A Construção de um Sistema de Informação e Identificação
para o Transporte Metroviário da Grande Porto Alegre através do Design.
A Construção de um Sistema de Informação e
Identificação para o Transporte Metroviário da Grande
Porto Alegre através do Design.
Design Applied in a Building Information System and Transportation Subway
to the Identification of the Metropolitan Region of Porto Alegre.
Diehl, Marcelo; Graduado; Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS.
[email protected]
Tarouco, Fabrício; Mestre; Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS.
[email protected]
Resumo
O transporte metroviário da região metropolitana de Porto Alegre apresenta algumas carências no que
diz respeito ao seu sistema de informação, sendo um serviço imprescindível aos 45 milhões de
usuários anualmente. Caracteriza-se então a necessidade de se projetar a otimização dos sistemas de
informação para uma melhor integração e orientação do usuário em relação a empresa e aos seus
serviços. Sendo assim, propõe-se um trabalho fundamentado no design estratégico, que proporcione
uma forma eficiente de comunicação entre a empresa de metrô da grande Porto Alegre, seus produtos
e seus usuários, buscando uma maior identificação, interação e orientação do usuário.
Palavras Chave: Design Estratégico, Sistemas de Informação, Transporte Metroviário.
Abstract
The subway transportation in the metropolitan region of Porto Alegre has some shortcomings
with regard to its information system, being an essential service to 45million users annually.
It is characterized then the need to design the optimization of information systems for better
integration and user orientation on the company and its services. Therefore, we propose a
work based on strategic design, to provide anefficient way of communication between the
metro from Porto Alegre, its products andits users, seeking a better identification, interaction
and user orientation.
Keywords: Strategic Design, Information Systems, Transportation Subway.
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A Construção de um Sistema de Informação e Identificação para o Transporte Metroviário
da Grande Porto Alegre através do Design.
Introdução
Os transportes vêm ganhando cada vez mais relevância na atual forma de vida que o
mundo globalizado vem proporcionando. Para tanto, é preciso que medidas sejam tomadas
para oferecer mais qualidade àqueles que utilizam do serviço. Neste contexto pode-se
destacar o transporte metroviário da grande Porto Alegre que tem um papel significante para a
região, transportando um grande número de passageiros.
Para que esses passageiros sintam-se atendidos em suas necessidades, algumas
premissas devem ser cumpridas para que se tenha uma boa imagem a respeito dos meios de
transportes e, sobretudo da região, como por exemplo, a construção de uma boa infraestrutura e o estabelecimento de dispositivos de informação que guiem aqueles que venham
como visitantes, pois os mesmos precisarão se deslocar, se localizar e se orientar. Dados da
EMBRATUR (2010) informações substanciam o senso de posicionamento e reconhecimento
espacial”, onde são supridas as necessidades básicas de orientação para deslocamentos em
territórios desconhecidos.
No caso específico do transporte metroviário da região metropolitana de Porto Alegre,
foram identificadas algumas carências e deficiências que devem ser corrigidas para que a
satisfação seja o mais completa possível, tanto por parte dos turistas, como pelos passageiros
locais, que na utilização desse serviço apresentam dificuldade de uso pleno, demonstrando
desorientação como um dos principais problemas.
Sendo assim este projeto teve um papel significativo para a satisfação dessas pessoas,
pois com a utilização de ferramentas de Design estratégico procurou-se projetar um sistema
de informação e identificação para o transporte metroviário da grande Porto Alegre, a fim de
proporcionar uma maior orientação e integração do usuário com o serviço e com todo o
sistema onde ele atua.
Objeto de estudo
Quando analisamos a realidade específica do metrô da grande Porto Alegre,
constatamos que o mesmo trouxe melhorias e progresso considerável à região metropolitana.
Segundo a Trensurb (Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre), o número de passageiros
transportados durante seus 25 anos de atuação (período de março de 1985 a 2010) é de
949.557.157 (novecentos e quarenta e nove milhões quinhentos e cinqüenta e sete mil cento e
cinqüenta e sete usuários). Com uma média anual de 45 milhões de passageiros na última
década. Sendo que os motivos para o uso do metrô da grande Porto Alegre são vários, mas
principalmente para ir ao trabalho, estudar e lazer.
Figura 1: Pessoas que utilizam o serviço; Fonte: Trensurb, 2010.
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Atualmente, a Trensurb (2010) conta com 25 trens (figura 2) que possuem cada um
quatro vagões formando a locomotiva.
Figura 2: Trem de Porto Alegre; Fonte: Trensurb, 2010.
Assim como os trens, as plataformas (estações) são pontos de importância para o
funcionamento do sistema e, além disso, representa a primeira impressão que o usuário tem
do serviço de transporte. Pois é nele em que o usuário estabelece seu primeiro contato com o
sistema (ANTP, 1995), influenciando na percepção das pessoas a respeito da preocupação que
a empresa tem com o passageiro.
Neste momento, a Trensurb da grande Porto Alegre dispõe de 17 estações, porém com
o aumento previsto do trecho serão 21 estações em operação, divididas em seis municípios da
região metropolitana de Porto Alegre, incluindo a própria capital. Os municípios são: Porto
Alegre (com 6 estações), Canoas (6), Esteio (2), Sapucaia (1), São Leopoldo (2) e em breve a
cidade de Novo Hamburgo.
As plataformas da Trensurb seguem dois padrões. As do tipo „abertas‟ (ver fig. 3), a
exemplo da estação São Pedro, Anchieta e Niterói. E as do tipo „fechadas‟ (ver fig. 4), como a
estação Mercado e São Leopoldo. Em termos de cores, o padrão é em vermelho e azul tanto
na arquitetura quanto na sinalização, contudo tem lugares onde as cores são diferentes sem
um motivo ou projeto evidente e outros em que nem possui (ver fig. 5). Quase todas as
plataformas possuem pontos de auto-serviço e/ou quiosques (estes não padronizados), além de
lixeiras e bancos que também são despadronizados (ver fig. 6).
Figura 3: Estações do tipo „abertas‟; Fonte: Trensurb, 2010.
Figura 4: Estações do tipo „fechadas‟; Fonte: Trensurb, 2010.
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Figura 5: Padrão das estações; Fonte: Trensurb, 2010.
Figura 6: Auto-serviço, quiosques e mobiliário; Fonte: Trensurb, 2010.
As estações possuem um padrão tanto na composição quanto cromático (azul e
vermelho) muito parecido ao do metrô de São Paulo (ver fig. 7). A composição existente aqui
poderia ser utilizada em qualquer outro lugar, pois não é identificada com elementos
distintivos.
Figura 7: Padrão de estação de metrô de São Paulo; Fonte: Site de buscas, 2010.
Pesquisas
As pesquisas de referências foram realizadas no intuito de conhecer as particularidades
do ambiente no qual o problema estava inserido. Ao analisar o caso específico de identidades
de metrô (ver fig. 8), podemos ver como eles pretendem se colocar para seus usuários a partir
dos elementos que formam sua personalidade.
Figura 8: Identidades Visuais de metrô; Fonte Site de Busca, 2010.
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Deve-se ressaltar que identidade não é somente o logotipo, mas também todos os
elementos que caracterizam determinado ambiente ressaltando suas particularidades. Desta
forma são inúmeros os exemplos de estações de metrô (ver fig. 9) pelo mundo, que se diferem
umas das outras criando uma identidade única reconhecível em qualquer lugar e a qualquer
momento.
Figura 9: Estações de Metrô; Fonte: Site de busca, 2010.
Um dos elementos em que uma identidade pode refletir-se é a sinalização. Cauduro
(1992) comenta que nenhum organismo consegue sobreviver se não compreender seu meio
ambiente. Follis e Hammer (1980) apud Crippa (2009) destacam alguns fatores físicos e
psicológicos a respeito da percepção da sinalização, no entanto, a seguir, estão citados alguns
que já foram citados anteriormente quando foi discutido sobre identidade visual, contudo
serão abordados novamente, pois poderão auxiliar na sinalização do transporte metroviário de
Porto Alegre: Ângulo de Visão e Nível do Observador, Taxa de Leitura, Legibilidade,
Implicações da Cor, Tipografia, Espaçamentos, Símbolos e Pictogramas, etc.
Figura 10: Aplicação de cores; Fonte: Gallina, 2010.
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Estudos de Caso
Metrô de Londres, na Inglaterra.
O metrô de Londres (ver fig. 11) é uma referência para este trabalho pela capacidade
de identificação gerada na aplicação de uma identidade visual forte. A criação do lettering
“Underground” ajudou a orientar os usuários, pois o símbolo e as cores (vermelho e azul)
foram distribuídos pela cidade indicando as estações de metrô. As placas de sinalização das
estações também foram uniformizadas e se distinguiam com o uso do medalhão, que foi
utilizado em todo o sistema (Forty, 2007). O mobiliário utilizado também possui as mesmas
formas simples e puras, que aliadas à tipografia criada, deixavam o ambiente organizado.
Todos os elementos foram pensados de forma a compor uma percepção maior de
harmonia, passando a imagem de um sistema planejado e integrado. O mapa também fora
projetado de forma a ser de fácil compreensão para os passageiros, utilizando eixos
horizontais, verticais ou de 45° graus, assim a noção de distancia entre as estações,
influenciava as pessoas a viajarem mais (Forty, 2007).
Figura 11: Metrô de Londres; Fonte: Site de busca, 2010.
Metrô de Munich, na Alemanha.
O estudo das estações de metrô de Munich (ver fig. 12), na Alemanha, se torna
relevante pela forma de com a qual cada estação criou sua própria identidade. As estações são
distintivas e memoráveis em relação às outras. Cada uma com suas particularidades.
Figura 12: Estações de Metrô de Munich, Alemanha; Fonte: Site de buscas, 2010.
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Museu Station, em Toronto – Canadá.
Esta estação de metrô de Toronto (ver fig. 13) é única. Enquanto todas as outras
estações do Canadá são tradicionais, esta é diferente, pois fica logo abaixo de um museu, no
qual possui uma relação. Nas colunas há recriações das peças que existe no museu (sarcófagos
egípcios, totens e estatuas maia). Além disso, o nome da estação é apresentado num painel,
cujas letras são cortadas de modo a parecer com um hieróglifo.
Figura 13: Museu Station – Toronto; Fonte: Site de buscas, 2010.
Estação Retiro do Metrô de Madrid, na Espanha.
O exemplo desta estação de Madrid (ver fig. 14) é diferenciado, pois utiliza nas
paredes de azulejo ilustrações de temas dos arredores da estação. Desta forma dão uma
identidade e estética especifica do local.
Figura 14: Estação Retiro – Metrô de Madrid; Fonte: Site de buscas, 2010.
Museum Platform Oberhausen, na Alemanha.
O museu na plataforma da estação ferroviária central, em Oberhausen, na Alemanha,
(figura 15) foi criado com o objetivo de criar uma atmosfera boa da estação ferroviária com o
uso do design e consequentemente chamar a atenção para a plataforma e assim aumentar a
atratividade do lugar para os visitantes. À noite, eles são iluminados, deixando um ar lúdico
que muda de cor, neste local que até então é „gelado‟. Portanto, esta estação foi transformada
como forma de sublinhar a importância das vias férreas para o local.
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Figura 15: Museum Platform Oberhausen; Fonte: Design Boom, 2010.
Seoul Transportation, na Coréia do Sul.
Este caso da Seoul Transportation (ver figura 16) apesar de ser de ônibus, tem pontos
importantes que podem ser usados para o desenvolvimento do trabalho. O projeto
mencionado tem como objetivo criar um sistema de transporte mais rápido, conveniente e
eficaz. Para reduzir a confusão e simplificar o uso de passageiros, cada ônibus no sistema de
trânsito passou a contratar com quatro cores: azul, verde, vermelho ou amarelo dependendo da
função. Agora, os passageiros podem identificar o ponto de partida e o destino de um ônibus
em um único olhar. Além disto, nas paradas existem displays que indicam a exata localização
dos veículos durante a linha.
Figura 16: Seoul Transportation; Fonte: AsiaInfo, 2010.
O Projeto
A partir das pesquisas realizadas inicialmente e que levantaram deficiências que o
transporte metroviário da grande Porto Alegre apresentava, partiu-se para a geração de
alternativas projetuais, onde foram utilizadas ferramentas de Design, tais como Braisntorm,
Moodboards, Construção de Cenários, entre outras.
O primeiro passo dado para atender os objetivos propostos foi a busca de uma forma
que fosse distintiva e diferenciada, de fácil compreensão, com personalidade e que agregasse
o valor através de uma identidade visual (ver figura 17).
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Figura 17: Estudos de marca.
Assim, observou-se que uma forma geométrica seria coerente e poderia ser eficaz para
atuar na percepção coletiva, pois a forma é facilmente reconhecível, ou seja, memorável.
Optou-se pela utilização da forma de um hexágono (ver figura 17) que além de ser simples
remete a identidade visual antiga, não abandonando totalmente a marca em uso, passando para
os usuários a noção de solidez.
Para o aperfeiçoamento da identidade visual, agregou-se a forma base a letra “T” que
evidenciaria a relação com a empresa, orientando os observadores, pois indicaria chamadas
como „trem‟, „transporte‟, „trensurb‟, mas também suas traduções para o inglês como „train‟ e
„transportation‟. Além disso, a utilização de uma seta indicativa junto a forma base do
hexágono formando a identidade visual foi decidida com o objetivo de orientar ainda melhor
os usuários.
Para a escolha da paleta de cores foi pensado novamente na orientação dos usuários.
Portanto, foram selecionadas seis cores (violeta, azul, verde, amarelo, laranja e vermelho),
imaginadas também junto ao cenário global com suas características de diversidade, que
distingue as cidades atendidas pela Trensurb (Porto Alegre - violeta; Canoas - azul; Esteio verde; Sapucaia - amarelo; São Leopoldo - laranja; Novo Hamburgo - vermelho).
Figura 18: Proposta de Marca.
Para a elaboração da sinalização que ajudará na orientação dos usuários, optou-se pela
utilização de uma linguagem formal semelhante a já empregada na marca, onde também é
utilizada a forma base do hexágono, as tipografias (Caviar Dreams e N.O Movement Bold) e
também as cores já pré estabelecidas, bem como as setas que foram desenhadas tendo em
vista este conceito formal. Primeiramente, a preocupação foi indicar a estação para que o
usuário logo a encontre. Assim sendo, foi elaborado a integração da marca visual com o nome
da estação que sinalizará e auxiliará na identificação (ver figura 19).
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Figura 19: Aplicação da Marca nas Estações;
Foi escolhida a estação Aeroporto para ser detalhada. Então foi realizado um estudo
para saber onde seria alocada esta comunicação, levando em conta o fluxo e a necessidade dos
passageiros para um melhor deslocamento e transmissão de informação. O próximo passo foi
o desenvolvimento dos elementos constituintes deste sistema de sinalização.
O primeiro deles foi o Totem que indica a localização das estações para quem esta
passando, sempre com fundo em preto mais o nome da estação com iluminação interna que
permite a identificação durante a noite (ver figura 20).
Figura 20: Totem de Identificação.
Para identificar as entradas das estações foram criados pórticos, que possuem um
desenho que remete ao símbolo da marca. Produzido em estrutura metálica com pintura
automotiva com as letras em acrílico translúcido com iluminação interna (ver fig. 21).
Figura 21: Pórtico proposto.
Para informações nas estações foram criados painéis, que conforme a necessidades
podem ser alocadas em diferentes pontos. Dentre os painéis escolhidos e desenvolvidos estão:
mapa da linha, destinos, mapa dos arredores, horários e intervalos, itinerários de ônibus,
advertências, notícias e são feitos em chapas metálicas em pintura automotiva preta e as
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informações são aplicadas através de adesivo vinil, sendo que os mesmos possuem faixas de
cores pré estabelecidas conforme a estação (ver figuras 22, 23 e 24).
Figura 22: Painéis de Informação.
Figura 23: Painéis de Informação com cores de identificação.
Figura 24: Painel com representação das estações.
Na parte superior dos painéis, nas plataformas de embarque das estações, são
aplicados outros elementos no sentido horizontal, com a finalidade de aplicar o nome da
estação, auxiliando na identificação da localidade pelos usuários que estão no interior dos
trens.
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Figura 25: Identificação superior.
Com o estudo dos locais onde poderiam ser colocadas a sinalização, identificou-se a
necessidade de criar algumas placas de teto. Para que as mensagens pretendidas sejam
transmitidas corretamente, foi aplicada uma indicação acompanhada de uma seta, sendo que
em várias das placas também foram aplicados pictogramas que auxiliaram para uma
compreensão mais rápida (ver fig. 26).
Figura 26: Identificação para colocar no teto.
Identifica-se que em alguns pontos placas de parede poderiam ser eficazes, sendo que
somente as placas de teto não seriam o suficiente, deste modo, foram criadas placas para
locais tais como sanitários e bilheteria (ver fig. 27).
Figura 27: Identificação fixadas nas paredes.
Após o desenvolvimento da sinalização a ser implantada, detalhou-se a distribuição de
todos elementos da sinalização. Para melhor compreensão, os elementos constituintes do
sistema de sinalização são numerados e são indicados na planta baixa
A personalização das estações foi vista como uma forma de ambientar e configurar os
espaços, de maneira a orientar os usuários, mas também criando uma imagem diferenciada
através das cores e das formas e que dão identidade e personalidade ao sistema.
Com isso, partiu-se para buscar uma personalização para as estações através de um
grafismo que fosse de fácil aplicação (ver fig. 28).
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Figura 28: Grafismos para as estações.
Depois de ter desenvolvido o sistema de informação e identificação, parte-se para a
aplicação, onde podem ser percebidas (ver figura 29) as medidas tomadas para atender as
deficiências apresentadas inicialmente.
Figura 29: Vistas da Estação e Aplicações.
Após o desenvolvimento da proposta, partiu-se para a representação em modelos
tridimensionais (ver figuras 30, 31 e 32), que ilustram o projeto apresentando os resultados de
uma forma visível e mais compreensível.
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Figura 30: Vista externa da estação.
Figura 31: Visualização da identificação da estação.
Figura 32: Vista interna da estação.
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Figura 33: Detalhes da sinalização interna.
Considerações Finais
Fica evidente que o transporte metroviário da grande Porto Alegre necessita de uma
atenção especial, sobretudo a respeito de um sistema de informação e identificação, onde os
usuários que hoje utilizam esse meio de transporte enfrentam alguns problemas,
especialmente de desorientação na utilização do serviço.
A proposta idealizada visa orientar os usuários, direcionar e auxiliar a atingir seus
destinos, além de criar uma identidade distintiva que personalize e ambiente o espaço.
A proposta de formas simples auxilia na percepção dos usuários, assim como a divisão
por cores representa um avanço em termos de orientação espacial aos passageiros, que através
da apropriação dessas tonalidades funciona como dispositivo indicador e diferenciador.
Além disso, o sistema de informação e identificação visa qualificar o serviço para a
realização da Copa do Mundo de Futebol de 2014, facilitando o deslocamento dos turistas,
mas não esquecendo de atender de maneira satisfatória o usuário local.
Contudo, este projeto proposto buscou atender as deficiências encontradas no objeto
de estudo deste trabalho, assim, espera-se que este material sirva de estímulo e referência para
outros projetos, podendo agregar valor e desenvolver uma imagem agradável para as cidades
e suas comunidades.
Referências
CRIPPA, Larissa. A sinalização turística de Foz do Iguaçu como forma de valorização
territorial. Porto Alegre. Monografia para obtenção de título de Especialista em Design
Gráfico – UNISINOS, 2009.
FORTY, Adrian. Objetos de desejo. São Paulo. Editora Martins Fontes, 2002.
EMBRATUR. Guia Brasileiro de Sinalização
http://www.portal.iphan.gov.br. Visitado em 20/04/2010.
Turística.
Disponível
em
TRENSURB. Disponível em http://www.trensurb.com.br. Visitado dia 21/05/2010.
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