Operador Nacional do Sistema Elétrico Diretoria de Planejamento Programação da Operação Rua da Quitanda 196/23º andar, Centro 20091-005 Rio de Janeiro RJ tel (+21) 2203-9899 fax (+21) 2203-9423 © 2005/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. RE 3-235/2005 D:\Computador Gisele\ONS\2005\site\ONS-RE-3-235-2005Mensal de Agosto 2005-REV1.doc ! 2.1 2.1.1 2.1.2 2.2 2.3 2.3.1 2.3.2 2.3.3 2.4 2.5 3.1 3.2 3.3 " #" Entrada em Operação de Novos Equipamentos Horizonte Mensal Cronograma de Obras – Maio a Agosto 2005 Alterações Topológicas Manutenções e Indisponibilidades de Longo Prazo Região Sudeste/Centro Oeste Região Norte/Nordeste Região Sul Atendimento à Ponta do Sistema Intercâmbios entre Regiões Despachos Previstos por Restrição Elétrica Considerações Adicionais Sobre o Despacho Térmico Despachos Previstos por Requisitos Energéticos % 5.1 5.1.1 5.1.2 5.2 5.2.1 5.2.2 5.3 5.3.1 5.4 5.5 5.6 5.7 5.8 5.9 5.9.1 5.9.2 5.9.3 5.9.4 $ 6 6 8 11 11 11 12 12 13 13 !% 14 17 17 !& " ' ( Desempenho em Regime Normal de Operação Controle de Tensão Controle de Carregamento Desempenho em Condições de Emergência/Segurança do Sistema Análise de Segurança Operação do SIN durante a indisponibilidade do circuito 500 kV Serra da Mesa / Rio das Éguas / Bom Jesus da Lapa Análise de Contingências Contingências Simples na Rede Básica que podem acarretar em cortes de carga Perdas Elétricas no SIN Limites de Fluxo para o Rio Grande do Sul Limites de Fornecimento pela Região Sul Alteração da posição dos tapes fixos da transformação 500/345kV – 400 MVA da SE Jaguara Atendimento aos Principais Centros Consumidores – Capitais Avaliação dos Limites de Geração das Usinas conectadas à malha de 440kV do Estado de São Paulo Cenários Avaliados Contingências Avaliadas Desenvolvimento dos Estudos Conclusões e Recomendações RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 ! 21 21 27 27 27 30 31 34 41 42 43 43 43 43 43 43 43 43 $ 6.1 6.1.1 6.1.2 6.1.3 6.1.4 6.1.5 6.1.6 6.1.7 6.1.8 ) Cargas e Gerações Consideradas nos Estudos Patamar de Carga Pesada Patamar de Carga Média Patamar de Carga Leve Patamar de Carga Mínima Patamar de Carga Sábado 11 horas Patamar de Carga Sábado 21 horas Patamar de Carga Domingo 12 horas Patamar de Carga Domingo 21 horas % 43 43 43 43 43 43 43 43 43 % *+, -. /0 ,*12 ,- .5 *6.* - * . +,3.4,* % .4,+7 Revisão 1 Seção 5.1.1 páginas 21 descrição Área Rio de Janeiro / Espírito Santo. 5.1.1 26 Controle de Tensão na Interligação Norte / Nordeste e na área Norte da Região Nordeste. 5.2.2 30 Operação do SIN durante a indisponibilidade do circuito 500 kV Serra da Mesa / Rio das Éguas / Bom Jesus da Lapa 5.9 48 Avaliação dos Limites de Geração das Usinas conectadas à malha de 440kV do Estado de São Paulo. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 % ! " Este estudo tem como objetivo avaliar o desempenho da operação elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) previsto para o mês de Agosto de 2005, considerando as eventuais alterações das premissas contidas no estudo Quadrimestral de Maio a Agosto de 2005 – Relatório ONS RE-3-120/2005. Mediante as novas previsões do cronograma de implantação das obras de transmissão e/ou geração, a evolução da sua carga e os cronogramas de manutenção de unidades geradoras, são determinadas estratégias para a operação do Sistema Interligado Nacional visando preservar a segurança e buscando atender as metas energéticas. Este relatório foi produzido a partir de simulações e análises realizadas pelo ONS, com a colaboração dos representantes das diversas empresas integrantes do SIN. É importante registrar que as recomendações constantes no Relatório Quadrimestral de Maio a Agosto de 2005, são válidas, à exceção das informações específicas contempladas neste relatório. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 #" Atendendo aos critérios estabelecidos nos Procedimentos de Rede, para este mês os grandes centros consumidores atendidos pelo SIN apresentarão comportamentos satisfatórios. Com relação à Região Central de Minas Gerais, incluindo a Grande Belo Horizonte, tem sido possível em função da carga e geração interna da área, bem como do Fluxo Serra da Mesa(FSM) e da geração das usinas do Paranaíba, atender aos critérios estabelecidos pelos Procedimentos de Rede sem a necessidade de utilizar despacho térmico. Para a região de Campo Grande (Mato Grosso do Sul), a geração local é insuficiente para atender a sua carga no advento da perda da LT 230kV Guaíra – Dourados dependendo da carga da área, conforme detalhado no item 5.8 - Atendimento aos Principais Centros Consumidores – Capitais. 2.1 Entrada em Operação de Novos Equipamentos O cronograma completo das obras previstas para a malha principal do Sistema Interligado Nacional é apresentado em detalhes no item 2.1.2. Entretanto, destacam-se a seguir os empreendimentos que entraram em operação no mês anterior e aqueles com previsão de entrada em operação no mês em estudo. 2.1.1 Horizonte Mensal a) Entrou em operação, no dia 24/07, a LT 230kV Campos Novos – Lagoa Vermelha que, em conjunto com o ATR 230/138kV – 150MVA da SE Lagoa Vermelha e a LT 230kV Lagoa Vermelha – Santa Marta (integradas ao SIN em 17/04), interliga em anel a nova SE Lagoa Vermelha ao sistema de transmissão em 230kV do estado do Rio Grande do Sul. A completa integração deste empreendimento proporciona ganhos da ordem de 100 MW no limite de atendimento a este estado. b) No dia 1o de julho foi sincronizada para testes a 1a unidade geradora da UHE Santa Clara (60 MW), cuja entrada em operação está prevista para o dia 1o de agosto. A integração desta unidade geradora ao SIN, mais especificamente ao sistema de 138kV da Copel, proporcionará uma melhoria no atendimento à região do Médio Iguaçu no estado do Paraná, bem como aumentará a disponibilidade de geração do Sistema Sul. c) No dia 17/07 foi integrado ao SIN o 2o ATR 525/230kV – 600MVA da SE Bateias, enquanto que a conclusão dos serviços de recapacitação do 3o circuito da LT 230kV Bateias – Campo Comprido, incluindo a complementação de sua conexão nas subestações terminais está prevista para o dia 1o de agosto. A integração conjunta destes elementos minimizará a ocorrência de sobrecarga inadmissível nesta transformação, quando da RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $ contingência da LT 525kV Bateias – Curitiba. Adicionalmente, após a entrada em operação das LT 525kV Londrina – Assis e Assis – Araraquara, prevista para outubro de 2005, possibilitará a ampliação dos limites de transferência de energia entre as Regiões SE/CO e Sul. d) Está prevista para o dia 14/08 a entrada em operação do 2o circuito da LT 230kV Itaúba – D. Francisca, o qual, entre outros benefícios, permitirá: - o desligamento do ECE atualmente implementado para corte de geração de unidades geradoras da UHE Dª. Francisca, que atua quando da ocorrência de perda simples do único circuito da LT 230kV Dª. Francisca – Itaúba; - com a rede completa, a eliminação das restrições para o fechamento de anel entre as subestações de Dª. Francisca e Itaúba evitando o desligamento da UHE Dª. Francisca para permitir a recomposição do segundo circuito entre estas subestações. e) Está prevista para o dia 20/08 a conclusão dos serviços de reencabeçamento da LT 230kV J.Lacerda A – Palhoça, que transferirá o terminal de J. Lacerda A desta LT, para o terminal J. Lacerda B, o que evitará a ocorrência de sobrecarga da LT 230kV J.Lacerda A – J.Lacerda B em condição N-1 (indisponibilidade da LT 230kV J.Lacerda B – Blumenau), quando da prática de geração elevada em J. Lacerda. f) Está prevista para o dia 16/08 a entrada das LTs 230 kV Coxipó – Cuiabá C1 e C2 e Cuiabá – Rondonópolis, que possibilitará um aumento de até 60 MW nos limites de exportação do Mato Grosso. g) No dia 20 de julho foi sincronizada para testes a 1a unidade geradora da UHE Aimorés cuja entrada em operação está prevista para o final de agosto. A integração desta unidade geradora ao SIN, trará uma nova fonte de abastecimento e um novo ponto de controle de tensão, tanto para a região Leste de Minas Gerais, quanto para o sistema da ESCELSA que alimenta a região Centro Norte do Espírito Santo. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 2.1.2 Cronograma de Obras – Maio a Agosto 2005 Quadro 2.1.2-1: Sistema Sudeste / Centro Oeste Empresa Descrição da Instalação Previsão Inicial Situação Atual Efeitos da Obra Ago/05 Set/05 Reduz a necessidade de abertura de LTs 440 kV para controle de tensão nos períodos de carga leve e mínima em cenários de baixa geração nas usinas ligadas ao sistema em 440 kV, além de ser necessário para a recomposição do Sistema. Dez/04 Comissionamento a partir de Junho de 2005. Aumento de disponibilidade de geração para a área Rio de Janeiro/Espírito Santo, com melhoria no controle de tensão do sistema 138 kV. Out/04 Em Operação Em Operação Out/05 Dez/05 Dez/05 SE Araraquara 1 reator de barra de 200 Mvar/440 kV CTEEP FURNAS Termorio S/A SE Sumaré 1 reator de barra de 100 Mvar/440 kV UTE Santa Cruz – 200 MW Obras de Modernização – conversão para gás. UTE Termorio 4 unidades geradoras de 105 MW 1 unidade geradora de 171 MW 2 unidades geradora de 105 MW 2 unidades geradora de 115 MW AHE Ourinhos Ourinhos Energia S/A 1ª unidade geradora 14,7 MW 2ª unidade geradora 14,7 MW 3ª unidade geradora 14,7 MW Jun/05 Jul/05 Set/05 Set / 05 Set / 05 Set / 05 UHE Picada Consórcio Paraibuna Amazônia – Eletronorte Transmissora de Energia S/A 1ª unidade geradora 25 MW 2ª unidade geradora 25 MW Ago/05 Set/05 Set/05 Out/05 Ago/05 Previsto para 16 de Agosto de 2005. Aumento de disponibilidade de geração para a área Rio de Janeiro/Espírito Santo, com melhoria no controle de tensão do sistema 138 kV. A entrada em operação da AHE Ourinhos melhora o controle de tensão na região de Ourinhos. No entanto, agrava os problemas já existentes de sobrecarga em regime normal de operação na LT 88 kV Salto Grande – Chavantes. Melhora a regulação de tensão na SE Juiz de Fora 1, além de reduzir as sobrecargas no eixo de 138 kV Barbacena 2 – Santos Dumont – Juiz de Fora quando da perda da LT 345 kV Barbacena 2-Juiz de Fora 1 ou de um dos ATRs 345/138kV de Juiz de Fora. LT 230 kV Coxipó – Cuiabá C1 e C2 LT 230 kV Cuiabá – Rondonópolis com compensação série de 60% SE Cuiabá Setor de 230 kV Possibilita um aumento de até 60 MW nos limites de exportação do Mato Grosso. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 & Empresa Consórcio UHE Aimorés Descrição da Instalação UHE Aimorés - 3 x 110 MW 1ª unidade 2ª unidade 3ª unidade Seccionamento da LT 230 kV Gov Valadaress – Mascarenhas em Aimorés UHE Ponte de Pedra 3 X 58,7 MW: Ponte de 1ª unidade Pedra 2ª unidade Energética S/A 3ª unidade CELG LT 138 kV Santa Maria – Pacaembu Previsão Inicial Set/04 Out/04 Nov/04 Set/04 Situação Atual Comissionamento Funcionará como uma nova fonte de abastecimento e um da 1ª unidade previsto para novo ponto de controle de Agosto de 2005. tensão, tanto para a região Leste de Minas Gerais, quanto para o sistema da ESCELSA Em operação. que alimenta a região Centro Norte do Espírito Santo. Set/2004 Out/2004 Dez/2004 Nov/2004 Efeitos da Obra Ago/05 Ago/05 Set/05 Previsto para final de Agosto de 2005. Aumento de disponibilidade de geração para a área MT. A SE Samambaia passará a suprir as cargas de Pacaembu e Marajoara via Ceb através desta LT, reduzindo da ordem de 5% no carregamento da transfortmação da SE 345/138 kV de Brasília Sul. Quadro 2.1.2-2: Sistema Sul Situação Atual Efeitos da Obra Jul/05 Ago/05 Evitará a ocorrência de sobrecarga da LT 230kV J.Lacerda A – J.Lacerda B em condição N-1 (indisponibilidade da LT 230kV J.Lacerda B – Blumenau), quando da prática de geração elevada em J. Lacerda. 2o ATR 525/230kV – 600MVA da SE Bateias Mar/05 Em operação desde 17/Jul/05 Evitará a ocorrência de sobrecarga inadmissível nesta transformação, na contingência da LT 525kV Bateias – Curitiba, deixando de consistir em um dos fatores limitantes para a exploração do recebimento pela Região Sul . LT 230kV Bateias – Campo Comprido C.3 – recapacitação e complementação do arranjo com a inclusão de disjuntores próprios para este circuito. Out/04 Ago/05 Minimizará a sobrecarga neste circuito na condição N-1. Mai/05 Set/05 Alívio do carregamento na rede de 138 kV da Copel e dos TR 230/138 kV da SE P.Grossa Norte. UHE Santa Clara (1 x 60MW) 1ª unidade Mar/05 Ago/05 UHE Santa Clara (1 x 60MW) 2ª unidade Mar/05 Set/05 Empresa Descrição da Instalação Eletrosul Reencabeçamento do terminal de J. Lacerda A da LT 230kV J.LacerdaA – Palhoça, para o terminal de J. Lacerda B Copel Previsão Inicial TR 1 230/138 kV da SE P.Grossa Sul (75 MVA) TR 2 230/138 kV da SE P.Grossa Sul (50 MVA) Centrais Elétricas Rio Jordão Aumento da confiabilidade e flexibilidade do sistema da região, bem como da capacidade de atendimento ao estado do Paraná e disponibilidade de geração no Sistema Sul. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 8 Empresa CEEE ETAU – Empresa Transmissora do Alto Uruguai CERAN – Companhia Energética Rio das Antas Descrição da Instalação LT 230kV D.Francisca – Itaúba C.2 LT 230 kV Campos Novos – Lagoa Vermelha UHE Monte Claro (2 x 65,3 MW) 2a unidade geradora Previsão Inicial Situação Atual Efeitos da Obra Ago/05 Na condição de geração elevada na região Oeste do RS, esta obra elimina a necessidade de redução da potência gerada na UHE D. Francisca, quando da perda de um dos circuitos da LT 230kV D. Francisca – Itaúba, agilizando a recomposição deste equipamento. Em operação desde 24/07 Com a entrada em operação desta linha em conjunto com a LT 230kV L.Vermelha – Santa Marta e SE L.Vermelha 230/138kV (integradas em 17/04/05), a região atendida pela SE Santa Marta passa a apresentar níveis adequados de tensão em condição normal de operação e na indisponibilidade das LT 230 kV Passo Real – Santa Marta ou Passo Fundo – Santa Marta. A integração completa desta obra proporcionará ganhos da ordem de 100 MW no limite de recebimento pelo estado Rio Grande do Sul. Dez/04 Dez/05 Aumento da confiabilidade e flexibilidade do sistema da região, bem como da capacidade de atendimento ao estado do Rio Grande do Sul e disponibilidade de geração no Sistema Sul. Previsão Inicial Situação Atual Efeitos da Obra Mar/05 Em operação desde 03/07/05 Mar/05 Em operação desde 03/07/05 Dez/05 Previsto para 31/07/05 Fev/05 Ago/04 Quadro 2.1.2-3: Sistema Norte / Nordeste Empresa Descrição da Instalação LT 230 kV Sobral II – Sobral III C1 e C2 CHESF SE Sobral III 1 autotransformador 500/230 kV – 600 MVA Transferência da LT Fortaleza – Cauípe 04S1 da barra de 230 kV de Fortaleza para a barra de 230 kV de Fortaleza II Elevará os níveis de tensão da área Oeste, e proporcionará o atendimento ao critério N – 1 desta região, eliminando necessidade de atuação de ECE que restringe 43% da carga da SE Sobral. Esta obra tem uma grande influência na área Norte do sistema Nordeste, pois reduz em 15% o carregamento dos autotransformadores da SE Fortaleza II. Permitirá a energização do 3º link Fortaleza – Fortaleza II, prevista para dez/05. Obra em continuidade às propostas pelo Grupo de Trabalho de Análise do Atendimento ao Estado do Ceará. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 ! 2.2 Alterações Topológicas Não são previstas para este mês alterações topológicas significativas, à exceção das obras ou indisponibilidades destacadas. 2.3 Manutenções e Indisponibilidades de Longo Prazo O programa de manutenções em unidades geradoras e equipamentos de transmissão é aquele constante no Sistema de Gestão de Intervenções – SGI, no entanto vale que sejam destacados os seguintes equipamentos: 2.3.1 Região Sudeste/Centro Oeste Transformadores Transformador TR06 de 765 / 345 kV de Tijuco Preto. Fora de operação desde 16/05/2005. Previsão de retorno para 31/12/2005. • Compensadores Estáticos de Reativo Compensador Estático de Reativo 100/-50 Mvar da SE Bandeirantes. Fora de operação desde 16/04/2005. Retorno previsto para 15/10/05. • Compensadores Síncronos Compensador Síncrono 02 (13,8 kV) da SE Brasília Geral. Fora de operação desde 19/08/2002. Retorno previsto para 31/07/05. • Compensador Síncrono 01 ( 13,8 kV) da SE Mesquita. Fora de operação desde 19/07/2005. Retorno previsto para 30/07/2005. • Reatores Reator 1de 100 Mvar (440 kV) da SE Santo Ângelo Fora de operação desde 20/06/2005. Retorno previsto para 18/08/2005. • Reator de Linha 09 de 90,6 Mvar (500 kV) da SE Jaguara Fora de operação desde 10/01/2005. Retorno previsto para 30/07/2005. • Reator 02 de 25 Mvar (13,8 kV) da SE Rio Verde Fora de operação desde 07/10/2004. Retorno previsto para 30/12/2005. • Reator 1 de 10 Mvar (13,8 kV) da SE Brasília Geral Fora de operação desde 03/11/2004. Retorno previsto para 30/07/2005. • RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 !! Unidades Geradoras Durante todo o mês de Agosto estarão indisponíveis à operação as seguintes unidades geradoras: • a. Unidade b. Unidade c. Unidade d. Unidade 2.3.2 3 1 7 2 e 4 da UTE Piratininga (230kV) da UTE Piratininga (88kV) da UHE Henry Borden (88kV) da UHE Três Marias Região Norte/Nordeste Compensadores Síncronos Compensador Síncrono -105/150 Mvar da SE Teresina II (13.8kV) Fora de operação desde 13/11/2002. Retorno previsto para Agosto/2005. • Reatores Reator 05E3 de 100 Mvar da SE Luiz Gonzaga 500kV Fora de operação desde 06/04/2005. Retorno previsto para 31/12/2005. • • Reator 02 de 136 Mvar da SE Marabá 500 kV Fora de operação desde 18/03/2005. Retorno previsto para 30/09/2005. Unidades Geradoras Durante todo o mês de agosto estarão indisponíveis à operação as seguintes unidades geradoras: • a. Unidades 5 e 6 da UHE Tucuruí (Etapa I) 2.3.3 Região Sul Transformadores TR 3 230/138kV – 150MVA da SE Campos Novos Equipamento substituído, em 03/07, por um transformador de mesma capacidade, disponibilizado sob empréstimo junto a Copel. A Eletrosul informa que não tem previsão de data para o retorno da unidade em recuperação. • RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 ! Unidades Geradoras Durante todo o mês de agosto estarão indisponíveis à operação as seguintes unidades geradoras: • a. Uma das unidades da UHE Gov. Bento Munhoz; b. Unidade 6 da UTE J. Lacerda (retorno previsto para o dia 04/09); 2.4 Atendimento à Ponta do Sistema Considerando os cenários de carga e geração previstos para o mês de Agosto de 2005, não são esperados problemas para o atendimento à ponta de carga do sistema. 2.5 Intercâmbios entre Regiões Permanecem válidos os limites descritos no Relatório ONS RE-3-120/2005 Quadrimestral de Maio a Agosto de 2005, a exceção daqueles atualizados neste documento. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 ! 3.1 Despachos Previstos por Restrição Elétrica Os despachos mínimos de geração térmica consideram adicionais por restrições elétricas, em relação aos valores mínimos de conservação de equipamentos e/ou contratos de combustíveis, ressaltando que os despachos mínimos serão revisados na programação diária da operação em virtude das previsões de carga e geração. As Tabelas 3.1-1, 3.1-2 e 3.1-3 indicam os despachos térmicos mínimos necessários para atender requisitos elétricos da rede em regime normal de operação. Os valores foram calculados tendo como base as diretrizes indicadas no submódulo 23.3 dos Procedimentos de Rede do ONS. Na Tabela 3.1-1 a seguir, os valores indicados apresentam a geração de potência ativa mínima considerando as restrições operacionais da instalação e, entre parênteses, a geração de potência ativa efetivamente necessária, caso fosse possível desconsiderar a restrição física da instalação. Tabela 3.1-1 - Geração térmica mínima no Complexo Jorge Lacerda para atendimento às restrições elétricas Despacho de Geração (MW) Intercâmbio SUL→ →SE/CO Pesada Média Leve -1900 < RSUL < -850 2P + 1GG 1P + 1M + 1GG 2M + 1GG = 230 (230) = 238 = 246 2P + 1GG 1P + 1M + 1GG 2M + 1GG = 230 (230) = 238 = 246 --- -850 < RSUL < -500 1P + 2M + 1G 2P + 1GG 1P + 1M + 1GG = 171 (171) = 230 = 238 1P + 2M + 1G 2P + 1GG 1P + 1M + 1GG = 171 (171) = 230 = 238 --- -500 < RSUL < 400 2P + 1M + 1G 1P + 2M + 1G 2P + 1GG = 163 (163) = 171 = 230 2P + 1M + 1G 1P + 2M + 1G 1M+ 1GG = 163 (150) = 171 = 213 --- 400 < RSUL 1P + 1M + 1G 2M + 1G 2P + 1M + 1G = 138 (138) = 146 = 163 1P + 1M + 1G 2M + 1G 2P + 1M + 1G = 138 (110) = 146 = 163 --- Observações : (1) Os despachos e configurações apresentados são os mínimos necessários, considerando a maximização das tensões nas SE elevadoras do Complexo Termelétrico J.Lacerda, bem como na SE 230kV de Palhoça. Para tanto, verifica-se a necessidade de operação com a seguinte configuração de bancos de capacitores: 2 bancos em Blumenau e 1 banco em Palhoça na carga pesada, 2 bancos em Blumenau na carga média e nenhum banco em Blumenau e Palhoça durante a carga leve. Na indisponibilidade de 1 dos bancos de capacitores de Blumenau ou Palhoça, sincronizar mais 1 máquina no complexo de J.Lacerda. (2) Para a execução do controle de tensão na região de influência, na condição (N-1) da LT 230kV J.Lacerda A – J.Lacerda B, existe a necessidade de estarem sincronizadas na UTE J.Lacerda A, 2 máquinas no período de carga pesada e 1 máquina no período de carga média. Nesta avaliação não se considerou o reencabeçamento da LT 230kV J.Lacerda A – Palhoça para o terminal J.Lacerda B, previsto para o final de agosto. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 !% Tabela 3.1-2 - Geração térmica mínima na UTE William Arjona para atender restrições elétricas Nº de unid. sincronizadas 0 1 2 3 4 5 unid. x 30 MW x 30 MW x 30 MW x 30 MW x 30 MW Notas: (1) CP Pesada Média ------------------CP ≤ 495 495 < CP ≤ 535 535 < CP ≤ 560 560 < CP ≤ 590 Leve CP ≤ 280 280 < CP ≤ 335 335 < CP ≤ 375 ---------------------------- ------------------CP ≤ 460 460 < CP ≤ 505 505 < CP ≤ 540 540 < CP ≤ 570 carga própria do estado do Mato Grosso do Sul, incluindo o sistema nordeste atendido pela CTEEP (em MW). (2) A carga própria do MS nos regimes de carga pesada, média e leve previstas pela Enersul para o mês de agosto/05 é de 620MW, 580MW e 320MW, respectivamente. (3) A utilização do reator de linha na SE 230kV de Dourados minimiza a degradação do perfil de tensão na perda da LT 230kV Dourados – Guaíra, sendo desta forma recomendada a sua utilização, em regime normal, em todos os patamares de carga. O desligamento do mesmo é recomendado somente quando não for possível manter o controle de tensão na região dentro da faixa requerida. (4) A utilização dos capacitores existentes nas SE 13,8kV de Dourados Maxwell e Dourados Alvorada minimiza a degradação do perfil de tensão nesta região na perda da LT 230kV Dourados – Guaíra, postergando a atuação do ECE da SE 13,8kV de Dourados Maxwell. Desta forma, recomenda-se a utilização integral destes elementos nos períodos de carga pesada e média, desligando-os apenas quando não for possível manter o controle de tensão na região dentro da faixa requerida, notadamente nos períodos de carga leve e mínima. (5) Deverá ser incluída uma unidade geradora adicional na UTE W. Arjona, se a unidade 2 da UHE Mimoso estiver fora de operação. (6) Os valores da tabela são referenciais, podendo ser alterados na programação diária da operação. (7) Os valores da tabela foram obtidos considerando o cenário de fornecimento do Sul. Na ocorrência de recebimento pela Região Sul, a UTE W.Arjona deverá ser despachada conforme estabelecido no Relatório Quadrimestral Maio a Agosto/2005 ONS RE-3-120/2005. Tabela 3.1-3 - Geração térmica mínima nas demais UTEs do SIN para atender restrições elétricas Usina Pesada Presidente Médici A – 2P ou Presidente Médici B – 2G 2P x 25 Presidente Médici A – 2P Presidente Médici B – 2G Uruguaiana (2G + 1 V) Média (1) + 1G x 0 1G x 0 (1) (1) (2) 1P x 0 (1) + 1G x 0 (3) --- 1P x 50 (1) 2P x 0 (1) 1G x 0 1G x 20 1P x 0 Leve --(1) --- --- --- Canoas (gás) --- --- --- Charqueadas --- --- --- Piratininga ou Nova Piratininga 88kV (4) (4) --- Ibiritermo --- --- --- Mário Covas 20 60 --- Notas: (1) Necessidade de haver a máquina sincronizada. (2) Havendo transferência de carga (15MW) da SE 138kV S.Maria 3 para a SE 69kV S.Maria 1, não será necessária a sincronização desta máquina. (3) Considerando a carga informada pelas empresas do Rio Grande do Sul (AES-Sul, RGE e CEEE), não existe a necessidade de haver máquina sincronizada para contorle de tensão nas cargas leve e mínima. (4) Necessidade de uma máquina despachada em seu valor mínimo. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 ! a) O valor de despacho no Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, bem como a configuração das máquinas sincronizadas, são os necessários para evitar a violação dos níveis mínimos admissíveis de tensão e corte de carga em Santa Catarina (área leste), no caso da perda da LT 525kV Campos Novos – Blumenau. São os necessários também para evitar tensões abaixo dos limites de emergência na região do Planalto Serrano, Palhoça, Gravatal e Tubarão, no caso da contingência da LT 230kV Jorge Lacerda A – Jorge Lacerda B. Nos patamares de carga pesada e média de dias úteis, recomenda-se, dentro do possível, a utilização dos bancos de capacitores existentes nas SE 230kV Blumenau (2 x 125Mvar) e na SE 230kV Palhoça (1 x 50Mvar), de modo a minimizar os efeitos de subtensão decorrentes das contingências críticas para a região, conforme nota 1 da Tabela 3.1-1. No caso de serem praticados, por razão de inflexibilidade, na UTE Jorge Lacerda, valores de geração superiores àqueles aqui definidos por razões elétricas, não deverá ser necessária à utilização de toda a compensação capacitiva indicada. b) O despacho mínimo da UTE W. Arjona visa evitar corte de carga na perda da LT 230kV Guaíra – Dourados. Cabe ressaltar que esta usina deverá ser despachada em valor superior ao de sua inflexibilidade, conforme indicado na Tabela 3.1-2. c) O despacho mínimo na UTE Presidente Médici é dimensionado para evitar corte de carga na perda da LT 230kV Cidade Industrial – Pelotas 3. d) Durante todos os patamares de carga, os despachos nas usinas térmicas no Estado do Rio Grande do Sul, definidos por razões elétricas de caráter local, são suficientes para evitar a atuação do ECE instalado na SE Gravataí na ocorrência da perda simples mais crítica da interligação com este estado, a LT 525kV Itá – Gravataí, considerando a carga prevista, geração hidráulica e os conseqüentes níveis de Fluxo para o Rio Grande do Sul previstos para este mês. e) Não será necessário o despacho na UTE Charqueadas por razões elétricas locais. Contudo, a mesma será despachada no valor da inflexibilidade declarada pela Tractebel Energia. f) O despacho mínimo definido para UTE Governador Mário Covas é apenas referencial, devendo ser revisto na programação diária da operação, em virtude das previsões de carga e geração. Este despacho visa atender as inequações de Recebimento do Mato Grosso (RMT) e o controle de carregamento da transformação de Coxipó, desde que esgotados os demais recursos. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 !$ g) Em função da condição hidrológica favorável das UHEs da Região Sul e da necessidade da Região Norte de ser importadora, não há previsão de operação com valores elevados de Fluxo Serra da Mesa(FSM). Neste cenário, não é esperada a utilização do despacho da UTE Ibiritermo para controle do Fluxo Minas Gerais(FMG). No entanto, a utilização deste recurso deverá ser revista periodicamente em função das possíveis variações de carga e disponibilidades energéticas na Região Central de Minas Gerais, geração na bacia do Paranaíba e intercâmbio Norte / Sudeste. h) O despacho térmico no setor de 88kV da SE Piratininga visa evitar sobrecarga na transformação 230/88kV desta subestação em caso de contingência de algum dos transformadores desta subestação, ou em caso de contingência de algum dos transformadores 345/88kV da SE Baixada Santista ou da SE Bandeirantes, que impliquem em necessidade de remanejamento de carga da SE Baixada Santista ou da SE Bandeirantes para a SE Piratininga. 3.2 Considerações Adicionais Sobre o Despacho Térmico 3.3 Despachos Previstos por Requisitos Energéticos A programação dos despachos, por requisitos energéticos é definida a partir das simulações realizadas quando da definição do programa Mensal de Operação e suas revisões semanais. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 ! % a) A programação de transferência de energia com a Argentina, através da Conversora de Freqüência de Uruguaiana deverá ser nula em todos os patamares de carga. b) Não há previsão de transferência de energia com o Uruguai pela Conversora de Freqüência de Rivera. c) Não há previsão de transferência de energia com a Argentina pelas Conversoras de Freqüência de Garabi I e II, em todos os períodos de carga. d) Para a montagem e análise dos casos de referência foram consideradas todas as informações relatadas nos itens 2, 3 e 4. Os intercâmbios considerados nos casos analisados são apresentados na Tabela 4-1, que ilustra uma série de grandezas do Sistema Interligado Nacional, incluindo fluxos de recebimentos, fluxos entre áreas e geração de Itaipu. Os valores apresentados foram utilizados como referência nas simulações. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 !& Tabela 4-1 – Níveis de Transferência entre Regiões e Geração de Itaipu (MW) Fluxos Patamar de Carga Pesada Média Leve Mínima FMG 4994 4429 3506 3017 FRS 2214 1958 823 579 FGB 2102 1898 1206 1091 FSM 1580 827 237 -83 FMT 259 197 260 263 FRJ 6208 5810 3555 3150 FNS 556 4 -388 -445 FSENE 304 232 184 182 FNE 194 -141 -188 -182 RNE 498 90 -3 0 RSUL -746 -1400 -1885 -1839 RSE 6344 6317 5037 4988 FSE 5817 5511 4043 3845 ITAIPU 60Hz 5700 5000 3200 3200 Elo CC 4719 4824 2021 2021 Garabi I (ARG->BRA) 0 0 0 0 Garabi II (ARG->BRA) 0 0 0 0 Onde: • FMG • FRS • FGB • FSM • • • • • • • • • • FMT RMT FRJ FSE RSE RNE RSUL FNS FSENE FNE fluxo de potência ativa para a área Minas Gerais fluxo de potência ativa para a área Rio Grande do Sul fluxo de potência ativa para a área Goiás-Brasília fluxo de potência ativa que sai do barramento 500kV de Serra da Mesa para a área Goiás-Brasília fluxo de potência ativa que sai do estado do Mato Grosso fluxo de potência ativa que entra no estado do Mato Grosso fluxo de potência ativa para a área Rio de Janeiro fluxo de potência ativa que sai do barramento 765kV de Ivaiporã para Itaberá recebimento pelo Sudeste recebimento pelo Nordeste recebimento pelo Sul fluxo de potência ativa na interligação Norte-Sul fluxo de potência ativa na interligação Sudeste-Nordeste fluxo de potência ativa na interligação Norte-Nordeste RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 !8 As demandas utilizadas para cada patamar de carga são apresentadas no item 6.1. Estas tabelas mostram os valores totalizados das cargas informados pelos Agentes, em cada região, e que foram consideradas nos estudos. São apresentados, para os diferentes patamares, os valores da carga por empresa e por região, bem como os valores totalizados do sistema. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 " ' ( As análises relativas ao mês em estudo estão contidas no ONS RE-3-120/2005 Relatório Quadrimestral “Planejamento Elétrico da Operação do Sistema Interligado Nacional – Maio a Agosto de 2005”. No entanto, a seguir são apresentados os principais pontos de destaque para a operação durante o mês de Agosto. 5.1 Desempenho em Regime Normal de Operação 5.1.1 Controle de Tensão Como orientação geral, a medida de abertura de circuito(s) para controle de tensão só poderá ser tomada em situações onde todos os outros recursos disponíveis já tenham sido explorados de forma coordenada. Região Sudeste / Centro Oeste Área Rio de Janeiro / Espírito Santo Em função da área Rio de Janeiro / Espírito Santo não estar necessitando do banco de capacitor 1X200Mvar/345kV – SE Itutinga como recurso para o controle de tensão, e pelo fato da presença deste equipamento não aumentar os limites de fluxo para atendimento da Região Central do estado de Minas Gerais, e que a manobra do mesmo provoca um acréscimo da ordem de 5% na tensão do barramento de 345kV da SE Itutinga, estamos recomendando que este equipamento permaneça desligado. Vale ressaltar que para ligar este capacitor é necessário efetuar uma série de medidas operativas, devendo o mesmo ser manobrado somente como último recurso. Área São Paulo A dificuldade observada em tempo real para manter a tensão dentro da faixa estabelecida para o barramento de 230kV da SE Piratininga tem sido verificada também nos estudos de Planejamento da Operação Elétrica de curto prazo. Uma vez que as análises têm demonstrado que a operação com tensões inferiores ao valor mínimo da faixa de tensão, atualmente em vigor, não traz prejuízo para os consumidores da área de influência da SE Piratininga, já que o LTC da transformação 230/88kV da SE Piratininga é capaz de manter a tensão no barramento de 88kV no valor solicitado pela Eletropaulo (1,000 pu na carga pesada e média e 0,977pu na carga leve e mínima) sem no entanto, esgotar o recurso de comutação do LTC. Recomendamos readequar as faixas de controle do barramento de 230kV da SE Piratininga conforme a tabela a seguir: RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 ! Tabela 5.1.1-1: Alteração de Faixa de Tensão Barra Piratininga 230 kV Pesada / Média Leve / Mínima 228 – 238 kV ( 0,990 – 1,034 pu ) 226 – 236 kV ( 0,980 – 1,026 pu ) Área Minas Gerais Foram alteradas as faixas recomendadas de controle de tensão, em função da troca de tapes dos transformadores da SE Jaguara 500/345 kV de 537,5 kV para 550 kV: Tabela 5.1.1-2: Alteração de Faixa de Tensão da CEMIG Barra Pesada Média Leve Jaguara 500 kV 520-560 520-560 515-560 Nova Ponte 500 kV 525-555 520-550 490-545 Região Sul Área 525kV Considerando os cenários elétrico e energético, os montantes de carga previstos devido às baixas temperaturas, os níveis de tensão atualmente praticados na SE 525kV de Ivaiporã e as indisponibilidades simultâneas por motivo de manutenção que irão ocorrer nas usinas dos rios Iguaçu e Uruguai, em alguns períodos deste mês, verifica-se, no período de carga mínima, a possibilidade de ocorrer o esgotamento dos recursos para regulação na UHE Itá, acarretando em maiores dificuldades para o controle de tensão no setor de 525kV da região de Caxias. Neste caso, os seguintes recursos deverão ser utilizados: - Manutenção de todas as máquinas disponíveis em operação no sistema Sul operando subexcitadas, mesmo como compensador síncrono, evitando o desligamento daquelas que não operam nesta modalidade; - Utilização integral dos recursos de compensação reativa disponíveis; - Dentro do possível, promover a elevação das tensões para os valores máximos da faixa operativa no 230kV de Blumenau, Gravataí e Caxias, utilizando o recurso dos LTC dos ATR 525/230kV destas SE, monitorando, contudo, o efeito no sistema de 230kV. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 - Redução da tensão no 525kV de Ivaiporã, utilizando o recurso dos LTC dos ATR 765/525kV desta SE, desde que não leve à necessidade da abertura de linhas de 765 kV para controle de tensão. Se, após a utilização de todos os recursos existentes, ainda não seja possível o controle da tensão no sistema de 525 kV, recomenda-se, para cada caso, o desligamento das seguintes LT: - Ocorrendo o esgotamento dos recursos para regulação na UHE Itá e não havendo intercâmbio entre Brasil e Argentina via conversora de freqüência de Garabi II: abrir a LT 525kV Itá – Garabi II e, posteriormente, mediante tratativas junto a CIEN, conectar o reator desta linha na barra da SE Itá. - Por fim, após a tomada de todas as medidas operativas existentes para redução da tensão no sistema de 525kV e ainda havendo a ocorrência de tensões elevadas na SE Caxias: abrir a LT 525kV Itá – Caxias sendo que, neste caso, o fluxo para o RS (FRS) deverá, dentro do possível, ser mantido em valores inferiores a 1200MW, de modo a evitar o corte de carga pela lógica 1 deste ECE no caso de perda adicional da LT 525kV Itá – Gravataí ou da LT 525kV Campos Novos – Caxias. Área Paraná Considerando a carga prevista para a região metropolitana de Curitiba e as restrições do sistema de distribuição nesta área, poderão ser verificados, nos períodos de carga pesada e média, maiores dificuldades para o controle de tensão no setor de 69kV, notadamente na SE Umbará, permitindo, contudo, o atendimento à carga em níveis satisfatórios. Neste caso, deverão ser utilizados todos os recursos disponíveis, incluindo os recursos de compensação capacitiva, sobrexcitação das máquinas da UHE Gov. Parigot de Souza e da PCH Guaricana, bem como a maximização da geração destas usinas, quando necessário. Área Santa Catarina No período de carga mínima, poderão ser verificadas maiores dificuldades para o controle de tensão no 230kV de Xanxerê. Neste caso, deverão ser explorados todos os recursos de compensação reativa disponíveis em Xanxerê, subexcitação das máquinas de Passo Fundo, Salto Osório e Quebra Queixo e ainda, dentro do possível, reduzir as tensões no 138kV de Campos Novos e elevar os níveis de tensão no 138kV da região de Xanxerê. Área Rio Grande do Sul Considerando a necessidade de despacho da UTE Uruguaiana por razões elétricas (conforme Tabela 3.1-3) e não havendo a possibilidade de sua RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 operação neste período, as medidas a seguir deverão ser tomadas, de forma a minimizar ou até mesmo evitar o corte de carga nas SE São Vicente e Santa Maria 3, na perda da LT 230kV Dona Francisca – Santa Maria 3, nos regimes de carga pesada e média: - Otimizar as tensões no sistema de 230kV da região, através da sobrexcitação das máquinas da UTE Presidente Médici, do chaveamento dos reatores de Alegrete e da maximização da tensão no 230kV de S.Ângelo, utilizando o recurso do LTC dos ATR 525/230kV desta SE, monitorando, contudo, as tensões na região da fronteira oeste do Rio Grande do Sul; - No caso da necessidade de serem tomadas ações para redução da tensão nesta região por conta das medidas do item anterior, utilizar preferencialmente os reatores da SE Alegrete 2, os quais são desligados automaticamente para tensões menores que 93%; - Remanejar até 15MW de carga da SE Santa Maria 3 para a SE Santa Maria 1. No período de carga mínima, poderão ser verificadas maiores dificuldades para o controle no 230kV de Lagoa Vermelha. Neste caso, deverão ser explorados os recursos de subexcitação das máquinas de Passo Fundo, Monte Claro e usinas no Rio Jacuí. Adicionalmente, a indisponibilidade da UTE Uruguaiana causará, em todos os patamares de carga, principalmente nas cargas mais baixas, dificuldades para o controle de tensão no setor de 230kV na região da fronteira oeste do RS, notadamente nas SE Missões, São Borja, Uruguaiana, Rivera e Livramento. Neste caso, as seguintes providências deverão ser tomadas: - Abertura da LT 230kV Alegrete 2 - UTE Uruguaiana e adicionalmente a utilização integral dos recursos de compensação reativa indutiva disponíveis nas SE Alegrete, Maçambará e da C. F. Uruguaiana; - Redução da tensão na SE 230kV P.Médici, através da utilização dos recursos de compensação reativa das unidades geradoras da UTE P. Médici, sendo que, em caso de esgotamento destes, deverão ser utilizados os reatores disponíveis nesta SE e na SE 230kV de Quinta; - Manter sincronizadas e operando de forma subexcitada todas as unidades geradoras disponíveis no estado do Rio Grande do Sul, mesmo que como compensador síncrono, evitando o desligamento daquelas que não operam nesta modalidade; - Redução da tensão no 230kV de Santo Ângelo, utilizando o recurso dos LTC do ATR 525/230kV desta SE, monitorando, contudo, a tensão no sistema de 525kV (SE Santo Ângelo) e sua repercussão na capacidade de regulação da UHE Itá; - Ocorrendo o esgotamento dos recursos para regulação na UHE Itá e não havendo intercâmbio entre Brasil e Argentina via conversora de freqüência RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 % - de Garabi II: abrir a LT 525kV Itá – Garabi II e, posteriormente, mediante tratativas junto a CIEN, conectar o reator desta linha na barra da SE Itá. Após a implementação de todas as medidas indicadas para permitir o controle de tensão no sistema de 230kV do Rio Grande do Sul e ainda permanecendo tensões elevadas, recomenda-se abrir a LT 230kV Maçambará – Santo Ângelo, transferindo ou mantendo o reator de linha da SE Maçambará (30MVAr) conectado à LT 230kV Maçambará – Uruguaiana. Região Nordeste Áreas Norte e Oeste O procedimento a ser adotado para o controle de tensão das áreas Norte e Oeste do Sistema Nordeste, considerando a entrada em operação do ATR 500/230kV - 600MVA da SE Sobral III e da SE Pici, encontra-se o relatório ONS RE-3/171/2005. Ressalta-se o retorno à operação dos reatores não manobráveis 230kV/10Mvar 04E1 das SE Piripiri e Sobral II. Vale salientar, que para reduzir a tensão na barra de 500 kV da SE Sobral III, deve-se operar com a tensão na barra de 230 kV da SE Sobral II em 242 kV. O procedimento a ser adotado para o controle de tensão das áreas Norte e Oeste do Sistema Nordeste não será alterado com a transferência da LT Fortaleza – Cauípe 04S1 da barra de 230 kV de Fortaleza para a barra de 230 kV de Fortaleza II, prevista para o dia 31 de julho. Região Norte Área Pará A faixa de tensão na SE Tucuruí 230kV foi ampliada,sendo a mesma agora de 218 kV a 230 kV, nos períodos de carga pesada e média, por solicitação do consumidor industrial Eletronorte, CCM. Recomenda-se, entretanto, que a tensão na barra de 230kV da SE Altamira seja monitorada para que não ultrapasse 242kV. A SE Altamira é o ponto de tensão mais elevada do Tramo-Oeste, pois se encontra com o reator de 30Mvar/230kV substituído por um de 20Mvar/230kV, com um prazo para retornar à normalidade em novembro de 2006. Considerando a redução da geração da UHE de Tucuruí, poderão ser observados problemas de controle de tensão. Esta situação deverá ser contornada com utilização dos equipamentos de controle de tensão disponíveis e conforme os procedimentos vigentes para desligamento de linhas de 500kV na região. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 Interligação Norte / Nordeste e Área Norte da Região Nordeste Tendo em vista os registros da operação em tempo real que tem indicado tensões elevadas, de até 556 kV ( 111,2% ) na SE Sobral III, foram definidos procedimentos adicionais para o controle de tensão tanto na interligação Norte / Nordeste quanto na área Norte da Região Nordeste. Ressalta-se que as reincidentes queixas da operação do sistema tornaram inevitáveis a proposição destas medidas adicionais e que sua adoção garante o atendimento aos critérios definidos nos Procedimentos de Rede, segundo os quais não deve haver perda de carga no SIN quando de contingências simples na rede. Entretanto, como essas medidas fragilizam o desempenho do SIN sob contingências, as mesmas só devem ser adotadas quando esgotados todos os recursos convencionais de controle de tensão na região. Recomenda-se trocar as manobras de desenergização de até quatro circuitos de 230 kV pelas manobras de dois circuitos de 500kV, além de flexibilizar o limite inferior de tensão em Presidente Dutra. A seguir estão descritos os procedimentos adicionais para controle de tensão, tanto em situações de redução de carga quanto em condições de crescimento da mesma. Procedimentos: Na demanda decrescente: 1 – Reduzir o valor da tensão do barramento de 500 kV da SE Presidente Dutra para 525 kV. 2 – Estando a demanda da área Norte do Nordeste superior a 900 MW, desenergizar um dos circuitos da LT 230 kV Cauípe - Fortaleza. Este procedimento tem o objetivo de retardar o desligamento dos circuitos de 500 kV para que o mesmo seja efetuado com uma demanda adequada, visando a não atuação do ECE de subtensão da região em contingência da rede de 500 kV de atendimento à região. 3 – Estando a demanda da área Norte do Nordeste igual ou inferior a 900 MW e todos os recursos para controle de tensão esgotados, desenergizar o circuito em 500 kV Fortaleza - Quixadá - Milagres. Caso a LT 230 kV Cauípe - Fortaleza tenha sido desligada para controle de tensão, retornar imediatamente à operação. No crescimento da carga: RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $ 1 - Estando a área Norte do Nordeste com demanda igual ou superior a 900 MW, retornar com o circuito em 500 kV Fortaleza - Quixadá - Milagres. Caso o retorno dos circuitos traga dificuldades para o controle de tensão da região, poderão ser desenergizados circuitos de 230 kV, conforme os procedimentos vigentes. Ressalta-se que as medidas propostas só podem ser implementadas, quando da presença da interligação Sudeste / Nordeste, e adotadas em carga leve e mínima de domingo. Estando a LT 500 kV Fortaleza - Quixadá - Milagres desenergizada para controle de tensão, o recebimento pela Região Nordeste deverá ser mantido em valores iguais ou inferiores a 1300 MW. 5.1.2 Controle de Carregamento Em função da carga prevista pela CPFL, a transformação de 345/138kV – 4X150MVA da SE Campinas poderá vir a operar em sobrecarga, cuja medida a ser adotada consiste na radialização de cargas através de manobras de linhas conforme procedimento vigente. Considerando as diretrizes eletroenergéticas e a carga prevista para o mês em estudo, são esperados carregamentos acima de 95% do nominal nos equipamentos da rede básica, apresentados na tabela a seguir: Tabela 5.1.2-1 – Equipamentos com Carregamento Elevado no SIN EQUIPAMENTO ESTADO TR 345/138kV de Campinas SP TR 230/138kV de Anhangüera GO TR 230/138kV de Xavantes GO TR 440/138kV de Jupiá SP TR 230/69kV de Uberaba (TR 1 e 2) PR TR 230/138kV de Foz do Chopim PR TR 230/69kV de Gravataí 2 RS As medidas operativas para controle destes carregamentos, quando não explicitadas neste relatório, estão descritas no ONS RE-3-120/2005 - Relatório Quadrimestral Maio a Agosto de 2005. 5.2 Desempenho em Condições de Emergência/Segurança do Sistema 5.2.1 Análise de Segurança Os limites de transferência de energia entre as regiões foram considerados de acordo com os critérios constantes nos Procedimentos de Rede, ou seja, o RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 sistema suportará, sem perda de carga e/ou violações inadmissíveis de tensão ou carregamento, qualquer contingência simples. No entanto, com o objetivo de analisar a segurança do SIN e de seus equipamentos foram estabelecidas algumas inequações que visam evitar violação em equipamentos quando de contingências simples e, em casos especiais, contingências duplas. Estas inequações foram estabelecidas em estudos anteriores, tendo sido incorporadas ao Relatório Quadrimestral Maio a Agosto, e são monitoradas no processo de validação diária da programação e na operação em tempo real do sistema elétrico. A reavaliação, que visa identificar a necessidade de alteração de alguma destas inequações e/ou inclusão de novas, foi realizada utilizando os casos base do mês em estudo. Quadro 5.2.1-1 – Inequações que Apresentaram Necessidade de Revisão/Inclusão Inequação P BAT-CCO C.3 + 0,56 x P BAT-CCO (C.1 e C.2) < 362 MW P BTA-CCO (C.1 ou C.2) + 0,19 x P BTA-CBA < 374 MW P BTA-CCO (C.3) + 0,19 x P BTA-CBA < 362 MW Descrição Objetivo • P BAT-CCO 3 é a potência em MW no C.3 da LT 230kV Bateias Evitar sobrecarga acima do limite – C.Comprido, lado de Bateias de curta duração no C.3 da LT 230 kV Bateias – C. Comprido • P BAT-CCO (C.1 e C.2) é soma na perda da LT 230 kV Bateias – da potência em MW nos circuitos C.Comprido C.1 e C2. 1 e 2 da LT 230kV Bateias – C.Comprido, no lado de Bateias. • P BTA-CCO é a potência em MW em um dos circuitos da LT 230kV Bateias – C. Comprido, no terminal de Bateias • P BTA-CBA é a potência em MW na LT 525kV Bateias – Curitiba, no terminal de Bateias. Evitar sobrecarga acima do limite de curta duração na LT 230 kV Bateias – C. Comprido na perda da LT 525 kV Bateias – Curitiba. Notas: (1) Inequações válidas a partir da entrada em operação do 3º circuito da LT 230kV Bateias - Campo Comprido, prevista para o dia 1º de agosto. Após a integração conjunta do 2o ATR 525/230kV de Bateias e do 3o circuito da LT 230kV Bateias – C.Comprido, considerando a situação de rede alterada , quando da indisponibilidade de um destes ATR, deverão se monitoradas as seguintes inequações: RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 & Quadro 5.2.1-2– Inequações para Rede Alterada Inequação Descrição Limite de curta duração – ATR 525/230kV Bateias 1 ou 2: 760 •P ATR BAT é a potência em MW no ATR MVA à tensão nominal 525/230kV de Bateias, no lado de 525kV. Períodos Pesada e Média: - Sem o ECE: •P BAT-CBA é a potência P ATR BAT + 0,51 x P BAT-CBA < 717 MW em MW na LT 525kV - Para atuação da lógica 1 do ECE: Bateias – Curitiba, no P ATR BTA + 0,60 x P BTA-CBA - 0,44 x P BTA-IBI 1 e 2 < 635 terminal de Bateias. MW - Para atuação da lógica 1 do ECE e tap fixo no ATR BTA 1 ou 2 •P BAT-IBI 1 e 2 é a P ATR BTA + 0,60 x P BTA-CBA - 0,44 x P BTA-IBI 1 e 2 < 695 potência em MW na LT MW 500kV Ibiúna – Bateias - Para atuação da lógica 2 do ECE: C1 e C2, no terminal de P ATR BTA + 0,66 x P BTA-CBA - 0,54 x P ARE-BTA < 648 MW - Para atuação da lógica 2 do ECE e tap fixo no ATR BTA 1 ou 2. Bateias. P ATR BTA + 0,66 x P BTA-CBA - 0,54 x P ARE-BTA < 716 MW •P ARE-BAT é a potência em MW na LT 525kV Períodos Leve e Mínima: - Sem o ECE: Areia – Bateias, no P ATR BTA + 0,50 x I BTA-CBA < 744 MW terminal de Bateias. Objetivo Evitar sobrecarga acima do limite de curta duração no ATR 525/230 kV – 600 MVA da SE Bateias na perda da LT 525 kV Bateias – Curitiba. São citadas também as seguintes inequações que, com base nos casos de referência e considerando os cenários de cargas e gerações previstos para o mês, apresentaram resultados iguais ou superiores a 90% de seus limites (nas cargas pesada e média): • Tendência de violação da inequação que visa evitar sobrecarga na LT 345kV Porto Colômbia – Volta Grande para a perda da LT 500kV São Simão – Jaguara ou da LT 500kV Nova Ponte – Jaguara. • Tendência de violação da inequação que visa evitar sobrecarga no transformador 345/138kV da SE Mascarenhas de Moraes para a perda da LT 500 kV São Simão – Água Vermelha ou da LT 345 kV Mascarenhas de Moraes - Furnas. • Tendência de violação da inequação que visa evitar sobrecarga inadmissível no transformador remanescente 500/440kV da SE Água Vermelha para perda do outro. • Tendência de violação dos limites operativos do ATR 440/230kV da SE Assis, quando da contingência da LT 525kV Ivaiporã – Londrina. • Tendência de violação dos limites operativos do ATR 525/230kV da SE Cascavel Oeste, quando da contingência da LT 525kV Segredo – Areia. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 8 • Tendência de violação dos limites operativos do LT 525kV Segredo – Areia, quando da contingência da LT 525kV Salto Santiago – Ivaiporã. • Tendência de violação dos limites operativos do LT 525kV Segredo – Areia, quando da contingência da LT 525kV Salto Santiago – Itá. • Tendência de violação dos limites operativos do LT 230kV Salto Osório – Foz do Chopim, quando da contingência da LT 525kV Salto Caxias – Cascavel Oeste. • Tendência de violação dos limites operativos do LT 138kV Rosana – Dourados (trechos Rosana – Porto Primavera e Ivinhema – Dourados), quando da contingência da LT 230kV Guaíra – Dourados. Observação: A lista de inequações apresentadas acima mostra somente aquelas que apresentaram violação ou tendência de violação baseando-se nos casos de referência. Vale ressaltar que a ocorrência de cargas e despachos de geração diferentes dos previstos poderá acarretar em violação de inequações não listadas acima. No entanto, durante o processo da validação diária da programação eletroenergética, estas violações serão identificadas e as restrições atendidas. 5.2.2 Operação do SIN durante a indisponibilidade do circuito 500 kV Serra da Mesa / Rio das Éguas / Bom Jesus da Lapa Tendo em vista a indisponibilidade do circuito 500 kV Usina Serra da Mesa / Rio das Éguas / Bom Jesus da Lapa, devido à indisponibilidade do reator 05E1 da SE Rio das Éguas, cuja a normalização está prevista para o dia 28/08, conforme Solicitação de Intervenção cadastrada no SGI, foi verificado que, em determinadas condições de carga, podem ocorrer valores de corrente no circuito 230kV Catu - Governador Mangabeira que levassem à atuação do primeiro estágio referente ao esquema de perda do barramento 230kV B2 da SE Camaçari II, ajustado em 700A. A atuação do referido esquema implicaria na abertura dos três circuitos 230kV Governador Mangabeira / Sapeaçu e conseqüente operação isolada da área sul da Bahia com a área Sudoeste do Nordeste. Esta operação certamente levaria ao desligamento de carga nas áreas em questão. Para evitar a atuação do esquema, o mesmo deverá permanecer desativado até que seja normalizado o circuito em questão. Adicionalmente, faz-se necessário procedimentos para controle de carregamento nos circuitos Camaçari / Governador Mangabeira (04C7), Catu / Governador RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 Mangabeira (04M3) e Camaçari II / Tomba (04S1), evitando que um dos circuitos seja submetido a sobrecarga elevada, em caso de contingência em outro circuito. Para controle de carregamento nos referidos circuitos, deverá ser monitorada a inequação apresentada a seguir, objetivando evitar violação do limite térmico do TC associado ao circuito Camaçari II / Governador Mangabeira: P(04C7) + 0,65*P(04M3) < 385 MW, onde: P(04C7): Fluxo de potência ativa no circuito Camaçari II - Governador Mangabeira 04C7, lido na SE Camaçari II. P(04M3): Fluxo de potência ativa no circuito Catu - Governador Mangabeira 04M3, lido na SE Catu. Para controle desta inequação a UHE Pedra do Cavalo será sincronizada com sua geração máxima (160MW) durante os períodos de carga pesada e média, e a UHE Itapebi com geração de 90MW (01 UG) durante o período de carga pesada. Entretanto, vale salientar que, para controle de carregamento nos circuitos Camaçari / Governador Mangabeira (04C7), Catu / Governador Mangabeira (04M3) e Camaçari II / Tomba (04S1) a UHE Pedra do Cavalo deverá permanecer sincronizada com geração máxima em todas as condições de carga. Na contingência de algum dos circuitos Camaçari / Governador Mangabeira (04C7), Catu / Governador Mangabeira (04M3) ou Camaçari II / Tomba (04S1), e objetivando eliminar as referidas sobrecargas, a UHE Itapebi deverá ser imediatamente sincronizada e sua geração elevada até que o circuito em sobrecarga tenha seu carregamento reduzido para o seu valor limite. Para as condições analisadas, é esperada necessidade de geração na UHE Itapebi em 200MW na carga pesada, e 150MW na carga média. Caso o circuito em contingência permaneça indisponível por um período prolongado, o que leve à impossibilidade de utilizar-se da geração da UHE Itapebi, será necessário efetuar corte de carga nas subestações da área sul do estado da Bahia (Governador Mangabeira, Santo Antônio de Jesus, Brumado, Funil e Eunápolis). O corte de carga, se necessário, será solicitado à Coelba, a qual deverá ter definido sua prioridade entre as subestações apresentadas acima. A expectativa de montantes de carga a ser reduzido na contingência, reporta-se à geração que estaria sincronizada na UHE Itapebi, ou seja, até 200MW na carga pesada e até 150MW na carga média. 5.3 Análise de Contingências Exceto quando explicitados, os procedimentos em vigor permanecerão válidos para se contornar eventuais problemas no sistema quando de contingências. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 ! Área São Paulo Em função de entendimentos entre ONS, Eletropaulo e CTEEP não foram instalados ECEs para evitar sobrecargas inadmissíveis nos transformadores 230/88kV das SEs Pirituba e Bandeirante. No entanto, visando resguardar os equipamentos envolvidos foram estabelecidas medidas de retaguarda, adicionais àquelas já constantes no Relatório Quadrimestral (2Q2005), conforme informado a seguir: - SE Pirituba Caso a Eletropaulo não consiga num período de 10 minutos eliminar a sobrecarga nos transformadores 230/88kV remanescentes, através da adoção das medidas já normatizadas, a CTEEP está autorizada a desligar os alimentadores 1 e 2 da ETD Pirituba. - SE Bandeirantes Caso a Eletropaulo não consiga realizar em tempo hábil a transferência das cargas alimentadas pelo circuito 3 da LT 88kV Piratininga – Bandeirantes para a SE Piratininga, a CTEEP está autorizada a efetuar a abertura dos circuitos 3 e 4 da LT 88kV Piratininga – Bandeirantes. Área Mato Grosso do Sul A Tabela 5.3-2 apresenta as contingências simples que poderão resultar em violação de limites operativos, considerando o cenário energético e a previsão de carga para o mês de agosto de 2005. Tabela 5.3-2 – Contingências Simples – Área Mato Grosso do Sul Contingência LT 230kV Guaíra – Dourados Conseqüências Resumo das Medidas Operativas Subtensão com cortes de carga na região para demandas superiores a 590MW e 570MW nos períodos de carga pesada e média, respectivamente, mesmo com 5 unidades sincronizadas na UTE W.Arjona. Chavear banco de capacitores no MS, maximizar a tensão em W.Arjona, Mimoso, Rosana e Jupiá 138kV, além de maximizar o despacho em Mimoso e W.Arjona. Área Santa Catarina Nos patamares de carga pesada e média, quando da perda de um dos TR 230/138kV – 79,4 MVA de J.Lacerda (TR-5 ou 7), poderá ser verificada RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 sobrecarga acima do limite de emergência no TR 230/69kV – 83MVA (110%) desta SE e, ainda, nos TR 230/138kV da SE Palhoça, após a conclusão dos serviços de reencabeçamento do terminal de J.Lacerda A da LT 230kV J.Lacerda A – Palhoça para o terminal J.Lacerda B. Esta condição ocorre quando da prática de elevados níveis de geração nas unidades 3, 4, 5, 6 e 7 do Complexo Termelétrico J.Lacerda, sendo agravado em situações de baixa geração nas unidades 1 e 2 deste Complexo. Neste caso, são indicados na Tabela 5.3-3 os valores máximos de geração nas unidades 3 a 7 para cada configuração de máquinas no setor de 138kV de J.Lacerda. Tabela 5.3-3 – Geração máxima em J.Lacerda – unids. 3 a 7 Geração nas UTE J.Lacerda unidades 3 a 7 (MW) Num. Mínimo de unidades em operação no setor de 138kV de J.Lacerda (unidades 1 e 2) Σ Ger. Unids. 3 a 7 < 455 0 515 < Σ Ger. Unids. 3 a 7 < 575 1 (1) 575 < Σ Ger. Unids. 3 a 7 < 700 2 (1) Nota: (1) A cada aumento de 25 MW na geração das unidades 1 e/ou 2, os limites de geração das unidades 3 a 7 são elevados em cerca de 60MW. Área Rio Grande do Sul De modo a evitar a ocorrência de sobrecarga na LT 138kV Cidade Industrial – Cachoeirinha e, eventualmente, na transformação 230/138kV da SE Cidade Industrial, quando da contingência do TR 230/138kV – 150MVA de Taquara, recomenda-se que as SE 138kV S. Antonio da Patrulha, Mostardas e Palmares sejam alimentadas pela SE Osório 2, uma vez que, neste período do ano, a transformação 230/138kV desta SE apresenta valores de carregamento bastante inferiores ao nominal, não levando à sobrecarga nesta transformação, mesmo na condição N-1. A partir do mês de agosto, a contingência de um dos TR 230/138kV de Pelotas 3 poderá levar à sobrecarga o transformador remanescente desta SE. De modo a eliminar esta violação, as seguintes medidas operativas deverão ser tomadas: Abertura da LT 230kV P.Médici – Pelotas 3; Transferência de toda a carga da SE 69kV Pelotas 1 para a SE 69kV Quinta. Considerando que a SE 230kV Caxias 5 encontra-se atendida a partir de uma derivação simples da LT 230kV Farroupilha – Lageado Grande, a contingência dessa LT, acarretará na perda total da carga atendida desta SE. Neste caso, dever-se-á transferir cerca de 15 MW de carga, via rede de distribuição, para RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 subestações atendidas a partir da SE Caxias 2 230/69 kV (Caxias 3 e Caxias 2 69/13,8 kV) e SE Farroupilha 230/69 kV (Flores da Cunha). Na contingência de um dos TR 230/69/13,8kV – 83MVA da SE Guarita, poderá ser verificada sobrecarga na unidade remanescente, de até 120%, no período de carga pesada. Neste caso, a geração da PCH Ferradura deverá ser maximizada e, em situações de indisponibilidade de longa duração, deverá ser transferido um montante de 5MW da carga da SE Guarita para o sistema de 69kV da SE Santo Ângelo 2. A contingência do TR-6 230/69/13,8 kV – 88 MVA da SE Charqueadas acarretará na interrupção das cargas atendidas pelas SE 69kV Charqueadas, Triunfo e Taquari sendo que, nos casos em que as SE 69kV Taquari e Satipel estiverem sendo atendidas pela a SE Charqueadas, dever-se-á transferir suas cargas para a SE Venâncio Aires. Nota: Durante a carga pesada, a contingência de um dos TR 230/138/13,8kV – 84MVA da SE Passo Fundo poderá levar a ocorrência de sobrecarga na unidade remanescente em valores máximos de 102%. A Eletrosul, no entanto, admite sobrecarga de 110% nestes equipamentos por um período máximo 2 horas, no TR-3 e 1 hora, no TR-5. 5.3.1 Contingências Simples na Rede Básica que podem acarretar em cortes de carga Devido às restrições em alguns pontos do SIN, características topológicas e em função das condições de carga, algumas contingências simples na Rede Básica poderão conduzir a cortes de carga. O corte de carga pode ser necessário para reduzir a sobrecarga decorrente da perda de circuitos ou de transformadores, na transformação remanescente ou em circuitos remanescentes de suprimento de carga. Outra condição que pode requerer corte de carga como medida corretiva refere-se as subtensões que implicam no comprometimento da qualidade da energia suprida. Contingências de linhas de transmissão que suprem carga de forma radial ou que possuem subestações em derivação implicarão na interrupção de fornecimento, sendo a causa decorrente da topologia da rede. Ressalta-se que o corte de carga pode ser efetuado de forma manual ou decorrente da atuação de ECEs. Cabe registrar que os efeitos têm repercussão local, não tendo reflexos para o restante do sistema. Essas contingências estão a seguir relacionadas: RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 % Região Sudeste/Centro-Oeste Área Rio de Janeiro/Espírito Santo Tabela 5.3.1-1 Contingências que podem causar corte de carga na Área RJ/ES Contingência Transformadores 4 e 41 345/138kV – 225MVA da SE Vitória - disjuntor comum Motivo Sobrecarga nos TRs remanescentes. Área São Paulo Tabela 5.3.1-2 Contingências que podem causar corte de carga na Área SP Contingência 1 Transformador 345/88kV – 400MVA da SE Baixada Santista Motivo Sobrecarga no TR remanescente. 1 Transformador 230/88kV – 150MVA da SE Edgard de Souza Sobrecarga nos TRs remanescentes. 1 1 1 1 1 1 Sobrecarga nos TRs remanescentes. Sobrecarga nos TRs remanescentes. Sobrecarga no TR remanescente. Sobrecarga no TR 440/138 kV – 150MVA de Cabreúva. Sobrecarga no TR remanescente. Subtensão e Sobrecarga no TR 440/138 kV – 150MVA de Capivara. Transformador Transformador Transformador Transformador Transformador Transformador 230/88kV – 150MVA da SE Pirituba 345/88 kV – 400 MVA da SE Nordeste 440/88 kV – 300MVA da SE Bom Jardim 440/138 kV – 150MVA da SE Bom Jardim 440/138 kV – 150MVA da SE Bauru 440/138 kV – 300MVA da SE Taquaruçu 1 Transformador 440/138 kV – 315MVA da SE Santa Bárbara D’Oeste 1 Transformador 440/138 kV – 300MVA da SE Embu Guaçu Transformador 440/230 kV – 330 MVA de Taubaté LT 345 kV Mogi- Nordeste LT 230kV Avaré Nova – Botucatu LT 230kV Chavantes – Botucatu Sobrecarga no TR remanescente. Sobrecarga no TR remanescente. Sobrecarga no trecho Mogi-Q – São José do circuito 1 da LT 230kV Mogi – São José. Sobrecarga na LT 345 kV Guarulhos – Nordeste. Sobrecarga na transformação de Jurumirim e em equipamentos do 138kV da região. LTs 230kV Edgard Souza – Pirituba C1 ou C2 Sobrecarga no circuito remanescente. LT 345 kV Guarulhos – Nordeste Sobrecarga na LT 345 kV Mogi – Nordeste. Área Goiás/Brasília Tabela 5.3.1-3 Contingências que podem causar corte de carga na Área GO/BR Contingência Motivo 1 Transformador 230/69 kV – 2 x 42 MVA da SE Planalto Sobrecarga no TR remanescente. Transformador 230/69 kV – 1 x 50 MVA da SE Anhanguera 1 Transformador 230/138kV – 150MVA da SE Xavantes Topologia da Rede. Sobrecarga nos remanescentes. Configuração da SE. Este equipamento está operando de forma segregada. Sobrecarga no TR remanescente. 1 Transformador 230/34,5kV – 60MVA da SE Brasília Geral 1 Transformador 230/138kV – 100MVA da SE Anhanguera Transformador 230/138 kV – 1 x 150 MVA da SE Firminópolis Topologia da Rede. Transformador 230/69 kV – 1 x 50 MVA da SE Barro Alto Topologia da Rede. Transformador 230/69 kV – 50 MVA da SE Palmeiras Topologia da Rede. 1 Transformador 230/13,8 kV – 2 x 50 MVA + 1 x 36 MVA da SE Goiânia Leste Transformador 230/69kV – 50MVA da SE Anhanguera LTs 230kV Niquelândia – N.Tocantins e Niquelândia – Codemin LT 230kV Anhanguera – Firminópolis (tape em Palmeiras) Topologia da Rede. Topologia da Rede - Característica Radial. Topologia da Rede - Característica Radial. Subtensão na região de Firminópolis. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 Contingência Motivo LT 230 kV Cachoeira Dourada – Anhanguera com tape para Planalto Topologia da Rede. LT 230 kV Barro Alto - Itapaci Topologia da Rede - Característica Radial. Área Minas Gerais Tabela 5.3.1-4 Contingências que podem causar corte de carga na Área MG Contingência 1 Transformador 230/13,8kV – 33MVA da SE Itabira 1 Transformador 230/13,8kV – 33MVA da SE Ipatinga Transformador 4 230/138kV – 225MVA da SE Ipatinga LT 345kV Várzea da Palma – Montes Claros LT 345kV Barbacena – J.Fora LT 230kV Acesita – Ipatinga 1 LT LT LT LT LT LT 230kV Ipatinga 1 – Usiminas 230 kV Mesquita – Usiminas 230 kV Guilman Amorim – Itabira 2 345 kV Três Marias – Várzea da Palma 230kV Gov. Valadares 2 – Mascarenhas 230 kV Monlevade 2 – Taquaril LT 500kV Vespasiano – Mesquita LT 500kV Emborcação – São Gotardo Motivo Topologia da Rede. Topologia da Rede. Topologia da Rede. Subtensão na região de Montes Claros. Subtensão na região de Juiz de Fora e sobrecarga em LTs de 138kV da região. Atuação do ECE da UHE Sá Carvalho, ilhando a usina com as cargas essenciais da Acesita e provocando interrupção à SE Timóteo. Topologia da Rede - Característica Radial. Topologia da Rede - Característica Radial. Topologia da Rede - Característica Radial. Subtensão na região de Várzea da Palma e Montes Claros Topologia da Rede. Topologia da Rede. Sobrecargas inadmissíveis em LTs do 230kV da área Leste de Minas Gerais. Subtensão na Região Central e Norte de Minas Gerais. Área Mato Grosso Tabela 5.3.1-5 Contingências da Rede Básica que podem causar corte de carga na Área MT Contingência LT 230kV Coxipó – Nobres LTs 230kV a partir da SE Nobres Motivo Topologia da Rede – Característica Radial. Área Mato Grosso do Sul Tabela 5.3.1-6 – Contingências na Rede Básica na Área MS que podem causar corte de carga Contingência LT 230kV Dourados – Guaíra Motivo Subtensão para demandas superiores a 590MW e 570MW nos períodos de carga pesada e média, respectivamente, mesmo com 5 unidades sincronizadas na UTE W.Arjona. Região Sul Área Paraná Tabela 5.3.1-7 – Contingências na Rede Básica na Área PR que podem causar corte de carga Contingência LT 525kV Ivaiporã – Londrina Motivo Subtensão na região norte do Paraná, nos patamares de carga pesada e média. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $ Contingência Motivo Sobrecarga inadmissível nas LT 69kV Barigüi – Cidade LT 230 kV Campo do Assobio – Distrito Industrial de São José Industrial de Curitiba C1 e C2 e Barigüi – Santa Quitéria dos Pinhais e da LT 230kV Uberaba – Umbará C1 e C2. Subtensão em Quatro Barras. Sobrecarga inadmissível nas LT 69kV Barigüi – Cidade LT Distrito Industrial de São José dos Pinhais – Uberaba e LT Industrial de Curitiba C1 e C2 e Barigüi – Santa Quitéria 230 kV Uberaba – Umbará C1 e C2. Subtenção em 4 Barras. Sobrecarga inadmissível nas LT 69kV Barigüi – Cidade LT 230kV Uberaba – Umbará e LT 230kV Campo do Assobio – Industrial de Curitiba C1 e C2 e Barigüi – Santa Quitéria Umbará C1 e C2. Subtensão na região metropolitana de Curitiba. SE Jaguariaíva Transformador 230/138 kV – 2 x 150 MVA (um Sobrecarga inadmissível no TR remanescente (ponta de dos TR) sábado) SE Ponta Grossa Norte 230/138 kV – 2 x 75 MVA (um dos TR) Sobrecarga inadmissível no TR remanescente. (1) SE Uberaba – um dos TR 230/138kV – 2 x 150MVA Sobrecarga inadmissível no TR remanescente. SE Cidade Industrial de Curitiba – um dos TR 230/13,8 kV – 2 Sobrecarga indmissível no TR remanescente. x 50 MVA Notas: (1) Somente até a entrada a instalação dos TR 230/138kV da SE Ponta Grossa Sul. Área Santa Catarina Tabela 5.3.1-8 – Contingências na Rede Básica na Área SC que podem causar corte de carga Contingência Motivo Subtensão nos barramentos de 138kV das SE de LT 230 kV Canoinhas – São Mateus Canoinhas, Mafra, Rio Negrinho, Mili e RIGESA, nos períodos de carga média e pesada. SE Campos Novos – Transformadores 4 e 5 230/138kV – Sobrecarga no TR 3 230/138kV – 150MVA de Campos 150MVA – disjuntor comum Novos. SE Joinville – Transformadores 3 e 4 230/138kV – 1 x Sobrecarga nas unidades remanescentes de 230/138kV e 150MVA ou Transformadores 6 e 7 – 1 x 150 MVA – disjuntor 230/69kV. comum SE Xanxerê Transformadores 3 e 4 230/138 kV – 84MVA – Sobrecarga nos TR remanescentes e atuação do ECE de disjuntor comum Xanxerê. Sobrecarga nas unidades remanescentes de 138/69kV – SE Jorge Lacerda A – TR 230/69 kV – 83 MVA 50MVA e 25MVA. SE Siderópolis Transformadores 3 e 4 230/69kV – 2 x 88MVA Sobrecarga e atuação de ECE da SE Siderópolis. – disjuntor comum SE Siderópolis Transformadores 1 e 2 230/69kV – 1 x 88MVA Sobrecarga e atuação de ECE da SE Siderópolis. e 1 x 33MVA – disjuntor comum Área Rio Grande do Sul Tabela 5.3.1-9 – Contingências na Rede Básica que podem causar corte de carga na Área RS Contingência LT 230 kV Alegrete 2 – Santa Maria 3 LT 230 kV Camaquã – Porto Alegre 9 LT 230 kV Charqueadas – Itaúba LT 230 kV Cidade Industrial – Porto Alegre 9 C.1 LT 230 kV Cidade Industrial – Passo Real Motivo Topologia da Rede (SE São Vicente conectada em derivação). Topologia da Rede (SE Eldorado e SE Guaíba 2 conectadas em derivação). Topologia da Rede (SE Santa Cruz 1 conectada em derivação). Subestação conectada em derivação (SE Canoas 1). Topologia da Rede (SE Lageado 2 conectada em derivação). LT 230 kV Cidade Industrial – Pólo Petroquímico C.1 e C.2 Subtensão na área do Pólo Petroquímico. LT 230kV Farroupilha – Garibaldi Topologia da Rede – Configuração Radial. Topologia da Rede (SE Caxias 5 conectada em derivação). LT 230kV Farroupilha – Lajeado Grande RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 Contingência LT 230kV Gravataí 2 – Osório 2 Motivo Topologia da Rede (SE Fibraplac conectada em derivação). LT 230 kV Porto Alegre 6 – Porto Alegre 13 Topologia da Rede – Configuração Radial. LT 230 kV Santo Ângelo – São Borja 2 Topologia da Rede (SE Missões conectada em derivação). SE Cidade Industrial TR 230/138 kV – 150 MVA Sobrecarga na unidade remanescente de 230/138kV. SE Passo Real TR 230/138 kV – 150 MVA Desconexão da UHE Jacuí, por motivo de perda de sincronismo e eventual perda de carga. SE Quinta TR 230/138 kV – 50 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Santa Marta TR 230/138kV – 2 x 75MVA – disjuntor comum Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Lagoa Vermelha 2 TR 230/138 kV – 150 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Bagé TR 230/69kV – 50MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Camaquã TR 230/69 kV – 83 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Caxias 2 TR 230/69kV – 165MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Campo Bom TR 230/69kV – 165MVA Sobrecarga nas unidades remanescentes de 230/69kV – 83MVA. SE Farroupilha um dos TR 230/69 kV – 2 x 88MVA – bay comum Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Garibaldi TR 230/69 kV – 83 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Gravataí 2 um dos TR 230/69 kV – 2 x 165 MVA Sobrecarga do TR remanescente. SE Guaíba 2 TR 230/69 kV – 50 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Livramento 2 TR 230/69 kV – 50 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Maçambará TR 230/69kV – 50MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Missões TR 230/69 kV – 50 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Nova Prata 2 um dos TR 230/69 kV – 2 x 50 MVA Sobrecarga no TR remanescente. SE Porto Alegre 9 TR 230/69 kV – 165 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Porto Alegre 6 um dos TR 230/69 kV – 2 x 83 MVA Sobrecarga no TR remanescente. SE Porto Alegre 10 TR 230/69 kV – 83 MVA Sobrecarga nos TR da SE Porto Alegre 6 durante os períodos de carga pesada e média. SE Pólo Petroquímico TR 230/69kV – 50 MVA Topologia da Rede. SE Quinta TR 230/69 kV – 165 MVA Subtensão nas SE 69kV de Quinta e Pelotas 1. SE Santa Marta TR 230/69kV – 83MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE São Borja 2 TR 230/69kV – 50MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE São Vicente um dos TR 230/69 kV – 2 x 50 MVA Topologia da Rede e sobrecarga no TR remanescente. SE Campo Bom TR 230/23 kV – 50 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Canoas 1 TR 230/23 kV – 50 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Cidade Industrial Transformador 230/23 kV – 50 MVA Sobrecarga no TR remanescente. SE Eldorado do Sul TR 230/23kV – 50 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial.. SE Gravataí 2 TR 230/23 kV – 50 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Scharlau TR 230/23 kV – 50 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Caxias 5 TR 230/13,8kV – 50 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Porto Alegre 4 um dos TR 230/13,8 kV – 5 x 50 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Porto Alegre 9 TR 230/13,8 kV – 60 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Porto Alegre 10 TR 230/13,8 kV – 50 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. SE Porto Alegre 13 TR 230/13,8 kV – 50 MVA Topologia da Rede – Configuração Radial. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 & Região Nordeste Área Sudoeste Eixo 230kV Sobradinho – Bom Jesus da Lapa fechado Tabela 5.3.1-10 Contingências que podem causar corte de carga na Área Sudoeste Contingência LT Barreiras – Bom Jesus da Lapa 230kV Motivo Topologia da rede – radial. SE Barreiras TR 230/138kV – 100 MVA Topologia da rede. SE Barreiras TR 230/69kV – 100 MVA Topologia da rede. SE Bom Jesus da Lapa TR 230/69kV – 33 MVA 04T1 ou 04T2 Sobrecarga da rede. SE Irecê TR 230/138kV – 55 MVA Topologia da rede.(*) SE Juazeiro TR 230/69kV – 100 MVA Sobrecarga. (*)Interrupção temporária do suprimento às cargas até a energização do Transformador 225/138-60MVA, reserva fria. SE Bom Jesus da Lapa II 500kV atendendo as cargas das SE Bom Jesus da Lapa e Barreiras (com a LT Irecê–Bom Jesus da Lapa 230kV aberta) Tabela 5.3.1-11 Contingências que podem causar corte de carga na Área Sudoeste Contingência Motivo LT Sr. do Bonfim – Irecê 230kV Topologia da rede LT Barreiras – Bom Jesus da Lapa 230kV Topologia da rede – radial. SE Barreiras TR 230/138kV – 100 MVA Topologia da rede. SE Barreiras TR 230/69kV – 100 MVA Topologia da rede. SE Bom Jesus da Lapa TR 230/69kV – 33 MVA 04T1 ou 04T2 Sobrecarga. SE Irecê TR 230/138kV – 55 MVA Topologia da rede.(*) SE Juazeiro TR 230/69kV – 100 MVA Sobrecarga. (*)Interrupção temporária do suprimento às cargas até a energização do Transformador 225/138-60MVA, reserva fria. Sem SE Bom Jesus da Lapa II 500kV (toda a área Sudoeste atendida pela SE Sobradinho) Tabela 5.3.1-12 Contingências que podem causar corte de carga na Área Sudoeste Contingência LT Senhor do Bonfim-Irecê 230kV LT Irecê – Bom Jesus da Lapa 230kV LT Barreiras – Bom Jesus da Lapa 230kV Motivo Topologia da rede. Topologia da rede. Topologia da rede – radial. SE Sobradinho Autotransformador 500/230/13.8kV – 300MVA 05T4 ou 05T5 Sobrecarga. SE Barreiras TR 230/138kV – 100 MVA Topologia da rede. SE Barreiras TR 230/69kV – 100 MVA Topologia da rede. SE Bom Jesus da Lapa TR 230/69kV – 33 MVA 04T1 ou 04T2 Sobrecarga. SE Irecê TR 230/138kV – 55 MVA Topologia da rede.(*) SE Juazeiro TR 230/69kV – 100 MVA Sobrecarga. (*)Interrupção temporária do suprimento às cargas até a energização do Transformador 225/138-60MVA, reserva fria. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 8 Área Sul Tabela 5.3.1-13 Contingências que podem causar corte de carga na Área Sul Contingência Motivo LT Camaçari – Tomba – Gov. Mangabeira 230kV, entroncamento das linhas 04S1/04S2 Topologia da rede. LT Itapebi – Eunápolis 230kV 04N1 e 04N2 Topologia da rede (suprimento através do eixo de 138 kV Funil / Eunápolis). SE Sto Antônio de Jesus TR 230/69 – 100 MVA Sobrecarga. SE Itabaiana TR 230/69kV-100MVA Sobrecarga. SE Catu TR 04T3 230/69kV-100MVA Sobrecarga. SE Jardim TR 230/69kV-100MVA Sobrecarga. LT Camaçari – Jacaracanga 230KV 04C3 e 04C4 Sobrecarga. Área Leste Tabela 5.3.1-14 Contingências que podem causar corte de carga na Área Leste Contingência Motivo SE Angelim TR 230/69 kV – 100MVA Sobrecarga. SE Mirueira TR 230/69kV – 100 MVA Sobrecarga. SE Goianinha TR 230/69kV – 100MVA Sobrecarga. SE Tacaimbó Transformador 230/69kV – 100MVA Sobrecarga. SE Natal II TR 230/69 kV – 100MVA Sobrecarga. LT Rio Largo – Penedo 230kV, 04S9 Topologia da rede. LT Recife Il – Bongi 230kV 04V2 e 04V3 Sobrecarga. LT Recife Il – Goianinha 230kV 04C8 e 04C9 Sobrecarga. LT Recife Il – Mirueira 230kV 04C5 e 04C6 Sobrecarga. LT Recife Il – Pirapama II 230kV 04C1 e 04C2 Topologia da rede. LT Messias – Maceió 230kV, 04S6 e 04S7 Topologia da rede. Área Norte Tabela 5.3.1-15 Contingências que podem causar corte de carga na Área Norte Contingência Motivo SE Bom Nome TR 230/69kV – 39 MVA Sobrecarga. SE Banabuiú TR 230/69kV – 33 MVA Sobrecarga. SE Pici TR 230/69kV – 100 MVA Sobrecarga. SE Cauípe TR 230/69kV – 100MVA (TR único) Topologia da rede. SE Russas TR 230/69kV-100MVA Sobrecarga. SE Icó TR 230/69kV-100MVA(TR único) Topologia da rede. LT Milagres - Coremas 230kV Topologia da rede – radial. LT Milagres – Icó – Banabuiú 230kV Topologia da rede. LT Banabuiu-Delmiro Gouveia e LT Fortaleza-Delmiro Gouveia 230kV(04F3 e 04F5) Topologia da rede. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 % Área Oeste Tabela 5.3.1-16 Contingências que podem causar corte de carga na Área Oeste Contingência Motivo SE Piripiri TR 230/138kV - 55MVA Topologia da rede. SE Teresina TR 230/69kV - 100 MVA Sobrecarga. Região Norte Área Maranhão Tabela 5.3.1-17 Contingências que podem causar corte de carga na Área Maranhão Contingência Motivo SE P. Dutra TR 230/69kV – 50MVA Topologia da rede. SE Peritoró TR 230/69/13,8kV – 100 MVA Topologia da rede. SE Miranda II TR 230/138/13kV – 100MVA Topologia da rede. LT São Luís II – São Luís I 230kV Sobrecarga. LT Imperatriz – Porto Franco 230kV Topologia da rede – radial. SE Imperatriz TR 230/69 – 100 MVA Sobrecarga. SE Coelho Neto TR 230/69/13,8kV – 65MVA Topologia da rede. SE Porto Franco TR 230/138kV – 100MVA Topologia da rede. SE São Luís I TR 230/69/13,8kV – 100 MVA Sobrecarga. Área Pará Tabela 5.3.1-18 Contingências que podem causar corte de carga na Área Pará Contingência LT Marabá – Carajás 230kV Motivo Topologia da rede – radial. LT Tucuruí – Altamira – Tansamazônica – Rurópolis 230kV Topologia da rede – radial. SE Santa Maria TR 230/69/13,8kV – 150MVA Topologia da rede. SE Guamá TR 230/69/13,8kV – 150MVA Sobrecarga. SE Utinga TR 230/69/13,8kV – 150MVA Sobrecarga. SE Altamira TR 230/69/13,8kV – 60MVA Topologia da rede. SE Transamazônica TR 230/34,5kV – 30MVA Topologia da rede. 5.4 Perdas Elétricas no SIN As Tabelas 5.3-1, 5.3-2 e 5.3-3 apresentam um resumo dos valores das perdas elétricas totais no Sistema Interligado Nacional e por região. Os valores são apresentados considerando as perdas verificadas em todo o sistema e considerando as perdas elétricas verificadas apenas na rede básica (Caso Base: Agosto 2005). RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 %! É interessante observar que, independente do patamar de carga, o percentual de perdas totais em relação à carga fica entre 4 e 6% para a rede completa (SIN) e 3 e 4% para a rede básica. Estes valores indicam que, das perdas totais do sistema, cerca de 70 a 80% ocorrem na Rede Básica. Tabela 5.4-1 - Perdas totais e por região: carga pesada Perdas em Relação à Carga (%) Perdas na Rede (MW) Área 34705 9223 7700 2728 54355 SE SUL NE N TOTAL Notas: Carga (MW) Completa AC DC 1989 485 292 139 2905 1931 451 297 149 2828 Básica AC DC 1398 374 273 100 2145 1420 357 280 89 2146 Completa AC DC Básica AC DC 5,7 5,3 3,8 5,1 5,3 4,0 4,1 3,5 3,7 3,9 5,6 4,9 3,9 5,5 5,2 4,1 3,9 3,6 3,3 3,9 Perdas em Relação às Perdas Totais (%) Completa AC DC 68,5 16,7 10,1 4,8 100,0 Básica AC DC 68,3 48,1 15,9 12,9 10,5 9,4 5,3 3,4 100,0 73,8 50,2 12,6 9,9 3,1 75,9 As perdas “AC” referem-se ao método convencional para cálculo do fluxo de potência Tabela 5.4-2 - Perdas totais e por região: carga média Perdas em Relação à Carga (%) Perdas na Rede (MW) Área SE SUL NE N TOTAL Carga (MW) 33281 9459 7325 2626 52691 Completa AC DC 1569 461 285 91 2406 1516 427 287 95 2325 Básica AC DC 1096 365 267 64 1792 1112 349 270 59 1790 Completa AC DC Básica AC DC 4,7 4,9 3,9 3,5 4,6 3,3 3,9 3,6 2,4 3,4 4,6 4,5 3,9 3,6 4,4 3,3 3,7 3,7 2,2 3,4 Perdas em Relação às Perdas Totais (%) Completa AC DC 65,2 19,2 11,8 3,8 100,0 Básica AC DC 65,2 45,6 18,4 15,2 12,3 11,1 4,1 2,7 100,0 74,5 47,8 15,0 11,6 2,5 77,0 Tabela 5.4-3 - Perdas totais e por região: carga leve Perdas em Relação à Carga (%) Perdas na Rede (MW) Área SE SUL NE N TOTAL 5.5 Carga (MW) 24104 5394 5210 2180 36888 Completa AC DC 851 230 148 70 1299 792 201 145 70 1208 Básica AC DC 582 187 140 48 957 561 167 137 42 907 Completa AC DC Básica AC DC 3,5 4,3 2,8 3,2 3,5 2,4 3,5 2,7 2,2 2,6 3,3 3,7 2,8 3,2 3,3 2,3 3,1 2,6 1,9 2,5 Perdas em Relação às Perdas Totais (%) Completa AC DC 65,5 17,7 11,4 5,4 100,0 Básica AC DC 65,6 44,8 16,6 14,4 12,0 10,8 5,8 3,7 100,0 73,7 46,4 13,8 11,3 3,5 75,1 Limites de Fluxo para o Rio Grande do Sul A Tabela 5.5-1 apresenta os valores de fluxo para o Rio Grande do Sul (FRS) a partir dos quais haverá a atuação da lógica 2 do ECE de Gravataí (subtensão), RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 % considerando a eventual perda simples mais crítica de um circuito de 525 kV da interligação com este estado (LT 525 kV Itá – Gravataí). • Análise de contingência → t0+ e posterior atuação dos LTC da distribuição. • Critério: Evitar a atuação do ECE de Gravataí e dos ECE de retaguarda. Tabela 5.5-1 - Limites de FRS para ativação da lógica 2 do ECE de Gravataí Referência Reatores Ligados Patamar YTA Pesada Média 3 3 CNO 2 2 GRA 0 0 STA 1 1 Vpré 525kV Gravataí [pu/kV] LFRS 0 0,985/517,1 2900 0 1,000/525,0 3000 1 1,000/525,0 3100 0 0,985/517,1 2950 1 0,995/522,3 3060 2 1,010/530,3 3150 Capacitores Ligados CAX 0 0 GRA Notas: (1) Cargas constantes no caso de referência do estudo mensal de agosto/05. (2) Para tensões no 230kV da SE Gravataí abaixo do valor desejado (103%), manter o limite indicado na tabela. (3) A cada 1% de aumento na tensão regulada pelo LTC no 230kV da SE Gravataí, reduzir 100MW no limite indicado na tabela. (4) Os valores apresentados consideram a usina térmica de Canoas em operação, com despacho de 160MW. A entrada em operação desta UTE implica na redução dos limites da tabela em cerca de 350MW. (5) Os valores apresentados não consideram a LT 230kV Campos Novos – Lagoa Vermelha integrada ao SIN. Os limites deverão ser ampliados em 100MW quando da integração deste elemento. 5.6 Limites de Fornecimento pela Região Sul O fornecimento pela região Sul (FSUL) está limitado, nos períodos de carga pesada e média, pelo máximo carregamento em emergência do TR 230/138kV – 75MVA da SE Dourados, quando da contingência de um dos transformadores desta subestação, sendo o limite de carregamento de curta duração igual a 90MVA (120%). Na tabela 5.6-1 a seguir, são apresentados os valores limites de fornecimento pela região Sul, a partir dos quais poderá ocorrer sobrecarga inadmissível neste equipamento. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 % Tabela 5.6-1 - Limites de Fornecimento pelo Sul Regime de Carga Valores de Referência (MW) Limite de FSUL Aproximado (MW) (1) (2) UHE UHE UHE UHE UHE Itaipu Rosana Chavantes S. Osório S.Caxias Carga Própria MS Pesada 800 5100 360 150 890 1100 620 Média 1500 5000 280 150 970 1240 580 Notas: (1) A análise de sensibilidade ao carregamento do TR 230/138kV da SE Dourados ao redespacho de geração é apresentada no Relatório Quadrimestral Maio a Agosto/2005 ONS RE-3/120/2005. (2) Está sendo analisada a criação de um ECE para a minimização da restrição de fornecimento pela Região Sul dada pelo carregamento pós-contingência do TR 230/138kV da SE Dourados. Alternativa para redução do carregamento do TR 230/138kV – 75MVA da SE Dourados remanescente, na contingência de um destes elementos, visando minimização da restrição de fornecimento pela Região Sul. Atualmente, a Eletrosul admite carregamento de até 120% (por 2 horas) nos TR 230/138kV – 75MVA da SE Dourados, na condição N-1. Em situações de transferência de energia no sentido Sul → Sudeste, se verifica que, na perda de um destes transformadores, o equipamento remanescente poderá ultrapassar este limite emergencial, limitando assim o fornecimento pela Região Sul, conforme ilustra a Tabela 5.6-1. Como alternativa para minimizar a restrição do fornecimento pela Região Sul, as unidades geradoras da UHE Rosana poderão ser operadas de forma segregada através de duas barras distintas, conforme a seguinte configuração: UHE Rosana: Barra 1 2 unidades geradoras, com geração máxima limitada a 130MW LT 138kV Rosana – Porto Primavera C.1 LT 138kV Rosana – Porto Primavera C.2 Barra 2 2 unidades geradoras LT 138kV Rosana – Loanda LT 138kV Rosana – Presidente Prudente C.1 LT 138kV Rosana – Presidente Prudente C.2 Considerando a tomada da ação operativa supracitada, os limites de recebimento pela Região Sul passam a ser os seguintes: RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 %% Tabela 5.6-2 - Limites de Fornecimento pelo Sul Valores de Referência (MW) Limite de FSUL Aproximado (1) (2) (MW) Itaipu Pesada 1100 Média 2400 Regime de Carga UHE UHE Rosana UHE S.Caxias Ilha Solteira Carga Própria MS UHE UHE UHE Chavantes S. Osório B.1 B.2 5100 130 180 150 990 1100 2170 635 5000 120 180 150 970 1240 2050 590 Quando da operacionalização desta alternativa, recomenda-se que a geração das unidades da UHE Rosana conectadas a Porto Primavera (Barra 1) deverá ser limitada em cerca de 130MW, de forma a evitar a redução das tensões na SE 230kV de Dourados, fato que poderia levar ao esgotamento dos recursos para o controle de tensão nas SE Dourados Sta. Cruz, Ivinhema, Nova Andradina e Dourados das Nações e ainda a sobrecarga em regime normal no trecho da LT 138kV Rosana – Porto Primavera. Assim, sendo, adicionalmente, deverão ser utilizados de forma integral os capacitores disponíveis na região de Dourados, bem como serem explorados os recursos de sobrexcitação das unidades geradoras da UHE Rosana conectadas a barra 1. 5.7 Alteração da posição dos tapes fixos da transformação 500/345kV – 400 MVA da SE Jaguara A alteração dos tapes fixos dos autotransformadores 500/345kV – 400 MVA da SE Jaguara da posição atual 537,5kV (1,075 pu) para a posição 550kV (1,10 pu) proporciona um aumento da ordem de 100 MW nos limites de fluxo para a Região Central de Minas Gerais (LMG) apresentados no relatório ONS 186/3/2005, a exceção para a condição de fluxo FMG da ordem de 5000 MW e somatório do fluxo FSM e geração na bacia do Rio Paranaíba igual a 6300 MW, quando o aumento obtido foi de 50 MW. Os valores dos limites de FMG, após a troca dos referidos tapes, estão descritos na Figura 5.7-1. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 % Figura 5.7-1: Limites Operativos de FMG após a troca de Tape de Jaguara FSM + Paranaíba 8400 8300 7900 7500 7000 Operação com segurança após a troca do tape Operação com risco 6300 4500 4600 4700 4800 4900 5000 5100 Limite de FMG As análises indicaram que há uma elevação no perfil de tensão do barramento de 500kV da SE Jaguara da ordem de 1%, podendo atingir valores de tensão de até 112%, sendo que a CEMIG informou que não há restrição em se operar o barramento de 500kV com tais valores, uma vez que a suportabilidade dos equipamentos é de 575kV (1,15pu), cujo equipamento mais restritivo é o TPC. Quanto aos autotransformadores, não haverá nenhuma restrição sob o aspecto de energização, uma vez que podem ser energizados por ambos os lados. Para as condições de carga, geração, topologia da rede e fluxos considerados, os recursos existentes no sistema deverão ser suficientes para um adequado controle de tensão no período de carga leve ao se considerar a alteração proposta para o tape fixo da transformação 500/345kV – 400MVA da SE Jaguara. As avaliações indicaram que esta medida não implica em alterações significativas no perfil de tensão do barramento de 500kV da SE Neves, sendo a elevação da ordem de 0,5%. Em resumo, a troca dos tapes fixos da transformação da SE Jaguara não implicará em dificuldades adicionais no controle de tensão da área Minas Gerais durante o período de carga leve. Em relação aos requisitos para recomposição do SIN, a fase de recomposição fluente do eixo de 500kV Emborcação – São Gotardo – Bom Despacho – São Gonçalo do Pará e do eixo de 345kV Jaguara – Pimenta – Taquaril – Neves RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 %$ independem da posição do tape da transformação 500/345kV da SE Jaguara. Na fase coordenada, quando é efetuado o fechamento do anel na SE Nova Ponte das LTs 500kV Emborcação – Nova Ponte e Nova Ponte – Jaguara, os valores das tensões nos barramentos de 500kV podem ser ajustados através dos sistemas de excitação das unidades geradoras das UHEs dos rios Grande e Paranaíba. Portanto, não há necessidade de alteração nos procedimentos vigentes no que se refere aos processos de recomposição. Conforme recomendado no relatório ONS 228/3/2005, a CEMIG procedeu nos dias 27, 28 e 29 de julho, a alteração dos tapes fixos da transformação 500/345kV – 400 MVA da SE Jaguara. 5.8 Atendimento aos Principais Centros Consumidores – Capitais Para este mês os grandes centros consumidores atendidos pelo SIN apresentarão desempenhos satisfatórios, atendendo aos critérios estabelecidos nos Procedimentos de Rede, à exceção de: Grande Belo Horizonte: Dependendo dos despachos de geração no Paranaíba e do valor do FSM, aliados às condições de carga e geração hidráulica da região central do estado de Minas Gerais, este sistema poderá não suportar a perda da LT 500kV Emborcação – São Gotardo em períodos de carga pesada. Para essa condição poderá ocorrer perda de carga na Região Central (Grande Belo Horizonte e Malha Regional Norte), indicando a necessidade de geração térmica nesta região, cuja usina será definida levando-se em conta o montante requerido e os respectivos custos de operação das mesmas. • Campo Grande (Mato Grosso do Sul): No períodos de carga pesada e média, a contingência da LT 230kV Guaíra – Dourados implicará em corte de carga nesta região para demandas superiores a 530MW e 505MW, respectivamente, mesmo estando sincronizadas 5 máquinas na UTE William Arjona. • Região Metropolitana de Curitiba: Nos períodos de carga pesada e média as seguintes contingências poderão acarretar em necessidade de corte de carga para alívio de sobrecarga: • a. LT 230 kV Campo do Assobio – Distrito Industrial de São José dos Pinhais e LT 230kV Uberaba – Umbará; b. LT 230 kV Distrito Industrial de São José dos Pinhais – Uberaba e LT 230kV Uberaba – Umbará; c. LT 230kV Uberaba – Umbará e LT 230kV Campo do Assobio – Umbará; d. Um dos TR 230/138kV – 2 x 150MVA da SE Uberaba; RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 % e. Um dos TR 230/138kV – 2 x 150MVA da SE Cidade Industrial de Curitiba. Região Metropolitana de Porto Alegre: Nos períodos de carga pesada e média as seguintes contingências poderão acarretar em necessidade de corte de carga para alívio de sobrecarga e por configuração radial: • 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 5.9 LT 230 kV Cidade Industrial – Porto Alegre 9; LT 230 kV Porto Alegre 6 – Porto Alegre 13; SE Porto Alegre 9 TR 230/69 kV – 165 MVA; Um dos TR 230/69 kV – 2 x 83 MVA da SE Porto Alegre 6; TR 230/69 kV – 83 MVA da SE Porto Alegre 10 Um dos TR 230/13,8 kV – 5 x 50 MVA da SE Porto Alegre 4; TR 230/13,8 kV – 60 MVA da SE Porto Alegre 9; TR 230/13,8 kV – 50 MVA da SE Porto Alegre 10; TR 230/13,8 kV – 50 MVA da SE Porto Alegre 13. Avaliação dos Limites de Geração das Usinas conectadas à malha de 440kV do Estado de São Paulo Esta avaliação visa identificar, do ponto de vista da estabilidade eletromecânica, os limites de geração das usinas conectadas à malha de 440kV do estado de São Paulo (UHEs Água Vermelha, Ilha Solteira, Jupiá, Três Irmãos, Taquaruçu, Porto Primavera e Capivara) nos vários cenários possíveis de intercâmbio entre os subsistemas, considerando a presença ou não do ECE de corte de geração das usinas de Ilha Solteira e Jupiá. No estabelecimento dos limites operativos, a partir das avaliações de desempenho dinâmico, utilizou-se os critérios dos Procedimentos de Rede, submódulo 23.3, que estabelece que as oscilações de tensão pico a pico no instante t = 10s (após a contingência), seja inferior a 2%. Pela característica do amortecimento das oscilações, prescindiu-se do estabelecimento de margem de segurança, dado que há tendência de amortecimento positivo mesmo para as avaliações que resultaram em uma tensão pico a pico superior a 2 %. Este critério foi utilizado na determinação dos limites operativos tanto nas condições em que o referido ECE de corte de geração estiver desligado quanto nas que o mesmo estiver habilitado. Adicionalmente foi pesquisada a melhor forma de parametrização, para os referidos limites, a qual será apresentada no item de conclusões e recomendações. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 %& 5.9.1 Cenários Avaliados Primeiro Cenário: • FSM elevado (exportação do Norte para o Sudeste/Centro Oeste); • Geração das usinas do Rio Paranaíba elevada; • Geração das usinas do Rio Grande elevada; • RSUL elevado; • Geração das usinas da bacia do Rio Tietê conectadas à malha de 138kV do estado de São Paulo reduzida (da ordem de 30% do nominal); • Fluxo de potência ativa elevado pela Transformação 500/440kV da SE Água Vermelha no sentido do 500 para o 440kV; Segundo Cenário: • Região Sudeste exportando para as Regiões Norte e Nordeste; • Geração das usinas do Rio Paranaíba reduzida; • Sul exportador (RSUL negativo); • Fluxo de potência ativa elevado pela Transformação de Água Vermelha no sentido do 440 para o 500kV; • Geração das usinas conectadas à malha de 138kV do estado de São Paulo reduzida (da ordem de 30% do nominal); De forma a avaliar a influência da geração da malha de 138 kV do estado de São Paulo, foram avaliados dois cenários adicionais. Terceiro Cenário: • Idêntico ao cenário 1 com geração das usinas conectadas à malha de 138kV do estado de São de Paulo elevada (da ordem de 90% do nominal); Quarto Cenário: • Idêntico ao cenário 2 com geração das usinas conectadas à malha de 138kV do estado de São Paulo elevada (da ordem de 90% do nominal); 5.9.2 Contingências Avaliadas 1. Perda dupla dos circuitos 440kV Ilha Solteira – Água Vermelha com Ilha Araraquara 2 2. Perda dupla dos circuitos 440kV Ilha Solteira – Araraquara 1 e 2 3. Perda dupla dos circuitos 440kV Ilha Solteira – Araraquara 1 com Ilha Solteira – Bauru 2 4. Perda dupla dos circuitos 440kV Jupiá - Bauru 1 e 2 5. Perda dupla dos circuitos 440kV Jupiá - Bauru 1 com Jupiá - Três Irmãos RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 %8 5.9.3 Desenvolvimento dos Estudos Cargas Pesada e Média: Cenário 1 Neste cenário, caracterizado pela contribuição da geração da UH Água Vermelha, bem como do fluxo pela transformação 500/440kV da SE Água Vermelha no carregamento das linhas de escoamento de geração das usinas conectadas ao sistema de 440kV, sobretudo nas LTs 440kV Ilha Solteira – Araraquara e Jupiá – Bauru, a contingência mais crítica foi a perda dos dois circuitos em 440kV da SE Ilha Solteira para a SE Araraquara. A elevada exportação de energia para a Região Sul, o que torna necessária a abertura do barramento 230kV da SE Assis, implica numa redução do amortecimento do sistema, o que pode ser compensando com elevação de tensão nos barramentos 440kV mais próximos ao centro de carga, como os de Bauru e Araraquara. Considerando estas variantes, a saber: geração das usinas conectadas ao sistema de 440kV (UHEs Água Vermelha, Ilha Solteira, Jupiá, Três Irmãos, Taquaruçu, Porto Primavera e Capivara), fluxo de potência ativa pela transformação 500/440kV da SE Água Vermelha neste sentido, e importação de energia pela Região Sul, é necessário, para melhor caracterizar a segurança operativa do SIN, adicionar ao limite de geração das usinas do sistema de 440kV o fluxo de potência pela transformação da SE Água Vermelha no sentido do 500 kV para o 440kV. Neste cenário, a grandeza para a qual os limites foram determinados está definida a seguir: • Σ Ger.440kV + Ftr_agv (MW): Somatório das gerações de todas as usinas conectadas à malha de 440kV mais o fluxo de potência ativa pela transformação 500/440kV da SE Água Vermelha no sentido do 500 para o 440kV. Os valores seguros foram da ordem de 9400 MW para a situação com ECE de corte de geração nas UHs Ilha Solteira e Jupiá ativado, e da ordem de 9200 MW para a situação com o referido ECE desabilitado. Estes valores são válidos para tensão nos barramentos de 440kV das SEs Bauru e Araraquara iguais ou superiores a 1,02 pu (449kV) sem ECE, sendo que para cada 2% de redução na tensão em um destes barramentos, sem que haja recursos para recuperação do valor, os limites deverão ser reduzidos em 300 MW. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 Com o ECE habilitado, não há necessidade de redução dos limites de geração quando a tensão em um dos barramentos supracitados ficar inferior a 1,02 pu (449kV). Ressalta-se que não é recomendável operar com valores de tensão inferiores a 1,00 pu (440kV) em ambas as situações. Estas limitações estão apresentadas no item referente às conclusões. Cenário 2 Neste cenário, o carregamento da malha de 440kV é função basicamente das usinas conectadas a este sistema, exceto a UHEs Água Vermelha, uma vez que o fluxo de potência ativa na LT 440kV Ilha Solteira – Água Vermelha se encontra neste sentido. Pelas análises efetuadas, pôde-se constatar que a geração da UHE Capivara também não necessita ser incorporada no somatório. A contingência mais severa foi a perda dupla do circuito 2 da LT 440kV Ilha Solteira – Araraquara com a LT 440kV Ilha Solteira – Água Vermelha. Neste cenário, a grandeza para a qual os limites foram determinados está definida a seguir: • Σ Ger.ILS+TRI+JUP440+TAQ+PPR (MW): Somatório das gerações das usinas de Ilha Solteira, Três Irmãos, Jupiá setor de 440kV, Taquaruçu e Porto Primavera. Nestas condições, foi possível explorar uma geração no somatório das UHEs Ilha Solteira, Jupiá 440kV, Três Irmãos, Taquaruçu e Porto Primavera da ordem de 7000 MW em carga pesada e 6900 MW em carga média para a situação com ECE de corte de geração nas UHEs Ilha Solteira e Jupiá ativado, e da ordem de 6800 MW em carga pesada e 6700 MW para a situação com o referido ECE desabilitado. Estes valores são válidos para tensão nos barramentos 440kV das SEs Bauru e Araraquara iguais ou superiores a 1,02 pu (449kV) sem ECE, sendo que para cada 2% de redução na tensão em um destes barramentos, sem que haja recursos para recuperação do valor, os limites deverão ser reduzidos em 100 MW. Com o ECE habilitado, não há necessidade de redução dos limites de geração quando a tensão em um dos barramentos supracitados ficar inferior a 1,02 pu (449kV). Ressalta-se que não é recomendável operar com valores de tensão inferiores a 1,00 pu (440kV) em ambas as situações. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 ! Estas limitações estão apresentadas no item referente às conclusões. Cenário 3 Neste cenário onde foi avaliada a influência da geração interna da malha de 138kV do estado de São Paulo no desempenho dinâmico do SIN quando das contingências duplas do sistema de 440kV de São Paulo, foi possível observar que à medida que se aumentava a geração nas UHEs Ibitinga, Promissão, Nova Avanhandava, Rosana e UTE Três Lagoas, o comportamento do SIN se mostrava mais oscilatório, para uma mesma referência de geração nas usinas conectadas à malha de 440kV. Cabe ressaltar que o aspecto que diferencia este cenário do cenário 3, é o valor da geração da malha do sistema de 138 kV do estado de São Paulo. Como o despacho de geração global das usinas conectadas ao sistema de 138 kV influencia nos limites de Σ Ger.440kV + Ftr_agv (MW), definiu-se a seguinte grandeza: • Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW): Somatório das gerações das usinas de Ibitinga, Nova Avanhandava, Promissão, Três Lagoas (A e B) e Rosana. Como referência, pode ser registrado que para gerações superiores à 400 MW no somatório das UHEs Nova Avanhandava, Ibitinga, Promissão, Rosana e UTE Três Lagoas, os valores explicitados para a grandeza Σ Ger.440kV + Ftr_agv (MW) devem ser reduzidos. A sensibilidade é da ordem de 150 MW de redução na geração do 440kV para cada 100 MW a mais de geração no grupo de usinas do 138kV citado. As mesmas diretrizes quanto à influência da redução dos valores de tensão dos barramentos de 440 kV das SEs Bauru e Araraquara nos limites de geração, apresentadas no cenário 1, são válidas para este cenário. Estas limitações estão apresentadas no item referente às conclusões. Cenário 4 O comportamento observado no cenário 4 é similar ao descrito para o cenário 3, indicando que independente da condição energética global do SIN, elevados despachos de potência ativa nas UHEs Ibitinga, Promissão, Nova Avanhandava, Rosana e UTE Três Lagoas implicarão em necessidade de restrição adicional na geração das usinas conectadas ao sistema de 440kV de São Paulo. Cabe ressaltar que o aspecto que diferencia este cenário do cenário 2, é o valor da geração da malha do sistema de 138 kV do estado de São Paulo. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 As mesmas diretrizes quanto à influência da redução dos valores de tensão dos barramentos de 440 kV das SEs Bauru e Araraquara nos limites de geração, apresentadas no cenário 2, são válidas para este cenário. Estas limitações estão apresentadas no item referente às conclusões. Cargas Leve e Mínima: Cenário 1 Neste cenário, mesmo explorando uma elevada importação de energia pela Região Sul, ao se buscar um elevado despacho de potência ativa nas usinas conectadas à malha de 440kV o fluxo de potência ativa na LT 440kV Ilha Solteira – Água Vermelha é no sentido de Ilha Solteira para Água Vermelha, que é o fator determinante para o agrupamento de gerações que devem ser limitadas. Dessa forma, o comportamento nos cenários 1 e 2 é influenciado basicamente pelo montante de geração nas usinas de Ilha Solteira, Jupiá 440kV, Três Irmãos, Taquaruçu e Porto Primavera, sobretudo nas três primeiras, e a contingência mais severa é a perda dupla do circuito 2 da LT 440kV Ilha Solteira – Araraquara com o circuito único da LT 440kV Ilha Solteira – Água Vermelha. Outro fator importante para o desempenho da área nestes patamares de carga é a configuração operativa do barramento 230kV da SE Assis, uma vez que com menos inércia no sistema, a questão do desacoplamento entre as áreas tende a ser mais relevante, implicando numa restrição adicional ao somatório de geração das usinas conectadas ao sistema de 440kV. Vale também destacar que as tensões nos terminais de 440kV das SEs Bauru e Araraquara não necessitam ser reguladas em 1,02 pu (449kV) como nos patamares de carga média e pesada, devendo ficar no mínimo em 1,00 pu (440kV). Como referência, o somatório de geração das usinas de Ilha Solteira, Jupiá 440kV, Três Irmãos, Taquaruçu e Porto Primavera não poderá ser superior à 5800 MW com o ECE ativado e 5600 MW sem o ECE, estando o barramento 230kV da SE Assis interligado. Cenário 2 Da mesma forma que para os patamares de carga pesada e média, a elevação de geração nas usinas conectadas à malha de 138kV do estado de São Paulo também piora o desempenho dinâmico do SIN frente às contingências duplas no RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 sistema de 440kV. No entanto neste patamar de carga a sensibilidade é da ordem de 1 para 1. Ou seja, para cada 100 MW a mais na geração das usinas do 138kV, deve-se reduzir 100 MW no somatório de geração das usinas do 440kV. 5.9.4 Conclusões e Recomendações Para garantir que o SIN apresente comportamento satisfatório quando de contingências duplas na malha de 440kV do estado de São Paulo, recomenda-se atender às seguintes restrições: • Estando o fluxo de potência ativa na LT 440kV Ilha Solteira – Água Vermelha no sentido Água Vermelha Ilha Solteira Os limites de geração do 440 kV foram determinados utilizando as seguintes grandezas: • • Σ Ger.440kV + Ftr_agv (MW): Somatório das gerações de todas as usinas conectadas à malha de 440kV mais o fluxo de potência ativa pela transformação 500/440kV da SE Água Vermelha no sentido do 500 para o 440kV. Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW): Somatório das gerações das usinas de Ibitinga, Nova Avanhandava, Promissão, Três Lagoas (A e B) e Rosana. Figura 5.9-1: Limitação de geração das usinas conectadas à malha de 440kV – Carga Pesada com ECE Σ Ger.440kV + Ftr_agv (MW) 9400 9250 9100 8950 8800 8650 8500 8350 Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW) 400 500 600 700 800 900 1000 1100 RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 % Figura 5.9-2: Limitação de geração das usinas conectadas à malha de 440kV – Carga Pesada sem ECE Σ Ger.440kV + Ftr_agv (MW) 9200 9050 8900 8750 8600 8450 8300 8150 Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW) 400 500 600 700 800 900 1000 1100 Figura 5.9-3: Limitação de geração das usinas conectadas à malha de 440kV – Carga Média com ECE Σ Ger.440kV + Ftr_agv (MW) 9300 9150 9000 8850 8700 8550 8400 8250 Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW) 400 500 600 700 800 900 1000 1100 RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 Figura 5.9-4: Limitação de geração das usinas conectadas à malha de 440kV – Carga Média sem ECE Σ Ger.440kV + Ftr_agv (MW) 9100 8950 8800 8650 8500 8350 8200 8050 Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW) 400 500 600 700 800 900 1000 1100 • Estando o fluxo de potência ativa na LT 440kV Ilha Solteira – Água Vermelha no sentido Ilha Solteira Água Vermelha Os limites de geração do 440 kV foram determinados utilizando as seguintes grandezas: • • Σ Ger.ILS+TRI+JUP440+TAQ+PPR (MW): Somatório das gerações das usinas de Ilha Solteira, Três Irmãos, Jupiá setor de 440kV, Taquaruçu e Porto Primavera. Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW): Somatório das gerações das usinas de Ibitinga, Nova Avanhandava, Promissão, Três Lagoas (A e B) e Rosana. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $ Figura 5.9-5: Limitação de geração das usinas conectadas à malha de 440kV – Carga Pesada com ECE Σ Ger.ILS+TRI+JUP440+TAQ+PPR (MW) 6900 6750 6600 6450 6300 6150 6000 5850 Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW) 400 500 600 700 800 900 1000 1100 Figura 5.9-6: Limitação de geração das usinas conectadas à malha de 440kV – Carga Pesada sem ECE Σ Ger.ILS+TRI+JUP440+TAQ+PPR (MW) 6700 6550 6400 6250 6100 5950 5800 5650 Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW) 400 500 600 700 800 900 1000 1100 RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 Figura 5.9-7: Limitação de geração das usinas conectadas à malha de 440kV – Carga Média com ECE Σ Ger.ILS+TRI+JUP440+TAQ+PPR (MW) 6800 6650 6500 6350 6200 6050 5900 5750 Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW) 400 500 600 700 800 900 1000 1100 Figura 5.9-8: Limitação de geração das usinas conectadas à malha de 440kV – Carga Média sem ECE Σ Ger.ILS+TRI+JUP440+TAQ+PPR (MW) 6600 6450 6300 6150 6000 5850 5700 5550 Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW) 400 500 600 700 800 900 1000 1100 RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 & Figura 5.9-9: Limitação de geração das usinas conectadas à malha de 440kV – Carga Leve com ECE Σ Ger.ILS+TRI+JUP440+TAQ+PPR (MW) 5800 5700 5600 5500 5400 5300 5200 5100 Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW) 400 500 600 700 800 900 1000 1100 Figura 5.9-10: Limitação de geração das usinas conectadas à malha de 440kV – Carga Leve sem ECE Σ Ger.ILS+TRI+JUP440+TAQ+PPR (MW) 5600 5500 5400 5300 5200 5100 5000 4900 Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW) 400 500 600 700 800 900 1000 1100 RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 8 Onde: • • • Σ Ger.440kV + Ftr_agv (MW): Somatório das gerações de todas as usinas conectadas à malha de 440kV mais o fluxo de potência ativa pela transformação 500/440kV da SE Água Vermelha no sentido do 500 para o 440kV. Σ Ger.IBI+NAV+PRO+TLA+TLB+ROS (MW): Somatório das gerações das usinas de Ibitinga, Nova Avanhandava, Promissão, Três Lagoas (A e B) e Rosana. Σ Ger.ILS+TRI+JUP440+TAQ+PPR (MW): Somatório das gerações das usinas de Ilha Solteira, Três Irmãos, Jupiá setor de 440kV, Taquaruçu e Porto Primavera. A área “verde” das figuras indica a região de operação segura, enquanto que a área em “vermelho” indica a região de operação com risco de oscilações mal amortecidas no SIN para as perdas duplas no sistema de 440kV de São Paulo. Nas avaliações de desempenho dinâmico para as contingências citadas, onde as oscilações de tensão pico a pico no instante t = 10s (após a contingência) ficaram superiores a 2%, pode-se constatar que o Esquema de Controle de Emergência de Corte de Geração em questão é bastante efetivo no que se refere ao amortecimento das oscilações, podendo em algumas situações ser fator decisivo para manutenção da estabilidade do sistema diante de contingências múltiplas, evitando assim o desligamento em cascata de usinas conectadas ao sistema de 440 kV. Adicionalmente recomenda-se: • Nos patamares de carga pesada e média, manter as tensões nos barramentos 440kV das SEs Bauru e Araraquara em no mínimo 1,02 pu (449kV), (sem ECE) ou 1,00 pu (440kV) (com ECE). Para isso, recomenda-se utilizar os recursos para controle de tensão disponíveis na área, inclusive a redução de geração das usinas conectadas à malha de 440kV, que deve ser utilizada como último recurso. • Nos patamares de carga leve e mínima, manter as tensões nos barramentos das SEs Bauru e Araraquara em no mínimo 1,00 pu (440kV). • Manter a máxima geração possível selecionada para corte, quando o ECE estiver habilitado. • Visando uma segurança adicional para o SIN, em períodos de carga leve e mínima os limites de geração do 440kV devem ser reduzidos de 400 MW sempre que o barramento 230kV da SE Assis estiver desinterligado. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $ O ECE deverá ser habilitado sempre que a geração das usinas conectadas à malha de 440kV estiver em 95% do valor limite, ou quando uma das tensões de referência citadas anteriormente, estiver inferior ao valor mínimo. RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $! $ ) 6.1 Cargas e Gerações Consideradas nos Estudos 6.1.1 Patamar de Carga Pesada Tabela 6.1.1-1 - Patamar de carga pesada: carga e geração G e ra ç ã o T o ta l E m p r e s a / R e g iã o MW M var C a rg a p o r E m p re s a / R e g iã o MW M var P e rd a s n a T r a n s m is s ã o C a rg a P ró p ria MW MW FURNAS 9 8 9 7 ,0 4 1 ,7 5 4 4 ,2 4 7 6 8 ,7 6 5 3 ,7 1 1 9 7 ,9 C E M IG 5 5 1 0 ,9 1 1 1 6 ,2 6 6 8 9 ,6 2 1 4 6 ,8 4 3 0 ,0 7 1 1 9 ,6 0 ,0 0 ,7 0 ,0 0 ,0 5 1 8 ,7 5 1 8 ,7 CPFL CTEEP 4 1 ,0 1 ,0 3 9 0 4 ,0 1 3 8 3 ,4 7 7 ,7 3 9 8 1 ,7 CESP 4 9 8 5 ,3 - 7 3 4 ,2 1 5 4 ,0 6 5 ,6 1 3 ,7 1 6 7 ,7 L IG H T 5 7 1 ,0 3 0 5 ,2 4 2 1 5 ,5 1 0 7 6 ,4 2 6 ,5 4 2 4 2 ,0 CERJ 5 9 ,0 2 ,0 1 5 5 5 ,8 6 1 2 ,2 3 1 ,5 1 5 8 7 ,3 E S CE LS A 1 9 4 ,0 2 5 ,1 1 2 2 9 ,4 3 4 9 ,9 3 5 ,6 1 2 6 5 ,0 C E LG 6 5 2 ,0 -6 6 ,5 1 4 3 3 ,9 5 5 4 ,8 4 4 ,3 1 4 7 8 ,2 1 6 ,0 5 ,0 7 4 8 ,3 3 1 6 ,3 2 0 ,6 7 6 8 ,9 CGEET 2 1 7 4 ,0 3 3 8 ,9 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 D U K E -G P 1 5 6 4 ,0 1 8 2 ,8 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 CEB C E L T IN S CATAG UAZES EMAE E LE TR O P A ULO B A N D E IR A N T E E LE K TRO CEMAT GRUPO REDE 0 ,0 0 ,0 5 ,1 - 8 ,3 0 ,0 5 ,1 2 0 7 ,5 -1 4 ,2 2 0 9 ,3 7 1 ,6 5 ,9 2 1 5 ,2 5 4 ,0 1 5 0 ,5 0 ,0 0 ,0 7 ,3 7 ,3 0 ,0 0 ,0 6 9 8 6 ,9 1 6 5 1 ,1 2 ,6 6 9 8 9 ,5 0 ,0 0 ,0 2 0 4 9 ,9 3 7 9 ,6 0 ,1 2 0 5 0 ,0 3 3 ,1 0 ,0 1 9 1 3 ,2 3 1 3 ,3 1 ,3 1 9 1 4 ,5 3 7 9 ,5 -2 9 ,2 6 9 6 ,1 1 7 3 ,6 6 7 ,1 7 6 3 ,2 0 ,0 0 ,0 5 1 0 ,7 1 7 1 ,8 0 ,0 5 1 0 ,7 G R U P O P A U L IS T A 1 4 ,6 5 ,5 2 3 2 ,3 6 4 ,0 0 ,0 2 3 2 ,3 SANTA CRUZ 2 3 ,0 9 ,2 1 6 1 ,6 4 3 ,6 0 ,3 1 6 1 ,9 8 0 4 ,0 1 3 4 ,4 1 0 8 8 ,9 3 8 0 ,4 0 ,5 1 0 8 9 ,4 6 6 ,7 - 8 ,1 5 8 4 ,5 1 3 5 ,0 4 2 ,0 6 2 6 ,5 0 ,0 0 ,0 1 8 5 7 ,6 3 1 7 ,9 1 ,3 1 8 5 8 ,9 6 2 ,5 P .IN D E P E N D E N T E S ENERSUL C IA . P IR A T IN IN G A CENF 7 ,4 0 ,0 6 2 ,5 1 3 ,2 0 ,0 1 4 6 ,0 3 2 ,9 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 2 7 4 0 0 ,0 1 4 9 8 ,9 3 6 8 3 3 ,3 1 4 9 8 0 ,9 1 9 8 0 ,7 3 8 8 1 4 ,0 TRACTEBEL 5 4 0 3 ,0 - 1 1 0 ,7 5 4 ,3 2 2 ,9 0 ,2 5 4 ,5 E LE TR O S U L 0 ,0 3 0 ,0 4 2 ,1 1 ,3 2 6 8 ,1 3 1 0 ,2 TRACTEBEL MS TO TAL SU D E STE COPEL 4 1 8 7 ,3 5 1 4 ,8 3 5 0 7 ,7 1 4 5 8 ,4 1 0 4 ,8 3 6 1 2 ,5 CEEE 1 1 8 9 ,0 1 6 7 ,7 1 2 2 7 ,8 3 1 6 ,3 4 8 ,0 1 2 7 5 ,8 CGTEE 1 5 5 ,0 7 ,0 1 5 ,5 7 ,7 0 ,0 1 5 ,5 C E LE SC 1 5 0 ,0 1 5 ,5 2 4 7 9 ,7 3 4 6 ,2 4 7 ,4 2 5 2 7 ,1 A E S -S U L 2 9 ,0 0 ,0 1 1 2 0 ,1 2 2 8 ,0 7 ,2 1 1 2 7 ,3 RGE 3 5 ,5 1 0 ,8 1 3 2 0 ,1 1 3 0 ,7 8 ,5 1 3 2 8 ,6 C IE N - G A R A B I 0 ,1 - 2 7 5 ,8 0 ,0 0 ,0 0 ,4 0 ,4 A E S -U R U G U A IA N A 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 D E M A IS A G E N T E S S /M S 4 0 ,0 0 ,9 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 C O N S U M ID O R L IV R E R S 0 ,0 0 ,0 1 7 2 ,0 6 6 ,0 0 ,2 1 7 2 ,2 TO TAL SU L 1 1 1 8 8 ,9 3 6 0 ,2 9 9 3 9 ,3 2 5 7 7 ,5 4 8 4 ,8 1 0 4 2 4 ,1 NORDESTE 7 6 7 6 ,9 - 4 3 2 ,2 7 8 7 9 ,8 1 9 4 1 ,5 2 9 1 ,9 8 1 7 1 ,7 N O R TE + LA JE A D O 4 3 4 7 ,3 - 5 6 4 ,2 3 4 6 6 ,9 1 0 0 0 ,1 1 3 8 ,6 3 6 0 5 ,5 T O T A L N /N E 1 2 0 2 4 ,2 - 9 9 6 ,4 1 1 3 4 6 ,7 2 9 4 1 ,6 4 3 0 ,5 1 1 7 7 7 ,2 IT A IP U 1 1 4 3 3 ,4 3 1 4 7 ,3 1 0 2 3 ,0 4 8 5 ,0 8 ,3 1 0 3 1 ,3 T O T A L D O S IS T E M A 6 2 0 4 6 ,5 4 0 1 0 ,0 5 9 1 4 2 ,3 2 0 9 8 5 ,0 2 9 0 4 ,3 6 2 0 4 6 ,6 RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $ 6.1.2 Patamar de Carga Média Tabela 6.1.2-1 - Patamar de carga média: carga e geração G e ra ç ã o T o ta l E m p r e s a / R e g iã o MW M var C a rg a p o r E m p re s a / R e g iã o MW M var P e rd a s n a T r a n s m is s ã o C a rg a P ró p ria MW MW FURNAS 8 6 4 4 ,0 - 1 3 0 ,2 5 5 3 ,1 4 8 0 4 ,5 5 1 9 ,7 1 0 7 2 ,8 C E M IG 4 6 5 9 ,4 - 3 7 7 ,6 5 6 6 6 ,7 1 6 4 5 ,1 3 1 0 ,4 5 9 7 7 ,1 0 ,0 3 0 ,4 0 ,0 0 ,0 4 1 7 ,9 4 1 7 ,9 CPFL CTEEP 4 1 ,0 1 ,0 3 5 1 9 ,8 1 5 6 1 ,9 6 3 ,9 3 5 8 3 ,7 CESP 4 5 7 9 ,0 - 1 0 0 5 ,7 2 8 6 ,0 1 2 1 ,8 1 3 ,9 2 9 9 ,9 L IG H T 4 8 5 ,0 2 3 0 ,9 3 9 6 0 ,6 1 2 5 1 ,1 2 5 ,6 3 9 8 6 ,2 CERJ 2 0 ,3 2 ,0 1 2 3 3 ,1 5 2 6 ,0 2 0 ,7 1 2 5 3 ,8 E S CE LS A 1 8 2 ,0 2 0 ,6 1 1 6 9 ,5 4 3 4 ,2 3 2 ,7 1 2 0 2 ,2 C E LG 6 3 9 ,0 -8 3 ,7 1 2 3 7 ,5 6 4 9 ,4 3 9 ,6 1 2 7 7 ,1 8 ,0 5 ,0 7 1 9 ,4 3 4 7 ,8 2 1 ,9 7 4 1 ,3 1 9 2 3 ,0 2 2 3 ,2 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 9 5 9 ,0 4 5 ,2 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 CEB CGEET D U K E -G P 0 ,0 0 ,0 4 ,6 - 8 ,3 0 ,0 4 ,6 CATAG UAZES C E L T IN S 4 3 ,3 6 9 ,2 1 6 9 ,6 8 4 ,0 6 ,2 1 7 5 ,8 EMAE 5 4 ,0 2 9 6 ,2 0 ,0 0 ,0 4 ,1 4 ,1 0 ,0 0 ,0 6 2 1 1 ,0 1 7 1 3 ,8 1 ,0 6 2 1 2 ,0 E LE TR O P A ULO B A N D E IR A N T E E LE K TRO CEMAT GRUPO REDE G R U P O P A U L IS T A SANTA CRUZ P .IN D E P E N D E N T E S ENERSUL C IA . P IR A T IN IN G A CENF TRACTEBEL MS TO TAL SU D E STE 0 ,0 0 ,0 1 8 1 1 ,5 4 9 3 ,7 0 ,0 1 8 1 1 ,5 3 3 ,1 0 ,0 1 7 0 0 ,3 4 3 0 ,9 0 ,8 1 7 0 1 ,1 3 3 6 ,5 -5 3 ,9 7 3 6 ,7 1 8 3 ,8 4 9 ,2 7 8 5 ,9 0 ,0 0 ,0 4 0 0 ,6 1 9 2 ,8 0 ,0 4 0 0 ,6 1 ,7 0 ,3 2 0 0 ,2 7 4 ,9 0 ,0 2 0 0 ,2 1 7 ,0 3 ,9 1 2 4 ,7 3 3 ,5 0 ,2 1 2 4 ,9 8 1 5 ,0 9 1 ,2 1 0 3 6 ,8 3 5 0 ,2 0 ,2 1 0 3 7 ,0 3 6 ,2 - 7 ,2 5 5 2 ,6 1 8 1 ,2 3 2 ,1 5 8 4 ,7 0 ,0 0 ,0 1 7 1 7 ,2 4 2 4 ,1 1 ,0 1 7 1 8 ,2 4 7 ,1 4 ,6 0 ,0 4 7 ,1 1 7 ,3 0 ,0 1 4 6 ,0 3 3 ,4 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 2 3 6 2 7 ,1 - 6 0 5 ,8 3 3 0 5 8 ,6 1 5 5 1 3 ,7 1 5 6 1 ,1 3 4 6 1 9 ,7 TRACTEBEL 5 3 0 8 ,0 5 1 ,8 5 4 ,3 2 2 ,9 0 ,1 5 4 ,4 E LE TR O S U L 0 ,0 3 0 ,0 4 2 ,1 1 ,2 2 6 4 ,9 3 0 7 ,0 COPEL 4 1 9 7 ,3 5 4 0 ,4 3 1 6 8 ,5 1 5 0 5 ,2 8 8 ,4 3 2 5 6 ,9 CEEE 1 1 8 9 ,0 1 5 6 ,1 1 0 9 3 ,2 2 9 7 ,3 5 0 ,3 1 1 4 3 ,5 CGTEE 1 5 5 ,0 3 ,2 1 5 ,5 7 ,7 0 ,0 1 5 ,5 C E LE SC 1 3 3 ,0 8 ,5 2 3 4 5 ,3 4 5 9 ,5 4 6 ,8 2 3 9 2 ,1 A E S -S U L 2 9 ,0 0 ,0 1 0 9 8 ,5 3 2 9 ,0 3 ,4 1 1 0 1 ,9 RGE 3 5 ,5 1 2 ,4 1 2 2 0 ,3 1 9 3 ,1 6 ,4 1 2 2 6 ,7 C IE N - G A R A B I 0 ,1 - 2 7 5 ,8 0 ,0 0 ,0 0 ,4 0 ,4 A E S -U R U G U A IA N A 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 D E M A IS A G E N T E S S /M S 4 0 ,0 2 ,5 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 C O N S U M ID O R L IV R E R S 0 ,0 0 ,0 1 7 6 ,3 4 9 ,3 0 ,1 1 7 6 ,4 TO TAL SU L 1 1 0 8 6 ,9 5 2 9 ,1 9 2 1 4 ,0 2 8 6 5 ,2 4 6 0 ,8 9 6 7 4 ,8 NORDESTE 7 8 2 2 ,4 - 4 6 4 ,7 7 6 2 1 ,2 1 8 5 3 ,8 2 8 5 ,2 7 9 0 6 ,4 3 3 2 1 ,3 - 6 4 5 ,2 3374 1 0 0 2 ,3 9 0 ,7 3 4 6 4 ,7 T O T A L N /N E 1 1 1 4 3 ,7 - 1 1 0 9 ,9 1 0 9 9 5 ,2 2 8 5 6 ,1 3 7 5 ,9 1 1 3 7 1 ,1 IT A IP U 1 0 4 3 8 ,4 2 5 0 0 ,9 6 2 3 ,0 2 9 1 ,0 7 ,4 6 3 0 ,4 T O T A L D O S IS T E M A 5 6 2 9 6 ,1 1 3 1 4 ,3 5 3 8 9 0 ,8 2 1 5 2 6 ,0 2 4 0 5 ,2 5 6 2 9 6 ,0 N O R TE + LA JE A D O RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $ 6.1.3 Patamar de Carga Leve Tabela 6.1.3-1 - Patamar de carga leve: carga e geração G e ra ç ã o T o ta l E m p r e s a / R e g iã o C a rg a p o r E m p re s a / R e g iã o M var C a rg a P ró p ria MW MW MW M var FURNAS 4 8 9 7 ,0 - 2 0 5 9 ,0 3 7 4 ,9 1 6 4 3 ,5 2 5 8 ,0 6 3 2 ,9 C E M IG 3 4 2 4 ,4 - 7 6 9 ,0 4 5 1 2 ,5 1 2 4 0 ,2 2 1 4 ,6 4 7 2 7 ,1 CTEEP MW P e rd a s n a T r a n s m is s ã o 0 ,0 - 1 2 7 ,4 0 ,0 0 ,0 2 0 9 ,6 2 0 9 ,6 CPFL 4 1 ,0 1 ,0 2 1 5 2 ,8 7 7 3 ,6 2 2 ,4 2 1 7 5 ,2 CESP 3 7 3 6 ,2 - 1 6 3 9 ,6 2 8 6 ,0 1 2 1 ,8 6 ,0 2 9 2 ,0 L IG H T 4 6 1 ,0 1 1 7 ,8 2 3 1 9 ,8 4 9 3 ,7 1 3 ,9 2 3 3 3 ,7 CERJ 2 0 ,3 2 ,0 7 9 3 ,3 2 7 2 ,5 1 3 ,1 8 0 6 ,4 E S CE LS A 1 5 8 ,0 -1 3 ,4 9 2 5 ,2 2 9 2 ,0 2 2 ,4 9 4 7 ,6 C E LG 4 7 3 ,0 -8 6 ,8 8 5 3 ,6 4 3 4 ,9 2 3 ,2 8 7 6 ,8 0 ,0 4 ,2 3 9 0 ,4 2 0 2 ,8 8 ,5 3 9 8 ,9 1 1 5 1 ,0 - 7 1 0 ,7 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 8 8 5 ,0 - 2 6 8 ,9 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 CEB CGEET D U K E -G P 0 ,0 0 ,0 3 ,0 - 9 ,5 0 ,0 3 ,0 CATAG UAZES C E L T IN S 4 2 ,1 1 9 ,5 1 0 7 ,1 5 2 ,1 1 ,7 1 0 8 ,8 EMAE 5 4 ,0 5 5 ,5 0 ,0 0 ,0 1 ,2 1 ,2 0 ,0 0 ,0 3 3 0 1 ,3 6 2 3 ,4 0 ,3 3 3 0 1 ,6 E LE TR O P A ULO B A N D E IR A N T E E LE K TRO CEMAT GRUPO REDE G R U P O P A U L IS T A SANTA CRUZ P .IN D E P E N D E N T E S ENERSUL C IA . P IR A T IN IN G A CENF 0 ,0 0 ,0 1 2 6 3 ,1 3 7 0 ,2 0 ,0 1 2 6 3 ,1 3 3 ,1 0 ,0 1 2 0 5 ,8 1 9 5 ,8 0 ,4 1 2 0 6 ,2 2 1 9 ,3 -7 9 ,6 4 5 3 ,2 1 1 4 ,6 3 6 ,9 4 9 0 ,1 0 ,0 0 ,0 2 4 6 ,8 7 6 ,6 0 ,0 2 4 6 ,8 1 3 8 ,1 1 ,5 - 0 ,2 1 3 8 ,1 4 2 ,4 0 ,0 1 7 ,0 - 1 ,7 8 4 ,0 2 2 ,9 0 ,1 8 4 ,1 7 0 5 ,0 5 1 ,4 1 0 2 8 ,6 3 4 7 ,6 0 ,1 1 0 2 8 ,7 3 2 ,4 - 3 ,3 3 0 5 ,7 5 5 ,9 1 5 ,8 3 2 1 ,5 0 ,0 0 ,0 1 2 9 5 ,3 2 3 4 ,2 0 ,3 1 2 9 5 ,6 2 3 ,8 1 ,9 1 ,0 2 3 ,8 7 ,1 0 ,0 3 0 ,0 5 ,5 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 1 6 3 8 3 ,2 - 5 5 0 1 ,7 2 2 0 6 4 ,3 7 6 0 8 ,3 8 4 8 ,5 2 2 9 1 2 ,8 TRACTEBEL 3 9 5 8 ,0 - 9 0 7 ,0 6 6 ,2 2 2 ,9 0 ,1 6 6 ,3 E LE TR O S U L 0 ,0 -1 0 ,0 4 2 ,1 1 ,2 1 4 3 ,4 1 8 5 ,5 TRACTEBEL MS TO TAL SU D E STE COPEL 2 7 2 8 ,5 - 3 9 3 ,4 2 0 2 1 ,0 8 4 5 ,3 4 3 ,8 2 0 6 4 ,8 CEEE 7 5 9 ,0 - 2 0 4 ,1 6 3 0 ,6 1 6 6 ,2 1 8 ,8 6 4 9 ,4 CGTEE 1 5 5 ,0 -2 5 ,3 1 5 ,5 7 ,7 0 ,0 1 5 ,5 C E LE SC 1 1 3 ,0 - 4 ,7 1 4 8 5 ,2 2 6 ,7 2 1 ,0 1 5 0 6 ,2 A E S -S U L 2 9 ,0 0 ,0 6 2 2 ,0 4 1 ,8 1 ,2 6 2 3 ,2 RGE 3 4 ,0 1 0 ,5 6 4 0 ,3 -2 2 ,6 1 ,8 6 4 2 ,1 C IE N - G A R A B I 0 ,0 - 1 0 4 ,4 0 ,0 0 ,0 0 ,3 0 ,3 A E S -U R U G U A IA N A 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 D E M A IS A G E N T E S S /M S 4 0 ,0 8 ,7 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 C O N S U M ID O R L IV R E R S 0 ,0 0 ,0 1 7 0 ,7 4 6 ,1 0 ,1 1 7 0 ,8 TO TAL SU L 7 8 1 6 ,5 - 1 6 2 9 ,7 5 6 9 3 ,6 1 1 3 5 ,3 2 3 0 ,5 5 9 2 4 ,1 NORDESTE 5 6 7 1 ,5 - 1 3 5 8 ,1 5 5 1 6 ,4 1 3 3 9 ,2 1 4 8 ,3 5 6 6 4 ,7 N O R TE + LA JE A D O 2 3 8 1 ,3 - 8 5 4 ,1 2 8 9 3 ,3 7 4 8 ,5 6 9 ,8 2 9 6 3 ,1 T O T A L N /N E 8 0 5 2 ,8 - 2 2 1 2 ,2 8 4 0 9 ,7 2 0 8 7 ,7 2 1 8 ,1 8 6 2 7 ,8 IT A IP U 5 8 3 4 ,8 - 7 5 6 ,9 6 2 1 ,0 2 9 1 ,0 2 ,2 6 2 3 ,2 3 8 0 8 7 ,3 - 1 0 1 0 0 ,5 3 6 7 8 8 ,6 1 1 1 2 2 ,3 1 2 9 9 ,3 3 8 0 8 7 ,9 T O T A L D O S IS T E M A RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $% 6.1.4 Patamar de Carga Mínima Tabela 6.1.4-1 - Patamar de carga mínima: carga e geração G e ra ç ã o T o ta l E m p r e s a / R e g iã o MW M var C a rg a p o r E m p re s a / R e g iã o MW M var P e rd a s n a T r a n s m is s ã o C a rg a P ró p ria MW MW FURNAS 3 7 0 0 ,2 - 2 8 8 3 ,3 3 7 4 ,9 1 6 4 3 ,5 2 5 0 ,0 6 2 4 ,9 C E M IG 2 8 6 6 ,7 - 1 1 2 5 ,7 4 1 2 3 ,8 1 1 3 2 ,9 1 6 9 ,9 4 2 9 3 ,7 0 ,0 - 1 5 1 ,6 0 ,0 0 ,0 1 8 8 ,6 1 8 8 ,6 CPFL CTEEP 4 1 ,0 1 ,0 1 7 7 9 ,4 5 8 5 ,6 1 6 ,5 1 7 9 5 ,9 CESP 3 3 9 2 ,2 - 1 5 1 6 ,8 2 8 6 ,0 1 2 1 ,8 5 ,4 2 9 1 ,4 L IG H T 4 2 5 ,0 1 2 5 ,9 2 4 4 3 ,0 1 0 2 ,5 1 4 ,0 2 4 5 7 ,0 CERJ 2 0 ,3 2 ,0 7 5 0 ,0 2 5 6 ,0 9 ,3 7 5 9 ,3 E S CE LS A 1 1 3 ,8 1 8 ,9 8 8 7 ,7 2 8 2 ,6 2 2 ,6 9 1 0 ,3 C E LG 4 2 3 ,0 - 1 1 1 ,2 7 3 6 ,6 3 7 8 ,8 1 9 ,2 7 5 5 ,8 0 ,0 2 ,4 3 5 2 ,3 1 7 7 ,2 7 ,2 3 5 9 ,5 CGEET 9 2 5 ,8 - 7 1 1 ,7 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 D U K E -G P 8 4 0 ,3 - 2 9 9 ,9 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 CEB 0 ,0 0 ,0 2 ,5 - 9 ,3 0 ,0 2 ,5 CATAG UAZES C E L T IN S 4 1 ,5 1 4 ,2 1 0 2 ,9 4 9 ,0 1 ,5 1 0 4 ,4 EMAE 9 4 ,0 4 5 ,1 0 ,0 0 ,0 1 ,4 1 ,4 0 ,0 0 ,0 2 9 1 0 ,0 3 3 1 ,9 0 ,5 2 9 1 0 ,5 E LE TR O P A ULO B A N D E IR A N T E E LE K TRO CEMAT GRUPO REDE G R U P O P A U L IS T A SANTA CRUZ P .IN D E P E N D E N T E S ENERSUL C IA . P IR A T IN IN G A 0 ,0 0 ,0 1 0 1 6 ,2 7 3 ,3 0 ,0 1 0 1 6 ,2 3 3 ,1 0 ,0 1 0 5 0 ,9 1 6 0 ,5 0 ,4 1 0 5 1 ,3 2 1 6 ,8 -6 9 ,3 3 5 0 ,8 8 7 ,4 3 4 ,5 3 8 5 ,3 0 ,0 0 ,0 2 1 5 ,3 4 9 ,7 0 ,0 2 1 5 ,3 1 2 0 ,2 1 ,6 0 ,1 1 2 0 ,2 3 4 ,7 0 ,0 1 7 ,0 - 3 ,0 7 6 ,1 2 1 ,1 0 ,2 7 6 ,3 1 1 2 0 ,7 -7 1 ,5 1 0 2 7 ,9 3 4 7 ,3 0 ,1 1 0 2 8 ,0 2 5 ,9 - 6 ,1 2 6 2 ,3 4 2 ,2 1 5 ,6 2 7 7 ,9 0 ,0 0 ,0 1 0 7 8 ,7 1 7 7 ,2 0 ,3 1 0 7 9 ,0 2 1 ,4 CENF 1 ,9 1 ,0 2 1 ,4 5 ,7 0 ,0 TRACTEBEL MS 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 1 4 3 0 0 ,8 - 6 7 3 9 ,5 1 9 9 6 8 ,9 6 0 5 1 ,6 7 5 7 ,2 2 0 7 2 6 ,1 TRACTEBEL 2 9 4 2 ,0 - 1 2 6 3 ,7 8 5 ,4 2 2 ,9 0 ,1 8 5 ,5 E LE TR O S U L 0 ,0 -2 8 ,0 4 2 ,1 1 ,2 1 0 6 ,5 1 4 8 ,6 TO TAL SU D E STE COPEL 2 5 4 8 ,5 - 5 9 0 ,7 1 6 9 0 ,9 5 3 6 ,8 3 1 ,6 1 7 2 2 ,5 CEEE 6 3 9 ,0 - 2 7 2 ,1 5 7 4 ,0 1 3 0 ,6 1 2 ,7 5 8 6 ,7 CGTEE 1 5 5 ,0 -3 4 ,9 1 5 ,5 7 ,7 0 ,0 1 5 ,5 C E LE SC 1 1 0 ,0 - 5 ,6 9 9 1 ,6 -5 6 ,8 1 2 ,8 1 0 0 4 ,4 A E S -S U L 2 9 ,0 0 ,0 4 9 2 ,4 -1 1 ,8 0 ,6 4 9 3 ,0 RGE 3 4 ,0 1 0 ,5 4 4 4 ,8 -5 0 ,9 1 ,0 4 4 5 ,8 C IE N - G A R A B I 0 ,0 - 1 0 4 ,4 0 ,0 0 ,0 0 ,3 0 ,3 A E S -U R U G U A IA N A 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 D E M A IS A G E N T E S S /M S 4 0 ,0 -2 8 ,1 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 C O N S U M ID O R L IV R E R S 0 ,0 0 ,0 1 5 1 ,0 4 3 ,2 0 ,1 1 5 1 ,1 TO TAL SU L 6 4 9 7 ,5 - 2 3 1 7 ,0 4 4 8 7 ,7 6 2 2 ,9 1 6 5 ,7 4 6 5 3 ,4 NORDESTE 5 2 7 8 ,3 -1 7 7 0 5 1 4 5 ,8 1 2 5 6 ,5 1 2 8 ,9 5 2 7 4 ,7 N O R TE + LA JE A D O 2 1 9 1 ,3 - 9 0 2 ,8 2 7 5 9 ,9 6 8 4 ,3 6 5 ,5 2 8 2 5 ,4 T O T A L N /N E 7 4 6 9 ,6 - 2 6 7 2 ,8 7 9 0 5 ,7 1 9 4 0 ,8 1 9 4 ,4 8 1 0 0 ,1 IT A IP U 5 8 3 4 ,9 - 5 7 3 ,8 6 2 1 ,0 2 9 1 ,0 2 ,2 6 2 3 ,2 3 4 1 0 2 ,8 - 1 2 3 0 3 ,1 3 2 9 8 3 ,3 8 9 0 6 ,3 1 1 1 9 ,5 3 4 1 0 2 ,8 T O T A L D O S IS T E M A RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $ 6.1.5 Patamar de Carga Sábado 11 horas Tabela 6.1.5-1 - Patamar de carga sábado 11h: carga e geração G e ra ç ã o T o ta l E m p r e s a / R e g iã o C a rg a p o r E m p re s a / R e g iã o M var C a rg a P ró p ria MW MW MW M var FURNAS 6 1 4 8 ,0 - 2 2 2 9 ,0 5 4 3 ,7 4 7 6 8 ,7 4 1 7 ,9 9 6 1 ,6 C E M IG 4 4 1 6 ,4 - 4 7 3 ,1 5 3 2 7 ,1 1 5 4 7 ,0 2 5 1 ,6 5 5 7 8 ,7 CTEEP MW P e rd a s n a T r a n s m is s ã o 0 ,0 -7 6 ,1 0 ,0 0 ,0 2 8 6 ,6 2 8 6 ,6 CPFL 4 1 ,0 1 ,0 2 9 3 8 ,8 1 2 2 9 ,6 4 0 ,7 2 9 7 9 ,5 CESP 3 9 7 4 ,7 - 1 1 8 4 ,1 2 8 6 ,0 1 2 1 ,8 6 ,4 2 9 2 ,4 L IG H T 4 8 5 ,0 1 8 0 ,4 3 2 5 0 ,8 4 8 9 ,5 2 1 ,1 3 2 7 1 ,9 CERJ 2 0 ,3 2 ,0 1 1 1 0 ,9 4 7 2 ,6 1 7 ,5 1 1 2 8 ,4 E S CE LS A 1 8 2 ,0 1 5 ,0 1 0 3 8 ,7 3 8 8 ,2 2 8 ,5 1 0 6 7 ,2 C E LG 6 3 9 ,0 -6 2 ,1 1 0 9 4 ,2 5 8 6 ,4 3 6 ,3 1 1 3 0 ,5 8 ,0 1 ,6 5 4 9 ,2 2 7 8 ,6 1 3 ,0 5 6 2 ,2 1 2 5 2 ,0 - 1 2 7 ,9 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 9 4 3 ,0 - 2 3 3 ,2 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 CEB CGEET D U K E -G P 0 ,0 0 ,0 3 ,6 - 8 ,1 0 ,0 3 ,6 CATAG UAZES C E L T IN S 4 3 ,3 5 6 ,3 1 4 8 ,1 6 3 ,4 4 ,2 1 5 2 ,3 EMAE 5 4 ,0 3 3 3 ,4 0 ,0 0 ,0 3 ,5 3 ,5 0 ,0 0 ,0 5 2 0 3 ,0 1 5 7 8 ,7 1 ,1 5 2 0 4 ,1 E LE TR O P A ULO B A N D E IR A N T E E LE K TRO CEMAT GRUPO REDE G R U P O P A U L IS T A SANTA CRUZ P .IN D E P E N D E N T E S ENERSUL C IA . P IR A T IN IN G A CENF 0 ,0 0 ,0 1 5 6 1 ,9 3 7 1 ,9 0 ,0 1 5 6 1 ,9 3 3 ,1 0 ,0 1 5 7 9 ,6 3 7 1 ,3 0 ,8 1 5 8 0 ,4 3 3 5 ,5 -7 2 ,9 6 2 5 ,9 1 5 6 ,7 5 8 ,6 6 8 4 ,5 0 ,0 0 ,0 3 5 2 ,9 1 3 3 ,4 0 ,0 3 5 2 ,9 1 ,5 0 ,3 1 7 0 ,1 6 1 ,0 0 ,0 1 7 0 ,1 2 2 ,0 - 3 ,0 1 0 6 ,8 2 8 ,8 0 ,2 1 0 7 ,0 8 1 5 ,0 5 6 ,4 1 0 3 6 ,8 3 5 0 ,2 0 ,1 1 0 3 6 ,9 2 5 ,9 - 4 ,2 4 3 8 ,8 1 2 8 ,2 1 8 ,3 4 5 7 ,1 0 ,0 0 ,0 1 5 2 7 ,9 3 3 4 ,7 0 ,8 1 5 2 8 ,7 4 0 ,4 4 ,6 0 ,0 4 0 ,4 1 3 ,4 0 ,0 1 1 8 ,0 - 6 ,6 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 1 9 5 6 2 ,3 - 3 8 2 5 ,8 2 8 9 3 5 ,2 1 3 4 6 6 ,0 1 2 0 7 ,2 3 0 1 4 2 ,4 TRACTEBEL 4 2 1 8 ,0 - 6 0 9 ,9 6 6 ,2 2 2 ,9 0 ,1 6 6 ,3 E LE TR O S U L 0 ,0 3 0 ,0 4 2 ,1 1 ,2 1 7 4 ,8 2 1 6 ,9 COPEL 3 4 2 7 ,3 - 1 4 5 ,3 2 6 5 6 ,7 1 2 3 6 ,0 6 1 ,5 2 7 1 8 ,2 CEEE 1 1 8 9 ,0 4 5 ,8 9 3 2 ,5 2 4 7 ,0 3 9 ,5 9 7 2 ,0 CGTEE 1 5 5 ,0 -3 1 ,8 1 5 ,5 7 ,7 0 ,0 1 5 ,5 C E LE SC 1 5 0 ,0 1 3 ,4 1 8 4 0 ,0 2 6 2 ,0 2 7 ,5 1 8 6 7 ,5 TRACTEBEL MS TO TAL SU D E STE A E S -S U L 2 9 ,0 0 ,0 8 7 9 ,8 2 0 4 ,1 1 ,9 8 8 1 ,7 RGE 4 0 ,0 1 2 ,9 9 4 5 ,0 1 2 6 ,1 4 ,6 9 4 9 ,6 C IE N - G A R A B I 0 ,1 - 2 7 5 ,8 0 ,0 0 ,0 0 ,4 0 ,4 A E S -U R U G U A IA N A 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 D E M A IS A G E N T E S S /M S 4 0 ,0 - 0 ,6 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 C O N S U M ID O R L IV R E R S 0 ,0 0 ,0 1 5 1 ,0 4 3 ,2 0 ,1 1 5 1 ,1 TO TAL SU L 9 2 4 8 ,4 - 9 6 1 ,3 7 5 2 8 ,8 2 1 5 0 ,2 3 1 0 ,4 7 8 3 9 ,2 NORDESTE 6705 - 1 2 4 8 ,2 6 5 8 8 ,1 1 6 4 5 ,7 203 6 7 9 1 ,1 N O R TE + LA JE A D O 2 7 1 1 ,3 - 1 0 4 4 ,8 3 0 8 0 ,7 8 1 7 ,6 7 6 ,2 3 1 5 6 ,9 T O T A L N /N E 9 4 1 6 ,3 - 2 2 9 3 ,0 9 6 6 8 ,8 2 4 6 3 ,3 2 7 9 ,2 9 9 4 8 ,0 IT A IP U 1 0 3 3 3 ,3 2 3 6 1 ,5 6 2 3 ,0 2 9 1 ,0 7 ,3 6 3 0 ,3 T O T A L D O S IS T E M A 4 8 5 6 0 ,3 - 4 7 1 8 ,6 4 6 7 5 5 ,8 1 8 3 7 0 ,5 1 8 0 4 ,1 4 8 5 5 9 ,9 RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $$ 6.1.6 Patamar de Carga Sábado 21 horas Tabela 6.1.6-1 - Patamar de carga sábado 21h: carga e geração G e ra ç ã o T o ta l E m p r e s a / R e g iã o C a rg a p o r E m p re s a / R e g iã o M var C a rg a P ró p ria MW MW MW M var FURNAS 8 8 6 4 ,0 - 8 1 9 ,5 5 4 4 ,2 4 7 6 8 ,7 6 0 3 ,7 1 1 4 7 ,9 C E M IG 6 0 1 7 ,9 5 9 6 ,7 6 6 7 9 ,2 1 9 9 9 ,3 3 7 7 ,0 7 0 5 6 ,2 CTEEP MW P e rd a s n a T r a n s m is s ã o 0 ,0 - 5 ,5 0 ,0 0 ,0 4 1 9 ,2 4 1 9 ,2 CPFL 7 0 ,0 1 ,0 3 5 8 4 ,8 1 2 3 7 ,0 6 2 ,6 3 6 4 7 ,4 CESP 4 5 0 6 ,0 - 1 3 5 6 ,0 2 8 6 ,0 1 2 1 ,8 9 ,1 2 9 5 ,1 L IG H T 5 7 1 ,0 2 4 2 ,6 3 9 8 2 ,8 5 1 4 ,4 2 7 ,9 4 0 1 0 ,7 CERJ 5 9 ,0 2 ,0 1 5 3 8 ,2 6 0 5 ,0 3 1 ,6 1 5 6 9 ,8 E S CE LS A 1 9 4 ,0 3 3 ,2 1 2 8 2 ,4 3 7 7 ,3 3 5 ,6 1 3 1 8 ,0 C E LG 6 5 2 ,0 -5 0 ,4 1 5 2 8 ,0 5 8 9 ,3 5 1 ,2 1 5 7 9 ,2 1 6 ,0 5 ,6 7 2 5 ,7 2 8 3 ,1 2 2 ,8 7 4 8 ,5 CGEET 1 8 8 0 ,0 5 9 ,3 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 D U K E -G P 1 1 9 2 ,0 -6 0 ,3 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 CEB C E L T IN S CATAG UAZES EMAE E LE TR O P A ULO B A N D E IR A N T E E LE K TRO CEMAT GRUPO REDE G R U P O P A U L IS T A SANTA CRUZ P .IN D E P E N D E N T E S ENERSUL C IA . P IR A T IN IN G A CENF 0 ,0 0 ,0 5 ,0 - 7 ,9 0 ,0 5 ,0 2 0 7 ,5 -1 3 ,5 2 0 4 ,8 7 2 ,3 5 ,8 2 1 0 ,6 5 4 ,0 2 6 3 ,1 0 ,0 0 ,0 7 ,3 7 ,3 0 ,0 0 ,0 6 0 3 7 ,7 1 7 0 2 ,8 2 ,7 6 0 4 0 ,4 0 ,0 0 ,0 1 9 2 2 ,1 3 7 6 ,6 0 ,1 1 9 2 2 ,2 3 3 ,1 0 ,0 1 9 7 5 ,5 3 2 1 ,2 1 ,5 1 9 7 7 ,0 3 5 9 ,3 8 0 ,7 7 1 8 ,2 1 8 0 ,1 7 2 ,3 7 9 0 ,5 0 ,0 0 ,0 4 9 8 ,9 1 4 4 ,6 0 ,0 4 9 8 ,9 7 ,1 2 ,2 2 1 9 ,4 5 6 ,2 0 ,0 2 1 9 ,4 2 3 ,0 1 1 ,8 1 5 9 ,6 5 5 ,4 0 ,2 1 5 9 ,8 8 6 4 ,0 1 2 3 ,9 1 0 3 4 ,9 3 4 9 ,6 0 ,2 1 0 3 5 ,1 5 2 ,2 -1 6 ,2 5 9 8 ,0 1 4 0 ,2 4 4 ,2 6 4 2 ,2 0 ,0 0 ,0 1 8 1 6 ,4 2 6 0 ,5 1 ,2 1 8 1 7 ,6 5 9 ,4 7 ,4 0 ,2 5 9 ,4 1 2 ,9 0 ,0 1 4 6 ,0 7 ,1 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 2 5 7 7 5 ,5 - 8 9 2 ,0 3 5 4 0 1 ,2 1 4 1 6 0 ,4 1 7 7 6 ,2 3 7 1 7 7 ,4 TRACTEBEL 4 9 3 8 ,0 - 2 3 2 ,4 6 1 ,7 2 2 ,9 0 ,1 6 1 ,8 E LE TR O S U L 0 ,0 3 0 ,0 4 2 ,1 1 ,3 2 5 7 ,6 2 9 9 ,7 COPEL 4 1 8 7 ,3 6 4 6 ,9 3 5 0 5 ,6 1 6 8 9 ,7 1 0 2 ,7 3 6 0 8 ,3 CEEE 1 1 8 9 ,0 5 9 ,4 1 2 1 0 ,9 3 1 6 ,6 4 4 ,5 1 2 5 5 ,4 TRACTEBEL MS TO TAL SU D E STE CGTEE 1 5 5 ,0 1 5 ,5 1 5 ,5 7 ,7 0 ,0 1 5 ,5 C E LE SC 1 5 0 ,0 2 1 ,1 2 1 6 1 ,9 2 6 6 ,4 4 0 ,0 2 2 0 1 ,9 A E S -S U L 2 9 ,0 0 ,0 1 0 3 6 ,5 1 5 5 ,7 6 ,6 1 0 4 3 ,1 RGE 3 5 ,5 1 0 ,8 1 1 0 0 ,0 1 4 6 ,1 6 ,9 1 1 0 6 ,9 C IE N - G A R A B I 0 ,1 - 2 7 5 ,8 0 ,0 0 ,0 0 ,4 0 ,4 A E S -U R U G U A IA N A 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 D E M A IS A G E N T E S S /M S 4 0 ,0 - 0 ,1 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 C O N S U M ID O R L IV R E R S 0 ,0 0 ,0 1 5 1 ,0 4 3 ,2 0 ,3 1 5 1 ,3 TO TAL SU L 1 0 7 2 3 ,9 2 7 5 ,4 9 2 8 5 ,2 2 6 4 9 ,6 4 5 9 ,1 9 7 4 4 ,3 NORDESTE 7 6 3 7 ,5 - 3 1 7 ,2 7 8 4 3 ,4 1 9 8 0 ,3 2 9 2 ,3 8 1 3 5 ,7 4 0 3 9 ,3 - 6 3 8 ,9 3 3 9 3 ,2 9 5 3 ,6 1 2 7 ,7 3 5 2 0 ,9 T O T A L N /N E 1 1 6 7 6 ,8 - 9 5 6 ,1 1 1 2 3 6 ,6 2 9 3 3 ,9 4 2 0 ,0 1 1 6 5 6 ,6 IT A IP U 1 1 4 3 3 ,7 3 4 1 2 ,5 1 0 2 3 ,0 4 8 5 ,0 8 ,4 1 0 3 1 ,4 T O T A L D O S IS T E M A 5 9 6 0 9 ,9 1 8 3 9 ,8 5 6 9 4 6 ,0 2 0 2 2 8 ,9 2 6 6 3 ,7 5 9 6 0 9 ,7 N O R TE + LA JE A D O RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $ 6.1.7 Patamar de Carga Domingo 12 horas Tabela 6.1.7-1 - Patamar de carga domingo 12h: carga e geração G e ra ç ã o T o ta l E m p r e s a / R e g iã o C a rg a p o r E m p re s a / R e g iã o M var C a rg a P ró p ria MW MW MW M var FURNAS 5 9 5 4 ,0 - 2 0 9 6 ,4 3 7 4 ,9 1 6 4 3 ,5 2 9 2 ,4 6 6 7 ,3 C E M IG 4 6 1 8 ,4 - 7 0 5 ,0 4 6 1 7 ,6 1 3 4 0 ,2 2 2 6 ,1 4 8 4 3 ,7 CTEEP MW P e rd a s n a T r a n s m is s ã o 0 ,0 -6 5 ,4 0 ,0 0 ,0 2 3 5 ,5 2 3 5 ,5 CPFL 4 1 ,0 1 ,0 2 3 1 3 ,7 8 6 2 ,6 2 6 ,6 2 3 4 0 ,3 CESP 3 8 7 1 ,8 - 1 5 5 7 ,5 2 8 6 ,0 1 2 1 ,8 5 ,7 2 9 1 ,7 L IG H T 4 6 1 ,0 3 6 ,0 2 8 4 3 ,1 3 8 2 ,6 1 8 ,1 2 8 6 1 ,2 CERJ 2 0 ,3 2 ,0 9 4 9 ,4 4 0 1 ,1 1 4 ,7 9 6 4 ,1 E S CE LS A 1 5 8 ,0 1 7 ,1 9 4 9 ,1 2 9 4 ,2 2 0 ,5 9 6 9 ,6 C E LG 4 7 3 ,0 - 1 4 8 ,6 9 3 9 ,1 4 3 5 ,2 2 6 ,7 9 6 5 ,8 0 ,0 5 ,0 4 7 8 ,1 2 4 5 ,3 1 2 ,2 4 9 0 ,3 1 1 5 1 ,0 - 5 0 6 ,1 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 7 2 9 ,0 - 1 5 2 ,4 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 CEB CGEET D U K E -G P 0 ,0 0 ,0 2 ,7 - 9 ,0 0 ,0 2 ,7 CATAG UAZES C E L T IN S 4 3 ,3 2 5 ,9 1 2 0 ,8 4 6 ,3 2 ,2 1 2 3 ,0 EMAE 5 4 ,0 1 3 2 ,2 0 ,0 0 ,0 3 ,3 3 ,3 0 ,0 0 ,0 4 1 5 4 ,8 9 5 7 ,8 1 ,1 4 1 5 5 ,9 E LE TR O P A ULO B A N D E IR A N T E E LE K TRO CEMAT GRUPO REDE G R U P O P A U L IS T A SANTA CRUZ P .IN D E P E N D E N T E S ENERSUL C IA . P IR A T IN IN G A CENF 0 ,0 0 ,0 1 2 4 0 ,7 1 4 3 ,4 0 ,0 1 2 4 0 ,7 3 3 ,1 0 ,0 1 2 0 3 ,0 1 9 8 ,3 0 ,3 1 2 0 3 ,3 2 1 9 ,3 - 1 2 2 ,3 4 6 6 ,5 1 1 7 ,0 3 6 ,9 5 0 3 ,4 0 ,0 0 ,0 2 9 9 ,6 8 0 ,5 0 ,0 2 9 9 ,6 1 3 7 ,5 5 ,1 2 ,2 1 3 7 ,5 4 0 ,9 0 ,0 1 7 ,0 - 1 ,8 9 2 ,0 2 2 ,2 0 ,1 9 2 ,1 7 0 5 ,0 1 2 0 ,5 1 0 3 5 ,7 3 4 9 ,8 0 ,4 1 0 3 6 ,1 3 2 ,0 - 4 ,1 3 4 6 ,1 8 6 ,2 1 8 ,7 3 6 4 ,8 0 ,0 0 ,0 1 2 9 6 ,3 2 8 5 ,5 0 ,5 1 2 9 6 ,8 3 3 ,2 4 ,6 1 ,0 3 3 ,2 1 0 ,1 0 ,0 6 0 ,0 4 ,6 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 1 8 6 5 0 ,9 - 5 0 1 2 ,1 2 4 1 7 9 ,9 8 0 5 5 ,5 9 4 2 ,0 2 5 1 2 1 ,9 TRACTEBEL 4 0 1 3 ,0 - 8 8 7 ,4 6 4 ,7 2 2 ,9 0 ,1 6 4 ,8 E LE TR O S U L 0 ,0 -1 0 ,0 4 2 ,1 1 ,2 1 3 3 ,3 1 7 5 ,4 TRACTEBEL MS TO TAL SU D E STE COPEL 2 8 4 7 ,3 - 3 3 9 ,7 2 2 0 4 ,4 1 0 1 4 ,5 4 8 ,1 2 2 5 2 ,5 CEEE 7 5 9 ,0 - 1 8 5 ,6 7 9 5 ,9 1 7 5 ,2 2 0 ,3 8 1 6 ,2 CGTEE 1 5 5 ,0 -2 3 ,6 1 5 ,5 7 ,7 0 ,0 1 5 ,5 C E LE SC 1 5 0 ,0 1 2 ,8 1 3 3 2 ,9 -2 6 ,0 1 8 ,8 1 3 5 1 ,7 A E S -S U L 5 ,0 0 ,0 6 5 8 ,3 3 8 ,0 1 ,0 6 5 9 ,3 3 4 ,0 1 0 ,5 6 4 3 ,2 - 1 ,2 2 ,0 6 4 5 ,2 C IE N - G A R A B I 0 ,0 - 1 0 4 ,4 0 ,0 0 ,0 0 ,2 0 ,2 A E S -U R U G U A IA N A 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 D E M A IS A G E N T E S S /M S 4 0 ,0 -1 2 ,2 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 C O N S U M ID O R L IV R E R S 0 ,0 0 ,0 1 5 1 ,0 4 3 ,2 0 ,1 1 5 1 ,1 RGE TO TAL SU L 8 0 0 3 ,3 - 1 5 3 9 ,6 5 9 0 8 ,0 1 2 7 5 ,5 2 2 3 ,9 6 1 3 1 ,9 NORDESTE 5 8 9 7 ,3 - 1 5 8 9 ,1 5 7 0 9 ,3 1 3 9 1 ,4 1 6 5 ,3 5 8 7 4 ,6 N O R TE + LA JE A D O 2 2 9 0 ,3 -1 1 5 8 2 8 5 6 ,4 735 6 8 ,7 2 9 2 5 ,1 T O T A L N /N E 8 1 8 7 ,6 - 2 7 4 7 ,1 8 5 6 5 ,7 2 1 2 6 ,4 2 3 4 ,0 8 7 9 9 ,7 IT A IP U 5 8 3 4 ,8 - 7 0 6 ,1 6 2 1 ,0 2 9 1 ,0 2 ,1 6 2 3 ,1 4 0 6 7 6 ,6 - 1 0 0 0 4 ,9 3 9 2 7 4 ,6 1 1 7 4 8 ,4 1 4 0 2 ,0 4 0 6 7 6 ,6 T O T A L D O S IS T E M A RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $& 6.1.8 Patamar de Carga Domingo 21 horas Tabela 6.1.8-1 - Patamar de carga domingo 21h: carga e geração G e ra ç ã o T o ta l E m p r e s a / R e g iã o C a rg a p o r E m p re s a / R e g iã o M var C a rg a P ró p ria MW MW MW M var FURNAS 6 7 0 3 ,0 - 1 3 0 4 ,4 5 4 4 ,2 4 7 6 8 ,7 5 0 6 ,7 1 0 5 0 ,9 C E M IG 5 7 1 3 ,4 8 2 9 ,9 6 1 6 4 ,4 1 8 4 4 ,9 3 4 9 ,9 6 5 1 4 ,3 CTEEP MW P e rd a s n a T r a n s m is s ã o 0 ,0 -2 8 ,4 0 ,0 0 ,0 3 4 6 ,4 3 4 6 ,4 CPFL 4 1 ,0 1 ,0 3 2 8 6 ,4 1 0 7 0 ,1 5 4 ,4 3 3 4 0 ,8 CESP 4 1 1 7 ,9 - 1 4 7 2 ,4 2 8 6 ,0 1 2 1 ,8 6 ,5 2 9 2 ,5 L IG H T 4 8 5 ,0 5 6 5 ,4 3 6 2 6 ,0 4 4 5 ,4 2 3 ,0 3 6 4 9 ,0 CERJ 2 0 ,3 2 ,0 1 4 2 5 ,0 5 6 0 ,4 3 0 ,2 1 4 5 5 ,2 E S CE LS A 1 8 2 ,0 4 5 ,1 1 1 8 6 ,0 4 2 5 ,2 3 1 ,8 1 2 1 7 ,8 C E LG 6 3 9 ,0 -6 3 ,9 1 4 3 1 ,4 5 5 5 ,0 4 3 ,2 1 4 7 4 ,6 8 ,0 5 ,0 6 8 7 ,1 2 6 8 ,1 2 1 ,6 7 0 8 ,7 1 2 5 2 ,0 - 2 3 1 ,1 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 9 4 3 ,0 - 1 3 4 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 CEB CGEET D U K E -G P C E L T IN S CATAG UAZES EMAE E LE TR O P A ULO B A N D E IR A N T E E LE K TRO CEMAT GRUPO REDE G R U P O P A U L IS T A SANTA CRUZ P .IN D E P E N D E N T E S ENERSUL C IA . P IR A T IN IN G A CENF 0 ,0 0 ,0 4 ,8 - 8 ,6 0 ,0 4 ,8 2 0 7 ,5 0 ,1 1 7 3 ,5 5 7 ,3 5 ,6 1 7 9 ,1 5 4 ,0 2 0 1 ,1 0 ,0 0 ,0 6 ,3 6 ,3 0 ,0 0 ,0 5 3 8 4 ,7 1 3 4 7 ,3 2 ,4 5 3 8 7 ,1 0 ,0 0 ,0 1 7 0 2 ,3 2 6 9 ,0 0 ,1 1 7 0 2 ,4 3 3 ,1 0 ,0 1 6 2 4 ,3 2 3 1 ,2 0 ,7 1 6 2 5 ,0 2 9 4 ,5 -8 0 ,5 6 4 7 ,6 1 6 1 ,7 4 7 ,3 6 9 4 ,9 0 ,0 0 ,0 4 5 6 ,4 1 1 4 ,8 0 ,0 4 5 6 ,4 5 ,5 2 ,3 1 9 5 ,8 4 3 ,0 0 ,0 1 9 5 ,8 2 9 ,0 4 ,6 1 4 6 ,7 4 4 ,7 0 ,2 1 4 6 ,9 8 1 5 ,0 8 0 ,8 1 0 3 5 ,8 3 4 9 ,9 0 ,2 1 0 3 6 ,0 5 7 ,2 -1 6 ,9 5 5 1 ,4 1 5 0 ,8 3 1 ,9 5 8 3 ,3 0 ,0 0 ,0 1 6 1 7 ,6 2 4 1 ,2 0 ,9 1 6 1 8 ,5 4 6 ,6 7 ,4 0 ,0 4 6 ,6 9 ,8 0 ,0 1 4 6 ,0 - 9 ,2 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 2 1 7 5 3 ,8 - 1 6 0 3 ,5 3 2 2 2 4 ,0 1 3 0 7 1 ,7 1 5 0 9 ,3 3 3 7 3 3 ,3 TRACTEBEL 4 6 1 8 ,0 - 6 3 7 ,3 5 4 ,3 2 2 ,9 3 ,0 5 7 ,3 E LE TR O S U L 0 ,0 3 0 ,0 4 2 ,1 1 ,2 1 9 9 ,0 2 4 1 ,1 COPEL 3 8 1 7 ,3 2 1 3 ,8 3 1 0 6 ,3 1 3 7 5 ,0 8 0 ,2 3 1 8 6 ,5 CEEE 1 1 7 5 ,0 3 9 ,8 1 1 1 2 ,2 2 7 2 ,6 4 3 ,8 1 1 5 6 ,0 TRACTEBEL MS TO TAL SU D E STE CGTEE 1 5 5 ,0 - 0 ,5 1 5 ,5 7 ,7 0 ,0 1 5 ,5 C E LE SC 1 5 0 ,0 1 5 ,5 1 8 1 5 ,8 9 8 ,7 3 2 ,5 1 8 4 8 ,3 A E S -S U L 5 ,0 0 ,0 9 4 7 ,9 1 1 7 ,4 1 ,8 9 4 9 ,7 3 5 ,5 1 2 ,4 9 6 7 ,0 7 9 ,1 5 ,7 9 7 2 ,7 C IE N - G A R A B I 0 ,1 - 2 7 5 ,8 0 ,0 0 ,0 0 ,4 0 ,4 A E S -U R U G U A IA N A 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 D E M A IS A G E N T E S S /M S 4 0 ,0 - 2 ,4 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 C O N S U M ID O R L IV R E R S 0 ,0 0 ,0 1 5 1 ,0 4 3 ,2 0 ,1 1 5 1 ,1 TO TAL SU L 9 9 9 5 ,9 - 6 0 4 ,5 8 2 1 2 ,1 2 0 1 7 ,8 3 6 6 ,5 8 5 7 8 ,6 NORDESTE 7 6 2 8 ,3 - 2 5 2 ,4 7 4 8 7 ,2 1 8 3 8 ,3 2 7 7 ,4 7 7 6 4 ,6 RGE 4 4 8 1 ,3 - 2 8 9 ,8 3 3 2 0 ,1 9 0 7 ,2 1 6 5 ,6 3 4 8 5 ,7 T O T A L N /N E 1 2 1 0 9 ,6 - 5 4 2 ,2 1 0 8 0 7 ,3 2 7 4 5 ,5 4 4 3 ,0 1 1 2 5 0 ,3 IT A IP U 1 0 3 3 3 ,3 2 4 4 7 ,3 6 2 3 ,0 2 9 1 ,0 7 ,3 6 3 0 ,3 T O T A L D O S IS T E M A 5 4 1 9 2 ,6 - 3 0 2 ,9 5 1 8 6 6 ,4 1 8 1 2 6 ,0 2 3 2 6 ,1 5 4 1 9 2 ,5 N O R TE + LA JE A D O RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 $8 Participaram da realização deste trabalho, por parte do ONS, os seguintes profissionais: Equipe: Ana Claudia Batista Sampaio André Della Rocca Francisco Carlos Souza de Araújo Frederico Vidigal Diniz de Figueiredo Gerson Frederico Cabral da Rocha José Mario Manfrim Capano Jr. Juliana Gubert Ehrensperger Kátia Cristina Vieira de Melo Marcelo Cruz Lopes Marcelo de Castro Guarini Rodrigo Freitas Barbosa Sérgio Souza da Silva Leonardo Cortes Soares Cesar Gonzaga Martins Adriano de Andrade Barbosa Lilian Monteath [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] Revisão: Gilson Mussi Machado [email protected] RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 *+, -. /0 ,*12 ,- * . +,3.4,* # ,- * Quadro 2.1.2-1: Sistema Sudeste / Centro Oeste Quadro 2.1.2-2: Sistema Sul Quadro 2.1.2-3: Sistema Norte / Nordeste Quadro 5.2.1-1 – Inequações que Apresentaram Necessidade de Revisão/Inclusão Quadro 5.2.1-2– Inequações para Rede Alterada 8 9 10 28 29 ,3.4,* Tabela 3.1-1 - Geração térmica mínima no Complexo Jorge Lacerda para atendimento às restrições elétricas Tabela 3.1-2 - Geração térmica mínima na UTE William Arjona para atender restrições elétricas Tabela 3.1-3 - Geração térmica mínima nas demais UTEs do SIN para atender restrições elétricas Tabela 4-1 – Níveis de Transferência entre Regiões e Geração de Itaipu (MW) Tabela 5.1.1-1: Alteração de Faixa de Tensão Tabela 5.1.1-2: Alteração de Faixa de Tensão da CEMIG Tabela 5.1.2-1 – Equipamentos com Carregamento Elevado no SIN Tabela 5.3-2 – Contingências Simples – Área Mato Grosso do Sul Tabela 5.3-3 – Geração máxima em J.Lacerda – unids. 3 a 7 Tabela 5.3.1-1 Contingências que podem causar corte de carga na Área RJ/ES Tabela 5.3.1-2 Contingências que podem causar corte de carga na Área SP Tabela 5.3.1-3 Contingências que podem causar corte de carga na Área GO/BR Tabela 5.3.1-4 Contingências que podem causar corte de carga na Área MG Tabela 5.3.1-5 Contingências da Rede Básica que podem causar corte de carga na Área MT Tabela 5.3.1-6 – Contingências na Rede Básica na Área MS que podem causar corte de carga Tabela 5.3.1-7 – Contingências na Rede Básica na Área PR que podem causar corte de carga Tabela 5.3.1-8 – Contingências na Rede Básica na Área SC que podem causar corte de carga Tabela 5.3.1-9 – Contingências na Rede Básica que podem causar corte de carga na Área RS Tabela 5.3.1-10 Contingências que podem causar corte de carga na Área Sudoeste Tabela 5.3.1-11 Contingências que podem causar corte de carga na Área Sudoeste RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 14 15 15 19 22 22 27 32 33 35 35 35 36 36 36 36 37 37 39 39 ! Tabela 5.3.1-12 Contingências que podem causar corte de carga na Área Sudoeste Tabela 5.3.1-13 Contingências que podem causar corte de carga na Área Sul Tabela 5.3.1-14 Contingências que podem causar corte de carga na Área Leste Tabela 5.3.1-15 Contingências que podem causar corte de carga na Área Norte Tabela 5.3.1-16 Contingências que podem causar corte de carga na Área Oeste Tabela 5.3.1-17 Contingências que podem causar corte de carga na Área Maranhão Tabela 5.3.1-18 Contingências que podem causar corte de carga na Área Pará Tabela 5.4-1 - Perdas totais e por região: carga pesada Tabela 5.4-2 - Perdas totais e por região: carga média Tabela 5.4-3 - Perdas totais e por região: carga leve Tabela 5.5-1 - Limites de FRS para ativação da lógica 2 do ECE de Gravataí Tabela 5.6-1 - Limites de Fornecimento pelo Sul Tabela 5.6-2 - Limites de Fornecimento pelo Sul Tabela 6.1.1-1 - Patamar de carga pesada: carga e geração Tabela 6.1.2-1 - Patamar de carga média: carga e geração Tabela 6.1.3-1 - Patamar de carga leve: carga e geração Tabela 6.1.4-1 - Patamar de carga mínima: carga e geração Tabela 6.1.5-1 - Patamar de carga sábado 11h: carga e geração Tabela 6.1.6-1 - Patamar de carga sábado 21h: carga e geração Tabela 6.1.7-1 - Patamar de carga domingo 12h: carga e geração Tabela 6.1.8-1 - Patamar de carga domingo 21h: carga e geração RE 3-235/2005 PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO ELÉTRICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL - MENSAL DE AGOSTO 2005 39 40 40 40 41 41 41 42 42 42 43 43 43 43 43 43 43 43 43 43 43