001 ALBUQUERQUE, Rivaldo Mendes. Estudo da mortalidade materna no Município de Recife, 1992-1993. Campinas, 1994. 102 p. Tese (Doutorado em Medicina) - Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas. Resumo Apresenta como fator determinante da pesquisa o desconhecimento do problema da mortalidade materna no Nordeste brasileiro, em especial na Cidade de Recife, aliando-se à necessidade de estabelecer metas de saúde para a região. Tem como objetivo estudar a ocorrência e os registros das mortes, com ênfase para as mortes maternas, em mulheres com idade entre 10 e 49 anos que residiam e faleceram no Município de Recife nos anos de 1992 e 1993. (AUTOR) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Recife Mortalidade materna - Estudo de casos 002 ALMEIDA, F.M.L., SOUZA NETO, J.A., ALENCAR JÚNIOR, C.A. et al. Mortalidade materna na MEAC/UFC. R. Bras. Ginecol. Obstet., nov., p. 133, 1995. Supl. Resumo O estudo objetiva avaliar as mortes maternas das 82.368 gestantes que pariram na MEAC-UFC, desde janeiro de 1968 a dezembro de 1994. Foram analisados 190 prontuários de obituários, sendo os dados levantados relativos ao ano, faixa etária, paridade e diagnóstico. Apresenta os resultados alcançados no término da investigação. Conclui que a Maternidade Escola é uma instituição de atendimento terciário, tendo uma UTI para os cuidados intensivos obstétricos, proporcionando assim uma redução dos óbitos maternos de causas evitáveis. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Estudo Mortalidade materna - Estudo de casos 003 ALMEIDA, Pedro Augusto Marcondes de. Mortalidade materna : prevenção. Femina , Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, p. 1100-1107, dez. 1985. Resumo Estuda a mortalidade materna destacando o alto grau de incidência de casos em países em desenvolvimento. Aponta hipertensão arterial, infecção e hemorragia como as maiores causas dos óbitos. Destaca a importância da prevenção através de assistência pré-natal e ao parto. Cita ainda os Comitês de Mortalidade Materna como uma forma de prevenção. Conclui que estes cuidados tais como assistência pré-natal, ao parto etc. se constituem em apenas algumas das etapas de um processo mais delicado, já que gravidez é parte de um contexto familiar e social. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação Mortalidade materna - Aspectos sociais Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Causas - Hemorragia Mortalidade materna - Causas - Hipertensão Mortalidade materna - Causas - Infecção Mortalidade materna - Prevenção 004 ANDRADE, Amaury T. L. , ANDRADE, Dinah N., FAZA, Maria Célia. Mortalidade materna : estudo de 60 anos. R. Bras. Ginecol. Obstet, n. 9, p. 205-210, 1988. Resumo Entre 115.065 internações obstétricas, houve 127 mortes maternas hospitalares, no período de 1927 a 1986. Houve queda significativa do índice de mortes maternas (IMM) entre 1927-36 (2521) e nos últimos cinco anos (32), sendo este índice dos mais baixos do Brasil. As causas mais freqüentes foram toxemia e a hemorragia, ambas com declínio acentuado nos últimos anos, atribuível à atitude mais agressiva do obstetra. Chama atenção o aumento de mortes por abortamento séptico. A importância de planejamento familiar para reduzir a fatalidade nos extremos de idade e de paridade da vida reprodutiva da mulher é salientada. O risco relativo de morte materna atribuível à cesárea é de 1,5 a 5,8 vezes maior que o parto vaginal, fato que assume proporções importantes com o aumento a incidência de cesáreas. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Dados estatísticos Mortalidade materna - Estudo de casos 005 ARKADER, Jacob. Considerações sobre a mortalidade materna no Brasil. Rio de Janeiro, 1969. 91 p. Tese (Livre-Docência)- Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Resumo Afirma que o registro da mortalidade materna é sempre muito incompleto, inclusive quando se trata de enfermidade de notificação compulsória, razão pela qual os dados além de incompletos, estão na maioria dos estados desatualizados. Elabora e desenvolve pesquisa orientada no sentido de obter dados para o estado de influência da idade, paridade e causa da mortalidade materna durante os anos de 1965 e 1966 no Brasil, através de um inquérito hospitalar. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Coleta de dados Mortalidade materna - Dados estatísticos Mortalidade materna - Subenumeração 006 ARKADER, Jacob. Mortalidade materna : comissões de estudo. Femina, Rio de Janeiro, v. 15, fev., p. 121-122, 1987. Resumo Começa afirmando que a obtenção de estatísticas confiáveis e adoção de métodos específicos e uniformes para análise, somente podem ser obtidos através de Comissões de Estudo da Mortalidade Materna. Apresenta as finalidades e funcionamento destas Comissões, destacando a importância da FEBRASGO e das Sociedades de Obstetrícia e Ginecologia na elaboração dos estudos porque contam com técnicos qualificados. Finaliza dizendo que o propósito do estudo é melhorar o nível da atenção obstétrica. (NEDSM) Palavras-Chave FEBRASGO - Atuação Mortalidade materna - Responsabilidade médica 007 ARKADER, Jacob. Mortalidade materna no Hospital Municipal Salgado Filho. R. Bras. Ginecol. Obstet., n. 3, p. 44-46, 1988. Resumo No Serviço de Obstetrícia do Hospital Municipal Salgado Filho - Rio de Janeiro, período de 1977 a 1983, ocorreram 21 óbitos maternos, com o índice de mortalidade materna total de 19,39/10000 nascidos vivos. A maioria dos óbitos deveu-se a causas obstétricas diretas (17). Destas, o maior contigente foi em conseqüência da infecção (10). Comparando os nossos dados com 10 trabalhos de autores nacionais, verifica-se que as cifras encontradas estão situadas na média de 20,41/10000 nascidos vivos. (AUTOR) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio de Janeiro Mortalidade materna - Estudo de casos 008 ARKADER, José, SEIGNEUR, C., SILVA, F. L. G. et al. Mortalidade materna no Hospital Universitário Antônio Pedro da Universidade Federal Fluminense. R. Bras. Genicol. Obstet., nov., p.132, 1995. Supl. Resumo Foram estudadas 86 mortes maternas obstétricas no período de 1978/1991 no Hospital Universitário Antônio Pedro - HUAP, das quais foram calculadas o CMM, assim como distribuídos os números de óbitos pelas diferentes causas. Apresenta nas conclusões algumas sugestões para a redução da mortalidade materna: 1- Desenvolver programas de saúde integral à mulher; 2- Melhorar a assistência à gravidez, parto, puerpério e planejamento familiar; 3- Capacitação do pessoal dos serviços de saúde materna; 4- Instalação e funcionamento de Comitês de morte materna em todos os níveis; 5Funcionamento eficiente de um sistema nacional de vigilância epidemiológica.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Niterói Mortalidade materna - Estratégias de ação Mortalidade materna - Estudo de casos 009 ATRASH, Hans. Intervenções para aperfeiçoar o conhecimento, o número e causas da mortalidade materna .s.l : s. n., 199- 10 f. (Mimeogr.) Resumo Informa que em países em desenvolvimento, o índice de óbitos maternos está 15 (quinze) vezes acima da taxa de mortalidade materna média verificada em países desenvolvidos. Apresenta um breve relato acerca da situação em países como EUA, França, Bélgica. Diferencia óbito associado à gravidez de óbito relacionado à gravidez e trata especificamente cada um dos casos. Sugere a implantação de estratégias de intervenção para prevenção dos óbitos. Apresenta ainda tabela cuja intenção é mostrar que estratégias diferenciadas de prevenção são exigidas para atender as diferentes causas de mortalidade materna, tais como: o comportamento da gestante, o acesso e qualidade da assistência prestada, etc. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Situação - Países desenvolvidos 010 ÁVILA, Márcio Augusto, CRESPO, Clícia Márcia, BELFORT, Paulo. Doença cardíaca e gravidez. R. Bras. Ginecol. Obstet., n. 11. p. 248-252, 1988. Resumo Trata-se de trabalho realizado na Maternidade da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro. Descreve o método da pesquisa na qual foram estudadas, durante três décadas, 98 pacientes portadoras de patologias cardíacas. Informa que três óbitos foram registrados a partir do universo estudado, representando 0,4%. Acrescenta que este número contrasta com os resultados obtidos em outra investigação, cuja porcentagem de óbitos devido a cardiopatias representou 6% do total de gestantes estudadas. Apresenta ainda algumas causas de óbito do concepto associada à lesão cardíaca materna. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio de Janeiro Morte materna - Causas - Cardiopatias 011 ÁVILA, Maria Betânia. Mortalidade materna : uma questão social. SOS Corpo, 1994, 11p. Recife : Resumo Inicia dizendo que a intenção do trabalho é problematizar o tratamento que vem sendo dispensado ao tema dentro do espaço político e de produção do conhecimento do movimento feminista. Aborda questões sociais que podem ser relacionadas ao problema da mortalidade materna como violência sexual e clandestinidade do aborto. Afirma que o Serviço de Saúde pode ser inteiramente responsável por descuido e/ou incompetência por uma morte materna. Finaliza apresentando o cálculo para a obtenção do coeficiente de mortalidade materna.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Aspectos políticos Mortalidade materna - Aspectos sociais Mortalidade materna - Sistemas de saúde 012 BARBOSA, Sonia Antonini, BOYACIYAN, Krikor, MARCUS, Paulo Afonso Ferrigno, et al. Dificuldades encontradas em relação ao estudo de casos de mortalidade materna na Cidade de São Paulo de 1993 a 1995. s. n. t. (Mimeogr.) Resumo Foram pesquisadas 179.872 declarações de óbito durante o período de março de 1993 a dezembro de 1995, ocorridas no Município de São Paulo. Foram selecionadas pelo Comitê de Morte Materna 761 declarações baseadas nos critérios previamente estabelecidos: mulheres com idade entre 10 e 49 anos onde o estado gravídico-puerperal era declarado ou presumido, não relacionada à morte violenta e residentes no Município de São Paulo. Estas declarações foram posteriormente encaminhadas para investigação, sendo obtidas 291 declarações positivas para morte materna. Este estudo mostra as dificuldades encontradas nesta pesquisa, tais como: preenchimento inadequado das declarações de óbito, morosidade no retorno das investigações, dificuldade de análise no prontuário médico, assim como dos laudos necroscópicos, além de dificuldade de obtenção de dados populacionais necessários para o cálculo do coeficiente de mortalidade materna. Apresenta ainda alguns dados coletados e sugere soluções para facilitar este processo de investigação. (AUTORES) Palavras-Chave Coeficiente de Mortalidade Materna - Avaliação Mortalidade materna - Análise de dados Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo 013 BARROS, Alfredo Carlos S. D. de. Fisiopatologia das principais causas do óbito materno. In: FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org.). Morte materna: uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991. P. 120-138 Resumo Estudo dos mecanismos fisiopatológicos relacionados à morte materna. Tais estudos servem de base para a compreensão dos casos fatais e fornecem subsídios para o planejamento, aplicação de recursos e programa de prevenção. Aborda a “fisiopatologia do comprometimento materno” enfocando três situações principais: hipertensão, hemorragia e infecção. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Prevenção Morte materna - Causas Morte materna - Causas - Hemorragia Morte materna - Causas - Hipertensão Morte materna - Causas - Infecção 014 BARROSO, Carmem. Mortalidade materna : uma questão política. s. n. t. [7 f.], [1989] (Mimeogr) Resumo Destaca a disseminação do planejamento familiar como recomendação para a diminuição da mortalidade materna e o surgimento dos Comitês de Morte Materna. Defende a discriminação do aborto, alegando que este, sendo realizado clandestinamente, tem sido uma das causas mais importantes de mortalidade materna. Finaliza dizendo que a mortalidade materna é uma questão de importância dramática e por isso continuará tendo lugar de destaque na agenda do movimento de mulheres. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas - Aborto Mortalidade materna - Aspectos sociais 015 BARROSO, Izélia Simões. Mortalidade materna em Manaus : segundo relatório sobre o projeto de iniciação científica CNPq. Manaus: s. n., 1992. [20f]. Resumo Projeto de pesquisa tendo como objetivo a identificação de fatores etiológicos, econômicos e sócio-culturais que influenciaram o óbito materno. Em Manaus, especificamente, foram analisados dados do INAMPS dos anos de 1979-1987. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Aspectos culturais Mortalidade materna - Aspectos econômicos Mortalidade materna - Aspectos sociais Mortalidade materna - Dados estatísticos - Manaus Mortalidade materna - Estudo 016 BECKER, Roberto Augusto, LECHTIG, Aaron. Brasil : aspectos da mortalidade infantil, pré-escolar e materna. Brasília : [s.n.], 1987. 45 f. (Mimeogr.) Resumo Começa chamando atenção para as disparidades dos índices de mortalidade tanto do Brasil em relação aos países desenvolvidos, quanto dentro do próprio país. Tece considerações acerca da mortalidade infantil. Aborda então a mortalidade materna, apresentando sua definição e causas. Revela dados relativos ao tema em questão em várias regiões do Brasil, comparando com dados semelhantes de outras regiões do mundo. Mostra ainda tabelas estatísticas sobre faixa etária das vítimas, distribuição por regiões e causas de mortalidade materna no Brasil. Palavras-chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Brasil Mortalidade materna - Situação - Brasil 017 BELFORT, Paulo, CASTRO, Pedro Aguiar, SACCHETTI, Saul Antônio. Mortalidade materna : causas e responsabilidades. Femina, Rio de Janeiro, v. 13, n. 6, p. 559-576, jun. 1985. Resumo Utiliza dados coletados na Maternidade da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro para efeito de análise. Afirma que segundo a Comissão Internacional de Ginecologia e Obstetrícia, os óbitos maternos são classificados entre : diretos, indiretos e não obstétricos. Apresenta dados através de tabelas e gráficos, analisando as causas dos óbitos. Discorre sobre iniciativas de classificação de responsabilidades pelas mortes. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Análise de dados Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio de Janeiro Mortalidade materna - Responsabilidades Morte materna - Conceituação 018 BELFORT, Paulo, MONTELEONE, Pedro Paulo Roque, MADI, José Mauro et al.. Mortalidade materna. Ginecologia e Obstetrícia, São Paulo, v. 2, n. 6, p. 14-26, 1993. Resumo Trata-se de uma Mesa Redonda realizada em São Paulo, na qual a temática central é a mortalidade materna. São abordados inúmeros assuntos dentre os quais análise e comparação de dados estatísticos acerca da mortalidade materna; o estabelecimento de responsabilidades; os comitês de mortalidade materna; adoção de práticas políticas, planos e programas de saúde que tenham por finalidade a redução da mortalidade materna. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Conferências Mortalidade materna - Estudo 019 BERZOWSKI, Anderson, SILVA, José Carlos Neiva C. , MEGID, Maria Cristina et. al. Mortalidade materna : índices da região de Botucatu. In: FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org). Morte materna: uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991. p. 151-169. Resumo Avalia o índice de mortalidade materna na Região de Botucatu (SP), as causas dos óbitos e as condições regionais de atenção à gestante.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Botucatu (SP) 020 BERZOWSKI, Anderson Tadeu, SUETAKE, Hilton, MISSIATO, Marcelo et al. Mortalidade materna : análise dos últimos dez anos do Centro MédicoUniversitário de Botucatu - UNESP. R. Bras. Ginecol. Obstet. v. 17, n. 10, nov./dez., 1001-1007, 1995. Resumo Afirma que a morte materna representa enorme parcela de óbitos em adultos em todo o mundo. Apresenta o objetivo do trabalho como sendo o de analisar mortes maternas ocorridas nos últimos dez anos no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP. Mostra os dados estatísticos referentes ao trabalho de pesquisa realizado. (NEDSM) Palavra-chave: Mortalidade materna - Dados estatísticos - Botucatu (SP) 021 BERTINI-OLIVEIRA, Anna Maria, CAMANO, Luiz. Morte obstetrícia. Femina, Rio de Janeiro, v. 13, nov., p. 981-983, 1985. súbita em Resumo Apresenta algumas definições de morte súbita. Conceitua morte súbita em obstetrícia, listando as causas mais importantes, dentre as quais pode-se destacar: embolia gasosa, choque anafilático e enfarte do miocárdio. Tece considerações acerca das várias causas de morte súbita citadas, apontando a embolia amniovascular como sendo a causa mais representativa. Finaliza comentando que, mesmo em se tratando de morte súbita no ciclo gravídico puerperal, muitos óbitos são evitáveis através de medidas preventivas ou com o diagnóstico de suposição. (NEDSM) Palavras-Chave Morte materna - Outras causas 022 BRAGA, Luiz Fernando C. O. Aborto, anticoncepcional e mortalidade materna. In: Morte Materna : uma tragédia evitável. Campinas : Ed. Unicamp, 1991. 217 p. p. 139-150. Resumo Afirma que o aborto é responsável por parcela importante dos índices de mortalidade materna e relaciona o tema com a utilização de métodos anticoncepcionais como forma de evitar estes óbitos. Aborda a relação existente entre a alta fecundidade e os altos números de morte materna. Questiona alguns dados oficiais relativos ao aborto. Finaliza apresentando além da anticoncepção outras prioridades para a redução do problema. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade Materna - Causas - Aborto Mortalidade Materna - Prevenção Mortalidade Materna - Subenumeração 023 BRAGA, Luiz Fernando C. O. Comitês de Morte Materna . s. n. t. (Mimeogr.) Resumo Apresenta os Comitês de Morte Materna como uma das estratégias que visam a melhoria da qualidade das informações da morte materna.(NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna 024 BRAGA, Luiz Fernando C. O. Mortalidade materna : incidência na Região Sul Sudeste. Femina , fev. 1986, p. 148-152. e Resumo Apresenta números acerca da mortalidade materna na regiões Sul e Sudeste, analisando o CMM - Coeficiente de Mortalidade Materna de 1970-1982, dos Estados de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.(NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação - Região Sudeste Comitês de Morte Materna - Atuação - Região Sul Mortalidade materna - Dados estatísticos - Região Sudeste Mortalidade materna - Dados estatísticos - Região Sul 025 BRAGA, Luiz Fernando C. O., JOAQUIM, Hugo. Mortalidade materna : contribuição da hipertensão. R. Bras. Ginecol. Obstet., Rio de Janeiro, n. 2, p. 33-41, 1988. Resumo Revela que a hipertensão ocupa ora posição intermediária ora terceira posição como causa do obituário materno, junto com as causas infecção e hemorragia. Analisa os significados dos índices na Maternidade do Hospital de Clínicas da UFPR, entre 1971 e 1983. Descreve a metodologia utilizada na pesquisa. Tece comentários acerca de outros estudos semelhantes. Apresenta os resultados do estudo, analisando e ilustrando-os com tabelas e gráficos. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas - Hipertensão 026 BRAGA, Luiz Fernando C. O., NAZARENO, Eleusis Ronconi et al. Relatório do Comitê de Morte Materna no Paraná, 1990. s. n. t. (Mimeogr.) Resumo Apresenta resultados de estudos acerca da mortalidade materna no Paraná no ano de 1990. Afirma que o grupo de mulheres na faixa de 15 a 24 anos é o de menor risco de morte materna. Mostra que os fatores sócio-econômicos influenciam na determinação da mortalidade. Informa a distribuição dos óbitos segundo a situação sócio-econômica, antecedentes obstétricos, pré-natal, local e tipo de partos e condições do concepto. Mostra os critérios de evitabilidade, responsabilidades e medidas preventivas. Finaliza apresentando a avaliação do coeficiente de mortalidade materna e eficiência dos Comitês. (AUTORES) Palavras-Chave Coeficiente de Mortalidade Materna Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná Mortalidade materna - Prevenção 027 BRAGA, Luiz Fernando C. O. NAZARENO, Eleusis Ronconi, FANINI, Maria Leonor et al. Relatório dos Comitês de Morte Materna do Paraná, 1991. In: INFORME EPIDEMIOLÓGICO DO SUS, Brasília, dez. 1992. [15 f.] Resumo A implantação dos Comitês de Morte Materna é recomendada pela OMS/OPAS como estratégia para melhorar as informações sobre a situação da mortalidade materna nos países em desenvolvimento, onde a sub-notificação desta causa de óbito é freqüente. Conclui que as falhas do sistema de saúde são evidentes quando muitas das vezes a grávida encontra uma equipe e um serviço despreparados para assisti-la. As distorções se avolumam pela falta de um sistema regionalizado e hierarquizado de saúde (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Paraná 028 BRAGA, Luiz Fernando C. O. , NAZARENO, Eleusis Ronconi, FANINI, Maria Leonor et al. Relatório dos Comitês de Morte Materna do Paraná. Femina, ago., p. 794-811, 1993. Resumo Apresenta os dados relativos aos Comitês Regionais que atuaram em 1991. Destaca a importância dos Comitês de Morte Materna como estratégia para obtenção de números confiáveis e informações sobre a situação da mortalidade materna em países em desenvolvimento. Descreve a metodologia adotada pelos Comitês. Detalha os dados estatísticos utilizando tabelas e gráficos. (NESDM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná 029 BRAGA, Luiz Fernando C. O., SOARES, Vânia Muniz Nequer. Implantação dos Comitês de Morte Materna no Paraná. Femina, Rio de Janeiro, v. 18, p. 432436, jun. 1990. Resumo Aborda a trajetória da formação e implantação dos Comitês de Morte Materna no Estado do Paraná. Analisa os diversos fatores que levaram à criação dos Comitês. Apresenta as estratégias de implantação, organização e atuação dos mesmos, bem como mostra diversos dados estatísticos referentes à mortalidade materna no Estado do Paraná, até 1986. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná 030 BRAGA, Luiz Fernado C. O., SOARES, Vânia Muniz Nequer, CARVALHO, Maria Tereza Wolffe. et al. Relatório dos Comitês de Morte Materna do Paraná, 1992. Femina , Rio de Janeiro, v. 22, n. 10, p. 481-492, out. 1994. Resumo Apresenta os resultados das investigações realizadas pelos Comitês Regionais de Morte Materna no Estado do Paraná em 1992. Este relatório tem por finalidade: divulgar os resultados das investigações relativas a cada ano, traçar o perfil epidemiológico da mortalidade materna no Estado do Paraná, avaliar o trabalho dos 24 Comitês Regionais de Mortalidade Materna e difundir a metodologia dos Comitês para outros Estados e Regiões. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação Mortalidade materna - Dados Estatísticos - Paraná 031 CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM (Prefeitura Municipal). Comissão de Investigação de Mortalidade Materno Infantil de Cachoeiro de Itapemirim, 1992. 38 p. Resumo Analisa os dados referentes às gestantes e crianças menores de 5 anos, internadas nos hospitais da cidade no ano de 1992 e através desses dados estuda uma parcela significativa da população no município. Investiga as condições de saúde da população feminina em idade fértil quanto ao número, espaçamento e produto das gestações, incidência por faixa etária, número e tipos de partos e abortamentos, consultas de pré-natal, anticoncepção, avaliação da taxa de mortalidade materna e do índice de fertilidade. Na saúde infantil foram pesquisados o índice de prematuridade, internações e reinternações. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Cachoeiro do Itapemirim 032 CAMANO, Luiz . Cesárea pós-morte : análise estatística de treze casos ocorridos na Casa Maternal e da Infância da LBA. Mat. e Inf., v. 32, n. 4, out./dez., p. 337-346, 1973. Resumo O autor analisa 13 casos da cesárea pós-morte em 143.000 partos, no período de 1962 a 1973, na Casa Maternal e da Infância da LBA. O problema é encarado nos aspectos: ético, legal, freqüência quanto ao número total de partos, idade, estado civil, número de gestações e paridades, assistência prénatal, causas dos óbitos maternos, vitalidade e peso dos recém-nascidos, prognóstico de recém-nascido, aspectos técnicos da cesárea pós-morte, acentuando a rapidez de execução e optando pelo corporal.(AUTOR) Palavras-Chave Mortalidade materna - Estudo de casos Morte materna - Causas - Cesariana 033 CAMANO, Luiz, JUNQUEIRA, Maria Luiza M., BERTINI-OLIVEIRA, Anna Maria. A cesariana na agonizante. Femina, Rio de Janeiro, v. 13, n. 6, p. 546-548, 1985. Resumo Analisa diversos aspectos sobre o problema da cesárea na agonizante, abordando inclusive problemas de legais e éticos. Recomenda que tal intervenção só deve ser realizada quando for atendidas às condições: que seja desejo da paciente; quando as condições do concepto se tornarem críticas e que exista endosso da família ou aval de três profissionais. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Causas - Cesariana 034 CARVALHO, Arnaldo Afonso A. FIGUEIREDO, Eulália Maria da C., RIOMAR, Eneyde Andréya C. P. Mortalidade materna : Hospital Geral de Fortaleza (1975-1991). R. Bras. Ginecol. Obstet., n. 2, p. 91-94, 1993. Resumo Trata-se de uma trabalho que objetiva identificar as características epidemiológicas e etiopatogênicas das causas de óbitos maternos ocorridos na Clínica Obstétrica do HGF-SES entre 1975-1991. Comenta a dificuldade de se levantar dados consistentes. Divide as causas de mortalidade materna entre obstétricas diretas e indiretas e não obstétricas. Apresenta os dados coletados e analisados. Conclui que a maioria das mortes maternas está relacionada com causas evitáveis, sugerindo que sejam tomadas medidas específicas para sua redução. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Fortaleza Mortalidade materna - Prevenção Morte materna - Causas 035 CARVALHEIRO, Clarisse D. G., MANÇO, Amábile R. X. Mortalidade feminina no período reprodutivo em localidade urbana da região sudeste do Brasil: evolução nos últimos 20 anos. R. Saúde Públ., Rio de Janeiro, v. 26, n. 4, p.239-245, 1992. Resumo Estuda o comportamento da mortalidade na mulher de 15 a 49 anos, no período 1985 a 1989, comparando-o a 1970 a 1974, no Município de Ribeirão Preto, SP (Brasil). Analisa a mortalidade segundo procedência, estado civil, 7 grupos etários qüinqüenais e causas, segundo a Classificação Internacional de doenças. As 4 principais causas de morte, em ordem decrescente, foram: doenças do aparelho circulatório, neoplasmas, lesões e envenenamentos e doenças infecciosas e parasitárias. Os indicadores estudados mostram tendência ao declínio das doenças infecciosas e parasitárias bem como aumento concomitante das doenças crônico-degenerativas, ou seja, a ocorrência de uma transição epidemiológica vinculada às contradições inerentes ao estado atual do desenvolvimento do país (AUTORES). Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Dados estatísticos - Ribeirão Preto 036 CARZINO, Eliana Portella. Mortalidade materna : paradigma emergente na formação de médicos e enfermeiros. Curitiba, 1995. 151 p. Dissertação (Mestrado em Educação) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Resumo Investiga a formação acadêmica, os conteúdos programáticos, o envolvimento das universidades e dos profissionais formadores frente à política nacional de saúde e a epidemiologia da mortalidade materna. Objetiva diagnosticar como os profissionais médicos e enfermeiros estão sendo preparados nas universidades de Curitiba para enfrentar as questões da mortalidade materna em obstetrícia. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Enfermagem - Responsabilidade Mortalidade materna - Responsabilidade médica 037 CASTILLO, Oscar. A mortalidade materna do ponto de vista institucional. [Curitiba]: s. n., 1994. [3 f.] (Mimeogr.) Resumo Constata que não há preocupação efetiva com a mortalidade materna tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Relata que foram feitas várias pesquisas, em vários países da África, América do Norte e América Latina a fim de reduzir o óbito materno. Apresenta diversas estratégias como por exemplo, a criação dos Comitês de Mortalidade Materna. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Implantação Mortalidade materna - Dados estatísticos 038 CECATTI, José Guilherme. Análise da mortalidade materna no município de Campinas, no período de 1985 a 1991. Tese (Doutorado em Medicina) Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas,1992.108 f. Resumo Analisa declarações de óbito de mulheres entre 10 e 49 anos de idade, residentes no Município de Campinas e ocorridas no período de 1985 a 1991. Cada caso foi classificado segundo as causas atestadas, em mortalidade materna declaradas, presumidas e mortes não maternas. Os casos incluídos nas duas primeiras categorias foram submetidas a análise através da observação de seus prontuários clínicos. Para os casos confirmados de morte materna foram coletadas informações referentes às condições sócio-econômicas a gravidez; parto; puerpério e do óbito. Estes dados foram comparados aos de um grupo de mulheres que foram internadas no mesmo período e que não faleceram.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Campinas (SP) 039 CECATTI, José Guilherme, FAÚNDES, Aníbal. Intervenções para aperfeiçoar o conhecimento sobre o número e as causas de mortes maternas. Femina , Rio de Janeiro, p. 389-392, maio 1989. Resumo Analisa algumas considerações sobre a proposta de adoção de medidas dirigidas a redução das mortes, sugerindo quatro níveis de ação: 1) intervenções destinadas a melhorar o conhecimento sobre o número e os fatores que associam a um maior risco de morte materna durante a gravidez, parto e puerpério; consideram a subenumeraçäo dos casos de óbitos maternos e propõe, neste nível, o aperfeiçoamento das estatísticas vitais, investigações epidemiológicas e a criação de comitês de morte materna; 2) intervenções sobre a assistência à gravidez, parto e puerpério; 3) intervenções para prevenir a gravidez em mulheres com alto risco de morte materna; 4) outras intervenções destinadas a reduzir o risco de morte pós-aborto (NEDSM). Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Prevenção 040 CECATTI, José Guilherme, FAÚNDES, Aníbal. Intervenções para prevenir a gestação em mulheres com alto risco de morte materna. Curitiba, 1994. [4f.] (Mimeogr). Resumo Discute intervenções para prevenir a gestação com alto risco de mortalidade materna. Aponta como principais patologias que levam ao óbito materno: as cardiopatias, insuficiência renal, hipertensão arterial, diabetes. Cita o aborto provocado, realizado clandestinamente, como um fator que também leva à morte materna. Enfatiza a liberação criteriosa do aborto a fim de reduzir os índices da mortalidade materna . (NEDSM) Palavras-Chave Morte Materna - Causas Mortalidade Materna - Prevenção 041 COMITÊ de Estudo e Prevenção da Mortalidade Materna no município de São Paulo : uma medida necessária para a melhoria da assistência à mulher no ciclo gravídico-puerperal. São Paulo : Secretaria Municipal de Saúde, [199-] (Mimeogr.) [23 f.] Resumo Analisa o processo de implantação do Comitê de Estudo e Prevenção de Morte Materna no Estado de São Paulo. Apresenta investigações, feitas nos hospitais municipais de São Paulo, de todas as mortes de mulheres na idade de 20 a 49 anos, selecionando-se os casos em que a morte materna é considerada suspeita. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade Materna - Prevenção Morte materna - Estudo de Casos 042 COMITÊ ESTADUAL DE MORTE MATERNA (Paraná). Relatório da Terceira Reunião Geral dos Comitês de Morte Materna do Paraná, realizada em Curitiba, nos dias 24 e 25 de outubro de 1992. Curitiba : s.n., 1992. [5 f.] Resumo Lista os problemas identificados como prevalentes para a morte materna. Aponta também os grupos de risco. Aborda questões como a cesariana, as parteiras comunitárias, o aumento da notificação de óbitos maternos, o relacionamento com os Conselhos Municipais de Saúde, e finalmente, fala sobre a descentralização dos Comitês. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Paraná Morte materna - Causas 043 COSTA, Cícero Ferreira Fernandes. Investigação e estimativa da mortalidade materna. Revista do IMIP, v. 6, n. 2, p. 139-140. Resumo Propõe que os atestados de óbito contenham mais informações complementares de forma que as estatísticas hospitalares de óbito materno possam ser mais precisas. Alerta para o problema da sub-notificação que quase sempre mascara as estimativas da mortalidade materna (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados Estatísticos Mortalidade Materna - Subenumeração 044 COSTA, Cícero Ferreira Fernandes. Mortalidade materna na Região NorteNordeste. Femina , Rio de Janeiro, v. 13, n. 6, p. 504-515, jun. 1985. Resumo Estudo sobre a incidência da mortalidade materna na Região Norte-Nordeste, baseando-se em estudos autóctones nas capitais brasileiras. Mostram a realidade da época em que tais estudos foram realizados. Constata-se declínio nos coeficientes de mortalidade materna .(AUTOR) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Região Nordeste Mortalidade materna - Dados estatísticos - Região Norte 045 COSTA, Cícero Ferreira Fernandes. Via de parto e mortalidade materna. In: FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org). Morte materna: uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991. p. 151-169. Resumo Aborda a relação tipo de parto e mortalidade materna. Atribui-se à operação cesariana o maior coeficiente de mortalidade materna, segundo dados apresentados. Aponta medidas profiláticas para atenuar a problemática do óbito materno atribuído à operação cesariana. (NEDSM) Palavras-Chave Morte materna - Causas Morte materna - Causas - Cesariana 046 COSTA, Cícero Ferreira Fernandes, ALMEIDA, Edna Regina Mosteiro de, FREIRE, Sálvio. Mortalidade materna na Clínica obstétrica do Hospital Barão de Lucena : análise de 70 casos. CCS : Centro de Ciências da Saúde UFPB, João Pessoa, v. 7, n. 3, p. 22-25, 1985. Resumo De 1980 a 1984, houve 70 óbitos maternos na Clínica Obstétrica do Hospital Barão de Lucena, Recife, entre 13.373 nascidos vivos propiciando um coeficiente global de 5,100%. Tal cifra não sofreu oscilações significativas nos diferentes anos considerados. O obituário materno foi mais freqüente quando a via do parto foi a abdominal, e a infecção surgiu como a principal causa dos decessos. Em 73% das oportunidades os óbitos ocorreram em pacientes procedentes de outras instituições hospitalares. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade Materna - Dados estatísticos - Recife Mortalidade materna - Estudos de casos 047 COSTA, Cícero Ferreira Fernandes, MAIA. Vamberto Oliveira de Azevedo. Causas da mortalidade materna na Maternidade da Encruzilhada de 1980 a 1983. R. Bras. Ginecol. Obstet., Rio de Janeiro, v. 7, n. 1, p. 22-24. jan./fev.1985. Resumo O estudo versa sobre as causas de 15 óbitos maternos havidos na Maternidade de Encruzilhada, entre os anos de 1980 e 1983. Quando a resolução da gravidez se deu pela via abdominal, o obituário foi 5,46 vezes mais freqüente do que quando a parturição se verificou pelas vias naturais; e quando a anestesia utilizada foi a geral, o obituário foi 35,7 vezes mais freqüente do que quando o bloqueio foi a anestesia de escolha. Maior número de óbitos ocorreu no puerpério do que no ciclo gestatório. As quatro causas de óbito foram infecção, hemorragia, toxemia e anestesia. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos Mortalidade materna - Estudo de casos 048 COSTA, Cícero Ferreira Fernandes, MAIA, Vamberto Oliveira de Azevedo. Incidência da mortalidade na Maternidade da Encruzilhada de 1980 a 1983. R. Bras. Ginecol. Obstet., jan./fev., p. 25-27, 1985. Resumo Nos quatro anos considerados houve 19 óbitos maternos na Maternidade da Encruzilhada, dos quais apenas 15 foram enquadrados como tais segundo a última conceituação estabelecida pela OMS. O coeficiente de mortalidade materna nos quatro anos estudados foi de 0,8%. Em separado, o maior coeficiente registrado foi de 1980, 1,2%, e o menor, o de 1981, 0,48%, mas esta diferença não foi estatisticamente significante. A maioria dos óbitos ocorreu nas primeiras 48 horas do internamento hospitalar.(AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Recife 049 COSTA, Cícero Ferreira Fernandes, MAIA, Vamberto Oliveira de Azevedo, LOMACHINSCKI, Germano. Mortalidade materna e perinatal na operação cesariana e no parto transpelviano: Maternidade Prof. Monteiro de Moraes, 1979. J. Bras. Ginec., Rio de Janeiro , v. 94, n. 4, p. 143-146, abr. 1984. Resumo No ano de 1979 houve 6.305 partos na Maternidade Prof. Monteiro Moraes, dos quais, 935 foram cesáreos. O Coeficiente de Mortalidade Materna (Comitê de Morte Materna) na cesárea foi de 6,83% e a mortalidade perinatal, 6,10%. No parto transpelviano as taxas respectivas foram de 0,19% e 48,26%. Tanto o coeficiente de mortalidade materna quanto a mortalidade perinatal foram mais onerados na operação cesariana do que no parto transpelviano. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas - Cesariana. 050 COSTA, Cícero Ferreira Fernandes, MAIA, Vamberto de Oliveira, LOMACHINSKY, Germano. Mortalidade materna na Maternidade Prof. Monteiro de Moraes de 1974-1979 - parte I : incidência. J. bras. Ginec., Rio de Janeiro, v. 91, n. 4, p. 263-266, 1981. Resumo Entre os anos de 1974 e 1979, foram constatados 68 óbitos maternos na Maternidade Prof. Monteiro de Moraes. O coeficiente de mortalidade materna variou de um máximo de 30,06%, em 1974, para um mínimo de 10,84%, em 1978. Levaram ainda em consideração que o coeficiente de mortalidade materna nos seis anos considerados foi de 19,02%; que a grande maioria (64,71%) dos óbitos maternos ocorreu nas primeiras 24 horas do internamento hospitalar. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos. 051 COSTA, Cícero Ferreira Fernandes, MAIA, Vamberto de Oliveira, LOMACHINSKY, Germano. Mortalidade materna na maternidade Prof. Monteiro de Moraes de 1974 a 1979: parte II; fatores causais. J. bras. Ginec., v. 91, n.5, p. 339-341, set./out. 1981. Resumo No período de seis anos, de 1974 a 1979, ocorreram 68 óbitos maternos na Maternidade Prof. Monteiro de Moraes. A causa mais freqüente dos decessos foi a hemorragia, que respondeu por 32,35% do total do obituário. Entre as hemorragias, as mais freqüentes foram aquelas surgidas no pós-parto, representando 31,83% das causas hemorrágicas e 11% do total de todas as causas. A mortalidade materna foi oito vezes mais freqüente quando o parto se deu pela via abdominal. Quando a anestesia geral foi a empregada, a mortalidade materna foi oito vezes mais freqüente do que nos casos em que a raquianestesia foi a utilizada. Das causas não obstétricas, a cardiopatia foi a mais freqüente, respondendo por 37,50% das causas dessa mortalidade e 8,82% do total de todas as causas. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Estudo de casos Morte Materna - Causas - Hemorragia 052 COSTA, Edivaldo Teixeira, BRINGEL, Ana Maria da Rocha, MARTINS, Marília da Glória. Mortalidade materna no serviço de tocoginecologia do Hospital Universitário, Setor de Clínica Obstétrica. J. bras. Ginecol., Rio de Janeiro, v. 105, n. 10, p. 455-459, out. 1995. Resumo A partir de dados registrados no Hospital Universitário, Serviço de Tocoginecologia, Setor de Clínica Obstétrica, realizamos estudos dos óbitos maternos entre janeiro de 1991 a dezembro de 1993, havendo 20 óbitos. O coeficiente de mortalidade materna foi de 1,08/1.000 nascidos vivos. Em relação a idade, a maior incidência de óbitos ocorreu na faixa etária de 20 a 29 anos, com predomínio das primigestas (45 por cento) , sendo a doença hipertensiva específica da gravidez (DHEG) a principal causa (60 por cento), vindo a seguir hemorragia (25 por cento) e infecção (10 por cento). O procedimento que predominou foi o parto cesáreo (60 por cento). (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas 053 CUNHA, Donaldo Cerci da, SALGADO NETO, João, HALBE, Hans Wolfgang. Comitês de Morte Materna. In: FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org). Morte materna: uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991. p. 45-73. Resumo O objetivo do Comitê é determinar, em cada morte materna, os fatores causais ou concorrentes a fim de que contribua para a explicação da natureza da morte e que assinalem tanto a previsibilidade quanto a responsabilidade de forma mais objetiva possível. Os comitês têm a função de prevenir a mortalidade materna e para atingir tal finalidade devem ter caráter eminentemente técnico, buscando dados que possam contribuir para melhorar o atendimento à gestante, informando os órgãos responsáveis pela saúde e educação e também os profissionais diretamente ligados ao atendimento pré-natal e assistência ao parto. (LILACS) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação Mortalidade Materna - Prevenção Morte materna - Causas 054 DIAGNÓSTICO de saúde materno-infantil no Estado do Sergipe. [Aracaju] : Secretaria de Estado de Saúde de Sergipe / UNICEF, 1994. p. 43-47. Cap VI: Análise dos dados estatísticos sobre mortalidade materna. Resumo Apresenta análise de dados coletados sobre mortalidade materna em Sergipe. Descreve a metodologia adotada no estudo. Ilustra com tabelas estatísticas os dados coletados.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Sergipe 055 DINIZ, Carmen Simone Grilo. Contribuições ao estudo dos modelos epidemiológicos sobre a morbi-mortalidade materna. São Paulo : [s.n.], 1988. 6 f. (Mimeogr.) Resumo Trata-se de um projeto de pesquisa, cujo objetivo é investigar os modelos epidemiológicos utilizados para descrever padrões e tendências do adoecimento e morte de mulheres em decorrência do ciclo gravídicopuerperal e de suas complicações.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Estudo 056 EL-KADRE, Dib, ALMEIDA, Pedro Augusto Marcondes. Mortalidade materna por hipertensão. Femina , Rio de Janeiro, v. 13, n. 6, p. 543-545, jun. 1985. Resumo Introduz afirmando que no terceiro mundo têm sido registrados casos de morte materna como conseqüência de pré-eclâmpsia / eclâmpsia. Lista as premissas que devem ser atendidas para se evitar o óbito materno por hipertensão. Descreve as diversas formas de evolução de casos eclâmpticos. Finaliza comentando a falta que a mãe fará na formação do filho e chama atenção dos obstetras para o fato. (NEDSM) Palavras-Chave Morte materna - Causas - Hipertensão 057 ETHUR, J. N., BENVEGNÚ, L.A., FILIPPINI, A. et al. Mortalidade materna no Rio Grande do Sul, segundo dados estatísticos compreendidos entre os anos de 1977 a 1992. R. Bras. Ginecol. Obstet., nov., p. 133, 1995. Supl. Resumo Este trabalho objetiva analisar a tendência da mortalidade materna no Rio Grande do Sul entre os anos de 1977 e 1992. Descreve a metodologia utilizada na investigação. Apresenta os resultados ressaltando que foram verificadas mortes por causa materna com a porcentagem de 3,6 % do total de mortes na faixa etária de 10 a 49 anos em 1979 e 2,0 % em 1992. Conclui que o coeficiente de mortalidade materna ainda se mantém elevado se comparado com outros países desenvolvidos, fazendo-se necessário a intensificação da vigilância de mortalidade materna através da elaboração de programas de ação comunitária educativos e de valorização da assistência pré-natal.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio Grande do Sul. 058 ESTUDO de casos de óbitos maternos : Paraná, 1994. [Curitiba] : Comitê Estadual de Mortalidade Materna do Paraná, [1995]. pág. irreg. Resumo Apresenta diversos estudos clínicos feito a partir da “Ficha de Investigação de Óbitos” de prontuários hospitalares e ambulatoriais, inclusive, informações obtidas através de entrevistas com profissionais que atenderam às gestantes e seus familiares.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Análise de dados 059 FAÚNDES, Aníbal. A mortalidade materna no Brasil. In: MORTE MATERNA UMA TRAGÉDIA EVITÁVEL... Anais. Goiânia : Grupo Transa do Corpo, 1993. 103 p. p. 8-30. Resumo Inicia comentando a questão da subenumeração dos dados referentes à mortalidade materna, fato que influi diretamente no Coeficiente de Mortalidade Materna do país. Acrescenta no entanto, que países desenvolvidos como EUA e França, enfrentam o mesmo problema, devido ao preenchimento inadequado de atestados de óbitos. Apresenta tabela com percentuais de mortes maternas em cidades brasileiras, americanas e francesas. Lembra da importância dos Comitês de Morte Materna para a mudança do quadro atual. Compara a relação entre os coeficientes de taxa mortalidade materna e infantil brasileira com a de países da América Latina e América do Norte. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Subenumeração - Brasil Mortalidade materna - Situação - Brasil 060 FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme. A complexidade do problema da mortalidade materna. In: Mortalidade materna : uma tragédia evitável. Campinas : Ed. Unicamp, 1991. 217 p. p. 19-29. Resumo Aborda o tema mortalidade materna como algo lamentável , acrescentando que os altos índices encontrados nos países em desenvolvimento se dão devidos à má alimentação, à falta de informação e à falta de cuidados básicos de saúde. Levanta questões político-sociais relacionadas ao tema. Relata o caso de uma gestante cujo o óbito seria evitável caso fossem tomadas algumas providências de rotina.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Aspectos sociais Mortalidade Materna - Prevenção 061 FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org.). Morte materna : uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991. (Série Saúde da mulher). Resumo Coletânea que reúne diversos trabalhos publicados no Brasil acerca da mortalidade materna e sua prevenção.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Coletânea Mortalidade materna - Prevenção 062 FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme, BACHA, Ângela Maria et al. Intervenções para a redução da mortalidade materna. R. Paul. Med., v. 107, n. 1, p. 47-52, jan./fev. 1989. Resumo Propõe a adoção de medidas dirigidas à redução das mortes, sugerindo quatro níveis de ação: 1) intervenções destinadas a melhorar o conhecimento sobre o número e os fatores que associam a um maior risco de morte materna durante a gravidez, parto e puerpério; consideram a subenumeração dos casos de óbitos maternos e propõe, neste nível, o aperfeiçoamento das estatísticas vitais, investigações epidemiológicas e a criação de comitês de morte materna; 2) intervenções sobre a assistência à gravidez, parto e puerpério, melhorando a cobertura e a qualidade da assistência médica nos períodos do ciclo grávidopuerperal: assistência pré-natal, assistência institucional ao parto e assistência ao puerpério; 3) intervenções para prevenir a gravidez em mulheres com alto risco de morte materna, favorecendo o diagnóstico e o tratamento das patologias que aumentam o risco materno e promovendo a anticoncepção para estas mulheres; 4) outras intervenções destinadas a reduzir o risco de morte pósaborto. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Prevenção Mortalidade materna - Subenumeração Morte materna - Causas 063 FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme, PINTO E SILVA, João Luiz de Carvalho et al. O Problema da mortalidade materna. Femina , Rio de Janeiro, v. 15, n.1, jan., p. 25-31, 1987. Resumo Situa mortalidade materna no contexto nacional, lembrando que os dados divulgados não refletem a realidade. Apresenta o Coeficiente de Mortalidade Materna em diversas cidades brasileiras, assim como de alguns países estrangeiros. Discute a questão da prevenção da mortalidade materna e propõe três pontos básicos para redução das mortes. Ressalta a importância dos Comitês de Mortalidade Materna para a otimização da coleta de dados. Finaliza propondo estratégias de ação que visam a solução dos problemas. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Estratégias de ação Mortalidade materna - Prevenção 064 FAÚNDES, Aníbal, HERRMANN, Viviane, CECATTI, José Guilherme. Análise da mortalidade materna em partos cesáreos no Município de Campinas, 1979-1983. Femina , Rio de Janeiro, v. 13, n. 6, p. 516-524, jun. 1985. Resumo Analisa pesquisa realizada em Campinas sobre a mortalidade em partos cesáreos, usando duas fontes de dados: o SEADE, órgão que recebe atestados de óbito no Estado de São Paulo, e um estudo individualizado de cada caso. Aponta os principais fatores e motivos responsáveis pelo aumento da mortalidade materna. Ressalta que os dados oficiais sobre mortalidade materna não correspondem à dimensão real do problema. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos Mortalidade Materna - Estudo de casos Mortalidade Materna - Subenumeração 065 FEITOSA, Helvécio, MORON, Antônio F., BORN, Daniel et al. Mortalidade materna por cardiopatia. R. Saúde públ., São Paulo, v. 25, n. 6, p. 443-451, 1991. Resumo Realizou-se estudo retrospectivo da mortalidade materna por cardiopatia, no período de janeiro de 1979 a dezembro de 1989. Dentre um total de 16.423 internações, houve 694 gestantes com o diagnóstico de cardiopatia (4,2%). No mesmo período, ocorreram 51 óbitos maternos, correspondendo a um coeficiente de mortalidade materna de 428,2/100.000 nascidos vivos. Houve 12 óbitos maternos por cardiopatia. A análise estatística permitiu a identificação de alguns fatores associados ao maior risco de morte nas pacientes cardiopatas: primeira gravidez, primiparidade, ausência de assistência pré-natal, cardíaca anterior à gravidez e/ou gestação. O maior número de mortes ocorreu no puerpério. A classificação funcional (NYHA) não se constituiu em parâmetro seguro para avaliar o prognóstico materno, pois 91,7 por cento dos casos de óbito foram incluídos no grupo considerado favorável (classes I e II) ao iniciar a gestação (AUTORES). Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas - Cardiopatias 066 FERREIRA, Carlos Eugênio Carvalho, CENEVIVA, Paulo Victor Souza. Análise da mortalidade materna através das estatísticas vitais : dificuldades e perspectivas. In: SEMINÁRIO LATINO AMERICANO SOBRE POPULAÇÃO E SAÚDE, 1985, Campinas... Anais... Campinas : Ed. Unicamp, 1986. 2 v. p. 17-41. Resumo O trabalho enfoca uma exploração preliminar das estatísticas disponíveis sobre mortalidade materna para o Estado de São Paulo, no período de 1940-1983, enfatizando a questão da qualidade dos dados. Alerta que uma aparente queda dos índices de morte materna pode estar diretamente relacionada com a subestimação da mortalidade materna, presente nas estatísticas vitais tradicionais. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Análise de dados Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo Mortalidade materna - Subenumeração 067 FERREIRA, Rui Gilberto. Mortalidade materna no Estado de Goiás. In: MORTE MATERNA UMA TRAGÉDIA EVITÁVEL... Anais. Goiânia : Grupo Transa do Corpo, 1993. 103 p. p. 8-30. Resumo Comenta a definição oficial de morte materna divulgada pela OMS. Discute o coeficiente de mortalidade materna no que diz respeito a sua obtenção e a disparidade entre números obtidos em países desenvolvidos e em países subdesenvolvidos. Ressalta a importância e a atuação do Comitê de Morte Materna no Estado de Goiás, que tem por objetivo promover o estudo epidemiológico dos óbitos. Apresenta através de tabelas e gráficos os números resultantes do levantamento feito pelo Comitê entre os anos de 1989 e 1991 no Estado de Goiás. (NEDSM) Palavras-Chave Coeficiente de Mortalidade Materna - Avaliação Comitês de Morte Materna - Atuação - Goiás Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiás 068 FERREIRA, Rui Gilberto , DIAS, Heloísa Helena Rodrigues, LOPES, Maria Auxiliadora et al. Morte materna : o que os familiares das vítimas falam. GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA, v. 4, n. 10, out., p. 16-18. 1995. Resumo Foram analisados relatórios de 40 visitas domiciliares das vítimas de morte materna, ocorridas no Estado de Goiás no período de 1989 a 1992. Na visão dos familiares, 50% destes óbitos foram atribuídos a falha médica e (ou) deficiência no sistema de saúde pública, 25% ao baixo nível socio-econômico e 15% à falha da paciente. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Estudo de casos Morte materna - Responsabilidades 069 FERREIRA, Rui Gilberto, LIMA, Elma Linhares, AMARAL, Waldemar Naves do et al. Avaliação da mortalidade materna no Estado de Goiás. R. Bras. Ginecol. Obstet., nov., p. 80,1995. Supl. Resumo Foi realizado um estudo retrospectivo de 206 casos de morte materna, ocorridos em Goiás, no período de 1989 a 1994, através de atestados de óbitos, investigação de prontuários e visitas domiciliares. O Coeficiente de Mortalidade Materna por 100 mil nascidos vivos, para os anos de 1989, 1990, 1991, 1992 e 1994, foi de 43,1, 55,0, 55,4, 56,2, 51,9 e 44,7 respectivamente. Segundo a idade , 66,9% das mulheres tinham menos de 30 anos. 40,6 % dos recém-nascidos nasceram vivos. Houve predomínio das causas obstétricas diretas (77,7%), sendo a toxemia (30,6%), a infecção (24,7%) e a hemorragia (18,4%) as mais freqüentes. (Autores) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiás 070 FERREIRA, Rui Gilberto, LIMA, Elma Linhares, VIGGIANO, Maurício Guilherme Campos. Mortalidade materna . Goiânia : Comitê de Morte Materna do Estado de Goiás, [199_]. Resumo Foi realizado um estudo retrospectivo de 176 casos de morte materna ocorridos em Goiás no período de 1989 a 1993. O C. M. M. (Coeficiente de Mortalidade Materna) por 100.000 n. v. para os anos de 1989, 90, 91, 92 e 93 foi de 43,1, 55,0, 55,4, 56,2 e 51,9 respectivamente. Segundo a idade, 41,1% tinham entre 20 e 29 anos e 19,3% menores de 20 anos. Os óbitos predominaram no 3º trimestre de gravidez (51%) e no puerpério (21%), a natimortalidade ocorreu em 19,2%, a cesárea em 43,1%, os óbitos sem término da gestação em 24% e o abortamento em 14, 6%. Não houve procedimentos cirúrgicos adicionais em 73,6%, estando a histerectomia e a curetagem presentes em 14,6% e 7,6% respectivamente. Houve predomínio das causas obstétricas indiretas (18,2%). Nos óbitos causados por hemorragias, as principais causas foram o DPP (deslocamento prematuro da placenta) 6,3%, e a placenta acreta (4,6%) a nas causadas por infecção, o abortamento infectado, (8,5%) e a infecção por cesárea (6,2%). (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiás 071 FERREIRA, Rui Gilberto, LIMA, Elma Linhares, VIGGIANO, Maurício Guilherme Campos et al. Mortalidade materna em Goiânia : 1989-1992. s. n. t. [1993] 18 f.] (Mimeogr.) Resumo Estudo retrospectivo de 44 casos de mortalidade materna ocorridos em Goiânia no período de 1989 a 1992. O C.M.M. (coeficiente de mortalidade materna ) por 100.000 n.v. nos anos de 1989, 1990, 1991 e 1992 foi de 41,0, 56,0, 50,7 e 26,6, repectivamente. Sendo que 63,7% dos óbitos ocorreram em menores de 30 anos. Houve predomínio das causas obstétricas diretas: infecção, toxemia e hemorragia; e a cardiopatia entre as causas obstétricas indiretas. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiânia 072 FERREIRA, Rui Gilberto, LIMA, Elma Linhares, VIGGIANO, Maurício Guilherme Campos et al. Mortalidade materna no Estado de Goiás, 1989-1991. J. bras. Ginec., Rio de Janeiro, v. 104, n. 8, p. 291-293, ago. 1994. Resumo Foi realizado um estudo de 102 casos de morte materna, ocorridos em Goiás, no período de 1.1.89 a 30.9.91. O C.M.M. (coeficiente de mortalidade materna) por 100.000 n.v para os anos de 1989, 1990 e 1991 foram 43,1, 55,0 e 65,0, respectivamente. 46 por cento ocorreram no terceiro trimestre de gravidez e 20,7 por cento no puerpério. O abortamento esteve presente em 13,9 por cento dos casos. Constatou-se um predomínio das causas obstétricas diretas: toxemia (26,5 por cento); infecção (24,5 por cento) e hemorragia (20,6 por cento) (AUTORES). Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiás 073 O FIM da mortalidade materna. Salvador : FEBRASGO, 1993. Resumo Cartilha que oferece orientações para redução da mortalidade materna, elaborada em forma de história em quadrinhos. Enfoca principalmente os perigos do aborto clandestino e enfatiza a importância do pré-natal. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas - Aborto Mortalidade materna - Prevenção 074 FÓRUM nacional de debates sobre redução da mortalidade materna : relatório geral. Curitiba : [s. n.], 1994. (Mimeogr.) Resumo A evento apresenta como tema central a “redução da mortalidade materna”, sendo abordado primeiramente de forma genérica e em seguida trabalhado de forma a atender à realidade brasileira. São discutidos temas como: intervenções para aperfeiçoar o conhecimento sobre número e causas de mortalidade materna; intervenções para prevenir a gestação e a morte em mulheres com alto risco de mortalidade materna; educação para a saúde; participação comunitária; qualidade total em serviços de saúde. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Estudo Mortalidade materna - Prevenção 075 FRANÇA, José de Ribamar, BRITO, Luciane, SILVA, Raimundo Antônio da et al. Dados oficiais em mortalidade materna no Município de São Luís. R. Bras. Ginecol. Obstet. nov., p. 133, 1995. Supl. Resumo Com o propósito de estudar e atualizar em São Luís - Maranhão, entre os anos de 1987 e 1993, os dados sobre a mortalidade materna - indicador indireto da qualidade de assistência prestada à mulher, durante a gravidez, parto e puerpério - foram investigadas todas as declarações de óbito de mulheres em idade reprodutiva (10 a 49 anos), registradas junto ao Setor de Mortalidade da Secretaria Estadual de Saúde nesta cidade no período de interesse, de onde foram selecionados os casos de morte materna num total de 172.” Apresenta o coeficiente de mortalidade materna (CMM) para o período estudado, assim como a distribuição percentual das causas pelos óbitos. Conclui que se registra declínio nos CMM, apesar de este fato ainda deixar muito a desejar, visto que a maioria dos casos se constitui em mortes evitáveis. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Luís (MA) 076 FREIRE, Sálvio, SANTOS, Cleide de Barros. Mortalidade materna no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC/UFPE) : estudo de 10 anos. R. Bras. Ginecol. Obstet., nov., p.132, 1995. Supl. Resumo Este trabalho tem como objetivo estudar as causas dos óbitos maternos no HC/UFPE, e o Coeficiente de Mortalidade Materna. O período investigado variou de 1985 a 1995. Apresenta a metodologia e os resultados obtidos. Conclui que as causas mais freqüentes foram infecção (30,76%), doenças hipertensivas específicas da gravidez (15,39%) e hipertensão pulmonar (15,39%). A mortalidade materna de 151 por 100 mil está dentro a média dos hospitais do país. As ações de saúde governamentais (controle pré-natal, assistência ao parto e planejamento familiar) são deficientes.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados Estatísticos - Pernambuco 077 FREIRE, Sálvio, SANTOS, Cleide de Barros, SOUZA, Maria Ladjane Bonifácio de et al. Operação cesariana em Recife em 1979 : incidência e mortalidade materna. s.n.t. [1979?] (Mimeogr.) Resumo Em 19 maternidades da cidade do Recife, em 1979 houve um total de 12.156 cesarianas e 30.953 partos vaginais. A mortalidade materna na operação cesariana foi de 3,3 por 1.000. Nas pacientes indigentes, foram realizadas 2.327 cesarianas e 18.414 partos vaginais. A mortalidade na cesariana foi de 9 por 1.000. Nas pacientes do INAMPS foram realizadas 5.621 cesarianas e 10.226 partos vaginais. A mortalidade materna na cesariana foi de 2,2 por 1.000. Nas pacientes de clínica particular, foram realizadas 3.764 cesarianas e 1.717 partos vaginais. A mortalidade materna na cesariana foi de 0,5 por 1.000. As causas mais freqüentes de mortalidade materna foram eclâmpsia, hemorragia, infecção e embolianiótica. No global, a mortalidade materna na operação cesariana foi 6,13 vezes maior que no parto vaginal. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas - Cesariana Mortalidade materna - Dados estatísticos - Recife 078 GUEDES, Dionéia Garcia de Medeiros, CORREIA, Andréia Lígia Vieira, DUTRA, Rossana Keylla et al. Mortalidade materna : Campina Grande / PB de 1983-1987. 079 HENTSCHEL, Heitor. O papel do prestador de serviços na redução da mortalidade materna. s. n. t. [199-]. 5 p. (Mimeogr.) Resumo Aborda a problemática enfrentada pelos obstetras ao se depararem com um caso de morte materna. Diz que a parte mais difícil para aceitação é o fato de ser o óbito facilmente prevenível e evitável se tivesse a gestante acesso a serviços de atendimento pré-natal assim como ao planejamento familiar. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade Materna - Prevenção 080 HIRATA, Vera Marisa F. M. Mortalidade no Paraná : uma questão de vida e morte; uma análise das práticas de saúde. Dissertação (Mestrado em Educação) - Curso de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal do Paraná, 1991, 147 f. Resumo Estudo da mortalidade materna, ou da morte de mulheres devido a qualquer causa durante a gravidez, parto e puerpério, ou dentro de 42 dias que se seguem ao final da gravidez, independentemente da duração e local da mesma. Apresenta algumas estratégias que se impõe no sentido de redução da mortalidade materna: a) prevenção e atenção às complicações da gravidez, parto e puerpério, com extensão de cobertura e melhoria da qualidade da assistência à saúde da mulher; b) atividades formativas e de capacitação nas instituições universitárias incluindo a revisão da postura técnico-ética do médico em relação à sua responsabilidade social. Ressalta a importância de uma política que contemple de um lado a educação materna e, de outro, a educação continuada do médico. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Prevenção Mortalidade materna - Responsabilidades 081 JOAQUIM, Hugo, BRAGA, Luiz Fernando C. O. Mortalidade Materna no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná : 1971-1983. R. Bras. Ginecol. Obstet., n.3, p. 38-44, 1989. Resumo Apresenta dados relativos ao estudo realizado no período de janeiro de 1971 a dezembro de 1983 no Hospital de Clinicas da Universidade Federal do Paraná. Informa que dentre as causas mais importantes nos índices de mortalidade materna, a hipertensão foi a menos freqüente. Informa que os erros médicos por omissão foram responsáveis por 19,7% do total dos óbitos. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná Mortalidade materna - Responsabilidade médica 082 KAHHALE, Soubhi. Hipertensão arterial na gravidez ainda mata no Brasil. R Bras. Ginec. Obstet., v. 17, n. 2, mar., p. 99, 1995. Editorial. Resumo Afirma que a hipertensão arterial na gestação é doença de alta prevalência e responsável por muitas mortes maternas e perinatais. Aponta as síndromes hipertensivas: eclâmpsias e síndrome help como sendo as principais causas de óbitos maternos. Levanta a questão da subenumeração dos dados sobre mortalidade materna, fato que se constitui em obstáculo para o sucesso de muitas investigações. Comenta uma pesquisa feita sobre o tema em questão. Conclui relacionando fatores que visam a diminuição da mortalidade materna e perinatal.(NEDSM) Palavras-Chave Morte materna - Causas - Hipertensão 083 KIT didático sobre prevenção da mortalidade materna. 2. ed. Curitiba : Estadual de Mortalidade Materna , 1995. 33 f. Comitê Resumo Conceitua mortalidade materna e apresenta a situação em nível internacional, nacional e no Paraná, especificamente. Aborda a questão social do problema e sua evitabilidade. Apresenta ações básicas que visam a redução da mortalidade materna. Finalmente trata a vigilância epidemiológica da mortalidade materna, cuja responsabilidade cabe aos Comitês. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná Mortalidade Materna - Aspectos sociais Mortalidade materna - Prevenção 084 LACRETA, O, MARETTI, Milton. Mortalidade materna. R. Bras. Med., Rio de Janeiro, v. 39, n. 3, p. 89-106, mar. 1982. Resumo Focaliza os seguintes tópicos: importância do estudo da mortalidade materna, definições da OMS, coeficiente de mortalidade materna; freqüência e índices de mortalidade materna no Brasil e no mundo. Etiologia das mortes obstétricas diretas e indiretas. Considerações sobre mortes evitáveis, inevitáveis e indeterminadas. Referências são feitas sobre a mortalidade materna na Clínica Obstétrica da Faculdade de Medicina de São Paulo. Incidência segundo paridade, raça e idade. Propõe criação de comissão de mortalidade materna ; estabelecimento de campanha para incrementar a freqüência ao pré-natal; incentivo ao parto hospitalar; cursos de aperfeiçoamento aos médicos em Obstetrícia e Ginecologia; atenção especial às gestantes de alto risco. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Conceituação Mortalidade materna - Dados estatísticos - Brasil 085 LACRETA, Oswaldo, MARETTI, Milton. Mortalidade materna e fetal em gestantes diabéticas com toxemia hipertensiva. Femina , Rio de Janeiro, v. 2, n. 3, p. 182-183, mar. 1974. Resumo Aborda pesquisa feita no Hospital das Clínicas em São Paulo na qual foi constatado que a toxemia na gestante diabética chega a 31,5% e na gestante não diabética, 9,5%. A toxemia nestes casos não chega a levar à morte materna nem a fetal. A nefropatia crônica, no entanto, é a maior causadora da mortalidade fetal. Observa que a diabete de longa duração com lesão renal, seguida de eclâmpsia pode levar a gestante ao óbito. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Causas - Diabetes Mortalidade materna - Causas - Eclâmpsia 086 LAURENTI, Ruy. Fonte de dados e definições utilizadas em saúde materna e saúde infantil. [São Paulo] : OPS/OMS, 1993. 32 f. (Mimeogr.) Resumo Trata das definições e do uso do instrumento padronizado, o atestado de óbito, nos casos de mortes que afetam a saúde materna e infantil. Apresenta a evolução da produção das estatísticas de mortalidade e as definições utilizadas em estatísticas de mortalidade materna, infantil e perinatal. Inclui, como exemplo, histórias clínicas e preenchimento de atestados de óbito. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Coleta de dados Mortalidade materna - Dados estatísticos 087 LAURENTI, Ruy. Human resources management the role of maternal mortality audit system. In: REPORT OF A TECHINICAL MEETING OF THE INTERAGENCY GROUP FOR SAFE MOTHERHOOD, 1995, New York : Family Care International, 1995. 82 p. p.49-54. Resumo Questiona o fato de ter a cidade de São Paulo tão altas taxas de mortalidade materna, já que é considerada a cidade mais rica da América Latina. Destaca o crescimento da atenção prestada pelas autoridades brasileiras para a questão. Descreve como funciona o Comitê de São Paulo. Aponta as recomendações para que haja uma baixa nos índices de mortalidade materna, dentre os quais pode-se destacar: cuidado pré-natal, informações sobre a problema e planejamento familiar. Fala da questão do melhor treinamento dos profissionais envolvidos no processo.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Aspectos políticos Mortalidade materna - Prevenção Mortalidade materna - Responsabilidades 088 LAURENTI, Ruy. Marcos referenciais para estudos e investigações em mortalidade materna. R. Saúde Públ., São Paulo, v. 22, n. 6, p. 507-512, 1988. Resumo Aborda alguns aspectos relacionados à mortalidade materna como importante problema de saúde pública, e destaca outros que devem ser levados em conta quando se estuda a mortalidade materna por meio de coeficientes, tais como: o pequeno número de casos, mesmo quando a taxa é alta; fidedignidade dos dados; casos sugestivos de morte materna; período fértil; definição de morte materna e o período de 42 dias após o parto; o denominador de coeficiente; as causas obstétricas diretas, indiretas e as não relacionadas e outras variáveis (AUTOR). Palavras-Chave Mortalidade materna - Estudo 089 LAURENTI, Ruy. Maternal mortality in Latin American urban areas : the case of São Paulo, Brazil. Bulletin of PAHO, v. 27, n. 3, p. 205-214, 1993. Resumo Descreve a realidade da mortalidade materna em São Paulo, de 1960 até 1990. Compara a taxa de mortalidade derivada de atestados de óbitos com as taxas apontadas por três estudos independentes realizados na cidade de São Paulo em 1962-1963, 1974-1975, e 1986. Estes dados indicam que uma parcela significativa de todas as mortes maternas na cidade tem sido atribuídas a outras causas nos atestados de óbito, que em geral, os níveis de mortalidade materna são mais elevados do que os encontrados em áreas urbanas de países mais desenvolvidos, e nos últimos anos os níveis de mortalidade materna na cidade têm aumentado. Várias formas de mensuração são sugeridas para melhor se estudar os dados disponíveis e reduzir a mortalidade materna. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo 090 LAURENTI, Ruy. Morbidade e mortalidade feminina. (Mimeogr.) s.l : s. n., [1989]. 28f. Resumo Trata-se de palestra proferida no Encontro Internacional : saúde da mulher ; um direito a ser conquistado. Inicia definindo morbidade e mortalidade. Discorre sobre a incidência e prevalência de uma doença ao tratar a mortalidade. Apresenta características gerais da morbidade e mortalidade materna. Aborda também a relação de mortalidade feminina e masculina exemplificando através de tabelas as ocorrências, desde a década de 40 até a década de 80, assim como a distribuição por regiões sócio-econômicas do Brasil. Apresenta os dados sobre mortalidade materna no país entre os anos de 1984 / 1985, e os do Município de São Paulo em 1986. Aborda algumas causas responsáveis pelos óbitos maternos, destacando o aborto. Palavra-chave Mortalidade materna - Causas - Aborto Mortalidade materna - Dados estatísticos 091 LAURENTI, Ruy. Morbidade e mortalidade materna no Brasil. In: SEMINÁRIO NACIONAL MORBI-MORTALIDADE MATERNA. Itapecerica da Serra, 1989. 88 p. p.74-88. Resumo Afirma que está havendo maior preocupação com a mortalidade materna e destaca a importância da reunião realizada em Nairobi, em 1987. Define morbidade e mortalidade materna. Divide a mortalidade materna em mortes obstétricas diretas, indiretas e não obtétricas. Relata “o quadro da morbidade materna no Brasil, assim como o faz com a mortalidade materna”. (NEDSM) Palavras-Chave Morbimortalidade materna - Conceituação Mortalidade materna - Conferências 092 LAURENTI, Ruy. Mortalidade materna : a situação no Brasil. In: FÓRUM NACIONAL DE DEBATES SOBRE REDUÇÃO DA MORTALIDADE MATERNA, [1994], Curitiba : s. n., [1994]. 87 p. (Mimeogr.) Resumo Começa lembrando que ao contrário da mortalidade infantil, que vem decrescendo ultimamente, a mortalidade materna é um dos grandes problemas de saúde em países subdesenvolvidos. Faz uma breve descrição dos níveis de mortalidade materna no Brasil. Separa as causas das mortes como : obstétricas diretas e indiretas. Lamenta a subenumeração das estatísticas de mortalidade. Apresenta números relativos à mortalidade materna no Brasil e no exterior através de gráficos e tabelas. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Brasil Mortalidade materna - Situação - Brasil 093 LAURENTI, Ruy. A mortalidade materna e o município. s.n.t. [199-]. 13 p. (Mimeogr.) Resumo Usa o conceito da OMS para definir mortalidade materna. Aponta a hipertensão, a hemorragia, infecção e aborto como as principais causas de mortes maternas. Apresenta o coeficiente de mortalidade materna (CMM). Relata brevemente a situação do Brasil. Levanta questões relacionadas à alta taxa de mortalidade como : assistência ao parto, nível de escolaridade e a falta de importância dispensada ao problema. Propõe alternativas para mudança do quadro atual. Aponta a criação do Comitê de Morte Materna como o primeiro e mais importante passo para se criar um sistema de vigilância. Relaciona os atributos do Comitê. Exemplifica de modo fictício como funcionaria o Comitê de Vigilância de Morte Materna em um Município. (NEDSM) Palavras-Chave Coeficiente de Mortalidade Materna - Abordagem Comitês de Morte Materna - Implantação Mortalidade materna - Conceituação Morte materna - Causas Morte materna - Causas - Aborto Morte materna - Causas - Hemorragia Morte materna - Causas - Hipertensão Morte materna - Causas - Infecção 094 LAURENTI, Ruy. A mortalidade materna e o município : preparado para a UNICEF. s. n. t. [199-] 13 f.(Mimeogr.) Resumo Apresenta o conceito da morte materna, a importância do Coeficiente da Mortalidade Materna e do Comitê de Morte Materna. Ressalta a importância do comprometimento das autoridades municipais frente à problemática do óbito materno. Analisa a situação da mensuração dos dados de mortalidade materna. Enfatiza a importância da implementação dos Comitês de Morte Materna. (NEDSM) Palavras-Chave Coeficiente de Mortalidade Materna - Avaliação Comitês de Morte Materna -Implantação Mortalidade materna - Aspectos Políticos Mortalidade materna - Dados estatísticos Mortalidade materna - Subenumeração 095 LAURENTI, Ruy. A mortalidade materna no Estado de São Paulo : sua evolução nas últimas três décadas. In: SIMPÓSIO FRANCO-BRASILEIRO SOBRE PREVENÇÃO DA MORTALIDADE MATERNA, 1992. São Paulo: s.n. 1992. 9 f. (Mimeogr.) Resumo Analisa os níveis de mortalidade materna em diferentes países, regiões e décadas. Níveis e tendências de 1960 a 1990. Relata a pouca fidedignidade das informações nos atestados de óbito, e as taxas de mortalidade subenumeradas, bem como as discrepâncias entre o coeficiente corrigido e o oficial. (LILACS) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Subenumeração 096 LAURENTI, Ruy. Perfil da mortalidade materna. In: MINAYO, Maria Cecília de Souza (org). Os muitos Brasis : saúde e população na década de 80. São Paulo : HUCITEC-ABRASCO, 1985. p. 309-319. (Saúde em debate; 79) Resumo Traça o perfil da mortalidade materna no Brasil, níveis dessa mortalidade, suas causas e determinantes. (LILACS). Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Situação - Brasil 097 LAURENTI, Ruy. A saúde materna na região das Américas. [São Paulo] : s. n., 1992. (Mimeogr.). Resumo Apresenta dados relativos à mortalidade materna em várias cidades das Américas. Ressalta a necessidade de informações sobre saúde materna e infantil na região das Américas. Analisa os números nos diferentes países. Aborda a questão da fidedignidade das informações. Finaliza destacando a importância da criação de uma banco de dados sobre saúde materno-infantil organizado pela Organização Pan-americana de Saúde como instrumental para a monitorização da a fim de proporcionar a melhoria qualitativa e quantitativa dos dados. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - América 098 LAURENTI, Ruy, BUCHALLA, Cássia Maria, COSTA JR, Moacir Lobo. Estudo da morbimortalidade perinatal em maternidades : descrição do projeto e resultados gerais. R. Saúde Públ., São Paulo, v. 18, p. 436-437, 1984. Resumo Descreve estudo sobre a morbidade e mortalidade ocorridas no período perinatal por meio da coleta de dados referentes ao evento, ao produto e à mãe. Tal estudo foi realizado em nove maternidades, sendo sete no Estado de São Paulo, uma no Rio de Janeiro e outra em Florianópolis, possibilitando a coleta de dados referentes à 13.130 eventos. Dentre os resultados globais destacam-se a alta mortalidade perinatal e a alta porcentagem de cesárea. (NEDSM) Palavras-Chave Morbi-mortalidade materna - Estudo Mortalidade materna - Dados estatísticos Mortalidade materna - Estudo de casos 099 LAURENTI, Ruy, BUCHALLA, Cássia Maria, LOLIO, Cecília Amaro de et al. Mortalidade de mulheres em idade fértil no município de São Paulo (Brasil), 1986 : II - mortes por causas maternas. R. Saúde Públ., v. 24, n. 6, p. 468472, 1990. Resumo Dando seqüência ao projeto de investigação de fidedignidade da certificação da causa básica da morte de mulheres em idade fértil (10-49 anos) residentes no Município de São Paulo, em 1986, foram comparados os atestados de óbito "originais" com os "refeitos" com base em informações adicionais. O coeficiente de mortalidade materna elevou-se de 44,5 por 100.000 nascidos vivos (n.v.) para 99,6 por 100.000 n.v., alto valor quando comparado com o de outros locais. Comparando-se estes dados com outros anteriores que usaram a mesma metodologia, notou-se que a mortalidade ascendeu no período de 1962/4 a 1974/5, para decrescer em 1986. Discute ainda a necessidade de ampliação do período de 42 dias da definição de mortes maternas e a relação existente entre condições vistas como não-maternas (câncer, violência) e o ciclo gravídicopuerperal. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas 100 LAURENTI, Ruy, BUCHALLA, Cássia Maria, SANTO, Augusto Hasiak, et al. Mortalidade de mulheres em idade fértil no município de São Paulo (Brasil), 1986. R. Saúde Pública, São Paulo, v. 24, n. 2, p. 128-133, 1990. Resumo Faz investigação da fidedignidade das declarações de óbito de uma amostra de 1/4 dos óbitos ocorridos no Município de São Paulo em 1986. Foram obtidos para cada óbito dados complementares através de entrevista domiciliar e revisão de prontuários e laudos de necrópsia, quando existentes. Foram estudados 953 casos que evidenciaram um bom preenchimento das declarações, exceto para as causas maternas e para afecções respiratórias terminais, sendo as primeiras grandemente subenumeradas. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados Estatísticos Mortalidade materna - Subenumeração 101 LAURENTI, Ruy, SANTO, Augusto Hasiak, BUCHALA, Cássia Maria et al. Mortalidade materna : causas básicas e associadas de morte em quatro municípios do Estado de São Paulo, 1983; análise de atestados de óbito. [São Paulo] : Centro Brasileiro de Classificação de Doenças, 1986. 35 p. (Mimeogr.) Resumo Afirma que geralmente as causas de morte não são bem declaradas nos atestados de óbito, especialmente as causas maternas e, dentre elas, principalmente os abortos. Apresenta pesquisa desenvolvida no Estado de São Paulo, em 1983, que inclui estudo de mortalidade, análises críticas de atestados de óbito e discussão junto à médicos que os preencheram. Conclui-se que muitos dos atestados de mulheres entre 15 e 49 anos e que não contém uma causa materna informada são na realidade correspondentes às mortes devidas a causas maternas.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo 102 LIMA, Helena Teixeira de, OLIVEIRA, Maria Neci Paletó de, OLIVEIRA FILHO, Romeu Nazario de et al. Situação da mortalidade feminina em idade reprodutiva no Município de João Pessoa / PB. João Pessoa : s.n., 1995. Monografia (Especialização) Universidade Federal da Paraíba. 28f. Resumo Inicia apresentando considerações acerca da mortalidade dos seres humanos de uma maneira geral. Lembra uma política oficial do governo brasileiro relacionando à saúde da mulher. Comenta a disparidade dos índices de mortalidade materna entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Faz a diferenciação entre morte materna obstétrica direta e indireta. Sugere a criação de Comitês de Morte Materna, aperfeiçoamento das estatísticas contínuas e investigações epidemiológicas como estratégias para um melhor reconhecimento da mortalidade materna. Aborda a problemática da inexatidão dos números referentes ao óbito materno . Finaliza apresentando dados estatísticos resultantes de investigações feitas em João Pessoa em 1994. (NEDSM) Palavra-chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - João Pessoa 103 LIPPI, Umberto Gazi. Prevenção da mortalidade materna em mulheres de alto risco de morrer. s. n. t. [1994]. 3 f. (Mimeogr.) Resumo Discute as causas básicas responsáveis, em sua maioria, pelos óbitos maternos: hemorragia, hipertensão arterial e infecção. Aponta como universalmente verdadeira a hipótese de que a falta de assistência obstétrica é um importante fator de risco para a mortalidade materna. Apresenta alguns fatores, que associados, poderiam reduzir as taxas de mortalidade: assistência pré-natal, assistência ao parto e ao puerpério, assistência ao planejamento familiar. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas 104 LOPES, Brasileira Cordeiro, SOARES, Vânia Muniz Nequer. Comitê de Estudos de morte materna : uma experiência de trabalho multiprofissional. s.n.t. [199-]. [20f] (Mimeogr.) Resumo Afirma que as mortes maternas, atualmente, são em grande maioria preveníeis e evitáveis. Apresenta uma revisão da literatura sobre o tema. Aborda a implantação dos Comitês de Morte Materna no Paraná, discorrendo sobre suas finalidades, funções, objetivos e composição. Expõe as estratégias de ação e os resultados obtidos. Conclui que o enfermeiro é considerado um profissional necessário e competente como membro dos Comitês de Morte Materna do Paraná. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação - Enfermeiros Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná Mortalidade materna - Estratégias de ação 105 LUNIERE, Glydes Braga. Mortalidade materna em Manaus. Manaus : Fundação Universidade do Amazonas / Faculdades de Ciências da Saúde, 1992.[23 f.] Resumo Estuda a mortalidade materna identificando os fatores econômicos, sociais e culturais que determinaram o óbito. Avalia também as causas clínicas das mortes. Apresenta ainda os números obtidos na cidade de Manaus com o auxílio de tabelas estatísticas. Conclui que a redução da mortalidade materna exige um sistema de saúde com medidas específicas no que se refere a educação e serviços de informação prestados à mulher. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Manaus 106 MACIEL, Cláudio José, PEIXOTO, Maurício Abreu Pinto, VIGGIANO, Maurício Guilherme Campos et al. Estudo da morbimortalidade materna na UTI do Hospital Geral do INAMPS de Goiânia. Ginecologia e Obstetrícia, Rio de Janeiro, v. 3, n. 10, p. 35-47. out. 1994. Resumo Foi feito um trabalho prospectivo no qual se criou um protocolo e de 01/01/89 a 31/01/91. Analisou-se a morbimortalidade materna em todas as pacientes obstétricas que foram transferidas para a UTI do Hospital Geral do INAMPS de Goiânia. Foram estudados 60 casos, dos quais houveram 24 óbitos. Com referência ao pré-natal, houve quantidade numericamente suficiente, porém de qualidade discutível. Os procedimentos sépticos que sofreram histerectomia abdominal total (HAT) e chegaram ao óbito corresponderam a 29,14%, enquanto os casos que não sofreram HAT e também tiveram êxito letal, corresponderam a 24,98%. A mais importante causa de óbito materno, as toxemias, seguidas pelas infecções, são evitáveis, em maioria, com uma boa qualidade de assistência pré-natal e ao parto. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiânia. 107 MADI, José Mauro. A mortalidade materna no Estado do Rio Grande do Sul, período de 1979 a 1982 : análise das incidências nas diferentes faixas etárias. Femina, Rio de Janeiro, v. 15, n. 8, p. 633-639, ago. 1987. Resumo Estuda a mortalidade materna no Estado do Rio Grande do Sul. Constata que apesar dos índices decrescentes nos últimos anos, a curva do coeficiente de mortalidade tem apresentado declínio lento. Aborda então, os motivos desta realidade. Apresenta dados relativos às causas de mortalidade materna, à faixa etária das vítimas, etc. Finaliza afirmando que uma região subdesenvolvida pode ter seus índices minimizados em cerca de 70% com a melhoria dos ambulatórios de pré-natal. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio Grande do Sul 108 MANUAL dos Comitês de Mortalidade Materna. Brasília : Ministério da Saúde, Coordenação Materno Infantil, 1994. 119 p. Resumo Relata brevemente a realidade materna na América Latina, fazendo comparação com a realidade de países ricos. Apresenta dados estatísticos da mortalidade materna no Brasil em 1987. Conceitua morte materna, morte materna tardia, morte materna obstétrica e não obstétrica, entre outros tipos de mortes bem como mortalidade de mulheres em idade fértil, morte hospitalar, etc. Define sistema de vigilância epidemiológica. Apresenta o histórico, conceito, finalidade, funções e objetivos dos Comitês de Morte Materna. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Conceituação Comitês de Morte Materna - Histórico Mortalidade materna - Dados Estatísticos - Brasil 109 MARANHÃO, Técia Maria de Oliveira, GALVÃO, Elíseo Brito de Medeiros, MELO, Maria do Carmo Lopes de et al. Causa de morte em mulheres em idade fértil na Maternidade Escola “Januário Cicco”(MEJC), no período de jan/93 a jan/94. R. Bras. Ginecol. Obstet. nov., p. 133, 1995, Supl. Resumo Trata-se de um estudo retrospectivo sobre a morte de 12 mulheres em idade fértil na MEJC em 1993, com o objetivo de relatar as principais causas dos óbitos. Apresenta os resultados obtidos a partir da investigação. Conclui que as principais causas apontadas refletem as estatísticas anteriores, nas quais há maior incidência de mortes por causas obstétricas diretas. Sugere ainda que este trabalho tenha continuidade por parte do corpo clínico do MEJC e do Comitê de Morte Materna. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Estudo de casos 110 MARCUS, Paulo Afonso Ferrigno, VEGA, Carlos Eduardo Pereira, BOYACIYAN, Krikor, et al. Estudo da mortalidade materna no Município de São Paulo durante o ano de 1995. R. Bras Ginecol. Obstet., São Paulo, v. 18, n. 9, out. 1996. p. 731-736. Resumo No ano de 1995 ocorreram 65.692 óbitos no Município de São Paulo, dos quais foram separadas 281 declarações de óbito onde o estado gravídico era declarado ou presumido, segundo critérios previamente estabelecidos (mulheres entre 10 e 49 anos, onde no campo “Causa da Morte” da declaração de óbito houvesse alguma correlação com o ciclo gravídico-puerperal que denotasse alguma patologia que pudesse interferir durante o mesmo ou que fosse decorrente de complicação de alguma incorrência obstétrica). Estes 281 casos foram pesquisados, sendo obtidos 124 casos positivos para morte materna e 106 negativos (existem ainda 51 em investigação), sendo então tabulados, agrupados e analisados por idade e patologia, utilizando-se os grandes grupos de assistência. Dos 124 casos positivos, 46 (37,1%) não apresentavam nenhuma referência na declaração de óbito ao estado gravídico (subnotificação). Este estudo possibilitou calcular o real coeficiente de mortalidade materna para o município de São Paulo, que está em 51,32/100.000 nascidos vivos. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Análise de dados Mortalidade materna - Coleta de dados Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo 111 MARGULIES. German. Intervenções para prevenir a morte de mulheres com alto risco de morte materna. s.n.t. [198-?](Mimeogr.) Resumo Afirma que o alto risco de morte materna se concentra em toda a população empobrecida. Comenta a realidade sócio-econômica da América Latina, fato que está diretamente ligado aos altos índices de mortalidade materna. Propõe medidas para a redução da taxa de mortalidade materna, dentre eles o acesso das gestantes ao atendimento pré-natal e a facilidade do acesso para todas as mulheres ao planejamento familiar. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Prevenção Mortalidade materna - Situação - América Latina 112 MARTINS, Alaerte Leandro, BÜRER, Maria Elizabete Dissenha. Atuação da enfermagem nos Comitês de Morte Materna da 22ª RS. s.l. : s.n., [1994].10 f. (Mimeogr.) Resumo Trata-se de trabalho preliminar, utilizando-se fonte de dados específico, que propôs conhecer a atuação da enfermagem nos Comitês de Morte Materna, na 22ª Regional da Saúde, Estado do Paraná, em 1994, Conclui-se que 60% dos membros efetivamente atuantes nos Comitês são da enfermagem. Propõe-se a continuidade dos estudos e o aprofundamento e avanço de categoria nesse campo de atuação. (AUTORES) Palavras-Chave Comitês de Morte materna - Atuação - Enfermeiros Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná 113 MARTINS, Alaerte Leandro, BÜRER, Maria Elizabete Dissenha. Descentralização a nível municipal dos Comitês de Morte Materna. s. n. t. [1993]. [15p.] (Mimeogr.) Resumo Relata as ações do Comitê Regional de Morte Materna da Vigésima Segunda Regional de Saúde do Estado do Paraná, abrangendo onze municípios da Região Metropolitana de Curitiba. Instalado no ano de 1989, este Comitê tinha por finalidade investigar os óbitos presumíveis das mulheres em idade fértil e fazer a divulgação desse trabalho junto às lideranças municipais. Com a implantação do Sistema Único de Saúde, as ações do Comitê foram descentralizadas. Enfatiza que tal descentralização, a nível municipal, tem se mostrado uma medida correta em face ao aumento dos índices de eficácia na notificação e investigação dos óbitos maternos. (AUTORES) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná 114 MARTINS, Alaerte Leandro, CORRÊA, Almira Maciel. Mortalidade materna das mulheres negras do estado do Paraná. s. n. t. (Mimeogr.). Resumo Trata-se de trabalho preliminar realizado, utilizando-se os formulários de investigação confidencial de morte materna, já preenchidos pelos Comitês de Morte Materna do Estado do Paraná em 1993; propôs-se conhecer a mortalidade materna das mulheres negras, correlacionando as mesmas, às condições sócio-econômicas dos casos ocorridos. Encontrou-se entre outros que, 26,36% dos óbitos ocorreram com mulheres negras, sendo que 90% tinham renda familiar até 2 salários mínimos e 85% estudaram no máximo 4 anos, fazendo ainda a maior porcentagem entre as analfabetas. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Mulheres Negras 115 MARTINS, Alaerte Leandro, ROBERTO, Azamalvete de Paula. A mortalidade materna e perinatal e sua correlação com a assistência ao parto na 22ª Regional de Saúde. Curitiba, 1993. 97 p. Monografia apresentada ao Curso de Pós-Graduação em Enfermagem Obstétrica, Universidade Federal do Paraná, como requisito parcial para obtenção do Grau de especialista). Resumo Considerando as atividades já desenvolvidas pelo Comitê Regional de Morte Materna, da 22ª Regional de Saúde no Estado do Paraná, recémdescentralizado, sentiu-se a necessidade de ampliar as suas propostas, com fins de contribuir na prevenção da morte materna. Espera-se contribuir neste sentido, pois com os óbitos maternos já investigados pelo Comitê, de 1992, propôs-se a investigação e análise do total dos óbitos perinatais ocorridos também em 1992, simultaneamente aos maternos, correlacionando-se os dados com a assistência ao parto, ao pré-natal e ao recém-nascido também foi realizado. Constatou-se, entre outros, que os óbitos maternos e perinatais ocorrem em sua maioria, em famílias de baixa renda e escolaridade, que realizaram pré-natal e parto hospitalar, evidenciando a qualidade da assistência prestada. São feitas recomendações para redução da morbimortalidade materna e perinatal, como a implantação e implementação de ações básicas de atenção primária à saúde. (AUTORES) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná Mortalidade Materna - Dados Estatísticos - Paraná 116 MATHIAS, Lenir, NESTAREZ, José Eduardo, NOBILE, Luciana et al. Cesárea interativa : morbiletalidade materna. Arq. Cat. Med., v. 13, n. 3, p.179-183, set. 1984. Resumo No ano de 1979 houve 196 casos de apresentação pélvica na Maternidade Prof. Monteiro de Moraes, dos quais 126 tiveram resolução pela via transpelviana e 70 pela senda abdominal. Houve 39 óbitos perinatais dos quais 23 fetais e 16 neonatais precoces. Destes, 13 resultaram da via transpelviana e três da via abdominal. Em 85% das oportunidades em que os óbitos neonatos da via transpelviana ocorreram, o Apgar do 1o. e 5o. minutos foi menor do que 7 e o peso foi inferior a 2.500 gramas. Dos 13 óbitos neonatais da via transpelviana, 10 tiveram associação com SAR e em 90% destes o Apgar foi inferior a 7 e o peso, aquém de 2.500 gramas. Todos os casos de óbito neonatal da via abdominal tiveram correlação com SAR. A mortalidade perinatal em ambas as vias foi de 216,6%. (LILACS) Palavras-Chave Mortalidade materna - Análise dados Mortalidade materna - Causas - Cesariana Mortalidade materna - Dados estatísticos 117 MATTAR, Rosiane, VIGORITO, Neusa Maria, STAVALE, João Norberto et al. Morte materna em hospital de referência : Hospital São Paulo. Femina, Rio de Janeiro, v. 28, n. 2, p. 292-293, 1990. Resumo Estudo quantitativo da morte materna no Hospital São Paulo, no período de 1983 a 1988. Faz análise dos elevados índices dos Coeficientes de Mortalidade Materna apurados no período além de identificar as principais causas relacionadas com os óbitos ocorridos. (NEDSM) Palavras-Chave Coeficiente de Mortalidade Materna - Avaliação Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo Morte materna - Causas 118 MAUAD FILHO, Francisco. Análise de um comitê de mortalidade materna : intervenções para prevenir morte materna. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE MORBI-MORTALIDADE MATERNA. Itapecerica da Serra, 1989. 88 p. p. 6273. Resumo Analisa o funcionamento do Comitês de Mortalidade Materna de Ribeirão Preto (SP). Descreve estudo prospectivo sobre óbitos maternos de mulheres entre 15 e 49 anos, ocorridos no município de Ribeirão Preto, no ano de 1988. Conclui que a maioria das mortes maternas podem ser evitadas, prevenidas desde que houvessem serviços de urgência de atendimento à gestante, bem como disponibilidade médico-hospitalar de acesso pela mesma. Ressalta a necessidade de políticas que priorizem à maternidade segura, a garantia de recursos necessários para os serviços de saúde materna e planejamento familiar e a realização de atividades de apoio nos setores social, econômico e cultural. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação - Ribeirão Preto Mortalidade materna - Aspectos sociais Mortalidade materna - Estudo de casos 119 MONTENEGRO, Carlos Antônio Barbosa, PEIXOTO, Maurício Abreu Pinto. Mortalidade materna : outras causas. Femina , Rio de Janeiro, v. 13, n. 6, p. 539-542. jun. 1985. Resumo Começa destacando infecção, hemorragia e toxemia como as principais causas de morte materna e diz que o obtuário materno decorrente de doenças raras é reduzido. Enumera e descreve as doenças que se constituem em outras causas de óbito materno. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Causas - Anestesia Mortalidade materna - Causas - Eclâmpsia Mortalidade materna - Causas - Hemorragia Mortalidade materna - Causas - Infecção 120 MORA, German. Desenvolvimento humano e saúde reprodutiva. s. l. : s. n., 199, 6 f. (Mimeogr.) Resumo Apresenta a mortalidade materna como sendo uma epidemia silenciosa que “mancha de vergonha e cobre o mapa da América Latina e Caribe”. Comenta os vários fatores que se constituem nas causas de óbitos maternos, dentre os quais destacam-se a baixa qualidade dos serviços de saúde materna e planejamento familiar. Discorre sobre a morbidade materna na América Latina. Sugere estratégia de ação para a modificação da situação. Finaliza propondo recursos para a ação. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Prevenção Mortalidade materna - Situação - América Latina 121 MORAES, Cecílio Alves de, FERREIRA, Rui Gilberto, CARVALHO, Gélcio Sisteroli de et al. Realidade dos óbitos ocorridos por causas maternas e pós-abortos, em Goiás, nos anos de 1989 a 1993, em uma população feminina de 10 a 49, segundo dados do Departamento de morbimortalidade (SABS) e do Comitês de Morte Materna. Goiânia : s. n., 1994. [11 p.] (Mimeogr.) Resumo Nos anos de 1989 a 1993, no Estado de Goiás, ocorreram 6.983 óbitos femininos na faixa etária de 10 a 49 anos. Destes ocorreram 184 óbitos por causas maternas, objetos da investigação do Comitê de Morte Materna do Estado de Goiás. Após apresentação de um questionário direcionado do médico que atestou o óbito, constatou-se que 19 óbitos foram atribuídos a abortos . (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiás 122 MORTALIDADE materna : uma tragédia cotidiana. Jornal da Rede. Recife, v. 1, n. 1, p. 4., maio, 1992. Resumo Analisa dados estatísticos do IBGE acerca da mortalidade materna no Brasil. Apresenta diversos fatores que levam ao óbito materno, enfatizando que grande parte destas mortes é perfeitamente evitável. Identifica diversas medidas que se implementadas contribuirão significativamente para reduzir a mortalidade materna.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Dados estatísticos - Brasil Mortalidade materna - Prevenção 123 NEME, Eduardo S., NEME, Busâmara. Mortalidade materna : causas e fundamentos para sua prevenção. In: FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org). Morte materna : uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991, 217 p., p. 197-217. Resumo Aborda a incidência da mortalidade materna, assim como suas causas. Caracteriza o aborto como a principal causa de morte materna por infecção devido às péssimas condições técnicas com que é praticado. Relata que a maioria dos autores concorda que a cesariana traz mais riscos do que o parto vaginal. Apresenta dados estatísticos da mortalidade materna no Brasil. Conclui, entre outras coisas, que hipertensão, infecção e hemorragia são os principais responsáveis pelos óbitos maternos em países subdesenvolvidos. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas - Aborto Mortalidade materna - Dados estatísticos. 124 NETTO, Hermógenes, FONSECA, André Luiz Arnaud, AMIM JÚNIOR, Jofre. Prevenção da morte materna na gestação de alto risco. In: FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org). Morte materna : uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991, 217 p., p. 99-118. Resumo Discute as causas de mortalidade materna e as intervenções para prevení-las, para aumentar a cobertura do atendimento pré-natal, para melhorar a assistência pré-natal a nível primário, secundário e terciário e para melhorar a qualidade da assistência à gestação, parto e puerpério no nível secundário e terciário. (LILACS) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Prevenção 125 NETTO, Hermógenes Chaves, PEIXOTO, Maurício A. P., MONTENEGRO, Carlos Antônio Barbosa. Intervenções para prevenir a morte em mulheres grávidas com alto risco de óbito. J. Bras. Ginec., São Paulo, v. 99, n. 10, p. 419-423, out. 1988. Resumo As cinco maiores causas da morte materna são hemorragia, infecção, toxemia gravídica, doenças intercorrentes e anestesia, sendo que as três primeiras causas predominam em países de baixo nível econômico-social. Enfatiza que, em geral, estas causas são passíveis de prevenção. Aponta diversas alternativas para a melhoria do atendimento pré-natal a nível primário como a reciclagem de pessoal e a criação de equipes multidisciplinares. O acesso ao atendimento em nível secundário e terciário será facilitado pela regionalização hierárquica e integrada, criação de banco de vagas e normalização da correta prática do fluxo de referência e contra-referência. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Prevenção 126 NETTO, João Salgado. Mortalidade materna: estudo em 3 municípios do Estado de São Paulo; Bauru, Marília e Presidente Prudente, período 1989/1990. São Paulo, 1992. 137 p. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Universidade de São Paulo. Resumo A partir de Declarações de Óbitos de mulheres em idade reprodutiva, 10 a 49 anos, ocorridos entre 1º de janeiro de 1989 e 31 de dezembro de 1990 nos Municípios de Bauru, Marília e Presidente Prudente, no Estado de São Paulo, procurou-se conhecer o número de mortes maternas ocorridas durante o período em estudo, bem como as principais causas de óbitos de mulheres em idade reprodutiva. Através de visitas domiciliares e exames de prontuários, foi possível conhecer as principais causas dos óbitos maternos, bem como algumas variáveis como ocupação, escolaridade, situação marital, paridade, tipo de parto e evitabilidade dos óbitos maternos. Excluindo-se as mortes de mulheres não residentes nos Municípios em estudo, foram determinados seus coeficientes de mortalidade materna. Além de um breve comentário sobre histórico, conceitos, fatores de risco e incidência de mortalidade materna no Brasil, algumas estatísticas internacionais são também apresentadas. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Análise de dados Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo 127 NETTO, José Maria Magalhães. Mortalidade materna. Femina, v. 13, n. 6, p. 490-498, jun. 1985. Resumo Define mortalidade materna segundo a OMS. Apresenta o Coeficiente de Mortalidade Materna. Questiona a não inclusão de causas acidentais no cálculo do índice de mortalidade materna. Apresenta dados estatísticos coletados em maternidades, durante as décadas de 60, 70 e 80, dividindo as taxas de mortalidade por capitais dos Estados brasileiros. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Coleta de dados Mortalidade materna - Conceituação Mortalidade materna - Dados estatísticos 128 ORTIZ, Enrique Rivero. O impacto da organização dos serviços de saúde na morbi-mortalidade materna : o caso brasileiro. s. n. t. 15 p.(Mimeogr.). Resumo Situa a morbi-mortalidade materna em países subdesenvolvidos. Define morbidade materna. Utiliza diferentes agrupamentos de causas de morte materna para proporcionar melhor compreensão do problema: a) do ponto de vista obstétrico; b) do ponto de vista clínico; c) do ponto de vista da evitabilidade. Apresenta a situação do Brasil, ilustrando com tabelas estatísticas. (NEDSM) Palavras-Chave Morbi-Mortalidade Materna - Brasil Mortalidade Materna - Responsabilidades Mortalidade materna - Situação - Brasil 129 NEUMANN, Zilda Arns. Participação comunitária na redução da mortalidade materna. s.n.t. [199-?] (Mimeogr.) Resumo Afirma que a arte de reduzir drasticamente a mortalidade materna, bem como a mortalidade infantil no Brasil, está na relação direta com a identificação precoce dos casos de alto risco e a disponibilidade de ter um sistema de referência e contra referência capazes de atender às necessidades com qualidade e no devido tempo. Propõe a participação comunitária organizada por objetivos definidos que tem o potencial não somente de evitar a morte materna, cujas conseqüências se projetam muitas vezes no abandono e maus tratos dos filhos órfãos de mãe, mas também a capacidade de prevenir especialmente as causas que levam ao alto risco, como a eclâmpsia e outros. (AUTORA) Palavras-Chave Mortalidade materna - Aspectos sociais Mortalidade materna - Prevenção 130 PEDROSA NETO, Antônio Henrique. Sistema da saúde e mortalidade materna. In: FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org). Morte materna : uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991, 217 p., p. 89-97. Resumo Ressalta as desigualdades internacionais quanto à saúde e à qualidade do acesso universal aos cuidados de saúde. A mortalidade materna insere-se neste contexto como indicador importante das condições de vida, pois retrata os fatores sócio-econômicos e a qualidade dos serviços de saúde. No caso do Brasil, a baixa cobertura assistencial deve ser revista com a finalidade de reverter o quadro da mortalidade materna e resgatar a dívida social, promovendo o desenvolvimento do indivíduo e da sociedade. (LILACS) Palavras-Chave Mortalidade materna - Sistema de saúde Mortalidade materna - Situação - Brasil 131 PEDROSA NETO, Henrique, TAVEIROS, Walquíria, PIMENTEL, Alceu José Peixoto. Intervenções para prevenir a gravidez em mulheres com alto risco de morte e aborto provocados. s.l. : s.n., 199- . 9f. (Mimeogr.) Resumo Começa chamando atenção para o fato de 99% dos casos de morte materna ocorrerem nos países em desenvolvimento. Apresenta considerações a cerca da realidade nordestina no que tange a saúde materna. Comenta o fato de no Brasil a medicina estar voltada somente para a cura de enfermidades. Apresenta alternativas para prevenção de mortes maternas. Mostra a realidade com relação ao aborto provocado no país e especificamente na Casa Materna Santa Mônica em Lagoas. (NEDSM) Palavra-chave Mortalidade materna - Situação - Alagoas Morte materna - Causas - Aborto 132 PEIXOTO, Heloisa Côrtes Gallotti. Mortalidade materna : necessidade de um sistema de vigilância. s.l. : s.n., [23 p.] (Mimeogr.) Resumo Afirma que segundo estimativas, aproximadamente 5.000 mulheres morrem a cada ano no Brasil, e que 98% destas mortes poderiam ser evitadas. Relata que países como Cuba, Costa Rica e Uruguai conseguiram reduzir seus Coeficientes de Mortalidade Materna através da adoção de políticas de saúde. Apresenta dados estatísticos referentes ao Estado de Santa Catarina. Aponta a implantação de um Sistema de Vigilância Epidemiológica como o primeiro passo de um plano para a redução da mortalidade materna. Apresenta a ficha e investigação de óbito de mulheres em idade fértil. Finaliza exibindo gráficos dos índices de mortalidade em Santa Catarina.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Santa Catarina 133 PEIXOTO, Heloísa Côrtes Gallotti, SOUZA, Maria de Lourdes de. A mortalidade materna em Santa Catarina. s.n.t. [199-?]. (Mimeogr.) Resumo Apresenta a definição de mortalidade materna segundo a CIS (Classificação Internacional de Doenças). Aborda a questão da subenumeração dos índices, com a apresentação de coeficientes oficiais e corrigidos. Analisa as causas através de dados estatísticos em Santa Catarina, fazendo o mesmo com os dados relativos ao estado civil e grau de instrução. Finaliza ressaltando a necessidade de melhor trabalhar as informações disponíveis para que haja possibilidade de se reduzir a mortalidade materna. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Santa Catarina Mortalidade materna - Subenumeração 134 PESQUISA de mortalidade materna no Paraná, 1986 : resultados parciais. Curitiba: Secretaria de Saúde do Paraná / Fundação Caetano Munhoz da Rocha, 1989. 23 p. Resumo Apresenta dados referentes aos óbitos por complicações da gravidez, parto e puerpério ocorridos no Paraná em 1986. Tais dados fazem parte de uma pesquisa sobre mortalidade materna no Estado, iniciada em 1988 e realizada pela Secretaria de Saúde do Paraná. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná 135 PINTO, Cristiane Schuch, RIBEIRO, Ana Freitas. Mortalidade materna : dimensões de uma perda evitável. In: FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org). Morte materna : uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991, 217 p., p. 171-195. Resumo Compara as realidades sociais dos países desenvolvidos com os países em desenvolvimento, mostrando a diferença dos índices de mortalidade materna que é brutal. Apresenta, através de gráficos, os dados relativos à mortalidade materna no mundo e detalha os índices no Brasil. Finaliza ressaltando a necessidade de se melhorar a atenção ao pré-natal, ao parto e ao puerpério. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Aspectos sociais Mortalidade materna - Prevenção 136 PLANO de ação para a redução da mortalidade materna. Brasília : Ministério da Saúde, 1995. 22 p. Resumo Apresenta os principais pontos constantes do Plano de Ação, preparado pela Comissão Nacional de Mortalidade Materna. Tal plano pretende oferecer subsídios à elaboração de planos estaduais e municipais que atuem sistematicamente na resolução da problemática da morte materna. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Sistemas de Saúde 137 PROGRAMA de Prevenção à Mortalidade Materna : Município de São Paulo (Lei 11.313 de 21/12/1992); 1994. (Mimeogr.) Resumo Trata-se de relatório de um estudo desenvolvido pela Secretaria de Saúde do Município de São Paulo, objetivando a prevenção da mortalidade materna no biênio 1993-1994. Inicia destacando que mortalidade materna é um indicador da realidade social de uma nação. Comenta os dados relativos às causas de morte materna divulgados pelo Ministério da Saúde, onde a toxemia (eclâmpsia), hemorragia e infecção, concluindo que os óbitos derivados destas causas seriam evitados, caso algumas medidas fossem tomadas. Descreve a metodologia utilizada para a realização do trabalho. Apresenta tabelas com as causas das mortes maternas diretos e indiretos, idade das mulheres, instituições, residência onde ocorreram os óbitos. Mostra propostas do Comitê para restruturação e melhoria dos serviços de saúde. Finaliza apresentando os obstáculos detectados na conclusão do trabalho.(NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação - São Paulo Mortalidade materna - Prevenção 138 PROGRAMA de Prevenção à Mortalidade Materna : Município de São Paulo (Lei 11.313 de 21/12/1993); relatório preliminar, 1993. (Mimeogr.) Resumo Relatório preliminar do Programa de Prevenção à Mortalidade Materna no Município de São Paulo. Apresenta o “staff” que compõe o Comitê de Mortalidade Materna. Detalha o funcionamento dos Comitês Regionais. Comenta as atribuições do Comitê Central. Apresenta gráficos e tabelas de dados oriundos de investigação realizada no período entre abril e dezembro de 1993. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de morte materna - Atuação - São Paulo 139 PROJETO de prevenção da morte materna - Dia Estadual de Prevenção da Mortalidade Materna. Curitiba : Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, Diretoria de serviços de Saúde, 1993. 15 p. (Mimeogr.) Resumo Apresenta projeto propondo ações a nível de educação e de comunicação de massa, via realização de um evento denominado “Dia Estadual de Prevenção da Mortalidade Materna” , envolvendo os Comitês de Morte Materna e todas as instituições responsáveis pela assistência materna. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Estratégias de ação Mortalidade materna - Prevenção 140 QUANDO a paciente é mulher: relatório do Encontro Nacional Saúde da um direito a ser conquistado. Brasília : Conselho Nacional dos da Mulher, 1989. 106 p. Mulher, Direitos Resumo Traz a íntegra das conferências apresentadas no Encontro Nacional de Saúde da Mulher, realizado em junho de 1989, que visou contribuir para o debate, reflexão a análise dos problemas específicos da saúde feminina para subsidiar a formulação de políticas brasileiras direcionadas à saúde da mulher. Enfoca em suas mesas redondas os seguintes temas: morbidade e mortalidade feminina, assistência ao parto e a questão da cesariana, aborto no Brasil (aspectos éticos, políticos e legais), contracepção, esterilização e efeitos demográficos. (LILACS) Palavras-Chave Mortalidade materna - Aspectos políticos Mortalidade materna - Conferências Mortalidade materna - Prevenção 141 QUEIROZ, Raquel Lacerda. Mortalidade materna : casuística da Maternidade Carmela Dutra de 1975 a 1983, Florianópolis, CD. Florianópolis. 1994. 27 p. (Monografia apresentada à Disciplina Tocoginecologia do Curso de Medicina da UFSC). Resumo Trata-se de um estudo retrospectivo da mortalidade materna na Maternidade Carmela Dutra para uma série histórica de nove anos (1975-1983), que revelou um total de 36 casos, sendo que 16 destes haviam sido transferidos para um Hospital Geral e não foram registrados. O maior percentual de mortes foi classificado como morte materna obstétrica direta. Com relação às variáveis estudadas encontramos o maior número de casos em mulheres na faixa de 25 a 29 anos e em grandes multíparas. Da totalidade dos óbitos, 62,8% estiveram relacionados a cesariana e 83,3% eram de mulheres com afiliação ao INAMPS, FUNRURAL ou Serviço Social. Um terço dos casos era de mulheres procedentes da zona urbana de Florianópolis e os demais vinham de áreas mais distantes. (AUTORA) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Florianópolis Mortalidade materna - Estudo de casos 142 RAMOS, José Geraldo L., COSTA, Sérgio M. ROSA JÚNIOR, Arlindo et al. Mortalidade materna geral e por hipertensão arterial no Estado do Rio Grande do Sul : uma análise de 11 anos (1978-1988). R. Bras. Ginecol. Obstet., v. 17, n. 2, mar. p. 123-129, 1995. Resumo Os autores analisam os 229 casos de morte materna, cuja causa foi hipertensão arterial sistêmica, ocorridos no Estado do Rio Grande do Sul, no período de 1978 a 1988. É verificada uma nítida diminuição das taxas globais de mortalidade materna: 61,34/100000 nascimentos em 1978, para 21,9/100000 em 1988. Em relação à mortalidade por hipertensão arterial, a diminuição também é constatada. Por outro lado, a porcentagem de óbitos maternos devido à HAS, em relação à mortalidade global, manteve-se constante: 31,5% em 1978 para 29,5% em 1988. A mortalidade materna por HAS foi maior nas regiões com predomínio de atividade agropecuária de que nas regiões mais industrializadas.(AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas - Hipertensão Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio Grande do Sul Mortalidade materna - Estudo de casos 143 RELATÓRIO da Primeira Reunião Geral dos Comitês de Morte Materna. Curitiba : Comitê Estadual de Morte Materna do Paraná, 1990. 15 p. Resumo Reunião organizada com objetivo de dar continuidade a eventos realizados anteriormente, tendo por objetivos: apresentar os dados já coletados a partir dos levantamentos realizados pelos Comitês de Morte Materna; identificar as dificuldades que existiram na sua atuação; trocar experiências entre os Comitês para a formulação de propostas e sua efetiva viabilização; propor ações de saúde a serem empreendidas, visando a redução da mortalidade materna no Estado do Paraná; corrigir as estatísticas existentes; e, sensibilizar os membros dos Comitês menos ativos para o aprimoramento de suas funções. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná Mortalidade materna - Coleta de dados Mortalidade materna - Conferências Mortalidade materna - Prevenção 144 RELATÓRIO da Segunda Reunião Geral dos Comitês de Morte Materna do Paraná. Curitiba : Comitê Estadual de Morte Materna do Paraná, 1990. [9 p.] (Mimeogr.). Resumo Aponta os objetivos da reunião, dentre os quais, apresenta os dados coletados pelos Comitês de Morte Materna. No primeiro tema destaca o aumento da cobertura da notificação de obituário materno e o incentivo aos hospitais de porte médio para que formem um Comitê Hospitalar de Morte Materna, dentre outras recomendações. O segundo tema sugere intervenções para a redução da mortalidade materna por hipertensão, hemorragia e infecção. Apresenta finalmente a avaliação do Relatório Estadual de Morte Materna. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná Mortalidade materna - Coleta de dados Mortalidade materna - Conferências Mortalidade materna - Prevenção 145 RELATÓRIO dos Comitês de morte materna do Paraná, 1991. [Curitiba] : s. n., 1991. 13 p. (Mimeogr.). Resumo Apresenta dados estatísticos da mortalidade materna no Paraná em 1991. Descreve a distribuição de óbitos maternos segundo: grupos etários, condição sócio-econômica, antecedentes obstétricos, local e tipo de parto, condições do concepto e, finalmente, segundo a causa básica do atestado original do óbito. Avalia os Coeficientes de Mortalidade Materna, assim como as condições e a eficiência do Comitês. Dentre a considerações finais, destacam-se as desigualdades sociais, o financiamento do setor de saúde e a má remuneração dos profissionais como causas determinantes do perfil da morbimortalidade materna. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Paraná Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná 146 RELATÓRIO mortalidade materna : dados preliminares. Curitiba: Secretaria Municipal de Saúde, 1995. [9 p.]. (Mimeogr.). Resumo Informa que a investigação objetiva corrigir os coeficientes de mortalidade materna, freqüentemente subestimado. Descreve, em forma de comentários, a investigação, apresentando posteriormente os índices de mortalidade materna de 1982 até 1994. E finaliza divulgando os números completos da mortalidade materna em Curitiba, em 1994. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Curitiba 147 RELATÓRIO sobre saúde materno-infantil : dados de 1995. Angra dos Reis : [Secretaria Municipal de Saúde], [1996?]. [6 p.] (Mimeogr). Resumo Apresenta dados relativos à mortalidade materno-infantil no Município de Angra dos Reis, no ano de 1995. Dentre as análises feitas, conclui-se que as taxas de motalidade materno-infantil apresentaram queda em relação a anos anteriores; a assitência pré-natal tem apresentado baixa concentração de consultas; as taxas de cesariana no município permanecem muito acima do preconizado pela OMS. São apresentadas recomendações para controle e diminuição das taxas de mortalidade, dentre as quais destacam-se: ampliação dos trabalhos educativos relacionados à importância do pré-natal, parto normal, contracepção, puericultura, aleitamento materno, diarréia, IRA e prevenção de acidentes; implantar efetivamente estratégias já definidas para redução das taxas de cesariana do município; manter e melhorar as condições de funcionamento do Comitê Municipal de Morte Materno-Infantil. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Angra dos Reis (RJ) Mortalidade materna - Estratégias de ação Mortalidade materna - Prevenção 148 REZENDE, Jorge de, NAHOUM, Jean Claude, BELFORT, Paulo et al. Atribuição de responsabilidades na mortalidade materna : uma classificação. Femina, Rio de Janeiro, v. 1, n. 2, p. 117-118, abr. [1972?] Resumo Divide os óbitos maternos entre os evitáveis e inevitáveis, exemplificando cada um destes tipos. Classifica os óbitos evitáveis como : erro grosseiro, responsabilidade médica, responsabilidade administrativa, responsabilidade sócio-econômico -cultural. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Conceituação 149 ROZAS, Antônio. Morte materna por anestesia. Femina, Rio de Janeiro, v. 13, n. 6, p. 256-536, 1985. Resumo Afirma que as mortes por anestesia representam uma parcela ponderável dos óbitos maternos. Tal aumento muitas vezes é justificável pelo exagerado número de cirurgias, principalmente de cesáreas; o número insuficiente de anestesistas competentes; e o uso cada vez maiores de métodos anestésicos para analgesia do parto. Apresenta ainda a definição de morte por anestesia; dados estatísticos; fisiopatologia, bem como a prevenção dos óbitos causados por anestesia. (NEDSM) Palavras-Chave Morte materna - Causas - Anestesia 150 SASS, Nelson, MATTAR, Rosiane, ROCHA, Nivaldo Silva Correa. Coeficiente de Mortalidade Materna Geral e decorrente de hipertensão arterial na Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo no período de 1983 a 1993. R. Bras. Ginecol. Obstet., v. 17, n.10, nov./dez., p. 989-995, 1995. Resumo Analisa os coeficientes gerais de mortalidade materna e os decorrentes de hipertensão arterial verificados na disciplina de Obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo, no período de 1983 a 1993. Afirma que a hipertensão arterial se firmou como a principal causa dos óbitos nos últimos três anos do estudo. Relata que a mortalidade pela causa em questão indica a falência da assistência pré-natal. (NEDSM) Palavras-chave Mortalidade materna - Causas - Hipertensão Mortalidade materna - Estudo 151 SASS, Nelson, ROCHA, Nivaldo Silva Corrêa, MATTAR, Rosiane et al. Prénatal: a melhor arma na prevenção da mortalidade materna por hipertensão arterial. Femina, v. 23, n. 9, out., 1995. Resumo Afirma que o único recurso eficaz para profilaxia de situações críticas na hipertensão é o reconhecimento precoce durante o acompanhamento prénatal. Relata os resultados de estudos relacionados à mortalidade materna por hipertensão. Comenta a situação dos programas de saúde de países subdesenvolvidos, cuja ênfase se volta para o atendimento hospitalar, não reservando a mesma proporcionalidade para o atendimento primário. Conclui, reiterando a necessidade de melhorar a qualidade da assistência pré-natal, visando a redução do obituário materno pela causa em questão.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Prevenção Mortalidade materna - Sistemas de Saúde Morte materna - Causas - Hipertensão 152 SASS, Nelson, ROCHA, Nivaldo Silva Corrêa, MATTAR, Rosiane et al. Principais eventos fisiopatológicos envolvidos no determinismo dos óbitos maternos decorrentes de hipertensão arterial. Femina v. 23, n. 9, p. 843849, out. 1995. Resumo Afirma que devido às condições sócio-econômicas e culturais desfavoráveis, a hipertensão arterial vem se firmando como a principal causa de óbito materno. Relata resultados de estudos feitos por alguns estudiosos da área. Tece considerações acerca do assunto, enfatizando que o tecido cerebral e os pulmões são os alvos das complicações decorrentes da hipertensão grave e da eclâmpsia.(NEDSM) Palavras-Chave Morte materna - Causas - Hipertensão 153 SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE. (Rio de Janeiro). Mortalidade materna por causas maternas no Estado do Rio de Janeiro, 1979 - 1990. Rio de Janeiro , 1993. 150 p. Resumo Apresenta dados estatísticos acerca da mortalidade materna de todos os municípios do Estado do Rio de Janeiro. Dados estes, agrupados em tabelas contendo os seguintes dados relevantes: Óbitos de Causas Maternas (aborto; causas obstétricas diretas e causas obstétricas indiretas) e Coeficientes Específicos de Mortalidade por Causas Maternas. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Dados Estatísticos - Rio de Janeiro 154 SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE (Angra dos Reis, RJ). Mortalidade materno-infantil em Angra dos Reis : proposta de implantação do Comitê de mortalidade materno-infantil. s. n. t. (Mimeogr.) Resumo Analisa dados acerca da mortalidade materno-infantil no Município de Angra dos Reis (1985). Aponta a implantação dos Comitês de Mortalidade Materna como uma estratégia para redução da morte materna. Discute-se as vantagens e viabilidade de sua implantação no Município. Apresenta proposta constando caráter, objetivos, composição e fluxo dos trabalhos a serem desenvolvidos pelo Comitê de Mortalidade Materno-Infantil de Angra dos Reis. (NEDSM) Palavras - chave Comitê Morte Materna - Atuação - Angra dos Reis Mortalidade materna - Análise de dados 155 SILVA, Letícia Krauss, RUSSOMANO, Fábio Bastos. O sub-registro da mortalidade materna no Rio de Janeiro : comparação de dois sistemas de informação. Bol. Oficina Sanit. Panam., v. 120, n.1, p. 36-138, 1996. Resumo Dois sistemas de informação foram comparados com o objetivo de estimar o sub-registro de mortes ocorridas, oriundas de oito maternidades públicas do Rio de Janeiro, em 1988. O sistema de informação baseado em um sumário de alta e implantado nas maternidades como parte de um projeto de garantia de qualidade, apresentou um sub-registro de 16%, sendo as perdas devidas a falhas no envio do sumário ao centro de processamento e à transferência de pacientes para hospitais não monitorados. O outro sistema, baseado em atestados de óbito, incluindo mortes maternas “presumíveis”, apresentou um sub-registro de 52%. A taxa de mortalidade materna, segundo atestados de óbito, passou de 5,5 (óbitos declarados) e 6,6 (óbitos declarados e “presumíveis”) para 13,9 por 10.000 nascidos vivos, com a complementação dos óbitos detectados através dos sumários de alta. Sugere-se: a) a introdução de um sistema de informação perinatal em todos os serviços obstétricos com vistas à diminuição do sub-registro de mortes maternas e à ampliação do conhecimento sobre circunstâncias relacionadas a mortes maternas e b) a monitorização do resultado final do atendimento de pacientes transferidas das maternidades. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Rio de Janeiro Mortalidade materna - Sistemas de informação 156 SIQUEIRA, A. A. F. de, TANAKA, A. C. d’A., MORON, A. F. et al. Estudo da mortalidade materna na Região Sul do Município de São Paulo - Brasil. Resumo Trata-se de uma investigação acerca da mortalidade materna em São Paulo. Começa afirmando que este problema de saúde pública, detectado desde o século passado. Apresenta a hipótese, objetivos e metodologia do trabalho. Apresenta dados relativos à áreas específicas do Município de São Paulo. Analisa mapas e tabelas de dados estatísticos relacionando, comparando condições sociais e econômicas. Discute o tema a partir de várias vertentes, tais como idade das mulheres na época do óbito, tipo de instituição etc. Finaliza apresentando tabelas de dados e comentários à respeito das principais causas da mortalidade materna. (NEDSM) Palavras - chave Mortalidade materna - Estudo - São Paulo 157 SIQUEIRA, Arnaldo Augusto Franco. Como melhorar a informação sobre a mortalidade materna. In : FAÚNDES, Aníbal, CECATTI, José Guilherme (org). Morte materna : uma tragédia evitável. 2. ed. Campinas : Ed. Unicamp, 1991, 217 p. p. 31-44. Resumo Apresenta a problemática da qualidade dos dados a respeito da mortalidade materna. Analisa fatores que levam à distorção dos dados, bem como a origem dos mesmos sobre a mortalidade materna. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Análise de dados 158 SIQUEIRA, Arnaldo Augusto Franco. Intervenções para aperfeiçoar o conhecimento sobre o número e as causas de morte materna : organização e funcionamento dos Comitês de Morte Materna. s. n. t. [1990] [11 p.] Anexos.(Mimeogr.) Resumo Traça histórico da morte materna, bem como de origem da sistematização dos dados sobre mortalidade materna. Aborda a necessidade da melhoria da qualidade dos dados. Apresenta alternativas para tornar mais preciso o número e as causas da morte materna, enfatizando a implantação dos Comitês de Morte Materna. (NEDSM) Palavras - Chave Comitês de Morte Materna - Implantação Morte materna - Dados Estatísticos Morte materna - Histórico 159 SIQUEIRA, Arnaldo Augusto, TANAKA, Ana Cristina d’Andretta. Mortalidade na adolescência com especial referência à mortalidade materna, Brasil, 1980. R. Saúde públ, São Paulo, v. 20, n. 4, p. 274-279, 1986. Resumo Baseados em publicação oficial sobre mortalidade no Brasil e nos dados do Censo Demográfico (1980), foi estudada a mortalidade na faixa etária de 10 a 19 anos. Apesar da mortalidade de adolescentes ser baixa no seu conjunto, importantes causas de mortalidade foram analisadas. Quase a metade dos óbitos de adolescentes deveram-se a causas externas (47,22)% do total. As doenças do aparelho circulatório foram o segundo grupo de causas de morte em importância (6,87% do total), seguidas pelas causas infecciosas (6,36%) e neoplasmas (5,98%). As complicações da gravidez, parto e puerpério foram responsáveis por cerca de 4% dos óbitos de mulheres de 10 a 19 anos, sendo que, na faixa de 15 a 19 anos esses óbitos correspondem a 6,14% do total, ou seja, foram, nessa faixa, o sexto principal grupo de causas de morte. As principais causas de óbito por complicações da gravidez, parto e puerpério foram os estados hipertensivos, as infecções puerperais, as hemorragias e os abortos. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Adolescentes 160 SIQUEIRA, Arnaldo Augusto Franco de, TANAKA, Ana Cristina d’Andretta, SANTANA, Renato Martins. Mortalidade materna no Brasil, 1980. R. Saúde Públ. v. 18, p. 448-465, 1984. Resumo Estudou-se, através de dados oficiais, a mortalidade materna no Brasil, em suas regiões geográficas e em São Paulo (Brasil). Escolheu-se o ano de 1980 por oferecer possibilidade de se trabalhar com informações sobre nascimentos verificados naquele ano, divulgados no Censo Demográfico realizado naquele ano. Verificou-se que as principais causas de óbito por causas maternas no Brasil, pela ordem, são os estados hipertensivos, as hemorragias, as infecções puerperais, seguidas do aborto. Para São Paulo, onde se dispôs do 4. dígito da Classificação Internacional de Doenças, a primeira causa de óbito materno foi a eclâmpsia, a segunda as hemorragias e a terceira as infecções, quer próprias ou associadas à gravidez. (LILACS) Palavras - chaves Mortalidade materna - Dados estatísticos - Brasil 161 SITUAÇÃO da mortalidade materna no Paraná, 1993. Curitiba : Comitê Estadual de Morte Materna , 1995, 27 p. Resumo Relato da situação da mortalidade materna no Paraná em 1993 através de dados do Comitê de Morte Materna que obteve informações sobre a incidência da mortalidade materna no Estado, distribuindo os números segundo suas causas, grupo etário, pré-natal, tipo de parto, etc. Conclui que a mortalidade materna é um indicador da qualidade de vida e saúde da população feminina, e que o Estado do Paraná não pode estar alheio a isto e sugere a elaboração de um Plano Redução da Mortalidade Materna para o Estado. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação - Paraná Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná 162 SOUZA, Maria de Lourdes de. Mortalidade materna em Florianópolis e alguns municípios de Santa Catarina, no período de 1975 a 1983. In: SEMINÁRIO LATINO-AMERICANO SOBRE POPULAÇÃO E SAÚDE, 1985. Campinas. Anais... Campinas, 1985, p. 42-71. 2. v. Resumo A partir de informações existentes e registradas em Maternidades e Hospitais Gerais de Florianópolis (SC) e na Secretaria de Estado de Saúde de Santa Catarina, realizou-se estudo retrospectivo compreendendo o período de 1º de janeiro de 1975 a 31 de dezembro de 1979. Determinou-se coeficiente de mortalidade materna numa série histórica de cinco anos, segundo o tipo de óbito e causas básicas. Verificou-se ainda a relação entre mortalidade materna e as variáveis idade, paridade, tipo de parto e local de residência. Os resultados obtidos mostraram que o coeficiente de mortalidade materna foi elevado e atingiu nível maior do que os resultados de registros oficiais. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Florianópolis 163 SOUZA, Maria de Lourdes de, ALMEIDA, Pedro Augusto Marcondes de. Mortalidade materna na Maternidade Carmela Dutra, Florianópolis, SC, no período de 1975 a 1983. I : incidência. J. Bras. Ginec., v. 97, n. 7, p. 351354, 1987. Resumo Foi realizado estudo retrospectivo de mortes maternas numa série histórica de nove anos (1975-1983). O coeficiente de mortalidade materna por 10.000 nascidos vivos mostrou-se quantitativamente irregular, o que não permite caracterizar uma tendência. Verificou-se que, para a Maternidade Carmela Dutra, o ano em que o coeficiente apresentou-se mais elevado foi de 1979 com 13,68% nv. Apresentando uma grande variação dentro do período. Classifica os óbitos entre obstétricos diretos, indiretos e de outros tipos. (AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Florianópolis Mortalidade materna - Estudo de casos 164 SOUZA, Maria de Lourdes de, LAURENTI, Ruy. Mortalidade materna : conceitos e aspectos estatísticos. São Paulo : Centro da OMS para a Classificação de Doenças em Português, 1987. 29 p. (Divulgação; 3) Resumo Apresenta, didaticamente, o conceito de morte materna e sua aplicação no preenchimento de atestados de óbito, respeitando as convenções internacionais que permitem a sua avaliação e comparabilidade. (NEDSM) Palavras-Chave Morte materna - Conceituação Mortalidade materna - Dados estatísticos 165 SOUZA, Maria de Lourdes de. Coeficiente de morte materna segundo tipo de óbito, grupo etário, paridade, local de residência e tipo de parto, obituário hospitalar, 1975-1979 : Florianóplois, SC (Brasil). R Saúde Públ., São Paulo, v. 17, p. 279-289, 1983. Resumo A partir de informações existentes e registradas em maternidades e hospitais gerais de Florianópolis e na Secretaria de Saúde de Santa Catarina, realizou-se estudo das mortes maternas hospitalares numa série histórica de cinco anos (1975 a 1979). Totalizou o levantamento de 44 óbitos e 43.380 nascidos vivos e com estes dados foram, calculados os coeficientes de mortalidade materna específicos para tipo de óbito, grupo etário, paridade, local de residência e tipo de parto. Para a realidade em estudo, o coeficiente de mortalidade materna apresentou-se alto, não evidenciando tendência a sua redução, enquanto que o coeficiente específico por óbito obstétrico direto teve valores muito próximos entre si. Em relação ao tipo de parto, o maior risco foi verificado para as mulheres submetidas à cesária, sendo o coeficiente médio no período de 9, 29 / 10.000 n.v. e para o parto normal foi de 3,90 / 10.000 n.v. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Florianópolis 166 SOUZA JÚNIOR, Geci Labres de, GILDEMEISTER, Solange Borba, SPRENGEL, Carlos Augusto et al. Mortalidade materna na Maternidade do Hospital de Clínicas da UFPr - Curitiba : 1981-1985. R. Bras. Ginecol. Obstet. n.5, p. 98-100, 1989. Resumo Entre 1981 e 1986 registraram-se 37 óbitos na Maternidade do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, correspondendo a um coeficiente de mortalidade materna de 43,11 por 10000 nascidos vivos. O estudo restringiu-se a pacientes entre 12 e 48 anos e procura analisar as principais causas de decesso materno no serviço. O óbito foi mais freqüente entre 21 e 30 anos (59%) e entre multíparas (62,17%). A maioria das pacientes não teve acompanhamento pré-natal e um percentual de (62,17%) encontrava-se no puerpério tardio. Como principais patologias determinantes do óbito foram encontradas: causas infecciosas, acidente vascular cerebral hemorrágico e choque hipovolêmico. Conclui-se que a gestação, embora situação fisiológica, merece atenção médica especial por estar sujeita a riscos inerentes a esta condição.(AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Dados estatísticos - Paraná 167 TABOARDA, Wladimir Correa. Pressão alta na especiais. Caras, São Paulo, v. 3, n. 16, abr. 1996. gravidez exige cuidados Resumo Destaca o risco que a hipertensão e a pré-eclâmpsia podem trazer tanto à gestante quanto ao bebê. Enfatiza a assistência pré-natal adequada, como forma de reduzir os perigos que tais doenças possam oferecer à gestante. (NEDSM) Palavras-Chave Morte materna - Causas - Eclâmpsia Morte materna - Causas - Hipertensão 168 TANAKA, Ana Cristina D’Andretta. Importância de um sistema de vigilância epidemiológica na mortalidade materna. s. n. t. [199-?] (Mimeogr.) Resumo Apresenta como causas básicas de óbitos maternos em países desenvolvidos: embolias, diabetes e nefropatias. Nos países em desenvolvimento, as causas de mortes maternas são hipertensivas e hemorrágicas e e infecções puerperais. Aponta a criação dos comitês de mortalidade materna como um dos instrumentos para determinar a previsibilidade, evitabilidade e responsabilidade dos óbitos maternos. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Implantação Mortalidade materna - Causas 169 TANAKA, Ana Cristina d’Andretta. Maternidade : dilema entre o nascimento e morte. São Paulo : HUCITEC. Rio de Janeiro : ABRASCO, 1995, 107 p. Resumo Estudo das mortes maternas para buscar as possíveis causas que estão levando as mulheres à morte. Aponta como fatores que mais contribuem para este quadro: a peregrinação por uma assistência, a pouca importância da clínica e o problema relacionado à assistência ao parto. Sugere o resgate da clínica a fim de que esta volte a ter seu real papel na assistência à saúde, garantindo partos assegurados à gestante. Aborda ainda a questão do pré-parto, do parto e do puerpério, os quais devem ser melhor assistidos para que haja a diminuição da mortalidade materna. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Prevenção 170 TANAKA, Ana Cristina d’Andretta, SIQUEIRA, Arnaldo Augusto Franco de, BAFILE, Paulo Nogueira. Situação da saúde materna e perinatal no Estado de São Paulo, Brasil. R. Saúde Públ., São Paulo, v. 23, n. 1, p. 67-75, 1989. Resumo Analisa a assistência oferecida na gestação, no parto e ao recém-nascido e suas relações com a mortalidade materna e perinatal no Estado de São Paulo. Com referência ao pré-natal, houve indícios de quantidade de consultas por gestação, numericamente suficiente, porém de qualidade discutível. Quanto ao parto, observou-se uma alta percentagem de cesarianas (46,2%). A mortalidade materna foi de 4,86 por dez mil n.v., valor este subestimado. A primeira causa de óbitos maternos foram as toxemias, seguidas das hemorragias e do aborto, causas estas evitáveis, em sua maioria. Quanto aos óbitos do período perinatal, o coeficiente foi de 29,2 por mil nascimentos em 1984, valor este também elevado. Sugere que a nova política de Sistema Unificado e Descentralizado de Saúde deveria levar em conta tanto a qualidade de assistência como a integração dos serviços para poder se fazer frente à situação precária de saúde materna e perinatal do Estado. (AUTORES). Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo Mortalidade materna - Prevenção 171 UBERTI, Elza H., VIÇOSA JÚNIOR, Hermes Maria, CONTER, Sílvio Luiz et al. Morbidade e mortalidade materna e perinatal nos distúrbios hipertensivos da gestação. R. Bras. Ginecol. Obstet., v. 16, n. 2, mar./abr., p. 81-85, 1994. Resumo Estuda a morbidade e mortalidade materna causadas pelos distúrbios hipertensivos a partir de prontuários de 230 pacientes no ano de 1989. Evidencia que os distúrbios hipertensivos de gravidez constituíram uma das três principais causas de mortalidade materna no ciclo gravídico-puerperal. Apresenta os métodos assim como os resultados do estudo, ilustrados com tabelas e gráficos. Chama atenção para a incidência elevada das eclâmpsias, dentre outras conclusões. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Causas - Hipertensão Morbimortalidade materna - Estudo 172 VALADARES NETO, João de Deus, MARTINS, Maria do P. S. S., VALADARES, Segismundo de M. et al. Mortalidade materna na Maternidade Dona Evangelina Rosa (Teresina - PI). R. Bras. Ginecol. Obstet., v. 17, n. 10, nov./dez., p. 977-983, 1995. Resumo Estudo feito a partir da análise de prontuário de 28 (vinte e oito) pacientes atendidas na Maternidade Dona “Evangelina Rosa” e que foram a óbito no período de janeiro de 1990 a dezembro de 1992. Apresenta os dados estatísticos e informa que a assistência pré-natal esteve ausente em 78% dos casos. Relaciona hemorragia, eclâmpsia e septicemia como sendo as principais causas das mortes. Termina afirmando que a maioria dos casos decorreu de causas evitáveis. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Análise de Dados Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Dados estatísticos - Teresina 173 VEGA, Carlos Eduardo Pereira, MARCUS, Paulo Afonso Ferrigno, BOYACIAN, Krikor, et al. Estudo de casos de mortalidade materna na Cidade de São Paulo durante os anos de 93/95. Resumo Inicia relacionando o estudo da mortalidade materna com as condições sócioeconômicas-culturais de uma população, o nível dos profissionais, e com os serviços de saúde oferecidos a esta população. Apresenta os objetivos do trabalho assim como o material e os métodos. Revela os resultados obtidos destacando a problemática da não declaração de morte materna nos atestados de óbito. Mostra resultados do estudo feito, relacionando a mortalidade materna com a faixa etária / patologias. Palavras-Chave Mortalidade materna - Estudo Mortalidade materna - Subenumeração 174 VIGGIANO, Maurício Guilherme Campos, MORAES, Vardeli Alves de, OLIVEIRA, Suzete Assis de et al. Mortalidade materna na Maternidade do Hospital Geral de Goiânia, 1975-1983. J. bras. Ginecol., v. 95, n. 3, p. 101104, mar.1985. Resumo Analisa dados de mortalidade materna na Maternidade do Hospital Geral de Goiânia/INAMPS, no período de 1975 a 1983. Dentro desse período, a mortalidade materna foi de 31,12 por 10.000 nascidos vivos, sendo a infecção por abortamento a causa mais importante. Estudando-se os casos de óbito, atribui-se a estes principalmente a responsabilidade sócio-econômico-cultural e sugere a melhoria dessas causas como fator para a diminuição do obituário materno (AUTORES). Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiânia 175 VIGGIANO, Maurício Guilherme Campos, SILVA, Luiz Queiroz da, FILISSINO, Marcos Augusto et al.. Cesariana : incidência, indicação e morbimortalidade materno-fetal durante 10 anos na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes. J. Bras. Ginec., v. 93, n. 3, p. 165-170, 1983. Resumo Após a análise da operação cesariana na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes no período de 10 anos (junho de 1970 a dezembro de 1980), conclui-se que houve aumento da taxa de 6% em 1971 para 15,9 em 1980, a incidência de 43,33% de cesárea em primigestas e 22,6% em primíparas; as indicações mais freqüentes foram: distócia, cesárea iterativa, sofrimento fetal, apresentação pélvica, toxemia, deslocamento prematuro da placenta, placenta prévia e gemilidade. As principais morbidades maternas foram: anemia, deiscencia de cicatriz, abscesso de parede, endomiometrite, infecção respiratória , íleo paralítico, infeção urinária e tromboflebite. A morbidade perinatal foi de 38,6% (monolíase oral, pré-termo, depressão respiratória, pneumonia, piodermita e outras). A morbidade materna está relacionada com a duração do trabalho de parto, e a anestesia de condução foi utilizada em mais de 90% dos casos. (AUTORES) Palavras-Chave MorbiMortalidade materna - Causas -Cesariana Mortalidade materna - Causas - Cesariana Mortalidade materna - Dados estatísticos 176 VIGGIANO, Maurício Guilherme Campos, XIMENES, Yara Rocha. Mortalidade materna : incidência na Região Centro-Oeste. Femina, Rio de Janeiro, v. 13, n. 6, p. 499-503, jun. 1985. Resumo Aborda a incidência da mortalidade materna na região Centro-Oeste, baseandose em dados encontrados em publicações oficiais e revistas especializadas. Comparado a outros centros, verificam-se altos níveis de mortalidade materna, refletidos pelo baixo nível sócio-econômico e cultural da região. Destaca as causas obstétricas, diretas e indiretas responsáveis pelo óbito materno. (NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos - Região Centro-Oeste 177 VIGGIANO, Maurício G. C. ZAVA, Ângela de Fátima, PICCOLO NETO, Antônio et al. Mortalidade materna na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes: incidência, causas e responsabilidades. J. Bras. Ginecol., v. 87, n. 3, p. 137-141, 1979. Resumo Os autores estudam 34 mortes maternas ocorridas na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, Goiânia - GO, em um período de 8 anos (1970-1978) para 20.578 partos e 19.988 nascidos vivos, obtendo um índice de mortalidade materna de 18,01 por 10.00 nascidos vivos. Concluíram que as principais causas de óbito materno foram, por ordem de incidência: hemorragia, toxemia, infecção e cardiopatia, dentre outras. Analisando os casos de óbito, atribuíram estes principalmente à responsabilidade médica e sócio-econômico-cultural e sugeriram a melhoria dessas causas como fator para a diminuição do obituário materno. Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Dados estatísticos - Goiânia Mortalidade materna - Estudo de Casos Mortalidade materna - Responsabilidade médica 178 VOLOCHKO, Anna. Comitês de morte materna no Estados Unidos e investigações confidenciais de mortes maternas da Inglaterra e País de Gales. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE MORBI-MORTALIDADE MATERNA. Itapecerica da Serra, 1989. 88 p. p. 42-58. Resumo Apresenta breve histórico dos Comitês de Morte Materna no mundo e nos Estados Unidos especificamente. Descreve a realidade inglesa frente à problemática da mortalidade materna. Mostra, através de tabelas estatísticas, que o aborto é a principal causa de morte materna naquele país na década de 60. (NEDSM) Palavras-Chave Comitês de Morte Materna - Atuação - Estados Unidos Comitês de Morte Materna - Histórico Mortalidade materna - Situação - Estados Unidos Mortalidade materna - Situação - Inglaterra 179 VOLOCHKO, Anna. Mortalidade de mulheres, mortalidade materna, SUS 4/1988. São Paulo, 1992. 104 p. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) -Universidade de São Paulo. Resumo Apresenta e discute a magnitude, estrutura e demográficas, sócio-econômicas, reprodutivas e de hábitos pessoais das residentes de 10 a 49 anos do SUS-4 falecidas em 1988, a partir das informações de 4 fontes de dados: atestado de óbito; entrevista com familiares; prontuários médicos e laudos de Serviço de Verificação de Óbitos ou Instituto Médico Legal. A mortalidade feminina foi 101,4/100.000 mulheres de 10 a 49 anos, maior na Vila Formosa (141,1) e menor no Alto da Móoca (74,4). As principais causas corrigidas foram neoplasias - 23,8%; doenças cardiovasculares - 22,1%; causas externas - 11,2%; distúrbios mentais - 9,5% e complicações da gravidez, parto e puerpério- 6,7%. O perfil da mortalidade encontrada diverge da oficial e as razões são discutidas. A mortalidade materna foi 141,8/100.000nv, 3 vezes superior à oficial. Discutem-se as razões da diferença. Causas obstétricas diretas foram responsáveis por 48,6% das mortes; as indiretas por 37,1% e as não relacionadas por 14,3%. Das mortes maternas 23,3% ocorreram na gestação; 40% no puerpério precoce (até 42 dias após término da gestação, parto ou aborto) e 36,7% no puerpério tardio (mais de 42 dias após o término da gestação, parto ou aborto). A evitabilidade e responsabilidade dos agentes nas mortes maternas são avaliadas. Casos paradigmáticos são analisados e discutidas intervenções preventivas (AUTORES). Palavras-Chave Mortalidade materna - Causas Mortalidade materna - Dados estatísticos - São Paulo Mortalidade materna - Prevenção 180 WONG, Laura L. Rodriguez. Um modelo para estimar a mortalidade materna : a relação entre a razão de mortalidade materna e outros parâmetros demográficos. R. Bras. Estudos Pop., Campinas, v. 11, n. 2, p. 115-138, 1994. Resumo Afirma que os altos índices de mortalidade e de morbidade maternas constituem um sério problema demográfico e de saúde pública no Terceiro Mundo, onde os números chegam ser de 10 a 15 vezes maiores do que os identificados em países desenvolvidos. Apresenta um modelo para que sejam estimados níveis e padrões de mortalidade materna, medido em termos da RMM (Razão de Mortalidade Materna), objetivando analisar as relações entre a RMM e outras variáveis. Finalmente, apresenta os resultados se utilizando de gráficos e tabelas.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Dados estatísticos 181 YDALGO, Tereza. Mortalidade materna : notas sobre o tratamento dado pela imprensa brasileira à questão da mortalidade materna. Rio de Janeiro : UERJ / NEDSM, 1994, 49 p. Resumo Pesquisa feita em quatro jornais de grande circulação do Estado do Rio de Janeiro, no triênio 1990/1993, que reuniu mais de setenta matérias sobre morte de mulheres por causas maternas. Os resultados do referido trabalho foram divulgadas no dia 28 de maio de 1994, por ocasião do Dia Internacional de Combate à Morte Materna. (AUTORA) Palavras-Chave Mortalidade materna - Coletânea 182 YDALGO, Tereza. Morte materna: o ocultamento da violência à mulher de baixa escolaridade. Rio de Janeiro: UERJ/CCR, 1995. (Mimeogr.) Resumo Um estudo epidemiológico foi realizado em 1993, com o objetivo de investigar o coeficiente de mortalidade materna em Resende, município do interior do Estado do Rio de Janeiro.. Durante quatro meses foram feitos levantamento, transcrição e análise de todos os óbitos de mulheres em idade fértil (10 a 49 anos), fetais e não fetais, ocorridos em 1992, junto a Secretaria de Estado de Saúde - SES/RJ. 112.000 óbitos foram levantados para se ter acesso aos ocorridos em Resende. As declarações de óbitos foram levantadas segundo as causas (mortes maternas presumíveis e outras causas). Em 1994 essas transcrições foram revisadas a partir dos dados fornecidos pelo setor de Epidemiologia da SMS/Resende e, posteriomente, confrontadas com outras fontes (prontuários médicos em hospitais e maternidades, cartório de registro civil e cemitérios). Os resultados da pesquisa indicaram uma subnotificação cinco vezes maior do que a fornecida oficialmente. A taxa de mortalidade materna - TMM - apontada pela SES/RJ e SMS/Resende foi 4,36 por 10.000 nascidos vivos e a investigação estimou a TMM de 21,80 por 10.000 nascidos vivos. Algumas variáveis foram escolhidas para cruzamento com a variável morte materna: nível de escolaridade, idade da mulher e ocupação. Dos óbitos investigados, 100% são mulheres sem profissão, nas faixas etárias entre 20 e 30 anos e 40 e 49 anos. O indicador de escolaridade, na maioria dos óbitos maternos, fetais e não-fetais, não foi fornecido. O grau de escolaridade da mulher é um dos fatores determinantes na definição das estratégias de Educação em Saúde Materna, posto que 20% das mulheres do Estado são analfabetas. Consideramos, pois, relevante, a adoção de medidas que permitam esclarecer ao profissional da área médica a importância do preenchimento correto e integral das declarações de óbitos, bem como, em nível conjuntural, a execução de ações planejadas participativamente com o grupo de mulheres, a partir de suas realidades. (AUTORA) Palavras-Chave Mortalidade materna - Aspectos sociais Mortalidade materna - Dados estatísticos - Resende Mortalidade materna - Estudo de casos 183 YDALGO, Tereza. Morte materna e pressões da realidade. Rio de Janeiro : UERJ/IMS, 1994. 20 p. (Estudos em Saúde Coletiva; 81) Resumo Trata-se de um trabalho de investigação sobre as condições a que eram expostas as mulheres no século XIX, no que diz respeito ao processo reprodutivo. Informa que as relações entre gestação e morte eram relatadas em diários pelas mulheres. Destaca o início da discussão acerca do controle da natalidade na época em questão. Compara as realidades sociais de mulheres de países desenvolvidos e das mulheres pobres do terceiro mundo. Comenta a sistema de saúde vigente no Rio de Janeiro. Finaliza apresentado algumas alternativas para a melhoria do acesso às informações pelas mulheres a respeito de sua própria saúde. Palavras-Chave Mortalidade Materna - Aspectos sociais Mortalidade materna - Situação - Século XIX 184 ZUGAIB, Marcelo. Mortalidade materna por hemorragia. Femina, Rio de v. 13, n. 9, p. 791-793, set. 1985. Janeiro, Resumo Afirma que a mortalidade materna por hemorragia, a despeito dos avanços da medicina, ainda é importante fator, se agravando em regiões cujas condições sócio-econômicas são desfavoráveis. Lista as causas de morte materna por hemorragia. Explicita alguns dos motivos de morte materna pela causa em questão. Finaliza observando que a qualidade do pessoal médico deve melhorar para que haja a diminuição do obituário materno.(NEDSM) Palavras-Chave Mortalidade materna - Responsabilidades Morte materna - Causas - Hemorragia 185 ZUGAIB, Marcelo, BARROS, Alfredo C. S. D., BITTAR, Roberto E. et al. A mortalidade materna na eclâmpsia. J. bras Ginec., São Paulo, v. 95, n. 4, p. 129-136, 1985. Resumo Durante um período de 10 anos (1974-1983) foram atendidos 221 casos de eclâmpsia na Clínica Obstétrica da Faculdade de Medicina da USP. Para evidenciar a sua gravidade, as pacientes foram classificadas, clinicamente, por ocasião da admissão hospitalar, em: não complicadas, complicadas e descompensadas. Trinta e três casos (14,9%) evoluíram para óbito e destes, 25 (75,9%) foram submetidos a exame necroscópico. A mortalidade materna foi analisada, segundo dados de identificação, relação da convulsão com as fases do ciclo gestacional, condições clínicas à admissão e tipos de tratamento. Os casos de óbito foram estudados clinicamente e necroscopicamente. Tendo em vista que as principais complicações que conduziram ao óbito das pacientes eclâmpticas foram pulmonares e cerebrais, estas complicações são detalhadamente discutidas (AUTORES) Palavras-Chave Morte Materna - Causas - Eclâmpsia 186 ZUGAIB, Marcelo, BITTAR, Roberto Eduardo, NEME, Bussâmara. Mortalidade materna : estudo dos óbitos associados a neoplasias malignas. R. Bras. Ginecol. Obstet., mar./abr., p. 53-55, 1985. Resumo São analisados os óbitos maternos ocorridos em 14 anos (de 1970 a 1983) e relacionados com a presença de neoplasias malignas. Durante este período, foram 88 gestantes portadoras de neoplasias malignas, tendo ocorrido 13 óbitos (14,78%). Os diversos tipos de neoplasias encontradas foram relacionadas quanto à idade, à paridade, à idade gestacional, ao tipo de parto e à terapêutica instituída. As neoplasias malignas situaram-se entre as três principais causas de mortalidade materna. Houve predomínio de gestantes nulíparas. Apesar da terapêutica instituída, o adiantamento do quadro decorrente do tempo de evolução por ocasião do diagnóstico contribuiu para a ocorrência de óbitos em alguns casos estudados.(AUTORES) Palavras-Chave Mortalidade materna - Estudo de casos Mortalidade materna - Causas - Neoplasias malignas BBMM - ÍNDICE Coeficiente de Mortalidade Materna Abordagem, 93 Avaliação, 067, 094, 119 Comitês de Morte Materna Atuação, 003, 030, 053 Angra dos Reis (RJ), 154 Enfermeiros, 104, 112 Estados Unidos, 178 Goiás, 067 Paraná, 026, 028, 029, 083, 104, 112, 113, 115, 143, 144 Região Sudeste, 024 Região Sul, 024 Ribeirão Preto (SP), 118 São Paulo, 137, 138 Conceituação, 108 Histórico,108, 178 Implantação, 037, 93, 158, 168 FEBRASGO Atuação, 006 Morbimortalidade materna Brasil, 128 Conceituação, 091 Causas Cesariana, 175 Estudo, 098, 171, Mortalidade materna Análise de dados, 012, 017, 058, 066, 110, 116, 126, 154, 157, 172 Aspectos culturais, 015 Aspectos econômicos, 015 Aspectos políticos, 011, 087, 094, 140 Aspectos sociais, 003, 011, 014, 015, 060, 083, 118, 129, 135, 182, 183 Causas, 003, 004, 007, 017, 033, 035, 039, 051, 052, 061, 065, 073, 081, 085, 096, 099, 103, 107, 109, 118, 119, 122, 124, 125, 153, 166,168, 171, 172, 177, 179 Aborto, 014, 022, 073, 090, 096, 123 Anestesia, 119 Cardiopatias, 065 Cesariana, 035, 049, 077, 175, Diabetes, 085 Eclâmpsia, 085, 119 Hemorragia, 003, 119 Hipertensão, 003, 025, 142, 150, 171 Infecção, 003, 119 Neoplasias malignas, 186 Coleta de dados, 005, 086, 110, 127, 143, 144 Coletânea, 061, 181 Conceituação, 84 093, 127, 148 Conferências, 018, 091, 140, 143, 144 Dados estatísticos, 004, 005, 037, 043, 047, 050, 064, 086, 090, 094,098, 100, 116, 123, 127, 160, 164, 175, 180 Adolescentes, 159 Américas, 097 Angra dos Reis (RJ), 147 Brasil, 016, 084, 092, 108, 122, 160 Botucatu (SP), 019, 020 Cachoeiro do Itapemirim, 031 Campina Grande (PB), 078 Campinas (SP), 038 Curitiba, 146 Florianópolis, 141, 162, 163, 165 Fortaleza, 034 Goiânia, 071, 106, 174, 177 Goiás, 067, 069, 070, 072, 121 João Pessoa, 102 Manaus, 015, 105 Mulheres negras, 114 Niterói, 008 Paraná, 026, 028, 030, 081, 115, 134, 145, 161 Pernambuco, 076 Recife, 001, 046, 048, 077 Região Centro-Oeste, 176 Região Nordeste, 044 Região Norte, 044 Região Sudeste, 024 Região Sul, 024 Resende, 182 Ribeirão Preto, 035 Rio de Janeiro, 007, 010, 017, 153, 155 Rio Grande do Sul, 057, 107, 142 Santa Catarina, 132, 133 São Luís, 075 São Paulo, 012, 066, 089, 101, 110, 117, 126, 170, 179 Sergipe, 054 Subenumeração, 095 Teresina, 172 Enfermagem Responsabilidade, 036 Estratégias de ação, 008, 063, 104, 139, 147 Estudo, 002, 015, 018, 055, 088, 150, 173 São Paulo, 156 Estudo de casos, 001, 002, 004, 007, 008, 032, 047, 051, 064, 068, 098, 109, 141, 142, 163, 177, 182, 186 Prevenção, 003, 013, 022, 026, 034, 039, 040, 053, 060, 061, 062, 063, 073, 074, 075, 079, 080, 083, 087, 111, 120, 122, 124, 125, 129, 135, 137, 139, 140, 143, 144, 146, 151, 169, 170, 179 Responsabilidade médica, 006, 081, 177 Responsabilidades, 017, 080, 087, 128, 184 Sistemas de informação, 155 Sistemas de saúde, 011, 130, 136, 151, 155 Situação Alagoas, 131 América Latina, 111, 120 Brasil, 016, 059, 092, 096, 128, 130 Estados Unidos, 178 Inglaterra, 178 Países desenvolvidos, 09 Século XIX, 183 Subenumeração, 005, 022, 043, 059, 062, 064, 066, 094, 100, 133, 173 Morte materna Causas, 013, 034, 040, 042, 045, 053, 062, 093, 117 Aborto, 093, 131 Anestesia, 149 Cardiopatias, 010 Cesariana, 032, 045 Eclâmpsia, 185 Hemorragia, 013, 051, 093, 184 Hipertensão, 013, 056, 082, 093, 151, 152 Infecção, 013, 093 Outras causas, 021 Conceituação, 017, 164 Estudo de casos, 041 Dados estatísticos, 158 Histórico, 158 ÍNDICE ONOMÁSTICO A ALBUQUERQUE, Rivaldo Mendes, 01 ALENCAR JÚNIOR, J. A., 02 ALMEIDA, Edna Regina Monteiro, 046 ALMEIDA, F. M. L., 02 ALMEIDA, Pedro Augusto Marcondes, 03, 56, 163 AMARAL, Waldemar Neves do, 69 AMIM JUNIOR, Jofre, 124 ANDRADE, Amaury T. L., 04 ANDRADE, Dinah N., 04 ARKADER, Jacob, 05, 06, 07, 08 ATRASH, Hans, 09 ÁVILA, Márcio Augusto, 10 ÁVILA, Maria Betânia, 11 B BACHA, Angela Maria, 062 BAFILE, Paulo Nogueira, 170 BARROS, Alfredo C. S. D. ver BARROS, Alfredo Carlos S. D. de BARROS, Alfredo Carlos S. D. de, 13, 185 BARROSO, Carmem, 014 BARROSO, Izélia Simões, 014 BECKER, Roberto Augusto, 15 BELFORT, Paulo, 10, 16, 17, 142 BENVEGNÚ, L. A., 56 BERTINI-OLIVEIRA, Anna Maria, 20, 32 BERZOWSKI, Anderson Tadeu, 18, 19 BITTAR, Roberto E., 175, 176 BORN, Daniel, 64 BRAGA, Luiz Fernando C. O., 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 80 BRINGEL, Ana Maria da Rocha, 50 BRITO, Luciane, 74 BUCHALLA, Cassia Maria, 97, 98, 99 BÜRER, Maria Elizabete Dissenha, 110 C CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM, 30 CAMANO, Luiz, 20, 31, 32 CARVALHEIRO, Clarisse D. G., 34 CARVALHO, Gélcio Sisteroli de, 119 CARVALHO, Maria Tereza, 29 CARZINO, Eliana Portella, 35 CASTILLO, Oscar, 36 CASTRO, Pedro Aguiar de, 16 CECATTI, José Guilherme, 12, 18, 37, 38, 39, 44, 52, 59, 60, 61, 62, 63, 121, 122, 127, 132, 150 CENEVIVA, Paulo Victor Souza, 65 CONTER, Sílvio Luiz, 164 CORRÊA, Almira Maciel, 112 CORREIA, Andreia Lígia Vieira, 77 COSTA JR, Moacir Lobo, 97 COSTA, Cícero Ferreira Fernandes, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50 COSTA, Edvaldo Teixeira, 51 COSTA, Sérgio M. , 137 CRESPO, Clícia Márcia, 10 CUNHA, Donaldo Cerci da, 52 DIAS, Heloísa Helena Rodrigues, 67 DINIZ, Carmen Simone Grilo, 54 DUTRA, Rossana Keylla, 77 E EL-KADRE, Dib, 55 ETHUR, J. N., 56 F FANINI, Maria Leonor, 26, 27 FAÚNDES, Aníbal, 12, 18, 38, 39, 44, 52, 58, 59, 60, 61, 62, 63, 121, 122, 127, 132, 150 FAZA, Maria Célia, 04 FEITOSA, Helvécio, 64 FERREIRA, Carlos Eugênio de Carvalho, 65 FERREIRA, Rui Gilberto, 66, 67, 68, 69, 70, 71, 119 FIGUEIREDO, Eulália Maria da C., 33 FILISSINO, Marcos Augusto, 167 FILLIPPINI, A., 56 FONSECA, André Luiz Arnaud, 122 FRANÇA, José Ribamar, 74 FREIRE, Sálvio, 45, 75, 76 GALVÃO, Elíseo Brito de Medeiros, 107 GILDEMEISTER, Solange Borba, 159 GUEDES, Dionéia Garcia de Medeiros, 77 H HALBE, Hans Wolfgang, 52 HENTSCHEL, Heitor, 78 HERRMANN, Viviane, 63 HIRATA, Vera Marisa F. M., 79 J JOAQUIM, Hugo, 24, 80 JUNQUEIRA, Maria Luiza M., 32 K KAHHALE, Soubhi, 81 L LACRETA, Oswaldo, 83, 84 LAURENTI, Ruy, 85, 86, 87, 88, 89, 90, 91, 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98, 99, 100, 157 LECHTIG, Aaron, 15 LIMA, Elma Linhares, 68, 69, 70, 71 LIMA, Helena Teixeira de, 101 LIPPI, Umberto Gazi, 102 LOLIO, Cecília Amaro de, 98 LOMACHINSKY, Germano, 48, 49, 50 LOPES, Brasileira Cordeiro, 103 LOPES, Maria Auxiliadora, 67 LUNIERE, Glaydes Braga, 104 M MACIEL, Cláudio José, 105 MADI, José Mauro, 17, 106 MAIA, Vamberto de Oliveira, 47, 48, 49, 50 MANÇO, Amábile R. X., 34 MARANHÃO, Técia, 107 MARETTI, Milton, 83, 84 MARGULIES, German, 109 MARTINS, Alaerte Leandro, 110, 111, 112, 113 MARTINS, Maria do P. S. S., 165 MARTINS, Marília da Glória, 51, 165 MATHIAS, Lenir, 114 MATTAR, Rosiane, 115, 144, 145, 146 MEGID, Maria Cristina, 18 MELO, Maria do Carmo Lopes, 107 MINAYO, Maria Cecília de Souza, 95 MISSITATO, Marcelo, 19 MONTELEONE, Pedro Paulo Roque, 17 MONTENEGRO, Carlos Antônio Barbosa, 117, 123 MORA, German, 118 MORAES, Cecílio Alves de, 119 MORAES, Vardeli Alves de, 166 MORON, Antônio F., 119, 149 N NAHOUM, Jean Claude, 142 NAZARENO, Eleusis Ronconi, 25, 26, 27 NEME, Bussâmara, 121, 176 NEME, Eduardo S., 121 NESTAREZ, José Eduardo, 114 NETTO, Hermógenes Chaves, 122, 123 NETTO, José Maria Magalhães, 124 NEUMANN, Zilda Arns, 126 NOBILE, Luciana, 114 O OLIVEIRA FILHO, Romeu Nazario, 101 OLIVEIRA, Maria Neci Paletó, 101 OLIVEIRA, Suzete Assis de, 166 ORTIZ, Enrique Rivero, 125 P PEDROSA NETO, Antônio Henrique, 127, 128 PEIXOTO, Heloisa Côrtes Gallotti, 129, 130 PEIXOTO, Maurício Abreu Pinto, 105, 117, 123 PICCOLO NETO, Antônio, 169 PIMENTEL, Alceu José Peixoto, 128 PINTO E SILVA, João Luiz de Carvalho, 62 PINTO, Cristiane Schuch, 132 Q QUEIROZ, Raquel Lacerda, 136 R RAMOS, José Geraldo L., 137 REZENDE, Jorge de, 142 RIBEIRO, Ana Freitas, 132 RIOMAR, Eneyde Andreva, 33 ROBERTO, Azamalvete de Paula, 113 ROCHA, Nivaldo Silva Correa, 144, 145, 146 RONCONI, Eleusis ver NAZARENO, Eleusis Ronconi ROSA JÚNIOR, Arlindo, 137 ROZAS, Antônio, 143 RUSSOMANO, Fábio Bastos, 148 S SACCHETTI, Saul Antônio, 16 SALGADO NETO, João, 52 SANTO, Augusto Hasiak, 99, 100 SANTOS, Cleide de Barros, 75, 76 SASS, Nelson, 144, 145, 146 SECRETARIA de Estado de Saúde (Rio de Janeiro), 147 SEIGNEUR, C., 08 SILVA, F. L. G., 08 SILVA, José Carlos Neiva C. e, 18 SILVA, Kátia S. da, SILVA, Letícia Krauss, 148 SILVA, Luiz Queiroz da, 167 SILVA, Raimundo Antônio, 74 SIQUEIRA, Arnaldo Augusto Franco, 149, 150, 151, 152, 153, 154 SOARES, Vânia Muniz Nequer, 020, 029, 103 SOARES, Vânia Muniz ver SOARES, Vânia Muniz Soares Nequer SOUZA JÚNIOR, Geci Labes de, 159 SOUZA NETO, J. A, 02 SOUZA, Maria de Lourdes de, 130, 155, 156, 157, 158 SOUZA, Maria Ladjane Bonifácio de, 76 SPRENGEL, Carlos Augusto, 159 STAVALE, João Norberto, 115 SUETAKE, Hilton, 19 T TABOARDA, Wladimir Correa, 160 TANAKA, Ana Cristina d’Andretta, 149, 152, 153, 161, 162, 163 TAVEIROS, Walquíria, 128 UBERTI, Eliza H., 164 V VALADARES NETO, João de Deus, 165 VALADARES, Segismundo, 165 VIÇOSA JÚNIOR, Hermes, 164 VIGGIANO, Maurício Guilherme Campos, 69, 70, 71, 105, 166, 167, 168, 169 VIGORITO, Neusa Maria, 115 VOLOCHKO, Anna, 170, 171 W WONG, Laura L. Rodrigues, 172 X XIMENES, Yara Rocha, 168 Y YDALGO, Tereza, 173 Z ZAVA, Ângela de Fátima, 169 ZUGAIB, Marcelo, 174, 175, 176