Vivências: Revista Eletrônica de Extensão da URI
ISSN 1809-1636
PROMOÇÃO E APOIO AO ALEITAMENTO MATERNO: UM DESAFIO PARA
ENFERMAGEM
Promotion and support to the maternal aleitamento: a challenge for nursing
Francieli ADAMS**
Francisco Carlos Pinto RODRIGUES***
RESUMO
Este artigo foi produzido a partir dos dados de um projeto de assistência social intitulado
“Promoção e apoio ao aleitamento materno” da Universidade Regional do Alto Uruguai e das
Missões-URI- Campus Santo Ângelo. Tendo como objetivos: avaliar o índice de amamentação
exclusiva na população estudada; auxiliar as puérperas nas dificuldades que poderiam surgir durante
o processo de amamentação e fortalecer a presença da enfermagem junto à comunidade. Utilizou-se
como instrumento de coleta de dados às visitas domiciliares. A população beneficiada foram
puérperas que internaram em um hospital de médio porte da Região Noroeste do Estado do Rio
Grande do Sul entre o período de março a julho de 2008, todas foram convidadas a participar do
projeto. Foram agendadas dezesseis visitas, sendo que doze mães receberam o acompanhamento e
quatro foram excluídas por mudança de endereço. O tempo médio de amamentação exclusiva foi
entre 12 e 30 dias. Os resultados se mostraram muito abaixo daqueles preconizados pelo Ministério
da Saúde, revelando a necessidade de maior conscientização dos profissionais em preparar as mães
durante o pré-natal deixando-as mais informadas do seu papel, como também as preparando para
enfrentar as dificuldades durante o processo de amamentação.
Palavras-chave: Aleitamento materno; Visita domiciliar; Assistência de Enfermagem.
ABSTRACT
This article was produced from the data of a project of social assistance intitled “Promotion and
support to the maternal milk” of the Regional University of High Uruguay and Mission Campus
Santo Ângelo. Having as objective: to evaluate the index of exclusive breast-feeding in the studied
population; to assist mothers in Postpartum Period in the difficulties that could appear during the
breast-feeding process and, to fortify the presence of the nursing next to the community. It was used
as instrument of collection of data to the visits domiciliary. The benefited population had been
mothers in Postpartum Period that they had interned in a hospital of average transport of the Region
the Northwest of the State of the Rio Grande do Sul enters the period of March the July of 2008, all
had been invited to participate of the project. Visits had been set appointments sixteen, being that
twelve mothers had received the accompaniment and four had been excluded by address change.
The average time of exclusive breast-feeding was between 12 and 30 days. The results if had shown
very below of those praised by the Health department, disclosing the necessity of bigger awareness
of the professionals in more preparing the informed them mothers during the prenatal one leaving of
its paper, as well as preparing to face the difficulties during the breast-feeding process.
Key words: Breast Feeding; Home Visit; Nursing Care.
**
Bolsista do Projeto de Assistência Social. Acadêmica do 8º Semestre do Curso de Enfermagem da Universidade
Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, Campus de Santo Ângelo/RS. E-mail: [email protected].
***
Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Coordenador da Área de Conhecimento
em Ciências da Saúde. Professor do Curso de Enfermagem da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das
Missões, Campus de Santo Ângelo/RS. E-mail: [email protected]
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INTRODUÇÃO
O presente artigo foi construído a
partir da realização do projeto de assistência
social da Universidade Regional do Alto
Uruguai e das Missões. O tema trabalhado no
projeto era “Promoção e apoio ao aleitamento
materno”
desenvolvido
através
do
acompanhamento da bolsista através de
visitas domiciliares as puérperas. Este projeto
teve onze meses de duração, sendo
desenvolvido no período de fevereiro a
dezembro de 2008.
Sabe-se que o aleitamento materno é
considerado um dos elementos essenciais ao
crescimento físico, funcional e mental, como
também uma forma de diminuir a
morbimortalidade
materno
infantil,
especialmente ao longo do primeiro ano de
vida. Muito se tem discutido sobre a
importância e as vantagens do aleitamento
materno para o bebê e também para a mãe,
mas pouco tem acontecido na prática. Pois, o
que o Ministério da Saúde preconiza é que a
amamentação seja exclusiva até os seis meses,
e, somente depois deste período seja
complementado com outro tipo de alimento e,
se possível, mantido até o segundo ano de
vida da criança (BRASIL, 2007).
Estudos demonstram que no Brasil,
apesar das taxas de aleitamento materno
exclusivo terem aumentado nos últimos anos,
a média não ultrapassa 23 dias, constituindo
um grande problema para saúde publica,
principalmente na classe de baixa renda,
sendo que a amamentação em nosso país dura
em média 90 dias, destes, a maioria dos casos,
apenas 6% mantém amamentação exclusiva
até o segundo mês (ÁVILA, 2008).
Considerando que a desnutrição tem
sido responsável direta ou indiretamente por
60% dos quase 11 milhões de morte anuais
entre crianças abaixo de cinco anos, sendo
destes 13% poderiam ser evitadas com a
amamentação exclusiva nos primeiros seis
meses de vida (ÁVILA, 2008).
Esses índices mostram a necessidade
dos profissionais de saúde estar mais
interados com o assunto, para atuar
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incentivando, protegendo e promovendo a
amamentação, atuando na conscientização das
mães em relação às grandes vantagens do leite
materno como também apoiar nas dificuldades
que possam surgir durante o processo de
amamentação. Pois, o profissional tem mais
contato com essa realidade, tendo mais condições
de trabalhar essas questões e assim contribuir com
a diminuição dos índices citados anteriormente.
Nesse sentido, deve se enfatizar a
necessidade do profissional se colocar disponível
em compartilhar as inúmeras situações que
envolvem a experiência da mulher em amamentar,
e compreende lá em todas suas dimensões do ser
mulher (LEITE, 2004). Amamentar engloba
crenças, tabus, experiências que muitas vezes
contribuem de forma negativa para efetivação da
amamentação, surgem ai a necessidade do
profissional atuar ajudando a enfrentar essas
situações de forma que a mãe se sinta segura e
confiante.
O aleitamento materno é uma etapa do
processo reprodutivo feminino cuja prática resulta
em benefícios para a saúde da mulher e da criança,
com repercussões positivas para a sociedade. Ao
optar pela prática, a mãe além de prover o
alimento ao filho, mantém proximidade corporal,
repleta de sentidos para a relação mãe e filho
(TAKUSHI, et al. 2008).
Durante a gestação, a mulher se encontra
em situações diferentes da habitual, isso a torna
mais sensível e suscetível frente às pressões da
família, dos profissionais de saúde e amigos
quanto a sua capacidade de amamentar, como
também a mãe pode estar em conflito consigo
mesma em relação à questão em amamentar ou
não, passando com isso facilmente perder a
confiança e a auto-estima, estando muito propensa
a oferecer a mamadeira ao seu filho (BUENO;
TERUYA, 2004).
O leite materno oferece inúmeros
benefícios para saúde da criança, pois é um
alimento completo, que contém todos os subsídios
apropriados para o organismo do bebê, contendo
muitas substanciais nutritivas e de defesa que não
se encontraria em outro tipo de leite artificial ou
de vaca. É por esses motivos e muitos outros que o
aleitamento materno é tão recomendado para
crescimento e desenvolvimento das crianças
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(BRASIL, 2007).
Vale salientar a importância do
aleitamento materno na prevenção de defeitos
na oclusão dos dentes diminui a incidência de
caries e problemas de fala. Proteção contra
doenças como diarréia, pneumonias, infecção
de ouvido, alergias entre muitos outros
(BRASIL, 2007). Com isso trazendo inúmeras
vantagens para a criança se desenvolver forte
e saudável.
Como também trazendo muitos
benefícios para a mãe, o pai e a família, a
presença do bebê fortalece os laços afetivos
fazendo com que o pai e os familiares
favoreçam o prolongamento da amamentação,
além de ser de extrema importância para
auxiliar na diminuição do sangramento da
mãe logo que o bebê nasce e atuante na
prevenção do câncer de mama e ovário, e um
método natural de planejamento familiar. É
econômico e prático, evita gastos com leite,
mamadeiras, bicos, materiais de limpeza, gás,
água, etc. Estando sempre pronto e na
temperatura ideal que o bebê necessita
(BRASIL, 2007).
A
legislação
que
protege
a
amamentação dispõe de licença gestante de
120 dias, sem prejuízo do emprego ou do
salário. O pai tem direito a cinco dias de
licença após o nascimento do filho, para darlhe assistência e á sua mãe, recebendo salário
integral. Toda empresa é obrigada, desde que
tenha 30 ou mais mulheres com mais de 16
anos de idade e ter local apropriado onde seja
permitido o empregado guardar sob vigilância
os seus filhos no período de amamentação. A
mulher trabalhadora que amamenta tem o
direito durante a jornada de trabalho a dois
descansos remunerados de meia hora cada
um, para amamentar seu filho até completar
seis meses de idade. Como também essa
legislação protege contra a propaganda
indiscriminada de produtos que favorecem o
desmame precoce, definindo suas regras de
comercialização (BRASIL, 1988).
Considerando amamentação exclusiva
como uma forma de contribuir para o
crescimento saudável de uma criança, este
projeto teve como objetivos: avaliar o índice
de amamentação exclusiva na população
Adams, F.; Rodrigues, F.C.P.
estudada; auxiliar as puérperas nas dificuldades
que poderiam surgir durante o processo de
amamentação e, fortalecer a presença da
enfermagem junto à comunidade.
MÉTODO
Utilizou-se como instrumento de coleta de
dados às visitas domiciliares. A população
participante do projeto foram puérperas que
internaram em um hospital de médio porte da
Região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul
entre o período de março a julho de 2008. As
puérperas foram convidadas a participar, após o
aceite, a bolsista agendou as visitas domiciliares.
A primeira, a segunda e a terceira visita
aconteciam a cada quinze dias e, após uma vez ao
mês até o bebê completar seis meses de vida.
Nestas visitas, as puérperas eram orientadas
quanto à importância do aleitamento materno
exclusivo, bem como o apoio no manejo das
dificuldades que poderiam surgir durante o
processo de amamentação. Foram agendadas
dezesseis visitas, sendo que doze mães receberam
o acompanhamento e quatro foram excluídas por
mudança de endereço.
RESULTADOS E DISCUSSÕES
O tempo médio de amamentação exclusiva
foi entre 12 e 30 dias. Comparando esses dados
com o que o Ministério da Saúde preconiza que a
amamentação seja exclusiva até os seis meses, e,
somente depois deste período complementado
com outro tipo de alimento e, se possível, mantido
até o segundo ano de vida (BRASIL, 2007). Estes
resultados se mostraram muito distante do que é
recomendado.
A análise dos dados foi realizada visando
os dados representativos da população estudada
que identificavam os fatores de risco para a
interrupção do aleitamento materno exclusivo.
Constatou-se que as mães tinham a
consciência da importância do aleitamento
materno exclusivo para seu filho, quando eram
orientadas se mostravam muito interessadas,
porém na prática não optavam pela amamentação
exclusiva até os seis meses, sendo muito comum o
uso de chás, leite artificial, frutas e sucos.
A utilização de suplementos ou
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complementos alimentares é muito freqüente
e também foi percebida durante a realização
do projeto. Em parte, pode ser explicada por
fatores culturais e pelo desconhecimento por
parte de alguns profissionais de saúde dos
benefícios do aleitamento materno até o sexto
mês de vida do lactente (CHAVES, et al,
2007). Entre outros fatores, podemos destacar
os seguintes: as questões relacionadas ao nível
educacional das mães, a diferença sócioeconômica,
crenças
relacionadas
ao
aleitamento, apelo das indústrias para o uso de
leite e bicos artificiais (TOMA, MONTEIRO,
2001).
Destas mães, algumas começaram a
introduzir outro tipo de leite depois de ter
realizado a primeira consulta ao pediatra,
sendo que em muitas situações o próprio
profissional foi quem indicou a introdução de
fórmula artificial, as demais foram pela
própria vontade.
Na prática os profissionais de saúde
apresentam dificuldades para se manterem
atualizados em relação à alimentação infantil,
ficando nítida a necessidade de treinamentos e
conscientização
desses
profissionais
(BASSICHETTO, et. al, 2008). Orientar para
amamentação é um grande desafio para o
profissional de saúde, uma vez que se depara
com uma demanda no qual não foi preparado,
e que exige sensibilidade e habilidade para
agir. É evidente a necessidade de capacitação
do profissional de saúde para atuar na
assistência em amamentação numa forma que
ultrapasse
as
questões
biológicas,
compreendendo a mãe em todas as suas
dimensões do ser mulher. Visando com isso
potencializar o desempenho na orientação
dessa prática (ARAUJO, et al, 2007).
Durante as visitas percebeu-se que as
mães davam importância para o que o médico
orientava em detrimento das orientações do
MS. No entanto, optavam pela orientação
médica em detrimento da acadêmica. Ficando
nítido que o modelo biomédico ainda
prevalece e está presente no dia-a-dia das
pessoas.
Em outras situações relatavam que não
tinha leite suficiente para alimentar seu bebê
que era fraco. Segundo (LANA, 2001) na
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maioria das vezes a mãe tem impressão de que seu
leite é fraco, pois o bebê mama freqüentemente,
dando a idéia de que sempre esta com fome, sendo
que na verdade o leite é de fácil digestão, sendo
necessário que a criança sugue mais vezes.
O comportamento infantil no período de
amamentação deve ser abordado durante as
orientações dirigidas às mulheres, para evitar que
elas julguem sua capacidade de amamentar e de
seu leite ser suficiente para sustentar a criança,
inibindo a adoção de substitutos que produzem
mais saciedade, e a convicção rumo ao desmame
(TAKUSHI, et al, 2008).
Casos de rachaduras, abscessos, problemas
nos mamilos, mastite, entre outros, não foram
observadas. Problemas como esses são freqüentes
durante o processo amamentação, mas tento o
cuidado correto com as mamas, esses problemas
são facilmente corrigidos (BRASIL, 2007).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A determinação dos resultados se mostrou
muito baixo daqueles preconizados pelo
Ministério da Saúde. Revelando a necessidade de
maior conscientização dos profissionais em
preparar as mães durante o pré-natal deixando-as
consciente do seu papel, como também preparadas
para enfrentar as dificuldades durante o processo
de amamentação. Pois a melhoria na qualidade de
assistência á saúde materna pode ser considerada
uma medida de extrema importância no aumento
dos índices de aleitamento materno infantil.
Segundo França et.al, (2007), campanhas
que visam informar as mães sobre os benefícios da
amamentação são importantes e devem ser
fomentadas. Porém, algumas ações podem
contribuir significativamente para aumentar a
duração do aleitamento materno exclusivo. Por
exemplo, capacitar profissionais de saúde para que
atuem como incentivadores dessa prática para que
estejam aptos a oferecer suporte às mães que
amamentam ou que se preparam para tal.
A inserção precoce em programas e
atividades que realmente ajudem à gestante se
preparar para receber seu filho é de grande
importância para efetivação do aleitamento
materno. Então nos resta lutar enquanto
profissionais de saúde por novas formas e modelos
de atenção que possam atender estes sujeitos de
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forma
humanizada
valorizando
sua
individualidade e sua subjetividade. E assim
dando oportunidade para a mãe escolher o
melhor caminho a seguir, enfrentando todas
as dificuldades do processo de aleitamento.
Considerar a assistência pré-natal
como uma oportunidade para dialogar sobre
as reais possibilidades e desejos da mulher em
amamentar, abordando seu processo de
decisão e utilizando praticas assistenciais
baseadas no diálogo e no respeito de sua
individualidade e sua opinião de acordo com
seu contexto popular pode ser uma forma
positiva para a decisão e motivação da mãe
em amamentar (TAKUSHI, et al, 2008).
No entanto, com este projeto
procuramos contribuir para o aumento nas
taxas de aleitamento materno exclusivo, bem
como fortalecer a presença da enfermagem
nesses espaços, melhorando a qualidade de
vida da população materna infantil. Embora,
para vencer o modelo atual médico-paciente é
muito difícil, pois quebrar o “poder” ou a
hegemonia médica enquanto profissão tornase quase impossível. Acreditamos que são
esses trabalhos/projetos que irão desfazer as
resistências por parte da população.
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166
Download

aleitamento materno exclusivo