5/8/2014 CLIPPING ABIEC Caso não esteja visualizando este e-mail, clique aqui Ano 2 | Número 740 | Terça, 5 de agosto de 2014 Clique aqui para fazer o download da newsletter em PDF Clique aqui para conferir edições anteriores do clipping Procuradoria Geral da República Interesse Público: MPF assina acordo para estimular a pecuária sustentável Confira também que o MPF no Pará quer reparações no vazamento de minério que está poluindo igarapés e comprometendo a saúde de comunidades ribeirinhas O programa Interesse Público desta semana destaca o acordo assinado entre o Ministério Público Federal (MPF) e a Associação das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) para estimular a pecuária sustentável . A iniciativa amplia o alcance do projeto “Carne Legal”, que busca comprometer toda a cadeia produtiva da pecuária com princípios de sustentabilidade. O objetivo da ação é banir dos frigoríficos a carne proveniente de áreas de desmatamento ilegal ou de fazendas que sejam alvo de denúncias de trabalho escravo. Outra reportagem do programa mostra que o MPF no Pará quer reparação de danos provocados por um vazamento de minério, em Barcarena, município situado a nordeste do estado. Imagens gravadas por um morador da região mostram o caulim escorrendo do pátio da empresa Imeris Capim Caulim, denunciada pela contaminação. Para o Ministério Público Federal as consequências para o meio ambiente e para as comunidades ribeirinhas podem ser devastadoras. Um procedimento administrativo criminal foi aberto para investigar a extensão do vazamento. Já no Ceará, procuradores da República investigam crime de racismo cometido por internautas após morte de nordestinos em acidente de ônibus que vitimou 17 pessoas. Os internautas comemoraram as mortes dos cearenses pela internet com comentários nos portais que noticiaram o fato. O MPF instaurou procedimento administrativo criminal para identificar os autores dos atos de preconceito. E a parceira entre o Ministério Público Federal e a Dhesca Brasil divulga balanço do trabalho realizado na área dos direitos humanos. A instituição é parceira do Ministério Público Federal desde 2003 e as entidades já atuaram juntas em causas que envolvem os direitos humanos. A Dhesca Brasil congrega quase quarenta organizações não governamentais e apresentou um balanço do trabalho desenvolvido pelas relatorias em direitos humanos de 2012 a 2014. A ideia do trabalho das relatorias é aproximar comunidades, movimentos sociais e poderes públicos para que as demandas de grupos sociais sejam institucionalizadas – transformadas em ações judiais, recomendações ou instrumentos que forcem o governo a executar políticas. Onde assistir - O Interesse Público é uma revista televisiva semanal produzida pela Procuradoria Geral da República, em parceria com a AP Vídeo Comunicação e colaboração das unidades do MPF nos estados. O programa inédito é transmitido pela TV Justiça na terça-feira, ao meio dia, com reapresentações na quinta-feira, às 7 horas; no sábado, às 13 horas; e na segunda-feira, às 19 horas. Você pode conferir o Interesse Público em tempo real, no site da TV Justiça (www.tvjustica.jus.br). As reportagens podem ser revistas no site da PGR (www.pgr.mpf.gov.br) link “Interesse Público” ou na página do MPF no Youtube (www.youtube.com/tvmpf). Envie críticas e sugestões pelo endereço eletrônico [email protected]. DCI BRF adquire 75% de distribuidora de congelados do Oriente Médio A dona das marcas Sadia e Perdigão desembolsará US$ 160 milhões por parcela da Alyasra Food Company http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 1/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC Beef Point Lucro da BRF sobe com melhoria do desempenho operacional O lucro líquido da BRF, maior exportadora de carne de frango do mundo, avançou 28 por cento no segundo trimestre ante 2013, para 267 milhões de reais, com uma melhora no desempenho operacional, informou a empresa nesta quinta-feira. O lucro líquido da BRF, maior exportadora de carne de frango do mundo, avançou 28 por cento no segundo trimestre ante 2013, para 267 milhões de reais, com uma melhora no desempenho operacional, informou a empresa nesta quinta-feira. O lucro antes do juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês), um importante indicador operacional, atingiu 1 bilhão de reais, com alta de 25 por cento ante igual período do ano passado e praticamente em linha com as estimativas do mercado. A margem Ebitda subiu para 13 por cento, ante 10,6 por cento no mesmo trimestre do ano anterior. “Esse resultado demonstra a melhoria no resultado operacional da BRF, a otimização dos seus investimentos, e o esforço para redução consistente e sustentável de suas necessidades de capital de giro”, disse a BRF. O volume total de vendas recuou 12 por cento, para 1,3 milhão de toneladas, puxado pela queda no volume vendido no exterior, enquanto a receita subiu 2 por cento, para 7,69 bilhões de reais. A receita no mercado interno subiu 6 por cento, atingindo 4,34 bilhões de reais, enquanto o faturamento no exterior recuou 2 por cento, para 3,35 bilhões de reais. O volume comercializado nos mercados externos recuou 18,4 por cento no segundo trimestre, mas o preço médio da tonelada embarcada em dólares subiu 11,2 por cento. http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 2/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC As despesas financeiras líquidas subiram 52 por cento, para 393 milhões de reais, principalmente por conta do prêmio pago na recompra de bônus no valor de face de 450 milhões de dólares em maio, disse a empresa. A dívida líquida da companhia encerrou o trimestre em 5,1 bilhões de reais, ou 14,6 por cento menor ante 31 de março deste ano. A dívida líquida sobre Ebitda (últimos doze meses) recuou para 1,51 vez, em comparação a 1,88 vez do primeiro trimestre. “A redução da alavancagem reflete a melhora no desempenho operacional, disciplina de Capex e de capital de giro, reforçando a solidez da companhia”, disse a BRF em comunicado. A empresa investiu 470,5 milhões de reais no trimestre 20,7 por cento a mais do que o investido no mesmo período do ano passado. No semestre, os investimentos somaram 806 milhões de reais, e a empresa estima investir no ano 1,5 bilhão de reais. Cenário MT BRF pode tirar vantagem dos baixos preços dos grãos no Brasil, diz presidente Com o preço de milho negociado atualmente em seu nível mais baixo em quase quatro anos no mercado brasileiro, a BRF pode maximizar sua capacidade de armazenamento de três a quatro meses, disse o presidente executivo da companhia na sexta-feira (01), durante uma teleconferência com analistas. Com o preço de milho negociado atualmente em seu nível mais baixo em quase quatro anos no mercado brasileiro, a BRF pode maximizar sua capacidade de armazenamento de três a quatro meses, disse o presidente executivo da companhia na sexta-feira (01), durante uma teleconferência com analistas. “Temos uma expectativa, em relação ao nosso posicionamento em grãos, para aproveitar este momento de preço baixo e usar a nossa capacidade de estocagem, que é única no mercado. Nenhuma outra (empresa) tem a capacidade de armazenar de três a quatro meses de grãos”, disse Claudio Galeazzi durante a teleconferência, que foi realizada para discutir os resultados do segundo trimestre da BRF, divulgados na quinta-feira (31) à noite. Maior exportadora de carne de frango do mundo, a BRF registrou lucro líquido de R$ 267,1 milhões para o segundo trimestre, um aumento de 28,1% em relação ao mesmo período do ano anterior,impulsionado pelo esforços de racionalização e redução de custos dentro da empresa, que entregaram resultados de forma relativamente rápida, apesar de uma queda em volume de quase 9% na produção de alimentos. A BRF não espera efetuar quaisquer grandes aquisições no resto deste ano, mas está olhando para as pequenas empresas que poderiam ajudar a reforçar a sua posição em algumas regiões, disse Galeazzi. A empresa concluiu a aquisição da Federal Foods Limited durante o segundo trimestre, uma distribuidora de alimentos nos Emirados Árabes Unidos, e finalizou a compra de uma participação de 40% na distribuidora de alimentos AKF, que tem sede em Omã, por US$ 68,5 milhões. Ambas as empresas têm distribuído os produtos da marca Sadia no Oriente Médio há mais de 20 anos. A BRF está atualmente se preparando para formar seu inventário sazonal de fim de ano, o que pode impactar o capital de giro da empresa no terceiro trimestre, notou Galeazzi. Globo Rural Rússia libera exportação de carne por 5 frigoríficos brasileiros De acordo com o Mapa, empresas de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Mato Grosso foram contempladas O serviço veterinário russo liberou, na quinta-feira (31/7) cinco plantas brasileiras para exportação de carne à Rússia e seus parceiros da União Aduaneira, informa o Ministério da Agricultura. Para a carne bovina estão autorizadas as empresas Mataboi, Minas Gerais (SIF 177); Frigoestrela, São Paulo (SIF 2924); Marfrig, Goiás (SIF 3047); e Agra, Mato Grosso (SIF 3941). Para a carne suína, o serviço russo liberou, na sexta-feira, 01, a empresa Cotriji, no Rio Grande do Sul (SIF 1184). O ministro da Agricultura, Neri Geller, disse por meio de comunicado que essa abertura de mercado é o reconhecimento, cada vez maior, desse importante mercado da qualidade e segurança dos produtos brasileiros. Em 2013, o Brasil exportou para a Rússia US$ 1,20 milhão e 304 mil toneladas de carne bovina. De carne suína, foram exportados US$ 411 mil e 134 mil toneladas. O total de produtos agrícolas exportados à Rússia em 2013 foi US$ 2,72 milhões. Beef Point Minerva tem lucro de R$ 18,5 mi no primeiro trimestre, confira os resultados do1T14 No segundo trimestre de 2014, a Minerva reportou receita líquida de R$ 1,656 bilhão, valor 25,2% superior ao verificado no mesmo período do ano passado No segundo trimestre de 2014, a Minerva reportou receita líquida de R$ 1,656 bilhão, valor 25,2% superior ao verificado no mesmo período do ano passado. Essa alta é resultado de um acréscimo d mercado externo e de 20,8% para o mercado interno ante o segundo trimestre de 2013. http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 3/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC Mercado Interno O forte ritmo de crescimento das exportações no primeiro bimestre reduziu disponibilidade interna de carne, a estiagem elevou o preço da arroba e reduziu a utilização de capacidade da indústria. A por carne e oferta reduzida de animais implicou na elevação do preço médio da carne. Panorama setorial – Paraguai 1T14: início de movimento de recuperação de margens Preço do gado apresentou leve queda contra o 4T13 Abate ligeiramente maior que no 4T13 Forte período de chuvas dificultou a mobilidade dos animais, reduzindo a disponibilidade de gado para abate Volta das exportações para o Chile minimizou a dependência à Rússia Panorama setorial – Uruguai Melhor precificação da carne uruguaia no mercado internacional http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 4/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC Acesso a mercados de nicho Ligeira queda do preço do gado ante o 4T13 Recomposição das margens operacionais da indústria Expectativa de alta disponibilidade de gado no mercado com a reversão do ciclo pecuário Volume de abate http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 5/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC Destaques Financeiros “O segundo trimestre foi marcado por resultados muito positivos para a Minerva tanto do lado operacional e financeiro, quanto no processo de consolidação do ciclo de expansão da Companhia. A r a margem EBITDA ajustada se manteve em cerca de 10% e, além disso, avançamos na meta de redução da alavancagem. Nós também assumimos as operações do Frigorífico Carrasco (adquirido beneficiando de um momento extremamente positivo da indústria no Uruguai”, disse o diretor-presidente da Minerva Foods, Fernando Galletti de Queiroz. Segundo ele, o período ainda registrou a em Bond perpétuo, ferramenta que auxilia na otimização da estrutura de capital da Companhia e reduz o custo da dívida. http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 6/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC Lucro Líquido - No 1T14, a Companhia registrou lucro líquido de R$ 69,1 milhões - A margem líquida atingiu 4,9%, 4,5 p.p. acima do registrado no 1T13 http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 7/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC Estrutura de capital Dívida Líquida/EBITDA: 3,58x Posição de Caixa: R$ 1.310 milhões Dívida de curto prazo: 19% do total Ao final do 1T14, aproximadamente 67% da dívida total estava exposta à variação do dólar No segundo trimestre de 2014 a Minerva avançou em frentes importantes do atual plano de crescimento, que estão alinhados com o plano de diversificação geográfica de suas operações na Améric junho, um Centro de Distribuição em Assunção, no Paraguai, com o objetivo de capturar a crescente demanda daquela região. Adicionalmente a empresa assumiu as operações do frigorífico Carrasco, no Uruguai, que já impactou positivamente nos números deste trimestre. Além disso, estão previstas para o segundo seme Janaúba (MG), que está em faze pré-operacional, e dos dois ativos da BRF no Mato Grosso, em análise no CADE. http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 8/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC Fato Novo 20 ganeses ganham emprego na Oderich Com mais os ganeses, a Oderich chega a 1520 funcionários no Caí Do outro lado do Oceano Atlântico, na costa oeste da África, existe um país chamado Gana. Lá todos falam inglês, pois o país foi, no passado, uma colônia da Inglaterra. Por lá falta emprego e, como em algumas partes do Brasil as empresas estão precisando de funcionários, resolveram vir para o Brasil. Foram a São Paulo, mas não encontraram emprego. Vieram, então, para Caxias do Sul e também tiveram dificuldade. Estavam há algum tempo alojados num antigo seminário esperando por uma oportunidade de trabalho. E nada. Até que a Oderich resolveu ir buscar funcionários em Caxias e os encontrou. Eles vieram para o Caí trazidos pelo diretor Cláudio Oderich e pela chefe do departamento pessoal Letícia Oderich Moreira. Chegados na quinta-feira, eles estão adorando a acolhida. São todos rapazes, com idade entre 20 e 35 anos e vão morar juntos numa casa alugada pela empresa. Ela fica perto da unidade central da fábrica e eles já aprenderam o caminho. Na segunda-feira, eles começam a trabalhar. A Oderich está com 1.500 funcionários nas suas unidades do Caí e precisa mais. Depois de trazer esses 20 ganeses, já pensa em buscar mais. Alugou até mais uma casa, para alojar um outro grupo, esse de senagaleses (vindos do Senegal, também na Afríca) que já estão em Caxias. O funcionário Tiago Backes, que trabalha no setor de exportação e fala inglês, mais Carmem dos Santos, do setor pessoal, ajudam Letícia no apoio aos novos funcionários. Eles chegaram sem falar nada de português. Agora já melhoraram. Falam bom dia, oi, obrigado e tchau. Pelo ânimo que estão demonstrando, não vão demorar muito para aprender o resto. Ao conseguirem o emprego, os ganeses ficaram aliviados e felizes. Na viagem de Caxias ao Caí, vieram cantando o tempo todo. NA TELA DA GLOBO A TV Globo acompanhou o contato dos ganeses com os representantes da Oderich, em Caxias, e veio até o Caí para acompanhar a chegada do grupo à empresa onde vão trabalhar. A reportagem deverá ser apresentada numa das próximas edições do Fantástico. Rural BR Carne escura precisa ser consumida rápido e tem menos sabor A peça com maior pH não apresenta riscos ao consumidor, mas para evitá-la é necessário minimizar o estresse do gado antes do abate O programa Giro do Boi, exibido pelo Canal Rural, tratou nessa semana sobre a carne escura, que está se tornando um problema para a cadeia produtiva de carne bovina. Os consumidores costumam rejeitar mais as carnes escuras, ou carnes DFD (escura, firme e seca, em português). A principal causa, segundo pesquisadores, é o estresse do gado antes do abate. A jornalista Maristela Franco, editora-assistente da revista DBO, investigou por mais de um ano o motivo da carne com o pH mais elevado, que é o que escurece a peça. Após ouvir especialistas e cadeia produtiva, a reportagem mostra que não há monitoramento no país sobre quantidade de carcaças mais escuras. – Isso tem muito a ver com a imagem da carne brasileira. Somos os maiores exportadores de carne. A cadeia produtiva entende que a divulgação de que há certo percentual de carne com o pH acima pode afetar as exportações do produto. Com isso, não se cria o debate necessário sobre o tema. O monitoramento é muito comum nos Estados Unidos e na Europa. Mas aqui no Brasil, não há dados, somente indicações e estimativas – comenta Maristela. Embora o consumo dela não traga riscos à saúde, é uma carne que precisa ser preparada logo, já que o pH elevado ajuda a deteriorar o produto mais rápido e não permite muito tempo de armazenamento, como explica o docente da Unicamp Pedro Eduardo de Felício. – A carne DFD é um alimento para consumo rápido. Ela resiste, no máximo, uma semana na geladeira. A carne mais clara você pode armazenar até dois meses. A peça escura não oferece nenhum risco à saúde, mas ela deteriora rapidamente. O mais indicado seria para os serviços de refeição, aqueles que servem muitas pessoas, consumo rápido. Ela tem uma deficiência de sabor em relação a uma carne mais clara, mas não é um sabor estranho – explica Felício. Sobre as causas do gado apresentar carne mais escura, o professor explica que isso está relacionado com fatores sociais do animal. A tendência são os bois não castrados, conhecidos como bois inteiros, serem mais suscetíveis a apresentar a carcaça mais escurecida. – Pode ser um fator social, quando você reúne animais estranhos uns aos outros. Uma suposição que eu tenho, é sobre a hierarquia dentro do rebanho. Tudo envolve: o estresse na hora do embarque e o estresse climático, por exemplo. São praticamente dois tipos de gado que apresentam esse problema: o macho não castrado e a fêmea no cio, principalmente pela a excitação que passam, acabam mais propensos a um pH mais alto – explica o professor da Unicamp. O especialista comentou que há possibilidade de não castrar o animal e conseguir cortes mais claros. Entretanto, o animal precisa ser muito manso e o produtor tem que reduzir ao máximo as http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 9/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC possibilidades de estresse do gado durante o período pré-abate. Ele sugere que os frigoríficos façam primeiro o abate de bois inteiros, para que eles não sintam tanto a mudança de local. O diretor técnico da JBS Bassem Sami Akl explicou como essa questão afeta o mercado de carnes. Para ele, é um problema que envolve toda a cadeia produtiva, já que uma carne mais escura tem menor tempo de prateleira e rejeição do consumidor. – A grande parte de carne escura está relacionada ao manejo do animal. Nós podemos afirmar que isso ocorre na fazenda e no transporte ao frigorifico. O que nos cabe, dentro da indústria, é fazer uma manipulação adequada. Mas é necessário que toda a cadeia produtiva trabalhe para diminuir o estresse do animal. Precisamos reduzir e achar uma destinação melhor para essa carne escura – ressalta Akl. O representante da JBS também afirma que muitos produtores optam por não castrar o animal por causa do ganho de peso mais fácil que esse tipo de gado tem. Mas, na visão de Bassem Sami Akl, essa questão não pode ser a principal para o produtor não castrar seu rebanho. – O boi inteiro engorda mais fácil e o produtor prefere isso. Mas o boi castrado é o caminho, precisamos trabalhar na qualidade do nosso produto. Órgãos de pesquisa comprovam que animais inteiros apresentam carne mais escura. O produtor não pode pensar só no ganho de peso – lembra o diretor técnico da JBS. Maristela Franco disse que é necessário aproximar os produtores do debate. Segundo ela, muitos produtores não conhecem os motivos da carne escura e, com isso, acaba não fazendo o manejo adequado para evitar carcaças com alto pH. – O trabalho feito pela indústria para se aproximar da ciência tem sido importante. Essa questão da carne escura precisa de uma colaboração em cadeia. O produtor tem que entender o porquê precisa castrar os animais, e precisa entender do ponto de vista econômico. É necessária uma troca de informação entre a indústria, o varejo e o produtor. Fazendo isso será possível reduzir essa quantidade – completa a jornalista. Veja o debate sobre esse tema: Beef Point EUA: Cargill fecha planta de processamento por falta de animais A Cargill anunciou que fechará a planta de processamento de carne bovina de Milwaukee, Wisconsin, que emprega aproximadamente 600 pessoas, na sexta-feira, dia primeiro de agosto. A Cargill anunciou que fechará a planta de processamento de carne bovina de Milwaukee, Wisconsin, que emprega aproximadamente 600 pessoas, na sexta-feira, dia primeiro de agosto. O fechamento da planta resulta principalmente da escassez na oferta de bovinos devido à atividade de retenção de animais pelos produtores para expansão do rebanho. A planta de carne moída do local permanecerá aberta para suprir a demanda dos clientes, empregando aproximadamente 200 pessoas. As seis http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 10/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC outras plantas de processamento de carne bovina da Cargill nos Estados Unidos não serão afetadas. A Cargill comprou essa planta que tem capacidade de processamento de 1.300 a 1.400 animais por dia em 2001. Para as mais de 600 pessoas impactadas na planta, a Cargill oferecerá oportunidades para preencher posições em outros locais da companhia na região. Aqueles que forem realocados para posições em outras plantas da Cargill receberão assistência. Para os funcionários demitidos, a Cargill fornecerá suporte, incluindo uma feira de empregos em Milwaukee na semana de 4 de agosto. “O fechamento de nossa planta de processamento de carne bovina em Milwaukee foi realizado após conduzirmos uma análise de 18 meses na oferta de bovinos da região e examinarmos todas as outras possíveis opções”, disse o presidente da Cargill Beef, John Keating. “É lamentável que tenhamos que fechar qualquer planta de carne bovina por causa do impacto sobre pessoas boas, suas famílias e comunidade. A dura realidade é que o rebanho de bovinos de corte dos Estados Unidos está em seu menor nível desde 1951, com qualquer expansão significativa no rebanhos estando a anos de distância”. A Cargill continuará honrando seus compromissos com a comunidade em Milwaukee até o final do ano de 2014. As seis plantas de processamento de carne bovina da Cargill remanescentes nos Estados Unidos estão localizadas em Califórnia, Texas, Kansas, Colorado, Nebraska e Pensilvânia. Portal DBO Boi gordo: preços voltam a subir Veja a análise do mercado de 5 de agosto, por Sidnei Maschio, no Terraviva DBO na TV Folha de S. Paulo Arroba volta a R$ 120 no Estado de São Paulo O preço do boi começa a semana em alta Beef Point Arroba e carne se valorizam 16% em um ano; para bezerro, alta chega a 24% As cotações praticadas em todos os elos da cadeia pecuária encerram o primeiro semestre em alta. As cotações praticadas em todos os elos da cadeia pecuária encerram o primeiro semestre em alta. A média do Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo (estado de São Paulo) em junho, de R$ 121,70, superou em 5% a de dezembro/13 e em 15,5% a de junho/13, já descontando-se a inflação do período (IGP-DI de maio/14). http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 11/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC Para o bezerro, as valorizações reais foram ainda maiores, de 18,8% frente a dezembro/13 e de expressivos 24,4% sobre junho/13, com o valor médio do Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Mato Grosso do Sul) passando para R$ 1.037,99 no último mês. Quanto à carne, a carcaça casada de boi negociada no atacado da Grande São Paulo está 1,8% e 16,6%, respectivamente, mais valorizada, a R$ 7,86/kg na média de junho/14. Nos mesmos comparativos do ano passado, as variações positivas foram menores e/ou de queda nos preços. Em junho/13, a média deflacionada (também pelo IGP-DI de maio/14) do bezerro (MS) foi de R$ 834,36, alta de 10% em relação a dez/12 e de 3,8% sobre a de jun/12. Para o boi gordo (SP), a média real de junho do ano passado, de R$ 105,40, permaneceu praticamente estável em ambos os comparativos, superando em ligeiro 0,9% a de dez/12 e em 0,5% a de jun/12. A média da carcaça casada bovina, por sua vez, de R$ 6,74/kg em jun/13, caiu 2,2% em relação à de dez/12 e ficou inalterada frente à de igual período do ano anterior. Para a carne, o bom desempenho das exportações no primeiro semestre deste ano contribuiu para enxugar a oferta interna e sustentar o movimento de alta das cotações. De janeiro a junho, a receita obtida com as vendas externas de carne bovina atingiu valor recorde para o período, de US$ 2,7 bilhões (aumento de 14,7% sobre igual intervalo de 2013) – dados da Secex. Em volume, os embarques acumulados nos seis primeiros meses deste ano, de 598 mil toneladas, ficaram abaixo apenas da quantidade enviada ao exterior no mesmo período de 2007 (698,6 mil toneladas), ano de exportação recorde. Nos últimos dias, o ritmo de negócios seguiu lento no mercado pecuário. A retração um pouco maior de frigoríficos pressionou ligeiramente as cotações da arroba no acumulado de 24 de junho a 1º de julho. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa (estado de São Paulo) fechou a R$ 121,63 nessa terça-feira, 1º, leve recuo de 0,3% em relação à terça anterior. No acumulado de junho, a variação foi positiva em ligeiro 0,24%. Segundo relatam operadores do setor, com a oferta de animais relativamente restrita, os compradores que optaram por se retrair trabalharam com escalas de abate menores ou com lotes adquiridos antecipadamente via contratos. No mercado atacadista da carne com osso, a carcaça casada bovina foi cotada a R$ 7,64/kg nessa terça-feira na Grande São Paulo, baixa de 3,2% sobre a terça anterior. Os preços do traseiro e do dianteiro de boi tiveram quedas de 2,4% e 3,7%, negociados a R$ 9,22/kg e R$ 6,33/kg, respectivamente, na terça. Em junho, a carcaça acumulou valorização de 1,1%, o traseiro, de 2,2%, enquanto o dianteiro se desvalorizou 0,3%. A média da carcaça casada de vaca, por sua vez, cedeu 4,6% em sete dias e 1% em junho, com o quilo cotado a R$ 7,03 na terça. Segundo representantes de frigoríficos e de atacadistas, o principal fator de pressão é a demanda, que não se mostra aquecida, o que também reforça o posicionamento recuado na compra de animais. Quanto ao bezerro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (animal nelore, de 8 a 12 meses, Mato Grosso do Sul) fechou a R$ 1.038,97 no dia 1º – em relação à terça anterior, houve aumento de 1,7% e, no acumulado de junho, de 0,7%. Já a média do bezerro São Paulo (à vista) caiu 1% em sete dias e 3,7% ao longo do mês passado, fechando a R$ 995,11 na terça. Rural Centro Especialista prevê ascensão para pecuária e diz que países desenvolvidos comem conceitos Em 10 anos o consumo de carne aumentará em 60 milhões de toneladas levando em consideração mudanças no hábito alimentar e o crescimento da renda mundial. Em 10 anos o consumo de carne aumentará em 60 milhões de toneladas levando em consideração mudanças no hábito alimentar e o crescimento da renda mundial. Isso causará à supervalorização da arroba do boi e em 30 anos a carne se tornará artigo de luxo. A previsão do diretor do WAF - World Agriculture Forum, Osler Desouzart, abriu a programação do Circuito Expocorte, etapa Campo Grande (MS), na última quarta-feira (30), no Centro de Convenções Albano Franco. O evento foi realizado pela Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS e Verum Eventos. Desouzart garantiu que a China terá influência direta nos rumos da pecuária e da agricultura brasileira e afirmou que 57% do crescimento no consumo de carne será representado pela Ásia, enquanto que os países desenvolvidos responderão por 16% e a América Latina, 19%. “Países desenvolvidos param de comer carne e passam a comer conceitos. Quanto ao Brasil, além de exportador, em 2022 se tornará o segundo maior consumidor de carne, superando inclusive o ‘planeta’ China”, pontuou o especialista durante a palestra ‘Cenário da pecuária de corte: 2014 é um divisor de águas?’. Desenhando o cenário agropecuário com tendências bastante positivas, Desouzart esclareceu que em oito anos os principais países produtores de carne se manterão no topo e 15 países responderão pela produção de 70% da carne no mundo. Sobre a demanda os grãos brasileiros, a palestra de abertura da Expocorte, etapa Campo Grande, mostrou que a produção de ração na China aumentará as importações de milho e diminuirá os estoques mundiais a partir de 2015. “A próxima década será de progressão para o agronegócio e os grãos terão níveis firmes”, destacou Desouzart. Utilizando-se de Mato Grosso do Sul para descrever o potencial agropecuário brasileiro, o presidente da Famasul, Eduardo Riedel, afirma que há espaço e potencial para expandir. “A competitividade do produtor rural sul-mato-grossense tem atingido âmbito internacional com o aumento da produtividade, da qualidade e o empenho da indústria frigorífica instalada. O mercado brasileiro cresceu muito, mas ainda está aquém do potencial de produção”, destaca Riedel, ao posicionar o Estado como protagonista na pecuária brasileira. http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 12/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC Beef Central July beef exports surge to unheard-of levels AUSTRALIA’S chilled and frozen beef exports for July have surged yet again, reaching unheard of levels, driven squarely by the sustained record beef kills fuelled by prolonged drought. AUSTRALIA’S chilled and frozen beef exports for July have surged yet again, reaching unheard of levels, driven squarely by the sustained record beef kills fuelled by prolonged drought. Total beef and veal exports last month hit an unprecedented 121,524 tonnes – soaring a breathtaking 17.7 percent higher than June, and 13,400t, or 12.4pc higher than the previous monthly record set back in May. It’s a reflection of the relentless drought-driven surge in beef slaughter over the past 18 months, which has seen nine consecutive in-month shipment records broken, on top of the overall 2013-14 fiscal year export beef tally which hit 1.18 million tonnes. Females continue to account for an unsustainable proportion of the weekly kills recorded in Queensland and NSW, the two states where gender records are logged. The only extenuating factor separating the past two months of trading performance is the fact that July contained 22 working days, while June had only 19. But public holidays tend to be spread across remaining business days during a shipment month, past records show. The accumulation of extreme high weekly beef kills is also pushing progressive yearly tallies into uncharted territory. Calendar year-to-date, covering the seven months January-July, Australia has now exported 706,223t of beef – a clear 100,000t margin over the same period last year, which in itself was an extremely heavy kill period. That’s a 16.6pc increase in volume. All that sounds alarm bells for Australia’s ability to respond and continue to service current high export beef demand, once the seasonal cycle starts to turn again. Meat & Livestock Australia managing director Richard Norton told a beef producer field day audience at Yulgilbar in the NSW Northern Rivers district on Friday that while there were quite a few factors impacting farmgate prices in Australia at present, one of these was that there had been 990,000 more cattle killed in 2013 that the previous year. “That’s the highest number of cattle killed in Australia since 1978, and the way things are shaping, it’s going to be the same this year,” he said “We’re nearly in a market failure situation, if it was not for the very strong global demand that we are currently experiencing for our beef,” Mr Norton said. The question which continues to surface is, just how long can this extraordinary turnoff period last? One of the issues that has surfaced among some large export processors is that the basis position may in fact have been higher than the industry suspected. Essentially, there’s a suspicion that the herd size after the two very wet years 2011-12 may have expanded significantly more than industry estimates suggested. If that’s true, it may been providing a ‘buffer’ against the extreme high rates of kill that have been seen since. This in turn may partly explain how the industry has managed to continue to record such high, prolonged rates of slaughter. But that can’t last forever, and there is now common agreement that the industry must be within sight of the end of this extreme turnoff event. US, China big drivers for growth So where has July’s huge abundance of beef production been going? Trade statistics released by DAFF on Friday show it is a combination of big increases into the US and China, supported by smaller, but incremental growth into a basket of other markets. Exports to the US during July reached 36,799 tonnes, the highest monthly volume in close to ten years. To put the figure into context, it is more than 6600t or 22pc higher than the previous month, June, and a whopping 19,000t higher than July last year (+108pc), during a period when US slaughter was still at high levels due to drought, and US imported beef buyers were being outgunned by other Australian export customers. Continua no site... Meat & Poultry Russia threatens ban on US poultry US poultry exports to Russia may be the latest casualty in a political feud between the United States and Russia. Tensions have been high between the two countries because of the conflict in Ukraine and the downing of Malaysia Airlines Flight 17 in eastern Ukraine last month. MOSCOW – US poultry exports to Russia may be the latest casualty in a political feud between the United States and Russia. Tensions have been high between the two countries because of the conflict in Ukraine and the downing of Malaysia Airlines Flight 17 in eastern Ukraine last month. Russia's list of restrictions on agricultural trade has grown to include grains, beef, fruit and California pistachios, according to news reports. The trade restrictions are in retaliation for sanctions imposed by the US and the European Union. On July 31, Russia's phytosanitary and veterinary service said it detected tetracycline, an antibiotic, in four shipments of US poultry produced by Equity Group - Kentucky Division, JCG Foods of Georgia LLC and two facilities operated by Peco Foods Inc. The agency announced "enhanced laboratory control" of poultry products shipped from the companies that “committed violations.” Exports of US poultry to Russia have declined compared to a year ago, Joe Sanderson Jr., CEO and chairman of Sanderson Farms, noted during the Stephens Spring Investment Conference in June. “The volume in Russia is down 34 percent,” he said. “Last year, they were the number-one importer. Now Mexico is number one and Russia is number four. So I think, if they were buying at their normal http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 13/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC rate, we would be talking about brisk, excellent export demand. But instead, we say it's adequate.” Sanderson added that Russia is “very cautious and conservative.” Meat & Poultry Japan issues new pork certification rules Japan has issued new rules aimed at stopping the spread of porcine epidemic diarrhea virus (PEDv). KANSAS CITY, Mo. – Japan has issued new rules aimed at stopping the spread of porcine epidemic diarrhea virus (PEDv). Live pigs exported from the United States and Canada must certify their animals come from facilities free from PEDv for at least 12 months. Additionally, the pigs must also test negative for the virus during the pre-export isolation period. Officials from Japan explained the new regulations to a World Trade Organization committee. Reported PEDv cases totaled 7,893 in 30 states as of July 26, according to data from the National Animal Health Laboratory Network. NAHLN reported that 29.3 percent of the 26,954 pig farm samples tested since November 2013 have returned positive for PEDv. A US Department of Agriculture report on the US hog herd showed the domestic hog herd as of June 1, 2014, at 95 percent of the year-ago level, or 62.128 million head. The total fell below analysts’ expectations of 63.2 million head, 97.1 percent of the 2013 herd. USDA attributed the decline in swine numbers to rapid spread of PEDv. Valor Econômico Bovespa segue recuperação de NY A bolsa brasileira seguiu o comportamento dos mercados americanos ontem Valor Econômico Em sessão volátil, dólar fica em R$ 2,26 O dólar iniciou a semana volátil, encerrando em ligeira alta diante o real http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 14/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC Folha de S. Paulo Cotações Folha Confira as principais cotações do mercado http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 15/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC Globo Rural Agroconsult: soja deve ter pelo menos um milhão de hectares a mais na safra 2014/2015 Preços devem se manter mais baixos, mas câmbio pode compensar, avalia André Pessoa http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 16/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC Globo Rural Pepro de milho deve sair até o dia 15, diz ministro Segundo Neri Geller, R$ 500 milhões já estão garantidos, o que deve garantir o escoamento de 7 a 10 milhões de toneladas Valor Econômico Troca de insumos por grãos de novo em alta As trocas de insumos por grãos em operações conhecidas como "barter", que perderam força no país nos últimos anos, tendem a recuperar espaço na safra 2014/15 G1 Produção em alta e preço em queda preocupam produtores de milho do PR Estado é o segundo maior produtor da safrinha e está em plena colheita. Saca de 60 quilos está valendo R$ 18, enquanto em 2013 valia R$ 25 G1 Em MG, queda no preço do milho preocupa quem investiu na safrinha Grande oferta do grão fez despencar os preços da safrinha. Em relação ao mesmo período de 2013, desvalorização chega a 35%. G1 http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 17/19 5/8/2014 CLIPPING ABIEC Cotações de soja apresentam volatilidade na Bolsa de Chicago Oscilações ocorrem por boa safra americana e demanda aquecida. Cotação média do grão encerrou julho a US$ 12,25/bushel para agosto/14. Oportunidades e Eventos MBA em Gestão e Marketing no Agronegócio – ESPM-Sul Associados da ABIEC tem 10% de desconto Oportunidades e Eventos International FoodTec Brasil De 05 a 07 de agosto http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 18/19 5/8/2014 http://www.abiec.com.br/news/GerarNewsletterPDF.asp?idNewsletter=794 CLIPPING ABIEC 19/19