PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA
EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
EIXO TECNOLÓGICO:
CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS
PORTO ALEGRE - RS
Av. Assis Brasil, nº. 8450 – Porto Alegre – RS
Fone (51) 3347.8400
Sítio: http://www.senairs.org.br/faculdade
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Entidade Mantenedora:
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI
Departamento Regional do Rio Grande do Sul
Endereço: Avenida Assis Brasil, 8787.
CEP: 91140-001
Cidade: Porto Alegre - RS
Fone: (51) 3347-8834
Fax: (51) 3347-8813
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE
Endereço: Avenida Assis Brasil, 8450
CEP: 91140-000
Cidade: Porto Alegre - RS
Fone: (51) 3347.8400
E-mail: [email protected]
Sítio: http://www.senairs.org.br/faculdade
CREDENCIAMENTO
Portaria MEC, nº. 1.787, de 3/11/ 2006 publicada no D.O.U. de 6/11/2006.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação industrial
SUMÁRIO
1
MANTENEDORA ............................................................................................................5
2
MANTIDA ........................................................................................................................7
3
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ..................................................................8
3.1
Nome do Curso ...........................................................................................................8
3.2
Grau Conferido ...........................................................................................................8
3.3
Titulação Profissional .................................................................................................8
3.4
Ato de Autorização do Curso......................................................................................8
3.5
Data de Início do Curso ..............................................................................................8
3.6
Número de Vagas Anuais ...........................................................................................8
3.7
Carga Horária/Prazo de Integralização .......................................................................9
3.8
Regime de Matricula...................................................................................................9
3.9
Local de Funcionamento.............................................................................................9
3.10 Forma de Ingresso.......................................................................................................9
4
HISTÓRICO DO CURSO...............................................................................................10
4.1
Projetos realizados e em Andamento........................................................................11
4.2
Semana Acadêmica de Automação Industrial ..........................................................14
4.3
Principais Alterações nas Instalações Físicas ...........................................................14
4.4
Principais Atualizações no PPC................................................................................15
4.4.1
Atualização 1 ....................................................................................................15
4.4.2
Atualização 2 ....................................................................................................17
4.5
Parcerias....................................................................................................................26
4.6
Primeira Turma de Formandos .................................................................................26
5
JUSTIFICATIVA DO CURSO .......................................................................................28
6
OBJETIVOS DO CURSO...............................................................................................30
6.1
Objetivo Geral...........................................................................................................30
6.2
Objetivos Específicos ...............................................................................................30
7
PERFIL DO EGRESSO ..................................................................................................32
8
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR .................................................................................35
8.1
Estrutura Curricular ..................................................................................................35
8.2
Composição dos Módulos.........................................................................................36
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação industrial
9
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ...................................................38
10
UNIDADE CURRICULAR OPTATIVA .......................................................................39
11 FLUXOGRAMA DO CURSO........................................................................................40
12 PROGRAMA DAS UNIDADES CURRICULARES.....................................................41
13 ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO .................................................................................89
14
MONITORIA ..................................................................................................................90
15
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS.........................................................................................91
16
FLEXIBILIDADE CURRICULAR ................................................................................94
16.1 Aceleração de Estudos/Aproveitamento de Competências.......................................94
16.2 Certificações Intermediárias .....................................................................................95
16.3 Percurso de Formação...............................................................................................95
17 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ......96
18
COORDENAÇÃO DO CURSO .....................................................................................99
19 CORPO DOCENTE ......................................................................................................100
19.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE) ......................................................................101
20
INFRAESTRUTURA....................................................................................................101
20.1 Laboratórios ............................................................................................................101
20.2 Salas de Aula ..........................................................................................................117
20.3 Serviços de Apoio ...................................................................................................117
20.4 Biblioteca ................................................................................................................120
20.4.1
Acervo ............................................................................................................121
20.4.2
Instalações para o Acervo...............................................................................121
20.4.3
Política de Expansão e Atualização do Acervo ..............................................122
20.4.4
Serviços ..........................................................................................................122
20.4.5
Informatização ................................................................................................122
20.4.6
Horário de Atendimento .................................................................................123
20.4.7
Lista de Periódicos .........................................................................................123
21. ARTICULAÇÃO ENSINO-PESQUISA-EXTENSÃO NO CURSO.............................125
21 COLEGIADO DO CURSO...........................................................................................127
22
AVALIAÇÃO DO CURSO ..........................................................................................128
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação industrial
1 MANTENEDORA
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI foi criado em 22 de janeiro de
1942, pelo Decreto Lei nº. 4.048 com a finalidade de formar recursos humanos e dar aporte
tecnológico à indústria brasileira que também sofria as consequências da desorganização no
mundo, provocada pela II Guerra Mundial. Na ocasião a escassez da oferta de mão de obra
qualificada do imigrante europeu, levou os empresários da área da indústria à organização
de uma entidade que oferecesse cursos destinados a formar e capacitar profissionais
indispensáveis às fábricas, que aos poucos se instalavam, e que atendesse às necessidades
do mercado de trabalho.
Com uma experiência de 69 anos de atividades, o SENAI, instituição de direito
privado mantido através de contribuição compulsória das indústrias, atua em Educação
Profissional, na prestação de serviços de consultoria, em apoio tecnológico, na pesquisa
aplicada, na captação e transferência de tecnologias, em serviços laboratoriais e
disseminação de informação tecnológica gerando soluções que garantem a competitividade
e a excelência na formação de profissionais para as indústrias.
O Departamento Regional do Rio Grande do Sul, SENAI‐RS, criado em agosto de 1942,
tem o compromisso de apoiar a indústria em seu desenvolvimento. Hoje é sinônimo de
credibilidade e competência pela qualidade dos serviços que desenvolve em Educação
Profissional, atuando de forma direta, na formação inicial e continuada, no nível técnico e
superior, e no apoio tecnológico aos mais diversos segmentos industriais.
A rede SENAI‐RS compreende, atualmente, o Departamento Regional e 139 Unidades
dentre elas, 1 Faculdade de Tecnologia, 6 Centros Tecnológicos com Curso Técnico, 1 Centro
Nacional de Tecnologias Limpas, 1 Centro Tecnológico de Polímeros, 1 Centro de Excelência
em Tecnologias Avançadas, 8 Escolas de Educação Profissional, e 21 Centros de Educação
Profissional.
Sua atuação abrange, entre outros, os segmentos de alimentação, calçados,
telecomunicações, construção civil, editorial e gráfica, eletricidade, eletrônica, automação
industrial, informática, automobilística, celulose e papel, cerâmica, couro e calçados,
desenho, energia, gemologia, gestão empresarial, madeira e móveis, meio ambiente,
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
5
metalmecânico, minerais industriais, qualidade, saúde e segurança no trabalho, têxtil e
vestuário.
Em 1999 o SENAI‐RS obteve as primeiras Unidades certificadas pela Norma NBR ISO
9001/94, tendo a Gestão pela Qualidade como elemento crítico de sua Missão,
comprometendo‐se a: Assegurar que a Qualidade, a melhoria contínua e o cuidado com o
meio ambiente sejam de responsabilidade de todos; Praticar a Qualidade no processo de
administração e em seus serviços, educacionais e tecnológicos, garantindo a satisfação dos
seus clientes.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
6
2 MANTIDA
A Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre, umas das Unidades Operacionais do
SENAI‐RS, teve sua criação aprovada através da Resolução 003/2004 do Conselho Regional
do SENAI‐RS, com o objetivo de oferecer cursos superiores em nível de graduação e pós‐
graduação seguindo a linha de atuação do SENAI cuja missão é contribuir para o
fortalecimento da indústria e o desenvolvimento pleno e sustentável do país, promovendo
educação para o trabalho, produção e disseminação de informação, geração e difusão de
tecnologias.
A Faculdade está instalada na Avenida Assis Brasil, 8450, em Porto Alegre, no
complexo de uma estrutura física, onde também funcionam o Centro Nacional de
Tecnologias Limpas – CNTL, o Centro de Excelência em Tecnologias Avançadas SENAI ‐
CETA/RS, o Núcleo de Educação a Distância ‐ NEAD, a Escola de Educação Profissional SENAI
Porto Alegre e o Centro de Educação Profissional SENAI Artes Gráficas.
Em 03/11/2006 a Faculdade obteve o seu credenciamento através de Portaria MEC
nº. 1.787/2006, publicada no D.O.U. de 06/11/2006. Os Cursos Superiores de Tecnologia em
Automação Industrial e Sistemas de Telecomunicaçõesl foram autorizados a funcionar pela
Portaria MEC nº. 173 de 22/11/2006, publicada no D.O.U. de 24/11/2006.
Logo após a autorização dos cursos (novembro/2006) foi realizado o primeiro
processo seletivo, vestibular, que ocorreu em 25/01/2007 e, periodicamente, a cada
semestre, eles são realizados.
Desde então, a Faculdade vem progressivamente, ampliando sua atuação, através da
oferta de cursos de extensão e cursos de especialização em nível de pós‐graduação lato
sensu, voltados às expectativas de aprimoramento profissional, direcionada às áreas
tecnológicas dos profissionais inseridos no mercado de trabalho do setor industrial.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
7
3 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
3.1 Nome do Curso
Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
3.2 Grau Conferido
Tecnólogo em Automação Industrial
3.3 Titulação Profissional
Tecnólogo em Automação Industrial
3.4 Ato de Autorização do Curso
Portaria MEC nº.. 173, de 22/11/2006 (DOU de 24/11/2006).
3.5 Data de Início do Curso
14 de fevereiro de 2007.
3.6 Número de Vagas Anuais
Turno de
Funcionamento
Vagas por
Turma
Número de
Turmas
Total de
Vagas Anuais
Matutino
30
2
60
Noturno
30
2
60
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
8
3.7 Carga Horária/Prazo de Integralização
Carga Horária Total do Curso
2.400h + 200h de TCC
Prazo de Integralização da Carga Horária
Limite mínimo
Limite máximo
36 meses/6 semestres
60 meses/10 semestres
3.8 Regime de Matricula
A matrícula no curso é realizada semestralmente, por módulo ou unidade curricular e
a sua renovação deverá ser requerida pelo discente ou por seu procurador, devendo
efetuar‐se de acordo com as normas e prazos estabelecidos no calendário acadêmico.
3.9 Local de Funcionamento
Endereço: Avenida Assis Brasil, 8450
Cidade: Porto Alegre – RS
CEP: 91140‐000
Fone: (51) 3347.8400
E‐mail: [email protected]
Sítio: http://www.senairs.org.br/faculdade
3.10 Forma de Ingresso
O ingresso ao curso ocorre por meio de processo seletivo para os portadores de
certificado de conclusão do ensino médio ou equivalente, além dos pré‐requisitos
constantes no edital, de forma a assegurar a igualdade de oportunidades e de critérios de
classificação.
O processo seletivo é normalizado por edital e manual do candidato elaborados de
acordo com a legislação vigente, explicitando todas as condições de ingresso e classificação.
Os candidatos aprovados e classificados no processo seletivo são chamados à
matrícula até o limite das vagas existentes no curso.
Transferências oriundas de outras instituições de ensino superior e ingresso de
diplomados estão condicionados à existência de vagas, análise curricular e, às adaptações
necessárias, exceto as previstas em lei.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
9
4 HISTÓRICO DO CURSO
As duas primeiras turmas do curso superior de tecnologia em Automação Industrial,
uma no turno da manhã e outra no turno da noite, iniciaram suas atividades letivas em 14 de
fevereiro de 2007, com uma aula inaugural apresentada por empresários e diretores do
SENAI.
Nos dois anos seguintes ocorreu a implantação do projeto pedagógico do curso
conforme previsto no PDI. Neste período, o corpo docente atuou de forma intensa para ir
além da implantação prevista no PDI. Através do apoio docente, a infraestrutura foi
ampliada, a bibliografia foi atualizada e o currículo sofreu alterações que possibilitaram
melhorias no processo educativo e atualizações, quando necessário, no programa das
unidades curriculares, mantendo o currículo do curso tecnologicamente alinhado com
modificações constantemente sofridas pela área de Controle e processos Industriais.
Em 2009, atendendo a legislação da educação superior, ocorreu a estruturação do
Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso. A constituição deste núcleo apenas formalizou
o esforço e o compromisso praticado pelo corpo docente com a implantação e consolidação
do curso visando sua atualização e busca permanente pela qualidade.
Desde a sua criação, o curso tem utilizado editais de fomento como fonte de recursos
para atualização de laboratórios, capacitação de docentes, ampliação da oferta de atividades
de extensão como cursos e seminários, e atividades de pesquisa aplicada. Os produtos
gerados através destes recursos contribuem permanentemente para a visibilidade do curso
perante a comunidade. Abaixo são apresentados os principais projetos.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
10
4.1 Projetos realizados e em Andamento
Projeto: Laboratório para Prototipagem Eletrônica Rápida
Objetivo:
Estruturar laboratório de prototipagem eletrônica rápida que contará com ferramentas capazes de
acelerar o desenvolvimento de novos produtos eletrônicos com sensível redução nos custos finais de
projeto e produção. Esse laboratório será utilizado na educação profissional, qualificando docentes,
discentes e parceiros nos cursos superiores (após sua aprovação), técnicos e de aperfeiçoamento
para utilizar e difundir esta tecnologia.
Fonte de Financiamento:
SENAI-DN – 3º Edital de Projetos Estratégicos SENAI-DN
Valor do Projeto:
Período do Projeto:
R$ 225.000,00
Agosto de 2006 à janeiro de 2008
Principais produtos e benefícios gerados:
− Capacitação de docentes na área de prototipação eletrônica rápida.
− Cursos de extensão na área de prototipação eletrônica.
− Atualização de laboratórios (computadores, mobiliários, equipamentos e recursos para aulas
práticas de eletrônica).
Projeto: Tecnologias de soldagem de componentes eletrônicos (RS e SC)
Objetivo:
Atender aos novos desafios tecnológicos da Indústria do segmento Eletroeletrônica, contribuindo para
mudar a realidade Econômica e Social do Pais, proporcionando condições para pesquisa e extensão,
laboratório de serviços técnicos e tecnológicos, ensaios e capacitação em tecnologias de soldagem
de componentes eletrônicos, para o parque fabril das empresas dos estados do Rio Grande do Sul e
de Santa Catarina.
Equipe:
Prof. Leandro José Cassol (Gestor)
Prof. Hermes Gonçalves Jr. (Técnico)
Prof. Rafael Bezerra de Oliveira (especialista)
Discente: Paula Ferreira da Silva
Fonte de Financiamento:
SENAI-DN – 4º Edital de Projetos Estratégicos SENAI-DN
Valor do Projeto:
Período do Projeto:
R$ 480.000,00 (R$ 240.000,00 para Faculdade SENAI
Agosto de 2007 à dezembro de 2008.
POA)
Principais produtos e benefícios gerados:
− Capacitação de docentes na área de soldagem de componentes eletrônicos.
− Cursos de extensão na área de soldagem de componentes eletrônicos.
− Atualização de laboratórios (computadores, mobiliários, equipamentos e recursos para aulas
práticas de eletrônica).
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
11
Nome do Projeto:
PJ ME 828: Laboratório de Aprendizagem e Desenvolvimento de Competências em
Sistemas Robóticos (SENAI-RS e SENAI-SC)
Objetivo:
Fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico da robótica nos setores industriais e acadêmicos
da região sul do Brasil e capacitar pessoas para as novas tecnologias robóticas.
Equipe:
Prof. Alexandre Haupt (Gestor)
Prof. Hermes Gonçalves Jr. (Técnico)
Discente: Oscar Mendo júnior
Prof. Luciano Chaves (especialista)
Prof. Renato Ely Castro (Técnico)
Fonte de Financiamento:
SENAI-DN – 5º Edital de Projetos Estratégicos SENAI-DN
Valor do Projeto:
Período do Projeto:
R$ 480.000,00 (R$ 250.000,00 para Faculdade SENAI
Fevereiro de 2009 à junho de 2011.
POA)
Principais produtos e benefícios gerados:
− Capacitação de docentes na área de robótica.
− Cursos de extensão na área de robótica.
− Atualização de laboratórios (computadores, robôs e recursos para aulas práticas de robótica).
− Elaboração de TCCS e Artigos e participação em palestras, painéis e seminários.
Nome do Projeto:
PJ – ME 804: Desenvolvimento de infra-Estrutura de Tecnologia - Labaratório de
Acústica/Vibração (SENAI-RS e SENAI-BA)
Objetivo:
Planejar e montar um laboratório de acústica e vibração; desenvolver software para Controle
Ativo de Ruído (CAR), garantindo uma maior permanência do trabalhador dentro das condições
estabelecidas por normas ambientais, além de possibilitar diagnóstico antecipado de falhas dos
sistemas controlados; treinar professores
Equipe:
Prof. Robson da Silva Magalhães (Gestor)
Prof. Luciano Anacker Leston (técnico)
Edir dos Santos Alves
Prof. Alexandre Gaspary Haupt (Gestor local)
Prof. Edison Pereira Dachi (Especialista)
Discente: Douglas Mombach
Fonte de Financiamento:
SENAI-DN – 5º Edital de Projetos Estratégicos SENAI-DN
Valor do Projeto:
Período do Evento:
R$ 450.000,00 (R$ 225.000,00 para Faculdade SENAI
Fevereiro de 2009 à fevereiro de 2011
POA)
Principais produtos e benefícios gerados:
− Capacitação de docentes na área de acústica e vibração
− Criação do laboratórios de Acústica e Vibração – Sala 34.
−
Elaboração de artigos científicos.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
12
Nome do Projeto:
Projeto de Inovovação - Plataforma Móvel de Produção de Biodiesel
Objetivo:
Produzir Plataforma Móvel de Biodiesel em parceria com a empresa Biotecnos, Escola SENAI
Vergílio Lunardi e Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre
Equipe:
Prof. Alexandre Stein (Gestor)
Prof. Renato Ely Castro (técnico)
Discente: Daniel Link de Rosso
Empresa: Biotecnos
Fonte de Financiamento:
Prof. Alexandre Gaspary Haupt (Especialista)
Discente: Paula Ferreira da Silva
Clóvis Leopoldo Reichert (Gestor Local)
SENAI-DN – 5º Edital de Inovação SENAI-DN
Valor do Projeto:
Período do Projeto:
R$ 300.000,00
Junho de 2008 à Dezembro de 2010
Principais produtos e benefícios gerados:
− Plataforma móvel de Biodiesel.
− Know-how tecnológico atualizado em processos físico-químico-industriais para produção de óleo
biodiesel.
− Treinamento de professores e técnicos.
− Exposição de feiras (Expointer) e seminários (semana acadêmica)
− Conscientização em relação ao meio ambiente em escolas públicas
Nome do Projeto:
Projeto de Inovavação -Sistema Inteligente para Climatização de Ambientes - SICA
Objetivo:
Este projeto visa desenvolver um equipamento eletrônico destinado à minimização do consumo de
energia elétrica em instalações redidenciais, comerciais e industriais, climatizadas por
condicionadores de ar com controle remoto. Para isto, a quantidade de energia térmica a ser
transferida para o ambiente será ajustada conforme o fluxo de pessoas. Este sistema contempla a
integração dos sensores de movimento atualmente comercializados pela empresa Exatron com os
sistema de climatização comercializados no país. Adicionalmente, este projeto visa desenvolver um
circuito integrado, CI, em plataforma FPGA (Field Programan Gate Array) com o objetivo de
minimizar a quantidade de componentes eletroeletrônicos discretos no produto. Além disto, a
sintetização da solução na forma de um CI possibilita maior segurança para a empresa, uma vez que
impede a clonagem do produto.Desta forma este projeto contempla duas importantes área do
conhecimento: eficiência energética e microeletrônica.
Equipe:
Prof.Luciano Fonseca Chaves (Gestor)
Prof. Fausto Bastos Líbano
Prof. Hermes José Gonçalves Junior
Prof. Rafael Bezerra de Oliveira
Prof. Renato Ely Castro
Prof. Eduardo Rhod (Bolsista DTI)
Discente: Laércio Ferrari
Discente: Guilherme Berzagui
Empresa Parceira: Exatron - Indústria Eletrônica LTDA
Fonte de Financiamento:
SENAI-DN – Edital SENAI/SESI de Inovação 2010
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
13
Valor do Projeto:
Período do Projeto:
R$ 466.760,00
outubro 2010 até maio 2012 (18 meses)
Principais produtos e benefícios gerados:
Dispositivo eletrônico desenvolvido em plataforma FPGA destinado ao
gerenciamento de aparelhos condicionadores de ar comerciais mediante a
utilização de informações adquiridas por sensores de movimento.
4.2 Semana Acadêmica de Automação Industrial
Com o objetivo de criar um espaço para a atualização tecnológica, integração,
discussão e troca de informações entre alunos, professores e profissionais do setor de
Automação Industrial, professores e alunos do curso organizaram a 1ª Semana Acadêmica
de Automação Industrial, que ocorreu no período 03 à 06 de novembro de 2010. Neste
evento de 4 dias, alunos apresentaram Trabalhos de Conclusão de Cursos, palestrantes de
empresas do setor de Automação Industrial falaram sobre o mercado de trabalho. Alunos,
professores e empresas ministraram minicursos.
Em outubro de 2010, ocorreu a 1ª Semana Acadêmica de Automação Industrial, que.
contou com um painel de iniciação científica, onde alunos apresentaram o escolpo de seus
trabalhos de conclusão de Curso (TCC), atividades do SESI visando cuidados com a saúde e
minicursos ministrados por alunos e ex‐alunos, professores e empresas. Devido ao sucesso
do evento, a segunda edição da Semana Acadêmica está programada para 5 dias dias por
sugestão do NDE.
4.3 Principais Alterações nas Instalações Físicas
As principais atualizações nas instalações físicas do curso foram à criação do
Laboratório de Redes Industriais, na sala 440,
criação do Laboratório de Eletrônica,
alteração do Laboratório de Eletro/Eletrônica para a sala 032, criação de dois novos
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
14
Laboratórios de Informática (salas 210 e 460), criação do laboratório de Mecânica (CNC –
Robótica – Acústica e Vibração). Todos os laboratórios do curso tiveram ampliações dos
equipamentos e recursos utilizados nas aulas práticas. No capítulo infraestrutura é
apresentada a descrição dos ambientes utilizados pelo curso.
4.4 Principais Atualizações no PPC
4.4.1 Atualização 1
Em 2009/1 o Conselho do curso de automação industrial alterou os conteúdos da
UC61 (Controle Distribuído de Procesos) para que fossem contemplados conteúdos de
instrumentação e eficiência
Conteúdos da UC61 Aprovados na Autorização do Curso
Supervisórios (elipse); Rede para controlador lógico programável – CLPs; Protocolos de rede
para controlador lógico programável – CLPs; Sistemas de controle distribuído – SDCD;
Manufatura integrada por computador – CIM; Web server; Equipamentos: tipos e
especificações; Gestão de equipes: liderança, administração de conflitos e comunicação;
Ferramentas computacionais
Conteúdos da UC61 Aprovados Conselho de curso entra em vigor a partir de 2009/2
Instrumentação: fundamentos de servo hidráulica, acionamentos eletromagnéticos, sensores
analógicos : temperatura, pressão, posição e aceleração, automação de máquinas (retro
fitting); Controle de Processo: evolução dos sistemas de controle, Informática aplicada,
programação orientada objeto, reutilização de software, (engenharia de software), Técnicas de
programação de CLP, barramentos industriais, sdcd, portabilidade e sistemas abertos, Estudo
de casos (automação de subestação de energia elétrica (Gerenciamento de energia); Gestão
da Automação: Engenharia de Automação, Projetos no âmbito da IEC, Posta em Marcha;
Sistema digital de controle distribuído SDCD: Histórico, Conceito, Arquitetura, Norma
técnica IEC
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
15
Em 18/05/2009º NDE encaminhou ao conselho do curso de Automação Industrial
uma solicitação para distribuir os conteúdos de cálculo, concentrados no 5ª semestre, nos
semestres 2, 3 e 4. A justificativa foi que embora o cálculo seja muito empregado na unidade
Curricular de Controle (5º semestre), para internalizar as ferramentas de cálculo
é
necessário maior carga horária para estes conteúdos. Assim os conteúdos de limites,
derivadas, integrais, equações diferenciais e transformadas de Laplace, antes trabalhados
na UC 52 (Controle) foi distribuído da seguinte forma.
Instalação de Sistemas de Automação – UC21 (320h)
Limites e derivadas; análise de circuitos; sistemas operacionais; Arquitetura de
computadores; eletricidade industrial: sistema trifásico, contactores, intertravamento,
retenção, partida e frenagem de motores; Dispositivos para automação industrial:
inversores, softstarters, controladores industriais; Servos mecanismos; Sensores e
atuadores: termodinâmica, eletropneumática e hidráulica; Controlador Lógico
Programável – CLP: histórico, princípio de funcionamento, arquitetura, configuração
de software, lógica de programação, linguagem de lista de instruções, linguagem
definida pela Norma IEC 61131-3, Linguagens de Programação para CLP,
instruções de entrada e saída, instruções booleanas, instruções de comparação,
relés programáveis, aplicações avançadas; Manipuladores – robôs: acionamento e
programação; Normas técnicas.
Manutenção Preventiva de Sistemas de Automação – UC31 (160h)
Cálculo Integral: integrais indefinidas, definidas, métodos de integração, teorema
fundamental do cálculo, cálculo aplicado; configuração de controladores lógicos
programáveis – CLPs; Sistema de operação do controlador lógico programável –
CLP; controlador lógico programável – CLP: intertravamento, retenção,
temporizadores, contador, registrador de deslocamento, seqüenciadores,
programação por estágios, estrutura de laços, interfaceamento com sensores e
atuadores, interface homem-máquina – IHM; Interfaces analógicas; Transdutores;
Atuadores (elétricos); Planejamento da manutenção.
Manutenção de Sistemas Automatizados – UC41 (160h)
Equações diferenciais; transformada de Laplace; controlador lógico programável –
CLP: programação de CLPs, configurações de endereçamento em rede, protocolos
de comunicação, interfaces de comunicação e módulos de comunicação;
Monitoramento de variáveis; Inversor de freqüência; Supervisórios: interface homemmáquina – IHM e interface através do comutador pessoal; Robótica; Motores: tipos,
características, acionamentos e ligações; Atualização tecnológica.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
16
4.4.2 Atualização 2
Para atender o decreto nº. 5.626, de 22/12/2005, que regulamenta a Lei 10.436, de
24/04/2002 e oportunizar ao aluno atividades para enriquecer e complementar o seu
aprendizado, a unidade curricular optativa Libras passou a integrar o currículo do Curso
Superior de Tecnologia em Automação Industrial através da resolução nº. 15, do Conselho
Superior, de 23 de setembro de 2009.
Em dezembro de 2010 o NDE Automação encaminhou ao conselho Superior uma
proposta para divisão das Unidades Curriculares 12, 21 e 61, criando unidades curriculares
menores visando melhorar a qualidade do aprendizado. Os benefícios foram:
− Unidades curriculares com cargas horárias menores favorecendo o aluno que
obtém resultado Não Apto. Em uma unidade curricular com carga horária
elevada, o aluno que obtém um resultado Não Apto, devido a um conjunto
pequeno de habilidades não demonstradas, deve cursar novamente unidade
curricular, na íntegra.
− Ampliação da possibilidade de aceleração de estudos através do aproveitamento
de competências;
− Oferta de matriculas para alunos não regulares nas unidades curriculares, nos
termos do artigo 50 da LDB.
O NDE promoveu a alteração de nome das unidades curriculares 31, 32, 33 e 42 com
a intenção de aproximar o nome da unidade curricular com as bases tecnológicas
desenvolvidas evitando erros de interpretações sobre o conteúdo desenvolvido. Os
conteúdos das Unidades Curriculares 31, 41 e 52 tiveram os conteúdos de cálculo alterados.
As alterações promovidas são apresentadas nas tabelas 1, 2, 3, 4, 5 e 6 e foram
aprovadas pelo Conselho do Curso e pelo Conselho Superior através da resolução nº. 19, de
17 de dezembro de 2010.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
17
Tabela 1 - Alteração da Unidade Curricular 12.
Estrutura Original
Estrutura Reformulada
UC12 – Desenho Técnico
(80h)
UC12–Expressões Gráficas (160h)
UC13 – Redação Técnica (80h)
Habilidade e Padrões de Desempenho
1.
Elaborar diagramas elétricos
e de sistemas de automação:
1.1 Utilizando simbologia
específica
1.2 Aplicando normas técnicas
para desenho
1.3 Utilizando ferramentas
computacionais
2.
Redigir textos técnicos:
2.1 Relatando as atividades
2.2 Redigindo textos técnicos de
acordo com metodologia
científica.
1. Elaborar diagramas
elétricos e de sistemas
de automação:
1.1 Utilizando
simbologia
específica
1.2 Aplicando normas
técnicas para
desenho
1.3 Utilizando
ferramentas
computacionais
1.4 Interpretando
desenhos técnicos
1. Redigir textos técnicos:
1.1 Relatando as atividades
1.2 Elaborando textos de acordo com metodologia
científica
1.3 Aplicando técnicas de apresentação
1.4 Utilizando técnicas de expressão oral.
Bases Tecnológicas
Normas para desenho técnico; Normas
técnicas da ABNT – desenho; Vistas
ortográficas; Diagrama unifilar e
multifilar de redes elétricas industriais;
Desenho elétrico; Desenhos de sistemas
de automação; Desenho assistido por
computador
–
CAD;
Softwares
específicos: edição de textos, elaboração
de planilhas e apresentações; Técnicas
de expressão oral; Técnicas de redação;
Normas técnicas da ABNT – textos
técnicos; Normas para elaboração:
trabalhos científicos, ofícios, relatórios,
laudos,
pareceres,
memorandos,
memorial descritivo.
Normas para desenho técnico; Normas
técnicas da ABNT – desenho; Vistas
ortográficas; Diagrama unifilar e multifilar
de redes elétricas industriais; Desenho
elétrico; Desenhos de sistemas de
automação;
Desenho
assistido
por
computador – CAD.
Técnicas de expressão oral; Técnicas de
redação; Normas técnicas da ABNT – textos
técnicos; Normas para elaboração: trabalhos
científicos, ofícios, relatórios, laudos, pareceres,
memorandos, memorial descritivo; Softwares
específicos: edição de textos, elaboração de
planilhas e apresentações;
Bibliografia Básica
•
•
•
•
•
•
FRENCH , Thomas E.; VIERCK,
Charles J. Desenho Técnico, 8 ed.
São Paulo: Globo, 2.002.
DEFFACI, Valdir Autocad 2.000:
2D Básico. 1 ed. São Leopoldo:
CEP SENAI Lindolfo Collor,
2002.
LIMA, Cláudia Campos Netto
Alves de. Autocad 2.002: Estudo
Dirigido, 4 ed. São Paulo: Érica,
2.003
FAUSTICH, Enilde L. de J. Como
ler, entender e redigir um texto. 17
ed. Petrópolis: Vozes, 2.003.
ANDRADE, M. M. de. Introdução
à Metodologia do Trabalho
Científico. 6 ed, São Paulo: Atlas,
2.004.
CEREJA , William Roberto;
MAGALHÃES, Tereza Cochar .
Texto e Interação:uma proposta de
produção textual a partir de
•
FRENCH , Thomas E.; VIERCK,
Charles J. Desenho Técnico, 8 ed. São
Paulo: Globo, 2.002.
•
LIMA, Cláudia Campos Netto Alves
de. Autocad 2.002: Estudo Dirigido,
4 ed. São Paulo: Érica, 2.003.
•
Harrington, David, J. Desvendando o
AutoCAd 2005. São Paulo: Pearson,
2006.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
18
•
FAUSTICH, Enilde L. de J. Como ler,
entender e redigir um texto. 17 ed.
Petrópolis: Vozes, 2.003.
•
ANDRADE, M. M. de. Introdução à
Metodologia do Trabalho Científico. 6 ed,
São Paulo: Atlas, 2.004.
•
CEREJA , William Roberto;
MAGALHÃES, Tereza Cochar . Texto e
Interação:uma proposta de produção
textual a partir de gêneros e projetos. 1 ed.
São Paulo: Atual, 2.000.
gêneros e projetos. 1 ed. São
Paulo: Atual, 2.000.
Bibliografia Complementar
BALDAM, Roquemar de Lima.
Utilizando Totalmente o Autocad 2.000:
2D, 3D, Avançado. 11 ed. São Paulo:
Érica, 2.004.
MARTINS, D.S.; ZILBERKNOP, L.S.
Português Instrumental. 24 ed. Porto
Alegre: Sara, 2.003.
FIORIN, José Luiz . Para Entender o
Texto: leitura e redação. 16 ed. São
Paulo: Ática, 2.002
BALDAM, Roquemar de Lima. Utilizando
Totalmente o Autocad 2.000: 2D, 3D,
Avançado. 11 ed. São Paulo: Érica, 2.004.
DEFFACI, Valdir Autocad 2.000: 2D Básico.
1 ed. São Leopoldo: CEP SENAI Lindolfo
Collor, 2002.
MARTINS, D.S.; ZILBERKNOP, L.S.
Português Instrumental. 24 ed. Porto Alegre:
Sara, 2.003.
FIORIN, José Luiz . Para Entender o Texto:
leitura e redação. 16 ed. São Paulo: Ática,
2.002
Michaelis Língua Portuguesa -Dicionário
Prático, São Paulo: Melhoramentos, 2.001.
Michaelis Língua Portuguesa Dicionário Prático, São Paulo:
Melhoramentos, 2.001.
Tabela 21 - Alteração da Unidade Curricular 21.
Estrutura
Original
UC21 - Instalação de
Sistemas de
Automação Industrial
(320h)
Estrutura Reformulada
UC21 – Eletricidade
Industrial (80h)
UC23 – Sistemas
Eletropneumáticos (80h)
UC24 – Cálculo
Diferencial e Integral
(80h)
UC25 – Introdução a
Automação Industrial (80h)
Habilidade e Padrões de Desempenho
1.
Instalar
sistemas de
automação:
1.1 Utilizando
instrumentos
, máquinas e
ferramentas
na
instalação
de sistemas
1.2 Aplicando os
fundamentos
da
eletricidade
industrial
1.3 Utilizando os
componente
s específicos
para
automação
1.4 Avaliando o
desempenho
do sistema
1.5 Atendendo
normas
técnicas,
legislação
referente à
segurança,
saúde,
higiene e
meio
ambiente
1.6 Interpretando
diagramas
esquemático
1. Instalar sistemas
elétricos de
automação:
1.1 Utilizando
instrumentos,
máquinas e
ferramentas na
instalação de
sistemas
1.2 Aplicando os
fundamentos
da eletricidade
industrial
1.3 Avaliando o
desempenho
do sistema
1.4 Atendendo
normas
técnicas,
legislação
referente à
segurança,
saúde, higiene
e meio
ambiente
1.5 Interpretando
diagramas
esquemáticos
de automação
1.6 Interpretando
manuais e
catálogos
técnicos
1.7 Elaborando
plano de
1. Instalar sistemas
mecânicos
automação:
1.1 Utilizando
instrumentos,
máquinas e
ferramentas na
instalação.
1.2 Aplicando os
fundamentos da
mecânica
1.3 Utilizando os
componentes
eletropneumático
s
1.4 Analisando o
desempenho do
sistema
1.5 Atendendo
normas técnicas,
legislação
referente à
segurança,
saúde, higiene e
meio ambiente
1.6 Interpretando
diagramas
eletromecânicos
1.7 Interpretando
manuais e
catálogos
técnicos
1.8 Elaborando plano
de instalação
1. Dimensionar
sistemas de
Automação
1.1 Aplicando regras
de derivação
1.2 Aplicando regras
de integração
1.3 Utilizando
fórmulários
1.4 Consultando
tabelas
1.5 Resolvendo
problemas
matemáticos
aplicados
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
19
1. Programar
dispositivos de
automação:
1.1 Configurando
dispositivos de
automação
1.2 Interpretando
manuais e catálogos
técnicos do
fabricante
1.3 Aplicando a lógica
de programação
1.4 Utilizando
linguagem de
programação
1.5 Atendendo normas
técnicas, legislação
referente à
segurança, saúde,
higiene e meio
ambiente
1.6 Interpretando
diagramas
esquemáticos de
automação
1.7 Interpretando
manuais e catálogos
técnicos
1.8 Elaborando plano de
instalação
1.9 Certificando o
sistema
s de
automação
1.7 Interpretando
manuais e
catálogos
técnicos
1.8 Elaborando
plano de
instalação
1.9 Aplicando
ferramentas
matemáticas
instalação
2.
Programar
dispositivos de
automação:
2.1 Configurando
de acordo
com os
parâmetros
préestabelecido
s
2.2 Interpretando
manuais e
catálogos
técnicos do
fabricante
2.3 Utilizando a
lógica de
programaçã
o
2.4 Certificando
o sistema
Bases Tecnológicas
Análise de circuitos;
Sistemas operacionais;
Arquitetura
de
computadores;
Eletricidade industrial:
sistema
trifásico,
contactores,
intertravamento,
retenção, partida e
frenagem de motores;
Dispositivos
para
automação industrial:
inversores,
softstarters,
controladores
industriais;
Servos
mecanismos; Sensores
e
atuadores;
termodinâmica,
eletropneumática
e
hidráulica;
Controlador
Lógico
Programável – CLP:
histórico, princípio de
funcionamento,
arquitetura,
configuração
de
software, lógica de
programação,
linguagem de lista de
instruções, linguagem
definida pela Norma
IEC
61131-3,
Máquinas
elétricas:
circuitos
magnéticos,
princípio de conversão
eletromecânica
de
energia,
força,
conjugado, introdução às
máquinas
rotativas,
máquinas CA, máquinas
CC, máquinas síncronas,
motores e geradores.
Eletricidade industrial:
contatores,
intertravamento,
retenção,
partida
e
frenagem de motores;
dispositivos
para
automação
industrial:
inversores, softstarters;
sensores e atuadores;
relés programáveis.
Sensores e atuadores:
sensor de efeito Hall,
sensores de nível de
líquidos, sensores de
pressão, vazão, sensores
capacitivos, indutivos,
válvula
servo
controladas.
Conceitos
termodinâmicos para
automação industrial:
conceito de pressão e
temperatura, volume
específico, diagrama
de Mollier, gás Ideal,
processos
termodinâmicos
(transformações),
conceito de trabalho,
calor
e
potência,
noções
de
psicrometria.
Eletropneumática e
eletrohidráulica para
automação industrial:
Preparação
do
ar
comprimido,
preparação do óleo,
simbologia
eletropneumática
e
eletrohidráulica,
atuadores pneumáticos
e
hidráulicos,
eletroválvulas,
diagrama
eletropneumático
e
eletrohidráulico,
diagrama de estado.
Especificação
de
sensores:
Indutivo,
Limites: noção intuitiva
de
limites,
limites
laterais,
limites
no
infinito, infinito, limites
fundamentais,
continuidade.
Derivadas: a derivada
de uma função num
ponto,
regras
de
derivação,
derivada
como função, derivadas
laterais, derivadas de
funções
elementares,
derivadas
sucessivas,
derivada nas formas
implícita, derivada de
uma função na forma
paramétrica.
Aplicações
da
derivada: interpretação
cinemática da derivada,
análise
gráfica
do
comportamento
das
funções,taxa de variação,
funções crescente e
decrescente,
critérios
para
determinar
os
extremos de uma função,
máximos e mínimos,
concavidade e pontos de
inflexão,
regras
de
L’Hospital, fórmula de
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
20
Algoritmos:
fluxograma,
lógica booleana, mapa de
karnaugh,
técnicas
de
programação, tipos de dados e
instruções primitivas, tomadas
de decisão, estruturas de
controle, laços e malhas de
repetição.
Programação estruturada
modular:
utilização
de
subrotinas,
procedimentos,
utilização de parâmetros,
funções.
Introdução
aos
Controladores
Lógicos
Programáveis:
aspecto
histórico, norma IEC-61131,
arquitetura de hardware dos
controladores
lógicos
programáveis.
organização
interna da memória, tipos de
memórias, RAM, EPROM,
EEPROM, FLASH, sistemas
operacionais, princípios de
funcionamento, ciclo de scan,
watchdog,
módulos
de
entradas e saídas.
Robótica: conceitos básicos,
classificação
de
juntas,
classificação
de
robos,
posição e orientação dos
sistemas de coordenadas no
espaço;
programação
de
Linguagens
de
Programação
para
CLP, instruções de
entrada
e
saída,
instruções booleanas,
instruções
de
comparação,
relés
programáveis,
aplicações avançadas;
Manipuladores
–
robôs: acionamento e
programação; Normas
técnicas.
capacitivo, magnético,
óptico, pressão sensor
de contato mecânico.
Taylor.
Cálculo Integral:
integral definida, integral
indefinida, método de
substituição de variáveis
para integração,
integração por partes,
teorema fundamental do
cálculo, aplicação da
integral definida, centro
de massa de uma barra,
técnicas de integração,
integração por partes,
integração por potência
de seno e co-seno,
integração por
substituição
trigonométrica,
integração das funções
racionais por frações
parciais.
robôs; introdução à robótica
móvel.
Bibliografia Básica
GEORGINI, Marcelo.
Automação Aplicada
– Descrição e
Implementação de
Sistemas Seqüênciais
com PLCs. 5ed. São
Paulo: Érica, 2000.
FLEMMING, Diva
Marília; GONÇALVES,
Mirian Buss. Cálculo
A: Funções, Limite,
Derivação, Integração.
Makron, 1992.
Introdução aos
Controladores Lógicos
Programáveis. 1ed.
São Paulo: Festo
Didatic, 2.000.
Diva Marília;
GONÇALVES, Mirian
Buss. Cálculo B.
FLEMMING, Makron,
1999.
FIALHO, Arivelto
Bustamante.
Instrumentação
Industrial – conceitos,
aplicações e análises.
2ed. São Paulo: Érica,
2000.
MAMEDE, João
Filho. Instalações
Elétricas Industriais.
6ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2001.
MANZANO, José
Augusto; OLIVEIRA,
Jair Figueiredo.
Algoritmos – Lógica
para Desenvolvimento
de Programação de
Computadores. 17ed.
São Paulo: Érica,
2000.
FIALHO, Arivelto
Bustamante.
Instrumentação
Industrial – conceitos,
aplicações e análises.
2ed. São Paulo: Érica,
2.000.
MAMEDE, João Filho.
Instalações Elétricas
Industriais. 6 ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2.001.
Fitzgerald, A. E.;
Kingsley Jr.,C.; IMANS,
S.D. Máquinas Elétricas
com Introdução à
Eletrônica de Potência.
6ed. São Paulo:
Bookman, 2006.
POTTER, Merle C.;
SCOTT, Elaine P.
Termodinâmica. São
Paulo: Thomson
Learning, 2006. 365p.
Cálculo Diferencial e
Integral. Boulos,
Paulo. São Paulo:
Makron, 1999.
BONACORSO, Nelso
Gauze; NOLL, Valdir.
Automação
eletropneumática. 10.
ed. São Paulo: Érica,
2007. 138 p.
STEWART, Harry L.
Pneumática e
Hidráulica. 3 ed. São
Paulo: Hemus.
LIMA, Valter. Manual
Prático para PCs. 5ed.
São Paulo: Érica,
2003.
TANENBAUM,
Andrews. Sistemas
Operacionais
Modernos. 2ed.
Pearson Brasil, 2.003.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
21
MANZANO, José Augusto;
OLIVEIRA, Jair Figueiredo.
Algoritmos – Lógica para
Desenvolvimento de
Programação de
Computadores. 17ed. São
Paulo:Érica, 2.000.
GEORGINI, Marcelo.
Automação Aplicada –
Descrição e Implementação de
Sistemas Seqüênciais com
PLCs. 5ed. São Paulo:Érica,
2.000.
Rosário J. Maurício.
Princípios da Mecatrônica.
São Paulo: Bookman, 2005.
STEWART, Harry L..
Pneumática e
Hidráulica. 3ed. São
Paulo: Hemus.
Bibliografia Complementar
FIALHO, Arivelto
Bustamante.
Automação
Pneumática –
Projetos,
Dimensionamento e
Análise de Circuitos.
2ed. São Paulo: Érica,
2.004.
FIALHO, Arivelto
Bustamante.
Automação Hidráulica
– Projetos,
Dimensionamento e
Análise de Circuitos.
2ed. São Paulo: Érica,
2.003.
Ensino Modular –
Eletricidade – Circuitos
em Corrente Alternada.
MARKUS, Otávio.
Érica, 2004.
Ulaby, F.
Eletromagnetismo para
Engenheiros. São Paulo:
Bookman, 2006.
LEVENSPIEL,
Octave.
Termodinâmica
amistosa para
engenheiros. São
Paulo: Edgard Blücher,
2002. 324 p.
FIALHO, Arivelto
Bustamante.
Automação
Pneumática – Projetos,
Dimensionamento e
Análise de
Circuitos.2ed. São
Paulo: Érica
FESTO. Introdução aos
Controladores Lógicos
Programáveis. 1ed. São Paulo:
Festo Didatic, 2.000.
Simmons, George, F.
Cálculo com
geometria Analítica.
Vol.1. São
Paulo:Makron, 1987.
Meldelson, E.
Introdução ao Cálculo.
2ed. Bookman, 2007.
FIALHO, Arivelto
Bustamante.
Automação Hidráulica
– Projetos,
Dimensionamento e
Análise de Circuitos.
2ed. São Paulo: Érica
Forbellone, V., André, L.
Lógica de Programação. 3ed.
São Paulo: Bookman, 2005.
LIMA, Valter. Manual Prático
para PCs. 5ed. São Paulo:
Érica, 2.003.
TANENBAUM, Andrews.
Sistemas Operacionais
Modernos. 2ed. São
Paulo:Pearson Brasil, 2.003.
Tabela 2 - Alteração da Unidade Curricular 61.
Estrutura Original
Estrutura Reformulada
UC61 – Controle Distribuído de Processos
(160h)
UC61 – Controle Distribuído de
Processos (80h)
UC63 – Instrumentação (80h)
Habilidade e Padrões de Desempenho
1.
2.
3.
Definir a plataforma do sistema:
1.1
Identificando as
necessidades do cliente
1.2
Interpretando manuais e
catálogos
1.3
Especificando
equipamentos
1.4
Analisando a topologia
da rede
1.5
Gerando a
documentação necessária
para implementar o produto
Implementar o sistema:
2.1
Interpretando diagramas
de sistemas de automação
2.2
Aplicando normas de
higiene, saúde, segurança e
meio ambiente
2.3
Coordenando equipes
2.4
Utilizando instrumentos
de medida e ferramentas
2.5
Documentando
alterações
1.
2.
3.
Definir a plataforma do sistema:
1.1
Identificando as
necessidades do cliente
1.2
Analisando a topologia
da rede
1.3
Gerando a
documentação necessária
para implementar o produto
Implementar o sistema:
2.1
Interpretando diagramas
de sistemas de automação
2.2
Aplicando normas de
higiene, saúde, segurança e
meio ambiente
2.3
Coordenando equipes
2.4
Aplicando o referencial
teórico
Certificar o sistema:
3.1
Utilizando ferramentas
computacionais
3.2
Elaborando o memorial
descritivo
Certificar o sistema:
3.1
Utilizando instrumentos
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
22
1.
Definir a plataforma do sistema:
1.1 Identificando as necessidades do
cliente
1.2 Gerando a documentação necessária
para implementar o produto
2.
Implementar o sistema:
2.1
Aplicando normas de higiene,
saúde, segurança e meio ambiente
2.2
Utilizando Instrumentos de
medida.
2.3
Aplicando o referencial teórico
3.
Certificar o sistema:
3.1
Utilizando ferramentas
computacionais
3.2
Elaborando o memorial
descritivo
de medida
Utilizando ferramentas
computacionais
3.3
Elaborando o memorial
descritivo
3.2
Bases Tecnológicas
Supervisórios
(elipse);
Rede
para
controlador lógico programável – CLPs;
Protocolos de rede para controlador lógico
programável – CLPs; Sistemas de controle
distribuído – SDCD; Manufatura integrada
por computador – CIM; Web server;
Equipamentos: tipos e especificações;
Evolução dos sistemas de controle,
engenharia de software, programação
orientada objeto, reutilização de software,
metodologias de projeto de automação,
barramentos
industriais,
sistemas
istribuídos, portabilidade e sistemas
abertos, estudo de casos: gerenciamento
de energia, gestão de automação.
Conceitos fundamentais de temperatura,
pressão, posição e aceleração,.teoria e
propagação
de
erro,
retro
fitting,
fundamentos
de
servo
hidráulica,
acionamentos eletromecânicoe eletrônicos
sensores
e
transdutores
analógicos,
Automação de máquinas e instrumentação:
instrumentação de sensores de medição de
força e torque, medição de nível, medição
de vazão.
Bibliografia Básica
MORÃES, Cícero Couto de;
CASTRUCCI, Plínio de Lauro.
Engenharia de Automação Industrial. Rio
de Janeiro: LCT, 2001.
CARO, Dick. Automation Network
Selection. 1ed. São Paulo: ISA Press,
2004
BERGE, Jonas. Fieldbuses for Process
Control: Engineering, Operation and
Maintenance. 1ed. São Paulo: ISA Press,
2002.
FONSECA, M. O.; SEIXAS FILHO, C.;
BOTTURA FILHO, J. A.Aplicando a
norma IEC 61131 na automação de
processos. 1ed. São Paulo: ISA Press,
2008
TANENMAUM, Andrew S.; STEEN,
Maarten Van. Sistemas Distribuídos –
princípios e paradigmas. 2ed. São Paulo:
Pearson, 2008.
MORÃES, Cícero Couto de;
CASTRUCCI, Plínio de Lauro.
Engenharia de Automação Industrial. Rio
de Janeiro: LCT, 2001.
FONSECA, M. O.; SEIXAS FILHO, C.;
BOTTURA FILHO, J. A.Aplicando a
norma IEC 61131 na automação de
processos. 1ed. São Paulo: ISA Press,
2008
FIALHO, Arivelto Bustamante. Instrumentação
Industrial  Conceitos, Aplicações e Análise. São
Paulo: Érica, 2002.
ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação,
Controle e Automação de Processos. 1ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2005.
VALERIANO, Dalton. Gerência de
Projetos – Pesquisa, Desenvolvimento e
Engenharia.São Paulo: Makron, 1998.
AGUIRRE, Luis Antonio. Enciclopédia
de Automática – Vol.2. 1ed. São
Paulo:Edgard Blucher, 2007.
BAILEY, D.; WRIGHT, E. Newnes.
Practical SCADA for Industry, 2003.
Bibliografia Complementar
MACKAY, S.; WRIGHT, E.; PARK J.
Newnes. Practical data
Comunication for Instrumentation
and Control., 2003.
MAMEDE, J. Instalações Elétricas
Industriais. 6ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2001.
COTRIN, A.. Instalações Elétricas.3
ed. Makron Books, 1992.
TANENMAUM, Andrew S.; STEEN,
Maarten Van. Sistemas Distribuídos –
princípios e paradigmas. 2ed. São Paulo:
Pearson, 2008.
CARO, Dick. Automation Network
Selection. 1ed. São Paulo: ISA Press,
2004.
BERGE, Jonas. Fieldbuses for Process
Control: Engineering, Operation and
Maintenance. 1ed.
São Paulo: ISA
Press, 2002.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
23
MAMEDE, J. Instalações Elétricas Industriais.
6ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
COTRIN, A.. Instalações Elétricas.3 ed.
Makron Books, 1992.
João Maurício Rosário. Princípios de
Mecatrônica. 1ed. São Paulo; Pearson; 2005.
Tabela 3 - Alteração no Nome de Unidades Curriculares.
Unidade
Curricular
Nome Original
Novo Nome
UC31
Manutenção Preventiva de Sistemas de
Automação
Sistemas de Automação industrial
UC32
Manutenção Eletrônica
Eletrônica
UC52
Controle Local de Processos Industriais
Controle
Tabela 5 - Alteração nos conteúdos da unidade Curricular 31.
Estrutura Original
Estrutura Reformulada
Bases Tecnológicas
Configuração de controladores lógicos programáveis –
CLPs; Sistema de operação do controlador lógico
programável – CLP; controlador lógico programável –
CLP:
intertravamento,
retenção,
temporizadores,
contador, registrador de deslocamento, seqüenciadores,
programação por estágios, estrutura de laços,
interfaceamento com sensores e atuadores, interface
homem-máquina – IHM; Interfaces analógicas;
Transdutores; Atuadores (elétricos); Planejamento da
manutenção *(Legislação pertinente a: segurança,
saúde, higiene e meio ambiente − recorrência e
aplicação de conhecimentos da UC 22).
Configuração de controladores lógicos programáveis – CLPs; Sistema
de operação do controlador lógico programável – CLP; controlador
lógico programável – CLP: intertravamento, retenção, temporizadores,
contador, registrador de deslocamento, seqüenciadores, programação
por estágios, estrutura de laços, interfaceamento com sensores e
atuadores, interface homem-máquina – IHM; Interfaces analógicas;
Transdutores; Atuadores (elétricos); Planejamento da manutenção.
Equações diferenciais: Solução de Eq. Diferenciais de 1ª ordem:
técnicas de separação de variáveis, utilização por fator integrante,
aplicações das eq. Diferenciais de 1ª ordem (sistemas mecânicos,
elétricos, hidráulicos); Solução de Eq. Diferenciais de 2ª ordem: Com
coeficientes constantes, Solução do exercício, Redução de ordem:
mudanças de variáveis; Solução numérica de eq. Difeenciais: método
de euler, método de Runge-Kutta.
Tabela 5 - Alteração nos conteúdos da unidade Curricular41.
Estrutura Original
Controlador lógico programável – CLP: programação de
CLPs, configurações de endereçamento em rede, protocolos de
comunicação, interfaces de comunicação e módulos de
comunicação; Monitoramento de variáveis; Inversor de
freqüência; Supervisórios: interface homem-máquina – IHM e
interface através do comutador pessoal; Robótica; Motores:
tipos, características, acionamentos e ligações; Atualização
tecnológica; *(Sistemas da qualidade; Administração de
materiais: suprimento, desenvolvimento de fornecedores,
negociação em compras, controle de estoques e almoxarifados;
Gestão de recursos financeiros: orçamento e fluxo de caixa,
capital de giro, principais índices financeiros, contabilidade e
custos (fixos, variáveis, diretos e indiretos), ponto de
equilíbrio; Legislação pertinente a: segurança, saúde, higiene e
meio ambiente.; Gestão de recursos humanos: relações
humanas, tipos de liderança, comunicação e resolução de
problemas − recorrência e aplicação de conhecimentos da UC
22).
Estrutura Reformulada
Controlador lógico programável – CLP: programação de CLPs, configurações
de endereçamento em rede, protocolos de comunicação, interfaces de
comunicação e módulos de comunicação; Monitoramento de variáveis; Inversor
de freqüência; Supervisórios: interface homem-máquina – IHM e interface
através do comutador pessoal; Robótica; Motores: tipos, características,
acionamentos e ligações; Atualização tecnológica; *(Sistemas da qualidade;
Administração de materiais: suprimento, desenvolvimento de fornecedores,
negociação em compras, controle de estoques e almoxarifados; Gestão de
recursos financeiros: orçamento e fluxo de caixa, capital de giro, principais
índices financeiros, contabilidade e custos (fixos, variáveis, diretos e indiretos),
ponto de equilíbrio; Legislação pertinente a: segurança, saúde, higiene e meio
ambiente.; Gestão de recursos humanos: relações humanas, tipos de liderança,
comunicação e resolução de problemas − recorrência e aplicação de
conhecimentos da UC 22).
Transformada de Laplace: definição e condições de existência (noções
elementares), aplicação em sinais singulares: impulso, degrau, rampa ;
Propriedades da transformada de Laplace: translação no tempo e em
freqüência, teorema da derivação real, teorema do valor final, teorema do valor
inicial, teorema da Integração real, noções e aplicações da transformada de
Laplace.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
24
Tabela 6 - Alteração nos conteúdos da unidade Curricular 52.
Estrutura Original
Estrutura Reformulada
Bases Tecnológicas
Análise de sistemas; Limites; Derivadas; Integrais; Equações
diferenciais; Laplace; Modelamento matemático de sistemas
físicos; Realização de sistemas; Estratégias de controle;
Diagrama em blocos; Função de transferência; Controle ligadesliga; Controle proporcional integral derivativo – PID;
Simuladores: menus, atalhos, área de trabalho e bibliotecas;
Controle proporcional integral derivativo com comando
numérico computadorizado – CLP; Especificação de
equipamentos e materiais; *(Legislação pertinente a:
segurança, saúde, higiene e meio ambiente; Gestão de equipes:
liderança, administração de conflitos e comunicação –
recorrência e aplicação de conhecimentos da UC 22).
Matemática para controle: polinômios, funções, equações
diferenciais, transformadas de Laplace, expansão em frações
parciais; Introdução aos sistemas de controle: introdução,
história do controle automático, uso de retroação, projeto de
sistemas de controle.
Modelagem matemática de sistemas no domínio frequência:
introdução, funções de transferência de circuitos elétricos, funções
de transferência de sistemas mecânicos, modelos em diagrama de
blocos; Resposta no domínio tempo: pólos, zeros, sistemas de
primeira ordem, sistemas de segunda ordem, não linearidade;
Sistema de controle com retroação: sistemas de controle em
malha aberta e malha fechada, sinais de pertubação, erro de estado
estacionário, projeto de controladores; Análise e critérios de
estabilidade: conceito de estabilidade, critério de estabilidade de
Routh-Hurwitz, estabilidade relativa de sistemas de controle com
retoração, mapeamento de contornos diagrama no plano s, critério
de Nyquist;
Estratégias de controle: controle liga-desliga; controle
proporcional, controle integral, controle derivativo; Ferramentas
computacionais de modelagem de sistemas: simuladores de
sistemas, MATLAB.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
25
4.5 Parcerias
A parceria entre a Faculdade SENAI e a empresa ALTUS Sistemas de Informática S/A
foi realizada em 2009 e renovada em novembro de 2010, através do termo de cooperação
PU 25205 – CC9739/0. Através desta parceria foi montado o laboratório de redes industriais
com equipamentos da empresa ALTUS (sala 440). Alunos e professores podem realizar os
treinamentos oferecidos pela Altus que ocorrem periodicamente nas dependências da
Faculdade SENAI. O SENAI em contrapartida oferece bolsas de estudos a funcionários da
empresa.
A faculdade SENAI, mantém parceria com o GRUPO REGIONAL DE INSTRUMENTAÇÃO
DO RIO GRANDE DO SUL ‐ GRINST. Através do termo de cooperação PU 27410 – CC11480/0.
Através desta parceria palestras com temas relevantes a formação do educando, com
periodicidade mensal, são oferecidas aos alunos do curso de automação industrial. Esta
parceria proporciona que alunos e docentes tenham uma maior aproximação com empresas
e com as inovações do setor de automação Industrial. O termo de cooperação entre a
Faculdade SENAI e o ISA/GRINST foi renovado em 24/05/2010.
4.6 Primeira Turma de Formandos
Em 29 de agosto de 2010, a primeira turma de formandos do curso superior de
tecnologia em Automação Industrial, constituída de 13 alunos, colocou Grau, representando
a concretização do projeto pedagógico do curso, onde 100% dos formandos estavam
trabalhando na área do curso.
De acordo com o Diretor Regional do SENAI‐RS, José Zortéa (Revista Indústria em
Ação, 2010), “ a formatura da primeira turma é muito importante , porque confirma a
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
26
entrada do SENAI na formação de profissionais para indústria em nível superior, depois de 68
anos de atividade”.
Conforme citado (Revista Indústria em ação, 2010), Élio Júnior Ferreira dos Santos,
tecnólogo da primeira turma do curso e também funcionário da GENERAL MOTORS, buscou
a faculdade porque já havia iniciado engenharia mecânica em outras faculdades, mas não
conseguiu concluir. Segundo Élio, os motivos que o levaram a procurar o curso foi seu
formato compacto , qualificado e próximo a realidade do mercado. Élio Júnior Ferreira dos
Santos foi promovido na GM para atuar na coordenação e programação de manutenção
preditiva e preventiva do setor de pintura da fábrica.
Já o Tecnólogo em Automação Industrial, Luciano Córdoba Ávila, docente de cursos
técnicos e orientador de estágios afirma na mesma revista – “obtive a qualificação para
melhorar o desenvolvimento de minhas atividades profissionais, repassando conhecimentos
mais qualificados aos meus alunos”.
Luciano Rodrigues, representante discente no conselho de automação industrial,
trabalha como operador de processamento na petroquímica de triunfo, junto ao polo
petroquímico, na PETROQUÍMICA TRIUNFO diz: “ já nos primeiros 3 semestres é possível
entender o funcionamento dos processos mais complexos da empresa”
(Boletim
informativo dos cursos, 2009). O ingresso de formandos no mercado de trabalho tem
contribuído para divulgar e consolidar o curso como importante difusor tecnológico na área
de Automação industrial.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
27
5 JUSTIFICATIVA DO CURSO
O Curso tem por finalidade atender as demandas de mercado geradas pelas novas
formas de gestão e organização do trabalho, onde a otimização e modernização dos
processos produtivos é requisito fundamental para manutenção de empresas no mercado
competitivo.
De acordo com dados divulgados pelo IBGE, em maio de 2010, o emprego industrial
mostrou variação positiva de 0,3% quando comparado ao mês anterior, acumulando 2,4%
em cinco meses de expansão. Com isso, manteve a trajetória ascendente iniciada em julho
de 2009.
Na comparação com igual mês do ano anterior, o crescimento observado no total do
pessoal ocupado alcançou 4,2%, quarta taxa positiva consecutiva e iguala a mais elevada da
série histórica assinalada em outubro de 2004. Com isso, o índice acumulado nos cinco
primeiros meses do ano registrou expansão de 1,9%.
Em maio de 2010, o emprego
industrial cresceu 4,2% na comparação com igual mês do ano passado, com todos os 14
locais investigados, apontando taxas positivas. O estado do Rio Grande do Sul foi um dos
principais responsáveis para elevação da taxa de emprego, contribuindo com 6,1% na média
nacional. No Rio Grande do Sul, sobressaíram os segmentos de máquinas e equipamentos
(14,2%) e de outros produtos da indústria de transformação (15,2%).
Os membros do Comitê Técnico Setorial da Automação Industrial, tanto regional
como nacional, consultados pelo SENAI‐RS, ratificam que nas industrias nacionais e da região
metropolitana de Porto Alegre, verifica‐se a crescente utilização de ferramentas de
Automação Industrial nas fases de projetos (Desenho Assistido por Computador ‐ CAD) e
produção (Manufatura Auxiliada por Computador ‐ CAM) e que a automação é largamente
aplicada no controle de processos industriais com utilização de sensores, atuadores,
manipuladores robotizados, Controladores Lógicos Programáveis – CLPs e sistemas
supervisórios em máquinas automatizadas e na Integração de Sistemas de Manufatura
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
28
(Manufatura Integrada por Computador ‐ CIM), exigindo assim, profissionais qualificados
para instalar, manter e integrar sistemas de automação industrial.
A ABINEE – Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica que agrega, no Rio
Grande do Sul, empresas como a Altus, BCM, Unidigital, Stemac, Coester, Full Gauge, Inova,
CEITEC, Dell Computadores, Novus, NBN, Fockink, Embrasul e Microhard, focadas na
automação industrial, registra que, no mês de maio de 2010, as indústrias do setor
eletroeletrônico abriram 1.090 vagas, elevando para 169.960 o número de trabalhadores.
No acumulado deste ano, já foram abertos 10.140 postos de trabalho, que representam um
crescimento de 6,34%.
O perfil profissional foi elaborado através de comitê técnico setorial assegurando a
pluralidade de perspectivas na identificação das demandas e tendências, a sintonia com o
contexto de trabalho, com os sistemas organizativos, com as relações funcionais e os
resultados da produção de bens e de serviços e sinaliza para possíveis demandas atuais e
futuras. Segundo o Comitê Técnico Setorial foram identificados os seguintes postos de
trabalho para este profissional:
• Instalador de Sistemas de Automação Industrial;
• Mantenedor de Sistemas de Automação Industrial;
• Integrador de Sistemas de Automação Industrial;
• Professor de Cursos Técnicos;
• Mantenedor de Sistemas Eletroeletrônicos de Segurança;
• Analista de Sistemas de Automação;
• Supervisor na área de controle da qualidade;
• Encarregado de Manutenção de Instrumentos de Controle e Medição;
• Operador de Máquinas de Usinagem CNC;
• Operador de Processos Automatizados.
• Supervisor na implantação de sistemas de automação industrial;
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
29
Atento a essa realidade, coerente com as mudanças em curso no mundo do trabalho
e cumprindo a sua Missão, o SENAI‐RS propôs a implantação do primeiro Curso Superior de
Tecnologia em Automação Industrial no município de Porto Alegre. A cidade conta com 28
Instituições de Ensino Superior e nenhuma delas, desenvolve este curso.
6 OBJETIVOS DO CURSO
6.1 Objetivo Geral
Formar profissionais de nível superior com as competências necessárias para intervir
em processos automatizados, nos sistemas de produção e de gestão das indústrias. Sua
atuação no mercado de trabalho está voltada para o empreendedorismo, o
desenvolvimento de pesquisa, a inovação, a difusão tecnológica e a integração de processos
de automação industrial.
6.2 Objetivos Específicos
•
Capacitar o aluno para análise de processos industriais que envolvem
sistemas eletro‐mecânicos, eletroeletrônicos e de automação industrial;
•
Possibilitar, ao aluno, a construção de competências que lhe possibilite
enfrentar os desafios e os questionamentos do mundo do trabalho e
entendimento mais detalhado dos processos produtivos;
•
Preparar o aluno para integrar sistemas, buscando soluções em automação
industrial;
•
Desenvolver no aluno: o empreendedorismo, a capacidade de comunicação,
técnicas de gestão dos processos automatizados e técnicas de gestão de
sistemas de garantia da qualidade.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
30
•
Preparar o aluno para respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, a
legislação específica de saúde e segurança no trabalho e de conservação dos
recursos naturais e do meio ambiente.
•
Estimular o aluno a trabalhar em grupos, ser participativo, tomar decisões e a
ser criativo.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
31
7 PERFIL DO EGRESSO
O Perfil Profissional do Tecnólogo em Automação Industrial foi definido pelo Comitê
Técnico Setorial (Metodologia do Sistema SENAI), através da análise funcional, considerando
o contexto de trabalho, os sistemas organizativos, as relações funcionais, os resultados da
produção de bens e de serviços e as demandas atuais e futuras. A definição das
competências profissionais, conhecimentos, habilidades, atitudes e capacidades de gestão,
possibilitaram a identificação de três grandes Unidades de Competência, para as quais
estabeleceram‐se os Elementos de Competência e os padrões de desempenho esperados.
O Tecnólogo em Automação Industrial é o profissional capaz de instalar, manter e
integrar sistemas automatizados, individualmente ou em equipe, gerando soluções que
propiciem a produtividade e a competitividade da empresa, possuindo as competências
para:
INSTALAR SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
•
Instalar sistemas automatizados, interpretando o projeto, planejando a instalação,
considerando sua complexidade e extensão.
•
Coordenar equipes para a instalação, demonstrando atitude de liderança, cooperação e
interação.
•
Programar, parametrizar e ajustar equipamentos do sistema, interpretando o projeto e
efetuando os testes.
•
Identificar e selecionar fornecedores de serviços, materiais e equipamentos, interagindo
com os fornecedores.
•
Orientar usuários e clientes, comunicando‐se verbalmente e por escrito.
•
Validar a instalação elétrica para que atenda as especificações do projeto de instalação.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
32
MANTER SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
•
Planejar e executar a manutenção preditiva e preventiva de sistemas automatizados,
emitindo plano de manutenção e aplicando as técnicas e ferramentas de manutenção.
•
Executar a manutenção corretiva, diagnosticando e solucionando o problema.
•
Manter a performance do processo produtivo através da parametrização e ajuste de
equipamentos, acompanhando o funcionamento do sistema e aplicando melhoria
contínua.
•
Manter os registros das alterações técnicas do projeto, atualizando a documentação
técnica do sistema automatizado.
INTEGRAR SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
•
Analisar o processo produtivo industrial em foco, identificando suas principais
características e definindo suas variáveis.
•
Definir soluções, equipamentos e materiais, verificando as alternativas de automação do
processo, selecionando a mais viável, considerando os aspectos técnicos e econômicos.
•
Especificar equipamentos, interpretando catálogos e manuais de fabricantes e
interagindo com fornecedores.
•
Documentar tecnicamente o projeto, emitindo memorial descritivo e elaborando manual
de utilização e manutenção do sistema automatizado.
COMPETÊNCIAS ASSOCIADAS
•
Desenvolver ações coerentes com a política referente a qualidade total e ao sistema de
garantia de qualidade implementados pela empresa.
•
Analisar as alternativas de racionalização de energia.
•
Apresentar visão questionadora a respeito de informações e fatos, para tomar ou apoiar
decisões superiores.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
33
•
Implementar mudanças orientadas para a evolução e o desenvolvimento tecnológico.
•
Identificar possíveis problemas durante o processo de planejamento do produto ou
serviço e resolver os problemas que se apresentam durante sua realização.
•
Utilizar as ferramentas e procedimentos de gestão da qualidade implantados pela
empresa.
•
Agir com empreendedorismo no desenvolvimento das atividades.
•
Desenvolver e manter relações interpessoais e a coordenação de equipes, através da
comunicação, liderança, interação, cooperação e aplicando os princípios da ética.
•
Negociar com os interlocutores implicados para a introdução de melhorias que otimizem
os produtos ou serviços.
•
Respeitar e fazer respeitar os procedimentos técnicos, legislação específica de saúde,
segurança e meio ambiente.
•
Resolver situações de conflito, analisando as variáveis envolvidas e suas possíveis causas,
buscando o consenso na resolução dos impasses ocorridos.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
34
8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O curso está estruturado por sete módulos progressivos e inter‐relacionados,
totalizando 2.400 horas e organizados internamente por unidades curriculares que articulam
os conteúdos formativos numa visão interdisciplinar que privilegiam a contextualização dos
conhecimentos e asseguram o desenvolvimento das competências previstas neste projeto
pedagógico.
Os módulos do curso são conjuntos didático‐pedagógicos sistematicamente
organizados para o desenvolvimento das competências profissionais estabelecidas no perfil,
sendo constituídos por unidades curriculares integradas e contextualizadas, contendo
fundamentos técnico‐científicos e organizativos que tornam possível o desenvolvimento de
um conjunto estruturado de competências, permitindo a certificação de qualificações
tecnológicas intermediárias.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), de caráter obrigatório, e a unidade
curricular de Libras, de caráter optativo, integram a organização curricular do curso.
8.1 Estrutura Curricular
Módulo
Duração
em
Horas
Módulo 1: Instalar Sistemas Elétricos para Automação
400
Módulo 2: Instalar Sistemas de Automação Industrial
400
Qualificação Tecnológica: Instalador de Sistemas de Automação Industrial (800h)
Módulo 3: Realizar a Manutenção Preventiva de Sistemas de Automação Industrial
400
Módulo 4: Manter Sistemas de Automação Industrial
400
Qualificação Tecnológica: Mantenedor de Sistemas de Automação Industrial (1.600h)
Módulo 5: Integrar Sistemas Locais de Automação industrial
400
Módulo 6: Integrar Sistemas de Automação Industrial
400
Qualificação Tecnológica: Integrador de Sistemas de Automação Industrial (2.400h)
2.400
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
35
8.2 Composição dos Módulos
Composição dos módulos conforme resolução nº. 13, do Conselho Superior, de 05 de
julho de 2010.
Módulo 1: Instalar Sistemas Elétricos para Automação
Duração
em Horas
Unidades Curriculares
UC11 – Instalação Elétrica para Automação
240
UC12 – Desenho Técnico
80
UC13 – Redação Técnica
80
Duração do Módulo
400
Módulo 2: Instalar Sistemas de Automação Industrial
Pré-requisitos: APTO no módulo 1 ou NÃO APTO em uma UC do módulo 1 e matriculado nesta UC
Duração
em Horas
Unidades Curriculares
UC21 – Eletricidade Industrial
80
UC22 – Processos da Qualidade
80
UC23 – Sistemas Eletropneumáticos
80
UC24 – Cálculo Diferencial e Integral
80
UC25 – Introdução à Automação industrial
80
Duração do Módulo
400
Módulo 3: Realizar a Manutenção Preventiva de Sistemas de Automação Industrial
Pré-requisitos: APTO nos módulos 1 e 2
Duração
em Horas
Unidades Curriculares
UC31 – Sistemas de Automação industrial
160
UC32 – Eletrônica
160
UC33 – Manutenção Mecânica Preventiva
80
Duração do Módulo
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
36
400
Módulo 4: Manter Sistemas de Automação Industrial
Pré-requisitos: APTO no módulo 3 ou NÃO APTO em uma UC do módulo 3 e matriculado nesta UC
Duração
em Horas
Unidades Curriculares
UC41 – Manutenção de Sistemas Automatizados
160
UC42 – Manutenção Eletrônica
80
UC43 – Manutenção Mecânica
160
Duração do Módulo
400
Módulo 5: Integrar Sistemas Locais de Automação Industrial
Pré-requisitos: APTO nos módulos 3 e 4
Duração
em Horas
Unidades Curriculares
UC51 – Integração Eletrônica
160
UC52 – Controle
160
UC53 – Processos de Automação na Manufatura
80
Duração do Módulo
400
Módulo 6: Integrar Sistemas de Automação Industrial
Pré-requisitos: APTO no módulo 5 ou NÃO APTO em uma UC do módulo 5 e matriculado nesta UC
Duração
em Horas
Unidades Curriculares
UC61 – Controle Distribuído de Processos
80
UC62 – Projetos de Integração
240
UC63 – Instrumentação
80
Duração do Módulo
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
37
400
9 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é atividade curricular obrigatória, de
elaboração individual e tem por objetivos oportunizar ao aluno a familiarização com a
metodologia de pesquisa e seus procedimentos e uma vivência didático‐pedagógica, através
da mobilização e sistematização de conhecimentos, habilidades e atitudes, adquiridos ao
longo do curso.
O Trabalho de Conclusão de Curso é acrescido ao mínimo estabelecido de 2.400
horas para o curso, correspondendo a 200 horas e pode ser realizado concomitante ao
módulo VI ou após a conclusão do mesmo.
O tema a ser desenvolvido deve estar relacionado à área do curso. A escolha do tema
é de responsabilidade do acadêmico, devendo este respeitar a coerência do tema proposto
com as competências do perfil profissional de conclusão do curso.
A escolha do tema antecede a matrícula no TCC. A proposta para elaboração do TCC
é obrigatória e deve ser entregue na secretaria da Faculdade, em formulário padronizado ‐
Proposta para Elaboração do TCC, respeitando as datas estabelecidas no calendário
acadêmico.
O trabalho deverá ser apresentado sob a forma de monografia, artigo científico ou
projeto. As orientações para o desenvolvimento do TCC constam no documento:
Orientações para o Desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso.
O acompanhamento do TCC é realizado pelo docente orientador, de forma
sistemática e contínua. A avaliação do TCC, conforme a sua natureza pode ser realizada
através de:
− Exame do material que constitui a monografia, projeto ou pesquisa aplicada pelo
docente orientador e por um docente avaliador designado; ou,
− Exame do material que constitui a monografia, projeto ou pesquisa aplica pelo
professor orientador e por um professor avaliador designado e apresentação do
aluno.
Os Critérios para avaliação do TCC estão expressos na Ficha de Avaliação do TCC.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
38
10 UNIDADE CURRICULAR OPTATIVA
A unidade curricular optativa não integra o currículo mínimo obrigatório do curso,
sendo oferecida ao aluno como oportunidade de enriquecer e complementar o seu
aprendizado.
De acordo com o decreto nº. 5.626, de 22/12/2005, que regulamenta a Lei 10.436, de
24/04/2002, o Conselho Superior da Faculdade, através da resolução nº. 15, de 23 de
setembro de 2009, institui a unidade curricular Libras – Língua Brasileira de Sinais, como
unidade curricular optativa integrante do currículo do Curso Superior de Tecnologia em
Automação Industrial.
A unidade curricular Libras é oferecida para todos os alunos do curso, em dias e
horários compatíveis com o horário das aulas, respeitando o limite do número de vagas
disponibilizadas.
A carga horária total da unidade curricular Libras é de 60 (sessenta) horas, podendo
ser cursada em qualquer módulo do curso, após a conclusão do módulo 1.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
39
11 FLUXOGRAMA DO CURSO
Módulo 1
UC11 – Instalação Elétrica Para Automação (240h)
UC12 – Desenho Técnico (80h)
UC13 - Redação Técnica (80h)
Módulo 2
Ð
Unidades Curriculares
Optativas
Certificações
Parciais
UC21 - Eletricidade Industrial (80h)
UC22 – Gestão da Qualidade (80h)
UC23 - Sistemas Eletropneumáticos (80h)
UC24 – Cálculo Diferencial e Integral (80h)
UC25 – Introdução a Automação Industrial (80h)
Módulo 3
Ð
**
UC31 - Sistemas de Automação Industrial (160h)
UC32 – Eletrônica (160h)
UC33 – Manutenção Preventiva (80h)
Ð
Libras
Módulo 4
UC41 - Manutenção de Sist. Automatizados (160h)
UC42 – Manutenção Eletrônica (80h)
UC43 – Manutenção Mecânica (160h)
Módulo 5
Ð
Instalador de Sistemas de
Automação Industrial
Î
Î
Mantenedor de Sistemas de
Automação Industrial
Î
Integrador de Sistemas de
Automação Industrial
UC51 - Integração Eletrônica (160h)
UC52 – Controle (160h)
UC53 – Proc.de Automação na Manufatura (80h)
Módulo 6
Ð
UC61 - Controle Distribuído de Processos (80h)
UC62 – Projetos de Integração (240h)
UC63 – Instrumentação (80h)
Módulo 7
Ð
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC (200h)
Ð
TECNÓLOGO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
40
** A unidade curricular libras pode
ser cursada em qualquer módulo
Após a conclusão no módulo 1.
12 PROGRAMA DAS UNIDADES CURRICULARES
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
240h
Instalação Elétrica para Automação Industrial – UC11
Módulo
1
HABILIDADES
Instalar sistemas elétricos:
• Utilizando instrumentos e ferramentas na instalação de sistemas elétricos
• Aplicando os fundamentos e princípios da eletricidade
• Utilizando os componentes elétricos
• Medindo parâmetros de desempenho de um sistema elétrico
• Atendendo normas técnicas de instalações elétricas
• Atendendo legislação referente a segurança, saúde, higiene e meio ambiente
• Interpretando diagramas de sistemas elétricos
• Interpretando manuais do fabricante
• Elaborando plano de instalação
Instalar máquinas elétricas:
• Utilizando instrumentos e ferramentas na instalação de máquinas elétricas
• Aplicando os fundamentos e princípios da eletricidade
• Medindo parâmetros de desempenho de máquinas elétricas
• Atendendo normas técnicas
• Atendendo legislação referente a segurança, saúde, higiene e meio ambiente
• Interpretando diagramas de sistemas elétricos
• Interpretando Manuais do fabricante
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deverá ser capaz de:
1. efetuar operações no domínio real;
2. resolver problemas utilizando relações trigonométricas;
3. solucionar problemas utilizando equações matemáticas;
4. efetuar operações no campo complexo;
5. analisar e interpretar analiticamente gráficos de funções;
6. analisar circuitos elétricos CC e CA;
7. identificar características de materiais e componentes elétricos utilizados nas instalações
elétricas;
8. dimensionar condutores de sistemas de força e iluminação;
9. dimensionar circuitos de proteção e acionamento;
10. utilizar instrumentos de medida em sistemas elétricos;
11. instalar circuitos elétricos seguindo padrões normativos e projeto;
12. dimensionar sistemas de iluminação;
13. aplicar padrões e normas técnicas em instalações elétricas;
14. relacionar componentes utilizados em Máquinas elétricas
15. instalar máquinas elétricas seguindo padrões normativos e projeto;
16. analisar circuitos elétricos trifásicos
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
41
EMENTA
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
Operações Aritméticas no Domínio Real
Trigonometria
Álgebra Linear
Operações Aritméticas no Campo Complexo
Geometria Analítica
Eletricidade Básica
Instrumentação Eletroeletrônica
Corrente Contínua
Dimensionamento de circuitos elétricos
Luminotécnica
Magnetismo
Corrente alternada
Aterramento
Sistemas trifásicos
Máquinas elétricas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Operações
Aritméticas no
Domínio Real
Conteúdo
Operações com números racionais na forma decimal e fracionária; Somatório;
Potências de base 10; Propriedades das Potências de mesma base; Prefixos
Métricos, Técnicas de Arredondamento; Número “e”; Logarítmo Natural.
Trigonometria
Relações Trigonométricas no Triângulo Retângulo; Trigonometria na
Circunferência: unidades para medir arcos(grau e radiano), ciclo trigonométrico,
primeira determinação positiva, expressões trigonométricas, função seno e
função cosseno.
Álgebra Linear
Equações: resolução das equações do 1º e 2º graus, Sistemas Lineares:
resolução por adição e por escalonamento; Vetores: operações no R2 adição,
subtração e multiplicação por escalar.
Operações
Aritméticas no
Campo Complexo
Unidade Imaginária “j”, Forma Algébrica ou Retangular de um Número
Complexo, Operações na Forma Retangular: adição, subtração, multiplicação e
divisão; Potências de “j”; Plano de Gauss; Forma Trigonométrica ou Polar de um
Número Complexo; Operações na Forma Polar: multiplicação e divisão.
Geometria
Analítica
Construção de gráficos de funções: polinomiais, racionais, irracionais,
modulares, definidas por partes, exponenciais e logarítmicas;
Eletricidade
Básica
Estrutura da matéria; condutores; isolantes; grandezas elétricas; unidades de
medida; múltiplos, submúltiplos em potência de 10 das principais grandezas
elétricas. Fontes de tensão e de corrente ideais e reais. Resistores, indutores e
capacitores. Associações série, paralelo e mista. Código de cores. Reatância;
impedância; Leis de Ohm e Leis de Kirchhoff da tensão e da corrente;
Equivalentes de Thevenin e de Norton. Teorema da superposição. Máxima
transferência de potência. Ponte de Wheastone. Divisor de tensão e de corrente.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
42
Instrumentação
Eletroeletrônica
Multímetro, fonte de alimentação, osciloscópio e gerador de funções
Corrente Contínua
Circuitos RC e RL série e paralelo: curvas de carga e descarga, temporização,
análise de circuitos.
Dimensionamento
de circuitos
elétricos
Tecnologia dos componentes elétricos; dispositivos de proteção e controle;
dimensionamento de condutores pelos 6 métodos normativos; sistemas de
aterramento; normas técnicas; NBR-5410 e 5444; dimensionamento do número
de tomadas, iluminação, número de circuitos, eletroduto, número de condutores
por eletroduto, centro de distribuição, ramal de entrada, dispositivo diferencialresidual; cálculo de demanda; corrente de curto-circuito.
Luminotécnica
Fluxo luminoso; eficiência luminosa; intensidade luminosa; iluminância;
luminância; tipos de lâmpadas e luminárias; cálculo luminotécnico.
Magnetismo
Materiais magnéticos; magnetismo e eletromagnetismo; unidades magnéticas;
curva de magnetização BH; circuitos magnéticos; indução eletromagnética; leis
de Lenz, Ampere e Faraday; transformadores.
Corrente
alternada
Geração; freqüência; período; freqüência angular; relação de fase; tensão de
pico; pico a pico; eficaz ou RMS; fasores; circuitos monofásicos: RLC série e
paralelo, circuitos RL e RC paralelo, potência e fator de potência; ressonância
série e paralela.
Sistemas
trifásicos
Características de sistemas trifásicos em estrela e em triângulo; cargas trifásicas
em estrela e em triângulo; cargas trifásicas equilibradas e não equilibradas;
corrente de neutro; potência em CA; triângulo de potências. correção do fator de
potência.
Aterramento
Máquinas
elétricas
Definições: terra, neutro, e massa; esquemas de aterramento; normas ABNT.
Motores CC, CA, geradores de tensão
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
COTRIM, Ademaro M. B. Instalações Elétricas. Rio de Janeiro: Makron Books, 2002.
CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
LANG, Serge A. Álgebra Linear. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2003.
LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1. São Paulo: Harba, 1994.
LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2. São Paulo: Harba, 1994.
MARKUS, Otávio. Ensino Modular: Eletricidade: Circuitos em Corrente Alternada. São Paulo:
Érica, 2004.
SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros de. Matemática Básica para Cursos
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
43
Superiores. São Paulo: Atlas, 2002.
SIMONE, Gildo Aluísio. Máquinas de Indução Trifásica. São Paulo: Érica, 2003.
THOMAS, George. Cálculo. Vol. 2. São Paulo: Pearson, 2002.
VELEY, Victor F. C.; DULIN, John J. Matemática para eletrônica: problemas práticos e soluções.
São Paulo: Hemus, 2004.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
CERVELIN, Severini; CAVALIN , Geraldo. Instalações Elétricas Prediais. São Paulo: Érica, 2004.
LIMA JÚNIOR, Almir Wirth. Eletricidade e Eletrônica Básica. São Paulo: Starlin Alta Consult,
2009.
EDWARDS JR, C. H.; PENNEY, David. Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1. Rio de Janeiro:
LTC, 1997.
GUSSOW, M. Eletricidade Básica. São Paulo: MCGraw Hill, 2004.
MARKUS, Otávio. Circuitos Elétricos de Corrente Contínua e Alternada. São Paulo: Érica, 2004.
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
80h
Desenho Técnico – UC12
Módulo
1
HABILIDADES
Elaborar diagramas elétricos e de sistemas de automação:
• Utilizando simbologia específica
• Aplicando normas técnicas para desenho
• Utilizando ferramentas computacionais
• Interpretando desenhos técnicos
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deve ser capaz de:
1. Solucionar problemas de desenho geométrico usando régua e compasso;
2. Diferenciar a representação de desenho técnico para o primeiro e o terceiro
diedro;
3. Atender desenho técnico com base na ABNT para representação ortogonal;
4. Representar as três vistas ortogonais para desenho técnico;
5. Elaborar perspectiva para desenho técnico;
6. Representar vistas ortográficas com cotas;
7. Representar vistas ortográficas em corte;
8. Trabalhar com escalas conforme recomendações ABNT;
9. Conhecer simbologia para desenho elétrico;
10. Conhecer simbologia para desenho arquitetônico;
11. Usar recursos de CAD para representação de desenho técnico atendendo ABNT;
12. Utilizar recursos otimizados em CAD para impressão com formatação conforme
ABNT.
EMENTA
−
−
Normas de desenho técnico
Projeções ortogonais
Representação de circuitos elétricos
− Desenho assistido por computador (CAD)
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
44
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Conteúdo
Desenho Geométrico
Geometria plana; Ponto; Reta; Semi-reta; Segmento de reta;
Ângulos; Construção - Bissetriz; Construção - Linhas
perpendiculares (ângulos de 90º); Triângulos; Relações
proporcionais dos triângulos; Planos; Posição de duas retas
distintas sobre o plano; Construção; Linhas paralelas;
Circunferência; Elementos da circunferência.
Desenho Técnico
Projeção para primeiro e terceiro diedro; formatação para
impressão conforme ABNT; projeção em vistas ortogonais para o
primeiro diedro; representação em perspectiva; representações em
corte; representação das vistas ortogonais com as cotas; escalas
de redução, ampliação e natural; fundamentos de desenho
arquitetônico para planta-baixa.
Representação
circuitos elétricos
de
Simbologia para representação de diagramas multifilar e unifilar.
Interface do software; configuração do ambiente de trabalho:
limites da área gráfica, estilos de texto, estilos para cotas,
trabalhando com layers; objetos gráficos: criação,
Desenho assistido por
visualização, edição e propriedades; hachuras; controle de
Computador (CAD)
escalas; áreas de figuras planas; criação de blocos; atributos;
recursos básicos para plotagem; elaboração de layouts para
impressão.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
FRENCH , Thomas E.; VIERCK, Charles J. Desenho Técnico. São Paulo: Globo, 2002.
MELO, Magval Nunes de. Autocad 2009 2D Passo a Passo. São Paulo: Ciência Moderna,
2009.
LIMA, Cláudia Campos Netto Alves de. Estudo Dirigido de Autocad 2002. São Paulo:
Érica, 2003.
BIBLIOGRÁFIA complementar
BALDAM, Roquemar de Lima. Utilizando Totalmente o Autocad 2009: 2D, 3D,
Avançado. São Paulo: Érica, 2009.
DEFFACI, Valdir. Autocad 2000: 2D Básico. São Leopoldo: CEP SENAI Lindolfo Collor,
2003.
SENAI. Desenho Técnico Mecânico: área metalomecânica. Porto Alegre: DET, 1997
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
45
CARGA
HORÁRIA
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
80h
Redação Técnica – UC13
Módulo
1
HABILIDADES
Redigir textos técnicos:
• Expressando-se através da escrita
• Redigindo textos de acordo com metodologia científica
• Aplicando técnicas de apresentação multimídia
• Utilizando técnicas de expressão oral
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deve ser capaz de:
13. aplicar ferramentas computacionais para redação acadêmica;
14. redigir textos técnicos e acadêmicos seguindo os padrões ABNT vigentes;
15. editar textos e apresentações;
16. redigir textos obedecendo a norma culta vigente;
17. acentuar e pontuar textos técnicos e acadêmicos;
18. demonstrar coesão e coerência na redação dos textos técnicos e acadêmicos;
19. elaborar documentos oficiais de acordo com o Manual da Presidência da República.
EMENTA
−
−
−
Técnicas de redação
Normas para elaboração de documentos oficiais
Normas para elaboração de trabalhos acadêmicos
− Edição e apresentação
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Técnicas de
redação
Conteúdo
Textos técnicos e acadêmicos; Normas ABNT.
Normas para
elaboração de
documentos
oficiais
Ofícios; relatórios; laudos; pareceres; projeto; carta; declaração e memorandos.
Normas para
elaboração de
trabalhos
acadêmicos
Resenha; resumo; estilo de texto; ortografia; memorial acadêmico e descritivo.
Edição e
apresentação
Ferramentas de edição e estruturas de apresentação; ferramentas de edição de
textos; técnicas de apresentação oral.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
46
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
ANDRADE, M. M. de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo:
Atlas, 2003.
CEREJA , William Roberto; MAGALHÃES; Tereza Cochar. Texto e Interação: uma
proposta de produção textual a partir de gêneros e projetos. São Paulo: Atual, 2000.
FAULSTICH, Enilde L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. Petrópolis: Vozes,
2003.
BIBLIOGRÁFIA complementar
FIORIN, José Luiz. Para Entender o Texto: leitura e redação. . São Paulo: Ática, 2002.
MARTINS, D.S.; ZILBERKNOP, L.S. Português Instrumental. Porto Alegre: Sara,
2003.
HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro de Salles; FRANCO, Francisco Manoel de Mello.
Minidicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004.
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA
HORÁRIA
80 h
Eletricidade Industrial – UC21
Módulo
2
HABILIDADES
Instalar sistemas de automação:
Utilizando instrumentos, máquinas e ferramentas na instalação de sistemas
Aplicando fundamentos da eletricidade industrial
Utilizando os componentes específicos para automação
Avaliando o desempenho do sistema
Atendendo normas técnicas, legislação referente à segurança, saúde, higiene e meio
ambiente
Interpretando diagramas esquemáticos de automação
Interpretando manuais e catálogos técnicos
Elaborando plano de instalação
Programar dispositivos de automação:
Configurando de acordo com os parâmetros pré-estabelecidos
Interpretando manuais e catálogos técnicos do fabricante
Utilizando a lógica de programação
Certificando o sistema
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
47
O aluno deverá ser capaz de:
1. Verificar o funcionamento de sistemas com instrumentos;
2. Calcular parâmetros e comparar com medições em laboratório de sistemas elétricos;
3. Determinar os estados de operação;
4. Pesquisar características técnicas dos dispositivos elétricos;
5. Dimensionar os dispositivos elétricos;
6. Utilizar folhas de dados do fabricante;
7. Utilizar aplicativo simulação de esquemáticos de circuitos elétricos;
8. Utilizar aplicativos para edição de texto, planilhas de cálculos e apresentação;
9. Planejar, projetar e documentar as montagens de circuitos elétricos;
10. Verificar e corrigir falhas encontradas nos circuitos.
EMENTA
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
Análise de circuitos elétricos;
Sistemas trifásicos;
Eletricidade industrial;
Dispositivos para automação industrial;
Contatores;
Relés;
Disjuntores;
Fusíveis;
Motores elétricos;
Inversores;
Softstarters;
Acionamento de motores elétricos;
Partida direta;
Partida direta com reversão;
Partida estrela-triângulo;
Partida compensada;
Acionamento com inversor;
Acionamento com softstarter.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Análise de
circuitos elétricos
Sistemas
trifásicos
Eletricidade
industrial
Conteúdo
Revisão de circuitos ca e cc.
Circuitos conectados em estrela e triangulo, calculo de potencias aparente, ativa
e reativa, fator de potência.
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
48
Dispositivos para
automação
industrial
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
Contatores
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
Relés
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
Disjuntores
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
Fusíveis
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
Motores elétricos
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
Inversores
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
Softstarters
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
Acionamento de
motores elétricos
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
Partida direta
Implementação prática, análise e medições.
Partida direta
com reversão
Implementação prática, análise e medições.
Partida estrelatriângulo
Implementação prática, análise e medições.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
49
Partida
compensada
Implementação prática, análise e medições.
Acionamento
com inversor
Implementação prática, análise e medições.
Acionamento
com softstarter
Implementação prática, análise e medições.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
FIALHO, Arivelto Bustamante. Instrumentação Industrial: conceitos, aplicações e análises.
São Paulo: Érica, 2000.
Fitzgerald, A. E.; Kingsley Jr.,C.; IMANS, S.D. Máquinas Elétricas com Introdução à
Eletrônica de Potência. São Paulo: Bookman, 2006.
MAMEDE, João Filho. Instalações Elétricas Industriais. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
MARKUS, Otávio. Eletricidade: circuitos em corrente alternada. São Paulo: Érica, 2004.
ULABY, F. Eletromagnetismo para Engenheiros. São Paulo: Bookman, 2006.
SADIKU, MATTHEW N.O. Elementos de Eletromagnetismo. BOOKMAN COMPANHIA ED,
2004.
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
80h
Processos da Qualidade – UC22
Módulo
2
HABILIDADES
Aplicar princípios e métodos de qualidade e produtividade
Usando as ferramentas da Qualidade
Elaborando os procedimentos da qualidade
Aplicar os conceitos de administração de materiais, financeira e de recursos humanos
Coordenando equipes
Atendendo normas e rotinas administrativas e financeiras
Interagindo com fornecedores e clientes
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
50
O aluno deverá ser capaz de:
• atuar de forma empreendedora nas organizações, buscando o aprimoramento constante dos
processos, dos produtos e/ou serviços, fazendo uso das ferramentas adequadas;
• analisar o desempenho de uma área ou negócio, propondo e implementando melhorias na
organização;
• gerenciar equipes, processos e recursos, buscando atingir metas estabelecidas;
• tomar atitudes empresariais, controlando os recursos financeiros e materiais, desenvolvendo
e acompanhando o planejamento organizacional;
• observar e aplicar a legislação referente aos aspectos de saúde, segurança e trabalho;
• agir de forma alinhada com os preceitos da responsabilidade social e do desenvolvimento
sustentável nos diferentes aspectos da vida coletiva.
EMENTA
−
−
−
−
−
Processos da qualidade
Gestão do negócio
Valores humanos
Administração de materiais
Gestão de recursos financeiros
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Processos da
Qualidade
Valores
Humanos
Conteúdo
Conceitos sobre Qualidade: dimensões, princípios e abordagens. Garantia e controle
da qualidade; produtividade, sobrevivência da empresa, competitividade, lacunas da
qualidade, enfoque sistêmico.
História da Qualidade: eras da Qualidade; especialistas da Qualidade.
Métodos de gestão: PDCA, MASP, ferramentas da qualidade - diagrama de Pareto,
brainstorming, diagrama de causa e efeito, folha de verificação, CEP, histograma,
diagrama de árvore, 5W2H, dispersão, fluxograma, programa 5S.
Gestão do conhecimento: ativos intangíveis, tipos de conhecimento.
Homem e suas relações com o mercado de trabalho: teorias sobre a motivação para o
trabalho. Trabalho em equipe.
Criatividade e empreendedorismo: intra-empreendedor, empreendedor, ética nas
organizações, perfil empreendedor.
Delegação, autoridade e responsabilidade.
Comunicação empresarial, gestão de equipes, administração de conflitos, liderança.
Saúde, higiene e segurança organizacional.
Legislação trabalhista, ambiental e social. ISO9000, desenvolvimento sustentável.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
51
Gestão do
Negócio
Normalização: procedimentos, normas técnicas, metrologia.
Gerenciamento de Processos: procedimento operacional padrão, itens de controle,
bens e serviços, clientes, insumos e fornecedores. Gerenciamento da rotina e da
melhoria, kaizen, causas comuns e especiais, problemas.
Plano de Negócios: estrutura, finalidade, stakeholders.
Gestão estratégica: planejamento estratégico: missão, visão, estratégia, negócio,
trade-off, valores, objetivos, metas, diretrizes.
Cenários e tendências do ambiente: concorrentes, variáveis do ambiente, dimensão
internacional.
Estrutura das organizações: tipos, altas e achatadas, centralizadas e descentralizadas,
reengenharia.
Análise SWOT, Balaced Scorecard, PGQP e PNP.
Administração
de Materiais
Gestão dos fornecedores: qualificação, gestão de recursos.
Gestão de compras: tipos de compras, ética em compras, EDI, negociação em
compras. Lote econômico de compra.
Controle de estoques: classificação, tipos de demanda, custos de manutenção de
estoques,
Análise de estoques: acurácia, nível de serviço, giro de estoque, cobertura de estoque,
análise ABC, criticidade.
Modelos de reposição dos estoques, estoque de segurança. Logística.
Gestão
Financeira
Princípios de contabilidade: custos fixos e variáveis, diretos e indiretos, balanço
patrimonial, DRE.
Fluxo de caixa, depreciação contábil, balanço patrimonial, DRE, índice de liquidez.
Indicadores de investimento: ponto de equilíbrio, retorno do investimento,
rentabilidade, lucratividade.
Margem de contribuição, tributos, índices financeiros.
Plano de Negócios.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
COGAN, Samuel. Custos e Preços: formação e análise. São Paulo: Pioneira, 1999.
DIAS, Aurélio P. Administração de Materiais. São Paulo: Atlas, 1995.
MEDEIROS, Fernanda Luiza Fontoura de. Meio Ambiente: direito e dever fundamental. Porto Alegre:
Livraria do Advogado, 2004.
MERCADO de Trabalho no Brasil: salários, emprego, desemprego numa era de grande mudança. São
Paulo: LTR, 2002.
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2004.
STONER, James; FREEMAN, R. Edward. Administração. Rio de Janeiro: LCT, 1995.
SEGURANÇA e Medicina do Trabalho. 63. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental: conceitos, modelos e instrumentos. São Paulo: Saraiva, 2004.
BETHLEM, Agrícola. Gestão de Negócios. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
MARTINS, Petrônio Garcia; ALT, Paulo Renato Campos. Administração de Materiais e Recursos
Patrimoniais. São Paulo: Saraiva, 2005.
MARTINS, Sérgio Pinto. Comentários à CLT. São Paulo: Atlas, 2004.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
52
CARGA
HORÁRIA
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
80h
Sistemas Eletropneumáticos – UC23
Módulo
2
HABILIDADES
Instalar sistemas mecânicos para automação:
• Aplicando os fundamentos da termodinâmica
• Utilizando os componentes eletropneumáticos/eletro-hidráulicos
• Analisando o desempenho do sistema
• Atendendo normas técnicas, legislação referente à segurança, saúde, higiene e meio
ambiente
• Interpretando diagramas eletromecânicos
• Interpretando manuais e catálogos técnicos
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deverá ser capaz de:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
Calcular as propriedades em processos termodinâmicos;
Calcular o calor em processos termodinâmicos;
Calcular o trabalho e a potência;
Montar processos termodinâmicos no diagrama de Mollier, indicando os parâmetros;
Montar processos termodinâmicos na carta psicrométrica, indicando os parâmetros;
Dimensionar atuadores pneumáticos e hidráulicos;
Executar o esquema de comando eletropneumático/eletro-hidráulico com uso, sensores,
botões, relés e válvulas eletropneumáticas;
8. Executar o diagrama eletropneumático/eletro-hidráulico gráfico com uso de atuadores e
válvulas;
9. Identificar os elementos conforme a norma;
10. Simular o circuito eletropneumático em software específico;
11. Executar os diagramas de estado;
12. Implementar o circuito eletropneumático em bancada de teste com uso de, sensores,
botões, relés, válvulas e atuadores;
13. Utilizar equipamento d ProteçãoIndividual - EPI
14. Manter o ambiente limpo e organizado;
15. Elaborar a lista de materiais;
EMENTA
- Fundamentos de termodinâmica
- Eletropneumática
- Eletro-hidráulica
- Sensores
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Conteúdo
Fundamentos de
termodinâmica
Conceito de pressão, temperatura, volume específico, diagrama de Mollier, gás
Ideal, processos termodinâmicos (transformações), conceito de trabalho, calor e
potência, noções de psicrometria.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
53
Eletropneumática
Preparação do ar comprimido, simbologia eletropneumática, atuadores
pneumáticos, eletroválvulas, diagrama eletropneumático e diagrama de estado,
simulação de sistemas eletropneumáticos.
Eletro-hidráulica
Simbologia eletro-hidráulica, atuadores hidráulicos, eletroválvulas, diagrama
eletro-hidráulico e diagrama de estado.
Sensores
Indutivo, capacitivo, magnético, óptico, pressão e sensor de contato.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL, Valdir. Automação Eletropneumática. São Paulo:
Érica, 2007.
CALLISTER, Jr, Willian. Fundamentos da Ciência de Engenharia dos Materiais: uma
abordagem integrada. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
POTTER, Merle C.; SCOTT, Elaine P. Ciências térmicas: termodinâmica, mecânica dos
fluidos e transmissão de calor. São Paulo: Thomson Learning, 2006.
STEWART, Harry L. Pneumática e Hidráulica. São Paulo: Hemus, 19--?
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Hidráulica: projetos, dimensionamento e
análise de circuitos. São Paulo: Érica, 2004.
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática: projetos, dimensionamento e
análise de circuitos. São Paulo: Érica, 2007.
LEVENSPIEL, Octave. Termodinâmica Amistosa para Engenheiros. São Paulo: Edgard
Blücher, 2002.
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
80h
Cálculo Diferencial e Integral – UC24
Módulo
2
HABILIDADES
Dimensionar sistemas de automação industrial
• Aplicando os fundamentos e princípios do cálculo
• Utilizando conceitos matemáticos
• Dimensionando sistemas de automação
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
54
O aluno deve ser capaz de:
1. interpretar e construir gráficos de funções;
2. calcular limites de funções;
3. compreender o significado de limites;
4. aplicar o conceito de limites no cálculo da derivadas de funções;
5. calcular a derivada de uma função;
6. compreender o significado de derivada;
7. aplicar derivação na resolução de problemas;
8. determinar a integral indefinida de uma função;
9. calcular a integral definida de uma função em um intervalo;
10. aplicar técnicas de integração para determinar áreas e volumes.
EMENTA
− Funções
−
−
−
Limites
Derivada
Integral
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Funções
Limites
Derivada
Integral
Conteúdo
Definição, análise e construção de gráficos de funções: polinomiais, racionais,
irracionais, modulares, exponenciais, logarítmicas e trigonométricas(seno e
cosseno).
Idéia intuitiva de limites; Significado aritmético e geométrico de limites;
Propriedades dos Limites;Teoremas sobre Limites de Funções; Cálculo de
Limites Laterais e Unilaterais de: funções polinomiais, funções racionais, funções
irracionais, funções definidas por partes, função exponencial, função logarítmica,
funções trigonométricas; Limites no infinito e Limites Infinitos; Continuidade de
uma Função.
Reta tangente a uma curva; Definição de derivada usando limite; Significado
aritmético e geométrico de Derivadas; Propriedades da Derivada; Regras de
Derivação(Potência, Produto e Quociente); Derivadas das Funções
Trigonométricas; Derivada de uma Função Composta(Regra da Cadeia),
Derivadas Sucessiva; Resolução de problemas utilizando Derivadas( taxa de
variação, velocidade média, aceleração, maximização e minimização).
Integral indefinida: primitiva de uma função; Propriedades da Integral Indefinida;
Tabela de Integrais Imediatas; Integração pelo método da substituição;
Integração por partes; Integral definida; Propriedades da Integral Definida, Soma
de Riemann; Teorema Fundamental do Cálculo; Integração de Funções
Trigonométricas, Integração por Substituição Trigonométrica; Integração de
Funções Racionais por Frações Parciais; Integração de Funções Irracionais,
Aplicações: Comprimento de Arcos, Cálculo de Áreas e Volume de Sólidos de
Revolução
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
BOULOS. Cálculo Diferencial e Integral. Paulo: Makron, 1999.
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite,
derivação, integração. São Paulo: Makron, 1992.
HEGENBERG, Leônidas. Lógica: o cálculo dos predicados. São Paulo: EPU, 2001.
THOMAS, George. Cálculo. Vol.1. São Paulo: Pearson, 2002.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
55
ANTON , Howard. Cálculo. V.1 São Paulo: Bookman, 2005. Conferido com patrícia em
31/08/2011.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica. Vol.1. São Paulo: Makron, 1987.
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
80h
Introdução à Automação Industrial – UC25
Módulo
2
HABILIDADES
Reconhecer a aplicabilidade de sistemas de automação
• Diferenciando sistemas de controle industrial, controle numérico e robótica industrial
• Atendendo normas técnicas e legislação referente à segurança, saúde, higiene e meio
ambiente
• Interpretando diagramas esquemáticos de automação
• Interpretando diagramas lógicos de programação
Identificar dispositivos de automação:
• Explicitando os componentes de hardware para automação e controle de processos
• Diferenciando o controle discreto usando controladores programáveis e computadores
pessoais
• Interpretando manuais e catálogos técnicos do fabricante
• Definindo critérios para certificando o sistema
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deverá ser capaz de:
1. Reconhecer os elementos básicos de um sistema automatizado, assim como
identificar e diferenciar controle contínuo versus controle discreto;
2. Aplicar as transformações entre sistemas numéricos;
3. Aplicar os princípios de lógica na automação industrial;
4. Identificar e utilizar sensores e atuadores;
5. Identificar sinais analógicos e digitais, assim como dispositivos de entrada/saída para
dados discretos;
6. Reconhecer os fundamentos, tipos e aplicações da tecnologia de controle numérico;
7. Analisar a configuração de um robô e atributos relacionados, reconhecer sistemas de
controle de robôs e reconhecer a aplicabilidade de robôs industriais;
8. Implementar a codificação e programação de robôs;
9. Identificar e utilizar o hardware e a programação (ladder) quando aplicados no
controle de processos industriais.
EMENTA
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
56
–
–
–
–
–
–
Introdução à Automação
Informática Industrial Básica e Lógica de Programação
Sistemas de Controle Industrial
Componentes de Hardware para Automação e Controle de Processos
Controle Numérico
Robótica Industrial
– Controle Discreto Utilizando Controladores Programáveis e Computadores Pessoais
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Introdução à
Automação
Informática
Industrial Básica e
Lógica de
Programação
Sistemas de
Controle Industrial
Componentes de
Hardware para
Automação e
Controle de
Processos
Controle
Numérico
Conteúdo
Elementos básicos de um sistema automatizado, funções avançadas de
automação e níveis de automação.
Princípios básicos de arquitetura de computadores e sistemas numéricos
aplicados ao controle de processos. Introdução à lógica de programação.
Indústrias de processo versus indústria de produção discreta, controle contínuo
versus controle discreto e controle de processos por computador.
Sensores, atuadores, conversores analógico-digital, digital-analógico e
dispositivos de entrada/saída para dados discretos.
Princípios básicos da tecnologia de controle numérico, controle numérico
computadorizado/distribuído. Aplicações do controle numérico.
Robótica Industrial
Introdução à robótica e atributos relacionados, tipos de robôs, sistemas de
controle de robôs, efetuadores finais, sensores em robótica, aplicações de robôs
industriais, programação de robôs.
Controle Discreto
Utilizando
Controladores
Programáveis e
Computadores
Pessoais
Princípios básicos de controle discreto de processos, diagramas de lógica
ladder, controladores programáveis e computadores pessoais aplicados no
controle de processos industriais.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada: descrição e implementação de sistemas
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
57
sequenciais com PLCs. São Paulo: Érica, 2000.
MANZANO, José Augusto; OLIVEIRA, Jair Figueiredo. Algoritmos: lógica para
desenvolvimento de programação de computadores. São Paulo: Érica, 2000.
ROSÁRIO, J. Maurício. Princípios da Mecatrônica. São Paulo: Bookman, 2005.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
FESTO Didatic. Introdução aos Controladores Lógicos Programáveis. São Paulo: Festo
Didatic, 2000.
FORBELLONE, V.; ANDRÉ, L. Lógica de Programação. São Paulo: Bookman, 2005.
LIMA, Valter. Manual Prático para PCs. São Paulo: Érica, 2003.
TANENBAUM, Andrews. Sistemas Operacionais Modernos. São Paulo: Pearson Brasil,
2003.
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA
HORÁRIA
160 h
Manutenção de Sistemas Automatizados – UC31
Módulo
3
HABILIDADES
Monitorar o desempenho dos sistemas eletrônicos:
Acompanhando desempenho do sistema
Desenvolvendo indicadores de desempenho
Seguindo parâmetros definidos pelo fabricante
Aplicando ferramentas computacionais
Analisando os circuitos eletrônicos
Planejar a manutenção preventiva dos sistemas eletrônicos:
Identificando os pontos críticos
Elaborando planos de manutenção
Executar a manutenção preventiva dos sistemas eletrônicos:
Efetuando ajustes nos parâmetros do sistema
Atendendo legislação referente à segurança, saúde, higiene e meio ambiente.
Elaborando relatórios de manutenção
Testando componentes eletrônicos
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deverá ser capaz de:
1. Resolver integrais definidas;
2. Resolver integrais indefinidas;
3. Programar controlador programável seguindo a norma IEC61131-3;
4. Programar utilizando recursos da lógica booleana;
5. Utilizar a interface homem máquina;
6. Conectar eletronicamente sensores e atuadores ao controlador programável;
7. Elaborar o plano de manutenção seguindo as normas de segurança;
8. Detalhar os procedimentos necessários para montagem e manutenção preventiva;
EMENTA
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
58
Cálculo Integral.
Controladores programáveis.
Transdutores e atuadores.
Planejamento da manutenção.
Programação de controlador programável com ênfase na norma IEC61131-3.
Técnicas de programação.
Execução da configuração de CP e elementos comuns em ambiente de
programação IEC61131-3.
Aplicações práticas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Cálculo Integral
Conteúdo
Teorema fundamental do cálculo, integral definida, integral indefinida,
método de substituição de variáveis para integração, integração por
Partes.
Controladores
programáveis
Configuração de hardware, sistema operacional, ciclo de scan, memória,
operação, intertravamento, retenção, temporizadores, contadores,
registrador de deslocamento, seqüenciadores, programação por
estágios, estrutura de laços, interface homem-máquina;
Transdutores e
atuadores
Unidade de entrada e saída, conexão com elementos sensores:
sensores discretos, interfaceamento dos sensores discretos e analógicos
com controlador programável; especificação técnica de sensores e
transdutores
Planejamento da
manutenção
Programação de
controlador
programável
com ênfase na
IEC61131-3.
Técnicas de
programação
Módulos especiais, unidades periféricas, módulos de comunicação,
arquitetura, configuração, elementos, programação por estágios e
estrutura de laços, esquema elétrico a relé.
Norma IEC 61131-3: generalidades, linguagens de programação textual,
linguagens de programação gráficas, Ladder, SFC, IL, FBD e Texto
estruturado, fases de programação do CP, características da plataforma.
Tabela booleana: conversão da tabela booleana para LADDER,
utilização de temporizador na tabela booleana, ciclos mistos em função
do tempo, tabela booleana com reinício automático do ciclo.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
59
Execução da
configuração de
CP e elementos
comuns em
ambiente de
programação
IEC61131-3.
Aplicações
práticas
Interface homem máquina, sistemas SCADA, planejamento de sistemas
supervisórios, transformação de esquema funcional em LADDER,
conversão de LADDER em lista de instruções.
Considerações sobre instalação e manutenção, referências de normas
para segurança, conceitos referente a segurança, funções de parada,
funções de emergência, comando automático, ciclo automático, ciclo
manual, clico semi-automático.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
BRANCO FILHO, Gil. A Organização, o Planejamento e o Controle da Manutenção. São
Paulo: Ciência Moderna, 2008.
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo B, 2ed. São Paulo:
Person, 2007.
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite,
derivação, integração. São Paulo: Makron, 1992.
FRANCHI, Claiton Moro. Controladores Lógicos Programáveis. São Paulo: Érica, 2008.
MORAES, Cícero Couto de. Engenharia de Automação Industrial. Rio de Janeiro: LTC,
2007.
PRUDENTE, Francesco. Automação Industrial PLC: teoria e aplicações. Rio de Janeiro:
LTC, 2007.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
ENCICLOPÉDIA de Automática. Volume 1. São Paulo: Edgard Blucher, 2007.
FIALHO Arivelto Bustamante. Automação Pneumática: projetos, dimensionamento e
análise de circuitos. São Paulo: Érica, 2004.
MEIRELES, Vítor Cancela. Circuitos Elétricos. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
STEWART, Harry L. Pneumática e Hidráulica. Curitiba: Hemus, 19--
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA
HORÁRIA
160 h
Manutenção Eletrônica Preventiva – UC32
Módulo
3
HABILIDADES
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
60
Monitorar o desempenho dos sistemas eletrônicos:
Acompanhando desempenho do sistema
Desenvolvendo indicadores de desempenho
Seguindo parâmetros definidos pelo fabricante
Aplicando ferramentas computacionais
Analisando os circuitos eletrônicos
Planejar a manutenção preventiva dos sistemas eletrônicos:
Identificando os pontos críticos
Elaborando planos de manutenção
Executar a manutenção preventiva dos sistemas eletrônicos:
Efetuando ajustes nos parâmetros do sistema
Atendendo legislação referente à segurança, saúde, higiene e meio ambiente.
Elaborando relatórios de manutenção
Testando componentes eletrônicos
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deverá ser capaz de:
9. Verificar o funcionamento de sistemas com instrumentos;
10. Calcular parâmetros e comparando com medições em laboratórios de sistemas
eletrônicos;
11. Determinar os estados de operação;
12. Pesquisar características técnicas dos semicondutores;
13. Dimensionar os semicondutores utilizados;
14. Utilizar aplicativo simulação de esquemáticos de circuitos eletrônicos;
15. Planejar montagens de circuitos eletrônicos;
16. Montar os circuitos eletrônicos em protoboard;
17. Verificar e corrigir defeitos nos circuitos;
18. Documentar o projeto, equações, simulação e aquisição de formas de onda;
19. Detalhar os procedimentos necessários para montagem e manutenção preventiva;
20. Especificar alterações/expansões no hardware;
21. Realizar tarefas com postura ética, participativa e responsável;
22. Seguir as normas priorizando a operação segura.
EMENTA
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
Semicondutores: diodo retificador, diodo zenner, diodo emissor de luz – LED;
Transistores;
Fontes de alimentação;
Amplificadores operacionais;
Osciladores;
Filtros;
Sistemas numéricos;
Portas lógicas e Famílias lógicas;
Tabelas verdade e equações lógicas;
Métodos para simplificação de equações lógicas: álgebra de boole, método gráfico;
Codificadores e decodificadores;
Circuitos somadores;
Biestáveis lógicos;
Registradores de deslocamento;
Multiplexadores;
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
61
−
−
−
−
Instrumentação Industrial: Sensores e atuadores elétricos;
Conversor digital/analógico e analógico/digital;
Modulação por largura de pulso – PWM;
Análise de circuitos;
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Semicondutores
Conteúdo
Diodo retificador, diodo zenner, diodo emissor de luz – LED
Transistores
Princípios básicos; Polarização; Operação como chave, fonte de corrente,
amplificador.
Fontes de
alimentação
Fontes de Alimentação em corrente contínua, conversão CA/CC: Circuitos
retificadores (Meia-onda; Onda completa; Em ponte).
Amplificadores
operacionais
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
Osciladores
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
Filtros
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
Sistemas
numéricos
Binário, decimal, octal, hexadecimal, operações algébricas.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
62
Portas lógicas e
Famílias lógicas
Circuitos equivalentes de portas lógicas, tipos de portas lógicas e tabelas
verdades.
Tabelas verdade
e equações
lógicas
Obtenção de funções lógicas a partir da tabela verdade e integração de portas
lógicas para obtenção da tabela verdade.
Métodos para
simplificação de
equações
lógicas: álgebra
de boole,
método gráfico
Métodos para Simplificação de equações lógicas (método gráfico: diagrama de
Karnaugh).
Codificadores e
decodificadores
Circuitos básicos e aplicações.
Circuitos
somadores
Somador e subtrator.
Biestáveis
lógicos
Flip-flop´s.
Registradores de
deslocamento
Circuitos básicos e aplicações.
Multiplexadores
Circuitos básicos e aplicações.
Instrumentação
Industrial:
Sensores e
atuadores
elétricos
Conversor
digital/analógico
e
analógico/digital
Modulação por
largura de pulso
– PWM
Sensores industriais e aplicações.
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
Princípios básicos; Circuitos básicos e aplicações.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
63
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
AHMED, Ashfaq. Eletrônica de Potência. São Paulo: Pearson, 2000.
BEGA, Egídio Alberto. Instrumentação Industrial. São Paulo: Interciência, 2006.
FIALHO, Arivelto Bustamante. Instrumentação Industrial: conceitos, aplicações e análise.
São Paulo: Érica, 2002.
IDOETA, Ivã; CAPUANO, FRANCISCO G. Elementos de Eletrônica Digital. São Paulo:
Érica, 2004.
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. V.1. São Paulo: Makron Books, 2005.
SEDRA, Adel S. Microeletrônica. São Paulo: Pearson, 2007.
TOCCI, Ronald J. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. São Paulo: Pearson, 2007.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
BOYLESTAD, Robert. Introdução à Análise de Circuitos. São Paulo: Prentice Hall do
Brasil, 2004.
MARKUS, Otávio. Sistemas Analógicos: circuitos com diodos e transistores. São Paulo:
Érica, 2000.
MARQUES, Ângelo Eduardo B. Dispositivos Semicondutores: diodos e transistores. São
Paulo: Érica, 2000.
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
80h
Manutenção Mecânica Preventiva – UC33
Módulo
3
HABILIDADES
Monitorar o desempenho dos sistemas mecânicos
Acompanhando o desempenho do sistema mecânico
Testando componentes mecânicos
Analisando o funcionamento do sistema
Definindo os materiais a serem utilizados
Planejar a manutenção preventiva dos sistemas mecânicos
Identificando os pontos críticos
Elaborando planos de manutenção
Aplicando ferramentas de Manutenção
Manter a performance mecânica do sistema
Executando a manutenção preventiva
Desenvolvendo indicadores de desempenho
Atendendo legislação referente a segurança, saúde, higiene e meio ambiente
Elaborando relatórios de manutenção
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
64
O aluno deverá ser capaz de:
16. Calcular potência mecânica e rendimentos;
17. Calcular esforços em componentes mecânicos;
18. Planejar paradas de máquinas para manutenção;
19. Dimensionar componentes mecânicos;
20. Selecionar estratégias de manutenção;
21. Determinar intervalos de manutenção preventiva;
22. Elaborar planos de lubrificação;
23. Dimensionar atuadores e bombas hidráulicas;
24. Entender como manter ar comprimido em boa qualidade;
25. Usar os instrumentos de medida para oficina mecânica.
EMENTA
Física mecânica
Sistemas mecânicos
Instrumentos de medida
Sistemas de lubrificação
Sistemas hidráulicos e eletrohidráulicos
Sistemas de ar comprimido
Estratégias de manutenção
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Conteúdo
Física mecânica
Vetores, equilíbrio de corpos, reações em apoios simples e movimento
circular.
Transmissão de movimento por polias e engrenagens, mancal plano,
mancal de rolamento, perdas mecânicas em eixos para transmissão de
potência, acoplamentos mecânicos, alinhamento de eixos.
Sistemas
mecânicos
Instrumentos de
Tolerância dimensional, precisão; paquímetro; micrômetro; relógio
medida
comparador.
Sistemas
lubrificação
de
Lubrificantes, seleção de graxa e óleo, lubrificação de rolamentos,
intervalos de troca de lubrificante, automação da lubrificação
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
65
Sistemas
Fluidos hidráulicos, bombas hidráulicas, controle de vazão e pressão,
hidráulicos
e distribuição do fluido hidráulico, atuadores hidráulicos, sistemas de
eletrohidráulicos vedação, circuitos hidráulicos simples, manutenção de sistemas
hidráulicos.
Geração de ar comprimido, linhas de distribuição de ar comprimido,
Sistemas de ar
manutenção de ar comprimido limpo e seco, vazamentos em redes de ar
comprimido
comprimido.
Manutenção de sistemas mecânicos; estratégias de manutenção
corretiva, preventiva e preditiva; planejamento de parada para execução
Estratégias de
de manutenção corretiva; fundamentos de PCM (planejamento e controle
manutenção
da manutenção), ferramentas usuais para manutenção preventiva em
sistemas mecânicos, informatização da manutenção.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
BUDYNAS, R.G. ; SHIGLEY, J.E; MISCHKE,C.R. Projeto de Engenharia Mecânica. São
Paulo: Bookman, 2005.
CALLISTER, WILLIAM D. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. São Paulo: Érica,
2007.
NEPOMUCENO, Lauro Xavier. Técnicas de Manutenção Preditiva. Vol. 2. São Paulo:
Edgar Blucher, 1999. (Transf. De UC42)
SENAI/RS. Informações Tecnológicas de Mecânica. Porto Alegre: Diretoria de Educação e
Tecnologia, 2005.
SOUZA, S. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos: fundamentos teóricos e práticos.
São Paulo: Edgar Blucher, 1993.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
CALLISTER, W. D. Ciência e Engenharia de Materiais: uma introdução. Rio de Janeiro:
LTC, 2002.
SCHMIDT, Walfredo. Metrologia Aplicada. São Paulo: EPSE, 2003.
MELCONIAN, Sarkis. Elementos de Máquinas. São Paulo Paulo: Érica, 2007.
NEPOMUCENO, Lauro Xavier. Técnicas de Manutenção Preditiva, V.I Edgar Blucher,
1999.
STEWART, Harry L. Pneumática e Hidráulica. Curitiba: Hemus, 19--.
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
160h
Manutenção de Sistemas Automatizados – UC41
Módulo
4
HABILIDADES
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
66
Identificar as falhas no sistema de automação:
Analisando o diagrama em blocos do sistema
Diagnosticando o problema e suas causas
Planejar a manutenção corretiva sistema de automação:
Considerando as falhas e causas do problema
Elaborando o plano de manutenção
Prevendo os recursos necessários
Executar a manutenção corretiva sistema de automação:
Orientando equipes de manutenção
Atendendo legislação referente a segurança, saúde, higiene e meio ambiente
Elaborando relatórios de manutenção
Ajustando os parâmetros do sistema
Substituindo dispositivos defeituosos por equivalentes
Promovendo a melhoria contínua do sistema
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deverá ser capaz de:
1. identificar características e funções dos dispositivos componentes da rede de automação
representada no diagrama de blocos;
2. descrever as características principais dos protocolos de automação estudados;
3. consertar a rede de automação defeituosa apresentada no laboratório;
4. preencher corretamente a tabela de endereçamento dos dispositivos componentes da
rede;
5. desenvolver a aplicação de supervisão da rede de automação no software SCADA;
6. resolver equações diferenciais de 1ªordem por separação de variáveis;
7. resolver equações diferenciais de 1ªordem utilizando expressões de tabela de
matemática;
8. resolver equações diferenciais de 1ªordem utilizando Transformada de Laplace;
9. resolver equações diferenciais lineares de 2ªordem, homogêneas, utilizando expressões
de tabela de matemática;
10. resolver equações diferenciais lineares de 2ªordem utilizando Transformada de Laplace
e
11. determinar as transformadas Z , direta e inversa, de sinais e expressões.
EMENTA
- Protocolos comunicação
- Redes de Automação
- Controladores Programáveis
- Equações diferenciais
- Transformada de Laplace
- Transformada Z
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Protocolos de
comunicação
Conteúdo
Histórico. Modelo OSI. Conceitos básicos de comunicação. Estudo dos
protocolos industriais básicos.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
67
Redes de
Automação
Controladores
Programáveis
Equações
diferenciais
Sistema SCADA e seus componentes. Configuração de redes de automação.
Características de redes de automação. Práticas de laboratório.
Configuração de controladores programáveis para comunicação em rede
utilizando os protocolos estudados.
Classificação. Significado e exemplo de aplicação. Solução de equação de
1ª ordem separável. Solução de equação de 1ª ordem utilizando tabela de
matemática. Solução de equação de 2ª ordem, linear e homogênea, utilizando
tabela de matemática.
Transformada de
Laplace
Definição e propriedades. Transformadas direta e inversa. Solução de equação
de 1ª ordem linear utilizando Transformada de Laplace. Solução de equação de
2ª ordem linear utilizando Transformada de Laplace.
Transformada
Z
Definição e aplicação. Transformadas direta e inversa. Região de convergência.
Propriedades de linearidade, deslocamento à direita e à esquerda. Equações
diferença e soluções.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
ENCICLOPÉDIA de Automática. Volume 2. São Paulo: Edgard Blucher, 2007.
FIALHO, Arivelto Bustamente. Instrumentação Industrial: conceitos, aplicações e análises.
São Paulo: Érica, 2007.
SILVEIRA, Paulo Rogério da. Automação e Controle Discreto. São Paulo: Érica, 2004.
ZILL, G. Dennis; CULLEN, R. Michael. Equações Diferenciais. Vol. 1. São Paulo: Makron,
2001.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática: projetos, dimensionamento e
análise de circuitos. São Paulo: Érica, 2004.
MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plínio Lauro de. Engenharia de Automação
Industrial. Rio de Janeiro: LCT, 2001.
SIMONE, Gildo Aloísio. Máquinas de Indução Trifásica. São Paulo: Érica, 2003.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
68
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
Manutenção Eletrônica – UC42
CARGA HORÁRIA
80 h
Módulo
4
HABILIDADES
Identificar as falhas do sistema de automação:
Analisando os circuitos eletrônicos de potência;
Analisando o diagrama de blocos do sistema;
Acompanhando desempenho do sistema;
Seguindo parâmetros definidos pelo fabricante;
Aplicando ferramentas computacionais;
Montando circuito de comando e potência.
Planejar a manutenção corretiva e preditiva de sistemas de automação:
Considerando as falhas e causas do problema;
Elaborando o plano de manutenção;
Prevendo os recursos necessários.
Executar a manutenção corretiva e preditiva de sistemas de automação:
Orientando equipes de manutenção;
Atendendo legislação referente a segurança, saúde, higiene e meio ambiente;
Elaborando relatórios de manutenção;
Ajustando os parâmetros do sistema;
Substituindo dispositivos defeituosos por equivalentes;
Promove a melhoria contínua do sistema.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deverá ser capaz de:
1. Verificar o funcionamento de sistemas com instrumentos;
2. Calcular parâmetros e comparando com medições em laboratórios de sistemas
eletrônicos;
3. Determinar os estados de operação;
4. Pesquisar características técnicas dos semicondutores;
5. Dimensionar os semicondutores utilizados;
6. Utilizar aplicativo simulação de esquemáticos de circuitos eletrônicos;
7. Planejar e projetar montagens de circuitos eletrônicos;
8. Montar os circuitos eletrônicos em proto-board;
9. Verificar e corrigir defeitos no circuitos;
10. Documentar o projeto, equações, simulação e aquisição de formas de onda;
11. Detalhar os procedimentos necessários para montagem e manutenção preventiva;
12. Especificar alterações/expansões no hardware;
13. Realizar a programação em assembly das lógicas solicitadas no microcontrolador
escolhido;
14. Identificar as características básicas do microcontrolador utilizado.
EMENTA
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
69
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
Introdução aos conversores estáticos de potência;
Principais semicondutores de potência e suas características funcionais;
Conversores CA-CC não controlados;
Conversores CA-CC controlados;
Conversores CA-CA;
Conversores CC-CC;
Conversores CC-CA;
Circuitos de Comando;
Introdução aos microcontroladores;
Linguagem Assembly;
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Introdução aos
conversores
estáticos de
potência
Principais
semicondutores de
potência e suas
características
funcionais
Conteúdo
Características gerais dos diferentes tipos de conversores estáticos de
energia elétrica, formas de operação, controle, filtragem e exemplos
de aplicação.
Princípios básicos, polarização, operação como chave, sinais de
comando, exemplos de aplicação
Conversores CACC não
controlados
Conversores CA-CC não controlados (retificadores a diodos)
monofásicos e trifásicos, filtros de entrada e saída, exemplos e
aplicações.
Conversores CACC controlados
Conversores CA-CC não controlados (retificadores a tiristores)
monofásicos e trifásicos, filtros de entrada e saída, exemplos e
aplicações.
Conversores CACA
Conversores CA-CA controlados (gradadores a tiristores e triacs)
monofásicos e trifásicos, filtros de entrada e saída, exemplos e
aplicações.
Conversores CCCC
Conversores CC-CC controlados (Pulsadores/Choppers) filtros de
entrada e saída, exemplos e aplicações.
Conversores CCCA
Circuitos de
Comando
Conversores CC-CA controlados (Inversores) filtros de entrada e
saída, exemplos e aplicações.
Diferentes estratégias de comando e controle de conversores, por
ângulo de fase, por modulação por largura de pulso, por modulação
em freqüência, circuitos integrados dedicados, exemplos de aplicação.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
70
Introdução aos
microcontroladores
Linguagem
Assembly
Introdução a arquitetura de microcontroladores: pinagem, mapa de
memória, funções, canais analógicos.
Principais funções assembly do microcontrolador estudado. Subrotinas
de condição e delay.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
ALMEIDA José Luiz Antunes de. Dispositivos Semicondutores: tiristores, controle de
potência em CC e CA. São Paulo: Érica, 2004.
BOYLESTAD, Robert L. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. Rio de Janeiro:
Prentice Hall, 1994.
FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY Jr.,C.; IMANS, S.D. Máquinas Elétricas com
Introdução à Eletrônica de Potência. São Paulo: Bookman, 2006.
PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC: programação em C. São Paulo: Érica, 2007.
SOUZA, Davi José. Desbravando o PIC. São Paulo: Érica, 2005.
SOUZA, Davi José; LAVÍNIA, Nicolas César. Conectando o PIC 16F877A: recursos
avançados. São Paulo: Érica, 2007.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
AHMED, Ashfaq. Eletrônica de Potência. São Paulo: Pearson, 2000.
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. Vol. 2. São Paulo: Makron Books, 2005.
PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC: técnicas avançadas. São Paulo: Érica, 2004.
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
160h
Manutenção Mecânica – UC43
Módulo
4
HABILIDADES
Identificar as falhas no sistema mecânico:
Analisando o diagrama em blocos do sistema
Diagnosticando o problema e suas causas
Planejar a manutenção corretiva e preditiva no sistema mecânico:
Considerando as falhas e causas do problema
Elaborando o plano de manutenção
Prevendo os recursos necessários
Executar a manutenção corretiva e preditiva no sistema mecânico:
Orientando equipes de manutenção
Atendendo legislação referente a segurança, saúde, higiene e meio ambiente
Elaborando relatórios de manutenção
Substituindo dispositivos defeituosos por equivalentes
Promovendo a melhoria contínua do sistema
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
71
O aluno deverá ser capaz de:
26. Utilizar conceitos de probabilidade e aplicar estatística em processos;
27. Analisar dados de moda, médias, freqüência, variância e desvio padrão;
28. Avaliar e utilizar curvas de distribuição estatística;
29. Utilizar processos estocásticos;
30. Selecionar entre diferentes tipos de manipuladores robóticos;
31. Aplicar os conceitos e calcular as matrizes de transformações homogêneas;
32. Aplicar e calcular a cinemática direta;
33. Aplicar e calcular a cinemática inversa;
34. Reconhecer as diferentes estruturas dos materiais;
35. Avaliar as propriedades dos materiais;
36. Reconhecer as diferentes tecnologias dos materiais (metais e ligas) e avaliar o efeito da
corrosão;
37. Avaliar e reconhecer os diferentes tipos de tratamentos térmicos;
38. Aplicar os conceitos de vínculos e graus de liberdade, e calcular as reações externas de
uma estrutura;
39. Calcular as reações internas, criar e analisar o diagrama de esforços de uma estrutura;
40. Calcular o baricentro, momento de inércia e linha neutra de um perfil;
41. Dimensionar uma estrutura.
EMENTA
Probabilidade e Estatística
Robótica
Ciência e Tecnologia dos Materiais
Resistência dos Materiais
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Conteúdo
Probabilidade e
Estatística
Conceitos de probabilidade e estatística, moda, médias, freqüência,
variância, desvio padrão, distribuições estatísticas de freqüência e
processos estocásticos.
Robótica
Conceitos básicos, classificação de juntas, classificação de robôs,
posição e orientação dos sistemas de coordenadas no espaço, matrizes
puras de rotação, translações puras, matrizes de transformações
homogêneas, movimentos de corpo rígido, cinemática de direta posição,
cinemática inversa de posição, introdução à dinâmica e controle de
manipuladores.
Ciência e
Tecnologia dos
Materiais
Estruturas dos materiais, tipos de estruturas cristalinas, propriedades dos
materiais, tecnologia dos materiais, metais e ligas, tratamentos térmicos
e corrosão.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
72
Resistência dos
Materiais
Revisão de forças, princípio da ação e reação, classificação das forças,
decomposição das forças, momento de uma força, momento polar e
axial, princípio da transmissibilidade, equilíbrio estático dos corpos
rígidos, equações fundamentais da estática, esforços e suas
deformações, graus de liberdade, vínculos, caso espacial e caso plano,
classificação das estruturas, cargas atuantes e suas classificações
quanto a sua distribuição, duração e aplicação, cálculo das reações
externas de estruturas simples e compostas, método algébrico, cálculo
das solicitações internas através do método das equações, cálculo do
momento máximo de uma estrutura, diagrama de esforços, cálculo do
baricentro de um perfil, cálculo do momento de inércia, dimensionamento
de estruturas.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
BONACORSO, Nelson Gauze; NOLL, Valdir. Automação Eletropneumática. São Paulo:
Érica, 2007.
DINIZ, Anselmo E.; MARCONDES, Francisco C., COPPINI Nivaldo. Tecnologia da
Usinagem dos Materiais. São Paulo: Aranda, 2006.
FIALHO, Arivelto Bustamente. Automação Pneumática. São Paulo: Érica, 2007.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. São Paulo: Érica,
2007.
SHACKELFORD, James F. Ciência dos Materiais. São Paulo: Pearson, 2008.
SILVA, Sidnei Domingues da. CNC: programação de comandos numéricos
computadorizados: torneamento. São Paulo: Érica, 2007.
STEWART, Harry L. Pneumática e Hidráulica. Curitiba: Hemus, 19--.
WALPOLE, Myers. Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciências. São Paulo:
Pearson, 2008.
NEPOMUCENO, Lauro Xavier. Técnicas de Manutenção Preditiva. Vol. 1. São Paulo:
Edgar Blucher, 1999.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
BUDYNAS, R.G. ; SHIGLEY, J.E; MISCHKE,C.R. Projeto de Engenharia Mecânica. São
Paulo: Bookman, 2005
CRUZ, Sergio da. Ferramentas de Corte, Dobra e Repuxo: estampos. São Paulo: Hemus,
2008.
FERRARESI, Dino. Fundamentos da Usinagem dos Metais. Vol.1. São Paulo: Edgar
Blucher, 2006.
HIBBELER, R. C. Dinâmica: mecânica para engenharia. São Paulo: Pearson, 2005.
NOVASKI, Olívio. Introdução à Engenharia de Fabricação Mecânica. São Paulo: Edgard
Blucher, 2005.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
73
CARGA
HORÁRIA
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
160h
Integração Eletrônica – UC51
Módulo
5
HABILIDADES
Compatibilizar o hardware de dispositivos eletrônicos:
Identificando as características do processo
Associando os dispositivos eletrônicos a dispositivos de controle baseados em microcontroladores
Interpretando manuais técnicos, catálogos e databooks
Programar sistemas eletrônicos microcontrolados:
Aplicando a lógica de programação
Utilizando instruções de baixo nível
Utilizando Instruções de alto nível
Utilizando softwares específicos
Certificar o sistema:
Utilizando simuladores
Utilizando Instrumentos de medida
Documentando o projeto
Utilizando softwares específicos
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deverá ser capaz de:
1. Identificar características e funções dos dispositivos eletrônicos componentes da
CPU digital;
2. Desenvolver o diagrama simplificado da CPU digital solicitada, integrando
conhecimentos de eletrônica e atendendo os seguintes critérios: saídas digitais;
entradas digitais; entradas analógicas; capacidade de memória RAM; capacidade de
memória ROM; mapa de memória; resolução A/D; tensão de alimentação.
3. Desenvolver programas em linguagem C que executem, exatamente, as lógicas
solicitadas;
4. Utilizar software de simulação para simular o sistema de controle proposto;
5. Aplicar conceitos de controle digital para desenvolver soluções para os problemas
propostos;
6. Implementar o algoritmo de controle digital proposto em processos práticos.
EMENTA
−
−
−
−
−
Eletrônica digital
Microcontroladores
Programação em linguagem C
Transformada Z
Controle digital
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Conteúdo
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
74
Eletrônica digital
Microcontroladores
Drivers: comunicação, potência e acionamento; Entradas e Saídas digitais:
buffer, latch, multiplexação, proteção, desacoplamento ótico; Memória: RAM,
ROM, FLASH, EEPROM, mapa de memória, multiplexação; Entradas e Saídas
analógicas: conversores A/D e D/A, cálculo de resolução.
Histórico; Arquitetura: MIPS, ARM, Harvard, Von Newmann; Pinos de I/O;
Velocidade de processamento; Capacidade binária; Pipeline; Protocolos de
comunicação.
Programação em
linguagem C
Declaração de variáveis; funções básicas: if, while, for, switch case; aplicações
práticas.
Transformada Z
Teorema da amostragem; tabela de conversão; equação diferença; divisão em
frações parciais.
Controle Digital
Malha de controle com dados amostrados; análise de estabilidade; extrapolador
de ordem zero; compensadores digitais; PID
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
HAYES, Monson H. Processamento Digital de Sinais. São Paulo: Artmed/Bookman, 2006.
LATHI, B.P. Sinais e Sistemas Lineares. São Paulo: Artmed/Bookman, 2007.
MIZRAHI, Viviane. Treinamento em Linguagem C: módulo 1. São Paulo: Pearson
Education, 2004/2005.
PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC: programação em C. São Paulo: Érica, 2007.
PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC: técnicas avançadas. Sâo Paulo: Érica, 2004.
SCHILDT, Herbert. C Completo e Total. Rio de Janeiro: Makron Books, 2006.
SILVA, Renato A. Programando Microcontroladores PIC: programação em linguagem C.
São Paulo: Ensino Profissional, 2007.
SOUZA, Davi José. Desbravando o PIC: ampliado e atualizado para PIC 16F628A. São
Paulo: Érica, 2005.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
GARUE, Sérgio. Eletrônica Digital: circuitos e tecnologias LSI e VLSI. São Paulo: Hemus,
19--.
ROSÁRIO, João Maurício. Princípios de Mecatrônica. São Paulo: Pearson, 2005.
SOUZA, Marco Antonio Furlan de. Algoritmos e Lógica de Programação. São Paulo:
Thomson Learning, 2006.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
75
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA
HORÁRIA
160h
Controle – UC52
Módulo
5
HABILIDADES
Definir a técnica de controle a ser utilizada:
Identificando as relações entre as etapas do processo
Identificando as variáveis do processo
Identificando os parâmetros
Elaborando o modelo matemático do sistema
Transferindo o modelo matemático para o circuito de controle
Validando o circuito de controle
Executar o controle do processo:
Interpretando catálogos e manuais
Definindo equipamentos e materiais
Implementando o sistema
Coordenando equipes
Aplicando normas de higiene, saúde, segurança e meio ambiente
Certificar a eficácia da técnica de controle no processo industrial:
Utilizando ferramentas computacionais
Utilizando Instrumentos de medida
Elaborando o memorial descritivo
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deverá ser capaz de:
1. Identificar as relações causa/conseqüência em sistemas de controle, e elaborar
diagramas de blocos de sistema dinâmicos em malha-aberta e malha-fechada;
2. Identificar os sinais de um sistema de controle: entrada, saída, referência, erro e
medição através da elaboração de diagramas de blocos;
3. Realizar ensaios e analisar manuais técnicos para identificar e validar os parâmetros de
sistemas dinâmicos;
4. Aplicar princípios físicos e ferramentas matemáticas para desenvolver modelos
matemáticos no domínio do tempo e no domínio das freqüências complexas;
5. Realizar sistemas dinâmicos no domínio do tempo, bem como algoritmos de controle
através de amplificadores operacionais;
6. Analisar o comportamento dinâmico de um sistema de controle para verificar se os
requisitos de desempenho foram alcançados: tempo de estabilização, sobrepassagem,
tempo de pico, erro em regime estacionário;
7. Interpretar catálogos e manuais para extrair informações referentes aos parâmetros de
sistemas dinâmicos, bem como de controladores industriais;
8. Implementar estratégias de controle propostas (simulação e/ou prática);
9. Implementar ambientes de simulação para sistemas dinâmicos e de controle em
simuladores numéricos;
10. Utilizar instrumentos de medida para verificar o funcionamento da estratégia de controle
digital proposta;
11. Elaborar relatórios técnicos contendo fundamentação teórica, análise de resultados,
equipamentos utilizados e medidas práticas e/ou de simulação.
EMENTA
− Princípios de funcionamento de um sistema de controle;
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
76
− Modelagem paramétrica de sistemas dinâmicos;
− Estratégias de Controle
− Controladores Numéricos Industriais
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Conteúdo
Princípios de
Funcionamento de
Sistemas de
Controle
Análise de Sistemas de Controle: sistemas de controle operando em malhaaberta, malha-fechada, rejeição aos sinais e perturbação, variáveis de entrada,
saída, referência, distúrbio e erro;.
Modelagem
Paramétrica de
Sistemas
Dinâmicos
Representação matemática de sistemas dinâmicos lineares e invariantes no
tempo através de equações diferencias. Transformada de Laplace, diagrama
de blocos, funções de transferência, diagramas de pólos e zeros, conceito de
pólos dominantes e redução de pólos. Transformada inversa de Laplace,
Resposta transitória e em regime permanente de sistemas dinâmicos de 1ª. e
2ª. ordem.
Estratégias de
controle
Controladores Proporcional (P), Proporcional-IntegraI (PI), ProporcionalDerivativo (PD) e Proporcional-Integral-Derivativo (PID); Técnicas de ajuste e
implementação
Controladores
Numéricos
Industriais
Modelagem não-paramétrica de processos industriais, ajuste de controladores
baseado na técnica da curva de reação. Estruturas de controladores PID
comerciais.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
DORF, Richard C. Sistemas de Controle Moderno. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
NISE, Norman S. Engenharia de Sistemas de Controle. São Paulo: LTC, 2000.
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de Controle Moderno. Rio de Janeiro: Prentice Hall,
2007.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de
Janeiro: LTC, 2005.
ASTROM, Karl J. HAGGLUND, Tore. PID Controllers: theory, design and tuning.
CARVALHO, J. L. Martins. Sistemas de Controle Automático. Rio de Janeiro: LCT, 2000.
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo B. São Paulo: Makron,
2004.
GARCIA, Cláudio. Modelagem e Simulação de Processos Industriais em Sistemas
Eletromecânicos. São Paulo: EDUSP, 2005.
MORAES, Cícero Couto; CASTRUCCI, Plínio de Lauro. Engenharia de Automação
Industrial. Rio de Janeiro: LCT, 2007.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
77
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA
HORÁRIA
80h
Processos de Automação na Manufatura – UC53
Módulo
5
HABILIDADES
Definir a plataforma do sistema:
Identificando as necessidades do cliente
Interpretando manuais e catálogos
Especificando equipamentos para a compra
Analisando Sistemas para manufatura
Gerando a documentação necessária para implementar o produto
Implementar o sistema:
Interpretando a Topologia do Sistema
Aplicando normas de higiene, saúde, segurança e meio ambiente
Coordenando equipes
Utilizando instrumentos de medida
Documentando alterações
Certificar o sistema:
Utilizando instrumentos de medida
Utilizando ferramentas computacionais
Elaborando o memorial descritivo
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deverá ser capaz de:
42. Aplicar o conceito de sistema de manufatura flexível (FMS) e aplicar os conceitos de
tecnologia de grupo, assim como reconhecer as diferentes tipologias de layout de
máquinas do chão de fábrica.
43. Utilizar e aplicar as ferramentas computacionais de desenho assistido por computador
(CAD – computer aided design), as ferramentas computacionais de projeto assistido por
computador (CAE – computer aided engineering) e as ferramentas computacionais de
fabricação assistida por computador (CAM – computer aided manufacturing);
44. Reconhecer e aplicar a programação de controle numérico computadorizado (CNC –
computadorized numeric control);
45. Reconhecer os conceitos de sistemas de fabricação flexível, assim como reconhecer um
ambiente de manufatura integrada por computador (CIM – computer integrated
manufacturing);
46. Utilizar a modelagem e a simulação em sistemas de produção.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
78
EMENTA
Sistema de Manufatura Flexível (FMS e CIM)
Sistemas CAx (CAD, CAE e CAM)
Controle Numérico Computadorizado (CNC)
Simulação dos Sistemas de Produção
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Sistema de
Manufatura
Flexível
(FMS e CIM)
Sistemas CAx
(CAD, CAE e
CAM)
Conteúdo
Conceitos processos de produção. Princípios básicos de sistemas
flexíveis de manufatura, células de produção, tecnologia de grupo. Tipos
de layout de chão de fábrica. Conceitos de manufatura integrada por
computador.
Conceitos básicos dos sistemas CAx. Desenho assistido por
computador (CAD). Construção de modelos. Fundamentação e
caracterização da malha dos sólidos. Projeto assistido por computador
(CAE). Características dos materiais. Análise e dimensionamento de
estruturas. Princípios e montagens de componentes. Análise de
interferências entre componentes. Fabricação assistida por computador
(CAM). Trajetória das ferramentas. Geração dos códigos.
Controle
Introdução. História. Conceitos básicos dos CNC. Definição dos eixos
Numérico
nas máquinas CNC. Pós-processadores. Códigos G e M. Processos de
Computadorizado
usinagem. Tipos de máquinas. Programação.
(CNC)
Simulação dos
Sistemas de
Produção
Histórico de simulação. Modelos de simulação. Simulação da Produção.
Conceitos Básicos. Criação de Modelos. Análise de Modelos. Natureza
da
Simulação.
Vantagens
e
desvantagens.
Aplicações
e
desenvolvimento de modelagens e simulações.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
CRUZ, Sergio da. Ferramentas de Corte, Dobra e Repuxo: estampos. São Paulo: Hemus,
2008.
GIESECKE, F.E. Comunicação Gráfica Moderna. São Paulo: Bookman, 2002.
LIMA, Cláudia Campos Netto Alves de. Estudo Dirigido de Autocad 2002. São Paulo:
Érica, 2004.
NICHOLAS, Aquilano. Fundamentos da Administração da Produção. São Paulo:
Bookman, 2001.
NOVASKI, Olívio. Introdução à Engenharia de Fabricação Mecânica. São Paulo: Edgar
Blucher, 2005.
SILVA, Sidnei Domingues da. CNC: programação de comandos numéricos
computadorizados: torneamento. São Paulo: Érica, 2007.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
79
CONCI, Aura; AZEVEDO, Eduardo. Computação Gráfica: teoria e prática. Rio de Janeiro:
Campus, 2008.
DEFFACI, Valdir. AutoCAd 2000: 2D, Básico. São Leopoldo: EPP Lindolfo Color, 2003.
SENAI/RS. Informações Tecnológicas de Mecânica. Porto Alegre: Diretoria de Educação e
Tecnologia, 2005.
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
80h
Controle Distribuído de Processos – UC61
Módulo
6
HABILIDADES
Definir a plataforma do sistema:
• Identificando as necessidades do cliente
• Interpretando manuais e catálogos
• Especificando equipamentos
• Analisando a topologia da rede
• Gerando a documentação necessária para implementar o produto
Implementar o sistema:
• Interpretando diagramas de sistemas de automação
• Aplicando normas de higiene, saúde, segurança e meio ambiente
• Coordenando equipes
• Utilizando instrumentos de medida e ferramentas
• Documentando alterações
Certificar o sistema:
• Utilizando instrumentos de medida
• Utilizando ferramentas computacionais
• Elaborando o memorial descritivo
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deverá ser capaz de:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
caracterizar a informática industrial aplicada ao controle de processos
aplicar os princípios da programação orientada a objetos
modelar sensores, controladores e atuadores
identificar a evolução dos sistemas de controle
orientar a aplicação e implementação das linguagens de programação
utilizar Ambientes de programação IEC61131-3
reconhecer os princípios associados à norma IEC61499
8. aplicar a metodologia IEC para desenvolvimento de projetos
EMENTA
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
80
−
−
−
−
−
−
Informática industrial aplicada ao controle de processos
Evolução dos sistemas de controle
Orientações para aplicação e implementação das linguagens de programação
Ambientes de programação IEC61131-3
Introdução à norma IEC61499.
Metodologia para desenvolvimento de projetos de automação
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Conteúdo
Informática
industrial aplicada
ao controle de
processos
Conceitos básicos, sistemas multitarefa, sistemas de tempo real, norma
IEC61131-3 e programação orientada a objetos (modelagem de sensores,
controladores e atuadores).
Evolução dos
sistemas de
controle
Controle de processos, motivação para adoção de sistemas abertos, realidade e
tendências de mercado.
Orientações para
aplicação e
implementação
das linguagens de
programação
Aplicação dos princípios de engenharia de software e orientações gerais.
Ambientes de
programação
IEC61131-3
Principais características e aspectos inerentes.
Introdução à
norma IEC61499
Aplicações distribuídas, interfaces para dados e eventos, encapsulamento e
reutilização de software, máquinas de estados disparadas por eventos,
interfaces e gerenciamento de serviços e portabilidade de software.
Metodologia para
desenvolvimento
de projetos
Gestão da automação, metodologia tradicional para desenvolvimento de
sistemas de automação versus metodologia normatizada e estudo de caso.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
ENCICLOPÉDIA de Automática. Vol.2. São Paulo: Edgard Blucher, 2007.
FONSECA, M. O.; SEIXAS FILHO, C.; BOTTURA FILHO, J. A. Aplicando a Norma IEC
61131 na Automação de Processos. São Paulo: ISA Press, 2008.
MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plínio de Lauro. Engenharia de Automação
Industrial. Rio de Janeiro: LCT, 2007.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
BERGE, Jonas. Fieldbuses for Process Control: engineering, operation and maintenance.
São Paulo: ISA Press, 2004.
CARO, Dick. Automation Network Selection. São Paulo: ISA Press, 2004.
TANENMAUM, Andrew S.; STEEN, Maarten Van. Sistemas Distribuídos: princípios e
paradigmas. São Paulo: Pearson, 2008.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
81
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
240h
Projetos de Integração – UC62
Módulo
6
HABILIDADES
Conceber um projeto de sistemas de automação:
- Atendendo os princípios da metodologia científica
- Definindo a tecnologia a ser utilizada,
- Atendendo legislação vigente e normas de saúde e segurança
- Utilizando ferramentas computacionais
- Definindo parâmetros de desempenho
- Definindo o custo benefício
Executar o projeto de sistemas de automação/telecomunicações:
- Implementando o projeto
- Certificando as etapas de execução
- Elaborando a documentação definitiva
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deverá ser capaz de:
1. Realizar o estudo de viabilidade econômica de um projeto aplicando os conceitos da
engenharia econômica
2. Aplicar os princípios da matemática financeira na escolha de equipamentos, tecnologia e
propostas comerciais.
3. Elaborar os diagramas de rede para garantir prazo, escopo, custo e qualidade do projeto
4. Fazer uso de planilhas eletrônicas, softwares específicos e calculadora eletrônica para
detalhamento do projeto, cálculo dos recursos, controle do fluxo de caixa e na solução de
problemas.
5. Dimensionar os prazos e folgas em um projeto, estabelecendo pontos de controle e
previsão estatística de conclusão
6. Selecionar e comparar projetos aplicando métodos, técnicas e metodologia específica
7. Desenvolver a documentação que constitui o Plano do Projeto, observando as
especificações e as áreas de conhecimento
8. Elaborar um mini TCC segundo os princípios da metodologia científica e as normas
técnicas vigentes
EMENTA
− Avaliação de investimentos
−
−
Modelagem de projetos
Documentação de projetos
− Metodologia para o trabalho científico
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
82
Ementa
Avaliação de
investimentos
Modelagem de
projetos
Conteúdo
Juros e taxa de juros; Juros simples e compostos; Amortização de dívidas; Série de
pagamentos uniformes postecipados e antecipados. Funções com MSExcel e calculadora
HP12C.
Conceitos básicos de engenharia econômica: ativos, balanço patrimonial, viabilidade
técnica x viabilidade econômica, contabilidade x finanças, princípio da preferência pela
liquidez, Depreciação contábil, contabilização do imposto de renda na venda de ativos;
Taxa mínima da atratividade; Custo de Oportunidade.
Gerenciamento econômico de processos operacionais: projeções de fluxo de caixa livre e
custos em processos; ponto de equilíbrio econômico; Payback simples e descontado;
valor presente líquido; taxa interna de retorno; taxa externa de retorno ou modificada;
valor ou custo uniforme líquido. Análise incremental de projetos; análise de riscos e
incertezas.
História do Gerenciamento de Projetos. Metodologias de Gerenciamento: PMI/PMBOK,
ISO 10006. Processo de Certificação do PMI. Programas, Projetos e Sub-Projetos. Ciclo
de vida do projeto e produto. Stakeholders, Influências e estruturas organizacionais.
Habilidades gerenciais. Influências político-sócio-econômicas. Grupos de processos do
projeto. Interações entre processos.
Documentação de
projetos
Termo de abertura. Declaração do escopo. Plano de gerenciamento do projeto. Controle
Integrado de Mudanças. EAP (WBS). Plano de Projeto; Avaliação financeira de Projetos:
orçamento e controle de custos. Planejamento e controle da Qualidade do projeto. Gestão
de Pessoas. Análise de riscos e elaboração de plano de ação; Gestão da Comunicação.
Gestão de Aquisições e Fornecedores. Gestão do Tempo: diagramas de rede,
PERT/CPM, alocação de recursos nas atividades, cálculo dos tempos e folgas das
atividades, cronograma, softwares de gerenciamento. Integração do projeto.
Metodologia para o
trabalho científico
Tipos de conhecimento; etapas da pesquisa científica; normas técnicas ABNT para escrita
de relatórios acadêmicos; NBR_14724, NBR_6024, NBR_6027, NBR_10520,
NBR_6023; Pesquisa bibliográfica, descritiva, experimental, exploratória, seminário de
estudos, estudos de caso.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
Aprendendo Metodologia Científica: uma orientação para os alunos da graduação. São Paulo:
O Nome da Rosa, 2000.
CERVO, A. L.; BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. São Paulo: Makron, 2002.
MAXIMILIANO, Antônio César Amaru. Administração de Projetos: como transformar
idéias em resultados. São Paulo: Atlas, 2007.
PRADO, Darci. Planejamento e Controle de Projeto. São Paulo: IMDG TecS, 2004.
SOUZA, Francisco de Chagas. Escrevendo e Normatizando Trabalhos Acadêmicos: um
guia metodológico. Florianópolis: UFSC, 2001.
VALERIANO, Dalton. Moderno Gerenciamento de Projetos. São Paulo: Pearson Education,
2008.
VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de Projetos: estabelecendo diferenciais
competitivos. Rio de Janeiro: Brasport, 2007.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos da
Metodologia Científica: um guia para a iniciação científica. 2ed. São Paulo: Prentice Hall, 2007.
MANZANO, André Luiz; Manzano, Maria Izabel. TCC: Trabalho de Conclusão de Curso Utilizando
o Microsoft Office Word 2007. São Paulo: Érica, 2010.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
83
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA
HORÁRIA
80h
Instrumentação – UC63
Módulo
6
HABILIDADES
Definir a plataforma do sistema:
Utilizando instrumentos e ferramentas de medidas dos transdutores.
Aplicando os fundamentos teóricos e princípios físicos da instrumentação.
Utilizando as interfaces e transdutores.
Medindo parâmetros de desempenho de um circuito de instrumentação.
Atendendo normas técnicas de instrumentação
Interpretando manuais e catálogos e diagramas de sistemas de instrumentação.
Projetando circuitos de instrumentação.
Implementar o sistema:
Programando sistemas de instrumentação.
Certificar o sistema:
Verificando através de instrumentos de medida e ferramentas computacionais o
funcionamento dos sistemas de instrumentação.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deverá ser capaz de:
1. Reconhecer os fundamentos teóricos e princípios físicos da instrumentação;
2. Medir através de equipamentos os parâmetros de desempenho de um circuito de
instrumentação;
3. Interpretar manuais, catálogos e diagramas de sistemas de instrumentação;
4. Identificar o funcionamento dos sensores industriais;
5. Aplicar as técnicas de teoria de circuito;
6. Projetar circuitos de instrumentação;
7. Reconhecer o funcionamento dos sensores industriais;
8. Especificar, com base na análise dos circuitos eletrônicos, digitais e analógicos os
parâmetros necessários para a implementação dos sistemas de instrumentação;
9. Implementar dispositivos eletrônicos inteligentes;
10. Programar em linguagem C a lógica dos dispositivos eletrônicos inteligentes.
EMENTA
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
Conceitos de instrumentação
Fundamentos de estatísticas
Teoria e propagação de erro
Sistemas de medição
Conceitos fundamentais da instrumentação
Especificação de sensores analógicos
Transdutores de temperatura
Procedimentos experimentais
Interfaces
Condicionadores de sinal
Unidades de indicação
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
84
−
−
Sistema de medição
Sistemas de controle
− Especificação dos sensores industriais
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Conteúdo
Conceitos de
instrumentação
Método cientifico, grandezas físicas, unidade de medida
Fundamentos de
estatísticas
Medidas de tendência central: média, mediana, moda, média
geométrica.
Conceitos de probabilidade e estatística: fundamentos sobre
probabilidade, distribuição e estatística
Teoria e propagação
de erro
Derivadas parciais, introdução a estatística, propagação do erro,
método de Kleine e McClintock, erros nos instrumentos analógicos,
erro de paralaxe, erro de interpolação.
Sistemas de medição
Conceitos
Fundamentais da
instrumentação
Especificação de
sensores analógicos
Desempenho dos sistemas de medição, calibração, características
de instrumentos: faixa, resolução, sensibilidade, linearidade,
histerese, exatidão, precisão, relação sinal ruído, estabilidade,
isolação, resposta em freqüência
Matéria e energia, fenômeno físico e químico, propriedade da
matéria, estados físicos, mudança de estado, transferência de
energia, termometria, escalas de temperatura.
Introdução de sensores e transdutores analógicos, conceitos
fundamentais de temperatura, pressão, posição e aceleração,
medição de força, medição torque, medição de nível, medição de
vazão, acionamentos eletromecânicos.
Transdutores de
temperatura
Transdutores: medição de temperatura, termômetros de dilatação
de líquidos, termômetro bimetálicos, sensores resistivos de
temperatura, termopares, pirômetro de radiação,
Procedimentos
experimentais
Conceitos teóricos: utilização de instrumentos de medição de
grandeza elétrica
Condicionadores de
sinal
Principio da alavanca, indicadores, trem de engrenagens, ponte de
Wheatstone, potenciômetro, amplificadores.
Unidades de
indicação
Indicadores de ponteiro e escala, indicadores ópticos, registro
gráfico, osciloscópio de raio catódico.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
85
Sistema de medição
Medição de tempo e freqüência, medição de velocidade angular,
medição de distância, sistema de medição de nível.
Sistema de controle
Sistema de realimentação, instabilidade e realimentação negativa,
sistema de controle de processos, válvulas de controle,
servomecanismo.
Especificação dos
sensores industriais
Fundamentos de medição de pressão, medição de forças e torque,
medição de nível.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
BALBINOT, Alexandre; BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e Fundamentos
de Medidas. V. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
BALBINOT, Alexandre; BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e Fundamentos
de Medidas. V. 2. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
BEGA, Egídio Alberto. Instrumentação Industrial. São Paulo: Interciência, 2006.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
BERGE, Jonas. Fieldbuses for Process Control: engineering, operation and maintenance.
São Paulo: ISA Press, 2004.
CARO, Dick. Automation Network Selection. São Paulo: ISA Press, 2009.
COTRIM, A. Instalações Elétricas. São Paulo: Makron Books, 1992.
ROSÁRIO, João Maurício. Princípios de Mecatrônica. São Paulo: Pearson, 2005.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
86
NOME DA UNIDADE CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
Libras
60h
HABILIDADES
1. Representar por meio da linguagem de sinais, palavras, frases e pequenos diálogos
1.1
Compreendendo o significado das estruturas gramaticais
1.2
Compreendendo o sentido de frases e diálogos
1.3
Articulando palavras e frases conforme a língua brasileira de sinais
2. Interpretar/ dramatizar pequenos diálogos e ou episódios
1.4
Representando diálogos/episódios propostos
1.5
Ensaiando com o grupo
1.6
Fazendo as apresentações
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O aluno deve ser capaz de:
− Compreender os fundamentos da educação de surdos;
− Utilizar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) em contextos escolares e não escolares.
EMENTA
−
−
Introdução: aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez
A Língua de Sinais Brasileira - Libras: características básicas da fonologia
− Noções básicas de léxico, de morfologia e de sintaxe. Noções de variação
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ementa
Conteúdo
Introdução:
aspectos clínicos,
educacionais e
sócioantropológicos da
surdez
Breve introdução aos aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez;
alfabeto manual ou dactilológico;
sinal-de-Nome;
características básicas da fonologia de Libras: configurações de mão, movimento, locação,
orientação da mão, expressões não-manuais;
Praticar Libras: o alfabeto; expressões manuais e não manuais.
A Língua de Sinais
Brasileira - Libras:
características
básicas da
fonologia
Sistematização do léxico: Números, Expressões socioculturais positivas: cumprimento,
agradecimento, desculpas etc. , Expressões socioculturais negativas: desagrado,
impossibilidade etc.; Introdução à morfologia da Libras: nomes (substantivos e adjetivos),
alguns verbos e alguns pronomes; Praticar Libras: diálogos curtos com vocabulário básico.
Noções básicas de
léxico, de
morfologia e de
sintaxe
Noções de
variação.
Noções de tempo e de horas; Aspectos sociolingüísticos: variação em Libras; Noções da
sintaxe da Libras: frases afirmativas e negativas; Praticar Libras: diálogo e conversação
com frases simples.
BIBLIOGRÁFIA BÁSICA
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
87
−
−
−
KARNOPP Lodenir e KLEIN, Madalena. A língua na Educação do Surdo . Secretária da
Educação. Governo do Estado ; Porto Alegre , 2005.
BOTELHO Paula. A linguagem e Letramento na Educação dos Surdos. Porto Alegre: Editora
Autentica, 2002.
LOPES. Maura C. e THOMA, Adriana da S. A invenção da surdez: Cultura, alteridade,
identidade e diferença no campo da educação. Santa cruz do sul: Edunisc, 2004.
BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR
−
−
SANTANA , A, P. de. Surdez e linguagem . São Paulo : Plexus Editora 2007
ACREDOLO, L&GOODWYN,S. Sinais a Linguagem do Bebê: como se comunicar com seu
bebê antes que o bebê possa falar. São Paulo;M.Books do Brasil Editora ltda ,2003
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
88
13 ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO
O estágio não‐obrigatório está regulamentado na Lei nº. 11.788, de 25 de setembro
de 2008 e que tem por objetivos propiciar experiência prática complementar, a preparação
para o trabalho produtivo e favorecer a aprendizagem de competências próprias de
atividades profissionais e o desenvolvimento para a vida cidadã.
O estágio não‐obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, de livre
escolha do educando podendo ser desenvolvido a partir do primeiro módulo, inclusive.
As atividades de monitorias e de iniciação científica, desenvolvidas pelo aluno, são
equiparadas ao estágio não‐obrigatório.
A direção da Faculdade designa professores de seu quadro, com formação ou
experiência profissional na área de conhecimento para orientar e supervisionar o estágio
não‐obrigatório dos alunos, de acordo com os critérios estabelecidos pela legislação vigente.
O acompanhamento do estagiário envolve a análise dos aspectos técnicos, profissionais e
humanos.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
89
14 MONITORIA
O programa de monitoria foi implantado na Faculdade em dezembro de 2007 pela
resolução nº. 6, do Conselho Superior, de 05 de dezembro de 2007 e tem por finalidade
contribuir para despertar o interesse dos alunos do curso para a atividade docente,
aproveitando das competências obtidas durante a sua formação acadêmica.
Os monitores do curso exercem atividades de apoio aos alunos para estudos e
revisão de conteúdos, de auxilio aos professores na organização e preparação de práticas de
laboratório, material didático, levantamento bibliográfico e planejamento de atividades de
ensino, pesquisa e extensão.
O trabalho de monitoria é exercido por alunos selecionados conforme as condições
estabelecidas e supervisionados por docentes responsáveis pelas unidades curriculares. As
diretrizes para monitoria estão estabelecidas no documento Regulamento do Programa de
Monitoria.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
90
15 PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
A prática pedagógica docente tem por foco a aprendizagem do aluno, orientando
ações para propiciar a integração entre a teoria e a prática, favorecendo a capacidade de
construção e gestão do conhecimento, o autodesenvolvimento contínuo e a incorporação
consciente e crítica da ética das relações humanas, envolvidas em situações profissionais,
permitindo ao educando apropriar‐se não só do conteúdo, mas, a partir dele, Aprender a
Aprender.
A possibilidade de integrar teoria e prática proporciona ao educando vivenciar
situações e experiências similares as reais, possibilitando a aplicação dos conhecimentos que
estão sendo construídos ao longo do curso.
As estratégias de ensino são desenvolvidas através de metodologias integradoras,
buscando a interdisciplinaridade e a contextualização. São utilizados métodos e técnicas
socializados, que possibilitam a mobilização de conhecimentos estimulando o raciocínio, a
reflexão, a criatividade e o desenvolvimento de qualidades pessoais. Para isso são
empregadas as seguintes práticas pedagógicas:
Aulas Expositivas Dialogadas / Conversação Didática: Esta prática pedagógica se
apresenta como situação de trabalho conjunto entre educandos e docentes e atinge seus
objetivos quando os conhecimentos se tornam atividades de pensamento dos educandos e
meios para o desenvolvimento das competências. As atividades/discussões são
contextualizadas e correlacionadas com a realidade onde são aplicadas, de forma que os
conteúdos possam adquirir sentido e sejam realmente significativos.
Aulas em Laboratórios: As aulas em laboratório são inerentes a natureza do Curso e
articuladas pedagogicamente com as Unidades Curriculares constituindo‐se em processo de
experimentação e vivência ao longo do mesmo. Possibilitam o desenvolvimento de estudos
de caso, de projetos, de questões apresentadas anteriormente ou formuladas no momento,
de solução de problemas, e de qualidades pessoais. Para construir estas soluções, os
educandos necessitam articular os seus conhecimentos, integrando conteúdos para tomar
uma série de decisões que poderão levá‐los ao alcance de um objetivo consistente.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
91
Situações Problema: É um procedimento didático ativo, uma vez que o educando é
colocado diante de uma situação problemática e para a qual tem de apresentar
sugestão(ões) de solução, conforme a natureza do problema proposto, com base em
estudos anteriormente efetuados e na busca de novos conhecimentos. Possibilita
desenvolver o espírito crítico, a iniciativa e autoconfiança, habilidades de investigação,
observação e formulação de hipóteses promovendo a aproximação da teoria com sua
aplicabilidade. O docente tem um papel importante, pois exerce as funções de selecionar
problemas desafiantes, atuais e adequados aos alunos, de planejar e preparar o ambiente
para o trabalho, e de estimular os alunos a organizarem suas próprias investigações, além de
manter ativas as discussões.
Estudo de texto: exposição de idéias de um autor a partir do estudo crítico de um
texto, com objetivo de buscar informações e explorar idéias dos autores estudados. As
atividades poderão ser contempladas através de análises textuais, temáticas, interpretativas,
problematização e síntese. A avaliação poderá ser realizada através da produção escrita ou
oral, com comentários do estudante, tendo em vista as habilidades de compreensão, análise,
síntese, julgamento, inferências e interpretação dos conteúdos fundamentais e as
conclusões a que chegou.
Projetos Integradores: esta prática de ensino tem por características fundamentais a
autenticidade e a intencionalidade de sua proposta que envolve complexidade e resolução
de problemas e onde, a responsabilidade e a autonomia dos educandos são essenciais, pois
eles são co‐responsáveis pelo trabalho e pelas escolhas durante o desenvolvimento do
mesmo. Traz uma nova perspectiva para o processo de ensino e aprendizagem, onde o
conhecimento é construído em estreita relação com o contexto em que é utilizado. É um
processo global e complexo, onde conhecer e intervir no real não se encontram dissociados,
aprende‐se participando, vivenciando sentimentos, tomando atitudes diante dos fatos,
escolhendo procedimentos para atingir determinados objetivos. Ensina‐se não só pelas
respostas dadas, mas principalmente pelas experiências proporcionadas, pelos problemas
criados, pela ação desencadeada. Ao participar de um projeto, o educando está envolvido
em uma experiência educativa em que o processo de construção de conhecimento está
integrado às práticas vividas.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
92
Visitas Técnicas: O objetivo das visitas é oportunizar, através da observação sistêmica
a contextualização de conhecimentos adquiridos, a identificação de processos nas empresas,
as novas tecnologias, bem como promover a aproximação com o mercado de trabalho.
Seminários/Palestras Técnicas: o contato com as tecnologias de ponta, utilizadas por
empresas especializadas no setor resulta num enriquecimento para a formação do educando
propiciando constante atualização troca de informações e experiências. O desenvolvimento
dessa estratégia possibilita a mobilização e construção do conhecimento através da
discussão e do estabelecimento das relações entre teoria e prática.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
93
16 FLEXIBILIDADE CURRICULAR
16.1 Aceleração de Estudos/Aproveitamento de Competências
Será facultado ao aluno regularmente matriculado no curso, requerer o
aproveitamento de competências já desenvolvidas e diretamente vinculadas ao perfil
profissional do curso. Tais competências podem ser oriundas de cursos profissionais de nível
técnico, de outros cursos de nível superior ou ainda, adquiridas no mundo do trabalho, nos
termos do artigo 41 da LDB.
O aproveitamento de competências pode ser obtido de duas formas:
− Competências adquiridas em outros cursos superiores. A solicitação de
aproveitamento será objeto de detalhada análise dos programas desenvolvidos, à
luz do perfil profissional de conclusão do curso.
− Competências profissionais adquiridas no trabalho ou em outros cursos são
reconhecidas através da avaliação individual do aluno. A avaliação teórica ou
prática visa estabelecer uma relação entre os conhecimentos evidenciados pelo
educando e o efetivo desenvolvimento de competências previstas no perfil
profissional do curso.
O coordenador do curso é responsável pelo processo de aproveitamento de
conhecimentos para aceleração de estudos, levando em conta o que estabelece o Parecer
CNE/CP nº. 29, de 03/12/2002:
“Essa avaliação deverá ser concretizada, necessariamente, de forma personalizada e não
apenas por análise de ementas curriculares. Não basta haver correspondência entre eventuais
conteúdos programáticos. O que deve ser avaliado, para fins de prosseguimento de estudos, é o
efetivo desenvolvimento de competências previstas no perfil profissional de conclusão do curso.” (...)
O aproveitamento de competências deve corresponder integralmente a Unidade
Curricular e não pode exceder a 25% (vinte e cinco por cento) da carga horária total do
curso.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
94
16.2 Certificações Intermediárias
O curso possibilita certificações que oportunizam a inserção e valorização do aluno
no mercado de trabalho durante o período de formação. Ao longo do curso o aluno irá obter
3 (três) certificações de qualificação profissional de nível tecnológico que expressam as
grandes unidades de competências do curso (Instalar, Manter e Integrar). São previstas as
seguintes certificações intermediárias, ao aluno.
Conclusão de
UC ou
Módulo
Certificado Intermediário Recebido
Módulo II
Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Instalador de Sistemas de
Automação Industrial;
Módulo IV
Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Mantenedor de Sistemas
de Automação Industrial
Módulo VI
Qualificação Profissional de Nível Tecnológico de Integrador de Sistemas de
Automação Industrial
16.3 Percurso de Formação
O acadêmico considerado não apto em 1 (uma) unidade curricular terá a
oportunidade de realizar uma avaliação final. Esta avaliação compreende o conjunto das
habilidades previstas para toda a unidade curricular e ocorrerá após o encerramento do
módulo e antes do início do módulo posterior.
O acadêmico não apto na unidade curricular tem também as seguintes opções:
− Matricular‐se somente na unidade curricular em que obteve o conceito não apto;
− Matricular‐se na unidade curricular em que obteve o conceito não apto (em turno
inverso, se houver turma e vaga) e também no módulo subsequente, desde que
este seja o módulo II, IV ou VI.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
95
17 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINOAPRENDIZAGEM
Sendo o desenho curricular estruturado com base nas competências do perfil
profissional, a avaliação também é concebida de forma adequada à abordagem de
competências.
Dessa forma, implementamos uma avaliação de competências essencialmente
qualitativa, transparente e participativa, envolvendo alunos e docentes. É um processo
contínuo e cooperativo de coleta de evidências centrada no sujeito e na qualidade de seu
desempenho, tendo por referência as competências definidas no perfil profissional.
A avaliação de competências tem como foco a mobilização das distintas
competências em contextos reais ou simulados, indo além da aprendizagem de tarefas
isoladas.
A abrangência da avaliação compreende os seguintes critérios:
− A verificação do desenvolvimento de habilidades dos alunos, atributos
relacionados ao saber‐fazer: aos saberes (domínio cognitivo, conjunto de
conhecimentos necessários), ao saber ser (atitudes/qualidades pessoais) e ao
saber agir (práticas no trabalho);
− O acompanhamento no desenvolvimento de atitudes/qualidades pessoais
(comportamentos e valores demonstrados no contexto de trabalho, para alcançar
o desempenho descrito);
− O acompanhamento do aluno conscientizando‐o de seus avanços e dificuldades
(verificação da aprendizagem, mediante instrumentos diversificados e apoio com
atividades de forma simultânea e integrada ao processo de ensino e
aprendizagem);
− A verificação das competências desenvolvidas, entendida como a mobilização de
conhecimentos, de habilidades e de atitudes necessários para solução de
problemas e desempenho de atividades.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
96
Durante o módulo, o desempenho do aluno é avaliado através de instrumentos de
avaliação coletivos e individuais, conforme critérios estabelecidos no Plano de Ensino. A
avaliação tem caráter integrador, uma vez que existe um crescimento gradativo na
mobilização dos conhecimentos, habilidades e atitudes desenvolvidos durante o módulo.
O padrão de desempenho associado aos critérios de avaliação é entendido como um
referencial de comparação que provê condições para a efetiva avaliação de desempenho do
aluno.
Os instrumentos de avaliação avaliam os Padrões de Desempenho expressos no
Projeto Pedagógico do Curso – PPC. A cada padrão de desempenho é atribuído o conceito:
− D (Demonstrou)
− N (Não Demonstrou)
Recuperação de Conteúdos: É parte integrante do processo de desenvolvimento das
competências, sendo realizada de forma simultânea e integrada, através de atividades de
apoio, retomada de conteúdos e atendimentos individuais.
Recuperação de Conceitos: Para cada Padrão de Desempenho com conceito N (Não
demonstrou), é oferecida uma oportunidade de recuperação em período estabelecido no
calendário acadêmico. O conceito obtido substitui o conceito anterior.
Ao final do módulo o aluno recebe o conceito A, B ou C para cada Unidade Curricular,
de acordo com os seguintes critérios:
Conceito
Critério
Situação Final
A
100% a 90% dos Padrões de Desempenho DEMONSTRADOS
Apto
B
89% a 70% dos Padrões de Desempenho DEMONSTRADOS
Apto
C
69% a 0% dos Padrões de Desempenho DEMONSTRADOS
Não Apto
Avaliação Final: É a avaliação realizada entre períodos letivos, na data estabelecida
no calendário acadêmico. Tem direito a esta avaliação o aluno que obteve conceito C em
apenas uma unidade curricular no módulo.
Nesta avaliação são reavaliados todos os
conhecimentos, habilidades e atitudes da UC.
A situação final APTO está condicionada a frequência mínima exigida de 75% (setenta
e cinco por cento) do total da carga horária das Unidades Curriculares em que o aluno
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
97
estiver matriculado. Os regulamentos nº. 02 e nº. 03, do Conselho do Curso, de 11 de
setembro de 2008, fixam normas sobre Abono de Faltas e Realização de Exercícios
Domiciliares, respectivamente.
Ao educando que não comparecer às avaliações de aprendizagem, é concedido outra
oportunidade para realizá‐las, desde que venha a requerê‐la no prazo estabelecido e
comprove impedimento legal, conforme estabelecido no regulamento nº. 01, de 16 de junho
de 2008, do Conselho do Curso.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
98
18 COORDENAÇÃO DO CURSO
O coordenador de curso é referência de contato com os demais docentes e o elo de
ligação entre estes e a direção, assegurando que as ações pedagógicas sejam desenvolvidas
em consonância com a missão, os princípios institucionais, a política da qualidade e os
objetivos do curso. Esta articulação visa garantir a coerência do currículo e do projeto
pedagógico com as diretrizes curriculares aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação,
favorecendo a aplicação de metodologias de ensino adequadas à concepção do curso,
incluindo abordagens de ensino, procedimentos e recursos didáticos apropriados e
atualizados. As principais atividades estão relacionadas com a gestão didático‐pedagógica,
infraestrutura, gestão política e institucional do curso.
O coordenador atua sistematicamente, identificando oportunidades para melhoria
do PPC e da infraestrutura do curso, através da ampliação e modernização da estrutura
física, dos equipamentos e procedimentos. Suas ações são tomadas tendo como base o
resultado obtido nos instrumentos de avaliação interna, ENADE e demais avaliações
externas. Entre suas responsabilidades está a consonância entre as decisões do curso e as
normas da instituição, obedecendo às hierarquias estabelecidas, sempre que ocorrer
abertura e tramitação de processos. O coordenador do curso participa do recrutamento, da
seleção de docentes e dos órgãos colegiados da Faculdade.
As atribuições do coordenador do curso estão descritas na seção I do Regimento da
Faculdade. O Diretor da Faculdade designa o coordenador do curso, respeitadas as
condições estabelecidas no Regimento e no Plano de Cargos e Salários do SENAI‐RS.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
99
19 CORPO DOCENTE
O corpo docente de curso deve ser constituído por docentes com titulação obtida em
programas de pós‐graduação lato sensu ou stricto sensu, sendo que 50% (cinquenta por
cento) destes, pelo menos, devem possuir titulação obtida em programas de pós‐graduação
stricto sensu e, preferencialmente, com experiência no magistério superior e experiência
profissional não acadêmica na área do curso, somadas, de no mínimo 3 anos.
A contratação de docentes ocorre através de processo seletivo divulgado em jornais
de grande circulação, onde é descrito o perfil desejável do docente. O processo seletivo é
composto pela análise curricular, comprovação de titulação, entrevista técnica e
apresentação de uma miniaula. Em 2011/2 o Corpo Docente do curso de Automação
Industrial está assim constituído:
Professor
Alexandre Gaspary Haupt
André Luís Bianchi
Antônio C. Pedra
Edir dos Santos Alves
Édison Dachi
Fausto Bastos Líbano
Frederico Sporket
Geraldo Fulgêncio de O. Neto
Hermes José Gonçalves Jr.
Jorge Kunrath
Luciano Anacker Leston
Luciano Fonseca Chaves
Márcia Angélica Mendes
Paulo Ricardo Fraga
Rafael Bezerra de Oliveira
Renato Ely Castro
Ricardo Hessel
Sergio Helegda
UC - Turno
UC32 - N
UC25 - M, U43 - M
UC41 -M/N
UC12 -M, UC33 –N
UC32 -N, UC62 -M/N
UC21 –M, UC42 -M
UC23 -M/N
UC12 –N
UC51-M, UC31 -N, UC63 -M/N
UC22-M/N, UC62 M/N
UC43 - M/N, UC53 - M(/N
UC25 –N
UC52 - M/N
UC13 -M/N
UC11 -M/N, UC24 - M/N
UC41 -N, UC51 -M/N
UC11 -M, UC41- M, UC61 -M/N
UC11 - N, UC21 – N
UC32 - N, UC42 - N
Formação
Mestre
Mestre
Doutor
Mestre
Mestre
Doutor
Mestre
Mestre
Mestre
Espec.
Legenda: TP‐ Tempo Parcial TI – Tempo Integral H ‐ Horista
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
100
Mestre
Mestre
Mestre
Espec.
Mestre
Espec.
Mestre
Mestre
Dedic.
TI
TP
TP
TP
TI
TP
TP
TP
TI
TP
TP
TP
TP
H
TI
TI
TP
H
19.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE)
O NDE é constituído por docentes do curso, que exercem liderança acadêmica no
âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos na área e no desenvolvimento
do ensino, tendo por finalidade apoiar e assessorar a Faculdade na concepção, consolidação
e contínua atualização do projeto pedagógico do curso.
O primeiro NDE do curso foi designado pelo Diretor em 01 de junho de 2009.
Para atender o Parecer CONAES nº. 4, de 17 de junho de 2010, o Conselho Superior
da Faculdade aprovou o regulamento do NDE através da Resolução nº. 17, de 17 de
dezembro de 2010 estabelecendo as atribuições, a constituição, a titulação, a formação
acadêmica dos docentes, as atribuições do coordenador e demais orientações relacionadas
com as atividades do núcleo.
Em 07 d fevereiro de 2011 o diretor da Faculdade faz a designação do atual núcleo
Docente Estruturante (NDE), assim constituído:
PROFESSOR
Alexandre Gaspary Haupt
Édison Dachi
Fausto Bastos Líbano
Hermes José Gonçalves Jr.
Rafael Bezerra de Oliveira
EXP.
DOCENTE
EXP.
PROFIS.
(ANOS)
(ANOS)
13
17
32
6
4
5
FORMAÇÃO
DEDIC.
Mestre
Mestre
Doutor
Mestre
Mestre
Integral
Integral
Tempo Parcial
Integral
Integral
21
7
3
7
20 INFRAESTRUTURA
20.1 Laboratórios
As aulas em laboratório são inerentes à natureza do curso e estão articuladas
pedagogicamente com as unidades curriculares, constituindo‐se em processo de
experimentação e vivência. Para isso, o curso dispõe de 7(sete) laboratórios específicos
(Automação Industrial, Instalação Elétrica, Mecânica, Redes Industriais, Mecânica:
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
101
CNC/Robótica/Acústica e Vibração , Eletroeletrônica e Eletrônica), 3(três) laboratórios de
Informática e 1(um) laboratório de informática, disponível extraclasse nos três turnos,
utilizado exclusivamente, pelos alunos, como sala de estudos.
AMBIENTE
LABORATÓRIO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
2
ÁREA (m )
SALA Nº.
100
DATA
032
VERSÃO
14/05/2011
1.0
FINALIDADE
Realizar estudos e práticas que abordam assuntos relacionados microcontroladores,
Controladores lógicos Programáveis (CLP) e Instrumentação.
EQUIPAMENTOS (HARDWARE INSTALADO)
ESPECIFICAÇÕES
Computador PC com monitor, mouse, teclado e acesso a internet.
Projetor Multimídia
Tela de projeção, branca, retrátil
Kit CLP Siemens CPU S7-200
(Fonte de Alimentação, CLP Siemsns S7-200, IHM, Módulo AD, Módulo Rede)
Kit Desenvolvimento Microcontroladores - Datapool
Simulador de controle automatico de temperatura - ket 1020
Acionamento com proteçao e temporizaçao motor - ket1030
Simulador de controle automatico de nivel - ket 1040
Gerador de sinais simulaçao em redes eletricas
QTDE.
16
1
1
12
07
01
01
01
02
Ferramentas / instrumentos de medida
ESPECIFICAÇÕES
Kit de ferramentas (Alicate bico, alicate de corte, chave de fenda)
Osciloscópio Analógico
Osciloscópio Digital
DESCRIÇÃO (SOFTWARE INSTALADO, E/OU OUTROS DADOS)
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
102
QTDE.
15
15
6
- Windows XP – Sistema operacional
- 7-Zip 4.65
- Adobe Flash Player
- Adobe Reader 9
- CoolPack
- CutePDF Writer 2.7
- EAGLE 5.8
- Elipse SCADA 2.29
- EzOPC V5.4
- Graph 4.3
- Java ™ 6
- MasterTool IEC 1.04
- MasterTool Programming 3.84
- MasterTool Programming-Módulos Função 2.02
- MATLAB R2006a
- McAfee VirusScan
- Microsoft Office Professional Edição 2003
- Microsoft Office Project Professional 2003
- MPLAB Tools v8.46
- Proteus 7 Demonstration
- S7-200 Explorer V1.0.2.29
- SIMATEC STEP 7-Micro/WIN V4.0.2.29
- TD Keypad Designer V1.0.2.29
- Windows Internet Explorer 8
- Windows Media Player 11
- EPIC Win
OBSERVAÇÕES
−
−
O laboratório possui acesso a Internet e intranet.
As ferramentas e equipamentos de medições complementares para a realização de aulas práticas
estão disponíveis na Central de Recursos Instrucionais (CRI).
AMBIENTE
LABORATÓRIO DE MECÂNICA – Robótica – CNC – Acústica e Vibração
2
ÁREA (m )
SALA Nº.
100
DATA
034
VERSÃO
14/05/2011
1.0
FINALIDADE
Realizar estudos e práticas que abordam processos de fabricação, robótica e manutenção
preditiva através do estudo da vibração.
EQUIPAMENTOS (HARDWARE INSTALADO)
ESPECIFICAÇÕES
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
103
QTDE.
Computador PC com monitor, mouse, teclado
Projetor Multimídia
Tela de projeção, branca, retrátil
Robô Scorbot – Braço ariculado com 6 graus de liberdade
Robô Kawasaki – Profissional
Torno CNC ROMI - Modelo 3D Centur
Alto falante Omnidirecional
Amplificador de Potência
Computador Industrial –Compact Rio National Instruments
Módulo Entrada / saída analógica
Touch Painel
Fonte de Alimentação
Microfones
Acelerômetros
Calibrador Acústico
Calibrador de Pressão Sonora
Pré Amplificador
Pistomfone
Calibrador para acelerômetro
Conjunto Bases Magnéticas
08
01
01
03
02
01
01
01
01
02
01
01
04
04
01
01
01
01
01
01
DESCRIÇÃO (SOFTWARE INSTALADO, E/OU OUTROS DADOS)
− Windows XP – Sistema operacional
− Pacote Office Básico – Word, Excel e Power Point
- 7-zip 4.65
- Adobe Flash Palyer
- Adobe Reader 9
- CutePDF Writer 2.7
- Java 6
- Matlab 2006 R2a
- McAfee VirusScan Enterprise
- Mozila Firefox
- PC-Roset 3.26
- Robocell For Controller -USB
- Software da National Instruments - LAbView
- Windows Internet Explorer 8
- Windows Media Player 11
OBSERVAÇÕES
−
As ferramentas e equipamentos de medições complementares para a realização de aulas práticas
estão disponíveis na Central de Recursos Instrucionais (CRI).
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
104
AMBIENTE
LABORATÓRIO DE INSTALAÇÃO ELÉTRICA
2
ÁREA (m )
SALA Nº.
98
DATA
030
VERSÃO
14/02/2011
1.0
FINALIDADE
Promover práticas de instalação de sistemas elétricos e cabeamento estruturado. Neste
laboratório o aluno dispõe de postos de trabalho e ferramentas, instrumentos e
componentes utilizados para realizar instalação, análise e certificação de redes de energia e
lógica.
EQUIPAMENTOS (HARDWARE INSTALADO)
ESPECIFICAÇÕES
Computador PC com monitor, mouse, teclado e acesso à Internet.
Projetor Multimídia
Tela de projeção, branca, retrátil
Painel vertical (para instalações elétricas com quadro de comando elétrico e Distribuidor
Geral para Telecomunicações
Rack aberto de 36U
Rack fechado de 8U
Armário de telecomunicações
Central Telefônica analógica
Inversor de frequência
Motor elétrico 1/4 CV 4 POLOS NEMA-56 - EBERLE
QTDE.
1
1
1
10
3
1
1
1
9
10
EQUIPAMENTOS PARA ANÁLISE E MEDIÇÃO
ESPECIFICAÇÕES
Multímetro digital
Multímetro analógico
Luxímetro
Capacímetro
QTDE.
10
02
02
02
FERRAMENTAS
ESPECIFICAÇÕES
Kit Ferramentas (Alicate corte, alicate bico, chave de fenda, desencapador de fis e cabos
luvas
Óculos de segurança
DESCRIÇÃO (SOFTWARE INSTALADO, E/OU OUTROS DADOS)
−
Windows XP – Sistema operacional
−
McAfee VirusScan Enterprise – Antivírus
−
Mozilla Firefox – Navegador de Internet
−
Windows Internet Explorer – Navegador de Internet
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
105
QTDE.
10
34
34
−
CutePDF – Software para criar arquivos no formato pdf
−
Pacote Office Básico – Word, Excel e Power Point
−
Acrobat Reader – Software para leitura de arquivos no formato pdf
OBSERVAÇÕES
−
−
−
O Laboratório contem componentes elétricos diversos para montagens em aulas práticas.
O Laboratório possui encaminhamentos exclusivos para práticas de instalação de rede elétrica e
lógica.
As ferramentas e equipamentos de medições complementares para a realização de aulas práticas
estão disponíveis na Central de Recursos Instrucionais (CRI).
AMBIENTE
LABORATÓRIO MECÂNCIA (ELETROPNEUMÁTICA E METROLOGIA)
2
ÁREA (m )
100
SALA Nº.
DATA
220
VERSÃO
14/05/2011
1.0
FINALIDADE
Realizar estudos e práticas que abordam assuntos relacionados termodinámica, pneumática
e eletropneumática, sistemas de ar comprimido, medidas de dimensões de peças,
rolamentos, lubrificação, manutenção preditiva, bem como a Simulação de sistemas
pneumáticos e hidráulicos.
EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO (HARDWARE INSTALADO)
ESPECIFICAÇÕES
Computador PC com monitor, mouse, teclado e acesso à Internet.
Projetor Multimídia
Tela de projeção, branca, retrátil
QTDE.
17
1
1
EQUIPAMENTOS DA SALA DE ATIVOS DE REDE (SALA ANEXA)
ESPECIFICAÇÕES
Bancada FESTO de sistemas eletropneumáticos
Mesa Eletropneumático de coordenadas XYZ
Ar Comprimido
Pressostato diferencial (conversor, inversor-1 NA):
Rolete (1 NA / 1 NF):
Óculos de proteção:
Sensor indutivo (azul 1 NA):
Sensor ótico (preto 1 NA / 1 NF):
Sensor capacitivo (cinza 1 NA / 1 NF):
Sensor mangético (1 NA):
Válvula reguladora de fluxo unidirecional:
Válvula de escape rápido:
Cabo azul curto:
Cabo azul longo:
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
106
QTDE.
08
02
01
08
24
24
24
08
08
32
16
08
80
40
Cabo vermelho curto:
Cabo vermelho longo:
Vál. 3/2 avanço por solenóide retorno por mola:
Vál. 5/2 avanço por solnenóde retorno por mola:
Vál. 5/2 duplo solenóide:
Atuador simples efeito:
Atuador duplo efeito:
Distribuidor de ar com tubo 6 mm:
Unidade de conservação:
"T" 6 mm:
Tubo 4 mm:
"T" 4 mm:
08
80
08
16
24
24
24
08
08
08
80
16
EQUIPAMENTOS PARA ANÁLISE E MEDIÇÃO
ESPECIFICAÇÕES
Micrômetro
Paquímetro
Relógio Comparador
QTDE.
10
10
10
FERRAMENTAS
ESPECIFICAÇÕES
DESCRIÇÃO (SOFTWARE INSTALADO, E/OU OUTROS DADOS)
-
Windows XP – Sistema operacional
7-zip 4.65
Adobe Flash Player
Adobe Reader 9
Cool Pack
CutePDF Writer 2.7
Elipse SCADA 2.29 DEMO
EzOPC 5.4
FluidSIM 3.6h Pneumática
Graph 4.3
Java 6
MasterTool IEC 1.04
MasterTool Programming 3.84
MasterTool Programming-Módulos Função 2.02
MATLAB R2006a
McAfee VirusScan Enterprise
Microsoft Office Standard 2007
Mozila Firefox
MPLAB Tools 8.63
S7-200 Explorer V1.0.2.29
Windows Internet Explorer 8
Windows Media Player 11
Zelio Soft 2 4.3.0
EPIC Win
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
107
QTDE.
OBSERVAÇÕES
−
−
−
O laboratório possui rede lógica estruturada exclusiva para interligações entre os computadores
do laboratório e os equipamentos da sala de ativos de rede.
A sala de ativos de redes é compartilhada pelos Laboratórios de Redes 1 e 2.
As ferramentas e equipamentos de medições complementares para a realização de aulas práticas
estão disponíveis na Central de Recursos Instrucionais (CRI).
AMBIENTE
LABORATÓRIO REDES INDUSTRIAIS
2
ÁREA (m )
SALA Nº.
87
DATA
440
VERSÃO
14/05/2011
1.0
FINALIDADE
Realizar práticas e estudos sobre redes industriais, padrões industriais e seus protocolos,
configurando dispositivos e interfaces de redes para proporcionar a comunicações entre
máquinas digitais. Arquiteturas de redes e sistemas distribuídos são analisados.
EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO (HARDWARE INSTALADO)
ESPECIFICAÇÕES
Computador PC com monitor, mouse, teclado e acesso à Internet.
Projetor Multimídia
Tela de projeção, branca, retrátil
Maleta KIT CLP ALTUS (CLP com IHM) e dispositivos de I/O analógicos e digitais)
Rede Industrial (cabos adaptadores, CLP Mestre)
Painel Servidor (Inversor de freqüência + display touch screen e ativos de rede)
QTDE.
17
1
1
13
01
01
EQUIPAMENTOS PARA ANÁLISE E MEDIÇÃO
ESPECIFICAÇÕES
Osciloscópio digital
Multímetro digital
Gerador de funções
QTDE.
14
14
14
FERRAMENTAS
ESPECIFICAÇÕES
Kit Ferramentas
DESCRIÇÃO (SOFTWARE INSTALADO, E/OU OUTROS DADOS)
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
108
QTDE.
14
-
Windows XP – Sistema operacional
7-Zip 4.65
Adobe Flash Player
Adobe Reader 9
BDMotor 4.20
CoolPack
CutePDF Writer 2.7
DIALux 4.7
EAGLE 5.6
Elipse E3 V3.2.0.260 (3.2.0.360)
Elipse SCADA (2.29)
Graph (4.3)
Java ™ 6
LTspice IV
MasterTool IEC 1.04
MasterTool Programming 3.84
MasterTool Programming-Módulos Função 2.02
Mathcad 14.0
MATLAB R2006a
McAfee VirusScan
Microsoft Office Project Professional 2003
Microsoft Office Standard Edição 2003
Mozilla Firefox
MPLAB Tools 8.46
POV-Ray for Windows 3.6.0
Proteus 7 Demonstration 7
PSIM 8
S7-200 Explorer V1.0.2.29
SIMATEC STEP 7-Micro/WIN V4.0.2.29
TD Keypad Designer V1.0.2.29
VMware Server
VORTEX 1.3
Windows Internet Explorer 8
Windows Media Player 11
EPIC Win
OBSERVAÇÕES
−
As ferramentas e equipamentos de medições complementares para a realização de aulas
práticas estão disponíveis na Central de Recursos Instrucionais (CRI).
AMBIENTE
LABORATÓRIO DE ELETROELETRÔNICA
2
ÁREA (m )
SALA Nº.
100
DATA
033
VERSÃO
14/02/2011
1.0
FINALIDADE
Promover práticas de comprovação de fenômenos físicos, leis da eletricidade,
análise de circuitos e operação de instrumentos de medida dos fenômenos elétricos.
Montagem de circuitos eletrônicos básicos.
EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO (HARDWARE INSTALADO)
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
109
ESPECIFICAÇÕES
Computador PC com monitor, mouse, teclado e acesso à Internet.
Projetor Multimídia
Tela de projeção, branca, retrátil
Módulo para teste e desenvolvimento de circuitos analógicos e digitais, protoboard datapool,
fontes de Tensão protegidas
QTDE.
1
1
1
7
EQUIPAMENTOS PARA ANÁLISE E MEDIÇÃO
ESPECIFICAÇÕES
QTDE.
Osciloscópio Analógico 2 canais, freqüência de 20 Mhz - 127/220V
Fonte de alimentação regulável e ajustável, corrente de saída 3A, mostrador com 3 ½ dígitos
Multímetro analógico, funções para resistência, corrente AC e DC, tensão AC e DC
Termômetro digital, 3 ½ digit LCD display, seleção °C/°F, com ponteiras de medição
Capacímetro digital, medidas de capacitância com10 faixas automáticas de 500 pf to 50 mf.
Display tipo LCD
Gerador de frequência
Contador de alta resolução
12
12
2
2
1
12
2
FERRAMENTAS
ESPECIFICAÇÕES
DESCRIÇÃO (SOFTWARE INSTALADO, E/OU OUTROS DADOS)
−
Windows XP – Sistema operacional
−
McAfee VirusScan Enterprise – Antivírus
−
Mozilla Firefox – Navegador de Internet
−
Windows Internet Explorer – Navegador de Internet
−
CutePDF – Software para criar arquivos no formato pdf
−
Pacote Office Básico – Word, Excel e Power Point
−
Acrobat Reader – Software para leitura de arquivos no formato pdf
OBSERVAÇÕES
−
−
O Laboratório contem componentes eletrônicos diversos para montagens em aulas práticas.
As ferramentas e equipamentos de medições complementares para a realização de aulas
práticas estão disponíveis na Central de Recursos Instrucionais (CRI).
AMBIENTE
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
110
QTDE.
LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA
2
ÁREA (m )
SALA Nº.
78
DATA
031
VERSÃO
14/02/2011
1.0
FINALIDADE
Colocar o aluno em contato com os diversos componentes que formam sistemas eletrônicos
analógicos e digitais e desenvolver habilidades para a análise e manutenção de circuitos
eletrônicos.
EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO (HARDWARE INSTALADO)
ESPECIFICAÇÕES
Computador PC com monitor, mouse, teclado e acesso à Internet.
Projetor Multimídia
Tela de projeção, branca, retrátil
Módulo para teste e desenvolvimento de circuitos analógicos e digitais, protoboard datapool,
fontes de Tensão protegidas.
QTDE.
1
1
1
18
EQUIPAMENTOS PARA ANÁLISE E MEDIÇÃO
ESPECIFICAÇÕES
QTDE.
Osciloscópio Digitais 2 canais - 127/220V
Fonte de alimentação regulável e ajustável, corrente de saída 3A, mostrador com 3 ½ dígitos
09
05
FERRAMENTAS
ESPECIFICAÇÕES
DESCRIÇÃO (SOFTWARE INSTALADO, E/OU OUTROS DADOS)
−
Windows XP – Sistema operacional
−
McAfee VirusScan Enterprise – Antivírus
−
Mozilla Firefox – Navegador de Internet
−
Windows Internet Explorer – Navegador de Internet
−
CutePDF – Software para criar arquivos no formato pdf
−
Pacote Office Básico – Word, Excel e Power Point
−
Acrobat Reader – Software para leitura de arquivos no formato pdf
OBSERVAÇÕES
−
−
O Laboratório contem componentes eletrônicos diversos para montagens em aulas práticas.
As ferramentas e equipamentos de medições complementares para a realização de aulas
práticas estão disponíveis na Central de Recursos Instrucionais (CRI).
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
111
QTDE.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
112
AMBIENTE
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
2
ÁREA (m )
SALA Nº.
96
DATA
210
VERSÃO
14/02/2011
1.0
FINALIDADE
Realizar práticas de: simulação e análise de circuitos elétricos e eletrônicos; desenho
assistido por computador e manufatura integrada; simulação de modelos
matemáticos; simulação de irradiação e análise de antenas; gerenciamento de
projetos; elaboração de fluxogramas, de textos, de planilhas eletrônicas e de
apresentações; configuração; programação de dispositivos eletrônicos e atividades
de pesquisa orientada.
EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO (HARDWARE INSTALADO)
ESPECIFICAÇÕES
Computador PC com monitor, mouse, teclado e acesso à Internet.
Projetor Multimídia
Tela de projeção, branca, retrátil
DESCRIÇÃO (SOFTWARE INSTALADO, E/OU OUTROS DADOS)
−
Windows XP – Sistema operacional
−
McAfee VirusScan Enterprise – Antivírus
−
Mozilla Firefox – Navegador de Internet
−
Windows Internet Explorer – Navegador de Internet
−
CutePDF – Software para criar arquivos no formato pdf
−
Pacote Office Básico – Word, Excel e Power Point
−
Acrobat Reader – Software para leitura de arquivos no formato pdf
−
Matlab – Software matemático
−
Mathcad – Software matemático
−
Multisim – Software para simulação de circuitos
−
Ltspice IV – Software para simulação de circuitos
−
Proteus 7 Demonstration – Software de simulação de circuitos
−
EAGLE – Software de simulação de circuitos
OBSERVAÇÕES
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
113
QTDE.
19
1
1
AMBIENTE
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
2
ÁREA (m )
SALA Nº.
95
DATA
450
VERSÃO
14/02/2011
1.0
FINALIDADE
Realizar práticas de: simulação e análise de circuitos elétricos e eletrônicos; desenho
assistido por computador e manufatura integrada; simulação de modelos
matemáticos; simulação de irradiação e análise de antenas; gerenciamento de
projetos; elaboração de fluxogramas, de textos, de planilhas eletrônicas e de
apresentações; configuração; programação de dispositivos eletrônicos e atividades
de pesquisa orientada.
EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO (HARDWARE INSTALADO)
ESPECIFICAÇÕES
Computador PC com monitor, mouse, teclado e acesso à Internet.
Projetor Multimídia
Tela de projeção, branca, retrátil
DESCRIÇÃO (SOFTWARE INSTALADO, E/OU OUTROS DADOS)
−
Windows XP – Sistema operacional
−
McAfee VirusScan Enterprise – Antivírus
−
Mozilla Firefox – Navegador de Internet
−
Windows Internet Explorer – Navegador de Internet
−
CutePDF – Software para criar arquivos no formato pdf
−
Pacote Office Básico – Word, Excel e Power Point
−
Microsoft Visio – Aplicativo para criação de diagramas
−
Microsoft Project – Aplicativo para gestão de projetos
−
Acrobat Reader – Software para leitura de arquivos no formato pdf
−
VirtualBox – Software de virtualização
−
VMware Server – Software de virtualização
−
Autodesk Inventor – Software para modelagem imagens
−
Autodesk Mechanical Desktop – Software para desenhos auxiliado por computador
−
Multisim – Software para simulação de circuitos
−
PSIM – Software para simulação de circuitos
−
CIM-Team E3.Series – Software para desenho e simulação de sistemas elétricos
OBSERVAÇÕES
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
114
QTDE.
31
1
1
AMBIENTE
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
2
ÁREA (m )
SALA Nº.
48
DATA
460
VERSÃO
14/02/2011
1.0
FINALIDADE
Realizar práticas de: simulação e análise de circuitos elétricos e eletrônicos; desenho
assistido por computador e manufatura integrada; simulação de modelos
matemáticos; simulação de irradiação e análise de antenas; gerenciamento de
projetos; elaboração de fluxogramas, de textos, de planilhas eletrônicas e de
apresentações; configuração; programação de dispositivos eletrônicos e atividades
de pesquisa orientada.
EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO (HARDWARE INSTALADO)
ESPECIFICAÇÕES
Computador PC com monitor, mouse, teclado e acesso à Internet.
Projetor Multimídia
Tela de projeção, branca, retrátil
DESCRIÇÃO (SOFTWARE INSTALADO, E/OU OUTROS DADOS)
−
Windows XP – Sistema operacional
−
McAfee VirusScan Enterprise – Antivírus
−
Mozilla Firefox – Navegador de Internet
−
Windows Internet Explorer – Navegador de Internet
−
CutePDF – Software para criar arquivos no formato pdf
−
Pacote Office Básico – Word, Excel e Power Point
−
Microsoft Project – Aplicativo para gestão de projetos
−
Acrobat Reader – Software para leitura de arquivos no formato pdf
−
VirtualBox – Software de virtualização
−
VMware Server – Software de virtualização
−
Autodesk Inventor – Software para modelagem imagens
−
Autodesk Mechanical Desktop – Software para desenhos auxiliado por computador
−
Multisim – Software para simulação de circuitos
−
PSIM – Software para simulação de circuitos
−
CIM-Team E3.Series – Software para desenho e simulação de sistemas elétricos
OBSERVAÇÕES
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
115
QTDE.
14
1
1
AMBIENTE
SALA DE ESTUDOS
2
ÁREA (m )
SALA Nº.
56
DATA
340
VERSÃO
14/02/2011
1.0
FINALIDADE
Sala de informática com livre acesso para alunos, do curso, realizarem atividades de
pesquisa com o uso de Internet, elaboração de trabalhos acadêmicos e utilizar serviços de
correio eletrônico.
EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO (HARDWARE INSTALADO)
ESPECIFICAÇÕES
Computador PC com monitor, mouse, teclado e acesso à Internet.
Projetor Multimídia
Tela de projeção, branca, retrátil
Scaner
QTDE.
17
1
1
1
DESCRIÇÃO (SOFTWARE INSTALADO, E/OU OUTROS DADOS)
−
Windows XP – Sistema operacional
−
McAfee VirusScan Enterprise – Antivírus
−
Mozilla Firefox – Navegador de Internet
−
Windows Internet Explorer – Navegador de Internet
−
CutePDF – Software para criar arquivos no formato pdf
−
Pacote Office Básico – Word, Excel e Power Point
−
Acrobat Reader – Software para leitura de arquivos no formato pdf
OBSERVAÇÕES
−
−
A sala de estudos está disponível nos três turnos de segunda a sexta e sábados pela manhã.
A sala de estudos dispõe de mesas para alunos utilizarem computares portáteis de uso pessoal.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
116
20.2 Salas de Aula
Além dos laboratórios, o curso também conta com 6 (seis) salas de aula, que
possuem capacidade de 30 a 40 alunos. Estão localizadas nos prédios 1 e 2, com áreas que
variam de 47m² a 99m². Estão adequadas quanto ao mobiliário e equipadas com: ar‐
condicionado, janelas com vidro duplo para isolamento acústico da rua, classes individuais,
mesa para professores e cadeiras estofadas. Todas as salas possuem quadro branco, tela de
projeção, projetor multimídia e computador com acesso a Internet na mesa do professor.
Sala nº.
Área (m2)
Qt de Cadeiras
Qt de Mesas
101
56,05
33
34
102
68,07
42
42
350
48,26
36
36
360
61,98
41
41
370
48,22
31
32
470
99
41
41
20.3 Serviços de Apoio
A Central de Recursos Instrucionais (CRI) faz parte do serviço de apoio aos
laboratórios e atividades práticas do curso, e tem como objetivo a guarda, o controle e
distribuição de máquinas, equipamentos, ferramentas e demais recursos utilizados pelos
professores e alunos no desenvolvimento de atividades acadêmicas. A equipe da CRI realiza
o gerenciamento da manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos e laboratórios
especializados. A CRI está instalada em uma sala com 124m² onde é realizado o atendimento
nos turnos da manhã, tarde e noite, viabilizando a retirada de equipamentos e materiais a
partir da apresentação do crachá de identificação. As tabelas 5 e 6 apresentam o patrimônio
da CRI.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
117
Tabela 4 - Mobiliário em Geral.
ITEM
Armario de aço
DESCRIÇÃO
QT
Armario de aço portas de correr prateleiras regulaveis
1
Bancada de madeira para computador
1
Cadeira giratória s/ braços
Cadeira giratoria estofada tecido bege encosto medio
1
Cadeira giratória s/ braços
Cadeira giratoria estofada curvin cinza
1
Classe escolar de madeira tampo formica pes metal
1
Escrivaninha de madeira 3 gavetas tampo fórmica
1
Estante metálica
Estante metalica face simples com prateleiras regulaveis
3
Estante metálica
Estante metalica c/prateleiras regulaveis -ibesa
1
Estante metálica
Estante metalica face dupla com prateleiras regulaveis
10
Estante metálica
Estante metalica, com 5 prateleiras regulaveis metalsul
1
Estante metálica
Estante de aço com 05 prateleiras reguláveis-gobás
1
Gaveteiro de madeira
Gaveteiro de madeira 3 gavetas volante com rodizio
1
Tela de projeção
Tela de projeçao com tripé - novotec
1
Tela de projeçao
Tela de projeçao retratil
1
Bancada de madeira
Classe escolar
Escrivaninha de madeira
Tabela 5 - Máquinas e Equipamentos.
ITEM
DESCRIÇÃO
QT
Microfone
Microfone duplo sem fio ls 202 -leson
1
Interface
Interface para camêra com microprocessador
1
Televisor
Televisor colorido 20 polegadas tv2020 - gradiente
1
Estação de retrabalho 127 v ts-850 - toyo
2
Kit didático
Modulo para teste de circuitos analogicos e digitais 8810
9
Kit didático
Kit didatico de eletronica 8810
1
Fonte de alimentação
Fonte logo power 24 vcc 2,5 a
26
Fonte de alimentaçao
Fonte de alimentaçao simetrica hy-3003d-3
15
Fonte de alimentação
Fonte de alimentacao digital
9
Fonte de alimentação
Fonte alimentacao ps - 6000 icel
10
Máquina de soldar
Estaçao de solda ts960 d
14
Máquina de soldar
Estaçao sulgadora de solda mua 486
2
Máquina de soldar
Maquina de soldar master bantan 250a, 110/220v - esab
1
Estação de solda digital 50w 110v - weller
13
Gerador de funçao
Gerador de funçao 1 hz - 100 mhz com frequencimetro
5
Gerador de função
Gerador de funçao gv20250 - icel
5
Gerador de função
Gerador de funçao gv-2020 - icel
4
Estação de trabalho
Conjunto de soldagem
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
118
Osciloscopio
Osciloscopio analogico 60 mhz - minipa
14
Osciloscópio
Osciloscopio digital
4
Osciloscópio
Osciloscopio digital 60 mhz - agilent
12
Controlador l. Programável
Controlador programavel bcm
1
Controlador l. Programável
Controlador logico programavel simatics7-200 - siemens
16
Testador de cabo lct 400 - minipa
3
Sensor capacitivo 20x x20 mm
9
Kit montagem
Kit de eletronica cyclone ii fpga starter development
14
Kit montagem
Kit de eletronica dsp development stratix ii
1
Receptor gps
Receptor gps garmin etrex vista hcx
2
Auto transformador c/cx capac.p/500 wat. 110/220 v
1
Roteador
Roteador pr 1000 com suporte e licença software-cyclades
3
Roteador
Roteador wireless airunet air-lap padrao a - cisco
2
Notebook
Notebook 1.5 ghz 256 mb m3420 infoway - itautec
2
Notebook
Notebook intel core duo 2 t 7500 - positivo
1
Notebook
Notebook premium - positivo
1
Impressora jato de tinta desk jet c9037a 3845 – hp
1
Projetor
Projetor de multimidia powerlite s 5
1
Projetor
Projetor de multimidia – infocus
2
Projetor
Projetor de multimidia sd105u
2
Projetor
Projetor de multimidia 2000 ansi vt491 – nec
1
Projetor
Projetor de multimidia cp rx80 - hitachi
1
Micro computador
Microcomputador pentium infoway st1350 - itautec
1
Micro computador
Microcomputador infoway st 4361 - itautec
12
Monitor
Monitor de video 17 polegadas lcd l1753h – itautec
1
Monitor
Monitor de video 17 polegadas lcd l1742pe
7
Monitor
Monitor de vídeo w1942pe lcd 19 polegadas
2
Antena
Conjunto de antenas e power injector p/ponto de acesso
1
Multímetro
Multimetro digital et 2040 a - mesco
2
Multímetro
Multimetro digital portatil com holster 10c - homis
31
Multímetro
Multimetro digital dm 2040 - minipa
30
Luxímetro
Luximetro digital lx1108 - homis
1
Frequencímetro
Frequencimetro mf 720 - minipa
2
Capacímetro
Capacimetro digital mc152 - minipa
2
Amperímetro
Amperimetro alicate digital dc3266 - minipa
2
Aparelho de teste de cabos lan lct 400 - minipa
6
Paquimetro titanio 150mm/6 pol precisao 0,02mm 530312b
10
Testador
Sensor
Transformador
Impressora
Aparelho de teste
Paquimetro
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
119
Relógio comparador
Relogio comparador curso 5 mm/0,01 mm
10
Micrometro 0 - 25 mm de disco de engrenagem
10
Modulo de clp 4 entradas analogicas
9
kit de eletrônica
caixa plástica com :
1 - alicate de corte diagonal
1 - alicate bico fino
1 - chave de fenda
1 - chave philips
1 - protoboard
1 - multímetro
25
Kit de redes 1
caixa plástica com :
1-alicate crimpador
1- alicate de alto impacto
1- alicate de bico fino
1- alicate meia cana
1- alicate corte digonal
1- decapador de cabo UTP
9
Kit de redes 2
caixa plástica com :
1- enrolador
1- alicate de inserção
1- chave de fenda
9
caixa plástica com:
1- alicate meia cana
1- alicate corte diagonal
1- alicate universal
1- chave philips
3 - chaves de fenda
1 – multímetro
5
Certificador de rede Fluke DTX 1800 com módulo óptico single modo
1
Micrometro
Módulo
Kit elétrica
Certificador de redes
A Faculdade conta com Serviço Técnico de Informática local, próprio, para
instalação, manutenção e administração dos recursos de informática. O Procedimento 189‐
2010/GINFO‐Rev.00 estabelece a política de aquisição e substituição de equipamentos de TI.
Fazem parte desta política todos os equipamentos de TI, em especial os seguintes:
servidores, microcomputadores, notebooks, impressoras/multifuncionais, ativos de rede,
no‐breaks e projetores.
20.4 Biblioteca
A Biblioteca Luis Fernando Verissimo é especializada na área tecnológica (Automação
Industrial, Redes de Computadores, Eletrônica, Automação Industrial, entre outras), na área
gráfica (Impressão, Off‐Set, Design Gráfico, entre outras), na área de Tecnologias Limpas.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
120
Sua missão é apoiar as atividades da Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre, e das
outras Unidades Operacionais do complexo, junto à comunidade acadêmica fornecendo
subsídios informacionais e visando ao aprimoramento dos estudos relacionados à tecnologia
da informação.
20.4.1 Acervo
O acervo encontra‐se atualizado e tombado no patrimônio da Faculdade. A tabela
abaixo apresenta um resumo das quantidades de livros e periódicos por área do
conhecimento.
Ano 2009
Ano 2010
Ano 2011
Qtde
Total
Ciências Exatas e da Terra
384
93
22
499
Ciências Biológicas
57
28
9
94
Engenharias
260
127
16
403
Ciências da Saúde
21
3
3
27
Ciências Agrárias
9
0
0
9
Ciências Sociais e Aplicadas
199
49
38
286
Ciências Humanas
94
32
2
128
Lingüística, Letras e Artes
440
182
119
741
Outros
17
2
3
22
Ciências Exatas e da Terra
5
0
0
5
Ciências Biológicas
2
0
0
2
Engenharias
10
0
0
10
Ciências Sociais e Aplicadas
18
0
0
18
Ciências Humanas
3
0
0
3
Lingüística, Letras e Artes
5
0
0
5
Outros
2
0
0
2
1.526
516
212
2.254
Área do conhecimento
Livros
(títulos)
Periódicos
(títulos)
Total de Títulos do Acervo
20.4.2 Instalações para o Acervo
A Biblioteca tem área de 228m2, ambientes para estudo individual e em grupo e
computadores com acesso à internet. Faz parte da biblioteca uma sala de recursos
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
121
audiovisuais, com 65m2, que contem aparelho de televisão, aparelho de DVD, videocassete e
mobiliário específico.
20.4.3 Política de Expansão e Atualização do Acervo
A atualização do acervo atende necessidades de alunos, professores e
coordenadores, de acordo com demandas derivadas da atualização tecnológica e
lançamento de novas obras de interesse. Para viabilizar a aquisição de novos títulos, a
Faculdade reserva anualmente recursos em seu Plano de Ação. A aquisição de livros atende
as seguintes prioridades:
1. Obras que façam parte das listas bibliográficas básicas das disciplinas dos cursos de
graduação e pós‐graduação em fase de implantação e/ou em fase de
reconhecimento, disciplinas novas e/ou alterações curriculares;
2. Atualização das obras;
3. Periódicos nacionais cujos títulos já fazem parte da lista básica, conforme
indicação dos docentes;
4. Reposição de obras desaparecidas e/ou danificadas.
20.4.4 Serviços
A biblioteca oferece os serviços de: catálogo on‐line; consulta local; levantamento
bibliográfico; catalogação na fonte; visita orientada; treinamento de usuários; normatização
da produção intelectual, empréstimo domiciliar, serviço de reserva e renovação. Está
disponível aos docentes o serviço ABNTnet, que possibilita o download de normas técnicas
do acervo digital da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, para uso em sala de
aula, pesquisas e projetos.
20.4.5 Informatização
A biblioteca está informatizada com o Sistema Pergamum, que possibilita obter
dados sobre autor, título, assunto, editora, ano de publicação e relatórios das áreas que
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
122
compõem o mesmo. Os recursos disponíveis são: catalogação (utilizando o formato
MARC21, o que permite o intercâmbio de informações entre acervos das bibliotecas em
nível internacional); classificação/catalogação; pesquisa ao catálogo on‐line; empréstimo
domiciliar com reservas e renovações via Internet; banco de dados para intercâmbio com
outras instituições. Além disso, conta com serviço de referência, levantamento bibliográfico,
orientação à pesquisa, normalização de trabalhos e catalogação na fonte.
20.4.6 Horário de Atendimento
O serviço de biblioteca está disponível nos seguintes dias e horário:
Dias
Horário
Segunda‐feira à quinta‐feira
8h às 23h
sexta‐feira
8h às 22h
sábado
9h às 13h
20.4.7 Lista de Periódicos
A lista de periódicos abrange as principais áreas temáticas do curso. Estão disponíveis
na biblioteca os seguintes periódicos, indexados no Sistema Pergamum:
Automação Industrial
‐ Eletricidade Moderna. Sâo Paulo: Aranda. ISSN 01002104. Mensal
‐ InTech. São Paulo: ISA Distrito 4. ISSN 15186024. Mensal
‐ Mecatrônica Atual. São Paulo: Editora Saber. ISSN 16760972. Bimestral
‐ Saber Eletrônica. São Paulo: Editora Saber. ISSN 0106717. Mensal
‐ Eletrônica Total. São Paulo: Editora Saber. ISSN 01034960. Bimestral
‐ RTI. São Paulo: Aranda. ISSN 18083544. Mensal
‐ TIInside. São Paulo: Glasberg. Sem ISSN registrado. Mensal
‐ Máquinas e Metais. São Paulo: Aranda Ed. Técnica e Cultural. ISSN 0025‐2700 – Mensal
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
123
‐ Revista do Parafuso. São Paulo: Milatías. Sem registro no ISSN. Bimestral
Conhecimentos Transversais / Gerais
‐ Meio Ambiente Industrial,
‐ Sistemas Prediais,
‐ Teletime,
‐ Veja
‐ Jornal Zero Hora
‐ Jornal do Comércio
‐ Revista Indústria em Ação.
- Revista CRN Brasil
‐ Educação em Revista. Porto Alegre: SINEPE/RS. ISSN 18067123
‐ Ensino Superior. São Paulo: Segmento. Sem registro no ISSN. Mensal
‐ Revista Brasileira de Inovação. Rio de Janeiro: FINEP. ISSN 16772504. Semestral
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
124
21. ARTICULAÇÃO ENSINO-PESQUISA-EXTENSÃO NO CURSO
A articulação Ensino‐Pesquisa‐Extensão é essencial para tornar o processo
educacional mais produtivo e dinâmico. Docentes, alunos e técnicos administrativos devem
estar atentos à realidade interna e externa para observar as possíveis demandas. Problemas
sociais, econômicos e culturais que repercutem na prática do cotidiano são considerados na
vivência acadêmica diária e nas relações estabelecidas no processo de ensino e
aprendizagem.
A política de extensão da Faculdade SENAI prioriza três linhas de integração da IES
com o setor industrial e com a sociedade civil organizada:
I. Prestação de serviços de educação, consultoria e desenvolvimento de projetos.
II. Transferência de conhecimentos e experiências da IES para a comunidade, através
do Programa de Responsabilidade Social.
III. Organização e promoção de eventos científicos, técnicos e culturais para
comunidade acadêmica e civil organizada.
Estas linhas de integração favorecem a participação do aluno de graduação.
•
Na linha I os alunos participam na forma de estágio curricular.
•
Na linha II participam como voluntários em Programas de Responsabilidade Social.
•
Na linha III participam na organização dos eventos e apresentação de trabalhos.
A parceria com empresa ALTUS aliada ao corpo docente qualificado, de pessoal
técnico especializado e laboratórios bem estruturados permite a articulação entre ensino de
graduação, pós‐graduação e extensão de forma a integrar a oferta do capital intelectual ,
gerado nos cursos de graduação, para comunidade. Esta parceria contempla o treinamento
contínuo de docentes.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
125
O SENAI dispõe de editais estratégicos para estimular a participação da comunidade
acadêmica em linhas de pesquisa. Docentes que participam de projetos estratégicos
também são alocados em disciplinas dos cursos de graduação e pós‐graduação,
oportunizando a integração do ensino com a pesquisa. Estas ações associadas com produção
científica, evidenciadas pelos trabalhos de conclusão de curso, alimentam as atividades de
iniciação científica e contribuem para a formação atualizada dos alunos.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
126
21 COLEGIADO DO CURSO
A coordenação didática de cada curso está a cargo do Conselho do Curso, composto
pelo coordenador do curso, seu presidente, pelo supervisor de educação e tecnologia,
supervisor administrativo, secretário e representantes do corpo docente e discente.
A composição e o funcionamento do Conselho do Curso estão descritos na seção 3 do
Regimento Interno da Faculdade e na resolução nº. 04 do Conselho Superior, que fixou
normas complementares para seu funcionamento.
Regulamentos aprovados pelo Conselho do Curso:
− Regulamento nº. 01, de 16 de junho de 2008. Fixou normas para Realização de
Avaliação em Data Posterior.
− Regulamento nº. 02, de 11 de setembro de 2008. Fixou normas para Realização
de Exercícios Domiciliares.
− Regulamento nº. 03, de 11 de setembro de 2008. Fixou normas para Processo de
Abono de Faltas.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
127
22 AVALIAÇÃO DO CURSO
A autoavaliação institucional pode ser compreendida como instrumento de busca do
aperfeiçoamento dos processos e procedimentos existentes e a melhoria constante destes.
O processo de avaliação interna da Instituição é coordenado pela Comissão Própria
de Avaliação ‐ CPA, instituída em setembro de 2007 e tem como objetivo subsidiar e auxiliar
a gestão institucional em sua dimensão política, acadêmica e administrativa para promover
os ajustes necessários à elevação do seu padrão de desempenho e à melhoria permanente
da qualidade e pertinência das atividades educacionais desenvolvidas.
A CPA obedece às orientações e aos princípios do Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior (SINAES), instituído pela Lei nº. 10.861, de 14 de abril de 2004 e avalia em
seu relatório anual as dez dimensões: missão e plano de desenvolvimento institucional,
política para o ensino, a pesquisa, a pós‐graduação e a extensão, responsabilidade social da
IES, comunicação com a sociedade, políticas de pessoal, carreira, aperfeiçoamento,
condições de trabalho, organização e gestão da Instituição, infra‐estrutura física e recursos
de apoio, planejamento e avaliação, políticas de atendimento aos estudantes e
sustentabilidade financeira.
É utilizado instrumentos específico e coleta de dados em documentos diversos da
faculdade.
No mês de novembro de cada ano, todos os alunos, docentes e técnicos
administrativos são convidados a participar da avaliação institucional. O relatório da
avaliação institucional é divulgado para os alunos e docentes no MOODLE e no site da
Faculdade e por e‐mail para os docentes, técnicos administrativos e gestores.
A CPA realiza sistematicamente a avaliação institucional, analisa os resultados e
propõem ações de melhoria, encaminhando os relatórios para o INEP e para o diretor da
faculdade.
As análises dos resultados, obtidos nos momentos de avaliação, subsidiam a
coordenação do curso na tomada de decisões e na implementação de ações necessárias ao
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
128
aprimoramento dos processos visando à eficácia e eficiência dos mesmos. Os processos e
procedimentos da Faculdade estão em fase de sistematização. À medida que o tempo
avança, tornam‐se mais claros e mais ágeis, propiciando melhores resultados, pois são
minimizadas as fragilidades e fortalecidas as potencialidades.
PPC – Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial
129
Download

PPC - Sistema FIERGS