Período de maio a setembro de 2014
C.C.E.T. –UFRN
2 0 14
INDICE
CAPÍTULO I
Princípios Gerais
1
CAPÍTULO II
CAPÍTULO III
Da Organização
Título I – Da Comissão de Honra
Título II – Da Direção Geral
Título III – Da Comissão de Justiça Desportiva
Título IV – Da Comissão Técnica Desportiva
Das Inscrições
1e2
2
2
4e5
5e6
6
CAPÍTULO IV
Dos Participantes
6e7
CAPÍTULO V
Do Congresso Técnico
CAPÍTULO VI
Das Competições
7e8
CAPÍTULO VII
Dos Sistemas de Competições
8e9
CAPÍTULO VIII
Da Classificação e Desempate
9, 10 e
11
CAPÍTULO IX
Dos Árbitros
11
CAPÍTULO X
Dos Campeões
11
CAPÍTULO XI
Dos Prêmios
11
CAPÍTULO XII
Dos Protestos
12
CAPÍTULO XIII
Das Disposições Gerais
12, 13 e
14
Anexo I
Regulamento Especifico de Mini-futebol
15 e 16
Anexo II
Regulamento Especifico de Futsal
17 e 18
7
CAPÍTULO I
PRINCÍPIOS GERAIS
Art. 1 - Os XI Jogos do Centro de Ciências Exatas e da terra da
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, são promovidas, organizadas e
dirigidas conjuntamente pelo Centro de Ciências Exatas e da Terra – (CCET) e
com apoio dos Centros Acadêmicos dos cursos de graduação, dos cursos de
pós graduação e servidores terceirizados, técnicos Administrativos e professores.
Art. 2 - Os Jogos do Centro de Ciências Exatas e da Terra têm como
objetivos, despertar o interesse pela prática desportiva; no meio discente, docente
e servidores além dos funcionários terceirizados nesse Centro; possibilitando
novos caminhos para uma maior integração e conseqüente participação.
Art. 3 - Os Jogos do Centro de Ciências Exatas e da Terra são destinadas a todos
os alunos dos cursos de Ciências da Computação, Geologia, Física, Estatística,
Geofísica, Ciências Atuariais, Engenharia do Petróleo, Engenharia de Software,
Matemática e Química, Química do Petróleo, professores, funcionários, alunos de
cursos de pós graduação, servidores terceirizadas lotados no CCET, Universidade
Federal do Rio Grande do Norte,
Art. 4 - Para todos os fins, os participantes dos Jogos serão
considerados conhecedores das Leis Desportivas, bem como deste Regulamento,
adotadas as suas disposições e penalidades que delas/dele possam emanar.
Art. 5 – No Centro de Ciências Exatas e da Terra, serão praticadas as
seguintes modalidades:
Coletivas
Modalidade
Basquetebol
Futebol (mini campo)
Futebol de Salão
Futtênis
Futvolei
Handebol
Tênis de Mesa
Voleibol indoor
Xadrez
Masculino
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Feminino
X
Parágrafo 1º: a cada ano, e a critério da Organização dos do CCET
poderão ser retiradas ou incluídas modalidades nos .
CAPÍTULO I I
DA ORGANIZAÇÃO
Art. 6 - Constituirão poderes dos Jogos do CCET:
X
X
X
X
X
I. Comissão de Honra; (CH)
II. Direção Geral; (DG)
III. Comissão Especial de Justiça Desportiva; (CEJD)
IV.
Comissão Técnica Desportiva; (CTD)
TÍTULO I
DA COMISSÃO DE HONRA
Art. 7 - A Comissão de Honra será constituída por:
a) Magnífica Reitora;
b) Vice Reitora;
c) Diretor do Centro de Ciências Exatas e da Terra;
d) Vice Diretor do Centro de Ciências Exatas e da Terra.
Parágrafo 10 - Também poderão integrar a CH, autoridades Federais,
Estaduais e Municipais que venham contribuir, direta ou
indiretamente para o êxito dos .
Parágrafo 20 - Cabe à Magnífica Reitora ou a mais alta autoridade
presente, presidir a solenidade de abertura e
encerramento das Jogos.
TÍTULO I I
DA DIREÇÃO GERAL
Art. 8 - A Direção Geral dos Jogos do CCET será exercida pelo Diretor
do Centro de Ciências Exatas e da Terra ou alguém indicado por ele, com a
função de executar as ações técnicas e administrativas do evento.
Art. 9 - Compete a DG:
I - Planejar, organizar e executar com as demais Comissões,
os Jogos do CCET;
II - Indicar os Diretores e Coordenadores das Diversas
Comissões;
III - Dar subsídios e providenciar meios aos Diretores visando
a execução das Jogos;
IV - Supervisionar o cumprimento das etapas de preparação e
execução dos Jogos; e
V - Autorizar despesas.
TÍTULO I I I
DA COMISSÃO ESPECIAL DE JUSTIÇA DESPORTIVA
Art. 10 - A CEJD será constituída por:
a) Cinco (5) membros efetivos,
nomeados pala DG;
b) Cinco (5) membros suplentes;
inclusive
seu
presidente,
c) Um (1) Secretário e um (1) procurador, designados pelo seu
Presidente.
Parágrafo Único: a CEJD delibera com a presença da maioria dos
juízes, em condições de voz e voto.
Art. 11 - Compete a CEJD, processar e julgar:
I. Os seus próprios membros;
II. As pessoas físicas e/ou jurídicas, direta ou indiretamente
vinculadas os Jogos do CCET, compreendendo-se como tais:
Professores, Funcionários, e terceirizados, Atletas, Técnicos de
Modalidades e Árbitros;
III. Os litígios entre os disputantes de competições oficiais;
IV. Os Recursos impostos contra decisões dos diversos poderes
que constituem os Jogos do CCET, e
V. Os Recursos de suas próprias decisões quando não
unânimes.
Art. 12 - A CEJD será instalada em ambiente próprio e se reunirá
sempre que houver necessidade de apreciação, julgamento e ou oferecer parecer
sobre qualquer ato ou fato que contrariem os bons modos desportivos praticados
nos XI Jogos DO CCET. Tendo função legal a partir de sua posse, até cinco (5)
dias após o encerramento do evento para o qual foi nomeada.
Art. 13 - A CEJD se reunirá, em caráter ordinário e, extraordinário,
quando se fizer necessário, conforme convocação de seu presidente.
Art. 14 - A CEJD reger-se-á pelo Código Brasileiro de Justiça e
Disciplina Desportiva (CBJDD), o Regulamento Geral, as Regras Oficiais e os
Regulamentos específicos que constitui o instrumento legal dos Jogos do CCET.
TÍTULO IV
DA COMISSÃO TÉCNICA DESPORTIVA
Art. 15 - A CTD será composta pôr três (3) membros, um dos quais o
seu Presidente, sendo de sua competência:
I. Elaborar os sistemas dos campeonatos a serem
desenvolvidos nos Jogos, nas diversas modalidades;
II. Elaborar e executar junto a DG os Congressos Técnicos das
diversas modalidades;
III. Dirigir a execução dos diversos campeonatos;
IV. Estabelecer critérios para escolha das autoridades
responsáveis para execução das competições (árbitros,
auxiliares, etc.);
V. Classificar os concorrentes e indicar os vencedores dos
diversos campeonatos;
VI.Propor, quando necessário, a aplicação de penalidades aos
atletas, equipes ou dirigentes;
VII.Solicitar junto a DG as instalações necessárias para a
realização dos campeonatos;
VIII. Tomar conhecimento de ocorrências verificadas no local
das competições e solucioná-las, dando ciência a DG;
IX. Encaminhar à SG os relatórios diários das competições
para publicação no Boletim Oficial;
X. Elaborar Relatório Final dos Campeonatos.
CAPÍTULO III
DAS INSCRIÇÕES
Art. 16 - Para participar dos XI Jogos do CCET, será necessário:
a – os atletas da graduação se organizarem em equipes, uma por
modalidade oferecida..
b – para os atletas da pós-graduação devidamente legalizados, nas
diversas áreas do CCET deverão participar organizados em uma só equipe.
Professores funcionários e terceirizados, esses deverão se organizar em uma
única equipe por modalidade oferecida, todos no gozo de seus direitos e deveres.
c – confirmar a inscrição até o dia do congresso técnico.
CAPÍTULO IV
DOS PARTICIPANTES
Art. 17 - Poderão participar dos XI Jogos do CCET, os estudantes, de
graduação, alunos de pós-graduação, professores, funcionários da UFRN e
funcionários terceirizados prestadoras de serviço a UFRN que possuam lotação no
Centro de Ciências Exatas e da Terra. Inscritos em formulários próprios para esse
fim. Os professores, funcionários da UFRN e os terceirizados, formarão uma única
equipe em qualquer modalidade oferecida.
Parágrafo 1º – Serão considerados alunos de graduação: todos os
alunos que estiverem cursando legalmente com matrícula em disciplina no
semestre de realização dos do CCET,
Parágrafo 2º – Serão considerados alunos de pós-graduação: todos os
alunos que estiverem cursando legalmente com matrícula em disciplina, curso de
especialização, mestrado, doutorado, no âmbito do Centro de Ciências Exatas e
da Terra.
Parágrafo 3º – Alunos especiais terão acesso aos XI Jogos do CCET,
desde que devidamente legalizado junto ao DAE.
Parágrafo 5º – Para as disputas nos esportes coletivos será
rigorosamente observada a uniformização dos ternos para camisas. Será opcional
a padronização para calções e meias ou meiões.
Art. 17 - Para as inscrições dos atletas deverão ser observadas as
seguintes situações:
I. Categoria única (sem limites de idade);
II. Definição por sexo masculino e feminino.
Art. 18 - Cada equipe deverá credenciar um representante para servir
de elo entre a organização das Jogos e os demais atletas que represente.
Parágrafo Único – Cada equipe poderá levar até 16 atletas por jogo na
modalidade de Mini-futebol, 14 atletas na modalidade de
futsal, 16 atletas na modalidade de handebol e 10 atletas na
modalidade de basquetebol e todos terão direito a participar
do jogo, de acordo com as regras, internacionais.
CAPÍTULO V
DO CONGRESSO TÉCNICO
Art. 19 - O CT será realizado em ambiente localizado no CCET.
Art. 20 - O CT será dirigido pela CTD supervisionado pela DG.
Art. 21 - Durante a realização do CT e outras reuniões, só terá direito a
voz e voto, um representante por equipe, identificado antes do início da reunião.
Art. 22 - Na reunião do Congresso Técnico serão conhecidas as normas
que regerão as competições, em cada modalidade (Regulamento Específico), não
havendo, portanto, outra reunião para tratar do assunto.
Art. 23 - As tabelas das competições dos desportos coletivos serão
elaboradas pela CTD e publicadas com antecedência de no mínimo 48 horas de
cada rodada oficial, de modo que atenda, principalmente, às necessidades do
evento.
CAPÍTULO VI
DAS COMPETIÇÕES
Art. 24 - A DG dos XI Jogos do CCET promoverão a totalidade das
modalidades desportivas listadas no Art. 5 deste Regulamento, se o número de
cursos participantes for igual ou superior a dois.
Parágrafo Único - A listagem de modalidades desportivas constante no
Art. 5 deste Regulamento poderá sofrer alterações para
aumentar, sempre que se detectar interesse por
quaisquer outras, ou diminuída nas Jogos seguintes.
Art. 25 - As Jogos do CCET terão seus Regulamentos específicos para
cada modalidade desportiva. Serão aplicadas as Regras Internacionais adotadas e
aprovadas pelas Confederações Brasileiras Especializadas, salvo as convenções
adotadas nos respectivos congressos técnicos, em tudo que não colidir com seu
próprio Regulamento.
Art. 26 - As competições terão seu início no horário fixado pela CTD,
sendo considerada perdedora por ausência (W x O), na modalidade coletiva, a
equipe que não estiver apta a disputar, dentro do local de competição, até quinze
(15) minutos, no máximo, após o horário estabelecido na tabela. Quando para o
inicio do jogo o horário estabelecido na tabela já estiver excedido ao tempo de
tolerância à mesma deixará de existir. As equipes deverão está prontas para
iniciarem o jogo imediatamente ao fim do jogo anterior ao seu, sob pena de perder
por WxO.
Parágrafo Único – A equipe (curso) que tomar 01 (um) WxO, numa
modalidade coletiva, ficará automaticamente eliminada dos referidos Jogos.nesta
modalidade.
Art. 27 - Só será permitida a presença, dentro dos locais de
competições e durante a realização das mesmas, das equipes participantes, com
seus atletas e dirigentes oficiais.
Parágrafo 10 - Poderão permanecer no “banco de reservas”, um diretor
técnico, um auxiliar técnico, um massagista, e um
médico, devidamente credenciados, desde que não
ultrapasse o número permitido pelas regras oficiais de
cada modalidade desportiva.
Parágrafo 20 - É proibido a qualquer membro que se encontre no “banco
de reservas”, atleta ou dirigente, estar visivelmente
alcoolizado, ingerir bebida alcoólica ou fumar durante a
competição.
CAPÍTULO VII
DOS SISTEMAS DE COMPETIÇÕES
Art. 28 - Nos desportos coletivos, será adotado um sistema de rodízio
ou sistema misto, de acordo com o número de participantes, com o tempo
disponível para realização do evento e com as instalações físicas disponíveis para
serem utilizadas. Estes dois sistemas implicam na participação mínima de três
jogos por equipe em cada modalidade dos XI Jogos do CCET.
Parágrafo 10: Os modelos das tabelas dos XI Jogos nas modalidades
coletivas serão divulgados no CT.
Parágrafo 20: Os diversos campeonatos dos XI Jogos do CCET serão
realizados de acordo com as seguintes situações:
I. Para os desportos coletivos:
a) Com número de concorrentes (NC) de 01 a 02
 A competição se realizará em um jogo no qual haverá de
ter um vencedor.
b) Com NC de 03 a 05:
 Competição realizada pelo sistema de “Rodízio Simples”
com todas as equipes disputando entre si o melhor
desempenho técnico.
c) Com NC maior que 05
 Competição realizada em sistema misto.
CAPÍTULO VIII
DA CLASSIFICAÇÃO E DESEMPATE
Art. 29 - Nas competições de Basquetebol, Futsal, Futebol (minicampo), Handebol, Voleibol Indoor será proclamada vencedora a equipe que
obtiver o maior número de pontos ganhos, observando-se os critérios do sistema
de competição adotado para cada modalidade e seus regulamentos específicos.
Art. 30 - Nas fases da competição onde o sistema de disputa seja o
”Rodízio”, os jogos poderão terminar empatados, quando as Regras Internacionais
assim o permitir. Quando o sistema empregado em alguma fase diferir do
“Rodízio”, os jogos não poderão terminar empatados.
Parágrafo 10 - A contagem de pontos será a seguinte:
Modalidade
Vitória
Basquetebol
Futebol de Salão
Futebol (mini-campo)
futvolei
Ft’tênis
Voleibol,
02 pontos
03 Pontos
03 Pontos
03 pontos
03 pontos
03 pontos
Contagem de Pontos
Empate
Empate
Com gols
sem gols
02 Pontos
01 Ponto
02 Ponto
01 Ponto
-
-
Derrota
01 ponto
00 Ponto
00 Ponto
00 ponto
00 ponto
01 ponto
Parágrafo 20 - Nas modalidades de desportos coletivos, nas decisões,
(semifinais e finais 1º e 2º), os empates no tempo
regulamentar serão decididos da seguinte forma:
I. Futsal e Futebol (mini-campo): cobrança de tiros
livres diretos da marca do pênalti.
Parágrafo 3º – A cobrança se fará em uma série de três (3) tiros livres
diretos da marca do pênalti. Permanecendo o empate,
serão cobrados tantos tiros quantos forem necessários,
um pôr equipe, alternadamente, até surgir à equipe
vencedora. Serão designados três atletas, para esta
decisão, dentre os que estiverem participando do jogo ao
final do mesmo. Cada atleta deverá executar uma
cobrança, por série, não sendo permitida a repetição de
cobrança por um mesmo atleta.
Parágrafo 4º – Para o futebol (mini-campo) e futsal, entendam-se como
participando do jogo ao final do mesmo os atletas que
estiverem inscritos na súmula do jogo em disputa e em
condições de jogo no momento do encerramento do
mesmo.
Parágrafo 5º - Para as modalidades de handebol e basquetebol,
observar-se-á o disposto nas regras internacionais.
Art. 31 - Para desempate na Fase Classificatória, no sistema de
“Rodízio”, quando serão conhecidos os classificados de cada chave ou grupo,
serão adotados os seguintes critérios:
I. Confronto Direto; (Obs.: sempre que duas equipes
estiverem empatadas usaremos este critério);
II. Número de Vitórias
III. Saldo de “Gols” (para futebol e futsal) - “Pontos” (para
basquetebol) - “Sets e pontos” (para voleibol, fut’tênis e
futevôlei), entre as equipes empatadas (diferença entre o
positivo e o negativo);
IV. Maior número de Gols, Pontos, marcados entre as equipes
empatadas.
V. Saldo “Average” - “Gols” - entre as equipes empatadas
(Quociente (divisão) entre o positivo e o negativo - vence o
maior quociente = equipe menos vazada);
Obs.: sempre que um desempate entre duas equipes seja resolvido,
reinicia-se novamente desde o primeiro critério para se obter outros desempates.
Art. 32 – Para efeito de contagem de pontos em caso de WxO, será
conferido o seguinte resultado:
I. Basquetebol
= 20 x 00;
II. Futsal
= 03 x 00;
III. Handebol
= 03 x 00;
IV.Futebol
V. Voleibol
= 03 x 00;
= 02 x 00,
CAPÍTULO IX
DOS ÁRBITROS
Art. 33 - Os árbitros para as competições serão designados pela CTD,
através de seu Diretor, não serão acatados recursos para vetar as
escalações das arbitragens.
Art. 34 - A CTD, poderá solicitar o apoio das Federações
Especializadas locais para auxiliarem nas arbitragens das respectivas
modalidades.
Art. 35 - É obrigatório aos árbitros atuarem devidamente uniformizados,
de acordo com o estabelecido e designado pela CTD.
Parágrafo Único - é proibido aos árbitros e auxiliares fumarem no
recinto das competições.
CAPÍTULO X
DOS CAMPEÕES
Art. 36 - Serão proclamadas campeãs as equipes que obtiverem a
primeira classificação nas diversas modalidades bem como nas provas oferecidas
durante os Jogos do CCET.
CAPÍTULO XI
DOS PRÊMIOS
Art. 37 - Após a classificação final, serão concedidos os seguintes
prêmios aos participantes:
I. MEDALHAS
 De Ouro e Prata, aos atletas classificados em 1º e 2º
lugares nas modalidades disputadas;
II. TROFÉUS
 Serão premiados com um troféu:
 O atleta ouro de cada modalidade, o artilheiro de futebol e
de futsal, e o atleta campeão de cada modalidade individual.
Mais a Equipe campeã Geral.
 Parágrafo único – para efeito de classificação geral nas
Jogos do CCET, será atribuída a seguinte pontuação para
as equipes em qualquer modalidade.
1º lugar
2º lugar
3º lugar
4º lugar
5º lugar
6º lugar
7º lugar
8º lugar
34 pontos
23 pontos
13 pontos
8 pontos
4 pontos
3 pontos
2 pontos
1 ponto.
CAPÍTULO XII
DOS PROTESTOS
Art. 38 - O protesto é uma forma de manifestação diante de situações
irregulares decorrentes das disputas, expresso através de documento hábil,
encaminhado a CTD.
Parágrafo
10 -
Têm competência para interpor recursos, os
representantes das equipes, coordenadores de curso
e chefe de departamento.
Parágrafo 20 - O protesto só será aceito se atender as seguintes
formalidades:
a) O documento do protesto deverá ser apresentado
dentro de um prazo máximo de seis (06) horas, após o
término da competição causadora da situação;
b) Ao documento do protesto será adicionado o recibo
correspondente ao recolhimento da taxa de quinze por
cento (15 %) sobre o salário mínimo vigente, pago em
espécie, não sendo aceito qualquer outra forma de
pagamento;
c) O protesto deverá ser expresso de maneira clara e
objetiva, assinado pelo representante legal da equipe.
Parágrafo 30 - Considerando-se procedente o protesto e a equipe que o
formulou venha a ganhar a causa, a taxa prevista no
item “b” do parágrafo 20 deste artigo, ser-lhe-á
devolvida.
Parágrafo 40 - Os fatos que originarem causa de protestos, deverão ser
levados ao conhecimento dos árbitros e/ou dos Coordenadores de modalidades, a
fim de que os mesmos os registrem em súmulas ou documento competente.
Parágrafo 50 - A DG ou a CTD em qualquer tempo, encaminhará à
CEJD, toda e qualquer irregularidade constatada, independente de
protestos.
CAPÍTULO XIII
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 39 - A comunicação oficial da CCO com os participantes dos
Jogos do CCET será feita através do Correio Eletrônico (internet), podendo, em
casos especiais, utilizar-se de outros meios.
Art. 40 - As homologações dos resultados serão feitas pela CTD.
Art. 41 - O Boletim Oficial será publicado no site oficial do CCET e
encaminhado aos representantes das equipes via e-mail, cabendo aos mesmos a
responsabilidade de divulgá-los entre os seus pares.
Art. 42 - Os participantes serão identificados em todas e quaisquer
provas, através da carteira de Identidade civil, militar, habilitação, passaporte e
carteira estudantil 2014 e deverão para ter direito a participação nas diversas
modalidades, apresentá-la na hora da inscrição na súmula do jogo.
Parágrafo 10 - A apresentação do documento de identificação deverá
ser feita através do original, não sendo permitida a apresentação de cópias
xerográficas, mesmo que autenticadas.
Parágrafo 20 - A autorização para a participação em quaisquer
competições só será dada pelos mesários, após a apresentação do documento de
identificação dos atletas para inscrição em súmula.
Art. 43 - Os Promotores não se responsabilizarão por despesas além
das previstas neste Regulamento.
Art. 44 - Os Órgãos promotores dos Jogos do CCET não se
responsabilizarão por acidentes ocorridos com os participantes ou por estes
ocasionados a terceiros, antes, durante e depois de quaisquer competições.
Art. 45 – As equipes e seus Representantes Legais serão responsáveis
pela parte disciplinar de todos os seus integrantes, dentro e fora dos locais de
competições.
Parágrafo Único - Comprovado danos materiais, nos locais de
competições, e identificados os infratores, caberá aos órgãos citados neste artigo,
a devida indenização ou as providências cabíveis para que o mesmo seja
cumprido.
Art. 46 - Quando uma partida ou prova for interrompida ou deixar de ser
realizada por motivo de força maior, caberá a CTD, ouvidos os representantes das
equipes envolvidas, tomarem decisão dentro de um prazo máximo de seis (06)
horas, contadas a partir do momento que foi interrompida, ressalvadas os casos
previstos em regras oficiais.
Art. 47 - As competições somente poderão ser adiadas ou antecipadas,
nos casos de interesse do próprio evento, a juízo exclusivo da CTD, ouvido, se
necessário, a DG.
Art. 48 – O atleta ao ser expulso de jogo ficará automaticamente
impedido de participar da partida seguinte de sua equipe na respectiva
modalidade, ficando ainda, sujeito a julgamento pela CEJD.
Art. 49 – Nas modalidades de basquetebol, futebol, futsal e
handebol, será expressamente proibidos o uso de adereços como brincos de
qualquer natureza, pircing de qualquer natureza e em qualquer parte do
corpo, pulseiras e anéis de aço, ou material que ponha em risco a
integridade física do (a) portador (a) e ou dos seus adversários, assim como
cordões ou correntes, colares ou similares. Identificado o uso por qualquer
atleta qualquer oficial da arbitragem solicitará do mesmo que faça a
remoção, caso o mesmo se negue a fazê-lo o oficial da arbitragem impedirá a
continuidade do mesmo no jogo até que o mesmo se disfarça dos seus
adereços e adornos,
Art. 50 - Os casos omissos serão resolvidos pela DG.
Natal, RN / 2014
Direção Geral
C. C. E. T. / UFRN.
ANEXO I
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE MINI-FUTEBOL
1 – Cada equipe poderá inscrever no máximo 16 atletas, por jogo,
obedecendo-se os seguintes critérios. Serão utilizados em campo 09 (nove)
atletas sendo um deles obrigatoriamente o goleiro.
2 – É obrigatório o uso de uniforme padrão para camisas, com a numeração
pintada obrigatoriamente. O uso de calções é obrigatório, assim como meiões de
cano longo serão obrigatórios. Porem não será obrigatório ser uniforme.
3 – Para a inscrição na súmula de jogo é obrigatória a apresentação de um
documento de identificação com foto, conforme o RG.
4 – a inscrição do atleta se fará a qualquer momento do jogo e antes que o
mesmo tome parte do jogo e desde que sua equipe não tenha inscrito o número
máximo permitido em sumula.
5 – Todos os jogos terão duração de 60´ (sessenta minutos) divididos em
dois meios tempos de 30´ (trinta minutos), com 05´ (cinco) minutos de intervalo de
um meio tempo para outro.
6 – Todas as faltas serão cumulativas. Após a 10ª (décima), quando um
atleta em qualquer parte do campo cometer uma falta à cobrança se dará da
marca frontal a meta distante 15 metros da mesma, podendo ser executada por
qualquer atleta inscrito na súmula e em condições de jogo na hora da cobrança.
7 – A cobrança do lateral poderá ser executada tanto por arremesso como
por impulsão com uso dos pés.
8 – Os árbitros serão designados pela Comissão Técnica Desportiva e não
será permitido veto.
9 – Na fase semifinal e final os jogos não poderão terminar empatados, na
sua ocorrência far-se-á cobrança de 03 tiros livres diretos da marca do pênalti. A
primeira série de cobranças será executada por 03 atletas de cada equipe de
maneira alternada. Não sendo conhecido o vencedor far-se-á nova série desta vez
de um em um cobrador que ainda não tenha feito nenhuma cobrança e será
perdedor o primeiro que desperdiçar e o adversário converter.
10 – As substituições são volantes e se processarão normalmente e a
vontade em frente ao banco de reservas de cada equipe, sem precisar interromper
o andamento do jogo para tal, nem mesmo a substituição dos goleiros.
11 – Toda competição será regida pelas Regras Gerais, pelo Regulamento
Geral, por este regulamento.
12 – Todos os jogos terão seu início no horário marcado na tabela, com
direito a 15´(quinze minutos) de tolerância a contar da hora especificada na tabela,
no descumprimento desse artigo a equipe infratora será considerada perdedora
por WxO, sendo atribuída as suas adversárias o placar de 3x0.
13 – Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Técnica
Desportiva.
15 – Fica terminantemente proibidos o uso de adereços como pircings,
brincos, pingentes, pulseiras de metal ou material similar, anéis, colares ou algo
que venha colocar em risco a integridade física do atleta ou de seus adversários.
Caso o atleta se recuse a retirar os seus adereços quando da solicitação pelas
autoridades de arbitragens, o mesmo será impedido de jogar. Sem levar em
consideração os danos que por ventura venham sofrer a sua equipe,
16 – Na execução da cobrança de um tiro de canto (escanteio), só será
válido o gol olímpico quando a cobrança em tela for executada através de
impulsão com os pés. O gol não será válido se a execução de sua cobrança
realizar-se com arremesso pelas mãos.
17 – O jogador que for advertido por três cartões amarelos seja consecutivo
ou intercalado, será automaticamente suspenso da partida subseqüente de sua
equipe independente de qualquer situação.
18 – O jogador que for expulso estará automaticamente suspenso da
partida subseqüente de sua equipe independente de qualquer situação e ainda se
submeterá a apreciação da Justiça Desportiva.
19 – quando ocorrer de um atleta ser expulso e antes do próximo jogo de
sua equipe ele for a julgamento e for absolvido de pena pela justiça desportiva, e,
constar nos autos do processo absolvição da pena da Lei do Cão, o mesmo ficará
isento da suspensão obrigatória.
20 – A equipe campeã e a vice campeã dessa modalidade serão indicadas
para representarem o CCET nos Jogos da UFRN / 2014.
21 – os cartões, amarelo e vermelho são acumulativos e não haverá
suspensão da contagem de cartão de nenhuma espécie em nenhum momento da
competição, nem mesmo na passagem de uma fase para outra.
FORMA DE DISPUTA:
22 – As 07 equipes serão distribuídas em 02 grupos, sendo o grupo “A”
composto de 03 equipes e o grupo “B”, composto de 04 equipes.
23 – A fase de grupos será disputada dentro do próprio grupo e as 02
equipes que somarem o melhor desempenho técnico se classificarão para a fase
semi final, (cruzamento olímpico), onde a equipe 1ª colocada do grupo “A” jogará
com a equipe 2ª colocada do grupo “B”. A equipe 1ª colocada do grupo “B” jogará
contra a equipes 2ª colocada do grupo “A”.
24 – As equipes vencedoras no cruzamento olímpico farão o jogo final da
competição, e as 02 equipes perdedoras farão o jogo de disputa de 3º lugar.
25 – Caso não ocorra a disputa de 3º lugar, será classificada em 3º lugar a
equipe que perder para a equipe campeã na disputa da semi final.
26 – Durante todos os jogos o capitão de cada equipe escolherá os 02
melhores atletas da equipe adversária e cada árbitro escolherá 01 atleta de cada
equipe. Os votos são acumulativos do 1º ao último jogo e ao final o atleta que
somar o maior número de votos será declarado o atleta ouro da competição na
modalidade.
Natal / RN, 2014.
Coordenador Técnico
ANEXO II
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE FUTSAL
1 – Cada equipe poderá inscrever no máximo 14 atletas em súmula por
jogo, obedecendo-se os critérios descritos abaixo:
2 – Para a inscrição na súmula de jogo é obrigatória a apresentação de um
documento de identificação com foto.
3 – a inscrição do atleta se fará a qualquer momento do jogo e antes que o
mesmo tome parte do jogo e desde que sua equipe não tenha inscrito o número
máximo permitido em sumula.
4 – Todos os jogos terão duração de 40´ (quarenta minutos) divididos em
dois meios tempos de 20´ (vinte minutos), com intervalo de 5’ (cinco minutos)
entre um meio tempo e outro.
5 – Os árbitros serão designados pela Comissão Técnica Desportiva e não
será permitido veto.
6 – Na fase semifinal e final os jogos não poderão terminar empatados, na
sua ocorrência, far-se-á cobrança de tiros livres diretos da marca do pênalti. A
primeira série de cobranças será executada por 03 atletas de cada equipe de
maneira alternada. Não sendo conhecido o vencedor far-se-á nova série, desta
vez de um em um cobrador que ainda não tenha feito nenhuma cobrança e será
perdedor o primeiro que desperdiçar e o adversário converter.
7 – Toda competição será regida por este regulamento, o regulamento geral
e as regras internacionais para o Desporto Universitário, em tudo que não
contrarie este regulamento.
8 – Todos os jogos terão seu início no horário marcado na tabela, com
direito a 15´(quinze minutos) de tolerância a contar da hora especificada na tabela,
somente para o primeiro jogo. No descumprimento desse artigo a equipe infratora
será considerada perdedora por WxO, sendo atribuídas as suas adversárias o
placar de 3x0.
9 – Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Técnica Desportiva.
10 – A equipe campeã dessa modalidade e a vice campeã, será o
representante do CCET nos Jogos da UFRN / 2014.
11 – Fica terminantemente proibidos o uso de adereços como pircings,
brincos, pingentes, pulseiras de metal ou material similar, anéis, colares ou algo
que venha colocar em risco a integridade física do atleta ou de seus adversários.
Caso o atleta se recuse a retirar os seus adereços quando da solicitação pelas
autoridades de arbitragens, o mesmo será impedido de jogar. Sem levar em
consideração os danos que por ventura venham sofre a sua equipe.
12 – É obrigatório o uso de uniformes numerados somente para as
camisas. O uso de meiões de cano longo e calções são obrigatórios. Porem não
será obrigatório ser uniforme.
13 – os cartões, amarelo e vermelho são acumulativos e não haverá
suspensão da contagem de cartão de nenhuma espécie em nenhum momento da
competição, nem mesmo na passagem de uma fase para outra.
14 – fica permanentemente proibido o uso de calçados inadequados a
prática do futsal, ou seja, calçados com travas, pinos, solado que não seja de
borracha ou similar ou que apresente algum risco aos adversários, ao ser
constatado o uso de qualquer assessório inadequado, o atleta será advertido e
convidado a se recompor em conformidade com as exigências da modalidade.
15 – quando ocorrer de um atleta ser expulso, o mesmo cumprirá
obrigatoriamente a Lei do Cão, e ainda será submetido à justiça desportiva.
FORMA DE DISPUTA:
22 – As 08 equipes serão distribuídas em 02 grupos, sendo o grupo “A”
composto de 04 equipes e o grupo “B”, composto de 04 equipes.
23 – A fase de grupos será disputada com um grupo jogando contra o outro
sendo a classificação disputada dentro do próprio grupo, as 02 equipes que
somarem o melhor desempenho técnico se classificarão para a fase semi final,
(cruzamento olímpico), onde a equipe 1ª colocada do grupo “A” jogará com a
equipe 2ª colocada do grupo “A”. A equipe 1ª colocada do grupo “B” jogará contra
a equipes 2ª colocada do grupo “B”.
24 – As equipes vencedoras no cruzamento olímpico farão o jogo final da
competição, e as 02 equipes perdedoras farão o jogo de disputa de 3º lugar.
25 – Caso não ocorra a disputa de 3º lugar, será classificada em 3º lugar a
equipe que perder para a equipe campeã na disputa da semi final.
26 – Durante todos os jogos o capitão de cada equipe escolherá os 02
melhores atletas da equipe adversária e cada árbitro escolherá 01 atleta de cada
equipe. Os votos são acumulativos do 1º ao último jogo e ao final o atleta que
somar o maior número de votos será declarado o atleta ouro da competição na
modalidade.
Natal / RN, 2014.
Coordenador Técnico
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE FUT’TENIS.
1 – Todos os alunos e servidores estarão aptos a participar da
competição, desde que se inscrevam e respeitem as normas da
competição.
2 – As partidas serão disputadas no máximo em 07 games, e o
mínimo de 03 games.
3 – Se um atleta conseguir vencer os 03 primeiros games, encerra se
o jogo e esse atleta é declarado vencedor.
4 – Quando não se tratar do art. Anterior, será declarado vencedor o
atleta que conseguir colocar 02 games de diferença ao seu oponente
até o sexto game.
5 – Quando ocorrer de nenhum dos atletas conseguirem colocar 02
games de diferença do seu oponente, chegando ao empate de games
vencedores de 05 a 05 ou 06 a 06, será vencedor do jogo ou partida o
atleta que vencer o 7º game.
6 – Ao termino de cada game os atletas farão troca de quadra, não
sendo permitido acordo que contrarie esse art.
7 – Será permitido aos atletas o intervalo de 01 minuto ao final do
game, 1º do 3º e do 5º e, de 03 minutos ao termino do 2º do 4º e do 6º
game. Nos intervalos será permitido aos atletas saírem do espaço do
jogo, trocar de tênis, camisa, shortes etc. desde que não retarde o
andamento da competição.
8 – A pontuação mínima por game é de 05 pontos e a máxima é de 10
pontos.
9 – O atleta só será declarado vencedor do game se ao conquistar o
5º ponto se estiver a 02 pontos de vantagem do seu oponente. Em
caso de não ocorrer contagem diferente segue o jogo em disputa e se
até o 9º ponto nenhum dos atletas conseguirem vantagem de 02
pontos sobre o seu oponente; será vencedor do game o atleta que
primeiro fizer o 10º ponto.
10 – Na ocorrência de uma partida ser interrompida por motivo de
incapacidade de um dos atletas, o árbitro dará o tempo de até 05
minutos, após esse tempo encerra a partida e declara vencedor o
oponente do que causou a interrupção independente do placar no
momento da interrupção
11 – Será permitido o uso de tênis de qualquer espécie, exceto com
travas ou cravos.
12 – Será permitido e a critério do atleta jogar descalço ou apenas
calçado com a meia.
13 – Não será permitido ao atleta jogar sem camisa de manga.
14 – Para o inicio e na ocorrência do 07 game, será feito pelo árbitro
um sorteio entre os atletas para a definição de lados.
15 – O atleta que estiver de posse da bola a colocará em jogo sempre
com o uso dos pés, chutando de fora da área de jogo, fazendo a
ultrapassar a rede para dentro do retângulo em diagonal ao retângulo
de onde foi chutada.
16 – Uma vez colocada em jogo, ou jogada, será permitido um toque
no solo na quadra do oponente.
17 – Para ser colocada em jogo (saque), a bola deverá está totalmente
parada fora da quadra de jogo e atrás da linha de fundo da quadra do
sacador.
18 – O saque somente será permitido com o uso dos pés.
19 – Será permitido um quique no solo do lado da quadra adversária.
20 – Não será permitido em nenhuma hipótese a bola ser tocado pelas
mãos quando a mesma estiver em jogo.
21 – Contabilizará ponto ao adversário toda vez que o atleta deixar a
bola:
21a – Quicar mais de uma vez em sua quadra de defesa;
21b – Tocar a bola e ela não ultrapassar a rede para a quadra
adversária;
21c – Interceptar bola jogada pelo adversário que ia para fora, antes
que a mesma, toque no solo, independente da circunstância.
21d – Quando ao ser sacada a bola não conseguir ultrapassar por
cima da rede para a quadra do adversário, caindo na própria quadra
do sacador.
21e – Quando o atleta cometer dois toques na bola ou a mesma tocar
ao solo mais de uma vez, em qualquer circunstância.
21f – Quando a bola for sacada ou tocada, toque ao solo fora dos
limites da quadra adversária, sem que o adversário a tenha tocado a
mesma antes do primeiro quique no solo.
22 – Será permitida a devolução da bola para a quadra adversária
com o uso de qualquer parte do corpo e em qualquer circunstância,
exceto os membros superiores, antebraço, braço e mão.
23 – Será permitida a devolução da bola para a quadra adversária
sem que a mesma toque no solo.
24 – Para a disputa na modalidade observar se á a quantidade de
atletas inscritos, obedecendo se os seguintes critérios:
24a – Numero de atletas de 02 a 07, a disputa se dará em grupo
único, com todos os atletas jogando entre se o os dois com o melhor
desempenho técnico ao final do rodízio fará uma final.
24b – Com número superior a 07 atletas, os atletas serão distribuídos
em grupos de 03, 04 ou 05 atletas conforme seja mais conveniente
para a competição e a classificação se dará dentro do próprio grupo.
24c – Na ocorrência da formação de grupos, se classificarão os dois
melhores índices técnicos para a disputa da fase seguinte.
24d – A forma de disputa da competição será definida na reunião
técnica logo após o termino das inscrições.
25 – Haverá classificação do 1º ao 8º lugar.
26 – Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Técnica.
Natal / RN, 2014.
Coordenador Técnico
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C.C.E.T. –UFRN