Engº JUAREZ MARTINEZ MATTOS
Engenharia de Segurança - Radioproteção - CREA-RS 26419
Fone (51) 98062210 - [email protected]
Projeto de Proteção Radiológica
Sala Radiodiagnóstico
UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO - UPA
Parobé - RS
1 - INTRODUÇÃO:
Está sendo projetanda uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento), a ser
implantada na Rua Arthur Hennemann, no município de Parobé.
Para este novo empreendimento, a sala de radiodiagnóstico será localizada na
parte central do edifício.
O objeto deste trabalho é estabelecer as exigências de blindagem e orientações
para as proteções a serem efetuadas, de modo que atendam as exigências legais
vigentes (Norma NE-3.01 - Diretrizes Básicas de Radioproteção, da Comissão
Nacional de Energia Nuclear, de janeiro de 2005, e Portaria da Secretaria de Vigilância
Sanitária do Ministério da Saúde Nº 453 de 1º de junho de 1998).
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Radioproteção
Especificamos neste projeto as proteções necessárias a serem efetuadas com
lâminas de chumbo, OU pela utilização de paredes em alvenaria maciça OU, ainda,
outra opção, proteção das paredes com reboco baritado. Qualquer das opções,
adequadamente implantadas garantirá a correta proteção.
 As blindagens especificadas são espessuras mínimas a ser
implantadas, podendo ser maiores sempre que conveniente. 
Ainda, para a correta adequação da sala e implantação adequada das
proteções, no item 6 - Outras Exigências a Serem Atendidas, listamos outras
orientações importantes, além da blindagem, a serem seguidas para a correta
adequação das salas.
Ver o item 8, Instruções Sobre a Proteção da Sala, mais adiante. para a
adequada colocação da blindagem.
2 - SALA:
A sala de exames radiológicos (raios-X) será implantada na parte central da
UPA, em andar térreo, sem pavimentos acima ou abaixo da área em questão.
A sala, suas dimensões, as utilizações das áreas adjacentes e a disposição dos
equipamentos na mesma estão mostradas em desenho anexo, em escala 1:50.
3 – EQUIPAMENTOS CONSIDERADOS PARA PROJETO:
Não há ainda definição precisa do equipamento a ser implantado na nova sala
de radiodiagnóstico.
Com isto, adotaremos para efeito de cálculo, equipamento com maior energia
de radiação entre aqueles normalmente existentes no mercado. Caso o equipamento
posteriormente implantado possuír energia máxima de radiação inferior àquela
considerada, a proteção implantada estará a maior do que a mínima necessária, o que
vem a favor da segurança.
Assim, para a sala de radiologia (raio-X), destinada a exames radiológicos
gerais, consideramos equipamento de 150 kV (máx), com mesa bucky e dispositivo
mural; para uso do dispositivo mural (bucky), foi considerado fator de uso de 50%.
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4 - CONSIDERAÇÕES DE PROJETO:
Para o cálculo de blindagens da sala de radiodiagnóstico da nova UPA de
Parobé, utilizamos o método de Cálculo de Barreiras segundo o método do National
Council on Radiation Protection and Measurements (constante no NCRP Report N º
49), conforme mostrado abaixo.
Os valores de W, P, U e T foram aqueles recomendados na Portaria Nº 453
da SNVS, para serviços novos sem dados específicos de operação;
Valores das constantes utilizadas nas fórmulas ( F, I, a e dsca ) foram adotados
para cada tipo de equipamento conforme indicado no NCRP Report N 49.
FÓRMULAS:
Cálculo de Barreiras Primárias
Kux = P.d² / W.U.T (1)
Cálculo de Barreiras Secundárias
- Espalhamento:
Kux = 400P.(dsec)² .(dsca)² / a.W.T.F (2)
- Fuga:
B = 600P.(dsec)² .I / W.T (3)
Onde:
Kux é o fator de atenuação,
P é a exposição permissível (ou a ser obtida),
d é a distância da fonte ao ponto considerado
dsec é a distância [m] da fonte de espalhamento ao ponto considerado
dsca é a distância [m] da fonte ao espalhador
W é a carga de trabalho semanal [miliampere.minuto]
U é o fator de uso
T é o fator de ocupação
F é a área do campo no espalhador [cm²]
a é a taxa de espalhamento da exposição incidente a um metro
B é o fator de transmissão,
I é a máxima corrente contínua no tubo
Variação da Intensidade da radiação com a distância:
I = I0.(d0/d)² (4)
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Redução da Intensidade utilizando Camadas Semi Redutoras (CSR):
I = I0/2n (5) n é o número de CSR
Para efeito de cálculo das blindagens foram adotados os valores de restrição
de dose estabelecidos na Portaria 453:
5 mSv/ano em áreas controladas e 0,5 mSv/ano em áreas não controladas.
Nos casos de situações distintas a serem consideradas, como por exemplo
espalhamento pelo paciente na mesa de exames ou em frente ao dispositivo mural, foi
considerado, de modo simplificado e em favor da segurança, a pior situação como
ocorrendo em tempo integral.
Foram superestimadas as cargas de trabalho, os valores de kVp, os fatores de
uso e ocupação e os tamanhos de campo de incidência de radiação utilizados.
Foi sempre suposto que permaneçam pessoas junto à parede, do outro lado da
blindagem, no lugar mais desfavorável.
Foram desconsideradas as atenuações pelo paciente e pelo dispositivo de
imagem.
Para o cálculo em função do espalhamento, consideramos sempre a pior
situação, ou seja, com o espalhador na posição mais próxima da blindagem a ser
calculada.
Ainda, com um erro de cerca de 15%, mas em favor da segurança (adotado
como fator de segurança), simplificamos igualando o Roentgen ao rad.
5 - EXIGÊNCIAS DE BLINDAGEM - MEMORIAL DE CÁLCULO:
Carga de Trabalho considerada, para Exames Radiológicos Gerais,
equipamento de 150 kV:
W = 80 [mA.min/sem], conforme a portaria 453;
Valores adotados, conforme NCRP 49, para equipamentos de 150 kV:
I = 3,3
a = 0,0016
dsca = 0,8
F = 1000
 Ver lay-out anexo, para melhor visualização das paredes referenciadas;
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BIOMBO DE PROTEÇÃO DO OPERADOR:
Biombo protetor do operador do equipamento quando da realização dos exames,
protegido pelo mesmo, e visualizando o paciente através de visor também protegido.
Radiação secundária, apenas, nesta direção; considerada área do tipo controlada,
T=1, U=1, d=1,8m P=0,01R/sem;
Entrando com os valores na fórmula (2):
Kux = (400).(0,01).(1,8)².(0,8)² / (0,0016).(80).(1).(1000) = 0,065
da tabela: chumbo para esta atenuação: 0,50 mm de espessura
Componente devido à radiação de fuga, fórmula (3):
B = (600).(0,001).(1,8)².(3,3) / (80).(1) = 0,32
da tabela (apêndice D da NCRP 49): chumbo para esta atenuação: 0,08 mm Pb
Proteção necessária para esta parede e para a porta: 0,50 mm + 1 CSR = 0,80 mm Pb.
0,80 mm Pb equivale a 72,0 milímetros de alvenaria maciça, ou, 8,0 mm barita
Proteção mínima para o BIOMBO DE PROTEÇÃO DO OPERADOR
E VISOR:
0,80 mm Pb OU 72,00 mm alvenaria maciça OU, ainda, reboco baritado
8,0 mm de espessura.
O visor deve apresentsr proteção equivalente a 0,80 mm de chumbo.
PAREDE E PORTA DE ACESSO DE PACIENTES:
Parede que separa a sala de área de circulação e acesso; radiação secundária, apenas,
nesta direção; porta de dupla folha;
Considerada área do tipo não controlada,
T=1/4, U=1, d=2,5m P=0,001R/sem;
Entrando com os valores na fórmula (2):
Kux = (400).(0,001).(2,5)².(0,8)² / (0,0016).(80).(1/4).(1000) = 0,05
da tabela: chumbo para esta atenuação: 0,55 mm de espessura
Componente devido à radiação de fuga, fórmula (3):
B = (600).(0,001).(2,5)².(3,3) / (80).(1/4) = 0,62
da tabela (apêndice D da NCRP 49): chumbo para esta atenuação: 0,10 mm Pb
Proteção necessária para esta parede e para a porta: 0,55 mm + 1 CSR = 0,85 mm Pb.
0,85 mm Pb equivale a 77,0 milímetros de alvenaria maciça, ou, 8,5 mm barita
Proteção mínima para a PAREDE DA PORTA de acesso e PORTA:
0,85 mm Pb OU 77,00 mm alvenaria maciça OU, ainda, reboco baritado
8,5 mm de espessura.
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PAREDE À ESQUERDA DA PORTA DE ACESSO DE PACIENTES:
Parede à esquerda da porta de acesso, limitando parcialmente com a câmara escura,
parcialmente com uma área de circulação/acesso de serviço;
radiação secundária, apenas, nesta direção, área considerada do tipo não controlada;
T=1/4, U=1, d=2,4 P=0,001R/sem;
Entrando com os valores na fórmula (2):
Kux = (400).(0,001).(2,4)².(0,8)² / (0,0016).(80).(1/4).(1000) = 0,046
da tabela: chumbo para esta atenuação: 0,55 mm de espessura
Componente devido à radiação de fuga, fórmula (3):
B = (600).(0,001).(2,4)².(3,3) / (80).(1/4) = 0,57
da tabela (apêndice D da NCRP 49): chumbo para esta atenuação: 0,10 mm Pb
Proteção necessária para esta parede e para a porta: 0,55 mm + 1 CSR = 0,85 mm Pb.
0,85 mm Pb equivale a 77,0 milímetros de alvenaria maciça, ou, 8,5 mm barita
Proteção para a PAREDE À ESQUERDA DA PORTA:
77,00 mm tijolos maciços OU, ainda, reboco baritado 8,5 mm de
espessura.
PAREDE FRONTAL À PORTA DE ACESSO:
Parede frontal para quem entra na sala de exames, limitando parcialmente com um
poço de luz, parcialmente com um depósito de materiais de limpeza;
considerada área do tipo não controlada, radiação secundária, apenas, nesta direção;
T=1/4, U=1, d=1,5m P=0,001R/sem;
Entrando com os valores na fórmula (2):
Kux = (400).(0,001).(1,5)².(0,8)² / (0,0016).(80).(1/4).(1000) = 0,018
da tabela: chumbo para esta atenuação: 0,85 mm de espessura
Componente devido à radiação de fuga, fórmula (3):
B = (600).(0,001).(1,5)².(3,3) / (80).(1/4) = 0,22
da tabela (apêndice D da NCRP 49): chumbo para esta atenuação: 0,40 mm Pb
Proteção necessária para esta parede: 0,85 mm + 1 CSR = 1,15 mm Pb.
1,15 mm Pb equivale a 105,0 milímetros de alvenaria maciça, ou, 12,0 mm barita.
Proteção mínima para a PAREDE FRONTAL À PORTA de acesso:
1,15 mm Pb OU 105,00 mm alvenaria maciça OU 12,0 mm barita.
PAREDE À DIREITA DA PORTA (PAREDE DA SALA DO COMANDO):
Parede limitando com área de circulação (corredor);
Radiação primária nesta direção (bucky mural junto a esta parede).
T=1/4, U=0,5, d=1,50m P=0,001R/sem;
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Entrando com os valores na fórmula (1):
Kux = (0,001).(1,5)² / (80).(0,5).(1/4) = 0,000225
da tabela (apêndice D da NCRP 49): chumbo para atenuação: 2,65 mm de espessura
Como 2,65 mm Pb eqüivale a 8,33 CSR (Camadas Semi-Redutoras), e para o tijolo
maciço a CSR equivale a 27, 00 milímetros, uma parede de alvenaria maciça de pelo
menos 240 milímetros de espessura oferecerá a proteção necessária. Ainda, poder-se-á
utilizar uma camada de 27,0 mm de reboco baritado como proteção.
Proteção para a PAREDE À DIREITA (parede do bucky mural):
2,65 mm Pb OU 240,0 mm tijolos maciços OU 27,0 mm barita
Observação: A proteção da parede também poderá ser pela sobreposição de dois
materiais, observando a proporcionalidade de cada em relação à espessura necessária.
TETO E PISO:
Não existindo andares superiores ou inferiores, não há exigência de blindagem nessas
direções.
6 - OUTRAS EXIGÊNCIAS A SEREM ATENDIDAS:
Além das exigências de blindagem, outras exigências necessariamente terão que ser
atendidas para o correto enquadramento das instalações:
6.1 - SINALIZAÇÃO DE PORTAS:
Na parte superior das portas de acesso à sala (lado externo da sala) deverão ser
instaladas luminárias com lâmpadas vermelhas e a informação de acesso proibido à
sala quando a lâmpada estiver acesa. Estas lâmpadas deverão acender sempre que
houver iminência de disparo (lâmpada acesa quando acionado o estágio de preparo).
Ainda, as portas de acesso têm que possuir sinalização com símbolo internacional de
radiação e a informação de "área com radiação" (ou similar).
6.2 - ADVERTÊNCIAS:
O serviço de radiodiagnóstico deve implantar um sistema de controle de
exposição médica de modo a evitar exposição inadvertida de pacientes grávidas,
incluindo avisos de advertência como:
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“Mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez: favor informarem ao
médico ou ao técnico antes do exame”.
A(s) sala(s) de radiodiagnóstico (todas) devem exibir quadro com as
seguintes orientações de proteção radiológica, em lugar visível:
(a) “Não é permitida a permanência de acompanhantes na sala durante o
exame radiológico, salvo quando estritamente necessário e autorizado”;
(b) “Acompanhante, quando houver necessidade de contenção de paciente,
exija e use corretamente vestimenta plumbífera para sua proteção”.
Outro quadro no interior da sala, em lugar e tamanho visível ao paciente,
com o seguinte aviso:
“Nesta sala somente pode permanecer um paciente de cada vez”.
- Todos os trabalhadores do serviço de radiologia que permaneçam ou
acessem a sala quando da realização de exames devem ser monitorados em seu
trabalho por um sistema de monitoração individual (dosímetros pessoais).
7 - RECOMENDAÇÕES:
- Técnicos, Enfermeiras e demais pessoas envolvidas em exames
radiológicos devem receber informações específicas (treinamento) sobre proteção
radiológica, no que tange a si próprias e aos pacientes. Treinamento adequado e
cursos periódicos de reciclagem de informações para funcionários contribuem para a
melhoria da qualidade das imagens (diagnósticos mais precisos), redução das perdas
e repetições de exames (custos menores e menores exposições de pacientes).
- Os técnicos executores de exames radiográficos devem sempre trabalhar
sob a supervisão de um médico radiologista, e possuírem a devida formação para
tanto (Técnicos em Radiologia).
- Salas de radiodiagnóstico devem possuir EPIs (equipamentos de
proteção individual) e todos acessórios necessários aos procedimentos previstos, de
modo a preservar a integridade de pacientes, equipes e acompanhantes;
recomendamos para salas de radiologia (salas de raios-X): 2 aventais plumbíferos
(0,5 mm), dois protetores de tireóide, óculos plumbífero, luvas.
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8 - INSTRUÇÕES SOBRE A PROTEÇÃO DAS SALAS:
- BLINDAGENS:
Todas as espessuras de blindagens indicadas são espessuras mínimas,
podendo, quando conveniente, ser maiores.
Em instalações de diagnóstico, as barreiras de proteção radiológica
devem possuir altura mínima de 2,10 metros, medidos a partir do nível do piso.
Aparelhos de ar condicionado, janelas e outras aberturas somente
podem ser instalados em altura superior a 2,10 metros do solo.
As barreiras (paredes) não devem ter descontinuidades devido a juntas,
aberturas para canos e dutos, etc.. Caixas de interruptores, tomadas e outras
descontinuidades existentes na parede usada como blindagem devem ser revestidas
internamente com lâmina de chumbo.
Recomendamos fiações e tubulações externas.
Na colocação de blindagem de chumbo para proteção de serviços de
radiologia, as lâminas de chumbo devem ser montadas de modo que não verguem
ou cedam por ação do próprio peso. Em paredes de alvenaria, ou sempre que
possível, recomenda-se que as mesmas sejam coladas nas paredes ou suportes.
O chumbo utilizado na blindagem (paredes ou portas) não pode ficar
exposto, devendo ser recoberto (lambris, fórmica, plástico, etc.).
A junção (encontro) de duas folhas de chumbo deve ser de tal forma
que suas superfícies se sobreponham de, no mínimo, 1 cm (um centímetro). Em
painéis modulados (tipo divisórias), se necessário, usar entre os painéis um adendo
tipo “mata juntas”.
No caso de execução de paredes de alvenaria maciça para servir como
blindagem, estas paredes deverão ser executadas com cuidado especial, evitando
ao máximo vazios no interior (nos rejuntes dos tijolos). Os tijolos deverão ser
maciços, homogêneos e de primeira qualidade (de preferência prensados).
- PORTAS :
Portas de salas de radiologia devem ser revestidas de tal forma, que a
camada de chumbo das mesmas se sobreponham à proteção de chumbo existente
nos batentes em pelo menos 1 centímetro, de modo a não formar descontinuidade
na blindagem.
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Radioproteção
Também os batentes e os marcos das portas devem ser revestidos com
chumbo que se sobreponham ao chumbo da porta e à parede de modo a não existirem
frestas por onde "vaze" radiação. (Ver desenho orientativo anexo).
Ainda, a porta de acesso tem que possuir sinalização com símbolo
internacional de radiação e a informação de "área com radiação" (ou similar).
Em 30/09/2013
Eng. Juarez Martinez Mattos
CREA-RS 26419
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Radioproteção
Circulação
Circulação
0,25m
Bucky
Mural
1,50m
Comando
0,25m
1,50m
5,50m
Poço de luz
Depósito
0,25m
Acesso Serviço
4,20m
Circulação
Câmara Escura
SALA RADIODIAGNÓSTICO
Escala 1:50
LAY-OUT DA SALA
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