001
ALBUQUERQUE, Rivaldo Mendes. Estudo da mortalidade materna no Município
de Recife, 1992-1993. Campinas, 1994. 102 p. Tese (Doutorado em
Medicina) - Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de
Campinas.
Resumo
Apresenta como fator determinante da pesquisa o desconhecimento do
problema da mortalidade materna no Nordeste brasileiro, em especial na Cidade
de Recife, aliando-se à necessidade de estabelecer metas de saúde para a
região. Tem como objetivo estudar a ocorrência e os registros das mortes, com
ênfase para as mortes maternas, em mulheres com idade entre 10 e 49 anos
que residiam e faleceram no Município de Recife nos anos de 1992 e 1993.
(AUTOR)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Recife
Mortalidade materna - Estudo de casos
002
ALMEIDA, F.M.L., SOUZA NETO, J.A., ALENCAR JÚNIOR, C.A. et al.
Mortalidade materna na MEAC/UFC. R. Bras. Ginecol. Obstet., nov., p.
133, 1995. Supl.
Resumo
O estudo objetiva avaliar as mortes maternas das 82.368 gestantes que
pariram na MEAC-UFC, desde janeiro de 1968 a dezembro de 1994. Foram
analisados 190 prontuários de obituários, sendo os dados levantados
relativos ao ano, faixa etária, paridade e diagnóstico. Apresenta os resultados
alcançados no término da investigação. Conclui que a Maternidade Escola é
uma instituição de atendimento terciário, tendo uma UTI para os cuidados
intensivos obstétricos, proporcionando assim uma redução dos óbitos
maternos de causas evitáveis. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Estudo
Mortalidade materna - Estudo de casos
003
ALMEIDA, Pedro Augusto Marcondes de. Mortalidade materna : prevenção.
Femina , Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, p. 1100-1107, dez. 1985.
Resumo
Estuda a mortalidade materna destacando o alto grau de incidência de casos em
países em desenvolvimento. Aponta hipertensão arterial, infecção e hemorragia
como as maiores causas dos óbitos. Destaca a importância da prevenção
através de assistência
pré-natal e ao parto. Cita ainda os Comitês de
Mortalidade Materna como uma forma de prevenção. Conclui que estes
cuidados tais como assistência pré-natal, ao parto etc. se constituem em apenas
algumas das etapas de um processo mais delicado, já que gravidez é parte de
um contexto familiar e social. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação
Mortalidade materna - Aspectos sociais
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Causas - Hemorragia
Mortalidade materna - Causas - Hipertensão
Mortalidade materna - Causas - Infecção
Mortalidade materna - Prevenção
004
ANDRADE, Amaury T. L. , ANDRADE, Dinah N., FAZA, Maria Célia.
Mortalidade materna : estudo de 60 anos. R. Bras. Ginecol. Obstet, n. 9,
p. 205-210, 1988.
Resumo
Entre 115.065
internações obstétricas, houve 127 mortes maternas
hospitalares, no período de 1927 a 1986. Houve queda significativa do índice
de mortes maternas (IMM) entre 1927-36 (2521) e nos últimos cinco anos
(32), sendo este índice dos mais baixos do Brasil. As causas mais freqüentes
foram toxemia e a hemorragia, ambas com declínio acentuado nos últimos
anos, atribuível à atitude mais agressiva do obstetra. Chama atenção o
aumento de mortes por abortamento séptico. A importância de planejamento
familiar para reduzir a fatalidade nos extremos de idade e de paridade da vida
reprodutiva da mulher é salientada. O risco relativo de morte materna
atribuível à cesárea é de 1,5 a 5,8 vezes maior que o parto vaginal, fato que
assume proporções importantes com o aumento a incidência de cesáreas.
(AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Dados estatísticos
Mortalidade materna - Estudo de casos
005
ARKADER, Jacob. Considerações sobre a mortalidade materna no Brasil. Rio de
Janeiro, 1969. 91 p. Tese (Livre-Docência)- Faculdade de Medicina,
Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Resumo
Afirma que o registro da mortalidade materna
é sempre muito incompleto,
inclusive quando se trata de enfermidade de notificação compulsória, razão pela
qual os dados além de incompletos, estão na maioria dos estados
desatualizados. Elabora e desenvolve pesquisa orientada no sentido de obter
dados para o estado de influência da idade, paridade e causa da mortalidade
materna durante os anos de 1965 e 1966 no Brasil, através de um inquérito
hospitalar. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Coleta de dados
Mortalidade materna - Dados estatísticos
Mortalidade materna - Subenumeração
006
ARKADER, Jacob. Mortalidade materna : comissões de estudo. Femina, Rio
de Janeiro, v. 15, fev., p. 121-122, 1987.
Resumo
Começa afirmando que a obtenção de estatísticas confiáveis e adoção de
métodos específicos e uniformes para análise, somente podem ser obtidos
através de Comissões de Estudo da Mortalidade Materna.
Apresenta as
finalidades e funcionamento destas Comissões, destacando a importância da
FEBRASGO e das Sociedades de Obstetrícia e Ginecologia na elaboração
dos estudos porque contam com técnicos qualificados. Finaliza dizendo que o
propósito do estudo é melhorar o nível da atenção obstétrica. (NEDSM)
Palavras-Chave
FEBRASGO - Atuação
Mortalidade materna - Responsabilidade médica
007
ARKADER, Jacob. Mortalidade materna no Hospital Municipal Salgado Filho.
R. Bras. Ginecol. Obstet., n. 3, p. 44-46, 1988.
Resumo
No Serviço de Obstetrícia do Hospital Municipal Salgado Filho - Rio de
Janeiro, período de 1977 a 1983, ocorreram 21 óbitos maternos, com o índice
de mortalidade materna total de 19,39/10000 nascidos vivos. A maioria dos
óbitos deveu-se a causas obstétricas diretas (17). Destas, o maior contigente
foi em conseqüência da infecção (10). Comparando os nossos dados com 10
trabalhos de autores nacionais, verifica-se que as cifras encontradas estão
situadas na média de 20,41/10000 nascidos vivos. (AUTOR)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio de Janeiro
Mortalidade materna - Estudo de casos
008
ARKADER, José, SEIGNEUR, C., SILVA, F. L. G. et al. Mortalidade materna
no Hospital Universitário Antônio Pedro da Universidade Federal
Fluminense. R. Bras. Genicol. Obstet., nov., p.132, 1995. Supl.
Resumo
Foram estudadas 86 mortes maternas obstétricas no período de 1978/1991
no Hospital Universitário Antônio Pedro - HUAP, das quais foram calculadas
o CMM, assim como distribuídos os números de óbitos pelas diferentes
causas. Apresenta nas conclusões algumas sugestões para a redução da
mortalidade materna: 1- Desenvolver programas de saúde integral à mulher;
2- Melhorar a assistência à gravidez, parto, puerpério e planejamento familiar;
3- Capacitação do pessoal dos serviços de saúde materna; 4- Instalação e
funcionamento de Comitês de morte materna em todos os níveis; 5Funcionamento
eficiente
de
um
sistema
nacional
de
vigilância
epidemiológica.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Niterói
Mortalidade materna - Estratégias de ação
Mortalidade materna - Estudo de casos
009
ATRASH, Hans. Intervenções para aperfeiçoar o conhecimento, o número e
causas da mortalidade materna .s.l : s. n., 199- 10 f. (Mimeogr.)
Resumo
Informa que em países em desenvolvimento, o índice de óbitos maternos está
15 (quinze) vezes acima da taxa de mortalidade materna média verificada em
países desenvolvidos. Apresenta um breve relato acerca da situação em países
como EUA, França, Bélgica. Diferencia óbito associado à gravidez de óbito
relacionado à gravidez e trata especificamente cada um dos casos. Sugere a
implantação de estratégias de intervenção para prevenção dos óbitos. Apresenta
ainda tabela cuja intenção é mostrar que estratégias diferenciadas de prevenção
são exigidas para atender as diferentes causas de mortalidade materna, tais
como: o comportamento da gestante, o acesso e qualidade da assistência
prestada, etc. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Situação - Países desenvolvidos
010
ÁVILA, Márcio Augusto, CRESPO, Clícia Márcia, BELFORT, Paulo. Doença
cardíaca e gravidez. R. Bras. Ginecol. Obstet., n. 11. p. 248-252, 1988.
Resumo
Trata-se de trabalho realizado na Maternidade da Santa Casa da Misericórdia
do Rio de Janeiro. Descreve o método da pesquisa na qual foram estudadas,
durante três décadas, 98 pacientes portadoras de patologias cardíacas.
Informa que três óbitos foram registrados a partir do universo estudado,
representando 0,4%. Acrescenta que este número contrasta com os
resultados obtidos em outra investigação, cuja porcentagem de óbitos devido
a cardiopatias representou 6% do total de gestantes estudadas. Apresenta
ainda algumas causas de óbito do concepto associada à lesão cardíaca
materna. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio de Janeiro
Morte materna - Causas - Cardiopatias
011
ÁVILA, Maria Betânia. Mortalidade materna : uma questão social.
SOS Corpo, 1994, 11p.
Recife :
Resumo
Inicia dizendo que a intenção do trabalho é problematizar o tratamento que
vem sendo dispensado ao tema dentro do espaço político e de produção do
conhecimento do movimento feminista. Aborda questões sociais que podem
ser relacionadas ao problema da mortalidade materna como violência sexual
e clandestinidade do aborto. Afirma que o Serviço de Saúde pode ser
inteiramente responsável por descuido e/ou incompetência por uma morte
materna. Finaliza apresentando o cálculo para a obtenção do coeficiente de
mortalidade materna.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Aspectos políticos
Mortalidade materna - Aspectos sociais
Mortalidade materna - Sistemas de saúde
012
BARBOSA, Sonia Antonini, BOYACIYAN, Krikor, MARCUS, Paulo Afonso
Ferrigno, et al. Dificuldades encontradas em relação ao estudo de casos
de mortalidade materna na Cidade de São Paulo de 1993 a 1995. s. n. t.
(Mimeogr.)
Resumo
Foram pesquisadas 179.872 declarações de óbito durante o período de março
de 1993 a dezembro de 1995, ocorridas no Município de São Paulo. Foram
selecionadas pelo Comitê de Morte Materna 761 declarações baseadas nos
critérios previamente estabelecidos: mulheres com idade entre 10 e 49 anos
onde o estado gravídico-puerperal era declarado ou presumido, não relacionada
à morte violenta e residentes no Município de São Paulo. Estas declarações
foram posteriormente encaminhadas para investigação, sendo obtidas 291
declarações positivas para morte materna. Este estudo mostra as dificuldades
encontradas nesta pesquisa, tais como: preenchimento inadequado das
declarações de óbito, morosidade no retorno das investigações, dificuldade de
análise no prontuário médico, assim como dos laudos necroscópicos, além de
dificuldade de obtenção de dados populacionais necessários para o cálculo do
coeficiente de mortalidade materna. Apresenta ainda alguns dados coletados e
sugere soluções para facilitar este processo de investigação. (AUTORES)
Palavras-Chave
Coeficiente de Mortalidade Materna - Avaliação
Mortalidade materna - Análise de dados
Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo
013
BARROS, Alfredo Carlos S. D. de. Fisiopatologia das principais causas do óbito
materno. In: FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org.). Morte
materna: uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991. P.
120-138
Resumo
Estudo dos mecanismos fisiopatológicos relacionados à morte materna. Tais
estudos servem de base para a compreensão dos casos fatais e fornecem
subsídios para o planejamento, aplicação de recursos e programa de prevenção.
Aborda a “fisiopatologia do comprometimento materno” enfocando três situações
principais: hipertensão, hemorragia e infecção. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Prevenção
Morte materna - Causas
Morte materna - Causas - Hemorragia
Morte materna - Causas - Hipertensão
Morte materna - Causas - Infecção
014
BARROSO, Carmem. Mortalidade materna : uma questão política. s. n. t. [7 f.],
[1989]
(Mimeogr)
Resumo
Destaca a disseminação do planejamento familiar como recomendação para a
diminuição da mortalidade materna e o surgimento dos Comitês de Morte
Materna. Defende a discriminação do aborto, alegando que este, sendo
realizado clandestinamente, tem sido uma das causas mais importantes de
mortalidade materna. Finaliza dizendo que a mortalidade materna é uma
questão de importância dramática e por isso continuará tendo lugar de destaque
na agenda do movimento de mulheres. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas - Aborto
Mortalidade materna - Aspectos sociais
015
BARROSO, Izélia Simões. Mortalidade materna em Manaus : segundo
relatório sobre o projeto de iniciação científica CNPq. Manaus: s. n.,
1992. [20f].
Resumo
Projeto de pesquisa tendo como objetivo a identificação de fatores etiológicos,
econômicos e sócio-culturais que influenciaram o óbito materno. Em Manaus,
especificamente, foram analisados dados do INAMPS dos anos de 1979-1987.
(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Aspectos culturais
Mortalidade materna - Aspectos econômicos
Mortalidade materna - Aspectos sociais
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Manaus
Mortalidade materna - Estudo
016
BECKER, Roberto Augusto, LECHTIG, Aaron. Brasil : aspectos da mortalidade
infantil, pré-escolar e materna. Brasília : [s.n.], 1987. 45 f. (Mimeogr.)
Resumo
Começa chamando atenção para as disparidades dos índices de mortalidade
tanto do Brasil em relação aos países desenvolvidos, quanto dentro do próprio
país. Tece considerações acerca da mortalidade infantil. Aborda então a
mortalidade materna, apresentando sua definição e causas. Revela dados
relativos ao tema em questão em várias regiões do Brasil, comparando com
dados semelhantes de outras regiões do mundo. Mostra ainda tabelas
estatísticas sobre faixa etária das vítimas, distribuição por regiões e causas de
mortalidade materna no Brasil.
Palavras-chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Brasil
Mortalidade materna - Situação - Brasil
017
BELFORT, Paulo, CASTRO, Pedro Aguiar, SACCHETTI, Saul Antônio.
Mortalidade materna : causas e responsabilidades. Femina, Rio de Janeiro,
v. 13, n. 6, p. 559-576, jun. 1985.
Resumo
Utiliza dados coletados na Maternidade da Santa Casa de Misericórdia do Rio de
Janeiro para efeito de análise. Afirma que segundo a Comissão Internacional de
Ginecologia e Obstetrícia, os óbitos maternos são classificados entre : diretos,
indiretos e não obstétricos. Apresenta dados através de tabelas e gráficos,
analisando as causas dos óbitos. Discorre sobre iniciativas de classificação de
responsabilidades pelas mortes. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Análise de dados
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio de Janeiro
Mortalidade materna - Responsabilidades
Morte materna - Conceituação
018
BELFORT, Paulo, MONTELEONE, Pedro Paulo Roque, MADI, José Mauro et
al.. Mortalidade materna. Ginecologia e Obstetrícia, São Paulo, v. 2, n. 6, p.
14-26, 1993.
Resumo
Trata-se de uma Mesa Redonda realizada em São Paulo, na qual a temática
central é a mortalidade materna. São abordados inúmeros assuntos dentre os
quais análise e comparação de dados estatísticos acerca da mortalidade
materna; o estabelecimento de responsabilidades; os comitês de mortalidade
materna; adoção de práticas políticas, planos e programas de saúde que tenham
por finalidade a redução da mortalidade materna. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Conferências
Mortalidade materna - Estudo
019
BERZOWSKI, Anderson, SILVA, José Carlos Neiva C. , MEGID, Maria
Cristina
et. al. Mortalidade materna : índices da região de Botucatu. In: FAÚNDES,
Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org). Morte materna: uma tragédia
evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991. p. 151-169.
Resumo
Avalia o índice de mortalidade materna na Região de Botucatu (SP), as causas
dos óbitos e as condições regionais de atenção à gestante.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Botucatu (SP)
020
BERZOWSKI, Anderson Tadeu, SUETAKE, Hilton, MISSIATO, Marcelo et al.
Mortalidade materna : análise dos últimos dez anos do Centro MédicoUniversitário de Botucatu - UNESP. R. Bras. Ginecol. Obstet. v. 17, n. 10,
nov./dez., 1001-1007, 1995.
Resumo
Afirma que a morte materna representa enorme parcela de óbitos em adultos
em todo o mundo. Apresenta o objetivo do trabalho como sendo o de analisar
mortes maternas ocorridas nos últimos dez anos no Hospital das Clínicas da
Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP. Mostra os dados estatísticos
referentes ao trabalho de pesquisa realizado. (NEDSM)
Palavra-chave:
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Botucatu (SP)
021
BERTINI-OLIVEIRA, Anna Maria, CAMANO, Luiz. Morte
obstetrícia. Femina, Rio de Janeiro, v. 13, nov., p. 981-983, 1985.
súbita
em
Resumo
Apresenta algumas definições de morte súbita. Conceitua morte súbita em
obstetrícia, listando as causas mais importantes, dentre as quais pode-se
destacar: embolia gasosa, choque anafilático e enfarte do miocárdio. Tece
considerações acerca das várias causas de morte súbita citadas, apontando
a embolia amniovascular como sendo a causa mais representativa. Finaliza
comentando que, mesmo em se tratando de morte súbita no ciclo gravídico
puerperal, muitos óbitos são evitáveis através de medidas preventivas ou
com o diagnóstico de suposição. (NEDSM)
Palavras-Chave
Morte materna - Outras causas
022
BRAGA, Luiz Fernando C. O. Aborto, anticoncepcional e mortalidade materna.
In: Morte Materna : uma tragédia evitável. Campinas : Ed. Unicamp, 1991.
217 p. p. 139-150.
Resumo
Afirma que o aborto é responsável por parcela importante dos índices de
mortalidade materna e relaciona o tema com a utilização de métodos
anticoncepcionais como forma de evitar estes óbitos. Aborda a relação existente
entre a alta fecundidade e os altos números de morte materna. Questiona alguns
dados oficiais relativos ao aborto. Finaliza apresentando além da anticoncepção
outras prioridades para a redução do problema. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade Materna - Causas - Aborto
Mortalidade Materna - Prevenção
Mortalidade Materna - Subenumeração
023
BRAGA, Luiz Fernando C. O. Comitês de Morte Materna . s. n. t. (Mimeogr.)
Resumo
Apresenta os Comitês de Morte Materna como uma das estratégias que visam a
melhoria da qualidade das informações da morte materna.(NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna
024
BRAGA, Luiz Fernando C. O. Mortalidade materna : incidência na Região Sul
Sudeste. Femina , fev. 1986, p. 148-152.
e
Resumo
Apresenta números acerca da mortalidade materna na regiões Sul e Sudeste,
analisando o CMM - Coeficiente de Mortalidade Materna de 1970-1982, dos
Estados de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São
Paulo.(NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação - Região Sudeste
Comitês de Morte Materna - Atuação - Região Sul
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Região Sudeste
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Região Sul
025
BRAGA, Luiz Fernando C. O., JOAQUIM, Hugo. Mortalidade materna :
contribuição da hipertensão. R. Bras. Ginecol. Obstet., Rio de Janeiro, n.
2, p. 33-41, 1988.
Resumo
Revela que a hipertensão ocupa ora posição intermediária ora terceira posição
como causa do obituário materno, junto com as causas infecção e hemorragia.
Analisa os significados dos índices na Maternidade do Hospital de Clínicas da
UFPR, entre 1971 e 1983. Descreve a metodologia utilizada na pesquisa. Tece
comentários acerca de outros estudos semelhantes. Apresenta os resultados do
estudo, analisando e ilustrando-os com tabelas e gráficos. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas - Hipertensão
026
BRAGA, Luiz Fernando C. O., NAZARENO, Eleusis Ronconi et al. Relatório do
Comitê de Morte Materna no Paraná, 1990. s. n. t. (Mimeogr.)
Resumo
Apresenta resultados de estudos acerca da mortalidade materna no Paraná no
ano de 1990. Afirma que o grupo de mulheres na faixa de 15 a 24 anos é o de
menor risco de morte materna. Mostra que os fatores sócio-econômicos
influenciam na determinação da mortalidade. Informa a distribuição dos óbitos
segundo a situação sócio-econômica, antecedentes obstétricos, pré-natal, local
e tipo de partos e condições do concepto. Mostra os critérios de evitabilidade,
responsabilidades e medidas preventivas. Finaliza apresentando a avaliação do
coeficiente de mortalidade materna e eficiência dos Comitês. (AUTORES)
Palavras-Chave
Coeficiente de Mortalidade Materna
Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná
Mortalidade materna - Prevenção
027
BRAGA, Luiz Fernando C. O. NAZARENO, Eleusis Ronconi, FANINI, Maria
Leonor et al. Relatório dos Comitês de Morte Materna do Paraná, 1991. In:
INFORME EPIDEMIOLÓGICO DO SUS, Brasília, dez. 1992. [15 f.]
Resumo
A implantação dos Comitês de Morte Materna é recomendada pela OMS/OPAS
como estratégia para melhorar as informações sobre a situação da mortalidade
materna nos países em desenvolvimento, onde a sub-notificação desta causa
de óbito é freqüente. Conclui que as falhas do sistema de saúde são evidentes
quando muitas das vezes a grávida encontra uma equipe e um
serviço
despreparados para assisti-la. As distorções se avolumam pela falta de um
sistema regionalizado e hierarquizado de saúde (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Paraná
028
BRAGA, Luiz Fernando C. O. , NAZARENO, Eleusis Ronconi, FANINI, Maria
Leonor et al. Relatório dos Comitês de Morte Materna do Paraná.
Femina, ago., p. 794-811, 1993.
Resumo
Apresenta os dados relativos aos Comitês Regionais que atuaram em 1991.
Destaca a importância dos Comitês de Morte Materna como estratégia para
obtenção de números confiáveis e informações sobre a situação da
mortalidade materna em países em desenvolvimento. Descreve a
metodologia adotada pelos Comitês. Detalha os dados estatísticos utilizando
tabelas e gráficos. (NESDM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná
029
BRAGA, Luiz Fernando C. O., SOARES, Vânia Muniz Nequer. Implantação dos
Comitês de Morte Materna no Paraná. Femina, Rio de Janeiro, v. 18, p. 432436, jun. 1990.
Resumo
Aborda a trajetória da formação e implantação dos Comitês de Morte Materna no
Estado do Paraná. Analisa os diversos fatores que levaram à criação dos
Comitês. Apresenta as estratégias de implantação, organização e atuação dos
mesmos, bem como mostra diversos dados estatísticos referentes à mortalidade
materna no Estado do Paraná, até 1986. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná
030
BRAGA, Luiz Fernado C. O., SOARES, Vânia Muniz Nequer, CARVALHO, Maria
Tereza Wolffe. et al. Relatório dos Comitês de Morte Materna do Paraná,
1992. Femina , Rio de Janeiro, v. 22, n. 10, p. 481-492, out. 1994.
Resumo
Apresenta os resultados das investigações realizadas pelos Comitês Regionais
de Morte Materna
no Estado do Paraná em 1992. Este relatório tem por
finalidade: divulgar os resultados das investigações relativas a cada ano, traçar o
perfil epidemiológico da mortalidade materna no Estado do Paraná, avaliar o
trabalho dos 24 Comitês Regionais de Mortalidade Materna e difundir a
metodologia dos Comitês para outros Estados e Regiões. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação
Mortalidade materna - Dados Estatísticos - Paraná
031
CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM (Prefeitura Municipal). Comissão de Investigação
de Mortalidade Materno Infantil de Cachoeiro de Itapemirim, 1992. 38 p.
Resumo
Analisa os dados referentes às gestantes e crianças menores de 5 anos,
internadas nos hospitais da cidade no ano de 1992 e através desses dados
estuda uma parcela significativa da população no município. Investiga as
condições de saúde da população feminina em idade fértil quanto ao número,
espaçamento e produto das gestações, incidência por faixa etária, número e
tipos de partos e abortamentos, consultas de pré-natal, anticoncepção, avaliação
da taxa de mortalidade materna e do índice de fertilidade. Na saúde infantil
foram pesquisados o índice de prematuridade, internações e reinternações.
(AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Cachoeiro do Itapemirim
032
CAMANO, Luiz . Cesárea pós-morte : análise estatística de treze casos
ocorridos na Casa Maternal e da Infância da LBA. Mat. e Inf., v. 32, n. 4,
out./dez., p. 337-346, 1973.
Resumo
O autor analisa 13 casos da cesárea pós-morte em 143.000 partos, no
período de 1962 a 1973, na Casa Maternal e da Infância da LBA. O problema
é encarado nos aspectos: ético, legal, freqüência quanto ao número total de
partos, idade, estado civil, número de gestações e paridades, assistência prénatal, causas dos óbitos maternos, vitalidade e peso dos recém-nascidos,
prognóstico de recém-nascido, aspectos técnicos da cesárea pós-morte,
acentuando a rapidez de execução e optando pelo corporal.(AUTOR)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Estudo de casos
Morte materna - Causas - Cesariana
033
CAMANO, Luiz, JUNQUEIRA, Maria Luiza M., BERTINI-OLIVEIRA, Anna Maria.
A cesariana na agonizante. Femina, Rio de Janeiro, v. 13, n. 6, p. 546-548,
1985.
Resumo
Analisa diversos aspectos sobre o problema da cesárea na agonizante,
abordando inclusive problemas de legais e éticos. Recomenda que tal
intervenção só deve ser realizada quando for atendidas às condições: que seja
desejo da paciente; quando as condições do concepto se tornarem críticas e que
exista endosso da família ou aval de três profissionais. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Causas - Cesariana
034
CARVALHO, Arnaldo Afonso A. FIGUEIREDO, Eulália Maria da C., RIOMAR,
Eneyde Andréya C. P. Mortalidade materna : Hospital Geral de Fortaleza
(1975-1991). R. Bras. Ginecol. Obstet., n. 2, p. 91-94, 1993.
Resumo
Trata-se de uma trabalho que objetiva identificar as características
epidemiológicas e etiopatogênicas das causas de óbitos maternos ocorridos
na Clínica Obstétrica do HGF-SES entre 1975-1991. Comenta a dificuldade
de se levantar dados consistentes. Divide as causas de mortalidade materna
entre obstétricas diretas e indiretas e não obstétricas. Apresenta os dados
coletados e analisados. Conclui que a maioria das mortes maternas está
relacionada com causas evitáveis, sugerindo que sejam tomadas medidas
específicas para sua redução. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Fortaleza
Mortalidade materna - Prevenção
Morte materna - Causas
035
CARVALHEIRO, Clarisse D. G., MANÇO, Amábile R. X. Mortalidade feminina no
período reprodutivo em localidade urbana da região sudeste do Brasil:
evolução nos últimos 20 anos. R. Saúde Públ., Rio de Janeiro, v. 26, n. 4,
p.239-245, 1992.
Resumo
Estuda o comportamento da mortalidade na mulher de 15 a 49 anos, no período
1985 a 1989, comparando-o a 1970 a 1974, no Município de Ribeirão Preto, SP
(Brasil). Analisa a mortalidade segundo procedência, estado civil, 7 grupos
etários qüinqüenais e causas, segundo a Classificação Internacional de
doenças. As 4 principais causas de morte, em ordem decrescente, foram:
doenças do aparelho circulatório, neoplasmas, lesões e envenenamentos e
doenças infecciosas e parasitárias. Os indicadores estudados mostram
tendência ao declínio das doenças infecciosas e parasitárias bem como aumento
concomitante das doenças crônico-degenerativas, ou seja, a ocorrência de uma
transição epidemiológica vinculada às contradições inerentes ao estado atual do
desenvolvimento do país (AUTORES).
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Ribeirão Preto
036
CARZINO, Eliana Portella. Mortalidade materna : paradigma emergente na
formação de médicos e enfermeiros. Curitiba, 1995. 151 p. Dissertação
(Mestrado em Educação) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná.
Resumo
Investiga a formação acadêmica, os conteúdos programáticos, o envolvimento
das universidades e dos profissionais formadores frente à política nacional de
saúde e a epidemiologia da mortalidade materna. Objetiva diagnosticar como os
profissionais médicos e enfermeiros estão sendo preparados nas universidades
de Curitiba para enfrentar as questões da mortalidade materna em obstetrícia.
(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Enfermagem - Responsabilidade
Mortalidade materna - Responsabilidade médica
037
CASTILLO, Oscar. A mortalidade materna do ponto de vista institucional.
[Curitiba]: s. n., 1994. [3 f.] (Mimeogr.)
Resumo
Constata que não há preocupação efetiva com a mortalidade materna tanto nos
países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Relata que foram feitas
várias pesquisas, em vários países da África, América do Norte e América Latina
a fim de reduzir o óbito materno. Apresenta diversas estratégias como por
exemplo, a criação dos Comitês de Mortalidade Materna. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Implantação
Mortalidade materna - Dados estatísticos
038
CECATTI, José Guilherme. Análise da mortalidade materna no município de
Campinas, no período de 1985 a 1991. Tese (Doutorado em Medicina) Faculdade
de
Ciências
Médicas,
Universidade
Estadual
de
Campinas,1992.108 f.
Resumo
Analisa declarações de óbito de mulheres entre 10 e 49 anos de idade,
residentes no Município de Campinas e ocorridas no período de 1985 a 1991.
Cada caso foi classificado segundo as causas atestadas, em mortalidade
materna declaradas, presumidas e mortes não maternas. Os casos incluídos nas
duas primeiras categorias foram submetidas a análise através da observação de
seus prontuários clínicos. Para os casos confirmados de morte materna foram
coletadas informações referentes às condições sócio-econômicas a gravidez;
parto; puerpério e do óbito. Estes dados foram comparados aos de um grupo de
mulheres que foram internadas no mesmo período e que não
faleceram.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Campinas (SP)
039
CECATTI, José Guilherme, FAÚNDES, Aníbal. Intervenções para aperfeiçoar o
conhecimento sobre o número e as causas de mortes maternas. Femina ,
Rio de Janeiro, p. 389-392, maio 1989.
Resumo
Analisa algumas considerações sobre a proposta de adoção de medidas
dirigidas a redução das mortes, sugerindo quatro níveis de ação: 1) intervenções
destinadas a melhorar o conhecimento sobre o número e os fatores que
associam a um maior risco de morte materna durante a gravidez, parto e
puerpério; consideram a subenumeraçäo dos casos de óbitos maternos e
propõe, neste nível, o aperfeiçoamento das estatísticas vitais, investigações
epidemiológicas e a criação de comitês de morte materna; 2) intervenções sobre
a assistência à gravidez, parto e puerpério; 3) intervenções para prevenir a
gravidez em mulheres com alto risco de morte materna; 4) outras intervenções
destinadas a reduzir o risco de morte pós-aborto (NEDSM).
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Prevenção
040
CECATTI, José Guilherme, FAÚNDES, Aníbal. Intervenções para prevenir a
gestação em mulheres com alto risco de morte materna. Curitiba, 1994. [4f.]
(Mimeogr).
Resumo
Discute intervenções para prevenir a gestação com alto risco de
mortalidade
materna. Aponta como principais patologias que levam ao óbito materno: as
cardiopatias, insuficiência renal, hipertensão arterial, diabetes. Cita o aborto
provocado, realizado clandestinamente, como um fator que também leva à morte
materna. Enfatiza a liberação criteriosa do aborto a fim de reduzir os índices da
mortalidade materna . (NEDSM)
Palavras-Chave
Morte Materna - Causas
Mortalidade Materna - Prevenção
041
COMITÊ de Estudo e Prevenção da Mortalidade Materna no município de São
Paulo : uma medida necessária para a melhoria da assistência à mulher no
ciclo gravídico-puerperal. São Paulo : Secretaria Municipal de Saúde, [199-]
(Mimeogr.) [23 f.]
Resumo
Analisa o processo de implantação do Comitê de Estudo e Prevenção de Morte
Materna no Estado de São Paulo. Apresenta investigações, feitas nos hospitais
municipais de São Paulo, de todas as mortes de mulheres na idade de 20 a 49
anos, selecionando-se os casos em que a morte materna é considerada
suspeita. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade Materna - Prevenção
Morte materna - Estudo de Casos
042
COMITÊ ESTADUAL DE MORTE MATERNA (Paraná). Relatório da Terceira
Reunião Geral dos Comitês de Morte Materna do Paraná, realizada em
Curitiba, nos dias 24 e 25 de outubro de 1992. Curitiba : s.n., 1992. [5 f.]
Resumo
Lista os problemas identificados como prevalentes para a morte materna. Aponta
também os grupos de risco. Aborda questões como a cesariana, as parteiras
comunitárias, o aumento da notificação de óbitos maternos, o relacionamento
com os Conselhos Municipais de Saúde, e finalmente, fala sobre a
descentralização dos Comitês. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Paraná
Morte materna - Causas
043
COSTA, Cícero Ferreira Fernandes. Investigação e estimativa da mortalidade
materna. Revista do IMIP, v. 6, n. 2, p. 139-140.
Resumo
Propõe que os atestados de óbito contenham mais informações complementares
de forma que as estatísticas hospitalares de óbito materno possam ser mais
precisas. Alerta para o problema da sub-notificação que quase sempre mascara
as estimativas da mortalidade materna (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados Estatísticos
Mortalidade Materna - Subenumeração
044
COSTA, Cícero Ferreira Fernandes. Mortalidade materna na Região NorteNordeste. Femina , Rio de Janeiro, v. 13, n. 6, p. 504-515, jun. 1985.
Resumo
Estudo sobre a incidência da mortalidade materna na Região Norte-Nordeste,
baseando-se em estudos autóctones nas capitais brasileiras. Mostram a
realidade da época em que tais estudos foram realizados. Constata-se declínio
nos coeficientes de mortalidade materna .(AUTOR)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Região Nordeste
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Região Norte
045
COSTA, Cícero Ferreira Fernandes. Via de parto e mortalidade materna. In:
FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org). Morte materna: uma
tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991. p. 151-169.
Resumo
Aborda a relação tipo de parto e mortalidade materna. Atribui-se à operação
cesariana o maior coeficiente de mortalidade materna, segundo dados
apresentados. Aponta medidas profiláticas para atenuar a problemática do óbito
materno atribuído à operação cesariana. (NEDSM)
Palavras-Chave
Morte materna - Causas
Morte materna - Causas - Cesariana
046
COSTA, Cícero Ferreira Fernandes, ALMEIDA, Edna Regina Mosteiro de,
FREIRE, Sálvio. Mortalidade materna na Clínica obstétrica do Hospital Barão
de Lucena : análise de 70 casos. CCS : Centro de Ciências da Saúde UFPB, João Pessoa, v. 7, n. 3, p. 22-25, 1985.
Resumo
De 1980 a 1984, houve 70 óbitos maternos na Clínica Obstétrica do Hospital
Barão de Lucena, Recife, entre 13.373 nascidos vivos propiciando um
coeficiente global de 5,100%. Tal cifra não sofreu oscilações significativas nos
diferentes anos considerados. O obituário materno foi mais freqüente quando a
via do parto foi a abdominal, e a infecção surgiu como a principal causa dos
decessos. Em 73% das oportunidades os óbitos ocorreram em pacientes
procedentes de outras instituições hospitalares. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade Materna - Dados estatísticos - Recife
Mortalidade materna - Estudos de casos
047
COSTA, Cícero Ferreira Fernandes, MAIA. Vamberto Oliveira de Azevedo.
Causas da mortalidade materna na Maternidade da Encruzilhada de 1980
a
1983. R. Bras. Ginecol. Obstet., Rio de Janeiro, v. 7, n. 1, p. 22-24.
jan./fev.1985.
Resumo
O estudo versa sobre as causas de 15 óbitos maternos havidos na Maternidade
de Encruzilhada, entre os anos de 1980 e 1983. Quando a resolução da gravidez
se deu pela via abdominal, o obituário foi 5,46 vezes mais freqüente do que
quando a parturição se verificou pelas vias naturais; e quando a anestesia
utilizada foi a geral, o obituário foi 35,7 vezes mais freqüente do que quando o
bloqueio foi a anestesia de escolha. Maior número de óbitos ocorreu no
puerpério do que no ciclo gestatório. As quatro causas de óbito foram infecção,
hemorragia, toxemia e anestesia. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos
Mortalidade materna - Estudo de casos
048
COSTA, Cícero Ferreira Fernandes, MAIA, Vamberto Oliveira de Azevedo.
Incidência da mortalidade na Maternidade da Encruzilhada de 1980 a
1983. R. Bras. Ginecol. Obstet., jan./fev., p. 25-27, 1985.
Resumo
Nos quatro anos considerados houve 19 óbitos maternos na Maternidade da
Encruzilhada, dos quais apenas 15 foram enquadrados como tais segundo a
última conceituação estabelecida pela OMS. O coeficiente de mortalidade
materna nos quatro anos estudados foi de 0,8%. Em separado, o maior
coeficiente registrado foi de 1980, 1,2%, e o menor, o de 1981, 0,48%, mas
esta diferença não foi estatisticamente significante. A maioria dos óbitos
ocorreu nas primeiras 48 horas do internamento hospitalar.(AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Recife
049
COSTA, Cícero Ferreira Fernandes, MAIA, Vamberto Oliveira de Azevedo,
LOMACHINSCKI, Germano. Mortalidade materna e perinatal na operação
cesariana e no parto transpelviano: Maternidade Prof. Monteiro de Moraes,
1979. J. Bras. Ginec., Rio de Janeiro , v. 94, n. 4, p. 143-146, abr. 1984.
Resumo
No ano de 1979 houve 6.305 partos na Maternidade Prof. Monteiro Moraes, dos
quais, 935 foram cesáreos. O Coeficiente de Mortalidade Materna (Comitê de
Morte Materna) na cesárea foi de 6,83% e a mortalidade perinatal, 6,10%. No
parto transpelviano as taxas respectivas foram de 0,19% e 48,26%. Tanto o
coeficiente de mortalidade materna quanto a mortalidade perinatal foram mais
onerados na operação cesariana do que no parto transpelviano. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas - Cesariana.
050
COSTA,
Cícero
Ferreira
Fernandes,
MAIA,
Vamberto
de
Oliveira,
LOMACHINSKY, Germano. Mortalidade materna na Maternidade Prof.
Monteiro de Moraes de 1974-1979 - parte I : incidência. J. bras. Ginec., Rio
de Janeiro, v. 91, n. 4, p. 263-266, 1981.
Resumo
Entre os anos de 1974 e 1979, foram constatados 68 óbitos maternos na
Maternidade Prof. Monteiro de Moraes. O coeficiente de mortalidade materna
variou de um máximo de 30,06%, em 1974, para um mínimo de 10,84%, em
1978. Levaram ainda em consideração
que o coeficiente de mortalidade
materna nos seis anos considerados foi de 19,02%; que a grande maioria
(64,71%) dos óbitos maternos ocorreu nas primeiras 24 horas do internamento
hospitalar. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos.
051
COSTA,
Cícero
Ferreira
Fernandes,
MAIA,
Vamberto
de
Oliveira,
LOMACHINSKY, Germano. Mortalidade materna na maternidade Prof.
Monteiro de Moraes de 1974 a 1979: parte II; fatores causais. J. bras.
Ginec., v. 91, n.5, p. 339-341, set./out. 1981.
Resumo
No período de seis anos, de 1974 a 1979, ocorreram 68 óbitos maternos na
Maternidade Prof. Monteiro de Moraes. A causa mais freqüente dos decessos foi
a hemorragia, que respondeu por 32,35% do total do obituário. Entre as
hemorragias, as mais freqüentes foram aquelas surgidas no pós-parto,
representando 31,83% das causas hemorrágicas e 11% do total de todas as
causas. A mortalidade materna foi oito vezes mais freqüente quando o parto se
deu pela via abdominal. Quando a anestesia geral foi a empregada, a
mortalidade materna foi oito vezes mais freqüente do que nos casos em que a
raquianestesia foi a utilizada. Das causas não obstétricas, a cardiopatia foi a
mais freqüente, respondendo por 37,50% das causas dessa mortalidade e
8,82% do total de todas as causas. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Estudo de casos
Morte Materna - Causas - Hemorragia
052
COSTA, Edivaldo Teixeira, BRINGEL, Ana Maria da Rocha, MARTINS, Marília
da Glória. Mortalidade materna no serviço de tocoginecologia do Hospital
Universitário, Setor de Clínica Obstétrica. J. bras. Ginecol., Rio de Janeiro, v.
105, n. 10, p. 455-459, out. 1995.
Resumo
A partir de dados registrados no Hospital Universitário, Serviço de
Tocoginecologia, Setor de Clínica Obstétrica, realizamos estudos dos óbitos
maternos entre janeiro de 1991 a dezembro de 1993, havendo 20 óbitos. O
coeficiente de mortalidade materna foi de 1,08/1.000 nascidos vivos. Em relação
a idade, a maior incidência de óbitos ocorreu na faixa etária de 20 a 29 anos,
com predomínio das primigestas (45 por cento) , sendo a doença hipertensiva
específica da gravidez (DHEG) a principal causa (60 por cento), vindo a seguir
hemorragia (25 por cento) e infecção (10 por cento). O procedimento que
predominou foi o parto cesáreo (60 por cento). (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
053
CUNHA, Donaldo Cerci da, SALGADO NETO, João, HALBE, Hans Wolfgang.
Comitês de Morte Materna. In: FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José
Guilherme (org). Morte materna: uma
tragédia evitável. 2. ed. Campinas
: Ed. Unicamp, 1991. p. 45-73.
Resumo
O objetivo do Comitê é determinar, em cada morte materna, os fatores causais
ou concorrentes a fim de que contribua para a explicação da natureza da morte
e que assinalem tanto a previsibilidade quanto a responsabilidade de forma mais
objetiva possível. Os comitês têm a função de prevenir a mortalidade materna e
para atingir tal finalidade devem ter caráter eminentemente técnico, buscando
dados que possam contribuir
para melhorar o atendimento à gestante,
informando os órgãos responsáveis pela saúde e educação e também os
profissionais diretamente ligados ao atendimento pré-natal e assistência ao
parto. (LILACS)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação
Mortalidade Materna - Prevenção
Morte materna - Causas
054
DIAGNÓSTICO de saúde materno-infantil no Estado do Sergipe. [Aracaju] :
Secretaria de Estado de Saúde de Sergipe / UNICEF, 1994. p. 43-47. Cap
VI: Análise dos dados estatísticos sobre mortalidade materna.
Resumo
Apresenta análise de dados coletados sobre mortalidade materna em Sergipe.
Descreve a metodologia adotada no estudo. Ilustra com tabelas estatísticas os
dados coletados.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Sergipe
055
DINIZ, Carmen Simone Grilo. Contribuições ao estudo dos modelos
epidemiológicos sobre a morbi-mortalidade materna. São Paulo : [s.n.],
1988. 6 f. (Mimeogr.)
Resumo
Trata-se de um projeto de pesquisa, cujo objetivo é investigar os modelos
epidemiológicos utilizados para descrever padrões e tendências do
adoecimento e morte de mulheres em decorrência do ciclo gravídicopuerperal e de suas complicações.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Estudo
056
EL-KADRE, Dib, ALMEIDA, Pedro Augusto Marcondes. Mortalidade materna
por hipertensão. Femina , Rio de Janeiro, v. 13, n. 6, p. 543-545, jun.
1985.
Resumo
Introduz afirmando que no terceiro mundo têm sido registrados casos de morte
materna como conseqüência de pré-eclâmpsia / eclâmpsia. Lista as premissas
que devem ser atendidas para se evitar o óbito materno por hipertensão.
Descreve as diversas formas de evolução de casos eclâmpticos. Finaliza
comentando a falta que a mãe fará na formação do filho e chama atenção dos
obstetras para o fato. (NEDSM)
Palavras-Chave
Morte materna - Causas - Hipertensão
057
ETHUR, J. N., BENVEGNÚ, L.A., FILIPPINI, A. et al. Mortalidade materna no
Rio Grande do Sul, segundo dados estatísticos compreendidos entre os
anos de 1977 a 1992. R. Bras. Ginecol. Obstet., nov., p. 133, 1995. Supl.
Resumo
Este trabalho objetiva analisar a tendência da mortalidade materna no Rio
Grande do Sul entre os anos de 1977 e 1992. Descreve a metodologia
utilizada na investigação. Apresenta os resultados ressaltando que foram
verificadas mortes por causa materna com a porcentagem de 3,6 % do total
de mortes na faixa etária de 10 a 49 anos em 1979 e 2,0 % em 1992. Conclui
que o coeficiente de mortalidade materna ainda se mantém elevado se
comparado com outros países desenvolvidos, fazendo-se necessário a
intensificação da vigilância de mortalidade materna através da elaboração
de programas de ação comunitária
educativos e de valorização
da
assistência pré-natal.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio Grande do Sul.
058
ESTUDO de casos de óbitos maternos : Paraná, 1994. [Curitiba] : Comitê
Estadual de Mortalidade Materna do Paraná, [1995]. pág. irreg.
Resumo
Apresenta diversos estudos clínicos feito a partir da “Ficha de Investigação de
Óbitos” de prontuários hospitalares e ambulatoriais, inclusive, informações
obtidas através de entrevistas com profissionais que atenderam às gestantes e
seus familiares.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Análise de dados
059
FAÚNDES, Aníbal. A mortalidade materna no Brasil. In: MORTE MATERNA
UMA TRAGÉDIA EVITÁVEL... Anais. Goiânia : Grupo Transa do Corpo,
1993. 103 p.
p. 8-30.
Resumo
Inicia comentando a questão da subenumeração dos dados referentes à
mortalidade materna, fato que influi diretamente no Coeficiente de Mortalidade
Materna do país. Acrescenta no entanto, que países desenvolvidos como EUA e
França, enfrentam o mesmo problema, devido ao preenchimento inadequado de
atestados de óbitos. Apresenta tabela com percentuais de mortes maternas em
cidades brasileiras, americanas e francesas. Lembra da importância dos
Comitês de Morte Materna para a mudança do quadro atual. Compara a relação
entre os coeficientes de taxa mortalidade materna e infantil brasileira com a de
países da América Latina e América do Norte. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Subenumeração - Brasil
Mortalidade materna - Situação - Brasil
060
FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme. A complexidade do problema da
mortalidade materna. In: Mortalidade materna : uma tragédia evitável.
Campinas : Ed. Unicamp, 1991. 217 p. p. 19-29.
Resumo
Aborda o tema mortalidade materna como algo lamentável , acrescentando que
os altos índices encontrados nos países em desenvolvimento se dão devidos à
má alimentação, à falta de informação e à falta de cuidados básicos de saúde.
Levanta questões político-sociais relacionadas ao tema. Relata o caso de uma
gestante cujo o óbito seria evitável caso fossem tomadas algumas providências
de rotina.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Aspectos sociais
Mortalidade Materna - Prevenção
061
FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org.). Morte materna : uma
tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991. (Série Saúde da
mulher).
Resumo
Coletânea que reúne diversos trabalhos publicados no Brasil acerca da
mortalidade materna e sua prevenção.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Coletânea
Mortalidade materna - Prevenção
062
FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme, BACHA, Ângela Maria et al.
Intervenções para a redução da mortalidade materna. R. Paul. Med., v. 107,
n. 1, p. 47-52, jan./fev. 1989.
Resumo
Propõe a adoção de medidas dirigidas à redução das mortes, sugerindo quatro
níveis de ação: 1) intervenções destinadas a melhorar o conhecimento sobre o
número e os fatores que associam a um maior risco de morte materna durante a
gravidez, parto e puerpério; consideram a subenumeração dos casos de óbitos
maternos e propõe, neste nível, o aperfeiçoamento das estatísticas vitais,
investigações epidemiológicas e a criação de comitês de morte materna; 2)
intervenções sobre a assistência à gravidez, parto e puerpério, melhorando a
cobertura e a qualidade da assistência médica nos períodos do ciclo grávidopuerperal: assistência pré-natal, assistência institucional ao parto e assistência
ao puerpério; 3) intervenções para prevenir a gravidez em mulheres com alto
risco de morte materna, favorecendo o diagnóstico e o tratamento das patologias
que aumentam o risco materno e promovendo a anticoncepção para estas
mulheres; 4) outras intervenções destinadas a reduzir o risco de morte pósaborto. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Prevenção
Mortalidade materna - Subenumeração
Morte materna - Causas
063
FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme, PINTO E SILVA, João Luiz de
Carvalho et al. O Problema da mortalidade materna. Femina , Rio de
Janeiro, v. 15, n.1, jan., p. 25-31, 1987.
Resumo
Situa mortalidade materna no contexto nacional, lembrando que os dados
divulgados não refletem a realidade. Apresenta o Coeficiente de Mortalidade
Materna em diversas cidades brasileiras, assim como de alguns países
estrangeiros. Discute a questão da prevenção da mortalidade materna e
propõe três pontos básicos para redução das mortes. Ressalta a importância
dos Comitês de Mortalidade Materna para a otimização da coleta de dados.
Finaliza propondo estratégias de ação que visam a solução dos problemas.
(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Estratégias de ação
Mortalidade materna - Prevenção
064
FAÚNDES, Aníbal, HERRMANN, Viviane, CECATTI, José Guilherme. Análise
da mortalidade materna em partos cesáreos no Município de Campinas,
1979-1983. Femina , Rio de Janeiro, v. 13, n. 6, p. 516-524, jun. 1985.
Resumo
Analisa pesquisa realizada em Campinas sobre a mortalidade em partos
cesáreos, usando duas fontes de dados: o SEADE, órgão que recebe atestados
de óbito no Estado de São Paulo, e um estudo individualizado de cada caso.
Aponta os principais fatores e motivos responsáveis pelo aumento da
mortalidade materna. Ressalta que os dados oficiais sobre mortalidade materna
não correspondem à dimensão real do problema. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos
Mortalidade Materna - Estudo de casos
Mortalidade Materna - Subenumeração
065
FEITOSA, Helvécio, MORON, Antônio F., BORN, Daniel et al. Mortalidade
materna por cardiopatia. R. Saúde públ., São Paulo, v. 25, n. 6, p. 443-451,
1991.
Resumo
Realizou-se estudo retrospectivo da mortalidade materna por cardiopatia, no
período de janeiro de 1979 a dezembro de 1989. Dentre um total de 16.423
internações, houve 694 gestantes com o diagnóstico de cardiopatia (4,2%). No
mesmo período, ocorreram 51 óbitos maternos, correspondendo a um
coeficiente de mortalidade materna de 428,2/100.000 nascidos vivos. Houve 12
óbitos maternos por cardiopatia. A análise estatística permitiu a identificação de
alguns fatores associados ao maior risco de morte nas pacientes cardiopatas:
primeira gravidez, primiparidade, ausência de assistência pré-natal, cardíaca
anterior à gravidez e/ou gestação. O maior número de mortes ocorreu no
puerpério. A classificação funcional (NYHA) não se constituiu em parâmetro
seguro para avaliar o prognóstico materno, pois 91,7 por cento dos casos de
óbito foram incluídos no grupo considerado favorável (classes I e II) ao iniciar a
gestação (AUTORES).
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas - Cardiopatias
066
FERREIRA, Carlos Eugênio Carvalho, CENEVIVA, Paulo Victor Souza.
Análise
da mortalidade materna através das estatísticas vitais : dificuldades e
perspectivas. In: SEMINÁRIO LATINO AMERICANO SOBRE POPULAÇÃO
E SAÚDE, 1985, Campinas... Anais... Campinas : Ed. Unicamp, 1986. 2 v. p.
17-41.
Resumo
O trabalho enfoca uma exploração preliminar das estatísticas disponíveis sobre
mortalidade materna para o Estado de São Paulo, no período de 1940-1983,
enfatizando a questão da qualidade dos dados. Alerta que uma aparente queda
dos índices de morte materna pode estar diretamente relacionada com a
subestimação da mortalidade materna, presente nas estatísticas vitais
tradicionais. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Análise de dados
Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo
Mortalidade materna - Subenumeração
067
FERREIRA, Rui Gilberto. Mortalidade materna no Estado de Goiás. In: MORTE
MATERNA UMA TRAGÉDIA EVITÁVEL... Anais. Goiânia : Grupo Transa do
Corpo, 1993. 103 p. p. 8-30.
Resumo
Comenta a definição oficial de morte materna divulgada pela OMS. Discute o
coeficiente de mortalidade materna no que diz respeito a sua obtenção e a
disparidade entre números obtidos em países desenvolvidos e em países
subdesenvolvidos. Ressalta a importância e a atuação do Comitê de Morte
Materna no Estado de Goiás, que tem por objetivo promover o estudo
epidemiológico dos óbitos. Apresenta através de tabelas e gráficos os números
resultantes do levantamento feito pelo Comitê entre os anos de 1989 e 1991 no
Estado de Goiás. (NEDSM)
Palavras-Chave
Coeficiente de Mortalidade Materna - Avaliação
Comitês de Morte Materna - Atuação - Goiás
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiás
068
FERREIRA, Rui Gilberto , DIAS, Heloísa Helena Rodrigues, LOPES, Maria
Auxiliadora et al. Morte materna : o que os familiares das vítimas falam.
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA, v. 4, n. 10, out., p. 16-18. 1995.
Resumo
Foram analisados relatórios de 40 visitas domiciliares das vítimas de morte
materna, ocorridas no Estado de Goiás no período de 1989 a 1992. Na visão
dos familiares, 50% destes óbitos foram atribuídos a falha médica e (ou)
deficiência no sistema de saúde pública, 25% ao baixo nível socio-econômico
e 15% à falha da paciente. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Estudo de casos
Morte materna - Responsabilidades
069
FERREIRA, Rui Gilberto, LIMA, Elma Linhares, AMARAL, Waldemar Naves do
et al. Avaliação da mortalidade materna no Estado de Goiás. R. Bras.
Ginecol. Obstet., nov., p. 80,1995. Supl.
Resumo
Foi realizado um estudo retrospectivo de 206 casos de morte materna,
ocorridos em Goiás, no período de 1989 a 1994, através de atestados de
óbitos, investigação de prontuários e visitas domiciliares. O Coeficiente de
Mortalidade Materna por 100 mil nascidos vivos, para os anos de 1989,
1990, 1991, 1992 e 1994, foi de 43,1, 55,0, 55,4, 56,2, 51,9 e 44,7
respectivamente. Segundo a idade , 66,9% das mulheres tinham menos de
30 anos. 40,6 % dos recém-nascidos nasceram vivos. Houve predomínio das
causas obstétricas diretas (77,7%), sendo a toxemia (30,6%), a infecção
(24,7%) e a hemorragia (18,4%) as mais freqüentes. (Autores)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiás
070
FERREIRA, Rui Gilberto, LIMA, Elma Linhares, VIGGIANO, Maurício Guilherme
Campos. Mortalidade materna . Goiânia : Comitê de Morte
Materna
do
Estado de Goiás, [199_].
Resumo
Foi realizado um estudo retrospectivo de 176 casos de morte materna ocorridos
em Goiás no período de 1989 a 1993. O C. M. M. (Coeficiente de Mortalidade
Materna) por 100.000 n. v. para os anos de 1989, 90, 91, 92 e 93 foi de 43,1,
55,0, 55,4, 56,2 e 51,9 respectivamente. Segundo a idade, 41,1% tinham entre
20 e 29 anos e 19,3% menores de 20 anos. Os óbitos predominaram no 3º
trimestre de gravidez (51%) e no puerpério (21%), a natimortalidade ocorreu em
19,2%, a cesárea em 43,1%, os óbitos sem término da gestação em 24% e o
abortamento em 14, 6%. Não houve procedimentos cirúrgicos adicionais em
73,6%, estando a histerectomia e a curetagem presentes em 14,6% e 7,6%
respectivamente. Houve predomínio das causas obstétricas indiretas (18,2%).
Nos óbitos causados por hemorragias, as principais causas foram o DPP
(deslocamento prematuro da placenta) 6,3%, e a placenta acreta (4,6%) a nas
causadas por infecção, o abortamento infectado, (8,5%) e a infecção por
cesárea (6,2%). (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiás
071
FERREIRA, Rui Gilberto, LIMA, Elma Linhares, VIGGIANO, Maurício Guilherme
Campos et al. Mortalidade materna em Goiânia : 1989-1992. s. n. t. [1993]
18 f.] (Mimeogr.)
Resumo
Estudo retrospectivo de 44 casos de mortalidade materna ocorridos em Goiânia
no período de 1989 a 1992. O C.M.M. (coeficiente de mortalidade materna ) por
100.000 n.v. nos anos de 1989, 1990, 1991 e 1992 foi de 41,0, 56,0, 50,7 e 26,6,
repectivamente. Sendo que 63,7% dos óbitos ocorreram em menores de 30
anos. Houve predomínio das causas obstétricas diretas: infecção, toxemia e
hemorragia; e a cardiopatia entre as causas obstétricas indiretas. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiânia
072
FERREIRA, Rui Gilberto, LIMA, Elma Linhares, VIGGIANO, Maurício Guilherme
Campos et al. Mortalidade materna no Estado de Goiás, 1989-1991. J. bras.
Ginec., Rio de Janeiro, v. 104, n. 8, p. 291-293, ago. 1994.
Resumo
Foi realizado um estudo de 102 casos de morte materna, ocorridos em Goiás, no
período de 1.1.89 a 30.9.91. O C.M.M. (coeficiente de mortalidade materna) por
100.000 n.v para os anos de 1989, 1990 e 1991 foram 43,1, 55,0 e 65,0,
respectivamente. 46 por cento ocorreram no terceiro trimestre de gravidez e 20,7
por cento no puerpério. O abortamento esteve presente em 13,9 por cento dos
casos. Constatou-se um predomínio das causas obstétricas diretas: toxemia
(26,5 por cento); infecção (24,5 por cento) e hemorragia (20,6 por cento)
(AUTORES).
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiás
073
O FIM da mortalidade materna. Salvador : FEBRASGO, 1993.
Resumo
Cartilha que oferece orientações para redução da mortalidade materna,
elaborada em forma de história em quadrinhos. Enfoca principalmente os
perigos do aborto clandestino e enfatiza a importância do pré-natal. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas - Aborto
Mortalidade materna - Prevenção
074
FÓRUM nacional de debates sobre redução da mortalidade materna : relatório
geral. Curitiba : [s. n.], 1994. (Mimeogr.)
Resumo
A evento apresenta como tema central a “redução da mortalidade materna”,
sendo abordado primeiramente de forma genérica e em seguida trabalhado de
forma a atender à realidade brasileira. São discutidos temas como: intervenções
para aperfeiçoar o conhecimento sobre número e causas de mortalidade
materna; intervenções para prevenir a gestação e a morte em mulheres com alto
risco de mortalidade materna; educação para a saúde; participação comunitária;
qualidade total em serviços de saúde. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Estudo
Mortalidade materna - Prevenção
075
FRANÇA, José de Ribamar, BRITO, Luciane, SILVA, Raimundo Antônio da et
al. Dados oficiais em mortalidade materna no Município de São Luís. R.
Bras. Ginecol. Obstet. nov., p. 133, 1995. Supl.
Resumo
Com o propósito de estudar e atualizar em São Luís - Maranhão, entre os
anos de 1987 e 1993, os dados sobre a mortalidade materna - indicador
indireto da qualidade de assistência prestada à mulher, durante a gravidez,
parto e puerpério - foram investigadas todas as declarações de óbito de
mulheres em idade reprodutiva (10 a 49 anos), registradas junto ao Setor de
Mortalidade da Secretaria Estadual de Saúde nesta cidade no período de
interesse, de onde foram selecionados os casos de morte materna num total
de 172.” Apresenta o coeficiente de mortalidade materna (CMM) para o
período estudado, assim como a
distribuição percentual das causas pelos
óbitos. Conclui que se registra declínio nos CMM, apesar de este fato ainda
deixar muito a desejar, visto que a maioria dos casos se constitui em mortes
evitáveis. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Luís (MA)
076
FREIRE, Sálvio, SANTOS, Cleide de Barros. Mortalidade materna no Hospital
das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC/UFPE) :
estudo de 10 anos. R. Bras. Ginecol. Obstet., nov., p.132, 1995. Supl.
Resumo
Este trabalho tem como objetivo estudar as causas dos óbitos maternos no
HC/UFPE, e o Coeficiente de Mortalidade Materna. O período investigado
variou de 1985 a 1995. Apresenta a metodologia e os resultados obtidos.
Conclui que as causas mais freqüentes foram infecção (30,76%), doenças
hipertensivas específicas da gravidez (15,39%) e hipertensão pulmonar
(15,39%). A mortalidade materna de 151 por 100 mil está dentro a média dos
hospitais do país. As ações de saúde governamentais (controle pré-natal,
assistência ao parto e planejamento familiar) são deficientes.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados Estatísticos - Pernambuco
077
FREIRE, Sálvio, SANTOS, Cleide de Barros, SOUZA, Maria Ladjane Bonifácio
de et al. Operação cesariana em Recife em 1979 : incidência e mortalidade
materna. s.n.t. [1979?] (Mimeogr.)
Resumo
Em 19 maternidades da cidade do Recife, em 1979 houve um total de 12.156
cesarianas e 30.953 partos vaginais. A mortalidade materna na operação
cesariana foi de 3,3 por 1.000. Nas pacientes indigentes, foram realizadas 2.327
cesarianas e 18.414 partos vaginais. A mortalidade na cesariana foi de 9 por
1.000. Nas pacientes do INAMPS foram realizadas 5.621 cesarianas e 10.226
partos vaginais. A mortalidade materna na cesariana foi de 2,2 por 1.000. Nas
pacientes de clínica particular, foram realizadas 3.764 cesarianas e 1.717 partos
vaginais. A mortalidade materna na cesariana foi de 0,5 por 1.000. As causas
mais freqüentes de mortalidade materna foram eclâmpsia, hemorragia, infecção
e embolianiótica. No global, a mortalidade materna na operação cesariana foi
6,13 vezes maior que no parto vaginal. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas - Cesariana
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Recife
078
GUEDES, Dionéia Garcia de Medeiros, CORREIA, Andréia Lígia Vieira, DUTRA,
Rossana Keylla et al. Mortalidade materna : Campina Grande / PB de
1983-1987.
079
HENTSCHEL, Heitor. O papel do prestador de serviços na redução da
mortalidade materna. s. n. t. [199-]. 5 p. (Mimeogr.)
Resumo
Aborda a problemática enfrentada pelos obstetras ao se depararem com um
caso de morte materna. Diz que a parte mais difícil para aceitação é o fato de
ser o óbito facilmente prevenível e evitável se tivesse a gestante acesso a
serviços de atendimento pré-natal assim como ao planejamento familiar.
(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade Materna - Prevenção
080
HIRATA, Vera Marisa F. M. Mortalidade no Paraná : uma questão de vida e
morte; uma análise das práticas de saúde. Dissertação (Mestrado em
Educação) - Curso de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal
do Paraná, 1991, 147 f.
Resumo
Estudo da mortalidade materna, ou da morte de mulheres devido a qualquer
causa durante a gravidez, parto e puerpério, ou dentro de 42 dias que se
seguem ao final da gravidez, independentemente da duração e local da mesma.
Apresenta algumas estratégias que se impõe no sentido de redução da
mortalidade materna: a) prevenção e atenção às complicações da gravidez,
parto e puerpério, com extensão de cobertura e melhoria da qualidade da
assistência à saúde da mulher; b) atividades formativas e de capacitação nas
instituições universitárias incluindo a revisão da postura técnico-ética do médico
em relação à sua responsabilidade social. Ressalta a importância de uma
política que contemple de um lado a educação materna e, de outro, a educação
continuada do médico. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Prevenção
Mortalidade materna - Responsabilidades
081
JOAQUIM, Hugo, BRAGA, Luiz Fernando C. O. Mortalidade Materna no
Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná : 1971-1983. R.
Bras. Ginecol. Obstet., n.3, p. 38-44, 1989.
Resumo
Apresenta dados relativos ao estudo realizado no período de janeiro de 1971
a dezembro de 1983 no Hospital de Clinicas da Universidade Federal do
Paraná. Informa que dentre as causas mais importantes nos índices de
mortalidade materna, a hipertensão foi a menos freqüente. Informa que os
erros médicos por omissão foram responsáveis por 19,7% do total dos óbitos.
(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná
Mortalidade materna - Responsabilidade médica
082
KAHHALE, Soubhi. Hipertensão arterial na gravidez ainda mata no Brasil. R
Bras. Ginec. Obstet., v. 17, n. 2, mar., p. 99, 1995. Editorial.
Resumo
Afirma que a hipertensão arterial na gestação é doença de alta prevalência e
responsável por muitas mortes maternas e perinatais. Aponta as síndromes
hipertensivas: eclâmpsias e síndrome help como sendo as principais causas de
óbitos maternos. Levanta a questão da subenumeração dos dados sobre
mortalidade materna, fato que se constitui em obstáculo para o sucesso de
muitas investigações. Comenta uma pesquisa feita sobre o tema em questão.
Conclui relacionando fatores que visam a diminuição da mortalidade materna e
perinatal.(NEDSM)
Palavras-Chave
Morte materna - Causas - Hipertensão
083
KIT didático sobre prevenção da mortalidade materna. 2. ed. Curitiba :
Estadual de Mortalidade Materna , 1995. 33 f.
Comitê
Resumo
Conceitua mortalidade materna e apresenta a situação em nível internacional,
nacional e no Paraná, especificamente. Aborda a questão social do problema e
sua evitabilidade. Apresenta ações básicas que visam a redução da mortalidade
materna. Finalmente trata a vigilância epidemiológica da mortalidade materna,
cuja responsabilidade cabe aos Comitês. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná
Mortalidade Materna - Aspectos sociais
Mortalidade materna - Prevenção
084
LACRETA, O, MARETTI, Milton. Mortalidade materna. R. Bras. Med., Rio de
Janeiro, v. 39, n. 3, p. 89-106, mar. 1982.
Resumo
Focaliza os seguintes tópicos: importância do estudo da mortalidade materna,
definições da OMS, coeficiente de mortalidade materna; freqüência e índices de
mortalidade materna no Brasil e no mundo. Etiologia das mortes obstétricas
diretas e indiretas. Considerações sobre mortes evitáveis, inevitáveis e
indeterminadas. Referências são feitas sobre a mortalidade materna na Clínica
Obstétrica da Faculdade de Medicina de São Paulo. Incidência segundo
paridade, raça e idade. Propõe criação de comissão de mortalidade materna ;
estabelecimento de campanha para incrementar a freqüência ao pré-natal;
incentivo ao parto hospitalar; cursos de aperfeiçoamento aos médicos em
Obstetrícia e Ginecologia; atenção especial às gestantes de alto risco.
(AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Conceituação
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Brasil
085
LACRETA, Oswaldo, MARETTI, Milton. Mortalidade materna e fetal em
gestantes diabéticas com toxemia hipertensiva. Femina , Rio de Janeiro, v.
2, n. 3, p. 182-183, mar. 1974.
Resumo
Aborda pesquisa feita no Hospital das Clínicas em São Paulo na qual foi
constatado que a toxemia na gestante diabética chega a 31,5% e na gestante
não diabética, 9,5%. A toxemia nestes casos não chega a levar à morte materna
nem a fetal. A nefropatia crônica, no entanto, é a maior causadora da
mortalidade fetal. Observa que a diabete de longa duração com lesão renal,
seguida de eclâmpsia pode levar a gestante ao óbito. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Causas - Diabetes
Mortalidade materna - Causas - Eclâmpsia
086
LAURENTI, Ruy. Fonte de dados e definições utilizadas em saúde materna e
saúde infantil. [São Paulo] : OPS/OMS, 1993. 32 f. (Mimeogr.)
Resumo
Trata das definições e do uso do instrumento padronizado, o atestado de óbito,
nos casos de mortes que afetam a saúde materna e infantil. Apresenta a
evolução da produção das estatísticas de mortalidade e as definições utilizadas
em estatísticas de mortalidade materna, infantil e perinatal. Inclui, como
exemplo, histórias clínicas e preenchimento de atestados de óbito. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Coleta de dados
Mortalidade materna - Dados estatísticos
087
LAURENTI, Ruy. Human resources management the role of maternal mortality
audit system. In: REPORT OF A TECHINICAL MEETING OF THE INTERAGENCY GROUP FOR SAFE MOTHERHOOD, 1995, New York : Family
Care International, 1995. 82 p. p.49-54.
Resumo
Questiona o fato de ter a cidade de São Paulo tão altas taxas de mortalidade
materna, já que é considerada a cidade mais rica da América Latina. Destaca o
crescimento da atenção prestada pelas autoridades brasileiras para a questão.
Descreve como funciona o Comitê de São Paulo. Aponta as recomendações
para que haja uma baixa nos índices de mortalidade materna, dentre os quais
pode-se destacar: cuidado pré-natal, informações sobre a problema e
planejamento familiar. Fala da questão do melhor treinamento dos profissionais
envolvidos no processo.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Aspectos políticos
Mortalidade materna - Prevenção
Mortalidade materna - Responsabilidades
088
LAURENTI, Ruy. Marcos referenciais para estudos e investigações em
mortalidade materna. R. Saúde Públ., São Paulo, v. 22, n. 6, p. 507-512,
1988.
Resumo
Aborda alguns aspectos relacionados à mortalidade materna como importante
problema de saúde pública, e destaca outros que devem ser levados em conta
quando se estuda a mortalidade materna por meio de coeficientes, tais como: o
pequeno número de casos, mesmo quando a taxa é alta; fidedignidade dos
dados; casos sugestivos de morte materna; período fértil; definição de morte
materna e o período de 42 dias após o parto; o denominador de coeficiente; as
causas obstétricas diretas, indiretas e as não relacionadas e outras variáveis
(AUTOR).
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Estudo
089
LAURENTI, Ruy. Maternal mortality in Latin American urban areas : the case
of São Paulo, Brazil. Bulletin of PAHO, v. 27, n. 3, p. 205-214, 1993.
Resumo
Descreve a realidade da mortalidade materna em São Paulo, de 1960 até 1990.
Compara a taxa de mortalidade derivada de atestados de óbitos com as taxas
apontadas por três estudos independentes realizados na cidade de São Paulo
em 1962-1963, 1974-1975, e 1986. Estes dados indicam que uma parcela
significativa de todas as mortes maternas na cidade tem sido atribuídas a outras
causas nos atestados de óbito, que em geral, os níveis de mortalidade materna
são mais elevados do que os encontrados em áreas urbanas de países mais
desenvolvidos, e nos últimos anos os níveis de mortalidade materna na cidade
têm aumentado. Várias formas de mensuração são sugeridas para melhor se
estudar os dados disponíveis e reduzir a mortalidade materna. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo
090
LAURENTI, Ruy. Morbidade e mortalidade feminina.
(Mimeogr.)
s.l : s. n., [1989]. 28f.
Resumo
Trata-se de palestra proferida no Encontro Internacional : saúde da mulher ; um
direito a ser conquistado. Inicia definindo morbidade e mortalidade. Discorre
sobre a incidência e prevalência de uma doença ao tratar a mortalidade.
Apresenta características gerais da morbidade e mortalidade materna. Aborda
também a relação de mortalidade feminina e masculina exemplificando através
de tabelas as ocorrências, desde a década de 40 até a década de 80, assim
como a distribuição por regiões sócio-econômicas do Brasil. Apresenta os dados
sobre mortalidade materna no país entre os anos de 1984 / 1985, e os do
Município de São Paulo em 1986. Aborda algumas causas responsáveis pelos
óbitos maternos, destacando o aborto.
Palavra-chave
Mortalidade materna - Causas - Aborto
Mortalidade materna - Dados estatísticos
091
LAURENTI, Ruy. Morbidade e mortalidade materna no Brasil. In: SEMINÁRIO
NACIONAL MORBI-MORTALIDADE MATERNA. Itapecerica da Serra, 1989.
88 p. p.74-88.
Resumo
Afirma que está havendo maior preocupação com a mortalidade materna e
destaca a importância da reunião realizada em Nairobi, em
1987. Define
morbidade e mortalidade materna. Divide a mortalidade materna em mortes
obstétricas diretas, indiretas e não obtétricas. Relata “o quadro da morbidade
materna no Brasil, assim como o faz com a mortalidade materna”. (NEDSM)
Palavras-Chave
Morbimortalidade materna - Conceituação
Mortalidade materna - Conferências
092
LAURENTI, Ruy. Mortalidade materna : a situação no Brasil. In: FÓRUM
NACIONAL DE DEBATES SOBRE REDUÇÃO DA MORTALIDADE
MATERNA, [1994], Curitiba : s. n., [1994]. 87 p. (Mimeogr.)
Resumo
Começa lembrando que ao contrário da mortalidade infantil,
que vem
decrescendo ultimamente, a mortalidade materna é um dos grandes problemas
de saúde em países subdesenvolvidos. Faz uma breve descrição dos níveis de
mortalidade materna no Brasil. Separa as causas das mortes como : obstétricas
diretas e indiretas. Lamenta a subenumeração das estatísticas de mortalidade.
Apresenta números relativos à mortalidade materna no Brasil e no exterior
através de gráficos e tabelas. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Brasil
Mortalidade materna - Situação - Brasil
093
LAURENTI, Ruy. A mortalidade materna e o município. s.n.t. [199-]. 13 p.
(Mimeogr.)
Resumo
Usa o conceito da OMS para definir mortalidade materna. Aponta a hipertensão,
a hemorragia, infecção e aborto como as principais causas de mortes maternas.
Apresenta o coeficiente de mortalidade materna (CMM). Relata brevemente a
situação do Brasil. Levanta questões relacionadas à alta taxa de mortalidade
como : assistência ao parto, nível de escolaridade e a falta de importância
dispensada ao problema. Propõe alternativas para mudança do quadro atual.
Aponta a criação do Comitê de Morte Materna
como o primeiro e mais
importante passo para se criar um sistema de vigilância. Relaciona os atributos
do Comitê. Exemplifica de modo fictício como funcionaria o Comitê de Vigilância
de Morte Materna em um Município. (NEDSM)
Palavras-Chave
Coeficiente de Mortalidade Materna - Abordagem
Comitês de Morte Materna - Implantação
Mortalidade materna - Conceituação
Morte materna - Causas
Morte materna - Causas - Aborto
Morte materna - Causas - Hemorragia
Morte materna - Causas - Hipertensão
Morte materna - Causas - Infecção
094
LAURENTI, Ruy. A mortalidade materna e o município : preparado para a
UNICEF. s. n. t. [199-] 13 f.(Mimeogr.)
Resumo
Apresenta o conceito da morte materna, a importância do Coeficiente da
Mortalidade Materna e do Comitê de Morte Materna. Ressalta a importância do
comprometimento das autoridades municipais frente à problemática do óbito
materno. Analisa a situação da mensuração dos dados de mortalidade materna.
Enfatiza a importância da implementação dos Comitês de Morte Materna.
(NEDSM)
Palavras-Chave
Coeficiente de Mortalidade Materna - Avaliação
Comitês de Morte Materna -Implantação
Mortalidade materna - Aspectos Políticos
Mortalidade materna - Dados estatísticos
Mortalidade materna - Subenumeração
095
LAURENTI, Ruy. A mortalidade materna no Estado de São Paulo : sua evolução
nas últimas três décadas. In: SIMPÓSIO FRANCO-BRASILEIRO SOBRE
PREVENÇÃO DA MORTALIDADE MATERNA, 1992. São Paulo: s.n. 1992.
9 f. (Mimeogr.)
Resumo
Analisa os níveis de mortalidade materna em diferentes países, regiões e
décadas. Níveis e tendências de 1960 a 1990. Relata a pouca fidedignidade das
informações nos atestados de óbito, e as taxas de mortalidade subenumeradas,
bem como as discrepâncias entre o coeficiente corrigido e o oficial. (LILACS)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Subenumeração
096
LAURENTI, Ruy. Perfil da mortalidade materna. In: MINAYO, Maria Cecília de
Souza (org). Os muitos Brasis : saúde e população na década de 80. São
Paulo : HUCITEC-ABRASCO, 1985. p. 309-319. (Saúde em debate; 79)
Resumo
Traça o perfil da mortalidade materna no Brasil, níveis dessa mortalidade, suas
causas e determinantes. (LILACS).
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Situação - Brasil
097
LAURENTI, Ruy. A saúde materna na região das Américas. [São Paulo] : s. n.,
1992. (Mimeogr.).
Resumo
Apresenta dados relativos à mortalidade materna em várias cidades das
Américas. Ressalta a necessidade de informações sobre saúde materna e
infantil na região das Américas. Analisa os números nos diferentes países.
Aborda a questão da fidedignidade das informações. Finaliza destacando a
importância da criação de uma banco de dados sobre saúde materno-infantil
organizado pela Organização Pan-americana de Saúde como instrumental para
a monitorização da a fim de proporcionar a melhoria qualitativa e quantitativa
dos dados. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - América
098
LAURENTI, Ruy, BUCHALLA, Cássia Maria, COSTA JR, Moacir Lobo. Estudo
da
morbimortalidade perinatal em maternidades : descrição do projeto e
resultados gerais. R. Saúde Públ., São Paulo, v. 18, p. 436-437, 1984.
Resumo
Descreve
estudo sobre a morbidade e mortalidade ocorridas no período
perinatal por meio da coleta de dados referentes ao evento, ao produto e à mãe.
Tal estudo foi realizado em nove maternidades, sendo sete no Estado de São
Paulo, uma no Rio de Janeiro e outra em Florianópolis, possibilitando a coleta de
dados referentes à 13.130 eventos. Dentre os resultados globais destacam-se a
alta mortalidade perinatal e a alta porcentagem de cesárea. (NEDSM)
Palavras-Chave
Morbi-mortalidade materna - Estudo
Mortalidade materna - Dados estatísticos
Mortalidade materna - Estudo de casos
099
LAURENTI, Ruy, BUCHALLA, Cássia Maria, LOLIO, Cecília Amaro de et al.
Mortalidade de mulheres em idade fértil no município de São Paulo (Brasil),
1986 : II - mortes por causas maternas. R. Saúde Públ., v. 24, n. 6, p. 468472, 1990.
Resumo
Dando seqüência ao projeto de investigação de fidedignidade da certificação da
causa básica da morte de mulheres em idade fértil (10-49 anos) residentes no
Município de São Paulo, em 1986, foram comparados os atestados de óbito
"originais" com os "refeitos" com base em informações adicionais. O coeficiente
de mortalidade materna elevou-se de 44,5 por 100.000 nascidos vivos (n.v.) para
99,6 por 100.000 n.v., alto valor quando comparado com o de outros locais.
Comparando-se estes dados com outros anteriores que usaram a mesma
metodologia, notou-se que a mortalidade ascendeu no período de 1962/4 a
1974/5, para decrescer em 1986. Discute ainda a necessidade de ampliação do
período de 42 dias da definição de mortes maternas e a relação existente entre
condições vistas como não-maternas (câncer, violência) e o ciclo gravídicopuerperal. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
100
LAURENTI, Ruy, BUCHALLA, Cássia Maria, SANTO, Augusto Hasiak, et al.
Mortalidade de mulheres em idade fértil no município de São Paulo (Brasil),
1986. R. Saúde Pública, São Paulo, v. 24, n. 2, p. 128-133, 1990.
Resumo
Faz investigação da fidedignidade das declarações de óbito de uma amostra de
1/4 dos óbitos ocorridos no Município de São Paulo em 1986. Foram obtidos
para cada óbito dados complementares através de entrevista domiciliar e revisão
de prontuários e laudos de necrópsia, quando existentes. Foram estudados 953
casos que evidenciaram um bom preenchimento das declarações, exceto para
as causas maternas e para afecções respiratórias terminais, sendo as primeiras
grandemente subenumeradas. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados Estatísticos
Mortalidade materna - Subenumeração
101
LAURENTI, Ruy, SANTO, Augusto Hasiak, BUCHALA, Cássia Maria et al.
Mortalidade materna : causas básicas e associadas de morte em quatro
municípios do Estado de São Paulo, 1983; análise de atestados de óbito.
[São Paulo] : Centro Brasileiro de Classificação de Doenças, 1986. 35 p.
(Mimeogr.)
Resumo
Afirma que geralmente as causas de morte não são bem declaradas nos
atestados de óbito, especialmente as causas maternas e, dentre elas,
principalmente os abortos. Apresenta pesquisa desenvolvida no Estado de São
Paulo, em 1983, que inclui estudo de mortalidade, análises críticas de atestados
de óbito e discussão junto à médicos que os preencheram. Conclui-se que
muitos dos atestados de mulheres entre 15 e 49 anos e que não contém uma
causa materna informada são na realidade correspondentes às mortes devidas a
causas maternas.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo
102
LIMA, Helena Teixeira de, OLIVEIRA, Maria Neci Paletó de, OLIVEIRA FILHO,
Romeu Nazario de et al. Situação da mortalidade feminina em idade
reprodutiva no Município de João Pessoa / PB. João Pessoa : s.n., 1995.
Monografia (Especialização) Universidade Federal da Paraíba. 28f.
Resumo
Inicia apresentando considerações acerca da mortalidade dos seres humanos de
uma maneira geral. Lembra uma política oficial do governo brasileiro
relacionando à saúde da mulher. Comenta a disparidade dos índices de
mortalidade materna
entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Faz a
diferenciação entre morte materna obstétrica direta e indireta. Sugere a criação
de Comitês de Morte Materna, aperfeiçoamento das estatísticas contínuas e
investigações
epidemiológicas
como
estratégias
para
um
melhor
reconhecimento da mortalidade materna. Aborda a problemática da inexatidão
dos números referentes ao óbito materno . Finaliza apresentando dados
estatísticos resultantes de investigações feitas em João Pessoa em 1994.
(NEDSM)
Palavra-chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - João Pessoa
103
LIPPI, Umberto Gazi. Prevenção da mortalidade materna em mulheres de alto
risco de morrer. s. n. t. [1994]. 3 f. (Mimeogr.)
Resumo
Discute as causas básicas responsáveis, em sua maioria,
pelos óbitos
maternos: hemorragia, hipertensão arterial e infecção. Aponta como
universalmente verdadeira a hipótese de que a falta de assistência obstétrica é
um importante fator de risco para a mortalidade materna. Apresenta alguns
fatores, que associados, poderiam reduzir as taxas de mortalidade: assistência
pré-natal, assistência ao parto e ao puerpério, assistência ao planejamento
familiar. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
104
LOPES, Brasileira Cordeiro, SOARES, Vânia Muniz Nequer. Comitê de Estudos
de morte materna : uma experiência de
trabalho
multiprofissional.
s.n.t. [199-]. [20f] (Mimeogr.)
Resumo
Afirma que as mortes maternas, atualmente, são em grande maioria preveníeis e
evitáveis. Apresenta uma revisão da literatura sobre o tema. Aborda a
implantação dos Comitês de Morte Materna no Paraná, discorrendo sobre suas
finalidades, funções, objetivos e composição. Expõe as estratégias de ação e os
resultados obtidos. Conclui que o enfermeiro é considerado um profissional
necessário e competente como membro dos Comitês de Morte Materna do
Paraná. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação - Enfermeiros
Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná
Mortalidade materna - Estratégias de ação
105
LUNIERE, Glydes Braga. Mortalidade materna em Manaus. Manaus : Fundação
Universidade do Amazonas / Faculdades de Ciências da Saúde, 1992.[23 f.]
Resumo
Estuda a mortalidade materna identificando os fatores econômicos, sociais e
culturais que determinaram o óbito. Avalia também as causas clínicas das
mortes. Apresenta ainda os números obtidos na cidade de Manaus com o auxílio
de tabelas estatísticas. Conclui que a redução da mortalidade materna exige um
sistema de saúde com medidas específicas no que se refere a educação e
serviços de informação prestados à mulher. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Manaus
106
MACIEL, Cláudio José, PEIXOTO, Maurício Abreu Pinto, VIGGIANO, Maurício
Guilherme Campos et al. Estudo da morbimortalidade materna na UTI do
Hospital Geral do INAMPS de Goiânia. Ginecologia e Obstetrícia, Rio de
Janeiro, v. 3, n. 10, p. 35-47. out. 1994.
Resumo
Foi feito um trabalho prospectivo no qual se criou um protocolo e de 01/01/89 a
31/01/91. Analisou-se a morbimortalidade materna em todas as pacientes
obstétricas que foram transferidas para a UTI do Hospital Geral do INAMPS de
Goiânia. Foram estudados 60 casos, dos quais houveram 24 óbitos. Com
referência ao pré-natal, houve quantidade numericamente suficiente, porém de
qualidade discutível. Os procedimentos sépticos que sofreram histerectomia
abdominal total (HAT) e chegaram ao óbito corresponderam a 29,14%, enquanto
os casos que não sofreram HAT e também tiveram êxito letal, corresponderam
a 24,98%. A mais importante causa de óbito materno, as toxemias, seguidas
pelas infecções, são evitáveis, em maioria, com uma boa qualidade de
assistência pré-natal e ao parto. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiânia.
107
MADI, José Mauro. A mortalidade materna no Estado do Rio Grande do Sul,
período de 1979 a 1982 : análise das incidências nas diferentes faixas
etárias. Femina, Rio de Janeiro, v. 15, n. 8, p. 633-639, ago. 1987.
Resumo
Estuda a mortalidade materna no Estado do Rio Grande do Sul. Constata que
apesar dos índices decrescentes nos últimos anos, a curva do coeficiente de
mortalidade tem apresentado declínio lento. Aborda então, os motivos desta
realidade. Apresenta dados relativos às causas de mortalidade materna, à faixa
etária das vítimas, etc. Finaliza afirmando que uma região subdesenvolvida pode
ter seus índices minimizados em cerca de 70% com a melhoria dos ambulatórios
de pré-natal. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio Grande do Sul
108
MANUAL dos Comitês de Mortalidade Materna. Brasília : Ministério da Saúde,
Coordenação Materno Infantil, 1994. 119 p.
Resumo
Relata brevemente a realidade materna na América Latina, fazendo comparação
com a realidade de países ricos. Apresenta dados estatísticos da mortalidade
materna no Brasil em 1987. Conceitua morte materna, morte materna tardia,
morte materna obstétrica e não obstétrica, entre outros tipos de mortes bem
como mortalidade de mulheres em idade fértil, morte hospitalar, etc. Define
sistema de vigilância epidemiológica. Apresenta o histórico, conceito, finalidade,
funções e objetivos dos Comitês de Morte Materna. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Conceituação
Comitês de Morte Materna - Histórico
Mortalidade materna - Dados Estatísticos - Brasil
109
MARANHÃO, Técia Maria de Oliveira, GALVÃO, Elíseo Brito de Medeiros,
MELO, Maria do Carmo Lopes de et al. Causa de morte em mulheres em
idade fértil na Maternidade Escola “Januário Cicco”(MEJC), no período de
jan/93 a jan/94. R. Bras. Ginecol. Obstet. nov., p. 133, 1995, Supl.
Resumo
Trata-se de um estudo retrospectivo sobre a morte de 12 mulheres em idade
fértil na MEJC em 1993, com o objetivo de relatar as principais causas dos
óbitos. Apresenta os resultados obtidos a partir da investigação. Conclui que
as principais causas apontadas refletem as estatísticas anteriores, nas quais
há maior incidência de mortes por causas obstétricas diretas. Sugere ainda
que este trabalho tenha continuidade por parte do corpo clínico do MEJC e do
Comitê de Morte Materna. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Estudo de casos
110
MARCUS, Paulo Afonso Ferrigno, VEGA, Carlos Eduardo Pereira, BOYACIYAN,
Krikor, et al. Estudo da mortalidade materna no Município de São Paulo
durante o ano de 1995. R. Bras Ginecol. Obstet., São Paulo, v. 18, n. 9,
out. 1996. p. 731-736.
Resumo
No ano de 1995 ocorreram 65.692 óbitos no Município de São Paulo, dos quais
foram separadas 281 declarações de óbito onde o estado gravídico era
declarado ou presumido, segundo critérios previamente estabelecidos (mulheres
entre 10 e 49 anos, onde no campo “Causa da Morte” da declaração de óbito
houvesse alguma correlação com o ciclo gravídico-puerperal que denotasse
alguma patologia que pudesse
interferir durante
o mesmo ou que fosse
decorrente de complicação de alguma incorrência obstétrica). Estes 281 casos
foram pesquisados, sendo obtidos 124 casos positivos para morte materna e
106 negativos (existem ainda 51 em investigação), sendo então tabulados,
agrupados e analisados por idade e patologia, utilizando-se os grandes grupos
de assistência. Dos 124 casos positivos, 46 (37,1%) não apresentavam
nenhuma referência na declaração de óbito ao estado gravídico (subnotificação).
Este estudo possibilitou calcular o real coeficiente de mortalidade materna para o
município de São Paulo, que está em 51,32/100.000 nascidos vivos.
(AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Análise de dados
Mortalidade materna - Coleta de dados
Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo
111
MARGULIES. German. Intervenções para prevenir a morte de mulheres com alto
risco de morte materna. s.n.t. [198-?](Mimeogr.)
Resumo
Afirma que o alto risco de morte materna se concentra em toda a população
empobrecida. Comenta a realidade sócio-econômica da América Latina, fato que
está diretamente ligado aos altos índices de mortalidade materna. Propõe
medidas para a redução da taxa de mortalidade materna, dentre eles o acesso
das gestantes ao atendimento pré-natal e a facilidade do acesso para todas as
mulheres ao planejamento familiar. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Prevenção
Mortalidade materna - Situação - América Latina
112
MARTINS, Alaerte Leandro, BÜRER, Maria Elizabete Dissenha. Atuação da
enfermagem nos Comitês de Morte Materna da 22ª RS. s.l. : s.n.,
[1994].10 f. (Mimeogr.)
Resumo
Trata-se de trabalho preliminar, utilizando-se fonte de dados específico, que
propôs conhecer a atuação da enfermagem nos Comitês de Morte Materna,
na 22ª Regional da Saúde, Estado do Paraná, em 1994, Conclui-se que 60%
dos membros efetivamente atuantes nos Comitês são da enfermagem.
Propõe-se a continuidade dos estudos e o aprofundamento e avanço de
categoria nesse campo de atuação. (AUTORES)
Palavras-Chave
Comitês de Morte materna - Atuação - Enfermeiros
Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná
113
MARTINS,
Alaerte
Leandro,
BÜRER,
Maria
Elizabete
Dissenha.
Descentralização a nível municipal dos Comitês de Morte Materna. s. n. t.
[1993]. [15p.] (Mimeogr.)
Resumo
Relata as ações do Comitê Regional de Morte Materna da Vigésima Segunda
Regional de Saúde do Estado do Paraná, abrangendo onze municípios da
Região Metropolitana de Curitiba. Instalado no ano de 1989, este Comitê tinha
por finalidade investigar os óbitos presumíveis das mulheres em idade fértil e
fazer a divulgação desse trabalho junto às lideranças municipais. Com a
implantação do Sistema Único de Saúde, as ações do Comitê foram
descentralizadas. Enfatiza que tal descentralização, a nível municipal, tem se
mostrado uma medida correta em face ao aumento dos índices de eficácia na
notificação e investigação dos óbitos maternos. (AUTORES)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná
114
MARTINS, Alaerte Leandro, CORRÊA, Almira Maciel. Mortalidade materna das
mulheres negras do estado do Paraná. s. n. t. (Mimeogr.).
Resumo
Trata-se de trabalho preliminar realizado, utilizando-se os formulários de
investigação confidencial de morte materna, já preenchidos pelos Comitês de
Morte Materna do Estado do Paraná em 1993; propôs-se conhecer a
mortalidade materna
das mulheres negras, correlacionando as mesmas, às
condições sócio-econômicas dos casos ocorridos. Encontrou-se entre outros
que, 26,36% dos óbitos ocorreram com mulheres negras, sendo que 90% tinham
renda familiar até 2 salários mínimos e 85% estudaram no máximo 4 anos,
fazendo ainda a maior porcentagem entre as analfabetas. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Mulheres Negras
115
MARTINS, Alaerte Leandro, ROBERTO, Azamalvete de Paula. A mortalidade
materna e perinatal e sua correlação com a assistência ao parto na 22ª
Regional de Saúde. Curitiba, 1993. 97 p. Monografia apresentada ao Curso
de Pós-Graduação em Enfermagem Obstétrica, Universidade Federal do
Paraná, como requisito parcial para obtenção do Grau de especialista).
Resumo
Considerando as atividades já desenvolvidas pelo Comitê Regional de Morte
Materna, da 22ª Regional de Saúde no Estado do Paraná, recémdescentralizado, sentiu-se a necessidade de ampliar as suas propostas, com fins
de contribuir na prevenção da morte materna. Espera-se contribuir neste sentido,
pois com os óbitos maternos já investigados pelo Comitê, de 1992, propôs-se a
investigação e análise do total dos óbitos perinatais ocorridos também em 1992,
simultaneamente aos maternos, correlacionando-se os dados com a assistência
ao parto, ao pré-natal e ao recém-nascido também foi realizado. Constatou-se,
entre outros, que os óbitos maternos e perinatais ocorrem em sua maioria, em
famílias de baixa renda e escolaridade, que realizaram pré-natal e parto
hospitalar, evidenciando a qualidade da assistência prestada. São feitas
recomendações para redução da morbimortalidade materna e perinatal, como a
implantação e implementação de ações básicas de atenção primária à saúde.
(AUTORES)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná
Mortalidade Materna - Dados Estatísticos - Paraná
116
MATHIAS, Lenir, NESTAREZ, José Eduardo, NOBILE, Luciana et al. Cesárea
interativa : morbiletalidade materna. Arq. Cat. Med., v. 13, n. 3, p.179-183,
set. 1984.
Resumo
No ano de 1979 houve 196 casos de apresentação pélvica na Maternidade Prof.
Monteiro de Moraes, dos quais 126 tiveram resolução pela via transpelviana e 70
pela senda abdominal. Houve 39 óbitos perinatais dos quais 23 fetais e 16
neonatais precoces. Destes, 13 resultaram da via transpelviana e três da via
abdominal. Em 85% das oportunidades em que os óbitos neonatos da via
transpelviana ocorreram, o Apgar do 1o. e 5o. minutos foi menor do que 7 e o
peso foi inferior a 2.500 gramas. Dos 13 óbitos neonatais da via transpelviana,
10 tiveram associação com SAR e em 90% destes o Apgar foi inferior a 7 e o
peso, aquém de 2.500 gramas. Todos os casos de óbito neonatal da via
abdominal tiveram correlação com SAR. A mortalidade perinatal em ambas as
vias foi de 216,6%. (LILACS)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Análise dados
Mortalidade materna - Causas - Cesariana
Mortalidade materna - Dados estatísticos
117
MATTAR, Rosiane, VIGORITO, Neusa Maria, STAVALE, João Norberto et al.
Morte materna em hospital de referência : Hospital São Paulo. Femina, Rio
de Janeiro, v. 28, n. 2, p. 292-293, 1990.
Resumo
Estudo quantitativo da morte materna no Hospital São Paulo, no período de
1983 a 1988. Faz análise dos elevados índices dos Coeficientes de Mortalidade
Materna apurados no período
além de identificar as principais causas
relacionadas com os óbitos ocorridos. (NEDSM)
Palavras-Chave
Coeficiente de Mortalidade Materna - Avaliação
Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo
Morte materna - Causas
118
MAUAD FILHO, Francisco. Análise de um comitê de mortalidade materna :
intervenções para prevenir morte materna. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE
MORBI-MORTALIDADE MATERNA. Itapecerica da Serra, 1989. 88 p. p. 6273.
Resumo
Analisa o funcionamento do Comitês de Mortalidade Materna de Ribeirão Preto
(SP). Descreve estudo prospectivo sobre óbitos maternos de mulheres entre 15
e 49 anos, ocorridos no município de Ribeirão Preto, no ano de 1988. Conclui
que a maioria das mortes maternas podem ser evitadas, prevenidas desde que
houvessem serviços de urgência de atendimento à gestante, bem como
disponibilidade médico-hospitalar de acesso pela mesma. Ressalta a
necessidade de políticas que priorizem à maternidade segura, a garantia de
recursos necessários para os serviços de saúde materna e planejamento familiar
e a realização de atividades de apoio nos setores social, econômico e cultural.
(NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação - Ribeirão Preto
Mortalidade materna - Aspectos sociais
Mortalidade materna - Estudo de casos
119
MONTENEGRO, Carlos Antônio Barbosa, PEIXOTO, Maurício Abreu Pinto.
Mortalidade materna : outras causas. Femina , Rio de Janeiro, v. 13, n. 6,
p. 539-542. jun. 1985.
Resumo
Começa destacando infecção, hemorragia e toxemia como as principais causas
de morte materna e diz que o obtuário materno decorrente de doenças raras é
reduzido. Enumera e descreve as doenças que se constituem em outras causas
de óbito materno. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Causas - Anestesia
Mortalidade materna - Causas - Eclâmpsia
Mortalidade materna - Causas - Hemorragia
Mortalidade materna - Causas - Infecção
120
MORA, German. Desenvolvimento humano e saúde reprodutiva. s. l. : s. n., 199, 6 f. (Mimeogr.)
Resumo
Apresenta a mortalidade materna como sendo uma epidemia silenciosa que
“mancha de vergonha e cobre o mapa da América Latina e Caribe”. Comenta os
vários fatores que se constituem nas causas de óbitos maternos, dentre os quais
destacam-se a baixa qualidade dos serviços de saúde materna e planejamento
familiar. Discorre sobre a morbidade materna na América Latina. Sugere
estratégia de ação para a modificação da situação. Finaliza propondo recursos
para a ação. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Prevenção
Mortalidade materna - Situação - América Latina
121
MORAES, Cecílio Alves de, FERREIRA, Rui Gilberto, CARVALHO, Gélcio
Sisteroli de et al. Realidade dos óbitos ocorridos por causas maternas e
pós-abortos, em Goiás, nos anos de 1989 a 1993, em uma população
feminina de 10 a 49, segundo dados do Departamento de morbimortalidade (SABS) e do Comitês de Morte Materna. Goiânia : s. n., 1994.
[11 p.] (Mimeogr.)
Resumo
Nos anos de 1989 a 1993, no Estado de Goiás, ocorreram 6.983 óbitos
femininos na faixa etária de 10 a 49 anos. Destes ocorreram 184 óbitos por
causas maternas, objetos da investigação do Comitê de Morte Materna do
Estado de Goiás. Após apresentação de um questionário direcionado do médico
que atestou o óbito, constatou-se que 19 óbitos foram atribuídos a abortos .
(AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiás
122
MORTALIDADE materna : uma tragédia cotidiana. Jornal da Rede. Recife, v. 1,
n. 1, p. 4., maio, 1992.
Resumo
Analisa dados estatísticos do IBGE acerca da mortalidade materna no Brasil.
Apresenta diversos fatores que levam ao óbito materno, enfatizando que grande
parte destas mortes é perfeitamente evitável. Identifica diversas medidas que se
implementadas contribuirão significativamente para reduzir a mortalidade
materna.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Brasil
Mortalidade materna - Prevenção
123
NEME, Eduardo S., NEME, Busâmara. Mortalidade materna : causas e
fundamentos para sua prevenção. In: FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José
Guilherme (org). Morte materna : uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas :
Ed. Unicamp, 1991, 217 p., p. 197-217.
Resumo
Aborda a incidência da mortalidade materna, assim como suas causas.
Caracteriza o aborto como a principal causa de morte materna por infecção
devido às péssimas condições técnicas com que é praticado. Relata que a
maioria dos autores concorda que a cesariana traz mais riscos do que o parto
vaginal. Apresenta dados estatísticos da mortalidade materna no Brasil. Conclui,
entre outras coisas, que hipertensão, infecção e hemorragia são os principais
responsáveis pelos óbitos maternos em países subdesenvolvidos. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas - Aborto
Mortalidade materna - Dados estatísticos.
124
NETTO, Hermógenes, FONSECA, André Luiz Arnaud, AMIM JÚNIOR, Jofre.
Prevenção da morte materna na gestação de alto risco. In: FAÚNDES,
Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org). Morte materna : uma tragédia
evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991, 217 p., p. 99-118.
Resumo
Discute as causas de mortalidade materna e as intervenções para prevení-las,
para aumentar a cobertura do atendimento pré-natal, para melhorar a
assistência pré-natal a nível primário, secundário e terciário e para melhorar a
qualidade da assistência à gestação, parto e puerpério no nível secundário e
terciário. (LILACS)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Prevenção
125
NETTO, Hermógenes Chaves, PEIXOTO, Maurício A. P., MONTENEGRO,
Carlos Antônio Barbosa. Intervenções para prevenir a morte em mulheres
grávidas com alto risco de óbito. J. Bras. Ginec., São Paulo, v. 99, n. 10, p.
419-423, out. 1988.
Resumo
As cinco maiores causas da morte materna são hemorragia, infecção, toxemia
gravídica, doenças intercorrentes e anestesia, sendo que as três primeiras
causas predominam em países de baixo nível econômico-social. Enfatiza que,
em geral, estas causas são passíveis de prevenção. Aponta diversas
alternativas para a melhoria do atendimento pré-natal a nível primário como a
reciclagem de pessoal e a criação de equipes multidisciplinares. O acesso ao
atendimento em nível secundário e terciário será facilitado pela regionalização
hierárquica e integrada, criação de banco de vagas e normalização da correta
prática do fluxo de referência e contra-referência. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Prevenção
126
NETTO, João Salgado. Mortalidade materna: estudo em 3 municípios do Estado
de São Paulo; Bauru, Marília e Presidente Prudente, período 1989/1990.
São Paulo, 1992. 137 p. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) -
Universidade de São Paulo.
Resumo
A partir de Declarações de Óbitos de mulheres em idade reprodutiva, 10 a 49
anos, ocorridos entre 1º de janeiro de 1989 e 31 de dezembro de 1990 nos
Municípios de Bauru, Marília e Presidente Prudente, no Estado de São Paulo,
procurou-se conhecer o número de mortes maternas ocorridas durante o período
em estudo, bem como as principais causas de óbitos de mulheres em idade
reprodutiva. Através de visitas domiciliares e exames de prontuários, foi possível
conhecer as principais causas dos óbitos maternos, bem como algumas
variáveis como ocupação, escolaridade, situação marital, paridade, tipo de parto
e evitabilidade dos óbitos maternos. Excluindo-se as mortes de mulheres não
residentes nos Municípios em estudo, foram determinados seus coeficientes de
mortalidade materna. Além de um breve comentário sobre histórico, conceitos,
fatores de risco e incidência de mortalidade materna no Brasil, algumas
estatísticas internacionais são também apresentadas. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Análise de dados
Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo
127
NETTO, José Maria Magalhães. Mortalidade materna. Femina, v. 13, n. 6, p.
490-498, jun. 1985.
Resumo
Define mortalidade materna segundo a OMS. Apresenta o Coeficiente de
Mortalidade Materna. Questiona a não inclusão de causas acidentais no cálculo
do índice de mortalidade materna. Apresenta dados estatísticos coletados em
maternidades, durante as décadas de 60, 70 e 80, dividindo as taxas de
mortalidade por capitais dos Estados brasileiros. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Coleta de dados
Mortalidade materna - Conceituação
Mortalidade materna - Dados estatísticos
128
ORTIZ, Enrique Rivero. O impacto da organização dos serviços de saúde na
morbi-mortalidade materna : o caso brasileiro. s. n. t. 15 p.(Mimeogr.).
Resumo
Situa a morbi-mortalidade materna em países subdesenvolvidos. Define
morbidade materna. Utiliza diferentes agrupamentos de causas de morte
materna para proporcionar melhor compreensão do problema: a) do ponto de
vista obstétrico; b) do ponto de vista clínico; c) do ponto de vista da evitabilidade.
Apresenta a situação do Brasil, ilustrando com tabelas estatísticas. (NEDSM)
Palavras-Chave
Morbi-Mortalidade Materna - Brasil
Mortalidade Materna - Responsabilidades
Mortalidade materna - Situação - Brasil
129
NEUMANN, Zilda Arns. Participação comunitária na redução da mortalidade
materna. s.n.t. [199-?] (Mimeogr.)
Resumo
Afirma que a arte de reduzir drasticamente a mortalidade materna, bem como a
mortalidade infantil no Brasil, está na relação direta com a identificação precoce
dos casos de alto risco e a disponibilidade de ter um sistema de referência e
contra referência capazes de atender às necessidades com qualidade e no
devido tempo. Propõe a participação comunitária organizada por objetivos
definidos que tem o potencial não somente de evitar a morte materna, cujas
conseqüências se projetam muitas vezes no abandono e maus tratos dos filhos
órfãos de mãe, mas também a capacidade de prevenir especialmente as causas
que levam ao alto risco, como a eclâmpsia e outros. (AUTORA)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Aspectos sociais
Mortalidade materna - Prevenção
130
PEDROSA NETO, Antônio Henrique. Sistema da saúde e mortalidade materna.
In: FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org). Morte materna : uma
tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991, 217
p., p. 89-97.
Resumo
Ressalta as desigualdades internacionais quanto à saúde e à qualidade do
acesso
universal aos cuidados de saúde. A mortalidade materna insere-se
neste contexto como indicador importante das condições de vida, pois retrata os
fatores sócio-econômicos e a qualidade dos serviços de saúde. No caso do
Brasil, a baixa cobertura assistencial deve ser revista com a finalidade de
reverter o quadro da mortalidade materna e resgatar a dívida social, promovendo
o desenvolvimento do indivíduo e da sociedade. (LILACS)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Sistema de saúde
Mortalidade materna - Situação - Brasil
131
PEDROSA NETO, Henrique, TAVEIROS, Walquíria, PIMENTEL, Alceu José
Peixoto. Intervenções para prevenir a gravidez em mulheres com alto
risco de morte e aborto provocados. s.l. : s.n., 199- . 9f. (Mimeogr.)
Resumo
Começa chamando atenção para o fato de 99% dos casos de morte materna
ocorrerem nos países em desenvolvimento. Apresenta considerações a cerca
da realidade nordestina no que tange a saúde materna. Comenta o fato de no
Brasil a medicina estar voltada somente para a cura de enfermidades. Apresenta
alternativas para prevenção de mortes maternas. Mostra a realidade com
relação ao aborto provocado no país e especificamente na Casa Materna Santa
Mônica em Lagoas. (NEDSM)
Palavra-chave
Mortalidade materna - Situação - Alagoas
Morte materna - Causas - Aborto
132
PEIXOTO, Heloisa Côrtes Gallotti. Mortalidade materna : necessidade de um
sistema de vigilância. s.l. : s.n., [23 p.] (Mimeogr.)
Resumo
Afirma que segundo estimativas, aproximadamente 5.000 mulheres morrem a
cada ano no Brasil, e que 98% destas mortes poderiam ser evitadas. Relata
que países como Cuba, Costa Rica e Uruguai conseguiram reduzir seus
Coeficientes de Mortalidade Materna através da adoção de políticas de
saúde. Apresenta dados estatísticos referentes ao Estado de Santa Catarina.
Aponta a implantação de um Sistema de Vigilância Epidemiológica como o
primeiro passo de um plano para a redução da mortalidade materna.
Apresenta a ficha e investigação
de óbito de mulheres em idade fértil.
Finaliza exibindo gráficos dos índices
de mortalidade em Santa
Catarina.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Santa Catarina
133
PEIXOTO, Heloísa Côrtes Gallotti, SOUZA, Maria de Lourdes de. A mortalidade
materna em Santa Catarina. s.n.t. [199-?]. (Mimeogr.)
Resumo
Apresenta a definição de mortalidade materna segundo a CIS (Classificação
Internacional de Doenças). Aborda a questão da subenumeração dos índices,
com a apresentação de coeficientes oficiais e corrigidos. Analisa as causas
através de dados estatísticos em Santa Catarina, fazendo o mesmo com os
dados relativos ao estado civil e grau de instrução. Finaliza ressaltando a
necessidade de melhor trabalhar as informações disponíveis para que haja
possibilidade de se reduzir a mortalidade materna. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Santa Catarina
Mortalidade materna - Subenumeração
134
PESQUISA de mortalidade materna no Paraná, 1986 : resultados parciais.
Curitiba: Secretaria de Saúde do Paraná / Fundação Caetano Munhoz da
Rocha, 1989. 23 p.
Resumo
Apresenta dados referentes aos óbitos por complicações da gravidez, parto e
puerpério ocorridos no Paraná em 1986. Tais dados fazem parte de uma
pesquisa sobre mortalidade materna no Estado, iniciada em 1988 e realizada
pela Secretaria de Saúde do Paraná. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná
135
PINTO, Cristiane Schuch, RIBEIRO, Ana Freitas. Mortalidade materna :
dimensões de uma perda evitável. In: FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José
Guilherme (org). Morte materna : uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas :
Ed. Unicamp, 1991, 217 p., p. 171-195.
Resumo
Compara as realidades sociais dos países desenvolvidos com os países em
desenvolvimento, mostrando a diferença dos índices de mortalidade materna
que é brutal. Apresenta, através de gráficos, os dados relativos à mortalidade
materna no mundo e detalha os índices no Brasil. Finaliza ressaltando a
necessidade de se melhorar a atenção ao pré-natal, ao parto e ao puerpério.
(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Aspectos sociais
Mortalidade materna - Prevenção
136
PLANO de ação para a redução da mortalidade materna. Brasília : Ministério
da Saúde, 1995. 22 p.
Resumo
Apresenta os principais pontos constantes do Plano de Ação, preparado pela
Comissão Nacional de Mortalidade Materna. Tal plano pretende oferecer
subsídios à elaboração de planos
estaduais e municipais que atuem
sistematicamente na resolução da problemática da morte materna. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Sistemas de Saúde
137
PROGRAMA de Prevenção à Mortalidade Materna : Município de São Paulo (Lei
11.313 de 21/12/1992); 1994. (Mimeogr.)
Resumo
Trata-se de relatório de um estudo desenvolvido pela Secretaria de Saúde do
Município de São Paulo, objetivando a prevenção da mortalidade materna no
biênio 1993-1994. Inicia destacando que mortalidade materna é um indicador da
realidade social de uma nação. Comenta os dados relativos às causas de morte
materna divulgados pelo Ministério da Saúde, onde a toxemia (eclâmpsia),
hemorragia e infecção, concluindo que os óbitos derivados destas causas seriam
evitados, caso algumas medidas fossem tomadas. Descreve a metodologia
utilizada para a realização do trabalho. Apresenta tabelas com as causas das
mortes maternas diretos e indiretos, idade das mulheres, instituições, residência
onde ocorreram os óbitos. Mostra propostas do Comitê para restruturação e
melhoria dos serviços de saúde. Finaliza apresentando os obstáculos detectados
na conclusão do trabalho.(NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação - São Paulo
Mortalidade materna - Prevenção
138
PROGRAMA de Prevenção à Mortalidade Materna : Município de São Paulo (Lei
11.313 de 21/12/1993); relatório preliminar, 1993. (Mimeogr.)
Resumo
Relatório
preliminar do Programa de Prevenção à Mortalidade Materna no
Município de São Paulo. Apresenta o “staff”
que compõe o Comitê de
Mortalidade Materna. Detalha o funcionamento dos Comitês Regionais.
Comenta as atribuições do Comitê Central. Apresenta gráficos e tabelas de
dados oriundos de investigação realizada no período entre abril e dezembro de
1993. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de morte materna - Atuação - São Paulo
139
PROJETO de prevenção da morte materna - Dia Estadual de Prevenção da
Mortalidade Materna. Curitiba : Secretaria de Estado da Saúde do Paraná,
Diretoria de serviços de Saúde, 1993. 15 p. (Mimeogr.)
Resumo
Apresenta projeto propondo ações a nível de educação e de comunicação de
massa, via realização de um evento denominado “Dia Estadual de Prevenção da
Mortalidade Materna” , envolvendo os Comitês de Morte Materna e todas as
instituições responsáveis pela assistência materna. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Estratégias de ação
Mortalidade materna - Prevenção
140
QUANDO a paciente é mulher: relatório do Encontro Nacional Saúde da
um direito a ser conquistado. Brasília : Conselho Nacional dos
da Mulher, 1989. 106 p.
Mulher,
Direitos
Resumo
Traz a íntegra das conferências apresentadas no Encontro Nacional de Saúde
da Mulher, realizado em junho de 1989, que visou contribuir para o debate,
reflexão a análise dos problemas específicos da saúde feminina para subsidiar a
formulação de políticas brasileiras direcionadas à saúde da mulher. Enfoca em
suas mesas redondas os seguintes temas: morbidade e mortalidade feminina,
assistência ao parto e a questão da cesariana, aborto no Brasil (aspectos éticos,
políticos e legais), contracepção, esterilização e efeitos demográficos. (LILACS)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Aspectos políticos
Mortalidade materna - Conferências
Mortalidade materna - Prevenção
141
QUEIROZ, Raquel Lacerda. Mortalidade materna : casuística da Maternidade
Carmela Dutra de 1975 a 1983, Florianópolis, CD. Florianópolis. 1994. 27 p.
(Monografia apresentada à Disciplina Tocoginecologia do Curso de Medicina
da UFSC).
Resumo
Trata-se de um estudo retrospectivo da mortalidade materna na Maternidade
Carmela Dutra para uma série histórica de nove anos (1975-1983), que revelou
um total de 36 casos, sendo que 16 destes haviam sido transferidos para um
Hospital Geral e não foram registrados. O maior percentual de mortes foi
classificado como morte materna obstétrica direta. Com relação às variáveis
estudadas encontramos o maior número de casos em mulheres na faixa de 25 a
29 anos e em grandes multíparas. Da totalidade dos óbitos, 62,8% estiveram
relacionados a cesariana e 83,3% eram de mulheres com afiliação ao INAMPS,
FUNRURAL ou Serviço Social. Um terço dos casos era de mulheres
procedentes da zona urbana de Florianópolis e os demais vinham de áreas mais
distantes. (AUTORA)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Florianópolis
Mortalidade materna - Estudo de casos
142
RAMOS, José Geraldo L., COSTA, Sérgio M. ROSA JÚNIOR, Arlindo et al.
Mortalidade materna geral e por hipertensão arterial no Estado do Rio
Grande do Sul : uma análise de 11 anos (1978-1988). R. Bras. Ginecol.
Obstet., v. 17, n. 2, mar. p. 123-129, 1995.
Resumo
Os autores analisam os 229 casos de morte materna, cuja causa foi
hipertensão arterial sistêmica, ocorridos no Estado do Rio Grande do Sul, no
período de 1978 a 1988. É verificada uma nítida diminuição das taxas globais
de mortalidade materna: 61,34/100000 nascimentos em 1978, para
21,9/100000 em 1988. Em relação à mortalidade por hipertensão arterial, a
diminuição também é constatada. Por outro lado, a porcentagem de óbitos
maternos devido à HAS, em relação à mortalidade global, manteve-se
constante: 31,5% em 1978 para 29,5% em 1988. A mortalidade materna por
HAS foi maior nas regiões com predomínio de atividade agropecuária de que
nas regiões mais industrializadas.(AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas - Hipertensão
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio Grande do Sul
Mortalidade materna - Estudo de casos
143
RELATÓRIO da Primeira Reunião Geral dos Comitês de Morte Materna. Curitiba
: Comitê Estadual de Morte Materna do Paraná, 1990. 15 p.
Resumo
Reunião organizada com objetivo de dar continuidade a eventos realizados
anteriormente, tendo por objetivos: apresentar os dados já coletados a partir dos
levantamentos realizados pelos Comitês de Morte Materna; identificar as
dificuldades que existiram na sua atuação; trocar experiências entre os Comitês
para a formulação de propostas e sua efetiva viabilização; propor ações de
saúde a serem empreendidas, visando a redução da mortalidade materna no
Estado do Paraná; corrigir as estatísticas existentes; e, sensibilizar os membros
dos Comitês menos ativos para o aprimoramento de suas funções. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná
Mortalidade materna - Coleta de dados
Mortalidade materna - Conferências
Mortalidade materna - Prevenção
144
RELATÓRIO da Segunda Reunião Geral dos Comitês de Morte Materna do
Paraná. Curitiba : Comitê Estadual de Morte Materna do Paraná, 1990. [9 p.]
(Mimeogr.).
Resumo
Aponta os objetivos da reunião, dentre os quais, apresenta os dados coletados
pelos Comitês de Morte Materna. No primeiro tema destaca o aumento da
cobertura da notificação de obituário materno e o incentivo aos hospitais de
porte médio para que formem um Comitê Hospitalar de Morte Materna, dentre
outras recomendações. O segundo tema sugere intervenções para a redução da
mortalidade materna por hipertensão, hemorragia e infecção. Apresenta
finalmente a avaliação do Relatório Estadual de Morte Materna. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná
Mortalidade materna - Coleta de dados
Mortalidade materna - Conferências
Mortalidade materna - Prevenção
145
RELATÓRIO dos Comitês de morte materna do Paraná, 1991. [Curitiba] : s. n.,
1991. 13 p. (Mimeogr.).
Resumo
Apresenta dados estatísticos da mortalidade materna no Paraná em 1991.
Descreve a distribuição de óbitos maternos segundo: grupos etários, condição
sócio-econômica, antecedentes obstétricos, local e tipo de parto, condições do
concepto e, finalmente, segundo a causa básica do atestado original do óbito.
Avalia os Coeficientes de Mortalidade Materna, assim como as condições e a
eficiência do Comitês. Dentre a considerações finais, destacam-se as
desigualdades sociais, o financiamento do setor de saúde e a má remuneração
dos profissionais como causas determinantes do perfil da morbimortalidade
materna. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Paraná
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná
146
RELATÓRIO mortalidade materna : dados preliminares. Curitiba: Secretaria
Municipal de Saúde, 1995. [9 p.]. (Mimeogr.).
Resumo
Informa que a investigação objetiva corrigir os coeficientes de mortalidade
materna, freqüentemente subestimado. Descreve, em forma de comentários, a
investigação, apresentando posteriormente os índices de mortalidade materna
de 1982 até 1994. E finaliza divulgando os números completos da mortalidade
materna em Curitiba, em 1994. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Curitiba
147
RELATÓRIO sobre saúde materno-infantil : dados de 1995. Angra dos Reis :
[Secretaria Municipal de Saúde], [1996?]. [6 p.] (Mimeogr).
Resumo
Apresenta dados relativos à mortalidade materno-infantil no Município de Angra
dos Reis, no ano de 1995. Dentre as análises feitas, conclui-se que as taxas de
motalidade materno-infantil apresentaram queda em relação a anos anteriores;
a assitência pré-natal tem apresentado baixa concentração de consultas; as
taxas de cesariana no município permanecem muito acima do preconizado pela
OMS. São apresentadas recomendações para controle e diminuição das taxas
de mortalidade, dentre as quais destacam-se: ampliação dos trabalhos
educativos relacionados à importância do pré-natal, parto normal, contracepção,
puericultura, aleitamento materno, diarréia, IRA e prevenção de acidentes;
implantar efetivamente estratégias já definidas para redução das taxas de
cesariana do município; manter e melhorar as condições de funcionamento do
Comitê Municipal de Morte Materno-Infantil. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Angra dos Reis (RJ)
Mortalidade materna - Estratégias de ação
Mortalidade materna - Prevenção
148
REZENDE, Jorge de, NAHOUM, Jean Claude, BELFORT, Paulo et al. Atribuição
de responsabilidades na mortalidade materna : uma classificação. Femina,
Rio de Janeiro, v. 1, n. 2, p. 117-118, abr.
[1972?]
Resumo
Divide os óbitos maternos entre os evitáveis e inevitáveis, exemplificando cada
um destes tipos. Classifica os óbitos evitáveis como : erro grosseiro,
responsabilidade
médica,
responsabilidade
administrativa,
responsabilidade
sócio-econômico -cultural. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Conceituação
149
ROZAS, Antônio. Morte materna por anestesia. Femina, Rio de Janeiro, v. 13,
n. 6, p. 256-536, 1985.
Resumo
Afirma que as mortes por anestesia representam uma parcela ponderável
dos óbitos maternos. Tal aumento muitas vezes é justificável pelo exagerado
número de cirurgias, principalmente de cesáreas; o número insuficiente de
anestesistas competentes; e o uso cada vez maiores de métodos anestésicos
para analgesia do parto. Apresenta ainda a definição de morte por anestesia;
dados estatísticos; fisiopatologia, bem como a prevenção dos óbitos
causados por anestesia. (NEDSM)
Palavras-Chave
Morte materna - Causas - Anestesia
150
SASS, Nelson, MATTAR, Rosiane, ROCHA, Nivaldo Silva Correa. Coeficiente
de Mortalidade Materna Geral e decorrente de hipertensão arterial na
Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo no
período de 1983 a 1993. R. Bras. Ginecol. Obstet., v. 17, n.10, nov./dez.,
p. 989-995, 1995.
Resumo
Analisa os coeficientes gerais de mortalidade materna e os decorrentes de
hipertensão arterial verificados na disciplina de Obstetrícia da Universidade
Federal de São Paulo, no período de 1983 a 1993. Afirma que a hipertensão
arterial se firmou como a principal causa dos óbitos nos últimos três anos do
estudo. Relata que a mortalidade pela causa em questão indica a falência da
assistência pré-natal. (NEDSM)
Palavras-chave
Mortalidade materna - Causas - Hipertensão
Mortalidade materna - Estudo
151
SASS, Nelson, ROCHA, Nivaldo Silva Corrêa, MATTAR, Rosiane et al. Prénatal: a melhor arma na prevenção da mortalidade materna por
hipertensão arterial. Femina, v. 23, n. 9, out., 1995.
Resumo
Afirma que o único recurso eficaz para profilaxia de situações críticas na
hipertensão é o reconhecimento precoce durante o acompanhamento prénatal. Relata os resultados de estudos relacionados à mortalidade materna
por hipertensão. Comenta a situação dos programas de saúde de países
subdesenvolvidos, cuja ênfase se volta para o atendimento hospitalar, não
reservando a mesma proporcionalidade para o atendimento primário. Conclui,
reiterando a necessidade de melhorar a qualidade da assistência pré-natal,
visando a redução do obituário materno pela causa em questão.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Prevenção
Mortalidade materna - Sistemas de Saúde
Morte materna - Causas - Hipertensão
152
SASS, Nelson, ROCHA, Nivaldo Silva Corrêa, MATTAR, Rosiane et al.
Principais eventos fisiopatológicos envolvidos no determinismo dos óbitos
maternos decorrentes de hipertensão arterial. Femina v. 23, n. 9, p. 843849, out. 1995.
Resumo
Afirma que devido às condições sócio-econômicas e culturais desfavoráveis,
a hipertensão arterial vem se firmando como a principal causa de óbito
materno. Relata resultados de estudos feitos por alguns estudiosos da área.
Tece considerações acerca do assunto, enfatizando que o tecido cerebral e
os pulmões são os alvos das complicações decorrentes da hipertensão grave
e da eclâmpsia.(NEDSM)
Palavras-Chave
Morte materna - Causas - Hipertensão
153
SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE. (Rio de Janeiro). Mortalidade materna
por causas maternas no Estado do Rio de Janeiro, 1979 - 1990. Rio de
Janeiro , 1993. 150 p.
Resumo
Apresenta dados estatísticos acerca da mortalidade materna de todos os
municípios do Estado do Rio de Janeiro. Dados estes, agrupados em tabelas
contendo os seguintes dados relevantes: Óbitos de Causas Maternas (aborto;
causas obstétricas diretas e causas obstétricas indiretas) e Coeficientes
Específicos de Mortalidade por Causas Maternas. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Dados Estatísticos - Rio de Janeiro
154
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE (Angra dos Reis, RJ). Mortalidade
materno-infantil em Angra dos Reis : proposta de implantação do Comitê de
mortalidade materno-infantil. s. n. t. (Mimeogr.)
Resumo
Analisa dados acerca da mortalidade materno-infantil no Município de Angra dos
Reis (1985). Aponta a implantação dos Comitês de Mortalidade Materna como
uma estratégia para redução da morte materna. Discute-se as vantagens e
viabilidade de sua implantação no Município. Apresenta proposta constando
caráter, objetivos, composição e fluxo dos trabalhos a serem desenvolvidos pelo
Comitê de Mortalidade Materno-Infantil de Angra dos Reis. (NEDSM)
Palavras - chave
Comitê Morte Materna - Atuação - Angra dos Reis
Mortalidade materna - Análise de dados
155
SILVA, Letícia Krauss, RUSSOMANO, Fábio Bastos. O sub-registro da
mortalidade materna no Rio de Janeiro : comparação de dois sistemas de
informação. Bol. Oficina Sanit. Panam., v. 120, n.1, p. 36-138, 1996.
Resumo
Dois sistemas de informação foram comparados com o objetivo de estimar o
sub-registro de mortes ocorridas, oriundas de oito maternidades públicas do Rio
de Janeiro, em 1988. O sistema de informação baseado em um sumário de alta
e implantado nas maternidades como parte de um projeto de garantia de
qualidade, apresentou um sub-registro de 16%, sendo as perdas devidas a
falhas no envio do sumário ao centro de processamento e à transferência de
pacientes para hospitais não monitorados. O outro sistema, baseado em
atestados de óbito, incluindo mortes maternas “presumíveis”, apresentou um
sub-registro de 52%. A taxa de mortalidade materna, segundo atestados de
óbito, passou de 5,5 (óbitos declarados) e 6,6 (óbitos declarados e
“presumíveis”) para 13,9 por 10.000 nascidos vivos, com a complementação dos
óbitos detectados através dos sumários de alta. Sugere-se: a) a introdução de
um sistema de informação perinatal em todos os serviços obstétricos com vistas
à diminuição do sub-registro de mortes maternas
e à ampliação do
conhecimento sobre circunstâncias relacionadas a mortes maternas e b) a
monitorização do resultado final do atendimento de pacientes transferidas das
maternidades. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio de Janeiro
Mortalidade materna - Sistemas de informação
156
SIQUEIRA, A. A. F. de, TANAKA, A. C. d’A., MORON, A. F. et al. Estudo da
mortalidade materna na Região Sul do Município de São Paulo - Brasil.
Resumo
Trata-se de uma investigação acerca da mortalidade materna em São Paulo.
Começa afirmando que este problema de saúde pública, detectado desde o
século passado. Apresenta a hipótese, objetivos e metodologia do trabalho.
Apresenta dados relativos à áreas específicas do Município de São Paulo.
Analisa mapas e tabelas de dados estatísticos relacionando, comparando
condições sociais e econômicas. Discute o tema a partir de várias vertentes, tais
como idade das mulheres na época do óbito, tipo de instituição etc. Finaliza
apresentando tabelas de dados e comentários à respeito das principais causas
da mortalidade materna. (NEDSM)
Palavras - chave
Mortalidade materna - Estudo - São Paulo
157
SIQUEIRA, Arnaldo Augusto Franco. Como melhorar a informação sobre a
mortalidade materna. In : FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme
(org). Morte materna : uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp,
1991, 217 p. p. 31-44.
Resumo
Apresenta a problemática da qualidade dos dados a respeito da mortalidade
materna. Analisa fatores que levam à distorção dos dados, bem como a origem
dos mesmos sobre a mortalidade materna. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Análise de dados
158
SIQUEIRA, Arnaldo Augusto Franco. Intervenções para aperfeiçoar o
conhecimento sobre o número e as causas de morte materna : organização
e funcionamento dos Comitês de Morte Materna. s. n. t. [1990] [11 p.]
Anexos.(Mimeogr.)
Resumo
Traça histórico da morte materna, bem como de origem da sistematização dos
dados sobre mortalidade materna. Aborda a necessidade da melhoria da
qualidade dos dados. Apresenta alternativas para tornar mais preciso o número
e as causas da morte materna, enfatizando a implantação dos Comitês de Morte
Materna. (NEDSM)
Palavras - Chave
Comitês de Morte Materna - Implantação
Morte materna - Dados Estatísticos
Morte materna - Histórico
159
SIQUEIRA, Arnaldo Augusto, TANAKA, Ana Cristina d’Andretta. Mortalidade na
adolescência com especial referência à mortalidade materna, Brasil, 1980.
R. Saúde públ, São Paulo, v. 20, n. 4, p. 274-279, 1986.
Resumo
Baseados em publicação oficial sobre mortalidade no Brasil e nos dados do
Censo Demográfico (1980), foi estudada a mortalidade na faixa etária de 10 a 19
anos. Apesar da mortalidade de adolescentes ser baixa no seu conjunto,
importantes causas de mortalidade foram analisadas. Quase a metade dos
óbitos de adolescentes deveram-se a causas externas (47,22)% do total. As
doenças do aparelho circulatório foram o segundo grupo de causas de morte em
importância (6,87% do total), seguidas pelas causas infecciosas (6,36%) e
neoplasmas (5,98%). As complicações da gravidez, parto e puerpério foram
responsáveis por cerca de 4% dos óbitos de mulheres de 10 a 19 anos, sendo
que, na faixa de 15 a 19 anos esses óbitos correspondem a 6,14% do total, ou
seja, foram, nessa faixa, o sexto principal grupo de causas de morte. As
principais causas de óbito por complicações da gravidez, parto e puerpério foram
os estados hipertensivos, as infecções puerperais, as hemorragias e os abortos.
(AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Adolescentes
160
SIQUEIRA, Arnaldo Augusto Franco de, TANAKA, Ana Cristina d’Andretta,
SANTANA, Renato Martins. Mortalidade materna no Brasil, 1980. R. Saúde
Públ. v. 18, p. 448-465, 1984.
Resumo
Estudou-se, através de dados oficiais, a mortalidade materna no Brasil, em suas
regiões geográficas e em São Paulo (Brasil). Escolheu-se o ano de 1980 por
oferecer possibilidade de se trabalhar com informações sobre nascimentos
verificados naquele ano, divulgados no Censo Demográfico realizado naquele
ano. Verificou-se que as principais causas de óbito por causas maternas no
Brasil, pela ordem, são os estados hipertensivos, as hemorragias, as infecções
puerperais, seguidas do aborto. Para São Paulo, onde se dispôs do 4. dígito da
Classificação Internacional de Doenças, a primeira causa de óbito materno foi a
eclâmpsia, a segunda as hemorragias e a terceira as infecções, quer próprias ou
associadas à gravidez. (LILACS)
Palavras - chaves
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Brasil
161
SITUAÇÃO da mortalidade materna no Paraná, 1993. Curitiba : Comitê Estadual
de Morte Materna , 1995, 27 p.
Resumo
Relato da situação da mortalidade materna no Paraná em 1993 através de
dados do Comitê de Morte Materna que obteve informações sobre a incidência
da mortalidade materna no Estado, distribuindo os números segundo suas
causas, grupo etário, pré-natal, tipo de parto, etc. Conclui que a mortalidade
materna é um indicador da qualidade de vida e saúde da população feminina, e
que o Estado do Paraná não pode estar alheio a isto e sugere a elaboração de
um Plano Redução da Mortalidade Materna para o Estado. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná
162
SOUZA, Maria de Lourdes de. Mortalidade materna em Florianópolis e
alguns
municípios de Santa Catarina, no período de 1975 a 1983. In: SEMINÁRIO
LATINO-AMERICANO SOBRE POPULAÇÃO E SAÚDE, 1985. Campinas.
Anais... Campinas, 1985, p. 42-71. 2. v.
Resumo
A partir de informações existentes e registradas em Maternidades e Hospitais
Gerais de Florianópolis (SC) e na Secretaria de Estado de Saúde de Santa
Catarina, realizou-se estudo retrospectivo compreendendo o período de 1º de
janeiro de 1975 a 31 de dezembro de 1979. Determinou-se coeficiente de
mortalidade materna numa série histórica de cinco anos, segundo o tipo de óbito
e causas básicas. Verificou-se ainda a relação entre mortalidade materna e as
variáveis idade, paridade, tipo de parto e local de residência. Os resultados
obtidos mostraram que o coeficiente
de mortalidade materna foi elevado e
atingiu nível maior do que os resultados de registros oficiais. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Florianópolis
163
SOUZA, Maria de Lourdes de, ALMEIDA, Pedro Augusto Marcondes de.
Mortalidade materna na Maternidade Carmela Dutra, Florianópolis, SC, no
período de 1975 a 1983. I : incidência. J. Bras. Ginec., v. 97, n. 7, p. 351354, 1987.
Resumo
Foi realizado estudo retrospectivo de mortes maternas numa série histórica de
nove anos (1975-1983). O coeficiente de mortalidade materna
por 10.000
nascidos vivos mostrou-se quantitativamente irregular, o que não permite
caracterizar uma tendência. Verificou-se que, para a Maternidade Carmela
Dutra, o ano em que o coeficiente apresentou-se mais elevado foi de 1979 com
13,68% nv. Apresentando uma grande variação dentro do período. Classifica os
óbitos entre obstétricos diretos, indiretos e de outros tipos. (AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Florianópolis
Mortalidade materna - Estudo de casos
164
SOUZA, Maria de Lourdes de, LAURENTI, Ruy. Mortalidade materna : conceitos
e aspectos estatísticos. São Paulo : Centro da OMS para a
Classificação
de Doenças em Português, 1987. 29 p. (Divulgação; 3)
Resumo
Apresenta, didaticamente, o conceito de morte materna e sua aplicação no
preenchimento de atestados de óbito, respeitando as convenções internacionais
que permitem a sua avaliação e comparabilidade. (NEDSM)
Palavras-Chave
Morte materna - Conceituação
Mortalidade materna - Dados estatísticos
165
SOUZA, Maria de Lourdes de. Coeficiente de morte materna segundo tipo de
óbito, grupo etário, paridade, local de residência e tipo de parto, obituário
hospitalar, 1975-1979 : Florianóplois, SC (Brasil). R Saúde Públ., São Paulo,
v. 17, p. 279-289, 1983.
Resumo
A partir de informações existentes e registradas em maternidades e hospitais
gerais de Florianópolis e na Secretaria de Saúde de Santa Catarina, realizou-se
estudo das mortes maternas hospitalares numa série histórica de cinco anos
(1975 a 1979). Totalizou o levantamento de 44 óbitos e 43.380 nascidos vivos e
com estes dados foram, calculados os coeficientes de mortalidade materna
específicos para tipo de óbito, grupo etário, paridade, local de residência e tipo
de parto. Para a realidade em estudo, o coeficiente de mortalidade materna
apresentou-se alto, não evidenciando tendência a sua redução, enquanto que o
coeficiente específico por óbito obstétrico direto teve valores muito próximos
entre si. Em relação ao tipo de parto, o maior risco foi verificado para as
mulheres submetidas à cesária, sendo o coeficiente médio no período de 9, 29 /
10.000 n.v. e para o parto normal foi de 3,90 / 10.000 n.v. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Florianópolis
166
SOUZA JÚNIOR, Geci Labres de, GILDEMEISTER, Solange Borba,
SPRENGEL, Carlos Augusto et al. Mortalidade materna na Maternidade
do Hospital de Clínicas da UFPr - Curitiba : 1981-1985. R. Bras. Ginecol.
Obstet. n.5, p. 98-100, 1989.
Resumo
Entre 1981 e 1986 registraram-se 37 óbitos na Maternidade do Hospital de
Clínicas da Universidade Federal do Paraná, correspondendo a um
coeficiente de mortalidade materna de 43,11 por 10000 nascidos vivos. O
estudo restringiu-se a pacientes entre 12 e 48 anos e procura analisar as
principais causas de decesso materno no serviço. O óbito foi mais freqüente
entre 21 e 30 anos (59%) e entre multíparas (62,17%). A maioria das
pacientes não teve acompanhamento pré-natal e um percentual de (62,17%)
encontrava-se no puerpério tardio. Como principais patologias determinantes
do óbito foram encontradas: causas infecciosas, acidente vascular cerebral
hemorrágico e choque
hipovolêmico. Conclui-se que a gestação, embora
situação fisiológica, merece atenção médica especial por estar sujeita a
riscos inerentes a esta condição.(AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná
167
TABOARDA, Wladimir Correa. Pressão alta na
especiais. Caras, São Paulo, v. 3, n. 16, abr. 1996.
gravidez
exige
cuidados
Resumo
Destaca o risco que a hipertensão e a pré-eclâmpsia podem trazer tanto à
gestante quanto ao bebê. Enfatiza a assistência pré-natal adequada, como
forma de reduzir os perigos que tais doenças possam oferecer à gestante.
(NEDSM)
Palavras-Chave
Morte materna - Causas - Eclâmpsia
Morte materna - Causas - Hipertensão
168
TANAKA, Ana Cristina D’Andretta. Importância de um sistema de vigilância
epidemiológica na mortalidade materna. s. n. t. [199-?] (Mimeogr.)
Resumo
Apresenta como causas básicas de óbitos maternos em países desenvolvidos:
embolias, diabetes e nefropatias. Nos países em desenvolvimento, as causas de
mortes maternas são hipertensivas e hemorrágicas e e infecções puerperais.
Aponta a criação dos comitês de mortalidade materna
como um dos
instrumentos para determinar a previsibilidade, evitabilidade e responsabilidade
dos óbitos maternos. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Implantação
Mortalidade materna - Causas
169
TANAKA, Ana Cristina d’Andretta. Maternidade : dilema entre o nascimento e
morte. São Paulo : HUCITEC. Rio de Janeiro : ABRASCO, 1995, 107 p.
Resumo
Estudo das mortes maternas para buscar as possíveis causas que estão levando
as mulheres à morte. Aponta como fatores que mais contribuem para este
quadro: a peregrinação por uma assistência, a pouca importância da clínica e o
problema relacionado à assistência ao parto. Sugere o resgate da clínica a fim
de que esta volte a ter seu real papel na assistência à saúde, garantindo partos
assegurados à gestante. Aborda ainda a questão do pré-parto, do parto e do
puerpério, os quais devem ser melhor assistidos para que haja a diminuição da
mortalidade materna. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Prevenção
170
TANAKA, Ana Cristina d’Andretta, SIQUEIRA, Arnaldo Augusto Franco de,
BAFILE, Paulo Nogueira. Situação da saúde materna e perinatal no Estado
de São Paulo, Brasil. R. Saúde Públ., São Paulo, v. 23, n. 1, p. 67-75, 1989.
Resumo
Analisa a assistência oferecida na gestação, no parto e ao recém-nascido e suas
relações com a mortalidade materna e perinatal no Estado de São Paulo. Com
referência ao pré-natal, houve indícios de quantidade de consultas por gestação,
numericamente suficiente, porém de qualidade discutível. Quanto ao parto,
observou-se uma alta percentagem de cesarianas (46,2%). A mortalidade
materna foi de 4,86 por dez mil n.v., valor este subestimado. A primeira causa de
óbitos maternos foram as toxemias, seguidas das hemorragias e do aborto,
causas estas evitáveis, em sua maioria. Quanto aos óbitos do período perinatal,
o coeficiente foi de 29,2 por mil nascimentos em 1984, valor este também
elevado. Sugere que a nova política de Sistema Unificado e Descentralizado de
Saúde
deveria levar em conta tanto a qualidade de assistência como a
integração dos serviços para poder se fazer frente à situação precária de saúde
materna e perinatal do Estado. (AUTORES).
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo
Mortalidade materna - Prevenção
171
UBERTI, Elza H., VIÇOSA JÚNIOR, Hermes Maria, CONTER, Sílvio Luiz et
al. Morbidade e mortalidade materna e perinatal nos distúrbios
hipertensivos da gestação. R. Bras. Ginecol. Obstet., v. 16, n. 2,
mar./abr., p. 81-85, 1994.
Resumo
Estuda a morbidade e mortalidade materna causadas pelos distúrbios
hipertensivos a partir de prontuários de 230 pacientes no ano de 1989.
Evidencia que os distúrbios hipertensivos de gravidez constituíram uma das
três principais causas de mortalidade materna no ciclo gravídico-puerperal.
Apresenta os métodos assim como os resultados do estudo, ilustrados com
tabelas e gráficos. Chama atenção para a incidência elevada das eclâmpsias,
dentre outras conclusões. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Causas - Hipertensão
Morbimortalidade materna - Estudo
172
VALADARES NETO, João de Deus, MARTINS, Maria do P. S. S.,
VALADARES, Segismundo de M. et al. Mortalidade materna na
Maternidade Dona Evangelina Rosa (Teresina - PI). R. Bras. Ginecol.
Obstet., v. 17, n. 10, nov./dez., p. 977-983, 1995.
Resumo
Estudo feito a partir da análise de prontuário de 28 (vinte e oito) pacientes
atendidas na Maternidade Dona “Evangelina Rosa” e que foram a óbito no
período de janeiro de 1990 a dezembro de 1992. Apresenta os dados
estatísticos e informa que a assistência pré-natal esteve ausente em 78% dos
casos. Relaciona hemorragia, eclâmpsia e septicemia como sendo as
principais causas das mortes. Termina afirmando que a maioria dos casos
decorreu de causas evitáveis. (NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Análise de Dados
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Teresina
173
VEGA, Carlos Eduardo Pereira, MARCUS, Paulo Afonso Ferrigno, BOYACIAN,
Krikor, et al. Estudo de casos de mortalidade materna na Cidade de São
Paulo durante os anos de 93/95.
Resumo
Inicia relacionando o estudo da mortalidade materna com as condições sócioeconômicas-culturais de uma população, o nível dos profissionais, e com os
serviços de saúde oferecidos a esta população. Apresenta os objetivos do
trabalho assim como o material e os métodos. Revela os resultados obtidos
destacando a problemática da não declaração de morte materna nos atestados
de óbito. Mostra resultados do estudo feito, relacionando a mortalidade materna
com a faixa etária / patologias.
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Estudo
Mortalidade materna - Subenumeração
174
VIGGIANO, Maurício Guilherme Campos, MORAES, Vardeli Alves de,
OLIVEIRA, Suzete Assis de et al. Mortalidade materna na Maternidade do
Hospital Geral de Goiânia, 1975-1983. J. bras. Ginecol., v. 95, n. 3, p. 101104, mar.1985.
Resumo
Analisa dados de mortalidade materna na Maternidade do Hospital Geral de
Goiânia/INAMPS, no período de 1975 a 1983. Dentro desse período, a
mortalidade materna foi de 31,12 por 10.000 nascidos vivos, sendo a infecção
por abortamento a causa mais importante. Estudando-se os casos de óbito,
atribui-se a estes principalmente a responsabilidade sócio-econômico-cultural e
sugere a melhoria dessas causas como fator para a diminuição do obituário
materno (AUTORES).
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiânia
175
VIGGIANO, Maurício Guilherme Campos, SILVA, Luiz Queiroz da, FILISSINO,
Marcos Augusto et al.. Cesariana : incidência, indicação
e morbimortalidade materno-fetal durante 10 anos na Maternidade Nossa
Senhora de Lourdes. J. Bras. Ginec., v. 93, n. 3, p. 165-170, 1983.
Resumo
Após a análise da operação cesariana na Maternidade Nossa Senhora de
Lourdes no período de 10 anos (junho de 1970 a dezembro de 1980), conclui-se
que houve aumento da taxa de 6% em 1971 para 15,9 em 1980, a incidência de
43,33% de cesárea em primigestas e 22,6% em primíparas; as indicações mais
freqüentes foram: distócia, cesárea iterativa, sofrimento fetal, apresentação
pélvica, toxemia, deslocamento prematuro da placenta, placenta prévia e
gemilidade. As principais morbidades maternas foram: anemia, deiscencia de
cicatriz, abscesso de parede, endomiometrite, infecção respiratória , íleo
paralítico, infeção urinária e tromboflebite. A morbidade perinatal foi de 38,6%
(monolíase oral, pré-termo, depressão respiratória, pneumonia, piodermita e
outras). A morbidade materna está relacionada com a duração do trabalho de
parto, e a anestesia de condução foi utilizada em mais de 90% dos casos.
(AUTORES)
Palavras-Chave
MorbiMortalidade materna - Causas -Cesariana
Mortalidade materna - Causas - Cesariana
Mortalidade materna - Dados estatísticos
176
VIGGIANO, Maurício Guilherme Campos, XIMENES, Yara Rocha. Mortalidade
materna : incidência na Região Centro-Oeste. Femina, Rio de Janeiro, v. 13,
n. 6, p. 499-503, jun. 1985.
Resumo
Aborda a incidência da mortalidade materna na região Centro-Oeste, baseandose em dados encontrados em publicações oficiais e revistas especializadas.
Comparado a outros centros, verificam-se altos níveis de mortalidade materna,
refletidos pelo baixo nível sócio-econômico e cultural da região. Destaca as
causas obstétricas, diretas e indiretas responsáveis pelo óbito materno.
(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Região Centro-Oeste
177
VIGGIANO, Maurício G. C. ZAVA, Ângela de Fátima, PICCOLO NETO,
Antônio et al. Mortalidade materna na Maternidade Nossa Senhora de
Lourdes: incidência, causas e responsabilidades. J. Bras. Ginecol., v. 87,
n. 3, p. 137-141, 1979.
Resumo
Os autores estudam 34 mortes maternas ocorridas na Maternidade Nossa
Senhora de Lourdes, Goiânia - GO, em um período de 8 anos (1970-1978)
para 20.578 partos e 19.988 nascidos vivos, obtendo um índice de
mortalidade materna de 18,01 por 10.00 nascidos vivos. Concluíram que as
principais causas de óbito materno foram, por ordem de incidência:
hemorragia, toxemia, infecção e cardiopatia, dentre outras. Analisando os
casos de óbito, atribuíram estes principalmente à responsabilidade médica e
sócio-econômico-cultural e sugeriram a melhoria dessas causas como fator
para a diminuição do obituário materno.
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiânia
Mortalidade materna - Estudo de Casos
Mortalidade materna - Responsabilidade médica
178
VOLOCHKO, Anna. Comitês de morte materna no Estados Unidos e
investigações confidenciais de mortes maternas da Inglaterra e País de
Gales. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE MORBI-MORTALIDADE MATERNA.
Itapecerica da Serra, 1989. 88 p. p. 42-58.
Resumo
Apresenta breve histórico dos Comitês de Morte Materna no mundo e nos
Estados Unidos especificamente. Descreve a realidade inglesa frente à
problemática da mortalidade materna. Mostra, através de tabelas estatísticas,
que o aborto é a principal causa de morte materna naquele país na década de
60. (NEDSM)
Palavras-Chave
Comitês de Morte Materna - Atuação - Estados Unidos
Comitês de Morte Materna - Histórico
Mortalidade materna - Situação - Estados Unidos
Mortalidade materna - Situação - Inglaterra
179
VOLOCHKO, Anna. Mortalidade de mulheres, mortalidade materna, SUS
4/1988. São Paulo, 1992. 104 p. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública)
-Universidade de São Paulo.
Resumo
Apresenta e discute a magnitude, estrutura e demográficas, sócio-econômicas,
reprodutivas e de hábitos pessoais das residentes de 10 a 49 anos do SUS-4
falecidas em 1988, a partir das informações de 4 fontes de dados: atestado de
óbito; entrevista com familiares; prontuários médicos e laudos de Serviço de
Verificação de Óbitos ou Instituto Médico Legal. A mortalidade feminina foi
101,4/100.000 mulheres de 10 a 49 anos, maior na Vila Formosa (141,1) e
menor no Alto da Móoca (74,4). As principais causas corrigidas foram neoplasias
- 23,8%; doenças cardiovasculares - 22,1%; causas externas - 11,2%; distúrbios
mentais - 9,5% e complicações da gravidez, parto e puerpério- 6,7%. O perfil da
mortalidade encontrada diverge da oficial e as razões são discutidas. A
mortalidade materna foi 141,8/100.000nv, 3 vezes superior à oficial. Discutem-se
as razões da diferença. Causas obstétricas diretas foram responsáveis por
48,6% das mortes; as indiretas por 37,1% e as não relacionadas por 14,3%. Das
mortes maternas 23,3% ocorreram na gestação; 40% no puerpério precoce (até
42 dias após término da gestação, parto ou aborto) e 36,7% no puerpério tardio
(mais de 42 dias após o término da gestação, parto ou aborto). A evitabilidade e
responsabilidade dos agentes nas mortes maternas são avaliadas. Casos
paradigmáticos
são
analisados
e
discutidas
intervenções
preventivas
(AUTORES).
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Causas
Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo
Mortalidade materna - Prevenção
180
WONG, Laura L. Rodriguez. Um modelo para estimar a mortalidade materna
: a relação entre a razão de mortalidade materna e outros parâmetros
demográficos. R. Bras. Estudos Pop., Campinas, v. 11, n. 2, p. 115-138,
1994.
Resumo
Afirma que os altos índices de mortalidade e de morbidade maternas
constituem um sério problema demográfico e de saúde pública no Terceiro
Mundo, onde os números chegam ser de 10 a 15 vezes maiores do que os
identificados em países desenvolvidos. Apresenta um modelo para que sejam
estimados níveis e padrões de mortalidade materna, medido em termos da
RMM (Razão de Mortalidade Materna), objetivando analisar as relações entre
a RMM e outras variáveis. Finalmente, apresenta os resultados se utilizando
de gráficos e tabelas.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Dados estatísticos
181
YDALGO, Tereza. Mortalidade materna : notas sobre o tratamento dado pela
imprensa brasileira à questão da mortalidade materna. Rio de Janeiro :
UERJ / NEDSM, 1994, 49 p.
Resumo
Pesquisa feita em quatro jornais de grande circulação do Estado do Rio de
Janeiro, no triênio 1990/1993, que reuniu mais de setenta matérias sobre morte
de mulheres por causas maternas. Os resultados do referido trabalho foram
divulgadas no dia 28 de maio de 1994, por ocasião do Dia Internacional de
Combate à Morte Materna. (AUTORA)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Coletânea
182
YDALGO, Tereza. Morte materna: o ocultamento da violência à mulher de baixa
escolaridade. Rio de Janeiro: UERJ/CCR, 1995. (Mimeogr.)
Resumo
Um estudo epidemiológico foi realizado em 1993, com o objetivo de investigar o
coeficiente de mortalidade materna em Resende, município do interior do Estado
do Rio de Janeiro.. Durante quatro meses foram feitos levantamento, transcrição
e análise de todos os óbitos de mulheres em idade fértil (10 a 49 anos), fetais e
não fetais, ocorridos em 1992, junto a Secretaria de Estado de Saúde - SES/RJ.
112.000 óbitos foram levantados para se ter acesso aos ocorridos em Resende.
As declarações de óbitos foram levantadas segundo as causas (mortes
maternas presumíveis e outras causas). Em 1994 essas transcrições foram
revisadas a partir dos dados fornecidos pelo setor de Epidemiologia da
SMS/Resende e, posteriomente, confrontadas com outras fontes (prontuários
médicos em hospitais e maternidades, cartório de registro civil e cemitérios). Os
resultados da pesquisa indicaram uma subnotificação cinco vezes maior do que
a fornecida oficialmente. A taxa de mortalidade materna - TMM - apontada pela
SES/RJ e SMS/Resende foi 4,36 por 10.000 nascidos vivos e a investigação
estimou a TMM de 21,80 por 10.000 nascidos vivos. Algumas variáveis foram
escolhidas para cruzamento com a variável morte materna: nível de
escolaridade, idade da mulher e ocupação. Dos óbitos investigados, 100% são
mulheres sem profissão, nas faixas etárias entre 20 e 30 anos e 40 e 49 anos. O
indicador de escolaridade, na maioria dos óbitos maternos, fetais e não-fetais,
não foi fornecido. O grau de escolaridade da mulher é um dos fatores
determinantes na definição das estratégias de Educação em Saúde Materna,
posto que 20% das mulheres do Estado são analfabetas. Consideramos, pois,
relevante, a adoção de medidas que permitam esclarecer ao profissional da área
médica a importância do preenchimento correto e integral das declarações de
óbitos, bem como, em nível conjuntural, a execução de ações planejadas
participativamente com o grupo de mulheres, a partir de suas realidades.
(AUTORA)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Aspectos sociais
Mortalidade materna - Dados estatísticos - Resende
Mortalidade materna - Estudo de casos
183
YDALGO, Tereza. Morte materna e pressões da realidade. Rio de Janeiro :
UERJ/IMS, 1994. 20 p. (Estudos em Saúde Coletiva; 81)
Resumo
Trata-se de um trabalho de investigação sobre as condições a que eram
expostas as mulheres no século XIX, no que diz respeito ao processo
reprodutivo. Informa que as relações entre gestação e morte eram relatadas em
diários pelas mulheres. Destaca o início da discussão acerca do controle da
natalidade na época em questão. Compara as realidades sociais de mulheres de
países desenvolvidos e das mulheres pobres do terceiro mundo. Comenta a
sistema de saúde vigente no Rio de Janeiro. Finaliza apresentado algumas
alternativas para a melhoria do acesso às informações pelas mulheres a respeito
de sua própria saúde.
Palavras-Chave
Mortalidade Materna - Aspectos sociais
Mortalidade materna - Situação - Século XIX
184
ZUGAIB, Marcelo. Mortalidade materna por hemorragia. Femina, Rio de
v. 13, n. 9, p. 791-793, set. 1985.
Janeiro,
Resumo
Afirma que a mortalidade materna por hemorragia, a despeito dos avanços da
medicina, ainda é importante fator, se agravando em regiões cujas condições
sócio-econômicas são desfavoráveis. Lista as causas de morte materna por
hemorragia. Explicita alguns dos motivos de morte materna pela causa em
questão. Finaliza observando que a qualidade do pessoal médico deve melhorar
para que haja a diminuição do obituário materno.(NEDSM)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Responsabilidades
Morte materna - Causas - Hemorragia
185
ZUGAIB, Marcelo, BARROS, Alfredo C. S. D., BITTAR, Roberto E. et al. A
mortalidade materna na eclâmpsia. J. bras Ginec., São Paulo, v. 95, n. 4, p.
129-136, 1985.
Resumo
Durante um período de 10 anos (1974-1983) foram atendidos 221 casos de
eclâmpsia na Clínica Obstétrica da Faculdade de Medicina da USP. Para
evidenciar a sua gravidade, as pacientes foram classificadas, clinicamente, por
ocasião da admissão hospitalar, em: não complicadas, complicadas e
descompensadas. Trinta e três casos (14,9%) evoluíram para óbito e destes, 25
(75,9%) foram submetidos a exame necroscópico. A mortalidade materna foi
analisada, segundo dados de identificação, relação da convulsão com as fases
do ciclo gestacional, condições clínicas à admissão e tipos de tratamento. Os
casos de óbito foram estudados clinicamente e necroscopicamente. Tendo em
vista que as principais complicações que conduziram ao óbito das pacientes
eclâmpticas foram pulmonares e cerebrais, estas complicações são
detalhadamente discutidas (AUTORES)
Palavras-Chave
Morte Materna - Causas - Eclâmpsia
186
ZUGAIB, Marcelo, BITTAR,
Roberto Eduardo, NEME, Bussâmara.
Mortalidade materna : estudo dos óbitos associados a neoplasias
malignas. R. Bras. Ginecol. Obstet., mar./abr., p. 53-55, 1985.
Resumo
São analisados os óbitos maternos ocorridos em 14 anos (de 1970 a 1983) e
relacionados com a presença de neoplasias malignas. Durante este período,
foram 88 gestantes portadoras de neoplasias malignas, tendo ocorrido 13
óbitos (14,78%). Os diversos tipos de neoplasias encontradas foram
relacionadas quanto à idade, à paridade, à idade gestacional, ao tipo de parto
e à terapêutica instituída. As neoplasias malignas situaram-se entre as três
principais causas de mortalidade materna. Houve predomínio de gestantes
nulíparas. Apesar da terapêutica instituída, o adiantamento do quadro
decorrente do tempo de evolução por ocasião do diagnóstico contribuiu para
a ocorrência de óbitos em alguns casos estudados.(AUTORES)
Palavras-Chave
Mortalidade materna - Estudo de casos
Mortalidade materna - Causas - Neoplasias malignas
BBMM - ÍNDICE
Coeficiente de Mortalidade Materna
Abordagem, 93
Avaliação, 067, 094, 119
Comitês de Morte Materna
Atuação, 003, 030, 053
Angra dos Reis (RJ), 154
Enfermeiros, 104, 112
Estados Unidos, 178
Goiás, 067
Paraná, 026, 028, 029, 083, 104, 112, 113, 115, 143, 144
Região Sudeste, 024
Região Sul, 024
Ribeirão Preto (SP), 118
São Paulo, 137, 138
Conceituação, 108
Histórico,108, 178
Implantação, 037, 93, 158, 168
FEBRASGO
Atuação, 006
Morbimortalidade materna
Brasil, 128
Conceituação, 091
Causas
Cesariana, 175
Estudo, 098, 171,
Mortalidade materna
Análise de dados, 012, 017, 058, 066, 110, 116, 126, 154, 157,
172
Aspectos culturais, 015
Aspectos econômicos, 015
Aspectos políticos, 011, 087, 094, 140
Aspectos sociais, 003, 011, 014, 015, 060, 083, 118, 129, 135,
182, 183
Causas, 003, 004, 007, 017, 033, 035, 039, 051, 052, 061, 065,
073, 081, 085, 096, 099, 103, 107, 109, 118, 119, 122, 124,
125, 153, 166,168, 171, 172, 177, 179
Aborto, 014, 022, 073, 090, 096, 123
Anestesia, 119
Cardiopatias, 065
Cesariana, 035, 049, 077, 175,
Diabetes, 085
Eclâmpsia, 085, 119
Hemorragia, 003, 119
Hipertensão, 003, 025, 142, 150, 171
Infecção, 003, 119
Neoplasias malignas, 186
Coleta de dados, 005, 086, 110, 127, 143, 144
Coletânea, 061, 181
Conceituação, 84 093, 127, 148
Conferências, 018, 091, 140, 143, 144
Dados estatísticos, 004, 005, 037, 043, 047, 050, 064, 086, 090,
094,098, 100, 116, 123, 127, 160, 164, 175, 180
Adolescentes, 159
Américas, 097
Angra dos Reis (RJ), 147
Brasil, 016, 084, 092, 108, 122, 160
Botucatu (SP), 019, 020
Cachoeiro do Itapemirim, 031
Campina Grande (PB), 078
Campinas (SP), 038
Curitiba, 146
Florianópolis, 141, 162, 163, 165
Fortaleza, 034
Goiânia, 071, 106, 174, 177
Goiás, 067, 069, 070, 072, 121
João Pessoa, 102
Manaus, 015, 105
Mulheres negras, 114
Niterói, 008
Paraná, 026, 028, 030, 081, 115, 134, 145, 161
Pernambuco, 076
Recife, 001, 046, 048, 077
Região Centro-Oeste, 176
Região Nordeste, 044
Região Norte, 044
Região Sudeste, 024
Região Sul, 024
Resende, 182
Ribeirão Preto, 035
Rio de Janeiro, 007, 010, 017, 153, 155
Rio Grande do Sul, 057, 107, 142
Santa Catarina, 132, 133
São Luís, 075
São Paulo, 012, 066, 089, 101, 110, 117, 126, 170, 179
Sergipe, 054
Subenumeração, 095
Teresina, 172
Enfermagem
Responsabilidade, 036
Estratégias de ação, 008, 063, 104, 139, 147
Estudo, 002, 015, 018, 055, 088, 150, 173
São Paulo, 156
Estudo de casos, 001, 002, 004, 007, 008, 032, 047, 051, 064, 068,
098, 109, 141, 142, 163, 177, 182, 186
Prevenção, 003, 013, 022, 026, 034, 039, 040, 053, 060, 061, 062,
063, 073, 074, 075, 079, 080, 083, 087, 111, 120, 122, 124, 125,
129, 135, 137, 139, 140, 143, 144, 146, 151, 169, 170, 179
Responsabilidade médica, 006, 081, 177
Responsabilidades, 017, 080, 087, 128, 184
Sistemas de informação, 155
Sistemas de saúde, 011, 130, 136, 151, 155
Situação
Alagoas, 131
América Latina, 111, 120
Brasil, 016, 059, 092, 096, 128, 130
Estados Unidos, 178
Inglaterra, 178
Países desenvolvidos, 09
Século XIX, 183
Subenumeração, 005, 022, 043, 059, 062, 064, 066, 094, 100, 133,
173
Morte materna
Causas, 013, 034, 040, 042, 045, 053, 062, 093, 117
Aborto, 093, 131
Anestesia, 149
Cardiopatias, 010
Cesariana, 032, 045
Eclâmpsia, 185
Hemorragia, 013, 051, 093, 184
Hipertensão, 013, 056, 082, 093, 151, 152
Infecção, 013, 093
Outras causas, 021
Conceituação, 017, 164
Estudo de casos, 041
Dados estatísticos, 158
Histórico, 158
ÍNDICE ONOMÁSTICO
A
ALBUQUERQUE, Rivaldo Mendes, 01
ALENCAR JÚNIOR, J. A., 02
ALMEIDA, Edna Regina Monteiro, 046
ALMEIDA, F. M. L., 02
ALMEIDA, Pedro Augusto Marcondes, 03, 56, 163
AMARAL, Waldemar Neves do, 69
AMIM JUNIOR, Jofre, 124
ANDRADE, Amaury T. L., 04
ANDRADE, Dinah N., 04
ARKADER, Jacob, 05, 06, 07, 08
ATRASH, Hans, 09
ÁVILA, Márcio Augusto, 10
ÁVILA, Maria Betânia, 11
B
BACHA, Angela Maria, 062
BAFILE, Paulo Nogueira, 170
BARROS, Alfredo C. S. D. ver BARROS, Alfredo Carlos S. D. de
BARROS, Alfredo Carlos S. D. de, 13, 185
BARROSO, Carmem, 014
BARROSO, Izélia Simões, 014
BECKER, Roberto Augusto, 15
BELFORT, Paulo, 10, 16, 17, 142
BENVEGNÚ, L. A., 56
BERTINI-OLIVEIRA, Anna Maria, 20, 32
BERZOWSKI, Anderson Tadeu, 18, 19
BITTAR, Roberto E., 175, 176
BORN, Daniel, 64
BRAGA, Luiz Fernando C. O., 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 80
BRINGEL, Ana Maria da Rocha, 50
BRITO, Luciane, 74
BUCHALLA, Cassia Maria, 97, 98, 99
BÜRER, Maria Elizabete Dissenha, 110
C
CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM, 30
CAMANO, Luiz, 20, 31, 32
CARVALHEIRO, Clarisse D. G., 34
CARVALHO, Gélcio Sisteroli de, 119
CARVALHO, Maria Tereza, 29
CARZINO, Eliana Portella, 35
CASTILLO, Oscar, 36
CASTRO, Pedro Aguiar de, 16
CECATTI, José Guilherme, 12, 18, 37, 38, 39, 44, 52, 59, 60, 61, 62, 63, 121, 122,
127, 132, 150
CENEVIVA, Paulo Victor Souza, 65
CONTER, Sílvio Luiz, 164
CORRÊA, Almira Maciel, 112
CORREIA, Andreia Lígia Vieira, 77
COSTA JR, Moacir Lobo, 97
COSTA, Cícero Ferreira Fernandes, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50
COSTA, Edvaldo Teixeira, 51
COSTA, Sérgio M. , 137
CRESPO, Clícia Márcia, 10
CUNHA, Donaldo Cerci da, 52
DIAS, Heloísa Helena Rodrigues, 67
DINIZ, Carmen Simone Grilo, 54
DUTRA, Rossana Keylla, 77
E
EL-KADRE, Dib, 55
ETHUR, J. N., 56
F
FANINI, Maria Leonor, 26, 27
FAÚNDES, Aníbal, 12, 18, 38, 39, 44, 52, 58, 59, 60, 61, 62, 63, 121, 122, 127,
132, 150
FAZA, Maria Célia, 04
FEITOSA, Helvécio, 64
FERREIRA, Carlos Eugênio de Carvalho, 65
FERREIRA, Rui Gilberto, 66, 67, 68, 69, 70, 71, 119
FIGUEIREDO, Eulália Maria da C., 33
FILISSINO, Marcos Augusto, 167
FILLIPPINI, A., 56
FONSECA, André Luiz Arnaud, 122
FRANÇA, José Ribamar, 74
FREIRE, Sálvio, 45, 75, 76
GALVÃO, Elíseo Brito de Medeiros, 107
GILDEMEISTER, Solange Borba, 159
GUEDES, Dionéia Garcia de Medeiros, 77
H
HALBE, Hans Wolfgang, 52
HENTSCHEL, Heitor, 78
HERRMANN, Viviane, 63
HIRATA, Vera Marisa F. M., 79
J
JOAQUIM, Hugo, 24, 80
JUNQUEIRA, Maria Luiza M., 32
K
KAHHALE, Soubhi, 81
L
LACRETA, Oswaldo, 83, 84
LAURENTI, Ruy, 85, 86, 87, 88, 89, 90, 91, 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98, 99, 100, 157
LECHTIG, Aaron, 15
LIMA, Elma Linhares, 68, 69, 70, 71
LIMA, Helena Teixeira de, 101
LIPPI, Umberto Gazi, 102
LOLIO, Cecília Amaro de, 98
LOMACHINSKY, Germano, 48, 49, 50
LOPES, Brasileira Cordeiro, 103
LOPES, Maria Auxiliadora, 67
LUNIERE, Glaydes Braga, 104
M
MACIEL, Cláudio José, 105
MADI, José Mauro, 17, 106
MAIA, Vamberto de Oliveira, 47, 48, 49, 50
MANÇO, Amábile R. X., 34
MARANHÃO, Técia, 107
MARETTI, Milton, 83, 84
MARGULIES, German, 109
MARTINS, Alaerte Leandro, 110, 111, 112, 113
MARTINS, Maria do P. S. S., 165
MARTINS, Marília da Glória, 51, 165
MATHIAS, Lenir, 114
MATTAR, Rosiane, 115, 144, 145, 146
MEGID, Maria Cristina, 18
MELO, Maria do Carmo Lopes, 107
MINAYO, Maria Cecília de Souza, 95
MISSITATO, Marcelo, 19
MONTELEONE, Pedro Paulo Roque, 17
MONTENEGRO, Carlos Antônio Barbosa, 117, 123
MORA, German, 118
MORAES, Cecílio Alves de, 119
MORAES, Vardeli Alves de, 166
MORON, Antônio F., 119, 149
N
NAHOUM, Jean Claude, 142
NAZARENO, Eleusis Ronconi, 25, 26, 27
NEME, Bussâmara, 121, 176
NEME, Eduardo S., 121
NESTAREZ, José Eduardo, 114
NETTO, Hermógenes Chaves, 122, 123
NETTO, José Maria Magalhães, 124
NEUMANN, Zilda Arns, 126
NOBILE, Luciana, 114
O
OLIVEIRA FILHO, Romeu Nazario, 101
OLIVEIRA, Maria Neci Paletó, 101
OLIVEIRA, Suzete Assis de, 166
ORTIZ, Enrique Rivero, 125
P
PEDROSA NETO, Antônio Henrique, 127, 128
PEIXOTO, Heloisa Côrtes Gallotti, 129, 130
PEIXOTO, Maurício Abreu Pinto, 105, 117, 123
PICCOLO NETO, Antônio, 169
PIMENTEL, Alceu José Peixoto, 128
PINTO E SILVA, João Luiz de Carvalho, 62
PINTO, Cristiane Schuch, 132
Q
QUEIROZ, Raquel Lacerda, 136
R
RAMOS, José Geraldo L., 137
REZENDE, Jorge de, 142
RIBEIRO, Ana Freitas, 132
RIOMAR, Eneyde Andreva, 33
ROBERTO, Azamalvete de Paula, 113
ROCHA, Nivaldo Silva Correa, 144, 145, 146
RONCONI, Eleusis ver NAZARENO, Eleusis Ronconi
ROSA JÚNIOR, Arlindo, 137
ROZAS, Antônio, 143
RUSSOMANO, Fábio Bastos, 148
S
SACCHETTI, Saul Antônio, 16
SALGADO NETO, João, 52
SANTO, Augusto Hasiak, 99, 100
SANTOS, Cleide de Barros, 75, 76
SASS, Nelson, 144, 145, 146
SECRETARIA de Estado de Saúde (Rio de Janeiro), 147
SEIGNEUR, C., 08
SILVA, F. L. G., 08
SILVA, José Carlos Neiva C. e, 18
SILVA, Kátia S. da,
SILVA, Letícia Krauss, 148
SILVA, Luiz Queiroz da, 167
SILVA, Raimundo Antônio, 74
SIQUEIRA, Arnaldo Augusto Franco, 149, 150, 151, 152, 153, 154
SOARES, Vânia Muniz Nequer, 020, 029, 103
SOARES, Vânia Muniz ver SOARES, Vânia Muniz Soares Nequer
SOUZA JÚNIOR, Geci Labes de, 159
SOUZA NETO, J. A, 02
SOUZA, Maria de Lourdes de, 130, 155, 156, 157, 158
SOUZA, Maria Ladjane Bonifácio de, 76
SPRENGEL, Carlos Augusto, 159
STAVALE, João Norberto, 115
SUETAKE, Hilton, 19
T
TABOARDA, Wladimir Correa, 160
TANAKA, Ana Cristina d’Andretta, 149, 152, 153, 161, 162, 163
TAVEIROS, Walquíria, 128
UBERTI, Eliza H., 164
V
VALADARES NETO, João de Deus, 165
VALADARES, Segismundo, 165
VIÇOSA JÚNIOR, Hermes, 164
VIGGIANO, Maurício Guilherme Campos, 69, 70, 71, 105, 166, 167, 168, 169
VIGORITO, Neusa Maria, 115
VOLOCHKO, Anna, 170, 171
W
WONG, Laura L. Rodrigues, 172
X
XIMENES, Yara Rocha, 168
Y
YDALGO, Tereza, 173
Z
ZAVA, Ângela de Fátima, 169
ZUGAIB, Marcelo, 174, 175, 176
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