ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E EDUCAÇÃO SANTA TERESA
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENFERMAGEM
(Campus IIII — Bonsucesso)
Rio de Janeiro, 2011
SUMÁRIO
A) CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES ............................................................. 4
a.1) Nome da Mantenedora .................................................................... 4
a.2) Base Legal da Mantenedora ............................................................ 4
a.3) Base Legal da IES ........................................................................... 5
a.4) Perfil e Missão da IES ..................................................................... 5
a.5) Dados Socioeconômicos da Região ................................................ 7
a.6) Breve Histórico da IES ................................................................... 10
B) CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO .................................................... 12
1) ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ....................................... 13
1.1)
Contexto educacional ................................................................. 13
1.2)
Políticas Institucionais no âmbito do curso ................................. 17
1.3)
Objetivos do curso ...................................................................... 18
1.4)
Perfil profissional do egresso ...................................................... 22
1.5)
Estrutura curricular ..................................................................... 26
1.5.1) Matriz curricular do curso ................................................. 28
1.5.2) Estrutura curricular bacharelado ...................................... 33
1.6)
Conteúdos curriculares ............................................................... 38
1.6.1) Componentes curriculares ............................................... 40
1.7)
Metodologia ................................................................................ 79
1.7.1) Fundamentação teórico-metodológica do curso .............. 80
1.7.2) Integralização do PPC com o PPI .................................... 80
1.7.3) Integralização do PPC com o PDI .................................... 82
1.8)
Estágio curricular supervisionado ............................................... 83
1.8.1) Ensino clínico e estágio curricular supervisionado .......... 83
1.9)
Atividades Complementares ....................................................... 86
2
1.10) Trabalho de Conclusão de Curso .............................................. 88
1.11) Apoio ao discente ...................................................................... 97
1.12) Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso ........ 99
1.12.1) Acompanhamento e avaliação ..................................... 100
1.12.2) Avaliação do processo ensino-aprendizagem ... 100
1.12.2) Avaliação do Projeto pedagógico e integralização
da auto avaliação do curso com a auto avaliação institucional 102
1.13) Tecnologias de informação e comunicação / TICs no processo
ensino-aprendizagem ............................................................... 107
1.14) Número de vagas ..................................................................... 107
1.15) Integração com o sistema local e regional de saúde e do SUS 109
2) ORGANIZAÇÃO DOCENTE ............................................................... 111
2.1) Atuação do Núcleo Docente Estruturante .................................... 111
2.2) Atuação do Coordenador ............................................................. 113
2.3) Experiência profissional, de magistério superior e de gestão
acadêmica do coordenador ................................................................. 114
2.4) Regime de trabalho do coordenador do curso ............................. 115
2.5) Titulação do corpo docente do curso ........................................... 115
2.6) Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores .. 116
2.7) Regime de trabalho do corpo docente do curso .......................... 116
2.8) Experiência profissional e produção acadêmica do corpo docente
............................................................................................................. 117
2.9)Relação entre o número de docentes e o número de estudantes 118
2.10) Funcionamento do colegiado do curso ou equivalente .............. 118
2.10.1) Ações e programas institucionais de capacitação,
atualização e qualificação docente ..................................................... 121
3) INFRAESTRUTURA ........................................................................... 125
3.1) Acesso dos alunos a equipamentos de informática ..................... 130
3.2) Periódicos e Base de Dados ........................................................ 132
3
A) CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES
a.1) Nome da Mantenedora:
ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E EDUCAÇÃO SANTA TERESA / ACEST
a.2) Base Legal da Mantenedora:
a.2.1) Endereço:
Rua Leopoldina Rego, nº 502, Olaria, Rio de Janeiro — RJ
a.2.2) Razão Social:
Associação de Cultura e Educação Santa Teresa
a.2.3) Atos Legais
Lei nº 4289, de 22 de março de 2004: “Considera de Utilidade Pública a
ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E EDUCAÇÃO SANTA TERESA – ACEST, com
sede no município do Rio de Janeiro.”
Lei nº 5242, de 17 de janeiro de 2011: “Consolida a Legislação Municipal
referente às concessões de utilidade pública. [...] Art. 2º Ficam consideradas de
utilidade pública, por consolidação, as instituições abaixo relacionadas com
sede e foro no Município: [...] DLXXXIV. Associação de Cultura e Educação
Santa Teresa-ACEST [...]”
Estatuto: Documento 01, lido e aprovado pela Assembleia Geral
Ordinária de 05/01/2004. REGISTRO CIVIL DE PESSOAS JURÍDICAS
Comarca da Capital do Rio de Janeiro – Av. Presidente Wilson, nº 164, sl 103 –
Protocolo nº 20040109 – 1501113 – Averbação e arquivamento na matrícula nº
122875, em 21/01/2004.
a.3) Base Legal da IES
a.3.1) Endereço do Campus III:
Rua Teixeira de Castro, nº 70 e 72, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ.
a.3.2) Atos Legais e Data de Publicação no DOU:
Ata da assembleia Geral Ordinária da Associação de Cultura e
Educação Santa Teresa, em 28 de janeiro de 1998, em que, dentre alguns
itens, foi apreciada e aprovada a proposta de solicitação de credenciamento da
Faculdade Gama e Souza junto ao MEC.
4
Credenciamento: Portaria Ministerial nº 719, de 13 de julho de 1998,
publicada no DOU de 14 de julho de 1998
Recredenciamento: Portaria Ministerial nº 458, de 26 de abril de 2011,
publicada no DOU de 27 de abril de 2011.
a.4) Perfil e Missão da IES
a.4.1) Perfil
A Faculdade Gama e Souza dá continuidade à consolidação das
benfeitorias já trazidas para o ensino superior no Estado do Rio de Janeiro,
trabalhando na formação de profissionais de diferentes áreas com o perfil
exigido pelo mercado de trabalho neste início de século.
Na sociedade contemporânea, as rápidas transformações no mundo do
trabalho, o avanço tecnológico configurando a sociedade virtual e os meios de
informação e comunicação incidem com bastante força no indivíduo, exigindo
uma formação sintonizada com as necessidades dessa sociedade. Isto faz com
que aumentem os desafios das instituições de nível superior voltadas para a
formação de profissionais que administrarão as políticas públicas nas mais
diversas áreas e efetivando-os como competentes cientistas sociais,
independente de sua área de formação, postura tão necessária aos
profissionais neste início de século. Este posicionamento não é tarefa simples
nem para poucos, pois:
“Preparar para a vida pública nas sociedades formalmente
democráticas na esfera política, governadas pela implacável e
às vezes selvagem leis do mercado na esfera econômica,
comporta necessariamente que a escola assuma as vivas
contradições que marcam as sociedades contemporâneas
desenvolvidas. (Pérez Gómez, 1998)”1
Cabe ao ensino superior, preparar profissionais dando sustentação para
que o país se fortaleça em todos os aspectos da natureza humana, oferecendo
condições de acesso a um conhecimento cultural, científico e tecnológico que
lhes assegurem condições para fazerem frente às exigências do mundo
contemporâneo.
A Faculdade Gama e Souza está compromissada em continuar a
oferecer, de forma qualitativa, os cursos já consolidados na IES, todos com
ênfase no desenvolvimento local e regional destacando, em cada um dos
currículos, eixos articuladores que se interpenetram na intenção de contribuir
na efetivação do papel social do ensino superior, ancorado no tripé ensinopesquisa-extensão.
1
PÉREZ GÓMEZ, A I. As funções da escola: da reprodução à reconstrução crítica do conhecimento e da experiência.
IN:SACRISTÁN, J. Gimeno. Compreender e Transformar o Ensino. 4. ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998. p.13-26.
5
Os cursos oferecidos e os que serão ofertados pela Faculdade
contemplam/contemplarão formação teórica, científica e técnica para que os
futuros profissionais aprofundem-se na teoria, na pesquisa e no exercício de
atividades específicas da carreira escolhida.
A oferta desses cursos tem/terá como suporte a premissa de que a
compreensão dos fenômenos culturais, sociais, históricos, políticos e
econômicos sujeita-se à pluralidade de abordagens. Neste sentido, a proposta
metodológica dos cursos procura/procurará contemplar as diferentes
abordagens teóricas de cada área, na crença de que deve-se demonstrar ao
aluno as vertentes pelas quais é possível a análise dos fenômenos presentes
em cada uma das áreas do conhecimento contempladas nesta instituição.
Cabe aos profissionais que atuam/atuarão nos cursos da instituição,
contemplar em seu fazer pedagógico cotidiano a ideia de que o processo
educativo não se restringe ao escolar, uma vez que abrange as relações mais
amplas entre o indivíduo e o meio humano, social, físico, ecológico, cultural,
político e econômico.
Os cursos, além de contemplarem na prática da pesquisa a pluralidade
educativa, concentram/concentrarão suas temáticas investigativas em seus
eixos articuladores do currículo que tornaram-se/tornar-se-ão também linhas
norteadoras da pesquisa na instituição.
Os currículos possuem/possuirão forte orientação para a pesquisa, seja
como prática acadêmica, através da produção de trabalhos de conclusão de
curso, seja como atitude. Ressalte-se, aí, os vínculos entre o ensino e a
pesquisa, a pesquisa como forma básica de construção do saber, em confronto
e em questionamento, com os saberes já estabelecidos e como instrumento
para desenvolvimento das competências do pensar.
a.4.2) Missão
Para o cumprimento de seu papel social de formação de profissionais
éticos e competentes, a Faculdade Gama e Souza tem por missão o
desenvolvimento de ensino superior de qualidade, em sintonia com a realidade
local e regional, tendo como suporte recursos humanos – professores e
funcionários – qualificados, metodologias de ensino coerentes e infraestruturas
físicas e tecnológicas adequada às suas finalidades.
a.5) Dados Socioeconômicos da Região
A Região da Leopoldina, localizada no subúrbio da cidade do Rio de
Janeiro, segundo a Coleção de Estudos da Cidade do Rio de Janeiro
(2003)2, compreende uma área de 4.435 hectares, com a estimativa de
2
Coleção Estudos da Cidade. Rio Estudos, 98; nota técnica nº 9, abril de 2003.
Armazém de Dados, Instituto Pereira Passos, Secretaria Municipal de
Urbanismo, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
6
654.571 habitantes (residentes), que se dividem entre os 17 bairros3, que a
compõem: Bonsucesso, Brás de Pina, Cordovil, Del Castilho, Engenho da
Rainha, Higienópolis, Inhaúma, Jardim América, Manguinhos, Maria da Graça,
Olaria, Parada de Lucas, Ramos, Tomás Coelho e Vigário Geral, além dos
Complexos do Alemão e da Maré4.
A Região da Leopoldina é organizada por regiões administrativas, que são
formadas por um único composto comunitário ou um grupo de bairros. As
regiões administrativas são:
a) RA X – Ramos, atendendo aos bairros Bonsucesso, Manguinhos, Olaria,
Ramos e às favelas: Morro Paula Ramos, Chip 2 Manguinhos e Parque
João Goulart.
b) RA XI Penha, atendendo aos bairros Brás de Pina, Penha, Penha
Circular e as favelas: Parque Proletário de Cordovil, Pedacinho do Céu
de Cordovil, Batuta de Cordovil, Bom Jardim de Cordovil, Caixa D´Água,
Caracol, Grotão, Merendiba (Morro do cariri ), Parque Proletário da
Penha e Vila Cruzeiro.
c) RA XII – Inhaúma, atendendo aos bairros: Del Castilho, Engenho da
Rainha, Higienópolis, Inhaúma, Maria da Graça, Tomás Coelho e as
favelas: Chácara de Del Castilho, Parque União de Del Castilho, Seu
Pedro, Morro do Engenho, Parque Proletário Engenho da Rainha, Rua
Sérgio Silva, Parque Félix Ferreira, Vila Maria, Parque Proletário Águia
de Ouro, Relicário, Favela das Carroças, Rua Pereira Pinto, Vila
Caramuru, Parque Silva Vale, Vila Itaocara, Margem da Linha, Parque
São José, Jardim Bárbara e Morro União.
d) RA XXIX – Complexo do Alemão, considerado um bairro composto pelas
favelas: Vila Matinha, Morro das Palmeiras, Parque Alvorada, Morro do
Alemão, Rua Armando Sodré, Morro da Baiana, Joaquim de Queirós,
Itararé, Morro do Adeus, Morro do Pianco, Mourão Filho e Nova Brasília.
e) RA XXX Maré (Complexo da Maré), composta pelas favelas: Praia de
Ramos, Parque Roquete Pinto, Parque União, Rubens Vaz, Nova
3
Os documentos do Censo do IBGE 2000 o Plano Estratégico da Cidade do
Rio de Janeiro assim definem os bairros que constituem a Região da
Leopoldina.
4
- Curiosamente o estudo não aponta o bairro de Pilares, ainda que ele exista
fisicamente e compreenda uma população significativa, composta por comerciantes e
profissionais liberais.
7
Holanda, Parque da Maré, Baixa do Sapateiro, Morro do Timbau, Joana
Nascimento e Paraibuna.
f) RA XXXI – Vigário Geral, atendendo aos bairros Cordovil, Jardim
América, Parada de Lucas e Vigário Geral.
De acordo com o levantamento censitário, temos a seguinte distribuição da
população, totalizando-a em 778.376 habitantes5:
Região
Administrativa
Área Territorial
Km 2
População Total
Homens
Mulheres
X
11,30
150.403
70.011
80.392
XI
13,96
183.194
85.262
97.932
XII
10,88
130.635
60.716
69.919
XXIX
2,96
65.026
31.767
33.259
XXX
4,27
113.807
56.264
57.543
XXXI
11,41
135.311
63.884
71.427
Fonte: Armazém de dados, 2003.
Ainda segundo os dados do censo do IBGE de 2000, a população da
Região da Leopoldina apresenta o seguinte quadro de composição de
domicílios, estabelecendo-se a relação com o quantitativo de favelas e de
moradores destes espaços urbanos, considerados como aglomerados
subnormais, numa leitura antropológica:
Região
Administrativa
Total de domicílios
Número de favelas
Total de moradores de
favelas
X
47128
11761
40744
XI
56.228
21.312
75.794
XII
40164
3683
13565
XXIX
18245
15520
56271
XXX
33.211
20.776
69.911
XXXI
40451
21312
75794*
Fonte: Armazém de dados, 2003.
5
- Identificamos no somatório dos quantitativos elencados inconsistências , daí
optarmos pelo resultado obtido do somatório do item População Total.
8
Considerando a população total da Região — 654.571 habitantes, segundo a
CECRJ — e que a composição do espaço geográfico é determinado por
bairros e favelas, a partir dos dados numéricos acima elencados, 50,73% desta
população total, residem em favela. Partindo do quadro do Censo de 2000, do
IBGE, temos 778.376 habitantes; isso significa que, deste total, 42,67%
residem em favelas.
Ambos os percentuais são significativos, quando apenas cerca de 50%
ou 60% da população total da Região reside em área que não é considerada
favela, consoante os padrões de mensuração dos organismos de pesquisa e
estudos.
Analisando comparativamente as regiões administrativas, temos as
seguintes identidades (ID):
Região
Administrativa
ID de Bairros
ID de Bairros e
favelas
X
X
XI
X
XII
X
ID de Favelas
XXIX
X
XXX
X
XXXI
X
Deste modo, duas RA atendem a bairros que são compostos por um
conjunto de favelas. Alcançamos, assim, os seguintes percentuais em termos
de população:
Região
Administrativa
ID de Bairros
ID de Bairros e
favelas
X
19,32%
XI
23,53%
XII
16,80%
ID de Favelas
XXIX
8,35%
XXX
14,62%
XXXI
17,40%
9
Tais percentuais, referentes à população das áreas de risco, também
são indicativos de que o ambiente educacional lhe foge em algum momento,
seja pela não complementação dos estudos, pela “ausência” da escola ou pela
falta de entendimento de que o estudo pode proporcionar uma transformação
social e, por conseguinte, histórica. E é justamente no seio desta seara que a
Faculdade Gama e Souza se instalou e, desde a década de 60 (séc. XX), tem
investido em educação de qualidade — do Jardim Escola Menino Jesus às
Unidades Educacionais Gama e Souza, a marca Gama e Souza tornou-se
referência na área da Educação Básica e, agora, investindo no Ensino
Superior, ofertando um corpo docente composto em quase sua totalidade por
Mestre e Doutores, a esta população assinalada pela injustiça social, pela
violência urbana e pelo descaso dos ideários educacionais, procura cumprir
sua missão e, deste modo, atender à sua vocação e o seu ideal: só se
revoluciona o mundo e as idéias que o habitam se as escolas e os livros
forem tornados instrumentos de revolução pela palavra, pelo domínio da
palavra e pela elaboração da palavra.
a.6) Breve Histórico da IES
Corria o ano de 1963 quando a professora Inah Gama de Souza realizou
um de seus sonhos, fundou o Jardim-Escola Menino Jesus, que já nessa
época, possuía cursos de maternal, jardim de infância, pré-primário e primário.
Localizado no número 58 da Rua Vieira Ferreira, em Bonsucesso, o local
também era sede do Curso Gama e Souza, que preparava jovens para o
ingresso nas academias militares e institutos de educação com curso normal.
Fundado pelo professor Aluisio Gama de Souza, o curso foi, à custa de muito
trabalho, crescendo e arregimentando novos alunos. Depois de três anos de
atividades, na Rua Vieira Ferreira, o colégio se transferiu para um imóvel maior,
na Avenida Teixeira de Castro, também em Bonsucesso, onde funciona uma
de suas unidades até hoje.
Foi na nova sede que o Grupo Gama e Souza implantou o Ginásio
Gama e Souza que, inicialmente, tinha apenas curso ginasial noturno. Algum
tempo depois, houve a fusão do Jardim Escola Menino Jesus, do Curso Gama
e Souza e do Ginásio Gama e Souza, em uma só mantenedora (Ginásio Gama
e Souza), dando surgimento ao Colégio Gama e Souza que, posteriormente,
passou à denominação de Unidade Educacional Gama e Souza.
A partir da segunda metade da década de 70, o Grupo Gama e Souza
começou a sua expansão, hoje sendo composto pela Unidade Educacional
10
Gama e Souza, com sede em Bonsucesso e filiais em Olaria, Barra da Tijuca e
Recreio dos Bandeirantes, todos no município do Rio de Janeiro/RJ.
Com o ideal de atingir todos os níveis de formação, o Grupo Gama e
Souza obteve, em 1998, o credenciamento, pelo MEC, da FACULDADE GAMA
E SOUZA, com sede na Rua Leopoldina Rego nº 502 em Olaria, Rio de
Janeiro/RJ.
A Faculdade Gama e Souza oferece os cursos de Administração
(bacharelado); Ciências com habilitação em Matemática (licenciatura); Ciências
Contábeis (bacharelado); Ciências Econômicas (bacharelado); Direito
(bacharelado) Letras com habilitação em Português e Literaturas (licenciatura);
Pedagogia (licenciatura); Sistemas de Informação (bacharelado) e Turismo
(bacharelado), todos reconhecidos pelo MEC. Além destes, possui seis Cursos
Superiores de Tecnologia: Gestão Hospitalar, Negócios Imobiliários. Marketing,
Gestão Comercial, Rede de Computadores e Segurança no Trabalho
A Faculdade Gama e Souza tem como mantenedora a Associação de
Cultura e Educação Santa Teresa e possui o campus I, na Rua Leopoldina
Rego nº 502 – Olaria; o campus II, na Avenida Brasil, nº 5.843 – Bonsucesso; o
campus III, na Rua Teixeira de Castro, nº 70/72 – Bonsucesso; o campus IV,
na Avenida Fernando Mattos, nº 48 – Barra da Tijuca e o campus V, na Rua
Alberto Cavalcanti, nº 555 – Recreio dos Bandeirantes.
Os colégios mantidos pelo Grupo Gama e Souza funcionam como polos
de aplicação da Faculdade.
11
B- CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
MANTENEDORA: Associação de Cultura e Educação Santa Teresa / ACEST (com
foro no município do Rio de Janeiro
MANTIDA: Faculdade Gama e Souza / FGS (com limite territorial no município do
Rio de Janeiro)
TIPO DE PROCESSO: Autorização do Curso de Graduação em Enfermagem
BASE LEGAL: Portaria SERES nº 320, de 02 de agosto de 2011 (autorização)
DENOMINAÇÃO DO CURSO:
Enfermagem
NÍVEL/MODALIDADE DO CURSO: superior/presencial
ÁREA DO CONHECIMENTO:
Saúde
TITULAÇÃO:
Enfermeiro / Enfermeira
REGIME ESCOLAR: semestral
Nº DE TURMAS:
TURNOS DE FUNCIONAMENTO
DIMENSÃO DAS TURMAS
Período Diurno e Noturno
50 alunos
expositivas
VAGAS ANUAIS, POR TURNO
REGIME DE MATRÍCULA
nas
atividades
teórico-
Matrícula por disciplina.
MAT
50
VES
---
NOT
100
INÍCIO DO CURSO:
PROCESSO DE SELEÇÃO: vestibular; Enem; transferência; reingresso; Pro-uni
ENDEREÇO DE OFERTA DO CURSO: Rua. Teixeira de Castro, n° 70 e 72 –
Bonsucesso – Rio de Janeiro – RJ. Telefone: (0XX) 21-2270-0887.
E-MAIL: [email protected]; [email protected]
DURAÇÃO DO CURSO E TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO
O curso vigente tem a duração de 4200 h, sendo: 2350 h de conteúdo teóricoexpositivo; 1210 h de conteúdo prático; 200 h de atividades complementares e 440 h
de estágio curricular profissional. Possui tempo de integralização mínimo de 10
semestres e máximo de 20 semestres.
12
1-
1.1-
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
Contexto educacional
O Brasil depara-se hoje, dentro de um contexto de mundo globalizado,
com a necessidade imperativa de formação e atualização continuada de
recursos humanos para o trabalho na área de saúde. E esta situação, aplica-se
também ao curso de Enfermagem, da qual indagamos: Qual o tipo de
enfermeiro que temos? Que tipo de enfermeiro necessitamos? Qual é o tipo de
enfermeiro que é possível de se ter? Estabelecendo um verdadeiro paradigma
na formação profissional do enfermeiro no Brasil, a realidade social nos leva à
situação de conflito e, portanto, vislumbramos a necessidade real de como
devemos formar este profissional.
Além disso, o enfermeiro brasileiro tem que enfrentar problemas
relativos aos complexos fenômenos de saúde da clientela associados à
necessidade de redução dos custos com a prestação dos serviços, sem
prejuízo da qualidade. Há que se ter, então, o discernimento em aplicar
técnicas e soluções desenvolvidas em outros países e, principalmente, estudar
as soluções nacionais que configuram as melhores práticas.
A Faculdade Gama e Souza pretende enfrentar essa situação,
oferecendo um curso que possibilite uma formação adequada à realidade do
país, porém, em conformidade com as normas e exigências que a profissão
estabelece.
Assim, o enfermeiro incorporou o modelo biomédico da saúde
principalmente a partir da década de 50 quando na América do Norte iniciou-se
um movimento para a definição das competências profissionais, gerando os
princípios científicos constituintes das ações práticas. Era necessário
estabelecer a amplitude e a singularidade da Enfermagem. Estas ações, ao
mesmo tempo em que representaram avanços na construção do corpo de
conhecimentos da Enfermagem, solidificaram a ideia de que o enfermeiro
deveria primar pela competência técnica e levou a Enfermagem a trilhar o
caminho do conhecimento biologicista, embora tenha mantido o discurso de
assistência holística.
Seguindo o avanço tecnológico e da medicina, o profissional passou a
ocupar cada vez mais os espaços hospitalares, responsabilizando-se pelas
rotinas administrativas e distanciando-se do cuidar e consequentemente da
pessoa (o cliente). Este passado recente refletido no presente nos dá um
enfermeiro que detém uma prática mecanizada, alienada e que não conseguiu
13
reconhecimento social. Tem relativo conhecimento e domínio na prática dentro
do modelo biomédico e pouca intimidade com o corpo de conhecimentos da
Enfermagem. Este é o enfermeiro que temos.
Todavia, é possível compreender que este enfermeiro também sofreu a
imposição da exigência de um modelo assistencial curativo, centrado na figura
hegemônica do médico e prioritariamente praticado na instituição hospitalar.
Em um aspecto positivo, este enfermeiro que temos pôde, a partir desta
realidade vivida, formular questões e buscar respostas que, de certo modo, o
levaram ao reencontro da essência da Enfermagem.
O enfermeiro de que necessitamos não é somente aquele extremante
tecnicista, dotado de hábil organização e poder de liderança e suficientemente
maduro para não se envolver com as emoções de seus pacientes. Guardadas
suas competências administrativas e técnicas, necessitamos de um enfermeiro
capaz de propor, gerenciar e intervir em modelos holísticos de saúde que
atendam às demandas humanas de cuidado e de saúde, reconhecendo as
necessidades das pessoas.
A possibilidade de se atender à necessidade é um desafio
epistemológico e prático, mesmo assim, não suprime tal necessidade. O
enfermeiro de que necessitamos, então, precisa ser dotado de sólida base de
conhecimento científico, englobando as ciências naturais, comportamentais,
sociais e humanas somadas a virtudes éticas e morais que devem ser
trabalhadas ao longo de seu desenvolvimento humano, intelectual e social.
Além do exposto acima, justifica-se também a necessidade do curso de
bacharelado em Enfermagem no município do Rio de Janeiro pelas seguintes
razões:
1) a existência de enfermeiros capacitados para o exercício profissional,
bem como o significado para a região sudeste de se investir mais na
educação superior na área de saúde;
2) a formação de profissionais com qualidade e competência, sendo
requisito para se implantar e implementar com êxito mudanças sócioeconômico-culturais, visando o pleno desenvolvimento;
3) o oferecimento de uma educação profissional e formação tecnológica,
ética e política na área de Enfermagem, dotando a Região, de pessoal
de nível superior para colaborar no processo de melhoria das condições
de vida em que ela já se encontra engajada;
4) propor um curso superior que conduza à realização de iniciação
científica e pesquisa, estimulando o desenvolvimento de soluções
políticas e éticas de forma criativa, e estendendo seus benefícios à
comunidade local e regional;
14
5) o compromisso de oferecer educação e proporcionar atualização e
aperfeiçoamento profissionais na área da saúde, em sintonia com o
mundo do trabalho;
6) o papel social que irá desempenhar um curso superior de qualidade,
como o que se pretende implantar;
7) que um curso assim deve suscitar no alunado o desejo de
aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente
concretização de seus ideais e aspirações.
Outro ponto importante que justifica a presença do curso de Enfermagem
na região em que se encontra localizada a Faculdade Gama e Souza, é a
própria natureza local, povoada por complexos sociais caracterizados por uma
dimensão de subnormalidade, quando comparados às estruturas
convencionais da sociedade contemporânea. Tais complexos sociais, carentes
de uma organização de saúde eficiente em toda sua extensão (médica,
assistencial, preventiva e de atendimento complementar e de
acompanhamento), sofre com a ausência de mecanismos e instalações que
possam auxiliar em seu tratamento de saúde, seja com fins preventivo ou
curativo.
Neste quesito, a proposta da Faculdade Gama e Souza, ao solicitar o Curso
de Enfermagem (Bacharelado), é poder, através da disponibilidade de sua
estrutura física e de seu corpo docente, oferecer à população local, sobretudo
dos complexos comunitários da região, conforme quadros dos Dados
Socioeconômicos
vistos
anteriormente,
a
possibilidade
de
um
acompanhamento especializado e, assim, auxiliar na dinamização de uma
sociedade mais justa e igualitária.
Isto significa que a oferta do Curso de Enfermagem da Faculdade Gama
e Souza justifica-se pelas condições socioeconômicas da região. O perfil da
região acompanha a distribuição geral do país, apresentando como primeira
causa de internação hospitalar no Sistema Único de Saúde (SUS) as doenças
cardiovasculares, seguidas pelas doenças respiratórias, acidentes por causas
externas, doenças infecciosas e parasitárias, e doenças neoplásicas. Com
relação à mortalidade, da mesma forma, há um predomínio das doenças
cardiovasculares, seguidos pelas neoplasias malignas e doenças respiratórias.
Além destas causas, a região apresenta alto índice e internações hospitalares
resultado da violência que assola a região, apesar dos processos de
pacificação implementados ao longo de 2010 e 2011.
A expectativa de alcançar uma escolarização mais elevada e de níveis
de qualificação crescentes tem sido revelada como um desejo de justiça social;
posto a educação ser um passaporte para o indivíduo se inserir no ambiente
social, político, econômico e cultural; enfim se inserir no ambiente histórico e tal
desejo é perceptível a partir do momento em que o comportamento da
comunidade da região, passa a se perceber, também, detentora de uma
significativa infraestrutura sociocultural, passando, por consequência, a ser
uma população mais atenta às mudanças sociais, políticas e econômicas.
15
Tal afirmativa se faz pela análise da demanda em todos os níveis de
ensino, e mais recentemente pela continuidade dos estudos e preparação para
o mercado de trabalho pela via de acesso ao ensino superior.
A dimensão geopolítica, a representatividade nacional e institucional,
bem como a especificidade referente aos níveis de escolarização já alcançados
e ao estímulo e expectativa da população, constituem referência de uma ampla
necessidade social em todas as áreas educacionais, que justifica o presente
projeto.
Neste Projeto Pedagógico a preocupação é apresentar as propostas do
Curso e a sua dinâmica consoante as ações do Ministério da Educação para a
ampliação do acesso ao ensino superior, cujas metas, se alcançadas ao longo
deste decênio, podem gerar, pelo menos, 760 mil novas vagas. Uma destas
ações é a ampliação do Programa Universidade para Todos (ProUni), que já
ocasionou a entrada de numerosos alunos no sistema particular. Desde sua
criação em 2005, o ProUni já concedeu 430 mil bolsas de estudos em
Instituições de Ensino Superior particulares distribuídas para alunos que não
conseguem uma vaga nas Instituições públicas por diversos fatores (distância
geográfica, horário, custo de manutenção e dificuldade de acesso pelo SISU); e
destas bolsas, 70% são integrais.
Outra ação é o Programa de Financiamento Estudantil (FIES) que,
conforme o Relatório de Auditoria da Controladoria Geral da União, do
exercício de 2006, desde sua criação, no segundo semestre de 1999, até o
segundo semestre de 2006, financiou os estudos de 377.662 estudantes. Neste
período, a execução orçamentária planejada foi de R$860.123.271,00, com
igual valor executado na concessão de financiamento estudantil.
Quando avaliamos o alcance do FIES, a partir do Relatório de Gestão do
exercício de 2010, identificamos duas ações orçamentárias de Concessão de
Financiamento a Estudantes do Ensino Superior Não-Gratuito, que somaram
R$875.687.864,72, além de duas inscrições orçamentárias totalizando
R$849.162.653,96 em Restos a Pagar.
Considerando os esforços do Ministério da Educação para proporcionar
o acesso democrático à educação de nível superior e, assim, qualificar a
população de modo a garantir competências e habilidades técnicas, intelectuais
e culturais à maior parte da população em idade escolar e pertencente à faixaetária de indivíduos em fase de produção profissional, a Faculdade Gama e
Souza aderiu aos dois Programas, de modo que colabora para o fenômeno da
inclusão social, histórica e econômica da população em situação de risco
social.
Tal política adotada pela IES também leva em conta a necessidade de
ofertar o curso de Enfermagem no ambiente da Zona Suburbana da
Leopoldina, Bonsucesso e adjacências, que, apesar do crescimento
populacional de classe média, também apresenta uma significativa população
instalada nas chamadas Comunidades, como vimos nos anteriormente. E,
neste caso, o curso de Enfermagem não representa apenas mais um curso
com mais uma explosão de profissionais no mercado ao final de 5 anos; o
curso solicitado representa a possibilidade de ascensão social, econômica e,
16
consequentemente, histórica de determinados grupos sociais. Representa,
ainda, a possibilidade de disseminar junto a estes grupos uma cultura de saúde
pública enquanto dinâmica, potencialmente, preventiva.
Assim, o curso poderá proporcionar o refinamento cultural de grupos,
ainda, à margem da instrução formal, implementando alteridades de
comportamentos e atitudes que, a médio e longo prazo, tendem a eliminar
problemas básicos tanto sanitários, quanto de saúde individual.
É preciso, também, destacar que para as políticas de saúde, com a
implementação pelo governo federal do Plano Plurianual 2008-2011, houve
investimentos significativos na área da saúde, e o ano de 2008 foi marcado
pelo avançado no sentido da universalização do acesso por meio do
aprimoramento da gestão, com foco na ampliação da qualidade e na
humanização da atenção. A concretização desse propósito tem nítidos reflexos
no aumento dos registros de atendimentos e na melhoria dos indicadores das
condições de vida da população.
A implementação da estratégia de Saúde da Família alcançou resultados
expressivos, com destaque para o aumento da cobertura populacional das
equipes de Saúde da Família e das equipes de Saúde Bucal. A cobertura
populacional das equipes evoluiu de 46,7%, em 2007, para 57,2% em 2008.
Sendo que em 2008, 29.300 equipes de Saúde da Família e os 230.196
agentes comunitários de saúde estavam em plena atuação em 5.356
municípios brasileiros.
Como fator de inovação, teve início a elaboração da Política Nacional de
Atenção Integral à Saúde do Homem com a realização de diagnóstico
epidemiológico dos agravos e enfermidades à saúde do homem, que identificou
como principais problemas: causas externas, doenças do coração e dos
aparelhos. Também foram realizadas cinco reuniões nacionais com sociedades
científicas referentes ao diagnóstico, em que estavam presentes membros da
academia, profissionais de saúde, representantes do Conselho Nacional de
Secretários da Saúde e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de
Saúde, e entidades da sociedade civil.
Em outubro de 2008, o resultado dos estudos e debates preliminares foi
consolidado e os documentos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde
do Homem foram apresentados ao Conselho Nacional de Saúde – CNS, dando
início a ações no intuito de desenvolver Centros de Atenção à Saúde do
Homem em oito estados do país a título de projetos piloto, em apoio e
integrados à Estratégia de Saúde da Família. É a esta política e a esta ambição
de democratização da saúde que a Faculdade Gama e Souza se junta para
tentar auxiliar na erradicação da miséria assistencial sanitária de saúde em que
se encontra parte da população da cidade do Rio de Janeiro.
Os egressos, deste Curso, ao ingressarem no mercado de trabalho terão
possibilidade de auxiliar na regionalização da atenção à saúde, no processo de
descentralização da assistência, oportunizando a formação de redes
intermunicipais resolutivas e funcionais, para diferentes níveis de complexidade
nas diversas regiões do Estado do Rio de Janeiro. Afinal, a atuação do
enfermeiro não se dá apenas no ambiente hospitalar e clínico e, sim, no
17
ambiente social de seu entorno, de modo a promover mudanças estruturais
que possam permitir a conquista da cidadania.
1.2-
Políticas Institucionais no âmbito do curso
A Faculdade Gama e Souza entende que o comprometimento do ensino é
com a reflexão crítica, criando-a, provocando-a, permitindo-a. Para isso, é
preciso o máximo possível de informações e conhecimento a fim de que a
realidade seja percebida, questionada, avaliada, estudada e entendida em
todos os seus ângulos e relações, com rigor, para que possa ser
continuamente transformada.
Com isto, busca-se estabelecer uma mentalidade criativa comprometida
com o desvelamento da verdade, por meio do exercício da assimilação, da
comparação, da análise, da avaliação das proposições e dos conhecimentos.
Por conseguinte, formando profissionais de alto nível técnico, produzindo
ciência.
Para o Curso de Bacharelado em Enfermagem, a IES estimulará as
políticas institucionais relativas à Extensão, Pesquisa e Iniciação Científica
(Investigação Científica) e ao Ensino. Pois entende que é por meio da iniciação
científica e da pesquisa, que se pode assumir a perspectiva de considerar os
profissionais egressos em sua capacidade de decidir e de sempre estarem
prontos a rever suas práticas e teorias, pelo confronto de suas ações cotidianas
com as produções teóricas; ou seja, pela pesquisa da prática e a produção de
novos conhecimentos para a teoria e prática profissional.
Por outro lado, é a extensão que possibilita a aproximação do Curso com
a sociedade, com a realidade. Afinal, é através da prestação de serviços,
cursos e intervenção em problemas emergentes da comunidade que será
possível enraizar tanto a IES, quanto o Curso de Enfermagem na realidade
concreta, para que possa criticamente identificar e estudar seus verdadeiros e
significativos problemas e desafios.
Considerando o conjunto de políticas acima apresentado, não poderá
faltar aquela que será a base de sustentação para que todas as outras sejam
positivas: a política de ensino. Esta se constitui na dimensão essencial junto à
pesquisa, à iniciação científica e à extensão na oferta da identidade
epistemológica dos profissionais formados no Curso de Enfermagem da
Faculdade Gama e Souza.
Na definição das políticas institucionais de ensino, a Faculdade Gama e
Souza leva em consideração o fato de que essas diretrizes definem as linhas
18
mestras que orientam as ações dos diferentes segmentos acadêmicos, em
consonância com a sua missão e isto não poderia ser diferente para o Curso
de Enfermagem.
A política da Faculdade Gama e Souza para o Curso de Enfermagem
também se fundamenta na integração do ensino com a pesquisa aplicada e a
extensão, objetivando formação de qualidade acadêmica e profissional. Assim,
tenciona cultivar e promover uma prática calcada em princípios éticos que
possibilite a construção do conhecimento técnico-científico, o aperfeiçoamento
cultural e o desenvolvimento de um pensamento reflexivo, crítico e
responsável, que impulsionem a transformação sócio-político-econômica da
sociedade.
São princípios básicos dessa política:
a) formação de profissionais na área da Enfermagem;
b) formação política, social e econômica de cidadãos capazes de interagir
na sociedade;
c) valorização dos princípios éticos, morais e cristãos, contribuindo para o
bem estar da sociedade;
d) flexibilização dos currículos, de forma a proporcionar ao aluno a maior
medida possível de autonomia na sua formação acadêmica;
e) atualização permanente dos projetos pedagógicos, levando-se em
consideração as Diretrizes Curriculares e as demandas sócio-econômicoculturais das diferentes regiões onde a Faculdade Gama e Souza está inserida;
f) incentivo à produção técnico-científica e didática do corpo docente e
discente;
g) qualificação permanente do corpo docente, em termos de titulação
acadêmica e de competências didático-pedagógicas.
Será considerada, na definição dessas políticas, a busca de excelência na
capacitação técnica visando atender a demanda por preparação, formação e
aprimoramento educacional e profissional.
Esta característica está articulada com os princípios gerais da Faculdade
e a sua missão adapta o processo de formação à demanda educacional
presente neste cenário oportunizando o acesso à educação a todas as
camadas da população.
Neste contexto, integra-se aos propósitos do Plano de Desenvolvimento
Institucional e ao Projeto Pedagógico Institucional, permitindo que as camadas
populacionais menos favorecidas tenham acesso ao ensino universitário, ao
crescimento pessoal, à agregação de valores e capital cultural que auxiliam na
19
formação profissional
Enfermagem.
consistente
e
necessária
para
o
exercício
da
Consequentemente, no detalhamento da estrutura curricular realizamos a
interface do sistema de cuidado popular com o sistema de cuidado profissional,
para identificarmos o valor cultural dos indivíduos, explorando crenças,
costumes, valores e hábitos culturais que influenciam os estados de saúde e
doença das pessoas.
O Curso de Graduação em Enfermagem acredita que a formação
acadêmica de qualidade reverte em benefício da população e da sociedade
profissional, que, por sua vez, tem a oportunidade de acompanhar o seu
desenvolvimento técnico-científico.
Este curso foi criado como analisamos anteriormente para atender às
demandas do mercado de trabalho e das políticas de saúde que exigem uma
demanda crescente de enfermeiros, na Cidade do Rio de Janeiro.
Acreditamos que enfermeiro introjetará durante o processo de formação
calcado
na
intradisciplinaridade‚
na
pluridisciplinaridade,
e
na
transdisciplinaridade os princípios básicos do viver social, as suas
responsabilidades de cidadãos aliadas aos princípios próprios de sua profissão:
as suas responsabilidades como enfermeiros.
Nesta visão, durante sua formação, o enfermeiro educador será agente
ativo do processo de aprendizagem buscando a auto-formação aplicando a sua
capacidade de decisão, de elaborar e desenvolver seu projeto de estudos,
processo que paulatinamente irá se consolidando ao longo do curso, por meio
da aquisição dos conteúdos e execução das atividades teóricas-práticas,
iniciadas logo nos primeiros períodos conforme pode ser demonstrado por sua
estrutura curricular.
Ainda neste contexto, durante a implantação do Curso e sua
operacionalização teremos um movimento permanente de acompanhamento
curricular, repensando o conjunto de conhecimentos teóricos, teórico-práticos e
práticos, necessários à operacionalização das funções do enfermeiro ao longo
de todos os períodos.
1.3-
Objetivos do curso
O curso tem por meta preparar enfermeiros comprometidos com o
desenvolvimento da própria competência e ação, com vistas ao crescimento no
que refere ao aprendizado nos aspectos cognitivos, atitudinais e
procedimentais, visando ao desenvolvimento pessoal e profissional.
Os graduandos receberão uma formação generalista e holística que
permitirá o exercício da profissão na coletividade, em hospitais e clínicas, bem
20
como em serviços privados e autônomos. Além da assistência, atuarão no
ensino de enfermagem, e na gestão de serviços de saúde e de enfermagem.
O curso, composto por teoria e prática, preparará o aluno para os
desafios e mudanças relativas à saúde nas esferas locais, estaduais, federais e
internacionais; e exercer a profissão em todos os setores de trabalho que
requeiram um enfermeiro autônomo, líder e capaz de inovar e desenvolver uma
prática de Enfermagem que considere as necessidades de saúde da população
local.
O aluno estará apto a:
a) Aplicar conhecimentos de Enfermagem e de outras ciências que
servem de base ao exercício da profissão, sistematizando, avaliando e
decidindo por condutas adequadas às situações de saúde apresentadas;
b) Desenvolver ações de prevenção, proteção e reabilitação em saúde –
competência e habilidades inerentes ao exercício profissional -, na resolução
de problemas das pessoas, dos grupos e da sociedade;
c) Atuar, tendo por parâmetro a análise crítica dos problemas da
sociedade, a tomada de decisão e a avaliação para julgamento clínico no
exercício da Enfermagem, pautado nos valores da profissão, em princípios
éticos/bioéticos e em evidências científicas;
d) Prestar cuidados de Enfermagem, utilizando métodos de avaliação
adequados às diversas situações de saúde;
e) Estabelecer colaboração com os demais profissionais de saúde, e
relação adequada com os clientes e seus próximos, mantendo o sigilo das
informações a ele confiadas;
f) Atuar no gerenciamento e administração da assistência de
enfermagem, dos recursos físicos e materiais, e de informação;
g) Assumir posições de liderança junto à equipe de enfermagem e/ou
equipes multiprofissionais, promovendo o bem-estar da população;
h) Participar ativamente do avanço técnico-científico do exercício da
Enfermagem, utilizando/aplicando conhecimentos teórico-metodológicos
advindos da assistência e da gerência em enfermagem, da educação e da
pesquisa científica;
i) Utilizar habilidades de leitura e escrita e da capacidade de
comunicação verbal e não-verbal, de tecnologias de comunicação e informação
21
na busca de solução para os problemas da profissão e de saúde das pessoas e
da população;
j) Promover a formação generalista, humanista, crítica e reflexiva,
tornando-se qualificado para o exercício de Enfermagem, com base no rigor
científico e intelectual e pautado em princípios éticos;
k) Capacitar para atuação, com senso de responsabilidade social e
compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do indivíduo,
família e coletividade;
l) Habilitar o enfermeiro a intervir nos problemas / situações de saúdedoença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na sua
região de atuação;
m) Prover conhecimentos que se materializam em competências e
habilidades calcadas na dimensão transcultural do cuidar;
n) Prover segurança para ser agente de mudança consciente da
necessidade de superar as limitações impostas aos sistemas de saúde e de
ensino pelas contingências sociais.
O Curso de Graduação em Enfermagem tem, portanto, por objetivo geral
o preparo de enfermeiros competentes para atender aos novos paradigmas das
políticas de saúde e o perfil epidemiológico da região da Cidade do Rio de
Janeiro, conectado com as peculiaridades das regiões que está inserido, bem
como das áreas em que reside, atuando de forma inovadora e dinâmica,
promotor e executor de ações que aprimorem a qualidade de vida do indivíduo,
família e coletividade, utilizando os princípios da biossegurança, preservando e
promovendo também à própria saúde.
1.4-
Perfil profissional do egresso
O curso de bacharelado em Enfermagem, proposto pela Faculdade
Gama e Souza, pretende formar o profissional de enfermagem:
a) com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva; qualificado
para o exercício de Enfermagem;
b) com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios
éticos;
c) capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúdedoença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional,
considerando questões de saúde de pequena, média e alta
22
complexidade de ação e com ênfase nos programas de saúde da
família, identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus
determinantes;
d) capacitado a atuar, com senso de responsabilidade social e
compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do
ser humano;
e) em condições de atuar em equipes multi e interdisciplinares.
Além dessas características primordiais, a formação do Enfermeiro
atenderá também às necessidades sociais da saúde, com ênfase no Sistema
Único de Saúde (SUS), assegurando a integralidade da atenção e a qualidade
e humanização do atendimento. O curso propiciará, ainda, ao educando os
conhecimentos sobre atenção à saúde, tomada de decisões, comunicação,
liderança, administração e gerenciamento e educação permanente, requeridos
para a atuação profissional do enfermeiro.
Ao longo do curso serão desenvolvidas ações didático-pedagógicas com
o objetivo de dotar o Enfermeiro dos conhecimentos requeridos para o
exercício das seguintes competências e habilidades:
a) atuar profissionalmente, compreendendo a natureza humana em suas
dimensões, em suas expressões e fases evolutivas;
b) incorporar a ciência/arte do cuidar como instrumento de interpretação
profissional;
c) estabelecer novas relações com o contexto social, reconhecendo a
estrutura e as formas de organização social, suas transformações e
expressões;
d) desenvolver formação técnico-científica que confira qualidade ao
exercício profissional;
e) compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais,
reconhecendo os perfis epidemiológicos das populações;
f) reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar
de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto
articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais
e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do
sistema;
g) ser capaz de diagnosticar e solucionar problemas de saúde, de
comunicar-se, de tomar decisões, de intervir no processo de trabalho, de
trabalhar em equipe e de enfrentar situações em constante mudança;
23
h) atuar como sujeito no processo de formação de recursos humanos;
i) responder às especificidades regionais de saúde através de
intervenções planejadas estrategicamente, em níveis de promoção, prevenção
e reabilitação à saúde, dando atenção integral à saúde dos indivíduos, das
famílias e das comunidades;
j) assumir o compromisso ético, humanístico e social com o trabalho
multiprofissional em saúde;
k) promover estilos de vida saudáveis, conciliando as necessidades
tanto dos seus clientes/pacientes quanto às de sua comunidade, atuando como
agente de transformação social;
l) usar adequadamente novas tecnologias, tanto de informação e
comunicação, quanto de ponta para o cuidar de enfermagem;
m) atuar nos diferentes cenários da prática profissional, considerando os
pressupostos dos modelos clínico e epidemiológico;
n) identificar as necessidades individuais e coletivas de saúde da
população, seus condicionantes e determinantes;
o) intervir no processo de saúde-doença, responsabilizando-se pela
qualidade da assistência/cuidado de enfermagem em seus diferentes níveis de
atenção à saúde, com ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação
à saúde, na perspectiva da integralidade da assistência;
p) prestar cuidados de enfermagem compatíveis com as diferentes
necessidades apresentadas pelo indivíduo, pela família e pelos diferentes
grupos da comunidade, por exemplo, entre tantas outras habilidades e
competências.
1.4.1- Caracterização do perfil do egresso
Profissional que respeita os princípios da ética e da humanização do
cuidado, capaz de contribuir efetivamente no programa de promoção à saúde,
realizando ações de prevenção, educação, recuperação, reabilitação, junto ao
Indivíduo, Família e Coletividade nos ambientes do cuidar num trabalho
multidisciplinar.
24
1.4.2- Competências e habilidades essenciais do profissional
O Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade Gama e Souza
pretende redimensionar o papel do enfermeiro, através da aquisição de
competências e habilidades,discriminadas em:
Competências básicas (ações e operações de apreensão das
características e propriedades permanentes e simultâneas de objetos
comparáveis e propiciam a construção de conceitos):
a) Identificar que o enfermeiro é um agente facilitador do cuidado através
da transmissão de seu conhecimento possibilitando o indivíduo, família e
coletividade
ser
co-responsável
pelo
cuidado,
cabendo-lhe
problematizar, apresentar desafios, indicar possíveis percursos,
estimulando, orientando, assessorando e informando.
b) Posicionar-se criticamente frente ao contexto sócio-político-econômico
do país, reconhecendo a política de saúde, as políticas sociais, o perfil
epidemiológico da coletividade pertencente à região que está inserido,
atuando como agente de mudança.
c) Reconhecer as modernas tecnologias da saúde e educacionais
aplicando-as no seu cotidiano.
d) Interpretar as situações do ambiente do cuidado, a partir de referencial
teórico veiculado durante o curso, aplicando estes conhecimentos na
execução de suas ações.
e) Identificar e interpretar através da observação, do diálogo e dos
instrumentos apropriados, os sinais e os indícios dos valores culturais do
indivíduo, família e coletividade e do seu próprio desempenho, de modo
a facilitar o processo de desenvolvimento da suas ações.
f) Realizar a atividade profissional sob a inspiração de valores éticos,
estéticos e políticos, zelando pela dignidade profissional e pela
qualidade da atividade sob sua responsabilidade.
Competências operacionais (ações coordenadas que estabelecem
relações entre os objetos, atingem o nível da compreensão e a
explicação, mais que o saber fazer, supõe alguma tomada de
consciência):
a) Compreender as relações espaciais, histórico-temporais e culturais que
envolvem a realidade em que vive; para exercer sua profissão de modo
consciente e ativo, tornando-se o principal ator no processo constitutivo
da sua cidadania e do indivíduo, família e coletividade.
b) Entender que o indivíduo, família e coletividade são agentes ativos no
processo do cuidar e capaz de interagir neste processo, adquirindo
autonomia para buscar as soluções que serão expressas na
preservação, acomodação ou reestruturação do cuidado.
25
c) Construir situações congruentes com a concepção de que o
conhecimento é uma construção coletiva que se dá em situações de
interação entre o indivíduo e a cultura na qual vive.
d) Atuar
multiprofissionalmente,
interdisciplinarmente
e
transdisciplinarmente com extrema produtividade na promoção da
saúde.
Competências globais (ações e operações complexas, que envolvem a
aplicação de conhecimentos a situações diferentes e à resolução de
problemas por vezes inéditos):
a) Aplicar a autonomia de ação ao enfrentar desafios, pautando seu agir
em atitudes de solidariedade e de repúdio a qualquer tipo de
discriminação e injustiça.
b) Ser flexível diante do conhecimento, exercitando o pensamento crítico e
reflexivo, respeitando diferentes pontos de vista, discutindo posições
divergentes e comprometendo-se com a reconstrução dos saberes,
respeitando às diferenças, a responsabilidades, a solidariedade, a
justiça, a disciplina, a ética, a democracia, zelando pela dignidade
profissional e pela qualidade das atividades sob sua responsabilidade.
c) Ter consciência política ampla que lhe possibilite contribuir para o
planejamento e gestão de projeto acerca de temas relacionados ao
sistema de ensino e à sua categoria profissional.
d) Adotar a interdisciplinaridade trabalhando em equipes, garantindo a
construção coletiva do cuidado.
e) Mediar o processo assistencial e educativo identificando as diferenças
encontradas, promovendo o debate sobre resultados e métodos,
discutindo posições divergentes e comprometendo-se com a
reconstrução dos saberes, orientando as reformulações e valorizando as
soluções pertinentes.
f) Incentivar e sensibilizar o indivíduo, família e coletividade e seus
parceiros assistenciais a serem cooperativos, entretanto estimulando a
confrontação de ideias que favoreçam a formulação de argumentos e de
maneiras de cuidar, demonstrando sua autonomia de ação ao enfrentar
desafios.
g) Buscar de forma independente e contínua de aperfeiçoamento
profissional seja por meio de investigação e reflexão pessoal, sejam por
meio de participação em congressos, seminários, encontros, ou cursos
livres e regulares que lhes faculte ampliar o seu universo cultural,
fortalecer suas competências para o exercício do magistério e
desenvolver-se como pessoa.
h) Aplicar os conhecimentos adquiridos na resolução de situações do
cotidiano do exercício da profissão, garantindo a relação indissociável
entre teoria e prática; construindo situações congruentes com a
concepção de que o conhecimento é uma construção coletiva que se dá
26
em situações de interação entre o indivíduo e a cultura na qual vive,
colocando em uso as capacidades pessoais associada às habilidades de
trabalho em equipes.
1.5-
Estrutura curricular
A Estrutura Curricular do Curso de Enfermagem é de 4200 horas,
incluindo as atividades complementares, sendo estas distribuídas em 10
períodos. A Estrutura proposta é resultante, fundamentalmente, da reflexão
sobre os objetivos e o perfil profissional almejado, bem como, o Parecer
CES/CNE nº 1.133/2001 e a Resolução nº 3/2001, que trata das Diretrizes
Curriculares para os cursos de Enfermagem. Também foram consideradas as
características regionais da profissão e do profissional requisitado pela
sociedade, além disso, foi considerada a Resolução CES/CNE nº 4/2009, que
define a carga horária mínima para o curso em questão. A estrutura curricular
busca manter:
a) as atividades teóricas e práticas e ensino clínico presentes desde o
início do curso, permeiam a formação do Enfermeiro, de forma integrada e
interdisciplinar; centradas na visão de educar para a cidadania com a
participação de todos agentes envolvidos no processo de cuidar;
b) a implementação da metodologia da problematização no processo
ensinar-aprender, estimulando o aluno a refletir sobre a realidade social, e a
aprender a aprender com estratégias pedagógicas que articulem o saber; o
saber fazer e o saber conviver, visando desenvolver o aprender a aprender, o
aprender a ser, o aprender a fazer, o aprender a viver juntos e o aprender a
conhecer que constitui atributos indispensáveis à formação do Enfermeiro;
c) a valorização das dimensões éticas e humanísticas, desenvolvendo
no aluno e no enfermeiro atitudes e valores orientados para a cidadania e para
a solidariedade;
d) a integralidade entre o ser enfermeiro – as políticas públicas –
mercado de trabalho – cuidado holístico;
e) atender às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das
Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e
Indígena, no que se refere à formação do profissional em Enfermagem e à sua
atuação junto à população;
f) promover a integração da formação específica em Enfermagem às
questões de educação ambiental, de modo que o discente possa perceber e
tornar-se sensível à importância das políticas de educação ambiental em todas
as áreas de estudos e práticas profissionais.
27
De forma resumida e interligada, pode-se dizer que esses conceitos se
revelam numa prática em que as relações entre os sujeitos são acolhedoras,
humanas, de empatia e confiança, dentro de uma dimensão dialógica em que
há a escuta das necessidades do cliente, que tem sua individualidade e
singularidades valorizadas e expressadas em projetos terapêuticos
considerando seu contexto e sua cultura.
Essa forma de relação aproxima os sujeitos e tornam os profissionais
referências para os clientes, para isso é esperado que os egressos, além de
terem perfil e estarem capacitados para o cargo, ajam de forma interdisciplinar,
sem a superposição de saberes e alienação sobre o sujeito cuidado.
Concomitantemente, por estarem sensibilizados pelo sofrimento que
gera a busca pela assistência, espera-se que esses profissionais se
responsabilizem e garantam ao cliente o acesso aos diversos níveis de atenção
e tecnologia da rede dos serviços, articulando prevenção e o cuidado em
qualquer um desses níveis.
Desta forma, o nosso Currículo procura materializar a integração entre o
ensino, pesquisa e extensão, possibilitando um processo de ensino, centrado
na reflexão, na análise critica construtiva, no estimulo a iniciativa e criatividade.
Diante desta proposta, o currículo se preocupa em integrar as
experiências práticas com os conteúdos teóricos, onde os conteúdos
programáticos se mantêm em contínuo dinamismo.
Como o intuito de interligar os diferentes conteúdos programáticos, e
simultaneamente permitindo a organização dos Programas de acordo com as
necessidades dos Acadêmicos e da Coletividade beneficiada com esta
formação, proporciona flexibilidade, dinamismo e interatividade.
A organização curricular articula o conhecimento da estrutura e
funcionamento corporal com a subjetividade do ser, propiciando a aquisição de
competências e de habilidades, da execução dos protocolos respeitando o
indivíduo/família/coletividade, fundamentando o cuidado transcultural.
Com duração de cinco anos a formação enfatiza atitudes inovadoras, a
liderança e o reconhecimento e a busca pelo trabalho multidisciplinar essencial
nos momentos críticos da assistência ao indivíduo, além do emprego do saber,
em prol da preservação da vida e projeção da profissão como prática social
integrativa e legítima.
Na organização curricular os conteúdos curriculares permitem a
integralidade na formação, por possibilitarem a intercomunicação entre as
disciplinas e a formação de centros de interesses que tratam efetivamente de
um tema ou objetivo comum.
28
1.5.1-.MATRIZ CURRICULAR DO CURSO
O currículo do curso de bacharelado em Enfermagem abrange uma
sequência de disciplinas e atividades ordenadas semestralmente em uma
seriação considerada adequada para o encadeamento lógico de conteúdos e
atividades.
O currículo do curso inclui as disciplinas que representam o
desdobramento dos conteúdos inseridos nas Diretrizes Curriculares Nacionais
para os cursos de graduação em Enfermagem e outras julgadas necessárias à
boa formação do alunado. Eis o currículo proposto para o curso, com plano de
oferta seriada semestral:
1º SEMESTRE
PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA
Anatomia Humana I
CARGA HORÁRIA
TOTAL
TEO
PRA
100
60
40
Bioquímica
60
40
20
Citologia e Embriologia
60
40
20
Genética e Evolução
60
40
20
Biofísica
60
60
0
Fundamentos Históricos e Sociais da Enfermagem
60
60
0
400
300
100
CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE
2º SEMESTRE
PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
TOTAL
TEO
PRA
Anatomia Humana II
80
60
20
Histologia
40
30
10
Metodologia Científica
40
40
0
Fisiologia Humana
80
80
0
Saúde do Trabalhador
80
60
20
Enfermagem no Cuidado Saúde da Criança e Adolescente I
80
60
20
400
330
70
CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE
29
3º SEMESTRE
PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
TOTAL
TEO
PRA
Contextos Socioantropológicos da Saúde
40
40
0
Microbiologia
60
40
20
Parasitologia
60
40
20
100
60
40
Patologia Geral
60
40
20
Introdução à Filosofia
40
40
0
Sistematização na Assistência de Enfermagem
40
40
0
400
300
100
Semiologia e Semiotécnica I
CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE
4º SEMESTRE
PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
TOTAL
TEO
PRA
Imunologia
40
40
0
Deontologia e Legislação Profissional
40
40
0
Educação Alimentar
40
40
0
100
80
20
Epidemiologia e Saneamento
60
60
0
Educação Aplicada à Enfermagem
60
60
0
Processo de Trabalho em Enfermagem
60
60
0
400
380
20
Farmacologia
CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE
30
5º SEMESTRE
PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
TOTAL
TEO
PRA
Bioestatística
40
40
0
Semiologia e Semiotécnica II
80
60
20
Saúde Mental
40
40
0
Organização e Gerência de Serviços de Saúde
80
40
40
Organização e Gerência de Recursos Humanos e Materiais
80
40
40
Farmacologia Aplicada a Enfermagem
80
60
20
400
280
120
CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE
* Aulas práticas desenvolvidas no Laboratório de Enfermagem e nos serviços de saúde.
6º SEMESTRE(*)
PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
TOTAL
Enfermagem nas Práticas Alternativas
TEO
PRA
40
40
0
Enfermagem no Cuidado Saúde da Criança e Adolescente II
120
80
40
Enfermagem no Cuidado à Mulher e ao Recém-Nascido
100
60
40
Enfermagem no Cuidado ao Idoso
60
40
20
Saúde Coletiva I
80
40
40
400
260
140
CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE
(*) A partir deste semestre, as aulas práticas serão desenvolvidas em serviços de saúde.
7º SEMESTRE
PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA
Enfermagem no Cuidado ao Adulto em Situação Clínica
CARGA HORÁRIA
TOTAL
TEO
PRA
100
60
40
Enfermagem na Promoção à Saúde da Família
80
40
40
Enfermagem no Cuidado ao Doente Mental
80
60
20
Enfermagem no Cuidado as Doenças Infecciosas e Parasitárias
60
40
20
Saúde Coletiva II
80
40
40
400
240
160
CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE
31
8º SEMESTRE
PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA
CARGA HORÁRIA
TOTAL
TEO
PRA
Enfermagem no Cuidado ao Adulto na Clínica Cirúrgica
80
40
40
Enfermagem no Cuidado em Emergências e Traumas
80
40
40
Unidades Básicas de Saúde I
100
40
60
Serviços Hospitalares I
120
40
80
40
0
40
420
160
260
Disciplina Optativa (cf. elenco no final dos quadros descritivos)
CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE
9º SEMESTRE
PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA
Metodologia de Pesquisa I: elaboração e entrega do projeto de
pesquisa
CARGA HORÁRIA
TOTAL
TEO
PRA
40
20
20
Unidades Básicas de Saúde II
100
40
60
Serviços Hospitalares II
120
40
80
Estágio Curricular I (em saúde mental)
120
0
120
CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE
380
100
280
10º SEMESTRE
PERÍODO LETIVO/DISCIPLINA
Metodologia da Pesquisa II (conclusão e apresentação do TCC)
CARGA HORÁRIA
TOTAL
TEO
PRA
80
0
80
Estágio Curricular II (em unidades básicas de saúde)
160
0
160
Estágio Curricular III (em serviços hospitalares)
160
0
160
400
0
400
CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE
32
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA POR DISCIPLINA OU ATIVIDADE
CARGA HORÁRIA
TOTAL
SUBTOTAL
3560
Atividades Complementares
200
Estágio Curricular
440
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
TEO
PRA
2.350
1210
4200
¹ - Já descontadas as horas do estágio curricular.
1.5.2- Estrutura curricular bacharelado
1º PERÍODO
CARGA
HORÁRIA
PRÉ-REQUISITO
PERÍODO
Anatomia Humana I
100 horas
---
---
Bioquímica
60 horas
---
---
Citologia e Embriologia
60 horas
---
---
Genética e Evolução
60 horas
---
---
Biofísica
60 horas
---
---
Fundamentos Históricos e Sociais da
Enfermagem
60 horas
---
---
CARGA
HORÁRIA
PRÉ-REQUISITO
PERÍODO
Anatomia Humana II
80 horas
Anatomia Humana I
1º
Histologia
40 horas
---
---
Metodologia Científica
40 horas
---
---
Fisiologia Humana
80 horas
---
---
Saúde do Trabalhador
80 horas
Anatomia Humana I
1º
Enfermagem no Cuidado à Saúde da
Criança e do Adolescente I
80 horas
---
---
CONTEÚDO/DISCIPLINA
2º PERÍODO
CONTEÚDO/DISCIPLINA
33
3º PERÍODO
CARGA
HORÁRIA
PRÉ-REQUISITO
PERÍODO
Contexto Socioantropológicos da Saúde
40 horas
---
---
Microbiologia
60 horas
Citologia e
Embriologia
1º
Parasitologia
60 horas
---
---
Semiologia e Semiotécnica I
100 horas
Anatomia Humana II
2º
Patologia Geral
60 horas
Biofísica
1º
Introdução à Filosofia
40 horas
---
---
Sistematização na Assistência de
Enfermagem
40 horas
---
---
CARGA
HORÁRIA
PRÉ-REQUISITO
PERÍODO
Imunologia
40 horas
Microbiologia
3º
Deontologia e Legislação Profissional
40 horas
---
---
Educação Alimentar
40 horas
---
---
Farmacologia
100 horas
Bioquímica
1º
Epidemiologia e Saneamento
60 horas
---
---
Educação Aplicada à Enfermagem
60 horas
---
---
Processo de Trabalho em Enfermagem
60 horas
---
---
CONTEÚDO/DISCIPLINA
4º PERÍODO
CONTEÚDO/DISCIPLINA
34
5º PERÍODO
CARGA
HORÁRIA
PRÉ-REQUISITO
PERÍODO
Bioestatística
40 horas
---
---
Semiologia e Semiotécnica II
80 horas
Semiologia e
Semiotécnica I
3º
Saúde Mental
40 horas
---
---
Organização e Gerência de Serviços de
Saúde
80 horas
Semiologia e
Semiotécnica I
3º
CONTEÚDO/DISCIPLINA
Organização e Gerência de Recursos
Humanos e Materiais
80 horas
Semiologia e
Semiotécnica I
3º
Farmacologia Aplicada à Enfermagem
80 horas
Farmacologia
4º
CARGA
HORÁRIA
PRÉ-REQUISITO
PERÍODO
40
---
---
120 horas
Enfermagem no
Cuidado à Saúde da
Criança e do
Adolescente I
2º
6º PERÍODO
CONTEÚDO/DISCIPLINA
Enfermagem nas Práticas Alternativas
Enfermagem no Cuidado à Saúde da
Criança e do Adolescente II
Enfermagem no Cuidado à Mulher e ao
Recém-Nascido
100 horas
Semiologia e
Semiotécnica II
5º
Enfermagem no Cuidado ao Idoso
60 horas
Semiologia e
Semiotécnica II
5º
Saúde Coletiva I
80 horas
Semiologia e
Semiotécnica II
Saúde do
Trabalhador
5º
2º
35
7º PERÍODO
CARGA
HORÁRIA
PRÉ-REQUISITO
PERÍODO
100 horas
Enfermagem no
Cuidado ao Idoso
6º
Enfermagem na Promoção à Saúde da
Família
80
Saúde Coletiva I
6º
Enfermagem no Cuidado ao Doente
Mental
80 horas
Saúde Mental
5º
Enfermagem no Cuidado às Doenças
Infecciosas e Parasitárias
60 horas
Semiologia e
Semiotécnica II
5º
Saúde Coletiva II
80 horas
Saúde Coletiva I
6º
CARGA
HORÁRIA
PRÉ-REQUISITO
PERÍODO
Enfermagem no
Cuidado ao Adulto
em Situação Clínica
7º
Semiologia e
Semiotécnica II
5º
Enfermagem no
Cuidado ao Adulto
em Situação Clínica
7º
Semiologia e
Semiotécnica II
5º
5º
CONTEÚDO/DISCIPLINA
Enfermagem no Cuidado ao Adulto em
Situação Clínica
8º PERÍODO
CONTEÚDO/DISCIPLINA
Enfermagem no Cuidado ao Adulto na
Clínica Cirúrgica
Enfermagem no Cuidado em
Emergências e Traumas
80 horas
80 horas
Unidades Básicas de Saúde I
100 horas
Semiologia e
Semiotécnica II
Serviços Hospitalares I
120 horas
Cumprimento das
100 horas de
Disciplinas Teóricas
Disciplina Optativa
40 horas
---
---
36
9º PERÍODO
CONTEÚDO/DISCIPLINA
CARGA
HORÁRIA
PRÉ-REQUISITO
PERÍODO
Metodologia da Pesquisa I (elaboração e
entrega do projeto de pesquisa)
40 horas
Metodologia
Científica
2º
Semiologia e
Semiotécnica I e II
3º e 5º
Unidades Básicas de Saúde II
Serviços Hospitalares II
Estágio Curricular I (em Saúde Mental)
100 horas
120 horas
120 horas
Unidade Básica de
Saúde I
8º
Serviços
Hospitalares I
8º
Saúde Mental
5º
Enfermagem no
Cuidado ao Doente
Mental
7º
10º PERÍODO
CONTEÚDO/DISCIPLINA
CARGA
HORÁRIA
PRÉ-REQUISITO
PERÍODO
Metodologia da Pesquisa II (conclusão e
apresentação do TCC)
80 horas
Metodologia da
Pesquisa I
9º
Estágio Curricular II (em Unidades
Básicas de Saúde)
160 horas
Cumprimento de 100
horas das disciplinas
teóricas
Estágio Curricular III (em Serviços
Hospitalares)
160 horas
Cumprimento de 100
horas das disciplinas
teóricas
CARGA
HORÁRIA
PRÉ-REQUISITO
PERÍODO
Libras
40
---
---
Tanatologia
40
---
---
Cidadania
40
---
---
DISCIPLINAS OPTATIVAS – 8º PERÍODO
CONTEÚDO/DISCIPLINA
37
1.6-
Conteúdos curriculares
A construção dos Conteúdos Curriculares do Curso baseia-se nas
Diretrizes Curriculares Nacionais que apontam para a integração das áreas,
para o conhecimento interligado, compartilhado contribuindo para a evolução
de todos. Assim, os elementos que norteiam os conteúdos curriculares são:
a) relação interna entre as
reciprocidade das ciências;
disciplinas;
complementaridade
e
b) indissociabilidade entre teoria e prática;
c) flexibilidade no processo formativo tornando-o dinâmico, permitindo
incorporar outras formas de aprendizagem e possibilidades de
formação presentes na realidade social;
d) intencionalidade
representada
no
conjunto
de
determinantes na construção da identidade profissional.
escolhas
Os conteúdos curriculares, divididos em teóricos e práticos, promovem a
formação do profissional da área da Enfermagem; afinal, não se pode conceber
um curso de graduação em Enfermagem sem pensar em conteúdos dinâmicos,
flexíveis e funcionais; sobretudo no sentido de o aluno compreender a relação
teoria/prática como algo inerente à sua formação e, portanto, à sua atuação
profissional.
A seguir, a apresentação dos componentes curriculares e a inter-relação
entre os diversos conteúdos.
2º Período: Anatomia Humana II / pré-requisito: Anatomia Humana I;
Saúde do Trabalhador / pré-requisito: Anatomia Humana I.
3º Período: Microbiologia / pré-requisito: Citologia e Embriologia;
Semiologia e Semiotécnica I / pré-requisito: Anatomia Humana II;
Patologia Gerla / pré-requisito: Biofísica.
4º Período: Imunologia / pré-requisito: Microbiologia; Farmacologia / prérequisito: Bioquímica.
5º Período: Semiologia e Semiotécnica II / pré-requisito: Semiologia e
Semiotécnica I; Organização e Gerência de Serviços de Saúde / prérequisito: semiologia e Semiotécnica I; Organização e Gerência de
Recursos Humanos e Materiais / pré-requisito: Semiologia e
Semiotécnica I; Farmacologia Aplicada à Enfermagem / pré-requisito:
Farmacologia.
38
6º Período: Enfermagem no Cuidado Saúde da Criança e do
Adolescente II / pré-requisito: Enfermagem no Cuidado Saúde da
Criança e do Adolescente I; Enfermagem no Cuidado à mulher e ao
Recém-Nascido / pré-requisito: Semiologia e Semiotécnica II;
Enfermagem no Cuidado ao Idoso / pré-requisito: Semiologia e
Semiotécnica II; Saúde Coletiva / pré-requisito: Semiologia e
Semiotécnica II / Saúde do Trabalhador.
7º Período: Enfermagem no Cuidado ao Adulto em situação Clínica /
pré-requisito: Enfermagem no Cuidado ao Idoso; Enfermagem na
Promoção à Saúde da Família / pré-requisito: saúde Coletiva II;
Enfermagem no Cuidado ao Doente Mental / pré-requisito: Saúde
Mental; Enfermagem no Cuidado às Doenças Infecciosas e Parasitárias
/ pré-requisito: Semiologia e Semiotécnica II; Saúde Coletiva II / prérequisito: Saúde Coletiva I.
8º Período: Enfermagem no Cuidado ao Adulto na Clínica Cirúrgica /
pré-requisito: Enfermagem no Cuidado ao Adulto em Situação Clínica /
Semiologia e Semiotécnica II; Enfermagem no Cuidado em Emergências
e Traumas / pré-requisito: Enfermagem no Cuidado ao Adulto em
Situação Clínica/ Semiologia e Semiotécnica II; Unidades Básicas de
Saúde I / pré-requisito: Saúde Mental / Enfermagem no Cuidado ao
Doente Mental; Serviços Hospitalares I / pré-requisito: Semiologia e
Semiotécnica II.
9º Período: Metodologia de Pesquisa I: (elaboração e entrega do projeto de
pesquisa) / pré-requisito: Metodologia Científica; Unidades Básicas de
Saúde II / pré-requisito: Unidades Básicas de Saúde I; Serviços
Hospitalares II / pré-requisito: Serviços Hospitalares I; Estágio Curricular
I (em saúde mental) / pré-requisito: Saúde Mental / Enfermagem no
Cuidado ao Doente Mental
10º Período: Metodologia da Pesquisa II (conclusão e apresentação do
TCC) / pré-requisito: Metodologia de Pesquisa I; Estágio Curricular II (em
unidades básicas de saúde) / pré-requisito: Cumprimento de 100% das
disciplinas teóricas; Estágio Curricular III (em serviços hospitalares) /
pré-requisito: Cumprimento de 100% das disciplinas teóricas
39
1.6.1- Componentes Curriculares
1º PERÍODO
Nome da disciplina: ANATOMIA HUMANA I
Carga Horária: 100 horas
Ementa: Introdução ao estudo da anatomia humana. Aspectos morfológicos
dos sistemas: tegumentar, ósseo, muscular, circulatório, respiratório, digestivo,
urogenital, nervoso, sensorial e endócrino. Estudo descritivo dos órgãos que
constituem os diversos sistemas. Prática em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MOSES, Kenneth, BANKS JR., John C., NAVA, Pedro B., PETERSEN, Darrel.
Atlas fotográfico de anatomia clínica.1ª Ed., Rio de Janeiro: Elsevier Brasil,
2006.
DRAKE, Richard L., VOGL, Wayne, MITCHELL, Adam. Gray´s anatomia para
estudantes. 1ª Ed., Rio de Janeiro: Elsevier Brasil, 2006.
SPENCE, Alexander P. Anatomia humana básica. 2ª Ed.,
Manole, 1991.
Barueri (SP):
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ELSON, Lawrence M., KAPIT, Wynn. Anatomia um livro para colorir. São
Paulo: Roca, 2004.
SPRATT, Jonathan D., ABRAHAMS, Peter H., BOOS, Johannes. Atlas colirido
de anatomia humana de mcminn. Rio de Janeiro: Elsevier Brasil, 2008.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANATOMIA. Terminologia Anatômica. Barueri
(SP): Manole, 2001.
TILLMANN. Bernhard N. Atlas de Anatomia Humana. Barueri. São Paulo. Ed.
Manole. 2006
FATTINI, Carlo Americo. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos. 2ª ed.. Rio
de Janeiro: Atheneu, 2005.
Nome da disciplina: BIOQUÍMICA
Carga Horária: 60 horas
Ementa: Noções gerais sobre Bioquímica. Proteínas, vitaminas e enzimas. A
química dos carboidratos, lipídeos e nucleotídeos. Metabolismo dos
carboidratos, glicogênio, lipídeos, aminoácidos e nucleotídeos. Bioquímica do
sangue, metabolismo da bilirrubina, equilíbrio ácido básico e hormônios. Prática
em laboratório.
40
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NELSON, Kay Yarborough, COX, Michael M., LEHNINGER, Albert L. Princípios
de bioquímica. São Paulo: Sarvier, 2006.
TORRES, Bayardo. Batista & MARZZOCO, Anita. Bioquímica básica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
VOET, Donald. Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FARREL, Shawn O. & CAMPBEL, Mary K. Bioquínica. Volume 1 – básico. Sâo
Paulo: Thomson Pioneira,. 2006
MURRAY, Robert. K. GRANNER, Daryl K. RODWEL, Vitor W.MCGRAW.
Harper: Bioquímica Ilustrada. São Paulo: Atheneu, 2008
STRYER, Lubert. TYMOCZKO, John L. BERG, Jeremy M. Bioquímica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
VARGA, Jorge. Monte, Osmar. Cisternas, José Raul. Fundamentos de
Bioquímica Experimental. Rio de Janeiro. Atheneu 2006
VIEIRA, Enio Cardillo. Gazzinelli, Giovanni. Mares-Guia, Marcos. Bioquímica
Celular e Biologia Molecular. Rio de Janeiro. Atheneu.2006
Nome da disciplina: CITOLOGIA E EMBRIOLOGIA
Carga Horária: 60 horas
Ementa: Introdução à Citologia. Histórico, estrutura e composição da célula.
Fisiologia celular. Conceitos e formações embrionárias em geral.
Desenvolvimento embrionário. Origem dos vários tecidos e fases da evolução
embrionária. Prática em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HYAMS, Jeremy S., BOLSOVER, Stephen R., SHEPHARD, Elizabeth A.
Biologia celular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
MOORE, Keith L., PERSUAD, T. V. N. Embriologia básica. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2008.
ROMERO, Maria Elena Castillo, SALCEDO, Pablo G. HOFMANN, DORADO,
Alicia Martinez Embriologia - biologia do desenvolvimento. São Paulo: Iatria,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MAILLET, M. Biologia celular. 8ª Ed., São Paulo: Santos Editora, 2003.
MELO, Romario de . Araujo. Embriologia humana. São Paulo; Atheneu. 2002.
41
MOORE, Clement Clark., PERSAUD, T. V, N. Embriologia clínica. 6ª Ed., Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000
COOPER, G.M. & Hausman, R.E. A Célula – Uma Abordagem Molecular. 3
ED. SÃO PAULO: EDITORA ARTMED, 2007.
THOMPSON, J. S. & Thompson, M. N. Genética médica. 6 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002
Nome da disciplina: GENÉTICA E EVOLUÇÃO
Carga Horária: 60 horas
Ementa: A Genética Humana. Variação fenotípica e análise de cariótipos,
Aspectos Gerais de Herança. As aberrações cromossômicas e as principais
síndromes. Grupos Sangüíneos. A evolução humana: biológica e cultural.
Raças e espécies. Mendelismo. Prática em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PASTERNAK,Jack J Genética médica molecular. Rio de Jeiro Guanabara
Koogan, 2007.
RINGO, John. Genética básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
WHITE, Raymond L., JORDE, Lynn B., CAREY, John C. Genética médica. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FROTA-PESSOA, Oswaldo, OTTO, Priscila Guimarães, OTTO, Paulo Alberto.
Genética – humana e clínica. Genética médica. São Paulo: Roca, 2004.
MILLER, Jeffrey H., GELBART, William M., SUZUKI, David T. Introdução a
genética. 8ª Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
SNUSTAD, Peter ;SIMMONS, Michael. J. Fundamentos da genética. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
Nome da disciplina: BIOFÍSICA
Carga Horária: 60 horas
Ementa: Estruturas moleculares. Soluções, pH e sua regulação. Difusão e
osmose. Bioeletrogênese. Contração muscular. Transporte através de
membranas. Biofísica de sistemas. Metodologia de radioisótopos e suas
aplicações na biologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DURAN, José Enrique Rodas. Biofísica - fundamentos e Aplicações. São
Paulo: Pearson Brasil, 2002.
42
GARCIA, Eduardo Alfonso C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2005.
HENEINE, Ibrahim F. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
OLIVEIRA, Jarbas Biofísica. Porto Alegre. EDIPUCRS 2008
HLADIK, Jean A biofísica. Lisboa EUROPA-AMERICA 2005.
VICENTE CORDOBA, Carlos. BIOFISICA. Madrid SINTESIS. 1992
HALL, S.J. Biomecânica básica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005.
WIDMAIER, Eric P. - Raff, Hershel - Strang, Kevin T.. Fisiologia humana - os
mecanismos das funções corporais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
Nome da disciplina: FUNDAMENTOS HISTÓRICOS E SOCIAIS DA
ENFERMAGEM
Carga Horária: 60 horas
Ementa: Análise histórica da construção do cuidar. Cuidado da Enfermagem.
Evolução histórica da Enfermagem na Antiguidade. Enfermagem como
profissão institucionalizada. Evolução do ensino e da assistência. Órgãos de
classe. A Enfermagem no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil. A equipe de
enfermagem e o papel do enfermeiro. Importância da legislação para o ensino
e exercício da Enfermagem. Teorias da Enfermagem. Conceito de assistência
de enfermagem, e sistematização do cuidado de enfermagem. o conhecimento
dos instrumentos básicos de enfermagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LEOPADRI, Maria Tereza. Teoria e método em Assistência de Enfermagem.
Florianópolis. SOLDASOFT 2006.
GEOVANINI, Telma. História da enfermagem, versões e interpretações. São
Paulo: Revinter, 2002.
OGUISSO, Taka. Trajetória histórica e legal da enfermagem. São Paulo:
Manole, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MORAES, Macia Vilma G.Enfermagem do trabalho.São Paulo, ERICA, 2007.
MARCIA Vilma G. Moraes. Enfermagem do trabalho:programa, procedimentos
e técnicas. São Paulo, IÁTRIA 2007.
GERMANO, Raimundo. Medeiros. Educação e ideologia da enfermagem no
Brasil. São Paulo: Cortez, 2007
43
LOPES Francisco Jose de Sá.
Almedina, 1999.
Enfermagem – legislação. São Paulo:
CARVALHO, Vilma de (organizadora). Sobre Enfermagem: Ensino e perfil
profissional, Rio de Janeiro:UFRJ/EEAN, 2006.
2º PERÍODO
Nome da disciplina: ANATOMIA HUMANA II
Carga-horária: 80 horas
Ementa: Morfologia Geral Sistema Cardiovascular. Morfologia Geral Sistema
Respiratório. Morfologia Geral do Sistema Digestório. Morfologia Geral
Sistema Urinário. Morfologia Geral Sistema Reprodutor Masculino. Morfologia
Geral Sistema Reprodutor Feminino. Morfologia Geral Sistema Endócrino.
Morfologia Geral Sistema Nervoso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Gilroy, Anne M. MacPherson, Brian R, Ross, Laurence M. Atlas de
anatomia.Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2008.
Rohen, Johannes W. , Yokochi, Chihiro , Lütjen-Drecoll,Elke. Anatomia
Humana: Atlas Fotográfico de Anatomia Sistêmica e Regional. .São Paulo.
Editora Manole. 6ª edição, 2006
Fattini, Carlo Americo. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos. 2ª ed.. Rio de
Janeiro: Atheneu, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Sobota, Johannes, Atlas de Anatomia Humana. Rio de Janeiro.Guanabara
Koogam.2005
Spencer, Alexander. P.Anatomia Básica. São Paulo. Editora Manole. 2 ªEdição.
2006
Tillmann. Bnhard N. Atlas de Anatomia Humana. Barueri. São Paulo. Ed.
Manole. 2006
Brandão. Miriam Celeste Sanaiote. Anatomia Sistêmica - Visão Dinâmica para
o Estudante. Rio de Janeiro.Guanabara Koogam.2004
Abrahams, P.H. Atlas colorido de anatomia humana de McMinn. 6.ed. São
Paulo: Manole, 2008.
44
Nome da disciplina: FISIOLOGIA HUMANA
Carga-horária: 80 horas
Ementa: Mecanismo de integração mecânica, química nervosa do organismo.
Estudo geral sobre as estruturas e funções dos sistemas nervoso e endócrino.
Aspecto fisiológico das sensações e do comportamento motor. Noções gerais
sobre os correlatos fisiológicos da emoção, motivação, aprendizagem e
pensamento. Prática em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERNE, Robert M, LEVY, Matthew n. Fisiologia. Rio de Janeiro: ELSERVER
2004 GUYTON, Arthur C. HALL John E. Tratado de fisiologia médica. Rio de
Janeiro: ELSERVIER 2006.
GANONG, Willian f. Fisiologia médica. São Paulo: MCGRAW-HILL, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FOX, Stuart Ira Fisiologia humana. Barueri (SP): MANOLE 2007.
BUJA, L. Maximiliam. Atlas de fisiologia humana de Netter. Porto Alegre.
ARTMED 2007.
MARRONI, Norma P., CAPP Edison. Fisiologia prática. Canoas/RS: Ulbra,
2001.
WIDMAIER, Eric P. - Raff, Hershel - Strang, Kevin T.. Fisiologia Humana - Os
Mecanismos das Funções Corporais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006.
Nome da disciplina: HISTOLOGIA
Carga Horária: 40 horas
Ementa: Estudo dos aspectos estruturais a nível microscópico dos diversos
tecidos e órgãos. Prática em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GARTER, Leslie P. ATLAS Colorida de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2007.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa, CARNEIRO, José. Histologia básica – texto e
atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
LOWE, James N., STEVENS, Alan. Histologia humana. São Paulo: Manole,
2001.
45
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FREITAS NETO, Antonio Geraldo de, BEHMER, Oswaldo Arruda,
RODRIGUES, Consuelo Junqueira. Manual de técnicas para histologia. São
Paulo: Manole, 2003.
GARTNER, Leslie P., HIATT, James L. Tratado de histologia em cores. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
PIEZZI, Ramon S. FORNES, Miguel W. NARCISO, Marcelo Sampaio. Atlas de
Histologia Normal de Di Fiore. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008
GLEREAN, Álvaro. Manual de Histologia - Texto e Atlas para os Estudantes da
Área da Saúde. Rio de Janeiro. Atheneu. 2003
GARTNER, L. P.; Hiatt, J. L. Tratado de histologia. 3.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007.
Nome da disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA
Carga Horária: 40 horas
Ementa:Fundamentos da metodologia científica. Definição e tipos de pesquisa.
Técnicas de leitura e escrita. Normas para elaboração de bibliografias.
Redação de textos científicos. Elaboração e apresentação de um projeto de
pesquisa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LAKATOS, Eva. Maria., MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de
metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2007.
MARTINS, Gilberto de Andrade, LINTS, Alexandre. Guia para elaboração de
monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2007.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica. São Paulo: Atlas, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARNAVAT, Antonia Rigo, DEUNAS, Gabriel Genesca. Como elaborar e
apresentar tese. Porto Alegre ARTMED, 2006.
MENDES, Gildasio,TACHIZAWA, Takeshy. Como fazer monografia na pratica.
Rio de Janeiro, FGV 2008.
RODRIGUES, Andre. Figueiredo. Como elaborar citações e notas de rodapé.
3ª Ed., São Paulo: Humanitas, 2007.
LUCK, Heloísa – Pedagogia interdisciplinar:
metodológicos. Petrópolis: Vozes, 2007.
fundamentos
teórico-
ANTUNES, Celso. Como desenvolver as competências em sala de aula. 7.ed.
RJ: Vozes, 2007.
46
Nome da disciplina: SAÚDE DO TRABALHADOR
Carga Horária: 80 horas
Conteúdo: O trabalho e o homem. Normas Regulamentadoras de Segurança e
Saúde no Trabalho. Enfermagem e a saúde do trabalhador. A saúde do
trabalhador e sua condição étnica racial: semelhanças e diferenças. Histórico
das políticas de assistência ao trabalhador afro-descendente e indígena. A
relação entre a saúde do trabalhador e as práticas empresariais de agressão
ou de preservação ambiental. Trabalhador da área da Enfermagem. Atividade
educativa com o trabalhador. Protocolos Assistenciais na promoção saúde do
adulto. Ensino Clínico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Ducan, B.B, Schmidt, M.I, Giugliani. Medicina Ambulatorial: condutas clínicas
em atenção primária. Porto Alegre. 3ª Ed. Porto Alegre. Artmed, 2004
Moraes. Marcia Vilma G. Sistematização da Assistência de Enfermagem em
Saúde do Trabalhador - Instrumentos para coleta de dados direcionados aos
exames ocupacionais da NR7 e à exposição aos agentes ambientais. São
Paulo. Iátria. 2008
Moraes. Marcia Vilma G. Enfermagem do Trabalhado
Procedimentos e Técnicas. São Paulo. Iátria. 2008
-
Programa,
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Equipe Atlas. Segurança e Medicina do Trabalho. São Paulo. Atlas. 2007
Brevigliero, Elzio. Possebon, José. Spinelli, Robson. Higiene Ocupacional:
Agentes Biológicos, Químicos e Físicos. São Paulo. SENAC. 2006
Bulhões, Ivone. Riscos do Trabalho de Enfermagem. Rio de Janeiro. Folha
Carioca Editora. 1998
Zoboli, Elma Lourdes Campos Pavone; Oguisso, Taka. Ética e bioética :
desafios para a enfermagem e a saúde - São Paulo: Manole, 2006. (Série
Enfermagem).
Rodrigues, Andrea Bezerra e col . O Guia da Enfermagem - Fundamentos
para Assistência. São Paulo. Iátria. 2008
47
Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO À SAÚDE DA CRIANÇA
E ADOLESCENTE I
Carga Horária: 80 horas
Ementa: Assistindo o escolar. Assistindo o adolescente. Situações de risco à
saúde do escolar e do adolescente. Métodos educativos com o escolar e o
adolescente. Protocolos Assistenciais. Atividade Educativa com a escolar e o
adolescente. Ensino Clínico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Correa, Ione e col. Assistência à Saúde da Criança - Atenção Primária do
Nascimento aos Dois Anos de Idade. São Paulo Iátria. 2006
Fujimori, Elizabeth; Ohara, Conceição Vieira..Enfermagem e a saúde da
criança na atenção básica. Barueri. Ed Manole. 2008.
Brêstas, José Roberto da Silva. Cuidados com o Desenvolvimento Psicomotor
e Emocional da Criança - Do Nascimento a Três Anos de Idade. São Paulo
Iátria. 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Sparks Ralph, Sheila - Taylor, Cynthia M. Manual de Diagnóstico de
Enfermagem. Rio de Janeiro. Ed Guanabara Koogam. 2007
Mascarenhas, Sílvia Helena Zem e Cassiani., Silvia Helena de Bortoli A
Criança e o Medicamento – Orientações para o Cuidado.São Paulo Iátria. 2006
Barbosa, Vera Lúcia Perino. Prevenção da Obesidade na Infância e na
Adolescência - Exercício, Nutrição e Psicologia 2ª ed. Revis. Barueri. Ed
Manole. 2008.
OLIVEIRA, Reynaldo Gomes de. Blackbook: Pediatria. 3ª ed. Belo Horizonte.
Editora . Blackbook. 2005
BACCARINI Pires, Marco Túlio. Starling, Sizenando Vieira. Manual de
Urgências em Pronto-Socorro. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2006
3º PERÍODO
Nome da disciplina: CONTEXTOS SOCIOANTROPOLOGICOS DA SAÚDE
Carga Horária: 40 horas
Ementa: A sociologia da saúde e da doença e o contexto social suas
implicações na coletividade. Conceitos de saúde e de doença. Estudos teóricos
e aplicados dos processos de saúde e doença na coletividade. Políticas sociais
48
relacionadas à saúde humana; enfermagem como prática nos diversos níveis
de atenção à saúde. Abordagem analítica e crítica do sistema de saúde em seu
contexto econômico, político e social. Introdução à Antropologia. Compreensão
do processo evolutivo do homem. Relação saúde e etnia. Discussão de
questões ligadas à saúde sob uma perspectiva educativa Filo-antropológica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CANESQUI, Ana Maria. (Org) Ciências sociais e saúde. São Paulo: Hucitec,
2007.
ZUGNO, Paulo Luiz. ZANCHI, Marco Tulio Sociologia da saúde. Caxias do Sul
(RS) EDUCS2008
MRIA Teresa Turíbio B. Lemos Arte de Envelhecer: Saúde Afetividade e
Estatuto do Idoso. Aparecida (SP) IDEIAS & LETRAS 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LEONERDO Brant. Diversidade cultural: Globalização e Culturas Locais:
Dimensões. São Paulo ESCRITURAS 2005
HELMAN, Cecil G. Cultura, saúde e doença. Tradução de Eliane Mussmich.
Porto Alegre: Artmed, 2003.
NORA Rut Krawczyk. America Latina: Eastaso de Reforma Numa Perspectiva
Comparada. São Paulo CORTEZ 2003.
CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação. São Paulo: Cultrix, 2004
FREI BETTO. A obra do artista - uma visão holística do universo. 3ª Ed., São
Paulo: Ática, 1997.
Nome da disciplina: MICROBIOLOGIA
Carga Horária: 60 horas
Ementa:Conhecimentos básicos de microbiologia e virologia. Principais
métodos de coloração. Antibióticos e quimioterápicos. Relação patógenohospedeiro. Meios de prevenção das doenças produzidas por bactérias e vírus.
Prática em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
JAWETZ, Ernest, LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia.
Porto Alegre: Artmed, 2005.
49
MURRAY, Patrick R. PFALLER,Michael A. Microbiologia médica. Rio de
Janeiro 2006
TRABULSI, Luiz Rachard., ALTERTHUM, Flavio. Microbiologia. Rio de Janeiro:
Atheneu, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BURTON. Microbiologia para as ciências da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
FUNKE, Berdell R., TORTORA, Gerard J., CASE, Christine. Microbiologia.
Porto Alegre: Artmed, 2005.
MIMS, Cederia, DOCKRELL, Hazel M. Microbiologia médica. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2005.
Possari, João Francisco. Centro de Material e Esterilização - Planejamento,
Organização e Gestão. São Paulo. Iátria. 2005
Possari, João Francisco. Esterilização por Plasma de Peróxido de Hidrogênio.
São Paulo. Iátria. 2005
Nome da disciplina: PARASITOLOGIA
Carga Horária: 60 horas
Ementa:Estudo das principais espécies de protozoários, helmintos e suas
inter-relações com o homem e o ambiente. Estudo da morfologia, biologia e
profilaxia das principais espécies de artrópodes de importância epidemiológica
regional. Principais métodos de diagnóstico laboratorial das doenças
parasitárias. Parasitismo e prevenção das doenças parasitárias. Prática em
laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HINRICHSEN, Sylvia Lemos. DIP – Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de
Janeiro: uanabara Koogan, 2005.
NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. São Paulo: Atheneu, 2005.
REY, Luis. Bases da parasitologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DANIEL, João. Aspectos médicos das parasitoses humanas. São Paulo: Medsi,
1997.
50
FARIA, Helvio Jose de. Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro:
Revinter, 2002.
MARKELL. Parasitologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
NEVES, David Pereira & Bittencourt, Joao Batista
Parasitologia. Rio de Janeiro. Atheneu. 2008
Neto Atlas Didático de
FERREIRA, Marcelo Urbano Ferreira. Foronda, Annette Silva. Schumaker,
Teresinha Tizu Sato. Fundamentos Biológicos da Parasitologia Humana. São
Paulo. Manole. 2003
Nome da disciplina: PATOLOGIA GERAL
Carga Horária: 60 horas
Ementa:Estudo, natureza e evolução das doenças, bem como das alterações
anatômicas e funcionais resultantes das interações entre hospedeiros. Prática
em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FARIA, José Lopes de. Patologia geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
MICHALANY, Jorge. Anatomia patológica geral. São Paulo: Artes Médicas,
2000.
THOMAS C. King Patologia. Rio de Janeiro. ELSEVIER 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
KUMAR. Robbins Patologia Básica. Rio de Janeiro. ELSEVIER 2008
COTRAN, Ramzi S., COLLINS, Tucker, KUMAR, Vinay M. D. Patologia
estrutural e funcional - Robbins. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
FRANCO, Marcello, MONTENEGRO, Mario R. Patologia – processos gerais.
São Paulo: Atheneu, 2004.
KING, Thomas C. Patologia. Rio de Janeiro. Elsevier. 2007
FAUSTO, Nelson. Robbins e Cotran: Patologia: Bases Patológicas das
Doenças. Rio de Janeiro. Elsevier.2005
51
Nome da disciplina: INTRODUÇÃO À FILOSOFIA
Carga Horária: 40horas
Ementa: Diferentes concepções de caráter filosófico acerca do ser humano e
da sociedade: do lugar do ser humano como cidadão e como profissional da
saúde à luz de uma fundamentação de natureza filosófica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARANHA, Maria Lúcia. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo:
Moderna, 2003.
JASPERS, Karl. Introdução ao pensamento filosófico. São Paulo: Cultrix, 1971.
MACHADO, Nílson. Educação: projetos e valores. São Paulo: Escrituras, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARANHA, M. L., MARTINS, M. H. P. Temas de filosofia. São Paulo: Moderna,
2005.
CHAUI, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2003.
ROUSSEAU, J. J. Emílio ou da educação. 4ª Ed., São Paulo: Martins Fontes,
2004.
CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2008.
NAKAMURA, Eunice. Martin, Denise. Santos, José Francisco Quirino.
Antropologia para enfermagem. Barueri. Ed Manole. 2009
Nome da disciplina: SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA I
Carga Horária: 100horas
Ementa: Bases teórico-metodológicas para coleta de dados em enfermagem.
O Exame Físico na Enfermagem. Exame físico geral. Exame Físico de
Enfermagem e sua realização. Terminologia Científica. Protocolos de
enfermagem e o exame Físico. Atividade educativa no Exame Físico
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Andris, Deborah. Semiologia: bases para a prática assistencial. Série Práxis.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
52
Barros, Alba L. e col. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de
enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2010.
Fischbach, Frances T. Manual de enfermagem: exames laboratoriais e
diagnósticos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Carpenito- Moyet, Lynda J. Compreensão do processo de enfermagem:
Mapeamento de conceitos e planejamento do cuidado para estudantes. Porto
Alegre: Artmed, 2007
Carpenito- Moyet, Lynda J. Manual de Diagnósticos de Enfermagem. Porto
Alegre: Artmed, 2008
North American Nursing Diagnosis Association (Org.). Diagnóstico de
enfermagem: definições e classificações – 2009-2011. Porto Alegre: Artmed,
2010.
Alfaro-Lefevre, Rosalinda. Aplicação do processo de enfermagem: um guia
passo a passo. Porto Alegre: Artes Médicas, 2005.
Porto, Celmo C Exame Clínico Bases para prática médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008.
Nome da disciplina:
ENFERMAGEM
SISTEMATIZAÇÃO
NA
ASSITÊNCIA
DE
Carga Horária: 40 horas
Ementa: Diagnostico de Enfermagem, Bases Legais para a Implementação da
Sistematização a Assistência de Enfermagem, Etapas da Sistematização da
Assistência de Enfermagem, Diagnostico de Enfermagem segundo a
taxonomia da NANDA.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Chaves. Márcia L F, Finkelsztejn, Alessandro. Stefani, Marco A. Rotina em
Neurologia
e
Neurocirurgia.
Porto
Alegra
.
Artemed.
2008
Bolonhini Junior RB. Portadores de necessidades especiais: as principais
prerrogativas dos portadores de necessidades especiais e a legislação
brasileira. São Paulo. Editora Atlas . 2010
Jardim, José Roberto. Nascimento, Oliver A. Guia de Reabilitação. Barueri.
Editora Manole. 2010
53
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Oates, Eugênio. Linguagem das mãos. Aparecida do Norte. Editora Santuário.
2008
Karen Kowalski. MDS – Manual de sobrevivência para enfermagem. Rio de
Janeiro. Ed Guanabara Koogan 2008.
Sparks Raph, Sheila/Taylor, Cynthia M. Manual de
enfermagem. Rio de janeiro. Ed Guanabara Koogan.2007
diagnósticos de
Sue Moorhead, Marion Jhonson e Meridian Maas. Classificação dos resultados
de enfermagem (NOC) – 3.ed Porto Alegra. Artmed.2009
Tannure, Meire C. Sistematização da Assistência de Enfermagem – Guia
Prático. Rio de Janeiro.Ed. Lab.2008.
4º PERÍODO
Nome da disciplina: IMUNOLOGIA
Carga Horária: 40 horas
Ementa: Sistema imunológico. Mecanismos imunológicos. Prevenção das
doenças produzidas por bactérias e vírus.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABBAS, Abul K., LICHTMAN, Andrew H. Imunologia celular e molecular. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008.
BALESTIERI, Filomena Maria P. Imunologia. São Paulo: Manole, 2006.
FORTE, Wilma. Imunologia básica e aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BIER, Otto G., SILVA, Wilmar D., MOTA, Ivan. Imunologia básica e aplicada.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
ROITT, Ivan M., DELVES, Peter J. Fundamentos de imunologia. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
STITES, Daniel P., PARSLOW, Tristram G., TERR, Abba I. Imunologia médica.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
Janeway, Charles A Jr, Travers, Paul e col Imunobiologia - 6.ed.Porto Alegre.
Artmed. 2006
54
Roitt, I..M. Delves, Peter J. Fundamentos de Imunologia. Rio de Janeiro
Guanabara Koogan. 2004
Nome da disciplina: EPIDEMIOLOGIA E SANEAMENTO
Carga Horária: 60 horas
Ementa: Introdução à epidemiologia e saneamento básico. Fundamentos
epidemiológicos para estudo dos determinantes do processo saúde e doença.
Saneamento básico e aglomerados populacionais: preservação do meio
ambiente. Saneamento e identidades culturais: a população indígena e os
grupos afrodescendentes sob a luz das políticas. Epidemiologia descritiva.
Estrutura epidemiológica. Vigilância epidemiológica. Problemas de saúde.
Metodologia e investigação epidemiológica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CURY Geraldo Cunha. Epidemiologia Aplicada ao Sistema único de Saúde.
Belo Horizonte COOPMED 2005.
CAVINATTO, Vilma Maria. Saneamento básico: fonte de saúde e bem-estar.
São Paulo: Moderna, 2003.
COSTA, Edina Alves. Comunicação em Vigilância sanitária: proteção. Salvador
EDUFBA 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COSTA, Edina Alves. Casos e fatos da vigilância sanitária sobre a saúde da
sociedade. São Paulo: Sobravime, 2004.
ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO. Texto de apoio
em vigilância epidemiológica. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006.
PASSOS, Afonso D. C., FRANCO, Laércio J. Fundamentos de epidemiologia.
São Paulo: Manole, 2004.
Foratini, Oswaldo Paulo. Ecologia Epidemiologia e Sociedade. São Paulo.
Artes Médicas. 2004.
Romero, Marcelo de Andrade. Bruna, Gilda Bruna.Philippi, Arlindo Jr. Curso de
Gestão Ambiental Barueri. Editora Manole. 2004
Nome da disciplina: DEONTOLOGIA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL
Carga Horária: 40 horas
Ementa: Estudo histórico da legislação da enfermagem. Regulamentação do
exercício profissional.
Princípios éticos: liberdade, consciência e valor.
Aspectos ligados a bioética. Relação entre legislação profissional e direitos
55
humanos. Análise dos mecanismos de preservação ambiental a partir da
prática profissional. Direitos e deveres do paciente e do profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Lei nº 7.498/86: dispõe sobre a
regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências. Rio de
Janeiro/Brasília: Cofen, 1986. www.portalcofen.gov.br
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Lei nº 8967/94: altera a redação
do parágrafo único do art. 23 da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que
dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras
providências. Rio de Janeiro/Brasília: Cofen, 1994. www.portalcofen.gov.br
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução COFEN 240/2000:
aprova o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e da outras
providências. Rio de Janeiro/Brasília: Cofen, 2000. www.portalcofen.gov.br
CONSTANTINO, Lucio S. de. Médico e paciente – questões éticas e jurídicas.
Porto Alegre: Edipucrs, 2002.
ETAL. egislação em enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERLINGUER, Giovanni, GARRAFA, Volnei. O mercado humano: estudo
bioético da compra e venda das partes do corpo humano. Brasília: UNB, 2001.
LOPES, Francisco J. de Sá. Enfermagem – legislação. São Paulo: Almedina,
1999.
STANCIOLI, Brunello Souza. Relação jurídica médico-paciente. São Paulo: Del
Rey, 2004.
Oguisso, Taka - Schmidt, Maria José. O Exercício da Enfermagem - Uma
Abordagem Ético-Legal. Rio de Janeiro. Ed Guanabara Koogam. 2007
Oguisso, Taka. Trajetória Histórica e Legal da Enfermagem. Barueri, 2ª ed. São
Paulo. Manole, 2007
Nome da disciplina: EDUCAÇÃO ALIMENTAR
Carga Horária: 40 horas
Ementa: Políticas de Saúde em Nutrição. Estudo nutricional de indivíduos e
populações. Classificação, funções e metabolismo dos alimentos. Necessidade
e recomendações nutricionais nos diferentes períodos etários. Educação
nutricional. Nutrição e Enfermagem.
56
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARVALHO, Geraldo M. de. Enfermagem e nutrição. São Paulo: EPU, 2005.
GOUVEIA, Enilda L. C. Nutrição - saúde e comunidade. Rio de Janeiro:
Revinter, 1999.
LINDEN Sonia. Educação nutricional. São Paulo: Varela, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DENISE, Giacomo da Motta. MRIA Cristina Feber Boo. Educação nutricional.
São Paulo IBRASA 1988.
BERNINI, Giovanna C. Nutrição e saúde: a terapia por meio dos alimentos. São
Paulo: Ibrasa, 2005.
CASTRO, Josué de. Geografia da fome: o dilema brasileiro - pão ou aço? Rio
de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
Almeida, Carlos Alberto Nogueira De & Ribas , Durval Filho. Dicionário
Brasileiro de Nutrologia. Rio de Janeiro. Atheneu. 2009
Dovera, Themis Maria Dresch da Silveira. Nutrição Aplicada ao Curso de
Enfermagem. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2007
Nome da disciplina: FARMACOLOGIA
Carga Horária: 100 horas
Ementa: Conceitos básicos de farmacologia geral: estudo dos fármacos
utilizados na profilaxia e no tratamento das enfermidades humanas.
Medicamentos: origem, natureza química e posologia. Ação das drogas.
Fatores químicos e farmacológicos que modificam a ação e os efeitos dos
medicamentos.
Farmacodinâmica
e
Farmacocinética.
Interações
Medicamentosas. Papel do enfermeiro na administração das drogas. Prática
em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GlAYTON Stock. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro ELSERVIER
2007
KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
SILVA, Penildon. Farmacologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LIMA, Ana Beatriz Destruti de. Interações medicamentosas. São Paulo: Senac,
2007.
57
RANG, H. P., MOORE, P. K., RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2004.
SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
Destruti, Ana Beatrizn C B. Arone, Evanisa Maria. Philippi. Maria Lucia dos.
Cálculos e Conceitos em Farmacologia. 12ªEd. São Pailo. SENAC. 2007
Howland, Richard D. & Mycek, Mary J. Farmacologia Ilustrada. Porto Alegre.
Artmed. 2007
Nome da disciplina: EDUCAÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM
Carga Horária: 60 horas
Ementa: Mostrar a necessidade premente do profissional de enfermagem
interferir no processo de prioridades assistenciais. A importância do seu papel
no atendimento à saúde da população. Assistência de enfermagem através da
didática de: oportunidade de inter-relação do paciente/cliente, sua família e a
equipe multiprofissional. Desenvolvimento de meios de auto-avaliação visando
o crescimento pessoal e grupal. Processo de ensino aprendizagem. Ações
pedagógicas na enfermagem. Métodos e técnicas de ensino direcionadas ao
indivíduo, família/grupos e comunidade. Educação profissional em enfermagem
e educação continuada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HAIDT, Regina Célia Cazaux. Curso de Didática geral. 7ª Ed., São Paulo:
Ática, 2003.
LIBÂNEO, Jose Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2004.
ELENA Martin Aprender conteúdos e desenvolver capacidades. Porto Alegre.
Artmed 2003
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ELENA Martin. Aprender Conteúdos e Desenvolver Capacidade. Porto Alegre
ARTMED 2003
ANNA Camps. Ensinar a ler, a compreender. Porto Alegre ARTMED 2002.
LOPES, Antonia Osima. VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Repensando a
didática. Canpinas (SP) PAPIRUS 2005
Roberto Carlos Lyra da Silva. Feridas: Fundamentos e atualizações em
Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2007
Figueiredo, Nébia Maria Almeida de e Laplaca. Dirce. Tratado Prático de
Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2006
58
Nome da disciplina: PROCESSO DE TRABALHO EM ENFERMAGEM
Carga Horária: 60 horas
Ementa: Teorias da Administração aplicada à Enfermagem. Modelos
organizacionais de Enfermagem, bases político-filosóficas de um serviço de
Enfermagem,
finalidades
e
objetivos.
Planejamento,
implantação,
implementação e avaliação do cuidado de enfermagem. Teorias de
Enfermagem. Estudo e aplicação do processo de enfermagem. Prática em
unidade hospitalar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AVELLO, Isabel M. Sancho., GRAU, Carme Ferre. Enfermagem – fundamentos
do processo de cuidar. São Paulo: DCL Difusão Cultural do Livro, 2005.
BARTMANN, Mercilda, TÚLIO, Ruth, KRAUSER, Lucia T. Administração na
saúde e na enfermagem. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2005.
HORTA, Wanda de A. Processo de enfermagem. São Paulo: EPU. 1979.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NEBIA Maria Almeida de Figueiredo. Cardiopatias: Avaliaçao e Intervenção em
enfermagem. São Paulo YENDIS 2006.
NANDA Internacional. Diagnósticos de Enfermagem. Porto Alegre ARTMED
2008.
LUCAS, Alexandre Juan. Processo de enfermagem do trabalho. São Paulo:
Iatria, 2004.
Figueiredo, Nébia Maria Almeida de. Emergência, Atendimento e Cuidados de
Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2006
Roberto Carlos Lyra da Silva. Feridas: Fundamentos e atualizações em
Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2007
5º PERÍODO
Nome da disciplina: BIOESTATÍSTICA
Carga Horária: 40 horas
Ementa: Introdução aos conceitos básicos da estatística (amostra e população,
variância e desvio-padrão, chance, probabilidade, inferência). Arredondamento
de valores. Uso de calculadoras em estatística. Análise de gráficos e
preparação de dados para análise estatística. Medidas estatísticas. Análise de
Assimetria e de curtose. Probabilidade. Distribuição Normal de probabilidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
59
VIEIRA, Sonia. Introdução à bioestatística. Rio de Janeiro: ELSERVIA 2008.
COSTA Neto, Pedro Luiz Oliveira, CYMBALISTA, Melvin. Probabilidade. São
Paulo. EDGARD BLUCHER 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LIPSCHUTZ, Seymour. Probabilidade: 200 Problemas Resolvidos - 204
Problemas Suplementares. São Paulo: Makron Books, 1994.
VIEIRA, Sonia. Bioestatística: tópicos Avançados. Rio de Janeiro: Campus,
2004.
VIEIRA, Sônia. Elementos de estatística. 4ª Ed., São Paulo: Atlas, 2003.
CALLEGARI-JACQUES, Sídia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto
Alegre: Artmed, 2003.
Nome da disciplina: SAÚDE MENTAL
Carga Horária: 40 horas
Ementa: Atenção à saúde mental considerando à promoção da saúde,
prevenção da doença mental, objetivando cuidar do indivíduo: em todas as
suas fases do processo de nascer, viver e morrer, sua família e comunidade. A
saúde mental do enfermeiro. A saúde mental do trabalhador.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DALGALARRONDO, Paulo, BOTEGA, Neury José. Saúde mental no hospital
geral: espaço para o psíquico. São Paulo: Hucitec s/d
FIGUEIREDO, João Augusto B., ANGELOTTI, Gildo, PIMENTA, Cibele A. de
M. Dor e saúde mental. São Paulo: Atheneu, 2004.
LILIA, Gonçalves. Integridade Saúde Mental.Sorocaba (SP) MINELLI 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AZEVEDO, Maria Alice S. B. de. Psicoterapia dinâmica breve – saúde mental.
São Carlos/SP: Rima, 2004.
FLEITLICH-BILYK, Bacy, ANDRADE, Enio Roberto de, SCIVOLETTO, Sandra.
A saúde mental do jovem brasileiro. São Paulo: Edições Inteligentes, 2004.
GUIMARÃES, Liliana Andolphi Magalhães., GRUBITS, Sonia. Série saúde
mental do trabalho. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004.
Sá Ana Cristina de. Toque Terapêutico pelo Método Krieger-Kunz . São Paulo.
Yendis. 2008.
Springhouse Corporation. Enfermagem Psiquiátrica - Série Incrivelmente Fácil.
Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2006
60
Nome da disciplina: ORGANIZAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RECURSOS
DE MATERIAIS
Carga Horária: 80 horas
Ementa: Fundamentação Teórica da Administração. Os ambientes do cliente
de saúde. A Organização do Setor de Compra. Gerenciando Estoque. Auditoria
em Contas Hospitalar. Auditoria em Enfermagem. Enfermagem e recursos
materiais. Protocolos em recursos humanos. Atividade educativa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Carbone, Pedro Paulo & Brandão, Hugo Pena & Leite, Joao Batista Diniz e
col.Gestão por Competências e Gestão do Conhecimento. Rio de Janeiro.
FGV. 2009
Dias, Marco Aurélio Pereira. Administração de Materiais: Princípios, Conceitos
e Gestão. 5ª Edição São Paulo. Atlas. 2005
Machline, Claude. Barbiere, José Carlos. Logística Hospitalar Teoria e Prática.
São Paulo. Saraiva. 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Borba. Valdir Ribeiro. Marketing de Relacionamento para Organizações de
Saúde. São Paulo. Atlas. 2004.
Boynton, Wiliam C. Johnson, Raymond N. Kell, Walter G. Auditoria. São Paulo.
Atlas. 2004
Chiavenato, Idalberto. Administração de Materiais. São Paulo. Elsevier Editora
Ltda. 2005
Couto, Renato Camargo. Pedrosa, Tânia Moreira Grillo. Hospital - Acreditação
e Gestão em Saúde. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan 2007.
Quinello, Robson & Nicoletti, Jose Roberto Gestão de facilidades. São Paulo.
Novatec. 2006
Nome da disciplina: FARMACOLOGIA APLICADA A ENFERMAGEM
Carga Horária: 80 horas
Ementa: Bases conceituais Administração de medicamentos. Medicamento
controle e estoque. Protocolos assistenciais em terapias Medicamentosas.
Ensino clínico em farmacologia. Atividade Educativa e Terapias
Medicamentosas.
61
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Clayton, Bruce.D; Stoks, Yvonne.N. Farmacologia na Prática da Enfermagem.
São Paulo Elsevier. 2006
Destruti, Ana Beatrizn C B. Arone, Evanisa Maria. Philippi. Maria Lucia dos.
Cálculos e Conceitos em Farmacologia. 12ªEd. São Pailo. SENAC. 2007
Figueiredo, Nébia Maria A. Administração de Medicamentos: Revisando uma
Pratica de Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Asperheim, Mary Kaye. Farmacologia para a enfermagem. 9ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
Bonfim, Érica. Bonfim, Graziela. Guia de Medicamentos em Enfermagem. Rio
de Janeiro. Atheneu. 2004
Goldenzwaig, Nelma Rodrigues Soares Choiet. Administração
Medicamentos na Enfermagem. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2007
de
Howland, Richard D. & Mycek, Mary J. Farmacologia Ilustrada. Porto Alegre.
Artmed. 2007
Springhouse Corporation. Farmacologia para Enfermagem
Incrivelmente Fácil. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
-
Série
Nome da disciplina: SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA II
Carga Horária: 80 horas
Ementa: Utilização de terminologia científica. Diluição de drogas e soluções.
Intervenções de enfermagem para atender as necessidades de nutrição,
hidratação, oxigenação e eliminação. Principais exames diagnósticos.
Prevenção e controle das principais infecções hospitalares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
POTTER, P.A.; PERRY, A.G. Fundamentos de enfermagem: conceitos,
processo e prática. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. (2
volumes)
BRUNNER, P. A. Suddart, Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Vol. I e II,
9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan ,2002.
JARVIS, Carolyn, Exame físico e avaliação de saúde. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
62
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GEORGE, JULIA B.Teorias de enfermagem; os fundamentos a pratica
profissional.4. ed. Porto Alegre: Artes Medicas Sul, 2000.
NETTINA, S.M. Prática de enfermagem. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1999.
IWANOW, T. (org). Instrumentos Básicos para Cuidar: um desafio à qualidade
da assistência. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 1996.
SANTOS, Iraci dos. Enfermagem Fundamental – realidade, questões e
soluções. São Paulo: Atheneu, 2002.
POSSO, Maria Belen Salazar. Semiologia e semiotécnica de Enfermagem. São
Paulo: Atheneu, 2002.
Nome da disciplina: ORGANIZAÇÃO E GERENCIA DE SERVIÇOS DE
SAÚDE
Carga Horária: 80 horas
Ementa: Gestão de Recursos Humanos. Gestão Participativa de Recursos
Humanos. A prática da Educação Permanente. O ambiente das Unidades de
Saúde. Supervisão de enfermagem. Acreditação. Temas Emergentes.
Protocolos em gestão recursos humanos. Atividade Educativa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Chiavenato,Idalberto. Administração de Recursos Humanos: fundamentos
básicos- 7ª Edição. Barueri. Ed. Manole. 2008
Chiavenato,Idalberto. Planejamento, Recrutamento e Seleção Pessoal-7ª
Edição. Barueri. Ed. Manole. 2008
Marquis, Bessie L. e Huston, Carol J. Administração e Liderança em
Enfermagem. 4ª ed. Porto Alegre. Artmed. 2005
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Blanchard, Ken e cols. Liderança de Alto Nível. Porto Alegre. Artmed.2007
Couto, Renato Camargos - Pedrosa, Tânia Moreira Grillo. Hospital Acreditação e Gestão em Saúde. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2007
Hargreaves, Andy e Fink Dean. Liderança Sustentável. Porto Alegre.
Artmed.2007
Malagón- Londoño, Gustavo, Morera, Ricardo Galán. Laverde, Gabriel Pontón.
Administração Hospitalar. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan 2003.
63
Oliveira,Djalma de Pinho Rebouças de. Administração Estratégica na Prática: A
Competitividade para Administrar o Futuro das Empresas. 5ª ed. São Paulo.
Atlas. 2006
6º PERÍODO
Nome da disciplina: ENFERMAGEM NAS PRÁTICAS ALTERNATIVAS
Carga Horária: 40 horas
Ementa: A enfermagem e as práticas alternativas de saúde. Práticas
alternativas no mundo atual- Teoria e prática universal da medicina oriental.
Recursos e Regras Terapêuticas. Legislação em enfermagem e as práticas
alternativas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AUTEROCHE, B. et al. O diagnóstico na medicina chinesa. São Paulo: Andrei,
1992.
SHIZUTO, Masunga; OHSHI, Wataru. Zen-Shiatsu. São Paulo: Pensamento,
1997
Barbosa MA. A utilização de terapias alternativas por enfermeiros brasileiros.
[tese]. São Paulo: Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem; 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
YMAMURA, Ysao. Tratado de Medicina Chinesa. São Paulo: Roca, 1993.
R. C. BASTOS, Sohako. Tratado de Eletro acupuntura. São Paulo: Numem,
1993.
AUSTREGÉSILO, Armando. Curso de Massagem Oriental. Rio de Janeiro:
Ediouro, 1998.
Barros NF. Medicina complementar: uma reflexão sobre o outro lado da prática
médica: São Paulo: Annablume/ FAPESP; 2000.
Salles, LF; Ferreira, MZJ; Silva MJP, Turrini RNT. Terapias Complementares
na Enfermagem: levantamento bibliográfico. Revista Nursing 2007; 105(9): 9498.
Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO À SAÚDE A CRIANÇA E
ADOLESCENTE II
Carga Horária: 120 horas
Ementa: A criança e o adolescente. Agravos a saúde da criança e
adolescente. O papel do enfermeiro na assistência a criança e adolescente.
Protocolos Assistenciais. Atividade educativa. Ensino clínico.
64
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Almeida, Fabiane de Amorim. Sabatés, Ana Llonch. Enfermagem Pediátrica: a
criança, o adolescente e sua família no hospital. Barueri. Ed Manole . 2008
Brêtas, José Roberto da Silva. Quirino, Marinalva Dias Silva, Conceição Vieira
da; e col. Manual de Exame Físico para a Prática da Enfermagem em
Pediatria. São Paulo. Iátria. 2005
Crocetti, Michael - Barone, Michael A. Oski - Fundamentos de Pediatria Rio de
Janeiro. Guanabara Koogan. 2007
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Baccarini Pires, Marco Túlio. Starling, Sizenando Vieira. Manual de Urgências
em Pronto-Socorro. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2006
Cole, Michael. Cole, Sheila R. O desenvolvimento da criança e do adolescente.
4 ed. Porto Alegre. 2004
Oliveira, Reynaldo Gomes de. Blackbook: Pediatria. 3ª ed. Belo Horizonte.
Editora . Blackbook. 2005
Magalhães, Maria de Lourdes Caltabiano. Reis, João Tadeu Leite
dos.Compêndio de Ginecologia Infanto-juvenil. Rio de Janeiro. Guanabara
Koogan. 2003
Figueiredo, Nébia Maria A. de. Fundamentos, Conceitos, Situações e
Exercícios. São Paulo. Yendis. 2005
Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO À MULHER E AO
RECÉM-NASCIDO
Carga Horária: 100 horas
Ementa: A mulher brasileira. Evolução biológica da mulher. As implicações
sobre a saúde da mulher. Etapas da vida e a saúde mulher. A gestante. A
parturiente e a puérpera e o recém-nascido. Protocolos assistenciais. Atividade
educativa. Ensino Clínico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Abrão, Ana Cristina F. V. Enfermagem Obstétrica e Ginecológica: Guia para a
Prática Assistencial. São Paulo. Roca. 2004.
Figueiredo, Nébia Maria Almeida. Ensino a Cuidar da mulher e do recémnascido. São Paulo. Yendis. 2005
Sobreiro, Bernardo e Pasqualotto, Fábio Firmbach. Saúde do Homem. Caxias
do Sul. EDUCS.2007
http://www.estantevirtual.com.br/buscaporautor/Fabio%20Firmbach%20Pasqua
lotto
65
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Figueiredo, Nébia Maria Almeida de. Ensinando a Cuidar da Mulher, do
Homem e do Recém-Nascido. São Paulo. Yendis. 2005.
Giordani, Annecy Tojeiro. Violências contra a mulher. São Paulo. Yendis. 2006.
Melamed, Rose M. Seger,Liliana e col .Psicologia e Reprodução Humana
Assistida - Uma Abordagem Multidisciplinar. São Paulo. Santos, 2009.
Fernandes. Rosa Áurea Quintela; Narchi, Nádia Zanon. Enfermagem e Saúde
da Mulher. Barueri. Ed Manole. 2007.
Barros, Sonia Maria Oliveira de Enfermagem no Ciclo Gravídico-Puerperal
Barueri. Ed Manole. 2006.
Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO AO IDOSO
Carga Horária: 60 horas
Ementa: Envelhecimento humano. O longevo e o processo de viver.
Sexualidade do longevo. Protocolos Assistenciais. Atividade educativa com o
longevo. Ensino Clínico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Roach, Sally S. Introdução à Enfermagem Gerontológica. Rio de Janeiro
Guanabara Koogan. 2006
Santos, Nívea Cristina Moreira. Home Care - A Enfermagem no Desafio do
Atendimento Domiciliar. São Paulo. Iátria.2009
Silva, José Vitor da (organizador). Saúde do Idoso - Enfermagem - Processo de
Envelhecimento sob Múltiplos Aspectos. São Paulo. Iátria.2009
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Dopico da Silva, Lolita. Pereira, Sandra Regina Maciqueira. Mesquita, Ayla
Maria Farias de. Procedimentos de Enfermagem - Semiotécnica para o
Cuidado. Rio de Janeiro Guanabara Koogan. 2004
Jacob, Wilson Filho. Avaliação Global do Idoso. Rio de Janeiro. Atheneu. 2005
Luna, Rafael Leite - Sabra, Aderbal. Medicina de Família - Saúde do Adulto e
do Idoso. Rio de Janeiro Guanabara Koogan. 2006
Santos, Silvia Maria A. Idosos Família e Cultura: um Estudo Sobre a
Construção do Papel do Cuidador. São Paulo. Átomo Alínea. 2003
Freitas, Elizabete Viana de e cols. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de
Janeiro Guanabara Koogan. 2006
66
Nome da disciplina: SAÚDE COLETIVA I
Carga Horária: 60 horas
Ementa: Análise comparativa entre a promoção de saúde e as políticas
públicas de saúde para a população brasileira, sem identidade étnica e a
promoção de saúde e as políticas públicas de saúde para o afrodescendente e
o povo indígena. A relação entre saúde coletiva e educação ambiental. Saúde
coletiva e enfermagem. Ações básicas de saúde. Protocolos em Saúde
Coletiva. Atividade educativa. Ensino Clínico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Campos, Wagner de Souza Campos. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo.
Ed HUCITEC. 2006
Figueiredo, Nébia Maria Almeida de. Ensinando a Cuidar em Saúde Pública.
São Paulo. Yendis. 2005
Luz. Mabel Therezinha. Novos Saberes e Praticas em Saúde Coletiva. São
Paulo. Ed HUCITEC. 2005
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Aristides, Almeida Rocha & Chester, Luiz Galvão César. Saúde Pública - Bases
Conceituais. Rio de Janeiro. Atheneu. 2008
Figueiredo, Nébia. Tonini, Teresa. SUS e PSF para Enfermagem - Práticas
para o Cuidado em Saúde Coletiva. São Paulo. Yendis. 2008
Grisotti, Márcia e Patrício, Zuleica A Saúde Coletiva entre Discursos e
Práticas.Florianópolis. EDUFSC.
Porto, Andréa. Curso Didático de Enfermagem: Módulo I. São Paulo. Yendis.
2008
Viana, Dirce Laplaca,e Petenusso, Marcio. Manual para realização do exame
físico. São Paulo. Yendis. 2006
7º PERÍODO
Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO AO ADULTO EM
SITUAÇÃO CLÍNICA
Carga Horária: 100 horas
Ementa: Cuidado de Enfermagem aos adultos com afecções agudas e
crônicas em diferentes especialidades, em unidades de clínica médica,
ambulatórios e atendimento domiciliário. Prática em laboratório, em unidades
hospitalares, em unidades básicas e em domicílio.
67
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOUNDY, Janice. Enfermagem médico-cirúrgica. São Paulo: Reichmann e
Autores, 2005.
SPRINGHOUSE CORPORATION. Enfermagem médico-cirúrgica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
SMITH, Nancy E., TIMBY, Barbara K. Enfermagem médico-cirúrgica. São
Paulo: Manole, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DOENGES, Marilynn E., MOORHOUSE, Mary F., GEISLLER, Alice. Planos de
cuidado de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
KAWAMOTO, Emília E. Enfermagem em clínica cirúrgica. São Paulo: EPU,
1999.
SWEARINGEN, Pamela L. Manual de enfermagem no cuidado crítico. Porto
Alegre: Artmed, 2005.
Martins, Herlon Saraiva. Damasceno, Maria Cecília de Toledo. Awada, Soraia
Barakat. Pronto-Socorro Diagnóstico e Tratamento de Emergências-2ª Edição
Revisada e Ampliada. Barueri. Editora Manole. 2008
Figueiredo, Nébia Maria Almeida de.
Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2006
Laplaca. Dirce. Tratado Prático de
Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO A SAÚDE DA FAMÍLIA
Carga Horária: 80 horas
Ementa: Estrutura e dinâmica familiar. Definição e diferentes composições
familiares e suas interfaces com a saúde. Intervenções de enfermagem
aplicadas ao processo de cuidar da família. Programas e Políticas públicas
voltadas à saúde da comunidade: PACS, PSF.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CIANCIARULLO, Tamara Iwanow (Org.). Saúde na família e na comunidade.
São Paulo: Robe Editorial, 2002.
PEIXOTO, Clarice Ehlers; SINGLY, François; CICCHELLI, Vincenzo. Família e
individualização. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2000.
WRIGHT, L.M.; LEAHEY, M. Enfermeiras e famílias: um guia para avaliação e
intervenção na família. 3. ed. São Paulo: Roca, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
http://dtr2001.saude.gov.br/bvs
68
ACOSTA, Ana Rojas; VITALE, Maria Amália Faller (orgs.). Família: redes, laços
e políticas públicas. São Paulo: IEE/PUCSP, 2003.
BRASIL, Ministério da Saúde. Saúde da família: uma estratégia de organização
dos serviços de saúde. Brasília, 1997.
BRASIL, Ministério da Saúde. Avaliação da implantação e funcionamento do
Programa de Saúde da Família – PSF. Brasília, 2000.
COSTA, Elisa Maria Amorim; CARBONE, Maria Herminda. Saúde da família:
uma abordagem interdisciplinar. Rio de Janeiro: Rubio, 2004.
SILVA, Joana Azevedo; DALMASO, Ana Sílvia Whitaker. Agente comunitário
de saúde: o ser, o saber, o fazer. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2002.
VALLA, V.V.(Org). Saúde e Educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO AO DOENTE MENTAL
Carga Horária: 80 horas
Ementa: História da loucura e da enfermagem psiquiátrica. política de saúde
mental. Processo de atenção psiquiátrica integral. Transtornos mentais.
Psicofármacos. Trabalho em equipe. Dispositivos e propostas substitutivas de
atenção à saúde mental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
STUART, Gail W. Enfermagem psiquiátrica: princípios e prática 6. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2001.
JORGE, Maria Salete Bessa (org.). Saúde Mental; de a prática psiquiátrica
asilar ao terceiro milênio. São Paulo: Lemos, 2000
Stefanelli, Maguida Costa. Fukuda, Marlene Kuae; Arantes Evalda Cançado.
Enfermagem psiquiátrica em suas dimensões assistenciais. Barueri. Manole,
2008
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ESCOLA POLÍTÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÃNCIO (Org.), Textos de
apoio em saúde mental. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003.
MANZOLLI, M. C. (org) Enfermagem Psiquiátrica: da enfermagem psiquiátrica
à saúde mental. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
TAYLOR, Cecília. Fundamentos de enfermagem psiquiátrica de mereness. 13.
ed,. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
AMARANTE, Paulo. Loucos pela vida – a trajetória da Reforma Psiquiátrica no
Brasil. Rio de Janeiro: Panorama ENSP/FIOCRUZ, 1995.
69
TOWSEND, Mary C. Enfermagem Psiquiátrica. Conceitos de cuidado. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
http://dtr2001.saude.gov.br/bvs
Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO AS DOENÇAS
INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS
Carga Horária: 60 horas
Ementa: Doenças infecciosas e parasitárias de maior incidência no País e na
Região. Relação entre as doenças infecciosas e parasitárias no contexto da
saúde coletiva. Aplicação do método epidemiológico na clínica das doenças
infecciosas e parasitárias. Medidas de biosegurança. Prática em unidades
hospitalares, em unidades básicas de saúde, na comunidade e em Serviços de
Controle de Doenças Infecciosas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SACKETT, DAVID L. HAYNES, R. BRIAN. GUYAT, GORDON Epidemiologia
clínica. Porto Alegre: Artmed, 2008.
HINRICHSEN, Sylvia L. DIP – Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
HINRICHSEN, Sylvia L. Biossegurança e controle de infecções. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FLETCHER, Suzanne W., FLETCHER, Robert H. Epidemiologia clínica. Porto
Alegre: Artmed, 2006.
SANDE, Merle A., WILSON, Walter R. Doenças infecciosas: diagnóstico e
tratamento. Porto Alegre: Artmed, 2004.
SCHECHTER. Doenças infecciosas – conduta diagnóstica e terapêutica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
Baccarini Pires, Marco Túlio. Starling, Sizenando Vieira. Manual de Urgências
em Pronto-Socorro. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2006
Carvalho, Marcelo Gomes de Atendimento pré hospitalar para Enfermagem.
São Paulo. Editora Érica. 2004
Nome da disciplina: SAÚDE COLETIVA II
Carga Horária: 80 horas
Ementa: promoção e proteção à saúde com ênfase no perfil sócio-sanitário da
população abrangida. Programas de saúde e suas ações especificas
70
direcionadas à família, ao adulto, ao trabalhador. Programa Nacional de
imunização. Educação em saúde. Cuidado domiciliário. Práticas em Unidades
de Saúde da Família e comunidade (domicílio).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CIANCIARULLO, Tâmara Iwanow, SILVA, Gilberto T. R. da, CUNHA, Isabel C.
K. O. Nova estratégia em foco: o Programa de Saúde da Família. São Paulo:
Ícone, 2006.
HUCITEC, Giovenni Gurgel. Saúde No Brasil. São Paulo: Hicitec, 2006.
FIGUEIREDO, Nebia M. A. de. Ensinando a cuidar em saúde pública. São
Paulo: Yendis, 2008
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PEREIRA, Isabel Brasil. RAMOS, Marise Nogueira. Educação profissional em
saúde. Rio de janeiro: Fiocruz, 2006.
FONTINELE JUNIOR, Klinger. Programa Saúde da Família PSF) –
comentado/03. São Paulo: AB, 2008.
TEIXEIRA, Carmen Fontes, MELO, Cristina. Construindo distritos sanitários:
experiência da cooperação italiana no município de São Paulo. São Paulo:
Hucitec, 1995.
Gualda,Dulce Maria R. Bergamasco, Roselena B. Enfermagem, Cultura e o
Processo Saúde-Doença. São Paulo. Ícone.2004.
Paulino, Ivan. Bedin, Lívia Perasol Paulino, Lívia Valle Paulino. Estratégia
Saúde da Família. São Paulo. Ícone. 2009
8º PERÍODO
Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO AO ADULTO NA
CLÍNICA CIRURGICA
Carga Horária: 80 horas
Ementa: Cuidado de enfermagem nos diversos tipos de cirurgias. Estrutura e
funcionamento do centro cirúrgico e sala de recuperação pós-anestésica.
Cuidado de enfermagem no período perioperatório. Planejamento e execução
do cuidado de enfermagem ao adulto em condições cirúrgicas, incluindo
preparo para a alta e assistência no domicílio. A Comissão de Controle de
Infecção Hospitalar (C.C.I.H). Práticas em unidade hospitalar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MOURA, Maria L. P. de A. Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação pósanestésica. São Paulo: Senac, 2000.
71
SILVA, Maria D. A., RODRIGUES, Aparecida L., CESARETTI, Isabel U. R.
Enfermagem na unidade de centro cirúrgico. São Paulo: EPU, 1997.
SMITH, Nancy E., TIMBY, Barbara K. Enfermagem médico-cirúrgica. São
Paulo: Manole, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SANTOS, Nívea C. M. Enfermagem na prevenção e controle da infecção
hospitalar. São Paulo: Iátria, 2003.
SPRINGHOUSE CORPORATION. Enfermagem médico-cirúrgica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
STOCHERO, Oneide. Enfermagem em centro cirúrgico ambulatorial. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Martins, Herlon Saraiva. Damasceno, Maria Cecília de Toledo. Awada, Soraia
Barakat. Pronto-Socorro Diagnóstico e Tratamento de Emergências-2ª Edição
Revisada e Ampliada. Barueri. Editora Manole. 2008
Palomo, Jurema da Silva Herbas. Enfermagem em Cardiologia: cuidados
avançados. Raruei. São Paulo Ed Manole. 2007
Nome da disciplina: ENFERMAGEM NO CUIDADO EM EMERGÊNCIAS E
TRAUMAS
Carga Horária: 80 horas
Ementa: Cuidado de enfermagem à pacientes de alto risco e em emergência e
urgência, considerando as situações pré-hospitar, hospitalar e domiciliar.
Práticas em unidades hospitalares e comunidade (atendimento de via pública).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FIGUEIREDO, Nebia M. A. de. Cuidando em emergência. São Paulo: Difusão,
2004.
KNOBEL, Elias. Terapia intensiva – enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2006.
SANTOS, Nívea C. M. Urgência e emergência para a enfermagem. São Paulo:
Erica, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERTRAND, Yves, SONDAG, Jean-Pierr, HAUTE, Michel V. D. Urgencias
médicas em domicílio. São Paulo: Andrei, 1997.
FIGUEIREDO, Nebia M. A. de. Emergência. São Paulo: Yendis, 2008.
GOMES, Alice M. Enfermagem na unidade de terapia intensiva. São Paulo:
EPU, 2008.
72
Silva, Roberto Carlos Lyra da Feridas: Fundamentos e atualizações em
Enfermagem. São Paulo. Yendis. 2007
Sousa, Cristina Silva. Enfermagem em Monitorização Hemodinâmica São
Paulo. Iátria. 2009
Nome da disciplina: UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE I
Carga Horária:100 horas
Ementa: Desenvolvimento de atividades do aluno em Unidades da Rede
Básica dos serviços de saúde. Integração do aluno ao Programa de Saúde da
Família e outros programas de saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A ser indicada na época da implantação disciplina.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
A ser indicada na época da implantação disciplina.
Nome da disciplina: SERVIÇOS HOSPITALARES I
Carga Horária: 120 horas
Ementa: Desenvolvimento de atividades do aluno em unidades hospitalares
em âmbito ambulatorial e serviços de média complexidade, no campo gerencial
e no cuidado. Planejamento, organização e avaliação do cuidado de
Enfermagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A ser indicada na época da implantação da disciplina.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
A ser indicada na época da implantação da disciplina.
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Nome da disciplina: CIDADANIA (OPTATIVA)
Carga Horária:40 horas
Ementa: Compreensão das bases conceituais e históricas dos Direitos
Humanos, da reconstrução histórica no processo de afirmação dos Direitos
Humanos na sociedade brasileira, despertando nos alunos o interesse no
debate e na participação em questões afetas à cidadania e à vivência plena
dos direitos e contribuindo para o desenvolvimento de responsabilização.
73
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARAÚJO, Ulisses F.; AQUINO, Júlio Groppa. Os Direitos Humanos na Sala de
Aula: A Ética Como Tema Transversal. São Paulo: Moderna, 2001.
BENTO, Maria Aparecida Silva. Cidadania em Preto e Branco: discutindo as
relações sociais. São Paulo: Ática, 2002.
CANDAU, Vera e SACAVINO, Susana (orgs.). Educar em Direitos Humanos.
Rio de Janeiro: D& P Editora, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CANDAU, Vera Maria. Multiculturalismo e Direitos Humanos. In: REDE
BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS. Construindo a
Cidadania: Desafios para o Século XXI. Capacitação em Rede. Recife: RBDH,
2001.
COMPARATO, Fábio Konder. Afirmação Histórica dos Direitos Humanos.
2ª.Ed. São Paulo: Saraiva, 2001.
CANDAU, Vera Maria, et al. Oficinas Pedagógicas de Direitos Humanos.
Petrópolis: Vozes, 1995.
Sá Ana Cristina de. Toque Terapêutico pelo Método Krieger-Kunz . São Paulo.
Yendis. 2008.
Nome da disciplina: LIBRAS (OPTATIVA)
Carga Horária: 40 horas
Ementa: Aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. A
Língua de Sinais Brasileira - Libras: características básicas da fonologia.
Noções básicas de léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos
audio-visuais; Noções de variação. Praticar Libras: desenvolver a expressão
visual-espacial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Língua Brasileira de Sinais, Brasília Editor: SEESP/MEC Nº Edição: Ano: 1998.
BRITO Lucinda Ferreira Obra: Por uma gramática de línguas de sinais, Rio de
Janeiro Editor: Tempo Brasileiro Nº Edição: Ano: 1995
COUTINHO, Denise. Obra: LIBRAS e Língua Portuguesa: .Semelhanças e
diferenças, João Pessoa Editor: Arpoador Nº Edição: Ano: 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FELIPE, Tânia A. Obra: Libras em contexto, Brasília Editor: MEC/SEESP Nº
Edição: 7 Ano: 2007.
74
LABORIT, Emanuelle Obra: O Vôo da Gaivota, Paris Editor: Copyright Éditions
Nº Edição: Ano: 1994.
QUADROS, Ronice Muller. Obra: Língua de sinais brasileira: estudos
lingüísticos, Porto Alegre Editor: Artmed Nº Edição: Ano: 2004.
SACKS, Oliver W Obra: Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos, São
Paulo Editor: Companhia das Letras Nº Edição: Ano: 1998.
SKLIAR, Carlos Obra: A Surdez: um olhar sobre as diferenças, Porto Alegre
Editor: Mediação Nº Edição: Ano: 1998.
Nome da disciplina: TANATOLOGIA (OPTATIVA)
Carga Horária: 20 horas
Ementa: A morte em épocas e sociedades diversas; os diferentes conceitos
científicos de morte em nossa cultura e suas implicações na prática do
trabalhador de saúde. A morte na sociedade moderna ponderando sobre as
conseqüências da dificuldade dos psicólogos e demais profissionais de saúde
em lidar com o termino da vida.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
D' ASSUMPÇÃO, E. A. Morte e Espiritualidade. Cirplast: Belo Horizonte, 2006.
FRANCO MHP. Uma jornada contra o luto: a morte e o luto sob diferentes
olhares. Campinas: Editora Livro Pleno; 2002.
Giliolo, G. O pequeno médico. São Paulo: Clio, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KOVÁCS MJ. Educação para a morte: temas e reflexões. Casa do psicólogo;
2003.
WALSH F, McGoldrick M. Morte na família: sobrevivendo às perdas. Porto
Alegre: Artmed; 1998.
Rosa, Rudinei da. Tanatologia: uma interpretação. Revista Eletrônica ÁGORA.
Ano II, nº3, p.18-27, Dez 2006.
Carvalho, Lucimeire Santos; Oliveira, Milena Arão da Silva; Portela, Sandra
Cabral; Silva, Cátia Andrade da; OLIVEIRA, Ana Carla Petersen de;
CAMARGO, Climene Laura de. A morte e o morrer no cotidiano de estudantes
de Enfermagem. Revista de Enfermagem UERJ. 14(4):551:557, Out/Dez. 2006.
MOREIRA, Almir da Costa; LISBOA, Marcia Tereza da Luz. A morte - entre o
público e o privado: reflexões para prático profissional de enfermagem. Revista
de Enfermagem UERJ v.14. Rio de Janeiro set. 2006.
75
9º PERÍODO
Nome da disciplina: METODOLOGIA DE PESQUISA I (ELABORAÇÃO E
ENTREGA DO PROJETO DE PESQUISA)
Carga Horária:40 horas
Ementa: Execução de projeto de pesquisa em Enfermagem: delimitação do
tema, do referencial teórico e metodológico, levantamento bibliográfico.
Apresentação do projeto de pesquisa. Elaboração de nota prévia
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LOBIONDO-WOOD, Geri, HABER, Judith. Pesquisa em enfermagem: métodos,
avaliação crítica e utilização. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
MATHEUS, Maria Clara C. Pesquisa qualitativa em enfermagem. São Paulo:
LMP, 2006.
POLIT, Denise f., HUNGLER, Bernadette P., BECK, Cheryl T. Fundamentos de
pesquisa em enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2004
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SANTOS, Iraci dos. Prática da pesquisa nas ciências humanas e sociais. São
Paulo: Atheneu, 2005.
MINAYO, Maria Cecília de S., DESLANDES, Suely F. Pesquisa social.
Petrópolis: Vozes, 2002.
JACQUES, H. M. Gauthier. Pratica da Pesquisa nas Ciências Humana e
Sociais. Rio De Janeiro: Atheneu, 2005.
Schlittler Jose Maria Martins, A Nova Reforma Ortográfica da Língua
Portuguesa. Campinas. Servanda. 2009
Holanda, Aurélio Buarque de. Miniaurélio 2 x 1: de Acordo com a Nova
Reforma Ortográfica. Curitiba. Positivo. 2009
Nome da disciplina: SERVIÇOS HOSPITALARES II
Carga Horária: 120 horas
Ementa: Desenvolvimento de atividades do aluno em unidades hospitalares
em âmbito ambulatorial e serviços de média complexidade, no campo gerencial
e no cuidado. Planejamento, organização e avaliação do cuidado de
Enfermagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A ser indicada na época da implantação disciplina.
76
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
A ser indicada na época da implantação disciplina.
Nome da disciplina: SERVIÇOS HOSPITALARES II
Carga Horária: 120 horas
Ementa: Desenvolvimento de atividades do aluno em unidades hospitalares
em âmbito ambulatorial e serviços de alta complexidade, no campo gerencial e
no cuidado. Supervisão e avaliação do desempenho da equipe de enfermagem
e multidisciplinar em unidades hospitalares
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A ser indicada na época da implantação disciplina.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
A ser indicada na época da implantação disciplina.
Nome da disciplina: ESTÁGIO CURRICULAR I (EM SAÚDE MENTAL)
Carga Horária: 120 horas
Ementa: Atenção à saúde mental nas instituições renomeadas, observando o
cotidiano e o desenvolvimento da doença mental, objetivando cuidar do
indivíduo e aprendendo as diversas fases da doença mental. Atuando em todas
as suas fases do processo e realizando a integração da família e da
comunidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A ser indicada na época da implantação deste Estágio Supervisionado
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
A ser indicada na época da implantação deste Estágio Supervisionado
10º PERÍODO
Nome da disciplina: METODOLOGIA DE PESQUISA II (CONCLUSÃO E
APRESENTAÇÃO DO TCC)
Carga Horária: 80 horas
Conteúdo: Elaboração de trabalho de conclusão de curso: coleta dos dados,
análise dos dados, elaboração do relatório final. Apresentação do trabalho de
conclusão de curso. Elaboração de artigo científico e de resumos/abstract,
elaboração de pôsteres e data-show.
77
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LOBIONDO-WOOD, Geri, HABER, Judith. Pesquisa em enfermagem: métodos,
avaliação crítica e utilização. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
MATHEUS, Maria Clara C. Pesquisa qualitativa em enfermagem. São Paulo:
LMP, 2006.
POLIT, Denise f., HUNGLER, Bernadette P., BECK, Cheryl T. Fundamentos de
pesquisa em enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MINAYO, Maria Cecília de S., DESLANDES, Suely F. Pesquisa social.
Petrópolis: Vozes, 2002.
SANTOS, Iraci dos. Prática da pesquisa nas ciências humanas e sociais. São
Paulo: Atheneu, 2005.
MAY, Tim. Pesquisa Social. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Schlittler Jose Maria Martins, A Nova Reforma Ortográfica da Língua
Portuguesa. Campinas. Servanda. 2009
Holanda, Aurélio Buarque de. Miniaurélio 2 x 1: de Acordo com a Nova
Reforma Ortográfica. Curitiba. Positivo. 2009
Nome da disciplina:
HOSPITALARES)
ESTÁGIO
CURRICULAR
II
(EM
SERVIÇOS
Carga Horária:160 horas
Ementa: Desenvolvimento de atividades do aluno em unidades hospitalares
em âmbito ambulatorial e serviços de alta complexidade, no campo gerencial e
no cuidado. Supervisão e avaliação do desempenho da equipe de enfermagem
e multidisciplinar em unidades hospitalares
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A ser indicada na época da implantação deste Estágio Supervisionado
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
A ser indicada na época da implantação deste Estágio Supervisionado
Nome da disciplina:
HOSPITALARES)
ESTÁGIO
CURRICULAR
III
(EM
SERVIÇOS
Carga Horária:160 horas
Ementa: Desenvolvimento de atividades do aluno em unidades hospitalares
em âmbito ambulatorial e serviços de alta complexidade, no campo gerencial e
78
no cuidado. Supervisão e avaliação do desempenho da equipe de enfermagem
e multidisciplinar em unidades hospitalares
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A ser indicada na época da implantação deste Estágio Supervisionado
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
A ser indicada na época da implantação deste Estágio Supervisionado
1.7-
Metodologia
Com a estruturação de Módulos e de Eixos de Integração, a metodologia
do ensino, neste Projeto, é a essência do processo de aprendizagem,
garantindo sua qualidade e eficácia, possibilitando que os estudantes
aprendam conceitos e teorias; desenvolvam capacidades e habilidades de
pensar e agir, formando atitudes e valores para que se realizem como
profissionais e cidadãos.
A metodologia da problematização é o pano de fundo básico, e
estimulará a motivação e a orientação, estabelecendo uma comunicação
desafiadora com o estudante, onde o estudo dos conteúdos baseia-se na
resolução de problemas, na análise e no desenvolvimento da capacidade de
fazer generalizações, deslindando na aquisição de capacidades cognitivas,
sensitivas e motoras.
Esta linha metodológica de ensino pressupõe a observação de uma
realidade; a identificação de dificuldades, carências, discrepâncias, de várias
ordens, que são transformadas em problemas, ou seja, problematizadas. Estas
dificuldades são estudadas constituindo “ponto-chave” do ensino e são
investigadas no ambiente da sala de aula, na biblioteca, no campo de ensino
clínico e estágio curricular, buscando possíveis soluções, que são debatidas
com o objetivo de ancorar os conteúdos, efetivando a aprendizagem.
Com a utilização desta linha metodológica é possível conduzir o
estudante a uma atuação inovadora e transformadora na área assistencial e de
ensino, ao exercício da Enfermagem Holística, onde a aplicação dos
conhecimentos – competências e habilidades - se torna presente e expressa o
cuidar transcultural.
Nesta aprendizagem o estudante incorpora a ciência/arte do cuidar
como instrumento de interpretação profissional, ao ser desafiado a aprender e
apreender num contexto real, onde a convivência com variáveis incita a
exploração, o resgate de conhecimentos para a solução de problemas,
recriando maneiras de ser e agir na execução do cuidado transcultural.
Os próprios eixos de integração curricular do Projeto Pedagógico, ao
perpassar diversos conteúdos de aprendizagem, a interdisciplinaridade e a
79
perspectiva transversal, impulsionam a utilização de metodologias de ensino
onde o desafio esteja presente e materializando-se a busca de soluções.
Com estes princípios, ao iniciarmos o Curso de Graduação em
Enfermagem, os conteúdos pedagógicos foram desdobrados em quatro
dinâmicas: preleção (aula teórica), aula de laboratório (treinamento de
técnicas), Ensino Clínico (atividade prática exercida em ambientes
diferenciados que favoreçam o treinamento real), e Estágio Supervisionado
(execução da assistência de enfermagem em ambientes institucionais que
desenvolvam o cuidado ao cliente/família e comunidade associado à atividade
de extensão e pesquisa).
1.7.1- Fundamentação Teórico-Metodológica do Curso
Os princípios metodológicos, delineados nas diretrizes pedagógicas, são
consignados no projeto pedagógico do Curso, com o objetivo de conduzir o
educando a aprender a ser, a fazer, a viver em sociedade e a conhecer, para a
formação de um perfil profissional universalista, mas centrado em
especificidades indispensáveis à empregabilidade, tais como:
1- comportamento humano e ético,
2- criatividade e inovação,
3- aprendizagem continuada,
4- trabalho em equipes multidisciplinares,
5- domínio de comunicação e expressão e
6- domínio de procedimentos básicos no uso de microcomputadores,
navegação nas redes da tecnologia da informação e uso dos instrumentos
laboratoriais específicos.
1.7.2- Integralização do PPC com o PPI
O Projeto Pedagógico do Curso guarda coerência com o Projeto
Pedagógico Institucional quanto ao referencial teórico-metodológico, princípios,
diretrizes, abordagens, estratégias e ações.
O curso será implementado com base nas seguintes diretrizes gerais:
a) O ensino deve ser ministrado a partir de metodologias de ensino que
promovam o desenvolvimento de competências e habilidades requeridas na
formação integral do estudante, especialmente o cidadão e o profissional;
80
b) Os currículos dos cursos devem atender às diretrizes curriculares
nacionais, estabelecidas pelo Ministério da Educação e os planos de ensino
devem refletir conteúdos inovadores e voltados para a formação integral do
aluno;
c) A avaliação do processo ensino-aprendizagem deve levar em
consideração todos os aspectos formativos, cabendo ao professor muito mais o
papel de orientador, envidando esforços para despertar as potencialidades do
educando;
d) Em todos os cursos haverá um espaço curricular para o
desenvolvimento de Atividades Complementares ou Estudos Independentes,
destinados a trabalharem aspectos interdisciplinares na formação do aluno e a
oferecerem oportunidades de ampliação dessa formação, em áreas afins;
e) A teoria e prática devem caminhar juntas. A aplicação prática das
teorias será promovida e incentivada, em todas as ações pedagógicas;
f) A Faculdade deve estender à comunidade social as suas ações de
ensino e as práticas investigativas, sob a forma de extensão, com a oferta de
cursos e serviços, mediante convênios com as entidades da sociedade civil
organizada ou diretamente à população.
O Curso mantém coerência com as finalidades da Faculdade que
pretende:
1- promover a educação superior;
2- estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico
e do pensamento reflexivo;
3- formar cidadãos nas diferentes áreas do conhecimento, aptos para a
inserção em setores profissionais, participar do desenvolvimento da sociedade
brasileira e colaborar na sua formação continua;
4- incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao
progresso das ciências, da tecnologia, criação e difusão da cultura e desse
modo desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive;
5- promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e
técnicos que constituem patrimônio da humanidade e transmitir o saber através
do ensino e outras formas de comunicação;
6- suscitar o interesse permanente de aperfeiçoamento cultural e
profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando as
informações adquiridas, numa estrutura intelectual sistematizadora do
conhecimento de cada geração;
7- realizar intercâmbio mediante convênios com outras instituições para
a obtenção dos seus objetivos;
8- estimular o conhecimento dos problemas do mundo atual de
dimensões Internacionais, nacionais e regionais, prestar serviços
81
especializados á comunidade e estabelecer com esta uma relação de
reciprocidade e
9- promover a extensão aberta á participação da comunidade onde está
inserida, visando à difusão das conquistas resultantes da criação cultural e da
pesquisa.
1.7.3- Integralização do PPC com o PDI
O Curso guarda congruência com a política de responsabilidade social
da Faculdade, especialmente, no que se refere à sua contribuição em relação à
inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio
ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural do
município e do Estado do Rio de Janeiro.
O Curso está compromissado com as metas institucionais da FGS,
expressas em seu PPI e PDI, quais sejam:
a) Consolidar, até o final do próximo quinquênio, o ensino de graduação
e a pós-graduação, definindo o perfil institucional.
O projeto do curso cumpre as diretrizes e ações da Faculdade,
contemplando:
1- diretrizes pedagógicas específicas, de cada curso, para o
desenvolvimento de competências e habilidades que atendam ao perfil
desejado dos egressos,
2- currículo dos cursos que atendam às diretrizes curriculares nacionais,
estabelecidas pelo Ministério da Educação, e às peculiaridades da cidade do
Rio de Janeiro, princípios metodológicos contemporâneos e inovadores;
3- processos de avaliação contínua da aprendizagem, com a
participação intensa dos professores na formulação das ações para o
cumprimento deste objetivo;
4- fortalecer a fraternidade no ambiente educacional e organizacional,
possibilitando as condições adequadas para a aprendizagem e a convivência
comunitária.
O projeto pedagógico do Curso atende às diretrizes curriculares gerais
estabelecidas pelo Ministério da Educação para os cursos superiores da área
da saúde, e especificamente para o bacharelado em Enfermagem.
82
1.8-
Estágio curricular supervisionado
O Curso de Enfermagem prioriza o Ensino Clínico, de modo que as
disciplinas sejam desenvolvidas em três momentos que se interligam: o ensino
teórico, o ensino teórico-prático e o ensino prático, que garantem a associação
da aula teórica com a prática.
Esta estrutura das atividades de ensino não está dissociada da atividade
de extensão e pesquisa, uma vez que as atividades práticas são realizadas em
ambientes que permitem o estudo de casos e situações relacionadas à área da
Enfermagem. Afinal, as disciplinas assim estruturadas permitem através do
ensino clínico o desenvolvimento de atividades de análise crítica e aplicação do
aprendizado teórico à prática na execução de diferentes atividades.
O planejamento do ensino clínico é amplamente discutido, cabendo ao
professor e ao aluno organizar a atividade nos cenários compatíveis, a debater
as práticas a serem executadas e a avaliação. Com esta dinâmica a cada
semestre os cenários e as formas de ação podem ser alterados adequando-se
aos problemas emergentes do contexto.
O ensino clínico envolve o conhecimento do cenário e da clientela, a
identificação dos problemas, as propostas de formas de intervenções, e a
construção de um relatório final.
Com o desenvolvimento dos conteúdos de ensino clínico há um preparo
gradual do estudante para o estágio curricular supervisionado.
1.8.1- Ensino Clínico e Estágio Curricular Supervisionado
Com os eixos de integração colocamos o estudante em contato com o
cliente numa progressão coerente do conhecimento, em suas expressões e
fases evolutivas, enfocando o viver saudável, o respeito ao indivíduo no seu
contexto cultural, sob a forma de Ensino Clínico.
Estes eixos integrativos associam conhecimentos da área básica com a
específica, a teoria ao exercício prático, assegurando a presença de atividades
práticas do primeiro ao sexto períodos do Curso, permeando toda a formação
do Enfermeiro, de forma integrada e interdisciplinar. Estas atividades práticas
são denominadas Ensino Clínico.
83
Disciplinas Ensino Clínico
Conteúdo programático
Pré-requisito
Enfermagem no cuidado a saúde da
criança e adolescente II.
Enfermagem no cuidado a saúde da criança e
adolescente I
Enfermagem no cuidado ao adulto em
situação clinica.
Enfermagem no cuidado ao idoso.
Enfermagem no cuidado ao idoso.
Semiologia e semiotécnica II
Saúde coletiva II
Saúde coletiva I
Enfermagem no cuidado ao doente
mental.
Saúde Mental I.
Enfermagem no cuidado a emergência e
traumas
Semiologia e semiotécnica II / Enfermagem no
cuidado ao adulto em situação clinica.
Enfermagem no Cuidado a criança e
adolescente II
Enfermagem no cuidado a criança e
adolescente I.
Enfermagem no cuidado ao adulto em
situações cirúrgicas.
Semiologia e semiotécnica II
Estas disciplinas são desenvolvidas em três momentos que se
interligam: o ensino teórico, o ensino teórico-prático e o ensino prático,
correspondentes ao percentual equitativo de carga horária, que garantem a
associação da aula teórica com a prática.
Esta estrutura das atividades de ensino não está dissociada da atividade
de extensão e pesquisa, uma vez que as atividades práticas são realizadas em
ambientes externos e prestando serviços à comunidade, expresso na execução
de cuidados vinculados aos conteúdos programáticos, e este serviço prestado
a comunidade gera um relatório que caracteriza a atividade de pesquisa.
Estas disciplinas assim estruturadas permitem através do ensino clínico
o desenvolvimento de atividades de análise crítica e aplicação do aprendizado
teórico à prática, principalmente os conteúdos de semiologia e semiotécnica,
na execução de diferentes atividades.
Inicialmente, o ensino clínico aproxima o estudante da clientela
supostamente saudável, o escolar, o adolescente, o trabalhador e o idoso,
ofertadas durante todo Curso.
Após o ensino-clínico o estudante adentra nos ambientes, nas unidades
de saúde coletiva e de internação hospitalar, atendendo a clientela com
possíveis agravos ou que necessita de proteção específica. O ensino clínico “o espaço formativo” - permite ao estudante concretizar o “treinamento” em
situações reais, acompanhado por um docente que direciona e supervisiona
seus “passos”.
84
Neste “espaço formativo” o estudante adota comportamento de
superação, busca um diálogo aberto com o professor, que adota uma postura
de vigilância e incentivo, auxiliando na identificação de problemas, na busca
por soluções, na incorporação de novas formas de agir adequadas ao exercício
profissional.
O planejamento do ensino clínico é amplamente discutido, cabendo ao
professor e ao aluno organizar a atividade nos cenários compatíveis, a debater
as práticas a serem executadas e a avaliação. Com esta dinâmica a cada
semestre os cenários e as formas de ação podem ser alterados adequando-se
aos problemas emergentes do contexto.
O ensino clínico envolve o conhecimento do cenário e da clientela, a
identificação dos problemas, as propostas de formas de intervenções, e a
construção de um relatório final.
Com o desenvolvimento dos conteúdos de ensino clínico a um preparo
gradual do estudante para o estágio curricular supervisionado.
O estágio curricular supervisionado pressupõe assim, um estudante
“pré-profissional”, capaz de exercer atividades sob o gerenciamento de
preceptor (articulando docente-enfermeiro assistencial), que será responsável
pelo acompanhamento avaliativo. Desta forma o preceptor avaliará o
posicionamento correto do estudante no que se refere à aquisição de
competências e habilidades, treinadas e introjetadas anteriormente no ensino
clínico.
As disciplinas que compõem o estágio curricular são:
Quadro Disciplinas Estágio Supervisionado
Estágio curricular I (Saúde mental)
Estágio curricular na assistência de
Enfermagem em situações relacionadas à
saúde mental: atendimento, procedimentos
e encaminhamentos específicos
Totalizar 120 horas obrigatórias
Estágio curricular II (unidades básicas de
saúde)
Estágio curricular na assistência de
Enfermagem em situações clínicas
Totalizar 160 horas de obrigatórias
Estágio curricular na assistência de
Enfermagem em situações cirúrgicas
Estágio curricular III (em serviços
hospitalares)
Estágio curricular na assistência de
Enfermagem a mulher e a criança
Totalizar 160 horas de obrigatórias
No estágio curricular supervisionado o estudante tem maior liberdade
para a tomada de decisão e assim pode ganhar segurança e maturidade,
entretanto, suas ações continuam “monitorizadas”.
85
Associadas ao ensino clínico e estágio curricular supervisionado, as
atividades complementares estão vinculadas à atividade de extensão
assistencial, executadas por estudantes com supervisão docente, auxiliando na
articulação de conhecimentos e na aquisição de competências e habilidades.
As atividades de ensino clínico são realizadas em ambientes internos
(sala de espera da Clínica Escola – Consultórios na Clinica Escola) e externos
da instituição, como escolas, creches, empresas, clínicas de repouso e
unidades de saúde coletiva.
O estágio curricular supervisionado ocorrerá em ambiente interno (sala
de espera da Clínica Escola de Enfermagem – Consultórios na Clinica Escola
da Gama e Souza, espaço de atendimento do laboratório da Saúde da Mulher
e da Criança), unidades de saúde coletivas e unidades hospitalares
conveniadas.
Quanto à relação docente por números de alunos nas atividades práticas
mantemos a seguinte norma:
a) Disciplinas com conteúdos práticos:
A proporção de alunos por professor na aula teórica é de um
docente para no máximo 20 alunos.
A proporção de um professor para no máximo 10 alunos nas
atividades práticas será utilizada em uma proporção menor e
adequada ao cenário, e com processo de ensino-aprendizagem
caso necessário.
b) Disciplinas estágio curricular: 8 a 10 alunos trabalhando de forma
conjunta com o preceptor (enfermeiro assistencial).
A institucionalização das atividades de Ensino Clínico e Estágio
Curricular Supervisionado serão normatizadas pelo Regulamento do Ensino
Clínico e Estágio Curricular.
1.9-
Atividades complementares
Por meio das Atividades Complementares ou Estudos Independentes
hão de se estabelecer diretrizes que permitam ao estudante trilhar sua própria
trajetória acadêmica, preservando sua identidade e sua vocação. Tais
atividades ampliam o espaço de participação do aluno no processo didáticopedagógico, no qual deve ser sujeito da relação pedagógica, consoante a
tendência da legislação e das políticas educacionais no sentido de flexibilizar
os cursos, dando oportunidade ao aluno de buscar uma formação de acordo
com suas aptidões.
Desse modo, as atividades são realizadas sob a orientação de um
docente, podendo compreender setores diversos referentes à Enfermagem,
além de atividades de extensão, monitoria de disciplinas do curso, estágios
86
extracurriculares, visitas técnicas, participação em congressos, seminários e
outros eventos. Comporta também outros temas e assuntos atuais de interesse
nacional ou internacional e a aplicação de novas tecnologias e tendências para
o setor.
As Atividades Complementares são parte integrante da formação do
Enfermeiro e devem integralizar uma carga horária mínima de 200 horas, que
serão adicionadas à carga horária total do curso. As atividades serão
desenvolvidas no decorrer do curso, a fim de que o tornem mais dinâmico, com
ênfase especial no estímulo à capacidade criativa e à corresponsabilidade do
aluno no processo de sua formação.
As Atividades Complementares deverão ser desenvolvidas ao longo de
todo o curso em desdobramentos que correspondam a disciplinas especiais,
eventos diversos, cursos de línguas, informática, programas de pesquisa e
extensão, representação discente, mediante acompanhamento do órgão
responsável pelo curso e pelas Atividades Complementares e anotações da
Secretaria Geral da Faculdade Gama e Souza para registro no histórico escolar
do aluno.
O Curso de Enfermagem apresenta o estímulo do cumprimento das
Atividades Complementares associadas ao ensino clínico e estágio curricular
supervisionado, de modo que elas estejam vinculadas à atividade de extensão
assistencial, executadas por estudantes com supervisão docente, auxiliando na
articulação de conhecimentos e na aquisição de competências e habilidades.
Tais atividades ampliam o espaço de participação do aluno no processo
didático-pedagógico, no qual deve ser sujeito da relação pedagógica,
consoante a tendência da legislação e das políticas educacionais no sentido de
flexibilizar os cursos, dando oportunidade ao aluno de buscar uma formação
consentânea com suas aptidões.
As Atividades Complementares objetivam:
a) Proporcionar aos alunos a oportunidade de aprofundar os
conhecimentos adquiridos em atividades extracurriculares e extraclasse, além
de conhecer novas tecnologias e novos paradigmas educacionais.
b) Possibilitar o refinamento cultural do alunado e a interseção entre o
saber formal o saber informal, através da experimentação de produtos e
serviços culturais de diversas naturezas.
Isso significa o aproveitamento de estudos adquiridos pelo estudante,
em atividades extraclasse, intra ou extramuro, acordado, previamente, entre o
aluno e a coordenação acadêmica do curso. Esses estudos podem ser
realizados na área do curso ou em qualquer área do conhecimento correlata ao
curso, na FACULDADE GAMA E SOUZA, em outra IES ou em qualquer
organização não-escolar. Os cursos podem ser presenciais ou à distância,
desde que estejam em conformidade com a legislação vigente acerca de
cursos de atualização, extensão e EAD. Cabe, ainda, o aproveitamento das
87
vivências culturais do alunado, variando da mostra cinematográfica a visitas
orientadas, por exemplo.
1.10- Trabalho de conclusão de curso
A Faculdade Gama e Souza possui regulamento específico para a
redação de Trabalho de Conclusão de Curso. No caso do Curso de
Enfermagem, o TCC compreende a redação e defesa de estudo monográfico,
cujo regulamento segue, sintetizado, com a apresentação dos artigos que
melhor evidenciam a proposta da IES e do Curso de Enfermagem.
REGULAMENTO DE MONOGRAFIA
(TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO)
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º Este regulamento normatiza as atividades relativas ao trabalho de
conclusão de curso, integrante do currículo pleno ministrado, indispensável
à colação de grau, no âmbito da Faculdade Gama e Souza.
Art. 2º O trabalho de conclusão de curso – TCC, elaborado sob a forma de
monografia, relatando uma pesquisa individual orientada, objetiva propiciar
aos alunos do curso:
I - a ocasião de demonstrar o grau de habilitação adquirida;
II - o aprofundamento temático;
III - o estímulo à produção científica e à consulta de bibliografia
especializada;
IV - o aprimoramento da capacidade de interpretação e crítica científica.
CAPÍTULO II
DAS ATRIBUIÇÕES DOS ÓRGÃOS ENVOLVIDOS
Art. 3º Compete às Coordenações de cursos:
I - designar os professores orientadores;
II - analisar, em grau de recurso, as decisões e avaliações dos professores
orientadores;
III - tomar, em primeira instância, todas as demais decisões e medidas
necessárias ao efetivo cumprimento deste regulamento.
88
Parágrafo único. Das decisões das Coordenações de cursos cabe recurso
em última instância, à Congregação.
Art. 4º As Coordenações de Cursos podem convocar, se necessárias,
reuniões com os professores orientadores, buscando cumprir e fazer
cumprir este regulamento.
CAPÍTULO III
DOS PROFESSORES ORIENTADORES
Art. 5º O trabalho de conclusão de curso é desenvolvido sob a orientação
de professor da instituição, lotado em qualquer Coordenação.
Parágrafo único. O TCC é atividade de natureza acadêmica e pressupõe a
alocação de parte do tempo de ensino dos professores à atividade de
orientação, na forma prevista no plano de carreira docente.
Art. 6º O professor orientador é escolhido, livremente, pelo aluno, que
deverá considerar, nessa escolha, os prazos estabelecidos neste
regulamento para entrega do projeto de monografia.
Art. 7º Ocorrendo a hipótese de o aluno não encontrar nenhum professor
que se disponha a assumir a sua orientação, a indicação do seu orientador
será feita pelo Coordenador do Curso.
Art. 8º Cada professor pode orientar, no máximo, dez alunos por ano.
Art. 9º A troca de professor orientador só é permitida quando outro docente
assumir formalmente a orientação, após a anuência expressa do professor
substituído e aprovação do Coordenador do Curso.
Parágrafo único. É da competência do Coordenador do Curso a solução de
casos especiais, podendo ele, se entender necessário, encaminhá-los para
decisão pelo Conselho de Curso.
Art. 10. O professor orientador tem, entre outros, os seguintes deveres
específicos:
I - frequentar as reuniões convocadas pelo Coordenador do Curso;
II - atender, semanalmente, aos alunos orientandos em horário previamente
fixado;
III - entregar, semanalmente, os formulários de frequência e avaliação
devidamente preenchidos e assinados;
IV - avaliar os relatórios parciais entregues pelos orientandos, ao término
da primeira etapa do TCC, atribuindo-lhes as respectivas notas;
89
V - participar das defesas para as quais estiver designado, em especial as
de seus orientandos;
VI - assinar, juntamente com os demais membros das bancas
examinadoras, as fichas de avaliação das monografias e as atas finais das
sessões de defesa;
VII - cumprir e fazer cumprir este regulamento.
Art. 11. A responsabilidade pela elaboração da monografia é integralmente
do aluno, o que não exime o professor orientador de desempenhar
adequadamente, dentro das normas definidas neste regulamento, as
atribuições decorrentes da sua atividade de orientação.
CAPÍTULO IV
DOS ALUNOS EM FASE DE REALIZAÇÃO DO TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 12. É considerado aluno em fase de realização de TCC, todo aquele
regularmente matriculado em qualquer das áreas de aprofundamento de
estudos;
Art. 13. O aluno em fase de realização do TCC tem, entre outros, os
seguintes deveres específicos:
I - frequentar as reuniões convocadas pelo Coordenador do Curso ou pelo
seu orientador;
II - manter contatos, no mínimo, quinzenais, com o professor orientador,
para discussão e aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar
eventuais faltas;
III - cumprir o calendário divulgado pela coordenadoria do curso para
entrega de projetos, relatórios parciais e monografia;
IV - entregar ao orientador, ao término da primeira etapa do TCC, relatório
parcial sobre as atividades desenvolvidas no período, em duas vias;
V - elaborar a versão final de sua monografia, de acordo com o presente
regulamento e as instruções do seu orientador;
VI - entregar ao coordenador do curso, ao término da segunda etapa do
TCC, cinco cópias de sua monografia, devidamente assinadas e visadas
pelo orientador, e cópia do arquivo em disquete, quando digitada em
computador;
VII - comparecer em dia, hora e local determinados para apresentação e
defesa da versão final de sua monografia;
90
VIII - cumprir e fazer cumprir este regulamento.
CAPÍTULO V
DAS ETAPAS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 14. A elaboração do TCC compreende duas etapas, a serem realizadas
em dois semestres subseqüentes, a saber:
I - a elaboração do TCC se inicia com a entrega do projeto de monografia
ao coordenador do curso, encerrando-se com a entrega do relatório parcial,
que é avaliado pelo orientador responsável;
II - a segunda etapa inclui a conclusão de pesquisa, a redação da
monografia e a sua defesa perante banca examinadora.
CAPÍTULO VI
DO PROJETO DE MONOGRAFIA
Art. 15. O aluno deve elaborar seu projeto de monografia de acordo com
este regulamento e com as orientações do seu professor orientador.
Parágrafo único. A estrutura formal do projeto deve seguir os critérios
técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre documentação, no que
forem aplicadas.
Art. 16. A estrutura do projeto de monografia compõe-se de:
I - apresentação;
II - objeto;
III - objetivos;
IV - justificativa;
V - revisão bibliográfica;
VI - metodologia;
VII - cronograma;
VIII - levantamento bibliográfico inicial;
IX - instrumento de pesquisa (quando houver pesquisa de campo).
Art. 17. O projeto de monografia deve ser entregue ao Coordenador de
Curso em duas vias, assinadas pelo aluno e visadas pelo orientador
responsável, até o final do período de matrícula regular.
91
§ 1º Cabe, ao Coordenador de Curso, assistido pelos professores
orientadores, a avaliação e aprovação dos projetos apresentados pelos
alunos.
§ 2º O projeto reprovado deve ser devolvido ao aluno no prazo de, até
cinco dias, para que seja reformulado ou refeito e possa ser entregue
novamente ao Coordenador de Curso antes do término do período. Sendo
o projeto novamente reprovado, o aluno tem sua matrícula na disciplina
definitivamente cancelada.
§ 3º Aprovado o projeto de monografia, um exemplar é arquivado na
Coordenadoria do Curso, sendo o outro, devidamente assinado pelo
Coordenador e enviado ao professor orientador.
Art. 18. Para aprovação do projeto de monografia deve ser levado em
consideração a existência ou não de monografia já apresentada e
defendida com base em processo idêntico.
Art. 19. Aprovado o projeto de monografia, a mudança de tema só é
permitida mediante a elaboração de um novo projeto e preenchimento dos
seguintes requisitos:
I - ocorrer a mudança dentro de um prazo não superior a trinta dias,
contados da data de início do período letivo;
II - haver aprovação do professor orientador;
III - existir a concordância do professor orientador em continuar com a
orientação, ou a concordância expressa de outro docente em substituí-lo;
IV - haver a aprovação do Coordenador do Curso.
Parágrafo único. Pequenas mudanças que não comprometam as linhas
básicas do projeto são permitidas a qualquer tempo, desde que com
autorização do orientador.
CAPÍTULO VII
DO RELATÓRIO PARCIAL
Art. 20. O relatório parcial sobre o desenvolvimento do TCC deve conter
informações detalhadas acerca das pesquisas e estudos realizados nessa
primeira fase.
§ 1º Aplicam-se à avaliação do relatório parcial, no que couberem, os
mesmos critérios, notas e conceitos utilizados para avaliação das demais
disciplinas.
92
§ 2º O aluno que tiver seu relatório parcial reprovado deve refazê-lo,
mantendo-se ou não, a seu critério, o mesmo tema.
§ 3º Havendo a manutenção do tema, a substituição do orientador depende
da sua expressa concordância e da aceitação da orientação por outro
docente da área específica.
CAPÍTULO VIII
DA MONOGRAFIA
Art. 21. A estrutura da monografia compõe-se de:
I - folha de rosto;
II - folha de aprovação;
III - sumário;
IV - introdução;
V - desenvolvimento;
VI - considerações finais (ou conclusão);
VII - referências bibliográficas (ou bibliografia);
VIII - anexos (quando for o caso).
Art. 22. A monografia deve ser apresentada preenchendo os seguintes
requisitos:
I - datilografada ou impressa em espaço dois, em papel branco tamanho
A4;
II - a soma das margens inferior e superior não podem ultrapassar seis
centímetros;
III - a soma das margens laterais não pode ultrapassar cinco centímetros;
IV - encadernado em brochura ou espiral;
V - o corpo do trabalho (introdução, desenvolvimento e conclusão) deve
possuir, no mínimo, quarenta e, no máximo, cento e vinte páginas de texto
escrito.
Parágrafo único. Monografias que extrapolem o limite de tamanho
estabelecido no inciso V deste artigo são consideradas excepcionais e
necessitam, para apresentação, de aprovação do Coordenador do Curso.
93
CAPÍTULO IX
DA BANCA EXAMINADORA
Art. 23. A versão final da monografia é defendida pelo aluno perante a
Banca Examinadora, composta pelo professor orientador, que a preside, e
por outros dois membros, mediante indicação do Coordenador do Curso.
§ 1º Pode fazer parte da Banca Examinadora um membro escolhido entre
os professores de outras Coordenações com interesse na área de
abrangência da pesquisa.
§ 2º Quando da designação da Banca Examinadora, deve, também, ser
indicado um membro suplente, encarregado de substituir qualquer dos
titulares, em caso de impedimento.
Art. 24. A Comissão Examinadora somente pode executar seus trabalhos
com os três membros presentes.
§ 1º Não comparecendo algum dos professores designados para a Banca
Examinadora, deve ser comunicado, por escrito, a chefia da Coordenação.
§ 2º Não havendo comparecimento dos três membros da Banca
Examinadora, deve ser marcada nova data para defesa, sem prejuízo do
cumprimento da determinação presente no parágrafo anterior.
Art. 25. Todos os professores da Faculdade Gama e Souza podem ser
convocados para participarem das Bancas Examinadoras, em suas
respectivas áreas de atuação, mediante indicação do Coordenador do
Curso.
Parágrafo único. Deve, sempre que possível ser mantida a equidade no
número de indicações de cada professor, para compor as Bancas
Examinadoras, procurando, ainda, evitar-se a designação de qualquer
docente para um número superior a dez Comissões Examinadoras.
CAPÍTULO X
DA DEFESA DA MONOGRAFIA
Art. 26. As sessões de defesa das monografias são públicas.
Parágrafo único. Não é permitido, aos membros das Bancas Examinadoras,
tornarem público os conteúdos das monografias, antes de suas defesas.
Art. 27. O Coordenador do Curso deve elaborar calendário fixando prazos
para entrega das monografias, designação das Bancas Examinadoras e
realização das defesas.
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§ 1º Quando a monografia for entregue com atraso, a relevância do motivo
deve ser avaliada pelo Coordenador do Curso.
§ 2º Não é permitido um segundo atraso, significando esse a reprovação na
respectiva disciplina.
Art. 28. Após a data limite para entrega das cópias finais das monografias,
o Coordenador do Curso divulga a composição das Bancas Examinadoras,
os horários e as salas destinadas às suas defesas.
Art. 29. Os membros das Bancas Examinadoras, a contar da data de sua
designação, têm o prazo de quinze dias para procederem à leitura das
monografias.
Art. 30. Na defesa, o aluno tem até 30 minutos para apresentar seu
trabalho e cada componente da Banca Examinadora até dez minutos para
fazer sua arguição, dispondo o discente, ainda, de outros dez minutos para
responder a cada um dos examinadores.
Art. 31. A atribuição das notas dá-se após o encerramento da etapa de
arguição, obedecendo ao sistema de notas individuais por examinador,
levando em consideração o conteúdo do texto, a sua exposição oral e a
defesa na arguição pela Banca Examinadora.
§ 1º Utiliza-se, para atribuição das notas, fichas de avaliação individuais,
onde o professor apõe suas notas para cada item a ser considerado.
§ 2º A nota final do aluno é o resultado da média aritmética das notas
atribuídas pelos membros da Comissão Examinadora.
§ 3º Para aprovação, o aluno deve obter nota igual ou superior a seis
inteiros na média aritmética das notas individuais atribuídas pelos membros
das Bancas Examinadoras e não receber nota inferior a cinco inteiros de
qualquer um dos membros dessa Comissão.
Art. 32. A Banca Examinadora, por maioria, pode sugerir ao aluno que
reformule aspectos de sua monografia.
§ 1º Quando sugerida a reformulação de aspectos da monografia e
aceitando-a o aluno, atribui-se conceito “i” na respectiva disciplina.
§ 2º O prazo para apresentar as alterações sugeridas é de, no máximo,
sessenta dias, a contar da data da aceitação da reformulação pelo aluno.
§ 3º Entregues as novas cópias da monografia com as alterações
realizadas, reune-se novamente a Banca Examinadora, devendo, então,
proceder à avaliação, na forma prevista no artigo anterior, inexistindo, nova
defesa oral.
95
Art. 33. A Comissão Examinadora pode se reunir antes da sessão de
defesa pública e, se aprovado por maioria, devolver a monografia para
reformulações.
Parágrafo único. Nessa situação atribui-se conceito “i” na respectiva
disciplina, ficando a defesa marcada para até sessenta dias após, contado
da devolução da monografia ao aluno, feita essa mediante protocolo.
Art. 34. A avaliação final, assinada por todos os membros da Banca
Examinadora, deve ser registrada em ata, e, em caso de aprovação, na
cópia da monografia que é destinada à biblioteca.
Art. 35. O aluno que não entregar a monografia, ou que não se apresentar
para defesa oral, sem motivos justificados, está automaticamente
reprovado na respectiva disciplina.
Art. 36. Não há recuperação de nota atribuída à monografia, sendo a
reprovação, nos casos em que houver definitiva.
§ 1º Se reprovado, fica a critério do aluno continuar ou não com o mesmo
tema da monografia e com o mesmo orientador.
§ 2º Optando por mudança de tema, deve o aluno reiniciar todo o processo
para elaboração do TCC, desde a primeira etapa.
Art. 37. Ao aluno, cuja monografia haja sido reprovada, é vedada a defesa
da mesma ou de nova monografia, qualquer que seja a alegação, no
mesmo ano da reprovação.
CAPÍTULO XI
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 38. Este regulamento só pode ser alterado pela maioria absoluta dos
membros do Colegiado do curso, competindo a este dirimir as dúvidas
referentes à interpretação deste regulamento, bem como suprir as suas
lacunas, expedindo os atos complementares que se fizerem necessários.
CAPÍTULO XII
DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
Art. 39. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pela
Congregação.
Art. 40. Revogam-se as disposições em contrário.
96
1.11- Apoio ao discente
A Faculdade Gama e Souza possui um plano de acompanhamento ao
discente, formando um Núcleo de Orientação Psicopedagógica aos
ingressantes e egressos, que tem por objetivos:
a) Proporcionar ao acadêmico condições de auto realização,
favorecendo seu equilíbrio afetivo emocional, a fim de possibilitar
opções conscientes nas suas tarefas;
b) Estimular o ajustamento do aluno à IES, família e comunidade;
c) Assistir aos alunos que apresentem deficiência de aprendizagem
nesta ou naquela disciplina, ampliando o número de aulas ou
atividades acompanhadas pelos docentes;
d) Colaborar com os professores e administradores de ensino em face
de obtenção dos objetivos do processo ensino-aprendizagem;
e) Informar ao acadêmico as oportunidades de trabalho, através do
conhecimento de mercado do curso.
O Núcleo de Orientação Psicopedagógica - NOPED possui duplo valor:
de um lado a palavra “núcleo”, que congrega, integra, une pessoas, campos de
conhecimento; de outro, a palavra psicopedagogia, que aponta para a
profundidade do termo que lança, alcança e sugere caminhos de
desenvolvimento e de aprendizagem. Assim, sendo um dos pontos de ação do
projeto pedagógico e de desenvolvimento institucional da Faculdade Gama e
Souza - NOPED, por meio de seus colaboradores, compreende que uma das
contribuições da Instituição de Ensino Superior é desenvolver um projeto de
educação comprometido com o desenvolvimento da inteligência humana,
enquanto elaboração cada vez mais enriquecida de complexos simbólicos.
O processo de elaboração de complexos simbólicos é norteado por
quatro eixos fundamentais (encontrados na proposta de Célestian Freinet e
enriquecidos por Paulo Freire), referenciadores dos atuais parâmetros
curriculares. São eles:
a) aprender a conhecer;
b) aprender a fazer;
c) aprender a viver;
d) aprender a ser.
97
Tomando como ponto de partida tais eixos norteadores, são objetivos do
NOPED:
a) pesquisar a atual situação do corpo discente em relação à
aprendizagem, refletindo, criando e executando ações que permitam
a construção de um conhecimento acadêmico de qualidade;
b) mediar ações que possibilitem o auto-conhecimento do aluno com
vistas a disponibilizarem recursos internos para a construção de
conhecimento;
c) apoiar os alunos no processamento ensino-aprendizagem visando ao
uso pleno de seus recursos afetivos, relacionais na busca de
constituição de sua autoria;
d) facilitar as relações inter-pessoais do corpo discente descobrindo e
re-descobrindo suas diferentes linguagens;
e) apoiar, mediar, desenvolver ações que permitam o desenvolvimento
e a construção de conhecimento com qualidade de alunos portadores
de necessidades educativas especiais;
f) criar parcerias na organização de eventos que possibilitem o
aprimoramento acadêmico.
O NOPED, tencionando uma atuação coerente com os princípios
institucionais, normas e leis brasileiras, tem como princípio uma atuação sócioconstrutivista que afirma serem as estruturas do conhecimento e, por
conseguinte, da aprendizagem construídas pelo sujeito mediante, a sua ação
sobre o meio físico e social, como também por um processo de interação
dialética sujeito / meio sócio-cultural.
A atuação do NOPED permite a identificação da necessidade de
atendimento extra-classe, quando os alunos são auxiliados por professores,
com jornada diferenciada, especialmente na orientação para o processo de
aprendizagem e a implementação de nivelamento, a partir de diagnóstico
inicial, no primeiro semestre letivo de cada curso, que considera, também, a
avaliação em sala de aula como um instrumento diagnóstico que aponta e
corrige os rumos do processo de ensino e aprendizagem. Objetiva-se
desenvolver trabalhos de apoio com a oferta de cursos básicos de Matemática,
Português e Informática, além de poder acionar outros mecanismos como a
criação de grupos de trabalho de orientação didática; estímulo à participação
em eventos promovidos pela IES entre outros.
98
1.12- Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
A Faculdade Gama e Souza investe na cultura da avaliação, em parceria
com a Comissão Própria de Avaliação e com a apreciação periódica da
aplicação, desenvolvimento e implemento do Projeto Pedagógico; para tanto
considera itens importantes para o processo ocorrer de modo saudável e, por
conseguinte, producente. A finalidade é garantir a melhoria dos serviços
prestados à comunidade e seus objetivos são obter uma visão crítica e
diagnóstica da aprendizagem e da realidade, tanto do curso quanto
Institucional, analisando os problemas identificados e buscando soluções.
A auto avaliação do curso é uma das dimensões da avaliação
institucional da Faculdade Gama e Souza, ocorrendo a partir de metodologia
que considera aspectos plurais e variantes circunstanciais, utilizando, no
desenvolvimento do trabalho, a aplicação de questionários, visando:
a) a avaliação Docente e Discente;
b) a avaliação do Coordenador de Curso;
c) a avaliação dos Serviços e de Atendimentos.
As dimensões de cada avaliação são assim consideradas:
a) a avaliação docente consta da auto avaliação do professor, da
avaliação do aluno e do coordenador (são analisadas as variáveis:
processo de ensino, procedimentos de avaliação, relacionamento
professor / aluno e organização do trabalho);
b) a avaliação do coordenador é feita por ele mesmo (auto avaliação),
pelo corpo docente e discente;
c) os serviços e atendimentos são avaliados por todos os segmentos.
Ressaltamos que a auto avaliação do curso, por fazer parte de um
conjunto integrante da auto avaliação global e institucional, apresenta
instrumentos de avaliação sujeitos a modificações que projetam uma dinâmica
evolutiva em suas aplicações, buscando, através de suas reformulações,
melhor interpretar a realidade atualizada para encontrar soluções no sentido de
atingir ou manter seus objetivos de excelência de ensino.
A auto avaliação proposta para o curso objetiva oportunizar uma leitura
crítica e reflexiva capaz de gerar um diagnóstico de excelência que
compreenda o redimensionamento das ações como elementos importantes a
pontuar situações e estudos em momentos determinados e móveis. Daí a
proposta de uma avaliação como parte integrante dos processos formativos da
99
IES. Por este motivo ela deverá ser contínua, interativa e global, para não se
esgotar em momentos ou aspectos determinados. Assim, pode-se impedir, por
consequência, a fossilização do Projeto Pedagógico e de todas as estruturas
que lhe conferem vida e dinamismo.
O questionário e as fichas avaliativas pertinentes ao Projeto Pedagógico
fixam não somente as necessidades de atualização e refinamento do próprio
curso, mas, também, permitem tracejar as temáticas que devem ser analisadas
e discutidas e em que aspectos devem ser considerados, pois por tratar-se de
um instrumento de avaliação torna-se muitas vezes subjetivo àquilo que dele
se espera.
Os procedimentos de tratamento das informações alcançadas
consideram que os instrumentos devem ser, preferencialmente, aplicados a
todos os acadêmicos e docentes do curso; em seguida os dados levantados
são tabulados e compatibilizados às respostas obtidas. Tais resultados nos são
úteis para que problemas sejam esclarecidos e solucionados sem, no entanto,
eliminar dúvidas e divergências, porque delas são retiradas novas
interpretações e proposições que contribuem para o debate crítico.
É preciso, ainda, destacar que ao enfatizar o instrumento de avaliação,
seja da IES, seja do projeto pedagógico do curso, como um todo, ou como uma
das partes, significa interpretar a avaliação enquanto procedimento de
fundação, capaz de tornar transparente todos os matizes que compõem o
quadro institucional: desde o desempenho do professor e o aproveitamento do
aluno, até uma abordagem mais rigorosa acerca de tais questões, tomando
como base o espelhamento do projeto pedagógico sobre seus agentes e
atores; assim, compatibilizando-os com os objetivos mais amplos da IES.
1.12.1- ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO
Os processos de avaliação são diversificados e tencionam,
essencialmente, a produção técnica do alunado dirigida para a área de
Enfermagem.
As informações pertinentes à avaliação de aprendizagem e a auto
avaliação da FACULDADE GAMA E SOUZA, estão detalhadas a seguir.
1.12.1.1- Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem
A avaliação vem assumindo importância crescente em todos os
domínios, e, ao mesmo tempo, apresenta-se como um desafio ao tentar romper
100
modelos tradicionais tecnicistas, que utilizam a avaliação
exclusivamente para obter medição, em termos de rendimento.
única
e
A tendência é de que a avaliação amplie seus domínios para além do
seu âmbito tradicional, ou seja, da avaliação da aprendizagem, estendendo-se
de modo cada vez mais consciente, sistemático e fundamentado
cientificamente, às políticas educacionais, às reformas e inovações do sistema
educacional, dos projetos pedagógicos, dos currículos e dos programas.
O desafio que a avaliação representa para o docente é de que, apesar
de ser vista como um comportamento comum aos seres humanos, porque
estes estão constantemente se avaliando, não é tão óbvia quanta aparenta.
O conceito de avaliação recebe conotações mais ou menos particulares,
de acordo com o seu contexto, mas em sua essência avaliar é julgar algo ou
alguém quanto a seu valor. A avaliação é, sem dúvida, um julgamento,
valoração, no sentido em que ela não tem significado fora da relação com um
fim, e de um contexto em que o avaliador se pronuncia sobre o objeto avaliado
quanto ao seu sucesso ou fracasso.
A participação do acadêmico na avaliação se dá pela auto avaliação que
deve se realizar de forma crítica e reflexiva. Ela revela conhecimentos,
habilidades e valores, encoraja a reflexão do aluno, atende às diversidades de
interesses e facilita o diálogo entre alunos e professores.
A avaliação do desempenho escolar deve ser entendida como um
diagnóstico do desenvolvimento do aluno em relação ao processo ensinoaprendizagem na perspectiva de seu aprimoramento, tendo por objetivos:
diagnosticar a situação de aprendizagem do aluno para estabelecer
objetivos que nortearão o planejamento da prática docente;
verificar os avanços e dificuldades do aluno no processo de apropriação,
de construção e de recriação do conhecimento, em função do trabalho
desenvolvido;
fornecer aos professores elementos para uma reflexão sobre o trabalho
realizado, tendo em vista o planejamento constante;
possibilitar ao aluno tomar consciência de seus avanços e dificuldades,
visando ao seu envolvimento no processo ensino-aprendizagem;
embasar a tomada de decisão quanto à promoção ou retenção dos
alunos.
A FACULDADE GAMA E SOUZA, ao lado da avaliação tradicional,
vivencia o sistema formativo de avaliação, no qual não se mede
exclusivamente a capacidade de armazenamento de dados de cada aluno,
mas, principalmente, a sua evolução dentro da teia de conhecimentos da sua
área de formação, a sua capacidade de decidir e agir diante de situações
complexas que exijam conhecimento sólido e raciocínio lógico, assim como a
sua competência para promover o seu próprio crescimento intelectual e
profissional.
101
Acreditando nesta proposta, o curso de Enfermagem da FACULDADE
GAMA E SOUZA implementa as seguintes atividades de avaliação do processo
de ensino-aprendizagem:
1- realização, pelos alunos, de seminários, nos quais serão discutidos
novos temas, descobertas recentes na área, atualização de assuntos antes
abordados pelos professores e outros, sempre enriquecidos pelos recursos
tecnológicos de informação;
2- apresentação de trabalhos de pesquisa aplicada e desenvolvimento,
individuais e de grupo;
3- atividades de monitoria, visando o acompanhamento do desempenho
dos colegas, esclarecendo dúvidas, dando orientações específicas e trocando
ideias sobre determinado trabalho passado pelo professor, entre outras;
4- participação em atividades complementares, em eventos científicos
ou culturais e em atividades de extensão (cursos, palestras, seminários e
congressos, por exemplo);
5- provas formais.
1.12.1.2- Avaliação do Projeto Pedagógico e Integralização da
Auto Avaliação do Curso com a Auto Avaliação Institucional
A auto avaliação do Curso de Enfermagem contempla o processo de
avaliação institucional, delineado no Programa de Avaliação Institucional, que
integra o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Faculdade.
O Programa foi elaborado para atender à Lei n° 10.861, de 14 de abril de
2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior
(SINAES) e cria a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior
(CONAES) e a Comissão Própria de Avaliação (CPA) em cada IES do Sistema
Federal de Ensino.
O presente Programa foi estruturado com base na Portaria MEC n°
2.051, de 9/7/2004, e nos documentos Diretrizes para a Auto Avaliação das
Instituições e Orientações Gerais para o Roteiro da Auto Avaliação das
Instituições, editados pelo INEP.
Os parâmetros para o Curso de Enfermagem foram estabelecidos pela
Congregação, após amplo debate com a comunidade acadêmica (alunos,
professores e funcionários).
Os resultados das avaliações devem ser publicados periodicamente de
acordo com o calendário aprovado pela Diretoria da Faculdade.
A auto avaliação do curso é gerenciada e desenvolvida por uma
Comissão Própria de Avaliação (CPA), constituída por membros designados
pelo Diretor, que é parte integrante da Diretoria.
102
A CPA desenvolve suas atividades com apoio operacional da Diretoria e
a participação dos membros da comunidade acadêmica (alunos, professores e
pessoal técnico-administrativo), seus dirigentes e egressos. A CPA mantém
estreita articulação com os Departamentos, a fim de apoiar o processo interno
de auto avaliação de cada um.
A CPA deve especialmente:
a) Implantar e alimentar um banco de dados institucional, estabelecendo
os indicadores a serem utilizados no processo de auto avaliação.
b) Analisar o Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI e sua
adequação ao contexto da Instituição, no que diz respeito à missão
institucional, à concepção que fundamenta os cursos, aos currículos, além da
factibilidade do que foi projetado em termos de crescimento quantitativo e
qualitativo, considerando a evolução ocorrida desde o credenciamento.
c) Avaliar como se deu o processo de implantação proposto para efeito
de recredenciamento da Instituição, qual o nível de cumprimento das metas
estabelecidas, ano a ano, quais as principais distorções que dificultaram o
atingimento das metas pretendidas.
d) Analisar os resultados de processos avaliativos realizados pelo MEC,
como os exames nacionais de curso, os dados do questionário socioeconômico
respondido pelos alunos que se submeteram aos exames, os resultados das
Avaliações das Condições de Ensino (INEP) nos cursos de graduação. Neste
caso, no Curso de Enfermagem.
Serão avaliados, periodicamente:
a) Missão e PDI
finalidades, objetivos e compromissos da instituição, explicitados em
documentos oficiais;
concretização das práticas pedagógicas e administrativas e suas
relações com os objetivos centrais da Instituição, identificando
resultados, dificuldades, carências, possibilidades e potencialidades;
características básicas do PDI e suas relações com o contexto social e
econômico em que a instituição está inserida;
articulação entre o PDI e o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) no que
diz respeito às atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão
acadêmica, gestão institucional e avaliação institucional.
b) Ensino, Pesquisa e Extensão
concepção de currículo e organização didático-pedagógica (métodos,
metodologias, planos de ensino e de aprendizagem e avaliação da
aprendizagem) de acordo com os fins da instituição, as diretrizes
curriculares e a inovação da área;
103
práticas pedagógicas, considerando a relação entre a transmissão de
informações e utilização de processos participativos de construção do
conhecimento;
pertinência dos currículos (concepção e prática), tendo em vista os
objetivos institucionais, as demandas sociais (científicas, econômicas,
culturais etc.) e as necessidades individuais;
práticas institucionais que estimulam a melhoria do ensino, a formação
docente, o apoio ao estudante, a interdisciplinaridade, as inovações
didático-pedagógicas e o uso das novas tecnologias no ensino;
políticas institucionais para criação, expansão e manutenção da pósgraduação lato e stricto sensu;
política de melhoria da qualidade da pós-graduação;
integração entre graduação e pós-graduação;
formação de pesquisadores e de profissionais para o magistério
superior;
relevância social e científica da pesquisa em relação aos objetivos
institucionais, tendo como referência as publicações científicas, técnicas
e artísticas, patentes, produção de teses, organização de eventos
científicos, realização de intercâmbios e cooperação com outras
instituições nacionais e internacionais, formação de grupos de pesquisa,
política de investigação e políticas de difusão dessas produções;
vínculos e contribuição da pesquisa para o desenvolvimento local e
regional;
políticas e práticas institucionais de pesquisa para a formação de
pesquisadores, incluindo a iniciação científica;
articulação da pesquisa com as demais funções acadêmicas;
critérios para o desenvolvimento da pesquisa, participação dos
pesquisadores em eventos acadêmicos, publicação e divulgação dos
trabalhos;
concepção de extensão e de intervenção social afirmada no PDI;
articulação das atividades de extensão com o ensino e a pesquisa e com
as necessidades e demandas do entorno social;
participação dos estudantes nas ações de extensão e intervenção social
e o respectivo impacto em sua formação.
c) Responsabilidade Social
transferência de conhecimento e importância social das ações
universitárias e impactos das atividades científicas, técnicas e culturais,
para o desenvolvimento regional e nacional;
104
sensibilização do corpo discente para a importância social das ações
acadêmicas e o impacto de tais ações para o desenvolvimento social;
natureza das relações com o setor público, com o setor produtivo e com
o mercado de trabalho e com instituições sociais, culturais e educativas
de todos os níveis;
relacionamento com setores diversos da sociedade;
ações voltadas ao desenvolvimento da democracia, promoção da
cidadania, de atenção a setores sociais excluídos, políticas de ação
afirmativa etc.
d) A Comunicação com a Sociedade
estratégias, recursos e qualidade da comunicação interna e externa;
imagem pública da Instituição nos meios de comunicação social.
e) Políticas de Pessoal
planos de carreira para docentes e de cargos e salários para o pessoal
técnico-administrativo, com critérios claros de admissão e de
progressão;
programas de qualificação/capacitação profissional e de melhoria da
qualidade de vida de docentes e funcionários técnico-administrativos;
clima institucional, relações interpessoais, estrutura de poder, graus de
satisfação pessoal e profissional.
f) Organização e Gestão
existência de plano de gestão ou plano de metas: adequação da gestão
ao cumprimento dos objetivos e projetos institucionais e coerência com a
estrutura organizacional oficial e real;
funcionamento, composição e atribuição dos órgãos colegiados;
uso da gestão e tomadas de decisão institucionais em relação às
finalidades educativas;
uso da gestão estratégica para antecipar problemas e soluções;
modos de participação dos atores na gestão (consensual, normativa,
burocrática);
investimento na comunicação e circulação da informação (privativa da
gestão central ou fluida em todos níveis).
g) Infra-Estrutura Física e Acadêmica
adequação da infraestrutura da instituição (salas de aula, biblioteca,
laboratórios, áreas de lazer, transporte, hospitais, equipamentos de
105
informática, rede de informações e outros serviços da infra-estrutura
acadêmica) às funções de ensino, pesquisa, extensão e gestão;
políticas institucionais de conservação, atualização, segurança e de
estímulo à utilização dos meios em função dos fins;
utilização da infra-estrutura no desenvolvimento de práticas pedagógicas
inovadoras.
h) Planejamento e Avaliação
adequação e efetividade do planejamento geral da instituição e sua
relação com o Projeto Pedagógico Institucional e com os projetos
pedagógicos dos cursos;
procedimentos de avaliação e acompanhamento do planejamento
institucional, especialmente das atividades educativas.
i) Políticas de Atendimento aos Estudantes
políticas de acesso, seleção e permanência de estudantes (critérios
utilizados, acompanhamento pedagógico, espaço de participação e de
convivência) e sua relação com as políticas públicas e com o contexto
social;
políticas de participação dos estudantes em atividades de ensino
(estágios, tutoria), iniciação científica, extensão, avaliação institucional,
atividades de intercâmbio estudantil;
mecanismos/sistemáticas de estudos e análises dos dados sobre
ingressantes, evasão/abandono, tempos médios de conclusão,
formaturas, relação professor/aluno e outros estudos tendo em vista a
melhoria das atividades educativas;
acompanhamento de egressos e de criação de oportunidades de
formação continuada;
inserção profissional dos egressos;
participação dos egressos na vida da Instituição.
j) Sustentabilidade Financeira
sustentabilidade financeira da instituição e políticas de captação e
alocação de recursos;
políticas direcionadas à aplicação de recursos para programas de
ensino, pesquisa e extensão.
O processo de auto avaliação conduzirá a relatórios conclusivos, ao final de
cada etapa, apoiado em relatório descritivo dos procedimentos e instrumentos
adotados, com a indicação de ações para correção de condições insuficientes
ou regulares e fortalecimento das ações consideradas suficientes.
106
1.13- Tecnologias de informação e comunicação — TICs — no processo
ensino-aprendizagem
A Faculdade Gama e Souza disponibiliza ao corpo docente e discente
uma estrutura satisfatória de Ambiente Virtual de Aprendizagem através da
implantação da Plataforma Moodle e da Intranet, além do próprio sítio da IES.
Tais ferramentas estão disponíveis, também, para o Curso de Enfermagem, de
modo que os professores poderão alimentar suas planilhas com trabalhos,
orientações, sugestões acadêmicas e profissionais, além de oferecer cursos de
extensão através desta modalidade.
As Tecnologias de Informação e Comunicação utilizadas são atualizadas
de acordo com a necessidade identificada pela coordenação da área; além
disto, sua composição não se restringe aos AVA, pois se encontra em
desenvolvimento a disponibilização da Revista Gama e Souza em formato
digital, além da proposta do Curso de Enfermagem de organizar seu próprio
informativo e apresentá-lo com edição online, contando com a participação de
colaboradores internos e externos.
O informativo, com o nome provisório de Plantão Extra, deverá abordar
matérias pertinentes às diversas áreas de interesse do curso, além de
apresentar resenhas; indicações de filmes, livros, peças de teatro e estudo de
casos específicos. O objetivo do informativo é estimular a vivência e a
experimentação a partir da leitura e reflexão acerca dos temas abordados.
Considerando a importância da ética na saúde, outra proposta do curso
é a organização de seminários e minicursos com a apresentação de matérias
impressas ou filmes que tratem do assunto de modo a gerar debates e, assim,
amadurecer e refinar a formação ética do profissional em Enfermagem.
1.14- Número de vagas
O Curso de Enfermagem propõe a oferta de 50 vagas no turno da
manhã e 100 vagas no turno da noite. Tal proposta toma como base a
realidade local e o estabelecimento de convênios, além das futuras instalações
de uma clinica-escola na área da Leopoldina — onde está instalado o Campus
III, onde já oferta o curso de bacharelado em Enfermagem, autorizado em 2011
—, que concentra o maior número de comunidades da cidade do Rio de
Janeiro, onde se destacam os principais centros de atrito e violência: o
107
Complexo da Maré e o Complexo do Alemão; este já ocupado, mas em lento
processo de pacificação, para atendimento à população local, que ainda
permanece abandonada no que diz respeito, inclusive, aos atendimentos
básicos de saúde.
Deste modo, o número de vagas indicado é proporcional à região a ser
atendida pelo curso, seja na condição de aluno ou de assistido. Para tanto, há
estabelecimento e estudo de convênios e parcerias com algumas instituições
de saúde que possibilitam a vivência de experiências clínicas que podem e
devem proporcionar a geração de relatórios e estudos de modo a possibilitar
reflexões em torno dos problemas de saúde, sobretudo nos tocantes à área de
Enfermagem nas regiões.
Alguns convênios firmados são: a) Casa de Saúde Bonsucesso; b) Casa
de Saúde São Marcos; c) Centro de Tratamento Ambulatorial (CENTRAL); d)
Clínica Odontológica José Fonseca.
Na relação corpo docente e aluno, temos 18 docentes, o que indica a
relação de 8,3 alunos por docente. E no que diz respeito à infra-estrutura, há
instalações definidas para os laboratórios pertinentes ao curso, sendo que
parte do 3º andar é reservado para a instalação de três laboratórios
multidisciplinares abrangendo os estudos biológicos químicos e físicos, além do
laboratório de anatomia humana.
1.15- Integração com o sistema local e regional de saúde e do SUS
A Faculdade apresenta convênios e parcerias com diversas instituições,
em que é possível a atuação do futuro profissional de Enfermagem. Assim,
entende-se que para o desenvolvimento dessas ações, em apoio ao ensino, a
Faculdade Gama e Souza já tem convênios/parcerias de cooperação firmados
com as seguintes entidades da área de saúde do município do Rio de Janeiro e
região: Casa de Saúde Bonsucesso; Casa de Saúde São Marcos; CENTRAL –
Centro de Tratamento Ambulatorial Ltda.; Clínica Odontológica José Fonseca.
Tais parcerias e convênios estão sendo trabalhados para serem extensivos ao
Curso de Enfermagem, quando os Estágios Supervisionados forem iniciados.
Com as citadas parcerias poderão ser desenvolvidos estágios
extracurriculares, prestações de serviços, projetos de extensão, projetos
comunitários e estudos e pesquisas que atendam às demandas específicas da
Enfermagem nestes ambientes de trabalho.
No caso do desejo de realização de estágios extracurriculares, a
Faculdade Gama e Souza poderá firmar convênio direto com a Empresa
parceira. Para isso existirá um termo de compromisso que estabelecerá todas
as condições para a efetivação do estágio, seus objetivos, as atividades a
serem desenvolvidas e o período de realização. As áreas de interesse da
108
Instituição serão as áreas relacionadas às disciplinas pertencentes à matriz
curricular dos cursos ministrados e, adicionalmente, projetos multidisciplinares.
Além disto, com os convênios/parcerias de cooperação estabelecidos
com outros setores produtivos e de serviços, a Faculdade Gama e Souza
possibilita o desenvolvimento de atividades, previstas na proposta pedagógica
do curso de Enfermagem, para instituições/empresas, bem como permitirá aos
graduandos uma maior mobilidade dentro da sua área profissional, por meio da
educação continuada, oferecendo aperfeiçoamento e renovação contínua de
conhecimentos e de técnicas, mediante o desenvolvimento das seguintes
competências gerais:
a) Conceber, organizar e viabilizar produtos e serviços, adequados aos
interesses, hábitos, atitudes e expectativas da clientela;
b) Organizar eventos, programas, atividades, articulando os meios para
sua realização como prestadores de serviços e provedores de
infraestrutura e apoio;
c) Operacionalizar políticas comerciais e de saúde, realizando
prospecção mercadológica, identificação e captação de clientes e
adequação dos produtos e serviços;
d) Operar a divulgação de produtos e serviços com direcionamento de
ações de prevenção;
e) Avaliar a qualidade dos produtos, serviços e atendimento realizados;
f) Executar atividades de gerenciamento econômico, técnico e
administrativo dos núcleos de trabalho em saúde, articulando os
setores internos e coordenando os recursos;
g) Executar atividades de gerenciamento do pessoal envolvido na oferta
dos produtos e na prestação dos serviços na área da saúde;
h) Executar atividades de gerenciamento dos recursos tecnológicos,
supervisionando a utilização de máquinas, equipamentos e meios
informatizados;
i) Realizar a manutenção do empreendimento, dos produtos e dos
serviços, adequando os às variações da demanda;
j) Organizar espaços, provendo em seus ambientes, uso e articulação
funcional e fluxos de trabalho e de pessoas.
109
2- ORGANIZAÇÃO DOCENTE
2.1- Atuação do Núcleo Docente Estruturante
O perfil do Núcleo Docente Estruturante do curso de Enfermagem é
aderente e coerente com o PPC, bem como, detentor de visões
empreendedora, analítica, crítica e ética da área profissional direta ou
indiretamente ligada à atividade do setor e à macro área de concentração
profissional.
Desde a concepção do PPC que a Faculdade Gama e Souza selecionou
o corpo docente com perfil adequado, inovador e vocacionado para atender
aos objetivos globais do curso, pois entende que o corpo docente é o principal
sustentáculo de qualquer programa educacional. Os professores indicados,
portanto, para o NDE do curso de Enfermagem, são suficientes em número e
reúnem competências associadas a todos os componentes da estrutura
curricular. Sua dedicação é adequada à proposta do curso para garantir um
bom nível de interação entre discentes e docentes.
Os professores possuem qualificações adequadas às atividades que
desenvolvem e para as quais foram recrutados, levando-se em consideração
as características regionais em que está inserido o curso, bem como a
concepção pedagógica proposta.
A competência global dos docentes, pertencentes ao Núcleo Docente
Estruturante, pode ser inferida de fatores como qualificação acadêmica,
experiência docente, habilidade para a comunicação, entusiasmo para o
desenvolvimento de estratégias educacionais mais efetivas, participação em
sociedades educacionais e técnico-científicas, exercício efetivo de atividades
educacionais, em áreas compatíveis com as do ensino nos programas dos
cursos.
O NDE do curso de Enfermagem é composto por 6 docentes
obedecendo à proporção recomendada pelo INEP. São seus componentes:
Marcelo de Lemos Gonçalves Lassala: Coordenador do curso,
mestre em Enfermagem;
Maritza Consuelo Ortiz Sanches: Doutora em Enfermagem;
Luíz Sabattini: Doutor em Ciências Biológicas;
Maria Lelita Xavier: Doutora em Enfermagem;
110
Monica Mamedes Ferreira: Mestre em Enfermagem;
Fátima Lima de Souza: Mestre em Enfermagem.
É função do NDE:
analisar periodicamente a aplicação do PPC, tendo em vista sua
atualidade, funcionalidade e flexibilidade;
propor alterações que se façam necessárias;
divulgar junto ao alunado o PPC, bem como os demais
documentos relativos ao curso e à IES;
reunir-se em datas pré-agendadas pela coordenação para
colocarem em debate o próprio curso levando em conta a
realidade local e a realidade da dinâmica profissional;
participar das reuniões com o Colegiado, a Congregação e o
corpo discente afim de afirmar a atuação da coordenação e do
próprio curso;
intensificar ações positivas que objetivem o crescimento do curso
e o refinamento do alunado, tencionando a formação profissional
técnica e humana de qualidade;
colaborar com a Comissão Própria de Avaliação para a execução
do processo de Auto Avaliação Institucional, de modo a inferir
análises a partir dos resultados alcançados;
proceder a protocolos de acompanhamento e avaliação contínua
do PPC, destacando os aspectos positivos e negativos;
ao analisar ambos os aspectos, sugerir soluções para melhoria e
eliminação dos pontos frágeis do PPC;
sempre que necessário, convocar reunião extraordinária a fim de
evitar o acúmulo de situações de conflito que possam prejudicar a
harmonia da viabilidade do PPC junto à comunidade acadêmica;
cumprir e fazer cumprir o Regulamento da Instituição cuidando,
sobretudo, da preservação do Patrimônio Moral da IES;
contribuir para a execução do Plano de Desenvolvimento
Institucional naquilo que lhe compete.
111
2.2- Atuação do Coordenador
A administração acadêmica do curso de Enfermagem será do Professor
Marcelo de Lemos Gonçalves Lassala, que possui a seguinte formação
acadêmica:
Graduação: Enfermagem – UNIGRARIO;
Mestrado: Enfermagem - Universidade Federal do Rio de Janeiro;
Compete à coordenação administrar o curso de maneira que viabilize o
processo educacional a que se propõe. Há a disponibilidade de carga horária
satisfatória para a execução das atividades pertinentes à função, sendo elas de
assessoramento pedagógico ao professor, orientação didático-pedagógica ao
discente, planejamento e execução das políticas educacionais do curso,
supervisão das atividades extras sala de aula, assim como a elaboração e
despacho de documentos oficiais e normatizadores, sempre em consonância
com as políticas institucionais e com a legislação pertinente, bem como em
sintonia com o Conselho do Curso.
Com o intuito de obter excelência e consistência na qualidade dos
serviços educacionais ora propostos, a coordenação do curso, em linhas
gerais, tem como atribuições: a) articulação da comunidade acadêmica e
técnico
administrativa
(docentes,
discentes,
funcionários
técnicoadministrativos, direção acadêmica, direção geral, etc.); b) articulação do curso
e da FACULDADE GAMA E SOUZA com o trade empresarial da área de saúde
nas esferas federal, estadual e municipal; c) coordenação e fomento de
atividades acadêmicas do curso de forma inter e transdisciplinar, bem como,
correlacionadas com as demais áreas de atuação de ensino superior da
FACULDADE GAMA E SOUZA.
As atividades acima mencionadas estão diretamente inter-relacionadas e
são flexíveis, tendo como principal objetivo cumprir e alcançar de forma
adequada os objetivos gerais do curso.
As atribuições do Coordenador, conforme destacado no Regimento
Geral da FACULDADE GAMA E SOUZA, além de participar e presidir as
reuniões do Colegiado do Curso são, ainda:
a) representar o Curso junto aos demais órgãos da Faculdade com direito a
voto;
b) convocar e presidir as reuniões do respectivo Colegiado;
112
c) supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas pelo
Colegiado, inclusive a assiduidade docente;
d) apresentar o relatório anual das atividades do Curso a ser submetido à
Diretoria;
e) sugerir ao Conselho Departamental a contratação ou dispensa de
professores e pessoal técnico-administrativo, que diz respeito à sua
Coordenação;
f) exercer ação disciplinar no âmbito de sua jurisdição;
g) distribuir encargos de ensino, pesquisa e extensão a docentes,
respeitadas as cargas horárias e as especialidades;
h) exercer atividades de supervisão dos cursos cuja maioria das disciplinas
se ache vinculada ao seu respectivo Curso;
i) exercer as demais atribuições que em razão da natureza recaiam no
domínio de sua competência.
2.3- Experiência profissional, de magistério superior e de gestão
acadêmica do coordenador
Entre 1992 e 2008, exerceu coordenação no ensino
profissionalizante de enfermagem no Colégio Cetecon/Kappa .
médio
A partir de 2002, concomitantemente, assumiu o cargo de professor do
Curso de Graduação em enfermagem da UNISUAM, quando em 2005 assumiu
o cargo de Coordenador adjunto do curso de enfermagem até o ano de 2007.
Entre os anos de 2009 e 2010, atuou como Coordenador adjunto do
curso de graduação em enfermagem do Centro Universitário da Cidade, onde
era professor desde 2008.
Em 2008 entrou para a Faculdade Gama e Souza para ocupar o cargo
de professor do curso de graduação tecnológica de gestão hospitalar, em que
leciona até hoje.
A partir de 2011, assumiu a Coordenação do Curso de Enfermagem,
ainda que ele esteja em fase de solicitação de autorização, atuando na
orientação para composição arquitetônica e pedagógica do conjunto de
laboratórios pertinentes ao curso de Enfermagem.
113
O coordenador do curso participa ativamente das discussões acerca da
formação do profissional enfermeiro, tendo participado do 12º Senaden
(Seminário Nacional de Diretrizes para a Educação em Enfermagem), e
também como membro atuante do Núcleo de História da Enfermagem da
Faculdade de Enfermagem Anna Nery, entre outros eventos.
2.4- Regime de Trabalho do coordenador do curso
Contratado sob o regime de Tempo Integral com carga horária de 40
horas, o Coordenador dedica 20 horas semanais à docência, reuniões de
planejamento e atividades didáticas e as outras 20 horas semanais, para a
administração e condução do curso.
2.5- Titulação do corpo docente do curso
Considerando o Novo Instrumento, publicado em maio de 2012, nos dois
primeiros anos, o curso de Enfermagem apresenta 17 docentes, dos quais
94,11%% dos docentes com titulação obtida em programas de pós-graduação
stricto sensu, e destes 37,50%% possuem o título de doutor.
São docentes do curso, previstos para os dois primeiros anos:
José Linconl Souza Cruz: Mestre, Tempo Parcial;
Luiz Capella Sabattini: Doutor, Tempo Parcial;
Izabel Cristina Augusto de Souza Faria: Doutor, Tempo Integral;
Lilian Calasans Costa: Mestre, Tempo Parcial;
Ana Rosa de Oliveira: Doutor, Tempo Integral;
Marcelo de Lemos Gonçalves Lassala: Mestre, Tempo Integral;
Marlon Araújo dos Santos: Especialista, Tempo Parcial (Preceptor de
Estágio);
Mônica Mamedes Ferreira: Mestre, Tempo Parcial;
Maritza Ortiz Sanches: Doutora, Tempo Integral;
Paula Souza Santos Ferreira: Doutor, Tempo Integral;
Mariana Cata Preta: Mestre, Tempo Parcial;
Alexandre Gonçalves: Mestre, Tempo Parcial;
114
Karla Krauburger Moreira: Mestre, Tempo Parcial;
Maria Lelita Xavier: Doutora; Tempo Integral;
Sônia Cristina Fonseca Eugênio: Mestre; Tempo Parcial;
Fátima Lima de Souza: Mestre; Tempo Parcial;
Pacita Giovana Gama de Souza: Mestre; Tempo Parcial.
2.6- Titulação do corpo docente do curso — percentual de doutores
Considerando o Novo Instrumento, publicado em maio de 2012, nos dois
primeiros anos, o curso de Enfermagem apresenta 17 docentes, dos quais,
94,11% dos docentes com titulação obtida em programas de pós-graduação
stricto sensu, e destes 37,50%% possuem o título de doutor.
São doutores, previstos para os dois primeiros anos do curso:
Luiz Sabattini: Tempo Parcial;
Izabel Cristina Augusto de Souza Faria: Tempo Integral;
Ana Rosa de Oliveira: Tempo Integral;
Maritza Ortiz Sanches: Tempo Integral;
Paula Souza Santos Ferreira: Tempo Integral.
2.7- Regime de trabalho do corpo docente do curso
Considerando o Novo Instrumento, publicado em maio de 2012, nos dois
primeiros anos, o curso de Enfermagem apresenta 17 docentes, dos quais,
100% dos docentes são contratados em Regime de trabalho Parcial ou
Integral.
São docentes em Tempo Parcial (64,70%):
José Linconl Souza Cruz: Mestre;
Luiz Sabattini: Doutor;
Lilian Calasans Costa: Mestre;
Marlon Araújo dos Santos: Especialista (Preceptor de Estágio);
Mônica Mamedes Ferreira: Mestre;
115
Mariana Cata Preta: Mestre;
Alexandre Gonçalves: Mestre;
Karla Krauburger Moreira: Mestre;
Fátima Lima de Souza: Mestre;
Pacita Giovana Gama de Souza: Mestre;
Sônia Cristina Fonseca Eugênio: Mestre;
São docentes em Tempo Integral (35,30%):
Izabel Cristina Augusto de Souza Faria: Doutor;
Ana Rosa de Oliveira: Doutor;
Marcelo de Lemos Gonçalves Lassala: Mestre;
Maritza Ortiz Sanches: Doutora;
Maria Lelita Xavier: Doutora;
Paula Souza Santos Ferreira: Doutor.
2.8- Experiência profissional e Produção Acadêmica do corpo docente
Todos os docentes que compõem os dois primeiros anos do curso
apresentam mais de 2 anos de experiência profissional fora do magistério
superior, conforme quadro a seguir – foram considerados todos os
lançamentos desde o início da carreira.
DOCENTES
TITULO
RT
Fátima Lima de Souza
José Linconl Souza Cruz
Luiz Capella Sabattini
Izabel C A de S Faria
Lilian Calasans Costa
Ana Rosa Oliveira
Marcelo de L G Lassala
Marlon Araújo dos Santos
Mônica Mamedes Ferreira
Maritza Ortiz Sanches
Karla Krauburger Moreira
Maria Lelita Xavier
Pacita Giovana Gama de Souza
Paula Santos de Souza Ferreira
Sônia Cristina Fonseca Eugênio
Mariana Cata Preta
Alexandre Gonçalves
Mestre
Mestre
Doutor
Doutora
Mestre
Doutora
Mestre
Espec.
Mestre
Doutora
Mestre
Doutora
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
TP
TP
TP
TI
TP
TI
TI
TP
TP
TI
TP
TI
TP
TI
TP
TP
TP
Nº DE DISC. A
SEREM
MINISTRADAS
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
03
EXP.PROF.
FORA DO
MAGISTÉRIO
25 anos
27 anos
06 anos
24 anos
02 anos
--23 anos
01 ano
26 anos
25 anos
23 anos
28 anos
03 anos
06 meses
29 anos
12 anos
17 anos
EXP. PROF.
NO
MAGISTÉRIO
10 anos
11 anos
06 anos
27 anos
02 anos
12 anos
23 anos
02 anos
26 anos
09 anos
06 anos
28 anos
03 anos
06 meses
29 anos
12 anos
12 anos
Nº DE
PROD.
E PUB.
02
03
25
105
06
10
05
01
07
77
03
74
53
31
42
51
44
116
2.9- Relação entre o número de docentes e o número de estudantes
Nos dois primeiros anos, o curso conta com 17 docentes para 150
vagas, de modo que temos a relação de 8,8 estudantes por professor, caso a
totalidade das vagas sejam ocupadas.
2.10- Funcionamento do colegiado do curso ou equivalente
A composição e funcionamento do colegiado de curso se comprovam
através de documentos oficiais da Instituição, (Regimento da Faculdade Gama
e Souza e Regimento do Núcleo Docente Estruturante do Curso).
Destaca-se que a constituição e as atribuições dos colegiados conferem
excelente representatividade e importância nas decisões sobre os assuntos
acadêmicos.
As instâncias coletivas de deliberação e discussão de questões inerentes
ao desenvolvimento e busca de excelência do curso contam com o Núcleo
docente Estruturante do curso de Enfermagem, além de reuniões com todos os
professores. Todas as reuniões são devidamente documentadas e repassadas
ao grupo de professores do curso.
Inicialmente, nestes dois primeiro anos, o Colegiado do curso de
Enfermagem será composto pelos seguintes professores:
José Linconl Souza Cruz;
Luiz Sabattini;
Izabel Cristina Augusto de Souza Faria;
Lilian Calasan Costa;
Ana Rosa de Oliveira;
Marcelo de Lemos Gonçalves Lassala;
Marlon Araújo dos Santos (Preceptor de Estágio);
Mônica Mamedes Ferreira;
Maritza Ortiz Sanches;
Paula Souza Santos Ferreira;
Mariana Cata Preta;
117
Alexandre Gonçalves;
Karla Krauburger Moreira.
Sendo acrescido conforme os períodos forem sendo formados.
A Faculdade é administrada por órgãos colegiados superiores
(Congregação, Conselho Departamental e Colegiado de Cursos); unidades
básicas de ensino, pesquisa e extensão (Departamentos e Instituto Superior de
Educação); Diretoria e órgãos de apoio e outros serviços destinados a
complementar as atividades da Faculdade (Secretaria Geral, Biblioteca Central
e Laboratórios), na forma de seu Regimento. Esses órgãos podem ser divididos
de acordo com a sua missão, competências e atribuições regimentais.
Os coordenadores dos departamentos, os coordenadores acadêmicos
dos cursos, os professores e os discentes participam ativamente dos órgãos
colegiados da Faculdade, nos termos do Regimento aprovado pelo MEC,
especialmente a Congregação e o Conselho Departamental.
A Coordenação do curso é a unidade básica da estrutura da Faculdade
para todos os efeitos de organização acadêmica, administrativa, didáticocientífica e administração de pessoal, sendo integrado pelo coordenador e o
colegiado do curso.
A Congregação reúne-se ordinariamente no início e no final de cada ano
letivo e extraordinariamente quando convocada por seu presidente ou por
iniciativa de um terço de seus membros. Pode também se reunir com qualquer
número em sessões solenes.
O Conselho Departamental reunir-se-á ordinariamente quatro vezes por
ano, no início e término de cada período letivo e, extraordinariamente, a juízo
da presidência ou mediante requerimento de um terço de seus membros.
Os Departamentos e os colegiados dos cursos reúnem-se em separado,
ordinariamente, em datas fixadas no calendário escolar e extraordinariamente
quando convocados pelo coordenador ou a requerimento de um terço de seus
membros.
À Congregação, ao Conselho Departamental e aos colegiados dos
cursos aplicam-se as seguintes normas:
a) os colegiados funcionam com a presença da maioria de seus
membros e decidem por maioria simples, ou seja metade mais um, salvo nos
casos em que se exija “quorum” qualificado;
b) quem preside os colegiados participa da votação e, no caso de
empate, tem o voto de qualidade;
c) nenhum membro do colegiado pode participar de sessão em que se
aprecie matéria de seu interesse particular;
d) as reuniões, que não se realizam em datas pré-fixadas no calendário
anual aprovado pelos colegiados, são convocadas com antecedência mínima
118
de quarenta e oito horas, salvo em caso de urgência, constando da
convocação a pauta do assunto;
e) as votações são secretas quando se trata de assunto pessoal.
Ao Conselho Departamental compete:
a) coordenar e supervisionar os planos e atividades dos cursos;
b) disciplinar anualmente a realização dos processos seletivos, e outras
modalidades de seleção previstas em lei;
c) elaborar, de acordo com as diretrizes curriculares estabelecidas pelo
Poder Público, os currículos plenos dos cursos de graduação assim como suas
modificações, obedecida a legislação vigente;
d) aprovar os planos de cursos de pós-graduação stricto e lato sensu e
de extensão a serem submetidos à Congregação, à Mantenedora e aos órgãos
superiores do MEC;
e) apreciar a indicação de professores feita por qualquer de seus
membros, encaminhando seu pronunciamento à Direção Geral, como também
as eventuais dispensas de docentes;
f) aprovar os planos de ensino elaborados pelos professores em cada
Departamento, integrando-os quando for o caso, inclusive o calendário escolar
a ser cumprido;
g) deliberar sobre normas e pedidos de transferências externas ou
internas de candidatos ou alunos para os seus cursos e conseqüente
aproveitamento de estudos;
h) elaborar normas e diretrizes para os estágios supervisionados;
apreciar a proposta de orçamento anual e o plano de aplicação dos recursos
orçamentários para as Coordenações e o Instituto Superior de Educação,
elaborados pelo Diretor Geral para aprovação pela Mantenedora;
i) fixar diretrizes para os planos e atividades das Coordenações e do
Instituto Superior de Educação;
j) apreciar propostas de convênios e acordos acadêmicos, didáticos,
científicos e culturais para deliberação da Congregação e da Mantenedora;
k) representar junto à Congregação contra os professores que deixam
de comparecer sem justificação a mais de vinte por cento das aulas, propondo
a sua dispensa ou distrato;
l) sugerir ao Diretor Geral medidas que visem ao aperfeiçoamento das
atividades acadêmicas da Faculdade;
m) opinar sobre os assuntos que lhe forem submetidos;
n) aprovar o Plano de Carreira do Magistério a ser aplicado pela
Faculdade em conformidade com a Lei n. 9394, de 1996;
119
o) aprovar o Catálogo Geral da Faculdade e as formas de divulgação
dos cursos oferecidos;
p) aprovar as normas de seu funcionamento;
q) exercer o poder disciplinar originariamente ou em grau recursal de
acordo com as normas e leis vigentes;
r) exercer demais atribuições que, por sua natureza, sejam de sua
responsabilidade.
Compete às Coordenações:
a) propiciar o tratamento interdisciplinar no planejamento pedagógico
considerando os objetivos e os programas elaborados pelos professores
titulares ou responsáveis, sob a forma de plano de ensino e pesquisa;
b) entrosar as disciplinas, considerando seus objetivos e os programas
elaborados pelos respectivos professores titulares ou responsáveis, sob a
forma de plano de ensino e pesquisa;
c) propor alterações curriculares;
d) sugerir ao colegiado do curso e à Congregação medidas para o
desenvolvimento e maior aperfeiçoamento do ensino;
e) planejar a distribuição dos trabalhos escolares a serem exigidos dos
alunos em cada período escolar;
f) encaminhar à Secretaria as notas obtidas pelos alunos nos trabalhos
escolares e nas provas;
g) orientar o bibliotecário na aquisição de obras de interesse dos cursos;
h) elaborar anualmente a relação de material didático necessário ao
ensino, submetendo-a ao Diretor Geral;
i) pronunciar-se sobre programas de ensino, pesquisa de cada disciplina
e atividades de extensão ligadas à Coordenação;
j) praticar os demais atos inerentes às atribuições que são de sua
competência.
2.10.1- Ações e Programas
Atualização e Qualificação Docente
Institucionais
de
Capacitação,
A FACULDADE GAMA E SOUZA implantou o Núcleo de Apoio DidáticoPedagógico – NADIPE, com o intuito de implementar propostas de melhoria da
prática docente por meio de cursos de Metodologia de Ensino Superior e outros
voltados à Educação. Além destes projetos, outros terão continuidade visando,
sempre, a excelência do ensino. O Apoio Didático-Pedagógico da
FACULDADE GAMA E SOUZA ao seu corpo docente estará disciplinado
conforme regulamento específico.
120
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
(NADIPE)
CAPÍTULO I
DO NADIPE E SEUS FINS
Art. 1º O Núcleo de Apoio Didático-Pedagógico - NADIPE, órgão suplementar,
subordinado à Diretoria da FACULDADE GAMA E SOUZA, tem por finalidade:
I. produzir material audiovisual para as atividades de ensino;
II. promover treinamento do corpo docente da Faculdade em procedimentos
pedagógicos;
III. assessorar o corpo docente no planejamento de atividades de ensino;
IV. assessorar os órgãos de administração acadêmica no planejamento
curricular e na determinação dos procedimentos para o desenvolvimento do
mesmo;
V. promover a integração do corpo discente na solução de problemas do
processo ensino-aprendizagem;
VI. diagnosticar a situação do ser-pensar-agir pedagógicos dos corpos docente
e discente;
VII. dispor de equipamentos de projeção de imagens, em salas apropriadas,
como recursos de ensino-aprendizagem;
VIII. promover eventos educacionais que venham a se constituir em meios de
aprimoramento do desempenho do corpo docente da Faculdade.
CAPÍTULO II
DA ADMINISTRAÇÃO
Art. 2º O NADIPE será administrado por um coordenador, designado pelo
Diretor Geral da Faculdade Gama e Souza.
§ 1º Nas ausências ou impedimentos temporários, o Coordenador será
substituído pelo Chefe da Seção de Produção ou pelo Secretário, mediante
indicação.
§ 2º Em caso de impedimento definitivo do Coordenador, será feita nova
designação para o cargo vago.
Art. 3º Ao Coordenador do NADIPE, compete:
I. cumprir e fazer cumprir as normas adotadas pela Faculdade;
II. promover a realização das atividades do Núcleo;
121
III. apresentar relatório anual das atividades do órgão ao Diretor Geral da
Faculdade Gama e Souza;
IV. propor à Diretoria a contratação e dispensa do pessoal do Núcleo;
V. aprovar o calendário de atividades do NADIPE;
VI. indicar o pessoal do Núcleo para fazer cursos especializados;
VII. assinar os certificados que vierem a ser expedidos pelo Núcleo;
VIII. desempenhar as demais funções não especificadas neste Regulamento,
mas que forem de sua competência ou por delegação dos órgãos superiores.
Art. 4º O NADIPE contará com uma Secretaria, dirigida por um Secretário,
designado pelo Diretor Geral da Faculdade.
Parágrafo único. Compete ao Secretário do NADIPE:
I. controlar o material permanente e providenciar sua manutenção;
II. controlar o material de consumo e providenciar sua reposição;
III. organizar e manter atualizados os arquivos do NADIPE;
IV. auxiliar o Diretor na distribuição dos serviços a serem executados;
V. controlar a freqüência e a escala de férias do pessoal do Núcleo;
VI. providenciar o levantamento de dados estatísticos e administrativos;
VII. dar andamento aos documentos e atos administrativos da unidade;
VIII. distribuir aos responsáveis, diariamente, as tarefas solicitadas ao NADIPE;
IX. executar outras atividades equivalentes e necessárias ao assessoramento
administrativo à Diretoria do Núcleo.
Art. 5º Para o desempenho de suas funções, o NADIPE contará com uma
Seção de Produção que será dirigida por um Chefe designado pelo Diretor
Geral da Faculdade.
Parágrafo único. Compete à Seção de Produção:
I. assessorar o Coordenador do NADIPE;
II. produzir o material audiovisual instrucional para atendimento às solicitações
feitas ao Núcleo;
III. executar serviços de produção de material audiovisual.
CAPÍTULO III
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS
Art. 6º As disposições deste Regulamento serão complementadas por normas
baixadas pelo Coordenador do NADIPE, ouvida a Diretoria da Faculdade.
122
Art. 7º Este Regulamento poderá ser alterado, no todo ou em parte, pelo
Coordenador do NADIPE, ouvido o Diretor Geral da Faculdade e com posterior
aprovação pelo Conselho Departamental.
Art. 8º Este Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo
Conselho Departamental, revogando-se as disposições em contrário.
A FACULDADE GAMA E SOUZA estimula, ainda, o corpo docente à
participação em eventos acadêmicos através de incentivos financeiros,
consoante solicitação do professor interessado, à Coordenação do Plano de
Capacitação Docente / PLACAD.
123
3- INFRAESTRUTURA
A infra-estrutura específica do curso de Enfermagem está adequada de
forma quali-quantitativa às necessidades do curso, onde destacamos o acervo
da biblioteca e o conjunto de laboratórios gerais e específicos para o curso.
Descrição Física
O curso de Enfermagem da FACULDADE GAMA E SOUZA é oferecido
no Campus III de Bonsucesso.
Esta Unidade está localizada na Teixeira de Castro, nº 70 e 72, no bairro
de Bonsucesso, zona suburbana do Município do Rio de Janeiro.
A Unidade se localiza no centro do bairro de Bonsucesso com acesso
rápido à Avenida Brasil - via expressa e urbana - principal linha de fluxo de
coletivos, fazendo ligação com praticamente todas as regiões da Cidade do Rio
de Janeiro.
A Edificação, com três pavimentos e área de 70,50 m. de frente e
fundos, 26,55 m à direita e 26,98 à esquerda, possuindo uma área interna de
ventilação e iluminação, com circulação vertical através de escadas e elevador
e circulação horizontal central por onde se faz o acesso às salas de aula.
As instalações físicas da FACULDADE GAMA E SOUZA são adequadas
para o número de usuários atuais e futuros e para o ramo de atividade que
trabalha. Todas as salas de aula, biblioteca, laboratórios e demais espaços e
dependências de utilização da academia estão equipados com ventiladores e
ar condicionado, mobiliário e iluminação adequados, isolamento de ruídos,
equipamentos de prevenção de incêndio e boa higiene.
Os ambientes desta edificação são distribuídos entre o 1º, 2º e 3º
pavimentos, contendo os seguintes ambientes numa visão geral:
•
Pátio coberto com 319 m2 com cantina e cozinha;
•
Pátio descoberto com 131 m2;
•
Quadra coberta com 310 m2;
•
2 secretarias;
•
Hall de atendimento e hall de acesso às escadas e elevador;
•
Sala de Coordenação;
•
Gabinete da Direção com copa e banheiro;
•
Banheiro exclusivo para funcionários com vestiário;
124
•
Banheiros para os alunos (masculino e feminino)
•
02 banheiros de uso exclusivo dos professores (masculino e feminino);
•
copa
•
Biblioteca;
•
02 banheiros (masculino e feminino) para uso dos alunos com um total
de 05 boxes sanitários e 01 mictório;
•
16 salas de aula;
•
Gabinetes de Estudos Docentes
•
Depósito de materiais;
•
Laboratório de Informática
•
Hall do elevador e escadas;
•
Sala de audiovisual;
•
Sala dos professores;
•
Laboratório de Anatomia;
•
Laboratório de Semiologia;
•
Laboratório de Ciências (multidisciplinar);
•
Laboratório de Enfermagem;
•
01 banheiro para deficientes;
•
Casa de Máquinas de incêndio e de elevador.
Laboratórios Especializados
A grade curricular do Curso de Enfermagem possibilita um contato
bastante intenso com a prática laboratorial, de vital importância ao futuro
Enfermeiro. Esforços cada vez maiores têm sido feitos para reduzir o tempo
utilizado pelo aluno em aulas expositivas aumentando a oferta de aula e
atividades mais participativas que privilegiem a aprendizagem e
autoaprendizagem dos estudantes. A FACULDADE GAMA E SOUZA
disponibilizará além das salas de aula três laboratórios para atender aos
primeiros anos do Curso de Enfermagem.
A Resolução Nº 11/2002 CNE/CES estabelece a obrigatoriedade de
laboratórios apenas para o “Núcleo de Conteúdos Básicos”, ou seja:
Art 6º - § 2º - Nos conteúdos de Física, Química e Informática,
é obrigatória a existência de atividades de laboratório. Nos
demais conteúdos básicos, deverão ser previstas atividades
125
práticas e de laboratórios, com enfoques e intensividade
compatíveis com a modalidade pleiteada.
O exercício da Enfermagem exige um profissional participante,
consciente dos problemas, autônomo, capaz de acompanhar o
desenvolvimento tecnológico, devendo não somente perceber a realidade,
como também participar e interferir, avaliando e identificando os problemas a
fim de propor soluções.
Os trabalhos nos laboratórios deverão ser
experimentais, buscando integrar a teoria com a prática.
essencialmente
Priorizam-se as atividades em pequenos grupos, para que todos possam
produzir conhecimento em conjunto e de uma forma mais eficaz, o que
possibilita aos alunos o manuseio dos equipamentos existentes.
A proposta para o desenvolvimento de cada atividade deve ser
embasada na técnica do problema. Deve-se, portanto, estabelecer uma relação
entre os conceitos teóricos e metodológicos para a sua prática profissional.
Serão realizados trabalhos específicos com temas relacionados a
problemas reais.
A avaliação e o controle do processo ensino-aprendizagem se darão a
cada aula prática com elaboração de relatórios sobre o experimento.
NORMAS E PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA
Os laboratórios para o curso de Enfermagem atendem aos requisitos de
acessibilidade para portadores de necessidades especiais e são dotados dos
equipamentos de biossegurança necessários a cada tipo de laboratório ou
serviço, observando as normas da ABNT, especialmente, nos seguintes
aspectos:
a) Almoxarifado com área reservada a líquidos inflamáveis ou não,
controle de material e estocagem adequados,
b) Espaço físico adequado com, no mínimo, 2 m2 quadrados por aluno,
c) Salas com iluminação, ventilação e mobiliário adequados,
d) Instalações hidráulicas, elétricas, sanitárias e outras adequadas ao
atendimento de alunos, professores e funcionário,
e) Microscópio no laboratório, ligado a recurso multimídia para
projeções,
f) Política de uso dos laboratórios compatível com a carga horária de
cada atividade prática, e
126
g) Plano de atualização tecnológica, além de serviços de manutenção,
reparos e conservação realizados sistematicamente, sob a supervisão dos
técnicos responsáveis pelos laboratórios.
Além disso, os procedimentos de segurança e proteção ambiental são
divulgados em locais estratégicos que permitem sua visibilidade, assegurando
seu conhecimento e aplicação pela comunidade acadêmica.
EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA
Os laboratórios/ambientes possuirão equipamentos de biossegurança,
compatíveis com suas finalidades de utilização e adequados à demanda de
usuários, tais como:
a) EPI (equipamentos de proteção individual;
b) EPC (equipamentos de proteção coletiva
c) Equipamentos de proteção contra acidentes: ventiladores, exaustores,
capelas, extintores de incêndio, emblemas educativos de segurança e
elementos de proteção de rede elétrica.
d) Além de outras proteções, de acordo com a necessidade de cada
laboratório.
RECURSOS AUDIOVISUAIS
O Setor de Recursos Audiovisuais destina-se a atender a instituição.
Tais recursos, abrangendo diversas áreas do conhecimento, contêm os
seguintes equipamentos:
EQUIPAMENTO
Televisores
Videocassetes
Retroprojetores
Projeto de Multimídia
Projetor de Slides
Quadros Móveis
Aparelho de DVD
Filmadora
Projetor de Filmes
Aparelhos de Som
TOTAL
QUANTIDADE
5
2
5
1
2
4
1
1
1
1
23
127
A aquisição de aparelhos audiovisuais, principalmente os mais usados
em sala de aula, como TV, vídeo e datashow, facilitam o fazer pedagógico.
Objetivando que os docentes desenvolvam atividades acadêmicas utilizando as
mais modernas metodologias de ensino, estes têm a sua disposição os
recursos multimídia necessários, podendo utilizá-los nos laboratórios, nas salas
de aulas e demais ambientes, conforme o caso. Para tanto, o professor deverá
fazer a solicitação para eventos com antecedência mínima de sete dias úteis,
por escrito à Coordenação de Audiovisual, que analisará a viabilidade da
mesma.
3.1- Acesso dos alunos a equipamentos de informática
O acesso aos equipamentos de informática se dá a partir de aulas
práticas nos laboratórios específicos; utilização dos computadores
disponibilizados na biblioteca; acesso monitorado aos laboratórios de
informática para consulta à internet e intranet, redação de trabalhos
acadêmicos ou visita aos sites de relacionamento pessoal. Os computadores
são atualizados periodicamente e estão interligados à rede própria, de modo
que alunos e professores podem consultar o sistema acadêmico nos terminais
ou não; o Poliglota, sistema da Biblioteca, de casa ou da própria IES.
O laboratório conta com 20 computadores, além dos laboratórios dos
demais campi que também atendem aos alunos e docentes que estejam deles
mais próximos em algum momento.
Os espaços são higienizados diariamente, contam com ar condicionado
e monitor, nos períodos de uso livre dos alunos. A IES fechou parceria com a
Microsoft, de modo que alunos e docentes têm acesso gratuito a determinados
programas. Sobre a velocidade da internet, o plano contratado é o
disponibilizado pela Velox para a região e isto é bastante variável.
A Instituição conta com um Plano Diretor de Informática, em que estão
previstos investimentos periódicos para modernização dos computadores e dos
programas neles instalados e necessários aos alunos dos cursos que os
utilizam.
O acesso de alunos, dos professores e da comunidade a qualquer livro,
periódico, vídeo ou CD-ROM do acervo far-se-á com o uso do cartão de
identificação.
É facultado ao usuário retirar até 2 livros por empréstimo com um prazo
de devolução de no máximo 7 dias.
O acesso ao material bibliográfico pode ser realizado por meio de:
a) Consulta informatizada;
128
b) Consulta direta aos fichários;
c) Consulta direta aos catálogos;
d) Solicitação aos funcionários da biblioteca;
e) Consulta e reserva via internet.
Para o atendimento aos usuários da Biblioteca, foi desenvolvido um
sistema de informática para a catalogação do acervo bibliográfico. Este
software (POLIGLOTA) manipula um banco de dados especialmente concebido
para este fim. A estrutura do sistema permite que ele seja utilizado também nas
bibliotecas setoriais. A Biblioteca disponibiliza cinco terminais para consultas e
pesquisas na Internet, consultas do acervo, e para proporcionar mais
alternativas e qualidade das pesquisas é conveniada com a COMUT e possui
várias Bases de Dados.
Para a organização da parte interna da Biblioteca (administração e
processamento técnico) estão disponibilizados um computador e um
equipamento multifuncional com os recursos de impressão, cópias e scanner.
Os serviços do setor de Processos Técnicos são de direção,
coordenação e controle, por meio da centralização de serviços, das atividades
de planejamento e desenvolvimento do registro, da catalogação e classificação,
preparação e manutenção das coleções da Biblioteca da FACULDADE GAMA
E SOUZA, para fins de:
a) utilização da informação, tendo para isto as atribuições de receber e
conferir o material documental adquirido pela instituição;
b) classificar, catalogar e registrar os
automatizada, alimentando o sistema da Biblioteca;
documentos
de
forma
c) providenciar o preparo do material da Biblioteca para consulta e
empréstimo;
d) dar baixa, quando necessário, no registro das publicações extraviadas
e/ou deterioradas;
e) executar tarefas correlatas.
3.2- Periódicos e Base de Dados
Dentre o rol dos periódicos, jornais e revistas que serão assinados,
destacam-se os seguintes, específicos para o atendimento das atividades
acadêmicas relacionadas ao Curso de Enfermagem:
a)
JORNAIS
Jornal do Brasil;
Jornal O Dia;
Jornal O Globo.
129
b)
REVISTAS GERAIS
Revista Época;
Revista Exame;
Revista Galileu;
Revista Isto É;
Revista Superinteressante;
Revista Veja;
Revista Você S.A.
c)
PERIÓDICOS ESPECÍFICOS DIGITAIS
Cadernos de Saúde Pública:
http://www.scielo.br/scielo.php?script+sci_issues&pid=0102-311X&Ing=pt&nrm=iso
Epidemiologia e Serviços de Saúde: Revista do Sistema Único de Saúde
do Brasil:
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=32328
Escola Anna Nery Revista de Enfermagem:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1414-8145&Ing=pt&nrm=iso
Revista Brasileira de Cancerologia:
http://www.inca.gov.br/rbc/
Revista Brasileira de Enfermagem:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=0034-7167&Ing=pt&nrm=iso
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia:
http://www.scielo.br/scielo,php?script_issues&pid=0100-7203&Ing=pt&nrm=iso
Revista Brasileira de Hipertensão:
http://departamentos.cardiol.br/dha/edicoes_revista.asp
Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=1519-3829&Ing=pt&nrm=iso
Revista da Escola de Enfermagem da USP:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=0080-6234&Ing=pt&nrm=iso
Revista de Psiquiatria Clínica:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=0101-6083&Ing=pt&nrm=iso
Revista de Saúde Pública:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=0034-8910&Ing=pt&nrm=iso
d)
BASE DE DADOS GRATUITAS NA ÁREA DA SAÚDE
BIREME – Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em
Ciências da Saúde
http://www.bireme.br
Conteúdo: reúne várias bases de dados na área da saúde.
ChemWeb.com
http://www.chemweb.com
Conteúdo: Consulta gratuita a 32 bases de dados, algumas com acesso
livre ao texto completo, inclusive a Beilstein Abstracts; o ACD – Available
Chemicals Directory, com informações sobre compostos e produtos
químicos distribuídos por mais de 470 fornecedores; o Conference
Centre, guia de congressos, conferência e eventos; o Portal para
Chemistry Preprint Server, o ChemGuide e o ChemDexPlus.
DYNAMED
http://dynamed102.ebscohost.com/AlphaBrowse.aspx?Letter=A
130
Conteúdo: base de dados de referência com informações para a clínica
médica, oferece resumos sobre mais de 2.000 tópicos elaborados com
base na análise permanente do conteúdo de mais de 500 periódicos na
área da Medicina. Cada artigo inclui informações gerais, causas e
fatores de risco, complicações e condições associadas, história,
descrição física, diagnóstico, prognóstico, tratamento, prevenção e
monitoramento, referências e informações aos pacientes.
HighWire (Stanford University, EUA)
http://www.highwire.org
Conteúdo: acesso gratuito a mais de 260.000 textos completos de
periódicos com predominância na área biomédica.
Biblioteca Virtual e, Saúde – Enfermagem
http://enfermagem.bvs.br
Conteúdo: a BVS Enfermagem Brasil tem por objetivo contribuir para
produção, organização e disseminação da informação científica e
técnica em Enfermagem produzida pelas instituições brasileiras
representativas no tema.
Alta Complexidade
http://saude.gov.br/bvs/altacomplexidade
Conteúdo: a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde (BVS
MS) reúne publicações, folhetos, cartazes, vídeos e legislação para
acesso online, produzidos pelo Ministério de Saúde e pelas entidades
vinculadas.
As publicações em texto estão organizadas por assunto e podem ser
recuperadas também por tipo de informação ou, ainda, por meio de
pesquisa pelo título do documento
Saúde Legis – Sistema de Legislação da Saúde
http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/area/2/principal.html
Conteúdo: no Portal do Ministério da Saúde há possibilidade de
consultar a legislação pertinente ao cidadão, aos gestores e
profissionais ou, ainda, as específicas relacionadas à atuação do
Ministério.
Saúde do Trabalhador
http://www.saude.gov.br/bvs/trabalhador
Conteúdo: A área temática "Saúde do Trabalhador" da Biblioteca Virtual
do Ministério da Saúde - BVS MS é produto de parceria entre a
Coordenação Geral de Documentação e Informação - CGDI e a
Secretaria de Vigilância em Saúde - SVS, por meio da Coordenação
Geral de Saúde do Trabalhador - COSAT.
Tem por objetivo recuperar e divulgar as fontes de informação técnicas,
científicas, normativas e educativas geradas pela esfera federal do SUS,
Institutos de Pesquisa e iniciativa privada de interesse do tema. Busca
também reunir entidades colaboradoras estruturando uma rede que
objetiva o registro e acesso on-line da literatura e dos materiais
educativos de interesse público nessa Área.
BVS Saúde Pública BRASIL
http://saudepublica.bvs.br/php/index.php
Conteúdo: a BVS Saúde Pública - Brasil (BVS-SP) tem por objetivo
promover acesso online eficiente, universal e eqüitativo à informação
científica e técnica relevante para o desenvolvimento da saúde.
131
Como parte integrante da Biblioteca Virtual em Saúde para América
Latina e Caribe, a BVS-SP Brasil representa a operação cooperativa e
descentralizada de uma rede de fontes de informação científica e técnica
em saúde pública. Essas fontes de informação são operadas na Internet
por produtores, integradores e intermediários, obedecendo a controles
de qualidade e metodologias comuns.
A BVS-SP Brasil inclui, além dos serviços tradicionais de acesso à
literatura científica, listas de discussão, acesso à legislação estadual e
municipal, modelos de ação, notícias e promoção de participação da
comunidade. Também é o espaço para o desenvolvimento de um
programa de capacitação de produtores, intermediários e usuários na
operação da BVS-SP Brasil por meio de cursos presenciais ou
conduzidos à distância pela Internet.
OBSERVAÇÕES:
Para estes dois primeiros anos do curso de Enfermagem, a IES optou
por Periódicos e Bases de Dados gratuitas. O motivo central está na
necessidade de se divulgar tais empreendimentos públicos e privados que
objetivam disseminar democraticamente a informação. Assim, o que se objetiva
é estimular o recém-ingressado no ensino superior, de um curso da área de
saúde, a utilizar os instrumentos disponíveis na internet para o seu
aprimoramento profissional.
E, conforme as exigências e necessidades do curso vão se tornando
mais intensas, a IES se dispõe a adquirir novas bases de dados e a assinar
aquelas em que a gratuidade limita determinados acessos.
132
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PPC - Faculdade Gama e Souza