UNIVERSIDADE FEDERAL DE'SANTA CATARINA
CENTRO DE CIENCIAS DA SAUDE
CCSM
TCC
N
TCC
ACWutor.
UFSC ENF
Dolsan, Edite
I
UFSC
Titulo' Assist”
0157
enmaeoñmnmãonopmn
.
'
Illlllflflllllllllllf/III
AssIsTENcIA E ORIENTAÇÃQ No PLANEJAMENTO
FAMILIAR E NA PREVENÇÃQ no CANCER CERVI
co uTERINo E DE NANA No ANBULAIORIQ
no
INANES - FLoRIANÓPoLIs - s.c.
EDITE DoLsAN
HELENA TEREZINHA RosA
'
NADIR DE soUzA FIGUEIREDQ
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
-
ENSINO INTEGRADO
VIIIa. UNIDADE CURRICULAR - INT 1108
ORIENTADORA: PROFa. ENFa. MARIA `ANICE DA SILVA
SUPERVISORAS: ENFa. NILDA FIGUEIREDO CARNEIRO
ENFa. MARIA LUIZA DAMASIO ARAUJO
FLORIANÓPOLIS
MARÇQ
-
1989
à
W..
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CENTRO DE CIENCIAS DA SAUDE
ASSISTENCIA E ORIENTAÇAO NO PLANEJAMENTO
~
FAMILIAR E NA PREVENÇAQ
Do CÃNCER
cERv¿
co UTERINQ E DE MAMA No AMBULATORIO
INAMPS - FLORIANÓPOLIS
-
Do
- s.c.
EDITE DOLSAN
HELENA TEREZINHA ROSA
NADIR DE SOUZA FIGUEIREDO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
VIIIa. UNIDADE CURRICULAR
-
-
ENSINO INTEGRADO
INT 1108
ORIENTADORA: PROFa. ENFa. MARIA ANICE DA SILVA
SUPERVISORAS: ENFa. NILDA FIGUEIREDO CARNEIRO
ENFa. MARIA LUIZA DAMASIO ARAUJO
FLoR1ANoPoL1s
MARço
- 1989
"E sobre a mulher como estímulo de tentaçoes jã falaram as
es
crituras. Da mulher diz o Eclesiastes que sua conversa é
como
fogo ardente e os Provérbios dizem que ela se apodera_da
alma
por
preciosa do homem e que os mais fortes foram arruinados
ela. E diz mais o Eclesiastes: descobre que mais amarga que
morte é a mulher, e que é como laço dos caçadores, o seu
ção é como uma rede, as suas mãos são cordas. E outros
a
Cora
disse
ram que ela é a barca do demônio. Visto isso caro Adão, eu não
consigo convencer-me de que Deus tenha querido introduzir
na
criação um ser tão imundo sem dotã-lo de alguma virtude.
E nao posso deixar de refletir sobre o fato de que ele
conce
deu-lhe muitos P rivilé 9 ios e motivos de a P re Ç o, dos q uais três
pelo menos grandissimos. De fato criou o homem neste mundo vil,
nobre
do barro e a mulher num segundo tempo e no paraiso e de
matéria humana. E não a formou dos pés ou dos interiores
do
corpo de Adao, mas da costela. Em segundo lugar, o Senhor
que
tudo pode, teria podido encarnar-se diretamente num homem
de
modo miraculoso, e escolheu ao contrário habitar o ventre
de
uma mulher, sinal de que não era tão imunda assim. E
quando
apareceu, apõs a ressureiçao, apareceu a uma mulher. E por fim,
na glõria celeste, nenhum homem serã rei naquela pátria, e
rã rainha ao contrário uma mulher que nunca perou-se,
se
por tan
to o Senhor teve tantas atenções para com a própria Eva e para
com suas filhas, é tao anormal que nõs também nos
atraídos pelas graças e pela nobreza desse sexo?"(5)
sintamos
AGRADECIMENTOS
Agradecemos às pessoas que de maneira direta ou indi
reta, aguçaram, contribuiram, enriqueceram, na
do projeto.
~
elaboraçao
SUMÁRIO
PÁG
I -
INTRQDUÇÃO ...................................
›1.l -
Fundamentação Teõrica ..........
.
. .
.
....
~
l.2 - Reconhecimento da Instituiçao
..........
II - OBJETIVOS
14
.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
..
15
.
.
.....
24
. . .
..
25
. . . . . . .
..
26
..
27
..
29
........
29
.
..
30
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
..
32
.
. . . . .
. . . .
...
Escala de Atividades
..
~
Escala de Reunioes ....
-
coNcLUsÃo.
.
.
VI - BIBLIOGRAFIA
.
. . . . .
. . . . . . .
. . . . . .
.
....
...
.
.
.
. . . . . . .
. . .
. . . . . . . . . .
...
...
.
.
. .
.
.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
.
.
.
. .
.
.......
6.1 - Bibliografia Citada
.
. . . . . . . . . . . . . .
.
. .
6.2 - Bibliografia Consultada
APÊNDICE
.....
..
. . . .
IV ~ CRONOGRAMA ...
v
...
. . . .
.
III - PLANQ DE AÇÃO
'
...
ll
.
. . . . . . . .
.
.
.
.
...
.
. . .
. . .
. .
1 -
INTRODUÇÃO
Este trabalho ê uma exigência da VIII Unidade/'Curri
cular do Curso de Graduação em Enfermagem da
Universidade
Federal de Santa Catarina, que serâ desenvolvido pelas
aca
dêmicas Edite Dolsan, Helena Terezinha Rosa e Nadir de
Sou
za Figueiredo, no período de 21 de março â 09 de junho
de
1989, no Posto de Atendimento Médico (P.A.M.) do
Instituto
Nacional de Assistência Mêdica e Previdência
Social
(I.N.A.M.P.S.), Agência Central, situado a rua Esteves
nior, n9 84, em Florianópolis, Santa Catarina, sob a
JÊ
super
visão das enfermeiras Maria Luiza Damasio Araújo e Nilda Fi
gueiredo Carneiro e orientaçao da enfermeira professora
Ma
ria Anice da Silva.
É um projeto de Assistência e Orientação no
^
mento Familiar, e na Prevençao do Cancer Cervico
I
z
Planeja
Uterino
z
de Mama, com isso orientando a mulher para melhores
e
condi
çoes de vida.
Não ë admissível nos dias de hoje que se
administre
qualquer tipo de serviço sem que haja um planejamento
prš
vio de suas ações. Planejar em administração, segundo
Feld
mann "significa preparar-se para dividir ou para atuar
bre algum problema de uma parte de um trabalho. O
sg
processo
de planejamento exige participação ativa de todos na
formu
2
lação, execução e controle dos planos que constituem o
pla
nejamento. Todos devem ser imbuidos de suas finalidades, ob
jetivos e métodos".
Este planejamento foi elaborado centrado em
objeti
vos prê-estabelecidos e estes por sua vez foram
divididos
em objetivos assistenciais e objetivos administrativos.
"As enfermeiras devem tornar-se peritas na
utiliza
ção do processo de enfermagem, isto ê, levantar dados, pla
nejar, implementar e avaliar o cuidado necessário. O plane
jamento baseia-se no levantamento de dados
-
identificação
das necessidades dos pacientes, da equipe e de sua capacida
de e das instalações disponíveis ao ministrar a assistência
ao paciente.
O planejamento antecede a ação. Se você quer dar uma
assistência eficaz aos seus pacientes, deve planejar
com
todo o cuidado esta assistencia. Como já foi dito previamen
te, planejar ê determinar o tipo de açao"(6).
_
l.l - Fundamentação Teõrica
"A histõria do Planejamento Familiar deve muito ã
En
fermeira Margaret Sanger, pioneira do movimento de Planeja
mento Familiar no mundo, onde dedicou toda sua vida ao Pla
nejamento Familiar.
Margaret Sanger fez da luta pelo Planejamento
liar a meta de sua vida. Chegou a ser presa algumas
Fami
vezes,
enquadrada na "Lei de Comstack", que proibia qualquer tipo
de divulgação sobre métodos anticoncepcionais. Em 1913 nas
ceu definitivamente o planejamento familiar em Nova
York,
3
`
foi Coordenadora da Fundaçao da Federaçao Internacional
de
Planejamento Familiar LI.P.P.F.)"(3).
"O movimento em prol do planejamento familiar no Bra
sil nasceu em novembro de 1965, no Rio de Janeiro, como
um
dos resultados mais benéficos da XV Jornada Brasileira
de
Ginecologia e Obstetrícia.
Nesse
conclave, que contou com a participação
de
~
697 profissionais provenientes de 16 estados da
federaçao,
um trabalho sobre o abortamento provocado, denunciou a exis
nosso
tência de um gravíssimo problema médico e social em
país, fazendo surgir a idéia do Planejamento Familiar
soluçao mais adequada para os males decorrentes
~
çao.
da
como
situa
.
Num grupo de médicos participantes da XV
Jornada,
aliados a outras personalidades de destaque nas áreas
economia, sociologia e direito, fundaram a Sociedade
de
Civil
Bem-Estar Familiar no Brasil (B.E.M.F.A.M.), com o objetivo
de desenvolver um amplo trabalho informativo e educativo em
todas as esferas sociais, de modo a motivar, em última
~
tância, a implantaçao de um Programa de Planejamento
ins
Fami
liar em escala nacional, sob a responsabilidade e auspícios
do governo federal"‹l2).
ã
Planejamento Familiar "é a atividade de saúde
qual, por informações e oferecimento de meios
pela
necessários,
os casais possam livre e conscientemente, determinar o nümg
ro e a época do aparecimento de seus filhos.
Controle de Natalidade é o conjunto de programas
vernamentais que visam a rápida desaceleração do
gg
crescimen
to demográfico, para ajustar o tamanho da população ãs
pos
4
sibilidades econômicas vigentes. Essas medidas nem
sempre
respeitam a vontade soberana do casal e exercem, por vezes,
uma coersão intolerãvel.
O objetivo principal do planejamento familiar é
saúde. Compreende-se por saúde, o estado de completo
a
bem-
~
estar físico, mental e social e nao
apenas ausência de
fermidades. A saúde deve ser entendida como uma
en
resultante
ê
dos fatores economicos
e socio-culturais.
n
'
I
u
A nível individual o Planejamento Familiar se
põem a obter melhor harmonia conjugal através de
que evitam a gravidez indesejada, de tão graves
pro
medidas
consequén
cias para toda a família, sobre tudo nas classes mais
pg
bres. Ele também visa a promover conscientização de paterni
dade responsável e entender a uma eloqüente solicitaçao
de
meio anticoncepcionais pelas clientes. Dados levantados
na
~
Unidade de Planejamento Familiar de Sao
Paulo e na
Escola
Paulista de Medicina atestam o interesse das mulheres sobre
Planejamento Familiar e sobre o métodos contraceptivos.
No que se refre ao plano assistencial, as diretrizes
seguidas são traçados no conceito Planejamento Familiar:
~
-
Informaçao a respeito dos meios contraceptivos.
-
Insisténcia para que a mulher e/ou casal decidam livremen
te o método anticoncepcional de sua preferência.
Considera-se importante e mesmo obrigatõrio a
entre
vista com a mulher e/ou casal e pode ser através do:
histê
rico de enfermagem ou em pequenos grupos. A finalidade
da
entrevista e a de instruir os clientes e como utilizar
ade
quadamente dos métodos anticoncepcionais e ressaltar a
im
portância do controle posterior. Ao primeiro contato formal
5
~
~
da cliente com o serviço sao
expostas noçoes sobre:
-
planejamento familiar;
-
explicação da necessidade do planejamento familiar;
-
noções de anatomia e fisiologia dos õrgãos sexuais"(4).
Considera-se muito ütil sabermos o que a cliente cg
nhece sobre planejamento familiar e incluir o que ela descg
nhece conforme citado no item anterior.
Segundo ABEPF "o direito elementar do ser humano, o
planejamento familiar, a faculdade
de decidir com liberda
de e consciência sobre o destino do prõprio corpo, do
futu
ro, do bem-estar e do número de filhos desejados. Poder pla
nejar sua família é um direito de todo cidadaoz Um
direito
negado hã anos, com a utilizaçao das mais variadas
motiva
ções desde a demagogia política de que o Brasil seria
imenso territõrio a ser ocupado, até a identificação
niosa do planejamento familiar com o controle da
de"Lll.
um
calu
natalida
~
"A atuaçao
dos profissionais de saúde no que se refg
re ã questão do planejamento familiar, deve estar
pautada
no pressuposto bãsico de que todas as pessoas tem o direito
a livre
convenham como indivíduos ou casais.
E de competência dos serviços de saúde dar
assistên
cia tanto às pessoas que desejam ter filhos, mas que
sentam alguma dificuldade para tal, quanto aquelas que
apre
por
razões pessoais ou médicas, desejam evitar uma gravidez"çlä
"Por diversos motivos, sociais e culturais, mas prin
cipalmente políticos, o ensino da contracepção esta ausente
do currículo das escolas médicas do Brasil por mais de
uma
geração. Ainda hoje, não são todas as escolas que inclui na
6
prática de alunos o manejo dos métodos
anticoncepcionais.
~
Essa situaçao, contrasta com a prevalência de uso de
méte
dos que atinge dois terços ou mais das mulheres brasileiras,
~
~
em uniao legal ou nao. Explica ainda as grandes
~
distorçoes
verificadas no uso de métodos entre as mulheres brasileiras
que na ausência de orientação de um profissional de
saúde
adequada expoem-se a riscos desnecessários, utilizando
4-.
os
métodos mais contra-indicados em muitos casos.
O ideal para a população de qualquer país é que
a
maior variedade possível de métodos anticoncepcionais Aapre
vados pela ciência internacional esteja a disposiçao de
te
dos aqueles que livremente desejam usar, acompanhados entre
~
tanto de informaçao
e assessoramento da equipe médica
sem
pre que necessário, para evitar riscos decorrentes do
uso
desses métodos.
Evidentemente todos desejamos sempre ter ao
nosso
dispor o melhor de todos os métodos anticoncepcionais. E ee
sa é uma questao que se coloca com frequência. Qual o
me
lhor método anticoncepcional?
A resposta é simples: não há um método ideal que
ja aplicável para todos, há métodos que são melhores
se
para
uma pessoa e não são necessariamente os melhores para
oe
tros. Há métodos que estao fortemente contra indicados para
certos indivíduos por apresentar um risco muito grande,
di
reto ou indireto para sua saüde. Há também adaptação ou não
de cada pessoa as características do uso de cada método. Há
por último, a influência de movimentos sociais e dos
meios
de comunicação que "coloca moda" ou "jogam no lixo" determi
nados métodos sem que haja reais fundamentos para esses
eë
7
tremos.
Do ponto de vista dos profissionais de saúde interes
1
sa fundamentalmente que o usuãrio consiga o efeito desejado
sem consequências negativas de importância para a saúde"uD2
"O câncer ginecolõgico tem cada vez mais apresentado
características gerais de um problema de saúde pública. Temse mostrado uma importante causa de morbidade e mortalidade;
a taxa de incidência ê muito alta, mas quando ocorre em
de
terminadas ãreas do trato genital, existe uma crescente pos
sibilidade de controle através do diagnóstico precoce
da
doença e de seu tratamento adequado"(ll).
"O auto-cuidado da mulher na prevenção do câncer
necolõgico é o conjunto de medidas, conhecimento
e.
.
›
gi
açoes
~
que a mulher deliberadamente usa para manter sua saúde para
atender suas necessidades de desenvolvimento, ou para
bus
car ajuda adequada quando necessário; mantendo assim
sua
.8
integridade ginecologica
e sua saude"¶ ).
.
.
.
.
Segundo SILVEIRA com base em dados do Ministério
da
Saúde, cita em seu livro sobre o Câncer que: "por tratar-se
de uma doença que se coloca entre as principais causas
de
mortalidade em todo o mundo, o câncer é definitivamente
um
problema de saúde pública. Os canceres ou tumores
malignos
originam-se nas células orgânicas, as quais a partir de
estímulo cancerígeno (substâncias químicas ou
um
biolõgicas),
adquirem caracteristicas anatômicas e fisiolõgicas
distig
tas das demais células, entrando num processo de multiplica
ção desordenada e sem controle. A causa dessas
~
~
~
transforma
çoes nao estao adequadamente definidas, entretanto as possi
veis fatores de transformação celular atuam alternando a or
8
ganização dos ãcidos nuclêicos celulares"(l3).
Sabe-se que existem três níveis de prevenção de cân
cer que sao "primário (prevençao do desenvolvimento), secun
`
dãrio (detecção precoce), terciãrio (reabilitação). No que
~
concerne a prevençao
dos dois primeiros níveis citados, tg
mos o seguinte: "pgimeirg precede a doença ou disfunção,
ex
plica-se a população sadia não ê terapêutica. Na
secundš
ria: diagnóstico precoce e intervenção efetiva para
der o progresso do processo patolõgico.
suspen
Uma das medidas P ara evitar o câncer cêrvico uterino
ë realizando o exame Papanicolau ã cada um ano, dependendo
do resultado a cada seis meses. A detecção precoce de
cân
cer não ê feita somente através de testes, mas
realizando
exames e observações. Medidas assistenciais nestes
niveis
objetivam prevenir a ocorrencia ou reduzir o risco de
cer, em indivíduos sadios.
cân
"Ainda predomina em nossos dias o desejo de se conse
guir o diagnóstico precoce do câncer de mama. Todavia o pro
~
gresso neste sentido ainda nao
satisfaz plenamente:
- porque os clientes não estão
conscientizados a procederem
a exame periódico (auto-exame a cada mês);
-
porque os métodos científicos ainda não alcançaram o fim
~
tao desejado: o diagnóstico seguro e certo de
carcinoma
de mama na fase inicial.
Atê o presente momento a biópsia ê o estudo histoló
gico que fornece o diagnóstico certo e definitivo da lesão.
O câncer de mama em sua fase inicial não
apresenta
nenhum sintoma. Em fase de evoluçao do tumor pode observar:
- retração ou desvio do mamilo
(papila);
9
-
processe do tipo eczema da papila;
-
retração da pele;
-
aspecto da pele enrrugada "semelhante a casca de laranja?
-
derrame papilar (saída de secreção do mamilo).
Os meios de diagnõstico são:
-
exame clínico;
- termografia;
-
exame radiolõgico
-
citolõgico do derrame papilar;
- biõpsia.
-
mastografia;
_
Considerando os õbitos femininos ocorridos na popula
ção acima de 15 anos (população de risco), o câncer de colo
uterino e de mama, representam, em 1983, 0,67% e 1,71%
pectivamente"(2).
Propomos esclarecer as clientes que nos
res
procurarem
no ambulatõrio independente de seu nível sõcio-cultural.
"A teoria do auto-cuidado de Dorothea Orem,
publica
da em 1971 e 1980, foi desenvolvida a partir de um
marco
conceitual no qual OREM acredita que o profissional de
fermagem juntamente com o cliente devem identificar
cit
de capacidade no atendimento das necessidades
en
dëfi
indivi
duais de auto-cuidado, procurando desenvolver nestes indivš
duos os potenciais já existentes para a prática do auto-cui
dado. Desta forma, o profissional de enfermagem funciona no
auto-cuidado como regulador do sistema. Ele identifica
déficit
de competência em relação ã demanda de
os
auto~cuida
~
do, faz pelo indivíduo aquilo que ele nao pode fazer,
ensi
na, orienta e promove o desenvolvimento das capacidades
do
indivíduo para que ele possa se tornar independente da
as
10
sistência de enfermagem, assumindo o seu auto-cuidado.
tas capacidades podem se desenvolver no dia-a-dia,
Es
através
de um expontâneo processo de aprendizagem, auxiliado
pela
~
~
curiosidade intelectual, pela instruçao
e supervisao
de
outros e pela experiência na execução de medidas de
cuidados"(8).
auto-
Para melhor compreensão desta teoria, faz-se necessš
.
rio que alguns termos comuns sejam definidos segundo a
vi
sao de OREM:
"a)
Homem
- o
homem interage com o meio, adapta este
meio
.
ãs suas necessidades, ê o homem que escolhe o curso
de
ações que julga ser necessário;
b)
Saúde
- ë
um estado de totalidade ou integridade
(psi
quica, social e biológica) do indivíduo;
C) Sociedade - a saúde ê responsabilidade de toda a
dade e não de uma parte dela;
socie
'
d) Auto-cuidado - ê a prática de atividades que indivíduos
pessoalmente iniciam e desempenham em seu prõprio
bene
fício para manter a vida, saúde e bem-estar;
e)
'
Enfermagem - preocupa-se com a necessidade do indivíduo
de auto-cuidar-se e a provisão e manutenção deste auto-
cuidado de uma forma contínua de modo a manter a vida e
a saúde, recuperar da doença ou dano e enfrentar
seus
efeitos"(8›.
"O auto-cuidado ë a prática de atividades que os
in
divíduos iniciam e executam por si mesmo para manter, promo
ver, recuperar a saúde, e/ou conviver com os efeitos e limi
taçoes dessas alteraçoes de saúde"(9).
"As atividades de auto-cuidado universal, se relacig
ll
nam com o atendimento das necessidades comuns a todos os in
divíduos durante o ciclo vital. São elas as necessidades de
~
~
~
recuperaçao, hidrataçao, eliminaçao, atividade e repouso, re
colhimento e interação social, prevenção de ameaças â vida,
ao funcionamento e desenvolvimento humano e inclui o
auto-
conceito ou a auto-estima pessoal.
Os pressupostos que envolve o conceito de auto-cuida
do para este trabalho incluirao:
a) o auto-cuidado ê uma necessidade de todas as pessoas;
b) o
c)
auto-cuidado ë uma açao deliberada do indivíduo;
fatores como ambiente, hereditariedade, conhecimentos sg
bre saúde, valores, atitudes, crenças e comportamentos ig
fluem na saüde do indivíduo;
dl as atividades de auto-cuidado podem ser aprendidas em re
~
laçao as crenças, hábitos e práticas que caracterizam
o
estilo de vida do grupo do qual o indivíduo pertence;
e) as
~
condiçoes de vida que apoiam o processo vital influem
no auto-cuidado de indivíduos ou grupos;
fl o auto-cuidado do indivíduo ë um comportamento que impli
ca no papel ativo do cliente;
9)
fatores tais como idade, estágio de desenvolvimento,
es
tado de saúde, conhecimento e habilidades, motivaçao in
`8
~
_
fluenciam as decisoes e açoes de auto-cuidado a snfie"().
_
_
_
1.2 - Reconhecimento da Instituição
o 1.N.A.M.P.s. - Posto de Assistência Médica da
cap_i_
tal - está em fase de transição para integrar-se ao S.U.S.
Atualmente o P.A.M. conta com nove programas de
en
12
~
fermagem que sao:
.
-
Assistência ao Planejamento Familiar;
-
Assistência na prevenção de câncer cêrvico uterino e
de
mama;
-
Assistência ao hipertenso;
-
Assistência ao Diabético;
-
Assistência ao ostomizado;
-
Assistência domiciliar;
-
Programa especial de puericultura;
-
Programa de orientação ao adolescente;
-
Programa de educação em serviço.
Responde pela chefia de enfermagem a enfermeira
Sê
nia Maria da Silva Maestri. A equipe de enfermagem
consta
de 15 enfermeiros, 34 auxiliares de enfermagem, 13
auxilia
res operacionais, 06 agentes de portaria, l agente
adminis
trativo,
l
agente de vigilância,
pela firma. Diretor
- Dr.
9
funcionários contratados
Carlos Alberto Grijo Lacambe.
chefia do serviço de administração
ë
respondida por
A
Concei
çao S. Costa. Trabalham no P.A.M. lll médicos.
O programa de prevenção do câncer cêrvico
uterino e
de mama foi implantado no I.N.A.M.P.S.-P.A.M. Capital em ju
nho de 1987.
Inicialmente tinha como objetivo a assistência.ãsse£
vidoras da instituição, por ocasião do exame anual de
saü
de.
~
Esse serviço foi expandido ã populaçao, quando
da
ampliação do quadro de pessoal, no ano seguinte.
Nao pretendemos mudar a essência dos objetivos
já
existentes nos programas onde vamos desenvolver o nosso pro
13
dar
jeto mas, contribuir no que julgamos necessãrio. Vamos
Maria
sequência ao projeto desenvolvido por Irene March e
Eloi Burigo, porque consideramos bem elaborado.
O programa prevenção do câncer cérvico uterino e
de
mama funciona em duas salas conjuntas, no horário das 08:00
ãs 12:00 horas e das 13:00 ãs 18:00 horas. O atendimento
é
feito por duas enfermeiras e uma auxiliar de enfermagem. F5
zem parte do programa dois médicos, sendo um mastologista e
um ginecologista.
À clientela chega ao programa com encaminhamento
mé
dico, vindo de outros programas, com retorno pré agendadocni
como demanda espontânea.
O programa de planejamento familiar funciona no
an
dar térreo, Bloco G, na ãrea de Clínica Médica e dispoe
de
um consultõrio e equipado para consulta ginecolõgica e
uma
sala para atendimento individual.
_
A marcaçao de consulta serã realizada diretamente no
serviço de documentação científica, localizado no andar té;
reo.
A clientela será atendida através de
ou procura direta.
encaminhamento
~
As consultas subsequentes visam reavaliar a
ção do método em uso, bem como prevenir, identificar
tar intercorréncias.
adequa
e tra
II - OBJETIVOS
1 -
Prestar assistência integral a saúde da
mulher,
a nível ambulatorial, aplicando a teoria do auto-cuidado ao
planejamento familiar com fundamentaçao na teoria de
Doro
thëa Orem.
2 -
"Prestar assistência de enfermagem â saúde da mu
lher na prevenção do câncer cêrvico uterino e de mama, atra
vês da consulta de enfermagem, visando o auto-cuidado preco
nizado por Dorothëa Orem"L7).
3 -
Promover interaçao com a equipe
multiprofissig
nal, professor, orientador e funcionários, na tentativa
de
manter uma troca de conhecimentos e continuidade no planeja
mento elaborado.
111 - PLANO DE Ação
Objetivo n9
1:
Prestar assistência integral ã
saúde
da mulher a nível ambulatorial, aplicando a teoria do auto~
cuidado ao planejamento familiar, com fundamentaçao na
ria de Dorothêa Orem.
teg
›
Estratégias:
-
Orientar sobre a necessidade da mulher e/ou casal da
im
portância do planejamento familiar;
-
Orientar duas clientes diariamente
e
esclarecer o tipo de
serviço;
-
Realizar a consulta de enfermagem com o auxílio do
histë
rico sintetizado sobre os dados pessoais do casal (Apêndi
ce I).
Avaliagão:
- Se ao
final do estágio atingirmos 30% da demanda.
Aprazamento:
-
05/04
-
4
Esclarecer sobre anatomia e fisiologia dos orgaos
-
09/06/89.
'
tais masculino e feminino;
~
gen¿
1
16
_
Durante a consulta de enfermagem através de:
.
.
entrevista individual;
cartazes ilustrativos (Apêndice II).
Avaliação:
Se ao final do estágio atingirmos em proporção 30%, reali
zando junto com as clientes maiores esclarecimentos
atra
vês de feed-back.
Aprazamento:
05/04 - 09/06/89.
Expor todos os métodos contraceptivos masculinos e femini
nos;
Na consulta serã mencionado todos os métodos
contracepti
vos, e apresentaçao de alguns métodos contraceptivos oral,
químicos, mecânicos, barreira, com auxílio de
material
prático;
Elaborar durante o estãgio um folheto educativo, que serâ
entregue na primeira consulta, contendo os seguintes
da
dos:
.
os tipos de métodos contraceptivos;
.
mecanismos de ação;
.
indicação;
.
.
contra-indicação;
implicação no uso.
Avaliação:
Se atingirmos uma porcentagem de 30% dos clientes
atendi
17
das;
~
Os folhetos educativos serao entregues a partir da
segun
da semana.
Aprazamento:
05/04 - 09/06/89.
Orientar sobre noções de sexualidade;
durante a consulta de enfermagem, através de conversa
formal, esclarecer as dúvidas das clientes que
in
apresenta
rem problemas relacionados com a sexualidade.
Avaliação:
Se atingirmos 25% das clientes que apresentarem problema.
.Aprazamento:
05/04 - 09/06/89.
Encaminhar e estimular para procurar o serviço de
preven
ção do câncer cérvico uterino e de mama;
encami
Dando a informação ao término de cada consulta e
nhâ-la ao serviço;
Agendar a cliente para o retorno.
Avaliação:
tomarem
A estratégia será alcançada se todas as clientes
conhecimento do serviço de prevençaõ de câncer cérvico ute
terino e de mama, oferecido na instituiçao;
A estratégia serã alcançada se 30% retornarem
na
.
data
18
agendada.
Objetivo n9
2:
"Prestar assistência de enfermagem
~
saúde da mulher na prevençao
do câncer cérvio uterino e
mama, através da consulta de enfermagem,visando o
a
de
auto-cui
dado preconizado por Dorothéa Orem"(7).
Estratégias:
-
Realizar consulta de enfermagem no ambulatório de
preven
ção de câncer cérvico uterino e de mama;
-
Receber a cliente individualmente;
-
Realizar histõrico sintetizado sobre a cliente, de acordo
com Apêndice III;
-
Fazer coleta de material cérvico uterino;
-
Orientar problemas específicos da cliente quanto a
higie
ne íntima; conforme Apêndice IV;
-
Fazer encaminhamento para outros serviços que se
julgar
necessário;
-
Agendar a cliente para retornar.
Avaliagãoz
-
A estratégia será alcançada se consultarmos no míninm›duas
clientes por dia.
Aprazamento:
-
05/04 - 09/06/89.
-
Registrar e arquivar em fichãrio individual o
resultado
do exame colpocitolõgico e selecionar os que tiverem cla§
19
Se III;
_
Registrar o nome das clientes por ordem alfabética e o re
sultado do exame colpocitolõgico, e agendar aquelas
com
resultado de classe III, e o endereço residencial das mes
IIla.S
.
Avaliacao:
A estratégia será alcançada se 100% das clientes foram re
gistradas-e se agendarmos 100% das que tiverem classe III.
Aprazamento:
05/04 - 09/06/89.
Fazer visitas domiciliar as clientes faltosas, com
diag
nõstico colpocitolõgico classe III, Papanicolau;
Agendar o dia da realizaçao da visita;
Fazer a visita domiciliar segundo roteiro em Apêndice V.
Avaliagão:
A estratégia será atingida se for realizado no mínimo 10%
das clientes.
u
Aprazamento:
No decorrer do estágio.
TRealizar exame clínico de mama e orientar para o
auto-
exame"( 7 );
Realizar exame de mama em todas as mulheres;
Ensinar o auto-exame de mama com auxílio de espelho e
ma
20
terial informativo (Apêndice VI);
-
Demonstrar as fases do auto-exame de mama: inspeção, está
tica, inspeção dinâmica, palpação e expressão, diante
do
espelho;
-
Estimular para a realização periódica a domicilio, do
au
to-exame de mama.
Avaliação:
-
A estratégia será alcançada se atingirmos 100% das
clien
tes que recorrem ao serviço.
Aprazamento:
-
05/04 - 09/06/89.
-
Informar a cliente sobre o serviço de planejamento
fami
liar;
-
Através de entrevista informal, informá-la sobre o atendi
mento no planejamento familiar, horário e encaminhá-la se
necessário.
.
Avaliação:
-
A estratégia será alcançada se atingirmos 100% das
clien
tes que recorrerem ao serviço.
Aprazamento:
- 05/04 -
09/06/89.
Objetivo n9
3:
Promover interação com a equipe multi
profissional, professor, orientador, e funcionários na
ten
21
tativa de manter uma troca de conhecimento
e
continuidade
no planejamento elaborado.
Estratégias:
-
Marcar reunião no início do estágio, com a chefia de
~
fermagem do I.N.A.M.P.S., para apresentaçao
do projeto
en
e
nos apresentarmos.
Avaliagãoz
-
A estratégia serã alcançada se entrarmos em contato com
a
chefia e apresentarmos o projeto.
Aprazamento:
-
Março/1989.
-
Realizar uma reunião periõdica com a orientadora;
-
~
Manter contato com orientadora para discussao
do
andamen
to do projeto.
Avaliagão:
-
A estratégia será alcançada se mantivermos dois
mensais com a orientadora.
Aprazamento:
-
Mensal.
-
Realizar reuniões com supervisores;
-
Para discussao do andamento do projeto;
-
Para esclarecimento de dúvidas.
contatos
22
Avaliação
A estratégia será alcançada se mantivermos três
contatos
com as supervisoras.
Aprazamento:
Quinzenal.
Promover reunião com o grupo de estágio;
Estudo em grupo;
Avaliaçao do estagio e descriçao dos dados para iniciar o
relatõrio.
Avaliação:
A estratégia será alcançada se reunirmos uma vez por sema
na.
Aprazamento:
Semanal.
Interrelacionar-se com a equipe médica e de enfermagem;
Proporcionar troca de conhecimento técnico e científico.
Avaliação:
A estratégia será alcançada se trocarmos informação com a
equipe médica e de enfermagem.
Aprazamento:
No decorrer do estágio.
23
Situar-se em relação as rotinas dos setores, área
e de pessoal;
fisica
Percorrer a área física da instituição;
Conversar informalmente com os funcionários;
Conhecer as normas e rotinas do serviço de planejamento'f§
miliar e do preventivo de câncer cérvico uterino e de mg
ma.
Avaliação:
A estratégia será alcançada se nos situarmos em
relaçao
a rotina e normas dos setores, área física e pessoal.
AEraZameVI`1tO2
Na primeira semana de estágio e no decorrer do mesmo.
Promover reunião de confraternização com chefia,
de enfermagem e orientadora;
equipe
Agendar data da confraternização, o local e o horário;
Convidar os participantes.
Avaliação:
A estratégia será alcançada se ao término do estágio
movermos uma reunião de confraternização.
Aprazamento:
12/os/89.
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"Êzää
ESCALA DE REUNIOES
Gerais:
21/03/89
05/05/89
08/06/89
Sugervisoras
ll/04/89
08/05/89
06/06/89
Acadêmicas
31/03/89
07/04/89
14/04/89
21/04/89
28/04/89
05/05/89
12/05/89
19/05/89
28/05/89
02/06/89
V
-
CONCLUSÃO
As informações sobre Planejamento Familiar, Preventi
vo de Câncer Cêrvico Uterino e de Mama, são pouco
divulga
~
do ou as mulheres nao
procuram os ambulatõrios para
melho
res esclarecimento e quando elas procuram os profissionais
utilizam linguagem complicada, voltada para cientificidade
que não leva em conta a experiência da mulher.
Nosso estágio enquanto acadêmicas na VIII
Unidade
Curricular e como futuras profissionais da área da saúde, ë
colocar para as clientes de modo claro e linguagem simples
porém científica, tudo o que elas precisam saber sobre: Pla
~
nejamento Familiar e Prevençao
do Câncer Cêrvico Uterino e
de Mama, partindo de que as clientes já conhecem sobre este
Q
assunto e de suas experiencias
como mulher.
Ao mesmo tempo, adotamos a teoria de OREM com o
in
tuito de atingir a cliente e fazer está conscientizar-se da
importância do esclarecimento da enfermagem sobre sua saüde
a fim de que alcance o auto-cuidado.
Esperamos que, através deste projeto que
realiäare
mos, possamos trazer alguma contribuição valiosa a todas as
pessoas que tiverem acesso âs informações sobre
Planejamen
to Familiar e no Preventivo do Câncer Cêrvico Uterino e
de
Mama, e principalmente para os profissionais que atuam
na
28
~
ãrea de saúde da mulher, e que eles nao deixem de se preocg
par. E cada vez mais informar as mulheres, porque elas muni
das destes conhecimentos poderao intervir mais nas decisoes
que dizem respeito ã saúde e reinvindicar melhor
cia mëdica por parte do estado.
assistên
BIBLIOGRAFIA
-
VI
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Biblioteca èIn}iversi1óri‹T|
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APÊNDICE
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APÊNDICE
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Dum. :
Ciclo:
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Drogas:
Tabagismo:
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Tempo Uniao:
Início Rel.
Menarca:
Dispareunia:
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Profissão:
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Profissão:
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Uniões:
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Antecedentes Familiares e Pessoais:
Cardiopatias:
Hipertensão:
Diabetes:
Doenças Trcmboembõlicas/Varizes:
Anemias:
DST:
Neoplasias:
Convulsões/Enxaqueca:
Doenças do Fígado e Vesícula:
(litros:
Antecedentes Ginecolõgicos e Obstêtricos:
Métodos Oontracepticos Anteriores:
Gravidez sob Contracepção:
Motivo da Procura:
P .A. :
Peso:
Exarne Ginecolä' ico:
Mamas-
Aamnemz
A
CE:
Ex. Especular e Toque:
Altura:
as
APÊNDICE II
ANATOMIA DO APARELHO REPRODUTOR MASCULINO E
FEMININO
èparelho Reprodutor Masculino:
As células reprodutoras do homem chamam-se espermatg
zõides e se formam nos testículos.
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Aparelho Reprodutor Feminino:
As células reprodutoras da mulher chamam-se õvulos e
se formam nos ovários.
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35
§parelho'Reprodutor Masculino:
1 -
nos
E composto dos testículos (glândulas sexuais),
quais são formados os hormônios sexuais e as células germi
uns
nativas masculinas. De uma série de ductos, contínuos
~
4
com os outros, os espermatozoides sao transportados dos tes
produzem
tículos para o exterior; as glândulas acessõrias
.
.' e
secreções importantes para a nutrição, sobrevivência
transporte do espermatoz DJ (D e o pênis serve como õrgao de
O\
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cõpula.
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Figura ll. Sistema reprodutor masculmo
c°n°_ Êagnú- [R°ÍmPl'¬¢-'50 com a pexmxss
de Wlllnam B. Youmans, Ilumzzn Piz»-19¡O¡y
f°.V- “Í-. New York, Macmíllan; l9S4.
l
~
Cana!
deferente
36
2 -
êparelho Reprodutor Feminino:
Os õrgãos genitais femininos são incumbidos da produ
ção de õvulos e depois da fecundação destes pelos espermatg
zõides; hã dois õrgãos responsáveis pela elaboração dos õvu
los, que sao os ovârios direito e esquerdo, os quais se
municam através
cg
chamados tubas uterinas ou trompas
_de`ductos
~
~
_
de falõpio, onde se dã a fecundaçao, e um orgao
central que
ê o útero, onde se processa o crescimento embrionário.
Ligamemo
L'9a"'°'"° °Va“3"°'
Tuba de Falópio
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Fugura 2›4. Utcxo e orgãos associr
com permissão de
Sigmund Gfollman, 77:: Human Bo
dy: II: Structure and Physiolog, 4?
e d N cw Y o rk : Ma cmillan, 1978 Co
dos. [kcimprssso
.
p,zâgn‹sâgzmmacz°1m1zzz.191a.]
Ureter
«
Ugamento uterossacro
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APÊNDICE III
INAMPS - PAM CAPITAL
SERVIÇX) DE ENFERMAGEM
1>RoG.RAMAz PREvEx~1ç2'šo
no CÂNCER Gnmoolbsloo
HISTÓRICO - la. ooNsuLTA
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DAE:
N? EXAME:
NCIVIE:
PROFISSÃO:
D.U.M. :
ENDEREÇO:
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GRÃVIDA:
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PUÉRPERA:
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FATORES RELATI\@ AO CDIO:
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cEsÃRIAsz
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ABoR1osz~'"
D ' s.T.z'
cAUrE:R1zAçõEsz
oDoR:'
FLUxo vAG1:NALz PRfJR1:Doz
QuANTmADE ao
D1sPAREUNIAz
sANGRAMENToz
AT. SEXUAL
sANcmAMENIo DQTERMENSTRIJAL ou PÓS MENQPAUSA:
RADIOTERAPIA-“
IHSTÓRIA FAMILIAR;
(ESTAÇÕES:
mAnE no 1<.› PAR1oz
mícxo AT. sExuAL-'
P. NoRMAIsz
N<.>
‹
-
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CICID
FREQUENCIA PA1>ANIooLAUz
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A
'
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*
`
ULTIMQ REsULT.:'
A
~:
'
cIRURc;1Asz
DoEx~1çAsz
FATORES RELATIVOS
'
4
à MAMA:
DATA:
~
MEINOPAUSA:
IDADE MENARCA:
HORMCNAL:"
NÊÍ. ANTICONCEIPCIONAL¿" W'
'IRAÉIAMÍENIO
OBESIDADE:
ALIMENIÀÇAO. ________ ELIMINAÇOES
HISTÓRIA FAMILIAR:
FUND:
`
`
`
m~
Ê*
EXAMES:
REPRESENTAR
OBS:
EXAMEDEOOID
~
AUTO-PALPAçAoz
WLUME=P1' |M|
IESTATICA
I DINÂMICA*
PALPAçAoz
AXIIA:
SECREÇÃO
DÍUDIU
|v|
|Mv|
I
APÊNDICE Iv
~
ORIENTAÇOES Ã MULHER SOBRE HIGIENE PESSOAL
Amiga,
Estas orientações visam esclarecer sobre os cuidados
pessoais, que a mulher deve ter para evitar o
aparecimento
de infecções (corrimento, feridas, coceira, sangramento
e
dor) na vagina (õrgão sexual). Alêm de infecções, estas ori
entações que você vai ler evitam complicações que podem
le
var ao câncer na vagina e útero.
l -
Fazer higiene íntima do casal antes e depois das
relações sexuais.
PORQUE as secreções que estão presentes nas
regiões
íntimas do casal "alimentam" os germes facilitando a
sua
multiplicação, levando ao aparecimento de infecções. A
~
hi
~
giene íntima retira estas secreçoes e evita as infecçoes.
2 -
Porque higiene apõs evacuar, da frente para trás
PORQUE quando se faz a higiene apõs evacuar de
para frente (sentido contrário ao certo), os germes que
trás
es
tão nas fezes são carregados para vagina, facilitando o apâ
recimento de infecção. Isto deve ser feito por todas as
lheres e inclusive nas crianças.
mu
39
3 -
Usar, se possível, somente calcinhas de meia
(algodao) ou com forro de meia.
PORQUE as calcinhas que não são de meia, não tem ven
tilação, deixando a vagina sempre úmida e quente, facilitan
do a multiplicação de germes e levando ao aparecimento
infecção. Com 0 uso das calcinhas de meia, isso não
de
aconte
ce pois elas favorecem a ventilação.
4 -
Usar, se possível, somente calcinhas que possam
ser passadas a ferro
PORQUE o calor do ferro mata os germes que ficam
no
forro da calcinha. Quando se está com corrimento, somente a
lavagem não mata os germes e mesmo com o tratamento,
ao
'
usar novamente a calcinha que sõ foi lavada, os germes
que
estão no forro entram de novo na vagina e o corrimento
vol
ta.
5 -
Colocar as calcinhas para secar no sol (das
10
horas e das
3
7
ãs
horas em diante)
PORQUE o sol neste horário desinfeta as
calcinhas,
matando Os germes. Você também pode aproveitar este sol
pa
ra desinfetar cobertores, lençóis, fraldas, etc.
6 -
Lavar as calcinhas separadas de outras roupas
PORQUE os germes podem passar das calcinhas para
ou
40
tras roupas, como fraldas, cuecas, toalhas e levar a
infeg
~
çao para outras pessoas.
7 -
Usar, se possível, toalha individual.
PORQUE os germes que estão na região íntima
passam
~
~
para toalha e levam infecçao para outras pessoas. Caso
nao
seja possível você ter a sua prõpria toalha, faça uso de um
paninho individual para enxugar a região Íntima e a
toalha
para o resto do corpo.
8 -
Evitar o uso de calças compridas muito apertadas
PORQUE a calça apertada não permite a ventilação dei
xando a vagina sempre úmida e quente, facilitando a
~
multi
~
plicaçao de germes e levando ao aparecimento de infecçoes.
9 -
Evitar fazer uso de ducha (lavagem) na vagina;
PORQUE a ducha vaginal retira a proteção natural que
a vagina tem contra infecção. Também leva germes que jã
~
es
4
tao na vagina para o utero. A ducha nao evita a gravidez.
_.
10 - Se você estiver usando creme ou õvulo na vagina
para tratamento, tome alguns cuidados com
o
aplicador de creme como:
a)
Aplicador deve ser de uso individual;
b)
O aplicador deve ser lavado com ãgua corrente. Não ferva,
41
pois ê de plástico e derrete com o calor;
c)
Se possível colocar o aplicador para secar ao sol;
d)
Nunca usar o aplicador sujo.
ll - Se você usar pílula anticoncepcional, peça
Orientações a seu médico.
PORQUE a pílula sõ deve ser usada com orientação mš
dica, pois pode fazer mal a saúde. Você deve ser orientada
quanto:
a)
ao intervalo que deve ser feito de acordo com o tempo que
você toma;
b) a
C)
maneira correta de tomar;
aos problemas que ela pode trazer para sua saúde.
Toda mulher que toma pílula deve fazer o
de câncer ginecolõgico de
6
em
6
preventivo
meses.
12 - Evite sentar em sanitários públicos.
PORQUE o uso frequente de sanitário por várias
pes
soas, facilita o crescimento de diferentes tipos de germes,
favorecendo o aparecimento de alguns tipos de infecçao
região íntima.
na
13 - Alguns tipos de tratamento das infecções exigem
tratamento do casal.
PORQUE o homem pode ter o germe e não ter
corrimeg
42
to. Se sõ a mulher se tratar, quando ele tiver relação
se
xual, a infecção volta.
14 - Sempre que a mulher estiver fazendo tratamento
de uma infecção na vagina, ela não pode
ter
relações sexuais durante o tratamento.
~
PORQUE a relaçao sexual nao deixa o remédio
-.
fazer
efeito, demorando mais para sarar. Quando a mulher tem
infecção na vagina, é como se a vagina estivesse
e a
uma
machucada
relação sexual, tira o remédio que deve ficar em
cima
do machucado.
OBS: Caso seu companheiro não aceite parar algum tempo
as
relaçoes sexuais para o seu tratamento, traga-o na pré
xima consulta.
15 -
A pílula não é a ünica maneira de evitar a
gravidez.
Existem outras maneiras, que podem ser melhores para
você. Peça informaçoes a respeito a seu médico,
enfermeiro
no posto de saúde, etc ...
16 - Todas as orientações são importantes para
suas
filhas e amigas. Conte tudo que você leu para elas.
17 - Toda mulher deve fazer‹>preventivo de câncer de
6
em
6
meses. Para fazer o exame é necessário estas
2
dias
43
sem relação sexual, estar dois dias sem fazer uso de
remê
fio na vagina e estar no 59 dia depois do término de
menâ
truação em diante.
»
APÊNDICE v
METODOLOGIA DA VISITA DOMICILIAR
~
ESQUEMATIZAÇAO
l.
Planejamento:
1.1 - Seleção da visita a ser realizada
1.2 - Coleta de dados
1.3 - Revisão de conhecimentos
1.4 - Plano
1.5 - Preparo do material
2.
~
Execuçao:
2.1 - Abordagem
2.2 - Atividades
2.3 - Resumo e avaliação
3.
Registro de dados.
4.
Avaliação:
4.1 - Planejamento:
4.1.1 - Seleção da visita a se realizar:
a.1 - prioridades estabelecidas
a.2 - itinerário e meio de transporte
a.3 - horasmais apropriadas para a
assis
tência que vai ser prestada
a.4 - cálculo do tempo disponível da
visi
tadora
4.1.2 - Coleta de dados (Ou dados colhidos oralmep
45
te)
b.l
-
solicitar ao arquivo as fichas
de
controle de saúde de cada paciente
~
4.1.3 - Divisao de conhecimentos
c.1 - estudar todos os dados registrados
nas fichas
c.2 - rever os conhecimentos
científicos
para aplicar nas orientações
4.1.4 - Plano
d.l - definir a conduta a ser seguida
e
V
traçar um plano provisõrio das ações
de enfermagem
4.1.5 - Preparo do material
Selecionar o material a ser utilizado
em
visita e rever a forma de usar o material
~
- Execuçao:
4.2.1 - abordagem
a.l - complementar o estudo com
~
çoes que possam ajudar na
informa
abordagem
do assunto
a.2 - estabelecer ambiente favorável
4.2.2 - atividades
b.l - executar as ações de enfermagem
nejadas ou equacionã-las a
pla
situação
encontrada
b.2
-
rever as orientações e atividades
prestadas a familia e os planos para
atendimentos das necessidades
45
4.2.3 - resumo
c.l - resumir todos os assuntos
abordados
durante a visita
4.2.4 - Avaliação: avaliar se os objetivos da visi
ta foram atingidos
5.
Registro dos dados:
Registrar as ações da visita; registrando no
prontuário
ou fichãrio do paciente.
6.
Avaliação final:
Rever todos os passos a partir do planejamento avaliando
os aspectos positivos e negativos a respeito da validade
do trabalho educativo.
›
FATORES A CONSIDERAR:
l)
Problemas aparentes cientes da família;
2)
Problemas não reconhecidos pela família;
3)
Estabelecer contato com instituições médico sociais,
an
tes de serem indicados ã família;
4)
Estabelecer formas de comunicaçao verbal e nao verbal adg
quada a realidade encontrada.
PARA CLIENTES FALTOSAS, ACRESCENTAR:
-
Motivo de não retorno ao serviço;
-
Reforçar orientações, mostrando a importância de
nuar
-
o controle de saúde na Unidade Sanitária;
Aprazar nova data para seu comparecimento a Unidade
tãria.
conti
Sani
H H H H *% * **** % *** ** *
V?
Vw
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SUMO
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“_”
*M
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CENTRO DE CIENCIAS DA SAUDE
¢
ASSISTENCUA E ORIENTAÇÃO NO PLANEJAMENTO
~
FAMILIAR E um Pnzvnuçào Do CÃHCER cflnv;
OO UTERIHO E DE MINA NO AHBULATÕRIO
DO
IIAMPS - FLORIANÓPOLIS - S.C.
EDITE DOLSAN
HELENA TEREZINHA ROSA
NADIR DE SOUZA FIGUEIREDO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
VIIIa. UNIDADE CURRICULAR
-
ENSINO INTEGRADO
- INT 1108
H
ORIENTADORA: PROFa. ENFa. MARIA ANICE DA SILVA
SUPERVISORAS: ENFa. MARIA LUIZA DAMÃSIO ARAÚJO
ENFa. NILDA FIGUEIREDO CARNEIRO
FLQRIANÓPOLIS
JUNHO
-
1989
"Temas que prestar uma
assistência não apenas ne
cessãria mas capaz de ser
transformadora".
Rosane Duarte
AGRADECIMENTOS
-
A Nilda e Maria Luiza, pelo empenho e
assistência
que nos dedicaram durante o estágio.
-
A Maria Anice, pela orientação dada na execução do
projeto e relatório.
- As chefias do INAMPS:
pela receptividade e
que nos dispensaram e a toda equipe multiprofissional.
A todos, o nosso muito obrigada.
apoio
SUHÃRIO_
PÁG.
I _
INTRQDUÇÃO.........................
..
1
. . . . . . . . . . . . . . . .
4
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
16
II - APRESENTAÇÃO Dos RESULTADOS
III - coNÇLUsÃo
IV - RECQMENDAÇÕES
V
_
. . . . . . . . . . . . .
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
APÊNDICES
. . . . . .
.
. . . . . . . . . . . . . . . .
18
.
. .
. . . . . . . . . . . . . .
21
1 - znrmonnção
O presente relatõrio se refere a conclusão do
so de Graduação em Enfermagem, exigência da VIIIa.
Cur
Unidade
Curricular. Foi desenvolvido pelas acadêmicas Edite Dolsan,
Helena Terezinha Rosa e Nadir de Souza Figueiredo, no períg
Atendi
do de 21 de março a 31 de maio de 1989, no Posto de
mento Médico da Capital (P.A.M.)
-
I.N.A.M.P.S. A
supervi
são coube ãs enfermeiras Nilda Figueiredo Carneiro e
Maria
Enfermei
Luiza Damãzio Araújo, e a orientaçao a Professora
ra Maria Anice da Silva.
O estãgio foi realizado de segunda ã sexta -feira,
das 14 ãs 18 horas, sendo que duas alunas atuaram no Progra
uma
ma de Prevenção do Câncer Cêrvico Uterino e de Mama e
no Programa de Planejamento Familiar. Neste último a
perma
nência foi de 18 dias (período mínimo de estãgio em
cada
Programa).
A carga horária foi 300 horas, distribuídas
80 horas para o projeto, seminário e relatório, 220
em:
horas
ppara o estágio prãtico.
Optamos pelo Programa de Planejamento Fami1iar,po£
que as características de atendimento correspondem ao
acreditamos, ou seja, que todas as pessoas tem o direito
livre escolha dos padrões de reprodução que lhes
que
a
convenham
2
como indivíduos ou casais. Planejar e decidir
livremente o
número de filhos que desejam ter.
Referente ao Programa de Prevenção do Câncer Cêrvi
co Uterino e de Mama, julgamos oportuno porque vem de encon
tro a um sêrio problema de saúde pública e se situa dentro
das prioridades do Ministério da Saúde.
O câncer de mama e cêrvico uterino se constitue na
segunda causa de mortalidade nas mulheres brasileiras, dai
buscar
a preocupação que deve ser também da enfermagem em
mais
Çormas de assistência que tragam respostas cada vez
efetivas no controle e prevenção destas patologias.
No estágio realizamos a consulta de enfermagem, on
de utilizamos a entrevista com o auxílio do histõrico sinte
tizado, orientação informal, exame físico, distribuição de
folhetos educativos e encaminhamento a outros profissionais
da ãrea.
Nosso trabalho teve orientação na teoria do' autoo
cuidado de.Dorothea Orem. Os pressupostos que envolvem
conceito de auto-cuidado são:
- "O
-
auto-cuidado ê uma necessidade de todas as pessoas;
fatores como ambiente, hereditariedade, conhecimentos so
bre saúde, valores, atitudes, crenças e comportamentos in
fluem na saúde do indivíduo;
- as atividades de auto-cuidado podem ser aprendidas em
lação as crenças, hãbitos_e práticas, que caracterizam
estilo de vida do grupo do qual o individuo pertence;
- as condições de vida que apoiam o processo vital
re
o
influem
no auto-cuidado de indivíduos ou grupos;
-
fatores tais como idade, estágio de desenvolvimento, esta
3
ig
do de saüde, conhecimentos e habilidades, motivaçao,
fluenciam as decisões e ações de auto-cuidado"(5).
Segundo BELTRÃO "relatõrio ê a exposição de
oco;
de
rência ou de execução de serviços, ou ainda, dos fatos
uma administração pública ou privada, sendo esta exposição
acompanhada, quando necessária de grãficos, mapas, tabelas,
ilustrações. O relatõrio resume-se em um documento hâbil e
eficaz para demonstração do trabalho desenvolvido¡(4).
Para DANIEL "avaliar em enfermagem ê fazer um
lg
'e
vantamento ou verificação dos procedimentos utilizados
dos resultados obtidos no atendimento das necessidades bãsi
cas da pessoa humana. A avaliação ê um processo contínuo e
da
subsequente que visa aperfeiçoar o atendimento global
.
pessoa humana, quer seja no sentido preventivo, curativo ou
reabilitador"‹3).
Serã feito a descrição e avaliação de cada
vo proposto e os não propostos porém alcançados.
objeti
II - Arnzszumção nos RESULTADOS
Objetivo n9 1
- Prestar
assistência integral a saâ
de da mulher, a nível ambulatorial. Aplicando teoria'do
au
to-cuidado ao Planejamento Familiar, com fundamentaçao
na
teoria de Dorothêa Orem.
~
“Consideramos importante a orientaçao sobre
Plane
jamento Familiar a nivel ambulatorial, porque quando a mu
~
lher está no puerpërio (internada ou nao), muitas vezes nao
_.
ê repassada para ela orientação referente ao Planejamento Fa
milar"(;0). “O Programa de Planejamento Familiar está estru'
turado para orientar a mulher e/ou casal sobre anticoncep
.
~
l ).
çao"(
A enfermeira utiliza o historico de enfermagem, fg
lhetos educativos e esclarecendo sobre todos os métodos exis
.
_
.
.
.
Deixando
tentes, bem como: indicação e contra-indicações.
o casal ou a mulher a livre escolha sobre o método anticon
cepcional que deseja utilizar.
"É necessário demonstrar a importância de se plang
sua
jar uma família, pois o ser humano ê responsável pela
prática
conduta a qual deve partir da consciência de uma
adotada entre eles, constituindo os casais com uma esperan
ça de estabelecer uma família feliz. Com isso, sendo um as
sunto estritamente pessoal, 0 desejo básico de cada
casal,
5
ã frente dos valores nacionais, religiosos e sociais, é
o
de criar filhos sadios. Porém, reduzir o nümero de filhos,
objetivando umfplano governamental trata-se de uma questao
Fami
bastante complexa pois entende-se que, Planejamento
a
liar é uma filosofia social com o objetivo de melhorar
qualidade de vida da família, da mulher, através da
ção, da informação, para uma decisão responsável que
educa
desg
jam ter. No Planejamento Familiar como um direito do casal
por responsabilidade pessoal e voluntária" (Apostila do Pla
nejamento Familiar da Visão Cristã)(2).
~
Q
"A principal finalidade da anticoncepçao e
.
espaâ
já
sar as gestações de acordo com os interesses do casal,
problema
que a não existência de anticoncepção leva a um
muito mais grave que é o abortamento provocado“(6).~
Segundo RODRIGUES "os anticoncepcionais estão
reg
nidos em dois grupos. Os métodos clássicos e os métodos mg
dernos. Aqueles, também chamados naturais, se caracterizam
coi
por baixa eficácia e por interferirem no mecanismo do
to. Os modernos ou de barreira conferem um alto grau de pro
teção ãs pacientes e não interferem no ato sexual. Daí a ra
zão da preferência atual dos métodos clássicos: coito inter
os
rompido, tabelinha, condon, diafragma. Os modernos são
orais
dispositivos intra-uterino (DIU), anticoncepcionais
(CHO) e os injetáveis (CHI)"(8).
Fundamentamos o auto-cuidado preconizado por OREM§
"que é a capacidade de manter atendidas as necessidades que
é
o indivíduo apresenta. O sistema de suporte educativo,
quando a cliente necessita de conhecimento, habilidades, pg
realização
der decisõrio e comportamento de controle para
6
enferma
do seu auto-cuidado, ê necessãrio a orientação de
gem para a eficiência do auto-cuidado"‹4).
estratš
A seguir apresentaremos os resultados das
gias elaboradas para o alcance dos objetivos.
Tabela
I -
a
Estratégias do objetivo n9 1 com referência
avaliação do alcance dos resultados, realizadas
no Programa de Planejamento Familiar no Ambulatê
rio do INAMPS no periodo de 23/03 ã 31/05/89.
Florianópolis, S.C.
PRETENDIDOr ALCANÇADO
ESTRATÉGIA
l.
Consulta de enfermagem:
Importância do Planejamento Fami
.
30%
66,6%
20%
100%
liar.
.
Noções de anatomia,
fisiologia,
õrgãos masculino e feminino.'
2.
Problemas de sexualidade:
.
Orientação informal/encaminhamen
t0.
3.
.
4.
Entregar a cada consulta.
Informar sobre o Programa de
venção de Câncer Cêrvio Uterino
encaminhar se necessário.
5.
~
Nao foi
elaborado
100%
Elaborar
Elaboração do folheto educativo:
0
30%
100%
100%
Pre
e
100%
30%
Agendar para retorno.
i
|
7
Anãlise da Tabela I:
A consulta de enfermagem, foi realizada com
auxí
lio do histórico sintetizado, elaborado pela enfermeira reg
ponsãvel pelo Programa do Planejamento Familiar
(apêndice
n9 1 do projeto). A consulta ê realizada sempre que a
pa
ciente procurar o Programa pela primeira vez, onde ê aberto
sobre:
um prontuário. Durante a consulta demos um enfoque
importância do planejamento familiar; noções de
anatomia e
fisiologia dos õrgãos genitais masculino e feminino, com ag
xílio de cartazes ilustrativos (apêndice n9 2 do projeto);
as explicações foram ascessíveis ao nível de compreensão de
cada paciente. Explicando ainda, sobre todos os métodos con
mesmos.
tracepticos existentes e fizemos demonstração dos
Nesta estratégia o pretendido era 30% e alcançamos 66,6%
120
pois a demanda foi de 180 pacientes e foram atendidas
,
prg
pacientes na consulta. Às pacientes que apresentavam,
orientações,
blemas relacionadas a sexualidade, receberam
esclarecimentos de dúvidas, e em alguns casos foram encami
nhados para outros profissionais. Pretendíamos 20% de orien
tações, nõs alcançamos 100%, porque todas as paciente
problemas relacionados a sexualidade foram orientados,
com
ti
«sobre
nhamos proposto a elaboração de folhetos educativos
métodos contraceptivos, mecanismo de ação, contra indicação
e implicação no uso. No Programa de Planejamento
Familiar
jã havia o folheto elaborado pelo Ministério da Saúde (apên
dice n9 l). Avaliamos 0 folheto e achamos que estava
~
elaborado e contendo todas as informaçoes necessárias.
tregamos o folheto ao final da primeira consulta;
bem
EQ
reforçan
8
cg
do a orientação e favorecendo a decisão da mulher e/bu'
sal. Consideramos o objetivo alcançado em 100%, apesar
das
estratégias serem parcialmente alcançadas por não ter
sido
elaborado os folhetos, mas no entanto, a paciente não ficou
informa
sem as informações. As pacientes receberam também
ções sobre o Programa de Prevenção do Câncer Cérvico Uteri
no e de Mama, encaminhadas as que nunca fizeram preventivo
e aquelas com dois anos sem repetir o exame.
A estratégia foi alcançada em 100% pois em 120 con
necessâ
sultas foram encaminhadas 24 pacientes que se fez
rio.
p
O agendamento era para as pacientes que necessitam
avaliação do método que estavautilizando.
O objetivo foi atingido e a estratégia
pretendida
era
era 30%, o alcançado foi 100%, porque o agendamento
mais para as pacientes com DIU, diafragma, avaliação do con
traceptivo hormonal oral e aquelas que tinham indicação ci
rürgica. O índice de agendamento é relativamente alto devi
do a facilidade na marcação de consulta.
Objetivo n9
2: "Prestar
assistência de enfermagem
a saúde na prevenção do Câncer Cérviço Uterino e de
através da consulta de enfermagem, visando o
preconizado por Dorothéa Orem"(4).
"A histõria natural do câncer cérvico
Mama,
auto-cuidado
uterino pas
sa por diversas etapas bem definidas como hiperplasia,
plasia, carcinoma "in situ" até atingir a fase invasiva,
que demanda um prazo relativamente longo. Desta forma,
dis
o
é
9
possivel interromper o curso da doença em qualquer
destas
fases com identificação através do citodiagnõstico. Sabemos
que o câncer do colo de ütero ê precocemente detectado pelo
exame de papanicolau. E uma técnica utilizada pra
triagem
do câncer cervical que compreende a obtenção de amostras do
reservatõrio vaginal, ectocervical e canal endocervical.
O
colo ê exposto e retirado então delicadamente a secreção em
excesso"‹9).
~
"No momento do exame, a paciente nao deverã
usado medicamento intravaginal, clientes devem ser
estar
instruí
das para não usar: cremes, duchas, e não ter relações 48 ho
ras antes do exame. Se caso a cliente realizar exame
inter
no, a coleta deve ser suspensa. Esses fatores podem alterar
o resultado do exame"(7).
No ambulatõrio ê realizada a coleta tríplice da re
gião ectocervical, fundo de saco posterior (FSP) e endocer
e
vical. O esfregaço ë realizado com a espãtula de ayres,
com a escovinha campo da paz para a região endocervical.
80%
A coleta tríplice ê muito importante, porque
'
dos cânceres ocorrem no endocervical.
Quando a cliente tem ectopia ë importante o esfrg
gaço nesta região, porque 90% dos cânceres ocorre na junção
escamo colunar.
~
As classes de diagnóstico citolõgico sao:
Classe
I -
células neoplãsicas negativa;
Classe II - inflamatório (repetir apõs o tratamento);
Classe III - displasia (sugerida) leve, moderada, grave;
Classe IV - carcinoma "in situ" (sugerido);
Classe V - carcinoma invasivo (sugerido).
10
tipos
Cêlulas escamosas, adenocarcinoma, e outros
celulares (devem ser especificadas).
Para o atendimento as clientes utilizamos a consul
ta de enfermagem,orientação, exame físico, avaliação do
cg
lo, e entrega de folhetos educativos.
Orientamos as clientes sobre o auto-exame de mama,
“inspeção estãtica, inspeção dinâmica, palpação e a expres
são"(7).
Utilizamos a teoria de Orem, sobre o auto-cuidado
na identificação precoce de patologias relacionadas aos õr
gãos de reprodução da mulher, como por exemplo, informar as
clientes sobre a importância da prevenção do câncer cêrvico
uterino e de mama.
a
Tabela II - Estratégias do objetivo n9 2 com referência
avaliação do alcance dos resultados no Progrg
ma de Prevenção de Câncer Cêrvico Uterino e de
Mama, no Ambulatório do INAMPS, no período
de
23/3 â 31/05/89. Florianópolis, SC.
ESTRATÉGIAS
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4.
fazer visita dcmiciliar
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100%
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100%
100%
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rio
100%
100%
11
Análise da Tabela II:
No Programa de Prevenção de Câncer Cêrvico Uterino
e de Mama, ê agendada as pacientes nos respectivos
horê
rios: 14:00 horas ãs 17:30 horas. Recebemos a paciente indi
vidualmente. A consulta de enfermagem ê realizada com o
xílio do histõrico sintetizado (apêndice n9
3
au
do projeto) e
as próximas consultas são realizadas com histõrico de
con
sulta subsequentes (apêndice n9 2).
No exame físico foi realizada a inspeção estática,
inspeção dinâmica, palpaçáo e expressão; são explicados
ca
da passo do exame de mama e orientado sobre a êpoca de
rea
lização do exame. As alterações no exame de mama são
regis
tradas no histõrico de enfermagem e preenchida a ficha
de
encaminhamento para o mastologista (apêndice n9 3).
A coleta de material cêrvico uterino ë
realizada
com auxílio de espátula de ayres e a escovinha campos
paz. A coleta ê tríplice, utilizada duas lâminas, a
da
primei
ra ê com a coleta ectovercice, a segundo ê dividida em duas
partes: fundo de saco posterior e por último
Em alguns casos como: ectopia acima de
2
endocervice.
cm, lesoes na vagi
na e classe acima de II, ê feita a coleta da terceira
lámi
na.
As lâminas são identificadas pelo nome da paciente
e o número do prontuário. Onde são enviadas para um
labora
tõrio, junto com um formulário contendo os dados da
pacien
te (apêndice n9 4), onde ê feita a leitura citolõgica
lâminas. Quando o resultado do exame está pronto, o
tõrio envia para o INAMPS.
das
labora
12
Ao término da coleta é fornecido dois folhetos_edg
cativos sobre: colo de ütero, quando fazer o exame prevent;
vo, cuidados com higiene intima (apêndice n9 5). E outro de
monstrando o procedimento do auto-exame de mama
(Apêndice
n9 6). Entregue o comprovante do retorno para prõxima
sema
na, para a paciente buscar o resultado (Apêndice n9 7).
.
Ao retornar ela recebe o exame juntamente com
uma
carteira de controle elaborada pela enfermeira do .programa
e nesta carteira consta: n9 do prontuãrio, nome, endereço
,
o resultado do exame e a data do retorno (Apêndice n9 8).
E registrado no histõrico de enfermagem o
do colo, a descrição do mesmo, apõs a avaliação.
desenho
Atendemos
163 pacientes dando uma média de quatro pacientes por
Essa estratégia foi alcançada pois o pretendido era
dia.
2
pa
cientes por dia.
O resultado do exame é registrado num livro
onde
contêm: número do prontuário, nome da paciente, endereço
idade, data da coleta e data da entrega do exame e o
tado.
,
resul
d
O prontuário é aberto na primeira consulta e arqui
vado por ordem alfabética. A estratégia referente ao arqui
vo e registro dos pacientes foi alcançada em 100%, pois to
das as pacientes consultadas foram registradas.
Durante o estãgio tivemos duas pacientes com resul
tado do papanicolau classe III e IV.
Aquela com classe III retornou na data marcada,
e
a outra não. Realizamos visita domiciliar ã paciente com rg
sultado classe IV; a visita domiciliar foi realizada
do o roteiro (Apêndice n9
5
do projeto).
segun
13
_
No dia posterior a visita, a paciente retornou
ao
Programa de Preventivo.
A estratégia foi alcançada, porque todas as pacien
tes acima de classe II foram registradas e apenas uma
pa
ciente não retornou na data marcada, onde foi realizado
visita domiciliar.
a
`
Todas as pacientes que procuraram o Programa »= de
sg
Preventivo de Câncer Cêrvico Uterino, foram orientadas
bre o Planejamento Familiar, somente 20 foi necessário enca
minhamento. Consideramos a estratégia 100% alcançada.
Tabela III - Classificação citolõgica de acordo com o exame
Papanicolau. Ambulatório do INAMPS, período
23/03 â 31/05/89. Florianópolis, SC.
NÚMERO DE CLIENTES
%
24
14,7
100
61,3
15
9,2
6
3,7
16
9,9
Classe III
l
0,6
Classe IV
1
0,6
Classe V
TOTAL
0
-
Classe
I
Classe II, sem infecção
Classe II com infecção Tricomonas
Classe II com infecção Moniliase
Classe II com Infecçao Gordenerg
lla'
163
100%
-
14
ênálise da Tabela IV:
No levantamento realizado encontramos alto
índice
de classe II sem infecção. As infecções mais frequentes
fg
ram: Trichomonas, monilíase, gardnerella. Somente uma
pa
ciente apresentou classe III e uma Classe IV. Para essas pa
cientes com infecções e classes III e IV foram encaminhadas
â ginecologista do programa, o mesmo prontuário ê utilizado
pela médica onde fica registrada sua consulta.
Objetivo n9 3: Promover interação com a equipe mul
na
tiprofissional, professor, orientador e funcionários,
tentativa de manter uma troca de conhecimentos e continuida
de no planejamento elaborado.
Esse objetivo foi importante para o desempenho
estágio, porque tivemos a colaboração e apoio de toda
equipe multiprofissional.
do
a
Marcamos reunião no início do estágio com a chefia
de enfermagem do INAMPS. Inicialmente havíamos
planejado
realizar reuniões quinzenalmente, mas no decorrer do
~sete
gio não seguiu-seeste esquema, e sim feitas ao todo
reuniões de acordo com a necessidade. Mantivemos
está
contato
“
diário com nossos supervisores que mostraram-se sempre dis
execu
poníveis, o que colaborou para o êxito do projeto e
~
çao do estágio.
Promovemos reuniões semanais com o grupo de
está
gio, para troca de conhecimentos e estudo em grupo.
No decorrer do estágio utilizamos vários
serviços
15
sendo que para tanto sentimos necessidade de conhecer a rg
tina, dos mesmos, ou seja, horãrio para troca de material es
terelizado, rouparia, consultõrios, sala de atendimento do
atendi
plantão mêdico de emergência, além dos horãrios de
mento dos Programas jã citados anteriormente.
Realizamos uma reunião de confraternização no
dia
15.06.89 ãs 14 horas, esse horãrio foi considerado o mais
adequado pela maioria das participantes, sendo que a presen
ça e a satisfação expressa por todos, nos deixou muito
con
tentes.
O objetivo foi alcançado, e todas as
realizadas.
p
estratégias
é
III - CONCLUSÃO
A escolha deste estãgio e sobretudo a
realizaçao,
para tal, oportunizou o aprendizado e também nos
proporcio
nou oportunidade de evidenciar experiências que eram
desco
nhecidas.
_
Para o desenvolvimento do estãgio foi
necessário
muito estudo e pesquisa, aprofundar conhecimentos para
pg
dermos atuar com segurança.
Enfatizando 0 Planejamento Familiar como fator que
interfere no crescimento da população, achamos
essencial
apresentar um tema que reflete muita controvérsia sobre
consequências deste crescimento como desequilíbrio
as
sõcio-
econõmico de uma família que não tem noção de planejar
seu
número de filhos.
Visamos neste estãgio o Planejamento Familiar, ori
entando as clientes sobre anticoncepção, enfatizando a
li
vre escolha do método que deseja utilizar.
Em relação ã Prevenção do Câncer Ginecolõgico, ori
entamos e reforçamos a realização do preventivo a cada seis
meses dependendo do resultado, ou seja, da
por classe. E na Prevenção do Câncer de Mama,
classificação
orientamos,
ensinamos e reforçamos o auto-exame.
Adotamos a teoria de Orem com o; intuito de
atin
17
gir a cliente e fazer esta conscientizar-se da iimportância
dos esclarecimentos de enfermagem sobre a sua saüde, a
fim
de que alcance o auto-cuidado.
Conclui-se que, através deste estágio,
poderemos
implementar nosso potencial de atuação no aspecto da
~
ria da saüde da mulher, através da orientaçao formal e
formal.
melhg
ig
Iv - nscouzunnçõzs
1 -
Recomendamos que seja feito a divulgação
dos
Programas de Prevenção de Câncer Cêrviço Uterino e de
Mama
e do Planejamento Familiar;
2 -
_
Recomendamos aos professores que incentivem os
alunos a realizar estâgio extra-curricular, ou que seje
in
cluído no currículo, estágio no Programa de Planejamento Fa
miliar.
Os professores possam ter como campo de estãgio
o
Mama
Programa de Prevenção de Câncer Cêrvico Uterino e de
no INAMPS, devido a boa demanda e a consulta de enfermagem;
3 -
Recomendamos que tenha no Programa de
Planeja
mento Familiar um livro onde possa ser registrado o
'nome
da paciente, número do prontuário, o método que a mesma
op
tou e a data da procura do Programa, e se teve retorno
re
gistrar a data e o endereço da cliente. Este livro tem como
finalidade, registro e serve também para pesquisas científi
cas;
4 -
Recomendamos que seja feito pelos
professores
pedidos de compras de livros sobre Planejamento Familiar
e
Prevenção de Câncer Cërvico Uterino;
5 -
Recomendamos que tenham professores
orientadg
res da VIIIa. Unidade Curricular nas ãreas escolhidas pelos
19
alunos, para melhor desenvolver o estãgio, projeto,
re1at§
rio e indicaçao de bibliografia;
V
6 -
Que os professores orientadores pudessem
um treinamento sobre metodologia, planejamento,
ter
~
elaboraçao
de objetivos, etc., com frequência, onde pudessem atualizar
seus conhecimentos;
7 -
Que os alunos antes de elaborar um ,planejamen
to de estãgio, observem rigorosamente os direitos
dos objetivos propostos, evitando transtornos com o
de estãgio.
autorais
campo
V
-
REFERENCIA BIBLIOGRÃPICA
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ABEPF.
Rio de Janeiro, n9 1,
I
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Servico
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BÚRIGO, M.E.
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a
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3.
FUCK, M.S.
&
CAMPOS, G.M.
Planejamento familiar e
influência na saúde da mulher.
Curso de Graduação em Enfermagem
1987.
`
sua
Projeto apresentado ao
-
UFSC, Florianópolis,
APÊNDICE
APÊNDICE
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no momento que desejar e conheço:
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Seus benefícios - bastante eficaz (índice =
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autori
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duraçao de
3
2)
anos
Seus efeitos colaterais - aumento do sangramento
-
cõlicas
-
irregularidades
z
mens
truais nos primeiros me
ses
c)
~
Seus riscos - infecçao pélvica
-
gravidez.
Estou orientada sobre os sinais de alerta em caso de
complicações:
-
Febre
- Dor
-
Hemorragia
-
Atraso menstrual
-
Corrimento
-
Perda do FJO
DATA:
ASSINATURA:
APENDICE I-B
INAMPS - PAM CAPITAL
SERVIÇO DE ENFERMAGEM
PROGRAMA: PLANEJAMENTO FAMILIAR
PosTo DE AssIsTENCIA MEDICA
FORMULÁRIO A SER PREENCHIDO POR TODOLA) PACIENTE
A ANTICONCEPÇÃO CIRÚRGICA
Nome:
N9 ficha Anticoncepção:
Quem encaminhou ao P.F.?
Marido está presente a consulta?
Por que não quer mais ter filhos?
Por que um método definitivo?
Por que agora?
CANDIDATO
Não existem outros mëtodos disponíveis? (explique)
Z
Os outros mêtodos são inaceitáveis? (explique)
Alguma pessoa motivou a sua solicitaçao para um mêtodo irre_
versível definitivo?
A __,
Quem?
Discutiu essa decisão com alguëm? Quem?
Como
Jã pensou em não poder mais ter filhos?
se sentiria nessa situação?
O(a) Companheiro(á) esta de acordo?
J
Se o(a) seu(sua) companheiro(a) não esta de acordo por que?
*
-
A
_
C
_
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.
O(a) seu(sua) companheiro(a) se sentiria bem nessa nova Con
diçao?
Jã pensou nas seguintes possibilidades e como reagiria dian
_
te delas?
- perda de um filho (filhos):
- perda da gravidez atual:
- perda do campanheiro(a):
- novo Casamento:
- desejo de outros filhos com novo(a) companheiro(a):
-
melhora do nível econômico:
filhos Crescidos e desejo de ter outra criança:
f
Pode imaginar-se em uma dessas situações e tendo feito
queadura (vasectomia)?
O que faria nesse caso?
Tem algum problema de relacionamento com o cônjuge? Qual?
la
Tem algum problema com religião?
Estã segura(o) que quer ser submetida(o) a laqueadura
(vg
sectomia)?
Tem alguma duvida ou pergunta?
Acredita que teve tempo suficiente para tomar essa decisão?
Você sabe que pode mudar de opinião a qualquer hora?
Acha que precisa de mais orientação?
CONSENTIMENTO INFORMADO
Eu,
autorizo que me realizem laqueadura tubãria (vasectomia) .L
através de uma cirurgia.
Recebi orientação sobre outros métodos anticoncepcig
nais temporários para evitar gravidez, e os mesmos me foram
oferecidos. Sei que a cirurgia é irreversível e me impedirá
para sempre de ter filhos.
Estou consciente que como qualquer cirurgia, esta tam
bém tem alguns riscos e uma pequena possibilidade de falharÍ
Sei que posso mudar de idéia a qualquer momento sem
perder nenhum benefício do hospital. Tive a oportunidade de
esclarecer todas as minhas düvidas existentes.
_Data:
ASSINATURA
ASSINATURA
í
/
/
.
Data: __/__/__.
APENDICE II
INAMPS - PAM CAPITAL
SERVIÇO DE ENFERMAGEM
PROGRAMA: PREVENÇÃO DO CANCER FINECOLÓGICO
NOME:
IDADE:
CONSULTA SUBSEQUENTE
-
HISTÓRICO
'
.
ALTURA:
PESO:
'
'
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N9 EXAME:
'^
DATA:
FATORES RELATIVOS AO COLO UTERINO:
SANGRAMENTO INTERMENSTRUAL OU PÓS MENOPAUSA:
PRURIDOz~
FLUXO VAGINAL/cORz' 4' '*
~-V~*
INIc1O:*
QUANTIDADE:
"" D.S.T.:
RADIOTERAPIA PELVICA:`
~
"“ 'V sANGRAMENTOz
DOR Ã RELAçAO=
ATIVIDADE SEXUAL:
"` D.U.M.:
"
CICLO MENSTRUAL:
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CAUTERIZAÇOES:`
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RES. ULTIMO ExAME:""*
cIRURG1As=
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DATA:
EAmOREs'RELATIvOs'ÃrMAMA
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HISTÓRIA DE DISPLASIA/NÕDULOS:`
TEMPO/INTERRUP;z
METODO ANTIcONcEPcIONAL:""*~'~'
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DURAÇAO:“`
TRATAMENTO HORMONAL:f'*""""
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MAMA:
EXAMES:
EXAME CLINICO
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OBS:
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AUTO-PALPAÇ AO:
VOLUME: P[ -|M
I ESTÃTICA
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AÊÊNDICE IV
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|Ns'r|TuTo DE D|AGNÓsT|co ANÀToMo- PATo|.Óo|co LTDA.
SECÇÃO DE CITOPATOLOGIA
DR. JOSÉ CALDEIRA FERREIRA BASTOS CRM-SC 617
-
-
REQUISIÇÃO DE EXAME COLPOCITOLÓGICO
Nome
Fone
Endereço
Médico
Responsável
fz Qdo Exame
às
Radioterapiaü
Recebido
_
Última
Menstruaçãoí____í____
Tratamento Hormonal
Dados Clínicos
Corrimentoü
em
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Grávidaü
Puérpera
Exame Prévio
Dispareuniaü
PruridoE]
Ú
Pós-menopausa
Outras Informações
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(ASSINALAR LOCAIS DE COLHEITA:
ENDO
ECTO
USO DE DIU
F. s. P.
f
EXAME DE COLO:
Sim
|
|
Nãoü
RESERVADO AO SERVIÇO DE CITOPATOLOGIA
Citólise
Cél.
Profundas
Hemácias
Í
V
Cél. Intermediárias
Trichomonas
Cél. Superficiais
Fungos
Cél. Endocervicais
Cél.
eAcTÉR|As
Endometriais
Neutrófilos
Histiocitos
Muco
ÍF LO RA
OBS.: O: Ausentes
+2
Escasso
+ +2 Moderado + + +. Abundante
Endocervix
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS
Ectocervix
F. S.
Papanicolaou Classe
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Posterior
Sangramento
APÊNDICE V
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APÊNDICE VIII
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