22/07/2015 PAUTA DA 42ª REUNIÃO DA COMISSÃO DE PESQUISA EXPEDIENTE 1) Posse do membro discente representante da Pós-graduação – fls. 01. 2) Aprovação das atas da 41ª reunião Ordinária (fls. 02-06) e da 1ª reunião Extraordinária (fls. 07) da Comissão de Pesquisa. ORDEM DO DIA INICIAÇÃO CIENTÍFICA 1) Relatório Final do Projeto de Iniciação Científica intitulado “A trajetória do Laboratório Nacional de Luz Sincroton (LNLS): um estudo sobre a Organização Social em Ciência, Tecnologia e Inovação ” desenvolvido pelo aluno Evandro Coggo Cristofoletti sob orientação da Profa. Dra. Milena Pavan Serafim durante o período de 01/02/2013 a 01/02/2014. Para aprovação e emissão do Certificado de Iniciação Científica Voluntária – fls. 08-31. PESQUISADOR DE PÓS-DOUTORADO 2) Solicitação de ingresso no Programa de Pesquisador de Pós-doutorado apresentada pelo Dr. Francisco Ignácio Giocondo Cesar com supervisão da Profa. Dra. Ieda Kanashiro Makyia para desenvolvimento do Projeto de Pesquisa intitulado “Estratégias Lean para o Desenvolvimento Sustentável ” com financiamento do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – Campus de Piracicaba (IFSP) e vigência de 12 meses, a partir da data de aprovação pela Congregação . Para aprovação – fls. 32-78. 3) Solicitação de desligamento do Programa de Pesquisador de Pós-doutorado apresentada pelo Dr. Antônio Flavio Ferraz. Para aprovação – fls. 79-94. 4) Solicitação de desligamento do Programa de Pesquisador de Pós-doutorado apresentada pela Dra. Arline Maria Melo. Para aprovação – fls. 95-101. RESERVA TÉCNICA INSTITUCIONAL DA FAPESP 5) Plano de aplicação dos recursos da parcela da Reserva Técnica para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa – exercício 2015. Para aprovação – fls. 102-107. _____________________________________________________________________________ Diretoria de Pesquisa e Extensão - Secretaria de Pesquisa R. Pedro Zaccaria, 1300 – Jd. Santa Luiza – Limeira/SP - CEP 13.484-350 Telefones: (19) 3701-6662 FAX: (019) 3701-6680 [email protected] - www.fca.unicamp.br 1 2 1 ATA DA QUADRAGÉSIMA PRIMEIRA REUNIÃO DA COMISSÃO DE PESQUISA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS 2 APLICADAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS EM LIMEIRA. Aos dezessete dias do mês de junho 3 de dois mil e quinze, reuniram-se os seguintes membros da Comissão de Pesquisa da Faculdade de Ciências 4 Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas em Limeira, sob a presidência do Senhor Coordenador 5 Prof. Dr. Márcio Alberto Torsoni: Profs. Drs. Marcelo Zoéga Maialle, Rafael de Brito Dias, Adriana Bin, 6 Alessandra Cremasco, Andrea Maculano Esteves, Ligiana Pires Corona, Maria Cláudia Gonçalves de Oliveira 7 Fusaro. Dando início à Reunião, o Senhor Coordenador agradece a presença de todos e inicia o Expediente: 8 1) Justificativas de ausência: não houve justificativas. 2) Aprovação da ata da 40ª Reunião Ordinária da 9 Comissão de Pesquisa. Aprovada condicionada a substituição do termo “Profa. Hosana” por “Profa. 10 Andrea”, na linha 53. 3) Informes gerais da Coordenadoria de Pesquisa: a) Inventário Patrimonial 2015: O 11 Prof. Márcio informa que a Universidade está passando pelo processo de Inventário Patrimonial que 12 consiste na verificação física dos bens patrimoniados da instituição. Acrescenta que foram designados pela 13 Diretoria grupos de trabalho para realização do inventário que, nesse primeiro momento, verifica quais são 14 os bens ociosos e inservíveis. Em relação ao patrimoniamento dos bens, o Prof. Marcio explica que toda 15 aquisição de itens classificados com materiais permanentes custeados com verba não orçamentária 16 (FAPESP, CNPq), deve ser comunicada ao Setor de Almoxarifado e Patrimônio, que fará o devido registro do 17 item. Acrescenta que não é necessário esperar o projeto acabar para fazer essa comunicação, pois o item 18 ficará sob o sistema de comodato, inclusive segurado pela Universidade. b) RTI da FAPESP: em relação à RTI, 19 o Profa. Márcio informa que itens importados devem ser cotados em Reais, pois como a concessão é em 20 Real, a compra também é realizada nessa moeda. c) Cadastro de projetos de Pesquisa PRP: o Prof. Márcio 21 lembra os membros que foi enviado um e-mail mês passado solicitando o cadastro de projetos de pesquisa 22 (demanda da PRP) e diz que o prazo para cadastro foi estendido até 30/06/2015. Acrescenta que será 23 enviado novo e-mail com o link para cadastro. A Profa. Adriana não entende o objetivo desse cadastro, pois 24 gera um retrato do momento o que não permite análises sistemáticas. O Prof. Márcio comenta que a PRP 25 pretende criar outro sistema para armazenamento de dados de pesquisa que permita um acesso à 26 informação de forma mais eficiente que o SIPEX. d) Verba Orçamentária 2014: o Prof. Márcio diz que na 27 última reunião do CIC, foi levantada uma séria de demandas que poderiam ser custeadas com uma sobra do 28 Recurso Orçamentário de 2014, aproximadamente R$ 240.000,00: editais internos (R$ 40.000,00); colação 29 de grau (estimativa a ser feita); pacote Office para todos os computadores (R$ 69.600,00); livros (R$ 30 12.000,00); ampliação da rede wifi principalmente para o prédio dos laboratórios (R$ 27.725,00); mobiliário 31 para nichos / ar condicionado (R$ 10.000,00); adequação do gerador/ligação nos laboratórios (estimativa a 32 ser feita); projeto elétrico (estimativa a ser feita). Em relação ao gerador, o Prof. Márcio esclarece que o 33 equipamento já existe, mas a maior parte do prédio dos laboratórios não recebe a energia do gerador. A 34 Profa. Andréa entende a importância de se adequar o gerador, para que os equipamentos possam se 35 manter ligados, principalmente àqueles em que há animais e/ou amostras biológicas. A Profa. Alessandra 36 quetiona para que seria o projeto elétrico. O Prof. Márcio explica que é para adequação de todo o prédio de 3 37 laboratórios. 4) Projeto de pesquisa submetido para avaliação do Comitê de Ética em Pesquisa da 38 Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP – CEP/FCM. Os membros tomam ciência dos seguintes 39 projetos: a) Determinação do gasto energético e caracterização metabólica de esforços de isotrabalhos no 40 treinamento resistido, sob responsabilidade do Mestrando Matheus Ubirajara Antunes Loureiro e 41 orientação do Prof. Dr. Cláudio Alexandre Gobatto; b) A dança como estratégia de promoção da saúde em 42 idosos, sob responsabilidade da Profa. Dra. Marta Fuentes Rojas; c) A dança e a recuperação da capacidade 43 funcional na percepção de mulheres da terceira idade frequentadoras de um grupo de dança, sob 44 responsabilidade da Profa. Dra. Marta Fuentes Rojas; d) O Trabalho infantil na produção de jóias e bijuterias 45 na cidade de Limeira/SP, sob responsabilidade da Mestranda Márcia Cristina da Silva e orientação da Profa. 46 Dra. Sandra Francisca Bezerra Gemma; e) Influência da natação na qualidade do sono em deficientes 47 visuais, sob responsabilidade da Profa. Dra. Andrea Maculano Esteves. 5) Discussão do Orçamento da 48 Pesquisa: O Prof. Márcio apresenta a planilha dos recursos da Pesquisa, com os gastos previstos e o que já 49 foi executado nas alíneas transporte, biotério, outros e fundo de reserva. Esclarece que as despesas com o 50 biotério, ou seja, maravalha e ração, são compartilhadas com CNEM. Acrescenta que as agências de 51 fomento entendem que esses gastos são contrapartida da instituição. A Profa. Maria Cláudia questiona se a 52 ração prevista é a mesma que o CEMIB recomenda. A Profa. Andréa esclarece que sim e que inclusive já 53 têm a carta de exclusividade para a compra da ração irradiada. O Prof. Márcio diz que a comissão deve 54 discutir e se posicionar em relação a essa previsão. Como tentativa de reduzir os custos com o transporte de 55 animais, a Profa. Andréa verificará, junto ao CEMIB, a possibilidade de o bioterista Leandro, buscar os 56 animais com a Mariva. A Profa. Maria Cláudia entende que deve-se pensar em percentagens para cada 57 alínea. O Prof. Márcio comenta sobre a possibilidade de reservar um percentual para adequações elétricas e 58 de informática, já que são demandas gerais. Lembra também do projeto de construção de uma linha de 59 gases especiais, cujo estudo foi iniciado pela servidora Cíntia. Para a Profa. Alessandra, a instalação de 60 divisórias poderiam ser custeadas com esse recurso, já que a FAPESP não permite essa aquisição com a RTI. 61 A Profa. Adriana comenta que na Comissão de Espaço discutiu-se a necessidade de se criar uma política 62 para definição de um pacote básico, com o mínimo que a unidade concederá às diversas solicitações, por 63 exemplo adequações elétricas. A Profa. Maria Cláudia defende a adequação de espaços já implantados. O 64 Prof. Marcelo entende que grandes adequações de novos espaços devem sair do orçamento da 65 Manutenção, a verba da pesquisa seriam somente utilizada para pequenas adequações, como por exemplo, 66 instalação de tomadas. Conforme já comentado pelo Prof. Márcio, a Profa. Maria Cláudia reforça a 67 importância de adequação do gerador, enquanto as Profas. Andréa e Alessandra comentam sobre as 68 adequações elétricas. A Profa. Adriana diz que são muitas as necessidades de adequações, demonstrando 69 mais uma vez a importância de se definir uma política da unidade para distribuição dos recursos. A Profa. 70 Ligiana comenta sobre a aquisição do servidor, que inclusive já foi levantado como prioridade em outras 71 oportunidades. O Prof. Marcelo questiona qual a utilização, já que hoje se armazenam muitos arquivos na 72 nuvem. A Profa. Maria Cláudia esclarece que a aquisição do servidor seria uma alternativa à nuvem 4 73 principalmente no que se refere à segurança no armazenamento das informações, pois, de acordo com o 74 servidor Enzo, haveria possibilidade de ataques aos arquivos armazenados na nuvem. O Prof. Márcio diz que 75 verificará com o servidor Enzo a real necessidade do servidor. O Prof. Marcelo sugere que seja feito um 76 pequeno almoxarifado da Pesquisa, para agilizar as pequenas adequações quando necessárias. O Prof. 77 Márcio questiona o que seria contrapartida da Universidade para os docentes da área de Humanas. A Profa. 78 Adriana diz que, devido as características da pesquisa na área de administração, o que os docentes mais 79 demandam realmente são base de dados e software, escritórios com infraestrutura adequada para receber 80 pessoas, além de ajuda de custo para pesquisa de campo. O prof. Márcio concorda que deveríamos ter uma 81 sala adequada para reuniões. O Prof. Marcelo sugere uma sala de reuniões parecida com a da Diretoria e 82 comenta que há salas disponíveis no Prédio Ensino II. O Prof. Márcio diz que a Comissão poderia 83 encaminhar para a CPPOEF a solicitação de espaço para instalação de sala de reuniões para a Pesquisa. A 84 Profa. Andréa informa que a sala de Primeiros Socorros está ociosa e seria um espaço adequado para 85 reuniões. Para o Prof. Rafael seria interessante também investir na versão inglês do site, pois ajuda na 86 divulgação das pesquisas realizadas na FCA. O Prof. Marcelo concorda e diz que se for criada a estrutura, os 87 próprios docentes conseguiriam fazer a atualização. A Profa. Alessandra e o Prof. Rafael também sugerem 88 que a Comissão auxilie na realização de eventos de pesquisa. Após discussão sobre o que beneficiaria a 89 pesquisa de forma mais coletiva, a Comissão decide por investir nesse primeiro momento na melhoria do 90 equipamento de vídeo conferência, em pequenas adequações elétricas e na versão em inglês do site. Em 91 relação ao equipamento de vídeo conferência, o Prof. Marcelo sugere uma parceria entre a Pesquisa e os 92 Programas de Pós. No caso do projeto da linha de gases especiais, o Prof. Márcio propõe que seja finalizado 93 para submissão a algum edital de Infraestrutura, o que é consentido por todos. 6) Inscrição dos membros. 94 Não houve inscritos. Encerrado o expediente, o Senhor Coordenador dá início à ORDEM DO DIA, 95 destacando todos os itens, inclusive da Ordem do Dia Suplementar. Passando à discussão do item 1 que 96 trata do relatório trienal de atividades desenvolvidas pelo Prof. Dr. Antonio Carlos Moretti durante o 97 período de março de 2012 a maio de 2015, o Prof. Márcio solicita ao Prof. Marcelo que comente o parecer 98 emitido. O Prof. Marcelo esclarece que, apesar de o docente ter uma boa quantidade de publicações no 99 Lattes, o Web of Science é bastante incipiente. Para ele, o docente deveria reavaliar sua conduta em relação 100 ao impacto de suas publicações, inclusive para o bem do Programa de Pós ao qual está inserido. O Prof. 101 Márcio demonstra preocupação em chamar a atenção para esse aspecto, principalmente por se tratar do 102 primeiro relatório do docente. O Prof. Marcelo entende, mas acredita que isso deve ser feito. A Profa. 103 Adriana comenta que o relatório também mostra que o docente orienta vários alunos e isso pode ser 104 considerado com um potencial para melhorar a qualidade da publicação. Após breve discussão, o Prof. 105 Márcio então propõe ao Prof. Marcelo que inclua em seu parecer um parágrafo informando o potencial do 106 docente em melhorar o impacto de suas publicações. Após concordância do Prof. Marcelo em incluir essa 107 informação no parecer, o Prof. Márcio põe o item em votação, que é aprovado por unanimidade. Iniciando a 108 discussão do item 2 que trata da candidatura do docente Prof. Dr. Antônio Carlos Moretti ao Prêmio de 5 109 Reconhecimento Acadêmico "Zeferino Vaz" – 2015 – FCA, o Prof. Márcio diz que, considerando o parecer do 110 relator, foi conversar com o Prof. Peter sobre as possibilidades de encaminhamento desse assunto. Entende 111 que, caso seja essa a decisão da unidade, não considera demérito se a unidade não indicar ninguém ao 112 prêmio. O Prof. Marcelo diz que seu parecer refere-se aos indicadores de pesquisa e que, baseando-se 113 neles, não entende que o docente seja um destaque, além de que há a questão da retratação de um artigo, 114 que não foi comentada na carta encaminhada pelo candidato. A Profa. Adriana entende que talvez não seja 115 falta de ética do docente em não informar isso, acredita que a Comissão deveria entender um pouco 116 melhor essa questão, pois deixar isso registrado no parecer pode trazer complicações futuras. Acrescenta 117 que não se sente confortável em explicitar essa informação, sem ter um maior conhecimento do que 118 realmente aconteceu. O Prof. Marcelo esclarece que o docente não era o autor principal e que essa situação 119 às vezes pode acontecer, mas afirma que o mesmo deveria ter comentado sobre esse fato em sua carta. A 120 Profa. Ligiana concorda com a Profa. Adriana, e sugere que a votação se baseie em seus indicadores de 121 pesquisa, não chamando atenção para essa questão da retratação. Mesmo considerando somente os 122 indicadores de pesquisa, o Prof. Rafael questiona se a comissão não está sendo rigorosa demais. 123 Considerando as discussões da Comissão, o Prof. Márcio sugere ao Prof. Marcelo que retire de seu parecer a 124 informação referente ao artigo 4º da deliberação da Congregação que estabelece os critérios para esse 125 prêmio, em especial sobre a retratação do artigo. Após concordância do Prof. Marcelo em alterar seu 126 parecer, o Prof. Márcio põe o item em votação. Os membros se manifestam contrários à candidatura do 127 docente, seguindo, portanto, o parecer do relator. Passando à discussão do item 3 que versa sobre a 128 solicitação de ingresso no Programa de Pesquisador Colaborador apresentada pela Dra. Mariana Savedra 129 Pfitzner com encaminhamento do Prof. Dr. José Luiz Pereira Brittes para desenvolvimento do Plano de 130 Trabalho intitulado “Modelo de Política Pública de Ciência, Tecnologia e Inovação (PCTI) interinstitucional 131 voltado ao fomento do empreendedorismo de base tecnológica na Faculdade de Ciências Aplicadas da 132 Unicamp”, o Prof. Márcio esclarece que a Comissão deverá iniciar a discussão para estabelecer os critérios 133 para ingresso de Pesquisadores Colaboradores. Também propõe que a Comissão não aceite novas 134 solicitações enquanto não se definam os critérios. O Prof. Marcelo concorda com critérios mais exigentes, 135 pois a pessoa terá um vínculo formal com a Unicamp. A Profa. Adriana concorda com a importância de se 136 pensar nos critérios e sugere solicitar no relatório uma descrição das atividades desenvolvidas pelo 137 pesquisador. A Profa. Alessandra comenta que emitiu parecer favorável para essa solicitação, pois além de 138 atender os critérios que estão em vigor hoje, também envolve a graduação. A Profa. Adriana diz que apesar 139 da candidata ser recém doutora, é Secretária de Desenvolvimento da Prefeitura de Campinas e tem 140 bastante experiência na área de gerência de projetos, envolvendo a coordenação de grandes equipes, o que 141 demonstra bastante maturidade em pesquisa. Também informa que a candidata já frequenta a FCA antes 142 mesmo da formalização do vínculo, sugerindo assim um empenho em realizar o que se espera de uma 143 pesquisadora colaboradora. O Prof. Márcio entende que para a área de administração, esse perfil de 144 pesquisador é bastante interessante, mas sua preocupação está mais relacionada àqueles pesquisadores 6 145 que não colaboram efetivamente com a unidade. Para o Prof. Rafael, o projeto proposto tem como foco a 146 Engenharia, mas entende que por ser um tema estratégico para a FCA, já que prevê a aproximação com a 147 Prefeitura de Limeira, tem grande potencial para explorar outras áreas e sugere que a candidata busque 148 parcerias com outros docentes. Com a concordância dos membros, o Prof. Márcio põe o item em votação, 149 que é aprovado por unanimidade. O Prof. Márcio inicia a discussão da pauta suplementar e por se tratarem 150 de duas solicitações de espaço físico, a discussão ocorre de forma conjunta. A Profa. Maria Cláudia diz que, 151 apesar de ter recebido a pauta suplementar muito próximo ao horário da reunião, percebeu que ambas as 152 solicitações são assinadas por apenas alguns docentes, mas afirma que não são demandas exclusivas desse 153 grupo de docentes, são demandas bem gerais. Entende o mérito da solicitação, inclusive é favorável a 154 aprovação, mas não concorda que o espaço seja utilizado somente pelos que assinaram o documento. No 155 caso por exemplo do laboratório NB-2, entende que seria um ambiente multiusuário, podendo ser utilizado 156 por todos os pesquisadores que trabalham com organismos NB-2. Em relação a sala de cirurgias, a Profa. 157 Andrea comenta que também gostaria de poder utilizar o ambiente. Para a Profa. Maria Cláudia, se formos 158 pensar num ambiente coletivo, não saberia dizer se a metragem informada nas solicitações seriam 159 suficientes. Para o Prof. Rafael, não faz muito sentido que a Comissão de Pesquisa julgue o mérito das 160 solicitações se não depende dela decidir pela concessão do espaço. A Profa. Adriana sugere uma reunião 161 entre os docentes da área para definição das características dos espaços em questão. O Prof. Rafael 162 concorda, mas também lembra que há projetos em desenvolvimento, e talvez o atraso na decisão possa 163 prejudicar o andamento das pesquisas. Para a Profa. Maria Cláudia, a avaliação do mérito poderia ser 164 condicionada a ciência dos colegas da área. Nos casos em questão, afirma que tomou conhecimento das 165 solicitações quando recebeu a pauta. O Prof. Rafael concorda e lembra da necessidade de articulação dos 166 colegiados. Após discussão, o Prof. Márcio propõe a retirada de pauta do item 1 referente à solicitação de 167 espaço físico para criação de ambiente adequado para realização de cirurgias em animais de 168 experimentação e análises histológicas, submetida pelos Profs. Drs. Adriana Souza Torsoni, Marciane 169 Milanski Ferreira e Fernando Moreira Simabuco e do item 2 que trata da solicitação de espaço físico para 170 implementação de um Laboratório de Biossegurança de Nível 2 (NB-2), submetida pelos Profs. Drs. Augusto 171 Ducati Luchessi, Fernando Moreira Simabuco, Adriana Souza Torsoni e José Rodrigo Pauli para que os 172 proponentes se manifestem quanto à utilização do espaço de forma coletiva, de modo que demais docentes 173 que tenham interesse também possam ser atendidos. Nada mais havendo a ser tratado, o Senhor Presidente 174 declara encerrada a Reunião e, para constar, eu, Barbara Cassu Manzano, lavrei a presente Ata. Limeira, 17 de 175 junho de 2015. 7 1 ATA DA PRIMEIRA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA COMISSÃO DE PESQUISA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS 2 APLICADAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS EM LIMEIRA. Aos três dias do mês de julho de 3 dois mil e quinze, reuniram-se os seguintes membros da Comissão de Pesquisa da Faculdade de Ciências 4 Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas em Limeira, sob a presidência do Senhor Coordenador 5 Prof. Dr. Márcio Alberto Torsoni: Profs. Drs. Marcelo Zoéga Maialle, Rafael de Brito Dias, Adriana Bin, 6 Alessandra Cremasco, Andrea Maculano Esteves, Ligiana Pires Corona e Maria Cláudia Gonçalves de Oliveira 7 Fusaro. Não havendo Expediente, o Sr. Coordenador concede a palavra aos membros . O Prof. Marcelo 8 solicita a palavra para pedir desligamento da Comissão e agradece pela experiência. O Sr. Coordenador 9 agradece a colaboração e, em seguida, dá início a ORDEM DO DIA. Não havendo destaques, submete à 10 votação o item 1 referente à Candidatura do docente Prof. Dr. Antônio Carlos Moretti ao Prêmio de 11 Reconhecimento Acadêmico "Zeferino Vaz" – 2015 – FCA, que é aprovado por unanimidade. Nada mais 12 havendo a ser tratado, o Senhor Presidente declara encerrada a Reunião e, para constar, eu, Lucimara Andréia 13 Trevizam, lavrei a presente Ata. Limeira, 03 de julho de 2015. 8 9 RELATÓRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOLUNTÁRIA Projeto: A trajetória do Laboratório Nacional de Luz Sincroton (LNLS): um estudo sobre a Organização Social em Ciência, Tecnologia e Inovação. Autor: Evandro Coggo Cristofoletti Orientadora: Prof. Dra. Milena Pavan Serafim Vigência da Atividade de Iniciação Científica: 01/02/2013 à 01/02/2014 Resumo Na década de noventa, o Estado brasileiro passou pela chamada Reforma Gerencial, que, dentre outras coisas, redefiniu o setor estratégico estatal e delimitou quais atividades seriam exclusivas ou não exclusivas do Estado. Dentro dessa perspectiva, as Organizações Sociais surgiram como novo modelo de prestação de serviços como educação, saúde, Ciência e Tecnologia e etc. O trabalho desenvolvido, assim, buscou analisar esse modelo de gestão, com foco no estudo do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), qualificado enquanto Organização Social. Convém destacar, porém, que o relatório a seguir é o resultado das atividades de iniciação científica que compõe um projeto mais amplo, intitulado de “O Setor Público Não-Estatal: As Organizações Sociais e a Gestão da Política de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil”, que objetiva algumas Organizações Sociais do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI): Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron (ABTluS); Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE); Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM); Instituto de Matemática Pura e Aplicada; Associação Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Introdução Para expor as atividades, o conteúdo e os resultados do projeto de iniciação científica, é preciso fazer algumas considerações importantes acerca do contexto onde tais atividades foram inseridas. Assim, a pesquisa realizada – que será exposta posteriormente – pertence ao projeto intitulado “O Setor Público Não-Estatal: As Organizações Sociais e a Gestão da Política de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil”. O projeto, basicamente, tem o objetivo de analisar o modelo de gestão de Organizações Sociais (OS) no âmbito do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI) brasileiro, considerando-se algumas organizações que compõem o Sistema SNCTI brasileiro: Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron (ABTluS); Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE); Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM); Instituto de Matemática Pura e Aplicada; Associação Rede Nacional de Ensino e Pesquisa 10 (RNP). Os laboratórios, assim, foram divididos entre os participantes do projeto para que cada integrante realizasse a pesquisa de um determinado laboratório com a finalidade de compor o quadro geral da pesquisa. Dessa forma, as atividades de iniciação científica realizadas individualmente podem ser divididas em duas categorias: 1- Levantamento, fichamento e discussão de bibliografia sobre a base teórica e referencial da pesquisa, tais como Reforma Gerencial do Estado no Brasil; formas de interação entre Estado e sociedade; o que é e quando surgira o modelo de Organização Social; 2-Levantamento de bibliografia acerca da história, funcionamento e atividades dos laboratórios estudados; leitura de documentos oficiais e coleta de dados a respeito das organizações. Portanto, o relatório, a partir de agora, será referente aos estudos realizados sobre a Reforma do Estado e a criação das Organizações Sociais para que, posteriormente, se apresente o laboratório estudado, especificamente, na Iniciação Científica: o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS). 1. 1 Reforma Gerencial do Estado e as Organizações Sociais Na década de noventa, no Brasil, foi realizada a chamada Reforma do Aparelho do Estado. De cunho gerencial (BRASIL, 1995), a reforma introduziu uma série de mudanças administrativas motivadas pelo diagnóstico de que o Estado Burocrático, modelo até então predominante na administração pública, se tornara ineficiente e incapaz de se adaptar às mudanças econômicas e políticas ocorridas no mundo e no Brasil (BRASIL, 1995). Em suma, argumenta-se que a crise econômica e política instauradas nas décadas de oitenta e noventa são motivadas pela crise do Estado interventor. Nesse ponto, é preciso apresentar as características da administração gerencial para compreender o eixo guia das mudanças implementadas: é um modelo normativo que introduz, na administração pública, valores como competitividade, produtividade, orientação ao serviço, eficiência, eficácia e descentralização (SECCHI, 2009). De fato, o gerencialismo aproxima a gestão pública e privada, ao entender que ambas devam possuir aspectos em comum, tais quais descentralização, flexibilidade, transparência, pagamento por desempenho, separação da política e da gestão, dentre diversos outros aspectos (LEITE, 2011). De fato, o Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado – documento guia da reforma – ressalta a necessidade de introduzir qualidade e produtividade do serviço público (BRASIL, 1995, p.7). O Plano enfatiza: 11 A reforma do Estado deve ser entendida dentro do contexto da redefinição do papel do Estado, que deixa de ser o responsável direto pelo desenvolvimento econômico e social pela via da produção de bens e serviços, para fortalecer-se na função de promotor e regulador desse desenvolvimento. No plano econômico o Estado é essencialmente um instrumento de transferências de renda, que se torna necessário dada a existência de bens públicos e de economias externas, que limitam a capacidade de alocação de recursos do mercado (BRASIL, 1995, p.12) Em suma, a reforma realizada tem algumas características base (GUIMARÃES, 2003), como a diminuição do papel do Estado enquanto produtor econômico de bens; funções sociais que permaneciam sob domínio estatal passam a ser orientadas por valores gerenciais e de mercado; ênfase na análise da relação entre o custo e o benefício das ações; e mudanças nos padrões de gestão de organizações sociais. Além dessas características, a reforma redefiniu os setores de atuação do Estado e do mercado em: 1. Núcleo Estratégico; 2. Atividades Exclusivas; 3.Serviços Não Exclusivos; 4.Produção de Bens (BRASIL, 1995). O primeiro setor (1) diz respeito à decisões estratégicas, tais quais a criação de leis e a cobrança de seu cumprimento e definição de políticas públicas. Como exemplo, pode-se citar o poder legislativo, o judiciário e o ministério público. O segundo setor (2) diz respeito às atividades do poder extroverso do Estado, tais quais regulamentar, fiscalizar e fomentar. Já os serviços não exclusivos do Estado (3) é o setor onde outras organizações não estatais podem atuar junto ao Estado para realizar um serviço. Os serviços enquadrados nesse setor são, por exemplo, saúde, educação, cultura e etc. Por último, a produção de bens (4) é o setor característico de atuação de empresas privadas e é caracterizado por atividades que buscam o lucro. Para cada setor, com efeito, existem três tipos de propriedades: a propriedade estatal, a propriedade pública não estatal e a propriedade privada (BRASIL, 1995). Nesse ponto, é possível enquadrar as Organizações Sociais – objetos da pequisa realizada – como pertencentes ao setor de serviços não exclusivos do Estado e de propriedade pública não estatal (BRASIL, 1995). O Plano Diretor define as organizações sociais enquanto entidades de direito privado, sem fins lucrativos, que celebram contratos de gestão com o poder público para que, além do direito de executar determinado serviço, receba dotação orçamentária do poder público. Pode-se destacar que Essa tipologia de organização foi incluída no aparato jurídico da Reforma do Aparelho do Estado, visando agilizar e tornar mais eficiente a execução de determinadas atividades, antes sob a responsabilidade direta de órgãos da administração direta. A transferência de atividades materializa-se mediante a publicização, que consiste, conforme Modesto (2001), na “substituição da gestão de determinada atividade realizada por entidades estatais pela gestão a cargo de entidades públicas não estatais”. Esse autor argumenta, também, a ambigüidade do referido termo, por não ressaltar o caráter de fomento da relação entre o governo e as OS e a utilização da parceria com as referidas organizações, induzindo a idéia de estatização da ação do terceiro setor, ao qual são vinculadas tais organizações. Nessa linha, sugere ainda o referido autor que a publicização não deveria ser programa, mas decisão de governo, e que melhor seria denominá-la parceirização. As OS atuam em um regime de liberdade controlada, posto que o governo utiliza determinados instrumentos legais e administrativos, por meio dos 12 quais realiza o acompanhamento e o controle do desempenho das referidas organizações. O primeiro e mais importante destes instrumentos é o próprio contrato de gestão, que se configura um pacto de trabalho e inclui os resultados a serem alcançados e as obrigações de ambas as partes, ou seja, governo e OS. O segundo seria o poder normativo e de acompanhamento exercido pelo ministério supervisor. O terceiro é a presença de pessoas, indicadas pelo governo, com assento no Conselho de Administração dessas organizações. O quarto instrumento de controle seria constituído pela legislação existente aplicável às OS e por instrumentos administrativos, como metodologias de acompanhamento e de avaliação de desempenho utilizadas pelo Governo Federal (GUIMARÃES, 2003, p. 102-103) Nesse sentido, a Medida Provisória 1.591, editada em dezembro de 1997, promove a publicização de alguns serviços sociais, considerados não exclusivos do Estado, através da publicização de organizações habilitadas a prestar serviços, administrar os recursos materiais e humanos e receber recursos orçamentários do poder público (ALVES, s/d, p.1). O autor ainda destaca que as Organizações Sociais representam uma nova forma de interação entre Estado e Sociedade Civil, com o intuito de tornar a prestação de serviços mais eficiente e transparente. Porém, faz um questionamento importante no que diz respeito a participação da sociedade civil na gestão pública, pois os contratos de gestão e as organizações sociais poderiam criar uma elite tecnoburocrática dirigente e reforçar ainda mais o distanciamento da sociedade civil em relação ao Estado. 1.2 Laboratório Nacional de Luz Síncrotron Após o estudo realizado anteriormente sobre a reforma do Estado e as novas relações entre Estado e sociedade, a pesquisa seguiu para o estudo de uma Organização Social específica de C&T: O Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS). Dessa forma, buscou-se, na pesquisa realizada, um estudo de caso para complementar a pesquisa teórica. Para isso, a pesquisa recorreu às literaturas científicas que contassem a história e trajetória do laboratório – e, com efeito, qual a relação dele com a sociedade. Além disso, fora realizada pesquisas em fontes primárias, como os relatórios de atividade do laboratório, os contratos de gestão firmados entre o LNLS e o Estado, estatuto da organização e demais documentos oficiais. Assim, o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron pertence ao Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, em conjunto com diversos outros laboratórios, centros de pesquisa, institutos e universidades (VERONESE, 2005). Segundo o autor, diversos laboratórios foram alvo de publicizações e se tornaram OS, pois o MCT considerou que era preciso modificar o modelo de gestão de algumas organizações para torná-las mais eficientes. O LNLS, dessa forma, se enquadra nessa perspectiva. Antes de qualificar o laboratório, é preciso ressaltar que o LNSL é um projeto temporalmente anterior ao modelo de Organizações Sociais e nasce com o objetivo de sanar 13 algumas necessidades e atender ao interesse da comunidade científica, mais especificamente dos físicos e de grupos de técnicos e tecnólogos atuantes na formulação de políticas do MCT, no início da década de oitenta (VELHO, PESSOA JUNIOR, s/d). Para tais atores, a física e a ciência brasileiras precisariam atingir um status de “big science” e, por isso, o Brasil precisaria construir um grande “laboratório nacional”. A articulação política desencadeou a construção do laboratório, que mais tarde fora incorporado ao modelo de Organização Social sob a alcunha de ABTLuS. Assim, a ABTLuS é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, credenciada como OS nos termos da Lei nº 9.637, de 15 de maio de 1998 (SÍNCROTRON, 2010). Convém destacar que, atualmente, a Organização Social conta com mais três laboratórios que, juntos, formam o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEN). O CNPEM, portanto, é o conjunto de quatro laboratórios: Laboratórios Nacionais de Luz Síncrotron, de Biociências, Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol e de Nanotecnologia. O funcionamento do LNLS é regido por um contrato de gestão firmado entre a OS e o MCTI e é controlado por um conselho de administração. O conselho de administração, teoricamente, é a instância de representação da sociedade civil e, por isso, um mecanismo de controle social (NASSUNO, 1997). O conselho de administração é a instância superior administrativa, e por isso cabe a ele as funções de deliberar decisões estratégicas, coordenar, controlar, avaliar e fiscalizar as atividades do laboratório (BRASIL, 2013). Ressalta-se, também, que o conselho é responsável pelo exame de contratos, relatórios e pela remuneração de diretores e controle financeiro de salários e benefícios do CNPEM. Outro aspecto importante a ser citado é a fonte dos recursos financeiros da OS. A organização pode realizar consórcios, acordos e parcerias com entidades públicas e particulares, pode receber doações, patrocínio, auxílios e dotações, além de integralizar as cotas de capital social ou ter participação acionária em outras sociedades (BRASIL, 2013). Ressalta-se que o contrato de gestão assegura repasse do Estado ao laboratório, ou seja, o modelo de OS prevê que haja repasse de recursos do Estado à OS para que ela decida onde aplicará tais recursos, utilizando-se o contrato de gestão como guia de atuação. No que diz respeito às atividades do laboratório, o LNLS atua enquanto um laboratório aberto a usuários externos que precisam utilizar os eixos de luz oferecidos para realizar as atividades de pesquisa. Além disso, o LNLS possuí pesquisas próprias, apoia à inovação nos setores de agricultura, indústria e serviços, além de realizar atividades de educação e extensão (BRASIL, 2012). O pesquisador, assim, tem a possibilidade de compor as redes de pesquisa do LNLS ou submeter seus próprios projetos para avaliação de um conselho ad hoc, que aprovará ou não a utilização do laboratório para que se realize a pesquisa submetida (BRUM; MENEGHINI, 2002). 14 Portanto, as atividades de Iniciação Científicas desenvolvidas buscaram compreender de que forma o LNLS atua e, mais que isso, como ele presta seus serviços à sociedade, como é organizado, controlado, além de compreender a trajetória histórica do laboratório. Nesse sentido, os estudos foram balizados pelo entendimento mais geral sobre o modelo de Organização Social para, justamente, compreender de que forma tal modelo de gestão influencia e conforma as atividades científicas do laboratório. Justificativa Ciência e a tecnologia, geralmente, são reconhecidas como fatores importantes no desenvolvimento de diversas nações (ANGOTTI; AUTH, 2001). De fato, pode-se dizer que a C&T estão presentes em quase todas as esferas de comportamento humano (SANTOS; MORTIMER, 2002). Nesse sentido, algumas teorias passaram a analisar a relação entre ciência, tecnologia, sociedade e desenvolvimento. No âmbito econômico, se adortamos uma perspectiva evolucionária, por exemplo, destaca-se a importância central do desenvolvimento tecnocientífico – e, nesse aspecto, a importância das dinâmicas de inovação – no processo de competitividade das empresas (DIAS; DAGNINO, 2007). Com efeito, o discurso que se apresenta coloca que a inovação tecnológica é uma temática central para o desenvolvimento do capitalismo dos países, conferindo destaque à importância da ciência e da tecnologia, que de forma não-linear, dado os problemas da racionalidade linear entre ciência e desenvolvimento no processo inovativo (ANGOTTI; AUTH, 2001), na criação de inovações. Se adortarmos perspectivas alternativas, a ciência e a tecnologia também são alvo de debate acerca do seu papel na superação dos problemas políticos e sociais engendrados nas sociedades latino-americanas pelo seu desenvolvimento histórico excludente (DIAS; DAGNINO, 2007). Em suma, reconhece-se a importância estratégica que a ciência e a tecnologia desempenham no mundo contemporâneo e, com efeito, se faz necessário investigar as políticas de promoção à C&T. Nesse aspecto, os estudos das Organizações Sociais se conectam à C&T no que se refere à gestão e execução de empreendimentos científicos de destaque no território nacional. O estudo realizado sobre as Organizações Sociais em Ciência e Tecnologia, assim, despertam a consideração de um aspecto importante: a relação entre Ciência, Tecnologia e Sociedade, materializada no estudo do laboratório pesquisado. A Iniciação Científica realizada, dessa forma, procurou abordar essa temática através de um modelo de prestação de serviços levado a cabo pelo Estado brasileiro, justamente, as Organizações Sociais. Objetivo 15 O objetivo da pesquisa realizada foi explorar e analisar as potencialidades, especificidades e os limites do modelo de gestão caracterizado por Organizações Sociais (OS) de Ciência, Tecnologia e Inovação – dentro do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI) – no Brasil. Foram estudadas cinco OS que mantém vínculo formal com o Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação: o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE); o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA); o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM); a Associação Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP); e a Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron, responsável pela gestão do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS). Para que o objetivo geral pudesse ser cumprido, alguns objetivos específicos foram elencados: a) Construir arcabouço teórico para compreender as mudanças nas relações entre Estado, sociedade e mercado, dentro do contexto de reformas do aparelho de Estado no Brasil. b) Compreender e analisar de que forma as instituições públicas não estatais de ciência, tecnologia e inovação se inserem no SNCTI, considerando os vínculos destas instituições com instituições estatais, atores sociais, universidades, empresas e ONGs. c) Analisar as organizações estudadas quanto sua história, culturas organizacionais, rotinas e capacidades de pesquisa, assim como os instrumentos de gestão e as dinâmicas de aprendizado de cada organização. d) A partir dos levantamentos identificados no item anterior (c), realizar a comparação entre as características gerias das Organizações Sociais de C, T&I e as OS atuantes em campos como educação e saúde através do levantamento elementos bibliográficos que versam sobre o tema. e) A partir dos elementos identificados em (c), comparar as características gerais das OS brasileiras estudadas com OS de C, T&I atuando pertencentes a outros países, como Holanda e Dinamarca, através do levantamento de bibliografia dedicada ao tema. f) Verificar como a agenda de pesquisa – e os processos que a condicionam – nas organização estudadas são conformadas. Verificar, também, como as redes de cooperação em pesquisa são estruturadas e quais os mecanismos utilizados para avaliar o desempenho individual e institucional. g) Identificar a percepção de pesquisadores e profissionais atuantes em cada instituição estudada, no que se refere os instrumentos de fomento e do padrão geral da política científica e tecnológica brasileira. Nesse sentido, quatro questões orientaram a pesquisa: (a) o modelo de OS tem contribuído para uma melhor governança no âmbito do SNCTI brasileiro? (b) Há aumento de eficiência no uso de recursos e maior efetividade das ações por parte desse modelo? (c) O modelo de OS tem algum impacto na conformação da agenda dessas organizações? (d) as culturas organizacionais 16 proporcionadas por esse modelo são distintas das culturas organizacionais de outras instituições que atuam em C, T&I? Especificamente, as atividades de Iniciação Científica realizadas se encaixam nos objetivos a, b e c. Metodologia Os procedimentos metodológicos utilizados na pesquisa, de uma forma geral, serão explorados nesse item. Convém destacar que a pesquisa gerou a necessidade de busca por referenciais distintos e complementares para dar conta da complexidade do objeto da pesquisa. Portanto, a abordagem metodológica é resultado da integração de diferentes enfoques disciplinares e interdisciplinares, tais como: Análise de Política Pública, as Teorias do Estado e do Processo Decisório, o Enfoque Neoinstitucionalista e os Estudos Organizacionais. Para tanto, a pesquisa contou com a revisão bibliográfica dos referenciais expostos e pesquisa documental acerca das organizações sociais. Além disso, a pesquisa conta com a elaboração de questionários, visitas e entrevistas às organizações estudadas. Considerando-se a metodologia geral do projeto, as atividades metodológicas praticadas na iniciação científica foram: levantamento, leitura, fichamento e debate de bibliografias que dizem respeito ao referencial teórico elencado anteriormente; levantamento de bibliografia acerca do LNLS, no que diz respeito a história e trajetória de formação e atividades realizadas; levantamento de documentos oficiais da Organização Social estudada; e, no período referente à IC, a elaboração de questionário. Resultados O resultado das atividades de Iniciação Científica desenvolvidas podem ser divididos em duas categorias: 1-Recuperação da bibliografia sobre a Reforma do Aparelho de Estado no Brasil e sobre o modelo de gestão de Organizações Sociais; 2-Em paralelo, levantamento de bibliografia e pesquisa documental sobre o LNLS. No que se refere à categoria número dois, fora gerado uma descrição da história do LNSL e de como se dá seu funcionamento na atualidade. Essa descrição foi incorporada na pesquisa maior. Além das contribuições à pesquisa que está sendo desenvolvida, houve a geração de um artigo sobre os temas estudados e pesquisados na IC. Tal artigo aborda, principalmente, o modelo de gestão de OS e a história do surgimento do LNLS, enquanto um exemplo de Organização Social de C,T&I. O artigo pode ser visto no ANEXO I. 17 Conclusão A realização das atividades de iniciação científica propiciaram uma visão mais aprofundada sobre as mudanças da relação entre Estado e Sociedade. De fato, a Reforma do Aparelho de Estado alterou algumas percepções quanto ao público e privado, em vista de maior eficiência na prestação de serviços públicos – destacando-se, nesse sentido, a passagem da concepção de direitos para a concepção de serviços, no que se refere a concepção da educação, saúde, ciência e tecnologia e etc. Nesse sentido, ainda fica um questionamento importante: as mudanças foram efetivas em seus objetivos iniciais? Elas afastaram a participação popular ou tornaram o governo mais democrático? São perguntas que, obviamente, não puderam ser respondidas, visto a complexidade do tema. Na verdade, foram perguntas que foram motivadas pela pesquisa. Outra conclusão importante: a área de ciência e tecnologia talvez guarde especificidades próprias, principalmente se tratando de um laboratório referência na área da física de materiais. Constatou-se, assim, que o laboratório cumpre com os objetivos elencados e exerce atividades importantes na área da física. Além disso, constatou-se que o laboratório está em expansão e utiliza de diversos recursos, humanos e financeiros, para realizar suas atividades. No que diz respeito ao modelo de administração, destaca-se a composição dos conselhos de administração, que dão o direcionamento das atividades e políticas do laboratório. Com efeito, é uma agenda dominada por cientistas, onde a escolha da relevância da pesquisa é dada pela própria comunidade científica, talvez contrariando a noção de que as OS seriam mais democráticas e participativas. Referências bibliográficas ANGOTTI, J. A. P.; AUTH, M. A. Ciência e Tecnologia; implicações sociais e o papel da educação. Ciência & Educação, v.7, n.1, p.15-27, 2001. ALVES, M. A. As organizações sociais: garrafa velha com rótulo novo? [S.l.:s.n.], 199-?. BRASIL. Câmara da Reforma do Estado. Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado. Brasília, novembro 1995. Disponível em: http://www.bresserpereira.org.br/Documents/MARE/PlanoDiretor/planodiretor.pdf. Acesso < em: 10/07/2014. BRASIL. Centro Nacional de Pesquisa em Energia de Materiais. Estatuto Social, Campinas, 2013. Disponível em: <http://www.cnpem.br/wpcontent/uploads/2012/03/Estatuto-aprovado-pelo- 18 Conselho_16Mai2013.pdf>. Acesso em: 10/07/2014. BRASIL. Centro Nacional de Pesquisa em Energia de Materiais. Relatório Anual de gestão 2012, Campinas, 2012. Disponível em: <http://www.cnpem.br/wpcontent/uploads/2011/07/Relat %C3%B3rio_Anual_2012.pdf>. Acesso em: 09/07/2014. BRUM, J. A.; MENEGHINI, R. O laboratório Nacional de Luz Síncontron. São Paulo em perspectiva, v. 16, n. 4, p. 48-56, 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/spp/v16n4/13575.pdf>. Acesso em: 10/08/2014. DIAS, R.; DAGNINO, R. A Política Científica e Tecnológica Brasileira: Três Enfoques Teóricos, Trés Projetos Políticos. Revista de Economia, v. 33, n. 2, p. 91-113, 2007. GUIMARÃES, T. A. O modelo Organizações Sociais: lições e oportunidades de melhoria. RSP, n. 54, v. 1, p. 99 – 117. 2003. LEITE, J. P. A. A coordenação na implementação interorganizacional de políticas: um referencial analítico. 2011. Tese de Doutorado. Instituto de Economia, Campinas. Disponível em: <http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000823778>. Acesso em: 14/08/2014. NASSUNO, M. 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Acesso em: 14/08/2014. 20 ANEXO I Uma breve apresentação do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS): uma Organização Social em Ciência, Tecnologia e Inovação Autor: Evandro Coggo Cristofoletti Co-Autora: Milena Pavan Serafim Introdução Na década de 1990, o Estado brasileiro passou por importantes reformas. Uma nova lógica de funcionamento estatal e, consequentemente, uma nova lógica na relação entre Estado, sociedade e mercado foi instituída. Um novo arranjo de organizações foi instituído neste contexto: as organizações socais (OS). Neste sentido, o presente trabalho tem como objetivo descrever e apresentar, ainda que de forma parcial, uma OS de ciência e tecnologia - o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) – a fim de evidenciar o funcionamento e as atividades da OS escolhida e, assim, somar aos diversos estudos sobre esse modelo de gestão. Este trabalho foi desenvolvido a partir das discussões de grupos de estudos do Projeto “O setor público não-estatal: as organizações sociais e a gestão da política de C&T no Brasil”. No que se refere aos aspectos metodológicos, o texto apresenta caráter descritivo-analítico e se baseia em revisão bibliográfica e documental. O trabalho apresenta uma abordagem sequencial dos fatos e é dividido em duas partes. Inicialmente, apresenta-se a introdução do contexto de articulação da reforma do Estado e o surgimento do novo modelo de gestão, as organizações sociais. Para em seguida, apresentar as características do Laboratório Luz Síncrotron. Gerencialismo, Reforma do Estado e Organizações Sociais Na década de 1990, o Brasil sofria uma crise econômica e política que acabaria por redefinir o papel e a estrutura do Estado. De fato, na época, vários problemas conviviam entre si: altas taxas de inflação, redução do crescimento econômico e desemprego (COSTA, 2005). Todos esses fatores desencadearam o questionamento da atuação do Estado e levaram ao convencimento de que a crise seria derivada de um desequilibro causado pela intervenção errônea do Estado na economia e na sociedade (COSTA, 2005). Assim, pode-se notar que O processo recente de reforma do Estado no Brasil começou com o fim do período militar. Naquele momento, combinavam-se dois fenômenos: a crise do regime autoritário e, sobretudo, a derrocada do modelo nacionaldesenvolvimentista. Era 21 preciso atacar os erros históricos da administração pública brasileira, muitos deles aguçados pelos militares, e encontrar soluções que dessem conta do novo momento histórico, que exigia um aggiornamento da gestão pública (ABRUCIO, 2007, p.68) Nesse cenário, pode-se traçar, de forma muito breve, as características do Estado ao longo da história brasileira. Segundo Bresser Pereira (2001), os modelos históricos estatais implementados no Brasil acompanharam os modelos políticos então vigentes em cada período. Assim, pode-se observar a seguinte composição: A administração gerencial (que será tratada mais especificamente a seguir), assim, seria uma superação do modelo burocrático, que esteve fortemente presente na administração pública ao redor do mundo durante o século XX (SECCHI, 2009). Para entender de forma completa a crítica feita ao modelo burocrático por parte dos teóricos da reforma, é preciso compreender minimante as características do modelo burocrático. Estudado em grande parte por Max Weber, se caracteriza em um modelo de organização pautado no controle, na racionalidade e especialização de procedimentos. Além disso, a dominação racional-legal seria predominante nas administrações, em detrimento às dominações tradicionais e carismáticas, tornando a organização racionalmente hierarquizada (SECCHI, 2009). Ainda segundo o autor, a formalidade, impessoalidade e profissionalismo seriam valores fundamentais nesse tipo de organização para que os procedimentos, normas e rotinas administrativas se estabelecessem. Algumas críticas podem ser feitas ao modelo burocrático (as chamadas disfunções burocráticas), tais como o desvirtuamento dos objetivos resultante da obediência acrítica de normas, resistência à mudanças, e impactos negativos na motivação do funcionário, entre outras (MERTON, 1949; apud SECCHI, 2009). Feito o adendo sobre burocracia, pode-se retomar o caso brasileiro. De fato, como já mencionado anteriormente, o país se deparava com uma crise econômica profunda, caracterizada 22 por altas taxas de inflação, redução do crescimento econômico e desemprego. O descontrole fiscal, por sua vez, é um dos elementos que seriam causa e consequência da crise, gerando altos índices de dívida e crise de financiamento do Estado (COSTA, 2005). Esse consenso em torno do diagnóstico dos problemas e de sua solução foram materializados no documento orientador da reforma, intitulado de Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado (1995). Costa (2001) destaca que o plano diretor faz um diagnóstico amplo e contempla aspectos relativos a governabilidade, governança e do financiamento do gasto público. Nesse sentido, os pilares da crise, em suma, são relativos à crise fiscal, crise de intervenção e a necessidade de superação da administração burocrática (MARE, 1995; apud COSTA, 2001). Os argumentos da reforma, assim, se apoiam na pressão do excesso de demandas sociais e no esgotamento do modelo de intervenção estatal burocrática vigente. Com efeito, a economia e a sociedade se transformaram e passaram a demandar outra relação com o Estado (COSTA, 2005). As críticas às características do Estado brasileiro, somados à crise, configuraram um contexto ideal para a emergência de um consenso político liberal que conduziu a estratégias administrativas de reformas orientadas para o mercado (PAULA, 2005). Nesse ponto, já é possível evidenciar as bases gerenciais da reforma. Convém destacar que as origens das concepções da administração gerencial no Brasil estão ligados aos debates sobre a crise de governabilidade e credibilidade do Estado na América Latina e estão inseridas dentro de um contexto internacional de movimentos de reforma iniciados na Europa e no EUA, cujos expoentes são Margareth Thatcher e de Ronald Reagan (PAULA, 2005). Subjacente a isso, pode-se notar que Bresser se apoiou numa idéia mobilizadora: a de uma administração voltada para resultados, ou modelo gerencial, como era chamado à época. A despeito de muitas mudanças institucionais requeridas para se chegar a este paradigma não terem sido feitas, houve um “choque cultural”. Os conceitos subjacentes a esta visão foram espalhados por todo o país e, observando as ações de vários governos subnacionais, percebe-se facilmente a influência destas idéias na atuação de gestores públicos e numa série de inovações governamentais nos últimos anos (ABRUCIO, 2007, p. 72). Nas palavras do próprio Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado (1995), a administração gerencial, baseada nos conceitos de eficiência e descentralização, seria um salto adiante para a administração pública. Para explicar, de forma mais detalhada, as características gerenciais, alguns autores lançam mão de análises quanto às características desses novos modelos: Dois modelos organizacionais têm pintado o quadro global de reformas da administração pública nas últimas décadas: a administração pública gerencial (APG) e o governo empreendedor (GE). Os dois modelos compartilham os valores da produtividade, orientação ao serviço, descentralização, eficiência na prestação de serviços, marketization e accountability (Kettl, 2005). A APG e o GE são frequentemente chamados de gerencialismo (managerialism). A administração pública gerencial ou nova gestão pública (new public management) é um modelo normativo pós-burocrático para a estruturação e a gestão da administração pública baseado em valores de eficiência, eficácia e competitividade. (SECCHI, 2009, p. 354). Com efeito, uma “nova” concepção da relação Estado-sociedade foi implementado pelos preceitos da Nova Gestão Pública (NGP), que reconhece a similaridade entre organizações públicas 23 e privadas. De maneira geral, a NGP propõe uma gestão dotada de caráter estratégico ou orientado por resultado do processo decisório; descentralização, flexibilidade, pagamento por desempenho; transparência e accountability; padrões diferenciados de discricionariedade decisória; separação da política e de sua gestão; habilidades gerenciais; terceirização; dentre outras (LEITE, 2011). Nesse contexto, a reforma lançou mão de mecanismos legais e de uma categorização específica dos setores do Estado. O Plano Diretor dividiu em três os eixos de atuação: 1.dimensão institucional-legal; 2.dimensão cultural (definida pela presença conjunta de valores patrimonialistas e burocráticos com o novo padrão gerencial); 3.dimensão gerencial, relacionada à práticas administrativas (BRASIL, 1995). Nesse panorama, o plano distingue quatro setores estratégicos estatais: -Núcleo Estratégico: define as leis e as políticas públicas e cobra o seu cumprimento. Ou seja, é o setor onde decisões estratégicas são tomadas e engloba os Poderes Legislativo e Judiciário, o Ministério Público e o Presidente da República (contabilizando-se ministros e seus auxiliares e assessores diretos, responsáveis pelo planejamento eformulação das políticas públicas). -Atividades Exclusivas: é o setor em que se exerce o poder extroverso do Estado e que só ele pode realizar, tais como regulamentar, fiscalizar e fomentar. Como exemplo, pode-se citar a cobrança de impostos, a polícia, a previdência social básica e etc. -Serviços não exclusivos: é o setor onde o Estado atua com outras organizações não-estatais e privadas. Este setor se justifica pelos serviços que envolvem direitos humanos fundamentais como saúde, educação ou porque possuem economias externas, que produzem ganhos que não podem ser apropriados através do mercado. As economias produzidas se espalham pela sociedade e não podem ser transformadas em lucro, como por exemplo as universidades, hospitais, centros de pesquisa e museus. -Produção de bens e serviços para o mercado: é a área de atuação das empresas. É caracterizado por atividades econômicas voltadas para o lucro e que ainda permanecem no aparelho do Estado. Para cada setor, estabelece-se, assim, três tipos de propriedade: propriedade estatal, a propriedade privada e a propriedade pública não estatal (BRASIL, 1995). Nesse plano, ao que nos interessa nesse artigo, focar-se-á na caracterização dos serviços não exclusivos do Estado, pois se encaixam na perspectiva de propriedades públicas não estatais. Sobre as propriedades públicas não estatais, o argumento que se usou na reforma foi: 24 Já para o setor não-exclusivo ou competitivo do Estado a propriedade ideal é a pública não-estatal. Não é a propriedade estatal porque aí não se exerce o poder de Estado. Não é, por outro lado, a propriedade privada, porque se trata de um tipo de serviço por definição subsidiado. A propriedade pública não-estatal torna mais fácil e direto o controle social, através da participação nos conselhos de administração dos diversos segmentos envolvidos, ao mesmo tempo que favorece a parceriaentre sociedade e Estado. As organizações nesse setor gozam de uma autonomia administrativa muito maior do que aquela possível dentro do aparelho do Estado. Em compensação seus dirigentes são chamados a assumir uma responsabilidade maior, em conjunto com a sociedade, na gestão da instituição (BRASIL, 1995, p.43-44). Em suma, o novo desenho que se apresenta pode ser enquadrado na tabela a seguir: Estão enquadradas dentro dos serviços não exclusivos do Estado e, em consequência, como uma atividade pública não-estatal. Analiticamente, pode-se destacar que “a reforma Bresser elaborou um novo modelo de gestão, que propunha uma engenharia institucional capaz de estabelecer um espaço público não-estatal. As organizações sociais (OSs) e as organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips)” (ABRUCIO, 2007, p. 72). Por definição, uma Organização Social é uma entidade de direito privado que obtêm autorização legislativa para firmar contratos de gestão com o poder Executivo e assim ter direito a obter dotação orçamentária (BRASIL, 1995). A transformação dos serviços não exclusivos em OS será de forma voluntária, através de um Programa Nacional de Publicização, onde hospitais, 25 universidades, escolas técnicas e centros de pesquisa terão prioridade. Dessa forma, ainda segundo o documento (BRASIL, 1995, p. 60): As organizações sociais terão autonomia financeira e administrativa, respeitadas condições descritas em lei específica como, por exemplo, a forma de composição de seus conselhos de administração, prevenindo-se, deste modo, a privatização ou a feudalização dessas entidades. Elas receberão recursos orçamentários, podendo obter outros ingressos através da prestação de serviços, doações, legados, financiamentos, etc. Nesse contexto, a instituição das Organizações Sociais é criada através do processo de publicização dos serviços não exclusivos do Estado, descritos pela Lei 9.637 de 15 de maio de 1998. Essa lei que dispõe sobre a qualificação de entidades como OS e sobre a criação do Programa Nacional de Publicização. Assim, os setores aptos a essa nova tipologia são: ensino, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, proteção e preservação do meio ambiente, cultura e saúde (PINTO, 2000). No que se refere a análise da relação entre estado e sociedade: De acordo com Barreto, “a implantação desse modelo inaugura nova forma de parceria entre a sociedade e o Estado, baseada em resultados, que conjuga autonomia, flexibilidade e responsabilidade na gestão (...) Com essa iniciativa, o Estado oferece aos dirigentes de órgãos e entidades públicas estatais responsáveis pela prestação de serviços sociais a possibilidade de se libertarem das disfunções operacionais do Estado e, portanto de assumirem plenamente a gestão estratégica de suas respectivas organizações” (Barreto, 1999). Isto significa dizer que o governo estaria abrindo suas portas à sociedade civil, em particular a determinados seguimentos desta sociedade que podem ser chamados de Terceiro Setor (ALVEZ, s/d, p.1). Dessa forma, celebram-se contratos de gestão entre o Estado e as organizações do terceiro setor qualificadas como OS. As organizações, assim, tem natureza jurídica do Direito Privado e conformam a discricionariedade do Poder Executivo no ato da qualificação para que se obtenha a autorização legislativa. A autorização, por sua vez, é realizada pelo próprio Poder Executivo (PINTO, 200). Nesse âmbito, o contrato se caracteriza por um vínculo jurídico, onde o Estado incentiva e fiscaliza as Organizações nos parâmetros estabelecidos em cada contrato de gestão. O Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) As Organizações Sociais podem atuar em alguns setores. Um deles é o setor de Ciência e Tecnologia, categorizado pela reforma como pertencente ao setor público nãoestatal e, portanto, como uma atividade não-exclusiva do Estado. Segundo Veronese (2005), o sistema nacional de Ciência e Tecnologia conta com 24 unidades de pesquisa vinculadas diretamente ao Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT). A título de exemplo, pode-se citar o próprio Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o Centro de Pesquisas Renato Archer (Cenpra), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o 26 Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), entre diversos outros. Além dessas organizações, há empresas e institutos de pesquisa, como a Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) e a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que se integram ao sistema de C&T públicos. A toda essa gama de organizações, são somadas as universidades públicas e privadas que realizam pesquisas científicas. No que se refere ao foco do trabalho, é preciso entender os motivos que levaram a qualificação de alguns laboratórios de pesquisa como OS. Pode-se resumir, em linhas gerais, o argumento utilizado pelo MCT para a escolha desse modelo como adequado a alguns casos: Antes de explicarmos como foi possível convencer os servidores e os dirigentes das unidades de pesquisa do MCT sobre a possibilidade de converter tais unidades em organizações sociais, cabe entender que houve uma linha de continuidade na política do MCT ao longo dos dois governos do presidente Fernando Henrique Cardoso (19952002). Esta linha teve duas vertentes. A primeira foi o ataque sistemático à burocracia das instituições estatais. E a segunda, a indução à aceitação das políticas governamentais sob a forma de prêmios. Em relação à primeira vertente podemos concluir que, para o MCT, todas as instituições estatais federais (universidades e unidades de pesquisa), em princípio, estariam operando com uma eficiência inferior ao seu potencial. Para liberar tal potencial seria necessário exterminar um “modelo arcaico de gestão” e, depois, ativar um novo modelo, mais dinâmico. Isso já podia ser visto identificado no discurso de José Galizia Tundisi, presidente do CNPq em 1995/96, na solenidade do aniversário de 45 anos do CNPq (VERONESE, 2005, p.118-119) Fica claro que a orientação do MCT, na época, foi tentar dar maior eficiência aos institutos de pesquisa. Nesse sentido, já é adequado realizar a apresentação do LNLS, elencado aqui como representante do processo descrito até agora. Para qualificar e descrever a atuação do LNLS, é preciso entendê-lo como parte constituinte da Organização Social ABTLuS. Essa organização, assim, é uma associação de Direito Privado, sem fins lucrativos, credenciada como Organização Social (OS) nos termos da Lei nº 9.637, de 15 de maio de 1998 (SÍNCROTRON, 2010). Destaca-se, porém, que o LNLS é um dos laboratórios, somado a outros três, dessa organização social. Ou seja, é uma unidade, dentre quatro, a cumprir o que está previsto no estatuto (SÍNCROTRON, 2010). É preciso realizar um adendo: a reunião dos laboratórios conforma a institucionalização do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) e que, portanto, é o nome derivado da associação dos quatro laboratórios (a saber: Laboratórios Nacionais de Luz Síncrotron, de Biociências, Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol e de Nanotecnologia) que compõe a Organização Social ABTLuZ. Porém, antes de evoluir na qualificação do funcionamento do laboratório, é preciso entender que o LNLS é anterior à criação dele enquanto OS. O processo de construção do Síncrotron pode ser entendido como uma iniciativa para suprir a necessidade de grupos de interesse ligados ao campo da ciência, mais especificadamente, da física. Assim, um grupo de físicos, em 1981, 27 iniciaram uma campanha eficaz para a construção do laboratório (VELHO, PESSOA JUNIOR, s/d). Em síntese, o LNLS é resultado da articulação de cientistas, tecnólogos e técnicos atuantes na política de C&T. Além do mais, essa articulação apresentou o argumento de que há problemas e obstáculos à modernização da pesquisa na área, caracterizada pelo seu encerramento na universidade e pela falta de articulação com a tecnologia e o setor produtivo (BURGOS, 1995). Pode-se resumir o processo de criação do laboratório no seguinte trecho: Com relação à opção de construir uma máquina síncrotron, como é que a decisão foi tomada? Em primeiro lugar, o “argumento científico” – ou seja, que a física brasileira necessitava de um laboratório para solucionar problemas prementes para os pesquisadores – não tinha peso algum. A preocupação era muito mais com o status da física no Brasil, que ela tinha que passar para um patamar mais alto de organização e tornar-se moderna. E isso, na mente do grupo conduzindo a ideia, só poderia ser atingido através da construção de uma instalação de big science organizada na forma de um “verdadeiro” laboratório nacional, seguindo a tendência internacional nesse campo(VELHO; PESSOA JÚNIOR, s/d, p.18) Portanto, a história do LNLS remonta a própria comunidade de pesquisa (mais especificamente a comunidade de físicos) que identificaram necessidades diante do contexto político, econômico e social e passaram a atuar na política de PCT. O funcionamento do LNLS se dá através do contrato de gestão firmado com o Ministério de Ciência e Tecnologia e está sob controle de um conselho de administração. Este, por sua vez, visa ser uma instância de representação da sociedade civil. Assim, o conselho é entendido como um mecanismo de controle social (NASSUNO, 1997, p.29). Ao conselho de administração é incumbida a função deliberativa e fiscalizadora superior, em nível de planejamento estratégico, coordenação, controle e avaliação globais e fixação de diretrizes fundamentais do CNPEM (BRASIL, 2013). Ainda segundo o Estatuto Social da OS, algumas funções do Conselho de Administração são aprovar a remuneração dos diretores, respeitando os limites impostos, examinar e aprovar documentos de relatórios, prestação de contas, avaliação de contratos de gestão, fiscalizar o cumprimento de metas, eleger seu presidente, aprovar ou alterar o estatuto, o regulamento de compras e contratações e o plano de cargos e salários e benefícios do CNPEM. No que se refere a atuação do CNPEM, segundo o relatório de gestão de 2012, os laboratórios atuam em 4 eixos, a saber: instalações abertas a usuários externos; pesquisa e desenvolvimento in house; apoio à geração de inovação nos setores de agricultura, indústria e serviços (AIS); e treinamento, educação e extensão (BRASIL, 2012). Assim, os laboratórios abrangem desde questões de pesquisa científica básica até inovações em setores produtivos. De forma geral (BRUM; MENEGHINI, 2002) um pesquisador pode atuar no laboratório de duas formas: compor Redes de Pesquisas fomentadas pelo próprio LNLS ou submeter individualmente seus projetos. Os projetos individuais são submetidos aos assessores ad hoc, que 28 emitem parecer sobre sua qualidade e viabilidade. Dessa forma, um comitê avalia os projetos com frequência periódica para organizar o calendário de utilização das instalações do Síncrotron. Nesse sentido, “a pesquisa pode ser realizada independentemente pelo pesquisador ou, se ele desejar, pode contar com a colaboração científica da equipe do LNLS” (BRUM; MENEGHINI, 2002, p. 55). Por último, destaca-se a forma com que o Laboratório obtém recursos financeiros e humanos. Para realização dos objetivos, algumas fontes de recursos são mencionadas no artigo 5º do Estatuto Social da organização. São alguns deles (BRASIL, 2013): Firmar acordo, contratos, consórcios, ajustes em termos de parcerias e articular-se com entidades públicas ou privadas, nacionais e estrangeiras; o CNPEM também pode receber doações, patrocínios, auxílios, dotações e subvenções; podem também integralizar as cotas de capital social ou ter participação acionárias em outras sociedades, mediante autorização do conselho de administração. Referências bibliográficas ABRUCIO, F. L. Trajetória recente da gestão pública brasileira: um balanço crítico e a renovação da agenda de reformas. 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Dra. Milena Pavan Serafim ASSUNTO: Parecer do Relatório Final da Iniciação Científica intitulada “A trajetória do Laboratório Nacional de Luz Sincroton (LNLS): um estudo sobre a Organização Social em Ciência, Tecnologia e Inovação”. O Relatório Final apresentado pelo aluno Evandro Coggo Cristofoletti refere-‐se ao trabalho de Iniciação Científica Voluntária realizado na área de Administração Pública no período compreendido entre 01/02/2013 e 01/02/2014 sob orientação da Profa. Dra. Milena Pavan Serafim. A pesquisa, intitulada “A trajetória do Laboratório Nacional de Luz Sincroton (LNLS): um estudo sobre a Organização Social em Ciência, Tecnologia e Inovação”, fez parte de um projeto mais amplo, intitulado “O Setor Público Não-‐Estatal: As Organizações Sociais e a Gestão da Política de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil”. Tal pesquisa trabalhou um tema de grande relevância no contexto da administração pública, e mais especificamente, no contexto da política e gestão de atividades de ciência, tecnologia e inovação no país. Na parte inicial, o aluno fez uma contextualização sobre a reforma gerencial do Estado e sobre a emergência das Organizações Sociais, caracterizando bem o entorno de seu objeto de estudo. Na sequencia, o aluno se debruçou sobre seu caso particular, o Laboratório Nacional de Luz Sincroton (LNLS). A análise histórica e da estrutura de gestão do LNLS é bem realizada, embora esteja bastante resumida no relatório apresentado. Caso haja interesse de publicação dos resultados da pesquisa (conforme indicado no relatório, cujo anexo apresenta um artigo em elaboração), sugere-‐se um aprofundamento acerca das relações entre o Laboratório e seus diferentes stakeholders, de acordo com o modelo de governança previsto em seu planejamento estratégico, assim como sobre o modelo de gestão da pesquisa que o LNLS emprega. Estes elementos poderão incrementar ainda mais a análise realizada. Entende-‐se que o trabalho cumpre os requisitos de uma iniciação científica. Neste sentido, recomenda-‐ se a aprovação do Relatório Final. Limeira, 12 de julho de 2015 Profa. Dra. Adriana Bin Relatora _____________________________________________________________________________ Diretoria de Pesquisa e Extensão - Secretaria de Pesquisa R. Pedro Zaccaria, 1300 – Jd. Santa Luiza – Limeira/SP -‐ CEP 13.484-‐350 Telefones: (19) 3701-6662 FAX: (019) 3701-‐6680 [email protected] -‐ www.fca.unicamp.br 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 Francisco Ignácio Giocondo Cesar Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/5821763698248658 Última atualização do currículo em 02/07/2015 Possui graduação em Engenharia Mecânica UNESP; especializações em Gestão da Qualidade UNICAMP Fundação Limeira; MBA Adm. de Marketing USP FEA/RP; Mestre em Administração UNIMEP Piracicaba; Doutor em Engenharia de Produção UNIMEP Sta Barbara / SP. Atualmente é professor do IFSP Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia São Paulo Campus Piracicaba onde é Coordenador de Extensão. Tem 24 anos de experiência gerencial na área de Engenharia de Produção, com ênfase em Engenharia do Produto em PMP, Engenharia Industrial Manufatura Enxuta. Professor desde 2005 de Graduação e Pós Graduação, na área de Logistica e Cadeia de Suprimentos, Gestão de Qualidade, Gestão de Projetos, Administração, Administração de Produção, Empreendedorismo, Metodologia Científica. Projetos de pesquisa CNPq 2009; FAPESP 2007 Processo no. 2005/596336; FAPESP 2006 Processo no. 2005/045946. Avaliador do MEC Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica PRONATEC / Bolsa Formação. (Texto informado pelo autor) Identificação Nome Francisco Ignácio Giocondo Cesar Nome em citações bibliográficas CESAR, Francisco Ignácio Giocondo Endereço Formação acadêmica/titulação 2011 2015 Doutorado em Engenharia de Produção (Conceito CAPES 3). Universidade Metodista de Piracicaba, UNIMEP, Brasil. Título: PROPOSTA DE UM MÉTODO DE AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE EM EMPRESAS QUE OPERAM COM A PRODUÇÃO ENXUTA, Ano de obtenção: 2015. Orientador: Alexandre Tadeu Simon. Palavraschave: Sustentabilidade; Triple Bottom Line; Produção Enxuta; Indicadores de Sustentabilidade. Grande área: Engenharias / Área: Engenharia de Produção / Subárea: Gerência de Produção / Especialidade: Planejamento, Projeto e Controle de Sistemas de Produção. Setores de atividade: Fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias. 2006 2007 Mestrado profissional em Administração de Empresa. Universidade Metodista de Piracicaba, UNIMEP, Brasil. Título: Resutado de Implantação do Programa de Melhoria Continua: um estudo em Fornecedores de Autopeças, Ano de Obtenção: 2008. Orientador: Prof. Dr. Mario Sacomano Neto. Palavraschave: Supply Chain Management; Cadeias de Suprimentos; Melhoria Contínua; Transferência do Conhecimento. Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Estudos Organizacionais. 44 Grande Área: Engenharias / Área: Engenharia de Produção. Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Estratégia das Organizações. Setores de atividade: Fabricação e Montagem de Automóveis, Caminhões, Ônibus e Tratores e Demais Máquinas e Implementos Agrícolas, Reboques e Carrocerias. 2001 2003 Especialização em MBA em Administração de Marketingr. (Carga Horária: 464h). Universidade de São Paulo, USP, Brasil. Título: Planejamento estratégico de Marketing. 1992 1992 Especialização em Gestão da Qualidade. (Carga Horária: 150h). FUNDAÇÃO LIMEIRA UNICAMP. Título: Melhoria Contínua na Célula de Manufatura. 2013 2014 Graduação em Licenciatura em Matemática. Centro Universitário Claretiano de Batatais, CEUCLAR, Brasil. 1980 1984 Graduação em Engenharia Mecânica. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil. 1975 1977 Curso técnico/profissionalizante. Escola de Engenharia de Piracicaba. Formação Complementar 2014 2014 Formação para a Prática das Ciências na Educação B. (Carga horária: 40h). Desafio de Inovação Instituto 3M. 2013 2014 Extensão universitária em Programa Especial de Formação Pedagógica em Matemá. (Carga horária: 360h). Centro Universitário Claretiano de Batatais, CEUCLAR, Brasil. 2012 2012 Extensão universitária em Curso de Extensão "Dificuldades do Educador". (Carga horária: 8h). Universidade Presbiteriana Mackenzie. 2008 2008 MS Project Básico. (Carga horária: 16h). BESSA Consultores Associados. 2008 2008 EVA Valor Economico Agregado. (Carga horária: 1h). TRW Automotive. 2008 2008 Preparatório Para o Exame PMP. (Carga horária: 56h). PMI Project Management Institut. 2007 2007 Logística. (Carga horária: 15h). CATHO. 2007 2007 II Seminário de Produção Enxuta. (Carga horária: 8h). SAE BRASIL. 2006 2006 Six Sigma e sua Relação com a Jornada Lean. (Carga horária: 4h). SAE BRASIL. 2005 2005 TEAM WORKINGCompreendendo e Aplicando no Trabalho. (Carga horária: 12h). Centro das Indústrias do Estado de São Paulo. 1991 1991 Acústica Veicular. (Carga horária: 32h). Bruel Kjaer do Brasil Instr Eletrônicos Ltda. 1991 1991 Desing for Manufacturability. (Carga horária: 40h). Caterpillar Brasil S/A, CATERPILLAR, Brasil. 1990 1990 Costs For Decision Making. (Carga horária: 40h). Caterpillar Brasil S/A, CATERPILLAR, Brasil. 1989 1989 Gerenciador Banco de Dados Dbase III Plus Básico. (Carga horária: 40h). Caterpillar Brasil S/A, CATERPILLAR, Brasil. 1987 1987 Estatística. (Carga horária: 1987h). Caterpillar Brasil S/A, CATERPILLAR, Brasil. 1985 1985 Metalurgica e Tratamento Térmico. (Carga horária: 40h). Caterpillar Brasil S/A, CATERPILLAR, Brasil. 1985 1985 Tolerância Geométrica. (Carga horária: 40h). 45 Caterpillar Brasil S/A, CATERPILLAR, Brasil. 1985 1985 Processos Industriais de Soldagem. (Carga horária: 40h). Caterpillar Brasil S/A, CATERPILLAR, Brasil. 1983 1983 IV Seminário Adunesp Guaratinguetá. (Carga horária: 40h). Associação dos Docentes da Universidade Estatudal Paulista Julio de Mesquit. 1982 1982 Higiene e Segurança no Trabalho. (Carga horária: 40h). Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial/RJ. 1982 1982 Distribuição de Vapor Aspectos Práticos Econômicos. (Carga horária: 16h). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil. 1981 1981 Extensão universitária em Aplicação de Explosivos Industriais Civis. (Carga horária: 40h). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil. 1981 1981 Prevenção de Acidentes. (Carga horária: 40h). Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial/RJ. Atuação Profissional MEC Secretaria de Educação Profissional e Tecnologica, MEC SETEC, Brasil. Vínculo institucional 2013 Atual Vínculo: Membro de comitê assessor, Enquadramento Funcional: Outras informações Órgão do MEC Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Diretoria de Políticas de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de São Paulo, IFSP, Brasil. Vínculo institucional 2011 Atual Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor DI, Carga horária: 40 Outras informações Departamento Industrial Centro Universitário Herminio Ometto de Araras, UNIARARAS, Brasil. Vínculo institucional 2011 2012 Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor C!, Carga horária: 7 Outras informações Cruso de Engenharia de Produção Matérias PCP Projetos de Operações de Sistemas de Produção. Universidade Paulista, UNIP, Brasil. Vínculo institucional 2009 2012 Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Universitário, Carga horária: 10 Outras informações Disciplinas Ministradas Curso de Engenharia de Produção Mecânica Projeo de Produto Estudo de Mercado Projeto de Fabrica Marketing de Produto Orientação de Estágio orientador de Trabalhao de Conclusão de Curos TCC Disciplinas Ministradas Curso de Administração de Empresas Administração de Suprimentos e Logística Normalização de Processos Faculdade de Administração e Arte de Limeira, FAAL, Brasil. Vínculo institucional 2006 2011 Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: PROFESSOR, Carga horária: 16 Outras informações Disciplinas Ministradas Curos de Administração de Empresas Teoria Geral de Administração Matemática para a Administração Matemática Financeira Estatística Administração da Produção Logística e Cadeia de Suprimentos 46 Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais Mudanças Organizacionais Relacionamento Interpessoal no Trabalho Seminários Avançados de Administração I / II Orientador de Trabalho de Conclusão de Curso TCC Atividades 02/2006 Atual Ensino, ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS, Nível: Graduação Disciplinas ministradas Introdução a Administração Mudanças Organizacionai Orientação de Estágio Orientação de TCC ESAMC Escola de Administraçãoi, Marketing e Comunicação, ESAMC, Brasil. Vínculo institucional 2009 2011 Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Universitário, Carga horária: 8 Outras informações Disciplinas Ministradas Curso de Administração de Empresas Teoria Geral da Administração Administração de Recusros Humanos Microeconomia Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba, FUMEP, Brasil. Vínculo institucional 2009 2010 Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor de Nível Técnico, Carga horária: 20 Outras informações Colégio Técnico Industrila de Piracicaba COTIP Curso Técnico em Qualidade Disciplinas Ministradas Autditoria da Qualidade, Controle Estatístico da Qualidade, Fundamentos da Qualidade, Gestão da Qualidade e Produtividade, Gestão de Serviços da Qualidade, Técnicas de Melhoria da Qualidade. FACULDADE DOM BOSCO, FDB, Brasil. Vínculo institucional 2006 2008 Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: PROFESSOR, Carga horária: 16 Outras informações AULAS DAS MATÉRIAS ADM. DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES LOÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Atividades 02/2006 Atual Ensino, Administração de Empresas, Nível: Graduação Disciplinas ministradas Logística e Cadeia de Suprimentos Administração de Produção e Operações Universidade Metodista de Piracicaba, UNIMEP, Brasil. Vínculo institucional 2006 2007 Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaborador, Carga horária: 10 Faculdades Cbta de Rio Claro, CBTA, Brasil. Vínculo institucional 2005 2006 Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 24 Atividades 8/2005 4/2006 Ensino, Logística, Nível: Graduação Disciplinas ministradas Compras Industriais Logística Reversa 8/2005 4/2006 Ensino, Sistemas Produtivos, Nível: Graduação Disciplinas ministradas Gestão de Qualidade 47 Pesquisa Operacional TRW Automotive, TRW, Brasil. Vínculo institucional 2007 2009 Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Gerente de Projetos, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva. Outras informações Responsável pelo gerenciamento projeto, utilizando metodologia de gerenciamento de projeto (conhecimento da metodologia PMI), Liderava uma equipe multidisciplinar internamente na empresa e coordenava vários testes e desenvolvimento de projetos internacionalmente, tais como: UTAC França, homologação; Alfdorf Alemanha, desenvolvimento de produto; TRW Itália, contato e desenvolvimento com o cliente em sua matriz. Meu ultimo trabalho desenvolvido na empresa, foi no desenvolvimento e projeto, linha automotiva, especificamente Cinto de Segurança para a linha FIAT. Para o desenvolvimento deste trabalho é necessário o conhecimento de normas e procedimentos específicos do segmento automotivo. ENGEDEP Caldeiraria e Montagens Industriais, ENGEDEP, Brasil. Vínculo institucional 2006 2007 Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Gerente Comercial, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva. Outras informações Desenvolvimento de novas oportunidades de negócio; Planejamento estratégico de Marketing / Vendas, implantando toda a política comercial, contratando, treinando e acompanhar a equipe de vendas; Buscar novas oportunidades de clientes, mercados e produtos; Implantação do Sistema Gerencial de Vendas, gerando relatórios e indicadores para análise gerencial; Avaliação e desenvolvimento de novas oportunidade de clientes e mercados nacional e internaciona; Operacionalização das atividades de vendas, com o objetivo de controlar o desempenho dos representastes, maximizar a lucratividade para garantir o crescimento de maneira sustentável. Recliners Industrial Ltda, RECLINERS, Brasil. Vínculo institucional 2000 2005 Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Gerente Industrial, Carga horária: 44 Atividades 4/2000 7/2005 Serviços técnicos especializados , Diretoria Superintendência, Gerência Industrial. Serviço realizado Gerente Industrial de Engenharia, Suprimentos e Pós Vendas. Guaçu Papeis e Embalagens, GUAÇU PAPEIS, Brasil. Vínculo institucional 1996 1997 Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Gerente Nacional de Vendas, Carga horária: 44 Atividades 1/1996 9/1997 Serviços técnicos especializados , Diretoria de Superintendência, Gerencia Comercial. Serviço realizado Gerente Nacional de Vendas. Mastra Indústria e Comércio Ltda, MASTRA, Brasil. Vínculo institucional 1991 1995 Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Gerente Técnico Comercial, Carga horária: 44 Atividades 6/1991 10/1995 Serviços técnicos especializados , Diretoria Comercial, Gerencia Comercial. 48 Serviço realizado Gerente Técnico Comercial. Caterpillar Brasil S/A, CATERPILLAR, Brasil. Vínculo institucional 1985 1991 Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Engenheiro de Produto, Carga horária: 44 Atividades 2/1985 4/1991 Serviços técnicos especializados , Departamento de Engenharia, Engenharia de Produto. Serviço realizado Engenheiro de Produto. Projetos de pesquisa 2012 2013 Desenvolvimento da Qualidade e Produtividade na Indústria da Região de Piracicaba Descrição: O projeto de pesquisa tem como objetivo capacitar o docente na área de seis sigma com a realização do curso de formação. Esta capacitação serviria de base para a multiplicação do conhecimento em cursos de qualidade e produtividade a ser desenvolvido no IFSP local. Também prover a bolsa de iniciação cientifica do aluno, que ira dar suporte no estudo e pesquisa do tema. Além da pesquisa possibilitar a edição de dois livros sobre o tema, a saber Ferramentas Gerenciais da Qualidade, MASP Metodologia e Análise de Solução de Problemas;. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Graduação: (1) . Integrantes: Francisco Ignácio Giocondo Cesar Coordenador / Vinicius Gumiere Integrante. Financiador(es): Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia de São Paulo Auxílio financeiro. Número de produções C, T & A: 1 / Número de orientações: 1 2009 2010 Estudo das Fusões, Aquisições e Joint Ventures e os Impactos na Indústria Automobilística Brasileira Descrição: Edital CNPq Universal 2009. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: / Mestrado profissional: (1) / Doutorado: (4) . Integrantes: Francisco Ignácio Giocondo Cesar Coordenador / SACOMANO, Mario Sacomano Neto Integrante / PIRES, Silvio Roberto Ignácio Integrante / SILVA, Eliciane Maria da Integrante / KIRSCHBAUM, Charles Integrante. 2006 2008 Formas de Governança, em APL, na Região de Piracicaba Descrição: FAPESP Processo no. 2005/045946. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: / Mestrado profissional: (2) / Doutorado: (4) . Integrantes: Francisco Ignácio Giocondo Cesar Coordenador / Osvaldo Elias Farah Integrante / SACOMANO, Mario Sacomano Neto Integrante / PIZZINATO, Nádia Kassouf Integrante / GIULIANI, Antonio Carlos Integrante / POUSA, Rogério Integrante. 2006 2007 Um Estudo para a Inserção das Pequenas e Médias Empresas no APL do Álcool de Piracicaba Descrição: FAPESP Fundação de Amparo a pesquisa do Estado de Sõa Paulo Processo no. 205/596336. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: / Mestrado profissional: (3) / Doutorado: (6) . Integrantes: Francisco Ignácio Giocondo Cesar Coordenador / Osvaldo Elias Farah Integrante / SACOMANO, Mario Sacomano Neto Integrante / PIZZINATO, Nádia Kassouf Integrante / GIULIANI, Antonio Carlos 49 Integrante / SPERS, Eduardo Eugenio Integrante / ALVES, Dalila Correa Integrante / CASADEI, Maria Cristina Bortoletto Integrante / POUSA, Rogério Integrante. Áreas de atuação 1. Grande área: Engenharias / Área: Engenharia de Produção / Subárea: Engenharia do Produto. 2. Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Estudos Organizacionais. 3. Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Estratégia das Organizações. 4. Grande área: Engenharias / Área: Engenharia de Produção. 5. Grande área: Engenharias / Área: Engenharia de Produção / Subárea: Logística Industrial. 6. Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Marketing e Desenvolvimento de Mercado. Idiomas Inglês Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente. Espanhol Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco. Produções Produção bibliográfica Artigos completos publicados em periódicos Ordenar por Ordem Cronológica 1. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; LIMA, C. R. C. ; SIMON, A. T. . Implantação da TPM em sua fase de Manutenção Autônoma, estudo de caso em uma indústria de alimentos.. Revista Espacios, v. 35, p. 21, 2014. 2. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; MORAES, A. J. L. ; SIMON, A. T. . Gestão da Sustentabilidade na Cadeia de Suprimentos: as Diferentes Contribuiçõpes Científicas Apresentadas nos Últimos Anos.. Anais SIMPEP, v. 19, p. 1 14, 2012. 3. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; SIMON, A. T. . Estratégia Competitiva de Diferenciação e Aplicação a Serviços: um estudo de caso no segmento de ensino.. Revista Ingepro : Inovação, Gestão e Produção, v. 03, p. 4152, 2011. 4. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; SACOMANO, Mario Sacomano Neto . Implantação de programas de melhoria contínua: um estudo em fornecedores de autopeças. Revista Ingepro : Inovação, Gestão e Produção, v. 01, p. 140151, 2009. Livros publicados/organizados ou edições 1. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . FERRAMENTAS GERENCIAIS DA QUALIDADE. 1o.. ed. São Paulo: Biblioteca24horas, Seven System International Ltda., 2013. 2. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . FERRAMENTAS BÁSICAS DA QUALIDADE: instrumentos para 50 gerenciamento de processo e melhoria contínua.. 1o.. ed. São Paulo: BIBLIOTECA 24horas, 2011. 132p . Capítulos de livros publicados 1. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; PIZZINATO, Nádia Kassouf ; PONCHIO, Matheus Canniatti ; GIULIANI, Antonio Carlos . Sistema de Informação . In: Farah, O.E.; Cavalcanti, M.; Marcondes, L. P.. (Org.). ENPREENDEDORISMO ESTRATÉGICO. São Paulo: Cengage Learning, 2008, v. 01, p. 6786. 2. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Alianças Estratégicas de concorrência colaborativa e logística integrada no varejo de distribuição. In: Giuliani, Antonio Carlos Giuliani. (Org.). GESTÃO DE MARKETING NO VARJO III. Itu SP: Ottoni Editora, 2006, v. 3, p. 79104. Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; SIMON, A. T. . EXPLORANDO OS EFEITOS SINÉRGICOS ENTRE O SISTEMA DE PRODUÇÃO LEAN E A ESTRATÉGIA DE SUSTENTABILIDADE. In: ENEGEP 2014 XXXIV Encontro Nacional de Engenharia de Produção, 2014, Curitiba. XXXIV Encontro Nacional de Engenharia de Produção, 2014. 2. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; SIMON, A. T. . GESTÃO DA SUSTENTABILIDADE NA CADEIA DE SUPRIMENTOS: as Diferentes Contribuições Científicas Apresentadas nos Últimos Anos. In: XXI SIMPEP , 2014, Bauru SP. As Demandas de Infraestrutura Logística para o Crescimento Econômico Brasileiro, 2014. 3. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; SIMON, A. T. . COMO AS PRÁTICAS LEAN PODEM AUXILIAR AS INICIATIVAS DE SUSTENTABILIDADE DA EMPRESA. In: XXI SIMPEP Simpósio de Engenharia de Produção, 2014, Bauru / SP. XXI SEMPEP 2014, 2014. 4. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; SIMON, A. T. . AVALIAÇÃO DOS MODELOS DE INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE. In: II CONBREPRO Congresso Brasileiro de Engenharia de Produção, 2012, Ponta Grossa PR. Gestão do Ceonhecimento nas Engenharias, 2012. 5. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; MORAES, A. J. L. ; SIMON, A. T. . GESTÃO DA SUSTENTABILIDADE NA CADEIA DE SUPRIMENTOS: AS DIFERNTES CONTRIBUIÇÕES CIENTÍFICAS NOS ÚLTIMOS ANOS.. In: XIX SIMPEP Simpósio de Engenharia de Produção, 2012, Bauru SP. Engenharia de Produção & Meio Ambiente, 2012. v. 19. p. 1 14. 6. GEMENT, G. B. ; CAMPOS, F. C. ; CARRARO, N. C. ; CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; FRANCISCO, W. . INCENTIVO DE VENDAS NO COMERCIO VAREJISTA UM ESTOUD DE CASO DO SETOR VAREJISTA DE VESTUÁRIO. In: CONBREPRO I Congresso Brasileiro de Engenharia de Produção, 2011, Ponta Grossa PR. Inovação e Tecnologia nas Engenharias, 2011. v. I. p. 112. 7. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; SACOMANO, Mario Sacomano Neto . Implantação de programas de melhoria contínua: um estudo de caso em fornecedores de autopeças. In: Revista INGEPRO Inovação Gestão Produção, 2009, Curitiba. INGEPRO, 2009. v. 01. p. 140151. 8. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Logística Reversa Integrada. In: X SEMEAD Seminário de Administração FEA, 2007, São Paulo. Logística Reversa Integrada, 2007. 9. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Logística Reversa Integrada. In: XXVII Encontro Nacional de Engenharia de Produção XI International Conference on Ind. Engineering and Operations Management., 2007, Salvador. XXVII Encontro Nacional de Engenharia de Produção XI International Conference on Ind. Engineering and Operations Management., 2007. 10. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; FARAH, Osvaldo Elias . Modelo de Sistema de Informação para Apoio do Processo Decisório em Micro e Pequenas Empresas. In: XXV Encontro Nacional de Engenharia de Produção e XI Internacional Conference on Industrial Engineering and Operantions Management, 2005, Porto Alegre. Anais do XXV Encontro Nacional de Engenharia de Produção e XI Internacional Conference on Industrial Engineering and Operantions Management. Porto Alegre: PUC RS, 2005. Apresentações de Trabalho 51 1. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; SIMON, A. T. . CONTRIBUIÇÃO DA FILOSOFIA LEAN PARA OS DESAFIOS DA SUSTENTABILIDAE. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio). 2. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; SIMON, A. T. . AVALIAÇÃO DOS MODELOS DE INDICADORES DE SUTENTABILIDADE. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 3. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . SUSTENTABILIDADE NA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIEMTNOPS: UM ESTUDO DE MULTICASOS DAS AÇÕES QUE AS EMPRESAS ESTÃO ADOTANDO.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 4. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; SACOMANO, Mario Sacomano Neto . INTEGRAÇÃO DAS OPERAÇÕES LOGISTICAS. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário). 5. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . COMO SE PREPARAR PARA ENTREVISTA DE EMPREGO. 2006. (Apresentação de Trabalho/Seminário). 6. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; GIULIANI, A. C. ; SACOMANO, Mario Sacomano Neto . SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA APOIO À TOMADA DE DECISÕES NA PME. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 7. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; SACOMANO, Mario Sacomano Neto . MODELO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA APOIO O PROCESSO DECISÓRIO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso). Outras produções bibliográficas 1. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; BIOTTO FILHO, D. ; STRADIOTTO, E. ; BAPTISTA, F. T. ; DIAS, F. G. R. ; CROCOMO, M. K. ; MARCHI, R. A. . 1o. Semana de Ciência e Engenharia 2014 (ANAIS DE FEIRA E EVENTO). Demais tipos de produção técnica 1. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Legislação da Qualidade. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). 2. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Auditoria da Qualidade. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). 3. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Controle Estatístico da Qualidade. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). 4. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Garantias da Qualidade do Produto. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). 5. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Normalização de Processos. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). 6. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Fundamentos da Qualidade I. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). 7. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Fundamentos da Qualidade II. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). 8. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Gestão de Qualidade e Produtividade. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). 9. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Sistemas Normativos da Qualidade. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). 52 10. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . KAIZEN A Base para a Manufatura Enxuta. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 11. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Logistica Reversa, EcoEficiência e Ecologia Industrial. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 12. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Logística Aplicada. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 13. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . KAIZEN: A Base para a Manufatura Enxuta. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 14. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . LOGÍSTICA REVERSA, ECOEFICIÊNCIA E ECOLOGIA INDUSTRIAL. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 15. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Logística Aplicada. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 16. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Diretrizes para Elaboração do TCC. 2007. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional ELABORAÇÃO DE TCC). 17. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . LOGISTICA REVERSA, ECOEFICIENCIA E ECOLOGIA INDUSTRIAL. 2007. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). 18. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . KAIZEN Conquistando Ganhos Através da Eliminação dos Desperdícios. 2006. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). 19. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . Ferramentas Básicas da Qualidade. 2005. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). 20. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . CCQ Circuos de Controle de Qualidade. 2005. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). 21. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . 5S. 2005. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional GESTÃO DA QUALIDADE). Bancas Participação em bancas de trabalhos de conclusão Trabalhos de conclusão de curso de graduação 1. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Priscila Antonia Cabral; Wadley Calegaro Castro. Participação em banca de Stefanini, A.; , Picinini, M. A.; Morais, R. L.; Silva, T. H.Manutenção Produtiva Total para melhoria da produtividade da fábrica. 75f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. 2. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Priscila Antonia Cabral; Wadley Calegaro Castro. Participação em banca de Correia, A Z.; Carrera, G A.; Facco, J . R.; Facco, R A..Desenvolvimento de Layout para processo de beneficiamento de arroz. 56f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 3. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Jorbison A. Portela; Mario Bonifácio. Participação em banca de Carvalho, A. A.; Godoi, F. G.; Sousa, F..Otimização do processso de fundição. 75f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 53 4. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Maurício Antônio Jaime; Wadley Calegaro Castro. Participação em banca de Tulimosky, B. C.; Sinico, E. R.; Oliveira, R. Q.; Arruda, R..Estudo de aplicação do SMED na redução de setup. 80f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 5. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Priscila Antonia Cabral; Wadley Calegaro Castro. Participação em banca de Ferrari, B.; Cristofoleti, F. Krambeck, P. Agner, R. A..Qualidade de Fornecedores: Técnicas de desenvolvimento de fornecedores. 43f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 6. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Jorbison A. Portela; Mario Bonifácio. Participação em banca de Souza, E. M.; Silva, J. J.; Capraro, E.; Morbidelli, M. V.;.Utilizando a metodologia do APQP para desenvolvimento de fornecedores. 97f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 7. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Priscila Antonia Cabral; Wadley Calegaro Castro. Participação em banca de Mattos, E. R. C.; Fischer, L. A.; Bernardelli, R. ; Souza, T.Utilizando o método MASP para a melhoria de processo. 77f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 8. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Maurício Antônio Jaime; Wadley Calegaro Castro. Participação em banca de Ribeiro, E. Ap.; Garcia, J. H.; Reis, R. J..Desenvolvimento de produto utilizando o planejamento avançado da qualidade. 102f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 9. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Priscila Antonia Cabral; Wadley Calegaro Castro. Participação em banca de Maganhoto, F. ; Machado, F. P.; Caires, L. S.; Kuhl, J. B. T.Solução de problemas de ferramental consumível de curvar tubos utilizando a metodologia 8D. 106f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 10. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Jorbison A. Portela; Mario Bonifácio. Participação em banca de Sardinha, G. H.; Silva, M. J.; Bull, R. A.; Martins, V..Estudo de caso da implantação da metodologia Manutenção Autônoma (TPM) em uma célula de manufatura. 70f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 11. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Jorbison A. Portela; Mario Bonifácio. Participação em banca de Silva, G. R.; Siqueira, L..Redução de custos no processo de usinagem através do aumento da concentração de fluido refrigerante. 37f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 12. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Priscila Antonia Cabral; Wadley Calegaro Castro. Participação em banca de Lopes, G. R.; Correa, M.; Cardoso, P. R.; Ramires, R. B. San.Logística Reversa: gerenciamento do fluxo de retorno de embalagem. 87f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 13. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Dério Lovadino Junior; Sergio Ramur Santana. Participação em banca de Alexsander Fernandes de Souza.Logístia InHouse: Implantando um sistema de rádio Freqüência para controle e recebimento de materiais. 74 f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. 14. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Dério Lovadino Junior; Sergio Ramur Santana. Participação em banca de Alexsander Fernandes de Souza.Logístia InHouse: Implantando um sistema de rádio Freqüência para controle e recebimento de materiais. 74 f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. 15. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Dério Lovadino Junior; Sergio Ramur Santana. Participação em banca de Carlos Denner Siqueira Alves.Relacionamento Interpessoal no Trabalho: Estudo do comportamento humano nas organizações. 75 f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. 16. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Dério Lovadino Junior; Sergio Ramur Santana. Participação em banca de Elnorá C. R. J. Laurito.Empresas Familiares: Estudo do processo de sucessão. 41 f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. 54 17. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Dério Lovadino Junior; Sergio Ramur Santana. Participação em banca de Josiane Cristina Benetti.As Sete Ferramentas da Qualidade para a Melhoria do Processo 75 f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. 18. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Dério Lovadino Junior; Sergio Ramur Santana. Participação em banca de Juliana Pinto Fernandes.Gestão de RH: Novos critérios e tendências na administração de recursos humanos. 65 f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. 19. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Dério Lovadino Junior; Sergio Ramur Santana. Participação em banca de Valdeir Gregorio de Oliveira.Comercio Atacado e Varejo: Estudo do fluxo de cliente no checkout . 35 f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. 20. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; Ivana Rotta. Participação em banca de Fabio Dias Pereira.Sequenciamento de uma Produção por Encomenda. 35 p. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Centro Universitário Herminio Ometto de Araras. 21. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Costa, A. N.; Carvalho, A.; Gabatore, E.; Barreto, F. C..Implantação do programa 5S em uma fermentaria.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 22. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Rieiro, A. F.; Bellon, A. A.; Silva, D. M.; Caetano, E. G...RIW Workshops de Melhoria Rápida.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 23. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Ladvig, A. M.; Neves, A. W.; Drein, J. S.; Campos, R..Melhoria de processo utilizando estudo de tempos e métodos: um estudo de caso em uma célula de usinagem.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 24. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Basso, A. Walder, D. A.; Gomes, J. A.; Lima, T. P..Fundição de alumínio: Estudo de caso para melhorar os índices de rejeição devido a porosidade.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 25. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Santos, A. B.; Castro, A. ; Barbosa, F.; Camargo, G. B..Estudo do processo de estampagem com o objetivo de redução do tempo de setup.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 26. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Cerri, A. M. S.; Burger, C. C.; Magrini, L. J.; Berto, S. F..Implantação do programa 5S em uma indústria gráfica.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 27. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Camargo, C. C. O.; Teixeira, R. A.; Teodoro, T.; Bueno V. H..Utilizando o 6 Sigma na melhoria de processo: Um estudo de caso em uma empresa de autopeças.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 28. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Prada, C. B.; Santos, D. B.; Póssia, D. F.; Rangel, G. B.; T.Analise e melhoria do sistema APQP em uma fábrica de corte a laser.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 29. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Schinaider, C. H.; Pereira, D. A.; Scandolara, E. L. Lima, B.Melhoria do processo de fundição utilizando luva Exotérmica Elbow .. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 30. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Ianatoni, D. L. E.; Prado, L. H. R.; Francisco, R. J..Gerenciamento de Projetos: Um estudo de caso utilizando os princípios do PMBOK para o gerenciamento da ampliação de instalações industriais.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 31. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de souza, E. O.; Ribeiro, F. P.; Gonzales, G. V..Utilização da metodologia MASP objetivando a melhoria de qualidade de produtos. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 55 32. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Barbosa, F.; Vieira, J.; Scaringe, K. S.; Santicci, L. F..Otimização do processo para ganho de produção utilizando evento Kaizen. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 33. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Ramos, J. C.; Scherre, J. R.; Lima, P. C. G.; Buoro, S. A.;.Otimização na produção de Etanol: Estudo de caso em melhoria do processo.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 34. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Monteiro, L.; Fischer, P. S.; Rigon, R. P.; Valeriao, T. H..Implantação das Normas Regulamentadoras de Segurança do trabalho no ambiente industrial.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 35. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Saouza, L. R.; Santos, R. N. Ramos, R. A. M.; Silva, W. R. P.Estudo de redução de custo por meio de análise de projeto e melhoria do processo: um estudo de caso em um implante ortopédico.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 36. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Moller, T. P.; Araujo, W. A..Desenvolvimento do projeto de uma MáquinaFerramenta: Estudo de caso de um CNC de baixo custo.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. 37. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Marques, A. C.; Santos, C. V.; Oliveira, M. A.; Souza, M. A..Atacadão: Implementação do 5S na área produtiva.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. 38. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Zurita, C. M.; Teixeira, E. N.; Pereira, M. E. R.; Favero, M.Projeto Gestão de Pessoas: Estudo de caso de implantação do departamento de recrutamento, seleção e integração de novos colaboradores.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. 39. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Souza, E. A. L.; Costa, J. A.; Neves, V. B. F.; Lourenço, V..Recursos Humanos: Alta rotatividade de vendedores.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. 40. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Leda Regina Elias da Cruz.Buscando a satisfação do cliente: Identificando pontos para melhoria do nível de serviço para a satisfação do cliente.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. 41. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Igos Luis Gabriel.Estudo de melhoria no processo produtivo em uma indústria metalúrgica de pequeno porte fabricante de bombas.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Mecânica) Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba. 42. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Wesley Milton Rios.Gerenciamento do Projeto para Impantação de um software de cálcuo de blank em uma estamparia.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Mecânica) Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba. 43. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Charles Aparecido Morais.Arranjo físico de produção: um estudo de caso em uma empresa metalurgica.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 44. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Karine Moraes Leme.Vantagens e desvantagens da implantação de um sistema ERP para pequenas e médias empresas.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 45. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Rafael Gomes Cardoso.Gestão do Capital de Giro na MicroEmpresa: um estudo de caso.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 46. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Talita Felix Ragonha.Programação de Incentivos para a força de vendas: um estudo de caso em uma empresa do setor automotivo.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 56 47. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Edson R. Tiosso.Otimização no Processo do Sistema de Purificação de Ar: um estudo de caso.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. 48. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Caio F. Nogueira , Diego D. Ragonha, Marcelo Paschoaleto.A Gestão de Estoques na Logística. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. 49. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Giancarlo O. Zanoli, José C. de Souza.Reaproveitamento de Água de Chuva para uso em uma Estação de Tratamento de Água Industrial.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. 50. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de André L. M. Dantas, Roberval A. Fonseca.Impacto Ambiental das Emissões de Gases veiculares: Comparativo entre Motores á Gasolina e GNV.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. 51. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Diego Gonçalves, Leandro F. Rafael.Planejamento e Controle de Manutenção. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. 52. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Guilerme Lorencetti, Rodrigo P. Gomes, Saulo J. J. Gomes.Melhoria no processo de fabricação de peças sopradas.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. 53. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Aline Borges da Silva.Rotatividade Pessoal e Absenteísmo: estudo de caso em uma empresa. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 54. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Arlete AP. de Barros dos Santos.Gestão por Competência: um estudo de caso na Empresa. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 55. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Leandro Ferandes de Souza.Gestão de Liderança e Gerenciamento de Processos e Serviços. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 56. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Marta Maria de Moura Tenedini.Estratégia de Marketing no Varejo.. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 57. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Murilo Sacilotto.Melhoria Contínua Utilizando o Evento Kaizen: um etudo de caso em uma. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 58. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Renilde Maciel Silva.Otimização de Estoque: um estudo de caso em uma empresa do segmento de eletrodomésticos.. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 59. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Altes José Carlos.Treinamento como Fator de Competitividade nas Empresas: Estudo de caso em. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 60. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Ângela Cristina da Costa.Planejamento Estratégico para uma Empresa Junior.. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 61. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Benedita Pereira.Reaproveitamento de Resíduos Industriais Aliado ao Marketing de uma. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 57 62. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Bruna Caroliny A. dos Santos.Marketing de Relacionamento como Estratégia de Fidelização de. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 63. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Cintia Gonçalves Dias.Responsabilidade Social: um estudo de caso em uma instituição de Ensino. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 64. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Eliana Pareje.Terceirização de Serviços um estudo de caso em uma empresa de segurança. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 65. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Lucas Mancin de Camargo.Inclusão de Portadores de Necessidades Especiais no Mercado de. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 66. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Mariucha Rosa Manzatto.O Absenteísmo nas Empresas: estudo de caso em uma empresa têxtil.. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 67. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Milton de Lima Oliveira.Melhoria da Produtividade Utilizando o Kaizen: um estudo de caso em. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 68. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Claudia Regina Piccoli de Marcos.BSC Balanced Score Card. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Faculdade Salesiana Dom Bosco de Piracicaba. 69. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Daiane Paschoal.Marketing Pósvendas. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Faculdade Salesiana Dom Bosco de Piracicaba. 70. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Daniela do Prado Stella.Implantação de software para gerenciamento de currículos. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Faculdade Salesiana Dom Bosco de Piracicaba. 71. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Douglas Francisco Rodrigues.Implantação de PCP em uma empresa familiar.. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Faculdade Salesiana Dom Bosco de Piracicaba. 72. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Manoel Perez Neto.Introdução ao mercado futuro. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração de Empresas) Faculdade Salesiana Dom Bosco de Piracicaba. 73. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; MAIA, Ricardo Isaque Rangel. Participação em banca de Ricardo Isaque Rangel Maia.Mudança Organizadional causada plea implantação de um sitema ERP. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 74. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; BEDESQUE, Divino Luiz. Participação em banca de Divino Luiz Bedesue.Ferramentas da qualidade para melhoria continua. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 75. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; REIS, Kelly Dias dos. Participação em banca de Kelly Dias dos Reis.Logistica Hospitalar: estudo de caso. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 76. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; SOUZA, Fernanda de. Participação em banca de Fernanda de Souza.Estação aduaneira do Interior. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 77. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Marcelo Rodrigues Nunes.ISSO 9001 58 Sistema de Gestão da Qualidade como Fator de .... 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 78. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Marco Antonio Pareja.Logística Reversa como Estratégia de PósVendas para a Empresa.. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 79. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Renato Balau Pilz.Otimização no Processo Logístico: um estudo de caso de carregamento ... 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 80. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Ricardo A. da Silva Pereira.Time Auto Gerenciáveis. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 81. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Roseli dos Santos.Estruturação de um Departamento de Vendas no Seguimento Industrial. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 82. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Antonio Muniz dos Santos.Análise de Crédito para Pessoa Jurídica: estudo de caso em uma. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 83. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Daiane Cássia Nicolau.Impactos que o Sistema de Coleta Programada de Peças Milk Run ,. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 84. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Denise dos Anjos P. e Souza.Administração de Vendas: um estudo de caso em uma empresa. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 85. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Eliane C. Camargo Moraes.Estratégias e Técnicas de Cobrança e Negociação com Inadimplentes. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 86. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Fábio Henrique Poleti.O Impacto da Tecnologia no Comportamento do Consumidor.. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 87. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Isabel C. Mendes de Castro.Gestão no Varejo: reestruturação de segmentação de uma micro. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 88. Anderson Ferrera de Sauza; CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de Anderson Ferrera de Souza.Buscando uma Remuneração Motivadora para o Vendedor e Rentável para a Empresa. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 89. Felipe Megiato; CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de FELIPE MEGIATO.Resoluções de Problemas de não Conformidade Utilizando as Ferramentas da Qualidade: Estudo de caso em uma empresa do setor de autopeças.. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 90. Rodrigo Mateus Rischer; CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de RODRIGO MATEUS FISCHER.Gestão Logística de Abastecimento: Estudo de caso de uma indústria do segmento de açúcar e álcool.. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 91. Selmo Adayton Vidal; CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de SELMO ADAYTON VIDAL.Melhria Contínua Como utilizar e obter ganhos: Estudo de caso de uma empresa do segemento de autopeça.. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 59 92. Laerte Quirino de Oliveira; CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. Participação em banca de LAERTE QUIRINO DE OLIVEIRA JUNIOR.Eliminação de Desperdícios Utilizando o Sistema KAISEN: Estudo de caso em uma empresa do segmento de autopeças. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. Participação em bancas de comissões julgadoras Avaliação de cursos 1. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; OLIVEIRA, F. L. N.. SETEC/MEC PRONATEC/BolsaFormação. 2014. SENAC CORA CORALINA GO. 2. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; OLIVEIRA, F. L. N.. SETEC/MEC PRONATEC/BolsaFormação. 2014. SENAI FATESG Goiânia. 3. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; FERRARO, A. C.. SETEC/MEC PRONATEC/BolsaFormação. 2013. SENAI Feira de Santana BA. 4. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; FERRARO, A. C.. SETEC/MEC PRONATEC/BolsaFormação. 2013. SENAC Feira de Santana. 5. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; SILVA, L. M.. SETEC/MEC PRONATEC/BolsaFormação. 2013. ESCOLA ESTADUAL TÉCNICO INDUSRIALPORFESSOR FONTES. 6. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; SILVA, L. M.. SETEC/MEC PRONATEC/BolsaFormação. 2013. Fundação de Educação para o trabalho de Minas Gerais. 7. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; BENEDITO, C. Z.. SETEC/MEC PRONATEC/BolsaFormação. 2013. COLEGIO INTEGRADO SAO FRANCISCO S/S LTDA. 8. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; BENEDITO, C. Z.. SETEC/MEC PRONATEC/BolsaFormação. 2013. CURSO PROFISSIONALIZANTE BRAGANTINO S/S LTDA. 9. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo. SETEC/MEC PRONATEC/BolsaFormação. 2013. J. ESPADAS EDUCACIONAL E ENSINO LTDA ME. 10. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo; FERRARO, A. C.. SETEC/MEC PRONATEC/BolsaFormação. 2013. Instituto Federal da Bahia. Eventos Participação em eventos, congressos, exposições e feiras 1. I Congresso de Pesquisas Ambientais. A Evolução dos. 2015. (Congresso). 2. XXXV ENEGEP Encontro Nacional de Eng. de Produção. ENEGEP XXXV Encontro Nacional de Eng. de Produção. 2015. (Congresso). 3. III Congresso de Iniciação Científica do IFSP. III Congresso de Iniciação Científica do IFSP. 2015. (Congresso). 4. I Congresso de Pesquisas Ambientais NUTECCA. I Congresso de Pesquisas Ambientais NUTECCA. 2015. (Congresso). 60 5. 10o.SIMPÓSIO SAE BRASIL DE MANUFATURA FLEXÍVEL. 2015. (Simpósio). 6. V Encontro de Coordenadores de Extensão. 2015. (Encontro). 7. Iniciação Científica e Tecnológica do Programa de Bosa Discente.Modalidade Iniciação Científica e Tecnológica. 2015. (Outra). 8. Iniciação Científica e Tecnológica do Programa de Bolsa Discente.Iniciação Científica e Tecnológica do Programa de Bolsa Discente. 2015. (Outra). 9. I Congresso de Exensão e I Mostra de Arte e Cultura do IFSP. RESULTADOS INICIAIS DA IMPLEMENTAÇÃO DE UM CURSINHO POPULAR NO IFSP. 2014. (Congresso). 10. I Congresso de Exensão do IFSP. Participei como Avaliador. 2014. (Congresso). 11. II Mostra de Ciências e Tecnologia Instituto 3M. Veículo autônomo Guiado por Sensor Ótico. 2014. (Feira). 12. II Mostra de Ciências e Tecnologia Instituto 3M. Estacionamento Inteligente. 2014. (Feira). 13. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. Transição do sistema carburado para injeção eletrônica (Orientador do trabalho). 2014. (Feira). 14. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. Uso de materiais compósitos na aeronáutica (Orientador de trabalho). 2014. (Feira). 15. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. A evolução dos materiais da carroceria na construção dos carros modernos (Orientador de trabalho). 2014. (Feira). 16. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. Reaproveitamento da energia cinética das rodas em carros elétricos (Orientador de trabalho). 2014. (Feira). 17. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. Evolução das próteses biomecânicas externas inferiores: levantamento bibliográfico da história e evolução. (Orientação de trabalho). 2014. (Feira). 18. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. Evolução de motores de combustão interna ciclo Otto (Orientação de Trabalho). 2014. (Feira). 19. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. Preparação de um Utility Task Vehicle (UTV) para competições offroad (Orientação do trabalho). 2014. (Feira). 20. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. Industria bélica: influência e inovação (Orientação de trabalho). 2014. (Feira). 21. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. Células de combustíveis de hidrogênio: evolução e aplicação no setor automobilistico (Orientação de trabalho). 2014. (Feira). 22. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. A evolução, no Brasil, dos motres a álcool (Orientação de trabalho). 2014. (Feira). 23. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. Estudo da evolução dos equipamentos para proteção dos passageiros no sistema de segurança aére (Orietação de trabalho). 2014. (Feira). 24. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. Implantação da logística reversa para redução de custos fabris. (Orientação de trabalho). 2014. (Feira). 25. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. O uso conjugado de equipamentos de diagnóstico de imagem 3D e prototipagem rápida (impressã 3D) (Orientação de trabalho). 2014. (Feira). 61 26. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. Pesquisa e análise de materiais para o desenvolvimento de prótese mecânicas e biônicas. (Orientação de trabalho). 2014. (Feira). 27. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. Estacionamento inteligente (Orientador de trabalho). 2014. (Feira). 28. 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. Veículo autônomo guiado por sensor ótico. (Orientação de trabalho). 2014. (Feira). 29. 9o. SIMPÓSIO SAE BRASIL DE MANUFATURA CLASSE MUNDIAL. 2014. (Simpósio). 30. XXI SIMPEP Simpósio de Engenharia de Produção.COMO AS PRÁTICAS LEAN PODEM AUXILIAR AS INICIATIVAS DE SUSTENTABILIDADE DA EMPRESA. 2014. (Simpósio). 31. IV Encontro de Coordenadores de Extensão. 2014. (Encontro). 32. XXXIV ENEGEP Encontro Nacional de Engenharia de Produção.EXPLORANDO OS EFEITOS SINÉRGICOS ENTRE O SISTEMA DE PRODUÇÃO LEAN E AS ESTRATÉGIAS DA SUSTENTABILIDADE. 2014. (Encontro). 33. 8o. Simpósio SAE BRASIL de Manufatura.Contribuição da Filosofia Lean para os Desafios da Sustentabilidade. 2013. (Simpósio). 34. 8o. SIMPÓSIO SAE BRASIL DE MANUFATURA. 2013. (Simpósio). 35. II CONBREPRO Congresso Brasileiro de Engenharia de Produção. AVALIAÇÃO DOS MODELOS DE INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE. 2012. (Congresso). 36. XIX SIMPEP Simpósio de Engenharia de Produção.GESTÃO DA SUSTENTABILIDADE NA CADEIA DE SUPRIMENTOS; as diferentes contribuições científicas apresentadas nos últimos anos.. 2012. (Simpósio). 37. XIX SIMPEP Simpósio de Engenharia de Produção.AVALIAÇÃO DOS MODELOS DE INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE: um estudo bibliográfico e avaliação de seu escopo e abrangência.. 2012. (Simpósio). 38. 7o. SIMPÓSIO SAE BRASIL DE MANUFATURA. 2012. (Simpósio). 39. 9o. Congresso de Pós Graduação. Sustentabilidade na Gestão da Cadeia de Suprimentos. 2011. (Congresso). 40. I Congresso Brasileiro de Engenharia de Produção. Incentivo de Vendas no Comércio Varejista: um estudo de caso do setor varejista de vestuário. 2011. (Congresso). 41. 9o. Congresso de PósGraduação. Sustentabilidade na Gestão da Cadeia de Suprimentos: um estudo de multi casos das ações que as empresas estão adotando.. 2011. (Congresso). 42. II Seminário SAE Brasil de Produção Enxuta. 2007. (Seminário). 43. 4o. Congresso de Pós Graduação. Sistema de Informação para apoio à tomada de decisão a PME. 2006. (Congresso). 44. Congresso de Marketing MKT Ribeirão. 2001. (Congresso). 45. Seminário Internacional Mercosul SAE. 1992. (Seminário). 46. I Simpósio Brasileiro de Acústica Veicular. 1991. (Simpósio). 47. IV Seminário ADUNESP. 1983. (Seminário). 48. Aspectos da Expansão da Engenharia Mecânica com Tecnologia Nacional e Estrangeira. 1982. (Seminário). 62 49. 3º Seminário ADUNESP Guaratinguetá. 1981. (Seminário). Organização de eventos, congressos, exposições e feiras 1. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; CROCOMO, Marcio Kassouf . 1o. Semana de Ciências e Engenharia IFSP Campus Piracicaba. 2014. . 2. RENDSecretaria Municipal do Trabalho e Renda, S. M. D. T. E. ; CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . IV Workshop Municipal de Formação Profissional. 2014. . 3. BIOTTO FILHO, D. ; STRADIOTTO, E. ; BAPTISTA, F. T. ; DIAS, F. G. R. ; CROCOMO, M. K. ; MARCHI, R. A. ; CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . 1o. Semana de Ciência e Engenharia. 2014. . Orientações Orientações e supervisões concluídas Trabalho de conclusão de curso de graduação 1. Alex L. Fogaça, Leonardo M. Oliveira, Marcelo G. Stahl, Marc. Melhorar o fluxo de materiais e estoque em processo utilizando o kaizen.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 2. Anderson L. de Oliveira, Carlos A. E. de Freitas, Eldio V. P. Otimizar ensaios destrutivos em ligas de alumínio com o objetivo de redução de custos.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 3. Amábili A. Numes, Nicoli M. Bonon. Implementação de equipes autogerencáveis em empresas do setor automotivo: um estudo de caso.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 4. Ângelo Ap. A. Rita, Antonio M. N. de Farias, Fabiano C. Nev. Planejamento e controle da manutenção PCM.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 5. Bruno A. Michieleto, Dougras P. Batista, Kaio Moreira, Luis. SMED Estudo de troca rápida de ferramentas em uma célula de montagem de escapamentos.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 6. Bruno C. dos Santos, Bruno L. Marangon, Dailson S. Paixão, D. Projeto de otimização da eficiência de refrigeração de uma câmara fria.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 7. Carlos J. Peçanha, Mizael Thiago, Thiago Giovanini, Wagner B. Otimização de processo de usinagem de pino para braço de suspensão utilizando os conceitos da manufatura enxuta.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 8. Carlos L. Caral, Felipe Campos, Luciano Luna, Valmir Pavani. . Desenvolvimento deum pokayoke no setor de embalagem de uma indústria.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 9. Cleiton Cunha, Diego C. Moraes, Jonnhy F. Anjos, Mariane B.. Implantação do sistema puxado em uma célula de solda.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 63 10. Cristiano Rodrigues, Eduardo E. Grillo, Fernanda S. Sudan, L. Redução do consumo de água condensada de vapor vegetal.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 11. Diego G.Lombardi, Marcelo Curtolo, Mauricy A. C. Soares, Vin. Viabilidade de implantação de sistema PCP em metalúrgica de produção não seriada.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 12. Douglas A. Luccas, Elisom V. Bonfim, Eliza Soleder, Valdemir. Utilizando o MASP para solução de problemas de tratamento térmico.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 13. Elmer A. Hergert, Fãio H. Gazzola, Rafael A. de Souza, Renan. Implantação do sistema kanban em uma célula de corte a laser.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 14. Gilfrends O. Santana, Hederson M. Nascimento, Luciano B. Soa. Reaproveitamento da borra no processo de moldagem por injeção: análise econômica e ambiental.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 15. Irã T. Cardoso, Lainara N. F. da Silva, Marcos R. dos Santos. Utilizando a metodologia MASP para reduzir o índice de refugo.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 16. Jéssica A.Botechia, Reinaldo B. R. Toledo, Vinicius de G. Go. Seis Sigma Melhoria no processo de fabricação de uma família de carcaças fundidas.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 17. Marcos A. Braga, Marcos Gonçalves, Renato Metsker, Tiago Nii. Estudo da Manufatura Enxuta e suas Ferramentas.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 18. Millianny G. da Silva, Rachel Teixeira. Logística industrial: estudo de caso do processo de abastecimentos de fábrica.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 19. Alessandro B. Siva, Diego Appolari, douglas Braga, Leandro F. Projeto de um selecionador inteligente de peças.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 20. Alex W. Dos Santos, Fernando da Silva Barreto, Marcos R. de. Projeto de geração e cogeração de energia.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 21. Alexandre F. da Silva, Anderson N. Farias, José Ap. Pinto, S. Desenvover um projeto de máquina aplicadora de filme stretch automática.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 22. Alexandre L. Orlando, Alexandre V. de souza, Carlos R. Ferna. Projeto de automatização de uma bancada de ajuste de molas.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 23. Amanda Pecin, Emerson J. Parizotto, Helton D. de Sales, João. Projeto de automação de caldeira industrial a gás natural.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 24. André L. Rodrigues, Kleber R. da Silva, Luiz H. Santos. Projeto de AVG. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 64 25. Arthur V. Tosini, Marcelo Roncato.. Projeto de um sistema de aquisição de dados para análise de vibrações.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 26. David J. Vilarinho, Wagner F. Bessegatto. Redução no tempo de solidificação em fundição de pistões diesel (HSDC).. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 27. Fabiano Silva, Nilson R. Figueiredo, Rogério Bernaardes. Projeto de desenvolvimento de braço mecânico.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 28. Fábio A. Cerri, Fernando H. de Oliveira, Giulliani C. Corrêa. Automatização do ensaio de resistência a torção. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 29. Fabrício P. de Menezes, Vinicius Pinarel.. Projeto de cortador a fio quente para modelos de isopor.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 30. Francisco G. Neto, Jorge L. Ramos, Michel L. Giannini, Roger. Projeto de um AVG. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 31. Thiago A. Mistura, Walter S. Vomero Filho. Projeto de automação residencial.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 32. Ramos, J. C.; Scherre, J. R.; Lima, P. C. G.; Buoro, S. A.;. Otimização na produção de Etanol: Estudo de caso em melhoria do processo.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 33. Stefanini, A.; , Picinini, M. A.; Morais, R. L.; Silva, T. H. Manutenção Produtiva Total para melhoria da produtividade da fábrica. 75f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 34. Correia, A Z.; Carrera, G A.; Facco, J . R.; Facco, R A.. Desenvolvimento de Layout para processo de beneficiamento de arroz. 56f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 35. Carvalho, A. A.; Godoi, F. G.; Sousa, F.. Otimização do processso de fundição. 75f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 36. Tulimosky, B. C.; Sinico, E. R.; Oliveira, R. Q.; Arruda, R.. Estudo de aplicação do SMED na redução de setup. 80f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 37. Ferrari, B.; Cristofoleti, F. Krambeck, P. Agner, R. A.. Qualidade de Fornecedores: Técnicas de desenvolvimento de fornecedores. 43f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 38. Silva, D.; Bucci, G.; Brasoloto, R.;. Utilização do método 6 Sigma para melhoria de um processo de usinagem. 77f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 39. Souza, E. M.; Silva, J. J.; Capraro, E.; Morbidelli, M. V.;. Utilizando a metodologia do APQP para desenvolvimento de fornecedores. 97f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 40. Mattos, E. R. C.; Fischer, L. A.; Bernardelli, R. ; Souza, T. Utilizando o método MASP para a melhoria de processo. 65 77f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 41. Ribeiro, E. Ap.; Garcia, J. H.; Reis, R. J.. Desenvolvimento de produto utiliando o planejamento avançado da qualidade. 102f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 42. Maganhoto, F. ; Machado, F. P.; Caires, L. S.; Kuhl, J. B. T. Solução de problemas de rerramental consumível de curvar tugos utilizando a metodologia 8D. 106f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 43. Sardinha, G. H.; Silva, M. J.; Bull, R. A.; Martins, V.. Estudo de caso da implantação da metodologia Manutenção Autônoma (TPM) em uma célula de manufatura. 70f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 44. Silva, G. R.; Siqueira, L.. Redução de custos no processo de usinagem através do aumento da concentração de fluido refrigerante. 37f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 45. Lopes, G. R.; Correa, M.; Cardoso, P. R.; Ramires, R. B. San. Logística Reversa: gerenciamento do fluxo de retorno de embalagem. 87f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 46. Alexsander Fernandes de Souza. Logístia InHouse: Implantando um sistema de rádio Freqüência para controle e recebimento de materiais. 74 f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 47. Carlos Denner Siqueira Alves. Relacionamento Interpessoal no Trabalho: Estudo do comportamento humano nas organizações. 75 f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 48. Elnorá C. R. J. Laurito. Empresas Familiares: Estudo do processo de sucessão. 41 f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 49. Josiane Cristina Benetti. As Sete Feramentas da Qualidade para a Melhoria do Processo 75 f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 50. Juliana Pinto Fernandes. Gestão de RH: Novos critérios e tendências na administração de recursos humanos. 65 f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 51. Valdeir Gregorio de Oliveira. Comercio Atacado e Varejo: Estudo do fluxo de cliente no checkout . 35 f.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 52. Fabio Dias Pereira. Sequenciamento de uma Produção por Encomenda. 35 p.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção Mecânica) Centro Universitário Herminio Ometto de Araras. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 53. Adauto Norberto Costa, Anselmo Carvalho, Evandro Gabatore, F. Implantação do programa 5S em uma fermentaria.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 54. Alex Fermando Ribeiro, Andre Augusto Bellon, Daniel Mariano. RIW Workshops de Melhoria Rápida.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 55. Alexandre Machado Ladvig, Andrson Wallace Neves, Joseph smil. Melhoria de processo utilizando estudo de tempos e métodos: um estudo de caso em uma célula de usinagem.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. 66 (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 56. Anderson Basso, Dennu Allison Walder, Joel Alves Gomes, Tiag. Processo de Fundição de alumínio: Estudo de caso para melhorar os índices de rejeição devido a porosidade.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 57. André Balbino dos Santos, André de Castro, Flávio Barbosa, G. Estudo do processo de estampagem com o objetivo de redução do tempo de setup.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 58. André Magalhães S. Cerri, Carlos Cesar Burger, Leandro de. Implantação do programa 5S em uma indústria gráfica.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 59. Caio Cesar Ortiz de Camargo, Rogério Antonio Teixeira, Tiago. . Utilizando o 6 Sigma na melhoria de processo: Um estudo de caso em uma empresa de autopeças.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 60. Chopin Bruno Prada, Danilo Bougo dos Santos, Daniel Ferman. Analise e melhoria do sistema APQP em uma fábrica de corte a laser.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 61. Cláudio Henrique Schinaider, Donizetti AP. Pereira, Edimilso. Melhoria do processo de fundição utilizando luva Exotérmica Elbow .. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 62. Diego Luis Evangelista Ianatoni, Lauro Henrique R. do Prado,. Gerenciamento de Projetos: Um estudo de caso utilizando os princípios do PMBOK para o gerenciamento da ampliação de instalações industriais.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 63. Eduardo de Oliveira e Souza, Fabio Pontano Ribeiro, Gabriel. Utilização da metodologia MASP objetivando a melhoria de qualidade de produtos. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 64. Fabiano Barbosa, Jader Vieira, Kleber dos Santos Scaringe, L. Otimização do processo para ganho de produção utilizando evento Kaizen. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 65. José César Ramos, José Roberto Scherrer, Paulo César Gonçalv. Otimização na produção de Etanol: Estudo de caso em melhoria do processo.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 66. Lucas Monteiro, Paulo Sérgio Fischer, Rafael P. Rigon, Tiago. Implantação das Normas Regulamentadoras de Segurança do trabalho no ambiente industrial.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 67. Luiz Roberto de Souza, Rafael do Nascimento Santos, Rodrigo. Estudo de redução de custo por meio de análise de projeto e melhoria do processo: um estudo de caso em um implante ortopédico. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 68. Thiago Paes Moller, William AP. de Araújo. Desenvolvimento do projeto de uma MáquinaFerramenta: Estudo de caso de um CNC de baixo custo.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 69. Alessandra de Cássia Marques, Carlos Vinicius dos santos, Ma. Implementação do 5S na área produtiva. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 70. Carolyne Marques Zurita, Evandro Nicolau Teixeira, Maria Eli. Projeto Gestão de Pessoas: Estudo de caso de 67 implantação do departamento de recrutamento, seleção e integração de novos colaboradores.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 71. Edina Ap. Lopes de Souza, José Adilson da Costa, Valdirene B. Recursos Humanos: Alta rotatividade de vendedores.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 72. Leda Regina Elias da Cruz. Buscando a satisfação do cliente: Identificando pontos para. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 73. Costa, A. N.; Carvalho, A.; Gabatore, E.; Barreto, F. c.. Implantação do programa 5S em uma fermentaria.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 74. Ribeiro, A. F.; Bellon, A. A.; Silva, D. M.; Caetano, S. G.. RIW Workshops de Melhoria Rápida.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 75. Ladvig, A. M.; Neves, A. W.; Drein, J. S.; Campos, R.. Melhoria de processo utilizando estudo de tempos e métodos: um estudo de caso em uma célula de usinagem.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 76. Basso, A. Walder, D. A.; Gomes, J. A.; Lima, T. P.. Fundição de alumínio: Estudo de caso para melhorar os índices de rejeição devido a porosidade.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 77. Santos, A. B.; Castro, A. ; Barbosa, F.; Camargo, G. B.. Estudo do processo de estampagem com o objetivo de redução do tempo de setup.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 78. Cerri, A. M. S.; Burger, C. C.; Magrini, L. J.; Berto, S. F.. Implantação do programa 5S em uma indústria gráfica.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 79. Camargo, C. C. O.; Teixeira, R. A.; Teodoro, T.; Bueno V. H.. Utilizando o 6 Sigma na melhoria de processo: Um estudo de caso em uma empresa de autopeças.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 80. Prada, C. B.; Santos, D. B.; Póssia, D. F.; Rangel, G. B.; T. Analise e melhoria do sistema APQP em uma fábrica de corte a laser.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 81. Schinaider, C. H.; Pereira, D. A.; Scandolara, E. L. Lima, B. Melhoria do processo de fundição utilizando luva Exotérmica Elbow .. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 82. Ianatoni, D. L. E.; Prado, L. H. R.; Francisco, R. J.. Gerenciamento de Projetos: Um estudo de caso utilizando os princípios do PMBOK para o gerenciamento da ampliação de instalações industriais.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 83. souza, E. O.; Ribeiro, F. P.; Gonzales, G. V.. Utilização da metodologia MASP objetivando a melhoria de qualidade de produtos. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 84. Barbosa, F.; Vieira, J.; Scaringe, K. S.; Santicci, L. F.. Otimização do processo para ganho de produção utilizando evento Kaizen. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 68 85. Monteiro, L.; Fischer, P. S.; Rigon, R. P.; Valeriao, T. H.. Normas Regulamentadoras de Segurança do trabalho no ambiente industrial.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 86. Souza, R. P.; Santos, R. N.; Ramos, R. A. M./ Silva, W. R. P. Estudo de redução de custo por meio de análise de projeto e melhoria do processo: um estudo de caso em um implante ortopédico.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 87. Moller, T. P.; Araujo, W. A.. Desenvolvimento do projeto de uma MáquinaFerramenta: Estudo de caso de um CNC de baixo custo.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 88. Marques, A. C.; Santos, C. V.; Oliveira, M. A.; Souza, M. A.. Atacadão: Implementação do 5S na área produtiva.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 89. Zurita, C. M.; Teixeira, E. N.; Pereira, M. E. R.; Favero, M. Projeto Gestão de Pessoas: Estudo de caso de implantação do departamento de recrutamento, seleção e integração de novos colaboradores.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 90. Souza, E. A. L.; Costa, J. A.; Neves, V. B. F.; Lourenço, V.. Recursos Humanos: Alta rotatividade de vendedores.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 91. Leda Regina Elias da Cruz. Buscando a satisfação do cliente: Identificando pontos para melhoria do nível de serviço para a satisfação do cliente.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Administração de Empresas) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 92. André Aparecido Batista do Prado. A importância da liderança e a implementação de ferramentas de controle para a otimização da mãodeobra no segmento agrícola: Um estudo de caso em uma estufa produtora de mudas cítricas. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 93. Andréia Francisco Valério. CALL CENTER: estudo de caso para identificação de fatores que. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 94. Carla Aparecida Naitzel Rodrigues. Fidelização do Cliente Utilizando o PósVenda: um estudo de. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 95. Daiane de Campos da Silva. Ergonomia como Fator Influenciador na Produção.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 96. Edson Antonio Domingues. A identificação de uma metodologia de custos aplicável a uma. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 97. João Olivaldo de Oliveira Junior. Relatório Gerencial como Estratégia nos Processos Decisórios:. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 98. Jussara Barbosa. A Inclusão de Pessoas Portadoras de Deficiência no Mercado de Trabalho: um. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 99. Liliane Silva Reis Zeferino. Motivação, Desenvolvimento de um Ambiente Motivacional: um. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 69 100. Marcelo dos Santos Oliveira. Qualidade no Atendimento no Varejo: Um estudo de caso no. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS) Faculdade de Administração e Arte de Limeira. 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Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 3. RIBEIRO, F.; MORAES, R.; CORREIA, Y.. Projeto Interdisciplinar O Caso ENRON: Sustentabilidade ou oportunismo? Aspectos Sócioculturais.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Administração de Empresas) ESAMC Escola de Administraçãoi, Marketing e Comunicação. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 4. VITAL, E., RIBEIRO, F., RAYZEL, K., ALMEIDA, L., ANDRADE, M. Projeto Interdisciplinar O Caso ENRON: Governança Corporativa.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Administração de Empresas) ESAMC Escola de Administraçãoi, Marketing e Comunicação. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 5. Coelho, A. C. V.; Novello, A. P.; Borges, F.; Bianchini, M.. Projeto Interdisciplinar Made In? Um estudo sobre a possibilidade de importação de novos produtos para o Brasil. País: Coréa do Sul. Produto: Telefone celular Blue Earth. 2009. Iniciação Científica. 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(Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 9. Giorgetti, R. J.; Marucci, J. D.. KT Performance Brakes estudo e desenvolvimento de sistemas de freios de alta performance.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 10. Castelari, R. A.; Christofoletti, M.; Mendes, R.; Souza, J.. IWC International Washer Company Desenvolvimento de arruelas para aplicação diversas.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 11. Gonçalves, D.; Gonçalves, E. F. L.. Lentes Fotocromática estudo de desenvolvimento de mercado.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 12. Camargo, R.; Garcia, R.; Gonçalves, C.; Mantovani, F.; Ribei. Cadeira Ergonômica desenvolvimento de produto e estudo de mercado.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 13. Alves, A. W.; Fradico, C. E.; Lopes, W. de O.; Portella, J.. Lubrificante & Cia estudo de implantação de prestação de serviço de lubrificação automotiva e industrial.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 14. Olivatto, J.; Rios, R. M.; Thadei Jr., D. A.. Tanque Rodoviário desenvolvimento de produto e estudo de mercado.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 15. Marra, J. R.; Santos, W. O.; Silva, R. P. da. Rolete de Borracha para Descascador de Arroz desenvolvimento de produto.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 16. Bantim, R. E. L.; Neto, A. R.; Silva, C. E. R.; Siqueira, T.. Beneficiamento de Óleo Fusel estudo de viabilidade. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 17. Aguiar, H.; Bego, A.; Bardini, R.; Melo, T.; Tibério, E. Grampo de Fixação Modelo TR520 estudo de desenvolvimento de produto e mercado.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 18. Milano, E. A. R.; Pietscher, A. C.; Rizzo, R. R.. Roda do Projeto New Kombi estudo de desenvolvimento de produto.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 19. Dantas, A. L. M.; Fonseca, R. A.; Tiosso, E. R.. Válvulas de Escapamento e Admissão para Veículos Automotores estudo de desenvolvimento de produto e mercado.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 20. Castello, E.; Lima, B. R.; Neves, J.. Mandíbulas para Britadores estudo de desenvolvimento de produto.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 21. Asbahr, E. F.; Belussi, F.; Belussi, R. S.; Tetzner, A.. Implementação de Lean Manufacturing estudo de implantação de uma empresa prestadora de serviço.. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 22. Lima, S.; Malegeri, G.. Projeto de Prensa PL1 estudo de desenvolvimento de produto. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 76 23. Machado, W.; Machado, W.; Nogueira, C. F.; Ragonha, D. D. Prestação de Serviços em Gestão Global de Ativos com Foco nas Manutenções Corretivas,. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. 24. Santana, J. F.; Yokomi, M. Airbags no Brasil estudo de mercado. 2009. Iniciação Científica. (Graduando em Engenharia de Produção Mecânica) Universidade Paulista. Orientador: Francisco Ignácio Giocondo Cesar. Educação e Popularização de C & T Artigos Artigos completos publicados em periódicos 1. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; MORAES, A. J. L. ; SIMON, A. T. . Gestão da Sustentabilidade na Cadeia de Suprimentos: as Diferentes Contribuiçõpes Científicas Apresentadas nos Últimos Anos.. Anais SIMPEP, v. 19, p. 1 14, 2012. Apresentações de Trabalho 1. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; GIULIANI, A. C. ; SACOMANO, Mario Sacomano Neto . SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA APOIO À TOMADA DE DECISÕES NA PME. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 2. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . SUSTENTABILIDADE NA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIEMTNOPS: UM ESTUDO DE MULTICASOS DAS AÇÕES QUE AS EMPRESAS ESTÃO ADOTANDO.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 3. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; SIMON, A. T. . AVALIAÇÃO DOS MODELOS DE INDICADORES DE SUTENTABILIDADE. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 4. CESAR, Francisco Ignácio Giocondo ; SIMON, A. T. . CONTRIBUIÇÃO DA FILOSOFIA LEAN PARA OS DESAFIOS DA SUSTENTABILIDAE. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio). Organização de eventos, congressos, exposições e feiras 1. BIOTTO FILHO, D. ; STRADIOTTO, E. ; BAPTISTA, F. T. ; DIAS, F. G. R. ; CROCOMO, M. K. ; MARCHI, R. A. ; CESAR, Francisco Ignácio Giocondo . 1o. Semana de Ciência e Engenharia. 2014. . Página gerada pelo Sistema Currículo Lattes em 14/07/2015 às 16:57:16 Imprimir currículo 77 UNICAMP Parecer do relator da Comissão de Pesquisa - CP/FCA INTERESSADO: Dr. Francisco Ignacio Giocondo Cesar/Supervisora: Profa. Dra. leda Kanashiro Makyia ASSUNTO: Parecer relativo ao Projeto de Pesquisa apresentado para ingresso no Programa de Pesquisador de Pós-Doutorado (PPPD). O Dr. Francisco Ignacio Giocondo Cesar solicitou o ingresso no programa de pós-doutoramento da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Os documentos apresentados atendem aos critérios estabelecidos pelo CONSU, através da deliberação A-002/2012 que dispõe sobre o Programa de Pesquisador de Pós-Doutorado (PPPD), como segue: a) Carta de solicitação do ingresso no programa de pós-doutoramento da FCA, declarando compromisso e disponibilidade para contribuir com as atividades de ensino, pesquisa e extensão da instituição de acordo com o §§ 99 e lOe do artigo 39 da deliberação do CONSU acima mencionada. b) Declaração que comprova o título de doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP), cuja tese foi defendida e aprovada recentemente, na data de 24 de junho de 2015. c) Carta de Aceite da professora supervisora, Dra. leda Kanashiro Makika, aprovando o plano de trabalho de pós-doutorado apresentado pelo Dr. Francisco Ignacio Giocondo Cesar, se compromentendo com sua orientação. A supervisora também indica que o referido candidato desenvolverá suas atividades no Laboratório de Cadeias Produticas (LACADE), na sala UL-35A, Ensino (, Bloco Verde. d) O Curriculum Vitae demonstra que, apesar de ter se doutorado recentemente, o candidato possui uma ampla experiência profissional e académica. Destaca-se o intenso envolvimento do candidato nas atividades de graduação de sua instituição, com a participação em 180 trabalhos de conclusão de curso (TCCs) e 24 iniciações científicas (ICs). O candidato também tem participado de forma ativa de diversas bancas de comissões julgadoras. Com relação à pesquisa, desde 2011, foram publicados três artigos e dois livros diretamente relacionados ao tema a ser desenvolvido no pós-doutorado, sendo estas publicações decorrentes do projeto de pesquisa "Desenvolvimento da Qualidade e Produtividade na Indústria da Região de Piracicaba" elaborado entre 2012-2013. e) A proposta de Projeto de Pós-doutorado apresentada pelo candidato está centrada na pesquisa e tem como objetivo estudar a aplicação das estratégias de gestão, particularmente as técnicas de Produção Lean, nos aspectos relacionados com saúde, segurança, social e ambiental (SSS&A). Em resumo, um projeto de pesquisa aplicada, com tema relevante para área de gestão, objetivo claro e definido, metodologia adequada para o tema proposto, estrutura consistente, cronograma factível e perspectivas realistas. f) Carta de Anuência do Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia de São Paulo (IFSP), campus de Piracicaba, indicando que o candidato estará liberado de suas atividades profissionais para participar do programa de pós-doutoramento na FCA. Desta maneira, o candidato terá os recursos financeiros para se manter no programa de pós-doutoramento, de acordo com o § 39 do artigo 39 da deliberação CONSU A-002/2012. Diante desse contexto, e por atender aos critérios previstos na deliberação CONSU, bem como os critérios aprovados pela Comissão de Pesquisa, encaminho parecer FAVORÁVEL ao ingresso no Diretoria de Pesquisa e Extensão - Secretaria de Pesquisa R. Pedro Zaccaria, 1300-Jd. Santa Luiza - Limeira/SP - CEP 13.484-350 Telefones; (19) 3701-6662 FAX: (019) 3701-6680 [email protected] - www.fca.unicamp.br 78 CFCA U S I C Ã M P . LIMEIRA UNICAMP programa de pós-doutoramento submetido pelo Dr. Francisco Ignacio Giocondo Cesar. Limeira, 20 de julho de 2015 ú José Barbieri Ferreira Relator Diretoria de Pesquisa e Extensão - Secretaria de Pesquisa R. Pedro Zaccaria, 1300 - Jd. Santa Luiza - Limeira/SP - CEP 13.484-350 Telefones: (19) 3701-6662 FAX: (019) 3701-6680 [email protected] - www.fca.unicamp.br 79 80 1 1 GESTÃO ESTRATÉGICA DA SAÚDE NO SISTEMA PRISIONAL Proponente: Antonio Flávio Ferraz Orientadora: Prof. Dra. Milena Pavan Serafim Relatório Final do Projeto proposto para realização de Pós-Doutorado na Faculdade de Ciências Aplicadas da UNICAMP. 2015 2 81 2 OBJETIVOS 1 Objetivo geral Elaboração da matriz de intervenção e a construção dos planos estratégicos de intervenção, com ações multiprofissionais, interdisciplinares e intersetorias, orientadas para melhoria da organização e qualidade dos serviços da Atenção Primária. 2 Objetivos específicos a) Coletar informações da situação da saúde no sistema prisional de 5 (cinco) estados, buscando identificar potencialidades e fragilidades na avaliação estratégica; b) Aprimorar instrumentos de avaliação de estrutura e processo com base em programas de autoavaliação adotados em âmbito nacional e internacional; c) Elaborar o mapa estratégico do sistema de cada um dos 5 (cinco) estados, determinando relações de causa-efeito e propondo metas e iniciativas relacionadas com as perspectivas do Balanced Scorecard (BSC); c) Propor indicadores de desempenho capazes de nortear ações e medidas que deverão ser tomadas para alcançar os objetivos estabelecidos. 3 82 3 METODOLOGIA 1 Tipo de pesquisa Essa pesquisa apresenta os aspectos de aplicabilidade e descrição, de cunho qualitativo. No aspecto aplicabilidade apresentará uma ferramenta de gestão estratégica denominada Balanced Scorecard, aplicada à realidade da atenção à saúde da população privada de liberdade, mostrando a aplicação do Balanced Scorecard no setor público. No aspecto descritivo mostrará os aspectos de adaptação desse modelo de gestão à realidade do sistema prisional, em função da adequação dos instrumentos PCATool ( BRASIL, 2001) e WHO/Quality Rights (2012) e de contatos obtidos junto aos profissionais que atuam nessa rede de atenção. 2 Local da Pesquisa Os dados serão coletados em ambiente web e entrevistas nos locais de trabalho dos servidores de cada um dos 5 (cinco) estados escolhidos. Fonte de dados O projeto terá duas fontes de dados: Dados Primários obtidos em duas fases: FASE 1 – pesquisa via web com todos os alunos do Curso de Especialização em Gestão em Saúde no Sistema Prisional; FASE 2 – através da utilização um roteiro de entrevista semiestruturado e perguntas norteadoras que sugerem ao participante contribuir, com sua resposta, para o objetivo desta pesquisa, realizadas na visita que será agendada em cada um dos 5 (cinco) estados participantes. As entrevistas serão realizadas em salas individuais e disponíveis no momento da pesquisa, garantindo-se a privacidade e respeitando-se o sigilo acordado. Estas serão gravadas e transcritas na íntegra. O roteiro de entrevista será submetido a pré-teste visando analisar a sua adequação para o alcance dos objetivos estabelecidos e a realização dos ajustes que se fizerem necessários. A entrevista será finalizada após a obtenção da compreensão dos elementos-chaves contidos nos objetivos. Serão entrevistados trabalhadores das Secretarias Estaduais de Saúde, Secretarias Municipais de Saúde, Secretarias Estaduais de Administração Penitenciária, Diretores e servidores das Unidades selecionadas. Dados Secundários obtidos através de pesquisa de banco de dados em cada Estado pesquisado. Os dados serão formatados em banco de dados a ser criado. 4 83 4 RELATÓRIO FINAL O projeto de pesquisa dessa proposta de pós-doutorado tinha uma pesquisa inicial que seria feita com os alunos egressos do Curso de Especialização de Gestão em Saúde no Sistema Prisional, através de seus projetos de intervenção. Esse curso tinha a previsão de término em 2014, mas teve um aditamento de prazo para outubro de 2015, impedindo a conclusão da Fase 1 descrita anteriormente. Dessa forma, não foi possível a continuidade da pesquisa e seus desdobramentos posteriores. Envio a relação dos primeiros Projetos de Intervenção aprovados para demonstrar o caminho que seria percorrido. 84 5 5 PROJETOS DE INTERVENÇÃO 1. IMPLANTAÇÃO DE NÚCLEO DE ATENDIMENTO MULTIDISCIPLINAR PARA AS PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE COM DEPENDÊNCIA QUIMICA 2. IMPLEMENTAÇÃO DE ROTINA PARA RASTREAMENTO E DETECÇÃO PRECOCE DE CÂNCER DO COLO DO ÚTERO 3. IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES PREVENTIVAS AO CONTROLE DA TUBERCULOSE NO COMPLEXO PENITENCIÁRIO FRANCISCO DE OLIVEIRA CONDE, EM RIO BRANCO, ACRE 4. IMPLANTAÇÃO DA COMISSÃO TÉCNICA DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL PARA TRATAMENTO DAS PESSOAS COM TRANSTORNO MENTAL EM CONFLITO COM A LEI 5. ASSISTÊNCIA AOS HIPERTENSOS E DIABÉTICOS RECLUSOS NA UNIDADE PENITENCIÁRIA DE REGIME FECHADO 02 - ACRE 6. REFORMULAÇÃO DO CUIDADO INTERDISCIPLINAR PROVISÓRIA FEMININA EM MANAUS, AMAZONAS. NA UNIDADE PRISIONAL 7. RELATO DE EXPERIÊNCIA - IMPLANTAÇÃO DO CENTRO DE DIAGNÓSTICO EM TUBERCULOSE NO SISTEMA PENITENCIÁRIO - MANAUS – AMAZONAS 8. TUBERCULOSE NO SISTEMA PRISIONAL: ADOÇÃO DE MEDIDAS PADRONIZADAS PELA EQUIPE DE SAÚDE PRISIONAL PARA DIAGNÓSTICO, PREVENÇÃO E CONTROLE DOS CASOS. 9. PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO: UMA CONSTRUÇÃO ENTRE SESPA E SUSIPE 10. PRONTUÁRIO PADRÃO ANEXÁVEL- ODONTOLOGIA - UMA REFORMULAÇÃO DA COLETA DE INFORMAÇÕES NO PRESÍDIO ESTADUAL METROPOLITANO II 11. MODELO DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DAS PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE NA UNIDADE PRISIONAL DE ANANINDEUA/PA 12. AÇÕES DE PREVENÇÃO, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO CONTRA A TUBERCULOSE NO COMPLEXO PENITENCIÁRIO DE PEDRINHAS. 13. ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DE FORMA INTEGRAL, RESOLUTIVA E HUMANIZADA NA PENITENCIÁRIA MASCULINA DE TERESINA/PI 85 6 6 14. ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE PARA OS INTERNOS DA CADEIA PÚBLICA DE CAMPOS SALES-CE 15. PROPOSTA DE PROTOCOLO DE CONTROLE E COMBATE DA ESCABIOSE NO CENTRO DE DETENÇÃO PROVISÓRIA DE PARNAMIRIM/RN. 16. MEDIDAS DE SEGURANÇA E REFORMA PSIQUIÁTRICA: TRABALHANDO OS PARADIGMAS DO NOVO MODELO ASSISTENCIAL NA UNIDADE PSIQUIÁTRICA DE CUSTÓDIA E TRATAMENTO 17. MONITORAMENTO DAS AÇÕES DE CONTROLE DA TUBERCULOSE NOS PRESÍDIOS DE JOÃO PESSOA-PB 18. MONITORAMENTO DAS AÇÕES DE CONTROLE DA TUBERCULOSE NOS PRESÍDIOS DE JOÃO PESSOA-PB 19. ACOLHIMENTO: UMA FORMA DE HUMANIZAÇÃO AO APENADO COMO PORTA DE ENTRADA NO PRESÍDIO DO ROGER JOÃO PESSOA-PB 20. EDUCAÇÃO CONTINUADA A PACIENTES E SINTOMÁTICOS PORTADORES DE TUBERCULOSE 21. A SAÚDE DOS TRABALHADORES DA SAÚDE NO SISTEMA PRISIONAL: PROPOSIÇÃO DE UM PLANO DE INTERVENÇÃO 22. EDUCAÇÃO PERMANENTE PARA TRABALHADORES DE SAÚDE DO SISTEMA PENITENCIÁRIO PARAIBANO 23. A IMPORTANCIA DOS MEDICAMENTOS PSICOTROPICOS: NO TRATAMENTO DOS PACIENTESDETENTOS DO HOSPITAL DE CUSTÓDIA E TRATAMENTO PSIQUIATRICO 24. UMA QUESTÃO DE CIDADANIA: TRABALHANDO A PORTA DE ENTRADA DO HOSPITAL DE CÚSTODIA DE TRATAMENTO PSIQUIATRICO DE PERNAMBUCO 25. UMA QUESTÃO DE CIDADANIA: TRABALHANDO A PORTA DE ENTRADA DO HOSPITAL DE CÚSTODIA DE TRATAMENTO PSIQUIATRICO DE PERNAMBUCO 26. ASSISTENCIA À PESSOA COM TRANSTORNO MENTAL E EM CONFLITO COM A LEI INTERNADA NO HOSPITAL DE CUSTODIA PARA TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO, ARACAJU/SE 27. ASSISTÊNCIA INTEGRAL AO BINÔMIO MÃE-FILHO NO ESTABELECIMENTO PRISIONAL FEMININO DE SANTA LUZIA, MACEIÓ-AL 7 86 7 28. FICHA DE ORIENTAÇÃO, ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DE SAÚDE PARA DETENTOS COM CARTA DE DESINTERNAÇÃO OU ALVARÁ DE SOLTURA DO CENTRO PSIQUIÁTRICO JUDICIÁRIO PEDRO MARINHO SURUAGY (CPJ/PMS), EM MACEIÓ/ALAGOAS. 29. IMPLANTAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA ESPECIALIZADA (SAE) NO CONJUNTO PENAL DE JEQUIÉ-BA. 30. NECESSIDADE DE VIDA INTRAMUROS 31. PROJETO DE INTERVENÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DE AÇÕES DE REDUÇÃO DE DANOS REFERENTE AO USO/ABUSO DE DROGAS NO PRESÍDIO DE SALVADOR 32. VACINAÇÃO CONTRA HEPATITE B PARA INDIVÍDUOS PRIVADOS DE LIBERDADE 33. PROJETO AGENTES PROMOTORES DE SAÚDE - BUSCANDO ALIADOS DENTRO DA PENITENCIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL II 34. PREVENÇÃO AO SUICÍDIO NO SISTEMA PENITENCIÁRIO FEDERAL 35. PROJETO DIAMANTE: FORTALECIMENTO DA EQUIPE DE SAÚDE DO PRESÍDIO FEMININO DE BRASÍLIA-DF 36. O CONTROLE DA HIPERTENSÃO ATRAVÉS DO ESPORTE 37. TABAGISMO NA PENITENCIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL II 38. INFORMATIZAÇÃO DO PRONTUÁRIO DE SAÚDE NA PENITENCIARIA DE RIO VERDE / GO PROJETO PILOTO 39. CONHECENDO AS NECESSIDADES DA SAÚDE ORAL E PLANEJANDO AÇÕES NO PRESÍDIO REGIONAL DE ITUMBIARA-GO 40. GRUPO DE APOIO AOS REEDUCANDOS DA CASA DE PRISÃO PROVISORIA - PALMAS-TO 41. AÇÃO EDUCATIVA SOBRE O TABAGISMO NA UNIDADE PRISIONAL FEMININA DE PALMAS-TO 42. INTENSIFICAÇÃO DA COBERTURA VACINAL CONTRA FEBRE AMARELA NA CASA DE PRISÃO PROVISÓRIA DE PALMAS (CPPP) 43. GRUPO DE APOIO AOS REEDUCANDOS DA CASA DE PRISÃO PROVISORIA PALMAS-TO 87 8 8 44. INSERÇÃO DE AÇÕES DE ATENÇÃO À SAÚDE MENTAL JUNTO À POPULAÇÃO PRIVADA DE LIBERDADE 45. IMPLANTAÇÃO DOS TESTES RAPIDOS DE HIV, SÍFILIS E HEPATITES B E C DURANTE OS ATENDIMENTOS DE TRIAGEM DE SAÚDE NO CENTRO DE DETENÇÃO PROVISORIA DE TANGARÁ DA SERRA – MT 46. VULNERABILIDADE E PREVALÊNCIA DA INFECÇÃO PELO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA EM MULHERES PRIVADAS DE LIBERDADE CONDENADAS DO SISTEMA PENITENCIÁRIO DO MUNICÍPIO DE SINOP - MATO GROSSO 47. ANÁLISE DO ABANDONO AO TRATAMENTO DE TUBERCULOSE NA PENITENCIÁRIA CENTRAL DO ESTADO DE MATO GROSSO 48. RELATÓRIO DE SAÚDE: INSTRUMENTO QUE PROPORCIONA A CARACTERIZAÇÃO DAS DOENÇAS EXISTENTES NAS UNIDADES PENAIS MATO-GROSSENSE 49. A IMPORTÂNCIA DE REALIZAR A TRIAGEM NOS PRIMEIROS 30 DIAS DE ADMISSÃO DO RECUPERANDO NA UNIDADE PENAL 50. A TRIAGEM NO MOMENTO DO INGRESSO COMO FORMA DE COMBATE À TUBERCULOSE NA PENITENCIÁRIA DA MATA GRANDE, MATO GROSSO 51. PROJETO RECOMEÇAR: UMA PROPOSTA PARA O TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA NO INSTITUTO PENAL DE CAMPO GRANDE/MS 52. PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL DOS INTERNOS DO ESTABELECIMENTO PENAL MASCULINO DE COXIM/MS 53. IMPLANTAÇÃO DE CASSILÂNDIA/MS REDE DE COMUNICAÇÃO NO ESTABELECIMENTO PENAL DE 54. GESTÃO DO CUIDADO DE PRÉ-NATAL E PUERICULTURA NA ESF 46 EM SAMAMBAIA/DF 55. MONITORAMENTO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL NA UNIDADE PENAL RICARDO BRANDÃO 56. EQUIPE DE SAÚDE DA UNIDADE PENAL DE AQUIDAUANA/MS: TRABALHANDO A QUESTÃO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL 57. IMPORTÂNCIA DA VACINA CONTRA HEPATITE B EM REEDUCANDOS DO PRESIDIO ESTADUAL DE DOIS IRMÃOS DO BURITI/MS 9 88 9 58. OPERACIONALIZAÇÃO DO POSTO DE SAÚDE NO COMPLEXO PENITENCIÁRIO DE CAMPO GRANDE/MS 59. TRABALHANDO COM PORTADORES DE HIV/AIDS DO ESTABELECIMENTO PENAL JAIR FERREIRA DE CARVALHO “SEGURANÇA MÁXIMA” 60. ALCOOLISMO: GRUPO DE APOIO COM OS INTERNOS DO ESTABELECIMENTO PENAL DE AQUIDAUANA/MS 61. INTERVENÇÃO DE MELHORAMENTO DA SAÚDE DAS PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE NA PENITENCIÁRIA HARRY AMORIM COSTA, NA CIDADE DE DOURADOS/MS 62. PROJETO DE ORIENTAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO AO ABANDONO DE DROGAS NO ESTABELECIMENTO PENAL DE REGIME ABERTO E CASA DO ALBERGADO DO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE/MS 63. REGISTRO DE INFORMAÇÕES DE SAÚDE DO APENADO EM TRANSFERÊNCIA – RISAT 64. PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA SÍFILIS EM UMA PENITENCIÁRIA FEMININA DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO/RO 65. PERFIL DA POPULAÇÃO EM UMA UNIDADE DE INTERNAÇÃO DE MEDIDAS DE SEGURANÇA NO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO – RO 66. HIGIENE CORPORAL E PROFILAXIA EM PACIENTES PSIQUIÁTRICOS 67. O ACOLHIMENTO EM SAÚDE DENTRO DE UMA UNIDADE PRISIONAL: A REALIDADE DO SISTEMA PENITENCIÁRIO 68. PACTUANDO AÇÕES DE SAÚDE NA INSTITUIÇÃO PRISIONAL. UMA EXPERIÊNCIA EM SÃO PAULO 69. BUSCA ATIVA DE SINTOMÁTICOS RESPIRATÓRIOS NUMA UNIDADE PRISIONAL FEMININA DO ESTADO DE SÃO PAULO 70. A IMPORTÂNCIA DA REDUÇÃO DO CONSUMO DO SAL NO CONTROLE DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA NA PENITENCIÁRIA “ZWINGLIO FERREIRA” DE PRESIDENTE VENCESLAU 71. AUMENTO DE PACIENTES COM TRANSTORNOS MENTAIS EM CONFLITO COM A LEI QUE APRESENTAM RESISTÊNCIA AO TRATAMENTO MEDICAMENTOSO 10 89 10 72. IMPLANTAÇÃO DO PROJETO AGENTES PROMOTORES DE SAÚDE NO CENTRO DE DETENÇÃO PROVISÓRIA DE PINHEIROS II 73. APERFEIÇOAMENTO DO PRONTUÁRIO DE SAÚDE DA POPULAÇÃO PRIVADA DE LIBERDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE 74. A IMPLANTAÇÃO DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA PENITENCIÁRIA DR. WALTER FARIA PEREIRA DE QUEIROZ DESAFIOS E CONQUISTAS 75. REALIZAÇÃO DE TESTE RÁPIDO PARA DIAGNÓSTICO DAS HEPATITES B E C NA INCLUSÃO DE SAÚDE NO SISTEMA PRISIONAL 76. VENCENDO O MEDO E A DISCRIMINAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE TESTAGEM DIAGNÓSTICA DE HIV/AIDS NA PENITENCIÁRIA DE ASSIS/SP 77. A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO DIRETAMENTE OBSERVADO DE TUBERCULOSE NAS UNIDADES PRISIONAIS 78. OPERACIONALIZANDO E PADRONIZANDO ATENDIMENTO MULTIPROFISSIONAL PORTADORES DE TRANSTORNO MENTAL E DE DST/AIDS EM UMA UNIDADE PRISIONAL. DOS 79. A IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES ENTRE OS DETENTOS DA PENITENCIÁRIA DR. PAULO LUCIANO DE CAMPOS – MUNICÍPIO DE AVARÉ 80. A IMPORTÂNCIA DO PANEJAMENTO E DA ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO PARA MELHORIAS NO DESEMPENHO CLÍNICO ODONTOLÓGICO 81. PROGRAMA DE ATENDIMENTO NUTRICIONAL COMBATE A OBESIDADE ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO DIETÉTICA E CONTROLE OBESIDADE PARA IDOSOS 82. AUMENTANDO A ADESÃO À REALIZAÇÃO DO EXAME DIAGNÓSTICO E AO TRATAMENTO HIV/AIDS 83. ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO DOS PROGRAMAS DE SAÚDE NO HOSPITAL DE CUSTÓDIA E TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO DE TAUBATÉ - SP 84. ATENÇÃO A SAUDE DO IDOSO ENCARCERADO 85. VIDA SAUDÁVEL NO SISTEMA CARCERÁRIO 90 11 11 86. DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS NA UNIDADE PRISIONAL DE PIRAJUÍ 87. ATENDENDO AS SOLICITAÇÕES DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA PARA QUE O PRESÍDIO INSPETOR JOSÉ MARTINHO DRUMOND POSSA OBTER O ALVARÁ SANITÁRIO DE FUNCIONAMENTO 88. OAP - OFICINA DE ATENDIMENTO PSICOSSOCIAL - POSSIBILIDADES DE INCLUSÃO SÓCIOFAMILIAR DO PORTADOR DE SOFRIMENTO MENTAL PRIVADO DE LIBERDADE 89. O USO ABUSIVO E INDISCRIMINADO DE MEDICACOES PSICOTROPICAS DENTRO DO SISTEMA PRISIONAL 90. IMPLANTAÇÃO DA REDE FARMÁCIA DE MINAS NAS UNIDADES PRISIONAIS POLOS DAS REGIÕES INTEGRADAS DE SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS 91. AVALIAÇÃO DA CONDIÇÃO DA MUCOSA ORAL E O TRATAMENTO NÃO INVASIVO DE LESÕES PRÉ-MALIGNAS EM PACIENTES PSIQUIÁTRICOS PRIVADOS DE LIBERDADE 92. AÇÕES EDUCATIVAS EM SAÚDE 93. PRESO PROMOTOR DE SAUDE 94. DESENVOLVENDO AÇÕES DE ACOLHIMENTO COM OS SERVIDORES DA UNIDADE HOSPITAL DE TOXICÔMANOS PADRE WILSON VALE COSTA 95. A IMPORTÂNCIA DA REALIZAÇÃO DO EXAME CITOPATOLÓGICO NO SISTEMA PRISIONAL 96. ACONSELHAMENTO COMO FERRAMENTA DE HUMANİZAÇÃO E PREVENÇÃO NO QUE TANGE ÀS DST/HIV/AIDS ENTRE OS PRIVADOS DE LIBERDADE DA PENİTENCİÁRİA JOSÉ EDSON CAVALİERİ 97. A INTERFERÊNCIA DA COMISSÃO TÉCNICA DE CLASSIFICAÇÃO DO PRESO (CTC) EM RELAÇÃO A DEMANDA DE ATENDIMENTOS ODONTOLÓGICOS, EM UM SISTEMA PRISIONAL 98. MELHORANDO A ADESÃO DOS PACIENTES À TERAPIA ANTIRRETROVIRAL 99. IMPLEMENTAÇÃO DA PREVENÇÃO E COMBATE À TUBERCULOSE NO SISTEMA PRISIONAL DO MUNICÍPIO DE MANAUS – AMAZONAS 100. DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES LÚDICAS COMO FORMA DE PREVENÇÃO DE TRANSTORNOS MENTAIS E PROMOÇÃO DO BEM-ESTAR DE RECLUSOS DA UNIDADE DE 91 12 12 REGIME FECHADO N. 01 RIO BRANCO, ACRE 101. CONTROLE E MONITORAMENTO DOS FATORES DE RISCO PARA HIPERTENSÃO ARTERIAL DOS REEDUCANDOS DA PENITENCIÁRIA DR° ROMEU GONÇALVES DE ABRANTES 102. A DISTRIBUIÇÃO DO COMPONENTE BÁSICO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA DO SISTEMA PENITENCIÁRIO DO ESTADO DE MATO GROSSO 103. CRIAÇÃO DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÕES (POPS) PARA MINIMIZAR AS DIFICULDADES NA LOGÍSTICA DE MEDICAMENTOS DE DETENÇÃO PROVISÓRIA DE TANGARÁ DA SERRA 104. REDUÇÃO DE DANOS- QUESTIONANDO POLITICAS E PRATICAS 105. O CONTROLE DE COLESTEROL ENTRE OS PRIVADOS DE LIBERDADE DO ESTABELECIMENTO PENAL DE AMAMBAI - MS 106. SAÚDE E DOENÇA NO CÁRCERE: RELAÇÃO ENTRE AS PSÍQUICAS/EMOCIONAIS E AS QUEIXAS E SINTOMAS FÍSICOS DOS PRESOS MANIFESTAÇÕES 107. A PROMOÇÃO DA SAÚDE ALIMENTAR DO PRIVADO DE LIBERDADE POR MEIO DE AÇÕES PLANEJADAS E TRANSPARENTES 108. REDUÇÃO DA INCIDÊNCIA DE TUBERCULOSE NO SISTEMA PRISIONAL 109. SAÚDE BUCAL NO SISTEMA PRISIOAL: ENFRENTANDO OS DESAFIOS 110. UM NOVO OLHAR SOBRE OS CAMINHOS E DESCAMINHOS DA MULHER PRIVADA DE LIBERDADE PELO TRÁFICO DE DROGAS NO CENTRO DE REGIME SEMIABERTO FEMININO CRAF DE CURITIBA. 111. PROJETO INTERVIR: CONDUTA NUTRICIONAL NOS PACIENTES DIAGNOSTICADOS COM HIV E HEPATITES B E C NA UBS PRISIONAL DO MUNICÍPIO DE IJUI 112. AÇÕES INTERSETORIAIS PARA PROMOÇÃO DE SAÚDE NO SISTEMA PRISIONAL ELEVANDO A AUTOESTIMA MEDIANTE USO DE PRÓTESE DENTAL 113. TUBERCULOSE: PLANO DE INTERVENÇÃO EM UM HOSPITAL DE CUSTÓDIA DO RIO GRANDE DO SUL 114. OS PERIGOS DA AUTO MEDICAÇÃO NO SISTEMA PRISIONAL 92 13 13 115. REORGANIZANDO A PRÁTICA DO TRATAMENTO SUPERVISIONADO NO CONTROLE DA TUBERCULOSE EM UMA UNIDADE PRISIONAL 116. REDUÇÃO AOS RISCOS DE CONTAMINAÇÃO À MICOSE CAPILAR 117. CONTROLE DAS AFECÇÕES DERMATOLÓGICAS ECTOPARASITÁRIAS NA PENITENCIÁRIA DE OSVALDO CRUZ 118. A ENTREVISTA DE INCLUSÃO DE SAÚDE: UM INSTRUMENTO DE ACOLHIMENTO DOS SUJEITOS PRIVADOS DE LIBERDADE 119. ADESÃO AO TRATAMENTO DE HIPERTENSAO ARTERIAL NA UNIDADE PRISIONAL DE FLÓRIDA PAULISTA - SP 120. IMPLANTAÇÃO DA ROTINA DE COLETA DE PAPANICOLAU COMO PREVENÇÃO DO CÂNCER DO COLO UTERINO EM UMA UNIDADE PRISIONAL FEMININA DE MANAUS, AMAZONAS 121. OFICINAS EXPRESSIVAS COM USUÁRIOS DE SAÚDE MENTAL: HISTÓRIAS DE VIDA E CUIDADO 122. I SEMINÁRIO SOBRE ATENÇÃO À SAÚDE NO SISTEMA PRISIONAL DO MUNICÍPIO DE JEQUIÉ-BA 123. PTIRÍASE VERSICOLOR EM PRIVADOS DE LIBERDADE DA UNIDADE PRISIONAL DE VESPASIANO 124. AÇÕES DE EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NO SISTEMA PRISIONAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS: CURSO INTRODUTÓRIO 125. ATIVIDADES TERAPÊUTICAS: INTERVENÇÃO EM TRANSTORNO PSICOLÓGICO NA PENITENCIÁRIA FEMININA DE PEDRINHAS 126. VISITA ÍNTIMA: ESPAÇO PARA FORTALECIMENTO DOS LAÇOS AFETIVOS 127. GERENCIMENTO DE ESTRESSE PARA SERVIDORES DO SISTEMA PENITENCIÁRIO DO DISTRITO FEDERAL/QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO EM BRASÍLIA – DF 128. GRUPO DE APOIO AOS REEDUCANDOS DA CASA DE PRISÃO PROVISORIAPALMAS-TO 14 93 14 129. PLANO DE INTERVENÇÃO PARA EFETIVAÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DA TUBERCULOSE NAS UNIDADES PRISIONAIS DO COMPLEXO PRISIONAL DO CURADO – RECIFE/PE 130. REDUÇÃO DAS EMERGÊNCIAS MÉDICAS EM DECORRÊNCIA DOS AGRAVOS DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA NO AMBIENTE PRISIONAL 131. PLANO DE INTERVENÇÃO PARA EFETIVAÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DA TUBERCULOSE NAS UNIDADES PRISIONAIS DO COMPLEXO PRISIONAL DO CURADO – RECIFE/PE 94 95 96 Sistemas de Avalição em Institutos de Pesquisa: Estudos de Caso de Experiências Internacionais Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Arline Maria Melo Dra. Adriana Bin Limeira, Junho de 2015 RELATÓRIO Este documento tem como objetivo apresentar os avanços realizados no projeto “Sistemas de Avalição em Institutos de Pesquisa: Estudos de Caso de Experiências Internacionais”. A fase inicial do projeto se concentrou na análise de dois principais documentos relacionados ao Departamento de Energia Norte-Americano (DOE) e Agência de Avaliação de Pesquisa e Ensino Superior (AERES - França). i. O documento utilizado para uma primeira análise dos Indicadores utilizados pelo DOE consta nos sites dos Laboratórios Nacionais na área “Prime Contract”, mais especificamente: attachment J.2 – apêndix B – Performance and Evaluation and Measurement Plan. Tal documento fora analisado para os seguintes Laboratórios Nacionais: Brookhaven, Argonne e Ames. A metodologia apresentada é a mesma para todos os seus contratados. ii. O segundo documento intitulado “Criteria for the evaluation of research institutions: The AERES standards” faz referência a metodologia utilizada pela Agência de Avaliação de Pesquisa e Ensino Superior (AERES). A análise desses documentos esteve concentrada na identificação e categorização dos critérios de avaliação utilizados por estas organizações. Departamento de Energia Norte-Americando - DOE O Departamento de Energia (DOE) é o orgão responsável por estimular atividades de P&D e promover a invoação científica e tecnológica nos setores de energia, ambiente e segurança nuclear. DOE é composto por cerca de 14.000 funcionários federais e mais de 90.000 colaboradores em atividades de estão e operacional. O DOE opera um sistema de 17 97 laboratórios nacionais que oferecem instalações de classe mundial utilizados por mais de 29.000 pesquisadores da academia, governo e indústria. O DOE utiliza Contratos de Gestão Baseados em Desempenho para a gestão e funcionamento de suas unidades. Este contrato deve: • Descrever os resultados esperados pelo contratante; • Número de padrões de desempenho mensuráveis (qualidade e quantidade); • Estabelecer incentivos financeiros adequados quando os requisitos do contrato sejam alcançados; • Especificar os procedimentos para a redução da taxa quando os resultados não atendem aos requisitos contratuais O Contratado deverá desenvolver um plano de negócios de cinco anos para a realização de seus objetivos. Este Plano deve ser mantido e atualizado anualmente, revisando suas metas. Todos os projetos e programas serão autorizados individualmente pelo DOE e / ou outros patrocinadores de trabalho, em conformidade com as disposições do presente contrato. Agência de Avaliação de Pesquisa e Ensino Superior - AERES O AERES foi criado por meio de uma lei francesa em 2006 e está em funcionamento desde março e 2007. A criação da Agência é um resultado da vontade do Estado em possuir um instrumento de avaliação de suas políticas públicas para o desenvolvimento da CT&I e do ensino superior. O AERES possui as seguintes missões: • 2 avaliação das organizações de pesquisa, instituições de ensino superior e outras agências e fundações; 2 98 • avaliação de programas específicos e procedimentos; A metodologia utilizada pela AERES é baseada em alguns princípios fundamentais: • • avaliação qualitativa realizada pelos pares - os especialistas trabalham de forma individual com a elaboração de um relatório na fase preliminar ou coletivamente, em comissões de avaliação. avaliação que, utilizando critérios explícitos, baseia-se em fatos observáveis e avalia o seu valor - medição de desempenho (métricas) que permitem a comparação entre diferentes instituições; A avaliação de uma unidade de pesquisa é composta por várias fases: preparação, visita e estágios de pós-avaliação: • • • • • • • • Declaração da instituição de que as unidades serão avaliadas; Envio de formulário com perguntas específicas; Apresentação destes formulários aos peritos; Visita dos comitês de especialistas e escrita do relatório; Envio do relatório sobre a unidade de pesquisa para comentários antes da reunião de pontuação; Reunião de pontuação; Comunicação dos relatórios e da pontuação para as instituições e os seus supervisores; Publicação dos relatórios (com comentários anexados) e pontuação no site do aeres; Destaques dos Critérios Utilizados pelo DOE e AERES i. ii. Existência predominante de critérios qualitativos; Focos múltiplos de avaliação: alinhamento estratégico, processos de gestão, PD&I, comunicação, capacitação e recursos humanos; Desenvolvimento da Metodologia de Análise 3 3 99 A partir dos estudos iniciais deu-se início o desenvolvimento da metodologia de análise que seria utilizada para agrupar, categorizar e posteriormente avaliar os diversos atores estudados. 1. Caracterização do Objeto de Análise i. Instituição ii. Tipo iii. Vínculo iv. Missão v. País vi. Documento de referência vii. Ano de referência 2. Análise de Informações i. Periodicidade ii. Demandante iii. Foco iv. Tópicos v. Impactos vi. Métodos vii. Recomendações posteriores 3. Outras informações i. Metas ii. Objetivos iii. Métricas/Critérios Participação no Workshop “Science, Technology and Innovation Systems: Dynamics, Governance and Public Policy” - 0rganizado pelo Depto de Política Científica e Tecnológica, do Instituto de Geociências da Unicamp, e pelo Manchester Institute of Innovation Research, da University of Manchester. O trabalho apresentado encontra-se em anexo (cópia do Pôster apresentado). 4 4 100 5 5 101 PARECER DE RELATÓRIO DE PÓS-‐DOUTORADO INTERESSADO: Dra. Arline Maria Melo ASSUNTO: Parecer relativo ao período de permanência da interessada no Programa de Pesquisador de Pós-‐doutorado (PPPD) A Dra. Arline Maria Melo ingressou oficialmente no Programa de Pesquisador de Pós-‐doutorado (PPPD) em 04 de março de 2015. Em 28 de maio do mesmo ano a pesquisadora solicitou o cancelamento de seu vínculo com o Programa. Nestes quase três meses as principais atividades desenvolvidas pela pesquisadora foram o levantamento de artigos e documentos institucionais relacionados com o tema do projeto de pesquisa – Sistemas de Avaliação em Institutos de Pesquisa – e reuniões de supervisão para discutir o material identificado e iniciar o desenvolvimento do referencial analítico a ser empregado. Tais atividades são apresentadas de forma sucinta em seu relatório de atividades e mostram-‐se adequadas considerando o período de envolvimento no Programa. Vale destacar que a cessação da participação da pesquisadora no Programa ocorreu por manifestação própria, sob a alegação de inviabilidade de dedicação à pesquisa e demais atividades do Programa de forma satisfatória, em função da reestruturação da área na qual é vinculada no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Limeira, 20 de julho de 2015 Profa. Dra. Adriana Bin Supervisora do Pós-‐doutorado _____________________________________________________________________________ Diretoria de Pesquisa e Extensão - Secretaria de Pesquisa R. Pedro Zaccaria, 1300 – Jd. Santa Luiza – Limeira/SP -‐ CEP 13.484-‐350 Telefones: (19) 3701-6662 FAX: (019) 3701-‐6680 [email protected] -‐ www.fca.unicamp.br 102 Plano Anual de Aplicação da Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa – 2015 A Faculdade de Ciências Aplicadas - FCA é uma das mais recentes unidades da UNICAMP, com apenas 6 anos de história. O corpo discente atual é de cerca de 2300 alunos que estão distribuídos em seis cursos de graduação (Administração, Administração pública; Engenharia de Produção, Engenharia de Manufatura, Ciências do Esporte e Nutrição) e 4 cursos de pós-graduação (Ciências da Nutrição e do Esporte e Metabolismo, cujo doutorado iniciou-se em Agosto de 2013; Pesquisa Operacional; Programa Interunidades em Política Científica e Tecnológica; e Programa Interdisciplinar em Ciências Humanas e Sociais Aplicadas). O quadro docente da unidade, grande parte com pós-doutorado e vivência acadêmica no exterior, é estimulado ao constante aperfeiçoamento o que reflete no aumento de projetos financiados pela FAPESP e melhoria da qualidade da produção do conhecimento com a habilidade de intervenção, gestão e planejamento de mudanças e inovações para os setores público e privado. Nesse contexto, a Reserva Técnica Institucional da FAPESP tem contribuído substancialmente para o progresso da pesquisa e avanços do conhecimento, assim como o estabelecimento de grupos de pesquisa que apenas conseguem prosperar com recursos oriundos de órgãos de fomento. Considerando as características desse recurso, ou seja, o apoio à melhoria da infraestrutura coletiva de pesquisa, o presente Plano de Aplicação é resultado de uma análise conjunta efetuada por pesquisadores que geraram os recursos da RTI para a FCA, dentro de uma perspectiva de uso em rede ou beneficiando o maior número possível de pesquisadores. A seguir, listamos os itens apontados como essenciais para o desenvolvimento dos projetos de pesquisa em vigência, acrescidos de justificativas técnicas para sua aquisição, frente às demandas especificamente relacionadas à pesquisa fomentada pela FAPESP em nossa unidade. _____________________________________________________________________________ Diretoria de Pesquisa e Extensão R. Pedro Zaccaria, 1300 – Jd. Santa Luiza – Limeira/SP - CEP 13.484-350 Telefones: (19)3701-6662 FAX: (019) 3701-6680 [email protected] - www.fca.unicamp.br 103 a) Sistema de Anestesia Inalatório para uso com Isofluorano, tipo de mesa O item solicitado trata-se de um equipamento com previsão de uso compartilhado por vários projetos em desenvolvimento na unidade (2013/06810-4, 2014/18165-9, 2012/23337-8, 2012/13558-7), que será instalado na sala de cirurgia e acoplado aos sistemas já existentes para cirurgia estereotáxica (utilizado na implantação de cânulas intracerebroventriculares em animais de experimentação), cirurgia para isolamento de tecidos para obtenção de culturas primárias e cirurgia de remoção parcial de lóbulos hepáticos (hepatectomia parcial). Cabe salientar que atualmente os animais são anestesiados por via intraperitoneal, intramuscular ou intravenosa e que o sistema solicitado, além de ser menos invasivo, apresenta menor toxicidade, se comparado aos anestésicos injetáveis, e representa o método de melhor recuperação pós-cirúrgica, conforme artigo publicado no periódico Nature Protocols (Mitchell & Willenbring, 3(7), 1167-2008) e segundo as recomendações do guia da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório (COBEA). b) Processadora automática de filmes de raios-X Atualmente, a FCA não possui esta máquina utilizada na revelação de filmes de raios-X em experimentos de Biologia Molecular, nos quais se utilizam técnicas específicas, como por exemplo, de quimioluminescência para obtenção de bandas ou imagens (referente a conteúdo total e fosforilação de proteínas ou expressão de RNAm). Embora alguns laboratórios possuam o equipamento de fotodocumentação, para algumas análises, o filme de raio-X ainda é uma excelente opção de imagens com qualidade exigida em periódicos internacionais e nacionais com seletivo corpo editorial. Por ser um equipamento de pequeno porte, é de fácil instalação e economia de material de consumo. Na FCA hoje, aproximadamente 15 professores trabalham com a técnica de Western Blot e PCR, portanto, tais projetos (2013/21491-2, 2014/06157-1, 2011/09656-0) poderão ser beneficiados com esta aquisição. _____________________________________________________________________________ Diretoria de Pesquisa e Extensão R. Pedro Zaccaria, 1300 – Jd. Santa Luiza – Limeira/SP - CEP 13.484-350 Telefones: (19)3701-6662 FAX: (019) 3701-6680 [email protected] - www.fca.unicamp.br 104 c) Cabine de Segurança Biológica Classe II A Cabine de Segurança Biológica é um equipamento fundamental para o manuseio de células em cultura. Ela fornece proteção ao operador, ao produto manipulado e ao ambiente. Assim, experimentos que envolvam cultura celular devem, obrigatoriamente, ser conduzidos em uma Cabine de Segurança Biológica. Este equipamento multiusuário é essencial para a implantação da sala de cultura celular primária, a qual beneficiará diversos projetos em desenvolvimento na FCA que contam com verba FAPESP (2013/06810-4, 2014/19212-0, 2014/11751-0, 2012/07129-6, 2010/18095-0, 2014/18165-9). Assim, grupos que ainda não utilizam experimentos in vitro, poderão enriquecer seus trabalhos, explorando novas áreas. d) Incubadora de CO2 As incubadoras de CO2 são amplamente utilizadas em pesquisa que envolvam crescimento e manutenção de cultura de células. Este equipamento multiusuário é essencial para a implantação da sala de cultura celular primária, a qual beneficiará diversos projetos em desenvolvimento na FCA que contam com verba FAPESP (2013/06810-4, 2014/19212-0, 2014/11751-0, 2012/07129-6, 2010/18095-0, 2014/18165-9). Assim, grupos que ainda não utilizam experimentos in vitro, poderão enriquecer seus trabalhos, explorando novas áreas. e) Módulos para aquisição de dados NI USB 6008 – National Instruments Os módulos serão utilizados para captação de sinais para extensometria, tanto em avaliações da atividade espontânea de animais submetidos a treinamentos físicos e outras intervenções, como em sistema atado e semi-atado em testes para atletas. Esses módulos são portáteis e podem ser utilizados por diversos pesquisadores da Unidade, cujos projetos envolvam avaliação de atividade espontânea (2014/19212-0, 2014/10336-9). _____________________________________________________________________________ Diretoria de Pesquisa e Extensão R. Pedro Zaccaria, 1300 – Jd. Santa Luiza – Limeira/SP - CEP 13.484-350 Telefones: (19)3701-6662 FAX: (019) 3701-6680 [email protected] - www.fca.unicamp.br 105 f) Amplificadores condicionadores de sinais MKTC5-20 (4 A 20 110/220V) Especificações: Analógico, velocidade: Indicar entre 10 e 100m/s, entrada: mV, Saída: 4 a 20mA ou 0 a 10V Alimentação para célula de carga Alimentação: 110/220V Da mesma maneira que apontado no item acima, os amplificadores são essenciais em sistemas que fazem o registro de sinais de força com elevada frequência e deverão ser utilizados nas mesmas condições descritas anteriormente (2014/19212-0, 2014/10336-9). g) Desktop Inspiron 3647 com processador intel core i3 (3,6 GHz, 4G, 500 GB) com monitor 18,5 polegadas e software Microsoft office home & student 2013 Computadores a serem utilizados nos dois potenciostato/galvanostato adquiridos com recursos FAPESP, instalados no Laboratório de Materiais e utilizados no desenvolvimento de projetos que realizam análises de corrosão e processos de modificação superficial (2014/00159-2). h) Agitador Magnético com aquecimento MR-HEI-TEC Heidolph Equipamento para uso no Laboratório de Materiais e empregado para agitação de soluções na realização de ensaios de corrosão e processos de modificação superficial através de potenciostato/galvanostato adquiridos por meio do recurso FAPESP 2014/00159-2. i) No-break Dranetz – entrada 220V e saída 110V/220V - 5 KVA No-break para ligar equipamentos potenciostato/galvanostato e balança analítica adquiridos por meio dos recursos FAPESP 2014/00159-2 e 2013/12729-5, respectivamente, e localizados no Laboratório de Materiais, os quais são sensíveis a desestabilização de rede elétrica e queda de energia. _____________________________________________________________________________ Diretoria de Pesquisa e Extensão R. Pedro Zaccaria, 1300 – Jd. Santa Luiza – Limeira/SP - CEP 13.484-350 Telefones: (19)3701-6662 FAX: (019) 3701-6680 [email protected] - www.fca.unicamp.br 106 j) Furadeira de bancada com mandril de 5/8 pol. E ½ HP monofásico 110/220V – Motomil FBM 160M Furadeira para preparação de amostras a ser instalada na Oficina, para facilitar medidas nos processos de desenvolvimento e caracterização microestrutural e mecânica e propriedades de corrosão de materiais metálicos, beneficiando os projetos em desenvolvimento financiados pela FAPESP (2014/00159-2, 2013/12729-5 e 2012/05027-1). k) Motoesmeril 360W 110V Motomil MMI50 Esmeril para preparação de amostras a ser instalado na Oficina, para facilitar medidas nos processos de desenvolvimento e caracterização microestrutural e mecânica e propriedades de corrosão de materiais metálicos, beneficiando os projetos em desenvolvimento financiados pela FAPESP (2014/00159-2, 2013/12729-5 e 2012/05027-1). l) Motocompressor 25L 2HP 220V Shulz – CSA8.225L Motocompressor para uso em politrizes automáticas localizadas no Laboratório de Materiais, para facilitar medidas nos processos de desenvolvimento e caracterização microestrutural e mecânica e propriedades de corrosão de materiais metálicos, beneficiando os projetos em desenvolvimento financiados pela FAPESP (2014/00159-2, 2013/12729-5 e 2012/05027-1). OBS.: As demandas a serem custeadas com a porcentagem da Diretoria estão em processo de finalização e serão incluídas posteriormente, para aprovação na Congregação. _____________________________________________________________________________ Diretoria de Pesquisa e Extensão R. Pedro Zaccaria, 1300 – Jd. Santa Luiza – Limeira/SP - CEP 13.484-350 Telefones: (19)3701-6662 FAX: (019) 3701-6680 [email protected] - www.fca.unicamp.br 107 Tabela I: Alocação dos recursos da reserva técnica FAPESP. Total de recursos a) Sistema de Anestesia Inalatório para uso com Isofluorano, tipo de mesa R$ 138.613,52 R$ 19.000,00 b) Processadora automática de filmes de raios-X R$ 27.300,00 c) Cabine de Segurança Biológica Classe II R$ 15.000,00 d) Incubadora de CO2 R$ 20.000,00 e) Módulos para aquisição de dados NI USB 6008 – National Instruments (2 unidades) f) Amplificadores condicionadores de sinais MKTC5-20 (4 A 20 110/220V) (4 unidades) R$ 2.254, 64 R$ 2.168,00 g) Desktop Inspiron 3647 com processador intel core i3 (3,6 GHz, 4G, 500 GB) com monitor 18,5 polegadas e software Microsoft R$ 4.596,00 office home & student 2013 (2 unidades) h) Agitador Magnético com aquecimento MR-HEI-TEC Heidolph R$ 2.700,00 i) No-break Dranetz – entrada 220V e saída 110V/220V - 5 KVA R$ 5.000,00 j) Furadeira de bancada com mandril de 5/8 pol. E ½ HP monofásico 110/220V – Motomil FBM 160M R$ 844,90 k) Motoesmeril 360W 110V Motomil MMI50 R$ 121,05 l) Motocompressor 25L 2HP 220V Shulz – CSA8.225L R$ 497,42 _____________________________________________________________________________ Diretoria de Pesquisa e Extensão R. Pedro Zaccaria, 1300 – Jd. Santa Luiza – Limeira/SP - CEP 13.484-350 Telefones: (19)3701-6662 FAX: (019) 3701-6680 [email protected] - www.fca.unicamp.br