1
PLANO DE DESENVOLVIMENTO
INSTITUCIONAL – PDI
(2011-2015)
SÃO LUÍS/ MA
2013
DIRETORIA GERAL
Profª. Ma. Rita Ivana Barbosa Gomes
DIRETORIA ADMINISTRATIVA
Sra. Teresinha de Jesus Barbosa Gomes
DIRETORIA ACADÊMICA
Profº Esp. Luís Fernando Bogéa Pereira
DIRETORIA FINANCEIRA
Alisson Linhares Lima
COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO
Presidente: Ildoana Paz Oliveira
COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM
Profª. Esp. Mônica Andréa Miranda Aragão
COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENFERMAGEM
Profª. Dra. Elba Gomide Mochel
COORDENAÇÃO DO CURSO DE FARMÁCIA
Profº. Ma. Rondinele Seba Salomão
COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO DO CURSO DE FARMÁCIA
Profº. Ma. Luciano Mamede de Freitas de Junior
COORDENAÇÃO DO CURSO DE ODONTOLOGIA
Profª. Dra. Liana Linhares
COORDENAÇÃO DO CURSO DE DIREITO
Profª. Esp. Alyne Mendes Caldas
COORDENAÇÃO DE APOIO PEDAGÓGICO A DOCENTES E DISCENTES
Profª. Esp. Alexsandra Gomes Barros
COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO
Profª. Dra. Maria Isaura Pereira de Oliveira
2
SUMÁRIO
1.0
1.1
1.2
1.3
1.4
1.4.1
1.4.1.1
1.4.1.2
2.0
2.1
2.2
2.3
2.4
2.5
2.6
2.7
3.0
3.1
3.1.1
3.1.2
3.1.3
3.1.4
3.2
3.2.1
3.2.2
3.2.3
3.2.4
3.2.5
3.3
3.3.1
3.3.2
3.4
3.5
4.0
4.1
PERFIL INSTITUCIONAL
MISSÃO
HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO
OBJETIVOS, METAS E PLANO DE AÇÃO INSTITUCIONAL
ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA
Cursos de Graduação Autorizados e Reconhecidos
Cursos devidamente Reconhecidos
Cursos Autorizados
PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL
INSERÇÃO REGIONAL
PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E TEÓRICO-METODOLÓGICOS
QUE NORTEIAM AS PRÁTICAS ACADÊMICAS DA
INSTITUIÇÃO
POLÍTICAS DE ENSINO
POLÍTICAS DE PESQUISA
POLÍTICAS DE EXTENSÃO
POLÍTICAS DE GESTÃO
RESPONSABILIDADE SOCIAL DA INSTITUIÇÃO
IMPLEMENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO E ORGANIZAÇÃO
ACADÊMICA
CRONOGRAMA
DE
IMPLEMENTAÇÃO
E
DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO PARA O PERÍODO
DE VIGÊNCIA DO PDI
TABELA 1 – Programação de Abertura de Cursos de
Graduação
TABELA 2 – Programação de Abertura de Cursos de Pósgraduação – Lato Sensu
TABELA 3 – Programação de Abertura de Pós-graduação –
Stricto Sensu
TABELA 4 – Programação de Abertura de Cursos de
Extensão
PLANO
PARA
ATENDIMENTO
ÀS
DIRETRIZES
PEDAGÓGICAS
Perfil de Egresso
Seleção de Conteúdos
Princípios Metodológicos
Processo de Avaliação
Atividades de Prática Profissional, Complementares e de
Estágio
FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
Disciplinas Eletivas (optativas)
Disciplinas Semipresenciais
OPORTUNIDADES
DIFERENCIADAS
DE
INTEGRALIZAÇÃO DOS CURSOS
AVANÇOS TECNOLÓGICOS
CORPO DOCENTE
CRITÉRIO DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO
7
7
7
8
12
12
12
12
13
13
14
15
16
17
17
18
20
20
20
21
21
21
22
22
22
23
23
24
27
27
28
28
29
29
34
3
4.2
4.3
4.3.1
4.4
4.4.1
4.4.2
4.4.3
4.4.4
4.4.5
5.0
5.1
5.2
5.2.1
5.2.2
5.2.3
5.3
6.0
6.1
6.2
6.3
6.4
6.5
7.0
7.1
7.1.1
7.1.2
7.1.3
7.1.4
7.1.5
7.1.6
7.2
7.3
7.3.1
7.3.2
7.3.3
7.4
7.4.1
7.4.1.1
7.4.2
7.4.3
7.4.4
REQUISITO DE TITULAÇÃO
EXPERIÊNCIA
NO
MAGISTÉRIO
SUPERIOR
E
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO ACADÊMICA
CRITÉRIO DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO
POLÍTICA DE QUALIFICAÇÃO, PLANO DE CARREIRA E
REGIME DE TRABALHO
Políticas de Qualificação
Plano de Carreira
Regime de Trabalho
Procedimentos
Para
Substituição
Eventual
Dos
Professores Do Quadro
Cronograma De Expansão Do Corpo Docente
CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO
POLÍTICAS DE QUALIFICAÇÃO, PLANO DE CARREIRA E
REGIME DE TRABALHO
Políticas de Qualificação
Plano de Carreira
Regime de Trabalho
CRONOGRAMA DE EXPANSÃO DO CORPO TÉCNICO
ADMINISTRATIVO
CORPO DISCENTE
FORMA DE ACESSO
PROGRAMA DE APOIO PEDAGÓGICO E FINANCEIRO
ESTÍMULO À PERMANÊNCIA
ORGANIZAÇÃO ESTUDANTIL
ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COM AS INSTÂNCIAS DE
DECISÃO
Diretoria Geral
Diretoria Acadêmica
Coordenadoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão
Coordenadorias dos Cursos de Graduação
Diretoria Administrativa e Financeira
Gerência Administrativa
ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL E ACADÊMICO
ÓRGÃOS
COLEGIADOS:
COMPETÊNCIAS
E
COMPOSIÇÃO
Conselho Superior – CONSUP
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEP
Colegiados de Curso
ÓRGÃOS DE APOIO ÀS ATIVIDADES ACADÊMICAS
Coordenadoria de Apoio Pedagógico aos Docentes e
Discentes (CAP)
Funcionamento, Composição e Atribuições do Coordenador da
CAP
Núcleo de Tecnologia da Informação
Secretaria Acadêmica (SECAD)
Contabilidade e Orçamento
35
36
36
36
36
37
37
38
39
39
39
39
40
41
42
42
43
43
43
45
46
47
48
48
48
49
49
49
50
50
51
51
51
52
52
53
53
54
54
55
55
4
7.4.5
7.4.6
7.4.7
7.4.8
7.4.9
7.4.10
7.4.11
7.5
7.6
8.0
8.1
8.2
8.3
9.0
9.1
9.2
9.2.1
9.2.2
9.2.3
9.2.3.1
9.2.4
9.2.4.1
9.2.4.2
9.2.4.3
9.2.4.4
10.0
10.1
10.2
11
Assessoria Jurídica
Tesouraria
Recursos Humanos
Compras e Almoxarifado
Recepção e Telefonia
Manutenção
Assessoria de Comunicação (ASCOM)
AUTONOMIA DA IES EM RELAÇÃO À MANTENEDORA
RELAÇÕES E PARCERIAS COM A COMUNIDADE,
INSTITUIÇÕES E EMPRESAS
AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
METODOLOGIA,
DIMENSÕES
E
INSTRUMENTOS
UTILIZADOS NO PROCESSO DE AUTO-AVALIAÇÃO
INSTITUCIONAL (2008-2012)
A ATUAÇÃO DA CPA E A PARTICIPAÇÃO DA
COMUNIDADE ACADÊMICA, TÉCNICA E ADMINISTRATIVA
UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DA AVALIAÇÃO
INFRA-ESTRUTURA
FÍSICA
E
INSTALAÇÕES
ACADÊMICAS
INFRA-ESTRUTURA FÍSICA
INFRA-ESTRUTURA ACADÊMICA
Laboratório de Informática
Laboratórios Multidisciplinares
Laboratórios Específicos
Relação Equipamento/Aluno
Biblioteca
Acervo por Área de Conhecimento
Formas de Atualização e Expansão do Acervo
Horário de Funcionamento
Serviços Oferecidos
ATENDIMENTO
ÀS
PESSOAS
PORTADORAS
DE
NECESSIDADES
EDUCACIONAIS
ESPECIAIS
OU
REDUZIDAS
PLANO DE PROMOÇÃO DE ACESSIBILIDADE E
ATENDIMENTO PRIORITÁRIO E DIFERENCIADO PARA
UTILIZAÇÃO
DOS
ESPAÇOS,
MOBILIÁRIOS
E
EDIFICAÇÕES
SISTEMAS E MEIOS DE COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO,
SERVIÇOS DE TRADUTOR E INTÉRPRETE DA LÍNGUA
BRASILEIRA DE SINAIS
SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA
56
56
57
57
58
58
58
59
59
60
60
62
63
64
64
65
66
73
86
86
86
87
88
88
88
89
90
90
90
5
APRESENTAÇÃO
Com o propósito de se consolidar como instituição moderna e cidadã, mediante uma
gestão dinâmica, transparente e democrática, o Instituto Florence de Ensino Superior
apresenta as atualizações do seu Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, tendo vigência
de 2011 a 2015. Foram re-analisadas e elaboradas ações e políticas norteadoras do
desenvolvimento pretendido pela IES.
Nessa perspectiva, ressalte-se que o presente PDI não é apenas um documento
técnico-burocrático, mas ferramenta de ação política e pedagógica, visando garantir uma
condução acadêmica de qualidade, no que diz respeito ao papel social assumido pelo Instituto
Florence de Ensino Superior.
A concepção do PDI do Instituto Florence de Ensino Superior sofreu influência, partindo
das experiências acumuladas desde a criação da Instituição, mas, principalmente, das novas
diretrizes emanadas pelo MEC, através do marco legal do SINAES.
A partir do monitoramento das ações, conduzido pela CPA – Comissão Própria de
Avaliação, das avaliações internas e externas, dos exames nacionais (ENADE), das reflexões
emanadas pelos docentes, discentes, colegiados e toda comunidade acadêmica, o presente
construto passa a refletir a convergência dessas reflexões, sintonizando-se às dimensões do
SINAES.
Posto isso, o PDI do Instituto Florence de Ensino Superior, doravante, e por um
qüinqüênio, servirá de instrumento de gestão para a Instituição manter suas potencialidades e
superar suas fragilidades, na expectativa político-pedagógica de uma prática acadêmica de
excelência e referência social.
6
1.0 PERFIL INSTITUCIONAL
1.1 MISSÃO
Consiste em gerar e difundir conhecimentos para formar profissionais dotados de senso
crítico, competências e habilidades, bem como de princípios ético-humanísticos, com aptidão para
atuar junto às diferentes demandas da sociedade, especialmente a maranhense, a partir de um
ambiente acadêmico que harmonize a qualificação técnica, a cidadania, a competitividade e a 7
inovação.
1.2 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO
O Instituto Florence de Ensino Superior Ltda., entidade mantenedora do Instituto
Florence de Ensino Superior, autorizado em 2006 e em funcionamento a partir de 2007, tem
uma longa e comprovada vida dedicada à educação.
Antes mesmo da fundação do Instituto Florence de Ensino Superior, fundou-se o
Instituto de Enfermagem Florence Nightingale Ltda., empresa-escola de educação profissional,
que se constitui em uma via para que jovens e adultos tenham acesso a um ensino de
qualidade.
O
Instituto
Florence
Nightingale
Ltda.
tem
se
dedicado,
especialmente,
ao
desenvolvimento de reflexão na área da saúde, estabelecendo, inclusive, parceria com o
Ministério da Saúde para implementação do PROFAE, Projeto de Profissionalização dos
trabalhadores da Área de Enfermagem. Em 2004, recebeu uma menção honrosa concedida
pela ABEn – Ma, Associação Brasileira de Enfermagem, enaltecendo os serviços prestados à
Enfermagem e à sociedade maranhense.
A necessidade de formação no campo da saúde e da educação está fundamentada na
carência de profissionais com competências e habilidades específicas, sobretudo em São Luís,
com uma população, segundo estimativa do IBGE para 2012, de 1.039.610 habitantes, sendo
considerada a 15º cidade mais populosa do Brasil.
A estimativa, ainda, do IBGE para 2012 é que a região nordeste alcance uma população de
52.007.144 habitantes e que o Maranhão tenha uma população de 6.714.314 habitantes.
Faz-se necessário, a exemplo, a assistência a gestantes, pois a capital maranhense
continua entre as de posição mais desfavorável do Brasil, com 62,66% de mães de nascidos
vivos durante o ano de 2008, com menos de sete consultas pré-natais. É também negativa a
situação da capital quanto às internações infantis, por doenças respiratórias e por doenças
transmissíveis, cujos números são, respectivamente, 32,66 por mil e 50,76 por mil, dando à
cidade o 18º e 23º lugares por número de casos. O coeficiente de mortalidade infantil é um
indicador que traduz os níveis de saúde de uma população e sintetiza as condições de bemestar social, político e ético de uma dada sociedade.
Evidencia-se que o Maranhão é um dos estados mais pobres do Brasil, com um Índice
de Desenvolvimento Humano (IDH) igual a 0,683, comparável ao do Brasil, em 1980, e
superior apenas ao de Alagoas, na lista dos estados brasileiros por IDH. O estado possui a
segunda pior expectativa de vida do Brasil, também superior apenas a Alagoas.
Pelo exposto e com intuito de promover uma educação de qualidade, o Instituto de
Enfermagem Florence Nightingale Ltda., dar, em 2004, os primeiros passos para a Gerência da
Qualidade Total, através da análise contínua dos seus sistemas. A trajetória de sucesso da
Instituição, fez dela uma referência inegável para a educação profissionalizante no Estado do
Maranhão, o que levou seus sócios a pensarem e materializarem o Instituto Florence de Ensino
Superior/IFES, autorizado pelo Ministério da Educação para funcionamento de cursos de
Graduação, por meio da portaria de nº. 1764/06.
Iniciou, como mencionado, suas atividades em 2007, com a primeira aula inaugural dos
cursos de graduação em Enfermagem e Farmácia. Em 2008, iniciou a oferta dos Cursos de
Pós-graduação, tendo como foco áreas compreendidas como estratégicas para o bem estar do
indivíduo e do cidadão – educação e saúde.
Em 2010, formou a primeira turma de Graduação em Enfermagem, assim como, iniciou
a oferta do Curso de Graduação em Odontologia. Seguidamente, em 2011, iniciou a oferta do
Curso de Graduação em Direito.
1.3 OBJETIVOS, METAS E PLANO DE AÇÃO INSTITUCIONAL
Dimensão 1 – A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional
Objetivo: Fortalecer o papel da CPA dentro da IES, identificando-a como um núcleo de grande relevância acadêmica.
Meta
Ação
Responsáveis
Ano
Reavaliar
os
projetos O
NDE
deverá
atualizar,
pedagógicos dos cursos;
periodicamente,
os
PPPC’s,
Consolidar o processo de promovendo a integração horizontal
e vestical, respeitando os eixos
Diretoria Acadêmica, CPA,
2011-2012
avaliação institucional;
e
a
NDE e CONSEP
Contribuir para que a IES estabelecidos
mantenha-se em nível de interdisciplinaridade;
excelência e referência - Aplicação semestral da avaliação
institucional;
social;
Nomear
os
membros/
representantes da CPA;
Consolidar os serviços de - Os representes docentes e técnicoadministrativos deverão ter de suas
ouvidoria.
jornadas semanais a redução de CH,
a fim de se dedicarem às atividades
da CPA;
- Fortalecer a autonomia da CPA,
especialmente, quanto à valorização
8
das recomendações realizadas por
sua pasta.
-
Desenvolver as políticas
Órgãos
executivos,
2011-2015
para o ensino, a pesquisa,
colegiados e de apoio da
a extensão e a gestão da
IES
IES, conforme o PDI
Dimensão 2 - Políticas para o ensino, a pesquisa e a extensão
Objetivo: Oferecer Cursos de Graduação e Pós-graduação, com níveis de excelência e que tenham como foco o
atendimento às necessidades reais da população do Estado do Maranhão.
Meta
Ação
Responsáveis
Ano
- Realizar levantamento de demanda
Inovação, no contexto da junto às comunidades acadêmica, Diretoria
Acadêmica,
educação superior, por ludovicense e maranhense para a Diretoria
Financeira,
meio do desenvolvimento elaboração/ implementação de novos Coordenadorias dos Cursos
de projetos e programas cursos de Graduação e Pós- de Graduação e Pós2011 – 2015
de formação inicial e Graduação Lato Sensu e Stricto graduação, Coordenadoria
Sensu;
continuada.
de Apoio Pedagógico aos
- Fomentar a participação dos Docentes
e
Discentes,
docentes e discentes quanto à Núcleo
Docente
publicação de artigos científicos na Estruturante, CONEX.
revista
Florence
em
Revista,
buscando
consolidar
o
tripé
pesquisa, ensino e extensão;
- Participação do NDE quanto à
escolha e sistematização de linhas
de pesquisa do NUPES;
- Implementação do PAE – Programa
de Acompanhamento de Egressos;
- Criar ações sociais, projetos de
extensão e outros eventos que
proporcionem a efetiva participação
da comunidade acadêmica;
- Implementar cada vez mais o PIC –
Programa Integrado de Gestão de
Capital Humano, PQD – Programa
de Qualificação Docente, PQV –
Projeto Qualidade de Vida e NAP Núcleo de Apoio Pedagógico;
- Ofertar à comunidade acadêmica,
ludovicense e maranhense os
serviços dos Laboratórios de prática
profissional da IES;
- Definição de referencial teórico
capaz de ultrapassar os pilares da
educação,
compreendendo
a
formação como um mecanismo de
transformação social;
- Consolidar os PPPC, primando pela
qualidade.
Implantar
Cursos
de
Direção Geral, Acadêmica e
Graduação
e
de - Atender às necessidade sócio- Financeira,
NDE,
2011 - 2015
Atualização Profissional
culturais e econômicas da região;
Coordenações de Curso,
Docentes, CONEX e CPA
Sistematizar a oferta de disciplinas Direção Geral, Acadêmica,
Praticar
a
semi dos currículos dos cursos de Financeira,
CAP,
CPA,
2011 - 2015
presencialidade
graduação da IES através do sistema Coordenação de Curso e
de ensino a distância
NDE
Dimensão 2 - Políticas para o ensino, a pesquisa e a extensão
Objetivo: Participar do processo da criação e divulgação do conhecimento, a partir da atuação de seus núcleos de pesquisa
e estudo, da revista própria e de outros meios de comunicação disponíveis.
Meta
Ação
Responsáveis
Ano
Valorizar o corpo docente - Consolidação do Plano de Cargos e
como pólo de criação de Salários;
conhecimento
e
foco - Ampliação do Plano de Saúde aos Diretoria
Acadêmica,
principal do processo familiares;
Diretoria
Financeira,
ensino aprendizagem, de - Promover o acompanhamento da Coordenação
de
Apoio
2011 – 2014
9
forma que, pelo menos,
70% dos professores se
mantenham no instituto
Florence
de
ensino
superior por mais de 3
anos.
Divulgar
estudos
e
pesquisas em encontros
locais e nacionais
Expandir a oferta
bolsas de monitoria
CAP – Coordenação de Apoio
Pedagógico
aos
Docentes
e
Discentes, quanto às orientações
pedagógicas aos Professores da
IES;
- Participação do NDE nas Bancas
de Seletivo de Professores.
- Planejamento financeiro da IES
para subsidiar a divulgação, escrita e
oral, do trabalho de investigação do
docente
de
Pedagógico aos Docentes e
Discentes, CONEX, NDE,
Coordenadorias dos Cursos
Diretoria Geral, Diretoria
Acadêmica,
Diretoria
Financeira, Coordenação de
Apoio
Pedagógico
aos
Docentes
e
Discentes,
CONEX,
NDE,
Coordenadorias dos Cursos
Direção Geral, Acadêmica,
Financeira,
CONEX
e
Coordenação de Curso
2011 – 2015
10
Disponibilização e alocação de
recursos para a política de expansão
2011 - 2014
de bolsas de monitoria
Dimensão 2 - Políticas para o ensino, a pesquisa e a extensão
Objetivo: Desenvolver o espírito crítico e científico dos discentes, mediante a consolidação de um ensino articulado à
pesquisa e à extensão, efetivando, de maneira significativa, os conhecimentos teóricos e a prática cotidiana.
Meta
Ação
Responsáveis
Ano
Desenvolver a pesquisa - Consolidar bolsa de iniciação Diretoria
Financeira,
disponibilizando recurso científica e monitoria;
Diretoria
Acadêmica,
financeiro,
além
de - Elaborar projetos de pesquisa e CONEX,
Coordenadorias
2011 – 2015
participar do pleito pela submeter à aprovação de instituições dos Cursos e
aquisição
de
recurso que visam o fomento à pesquisa;
Coordenação
de
Apoio
externo
- Disponibilizar e alocar recurso de Pedagógico aos Docentes e
3% a 5% para a FAPE – Fundo de Discentes.
Amparo à Pesquisa e à Extensão.
- A CAP e o NDE deverão
Analisar semestralmente sensibilizar os docentes quanto à
planos de ensino e importância do envio dos Planos de Diretoria
Acadêmica,
2011 – 2015
bimestralmente
Ensino e Avaliações à Coordenação Coordenadorias de Curso,
avaliações, adequando- de Apoio Pedagógico aos Docentes NDE, Coordenação de Apoio
os, se necessário, à e Discentes;
Pedagógico aos Docentes e
linguagem interdisciplinar - Desenvolver reuniões e oficinas Discentes,
bem
como
e contextual
que
tenham
como
pauta
a Docentes
problematização/
a
situaçãoproblema;
- Implementar o PQD.
Alocar os egressos no
mundo
do
trabalho, - Estudo, discussão e adequação dos Direção Acadêmica, NDE,
observando
às PPPCs;
Coordenações de Curso,
2011 - 2013
necessidades da região
Docentes, CAP e CPA
em que a IES encontra-se
inserida
Consolidar o referencial
teórico
cognitivista, - Estudo, discussão e adequação dos Direção Acadêmica, NDE,
observando
as PPPCs;
Coordenações de Curso,
2011 - 2013
peculiaridades
Docentes, CAP e CPA
interdisciplinares,
contextuais
e
problematizadoras
Aproximar as atividades Sistematizar
planejamento
acadêmicas e avaliações “ENADE”, a fim de acompanhar Direção Acadêmica, CAP e
2011 - 2013
à lógica de situações- docentes e discentes, quanto à CPA
problema ENADE
utilização da linguagem da avaliação
ENADE
Ofertar
Nivelamento
Acadêmico aos alunos
ingressantes
e
com
dificuldades perceptíveis
em PRT, MTM e QUI
Desenvolver projetos de
pesquisa
e
extensão
- Sistematizar projeto de nivelamento
acadêmico, visando contribuir à
possível equivalência, quanto aos
conhecimentos básicos em sala de
aula
- Planejar e executar projetos de
pesquisa
e
extensão
nas
Direção Acadêmica, CAP e
CPA
2011 – 2012
Direção
2011 - 2013
Acadêmica
e
contemplando questões comunidades Jaracati, Camboa, CONEX
relativas
a
afro- Coroadinho, Saviana e Centro
descendentes,
gênero/sexualidade
e
sustentabilidade
ambiental
Dimensão 3 - Responsabilidade social da instituição
Objetivo: Promover a formação de profissionais que sejam cidadãos cônscios de seus deveres, éticos, respeitosos quanto
aos valores da sociedade e aptos a atuarem em seu entorno, atendendo às necessidades das comunidades, com o intuito de
torná-las autônomas no diagnóstico de seus problemas e no encaminhamento das soluções.
Meta
Ação
Responsáveis
Ano
Realizar
levantamento
de
necessidades das comunidades do
entorno, adotando um novo grupo, Diretoria
Financeira,
Articulação das relações além das comunidades Jaracatí, Coordenadorias dos Cursos
2011 – 2015
com a comunidade, por Centro,
Coadinho,
Camboa
e de Graduação, Diretoria
meio
de
ações Saviana, considerando recursos Acadêmica,
CONEX,
extensionistas, prestação financeiros da IES;
Comissão
Própria
de
de serviços de utilidade - Criar ações sociais, projetos de Avaliação, CAP e ASCOM.
pública, atendimento a extensão e outros eventos que
demandas diversificadas proporcionem a efetiva participação
da comunidade e outras da comunidade acadêmica;
formas de interação.
- Ofertar à comunidade acadêmica,
ludovicense e maranhense os
serviços dos Laboratórios de prática
profissional da IES;
Desenvolver
campanha
de
sensibilização e de fomento à
aceitação
das
diferenças,
considerando
o
portador
de
necessidade educativa especial.
Dimensão 4 - Comunicação com a sociedade
Objetivo: Desenvolver um sistema amplo de informações que impacte positivamente a comunidade externa à IES.
Meta
Ação
Responsáveis
Ano
- Informar a comunidade ludovicense
através de jornais impressos de ASCOM – Assessoria de
Comunicar-se
com
a veiculação externa, do Informativo Comunicação
comunidade
externa, Florence, da revista Florence em
2011 – 2015
visando
impactá-la Revista, de outdoor, de busdoor, de
positivamente.
panfletos, de canais televisivos de
veiculação local e nacional, de rádios
locais;
- Divulgar os resultados dos projetos
de pesquisa e extensão;
- Implementar o PAE – Programa de
Acompanhamento de Egressos.
Dimensão 5 - Políticas de pessoal
Objetivo: Investir na qualificação do corpo docente, através de uma política de recursos humanos, que garanta o seu
aprimoramento contínuo e sua satisfação profissional.
Meta
Ação
Responsáveis
Ano
Dispor de professores
com
a
qualidade - Consolidação do Plano de Cargos e
necessária (especialistas, Salários;
Diretoria
Acadêmica,
2011 – 2013
mestres e doutores), em - Implementação do PQD - Programa Diretoria
Financeira,
Nível Superior a 35% do de Qualificação Docente, junto ao Mantenedora e NDE.
corpo
docente, NDE.
permanentemente.
Desenvolver programas e - Implementação do Núcleo de Apoio Coordenadoria de Apoio
iniciativas
para
a Pedagógico ao Docente/ NAP e do Pedagógico ao Docente e ao
2011 – 2013
qualificação do corpo Programa de Qualificação Docente/ Discente
e
Diretoria
docente.
PQD.
Acadêmica
Implantar o Mestrado nas - Buscar parcerias para realização de
áreas de saúde
Cursos de mestrado
Diretória Geral e Acadêmica
2011 - 2015
Dimensão 6 - Organização e gestão da instituição
Objetivo: Empreender uma gestão participativa e democrática, pautada em princípios éticos, que possibilitem a efetiva
participação da comunidade acadêmica no processo decisório da instituição.
11
Meta
Ação
Responsáveis
Ano
- Divulgação no site da instituição, na Diretoria
Acadêmica,
Difundir
as
políticas revista Florence em Revista, em Coordenadorias de Curso,
institucionais
junto
à murais, no Informativo CPA - Coordenação
de
Apoio
comunidade acadêmica, Comissão Própria de Avaliação e em Pedagógico aos Docentes e
2011 – 2015
assim como as suas outros meios/ canais que forem aos Discentes, Comissão
Normas.
possíveis à IES;
Própria
de
Avaliação,
- Aplicação da avaliação institucional Assessoria
de
duas vezes ao ano (1º e 2º Comunicação, NTI – Núcleo
semestre);
de
Tecnologia
da
- Implementação do PEC-TEC – Informação e Administração.
Plano de Qualificação do Corpo
Técnico-Administrativo.
Consolidação
dos - Efetivar a participação democrática Diretoria
Acadêmica,
colegiados de curso
e sistemática dos grupos colegiados. Coordenadorias de Curso
2011-2013
Dimensão 7 – Infra estrutura física
Objetivo: Dispor de infra estrutura adequada para o desenvolvimento das atividades acadêmicas que se propõe na
Graduação e Pós-graduação.
Meta
Ação
Responsáveis
Ano
- Fazer levantamento e previsão
Construir as estruturas financeira para a construção de
físicas da Clínica escola Ambulatório escola, Farmácia escola, Diretoria Geral, Diretoria
de
odontologia Clínica escola de odontologia, Financeira,
Diretoria
2011 – 2014
(odontologia, enfermagem Escritório escola de Direito;
Acadêmica, Coordenadorias
e farmácia) Escritório - Dar à Clínica escola, à Farmácia dos Cursos de Graduação e
escola de Direito.
escola e ao Escritório escola de CAP – Coordenação de
Direito à finalidade acadêmica Apoio
Pedagógico
aos
prevista nos PPP dos Cursos de Docentes e Discentes.
Graduação.
Adequação da estrutura
física e logística da IES
para
incluir
qualitativamente
o
portador de necessidade
educativa especial
- Investimento para expansão e
adequação
das
instalações
à
comunidade acadêmica.
Diretoria Geral, Financeira e
Acadêmica.
2011 -2015
Dimensão 8 - Planejamento e avaliação
Objetivo: Empreender uma gestão que tenha como foco principal a implementação de um sistema contínuo e permanente de
avaliação, buscando no resultado da avaliação institucional o subsídio para o planejamento da IES.
Meta
Ação
Responsáveis
Ano
Sensibilizar
- Duas vezes ao ano será aplicada
continuamente
a avaliação institucional (1º e 2º Comissão
Própria
de
2011-2015
comunidade
acadêmica semestres), devendo os resultados Avaliação, Assessoria de
sobre a importância da ter tabulação, originando assim Comunicação
participação no processo relatórios
por
segmento
de
de avaliação institucional;
representação.
Socializar os resultados - Realizar Seminário institucional Diretoria
Acadêmica,
da avaliação institucional.
para divulgação dos resultados da Comissão
Própria
de
2011-2015
avaliação para a comunidade Avaliação, Assessoria de
acadêmica.
Comunicação
- Acompanhamento da CAP –
Divulgar ao corpo docente Coordenação de Apoio Pedagógico Diretoria
Acadêmica,
e discente os projetos de aos Docentes e Discentes e da CPA Coordenadoria de Apoio
curso, acompanhando o
– Comissão Própria de Avaliação Pedagógico ao Docente e ao
desenvolvimento
das quanto
ao
desenvolvimento Discente,
Coordenadorias
2011 – 2015
habilidades
e curricular,
atentando
às de Cursos, Núcleo Docente
competências específicas competências e habilidades previstas estruturante,
Comissão
de cada área.
nos Projetos Pedagógicos dos Própria de Avaliação.
Cursos.
12
Promover semestralmente
o estudo das políticas
institucionais, traçadas no - Sistematizar oficinas de estudo e
PDI, PPPI, Regimento discussão sobre os documentos
Diretoria Acadêmica
2011 – 2015
Interno e PPPC’s, a fim de institucionais,
possibilitando
a
que a prática institucional materialização da prática acadêmica
não seja distanciada dos com excelência.
seus
documentos
normativos.
Implementar
o
acompanhamento
dos - Ampliar o PAE à Pós-graduação
Direção Acadêmica, CONEX
egressos
da
Póse CPA
graduação
2011 – 2014
Dimensão 9 - Políticas de atendimento aos estudantes
Meta
Ação
Responsáveis
Ano
Estabelecer parcerias e - Realizar visitas às Instituições
convênios com os órgãos Públicas e Privadas apresentando o Diretoria
Acadêmica,
governamentais, estado e
Programa
de
Responsabilidade Diretoria
Financeira,
2011 - 2015
União, para implantação Social da IES que inclui ações de Coordenadorias de Cursos,
dos
programas
de inclusão social, tendo vista a Assessoria de Comunicação
inclusão social.
sensibilização às ações sociais.
Capacitar
100%
dos
funcionários, no que diz - Implementar o PIC - Programa Coordenadoria de Apoio
respeito, principalmente, Integrado de Gestão de Capital Pedagógico ao Docente e ao
2011 – 2015
ao
Atendimento
e Humano.
Discente, Comissão própria
eficiência dos serviços
de Avaliação, Administração/
prestados pela instituição.
Recursos Humanos
Dimensão 10 - Sustentabilidade financeira
Objetivo: Garantir a sustentabilidade do negócio, a manutenção dos empregos e o cumprimento da missão.
Meta
Ação
Responsáveis
Ano
Implantar
o
Sistema
Integrado de Gestão.
Estabelecer
políticas
financeiras de incentivo
aos discentes.
Identificar oportunidades
de redução de custos.
Identificar oportunidades
de geração de receitas.
Identificar oportunidades
de
planejamento
tributário.
Implantar o FIES
Definir software;
Implantar e monitorar.
Analisar a viabilidade social e
econômica para concessão de
descontos,
premiação
por
adimplência, financiamento estudantil
e reparcelamento de dívidas;
Implantar e divulgar.
Analisar a viabilidade social e
econômica para revisão dos preços
das mensalidades;
Implantar e divulgar.
Rever contratos de prestação de
serviços.
Identificar projetos de parceria com
empresas, ONG’s e governo.
Diretoria Financeira
2011 – 2015
Diretoria Financeira
2011 - 2013
Identificar incentivos fiscais.
Sistematizar
longo prazo
política
financeira
a
1.4 ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA
1.4.1 Cursos de Graduação Autorizados e Reconhecidos
O Instituto Florence de Ensino Superior Ltda., entidade mantenedora do Instituto
Florence de Ensino Superior, conta com dois cursos de graduação reconhecidos e dois
autorizados, a saber:
13
1.4.1.1
Cursos devidamente reconhecidos:
 Enfermagem (autorizado pela Portaria Ministerial nº 841, de 01 de novembro de 2006 e,
reconhecido pela Portaria Ministerial nº 269, de 19 de julho de 2011, publicado no DOU
nº 138, em 20/07/2011, seção 01, folha 39)
 Farmácia (autorizado pela Portaria Ministerial nº 842, de 01 de novembro de 2006.
Aguardando Portaria de Reconhecimento)
14
1.4.1.2
Cursos Autorizados
 Odontologia (autorizado pela Portaria Ministerial nº 159, de 14 de janeiro de 2011)
 Direito (autorizado pela Portaria Ministerial nº 59, de 01 de junho de 2011)
2.0 PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL
2.1 INSERÇÃO REGIONAL
O Maranhão está localizado no oeste da região Nordeste e tem como limites o Oceano
Atlântico (N), o Piauí (L), o Tocantins (S e SO) e o Pará (O). É o 4º Estado mais rico (PIB) do
Nordeste e a 16ª maior economia (PIB) do Brasil.
O Maranhão possui mais de 640 km de litoral, sendo, portanto, o estado com o 2º maior
litoral brasileiro, superado apenas pela Bahia. Cerca de 70% dos maranhenses vivem em áreas
urbanas. O Maranhão possui 18,43 habitantes por km², sendo o décimo sexto na lista de
estados brasileiros por densidade demográfica.
Ressalta-se que o município de São Luis gera 38,95% do PIB maranhense, ocupando a
24ª posição entre as capitais brasileiras em termos de renda familiar “per capita”, enquanto que
está na 25ª posição em termos de proporção de miseráveis na população, ou seja, percentual
da população que vive com renda individual mensal abaixo de R$ 137,00.
O estado do Maranhão é um dos territórios mais pobres do Brasil, com um Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH) igual a 0, 683, comparável ao do Brasil em 1980 e superior
apenas ao de Alagoas na lista dos estados brasileiros por IDH. O estado possui a segunda pior
expectativa de vida do Brasil, também superior apenas à cidade Alagoas.
A economia estadual, atualmente, baseia-se na indústria de transformação de alumínio,
alimentícia, madeireira, extrativismo (babaçu), agricultura (soja, mandioca, arroz, milho),
pecuária e serviços, além da pesca, que lhe dá a liderança na produção de pescado artesanal
do Brasil, bastante utilizados na culinária regional, como o camarão, caranguejo e sururu.
Posto isso, o Instituto Florence de Ensino Superior sistematiza as ofertas dos Cursos de
Enfermagem, Farmácia, Odontologia e Direito, destacando que a escolha por tais áreas do
saber científico justifica-se na percepção de um Estado ainda carente quanto à promoção de
um atendimento de qualidade, especialmente à camada mais carente.
Acredita-se que a IES, enquanto instituição formadora fomentará conhecimentos
pertinentes, contribuindo a processos de cidadania, na medida da sua intervenção teórica e
prática, haja vista fundamentar-se, por meio de seus cursos, no atendimento às necessidades 15
de sujeito holístico, a partir de sua singularidade, complexidade, integralidade e inserção sóciocultural.
2.2 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E TEÓRICO-METODOLÓGICOS QUE NORTEIAM AS
PRÁTICAS ACADÊMICAS DA INSTITUIÇÃO
Tendo em vista os fins propostos no Capítulo IV- art. 43 da LDBEN nº 9.394/ 96, em que
a Educação Superior prima pela formação plena do cidadão, objetivando sua atuação
profissional, ao adquirir competências e habilidades, proporcionando o exercício da
policompetência e do questionamento sobre a realidade, os cursos de Graduação e Pósgraduação do Instituto Florence de Ensino Superior estabeleceram, em consonância com sua
missão, como princípio filosófico o Cognitivismo, haja vista sinalizações do Ministério da
Educação quanto à valorização dos pilares da educação em suas Diretrizes Curriculares
Nacionais – aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver –,
bem como a própria estrutura das questões ENADE. Como princípio metodológico, definiu a
Interdisciplinaridade.
Posto isso, compreende-se o Cognitivismo como pressuposto teórico de fomento à
intelectualidade, que se materializa através dos desafios da epistemologia interdisciplinar, em
suas dimensões científica, metodológica, antropológica e linguística, passando o objeto de
saber a ser problematizado, visto que é (re) conhecido em sua estrutura interior/ epistêmica e
contextualizado em dimensões exteriores, resultando na complexificação do saber, através do
estabelecimento de uma trama de conhecimentos conceituais, procedimentais e atitudinais,
que se manifestam por afirmação, negação ou complementaridade.
As competências e habilidades requeridas pelo mundo do trabalho, que sinalizam o perfil
de policompetência, são planejadas em PPPCs, considerando o PPPI, sendo, também,
trabalhadas através do planejamento docente, das avaliações e nivelamento acadêmico, bem
como por meio das Semanas Científicas dos Cursos da IES, além das pesquisas e extensões.
Entende-se que o desafio da solução de problemas é, igualmente, básico para o
desenvolvimento de autonomia intelectual, criatividade e aceitação da diversidade teórica, tão
comum no trabalho interdisciplinar, configurando-se como recurso de problematização quando
do trabalho com o objeto que se apresenta através de estudos de caso.
Nessa seara, o docente é o facilitador, profissional policompetente e, portanto, capaz de
contribuir ao processo de superação histórica da heteronomia, comportamento manifesto pelo
espaço cartesiano que simplificou o comportamento do sujeito diante da realidade, reduzindo-o 16
a mera observação e reprodução dos fatos.
Posto isso, considera-se os trabalhos investigativos como àqueles que tornam a sala de
aula em espaço de debates, problematizações, contextualizações, interdisciplinaridades e de
manifestação de competências e habilidades, assumindo o sujeito a condição de respeito e
possibilidades cognitivas diferenciadas para o enfrentamento da realidade.
O Instituto Florence de Ensino Superior, enquanto espaço formador e preocupado com
as demandas da sociedade hodierna, prima pelo desenvolvimento pleno dos formandos,
considerando dimensões humanas, cognitivas, éticas e filosóficas, bem como avalia o discenteformando na observação de mudança comportamental, que se reflete na materialização do
pensar em forma de comunicação escrita, falada, gestual, em procedimentos, em simulações
de situações reais ou em vivências efetivas.
Nesse sentido, os Projetos Político-Pedagógicos dos Cursos visam:
 Proporcionar ao educando uma sólida formação quanto aos conhecimentos básicos da
sua área de estudo, pautada pelos princípios da democracia, do respeito à diversidade,
que é humana, política, social, ética e científica;
 Possibilitar meios de reflexão sobre o processo da construção do conhecimento, bem
como a sua utilização no mundo do trabalho, compreendido com lócus das relações do
ser humano com o meio natural e social;
 Contribuir à compreensão de que o progresso do ensino e da aprendizagem aconteça a
partir das relações estabelecidas entre professor e aluno, percebidos como sujeitos que
se completam através da troca de saberes, contribuindo, assim, para a superação do
senso comum, na perspectiva da construção do conhecimento científico;
 Garantir a associação entre as áreas de saber e a ação dos sujeitos que buscam
compreendê-los, proporcionando, dessa forma, a superação da dicotomia existente entre
teoria e prática;
 Conceber a avaliação como um processo contínuo e não como um fim em si mesmo,
cabendo ao professor-facilitador a tarefa de orientar o processo de ensino e
aprendizagem, numa perspectiva ética de superar a avaliação como um mero
instrumento de verificação de conteúdos;
 Formar cidadãos críticos, criativos e autônomos, mediante conteúdos trabalhados numa
perspectiva de instrumentalização intelectual, que promove (re) significação de conceitos
articulados à realidade social;
 Propiciar a articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão, considerando que o
domínio dos recursos fundamentais para o exercício da profissão e para a
contextualização das questões colocadas pela sociedade contemporânea requer uma
inter-relação entre as competências técnico-científicas, artísticas, éticas e políticas, numa
perspectiva de desenvolvimento humano.
Ressalta-se que os Projetos Políticos Pedagógicos dos Cursos de Graduação foram
elaborados e (re) elaborados pelos NDE’s – Núcleos Docentes Estruturantes e Colegiados dos
Cursos.
2.3 POLÍTICAS DE ENSINO
2.3.1 Políticas de Ensino - Graduação
 Promover a construção do conhecimento e o desenvolvimento de competências em
contraposição às abordagens centradas na transmissão de saberes prontos e
definitivos;
 Criar condições para o desenvolvimento de profissionais competentes, autônomos,
policompetentes, criativos, solidários e éticos, capazes de contribuir para o
desenvolvimento do processo produtivo e da sociedade;
 Criar condições para o desenvolvimento de profissionais que sejam capazes de
empreender, avaliando e aproveitando oportunidades do mercado;
 Construir os processos educativos, abrangentes e flexíveis, aproveitando os
conhecimentos prévios na constituição de competências e habilidades utilizáveis ao
longo da vida, possibilitando a construção de caminhos singulares de desenvolvimento;
 Utilizar metodologias ativas na resolução de situações-problema;
 Utilizar processos de avaliação que sejam diagnósticos, contínuos, sistemáticos,
cumulativos, flexíveis, participativos e focados na análise do desenvolvimento de
competências e habilidades;
17
 Ofertar currículos organizados por competências e habilidades, desenvolvidos por meio
de projetos integradores ou articuladores ou eixos temáticos, com um perfil de saída
diferenciado, que preveja atuação profissional responsável;
 Garantir a qualidade na execução de Programas e Cursos, atendendo às expectativas
dos participantes e ampliando as possibilidades de ingresso e permanência no mundo
do trabalho;
 Atualizar permanentemente os currículos, em constante sintonia com as exigências do 18
mundo do trabalho e das Diretrizes Curriculares Nacionais;
 Desenvolver
incrementando
Programas
parcerias
e
Projetos
com
institucionais
iniciativas
de
municipais,
pesquisa
estaduais,
e
extensão,
nacionais
e
internacionais;
 Aperfeiçoar o processo de avaliação, criando condições para sistematizar informações,
de modo a facilitar a identificação de fragilidades e potencialidades da IES, socializando
resultados e fomentando políticas institucionais;
 Integrar as atividades educacionais, fundamentadas em práticas inovadoras com perfil
do “aprender fazendo” e na incorporação de novas tecnologias, de modo a garantir a
qualidade do desenvolvimento profissional;
 Incentivar e definir de maneira sistemática a atuação plena e democrática dos
Colegiados de Curso. Tudo a partir do objetivo de analisar periodicamente os anseios
docentes e discentes e os processos de ensino-aprendizagem;
 Apoiar as atividades e o plano de trabalho dos NDEs, a fim de analisar as indicações
advindas pelos Colegiados de Curso, no que tange a implementação e reformulações
dos Projetos Político-Pedagógicos dos Cursos de Graduação;
 Acompanhar e discutir o andamento dos processos de criação de novos cursos de
Graduação;
 Estimular os Colegiados de Curso no sentido de revisar sistematicamente os conteúdos
programáticos, a fim de garantir um ensino mais integrado, promovendo assim a
interdisciplinaridade, a contextualização e a problematização dos objetos;
 Criar espaço para reflexão acadêmica sólida e de qualidade, visando o desenvolvimento
de competências profissionais;
 Complementar a formação humanística e competente dos alunos por meio do uso de
novas tecnologias;
 Instituir de forma processual e sistemática o regime semi presencial nos cursos de
Graduação do Instituto Florence de Ensino Superior;
 Valorizar e aprimorar os instrumentos de avaliação dos cursos, a fim de instituir políticas
de intervenção e gestão mais sólidas a partir dos diagnósticos advindos desses
procedimentos;
 Estimular atividades que envolvam o contato constante dos docentes e alunos da
Faculdade com profissionais já inseridos no mercado de trabalho, procurando conhecer 19
melhor a realidade do profissional e integrá-la à vida acadêmica;
 Valorizar e fortalecer a formação acadêmica por meio do desenvolvimento de projetos
de pesquisa e extensão, bem como participação em Bolsas de Iniciação Científica e do
Programa Ciência sem Fronteiras;
 Apoiar a viabilização, enquanto Instituição, dos diferentes estágios previstos na
formação dos profissionais das áreas dos cursos de Graduação da IES;
 Identificar e buscar soluções para as necessidades específicas dos cursos e das turmas
de graduação;
 Valorizar a atividade didática dos docentes promovendo cursos e oficinas sobre
metodologias de ensino, planejamento e avaliação;
 Aprimorar o canal de comunicação com os egressos da Faculdade através do PAE –
Programa de Acompanhamento de Egressos;
 Estimular a mobilidade discente interinstitucional; e,
 Aprimorar o sistema de Controle Acadêmico.
2.3.2 Políticas de Ensino – Pós-Graduação
 Incentivar a integração dos cursos de pós-graduação do Instituto Florence de Ensino
Superior por meio de disciplinas e seminários comuns;
 Apoiar os docentes, discentes e as ações da Coordenadoria de Pós-graduação,
Pesquisa e Extensão - CONEX no aprimoramento da formação conteudista e
extensionista dos seus programas;
 Incentivar a incorporação de novos docentes da Faculdade nos cursos de pósgraduação;
 Fomentar a discussão sobre a criação de novos cursos de especialização;
 Buscar parcerias para realização de cursos de pós-graduação na modalidade de
Mestrado Interinstitucional – MINTER, visando à qualificação dos docentes da IES e o
fortalecimento dos diversos setores da região de inserção;
 Fortalecer o intercâmbio nacional dos docentes dos cursos de pós-graduação, visando o
desenvolvimento de parcerias de longa duração e a mobilidade discente; e,
 Aprimorar o canal de comunicação com os egressos dos cursos de pós-graduação do
Instituto Florence de Ensino Superior – IFES.
2.4 POLÍTICAS DE PESQUISA
 Divulgação de resultados de pesquisas desenvolvidas internamente ou fora da
Instituição, objetivando a disseminação do conhecimento produzido;
 Estabelecimento de parcerias interinstitucionais de fomento à pesquisa;
 Consolidar a proposta de iniciação científica já implantada, sem perder de vista a
missão institucional e os Projetos Político-Pedagógicos dos Cursos de Graduação;
 Atualizar as normas e operacionalização da Pesquisa no Instituto Florence de Ensino
Superior – IFES;
 Fomentar as ações no que tange a Iniciação Científica a partir da oferta de bolsas
institucionais;
 Fortalecer a revista Florence em Revista;
 Fortalecer a Pesquisa e Iniciação Científica;
 Promover discussão permanente sobre a criação de projetos e grupos de pesquisa,
bem como a ampliação das linhas de pesquisa;
 Incentivar e proporcionar a troca de conhecimentos de cunho científico entre os
graduandos e pós-graduandos da IES;
 Estimular a realização de projetos de pesquisa, envolvendo docentes dos cursos da
Faculdade;
 Estimular o aperfeiçoamento dos docentes através de incentivos à qualificação em
curso stricto sensu;
 Estimular parcerias científicas com o setor privado;
 Estimular a participação de toda a comunidade acadêmica nos Seminários Científicos,
procurando manter ativo um espaço de reflexão e discussão científica no Instituto
Florence de Ensino Superior – IFES.
20
2.5 POLÍTICAS DE EXTENSÃO
 Fortalecimento de projetos extensionistas na relação Faculdade x Comunidade, com a
participação de Professores, Alunos e Técnicos Administrativos;
 Desenvolvimento de Projeto de Extensão, assegurando políticas para Pós-graduação:
 Oferecer Cursos de Pós-graduação Lato Sensu que enriqueçam, complementem 21
e aprofundem a formação profissional, nas áreas de atuação da IES, além de
promover a cooperação e parceria com Instituições de renome;
 Avaliar, permanentemente, o Programa de Pós-graduação Lato Sensu, quanto à
sua efetividade e alcance;
 Propor Programa de Mestrado à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal
de Nível Superior – CAPES, sem perder de vista a área de atuação da
Faculdade.
 Estabelecer o cumprimento do Programa Institucional de Responsabilidade Social da
IES;
 Apoiar a realização de projetos de extensão que visem questões socioambientais;
2.6 POLÍTICAS DE GESTÃO
 Implantar, avaliar e aperfeiçoar um sistema de gestão acadêmica, considerando a
valorização das pessoas de forma a proporcionar condições a todos os colaboradores
do Instituto Florence de Ensino Superior, para desenvolverem suas atividades de forma
eficaz;
 Empreender uma gestão participativa e democrática pautada em princípios éticos, que
possibilitem a efetiva participação da comunidade acadêmica no processo decisório da
instituição;
 Investir na qualificação do corpo docente, através de uma política de recursos humanos,
que garanta o seu aprimoramento contínuo e sua satisfação profissional;
 Encontrar mecanismos de captação de docentes de alta qualificação e titulação;
 Valorizar os talentos individuais dos docentes, considerando as suas prioridades de
dedicação em relação às atividades de ensino, de pesquisa e de extensão;
 Realizar planejamento individual de atividades com os docentes;
 Atualizar, por meio de ampla discussão com a comunidade, o Plano de Desenvolvimento
Institucional – PDI do Instituto Florence de Ensino Superior – IFES;
 Realizar encontro anual de discussão do planejamento das atividades de ensino,
pesquisa e extensão, visando o fortalecimento das ações;
 Fortalecer as parcerias com o setor privado no que tange a estágios;
 Colaborar com o fortalecimento e constituição da representação estudantil junto a IES
22
(Diretórios Acadêmicos);
 Ações permanentes junto à Mantenedora para contratação do corpo docente e técnicoadministrativo;
 Ações permanentes junto à Mantenedora quanto à execução dos projetos de
reestruturação e adaptação das instalações físicas da IES, procurando incluir nesses
projetos os aspectos de acessibilidade, segurança e gestão ambiental;
 Ação permanente junto às Diretorias e Mantenedora na discussão e reflexão sobre os
planos de carreira docente e do técnico administrativo;
 Apoiar o programa de Avaliação Institucional da Faculdade, através da participação mais
efetiva dos Colegiados de Curso;
 Dar continuidade ao processo de informatização da administração da Faculdade,
visando maior agilidade na tramitação dos processos de naturezas diversas;
 Manter e implementar a infraestrutura instalada na Faculdade quanto às salas de aula,
laboratórios
didáticos,
recursos
audiovisuais,
iluminação,
acesso
aos prédios,
estacionamento, segurança, entre outros, visando a melhoria da qualidade de vida
acadêmica;
 Apoiar e estimular a realização de cursos de capacitação profissional pelos funcionários
técnicos – administrativos, procurando equacionar as necessidades profissionais de
cada indivíduo;
 Incentivar a participação do corpo docente e técnico – administrativo nos órgãos
colegiados como forma estratégica de consolidação dos princípios e políticas da
comunidade acadêmica;
 Fortalecer o corpo editorial da revista Florence em Revista;
 Criar mecanismos de atualização do site do Instituto Florence de Ensino Superior,
garantindo uma maior agilidade na alteração das informações nele depositadas;
 Fortalecer e valorizar os setores técnicos, acadêmicos e administrativos, visando o
funcionamento harmônico da IES;
 Fortalecer e aperfeiçoar os serviços de informática e biblioteca da Faculdade, tendo em
vista a sua importância estratégica na melhoria das atividades acadêmicas –
administrativas;
 Estabelecer reuniões anuais de acompanhamento do presente Plano de Gestão com
órgãos diretivos e administrativos da IES;
 Estabelecer reuniões periódicas para discussão e análise acerca do PDI;
 Dar continuidade às reuniões periódicas com as Diretorias e Coordenações de curso, 23
visando uma maior integração e agilidade na execução de suas atividades.
Esse sistema de gestão, que se rege pela missão e objetivos da instituição é
continuamente avaliado em função dos resultados alcançados e aperfeiçoado para o alcance
efetivo das metas propostas de desenvolvimento institucional como um todo, no âmbito
administrativo e acadêmico.
2.7 RESPONSABILIDADE SOCIAL DA INSTITUIÇÃO
O Instituto Florence de Ensino Superior tem como política de responsabilidade social o
atendimento à comunidade com qualidade, ética, respeito e dignidade, proporcionando-lhe os
benefícios da produção intelectual e científica de seus professores e alunos.
A responsabilidade social da instituição é caracterizada, especialmente, em relação à
inclusão, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória
cultural, da produção artística e do patrimônio cultural e à educação inclusiva de portadores de
necessidades especiais específicas.
A responsabilidade do IFES é refletida:
 Na promoção de conhecimentos e importância social das suas ações universitárias, bem
como
o
impacto
dessas
atividades
científicas,
técnicas
e
culturais
para
o
desenvolvimento das comunidades do Centro, Jaracati, Camboa, Coroadinho e Anjo da
Guarda;
 Na natureza das relações e parcerias com os setores público, produtivo, com o mercado
de trabalho e com instituições sociais, culturais e educativas de todos os níveis, pois a
IES compreende as necessidades sociais e culturais do seu entorno, prestando
atendimento em observância à sua política e filosofia de ensino;
 Nas ações voltadas ao desenvolvimento da democracia, promoção da cidadania, de
atenção a setores sociais excluídos, políticas de ação afirmativa. Para atingir tal
desiderato, assegura-se que o valor da mensalidade, aliado ao compromisso com a
qualidade do ensino ministrado, torne a instituição participativa na luta pela redução das
desigualdades sociais, haja vista o acesso à educação que se qualifica como
instrumento de poder.
Assim, o Programa de Financiamento e Bolsas a alunos Carentes é mais uma das
estratégias utilizadas pela IES, pois pretende ser um instrumento capaz de proporcionar apoio
psicossocial e pedagógico ao discente com limitações financeiras acentuadas, otimizando sua 24
qualidade de vida. Contudo, a política de inclusão de maior relevo consubstancia-se
financiamentos Institucionais (interno e externo), como o PROUNI e FIES (até 2013/02),
Crédito Educativo, Crédito Educativo Rotativo, Programa de Bolsas de Estudos (Bolsa
Empresarial), Bolsa de Trabalho.
Por fim, tem-se ainda a isenção de taxas, estágio remunerado, bolsas de monitoria,
iniciação científica e extensão.
Quanto ao atendimento a pessoas portadoras de necessidades educacionais especiais
ou reduzidas, assume-se que as diferenças humanas são normais e que, como conseqüência
desse pressuposto a aprendizagem deve ser adaptada às necessidades do educando, em vez
do educando adaptar-se, de qualquer maneira, ao processo de aprendizagem.
Nesse sentido, a inclusão e a participação são essenciais à dignidade humana e ao
pleno exercício da cidadania. A educação inclusiva reconhece e responde às necessidades
diversas do educando, acomodando ambos os estilos e ritmos de aprendizagem e
assegurando uma educação de qualidade a todos, por meio de metodologias de ensino
apropriadas, arranjos organizacionais, uso de recursos diversificados e parceria com as
organizações especializadas.
A partir desse entendimento, a IES adotará as seguintes diretrizes: campanhas de
sensibilização e de fomento à aceitação das diferenças, parcerias com corporações
profissionais e entidades de classe (sindicatos, associações, federações, confederações etc.),
integração faculdade-empresa para a oferta de Estágios Curriculares Supervisionados
Obrigatórios, com adequadas condições de atuação para os portadores de necessidades
especiais.
De acordo com o plano de promoção de acessibilidade e atendimento prioritário e
diferenciado para a utilização dos espaços, mobiliários e edificações, o Instituto Florence de
Ensino Superior tem suas instalações adaptadas, tomando como referência a Norma Brasil
9050, da Associação Brasileira de Normas Técnicas: rampas com corrimãos que permitem o
acesso aos espaços de uso coletivo; rampas com corrimãos ou elevadores que permitam o
acesso às salas de aula, laboratórios, biblioteca e outras instalações da infra-estrutura física e
acadêmica; banheiros adaptados, com portas largas e espaço suficiente para permitir o acesso
de cadeira de rodas; barras de apoio nas paredes dos banheiros; lavabos e bebedouros
instalados em altura acessível aos usuários de cadeiras de rodas; telefone público instalado em
altura acessível aos usuários de cadeiras de rodas; vaga em estacionamento nas proximidades
da IES e em estacionamento próprio.
Segundo os sistemas e meios de comunicação e informação, serviços de tradutor e
intérprete da língua brasileira de sinais (LIBRAS), a IES proporcionará, caso seja solicitada,
para alunos com deficiência visual - sistema de síntese de voz, impressora Braille acoplada a
computador ou máquina de datilografia Braille; software de ampliação de tela do computador;
scanner acoplado a computador; gravador e fotocopiadora que amplie textos; aquisição gradual
de acervo bibliográfico em fitas de áudio; lupas, réguas de leitura; aquisição gradual de acervo
bibliográfico dos conteúdos básicos em Braille.
Para alunos com deficiência auditiva: intérpretes de linguagem de sinais, especialmente
quando da realização de provas ou sua revisão, complementando a avaliação expressa em
texto escrito ou quando este não tenha expressado o real conhecimento do aluno; flexibilidade
na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo semântico; aprendizado da língua
portuguesa, principalmente, na modalidade escrita, para o uso de vocabulário pertinente às
matérias do curso em que o estudante estiver matriculado; materiais de informações aos
professores para que se esclareça a especificidade lingüística do portador de deficiência
auditiva.
No tocante à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do
patrimônio cultural, a IES pretende desenvolver atividades através de projetos de extensão,
como fomento à cultura popular maranhense e à sustentabilidade ambiental, além de promover
e implementar todos os programas e ações determinadas pela Lei e pelo poder público, que
visem erradicar ou reduzir as barreiras que de qualquer modo imponham óbice ao pleno
acesso aos conhecimentos e à cidadania.
25
3.0 IMPLEMENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO E ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA
3.1 CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO
PARA O PERÍODO DE VIGÊNCIA DO PDI
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96 oportuniza às IES a
abertura de novas modalidades de cursos e programas.
Amparada por esse dispositivo legal, o Instituto Florence de Ensino Superior, buscando
ampliar seu negócio e corresponder à dinâmica e diversidade social, implantará, também,
26
cursos de extensão, assim como de Pós-graduação, que compreenderá os Programas de
Mestrado e de Especialização, obedecendo às normas Regimentais desta IES.
3.1.1 TABELA 1 – Programação de Abertura de Cursos de Graduação
Nome do Curso
Turno
de
Funcionamento
Local de
funcionamento
Ano de
solicitação
3.000
Vespertino
Noturno
São Luís
2014
3.200
Matutino
Noturno
São Luís
2015
Habilitação
Modalidade
Nº de
vagas
Nº de
turmas
C.H.
Ciências Contábeis
Bacharelado
Presencial
100
2
Nutrição
Bacharelado
Presencial
50
1
3.1.2 TABELA 2 – Programação de Abertura de Cursos de Pós-Graduação – Lato Sensu
Nome do Curso
Modalidade
C.H.
Nº de Vagas
Nº de
turmas
Turno de
funcionamento
Local de
funcionamento
Ano
Enfermagem Cardiológica
Presencial
490h
100
2
sábado
São Luís
2011
Enfermagem do Trabalho
Presencial
380h
100
2
sábado
São Luís
2011
Política de Saúde da Família
Presencial
360h
100
2
sábado
São Luís
2011
Farmácia Hospital
Presencial
360h
100
2
sábado
São Luís
2011
Urgência e Emergência
Presencial
365h
100
2
sábado
São Luís
2011
Análise Clínica
Presencial
460h
100
2
sábado
São Luís
2012
UTI e Centro Cirúrgico
Presencial
380h
50
1
sábado
São Luís
2012
Gestão de Sistemas Educacionais
Presencial
440h
100
2
sábado
São Luís
2015
Didática Universitária
Gestão de Farmácias e Drogarias
com
ênfase
no
atendimento
farmacêutico
Presencial
360h
100
2
Presencial
380h
50
1
Obstetrícia e Neonatologia
Presencial
380h
40
1
sábado
São Luís
2013
São Luís
2014
São Luís
2013
sábado
sábado
3.1.3 TABELA 3 – Programação de Abertura de Cursos de Pós-graduação – Stricto Sensu
Nome do Curso
Mestrado Profissionalizante
na área da Saúde
Mestrado Acadêmico na
área da Saúde
Modalidade
C.H.
Nº de
Vagas
Nº de
turmas
Turno de
funcionamento
Local de
funcionamento
Ano
Presencial
650h
20
1
integral
São Luís
2014
Presencial
700h
20
1
integral
São Luís
2015
3.1.4 TABELA 4 – Programação de Abertura de Cursos de Atualização Profissional
Nome do Curso
Modalidade
C.H.
Nº de
Vagas
Nº de
turmas
Turno de
funcionamento
Local de
funcionamento
Ano
Presencial
40
25
2
Matutino
São Luís
2012
Presencial
30
25
2
Vespertino
São Luís
2013
Presencial
40
40
2
Matutino
São Luís
2013
Presencial
Presencial
40
50
40
60
2
São Luís
São Luís
2014
Biologia Parasitária
Presencial
60
50
Periodontia
Presencial
100
30
Vespertino
Matutino/
vespertino
Matutino/
vespertino
Matutino/
vespertino
Doenças Transmissíveis e
Infecciosas
Fundamentos e Práticas do
Cuidar em Saúde e na
Enfermagem
Fundamentos e Práticas em
Saúde Coletiva
Atenção Farmacêutica e
Legislação
Imunologia
2
2
2
2014
São Luís
São Luís
2015
2015
3.2 PLANO PARA ATENDIMENTO ÀS DIRETRIZES PEDAGÓGICAS
3.2.1 Perfil de Egresso
O Instituto Florence de Ensino Superior compreende ser de grande relevância que sua
relação com os alunos não se encerre com o término do Curso de Graduação, mas que
prossiga, embora de forma diferenciada, no decorrer da vida profissional de cada um dos
concluintes de seus Cursos.
A IES tem consciência de que sua responsabilidade vai além da oferta de formação
inicial. Nessa perspectiva, implementará o Programa de Educação Continuada, mantendo
sintonia com as necessidades de aperfeiçoamento e atualização encontradas na prática
profissional.
A manutenção de vínculo com o Instituto Florence de Ensino Superior torna-se
interessante, pois representa um meio de prosseguir no meio acadêmico, encontrando
27
incentivos
para
estudar
e
produzir,
alargando,
aprofundando
e
atualizando
seus
conhecimentos, além de ter acesso a informações do seu interesse. Para a Instituição, essa
interação é importante, trazendo enriquecimento à cultura institucional e à sua ação
pedagógica.
Aos alunos formados são oferecidos descontos especiais para a Pós-graduação, como
forma de incentivo à Educação Continuada, pois se compreende que a relação do IFES com os
alunos não se exaure com o término da Graduação. A manutenção de vínculo com o IFES 28
torna-se interessante tanto para o egresso quanto para a instituição. Na IES, os egressos
participam do Programa de Avaliação Institucional, em que nos confere importantes
indicadores, por meio de depoimentos e avaliação escrita - questionário próprio da Comissão
Própria de Avaliação – CPA.
O IFES, também, busca acompanhar seus egressos por meio do PAE – Programa de
Acompanhamento de Egressos, estreitando, cada vez mais, o relacionamento com seu “exaluno”.
3.2.2 Seleção de Conteúdos
As disciplinas e os conteúdos são estabelecidos em função de orientações das
Diretrizes Curriculares Nacionais, além de se considerar as demandas de cada profissão,
considerando os Cursos de Graduação ofertados pela IES: Enfermagem, Farmácia,
Odontologia e Direito.
Destaque especial às disciplinas denominadas Tópicos Especiais, pois permitem
flexibilização do conteúdo, tornando possível a discussão de temas relevantes nas áreas dos
Cursos. Além disso, as disciplinas optativas atendem ao requisito de relevância social e ao
caráter interdisciplinar presente no currículo dos Cursos.
3.2.3 Princípios Metodológicos
Considerando a missão que o Instituto Florence de Ensino Superior estabeleceu e as
características gerais de formação do indivíduo cidadão, têm-se como princípios metodológicos
a Interdisciplinaridade, a contextualização e a problematização dos conteúdos.
Como regra geral, a solução de problema é realizada a partir de desafio, o que é básico
para o desenvolvimento de competências e habilidades. A resolução de problema dar-se
através do estudo de caso, da elaboração de artigo científico, sejam eles fictícios ou
decorrentes do cotidiano, da preparação e apresentação de seminário, da atividade prática em
laboratório, do simulado interdisciplinar, da avaliação bimestral, bem como de outras dinâmicas
possibilitadoras de aprendizagem, até a elaboração do TCC – Trabalho de Conclusão de
Curso.
3.2.4 Processo de Avaliação
A avaliação da aprendizagem é regulamentada pelas Normas Acadêmicas do Instituto
Florence de Ensino Superior e na Resolução Nº 02/2012, definindo as etapas e a distribuição
da pontuação/ nota em cada uma delas, bem como os instrumentos de verificação do
rendimento escolar (provas, trabalhos, projetos, etc.), a forma de recuperação (prova
substitutiva ou alternativa) etc.
A avaliação está pautada nos princípios da aprendizagem e do compromisso com o
desenvolvimento pleno dos graduandos, considerando dimensões humanas, cognitivas, éticas
e filosóficas. Assim, o conhecimento é associado à manifestação de habilidades e
competências.
As atividades curriculares realizadas por meio de trabalhos, individuais ou grupais,
iniciação científica etc. orientam-se por critérios cientificamente definidos, tendo a avaliação
perspectiva diagnóstica e processual, com acompanhamento do nível acadêmico do discente,
durante a realização do curso, levando-se, igualmente, em conta, atitudes individuais, como
pontualidade, freqüência e participação, bem como habilidades e competências conceituais,
procedimentais e comportamentais.
A comunicação oral e escrita: clareza e coerência na apresentação de idéias,
compreensão da teoria discutida, capacidade de analisar situações-problema e apresentar
soluções criativas será, especialmente, considerada no desenvolvimento de todo processo de
ensino e de aquisição de novos saberes.
Em relação à produção em grupo, considera-se a contribuição nos debates e sínteses
realizadas durante as aulas, apontando soluções para os casos apresentados e a atitude
reflexiva diante dos diferentes pontos de vista teórico-práticos.
3.2.5 Atividades de Prática Profissional, Complementares e de Estágio
29
Inserida numa sociedade pluralista e desafiadora, o Instituto Florence de Ensino
Superior, compreende que a sua função não é apenas de contribuir para a formação intelectual
do ser humano, mas, também, quanto à formação de cidadãos que estejam preparados para
intervir significativamente no seu contexto.
Para efetivação dessa concepção, as ações implementadas possibilitarão aos alunos
oportunidades de iniciar a academia já em uma perspectiva de associação entre a teoria e a
prática, através de experimentações in loco voltadas para sua profissionalização, seja através 30
de estágios obrigatórios e não-obrigatórios ou atividades complementares, sendo estes
contemplados nos Projetos Políticos Pedagógicos dos Cursos (PPPC).
Os Estágios Curriculares Supervisionados Obrigatórios são realizados em Instituições
conveniadas, sob a supervisão em campo de profissionais habilitados e dos docentes do curso.
As práticas profissionais são realizadas no contexto das disciplinas do eixo profissional, em
laboratório ou organizações conveniadas, sob a orientação dos docentes das disciplinas, sendo
favorecidas a partir da implantação dos Laboratórios de Práticas Profissionais.
Através dessas práticas, os alunos do Instituto Florence de Ensino Superior estarão
mais bem preparados para comunicar suas idéias com mais desenvoltura e compor seu
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, com adequada compreensão do ambiente em que se
encontram contextualizados, pois, também, é propósito da IES contribuir com a formação de
profissionais habilitados para atender às necessidades do mercado, cada vez mais mutável e
exigente.
Ainda, ao final do curso, cada aluno deverá apresentar um Trabalho de Conclusão de
Curso, na forma de Artigo Científico, que evidencie seu crescimento e revele os saberes, as
competências e as habilidades adquiridos no período de realização da formação básica.
Ressalta-se que no que tange às atividades complementares, o seu cumprimento está
regulamentado em norma específica, devidamente aprovada pelo Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão/ CONSEP.
 Clínica Escola
Volta-se ao atendimento da comunidade e como campo de atuação dos alunos do curso
de Enfermagem, Farmácia e Odontologia. A Clínica funcionará como campo de prática para
esses cursos e também como prestação de serviços às comunidades do entorno da Faculdade
(Centro, Camboa, Liberdade, Jaracati, entre outros), promovendo rico intercambio entre as
áreas de conhecimento e fornecendo suporte à prática desenvolvida pelos futuros profissionais,
caracterizando-se em serviço de considerável relevância social.
Além dos alunos e professores do Instituto Florence de Ensino Superior está prevista a
participação de outros profissionais no desenvolvimento do projeto e também a parceria com
organizações sociais, como a BEMFAM e a Secretaria de Saúde do Município de São Luís.
A Clínica Escola é composta pela Clínica Odontológica, Ambulatório de Cuidados em
Enfermagem e Laboratório de Análises Clínicas.
 Farmácia Escola
É um importante instrumento de aprendizagem para estudantes do Curso de Farmácia,
haja vista que hoje a Farmácia é um dos principais campos de atuação do farmacêutico no
Estado do Maranhão, além do que se sabe quanto à carência de profissionais habilitados
atuando no setor comercial.
Portanto, além de chamar atenção da sociedade para essa questão, a Farmácia Escola
pretende contribuir para o desenvolvimento de profissionais farmacêuticos competentes,
compromissados, éticos e com atuação neste campo, visto que o uso irracional dos
medicamentos é um problema histórico em nosso país, muitas vezes motivado por falta de
orientação adequada do farmacêutico nos estabelecimentos comerciais.
A Farmácia Escola visa promover contato do estudante de Farmácia com a comunidade,
desenvolvendo o relacionamento interpessoal, a iniciativa, a tomada de decisão e as
habilidades de comunicação, que são fundamentais para uma boa atuação nesse campo.
 Escritório Escola de Direito
A integração entre teoria e prática dar-se-á no Estágio de Prática Jurídica, a ser
desenvolvido pelos acadêmicos, de forma simulada e real, com supervisão e orientação do
Núcleo de Prática Jurídica – ESCRITÓRIO ESCOLA DE DIREITO.
3.3 FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
31
A flexibilização do currículo é característica de um projeto que busca responder às
demandas sociais contemporâneas, possibilitando a eliminação da rigidez estrutural dos
cursos, facultando ao acadêmico a valorização de estudos anteriores ao ingresso.
É realizada com o objetivo de atender à dinâmica das transformações peculiares ao
universo de uma prática pedagógica, norteada pelos princípios da indissociabilidade entre
ação – reflexão, ou seja, é elaborada com o objetivo de atender, com qualidade e excelência, a
comunidade acadêmica e local.
A preocupação em eliminar pré-requisitos, na organização dos currículos dos Cursos,
oportuniza a dispensa de disciplinas cursadas em outras IES, o aproveitamento de diversas
atividades extracurriculares como atividades complementares, a oferta de disciplinas livres e
de disciplinas comuns, que podem ser feitas em todos os cursos da IES.
Ressalta-se que os colegiados dos Cursos de Graduação e o Núcleo Docente
Estruturante/ NDE de cada um deles, destacam-se como instâncias competentes para
análises, acompanhamento e emissão de pareceres sobre essas situações.
O currículo expressa o projeto histórico, cultural e de ensino superior, concretizado
através dos Projetos Político Pedagógicos dos Cursos, dos diferentes projetos de ensino da
Instituição, dos conhecimentos culturais, intelectuais e formativos produzidos e disseminados,
assim como das práticas pedagógicas adotadas.
A partir do paradigma Pós-crítico, o currículo, por meio de uma abordagem
interdisciplinar, contempla os aspectos técnicos da formação profissional, bem como os
conhecimentos científicos, tecnológicos, culturais e humanistas necessários à formação do ser
humano, comprometido eticamente com o crescimento intelectual da sociedade.
Nesse contexto, destaca-se a possibilidade do acadêmico organizar e construir parte da
sua trajetória, aliando formação profissional e formação cidadã com o desenvolvimento de
habilidades humanísticas e integradoras.
3.3.1 Disciplinas Eletivas (optativas)
Os projetos político-pedagógicos dos cursos do IFES indicam a necessidade do trabalho
com disciplinas eletivas, o que permite atender mais uma vez à flexibilização curricular,
considerada como elemento de complementação profissional e de realização da linguagem
interdisciplinar, em que tais disciplinas constituem complemento ao currículo e pretendem
abordar/enfocar problemas relevantes para a formação dos acadêmicos. Nessa perspectiva,
32
as disciplinas optativas atendem ao requisito de relevância social, discutindo, as temáticas
afro-descendente, gênero: sexualidade, sustentabilidade ambiental etc.
3.3.2 Disciplinas Semipresenciais
O Instituto Florence de Ensino Superior tem como compromisso desenvolver atividades
didático-pedagógicas que respondam à formação técnico-profissional, através do enfoque 33
interdisciplinar, garantindo uma formação de qualidade. Acredita-se que tais atividades possam
acontecer presencialmente e semipresencialmente, desde que haja, inicialmente, a inclusão
digital do sujeito e sua preparação para o mundo do trabalho, pois a sociedade hodierna exige
o conhecimento e o domínio do mundo virtual.
Planeja-se o oferecimento de disciplinas semipresenciais, com encontros curriculares
virtuais e presenciais. O conceito de aulas semipresenciais está vinculado à idéia de
flexibilidade curricular, pois, igualmente, está relacionado ao ritmo individual que cada
estudante poderá dar aos seus estudos.
Tal iniciativa define-se como política e orientação instrumental, na expectativa de
eliminar as distâncias e fronteiras entre o espaço formador e a comunidade, através da
utilização de inúmeros recursos tecnológicos, possibilitando uma diversidade de arranjos e
combinações para oferta de uma educação atualizada, que atenda às demandas postas pela
sociedade e pela economia.
O uso de novas tecnologias de comunicação e informática introduz desafios de
organização
de
conteúdos
que
pedem
gerência,
desenho,
lógica,
linguagem,
acompanhamento, avaliação e recursos diversos, com estruturas próprias para ambientes à
distância.
A modalidade de disciplinas semipresenciais do Instituto Florence de Ensino Superior,
deverá ser organizada para não superar 20% do total da carga horária da matriz curricular de
cada curso, quando devidamente reconhecido.
3.4 OPORTUNIDADES DIFERENCIADAS DE INTEGRALIZAÇÃO DOS CURSOS
Em consonância com o Regimento Interno da IES, a integralização dos cursos dar-se-á,
conforme Art. 38, segundo o qual, “o currículo pleno de cada curso, elaborado em observância
às diretrizes curriculares editadas pelo Poder Público, de acordo com cada modalidade de
curso, é integrado por disciplinas e práticas com seriação, cargas horárias, duração total e
prazos. A integralização do currículo pleno do curso, tal como formalizado, habilita à obtenção
do diploma.”
 ENFERMAGEM
Mínimo: 10 (dez) semestres, médio: 15 (quinze) semestres, máximo: 20 (vinte)
semestres.
 FARMÁCIA
Mínimo de 10 semestres; máximo de 14 semestres.
 ODONTOLOGIA
Mínimo de 10 semestres letivos; máximo de 16 semestres letivos.
 DIREITO
Mínimo de 10 semestres; máximo de 16 semestres letivos.
3.5 AVANÇOS TECNOLÓGICOS
O Instituto Florence de Ensino Superior - IFES, preocupado em acompanhar os desafios
proporcionados pelos avanços tecnológicos, busca de forma integrada:
 Informatização – fortalecer o processo de informatização administrativa e acadêmica,
visando à eficiência e rapidez nas informações e decisões, a partir da:
 Atualização do parque computacional;
 Manutenção da base de dados institucional;
 Fortalecimento do uso da intranet e softwares integrados.
 Capacitação – implementar ações que possibilitem qualificar o corpo docente, discente
e administrativo para o uso das tecnologias educacionais e de gestão administrativa,
bem como acadêmica;
 Modernização do Ensino:
 Desenvolver projetos específicos com a utilização de novas tecnologias educacionais.
4.0 CORPO DOCENTE
4.1 CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO
Desde o início de suas atividades, o Instituto Florence de Ensino Superior, na seleção de
professores, tem priorizado a contratação de candidatos, observando, especialmente, no caso
de especialistas, mestres e doutores, o credenciamento dos respectivos cursos.
34
Inclui-se ainda como importante componente na fase de contratação a experiência
profissional e o exercício do magistério superior, de forma a aliar, nas estratégias pedagógicas,
a prática e a teoria.
Ao contratar os seus docentes, a IES leva em conta também a produção científica, o
desenvolvimento de projetos de pesquisa, a busca constante de atualização e participação em
eventos de relevância na área de formação e atuação docente.
Ao regular exercício da docência, no âmbito da IES, são aplicados os demais requisitos 35
constantes do Plano de Cargos, Salários e Carreira do Magistério Superior vigente no Instituto
Florence de Ensino Superior. Segundo o Regimento Interno da IES, no CAPÍTULO I - DO
CORPO DOCENTE, tem-se: Art. 90 - O corpo docente da Instituição se distribui entre as
seguintes classes de carreira do magistério, conforme Plano de Carreira Docente, homologado
pelo Ministério do Trabalho e publicado no DOU nº 155, seção 1, pg. 135 de 13/08/2010: I.
Professor Doutor; II. Professor Mestre; e, III. Professor Especialista. Parágrafo único - A título
eventual e por tempo estritamente determinado, a Instituição pode dispor do concurso para
Professor Substituto, Professor Colaborador e Professor Visitante, destinado a suprir a falta
temporária de docentes integrantes da carreira. Art. 91 - Os professores são contratados pela
Mantenedora, segundo o regime das leis trabalhistas, observados os critérios e normas deste
Regimento. Art. 92 - A admissão de professor é feita mediante seleção realizada pelo
Coordenador de Curso e homologada pela Mantenedora, observados os seguintes critérios:
Além da idoneidade moral do candidato, são considerados seus títulos acadêmicos, científicos,
didáticos e profissionais, relacionados com a disciplina a ser por ele lecionada; Constitui
requisito básico o diploma de graduação ou de pós-graduação correspondente ao curso que
inclua, em nível não inferior de complexidade, matéria ou disciplina idêntica ou afim àquela a
ser lecionada; Professor Doutor: ser portador de título de Doutor na área em que irá atuar;
Professor Mestre: ser portador do título de Mestre na área em que irá atuar; e Professor
Especialista: ser portador de título de Pós- Graduação “Lato Sensu” na área em que irá atuar.
4.2 REQUISITOS DE TITULAÇÃO
Art.26º - A carreira do magistério Superior da Instituição será estruturada nas seguintes
categorias e níveis, conforme Plano de Carreira Docente. Professor Especialista Níveis A, B, C,
D, E e F; Professor Mestre Níveis A, B, C, D, E e F; Professor Doutor Níveis A, B, C, D, E e F.
Parágrafo Único – O número de vagas nas categorias acima será determinado pelos Cursos,
em conjunto com a Diretoria Geral, de acordo com as necessidades institucionais.
Art.27º - Para o ingresso na classe de professor especialista são requisitos mínimos: Possuir
título de pós-graduação Lato sensu e monografia na área de atuação; Experiência em
magistério superior de 02 (dois) anos letivos ou experiência profissional comprovada de 02
(dois) anos na área de atuação.
Art.28º - Para o ingresso ou promoção para a classe de professor mestre, são requisitos 36
mínimos: Possuir título de mestre na área de atuação ou área afim; Experiência de magistério
superior de 02 (dois) anos letivos ou experiência profissional comprovada de 02 (dois) anos na
área de atuação.
Art.29º - Para o ingresso ou promoção para a classe de professor doutor, são requisitos
mínimos: Possuir título de doutor na área de atuação ou área afim; Experiência de magistério
superior de 02 (dois) anos letivos ou experiência profissional comprovada de 02 (dois) anos na
área de atuação;
4.3 EXPERIÊNCIA NO MAGISTÉRIO SUPERIOR E EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO
ACADÊMICA
Segundo o Plano de Carreira Docente do Instituto Florence de Ensino Superior, há
regulamentação para a valorização de experiências docentes no magistério superior: Art.2º - O
Plano de Cargos, Salários e de Carreira define, normatiza e disciplina as condições de
admissão, demissão, promoção, progressão, desenvolvimento profissional, direitos e deveres
dos seguintes quadros de pessoal: Docentes do magistério superior; Quanto às experiências
profissionais não acadêmicas, são consideradas relevantes, pela Instituição, as experiências
(atividades) realizadas por seus docentes fora do contexto acadêmico, como fonte de
aperfeiçoamento e ampliação de conhecimentos teórico-práticos, removendo limitações e
fronteiras de saberes específicos e compartimentados.
4.4 POLÍTICAS DE QUALIFICAÇÃO, PLANO DE CARREIRA E REGIME DE TRABALHO
4.4.1 Políticas De Qualificação
O Programa Integrado de Gestão do Capital Humano/ PIC é o documento oficial da IES
que tem como objetivo organizar a qualificação do quadro técnico-administrativo e do corpo
docente da IES.
A proposta é implementar uma gestão co-responsável. O PIC foi idealizado e
desdobrado
em
dois
documentos
básicos:
Plano
de
Qualificação
do
Corpo
Técnico/Administrativo – PEQ/ TEC e o Plano de Qualificação do Corpo Docente – PQD. O
Plano de Qualificação do Corpo Docente/ PQD tem por objetivo promover a melhoria da 37
qualidade das funções de ensino, pesquisa, extensão e gerência da IES, por meio de Cursos
de Pós-graduação, Atualização Profissional e Formação Inicial, bem como Continuada,
oportunizando aos seus professores condições de aprofundamento e/ou aperfeiçoamento de
seus conhecimentos científicos, tecnológicos e profissionais.
Os programas de pós-graduação, graduação e de treinamento profissional, incluídos no
PQD, serão financiados com recursos próprios da mantenedora, e por recursos alocados por
terceiros. Os orçamentos anuais ou plurianuais da IES destinarão recursos suficientes para a
execução da PQD.
Ressalta-se nesse processo a CAP – Coordenação de Apoio Pedagógico aos Docentes
e Discentes, que é composta por: Núcleo de Apoio Pedagógico ao Docente/ NAP, responsável
pelo atendimento às necessidades do corpo docente da instituição, através da viabilização do
Programa de Apoio ao Docente e do Plano de Qualificação Docente/ PQD.
4.4.2 Plano De Carreira
Art.21º - O Plano de carreira da Instituição se constitui no conjunto de cargos estruturados de
acordo com as atividades e competências profissionais afins, em relação à natureza do
trabalho ou à aplicação dos conhecimentos necessários ao desempenho destes, e das
condições de movimentação do ocupante destes cargos na estrutura geral das carreiras.
Art.22º. - O plano de carreira da Instituição tem por objetivos: Oportunizar a administração da
Instituição carreira compatíveis com a necessidade de recursos humanos; Permitir que através
das possibilidades de ascensão profissional, os funcionários da Instituição possam maximizar
suas habilidades e comportamentos e atingir seus objetivos de vida; Assegurar que a política
de formação e desenvolvimento de carreira seja transparente, justa e dinâmica, reconhecendo
e valorizando os profissionais da Instituição; Garantir que a administração da Instituição possa
utilizar o desenvolvimento da carreira como um instrumento efetivo de administração integrada.
Art.23º - Entende-se por ascensão ou promoção a passagem do funcionário para um cargo de
maior complexidade e de maior remuneração.
Art.24º - Entende-se por progressão a passagem de um nível para outro, dentro do mesmo
cargo em que o funcionário esteja enquadrado, oportunizando aumento de remuneração.
4.4.3 Regime De Trabalho
Art.10º - O regime de trabalho dos funcionários da Instituição será o previsto na Consolidação
das Leis do Trabalho – CLT, pela qual se regem todos os respectivos contratos.
Art.11º - Os docentes do Magistério Superior da Instituição serão contratados como
Professores de Ensino Superior, em um dos seguintes regimes de trabalho: Em tempo Integral:
será atribuído ao docente que se obriga a prestar quarenta (40) horas semanais de trabalho à
Instituição, no desempenho de atividades de ensino, pesquisa, extensão ou de administração
universitária ou acadêmica. Em tempo parcial: será atribuído ao docente para o desempenho
de atividades de ensino, em número de horas-aula. O docente poderá ainda exercer atividades
de pesquisa e extensão, quando aprovadas, ou administrativas, na coordenação de cursos e
supervisão de estágios.
§ 1º - O número de horas-aula do docente poderá variar, de acordo com o planejamento
curricular dos cursos, por semestre.
§ 2º - Nenhum contrato de trabalho poderá ter duração superior a 40 horas semanais.
§ 3º - O tempo da hora-aula determinado pela legislação pertinente, despendido pelo docente
quando em atividade em sala de aula, equivalerá sempre à uma hora de trabalho contratual.
4.4.4 Procedimentos Para Substituição Eventual Dos Professores Do Quadro
CAPÍTULO VI - DO AFASTAMENTO, LICENÇA E SUBSTITUIÇÃO
Art.18º - Além dos casos previstos pela Consolidação das Leis do Trabalho, o ocupante de
qualquer cargo na Instituição poderá afastar-se de suas funções, com direitos e vantagens
estabelecidos neste documento, devidamente autorizados pelo Diretor Geral e aprovados pela
Mantenedora, conforme o caso, para: Atender a interesses administrativos ou de
representatividade da Instituição; Quando docente, exercer cargo administrativo na Instituição;
38
Capacitar-se em cursos de pós-graduação lato ou stricto-sensu; Realizar estágios; Participar
de congressos e outros eventos de caráter científico, técnico ou artístico, relacionados com sua
atividade na Instituição, desde que não haja prejuízo destas.
§ 1º - O pedido de afastamento, nos casos previstos nos itens "IV" e "V", na forma de diretrizes
disciplinadas pela Mantenedora, deverá ser encaminhado, através de requerimento dirigido ao
Curso de lotação do docente ou ao superior imediato no caso de funcionário do quadro técnicoadministrativo, acompanhado da programação a que se destina, relacionado, obrigatoriamente, 39
à área de atuação do requerente.
§ 2º - O funcionário terá obrigatoriamente de se apresentar à Instituição no prazo máximo de 15
(quinze) dias contados da data da conclusão de seus estudos de Pós-Graduação.
Art.19º - A concessão de licença remunerada, em forma de bolsa de estudos, para os
afastamentos com objetivo de capacitação em cursos de pós-graduação, implicará,
necessariamente, que o funcionário assuma o compromisso escrito de prestar serviços à
Instituição, após a conclusão do curso, por tempo idêntico ao do afastamento, sob o mesmo
regime de trabalho, sob pena de reembolso das importâncias recebidas da Instituição,
acrescidas de juros e atualização monetária.
§ 1º - Durante o período de duração de curso e ao final do mesmo fica o funcionário obrigado a
remeter à Diretoria Geral relatório semestral das atividades, com a comprovação de freqüência
mensal com visto do coordenador do curso de Pós-Graduação em que está matriculado, sob
pena de suspensão da bolsa.
§ 2º - Caso o bolsista não conclua o curso objeto da licença, deverá reembolsar à Instituição as
importâncias recebidas, acrescidas de juros a atualização monetária.
Art.20 - Em qualquer caso previsto no artigo 19º, o funcionário a quem for concedido o
afastamento manterá a contagem de tempo de serviço para todos os efeitos legais.
4.4.5 Cronograma De Expansão Do Corpo Docente
ANO
2011
2012
2013
2014
2015
Especialista
25
20
20
15
10
TITULAÇÃO
Mestre
Doutor
25
08
31
10
34
12
39
15
44
18
5 CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO
Total
58
61
66
69
72
REGIME DE TRABALHO
Parcial
Integral
47
11
45
16
43
23
40
29
35
37
5.1 CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO
A admissão do colaborador é feita mediante seleção realizada de acordo com o perfil do
cargo, experiência e qualificação profissional, em consonância com a missão da IES e
objetivando a estruturação de um Corpo Técnico-Administrativo qualificado.
São analisadas, no processo seletivo, as características que correspondem aos anseios 40
dos trabalhos a serem exercidos, tais como: competência técnico-científica; facilidade na
comunicação; compromisso e responsabilidade; criatividade; ética e estética; trabalho em
equipe; liderança e autonomia; interesse na sua formação continuada; acessibilidade às
tecnologias da informação e comunicação; disponibilidade para participação das atividades
realizadas na IES, entre outras.
Os servidores Técnico-administrativos do Instituto Florence de Ensino Superior são
contratados, considerando à existência de vagas, por indicação do Diretor Geral, ouvida a
Diretoria Administrativo-financeira e aprovado pela Mantenedora, observado o regime da
Legislação Trabalhista e Regimento Interno da IES, observando as seguintes condições:
Remuneração compatível com seu cargo e desempenho; Acesso, promoção e progressão no
plano de carreira; Tomar conhecimento do resultado da avaliação de seu desempenho;
Incentivo ao seu aprimoramento profissional; Direito, em igualdade de condições, a qualquer
funcionário da IES, à política de benefícios/ vantagens; Direito a voto e a elegibilidade, em
conformidade com o Regimento Interno da IES; Condições adequadas ao exercício
profissional.
5.2 POLÍTICAS DE QUALIFICAÇÃO, PLANO DE CARREIRA E REGIME DE TRABALHO
5.2.1 Políticas De Qualificação
O Programa Integrado de Gestão de Capital Humano - PIC prevê ações de qualificação
e avaliação do Corpo Técnico-administrativo, por meio do Programa de Qualificação do Corpo
Técnico-Administrativo/ PEQ-TEC, desenvolvido pelo setor de Recursos Humanos e de
responsabilidade da Diretoria Administrativo-financeira do Instituto Florence de Ensino
Superior.
A política de qualificação da IES é formada por quatro elementos: salários, benefícios,
clima de trabalho e oportunidades de aprendizagem continuada. Nesse sentido, o PEQ/ TEC
visa à melhoria permanente dos serviços prestados pelo Corpo Técnico-Administrativo.
O Plano de Qualificação é dividido em dois momentos: Formação Inicial, tendo por
objetivos: Informar as normas, direitos e deveres dos colaboradores; Estabelecer um clima
organizacional favorável ao bom andamento dos serviços prestados; Estabelecer uma rotina
diária entre os colaboradores; Desenvolver e identificar as potencialidades de cada funcionário. 41
Formação Continuada, tendo por objetivo: Qualificar os colaboradores de acordo com as
exigências atuais e a necessidade da instituição; Formar um quadro Técnico-administrativo
competente, eficiente, eficaz e criativo, buscando sempre a satisfação da comunidade
acadêmica; Criar uma postura de co-participação e co-responsabilidade, com o firme propósito
de elevar cada vez mais a qualidade dos serviços prestados pela instituição.
5.2.2 Plano De Carreira
De acordo com o Plano de Carreira do Corpo Técnico-administrativo do Instituto
Florence de Ensino Superior,
Art.21º - O Plano de Carreira da Instituição se constitui do conjunto de cargos estruturados de
acordo com as atividades e competências profissionais afins, em relação à natureza do
trabalho ou à aplicação dos conhecimentos necessários ao desempenho destes, e das
condições de movimentação do ocupante destes cargos na estrutura geral das carreiras.
Art.22º. - O Plano de Carreira da Instituição tem por objetivos: Oportunizar a administração da
Instituição carreiras compatíveis com a necessidade de recursos humanos; Permitir que
através das possibilidades de ascensão profissional, os funcionários da Instituição possam
maximizar suas habilidades e comportamentos, bem como atingir seus objetivos de vida;
Assegurar que a política de formação e desenvolvimento de carreira seja transparente, justa e
dinâmica, reconhecendo e valorizando os profissionais da Instituição; Garantir que a
administração da Instituição possa utilizar o desenvolvimento da carreira como um instrumento
efetivo de administração integrada.
Art.23º - Entende-se por ascensão ou promoção a passagem do funcionário para um cargo de
maior complexidade e de maior remuneração.
Art.24º - Entende-se por progressão a passagem de um nível para outro, dentro do mesmo
cargo em que o funcionário esteja enquadrado, oportunizando aumento de remuneração.
Art.25º - A carreira dos funcionários da Instituição será constituída por categorias e níveis.
Categoria é a divisão da carreira que, fundamentada na escolaridade, titulação acadêmica,
agrupa atividades/ competências, responsabilidades, qualificação profissional e experiências.
Níveis são as subdivisões de uma mesma categoria que determinam a progressão do
funcionário, em conformidade com os artigos 35 o e 36o. O funcionário terá sua evolução no
quadro de carreira definida em forma de promoção, alternadamente, por antiguidade e
merecimento. Em caso de empate, fará jus à promoção, o funcionário mais idoso e o que 42
obtiver maior desempenho em avaliações específicas.
Art.34º - A carreira do corpo técnico-administrativo da Instituição será estruturada nas
seguintes categorias e níveis: Auxiliar de Serviços Gerais NIVEL A, B, C, D, E e F; Auxiliar
Administrativo NIVEL A, B, C, D, E e F; Técnico Administrativo de Nível Médio NIVEL A, B, C,
D, E e F; Técnico Administrativo de Nível Superior NIVEL A, B, C, D, E e F.
§ 1º - A categoria I, Auxiliar de Serviços Gerais, reúne cargos cujas atividades requerem
conhecimento prático, limitados a uma rotina de trabalho.
§ 2º- A categoria II, Auxiliar Administrativo, congrega os cargos que exigem conhecimentos em
nível de segundo grau e atividades de pouca complexidade.
§ 3º - A categoria III, Técnico Administrativo de Nível Médio, reúne os cargos que exigem
conhecimentos técnicos de segundo grau e atividades de média complexidade.
§ 4º - A categoria IV, Técnico Administrativo de Nível Superior, compreende os cargos que
exigem conhecimentos teóricos e práticos de nível superior, atividades e competências de
maior complexidade e responsabilidade gerencial.
Art.35º - A remuneração dos funcionários da Instituição dar-se-á de acordo com as tabelas
abaixo, tanto para fins de ingresso, quanto para promoção e progressão.
5.2.3 Regime De Trabalho
De acordo com o Plano de Carreira do Corpo Técnico-administrativo do Instituto
Florence de Ensino Superior, Art.10º - O regime de trabalho dos funcionários da Instituição será
o previsto na Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, pelas quais se regem todos os
contratos trabalhistas.
5.3 CRONOGRAMA DE EXPANSÃO DO CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO
ANO
2011
2012
2013
2014
2015
TITULAÇÃO
REGIME DE TRABALHO
Ens.
Fundamental
Ensino
Médio
Nível
Superior
Total
Parcial
01
01
01
01
01
17
19
19
19
19
11
14
16
18
20
29
32
32
32
32
-
Integral
44h
44h
44h
44h
44h
43
6 CORPO DISCENTE
6.1 FORMA DE ACESSO
Segundo o Regimento Interno da IES, CAPÍTULO II - DO PROCESSO SELETIVO, Art.
52º. O processo seletivo destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos e a
classificá-los, dentro do estrito limite das vagas oferecidas.
§ 1º As vagas iniciais oferecidas para cada curso são as autorizadas pelo Órgão Federal
competente;
§ 2º As inscrições para o processo seletivo são abertas através de edital, aprovado pelo
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEP, do qual constarão os cursos e
habilitações ou disciplinas oferecidas com as respectivas vagas, os prazos de inscrição, a
documentação exigida para a inscrição, a relação das provas, os critérios de classificação e
desempate, o preço dos serviços educacionais e demais informações úteis aos candidatos.
Art. 53º. O processo seletivo para preenchimento das vagas iniciais da Graduação abrangerá
conhecimentos e nível do ensino médio ou equivalente, sem ultrapassar este nível de
complexidade, a serem avaliados na forma disciplinada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão – CONSEP.
Art. 54º. A classificação far-se-á pela ordem decrescente dos resultados obtidos, sem
ultrapassar o limite de vagas fixados, excluídos os candidatos que não obtiverem os níveis
mínimos estabelecidos pelo CONSEP.
§ 1º - A classificação obtida é válida para a matrícula o período letivo para o qual se realiza o
processo seletivo, tornando-o nulos seus efeitos se o candidato deixar de requerê-lo ou, em o
fazendo, não apresentar a documentação regimental completa, dentro dos prazos fixados.
§ 2º - Na hipótese de restarem vagas iniciais não preenchidas, a Faculdade poderá realizar
novo processo seletivo, ou nelas poderão ser recebidos alunos transferidos de outras
instituições ou portadores de diploma de graduação em nível superior, devidamente registrado.
Art. 55. O processo seletivo é organizado e feito realizar pela comissão designada pelo Diretor
Geral para este fim.
§ 1º – Compete à comissão do processo seletivo, à coordenação do concurso, a elaboração e
julgamento das provas, bem como aplicação das penalidades cabíveis. Legalmente
autorizados para a admissão ao ensino superior.
§ 2º - O processo seletivo só tem validade para o período letivo expressamente requerido em
competente edital, divulgado pública e oficialmente.
6.2 PROGRAMA DE APOIO PEDAGÓGICO E FINANCEIRO
Todas as ações de acompanhamento, qualificação e apoio didático pedagógico ao
docente e discente do Instituto Florence de Ensino Superior, fica a cargo da Coordenação de
Apoio Pedagógico ao Docente e Discente/ CAP. Essa Coordenação é responsável pelo
desenvolvimento do:
 Programa de Apoio Didático-Pedagógico ao Docente;
 Programa de Apoio e Acompanhamento ao Discente;
 Programa Integrado de Gestão de Capital Humano/PIC.
O Programa de Financiamento e Bolsas a alunos Carentes é de responsabilidade da
Direção Financeira. Ele pretende ser um instrumento capaz de proporcionar apoio psicossocial
e pedagógico, otimizando a qualidade de vida universitária do aluno mais necessitado.
Para tanto, o programa se propõe a oportunizar aos alunos da instituição incentivos e
benefícios que possibilitem o prosseguimento de estudos, assim como proporcionar um efetivo
apoio psicossocial aos mesmos, a fim de lidarem melhor com seus recursos e limites, como
também compreender, superar e/ou minimizar seus problemas e dificuldades.
Como estratégias têm-se os seguintes procedimentos:
 Financiamentos Institucionais: Externos e Internos, visando subsidiar os estudos dos
alunos mais carentes. A IES utilizará como recurso as fontes de financiamento
oferecidas pelos governos e também, financiamentos próprios, implementados pela
instituição, considerando previamente a sua disponibilidade financeira.
No que diz respeito ao financiamento externo ou oferecido pelo governo serão utilizadas
as estratégias do PROUNI, objetivando o oferecimento de bolsas de estudo de 25% a
100%, dentro das regras definidas pelo MEC. Quanto ao financiamento interno o IFES,
44
propiciará os seguintes benefícios, sempre condicionado aos regulamentos internos e à
viabilidade financeira e orçamentária da instituição:
 Crédito Educativo - financiamento que atinge um percentual de até 15% do valor da
mensalidade;
 Crédito Educativo Rotativo – financiamento destinado aos alunos que têm mais um
integrante do mesmo grupo familiar matriculado em curso de Graduação da instituição.
Nesse caso, é concedido desconto de até 10% para o segundo componente familiar e 45
até 5% para o terceiro ou mais componentes do grupo familiar, não cumulativo para
outros tipos de descontos percebidos em outros financiamentos;
 Programa de Bolsas de Estudos (Bolsa Empresarial) – informa aos empresários os
benefícios facultados pela Lei nº 9.249, de 26.12.95 (Art. 13 § 20,11), permitindo o
abatimento das doações efetuadas às instituições de utilidade pública no Imposto de
Renda;
 Bolsa de Trabalho – habilita-se o estudante regularmente matriculado na IES que seja
comprovadamente carente de recursos financeiros e não possua vínculos empregatícios
e esteja cadastrado no Programa Bolsa de Trabalho. Os bolsistas recebem
mensalmente uma bolsa de até 10% do valor da mensalidade, abatida diretamente na
mesma.
Outros incentivos:
 Isenção de Taxas – o setor diretamente envolvido com a seleção e o ingresso de
discentes oferecerá aos funcionários (filhos de funcionários/ dependentes comprovados)
e demais candidatos que apresentarem insuficiência de recursos financeiros, isenção de
taxa de inscrição no Concurso Vestibular.
 Estágio Remunerado – A IES estará firmando convênio com o Centro de Integração
Empresa-Escola/ CIEE, instituição de articulação entre as empresas e escolas, para o
ingresso de graduandos em programas de estágio remunerado.
 Bolsas de monitoria, iniciação científica e extensão – Objetiva articulação do
processo ensino/ aprendizagem, como forma de estimular a participação dos estudantes
nos projetos desenvolvidos pela Instituição. A bolsa de monitoria tem por objetivo
incentivar os alunos que demonstrem aptidão pela carreira acadêmica. A bolsa de
iniciação científica tem por objetivo incentivar os alunos que demonstrem interesse e
aptidão pela carreira científica, através da participação em projetos de pesquisa. A
bolsa de extensão - as atividades de pesquisa e extensão do Instituto serão
operacionalizadas pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão/ NUPES, tendo como suporte
financeiro o Fundo de Amparo a Pesquisa e Extensão/ FAPE.
6.3 ESTÍMULO À PERMANÊNCIA
Segundo a RESOLUÇÃO Nº 006/2010-CONSEP, 08 de março de 2010, que dispõe
sobre normas para implantação da Coordenação de Apoio Pedagógico aos Docentes e 46
Discentes/ CAP e dos Núcleos de sua composição, cita-se mais uma vez o Núcleo de Apoio
Psicopedagógico ao Discente/ NUPAD, que tem por objetivos: apoiar e orientar o educando em
sua trajetória acadêmica, instrumentalizando-o para construção/ reconstrução do conhecimento
e para formação de novos saberes, baseado em critérios de cientificidade, que permitam a
atuação consciente do profissional junto ao mundo do trabalho; analisar e encaminhar as
demandas dos alunos no que diz respeito às dificuldades de aprendizagem e/ ou financeiras;
implementar um programa de Nivelamento Acadêmico que possibilite ao educando condições
de eqüidade e prosseguimento de estudos; orientar os alunos na organização dos diretórios
estudantis ou acadêmicos; implementar ações que visem acompanhar os egressos dos cursos
da instituição, e desses resultados retroalimentar as propostas pedagógicas dos cursos;
fomentar a iniciação científica como princípio pedagógico e educativo dos discentes.
O Programa de Nivelamento Acadêmico considera que a maioria dos alunos
ingressantes nos cursos de Graduação da IES apresenta dificuldades diversas, detectadas por
meio do processo seletivo de acesso ao ensino superior e durante as primeiras semanas de
aula. Nesse sentido, são oferecidos cursos de Nivelamento nas áreas de Português,
Matemática e Química, disciplinas básicas que são apontadas pelas Coordenadorias e
Docentes como fundamentais. Dentre as atividades que compõe o Programa de Nivelamento
Acadêmico, destacam-se: Acompanhamento individualizado ao estudante em horários
alternativos; Plantão tira dúvidas; Plano de trabalho direcionado as dificuldades detectadas,
desenvolvido pelos docentes, com apoio da CAP; Intervenção psicopedagógica; Aulas de
reforço em horário especial; Atendimento Extra-Classe – realizado pela Coordenadoria de
Curso, pelos professores em regime de trabalho de Tempo Integral e Tempo Parcial, com
jornada semanal específica para atendimento ao aluno, assim como pelo NUPAD.
6.4 ORGANIZAÇÃO ESTUDANTIL
O corpo discente tem como órgão de representação o Diretório Acadêmico, regido por
Estatuto próprio, por ele elaborado e aprovado conforme legislação vigente. A representação
estudantil tem por objetivo promover a cooperação entre a comunidade acadêmica, visando o
aprimoramento do Instituto Florence de Ensino Superior.
Ao Diretório Acadêmico compete indicar os representantes discentes, com direito à voz
e voto, junto aos órgãos colegiados do Instituto Florence de Ensino Superior, vedada a
acumulação.
Aplicam-se aos representantes estudantis nos órgãos colegiados as seguintes
disposições:
 São elegíveis os alunos regulares, matriculados em, pelo menos, 3 (três) disciplinas,
importando a perda dessas condições em perda do mandato;
 O exercício da representação não exime o aluno do cumprimento de suas obrigações
escolares.
6.5 ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS
O Instituto Florence de Ensino Superior compreende ser de grande relevância que sua
relação com os alunos não se encerre com o término do curso de Graduação, mas que
prossiga, embora de forma diferenciada, no decorrer da vida profissional de cada um dos seus
concluintes.
Assim a Instituição manterá o Programa de Educação Continuada em constante sintonia
às necessidades de aperfeiçoamento e atualização encontradas na prática profissional dos
egressos. Para estes, a manutenção do vínculo com a Instituição torna-se interessante, pois
representa uma alternativa de prosseguir no meio acadêmico, encontrando incentivos para
estudar e produzir, alargando, aprofundando e atualizando seus conhecimentos.
Para a Instituição, essa interação é também importante, pois traz enriquecimento à
cultura institucional e à sua ação pedagógica. Outro aspecto relevante é o envolvimento dos
egressos no Programa de Avaliação Institucional. Importantes indicadores são fornecidos, tanto
por depoimentos, como pela resolução do questionário CPA – Comissão Própria de Avaliação,
uma vez que, por meio do formulário, tem-se o diagnóstico da vida profissional do egresso,
bem como seu desempenho em concursos, seletivos para empregos, produções científicas,
publicações e outros.
47
Tem-se, inclusive, pela resolução do questionário, o entendimento sobre o nível de
satisfação dos egressos, a avaliação da qualidade do ensino e adequação dos currículos, nos
permitindo levantar e analisar trajetórias profissionais, bem como acompanhar o interesse por
estudos de educação continuada (cursos não formais e de pós-graduação Lato Sensu e Stricto
Sensu).
O Instituto Florence de Ensino Superior, em concordância com o texto constitucional e a
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN (Lei nº 9.394/ 96), compreende que 48
a educação superior tem como finalidade precípua a preparação para o trabalho. Nesse
sentido, entende como uma dimensão fundamental na avaliação da qualidade de qualquer
instituição educacional, a empregabilidade de seus egressos, ou seja, a qualidade da
preparação para o trabalho que lhe foi ofertada na academia.
Ressalta-se que todas as contribuições prestadas pelos egressos serão valorizadas,
inclusive com medidas de incentivo e apoio, como permissão para uso de biblioteca e
laboratórios, participação em projetos de pesquisa e extensão, auxílio para publicações de
trabalhos e outros, vinculadas ao Programa de Formação Continuada.
Destaca-se que o contato direto e permanente com os egressos é desenvolvido por um
sistema on-line (site e redes sociais) e que a IES busca implementar o PAE – PROGRAMA DE
ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS.
Por meio do PAE, o egresso é informado sobre notícias da sua área de formação, do
âmbito científico-técnico, de eventos (jornadas, congressos, cursos de atualização etc.), de
atividades de formação continuada, oportunidades de emprego e pós-graduação. Além da
possibilidade de (re) integração entre os ex-alunos, dos ex-alunos e seus ex-professores e dos
ex-alunos e a IES.
A Instituição pretende ainda criar ambientes virtuais de aprendizagem e intercâmbio de
informações, como chats, listas de discussão e sites interativos.
7.0 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
7.1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COM AS INSTÂNCIAS DE DECISÃO
Órgãos executivos do Instituto Florence de Ensino Superior têm suas atribuições e
competências estabelecidas no Regimento Geral e ou nos Estatutos e Regimentos da
Mantenedora.
7.1.1 Diretoria Geral
A Diretoria Geral é o órgão executivo máximo da administração geral da IES e é
exercida pelo Diretor Geral. O Diretor Geral é auxiliado nas suas funções pelo Diretor
Acadêmico e Administrativo-Financeiro.
Em suas ausências e impedimentos eventuais e
legais, o Diretor Geral é substituído pelo Diretor Acadêmico.
O Diretor Geral é designado pela Entidade Mantenedora. Os Diretores, Acadêmico e
Administrativo-Financeiro, são, igualmente, designados pela Mantenedora, por indicação do
Diretor Geral.
7.1.2 Diretoria Acadêmica
A Direção Acadêmica é o órgão executivo responsável pela gestão e planejamento das
atividades de natureza acadêmica no âmbito da Faculdade, tendo como titular o Diretor
Acadêmico, nomeado e subordinado diretamente à Direção Geral.
7.1.3 Coordenadoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão
A Coordenação de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão – CONEX superintende,
coordena, fomenta e fiscaliza todas as atividades da área de Pós-graduação, Pesquisa e
Extensão da IES, zelando pelo seu bom desempenho e qualidade, visando a excelência de
forma integrada com a Diretoria Acadêmica.
O Coordenador de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão deverá pertencer ao quadro
docente da Instituição e exercerá a coordenação com mandato de 2 (dois) anos, podendo ser
reconduzido. O coordenador de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão em sua ausência ou
impedimento será substituído por um coordenador de curso, que também o sucederá em caso
de vacância, até novo provimento, acumulando dois cargos por designação do Diretor Geral.
A CONEX conta com um núcleo de operacionalização NUPES – Núcleo de Pesquisa e
Extensão.
7.1.4 Coordenadorias dos Cursos de Graduação
49
A coordenadoria de curso de Graduação é o órgão executivo responsável pela gestão e
planejamento das atividades de natureza acadêmica no âmbito de cada curso de graduação,
observando a política interna da IES, tendo como titular o coordenador de curso, nomeado pela
Direção Geral e subordinado, diretamente, à Direção Acadêmica.
O coordenador do curso deve ser profissional com formação específica da área do
curso, em nível de Graduação e com Pós-graduação stricto senso, preferencialmente, em nível
de doutorado, com experiência profissional e acadêmica adequada para o exercício da função. 50
Ele será assessorado em suas funções pelo coordenador adjunto.
7.1.5 Diretoria Administrativa e Financeira
A Diretoria Administrativa e Financeira, órgão executivo para assuntos de natureza
administrativo-financeira, é exercida pelo Diretor Administrativo-Financeiro, nomeado e
subordinado a Direção Geral.
A Diretoria Administrativa e financeira supervisiona as atividades relacionadas a:
I - Recursos Humanos;
II - Recursos Orçamentários e Financeiros;
III - Recursos Patrimoniais e Materiais;
IV - Serviços de Administração Geral.
O Diretor Administrativo-Financeiro, em suas ausências e impedimentos legais é
substituído por funcionário designado pelo Diretor Geral.
7.1.6 Gerência Administrativa
É o órgão executivo, ligado à direção Administrativo-financeira, encarregado das
seguintes atividades:
I.
Definir e supervisionar o fluxo das atividades realizadas pelos setores;
II.
Identificar e solucionar os problemas ocorridos no desenvolvimento das atividades de
cada setor e entre setores;
III.
Definir metas, estratégias, além de proporcionar recursos para a execução das diversas
atividades;
IV.
Promover reuniões periódicas com responsáveis, por setores, para avaliação da
qualidade das atividades realizadas;
V.
Avaliar a necessidade da contratação de pessoal nos setores administrativos;
7.2 ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL E ACADÊMICO
51
7.3 ÓRGÃOS COLEGIADOS: COMPETÊNCIAS E COMPOSIÇÃO
Os órgãos colegiados do Instituto Florence de Ensino Superior são de natureza
consultiva e deliberativa.
7.3.1 Conselho Superior (CONSUP)
Órgão máximo de natureza consultiva, deliberativa, normativa e recursal da IES, é
constituído pelos seguintes membros:
I - Diretor Geral, que o preside;
II - Diretor Acadêmico;
III - Diretor Administrativo - Financeiro;
IV - Até três (3) representantes da Entidade Mantenedora, indicados pela mesma, com
mandato de um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período;
V - Um (1) representante da comunidade, escolhido e designado pelo Diretor Geral, com
mandato de um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período;
VI - Um (1) representante do corpo discente, escolhido pelos órgãos de representação
estudantil, com mandato de um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período;
VII – Até cinco (5) representantes do corpo docente, escolhidos por seus pares, com mandato
de um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período.
O representante do corpo discente deve estar regularmente matriculado, não estar em
dependência, ter freqüência e desempenho satisfatórios nas disciplinas cursadas.
O CONSUP reúne-se ordinariamente no início e no fim de cada período letivo e, 52
extraordinariamente, quando convocado pelo seu presidente, ou a requerimento de 2/3 (dois
terços) de seus membros.
7.3.2. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEP)
O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEP, órgão de natureza deliberativa,
normativa e consultiva, em matéria de natureza acadêmica, é constituído pelos seguintes
membros:
I - Diretor Geral, que o preside;
II - Diretor Acadêmico;
III - Coordenadores de Cursos;
IV – Coordenador de Pós-Graduação e Extensão;
V - Até cinco (5) representantes do corpo docente, escolhidos por seus pares, com mandato de
um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período;
VI - Um (1) representante do corpo discente, escolhido pelos órgãos de representação
estudantil, com mandato de um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período e
cumprida às exigências do Parágrafo único do art. 7o deste Regimento.
O CONSEP reúne-se ordinariamente no início e no fim de cada período letivo e,
extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor Geral, por iniciativa própria ou a
requerimento de 2/3 (dois terços) dos membros que o constituem.
7.3.3. Colegiados de Curso
O Colegiado de Curso, órgão deliberativo e consultivo, de natureza acadêmica, no
âmbito do curso de graduação, é constituído dos seguintes membros:
I – Coordenador de Curso;
II – Professores que ministram disciplinas no Curso;
III – Um (1) representante do corpo discente do curso, escolhido pelos alunos do curso, com
mandato de um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período e cumpridas às exigências
do Parágrafo único do Art. 7o do Regimento Interno da IES.
O
Colegiado
de
Curso
reúne-se
ordinariamente uma
vez por semestre e,
extraordinariamente, quando convocado pelo Coordenador de Curso ou a requerimento de 2/3
(dois terços) dos membros que o constituem.
7.4 ÓRGÃOS DE APOIO ÀS ATIVIDADES ACADÊMICAS
7.4.1 Coordenadoria de Apoio Pedagógico aos Docentes e Discentes (CAP)
A Coordenação de Apoio Pedagógico ao Docente e Discente/ CAP, é um órgão de
assessoramento didático-pedagógico do Instituto Florence de Ensino Superior, constitui-se
como instância de apoio, acompanhamento e operacionalização de atividades acadêmicas.
Visa dar suporte a docentes e discentes da instituição. No que diz respeito às atividades
inerentes à prática pedagógica e prática acadêmica, conforme definidas nos Projetos Políticos
Pedagógicos dos Cursos de Graduação do Instituto Florence de Ensino Superior, divide-se em
dois Núcleos:
I – Núcleo de Apoio Pedagógico ao Docente/ NAP, responsável pelo atendimento das
necessidades do corpo docente da IES, através da viabilização do Programa de Apoio ao
Docente e o Plano de Qualificação Docente/ PQD.
São objetivos do Núcleo de Apoio Pedagógico ao Docente/ NAP:
a) Formar um quadro de docentes qualificados, criativos e com embasamento teórico
compatível às necessidades dos discentes e às exigências do mundo contemporâneo;
b) Qualificar profissionais aptos para desenvolver na instituição uma docência comprometida às
necessidades sociais da comunidade maranhense;
c) Elaborar e operacionalizar a formação inicial dos docentes, tendo, como princípio, a
formação significativa dos professores;
d) Elaborar e operacionalizar a formação continuada dos docentes;
e) Organizar as atividades de planejamento e avaliação docente, no início de cada semestre
letivo;
f) Acompanhar as atividades planejadas pelos docentes, dando-lhes suporte pedagógico
sempre que necessário;
g) Subsidiar materialmente e teoricamente todas as necessidades do docente;
53
h) Fomentar o ensino, a pesquisa e a extensão no âmbito da instituição, com vistas à
consecução dos objetivos inerentes a academia.
II – Núcleo de Apoio Psicopedagógico ao Discente/ NUPAD responsável pelo atendimento às
necessidades do corpo discente da instituição, através da viabilização do Programa de Apoio
Psicopedagógico ao Discente.
São objetivos do Núcleo de Apoio Psicopedagógico ao Discente/ NUPAD:
a) Apoiar e orientar o educando em sua trajetória acadêmica, instrumentalizando-o para 54
construção/ reconstrução do conhecimento e para formação de novos saberes, baseado em
critérios de cientificidade, que permitam a atuação consciente do profissional junto ao mundo
do trabalho;
b) Analisar e encaminhar as demandas dos alunos, no que diz respeito às dificuldades de
aprendizagem e/ ou financeiras;
c) Implementar um programa de Nivelamento Acadêmico, que possibilite ao educando
condições de eqüidade e prosseguimento de estudos;
d) Orientar os alunos na organização dos diretórios estudantis ou acadêmicos;
e) Implementar ações que visem acompanhar os egressos dos Cursos de Graduação da IES.
Desses resultados, retroalimentar as propostas pedagógicas dos cursos;
f) Fomentar a iniciação científica como princípio pedagógico e educativo dos discentes.
7.4.1.1 Funcionamento, composição e atribuições do coordenador da CAP
Funcionará no horário de atividade da faculdade e será constituída por um Coordenador
com formação em Pedagogia, que desenvolverá, em conjunto com Diretoria Acadêmica,
Coordenadorias dos Cursos e avaliação realizada pela Comissão Própria de Avaliação/ CPA,
atividades de apoio, acompanhamento, orientação, elaboração e organização de todas as
ações inerentes ao fazer pedagógico.
7.4.2 Núcleo de Tecnologia da Informação – NTI
Órgão de apoio técnico ao desenvolvimento das atividades acadêmicas de ensino,
pesquisa e extensão.
São atividades integrantes deste Núcleo: editoração, publicação, divulgação da
produção acadêmica e da difusão de atividades culturais, dos serviços bibliotecários e dos
laboratórios, dos equipamentos tecnológicos de apoio ao ensino e do Centro de
Processamento de Dados.
 Compete ao Coordenador do Núcleo de Tecnologia da Informação:
I - Assessorar a Diretoria Geral na formulação e implantação da política institucional;
II - Programar, coordenar e supervisionar as atividades que integram o Núcleo.
7.4.3 Secretaria Acadêmica (SECAD)
Órgão responsável pela matrícula e movimentação discente, pela documentação, pelos
registros e controles acadêmicos. A Secretaria Acadêmica é dirigida pelo Secretário
Acadêmico, designado pelo Diretor Geral.
 Compete ao Secretário Acadêmico:
I - Responsabilizar-se pela guarda e conservação de documentos, diários de classe e outros
meios de registro e arquivos de dados;
II - Orientar e acompanhar a execução do atendimento, do protocolo e dos registros
acadêmicos;
III - Autorizar e controlar o funcionamento de cópias de documentos aos interessados;
IV - Expedir, por autorização do Diretor Geral, certidões e declarações relativas à vida
acadêmica dos alunos.
7.4.4 Contabilidade e Orçamento
O setor de contabilidade e orçamento é um segmento da Direção Administrativofinanceira, responsável por atividades de natureza contábil, tendo como principais atribuições:
I.
Triagem de documentos;
II.
Classificação contábil da documentação;
III.
Encaminhamento de documentos para o Departamento Financeiro;
IV.
Conciliações financeiras e contábeis;
V.
Arquivo de documentos contabilizados;
VI.
Apuração de impostos;
VII.
Fechamento de balanços;
VIII.
Emissão dos livros comerciais;
55
IX.
Atualização das contas a pagar, através de informações passadas por boletos ou
planilhas de pagamento;
X.
Solicitação de extratos para verificação de todas as movimentações bancárias;
XI.
Fechamento e pagamentos de contas;
XII.
Separação de cheques para depósito;
XIII.
Fechamento de caixa;
XIV.
Elaboração de relatórios das operações realizadas no dia, com todos os respectivos 56
comprovantes;
XV.
Atendimento de fornecedores para esclarecimento de dúvidas que possam surgir quanto
ao pagamento;
XVI.
Envio de relatórios e comprovantes à Contabilidade.
7.4.5 Assessoria Jurídica
A assessoria jurídica é o segmento da Direção Administrativo-financeira, responsável
pelos trâmites de natureza jurídica, tendo como principais atribuições:
I.
Acompanhar o andamento dos processos cíveis e trabalhistas da Empresa;
II.
Encaminhamento de cobranças judiciais para alunos inadimplentes;
III.
Elaboração de contratos, termos e documentos de natureza civil;
IV.
Controle e orientação de cobranças extrajudiciais de alunos inadimplentes;
V.
Assessorar
a
Direção
quanto
às
dúvidas
relacionadas
às
Bases
Legais
(deveres/obrigações);
VI.
Atendimento a clientes externos (alunos e responsáveis) com dúvidas relacionadas aos
contratos.
7.4.6 Tesouraria
Atribuições:
I.
Atendimento aos alunos para recebimento, cancelamento e orientações;
II.
Procedimento de baixa nas mensalidades dos alunos pagas na Tesouraria, atualizando
o banco de dados;
III.
Procedimento de baixa das mensalidades pagas no banco;
IV.
Envio de listas para as empresas que possuem convênios com a IES, para que estas
possam proceder aos respectivos descontos de seus funcionários;
V.
Envio de arquivo remessa para banco, para que se proceda à impressão e
encaminhamento dos boletos para os alunos;
VI.
Emissão de relatórios diversos (inadimplência, entradas no caixa, etc.);
VII.
Realização de ligações e atendimento dos alunos inadimplentes para negociação da
dívida;
VIII.
IX.
Responsável por comunicar os alunos sobre seus cheques devolvidos;
Arquivo.
7.4.7 Recursos Humanos
I.
Recrutamento e Seleção de candidatos: Identificação de perfis, realização de dinâmicas
de grupo, entrevistas, acompanhamento do processo até a decisão final pelo
requisitante;
II.
Execução de atividades ligadas ao Treinamento e Desenvolvimento: levantamento de
necessidades, criação, execução e avaliação de programas de treinamento;
III.
Processo de Integração de novos colaboradores;
IV.
Prepara os processos de admissão de colaboradores, efetuando registro em carteira,
cadastramento no banco de dados da empresa;
V.
Controle das jornadas de trabalho;
VI.
Suporte aos casos de reclamação trabalhista junto à assessoria jurídica, providenciando
a documentação necessária e agendando audiências junto ao preposto indicado;
VII.
Manutenção do banco de dados de informação cadastral e salarial dos colaboradores;
VIII.
Execução dos processos de desligamentos de colaboradores, elaborando rescisão
contratual e dando baixa na documentação;
IX.
Execução de atividades relacionadas ao plano de benefícios da empresa;
X.
Atendimento aos colaboradores em geral, esclarecendo dúvidas sobre pagamento,
direito e utilização de benefícios, entre outras, atuando como interface entre a empresa
e os colaboradores;
XI.
Elaboração de relatórios e controles inerentes à área.
57
7.4.8 Compras e Almoxarifado
I.
Realização de cotações com possíveis fornecedores, diante da necessidade de compra;
II.
Análise das cotações e fechamento dos pedidos, levando em consideração o menor
custo e a melhor qualidade dos produtos;
III.
Negociação com os fornecedores quanto a prazo, forma de pagamento e prazo de
entrega;
IV.
Recebimento e conferência física e contábil dos materiais comprados pela empresa;
V.
Identificação adequada dos materiais recebidos e estocados;
VI.
Arrumação e manutenção do estoque de mercadorias;
VII.
Fornecimento dos materiais solicitados aos departamentos requisitantes;
VIII.
Realização de inventário;
IX.
Emissão de relatórios e demais documentos oficiais da empresa relacionados à sua
área.
7.4.9 Recepção e Telefonia
I.
Atendimento e distribuição das ligações telefônicas para os respectivos destinos;
II.
Recepção dos clientes e encaminhamento para os setores respectivos;
III.
Recebimento e distribuição de correspondências, jornais, revistas e etc.;
IV.
Suporte aos demais departamentos, principalmente o de Eventos, quando da
preparação de mala direta (acondicionar em envelopes, etiquetar, etc.).
7.4.10 Manutenção
I.
Execução de serviços de manutenção e instalação elétrica, hidráulica, pintura e
alvenaria;
II.
Definição, requisição e controle de materiais e ferramentas necessárias;
III.
Prevenção e análise de problemas, propondo soluções para melhoria.
7.4.11 Assessoria de Comunicação (ASCOM)
58
I.
Desenvolvimento do planejamento e execução das ações de comunicação interna e
externa;
II.
Manutenção dos murais de informação;
III.
Elaboração de informativos e impressos diversos;
IV.
Visitas a Empresas e Escolas para divulgação da Instituição;
V.
Criação e desenvolvimento de material publicitário;
VI.
Contato com agências publicitárias e gráficas;
VII.
Logística para eventos internos e externos, desde que de interesse da IES;
VIII.
Planejar e marcar exposições, grupos musicais e teatrais na IES.
7.5 AUTONOMIA DA IES EM RELAÇÃO À MANTENEDORA
A Mantenedora é a entidade responsável pela IES, perante autoridades públicas e
público em geral, delegando ao Instituto Florence de Ensino Superior a tomada de medidas
necessárias ao seu bom funcionamento, respeitado os limites da Lei e do Regimento Interno, a
liberdade acadêmica dos grupos docente e discente, bem como a autoridade própria de seus
órgãos deliberativos e executivos, bem como sua autonomia didático-científica.
Compete à Entidade Mantenedora promover adequadas condições de funcionamento da
IES, colocando-lhe à disposição os bens imóveis e móveis necessários e assegurando-lhe os
recursos humanos e financeiros suficientes ao custeio de suas funções e atividades.
7.6 RELAÇÕES E PARCERIAS COM A COMUNIDADE, INSTITUIÇÕES E EMPRESAS
As parcerias estabelecidas entre o Instituto Florence de Ensino Superior e as instituições
concedentes de estágio, para situação de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório, têm
sido uma das ações empreendidas pela IES, por acreditar que a qualidade de uma Instituição
de Ensino Superior está diretamente ligada à capacidade de compreender e atender às
necessidades do entorno, como forma de materializar sua missão e objetivos.
A formação, como estabelecida na missão do Instituto Florence de Ensino Superior,
precisa, para apresentar resultados adequados, contar com espaços que partem da prática
cotidiana e promovem a reflexão à luz das teorias consolidadas.
59
Assim estabelece-se a relação entre a teoria e a prática, constatando que existe uma
teoria que suporta a prática e que ambas estão imbricadas no processo ensino/ aprendizagem.
Com tal política implementada, diversos convênios foram estabelecidos, principalmente
em relação àquelas instituições que oferecem efetivos suportes a realizações de atividades de
âmbito teórico-prático, bem como estágios curriculares supervisionados. Essa política tende a
se expandir, conforme a necessidade detectada no planejamento acadêmico, em função da
autorização de novos cursos e de acordo com as demandas da sociedade.
8.0AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
8.1 METODOLOGIA, DIMENSÕES E INSTRUMENTOS UTILIZADOS NO PROCESSO DE
AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2008-2012)
A Comissão Própria de Avaliação - CPA, no desempenho de suas atribuições, é
responsável pela “condução dos processos de avaliação internos da instituição, de
sistematização e de prestação das informações solicitadas pelo INEP”.
A CPA do Instituto Florence de Ensino Superior é designada por Portaria da Diretoria
Geral, sendo constituída por dois representantes do corpo docente, dois representantes do
corpo discente, regularmente matriculados, dois representantes do corpo técnico-administrativo
e dois representantes da sociedade civil organizada, sem vínculo empregatício com a IES. O
mandato dos membros da CPA é de um ano, permitida duas reconduções. Não é permitida a
renovação de mais de dois terços dos membros num intervalo inferior a um ano.
As definições quanto ao modo de organização, quantidade de membros e dinâmica de
funcionamento da CPA fica a critério dos Órgãos Colegiados Superiores da IES.
A CPA do Instituto Florence de Ensino Superior reuni-se uma vez por mês, produzindo
do resultado da reunião uma ATA, que a cada encontro é lida para que seja aprovada e
assinada por todos os membros da sua composição.
A organização do processo CPA de auto-avaliação, prevê a ocorrência de três diferentes
etapas: preparação, desenvolvimento e consolidação da avaliação. Daí decorre o papel crucial
na elaboração e desenvolvimento de uma proposta de auto-avaliação, em consonância com a
comunidade acadêmica e os Conselhos Superiores da instituição.
A CPA, da IES, realizou, desde 2008, avaliações institucionais, seguindo todos os
tramites legais e pertinentes a essa ação. O percurso metodológico iniciou-se com a
sensibilização da Comunidade Acadêmica, realizada pelos representantes docentes e
discentes da CPA, em parceria com a Direção Acadêmica e Coordenações dos Cursos de
60
Graduação da IES. Essa sensibilização objetivou-se por meio de seminários, divulgação da
Avaliação Institucional em sala de aula, cartazes em murais do Instituto e página do site
institucional.
O sistema de coleta de dados ocorreu, inicialmente, de forma manual, pelo método de
amostragem aleatória, através de questionários impressos, com questões fechadas,
elaboradas pelos membros da CPA. Posteriormente, em 2012, os formulários, para cada
segmento, foram disponibilizados em ambientes virtuais da IES, site e SAGU – sistema 61
acadêmico, oferecendo à CPA dados tabulados.
Outrora, os questionários foram disponibilizados aos segmentos de Docente e Técnicoadministrativo, estipulando-se prazos para entrega dos mesmos. Para o segmento discente, foi
determinado o dia da Auto-Avaliação, em que todos os alunos receberam, avaliaram e de
pronto entregaram aos representantes da Comissão seus questionários respondidos.
A partir de 2012/01, o Instituto Florence de Ensino Superior tem feito a chamada a toda
comunidade acadêmica, até mesmo utilizando redes sociais, definindo, em ambiente virtual, a
data de início e término da Avaliação Institucional.
A elaboração dos formulários de avaliação sempre aconteceu em reuniões da CPA,
tomando-se como base o PDI da instituição, os Projetos Político Pedagógicos dos Cursos e o
documento da CONAES, contendo as orientações sobre a avaliação institucional. Os
questionários, além de perguntas “fechadas”, apresentaram espaços para sugestões ou
críticas. Os instrumentos de avaliação são, sempre que necessário, reelaborados para atender
às dimensões dos SINAES.
Os resultados da Avaliação Institucional são tabulados em planilha eletrônica e
representados pela moda e sua freqüência relativa, originando relatórios de diversos grupos/
segmentos DISCENTES DA GRADUÇÃO, DISCENTES DA PÓS-GRADUAÇÃO, EGRESSOS,
DOCENTES E TÉCNICOS-ADMINISTRATIVOS, apresentando fragilidades, potencialidades e
recomendações. Do resultado da avaliação institucional da IES, gera-se, anualmente, relatório,
que é apresentado ao MEC e à comunidade acadêmica.
As recomendações são direcionadas à gestão institucional, a fim de que as providências
sejam tomadas, deliberando sobre um planejamento com prazo de execução.
Nesse processo de sensibilização, aplicação da avaliação institucional, tabulação de
dados, elaboração de relatórios e divulgação dos resultados para a comunidade acadêmica
(seminário aberto à comunidade a partir de 2012, antes a divulgação acontecia em turma), as
dimensões do SINAES foram respeitadas:
Dimensão 01 - A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional;
Dimensão 02 – Políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão;
Dimensão 03 – Responsabilidade social da instituição;
Dimensão 04 – Comunicação com a sociedade;
Dimensão 05 - As políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo técnicoadministrativo;
Dimensão 06 - Organização e gestão da instituição;
Dimensão 07 - Infra-estrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca,
recursos de informação e comunicação;
Dimensão 08 - Planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos,
resultados e eficácia de auto-avaliação institucional;
Dimensão 09 - Políticas de atendimento ao estudante;
Dimensão 10 - Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade
dos compromissos na oferta da educação superior.
8.2 A ATUAÇÃO DA CPA E A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE ACADÊMICA, TÉCNICA
E ADMINISTRATIVA
A Comissão Própria de Avaliação, tendo como princípio que a avaliação é um
instrumento eficiente para o replanejamento de ações, tendo caráter formativo e que visa o
aperfeiçoamento dos agentes da comunidade acadêmica e da instituição como um todo, tem
como metas para o período de 2011-2015:
 Reavaliar a cada dois anos os projetos pedagógicos dos cursos e em caráter
excepcional quando o Colegiado do Curso julgar pertinente;
 Consolidar o processo de avaliação institucional através da CPA;
 Contribuir para que a IES mantenha-se acima dos níveis mínimos e em patamares mais
elevados que as congêneres estabelecidas no mesmo município;
 Consolidar os serviços de ouvidoria para atender às demandas da comunidade
acadêmica.
Compete, dentre outras atividades, à Comissão Própria de Avaliação – CPA:
 Constituir subcomissões de avaliação;
 Elaborar e analisar pareceres, encaminhando às instâncias competentes;
 Desenvolver estudos e análises, visando o fornecimento de subsídios para a fixação,
aperfeiçoamento e modificação da política de avaliação institucional;
62
 Propor projetos, programas e ações que proporcionem a melhoria do processo avaliativo
institucional.
A CPA tem, também, como função:
 Fazer cumprir a Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional;
 A política para o ensino, a pesquisa e a extensão;
 A responsabilidade social da Instituição;
63
 A infra-estrutura física, em especial, a do ensino, pesquisa e biblioteca;
 As políticas de pessoal, carreira, aperfeiçoamento e condições de trabalho;
 A comunicação com a sociedade;
 A organização e gestão da Instituição;
 O planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional;
 As políticas de atendimento aos estudantes;
 Sustentabilidade financeira.
 Propor alterações no próprio Regimento Interno, deliberar sobre questões a ela
pertinentes, formalizar a destituição e/ou a substituição de seus membros;
 Desempenhar outras atividades que lhe forem atribuídas na área da sua competência.
A CPA tem pleno acesso a todas as informações institucionais.
Pode requerer
informações sistematizadas de todas as unidades administrativas da instituição. A IES fornece,
factualmente, à CPA condições materiais, de infra-estrutura e recursos humanos necessários
para a condução de suas atividades.
O processo de auto-avaliação é transparente, em todas as suas etapas, favorecendo a
discussão acadêmica, em todos os níveis de sua composição. O processo obedece aos
princípios éticos: respeito, dignidade, lealdade e justiça, estando comunidade acadêmica,
técnica e administrativa engajadas nesse processo de avaliação e melhoria. A máxima é
traduzir ao ensino o compromisso assumido pela IES, quanto à promoção de uma educação/
formação de qualidade e excelência.
8.3 UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES
A Avaliação Institucional realizada pela CPA em 2011/ 2012 proporcionou as seguintes
recomendações:
Potencialidades
(recomendações)
O Instituto Florence de Ensino Superior deverá permanecer
sensível a divulgação das suas políticas para a comunidade
acadêmica;
O Florence deverá está atento às dimensões instituídas pelo
SINAES, assegurando aos discentes a consolidação da sua
responsabilidade social;
O tripé ensino-pesquisa-extensão, deverá ter contínua
atenção, a fim de que os nossos egressos possam ter
aceitação no mercado de trabalho e possam ter acesso à
formação problematizadora e contextual, entendendo o
retorno social da formação em nível superior;
A Coordenação de Apoio Pedagógico a Docentes e
Discentes deverá continuar em suas ações pedagógicas;
O periódico institucional, Florence em Revista, deverá
continuar a disseminar informações para a comunidade;
Eventos científicos deverão continuar a ser uma das muitas
marcas do Florence, proporcionando reflexões pertinentes
sobre objetos que compõem a própria formação do discente
Florence;
As condições estruturais e logísticas da biblioteca,
laboratórios e acervos de livros deverão continuar
adequadas.
Fragilidades
(recomendações)
O PQV – Projeto Qualidade de Vida deverá ser mais
divulgado na instituição, bem como materializado;
64
Estratégias deverão ser objetivadas, a fim de que o PDI
seja mais conhecido pelos discentes;
Implantação do comitê de ética;
Sensibilizar o corpo docente, a fim de que possa
compreender a importância da avaliação institucional;
Disseminação da sua política, a fim de que os docentes
possam ter entendimento quanto aos programas de
qualificação profissional, aos planos de cargos e carreiras
e às atribuições do colegiado;
O setor financeiro deverá ser mais solicito ao atendimento
docente;
O Corpo Técnico-administrativo deverá ter acesso às
políticas da IES quanto aos programas de pesquisa e
extensão, tal demanda poderá ser solucionada com o
desenvolvimento do PIC;
Será necessário reduzir a burocratização dos setores da
IES quanto ao despacho de documentações;
Faz-se necessário que a aplicação do teste vocacional
pela CAP – Coordenação de Apoio Pedagógico a
Docentes e Discentes – seja uma prática regular, e não
uma busca subjetiva do aluno e que as coordenações e
docentes abordem em reuniões e em sala de aula sobre o
currículo do curso, referencial teórico que o fundamenta
etc, objetivando que os discentes tenham maior percepção
quanto à co-relação currículo – demanda profissional;
Universalização da metodologia de estudo de caso e de
produção de artigo, bem como o planejamento de visitas
técnicas, visando maior percepção sobre a relação
currículo e demanda profissional;
Implementar campanha sobre avaliação/ CPA, objetivando
traduzir o significado dessa ação reflexiva;
A frequência e pontualidade docente deverão ser mais
controladas.
9.0 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA E INSTALAÇÕES ACADÊMICAS
9.1 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA
INFRA-ESTRUTURA FÍSICA
QUANTIDADE
ÁREA (M²)
ÁREA DE LAZER
AUDITÓRIO
BANHEIROS FEMININOS
BANHEIROS MASCULINOS
BIBLIOTECA
INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS
SALAS DE AULA
SALA DE COORDENAÇÃO
SALA DE DOCENTE
SALA DE NDE/ CONSEP/ CONSUP
SALA DO NUPES/ SALA DA COORD. DE MONOGRAFIA
SALA DA CPA/ SALA DA CAP
SALA DA OUVIDORIA
SALA DO NPD
SALA DE DIREÇÃO
LANCHONETE
REPROGRAFIA
VESTIÁRIO FEMININO (5 CABINES)
VESTIÁRIO MASCULINO (4 CABINES)
DEPÓSITOS
ALMOXARIFADO
1
1
7
7
1
10
43
4
1
4
1
1
1
1
4
1
1
1
1
4
1
111.50
140
8.5 (cada)
8.5 (cada)
165.72
18.22 (cada)
54 (cada)
10 (cada)
30
10.20 (cada)
10.20
10.20
10.20
35.29
10.00 (cada)
41.76
41.70
22.50
22.50
11.19 (cada)
8.81
ELEVADOR
LAVATÓRIOS PARA O PESSOAL DE
APOIO E SERVIÇOS GERAIS
TELEFONES PÚBLICOS
1
1
3.79
5.0
1
79.73
9.2 INFRA-ESTRUTURA ACADÊMICA
9.2.1 Laboratório de Informática
ESPECIFICAÇÃO
LABORATÓRIO PRINCIPAL
(INTERNET 1GB BANDA LARGA)
LABORATÓRIO 2(1º ANDAR)
(INTERNET 1GB BANDA LARGA)
LABORATÓRIO 3 BIBLIOTECA
(INTERNET 1GB BANDA LARGA)
TERMINAL
BIBLIOTECA
CONSULTA
BIBLIOTECA ATENDIMENTO AO
ALUNO
EQUIPAMENTOS
COMPUTADORES
LICENÇAS WIN VISTA HOME
LICENÇAS WIN SEVEN HOME
OFFICE 2007 HOME STUDENT
OFFICE 2010 HOME STUDENT
COMPUTADORES
LICENÇAS WIN SEVEN HOME
OFFICE 2007 HOME STUDENT
COMPUTADORES
O. S. LINUX - UBUNTU
LICENÇAS WIN SEVEN HOME
BR OFFICE
OFFICE 2010 HOME STUDENT
COMPUTADORES
O.S. LINUX - UBUNTU
COMPUTADORES
LICENÇA WINXP
OFFICE 2007 HOME STUDENT
BR OFFICE 2
O.S. LINUX - UBUNTU
PONTOS DE REDE WIFI
DATASHOW (comp/tc/ms/som/DVDRW)
QUANTIDADE
36
27
6
27
6
15
15
15
10
6
4
6
4
3
3
3
1
1
2
4
20
65
3
1
2
2
2
1
1
1
1
1
1
44
6
11
TELEVISÕES 29"
TELEVISÕES 42"
CAIXA DE SOM AMPLIFICADA
MICROFONE
APARELHO DE DVD
SERVIDOR SISTEMA ACADÊMICO
SERVIDOR DE E-MAIL
SERVIDOR DE ARQUIVO/DHCP
CFTV
LINK FAULT 4MB
LINK FAULT 1MB (administrativo)
COMPUTADORES ADMINISTRATIVO
IMPRESSORAS COLOR
IMPRESSORA LASER
PARQUE TOTAL DE
COMPUTADORES EM REDE
111
9.2.2 Laboratórios Multidiciplinares
 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR I – (Microscopia, Patologia, Citologia,
Histologia, Botânica, Genética e Embriologia)









Área física: 46,06 m2
Capacidade de atendimento: 20 alunos
03 Bancadas centrais de 2,6 m;
01 Bancada Lateral com 6,45m;
06 armários.
Disposição do Laboratório:
Laboratório principal com três bancadas para a realização das aulas práticas;
Um quadro para explanação da aula ;
Bancada lateral com uma pia para lavagem de mãos e uma pia para lavagem dos
materiais;
 Conexão de rede.
Equipamentos
Cód.
Especificações
1.
Microscópio Biológico Binocular
2.
Banho Maria
3.
Célula em vitro
4.
5.
6.
Lâminas
Cód.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
Estrutura da Célula Humana
Embriologia I E II
Divisão Celular I E II
Modelo
Q708S-4
1003
40.000 vezes o tamanho natural.
Marca 3b, procedência alemã, ref.
Vl-650.
Painel 84x118 mm
Painel 84x118 mm
Painel 84x118 mm
Especificações
Lâmina (Epitélio escamoso, humano, células isoladas)
Lâmina (Tecido conjuntivo areolar, humano)
Lâmina ( Cartilagem hialina, humano)
Lâmina (Osso compacto, humano)
Lâmina (Músculo estriado, humano)
Lâmina (Músculo cardiaco, humano)
Lâmina ( Artéria, humano)
Lâmina ( Veia, humano)
Qtde.
10
1
1
1
1
1
Qtde.
1
1
1
1
1
1
1
1
66
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
30.
31.
32.
33.
34.
35.
36.
37.
38.
39.
40.
41.
42.
43.
44.
45.
46.
47.
48.
49.
50.
51.
52.
53.
54.
55.
56.
57.
58.
59.
60.
61.
62.
63.
Lâmina ( Pulmão humano)
Lâmina ( Esfregaço de sangue, humano)
Lâmina ( Baço, humano)
Lâmina (Glândula tireóide, humano)
Lâmina ( Timo de criança)
Lâmina (Lingua, humano)
Lâmina ( Dente, humano)
Lâmina (Glândula parótida, humana)
Lâmina ( Esôfago, humano)
Lâmina (Estômago, humano, região fúngica)
Lâmina (Duodeno, humano)
Lâmina (Colo, humano)
Lâmina (Pâncreas, humano)
Lâmina (Fígado, humano)
Lâmina (Apendice vermiforme)
Lâmina ( Rim, humano)
Lâmina (Glândula adrenal)
Lâmina (Ovário, humano)
Lâmina (Útero, humano)
Lâmina (Placenta, humano)
Lâmina ( Testículo, humano)
Lâmina (Epidídimo, humano)
Lâmina ( Cérebro, humano)
Lâmina ( Cerebelo, humano)
Lâmina (Mêdula espinhal, humano)
Lâmina ( Gânglio simpático, humano)
Lâmina (Pele da palma, humano)
Lâmina ( Escalpo, humano) folículos pilosos
Lâmina ( Escalpo, humano) folículos pilosos
Lâmina ( Retina, humana)
Lâmina ( Ponta de dedo de um feto humano com desenvolvimento de unha)
Lâmina (Glândula mamária, humano)
Lâmina (Artéria)
Lâmina ( cérebro)
Lâmina (Corpúsculo gustativo)
Lâmina (Corpúsculo paccini)
Lâmina ( Epididimo – aoyama)
Lâmina ( Esfregaço de sangue galinha)
Lâmina ( Esfregaço de sangue humano)
Lâmina (Fígado- glicogênio)
Lâmina ( Fígado – Kupfer)
Lâmina (Fígado – nucléolo)
Lâmina (Fígado- reticulina)
Lâmina (Medula – Prata)
Lâmina ( Mesentério az de toluidina)
Lâmina (Mesentério Masson)
Lâmina ( Mitose – raiz de cebola)
Lâmina ( Tecido adiposo)
Lâmina ( Testículo – fleugen)
Vidrarias e Materiais Diversos
Cód.
Especificações
64.
Bureta de 25 ml
65.
Lâminas
66.
Lamínulas
67.
Lava olhos de bancada
68.
Pipeta
69.
Pipeta
70.
Pipeta
71.
Pisseta ou franco lavador
72.
Tubo de ensaio
Medidas
25ml
10ml
25ml
5ml
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
Qtde.
3
2 cx
2 cx
1
6
6
6
6
33
67













LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR II – (Anatomia, Biofísica, Fisiologia)
Área física: 63,50 m2
Capacidade de atendimento: 20 alunos;
02 bancadas de com 7,42 m;
01 bancada de 2,5 m;
04 armários com 2,6 m;
01 armario de 2,1 m;
Disposição do Laboratório:
Laboratório principal para a realização das aulas práticas;
Um quadro para explanação da aula;
Bancada lateral com uma pia para lavagem de mãos e lavagem dos materiais.
Conexão de rede.
Uma tela de projeção.
Equipamentos
Cód.
Especificações
1.
Anatomytreiner
2.
Aparelho para medir
pressão Arterial
3.
Braço
4.
Braço
5.
6.
Braço
Cabeça
7.
8.
9.
Cerebro
Cérebro
Cérebro com artérias 9
partes.
Cérebro neuro anatômico, 8
partes
Cérebro, em 8 partes
Circulação Sanguínea
Coluna vertebral
Coluna vertebral
Coluna vertebral
Coluna vertebral
Coração
Coração
Coração
Coração
Coração
Coração com diafragma
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
30.
31.
32.
33.
34.
Coração funcional e sistema
circulatório
Crânio
Crânio com encaixe versão
anatômica
Crânio com encéfalo, 8
partes
Esqueleto clássico
Esqueleto da perna
Esqueleto desarticulado
Esqueleto do braço
Esqueleto Humano
Esqueleto Humano
Estetoscópio
Estômago, 2 partes
Modelo
S001
Qtde.
1
10
Luxo para injeções iv. Marca 3b, procedência alemã, ref. P50.
Para punção arterial. Marca 3b, procedência alemã, ref. W44022.
Com músculo M-10
Com pescoço em 4 partes. Marca 3b, procedência alemã,
ref. C-07.
C-15
C18
Marca 3b, procedência alemã, ref. C-20.
1
Marca 3b, procedência alemã, ref. C-22.
1
Marca 3b, procedência alemã, ref. C-17.
Painel 84x118 mm
A18/21
A58/1
A58/2
A58/8
G10
G04
G05
Painel 84x118 mm
G-08-1
3 vezes tamanho natural, 10 partes. Marca 3b, procedência
alemã, ref. Vd-251.
Marca 3b, procedência alemã, ref. W-16001.
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
A23
22 partes.marca 3b, procedência alemã, ref. A-290.
1
1
Marca 3b, procedência alemã, ref. A-20/9
2
Marca 3b, procedência alemã, ref. A-10.
A-35/L
A-05/2
A-45 L
frontal V2001
dorsal V2002
2
2
1
2
1
1
10
4
Marca 3b, procedência alemã, ref. K-15.
1
2
1
2
1
1
1
68
35.
36.
37.
38.
39.
40.
41.
42.
43.
44.
45.
46.
47.
48.
49.
50.
51.
52.
53.
54.
55.
56.
57.
58.
59.
60.
61.
62.
63.
64.
65.
66.
67.
68.
69.
70.
71.
72.
73.
74.
75.
76.
77.
78.
79.
80.
81.
82.
83.
84.
85.
86.
87.
Estrutura do Osso
Estrutura óssea
Estrutura óssea do crânio, 6
peças
Fígado
Fígado com vesícula biliar,
pâncreas e duodeno
Figura muscular com sexo
dual, 45 partes
Glândulas Endócrinas
Kit com 42 vértebras
Kit com 5 vértebras
Kit com 5 vértebras
Laringe
Laringe, 2 partes
Meio esqueleto
desarticulado, 52 peças
Mini torso em 12 partes
Muscletrainer
Musculatura humana dorsal
Musculatura humana frontal
Nariz e órgão olfativo
Neurotraine
Olho
Olho
Olho cinco vezes o tamanho
natural, 11 partes
Olho funcional
Olho, 6 vezes o tamanho
natural, 6 partes.
Órgãos da Fala
Órgãos Internos
Orgâos Pelvicos Feminino
Órgãos pélvicos masculino
Orgâos respiratórios
Órgãos Respiratórios
Ouvido
Ouvido
Ouvido
Ouvido
Pele modelo em bloco
Pélvico Feminino
Pélvis feminina
Pélvis feminina, duas partes
Pélvis masculina
Pélvis masculina, 2 partes.
Pulmão
Pulmão, 7 partes
Rim
Rim
Rins
Rins, néfrons, vasos
sanguineos e corpúsculo
renal
Sangue Composição
Seção lateral da cabeça
com 4 partes
Série mini juntas
Sistema Digestivo
Sistema digestivo
Sistema digestivo 3 vezes, 3
partes
Sistema Linfático
Painel 84x118 mm
Marca 3b, procedência alemã, ref. A-79.
Marca 3b, procedência alemã, ref. A-281
1
1
1
K-25
Marca 3b, procedência alemã, ref. Ve-315.
3
1
Marca 3b, procedência alemã, ref. B-50.
1
V2046 Painel 84x118 mm
Marca 3b, procedência alemã, ref. A-793
Cervicais A-790
Lombares A-792
G-20
Marca 3b, procedência alemã, ref. G-22.
Marca 3b, procedência alemã, ref. A-04.
1
1
1
1
1
5
2
Marca 3b, procedência alemã, ref. B-22.
S002
Painel 2005
Painel 2003
Marca 3b, procedência alemã, ref. W-42506.
S003
Painel 84x118 mm
F15
Marca 3b, procedência alemã, ref. Vj-500a.
1
1
1
1
1
1
1
2
1
Marca 3b, procedência alemã, ref. W-16002.
Marca 3b, procedência alemã, ref. T-12006.
1
3
Painel 84x118 mm
Painel 84x118 mm
V2020
Painel 84x118 mm
Painel 2036 84-118
Painel 84x118 mm
3 vezes tamanho natural, 4 partes. Marca 3b, procedência
alemã, ref. E-10.
E-12
Painel 84x118 mm
E10
Marca 3b, procedência alemã, ref. J-13.
cód. V2021
H10
Marca 3b, procedência alemã, ref. J-13.
H-12
Marca 3b, procedência alemã, ref. H-11.
VC-243
Marca 3b, procedência alemã, ref. G-15.
K10
K 12
Painel 84x118 mm
Marca 3b, procedência alemã, ref. K-11.
1
1
1
1
1
1
2
2
1
2
1
1
2
1
1
4
1
2
1
03
1
1
Painel 84x118 mm
Marca 3b, procedência alemã, ref. C-12.
1
1
Marca 3b, procedência alemã, ref. A-84/1; a-85/1; 86/1; 87/1
Painel 84x118 mm
K-20
Marca 3b, procedência alemã, ref. K-21.
1
1
2
1
Painel 84x118 mm
1
69
88.
89.
90.
91.
92.
93.
94.
95.
96.
97.
98.
99.
100.
101.
102.
103.
104.
105.
106.
107.
Sistema Muscular
Sistema Muscular
Sistema Nervoso
Sistema Nervoso
Sistema nervoso ½ do
tamanho natural
Sistema Nervoso Central
Sistema Nervoso Frontal
Sistema Nervoso Posterior
Sistema Nervoso Vegetativo
Sistema urinário
Sistema Vascular
Tecido Muscular
Torso
Torso clássico aberto, 18
partes
Torso muscular em tamanho
natural, 27 partes
Articulação Joelho
Articulação Escapula
Articulação Mão direita
Articulação pé direito
Articulação Ombro
Frontal 2003
Dorsal 2005
Frontal V2037
Dorsal V2038
. Marca 3b, procedência alemã, ref. C-30.
1
1
1
1
1
Painel 84x118 mm
Painel 2037
Painel
Painel 84x118 mm
Com sexo dual
V2004
Painel
Painel 84x118 mm
Marca 3b, procedência alemã, ref. B-19.
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Marca 3b, procedência alemã, ref. Va-16.
1
Marca 3b, procedência alemã
Marca 3b, procedência alemã
Marca 3b, procedência alemã Marca 3b
Marca 3b, procedência alemã Marca 3b
Marca 3b, procedência alemã Marca 3b
01
01
01
01
01
 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III – (Microbiologia, Parasitologia e Imunologia)














Área física: 50.37 m2
Capacidade de atendimento: 20 alunos;
03 bancadas centrais de 2,5m;
01 bancada de 5,48 m;
01 bancada com 5,47 m;
01 bancada com 1,94m;
01 bancada da Microbiologia de 2,5m;
14 armários de Mdf.
Disposição do Laboratório:
Laboratório com três bancadas para a realização das aulas práticas;
Um quadro para explanação da aula;
Bancadas laterais com uma pia para lavagem de mãos e equipamentos.
Conexão de rede
Cabine de Microbiologia com uma bancada de mármore e uma cabina de fluxo
laminar.
 Cabine de Parasitologia com um armário, bancada e uma pia para auxilio no preparo
de lâminas.
 Um chuveiro lava olhos.
Equipamentos
Cód.
1.
Alça de platina
2.
Autoclave de 40 litros
3.
Balança elétrica
4.
Banho Maria
5.
Lamparina
6.
Centrífuga até 3000 rpm
7.
Cronômetros
8.
Estufa bacteriológica
Especificações
Qtde.
10
1
1
1
2
1
2
2
70
9.
10.
11.
12.
13.
Cabina de Fluxo Laminar
Geladeira
Microscópios binoculares
Bactéria- Painel 84x118 mm
Chuveiro lava olhos
Vidrarias e Materiais Diversos
Cód.
Especificações
14.
Balão Volumétrico
15.
Balão Volumétrico
16.
Bastão de Vidro
17.
Becker
18.
Becker
19.
Becker
20.
Becker
21.
Becker
22.
Cronometro
23.
Cronometro
24.
Erlenmeyer
25.
Erlenmeyer
26.
Erlenmeyer
27.
Espátula de madeira
28.
Espátulas de aço inox
29.
Fitas de Ph
30.
Funil de haste longa
31.
Gaze
32.
Laminas
33.
Lamínulas
34.
Lava olhos de bancada
35.
Lupas
36.
Papel de filtro
37.
Pinças
38.
Pipeta Pasteur de Vidro
39.
Pipetas volumétricas
40.
Pipetas
41.
Pipetas
42.
Pipetas
43.
Pisseta ou frasco lavador
44.
Placa de Petri
45.
Provetas
46.
Provetas
47.
Provetas
48.
Provetas
49.
Solução fisiol. De cloreto de sódio 0,9%
50.
Termometro
51.
Tubos de ensaio
52.
Tubos para cultura grande
53.
Tubos para cultura pequenos
54.
Vidro de relógio
55.
Solução de Lugol Forte
1
1
3
1
1
Medida
1000ml
de 500ml
1000ml
100ml
250ml
600ml
50ml
Timer 60’
1000ml
250ml
500ml
100ml
10ml
25ml
5 ml
100ml
25ml
500ml
50ml
 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR IV – (Bioquímica e Química)






Área física: 60 m2
Capacidade de atendimento: 20 alunos;
01 bancada central de 7,65m;
01 bancada lateral de 12,42m;
15 armários.
Disposição do Laboratório:
Qtde.
5
5
5
5
5
5
5
5
2
1
5
7
5
100
10
2cx
10
1 pc
3Cx
3Cx
1
5
200
2
350
5
6
6
6
6
25
2
2
2
2
2fr
5
33
25
25
5
2L
71
 Laboratório com uma bancada central e uma lateral para a realização das aulas
práticas;
 Duas capelas de exaustão de gases;
 Um chuveiro lava olhos;
 Um quadro para explanação da aula ;
 Bancadas laterais com uma pia para lavagem de mãos e equipamentos;
 Conexão de rede.
Equipamentos
Cód.
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22
Especificações
Aparelho para eletroforese
Balança analítica eletrônica
Balança elétrica de precisão
Banho-Maria
Bomba à vácuo
Capela de exaustão de gases
Cronômetros
Espectofotometro
Estufa de esterilização
Fotocolorímetro
Geladeira
Lupas
Magneto (para homogeneização de soluções)
Osmômetro
Peagâmetro de Vidro (de mesa)
Peagâmetro de Vidro (portátil)
Placa de agitação e aquecimento
Suporte para Bureta
Termômetro graduado até 200C
Qtde.
1
1
1
1
2
2
1
1
1
1
5
5
1
1
5
1
2
5
Eletrocardiograma Marca Intramed Miniscope II
Microcentrifuga
Contador de Leucocitos Marca CELM CC550
Reagentes Vidrarias e Materiais Diversos
Cód.
Especificações
20.
Álcool Etílico
21.
Balão Volumétrico
22.
Balão Volumétrico
23.
Bastão de Vidro
24.
Becher
25.
Becher
26.
Becher
27.
Becher
28.
Becher
29.
Buretas
30.
Cloreto de cálcio
31.
Cloreto de magnésio
32.
Cloreto de sódio
33.
Cloreto de sódio
34.
Cronometro
35.
Erlenmayer
36.
Erlenmayer
37.
Erlenmayer
38.
Espátula
39.
Espátula
40.
Fita de Ph
41.
Funil
42.
Funil
43.
Glicose anidra
44.
Hidróxido de sódio
01
01
01
Medida
1000g
1000 ml
500ml
1000ml
100ml
250ml
600ml
50ml
25ml
1000 g
500 g
1000 g
1000g
1000ml
250ml
500ml
aço inox
aste longa
1000g
1000 g
Qtde.
03
5
5
10
5
5
5
5
5
3
2
2
3
1
2
5
8
5
10
10
2 cx
10
10
2
3
72
45.
46.
47.
48.
49.
50.
51.
52.
53.
54.
55.
56.
57.
58.
59.
60.
61.
62.
63.
64.
65.
66.
67.
68.
69.
70.
Kitassato
Kitassato
Lâminas
Lamínulas
Lava olhos de bancada
Papel de filtro
Pêra de borracha
Pipeta Pasteur de Vidro
Pipeta volumétrica
Pipetas
Pipetas
Pipetas
Pisseta ou frasco lavador
Pisseta ou frasco lavador
Porta funil
Provetas
Provetas
Provetas
Provetas
Provetas
Solução fisiológica
Solução fisiológica de cloreto de sódio 0,9%
Solução Tampão
Solução Tampão
Tubos de ensaio
Vidro de relógio
250 ml
250 ml
4
4
3 Cx
3 Cx
1
200
5
1 Cx
15
6
6
6
6
6
5
10
8
8
8
8
2L
3L
5
5
33
5
100 ml
10ml
25ml
5ml
1000ml
100ml
25ml
500ml
50ml
Ph4
Ph7
 SALA DE APOIO LABORATORIAL











Área física: 14,73 m2
02 bancada laterais de 3,1m;
01 bancada de 3,88m;
07 armários;
12 armários para alunos.
Disposição da sala
Sala com três bancadas;
Armários para guardar vidrarias e materiais diversos;
Escaninho para alunos;
Bancadas laterais com uma pia para lavagem de mãos e equipamentos;
Conexão de rede.
Equipamentos
Cód.
Especificações
1.
Deionizador
2.
Lavador automático de Pipetas
3.
Destilador
4.
Estufa de esterelização
Modelo
ORG 300/ORG 300-C
ORG 100
Modelo DL-DA 2 a 5 L
Qtde.
1
1
1
1
9.2.3 Laboratórios Específicos
ESPECIFICAÇÃO
DISPOSIÇÃO
EQUIPAMENTOS
Leito completo automatíco
motorizada
Mesa para curativo
Colchão
Hamper
MODELO
Cama Fowler
QUANTIDADE
01
01
01
01
73
LABORATÓRIO
EM
CLÍNICA
MÉDICA
–
(FUNDAMENTOS
PARA O CUIDAR E
SEMIOLOGIA)
Laboratório
principal com área
física de 35,50
m2,
bancada
lateral de 2,45m
para
realização
de aulas práticas,
tendo capacidade
para atender 20
alunos;
Um quadro para
explanação
de
aula;
Bancada
lateral
com duas pias
para lavagem de
mãos;
Conexão de rede
de oxigênio, ar
comprimido
e
vácuo.
ESPECIFICAÇÃO
LABORATÓRIO
DE
CUIDADOS
EM
ENFERMAGEM
–
(Cuidar em Clínica
Cirúrgica)
DISPOSIÇÃO
Laboratório
principal com área
física de 31,50
m², bancada de
2,45
m²
para
realização
de
aulas
práticas,
com capacidade
para atender 20
alunos;
Um quadro para
explanação
da
aula;
Bancada
lateral
com duas pia
para lavagem de
mãos;
Conexão de rede
de oxigênio, ar
comprimido
e
vácuo.
ESPECIFICAÇÃO
LABORATÓRIO
DE
CUIDADOS
EM
ENFERMAGEM
–
(CUIDADO
EM
CENTRO CIRÚRGICO
– CME)
DISPOSIÇÃO
Laboratório com
bancadas para a
realização
de
aulas
práticas,
tendo área física
de 150,55 m².
Capacidade para
atender
20
alunos;
Duas bancadas
laterais de 4,32
m, com lavatório
para degermação
de mãos, tendo
01 bancada0,70
Biombo 03 faces
Suporte para soro
Maca
Boneco para procedimentos
Simule Care COD:52A
bissexual com órgãos internos
Mesa para Consultório
Simulador de Ausculta e ruídos
W49400
cardíacos e respiratórios
Simulador de nadega para
W44004
injeção intramuscular
Braço para treinamento punção
W44022
arterial
Simulador Avançado de acidentes
W44521
e ferimentos
MATERIAIS DIVERSOS
ESPECIFICAÇÕES
MEDIDAS
Almatolia de Álcool a 70%
500ml
Almatolia de Degermante
500 ml
Mesa Auxiliar
Comadre
1000 ml
BaciaInox
Depositos para algodão
Aspirador Portatil
EQUIPAMENTOS
Leito Completo
Carro de Parada com monitor
cardiaco e oximetria
Carro de Emegência FABEMED
Eletrocardigrafo ECG-12s
Colchão
Hamper
Biombo
Suporte de Soro
Maca
Mesa de consultório
Boneco para procedimentos
bissexual com órgãos internos
Simulador Avançado de cuidados
com paciente adulto e
gerenciamento de via áreas
Braço para Injeções e punção
arterial
ESPECIFICAÇÕES
Almatolia de Álcool a 70%
Almatolia de Degermante
Mesa Auxiliar
Comadre
BaciaInox
Depositos para algodão
Aspirador Portatil
Inalador portátil
EQUIPAMENTOS
Autoclave de 21 VitaleCristofoli
MODELO
Miniscope II
FA 202
ECG-12S Marca Ecafix
01
01
01
01
01
01
01
01
01
QTDE.
3
02
01
01
01
01
01
QUANTIDADE
02
01
Simule carecod 52 B
01
01
01
01
01
01
01
01
01
Simule care 45CWA
01
W 45093
01
MATERIAIS DIVERSOS
MEDIDAS
500ml
500 ml
1000 ml
MODELO
QTDE.
3
02
01
01
01
01
01
01
QUANTIDADE
01
Foco Cirúrgicocom 03 bulbos
01
Seladora Marca Gold Line
01
Estufa de Secagem Marca
BIOPAR
Mesa Cirúrgica
01
ESPECIFICAÇÕES
Hamper
Escadinha
Cadeira de aço Inox
Armário em de Aço com porta
Caixa Pequena Cirurgia
01
MATERIAIS DIVERSOS
MEDIDAS
QTDE.
01
01
01
01
01
74
ESPECIFICAÇÃO
LABORATÓRIO
SAÚDE DO
TRABALHADOR
cm;
01 bancada de
recepção de 2,25
m;
01 bancada de
recepção
em
enfermaria
com
2,58 m;
01 bancada na
sala cirúrgica de
2,20 m
Conexão
de
rede na sala de
operação
com
oxigênio,
ar
comprimido
e
vácuo.
DISPOSIÇÃO
Laboratório com
área física de
15,55
m²
e
bancada central
para a realização
de aulas práticas,
tendo capacidade
para atender 15
alunos;
Bancadas laterais
com uma pia para
lavagem de mãos
e equipamentos;
ESPECIFICAÇÃO
Conexão de rede.
DISPOSIÇÃO
Sala com área
física de 33,23
m2,
tendo
4
bancadas;
LABORATÓRIO
DE
CUIDADOS
EM
ENFERMAGEM
–
(SAÚDE MATERNOINFANTIL)
Bancadas
laterais; pias para
lavagem de mãos
e equipamentos;
Conexão de rede.
ESPECIFICAÇÃO
LABORATÓRIO DE
CUIDADOS
DISPOSIÇÃO
Laboratório
principal com área
física de 31,50
m², bancada de
2,45
m²
para
realização
de
Caixa Grande Cirurgia
01
Caixa para cirurgia geral
Roupas privativas
01
02
Capote
Compressas
Suporte de soro
Mesa de Mayo
Mesa Auxiliar Pequena
Mesa Auxiliar Grande
07
02 pcte
01
01
01
01
75
EQUIPAMENTOS
Balança Mecanica Adulto
Cadeiras de Roda Pneu Macico
MR CDS
Laternas Clinicas
Esfignanometros
Estetóscopios
Tatame Carcirex
Gym Ball nº 75 cm Mercur
Tornozeleira Velcro de 2kg
Halteres 3kg
Fisioball n º 01
EQUIPAMENTOS
Balança Mecanica 16 kg
Mr.Welmy
Mesa para Secretaria com 02
gavetas
Simulador de Elisa Baby para
acesso Venoso 42
Manequim Bebê para trainamento
de Enfermagem
Man Baby Anne para RCP
Manequim Criança Little Junior
para RCP
Incubadora Neonatal 1186 220 v
Berço Hospitalar Oval Baby
Mesa Ginecologica
Mesa para Secretaria com 02
gavetas
Foco Clinico Parabolico
Banco Giratório Esmaltado
Escada com 02 degraus
Desenvolvimento Embrionário 12
estágios
Série Gravidez 8 modelos
Simulador de Dilatação Cervical
Simulador de Parto Clássico
Conjunto de Episiotomia
Simulador para auto exame
Simulador Ginecológico
EQUIPAMENTOS
Leito Completo
Carro de Parada com monitor
cardiaco e oximetria
Carro de Emegência FABEMED
Eletrocardigrafo ECG-12s
Colchão
Hamper
Biombo
Suporte de Soro
MODELO
QUANTIDADE
02
01
04
05
05
01
01
22
02
04
MODELO
Mr. Welmy 16 KG
QUANTIDADE
01
Mr. TNT
01
42B Simule Care
01
51B Simule Care
01
LAERDAL
LAERDAL
01
01
CLE 1143 FANEM
FANEM 007V
Mr. TNT
Mr. TNT
01
01
01
01
Mr. TNT
Mr. TNT
01
01
01
01
VG390 Simule Care
L10
W44096 Simule Care
W44525 Simule Care
W44096 Simule Care
S23042Simule Care
W45024 Simule Care
MODELO
Miniscope II
FA 202
ECG-12S Marca Ecafix
01
01
01
01
01
01
QUANTIDADE
02
01
01
01
01
01
01
01
AVANÇADOS DE
ENFERMAGEM
(CUIDAR EM
URGÊNCIA E
EMERGÊNCIA/ UTI)
aulas
práticas,
com capacidade
para atender 20
alunos;
Um quadro para
explanação
da
aula;
Bancada
lateral
com duas pia
para lavagem de
mãos;
Conexão de rede
de oxigênio, ar
comprimido
e
vácuo.
ESPECIFICAÇÃO
LABORATÓRIO
COSMETOLOGIA
(HOMEOPATIA)
–
DISPOSIÇÃO
Laboratório
principal com área
física de29,50 m2,
duas
bancadas
para
realização
de aulas práticas
e com capacidade
para atender 20
alunos;
Um quadro para
explanação
de
aula;
02
bancadas
laterais, 01 com
4,30m,
outra
com4 me 01 pia
para lavagem de
mãos;
ESPECIFICAÇÃO
LABORATÓRIO
CONTROLE
QUALIDADE
DE
DE
Maca
Mesa de consultório
Simulador Avançado de cuidados
com paciente adulto e
gerenciamento de via áreas
Braço para Injeções e punção
arterial
RESUSCI ANNE SIMULADOR
01
01
Simule care 45CWA
01
W 45093
01
LAEDAL RCP
AVANÇADO
LAEDAL
01
RESSUSCI ANE FULL
SKILLRESPORTE HARD CASE
BLOOD PRESSURE
LAEDAL
TRAINING(SIMULADOR DE
PRESSÃO ARTERIAL)
TREINAMENTO AVANÇADO EM
LAEDAL
PUNÇÃO VENOSA
NEW BORNE ANNE
LAEDAL
BABY HIPPY
LAEDAL
BTLS VICTIM IMJURY TRAINER
LAEDAL
MATERIAIS DIVERSOS
ESPECIFICAÇÕES
MEDIDAS
Almatolia de Álcool a 70%
500ml
Almatolia de Degermante
500 ml
Mesa Auxiliar
Comadre
1000 ml
Bacia Inox
Depositos para algodão
Aspirador Portatil
Inalador portátil
EQUIPAMENTOS
MODELO
Seladora Blister Compact
Compact 220 v Tepron
M120 Capsulas ciclo
A00/01/2/3/04
Dosador para Pellets Sendo 10%
Omeprazol e 8,5% Omezaprol
Forma Ovoplus para 12 óvulos
peq.
Forma para Suppplus 12
supositórios Adulto
Folhas de alumínio
Blister 00/0-1/2-3/4 10 cps triplo
Balança Analítica
Balança semi-Analitica
Agitador Magnético com
aquecimento
Phmetro de bancada
ESPECIFICAÇÕES
01
01
76
02
01
01
01
QTDE.
3
02
01
01
01
01
01
01
QUANTIDADE
01
Tepron
01
Tepron
01
Tepron
01
Tepron
01
Tepron
Tepron
AY -220 Shimadzu
BL-320 Shimadzu
78HW-1 Biosytems
1000
1000
01
02
01
PHS 3BS- Phatek
MATERIAIS DIVERSOS
MEDIDAS
01
QTDE.
Calice de 2000 ml
2000
01
Conexão de rede;
Calice de 500 ml
500
05
Cálices de 125 ml
125
20
Becker de 100 ml
100
10
Becker de 50 ml
50
10
Potes de 50 ml para creme
50
50
DISPOSIÇÃO
EQUIPAMENTOS
MODELO
QUANTIDADE
Aparelho para determinação de
Q-340523
01
Laboratório
ponto de Fusão 03 provas
principal com área Polarimetro Rotacional Circular
WXG-42 POLAX
01
física de 25,95 m2, para
(02 realização
escalas) de aulas práticas e com capacidade de atendimento para 20 alunos;
Refratômetro de bancada tipo
2 WAJ BIOBRIX
01
Um quadro para ABB 0-95% BRIX
explanação
de Viscosimetro Tipo Cup FORD em
7118
01
aula;
Aluminio
Espectofometro Uv- Visivel
Modelo SSP220 –
01
Bancada
lateral
Biospectro
de inox medindo Aparelho para teste de
300-1 220 v Nova Etica
01
3,96 m;
Friabilidade
Desintegrador de Comprimidos
DES-301 220v Nova
01
Bancada de inox
Etica
medindo 3,88 m;
Dissolutor de comprimidos 299-1
DIS-299-01 220v Nova
01
Etica
Pia para lavagens
de
mãos
e
vidraria;
Conexão de rede;
Dessecador a Vacuo
Durometro para comprimidos
Manual Portatil
Balança Analítica
Balança Semi Analítica
Estufa para esterilização
Câmara UV
Osmose reversa
Phmetro Portátil
ESPECIFICAÇÃO
LABORATÓRIO
FITOFARMACOS
–
FARMACOGNOSIA
DISPOSIÇÃO
Laboratório com
área
física
de24,75
m2,
bancadas
para
realização
de
aulas práticas e
com capacidade
para atendimento
de 20 alunos;
Um quadro para
explanação
de
aula;
Bancada
lateral
com 2,65 m;
Bancada
lateral
com 4,05 m;
Bancada
lateral
com 3,45 m;
Pia para lavagem
de
mãos
e
materiais de 1,5
m;
Conexão de rede.
ESPECIFICAÇÃO
DISPOSIÇÃO
Laboratório com
ESPECIFICAÇÕES
Balão 100 ml
Balão 250 ml
Becker 50 ml
Pipeta de 5 ml
Pipetas de 10 ml
Pipetas de 20 ml
Becker 100 ml
Becker de 250 ml
Becker de 500 ml
Espatulas de aço
Bastão de Vidro
Proveta de 10 ml
Proveta de 50 ml
Proveta de 100 ml
Vidro de relogio
Vidro de relogio
Estante de plástico
EQUIPAMENTOS
Banho Maria Hemoquimica
Balança Analíticas Shimadzu
J.Prolab
DUR- 298- Nova Etica
01
01
Ay-220 Shimadzu
BL-320H
01
02
OdontobrasMOd: EL-11
01
01
01
03
ELGA 40 LTS
PM PA2Bp
MATERIAIS DIVERSOS
MEDIDAS
100ml
100 ml
50 ml
5 ml
10 ml
20 ml
100 ml
250 ml
500 ml
10 ml
50 ml
100 ml
70 mm
100 mm
MODELO
Agitador magneticoFisiotorm
ESPECIFICAÇÕES
Balão fundo chato de 100 ml
Balão fundo chato de 250 ml
Balão fundo chato de 500 ml
Balão fundo chato de 1000 ml
Becker de 50 ml
Becker de 100 ml
Becker de 250 ml
Becker de 500 ml
Erlenmayer de 50 ml
Erlenmayer de 100 ml
Erlenmayer de 250 ml
Erlenmayer de 500 ml
Funil de Separação 125 ml
Funil de Separação 250 ml
Funil de Separação 500 ml
Funil analítico
Funil analítico
Funil de Buchner
Gral e pistilo 150
Gral e pistilo 180 ml
Gral e pistilo 500 ml
Proveta de 10 ml
Proveta de 25 ml
Proveta de 50 ml
Suporte Universal
Vidro de Relógio
Vidro de Relógio
Pêra de Borracha
Pipetas de 5 ml
Pipetas de 10 ml
Pipetas de 20 ml
EQUIPAMENTOS
Centrifuga Centrobio 802b
QTDE.
10
05
15
10
10
10
20
15
05
20
20
05
05
05
05
10
QUANTIDADE
01
01
01
MATERIAIS DIVERSOS
MEDIDAS
100 ml
250ml
500 ml
1000 ml
50 ml
100 ml
250 ml
500 ml
50 ml
100 ml
250 ml
500 ml
125 ml
250 ML
500 ML
15 ml
50 ml
50 ml
150 ml
180 ml
500 ml
10 ml
25 ml
50 ml
70 mm
100 mm
5 ml
10 ML
20 ml
MODELO
QTDE.
10
10
05
02
20
10
05
05
15
10
10
10
10
05
05
10
10
05
05
05
01
05
05
05
05
05
10
05
10
10
20
QUANTIDADE
01
77
LABORATÓRIO DE
PARASITOLOGIA
área
física
de35,60
m2,
bancada central
de 4 m para
realização
de
aulas práticas e
com capacidade
para atender 20
alunos;
Bancadas laterais
medindo 6,52 m;
Conexão de rede.
ESPECIFICAÇÃO
RADIOLOGIA
DISPOSIÇÃO
1 - Laboratório
com 68,20 m² e
com capacidade
para atender 20
alunos
1.1 – Sala de
Tomografia
com
Área
física: 13,87
m2;
01
Bancada
Lateral com
4,30m e 01
bancada
lateral com 4
m.
ESPECIFICAÇÃO
DISPOSIÇÃO
LABORATÓRIO PRÉCLÍNICO
DE
TÉCNICAS
ODONTOLÓGICAS I
Laboratório com
100,39 m² e com
capacidade para
atender
20
alunos.
Instalação
hidráulica
e
elétrica, entrada
de
gás
canalizado.
Apresenta um Ar
Condicionado
Microscopios Binocular Bioval
L2000A
Atlas Parasitológico
Becker de 50 ml
Becker de 100 ml
Becker de 250 ml
Becker de 500 ml
Becker de 50 ml
Becker de 100 ml
Funil analítico
Funil analítico
Funil analítico
Cálice de 60 ml
Calice de 125 ml
Cálice de 250 ml
Calice de 2000 ml
Pipetas de 5 ml
Pipetas de 10 ml
Pipetas de 20 ml
Bastão de vidro
EQUIPAMENTOS Materiais
Mobiliários do Laboratório
Aparelhos de RX
Aparelho de RX Panorâmico
15
50 ml
100 ml
250 ml
500 ml
50 ml
100 ml
15 ml
50 ml
15 ml
60 ml
125 ml
250 ml
2000 ml
5 ml
10 ml
20 ml
200mm
04
10
10
05
05
20
10
10
10
10
05
15
05
01
10
10
10
20
e
TOMOGRAFO
Biombo reto com visor
Biombos de proteção
odontológica
Aventais de chumbo
Protetores de Tireóide
Portas aventais
Quadro branco
Negatoscópio de parede
Dosímetros
Filmes Radiográficos
Chassis com Écran
Mesa
Cadeira
Bancada
Bancos
Ar condicionado
Equipamentos,
Materiais
e
Mobiliários da Câmara Escura
Negatoscópios de Mesa
Bancadas
Mochos
Computador Due Core
Impressora Laser
Ar Condicionado
MATERIAIS
Luvas
Óculos protetores,
Gorros
Resina
Gesso
Acrílico
Agulhas
Anéis
Pinças
Bandejas
Brocas edenta
Esculpidores
Sondas exploradoras
Tesoura reta
Tesoura curva
Espátulas
Frascos para manipular acrílico
Funis de plástico
MODELO
QUANTIDADE
1
1
Planmeca Digital
1
1
2
5
5
2
1
1
12
(depender da demanda)
10
1
1
1
10
1
MODELO
MODELO
QUANTIDADE
10
2
20
1
1
1
QUANTIDADE
(depender da demanda)
(depender da demanda)
(depender da demanda)
(depender da demanda)
(depender da demanda)
(depender da demanda)
10
10
5
4
3
10
3
1
1
10
3
5
78
Panelas
Grau de borracha
Jogo de moldeira perfurada
contendo 6
moldeiras e 2 parciais
Jogos de moldeira com 8
moldeiras
Moldes de borracha inferior
Moldes de silicone superior
Placa de vidro
Porta agulha
10
10
1
1
Porta amálgamas
2
Potes dappen
Facas para gesso
5
2
EQUIPAMENTOS/ MOBILIÁRIO
Módulos odontológicos, contendo
cada um deles: uma seringa
tríplice, uma alta rotação e uma
baixa rotação
Manequins de simulação clínica
com suporte de fixação
Refletores de luz
Tela de Projeção
Projetor multimídia
Polimerizadores
Nome do Laboratório:
Tipo:
Finalidade:
Área Total (em m2):
2
5
1
2
MODELO
QUANTIDADE
10
10
10
1
1
2
Autoclave
Centrífugas
Balança para amálgama
Balança para gesso
Balança comum
Aparelho de RX
Negatoscópio
Fogão de duas bocas
Câmaras escuras de bancadas
Fotopolimerizadores
Plastificadoras
Recortadores de gesso
Vibradores de gesso
Muflos
Prensa para muflo
Forno para fundição
Torno para polimento
1
2
1
1
1
1
1
1
2
2
2
2
3
5
1
1
1
Motores de bancada
Maçarico de gás/ar
Máquina de solda
Televisão
DVD
Amalgamadores
Mochos
Bancadas com pia e armário
2
1
1
1
1
2
20
2
Armários
Quadro Branco
Vitrine de exposição
2
1
1
LABORATÓRIO PRÉ-CLÍNICO DE TÉCNICAS ODONTOLÓGICAS II
Laboratório comum da área de Saúde
Desenvolver atividades prático-acadêmicas oriundas das disciplinas de Dentística PréClínica; Materiais Dentários; Anatomia e Escultura Dentária; Estomatologia; Periodontia;
Odontologia Infantil; Prótese Fixa Pré-Clínica; Endodontia Pré-Clínica.
100,0
79
Principais Recursos:
Acesso a Internet:
Capacidade:
Técnico Responsável
com
Formação
Específica:
Auxiliar Técnico:
Nome do Laboratório:
Tipo:
Finalidade:
Área Total (em m2):
Principais Recursos:
Acesso a Internet:
Capacidade:
Nome do Laboratório:
Tipo:
Finalidade:
Área Total (em m2):
Principais Recursos:
Materiais: Luvas, Óculos protetores, Gorros, Resina, Gesso, Acrílico, 10 Agulhas, 10 Anéis,
5 Pinças, 4 Bandejas, 5 Brocas edenta, 10 Esculpidores, 3 Sondas exploradoras, 1 tesoura
reta, 1 tesoura curva, 10 Espátulas, 3 Frascos para manipular acrílico, 5 Funis de plástico, 2
Panelas, 5 grau de borracha, 1 Jogo de moldeira perfurada contendo 6 moldeiras e 2
parciais, 2 Jogos de moldeira com 8 moldeiras, 10 moldes de borracha inferior, 10 moldes de
silicone superior, 1 placa de vidro, 1 porta agulha, 2 porta amálgamas, 5 potes dappen, 2
Facas para gesso.
Equipamentos: 10 módulos odontológicos, contendo cada um deles: uma seringa tríplice,
uma alta rotação e uma baixa rotação. 10 Manequins de simulação clínica com suporte de
fixação; 10 Refletores de luz; 1 Tela de Projeção; 1 projetor multimídia; 2 Polimerizadores; 1
Autoclave; 2 Centrífugas; 1 Balança para amálgama; 1 Balança para gesso; 1 Balança
comum; 1 Aparelho de RX; 1 Negatoscópio; 1 Fogão de duas bocas; 2 Câmaras escuras de
bancadas; 2 Fotopolimerizadores; 2 Plastificadoras; 2 Recortadores de gesso; 3 Vibradores
de gesso; 5 Muflos; 1 Prensa para muflo; 1 Forno para fundição; 1 torno para polimento; 2
motores de bancada; 1 Maçarico de gás/ar; 1 Máquina de solda; 1 Televisão; 1 DVD; 2
Amalgamadores; Instalação hidráulica e elétrica, Entrada de gás canalizado; Ar
Condicionado;
Mobiliários: 20 Mochos; 2 Bancadas com pia e armário; 2 Armários; 1 Quadro Branco, 1
Vitrine de exposição.
Não
20 Alunos
Profissional com formação qualificada
Profissional com formação qualificada
LABORATÓRIO DE APOIO AS ATIVIDADES CLÍNICAS
Laboratório comum da área de Saúde
Desenvolver atividades prático-acadêmicas oriundas das disciplinas de Clínicas.
60,0
Materiais: Luvas, Óculos protetores, Gorros, Gesso, Resina, 3 Facas para gesso.
Equipamentos: 8 Motores de chicote; 8 Micromotores; 8 Alta Rotação; 3 Seringas tríplices;
1 Balança para gesso; 1 Amalgamador; 2 Fotopolimerizadores; 1 Polidor; 2 Cortadores de
Gesso; 1 Torno para polimento; 3 Negatoscópios com lupa; 3 Delineadores; 2 Vibradores; 8
conjuntos de ar-água-spray.
Mobiliários: 3 Bancadas com iluminação própria e equipadas para motores de chicote; 20
Bancos; 3 Pias com água encanada; Decantadores de gesso e resíduos; 2 Armários; quadro
branco; pincéis e apagadores; Instalação hidráulica e elétrica, Ar Condicionado.
Não
20 Alunos
LABORATÓRIO DE PRÓTESE CLÍNICA
Laboratório comum da área de Saúde
Desenvolver atividades prático-acadêmicas oriundas das disciplinas de Prótese Clínica*.
80,0
Materiais: Luvas; Óculos protetores; Gorros; Gesso; Resina; Cera; Forradores; Pedra Pomes;
Porcelana; Brocas; Válvulas para maçarico; Cilindro de Oxigênio; Ponto de Solda; 9
Espátulas; 3 Facas para gesso.
Equipamentos: 3 Balanças para Gesso/Revestimento; 15 Manequins; 1 Balança comum; 3
Bicos de Gás; 1 Centrífuga para fundições; 1 Forno a vácuo para porcelana; 1 Forno para
fundição em alta fusão; 1 Jato de areia para limpeza de peças; 1 Maçarico Oxigênio/Acetileno;
1 Maçarico Gás/Ar; 1 Maçarico Gás/Oxigênio; 5 Muflas; 1 Manipulador e Inclusor à Vácuo; 3
Motores de Bancada de chicote para acabamento; 1 Fogão de duas bocas; 1 Prensa
hidráulica; 2 Prensas de Bancada; 1 Politriz; 3 Prensas para acrilização termopolimerizada; 3
Fresadoras; 5 Micromotores Elétricos para Prótese; 1 Polimerizador para resina
termopolimerizado; 2 Recortadores de Gesso; 3 Seringas de Ar; 1 Plastificadora a vácuo; 2
Tornos para polimento; 1 Trijato para limpeza; 3 Turbinas de Alta Rotação; 1 Ultra-som para
limpeza; 2 Vibradores; 5 Paralelômetros; Ar Condicionado.
Mobiliários: 2 Armários; 3 Pias com água encanada; Instalação hidráulica e elétrica,
Decantadores de Gesso e detritos; Entrada de gás canalizado e ar comprimido; 3 Bancadas
com iluminação própria; 20 Bancos.
80
Acesso a Internet:
Capacidade:
Técnico Responsável
com
Formação
Específica:
Técnico Responsável
com
Formação
Específica:
Não
20 Alunos
Profissional com formação qualificada
Profissional com formação qualificada
CLÍNICA ESCOLA DO INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO SUPERIOR: CLÍNICA
ODONTOLÓGICA, AMBULATÓRIO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM E LABORATÓRIO
DE ANÁLISES CLÍNICAS
Nome do Laboratório:
Tipo:
Finalidade:
Área Total (em m2):
Principais Recursos:
CLÍNICA ODONTOLÓGICA
Laboratório comum da área de Saúde
Desenvolver atividades prático-acadêmicas visando o atendimento à todas necessidades das
especialidades odontológicas.
280,0 Clínica I; 280,0 Clínica II; 100,0 Centro Cirúrgico/Emergência; 60,0 Centro de
Esterilização; 40,0 Sala de Recepção e Espera; 30,0 Sala de Triagem/Diagnóstico; 50,0 Sala
de Radiologia; 12,0 Farmácia; 4,20 Sala de Gerenciamento de Resíduos; 25,0 Sanitários
Masculino e Feminino adaptados aos PNE. Área total: 881,2
 Clínicas I e II
Materiais: Luvas; Óculos protetores; Máscaras; Gorros; Lâmpadas Halógenas; Sabonete
líquido; Papel Toalha; Brocas; Mandril; Pinças; Espátulas, Alicates; Coletores para
Perfurocortantes; Tesouras; Agulhas.
Equipamentos: 50 Conjuntos Odontológicos completos; 50 lixeiras com pedal; 4
Amalgamadores; 2 aparelhos para profilaxia; 25 Fotopolimerizadores; 50 Portas Sabonete; 14
Bombas à Vácuo; 10 Lâmpadas de emergência; 50 Portas papel; 50 negatoscópios; 2 Kits
Help; Ar Condicionado.
Mobiliários: 100 Mochos com rodízio; 50 boxes; 50 mesas auxiliares; 50 balcões com
armário; 50 pias providas de decantadores de detritos; Instalação Elétrica e Hidráulica.
 Centro Cirúrgico/Emergência
Materiais: Luvas; Óculos protetores; Máscaras; Gorros; Bandejas; Sabonete; Papel Toalha;
Detergente Enzimático; Brocas; Mandril; Pinças; Espátulas, Alicates; Tesouras; Agulhas;
Máscaras de oxigênio; Fios de Sutura; Cânulas de Guedel; Coletores para Perfurocortantes;
Cabos e Laminas para Laringoscópios.
Equipamentos: 3 Cadeiras Odontológicas Cirúrgicas completas; 3 Leitos com oxigênio para
recuperação; 3 suportes para soro com 4 ganchos; 2 Bisturis; 1 Desfibrilador; 3 Seringas
Anestésicas; 3 suportes para braço; 3 aparelhos de pressão com estetoscópio duplo; 2
Laringoscópios; 2 Lâmpadas de emergência; 1 Tensiômetro; 1 Desinfector de mãos; Porta
Papel; Porta Sabonete; 3 escadinhas com degraus; 3 lixeiras com pedal; 3 Cilindros de
Oxigênio; 1 Sistema para Administração de Oxigênio e Óxido Nitroso; Ar Condicionado.
Mobiliários: 6 Mochos com rodízio; 1 Pia; 3 Gaveteiros Cirúrgicos; 3 Mesas Auxiliares
Odontológicas; 3 Mesas auxiliares para anestesia e UTI; 2 Armários; Instalação Elétrica e
Hidráulica.
 Farmácia
Materiais: Luvas; Gorros; Agulhas, Seringas; Algodão; Álcool Isopropílico; Soro Fisiológico;
Anestésicos; Gazes; Esparadrapo; Remédios; Clareador; Selante; Fio de Suturas; Pedra
Pomes; Fio Dental; Bicarbonatos; Irrigadores, Flúor; Pasta Profilática.
Equipamentos: 1 Geladeira; Ar Condicionado; 1 Porta Papel; 1 Porta Toalha; 3
Mobiliários: 1 Balcão; 1 Mocho com rodízio; 1 Lavabo; Instalação Hidráulica e Elétrica.
 Sala de Gerenciamento de Resíduos
Materiais, Mobiliários e Equipamentos: Instalação Elétrica; 2 Lixeiras grandes móveis, 1
Estante de aço.
 Centro de Esterilização
Materiais: Luvas; Óculos protetores; Máscaras; Gorros; Etiquetas; Envelope Alto-Selante;
Saco Plástico Branco; Rolo para Esterilização; Coletores para Perfurocortantes; Algodão;
Água para Autoclave.
Equipamentos: 2 Seladoras; 2 Ultra-som para limpeza de instrumentos; 2 Estufas; 2
Autoclaves; 2 Destiladoras; Ar Condicionado; Chuveiro; 1 Desintegrador de agulhas; Porta
papel toalha; Porta Algodão; Porta sabonete, 1 Carrinho para Material Esterilizado; 1 Carrinho
81
para material de autoclave.
Mobiliários: 2 Bancadas de aço inox; 2 Suportes para caixas coletoras; 2 Suportes para
Embalagem; 2 Mochos com rodízio; 1 Armário roupeiro; 1 Estante de Aço; 2 Armários; 1 Lava
Olhos; Instalação Elétrica e Hidráulica.
 Sala de Triagem/Diagnóstico
Materiais: Luvas; Óculos protetores; Máscaras; Gorros; Pinças; Brocas; Espátulas; Ficha
Clínica.
Equipamentos: 3 Caldeiras – Equipo Odontológico com Refletores; Ar Condicionado.
Mobiliários: 2 Armários instrumental com 3 gavetas cada; 6 mochos com rodízio; 3 Lixeiras
Plásticas com tampa e pedal; Instalação Elétrica e Hidráulica.
 Sala de Radiologia
Materiais: Luvas; Óculos protetores; Gorros; Aventais de Chumbo; Protetores de Tireóide;
Filmes Radiográficos; Cartões de Retorno; Ficha de RX; 3 Chassis com Écran.
Equipamentos: 2 Aparelhos de RX; 1 Aparelho de RX Panorâmico; 2 Cadeiras Odontológicas
com Refletor; 2 Câmaras de Revelação Portátil; 1 Negatoscópio; Ar Condicionado.
Mobiliários: 2 mochos com rodízio; Instalação Elétrica.
 Sala de Recepção e Espera
Materiais: Canetas; Lápis; Borracha; Régua; 1 Tesoura; Papel A4; Blocos de Anotações;
Cartuchos para impressão; Clips; Grampos; Marcador de texto; Estrator; Corretivo; Pastas
para Arquivo; Porta Caneta; Porta Clips. Porta Copos e Copos Descartáveis.
Equipamentos: 2 bebedouros; 2 computadores Core Duo; 1 impressora multifuncional; 1
Grampeador; 1 Luz de Emergência; Relógio de parede; 3 Ventiladores; 1 Calculadora.
Mobiliários: 6 conjuntos de cadeira (cada conjunto com três assentos); 1 balcão de recepção;
1 Quadro de Aviso; 2 cadeiras para recepcionista; Instalação Elétrica e Hidráulica; 2 Lixeiras;
2 Arquivos tipo fichário com quatro gavetas cada.
Nome:
Tipo:
Finalidade:
AMBULATÓRIO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM
Ambulatório comum da área de Saúde
Prestar cuidados e serviços de saúde à comunidade
Recepção – 32,87 m²; Triagem e Arquivos – 10,40 m²; Consultório de Enfermagem – 15 m²;
Área Total (em m2):
Consultório Médico – 12 m²; Consultório Ginecológico – 19,38 m²; Sala de Procedimentos
13,97 m²;
ESPECIFICAÇÃO
DISPOSIÇÃO
EQUIPAMENTOS
MODELO
QUANTIDADE
Mesa de escritório
1
Cadeira de
3
atendimento
Maca simples
1
Escadinha 2 degraus
1
Biombo 3 faces
1
Armário para guarda
1
de material
Cesto de lixo
1
infectante
Pia para
CONSULTÓRIO
Cesto de lixo comum
1
lavagem das
MÉDICO
mãos;
Otoscópio
1
Detector ultrassônico
1
fetal
Estetoscópio de Pinard
1
Tensiômetro
1
Estetoscópio bi1
auricular adulto
Lanterna clínica
1
Saboneteira de parede
1
Porta papel-toalha
1
Mesa de escritório
1
Cadeira de
Pia para
3
atendimento
lavagem das
CONSULTÓRIO DE
Maca simples
1
mãos;
ENFERMAGEM
Escadinha 2 degraus
1
Biombo 3 faces
1
Armário para guarda
1
82
SALA DE
PROCEDIMENTOS
CONSULTÓRIO
GINECOLÓGICO
SALA DE
TRIAGEM E
ARQUIVO
Pia para
lavagem das
mãos
Banheiro
completo
de material
Cesto de lixo
infectante
Cesto de lixo comum
Estetoscópio de Pinard
Tensiômetro
Estetoscópio biauricular adulto
Saboneteira de parede
Porta papel-toalha
Mesa de escritório
Cadeira de
atendimento
Maca simples
Escadinha 2 degraus
Biombo 3 faces
Armário para guarda
de material
Cesto de lixo
infectante
Cesto de lixo comum
Termômetro clínico
Saboneteira de parede
Porta papel-toalha
Mesa de escritório
Cadeira de
atendimento
Maca simples
Escadinha 2 degraus
Biombo 3 faces
Armário para guarda
de material
Cesto de lixo
infectante
Cesto de lixo comum
Maca Ginecológica
Foco de luz
Banco regulável
giratório
Mesa de apoio
Tensiômetro
Estetoscópio
Saboneteira de parede
Porta papel-toalha
Mesa de escritório
Cadeira de
atendimento
Maca simples
Escadinha 2 degraus
Biombo 3 faces
Armário para guarda
de material
Cesto de lixo
infectante
Cesto de lixo comum
Balança
antropométrica adulto
Balança
antropométrica infantil
Fita métrica
Armário para guarda
de prontuários
Glicosímetro
Termômetro clínico
1
1
1
1
1
1
1
1
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
3
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
3
1
1
1
1
1
1
1
1
5
2
1
1
83
EXPURGO
Balcão com pia
RECEPÇÃO
Nome do Laboratório:
Tipo:
Finalidade:
Área Total (em m2):
Principais Recursos:
Saboneteira de parede
Porta papel-toalha
Balde de lixo
infectante grande
Hamper
Descarpack
Saboneteira de parede
Porta papel-toalha
Computador
Impressora
Balcão de atendimento
Cadeira
Longarina 3 lugares
Porta álcool gel
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
4
4
2
LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS
Laboratório comum da área de Saúde
Prestar cuidados e serviços de saúde à comunidade
78, 27 m²
Equipamentos que podem ser comuns para várias seções:
 Microscópios - 2; Centrífuga, Banho-maria e Balança – um de cada; Bicos de
Bunsen, gaze, tesoura e EPI; Pipetas, peras, ponteiras, estantes; Destilador de
água/água destilada – uma unidade; Geladeira e Estufa – um de cada;
Termômetros para todas as geladeiras, estufas e banhos-maria; Cronômetro – uma
unidade; Autoclave – uma unidade.
Coleta:
 Cadeira para coleta – uma unidade; Seringas e agulhas, algodão, garrote, álcool;
Tubos, anticoagulantes, lâminas, lamínulas, papel alumínio.
Área para classificação e distribuição de amostras e sala de preparo de reagentes:
 Computador – uma unidade; Impressora – uma unidade.
Microbiologia
 Placas de Petri (vários tamanhos), alças e agulhas de platina, swabs, bico de
Bunsen, discos para TSA; Meios de cultura; Estufa e capela ou cabine de fluxo
laminar; Kits, reagentes, corantes, etc.; KOH; Microscópio; Tubos, lâminas,
lamínulas, pinças, papel.
Uroanálise e Parasitologia
 Tubos, lâminas, lamínulas; Lugol; Tubos específicos para urina; Fitas reativas
para a análise química da urina; Microscópio; Kits e reagentes; Cálices, peneiras,
canudos; Papel higiênico.
Setor de Hematologia
 Tubos, lâminas, lamínulas; Homogeneizador de tubos; Pipetas, peras, ponteiras,
estantes; Reagentes utilizados em hematologia, como corantes, soros Anti-A, B e
D(Rh), soro de Coombs, albumina bovina, etc.; Aparelho Hematológico ou, se for
manual, Câmara de Neubauer; Calculadora, contador diferencial e Microscópio.
Setor de Bioquímica e Imunologia
 Aparelho semi-automático (ex.: BTS-310) ou espectrofotômetro; Kits e reagentes;
Banho-maria; Pipetas, peras, ponteiras, estantes, tubos; Aparelho para dosagem de
Na, K e Li (Ex.: Fotometria de Chama ou Eletrodo Íon Seletivo); Eppendorfs; Placas
para ASO, PCR e FR e VDRL; Vidraria em geral; Agitador e Funil e papel filtro;
Aparelho de ELISA.
Citologia
Coleta de citologia:
 Lâminas com parte fosca para microscopia; Lamínulas para microscopia (24 x 60
mm); Espátulas de Ayre; Espéculos vaginais (tamanhos pequeno, médio e
grande); Escovinha para coleta endocervical; Borrel; Caixa para transporte de
lâminas; Spray para fixação dos esfregaços.
Corantes
 Hematoxilina de Harris (marca PROCITO); Orange G (marca PROCITO); EA – 50
(marca MERCK); Álcool absoluto; Álcool 92° (“álcool comercial”); Álcool 70% Xileno
ou xilol; Bálsamo sintético ou Acrilex (verniz artezanal).
Outros:
 Bateria para coloração de Papanicolaou (CITOCOLOR); Suporte de lâminas de
microscopia para coloração (“berço para laminas”); Microscópio marca Olympus
ou Nykon.
84

LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS
Laboratório comum da área de Saúde
Prestar cuidados e serviços de saúde à comunidade
78, 27 m²
Equipamentos que podem ser comuns para várias seções:
 Microscópios - 2; Centrífuga, Banho-maria e Balança – um de cada; Bicos de
Bunsen, gaze, tesoura e EPI; Pipetas, peras, ponteiras, estantes; Destilador de
água/água destilada – uma unidade; Geladeira e Estufa – um de cada;
Termômetros para todas as geladeiras, estufas e banhos-maria; Cronômetro – uma
unidade; Autoclave – uma unidade.
Coleta:
 Cadeira para coleta – uma unidade; Seringas e agulhas, algodão, garrote, álcool;
Tubos, anticoagulantes, lâminas, lamínulas, papel alumínio.
Área para classificação e distribuição de amostras e sala de preparo de reagentes:
 Computador – uma unidade; Impressora – uma unidade.
Microbiologia
 Placas de Petri (vários tamanhos), alças e agulhas de platina, swabs, bico de
Bunsen, discos para TSA; Meios de cultura; Estufa e capela ou cabine de fluxo
laminar; Kits, reagentes, corantes, etc.; KOH; Microscópio; Tubos, lâminas,
lamínulas, pinças, papel.
Nome do Laboratório:
Uroanálise e Parasitologia
 Tubos, lâminas, lamínulas; Lugol; Tubos específicos para urina; Fitas reativas
para a análise química da urina; Microscópio; Kits e reagentes; Cálices, peneiras,
canudos; Papel higiênico.
Setor de Hematologia
 Tubos, lâminas, lamínulas; Homogeneizador de tubos; Pipetas, peras, ponteiras,
estantes; Reagentes utilizados em hematologia, como corantes, soros Anti-A, B e
D(Rh), soro de Coombs, albumina bovina, etc.; Aparelho Hematológico ou, se for
manual, Câmara de Neubauer; Calculadora, contador diferencial e Microscópio.
Setor de Bioquímica e Imunologia
 Aparelho semi-automático (ex.: BTS-310) ou espectrofotômetro; Kits e reagentes;
Banho-maria; Pipetas, peras, ponteiras, estantes, tubos; Aparelho para dosagem de
Na, K e Li (Ex.: Fotometria de Chama ou Eletrodo Íon Seletivo); Eppendorfs; Placas
para ASO, PCR e FR e VDRL; Vidraria em geral; Agitador e Funil e papel filtro;
Aparelho de ELISA.
Citologia
Coleta de citologia:
 Lâminas com parte fosca para microscopia; Lamínulas para microscopia (24 x 60
mm); Espátulas de Ayre; Espéculos vaginais (tamanhos pequeno, médio e
grande); Escovinha para coleta endocervical; Borrel; Caixa para transporte de
lâminas; Spray para fixação dos esfregaços.
Corantes
 Hematoxilina de Harris (marca PROCITO); Orange G (marca PROCITO); EA – 50
(marca MERCK); Álcool absoluto; Álcool 92° (“álcool comercial”); Álcool 70% Xileno
ou xilol; Bálsamo sintético ou Acrilex (verniz artezanal).
Outros:

Bateria para coloração de Papanicolaou (CITOCOLOR); Suporte de lâminas de
microscopia para coloração (“berço para laminas”); Microscópio marca Olympus
ou Nykon.
SALA DE EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL
Tipo:
Finalidade:
Área Total (em m2):
Laboratório comum da área de Saúde
Desenvolver atividades prático-acadêmicas oriundas das disciplinas de Parasitologia,
Microbiologia, Fisiologia, Farmacologia, Imunologia, Histologia e Patologia Geral.
26,64
85
Principais Recursos:
Acesso a Internet:
Capacidade:
Técnico Responsável:
Auxiliar Técnico
Animais: Ratos Wistar.
Equipamentos, Materiais e Mobiliários da área de Criação de Animais:; 10 Gaiolas para
ratos; 10 Bebedouro para animais; 1 relógio temporizador; 2 Estante de aço com prateleira
para gaiolas; 2 Exaustores; Ar condicionado.
Equipamentos, Materiais e Mobiliários da área de Alimentos e Medicamentos: Rações;
Remédios; 1 Armário para medicamentos; 1 Balcão para ração,1 Filtro de água para os
animais.
Equipamentos, Materiais e Mobiliários da área do Laboratório: 4 Tesouras Iris reta; 4
Pinças Iris com serrilha ponta fina; 4 Pinças de dissecação dente de rato;4 Pinças relojoeiro
curva 450; 4 Porta-agulhas;4 cabos de bisturi n0 3;1 contensor para ratos 1 Pinça; 6 Pissetas;1
Balança eletrônica;1 Lavatório com porta papel e porta sabonete; 2 Armários; 1 quadro
branco; 1 mesa com cadeira; 2 Balcões de granito; 20 Bancos; Instalação hidráulica e elétrica;
Ar condicionado.
Não
20 Alunos
Profissional com formação qualificada
Profissional com formação qualificada
9.2.3.1 Relação Equipamento/ Aluno
As atividades laboratoriais são realizadas por grupos. Desse modo, cada aluno tem
acesso, ao seu tempo, aos instrumentos/ recursos e materiais laboratoriais.
9.2.4 Biblioteca
INFRA-ESTRUTURA
Disponibilização do Acervo
Leitura
Estudo individual
Estudo em grupo
Sala de vídeo
Administração e processamento técnico do acervo
Recepção e atendimento ao usuário
Banheiro Masculino
Banheiro Feminino
Acesso a Internet
Circulação
ÁREA
43.54 m²
152 m²
12 m²
42 m²
16.38 m²
10.80 m²
6 m²
9m²
9m²
10m²
9m²
CAPACIDADE
12 alunos
6 alunos/sala
15 alunos
10 alunos
-
9.2.4.1 Acervo por Área de Conhecimento
ACERVO
ÁREA DE CONHECIMENTO
LIVROS
LIVROS
LIVROS
LIVROS
LIVROS
ENFERMAGEM
FARMÁCIA
ODONTOLOGIA
DIREITO
EDUCAÇÃO
PERIÓDICOS
PERIÓDICOS
PERIÓDICOS
PERIÓDICOS
ENFERMAGEM
FARMÁCIA
ODONTOLOGIA
DIREITO
QUANTIDADE
BÁSICA
2.667
2.429
600
1.246
278
COMPLEMENTAR
240
263
150
53
47
QUANTIDADE
IMPRESSOS
ON LINE
09
20
10
09
04
10
04
02
QUANTIDADE
CD
DVD
86
ÁREA DA SAÚDE – disciplinas
em comum de Farm., Odonto. e Enf.
(anatomia,
biologia,
bioestatística,microbiologia,
parasitologia).
ODONTOLOGIA
DIREITO
MEIO AMBIENTE
ENFERMAGEM
EDUCAÇÃO
138
09
17
46
06
05
05
19
06
24
QUANTIDADE
REFERÊNCIA
REFERÊNCIA
REFERÊNCIA
REFERÊNCIA
REFERÊNCIA
REFERÊNCIA
REFERÊNCIA
REFERÊNCIA
ENFERMAGEM
FARMÁCIA
DIREITO
ODONTOLOGIA
EDUCAÇÃO
ENFERMAGEM
FARMÁCIA
DIREITO
ODONTOLOGIA
FARMÁCIA
ENFERMAGEM
DIREITO
MEIO AMBIENTE
LINGUA PORTUG.
LIBRAS
INGLÊS
FILOSOFIA
ANO DE AQUISIÇÃO DOS LIVROS
2008
2009
220
237
238
250
04
23
02
01
12
12
02
03
2010
172
320
1.265
750
87
2011
863
761
2012
58
34
325
ANO DE AQUISIÇÃO DOS PERIÓDICOS IMPRESSOS
09
10
04
04
ANO DE AQUISIÇÃO DE ASSINATURA DOS PERIÓDICOS ELETRÔNICOS
ENFERMAGEM
08
06
04
FARMÁCIA
04
03
02
DIREITO
10
ODONTOLOGIA
02
ANO DE AQUISIÇÃO DE ASSINATURA DE JORNAIS
JORNAIS: O Estado do Maranhão, Imparcial e
Pequeno
3
3
3
3
3
9.2.4.2 Formas de Atualização e Expansão do Acervo
A ampliação e atualização do acervo de livros e periódicos integram o orçamento anual
da Política Financeira Institucional, o que possibilita a sua contínua renovação.
O aspecto qualitativo dos acervos deve ser avaliado pelos especialistas das áreas
integrantes dos cursos regularmente ofertados, com o acompanhamento da literatura
especializada produzida, adaptando-se às características do curso. A política de seleção das
coleções é determinada pelos aspectos qualitativos e quantitativos, possibilitando acesso à
bibliografia básica do curso, em número e conteúdo. A ampliação do acervo ocorrerá
gradativamente de acordo com o crescimento do número de alunos e a necessidade de
atualização das obras da área, com planejamento de expansão anual, em títulos novos,
edições novas e número de exemplares complementares.
Com a política de aquisição, o número de exemplares define-se a partir dos parâmetros
estabelecidos pelo MEC para cada Curso de Graduação. Além de livros mais especializados
para os professores e para os alunos de Pós-graduação.
O acervo bibliográfico será constantemente atualizado, por indicação dos professores,
por indicação dos usuários, em razão de novas edições ou para atualização dos temas objeto 88
de estudos das disciplinas que compõem as Diretrizes Curriculares dos Cursos, além de
publicações destinadas a subsidiar projetos de extensão e de iniciação científica.
9.2.4.3 Horário de Funcionamento
O horário de funcionamento é das 08:00 h às 22:00 h de 2ª feira a 6ª feira, das 08:00 h
às 12:00 h, no sábado.
A Biblioteca Wanda de Aguiar Horta está sob a Coordenação da bibliotecária Eliziene
Barbosa Costa – CRB/MA 528.
9.2.4.4 Serviços Oferecidos
 SERVIÇO DE REFERÊNCIA – Atendimento direto ao usuário:
 Orientação no uso do sistema de bibliotecas;
 Disseminação seletiva da informação;
 Orientação na elaboração de referências bibliográficas e na apresentação normativa de
trabalhos acadêmicos;
 Produção da ficha catalográfica para trabalhos de conclusão de curso.
 EMPRÉSTIMO – local e domiciliar.
 SERVIÇO DE COMUTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA – Possibilita o fornecimento de cópias de
artigos de periódicos existentes em outras Bibliotecas do território nacional.
 ACESSO A INTERNET
 SALA DE VÍDEO – Sala equipada com televisão e aparelho de DVD.
 ACESSO A BASE DE DADOS - Para consulta, pesquisa ou empréstimo, o usuário
deverá utilizar-se dos terminais de consulta e solicitar o material no setor de atendimento
da biblioteca:
 O usuário poderá solicitar renovação do empréstimo, caso não haja reserva do material;
 A Biblioteca é de livre acesso. O acervo de livros está agrupado de acordo com a
Classificação Decimal Universal (CDU). Os periódicos estão agrupados em ordem
alfabética de título.
10.0 ATENDIMENTO ÀS PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS
ESPECIAIS OU REDUZIDAS
O Instituto Florence de Ensino Superior assume que as diferenças humanas são 89
normais e que, como conseqüência desse pressuposto, a aprendizagem deve ser adaptada às
necessidades do educando, em vez do educando adaptar-se, de qualquer maneira, ao
processo de aprendizagem.
Uma pedagogia centrada no aprendiz atende aos objetivos institucionais e às diferenças
do educando, beneficiando a sociedade como um todo. Com esse perfil, poderá impedir o
desperdício de recursos e o enfraquecimento de esperanças, tão freqüente conseqüência de
uma educação de baixa qualidade e de uma mentalidade educacional, que compreende que
todos os estilos servem para todas as pessoas.
Nesse sentido, a inclusão e a participação são essenciais à dignidade humana e ao
pleno exercício da cidadania. No campo da educação, isto se reflete no desenvolvimento de
estratégias que procuram promover a genuína equalização de oportunidades.
A educação inclusiva proporcionará um ambiente favorável à aquisição da igualdade de
oportunidades e participação total dos portadores de necessidades especiais no processo de
aprendizagem. O sucesso requer esforço claro, não somente por parte dos professores e dos
profissionais da educação, mas também por parte dos colegas, pais, famílias e voluntários.
A educação inclusiva deve reconhecer e responder às necessidades diversas do
educando, acomodando ambos os estilos e ritmos de aprendizagem e assegurando uma
educação de qualidade a todos, por meio de metodologias de ensino apropriadas, arranjos
organizacionais,
uso
de
recursos
diversificados
e
parceria
com
as
organizações
especializadas.
A partir desse entendimento, a IES adotará as seguintes diretrizes para a inclusão dos
portadores de necessidades especiais às suas ações educativas:
 Campanhas de sensibilização e de fomento à aceitação das diferenças;
 Parcerias com corporações profissionais e entidades de classe (sindicatos, associações,
federações, confederações etc.) com o objetivo de promover ações integradas para o
reconhecimento dos direitos dos portadores de necessidades especiais como direitos
humanos universais;
 Integração faculdade-empresa para a oferta de Estágios Curriculares Supervisionados
Obrigatórios, com adequadas condições de atuação para os portadores de
necessidades especiais.
10.1 PLANO DE PROMOÇÃO DE ACESSIBILIDADE E ATENDIMENTO PRIORITÁRIO E
DIFERENCIADO PARA UTILIZAÇÃO DOS ESPAÇOS, MOBILIÁRIOS E EDIFICAÇÕES
O Instituto Florence de Ensino Superior tem suas instalações adaptadas, tomando como 90
referência a Norma Brasil 9050, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, para assegurar
prioridade na integração da pessoa portadora de necessidades especiais, garantindo-lhe o
acesso autônomo, o ingresso e permanência em todos os serviços e instalações destacandose:
 Rampas com corrimãos que permitem o acesso aos espaços de uso coletivo;
 Rampas com corrimãos ou elevadores que permitam o acesso às salas de aula,
laboratórios, biblioteca e outras instalações da infra-estrutura física e acadêmica;
 Banheiros adaptados, com portas largas e espaço suficiente para permitir o acesso de
cadeira de rodas;
 Barras de apoio nas paredes dos banheiros;
 Lavabos e bebedouros instalados em altura acessível aos usuários de cadeiras de
rodas;
 Telefones públicos instalados em altura acessível aos usuários de cadeiras de rodas;
 Vaga em estacionamento nas proximidades da IES e em estacionamento próprio.
10.2 SISTEMAS E MEIOS DE COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO, SERVIÇOS DE
TRADUTOR E INTÉRPRETE DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
A IES proporcionará, caso seja solicitada, desde o acesso até a conclusão do curso:
 Para alunos com deficiência visual
 Sistema de síntese de voz, impressora Braille acoplada a computador ou
máquina de datilografia Braille;

Software de ampliação de tela do computador;

Scanner acoplado a computador;
 Gravador e fotocopiadora que amplie textos;
 Aquisição gradual de acervo bibliográfico em fitas de áudio;
 Lupas, réguas de leitura;
 Aquisição gradual de acervo bibliográfico dos conteúdos básicos em Braille.
 Para alunos com deficiência auditiva
 Intérpretes de linguagem de sinais, especialmente quando da realização de
provas ou sua revisão, complementando a avaliação expressa em texto escrito
ou quando este não tenha expressado o real conhecimento do aluno;
 Flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo
semântico;
 Aprendizado da língua portuguesa, principalmente, na modalidade escrita, para 91
o uso de vocabulário pertinente às matérias do curso em que o estudante estiver
matriculado;
 Materiais de informações aos professores
para que
se esclareça a
especificidade lingüística do portador de deficiência auditiva.
11 SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA
A expansão das atividades de ensino e necessidades constantes de investimentos em
equipamentos e infraestrutura constantes do Plano de Desenvolvimento Institucional do
Instituto Florence de Ensino Superior, demandam a dinâmica implantação de uma política
financeira sólida que tem a finalidade precípua reforçar o equilíbrio do binômio qualidade de
ensino ofertado aos alunos e mensalidades com preços competitivos no mercado.
Os recursos financeiros da Faculdade advêm principalmente das mensalidades pagas
pelos alunos e contribuem para manutenção do equilíbrio econômico-financeiro da instituição,
gerando ativos que asseguram a sua sustentabilidade durante o desenvolvimento das
atividades acadêmicas, possibilitando à Faculdade honrar todos os seus compromissos legais
e contratuais, junto aos seus parceiros, ao poder público e à sociedade maranhense.
Neste cenário, a Política Financeira da Faculdade abrange todo um sistema que
contempla políticas de captação e alocação de recursos financeiros internos e externos
(financiamentos bancários), além de investimentos em ativos de liquidez imediata, e ou bens
de capital, tudo isso alicerçado em parâmetros responsáveis e seguros, consoante as
pertinentes demonstrações financeiras e contábeis da instituição.
Não obstante o direcionamento aduzido, uma das mais eficazes estratégias do Instituto
Florence de Ensino ruma á viabilidade financeira consiste na construção diária de uma política
de preços justa, que se insere na realidade do seu público-alvo.
Além disso, também contribui para higidez econômico-financeira da instituição, o firme,
porém republicano combate à inadimplência, incluindo a veiculação de inúmeras campanhas
de descontos apresentadas aos alunos.
Integram, ainda, a política financeira da instituição, a contínua construção de parcerias
que resultam em diversos convênios que garantem valores diferenciados de descontos, bem
como aplicação de procedimentos eficientes de cobrança e negociações dos débitos
contraídos pelos alunos em virtude do atraso nos pagamentos das mensalidades, tudo isso no 92
intuito de reduzir riscos e perdas decorrentes da inadimplência.
Os recursos recebidos pela IES são alocados conforme proposto no PDI, destinando
valores específicos para desenvolvimento de pesquisa, ensino e extensão, comprovado pelo
pagamento de bolsas de iniciação científica e de monitoria, pagamento de ajudas de custo para
projetos que visam o fomento à pesquisa e percentual destinado ao FAPE – Fundo de Amparo
à Pesquisa e a Extensão.
A IES tem por prioridade ainda a expansão/conservação do espaço físico em virtude do
seu compromisso em oferecer ao aluno um espaço adequado para seu o desenvolvimento
acadêmico, dos quais podemos elencar a construção do Ambulatório escola, farmácia-escola,
clínica-escola de odontologia e os investimentos para implantação futura do Escritório escola
de Direito.
Além disso, a IES investe na aquisição e manutenção de modernos equipamentos
laboratoriais e atualização constante do acervo bibliográfico.
O Aspecto social também é contemplado pela Política Financeira da IES com
oferecimento de bolsas parciais e integrais vinculadas Programa Universidade para Todos PROUNI, além de bolsas de estudo, de trabalho e de estágio conforme programação anual.
Em que pese à responsabilidade social ser um aspecto presente na Política Financeira
desta IES, notório se faz compreender que as instituições particulares de ensino necessitam de
um bom gerenciamento financeiro e econômico como forma de se manter no mercado
competitivo.
Com efeito e visando a otimizar a sua atuação na seara financeira, o Instituto Florence,
através da sua Diretoria Financeira, procura traçar estratégias para manter os investimentos
educacionais, possibilitando também a exploração de oportunidades mercadológicas; nesse
sentido, a Instituição, direta ou indiretamente, incentiva e investe na qualificação dos
profissionais do corpo docente e administrativo, tanto especificamente, quanto pela aplicação
na íntegra do Plano de Cargos e Salários, devidamente homologados pelos órgãos
competentes e na capacitação como forma de manter a eficácia na redução dos custos
operacionais e alcance dos objetivos institucionais e da excelência acadêmica.
93
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plano de desenvolvimento institucional