CONCURSO DE BOLSAS - 5º ANO, 5º ANO ESPECIALIZADO E CURSOS PREPARATÓRIOS DO ENSINO FUNDAMENTAL
LÍNGUA PORTUGUESA
TEXTO I
A MÁQUINA MALUCA
01
Na nossa rua tinha um cientista, o professor Batista.
Vocês sabem o que é um cientista? Pois é uma pessoa que sabe muitas coisas. E as que não sabe, inventa.
O nosso cientista, professor Batista, sabia mil coisas. E as que ele não sabia, inventava. Pois o professor
Batista, além de cientista, era inventor.
05
O professor Batista tinha um sobrinho, o Maneco. O Maneco adorava visitar o laboratório do tio.
Vocês sabem o que é um laboratório? Pois um laboratório é onde o cientista inventa suas invenções.
Maneco adorava espiar o laboratório do professor Batista. E era muito amigo do Venceslau, o assistente do
cientista.
Naquele dia, quando o Maneco chegou ao laboratório, quem abriu a porta foi o Venceslau:
10
– Ih, Maneco, o professor hoje está muito ocupado. Ele está trabalhando num projeto muito importante.
– Puxa, Venceslau, será que eu posso dar uma espiada?
– Pode, sim, Maneco, mas não faça barulho. Não atrapalhe o seu tio.
O professor estava montando uma máquina enorme.
– Bom-dia, titio. Pra que serve esta máquina enorme?
15
– Esta é a máquina Faz-tudo, Maneco. Mas fique quietinho. O titio está trabalhando.
– Mas faz tudo, mesmo?
– Faz, sim. Vou vender para o governo. Quando esta aparelhagem começar a funcionar, ninguém mais vai
precisar trabalhar.
Vieram os homens do governo ver a máquina. O professor ligou-a.
20
Que maravilha!
A máquina fazia tudo, mesmo! Acendia e apagava as luzes da rua, fazia os ônibus andarem pra baixo e pra
cima. Fazia pão e engarrafava o leite.
Fazia os aviões subirem e descerem, controlava a água das casas e os elevadores dos prédios.
Os homens do governo adoraram:
25
– Vai ser uma nova era para a humanidade, ninguém mais vai precisar trabalhar.
– Viva o professor Batista, o maior cientista.
E a máquina começou a trabalhar e todo mundo começou a se divertir.
Os cinemas ficaram cheios, os parques de diversão também.
Mas a máquina começou a ficar exigente.Com sua voz rouca de máquina, ela dizia:
30
– Eu quero que me tragam 20.000 latas de goiabada.
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Mais que depressa iam buscar as latas de goiabada e traziam para a máquina.
– Eu quero 1.000 litros de perfume francês...
Viravam o país inteiro para arranjar o perfume.
E a máquina não se contentava:
– Eu quero uma fantasia de carnaval...
Todo mundo se espantava:
– Não sei de nada – dizia a máquina. – Se não me arranjarem uma fantasia de carnaval, não brinco mais!
E tinham que fazer uma fantasia, às pressas, para a máquina.
Tantas coisas foi pedindo a máquina que a cidade inteira trabalhava para ela.
Filas de caminhões alinhavam-se em frente ao laboratório do professor, descarregado as coisas que a máquina
pedia.
E, quando não atendiam logo, a máquina ficava furiosa e fazia uma porção de maluquices.
Cortava a água das casas, atrapalhava o trânsito, parava de fazer pão. E todo mundo tinha que correr para
atender às vontades, cada vez mais complicadas, da máquina.
O governo começou a ficar preocupado.
O povo estava descontente porque estava trabalhando mais do que antes.
E o professor não era mais capaz de controlar a máquina. Quando queria chegar perto, ela dava o maior choque.
Maneco foi falar com o tio:
– Titio, sabe como é que a gente devia fazer?
– Fique quietinho, meu filho, agora não. Titio está ocupado.
Foi convocada uma grande reunião de cientistas para resolver o problema.
Mas não houve a reunião. Na hora marcada, todos os cientistas ficaram presos nos ônibus, nos aviões, nos trens.
Nenhum chegou para a reunião.
A máquina era realmente muito esperta.
Todos os políticos foram chamados.
Mas a máquina não mandou os telegramas chamando os políticos, de modo que nenhum respondeu.
Maneco foi novamente falar com o tio:
– Titio, deixa eu dizer uma coisa?
O titio estava realmente muito preocupado:
– Agora não, Maneco, não posso perder tempo.
E a máquina estava cada vez mais maluca:
– Eu quero 20.000 litros de óleo para bronzear...
Um dia a máquina amanheceu cantando:
– Ai donti uantustei ria. Ai uantugou bec tu Bahia...
A máquina estava cantando em inglês e ninguém entendia. Todo mundo perguntava o que era.
– Que será que esta máquina maluca está querendo agora?
E o professor explicou:
– Ela diz que não quer ficar aqui. Ela quer ir embora pra Bahia.
E, quando as pessoas ligavam o rádio, só saia esta música.
E, quando ligavam a televisão, também só se ouvia a mesma música.
Maneco foi falar com o tio de novo:
– Titio, eu tenho uma idéia ótima.
– Agora não, Maneco, preciso resolver este caso.
– Tio, eu sei como resolver.
Mas o professor não conseguia ouvir o que o Maneco dizia, pois só se ouvia a música, cada vez mais alta.
E foram consultar as companhias de transporte para ver se era possível mandar a máquina para a Bahia, mas a
máquina era muito grande e ninguém podia carregar.
E foi aí que Maneco resolveu agir sem consultar ninguém.
Passou por trás da máquina e desligou da tomada.
– CHHHHHHHH!
A máquina parou de cantar.
E, quando se fez silêncio, todo mundo sentiu o maior alívio.
– Viva! A máquina maluca parou! Viva!
Todos saíram para as ruas, cantando e dançando, fazendo o maior carnaval.
Na frente de todos, iam o professor Batista. Venceslau e Maneco...
E, no outro dia, todo mundo voltou a trabalhar em paz...
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01
Marque a única opção verdadeira sobre o texto lido:
a) (
) O assistente Venceslau não gostava de Maneco.
b) (
) Venceslau nunca permitiu que Maneco entrasse no laboratório para espiar os inventos do tio.
c) (
) O professor Batista criou a máquina Faz-tudo com o objetivo de acabar com a necessidade de a
população trabalhar.
d) (
) Em nenhum momento do texto, a população pôde usufruir das potencialidades da máquina.
e) (
) As exigências que a máquina passou a fazer eram sempre de fácil realização.
02
Indique o personagem que, no defecho do texto, soluciona o problema de descontrole da máquina:
a) (
) o professor Batista
b) (
) o assistente Venceslau
c) (
) o governo
d) (
) o Maneco
e) (
) um líder do povo
03
Marque a opção que não completa devidamente a afirmação abaixo:
Quando as exigências da máquina não eram logo atendidas, ela...
a) (
) ...ficava furiosa.
b) (
) ...cortava a água das casas.
c) (
) ...atrapalha o trânsito.
d) (
) ...parava de fazer pão.
e) (
) ...começava a cantar em inglês.
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04
É falso afirmar sobre o texto lido:
a) (
) O problema da máquina maluca descontrolada foi resolvido através de muito conhecimento científico.
b) (
) “Os cinemas ficaram cheios, os parques de diversão também.” (l. 28)
Como a máquina estava trabalhando no lugar das pessoas, este trecho comprova que elas tiveram
mais tempo para lazer e entretenimento.
c) (
) “Viravam o país inteiro para arranjar o perfume.” (l. 33)
A expressão grifada significa que procuravam o perfume por todos os recantos do país.
d) (
) “– Se não me arranjarem uma fantasia de carnaval, não brinco mais.” (l. 37)
É possível afirmar que a máquina, neste trecho, de certa forma, ameaça a população.
e) (
) “– Agora não, Maneco, não posso perder tempo.” (l. 60)
O vocábulo perder poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por desperdiçar, gastar.
05
Marque a opção cuja palavra entre parênteses não substitui corretamente o vocábulo grifado na frase:
a) (
) “E as que ele não sabia, inventava.” (l. 3)
(coisas)
b) (
) “Ele está trabalhando num projeto muito importante.” (l. 10)
(Venceslau)
c) (
) “...será que eu posso dar uma espiada?” (l. 11)
(Maneco)
d) (
) “...a cidade inteira trabalhava para ela. (l. 39)
(máquina)
e) (
) “Nenhum chegou para a reunião”. (l. 53)
(cientista)
06
Marque a opção que contém a fala de Maneco que indica sua primeira tentativa de ajudar o professor Bastista
a retomar o controle da máquina.
a) (
) “– Bom-dia, titio. Pra que serve esta máquina enorme?”
b) (
) “– Titio, sabe como é que a gente devia fazer?”
c) (
)”– Titio, deixa eu dizer uma coisa?”
d) (
) “– Titio, eu tenho uma idéia ótima.”
e) (
) “– Tio, eu sei como resolver.”
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07
“– Viva! A máquina maluca parou! Viva!” (l.83)
Identifique o único sentimento que não poderia ser atribuído ao povo neste momento da narrativa:
a) (
) alívio
b) (
) alegria
c) (
) entusiasmo
d) (
) empolgação
e) (
) indignação
08
Assinale a verdadeira razão pela qual a máquina Faz-tudo não poderia ser levada para a Bahia:
a) (
) As companhias de transporte cobraram um preço muito alto para levar a máquina.
b) (
) O governo não concordava em realizar tal desejo da máquina.
c) (
) O professor Batista não queria afastar-se de seu maravilhoso invento.
d) (
) A máquina era muito grande e ninguém podia carregá-la.
e) (
) Na Bahia, não haveria lugar para instalar a máquina.
09
Tendo em vista o contexto em que se encontra, o vocábulo grifado abaixo só não seria corretamente substituído por:
“Maneco adorava espiar o laboratório...”(l. 7)
a) (
) espionar
b) (
) observar
c) (
) olhar
d) (
) bisbilhotar
e) (
) sabotar
5
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10
Assinale a opção em que o vocábulo grifado desempenhe função gramatical semelhante ao destacado no
trecho abaixo:
“– Vai ser uma nova era para a humanidade...” (l. 25)
a) (
) “E, quando não atendiam logo...” (l. 42)
b) (
) “Nenhum chegou para a reunião.” (l. 53)
c) (
) “– Que será que esta máquina maluca está querendo...” (l. 66)
d) (
) “...mas a máquina era muito grande...” (ls. 76 e 77)
e) (
) “– Viva! A máquina maluca parou!” (l. 83)
11
Relacione as colunas e, em seguida, marque a opção certa para indicar em que graus estão flexionados os
adjetivos nas frases a seguir:
(1) grau comparativo de igualdade
(2) grau comparativo de superioridade
(3) grau comparativo de inferioridade
(4) grau superlativo absoluto analítico
(5) grau superlativo absoluto sintético.
(
) Venceslau era menos inteligente do que o professor Batista.
(
) O invento do professor foi péssimo.
(
) Maneco era tão inteligente quanto seu tio.
(
) Maneco sempre foi muito esperto.
(
) A máquina era menor do que um ônibus.
a) (
)4–5–2–1–3
b) (
)3–5–1–4–2
c) (
)2–4–1–5–3
d) (
)5–3–4–1–2
e) (
)2–1–4–3–5
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Marque a única opção em que a palavra grifada não seja um pronome:
a) (
) Procuravam outra solução para controlar a máquina.
b) (
) Todos encantaram-se com aquela máquina.
c) (
) O professor Batista não controlou sua invenção.
d) (
) O povo trabalhou muito para satisfazer as vontades da máquina.
e) (
) A máquina era linda. Eu a vi no museu.
13
Marque a opção em que a palavra grifada é um numeral:
a) (
) Só uma pessoa resolveu o problema.
b) (
) O professor construiu uma grande máquina.
c) (
) Procuravam um jeito de transportar a máquina.
d) (
) Um dia, a máquina parou de fazer exigências.
e) (
) Uma falha cometida pelo professor desprogramou a máquina.
14
Analise, atentamente, as afirmativas abaixo e, depois, marque a opção certa sobre elas:
III – As palavras maluca, Maneco, máquina, mundo e música encontram-se organizadas em ordem alfabética.
III – São dissílabas paroxítonas as palavras:
cheios
–
mais
–
iam
–
correr
III – Houve separação silábica correta nas seguintes palavras:
sa – bi – a
i – déi – a
pos – sí – vel
sa – í – a
IV – Há ocorrência de dígrafo em todas as palavras abaixo:
descerem – água – professora – trabalhar
a) (
) Todas as afirmativas estão corretas.
b) (
) Todas as afirmativas são falsas.
c) (
) Apenas a afirmativa III é verdadeira.
d) (
) São falsas apenas as afirmativas I e IV.
e) (
) Apenas as afirmativas I e III são verdadeiras.
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15
É incorreto afirmar sobre os verbos:
a) (
) “...quando Maneco chegou ao laboratório...”
O verbo grifado encontra-se flexionado na 3ª pessoa do singular.
b) (
) “Acendia e apagava as luzes da rua...”
O verbo grifado está conjugado no futuro do pretérito do Indicativo.
c) (
) “Mas a máquina começou a ficar exigente.”
O verbo grifado encontra-se conjugado no pretérito perfeito do Indicativo.
d) (
) “... a cidade inteira trabalhava para ela.”
O verbo trabalhar está conjugado no pretérito imperfeito do Indicativo.
e) (
) “A máquina maluca parou!”
Flexionando o verbo grifado na 3ª pessoa do plural do futuro do presente do Indicativo, teremos pararão.
MATEMÁTICA
16
Ao terminar de construir a máquina Faz-tudo, o professor Batista elaborou uma mensagem e a enviou para
8 homens do governo. Pediu a cada um deles que enviasse a mesma mensagem para 29 cientistas diferentes.
Se todos atenderam ao seu pedido e ninguém recebeu a mensagem duas vezes, o número de cientistas que
recebeu a mensagem foi:
a) (
) 232.
b) (
) 233.
c) (
) 227.
d) (
) 223.
e) (
) 222 .
8
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E assim a máquina começou a trabalhar e a população da cidade foi se divertir. Cada um ao seu modo.
Um jornal de grande circulação entrevistou 1.200 pessoas e publicou a tabela abaixo.
Complete a tabela com as informações que estão faltando e assinale a única afirmativa verdadeira sobre ela:
ESCOLHA DE LAZER
IR AO CINEMA
ASSISTIR A VÍDEOS
LER UM BOM LIVRO
FRAÇÃO
NÚMERO DE PESSOAS
1
4
300
1
5
3
20
180
USAR A INTERNET
a) (
) A fração que corresponde às pessoas que escolheram assistir a vídeos é equivalente à fração
b) (
) Ao todo, 250 pessoas escolheram assistir a vídeos.
c) (
) A fração que corresponde às pessoas que escolheram usar a internet é equivalente à fração
d) (
) Apenas 480 pessoas escolheram ficar em casa usando a internet.
e) (
) A fração irredutível que corresponde às pessoas que escolheram ler um bom livro é
1
4
3
5
5
.
20
.
.
18
Todos os dias, a máquina acendia as lâmpadas das ruas da cidade às 18 horas e as desligava às 6 horas manhã.
Sabendo-se que uma lâmpada pode ficar acesa por 2.640 horas sem queimar, quantos dias cada lâmpada ficou
acesa se foi utilizada rigoramente dentro do horário estabelecido?
a) (
) 110
b) (
) 120
c) (
) 220
d) (
) 240
e) (
) 440
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19
A máquina fazia, também, os ônibus andarem pra baixo e pra cima.
A figura abaixo representa algumas ruas de mão única da cidade.
Suponha que:
• 248 ônibus entraram em A;
• nas esquinas em que há duas opções de direção, o tráfego se dividia igualmente entre elas. (Veja o desenho.)
Assim, quantos ônibus entraram em C?
a) (
) 124
b) (
) 142
c) (
) 156
d) (
) 186
e) (
) 204
20
A máquina fazia até pão e engarrafava leite! Mas Maneco logo percebeu que a máquina era muito esperta,
porque, todos os dias, ele comprava 2 litros de leite e 6 pães por R$ 4,60 e, depois que a máquina foi ligada,
ele passou a pagar R$ 5,50 ao comprar os mesmos 2 litros de leite e 6 pães. Se o leite não sofreu nenhum
aumento, quanto Maneco pagaria a mais na compra de 8 pães?
a) (
) R$ 0,75
b) (
) R$ 0,90
c) (
) R$ 1,20
d) (
) R$ 1,35
e) (
) R$ 1,40
21
A máquina fazia tudo, mesmo!
Mas ela começou a fazer várias exigências...
Com uma voz rouca, a máquina exigiu 20.000 latas de goiabada. Mais que depressa, Venceslau foi providenciar.
Porém, ele verificou que havia 20 latas na cozinha e 5 caixas com 222 latas cada uma guardadas na despensa do
professor Batista. Assim, calculou que precisaria completar toda a despensa com caixas de latas de goiabada
para satisfazer a máquina. Logo, quantas caixas Venceslau precisou comprar?
a) (
) 86
b) (
) 85
c) (
) 92
d) (
) 95
e) (
) 96
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22
Além das latas de goiabada, a máquina também exigiu perfume francês. Coitada da população da cidade!
Todos saíram à procura dos perfumes. Sabendo que conseguiram 25 frascos da embalagem A que possuía
24 ml cada, determine quantos frascos da embalagem B precisaram ser comprados para completar 1 litro de
perfume, se cada um deles possuía 25 ml.
a) (
) 15
b) (
) 16
c) (
) 18
d) (
) 19
e) (
) 20
23
E a máquina não se contentava! Agora, exigia uma fantasia de carnaval... mas ela era enorme e a fantasia sairia
muito cara! Assim, o professor Batista resolveu comprá-la da seguinte maneira: deu R$ 2.400,00 de entrada e
1
pagou o restante em 12 prestações iguais, cada uma delas correspondendo a
do preço total da fantasia. O
15
preço total que o professor Batista pagou pela fantasia foi:
a) (
) R$ 7.500,00.
b) (
) R$ 8.000,00.
c) (
) R$ 10.200,00.
d) (
) R$ 12.000,00.
e) (
) R$ 12.500,00.
24
Tanta coisa foi pedindo a máquina que vários caminhões alinhavam-se em frente ao laboratório do professor. Um
deles estava cheio de pacotes de bolachas “SABOROSAS”. Veja:
Se o pacote de bolachas sem oferta tem 40 bolachas, quantas bolachas tem o pacote com oferta?
a) (
) 44
b) (
) 45
c) (
) 46
d) (
) 47
e) (
) 48
11
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Devido a tantas exigências da máquina, no laboratório do professor Batista já não havia lugar para mais nada.
Assim, ele resolveu fazer uma cerca com 5 fios de arame farpado no terreno ao lado de seu laboratório. Para
fazer o cercado, ele aproveitou uma parede já existente e nela não colocou arame.
Para prender a cerca, precisou, também, fixar no chão estacas de madeiras com 1,5 m de altura cada uma.
Sabendo que todas as estacas fixadas foram marcadas no desenho abaixo, podemos afirmar que para fazer a
cerca foram necessários:
a) (
) 120 m de arame e 16,5 m de madeira.
b) (
) 90 m de arame e 19,5 m de madeira.
c) (
) 120 m de arame e 19,5 m de madeira.
d) (
) 90 m de arame e 16,5 m de madeira.
e) (
) 60 m de arame e 19,5 m de madeira.
26
A máquina Faz-tudo ficava a cada dia mais vaidosa e, além das exigências, ela resolveu, também, desafiar a
população da cidade. Desafiou a todos a completar o quadrado mágico abaixo com os divisores de 36 de
modo que o produto de cada linha horizontal, cada vertical e cada diagonal fosse 216.
Agora é a sua vez! Complete o quadrado mágico e assinale o número que ocupa a posição A.
a) (
)3
b) (
)9
c) (
) 12
d) (
) 18
e) (
) 36
6
2
4
A
27
Com o passar do tempo, toda a cidade estava descontente porque estava trabalhando mais do que antes. O
professor Batista não era mais capaz de controlar a máquina. Assim, resolveu convocar uma grande reunião de
cientistas para resolver o problema.
Para descobrir o número de cientistas convocados, resolva o desafio abaixo:
Pensei em um número. Ao seu triplo acrescentei 28 dezenas e encontrei como resultado o maior número par
menor que 660.
Assim, o número é:
a) (
) 120.
b) (
) 124.
c) (
) 126.
d) (
) 128.
e) (
) 130.
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Mas não houve a reunião. Na hora marcada, todos os cientistas ficaram presos nos ônibus, nos aviões e nos
trens. A máquina era realmente muito esperta! O professor Bastista nem dormia! Coitado!!
Ele, toda noite, tomava, um frasco de calmante. Foram mais de 50 e menos de 60 frascos ao todo. Veja:
• Se contássemos de 3 em 3, sobravam 2;
• Se contássemos de 5 em 5, sobravam 4.
Desta forma, quantos frascos de calmante o professor Batista tomou?
a) (
) 53
b) (
) 54
c) (
) 56
d) (
) 57
e) (
) 59
29
A máquina, quando não era atendida, ficava furiosa e fazia uma porção de maluquices. Um dia, ela amanheceu
cantando: “Ai donti uantustei ria...”
A população foi ficando cada vez mais irritada e uma fila enorme se formou em frente ao laboratório do professor
Batista. Todos queriam resolver este caso.
Resolva a expressão abaixo e assinale o comprimento da fila que se formou em frente ao laboratório.
150 x (0,39 m + 6,61 m) + 3000 x (7,80 m – 7,45 m) =
a) (
) 2000 m
b) (
) 2,1 km
c) (
) 240 dam
d) (
) 25.000 cm
e) (
) 2.300 dm
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Maneco tentou várias vezes avisar ao tio que sabia como resolver o problema. Mas o professor não lhe deu
atenção. Foi aí que Maneco resolveu agir sem consultar ninguém. Passou por trás da máquina e desligou-a,
puxando a tomada. Foi uma alegria só! Todos saíram às ruas cantando e dançando, fazendo o maior carnaval.
E, no outro dia, todo mundo voltou a trabalhar em paz.
Leia as dicas abaixo e descubra o numeral que representa a população da cidade que voltou ao trabalho.
• Ele tem 6 ordens.
• Ele não é ímpar.
• O algarismo das centenas simples tem V.A. igual ao V.R.
• A ordem mais elevada é ocupada pelo menor múltiplo de 2, diferente de zero.
• O algarismo das unidades de milhar é o dobro do algarismo das unidades simples e a soma dos V.A.
desses dois algarismos é 12.
• O algarismo da 5ª ordem é aquele que corresponde à meia dezena.
• A soma dos V.A. de seus algarismos é 22.
Sobre este numeral, podemos afirmar que:
a) (
) Ele possui 34 dezenas.
b) (
) Ele é divisível por 3.
c) (
) A soma dos V.A. dos algarismos da classe dos milhares é 15.
d) (
) Ele possui 25 unidades de milhar.
e) (
) Ele é múltiplo de 10.
14
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