1 PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL – PDI (2011-2015) SÃO LUÍS/ MA 2013 DIRETORIA GERAL Profª. Ma. Rita Ivana Barbosa Gomes DIRETORIA ADMINISTRATIVA Sra. Teresinha de Jesus Barbosa Gomes DIRETORIA ACADÊMICA Profº Esp. Luís Fernando Bogéa Pereira DIRETORIA FINANCEIRA Alisson Linhares Lima COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Presidente: Ildoana Paz Oliveira COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM Profª. Esp. Mônica Andréa Miranda Aragão COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENFERMAGEM Profª. Dra. Elba Gomide Mochel COORDENAÇÃO DO CURSO DE FARMÁCIA Profº. Ma. Rondinele Seba Salomão COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO DO CURSO DE FARMÁCIA Profº. Ma. Luciano Mamede de Freitas de Junior COORDENAÇÃO DO CURSO DE ODONTOLOGIA Profª. Dra. Liana Linhares COORDENAÇÃO DO CURSO DE DIREITO Profª. Esp. Alyne Mendes Caldas COORDENAÇÃO DE APOIO PEDAGÓGICO A DOCENTES E DISCENTES Profª. Esp. Alexsandra Gomes Barros COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO Profª. Dra. Maria Isaura Pereira de Oliveira 2 SUMÁRIO 1.0 1.1 1.2 1.3 1.4 1.4.1 1.4.1.1 1.4.1.2 2.0 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7 3.0 3.1 3.1.1 3.1.2 3.1.3 3.1.4 3.2 3.2.1 3.2.2 3.2.3 3.2.4 3.2.5 3.3 3.3.1 3.3.2 3.4 3.5 4.0 4.1 PERFIL INSTITUCIONAL MISSÃO HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO OBJETIVOS, METAS E PLANO DE AÇÃO INSTITUCIONAL ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA Cursos de Graduação Autorizados e Reconhecidos Cursos devidamente Reconhecidos Cursos Autorizados PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL INSERÇÃO REGIONAL PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E TEÓRICO-METODOLÓGICOS QUE NORTEIAM AS PRÁTICAS ACADÊMICAS DA INSTITUIÇÃO POLÍTICAS DE ENSINO POLÍTICAS DE PESQUISA POLÍTICAS DE EXTENSÃO POLÍTICAS DE GESTÃO RESPONSABILIDADE SOCIAL DA INSTITUIÇÃO IMPLEMENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO E ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO PARA O PERÍODO DE VIGÊNCIA DO PDI TABELA 1 – Programação de Abertura de Cursos de Graduação TABELA 2 – Programação de Abertura de Cursos de Pósgraduação – Lato Sensu TABELA 3 – Programação de Abertura de Pós-graduação – Stricto Sensu TABELA 4 – Programação de Abertura de Cursos de Extensão PLANO PARA ATENDIMENTO ÀS DIRETRIZES PEDAGÓGICAS Perfil de Egresso Seleção de Conteúdos Princípios Metodológicos Processo de Avaliação Atividades de Prática Profissional, Complementares e de Estágio FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR Disciplinas Eletivas (optativas) Disciplinas Semipresenciais OPORTUNIDADES DIFERENCIADAS DE INTEGRALIZAÇÃO DOS CURSOS AVANÇOS TECNOLÓGICOS CORPO DOCENTE CRITÉRIO DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO 7 7 7 8 12 12 12 12 13 13 14 15 16 17 17 18 20 20 20 21 21 21 22 22 22 23 23 24 27 27 28 28 29 29 34 3 4.2 4.3 4.3.1 4.4 4.4.1 4.4.2 4.4.3 4.4.4 4.4.5 5.0 5.1 5.2 5.2.1 5.2.2 5.2.3 5.3 6.0 6.1 6.2 6.3 6.4 6.5 7.0 7.1 7.1.1 7.1.2 7.1.3 7.1.4 7.1.5 7.1.6 7.2 7.3 7.3.1 7.3.2 7.3.3 7.4 7.4.1 7.4.1.1 7.4.2 7.4.3 7.4.4 REQUISITO DE TITULAÇÃO EXPERIÊNCIA NO MAGISTÉRIO SUPERIOR E EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO ACADÊMICA CRITÉRIO DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO POLÍTICA DE QUALIFICAÇÃO, PLANO DE CARREIRA E REGIME DE TRABALHO Políticas de Qualificação Plano de Carreira Regime de Trabalho Procedimentos Para Substituição Eventual Dos Professores Do Quadro Cronograma De Expansão Do Corpo Docente CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO POLÍTICAS DE QUALIFICAÇÃO, PLANO DE CARREIRA E REGIME DE TRABALHO Políticas de Qualificação Plano de Carreira Regime de Trabalho CRONOGRAMA DE EXPANSÃO DO CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO CORPO DISCENTE FORMA DE ACESSO PROGRAMA DE APOIO PEDAGÓGICO E FINANCEIRO ESTÍMULO À PERMANÊNCIA ORGANIZAÇÃO ESTUDANTIL ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COM AS INSTÂNCIAS DE DECISÃO Diretoria Geral Diretoria Acadêmica Coordenadoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão Coordenadorias dos Cursos de Graduação Diretoria Administrativa e Financeira Gerência Administrativa ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL E ACADÊMICO ÓRGÃOS COLEGIADOS: COMPETÊNCIAS E COMPOSIÇÃO Conselho Superior – CONSUP Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEP Colegiados de Curso ÓRGÃOS DE APOIO ÀS ATIVIDADES ACADÊMICAS Coordenadoria de Apoio Pedagógico aos Docentes e Discentes (CAP) Funcionamento, Composição e Atribuições do Coordenador da CAP Núcleo de Tecnologia da Informação Secretaria Acadêmica (SECAD) Contabilidade e Orçamento 35 36 36 36 36 37 37 38 39 39 39 39 40 41 42 42 43 43 43 45 46 47 48 48 48 49 49 49 50 50 51 51 51 52 52 53 53 54 54 55 55 4 7.4.5 7.4.6 7.4.7 7.4.8 7.4.9 7.4.10 7.4.11 7.5 7.6 8.0 8.1 8.2 8.3 9.0 9.1 9.2 9.2.1 9.2.2 9.2.3 9.2.3.1 9.2.4 9.2.4.1 9.2.4.2 9.2.4.3 9.2.4.4 10.0 10.1 10.2 11 Assessoria Jurídica Tesouraria Recursos Humanos Compras e Almoxarifado Recepção e Telefonia Manutenção Assessoria de Comunicação (ASCOM) AUTONOMIA DA IES EM RELAÇÃO À MANTENEDORA RELAÇÕES E PARCERIAS COM A COMUNIDADE, INSTITUIÇÕES E EMPRESAS AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL METODOLOGIA, DIMENSÕES E INSTRUMENTOS UTILIZADOS NO PROCESSO DE AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2008-2012) A ATUAÇÃO DA CPA E A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE ACADÊMICA, TÉCNICA E ADMINISTRATIVA UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DA AVALIAÇÃO INFRA-ESTRUTURA FÍSICA E INSTALAÇÕES ACADÊMICAS INFRA-ESTRUTURA FÍSICA INFRA-ESTRUTURA ACADÊMICA Laboratório de Informática Laboratórios Multidisciplinares Laboratórios Específicos Relação Equipamento/Aluno Biblioteca Acervo por Área de Conhecimento Formas de Atualização e Expansão do Acervo Horário de Funcionamento Serviços Oferecidos ATENDIMENTO ÀS PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS OU REDUZIDAS PLANO DE PROMOÇÃO DE ACESSIBILIDADE E ATENDIMENTO PRIORITÁRIO E DIFERENCIADO PARA UTILIZAÇÃO DOS ESPAÇOS, MOBILIÁRIOS E EDIFICAÇÕES SISTEMAS E MEIOS DE COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO, SERVIÇOS DE TRADUTOR E INTÉRPRETE DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA 56 56 57 57 58 58 58 59 59 60 60 62 63 64 64 65 66 73 86 86 86 87 88 88 88 89 90 90 90 5 APRESENTAÇÃO Com o propósito de se consolidar como instituição moderna e cidadã, mediante uma gestão dinâmica, transparente e democrática, o Instituto Florence de Ensino Superior apresenta as atualizações do seu Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, tendo vigência de 2011 a 2015. Foram re-analisadas e elaboradas ações e políticas norteadoras do desenvolvimento pretendido pela IES. Nessa perspectiva, ressalte-se que o presente PDI não é apenas um documento técnico-burocrático, mas ferramenta de ação política e pedagógica, visando garantir uma condução acadêmica de qualidade, no que diz respeito ao papel social assumido pelo Instituto Florence de Ensino Superior. A concepção do PDI do Instituto Florence de Ensino Superior sofreu influência, partindo das experiências acumuladas desde a criação da Instituição, mas, principalmente, das novas diretrizes emanadas pelo MEC, através do marco legal do SINAES. A partir do monitoramento das ações, conduzido pela CPA – Comissão Própria de Avaliação, das avaliações internas e externas, dos exames nacionais (ENADE), das reflexões emanadas pelos docentes, discentes, colegiados e toda comunidade acadêmica, o presente construto passa a refletir a convergência dessas reflexões, sintonizando-se às dimensões do SINAES. Posto isso, o PDI do Instituto Florence de Ensino Superior, doravante, e por um qüinqüênio, servirá de instrumento de gestão para a Instituição manter suas potencialidades e superar suas fragilidades, na expectativa político-pedagógica de uma prática acadêmica de excelência e referência social. 6 1.0 PERFIL INSTITUCIONAL 1.1 MISSÃO Consiste em gerar e difundir conhecimentos para formar profissionais dotados de senso crítico, competências e habilidades, bem como de princípios ético-humanísticos, com aptidão para atuar junto às diferentes demandas da sociedade, especialmente a maranhense, a partir de um ambiente acadêmico que harmonize a qualificação técnica, a cidadania, a competitividade e a 7 inovação. 1.2 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO O Instituto Florence de Ensino Superior Ltda., entidade mantenedora do Instituto Florence de Ensino Superior, autorizado em 2006 e em funcionamento a partir de 2007, tem uma longa e comprovada vida dedicada à educação. Antes mesmo da fundação do Instituto Florence de Ensino Superior, fundou-se o Instituto de Enfermagem Florence Nightingale Ltda., empresa-escola de educação profissional, que se constitui em uma via para que jovens e adultos tenham acesso a um ensino de qualidade. O Instituto Florence Nightingale Ltda. tem se dedicado, especialmente, ao desenvolvimento de reflexão na área da saúde, estabelecendo, inclusive, parceria com o Ministério da Saúde para implementação do PROFAE, Projeto de Profissionalização dos trabalhadores da Área de Enfermagem. Em 2004, recebeu uma menção honrosa concedida pela ABEn – Ma, Associação Brasileira de Enfermagem, enaltecendo os serviços prestados à Enfermagem e à sociedade maranhense. A necessidade de formação no campo da saúde e da educação está fundamentada na carência de profissionais com competências e habilidades específicas, sobretudo em São Luís, com uma população, segundo estimativa do IBGE para 2012, de 1.039.610 habitantes, sendo considerada a 15º cidade mais populosa do Brasil. A estimativa, ainda, do IBGE para 2012 é que a região nordeste alcance uma população de 52.007.144 habitantes e que o Maranhão tenha uma população de 6.714.314 habitantes. Faz-se necessário, a exemplo, a assistência a gestantes, pois a capital maranhense continua entre as de posição mais desfavorável do Brasil, com 62,66% de mães de nascidos vivos durante o ano de 2008, com menos de sete consultas pré-natais. É também negativa a situação da capital quanto às internações infantis, por doenças respiratórias e por doenças transmissíveis, cujos números são, respectivamente, 32,66 por mil e 50,76 por mil, dando à cidade o 18º e 23º lugares por número de casos. O coeficiente de mortalidade infantil é um indicador que traduz os níveis de saúde de uma população e sintetiza as condições de bemestar social, político e ético de uma dada sociedade. Evidencia-se que o Maranhão é um dos estados mais pobres do Brasil, com um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) igual a 0,683, comparável ao do Brasil, em 1980, e superior apenas ao de Alagoas, na lista dos estados brasileiros por IDH. O estado possui a segunda pior expectativa de vida do Brasil, também superior apenas a Alagoas. Pelo exposto e com intuito de promover uma educação de qualidade, o Instituto de Enfermagem Florence Nightingale Ltda., dar, em 2004, os primeiros passos para a Gerência da Qualidade Total, através da análise contínua dos seus sistemas. A trajetória de sucesso da Instituição, fez dela uma referência inegável para a educação profissionalizante no Estado do Maranhão, o que levou seus sócios a pensarem e materializarem o Instituto Florence de Ensino Superior/IFES, autorizado pelo Ministério da Educação para funcionamento de cursos de Graduação, por meio da portaria de nº. 1764/06. Iniciou, como mencionado, suas atividades em 2007, com a primeira aula inaugural dos cursos de graduação em Enfermagem e Farmácia. Em 2008, iniciou a oferta dos Cursos de Pós-graduação, tendo como foco áreas compreendidas como estratégicas para o bem estar do indivíduo e do cidadão – educação e saúde. Em 2010, formou a primeira turma de Graduação em Enfermagem, assim como, iniciou a oferta do Curso de Graduação em Odontologia. Seguidamente, em 2011, iniciou a oferta do Curso de Graduação em Direito. 1.3 OBJETIVOS, METAS E PLANO DE AÇÃO INSTITUCIONAL Dimensão 1 – A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional Objetivo: Fortalecer o papel da CPA dentro da IES, identificando-a como um núcleo de grande relevância acadêmica. Meta Ação Responsáveis Ano Reavaliar os projetos O NDE deverá atualizar, pedagógicos dos cursos; periodicamente, os PPPC’s, Consolidar o processo de promovendo a integração horizontal e vestical, respeitando os eixos Diretoria Acadêmica, CPA, 2011-2012 avaliação institucional; e a NDE e CONSEP Contribuir para que a IES estabelecidos mantenha-se em nível de interdisciplinaridade; excelência e referência - Aplicação semestral da avaliação institucional; social; Nomear os membros/ representantes da CPA; Consolidar os serviços de - Os representes docentes e técnicoadministrativos deverão ter de suas ouvidoria. jornadas semanais a redução de CH, a fim de se dedicarem às atividades da CPA; - Fortalecer a autonomia da CPA, especialmente, quanto à valorização 8 das recomendações realizadas por sua pasta. - Desenvolver as políticas Órgãos executivos, 2011-2015 para o ensino, a pesquisa, colegiados e de apoio da a extensão e a gestão da IES IES, conforme o PDI Dimensão 2 - Políticas para o ensino, a pesquisa e a extensão Objetivo: Oferecer Cursos de Graduação e Pós-graduação, com níveis de excelência e que tenham como foco o atendimento às necessidades reais da população do Estado do Maranhão. Meta Ação Responsáveis Ano - Realizar levantamento de demanda Inovação, no contexto da junto às comunidades acadêmica, Diretoria Acadêmica, educação superior, por ludovicense e maranhense para a Diretoria Financeira, meio do desenvolvimento elaboração/ implementação de novos Coordenadorias dos Cursos de projetos e programas cursos de Graduação e Pós- de Graduação e Pós2011 – 2015 de formação inicial e Graduação Lato Sensu e Stricto graduação, Coordenadoria Sensu; continuada. de Apoio Pedagógico aos - Fomentar a participação dos Docentes e Discentes, docentes e discentes quanto à Núcleo Docente publicação de artigos científicos na Estruturante, CONEX. revista Florence em Revista, buscando consolidar o tripé pesquisa, ensino e extensão; - Participação do NDE quanto à escolha e sistematização de linhas de pesquisa do NUPES; - Implementação do PAE – Programa de Acompanhamento de Egressos; - Criar ações sociais, projetos de extensão e outros eventos que proporcionem a efetiva participação da comunidade acadêmica; - Implementar cada vez mais o PIC – Programa Integrado de Gestão de Capital Humano, PQD – Programa de Qualificação Docente, PQV – Projeto Qualidade de Vida e NAP Núcleo de Apoio Pedagógico; - Ofertar à comunidade acadêmica, ludovicense e maranhense os serviços dos Laboratórios de prática profissional da IES; - Definição de referencial teórico capaz de ultrapassar os pilares da educação, compreendendo a formação como um mecanismo de transformação social; - Consolidar os PPPC, primando pela qualidade. Implantar Cursos de Direção Geral, Acadêmica e Graduação e de - Atender às necessidade sócio- Financeira, NDE, 2011 - 2015 Atualização Profissional culturais e econômicas da região; Coordenações de Curso, Docentes, CONEX e CPA Sistematizar a oferta de disciplinas Direção Geral, Acadêmica, Praticar a semi dos currículos dos cursos de Financeira, CAP, CPA, 2011 - 2015 presencialidade graduação da IES através do sistema Coordenação de Curso e de ensino a distância NDE Dimensão 2 - Políticas para o ensino, a pesquisa e a extensão Objetivo: Participar do processo da criação e divulgação do conhecimento, a partir da atuação de seus núcleos de pesquisa e estudo, da revista própria e de outros meios de comunicação disponíveis. Meta Ação Responsáveis Ano Valorizar o corpo docente - Consolidação do Plano de Cargos e como pólo de criação de Salários; conhecimento e foco - Ampliação do Plano de Saúde aos Diretoria Acadêmica, principal do processo familiares; Diretoria Financeira, ensino aprendizagem, de - Promover o acompanhamento da Coordenação de Apoio 2011 – 2014 9 forma que, pelo menos, 70% dos professores se mantenham no instituto Florence de ensino superior por mais de 3 anos. Divulgar estudos e pesquisas em encontros locais e nacionais Expandir a oferta bolsas de monitoria CAP – Coordenação de Apoio Pedagógico aos Docentes e Discentes, quanto às orientações pedagógicas aos Professores da IES; - Participação do NDE nas Bancas de Seletivo de Professores. - Planejamento financeiro da IES para subsidiar a divulgação, escrita e oral, do trabalho de investigação do docente de Pedagógico aos Docentes e Discentes, CONEX, NDE, Coordenadorias dos Cursos Diretoria Geral, Diretoria Acadêmica, Diretoria Financeira, Coordenação de Apoio Pedagógico aos Docentes e Discentes, CONEX, NDE, Coordenadorias dos Cursos Direção Geral, Acadêmica, Financeira, CONEX e Coordenação de Curso 2011 – 2015 10 Disponibilização e alocação de recursos para a política de expansão 2011 - 2014 de bolsas de monitoria Dimensão 2 - Políticas para o ensino, a pesquisa e a extensão Objetivo: Desenvolver o espírito crítico e científico dos discentes, mediante a consolidação de um ensino articulado à pesquisa e à extensão, efetivando, de maneira significativa, os conhecimentos teóricos e a prática cotidiana. Meta Ação Responsáveis Ano Desenvolver a pesquisa - Consolidar bolsa de iniciação Diretoria Financeira, disponibilizando recurso científica e monitoria; Diretoria Acadêmica, financeiro, além de - Elaborar projetos de pesquisa e CONEX, Coordenadorias 2011 – 2015 participar do pleito pela submeter à aprovação de instituições dos Cursos e aquisição de recurso que visam o fomento à pesquisa; Coordenação de Apoio externo - Disponibilizar e alocar recurso de Pedagógico aos Docentes e 3% a 5% para a FAPE – Fundo de Discentes. Amparo à Pesquisa e à Extensão. - A CAP e o NDE deverão Analisar semestralmente sensibilizar os docentes quanto à planos de ensino e importância do envio dos Planos de Diretoria Acadêmica, 2011 – 2015 bimestralmente Ensino e Avaliações à Coordenação Coordenadorias de Curso, avaliações, adequando- de Apoio Pedagógico aos Docentes NDE, Coordenação de Apoio os, se necessário, à e Discentes; Pedagógico aos Docentes e linguagem interdisciplinar - Desenvolver reuniões e oficinas Discentes, bem como e contextual que tenham como pauta a Docentes problematização/ a situaçãoproblema; - Implementar o PQD. Alocar os egressos no mundo do trabalho, - Estudo, discussão e adequação dos Direção Acadêmica, NDE, observando às PPPCs; Coordenações de Curso, 2011 - 2013 necessidades da região Docentes, CAP e CPA em que a IES encontra-se inserida Consolidar o referencial teórico cognitivista, - Estudo, discussão e adequação dos Direção Acadêmica, NDE, observando as PPPCs; Coordenações de Curso, 2011 - 2013 peculiaridades Docentes, CAP e CPA interdisciplinares, contextuais e problematizadoras Aproximar as atividades Sistematizar planejamento acadêmicas e avaliações “ENADE”, a fim de acompanhar Direção Acadêmica, CAP e 2011 - 2013 à lógica de situações- docentes e discentes, quanto à CPA problema ENADE utilização da linguagem da avaliação ENADE Ofertar Nivelamento Acadêmico aos alunos ingressantes e com dificuldades perceptíveis em PRT, MTM e QUI Desenvolver projetos de pesquisa e extensão - Sistematizar projeto de nivelamento acadêmico, visando contribuir à possível equivalência, quanto aos conhecimentos básicos em sala de aula - Planejar e executar projetos de pesquisa e extensão nas Direção Acadêmica, CAP e CPA 2011 – 2012 Direção 2011 - 2013 Acadêmica e contemplando questões comunidades Jaracati, Camboa, CONEX relativas a afro- Coroadinho, Saviana e Centro descendentes, gênero/sexualidade e sustentabilidade ambiental Dimensão 3 - Responsabilidade social da instituição Objetivo: Promover a formação de profissionais que sejam cidadãos cônscios de seus deveres, éticos, respeitosos quanto aos valores da sociedade e aptos a atuarem em seu entorno, atendendo às necessidades das comunidades, com o intuito de torná-las autônomas no diagnóstico de seus problemas e no encaminhamento das soluções. Meta Ação Responsáveis Ano Realizar levantamento de necessidades das comunidades do entorno, adotando um novo grupo, Diretoria Financeira, Articulação das relações além das comunidades Jaracatí, Coordenadorias dos Cursos 2011 – 2015 com a comunidade, por Centro, Coadinho, Camboa e de Graduação, Diretoria meio de ações Saviana, considerando recursos Acadêmica, CONEX, extensionistas, prestação financeiros da IES; Comissão Própria de de serviços de utilidade - Criar ações sociais, projetos de Avaliação, CAP e ASCOM. pública, atendimento a extensão e outros eventos que demandas diversificadas proporcionem a efetiva participação da comunidade e outras da comunidade acadêmica; formas de interação. - Ofertar à comunidade acadêmica, ludovicense e maranhense os serviços dos Laboratórios de prática profissional da IES; Desenvolver campanha de sensibilização e de fomento à aceitação das diferenças, considerando o portador de necessidade educativa especial. Dimensão 4 - Comunicação com a sociedade Objetivo: Desenvolver um sistema amplo de informações que impacte positivamente a comunidade externa à IES. Meta Ação Responsáveis Ano - Informar a comunidade ludovicense através de jornais impressos de ASCOM – Assessoria de Comunicar-se com a veiculação externa, do Informativo Comunicação comunidade externa, Florence, da revista Florence em 2011 – 2015 visando impactá-la Revista, de outdoor, de busdoor, de positivamente. panfletos, de canais televisivos de veiculação local e nacional, de rádios locais; - Divulgar os resultados dos projetos de pesquisa e extensão; - Implementar o PAE – Programa de Acompanhamento de Egressos. Dimensão 5 - Políticas de pessoal Objetivo: Investir na qualificação do corpo docente, através de uma política de recursos humanos, que garanta o seu aprimoramento contínuo e sua satisfação profissional. Meta Ação Responsáveis Ano Dispor de professores com a qualidade - Consolidação do Plano de Cargos e necessária (especialistas, Salários; Diretoria Acadêmica, 2011 – 2013 mestres e doutores), em - Implementação do PQD - Programa Diretoria Financeira, Nível Superior a 35% do de Qualificação Docente, junto ao Mantenedora e NDE. corpo docente, NDE. permanentemente. Desenvolver programas e - Implementação do Núcleo de Apoio Coordenadoria de Apoio iniciativas para a Pedagógico ao Docente/ NAP e do Pedagógico ao Docente e ao 2011 – 2013 qualificação do corpo Programa de Qualificação Docente/ Discente e Diretoria docente. PQD. Acadêmica Implantar o Mestrado nas - Buscar parcerias para realização de áreas de saúde Cursos de mestrado Diretória Geral e Acadêmica 2011 - 2015 Dimensão 6 - Organização e gestão da instituição Objetivo: Empreender uma gestão participativa e democrática, pautada em princípios éticos, que possibilitem a efetiva participação da comunidade acadêmica no processo decisório da instituição. 11 Meta Ação Responsáveis Ano - Divulgação no site da instituição, na Diretoria Acadêmica, Difundir as políticas revista Florence em Revista, em Coordenadorias de Curso, institucionais junto à murais, no Informativo CPA - Coordenação de Apoio comunidade acadêmica, Comissão Própria de Avaliação e em Pedagógico aos Docentes e 2011 – 2015 assim como as suas outros meios/ canais que forem aos Discentes, Comissão Normas. possíveis à IES; Própria de Avaliação, - Aplicação da avaliação institucional Assessoria de duas vezes ao ano (1º e 2º Comunicação, NTI – Núcleo semestre); de Tecnologia da - Implementação do PEC-TEC – Informação e Administração. Plano de Qualificação do Corpo Técnico-Administrativo. Consolidação dos - Efetivar a participação democrática Diretoria Acadêmica, colegiados de curso e sistemática dos grupos colegiados. Coordenadorias de Curso 2011-2013 Dimensão 7 – Infra estrutura física Objetivo: Dispor de infra estrutura adequada para o desenvolvimento das atividades acadêmicas que se propõe na Graduação e Pós-graduação. Meta Ação Responsáveis Ano - Fazer levantamento e previsão Construir as estruturas financeira para a construção de físicas da Clínica escola Ambulatório escola, Farmácia escola, Diretoria Geral, Diretoria de odontologia Clínica escola de odontologia, Financeira, Diretoria 2011 – 2014 (odontologia, enfermagem Escritório escola de Direito; Acadêmica, Coordenadorias e farmácia) Escritório - Dar à Clínica escola, à Farmácia dos Cursos de Graduação e escola de Direito. escola e ao Escritório escola de CAP – Coordenação de Direito à finalidade acadêmica Apoio Pedagógico aos prevista nos PPP dos Cursos de Docentes e Discentes. Graduação. Adequação da estrutura física e logística da IES para incluir qualitativamente o portador de necessidade educativa especial - Investimento para expansão e adequação das instalações à comunidade acadêmica. Diretoria Geral, Financeira e Acadêmica. 2011 -2015 Dimensão 8 - Planejamento e avaliação Objetivo: Empreender uma gestão que tenha como foco principal a implementação de um sistema contínuo e permanente de avaliação, buscando no resultado da avaliação institucional o subsídio para o planejamento da IES. Meta Ação Responsáveis Ano Sensibilizar - Duas vezes ao ano será aplicada continuamente a avaliação institucional (1º e 2º Comissão Própria de 2011-2015 comunidade acadêmica semestres), devendo os resultados Avaliação, Assessoria de sobre a importância da ter tabulação, originando assim Comunicação participação no processo relatórios por segmento de de avaliação institucional; representação. Socializar os resultados - Realizar Seminário institucional Diretoria Acadêmica, da avaliação institucional. para divulgação dos resultados da Comissão Própria de 2011-2015 avaliação para a comunidade Avaliação, Assessoria de acadêmica. Comunicação - Acompanhamento da CAP – Divulgar ao corpo docente Coordenação de Apoio Pedagógico Diretoria Acadêmica, e discente os projetos de aos Docentes e Discentes e da CPA Coordenadoria de Apoio curso, acompanhando o – Comissão Própria de Avaliação Pedagógico ao Docente e ao desenvolvimento das quanto ao desenvolvimento Discente, Coordenadorias 2011 – 2015 habilidades e curricular, atentando às de Cursos, Núcleo Docente competências específicas competências e habilidades previstas estruturante, Comissão de cada área. nos Projetos Pedagógicos dos Própria de Avaliação. Cursos. 12 Promover semestralmente o estudo das políticas institucionais, traçadas no - Sistematizar oficinas de estudo e PDI, PPPI, Regimento discussão sobre os documentos Diretoria Acadêmica 2011 – 2015 Interno e PPPC’s, a fim de institucionais, possibilitando a que a prática institucional materialização da prática acadêmica não seja distanciada dos com excelência. seus documentos normativos. Implementar o acompanhamento dos - Ampliar o PAE à Pós-graduação Direção Acadêmica, CONEX egressos da Póse CPA graduação 2011 – 2014 Dimensão 9 - Políticas de atendimento aos estudantes Meta Ação Responsáveis Ano Estabelecer parcerias e - Realizar visitas às Instituições convênios com os órgãos Públicas e Privadas apresentando o Diretoria Acadêmica, governamentais, estado e Programa de Responsabilidade Diretoria Financeira, 2011 - 2015 União, para implantação Social da IES que inclui ações de Coordenadorias de Cursos, dos programas de inclusão social, tendo vista a Assessoria de Comunicação inclusão social. sensibilização às ações sociais. Capacitar 100% dos funcionários, no que diz - Implementar o PIC - Programa Coordenadoria de Apoio respeito, principalmente, Integrado de Gestão de Capital Pedagógico ao Docente e ao 2011 – 2015 ao Atendimento e Humano. Discente, Comissão própria eficiência dos serviços de Avaliação, Administração/ prestados pela instituição. Recursos Humanos Dimensão 10 - Sustentabilidade financeira Objetivo: Garantir a sustentabilidade do negócio, a manutenção dos empregos e o cumprimento da missão. Meta Ação Responsáveis Ano Implantar o Sistema Integrado de Gestão. Estabelecer políticas financeiras de incentivo aos discentes. Identificar oportunidades de redução de custos. Identificar oportunidades de geração de receitas. Identificar oportunidades de planejamento tributário. Implantar o FIES Definir software; Implantar e monitorar. Analisar a viabilidade social e econômica para concessão de descontos, premiação por adimplência, financiamento estudantil e reparcelamento de dívidas; Implantar e divulgar. Analisar a viabilidade social e econômica para revisão dos preços das mensalidades; Implantar e divulgar. Rever contratos de prestação de serviços. Identificar projetos de parceria com empresas, ONG’s e governo. Diretoria Financeira 2011 – 2015 Diretoria Financeira 2011 - 2013 Identificar incentivos fiscais. Sistematizar longo prazo política financeira a 1.4 ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA 1.4.1 Cursos de Graduação Autorizados e Reconhecidos O Instituto Florence de Ensino Superior Ltda., entidade mantenedora do Instituto Florence de Ensino Superior, conta com dois cursos de graduação reconhecidos e dois autorizados, a saber: 13 1.4.1.1 Cursos devidamente reconhecidos: Enfermagem (autorizado pela Portaria Ministerial nº 841, de 01 de novembro de 2006 e, reconhecido pela Portaria Ministerial nº 269, de 19 de julho de 2011, publicado no DOU nº 138, em 20/07/2011, seção 01, folha 39) Farmácia (autorizado pela Portaria Ministerial nº 842, de 01 de novembro de 2006. Aguardando Portaria de Reconhecimento) 14 1.4.1.2 Cursos Autorizados Odontologia (autorizado pela Portaria Ministerial nº 159, de 14 de janeiro de 2011) Direito (autorizado pela Portaria Ministerial nº 59, de 01 de junho de 2011) 2.0 PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL 2.1 INSERÇÃO REGIONAL O Maranhão está localizado no oeste da região Nordeste e tem como limites o Oceano Atlântico (N), o Piauí (L), o Tocantins (S e SO) e o Pará (O). É o 4º Estado mais rico (PIB) do Nordeste e a 16ª maior economia (PIB) do Brasil. O Maranhão possui mais de 640 km de litoral, sendo, portanto, o estado com o 2º maior litoral brasileiro, superado apenas pela Bahia. Cerca de 70% dos maranhenses vivem em áreas urbanas. O Maranhão possui 18,43 habitantes por km², sendo o décimo sexto na lista de estados brasileiros por densidade demográfica. Ressalta-se que o município de São Luis gera 38,95% do PIB maranhense, ocupando a 24ª posição entre as capitais brasileiras em termos de renda familiar “per capita”, enquanto que está na 25ª posição em termos de proporção de miseráveis na população, ou seja, percentual da população que vive com renda individual mensal abaixo de R$ 137,00. O estado do Maranhão é um dos territórios mais pobres do Brasil, com um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) igual a 0, 683, comparável ao do Brasil em 1980 e superior apenas ao de Alagoas na lista dos estados brasileiros por IDH. O estado possui a segunda pior expectativa de vida do Brasil, também superior apenas à cidade Alagoas. A economia estadual, atualmente, baseia-se na indústria de transformação de alumínio, alimentícia, madeireira, extrativismo (babaçu), agricultura (soja, mandioca, arroz, milho), pecuária e serviços, além da pesca, que lhe dá a liderança na produção de pescado artesanal do Brasil, bastante utilizados na culinária regional, como o camarão, caranguejo e sururu. Posto isso, o Instituto Florence de Ensino Superior sistematiza as ofertas dos Cursos de Enfermagem, Farmácia, Odontologia e Direito, destacando que a escolha por tais áreas do saber científico justifica-se na percepção de um Estado ainda carente quanto à promoção de um atendimento de qualidade, especialmente à camada mais carente. Acredita-se que a IES, enquanto instituição formadora fomentará conhecimentos pertinentes, contribuindo a processos de cidadania, na medida da sua intervenção teórica e prática, haja vista fundamentar-se, por meio de seus cursos, no atendimento às necessidades 15 de sujeito holístico, a partir de sua singularidade, complexidade, integralidade e inserção sóciocultural. 2.2 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E TEÓRICO-METODOLÓGICOS QUE NORTEIAM AS PRÁTICAS ACADÊMICAS DA INSTITUIÇÃO Tendo em vista os fins propostos no Capítulo IV- art. 43 da LDBEN nº 9.394/ 96, em que a Educação Superior prima pela formação plena do cidadão, objetivando sua atuação profissional, ao adquirir competências e habilidades, proporcionando o exercício da policompetência e do questionamento sobre a realidade, os cursos de Graduação e Pósgraduação do Instituto Florence de Ensino Superior estabeleceram, em consonância com sua missão, como princípio filosófico o Cognitivismo, haja vista sinalizações do Ministério da Educação quanto à valorização dos pilares da educação em suas Diretrizes Curriculares Nacionais – aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver –, bem como a própria estrutura das questões ENADE. Como princípio metodológico, definiu a Interdisciplinaridade. Posto isso, compreende-se o Cognitivismo como pressuposto teórico de fomento à intelectualidade, que se materializa através dos desafios da epistemologia interdisciplinar, em suas dimensões científica, metodológica, antropológica e linguística, passando o objeto de saber a ser problematizado, visto que é (re) conhecido em sua estrutura interior/ epistêmica e contextualizado em dimensões exteriores, resultando na complexificação do saber, através do estabelecimento de uma trama de conhecimentos conceituais, procedimentais e atitudinais, que se manifestam por afirmação, negação ou complementaridade. As competências e habilidades requeridas pelo mundo do trabalho, que sinalizam o perfil de policompetência, são planejadas em PPPCs, considerando o PPPI, sendo, também, trabalhadas através do planejamento docente, das avaliações e nivelamento acadêmico, bem como por meio das Semanas Científicas dos Cursos da IES, além das pesquisas e extensões. Entende-se que o desafio da solução de problemas é, igualmente, básico para o desenvolvimento de autonomia intelectual, criatividade e aceitação da diversidade teórica, tão comum no trabalho interdisciplinar, configurando-se como recurso de problematização quando do trabalho com o objeto que se apresenta através de estudos de caso. Nessa seara, o docente é o facilitador, profissional policompetente e, portanto, capaz de contribuir ao processo de superação histórica da heteronomia, comportamento manifesto pelo espaço cartesiano que simplificou o comportamento do sujeito diante da realidade, reduzindo-o 16 a mera observação e reprodução dos fatos. Posto isso, considera-se os trabalhos investigativos como àqueles que tornam a sala de aula em espaço de debates, problematizações, contextualizações, interdisciplinaridades e de manifestação de competências e habilidades, assumindo o sujeito a condição de respeito e possibilidades cognitivas diferenciadas para o enfrentamento da realidade. O Instituto Florence de Ensino Superior, enquanto espaço formador e preocupado com as demandas da sociedade hodierna, prima pelo desenvolvimento pleno dos formandos, considerando dimensões humanas, cognitivas, éticas e filosóficas, bem como avalia o discenteformando na observação de mudança comportamental, que se reflete na materialização do pensar em forma de comunicação escrita, falada, gestual, em procedimentos, em simulações de situações reais ou em vivências efetivas. Nesse sentido, os Projetos Político-Pedagógicos dos Cursos visam: Proporcionar ao educando uma sólida formação quanto aos conhecimentos básicos da sua área de estudo, pautada pelos princípios da democracia, do respeito à diversidade, que é humana, política, social, ética e científica; Possibilitar meios de reflexão sobre o processo da construção do conhecimento, bem como a sua utilização no mundo do trabalho, compreendido com lócus das relações do ser humano com o meio natural e social; Contribuir à compreensão de que o progresso do ensino e da aprendizagem aconteça a partir das relações estabelecidas entre professor e aluno, percebidos como sujeitos que se completam através da troca de saberes, contribuindo, assim, para a superação do senso comum, na perspectiva da construção do conhecimento científico; Garantir a associação entre as áreas de saber e a ação dos sujeitos que buscam compreendê-los, proporcionando, dessa forma, a superação da dicotomia existente entre teoria e prática; Conceber a avaliação como um processo contínuo e não como um fim em si mesmo, cabendo ao professor-facilitador a tarefa de orientar o processo de ensino e aprendizagem, numa perspectiva ética de superar a avaliação como um mero instrumento de verificação de conteúdos; Formar cidadãos críticos, criativos e autônomos, mediante conteúdos trabalhados numa perspectiva de instrumentalização intelectual, que promove (re) significação de conceitos articulados à realidade social; Propiciar a articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão, considerando que o domínio dos recursos fundamentais para o exercício da profissão e para a contextualização das questões colocadas pela sociedade contemporânea requer uma inter-relação entre as competências técnico-científicas, artísticas, éticas e políticas, numa perspectiva de desenvolvimento humano. Ressalta-se que os Projetos Políticos Pedagógicos dos Cursos de Graduação foram elaborados e (re) elaborados pelos NDE’s – Núcleos Docentes Estruturantes e Colegiados dos Cursos. 2.3 POLÍTICAS DE ENSINO 2.3.1 Políticas de Ensino - Graduação Promover a construção do conhecimento e o desenvolvimento de competências em contraposição às abordagens centradas na transmissão de saberes prontos e definitivos; Criar condições para o desenvolvimento de profissionais competentes, autônomos, policompetentes, criativos, solidários e éticos, capazes de contribuir para o desenvolvimento do processo produtivo e da sociedade; Criar condições para o desenvolvimento de profissionais que sejam capazes de empreender, avaliando e aproveitando oportunidades do mercado; Construir os processos educativos, abrangentes e flexíveis, aproveitando os conhecimentos prévios na constituição de competências e habilidades utilizáveis ao longo da vida, possibilitando a construção de caminhos singulares de desenvolvimento; Utilizar metodologias ativas na resolução de situações-problema; Utilizar processos de avaliação que sejam diagnósticos, contínuos, sistemáticos, cumulativos, flexíveis, participativos e focados na análise do desenvolvimento de competências e habilidades; 17 Ofertar currículos organizados por competências e habilidades, desenvolvidos por meio de projetos integradores ou articuladores ou eixos temáticos, com um perfil de saída diferenciado, que preveja atuação profissional responsável; Garantir a qualidade na execução de Programas e Cursos, atendendo às expectativas dos participantes e ampliando as possibilidades de ingresso e permanência no mundo do trabalho; Atualizar permanentemente os currículos, em constante sintonia com as exigências do 18 mundo do trabalho e das Diretrizes Curriculares Nacionais; Desenvolver incrementando Programas parcerias e Projetos com institucionais iniciativas de municipais, pesquisa estaduais, e extensão, nacionais e internacionais; Aperfeiçoar o processo de avaliação, criando condições para sistematizar informações, de modo a facilitar a identificação de fragilidades e potencialidades da IES, socializando resultados e fomentando políticas institucionais; Integrar as atividades educacionais, fundamentadas em práticas inovadoras com perfil do “aprender fazendo” e na incorporação de novas tecnologias, de modo a garantir a qualidade do desenvolvimento profissional; Incentivar e definir de maneira sistemática a atuação plena e democrática dos Colegiados de Curso. Tudo a partir do objetivo de analisar periodicamente os anseios docentes e discentes e os processos de ensino-aprendizagem; Apoiar as atividades e o plano de trabalho dos NDEs, a fim de analisar as indicações advindas pelos Colegiados de Curso, no que tange a implementação e reformulações dos Projetos Político-Pedagógicos dos Cursos de Graduação; Acompanhar e discutir o andamento dos processos de criação de novos cursos de Graduação; Estimular os Colegiados de Curso no sentido de revisar sistematicamente os conteúdos programáticos, a fim de garantir um ensino mais integrado, promovendo assim a interdisciplinaridade, a contextualização e a problematização dos objetos; Criar espaço para reflexão acadêmica sólida e de qualidade, visando o desenvolvimento de competências profissionais; Complementar a formação humanística e competente dos alunos por meio do uso de novas tecnologias; Instituir de forma processual e sistemática o regime semi presencial nos cursos de Graduação do Instituto Florence de Ensino Superior; Valorizar e aprimorar os instrumentos de avaliação dos cursos, a fim de instituir políticas de intervenção e gestão mais sólidas a partir dos diagnósticos advindos desses procedimentos; Estimular atividades que envolvam o contato constante dos docentes e alunos da Faculdade com profissionais já inseridos no mercado de trabalho, procurando conhecer 19 melhor a realidade do profissional e integrá-la à vida acadêmica; Valorizar e fortalecer a formação acadêmica por meio do desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão, bem como participação em Bolsas de Iniciação Científica e do Programa Ciência sem Fronteiras; Apoiar a viabilização, enquanto Instituição, dos diferentes estágios previstos na formação dos profissionais das áreas dos cursos de Graduação da IES; Identificar e buscar soluções para as necessidades específicas dos cursos e das turmas de graduação; Valorizar a atividade didática dos docentes promovendo cursos e oficinas sobre metodologias de ensino, planejamento e avaliação; Aprimorar o canal de comunicação com os egressos da Faculdade através do PAE – Programa de Acompanhamento de Egressos; Estimular a mobilidade discente interinstitucional; e, Aprimorar o sistema de Controle Acadêmico. 2.3.2 Políticas de Ensino – Pós-Graduação Incentivar a integração dos cursos de pós-graduação do Instituto Florence de Ensino Superior por meio de disciplinas e seminários comuns; Apoiar os docentes, discentes e as ações da Coordenadoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão - CONEX no aprimoramento da formação conteudista e extensionista dos seus programas; Incentivar a incorporação de novos docentes da Faculdade nos cursos de pósgraduação; Fomentar a discussão sobre a criação de novos cursos de especialização; Buscar parcerias para realização de cursos de pós-graduação na modalidade de Mestrado Interinstitucional – MINTER, visando à qualificação dos docentes da IES e o fortalecimento dos diversos setores da região de inserção; Fortalecer o intercâmbio nacional dos docentes dos cursos de pós-graduação, visando o desenvolvimento de parcerias de longa duração e a mobilidade discente; e, Aprimorar o canal de comunicação com os egressos dos cursos de pós-graduação do Instituto Florence de Ensino Superior – IFES. 2.4 POLÍTICAS DE PESQUISA Divulgação de resultados de pesquisas desenvolvidas internamente ou fora da Instituição, objetivando a disseminação do conhecimento produzido; Estabelecimento de parcerias interinstitucionais de fomento à pesquisa; Consolidar a proposta de iniciação científica já implantada, sem perder de vista a missão institucional e os Projetos Político-Pedagógicos dos Cursos de Graduação; Atualizar as normas e operacionalização da Pesquisa no Instituto Florence de Ensino Superior – IFES; Fomentar as ações no que tange a Iniciação Científica a partir da oferta de bolsas institucionais; Fortalecer a revista Florence em Revista; Fortalecer a Pesquisa e Iniciação Científica; Promover discussão permanente sobre a criação de projetos e grupos de pesquisa, bem como a ampliação das linhas de pesquisa; Incentivar e proporcionar a troca de conhecimentos de cunho científico entre os graduandos e pós-graduandos da IES; Estimular a realização de projetos de pesquisa, envolvendo docentes dos cursos da Faculdade; Estimular o aperfeiçoamento dos docentes através de incentivos à qualificação em curso stricto sensu; Estimular parcerias científicas com o setor privado; Estimular a participação de toda a comunidade acadêmica nos Seminários Científicos, procurando manter ativo um espaço de reflexão e discussão científica no Instituto Florence de Ensino Superior – IFES. 20 2.5 POLÍTICAS DE EXTENSÃO Fortalecimento de projetos extensionistas na relação Faculdade x Comunidade, com a participação de Professores, Alunos e Técnicos Administrativos; Desenvolvimento de Projeto de Extensão, assegurando políticas para Pós-graduação: Oferecer Cursos de Pós-graduação Lato Sensu que enriqueçam, complementem 21 e aprofundem a formação profissional, nas áreas de atuação da IES, além de promover a cooperação e parceria com Instituições de renome; Avaliar, permanentemente, o Programa de Pós-graduação Lato Sensu, quanto à sua efetividade e alcance; Propor Programa de Mestrado à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, sem perder de vista a área de atuação da Faculdade. Estabelecer o cumprimento do Programa Institucional de Responsabilidade Social da IES; Apoiar a realização de projetos de extensão que visem questões socioambientais; 2.6 POLÍTICAS DE GESTÃO Implantar, avaliar e aperfeiçoar um sistema de gestão acadêmica, considerando a valorização das pessoas de forma a proporcionar condições a todos os colaboradores do Instituto Florence de Ensino Superior, para desenvolverem suas atividades de forma eficaz; Empreender uma gestão participativa e democrática pautada em princípios éticos, que possibilitem a efetiva participação da comunidade acadêmica no processo decisório da instituição; Investir na qualificação do corpo docente, através de uma política de recursos humanos, que garanta o seu aprimoramento contínuo e sua satisfação profissional; Encontrar mecanismos de captação de docentes de alta qualificação e titulação; Valorizar os talentos individuais dos docentes, considerando as suas prioridades de dedicação em relação às atividades de ensino, de pesquisa e de extensão; Realizar planejamento individual de atividades com os docentes; Atualizar, por meio de ampla discussão com a comunidade, o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI do Instituto Florence de Ensino Superior – IFES; Realizar encontro anual de discussão do planejamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, visando o fortalecimento das ações; Fortalecer as parcerias com o setor privado no que tange a estágios; Colaborar com o fortalecimento e constituição da representação estudantil junto a IES 22 (Diretórios Acadêmicos); Ações permanentes junto à Mantenedora para contratação do corpo docente e técnicoadministrativo; Ações permanentes junto à Mantenedora quanto à execução dos projetos de reestruturação e adaptação das instalações físicas da IES, procurando incluir nesses projetos os aspectos de acessibilidade, segurança e gestão ambiental; Ação permanente junto às Diretorias e Mantenedora na discussão e reflexão sobre os planos de carreira docente e do técnico administrativo; Apoiar o programa de Avaliação Institucional da Faculdade, através da participação mais efetiva dos Colegiados de Curso; Dar continuidade ao processo de informatização da administração da Faculdade, visando maior agilidade na tramitação dos processos de naturezas diversas; Manter e implementar a infraestrutura instalada na Faculdade quanto às salas de aula, laboratórios didáticos, recursos audiovisuais, iluminação, acesso aos prédios, estacionamento, segurança, entre outros, visando a melhoria da qualidade de vida acadêmica; Apoiar e estimular a realização de cursos de capacitação profissional pelos funcionários técnicos – administrativos, procurando equacionar as necessidades profissionais de cada indivíduo; Incentivar a participação do corpo docente e técnico – administrativo nos órgãos colegiados como forma estratégica de consolidação dos princípios e políticas da comunidade acadêmica; Fortalecer o corpo editorial da revista Florence em Revista; Criar mecanismos de atualização do site do Instituto Florence de Ensino Superior, garantindo uma maior agilidade na alteração das informações nele depositadas; Fortalecer e valorizar os setores técnicos, acadêmicos e administrativos, visando o funcionamento harmônico da IES; Fortalecer e aperfeiçoar os serviços de informática e biblioteca da Faculdade, tendo em vista a sua importância estratégica na melhoria das atividades acadêmicas – administrativas; Estabelecer reuniões anuais de acompanhamento do presente Plano de Gestão com órgãos diretivos e administrativos da IES; Estabelecer reuniões periódicas para discussão e análise acerca do PDI; Dar continuidade às reuniões periódicas com as Diretorias e Coordenações de curso, 23 visando uma maior integração e agilidade na execução de suas atividades. Esse sistema de gestão, que se rege pela missão e objetivos da instituição é continuamente avaliado em função dos resultados alcançados e aperfeiçoado para o alcance efetivo das metas propostas de desenvolvimento institucional como um todo, no âmbito administrativo e acadêmico. 2.7 RESPONSABILIDADE SOCIAL DA INSTITUIÇÃO O Instituto Florence de Ensino Superior tem como política de responsabilidade social o atendimento à comunidade com qualidade, ética, respeito e dignidade, proporcionando-lhe os benefícios da produção intelectual e científica de seus professores e alunos. A responsabilidade social da instituição é caracterizada, especialmente, em relação à inclusão, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural e à educação inclusiva de portadores de necessidades especiais específicas. A responsabilidade do IFES é refletida: Na promoção de conhecimentos e importância social das suas ações universitárias, bem como o impacto dessas atividades científicas, técnicas e culturais para o desenvolvimento das comunidades do Centro, Jaracati, Camboa, Coroadinho e Anjo da Guarda; Na natureza das relações e parcerias com os setores público, produtivo, com o mercado de trabalho e com instituições sociais, culturais e educativas de todos os níveis, pois a IES compreende as necessidades sociais e culturais do seu entorno, prestando atendimento em observância à sua política e filosofia de ensino; Nas ações voltadas ao desenvolvimento da democracia, promoção da cidadania, de atenção a setores sociais excluídos, políticas de ação afirmativa. Para atingir tal desiderato, assegura-se que o valor da mensalidade, aliado ao compromisso com a qualidade do ensino ministrado, torne a instituição participativa na luta pela redução das desigualdades sociais, haja vista o acesso à educação que se qualifica como instrumento de poder. Assim, o Programa de Financiamento e Bolsas a alunos Carentes é mais uma das estratégias utilizadas pela IES, pois pretende ser um instrumento capaz de proporcionar apoio psicossocial e pedagógico ao discente com limitações financeiras acentuadas, otimizando sua 24 qualidade de vida. Contudo, a política de inclusão de maior relevo consubstancia-se financiamentos Institucionais (interno e externo), como o PROUNI e FIES (até 2013/02), Crédito Educativo, Crédito Educativo Rotativo, Programa de Bolsas de Estudos (Bolsa Empresarial), Bolsa de Trabalho. Por fim, tem-se ainda a isenção de taxas, estágio remunerado, bolsas de monitoria, iniciação científica e extensão. Quanto ao atendimento a pessoas portadoras de necessidades educacionais especiais ou reduzidas, assume-se que as diferenças humanas são normais e que, como conseqüência desse pressuposto a aprendizagem deve ser adaptada às necessidades do educando, em vez do educando adaptar-se, de qualquer maneira, ao processo de aprendizagem. Nesse sentido, a inclusão e a participação são essenciais à dignidade humana e ao pleno exercício da cidadania. A educação inclusiva reconhece e responde às necessidades diversas do educando, acomodando ambos os estilos e ritmos de aprendizagem e assegurando uma educação de qualidade a todos, por meio de metodologias de ensino apropriadas, arranjos organizacionais, uso de recursos diversificados e parceria com as organizações especializadas. A partir desse entendimento, a IES adotará as seguintes diretrizes: campanhas de sensibilização e de fomento à aceitação das diferenças, parcerias com corporações profissionais e entidades de classe (sindicatos, associações, federações, confederações etc.), integração faculdade-empresa para a oferta de Estágios Curriculares Supervisionados Obrigatórios, com adequadas condições de atuação para os portadores de necessidades especiais. De acordo com o plano de promoção de acessibilidade e atendimento prioritário e diferenciado para a utilização dos espaços, mobiliários e edificações, o Instituto Florence de Ensino Superior tem suas instalações adaptadas, tomando como referência a Norma Brasil 9050, da Associação Brasileira de Normas Técnicas: rampas com corrimãos que permitem o acesso aos espaços de uso coletivo; rampas com corrimãos ou elevadores que permitam o acesso às salas de aula, laboratórios, biblioteca e outras instalações da infra-estrutura física e acadêmica; banheiros adaptados, com portas largas e espaço suficiente para permitir o acesso de cadeira de rodas; barras de apoio nas paredes dos banheiros; lavabos e bebedouros instalados em altura acessível aos usuários de cadeiras de rodas; telefone público instalado em altura acessível aos usuários de cadeiras de rodas; vaga em estacionamento nas proximidades da IES e em estacionamento próprio. Segundo os sistemas e meios de comunicação e informação, serviços de tradutor e intérprete da língua brasileira de sinais (LIBRAS), a IES proporcionará, caso seja solicitada, para alunos com deficiência visual - sistema de síntese de voz, impressora Braille acoplada a computador ou máquina de datilografia Braille; software de ampliação de tela do computador; scanner acoplado a computador; gravador e fotocopiadora que amplie textos; aquisição gradual de acervo bibliográfico em fitas de áudio; lupas, réguas de leitura; aquisição gradual de acervo bibliográfico dos conteúdos básicos em Braille. Para alunos com deficiência auditiva: intérpretes de linguagem de sinais, especialmente quando da realização de provas ou sua revisão, complementando a avaliação expressa em texto escrito ou quando este não tenha expressado o real conhecimento do aluno; flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo semântico; aprendizado da língua portuguesa, principalmente, na modalidade escrita, para o uso de vocabulário pertinente às matérias do curso em que o estudante estiver matriculado; materiais de informações aos professores para que se esclareça a especificidade lingüística do portador de deficiência auditiva. No tocante à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural, a IES pretende desenvolver atividades através de projetos de extensão, como fomento à cultura popular maranhense e à sustentabilidade ambiental, além de promover e implementar todos os programas e ações determinadas pela Lei e pelo poder público, que visem erradicar ou reduzir as barreiras que de qualquer modo imponham óbice ao pleno acesso aos conhecimentos e à cidadania. 25 3.0 IMPLEMENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO E ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA 3.1 CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO PARA O PERÍODO DE VIGÊNCIA DO PDI A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96 oportuniza às IES a abertura de novas modalidades de cursos e programas. Amparada por esse dispositivo legal, o Instituto Florence de Ensino Superior, buscando ampliar seu negócio e corresponder à dinâmica e diversidade social, implantará, também, 26 cursos de extensão, assim como de Pós-graduação, que compreenderá os Programas de Mestrado e de Especialização, obedecendo às normas Regimentais desta IES. 3.1.1 TABELA 1 – Programação de Abertura de Cursos de Graduação Nome do Curso Turno de Funcionamento Local de funcionamento Ano de solicitação 3.000 Vespertino Noturno São Luís 2014 3.200 Matutino Noturno São Luís 2015 Habilitação Modalidade Nº de vagas Nº de turmas C.H. Ciências Contábeis Bacharelado Presencial 100 2 Nutrição Bacharelado Presencial 50 1 3.1.2 TABELA 2 – Programação de Abertura de Cursos de Pós-Graduação – Lato Sensu Nome do Curso Modalidade C.H. Nº de Vagas Nº de turmas Turno de funcionamento Local de funcionamento Ano Enfermagem Cardiológica Presencial 490h 100 2 sábado São Luís 2011 Enfermagem do Trabalho Presencial 380h 100 2 sábado São Luís 2011 Política de Saúde da Família Presencial 360h 100 2 sábado São Luís 2011 Farmácia Hospital Presencial 360h 100 2 sábado São Luís 2011 Urgência e Emergência Presencial 365h 100 2 sábado São Luís 2011 Análise Clínica Presencial 460h 100 2 sábado São Luís 2012 UTI e Centro Cirúrgico Presencial 380h 50 1 sábado São Luís 2012 Gestão de Sistemas Educacionais Presencial 440h 100 2 sábado São Luís 2015 Didática Universitária Gestão de Farmácias e Drogarias com ênfase no atendimento farmacêutico Presencial 360h 100 2 Presencial 380h 50 1 Obstetrícia e Neonatologia Presencial 380h 40 1 sábado São Luís 2013 São Luís 2014 São Luís 2013 sábado sábado 3.1.3 TABELA 3 – Programação de Abertura de Cursos de Pós-graduação – Stricto Sensu Nome do Curso Mestrado Profissionalizante na área da Saúde Mestrado Acadêmico na área da Saúde Modalidade C.H. Nº de Vagas Nº de turmas Turno de funcionamento Local de funcionamento Ano Presencial 650h 20 1 integral São Luís 2014 Presencial 700h 20 1 integral São Luís 2015 3.1.4 TABELA 4 – Programação de Abertura de Cursos de Atualização Profissional Nome do Curso Modalidade C.H. Nº de Vagas Nº de turmas Turno de funcionamento Local de funcionamento Ano Presencial 40 25 2 Matutino São Luís 2012 Presencial 30 25 2 Vespertino São Luís 2013 Presencial 40 40 2 Matutino São Luís 2013 Presencial Presencial 40 50 40 60 2 São Luís São Luís 2014 Biologia Parasitária Presencial 60 50 Periodontia Presencial 100 30 Vespertino Matutino/ vespertino Matutino/ vespertino Matutino/ vespertino Doenças Transmissíveis e Infecciosas Fundamentos e Práticas do Cuidar em Saúde e na Enfermagem Fundamentos e Práticas em Saúde Coletiva Atenção Farmacêutica e Legislação Imunologia 2 2 2 2014 São Luís São Luís 2015 2015 3.2 PLANO PARA ATENDIMENTO ÀS DIRETRIZES PEDAGÓGICAS 3.2.1 Perfil de Egresso O Instituto Florence de Ensino Superior compreende ser de grande relevância que sua relação com os alunos não se encerre com o término do Curso de Graduação, mas que prossiga, embora de forma diferenciada, no decorrer da vida profissional de cada um dos concluintes de seus Cursos. A IES tem consciência de que sua responsabilidade vai além da oferta de formação inicial. Nessa perspectiva, implementará o Programa de Educação Continuada, mantendo sintonia com as necessidades de aperfeiçoamento e atualização encontradas na prática profissional. A manutenção de vínculo com o Instituto Florence de Ensino Superior torna-se interessante, pois representa um meio de prosseguir no meio acadêmico, encontrando 27 incentivos para estudar e produzir, alargando, aprofundando e atualizando seus conhecimentos, além de ter acesso a informações do seu interesse. Para a Instituição, essa interação é importante, trazendo enriquecimento à cultura institucional e à sua ação pedagógica. Aos alunos formados são oferecidos descontos especiais para a Pós-graduação, como forma de incentivo à Educação Continuada, pois se compreende que a relação do IFES com os alunos não se exaure com o término da Graduação. A manutenção de vínculo com o IFES 28 torna-se interessante tanto para o egresso quanto para a instituição. Na IES, os egressos participam do Programa de Avaliação Institucional, em que nos confere importantes indicadores, por meio de depoimentos e avaliação escrita - questionário próprio da Comissão Própria de Avaliação – CPA. O IFES, também, busca acompanhar seus egressos por meio do PAE – Programa de Acompanhamento de Egressos, estreitando, cada vez mais, o relacionamento com seu “exaluno”. 3.2.2 Seleção de Conteúdos As disciplinas e os conteúdos são estabelecidos em função de orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais, além de se considerar as demandas de cada profissão, considerando os Cursos de Graduação ofertados pela IES: Enfermagem, Farmácia, Odontologia e Direito. Destaque especial às disciplinas denominadas Tópicos Especiais, pois permitem flexibilização do conteúdo, tornando possível a discussão de temas relevantes nas áreas dos Cursos. Além disso, as disciplinas optativas atendem ao requisito de relevância social e ao caráter interdisciplinar presente no currículo dos Cursos. 3.2.3 Princípios Metodológicos Considerando a missão que o Instituto Florence de Ensino Superior estabeleceu e as características gerais de formação do indivíduo cidadão, têm-se como princípios metodológicos a Interdisciplinaridade, a contextualização e a problematização dos conteúdos. Como regra geral, a solução de problema é realizada a partir de desafio, o que é básico para o desenvolvimento de competências e habilidades. A resolução de problema dar-se através do estudo de caso, da elaboração de artigo científico, sejam eles fictícios ou decorrentes do cotidiano, da preparação e apresentação de seminário, da atividade prática em laboratório, do simulado interdisciplinar, da avaliação bimestral, bem como de outras dinâmicas possibilitadoras de aprendizagem, até a elaboração do TCC – Trabalho de Conclusão de Curso. 3.2.4 Processo de Avaliação A avaliação da aprendizagem é regulamentada pelas Normas Acadêmicas do Instituto Florence de Ensino Superior e na Resolução Nº 02/2012, definindo as etapas e a distribuição da pontuação/ nota em cada uma delas, bem como os instrumentos de verificação do rendimento escolar (provas, trabalhos, projetos, etc.), a forma de recuperação (prova substitutiva ou alternativa) etc. A avaliação está pautada nos princípios da aprendizagem e do compromisso com o desenvolvimento pleno dos graduandos, considerando dimensões humanas, cognitivas, éticas e filosóficas. Assim, o conhecimento é associado à manifestação de habilidades e competências. As atividades curriculares realizadas por meio de trabalhos, individuais ou grupais, iniciação científica etc. orientam-se por critérios cientificamente definidos, tendo a avaliação perspectiva diagnóstica e processual, com acompanhamento do nível acadêmico do discente, durante a realização do curso, levando-se, igualmente, em conta, atitudes individuais, como pontualidade, freqüência e participação, bem como habilidades e competências conceituais, procedimentais e comportamentais. A comunicação oral e escrita: clareza e coerência na apresentação de idéias, compreensão da teoria discutida, capacidade de analisar situações-problema e apresentar soluções criativas será, especialmente, considerada no desenvolvimento de todo processo de ensino e de aquisição de novos saberes. Em relação à produção em grupo, considera-se a contribuição nos debates e sínteses realizadas durante as aulas, apontando soluções para os casos apresentados e a atitude reflexiva diante dos diferentes pontos de vista teórico-práticos. 3.2.5 Atividades de Prática Profissional, Complementares e de Estágio 29 Inserida numa sociedade pluralista e desafiadora, o Instituto Florence de Ensino Superior, compreende que a sua função não é apenas de contribuir para a formação intelectual do ser humano, mas, também, quanto à formação de cidadãos que estejam preparados para intervir significativamente no seu contexto. Para efetivação dessa concepção, as ações implementadas possibilitarão aos alunos oportunidades de iniciar a academia já em uma perspectiva de associação entre a teoria e a prática, através de experimentações in loco voltadas para sua profissionalização, seja através 30 de estágios obrigatórios e não-obrigatórios ou atividades complementares, sendo estes contemplados nos Projetos Políticos Pedagógicos dos Cursos (PPPC). Os Estágios Curriculares Supervisionados Obrigatórios são realizados em Instituições conveniadas, sob a supervisão em campo de profissionais habilitados e dos docentes do curso. As práticas profissionais são realizadas no contexto das disciplinas do eixo profissional, em laboratório ou organizações conveniadas, sob a orientação dos docentes das disciplinas, sendo favorecidas a partir da implantação dos Laboratórios de Práticas Profissionais. Através dessas práticas, os alunos do Instituto Florence de Ensino Superior estarão mais bem preparados para comunicar suas idéias com mais desenvoltura e compor seu Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, com adequada compreensão do ambiente em que se encontram contextualizados, pois, também, é propósito da IES contribuir com a formação de profissionais habilitados para atender às necessidades do mercado, cada vez mais mutável e exigente. Ainda, ao final do curso, cada aluno deverá apresentar um Trabalho de Conclusão de Curso, na forma de Artigo Científico, que evidencie seu crescimento e revele os saberes, as competências e as habilidades adquiridos no período de realização da formação básica. Ressalta-se que no que tange às atividades complementares, o seu cumprimento está regulamentado em norma específica, devidamente aprovada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão/ CONSEP. Clínica Escola Volta-se ao atendimento da comunidade e como campo de atuação dos alunos do curso de Enfermagem, Farmácia e Odontologia. A Clínica funcionará como campo de prática para esses cursos e também como prestação de serviços às comunidades do entorno da Faculdade (Centro, Camboa, Liberdade, Jaracati, entre outros), promovendo rico intercambio entre as áreas de conhecimento e fornecendo suporte à prática desenvolvida pelos futuros profissionais, caracterizando-se em serviço de considerável relevância social. Além dos alunos e professores do Instituto Florence de Ensino Superior está prevista a participação de outros profissionais no desenvolvimento do projeto e também a parceria com organizações sociais, como a BEMFAM e a Secretaria de Saúde do Município de São Luís. A Clínica Escola é composta pela Clínica Odontológica, Ambulatório de Cuidados em Enfermagem e Laboratório de Análises Clínicas. Farmácia Escola É um importante instrumento de aprendizagem para estudantes do Curso de Farmácia, haja vista que hoje a Farmácia é um dos principais campos de atuação do farmacêutico no Estado do Maranhão, além do que se sabe quanto à carência de profissionais habilitados atuando no setor comercial. Portanto, além de chamar atenção da sociedade para essa questão, a Farmácia Escola pretende contribuir para o desenvolvimento de profissionais farmacêuticos competentes, compromissados, éticos e com atuação neste campo, visto que o uso irracional dos medicamentos é um problema histórico em nosso país, muitas vezes motivado por falta de orientação adequada do farmacêutico nos estabelecimentos comerciais. A Farmácia Escola visa promover contato do estudante de Farmácia com a comunidade, desenvolvendo o relacionamento interpessoal, a iniciativa, a tomada de decisão e as habilidades de comunicação, que são fundamentais para uma boa atuação nesse campo. Escritório Escola de Direito A integração entre teoria e prática dar-se-á no Estágio de Prática Jurídica, a ser desenvolvido pelos acadêmicos, de forma simulada e real, com supervisão e orientação do Núcleo de Prática Jurídica – ESCRITÓRIO ESCOLA DE DIREITO. 3.3 FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR 31 A flexibilização do currículo é característica de um projeto que busca responder às demandas sociais contemporâneas, possibilitando a eliminação da rigidez estrutural dos cursos, facultando ao acadêmico a valorização de estudos anteriores ao ingresso. É realizada com o objetivo de atender à dinâmica das transformações peculiares ao universo de uma prática pedagógica, norteada pelos princípios da indissociabilidade entre ação – reflexão, ou seja, é elaborada com o objetivo de atender, com qualidade e excelência, a comunidade acadêmica e local. A preocupação em eliminar pré-requisitos, na organização dos currículos dos Cursos, oportuniza a dispensa de disciplinas cursadas em outras IES, o aproveitamento de diversas atividades extracurriculares como atividades complementares, a oferta de disciplinas livres e de disciplinas comuns, que podem ser feitas em todos os cursos da IES. Ressalta-se que os colegiados dos Cursos de Graduação e o Núcleo Docente Estruturante/ NDE de cada um deles, destacam-se como instâncias competentes para análises, acompanhamento e emissão de pareceres sobre essas situações. O currículo expressa o projeto histórico, cultural e de ensino superior, concretizado através dos Projetos Político Pedagógicos dos Cursos, dos diferentes projetos de ensino da Instituição, dos conhecimentos culturais, intelectuais e formativos produzidos e disseminados, assim como das práticas pedagógicas adotadas. A partir do paradigma Pós-crítico, o currículo, por meio de uma abordagem interdisciplinar, contempla os aspectos técnicos da formação profissional, bem como os conhecimentos científicos, tecnológicos, culturais e humanistas necessários à formação do ser humano, comprometido eticamente com o crescimento intelectual da sociedade. Nesse contexto, destaca-se a possibilidade do acadêmico organizar e construir parte da sua trajetória, aliando formação profissional e formação cidadã com o desenvolvimento de habilidades humanísticas e integradoras. 3.3.1 Disciplinas Eletivas (optativas) Os projetos político-pedagógicos dos cursos do IFES indicam a necessidade do trabalho com disciplinas eletivas, o que permite atender mais uma vez à flexibilização curricular, considerada como elemento de complementação profissional e de realização da linguagem interdisciplinar, em que tais disciplinas constituem complemento ao currículo e pretendem abordar/enfocar problemas relevantes para a formação dos acadêmicos. Nessa perspectiva, 32 as disciplinas optativas atendem ao requisito de relevância social, discutindo, as temáticas afro-descendente, gênero: sexualidade, sustentabilidade ambiental etc. 3.3.2 Disciplinas Semipresenciais O Instituto Florence de Ensino Superior tem como compromisso desenvolver atividades didático-pedagógicas que respondam à formação técnico-profissional, através do enfoque 33 interdisciplinar, garantindo uma formação de qualidade. Acredita-se que tais atividades possam acontecer presencialmente e semipresencialmente, desde que haja, inicialmente, a inclusão digital do sujeito e sua preparação para o mundo do trabalho, pois a sociedade hodierna exige o conhecimento e o domínio do mundo virtual. Planeja-se o oferecimento de disciplinas semipresenciais, com encontros curriculares virtuais e presenciais. O conceito de aulas semipresenciais está vinculado à idéia de flexibilidade curricular, pois, igualmente, está relacionado ao ritmo individual que cada estudante poderá dar aos seus estudos. Tal iniciativa define-se como política e orientação instrumental, na expectativa de eliminar as distâncias e fronteiras entre o espaço formador e a comunidade, através da utilização de inúmeros recursos tecnológicos, possibilitando uma diversidade de arranjos e combinações para oferta de uma educação atualizada, que atenda às demandas postas pela sociedade e pela economia. O uso de novas tecnologias de comunicação e informática introduz desafios de organização de conteúdos que pedem gerência, desenho, lógica, linguagem, acompanhamento, avaliação e recursos diversos, com estruturas próprias para ambientes à distância. A modalidade de disciplinas semipresenciais do Instituto Florence de Ensino Superior, deverá ser organizada para não superar 20% do total da carga horária da matriz curricular de cada curso, quando devidamente reconhecido. 3.4 OPORTUNIDADES DIFERENCIADAS DE INTEGRALIZAÇÃO DOS CURSOS Em consonância com o Regimento Interno da IES, a integralização dos cursos dar-se-á, conforme Art. 38, segundo o qual, “o currículo pleno de cada curso, elaborado em observância às diretrizes curriculares editadas pelo Poder Público, de acordo com cada modalidade de curso, é integrado por disciplinas e práticas com seriação, cargas horárias, duração total e prazos. A integralização do currículo pleno do curso, tal como formalizado, habilita à obtenção do diploma.” ENFERMAGEM Mínimo: 10 (dez) semestres, médio: 15 (quinze) semestres, máximo: 20 (vinte) semestres. FARMÁCIA Mínimo de 10 semestres; máximo de 14 semestres. ODONTOLOGIA Mínimo de 10 semestres letivos; máximo de 16 semestres letivos. DIREITO Mínimo de 10 semestres; máximo de 16 semestres letivos. 3.5 AVANÇOS TECNOLÓGICOS O Instituto Florence de Ensino Superior - IFES, preocupado em acompanhar os desafios proporcionados pelos avanços tecnológicos, busca de forma integrada: Informatização – fortalecer o processo de informatização administrativa e acadêmica, visando à eficiência e rapidez nas informações e decisões, a partir da: Atualização do parque computacional; Manutenção da base de dados institucional; Fortalecimento do uso da intranet e softwares integrados. Capacitação – implementar ações que possibilitem qualificar o corpo docente, discente e administrativo para o uso das tecnologias educacionais e de gestão administrativa, bem como acadêmica; Modernização do Ensino: Desenvolver projetos específicos com a utilização de novas tecnologias educacionais. 4.0 CORPO DOCENTE 4.1 CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO Desde o início de suas atividades, o Instituto Florence de Ensino Superior, na seleção de professores, tem priorizado a contratação de candidatos, observando, especialmente, no caso de especialistas, mestres e doutores, o credenciamento dos respectivos cursos. 34 Inclui-se ainda como importante componente na fase de contratação a experiência profissional e o exercício do magistério superior, de forma a aliar, nas estratégias pedagógicas, a prática e a teoria. Ao contratar os seus docentes, a IES leva em conta também a produção científica, o desenvolvimento de projetos de pesquisa, a busca constante de atualização e participação em eventos de relevância na área de formação e atuação docente. Ao regular exercício da docência, no âmbito da IES, são aplicados os demais requisitos 35 constantes do Plano de Cargos, Salários e Carreira do Magistério Superior vigente no Instituto Florence de Ensino Superior. Segundo o Regimento Interno da IES, no CAPÍTULO I - DO CORPO DOCENTE, tem-se: Art. 90 - O corpo docente da Instituição se distribui entre as seguintes classes de carreira do magistério, conforme Plano de Carreira Docente, homologado pelo Ministério do Trabalho e publicado no DOU nº 155, seção 1, pg. 135 de 13/08/2010: I. Professor Doutor; II. Professor Mestre; e, III. Professor Especialista. Parágrafo único - A título eventual e por tempo estritamente determinado, a Instituição pode dispor do concurso para Professor Substituto, Professor Colaborador e Professor Visitante, destinado a suprir a falta temporária de docentes integrantes da carreira. Art. 91 - Os professores são contratados pela Mantenedora, segundo o regime das leis trabalhistas, observados os critérios e normas deste Regimento. Art. 92 - A admissão de professor é feita mediante seleção realizada pelo Coordenador de Curso e homologada pela Mantenedora, observados os seguintes critérios: Além da idoneidade moral do candidato, são considerados seus títulos acadêmicos, científicos, didáticos e profissionais, relacionados com a disciplina a ser por ele lecionada; Constitui requisito básico o diploma de graduação ou de pós-graduação correspondente ao curso que inclua, em nível não inferior de complexidade, matéria ou disciplina idêntica ou afim àquela a ser lecionada; Professor Doutor: ser portador de título de Doutor na área em que irá atuar; Professor Mestre: ser portador do título de Mestre na área em que irá atuar; e Professor Especialista: ser portador de título de Pós- Graduação “Lato Sensu” na área em que irá atuar. 4.2 REQUISITOS DE TITULAÇÃO Art.26º - A carreira do magistério Superior da Instituição será estruturada nas seguintes categorias e níveis, conforme Plano de Carreira Docente. Professor Especialista Níveis A, B, C, D, E e F; Professor Mestre Níveis A, B, C, D, E e F; Professor Doutor Níveis A, B, C, D, E e F. Parágrafo Único – O número de vagas nas categorias acima será determinado pelos Cursos, em conjunto com a Diretoria Geral, de acordo com as necessidades institucionais. Art.27º - Para o ingresso na classe de professor especialista são requisitos mínimos: Possuir título de pós-graduação Lato sensu e monografia na área de atuação; Experiência em magistério superior de 02 (dois) anos letivos ou experiência profissional comprovada de 02 (dois) anos na área de atuação. Art.28º - Para o ingresso ou promoção para a classe de professor mestre, são requisitos 36 mínimos: Possuir título de mestre na área de atuação ou área afim; Experiência de magistério superior de 02 (dois) anos letivos ou experiência profissional comprovada de 02 (dois) anos na área de atuação. Art.29º - Para o ingresso ou promoção para a classe de professor doutor, são requisitos mínimos: Possuir título de doutor na área de atuação ou área afim; Experiência de magistério superior de 02 (dois) anos letivos ou experiência profissional comprovada de 02 (dois) anos na área de atuação; 4.3 EXPERIÊNCIA NO MAGISTÉRIO SUPERIOR E EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO ACADÊMICA Segundo o Plano de Carreira Docente do Instituto Florence de Ensino Superior, há regulamentação para a valorização de experiências docentes no magistério superior: Art.2º - O Plano de Cargos, Salários e de Carreira define, normatiza e disciplina as condições de admissão, demissão, promoção, progressão, desenvolvimento profissional, direitos e deveres dos seguintes quadros de pessoal: Docentes do magistério superior; Quanto às experiências profissionais não acadêmicas, são consideradas relevantes, pela Instituição, as experiências (atividades) realizadas por seus docentes fora do contexto acadêmico, como fonte de aperfeiçoamento e ampliação de conhecimentos teórico-práticos, removendo limitações e fronteiras de saberes específicos e compartimentados. 4.4 POLÍTICAS DE QUALIFICAÇÃO, PLANO DE CARREIRA E REGIME DE TRABALHO 4.4.1 Políticas De Qualificação O Programa Integrado de Gestão do Capital Humano/ PIC é o documento oficial da IES que tem como objetivo organizar a qualificação do quadro técnico-administrativo e do corpo docente da IES. A proposta é implementar uma gestão co-responsável. O PIC foi idealizado e desdobrado em dois documentos básicos: Plano de Qualificação do Corpo Técnico/Administrativo – PEQ/ TEC e o Plano de Qualificação do Corpo Docente – PQD. O Plano de Qualificação do Corpo Docente/ PQD tem por objetivo promover a melhoria da 37 qualidade das funções de ensino, pesquisa, extensão e gerência da IES, por meio de Cursos de Pós-graduação, Atualização Profissional e Formação Inicial, bem como Continuada, oportunizando aos seus professores condições de aprofundamento e/ou aperfeiçoamento de seus conhecimentos científicos, tecnológicos e profissionais. Os programas de pós-graduação, graduação e de treinamento profissional, incluídos no PQD, serão financiados com recursos próprios da mantenedora, e por recursos alocados por terceiros. Os orçamentos anuais ou plurianuais da IES destinarão recursos suficientes para a execução da PQD. Ressalta-se nesse processo a CAP – Coordenação de Apoio Pedagógico aos Docentes e Discentes, que é composta por: Núcleo de Apoio Pedagógico ao Docente/ NAP, responsável pelo atendimento às necessidades do corpo docente da instituição, através da viabilização do Programa de Apoio ao Docente e do Plano de Qualificação Docente/ PQD. 4.4.2 Plano De Carreira Art.21º - O Plano de carreira da Instituição se constitui no conjunto de cargos estruturados de acordo com as atividades e competências profissionais afins, em relação à natureza do trabalho ou à aplicação dos conhecimentos necessários ao desempenho destes, e das condições de movimentação do ocupante destes cargos na estrutura geral das carreiras. Art.22º. - O plano de carreira da Instituição tem por objetivos: Oportunizar a administração da Instituição carreira compatíveis com a necessidade de recursos humanos; Permitir que através das possibilidades de ascensão profissional, os funcionários da Instituição possam maximizar suas habilidades e comportamentos e atingir seus objetivos de vida; Assegurar que a política de formação e desenvolvimento de carreira seja transparente, justa e dinâmica, reconhecendo e valorizando os profissionais da Instituição; Garantir que a administração da Instituição possa utilizar o desenvolvimento da carreira como um instrumento efetivo de administração integrada. Art.23º - Entende-se por ascensão ou promoção a passagem do funcionário para um cargo de maior complexidade e de maior remuneração. Art.24º - Entende-se por progressão a passagem de um nível para outro, dentro do mesmo cargo em que o funcionário esteja enquadrado, oportunizando aumento de remuneração. 4.4.3 Regime De Trabalho Art.10º - O regime de trabalho dos funcionários da Instituição será o previsto na Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, pela qual se regem todos os respectivos contratos. Art.11º - Os docentes do Magistério Superior da Instituição serão contratados como Professores de Ensino Superior, em um dos seguintes regimes de trabalho: Em tempo Integral: será atribuído ao docente que se obriga a prestar quarenta (40) horas semanais de trabalho à Instituição, no desempenho de atividades de ensino, pesquisa, extensão ou de administração universitária ou acadêmica. Em tempo parcial: será atribuído ao docente para o desempenho de atividades de ensino, em número de horas-aula. O docente poderá ainda exercer atividades de pesquisa e extensão, quando aprovadas, ou administrativas, na coordenação de cursos e supervisão de estágios. § 1º - O número de horas-aula do docente poderá variar, de acordo com o planejamento curricular dos cursos, por semestre. § 2º - Nenhum contrato de trabalho poderá ter duração superior a 40 horas semanais. § 3º - O tempo da hora-aula determinado pela legislação pertinente, despendido pelo docente quando em atividade em sala de aula, equivalerá sempre à uma hora de trabalho contratual. 4.4.4 Procedimentos Para Substituição Eventual Dos Professores Do Quadro CAPÍTULO VI - DO AFASTAMENTO, LICENÇA E SUBSTITUIÇÃO Art.18º - Além dos casos previstos pela Consolidação das Leis do Trabalho, o ocupante de qualquer cargo na Instituição poderá afastar-se de suas funções, com direitos e vantagens estabelecidos neste documento, devidamente autorizados pelo Diretor Geral e aprovados pela Mantenedora, conforme o caso, para: Atender a interesses administrativos ou de representatividade da Instituição; Quando docente, exercer cargo administrativo na Instituição; 38 Capacitar-se em cursos de pós-graduação lato ou stricto-sensu; Realizar estágios; Participar de congressos e outros eventos de caráter científico, técnico ou artístico, relacionados com sua atividade na Instituição, desde que não haja prejuízo destas. § 1º - O pedido de afastamento, nos casos previstos nos itens "IV" e "V", na forma de diretrizes disciplinadas pela Mantenedora, deverá ser encaminhado, através de requerimento dirigido ao Curso de lotação do docente ou ao superior imediato no caso de funcionário do quadro técnicoadministrativo, acompanhado da programação a que se destina, relacionado, obrigatoriamente, 39 à área de atuação do requerente. § 2º - O funcionário terá obrigatoriamente de se apresentar à Instituição no prazo máximo de 15 (quinze) dias contados da data da conclusão de seus estudos de Pós-Graduação. Art.19º - A concessão de licença remunerada, em forma de bolsa de estudos, para os afastamentos com objetivo de capacitação em cursos de pós-graduação, implicará, necessariamente, que o funcionário assuma o compromisso escrito de prestar serviços à Instituição, após a conclusão do curso, por tempo idêntico ao do afastamento, sob o mesmo regime de trabalho, sob pena de reembolso das importâncias recebidas da Instituição, acrescidas de juros e atualização monetária. § 1º - Durante o período de duração de curso e ao final do mesmo fica o funcionário obrigado a remeter à Diretoria Geral relatório semestral das atividades, com a comprovação de freqüência mensal com visto do coordenador do curso de Pós-Graduação em que está matriculado, sob pena de suspensão da bolsa. § 2º - Caso o bolsista não conclua o curso objeto da licença, deverá reembolsar à Instituição as importâncias recebidas, acrescidas de juros a atualização monetária. Art.20 - Em qualquer caso previsto no artigo 19º, o funcionário a quem for concedido o afastamento manterá a contagem de tempo de serviço para todos os efeitos legais. 4.4.5 Cronograma De Expansão Do Corpo Docente ANO 2011 2012 2013 2014 2015 Especialista 25 20 20 15 10 TITULAÇÃO Mestre Doutor 25 08 31 10 34 12 39 15 44 18 5 CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO Total 58 61 66 69 72 REGIME DE TRABALHO Parcial Integral 47 11 45 16 43 23 40 29 35 37 5.1 CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO A admissão do colaborador é feita mediante seleção realizada de acordo com o perfil do cargo, experiência e qualificação profissional, em consonância com a missão da IES e objetivando a estruturação de um Corpo Técnico-Administrativo qualificado. São analisadas, no processo seletivo, as características que correspondem aos anseios 40 dos trabalhos a serem exercidos, tais como: competência técnico-científica; facilidade na comunicação; compromisso e responsabilidade; criatividade; ética e estética; trabalho em equipe; liderança e autonomia; interesse na sua formação continuada; acessibilidade às tecnologias da informação e comunicação; disponibilidade para participação das atividades realizadas na IES, entre outras. Os servidores Técnico-administrativos do Instituto Florence de Ensino Superior são contratados, considerando à existência de vagas, por indicação do Diretor Geral, ouvida a Diretoria Administrativo-financeira e aprovado pela Mantenedora, observado o regime da Legislação Trabalhista e Regimento Interno da IES, observando as seguintes condições: Remuneração compatível com seu cargo e desempenho; Acesso, promoção e progressão no plano de carreira; Tomar conhecimento do resultado da avaliação de seu desempenho; Incentivo ao seu aprimoramento profissional; Direito, em igualdade de condições, a qualquer funcionário da IES, à política de benefícios/ vantagens; Direito a voto e a elegibilidade, em conformidade com o Regimento Interno da IES; Condições adequadas ao exercício profissional. 5.2 POLÍTICAS DE QUALIFICAÇÃO, PLANO DE CARREIRA E REGIME DE TRABALHO 5.2.1 Políticas De Qualificação O Programa Integrado de Gestão de Capital Humano - PIC prevê ações de qualificação e avaliação do Corpo Técnico-administrativo, por meio do Programa de Qualificação do Corpo Técnico-Administrativo/ PEQ-TEC, desenvolvido pelo setor de Recursos Humanos e de responsabilidade da Diretoria Administrativo-financeira do Instituto Florence de Ensino Superior. A política de qualificação da IES é formada por quatro elementos: salários, benefícios, clima de trabalho e oportunidades de aprendizagem continuada. Nesse sentido, o PEQ/ TEC visa à melhoria permanente dos serviços prestados pelo Corpo Técnico-Administrativo. O Plano de Qualificação é dividido em dois momentos: Formação Inicial, tendo por objetivos: Informar as normas, direitos e deveres dos colaboradores; Estabelecer um clima organizacional favorável ao bom andamento dos serviços prestados; Estabelecer uma rotina diária entre os colaboradores; Desenvolver e identificar as potencialidades de cada funcionário. 41 Formação Continuada, tendo por objetivo: Qualificar os colaboradores de acordo com as exigências atuais e a necessidade da instituição; Formar um quadro Técnico-administrativo competente, eficiente, eficaz e criativo, buscando sempre a satisfação da comunidade acadêmica; Criar uma postura de co-participação e co-responsabilidade, com o firme propósito de elevar cada vez mais a qualidade dos serviços prestados pela instituição. 5.2.2 Plano De Carreira De acordo com o Plano de Carreira do Corpo Técnico-administrativo do Instituto Florence de Ensino Superior, Art.21º - O Plano de Carreira da Instituição se constitui do conjunto de cargos estruturados de acordo com as atividades e competências profissionais afins, em relação à natureza do trabalho ou à aplicação dos conhecimentos necessários ao desempenho destes, e das condições de movimentação do ocupante destes cargos na estrutura geral das carreiras. Art.22º. - O Plano de Carreira da Instituição tem por objetivos: Oportunizar a administração da Instituição carreiras compatíveis com a necessidade de recursos humanos; Permitir que através das possibilidades de ascensão profissional, os funcionários da Instituição possam maximizar suas habilidades e comportamentos, bem como atingir seus objetivos de vida; Assegurar que a política de formação e desenvolvimento de carreira seja transparente, justa e dinâmica, reconhecendo e valorizando os profissionais da Instituição; Garantir que a administração da Instituição possa utilizar o desenvolvimento da carreira como um instrumento efetivo de administração integrada. Art.23º - Entende-se por ascensão ou promoção a passagem do funcionário para um cargo de maior complexidade e de maior remuneração. Art.24º - Entende-se por progressão a passagem de um nível para outro, dentro do mesmo cargo em que o funcionário esteja enquadrado, oportunizando aumento de remuneração. Art.25º - A carreira dos funcionários da Instituição será constituída por categorias e níveis. Categoria é a divisão da carreira que, fundamentada na escolaridade, titulação acadêmica, agrupa atividades/ competências, responsabilidades, qualificação profissional e experiências. Níveis são as subdivisões de uma mesma categoria que determinam a progressão do funcionário, em conformidade com os artigos 35 o e 36o. O funcionário terá sua evolução no quadro de carreira definida em forma de promoção, alternadamente, por antiguidade e merecimento. Em caso de empate, fará jus à promoção, o funcionário mais idoso e o que 42 obtiver maior desempenho em avaliações específicas. Art.34º - A carreira do corpo técnico-administrativo da Instituição será estruturada nas seguintes categorias e níveis: Auxiliar de Serviços Gerais NIVEL A, B, C, D, E e F; Auxiliar Administrativo NIVEL A, B, C, D, E e F; Técnico Administrativo de Nível Médio NIVEL A, B, C, D, E e F; Técnico Administrativo de Nível Superior NIVEL A, B, C, D, E e F. § 1º - A categoria I, Auxiliar de Serviços Gerais, reúne cargos cujas atividades requerem conhecimento prático, limitados a uma rotina de trabalho. § 2º- A categoria II, Auxiliar Administrativo, congrega os cargos que exigem conhecimentos em nível de segundo grau e atividades de pouca complexidade. § 3º - A categoria III, Técnico Administrativo de Nível Médio, reúne os cargos que exigem conhecimentos técnicos de segundo grau e atividades de média complexidade. § 4º - A categoria IV, Técnico Administrativo de Nível Superior, compreende os cargos que exigem conhecimentos teóricos e práticos de nível superior, atividades e competências de maior complexidade e responsabilidade gerencial. Art.35º - A remuneração dos funcionários da Instituição dar-se-á de acordo com as tabelas abaixo, tanto para fins de ingresso, quanto para promoção e progressão. 5.2.3 Regime De Trabalho De acordo com o Plano de Carreira do Corpo Técnico-administrativo do Instituto Florence de Ensino Superior, Art.10º - O regime de trabalho dos funcionários da Instituição será o previsto na Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, pelas quais se regem todos os contratos trabalhistas. 5.3 CRONOGRAMA DE EXPANSÃO DO CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO ANO 2011 2012 2013 2014 2015 TITULAÇÃO REGIME DE TRABALHO Ens. Fundamental Ensino Médio Nível Superior Total Parcial 01 01 01 01 01 17 19 19 19 19 11 14 16 18 20 29 32 32 32 32 - Integral 44h 44h 44h 44h 44h 43 6 CORPO DISCENTE 6.1 FORMA DE ACESSO Segundo o Regimento Interno da IES, CAPÍTULO II - DO PROCESSO SELETIVO, Art. 52º. O processo seletivo destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos e a classificá-los, dentro do estrito limite das vagas oferecidas. § 1º As vagas iniciais oferecidas para cada curso são as autorizadas pelo Órgão Federal competente; § 2º As inscrições para o processo seletivo são abertas através de edital, aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEP, do qual constarão os cursos e habilitações ou disciplinas oferecidas com as respectivas vagas, os prazos de inscrição, a documentação exigida para a inscrição, a relação das provas, os critérios de classificação e desempate, o preço dos serviços educacionais e demais informações úteis aos candidatos. Art. 53º. O processo seletivo para preenchimento das vagas iniciais da Graduação abrangerá conhecimentos e nível do ensino médio ou equivalente, sem ultrapassar este nível de complexidade, a serem avaliados na forma disciplinada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEP. Art. 54º. A classificação far-se-á pela ordem decrescente dos resultados obtidos, sem ultrapassar o limite de vagas fixados, excluídos os candidatos que não obtiverem os níveis mínimos estabelecidos pelo CONSEP. § 1º - A classificação obtida é válida para a matrícula o período letivo para o qual se realiza o processo seletivo, tornando-o nulos seus efeitos se o candidato deixar de requerê-lo ou, em o fazendo, não apresentar a documentação regimental completa, dentro dos prazos fixados. § 2º - Na hipótese de restarem vagas iniciais não preenchidas, a Faculdade poderá realizar novo processo seletivo, ou nelas poderão ser recebidos alunos transferidos de outras instituições ou portadores de diploma de graduação em nível superior, devidamente registrado. Art. 55. O processo seletivo é organizado e feito realizar pela comissão designada pelo Diretor Geral para este fim. § 1º – Compete à comissão do processo seletivo, à coordenação do concurso, a elaboração e julgamento das provas, bem como aplicação das penalidades cabíveis. Legalmente autorizados para a admissão ao ensino superior. § 2º - O processo seletivo só tem validade para o período letivo expressamente requerido em competente edital, divulgado pública e oficialmente. 6.2 PROGRAMA DE APOIO PEDAGÓGICO E FINANCEIRO Todas as ações de acompanhamento, qualificação e apoio didático pedagógico ao docente e discente do Instituto Florence de Ensino Superior, fica a cargo da Coordenação de Apoio Pedagógico ao Docente e Discente/ CAP. Essa Coordenação é responsável pelo desenvolvimento do: Programa de Apoio Didático-Pedagógico ao Docente; Programa de Apoio e Acompanhamento ao Discente; Programa Integrado de Gestão de Capital Humano/PIC. O Programa de Financiamento e Bolsas a alunos Carentes é de responsabilidade da Direção Financeira. Ele pretende ser um instrumento capaz de proporcionar apoio psicossocial e pedagógico, otimizando a qualidade de vida universitária do aluno mais necessitado. Para tanto, o programa se propõe a oportunizar aos alunos da instituição incentivos e benefícios que possibilitem o prosseguimento de estudos, assim como proporcionar um efetivo apoio psicossocial aos mesmos, a fim de lidarem melhor com seus recursos e limites, como também compreender, superar e/ou minimizar seus problemas e dificuldades. Como estratégias têm-se os seguintes procedimentos: Financiamentos Institucionais: Externos e Internos, visando subsidiar os estudos dos alunos mais carentes. A IES utilizará como recurso as fontes de financiamento oferecidas pelos governos e também, financiamentos próprios, implementados pela instituição, considerando previamente a sua disponibilidade financeira. No que diz respeito ao financiamento externo ou oferecido pelo governo serão utilizadas as estratégias do PROUNI, objetivando o oferecimento de bolsas de estudo de 25% a 100%, dentro das regras definidas pelo MEC. Quanto ao financiamento interno o IFES, 44 propiciará os seguintes benefícios, sempre condicionado aos regulamentos internos e à viabilidade financeira e orçamentária da instituição: Crédito Educativo - financiamento que atinge um percentual de até 15% do valor da mensalidade; Crédito Educativo Rotativo – financiamento destinado aos alunos que têm mais um integrante do mesmo grupo familiar matriculado em curso de Graduação da instituição. Nesse caso, é concedido desconto de até 10% para o segundo componente familiar e 45 até 5% para o terceiro ou mais componentes do grupo familiar, não cumulativo para outros tipos de descontos percebidos em outros financiamentos; Programa de Bolsas de Estudos (Bolsa Empresarial) – informa aos empresários os benefícios facultados pela Lei nº 9.249, de 26.12.95 (Art. 13 § 20,11), permitindo o abatimento das doações efetuadas às instituições de utilidade pública no Imposto de Renda; Bolsa de Trabalho – habilita-se o estudante regularmente matriculado na IES que seja comprovadamente carente de recursos financeiros e não possua vínculos empregatícios e esteja cadastrado no Programa Bolsa de Trabalho. Os bolsistas recebem mensalmente uma bolsa de até 10% do valor da mensalidade, abatida diretamente na mesma. Outros incentivos: Isenção de Taxas – o setor diretamente envolvido com a seleção e o ingresso de discentes oferecerá aos funcionários (filhos de funcionários/ dependentes comprovados) e demais candidatos que apresentarem insuficiência de recursos financeiros, isenção de taxa de inscrição no Concurso Vestibular. Estágio Remunerado – A IES estará firmando convênio com o Centro de Integração Empresa-Escola/ CIEE, instituição de articulação entre as empresas e escolas, para o ingresso de graduandos em programas de estágio remunerado. Bolsas de monitoria, iniciação científica e extensão – Objetiva articulação do processo ensino/ aprendizagem, como forma de estimular a participação dos estudantes nos projetos desenvolvidos pela Instituição. A bolsa de monitoria tem por objetivo incentivar os alunos que demonstrem aptidão pela carreira acadêmica. A bolsa de iniciação científica tem por objetivo incentivar os alunos que demonstrem interesse e aptidão pela carreira científica, através da participação em projetos de pesquisa. A bolsa de extensão - as atividades de pesquisa e extensão do Instituto serão operacionalizadas pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão/ NUPES, tendo como suporte financeiro o Fundo de Amparo a Pesquisa e Extensão/ FAPE. 6.3 ESTÍMULO À PERMANÊNCIA Segundo a RESOLUÇÃO Nº 006/2010-CONSEP, 08 de março de 2010, que dispõe sobre normas para implantação da Coordenação de Apoio Pedagógico aos Docentes e 46 Discentes/ CAP e dos Núcleos de sua composição, cita-se mais uma vez o Núcleo de Apoio Psicopedagógico ao Discente/ NUPAD, que tem por objetivos: apoiar e orientar o educando em sua trajetória acadêmica, instrumentalizando-o para construção/ reconstrução do conhecimento e para formação de novos saberes, baseado em critérios de cientificidade, que permitam a atuação consciente do profissional junto ao mundo do trabalho; analisar e encaminhar as demandas dos alunos no que diz respeito às dificuldades de aprendizagem e/ ou financeiras; implementar um programa de Nivelamento Acadêmico que possibilite ao educando condições de eqüidade e prosseguimento de estudos; orientar os alunos na organização dos diretórios estudantis ou acadêmicos; implementar ações que visem acompanhar os egressos dos cursos da instituição, e desses resultados retroalimentar as propostas pedagógicas dos cursos; fomentar a iniciação científica como princípio pedagógico e educativo dos discentes. O Programa de Nivelamento Acadêmico considera que a maioria dos alunos ingressantes nos cursos de Graduação da IES apresenta dificuldades diversas, detectadas por meio do processo seletivo de acesso ao ensino superior e durante as primeiras semanas de aula. Nesse sentido, são oferecidos cursos de Nivelamento nas áreas de Português, Matemática e Química, disciplinas básicas que são apontadas pelas Coordenadorias e Docentes como fundamentais. Dentre as atividades que compõe o Programa de Nivelamento Acadêmico, destacam-se: Acompanhamento individualizado ao estudante em horários alternativos; Plantão tira dúvidas; Plano de trabalho direcionado as dificuldades detectadas, desenvolvido pelos docentes, com apoio da CAP; Intervenção psicopedagógica; Aulas de reforço em horário especial; Atendimento Extra-Classe – realizado pela Coordenadoria de Curso, pelos professores em regime de trabalho de Tempo Integral e Tempo Parcial, com jornada semanal específica para atendimento ao aluno, assim como pelo NUPAD. 6.4 ORGANIZAÇÃO ESTUDANTIL O corpo discente tem como órgão de representação o Diretório Acadêmico, regido por Estatuto próprio, por ele elaborado e aprovado conforme legislação vigente. A representação estudantil tem por objetivo promover a cooperação entre a comunidade acadêmica, visando o aprimoramento do Instituto Florence de Ensino Superior. Ao Diretório Acadêmico compete indicar os representantes discentes, com direito à voz e voto, junto aos órgãos colegiados do Instituto Florence de Ensino Superior, vedada a acumulação. Aplicam-se aos representantes estudantis nos órgãos colegiados as seguintes disposições: São elegíveis os alunos regulares, matriculados em, pelo menos, 3 (três) disciplinas, importando a perda dessas condições em perda do mandato; O exercício da representação não exime o aluno do cumprimento de suas obrigações escolares. 6.5 ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS O Instituto Florence de Ensino Superior compreende ser de grande relevância que sua relação com os alunos não se encerre com o término do curso de Graduação, mas que prossiga, embora de forma diferenciada, no decorrer da vida profissional de cada um dos seus concluintes. Assim a Instituição manterá o Programa de Educação Continuada em constante sintonia às necessidades de aperfeiçoamento e atualização encontradas na prática profissional dos egressos. Para estes, a manutenção do vínculo com a Instituição torna-se interessante, pois representa uma alternativa de prosseguir no meio acadêmico, encontrando incentivos para estudar e produzir, alargando, aprofundando e atualizando seus conhecimentos. Para a Instituição, essa interação é também importante, pois traz enriquecimento à cultura institucional e à sua ação pedagógica. Outro aspecto relevante é o envolvimento dos egressos no Programa de Avaliação Institucional. Importantes indicadores são fornecidos, tanto por depoimentos, como pela resolução do questionário CPA – Comissão Própria de Avaliação, uma vez que, por meio do formulário, tem-se o diagnóstico da vida profissional do egresso, bem como seu desempenho em concursos, seletivos para empregos, produções científicas, publicações e outros. 47 Tem-se, inclusive, pela resolução do questionário, o entendimento sobre o nível de satisfação dos egressos, a avaliação da qualidade do ensino e adequação dos currículos, nos permitindo levantar e analisar trajetórias profissionais, bem como acompanhar o interesse por estudos de educação continuada (cursos não formais e de pós-graduação Lato Sensu e Stricto Sensu). O Instituto Florence de Ensino Superior, em concordância com o texto constitucional e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN (Lei nº 9.394/ 96), compreende que 48 a educação superior tem como finalidade precípua a preparação para o trabalho. Nesse sentido, entende como uma dimensão fundamental na avaliação da qualidade de qualquer instituição educacional, a empregabilidade de seus egressos, ou seja, a qualidade da preparação para o trabalho que lhe foi ofertada na academia. Ressalta-se que todas as contribuições prestadas pelos egressos serão valorizadas, inclusive com medidas de incentivo e apoio, como permissão para uso de biblioteca e laboratórios, participação em projetos de pesquisa e extensão, auxílio para publicações de trabalhos e outros, vinculadas ao Programa de Formação Continuada. Destaca-se que o contato direto e permanente com os egressos é desenvolvido por um sistema on-line (site e redes sociais) e que a IES busca implementar o PAE – PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS. Por meio do PAE, o egresso é informado sobre notícias da sua área de formação, do âmbito científico-técnico, de eventos (jornadas, congressos, cursos de atualização etc.), de atividades de formação continuada, oportunidades de emprego e pós-graduação. Além da possibilidade de (re) integração entre os ex-alunos, dos ex-alunos e seus ex-professores e dos ex-alunos e a IES. A Instituição pretende ainda criar ambientes virtuais de aprendizagem e intercâmbio de informações, como chats, listas de discussão e sites interativos. 7.0 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA 7.1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COM AS INSTÂNCIAS DE DECISÃO Órgãos executivos do Instituto Florence de Ensino Superior têm suas atribuições e competências estabelecidas no Regimento Geral e ou nos Estatutos e Regimentos da Mantenedora. 7.1.1 Diretoria Geral A Diretoria Geral é o órgão executivo máximo da administração geral da IES e é exercida pelo Diretor Geral. O Diretor Geral é auxiliado nas suas funções pelo Diretor Acadêmico e Administrativo-Financeiro. Em suas ausências e impedimentos eventuais e legais, o Diretor Geral é substituído pelo Diretor Acadêmico. O Diretor Geral é designado pela Entidade Mantenedora. Os Diretores, Acadêmico e Administrativo-Financeiro, são, igualmente, designados pela Mantenedora, por indicação do Diretor Geral. 7.1.2 Diretoria Acadêmica A Direção Acadêmica é o órgão executivo responsável pela gestão e planejamento das atividades de natureza acadêmica no âmbito da Faculdade, tendo como titular o Diretor Acadêmico, nomeado e subordinado diretamente à Direção Geral. 7.1.3 Coordenadoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão A Coordenação de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão – CONEX superintende, coordena, fomenta e fiscaliza todas as atividades da área de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão da IES, zelando pelo seu bom desempenho e qualidade, visando a excelência de forma integrada com a Diretoria Acadêmica. O Coordenador de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão deverá pertencer ao quadro docente da Instituição e exercerá a coordenação com mandato de 2 (dois) anos, podendo ser reconduzido. O coordenador de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão em sua ausência ou impedimento será substituído por um coordenador de curso, que também o sucederá em caso de vacância, até novo provimento, acumulando dois cargos por designação do Diretor Geral. A CONEX conta com um núcleo de operacionalização NUPES – Núcleo de Pesquisa e Extensão. 7.1.4 Coordenadorias dos Cursos de Graduação 49 A coordenadoria de curso de Graduação é o órgão executivo responsável pela gestão e planejamento das atividades de natureza acadêmica no âmbito de cada curso de graduação, observando a política interna da IES, tendo como titular o coordenador de curso, nomeado pela Direção Geral e subordinado, diretamente, à Direção Acadêmica. O coordenador do curso deve ser profissional com formação específica da área do curso, em nível de Graduação e com Pós-graduação stricto senso, preferencialmente, em nível de doutorado, com experiência profissional e acadêmica adequada para o exercício da função. 50 Ele será assessorado em suas funções pelo coordenador adjunto. 7.1.5 Diretoria Administrativa e Financeira A Diretoria Administrativa e Financeira, órgão executivo para assuntos de natureza administrativo-financeira, é exercida pelo Diretor Administrativo-Financeiro, nomeado e subordinado a Direção Geral. A Diretoria Administrativa e financeira supervisiona as atividades relacionadas a: I - Recursos Humanos; II - Recursos Orçamentários e Financeiros; III - Recursos Patrimoniais e Materiais; IV - Serviços de Administração Geral. O Diretor Administrativo-Financeiro, em suas ausências e impedimentos legais é substituído por funcionário designado pelo Diretor Geral. 7.1.6 Gerência Administrativa É o órgão executivo, ligado à direção Administrativo-financeira, encarregado das seguintes atividades: I. Definir e supervisionar o fluxo das atividades realizadas pelos setores; II. Identificar e solucionar os problemas ocorridos no desenvolvimento das atividades de cada setor e entre setores; III. Definir metas, estratégias, além de proporcionar recursos para a execução das diversas atividades; IV. Promover reuniões periódicas com responsáveis, por setores, para avaliação da qualidade das atividades realizadas; V. Avaliar a necessidade da contratação de pessoal nos setores administrativos; 7.2 ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL E ACADÊMICO 51 7.3 ÓRGÃOS COLEGIADOS: COMPETÊNCIAS E COMPOSIÇÃO Os órgãos colegiados do Instituto Florence de Ensino Superior são de natureza consultiva e deliberativa. 7.3.1 Conselho Superior (CONSUP) Órgão máximo de natureza consultiva, deliberativa, normativa e recursal da IES, é constituído pelos seguintes membros: I - Diretor Geral, que o preside; II - Diretor Acadêmico; III - Diretor Administrativo - Financeiro; IV - Até três (3) representantes da Entidade Mantenedora, indicados pela mesma, com mandato de um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período; V - Um (1) representante da comunidade, escolhido e designado pelo Diretor Geral, com mandato de um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período; VI - Um (1) representante do corpo discente, escolhido pelos órgãos de representação estudantil, com mandato de um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período; VII – Até cinco (5) representantes do corpo docente, escolhidos por seus pares, com mandato de um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período. O representante do corpo discente deve estar regularmente matriculado, não estar em dependência, ter freqüência e desempenho satisfatórios nas disciplinas cursadas. O CONSUP reúne-se ordinariamente no início e no fim de cada período letivo e, 52 extraordinariamente, quando convocado pelo seu presidente, ou a requerimento de 2/3 (dois terços) de seus membros. 7.3.2. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEP) O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEP, órgão de natureza deliberativa, normativa e consultiva, em matéria de natureza acadêmica, é constituído pelos seguintes membros: I - Diretor Geral, que o preside; II - Diretor Acadêmico; III - Coordenadores de Cursos; IV – Coordenador de Pós-Graduação e Extensão; V - Até cinco (5) representantes do corpo docente, escolhidos por seus pares, com mandato de um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período; VI - Um (1) representante do corpo discente, escolhido pelos órgãos de representação estudantil, com mandato de um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período e cumprida às exigências do Parágrafo único do art. 7o deste Regimento. O CONSEP reúne-se ordinariamente no início e no fim de cada período letivo e, extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor Geral, por iniciativa própria ou a requerimento de 2/3 (dois terços) dos membros que o constituem. 7.3.3. Colegiados de Curso O Colegiado de Curso, órgão deliberativo e consultivo, de natureza acadêmica, no âmbito do curso de graduação, é constituído dos seguintes membros: I – Coordenador de Curso; II – Professores que ministram disciplinas no Curso; III – Um (1) representante do corpo discente do curso, escolhido pelos alunos do curso, com mandato de um (1) ano. Admitida uma recondução por igual período e cumpridas às exigências do Parágrafo único do Art. 7o do Regimento Interno da IES. O Colegiado de Curso reúne-se ordinariamente uma vez por semestre e, extraordinariamente, quando convocado pelo Coordenador de Curso ou a requerimento de 2/3 (dois terços) dos membros que o constituem. 7.4 ÓRGÃOS DE APOIO ÀS ATIVIDADES ACADÊMICAS 7.4.1 Coordenadoria de Apoio Pedagógico aos Docentes e Discentes (CAP) A Coordenação de Apoio Pedagógico ao Docente e Discente/ CAP, é um órgão de assessoramento didático-pedagógico do Instituto Florence de Ensino Superior, constitui-se como instância de apoio, acompanhamento e operacionalização de atividades acadêmicas. Visa dar suporte a docentes e discentes da instituição. No que diz respeito às atividades inerentes à prática pedagógica e prática acadêmica, conforme definidas nos Projetos Políticos Pedagógicos dos Cursos de Graduação do Instituto Florence de Ensino Superior, divide-se em dois Núcleos: I – Núcleo de Apoio Pedagógico ao Docente/ NAP, responsável pelo atendimento das necessidades do corpo docente da IES, através da viabilização do Programa de Apoio ao Docente e o Plano de Qualificação Docente/ PQD. São objetivos do Núcleo de Apoio Pedagógico ao Docente/ NAP: a) Formar um quadro de docentes qualificados, criativos e com embasamento teórico compatível às necessidades dos discentes e às exigências do mundo contemporâneo; b) Qualificar profissionais aptos para desenvolver na instituição uma docência comprometida às necessidades sociais da comunidade maranhense; c) Elaborar e operacionalizar a formação inicial dos docentes, tendo, como princípio, a formação significativa dos professores; d) Elaborar e operacionalizar a formação continuada dos docentes; e) Organizar as atividades de planejamento e avaliação docente, no início de cada semestre letivo; f) Acompanhar as atividades planejadas pelos docentes, dando-lhes suporte pedagógico sempre que necessário; g) Subsidiar materialmente e teoricamente todas as necessidades do docente; 53 h) Fomentar o ensino, a pesquisa e a extensão no âmbito da instituição, com vistas à consecução dos objetivos inerentes a academia. II – Núcleo de Apoio Psicopedagógico ao Discente/ NUPAD responsável pelo atendimento às necessidades do corpo discente da instituição, através da viabilização do Programa de Apoio Psicopedagógico ao Discente. São objetivos do Núcleo de Apoio Psicopedagógico ao Discente/ NUPAD: a) Apoiar e orientar o educando em sua trajetória acadêmica, instrumentalizando-o para 54 construção/ reconstrução do conhecimento e para formação de novos saberes, baseado em critérios de cientificidade, que permitam a atuação consciente do profissional junto ao mundo do trabalho; b) Analisar e encaminhar as demandas dos alunos, no que diz respeito às dificuldades de aprendizagem e/ ou financeiras; c) Implementar um programa de Nivelamento Acadêmico, que possibilite ao educando condições de eqüidade e prosseguimento de estudos; d) Orientar os alunos na organização dos diretórios estudantis ou acadêmicos; e) Implementar ações que visem acompanhar os egressos dos Cursos de Graduação da IES. Desses resultados, retroalimentar as propostas pedagógicas dos cursos; f) Fomentar a iniciação científica como princípio pedagógico e educativo dos discentes. 7.4.1.1 Funcionamento, composição e atribuições do coordenador da CAP Funcionará no horário de atividade da faculdade e será constituída por um Coordenador com formação em Pedagogia, que desenvolverá, em conjunto com Diretoria Acadêmica, Coordenadorias dos Cursos e avaliação realizada pela Comissão Própria de Avaliação/ CPA, atividades de apoio, acompanhamento, orientação, elaboração e organização de todas as ações inerentes ao fazer pedagógico. 7.4.2 Núcleo de Tecnologia da Informação – NTI Órgão de apoio técnico ao desenvolvimento das atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão. São atividades integrantes deste Núcleo: editoração, publicação, divulgação da produção acadêmica e da difusão de atividades culturais, dos serviços bibliotecários e dos laboratórios, dos equipamentos tecnológicos de apoio ao ensino e do Centro de Processamento de Dados. Compete ao Coordenador do Núcleo de Tecnologia da Informação: I - Assessorar a Diretoria Geral na formulação e implantação da política institucional; II - Programar, coordenar e supervisionar as atividades que integram o Núcleo. 7.4.3 Secretaria Acadêmica (SECAD) Órgão responsável pela matrícula e movimentação discente, pela documentação, pelos registros e controles acadêmicos. A Secretaria Acadêmica é dirigida pelo Secretário Acadêmico, designado pelo Diretor Geral. Compete ao Secretário Acadêmico: I - Responsabilizar-se pela guarda e conservação de documentos, diários de classe e outros meios de registro e arquivos de dados; II - Orientar e acompanhar a execução do atendimento, do protocolo e dos registros acadêmicos; III - Autorizar e controlar o funcionamento de cópias de documentos aos interessados; IV - Expedir, por autorização do Diretor Geral, certidões e declarações relativas à vida acadêmica dos alunos. 7.4.4 Contabilidade e Orçamento O setor de contabilidade e orçamento é um segmento da Direção Administrativofinanceira, responsável por atividades de natureza contábil, tendo como principais atribuições: I. Triagem de documentos; II. Classificação contábil da documentação; III. Encaminhamento de documentos para o Departamento Financeiro; IV. Conciliações financeiras e contábeis; V. Arquivo de documentos contabilizados; VI. Apuração de impostos; VII. Fechamento de balanços; VIII. Emissão dos livros comerciais; 55 IX. Atualização das contas a pagar, através de informações passadas por boletos ou planilhas de pagamento; X. Solicitação de extratos para verificação de todas as movimentações bancárias; XI. Fechamento e pagamentos de contas; XII. Separação de cheques para depósito; XIII. Fechamento de caixa; XIV. Elaboração de relatórios das operações realizadas no dia, com todos os respectivos 56 comprovantes; XV. Atendimento de fornecedores para esclarecimento de dúvidas que possam surgir quanto ao pagamento; XVI. Envio de relatórios e comprovantes à Contabilidade. 7.4.5 Assessoria Jurídica A assessoria jurídica é o segmento da Direção Administrativo-financeira, responsável pelos trâmites de natureza jurídica, tendo como principais atribuições: I. Acompanhar o andamento dos processos cíveis e trabalhistas da Empresa; II. Encaminhamento de cobranças judiciais para alunos inadimplentes; III. Elaboração de contratos, termos e documentos de natureza civil; IV. Controle e orientação de cobranças extrajudiciais de alunos inadimplentes; V. Assessorar a Direção quanto às dúvidas relacionadas às Bases Legais (deveres/obrigações); VI. Atendimento a clientes externos (alunos e responsáveis) com dúvidas relacionadas aos contratos. 7.4.6 Tesouraria Atribuições: I. Atendimento aos alunos para recebimento, cancelamento e orientações; II. Procedimento de baixa nas mensalidades dos alunos pagas na Tesouraria, atualizando o banco de dados; III. Procedimento de baixa das mensalidades pagas no banco; IV. Envio de listas para as empresas que possuem convênios com a IES, para que estas possam proceder aos respectivos descontos de seus funcionários; V. Envio de arquivo remessa para banco, para que se proceda à impressão e encaminhamento dos boletos para os alunos; VI. Emissão de relatórios diversos (inadimplência, entradas no caixa, etc.); VII. Realização de ligações e atendimento dos alunos inadimplentes para negociação da dívida; VIII. IX. Responsável por comunicar os alunos sobre seus cheques devolvidos; Arquivo. 7.4.7 Recursos Humanos I. Recrutamento e Seleção de candidatos: Identificação de perfis, realização de dinâmicas de grupo, entrevistas, acompanhamento do processo até a decisão final pelo requisitante; II. Execução de atividades ligadas ao Treinamento e Desenvolvimento: levantamento de necessidades, criação, execução e avaliação de programas de treinamento; III. Processo de Integração de novos colaboradores; IV. Prepara os processos de admissão de colaboradores, efetuando registro em carteira, cadastramento no banco de dados da empresa; V. Controle das jornadas de trabalho; VI. Suporte aos casos de reclamação trabalhista junto à assessoria jurídica, providenciando a documentação necessária e agendando audiências junto ao preposto indicado; VII. Manutenção do banco de dados de informação cadastral e salarial dos colaboradores; VIII. Execução dos processos de desligamentos de colaboradores, elaborando rescisão contratual e dando baixa na documentação; IX. Execução de atividades relacionadas ao plano de benefícios da empresa; X. Atendimento aos colaboradores em geral, esclarecendo dúvidas sobre pagamento, direito e utilização de benefícios, entre outras, atuando como interface entre a empresa e os colaboradores; XI. Elaboração de relatórios e controles inerentes à área. 57 7.4.8 Compras e Almoxarifado I. Realização de cotações com possíveis fornecedores, diante da necessidade de compra; II. Análise das cotações e fechamento dos pedidos, levando em consideração o menor custo e a melhor qualidade dos produtos; III. Negociação com os fornecedores quanto a prazo, forma de pagamento e prazo de entrega; IV. Recebimento e conferência física e contábil dos materiais comprados pela empresa; V. Identificação adequada dos materiais recebidos e estocados; VI. Arrumação e manutenção do estoque de mercadorias; VII. Fornecimento dos materiais solicitados aos departamentos requisitantes; VIII. Realização de inventário; IX. Emissão de relatórios e demais documentos oficiais da empresa relacionados à sua área. 7.4.9 Recepção e Telefonia I. Atendimento e distribuição das ligações telefônicas para os respectivos destinos; II. Recepção dos clientes e encaminhamento para os setores respectivos; III. Recebimento e distribuição de correspondências, jornais, revistas e etc.; IV. Suporte aos demais departamentos, principalmente o de Eventos, quando da preparação de mala direta (acondicionar em envelopes, etiquetar, etc.). 7.4.10 Manutenção I. Execução de serviços de manutenção e instalação elétrica, hidráulica, pintura e alvenaria; II. Definição, requisição e controle de materiais e ferramentas necessárias; III. Prevenção e análise de problemas, propondo soluções para melhoria. 7.4.11 Assessoria de Comunicação (ASCOM) 58 I. Desenvolvimento do planejamento e execução das ações de comunicação interna e externa; II. Manutenção dos murais de informação; III. Elaboração de informativos e impressos diversos; IV. Visitas a Empresas e Escolas para divulgação da Instituição; V. Criação e desenvolvimento de material publicitário; VI. Contato com agências publicitárias e gráficas; VII. Logística para eventos internos e externos, desde que de interesse da IES; VIII. Planejar e marcar exposições, grupos musicais e teatrais na IES. 7.5 AUTONOMIA DA IES EM RELAÇÃO À MANTENEDORA A Mantenedora é a entidade responsável pela IES, perante autoridades públicas e público em geral, delegando ao Instituto Florence de Ensino Superior a tomada de medidas necessárias ao seu bom funcionamento, respeitado os limites da Lei e do Regimento Interno, a liberdade acadêmica dos grupos docente e discente, bem como a autoridade própria de seus órgãos deliberativos e executivos, bem como sua autonomia didático-científica. Compete à Entidade Mantenedora promover adequadas condições de funcionamento da IES, colocando-lhe à disposição os bens imóveis e móveis necessários e assegurando-lhe os recursos humanos e financeiros suficientes ao custeio de suas funções e atividades. 7.6 RELAÇÕES E PARCERIAS COM A COMUNIDADE, INSTITUIÇÕES E EMPRESAS As parcerias estabelecidas entre o Instituto Florence de Ensino Superior e as instituições concedentes de estágio, para situação de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório, têm sido uma das ações empreendidas pela IES, por acreditar que a qualidade de uma Instituição de Ensino Superior está diretamente ligada à capacidade de compreender e atender às necessidades do entorno, como forma de materializar sua missão e objetivos. A formação, como estabelecida na missão do Instituto Florence de Ensino Superior, precisa, para apresentar resultados adequados, contar com espaços que partem da prática cotidiana e promovem a reflexão à luz das teorias consolidadas. 59 Assim estabelece-se a relação entre a teoria e a prática, constatando que existe uma teoria que suporta a prática e que ambas estão imbricadas no processo ensino/ aprendizagem. Com tal política implementada, diversos convênios foram estabelecidos, principalmente em relação àquelas instituições que oferecem efetivos suportes a realizações de atividades de âmbito teórico-prático, bem como estágios curriculares supervisionados. Essa política tende a se expandir, conforme a necessidade detectada no planejamento acadêmico, em função da autorização de novos cursos e de acordo com as demandas da sociedade. 8.0AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 8.1 METODOLOGIA, DIMENSÕES E INSTRUMENTOS UTILIZADOS NO PROCESSO DE AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2008-2012) A Comissão Própria de Avaliação - CPA, no desempenho de suas atribuições, é responsável pela “condução dos processos de avaliação internos da instituição, de sistematização e de prestação das informações solicitadas pelo INEP”. A CPA do Instituto Florence de Ensino Superior é designada por Portaria da Diretoria Geral, sendo constituída por dois representantes do corpo docente, dois representantes do corpo discente, regularmente matriculados, dois representantes do corpo técnico-administrativo e dois representantes da sociedade civil organizada, sem vínculo empregatício com a IES. O mandato dos membros da CPA é de um ano, permitida duas reconduções. Não é permitida a renovação de mais de dois terços dos membros num intervalo inferior a um ano. As definições quanto ao modo de organização, quantidade de membros e dinâmica de funcionamento da CPA fica a critério dos Órgãos Colegiados Superiores da IES. A CPA do Instituto Florence de Ensino Superior reuni-se uma vez por mês, produzindo do resultado da reunião uma ATA, que a cada encontro é lida para que seja aprovada e assinada por todos os membros da sua composição. A organização do processo CPA de auto-avaliação, prevê a ocorrência de três diferentes etapas: preparação, desenvolvimento e consolidação da avaliação. Daí decorre o papel crucial na elaboração e desenvolvimento de uma proposta de auto-avaliação, em consonância com a comunidade acadêmica e os Conselhos Superiores da instituição. A CPA, da IES, realizou, desde 2008, avaliações institucionais, seguindo todos os tramites legais e pertinentes a essa ação. O percurso metodológico iniciou-se com a sensibilização da Comunidade Acadêmica, realizada pelos representantes docentes e discentes da CPA, em parceria com a Direção Acadêmica e Coordenações dos Cursos de 60 Graduação da IES. Essa sensibilização objetivou-se por meio de seminários, divulgação da Avaliação Institucional em sala de aula, cartazes em murais do Instituto e página do site institucional. O sistema de coleta de dados ocorreu, inicialmente, de forma manual, pelo método de amostragem aleatória, através de questionários impressos, com questões fechadas, elaboradas pelos membros da CPA. Posteriormente, em 2012, os formulários, para cada segmento, foram disponibilizados em ambientes virtuais da IES, site e SAGU – sistema 61 acadêmico, oferecendo à CPA dados tabulados. Outrora, os questionários foram disponibilizados aos segmentos de Docente e Técnicoadministrativo, estipulando-se prazos para entrega dos mesmos. Para o segmento discente, foi determinado o dia da Auto-Avaliação, em que todos os alunos receberam, avaliaram e de pronto entregaram aos representantes da Comissão seus questionários respondidos. A partir de 2012/01, o Instituto Florence de Ensino Superior tem feito a chamada a toda comunidade acadêmica, até mesmo utilizando redes sociais, definindo, em ambiente virtual, a data de início e término da Avaliação Institucional. A elaboração dos formulários de avaliação sempre aconteceu em reuniões da CPA, tomando-se como base o PDI da instituição, os Projetos Político Pedagógicos dos Cursos e o documento da CONAES, contendo as orientações sobre a avaliação institucional. Os questionários, além de perguntas “fechadas”, apresentaram espaços para sugestões ou críticas. Os instrumentos de avaliação são, sempre que necessário, reelaborados para atender às dimensões dos SINAES. Os resultados da Avaliação Institucional são tabulados em planilha eletrônica e representados pela moda e sua freqüência relativa, originando relatórios de diversos grupos/ segmentos DISCENTES DA GRADUÇÃO, DISCENTES DA PÓS-GRADUAÇÃO, EGRESSOS, DOCENTES E TÉCNICOS-ADMINISTRATIVOS, apresentando fragilidades, potencialidades e recomendações. Do resultado da avaliação institucional da IES, gera-se, anualmente, relatório, que é apresentado ao MEC e à comunidade acadêmica. As recomendações são direcionadas à gestão institucional, a fim de que as providências sejam tomadas, deliberando sobre um planejamento com prazo de execução. Nesse processo de sensibilização, aplicação da avaliação institucional, tabulação de dados, elaboração de relatórios e divulgação dos resultados para a comunidade acadêmica (seminário aberto à comunidade a partir de 2012, antes a divulgação acontecia em turma), as dimensões do SINAES foram respeitadas: Dimensão 01 - A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional; Dimensão 02 – Políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão; Dimensão 03 – Responsabilidade social da instituição; Dimensão 04 – Comunicação com a sociedade; Dimensão 05 - As políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo técnicoadministrativo; Dimensão 06 - Organização e gestão da instituição; Dimensão 07 - Infra-estrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação; Dimensão 08 - Planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e eficácia de auto-avaliação institucional; Dimensão 09 - Políticas de atendimento ao estudante; Dimensão 10 - Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior. 8.2 A ATUAÇÃO DA CPA E A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE ACADÊMICA, TÉCNICA E ADMINISTRATIVA A Comissão Própria de Avaliação, tendo como princípio que a avaliação é um instrumento eficiente para o replanejamento de ações, tendo caráter formativo e que visa o aperfeiçoamento dos agentes da comunidade acadêmica e da instituição como um todo, tem como metas para o período de 2011-2015: Reavaliar a cada dois anos os projetos pedagógicos dos cursos e em caráter excepcional quando o Colegiado do Curso julgar pertinente; Consolidar o processo de avaliação institucional através da CPA; Contribuir para que a IES mantenha-se acima dos níveis mínimos e em patamares mais elevados que as congêneres estabelecidas no mesmo município; Consolidar os serviços de ouvidoria para atender às demandas da comunidade acadêmica. Compete, dentre outras atividades, à Comissão Própria de Avaliação – CPA: Constituir subcomissões de avaliação; Elaborar e analisar pareceres, encaminhando às instâncias competentes; Desenvolver estudos e análises, visando o fornecimento de subsídios para a fixação, aperfeiçoamento e modificação da política de avaliação institucional; 62 Propor projetos, programas e ações que proporcionem a melhoria do processo avaliativo institucional. A CPA tem, também, como função: Fazer cumprir a Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional; A política para o ensino, a pesquisa e a extensão; A responsabilidade social da Instituição; 63 A infra-estrutura física, em especial, a do ensino, pesquisa e biblioteca; As políticas de pessoal, carreira, aperfeiçoamento e condições de trabalho; A comunicação com a sociedade; A organização e gestão da Instituição; O planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional; As políticas de atendimento aos estudantes; Sustentabilidade financeira. Propor alterações no próprio Regimento Interno, deliberar sobre questões a ela pertinentes, formalizar a destituição e/ou a substituição de seus membros; Desempenhar outras atividades que lhe forem atribuídas na área da sua competência. A CPA tem pleno acesso a todas as informações institucionais. Pode requerer informações sistematizadas de todas as unidades administrativas da instituição. A IES fornece, factualmente, à CPA condições materiais, de infra-estrutura e recursos humanos necessários para a condução de suas atividades. O processo de auto-avaliação é transparente, em todas as suas etapas, favorecendo a discussão acadêmica, em todos os níveis de sua composição. O processo obedece aos princípios éticos: respeito, dignidade, lealdade e justiça, estando comunidade acadêmica, técnica e administrativa engajadas nesse processo de avaliação e melhoria. A máxima é traduzir ao ensino o compromisso assumido pela IES, quanto à promoção de uma educação/ formação de qualidade e excelência. 8.3 UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES A Avaliação Institucional realizada pela CPA em 2011/ 2012 proporcionou as seguintes recomendações: Potencialidades (recomendações) O Instituto Florence de Ensino Superior deverá permanecer sensível a divulgação das suas políticas para a comunidade acadêmica; O Florence deverá está atento às dimensões instituídas pelo SINAES, assegurando aos discentes a consolidação da sua responsabilidade social; O tripé ensino-pesquisa-extensão, deverá ter contínua atenção, a fim de que os nossos egressos possam ter aceitação no mercado de trabalho e possam ter acesso à formação problematizadora e contextual, entendendo o retorno social da formação em nível superior; A Coordenação de Apoio Pedagógico a Docentes e Discentes deverá continuar em suas ações pedagógicas; O periódico institucional, Florence em Revista, deverá continuar a disseminar informações para a comunidade; Eventos científicos deverão continuar a ser uma das muitas marcas do Florence, proporcionando reflexões pertinentes sobre objetos que compõem a própria formação do discente Florence; As condições estruturais e logísticas da biblioteca, laboratórios e acervos de livros deverão continuar adequadas. Fragilidades (recomendações) O PQV – Projeto Qualidade de Vida deverá ser mais divulgado na instituição, bem como materializado; 64 Estratégias deverão ser objetivadas, a fim de que o PDI seja mais conhecido pelos discentes; Implantação do comitê de ética; Sensibilizar o corpo docente, a fim de que possa compreender a importância da avaliação institucional; Disseminação da sua política, a fim de que os docentes possam ter entendimento quanto aos programas de qualificação profissional, aos planos de cargos e carreiras e às atribuições do colegiado; O setor financeiro deverá ser mais solicito ao atendimento docente; O Corpo Técnico-administrativo deverá ter acesso às políticas da IES quanto aos programas de pesquisa e extensão, tal demanda poderá ser solucionada com o desenvolvimento do PIC; Será necessário reduzir a burocratização dos setores da IES quanto ao despacho de documentações; Faz-se necessário que a aplicação do teste vocacional pela CAP – Coordenação de Apoio Pedagógico a Docentes e Discentes – seja uma prática regular, e não uma busca subjetiva do aluno e que as coordenações e docentes abordem em reuniões e em sala de aula sobre o currículo do curso, referencial teórico que o fundamenta etc, objetivando que os discentes tenham maior percepção quanto à co-relação currículo – demanda profissional; Universalização da metodologia de estudo de caso e de produção de artigo, bem como o planejamento de visitas técnicas, visando maior percepção sobre a relação currículo e demanda profissional; Implementar campanha sobre avaliação/ CPA, objetivando traduzir o significado dessa ação reflexiva; A frequência e pontualidade docente deverão ser mais controladas. 9.0 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA E INSTALAÇÕES ACADÊMICAS 9.1 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA INFRA-ESTRUTURA FÍSICA QUANTIDADE ÁREA (M²) ÁREA DE LAZER AUDITÓRIO BANHEIROS FEMININOS BANHEIROS MASCULINOS BIBLIOTECA INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS SALAS DE AULA SALA DE COORDENAÇÃO SALA DE DOCENTE SALA DE NDE/ CONSEP/ CONSUP SALA DO NUPES/ SALA DA COORD. DE MONOGRAFIA SALA DA CPA/ SALA DA CAP SALA DA OUVIDORIA SALA DO NPD SALA DE DIREÇÃO LANCHONETE REPROGRAFIA VESTIÁRIO FEMININO (5 CABINES) VESTIÁRIO MASCULINO (4 CABINES) DEPÓSITOS ALMOXARIFADO 1 1 7 7 1 10 43 4 1 4 1 1 1 1 4 1 1 1 1 4 1 111.50 140 8.5 (cada) 8.5 (cada) 165.72 18.22 (cada) 54 (cada) 10 (cada) 30 10.20 (cada) 10.20 10.20 10.20 35.29 10.00 (cada) 41.76 41.70 22.50 22.50 11.19 (cada) 8.81 ELEVADOR LAVATÓRIOS PARA O PESSOAL DE APOIO E SERVIÇOS GERAIS TELEFONES PÚBLICOS 1 1 3.79 5.0 1 79.73 9.2 INFRA-ESTRUTURA ACADÊMICA 9.2.1 Laboratório de Informática ESPECIFICAÇÃO LABORATÓRIO PRINCIPAL (INTERNET 1GB BANDA LARGA) LABORATÓRIO 2(1º ANDAR) (INTERNET 1GB BANDA LARGA) LABORATÓRIO 3 BIBLIOTECA (INTERNET 1GB BANDA LARGA) TERMINAL BIBLIOTECA CONSULTA BIBLIOTECA ATENDIMENTO AO ALUNO EQUIPAMENTOS COMPUTADORES LICENÇAS WIN VISTA HOME LICENÇAS WIN SEVEN HOME OFFICE 2007 HOME STUDENT OFFICE 2010 HOME STUDENT COMPUTADORES LICENÇAS WIN SEVEN HOME OFFICE 2007 HOME STUDENT COMPUTADORES O. S. LINUX - UBUNTU LICENÇAS WIN SEVEN HOME BR OFFICE OFFICE 2010 HOME STUDENT COMPUTADORES O.S. LINUX - UBUNTU COMPUTADORES LICENÇA WINXP OFFICE 2007 HOME STUDENT BR OFFICE 2 O.S. LINUX - UBUNTU PONTOS DE REDE WIFI DATASHOW (comp/tc/ms/som/DVDRW) QUANTIDADE 36 27 6 27 6 15 15 15 10 6 4 6 4 3 3 3 1 1 2 4 20 65 3 1 2 2 2 1 1 1 1 1 1 44 6 11 TELEVISÕES 29" TELEVISÕES 42" CAIXA DE SOM AMPLIFICADA MICROFONE APARELHO DE DVD SERVIDOR SISTEMA ACADÊMICO SERVIDOR DE E-MAIL SERVIDOR DE ARQUIVO/DHCP CFTV LINK FAULT 4MB LINK FAULT 1MB (administrativo) COMPUTADORES ADMINISTRATIVO IMPRESSORAS COLOR IMPRESSORA LASER PARQUE TOTAL DE COMPUTADORES EM REDE 111 9.2.2 Laboratórios Multidiciplinares LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR I – (Microscopia, Patologia, Citologia, Histologia, Botânica, Genética e Embriologia) Área física: 46,06 m2 Capacidade de atendimento: 20 alunos 03 Bancadas centrais de 2,6 m; 01 Bancada Lateral com 6,45m; 06 armários. Disposição do Laboratório: Laboratório principal com três bancadas para a realização das aulas práticas; Um quadro para explanação da aula ; Bancada lateral com uma pia para lavagem de mãos e uma pia para lavagem dos materiais; Conexão de rede. Equipamentos Cód. Especificações 1. Microscópio Biológico Binocular 2. Banho Maria 3. Célula em vitro 4. 5. 6. Lâminas Cód. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. Estrutura da Célula Humana Embriologia I E II Divisão Celular I E II Modelo Q708S-4 1003 40.000 vezes o tamanho natural. Marca 3b, procedência alemã, ref. Vl-650. Painel 84x118 mm Painel 84x118 mm Painel 84x118 mm Especificações Lâmina (Epitélio escamoso, humano, células isoladas) Lâmina (Tecido conjuntivo areolar, humano) Lâmina ( Cartilagem hialina, humano) Lâmina (Osso compacto, humano) Lâmina (Músculo estriado, humano) Lâmina (Músculo cardiaco, humano) Lâmina ( Artéria, humano) Lâmina ( Veia, humano) Qtde. 10 1 1 1 1 1 Qtde. 1 1 1 1 1 1 1 1 66 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35. 36. 37. 38. 39. 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49. 50. 51. 52. 53. 54. 55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63. Lâmina ( Pulmão humano) Lâmina ( Esfregaço de sangue, humano) Lâmina ( Baço, humano) Lâmina (Glândula tireóide, humano) Lâmina ( Timo de criança) Lâmina (Lingua, humano) Lâmina ( Dente, humano) Lâmina (Glândula parótida, humana) Lâmina ( Esôfago, humano) Lâmina (Estômago, humano, região fúngica) Lâmina (Duodeno, humano) Lâmina (Colo, humano) Lâmina (Pâncreas, humano) Lâmina (Fígado, humano) Lâmina (Apendice vermiforme) Lâmina ( Rim, humano) Lâmina (Glândula adrenal) Lâmina (Ovário, humano) Lâmina (Útero, humano) Lâmina (Placenta, humano) Lâmina ( Testículo, humano) Lâmina (Epidídimo, humano) Lâmina ( Cérebro, humano) Lâmina ( Cerebelo, humano) Lâmina (Mêdula espinhal, humano) Lâmina ( Gânglio simpático, humano) Lâmina (Pele da palma, humano) Lâmina ( Escalpo, humano) folículos pilosos Lâmina ( Escalpo, humano) folículos pilosos Lâmina ( Retina, humana) Lâmina ( Ponta de dedo de um feto humano com desenvolvimento de unha) Lâmina (Glândula mamária, humano) Lâmina (Artéria) Lâmina ( cérebro) Lâmina (Corpúsculo gustativo) Lâmina (Corpúsculo paccini) Lâmina ( Epididimo – aoyama) Lâmina ( Esfregaço de sangue galinha) Lâmina ( Esfregaço de sangue humano) Lâmina (Fígado- glicogênio) Lâmina ( Fígado – Kupfer) Lâmina (Fígado – nucléolo) Lâmina (Fígado- reticulina) Lâmina (Medula – Prata) Lâmina ( Mesentério az de toluidina) Lâmina (Mesentério Masson) Lâmina ( Mitose – raiz de cebola) Lâmina ( Tecido adiposo) Lâmina ( Testículo – fleugen) Vidrarias e Materiais Diversos Cód. Especificações 64. Bureta de 25 ml 65. Lâminas 66. Lamínulas 67. Lava olhos de bancada 68. Pipeta 69. Pipeta 70. Pipeta 71. Pisseta ou franco lavador 72. Tubo de ensaio Medidas 25ml 10ml 25ml 5ml 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 Qtde. 3 2 cx 2 cx 1 6 6 6 6 33 67 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR II – (Anatomia, Biofísica, Fisiologia) Área física: 63,50 m2 Capacidade de atendimento: 20 alunos; 02 bancadas de com 7,42 m; 01 bancada de 2,5 m; 04 armários com 2,6 m; 01 armario de 2,1 m; Disposição do Laboratório: Laboratório principal para a realização das aulas práticas; Um quadro para explanação da aula; Bancada lateral com uma pia para lavagem de mãos e lavagem dos materiais. Conexão de rede. Uma tela de projeção. Equipamentos Cód. Especificações 1. Anatomytreiner 2. Aparelho para medir pressão Arterial 3. Braço 4. Braço 5. 6. Braço Cabeça 7. 8. 9. Cerebro Cérebro Cérebro com artérias 9 partes. Cérebro neuro anatômico, 8 partes Cérebro, em 8 partes Circulação Sanguínea Coluna vertebral Coluna vertebral Coluna vertebral Coluna vertebral Coração Coração Coração Coração Coração Coração com diafragma 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. Coração funcional e sistema circulatório Crânio Crânio com encaixe versão anatômica Crânio com encéfalo, 8 partes Esqueleto clássico Esqueleto da perna Esqueleto desarticulado Esqueleto do braço Esqueleto Humano Esqueleto Humano Estetoscópio Estômago, 2 partes Modelo S001 Qtde. 1 10 Luxo para injeções iv. Marca 3b, procedência alemã, ref. P50. Para punção arterial. Marca 3b, procedência alemã, ref. W44022. Com músculo M-10 Com pescoço em 4 partes. Marca 3b, procedência alemã, ref. C-07. C-15 C18 Marca 3b, procedência alemã, ref. C-20. 1 Marca 3b, procedência alemã, ref. C-22. 1 Marca 3b, procedência alemã, ref. C-17. Painel 84x118 mm A18/21 A58/1 A58/2 A58/8 G10 G04 G05 Painel 84x118 mm G-08-1 3 vezes tamanho natural, 10 partes. Marca 3b, procedência alemã, ref. Vd-251. Marca 3b, procedência alemã, ref. W-16001. 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 A23 22 partes.marca 3b, procedência alemã, ref. A-290. 1 1 Marca 3b, procedência alemã, ref. A-20/9 2 Marca 3b, procedência alemã, ref. A-10. A-35/L A-05/2 A-45 L frontal V2001 dorsal V2002 2 2 1 2 1 1 10 4 Marca 3b, procedência alemã, ref. K-15. 1 2 1 2 1 1 1 68 35. 36. 37. 38. 39. 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49. 50. 51. 52. 53. 54. 55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63. 64. 65. 66. 67. 68. 69. 70. 71. 72. 73. 74. 75. 76. 77. 78. 79. 80. 81. 82. 83. 84. 85. 86. 87. Estrutura do Osso Estrutura óssea Estrutura óssea do crânio, 6 peças Fígado Fígado com vesícula biliar, pâncreas e duodeno Figura muscular com sexo dual, 45 partes Glândulas Endócrinas Kit com 42 vértebras Kit com 5 vértebras Kit com 5 vértebras Laringe Laringe, 2 partes Meio esqueleto desarticulado, 52 peças Mini torso em 12 partes Muscletrainer Musculatura humana dorsal Musculatura humana frontal Nariz e órgão olfativo Neurotraine Olho Olho Olho cinco vezes o tamanho natural, 11 partes Olho funcional Olho, 6 vezes o tamanho natural, 6 partes. Órgãos da Fala Órgãos Internos Orgâos Pelvicos Feminino Órgãos pélvicos masculino Orgâos respiratórios Órgãos Respiratórios Ouvido Ouvido Ouvido Ouvido Pele modelo em bloco Pélvico Feminino Pélvis feminina Pélvis feminina, duas partes Pélvis masculina Pélvis masculina, 2 partes. Pulmão Pulmão, 7 partes Rim Rim Rins Rins, néfrons, vasos sanguineos e corpúsculo renal Sangue Composição Seção lateral da cabeça com 4 partes Série mini juntas Sistema Digestivo Sistema digestivo Sistema digestivo 3 vezes, 3 partes Sistema Linfático Painel 84x118 mm Marca 3b, procedência alemã, ref. A-79. Marca 3b, procedência alemã, ref. A-281 1 1 1 K-25 Marca 3b, procedência alemã, ref. Ve-315. 3 1 Marca 3b, procedência alemã, ref. B-50. 1 V2046 Painel 84x118 mm Marca 3b, procedência alemã, ref. A-793 Cervicais A-790 Lombares A-792 G-20 Marca 3b, procedência alemã, ref. G-22. Marca 3b, procedência alemã, ref. A-04. 1 1 1 1 1 5 2 Marca 3b, procedência alemã, ref. B-22. S002 Painel 2005 Painel 2003 Marca 3b, procedência alemã, ref. W-42506. S003 Painel 84x118 mm F15 Marca 3b, procedência alemã, ref. Vj-500a. 1 1 1 1 1 1 1 2 1 Marca 3b, procedência alemã, ref. W-16002. Marca 3b, procedência alemã, ref. T-12006. 1 3 Painel 84x118 mm Painel 84x118 mm V2020 Painel 84x118 mm Painel 2036 84-118 Painel 84x118 mm 3 vezes tamanho natural, 4 partes. Marca 3b, procedência alemã, ref. E-10. E-12 Painel 84x118 mm E10 Marca 3b, procedência alemã, ref. J-13. cód. V2021 H10 Marca 3b, procedência alemã, ref. J-13. H-12 Marca 3b, procedência alemã, ref. H-11. VC-243 Marca 3b, procedência alemã, ref. G-15. K10 K 12 Painel 84x118 mm Marca 3b, procedência alemã, ref. K-11. 1 1 1 1 1 1 2 2 1 2 1 1 2 1 1 4 1 2 1 03 1 1 Painel 84x118 mm Marca 3b, procedência alemã, ref. C-12. 1 1 Marca 3b, procedência alemã, ref. A-84/1; a-85/1; 86/1; 87/1 Painel 84x118 mm K-20 Marca 3b, procedência alemã, ref. K-21. 1 1 2 1 Painel 84x118 mm 1 69 88. 89. 90. 91. 92. 93. 94. 95. 96. 97. 98. 99. 100. 101. 102. 103. 104. 105. 106. 107. Sistema Muscular Sistema Muscular Sistema Nervoso Sistema Nervoso Sistema nervoso ½ do tamanho natural Sistema Nervoso Central Sistema Nervoso Frontal Sistema Nervoso Posterior Sistema Nervoso Vegetativo Sistema urinário Sistema Vascular Tecido Muscular Torso Torso clássico aberto, 18 partes Torso muscular em tamanho natural, 27 partes Articulação Joelho Articulação Escapula Articulação Mão direita Articulação pé direito Articulação Ombro Frontal 2003 Dorsal 2005 Frontal V2037 Dorsal V2038 . Marca 3b, procedência alemã, ref. C-30. 1 1 1 1 1 Painel 84x118 mm Painel 2037 Painel Painel 84x118 mm Com sexo dual V2004 Painel Painel 84x118 mm Marca 3b, procedência alemã, ref. B-19. 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Marca 3b, procedência alemã, ref. Va-16. 1 Marca 3b, procedência alemã Marca 3b, procedência alemã Marca 3b, procedência alemã Marca 3b Marca 3b, procedência alemã Marca 3b Marca 3b, procedência alemã Marca 3b 01 01 01 01 01 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR III – (Microbiologia, Parasitologia e Imunologia) Área física: 50.37 m2 Capacidade de atendimento: 20 alunos; 03 bancadas centrais de 2,5m; 01 bancada de 5,48 m; 01 bancada com 5,47 m; 01 bancada com 1,94m; 01 bancada da Microbiologia de 2,5m; 14 armários de Mdf. Disposição do Laboratório: Laboratório com três bancadas para a realização das aulas práticas; Um quadro para explanação da aula; Bancadas laterais com uma pia para lavagem de mãos e equipamentos. Conexão de rede Cabine de Microbiologia com uma bancada de mármore e uma cabina de fluxo laminar. Cabine de Parasitologia com um armário, bancada e uma pia para auxilio no preparo de lâminas. Um chuveiro lava olhos. Equipamentos Cód. 1. Alça de platina 2. Autoclave de 40 litros 3. Balança elétrica 4. Banho Maria 5. Lamparina 6. Centrífuga até 3000 rpm 7. Cronômetros 8. Estufa bacteriológica Especificações Qtde. 10 1 1 1 2 1 2 2 70 9. 10. 11. 12. 13. Cabina de Fluxo Laminar Geladeira Microscópios binoculares Bactéria- Painel 84x118 mm Chuveiro lava olhos Vidrarias e Materiais Diversos Cód. Especificações 14. Balão Volumétrico 15. Balão Volumétrico 16. Bastão de Vidro 17. Becker 18. Becker 19. Becker 20. Becker 21. Becker 22. Cronometro 23. Cronometro 24. Erlenmeyer 25. Erlenmeyer 26. Erlenmeyer 27. Espátula de madeira 28. Espátulas de aço inox 29. Fitas de Ph 30. Funil de haste longa 31. Gaze 32. Laminas 33. Lamínulas 34. Lava olhos de bancada 35. Lupas 36. Papel de filtro 37. Pinças 38. Pipeta Pasteur de Vidro 39. Pipetas volumétricas 40. Pipetas 41. Pipetas 42. Pipetas 43. Pisseta ou frasco lavador 44. Placa de Petri 45. Provetas 46. Provetas 47. Provetas 48. Provetas 49. Solução fisiol. De cloreto de sódio 0,9% 50. Termometro 51. Tubos de ensaio 52. Tubos para cultura grande 53. Tubos para cultura pequenos 54. Vidro de relógio 55. Solução de Lugol Forte 1 1 3 1 1 Medida 1000ml de 500ml 1000ml 100ml 250ml 600ml 50ml Timer 60’ 1000ml 250ml 500ml 100ml 10ml 25ml 5 ml 100ml 25ml 500ml 50ml LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR IV – (Bioquímica e Química) Área física: 60 m2 Capacidade de atendimento: 20 alunos; 01 bancada central de 7,65m; 01 bancada lateral de 12,42m; 15 armários. Disposição do Laboratório: Qtde. 5 5 5 5 5 5 5 5 2 1 5 7 5 100 10 2cx 10 1 pc 3Cx 3Cx 1 5 200 2 350 5 6 6 6 6 25 2 2 2 2 2fr 5 33 25 25 5 2L 71 Laboratório com uma bancada central e uma lateral para a realização das aulas práticas; Duas capelas de exaustão de gases; Um chuveiro lava olhos; Um quadro para explanação da aula ; Bancadas laterais com uma pia para lavagem de mãos e equipamentos; Conexão de rede. Equipamentos Cód. 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22 Especificações Aparelho para eletroforese Balança analítica eletrônica Balança elétrica de precisão Banho-Maria Bomba à vácuo Capela de exaustão de gases Cronômetros Espectofotometro Estufa de esterilização Fotocolorímetro Geladeira Lupas Magneto (para homogeneização de soluções) Osmômetro Peagâmetro de Vidro (de mesa) Peagâmetro de Vidro (portátil) Placa de agitação e aquecimento Suporte para Bureta Termômetro graduado até 200C Qtde. 1 1 1 1 2 2 1 1 1 1 5 5 1 1 5 1 2 5 Eletrocardiograma Marca Intramed Miniscope II Microcentrifuga Contador de Leucocitos Marca CELM CC550 Reagentes Vidrarias e Materiais Diversos Cód. Especificações 20. Álcool Etílico 21. Balão Volumétrico 22. Balão Volumétrico 23. Bastão de Vidro 24. Becher 25. Becher 26. Becher 27. Becher 28. Becher 29. Buretas 30. Cloreto de cálcio 31. Cloreto de magnésio 32. Cloreto de sódio 33. Cloreto de sódio 34. Cronometro 35. Erlenmayer 36. Erlenmayer 37. Erlenmayer 38. Espátula 39. Espátula 40. Fita de Ph 41. Funil 42. Funil 43. Glicose anidra 44. Hidróxido de sódio 01 01 01 Medida 1000g 1000 ml 500ml 1000ml 100ml 250ml 600ml 50ml 25ml 1000 g 500 g 1000 g 1000g 1000ml 250ml 500ml aço inox aste longa 1000g 1000 g Qtde. 03 5 5 10 5 5 5 5 5 3 2 2 3 1 2 5 8 5 10 10 2 cx 10 10 2 3 72 45. 46. 47. 48. 49. 50. 51. 52. 53. 54. 55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63. 64. 65. 66. 67. 68. 69. 70. Kitassato Kitassato Lâminas Lamínulas Lava olhos de bancada Papel de filtro Pêra de borracha Pipeta Pasteur de Vidro Pipeta volumétrica Pipetas Pipetas Pipetas Pisseta ou frasco lavador Pisseta ou frasco lavador Porta funil Provetas Provetas Provetas Provetas Provetas Solução fisiológica Solução fisiológica de cloreto de sódio 0,9% Solução Tampão Solução Tampão Tubos de ensaio Vidro de relógio 250 ml 250 ml 4 4 3 Cx 3 Cx 1 200 5 1 Cx 15 6 6 6 6 6 5 10 8 8 8 8 2L 3L 5 5 33 5 100 ml 10ml 25ml 5ml 1000ml 100ml 25ml 500ml 50ml Ph4 Ph7 SALA DE APOIO LABORATORIAL Área física: 14,73 m2 02 bancada laterais de 3,1m; 01 bancada de 3,88m; 07 armários; 12 armários para alunos. Disposição da sala Sala com três bancadas; Armários para guardar vidrarias e materiais diversos; Escaninho para alunos; Bancadas laterais com uma pia para lavagem de mãos e equipamentos; Conexão de rede. Equipamentos Cód. Especificações 1. Deionizador 2. Lavador automático de Pipetas 3. Destilador 4. Estufa de esterelização Modelo ORG 300/ORG 300-C ORG 100 Modelo DL-DA 2 a 5 L Qtde. 1 1 1 1 9.2.3 Laboratórios Específicos ESPECIFICAÇÃO DISPOSIÇÃO EQUIPAMENTOS Leito completo automatíco motorizada Mesa para curativo Colchão Hamper MODELO Cama Fowler QUANTIDADE 01 01 01 01 73 LABORATÓRIO EM CLÍNICA MÉDICA – (FUNDAMENTOS PARA O CUIDAR E SEMIOLOGIA) Laboratório principal com área física de 35,50 m2, bancada lateral de 2,45m para realização de aulas práticas, tendo capacidade para atender 20 alunos; Um quadro para explanação de aula; Bancada lateral com duas pias para lavagem de mãos; Conexão de rede de oxigênio, ar comprimido e vácuo. ESPECIFICAÇÃO LABORATÓRIO DE CUIDADOS EM ENFERMAGEM – (Cuidar em Clínica Cirúrgica) DISPOSIÇÃO Laboratório principal com área física de 31,50 m², bancada de 2,45 m² para realização de aulas práticas, com capacidade para atender 20 alunos; Um quadro para explanação da aula; Bancada lateral com duas pia para lavagem de mãos; Conexão de rede de oxigênio, ar comprimido e vácuo. ESPECIFICAÇÃO LABORATÓRIO DE CUIDADOS EM ENFERMAGEM – (CUIDADO EM CENTRO CIRÚRGICO – CME) DISPOSIÇÃO Laboratório com bancadas para a realização de aulas práticas, tendo área física de 150,55 m². Capacidade para atender 20 alunos; Duas bancadas laterais de 4,32 m, com lavatório para degermação de mãos, tendo 01 bancada0,70 Biombo 03 faces Suporte para soro Maca Boneco para procedimentos Simule Care COD:52A bissexual com órgãos internos Mesa para Consultório Simulador de Ausculta e ruídos W49400 cardíacos e respiratórios Simulador de nadega para W44004 injeção intramuscular Braço para treinamento punção W44022 arterial Simulador Avançado de acidentes W44521 e ferimentos MATERIAIS DIVERSOS ESPECIFICAÇÕES MEDIDAS Almatolia de Álcool a 70% 500ml Almatolia de Degermante 500 ml Mesa Auxiliar Comadre 1000 ml BaciaInox Depositos para algodão Aspirador Portatil EQUIPAMENTOS Leito Completo Carro de Parada com monitor cardiaco e oximetria Carro de Emegência FABEMED Eletrocardigrafo ECG-12s Colchão Hamper Biombo Suporte de Soro Maca Mesa de consultório Boneco para procedimentos bissexual com órgãos internos Simulador Avançado de cuidados com paciente adulto e gerenciamento de via áreas Braço para Injeções e punção arterial ESPECIFICAÇÕES Almatolia de Álcool a 70% Almatolia de Degermante Mesa Auxiliar Comadre BaciaInox Depositos para algodão Aspirador Portatil Inalador portátil EQUIPAMENTOS Autoclave de 21 VitaleCristofoli MODELO Miniscope II FA 202 ECG-12S Marca Ecafix 01 01 01 01 01 01 01 01 01 QTDE. 3 02 01 01 01 01 01 QUANTIDADE 02 01 Simule carecod 52 B 01 01 01 01 01 01 01 01 01 Simule care 45CWA 01 W 45093 01 MATERIAIS DIVERSOS MEDIDAS 500ml 500 ml 1000 ml MODELO QTDE. 3 02 01 01 01 01 01 01 QUANTIDADE 01 Foco Cirúrgicocom 03 bulbos 01 Seladora Marca Gold Line 01 Estufa de Secagem Marca BIOPAR Mesa Cirúrgica 01 ESPECIFICAÇÕES Hamper Escadinha Cadeira de aço Inox Armário em de Aço com porta Caixa Pequena Cirurgia 01 MATERIAIS DIVERSOS MEDIDAS QTDE. 01 01 01 01 01 74 ESPECIFICAÇÃO LABORATÓRIO SAÚDE DO TRABALHADOR cm; 01 bancada de recepção de 2,25 m; 01 bancada de recepção em enfermaria com 2,58 m; 01 bancada na sala cirúrgica de 2,20 m Conexão de rede na sala de operação com oxigênio, ar comprimido e vácuo. DISPOSIÇÃO Laboratório com área física de 15,55 m² e bancada central para a realização de aulas práticas, tendo capacidade para atender 15 alunos; Bancadas laterais com uma pia para lavagem de mãos e equipamentos; ESPECIFICAÇÃO Conexão de rede. DISPOSIÇÃO Sala com área física de 33,23 m2, tendo 4 bancadas; LABORATÓRIO DE CUIDADOS EM ENFERMAGEM – (SAÚDE MATERNOINFANTIL) Bancadas laterais; pias para lavagem de mãos e equipamentos; Conexão de rede. ESPECIFICAÇÃO LABORATÓRIO DE CUIDADOS DISPOSIÇÃO Laboratório principal com área física de 31,50 m², bancada de 2,45 m² para realização de Caixa Grande Cirurgia 01 Caixa para cirurgia geral Roupas privativas 01 02 Capote Compressas Suporte de soro Mesa de Mayo Mesa Auxiliar Pequena Mesa Auxiliar Grande 07 02 pcte 01 01 01 01 75 EQUIPAMENTOS Balança Mecanica Adulto Cadeiras de Roda Pneu Macico MR CDS Laternas Clinicas Esfignanometros Estetóscopios Tatame Carcirex Gym Ball nº 75 cm Mercur Tornozeleira Velcro de 2kg Halteres 3kg Fisioball n º 01 EQUIPAMENTOS Balança Mecanica 16 kg Mr.Welmy Mesa para Secretaria com 02 gavetas Simulador de Elisa Baby para acesso Venoso 42 Manequim Bebê para trainamento de Enfermagem Man Baby Anne para RCP Manequim Criança Little Junior para RCP Incubadora Neonatal 1186 220 v Berço Hospitalar Oval Baby Mesa Ginecologica Mesa para Secretaria com 02 gavetas Foco Clinico Parabolico Banco Giratório Esmaltado Escada com 02 degraus Desenvolvimento Embrionário 12 estágios Série Gravidez 8 modelos Simulador de Dilatação Cervical Simulador de Parto Clássico Conjunto de Episiotomia Simulador para auto exame Simulador Ginecológico EQUIPAMENTOS Leito Completo Carro de Parada com monitor cardiaco e oximetria Carro de Emegência FABEMED Eletrocardigrafo ECG-12s Colchão Hamper Biombo Suporte de Soro MODELO QUANTIDADE 02 01 04 05 05 01 01 22 02 04 MODELO Mr. Welmy 16 KG QUANTIDADE 01 Mr. TNT 01 42B Simule Care 01 51B Simule Care 01 LAERDAL LAERDAL 01 01 CLE 1143 FANEM FANEM 007V Mr. TNT Mr. TNT 01 01 01 01 Mr. TNT Mr. TNT 01 01 01 01 VG390 Simule Care L10 W44096 Simule Care W44525 Simule Care W44096 Simule Care S23042Simule Care W45024 Simule Care MODELO Miniscope II FA 202 ECG-12S Marca Ecafix 01 01 01 01 01 01 QUANTIDADE 02 01 01 01 01 01 01 01 AVANÇADOS DE ENFERMAGEM (CUIDAR EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA/ UTI) aulas práticas, com capacidade para atender 20 alunos; Um quadro para explanação da aula; Bancada lateral com duas pia para lavagem de mãos; Conexão de rede de oxigênio, ar comprimido e vácuo. ESPECIFICAÇÃO LABORATÓRIO COSMETOLOGIA (HOMEOPATIA) – DISPOSIÇÃO Laboratório principal com área física de29,50 m2, duas bancadas para realização de aulas práticas e com capacidade para atender 20 alunos; Um quadro para explanação de aula; 02 bancadas laterais, 01 com 4,30m, outra com4 me 01 pia para lavagem de mãos; ESPECIFICAÇÃO LABORATÓRIO CONTROLE QUALIDADE DE DE Maca Mesa de consultório Simulador Avançado de cuidados com paciente adulto e gerenciamento de via áreas Braço para Injeções e punção arterial RESUSCI ANNE SIMULADOR 01 01 Simule care 45CWA 01 W 45093 01 LAEDAL RCP AVANÇADO LAEDAL 01 RESSUSCI ANE FULL SKILLRESPORTE HARD CASE BLOOD PRESSURE LAEDAL TRAINING(SIMULADOR DE PRESSÃO ARTERIAL) TREINAMENTO AVANÇADO EM LAEDAL PUNÇÃO VENOSA NEW BORNE ANNE LAEDAL BABY HIPPY LAEDAL BTLS VICTIM IMJURY TRAINER LAEDAL MATERIAIS DIVERSOS ESPECIFICAÇÕES MEDIDAS Almatolia de Álcool a 70% 500ml Almatolia de Degermante 500 ml Mesa Auxiliar Comadre 1000 ml Bacia Inox Depositos para algodão Aspirador Portatil Inalador portátil EQUIPAMENTOS MODELO Seladora Blister Compact Compact 220 v Tepron M120 Capsulas ciclo A00/01/2/3/04 Dosador para Pellets Sendo 10% Omeprazol e 8,5% Omezaprol Forma Ovoplus para 12 óvulos peq. Forma para Suppplus 12 supositórios Adulto Folhas de alumínio Blister 00/0-1/2-3/4 10 cps triplo Balança Analítica Balança semi-Analitica Agitador Magnético com aquecimento Phmetro de bancada ESPECIFICAÇÕES 01 01 76 02 01 01 01 QTDE. 3 02 01 01 01 01 01 01 QUANTIDADE 01 Tepron 01 Tepron 01 Tepron 01 Tepron 01 Tepron Tepron AY -220 Shimadzu BL-320 Shimadzu 78HW-1 Biosytems 1000 1000 01 02 01 PHS 3BS- Phatek MATERIAIS DIVERSOS MEDIDAS 01 QTDE. Calice de 2000 ml 2000 01 Conexão de rede; Calice de 500 ml 500 05 Cálices de 125 ml 125 20 Becker de 100 ml 100 10 Becker de 50 ml 50 10 Potes de 50 ml para creme 50 50 DISPOSIÇÃO EQUIPAMENTOS MODELO QUANTIDADE Aparelho para determinação de Q-340523 01 Laboratório ponto de Fusão 03 provas principal com área Polarimetro Rotacional Circular WXG-42 POLAX 01 física de 25,95 m2, para (02 realização escalas) de aulas práticas e com capacidade de atendimento para 20 alunos; Refratômetro de bancada tipo 2 WAJ BIOBRIX 01 Um quadro para ABB 0-95% BRIX explanação de Viscosimetro Tipo Cup FORD em 7118 01 aula; Aluminio Espectofometro Uv- Visivel Modelo SSP220 – 01 Bancada lateral Biospectro de inox medindo Aparelho para teste de 300-1 220 v Nova Etica 01 3,96 m; Friabilidade Desintegrador de Comprimidos DES-301 220v Nova 01 Bancada de inox Etica medindo 3,88 m; Dissolutor de comprimidos 299-1 DIS-299-01 220v Nova 01 Etica Pia para lavagens de mãos e vidraria; Conexão de rede; Dessecador a Vacuo Durometro para comprimidos Manual Portatil Balança Analítica Balança Semi Analítica Estufa para esterilização Câmara UV Osmose reversa Phmetro Portátil ESPECIFICAÇÃO LABORATÓRIO FITOFARMACOS – FARMACOGNOSIA DISPOSIÇÃO Laboratório com área física de24,75 m2, bancadas para realização de aulas práticas e com capacidade para atendimento de 20 alunos; Um quadro para explanação de aula; Bancada lateral com 2,65 m; Bancada lateral com 4,05 m; Bancada lateral com 3,45 m; Pia para lavagem de mãos e materiais de 1,5 m; Conexão de rede. ESPECIFICAÇÃO DISPOSIÇÃO Laboratório com ESPECIFICAÇÕES Balão 100 ml Balão 250 ml Becker 50 ml Pipeta de 5 ml Pipetas de 10 ml Pipetas de 20 ml Becker 100 ml Becker de 250 ml Becker de 500 ml Espatulas de aço Bastão de Vidro Proveta de 10 ml Proveta de 50 ml Proveta de 100 ml Vidro de relogio Vidro de relogio Estante de plástico EQUIPAMENTOS Banho Maria Hemoquimica Balança Analíticas Shimadzu J.Prolab DUR- 298- Nova Etica 01 01 Ay-220 Shimadzu BL-320H 01 02 OdontobrasMOd: EL-11 01 01 01 03 ELGA 40 LTS PM PA2Bp MATERIAIS DIVERSOS MEDIDAS 100ml 100 ml 50 ml 5 ml 10 ml 20 ml 100 ml 250 ml 500 ml 10 ml 50 ml 100 ml 70 mm 100 mm MODELO Agitador magneticoFisiotorm ESPECIFICAÇÕES Balão fundo chato de 100 ml Balão fundo chato de 250 ml Balão fundo chato de 500 ml Balão fundo chato de 1000 ml Becker de 50 ml Becker de 100 ml Becker de 250 ml Becker de 500 ml Erlenmayer de 50 ml Erlenmayer de 100 ml Erlenmayer de 250 ml Erlenmayer de 500 ml Funil de Separação 125 ml Funil de Separação 250 ml Funil de Separação 500 ml Funil analítico Funil analítico Funil de Buchner Gral e pistilo 150 Gral e pistilo 180 ml Gral e pistilo 500 ml Proveta de 10 ml Proveta de 25 ml Proveta de 50 ml Suporte Universal Vidro de Relógio Vidro de Relógio Pêra de Borracha Pipetas de 5 ml Pipetas de 10 ml Pipetas de 20 ml EQUIPAMENTOS Centrifuga Centrobio 802b QTDE. 10 05 15 10 10 10 20 15 05 20 20 05 05 05 05 10 QUANTIDADE 01 01 01 MATERIAIS DIVERSOS MEDIDAS 100 ml 250ml 500 ml 1000 ml 50 ml 100 ml 250 ml 500 ml 50 ml 100 ml 250 ml 500 ml 125 ml 250 ML 500 ML 15 ml 50 ml 50 ml 150 ml 180 ml 500 ml 10 ml 25 ml 50 ml 70 mm 100 mm 5 ml 10 ML 20 ml MODELO QTDE. 10 10 05 02 20 10 05 05 15 10 10 10 10 05 05 10 10 05 05 05 01 05 05 05 05 05 10 05 10 10 20 QUANTIDADE 01 77 LABORATÓRIO DE PARASITOLOGIA área física de35,60 m2, bancada central de 4 m para realização de aulas práticas e com capacidade para atender 20 alunos; Bancadas laterais medindo 6,52 m; Conexão de rede. ESPECIFICAÇÃO RADIOLOGIA DISPOSIÇÃO 1 - Laboratório com 68,20 m² e com capacidade para atender 20 alunos 1.1 – Sala de Tomografia com Área física: 13,87 m2; 01 Bancada Lateral com 4,30m e 01 bancada lateral com 4 m. ESPECIFICAÇÃO DISPOSIÇÃO LABORATÓRIO PRÉCLÍNICO DE TÉCNICAS ODONTOLÓGICAS I Laboratório com 100,39 m² e com capacidade para atender 20 alunos. Instalação hidráulica e elétrica, entrada de gás canalizado. Apresenta um Ar Condicionado Microscopios Binocular Bioval L2000A Atlas Parasitológico Becker de 50 ml Becker de 100 ml Becker de 250 ml Becker de 500 ml Becker de 50 ml Becker de 100 ml Funil analítico Funil analítico Funil analítico Cálice de 60 ml Calice de 125 ml Cálice de 250 ml Calice de 2000 ml Pipetas de 5 ml Pipetas de 10 ml Pipetas de 20 ml Bastão de vidro EQUIPAMENTOS Materiais Mobiliários do Laboratório Aparelhos de RX Aparelho de RX Panorâmico 15 50 ml 100 ml 250 ml 500 ml 50 ml 100 ml 15 ml 50 ml 15 ml 60 ml 125 ml 250 ml 2000 ml 5 ml 10 ml 20 ml 200mm 04 10 10 05 05 20 10 10 10 10 05 15 05 01 10 10 10 20 e TOMOGRAFO Biombo reto com visor Biombos de proteção odontológica Aventais de chumbo Protetores de Tireóide Portas aventais Quadro branco Negatoscópio de parede Dosímetros Filmes Radiográficos Chassis com Écran Mesa Cadeira Bancada Bancos Ar condicionado Equipamentos, Materiais e Mobiliários da Câmara Escura Negatoscópios de Mesa Bancadas Mochos Computador Due Core Impressora Laser Ar Condicionado MATERIAIS Luvas Óculos protetores, Gorros Resina Gesso Acrílico Agulhas Anéis Pinças Bandejas Brocas edenta Esculpidores Sondas exploradoras Tesoura reta Tesoura curva Espátulas Frascos para manipular acrílico Funis de plástico MODELO QUANTIDADE 1 1 Planmeca Digital 1 1 2 5 5 2 1 1 12 (depender da demanda) 10 1 1 1 10 1 MODELO MODELO QUANTIDADE 10 2 20 1 1 1 QUANTIDADE (depender da demanda) (depender da demanda) (depender da demanda) (depender da demanda) (depender da demanda) (depender da demanda) 10 10 5 4 3 10 3 1 1 10 3 5 78 Panelas Grau de borracha Jogo de moldeira perfurada contendo 6 moldeiras e 2 parciais Jogos de moldeira com 8 moldeiras Moldes de borracha inferior Moldes de silicone superior Placa de vidro Porta agulha 10 10 1 1 Porta amálgamas 2 Potes dappen Facas para gesso 5 2 EQUIPAMENTOS/ MOBILIÁRIO Módulos odontológicos, contendo cada um deles: uma seringa tríplice, uma alta rotação e uma baixa rotação Manequins de simulação clínica com suporte de fixação Refletores de luz Tela de Projeção Projetor multimídia Polimerizadores Nome do Laboratório: Tipo: Finalidade: Área Total (em m2): 2 5 1 2 MODELO QUANTIDADE 10 10 10 1 1 2 Autoclave Centrífugas Balança para amálgama Balança para gesso Balança comum Aparelho de RX Negatoscópio Fogão de duas bocas Câmaras escuras de bancadas Fotopolimerizadores Plastificadoras Recortadores de gesso Vibradores de gesso Muflos Prensa para muflo Forno para fundição Torno para polimento 1 2 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 3 5 1 1 1 Motores de bancada Maçarico de gás/ar Máquina de solda Televisão DVD Amalgamadores Mochos Bancadas com pia e armário 2 1 1 1 1 2 20 2 Armários Quadro Branco Vitrine de exposição 2 1 1 LABORATÓRIO PRÉ-CLÍNICO DE TÉCNICAS ODONTOLÓGICAS II Laboratório comum da área de Saúde Desenvolver atividades prático-acadêmicas oriundas das disciplinas de Dentística PréClínica; Materiais Dentários; Anatomia e Escultura Dentária; Estomatologia; Periodontia; Odontologia Infantil; Prótese Fixa Pré-Clínica; Endodontia Pré-Clínica. 100,0 79 Principais Recursos: Acesso a Internet: Capacidade: Técnico Responsável com Formação Específica: Auxiliar Técnico: Nome do Laboratório: Tipo: Finalidade: Área Total (em m2): Principais Recursos: Acesso a Internet: Capacidade: Nome do Laboratório: Tipo: Finalidade: Área Total (em m2): Principais Recursos: Materiais: Luvas, Óculos protetores, Gorros, Resina, Gesso, Acrílico, 10 Agulhas, 10 Anéis, 5 Pinças, 4 Bandejas, 5 Brocas edenta, 10 Esculpidores, 3 Sondas exploradoras, 1 tesoura reta, 1 tesoura curva, 10 Espátulas, 3 Frascos para manipular acrílico, 5 Funis de plástico, 2 Panelas, 5 grau de borracha, 1 Jogo de moldeira perfurada contendo 6 moldeiras e 2 parciais, 2 Jogos de moldeira com 8 moldeiras, 10 moldes de borracha inferior, 10 moldes de silicone superior, 1 placa de vidro, 1 porta agulha, 2 porta amálgamas, 5 potes dappen, 2 Facas para gesso. Equipamentos: 10 módulos odontológicos, contendo cada um deles: uma seringa tríplice, uma alta rotação e uma baixa rotação. 10 Manequins de simulação clínica com suporte de fixação; 10 Refletores de luz; 1 Tela de Projeção; 1 projetor multimídia; 2 Polimerizadores; 1 Autoclave; 2 Centrífugas; 1 Balança para amálgama; 1 Balança para gesso; 1 Balança comum; 1 Aparelho de RX; 1 Negatoscópio; 1 Fogão de duas bocas; 2 Câmaras escuras de bancadas; 2 Fotopolimerizadores; 2 Plastificadoras; 2 Recortadores de gesso; 3 Vibradores de gesso; 5 Muflos; 1 Prensa para muflo; 1 Forno para fundição; 1 torno para polimento; 2 motores de bancada; 1 Maçarico de gás/ar; 1 Máquina de solda; 1 Televisão; 1 DVD; 2 Amalgamadores; Instalação hidráulica e elétrica, Entrada de gás canalizado; Ar Condicionado; Mobiliários: 20 Mochos; 2 Bancadas com pia e armário; 2 Armários; 1 Quadro Branco, 1 Vitrine de exposição. Não 20 Alunos Profissional com formação qualificada Profissional com formação qualificada LABORATÓRIO DE APOIO AS ATIVIDADES CLÍNICAS Laboratório comum da área de Saúde Desenvolver atividades prático-acadêmicas oriundas das disciplinas de Clínicas. 60,0 Materiais: Luvas, Óculos protetores, Gorros, Gesso, Resina, 3 Facas para gesso. Equipamentos: 8 Motores de chicote; 8 Micromotores; 8 Alta Rotação; 3 Seringas tríplices; 1 Balança para gesso; 1 Amalgamador; 2 Fotopolimerizadores; 1 Polidor; 2 Cortadores de Gesso; 1 Torno para polimento; 3 Negatoscópios com lupa; 3 Delineadores; 2 Vibradores; 8 conjuntos de ar-água-spray. Mobiliários: 3 Bancadas com iluminação própria e equipadas para motores de chicote; 20 Bancos; 3 Pias com água encanada; Decantadores de gesso e resíduos; 2 Armários; quadro branco; pincéis e apagadores; Instalação hidráulica e elétrica, Ar Condicionado. Não 20 Alunos LABORATÓRIO DE PRÓTESE CLÍNICA Laboratório comum da área de Saúde Desenvolver atividades prático-acadêmicas oriundas das disciplinas de Prótese Clínica*. 80,0 Materiais: Luvas; Óculos protetores; Gorros; Gesso; Resina; Cera; Forradores; Pedra Pomes; Porcelana; Brocas; Válvulas para maçarico; Cilindro de Oxigênio; Ponto de Solda; 9 Espátulas; 3 Facas para gesso. Equipamentos: 3 Balanças para Gesso/Revestimento; 15 Manequins; 1 Balança comum; 3 Bicos de Gás; 1 Centrífuga para fundições; 1 Forno a vácuo para porcelana; 1 Forno para fundição em alta fusão; 1 Jato de areia para limpeza de peças; 1 Maçarico Oxigênio/Acetileno; 1 Maçarico Gás/Ar; 1 Maçarico Gás/Oxigênio; 5 Muflas; 1 Manipulador e Inclusor à Vácuo; 3 Motores de Bancada de chicote para acabamento; 1 Fogão de duas bocas; 1 Prensa hidráulica; 2 Prensas de Bancada; 1 Politriz; 3 Prensas para acrilização termopolimerizada; 3 Fresadoras; 5 Micromotores Elétricos para Prótese; 1 Polimerizador para resina termopolimerizado; 2 Recortadores de Gesso; 3 Seringas de Ar; 1 Plastificadora a vácuo; 2 Tornos para polimento; 1 Trijato para limpeza; 3 Turbinas de Alta Rotação; 1 Ultra-som para limpeza; 2 Vibradores; 5 Paralelômetros; Ar Condicionado. Mobiliários: 2 Armários; 3 Pias com água encanada; Instalação hidráulica e elétrica, Decantadores de Gesso e detritos; Entrada de gás canalizado e ar comprimido; 3 Bancadas com iluminação própria; 20 Bancos. 80 Acesso a Internet: Capacidade: Técnico Responsável com Formação Específica: Técnico Responsável com Formação Específica: Não 20 Alunos Profissional com formação qualificada Profissional com formação qualificada CLÍNICA ESCOLA DO INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO SUPERIOR: CLÍNICA ODONTOLÓGICA, AMBULATÓRIO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM E LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS Nome do Laboratório: Tipo: Finalidade: Área Total (em m2): Principais Recursos: CLÍNICA ODONTOLÓGICA Laboratório comum da área de Saúde Desenvolver atividades prático-acadêmicas visando o atendimento à todas necessidades das especialidades odontológicas. 280,0 Clínica I; 280,0 Clínica II; 100,0 Centro Cirúrgico/Emergência; 60,0 Centro de Esterilização; 40,0 Sala de Recepção e Espera; 30,0 Sala de Triagem/Diagnóstico; 50,0 Sala de Radiologia; 12,0 Farmácia; 4,20 Sala de Gerenciamento de Resíduos; 25,0 Sanitários Masculino e Feminino adaptados aos PNE. Área total: 881,2 Clínicas I e II Materiais: Luvas; Óculos protetores; Máscaras; Gorros; Lâmpadas Halógenas; Sabonete líquido; Papel Toalha; Brocas; Mandril; Pinças; Espátulas, Alicates; Coletores para Perfurocortantes; Tesouras; Agulhas. Equipamentos: 50 Conjuntos Odontológicos completos; 50 lixeiras com pedal; 4 Amalgamadores; 2 aparelhos para profilaxia; 25 Fotopolimerizadores; 50 Portas Sabonete; 14 Bombas à Vácuo; 10 Lâmpadas de emergência; 50 Portas papel; 50 negatoscópios; 2 Kits Help; Ar Condicionado. Mobiliários: 100 Mochos com rodízio; 50 boxes; 50 mesas auxiliares; 50 balcões com armário; 50 pias providas de decantadores de detritos; Instalação Elétrica e Hidráulica. Centro Cirúrgico/Emergência Materiais: Luvas; Óculos protetores; Máscaras; Gorros; Bandejas; Sabonete; Papel Toalha; Detergente Enzimático; Brocas; Mandril; Pinças; Espátulas, Alicates; Tesouras; Agulhas; Máscaras de oxigênio; Fios de Sutura; Cânulas de Guedel; Coletores para Perfurocortantes; Cabos e Laminas para Laringoscópios. Equipamentos: 3 Cadeiras Odontológicas Cirúrgicas completas; 3 Leitos com oxigênio para recuperação; 3 suportes para soro com 4 ganchos; 2 Bisturis; 1 Desfibrilador; 3 Seringas Anestésicas; 3 suportes para braço; 3 aparelhos de pressão com estetoscópio duplo; 2 Laringoscópios; 2 Lâmpadas de emergência; 1 Tensiômetro; 1 Desinfector de mãos; Porta Papel; Porta Sabonete; 3 escadinhas com degraus; 3 lixeiras com pedal; 3 Cilindros de Oxigênio; 1 Sistema para Administração de Oxigênio e Óxido Nitroso; Ar Condicionado. Mobiliários: 6 Mochos com rodízio; 1 Pia; 3 Gaveteiros Cirúrgicos; 3 Mesas Auxiliares Odontológicas; 3 Mesas auxiliares para anestesia e UTI; 2 Armários; Instalação Elétrica e Hidráulica. Farmácia Materiais: Luvas; Gorros; Agulhas, Seringas; Algodão; Álcool Isopropílico; Soro Fisiológico; Anestésicos; Gazes; Esparadrapo; Remédios; Clareador; Selante; Fio de Suturas; Pedra Pomes; Fio Dental; Bicarbonatos; Irrigadores, Flúor; Pasta Profilática. Equipamentos: 1 Geladeira; Ar Condicionado; 1 Porta Papel; 1 Porta Toalha; 3 Mobiliários: 1 Balcão; 1 Mocho com rodízio; 1 Lavabo; Instalação Hidráulica e Elétrica. Sala de Gerenciamento de Resíduos Materiais, Mobiliários e Equipamentos: Instalação Elétrica; 2 Lixeiras grandes móveis, 1 Estante de aço. Centro de Esterilização Materiais: Luvas; Óculos protetores; Máscaras; Gorros; Etiquetas; Envelope Alto-Selante; Saco Plástico Branco; Rolo para Esterilização; Coletores para Perfurocortantes; Algodão; Água para Autoclave. Equipamentos: 2 Seladoras; 2 Ultra-som para limpeza de instrumentos; 2 Estufas; 2 Autoclaves; 2 Destiladoras; Ar Condicionado; Chuveiro; 1 Desintegrador de agulhas; Porta papel toalha; Porta Algodão; Porta sabonete, 1 Carrinho para Material Esterilizado; 1 Carrinho 81 para material de autoclave. Mobiliários: 2 Bancadas de aço inox; 2 Suportes para caixas coletoras; 2 Suportes para Embalagem; 2 Mochos com rodízio; 1 Armário roupeiro; 1 Estante de Aço; 2 Armários; 1 Lava Olhos; Instalação Elétrica e Hidráulica. Sala de Triagem/Diagnóstico Materiais: Luvas; Óculos protetores; Máscaras; Gorros; Pinças; Brocas; Espátulas; Ficha Clínica. Equipamentos: 3 Caldeiras – Equipo Odontológico com Refletores; Ar Condicionado. Mobiliários: 2 Armários instrumental com 3 gavetas cada; 6 mochos com rodízio; 3 Lixeiras Plásticas com tampa e pedal; Instalação Elétrica e Hidráulica. Sala de Radiologia Materiais: Luvas; Óculos protetores; Gorros; Aventais de Chumbo; Protetores de Tireóide; Filmes Radiográficos; Cartões de Retorno; Ficha de RX; 3 Chassis com Écran. Equipamentos: 2 Aparelhos de RX; 1 Aparelho de RX Panorâmico; 2 Cadeiras Odontológicas com Refletor; 2 Câmaras de Revelação Portátil; 1 Negatoscópio; Ar Condicionado. Mobiliários: 2 mochos com rodízio; Instalação Elétrica. Sala de Recepção e Espera Materiais: Canetas; Lápis; Borracha; Régua; 1 Tesoura; Papel A4; Blocos de Anotações; Cartuchos para impressão; Clips; Grampos; Marcador de texto; Estrator; Corretivo; Pastas para Arquivo; Porta Caneta; Porta Clips. Porta Copos e Copos Descartáveis. Equipamentos: 2 bebedouros; 2 computadores Core Duo; 1 impressora multifuncional; 1 Grampeador; 1 Luz de Emergência; Relógio de parede; 3 Ventiladores; 1 Calculadora. Mobiliários: 6 conjuntos de cadeira (cada conjunto com três assentos); 1 balcão de recepção; 1 Quadro de Aviso; 2 cadeiras para recepcionista; Instalação Elétrica e Hidráulica; 2 Lixeiras; 2 Arquivos tipo fichário com quatro gavetas cada. Nome: Tipo: Finalidade: AMBULATÓRIO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM Ambulatório comum da área de Saúde Prestar cuidados e serviços de saúde à comunidade Recepção – 32,87 m²; Triagem e Arquivos – 10,40 m²; Consultório de Enfermagem – 15 m²; Área Total (em m2): Consultório Médico – 12 m²; Consultório Ginecológico – 19,38 m²; Sala de Procedimentos 13,97 m²; ESPECIFICAÇÃO DISPOSIÇÃO EQUIPAMENTOS MODELO QUANTIDADE Mesa de escritório 1 Cadeira de 3 atendimento Maca simples 1 Escadinha 2 degraus 1 Biombo 3 faces 1 Armário para guarda 1 de material Cesto de lixo 1 infectante Pia para CONSULTÓRIO Cesto de lixo comum 1 lavagem das MÉDICO mãos; Otoscópio 1 Detector ultrassônico 1 fetal Estetoscópio de Pinard 1 Tensiômetro 1 Estetoscópio bi1 auricular adulto Lanterna clínica 1 Saboneteira de parede 1 Porta papel-toalha 1 Mesa de escritório 1 Cadeira de Pia para 3 atendimento lavagem das CONSULTÓRIO DE Maca simples 1 mãos; ENFERMAGEM Escadinha 2 degraus 1 Biombo 3 faces 1 Armário para guarda 1 82 SALA DE PROCEDIMENTOS CONSULTÓRIO GINECOLÓGICO SALA DE TRIAGEM E ARQUIVO Pia para lavagem das mãos Banheiro completo de material Cesto de lixo infectante Cesto de lixo comum Estetoscópio de Pinard Tensiômetro Estetoscópio biauricular adulto Saboneteira de parede Porta papel-toalha Mesa de escritório Cadeira de atendimento Maca simples Escadinha 2 degraus Biombo 3 faces Armário para guarda de material Cesto de lixo infectante Cesto de lixo comum Termômetro clínico Saboneteira de parede Porta papel-toalha Mesa de escritório Cadeira de atendimento Maca simples Escadinha 2 degraus Biombo 3 faces Armário para guarda de material Cesto de lixo infectante Cesto de lixo comum Maca Ginecológica Foco de luz Banco regulável giratório Mesa de apoio Tensiômetro Estetoscópio Saboneteira de parede Porta papel-toalha Mesa de escritório Cadeira de atendimento Maca simples Escadinha 2 degraus Biombo 3 faces Armário para guarda de material Cesto de lixo infectante Cesto de lixo comum Balança antropométrica adulto Balança antropométrica infantil Fita métrica Armário para guarda de prontuários Glicosímetro Termômetro clínico 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 1 1 1 1 1 1 1 1 5 2 1 1 83 EXPURGO Balcão com pia RECEPÇÃO Nome do Laboratório: Tipo: Finalidade: Área Total (em m2): Principais Recursos: Saboneteira de parede Porta papel-toalha Balde de lixo infectante grande Hamper Descarpack Saboneteira de parede Porta papel-toalha Computador Impressora Balcão de atendimento Cadeira Longarina 3 lugares Porta álcool gel 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 4 4 2 LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS Laboratório comum da área de Saúde Prestar cuidados e serviços de saúde à comunidade 78, 27 m² Equipamentos que podem ser comuns para várias seções: Microscópios - 2; Centrífuga, Banho-maria e Balança – um de cada; Bicos de Bunsen, gaze, tesoura e EPI; Pipetas, peras, ponteiras, estantes; Destilador de água/água destilada – uma unidade; Geladeira e Estufa – um de cada; Termômetros para todas as geladeiras, estufas e banhos-maria; Cronômetro – uma unidade; Autoclave – uma unidade. Coleta: Cadeira para coleta – uma unidade; Seringas e agulhas, algodão, garrote, álcool; Tubos, anticoagulantes, lâminas, lamínulas, papel alumínio. Área para classificação e distribuição de amostras e sala de preparo de reagentes: Computador – uma unidade; Impressora – uma unidade. Microbiologia Placas de Petri (vários tamanhos), alças e agulhas de platina, swabs, bico de Bunsen, discos para TSA; Meios de cultura; Estufa e capela ou cabine de fluxo laminar; Kits, reagentes, corantes, etc.; KOH; Microscópio; Tubos, lâminas, lamínulas, pinças, papel. Uroanálise e Parasitologia Tubos, lâminas, lamínulas; Lugol; Tubos específicos para urina; Fitas reativas para a análise química da urina; Microscópio; Kits e reagentes; Cálices, peneiras, canudos; Papel higiênico. Setor de Hematologia Tubos, lâminas, lamínulas; Homogeneizador de tubos; Pipetas, peras, ponteiras, estantes; Reagentes utilizados em hematologia, como corantes, soros Anti-A, B e D(Rh), soro de Coombs, albumina bovina, etc.; Aparelho Hematológico ou, se for manual, Câmara de Neubauer; Calculadora, contador diferencial e Microscópio. Setor de Bioquímica e Imunologia Aparelho semi-automático (ex.: BTS-310) ou espectrofotômetro; Kits e reagentes; Banho-maria; Pipetas, peras, ponteiras, estantes, tubos; Aparelho para dosagem de Na, K e Li (Ex.: Fotometria de Chama ou Eletrodo Íon Seletivo); Eppendorfs; Placas para ASO, PCR e FR e VDRL; Vidraria em geral; Agitador e Funil e papel filtro; Aparelho de ELISA. Citologia Coleta de citologia: Lâminas com parte fosca para microscopia; Lamínulas para microscopia (24 x 60 mm); Espátulas de Ayre; Espéculos vaginais (tamanhos pequeno, médio e grande); Escovinha para coleta endocervical; Borrel; Caixa para transporte de lâminas; Spray para fixação dos esfregaços. Corantes Hematoxilina de Harris (marca PROCITO); Orange G (marca PROCITO); EA – 50 (marca MERCK); Álcool absoluto; Álcool 92° (“álcool comercial”); Álcool 70% Xileno ou xilol; Bálsamo sintético ou Acrilex (verniz artezanal). Outros: Bateria para coloração de Papanicolaou (CITOCOLOR); Suporte de lâminas de microscopia para coloração (“berço para laminas”); Microscópio marca Olympus ou Nykon. 84 LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS Laboratório comum da área de Saúde Prestar cuidados e serviços de saúde à comunidade 78, 27 m² Equipamentos que podem ser comuns para várias seções: Microscópios - 2; Centrífuga, Banho-maria e Balança – um de cada; Bicos de Bunsen, gaze, tesoura e EPI; Pipetas, peras, ponteiras, estantes; Destilador de água/água destilada – uma unidade; Geladeira e Estufa – um de cada; Termômetros para todas as geladeiras, estufas e banhos-maria; Cronômetro – uma unidade; Autoclave – uma unidade. Coleta: Cadeira para coleta – uma unidade; Seringas e agulhas, algodão, garrote, álcool; Tubos, anticoagulantes, lâminas, lamínulas, papel alumínio. Área para classificação e distribuição de amostras e sala de preparo de reagentes: Computador – uma unidade; Impressora – uma unidade. Microbiologia Placas de Petri (vários tamanhos), alças e agulhas de platina, swabs, bico de Bunsen, discos para TSA; Meios de cultura; Estufa e capela ou cabine de fluxo laminar; Kits, reagentes, corantes, etc.; KOH; Microscópio; Tubos, lâminas, lamínulas, pinças, papel. Nome do Laboratório: Uroanálise e Parasitologia Tubos, lâminas, lamínulas; Lugol; Tubos específicos para urina; Fitas reativas para a análise química da urina; Microscópio; Kits e reagentes; Cálices, peneiras, canudos; Papel higiênico. Setor de Hematologia Tubos, lâminas, lamínulas; Homogeneizador de tubos; Pipetas, peras, ponteiras, estantes; Reagentes utilizados em hematologia, como corantes, soros Anti-A, B e D(Rh), soro de Coombs, albumina bovina, etc.; Aparelho Hematológico ou, se for manual, Câmara de Neubauer; Calculadora, contador diferencial e Microscópio. Setor de Bioquímica e Imunologia Aparelho semi-automático (ex.: BTS-310) ou espectrofotômetro; Kits e reagentes; Banho-maria; Pipetas, peras, ponteiras, estantes, tubos; Aparelho para dosagem de Na, K e Li (Ex.: Fotometria de Chama ou Eletrodo Íon Seletivo); Eppendorfs; Placas para ASO, PCR e FR e VDRL; Vidraria em geral; Agitador e Funil e papel filtro; Aparelho de ELISA. Citologia Coleta de citologia: Lâminas com parte fosca para microscopia; Lamínulas para microscopia (24 x 60 mm); Espátulas de Ayre; Espéculos vaginais (tamanhos pequeno, médio e grande); Escovinha para coleta endocervical; Borrel; Caixa para transporte de lâminas; Spray para fixação dos esfregaços. Corantes Hematoxilina de Harris (marca PROCITO); Orange G (marca PROCITO); EA – 50 (marca MERCK); Álcool absoluto; Álcool 92° (“álcool comercial”); Álcool 70% Xileno ou xilol; Bálsamo sintético ou Acrilex (verniz artezanal). Outros: Bateria para coloração de Papanicolaou (CITOCOLOR); Suporte de lâminas de microscopia para coloração (“berço para laminas”); Microscópio marca Olympus ou Nykon. SALA DE EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL Tipo: Finalidade: Área Total (em m2): Laboratório comum da área de Saúde Desenvolver atividades prático-acadêmicas oriundas das disciplinas de Parasitologia, Microbiologia, Fisiologia, Farmacologia, Imunologia, Histologia e Patologia Geral. 26,64 85 Principais Recursos: Acesso a Internet: Capacidade: Técnico Responsável: Auxiliar Técnico Animais: Ratos Wistar. Equipamentos, Materiais e Mobiliários da área de Criação de Animais:; 10 Gaiolas para ratos; 10 Bebedouro para animais; 1 relógio temporizador; 2 Estante de aço com prateleira para gaiolas; 2 Exaustores; Ar condicionado. Equipamentos, Materiais e Mobiliários da área de Alimentos e Medicamentos: Rações; Remédios; 1 Armário para medicamentos; 1 Balcão para ração,1 Filtro de água para os animais. Equipamentos, Materiais e Mobiliários da área do Laboratório: 4 Tesouras Iris reta; 4 Pinças Iris com serrilha ponta fina; 4 Pinças de dissecação dente de rato;4 Pinças relojoeiro curva 450; 4 Porta-agulhas;4 cabos de bisturi n0 3;1 contensor para ratos 1 Pinça; 6 Pissetas;1 Balança eletrônica;1 Lavatório com porta papel e porta sabonete; 2 Armários; 1 quadro branco; 1 mesa com cadeira; 2 Balcões de granito; 20 Bancos; Instalação hidráulica e elétrica; Ar condicionado. Não 20 Alunos Profissional com formação qualificada Profissional com formação qualificada 9.2.3.1 Relação Equipamento/ Aluno As atividades laboratoriais são realizadas por grupos. Desse modo, cada aluno tem acesso, ao seu tempo, aos instrumentos/ recursos e materiais laboratoriais. 9.2.4 Biblioteca INFRA-ESTRUTURA Disponibilização do Acervo Leitura Estudo individual Estudo em grupo Sala de vídeo Administração e processamento técnico do acervo Recepção e atendimento ao usuário Banheiro Masculino Banheiro Feminino Acesso a Internet Circulação ÁREA 43.54 m² 152 m² 12 m² 42 m² 16.38 m² 10.80 m² 6 m² 9m² 9m² 10m² 9m² CAPACIDADE 12 alunos 6 alunos/sala 15 alunos 10 alunos - 9.2.4.1 Acervo por Área de Conhecimento ACERVO ÁREA DE CONHECIMENTO LIVROS LIVROS LIVROS LIVROS LIVROS ENFERMAGEM FARMÁCIA ODONTOLOGIA DIREITO EDUCAÇÃO PERIÓDICOS PERIÓDICOS PERIÓDICOS PERIÓDICOS ENFERMAGEM FARMÁCIA ODONTOLOGIA DIREITO QUANTIDADE BÁSICA 2.667 2.429 600 1.246 278 COMPLEMENTAR 240 263 150 53 47 QUANTIDADE IMPRESSOS ON LINE 09 20 10 09 04 10 04 02 QUANTIDADE CD DVD 86 ÁREA DA SAÚDE – disciplinas em comum de Farm., Odonto. e Enf. (anatomia, biologia, bioestatística,microbiologia, parasitologia). ODONTOLOGIA DIREITO MEIO AMBIENTE ENFERMAGEM EDUCAÇÃO 138 09 17 46 06 05 05 19 06 24 QUANTIDADE REFERÊNCIA REFERÊNCIA REFERÊNCIA REFERÊNCIA REFERÊNCIA REFERÊNCIA REFERÊNCIA REFERÊNCIA ENFERMAGEM FARMÁCIA DIREITO ODONTOLOGIA EDUCAÇÃO ENFERMAGEM FARMÁCIA DIREITO ODONTOLOGIA FARMÁCIA ENFERMAGEM DIREITO MEIO AMBIENTE LINGUA PORTUG. LIBRAS INGLÊS FILOSOFIA ANO DE AQUISIÇÃO DOS LIVROS 2008 2009 220 237 238 250 04 23 02 01 12 12 02 03 2010 172 320 1.265 750 87 2011 863 761 2012 58 34 325 ANO DE AQUISIÇÃO DOS PERIÓDICOS IMPRESSOS 09 10 04 04 ANO DE AQUISIÇÃO DE ASSINATURA DOS PERIÓDICOS ELETRÔNICOS ENFERMAGEM 08 06 04 FARMÁCIA 04 03 02 DIREITO 10 ODONTOLOGIA 02 ANO DE AQUISIÇÃO DE ASSINATURA DE JORNAIS JORNAIS: O Estado do Maranhão, Imparcial e Pequeno 3 3 3 3 3 9.2.4.2 Formas de Atualização e Expansão do Acervo A ampliação e atualização do acervo de livros e periódicos integram o orçamento anual da Política Financeira Institucional, o que possibilita a sua contínua renovação. O aspecto qualitativo dos acervos deve ser avaliado pelos especialistas das áreas integrantes dos cursos regularmente ofertados, com o acompanhamento da literatura especializada produzida, adaptando-se às características do curso. A política de seleção das coleções é determinada pelos aspectos qualitativos e quantitativos, possibilitando acesso à bibliografia básica do curso, em número e conteúdo. A ampliação do acervo ocorrerá gradativamente de acordo com o crescimento do número de alunos e a necessidade de atualização das obras da área, com planejamento de expansão anual, em títulos novos, edições novas e número de exemplares complementares. Com a política de aquisição, o número de exemplares define-se a partir dos parâmetros estabelecidos pelo MEC para cada Curso de Graduação. Além de livros mais especializados para os professores e para os alunos de Pós-graduação. O acervo bibliográfico será constantemente atualizado, por indicação dos professores, por indicação dos usuários, em razão de novas edições ou para atualização dos temas objeto 88 de estudos das disciplinas que compõem as Diretrizes Curriculares dos Cursos, além de publicações destinadas a subsidiar projetos de extensão e de iniciação científica. 9.2.4.3 Horário de Funcionamento O horário de funcionamento é das 08:00 h às 22:00 h de 2ª feira a 6ª feira, das 08:00 h às 12:00 h, no sábado. A Biblioteca Wanda de Aguiar Horta está sob a Coordenação da bibliotecária Eliziene Barbosa Costa – CRB/MA 528. 9.2.4.4 Serviços Oferecidos SERVIÇO DE REFERÊNCIA – Atendimento direto ao usuário: Orientação no uso do sistema de bibliotecas; Disseminação seletiva da informação; Orientação na elaboração de referências bibliográficas e na apresentação normativa de trabalhos acadêmicos; Produção da ficha catalográfica para trabalhos de conclusão de curso. EMPRÉSTIMO – local e domiciliar. SERVIÇO DE COMUTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA – Possibilita o fornecimento de cópias de artigos de periódicos existentes em outras Bibliotecas do território nacional. ACESSO A INTERNET SALA DE VÍDEO – Sala equipada com televisão e aparelho de DVD. ACESSO A BASE DE DADOS - Para consulta, pesquisa ou empréstimo, o usuário deverá utilizar-se dos terminais de consulta e solicitar o material no setor de atendimento da biblioteca: O usuário poderá solicitar renovação do empréstimo, caso não haja reserva do material; A Biblioteca é de livre acesso. O acervo de livros está agrupado de acordo com a Classificação Decimal Universal (CDU). Os periódicos estão agrupados em ordem alfabética de título. 10.0 ATENDIMENTO ÀS PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS OU REDUZIDAS O Instituto Florence de Ensino Superior assume que as diferenças humanas são 89 normais e que, como conseqüência desse pressuposto, a aprendizagem deve ser adaptada às necessidades do educando, em vez do educando adaptar-se, de qualquer maneira, ao processo de aprendizagem. Uma pedagogia centrada no aprendiz atende aos objetivos institucionais e às diferenças do educando, beneficiando a sociedade como um todo. Com esse perfil, poderá impedir o desperdício de recursos e o enfraquecimento de esperanças, tão freqüente conseqüência de uma educação de baixa qualidade e de uma mentalidade educacional, que compreende que todos os estilos servem para todas as pessoas. Nesse sentido, a inclusão e a participação são essenciais à dignidade humana e ao pleno exercício da cidadania. No campo da educação, isto se reflete no desenvolvimento de estratégias que procuram promover a genuína equalização de oportunidades. A educação inclusiva proporcionará um ambiente favorável à aquisição da igualdade de oportunidades e participação total dos portadores de necessidades especiais no processo de aprendizagem. O sucesso requer esforço claro, não somente por parte dos professores e dos profissionais da educação, mas também por parte dos colegas, pais, famílias e voluntários. A educação inclusiva deve reconhecer e responder às necessidades diversas do educando, acomodando ambos os estilos e ritmos de aprendizagem e assegurando uma educação de qualidade a todos, por meio de metodologias de ensino apropriadas, arranjos organizacionais, uso de recursos diversificados e parceria com as organizações especializadas. A partir desse entendimento, a IES adotará as seguintes diretrizes para a inclusão dos portadores de necessidades especiais às suas ações educativas: Campanhas de sensibilização e de fomento à aceitação das diferenças; Parcerias com corporações profissionais e entidades de classe (sindicatos, associações, federações, confederações etc.) com o objetivo de promover ações integradas para o reconhecimento dos direitos dos portadores de necessidades especiais como direitos humanos universais; Integração faculdade-empresa para a oferta de Estágios Curriculares Supervisionados Obrigatórios, com adequadas condições de atuação para os portadores de necessidades especiais. 10.1 PLANO DE PROMOÇÃO DE ACESSIBILIDADE E ATENDIMENTO PRIORITÁRIO E DIFERENCIADO PARA UTILIZAÇÃO DOS ESPAÇOS, MOBILIÁRIOS E EDIFICAÇÕES O Instituto Florence de Ensino Superior tem suas instalações adaptadas, tomando como 90 referência a Norma Brasil 9050, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, para assegurar prioridade na integração da pessoa portadora de necessidades especiais, garantindo-lhe o acesso autônomo, o ingresso e permanência em todos os serviços e instalações destacandose: Rampas com corrimãos que permitem o acesso aos espaços de uso coletivo; Rampas com corrimãos ou elevadores que permitam o acesso às salas de aula, laboratórios, biblioteca e outras instalações da infra-estrutura física e acadêmica; Banheiros adaptados, com portas largas e espaço suficiente para permitir o acesso de cadeira de rodas; Barras de apoio nas paredes dos banheiros; Lavabos e bebedouros instalados em altura acessível aos usuários de cadeiras de rodas; Telefones públicos instalados em altura acessível aos usuários de cadeiras de rodas; Vaga em estacionamento nas proximidades da IES e em estacionamento próprio. 10.2 SISTEMAS E MEIOS DE COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO, SERVIÇOS DE TRADUTOR E INTÉRPRETE DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS A IES proporcionará, caso seja solicitada, desde o acesso até a conclusão do curso: Para alunos com deficiência visual Sistema de síntese de voz, impressora Braille acoplada a computador ou máquina de datilografia Braille; Software de ampliação de tela do computador; Scanner acoplado a computador; Gravador e fotocopiadora que amplie textos; Aquisição gradual de acervo bibliográfico em fitas de áudio; Lupas, réguas de leitura; Aquisição gradual de acervo bibliográfico dos conteúdos básicos em Braille. Para alunos com deficiência auditiva Intérpretes de linguagem de sinais, especialmente quando da realização de provas ou sua revisão, complementando a avaliação expressa em texto escrito ou quando este não tenha expressado o real conhecimento do aluno; Flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo semântico; Aprendizado da língua portuguesa, principalmente, na modalidade escrita, para 91 o uso de vocabulário pertinente às matérias do curso em que o estudante estiver matriculado; Materiais de informações aos professores para que se esclareça a especificidade lingüística do portador de deficiência auditiva. 11 SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA A expansão das atividades de ensino e necessidades constantes de investimentos em equipamentos e infraestrutura constantes do Plano de Desenvolvimento Institucional do Instituto Florence de Ensino Superior, demandam a dinâmica implantação de uma política financeira sólida que tem a finalidade precípua reforçar o equilíbrio do binômio qualidade de ensino ofertado aos alunos e mensalidades com preços competitivos no mercado. Os recursos financeiros da Faculdade advêm principalmente das mensalidades pagas pelos alunos e contribuem para manutenção do equilíbrio econômico-financeiro da instituição, gerando ativos que asseguram a sua sustentabilidade durante o desenvolvimento das atividades acadêmicas, possibilitando à Faculdade honrar todos os seus compromissos legais e contratuais, junto aos seus parceiros, ao poder público e à sociedade maranhense. Neste cenário, a Política Financeira da Faculdade abrange todo um sistema que contempla políticas de captação e alocação de recursos financeiros internos e externos (financiamentos bancários), além de investimentos em ativos de liquidez imediata, e ou bens de capital, tudo isso alicerçado em parâmetros responsáveis e seguros, consoante as pertinentes demonstrações financeiras e contábeis da instituição. Não obstante o direcionamento aduzido, uma das mais eficazes estratégias do Instituto Florence de Ensino ruma á viabilidade financeira consiste na construção diária de uma política de preços justa, que se insere na realidade do seu público-alvo. Além disso, também contribui para higidez econômico-financeira da instituição, o firme, porém republicano combate à inadimplência, incluindo a veiculação de inúmeras campanhas de descontos apresentadas aos alunos. Integram, ainda, a política financeira da instituição, a contínua construção de parcerias que resultam em diversos convênios que garantem valores diferenciados de descontos, bem como aplicação de procedimentos eficientes de cobrança e negociações dos débitos contraídos pelos alunos em virtude do atraso nos pagamentos das mensalidades, tudo isso no 92 intuito de reduzir riscos e perdas decorrentes da inadimplência. Os recursos recebidos pela IES são alocados conforme proposto no PDI, destinando valores específicos para desenvolvimento de pesquisa, ensino e extensão, comprovado pelo pagamento de bolsas de iniciação científica e de monitoria, pagamento de ajudas de custo para projetos que visam o fomento à pesquisa e percentual destinado ao FAPE – Fundo de Amparo à Pesquisa e a Extensão. A IES tem por prioridade ainda a expansão/conservação do espaço físico em virtude do seu compromisso em oferecer ao aluno um espaço adequado para seu o desenvolvimento acadêmico, dos quais podemos elencar a construção do Ambulatório escola, farmácia-escola, clínica-escola de odontologia e os investimentos para implantação futura do Escritório escola de Direito. Além disso, a IES investe na aquisição e manutenção de modernos equipamentos laboratoriais e atualização constante do acervo bibliográfico. O Aspecto social também é contemplado pela Política Financeira da IES com oferecimento de bolsas parciais e integrais vinculadas Programa Universidade para Todos PROUNI, além de bolsas de estudo, de trabalho e de estágio conforme programação anual. Em que pese à responsabilidade social ser um aspecto presente na Política Financeira desta IES, notório se faz compreender que as instituições particulares de ensino necessitam de um bom gerenciamento financeiro e econômico como forma de se manter no mercado competitivo. Com efeito e visando a otimizar a sua atuação na seara financeira, o Instituto Florence, através da sua Diretoria Financeira, procura traçar estratégias para manter os investimentos educacionais, possibilitando também a exploração de oportunidades mercadológicas; nesse sentido, a Instituição, direta ou indiretamente, incentiva e investe na qualificação dos profissionais do corpo docente e administrativo, tanto especificamente, quanto pela aplicação na íntegra do Plano de Cargos e Salários, devidamente homologados pelos órgãos competentes e na capacitação como forma de manter a eficácia na redução dos custos operacionais e alcance dos objetivos institucionais e da excelência acadêmica. 93