Nome da Unidade: Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - SENAC - SP CNPJ / CGC: 03.709.814/0001-98 Data: 05/ 01 / 2004 Número do Plano: 83 Área do Plano: Saúde – Subárea de Segurança do Trabalho PLANO DE CURSO PARA: 01 - Especialização : Carga Horária: Técnico de Enfermagem do Trabalho 320 horas Este plano de curso é válido para turmas iniciadas a partir de 31/01/2004, autorizado pela Portaria CEE/GP- 23 de 31/01/2004. SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Bases Legais O Curso de Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho - área profissional de Saúde – subárea de Segurança do Trabalho é um curso de educação profissional de nível técnico que atende ao disposto: - - na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei Federal nº 9.394/96; na Resolução CNE/CEB nº 04/99; no Parecer CNE/CEB nº 16/99; na Indicação CEE/SP nº 08/2000; na Portaria MTb nº 3.214/78; no Regimento das Unidades Senac São Paulo; demais normas pertinentes. Este plano de curso atende às exigências da legislação de proteção da saúde do trabalhador, e responde à demanda das empresas por Técnicos de Enfermagem com formação especializada para promover a saúde e manter a integridade do trabalhador no ambiente de trabalho. De acordo com a Norma Regulamentadora - NR 4, anexa à Portaria nº 3.214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego, que trata dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT, esses serviços devem manter equipes multiprofissionais, integradas, entre outros profissionais, por Técnicos de Enfermagem do Trabalho que possuam certificação expedida por instituições especializadas e reconhecidas pelos órgãos competentes do sistema educacional. Experiência do Senac de São Paulo O Senac de São Paulo, reconhecido pelos programas educacionais que oferece na área da Saúde, desenvolve, há mais de 20 anos, cursos de especialização em nível técnico de Enfermagem do Trabalho, que inicialmente foram ministrados em parceria com a Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho - Fundacentro, tendo acumulado sólida experiência na formação desses profissionais. Em 2001, já de acordo com as novas diretrizes nacionais e estaduais para a educação profissional, a instituição elaborou e teve aprovado o Plano de Curso de Especialização Profissional em nível técnico de Técnico de Enfermagem do Trabalho, sob o nº 20, pelas Portarias SENAC/GDE nº 25/2001 e CEE/SP nº 29/2001, de 08 de fevereiro de 2001, publicadas no Diário Oficial do Estado, em 22 de fevereiro de 2001. Esse Plano de Curso foi desenvolvido em sua rede de ensino nos anos de 2001 a 2003, gerando experiência que permitiu identificar necessidades de adaptações que orientaram a elaboração deste novo Plano de Curso, que substitui o anterior, para oferta em todo o Estado de São Paulo. CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 2 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo Justificativa de oferta do curso Aliado às exigências legais, esta proposta visa à adequação do Técnico de Enfermagem ao mundo do trabalho, cada vez mais exigente, priorizando os valores estéticos, políticos e éticos, de modo a ampliar a esfera de atuação dos participantes e favorecer o diálogo e a interação com os demais profissionais da área de Saúde e, em particular, com a subárea de Segurança do Trabalho . É sabido que fatores, os mais diversos, como por exemplo, novas doenças, novas formas de produção, novas tecnologias, além das dificuldades causadas pela economia brasileira, exigem profissionais de Enfermagem do Trabalho com alta qualificação e, especialmente, capazes de se manterem atentos às exigências emergentes, atuando no sentido de acompanhar as transformações, muitas vezes, imprevisíveis. De acordo com os princípios preconizados nos Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico para a área da Saúde, publicados pelo Ministério da Educação - MEC, o reconhecimento da integralidade, como diretriz que contemple as dimensões biológicas, psicológicas e sociais do processo saúde-doença, por meio de ações que respeitem a integridade e individualidade do ser humano, deverá ser incorporada, progressivamente, como uma nova cultura de saúde na educação profissional. (BRASIL/MEC, 2000) A visão da saúde do trabalhador deve seguir tais princípios, envolvendo, ainda, o conceito de qualidade ambiental e de vida, na perspectiva da educação em saúde, tendo em vista sua promoção e prevenção. Quanto à abrangência da ação profissional, segundo a Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho - ANENT (Boletim Informativo de julho/agosto/setembro 2003), embora muitos trabalhadores e empresas ainda acreditem que os profissionais da enfermagem do trabalho existem apenas para realizar curativos, medição de pressão ou serviços de atendimento pré-hospitalar em caso de acidentes no local de trabalho, sua atuação vai muito além. Sua capacitação, portanto, deve prepará-lo para que esses procedimentos básicos se tornem o menos necessário possível. (ANENT, 2003) O foco do processo de enfermagem voltado para a saúde no trabalho está, assim, na promoção de cuidados e de proteção, e, igualmente, no desenvolvimento da consciência dos riscos a que os trabalhadores estão submetidos e da ativa participação destes no autocuidado e na prevenção. Entre 1971 e 2002, morreram no País mais de 120 mil pessoas e outras 300 mil ficaram inválidas. Relatório divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com base em dados do Ministério da Previdência, revela que São Paulo é o estado com o maior número de acidentes de trabalho em todo o país. O levantamento do ano de 2000 demonstra que, no Estado, houve 155.247 acidentes, sendo que 5.735 trabalhadores ficaram inválidos e 722 morreram. No que diz respeito à inserção destes especialistas no mercado de trabalho, o Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo – COREN-SP, em sua revista de julho/agosto 2003, manifesta que existem boas perspectivas para a enfermagem, principalmente para aqueles com maior bagagem técnica e científica, razão pela qual estimula o profissional a buscar o aprimoramento e a reciclagem. (COREN - SP, 2003). CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 3 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo Objetivos do curso Constata-se assim, a relevância da especialização de Técnicos de Enfermagem nessa área, posto que, para assumir responsabilidades desse porte, não se pode prescindir de profissionais adequadamente preparados. O Senac São Paulo, quando oferece este curso, tem por objetivo a especialização de Técnicos de Enfermagem que venham a atender às necessidades das organizações e empresas privadas, e dos órgãos públicos da administração direta e indireta, que possuem empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. Para atender a esse objetivo, a organização curricular deste Plano de Curso contempla as competências profissionais necessárias ao especialista em Enfermagem do Trabalho , com prévia formação de Técnico de Enfermagem. Tendo seu foco no perfil profissional de conclusão, o currículo prevê situações que levem o participante a tomar decisões com responsabilidade, articulando com pertinência os conhecimentos, habilidades e valores em nível crescente de complexidade, privilegiando o estudo contextualizado e agregando competências relacionadas com as novas tecnologias, trabalho em equipe e autonomia para enfrentar diferentes situações com criatividade e flexibilidade. 2. REQUISITOS DE ACESSO A matrícula inicial será realizada sempre no Módulo I, exceto no caso do candidato apresentar o certificado de Auxiliar de Enfermagem do Trabalho, quando poderá matricular-se diretamente no Módulo IV. Para efetivar sua matrícula deverá acrescentar ao requerimento fornecido pela Unidade, os seguintes documentos: - Cédula de Identidade (cópia). Diploma de conclusão do curso de Técnico de Enfermagem (cópia). Documento Militar, para candidatos do sexo masculino entre 18 e 45 anos (apresentação para anotações). Título de Eleitor e comprovante de voto na última eleição, para maiores de 18 anos (apresentação para anotações). Caso o candidato, no ato da matrícula, ainda não possua o diploma do Curso Técnico de Enfermagem, poderá apresentar o histórico escolar, em 02 vias. Entretanto, deverá ser comunicado de que a entrega do certificado de conclusão deste curso de especialização dependerá da apresentação do referido diploma, devidamente registrado. Os alunos que realizaram o curso de Técnico de Enfermagem em Unidades do Senac São Paulo estão dispensados da apresentação dos documentos acima, exceto do requerimento de matrícula e da comprovação do voto na última eleição. O aluno que concluir os Módulos I, II e III e possuir o certificado de Qualificação Profissional de Auxiliar de Enfermagem poderá solicitar o certificado de conclusão de Auxiliar de Enfermagem do Trabalho. CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 4 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo As inscrições e as matrículas dos candidatos serão efetuadas de acordo com o cronograma estabelecido pela Unidade que oferecer o curso e nos termos regimentais. Quando a demanda superar as vagas existentes, haverá processo seletivo com critérios preestabelecidos pela Unidade. 3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO O Técnico de Enfermagem do Trabalho atua em equipes multiprofissionais, sob supervisão, em empresas privadas e públicas, incluindo os órgãos oficiais, como integrante dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT, participando dos projetos de educação do trabalhador, em especial, dos programas de prevenção de doenças e de promoção da saúde. Para atender às necessidades inerentes a esta ocupação especializada, o profissional deve possuir uma formação que possibilite, além do domínio operacional de determinados fazeres, o desenvolvimento do espírito crítico, iniciativa, flexibilidade para mudanças e compreensão, em nível global, do processo produtivo da área, para que possa: - participar da elaboração e execução de projetos de prevenção das doenças e dos acidentes, mobilizando conhecimentos sobre riscos de acidentes, doenças profissionais e as relacionadas com o trabalho, utilizando estratégias de controle e opinando sobre mudanças necessárias no processo de trabalho; - participar da elaboração e execução de programas voltados para grupos de riscos como alcoólatras, hipertensos, diabéticos, obesos etc., que envolvam os trabalhadores, as famílias e a comunidade, de forma integrada e ética, juntamente com equipes de profissionais da saúde e segurança do trabalho e outros profissionais da organização; - participar da montagem de ambulatório de saúde do trabalhador, mobilizando conhecimentos específicos de enfermagem, análise das características da organização e das normas regulamentadoras; - prestar atendimento ao trabalhador e registrar em documentos específicos, de acordo com as exigências legais, os casos de doença profissional ou não, descrevendo a história, as características, os fatores ambientais e as condições do indivíduo portador, atualizando e mantendo os registros; - propor e desenvolver meios, técnicas e treinamentos adequados à prevenção, controle e possível erradicação dos riscos de acidentes do trabalho, das doenças profissionais e das doenças relacionadas com o trabalho, tendo em vista orientar os trabalhadores, considerando o contexto legal da prática profissional; - participar, junto com outros profissionais da saúde, do treinamento de trabalhadores para a formação de equipes de socorristas, identificando de imediato as técnicas de socorro às vítimas de acidentes e utilizando os materiais necessários para prestar o atendimento; CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 5 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo - participar da elaboração e execução de programas voltados ao atendimento de trabalhadores acometidos por problemas/distúrbios psíquicos desencadeados por situações que envolvam a atividade profissional, o ambiente de trabalho ou a vida social do trabalhador; Este perfil profissional de conclusão atende às determinações da NR 4, com relação às atividades referentes ao Técnico de Enfermagem do Trabalho. 4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Este curso está organizado em quatro módulos, de 80 horas cada, com carga horária total de 320 horas e desenho curricular flexível e integrado, que permite o desenvolvimento das competências previstas para a constituição do perfil profissional de conclusão. Módulos I II III IV - - Componentes Curriculares Prevenção de doenças e acidentes Atenção à Saúde do Trabalhador Organização do Serviço de Saúde do Trabalhador Programa de orientação à saúde do trabalhador Total de Horas Horas 80 80 80 80 320 Os dois primeiros módulos não têm terminalidade ocupacional. O Módulo I é independente dos demais. Caso o aluno tenha sido reprovado neste Módulo, poderá dar seqüência ao Módulo II, desde que tenha freqüentado, no mínimo, 75% das aulas do mesmo. Entretanto, para conclusão desta especialização, o aluno será obrigado a realizar, oportunamente, o Módulo I, pois as competências nele previstas são imprescindíveis para a conclusão do curso. O Módulo II é requisito para realização do Módulo III, e este para o IV. Módulo I - Prevenção de doenças e acidentes Neste módulo, os alunos realizarão um trabalho que consistirá na elaboração de programas para prevenção, controle e possível erradicação dos riscos de acidentes do trabalho, das doenças profissionais e das doenças relacionadas com o trabalho. Competências profissionais - - Sugerir soluções alternativas para evitar e/ou minimizar o desencadeamento de distúrbios/patologias, mobilizando conhecimentos sobre as doenças/agravos e suas possíveis causas, pautando-se nos princípios da promoção da saúde integral do trabalhador. Participar com a equipe do SESMT da elaboração e interpretação do mapa de risco da empresa, analisando os setores e os processos de trabalho, tendo em vista os - - - Bases científicas, tecnológicas e valorativas Evolução histórica da Saúde do Trabalhador - papel do profissional da Enfermagem do Trabalho na saúde do trabalhador. Interfaces da Saúde do Trabalhador e do Meio Ambiente de Trabalho. Princípios éticos e de relações interpessoais no trabalho. Alterações da fisiologia humana CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 6 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo - - - - riscos biológicos, químicos, físicos e ergonômicos. Colaborar na formação de comissões e desenvolvimento de ações de segurança e prevenção de agravos/acidentes, mobilizando conhecimentos sobre insalubridade, periculosidade e normas regulamentadoras. Sugerir medidas de controles e soluções para minimizar/erradicar os problemas de riscos à saúde do trabalhador, causados por resíduos produzidos pelos serviços de saúde e outros. Sugerir medidas e soluções que levem ao desenvolvimento sustentável, a partir da discussão de problemas do saneamento do meio e do confronto das condições do ambiente de trabalho com a norma regulamentadora específica. Propor meios, técnicas e treinamentos adequados à prevenção, controle e possível erradicação dos riscos de acidentes do trabalho, das doenças profissionais e das doenças relacionadas com o trabalho. - - - em função do trabalho e/ou meio ambiente de trabalho. Riscos físicos, químicos, biológicos e ergonômicos relacionados com o meio ambiente e saúde do trabalhador. Fatores psicossociais relacionados com o trabalhador e o meio ambiente. Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva – EPI e EPC Princípios e técnicas para elaboração de mapa de risco. Saneamento básico: o trabalhador e a comunidade. Processos industriais nocivos e possíveis impactos ao ambiente, ao trabalhador e a comunidade. Total de horas do Módulo: 80 Módulo II - Atenção à Saúde do Trabalhador Neste módulo os alunos realizarão um trabalho que consistirá na elaboração de programas direcionados a grupos de riscos e campanhas preventivas. Competências profissionais - - - Co-participar do desenvolvimento de programas de atenção à saúde do trabalhador nos níveis de prevenção primária, secundária e terciária, a partir da identificação das doenças profissionais e do trabalho e dos principais fatores de riscos. Co-participar do planejamento dos cuidados preventivos e das ações que minimizem os riscos ambientais, a partir da correlação com os possíveis efeitos nocivos ao organismo humano. Analisar e registrar em documento específico os casos de doença profissional, descrevendo a história, as características, os fatores ambientais e as condições do indivíduo portador e mantendo atualizados os registros de acordo com as exigências legais. - - - Bases científicas, tecnológicas e valorativas Conceitos e princípios de higiene do trabalho. Dispositivos legais de Saúde e Segurança no Trabalho e Meio Ambiente. Orientações da Vigilância Epidemiológica. Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Tecnologia de controle de riscos ambientais e funcionais. Princípios da ergonomia e influências na saúde do trabalhador. Conceitos e princípios da Epidemiologia - doenças profissionais e doenças CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 7 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo - - Participar de estudos e pesquisas sobre controle de doenças profissionais e/ou do trabalho, de acidentes do trabalho, de absenteísmo etc, mobilizando conhecimentos da epidemiologia e habilidades de estatística, de modo a contribuir para o aperfeiçoamento e o desenvolvimento do serviço Identificar e comunicar as doenças de notificação compulsória ocorridas na empresa, respeitando as orientações do sistema de vigilância epidemiológica. relacionadas ao trabalho e outras. Estatística sobre Saúde e Segurança do Trabalho - técnicas de coletas e registro de dados. Princípios éticos e de relações interpessoais no trabalho. Total de horas do Módulo: 80 Módulo III - Organização do Serviço de Saúde do Trabalhador Neste módulo os alunos serão envolvidos em situações de aprendizagem voltadas para a montagem de um ambulatório de saúde do trabalhador. Competências profissionais - - - - - - - Sugerir alternativas para definição da estrutura física, equipamentos e materiais do ambulatório de saúde do trabalhador, considerando as características da empresa, o público-alvo e as normas regulamentadoras. Co-participar da definição de fluxos, rotinas, documentos e impressos específicos do serviço ambulatorial, tendo em vista a sistematização do atendimento de enfermagem adequado à realidade da empresa. Co-participar da definição dos recursos humanos do SESMT, discutindo a norma regulamentadora específica, com vistas ao adequado atendimento ao trabalhador. Executar planos assistenciais de enfermagem e medidas preventivas voltadas à saúde e bemestar do trabalhador, visando minimizar/evitar os possíveis agravos e patologias. Elaborar relatórios descritivos das atividades realizadas no ambulatório, nas campanhas preventivas e profiláticas, detalhando sua organização e desenvolvimento, gastos e resultados obtidos. Participar da elaboração, implementação, execução e acompanhamento do Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional, de acordo com as exigências legais. Prestar atendimento pré-hospitalar, aplicando o procedimento adequado de acordo com os sinais e sintomas identificados e utilizando Bases científicas, tecnológicas e valorativas - Fatores psicossociais que afetam o trabalhador e o seu desempenho profissional. - Procedimentos para atendimento ao trabalhador acidentado. - Programas de controle e prevenção de acidentes e de doenças profissionais, do trabalho e outras. - Organização, estrutura, funções e finalidades do Serviço de Saúde do Trabalhador. - Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. - Orientações da Vigilância Sanitária. - Estratégias de treinamento e comunicação em público. - Princípios éticos e de relações interpessoais no trabalho. - Procedimentos para realização dos exames mais utilizados na prevenção da saúde do trabalhador. - Sistema imunológico, tipos de imunidade e esquemas de imunização usados na saúde do trabalhador. CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 8 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo - corretamente os materiais e equipamentos. Executar, com supervisão, cursos e palestras voltados à orientação dos trabalhadores sobre a saúde e a qualidade de vida, adotando relacionamento adequado com o grupo, comunicação clara e precisa e o uso correto dos recursos didáticos. Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO) Total de horas do Módulo: 80 Módulo IV - Programa de orientação à saúde do trabalhador Neste módulo os alunos realizarão um trabalho que consistirá na elaboração de programa de treinamento voltado para a orientação dos trabalhadores. Competências profissionais - - - - Planejar e aplicar, com criatividade e pertinência, métodos e técnicas apropriadas de desenvolvimento de aulas/palestras, bem como utilizar adequadamente recursos didáticos, visando à orientação dos trabalhadores para a prevenção, controle e possível erradicação dos riscos de acidentes do trabalho, das doenças profissionais e das doenças relacionadas com o trabalho. Participar, com a equipe multiprofissional, da análise de casos de doenças relacionadas com a saúde mental do trabalhador, mobilizando conhecimentos sobre fatores psicossociais; problemas/distúrbios psíquicos e sintomas decorrentes de agentes estressantes, de modo a favorecer o adequado encaminhamento para tratamento. Dar cuidados especializados aos trabalhadores que sofrem acidentes no local de trabalho, proporcionando-lhes condições de sobrevivência e encaminhamento aos locais de tratamento especializado. Co-participar da elaboração de rotinas de atendimentos a trabalhadores acidentados e montar kits de atendimento pré-hospitalar, de modo a facilitar e agilizar o trabalho de socorro às vítimas. Bases científicas, tecnológicas e valorativas - Métodos e técnicas de apresentação e uso de recursos instrucionais. - Conceitos e princípios de comunicação voltados ao desenvolvimento de situações de aprendizagem. - Técnicas de trabalho em grupo com uso de jogos e vivências. - Métodos naturais e práticas alternativas e complementares da medicina alopática no tratamento de distúrbios psicossomáticos. - Reações comportamentais. - Princípios de saúde mental do trabalhador. - Métodos e técnicas de atendimento pré-hospitalar ao trabalhador acidentado. - Conceitos e princípios de fisiologia para atendimento de emergências clínicas. Total de horas do Módulo: 80 CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 9 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS Para o desenvolvimento dos módulos que compõem a estrutura curricular deste plano de curso, serão adotadas estratégias diversificadas, que possibilitem a participação ativa dos alunos no desenvolvimento das competências necessárias às atividades relacionadas com seu campo de trabalho, tais como: projetos; análise e solução de problemas; estudos de casos; visitas técnicas orientadas; pesquisas; e outros que integrem conhecimentos, habilidades, valores e atitudes inerentes à ocupação e que focalizem o contexto do trabalho, estimulando o raciocínio para solução de problemas e a construção do conhecimento. Tais estratégias devem possibilitar a flexibilidade de comportamento e de autodesenvolvimento do aluno, no que diz respeito às diversidades e às novas técnicas e tecnologias adotadas em situações reais de trabalho, com avaliação contínua e sistemática, voltada para a aprendizagem com autonomia. Para desenvolver os trabalhos previstos nos módulos, será considerada uma empresa real, cujos dados poderão ser obtidos por meio de pesquisa in loco, publicações especializadas ou institucionais, visando o levantamento de características da organização, tais como: ramo de atividade, número de funcionários, grau de risco, matéria prima utilizada, idade e nível de escolaridade dos trabalhadores e outros. Os trabalhos referentes aos Módulos III e IV serão apresentados, obrigatoriamente, ao término do módulo respectivo, para docentes e demais participantes, em local previamente definido pela Unidade, e será avaliado durante o seu desenvolvimento e na sua apresentação. Deverão ser, também, realizadas, no mínimo, duas visitas técnicas, no decorrer dos Módulos II e III, com o objetivo de aproximar os alunos de situações reais de trabalho, contextualizando as práticas dos SESMT. Estas visitas técnicas contarão com o acompanhamento de docente da Unidade, em locais e horários preestabelecidos. As visitas técnicas deverão ser realizadas em organizações públicas ou privadas que mantenham ambientes instalados e devidamente equipados, sendo que as horas de atividades que lhes forem destinadas serão consideradas e registradas como horas de efetivo trabalho escolar, nos diários de classe ou documento análogo. Esse registro deverá conter o agendamento das visitas, as organizações visitadas, além do plano de atividades a realizar e a relatar. Os alunos apresentarão relatório referente a cada visita técnica, elaborado de acordo com a orientação do docente/coordenador responsável, relacionando as atividades previstas no roteiro de visita e os dados coletados no local de realização. Caso algum aluno esteja impossibilitado de realizar qualquer uma das visitas agendadas, desde que comprove motivo justo, deverá programar e realizar outras visitas, independente do agendamento da Unidade, apresentando, antecipadamente, à coordenação do curso, declaração sobre o local, data e horário de sua realização, com assinatura e carimbo do responsável pelo acompanhamento na empresa/instituição a ser visitada, e os relatórios serão apresentados ao final do Módulo III. CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 10 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo As visitas técnicas neste curso não são configuradas como estágio profissional supervisionado, portanto, não será necessário considerar os documentos pertinentes a essa atividade. Entretanto, para preservar a integridade do aluno e a responsabilidade da instituição, deverá ser providenciado o seguro contra acidentes. Os alunos realizarão, ainda, atividades práticas em ambulatório de empresa/organização, incluindo a rotina de atendimento ao trabalhador e outros procedimentos, perfazendo 20 (vinte) horas, podendo ser desenvolvidas desde o início do Módulo IV. Destas atividades práticas, os alunos deverão apresentar dois relatórios, sendo um completo, sobre a empresa, conforme roteiro, e um relatório-resumo, em impresso próprio, descrevendo as atividades realizadas a cada dia, com a assinatura acompanhada do carimbo do médico ou do enfermeiro da empresa que acompanhou o aluno, podendo ser entregues até três meses do término do Módulo IV. O coordenador do curso acompanhará os procedimentos relativos a esta atividade, incluindo o contato com a organização onde será realizada, datas de realização, além do contato direto com o profissional que irá acompanhar o aluno. A Unidade deverá providenciar o seguro contra acidentes para todos os alunos. Os componentes curriculares desenvolvidos nos diversos módulos, bem como as demais atividades, serão especificados no plano de trabalho dos docentes, elaborado sob a coordenação da área técnica de cada Unidade. 5. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES As competências anteriormente adquiridas pelos alunos, relacionadas com o perfil profissional de conclusão do Técnico de Enfermagem do Trabalho, poderão ser avaliadas para aproveitamento de estudos, nos termos da legislação vigente. A avaliação de conhecimentos e experiências do aluno para aproveitamento de estudos será realizada por, no mínimo, três docentes do curso, de acordo com suas especializações e procedimentos específicos. O Técnico de Enfermagem que apresentar o certificado de Auxiliar de Enfermagem no Trabalho, ingressará no Módulo IV, sendo dispensado de avaliação. 6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Avaliação da aprendizagem A avaliação do desempenho dos alunos será contínua, possibilitando o diagnóstico sistemático do processo de aprendizagem, valorizando os aspectos qualitativos sobre os quantitativos e os resultados obtidos ao longo do processo. Na organização curricular por competências, cada uma destas traz em si determinado grau de experiência cognitiva, valorativa e comportamental, que pode ser traduzida por indicadores de desempenho. Assim, pode-se dizer que o aluno adquiriu determinada competência, quando seu desempenho expressar esse patamar de exigência qualitativa. Serão, portanto, priorizados procedimentos de avaliação estimuladores da autonomia na aprendizagem, relacionados com situações do contexto profissional, que envolvam atividades de caráter essencialmente operatório, tais como: projetos, estudos de caso e CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 11 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo de meio, simulações, pesquisas de campo e outros que permitam constatar a presença dos indicadores de desempenho individual e/ou grupal. Esses indicadores deverão ser definidos no plano de trabalho dos docentes, no âmbito de cada módulo, orientando o desenvolvimento de todas as atividades, e deverão ser previamente comunicados aos alunos. No final de cada módulo, os docentes envolvidos no processo se reunirão para, em conjunto, e com base nos indicadores, definirem a menção devida a cada aluno, tendo em vista que, para cada módulo, haverá apenas uma menção. O resultado do processo de avaliação será expresso nas menções: - Ótimo: capaz de desempenhar, com destaque, as competências exigidas pelo perfil profissional de conclusão. - Bom: capaz de desempenhar, a contento, as competências exigidas pelo perfil profissional de conclusão. - Insuficiente: não capaz de desempenhar, no mínimo, as competências exigidas pelo perfil profissional de conclusão. Será considerado aprovado aquele que obtiver no final de cada módulo, menção Bom ou Ótimo, e tiver freqüência mínima de 75% do total de horas de cada módulo. A recuperação será contínua, realizando-se concomitantemente ao desenvolvimento dos módulos, ou excepcionalmente no seu final, de acordo com as características dos componentes curriculares, com as necessidades e o interesse de aprendizagem pelo aluno e com as condições materiais e humanas existentes na Unidade. As estratégias utilizadas no processo de recuperação devem se adequar a cada módulo, de acordo com os critérios estabelecidos pela Unidade e de pleno conhecimento dos alunos, utilizando-se alternativas diversas como projetos, trabalhos, pesquisas, relatórios de visitas técnicas etc. Ter-se-á como aprovado no processo de recuperação aquele que obtiver a menção Ótimo ou Bom. Ao aluno aprovado nas avaliações de competências realizadas durante o processo de aprendizagem, mas com freqüência inferior aos 75%, por motivos justificáveis, poderão ser proporcionadas atividades complementares de aprendizagem, conforme critérios estabelecidos pela Unidade. Ter-se-á como reprovado, no módulo, aquele que: - obtiver menção Insuficiente, mesmo após a recuperação; - tiver freqüência inferior a 75% sem motivo justificável ou, com motivos justificáveis não realizar atividades complementares; - não tiver realizado as visitas técnicas e/ou as atividades práticas de ambulatório, e/ou não tiver apresentado os respectivos relatórios. Atenção: - A reprovação em qualquer Módulo, por freqüência ou aproveitamento Insuficiente, implicará em que o mesmo seja refeito integralmente. - A não conclusão do Módulo I, desde que o aluno tenha freqüentado no mínimo 75% das aulas, não é impedimento para continuidade nos módulos seguintes, sendo obrigado a concluí-lo oportunamente. CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 12 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo - A conclusão do Módulo II é requisito para a realização do Módulo III. - A conclusão do Módulo III é requisito para a realização do Módulo IV. - Para conclusão do curso, há necessidade de aprovação em todos os módulos. Os alunos deverão ter pleno conhecimento dos critérios e procedimentos de avaliação das competências desenvolvidas durante o curso, e das normas regimentais sobre recuperação, freqüência e promoção. Avaliação do curso pelos alunos Para que o curso seja, efetivamente, adequado às necessidades do aprendizado, o que significa manter e alcançar qualidade educacional, será realizada avaliação de reação com os alunos, mediante utilização de questionário aplicado no final do curso, em todas as turmas que vierem a ser formadas no Estado. Esta avaliação incidirá sobre indicadores referentes ao processo educacional, bem como à imagem da instituição, ao atendimento e ao clima que cercaram os participantes. 7. INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS •= Sala de aula equipada com: - Mobiliário adequado TV e Vídeo Retroprojetor Flip Chart Filmadora Aparelho de som Data-show •= Equipamentos e material específicos - Talafix (02 de cada tamanho com o mínimo de 10 talas) Ambú com máscara Lençol Cobertor Travesseiro Pacotes de gazes Toalhas de rosto Esparadrapo Fita crepe Colares Cervicais: 01 de cada tamanho Bandagens triangulares (12 bandagens) Prancha longa com cintos Prancha curta com cintos Máscara de RCP com filtro e válvula unidirecional Boneca Ressuciene Algodão e álcool •= Equipamentos específicos sugeridos CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 13 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo - Ortho Rater Dinamômetros (lombar/ escapular/ manual) Espirômetro Audiômetro Decibelímetros Luxímetros outros utilizados na verificação dos Riscos Ambientais. •= Equipamentos de Proteção Individual - Protetor Auricular tipo plug/concha Botas, Luvas e Capacetes Óculos de proteção Máscaras de diversos tipos •= Bibliografia Básica ABREU, Lauro Barros. Acidente de mão, o que fazer na emergência. 2 ed. São Paulo: Editora SENAC, 2003. BENSOUSSAN, Eddy. Manual de higiene, segurança e medicina do trabalho. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. BISCARO, Walter. Maturidade e poder pessoal. São Paulo: Ed. Brasiliense,1994. BRASIL - MTb. Manual de legislação de segurança e medicina do trabalho. ed. São Paulo: Editora Atlas, 2003. BURGESS, Willian. Identificação de possíveis riscos à saúde do trabalhador nos diversos processos industriais. São Paulo: Editora Ergo, 1997. BUSETTI, Gemma Rocco et allii. Saúde e qualidade Editora Petrópolis,1998. de vida. São Paulo: CAPBELL, Drusilla e GRAHAM, Marilyn. Drogas e álcool no local de trabalho. Rio de janeiro: Editora Nórdica, 1991. CODO, W. e Maria Celeste ALMEIDA. LER – lesões por esforços repetitivos. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 1995. COUTO, Hudson Araújo. Ergonomia aplicada ao trabalho: manual técnico da máquina humana. Vol. 1 e 2. Belo Horizonte: Editora Ergo, 1995. DEJOURS, Christophe. A loucura no trabalho. 5 ed. São Paulo: Ed. Cortez, 1992. ________. Psicodinâmica do trabalho: contribuições da escola Dejouriana à análise da relação prazer, sofrimento e trabalho. São Paulo: Ed. Atlas, 1994. GALAFASSI, Maria Cristina. Medicina do trabalho – programa de controle médico de saúde ocupacional (NR-7). 2 ed. São Paulo: Editora Atlas, 1999. GLINA, Debora Miriam Raab e ROCHA, Lys Esther. Saúde Mental no Trabalho: desafios e soluções. São Paulo: Ed. VK e ed. CIPA ,2000. GONÇALVES, Ernesto Lima. O serviço médico da administração. São Paulo: Editora EDUSP, 1994. empresa: desafios de sua GRANDJEAN, Etienne. Manual de ergonomia adaptando o trabalho ao homem. Porto Alegre: Editora Artes Médicas, 1998. CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 14 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo GUÈRIN, F, LAVILLE, F. et allii. Compreender o trabalho para transformá-lo. Editora Edgard Blucher Ltda. HAMILL Joseph e KMUTZEN, Kathleen M. Bases biomecânicas do movimento humano. São Paulo: Editora Manole Ltda,1999. MENDES, René (org.). Patologia do Trabalho. 2 ed. atual. e ampl., vol.1 e 2, São Paulo: Editora Atheneu, 2003. MONTEIRO, Antônio Lopes. Acidente do trabalho e doença ocupacional: conceito, processos de conhecimento e de execução e suas questões polêmicas. São Paulo: Editora Saraiva, 1998. MORAIS, Ana Maria de. Ergonomia: conceitos e aplicações. 2 ed. Rio de Janeiro: Editora 2AB., 2000. OLIVEIRA, Sebastião Geraldo de. Proteção jurídica à saúde do trabalhador. 2 ed. atual. São Paulo: Editora LTr, 1998 RIO, Rodrigo Pires do. PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. 3 ed. Belo Horizonte: Editora Health, 1999. ________ e al. LER/DORT : Ciência e lei – novos horizontes da saúde e do trabalho. Belo Horizonte: Editora Health, 1998. ________ Ergonomia – fundamentos da prática ergonômica. 3 ed. São Paulo:LTr, 2001. _________Higiene do trabalho e programa de prevenção de riscos ambientais. 3 ed., São Paulo:Editora LTr, 2002. ROCHA, Julio César de Sá. Direito ambiental e meio ambiente do trabalho: dano, prevenção e proteção jurídica. São Paulo: Editora LTr, 1997. SALIBA, Tuffi Messias e cols. Higiene do trabalho e programa de prevenção de riscos ambientais. 3 ed. São Paulo:Editora LTr, 2002. SILVA, Rosalina Carvalho. Metodologias participativas para trabalhos de promoção de saúde e cidadania. São Paulo: Ed. Vetor, 2002. ZOCCHIO, Álvaro. Política de segurança e saúde no implantação, administração. São Paulo: Editora LTr., 2000. trabalho: elaboração, Referência Bibliográfica ANENT – Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho. Boletim Informativo, julho/agosto/setembro, 2003. BRASIL, Ministério da Educação. Educação Profissional: Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico – Área Profissional: Saúde. Brasília, 2000. BRASIL, Parecer CNE/CBE nº 16/99 e Resolução nº 04/99 – Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico, 1999 COREN-SP – Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo. A importância da prevenção de acidentes dentro das empresas. Revista Educação em Enfermagem, nº 46, julho/agosto, 2003. CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 15 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC SP Rua Doutor Vila Nova, 228 – Vila Buarque – CEP – 01222.903 – São Paulo SÃO PAULO – Indicação nº 08/2000 – Diretrizes para Diretrizes para Implementação da Educação Profissional de nível Técnico no sistema de ensino do Estado de São Paulo, 2000. 8. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO O pessoal docente deverá possuir, além de formação em nível superior, experiência profissional comprovada na área de Saúde Ocupacional ou no respectivo componente curricular. Serão admitidos docentes com a seguinte formação: - Enfermeiro do Trabalho; Médico do Trabalho; Engenheiro de Segurança do Trabalho; Psicólogo do Trabalho; Enfermeiro, Fisioterapeuta, Biólogo e Advogado com experiência na área do curso; Profissional de nível superior com especialização em Ergonomia. A coordenação e o acompanhamento do curso serão, obrigatoriamente, de responsabilidade de Enfermeiro do Trabalho, devidamente credenciado, ao qual caberá assinar os certificados expedidos aos alunos concluintes do curso. 9. CERTIFICADOS Àquele que concluir o conjunto de módulos que compõem a estrutura curricular deste plano de curso e apresentar o diploma do curso de Técnico de Enfermagem, será conferido o Certificado de Técnico de Enfermagem do Trabalho – Especialização Profissional de Nível Técnico - Área Profissional de Saúde. Àquele que concluir os Módulos I, II e III e possuir o certificado de Qualificação Profissional de Auxiliar de Enfermagem poderá ser expedido o Certificado de Auxiliar de Enfermagem do Trabalho – Especialização Profissional de Nível Técnico – Área Profissional de Saúde. CNPJ Nº 03.709.814/0001-98 - PC - Especialização Profissional de Técnico de Enfermagem do Trabalho Página 16