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CNI apresenta propostas para
diminuir burocracia de licenças
ambientais ao Conama
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou sugestões de
modernização de concessão de licenças ambientais durante seminário do
Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). O evento ocorreu na sede
do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis
(Ibama). As 21 propostas foram elaboradas em conjunto com as 27
federações estaduais da indústria, sindicatos, além de 12 associações
setoriais que integram o Conselho Temático de Meio Ambiente (COEMA),
coordenado pela CNI.
As sugestões têm o objetivo de destravar as dificuldades ambientais que
emperram os investimentos. Entre elas está a criação de incentivos aos
empreendimentos que adotem medidas voluntárias de gestão ambiental,
como, por exemplo, descontos nas taxas e redução no tempo de análise
de renovação de licença. Outra proposta é a criação de um regime
especial para empreendimentos de projetos especiais, como os de
infraestrutura, que sejam de utilidade e interesse públicos. Nesses casos,
o processo poderia ser mais célere e menos oneroso. Além disso, a
informatização integral do processo de licenciamento ambiental, por meio
da criação de um portal na internet e de um banco de dados integrado
com informações dos processos de licenciamento, também poderiam
tornar os procedimentos mais rápidos.
O documento já havia sido entregue à ministra do Meio Ambiente, Izabella
Teixeira, em junho. Para o gerente executivo de Meio Ambiente da CNI,
Shelley Carneiro, esse é um passo a mais. Ao apresentar as propostas
ao Conama, o documento ganha mais força, pois o Conselho reúne, em
colegiado, todos os setores envolvidos. “O Brasil precisa contar com
diretrizes nacionais para aumentar a compatibilidade entre as normas
aplicadas em todo o País”, disse Carneiro. É dessa maneira, segundo
ele, que a indústria poderá crescer de forma competitiva e sustentada. “É
necessária, por exemplo, uniformidade no tempo de validade da Licença
de Operação, que varia muito entre os estados”, complementou.
Por: Rafael Monaco
Do Portal da Indústria
A AAbreu Beneficiamento
aliou competência e qualidade
para oferecer o mais completo
centro de processamento e
baneficiamento do País.
Novos e modernos equipamentos
já operando em nossa unidade
industrial com corte longitudinal
de até
16mm
PALAVRA DO PRESIDENTE
Por: Henrique Almeida Carneiro
Agradecimentos importantes
Esta é a minha última coluna
como presidente do METALSUL
e vou dedicá-la a todas as
pessoas que fizeram possível
eu percorrer meus seis anos à
frente desta instituição.
Tantos foram os personagens da
minha história que prefiro indicálos em grupos, sem ordem, mas
de forma a não deixar ninguém
esquecido pelo tempo.
Gostaria de começar meus
agradecimentos à minha Diretoria
Executiva, que me proporcionou
o alicerce primordial para que eu
pudesse caminhar e enfrentar
os mais diversos desafios como
líder empresarial.
Ao Conselho Fiscal, que de
forma lúcida me ajudou a dirigir
os recursos financeiros da
instituição.
Ao grande Conselho Diretor
da instituição, que além de me
privilegiar com um ambiente
capaz de refletir as visões mais
divergentes, sempre me ajudou a
manter um debate ativo em prol
dos interesses dos associados.
À
Governança
do
APL
Metalmecânico, que enriqueceu
o Sindicato e a minha vida
profissional com o enorme
desafio de promover ações
para melhoria das empresas
associadas, trazendo consigo
o apoio imensurável de suas
instituições.
Aos presidentes dos demais
Sindicatos da Indústria, em
especial aos presidentes do
Grupo Metalmecânico do Rio
de Janeiro, que me ajudaram
no crescimento institucional do
nosso Sindicato.
Aos funcionários das instituições
parceiras,
que
sempre
dedicaram especial atenção às
necessidades do METALSUL e
seus associados.
Às
Assessorias Jurídica,
Contábil,
de
Comunicação,
Imprensa e todas as demais
empresas contratadas, que muito
além de uma simples prestação
de serviços se dispuseram a fazer
sempre mais, demonstrando
sinceros e reais interesses para
o sucesso conjunto.
Aos institutos, escolas, bancos,
associações,
empresas
conveniadas e patrocinadoras
das
nossas
ações,
que
acreditaram comigo na força do
nosso setor.
E de uma maneira muito especial
agradeço a todas as pessoas
que passaram pela Secretaria
Executiva do METALSUL nestes
últimos seis anos, pois sem elas
não me teria sido possível chegar
até aqui.
Não considero que tenha sido
possível esgotar todos os meus
agradecimentos em tão poucas
palavras, mas espero em outro
momento ter a oportunidade
de pessoalmente agradecê-los
e se de alguma forma tenha
eu cometido um equivoco ou
exagero, durante esta minha
caminhada, deixo registrado meu
sincero pedido de desculpas com
o sentimento de permanecer
aberto
ao
aprendizado
profissional e pessoal.
Um forte abraço a todos!
DIRETORIA EXECUTIVA
Henrique Almeida Carneiro
(Metalúrgica Vulcano)
Presidente
Guilherme de Paula Coutinho
(Ease Engenharia)
Vice-Presidente
Adilson Gustavo
(IPOT)
Diretor de Comunicação
José Augusto de Macedo
(AABREU )
Diretor Financeiro
SECRETARIA EXECUTIVA
Amanda Amaral
Secretária Administrativa Financeira
Corina Lucia
Assessora Câmara Temática - ACIF
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Entrevista
Adriana Silva, sócia proprietária
da Hidralpress, é eleita como
nova presidente do Metalsul. O
desafio inicia-se em novembro e
vai até 2016, juntamente com seu
vice-presidente Jairo Rodrigues
da empresa TaskPower. Em
entrevista ao Metalsul notícias, a
nova presidente conta um pouco
de sua trajetória como empresária,
a expectativa e os planos para o
mandato.
Metalsul Notícias) Conte-nos um
pouco sobre a empresária Adriana
e a Hidralpress.
Adriana Silva) Minha trajetória
teve início em 1999, quando
eu e meu sócio observamos
a oportunidade de iniciar as
atividades de uma empresa que
prestasse serviços na área de
hidráulica e pneumática, e assim
surgiu a Hidralpress. Nestes 13
anos, estamos nos perpertuando
no mercado de trabalho graças
aos nossos esforços e dos atuais
colaboradores.
Metalsul Notícias) Como foi a
decisão de aceitar o desafio de ser
presidente do Metalsul?
Adriana Silva) Aceitar o desafio
de ser presidente do Metalsul
será como virar a página de um
Página 04
Adriana Silva - Presidente eleita do Metalsul
livro. Fiquei surpresa e muito
lisonsejeada pelo atual presidente,
Henrique, me escolher como sua
sucessora e vejo tudo isto como
mostrar a minha competência. Sei
que os desafios virão, mas estarei
representando a coletividade, o
que tornará tudo mais simples.
Metalsul Notícias) Quais
principais focos de trabalho?
os
Adriana Silva) Os principais focos
de trabalho serão resolvidos com
a primeira reunião da equipe
do Metalsul. Ressalto, que as
empresas do Sul Fluminense
devem realizar mais negócios entre
elas. Temos que dar a preferência
para o nosso mercado, defender
o que temos aqui, e assim trazer
mais recursos para nossa Região.
associados podem esperar da
chapa eleita para o período de
2013/2015?
Adriana Silva) Com certeza os
associados podem esperar duas
coisas muito importantes para
todos: trabalho e união. Não
podemos fazer nada sozinhos...
Havendo uma participação maior
de todos e podendo contar mais
com os associados, seremos fortes
como muitas outras entidades
e com e isto todos nós sairemos
ganhando!
Metalsul Notícias) Quais os
principais “entraves” ao seu ver
para uma maior participação dos
associados junto ao fornecimento
para grandes empresas da
Região?
Adriana Silva) Eu acredito que
a situação é cultural, precisamos
aprender a valorizar o que temos
em nossa Região e sermos mais
competitivos.
Metalsul Notícias) O que os
Adriana Silva (presidente) e Jairo (vice-presidente) na eleição do Metalsul
Da Esquerda para a diretiara: Henrique Almeida ( presidente do Metalsul ),
Adriana Silva ( presidente eleita ) e Roberto Balbi ( antecessor de Henrique )
Metalsul obtém certificação
ISO 9001:2008
O Metalsul recebeu auditoria da
Bureau Veritas Certification para
certificação ISO 9001:2008. Depois
de avaliar diversos processos
internos e externos, a auditora
recomendou a certificação do
sindicato na norma de qualidade.
Com isso, o Metalsul é a primeira
entidade sindical do Estado a obter
o certificado ISO 9001:2008.
Essa acreditação traz ainda mais
credibilidade e profissionalismo ao
trabalho desenvolvido pelo Metalsul.
A entidade completou 31 anos de
atuação em 2013 e este certificado
chega para coroar o trabalho da
diretoria e equipe de colaboradores.
certificado no seguinte escopo:
Arranjo Produtivo Local (APL);
missões, feiras e encontros de
negócios; capacitação profissional;
convênios, central de negócios;
comunicação; e coordenação do
GMM RJ (Grupo Metalmecânico
RJ).
A seguir uma entrevista com
Henrique
Almeida
Carneiro,
presidente do Metalsul, sobre
a certificação do Sindicato e os
benefícios para os associados.
METALSUL NOTÍCIAS) Como foi
a decisão de certificar o Sindicato?
O pontapé inicial do processo de
certificação foi dado em 2011, com
o mapeamento dos processos
internos e externos. A entidade
contou com o suporte de consultoria
externa especializada para a
acreditação.
HENRIQUE ALMEIDA) A Diretoria
Executiva decidiu em 2011 iniciar
um processo de mapeamento
dos
processos
administrativos
e de serviços prestados pelo
Sindicato, de forma a possibilitar
um significativo incremento de
melhorias em nossos atendimentos.
Segundo a recomendação da
auditoria
da
Bureau
Veritas
Certification, o Metalsul será
Com o fechamento desta etapa, a
certificação mostrou ser a melhor
forma de mensurarmos a eficácia
dos processos via uma auditoria
externa.
METALSUL NOTÍCIAS) Quais os
benefícios que uma Certificação
traz ao Metalsul e seus associados?
HENRIQUE
ALMEIDA)
O
primeiro grande benefício será
uma significativa melhoria do
atendimento
da
Secretaria
Executiva, sendo que em seguida
esperamos poder oferecer mais
atrativos aos associados dentro de
custos controlados.
METALSUL NOTÍCIAS) Quais os
principais desafios encontrados
durante o processo?
HENRIQUE
ALMEIDA)
A
padronização dos processos traz
consigo a dificuldade de se cumprir
os padrões estabelecidos e no caso
da nossa certificação, devido ao
apoio de um consultoria externa,
a grande dificuldade esteve na
primeira etapa do mapeamento
de processo no que concernia a
mudança de paradigmas em nosso
Página 02
Sindicato, que mesmo com outra
excelente consultoria externa nos
apoiando, quase não nos permitiu
evoluir.
METALSUL NOTÍCIAS) O que
esperar de um Metalsul ISO
9001:2008? O que já era bom vai
ficar ainda melhor?
HENRIQUE ALMEIDA) Esta é a
nossa expectativa!
Página 06
COLUNA DE RH
Por: José Augusto de Macedo
Gestão legal e prevenção de passivos trabalhistas
Dentro
da
lógica
de
periodicamente nos reciclarmos
sobre todo e qualquer aspecto
na área de relações do trabalho,
é imprescindível que se faça
uma análise mais apronfundada
de modo a adequar-se à
nova
realidade
corporativa
face à legislação trabalhista e
previdenciária, no âmbito da
segurança e medicina do trabalho.
Em uma análise detalhada e
competente do ambiente da
empresa, esta tem o dever de
promover a saúde e a segurança de
seu pessoal, focando sua atuação
em ações preventivas e medindo
estas através de indicadores de
acompanhamento e apuração dos
resultados, para redirecionamento
de ações, se necessário. Estas
ações preventivas consistem em
uma área de medicina ocupacional
ativa, presente e orientativa,
programas de qualidade de vida,
como combate ao tabagismo,
à obesidade, à hipertensão, ao
sedentarismo, etc, e suporte
aos empregados, através de
convênios,
como
farmácia,
educação, lazer, etc. Também
a reciclagem permanente dos
procedimentos de trabalho e
de segurança é garantia de um
ambiente sadio e seguro para
todos os membros da organização.
A avaliação técnica contínua e
participativa, através do estudo
processo
a
processo
pelo
mapeamento dos possíveis riscos,
independentemente da ocorrência
ou não de eventos que agridam o
ambiente seguro, é uma importante
ferramenta de cooperação interna
nos cuidados e atenção com a
saúde, agregando autoconfiança,
motivação,
criatividade
e
proatividade ao grupo.
É um
trabalho conjunto, onde o êxito
passa pelo comprometimento de
todos. Neste aspecto uma CIPA
ativa e atuante, com real foco em
segurança do trabalho, é fator
preponderante no atingimento dos
objetivos individuais e coletivos
na busca de um ambiente seguro,
voltada às necessidades dos
clientes e requisitos dos órgãos
reguladores.
Pensarmos e vivenciarmos um
ambiente de trabalho seguro
não significa apenas cumprir
a legislação do MTE (Normas
Regulamentadoras – NR’s), mas
sim, ter o comprometimento
de toda a organização na
consecução dos programas da
área de segurança e medicina
do trabalho, sendo proativo na
avaliação e gerenciamento dos
riscos ambientais, monitorando-os
continuamente,
antecipando
soluções que gerem valor, sendo
uma importante ferramenta de
gestão que serve para aprimorar o
desempenho empresarial.
Cabe à empresa prover as
soluções em saúde e segurança, e
cabe aos empregados cumpri-las,
valorizando
o
interesse
da
coletividade. A cooperação é fator
preponderante como filosofia e
atitude de promoção e preservação
da saúde. Esta atitude possibilita
a redução dos custos e passivos
trabalhistas, de forma lícita e
adequada à legislação.
No contexto atual de acelerado
desenvolvimento
econômico
associado a uma massificação
da informação, não se pode
ignorar como funciona a lógica
da proteção ao trabalhador. Não
podemos alegar desconhecimento
ou
falta
de
orientação
a
respeito das exigências legais,
sendo obrigação de todos o
desenvolvimento de mecanismos
de controle preventivo.
FIRJAN defende melhorias em projeto
para micro e pequenas empresas
O presidente do Sistema FIRJAN,
Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira,
defendeu,
em
reunião
com
parlamentares
na
Câmara
dos
Deputados, em Brasília, alterações no
texto do Projeto de Lei Complementar
(PLP) 237/2012, de forma a trazer
avanços no sistema tributário para
micro e pequenas empresas e garantir
a segurança jurídica para o segmento.
Em tramitação na Câmara, o PLP
propõe mudanças no Estatuto Nacional
da Microempresa e da Empresa de
Pequeno Porte.
Participaram da reunião os deputados
federais Armando Vergílio (PSD/
GO) e Otávio Leite (PSDB/RJ),
respectivamente
presidente
da
Comissão Especial que avalia o PLP e
coautor do projeto.
Gouvêa Vieira disse considerar
fundamental que o texto assegure
a exclusão de todas as micro e
pequenas empresas optantes do
Simples Nacional -- sistema tributário
simplificado para estabelecimentos
de menor porte -- da substituição
tributária, que determina recolhimento
de ICMS pela alíquota cheia e antes
mesmo de a empresa receber pela
venda. Pelo texto atual, o benefício se
restringe a alguns setores.
“A obrigatoriedade de antecipar o
pagamento de ICMS pela alíquota
cheia, antes mesmo de a empresa
receber pelas vendas, está anulando
um dos principais ganhos dos optantes
do Simples Nacional, que é a tributação
reduzida. Se a empresa é optante
do Simples, por definição ela tem um
fôlego financeiro mais frágil e precisa
ser protegida”, diz Gouvêa Vieira.
Em resposta, Vergílio informou
a Gouvêa Vieira que está sendo
elaborado um substitutivo ao projeto,
prevendo
que
sejam
excluídas
da substituição tributária todas as
empresas optantes do Simples. Disse,
ainda, que a exclusão dos artigos
que ampliam poderes do Confaz e do
CGSN encontra amplo apoio dentro da
Comissão Especial.
Segundo Vergílio, o substitutivo com
essas modificações deverá ficar pronto
a tempo de ser apresentado na próxima
audiência pública para tratar do PLP.
“Temos um forte aliado nesta batalha,
que é o Guilherme Afif Domingos
(ministro-chefe da Secretaria da Micro
e Pequena Empresa)”, afirmou Vergílio.
“A questão tributária pode inviabilizar
financeiramente uma empresa de
menor porte. Por isso viemos aqui
trazer nossas preocupações”, afirma
Gouvêa Vieira.
FONTE:FIRJAN
Em que fase
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Ano 4
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Página 08
Softwares para Gestão empresarial
Com a implantação de softwares
adequados
de
gestão,
as
empresas conseguem controlar
o fluxo de caixa, melhorar o
relacionamento com clientes e,
até, monitorar as atividades dos
funcionários com mais precisão,
segundo especialistas.
Os
softwares
indispensáveis
para as pequenas empresas
são os do tipo ERP (sigla em
inglês para Planejamento de
Recursos Empresariais) e CRM
(sigla em inglês para Gestão de
Relacionamento com o Cliente).
“Isso mantém o histórico e
ajuda a empresa a estreitar
o
relacionamento
com
os
consumidores. Também contribui
para avaliar o desempenho de
vendedores e o volume de trabalho
da equipe”, diz Sakamoto.
ou seja, ajuda na resolução de
problemas por meio da internet.
Com o avanço da tecnologia na
nuvem –sistema que armazena
programas e arquivos na internet–
o custo dos softwares de gestão
diminuiu muito, segundo o
presidente da Assespro-SP.
Carlos Sacco, diretor de marketing
da Abes (Associação Brasileira
das Empresas de Software) diz
que os programas de gestão são
fundamentais para o sucesso de
um negócio.
Dessa
forma,
a
pequena
empresa não precisa investir num
departamento ou num profissional
de tecnologia da informação.
O ERP ajuda a planejar quanta
matéria-prima ou mão de obra são
necessárias para as atividades
da empresa num determinado
período, afirma Marcos Sakamoto,
presidente
da
Assespro-SP
(Associação das Empresas de
Tecnologia da Informação de São
Paulo).
“O programa registra as operações
de forma que o empresário consiga
ver, ao final do mês, se tudo está
correndo dentro do programado.
Isso ajuda a controlar custos e a
analisar os resultados ao final do
período.”
O CRM registra os contatos da
empresa com os clientes. O
sistema armazena informações
como a última compra realizada,
o volume comprado ao longo do
tempo, quando foi feito o último
contato, enfim, os hábitos de
consumo do cliente.
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Ele diz que é comum as empresas
de
tecnologia
oferecerem
softwares com diversos módulos,
que vão de funções básicas às
mais avançadas.
O cliente paga uma taxa mensal
pela licença de uso e, geralmente,
tem direito a suporte remoto,
“Num mercado cada vez mais
competitivo, é importante ter
produtividade, ou seja, fazer
mais com menos. E os softwares
ajudam a ganhar eficiência”,
declara.
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FONTE: UOL Economia
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Técnicos ganham até 260% mais
afirma pesquisa do Senai
Além de conseguir emprego mais
rápido, quem tem curso técnico
na área industrial garante salário
médio até 24% maior do que os
trabalhadores dos setores de
serviços, comércio e agropecuária.
Os dados fazem parte de um
estudo do Serviço Nacional de
Aprendizagem Industrial (Senai), .
Os resultados mostram também
que as carreiras ligadas à indústria
são mais promissoras. Em 10
anos, o profissional do setor chega
a ganhar 260% a mais do que os
iniciantes. Nas outras profissões,
essa variação é de 173%.
Na avaliação do diretor-geral
do Senai, Rafael Lucchesi, a
educação tem papel determinante
para a indústria nacional avançar.
“Atualmente, a produtividade dos
trabalhadores brasileiros equivale
a um terço da sul-coreana, a um
quarto da alemã e a um quinto da
norte-americana”, comparou. Para
o diretor de Política e Estratégia
da Confederação Nacional da
Indústria (CNI), José Augusto
Fernandes, a questão chave
para garantir competitividade à
indústria nacional é aumentar a
produtividade.
Lucchessi ressaltou que quem se
forma para trabalhar na indústria
pode conseguir oportunidades
também em outros setores. “Há um
mercado importante interessado
em oferecer serviços à indústria.
Essas empresas não são fábricas,
mas precisam dos técnicos
industriais”, explicou. O estudo
avaliou 2,5 milhões de empregos
em 103 ocupações de nível técnico
tipicamente industriais. Desse
total, 47% estão na indústria, 29%,
no setor de serviços e 23%, no
comércio.
Para Lucchesi, fazer um curso
técnico não significa estagnar
nos estudos. “É até um incentivo
para seguir estudando. Muitos
profissionais fazem cursos de
graduação depois e conseguem
elevar ainda mais seus ganhos”,
disse. Os cursos têm no mínimo
800
horas/aula
e
oferecem
conhecimentos teóricos e práticos
em diversas atividades do setor
produtivo.
Por Simone Kafruni
Correio Braziliense
Página 10
COLUNA DE INOVAÇÃO
Por: Glaudson Bastos
Cenário de inovação com o novo regime automotivo
Além da Audi, que neste mês
anunciou investimento de R$ 500
mi em uma nova planta automotiva
na região metropolitana de Curitiba,
outras sete empresas estão
investindo em fábricas no Brasil
por causa do Inovar-Auto, a saber,
Nissan, Mitsubishi, JAC Motors,
Chery, Caoa e no segmento de
veículos comerciais pesados, DAF
Caminhões e Metro-Schacman.
São reflexos concretos do InovarAuto e do novo regime automotivo
que já habilitou mais de 20
empresas entre montadoras e
importadoras, que poderão apurar
crédito presumido do Imposto
sobre Produtos Industrializados
(IPI) sobre os veículos que
atenderem aos critérios do Decreto
n° 7.819/12.
Já tratamos deste programa
aqui, mas lembrando, tem foco
na atração de investimentos para
o desenvolvimento tecnológico,
P&D e inovação no setor, com
compromisso das montadoras
em (i) atingir níveis mínimos de
eficiência energética e economia
nos veículos aqui produzidos e (ii)
elevar gradativamente o volume
de etapas produtivas no País.
No conjunto de etapas que
tem previsão para aumento da
participação
nacional,
estão
soldagem,
componentes
do
sistema
elétrico,
tratamento
anticorrosivo,
pintura,
componentes da caixa de câmbio e
transmissão, e sistemas de direção
e suspensão. A região do Médio
Paraíba, ainda que notadamente
especializada
em
serviços
industriais e bens intermediários,
passa então novamente a ter
motivação para processos, ainda
que tentativos, de aproximação do
setor automotivo local e nacional.
Ninguém está dizendo que será
fácil, ou que a mera existência
do Inovar-Auto irá resultar em
contratos. Mas o fato é que o cenário
para investimento em engenharia
nacional, P&D e desenvolvimento
de novos supridores em potencial
está alterado, ao menos até 2017
quando se encerra a primeira fase
do regime.
E quais as reflexões iniciais que
podemos fazer com base neste
cenário? Vamos ver:
•Identificação de Requisitos
Identificar as exigências mínimas
que são requeridas tanto para
fornecimento spot como para
fornecimento sob contrato, e isto
tanto na relação direta com as
montadoras como na relação,
aliás, mais provável inicialmente,
com os sistemistas, moduleiros
e 1ª camada. A correta análise
destes
requisitos,
técnicos
e comerciais, já serve como
balizador capaz de indicar nossa
real capacidade de adequação, e
os custos necessários para estas
adequações.
•Projeto de P&D
Conhecendo os requisitos e as
demandas, bem como os aspectos
críticos nas etapas que terão que
passar por conteúdo nacional, cabe
orçar o investimento em pesquisa e
desenvolvimento. Entre as funções
mais básicas, mas que também
necessitam
de
investimento
estão o monitoramento destas
informações, além das informações
de tendências tecnológicas que
geralmente são obtidas via visitas
técnicas, missões comerciais
e
consulta
a
observatórios
tecnológicos.
•Plano de Desenvolvimento
Técnico
Já dissemos aqui no Metalsul
notícias que a atuação no
automotivo não admite erro. A
tolerância ao erro é diminuta,
pois os riscos envolvidos com
a segurança dos usuários e os
custos de um eventual recall não
são desprezíveis. Isto posto, cabe
um plano do desenvolvimento
do ferramental, dos controles
estatísticos
obrigatórios,
das
técnicas de ‘projeto robusto’
(Taguchi) e das técnicas de
inspeção e controle da qualidade
(Shingo).
Os cenários com o inovar-auto
estão cada vez mais claros, os
desafios idem. Mas para aqueles
com interesse no setor, ficam
as 3 reflexões aqui sugeridas.
De resto, como em qualquer
empreendimento, e os de inovação
e P&D não são diferentes, fica
o bom e velho planejamento e
estudo de viabilidade antes de se
mobilizar para um novo setor. Paz
e bem e até a próxima edição se
Deus quiser.
Glaudson Bastos, M.Sc. Gerente
de Projetos da Logike Associados
S/C e Membro Individual do Project
Management Institute, Inc. (PMI).
Contatos pelo email:
[email protected]
REGISTRO DE MARCAS
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DIAGNOSE DE ISOLAMENTO EM MÁQUINAS ELÉTRICAS ROTATIVAS
1.
Introdução
A vida útil de máquinas elétricas e sua garantia de operação são determinadas pela capacidade que seus materiais isolantes têm, de resistirem aos
diversos fatores de degradação a que estão submetidos durante seu tempo de operação ou armazenamento (Fadiga elétrica, fadiga térmica, fadiga
mecânica, ataque químico e contaminação ambiental). Experiências demonstram que estes isolantes suportam de 20 a 30 anos em operação.
2.
Objetivo:
•
•
•
•
•
•
3.
Seqüência de testes
3.1.
Testes com tensão aplicada CC
•
•
•
•
•
•
•
Identificar o aumento do envelhecimento;
Identificar a causa do envelhecimento;
Identificar o tipo de contaminação;
Deficiência no processo de impregnação;
Cura incompleta da resina;
Identificar se possível quais as ações mais adequadas para corrigir esta situação.
Medição da resistência ôhmica dos enrolamentos do estator para verificação do equilíbrio das fases;
Medição da resistência do isolamento (RI);
Medição do índice de polarização (PI);
Medição da absorção dielétrica (DA);
Medição da descarga dielétrica (DD);
Step Voltage CC (SVDC;
Determinação da constante de tempo (RC).
3.2.
Testes com tensão aplicada CA
•
Medição das perdas no dielétrico (Tangente Delta), que permite avaliar a qualidade da isolação (cura da resina, eficiência do processo de impregnação, envelhecimento térmico, existência de vazios e absorção de umidade);
•
Medição de descargas parciais, influenciada pela qualidade do processo de impregnação, deterioração do material isolante e
__________________danos na proteção de corona;
•
Step Voltage CA (SVAC), que permite a análise da linearidade da corrente durante o implemento da tensão.
4.
Conclusão:
A Data Engenharia utiliza técnicas e equipamentos de última geração que possibilitam diagnosticar o estado destes isolantes e, consequentemente,
oferecer aos responsáveis pelas máquinas elétricas e equipamentos ligados a elas uma maior confiabilidade operacional. Trata-se de uma diagnose
de precisão off - line que possibilita a avaliação do grau de contaminação e de degradação do material isolante dos enrolamentos estatóricos. A
metodologia utilizada visa diagnosticar o equipamento, preservando sua integridade, onde as tensões aplicadas estão em conformidade com as
normas ABNT ou normas internacionais e desta forma os ensaios são considerados não destrutivos, obedecendo a uma seqüência que vai desde os
testes preliminares até a diagnose de precisão e os limites máximos de tensão aplicados, não ultrapassam os valores nominais entre fase / massa do
equipamento sob testes.
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Fábrica da Nissan recebe as
primeiras prensas
As primeiras prensas do setor de estamparia da nova fábrica da Nissan já
estão em Resende (RJ), importadas da Alemanha. No total serão seis, com
pesos entre 100 e 190 toneladas, para moldar as chapas de carrocerias. A
previsão é que o transporte de todas as partes do porto do Rio de Janeiro a
Resende termine até o fim de outubro, quando começam a montagem e os
primeiros testes. As máquinas são parte do investimento de R$ 2,6 bilhões
para a construção da nova fábrica da Nissan no Brasil.
Essas prensas são chamadas de coroas (crown) e têm papel fundamental
na produção de um automóvel. Com grande força, os equipamentos podem
dobrar, prensar, furar, repuxar e cortar com precisão uniforme as chapas
planas de aço que vão compor a estrutura do automóvel.
Uma das mais modernas
A nova fábrica da Nissan, que será uma das mais modernas e sustentáveis
do mundo, é um dos pilares do plano de crescimento da empresa no
mercado brasileiro - o objetivo até 2016 é a conquista de 5% de participação
de mercado e o lançamento de novos modelos.
A construção está sendo realizada pela WTorre Engenharia, que também
está construindo as áreas de escritórios e dos refeitórios, além do setor
administrativo. A entrega total das obras está prevista para acontecer
ainda este ano, quando outras instalações, como os pátios de recepção
de contêineres e de estocagem de veículos, as redes de energia elétrica,
de água, de esgoto, de incêndio e de distribuição de gases deverão ser
finalizadas. Com mais de 3 milhões de metros quadrados, o complexo da
Nissan em Resende tem números de peso.
Além da grandiosidade dos números, todo o projeto da nova fábrica de
Resende foi concebido para ser um dos mais sustentáveis do grupo Nissan
e do setor automotivo no mundo. Entre os vários recursos que serão
utilizados para atingir esse objetivo estão métodos de produção integrados,
utilização de equipamentos mais modernos, como robôs de última geração,
gerenciamento de resíduos e dejetos e um “cinturão” verde que circunda toda
a área do complexo, iniciativa para reduzir emissões e ruídos.
FONTE: Assessoria de imprensa
Página 14
COLUNA EMPRESARIAL
Por: Domingos Sávio
Afinal...Que País é esse?
Assistindo o desenvolvimento do
nosso querido Brasil ao longo dos
anos pós FHC tenho visto que
nosso País vem adquirindo uma
aura de final pouco recomendável.
Ao longo desse tempo tenho
observado que os programas
governamentais vem de forma
sistemática
fortalecendo
a
assistência social. Afinal a meta é
acabar com a pobreza, como vem
sendo divulgado.
O que preocupa não é o tema,
mas “o como. Os meios que têm
sido empregados para realizar
esse valoroso objetivo são muito
conhecidos por todos, afinal o País
está distribuindo renda como nunca
antes.
Consta que há cerca de dois anos
atrás, o Sebrae realizou um projeto
para desenvolver um polo industrial
de moda no nordeste brasileiro.
Contratou professores e preparou
profissionais,
que
treinados
receberam seus diplomas e
estavam todos com convites para
ingressarem nas empresas de
confecção.
Só que nessa hora todos pediram
para não serem admitidos. Motivo:
preferem continuar beneficiados
pelo programa do Bolsa família,
e, por isso recusaram o emprego.
O programa não teve sucesso.
Simples de explicar... “teríamos que
trabalhar para ter a mesma renda
que já recebemos sem trabalhar”.
Publicado pelo UOL no dia 11 e
12/08/2013, existe, ainda a geração
“nem-nem-nem”, identificada por
pessoas jovens entre 16 a 24 anos,
que não trabalham nem estudam e
nem procuram emprego. Vivem do
assistencialismo. É a bolsa-família
que sustenta toda essa geração,
provocando esse fenômeno da
geração “nem-nem-nem”.
Somente esses aspectos já seriam
suficientes para evidenciarem para
onde estamos indo.
Recentemente foi divulgado que
a quantidade de indígenas mortos
triplicou. A causa dessas mortes
foi por lutas dos indígenas com
latifundiários. Querem recuperar
suas terras. Os indígenas são
enfrentados por pessoas muito
melhor armadas. Mas quem permite
que isso aconteça? Não seriam os
nossos governos os responsáveis
por garantir a segurança da nação
e desses povos?
Existem alguns países onde
programas desse tipo foram
realizados e que fracassaram
totalmente. Vamos citar alguns
para podermos visualizar do que
se trata: Cuba, Rússia, Coréia do
Norte e China. Alguns perceberam
o engano e modificaram seus
sistemas de governo, mas existem
outros mais resistentes que ficam a
míngua de resultados.
Se estivéssemos fortalecendo
o sistema educacional do povo
brasileiro,
dando-lhe
ensino
e mostrando a eles que o
progresso é fruto de desafios
e de desenvolvimento pessoal,
poderíamos dizer que estamos no
caminho correto.
Que pena! Não estamos fazendo
nada disso. Estamos na verdade
construindo um povo que recebe
sem a contrapartida do desafio.
Isso tem nome, e conhecemos
seus resultados.
Grande abraço a todos!
Domingos Sávio de Souza e Silva
Consultor de Gestão Empresarial
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Tratamento térmico
Método Resistivo
Os tratamentos térmicos são
um conjunto de operações que
têm por objetivo modificar as
propriedades dos aços e de outros
materiais através de um conjunto
de operações que incluem o
aquecimento e o resfriamento em
condições controladas.
O processo de tratamento térmico
pelo método resistivo é utilizado
antes, ou após a soldagem. Neste
processo, o aquecimento é realizado
direto por resistências elétricas
(método resistivo automatizado),
com o objetivo de que cada região
da zona termicamente afetada
seja aquecida uniformemente. O
calor é transferido para a peça por
radiação controlada e convecção
controlada, excluindo a possibilidade
da ocorrência de superaquecimento.
Este tipo de tratamento térmico
promove o alívio de tensão da
junta soldada e também reduz
substancialmente os elevados níveis
de tensões que ocorrem durante a
soldagem devido às transformações
metalúrgicas, contrações e restrição
dimensional que sofre o material de
base devido à solidificação da solda.
Ele melhora o desempenho do
material, aumenta a vida útil,
reduzindo o retrabalho e reparos.
As tubulações industriais são
constantemente
submetidas
à
soldagem, sendo estas entre
tubos distintos ou entre conexões.
Porém a soldagem pode gerar
características
indesejadas
e
alterações nas propriedades físicas
do material constituinte. Para isso,
são realizados nas tubulações
tratamentos térmicos tanto para
facilitar a soldagem como eliminar
as tensões residuais.
O
tratamento
térmico
de
pré-aquecimento é uma forma
bastante
eficiente
de
evitar
fissuração da solda ou do metal de
base.
Este processo consiste na aplicação
de calor no metal de base antes
de uma operação da solda. Não
altera as propriedades do aço, pois
retarda o resfriamento, evitando
assim as fissuras das camadas
inferiores da solda. É aquecer o aço
a uma temperatura relativamente
alta, durante um curto período de
tempo após a solda e mantê-lo a
essa temperatura durante o período
necessário para a realização do
serviço. O tratamento térmico
tem como objetivo, reduzir as
tensões internas causadas pela
solda e tem efeito vantajoso de
atribuir elasticidade, ductibilidade e
resistência ao metal.
Luiz Sérgio Teixeira Loques
Engenheiro Metalurgista
Responsável
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Página 16
RODADA DE NEGÓCIOS
DA REGIÃO DAS AGULHAS
NEGRAS 2013
O SEBRAE/RJ, a CDL de Resende e Prefeitura Municipal de Resende,
realizarão a Rodada de Negócios da Região das Agulhas Negras 2013 no
próximo dia 17 de outubro no CDL de Resende.
A RODADA DE NEGÓCIOS é um evento idealizado para promover
e alavancar a economia da Região e do Estado, por intermédio da
realização de negócios, colocando em contato direto empresas potenciais
fornecedoras, com o departamento de compras de grandes corporações
com interesses afins ou complementares. Diferente das feiras, que são
focadas na exposição de produtos ou serviços, a rodada tem como
ferramenta as reuniões entre potenciais compradores e fornecedores.
O evento está formatado de modo a contemplar dois tipos de negociações
simultâneas:
GRANDES EMPRESAS COMPRAM E PEQUENAS EMPRESAS
VENDEM - A real possibilidade da micro, pequena e média empresa
estreitar relacionamento comercial com grandes organizações, por
intermédio da inclusão no cadastro de fornecedores, ou efetivamente
fazendo negócios a partir do encontro iniciado durante o evento.
PEQUENAS EMPRESAS - Interação entre pequenas empresas com
amplas possibilidades de realização de negócios.
Você pequeno empresário, não pode perder a oportunidade de vender
produtos e serviços para grandes empresas como: Votorantim Siderurgia
S/A, MAN Latin America Indústria e Comércio de Veículos, Nissan do
Brasil Automóveis, FM Logistic - Resende Armazens Gerais, Novartis
Biociências S/A, Spal Indústria Brasileira de Bebidas S/A (Coca-Cola),
entre outras.
Local: Hotel Vila Rica Flat, Rua Luiz Euzébio 54 - Centro - Resende - RJ
Horário: 09 às 20h
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DEZ DICAS PARA A REDAÇÃO
DE E-MAILS CORPORATIVOS
1. Independente do tipo de e-mail enviado seja sempre educado e
cordial. A apresentação inicial de seu e-mail colaborará pela existência de
interesse por parte do destinatário.
(24) 2106 9999
2. Os e-mails corporativos devem sempre ser mais formais e muitas vezes
são considerados documentos. Nada impede que você seja mais informal
com quem tenha afinidades, porém dentro dos limites profissionais.
3. Ainda sobre e-mails corporativos é importante evitar a linguagem
utilizada na internet, de abreviaturas e símbolos que demonstram falta de
profissionalismo.
4. Mantenha-se atualizado através de livros, revistas e jornais pois os
mesmos possuem meios de comunicação distintos e você passará a ter
maior facilidade de interpretação e desenvolvimento de seus textos.
5. Atente-se ao conteúdo que você irá desenvolver. Na maioria das vezes,
o texto do e-mail deve ser claro e objetivo. No entanto, em algumas
eventualidades, você poderá vir a ser mais abrangente.
6. Evite escrever com todas as letras em caixa alta (maiúscula). Elas
representam que você está sendo indelicado e/ou gritando.
7. Demonstre no campo “assunto” a informação que conterá no e-mail de
forma clara e objetiva. Jamais deixe o título do assunto em branco.
8. Sempre avise no corpo do e-mail quando estiver enviando documentos
anexados.
9. Ao final de seus e-mail utilize termos formais como “atenciosamente”,
“cordialmente”, etc.
10. Não esqueça de “assinar” seu e-mail com seu nome, cargo, empresa
e telefone.
FONTE: CDL Uberaba - Wagner Campos
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Página 20
A BUSCA DE UMA GOVERNANÇA PARA
RESULTADOS – 6 E’s DO DESEMPENHO
No último artigo abordamos uma
nova forma de medir INOVAÇÃO
dentro das empresas e definimos
três vetores direcionadores que
poderiam ajudar a estabelecer essa
métrica: retorno sobre investimento;
competências da equipe e liderança.
Adicionalmente, a forma como esse
“modelo ideal” atua na construção do
ambiente de inovação, sendo parte
integrante da agenda estratégica ,
do alinhamento das estruturas, do
monitoramento e da avaliação de
resultados, nos podemos visualizar
uma evolução do conceito de gestão
passando do estágio de gerir para o
resultado para uma GOVERNANÇA
PARA RESULTADOS.
O modelo de governança para
resultados deve ser abrangente e
basear-se num conceito amplo de
desempenho que englobe tanto
os direcionadores ligados aos
ESFORÇOS quanto aqueles ligados
aos RESULTADOS ESPERADOS,
pressupondo que não existe resultado
sem alinhamento de esforços e
que esforços não alinhados com a
estratégia somente terão resultado
final satisfatório caso sejam frutos do
acaso.
Gerir desempenho significa não
apenas monitorar ou acompanhar
resultados, mas significa, sobretudo,
uma INTEGRAÇÃO dos esforços
alocados para a busca de determinados
resultados. Um modelo de gestão
deve ser MULTIDIMENSIONAL, levar
em conta as múltiplas dimensões
de esforço - processos, recursos,
estruturas, sistemas informacionais e
pessoas – integrados as dimensões
de busca por resultados.
A construção de um modelo ideal
de governança que INTEGRE
e COMUNIQUE para
toda a
organização qual a direção a ser
seguida parece estar bem definida no
MODELO 6 E’s DO DESEMPENHO
(desenvolvido pelo Instituto Publix),
em que a partir da cadeia de valor
de uma determinada atividade,
podemos visualizar as dimensões
do ESFORÇO : economicidade,
execução e excelência e as dimensões
do Resultado: eficiência, eficácia e
efetividade. Não devemos esquecer
que os conceitos de desempenho
incluem outras dimensões interligadas
ao processo e estruturas, tais como a
cultura e os ativos organizacionais.
Isso quer dizer que otimizar e
robustecer
desempenho
requer
atuação ao longo de toda a cadeia de
valor. O desempenho ótimo é aquele
que é eficiente, eficaz e efetivo.
Continua pa próxima edição!
Autor: Cláudio Oliveira de Paula
Engenheiro Mecânico
Consultor na Cognição Engenharia
Consultiva,Treinamento e Inovação.
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