PROGRAMA
DE
PREVENÇÃO
DE
RISCOS
AMBIENTAIS
Da
PLUMA – CONFORTO E TURISMO S.A.
UNIDADE: Garagem de Porto Alegre - RS
ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO....................................................................................04
2. OBJETIVOS.........................................................................................05
3. BASES DO PROGRAMA....................................................................06
4. ESTRUTURA.......................................................................................07
4.1. PLANEJAMENTO ANUAL.............................................................07
4.2. ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO ..............................07
4.3. FORMA DE MANUTENÇÃO .........................................................07
2.4. REGISTROS.....................................................................................07
4.5. DIVULGAÇÃO.................................................................................07
4.6. PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAÇÃO ...........................07
5. DESENVOLVIMENTO.......................................................................08
5.1. CRONOGRAMA DE AVALIAÇÕES QUALITATIVAS.................08
5.2. CRONOGRAMA DE AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS..............08
6. PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
6.1. ANTECIPAÇÃO E RECONHECIMENTO.......................................09
6.1.1. A EMPRESA..................................................................................09
6.1.2. QUADRO DE RECONHECIMENTO SETORIAL........................09
6.2. FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR SETORIAL....................11
62.3. LEVANTAMENTO DE MAPA DE RISCO...................................13
6.3.1. FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR AMBIENTAL.............13
6.4. AVALIAÇÕES DE ACOMPANHAMENTO....................................16
6.4.1. FICHA DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA...................................16
6.5. AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS.................................................18
6.5.1. AGENTES A SEREM AVALIADOS............................................18
6.5.1.1. AVALIAÇÃO DE RUÍDO INDUSTRIAL..................................18
6.5.1.2. AVALIAÇÃO DE ILUMINAMENTO........................................18
6.5.1.3. EXPOSIÇÃO AGENTES QUÍMICOS........................................18
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6.6. OUTRAS AVALIAÇÕES NECESSÁRIAS......................................18
6.7. MEDIDAS DE CONTROLE.............................................................18
6.7.1. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA.........................19
6.7.2. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL........................19
6.7.3. MEDIDAS DE CONT. DE CARÁTER ADMINISTRATIVOS.....19
6.7.4. MEDIDAS ESPECÍFICAS ............................................................19
6.8. REAVALIAÇÃO DOS CONTROLES ADOTADOS.......................19
6.9. NÍVEL DE AÇÃO.............................................................................20
6.10. MONITORAMENTO......................................................................20
6.11. REGISTROS DOS DADOS............................................................20
6.12. DIVULGAÇÕES DAS INFORMAÇÕES ......................................20
6.13. RESPONSABILIDADES................................................................20
6.13.1. EMPRESA....................................................................................20
6.13.2. EMPREGADOS...........................................................................20
7. ANEXOS..............................................................................................21
FAPA’S e FAPS’S...................................................................................22
Fichas de Inspeção....................................................................................41
EPI’s.........................................................................................................43
Relatório de Iluminação............................................................................49
Relatório de Ruído....................................................................................64
Cronograma de Ações..............................................................................83
Relação dos Produtos Químicos...............................................................84
Relação dos Funcionários e funções.........................................................85
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1. INTRODUÇÃO
O presente relatório constituí em si os fundamentos técnicos que conduzira o cumprimento do
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS na PLUMA CONFORTO E
TURISMO S.A., atendendo assim a legislação em vigor, ou seja, a Norma Regulamentadora N° 9
(NR-9), da Portaria 25 de 24.12.94 que modifica a Portaria 3.214 do MTb.
A leitura atenta de todo programa, facilitará a concordância e importância entre o pessoal
envolvido, além de ajudar a uniformização de critérios para identificação e solução dos riscos
ambientais, através da prevenção e controle destes riscos.
O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA, está diretamente relacionado com o
PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO E SAÚDE OCUPACIONAL (PCMSO NR-7), pois
serve como base e simultaneamente é atendido por este como complemento e referência de sua
eficácia.
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2. OBJETIVOS
O PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais tem como objetivo :
A PRESERVAÇÃO DA SAÚDE E DA INTEGRIDADE FÍSICA DOS TRABALHADORES,
através das seguintes etapas :
- Antecipação,
- Reconhecimento,
- Avaliações,
- Análises,
- Controle e eficácia.
DOS RISCOS AMBIENTAIS
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3. BASES DO PROGRAMA
- Estabelecer os Riscos Ambientais em cada setor da Empresa identificando seus agentes (físicos,
químicos, ergonômicos, biológicos e de acidentes).
- Ter uma visão clara e lógica dos esquemas de prevenção na empresa, em termos de se conhecer
exatamente o que está sendo feito, e se corretamente.
- Uma estrutura global.
- O desenvolvimento do Programa.
- Manter registros de dados.
- Desenvolvimento.
- Registros de dados.
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4. ESTRUTURA
4.1. PLANEJAMENTO ANUAL.
O planejamento deverá ser executado e revisto anualmente para definições de metas, prioridades,
e definição do cronograma.
4.2. ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO.
A estratégia do Programa é a prevenção dos riscos ambientais, cuja metodologia de ação é :
- Identificação.
- Conscientização e reconhecimento por parte do trabalhador.
- Avaliações quantitativas.
- Controle dos agentes, através de monitoramento permanente.
- Avaliação da eficácia do Controle.
4.3. FORMA DE MANUTENÇÃO
- A forma de manutenção será através de monitoramento ambiental permanente dos locais já
identificado como de risco, e identificação preliminar e posterior avaliação quantitativa para novos
riscos encontrados.
- O acompanhamento e associação dos Programas da NR-7 e NR-9 (PCMSO e PPRA), através de
divulgação aos colaboradores.
4.4. REGISTROS
. Mapeamento dos riscos existentes nos setores. (quando possuir CIPA)
. Fichas de avaliações preliminares setoriais.
. Fichas de avaliações ambientais.
. Relatório de avaliação específica para cada agente identificando-o em cada setor e as
recomendações possíveis de serem adotadas.
4.5. DIVULGAÇÃO
. Afixação do Mapa de Risco Ambiental em todos os setores da empresa.
. Verificação dos resultados de controle médico, através dos exames clínicos e laboratoriais
realizados no PCMSO.
4.6. PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAÇÃO
PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAÇÃO
PERIODICIDADE
AVALIAÇÃO
OBSERVAÇÃO
EXECUTADA POR
- Mapeamento risco
- Fichas setoriais.
- Fichas ambientais.
- CIPA c/ apoio do SESMT
- SESMT
- SESMT
Preliminar
Qualitativa
Quantitativa
Monitoramento
Outros
- Insp. de segurança
- Avaliação ambiental
- outras (qdo detectado)
- manutenção da
eficácia das medidas
Assim que detectado falhas
anual
contínuo
- SESMT
- SESMT
Contínuo
SESMT
anual
contínuo
Resp. segurança empresa
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5. DESENVOLVIMENTO
5.1 CRONOGRAMA DE AVALIAÇÕES QUALITATIVAS
ATIVIDADE
Elaboração
Programa
Reconhecimento
dos setores
Fichas
preliminares
setoriais
Fichas
preliminares
ambientais
Mapa de risco
ago
XX
Set
out
nov
dez
jan
fev
mar
abr
mai
jun
Jul
XX
XX
XX
* A critério da Empresa se necessário
* a critério da empresa quando possuir CIPA
5.2 CRONOGRAMA QUANTITATIVO DO PPRA
A S O N D J F M A M J
ATIVIDADE G E U O E A E A B A U
O T T V Z N V R R I N
Avaliação de exposição de
agentes físicos ruído
Medidas de controle
de ruído
Avaliação de exposição ao
a agentes ergonomicos
Iluminamento
Medidas de controle de
agentes ergonômicos
Iluminamento
Avaliação de exposição a
agentes de acidentes
Medidas de controle de
agentes de acidentes
Avaliação de exposições a
agentes químicos
Medidas de controle de
agentes químicos
avaliação de agentes
biológicos
Medidas de controle p/
agentes biológicos
Inspeções de segurança
Monitoramento
J
U
L
Xx
xx
Xx
xx
Xx
xx
Xx
Xx
xx
Xx
xx
DIÁRIO
Agosto de 2.000
Obs. : Medidas sugeridas, podendo ter alterações conforme necessidade da empresa.
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6. PROGRAMA de PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS.
6.1. - ANTECIPAÇÃO E RECONHECIMENTO
6.1.1 - A EMPRESA ou RAZÃO SOCIAL:
PLUMA CONFORTO E TURISMO S.A.
LOCALIZAÇÃO :
Rua Dona Teodora n° 1.281 - Navegantes
Porto Alegre - RS. - CEP - 90.240-300
TELEFONE/FAX : (0XX-51) 374-4070
N° DE FUNCIONÁRIOS : 40.
GRAU DE RISCO DA EMPRESA : 3 (três).
Segundo Portaria N° 01 de maio de 1995, que alterou a NR-04 com a
Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE.
TIPO DE ATIVIDADE DESENVOLVIDA :
Código - 60.24-0 – Transporte Rodoviário de Passageiro não regular.
CGC : 76.530.278/0007-28
Obs.: Pela nova redação da NR-05 é necessária manter a CIPA na empresa,
pois pelo CNAE 60.24-0, a empresa pertence ao grupo C-24 do quadro
de dimensionamento da CIPA e tem entre 30 e 50 funcionários,
portanto deve ter um representante titular e um suplente para cada
parte representante ou seja, empregados e empregadores.
6.1.2. QUADRO DE RECONHECIMENTO DOS SETORES
-
Áreas de Serviço
Trafego.
Almoxarifados.
Oficina
Rouparia/Limpeza
Abastecimento
Lavador.
-
Apoio
Vestiários
W.C.
Refeitório
Cozinha
Alojamento
-
Administrativos
Administração.
Gerencia
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6.2. FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR SETORIAL
(FAPS).
Elaboração de ficha de avaliação preliminar do ambiente de trabalho.
A ficha de avaliação preliminar deverá conter :
l - Identificação área e o setor
2 - Descrição de todas as atividades executadas na área incluindo ferramental e/ou
equipamentos utilizado.
3 - Funções existentes e suas quantidades discriminando sexo e aprendiz.
4 - Local
MODELO DA FAPS.
(em anexo)
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FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR SETORIAL
1. IDENTIFICAÇÃO
ÁREA : __________________________________________________________
SETOR: __________________________________________________________
SUBSETOR : ______________________________________________________
2. ATIVIDADES REALIZADAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS :
3. FUNÇÕES EXISTENTES E QUANTIDADES
FUNÇÃO
4. LOCAL :
ÁREA:
PISO :
PÉ DIR :
Homens
PORTAS :
JANELAS:
VENTIL.:
Mulheres
Aprendiz
TOTAL
TETO :
CONST. :
ILUMIN. :
ou
croqui
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6.3. LEVANTAMENTO DE MAPA DE RISCO (CIPEIROS)
Visa identificar os fatores nocivos presentes no ambiente de trabalho que podem causar
acidentes ou doenças no trabalhador, com base no conhecimento dos itens constantes no
quadro abaixo:
GRUPO I
GRUPO II
GRUPO III
GRUPO IV
GRUPO V
Riscos físicos
Riscos
Riscos
Riscos
Riscos de
Químicos
biológicos
ergonômicos
acidentes
- ruído
- trabalho físico
- poeiras
- vírus
- arranjo físico
- vibrações
pesado
- fumos
- bactérias
- máquina sem
- radiações
- postura incorreta proteção
- névoas
- protozoários
ionizantes
- tensões
- vapores
- fungos
- matéria prima
- radiações
emocionais
- gases
- bacilos
- EPI inadequado
não
- jornada
- parasitas
- ferramentas
ionizantes
prolongada
- insetos
inadequadas
- trabalho noturno - situações de risco
temperaturas
- monotonia /
- animais
extremas
repetitividade
peçonhentos
- pressões
- responsabilianormais
dade
- umidade
- iluminação
6.3.1. FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR AMBIENTAL (FAPA).
Elaboração de ficha de avaliação preliminar AMBIENTAL de trabalho.
A ficha de avaliação preliminar ambiental deverá conter :
l - Identificação área, setor e subsetor.
2 - Todos os riscos a Agentes Físicos para anotação daqueles que estão no ambientes, a
fonte geradora, proteção coletiva e outros.
3 - Todos os riscos a agentes químicos para anotação dos presentes no ambiente fonte
geradora, produto manipulado, proteção coletiva ou individual.
4 - Os riscos biológicos, sua procedência, proteção existente e outros.
5 - Os riscos Ergonômicos, funções e ou locais, recomendações.
6 - Os riscos de acidentes, descrição do problema e recomendações.
RESPONSABILIDADES
A responsabilidade pelo preenchimento dos dados das tabelas anteriores será da CIPA com
assessoramento permanente do SESMT, quando este existir.
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6.3.2 MODELO DE FAPA’S – FICHA DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL
FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR AMBIENTAL (Setorial)
1. IDENTIFICAÇÃO :
ÁREA : ______________________________________________________________
SETOR: ______________________________________________________________
SUBSETOR : __________________________________________________________
2. RISCOS FÍSICOS: GRUPO I
Risco
Fonte geradora
( ) Ruído
( ) Calor
( ) Frio
( ) Vibrações
( ) Pressões Anormais.
( ) Radiações Ionizantes
( ) Radiações não ionizante
( ) umidade
3. Riscos Químicos: Grupo II
Risco
Fonte geradora
( ) Gases
( ) Vapores
( ) Poeiras
( ) Fumos
( ) Névoas
( ) substancias
( ) compostos
( ) Neblina
( ) Outras
4. Riscos Biológicos: Grupo III
Risco
Procedência
( ) Vírus
( ) Bactérias
( ) Protozoários
( ) Fungos
( ) Bacilos
( ) Parasitas
EPC/EPI
Produto
EPI ou EPC
Outros
EPI/EPC
OUTROS
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( ) outros
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5. Riscos Ergonômicos : Grupo IV
Risco
Função / local
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
Recomendações
) Trab. Físico pesado
) Postura incorreta
) Posição incorreta
) Ritmo excessivo
) Monotonia
) Trab. Turno
) Jornada prolongada
) Conflitos
) Responsabilidade
) Outros
6. Tabela de Riscos de acidentes :Grupo V
DESCRIÇÃO DO
RISCOS
PROBLEMA
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
RECOMENDAÇÕES
) Arranjo físico inadequado
) Ferramentas manuais
) Contato com eletricidade
) Falta de Sinalização
) Incêndio
) Ar comprimido
) Queimaduras
) Atropelamento
) Escorregamento
) Explosão
) Queda de nível
) Queda de objetos
) Atingido por .... objetos, partícula
) Prensamento, batida, colisão, etc
) Contato com produtos químicos
) Máquinas e equipamentos sem proteção
) liberação de gases e ou vapores.
) Armazenamento inadequado
) Produtos inflamáveis
) Radiações - soldas
) Outros _________________________
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6.4. AVALIAÇÕES DE ACOMPANHAMENTO
6.4.1. FICHA DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA
Visa a detecção e informação imediata aos responsáveis de qualquer tipo de risco existente
na empresa através do preenchimento de Ficha de inspeção que contém data, hora, local e
objeto de inspeção, descrição sucinta da inspeção, sugestões e providências tomadas e seu
prazo.
RESPONSABILIDADES
A responsabilidade e do SESMT em inspeções rotineiras por toda a fábrica, e também de
todos os colaboradores da empresa.
MODELO DE FICHA DE INSPEÇÃO
( em anexo )
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FICHA DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA Nº____
Segurança Trabalho
Seg. Patrimonial
Imagem Corporativa
Higiene Industrial
DE :
PARA:
LOCAL DE INSPEÇÃO
OBJETO DA INSPEÇÃO
DATA:
HORA:
CÓPIA P/
DESCRIÇÃO DA INSPEÇÃO
SUGESTÕES
Responsável pela Inspeção
Data
ACEITA : Providências tomadas
PROVIDÊNCIAS
RECUSADA : Motivo
Prazo Previsto para Execução:
Responsável pela Execução :
Recebido P/ :
PLUMA – Conforto e Turismo S.A. – SESMT
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6.5. AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS
Após realizadas as avaliações qualitativas (item 6.2) realiza-se as Avaliações Quantitativas
das exposições dos agentes encontrados, que nada mais é do que a quantificação do agente
detectado na avaliação preliminar, chegando a valores numéricos que serão comparados aos
limites de tolerância estipuladas por legislação em vigor seja ela nacional ou internacional.
OBS. : Se existirem muitos agentes em exposição, deve-se dar prioridade aos
agentes mais agressivos a saúde humana na formulação do cronograma.
6.5.1. AGENTES A SEREM AVALIADOS (quantitativos)
Segundo avaliações qualitativas existem os seguintes agentes :
- RUÍDO e ILUMINAMENTO,
- AGENTES QUÍMICOS (Diagnóstico dos produtos utilizados que serão avaliados
individualmente através de exames médicos, conforme PCMSO).
6.5.1.1. AVALIAÇÃO DE RUÍDO INDUSTRIAL
Relatório contendo:
. objetivos
. critério de avaliação
. limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente
. limite de tolerância para ruído de impacto
. instrumental utilizado
. metodologia de medições
. tabelas de análise
. conclusões e recomendações para controle
6.5.1.2 AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE ILUMINAMENTO
Relatório contendo :
. objetivo
. critério de avaliação
. instrumental das avaliações
. campos de trabalho avaliado
. conclusões
. causas dos problemas
. recomendações de melhorias
6.5.1.3 AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES A AGENTES QUÍMICOS
.Vide Riscos químicos das fapas e relação de produtos químicos.
6.6. OUTRAS AVALIAÇÕES ESPECÍFICAS NECESSÁRIAS
. Diagnostico de Exposição a UMIDADE.
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6.7. MEDIDAS DE CONTROLE
As medidas de controle deverão ser adotadas logo após estudo técnico e viabilidade das
recomendações existentes nos relatórios de avaliações dando prioridade às situações mais
necessitadas.
6.7.1. EPC´s - EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA
São os equipamentos instalados/utilizados com a finalidade de atuarem como eliminadores
de condições ambientais desfavoráveis ou riscos em potencial, que destina-se a proteger a
integridade física do trabalho.
Ex.: . sistema exaustor localizado.
. materiais isolantes (térmicos e elétrico)
. cabine de pintura
Deverão ser providenciados e/ou instalados como medidas de controle permanente, após
estudo detalhado.
6.7.2. EPI´s - EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
São os equipamentos (dispositivos) de uso individual destinados a proteger a integridade
física do trabalhador.
Deverão ser adotados quando:
. em fase de implantação e estudo de medidas de proteção coletivas (temporário), ou seja,
por um período temporário.
. (permanente) - sempre que for inviável a implantação de medidas de proteção coletiva.
. para atender situações de emergências.
Obs. : Vide em anexo “Equipamentos de Segurança”
6.7.3 MEDIDAS de CONTROLE de CARÁTER ADMINISTRATIVO
São medidas adotadas simplesmente com a mudança de procedimentos, sinalizações,
divulgações, incentivos, etc.; de ordem administrativa baseado no parecer técnico da
empresa de prestação de serviço ou pelo Serviço Especializado em Segurança e Medicina do
Trabalho da empresa (quando esta possuí-lo).
Deverão ser adotados sempre que houver necessidade, após detectado problema.
Requerendo baixos custos para implantação.
Avaliação dos controle adotados
Qualquer que seja a medida de controle adotada, deverá ser realizada uma avaliação
quantitativa com a emissão de um laudo, descrevendo as novas situações, comparando
valores e certificando as reais melhorias atingidas.
6.7.4. MEDIDAS ESPECÍFICAS
Outras medidas adotadas para neutralizar um agente específico, ou seja, substituição do
produto, manutenção, trabalho desenvolvido na fonte ou no meio, Etc..
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6.8. REAVALIAÇÃO DOS CONTROLES ADOTADOS
Realizar o LEVANTAMENTO AMBIENTAL, ou seja, reavaliações quantitativas dos
agentes identificados após realizas as medidas de controle dos itens anteriores de acordo
com cronograma estabelecido no item 5.
6.9. DO NÍVEL DE AÇÃO
Monitoramento ambiental periódico num espaço máximo de 12 meses entre uma avaliação e
outra.
. para agentes químicos quando ultrapassarem a metade do limite de tolerância detectados
nos exames médicos da NR 7 (PCMSO).
. para ruídos que excederem a metade de unidade da fração (equação) para efeitos
combinados.
6.10. DO MONITORAMENTO
Será executado avaliações sistemáticas em locais considerados de exposições a riscos
constantes na NR-l5 e NR 7, conforme periodicidade do item anterior, e também quando
houver mudanças significativas como, instalação de maquinários, equipamentos de proteção
coletiva e outros, mudanças no meio, produto, lay-out e ações de ordem administrativas.
6.11. REGISTROS DOS DADOS
. Os registros dos dados serão básicos mantidos nos relatórios de avaliação e diagnósticos
(quando necessário).
. As medidas e/ou soluções encontradas também serão apresentadas em relatório assim como
as reavaliações com suas conclusões e melhoramento.
6.12. DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES
. Serão divulgados (os resultados) das avaliações através da apresentação setorial de planilha
OU desenho (croqui) com sinalização e indicação dos problemas (riscos) existentes MAPA
DE RISCO, (com base nas FAPAS e realizado por cipeiros) e através das consultas
periódicas realizadas pelo médico do trabalho conforme PCMSO da empresa.
6.13. RESPONSABILIDADES
6.13.l EMPRESA
. estabelecer as diretrizes do PPRA
.implementar
. assegurar
6.13.2 EMPREGADOS
. colaborar com o Programa
. participar ativamente o Programa
. seguir, rigorosamente as orientações recebidas
. informar qualquer anomalia ou mudanças que possa influenciar no andamento do
Programa.
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ANEXOS
FAPS's
FAPA's
FICHA DE INSPEÇÃO
RELATÓRIOS
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FAPS's
E
FAPA´s
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FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR SETORIAL
1. IDENTIFICAÇÃO (1)
ÁREA
: Administrativa
SETOR
: Diretoria, Escritório e Sala da Gerência.
SUBSETOR :
2. ATIVIDADES REALIZADAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS :
-
Efetuar a administração da empresa através de controles administrativos.
Fazer contatos telefônicos, fazer compras, fazer controle de material, fazer todo serviço
burocrático, utilizando-se do computador, máquina de calcular, datilografia, fax, e outras
anotações;
Conferir mercadoria vinda do fornecedor no ato da entrega;
Fazer contatos e negociações para melhoria da qualidade de seus produtos.
Controlar financeiramente a empresa, fazendo as tramitações de contas a receber e a
pagar, negócios bancários, etc; utilizando-se de computador, impresssora, máquinas de
calcular, fax, telefone;
Gerenciar as negociações externa da empresa;
Fazer contatos com clientes e fornecedores.
Fazer o atendimento de clientes e visitantes.
Outros serviços burocráticos pertinente.
3. FUNÇÕES EXISTENTES E QUANTIDADES
FUNÇÃO
Homens
Mulheres
Aprendiz
TOTAL
* Preenchimento a cargo do Departamento Pessoal da empresa
4. LOCAL
Vide croqui em anexo.
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FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR SETORIAL
1. IDENTIFICAÇÃO (2)
ÁREA : Apoio
SETOR: W.C., Vestiários, e Refeitório.
SUBSETOR :
2. ATIVIDADES REALIZADAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS :
W.C., Vestiários e refeitório
- Atender as necessidades fisiológicas.
- Troca de uniformes/roupas.
- Tomar banhos.
- Acondicionamento de materiais próprios ou particulares.
- Limpeza do local.
- Realização de refeições e lanches.
3. FUNÇÕES EXISTENTES E QUANTIDADES
FUNÇÃO
Homens
Mulheres
Aprendiz
TOTAL
OBS. : Não há especificação de funções para este setor.
4. LOCAL
Vide croqui em anexo.
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FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR SETORIAL
1. IDENTIFICAÇÃO (3)
ÁREA : Produção.
SETOR: Fabricação, Glicerinado e pesagem.
SUBSETOR :
2. ATIVIDADES REALIZADAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS :
FABRICAÇÃO :
- Operar máquinas e equipamentos, tais como Taxo de aquecimento, Misturadores de
matéria prima, Laminadores, deionizador de água e outros.
- Fazer a preparação e mistura de ingredientes criando a pasta/massa desejada, utilizandose da matéria prima desejada.
- Manter o local de trabalho organizado e limpo.
GLICERINADO :
- Operar máquinas REATOR ou taxo de aquecimento.
- Fazer a misturar de matérias prima no reator para formação da massa líquida desejada,
através de adição dos produtos em quantidades exatas.
- Fazer o enchimento das formas (de sabonetes) adicionando o material produzido no
reator, através de recipiente apropriado. Deixando-o resfriar sobre uma bancada.
- Colocar as formas em geladeira industrial quando houver necessidade afim de acelerar o
endurecimento e/ou fabricação do produto (sabonete).
- Manter o local de trabalho organizado e limpo.
PESAGEM :
- Efetuar a pesagem de matéria prima em balanças apropriadas, colocando-as em
recipientes próprios e adequados que serão utilizados na fabricação.
- Fazer a carga e descarga do elevador de cargas com matéria prima.
- Fazer a extrusão da matéria básica composta de gordura vegetal e animal, operando a
extrusora.
3. FUNÇÕES EXISTENTES E QUANTIDADES
FUNÇÃO
Auxiliares de Produção da Fabricação
Auxiliares de Produção do Glicerinado
Auxiliar de Produção da Pesagem
Homens
Mulheres
Aprendiz
TOTAL
* Preenchimento a cargo do Departamento Pessoal da empresa
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4. LOCAL
Vide Croqui em anexo.
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FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR SETORIAL
1. IDENTIFICAÇÃO (4)
ÁREA : PRODUÇÃO.
SETOR: Prensas/extrusoras.
SUBSETOR:
2. ATIVIDADES REALIZADAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS :
* Operar máquinas extrusoras e prensas afim de confeccionar as produtos (sabonetes)
desejados.
- Estocar rebarbas e sobras de material prensados para posterior reprocessamento,
(extrusão e prensagem).
- Abastecer e acompanhar a extrusão do material confeccionado.
- Fazer troca de moldes das prensas de acordo com o produto produzido.
- Operar prensas de sabonetes através de colocação do produto no molde da prensa e
acionamento de botoeira dupla.
- Retirar a rebarba do sabonete prensado colocando-o num recipiente apropriado.
- Colocar o sabonete prensado em uma bandeja e esta em carrinhos próprios.
- Manter o local de trabalho organizado e limpo.
ALMOXARIFADOS/ESTOCAGENS
- Acondicionamento de materia prima, e material de apoio a produção.
- Estocagem de material acabado.
3. FUNÇÕES EXISTENTES E QUANTIDADES.
FUNÇÃO
Homens
Mulheres
Aprendiz
TOTAL
* Preenchimento a cargo do Departamento Pessoal da empresa
4. LOCAL
Vide Croqui em anexo.
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FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR SETORIAL
1. IDENTIFICAÇÃO (5)
ÁREA : PRODUÇÃO.
SETOR: Embalagem e Almoxarifado.
SUBSETOR:
2. ATIVIDADES REALIZADAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS :
EMBALAGEM :
- Fazer a embalagem dos produtos utilizando-se de plásticos, papel e caixas de papelão,
embalando-os um a um em linha de embalagem.
- Manter o local de trabalho organizado e limpo.
ALMOXARIFADOS
- Acondicionamento de materia prima, e material de apoio a produção.
- Estocagem de material acabado.
3. FUNÇÕES EXISTENTES E QUANTIDADES.
FUNÇÃO
Homens
Mulheres
Aprendiz
TOTAL
* Preenchimento a cargo do Departamento Pessoal da empresa
4. LOCAL
Vide Croqui em anexo.
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FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR SETORIAL
1. IDENTIFICAÇÃO (6)
ÁREA : APOIO.
SETOR: Laboratório.
SUBSETOR:
2. ATIVIDADES REALIZADAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS :
* Operar máquinas e equipamentos de laboratório, tais como estufa, vidraria, balança
analíticas, banho maria, e outros equipamentos afim de desenvolver novbos produtos e
assegurar a qualidades dos mesmos.
- Fazer testes e análises de produtos, matérias primas etc.
- Fazer desenvolvimento de produtos.
- Fazer testes de garantia de qualidade do produto.
- Manter o local de trabalho organizado e limpo.
3. FUNÇÕES EXISTENTES E QUANTIDADES.
FUNÇÃO
Homens
Mulheres
Aprendiz
TOTAL
* Preenchimento a cargo do Departamento Pessoal da empresa
4. LOCAL
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FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR AMBIENTAL (Setorial)
1. IDENTIFICAÇÃO (1)
ÁREA
: Administrativa
SETOR
: Diretoria, Escritório e Sala da Gerência.
SUBSETOR :
2. RISCOS FÍSICOS: GRUPO I
Risco
Fonte geradora
( ) Ruído
Não há
( ) Calor
Não há
( ) Frio
Não há
( ) Vibrações
Não há
( ) Pressões Anormais.
Não há
( ) Radiações Ionizantes
Não há
( ) Radiações não ionizante
Não há
( ) umidade
Não há
3. Riscos Químicos: Grupo II
Risco
Fonte geradora
( ) Gases
Não há
( ) Vapores
Não há
( ) Poeiras
Não há
( ) Fumos
Não há
( ) Névoas
Não há
( ) substancias
Não há
( ) compostos
Não há
( ) Neblina
Não há
( ) Outras
Não há
4. Riscos Biológicos: Grupo III
Risco
Procedência
( ) Vírus
Não há
( ) Bactérias
Não há
( ) Protozoários
Não há
( ) Fungos
Não há
( ) Bacilos
Não há
( ) Parasitas
Não há
EPC/EPI
Produto
EPI ou EPC
Outros
EPI/EPC
OUTROS
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( x ) outros
Insetos
Desinsetização
a cada 6 meses
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5. Riscos Ergonômicos : Grupo IV
Risco
Função / local
( ) Trab. Físico pesado
(x) Postura incorreta
Recomendações
-
Trabalho em mesa de
anotações
-
Fazer regulagens de assentos das cadeiras
Providenciar descanso de 45º para os pés
( ) Posição incorreta
( ) Ritmo excessivo
( ) Monotonia
-
-
Iluminação
vide relatório
Trabalho repetitivo ao fazer
digitação
- Fazer um descanso de 10 minutos a cada 50
minutos de digitação.
( ) Trab. Turno
( ) Jornada prolongada
(x) Responsabilidade
(x) Outros
6. Tabela de Riscos de acidentes :Grupo V
DESCRIÇÃO DO
RISCOS
PROBLEMA
RECOMENDAÇÕES
( ) Arranjo físico inadequado
( ) Ferramentas manuais
( ) Contato com eletricidade
( ) Falta de Sinalização
(x) Incêndio
Extintores de incêndios
Fazer
recargas
anuais
treinamentos de operação.
( ) Ar comprimido
( ) Queimaduras
( ) Atropelamento
( x) Escorregamento
Pisos e Escadas
Manter piso limpo e Providenciar
lixa antiderrapante para escada
Escadas
Queda de caixas ou objetos dos
armários
Corrimão e manter a atenção.
Atenção na movimentação
mercadorias
( ) Explosão
(x) Queda de nível
( x ) Queda de objetos
e
de
( ) Atingido por .... objetos, partícula
( ) Prensamento, batida, colisão, etc
( ) Contato com produtos químicos
( ) Máquinas e equipamentos sem
proteção
( ) liberação de gases e ou vapores.
( ) Armazenamento inadequado
( ) Produtos inflamáveis
( ) Radiações - soldas
( ) Outros
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FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR AMBIENTAL (Setorial)
1. IDENTIFICAÇÃO (2)
ÁREA : Apoio
SETOR: W.C., Vestiários, e Refeitório.
SUBSETOR :
2. RISCOS FÍSICOS: GRUPO I
Risco
Fonte geradora
( ) Ruído
Não há
( ) Calor
Não há
( ) Frio
Não há
( ) Vibrações
Não há
( ) Pressões Anormais.
Não há
( ) Radiações Ionizantes
Não há
( ) Radiações não ionizante
Não há
Limpeza
ou lavagem
( x ) umidade
3. Riscos Químicos: Grupo II
Risco
Fonte geradora
( ) Gases
Não há
( ) Vapores
Não há
( ) Poeiras
Não há
( ) Fumos
Não há
( ) Névoas
Não há
(x) substancias Lavagem, desinfetantes
(x ) compostos
( ) Neblina
( ) Outros
do w.c.
WC,
EPC/EPI
Outros
Bota de borracha,
luvas latex,
avental de trevira
Produto
Hipoclorito de sódio,
desinfetantes, sabão em pó
Desinfetante
EPI/EPC
Luva de latex, bota
de borracha
Luva de latex, bota
de borracha
Não há
Não há
4. Riscos Biológicos: Grupo III
Risco
Procedência
( ) Vírus
Não há
Limpeza
e Uso WC
(x) Bactérias
Limpeza e uso WC
(x) Protozoários
Limpeza e uso W.C.
(x) Fungos
( ) Bacilos
Não há
( ) Parasitas
Não há
EPI ou EPC
OUTROS
Luvas de látex,
botas de borracha e
aventais e desinfeção para
uso.
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(x) outros
insetos
Desinsetização
periódicas
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5. Riscos Ergonômicos : Grupo IV
Risco
Função / local
Recomendações
( ) Trab. Físico pesado
( ) Postura incorreta
( ) Posição incorreta
-
( ) Ritmo excessivo
-
( ) Monotonia
-
( ) Trab. Turno
-
( ) Jornada prolongada
-
( ) Conflitos
-
( ) Responsabilidade
-
(x) Outros
Iluminação
Ver relatório a seguir
6. Tabela de Riscos de acidentes :Grupo V
DESCRIÇÃO DO
RISCOS
PROBLEMA
RECOMENDAÇÕES
( ) Arranjo físico inadequado
( ) Ferramentas manuais
(x) Contato com eletricidade
Tomadas elétricas
Não molhar as tomadas elétrica
no WC e vestiário.
( ) Falta de Sinalização
(x) Incêndio
Extintores de Incêndio
Fazer recarga e treinamento
anual
Piso liso/ lavagem de piso e
escadas
Calçado de
corrimão.
Escadas em geral e piso liso.
Utilizar antiderrapantes nas escadas e
utilizar calçado de segurança.
Lavagem de pisos e sanitários
utilizar luvas de látex.
( ) Ar comprimido
( ) Queimaduras
( ) Atropelamento
(x) Escorregamento
( ) Explosão
(x) Queda de nível
( ) Queda de objetos
( ) Atingido por .... objetos, partícula
( ) Prensamento, batida, colisão, etc.
(x) Contato com produtos químicos
( ) Máquinas e equipamentos sem proteção
( ) liberação de gases e ou vapores.
( ) Armazenamento inadequado
( ) Produtos inflamáveis
( ) Radiações - soldas
( ) Outros _________________________
segurança
e
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FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR AMBIENTAL (Setorial)
1. IDENTIFICAÇÃO (3)
ÁREA : Produção.
SETOR: Fabricação, Glicerinado e pesagem.
SUBSETOR :
2. RISCOS FÍSICOS: GRUPO I
Risco
Fonte geradora
Máquinas em geral
(x) Ruído
(
(
(
(
(
(
(
) Calor
) Frio
) Vibrações
) Pressões Anormais.
) Radiações Ionizantes
) Radiações não ionizante
) umidade
Outros
Vide
relatório
anexo
Não há
Não há
Não há
Não há
Não há
Não há
Não há
3. Riscos Químicos: Grupo II
Risco
Fonte geradora
( ) Gases
Não há
( ) Vapores
Não há
( ) Poeiras
Não há
( ) Fumos
Não há
( ) Névoas
Não há
( ) substancias
Não há
Misturadores
( x ) compostos
( ) Neblina
( ) Outros
EPC/EPI
Atingem 80 dB(A)
Produto
Vide lista de produtos
EPI/EPC
Luvas de latex e
aventais
-
4. Riscos Biológicos: Grupo III
Risco
Procedência
( ) Vírus
Não há
( ) Bactérias
Não há
( ) Protozoários
Não há
( ) Fungos
Não há
EPI ou EPC
OUTROS
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( ) Bacilos
( ) Parasitas
(x) outros
Não há
Não há
Insetos
Desinsetização
a cada 6 meses
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5. Riscos Ergonômicos : Grupo IV
Risco
Função / local
(x) Trab. Físico pesado
( ) Postura incorreta
Recomendações
Transporte e manipulação com
sacas de 25 kg
-
Utilizar carrinho com rodas e sempre
utilizar 2 ou mais pessoas.
colocação dos sacas em
misturadores
-
Fazer revezamento das atividades ou
dotar banquetas
( x ) Posição incorreta
( ) Ritmo excessivo
( ) Monotonia
-
( ) Trab. Turno
-
( ) Jornada prolongada
-
( ) Responsabilidade
-
(x) Outros
Iluminação
Vide relatório
6. Tabela de Riscos de acidentes :Grupo V
DESCRIÇÃO DO
RISCOS
PROBLEMA
( ) Arranjo físico inadequado
(x) Ferramentas manuais
( ) Contato com eletricidade
(x) Falta de Sinalização
(x) Incêndio
( ) Ar comprimido
(x) Queimaduras
( ) Atropelamento
(x) Escorregamento
( ) Explosão
(x) Queda de nível
( ) Queda de objetos
(x) Atingido por .... objetos, partícula
RECOMENDAÇÕES
Máquinas e equipamentos.
Fazer treinamentos e registrar
Não há demarcação no piso
Não há placas de orientação.
Providenciar
placas
de
sinalização e demarcação no
piso
Fazer recargas e treinamentos
anuais.
Extintores de incêndio
Aquecedores
Mante-los isolados
Piso escorregadio, molhado
ou sujo e escadas
Usar calçado de segurança e/ou
manter a limpeza do piso e
corrimão.
Escadas de acesso e das
máquinas misturadores
Providenciar
escada
corrimão
na
respingos do reator
atenção na
produtos.
colocação
dos
(x) Prensamento, batida, colisão, corte, etc
Manter equipamentos
proteção
( x) Contato com produtos químicos
( ) Máquinas e equipamentos sem proteção
( ) liberação de gases e ou vapores.
( ) Armazenamento inadequado
( ) Produtos inflamáveis
Vide relação
com
idem
Utilizar luva de látex
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( ) Radiações - soldas
( ) Outros
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FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR AMBIENTAL (Setorial)
1. IDENTIFICAÇÃO (4)
ÁREA : PRODUÇÃO.
SETOR: Prensas/extrusoras.
SUBSETOR:
2. RISCOS FÍSICOS: GRUPO I
Risco
Fonte geradora
Extrusoras e Prensas
(x) Ruído
( ) Calor
( ) Frio
( ) Vibrações
( ) Pressões Anormais.
( ) Radiações Ionizantes
( ) Radiações não ionizante
(x) umidade
EPC/EPI
Protetor auricular
Outros
vide relatório
anexo
Não há
Não há
Não há
Não há
Não há
Não há
Lavagem das máquinas
3. Riscos Químicos: Grupo II
Risco
Fonte geradora
( ) Gases
Não há
( ) Vapores
Não há
( ) Poeiras
Não há
( ) Fumos
Não há
Não há
( ) Névoas
Não há
( ) substancias
( ) compostos
Não há
( ) Neblina
Não há
(x) Outros
Vide relação
4. Riscos Biológicos: Grupo III
Risco
Procedência
( ) Vírus
Não há
( ) Bactérias
Não há
( ) Protozoários
Não há
( ) Fungos
Não há
( ) Bacilos
Não há
( ) Parasitas
Não há
( ) outros
Não há
luva latex.
Produto
EPI/EPC
EPI ou EPC
OUTROS
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5. Riscos Ergonômicos : Grupo IV
Risco
Função / local
(x) Trab. Físico pesado
( x ) Postura incorreta
Recomendações
Movimentar produtos estocados e
moldes.
Colocação de material na extrusora
Utilizar sempre mais de uma pessoa,
dotar carrinho com rodas.
fazer sempre com duas pessoas e apoio
para escada.
Iluminação
Vide relatório de iluminamento
( ) Posição incorreta
( ) Ritmo excessivo
( ) Monotonia
( ) Trab. Turno
( ) Conflitos
( ) Responsabilidade
(x) Outros
6. Tabela de Riscos de acidentes :Grupo V
DESCRIÇÃO DO
RISCOS
PROBLEMA
( ) Arranjo físico inadequado
( ) Ferramentas manuais
(x) Contato com eletricidade
(x) Falta de Sinalização
(x) Incêndio
( ) Ar comprimido
( ) Queimaduras
( ) Atropelamento
(x) Escorregamento
( ) Explosão
(x) Queda de nível
(x) Queda de objetos
( ) Atingido por .... objetos, partícula
(x) Prensamento, batida, colisão, corte etc
(x) Contato com produtos químicos
( ) Máquinas e equipamentos sem proteção
( ) liberação de gases e ou vapores.
( ) Armazenamento inadequado
( ) Produtos inflamáveis
( ) Radiações - soldas
( ) Outros
Máquinas
Não há demarcação no piso
Não há placas de orientação.
Extintores de incêndio
RECOMENDAÇÕES
Manter fiação protegida.
Providenciar
placas
de
sinalização e demarcação no
piso
Fazer recarga e treinamento
anual
Piso escorregadio, molhado
ou sujo
Usar calçado de segurança e/ou
manter a limpeza.
Escadas das extrusoras
Estocagem de produtos
Colocar apoio tipo um corrimão
Utilizar calcado de segurança
Prensas
Observar posicionamento do
companheiro
e
manter
acionamento duplo
Vide relação de Produtos
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43
FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR AMBIENTAL (Setorial)
1. IDENTIFICAÇÃO (5)
ÁREA : PRODUÇÃO.
SETOR: Embalagem e Almoxarifado.
SUBSETOR:
2. RISCOS FÍSICOS: GRUPO I
Risco
Fonte geradora
( ) Ruído
Não há
( ) Calor
Não há
( ) Frio
Não há
( ) Vibrações
Não há
( ) Pressões Anormais.
Não há
( ) Radiações Ionizantes
Não há
( ) Radiações não ionizante
Não há
Não há
( ) umidade
3. Riscos Químicos: Grupo II
Risco
Fonte geradora
( ) Gases
Não há
( ) Vapores
Não há
( ) Poeiras
Não há
( ) Fumos
Não há
( ) Névoas
Não há
Não há
( ) substancias
Vide relação
(x) compostos
( ) Neblina
Não há
( ) Outros
Não há
4. Riscos Biológicos: Grupo III
Risco
Procedência
( ) Vírus
Não há
( ) Bactérias
Não há
( ) Protozoários
Não há
( ) Fungos
Não há
( ) Bacilos
Não há
( ) Parasitas
Não há
(x) outros
insetos
EPC/EPI
Outros
Produto
EPI/EPC
EPI ou EPC
OUTROS
Desinsetização
periódicas
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5. Riscos Ergonômicos : Grupo IV
Risco
Função / local
(x) Trab. Físico pesado
( x) Postura incorreta
Recomendações
Transportar caixas e embalagens
estocagem ou almoxarifado
embalagem nas linhas.
Acondicionamento de materiais
( ) Posição incorreta
-
( ) Ritmo excessivo
-
( ) Monotonia
-
( ) Trab. Turno
-
( ) Jornada prolongada
-
( ) Conflitos
-
( ) Responsabilidade
-
(x) Outros
Utilizar carrinhos com rodas
disponibilizar mais de uma pessoa.
Utilizar cadeiras com assentos reguláveis e sempre
utilizar empilhadeira elétrica (retirar e colocar
algo nas prateleiras altas.
Iluminação
Ver relatório a seguir
6. Tabela de Riscos de acidentes :Grupo V
DESCRIÇÃO DO
RISCOS
PROBLEMA
( ) Arranjo físico inadequado
( ) Ferramentas manuais
( ) Contato com eletricidade
(x) Falta de Sinalização
(x) Incêndio
( ) Ar comprimido
( ) Queimaduras
( ) Atropelamento
(x) Escorregamento
( ) Explosão
(x) Queda de nível
(x) Queda de objetos
( ) Atingido por .... objetos, partícula
(x) Prensamento, batida, colisão, etc
(x) Contato com produtos químicos
( ) Máquinas e equipamentos sem proteção
( ) liberação de gases e ou vapores.
( ) Armazenamento inadequado
( ) Produtos inflamáveis
( ) Radiações - soldas
ou
RECOMENDAÇÕES
demarcação de piso
demarcação do fosso do
elevador
Extintores de incêndio
Repintar
faixas
e
fazer
sinalização no fosso além de
sinalizar com placa maior.
Recarga e treinamento anual
Piso liso/ lavagem de piso
Calçado de segurança.
Escadas e prateleiras
Utilizar empilhadeira elétrica e utilizar
calçado de segurança.
Manter a atenção e utilizar a
empilhadeira elétrica
Manipulação de material nos
almoxarifados e estoque
Acondicionamento
prateleiras
No almoxarifados
em
Cuidados e atenção, mante-las
em caixas próprias
utilizar luvas de látex.
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( ) Outros _________________________
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FICHA DE AVALIAÇÃO PRELIMINAR AMBIENTAL (Setorial)
1. IDENTIFICAÇÃO (6)
ÁREA : APOIO.
SETOR: Laboratório.
SUBSETOR:
2. RISCOS FÍSICOS: GRUPO I
Risco
Fonte geradora
( ) Ruído
Não há
( ) Calor
Não há
( ) Frio
Não há
( ) Vibrações
Não há
( ) Pressões Anormais.
Não há
( ) Radiações Ionizantes
Não há
( ) Radiações não ionizante
Não há
Limpeza
ou lavagem
( x ) umidade
3. Riscos Químicos: Grupo II
Risco
Fonte geradora
( ) Gases
Não há
( ) Vapores
Não há
( ) Poeiras
Não há
( ) Fumos
Não há
( ) Névoas
Não há
Não há
( ) substancias
Não há
( ) compostos
( ) Neblina
Não há
(x) Outros
Manipulação
4. Riscos Biológicos: Grupo III
Risco
Procedência
( ) Vírus
Não há
( ) Bactérias
Não há
( ) Protozoários
Não há
( ) Fungos
Não há
( ) Bacilos
Não há
( ) Parasitas
Não há
( ) outros
Não há
EPC/EPI
Outros
Bota de borracha,
luvas latex,
avental de trevira
Produto
EPI/EPC
Vide relação
EPI ou EPC
OUTROS
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5. Riscos Ergonômicos : Grupo IV
Risco
Função / local
Recomendações
( ) Trab. Físico pesado
( ) Postura incorreta
( ) Posição incorreta
-
( ) Ritmo excessivo
-
( ) Monotonia
-
( ) Trab. Turno
-
( ) Jornada prolongada
-
( ) Conflitos
-
( ) Responsabilidade
-
(x) Outros
Iluminação
Ver relatório a seguir
6. Tabela de Riscos de acidentes :Grupo V
DESCRIÇÃO DO
RISCOS
PROBLEMA
RECOMENDAÇÕES
( ) Arranjo físico inadequado
(x) Ferramentas manuais
(x) Contato com eletricidade
Vidrarias e equipamentos
Tomadas elétricas
atenção e treinamento
Não molhar as tomadas elétrica
no WC e vestiário.
( ) Falta de Sinalização
(x) Incêndio
Extintores de Incêndio
Fazer recarga e treinamento
anual
Produtos aquecidos na estufa
Atenção e treinamento
Piso liso/ lavagem de piso e
escadas
Calçado de
corrimão.
Escadas em geral e piso liso.
Utilizar antiderrapantes nas escadas e
utilizar calçado de segurança.
Vide relação
utilizar luvas de látex.
( ) Ar comprimido
(x) Queimaduras
( ) Atropelamento
(x) Escorregamento
( ) Explosão
(x) Queda de nível
( ) Queda de objetos
( ) Atingido por .... objetos, partícula
( ) Prensamento, batida, colisão, etc.
(x) Contato com produtos químicos
( ) Máquinas e equipamentos sem proteção
( ) liberação de gases e ou vapores.
( ) Armazenamento inadequado
( ) Produtos inflamáveis
( ) Radiações - soldas
( ) Outros _________________________
segurança
e
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FICHA DE INSPEÇÃO
(MODELO)
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FICHA DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA Nº____
Segurança Trabalho
Seg. Patrim2onial
Imagem Corporativa
Higiene
Industrial
DE :
PARA:
LOCAL DE INSPEÇÃO
OBJETO DA INSPEÇÃO
DATA:
HORA:
CÓPIA P/
DESCRIÇÃO DA INSPEÇÃO
SUGESTÕES
Responsável pela Inspeção
Data
ACEITA : Providências tomadas
PROVIDÊNCIAS
RECUSADA : Motivo
Prazo Previsto para Execução:
Responsável pela Execução :
Recebido P/ :
WORK-UP
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EQUIPAMENTOS
DE
PROTEÇÃO
INDIVIDUAIS
EPI
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EPI - Equipamentos de Proteção Individual
Segundo a NR 6. da Portaria 3.214/78, considera-se EPI, todo dispositivo de uso individual, de
fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do
trabalhador.
A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco e em
perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias.
a) sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não
oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças
profissionais e do trabalho;
b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas;
c) para atender as situações de emergência.
Atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional, o empregador deve fornecer aos
trabalhadores os seguintes EPIs.:
I - Proteção para a cabeça
a) protetores faciais destinados à proteção dos olhos e da face contra lesões ocasionadas por
partículas, respingos, vapores de produtos químicos e radiações luminosas intensas;
b) óculos de segurança para trabalhos que possam causar ferimentos nos olhos, provenientes de
impacto de partículas;
c) óculos de segurança, contra respingos, para trabalhos que possam causar irritações nos olhos e
outras lesões decorrentes da ação de líquidos agressivos e metais em fusão;
d) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritação nos olhos provenientes de
poeiras:
e) óculos de segurança para trabalhos que possam causar irritações nos olhos e outras lesões
decorrentes da ação de radiações perigosas;
f) máscaras para soldadores nos trabalhos de soldagem e corte ao arco elétrico;
g) capacetes de segurança para proteção do crânio nos trabalhos sujeitos a:
1 - agentes meteorológicos (trabalhos a céu aberto);
2 - impactos provenientes de quedas, projeção de objetos ou outros;
3 - queimaduras ou choque elétrico.
II - Proteção para os membros superiores.
Luvas e/ou mangas de proteção e/ou cremes protetores devem ser usados em trabalhos em que haja
perigo de lesão provocadas por:
1 - materiais o objetos escoriantes, abrasivos, cortantes ou perfurantes;
2 - produtos químicos corrosivos, cáusticos, tóxicos, alergênicos, oleosos, graxos, solventes
orgânicos e derivados de petróleo;
3 - materiais ou objetos aquecidos;
4 - choque elétrico;
5 - radiações perigosas;
6 - frio;
7 - agentes biológicos.
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III - Proteção para os membros inferiores:
a) calçados de proteção contra riscos de origem mecânica;
b) calçados impermeáveis, para trabalhos realizados em lugares úmidos, lamacentos ou
encharcados;
c) calçados impermeáveis e resistentes a agentes químicos agressivos;
d) calçados de proteção contra riscos de origem térmica;
e) calçados de proteção contra radiações perigosas;
f) calçados de proteção contra agentes biológicas agressivos;
g) calçados de proteção contra riscos de origem elétrica;
h) perneiras de proteção contra riscos de origem mecânica;
i) perneiras de proteção contras riscos de origem térmica;
j) perneiras de proteção contra radiações perigosas;
IV - Proteção contra quedas com diferença de nível:
a) cinto de segurança para trabalho em altura superior a 2 (dois) metros em que haja risco de queda;
b) cadeira suspensa para trabalho em alturas em que haja necessidade de deslocamento vertical,
quando de natureza do trabalho assim o indicar;
c) trava-queda de segurança acoplado ao cinto de segurança ligado a um cabo de segurança
independente, para os trabalhos realizados com movimentação vertical em andaimes suspensos de
qualquer tipo.
V - Proteção auditiva
Protetores auriculares, para trabalhos realizados em locais em que o nível de ruído seja superior ao
estabelecido pelos padrões de segurança.
VI - Proteção respiratória, para exposições a agentes ambientais em concentrações
prejudiciais à saúde do trabalhador:
a) respiradores contra poeira, para trabalhos que impliquem em produção de poeiras;
b) máscaras para trabalhos de limpeza por abrasão, através de jateamento de areia;
c) respiradores e máscaras de filtro químico para exposição a agentes químicos prejudiciais ã saúde;
d) aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar), para locais de trabalho onde o teor de
oxigênio seja inferior a 18% (dezoito por cento) em volume.
VII - Proteção do tronco.
Aventais, jaquetas, capas e outras vestimentas especiais de proteção para trabalhos em que haja
perigo de lesões provocadas por:
1 - riscos de origem térmica;
2 - riscos de origem radioativa;
3 - riscos de origem mecânica;
4 - agentes químicos;
5 - agentes meteorológicos;
6 - umidade proveniente de operações de lixamento a água ou outras operações de lavagem.
VIII - Proteção do corpo inteiro.
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53
Aparelhos de isolamento (autônomos ou de adução de ar), para locais de trabalhos onde haja
exposição a agentes químicos, absorvíveis pela pele, pelas vias respiratórias e digestiva, prejudiciais
à saúde.
O empregado deve trabalhar calçado ficando proibido o uso de tamancos, sandálias, chinelos.
Em casos especiais, poderá a autoridade regional do MTb permitir o uso de sandálias, desde que a
atividade desenvolvida não ofereça riscos à integridade física do trabalhador.
O Ministério do Trabalho poderá determinar o uso de outros EPI, quando julgar necessário.
Os EPI mencionados nas alíneas e e f do inciso I - Proteção para cabeça, devem possuir lentes ou
placas filtrantes para radiações visíveis (luz), ultravioleta e infravermelha.
A recomendação ao empregador, quanto ao EPI adequado ao risco existente em determinada
atividade, é de competência:
a) do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho - SESMT;
b) da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, nas empresas desobrigadas de manter o
SESMT.
Nas empresa desobrigadas de possuir CIPA, cabe ao empregador, mediante orientação técnica,
fornecer e determinar o uso do EPI adequado à proteção da integridade física do trabalhador.
O EPI, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser colocado à venda, comercializado ou
utilizado, quanto possuir o Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo Ministério do Trabalho e
da Administração - MTPS.
Obrigações do Empregador
Obriga-se o empregador, quanto ao EPI, a:
a) adquirir o tipo adequado à atividade do empregado;
b) fornece ao empregado somente EPI aprovado pelo MTPS e de empresas cadastradas no
DNSST/MTPS;
c) treinar o trabalhador sobre seu uso adequado;
d) tornar obrigatório o seu uso;
e) substituí-lo, imediatamente, quanto danificado ou extraviado;
f) responsabilizar-se pela sua higienização e manutenção periódica;
g) comunicar ao MTPS qualquer irregularidade observada no EPI;
Obrigações do Empregado
Obriga-se o empregado, quanto ao EPI, a:
a) usá-lo apenas para a finalidade a que se destina;
b) responsabilizar-se por sua guarda e conservação;
c) comunicar ao empregador qualquer alteração que torne impróprio para uso.
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(Modelo para controle de movimentação de EPI entre Empregador e Empregado)
DECLARAÇÃO DE RECEBIMENTO
DE
EPI - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
MATRÍCULA DO FUNC. ____________
DATA DE ADMISSÃO ____________
SEÇÃO___________________________
Eu, Sr.(a)
______________________________________________________________
declaro para todos os efeitos previstos na NR-6 da Portaria 3.214/78, haver recebido gratuitamente, após
orientação de uso e aplicação, os EPIs abaixo descrito(s), comprometendo-me a usá-lo(s) sistematicamente
em meu trabalho, mediante os termos seguintes:
a) O EPI será usado unicamente para a finalidade a que se destina e qualquer alteração que o torne parcial ou
totalmente danificado deverá ser comunicado à Empresa;
b) Somente iniciar o serviço se estiver usando os EPIs, indicados na tarefa a realizar;
c) Estou ciente e de pleno acordo que a falta de uso por mim, do(s) EPI(s) fornecido (s) pela Empresa,
constitui Ato Faltoso, sujeito às sanções disciplinares previstas na legislação pertinente ao assunto;
d) Responsabilizo-me integralmente pela guarda e conservação do(s) EPI(s) que me for(em) confiado(s);
e) Autorizo expressamente à Empresa a proceder ao desconto de meus salários, vencimentos, gratificações,
indenizações, o(s) valor(es) do(s) EPI(s) que por ventura por for(em):
e.l ) Danificados propositalmente;
e.2) Extraviados;
e.3) Não devolvidos à Empresa para substituição;
e.4) Não devolvidos à Empresa por ocasião de eventual desligamento.
_______________________ _____/_____/_____ ______________________________
Local
Data
Assinatura
Data
Quant.
Discriminação do EPI
Assinatura do empregado ao receber o
EPI
devolução
visto almox.
works-safety
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Obrigações do fabricante e do importador
O fabricante nacional ou importador obrigam-se, quanto ao EPI, a:
a) comercializar ou colocar à venda somente EPI, portador de CA;
b) renovar o CA, o Certificado de Registro de Fabricante - CRF e o Certificado de
Registro de Importador - CRI, quando vencido o prazo de validade estipulado pelo
MTPS.
c) requerer novo CA, quando houver alteração das especificações do equipamento
aprovado.
d) responsabilizar-se pela manutenção da mesma qualidade do EPI padrão que deu
origem ao Certificado de Aprovação (CA).
e) cadastrar-se junto ao MTPS, através do DSST.
Fiscalização para Controle de Qualidade do EPI.
A fiscalização para controle de qualidade de qualquer tipo de EPI dever se feita pelos
Agentes de Inspeção do Trabalho.
Resumo da NR.6, Manuais de Legislação ATLAS, 27.a edição.
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AVALIAÇÃO DAS
CONDIÇÕES DE
ILUMINAÇÃO
.
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ÍNDICE
- OBJETIVOS EM ESTUDO ............................................................................................. 51
- CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ....................................................................................... 51
- INSTRUMENTAL UTILIZADO .................................................................................... 51
- METODOLOGIA ............................................................................................................. 51
- LOCAIS AVALIADOS .................................................................................................... 51
- TABELAS DE ANÁLISE (QUANTITATIVAS)............................................................. 52
- CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES ........................................................................ 61
- CAUSAS GERAIS DO PROBLEMA .............................................................................. 62
- RECOMENDAÇÕES FINAIS ......................................................................................... 63
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OBJETIVO EM ESTUDO
Avaliar quantitativamente as condições de iluminação por campo de trabalho da
LECLAIR INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PERFUMES E
COSMÉTICOS LTDA.
Após análise definir a necessidade de adoção de medidas de controle
objetivando o cumprimento das exigências contidas na NBR-5413.
CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO
Comparação direta dos valores medidos (em Lux), com os valores
recomendados por tipo de atividade contida na NBR - 5.413 da INMETRO na
qual foi revogado o anexo 4 da NR-15 da Portaria 3.214 do MTb. para a NR17, segundo a Portaria 3.435 do MTPS do dia 19.06.90., e revogado novamente
no dia 23.11.90, segundo a Portaria 3.751 do MTPS.
INSTRUMENTAL UTILIZADO.
Luximetro digital YF-1065 da YFE com escala de leitura abrangendo a faixa de
0 até 20.000 Lux.
METODOLOGIA
As leituras foram tomadas no campo de trabalho ou quando este não for
definido, a 0,75 metros do piso, em pontos considerados representativos nas
condições de iluminação do ambiente.
LOCAIS AVALIADOS
A avaliação foi feita em todos os postos de trabalhos onde atuam os
funcionários. A relação dos locais encontra-se nas tabelas de análises
quantitativas a seguir.
NOTA : A iluminação deixou de ser agente insalubre, pois foi
revogado o anexo 4 da NR -15 para a NR -17 (ergonomia),
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59
segundo a Portaria 3.435 de 19 de junho de 1990 e revogado
novamente pela Portaria 3.751 de 23 de novembro de 1990.
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TABELA DE ANÁLISE
QUANTITATIVAS
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TABELA DE AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE ILUMINAMENTO
AMBIENTAL
N°
LOCAL
TIPO
DE ATIVIDADE
NÍVEL DE
ILUMINAMENTO
(Lux)
exigido
Medido NBR-5413
OBSERVAÇÕES
ADMINISTRAÇÃO
SALA DA DIRETORIA
01
Mesa do Diretor
Leitura e anotações
850
300
02
Mesas de Reuniões
Leitura e Anotações
1.400
300
Incidência de Luz
natural
ESCRITÓRIO
03
Armários
Armazenagem
800
150
04
Arquivo de Aço
Armazenamento
1.000
150
05
Mesa de Fax
Leituras
1.250
300
- Incidência da luz solar
06
Mesa D. Vilma
Leitura e anotações
1080
300
500 com o computador
07
Mesa com micro
Digitação
1500
500
- Incidência da luz solar
08
Bebedouro
Bebes
> 20.000
150
- Incidência da luz solar
OUTROS ESCRITÓRIO
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09
Hall de Entrada
Corredores
740
100
10
Sala da Gerência
Armazenagem
750
300
NÍVEL DE
ILUMINAMENTO
(Lux)
exigido
Medido NBR-5413
N°
LOCAL
TIPO
DE ATIVIDADE
11
Mesa Reunião
Leitura e Anotações
680
300
OBSERVAÇÕES
LABORATÓRIO
12
Mesa do Técnico de
Laboratório
Leitura e anotações
1.600
300
- Incidência da Luz Natural
13
Bancada com misturador
Bancadas
1.000
300
- Incidência da Luz Natural
14
Estufa
Equipamentos
1.200
300
15
Balança analítica
Pesagem
1.400
500
16
Banho Maria
Equipamentos
1.700
300
17
Bancada de manipulação
Bancadas
1400
300
18
Pia
Lavagem
1400
150
FABRICAÇÃO
19
Prateleira c/ Matéria Prima
Armazenagem
680
150
20
Taxo de Aquecimento
Equipamentos
320
300
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63
21
Preparação Massa básica
Estocagem
530
150
22
Misturador Grande
Misturador
900
300
23
Laminador Grande
Equipamentos
400
a
600
300
24
Misturador Pequeno
Misturador
580
300
NÍVEL DE
ILUMINAMENTO
(Lux)
exigido
Medido NBR-5413
N°
LOCAL
TIPO
DE ATIVIDADE
25
Laminador Pequeno
Equipamentos
420
300
26
Água Deionizada
Equipamentos
300
300
27
Pia
Lavagem
300
150
28
Aquecedor de Água
Equipamentos
380
300
29
Painel de Comando das
Máquinas
Painéis
400
300
30
Estoque de Matéria Prima
Estocagem
300
a
400
150
31
Taxo de Mistura ou Reator
Equipamentos
500
300
32
Geladeira Industrial
Equipamentos
580
300
33
Mesa de Enchimento
Bancadas
300
a
430
300
OBSERVAÇÕES
- Melhorar a Iluminação
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64
34
Estocagem
Estocagem
350
150
35
Prateleira
Armazenamento
380
150
PESAGEM
36
Extrusora
Equipamentos
920
300
37
Balança Grande
Pesagem
270
300
38
Bancada com balança
pequena
Pesagem
500
300
N°
LOCAL
TIPO
DE ATIVIDADE
39
Poço do elevador
Transporte
40
Prateleira com recipientes
Armazenagem
41
Prateleira com Recipientes
Armazenagem
NÍVEL DE
ILUMINAMENTO
(Lux)
exigido
Medido NBR-5413
50
a
150
60
400
a
150
600
600
a
150
900
- Dotar luminária suplementar
OBSERVAÇÕES
- Colocar luminária no
elevador
PRENSAS
42
Área de Estocagem 1
de rebarbas
Estocagem
43
Área de Estocagem 2
de rebarbas
Estocagem
44
Área de Estocagem 3
de carrinhos de Secagem
Estocagem
90
a
120
200
a
500
500
a
600
150
150
150
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65
45
Extrusora Grande
Extrusão
500
300
46
Extrusora Pequna
Extrusão
600
300
47
Cortador Extrusora Grande
Cortador
400
300
48
Saída da Extrusora Grande
Saída
480
300
49
Prensa 1
Prensas
600
300
50
Rebarbador 1
Rebarba
530
300
51
Prensa 2
Prensas
620
300
52
Rebarbador 2
Rebarbas
610
300
NÍVEL DE
ILUMINAMENTO
(Lux)
exigido
Medido NBR-5413
N°
LOCAL
TIPO
DE ATIVIDADE
53
Prensa 3
Prensas
700
300
54
Rebarbador 3
Rebarba
730
300
55
Prensa 4
Prensas
680
300
56
Rebarbador 4
Rebarbas
680
300
57
Prensa 5
Prensas
800
300
58
Rebarbador 5
Rebarba
810
300
OBSERVAÇÕES
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66
59
Prensa 6
Prensas
790
300
60
Rebarbador 6
Rebarbas
690
300
61
Tanque de Lavagem
Lavagem
300
300
Armazenamento
300
a
500
300
62
Prateleira com Recipientes
EMBALAGEM
63
Área de estocagem
Estocagem
420
150
64
Prateleira
Armazenagem
480
150
65
Linha de embalagem 1
Embalagem
66
Linha de embalagem 2
Embalagem
N°
LOCAL
TIPO
DE ATIVIDADE
67
Armário
Armazenagem
520
a
300
560
520
a
300
600
NÍVEL DE
ILUMINAMENTO
(Lux)
exigido
Medido NBR-5413
340
OBSERVAÇÕES
150
EMBALAGEM FINAL
68
Linha 1
Embalagem
69
Linha 2
Embalagem
850
a
1000
900
a
1000
300
300
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67
70
Saída Linha 1
Embalagem
71
Saída Linha 2
Embalagem
850
a
1000
900
a
1000
300
300
OUTROS
72
Área para futuras
Instalações
área a ser definida
850
??
120
150
ALMOXARIFADO
73
Elevador de Cargas
Carga e Descarga
74
Área de Estoque 1
Estocagem
75
Prateleira 1
Armazenagem
76
Prateleira 2
Armazenagem
77
Prateleira 3
Armazenagem
78
Prateleira 4
Armazenagem
N°
LOCAL
TIPO
DE ATIVIDADE
79
Prateleira 5
Armazenagem
80
Prateleira 6
Armazenagem
90
a
150
130
130
a
150
150
130
a
150
150
130
a
150
150
130
a
150
150
NÍVEL DE
ILUMINAMENTO
(Lux)
exigido
Medido NBR-5413
130
a
150
150
130
a
150
150
- Dotar uma Luminária
OBSERVAÇÕES
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68
81
MANUTENÇÃO
Manutenção
130
300
a
500
82
Recebimento
recebimento
900
300
83
Mesa de Auditoria
Leitura e Anotações
230
300
84
Produto Acabado
Armazenagem
230
150
- Dotar Luminárias
suplementares
- Dotar Luminária
Suplementar
SETORES DE APOIO
VESTIÁRIO
MASCULINO
85
Pia
Lavagem
450
150
86
Boxes de Chuveiros
Lavagem
160
150
Trocar lâmpadas ou
reatores
87
Boxes com Vasos
Necessidades
Fisiológicas
80
150
Trocar lâmpadas ou
reatores
88
Armário 1
Armazenagem
50
150
Trocar lâmpadas ou
reatores
Trocar lâmpadas ou
reatores
89
Banco de Descanso
Descanso
50
150
90
Armário 2
Armazenagem
200
150
Armazenagem
680
150
VESTIÁRIO
FEMININO
91
N°
Armário 1
LOCAL
TIPO
DE ATIVIDADE
NÍVEL DE
ILUMINAMENTO
(Lux)
exigido
Medido NBR-5413
OBSERVAÇÕES
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69
92
Boxes de Chuveiros
Lavagem
380
150
93
Boxes com Vasos
Necessidades
Fisiológicas
530
150
94
Pia
Lavagem
> 20.000
150
95
Banco de Descanso
Leitura e Anotações
750
150
- Incidência da Luz
Natural
REFEITÓRIO
96
Mesa 1
Refeições
470
150
97
Mesa 2
Refeições
300
150
98
Mesa 3
Refeições
200
150
- Trocar lâmpada ou
reator
99
Cozinha
Refeições
120
150
- Trocar lâmpada ou
reator
Lavagem
120
150
- Lâmpada Queimada
Maquinários
150
a
170
150
- Não há atividades no
local
OUTROS
100
Tanque de Lavagem
101
CENTRAL
DE
UTILIZADES
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CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES :
Da análise das informações obtidas durante o período em que se efetuou o
levantamento, podemos afirmar que quase todos os pontos estão de acordo com a
legislação em vigor de acordo com a NBR 5413 da INMETRO.
Lembramos que os níveis de iluminamento medidos, inferiores ao nível mínimo
exigido, não são mais considerados como agentes insalubres, segundo a Portaria
3.435 do dia 19.06.1990 do MTPS.
Para visar a melhoria das condições gerais do trabalho recomenda-se revisar e onde
necessário, reprojetar os sistemas de iluminação dos locais onde não são atingidos os
níveis mínimos.
Sugerimos que seja dada especial atenção à condição do sistema artificial, que
garantirá níveis uniformes, independente das condições atmosféricas do dia.
A utilização de iluminamento suplementar é recomendável naquelas atividades que
exigem maior acuidade visual, pois tais situações não justificam o
redimensionamento do projeto de iluminação.
De um modo geral, para solução dos pequenos problemas de iluminação, deverá ser
considerada que para qualquer local onde haja alguma tipo de atividade e, por mais
simples que sejam, o nível mínimo a ser alcançado é de 150 Lux, com exceção aos
corredores (100 Lux), e nas máquinas de 300 Lux de acordo com as tabelas
estabelecidas pela NBR 5413 da INMETRO. Desta forma, todo projeto de
iluminação, no que se refere ao número de fontes, altura, tipo de lâmpadas, etc...
deverá considerar como ponto de partida este fator. Entretanto, caso projeto prever
apenas o atendimento desta premissa; não levando em conta o problema de sombras
impróprias no campo; depreciação com o tempo, sujeira acumulada, absorção pelas
paredes, pisos ou equipamentos; resultará em pontos com níveis inferiores ao
projetado inicialmente.
As atividades, cujas acuidade visuais necessárias, são superiores a 300 Lux, os
problemas de iluminação poderão ser solucionados contemplando-as com
iluminamento suplementar com focos luminosos localizados nos respectivos campos
de trabalho (caso da manutenção e mesa do almoxarifado), ressalvando-se casos
especiais, caso em que esta providência for considerada desaconselhavel.
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CAUSAS GERAIS DO PROBLEMA
Da análise efetuada nos locais de trabalho, concluímos que os baixos níveis de
iluminamento devem-se a :
- Falhas de manutenção (falta de reposição de lâmpadas queimadas, vida útil
ultrapassada, ou reatores, etc...).
- Ausência de iluminação em alguns pontos (elevador).
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RECOMENDAÇÕES FINAIS
Por enquanto se estuda e se decide sobre as correções requeridas, medidas de
recuperação e de eficiência dos sistemas atuais deverão ser adotados, cuja aplicação
resultarão aumento dos níveis de iluminamento nas áreas.
As medidas recomendas são as seguintes:
a) Efetuar a reposição e/ou reparos das fontes de iluminação.
As luminárias existentes deverão sofrer inspeções periódicas por parte de
manutenção, garantindo-se reposição oportuna de lâmpadas queimadas ou
depreciadas.
b) Definir melhor aproveitamento das qualidades de refletância da cor das paredes e
equipamentos.
d) Dotar as luminárias de defletores adequados, (onde falta).
Se após aplicadas todas as medidas de recuperação das potencialidade do sistema, e
efetuada uma reavaliação, os níveis de iluminação não atingem os valores indicados
na tabela de dados; o sistema deve ser reprojetado de forma a normalizar o
iluminamento de acordo aos padrões em vigor. Para o projeto deverá observada a
NBR 207 da ABNT. Para cálculo de iluminação adequada é usada a fórmula:
ø=SxE
uxd
e
n=ø
µ
ø = Fluxo luminoso total em lúmens, necessários no local.
µ = Fluxo luminosos em lúmens fornecidos por luminárias.
u = Coeficiente de utilização: é relação entre o fluxo de luminoso que incide sobre
o plano de trabalho (fluxo útil) e o fluxo total emitido pelas lâmpadas. Depende do
tipo de local, do acabamento das luminárias, da cor das paredes e do teto.
d = Fator de depreciação é a relação entre o fluxo de luminoso produzido por uma
luminária no fim de período de manutenção e fluxo emitido no início do seu
funcionamento.
n = nº de luminárias necessárias.
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AVALIAÇÃO
DAS
CONDIÇÕES DE EXPOSIÇÃO
AO
RUÍDO INDUSTRIAL
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ÍNDICE
-
OBJETIVOS EM ESTUDO .......................................................................................... 66
- CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ....................................................................................... 67
- LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDO CONTÍNUO E INTERMITENTE ......... 68
- LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDO DE IMPACTO ........................................ 70
- INSTRUMENTAL UTILIZADO ..................................................................................... 70
- MEDIÇÕES ..................................................................................................................... 70
- INTERPRETAÇÃO DAS TABELAS .............................................................................. 70
- TABELAS DE ANÁLISES ............................................................................................. 71
- ANÁLISE DOS RESULTADOS ...................................................................................... 80
- CONCLUSÕES ................................................................................................................ 80
- RECOMENDAÇÕES ....................................................................................................... 81
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OBJETIVOS DO ESTUDO
A avaliação quantitativa do ruído nas atividades em estudo teve como objetivo
determinar a magnitude das exposições individuais a que estariam expostos os
trabalhadores da LECLAIR INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PERFUMES E
COSMÉTICOS LTDA., nas suas atividades normais, atendendo assim, ao
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA.
As determinações foram feitas comparando-se os níveis de pressão sonora
(N.P.S.), medidos, com os níveis máximos estabelecidos pela Legislação
Brasileira em função dos tempos de exposição.
Objetivou-se ainda, coletar informações que definam as características do
ambiente e as condições de trabalho, as quais permitirão sugerir, se necessário,
medidas de controle do risco de danos auditivos para o pessoal exposto.
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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A Legislação Brasileira em vigor, considera como prejudiciais à saúde as
atividades que implicam em exposições a níveis de ruído contínuo ou
intermitente aquelas acima dos LIMITES DE TOLERÂNCIA fixados na tabela
I.
O critério estabelece tempos máximos de exposição, para ouvidos nus, em
função do nível de pressão sonora incidente , segundo o ANEXO 1 DA NR-15
DA PORTARIA 3.214 DO MINISTÉRIO DO TRABALHO DE 08 de junho de
1.978.
A citada Norma Regulamentadora, em seu ANEXO 2, estabelece também
LIMITES DE TOLERÂNCIA para ruídos de impacto, situação representada
pôr picos de energia acústicas de duração inferior a 1 (um) segundo e
intermitência superior a 1 (um) segundo.
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77
LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDO CONTÍNUO OU
INTERMITENTE
TABELA I
LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDO
2CONTÍNUO OU INTERMITENTE
NÍVEL DE RUÍDO
MÁXIMA EXPOSIÇÃO
dB(A)
DIÁRIA PERMITIDA
85
8 horas
86
7 horas
87
6 horas
88
5 horas
89
4 horas e 30 minutos
90
4 horas
91
3 horas e 30 minutos
92
3 horas
93
2 horas e 40 minutos
94
2 horas e 15 minutos
95
2 horas
96
1 hora e 45 minutos
98
1 hora e 15 minutos
100
1 hora
102
45 minutos
104
35 minutos
105
30 minutos
106
25 minutos
108
20 minutos
110
15 minutos
112
10 minutos
114
8 minutos
115*
7 minutos
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78
(*) - Não é permitida a exposição a níveis de ruído acima de 115 dB(A) para
indivíduos que não estejam adequadamente protegidos.
Os Limites de Tolerância relacionam os níveis de pressão sonora, com os
tempos máximos de exposição, e representam as condições sob as quais a
maioria dos trabalhadores podem ficar continuamente expostos, durante toda a
jornada e vida laboral, sem sofrer efeitos adversos à sua capacidade de ouvir e
compreender uma conversação normal.
Em se tratando de um programa de controle de exposição ao ruído, os valores
constante na Tabela I, não devem ser entendidos como linhas separatórias
definidas entre os níveis seguros e perigosos, devido a variação da
susceptibilidade individual dos trabalhadores. Porém, os níveis de ruído
deverão ser sempre mantidos os mais baixos que a tecnologia permitir.
As exposições máximas permissíveis referem-se ao tempo total de exposição a
um mesmo nível pôr dia de trabalho, quer seja, contínuo ou composta de vários
períodos de curtas exposições.
Quando a exposição diária é composta de dois ou mais períodos sob diferentes
níveis, devem ser considerados os seus efeitos combinados e :
Se a soma das seguintes frações :
C1
T1
+
C2
T2
+ ............. +
Cn
Tn
EXCEDER A UNIDADE (1), o valor limite de exposição, deverá ser
considerado ultrapassado.
Se esta soma exceder a 0,5 a exposição deve ser monitorada através de exames
audiométricos, conforme determina o PCMSO (Programa de Controle Médico e
Saúde Ocupacional).
T1 = Indica o tempo total diário de exposição permitido a determinado
nível (tabela I)
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C1 = Indica o tempo total diário de exposição a um nível específico de
ruído.(o tempo a que permanece exposto aquele ruído.)
LIMITE DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDO DE IMPACTO
Para ruído de impacto o Limite de Tolerância é de 130 dB avaliado com
medidor de Nível de Pressão Sonora (Decibelímetro), operando no circuito
linear e circuito de resposta para impacto (fast).
Poderá ainda ser avaliado com medidor operando na curva de compensação " C
" e circuito de resposta rápida "FAST", passando neste caso o Limite de
Tolerância para 120 dB (C).
INSTRUMENTAL UTILIZADO
Os níveis de pressão sonora (ruído), foram quantificados utilizando-se Medidor
de Nível de Pressão Sonora (DECIBELÍMETRO), marca REALISTIC - "
Sound Level Meter " modelo 33-2050.
As medições foram feitas na escala "A" do aparelho, usando-se a resposta
"Slow", circuito de resposta lenta, para ruídos contínuos e intermitentes, junto
a região auditiva do trabalhador.
Não há exposição ao RUÍDO DE IMPACTO.
MEDIÇÕES
As medições dos níveis de ruído foram efetuadas em todos os postos de
trabalhos da empresa, áreas de serviços e administrativas.
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80
INTERPRETAÇÃO DAS TABELAS
a) - As colunas 1, 2 e 3, explicam-se por si mesmas;
a coluna 4, " Limites de Tolerância ", indica o tempo em que o
trabalhador poderá permanecer em exposição sem Protetor Auditivo.
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TABELAS DE ANÁLISES
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TABELA DE AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE RUÍDO
AMBIENTAL
N°
LOCAL
RUÍDO
dB(A)
MÁXIMA
EXPOSIÇÃO
DIÁRIA
PERMISSÍVEL
OBSERVAÇÕES
ADMINISTRAÇÃO
SALA DA DIRETORIA
01
Mesa do Diretor
02
Mesas de Reuniões
62
a
63
62
a
63
Não há restrição
Não há restrição
ESCRITÓRIO
62
a
63
62
a
63
62
a
63
03
Armários
04
Arquivo de Aço
05
Mesa de Fax
06
Mesa D. Vilma
65
Não há restrição
07
Mesa com micro
65
Não há restrição
08
Bebedouro
62
a
63
Não há restrição
62
a
63
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
OUTROS ESCRITÓRIO
09
Hall de Entrada
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83
10
Sala da Gerência
11
Mesa Reunião
N°
LOCAL
62
a
63
62
a
63
Não há restrição
Não há restrição
RUÍDO
dB(A)
MÁXIMA
EXPOSIÇÃO
DIÁRIA
PERMISSÍVEL
OBSERVAÇÕES
LABORATÓRIO
12
Mesa do Técnico de Laboratório
65
Não há Restrições
13
Bancada com misturador
65
Não há Restrições
Ruído da guilhotina
14
Estufa
65
Não há Restrições
Ruído da guilhotina
15
Balança analítica
65
Não há Restrições
Ruído da guilhotina
16
Banho Maria
65
Não há Restrições
Ruído da guilhotina
17
Bancada de manipulação
65
Não há Restrições
Ruído da guilhotina
18
Pia
65
Não há Restrições Ruído da queda do material
ao ser cortado
FABRICAÇÃO
19
Prateleira c/ Matéria Prima
78
Não há restrição
20
Taxo de Aquecimento
78
Não há restrição
21
Preparação Massa básica
78
Não há restrição
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84
22
Misturador Grande
79
Não há restrição
23
Laminador Grande
79
Não há restrição
24
Misturador Pequeno
79
Não há restrição
25
Laminador Pequeno
79
Não há restrição
N°
LOCAL
RUÍDO
dB(A)
MÁXIMA
EXPOSIÇÃO
DIÁRIA
PERMISSÍVEL
26
Água Deionizada
79
Não há restrição
27
Pia
79
Não há restrição
28
Aquecedor de Água
79
Não há restrição
29
Painel de Comando das Máquinas
79
Não há restrição
30
Estoque de Matéria Prima
79
Não há restrição
31
Taxo de Mistura ou Reator
79
Não há restrição
32
Geladeira Industrial
79 a 80
Não há restrição
33
Mesa de Enchimento
79 a 80
Não há restrição
34
Estocagem
79
Não há restrição
35
Prateleira
79
Não há restrição
OBSERVAÇÕES
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85
PESAGEM
36
Extrusora
79
Não há restrição
37
Balança Grande
79
Não há restrição
38
Bancada com balança pequena
79
Não há restrição
39
Poço do elevador
76
Não há restrição
40
Prateleira com recipientes
76
Não há restrição
N°
LOCAL
RUÍDO
dB(A)
MÁXIMA
EXPOSIÇÃO
DIÁRIA
PERMISSÍVEL
41
Prateleira com Recipientes
76
Não há restrição
OBSERVAÇÕES
PRENSAS
42
Área de Estocagem 1
de rebarbas
43
Área de Estocagem 2
de rebarbas
44
Área de Estocagem 3
de carrinhos de Secagem
76
a
80
76
a
80
78
a
84
45
Extrusora Grande
82
Não ha restrição
46
Extrusora Pequena
82
Não ha restrição
Cortador Extrusora Grande
84
a
86
7 horas
47
Não ha restrição
Não ha restrição
Não ha restrição
Ruído das prensagens
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86
48
Saída da Extrusora Grande
49
Prensa 1
50
Rebarbador 1
51
Prensa 2
52
Rebarbador 2
53
Prensa 3
54
Rebarbador 3
55
Prensa 4
N°
LOCAL
56
Rebarbador 4
57
Prensa 5
58
Rebarbador 5
59
Prensa 6
60
Rebarbador 6
84
a
87
84
a
87
84
a
87
84
a
87
84
a
87
84
a
87
84
a
87
84
a
87
RUÍDO
dB(A)
84
a
87
84
a
87
84
a
87
84
a
87
84
a
87
6 horas
Ruído das prensagens
6 horas
Ruído das prensagens
6 horas
Ruído das prensagens
6 horas
Ruído das prensagens
6 horas
Ruído das prensagens
6 horas
Ruído das prensagens
6 horas
Ruído das prensagens
6 horas
Ruído das prensagens
MÁXIMA
EXPOSIÇÃO
DIÁRIA
PERMISSÍVEL
OBSERVAÇÕES
6 horas
Ruído das prensagens
6 horas
Ruído das prensagens
6 horas
Ruído das prensagens
6 horas
Ruído das prensagens
6 horas
Ruído das prensagens
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87
61
Tanque de Lavagem
62
Prateleira com Recipientes
82
a
84
82
a
84
Não há restrição
Não há restrição
EMBALAGEM
63
Área de estocagem
64
Prateleira
65
Linha de embalagem 1
66
Linha de embalagem 2
67
Armário
64
a
66
64
a
66
64
a
66
64
a
66
64
a
66
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
EMBALAGEM FINAL
68
Linha 1
N°
LOCAL
69
Linha 2
70
Saída Linha 1
71
Saída Linha 2
64
a
66
Não há restrição
MÁXIMA
RUÍDO EXPOSIÇÃO
dB(A)
DIÁRIA
PERMISSÍVEL
64
Não há restrição
a
66
64
a
Não há restrição
66
64
a
Não há restrição
66
OBSERVAÇÕES
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88
OUTROS
72
Área para futuras Instalações
62
Não há restrição
ALMOXARIFADO
73
Elevador de Cargas
74
Área de Estoque 1
75
Prateleira 1
76
Prateleira 2
77
Prateleira 3
78
Prateleira 4
79
Prateleira 5
80
Prateleira 6
81
MANUTENÇÃO
N°
LOCAL
82
Recebimento
59
a
60
59
a
60
59
a
60
59
a
60
59
a
60
59
a
60
59
a
60
59
a
60
59
a
60
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
RUÍDO
dB(A)
MÁXIMA
EXPOSIÇÃO
DIÁRIA
PERMISSÍVEL
59
a
60
Não há restrição
OBSERVAÇÕES
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89
83
Mesa de Auditoria
84
Produto Acabado
59
a
60
59
a
60
Não há restrição
Não há restrição
SETORES DE APOIO
VESTIÁRIO
MASCULINO
85
Pia
86
Boxes de Chuveiros
87
Boxes com Vasos
88
Armário 1
89
Banco de Descanso
90
Armário 2
54
a
55
54
a
55
54
a
55
54
a
55
54
a
55
54
a
55
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
VESTIÁRIO FEMININO
91
Armário 1
92
Boxes de Chuveiros
93
Boxes com Vasos
94
Pia
54
a
55
54
a
55
54
a
55
54
a
55
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
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90
N°
LOCAL
95
Banco de Descanso
RUÍDO
dB(A)
MÁXIMA
EXPOSIÇÃO
DIÁRIA
PERMISSÍVEL
54
a
55
Não há restrição
OBSERVAÇÕES
REFEITÓRIO
96
Mesa 1
97
Mesa 2
98
Mesa 3
99
Cozinha
54
a
55
54
a
55
54
a
55
54
a
55
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
Não há restrição
OUTROS
100
Tanque de Lavagem
54
a
55
101
CENTRAL
DE
UTILIZADES
90 a 92
Não há restrição
3 horas
- Não Há atividades neste
setor
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ANÁLISE DOS RESULTADOS
Os resultados da avaliação indicam que existem exposição ocupacional ao
ruído acima dos Limites de Tolerância somente na área de prensagem e
central de utilizades, segundo o anexo 1 da NR-15 da Portaria 3.214 do MTb.,
ou seja existem ruídos superiores a 85 dB(A), ultrapassando os L.T.
Não existem exposições permanentes ocupacionais a níveis de pressão sonora
acima dos L.T.., as quais não sejam controladas pelo uso obrigatório de
PROTETORES AURICULARES. Não obstante medidas de controle na fonte
deverão ser adotadas de modo que permitam reduzir estes níveis.
CONCLUSÕES
Os resultados indicam que os Limites de Tolerância são excedidos nas
atividades desenvolvidas nas áreas de prensas com :
- As batidas das prensas.
Os altos níveis de ruído resultam de :
- Impacto no ponto de atuação da prensa e o material prensado.
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RECOMENDAÇÕES
1) - ÁREA PRODUTIVA - As recomendações básicas são :
a) TRATAMENTO NA FONTE
PRENSAS
- Adaptações nestas prensas com borrachas ou outro material para evitar este
contato.
GERAL
- Lubrificar os componentes moveis, evitando possíveis ruído pelo atrito.
b) TRATAMENTO NO MEIO ( Bloqueio no Meio - ar)
MAQUINAS E EQUIPAMENTOS
- Instalar barreiras acústicas e transparentes tipo acrílico, entre o ponto de
contato gerador de ruído e o indivíduo de modo a não prejudicar a produção e
diminuir a quantidade de ruído no indivíduo.
c) TRATAMENTO NO INDIVÍDUO
GERAL
- Recomenda-se a utilização de Equipamentos de Proteção Individual PROTETOR AURICULAR, ou tipo plug ou tipo Concha, encontrados
facilmente no mercado, enquanto não são executadas as medidas corretivas.
- Recomenda-se também uma conscientização de todos os funcionários sobre os
malefícios que o ruído ocasiona, e também um treinamento de utilização e
conscientização do uso do PROTETOR AURICULAR.
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2) - CONTROLE AUDIOMÉTRICO
De acordo com NR-7 (PCMSO) Programa de Controle Médico de Saúde
Ocupacional, da Portaria 3.214 do MTb, que foi alterada pela Portaria 24 de
12/94 do MTb, fica estabelecido exame audiométrico admissional, periódico e
demissional, para as atividades em que os Limites de Tolerância sejam
ultrapassados em sua metade ou aproximados, conforme critério adotado pelo
médico responsável pelo Programa da empresa.
Desta forma, o cumprimento das exigências legais, permite o estabelecimento
correlativo entre as causas e os efeitos de distúrbios da saúde ocupacional dos
trabalhadores.
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CRONOGRAMA DE AÇÕES :
*Ações
jul
ago
set
out nov dez
jan
fev mar abr mai
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* Para preenchimento desta :
Vide Fichas de Avaliação Ambientais as ações necessárias a serem tomadas e marque a data em que
poderão ser realizadas.
* É de responsabilidade da empresa a execução ou não das ações.
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LISTAS DE PRODUTOS QUÍMICOS
- Massa básica para sabão a base de gordura vegetal 80% e Gordura animal 20
%
- Essências naturais e sintéticas.
- Extratos Vegetais.
- Amido de milho.
- Dióxido de Titânio
- Álcool Etílico
- Antioxidantes
- Ácidos
- EDTA - Sal dissódico
- Butil hidróxido Tolueno
Obs. :
1) Estes produtos foram relacionados pelo laboratório da empresa.
2) Estes Produtos são para fabricação de sabonetes para uso humano,
portanto todos os produtos não prejudiciais a saúde humana.
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NOME
FUNCIONÁRIOS
FUNÇÃO
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99
PROFISSIONAIS QUE PARTICIPARAM
DA EXECUÇÃO DESTE PROGRAMA
_________________________
JOSÉ ROBERTO ZACARIAS
ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO
CREA - 068.240.677-0
RESPONSÁVEL TÉCNICO
_____________________________________
JOSÉ ROBERTO ZACARIAS
ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO
CREA - 068.240.677-0
Curitiba, 30 de junho de 1.999.
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100
PLUMA CONFORTO E TURISMO S.A.
Dpto. R. H. – SESMT
LAUDO DE PERFIL OCUPACIONAL E AMBIENTAL
1. IDENTIFICAÇÃO
CARGO: AUXILIAR MECÂNICO/AUXILIAR DE MANUENÇÃO.
SETOR: OFICINA.
EQUIPAMENTOS E/OU FERRAMENTAIS: Ferramentas manuais em geral de mecânica, tornos, esmeril
__________________________________________________________________________________________________
2. PERFIL OPERACIONAL
2.1. - DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES (Com indicação de esforços físicos)
- Auxiliava nas revisões e manutenção das bombas injetoras, motores, caixa de cambio, freios, dos ônibus e caminhões
verificando possíveis defeitos.
2.2. - LOCAL :
O local onde o auxiliar de mecânico de manutenção desenvolve suas atividades é amplo na oficina mecânica, em uma área de
aproximadamente 1600 m² onde se localizam os boxes ou rampas de manutenção. Abertura frontal, piso de cimento, e
iluminação com lâmpadas de vapor de sódio.
____________________________________ ______________________________________________________________
3. PERFIL AMBIENTAL (Norma Regulamentadora NR-15 da Portaria 3.214 - AGENTES INSALUBRES )
3.1. - AGENTES ERGONÔMICOS
3.1.1. - ILUMINAMENTO (Anexo 4 - NR-15).
N
LOCAL
NÍVEL AVALIADO (Lux)
NÍVEL EXIGIDO(Lux)
TIPO DE ATIVIDADE
1
Oficina
De 500 a 2000
250
Manutenção
CONCLUSÃO : A iluminação deixou de ser agente insalubre, segundo a Portaria 3.751 de 23.11.90 do MTb
3.2. AGENTES FÍSICOS
3.2.1. EXPOSIÇÃO AO RUÍDO INDUSTRIAL (Anexo 1 e 2 - NR-15)
N
N. P. S.
Máxima Exposição
Tempo de
°
LOCAL
(dB-A)
Permitida
Exposição
E. P. I.
1
Oficina
62 a 90
Não há restrições
8 horas
Há Necessidade
Média Logarítmica
Dose equivalente (Leq) = 80,4 dB(A) para 8 horas
CONCLUSÃO : Não há exposição ao Ruído acima dos Limites de Tolerância da NR-15 da Portaria 3.214/78, mas existe
exposição acima de 80 dB(A), conforme Decreto 12312/64, que vigorou até 28.04.95.
3.2.2 - EXPOSIÇÃO AO CALOR (Anexo 3 - NR - 15).
N
Local
IBUTG
ATIVIDADE
Kcal/h
EXPOSIÇÃO
Exposição Permitida
CONCLUSÃO : Não há fontes de calor.
_________________________________________________________________________________________________
3.2.3 - OUTRAS EXPOSIÇÕES A AGENTES FÍSICOS
AGENTE FÍSICO
PROCEDÊNCIA
EPIs
Anexo
NR-15
5
Radiação Ionizante
7
Radiação não Ionizante
Soldagem
Indumentárias de solda
8
Vibrações
9
Frio
10
Umidade
CONCLUSÃO : Existe exposição a solda elétrica, mas é controlada através EPI ( mascara de solda.
EPC's
_________________________________________________________________________________________________
3.3 - AGENTES QUÍMICOS (ANEXOS 11, 12 e 13)
LIMITE DE
CONCENTRAÇÃO
TEMPO DE
N
AGENTE
TOLERÂNCIA
AMBIENTAL
EXPOSIÇÃO
E. P. I.
°
1
Óleos, graxas
N/C
Não há
Normal
Luvas e Cremes
CONCLUSÃO : Há Exposição a óleos e graxas.
__________________________________________________________________________________________________
3.4 - AGENTES BIOLÓGICOS ( ANEXO 14)
N
AGENTE
CONTROLE
E. P. I.
CONCLUSÃO : Não há exposição a agentes biológicos.
4. OBSERVAÇÕES COMPLEMENTARES :
- Medição do nível de pressão sonora ( N.P.S. ), usando medidor de som marca Realistc - " Sound Level Meter " modelo
33-2050, devidamente calibrado.
Os níveis de ruído avaliados atualmente tendem a ser os mesmos de épocas anteriores, pois os equipamentos e o ambiente
são basicamente os mesmos.
* Os agentes agressivos citados acima são nocivos a saúde do segurado.
* As informações contidas neste laudo e aqui apresentado foram fornecidas através de entrevistas e inspeção no local de
trabalho do funcionários, e também por inspeção no local de trabalho realizado por profissionais qualificados nesta área que
assina abaixo.
5. CONCLUSÃO FINAL :
Existe exposição a ruído, solda e produtos químicos, tais como: óleo e graxas, radiação não ionizante que são controladas pelo
uso correto dos EPI´s indicados, Portanto seguindo o Item II do Artigo 191 da CLT e a NR-15 e NR-06 Não há caracterização
de insalubridade nas atividades de auiliar de manutenção/mecânico.
Curitiba, 23 de maio de 2014.
__________________________
José Roberto Zacarias
Eng. De Seg. do Trab
CREA-068.240.677-0
_________________________________________________________________________________________________
* Esta ficha deverá ser atualizada a cada seis meses e/ou quando houver alteração ambiental/Ocupacional.
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PPRA 1999