5/8/2014
CLIPPING ABIEC
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Ano 2 | Número 740 | Terça, 5 de agosto de 2014
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Procuradoria Geral da República
Interesse Público: MPF assina acordo para estimular
a pecuária sustentável
Confira também que o MPF no Pará quer reparações no vazamento de
minério que está poluindo igarapés e comprometendo a saúde de
comunidades ribeirinhas
O programa Interesse Público desta semana destaca o acordo assinado entre o Ministério Público
Federal (MPF) e a Associação das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) para estimular a
pecuária sustentável . A iniciativa amplia o alcance do projeto “Carne Legal”, que busca comprometer
toda a cadeia produtiva da pecuária com princípios de sustentabilidade. O objetivo da ação é banir
dos frigoríficos a carne proveniente de áreas de desmatamento ilegal ou de fazendas que sejam alvo
de denúncias de trabalho escravo.
Outra reportagem do programa mostra que o MPF no Pará quer reparação de danos provocados por
um vazamento de minério, em Barcarena, município situado a nordeste do estado. Imagens gravadas
por um morador da região mostram o caulim escorrendo do pátio da empresa Imeris Capim Caulim,
denunciada pela contaminação. Para o Ministério Público Federal as consequências para o meio
ambiente e para as comunidades ribeirinhas podem ser devastadoras. Um procedimento
administrativo criminal foi aberto para investigar a extensão do vazamento.
Já no Ceará, procuradores da República investigam crime de racismo cometido por internautas após
morte de nordestinos em acidente de ônibus que vitimou 17 pessoas. Os internautas comemoraram
as mortes dos cearenses pela internet com comentários nos portais que noticiaram o fato. O MPF
instaurou procedimento administrativo criminal para identificar os autores dos atos de preconceito.
E a parceira entre o Ministério Público Federal e a Dhesca Brasil divulga balanço do trabalho
realizado na área dos direitos humanos. A instituição é parceira do Ministério Público Federal desde
2003 e as entidades já atuaram juntas em causas que envolvem os direitos humanos. A Dhesca
Brasil congrega quase quarenta organizações não governamentais e apresentou um balanço do
trabalho desenvolvido pelas relatorias em direitos humanos de 2012 a 2014. A ideia do trabalho das
relatorias é aproximar comunidades, movimentos sociais e poderes públicos para que as demandas
de grupos sociais sejam institucionalizadas – transformadas em ações judiais, recomendações ou
instrumentos que forcem o governo a executar políticas.
Onde assistir - O Interesse Público é uma revista televisiva semanal produzida pela Procuradoria
Geral da República, em parceria com a AP Vídeo Comunicação e colaboração das unidades do MPF
nos estados. O programa inédito é transmitido pela TV Justiça na terça-feira, ao meio dia, com
reapresentações na quinta-feira, às 7 horas; no sábado, às 13 horas; e na segunda-feira, às 19 horas.
Você pode conferir o Interesse Público em tempo real, no site da TV Justiça (www.tvjustica.jus.br). As
reportagens podem ser revistas no site da PGR (www.pgr.mpf.gov.br) link “Interesse Público” ou na
página do MPF no Youtube (www.youtube.com/tvmpf). Envie críticas e sugestões pelo endereço
eletrônico [email protected].
DCI
BRF adquire 75% de distribuidora de congelados do
Oriente Médio
A dona das marcas Sadia e Perdigão desembolsará US$ 160 milhões
por parcela da Alyasra Food Company
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Beef Point
Lucro da BRF sobe com melhoria do desempenho
operacional
O lucro líquido da BRF, maior exportadora de carne de frango do
mundo, avançou 28 por cento no segundo trimestre ante 2013, para 267
milhões de reais, com uma melhora no desempenho operacional,
informou a empresa nesta quinta-feira.
O lucro líquido da BRF, maior exportadora de carne de frango do mundo, avançou 28 por cento no
segundo trimestre ante 2013, para 267 milhões de reais, com uma melhora no desempenho
operacional, informou a empresa nesta quinta-feira.
O lucro antes do juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês), um
importante indicador operacional, atingiu 1 bilhão de reais, com alta de 25 por cento ante igual período
do ano passado e praticamente em linha com as estimativas do mercado.
A margem Ebitda subiu para 13 por cento, ante 10,6 por cento no mesmo trimestre do ano anterior.
“Esse resultado demonstra a melhoria no resultado operacional da BRF, a otimização dos seus
investimentos, e o esforço para redução consistente e sustentável de suas necessidades de capital
de giro”, disse a BRF.
O volume total de vendas recuou 12 por cento, para 1,3 milhão de toneladas, puxado pela queda no
volume vendido no exterior, enquanto a receita subiu 2 por cento, para 7,69 bilhões de reais.
A receita no mercado interno subiu 6 por cento, atingindo 4,34 bilhões de reais, enquanto o
faturamento no exterior recuou 2 por cento, para 3,35 bilhões de reais.
O volume comercializado nos mercados externos recuou 18,4 por cento no segundo trimestre, mas o
preço médio da tonelada embarcada em dólares subiu 11,2 por cento.
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As despesas financeiras líquidas subiram 52 por cento, para 393 milhões de reais, principalmente por
conta do prêmio pago na recompra de bônus no valor de face de 450 milhões de dólares em maio,
disse a empresa.
A dívida líquida da companhia encerrou o trimestre em 5,1 bilhões de reais, ou 14,6 por cento menor
ante 31 de março deste ano. A dívida líquida sobre Ebitda (últimos doze meses) recuou para 1,51 vez,
em comparação a 1,88 vez do primeiro trimestre.
“A redução da alavancagem reflete a melhora no desempenho operacional, disciplina de Capex e de
capital de giro, reforçando a solidez da companhia”, disse a BRF em comunicado.
A empresa investiu 470,5 milhões de reais no trimestre 20,7 por cento a mais do que o investido no
mesmo período do ano passado. No semestre, os investimentos somaram 806 milhões de reais, e a
empresa estima investir no ano 1,5 bilhão de reais.
Cenário MT
BRF pode tirar vantagem dos baixos preços dos
grãos no Brasil, diz presidente
Com o preço de milho negociado atualmente em seu nível mais baixo
em quase quatro anos no mercado brasileiro, a BRF pode maximizar
sua capacidade de armazenamento de três a quatro meses, disse o
presidente executivo da companhia na sexta-feira (01), durante uma
teleconferência com analistas.
Com o preço de milho negociado atualmente em seu nível mais baixo em quase quatro anos no
mercado brasileiro, a BRF pode maximizar sua capacidade de armazenamento de três a quatro
meses, disse o presidente executivo da companhia na sexta-feira (01), durante uma teleconferência
com analistas.
“Temos uma expectativa, em relação ao nosso posicionamento em grãos, para aproveitar este
momento de preço baixo e usar a nossa capacidade de estocagem, que é única no mercado.
Nenhuma outra (empresa) tem a capacidade de armazenar de três a quatro meses de grãos”, disse
Claudio Galeazzi durante a teleconferência, que foi realizada para discutir os resultados do segundo
trimestre da BRF, divulgados na quinta-feira (31) à noite.
Maior exportadora de carne de frango do mundo, a BRF registrou lucro líquido de R$ 267,1 milhões
para o segundo trimestre, um aumento de 28,1% em relação ao mesmo período do ano
anterior,impulsionado pelo esforços de racionalização e redução de custos dentro da empresa, que
entregaram resultados de forma relativamente rápida, apesar de uma queda em volume de quase 9%
na produção de alimentos.
A BRF não espera efetuar quaisquer grandes aquisições no resto deste ano, mas está olhando para
as pequenas empresas que poderiam ajudar a reforçar a sua posição em algumas regiões, disse
Galeazzi.
A empresa concluiu a aquisição da Federal Foods Limited durante o segundo trimestre, uma
distribuidora de alimentos nos Emirados Árabes Unidos, e finalizou a compra de uma participação de
40% na distribuidora de alimentos AKF, que tem sede em Omã, por US$ 68,5 milhões. Ambas as
empresas têm distribuído os produtos da marca Sadia no Oriente Médio há mais de 20 anos.
A BRF está atualmente se preparando para formar seu inventário sazonal de fim de ano, o que pode
impactar o capital de giro da empresa no terceiro trimestre, notou Galeazzi.
Globo Rural
Rússia libera exportação de carne por 5 frigoríficos
brasileiros
De acordo com o Mapa, empresas de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e
Mato Grosso foram contempladas
O serviço veterinário russo liberou, na quinta-feira (31/7) cinco plantas brasileiras para exportação de
carne à Rússia e seus parceiros da União Aduaneira, informa o Ministério da Agricultura. Para a
carne bovina estão autorizadas as empresas Mataboi, Minas Gerais (SIF 177); Frigoestrela, São
Paulo (SIF 2924); Marfrig, Goiás (SIF 3047); e Agra, Mato Grosso (SIF 3941). Para a carne suína, o
serviço russo liberou, na sexta-feira, 01, a empresa Cotriji, no Rio Grande do Sul (SIF 1184).
O ministro da Agricultura, Neri Geller, disse por meio de comunicado que essa abertura de mercado é
o reconhecimento, cada vez maior, desse importante mercado da qualidade e segurança dos
produtos brasileiros.
Em 2013, o Brasil exportou para a Rússia US$ 1,20 milhão e 304 mil toneladas de carne bovina. De
carne suína, foram exportados US$ 411 mil e 134 mil toneladas. O total de produtos agrícolas
exportados à Rússia em 2013 foi US$ 2,72 milhões.
Beef Point
Minerva tem lucro de R$ 18,5 mi no primeiro
trimestre, confira os resultados do1T14
No segundo trimestre de 2014, a Minerva reportou receita líquida de R$
1,656 bilhão, valor 25,2% superior ao verificado no mesmo período do
ano passado
No segundo trimestre de 2014, a Minerva reportou receita líquida de R$ 1,656 bilhão, valor 25,2% superior ao verificado no mesmo período do ano passado. Essa alta é resultado de um acréscimo d
mercado externo e de 20,8% para o mercado interno ante o segundo trimestre de 2013.
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Mercado Interno
O forte ritmo de crescimento das exportações no primeiro bimestre reduziu disponibilidade interna de carne, a estiagem elevou o preço da arroba e reduziu a utilização de capacidade da indústria. A
por carne e oferta reduzida de animais implicou na elevação do preço médio da carne.
Panorama setorial – Paraguai
1T14: início de movimento de recuperação de margens
Preço do gado apresentou leve queda contra o 4T13
Abate ligeiramente maior que no 4T13
Forte período de chuvas dificultou a mobilidade dos animais, reduzindo a disponibilidade de gado para abate
Volta das exportações para o Chile minimizou a dependência à Rússia
Panorama setorial – Uruguai
Melhor precificação da carne uruguaia no mercado internacional
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Acesso a mercados de nicho
Ligeira queda do preço do gado ante o 4T13
Recomposição das margens operacionais da indústria
Expectativa de alta disponibilidade de gado no mercado com a reversão do ciclo pecuário
Volume de abate
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Destaques Financeiros
“O segundo trimestre foi marcado por resultados muito positivos para a Minerva tanto do lado operacional e financeiro, quanto no processo de consolidação do ciclo de expansão da Companhia. A r
a margem EBITDA ajustada se manteve em cerca de 10% e, além disso, avançamos na meta de redução da alavancagem. Nós também assumimos as operações do Frigorífico Carrasco (adquirido
beneficiando de um momento extremamente positivo da indústria no Uruguai”, disse o diretor-presidente da Minerva Foods, Fernando Galletti de Queiroz. Segundo ele, o período ainda registrou a em
Bond perpétuo, ferramenta que auxilia na otimização da estrutura de capital da Companhia e reduz o custo da dívida.
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Lucro Líquido
- No 1T14, a Companhia registrou lucro líquido de R$ 69,1 milhões
- A margem líquida atingiu 4,9%, 4,5 p.p. acima do registrado no 1T13
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Estrutura de capital
Dívida Líquida/EBITDA: 3,58x
Posição de Caixa: R$ 1.310 milhões
Dívida de curto prazo: 19% do total
Ao final do 1T14, aproximadamente 67% da dívida total estava exposta à variação do dólar
No segundo trimestre de 2014 a Minerva avançou em frentes importantes do atual plano de crescimento, que estão alinhados com o plano de diversificação geográfica de suas operações na Améric
junho, um Centro de Distribuição em Assunção, no Paraguai, com o objetivo de capturar a crescente demanda daquela região.
Adicionalmente a empresa assumiu as operações do frigorífico Carrasco, no Uruguai, que já impactou positivamente nos números deste trimestre. Além disso, estão previstas para o segundo seme
Janaúba (MG), que está em faze pré-operacional, e dos dois ativos da BRF no Mato Grosso, em análise no CADE.
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Fato Novo
20 ganeses ganham emprego na Oderich
Com mais os ganeses, a Oderich chega a 1520 funcionários no Caí
Do outro lado do Oceano Atlântico, na costa oeste da África, existe um país chamado Gana. Lá
todos falam inglês, pois o país foi, no passado, uma colônia da Inglaterra.
Por lá falta emprego e, como em algumas partes do Brasil as empresas estão precisando de
funcionários, resolveram vir para o Brasil. Foram a São Paulo, mas não encontraram emprego.
Vieram, então, para Caxias do Sul e também tiveram dificuldade. Estavam há algum tempo alojados
num antigo seminário esperando por uma oportunidade de trabalho. E nada.
Até que a Oderich resolveu ir buscar funcionários em Caxias e os encontrou. Eles vieram para o Caí
trazidos pelo diretor Cláudio Oderich e pela chefe do departamento pessoal Letícia Oderich Moreira.
Chegados na quinta-feira, eles estão adorando a acolhida. São todos rapazes, com idade entre 20 e
35 anos e vão morar juntos numa casa alugada pela empresa. Ela fica perto da unidade central da
fábrica e eles já aprenderam o caminho. Na segunda-feira, eles começam a trabalhar.
A Oderich está com 1.500 funcionários nas suas unidades do Caí e precisa mais. Depois de trazer
esses 20 ganeses, já pensa em buscar mais. Alugou até mais uma casa, para alojar um outro grupo,
esse de senagaleses (vindos do Senegal, também na Afríca) que já estão em Caxias.
O funcionário Tiago Backes, que trabalha no setor de exportação e fala inglês, mais Carmem dos
Santos, do setor pessoal, ajudam Letícia no apoio aos novos funcionários. Eles chegaram sem falar
nada de português.
Agora já melhoraram. Falam bom dia, oi, obrigado e tchau. Pelo ânimo que estão demonstrando, não
vão demorar muito para aprender o resto.
Ao conseguirem o emprego, os ganeses ficaram aliviados e felizes. Na viagem de Caxias ao Caí,
vieram cantando o tempo todo.
NA TELA DA GLOBO
A TV Globo acompanhou o contato dos ganeses com os representantes da Oderich, em Caxias, e
veio até o Caí para acompanhar a chegada do grupo à empresa onde vão trabalhar.
A reportagem deverá ser apresentada numa das próximas edições do Fantástico.
Rural BR
Carne escura precisa ser consumida rápido e tem
menos sabor
A peça com maior pH não apresenta riscos ao consumidor, mas para
evitá-la é necessário minimizar o estresse do gado antes do abate
O programa Giro do Boi, exibido pelo Canal Rural, tratou nessa semana sobre a carne escura, que
está se tornando um problema para a cadeia produtiva de carne bovina. Os consumidores costumam
rejeitar mais as carnes escuras, ou carnes DFD (escura, firme e seca, em português). A principal
causa, segundo pesquisadores, é o estresse do gado antes do abate.
A jornalista Maristela Franco, editora-assistente da revista DBO, investigou por mais de um ano o
motivo da carne com o pH mais elevado, que é o que escurece a peça. Após ouvir especialistas e
cadeia produtiva, a reportagem mostra que não há monitoramento no país sobre quantidade de
carcaças mais escuras.
– Isso tem muito a ver com a imagem da carne brasileira. Somos os maiores exportadores de carne.
A cadeia produtiva entende que a divulgação de que há certo percentual de carne com o pH acima
pode afetar as exportações do produto. Com isso, não se cria o debate necessário sobre o tema. O
monitoramento é muito comum nos Estados Unidos e na Europa. Mas aqui no Brasil, não há dados,
somente indicações e estimativas – comenta Maristela.
Embora o consumo dela não traga riscos à saúde, é uma carne que precisa ser preparada logo, já
que o pH elevado ajuda a deteriorar o produto mais rápido e não permite muito tempo de
armazenamento, como explica o docente da Unicamp Pedro Eduardo de Felício.
– A carne DFD é um alimento para consumo rápido. Ela resiste, no máximo, uma semana na
geladeira. A carne mais clara você pode armazenar até dois meses. A peça escura não oferece
nenhum risco à saúde, mas ela deteriora rapidamente. O mais indicado seria para os serviços de
refeição, aqueles que servem muitas pessoas, consumo rápido. Ela tem uma deficiência de sabor em
relação a uma carne mais clara, mas não é um sabor estranho – explica Felício.
Sobre as causas do gado apresentar carne mais escura, o professor explica que isso está
relacionado com fatores sociais do animal. A tendência são os bois não castrados, conhecidos como
bois inteiros, serem mais suscetíveis a apresentar a carcaça mais escurecida.
– Pode ser um fator social, quando você reúne animais estranhos uns aos outros. Uma suposição
que eu tenho, é sobre a hierarquia dentro do rebanho. Tudo envolve: o estresse na hora do embarque
e o estresse climático, por exemplo. São praticamente dois tipos de gado que apresentam esse
problema: o macho não castrado e a fêmea no cio, principalmente pela a excitação que passam,
acabam mais propensos a um pH mais alto – explica o professor da Unicamp.
O especialista comentou que há possibilidade de não castrar o animal e conseguir cortes mais
claros. Entretanto, o animal precisa ser muito manso e o produtor tem que reduzir ao máximo as
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possibilidades de estresse do gado durante o período pré-abate. Ele sugere que os frigoríficos façam
primeiro o abate de bois inteiros, para que eles não sintam tanto a mudança de local.
O diretor técnico da JBS Bassem Sami Akl explicou como essa questão afeta o mercado de carnes.
Para ele, é um problema que envolve toda a cadeia produtiva, já que uma carne mais escura tem
menor tempo de prateleira e rejeição do consumidor.
– A grande parte de carne escura está relacionada ao manejo do animal. Nós podemos afirmar que
isso ocorre na fazenda e no transporte ao frigorifico. O que nos cabe, dentro da indústria, é fazer uma
manipulação adequada. Mas é necessário que toda a cadeia produtiva trabalhe para diminuir o
estresse do animal. Precisamos reduzir e achar uma destinação melhor para essa carne escura –
ressalta Akl.
O representante da JBS também afirma que muitos produtores optam por não castrar o animal por
causa do ganho de peso mais fácil que esse tipo de gado tem. Mas, na visão de Bassem Sami Akl,
essa questão não pode ser a principal para o produtor não castrar seu rebanho.
– O boi inteiro engorda mais fácil e o produtor prefere isso. Mas o boi castrado é o caminho,
precisamos trabalhar na qualidade do nosso produto. Órgãos de pesquisa comprovam que animais
inteiros apresentam carne mais escura. O produtor não pode pensar só no ganho de peso – lembra o
diretor técnico da JBS.
Maristela Franco disse que é necessário aproximar os produtores do debate. Segundo ela, muitos
produtores não conhecem os motivos da carne escura e, com isso, acaba não fazendo o manejo
adequado para evitar carcaças com alto pH.
– O trabalho feito pela indústria para se aproximar da ciência tem sido importante. Essa questão da
carne escura precisa de uma colaboração em cadeia. O produtor tem que entender o porquê precisa
castrar os animais, e precisa entender do ponto de vista econômico. É necessária uma troca de
informação entre a indústria, o varejo e o produtor. Fazendo isso será possível reduzir essa
quantidade – completa a jornalista.
Veja o debate sobre esse tema:
Beef Point
EUA: Cargill fecha planta de processamento por falta
de animais
A Cargill anunciou que fechará a planta de processamento de carne
bovina de Milwaukee, Wisconsin, que emprega aproximadamente 600
pessoas, na sexta-feira, dia primeiro de agosto.
A Cargill anunciou que fechará a planta de processamento de carne bovina de Milwaukee, Wisconsin,
que emprega aproximadamente 600 pessoas, na sexta-feira, dia primeiro de agosto. O fechamento da
planta resulta principalmente da escassez na oferta de bovinos devido à atividade de retenção de
animais pelos produtores para expansão do rebanho. A planta de carne moída do local permanecerá
aberta para suprir a demanda dos clientes, empregando aproximadamente 200 pessoas. As seis
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outras plantas de processamento de carne bovina da Cargill nos Estados Unidos não serão afetadas.
A Cargill comprou essa planta que tem capacidade de processamento de 1.300 a 1.400 animais por
dia em 2001. Para as mais de 600 pessoas impactadas na planta, a Cargill oferecerá oportunidades
para preencher posições em outros locais da companhia na região. Aqueles que forem realocados
para posições em outras plantas da Cargill receberão assistência. Para os funcionários demitidos, a
Cargill fornecerá suporte, incluindo uma feira de empregos em Milwaukee na semana de 4 de agosto.
“O fechamento de nossa planta de processamento de carne bovina em Milwaukee foi realizado após
conduzirmos uma análise de 18 meses na oferta de bovinos da região e examinarmos todas as outras
possíveis opções”, disse o presidente da Cargill Beef, John Keating. “É lamentável que tenhamos que
fechar qualquer planta de carne bovina por causa do impacto sobre pessoas boas, suas famílias e
comunidade. A dura realidade é que o rebanho de bovinos de corte dos Estados Unidos está em seu
menor nível desde 1951, com qualquer expansão significativa no rebanhos estando a anos de
distância”.
A Cargill continuará honrando seus compromissos com a comunidade em Milwaukee até o final do
ano de 2014. As seis plantas de processamento de carne bovina da Cargill remanescentes nos
Estados Unidos estão localizadas em Califórnia, Texas, Kansas, Colorado, Nebraska e Pensilvânia.
Portal DBO
Boi gordo: preços voltam a subir
Veja a análise do mercado de 5 de agosto, por Sidnei Maschio, no
Terraviva DBO na TV
Folha de S. Paulo
Arroba volta a R$ 120 no Estado de São Paulo
O preço do boi começa a semana em alta
Beef Point
Arroba e carne se valorizam 16% em um ano; para
bezerro, alta chega a 24%
As cotações praticadas em todos os elos da cadeia pecuária encerram o
primeiro semestre em alta.
As cotações praticadas em todos os elos da cadeia pecuária encerram o primeiro semestre em alta.
A média do Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo (estado de São Paulo) em junho, de R$
121,70, superou em 5% a de dezembro/13 e em 15,5% a de junho/13, já descontando-se a inflação
do período (IGP-DI de maio/14).
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Para o bezerro, as valorizações reais foram ainda maiores, de 18,8% frente a dezembro/13 e de
expressivos 24,4% sobre junho/13, com o valor médio do Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Mato
Grosso do Sul) passando para R$ 1.037,99 no último mês. Quanto à carne, a carcaça casada de boi
negociada no atacado da Grande São Paulo está 1,8% e 16,6%, respectivamente, mais valorizada, a
R$ 7,86/kg na média de junho/14.
Nos mesmos comparativos do ano passado, as variações positivas foram menores e/ou de queda nos
preços. Em junho/13, a média deflacionada (também pelo IGP-DI de maio/14) do bezerro (MS) foi de
R$ 834,36, alta de 10% em relação a dez/12 e de 3,8% sobre a de jun/12. Para o boi gordo (SP), a
média real de junho do ano passado, de R$ 105,40, permaneceu praticamente estável em ambos os
comparativos, superando em ligeiro 0,9% a de dez/12 e em 0,5% a de jun/12. A média da carcaça
casada bovina, por sua vez, de R$ 6,74/kg em jun/13, caiu 2,2% em relação à de dez/12 e ficou
inalterada frente à de igual período do ano anterior.
Para a carne, o bom desempenho das exportações no primeiro semestre deste ano contribuiu para
enxugar a oferta interna e sustentar o movimento de alta das cotações. De janeiro a junho, a receita
obtida com as vendas externas de carne bovina atingiu valor recorde para o período, de US$ 2,7
bilhões (aumento de 14,7% sobre igual intervalo de 2013) – dados da Secex. Em volume, os
embarques acumulados nos seis primeiros meses deste ano, de 598 mil toneladas, ficaram abaixo
apenas da quantidade enviada ao exterior no mesmo período de 2007 (698,6 mil toneladas), ano de
exportação recorde.
Nos últimos dias, o ritmo de negócios seguiu lento no mercado pecuário. A retração um pouco maior
de frigoríficos pressionou ligeiramente as cotações da arroba no acumulado de 24 de junho a 1º de
julho.
O Indicador ESALQ/BM&FBovespa (estado de São Paulo) fechou a R$ 121,63 nessa terça-feira, 1º,
leve recuo de 0,3% em relação à terça anterior. No acumulado de junho, a variação foi positiva em
ligeiro 0,24%. Segundo relatam operadores do setor, com a oferta de animais relativamente restrita,
os compradores que optaram por se retrair trabalharam com escalas de abate menores ou com lotes
adquiridos antecipadamente via contratos.
No mercado atacadista da carne com osso, a carcaça casada bovina foi cotada a R$ 7,64/kg nessa
terça-feira na Grande São Paulo, baixa de 3,2% sobre a terça anterior. Os preços do traseiro e do
dianteiro de boi tiveram quedas de 2,4% e 3,7%, negociados a R$ 9,22/kg e R$ 6,33/kg,
respectivamente, na terça. Em junho, a carcaça acumulou valorização de 1,1%, o traseiro, de 2,2%,
enquanto o dianteiro se desvalorizou 0,3%.
A média da carcaça casada de vaca, por sua vez, cedeu 4,6% em sete dias e 1% em junho, com o
quilo cotado a R$ 7,03 na terça. Segundo representantes de frigoríficos e de atacadistas, o principal
fator de pressão é a demanda, que não se mostra aquecida, o que também reforça o posicionamento
recuado na compra de animais.
Quanto ao bezerro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (animal nelore, de 8 a 12 meses, Mato Grosso
do Sul) fechou a R$ 1.038,97 no dia 1º – em relação à terça anterior, houve aumento de 1,7% e, no
acumulado de junho, de 0,7%. Já a média do bezerro São Paulo (à vista) caiu 1% em sete dias e
3,7% ao longo do mês passado, fechando a R$ 995,11 na terça.
Rural Centro
Especialista prevê ascensão para pecuária e diz que
países desenvolvidos comem conceitos
Em 10 anos o consumo de carne aumentará em 60 milhões de toneladas
levando em consideração mudanças no hábito alimentar e o
crescimento da renda mundial.
Em 10 anos o consumo de carne aumentará em 60 milhões de toneladas levando em consideração
mudanças no hábito alimentar e o crescimento da renda mundial. Isso causará à supervalorização da
arroba do boi e em 30 anos a carne se tornará artigo de luxo. A previsão do diretor do WAF - World
Agriculture Forum, Osler Desouzart, abriu a programação do Circuito Expocorte, etapa Campo
Grande (MS), na última quarta-feira (30), no Centro de Convenções Albano Franco. O evento foi
realizado pela Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS e Verum Eventos.
Desouzart garantiu que a China terá influência direta nos rumos da pecuária e da agricultura brasileira
e afirmou que 57% do crescimento no consumo de carne será representado pela Ásia, enquanto que
os países desenvolvidos responderão por 16% e a América Latina, 19%. “Países desenvolvidos param
de comer carne e passam a comer conceitos. Quanto ao Brasil, além de exportador, em 2022 se
tornará o segundo maior consumidor de carne, superando inclusive o ‘planeta’ China”, pontuou o
especialista durante a palestra ‘Cenário da pecuária de corte: 2014 é um divisor de águas?’.
Desenhando o cenário agropecuário com tendências bastante positivas, Desouzart esclareceu que
em oito anos os principais países produtores de carne se manterão no topo e 15 países responderão
pela produção de 70% da carne no mundo.
Sobre a demanda os grãos brasileiros, a palestra de abertura da Expocorte, etapa Campo Grande,
mostrou que a produção de ração na China aumentará as importações de milho e diminuirá os
estoques mundiais a partir de 2015. “A próxima década será de progressão para o agronegócio e os
grãos terão níveis firmes”, destacou Desouzart.
Utilizando-se de Mato Grosso do Sul para descrever o potencial agropecuário brasileiro, o presidente
da Famasul, Eduardo Riedel, afirma que há espaço e potencial para expandir. “A competitividade do
produtor rural sul-mato-grossense tem atingido âmbito internacional com o aumento da produtividade,
da qualidade e o empenho da indústria frigorífica instalada. O mercado brasileiro cresceu muito, mas
ainda está aquém do potencial de produção”, destaca Riedel, ao posicionar o Estado como
protagonista na pecuária brasileira.
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Beef Central
July beef exports surge to unheard-of levels
AUSTRALIA’S chilled and frozen beef exports for July have surged yet
again, reaching unheard of levels, driven squarely by the sustained
record beef kills fuelled by prolonged drought.
AUSTRALIA’S chilled and frozen beef exports for July have surged yet again, reaching unheard of
levels, driven squarely by the sustained record beef kills fuelled by prolonged drought.
Total beef and veal exports last month hit an unprecedented 121,524 tonnes – soaring a breathtaking
17.7 percent higher than June, and 13,400t, or 12.4pc higher than the previous monthly record set
back in May.
It’s a reflection of the relentless drought-driven surge in beef slaughter over the past 18 months, which
has seen nine consecutive in-month shipment records broken, on top of the overall 2013-14 fiscal year
export beef tally which hit 1.18 million tonnes.
Females continue to account for an unsustainable proportion of the weekly kills recorded in
Queensland and NSW, the two states where gender records are logged.
The only extenuating factor separating the past two months of trading performance is the fact that July
contained 22 working days, while June had only 19. But public holidays tend to be spread across
remaining business days during a shipment month, past records show.
The accumulation of extreme high weekly beef kills is also pushing progressive yearly tallies into
uncharted territory.
Calendar year-to-date, covering the seven months January-July, Australia has now exported 706,223t
of beef – a clear 100,000t margin over the same period last year, which in itself was an extremely
heavy kill period. That’s a 16.6pc increase in volume.
All that sounds alarm bells for Australia’s ability to respond and continue to service current high export
beef demand, once the seasonal cycle starts to turn again.
Meat & Livestock Australia managing director Richard Norton told a beef producer field day audience
at Yulgilbar in the NSW Northern Rivers district on Friday that while there were quite a few factors
impacting farmgate prices in Australia at present, one of these was that there had been 990,000 more
cattle killed in 2013 that the previous year.
“That’s the highest number of cattle killed in Australia since 1978, and the way things are shaping, it’s
going to be the same this year,” he said “We’re nearly in a market failure situation, if it was not for the
very strong global demand that we are currently experiencing for our beef,” Mr Norton said.
The question which continues to surface is, just how long can this extraordinary turnoff period last?
One of the issues that has surfaced among some large export processors is that the basis position
may in fact have been higher than the industry suspected. Essentially, there’s a suspicion that the
herd size after the two very wet years 2011-12 may have expanded significantly more than industry
estimates suggested. If that’s true, it may been providing a ‘buffer’ against the extreme high rates of
kill that have been seen since. This in turn may partly explain how the industry has managed to
continue to record such high, prolonged rates of slaughter.
But that can’t last forever, and there is now common agreement that the industry must be within sight
of the end of this extreme turnoff event.
US, China big drivers for growth
So where has July’s huge abundance of beef production been going? Trade statistics released by
DAFF on Friday show it is a combination of big increases into the US and China, supported by
smaller, but incremental growth into a basket of other markets.
Exports to the US during July reached 36,799 tonnes, the highest monthly volume in close to ten
years. To put the figure into context, it is more than 6600t or 22pc higher than the previous month,
June, and a whopping 19,000t higher than July last year (+108pc), during a period when US slaughter
was still at high levels due to drought, and US imported beef buyers were being outgunned by other
Australian export customers.
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Meat & Poultry
Russia threatens ban on US poultry
US poultry exports to Russia may be the latest casualty in a political
feud between the United States and Russia. Tensions have been high
between the two countries because of the conflict in Ukraine and the
downing of Malaysia Airlines Flight 17 in eastern Ukraine last month.
MOSCOW – US poultry exports to Russia may be the latest casualty in a political feud between the
United States and Russia. Tensions have been high between the two countries because of the conflict
in Ukraine and the downing of Malaysia Airlines Flight 17 in eastern Ukraine last month.
Russia's list of restrictions on agricultural trade has grown to include grains, beef, fruit and California
pistachios, according to news reports. The trade restrictions are in retaliation for sanctions imposed
by the US and the European Union.
On July 31, Russia's phytosanitary and veterinary service said it detected tetracycline, an antibiotic, in
four shipments of US poultry produced by Equity Group - Kentucky Division, JCG Foods of Georgia
LLC and two facilities operated by Peco Foods Inc. The agency announced "enhanced laboratory
control" of poultry products shipped from the companies that “committed violations.”
Exports of US poultry to Russia have declined compared to a year ago, Joe Sanderson Jr., CEO and
chairman of Sanderson Farms, noted during the Stephens Spring Investment Conference in June.
“The volume in Russia is down 34 percent,” he said. “Last year, they were the number-one importer.
Now Mexico is number one and Russia is number four. So I think, if they were buying at their normal
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rate, we would be talking about brisk, excellent export demand. But instead, we say it's adequate.”
Sanderson added that Russia is “very cautious and conservative.”
Meat & Poultry
Japan issues new pork certification rules
Japan has issued new rules aimed at stopping the spread of porcine
epidemic diarrhea virus (PEDv).
KANSAS CITY, Mo. – Japan has issued new rules aimed at stopping the spread of porcine epidemic
diarrhea virus (PEDv).
Live pigs exported from the United States and Canada must certify their animals come from facilities
free from PEDv for at least 12 months. Additionally, the pigs must also test negative for the virus
during the pre-export isolation period. Officials from Japan explained the new regulations to a World
Trade Organization committee.
Reported PEDv cases totaled 7,893 in 30 states as of July 26, according to data from the National
Animal Health Laboratory Network. NAHLN reported that 29.3 percent of the 26,954 pig farm samples
tested since November 2013 have returned positive for PEDv.
A US Department of Agriculture report on the US hog herd showed the domestic hog herd as of June
1, 2014, at 95 percent of the year-ago level, or 62.128 million head. The total fell below analysts’
expectations of 63.2 million head, 97.1 percent of the 2013 herd. USDA attributed the decline in swine
numbers to rapid spread of PEDv.
Valor Econômico
Bovespa segue recuperação de NY
A bolsa brasileira seguiu o comportamento dos mercados americanos
ontem
Valor Econômico
Em sessão volátil, dólar fica em R$ 2,26
O dólar iniciou a semana volátil, encerrando em ligeira alta diante o
real
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Folha de S. Paulo
Cotações Folha
Confira as principais cotações do mercado
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Globo Rural
Agroconsult: soja deve ter pelo menos um milhão
de hectares a mais na safra 2014/2015
Preços devem se manter mais baixos, mas câmbio pode compensar,
avalia André Pessoa
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Globo Rural
Pepro de milho deve sair até o dia 15, diz ministro
Segundo Neri Geller, R$ 500 milhões já estão garantidos, o que deve
garantir o escoamento de 7 a 10 milhões de toneladas
Valor Econômico
Troca de insumos por grãos de novo em alta
As trocas de insumos por grãos em operações conhecidas como
"barter", que perderam força no país nos últimos anos, tendem a
recuperar espaço na safra 2014/15
G1
Produção em alta e preço em queda preocupam
produtores de milho do PR
Estado é o segundo maior produtor da safrinha e está em plena
colheita. Saca de 60 quilos está valendo R$ 18, enquanto em 2013 valia
R$ 25
G1
Em MG, queda no preço do milho preocupa quem
investiu na safrinha
Grande oferta do grão fez despencar os preços da safrinha. Em relação
ao mesmo período de 2013, desvalorização chega a 35%.
G1
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CLIPPING ABIEC
Cotações de soja apresentam volatilidade na Bolsa
de Chicago
Oscilações ocorrem por boa safra americana e demanda aquecida.
Cotação média do grão encerrou julho a US$ 12,25/bushel para
agosto/14.
Oportunidades e Eventos
MBA em Gestão e Marketing no Agronegócio –
ESPM-Sul
Associados da ABIEC tem 10% de desconto
Oportunidades e Eventos
International FoodTec Brasil
De 05 a 07 de agosto
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Interesse Público: MPF assina acordo para estimular a pecuária