem não representa apenas mais um curso com mais uma explosão de profissionais no mercado ao final de 5 anos; o curso solicitado representa a possibilidade de ascensão social, econômica e, 16 consequentemente, histórica de determinados grupos sociais. Representa, ainda, a possibilidade de disseminar junto a estes grupos uma cultura de saúde pública enquanto dinâmica, potencialmente, preventiva. Assim, o curso poderá proporcionar o refinamento cultural de grupos, ainda, à margem da instrução formal, implementando alteridades de comportamentos e atitudes que, a médio e longo prazo, tendem a eliminar problemas básicos tanto sanitários, quanto de saúde individual. É preciso, também, destacar que para as políticas de saúde, com a implementação pelo governo federal do Plano Plurianual 2008-2011, houve investimentos significativos na área da saúde, e o ano de 2008 foi marcado pelo avançado no sentido da universalização do acesso por meio do aprimoramento da gestão, com foco na ampliação da qualidade e na humanização da atenção. A concretização desse propósito tem nítidos reflexos no aumento dos registros de atendimentos e na melhoria dos indicadores das condições de vida da população. A implementação da estratégia de Saúde da Família alcançou resultados expressivos, com destaque para o aumento da cobertura populacional das equipes de Saúde da Família e das equipes de Saúde Bucal. A cobertura populacional das equipes evoluiu de 46,7%, em 2007, para 57,2% em 2008. Sendo que em 2008, 29.300 equipes de Saúde da Família e os 230.196 agentes comunitários de saúde estavam em plena atuação em 5.356 municípios brasileiros. Como fator de inovação, teve início a elaboração da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem com a realização de diagnóstico epidemiológico dos agravos e enfermidades à saúde do homem, que identificou como principais problemas: causas externas, doenças do coração e dos aparelhos. Também foram realizadas cinco reuniões nacionais com sociedades científicas referentes ao diagnóstico, em que estavam presentes membros da academia, profissionais de saúde, representantes do Conselho Nacional de Secretários da Saúde e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, e entidades da sociedade civil. Em outubro de 2008, o resultado dos estudos e debates preliminares foi consolidado e os documentos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem foram apresentados ao Conselho Nacional de Saúde – CNS, dando início a ações no intuito de desenvolver Centros de Atenção à Saúde do Homem em oito estados do país a título de projetos piloto, em apoio e integrados à Estratégia de Saúde da Família. É a esta política e a esta ambição de democratização da saúde que a Faculdade Gama e Souza se junta para tentar auxiliar na erradicação da miséria assistencial sanitária de saúde em que se encontra parte da população da cidade do Rio de Janeiro. Os egressos, deste Curso, ao ingressarem no mercado de trabalho terão possibilidade de auxiliar na regionalização da atenção à saúde, no processo de descentralização da assistência, oportunizando a formação de redes intermunicipais resolutivas e funcionais, para diferentes níveis de complexidade nas diversas regiões do Estado do Rio de Janeiro. Afinal, a atuação do enfermeiro não se dá apenas no ambiente hospitalar e clínico e, sim, no 17 ambiente social de seu entorno, de modo a promover mudanças estruturais que possam permitir a conquista da cidadania. 1.2- Políticas Institucionais no âmbito do curso A Faculdade Gama e Souza entende que o comprometimento do ensino é com a reflexão crítica, criando-a, provocando-a, permitindo-a. Para isso, é preciso o máximo possível de informações e conhecimento a fim de que a realidade seja percebida, questionada, avaliada, estudada e entendida em todos os seus ângulos e relações, com rigor, para que possa ser continuamente transformada. Com isto, busca-se estabelecer uma mentalidade criativa comprometida com o desvelamento da verdade, por meio do exercício da assimilação, da comparação, da análise, da avaliação das proposições e dos conhecimentos. Por conseguinte, formando profissionais de alto nível técnico, produzindo ciência. Para o Curso de Bacharelado em Enfermagem, a IES estimulará as políticas institucionais relativas à Extensão, Pesquisa e Iniciação Científica (Investigação Científica) e ao Ensino. Pois entende que é por meio da iniciação científica e da pesquisa, que se pode assumir a perspectiva de considerar os profissionais egressos em sua capacidade de decidir e de sempre estarem prontos a rever suas práticas e teorias, pelo confronto de suas ações cotidianas com as produções teóricas; ou seja, pela pesquisa da prática e a produção de novos conhecimentos para a teoria e prática profissional. Por outro lado, é a extensão que possibilita a aproximação do Curso com a sociedade, com a realidade. Afinal, é através da prestação de serviços, cursos e intervenção em problemas emergentes da comunidade que será possível enraizar tanto a IES, quanto o Curso de Enfermagem na realidade concreta, para que possa criticamente identificar e estudar seus verdadeiros e significativos problemas e desafios. Considerando o conjunto de políticas acima apresentado, não poderá faltar aquela que será a base de sustentação para que todas as outras sejam positivas: a política de ensino. Esta se constitui na dimensão essencial junto à pesquisa, à iniciação científica e à extensão na oferta da identidade epistemológica dos profissionais formados no Curso de Enfermagem da Faculdade Gama e Souza. Na definição das políticas institucionais de ensino, a Faculdade Gama e Souza leva em consideração o fato de que essas diretrizes definem as linhas 18 mestras que orientam as ações dos diferentes segmentos acadêmicos, em consonância com a sua missão e isto não poderia ser diferente para o Curso de Enfermagem. A política da Faculdade Gama e Souza para o Curso de Enfermagem também se fundamenta na integração do ensino com a pesquisa aplicada e a extensão, objetivando formação de qualidade acadêmica e profissional. Assim, tenciona cultivar e promover uma prática calcada em princípios éticos que possibilite a construção do conhecimento técnico-científico, o aperfeiçoamento cultural e o desenvolvimento de um pensamento reflexivo, crítico e responsável, que impulsionem a transformação sócio-político-econômica da sociedade. São princípios básicos dessa política: a) formação de profissionais na área da Enfermagem; b) formação política, social e econômica de cidadãos capazes de interagir na sociedade; c) valorização dos princípios éticos, morais e cristãos, contribuindo para o bem estar da sociedade; d) flexibilização dos currículos, de forma a proporcionar ao aluno a maior medida possível de autonomia na sua formação acadêmica; e) atualização permanente dos projetos pedagógicos, levando-se em consideração as Diretrizes Curriculares e as demandas sócio-econômicoculturais das diferentes regiões onde a Faculdade Gama e Souza está inserida; f) incentivo à produção técnico-científica e didática do corpo docente e discente; g) qualificação permanente do corpo docente, em termos de titulação acadêmica e de competências didático-pedagógicas. Será considerada, na definição dessas políticas, a busca de excelência na capacitação técnica visando atender a demanda por preparação, formação e aprimoramento educacional e profissional. Esta característica está articulada com os princípios gerais da Faculdade e a sua missão adapta o processo de formação à demanda educacional presente neste cenário oportunizando o acesso à educação a todas as camadas da população. Neste contexto, integra-se aos propósitos do Plano de Desenvolvimento Institucional e ao Projeto Pedagógico Institucional, permitindo que as camadas populacionais menos favorecidas tenham acesso ao ensino universitário, ao crescimento pessoal, à agregação de valores e capital cultural que auxiliam na 19 formação profissional Enfermagem. consistente e necessária para o exercício da Consequentemente, no detalhamento da estrutura curricular realizamos a interface do sistema de cuidado popular com o sistema de cuidado profissional, para identificarmos o valor cultural dos indivíduos, explorando crenças, costumes, valores e hábitos culturais que influenciam os estados de saúde e doença das pessoas. O Curso de Graduação em Enfermagem acredita que a formação acadêmica de qualidade reverte em benefício da população e da sociedade profissional, que, por sua vez, tem a oportunidade de acompanhar o seu desenvolvimento técnico-científico. Este curso foi criado como analisamos anteriormente para atender às demandas do mercado de trabalho e das políticas de saúde que exigem uma demanda crescente de enfermeiros, na Cidade do Rio de Janeiro. Acreditamos que enfermeiro introjetará durante o processo de formação calcado na intradisciplinaridade‚ na pluridisciplinaridade, e na transdisciplinaridade os princípios básicos do viver social, as suas responsabilidades de cidadãos aliadas aos princípios próprios de sua profissão: as suas responsabilidades como enfermeiros. Nesta visão, durante sua formação, o enfermeiro educador será agente ativo do processo de aprendizagem buscando a auto-formação aplicando a sua capacidade de decisão, de elaborar e desenvolver seu projeto de estudos, processo que paulatinamente irá se consolidando ao longo do curso, por meio da aquisição dos conteúdos e execução das atividades teóricas-práticas, iniciadas logo nos primeiros períodos conforme pode ser demonstrado por sua estrutura curricular. Ainda neste contexto, durante a implantação do Curso e sua operacionalização teremos um movimento permanente de acompanhamento curricular, repensando o conjunto de conhecimentos teóricos, teórico-práticos e práticos, necessários à operacionalização das funções do enfermeiro ao longo de todos os períodos. 1.3- Objetivos do curso O curso tem por meta preparar enfermeiros comprometidos com o desenvolvimento da própria competência e ação, com vistas ao crescimento no que refere ao aprendizado nos aspectos cognitivos, atitudinais e procedimentais, visando ao desenvolvimento pessoal e profissional. Os graduandos receberão uma formação generalista e holística que permitirá o exercício da profissão na coletividade, em hospitais e clínicas, bem 20 como em serviços privados e autônomos. Além da assistência, atuarão no ensino de enfermagem, e na gestão de serviços de saúde e de enfermagem. O curso, composto por teoria e prática, preparará o aluno para os desafios e mudanças relativas à saúde nas esferas locais, estaduais, federais e internacionais; e exercer a profissão em todos os setores de trabalho que requeiram um enfermeiro autônomo, líder e capaz de inovar e desenvolver uma prática de Enfermagem que considere as necessidades de saúde da população local. O aluno estará apto a: a) Aplicar conhecimentos de Enfermagem e de outras ciências que servem de base ao exercício da profissão, sistematizando, avaliando e decidindo por condutas adequadas às situações de saúde apresentadas; b) Desenvolver ações de prevenção, proteção e reabilitação em saúde – competência e habilidades inerentes ao exercício profissional -, na resolução de problemas das pessoas, dos grupos e da sociedade; c) Atuar, tendo por parâmetro a análise crítica dos problemas da sociedade, a tomada de decisão e a avaliação para julgamento clínico no exercício da Enfermagem, pautado nos valores da profissão, em princípios éticos/bioéticos e em evidências científicas; d) Prestar cuidados de Enfermagem, utilizando métodos de avaliação adequados às diversas situações de saúde; e) Estabelecer colaboração com os demais profissionais de saúde, e relação adequada com os clientes e seus próximos, mantendo o sigilo das informações a ele confiadas; f) Atuar no gerenciamento e administração da assistência de enfermagem, dos recursos físicos e materiais, e de informação; g) Assumir posições de liderança junto à equipe de enfermagem e/ou equipes multiprofissionais, promovendo o bem-estar da população; h) Participar ativamente do avanço técnico-científico do exercício da Enfermagem, utilizando/aplicando conhecimentos teórico-metodológicos advindos da assistência e da gerência em enfermagem, da educação e da pesquisa científica; i) Utilizar habilidades de leitura e escrita e da capacidade de comunicação verbal e não-verbal, de tecnologias de comunicação e informação 21 na busca de solução para os problemas da profissão e de saúde das pessoas e da população; j) Promover a formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, tornando-se qualificado para o exercício de Enfermagem, com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos; k) Capacitar para atuação, com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do indivíduo, família e coletividade; l) Habilitar o enfermeiro a intervir nos problemas / situações de saúdedoença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação; m) Prover conhecimentos que se materializam em competências e habilidades calcadas na dimensão transcultural do cuidar; n) Prover segurança para ser agente de mudança consciente da necessidade de superar as limitações impostas aos sistemas de saúde e de ensino pelas contingências sociais. O Curso de Graduação em Enfermagem tem, portanto, por objetivo geral o preparo de enfermeiros competentes para atender aos novos paradigmas das políticas de saúde e o perfil epidemiológico da região da Cidade do Rio de Janeiro, conectado com as peculiaridades das regiões que está inserido, bem como das áreas em que reside, atuando de forma inovadora e dinâmica, promotor e executor de ações que aprimorem a qualidade de vida do indivíduo, família e coletividade, utilizando os princípios da biossegurança, preservando e promovendo também à própria saúde. 1.4- Perfil profissional do egresso O curso de bacharelado em Enfermagem, proposto pela Faculdade Gama e Souza, pretende formar o profissional de enfermagem: a) com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva; qualificado para o exercício de Enfermagem; b) com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos; c) capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúdedoença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, considerando questões de saúde de pequena, média e alta 22 complexidade de ação e com ênfase nos programas de saúde da família, identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus determinantes; d) capacitado a atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano; e) em condições de atuar em equipes multi e interdisciplinares. Além dessas características primordiais, a formação do Enfermeiro atenderá também às necessidades sociais da saúde, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando a integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento. O curso propiciará, ainda, ao educando os conhecimentos sobre atenção à saúde, tomada de decisões, comunicação, liderança, administração e gerenciamento e educação permanente, requeridos para a atuação profissional do enfermeiro. Ao longo do curso serão desenvolvidas ações didático-pedagógicas com o objetivo de dotar o Enfermeiro dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades: a) atuar profissionalmente, compreendendo a natureza humana em suas dimensões, em suas expressões e fases evolutivas; b) incorporar a ciência/arte do cuidar como instrumento de interpretação profissional; c) estabelecer novas relações com o contexto social, reconhecendo a estrutura e as formas de organização social, suas transformações e expressões; d) desenvolver formação técnico-científica que confira qualidade ao exercício profissional; e) compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais, reconhecendo os perfis epidemiológicos das populações; f) reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; g) ser capaz de diagnosticar e solucionar problemas de saúde, de comunicar-se, de tomar decisões, de intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe e de enfrentar situações em constante mudança; 23 h) atuar como sujeito no processo de formação de recursos humanos; i) responder às especificidades regionais de saúde através de intervenções planejadas estrategicamente, em níveis de promoção, prevenção e reabilitação à saúde, dando atenção integral à saúde dos indivíduos, das famílias e das comunidades; j) assumir o compromisso ético, humanístico e social com o trabalho multiprofissional em saúde; k) promover estilos de vida saudáveis, conciliando as necessidades tanto dos seus clientes/pacientes quanto às de sua comunidade, atuando como agente de transformação social; l) usar adequadamente novas tecnologias, tanto de informação e comunicação, quanto de ponta para o cuidar de enfermagem; m) atuar nos diferentes cenários da prática profissional, considerando os pressupostos dos modelos clínico e epidemiológico; n) identificar as necessidades individuais e coletivas de saúde da população, seus condicionantes e determinantes; o) intervir no processo de saúde-doença, responsabilizando-se pela qualidade da assistência/cuidado de enfermagem em seus diferentes níveis de atenção à saúde, com ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação à saúde, na perspectiva da integralidade da assistência; p) prestar cuidados de enfermagem compatíveis com as diferentes necessidades apresentadas pelo indivíduo, pela família e pelos diferentes grupos da comunidade, por exemplo, entre tantas outras habilidades e competências. 1.4.1- Caracterização do perfil do egresso Profissional que respeita os princípios da ética e da humanização do cuidado, capaz de contribuir efetivamente no programa de promoção à saúde, realizando ações de prevenção, educação, recuperação, reabilitação, junto ao Indivíduo, Família e Coletividade nos ambientes do cuidar num trabalho multidisciplinar. 24 1.4.2- Competências e habilidades essenciais do profissional O Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade Gama e Souza pretende redimensionar o papel do enfermeiro, através da aquisição de competências e habilidades,discriminadas em: Competências básicas (ações e operações de apreensão das características e propriedades permanentes e simultâneas de objetos comparáveis e propiciam a construção de conceitos): a) Identificar que o enfermeiro é um agente facilitador do cuidado através da transmissão de seu conhecimento possibilitando o indivíduo, família e coletividade ser co-responsável pelo cuidado, cabendo-lhe problematizar, apresentar desafios, indicar possíveis percursos, estimulando, orientando, assessorando e informando. b) Posicionar-se criticamente frente ao contexto sócio-político-econômico do país, reconhecendo a política de saúde, as políticas sociais, o perfil epidemiológico da coletividade pertencente à região que está inserido, atuando como agente de mudança. c) Reconhecer as modernas tecnologias da saúde e educacionais aplicando-as no seu cotidiano. d) Interpretar as situações do ambiente do cuidado, a partir de referencial teórico veiculado durante o curso, aplicando estes conhecimentos na execução de suas ações. e) Identificar e interpretar através da observação, do diálogo e dos instrumentos apropriados, os sinais e os indícios dos valores culturais do indivíduo, família e coletividade e do seu próprio desempenho, de modo a facilitar o processo de desenvolvimento da suas ações. f) Realizar a atividade profissional sob a inspiração de valores éticos, estéticos e políticos, zelando pela dignidade profissional e pela qualidade da atividade sob sua responsabilidade. Competências operacionais (ações coordenadas que estabelecem relações entre os objetos, atingem o nível da compreensão e a explicação, mais que o saber fazer, supõe alguma tomada de consciência): a) Compreender as relações espaciais, histórico-temporais e culturais que envolvem a realidade em que vive; para exercer sua profissão de modo consciente e ativo, tornando-se o principal ator no processo constitutivo da sua cidadania e do indivíduo, família e coletividade. b) Entender que o indivíduo, família e coletividade são agentes ativos no processo do cuidar e capaz de interagir neste processo, adquirindo autonomia para buscar as soluções que serão expressas na preservação, acomodação ou reestruturação do cuidado. 25 c) Construir situações congruentes com a concepção de que o conhecimento é uma construção coletiva que se dá em situações de interação entre o indivíduo e a cultura na qual vive. d) Atuar multiprofissionalmente, interdisciplinarmente e transdisciplinarmente com extrema produtividade na promoção da saúde. Competências globais (ações e operações complexas, que envolvem a aplicação de conhecimentos a situações diferentes e à resolução de problemas por vezes inéditos): a) Aplicar a autonomia de ação ao enfrentar desafios, pautando seu agir em atitudes de solidariedade e de repúdio a qualquer tipo de discriminação e injustiça. b) Ser flexível diante do conhecimento, exercitando o pensamento crítico e reflexivo, respeitando diferentes pontos de vista, discutindo posições divergentes e comprometendo-se com a reconstrução dos saberes, respeitando às diferenças, a responsabilidades, a solidariedade, a justiça, a disciplina, a ética, a democracia, zelando pela dignidade profissional e pela qualidade das atividades sob sua responsabilidade. c) Ter consciência política ampla que lhe possibilite contribuir para o planejamento e gestão de projeto acerca de temas relacionados ao sistema de ensino e à sua categoria profissional. d) Adotar a interdisciplinaridade trabalhando em equipes, garantindo a construção coletiva do cuidado. e) Mediar o processo assistencial e educativo identificando as diferenças encontradas, promovendo o debate sobre resultados e métodos, discutindo posições divergentes e comprometendo-se com a reconstrução dos saberes, orientando as reformulações e valorizando as soluções pertinentes. f) Incentivar e sensibilizar o indivíduo, família e coletividade e seus parceiros assistenciais a serem cooperativos, entretanto estimulando a confrontação de ideias que favoreçam a formulação de argumentos e de maneiras de cuidar, demonstrando sua autonomia de ação ao enfrentar desafios. g) Buscar de forma independente e contínua de aperfeiçoamento profissional seja por meio de investigação e reflexão pessoal, sejam por meio de participação em congressos, seminários, encontros, ou cursos livres e regulares que lhes faculte ampliar o seu universo cultural, fortalecer suas competências para o exercício do magistério e desenvolver-se como pessoa. h) Aplicar os conhecimentos adquiridos na resolução de situações do cotidiano do exercício da profissão, garantindo a relação indissociável entre teoria e prática; construindo situações congruentes com a concepção de que o conhecimento é uma construção coletiva que se dá 26 em situações de interação entre o indivíduo e a cultura na qual vive, colocando em uso as capacidades pessoais associada às habilidades de trabalho em equipes. 1.5- Estrutura curricular A Estrutura Curricular do Curso de Enfermagem é de 4200 horas, incluindo as atividades complementares, sendo estas distribuídas em 10 períodos. A Estrutura proposta é resultante, fundamentalmente, da reflexão sobre os objetivos e o perfil profissional almejado, bem como, o Parecer CES/CNE nº 1.133/2001 e a Resolução nº 3/2001, que trata das Diretrizes Curriculares para os cursos de Enfermagem. Também foram consideradas as características regionais da profissão e do profissional requisitado pela sociedade, além disso, foi considerada a Resolução CES/CNE nº 4/2009, que define a carga horária mínima para o curso em questão. A estrutura curricular busca manter: a) as atividades teóricas e práticas e ensino clínico presentes desde o início do curso, permeiam a formação do Enfermeiro, de forma integrada e interdisciplinar; centradas na visão de educar para a cidadania com a participação de todos agentes envolvidos no processo de cuidar; b) a implementação da metodologia da problematização no processo ensinar-aprender, estimulando o aluno a refletir sobre a realidade social, e a aprender a aprender com estratégias pedagógicas que articulem o saber; o saber fazer e o saber conviver, visando desenvolver o aprender a aprender, o aprender a ser, o aprender a fazer, o aprender a viver juntos e o aprender a conhecer que constitui atributos indispensáveis à formação do Enfermeiro; c) a valorização das dimensões éticas e humanísticas, desenvolvendo no aluno e no enfermeiro atitudes e valores orientados para a cidadania e para a solidariedade; d) a integralidade entre o ser enfermeiro – as políticas públicas – mercado de trabalho – cuidado holístico; e) atender às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, no que se refere à formação do profissional em Enfermagem e à sua atuação junto à população; f) promover a integração da formação específica em Enfermagem às questões de educação ambiental, de modo que o discente possa perceber e tornar-se sensível à importância das políticas de educação ambiental em todas as áreas de estudos e práticas profissionais. 27 De forma resumida e interligada, pode-se dizer que esses conceitos se revelam numa prática em que as relações entre os sujeitos são acolhedoras, humanas, de empatia e confiança, dentro de uma dimensão dialógica em que há a escuta das necessidades do cliente, que tem sua individualidade e singularidades valorizadas e expressadas em projetos terapêuticos considerando seu contexto e sua cultura. Essa forma de relação aproxima os sujeitos e tornam os profissionais referências para os clientes, para isso é esperado que os egressos, além de terem perfil e estarem capacitados para o cargo, ajam de forma interdisciplinar, sem a superposição de saberes e alienação sobre o sujeito cuidado. Concomitantemente, por estarem sensibilizados pelo sofrimento que gera a busca pela assistência, espera-se que esses profissionais se responsabilizem e garantam ao cliente o acesso aos diversos níveis de atenção e tecnologia da rede dos serviços, articulando prevenção e o cuidado em qualquer um desses níveis. Desta forma, o nosso Currículo procura materializar a integração entre o ensino, pesquisa e extensão, possibilitando um processo de ensino, centrado na reflexão, na análise critica construtiva, no estimulo a iniciativa e criatividade. Diante desta proposta, o currículo se preocupa em integrar as experiências práticas com os conteúdos teóricos, onde os conteúdos programáticos se mantêm em contínuo dinamismo. Como o intuito de interligar os diferentes conteúdos programáticos, e simultaneamente permitindo a organização dos Programas de acordo com as necessidades dos Acadêmicos e da Coletividade beneficiada com esta formação, proporciona flexibilidade, dinamismo e interatividade. A organização curricular articula o conhecimento da estrutura e funcionamento corporal com a subjetividade do ser, propiciando a aquisição de competências e de habilidades, da execução dos protocolos respeitando o indivíduo/família/coletividade, fundamentando o cuidado transcultural. Com duração de cinco anos a formação enfatiza atitudes inovadoras, a liderança e o reconhecimento e a busca pelo trabalho multidisciplinar essencial nos momentos críticos da assistência ao indivíduo, além do emprego do saber, em prol da preservação da vida e projeção da profissão como prática social integrativa e legítima. Na organização curricular os conteúdos curriculares permitem a integralidade na formação, por possibilitarem a intercomunicação entre as disciplinas e a formação de centros de interesses que tratam efetivamente de um tema ou objetivo comum. 28 1.5.1-.MATRIZ CURRICULAR DO CURSO O currículo do curso de bacharelado em Enfermagem abrange uma sequência de disciplinas e atividades ordenadas semestralmente em uma seriação considerada adequada para o encadeamento lógico de conteúdos e atividades. O currículo do curso inclui as disciplinas que representam o desdobramento dos conteúdos inseridos nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Enfermagem e outras julgadas necessárias à boa formação do alunado. Eis o currículo proposto para o curso, com plano de oferta seriada semestral: 1º SEMESTRE PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA Anatomia Humana I CARGA HORÁRIA TOTAL TEO PRA 100 60 40 Bioquímica 60 40 20 Citologia e Embriologia 60 40 20 Genética e Evolução 60 40 20 Biofísica 60 60 0 Fundamentos Históricos e Sociais da Enfermagem 60 60 0 400 300 100 CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE 2º SEMESTRE PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA CARGA HORÁRIA TOTAL TEO PRA Anatomia Humana II 80 60 20 Histologia 40 30 10 Metodologia Científica 40 40 0 Fisiologia Humana 80 80 0 Saúde do Trabalhador 80 60 20 Enfermagem no Cuidado Saúde da Criança e Adolescente I 80 60 20 400 330 70 CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE 29 3º SEMESTRE PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA CARGA HORÁRIA TOTAL TEO PRA Contextos Socioantropológicos da Saúde 40 40 0 Microbiologia 60 40 20 Parasitologia 60 40 20 100 60 40 Patologia Geral 60 40 20 Introdução à Filosofia 40 40 0 Sistematização na Assistência de Enfermagem 40 40 0 400 300 100 Semiologia e Semiotécnica I CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE 4º SEMESTRE PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA CARGA HORÁRIA TOTAL TEO PRA Imunologia 40 40 0 Deontologia e Legislação Profissional 40 40 0 Educação Alimentar 40 40 0 100 80 20 Epidemiologia e Saneamento 60 60 0 Educação Aplicada à Enfermagem 60 60 0 Processo de Trabalho em Enfermagem 60 60 0 400 380 20 Farmacologia CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE 30 5º SEMESTRE PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA CARGA HORÁRIA TOTAL TEO PRA Bioestatística 40 40 0 Semiologia e Semiotécnica II 80 60 20 Saúde Mental 40 40 0 Organização e Gerência de Serviços de Saúde 80 40 40 Organização e Gerência de Recursos Humanos e Materiais 80 40 40 Farmacologia Aplicada a Enfermagem 80 60 20 400 280 120 CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE * Aulas práticas desenvolvidas no Laboratório de Enfermagem e nos serviços de saúde. 6º SEMESTRE(*) PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA CARGA HORÁRIA TOTAL Enfermagem nas Práticas Alternativas TEO PRA 40 40 0 Enfermagem no Cuidado Saúde da Criança e Adolescente II 120 80 40 Enfermagem no Cuidado à Mulher e ao Recém-Nascido 100 60 40 Enfermagem no Cuidado ao Idoso 60 40 20 Saúde Coletiva I 80 40 40 400 260 140 CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE (*) A partir deste semestre, as aulas práticas serão desenvolvidas em serviços de saúde. 7º SEMESTRE PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA Enfermagem no Cuidado ao Adulto em Situação Clínica CARGA HORÁRIA TOTAL TEO PRA 100 60 40 Enfermagem na Promoção à Saúde da Família 80 40 40 Enfermagem no Cuidado ao Doente Mental 80 60 20 Enfermagem no Cuidado as Doenças Infecciosas e Parasitárias 60 40 20 Saúde Coletiva II 80 40 40 400 240 160 CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE 31 8º SEMESTRE PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA CARGA HORÁRIA TOTAL TEO PRA Enfermagem no Cuidado ao Adulto na Clínica Cirúrgica 80 40 40 Enfermagem no Cuidado em Emergências e Traumas 80 40 40 Unidades Básicas de Saúde I 100 40 60 Serviços Hospitalares I 120 40 80 40 0 40 420 160 260 Disciplina Optativa (cf. elenco no final dos quadros descritivos) CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE 9º SEMESTRE PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA Metodologia de Pesquisa I: elaboração e entrega do projeto de pesquisa CARGA HORÁRIA TOTAL TEO PRA 40 20 20 Unidades Básicas de Saúde II 100 40 60 Serviços Hospitalares II 120 40 80 Estágio Curricular I (em saúde mental) 120 0 120 CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE 380 100 280 10º SEMESTRE PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA Metodologia da Pesquisa II (conclusão e apresentação do TCC) CARGA HORÁRIA TOTAL TEO PRA 80 0 80 Estágio Curricular II (em unidades básicas de saúde) 160 0 160 Estágio Curricular III (em serviços hospitalares) 160 0 160 400 0 400 CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE 32 DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA POR DISCIPLINA OU ATIVIDADE CARGA HORÁRIA TOTAL SUBTOTAL 3560 Atividades Complementares 200 Estágio Curricular 440 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO TEO PRA 2.350 1210 4200 ¹ - Já descontadas as horas do estágio curricular. 1.5.2- Estrutura curricular bacharelado 1º PERÍODO CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO PERÍODO Anatomia Humana I 100 horas --- --- Bioquímica 60 horas --- --- Citologia e Embriologia 60 horas --- --- Genética e Evolução 60 horas --- --- Biofísica 60 horas --- --- Fundamentos Históricos e Sociais da Enfermagem 60 horas --- --- CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO PERÍODO Anatomia Humana II 80 horas Anatomia Humana I 1º Histologia 40 horas --- --- Metodologia Científica 40 horas --- --- Fisiologia Humana 80 horas --- --- Saúde do Trabalhador 80 horas Anatomia Humana I 1º Enfermagem no Cuidado à Saúde da Criança e do Adolescente I 80 horas --- --- CONTEÚDO/DISCIPLINA 2º PERÍODO CONTEÚDO/DISCIPLINA 33 3º PERÍODO CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO PERÍODO Contexto Socioantropológicos da Saúde 40 horas --- --- Microbiologia 60 horas Citologia e Embriologia 1º Parasitologia 60 horas --- --- Semiologia e Semiotécnica I 100 horas Anatomia Humana II 2º Patologia Geral 60 horas Biofísica 1º Introdução à Filosofia 40 horas --- --- Sistematização na Assistência de Enfermagem 40 horas --- --- CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO PERÍODO Imunologia 40 horas Microbiologia 3º Deontologia e Legislação Profissional 40 horas --- --- Educação Alimentar 40 horas --- --- Farmacologia 100 horas Bioquímica 1º Epidemiologia e Saneamento 60 horas --- --- Educação Aplicada à Enfermagem 60 horas --- --- Processo de Trabalho em Enfermagem 60 horas --- --- CONTEÚDO/DISCIPLINA 4º PERÍODO CONTEÚDO/DISCIPLINA 34 5º PERÍODO CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO PERÍODO Bioestatística 40 horas --- --- Semiologia e Semiotécnica II 80 horas Semiologia e Semiotécnica I 3º Saúde Mental 40 horas --- --- Organização e Gerência de Serviços de Saúde 80 horas Semiologia e Semiotécnica I 3º CONTEÚDO/DISCIPLINA Organização e Gerência de Recursos Humanos e Materiais 80 horas Semiologia e Semiotécnica I 3º Farmacologia Aplicada à Enfermagem 80 horas Farmacologia 4º CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO PERÍODO 40 --- --- 120 horas Enfermagem no Cuidado à Saúde da Criança e do Adolescente I 2º 6º PERÍODO CONTEÚDO/DISCIPLINA Enfermagem nas Práticas Alternativas Enfermagem no Cuidado à Saúde da Criança e do Adolescente II Enfermagem no Cuidado à Mulher e ao Recém-Nascido 100 horas Semiologia e Semiotécnica II 5º Enfermagem no Cuidado ao Idoso 60 horas Semiologia e Semiotécnica II 5º Saúde Coletiva I 80 horas Semiologia e Semiotécnica II Saúde do Trabalhador 5º 2º 35 7º PERÍODO CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO PERÍODO 100 horas Enfermagem no Cuidado ao Idoso 6º Enfermagem na Promoção à Saúde da Família 80 Saúde Coletiva I 6º Enfermagem no Cuidado ao Doente Mental 80 horas Saúde Mental 5º Enfermagem no Cuidado às Doenças Infecciosas e Parasitárias 60 horas Semiologia e Semiotécnica II 5º Saúde Coletiva II 80 horas Saúde Coletiva I 6º CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO PERÍODO Enfermagem no Cuidado ao Adulto em Situação Clínica 7º Semiologia e Semiotécnica II 5º Enfermagem no Cuidado ao Adulto em Situação Clínica 7º Semiologia e Semiotécnica II 5º 5º CONTEÚDO/DISCIPLINA Enfermagem no Cuidado ao Adulto em Situação Clínica 8º PERÍODO CONTEÚDO/DISCIPLINA Enfermagem no Cuidado ao Adulto na Clínica Cirúrgica Enfermagem no Cuidado em Emergências e Traumas 80 horas 80 horas Unidades Básicas de Saúde I 100 horas Semiologia e Semiotécnica II Serviços Hospitalares I 120 horas Cumprimento das 100 horas de Disciplinas Teóricas Disciplina Optativa 40 horas --- --- 36 9º PERÍODO CONTEÚDO/DISCIPLINA CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO PERÍODO Metodologia da Pesquisa I (elaboração e entrega do projeto de pesquisa) 40 horas Metodologia Científica 2º Semiologia e Semiotécnica I e II 3º e 5º Unidades Básicas de Saúde II Serviços Hospitalares II Estágio Curricular I (em Saúde Mental) 100 horas 120 horas 120 horas Unidade Básica de Saúde I 8º Serviços Hospitalares I 8º Saúde Mental 5º Enfermagem no Cuidado ao Doente Mental 7º 10º PERÍODO CONTEÚDO/DISCIPLINA CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO PERÍODO Metodologia da Pesquisa II (conclusão e apresentação do TCC) 80 horas Metodologia da Pesquisa I 9º Estágio Curricular II (em Unidades Básicas de Saúde) 160 horas Cumprimento de 100 horas das disciplinas teóricas Estágio Curricular III (em Serviços Hospitalares) 160 horas Cumprimento de 100 horas das disciplinas teóricas CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO PERÍODO Libras 40 --- --- Tanatologia 40 --- --- Cidadania 40 --- --- DISCIPLINAS OPTATIVAS – 8º PERÍODO CONTEÚDO/DISCIPLINA 37 1.6- Conteúdos curriculares A construção dos Conteúdos Curriculares do Curso baseia-se nas Diretrizes Curriculares Nacionais que apontam para a integração das áreas, para o conhecimento interligado, compartilhado contribuindo para a evolução de todos. Assim, os elementos que norteiam os conteúdos curriculares são: a) relação interna entre as reciprocidade das ciências; disciplinas; complementaridade e b) indissociabilidade entre teoria e prática; c) flexibilidade no processo formativo tornando-o dinâmico, permitindo incorporar outras formas de aprendizagem e possibilidades de formação presentes na realidade social; d) intencionalidade representada no conjunto de determinantes na construção da identidade profissional. escolhas Os conteúdos curriculares, divididos em teóricos e práticos, promovem a formação do profissional da área da Enfermagem; afinal, não se pode conceber um curso de graduação em Enfermagem sem pensar em conteúdos dinâmicos, flexíveis e funcionais; sobretudo no sentido de o aluno compreender a relação teoria/prática como algo inerente à sua formação e, portanto, à sua atuação profissional. A seguir, a apresentação dos componentes curriculares e a inter-relação entre os diversos conteúdos. 2º Período: Anatomia Humana II / pré-requisito: Anatomia Humana I; Saúde do Trabalhador / pré-requisito: Anatomia Humana I. 3º Período: Microbiologia / pré-requisito: Citologia e Embriologia; Semiologia e Semiotécnica I / pré-requisito: Anatomia Humana II; Patologia Gerla / pré-requisito: Biofísica. 4º Período: Imunologia / pré-requisito: Microbiologia; Farmacologia / prérequisito: Bioquímica. 5º Período: Semiologia e Semiotécnica II / pré-requisito: Semiologia e Semiotécnica I; Organização e Gerência de Serviços de Saúde / prérequisito: semiologia e Semiotécnica I; Organização e Gerência de Recursos Humanos e Materiais / pré-requisito: Semiologia e Semiotécnica I; Farmacologia Aplicada à Enfermagem / pré-requisito: Farmacologia. 38 6º Período: Enfermagem no Cuidado Saúde da Criança e do Adolescente II / pré-requisito: Enfermagem no Cuidado Saúde da Criança e do Adolescente I; Enfermagem no Cuidado à mulher e ao Recém-Nascido / pré-requisito: Semiologia e Semiotécnica II; Enfermagem no Cuidado ao Idoso / pré-requisito: Semiologia e Semiotécnica II; Saúde Coletiva / pré-requisito: Semiologia e Semiotécnica II / Saúde do Trabalhador. 7º Período: Enfermagem no Cuidado ao Adulto em situação Clínica / pré-requisito: Enfermagem no Cuidado ao Idoso; Enfermagem na Promoção à Saúde da Família / pré-requisito: saúde Coletiva II; Enfermagem no Cuidado ao Doente Mental / pré-requisito: Saúde Mental; Enfermagem no Cuidado às Doenças Infecciosas e Parasitárias / pré-requisito: Semiologia e Semiotécnica II; Saúde Coletiva II / prérequisito: Saúde Coletiva I. 8º Período: Enfermagem no Cuidado ao Adulto na Clínica Cirúrgica / pré-requisito: Enfermagem no Cuidado ao Adulto em Situação Clínica / Semiologia e Semiotécnica II; Enfermagem no Cuidado em Emergências e Traumas / pré-requisito: Enfermagem no Cuidado ao Adulto em Situação Clínica/ Semiologia e Semiotécnica II; Unidades Básicas de Saúde I / pré-requisito: Saúde Mental / Enfermagem no Cuidado ao Doente Mental; Serviços Hospitalares I / pré-requisito: Semiologia e Semiotécnica II. 9º Período: Metodologia de Pesquisa I: (elaboração e entrega do projeto de pesquisa) / pré-requisito: Metodologia Científica; Unidades Básicas de Saúde II / pré-requisito: Unidades Básicas de Saúde I; Serviços Hospitalares II / pré-requisito: Serviços Hospitalares I; Estágio Curricular I (em saúde mental) / pré-requisito: Saúde Mental / Enfermagem no Cuidado ao Doente Mental 10º Período: Metodologia da Pesquisa II (conclusão e apresentação do TCC) / pré-requisito: Metodologia de Pesquisa I; Estágio Curricular II (em unidades básicas de saúde) / pré-requisito: Cumprimento de 100% das disciplinas teóricas; Estágio Curricular III (em serviços hospitalares) / pré-requisito: Cumprimento de 100% das disciplinas teóricas 39 1.6.1- Componentes Curriculares 1º PERÍODO Nome da disciplina: ANATOMIA HUMANA I Carga Horária: 100 horas Ementa: Introdução ao estudo da anatomia humana. Aspectos morfológicos dos sistemas: tegumentar, ósseo, muscular, circulatório, respiratório, digestivo, urogenital, nervoso, sensorial e endócrino. Estudo descritivo dos órgãos que constituem os diversos sistemas. Prática em laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MOSES, Kenneth, BANKS JR., John C., NAVA, Pedro B., PETERSEN, Darrel. Atlas fotográfico de anatomia clínica.1ª Ed., Rio de Janeiro: Elsevier Brasil, 2006. DRAKE, Richard L., VOGL, Wayne, MITCHELL, Adam. Gray´s anatomia para estudantes. 1ª Ed., Rio de Janeiro: Elsevier Brasil, 2006. SPENCE, Alexander P. Anatomia humana básica. 2ª Ed., Manole, 1991. Barueri (SP): BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ELSON, Lawrence M., KAPIT, Wynn. Anatomia um livro para colorir. São Paulo: Roca, 2004. SPRATT, Jonathan D., ABRAHAMS, Peter H., BOOS, Johannes. Atlas colirido de anatomia humana de mcminn. Rio de Janeiro: Elsevier Brasil, 2008. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANATOMIA. Terminologia Anatômica. Barueri (SP): Manole, 2001. TILLMANN. Bernhard N. Atlas de Anatomia Humana. Barueri. São Paulo. Ed. Manole. 2006 FATTINI, Carlo Americo. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos. 2ª ed.. Rio de Janeiro: Atheneu, 2005. Nome da disciplina: BIOQUÍMICA Carga Horária: 60 horas Ementa: Noções gerais sobre Bioquímica. Proteínas, vitaminas e enzimas. A química dos carboidratos, lipídeos e nucleotídeos. Metabolismo dos carboidratos, glicogênio, lipídeos, aminoácidos e nucleotídeos. Bioquímica do sangue, metabolismo da bilirrubina, equilíbrio ácido básico e hormônios. Prática em laboratório. 40 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: NELSON, Kay Yarborough, COX, Michael M., LEHNINGER, Albert L. Princípios de bioquímica. São Paulo: Sarvier, 2006. TORRES, Bayardo. Batista & MARZZOCO, Anita. Bioquímica básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. VOET, Donald. Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FARREL, Shawn O. & CAMPBEL, Mary K. Bioquínica. Volume 1 – básico. Sâo Paulo: Thomson Pioneira,. 2006 MURRAY, Robert. K. GRANNER, Daryl K. RODWEL, Vitor W.MCGRAW. Harper: Bioquímica Ilustrada. São Paulo: Atheneu, 2008 STRYER, Lubert. TYMOCZKO, John L. BERG, Jeremy M. Bioquímica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. VARGA, Jorge. Monte, Osmar. Cisternas, José Raul. Fundamentos de Bioquímica Experimental. Rio de Janeiro. Atheneu 2006 VIEIRA, Enio Cardillo. Gazzinelli, Giovanni. Mares-Guia, Marcos. Bioquímica Celular e Biologia Molecular. Rio de Janeiro. Atheneu.2006 Nome da disciplina: CITOLOGIA E EMBRIOLOGIA Carga Horária: 60 horas Ementa: Introdução à Citologia. Histórico, estrutura e composição da célula. Fisiologia celular. Conceitos e formações embrionárias em geral. Desenvolvimento embrionário. Origem dos vários tecidos e fases da evolução embrionária. Prática em laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HYAMS, Jeremy S., BOLSOVER, Stephen R., SHEPHARD, Elizabeth A. Biologia celular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. MOORE, Keith L., PERSUAD, T. V. N. Embriologia básica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. ROMERO, Maria Elena Castillo, SALCEDO, Pablo G. HOFMANN, DORADO, Alicia Martinez Embriologia - biologia do desenvolvimento. São Paulo: Iatria, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MAILLET, M. Biologia celular. 8ª Ed., São Paulo: Santos Editora, 2003. MELO, Romario de . Araujo. Embriologia humana. São Paulo; Atheneu. 2002. 41 MOORE, Clement Clark., PERSAUD, T. V, N. Embriologia clínica. 6ª Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000 COOPER, G.M. & Hausman, R.E. A Célula – Uma Abordagem Molecular. 3 ED. SÃO PAULO: EDITORA ARTMED, 2007. THOMPSON, J. S. & Thompson, M. N. Genética médica. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002 Nome da disciplina: GENÉTICA E EVOLUÇÃO Carga Horária: 60 horas Ementa: A Genética Humana. Variação fenotípica e análise de cariótipos, Aspectos Gerais de Herança. As aberrações cromossômicas e as principais síndromes. Grupos Sangüíneos. A evolução humana: biológica e cultural. Raças e espécies. Mendelismo. Prática em laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PASTERNAK,Jack J Genética médica molecular. Rio de Jeiro Guanabara Koogan, 2007. RINGO, John. Genética básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. WHITE, Raymond L., JORDE, Lynn B., CAREY, John C. Genética médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FROTA-PESSOA, Oswaldo, OTTO, Priscila Guimarães, OTTO, Paulo Alberto. Genética – humana e clínica. Genética médica. São Paulo: Roca, 2004. MILLER, Jeffrey H., GELBART, William M., SUZUKI, David T. Introdução a genética. 8ª Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SNUSTAD, Peter ;SIMMONS, Michael. J. Fundamentos da genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Nome da disciplina: BIOFÍSICA Carga Horária: 60 horas Ementa: Estruturas moleculares. Soluções, pH e sua regulação. Difusão e osmose. Bioeletrogênese. Contração muscular. Transporte através de membranas. Biofísica de sistemas. Metodologia de radioisótopos e suas aplicações na biologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DURAN, José Enrique Rodas. Biofísica - fundamentos e Aplicações. São Paulo: Pearson Brasil, 2002. 42 GARCIA, Eduardo Alfonso C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2005. HENEINE, Ibrahim F. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OLIVEIRA, Jarbas Biofísica. Porto Alegre. EDIPUCRS 2008 HLADIK, Jean A biofísica. Lisboa EUROPA-AMERICA 2005. VICENTE CORDOBA, Carlos. BIOFISICA. Madrid SINTESIS. 1992 HALL, S.J. Biomecânica básica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. WIDMAIER, Eric P. - Raff, Hershel - Strang, Kevin T.. Fisiologia humana - os mecanismos das funções corporais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Nome da disciplina: FUNDAMENTOS HISTÓRICOS E SOCIAIS DA ENFERMAGEM Carga Horária: 60 horas Ementa: Análise histórica da construção do cuidar. Cuidado da Enfermagem. Evolução histórica da Enfermagem na Antiguidade. Enfermagem como profissão institucionalizada. Evolução do ensino e da assistência. Órgãos de classe. A Enfermagem no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil. A equipe de enfermagem e o papel do enfermeiro. Importância da legislação para o ensino e exercício da Enfermagem. Teorias da Enfermagem. Conceito de assistência de enfermagem, e sistematização do cuidado de enfermagem. o conhecimento dos instrumentos básicos de enfermagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEOPADRI, Maria Tereza. Teoria e método em Assistência de Enfermagem. Florianópolis. SOLDASOFT 2006. GEOVANINI, Telma. História da enfermagem, versões e interpretações. São Paulo: Revinter, 2002. OGUISSO, Taka. Trajetória histórica e legal da enfermagem. São Paulo: Manole, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MORAES, Macia Vilma G.Enfermagem do trabalho.São Paulo, ERICA, 2007. MARCIA Vilma G. Moraes. Enfermagem do trabalho:programa, procedimentos e técnicas. São Paulo, IÁTRIA 2007. GERMANO, Raimundo. Medeiros. Educação e ideologia da enfermagem no Brasil. São Paulo: Cortez, 2007 43 LOPES Francisco Jose de Sá. Almedina, 1999. Enfermagem – legislação. São Paulo: CARVALHO, Vilma de (organizadora). Sobre Enfermagem: Ensino e perfil profissional, Rio de Janeiro:UFRJ/EEAN, 2006. 2º PERÍODO Nome da disciplina: ANATOMIA HUMANA II Carga-horária: 80 horas Ementa: Morfologia Geral Sistema Cardiovascular. Morfologia Geral Sistema Respiratório. Morfologia Geral do Sistema Digestório. Morfologia Geral Sistema Urinário. Morfologia Geral Sistema Reprodutor Masculino. Morfologia Geral Sistema Reprodutor Feminino. Morfologia Geral Sistema Endócrino. Morfologia Geral Sistema Nervoso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Gilroy, Anne M. MacPherson, Brian R, Ross, Laurence M. Atlas de anatomia.Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2008. Rohen, Johannes W. , Yokochi, Chihiro , Lütjen-Drecoll,Elke. Anatomia Humana: Atlas Fotográfico de Anatomia Sistêmica e Regional. .São Paulo. Editora Manole. 6ª edição, 2006 Fattini, Carlo Americo. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos. 2ª ed.. Rio de Janeiro: Atheneu, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Sobota, Johannes, Atlas de Anatomia Humana. Rio de Janeiro.Guanabara Koogam.2005 Spencer, Alexander. P.Anatomia Básica. São Paulo. Editora Manole. 2 ªEdição. 2006 Tillmann. Bnhard N. Atlas de Anatomia Humana. Barueri. São Paulo. Ed. Manole. 2006 Brandão. Miriam Celeste Sanaiote. Anatomia Sistêmica - Visão Dinâmica para o Estudante. Rio de Janeiro.Guanabara Koogam.2004 Abrahams, P.H. Atlas colorido de anatomia humana de McMinn. 6.ed. São Paulo: Manole, 2008. 44 Nome da disciplina: FISIOLOGIA HUMANA Carga-horária: 80 horas Ementa: Mecanismo de integração mecânica, química nervosa do organismo. Estudo geral sobre as estruturas e funções dos sistemas nervoso e endócrino. Aspecto fisiológico das sensações e do comportamento motor. Noções gerais sobre os correlatos fisiológicos da emoção, motivação, aprendizagem e pensamento. Prática em laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BERNE, Robert M, LEVY, Matthew n. Fisiologia. Rio de Janeiro: ELSERVER 2004 GUYTON, Arthur C. HALL John E. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: ELSERVIER 2006. GANONG, Willian f. Fisiologia médica. São Paulo: MCGRAW-HILL, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FOX, Stuart Ira Fisiologia humana. Barueri (SP): MANOLE 2007. BUJA, L. Maximiliam. Atlas de fisiologia humana de Netter. Porto Alegre. ARTMED 2007. MARRONI, Norma P., CAPP Edison. Fisiologia prática. Canoas/RS: Ulbra, 2001. WIDMAIER, Eric P. - Raff, Hershel - Strang, Kevin T.. Fisiologia Humana - Os Mecanismos das Funções Corporais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Nome da disciplina: HISTOLOGIA Carga Horária: 40 horas Ementa: Estudo dos aspectos estruturais a nível microscópico dos diversos tecidos e órgãos. Prática em laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GARTER, Leslie P. ATLAS Colorida de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa, CARNEIRO, José. Histologia básica – texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. LOWE, James N., STEVENS, Alan. Histologia humana. São Paulo: Manole, 2001. 45 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FREITAS NETO, Antonio Geraldo de, BEHMER, Oswaldo Arruda, RODRIGUES, Consuelo Junqueira. Manual de técnicas para histologia. São Paulo: Manole, 2003. GARTNER, Leslie P., HIATT, James L. Tratado de histologia em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. PIEZZI, Ramon S. FORNES, Miguel W. NARCISO, Marcelo Sampaio. Atlas de Histologia Normal de Di Fiore. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008 GLEREAN, Álvaro. Manual de Histologia - Texto e Atlas para os Estudantes da Área da Saúde. Rio de Janeiro. Atheneu. 2003 GARTNER, L. P.; Hiatt, J. L. Tratado de histologia. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Nome da disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA Carga Horária: 40 horas Ementa:Fundamentos da metodologia científica. Definição e tipos de pesquisa. Técnicas de leitura e escrita. Normas para elaboração de bibliografias. Redação de textos científicos. Elaboração e apresentação de um projeto de pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LAKATOS, Eva. Maria., MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2007. MARTINS, Gilberto de Andrade, LINTS, Alexandre. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2007. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica. São Paulo: Atlas, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARNAVAT, Antonia Rigo, DEUNAS, Gabriel Genesca. Como elaborar e apresentar tese. Porto Alegre ARTMED, 2006. MENDES, Gildasio,TACHIZAWA, Takeshy. Como fazer monografia na pratica. Rio de Janeiro, FGV 2008. RODRIGUES, Andre. Figueiredo. Como elaborar citações e notas de rodapé. 3ª Ed., São Paulo: Humanitas, 2007. LUCK, Heloísa – Pedagogia interdisciplinar: metodológicos. Petrópolis: Vozes, 2007. fundamentos teórico- ANTUNES, Celso. Como desenvolver as competências em sala de aula. 7.ed. RJ: Vozes, 2007. 46 Nome da disciplina: SAÚDE DO TRABALHADOR Carga Horária: 80 horas Conteúdo: O trabalho e o homem. Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde no Trabalho. Enfermagem e a saúde do trabalhador. A saúde do trabalhador e sua condição étnica racial: semelhanças e diferenças. Histórico das políticas de assistência ao trabalhador afro-descendente e indígena. A relação entre a saúde do trabalhador e as práticas empresariais de agressão ou de preservação ambiental. Trabalhador da área da Enfermagem. Atividade educativa com o trabalhador. Protocolos Assistenciais na promoção saúde do adulto. Ensino Clínico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Ducan, B.B, Schmidt, M.I, Giugliani. Medicina Ambulatorial: condutas clínicas em atenção primária. Porto Alegre. 3ª Ed. Porto Alegre. Artmed, 2004 Moraes. Marcia Vilma G. Sistematização da Assistência de Enfermagem em Saúde do Trabalhador - Instrumentos para coleta de dados direcionados aos exames ocupacionais da NR7 e à exposição aos agentes ambientais. São Paulo. Iátria. 2008 Moraes. Marcia Vilma G. Enfermagem do Trabalhado Procedimentos e Técnicas. São Paulo. Iátria. 2008 - Programa, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Equipe Atlas. Segurança e Medicina do Trabalho. São Paulo. Atlas. 2007 Brevigliero, Elzio. Possebon, José. Spinelli, Robson. Higiene Ocupacional: Agentes Biológicos, Químicos e Físicos. São Paulo. SENAC. 2006 Bulhões, Ivone. Riscos do Trabalho de Enfermagem. Rio de Janeiro. Folha Carioca Editora. 1998 Zoboli, Elma Lourdes Campos Pavone; Oguisso, Taka. Ética e bioética : desafios para a enfermagem e a saúde - São Paulo: Manole, 2006. (Série Enfermagem). Rodrigues, Andrea Bezerra e col . O Guia da Enfermagem - Fundamentos para Assistência. São Paulo. Iátria. 2008 47 Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO À SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE I Carga Horária: 80 horas Ementa: Assistindo o escolar. Assistindo o adolescente. Situações de risco à saúde do escolar e do adolescente. Métodos educativos com o escolar e o adolescente. Protocolos Assistenciais. Atividade Educativa com a escolar e o adolescente. Ensino Clínico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Correa, Ione e col. Assistência à Saúde da Criança - Atenção Primária do Nascimento aos Dois Anos de Idade. São Paulo Iátria. 2006 Fujimori, Elizabeth; Ohara, Conceição Vieira..Enfermagem e a saúde da criança na atenção básica. Barueri. Ed Manole. 2008. Brêstas, José Roberto da Silva. Cuidados com o Desenvolvimento Psicomotor e Emocional da Criança - Do Nascimento a Três Anos de Idade. São Paulo Iátria. 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Sparks Ralph, Sheila - Taylor, Cynthia M. Manual de Diagnóstico de Enfermagem. Rio de Janeiro. Ed Guanabara Koogam. 2007 Mascarenhas, Sílvia Helena Zem e Cassiani., Silvia Helena de Bortoli A Criança e o Medicamento – Orientações para o Cuidado.São Paulo Iátria. 2006 Barbosa, Vera Lúcia Perino. Prevenção da Obesidade na Infância e na Adolescência - Exercício, Nutrição e Psicologia 2ª ed. Revis. Barueri. Ed Manole. 2008. OLIVEIRA, Reynaldo Gomes de. Blackbook: Pediatria. 3ª ed. Belo Horizonte. Editora . Blackbook. 2005 BACCARINI Pires, Marco Túlio. Starling, Sizenando Vieira. Manual de Urgências em Pronto-Socorro. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2006 3º PERÍODO Nome da disciplina: CONTEXTOS SOCIOANTROPOLOGICOS DA SAÚDE Carga Horária: 40 horas Ementa: A sociologia da saúde e da doença e o contexto social suas implicações na coletividade. Conceitos de saúde e de doença. Estudos teóricos e aplicados dos processos de saúde e doença na coletividade. Políticas sociais 48 relacionadas à saúde humana; enfermagem como prática nos diversos níveis de atenção à saúde. Abordagem analítica e crítica do sistema de saúde em seu contexto econômico, político e social. Introdução à Antropologia. Compreensão do processo evolutivo do homem. Relação saúde e etnia. Discussão de questões ligadas à saúde sob uma perspectiva educativa Filo-antropológica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CANESQUI, Ana Maria. (Org) Ciências sociais e saúde. São Paulo: Hucitec, 2007. ZUGNO, Paulo Luiz. ZANCHI, Marco Tulio Sociologia da saúde. Caxias do Sul (RS) EDUCS2008 MRIA Teresa Turíbio B. Lemos Arte de Envelhecer: Saúde Afetividade e Estatuto do Idoso. Aparecida (SP) IDEIAS & LETRAS 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LEONERDO Brant. Diversidade cultural: Globalização e Culturas Locais: Dimensões. São Paulo ESCRITURAS 2005 HELMAN, Cecil G. Cultura, saúde e doença. Tradução de Eliane Mussmich. Porto Alegre: Artmed, 2003. NORA Rut Krawczyk. America Latina: Eastaso de Reforma Numa Perspectiva Comparada. São Paulo CORTEZ 2003. CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação. São Paulo: Cultrix, 2004 FREI BETTO. A obra do artista - uma visão holística do universo. 3ª Ed., São Paulo: Ática, 1997. Nome da disciplina: MICROBIOLOGIA Carga Horária: 60 horas Ementa:Conhecimentos básicos de microbiologia e virologia. Principais métodos de coloração. Antibióticos e quimioterápicos. Relação patógenohospedeiro. Meios de prevenção das doenças produzidas por bactérias e vírus. Prática em laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: JAWETZ, Ernest, LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. Porto Alegre: Artmed, 2005. 49 MURRAY, Patrick R. PFALLER,Michael A. Microbiologia médica. Rio de Janeiro 2006 TRABULSI, Luiz Rachard., ALTERTHUM, Flavio. Microbiologia. Rio de Janeiro: Atheneu, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BURTON. Microbiologia para as ciências da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. FUNKE, Berdell R., TORTORA, Gerard J., CASE, Christine. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2005. MIMS, Cederia, DOCKRELL, Hazel M. Microbiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. Possari, João Francisco. Centro de Material e Esterilização - Planejamento, Organização e Gestão. São Paulo. Iátria. 2005 Possari, João Francisco. Esterilização por Plasma de Peróxido de Hidrogênio. São Paulo. Iátria. 2005 Nome da disciplina: PARASITOLOGIA Carga Horária: 60 horas Ementa:Estudo das principais espécies de protozoários, helmintos e suas inter-relações com o homem e o ambiente. Estudo da morfologia, biologia e profilaxia das principais espécies de artrópodes de importância epidemiológica regional. Principais métodos de diagnóstico laboratorial das doenças parasitárias. Parasitismo e prevenção das doenças parasitárias. Prática em laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HINRICHSEN, Sylvia Lemos. DIP – Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: uanabara Koogan, 2005. NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. São Paulo: Atheneu, 2005. REY, Luis. Bases da parasitologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DANIEL, João. Aspectos médicos das parasitoses humanas. São Paulo: Medsi, 1997. 50 FARIA, Helvio Jose de. Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. MARKELL. Parasitologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. NEVES, David Pereira & Bittencourt, Joao Batista Parasitologia. Rio de Janeiro. Atheneu. 2008 Neto Atlas Didático de FERREIRA, Marcelo Urbano Ferreira. Foronda, Annette Silva. Schumaker, Teresinha Tizu Sato. Fundamentos Biológicos da Parasitologia Humana. São Paulo. Manole. 2003 Nome da disciplina: PATOLOGIA GERAL Carga Horária: 60 horas Ementa:Estudo, natureza e evolução das doenças, bem como das alterações anatômicas e funcionais resultantes das interações entre hospedeiros. Prática em laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FARIA, José Lopes de. Patologia geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. MICHALANY, Jorge. Anatomia patológica geral. São Paulo: Artes Médicas, 2000. THOMAS C. King Patologia. Rio de Janeiro. ELSEVIER 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KUMAR. Robbins Patologia Básica. Rio de Janeiro. ELSEVIER 2008 COTRAN, Ramzi S., COLLINS, Tucker, KUMAR, Vinay M. D. Patologia estrutural e funcional - Robbins. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. FRANCO, Marcello, MONTENEGRO, Mario R. Patologia – processos gerais. São Paulo: Atheneu, 2004. KING, Thomas C. Patologia. Rio de Janeiro. Elsevier. 2007 FAUSTO, Nelson. Robbins e Cotran: Patologia: Bases Patológicas das Doenças. Rio de Janeiro. Elsevier.2005 51 Nome da disciplina: INTRODUÇÃO À FILOSOFIA Carga Horária: 40horas Ementa: Diferentes concepções de caráter filosófico acerca do ser humano e da sociedade: do lugar do ser humano como cidadão e como profissional da saúde à luz de uma fundamentação de natureza filosófica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARANHA, Maria Lúcia. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2003. JASPERS, Karl. Introdução ao pensamento filosófico. São Paulo: Cultrix, 1971. MACHADO, Nílson. Educação: projetos e valores. São Paulo: Escrituras, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARANHA, M. L., MARTINS, M. H. P. Temas de filosofia. São Paulo: Moderna, 2005. CHAUI, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2003. ROUSSEAU, J. J. Emílio ou da educação. 4ª Ed., São Paulo: Martins Fontes, 2004. CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2008. NAKAMURA, Eunice. Martin, Denise. Santos, José Francisco Quirino. Antropologia para enfermagem. Barueri. Ed Manole. 2009 Nome da disciplina: SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA I Carga Horária: 100horas Ementa: Bases teórico-metodológicas para coleta de dados em enfermagem. O Exame Físico na Enfermagem. Exame físico geral. Exame Físico de Enfermagem e sua realização. Terminologia Científica. Protocolos de enfermagem e o exame Físico. Atividade educativa no Exame Físico BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Andris, Deborah. Semiologia: bases para a prática assistencial. Série Práxis. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 52 Barros, Alba L. e col. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2010. Fischbach, Frances T. Manual de enfermagem: exames laboratoriais e diagnósticos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Carpenito- Moyet, Lynda J. Compreensão do processo de enfermagem: Mapeamento de conceitos e planejamento do cuidado para estudantes. Porto Alegre: Artmed, 2007 Carpenito- Moyet, Lynda J. Manual de Diagnósticos de Enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2008 North American Nursing Diagnosis Association (Org.). Diagnóstico de enfermagem: definições e classificações – 2009-2011. Porto Alegre: Artmed, 2010. Alfaro-Lefevre, Rosalinda. Aplicação do processo de enfermagem: um guia passo a passo. Porto Alegre: Artes Médicas, 2005. Porto, Celmo C Exame Clínico Bases para prática médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Nome da disciplina: ENFERMAGEM SISTEMATIZAÇÃO NA ASSITÊNCIA DE Carga Horária: 40 horas Ementa: Diagnostico de Enfermagem, Bases Legais para a Implementação da Sistematização a Assistência de Enfermagem, Etapas da Sistematização da Assistência de Enfermagem, Diagnostico de Enfermagem segundo a taxonomia da NANDA. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Chaves. Márcia L F, Finkelsztejn, Alessandro. Stefani, Marco A. Rotina em Neurologia e Neurocirurgia. Porto Alegra . Artemed. 2008 Bolonhini Junior RB. Portadores de necessidades especiais: as principais prerrogativas dos portadores de necessidades especiais e a legislação brasileira. São Paulo. Editora Atlas . 2010 Jardim, José Roberto. Nascimento, Oliver A. Guia de Reabilitação. Barueri. Editora Manole. 2010 53 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Oates, Eugênio. Linguagem das mãos. Aparecida do Norte. Editora Santuário. 2008 Karen Kowalski. MDS – Manual de sobrevivência para enfermagem. Rio de Janeiro. Ed Guanabara Koogan 2008. Sparks Raph, Sheila/Taylor, Cynthia M. Manual de enfermagem. Rio de janeiro. Ed Guanabara Koogan.2007 diagnósticos de Sue Moorhead, Marion Jhonson e Meridian Maas. Classificação dos resultados de enfermagem (NOC) – 3.ed Porto Alegra. Artmed.2009 Tannure, Meire C. Sistematização da Assistência de Enfermagem – Guia Prático. Rio de Janeiro.Ed. Lab.2008. 4º PERÍODO Nome da disciplina: IMUNOLOGIA Carga Horária: 40 horas Ementa: Sistema imunológico. Mecanismos imunológicos. Prevenção das doenças produzidas por bactérias e vírus. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ABBAS, Abul K., LICHTMAN, Andrew H. Imunologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. BALESTIERI, Filomena Maria P. Imunologia. São Paulo: Manole, 2006. FORTE, Wilma. Imunologia básica e aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BIER, Otto G., SILVA, Wilmar D., MOTA, Ivan. Imunologia básica e aplicada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. ROITT, Ivan M., DELVES, Peter J. Fundamentos de imunologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. STITES, Daniel P., PARSLOW, Tristram G., TERR, Abba I. Imunologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Janeway, Charles A Jr, Travers, Paul e col Imunobiologia - 6.ed.Porto Alegre. Artmed. 2006 54 Roitt, I..M. Delves, Peter J. Fundamentos de Imunologia. Rio de Janeiro Guanabara Koogan. 2004 Nome da disciplina: EPIDEMIOLOGIA E SANEAMENTO Carga Horária: 60 horas Ementa: Introdução à epidemiologia e saneamento básico. Fundamentos epidemiológicos para estudo dos determinantes do processo saúde e doença. Saneamento básico e aglomerados populacionais: preservação do meio ambiente. Saneamento e identidades culturais: a população indígena e os grupos afrodescendentes sob a luz das políticas. Epidemiologia descritiva. Estrutura epidemiológica. Vigilância epidemiológica. Problemas de saúde. Metodologia e investigação epidemiológica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CURY Geraldo Cunha. Epidemiologia Aplicada ao Sistema único de Saúde. Belo Horizonte COOPMED 2005. CAVINATTO, Vilma Maria. Saneamento básico: fonte de saúde e bem-estar. São Paulo: Moderna, 2003. COSTA, Edina Alves. Comunicação em Vigilância sanitária: proteção. Salvador EDUFBA 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COSTA, Edina Alves. Casos e fatos da vigilância sanitária sobre a saúde da sociedade. São Paulo: Sobravime, 2004. ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO. Texto de apoio em vigilância epidemiológica. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. PASSOS, Afonso D. C., FRANCO, Laércio J. Fundamentos de epidemiologia. São Paulo: Manole, 2004. Foratini, Oswaldo Paulo. Ecologia Epidemiologia e Sociedade. São Paulo. Artes Médicas. 2004. Romero, Marcelo de Andrade. Bruna, Gilda Bruna.Philippi, Arlindo Jr. Curso de Gestão Ambiental Barueri. Editora Manole. 2004 Nome da disciplina: DEONTOLOGIA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL Carga Horária: 40 horas Ementa: Estudo histórico da legislação da enfermagem. Regulamentação do exercício profissional. Princípios éticos: liberdade, consciência e valor. Aspectos ligados a bioética. Relação entre legislação profissional e direitos 55 humanos. Análise dos mecanismos de preservação ambiental a partir da prática profissional. Direitos e deveres do paciente e do profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Lei nº 7.498/86: dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências. Rio de Janeiro/Brasília: Cofen, 1986. www.portalcofen.gov.br CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Lei nº 8967/94: altera a redação do parágrafo único do art. 23 da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras providências. Rio de Janeiro/Brasília: Cofen, 1994. www.portalcofen.gov.br CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução COFEN 240/2000: aprova o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e da outras providências. Rio de Janeiro/Brasília: Cofen, 2000. www.portalcofen.gov.br CONSTANTINO, Lucio S. de. Médico e paciente – questões éticas e jurídicas. Porto Alegre: Edipucrs, 2002. ETAL. egislação em enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERLINGUER, Giovanni, GARRAFA, Volnei. O mercado humano: estudo bioético da compra e venda das partes do corpo humano. Brasília: UNB, 2001. LOPES, Francisco J. de Sá. Enfermagem – legislação. São Paulo: Almedina, 1999. STANCIOLI, Brunello Souza. Relação jurídica médico-paciente. São Paulo: Del Rey, 2004. Oguisso, Taka - Schmidt, Maria José. O Exercício da Enfermagem - Uma Abordagem Ético-Legal. Rio de Janeiro. Ed Guanabara Koogam. 2007 Oguisso, Taka. Trajetória Histórica e Legal da Enfermagem. Barueri, 2ª ed. São Paulo. Manole, 2007 Nome da disciplina: EDUCAÇÃO ALIMENTAR Carga Horária: 40 horas Ementa: Políticas de Saúde em Nutrição. Estudo nutricional de indivíduos e populações. Classificação, funções e metabolismo dos alimentos. Necessidade e recomendações nutricionais nos diferentes períodos etários. Educação nutricional. Nutrição e Enfermagem. 56 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO, Geraldo M. de. Enfermagem e nutrição. São Paulo: EPU, 2005. GOUVEIA, Enilda L. C. Nutrição - saúde e comunidade. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. LINDEN Sonia. Educação nutricional. São Paulo: Varela, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DENISE, Giacomo da Motta. MRIA Cristina Feber Boo. Educação nutricional. São Paulo IBRASA 1988. BERNINI, Giovanna C. Nutrição e saúde: a terapia por meio dos alimentos. São Paulo: Ibrasa, 2005. CASTRO, Josué de. Geografia da fome: o dilema brasileiro - pão ou aço? Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005. Almeida, Carlos Alberto Nogueira De & Ribas , Durval Filho. Dicionário Brasileiro de Nutrologia. Rio de Janeiro. Atheneu. 2009 Dovera, Themis Maria Dresch da Silveira. Nutrição Aplicada ao Curso de Enfermagem. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2007 Nome da disciplina: FARMACOLOGIA Carga Horária: 100 horas Ementa: Conceitos básicos de farmacologia geral: estudo dos fármacos utilizados na profilaxia e no tratamento das enfermidades humanas. Medicamentos: origem, natureza química e posologia. Ação das drogas. Fatores químicos e farmacológicos que modificam a ação e os efeitos dos medicamentos. Farmacodinâmica e Farmacocinética. Interações Medicamentosas. Papel do enfermeiro na administração das drogas. Prática em laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GlAYTON Stock. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro ELSERVIER 2007 KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SILVA, Penildon. Farmacologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LIMA, Ana Beatriz Destruti de. Interações medicamentosas. São Paulo: Senac, 2007. 57 RANG, H. P., MOORE, P. K., RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. Destruti, Ana Beatrizn C B. Arone, Evanisa Maria. Philippi. Maria Lucia dos. Cálculos e Conceitos em Farmacologia. 12ªEd. São Pailo. SENAC. 2007 Howland, Richard D. & Mycek, Mary J. Farmacologia Ilustrada. Porto Alegre. Artmed. 2007 Nome da disciplina: EDUCAÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM Carga Horária: 60 horas Ementa: Mostrar a necessidade premente do profissional de enfermagem interferir no processo de prioridades assistenciais. A importância do seu papel no atendimento à saúde da população. Assistência de enfermagem através da didática de: oportunidade de inter-relação do paciente/cliente, sua família e a equipe multiprofissional. Desenvolvimento de meios de auto-avaliação visando o crescimento pessoal e grupal. Processo de ensino aprendizagem. Ações pedagógicas na enfermagem. Métodos e técnicas de ensino direcionadas ao indivíduo, família/grupos e comunidade. Educação profissional em enfermagem e educação continuada. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HAIDT, Regina Célia Cazaux. Curso de Didática geral. 7ª Ed., São Paulo: Ática, 2003. LIBÂNEO, Jose Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2004. ELENA Martin Aprender conteúdos e desenvolver capacidades. Porto Alegre. Artmed 2003 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ELENA Martin. Aprender Conteúdos e Desenvolver Capacidade. Porto Alegre ARTMED 2003 ANNA Camps. Ensinar a ler, a compreender. Porto Alegre ARTMED 2002. LOPES, Antonia Osima. VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Repensando a didática. Canpinas (SP) PAPIRUS 2005 Roberto Carlos Lyra da Silva. Feridas: Fundamentos e atualizações em Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2007 Figueiredo, Nébia Maria Almeida de e Laplaca. Dirce. Tratado Prático de Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2006 58 Nome da disciplina: PROCESSO DE TRABALHO EM ENFERMAGEM Carga Horária: 60 horas Ementa: Teorias da Administração aplicada à Enfermagem. Modelos organizacionais de Enfermagem, bases político-filosóficas de um serviço de Enfermagem, finalidades e objetivos. Planejamento, implantação, implementação e avaliação do cuidado de enfermagem. Teorias de Enfermagem. Estudo e aplicação do processo de enfermagem. Prática em unidade hospitalar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AVELLO, Isabel M. Sancho., GRAU, Carme Ferre. Enfermagem – fundamentos do processo de cuidar. São Paulo: DCL Difusão Cultural do Livro, 2005. BARTMANN, Mercilda, TÚLIO, Ruth, KRAUSER, Lucia T. Administração na saúde e na enfermagem. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2005. HORTA, Wanda de A. Processo de enfermagem. São Paulo: EPU. 1979. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: NEBIA Maria Almeida de Figueiredo. Cardiopatias: Avaliaçao e Intervenção em enfermagem. São Paulo YENDIS 2006. NANDA Internacional. Diagnósticos de Enfermagem. Porto Alegre ARTMED 2008. LUCAS, Alexandre Juan. Processo de enfermagem do trabalho. São Paulo: Iatria, 2004. Figueiredo, Nébia Maria Almeida de. Emergência, Atendimento e Cuidados de Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2006 Roberto Carlos Lyra da Silva. Feridas: Fundamentos e atualizações em Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2007 5º PERÍODO Nome da disciplina: BIOESTATÍSTICA Carga Horária: 40 horas Ementa: Introdução aos conceitos básicos da estatística (amostra e população, variância e desvio-padrão, chance, probabilidade, inferência). Arredondamento de valores. Uso de calculadoras em estatística. Análise de gráficos e preparação de dados para análise estatística. Medidas estatísticas. Análise de Assimetria e de curtose. Probabilidade. Distribuição Normal de probabilidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 59 VIEIRA, Sonia. Introdução à bioestatística. Rio de Janeiro: ELSERVIA 2008. COSTA Neto, Pedro Luiz Oliveira, CYMBALISTA, Melvin. Probabilidade. São Paulo. EDGARD BLUCHER 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LIPSCHUTZ, Seymour. Probabilidade: 200 Problemas Resolvidos - 204 Problemas Suplementares. São Paulo: Makron Books, 1994. VIEIRA, Sonia. Bioestatística: tópicos Avançados. Rio de Janeiro: Campus, 2004. VIEIRA, Sônia. Elementos de estatística. 4ª Ed., São Paulo: Atlas, 2003. CALLEGARI-JACQUES, Sídia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2003. Nome da disciplina: SAÚDE MENTAL Carga Horária: 40 horas Ementa: Atenção à saúde mental considerando à promoção da saúde, prevenção da doença mental, objetivando cuidar do indivíduo: em todas as suas fases do processo de nascer, viver e morrer, sua família e comunidade. A saúde mental do enfermeiro. A saúde mental do trabalhador. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DALGALARRONDO, Paulo, BOTEGA, Neury José. Saúde mental no hospital geral: espaço para o psíquico. São Paulo: Hucitec s/d FIGUEIREDO, João Augusto B., ANGELOTTI, Gildo, PIMENTA, Cibele A. de M. Dor e saúde mental. São Paulo: Atheneu, 2004. LILIA, Gonçalves. Integridade Saúde Mental.Sorocaba (SP) MINELLI 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AZEVEDO, Maria Alice S. B. de. Psicoterapia dinâmica breve – saúde mental. São Carlos/SP: Rima, 2004. FLEITLICH-BILYK, Bacy, ANDRADE, Enio Roberto de, SCIVOLETTO, Sandra. A saúde mental do jovem brasileiro. São Paulo: Edições Inteligentes, 2004. GUIMARÃES, Liliana Andolphi Magalhães., GRUBITS, Sonia. Série saúde mental do trabalho. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004. Sá Ana Cristina de. Toque Terapêutico pelo Método Krieger-Kunz . São Paulo. Yendis. 2008. Springhouse Corporation. Enfermagem Psiquiátrica - Série Incrivelmente Fácil. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2006 60 Nome da disciplina: ORGANIZAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RECURSOS DE MATERIAIS Carga Horária: 80 horas Ementa: Fundamentação Teórica da Administração. Os ambientes do cliente de saúde. A Organização do Setor de Compra. Gerenciando Estoque. Auditoria em Contas Hospitalar. Auditoria em Enfermagem. Enfermagem e recursos materiais. Protocolos em recursos humanos. Atividade educativa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Carbone, Pedro Paulo & Brandão, Hugo Pena & Leite, Joao Batista Diniz e col.Gestão por Competências e Gestão do Conhecimento. Rio de Janeiro. FGV. 2009 Dias, Marco Aurélio Pereira. Administração de Materiais: Princípios, Conceitos e Gestão. 5ª Edição São Paulo. Atlas. 2005 Machline, Claude. Barbiere, José Carlos. Logística Hospitalar Teoria e Prática. São Paulo. Saraiva. 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Borba. Valdir Ribeiro. Marketing de Relacionamento para Organizações de Saúde. São Paulo. Atlas. 2004. Boynton, Wiliam C. Johnson, Raymond N. Kell, Walter G. Auditoria. São Paulo. Atlas. 2004 Chiavenato, Idalberto. Administração de Materiais. São Paulo. Elsevier Editora Ltda. 2005 Couto, Renato Camargo. Pedrosa, Tânia Moreira Grillo. Hospital - Acreditação e Gestão em Saúde. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan 2007. Quinello, Robson & Nicoletti, Jose Roberto Gestão de facilidades. São Paulo. Novatec. 2006 Nome da disciplina: FARMACOLOGIA APLICADA A ENFERMAGEM Carga Horária: 80 horas Ementa: Bases conceituais Administração de medicamentos. Medicamento controle e estoque. Protocolos assistenciais em terapias Medicamentosas. Ensino clínico em farmacologia. Atividade Educativa e Terapias Medicamentosas. 61 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Clayton, Bruce.D; Stoks, Yvonne.N. Farmacologia na Prática da Enfermagem. São Paulo Elsevier. 2006 Destruti, Ana Beatrizn C B. Arone, Evanisa Maria. Philippi. Maria Lucia dos. Cálculos e Conceitos em Farmacologia. 12ªEd. São Pailo. SENAC. 2007 Figueiredo, Nébia Maria A. Administração de Medicamentos: Revisando uma Pratica de Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Asperheim, Mary Kaye. Farmacologia para a enfermagem. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Bonfim, Érica. Bonfim, Graziela. Guia de Medicamentos em Enfermagem. Rio de Janeiro. Atheneu. 2004 Goldenzwaig, Nelma Rodrigues Soares Choiet. Administração Medicamentos na Enfermagem. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2007 de Howland, Richard D. & Mycek, Mary J. Farmacologia Ilustrada. Porto Alegre. Artmed. 2007 Springhouse Corporation. Farmacologia para Enfermagem Incrivelmente Fácil. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. - Série Nome da disciplina: SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA II Carga Horária: 80 horas Ementa: Utilização de terminologia científica. Diluição de drogas e soluções. Intervenções de enfermagem para atender as necessidades de nutrição, hidratação, oxigenação e eliminação. Principais exames diagnósticos. Prevenção e controle das principais infecções hospitalares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA POTTER, P.A.; PERRY, A.G. Fundamentos de enfermagem: conceitos, processo e prática. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. (2 volumes) BRUNNER, P. A. Suddart, Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Vol. I e II, 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan ,2002. JARVIS, Carolyn, Exame físico e avaliação de saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 62 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GEORGE, JULIA B.Teorias de enfermagem; os fundamentos a pratica profissional.4. ed. Porto Alegre: Artes Medicas Sul, 2000. NETTINA, S.M. Prática de enfermagem. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. IWANOW, T. (org). Instrumentos Básicos para Cuidar: um desafio à qualidade da assistência. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 1996. SANTOS, Iraci dos. Enfermagem Fundamental – realidade, questões e soluções. São Paulo: Atheneu, 2002. POSSO, Maria Belen Salazar. Semiologia e semiotécnica de Enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2002. Nome da disciplina: ORGANIZAÇÃO E GERENCIA DE SERVIÇOS DE SAÚDE Carga Horária: 80 horas Ementa: Gestão de Recursos Humanos. Gestão Participativa de Recursos Humanos. A prática da Educação Permanente. O ambiente das Unidades de Saúde. Supervisão de enfermagem. Acreditação. Temas Emergentes. Protocolos em gestão recursos humanos. Atividade Educativa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Chiavenato,Idalberto. Administração de Recursos Humanos: fundamentos básicos- 7ª Edição. Barueri. Ed. Manole. 2008 Chiavenato,Idalberto. Planejamento, Recrutamento e Seleção Pessoal-7ª Edição. Barueri. Ed. Manole. 2008 Marquis, Bessie L. e Huston, Carol J. Administração e Liderança em Enfermagem. 4ª ed. Porto Alegre. Artmed. 2005 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Blanchard, Ken e cols. Liderança de Alto Nível. Porto Alegre. Artmed.2007 Couto, Renato Camargos - Pedrosa, Tânia Moreira Grillo. Hospital Acreditação e Gestão em Saúde. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2007 Hargreaves, Andy e Fink Dean. Liderança Sustentável. Porto Alegre. Artmed.2007 Malagón- Londoño, Gustavo, Morera, Ricardo Galán. Laverde, Gabriel Pontón. Administração Hospitalar. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan 2003. 63 Oliveira,Djalma de Pinho Rebouças de. Administração Estratégica na Prática: A Competitividade para Administrar o Futuro das Empresas. 5ª ed. São Paulo. Atlas. 2006 6º PERÍODO Nome da disciplina: ENFERMAGEM NAS PRÁTICAS ALTERNATIVAS Carga Horária: 40 horas Ementa: A enfermagem e as práticas alternativas de saúde. Práticas alternativas no mundo atual- Teoria e prática universal da medicina oriental. Recursos e Regras Terapêuticas. Legislação em enfermagem e as práticas alternativas BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AUTEROCHE, B. et al. O diagnóstico na medicina chinesa. São Paulo: Andrei, 1992. SHIZUTO, Masunga; OHSHI, Wataru. Zen-Shiatsu. São Paulo: Pensamento, 1997 Barbosa MA. A utilização de terapias alternativas por enfermeiros brasileiros. [tese]. São Paulo: Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem; 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: YMAMURA, Ysao. Tratado de Medicina Chinesa. São Paulo: Roca, 1993. R. C. BASTOS, Sohako. Tratado de Eletro acupuntura. São Paulo: Numem, 1993. AUSTREGÉSILO, Armando. Curso de Massagem Oriental. Rio de Janeiro: Ediouro, 1998. Barros NF. Medicina complementar: uma reflexão sobre o outro lado da prática médica: São Paulo: Annablume/ FAPESP; 2000. Salles, LF; Ferreira, MZJ; Silva MJP, Turrini RNT. Terapias Complementares na Enfermagem: levantamento bibliográfico. Revista Nursing 2007; 105(9): 9498. Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO À SAÚDE A CRIANÇA E ADOLESCENTE II Carga Horária: 120 horas Ementa: A criança e o adolescente. Agravos a saúde da criança e adolescente. O papel do enfermeiro na assistência a criança e adolescente. Protocolos Assistenciais. Atividade educativa. Ensino clínico. 64 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Almeida, Fabiane de Amorim. Sabatés, Ana Llonch. Enfermagem Pediátrica: a criança, o adolescente e sua família no hospital. Barueri. Ed Manole . 2008 Brêtas, José Roberto da Silva. Quirino, Marinalva Dias Silva, Conceição Vieira da; e col. Manual de Exame Físico para a Prática da Enfermagem em Pediatria. São Paulo. Iátria. 2005 Crocetti, Michael - Barone, Michael A. Oski - Fundamentos de Pediatria Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2007 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Baccarini Pires, Marco Túlio. Starling, Sizenando Vieira. Manual de Urgências em Pronto-Socorro. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2006 Cole, Michael. Cole, Sheila R. O desenvolvimento da criança e do adolescente. 4 ed. Porto Alegre. 2004 Oliveira, Reynaldo Gomes de. Blackbook: Pediatria. 3ª ed. Belo Horizonte. Editora . Blackbook. 2005 Magalhães, Maria de Lourdes Caltabiano. Reis, João Tadeu Leite dos.Compêndio de Ginecologia Infanto-juvenil. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2003 Figueiredo, Nébia Maria A. de. Fundamentos, Conceitos, Situações e Exercícios. São Paulo. Yendis. 2005 Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO À MULHER E AO RECÉM-NASCIDO Carga Horária: 100 horas Ementa: A mulher brasileira. Evolução biológica da mulher. As implicações sobre a saúde da mulher. Etapas da vida e a saúde mulher. A gestante. A parturiente e a puérpera e o recém-nascido. Protocolos assistenciais. Atividade educativa. Ensino Clínico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Abrão, Ana Cristina F. V. Enfermagem Obstétrica e Ginecológica: Guia para a Prática Assistencial. São Paulo. Roca. 2004. Figueiredo, Nébia Maria Almeida. Ensino a Cuidar da mulher e do recémnascido. São Paulo. Yendis. 2005 Sobreiro, Bernardo e Pasqualotto, Fábio Firmbach. Saúde do Homem. Caxias do Sul. EDUCS.2007 http://www.estantevirtual.com.br/buscaporautor/Fabio%20Firmbach%20Pasqua lotto 65 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Figueiredo, Nébia Maria Almeida de. Ensinando a Cuidar da Mulher, do Homem e do Recém-Nascido. São Paulo. Yendis. 2005. Giordani, Annecy Tojeiro. Violências contra a mulher. São Paulo. Yendis. 2006. Melamed, Rose M. Seger,Liliana e col .Psicologia e Reprodução Humana Assistida - Uma Abordagem Multidisciplinar. São Paulo. Santos, 2009. Fernandes. Rosa Áurea Quintela; Narchi, Nádia Zanon. Enfermagem e Saúde da Mulher. Barueri. Ed Manole. 2007. Barros, Sonia Maria Oliveira de Enfermagem no Ciclo Gravídico-Puerperal Barueri. Ed Manole. 2006. Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO AO IDOSO Carga Horária: 60 horas Ementa: Envelhecimento humano. O longevo e o processo de viver. Sexualidade do longevo. Protocolos Assistenciais. Atividade educativa com o longevo. Ensino Clínico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Roach, Sally S. Introdução à Enfermagem Gerontológica. Rio de Janeiro Guanabara Koogan. 2006 Santos, Nívea Cristina Moreira. Home Care - A Enfermagem no Desafio do Atendimento Domiciliar. São Paulo. Iátria.2009 Silva, José Vitor da (organizador). Saúde do Idoso - Enfermagem - Processo de Envelhecimento sob Múltiplos Aspectos. São Paulo. Iátria.2009 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Dopico da Silva, Lolita. Pereira, Sandra Regina Maciqueira. Mesquita, Ayla Maria Farias de. Procedimentos de Enfermagem - Semiotécnica para o Cuidado. Rio de Janeiro Guanabara Koogan. 2004 Jacob, Wilson Filho. Avaliação Global do Idoso. Rio de Janeiro. Atheneu. 2005 Luna, Rafael Leite - Sabra, Aderbal. Medicina de Família - Saúde do Adulto e do Idoso. Rio de Janeiro Guanabara Koogan. 2006 Santos, Silvia Maria A. Idosos Família e Cultura: um Estudo Sobre a Construção do Papel do Cuidador. São Paulo. Átomo Alínea. 2003 Freitas, Elizabete Viana de e cols. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro Guanabara Koogan. 2006 66 Nome da disciplina: SAÚDE COLETIVA I Carga Horária: 60 horas Ementa: Análise comparativa entre a promoção de saúde e as políticas públicas de saúde para a população brasileira, sem identidade étnica e a promoção de saúde e as políticas públicas de saúde para o afrodescendente e o povo indígena. A relação entre saúde coletiva e educação ambiental. Saúde coletiva e enfermagem. Ações básicas de saúde. Protocolos em Saúde Coletiva. Atividade educativa. Ensino Clínico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Campos, Wagner de Souza Campos. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo. Ed HUCITEC. 2006 Figueiredo, Nébia Maria Almeida de. Ensinando a Cuidar em Saúde Pública. São Paulo. Yendis. 2005 Luz. Mabel Therezinha. Novos Saberes e Praticas em Saúde Coletiva. São Paulo. Ed HUCITEC. 2005 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Aristides, Almeida Rocha & Chester, Luiz Galvão César. Saúde Pública - Bases Conceituais. Rio de Janeiro. Atheneu. 2008 Figueiredo, Nébia. Tonini, Teresa. SUS e PSF para Enfermagem - Práticas para o Cuidado em Saúde Coletiva. São Paulo. Yendis. 2008 Grisotti, Márcia e Patrício, Zuleica A Saúde Coletiva entre Discursos e Práticas.Florianópolis. EDUFSC. Porto, Andréa. Curso Didático de Enfermagem: Módulo I. São Paulo. Yendis. 2008 Viana, Dirce Laplaca,e Petenusso, Marcio. Manual para realização do exame físico. São Paulo. Yendis. 2006 7º PERÍODO Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO AO ADULTO EM SITUAÇÃO CLÍNICA Carga Horária: 100 horas Ementa: Cuidado de Enfermagem aos adultos com afecções agudas e crônicas em diferentes especialidades, em unidades de clínica médica, ambulatórios e atendimento domiciliário. Prática em laboratório, em unidades hospitalares, em unidades básicas e em domicílio. 67 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BOUNDY, Janice. Enfermagem médico-cirúrgica. São Paulo: Reichmann e Autores, 2005. SPRINGHOUSE CORPORATION. Enfermagem médico-cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SMITH, Nancy E., TIMBY, Barbara K. Enfermagem médico-cirúrgica. São Paulo: Manole, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DOENGES, Marilynn E., MOORHOUSE, Mary F., GEISLLER, Alice. Planos de cuidado de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. KAWAMOTO, Emília E. Enfermagem em clínica cirúrgica. São Paulo: EPU, 1999. SWEARINGEN, Pamela L. Manual de enfermagem no cuidado crítico. Porto Alegre: Artmed, 2005. Martins, Herlon Saraiva. Damasceno, Maria Cecília de Toledo. Awada, Soraia Barakat. Pronto-Socorro Diagnóstico e Tratamento de Emergências-2ª Edição Revisada e Ampliada. Barueri. Editora Manole. 2008 Figueiredo, Nébia Maria Almeida de. Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2006 Laplaca. Dirce. Tratado Prático de Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO A SAÚDE DA FAMÍLIA Carga Horária: 80 horas Ementa: Estrutura e dinâmica familiar. Definição e diferentes composições familiares e suas interfaces com a saúde. Intervenções de enfermagem aplicadas ao processo de cuidar da família. Programas e Políticas públicas voltadas à saúde da comunidade: PACS, PSF. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CIANCIARULLO, Tamara Iwanow (Org.). Saúde na família e na comunidade. São Paulo: Robe Editorial, 2002. PEIXOTO, Clarice Ehlers; SINGLY, François; CICCHELLI, Vincenzo. Família e individualização. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2000. WRIGHT, L.M.; LEAHEY, M. Enfermeiras e famílias: um guia para avaliação e intervenção na família. 3. ed. São Paulo: Roca, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR http://dtr2001.saude.gov.br/bvs 68 ACOSTA, Ana Rojas; VITALE, Maria Amália Faller (orgs.). Família: redes, laços e políticas públicas. São Paulo: IEE/PUCSP, 2003. BRASIL, Ministério da Saúde. Saúde da família: uma estratégia de organização dos serviços de saúde. Brasília, 1997. BRASIL, Ministério da Saúde. Avaliação da implantação e funcionamento do Programa de Saúde da Família – PSF. Brasília, 2000. COSTA, Elisa Maria Amorim; CARBONE, Maria Herminda. Saúde da família: uma abordagem interdisciplinar. Rio de Janeiro: Rubio, 2004. SILVA, Joana Azevedo; DALMASO, Ana Sílvia Whitaker. Agente comunitário de saúde: o ser, o saber, o fazer. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2002. VALLA, V.V.(Org). Saúde e Educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO AO DOENTE MENTAL Carga Horária: 80 horas Ementa: História da loucura e da enfermagem psiquiátrica. política de saúde mental. Processo de atenção psiquiátrica integral. Transtornos mentais. Psicofármacos. Trabalho em equipe. Dispositivos e propostas substitutivas de atenção à saúde mental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: STUART, Gail W. Enfermagem psiquiátrica: princípios e prática 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. JORGE, Maria Salete Bessa (org.). Saúde Mental; de a prática psiquiátrica asilar ao terceiro milênio. São Paulo: Lemos, 2000 Stefanelli, Maguida Costa. Fukuda, Marlene Kuae; Arantes Evalda Cançado. Enfermagem psiquiátrica em suas dimensões assistenciais. Barueri. Manole, 2008 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ESCOLA POLÍTÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÃNCIO (Org.), Textos de apoio em saúde mental. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. MANZOLLI, M. C. (org) Enfermagem Psiquiátrica: da enfermagem psiquiátrica à saúde mental. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. TAYLOR, Cecília. Fundamentos de enfermagem psiquiátrica de mereness. 13. ed,. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992. AMARANTE, Paulo. Loucos pela vida – a trajetória da Reforma Psiquiátrica no Brasil. Rio de Janeiro: Panorama ENSP/FIOCRUZ, 1995. 69 TOWSEND, Mary C. Enfermagem Psiquiátrica. Conceitos de cuidado. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. http://dtr2001.saude.gov.br/bvs Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO AS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS Carga Horária: 60 horas Ementa: Doenças infecciosas e parasitárias de maior incidência no País e na Região. Relação entre as doenças infecciosas e parasitárias no contexto da saúde coletiva. Aplicação do método epidemiológico na clínica das doenças infecciosas e parasitárias. Medidas de biosegurança. Prática em unidades hospitalares, em unidades básicas de saúde, na comunidade e em Serviços de Controle de Doenças Infecciosas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SACKETT, DAVID L. HAYNES, R. BRIAN. GUYAT, GORDON Epidemiologia clínica. Porto Alegre: Artmed, 2008. HINRICHSEN, Sylvia L. DIP – Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. HINRICHSEN, Sylvia L. Biossegurança e controle de infecções. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FLETCHER, Suzanne W., FLETCHER, Robert H. Epidemiologia clínica. Porto Alegre: Artmed, 2006. SANDE, Merle A., WILSON, Walter R. Doenças infecciosas: diagnóstico e tratamento. Porto Alegre: Artmed, 2004. SCHECHTER. Doenças infecciosas – conduta diagnóstica e terapêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. Baccarini Pires, Marco Túlio. Starling, Sizenando Vieira. Manual de Urgências em Pronto-Socorro. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2006 Carvalho, Marcelo Gomes de Atendimento pré hospitalar para Enfermagem. São Paulo. Editora Érica. 2004 Nome da disciplina: SAÚDE COLETIVA II Carga Horária: 80 horas Ementa: promoção e proteção à saúde com ênfase no perfil sócio-sanitário da população abrangida. Programas de saúde e suas ações especificas 70 direcionadas à família, ao adulto, ao trabalhador. Programa Nacional de imunização. Educação em saúde. Cuidado domiciliário. Práticas em Unidades de Saúde da Família e comunidade (domicílio). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CIANCIARULLO, Tâmara Iwanow, SILVA, Gilberto T. R. da, CUNHA, Isabel C. K. O. Nova estratégia em foco: o Programa de Saúde da Família. São Paulo: Ícone, 2006. HUCITEC, Giovenni Gurgel. Saúde No Brasil. São Paulo: Hicitec, 2006. FIGUEIREDO, Nebia M. A. de. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Paulo: Yendis, 2008 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PEREIRA, Isabel Brasil. RAMOS, Marise Nogueira. Educação profissional em saúde. Rio de janeiro: Fiocruz, 2006. FONTINELE JUNIOR, Klinger. Programa Saúde da Família PSF) – comentado/03. São Paulo: AB, 2008. TEIXEIRA, Carmen Fontes, MELO, Cristina. Construindo distritos sanitários: experiência da cooperação italiana no município de São Paulo. São Paulo: Hucitec, 1995. Gualda,Dulce Maria R. Bergamasco, Roselena B. Enfermagem, Cultura e o Processo Saúde-Doença. São Paulo. Ícone.2004. Paulino, Ivan. Bedin, Lívia Perasol Paulino, Lívia Valle Paulino. Estratégia Saúde da Família. São Paulo. Ícone. 2009 8º PERÍODO Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO AO ADULTO NA CLÍNICA CIRURGICA Carga Horária: 80 horas Ementa: Cuidado de enfermagem nos diversos tipos de cirurgias. Estrutura e funcionamento do centro cirúrgico e sala de recuperação pós-anestésica. Cuidado de enfermagem no período perioperatório. Planejamento e execução do cuidado de enfermagem ao adulto em condições cirúrgicas, incluindo preparo para a alta e assistência no domicílio. A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (C.C.I.H). Práticas em unidade hospitalar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MOURA, Maria L. P. de A. Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação pósanestésica. São Paulo: Senac, 2000. 71 SILVA, Maria D. A., RODRIGUES, Aparecida L., CESARETTI, Isabel U. R. Enfermagem na unidade de centro cirúrgico. São Paulo: EPU, 1997. SMITH, Nancy E., TIMBY, Barbara K. Enfermagem médico-cirúrgica. São Paulo: Manole, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SANTOS, Nívea C. M. Enfermagem na prevenção e controle da infecção hospitalar. São Paulo: Iátria, 2003. SPRINGHOUSE CORPORATION. Enfermagem médico-cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. STOCHERO, Oneide. Enfermagem em centro cirúrgico ambulatorial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Martins, Herlon Saraiva. Damasceno, Maria Cecília de Toledo. Awada, Soraia Barakat. Pronto-Socorro Diagnóstico e Tratamento de Emergências-2ª Edição Revisada e Ampliada. Barueri. Editora Manole. 2008 Palomo, Jurema da Silva Herbas. Enfermagem em Cardiologia: cuidados avançados. Raruei. São Paulo Ed Manole. 2007 Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO EM EMERGÊNCIAS E TRAUMAS Carga Horária: 80 horas Ementa: Cuidado de enfermagem à pacientes de alto risco e em emergência e urgência, considerando as situações pré-hospitar, hospitalar e domiciliar. Práticas em unidades hospitalares e comunidade (atendimento de via pública). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FIGUEIREDO, Nebia M. A. de. Cuidando em emergência. São Paulo: Difusão, 2004. KNOBEL, Elias. Terapia intensiva – enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2006. SANTOS, Nívea C. M. Urgência e emergência para a enfermagem. São Paulo: Erica, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERTRAND, Yves, SONDAG, Jean-Pierr, HAUTE, Michel V. D. Urgencias médicas em domicílio. São Paulo: Andrei, 1997. FIGUEIREDO, Nebia M. A. de. Emergência. São Paulo: Yendis, 2008. GOMES, Alice M. Enfermagem na unidade de terapia intensiva. São Paulo: EPU, 2008. 72 Silva, Roberto Carlos Lyra da Feridas: Fundamentos e atualizações em Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2007 Sousa, Cristina Silva. Enfermagem em Monitorização Hemodinâmica São Paulo. Iátria. 2009 Nome da disciplina: UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE I Carga Horária:100 horas Ementa: Desenvolvimento de atividades do aluno em Unidades da Rede Básica dos serviços de saúde. Integração do aluno ao Programa de Saúde da Família e outros programas de saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: A ser indicada na época da implantação disciplina. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: A ser indicada na época da implantação disciplina. Nome da disciplina: SERVIÇOS HOSPITALARES I Carga Horária: 120 horas Ementa: Desenvolvimento de atividades do aluno em unidades hospitalares em âmbito ambulatorial e serviços de média complexidade, no campo gerencial e no cuidado. Planejamento, organização e avaliação do cuidado de Enfermagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: A ser indicada na época da implantação da disciplina. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: A ser indicada na época da implantação da disciplina. DISCIPLINAS OPTATIVAS Nome da disciplina: CIDADANIA (OPTATIVA) Carga Horária:40 horas Ementa: Compreensão das bases conceituais e históricas dos Direitos Humanos, da reconstrução histórica no processo de afirmação dos Direitos Humanos na sociedade brasileira, despertando nos alunos o interesse no debate e na participação em questões afetas à cidadania e à vivência plena dos direitos e contribuindo para o desenvolvimento de responsabilização. 73 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARAÚJO, Ulisses F.; AQUINO, Júlio Groppa. Os Direitos Humanos na Sala de Aula: A Ética Como Tema Transversal. São Paulo: Moderna, 2001. BENTO, Maria Aparecida Silva. Cidadania em Preto e Branco: discutindo as relações sociais. São Paulo: Ática, 2002. CANDAU, Vera e SACAVINO, Susana (orgs.). Educar em Direitos Humanos. Rio de Janeiro: D& P Editora, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CANDAU, Vera Maria. Multiculturalismo e Direitos Humanos. In: REDE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS. Construindo a Cidadania: Desafios para o Século XXI. Capacitação em Rede. Recife: RBDH, 2001. COMPARATO, Fábio Konder. Afirmação Histórica dos Direitos Humanos. 2ª.Ed. São Paulo: Saraiva, 2001. CANDAU, Vera Maria, et al. Oficinas Pedagógicas de Direitos Humanos. Petrópolis: Vozes, 1995. Sá Ana Cristina de. Toque Terapêutico pelo Método Krieger-Kunz . São Paulo. Yendis. 2008. Nome da disciplina: LIBRAS (OPTATIVA) Carga Horária: 40 horas Ementa: Aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. A Língua de Sinais Brasileira - Libras: características básicas da fonologia. Noções básicas de léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audio-visuais; Noções de variação. Praticar Libras: desenvolver a expressão visual-espacial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Língua Brasileira de Sinais, Brasília Editor: SEESP/MEC Nº Edição: Ano: 1998. BRITO Lucinda Ferreira Obra: Por uma gramática de línguas de sinais, Rio de Janeiro Editor: Tempo Brasileiro Nº Edição: Ano: 1995 COUTINHO, Denise. Obra: LIBRAS e Língua Portuguesa: .Semelhanças e diferenças, João Pessoa Editor: Arpoador Nº Edição: Ano: 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FELIPE, Tânia A. Obra: Libras em contexto, Brasília Editor: MEC/SEESP Nº Edição: 7 Ano: 2007. 74 LABORIT, Emanuelle Obra: O Vôo da Gaivota, Paris Editor: Copyright Éditions Nº Edição: Ano: 1994. QUADROS, Ronice Muller. Obra: Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos, Porto Alegre Editor: Artmed Nº Edição: Ano: 2004. SACKS, Oliver W Obra: Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos, São Paulo Editor: Companhia das Letras Nº Edição: Ano: 1998. SKLIAR, Carlos Obra: A Surdez: um olhar sobre as diferenças, Porto Alegre Editor: Mediação Nº Edição: Ano: 1998. Nome da disciplina: TANATOLOGIA (OPTATIVA) Carga Horária: 20 horas Ementa: A morte em épocas e sociedades diversas; os diferentes conceitos científicos de morte em nossa cultura e suas implicações na prática do trabalhador de saúde. A morte na sociedade moderna ponderando sobre as conseqüências da dificuldade dos psicólogos e demais profissionais de saúde em lidar com o termino da vida. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: D' ASSUMPÇÃO, E. A. Morte e Espiritualidade. Cirplast: Belo Horizonte, 2006. FRANCO MHP. Uma jornada contra o luto: a morte e o luto sob diferentes olhares. Campinas: Editora Livro Pleno; 2002. Giliolo, G. O pequeno médico. São Paulo: Clio, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOVÁCS MJ. Educação para a morte: temas e reflexões. Casa do psicólogo; 2003. WALSH F, McGoldrick M. Morte na família: sobrevivendo às perdas. Porto Alegre: Artmed; 1998. Rosa, Rudinei da. Tanatologia: uma interpretação. Revista Eletrônica ÁGORA. Ano II, nº3, p.18-27, Dez 2006. Carvalho, Lucimeire Santos; Oliveira, Milena Arão da Silva; Portela, Sandra Cabral; Silva, Cátia Andrade da; OLIVEIRA, Ana Carla Petersen de; CAMARGO, Climene Laura de. A morte e o morrer no cotidiano de estudantes de Enfermagem. Revista de Enfermagem UERJ. 14(4):551:557, Out/Dez. 2006. MOREIRA, Almir da Costa; LISBOA, Marcia Tereza da Luz. A morte - entre o público e o privado: reflexões para prático profissional de enfermagem. Revista de Enfermagem UERJ v.14. Rio de Janeiro set. 2006. 75 9º PERÍODO Nome da disciplina: METODOLOGIA DE PESQUISA I (ELABORAÇÃO E ENTREGA DO PROJETO DE PESQUISA) Carga Horária:40 horas Ementa: Execução de projeto de pesquisa em Enfermagem: delimitação do tema, do referencial teórico e metodológico, levantamento bibliográfico. Apresentação do projeto de pesquisa. Elaboração de nota prévia BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LOBIONDO-WOOD, Geri, HABER, Judith. Pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação crítica e utilização. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. MATHEUS, Maria Clara C. Pesquisa qualitativa em enfermagem. São Paulo: LMP, 2006. POLIT, Denise f., HUNGLER, Bernadette P., BECK, Cheryl T. Fundamentos de pesquisa em enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2004 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SANTOS, Iraci dos. Prática da pesquisa nas ciências humanas e sociais. São Paulo: Atheneu, 2005. MINAYO, Maria Cecília de S., DESLANDES, Suely F. Pesquisa social. Petrópolis: Vozes, 2002. JACQUES, H. M. Gauthier. Pratica da Pesquisa nas Ciências Humana e Sociais. Rio De Janeiro: Atheneu, 2005. Schlittler Jose Maria Martins, A Nova Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa. Campinas. Servanda. 2009 Holanda, Aurélio Buarque de. Miniaurélio 2 x 1: de Acordo com a Nova Reforma Ortográfica. Curitiba. Positivo. 2009 Nome da disciplina: SERVIÇOS HOSPITALARES II Carga Horária: 120 horas Ementa: Desenvolvimento de atividades do aluno em unidades hospitalares em âmbito ambulatorial e serviços de média complexidade, no campo gerencial e no cuidado. Planejamento, organização e avaliação do cuidado de Enfermagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: A ser indicada na época da implantação disciplina. 76 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: A ser indicada na época da implantação disciplina. Nome da disciplina: SERVIÇOS HOSPITALARES II Carga Horária: 120 horas Ementa: Desenvolvimento de atividades do aluno em unidades hospitalares em âmbito ambulatorial e serviços de alta complexidade, no campo gerencial e no cuidado. Supervisão e avaliação do desempenho da equipe de enfermagem e multidisciplinar em unidades hospitalares BIBLIOGRAFIA BÁSICA: A ser indicada na época da implantação disciplina. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: A ser indicada na época da implantação disciplina. Nome da disciplina: ESTÁGIO CURRICULAR I (EM SAÚDE MENTAL) Carga Horária: 120 horas Ementa: Atenção à saúde mental nas instituições renomeadas, observando o cotidiano e o desenvolvimento da doença mental, objetivando cuidar do indivíduo e aprendendo as diversas fases da doença mental. Atuando em todas as suas fases do processo e realizando a integração da família e da comunidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: A ser indicada na época da implantação deste Estágio Supervisionado BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: A ser indicada na época da implantação deste Estágio Supervisionado 10º PERÍODO Nome da disciplina: METODOLOGIA DE PESQUISA II (CONCLUSÃO E APRESENTAÇÃO DO TCC) Carga Horária: 80 horas Conteúdo: Elaboração de trabalho de conclusão de curso: coleta dos dados, análise dos dados, elaboração do relatório final. Apresentação do trabalho de conclusão de curso. Elaboração de artigo científico e de resumos/abstract, elaboração de pôsteres e data-show. 77 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LOBIONDO-WOOD, Geri, HABER, Judith. Pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação crítica e utilização. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. MATHEUS, Maria Clara C. Pesquisa qualitativa em enfermagem. São Paulo: LMP, 2006. POLIT, Denise f., HUNGLER, Bernadette P., BECK, Cheryl T. Fundamentos de pesquisa em enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MINAYO, Maria Cecília de S., DESLANDES, Suely F. Pesquisa social. Petrópolis: Vozes, 2002. SANTOS, Iraci dos. Prática da pesquisa nas ciências humanas e sociais. São Paulo: Atheneu, 2005. MAY, Tim. Pesquisa Social. Porto Alegre: Artmed, 2004. Schlittler Jose Maria Martins, A Nova Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa. Campinas. Servanda. 2009 Holanda, Aurélio Buarque de. Miniaurélio 2 x 1: de Acordo com a Nova Reforma Ortográfica. Curitiba. Positivo. 2009 Nome da disciplina: HOSPITALARES) ESTÁGIO CURRICULAR II (EM SERVIÇOS Carga Horária:160 horas Ementa: Desenvolvimento de atividades do aluno em unidades hospitalares em âmbito ambulatorial e serviços de alta complexidade, no campo gerencial e no cuidado. Supervisão e avaliação do desempenho da equipe de enfermagem e multidisciplinar em unidades hospitalares BIBLIOGRAFIA BÁSICA: A ser indicada na época da implantação deste Estágio Supervisionado BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: A ser indicada na época da implantação deste Estágio Supervisionado Nome da disciplina: HOSPITALARES) ESTÁGIO CURRICULAR III (EM SERVIÇOS Carga Horária:160 horas Ementa: Desenvolvimento de atividades do aluno em unidades hospitalares em âmbito ambulatorial e serviços de alta complexidade, no campo gerencial e 78 no cuidado. Supervisão e avaliação do desempenho da equipe de enfermagem e multidisciplinar em unidades hospitalares BIBLIOGRAFIA BÁSICA: A ser indicada na época da implantação deste Estágio Supervisionado BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: A ser indicada na época da implantação deste Estágio Supervisionado 1.7- Metodologia Com a estruturação de Módulos e de Eixos de Integração, a metodologia do ensino, neste Projeto, é a essência do processo de aprendizagem, garantindo sua qualidade e eficácia, possibilitando que os estudantes aprendam conceitos e teorias; desenvolvam capacidades e habilidades de pensar e agir, formando atitudes e valores para que se realizem como profissionais e cidadãos. A metodologia da problematização é o pano de fundo básico, e estimulará a motivação e a orientação, estabelecendo uma comunicação desafiadora com o estudante, onde o estudo dos conteúdos baseia-se na resolução de problemas, na análise e no desenvolvimento da capacidade de fazer generalizações, deslindando na aquisição de capacidades cognitivas, sensitivas e motoras. Esta linha metodológica de ensino pressupõe a observação de uma realidade; a identificação de dificuldades, carências, discrepâncias, de várias ordens, que são transformadas em problemas, ou seja, problematizadas. Estas dificuldades são estudadas constituindo “ponto-chave” do ensino e são investigadas no ambiente da sala de aula, na biblioteca, no campo de ensino clínico e estágio curricular, buscando possíveis soluções, que são debatidas com o objetivo de ancorar os conteúdos, efetivando a aprendizagem. Com a utilização desta linha metodológica é possível conduzir o estudante a uma atuação inovadora e transformadora na área assistencial e de ensino, ao exercício da Enfermagem Holística, onde a aplicação dos conhecimentos – competências e habilidades - se torna presente e expressa o cuidar transcultural. Nesta aprendizagem o estudante incorpora a ciência/arte do cuidar como instrumento de interpretação profissional, ao ser desafiado a aprender e apreender num contexto real, onde a convivência com variáveis incita a exploração, o resgate de conhecimentos para a solução de problemas, recriando maneiras de ser e agir na execução do cuidado transcultural. Os próprios eixos de integração curricular do Projeto Pedagógico, ao perpassar diversos conteúdos de aprendizagem, a interdisciplinaridade e a 79 perspectiva transversal, impulsionam a utilização de metodologias de ensino onde o desafio esteja presente e materializando-se a busca de soluções. Com estes princípios, ao iniciarmos o Curso de Graduação em Enfermagem, os conteúdos pedagógicos foram desdobrados em quatro dinâmicas: preleção (aula teórica), aula de laboratório (treinamento de técnicas), Ensino Clínico (atividade prática exercida em ambientes diferenciados que favoreçam o treinamento real), e Estágio Supervisionado (execução da assistência de enfermagem em ambientes institucionais que desenvolvam o cuidado ao cliente/família e comunidade associado à atividade de extensão e pesquisa). 1.7.1- Fundamentação Teórico-Metodológica do Curso Os princípios metodológicos, delineados nas diretrizes pedagógicas, são consignados no projeto pedagógico do Curso, com o objetivo de conduzir o educando a aprender a ser, a fazer, a viver em sociedade e a conhecer, para a formação de um perfil profissional universalista, mas centrado em especificidades indispensáveis à empregabilidade, tais como: 1- comportamento humano e ético, 2- criatividade e inovação, 3- aprendizagem continuada, 4- trabalho em equipes multidisciplinares, 5- domínio de comunicação e expressão e 6- domínio de procedimentos básicos no uso de microcomputadores, navegação nas redes da tecnologia da informação e uso dos instrumentos laboratoriais específicos. 1.7.2- Integralização do PPC com o PPI O Projeto Pedagógico do Curso guarda coerência com o Projeto Pedagógico Institucional quanto ao referencial teórico-metodológico, princípios, diretrizes, abordagens, estratégias e ações. O curso será implementado com base nas seguintes diretrizes gerais: a) O ensino deve ser ministrado a partir de metodologias de ensino que promovam o desenvolvimento de competências e habilidades requeridas na formação integral do estudante, especialmente o cidadão e o profissional; 80 b) Os currículos dos cursos devem atender às diretrizes curriculares nacionais, estabelecidas pelo Ministério da Educação e os planos de ensino devem refletir conteúdos inovadores e voltados para a formação integral do aluno; c) A avaliação do processo ensino-aprendizagem deve levar em consideração todos os aspectos formativos, cabendo ao professor muito mais o papel de orientador, envidando esforços para despertar as potencialidades do educando; d) Em todos os cursos haverá um espaço curricular para o desenvolvimento de Atividades Complementares ou Estudos Independentes, destinados a trabalharem aspectos interdisciplinares na formação do aluno e a oferecerem oportunidades de ampliação dessa formação, em áreas afins; e) A teoria e prática devem caminhar juntas. A aplicação prática das teorias será promovida e incentivada, em todas as ações pedagógicas; f) A Faculdade deve estender à comunidade social as suas ações de ensino e as práticas investigativas, sob a forma de extensão, com a oferta de cursos e serviços, mediante convênios com as entidades da sociedade civil organizada ou diretamente à população. O Curso mantém coerência com as finalidades da Faculdade que pretende: 1- promover a educação superior; 2- estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; 3- formar cidadãos nas diferentes áreas do conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais, participar do desenvolvimento da sociedade brasileira e colaborar na sua formação continua; 4- incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao progresso das ciências, da tecnologia, criação e difusão da cultura e desse modo desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive; 5- promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e transmitir o saber através do ensino e outras formas de comunicação; 6- suscitar o interesse permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando as informações adquiridas, numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; 7- realizar intercâmbio mediante convênios com outras instituições para a obtenção dos seus objetivos; 8- estimular o conhecimento dos problemas do mundo atual de dimensões Internacionais, nacionais e regionais, prestar serviços 81 especializados á comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade e 9- promover a extensão aberta á participação da comunidade onde está inserida, visando à difusão das conquistas resultantes da criação cultural e da pesquisa. 1.7.3- Integralização do PPC com o PDI O Curso guarda congruência com a política de responsabilidade social da Faculdade, especialmente, no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural do município e do Estado do Rio de Janeiro. O Curso está compromissado com as metas institucionais da FGS, expressas em seu PPI e PDI, quais sejam: a) Consolidar, até o final do próximo quinquênio, o ensino de graduação e a pós-graduação, definindo o perfil institucional. O projeto do curso cumpre as diretrizes e ações da Faculdade, contemplando: 1- diretrizes pedagógicas específicas, de cada curso, para o desenvolvimento de competências e habilidades que atendam ao perfil desejado dos egressos, 2- currículo dos cursos que atendam às diretrizes curriculares nacionais, estabelecidas pelo Ministério da Educação, e às peculiaridades da cidade do Rio de Janeiro, princípios metodológicos contemporâneos e inovadores; 3- processos de avaliação contínua da aprendizagem, com a participação intensa dos professores na formulação das ações para o cumprimento deste objetivo; 4- fortalecer a fraternidade no ambiente educacional e organizacional, possibilitando as condições adequadas para a aprendizagem e a convivência comunitária. O projeto pedagógico do Curso atende às diretrizes curriculares gerais estabelecidas pelo Ministério da Educação para os cursos superiores da área da saúde, e especificamente para o bacharelado em Enfermagem. 82 1.8- Estágio curricular supervisionado O Curso de Enfermagem prioriza o Ensino Clínico, de modo que as disciplinas sejam desenvolvidas em três momentos que se interligam: o ensino teórico, o ensino teórico-prático e o ensino prático, que garantem a associação da aula teórica com a prática. Esta estrutura das atividades de ensino não está dissociada da atividade de extensão e pesquisa, uma vez que as atividades práticas são realizadas em ambientes que permitem o estudo de casos e situações relacionadas à área da Enfermagem. Afinal, as disciplinas assim estruturadas permitem através do ensino clínico o desenvolvimento de atividades de análise crítica e aplicação do aprendizado teórico à prática na execução de diferentes atividades. O planejamento do ensino clínico é amplamente discutido, cabendo ao professor e ao aluno organizar a atividade nos cenários compatíveis, a debater as práticas a serem executadas e a avaliação. Com esta dinâmica a cada semestre os cenários e as formas de ação podem ser alterados adequando-se aos problemas emergentes do contexto. O ensino clínico envolve o conhecimento do cenário e da clientela, a identificação dos problemas, as propostas de formas de intervenções, e a construção de um relatório final. Com o desenvolvimento dos conteúdos de ensino clínico há um preparo gradual do estudante para o estágio curricular supervisionado. 1.8.1- Ensino Clínico e Estágio Curricular Supervisionado Com os eixos de integração colocamos o estudante em contato com o cliente numa progressão coerente do conhecimento, em suas expressões e fases evolutivas, enfocando o viver saudável, o respeito ao indivíduo no seu contexto cultural, sob a forma de Ensino Clínico. Estes eixos integrativos associam conhecimentos da área básica com a específica, a teoria ao exercício prático, assegurando a presença de atividades práticas do primeiro ao sexto períodos do Curso, permeando toda a formação do Enfermeiro, de forma integrada e interdisciplinar. Estas atividades práticas são denominadas Ensino Clínico. 83 Disciplinas Ensino Clínico Conteúdo programático Pré-requisito Enfermagem no cuidado a saúde da criança e adolescente II. Enfermagem no cuidado a saúde da criança e adolescente I Enfermagem no cuidado ao adulto em situação clinica. Enfermagem no cuidado ao idoso. Enfermagem no cuidado ao idoso. Semiologia e semiotécnica II Saúde coletiva II Saúde coletiva I Enfermagem no cuidado ao doente mental. Saúde Mental I. Enfermagem no cuidado a emergência e traumas Semiologia e semiotécnica II / Enfermagem no cuidado ao adulto em situação clinica. Enfermagem no Cuidado a criança e adolescente II Enfermagem no cuidado a criança e adolescente I. Enfermagem no cuidado ao adulto em situações cirúrgicas. Semiologia e semiotécnica II Estas disciplinas são desenvolvidas em três momentos que se interligam: o ensino teórico, o ensino teórico-prático e o ensino prático, correspondentes ao percentual equitativo de carga horária, que garantem a associação da aula teórica com a prática. Esta estrutura das atividades de ensino não está dissociada da atividade de extensão e pesquisa, uma vez que as atividades práticas são realizadas em ambientes externos e prestando serviços à comunidade, expresso na execução de cuidados vinculados aos conteúdos programáticos, e este serviço prestado a comunidade gera um relatório que caracteriza a atividade de pesquisa. Estas disciplinas assim estruturadas permitem através do ensino clínico o desenvolvimento de atividades de análise crítica e aplicação do aprendizado teórico à prática, principalmente os conteúdos de semiologia e semiotécnica, na execução de diferentes atividades. Inicialmente, o ensino clínico aproxima o estudante da clientela supostamente saudável, o escolar, o adolescente, o trabalhador e o idoso, ofertadas durante todo Curso. Após o ensino-clínico o estudante adentra nos ambientes, nas unidades de saúde coletiva e de internação hospitalar, atendendo a clientela com possíveis agravos ou que necessita de proteção específica. O ensino clínico “o espaço formativo” - permite ao estudante concretizar o “treinamento” em situações reais, acompanhado por um docente que direciona e supervisiona seus “passos”. 84 Neste “espaço formativo” o estudante adota comportamento de superação, busca um diálogo aberto com o professor, que adota uma postura de vigilância e incentivo, auxiliando na identificação de problemas, na busca por soluções, na incorporação de novas formas de agir adequadas ao exercício profissional. O planejamento do ensino clínico é amplamente discutido, cabendo ao professor e ao aluno organizar a atividade nos cenários compatíveis, a debater as práticas a serem executadas e a avaliação. Com esta dinâmica a cada semestre os cenários e as formas de ação podem ser alterados adequando-se aos problemas emergentes do contexto. O ensino clínico envolve o conhecimento do cenário e da clientela, a identificação dos problemas, as propostas de formas de intervenções, e a construção de um relatório final. Com o desenvolvimento dos conteúdos de ensino clínico a um preparo gradual do estudante para o estágio curricular supervisionado. O estágio curricular supervisionado pressupõe assim, um estudante “pré-profissional”, capaz de exercer atividades sob o gerenciamento de preceptor (articulando docente-enfermeiro assistencial), que será responsável pelo acompanhamento avaliativo. Desta forma o preceptor avaliará o posicionamento correto do estudante no que se refere à aquisição de competências e habilidades, treinadas e introjetadas anteriormente no ensino clínico. As disciplinas que compõem o estágio curricular são: Quadro Disciplinas Estágio Supervisionado Estágio curricular I (Saúde mental) Estágio curricular na assistência de Enfermagem em situações relacionadas à saúde mental: atendimento, procedimentos e encaminhamentos específicos Totalizar 120 horas obrigatórias Estágio curricular II (unidades básicas de saúde) Estágio curricular na assistência de Enfermagem em situações clínicas Totalizar 160 horas de obrigatórias Estágio curricular na assistência de Enfermagem em situações cirúrgicas Estágio curricular III (em serviços hospitalares) Estágio curricular na assistência de Enfermagem a mulher e a criança Totalizar 160 horas de obrigatórias No estágio curricular supervisionado o estudante tem maior liberdade para a tomada de decisão e assim pode ganhar segurança e maturidade, entretanto, suas ações continuam “monitorizadas”. 85 Associadas ao ensino clínico e estágio curricular supervisionado, as atividades complementares estão vinculadas à atividade de extensão assistencial, executadas por estudantes com supervisão docente, auxiliando na articulação de conhecimentos e na aquisição de competências e habilidades. As atividades de ensino clínico são realizadas em ambientes internos (sala de espera da Clínica Escola – Consultórios na Clinica Escola) e externos da instituição, como escolas, creches, empresas, clínicas de repouso e unidades de saúde coletiva. O estágio curricular supervisionado ocorrerá em ambiente interno (sala de espera da Clínica Escola de Enfermagem – Consultórios na Clinica Escola da Gama e Souza, espaço de atendimento do laboratório da Saúde da Mulher e da Criança), unidades de saúde coletivas e unidades hospitalares conveniadas. Quanto à relação docente por números de alunos nas atividades práticas mantemos a seguinte norma: a) Disciplinas com conteúdos práticos: A proporção de alunos por professor na aula teórica é de um docente para no máximo 20 alunos. A proporção de um professor para no máximo 10 alunos nas atividades práticas será utilizada em uma proporção menor e adequada ao cenário, e com processo de ensino-aprendizagem caso necessário. b) Disciplinas estágio curricular: 8 a 10 alunos trabalhando de forma conjunta com o preceptor (enfermeiro assistencial). A institucionalização das atividades de Ensino Clínico e Estágio Curricular Supervisionado serão normatizadas pelo Regulamento do Ensino Clínico e Estágio Curricular. 1.9- Atividades complementares Por meio das Atividades Complementares ou Estudos Independentes hão de se estabelecer diretrizes que permitam ao estudante trilhar sua própria trajetória acadêmica, preservando sua identidade e sua vocação. Tais atividades ampliam o espaço de participação do aluno no processo didáticopedagógico, no qual deve ser sujeito da relação pedagógica, consoante a tendência da legislação e das políticas educacionais no sentido de flexibilizar os cursos, dando oportunidade ao aluno de buscar uma formação de acordo com suas aptidões. Desse modo, as atividades são realizadas sob a orientação de um docente, podendo compreender setores diversos referentes à Enfermagem, além de atividades de extensão, monitoria de disciplinas do curso, estágios 86 extracurriculares, visitas técnicas, participação em congressos, seminários e outros eventos. Comporta também outros temas e assuntos atuais de interesse nacional ou internacional e a aplicação de novas tecnologias e tendências para o setor. As Atividades Complementares são parte integrante da formação do Enfermeiro e devem integralizar uma carga horária mínima de 200 horas, que serão adicionadas à carga horária total do curso. As atividades serão desenvolvidas no decorrer do curso, a fim de que o tornem mais dinâmico, com ênfase especial no estímulo à capacidade criativa e à corresponsabilidade do aluno no processo de sua formação. As Atividades Complementares deverão ser desenvolvidas ao longo de todo o curso em desdobramentos que correspondam a disciplinas especiais, eventos diversos, cursos de línguas, informática, programas de pesquisa e extensão, representação discente, mediante acompanhamento do órgão responsável pelo curso e pelas Atividades Complementares e anotações da Secretaria Geral da Faculdade Gama e Souza para registro no histórico escolar do aluno. O Curso de Enfermagem apresenta o estímulo do cumprimento das Atividades Complementares associadas ao ensino clínico e estágio curricular supervisionado, de modo que elas estejam vinculadas à atividade de extensão assistencial, executadas por estudantes com supervisão docente, auxiliando na articulação de conhecimentos e na aquisição de competências e habilidades. Tais atividades ampliam o espaço de participação do aluno no processo didático-pedagógico, no qual deve ser sujeito da relação pedagógica, consoante a tendência da legislação e das políticas educacionais no sentido de flexibilizar os cursos, dando oportunidade ao aluno de buscar uma formação consentânea com suas aptidões. As Atividades Complementares objetivam: a) Proporcionar aos alunos a oportunidade de aprofundar os conhecimentos adquiridos em atividades extracurriculares e extraclasse, além de conhecer novas tecnologias e novos paradigmas educacionais. b) Possibilitar o refinamento cultural do alunado e a interseção entre o saber formal o saber informal, através da experimentação de produtos e serviços culturais de diversas naturezas. Isso significa o aproveitamento de estudos adquiridos pelo estudante, em atividades extraclasse, intra ou extramuro, acordado, previamente, entre o aluno e a coordenação acadêmica do curso. Esses estudos podem ser realizados na área do curso ou em qualquer área do conhecimento correlata ao curso, na FACULDADE GAMA E SOUZA, em outra IES ou em qualquer organização não-escolar. Os cursos podem ser presenciais ou à distância, desde que estejam em conformidade com a legislação vigente acerca de cursos de atualização, extensão e EAD. Cabe, ainda, o aproveitamento das 87 vivências culturais do alunado, variando da mostra cinematográfica a visitas orientadas, por exemplo. 1.10- Trabalho de conclusão de curso A Faculdade Gama e Souza possui regulamento específico para a redação de Trabalho de Conclusão de Curso. No caso do Curso de Enfermagem, o TCC compreende a redação e defesa de estudo monográfico, cujo regulamento segue, sintetizado, com a apresentação dos artigos que melhor evidenciam a proposta da IES e do Curso de Enfermagem. REGULAMENTO DE MONOGRAFIA (TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este regulamento normatiza as atividades relativas ao trabalho de conclusão de curso, integrante do currículo pleno ministrado, indispensável à colação de grau, no âmbito da Faculdade Gama e Souza. Art. 2º O trabalho de conclusão de curso – TCC, elaborado sob a forma de monografia, relatando uma pesquisa individual orientada, objetiva propiciar aos alunos do curso: I - a ocasião de demonstrar o grau de habilitação adquirida; II - o aprofundamento temático; III - o estímulo à produção científica e à consulta de bibliografia especializada; IV - o aprimoramento da capacidade de interpretação e crítica científica. CAPÍTULO II DAS ATRIBUIÇÕES DOS ÓRGÃOS ENVOLVIDOS Art. 3º Compete às Coordenações de cursos: I - designar os professores orientadores; II - analisar, em grau de recurso, as decisões e avaliações dos professores orientadores; III - tomar, em primeira instância, todas as demais decisões e medidas necessárias ao efetivo cumprimento deste regulamento. 88 Parágrafo único. Das decisões das Coordenações de cursos cabe recurso em última instância, à Congregação. Art. 4º As Coordenações de Cursos podem convocar, se necessárias, reuniões com os professores orientadores, buscando cumprir e fazer cumprir este regulamento. CAPÍTULO III DOS PROFESSORES ORIENTADORES Art. 5º O trabalho de conclusão de curso é desenvolvido sob a orientação de professor da instituição, lotado em qualquer Coordenação. Parágrafo único. O TCC é atividade de natureza acadêmica e pressupõe a alocação de parte do tempo de ensino dos professores à atividade de orientação, na forma prevista no plano de carreira docente. Art. 6º O professor orientador é escolhido, livremente, pelo aluno, que deverá considerar, nessa escolha, os prazos estabelecidos neste regulamento para entrega do projeto de monografia. Art. 7º Ocorrendo a hipótese de o aluno não encontrar nenhum professor que se disponha a assumir a sua orientação, a indicação do seu orientador será feita pelo Coordenador do Curso. Art. 8º Cada professor pode orientar, no máximo, dez alunos por ano. Art. 9º A troca de professor orientador só é permitida quando outro docente assumir formalmente a orientação, após a anuência expressa do professor substituído e aprovação do Coordenador do Curso. Parágrafo único. É da competência do Coordenador do Curso a solução de casos especiais, podendo ele, se entender necessário, encaminhá-los para decisão pelo Conselho de Curso. Art. 10. O professor orientador tem, entre outros, os seguintes deveres específicos: I - frequentar as reuniões convocadas pelo Coordenador do Curso; II - atender, semanalmente, aos alunos orientandos em horário previamente fixado; III - entregar, semanalmente, os formulários de frequência e avaliação devidamente preenchidos e assinados; IV - avaliar os relatórios parciais entregues pelos orientandos, ao término da primeira etapa do TCC, atribuindo-lhes as respectivas notas; 89 V - participar das defesas para as quais estiver designado, em especial as de seus orientandos; VI - assinar, juntamente com os demais membros das bancas examinadoras, as fichas de avaliação das monografias e as atas finais das sessões de defesa; VII - cumprir e fazer cumprir este regulamento. Art. 11. A responsabilidade pela elaboração da monografia é integralmente do aluno, o que não exime o professor orientador de desempenhar adequadamente, dentro das normas definidas neste regulamento, as atribuições decorrentes da sua atividade de orientação. CAPÍTULO IV DOS ALUNOS EM FASE DE REALIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 12. É considerado aluno em fase de realização de TCC, todo aquele regularmente matriculado em qualquer das áreas de aprofundamento de estudos; Art. 13. O aluno em fase de realização do TCC tem, entre outros, os seguintes deveres específicos: I - frequentar as reuniões convocadas pelo Coordenador do Curso ou pelo seu orientador; II - manter contatos, no mínimo, quinzenais, com o professor orientador, para discussão e aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar eventuais faltas; III - cumprir o calendário divulgado pela coordenadoria do curso para entrega de projetos, relatórios parciais e monografia; IV - entregar ao orientador, ao término da primeira etapa do TCC, relatório parcial sobre as atividades desenvolvidas no período, em duas vias; V - elaborar a versão final de sua monografia, de acordo com o presente regulamento e as instruções do seu orientador; VI - entregar ao coordenador do curso, ao término da segunda etapa do TCC, cinco cópias de sua monografia, devidamente assinadas e visadas pelo orientador, e cópia do arquivo em disquete, quando digitada em computador; VII - comparecer em dia, hora e local determinados para apresentação e defesa da versão final de sua monografia; 90 VIII - cumprir e fazer cumprir este regulamento. CAPÍTULO V DAS ETAPAS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 14. A elaboração do TCC compreende duas etapas, a serem realizadas em dois semestres subseqüentes, a saber: I - a elaboração do TCC se inicia com a entrega do projeto de monografia ao coordenador do curso, encerrando-se com a entrega do relatório parcial, que é avaliado pelo orientador responsável; II - a segunda etapa inclui a conclusão de pesquisa, a redação da monografia e a sua defesa perante banca examinadora. CAPÍTULO VI DO PROJETO DE MONOGRAFIA Art. 15. O aluno deve elaborar seu projeto de monografia de acordo com este regulamento e com as orientações do seu professor orientador. Parágrafo único. A estrutura formal do projeto deve seguir os critérios técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre documentação, no que forem aplicadas. Art. 16. A estrutura do projeto de monografia compõe-se de: I - apresentação; II - objeto; III - objetivos; IV - justificativa; V - revisão bibliográfica; VI - metodologia; VII - cronograma; VIII - levantamento bibliográfico inicial; IX - instrumento de pesquisa (quando houver pesquisa de campo). Art. 17. O projeto de monografia deve ser entregue ao Coordenador de Curso em duas vias, assinadas pelo aluno e visadas pelo orientador responsável, até o final do período de matrícula regular. 91 § 1º Cabe, ao Coordenador de Curso, assistido pelos professores orientadores, a avaliação e aprovação dos projetos apresentados pelos alunos. § 2º O projeto reprovado deve ser devolvido ao aluno no prazo de, até cinco dias, para que seja reformulado ou refeito e possa ser entregue novamente ao Coordenador de Curso antes do término do período. Sendo o projeto novamente reprovado, o aluno tem sua matrícula na disciplina definitivamente cancelada. § 3º Aprovado o projeto de monografia, um exemplar é arquivado na Coordenadoria do Curso, sendo o outro, devidamente assinado pelo Coordenador e enviado ao professor orientador. Art. 18. Para aprovação do projeto de monografia deve ser levado em consideração a existência ou não de monografia já apresentada e defendida com base em processo idêntico. Art. 19. Aprovado o projeto de monografia, a mudança de tema só é permitida mediante a elaboração de um novo projeto e preenchimento dos seguintes requisitos: I - ocorrer a mudança dentro de um prazo não superior a trinta dias, contados da data de início do período letivo; II - haver aprovação do professor orientador; III - existir a concordância do professor orientador em continuar com a orientação, ou a concordância expressa de outro docente em substituí-lo; IV - haver a aprovação do Coordenador do Curso. Parágrafo único. Pequenas mudanças que não comprometam as linhas básicas do projeto são permitidas a qualquer tempo, desde que com autorização do orientador. CAPÍTULO VII DO RELATÓRIO PARCIAL Art. 20. O relatório parcial sobre o desenvolvimento do TCC deve conter informações detalhadas acerca das pesquisas e estudos realizados nessa primeira fase. § 1º Aplicam-se à avaliação do relatório parcial, no que couberem, os mesmos critérios, notas e conceitos utilizados para avaliação das demais disciplinas. 92 § 2º O aluno que tiver seu relatório parcial reprovado deve refazê-lo, mantendo-se ou não, a seu critério, o mesmo tema. § 3º Havendo a manutenção do tema, a substituição do orientador depende da sua expressa concordância e da aceitação da orientação por outro docente da área específica. CAPÍTULO VIII DA MONOGRAFIA Art. 21. A estrutura da monografia compõe-se de: I - folha de rosto; II - folha de aprovação; III - sumário; IV - introdução; V - desenvolvimento; VI - considerações finais (ou conclusão); VII - referências bibliográficas (ou bibliografia); VIII - anexos (quando for o caso). Art. 22. A monografia deve ser apresentada preenchendo os seguintes requisitos: I - datilografada ou impressa em espaço dois, em papel branco tamanho A4; II - a soma das margens inferior e superior não podem ultrapassar seis centímetros; III - a soma das margens laterais não pode ultrapassar cinco centímetros; IV - encadernado em brochura ou espiral; V - o corpo do trabalho (introdução, desenvolvimento e conclusão) deve possuir, no mínimo, quarenta e, no máximo, cento e vinte páginas de texto escrito. Parágrafo único. Monografias que extrapolem o limite de tamanho estabelecido no inciso V deste artigo são consideradas excepcionais e necessitam, para apresentação, de aprovação do Coordenador do Curso. 93 CAPÍTULO IX DA BANCA EXAMINADORA Art. 23. A versão final da monografia é defendida pelo aluno perante a Banca Examinadora, composta pelo professor orientador, que a preside, e por outros dois membros, mediante indicação do Coordenador do Curso. § 1º Pode fazer parte da Banca Examinadora um membro escolhido entre os professores de outras Coordenações com interesse na área de abrangência da pesquisa. § 2º Quando da designação da Banca Examinadora, deve, também, ser indicado um membro suplente, encarregado de substituir qualquer dos titulares, em caso de impedimento. Art. 24. A Comissão Examinadora somente pode executar seus trabalhos com os três membros presentes. § 1º Não comparecendo algum dos professores designados para a Banca Examinadora, deve ser comunicado, por escrito, a chefia da Coordenação. § 2º Não havendo comparecimento dos três membros da Banca Examinadora, deve ser marcada nova data para defesa, sem prejuízo do cumprimento da determinação presente no parágrafo anterior. Art. 25. Todos os professores da Faculdade Gama e Souza podem ser convocados para participarem das Bancas Examinadoras, em suas respectivas áreas de atuação, mediante indicação do Coordenador do Curso. Parágrafo único. Deve, sempre que possível ser mantida a equidade no número de indicações de cada professor, para compor as Bancas Examinadoras, procurando, ainda, evitar-se a designação de qualquer docente para um número superior a dez Comissões Examinadoras. CAPÍTULO X DA DEFESA DA MONOGRAFIA Art. 26. As sessões de defesa das monografias são públicas. Parágrafo único. Não é permitido, aos membros das Bancas Examinadoras, tornarem público os conteúdos das monografias, antes de suas defesas. Art. 27. O Coordenador do Curso deve elaborar calendário fixando prazos para entrega das monografias, designação das Bancas Examinadoras e realização das defesas. 94 § 1º Quando a monografia for entregue com atraso, a relevância do motivo deve ser avaliada pelo Coordenador do Curso. § 2º Não é permitido um segundo atraso, significando esse a reprovação na respectiva disciplina. Art. 28. Após a data limite para entrega das cópias finais das monografias, o Coordenador do Curso divulga a composição das Bancas Examinadoras, os horários e as salas destinadas às suas defesas. Art. 29. Os membros das Bancas Examinadoras, a contar da data de sua designação, têm o prazo de quinze dias para procederem à leitura das monografias. Art. 30. Na defesa, o aluno tem até 30 minutos para apresentar seu trabalho e cada componente da Banca Examinadora até dez minutos para fazer sua arguição, dispondo o discente, ainda, de outros dez minutos para responder a cada um dos examinadores. Art. 31. A atribuição das notas dá-se após o encerramento da etapa de arguição, obedecendo ao sistema de notas individuais por examinador, levando em consideração o conteúdo do texto, a sua exposição oral e a defesa na arguição pela Banca Examinadora. § 1º Utiliza-se, para atribuição das notas, fichas de avaliação individuais, onde o professor apõe suas notas para cada item a ser considerado. § 2º A nota final do aluno é o resultado da média aritmética das notas atribuídas pelos membros da Comissão Examinadora. § 3º Para aprovação, o aluno deve obter nota igual ou superior a seis inteiros na média aritmética das notas individuais atribuídas pelos membros das Bancas Examinadoras e não receber nota inferior a cinco inteiros de qualquer um dos membros dessa Comissão. Art. 32. A Banca Examinadora, por maioria, pode sugerir ao aluno que reformule aspectos de sua monografia. § 1º Quando sugerida a reformulação de aspectos da monografia e aceitando-a o aluno, atribui-se conceito “i” na respectiva disciplina. § 2º O prazo para apresentar as alterações sugeridas é de, no máximo, sessenta dias, a contar da data da aceitação da reformulação pelo aluno. § 3º Entregues as novas cópias da monografia com as alterações realizadas, reune-se novamente a Banca Examinadora, devendo, então, proceder à avaliação, na forma prevista no artigo anterior, inexistindo, nova defesa oral. 95 Art. 33. A Comissão Examinadora pode se reunir antes da sessão de defesa pública e, se aprovado por maioria, devolver a monografia para reformulações. Parágrafo único. Nessa situação atribui-se conceito “i” na respectiva disciplina, ficando a defesa marcada para até sessenta dias após, contado da devolução da monografia ao aluno, feita essa mediante protocolo. Art. 34. A avaliação final, assinada por todos os membros da Banca Examinadora, deve ser registrada em ata, e, em caso de aprovação, na cópia da monografia que é destinada à biblioteca. Art. 35. O aluno que não entregar a monografia, ou que não se apresentar para defesa oral, sem motivos justificados, está automaticamente reprovado na respectiva disciplina. Art. 36. Não há recuperação de nota atribuída à monografia, sendo a reprovação, nos casos em que houver definitiva. § 1º Se reprovado, fica a critério do aluno continuar ou não com o mesmo tema da monografia e com o mesmo orientador. § 2º Optando por mudança de tema, deve o aluno reiniciar todo o processo para elaboração do TCC, desde a primeira etapa. Art. 37. Ao aluno, cuja monografia haja sido reprovada, é vedada a defesa da mesma ou de nova monografia, qualquer que seja a alegação, no mesmo ano da reprovação. CAPÍTULO XI DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 38. Este regulamento só pode ser alterado pela maioria absoluta dos membros do Colegiado do curso, competindo a este dirimir as dúvidas referentes à interpretação deste regulamento, bem como suprir as suas lacunas, expedindo os atos complementares que se fizerem necessários. CAPÍTULO XII DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art. 39. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pela Congregação. Art. 40. Revogam-se as disposições em contrário. 96 1.11- Apoio ao discente A Faculdade Gama e Souza possui um plano de acompanhamento ao discente, formando um Núcleo de Orientação Psicopedagógica aos ingressantes e egressos, que tem por objetivos: a) Proporcionar ao acadêmico condições de auto realização, favorecendo seu equilíbrio afetivo emocional, a fim de possibilitar opções conscientes nas suas tarefas; b) Estimular o ajustamento do aluno à IES, família e comunidade; c) Assistir aos alunos que apresentem deficiência de aprendizagem nesta ou naquela disciplina, ampliando o número de aulas ou atividades acompanhadas pelos docentes; d) Colaborar com os professores e administradores de ensino em face de obtenção dos objetivos do processo ensino-aprendizagem; e) Informar ao acadêmico as oportunidades de trabalho, através do conhecimento de mercado do curso. O Núcleo de Orientação Psicopedagógica - NOPED possui duplo valor: de um lado a palavra “núcleo”, que congrega, integra, une pessoas, campos de conhecimento; de outro, a palavra psicopedagogia, que aponta para a profundidade do termo que lança, alcança e sugere caminhos de desenvolvimento e de aprendizagem. Assim, sendo um dos pontos de ação do projeto pedagógico e de desenvolvimento institucional da Faculdade Gama e Souza - NOPED, por meio de seus colaboradores, compreende que uma das contribuições da Instituição de Ensino Superior é desenvolver um projeto de educação comprometido com o desenvolvimento da inteligência humana, enquanto elaboração cada vez mais enriquecida de complexos simbólicos. O processo de elaboração de complexos simbólicos é norteado por quatro eixos fundamentais (encontrados na proposta de Célestian Freinet e enriquecidos por Paulo Freire), referenciadores dos atuais parâmetros curriculares. São eles: a) aprender a conhecer; b) aprender a fazer; c) aprender a viver; d) aprender a ser. 97 Tomando como ponto de partida tais eixos norteadores, são objetivos do NOPED: a) pesquisar a atual situação do corpo discente em relação à aprendizagem, refletindo, criando e executando ações que permitam a construção de um conhecimento acadêmico de qualidade; b) mediar ações que possibilitem o auto-conhecimento do aluno com vistas a disponibilizarem recursos internos para a construção de conhecimento; c) apoiar os alunos no processamento ensino-aprendizagem visando ao uso pleno de seus recursos afetivos, relacionais na busca de constituição de sua autoria; d) facilitar as relações inter-pessoais do corpo discente descobrindo e re-descobrindo suas diferentes linguagens; e) apoiar, mediar, desenvolver ações que permitam o desenvolvimento e a construção de conhecimento com qualidade de alunos portadores de necessidades educativas especiais; f) criar parcerias na organização de eventos que possibilitem o aprimoramento acadêmico. O NOPED, tencionando uma atuação coerente com os princípios institucionais, normas e leis brasileiras, tem como princípio uma atuação sócioconstrutivista que afirma serem as estruturas do conhecimento e, por conseguinte, da aprendizagem construídas pelo sujeito mediante, a sua ação sobre o meio físico e social, como também por um processo de interação dialética sujeito / meio sócio-cultural. A atuação do NOPED permite a identificação da necessidade de atendimento extra-classe, quando os alunos são auxiliados por professores, com jornada diferenciada, especialmente na orientação para o processo de aprendizagem e a implementação de nivelamento, a partir de diagnóstico inicial, no primeiro semestre letivo de cada curso, que considera, também, a avaliação em sala de aula como um instrumento diagnóstico que aponta e corrige os rumos do processo de ensino e aprendizagem. Objetiva-se desenvolver trabalhos de apoio com a oferta de cursos básicos de Matemática, Português e Informática, além de poder acionar outros mecanismos como a criação de grupos de trabalho de orientação didática; estímulo à participação em eventos promovidos pela IES entre outros. 98 1.12- Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso A Faculdade Gama e Souza investe na cultura da avaliação, em parceria com a Comissão Própria de Avaliação e com a apreciação periódica da aplicação, desenvolvimento e implemento do Projeto Pedagógico; para tanto considera itens importantes para o processo ocorrer de modo saudável e, por conseguinte, producente. A finalidade é garantir a melhoria dos serviços prestados à comunidade e seus objetivos são obter uma visão crítica e diagnóstica da aprendizagem e da realidade, tanto do curso quanto Institucional, analisando os problemas identificados e buscando soluções. A auto avaliação do curso é uma das dimensões da avaliação institucional da Faculdade Gama e Souza, ocorrendo a partir de metodologia que considera aspectos plurais e variantes circunstanciais, utilizando, no desenvolvimento do trabalho, a aplicação de questionários, visando: a) a avaliação Docente e Discente; b) a avaliação do Coordenador de Curso; c) a avaliação dos Serviços e de Atendimentos. As dimensões de cada avaliação são assim consideradas: a) a avaliação docente consta da auto avaliação do professor, da avaliação do aluno e do coordenador (são analisadas as variáveis: processo de ensino, procedimentos de avaliação, relacionamento professor / aluno e organização do trabalho); b) a avaliação do coordenador é feita por ele mesmo (auto avaliação), pelo corpo docente e discente; c) os serviços e atendimentos são avaliados por todos os segmentos. Ressaltamos que a auto avaliação do curso, por fazer parte de um conjunto integrante da auto avaliação global e institucional, apresenta instrumentos de avaliação sujeitos a modificações que projetam uma dinâmica evolutiva em suas aplicações, buscando, através de suas reformulações, melhor interpretar a realidade atualizada para encontrar soluções no sentido de atingir ou manter seus objetivos de excelência de ensino. A auto avaliação proposta para o curso objetiva oportunizar uma leitura crítica e reflexiva capaz de gerar um diagnóstico de excelência que compreenda o redimensionamento das ações como elementos importantes a pontuar situações e estudos em momentos determinados e móveis. Daí a proposta de uma avaliação como parte integrante dos processos formativos da 99 IES. Por este motivo ela deverá ser contínua, interativa e global, para não se esgotar em momentos ou aspectos determinados. Assim, pode-se impedir, por consequência, a fossilização do Projeto Pedagógico e de todas as estruturas que lhe conferem vida e dinamismo. O questionário e as fichas avaliativas pertinentes ao Projeto Pedagógico fixam não somente as necessidades de atualização e refinamento do próprio curso, mas, também, permitem tracejar as temáticas que devem ser analisadas e discutidas e em que aspectos devem ser considerados, pois por tratar-se de um instrumento de avaliação torna-se muitas vezes subjetivo àquilo que dele se espera. Os procedimentos de tratamento das informações alcançadas consideram que os instrumentos devem ser, preferencialmente, aplicados a todos os acadêmicos e docentes do curso; em seguida os dados levantados são tabulados e compatibilizados às respostas obtidas. Tais resultados nos são úteis para que problemas sejam esclarecidos e solucionados sem, no entanto, eliminar dúvidas e divergências, porque delas são retiradas novas interpretações e proposições que contribuem para o debate crítico. É preciso, ainda, destacar que ao enfatizar o instrumento de avaliação, seja da IES, seja do projeto pedagógico do curso, como um todo, ou como uma das partes, significa interpretar a avaliação enquanto procedimento de fundação, capaz de tornar transparente todos os matizes que compõem o quadro institucional: desde o desempenho do professor e o aproveitamento do aluno, até uma abordagem mais rigorosa acerca de tais questões, tomando como base o espelhamento do projeto pedagógico sobre seus agentes e atores; assim, compatibilizando-os com os objetivos mais amplos da IES. 1.12.1- ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO Os processos de avaliação são diversificados e tencionam, essencialmente, a produção técnica do alunado dirigida para a área de Enfermagem. As informações pertinentes à avaliação de aprendizagem e a auto avaliação da FACULDADE GAMA E SOUZA, estão detalhadas a seguir. 1.12.1.1- Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem A avaliação vem assumindo importância crescente em todos os domínios, e, ao mesmo tempo, apresenta-se como um desafio ao tentar romper 100 modelos tradicionais tecnicistas, que utilizam a avaliação exclusivamente para obter medição, em termos de rendimento. única e A tendência é de que a avaliação amplie seus domínios para além do seu âmbito tradicional, ou seja, da avaliação da aprendizagem, estendendo-se de modo cada vez mais consciente, sistemático e fundamentado cientificamente, às políticas educacionais, às reformas e inovações do sistema educacional, dos projetos pedagógicos, dos currículos e dos programas. O desafio que a avaliação representa para o docente é de que, apesar de ser vista como um comportamento comum aos seres humanos, porque estes estão constantemente se avaliando, não é tão óbvia quanta aparenta. O conceito de avaliação recebe conotações mais ou menos particulares, de acordo com o seu contexto, mas em sua essência avaliar é julgar algo ou alguém quanto a seu valor. A avaliação é, sem dúvida, um julgamento, valoração, no sentido em que ela não tem significado fora da relação com um fim, e de um contexto em que o avaliador se pronuncia sobre o objeto avaliado quanto ao seu sucesso ou fracasso. A participação do acadêmico na avaliação se dá pela auto avaliação que deve se realizar de forma crítica e reflexiva. Ela revela conhecimentos, habilidades e valores, encoraja a reflexão do aluno, atende às diversidades de interesses e facilita o diálogo entre alunos e professores. A avaliação do desempenho escolar deve ser entendida como um diagnóstico do desenvolvimento do aluno em relação ao processo ensinoaprendizagem na perspectiva de seu aprimoramento, tendo por objetivos: diagnosticar a situação de aprendizagem do aluno para estabelecer objetivos que nortearão o planejamento da prática docente; verificar os avanços e dificuldades do aluno no processo de apropriação, de construção e de recriação do conhecimento, em função do trabalho desenvolvido; fornecer aos professores elementos para uma reflexão sobre o trabalho realizado, tendo em vista o planejamento constante; possibilitar ao aluno tomar consciência de seus avanços e dificuldades, visando ao seu envolvimento no processo ensino-aprendizagem; embasar a tomada de decisão quanto à promoção ou retenção dos alunos. A FACULDADE GAMA E SOUZA, ao lado da avaliação tradicional, vivencia o sistema formativo de avaliação, no qual não se mede exclusivamente a capacidade de armazenamento de dados de cada aluno, mas, principalmente, a sua evolução dentro da teia de conhecimentos da sua área de formação, a sua capacidade de decidir e agir diante de situações complexas que exijam conhecimento sólido e raciocínio lógico, assim como a sua competência para promover o seu próprio crescimento intelectual e profissional. 101 Acreditando nesta proposta, o curso de Enfermagem da FACULDADE GAMA E SOUZA implementa as seguintes atividades de avaliação do processo de ensino-aprendizagem: 1- realização, pelos alunos, de seminários, nos quais serão discutidos novos temas, descobertas recentes na área, atualização de assuntos antes abordados pelos professores e outros, sempre enriquecidos pelos recursos tecnológicos de informação; 2- apresentação de trabalhos de pesquisa aplicada e desenvolvimento, individuais e de grupo; 3- atividades de monitoria, visando o acompanhamento do desempenho dos colegas, esclarecendo dúvidas, dando orientações específicas e trocando ideias sobre determinado trabalho passado pelo professor, entre outras; 4- participação em atividades complementares, em eventos científicos ou culturais e em atividades de extensão (cursos, palestras, seminários e congressos, por exemplo); 5- provas formais. 1.12.1.2- Avaliação do Projeto Pedagógico e Integralização da Auto Avaliação do Curso com a Auto Avaliação Institucional A auto avaliação do Curso de Enfermagem contempla o processo de avaliação institucional, delineado no Programa de Avaliação Institucional, que integra o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Faculdade. O Programa foi elaborado para atender à Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e cria a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) e a Comissão Própria de Avaliação (CPA) em cada IES do Sistema Federal de Ensino. O presente Programa foi estruturado com base na Portaria MEC n° 2.051, de 9/7/2004, e nos documentos Diretrizes para a Auto Avaliação das Instituições e Orientações Gerais para o Roteiro da Auto Avaliação das Instituições, editados pelo INEP. Os parâmetros para o Curso de Enfermagem foram estabelecidos pela Congregação, após amplo debate com a comunidade acadêmica (alunos, professores e funcionários). Os resultados das avaliações devem ser publicados periodicamente de acordo com o calendário aprovado pela Diretoria da Faculdade. A auto avaliação do curso é gerenciada e desenvolvida por uma Comissão Própria de Avaliação (CPA), constituída por membros designados pelo Diretor, que é parte integrante da Diretoria. 102 A CPA desenvolve suas atividades com apoio operacional da Diretoria e a participação dos membros da comunidade acadêmica (alunos, professores e pessoal técnico-administrativo), seus dirigentes e egressos. A CPA mantém estreita articulação com os Departamentos, a fim de apoiar o processo interno de auto avaliação de cada um. A CPA deve especialmente: a) Implantar e alimentar um banco de dados institucional, estabelecendo os indicadores a serem utilizados no processo de auto avaliação. b) Analisar o Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI e sua adequação ao contexto da Instituição, no que diz respeito à missão institucional, à concepção que fundamenta os cursos, aos currículos, além da factibilidade do que foi projetado em termos de crescimento quantitativo e qualitativo, considerando a evolução ocorrida desde o credenciamento. c) Avaliar como se deu o processo de implantação proposto para efeito de recredenciamento da Instituição, qual o nível de cumprimento das metas estabelecidas, ano a ano, quais as principais distorções que dificultaram o atingimento das metas pretendidas. d) Analisar os resultados de processos avaliativos realizados pelo MEC, como os exames nacionais de curso, os dados do questionário socioeconômico respondido pelos alunos que se submeteram aos exames, os resultados das Avaliações das Condições de Ensino (INEP) nos cursos de graduação. Neste caso, no Curso de Enfermagem. Serão avaliados, periodicamente: a) Missão e PDI finalidades, objetivos e compromissos da instituição, explicitados em documentos oficiais; concretização das práticas pedagógicas e administrativas e suas relações com os objetivos centrais da Instituição, identificando resultados, dificuldades, carências, possibilidades e potencialidades; características básicas do PDI e suas relações com o contexto social e econômico em que a instituição está inserida; articulação entre o PDI e o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) no que diz respeito às atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão acadêmica, gestão institucional e avaliação institucional. b) Ensino, Pesquisa e Extensão concepção de currículo e organização didático-pedagógica (métodos, metodologias, planos de ensino e de aprendizagem e avaliação da aprendizagem) de acordo com os fins da instituição, as diretrizes curriculares e a inovação da área; 103 práticas pedagógicas, considerando a relação entre a transmissão de informações e utilização de processos participativos de construção do conhecimento; pertinência dos currículos (concepção e prática), tendo em vista os objetivos institucionais, as demandas sociais (científicas, econômicas, culturais etc.) e as necessidades individuais; práticas institucionais que estimulam a melhoria do ensino, a formação docente, o apoio ao estudante, a interdisciplinaridade, as inovações didático-pedagógicas e o uso das novas tecnologias no ensino; políticas institucionais para criação, expansão e manutenção da pósgraduação lato e stricto sensu; política de melhoria da qualidade da pós-graduação; integração entre graduação e pós-graduação; formação de pesquisadores e de profissionais para o magistério superior; relevância social e científica da pesquisa em relação aos objetivos institucionais, tendo como referência as publicações científicas, técnicas e artísticas, patentes, produção de teses, organização de eventos científicos, realização de intercâmbios e cooperação com outras instituições nacionais e internacionais, formação de grupos de pesquisa, política de investigação e políticas de difusão dessas produções; vínculos e contribuição da pesquisa para o desenvolvimento local e regional; políticas e práticas institucionais de pesquisa para a formação de pesquisadores, incluindo a iniciação científica; articulação da pesquisa com as demais funções acadêmicas; critérios para o desenvolvimento da pesquisa, participação dos pesquisadores em eventos acadêmicos, publicação e divulgação dos trabalhos; concepção de extensão e de intervenção social afirmada no PDI; articulação das atividades de extensão com o ensino e a pesquisa e com as necessidades e demandas do entorno social; participação dos estudantes nas ações de extensão e intervenção social e o respectivo impacto em sua formação. c) Responsabilidade Social transferência de conhecimento e importância social das ações universitárias e impactos das atividades científicas, técnicas e culturais, para o desenvolvimento regional e nacional; 104 sensibilização do corpo discente para a importância social das ações acadêmicas e o impacto de tais ações para o desenvolvimento social; natureza das relações com o setor público, com o setor produtivo e com o mercado de trabalho e com instituições sociais, culturais e educativas de todos os níveis; relacionamento com setores diversos da sociedade; ações voltadas ao desenvolvimento da democracia, promoção da cidadania, de atenção a setores sociais excluídos, políticas de ação afirmativa etc. d) A Comunicação com a Sociedade estratégias, recursos e qualidade da comunicação interna e externa; imagem pública da Instituição nos meios de comunicação social. e) Políticas de Pessoal planos de carreira para docentes e de cargos e salários para o pessoal técnico-administrativo, com critérios claros de admissão e de progressão; programas de qualificação/capacitação profissional e de melhoria da qualidade de vida de docentes e funcionários técnico-administrativos; clima institucional, relações interpessoais, estrutura de poder, graus de satisfação pessoal e profissional. f) Organização e Gestão existência de plano de gestão ou plano de metas: adequação da gestão ao cumprimento dos objetivos e projetos institucionais e coerência com a estrutura organizacional oficial e real; funcionamento, composição e atribuição dos órgãos colegiados; uso da gestão e tomadas de decisão institucionais em relação às finalidades educativas; uso da gestão estratégica para antecipar problemas e soluções; modos de participação dos atores na gestão (consensual, normativa, burocrática); investimento na comunicação e circulação da informação (privativa da gestão central ou fluida em todos níveis). g) Infra-Estrutura Física e Acadêmica adequação da infraestrutura da instituição (salas de aula, biblioteca, laboratórios, áreas de lazer, transporte, hospitais, equipamentos de 105 informática, rede de informações e outros serviços da infra-estrutura acadêmica) às funções de ensino, pesquisa, extensão e gestão; políticas institucionais de conservação, atualização, segurança e de estímulo à utilização dos meios em função dos fins; utilização da infra-estrutura no desenvolvimento de práticas pedagógicas inovadoras. h) Planejamento e Avaliação adequação e efetividade do planejamento geral da instituição e sua relação com o Projeto Pedagógico Institucional e com os projetos pedagógicos dos cursos; procedimentos de avaliação e acompanhamento do planejamento institucional, especialmente das atividades educativas. i) Políticas de Atendimento aos Estudantes políticas de acesso, seleção e permanência de estudantes (critérios utilizados, acompanhamento pedagógico, espaço de participação e de convivência) e sua relação com as políticas públicas e com o contexto social; políticas de participação dos estudantes em atividades de ensino (estágios, tutoria), iniciação científica, extensão, avaliação institucional, atividades de intercâmbio estudantil; mecanismos/sistemáticas de estudos e análises dos dados sobre ingressantes, evasão/abandono, tempos médios de conclusão, formaturas, relação professor/aluno e outros estudos tendo em vista a melhoria das atividades educativas; acompanhamento de egressos e de criação de oportunidades de formação continuada; inserção profissional dos egressos; participação dos egressos na vida da Instituição. j) Sustentabilidade Financeira sustentabilidade financeira da instituição e políticas de captação e alocação de recursos; políticas direcionadas à aplicação de recursos para programas de ensino, pesquisa e extensão. O processo de auto avaliação conduzirá a relatórios conclusivos, ao final de cada etapa, apoiado em relatório descritivo dos procedimentos e instrumentos adotados, com a indicação de ações para correção de condições insuficientes ou regulares e fortalecimento das ações consideradas suficientes. 106 1.13- Tecnologias de informação e comunicação — TICs — no processo ensino-aprendizagem A Faculdade Gama e Souza disponibiliza ao corpo docente e discente uma estrutura satisfatória de Ambiente Virtual de Aprendizagem através da implantação da Plataforma Moodle e da Intranet, além do próprio sítio da IES. Tais ferramentas estão disponíveis, também, para o Curso de Enfermagem, de modo que os professores poderão alimentar suas planilhas com trabalhos, orientações, sugestões acadêmicas e profissionais, além de oferecer cursos de extensão através desta modalidade. As Tecnologias de Informação e Comunicação utilizadas são atualizadas de acordo com a necessidade identificada pela coordenação da área; além disto, sua composição não se restringe aos AVA, pois se encontra em desenvolvimento a disponibilização da Revista Gama e Souza em formato digital, além da proposta do Curso de Enfermagem de organizar seu próprio informativo e apresentá-lo com edição online, contando com a participação de colaboradores internos e externos. O informativo, com o nome provisório de Plantão Extra, deverá abordar matérias pertinentes às diversas áreas de interesse do curso, além de apresentar resenhas; indicações de filmes, livros, peças de teatro e estudo de casos específicos. O objetivo do informativo é estimular a vivência e a experimentação a partir da leitura e reflexão acerca dos temas abordados. Considerando a importância da ética na saúde, outra proposta do curso é a organização de seminários e minicursos com a apresentação de matérias impressas ou filmes que tratem do assunto de modo a gerar debates e, assim, amadurecer e refinar a formação ética do profissional em Enfermagem. 1.14- Número de vagas O Curso de Enfermagem propõe a oferta de 50 vagas no turno da manhã e 100 vagas no turno da noite. Tal proposta toma como base a realidade local e o estabelecimento de convênios, além das futuras instalações de uma clinica-escola na área da Leopoldina — onde está instalado o Campus III, onde já oferta o curso de bacharelado em Enfermagem, autorizado em 2011 —, que concentra o maior número de comunidades da cidade do Rio de Janeiro, onde se destacam os principais centros de atrito e violência: o 107 Complexo da Maré e o Complexo do Alemão; este já ocupado, mas em lento processo de pacificação, para atendimento à população local, que ainda permanece abandonada no que diz respeito, inclusive, aos atendimentos básicos de saúde. Deste modo, o número de vagas indicado é proporcional à região a ser atendida pelo curso, seja na condição de aluno ou de assistido. Para tanto, há estabelecimento e estudo de convênios e parcerias com algumas instituições de saúde que possibilitam a vivência de experiências clínicas que podem e devem proporcionar a geração de relatórios e estudos de modo a possibilitar reflexões em torno dos problemas de saúde, sobretudo nos tocantes à área de Enfermagem nas regiões. Alguns convênios firmados são: a) Casa de Saúde Bonsucesso; b) Casa de Saúde São Marcos; c) Centro de Tratamento Ambulatorial (CENTRAL); d) Clínica Odontológica José Fonseca. Na relação corpo docente e aluno, temos 18 docentes, o que indica a relação de 8,3 alunos por docente. E no que diz respeito à infra-estrutura, há instalações definidas para os laboratórios pertinentes ao curso, sendo que parte do 3º andar é reservado para a instalação de três laboratórios multidisciplinares abrangendo os estudos biológicos químicos e físicos, além do laboratório de anatomia humana. 1.15- Integração com o sistema local e regional de saúde e do SUS A Faculdade apresenta convênios e parcerias com diversas instituições, em que é possível a atuação do futuro profissional de Enfermagem. Assim, entende-se que para o desenvolvimento dessas ações, em apoio ao ensino, a Faculdade Gama e Souza já tem convênios/parcerias de cooperação firmados com as seguintes entidades da área de saúde do município do Rio de Janeiro e região: Casa de Saúde Bonsucesso; Casa de Saúde São Marcos; CENTRAL – Centro de Tratamento Ambulatorial Ltda.; Clínica Odontológica José Fonseca. Tais parcerias e convênios estão sendo trabalhados para serem extensivos ao Curso de Enfermagem, quando os Estágios Supervisionados forem iniciados. Com as citadas parcerias poderão ser desenvolvidos estágios extracurriculares, prestações de serviços, projetos de extensão, projetos comunitários e estudos e pesquisas que atendam às demandas específicas da Enfermagem nestes ambientes de trabalho. No caso do desejo de realização de estágios extracurriculares, a Faculdade Gama e Souza poderá firmar convênio direto com a Empresa parceira. Para isso existirá um termo de compromisso que estabelecerá todas as condições para a efetivação do estágio, seus objetivos, as atividades a serem desenvolvidas e o período de realização. As áreas de interesse da 108 Instituição serão as áreas relacionadas às disciplinas pertencentes à matriz curricular dos cursos ministrados e, adicionalmente, projetos multidisciplinares. Além disto, com os convênios/parcerias de cooperação estabelecidos com outros setores produtivos e de serviços, a Faculdade Gama e Souza possibilita o desenvolvimento de atividades, previstas na proposta pedagógica do curso de Enfermagem, para instituições/empresas, bem como permitirá aos graduandos uma maior mobilidade dentro da sua área profissional, por meio da educação continuada, oferecendo aperfeiçoamento e renovação contínua de conhecimentos e de técnicas, mediante o desenvolvimento das seguintes competências gerais: a) Conceber, organizar e viabilizar produtos e serviços, adequados aos interesses, hábitos, atitudes e expectativas da clientela; b) Organizar eventos, programas, atividades, articulando os meios para sua realização como prestadores de serviços e provedores de infraestrutura e apoio; c) Operacionalizar políticas comerciais e de saúde, realizando prospecção mercadológica, identificação e captação de clientes e adequação dos produtos e serviços; d) Operar a divulgação de produtos e serviços com direcionamento de ações de prevenção; e) Avaliar a qualidade dos produtos, serviços e atendimento realizados; f) Executar atividades de gerenciamento econômico, técnico e administrativo dos núcleos de trabalho em saúde, articulando os setores internos e coordenando os recursos; g) Executar atividades de gerenciamento do pessoal envolvido na oferta dos produtos e na prestação dos serviços na área da saúde; h) Executar atividades de gerenciamento dos recursos tecnológicos, supervisionando a utilização de máquinas, equipamentos e meios informatizados; i) Realizar a manutenção do empreendimento, dos produtos e dos serviços, adequando os às variações da demanda; j) Organizar espaços, provendo em seus ambientes, uso e articulação funcional e fluxos de trabalho e de pessoas. 109 2- ORGANIZAÇÃO DOCENTE 2.1- Atuação do Núcleo Docente Estruturante O perfil do Núcleo Docente Estruturante do curso de Enfermagem é aderente e coerente com o PPC, bem como, detentor de visões empreendedora, analítica, crítica e ética da área profissional direta ou indiretamente ligada à atividade do setor e à macro área de concentração profissional. Desde a concepção do PPC que a Faculdade Gama e Souza selecionou o corpo docente com perfil adequado, inovador e vocacionado para atender aos objetivos globais do curso, pois entende que o corpo docente é o principal sustentáculo de qualquer programa educacional. Os professores indicados, portanto, para o NDE do curso de Enfermagem, são suficientes em número e reúnem competências associadas a todos os componentes da estrutura curricular. Sua dedicação é adequada à proposta do curso para garantir um bom nível de interação entre discentes e docentes. Os professores possuem qualificações adequadas às atividades que desenvolvem e para as quais foram recrutados, levando-se em consideração as características regionais em que está inserido o curso, bem como a concepção pedagógica proposta. A competência global dos docentes, pertencentes ao Núcleo Docente Estruturante, pode ser inferida de fatores como qualificação acadêmica, experiência docente, habilidade para a comunicação, entusiasmo para o desenvolvimento de estratégias educacionais mais efetivas, participação em sociedades educacionais e técnico-científicas, exercício efetivo de atividades educacionais, em áreas compatíveis com as do ensino nos programas dos cursos. O NDE do curso de Enfermagem é composto por 6 docentes obedecendo à proporção recomendada pelo INEP. São seus componentes: Marcelo de Lemos Gonçalves Lassala: Coordenador do curso, mestre em Enfermagem; Maritza Consuelo Ortiz Sanches: Doutora em Enfermagem; Luíz Sabattini: Doutor em Ciências Biológicas; Maria Lelita Xavier: Doutora em Enfermagem; 110 Monica Mamedes Ferreira: Mestre em Enfermagem; Fátima Lima de Souza: Mestre em Enfermagem. É função do NDE: analisar periodicamente a aplicação do PPC, tendo em vista sua atualidade, funcionalidade e flexibilidade; propor alterações que se façam necessárias; divulgar junto ao alunado o PPC, bem como os demais documentos relativos ao curso e à IES; reunir-se em datas pré-agendadas pela coordenação para colocarem em debate o próprio curso levando em conta a realidade local e a realidade da dinâmica profissional; participar das reuniões com o Colegiado, a Congregação e o corpo discente afim de afirmar a atuação da coordenação e do próprio curso; intensificar ações positivas que objetivem o crescimento do curso e o refinamento do alunado, tencionando a formação profissional técnica e humana de qualidade; colaborar com a Comissão Própria de Avaliação para a execução do processo de Auto Avaliação Institucional, de modo a inferir análises a partir dos resultados alcançados; proceder a protocolos de acompanhamento e avaliação contínua do PPC, destacando os aspectos positivos e negativos; ao analisar ambos os aspectos, sugerir soluções para melhoria e eliminação dos pontos frágeis do PPC; sempre que necessário, convocar reunião extraordinária a fim de evitar o acúmulo de situações de conflito que possam prejudicar a harmonia da viabilidade do PPC junto à comunidade acadêmica; cumprir e fazer cumprir o Regulamento da Instituição cuidando, sobretudo, da preservação do Patrimônio Moral da IES; contribuir para a execução do Plano de Desenvolvimento Institucional naquilo que lhe compete. 111 2.2- Atuação do Coordenador A administração acadêmica do curso de Enfermagem será do Professor Marcelo de Lemos Gonçalves Lassala, que possui a seguinte formação acadêmica: Graduação: Enfermagem – UNIGRARIO; Mestrado: Enfermagem - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Compete à coordenação administrar o curso de maneira que viabilize o processo educacional a que se propõe. Há a disponibilidade de carga horária satisfatória para a execução das atividades pertinentes à função, sendo elas de assessoramento pedagógico ao professor, orientação didático-pedagógica ao discente, planejamento e execução das políticas educacionais do curso, supervisão das atividades extras sala de aula, assim como a elaboração e despacho de documentos oficiais e normatizadores, sempre em consonância com as políticas institucionais e com a legislação pertinente, bem como em sintonia com o Conselho do Curso. Com o intuito de obter excelência e consistência na qualidade dos serviços educacionais ora propostos, a coordenação do curso, em linhas gerais, tem como atribuições: a) articulação da comunidade acadêmica e técnico administrativa (docentes, discentes, funcionários técnicoadministrativos, direção acadêmica, direção geral, etc.); b) articulação do curso e da FACULDADE GAMA E SOUZA com o trade empresarial da área de saúde nas esferas federal, estadual e municipal; c) coordenação e fomento de atividades acadêmicas do curso de forma inter e transdisciplinar, bem como, correlacionadas com as demais áreas de atuação de ensino superior da FACULDADE GAMA E SOUZA. As atividades acima mencionadas estão diretamente inter-relacionadas e são flexíveis, tendo como principal objetivo cumprir e alcançar de forma adequada os objetivos gerais do curso. As atribuições do Coordenador, conforme destacado no Regimento Geral da FACULDADE GAMA E SOUZA, além de participar e presidir as reuniões do Colegiado do Curso são, ainda: a) representar o Curso junto aos demais órgãos da Faculdade com direito a voto; b) convocar e presidir as reuniões do respectivo Colegiado; 112 c) supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas pelo Colegiado, inclusive a assiduidade docente; d) apresentar o relatório anual das atividades do Curso a ser submetido à Diretoria; e) sugerir ao Conselho Departamental a contratação ou dispensa de professores e pessoal técnico-administrativo, que diz respeito à sua Coordenação; f) exercer ação disciplinar no âmbito de sua jurisdição; g) distribuir encargos de ensino, pesquisa e extensão a docentes, respeitadas as cargas horárias e as especialidades; h) exercer atividades de supervisão dos cursos cuja maioria das disciplinas se ache vinculada ao seu respectivo Curso; i) exercer as demais atribuições que em razão da natureza recaiam no domínio de sua competência. 2.3- Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do coordenador Entre 1992 e 2008, exerceu coordenação no ensino profissionalizante de enfermagem no Colégio Cetecon/Kappa . médio A partir de 2002, concomitantemente, assumiu o cargo de professor do Curso de Graduação em enfermagem da UNISUAM, quando em 2005 assumiu o cargo de Coordenador adjunto do curso de enfermagem até o ano de 2007. Entre os anos de 2009 e 2010, atuou como Coordenador adjunto do curso de graduação em enfermagem do Centro Universitário da Cidade, onde era professor desde 2008. Em 2008 entrou para a Faculdade Gama e Souza para ocupar o cargo de professor do curso de graduação tecnológica de gestão hospitalar, em que leciona até hoje. A partir de 2011, assumiu a Coordenação do Curso de Enfermagem, ainda que ele esteja em fase de solicitação de autorização, atuando na orientação para composição arquitetônica e pedagógica do conjunto de laboratórios pertinentes ao curso de Enfermagem. 113 O coordenador do curso participa ativamente das discussões acerca da formação do profissional enfermeiro, tendo participado do 12º Senaden (Seminário Nacional de Diretrizes para a Educação em Enfermagem), e também como membro atuante do Núcleo de História da Enfermagem da Faculdade de Enfermagem Anna Nery, entre outros eventos. 2.4- Regime de Trabalho do coordenador do curso Contratado sob o regime de Tempo Integral com carga horária de 40 horas, o Coordenador dedica 20 horas semanais à docência, reuniões de planejamento e atividades didáticas e as outras 20 horas semanais, para a administração e condução do curso. 2.5- Titulação do corpo docente do curso Considerando o Novo Instrumento, publicado em maio de 2012, nos dois primeiros anos, o curso de Enfermagem apresenta 17 docentes, dos quais 94,11%% dos docentes com titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, e destes 37,50%% possuem o título de doutor. São docentes do curso, previstos para os dois primeiros anos: José Linconl Souza Cruz: Mestre, Tempo Parcial; Luiz Capella Sabattini: Doutor, Tempo Parcial; Izabel Cristina Augusto de Souza Faria: Doutor, Tempo Integral; Lilian Calasans Costa: Mestre, Tempo Parcial; Ana Rosa de Oliveira: Doutor, Tempo Integral; Marcelo de Lemos Gonçalves Lassala: Mestre, Tempo Integral; Marlon Araújo dos Santos: Especialista, Tempo Parcial (Preceptor de Estágio); Mônica Mamedes Ferreira: Mestre, Tempo Parcial; Maritza Ortiz Sanches: Doutora, Tempo Integral; Paula Souza Santos Ferreira: Doutor, Tempo Integral; Mariana Cata Preta: Mestre, Tempo Parcial; Alexandre Gonçalves: Mestre, Tempo Parcial; 114 Karla Krauburger Moreira: Mestre, Tempo Parcial; Maria Lelita Xavier: Doutora; Tempo Integral; Sônia Cristina Fonseca Eugênio: Mestre; Tempo Parcial; Fátima Lima de Souza: Mestre; Tempo Parcial; Pacita Giovana Gama de Souza: Mestre; Tempo Parcial. 2.6- Titulação do corpo docente do curso — percentual de doutores Considerando o Novo Instrumento, publicado em maio de 2012, nos dois primeiros anos, o curso de Enfermagem apresenta 17 docentes, dos quais, 94,11% dos docentes com titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, e destes 37,50%% possuem o título de doutor. São doutores, previstos para os dois primeiros anos do curso: Luiz Sabattini: Tempo Parcial; Izabel Cristina Augusto de Souza Faria: Tempo Integral; Ana Rosa de Oliveira: Tempo Integral; Maritza Ortiz Sanches: Tempo Integral; Paula Souza Santos Ferreira: Tempo Integral. 2.7- Regime de trabalho do corpo docente do curso Considerando o Novo Instrumento, publicado em maio de 2012, nos dois primeiros anos, o curso de Enfermagem apresenta 17 docentes, dos quais, 100% dos docentes são contratados em Regime de trabalho Parcial ou Integral. São docentes em Tempo Parcial (64,70%): José Linconl Souza Cruz: Mestre; Luiz Sabattini: Doutor; Lilian Calasans Costa: Mestre; Marlon Araújo dos Santos: Especialista (Preceptor de Estágio); Mônica Mamedes Ferreira: Mestre; 115 Mariana Cata Preta: Mestre; Alexandre Gonçalves: Mestre; Karla Krauburger Moreira: Mestre; Fátima Lima de Souza: Mestre; Pacita Giovana Gama de Souza: Mestre; Sônia Cristina Fonseca Eugênio: Mestre; São docentes em Tempo Integral (35,30%): Izabel Cristina Augusto de Souza Faria: Doutor; Ana Rosa de Oliveira: Doutor; Marcelo de Lemos Gonçalves Lassala: Mestre; Maritza Ortiz Sanches: Doutora; Maria Lelita Xavier: Doutora; Paula Souza Santos Ferreira: Doutor. 2.8- Experiência profissional e Produção Acadêmica do corpo docente Todos os docentes que compõem os dois primeiros anos do curso apresentam mais de 2 anos de experiência profissional fora do magistério superior, conforme quadro a seguir – foram considerados todos os lançamentos desde o início da carreira. DOCENTES TITULO RT Fátima Lima de Souza José Linconl Souza Cruz Luiz Capella Sabattini Izabel C A de S Faria Lilian Calasans Costa Ana Rosa Oliveira Marcelo de L G Lassala Marlon Araújo dos Santos Mônica Mamedes Ferreira Maritza Ortiz Sanches Karla Krauburger Moreira Maria Lelita Xavier Pacita Giovana Gama de Souza Paula Santos de Souza Ferreira Sônia Cristina Fonseca Eugênio Mariana Cata Preta Alexandre Gonçalves Mestre Mestre Doutor Doutora Mestre Doutora Mestre Espec. Mestre Doutora Mestre Doutora Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre TP TP TP TI TP TI TI TP TP TI TP TI TP TI TP TP TP Nº DE DISC. A SEREM MINISTRADAS 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 03 EXP.PROF. FORA DO MAGISTÉRIO 25 anos 27 anos 06 anos 24 anos 02 anos --23 anos 01 ano 26 anos 25 anos 23 anos 28 anos 03 anos 06 meses 29 anos 12 anos 17 anos EXP. PROF. NO MAGISTÉRIO 10 anos 11 anos 06 anos 27 anos 02 anos 12 anos 23 anos 02 anos 26 anos 09 anos 06 anos 28 anos 03 anos 06 meses 29 anos 12 anos 12 anos Nº DE PROD. E PUB. 02 03 25 105 06 10 05 01 07 77 03 74 53 31 42 51 44 116 2.9- Relação entre o número de docentes e o número de estudantes Nos dois primeiros anos, o curso conta com 17 docentes para 150 vagas, de modo que temos a relação de 8,8 estudantes por professor, caso a totalidade das vagas sejam ocupadas. 2.10- Funcionamento do colegiado do curso ou equivalente A composição e funcionamento do colegiado de curso se comprovam através de documentos oficiais da Instituição, (Regimento da Faculdade Gama e Souza e Regimento do Núcleo Docente Estruturante do Curso). Destaca-se que a constituição e as atribuições dos colegiados conferem excelente representatividade e importância nas decisões sobre os assuntos acadêmicos. As instâncias coletivas de deliberação e discussão de questões inerentes ao desenvolvimento e busca de excelência do curso contam com o Núcleo docente Estruturante do curso de Enfermagem, além de reuniões com todos os professores. Todas as reuniões são devidamente documentadas e repassadas ao grupo de professores do curso. Inicialmente, nestes dois primeiro anos, o Colegiado do curso de Enfermagem será composto pelos seguintes professores: José Linconl Souza Cruz; Luiz Sabattini; Izabel Cristina Augusto de Souza Faria; Lilian Calasan Costa; Ana Rosa de Oliveira; Marcelo de Lemos Gonçalves Lassala; Marlon Araújo dos Santos (Preceptor de Estágio); Mônica Mamedes Ferreira; Maritza Ortiz Sanches; Paula Souza Santos Ferreira; Mariana Cata Preta; 117 Alexandre Gonçalves; Karla Krauburger Moreira. Sendo acrescido conforme os períodos forem sendo formados. A Faculdade é administrada por órgãos colegiados superiores (Congregação, Conselho Departamental e Colegiado de Cursos); unidades básicas de ensino, pesquisa e extensão (Departamentos e Instituto Superior de Educação); Diretoria e órgãos de apoio e outros serviços destinados a complementar as atividades da Faculdade (Secretaria Geral, Biblioteca Central e Laboratórios), na forma de seu Regimento. Esses órgãos podem ser divididos de acordo com a sua missão, competências e atribuições regimentais. Os coordenadores dos departamentos, os coordenadores acadêmicos dos cursos, os professores e os discentes participam ativamente dos órgãos colegiados da Faculdade, nos termos do Regimento aprovado pelo MEC, especialmente a Congregação e o Conselho Departamental. A Coordenação do curso é a unidade básica da estrutura da Faculdade para todos os efeitos de organização acadêmica, administrativa, didáticocientífica e administração de pessoal, sendo integrado pelo coordenador e o colegiado do curso. A Congregação reúne-se ordinariamente no início e no final de cada ano letivo e extraordinariamente quando convocada por seu presidente ou por iniciativa de um terço de seus membros. Pode também se reunir com qualquer número em sessões solenes. O Conselho Departamental reunir-se-á ordinariamente quatro vezes por ano, no início e término de cada período letivo e, extraordinariamente, a juízo da presidência ou mediante requerimento de um terço de seus membros. Os Departamentos e os colegiados dos cursos reúnem-se em separado, ordinariamente, em datas fixadas no calendário escolar e extraordinariamente quando convocados pelo coordenador ou a requerimento de um terço de seus membros. À Congregação, ao Conselho Departamental e aos colegiados dos cursos aplicam-se as seguintes normas: a) os colegiados funcionam com a presença da maioria de seus membros e decidem por maioria simples, ou seja metade mais um, salvo nos casos em que se exija “quorum” qualificado; b) quem preside os colegiados participa da votação e, no caso de empate, tem o voto de qualidade; c) nenhum membro do colegiado pode participar de sessão em que se aprecie matéria de seu interesse particular; d) as reuniões, que não se realizam em datas pré-fixadas no calendário anual aprovado pelos colegiados, são convocadas com antecedência mínima 118 de quarenta e oito horas, salvo em caso de urgência, constando da convocação a pauta do assunto; e) as votações são secretas quando se trata de assunto pessoal. Ao Conselho Departamental compete: a) coordenar e supervisionar os planos e atividades dos cursos; b) disciplinar anualmente a realização dos processos seletivos, e outras modalidades de seleção previstas em lei; c) elaborar, de acordo com as diretrizes curriculares estabelecidas pelo Poder Público, os currículos plenos dos cursos de graduação assim como suas modificações, obedecida a legislação vigente; d) aprovar os planos de cursos de pós-graduação stricto e lato sensu e de extensão a serem submetidos à Congregação, à Mantenedora e aos órgãos superiores do MEC; e) apreciar a indicação de professores feita por qualquer de seus membros, encaminhando seu pronunciamento à Direção Geral, como também as eventuais dispensas de docentes; f) aprovar os planos de ensino elaborados pelos professores em cada Departamento, integrando-os quando for o caso, inclusive o calendário escolar a ser cumprido; g) deliberar sobre normas e pedidos de transferências externas ou internas de candidatos ou alunos para os seus cursos e conseqüente aproveitamento de estudos; h) elaborar normas e diretrizes para os estágios supervisionados; apreciar a proposta de orçamento anual e o plano de aplicação dos recursos orçamentários para as Coordenações e o Instituto Superior de Educação, elaborados pelo Diretor Geral para aprovação pela Mantenedora; i) fixar diretrizes para os planos e atividades das Coordenações e do Instituto Superior de Educação; j) apreciar propostas de convênios e acordos acadêmicos, didáticos, científicos e culturais para deliberação da Congregação e da Mantenedora; k) representar junto à Congregação contra os professores que deixam de comparecer sem justificação a mais de vinte por cento das aulas, propondo a sua dispensa ou distrato; l) sugerir ao Diretor Geral medidas que visem ao aperfeiçoamento das atividades acadêmicas da Faculdade; m) opinar sobre os assuntos que lhe forem submetidos; n) aprovar o Plano de Carreira do Magistério a ser aplicado pela Faculdade em conformidade com a Lei n. 9394, de 1996; 119 o) aprovar o Catálogo Geral da Faculdade e as formas de divulgação dos cursos oferecidos; p) aprovar as normas de seu funcionamento; q) exercer o poder disciplinar originariamente ou em grau recursal de acordo com as normas e leis vigentes; r) exercer demais atribuições que, por sua natureza, sejam de sua responsabilidade. Compete às Coordenações: a) propiciar o tratamento interdisciplinar no planejamento pedagógico considerando os objetivos e os programas elaborados pelos professores titulares ou responsáveis, sob a forma de plano de ensino e pesquisa; b) entrosar as disciplinas, considerando seus objetivos e os programas elaborados pelos respectivos professores titulares ou responsáveis, sob a forma de plano de ensino e pesquisa; c) propor alterações curriculares; d) sugerir ao colegiado do curso e à Congregação medidas para o desenvolvimento e maior aperfeiçoamento do ensino; e) planejar a distribuição dos trabalhos escolares a serem exigidos dos alunos em cada período escolar; f) encaminhar à Secretaria as notas obtidas pelos alunos nos trabalhos escolares e nas provas; g) orientar o bibliotecário na aquisição de obras de interesse dos cursos; h) elaborar anualmente a relação de material didático necessário ao ensino, submetendo-a ao Diretor Geral; i) pronunciar-se sobre programas de ensino, pesquisa de cada disciplina e atividades de extensão ligadas à Coordenação; j) praticar os demais atos inerentes às atribuições que são de sua competência. 2.10.1- Ações e Programas Atualização e Qualificação Docente Institucionais de Capacitação, A FACULDADE GAMA E SOUZA implantou o Núcleo de Apoio DidáticoPedagógico – NADIPE, com o intuito de implementar propostas de melhoria da prática docente por meio de cursos de Metodologia de Ensino Superior e outros voltados à Educação. Além destes projetos, outros terão continuidade visando, sempre, a excelência do ensino. O Apoio Didático-Pedagógico da FACULDADE GAMA E SOUZA ao seu corpo docente estará disciplinado conforme regulamento específico. 120 REGULAMENTO DO NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO (NADIPE) CAPÍTULO I DO NADIPE E SEUS FINS Art. 1º O Núcleo de Apoio Didático-Pedagógico - NADIPE, órgão suplementar, subordinado à Diretoria da FACULDADE GAMA E SOUZA, tem por finalidade: I. produzir material audiovisual para as atividades de ensino; II. promover treinamento do corpo docente da Faculdade em procedimentos pedagógicos; III. assessorar o corpo docente no planejamento de atividades de ensino; IV. assessorar os órgãos de administração acadêmica no planejamento curricular e na determinação dos procedimentos para o desenvolvimento do mesmo; V. promover a integração do corpo discente na solução de problemas do processo ensino-aprendizagem; VI. diagnosticar a situação do ser-pensar-agir pedagógicos dos corpos docente e discente; VII. dispor de equipamentos de projeção de imagens, em salas apropriadas, como recursos de ensino-aprendizagem; VIII. promover eventos educacionais que venham a se constituir em meios de aprimoramento do desempenho do corpo docente da Faculdade. CAPÍTULO II DA ADMINISTRAÇÃO Art. 2º O NADIPE será administrado por um coordenador, designado pelo Diretor Geral da Faculdade Gama e Souza. § 1º Nas ausências ou impedimentos temporários, o Coordenador será substituído pelo Chefe da Seção de Produção ou pelo Secretário, mediante indicação. § 2º Em caso de impedimento definitivo do Coordenador, será feita nova designação para o cargo vago. Art. 3º Ao Coordenador do NADIPE, compete: I. cumprir e fazer cumprir as normas adotadas pela Faculdade; II. promover a realização das atividades do Núcleo; 121 III. apresentar relatório anual das atividades do órgão ao Diretor Geral da Faculdade Gama e Souza; IV. propor à Diretoria a contratação e dispensa do pessoal do Núcleo; V. aprovar o calendário de atividades do NADIPE; VI. indicar o pessoal do Núcleo para fazer cursos especializados; VII. assinar os certificados que vierem a ser expedidos pelo Núcleo; VIII. desempenhar as demais funções não especificadas neste Regulamento, mas que forem de sua competência ou por delegação dos órgãos superiores. Art. 4º O NADIPE contará com uma Secretaria, dirigida por um Secretário, designado pelo Diretor Geral da Faculdade. Parágrafo único. Compete ao Secretário do NADIPE: I. controlar o material permanente e providenciar sua manutenção; II. controlar o material de consumo e providenciar sua reposição; III. organizar e manter atualizados os arquivos do NADIPE; IV. auxiliar o Diretor na distribuição dos serviços a serem executados; V. controlar a freqüência e a escala de férias do pessoal do Núcleo; VI. providenciar o levantamento de dados estatísticos e administrativos; VII. dar andamento aos documentos e atos administrativos da unidade; VIII. distribuir aos responsáveis, diariamente, as tarefas solicitadas ao NADIPE; IX. executar outras atividades equivalentes e necessárias ao assessoramento administrativo à Diretoria do Núcleo. Art. 5º Para o desempenho de suas funções, o NADIPE contará com uma Seção de Produção que será dirigida por um Chefe designado pelo Diretor Geral da Faculdade. Parágrafo único. Compete à Seção de Produção: I. assessorar o Coordenador do NADIPE; II. produzir o material audiovisual instrucional para atendimento às solicitações feitas ao Núcleo; III. executar serviços de produção de material audiovisual. CAPÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS Art. 6º As disposições deste Regulamento serão complementadas por normas baixadas pelo Coordenador do NADIPE, ouvida a Diretoria da Faculdade. 122 Art. 7º Este Regulamento poderá ser alterado, no todo ou em parte, pelo Coordenador do NADIPE, ouvido o Diretor Geral da Faculdade e com posterior aprovação pelo Conselho Departamental. Art. 8º Este Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho Departamental, revogando-se as disposições em contrário. A FACULDADE GAMA E SOUZA estimula, ainda, o corpo docente à participação em eventos acadêmicos através de incentivos financeiros, consoante solicitação do professor interessado, à Coordenação do Plano de Capacitação Docente / PLACAD. 123 3- INFRAESTRUTURA A infra-estrutura específica do curso de Enfermagem está adequada de forma quali-quantitativa às necessidades do curso, onde destacamos o acervo da biblioteca e o conjunto de laboratórios gerais e específicos para o curso. Descrição Física O curso de Enfermagem da FACULDADE GAMA E SOUZA é oferecido no Campus III de Bonsucesso. Esta Unidade está localizada na Teixeira de Castro, nº 70 e 72, no bairro de Bonsucesso, zona suburbana do Município do Rio de Janeiro. A Unidade se localiza no centro do bairro de Bonsucesso com acesso rápido à Avenida Brasil - via expressa e urbana - principal linha de fluxo de coletivos, fazendo ligação com praticamente todas as regiões da Cidade do Rio de Janeiro. A Edificação, com três pavimentos e área de 70,50 m. de frente e fundos, 26,55 m à direita e 26,98 à esquerda, possuindo uma área interna de ventilação e iluminação, com circulação vertical através de escadas e elevador e circulação horizontal central por onde se faz o acesso às salas de aula. As instalações físicas da FACULDADE GAMA E SOUZA são adequadas para o número de usuários atuais e futuros e para o ramo de atividade que trabalha. Todas as salas de aula, biblioteca, laboratórios e demais espaços e dependências de utilização da academia estão equipados com ventiladores e ar condicionado, mobiliário e iluminação adequados, isolamento de ruídos, equipamentos de prevenção de incêndio e boa higiene. Os ambientes desta edificação são distribuídos entre o 1º, 2º e 3º pavimentos, contendo os seguintes ambientes numa visão geral: • Pátio coberto com 319 m2 com cantina e cozinha; • Pátio descoberto com 131 m2; • Quadra coberta com 310 m2; • 2 secretarias; • Hall de atendimento e hall de acesso às escadas e elevador; • Sala de Coordenação; • Gabinete da Direção com copa e banheiro; • Banheiro exclusivo para funcionários com vestiário; 124 • Banheiros para os alunos (masculino e feminino) • 02 banheiros de uso exclusivo dos professores (masculino e feminino); • copa • Biblioteca; • 02 banheiros (masculino e feminino) para uso dos alunos com um total de 05 boxes sanitários e 01 mictório; • 16 salas de aula; • Gabinetes de Estudos Docentes • Depósito de materiais; • Laboratório de Informática • Hall do elevador e escadas; • Sala de audiovisual; • Sala dos professores; • Laboratório de Anatomia; • Laboratório de Semiologia; • Laboratório de Ciências (multidisciplinar); • Laboratório de Enfermagem; • 01 banheiro para deficientes; • Casa de Máquinas de incêndio e de elevador. Laboratórios Especializados A grade curricular do Curso de Enfermagem possibilita um contato bastante intenso com a prática laboratorial, de vital importância ao futuro Enfermeiro. Esforços cada vez maiores têm sido feitos para reduzir o tempo utilizado pelo aluno em aulas expositivas aumentando a oferta de aula e atividades mais participativas que privilegiem a aprendizagem e autoaprendizagem dos estudantes. A FACULDADE GAMA E SOUZA disponibilizará além das salas de aula três laboratórios para atender aos primeiros anos do Curso de Enfermagem. A Resolução Nº 11/2002 CNE/CES estabelece a obrigatoriedade de laboratórios apenas para o “Núcleo de Conteúdos Básicos”, ou seja: Art 6º - § 2º - Nos conteúdos de Física, Química e Informática, é obrigatória a existência de atividades de laboratório. Nos demais conteúdos básicos, deverão ser previstas atividades 125 práticas e de laboratórios, com enfoques e intensividade compatíveis com a modalidade pleiteada. O exercício da Enfermagem exige um profissional participante, consciente dos problemas, autônomo, capaz de acompanhar o desenvolvimento tecnológico, devendo não somente perceber a realidade, como também participar e interferir, avaliando e identificando os problemas a fim de propor soluções. Os trabalhos nos laboratórios deverão ser experimentais, buscando integrar a teoria com a prática. essencialmente Priorizam-se as atividades em pequenos grupos, para que todos possam produzir conhecimento em conjunto e de uma forma mais eficaz, o que possibilita aos alunos o manuseio dos equipamentos existentes. A proposta para o desenvolvimento de cada atividade deve ser embasada na técnica do problema. Deve-se, portanto, estabelecer uma relação entre os conceitos teóricos e metodológicos para a sua prática profissional. Serão realizados trabalhos específicos com temas relacionados a problemas reais. A avaliação e o controle do processo ensino-aprendizagem se darão a cada aula prática com elaboração de relatórios sobre o experimento. NORMAS E PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA Os laboratórios para o curso de Enfermagem atendem aos requisitos de acessibilidade para portadores de necessidades especiais e são dotados dos equipamentos de biossegurança necessários a cada tipo de laboratório ou serviço, observando as normas da ABNT, especialmente, nos seguintes aspectos: a) Almoxarifado com área reservada a líquidos inflamáveis ou não, controle de material e estocagem adequados, b) Espaço físico adequado com, no mínimo, 2 m2 quadrados por aluno, c) Salas com iluminação, ventilação e mobiliário adequados, d) Instalações hidráulicas, elétricas, sanitárias e outras adequadas ao atendimento de alunos, professores e funcionário, e) Microscópio no laboratório, ligado a recurso multimídia para projeções, f) Política de uso dos laboratórios compatível com a carga horária de cada atividade prática, e 126 g) Plano de atualização tecnológica, além de serviços de manutenção, reparos e conservação realizados sistematicamente, sob a supervisão dos técnicos responsáveis pelos laboratórios. Além disso, os procedimentos de segurança e proteção ambiental são divulgados em locais estratégicos que permitem sua visibilidade, assegurando seu conhecimento e aplicação pela comunidade acadêmica. EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA Os laboratórios/ambientes possuirão equipamentos de biossegurança, compatíveis com suas finalidades de utilização e adequados à demanda de usuários, tais como: a) EPI (equipamentos de proteção individual; b) EPC (equipamentos de proteção coletiva c) Equipamentos de proteção contra acidentes: ventiladores, exaustores, capelas, extintores de incêndio, emblemas educativos de segurança e elementos de proteção de rede elétrica. d) Além de outras proteções, de acordo com a necessidade de cada laboratório. RECURSOS AUDIOVISUAIS O Setor de Recursos Audiovisuais destina-se a atender a instituição. Tais recursos, abrangendo diversas áreas do conhecimento, contêm os seguintes equipamentos: EQUIPAMENTO Televisores Videocassetes Retroprojetores Projeto de Multimídia Projetor de Slides Quadros Móveis Aparelho de DVD Filmadora Projetor de Filmes Aparelhos de Som TOTAL QUANTIDADE 5 2 5 1 2 4 1 1 1 1 23 127 A aquisição de aparelhos audiovisuais, principalmente os mais usados em sala de aula, como TV, vídeo e datashow, facilitam o fazer pedagógico. Objetivando que os docentes desenvolvam atividades acadêmicas utilizando as mais modernas metodologias de ensino, estes têm a sua disposição os recursos multimídia necessários, podendo utilizá-los nos laboratórios, nas salas de aulas e demais ambientes, conforme o caso. Para tanto, o professor deverá fazer a solicitação para eventos com antecedência mínima de sete dias úteis, por escrito à Coordenação de Audiovisual, que analisará a viabilidade da mesma. 3.1- Acesso dos alunos a equipamentos de informática O acesso aos equipamentos de informática se dá a partir de aulas práticas nos laboratórios específicos; utilização dos computadores disponibilizados na biblioteca; acesso monitorado aos laboratórios de informática para consulta à internet e intranet, redação de trabalhos acadêmicos ou visita aos sites de relacionamento pessoal. Os computadores são atualizados periodicamente e estão interligados à rede própria, de modo que alunos e professores podem consultar o sistema acadêmico nos terminais ou não; o Poliglota, sistema da Biblioteca, de casa ou da própria IES. O laboratório conta com 20 computadores, além dos laboratórios dos demais campi que também atendem aos alunos e docentes que estejam deles mais próximos em algum momento. Os espaços são higienizados diariamente, contam com ar condicionado e monitor, nos períodos de uso livre dos alunos. A IES fechou parceria com a Microsoft, de modo que alunos e docentes têm acesso gratuito a determinados programas. Sobre a velocidade da internet, o plano contratado é o disponibilizado pela Velox para a região e isto é bastante variável. A Instituição conta com um Plano Diretor de Informática, em que estão previstos investimentos periódicos para modernização dos computadores e dos programas neles instalados e necessários aos alunos dos cursos que os utilizam. O acesso de alunos, dos professores e da comunidade a qualquer livro, periódico, vídeo ou CD-ROM do acervo far-se-á com o uso do cartão de identificação. É facultado ao usuário retirar até 2 livros por empréstimo com um prazo de devolução de no máximo 7 dias. O acesso ao material bibliográfico pode ser realizado por meio de: a) Consulta informatizada; 128 b) Consulta direta aos fichários; c) Consulta direta aos catálogos; d) Solicitação aos funcionários da biblioteca; e) Consulta e reserva via internet. Para o atendimento aos usuários da Biblioteca, foi desenvolvido um sistema de informática para a catalogação do acervo bibliográfico. Este software (POLIGLOTA) manipula um banco de dados especialmente concebido para este fim. A estrutura do sistema permite que ele seja utilizado também nas bibliotecas setoriais. A Biblioteca disponibiliza cinco terminais para consultas e pesquisas na Internet, consultas do acervo, e para proporcionar mais alternativas e qualidade das pesquisas é conveniada com a COMUT e possui várias Bases de Dados. Para a organização da parte interna da Biblioteca (administração e processamento técnico) estão disponibilizados um computador e um equipamento multifuncional com os recursos de impressão, cópias e scanner. Os serviços do setor de Processos Técnicos são de direção, coordenação e controle, por meio da centralização de serviços, das atividades de planejamento e desenvolvimento do registro, da catalogação e classificação, preparação e manutenção das coleções da Biblioteca da FACULDADE GAMA E SOUZA, para fins de: a) utilização da informação, tendo para isto as atribuições de receber e conferir o material documental adquirido pela instituição; b) classificar, catalogar e registrar os automatizada, alimentando o sistema da Biblioteca; documentos de forma c) providenciar o preparo do material da Biblioteca para consulta e empréstimo; d) dar baixa, quando necessário, no registro das publicações extraviadas e/ou deterioradas; e) executar tarefas correlatas. 3.2- Periódicos e Base de Dados Dentre o rol dos periódicos, jornais e revistas que serão assinados, destacam-se os seguintes, específicos para o atendimento das atividades acadêmicas relacionadas ao Curso de Enfermagem: a) JORNAIS Jornal do Brasil; Jornal O Dia; Jornal O Globo. 129 b) REVISTAS GERAIS Revista Época; Revista Exame; Revista Galileu; Revista Isto É; Revista Superinteressante; Revista Veja; Revista Você S.A. c) PERIÓDICOS ESPECÍFICOS DIGITAIS Cadernos de Saúde Pública: http://www.scielo.br/scielo.php?script+sci_issues&pid=0102-311X&Ing=pt&nrm=iso Epidemiologia e Serviços de Saúde: Revista do Sistema Único de Saúde do Brasil: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=32328 Escola Anna Nery Revista de Enfermagem: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1414-8145&Ing=pt&nrm=iso Revista Brasileira de Cancerologia: http://www.inca.gov.br/rbc/ Revista Brasileira de Enfermagem: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=0034-7167&Ing=pt&nrm=iso Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia: http://www.scielo.br/scielo,php?script_issues&pid=0100-7203&Ing=pt&nrm=iso Revista Brasileira de Hipertensão: http://departamentos.cardiol.br/dha/edicoes_revista.asp Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=1519-3829&Ing=pt&nrm=iso Revista da Escola de Enfermagem da USP: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=0080-6234&Ing=pt&nrm=iso Revista de Psiquiatria Clínica: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=0101-6083&Ing=pt&nrm=iso Revista de Saúde Pública: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=0034-8910&Ing=pt&nrm=iso d) BASE DE DADOS GRATUITAS NA ÁREA DA SAÚDE BIREME – Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde http://www.bireme.br Conteúdo: reúne várias bases de dados na área da saúde. ChemWeb.com http://www.chemweb.com Conteúdo: Consulta gratuita a 32 bases de dados, algumas com acesso livre ao texto completo, inclusive a Beilstein Abstracts; o ACD – Available Chemicals Directory, com informações sobre compostos e produtos químicos distribuídos por mais de 470 fornecedores; o Conference Centre, guia de congressos, conferência e eventos; o Portal para Chemistry Preprint Server, o ChemGuide e o ChemDexPlus. DYNAMED http://dynamed102.ebscohost.com/AlphaBrowse.aspx?Letter=A 130 Conteúdo: base de dados de referência com informações para a clínica médica, oferece resumos sobre mais de 2.000 tópicos elaborados com base na análise permanente do conteúdo de mais de 500 periódicos na área da Medicina. Cada artigo inclui informações gerais, causas e fatores de risco, complicações e condições associadas, história, descrição física, diagnóstico, prognóstico, tratamento, prevenção e monitoramento, referências e informações aos pacientes. HighWire (Stanford University, EUA) http://www.highwire.org Conteúdo: acesso gratuito a mais de 260.000 textos completos de periódicos com predominância na área biomédica. Biblioteca Virtual e, Saúde – Enfermagem http://enfermagem.bvs.br Conteúdo: a BVS Enfermagem Brasil tem por objetivo contribuir para produção, organização e disseminação da informação científica e técnica em Enfermagem produzida pelas instituições brasileiras representativas no tema. Alta Complexidade http://saude.gov.br/bvs/altacomplexidade Conteúdo: a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde (BVS MS) reúne publicações, folhetos, cartazes, vídeos e legislação para acesso online, produzidos pelo Ministério de Saúde e pelas entidades vinculadas. As publicações em texto estão organizadas por assunto e podem ser recuperadas também por tipo de informação ou, ainda, por meio de pesquisa pelo título do documento Saúde Legis – Sistema de Legislação da Saúde http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/area/2/principal.html Conteúdo: no Portal do Ministério da Saúde há possibilidade de consultar a legislação pertinente ao cidadão, aos gestores e profissionais ou, ainda, as específicas relacionadas à atuação do Ministério. Saúde do Trabalhador http://www.saude.gov.br/bvs/trabalhador Conteúdo: A área temática "Saúde do Trabalhador" da Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde - BVS MS é produto de parceria entre a Coordenação Geral de Documentação e Informação - CGDI e a Secretaria de Vigilância em Saúde - SVS, por meio da Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador - COSAT. Tem por objetivo recuperar e divulgar as fontes de informação técnicas, científicas, normativas e educativas geradas pela esfera federal do SUS, Institutos de Pesquisa e iniciativa privada de interesse do tema. Busca também reunir entidades colaboradoras estruturando uma rede que objetiva o registro e acesso on-line da literatura e dos materiais educativos de interesse público nessa Área. BVS Saúde Pública BRASIL http://saudepublica.bvs.br/php/index.php Conteúdo: a BVS Saúde Pública - Brasil (BVS-SP) tem por objetivo promover acesso online eficiente, universal e eqüitativo à informação científica e técnica relevante para o desenvolvimento da saúde. 131 Como parte integrante da Biblioteca Virtual em Saúde para América Latina e Caribe, a BVS-SP Brasil representa a operação cooperativa e descentralizada de uma rede de fontes de informação científica e técnica em saúde pública. Essas fontes de informação são operadas na Internet por produtores, integradores e intermediários, obedecendo a controles de qualidade e metodologias comuns. A BVS-SP Brasil inclui, além dos serviços tradicionais de acesso à literatura científica, listas de discussão, acesso à legislação estadual e municipal, modelos de ação, notícias e promoção de participação da comunidade. Também é o espaço para o desenvolvimento de um programa de capacitação de produtores, intermediários e usuários na operação da BVS-SP Brasil por meio de cursos presenciais ou conduzidos à distância pela Internet. OBSERVAÇÕES: Para estes dois primeiros anos do curso de Enfermagem, a IES optou por Periódicos e Bases de Dados gratuitas. O motivo central está na necessidade de se divulgar tais empreendimentos públicos e privados que objetivam disseminar democraticamente a informação. Assim, o que se objetiva é estimular o recém-ingressado no ensino superior, de um curso da área de saúde, a utilizar os instrumentos disponíveis na internet para o seu aprimoramento profissional. E, conforme as exigências e necessidades do curso vão se tornando mais intensas, a IES se dispõe a adquirir novas bases de dados e a assinar aquelas em que a gratuidade limita determinados acessos. 132