FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DO BAIXO SÃO FRANCISCO DR. RAIMUNDO MARINHO FACULDADE RAIMUNDO MARINHO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 2012 1 SUMÁRIO 1 - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO ............................... ................ 3 2 - CONTEXTO DO CURSO.................................................... . 4 2.1 - A FACULDADE RAIMUNDO MARINHO ............................... ... 4 2.2 - O CURSO NO CONTEXTO DA FACULDADE E SUA POLÍTICA INSTITUCIONAL..................... ................................................. ...... 12 2.2.1 - POLÍTICA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA ................................ 13 2.2.2 - POLÍTICA DE EXTENSÃO............................................ ...... 14 OBJETIVO DO CURSO.................................................... 15 3.1 - O PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO............................ 17 4 - ESTRUTURA CURRICULAR............................................... 18 5 - CONTEÚDOS CURRICULARES........................................... 19 6 - MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO...... 22 7 - EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS............... . 24 FUNDAMENTOS METODOLÓGICOS DO CURSO .................. 56 8 - ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO................... ... 57 9 - ATIVIDADES COMPLEMENTARES ..................................... 60 10 - TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO............................. 63 11 - O NUCLEO DE PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS -“CIN”............. 64 12 - AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO E AVALIAÇÃO 3 7.1 - INSTITUCIONAL................................................................... .......... 70 12.1 - AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO...... .................. 70 12.2 - AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL......................................... ..... 71 12.3 - PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E INSTRUMENTOS AVALIATIVOS..................................................................... ........... 72 2 12.4 - FORMAS DE PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE ACADÊMICA . 76 12.5 - FORMAS DE UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DA AVALIAÇÃO 77 13 - APOIO AO DISCENTE.................................................... .... 77 14 - TICS NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM.................... 79 15 - NUCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE......................... 81 15.1 - REGIME DE TRABALHO NDE.......................................... .... 82 16 - ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO............ .............. 83 16.1 - EXPERIENCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR E DE GESTÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR........................................... .......... 85 16.2 - REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DO CURSO.... ... 85 16.3 - TITULAÇÃO DO COORPO DOCENTE DO CURSO................... 86 16.4 - REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE................... ... 87 16.4 - EXPERIENCIA PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE........... 87 17 - FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DO CURSO.................... . 95 18 - PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTISTICA E TECNOLOGICA............... 96 19 - INFRAESTRUTURA............................................................. . 100 19.1 - INFRAESTRUTURA ACADÊMICA........................................... . 106 19.2 - RELAÇÃO EQUIPAMENTO, ALUNO, CURSO ...................................................... 1 0 7 19.3 - BIBLIOTECA....................................................................... . 107 19.3.1 - ACERVO GERAL............................................. ...................... 107 19.3.2 - FORMAS DE ATUALIZAÇÃO E EXPANSÃODO ACERVO............. 108 19.3.3 - HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO........................................... . 108 19.3.4 - SERVIÇOS OFERECIDOS................................................ ...... 109 20 - O CONCLUINTE DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE RAIMUNDO MARINHO...................................... ................................. 119 3 1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1.1 Nome do Curso: Administração 1.2 Modalidade: Bacharelado 1.3 Titulação: Bacharel em Administração 1.4 Local de Funcionamento: Av. Durval de Góes Monteiro, 8501 - Maceió/AL, CEP – 57061-000 1.5 Oferta do curso: 1.5.1 Ingresso Anual: 200 vagas 1.5.2 Carga Horária: 3000 h 1.5.3 Turno de Funcionamento: Noturno. 1.5.4 Duração: 08 períodos semestrais 4 2. O CONTEXTO DO CURSO 2.1 A FACULDADE RAIMUNDO MARINHO A Faculdade Raimundo Marinho localiza-se no município de Maceió, capital do estado de Alagoas, um dos nove estados que compõem a Região Nordeste. De acordo com dados do Censo 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, o estado de Alagoas possui 258.244 pessoas que nunca frequentaram creche ou escola durante toda a vida e um total de 157.351 pessoas de 10 anos ou mais de idade com rendimento nominal mensal de 1/4 a 1/2 salário mínimo. Figura 1- Localização geografica do Estado de Alagoas Localizado na Região Nordeste do Brasil, Alagoas ocupa área de 27.778,506Km2 do território nacional, limitando-se ao norte e noroeste com o Estado de Pernambuco, ao sul com o Estado de Sergipe, a sudoeste com o Estado da Bahia e a leste com o Oceano Atlântico. Divide-se em três regiões naturais: (1) o Litoral arenoso com suas praias cobertas de coqueirais e numerosas lagoas costeiras; (2) a Zona da Mata, estreita faixa paralela à anterior, coberta pela Mata Atlântica no passado e hoje transformada em zona agrícola; e o 5 Agreste, região caracterizada por altitudes maiores, que chegam a alcançar 600 metros no planalto da Borborema em sua porção norte. As principais atividades econômicas desenvolvidas no Estado relacionam-se à indústria, à agricultura, à pecuária, à extração de petróleo e ao turismo. Entre os principais produtos agrícolas cultivados encontram-se o abacaxi, o côco, a cana-de-açúcar, o feijão, o fumo, a mandioca, o arroz e o milho. Na pecuária, destacam-se as criações de equinos, bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e suínos. Alagoas possui, ainda, reservas minerais de sal-gema, gás natural, além do petróleo já mencionado. A atividade industrial tem como subsetores predominantes o químico, a produção de açúcar e álcool, de cimento e o processamento de alimentos. Alagoas é o maior produtor de Gás Natural do Brasil. Constituem o Estado de Alagoas 102 municípios e sua população, de acordo com o IBGE no censo de 2010 era estimada em 3.120.494 habitantes, sendo deste total 932.748 residentes na capital, cuja área territorial é de 503,072 km 2. Observa-se, ainda, que Maceió possuía 42.085 pessoas matriculadas no ensino superior. Maceió limita-se: ao norte com os municípios de Paripueira, Barra de Santo Antônio, São Luís do Quitunde, Flexeiras e Messias; ao sul, com o município de Marechal Deodoro e Oceano Atlântico; a leste, com o Oceano Atlântico; e a oeste faz fronteira com Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte e Coqueiro Seco. Em 2010, o PIB per capita na capital girava em torno de R$ 12.989,48. Localização de Maceió e suas áreas administrativas. Figura 2 - Localização da faculdade Raimundo Marinho de Maceió. 6 A cidade de Maceió, sede da Faculdade Raimundo Marinho de Maceió, possui um contingente elevado de escolas de educação básica, tanto da rede pública quanto da rede particular de ensino, o que justificou a necessidade de implantação desta Instituição de Ensino Superior - IES. O bairro do Tabuleiro do Martins, situado na Região Oeste da Cidade de Maceió, Alagoas, é onde se localiza a Faculdade Raimundo Marinho de Maceió, espaço onde existem vários conjuntos habitacionais, sendo também via de acesso de cidades circunvizinhas e por isso local escolhido para realização de seu ensino superior, por boa parte de nossos alunos. Este bairro possui uma área total de 8,5 Km²,com uma população de 55.818 habitantes.Tem como limites os bairros de Santos Dumont, Clima Bom, Santa Amélia, Cidade Universitária, Jardim Petrópolis, Antares, Santa Lúcia; possuindo também vários conjuntos habitacionais como: Morada do Bosque, Morada dos Palmares e, João Sampaio; Conjuntos Residenciais: Morada Nova, Bosque das Palmeiras, Bernardo Oiticica Germano Santos e Tabuleiro do Martins 4; e os Condomínios: Rancho Bom e Village do Farol. É também o bairro que possui mais estabelecimentos comerciais formais. São 705 estabelecimentos de grande porte possuindo ainda: agências bancárias, uma movimentada feira livre, supermercados, mercadinhos, dezenas de outros estabelecimentos comercias de pequeno e médio porte, além de escolas, postos de saúde e outros serviços básicos. No que podemos observar, se constitui num dos mais populosos e importantes bairros de Maceió. Em janeiro de 2010, instalou-se no bairro a Defensoria Pública da União em Alagoas, instituição essencial que presta assistência jurídica integral e gratuita aos necessitados perante os órgãos do governo federal, a Justiça Federal e a Justiça Eleitoral. Devido a sua localização e infraestrutura a Faculdade Raimundo Marinho tem sido também utilizada para realização da Justiça Itinerante, de Concursos Públicos e outras atividades sócio – culturais . De acordo com dados obtidos na Secretaria Acadêmica da Faculdade Raimundo Marinho de Maceió, no período de 2012.2, foram matriculados 1367 alunos, total esse que abrange 1.080 alunos (75% ) residentes em Maceió, e 287 (25 %) em 34 municípios, como pode ser visto no quadro abaixo e no gráficos 01. 7 Tabela 1 - Distribuição dos Alunos da FRM/Maceió entre os Municípios Alagoanos (2012.2) DISTRIBUIÇÃO DOS ALUNOS DA FRM/MACEIÓ ENTRE OS MUNICÍPIOS ALAGOANOS (2012.2) MUNICÍPIO Atalaia Barra De São Miguel Branquinha Campo Alegre Capela Chã Do Pilar Chã Preta Colônia Leopoldina Coqueiro Seco Coruripe Fleixeiras Ibateguara Jequiá Da Praia Joaquim Gomes Maceió Maragogi Marechal Deodoro Matriz Do Camaragibe Messias Murici Novo Lino Palmeira Dos Índios Paripueira Pilar Porto Calvo Rio Largo Santa Luzia Do Norte São José Da Lage São Luis Do Quitunde São Miguel Dos Campos Satuba Tanque D’arca Teotonio Vilela União Dos Palmares Viçosa QUANTIDADE DE ALUNOS 19 1 2 2 6 1 2 13 2 6 9 3 1 6 1.080 1 1 1 3 15 3 1 1 24 12 81 2 11 1 7 22 2 1 27 5 ALUNOS DA CAPITAL 1081 ALUNOS DO INTERIOR 286 TOTAL DE ALUNOS 1367 8 Distribuição da origem dos Alunos pelos Municípios do Interior de Alagoas 5% 4% 3% Atalaia 4% 36% Colônia Leopoldina 7% Fleixeiras Murici 3% Pilar Porto Calvo Rio Largo 22% São José da Lage Satuba 7% 6% 3% União dos Palmares Outros Gráfico 1 – Representação gráfica da Distribuição da origem dos Alunos pelos Municípios de Alagoas. Como pode ser observado no gráfico acima dentre os Municípios do Interior do Estado de Alagoas, de origem dos alunos da Faculdade Raimundo Marinho observamos que: 22% são oriundos de Rio Largo , 7% de Pilar, 7% de União dos Palmares ,6% de Satuba , 5% de Atalaia , 4% de Murici e 3% São Jose da Lage, municípios esse circunvizinhos da Cidade de Maceió, e em especial do bairro do Tabuleiro do Martins , onde esta localizada a Faculdade Raimundo Marinho de Maceió, demonstrando portanto a importância dessa IES para o estado de Alagoas. 9 Tabela 2 – Distribuição dos Alunos da FRM/Maceió entre os bairros de Maceió (2012.2) DISTRIBUIÇÃO DOS ALUNOS DA FRM/MACEIÓ ENTRE OS BAIRROS DE MACEIÓ (2012.2) MUNICÍPIO Antares Benedito Bentes Barro Duro Bebedouro Bom Parto Cambona Cambuci Canaã Centro Chã de Jaqueira Chã De Bebedouro Cidade Universitária Clima Bom Colina Cruz Das Almas Eustáquio Gomes Farol Feitosa Fernão Velho Forene Garça Torta Graciliano Ramos Gruta De Lourdes Guaxuma Ilha de Santa Rita Inocoop Jacarecica Jacintinho Jaraguá Jardim Petrópolis Jatiúca Levada Mangabeiras Morada Do Bosque Novo Mundo Ouro Preto Pajuçara Pinheiro Poço Ponta da Terra Ponta Grossa Ponta Verde QUANTIDADE DE ALUNOS 17 49 11 10 3 2 1 4 6 14 6 54 67 1 4 1 36 14 12 4 1 5 15 1 1 1 4 17 5 50 13 3 5 1 3 10 5 19 11 2 13 7 10 Pontal da Barra Prado Riacho Doce Rio Novo Salvador Lyra Santa Amélia Santa Lúcia Santos Dumont São Jorge Serraria Santa Amélia Tabuleiro do Martins Trapiche da Barra Vergel Village Campestre ALUNOS DE BAIRROS ADJACENTES ALUNOS DO TABULEIRO DO MARTINS ALUNOS DE OUTROS BAIRROS 1 9 2 4 3 39 54 28 4 36 3 360 2 21 7 532 360 189 TOTAL DE ALUNOS 1081 Distribuição dos alunos pelos Bairros de Maceió Tabuleiro do Martins 33% 38% Bairros adjacentes Outros bairros 29% Gráfico 2 – Representação gráfica da Distribuição dos alunos pelos Bairros de Maceió Como pode ser observado na Tabela 2, acima, dos 1.080 alunos matriculados em Maceió, 360 (33%) são residentes no Bairro Tabuleiro do Martins, sede da FRM, e 310 (29 11 %) nos bairros adjacentes já mencionados, ou seja, 670 (62 %) dos discentes não necessitam de grandes deslocamentos para cursarem seu ensino superior (gráfico 2). Isso demonstra cristalinamente a importância da localização da Faculdade Raimundo Marinho de Maceió. Diante dos dados mencionados reconhece-se que a Faculdade Raimundo Marinho vem atender à demanda proveniente da cidade de Maceió e principalmente dos municípios Rio Largo, de Pilar, União dos Palmares, Satuba, Atalaia, Murici e São Jose da Lage, por conta da sua localização no Bairro do Tabuleiro do Martins, na Avenida Durval de Góes Monteiro, n. 8.501, em Maceió/AL. Tais informações estão refletidas no Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), que são instrumentos que fundamentam uma produção de conhecimentos necessários ao crescimento e desenvolvimento científico, intelectual, social e cultural de Maceió, dos Município adjacente de Alagoas, da Região Nordeste e do País. Observadas as Diretrizes Curriculares Nacionais, a Instituição tem como compromisso habilitar os currículos de seus cursos visando construir atitudes de sensibilidade e compromisso social em seus discentes, ao mesmo tempo em que lhes provê sólida formação científica e profissional geral que os capacita a absorver e desenvolver tecnologias. Os projetos pedagógicos dos seus diversos cursos observam tanto o aspecto do progresso social quanto da competência científica e tecnológica, permitindo aos profissionais a atuação crítica e criativa na identificação e solução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanista, em atendimento às demandas da sociedade. Por outro lado, a organização didático-pedagógica para cada curso abrange o regime de oferta, os componentes curriculares, o estágio supervisionado, as atividades complementares, o Trabalho de Conclusão de Curso, o sistema de avaliação, o perfil do formando, as competências e habilidades, os conteúdos curriculares e a duração do curso, sem prejuízo de outros aspectos que tornem consistente cada projeto pedagógico que, por sua vez, abrangerá, sem prejuízo de outros, os seguintes elementos estruturais: Objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções institucionais, política, geográfica e social: - Cargas horárias das atividades didáticas e da integralização do curso; 12 - Formas de realização da interdisciplinaridade; - Modos de integração entre teoria e prática; - Formas de avaliação do ensino e da aprendizagem; - Modos da integralização entre graduação e pós-graduação, quando houver; - Políticas de extensão e iniciação científica. Deste modo a Instituição adota formas específicas e alternativas de avaliação, internas e externas, sistemáticas, envolvendo todos quantos façam parte do processo de graduação de seus discentes, centradas em aspectos considerados fundamentais para a identificação do perfil do formando de cada curso oferecido. 2.2 O CURSO NO CONTEXTO DA FACULDADE E SUA POLÍTICA INSTITUCIONAL. O curso de Administração é concebido a partir de diretrizes que visam à compreensão de uma realidade sócio-econômica e ambiental e atende à capacitação de gestores de organizações públicas e privadas, voltados não só à satisfação dos clientes, mas ao entendimento e à inserção de sua atividade na dinâmica regional. Sua busca constante é por alternativas de desenvolvimento a serem apresentadas à sociedade. Em outras palavras, o curso opta por formar profissionais capazes de se colocar não só no contexto regional, mas também no âmbito estadual e nacional. Assim, o curso de Administração atende a uma exigência ditada pelo próprio mercado como um estímulo à formação de profissionais preparados para o atendimento do mercado globalizado. A política de desestatização empreendida pelo Governo Federal vem restringindo a atuação direta do Estado sobre a Economia, transferindo em ritmo acelerado para o setor privado as atividades produtivas e comerciais. Configura-se, portanto, um cenário competitivo que exige profissionais empreendedores, criativos e altamente capacitados em Administração um profissional com um perfil assim encontra colocação em empresas de grande porte, em pequenas e médias empresas nas áreas industriais dos mais diversos ramos de atividades, empresas de serviços e entidades governamentais, além de poder atuar no mercado como empreendedor independente, isto é, que cria e organiza o próprio empreendimento. 13 2.2.1 POLÍTICAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA O curso de Administração da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO apóia a iniciação científica e incentiva as práticas investigativas, como função associada ao ensino e à extensão, com o fim de fortalecer o processo de aprendizagem e de ampliar e renovar o acervo de conhecimentos ministrados em seus cursos. As práticas investigativas e a iniciação científica são desenvolvidas no âmbito de cada curso ou programa, ao qual estejam vinculados os professores, ficando sob a responsabilidade do Coordenador do Curso e sob a supervisão do Diretor Acadêmico, de acordo com as seguintes diretrizes gerais: estimular e apoiar grupos de iniciação científica, formados por professores e alunos; priorizar projetos com qualidade acadêmica e mérito científico; estimular os diversos cursos e estabelecer núcleos temáticos multidisciplinares como mecanismos para centrarem suas ações em temas estratégicos; estimular a produção científica decorrente das atividades dos grupos de iniciação científica; fortalecer a parceria interna e institucional com organizações dos setores público e privado. As linhas de iniciação científica devem levar em conta os seguintes pontos: a estratégia e o planejamento global da Faculdade, considerando o ambiente competitivo do ensino superior de Alagoas; a ênfase curricular de cada curso, a partir do seu planejamento estratégico, dada a alguns conteúdos ou metodologias; e a disponibilidade de recursos humanos, dentro do curso, para implementar os projetos aprovados pela Direção Geral da Faculdade. O conteúdo das linhas de iniciação científica pode ser definido, segundo a conveniência do curso, a partir de três critérios: um conteúdo mais amplo, de forma a englobar em uma mesma linha um ou mais grupos; a partir de uma metodologia em particular, que pode ser aplicada por um ou mais grupos; 14 a partir de um conteúdo mais específico, de forma que um grupo pode atuar em uma ou mais linhas. 2.2.2 POLÍTICAS DE EXTENSÃO Quanto à Extensão, propõe a Faculdade Raimundo Marinho, através do Curso de Administração, ser uma instituição comprometida com a comunidade regional, com o desenvolvimento da consciência da expressão cultural local e regional e com a reelaboração de seus projetos e programas, em nível científico, visando minimizar os problemas sociais. É nesse sentido que a instituição de ensino superior deve ir até a comunidade e esta vir para a instituição, a fim de usufruir da oferta de serviços e instalações, e manter o processo da educação contínua. Nesse sentido a FACULDADE RAIMUNDO MARINHO através do Curso de Administração e suas ações, propõe-se a: Manter instância própria para a extensão, que seja a executora de uma política extensionista; sendo certo que sua existência, contudo, não exime os Colegiados de curso de se preocuparem com a dimensão social do ensino e da iniciação científica; Por meio da extensão, estimular a consciência social da comunidade acadêmica (docente, discente e do corpo técnico-administrativo), a partir da efetiva interação com a consciência das comunidades na região, criando em espaço próprio para a resolução harmoniosa dos conflitos; Promover o trabalho interdisciplinar, que é o fundamento da universalidade, próprio de instituição de ensino superior. Nesse sentido é que a extensão deve atuar junto aos Colegiados de Cursos com as devidas informações das atividades docentes de ensino e iniciação científica para que todo profissional se atualize no seu trabalho. É nesse nível maior que surgirão novas possibilidades em termos de progresso nas ciências e, sobretudo, de aplicações tecnológicas; Mesmo sendo costumeiramente uma atividade externa, a extensão deve constituir-se em “feedback” para a melhoria do ensino e da iniciação científica; por isso mesmo os colegiados devem, no exercício de suas atribuições, avaliar periodicamente estágios, convênios, pesquisas de campo, a fim de incorporar as experiências da extensão à rotina do ensaio e da iniciação científica. 15 3 OBJETIVO DO CURSO O curso de Administração visa formar profissionais (título de Bacharel em Administração) com capacidade de atuar em atividades próprias ao campo profissional do Administrador como profissão liberal ou não, promovendo o desenvolvimento das organizações e sociedade, compreendendo também o macro ambiente e as relações nele existentes. Para tanto, é necessário proporcionar oportunidade para desenvolver a capacidade de raciocínio abstrato que reflita a heterogeneidade das demandas sociais, que pense e repense o contexto geral dos negócios, renove continuamente suas competências em um processo de aprendizado contínuo e que seja comprometido com a sociedade e com o ambiente das futuras gerações, valorizando princípios éticos e de cidadania. Para a consolidação desse perfil, o curso pretende formar profissionais qualificados para criar, manter e melhorar os processos de gestão em organizações públicas e privadas (com ou sem fins lucrativos) nas diversas áreas da Administração, de forma competente, competitiva e empreendedora. A partir de seu projeto Pedagógico, direciona-se para desenvolvimento de ações que o definirão como o Curso de Administração que: - formará um profissional com amplas possibilidades de atuação profissional no mercado; - estimulará a realização de visitas técnicas a empresas, participação em feiras de negócios, encontros e seminários de Administração em todo o Brasil, com acompanhamento dos professores do Curso; - abordará questões atuais como empreendedorismo, criatividade e inovação, gestão empresarial, tópicos emergentes e modernas tendências da administração nacional e internacional; - desenvolverá atividades empresariais junto as empresas da região por intermédio do Núcleo de Práticas Administrativas, o “CIN”; - oportunizará ao acadêmico formado em Administração ter como opções de trabalho ser profissional liberal autônomo; constituir e dirigir sua própria empresa; atuar como consultor empresarial; prestar assessoria em diversas organizações e prestar concursos para cargos do Serviço Público. - Orientará e capacitará o futuro administrador nas políticas ambientais de acordo com a Lei Nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002. 16 A realização das finalidades propostas para o curso dar-se-á através do processo ensino-aprendizagem obedecendo as diretrizes para o curso de Bacharelado em Administração, seguido os seus 4 eixos básicos de formação acadêmica. 01 – Conteúdos de Formação Básica - Relacionados com estudos antropológicos, sociológicos, filosóficos, psicológicos, ético-profissionais, políticos, comportamentais, econômicos e contábeis, bem como os relacionados com as tecnologias da comunicação e da informação e das ciências jurídicas; 02 – Conteúdos de Formação Profissional - Relacionados com as áreas específicas, envolvendo teorias de administração e das organizações e administração de recursos humanos, mercado e marketing, materiais, produção, logística, financeira e orçamentária, sistemas de informações gerenciais, planejamento estratégico e serviços;03 – Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias - Abrange pesquisa operacional, teoria dos jogos, modelos matemáticos e estatísticos e aplicação de tecnologias que contribuam para a definição e utilização de estratégias e procedimentos inerentes à administração; 04 - Conteúdos de Formação Complementar - Compreende estudos opcionais de caráter transversal e interdisciplinar para o enriquecimento do perfil do formando. Exemplos dessa preocupação são as questões éticas, responsabilidade social, ecologia e meio ambiente, globalização da economia e suas implicações, entre outras. Objetivo geral Formar e capacitar profissionais na área de Administração de Empresas com conhecimento teórico-prático, dotados de espírito empreendedor, para atuarem no mercado de maneira criativa e inovadora no ambiente empresarial e para intervirem de modo responsável e ético na realidade social. Objetivos Específicos - Fornecer uma sólida formação humanística e teórico-instrumental no campo da administração; - Dotar o profissional de conhecimentos que permitam a compreensão da formação organizacional e social do Brasil e sua inserção no contexto internacional; 17 - Promover atividades de ensino integradas à pesquisa e à extensão, no sentido de estimular a criação e a reflexão, assim como se retroalimentar, através do contato permanente com a sociedade; - Desenvolver atividades de cooperação com diferentes setores da sociedade, para ampliar as possibilidades de formação acadêmica e profissional; - Desencadear processos participativos, para o desenvolvimento do espírito empreendedor, bem como valores profissionais e éticos para o exercício responsável da atividade administrativa; - Estimular o constante aprimoramento intelectual e profissional. 3.1 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O bacharel em Administração formado pela FACULDADE RAIMUNDO MARINHO deverá ser um profissional capaz de compreender as questões científicas, técnicas, sociais, étnico raciais, ambientais e econômicas da produção e de seu gerenciamento no seu conjunto, observados os níveis graduais do processo de tomada de decisão, bem como de desenvolver o alto gerenciamento e a assimilação de novas informações, apresentando flexibilidade intelectual e adaptabilidade contextualizada no trato de situações diversas presentes ou emergentes nos vários segmentos do campo de atuação do administrador. O Profissional formado pelo Curso de Administração da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO deverá demonstrar: Quanto aos conhecimentos: - Conhecer os diversos modelos de gestão organizacional; - Compreender o ambiente econômico e organizacional para identificar e criar oportunidades de negócios; - Internalizar valores de responsabilidade social e ética profissional; - Capacitar-se de forma a atuar interdisciplinarmente; - Compreender a formação profissional como processo que demanda aperfeiçoamento e atualização permanente; científica. Ser dotado de sólida formação geral, profissional, ético-política e técnico- 18 - Ter conhecimento das relações étnico raciais e a história da cultura afro- brasileira e africana de acordo com a resolução ( CNE/CP Nº 01 de 17 de junho de 2004). Compreendida na sua matriz curricular. - Compreender e adaptar empresas nas políticas ambientais de acordo com a Lei Nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002. Compreendida especificamente nas disciplina de Gestão Ambiental. Quanto às habilidades e competências: - Ter espírito empreendedor; - Desenvolver raciocínio lógico, crítico-reflexivo e analítico-sintético; - Resolver situações com flexibilidade, adaptando-se às mudanças; - Planejar e gerenciar estrategicamente um empreendimento, dentro do aspecto econômico-organizacional; - Ter mobilidade para interagir nos diferentes setores da atividade administrativa; - Demonstrar capacidade de análise de situações inerentes ao exercício profissional, propondo, de modo criativo, alternativas que permitam a otimização dos recursos disponíveis; - Apresentar domínio de tecnologias e métodos para permanente compreensão, investigação e atualização. Quanto às atitudes profissionais: - - Honestidade, senso de justiça social e humanidade; - Capacidade de trabalhar em equipe de modo cooperativo e dinâmico; Compromisso com o desenvolvimento profissional e intelectual da pessoa humana e com o progresso da sociedade; - Responsabilidade ética no comportamento profissional e social; - Relacionamento e comunicação interpessoal; - Espírito crítico e preocupação com o aprendizado constante e aperfeiçoamento pessoal e profissional; - Disposição e segurança para assumir riscos, e flexibilidade às mudanças. 4 ESTRUTURA CURRICULAR As disciplinas constantes da estrutura curricular estão distribuídas em 8 (oito) períodos (semestres), de acordo com uma lógica que procura integrá-las tanto horizontal 19 quanto verticalmente. Trata-se, em outras palavras, de estimular a interdisciplinaridade, por reconhecê-la como condição essencial para a compreensão do mundo e a construção do conhecimento pelo sujeito envolvido no processo de descoberta de si mesmo e do outro – uma relação convencionalmente chamada de ensino/aprendizagem. Sem perder de vista essa perspectiva, o conjunto curricular contempla disciplinas que obedecem aos 4 eixos básicos para a formação do Bacharel em Administração de acordo com as diretrizes curriculares, voltadas a uma formação básica, Profissional, Estudos Quantitativos e suas Tecnologias e de Formação Complementar. Seminários Avançados em Administração, contempla ainda horas para realização do Estágio Supervisionado e atividades complementares, bem como disciplinas (eletivas) optativas de libras entre outras, de acordo com o Dec.Nº 5.626/2005. Considerado em sua totalidade, a estrutura curricular proposta para o curso de Administração soma 2400 horas/aula, (aula relógio de 60 minutos), distribuídas em 200 dias letivos e seus 8 (oito) períodos. Acrescem-se a esta soma 300 horas de atividades complementares e 300 horas de Estagio Obrigatório ao curso, totalizando 3000 horas. O desenvolvimento das atividades complementares estará presente em todos os cursos da Faculdade Raimundo Marinho por meio da carga horária possibilita a interdisciplinaridade e a transversalidade dos conteúdos desenvolvidos inter e intra cursos. Este processo oportuniza uma ampla visão dos discentes dos cursos de pedagogia, direito, administração, Serviço Social e Enfermagem. 5 CONTEÚDOS CURRICULARES O curso de Bacharel em Administração da Faculdade Raimundo Marinho, tem nas suas bases curriculares a estrutura pedagógica disciplinas que obedecem aos 4 eixos básicos para a formação do Bacharel em Administração de acordo com as diretrizes curriculares, sendo: Conteúdos de Formação Básica - Relacionados com estudos sociológicos, filosóficos, psicológicos, ético-profissionais, políticos, comportamentais, econômicos e contábeis, bem como os relacionados com as tecnologias da comunicação e da informação e das ciências jurídicas, distribuídos esses eixos nas disciplinas: Teoria Geral da Administração 1 para o início do conhecimento da ciência da administração e seus teóricos, Informática Básica exigida pelas 20 empresas como condição mínima para o egresso dominar a tecnologia da informação gerencial, Metodologia Científica para a capacitação científica, Psicologia Organizacional para uma melhor gestão das competências comportamentais dentro das organizações, Sociologia Organizacional para o entendimento do desenvolvimento social ocorrido no país, sua descendência, a influencia Africana em osso país e pluralidade de gestão das organizações num cunho social, Filosofia e Ética para a formação da consciência humana entendendo o berço de nossa civilização e sua formação intelectual para a vida do egresso, Contabilidade Básica como ferramenta da administração prática, Matemática aplicada, Comunicação Empresarial e Teoria Geral da Administração 2 para o fechamento do ciclo da TGA, disciplinas essas que compõe o 1º e 2º semestre anual que a Faculdade Raimundo Marinho oferece para o curso de Bacharel em Administração. Conteúdos de Formação Profissional - Relacionados com as áreas específicas, envolvendo teorias de administração e das organizações e, O.S.M organização sistemas e métodos para o melhor entendimento dos processos gerenciais da organização, bem côo para o egresso poder analisar os sistemas de gerenciamento organizacional e administração de recursos humanos,legislação Trabalhista, economia para uma analise sistemática da economia brasileira e suas especificidades, marketing como um dos eixos d administração através das técnicas mercadológicas para um melhor desempenho da organização, materiais, produção, logística, financeira e orçamentária,estatística para um análise de futuras pesquisas e dados estatísticos do mercado alagoano, empreendedorismo e gestão de MPEs como uma ferramenta diferencial desse nosso egresso, no gerenciamento de Micro e Pequenas Empresas devido ao nosso perfil da economia Alagoas e estatísticas de empresas existente em nosso estado, distribuídos esses eixos nas disciplinas: Teoria Economia, Gestão de Pessoas, Estatística Básica, Organização Sistemas e Métodos, Marketing, Legislação Trabalhista e Previdenciária, Gestão de Materiais e Logística, Gestão de Custos, Empreendedorismo, Gestão de Micro e Pequenas Empresas, disciplinas essas que compõe o 3º e 4º bimestre anual que a Faculdade Raimundo Administração. Marinho oferece para o curso de Bacharel em 21 Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias - Abrange o planejamento estratégico, o sistema de informação, modelos matemáticos e financeiros, a gestão ambiental que contribui para a formação de responsabilidade social e ambiental do futuro administrador, a análise do comercio exterior ferramentas inerentes a globalização e competitividade empresarial expressas no perfil do egresso deste curso, a aplicação de técnicas de negociação que está sendo muito exigida através das competências do administrador, e aplicação de tecnologias que contribuam para a definição e utilização de estratégias e procedimentos inerentes à administração, distribuídos esses eixos nas disciplinas: Gestão de Sistema e Informação, Administração da Produção, Gestão Ambiental, Administração Financeira e Orçamentária, Tópicos Especiais de Comércio Exterior, Mercado Financeiro de Capitais, Matemática Financeira, Planejamento e Gestão Estratégica, Processo e Técnicas de Negociação e Direito empresarial, disciplinas essas que compõe o 5º e 6º bimestre anual que a Faculdade Raimundo Marinho oferece para o curso de Bacharel em Administração. Conteúdos de Formação Complementar - Compreende estudos opcionais de caráter transversal e interdisciplinar para o enriquecimento do perfil do formando. Exemplos dessa preocupação são as responsabilidade social como libras ,o entendimento mercadológico do comportamento do consumidor, a utilização da pesquisa em administração como recurso para elaboração do futuro TCC, e as necessidade de pesquisa de uma empresa, o cuidado com a qualidade nas organizações tão exigida no perfil do egresso para o mercado de trabalho e suas implicações, entre outras, distribuídos esses eixos nas disciplinas: Gestão de Projetos, Gestão da Qualidade, Gestão de Cooperativas, Jogos empresariais, Gestão de Serviços terceirizados, Trabalho de Conclusão de Curso, Pesquisa em Administração, Comportamento do Consumidor, Gestão da Inovação, e disciplinas eletivas de Estágio Supervisionado e Libras, disciplinas essas que compõe o 7º e 8º bimestre anual que a Faculdade Raimundo Marinho oferece para o curso de Bacharel em Administração. 22 6 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 1º Período Código ADM010101 ADM010102 ADM010103 ADM010104 ADM010105 ADM010106 Disciplina TEORIA GERAL DA ADMINISTRÇÃO I - TGA I INFORMÁTICA BÁSICA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL FILOSOFIA E ÉTICA METODOLOGIA CIENTIFICA ATIVIDADES COMPLEMENTARES Total CH 60 60 60 60 60 37,5 337,5 2º Período Código ADM010201 ADM010202 ADM010203 ADM010204 ADM010205 ADM010206 Disciplina MATEMÁTICA APLICADA À ADMINISTRAÇÃO TEORIA GERAL DA ADMINISTRÇÃO II - TGA II CONTABILIDADE BÁSICA SOCIOLOGIA DAS ORGANIZAÇÕES PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL ATIVIDADE COMPLEMENTARES Total CH 60 60 60 60 60 37,5 337,5 3º Período Código ADM010301 ADM010302 ADM010303 ADM010304 ADM010305 ADM010306 Disciplina GESTÃO DE PESSOAS ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS TEORIA ECONOMICA ESTATÍSTICA APLICADA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA ATIVIDADES COMPLEMENTARES Total CH 60 60 60 60 60 37,5 337,5 4º Período Código ADM010401 ADM010402 ADM010403 ADM010404 ADM010405 ADM010406 Disciplina GESTÃO DA PEQUENA E MICRO EMPRESA MARKETING EMPREENDEDORISMO GESTÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA GESTÃO DE CUSTOS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Total CH 60 60 60 60 60 37,5 337,5 5º Período Código ADM010501 ADM010502 ADM010503 ADM010504 ADM010505 ADM010506 Disciplina GESTÃO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO GESTÃO AMBIENTAL E RESPONSABIÇIDADE SOCIAL ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA TÓPICOS ESPECIAIS DE COMÉRCIO EXTERIOR ATIVIDADES COMPLEMENTARES Total CH 60 60 60 60 60 37,5 337,5 23 6º Período Código ADM010601 ADM010602 ADM010603 ADM010604 ADM010605 ADM010606 Disciplina MERCADO FINANCEIRO DE CAPITAIS MATEMÁTICA FINANCEIRA PLANEJAMENTO E GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSOS E TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO DIREITO EMPRESARIAL ATIVIDADES COMPLEMENTARES Total CH 60 60 60 60 60 37,5 337,5 7º Período Código Disciplina CH ADM010701 GESTÃO DE PROJETOS 60 ADM010702 GESTÃO DA QUALIDADE 60 ADM010703 GESTÃO DE COOPERATIVAS 60 ADM010704 JOGOS EMPRESARIAIS 60 ADM010705 GESTÃO DE SERVIÇOS ADM010706 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 60 37,5 Total 337,5 8º Período Código ADM010801 Disciplina CH TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DISCIPLINA ELETIVA ( OPTATIVA ) 60 ADM010802 ADM010803 PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO 60 ADM010804 COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR GESTÃO DA INOVAÇÃO 60 ADM010805 ADM010806 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 37,5 ADM010807 ESTÁGIO OBRIGATÓRIO 300 60 60 Total 637,5 Disciplinas Eletivas (Optativas) Código Disciplina CH ADM010808 ESTÁGIO SUPERVISIONADO 60 ADM010809 LIBRAS 60 Componentes Curriculares Disciplinas Estágio Obrigatório Atividades Complementares TOTAL DA CARGA HORÁRIA Horas - aulas 2.400 300 300 3.000 24 7 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO TEORIA GERAL DE ADMINISTRAÇÃO I Ementa Fundamentos da Administração. Conceitos de Administração. Origens da Administração. O que é uma organização. As funções do administrador. Evolução das teorias da administração. A escola clássica da administração. As relações humanas nas organizações. O enfoque neoclássico. A escola comportamental. O enfoque desenvolvimentista. O enfoque estruturalista O enfoque sistêmico. O enfoque contingencialista. O enfoque da “teoria Z”. Os enfoques da década de 90. Bibliografia básica ARAUJO, Luis Cesar G. de. Teoria geral da administração: aplicação e resultados nas empresas brasileiras. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 290 p. SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da administração. São Paulo: Pioneira, 2005. 523 p. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações. 7. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. Bibliografia complementar MAXIMINIANO, A. C. Amaru. Introdução à administração. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 434 p. MAXIMINIANO, A. C. Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 521 p. SILVA, Adelphino Teixeira. Administração básica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 273 p. TAYLOR, Frederick W. Princípios de administração científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 1995. 109 p. 25 INFORMÁTICA BÁSICA Ementa Noções de Hardware e Software. Identificação dos principais componentes de um computador e de seus periféricos. Introdução aos sistemas operacionais (Windows). Redação de documentos esteticamente apresentáveis utilizando um editor de textos. Elaboração de tabelas que contenham fórmulas, gráficos, macros e outras funções avançadas, utilizando uma planilha eletrônica. Preparação de apresentações de slides em desktops, utilizando um editor de apresentações. Conceituação dos principais serviços e recursos da Internet. Navegador Internet. Bibliografia básica ALVES, William Pereira. Fundamentos de bancos de dados. São Paulo: Erica, 2004. 382 p. DINWIDDIE, Robert. Como fazer planilhas. 2. ed. São Paulo: Publifolha, 2002. 72 p. VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 407 p. Bibliografia complementar REZENDE, Denis Alcides. Sistema de informações organizacionais: guia prático para projetos em cursos de administração, contabilidade, informática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 133 p. SANTOS, Aldemar de A. Informática na empresa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 231 p. ARLE, Marcel.; BERTOLA, Danilo. Guia prático de informática: introdução à informática, ms-dos, Windows XP, Windows vista, word 2007, coreldraw x3, adobe photoshop cs3. Leme: Cronus, 2008. 386 p. PEREIRA, Mario Sebastião de Azevedo. Excel para contadores. 6 . ed. São Paulo: IOB, 2012. COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Ementa A leitura, produção, interpretação de textos. A oralidade e a prática de análise lingüística voltada para o texto produzido em sala de aula. Editor de textos. Formalização de trabalho acadêmico. Normas para aplicação. 26 Bibliografia básica HENRIQUE, A.; ANDRADE, Maria Margarida de. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 218 p. POLITO, Reinaldo. Assim é que se fala: como organizar a fala e transmitir ideias. 26. ed. São Paulo: Saraiva, 2004. 224 p. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 46. ed. São Paulo: Companhia editora Nacional, 2005. 692 p. Bibliografia complementar MAGALHÃES, T. C.; CEREJA, William Roberto. Gramática: texto, reflexão e uso. 2. ed. São Paulo: Atual, 2004. 440 p. LIMA, Renira Lisboa de Moura. O ensino da redação: como se faz um resumo. 3. ed. Maceió: Edufal, 2004. 215 p. MATOS, Gustavo Gomes. Comunicação empresarial sem complicação: como facilitar a comunicação na empresa, pela via da cultura e do diálogo. São Paulo: Manole, 2009. 154 p. GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever aprendendo a pensar. 26. ed. FGV, 2007. 539 p. FILOSOFIA Ementa A condição humana. As esferas públicas e privadas. Trabalho. O homem e a ação. O homem e a era moderna. O conhecimento, a linguagem e o pensamento. Ideologia. Os mitos e a consciência mítica. Instrumentos e teoria do conhecimento. A ciência e sua evolução. A política. A moral e a ética. Ética, moral e democracia nas organizações. Bibliografia básica ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e as suas regras. 9. ed. São Paulo: Loyola, 2005. 221 p. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofando: introdução à filosofia. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2009. 479 p. VALLS, Álvaro L. M. O que é ética. 9. ed. São Paulo: Brasiliense, 2005. 82 p. CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2009. 424 p. 27 Bibliografia complementar BASTOS FILHO, Jenner Barreto. Reducionismo: uma abordagem epistemológica. Maceió: Edufal, 2005. 142 p. MONDIN, Batista. O homem quem ele é: elementos de antropologia filosófica. 12. ed. Paulus: São Paulo, 2005. 331 p. MATTAR, João. Filosofia e ética na administração. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 374 p. PINEDA, Eduardo Soto.; MARROQUÍN, José Antonio Cárdenas. Ética nas empresas. São Paulo: McGraw-Hill, 2008. 364 p. METODOLOGIA CIENTÍFICA Ementa Metodologia e epistemologia. Conceito de ciência. O trabalho científico: a construção do objeto. Métodos. Elaboração de hipóteses. Marco teórico de análise. Normas de produção acadêmica (ABNT e outras). Projeto de pesquisa. Leituras e fichamentos. Pesquisa empírica (enquete, amostra). Bibliografia básica COSTA, Ana Rita Firmino. Orientações metodológicas para produção de trabalhos acadêmicos. 7. ed. Maceió: Edufal, 2006. 99 p. SANTOS, Antonio Raimundo. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 7. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007. 190 p. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007. 304 p. Bibliografia complementar SALOMOM, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 11. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008. 425 p. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184 p. TEIXEIRA, Elizabeth. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2012. 203 p. MARCONI, Marina de Andrade. ; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: atlas, 2010. 297 p. 28 2º PERÍODO MATEMÁTICA APLICADA À ADMINISTRAÇÃO Ementa Aprimoramento do Raciocínio Lógico aplicado ao equacionamento de problemas e ao desenvolvimento de estruturas de linguagem e argumentação. Método dedutivo e indutivo. Desenvolvimento de conceitos matemáticos e operações com números reais, cálculo de porcentagens e suas aplicações. Introdução ao limite. Derivação. Utilizações da derivação. Bibliografia básica ALENCAR FILHO, Edgar. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 2002. 203 p. OLIVEIRA, Edmundo Capelas de. Introdução aos métodos da matemática aplicada 2. ed. Campinas: Unicamp, 2003. 241 p. MEDEIROS, Sebastião de. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2001. 227 p. Bibliografia complementar HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 624 p. IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar 3: trigonometria. 8. ed. São Paulo: Atual, 2004. 312 p. LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo: HARBRA, 2001. 548 p. MEDEIROS, Sebastião de. Matemática: para os cursos de economia, administração, ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 2007. 504 p. 2 v. TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II Ementa Porque estudar Teoria das Organizações. Histórias, metáforas e perspectivas em Teoria das Organizações. O ambiente da organização. Estratégia e Objetivos. Tecnologia. Estrutura social da organização. Cultura organizacional. Estrutura física das organizações. Tomada de decisões, poder e política nas organizações. Conflito e contradições nas organizações. Controle e ideologia nas organizações. Mudança e aprendizagem organizacional. Os novos modelos organizacionais. Bibliografia básica MAXIMINIANO, A. C. Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 29 DRUCKER, Peter F. Administrando em tempos de grandes mudanças. São Paulo: Pioneira, 2001. 230 p. FERREIRA, Ademir Antonio. Gestão empresarial de Taylor aos nossos dias: evolução e tendências da moderna administração de empresas. São Paulo: Thomson, 2002. 256 p. Bibliografia complementar MINTZBERG, Henry. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 334 p. SILVA, Adelphino Teixeira. Administração básica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 273 p. FAYOL, Henri. Administração industrial e geral: previsão, organização, comando, coordenação, controle. 10. ed. São Paulo: Atlas, 1990. 138 p. HAMPTON, David R. Administração contemporânea: teoria, prática e casos. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1992. 590 p. CONTABILIDADE BÁSICA Ementa Campo de atuação da contabilidade. Finalidades da informação contábil. Especificações contábeis e Funções contábeis típicas. Estática patrimonial: o balanço. Procedimentos contábeis básicos: o método das partidas dobradas. Contas, razão, débito e crédito. Contas de ativo, passivo e patrimônio líquido. As variações do patrimônio líquido: receita, despesa, resultado. Período contábil. Distribuição de resultados. Registro das operações normais do exercício. Operações com mercadorias. Custo das mercadorias vendidas. Inventários. Bibliografia básica MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 257 p. MARION, José Carlos. Contabilidade básica: cadernos de exercícios. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 181 p. MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 502 p. Bibliografia complementar IUDÍCIBUS, Sérgio de.; MARTINS, Eliseu,; GELBCKE, Ernesto. Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável às demais sociedades. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 569 p. 30 ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso básico de contabilidade. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 301 p. FRANCO, Hilário. Contabilidade geral. 23. ed. São Paulo: Atlas, 1997. 200 p. SÁ, Antonio Lopes de. Princípios fundamentais de contabilidade. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 277 p. SOCIOLOGIA DAS ORGANIZAÇÕES O ser humano e a sociologia. A sociologia pré-científica. A crise das explicações religiosas e o triunfo da ciência. A sociologia clássica: o positivismo. Durkheim, Max Weber, Karl Marx. Sociologia e antropologia. Sociologia do desenvolvimento: a expansão do capitalismo. A sociologia no Brasil. Métodos e Técnicas de pesquisa. Sociologia contemporânea: a pobreza, as minorias, a violência, as questões étnicas raciais e a história da cultura afro-brasileira e Africana. Bibliografia básica OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Sociologia das organizações: uma análise do homem e das empresas no ambiente competitivo. São Paulo: Pioneira, 2002. 337 p. CASTRO, Celso Antonio Pinheiro. Sociologia aplicada à administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 225 p. MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 2006. 98 p. Bibliografia complementar BARROS, Luitgarde Oliveira Cavalcanti. Arthur Ramos e as dinâmicas sociais de seu tempo. 2. ed. Maceió: Edufal, 2005. 285 p. FREITAS, Décio. República dos Palmares: pesquisa e comentários em documentos históricos do século XVII. Maceió: Edufal, 2004. 991 p. SANTOS, Maria de Fátima de Souza. Diálogos com a teoria das representações sociais. Maceió: Edufal, 2005. 200 p. BERNARDES, Cyro. Sociologia aplicada à administração. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 171 p. 31 PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL Ementa Origem e Desenvolvimento da Psicologia como Ciência; As Principais Abordagens da Psicologia: S. Freud e a Psicanálise, B. F. Skinner e a Teoria Comportamental, L. S. Teoria da Gestalt e a Psicologia Humanista; Psicologia Aplicada à Administração; Estrutura, Dinâmica e Desenvolvimento da Personalidade; Teorias da Motivação; O Sofrimento Psíquico no Trabalho; Relações Interpessoais e Desenvolvimento Humano; Processos de Comunicação nas Organizações; O Processo Grupal; Grupos e Equipes de Trabalho nas Organizações; Liderança; Gestão de Conflitos e Tomada de Decisão; Poder nas Organizações. Bibliografia básica BOCK, Ana Mercês Bahia. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 365 p. DAVIDOFF, Linda L. Introdução à psicologia. 3. ed. São Paulo: Pearson Makrom Books, 2001. 798 p. CHANLAT, Jean-François (Coord.). O indivíduo na organização: dimensões esquecidas. São Paulo: Atlas, 1996. 3 v. Bibliografia complementar SOTO, Eduardo. Comportamento organizacional. São Paulo: Thompson Pioneira, 2010. 313 p. BERGAMINI, Cecília Whitaker. Psicologia aplicada à administração de empresas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 175 p. SPECTOR, Paul E. Psicologia nas organizações. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.430 p. WOOD JR, Thomaz. Mudança organizacional. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 328 p. 3º PERÍODO GESTÃO DE PESSOAS Ementa As pessoas e as organizações. O ambiente organizacional. Recrutamento de pessoal. Seleção de pessoal. Estratégias de socialização de pessoal: formais e informais; individuais e coletivas; seqüenciais e não-seqüenciais; fixas e variáveis; por competição e por concurso; em série e isolada; de investidura e despojamento. Descrição e análise de cargos. Avaliação do desempenho humano. Administração de salários. Planos de benefícios sociais. Higiene e 32 segurança no trabalho. Relações trabalhistas. Treinamento e desenvolvimento. Desenvolvimento organizacional. Auditoria de Recursos Humanos. Bibliografia básica MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos: do Operacional ao estratégico. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 332 p. CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos: o capital humano das organizações. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 515 p. _ GIL, Antonio Carlos. Gestão de pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas, 2010. 307 p. Bibliografia complementar ZAVAGLIA, Tércia. Gestão de pessoas: desafios, tendências e expectativas. São Paulo: Alínea, 2006. 188 p. FLEURY, Maria Tereza Leme. Cultura e poder nas organizações. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 170 p. VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 213 p. RIBEIRO, Antônio de Lima. Gestão de pessoas. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. 301 p. ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS Ementa Organização e métodos. Comportamentos estruturais. Estudos de ambientes. Desenvolvimento metodológico e processual. Técnicas administrativas. Estudo de formulários e impressos. Estudo de tempos e movimentos. Bibliografia básica BARBARA, Saulo. Gestão por processos: fundamentos, técnicas e modelos de implementação. 2. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006. 316 p. ARAUJO, Luis Cesar G. de. Organização, sistema e métodos e as tecnologias de gestão organizacional. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 405 p. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas, organização & métodos: uma abordagem gerencial. 15. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 493 p. Bibliografia complementar 33 CURY, Antonio. Organização e métodos: uma visão holística. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 599 p. CRUZ, Tadeu. Sistema de informações gerenciais: tecnologias da informação e a empresa do século XXI. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 267 p. OLIVEIRA, Nélio. Organizações automatizadas: desenvolvimento e estrutura da empresa moderna. Rio de Janeiro: LTC, 2007. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Administração de processos: conceitos, metodologias e práticas. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 314 p. TEORIA ECONÔMICA Ementa Economia geral e a economia brasileira. Conceitos de economia. História do pensamento econômico. Introdução à atividade econômica e aos problemas econômicos atuais. Formação de preços e a orientação das atividades econômicas. Macro e microeconomia. Fundamentos da análise macroeconômica. Problemas macroeconômicos. Modelos macroeconômicos. Teoria da firma. Demanda. Oferta. Determinantes da demanda e da oferta agregada. Moeda. Juros e renda. Relações com o exterior. O problema da incerteza e o equilíbrio geral. Bibliografia básica PRADO JÚNIOR. Caio. História econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 2008. 364 p. ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 922 p. PINHO, Diva B. VASCONCELOS, M. Manual de economia. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2004. 606 p. Bibliografia complementar GREMAUD, Amaury Patrick. Economia brasileira contemporânea. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 659 p. FEIJÓ, Ricardo. História do pensamento econômico. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 501 p. VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de.; GARCIA, Manuel Enriquez. Fundamentos de economia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 332 p. WESSELS, Walter J. Microeconomia: teoria e aplicações. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 402 p. ESTATÍSTICA APLICADA 34 Ementa Arredondamento de acordo com a precisão desejada. Gráficos. Séries estatísticas. Preparação de dados para análise estatística. Amostragem. Medidas estatísticas. Separatrizes. Assimetria e curtose. Probabilidades. Distribuição de probabilidades. Análise de Correlação. Regressão Linear. Análise Discriminante. Cluster Analysis. Aplicações dos softwares estatísticos com uso do Computador. Testes de hipóteses sobre as provas paramétricas e não-paramétricas aplicáveis à pesquisa no campo da Administração. Bibliografia básica BRUNI, Adriano Leal. Estatística aplicada a gestão empresarial. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2010. 388 p. DOANE, David P; SEWARD, Lori E. Estatística aplicada a administração e economia. São Paulo: McGraw Hill Brasil, 2008. 978 p. LOESCH, Claudio.; STEIN, Carlos Efrain. Estatística descritiva e teoria das probabilidades. Brumenau: Edifurb, 2008. 213 p. Bibliografia complementar LARSON, Ron. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 637 p. KAZMIER, Leonard. Estatística aplicada à administração e economia. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 387 p. NEUFELD, John L.. Estatística aplicada à administração usando excel. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003. 434 p. MARTINS, Gilberto de Andrade.; SOMINGUES, Osmar. Estatística geral e aplicada. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 662 p. LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA Ementa Noções Gerais. A atividade humana e o trabalho. A empresa no direito do trabalho e na lei brasileira. Os direitos sociais na constituição brasileira. Relações de Trabalho e Relações de Emprego. Contrato Individual de Trabalho. Rescisão do Contrato de Trabalho. Contrato Temporário de Trabalho. Terceirização no direito do trabalho. Estabilidade no emprego. Elementos e princípios de proteção ao salário. Participação dos empregados nos lucros da 35 empresa. Organização sindical: estrutura e funcionamento. Negociação coletiva. Dissídio individual e coletivo. Direito de greve. Legislação previdenciária. A seguridade social a partir da Constituição Federal de 1988. Acidentes do trabalho. Noções Gerais do Processo Trabalhista. Bibliografia básica DINIS, Maria Helena. Código civil anotado. 12. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 1838 p. OLIVEIRA, José Jayme de Macedo. Código tributário nacional: comentários doutrina jurisprudência. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 846 p. BARROS, Alice Monteiro de. Curso do direito do trabalho. 5.ed. São Paulo: LTR. 2009. 1392 p. BRASIL. Código Civil e a Constituição Federal. 59. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 178 p. Bibliografia complementar BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil: texto constitucional promulgado em 5 de outubro de 1998, com as alterações adotadas pelas Emendas Constitucionais Brasília: SENADO FEDERAL, 2008. 88 p. PEREIRA, Leone. Prática trabalhista. 2. ed. São Paulo: Revistas dos Tribunais, 2013. 512 p. vol.7 (Prática forense). OLIVEIRA, Cinthia Machado de. et. al.. Manual de prática trabalhista: teoria e prática. 4. ed. Porto alegre: Verbo jurídico, 2012. 384 p. BRASIL. Código Civil e Constituição Federal. 59. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 178 p. 4º PERÍODO GESTÃO DE PEQUENAS E MICRO EMPRESAS Ementa Técnicas de gestão de micro e pequenas empresas. A certificação organizacional. Padrões de qualidade em serviços. A manutenção do mercado e atenção ao cliente. Gestão de negócios familiares. Bibliografia básica BORNHOLDT, Werner. Governança na empresa familiar: implementação e prática. Porto Alegre: Bookman, 2005. 182 p. 36 LONGENECKER, Justin G.; MOORE, Carlos W.; PETTY. J. William. Administração de pequenas empresas. 13 ed. São Paulo: Pioneira, 1997. 868 p. FARIA, Marilia de Sant’Anna. Criação de novos negócios: gestão de micro e pequenas empresas. 2.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2004. 288 p. Bibliografia complementar BARROS, Ageu. Gestão estratégica nas pequenas e médias empresas. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2005. 154 p. PASCHOAL, Luiz. Gestão de pessoas nas micros, pequenas e médias empresas para Empresários e dirigentes. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006. 192 p. CURIA, Luiz Roberto.; CÉSPEDES, Lívia.; NICOLETTI, Juliana. (Col.). Estatuto da microempresa e da empresa de pequeno porte. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. 112 p. (Coleção legislação Saraiva de bolso). JUNIOR, Antonio Barbosa Lemes. Administrando micro e pequenas empresas. Rio de Janeiro: Campus, 2010. 223 p. MARKETING Ementa Evolução do conceito de marketing. Sistemas de marketing. Tipos de mercados. Segmentação de mercado. Comportamento do consumidor. Composto de marketing. Conceitos e componentes de um sistema de informática de marketing. Seleção de mercados alvos. Estudos de tendências de mercado. Análise do mercado consumidor e do comportamento do comprador. O marketing nas organizações e na sociedade. Criação da satisfação do consumidor através da qualidade, serviço e valor. Planejamento estratégico orientado para o mercado. Administração do processo e do planejamento de marketing Bibliografia básica KOTLER, Philip. Principios de marketing. 12. ed. São Paulo: Person, 2007. 600 p. COBRA, Marcos. Administração de marketing no Brasil. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2009. 428 p. GUERRA, Paulo. O ciclo de vendas: os grandes mitos e suas ferramentas. Rio de Janeiro: Ciência moderna, 2006. 133 p 37 Bibliografia complementar SILVA, Marco Antonio Marketing empresarial: do atendimento ao encantamento do cliente. São Paulo: Madras, 2008. KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. 5. São Paulo: Atlas, 2008. 726 p. PALACIOS, Tomás Manuel Bañegil.; SOUSA, José Manuel Meireles de. Estratégias de marketing internacional. São Paulo: Atlas, 2009. 255 p. MCKENNA, Regis. Marketing de relacionamento: estratégias bem-sucedidas para a era do cliente. 24. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1992. 254 p. EMPREENDEDORISMO Ementa O perfil do empreendedor. Busca e seleção de oportunidades de negócios. Ação comercial para empreendedores. O plano de negócios. Aspectos jurídicos, contábeis, fiscais e trabalhistas. Escolha de ponto comercial. Sistema de informações gerenciais. Introdução ao sistema de Franchising. Franchising estratégico: crescimento e desenvolvimento de empresas, diagnóstico organizacional, diferencial competitivo, formatação. Bibliografia básica DORNELAS, José Carlos de Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 293 p. FERNANDES, Fábio (Trad.). Empreendedorismo e estratégia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. 202 p. HIRISCH, Robert D; PETERS, Michael. Empreendedorismo. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 664 p. Bibliografia complementar DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa: uma ideia, uma paixão e um plano de negócios: como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008. 299 p. DEGEN, Ronald Jean. O empreendedor: empreender como opção de carreira. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. 440 p. BERNARDI. Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. 2. ed.. São Paulo: Atlas, 2012. 330 p. 38 LENZI, Fernando César. KIESEL, Marcio Daniel (Org.). O empreendedor de visão. São Paulo: Atlas, 2009. 221 p. GESTÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA Ementa Evolução e conceitos de administração de materiais. Funções e objetivos da administração de materiais. Localização e alcance da AM nas Organizações. Normalização e qualidade. Armazenamento de materiais. Logística. A função compras. A organização e o pessoal de compras. Compra na qualidade certa. Compra no preço certo. Fontes de fornecimento. Organizações alternativas para compras. Fabricar ou comprar. Bibliografia básica ARBACHE, Fernando Saba, et. al. Gestão de logística, distribuição e trade marketing. 3. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006. 162 p. CORRÊA, Henrique L. et al. Administração de produção e operações. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2006. POZO, Hamilton. Administração de recursos materiais e patrimoniais: Uma abordagem logística. São Paulo: Ed. Atlas, 2005. Bibliografia complementar CHIAVENATO, Idalberto. Administração de materiais: uma abordagem introdutória. Rio de Janeiro: Campus, 2005. 174 p. BARBIERI, José Carlos. Logística hospitalar: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 320 p. BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes administração de materiais distribuição física. São Paulo: Atlas, 2011. 388 p. VIANA, João José. Administração de materiais: um enfoque prático. São Paulo: Atlas, 2008. 448 p. GESTÃO DE CUSTOS Bibliografia básica MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 370 p. 39 MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005. DUTRA, R. G. Custos: uma abordagem prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995. Bibliografia complementar WERNKE, Rodney. Gestão de custos: uma abordagem prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 175 p. CASAROTTO FILHO, Nelson. Análise de investimentos: matemática financeira, engenharia econômica, tomada de decisão, estratégia empresarial. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 460 p. MATARAZZO. Dante Carmine. Análise financeira de balanço: abordagem gerencial. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 372 p. SOUZA, Marcos Antonio de.; DIEHL, Carlos Alberto. Gestão de custos: uma abordagem integrada entre contabilidade, engenharia e administração. São Paulo: Atlas, 2009. 307 p. 5º PERÍODO GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Ementa Informação gerencial. Tipos e usos de informação. Tratamento das informações versus atividades fins. SIG. Sistemas especialistas. Sistemas de apoio à decisão. Sistemas executivos. Tópicos em Gerenciamento dos Sistemas: integração, segurança, controle. Uso estratégico da tecnologia da informação. Administração Estratégica da Informação. Desenvolvimento de ambientes eficientes/eficazes da tecnologia da informação. Aplicação da tecnologia da informação nas diversas áreas da empresa para obtenção de vantagens competitivas. Globalização e estratégias competitivas. Internetworked business, intranets. Bibliografia básica BATISTA, Emerson de Oliveira. Sistemas de informação: o uso da tecnologia para o gerenciamento. São Paulo: Saraiva, 2004. 282 p. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Sistemas de informação gerenciais: estratégicas táticas operacionais. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 299 p. HABERKORN, Ernesto. Um bate-papo sobre o gestão empresarial com ERP: tudo que você gostaria de saber sobre ERP e a tecnologia da informação, mas ficava encabulado de perguntar. São Paulo: Saraiva, 2007. 184 p. 40 Bibliografia complementar BEUREN, Ilse Maria. Gerenciamento da informação: um recurso estratégico no processo de gestão empresarial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 104 p. CRUZ, Tadeu. Sistema de informações gerenciais: tecnologias da informação e a empresa do século XXI. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 267 p. PRIMO, Alex. Interação mediada por computador: comunicação, cyber cultura, cognição. 2. ed. Porto Alegre: Sulina, 2008. 240 p. CASSARO, Antonio Carlos. Controles internos e segurança de sistemas: prevenindo fraudes e tornando auditáveis os sistemas. São Paulo: LTR, 1997. 196 p. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO Ementa Histórico. Conceitos e estrutura da administração da produção. Sistemas de produção. Planejamento e controle de projetos de produção. Desenvolvimento de novos produtos. Técnicas modernas de administração de produção. Manutenção industrial. Balanceamento da produção. Produtividade. Qualidade, modelos e gerenciamento. Competitividade. Análise de operação das atividades de produção e serviços. Tecnologia de processo. Projeto e organização do trabalho. Manutenção preventiva. Prevenção e recuperação de falhas. Controle do processo produtivo. Bibliografia básica MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2004. 619 p. RITZMAN, Larry P. Administração da produção e operações. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. 431 p. CORRÊA, Henrique L.; CORRÊA, Carlos A. Administração de produção e operações: manufatura e serviços: uma abordagem estratégica. São Paulo: Atlas, 2010. 690 p. Bibliografia complementar MARTINS, Petrônio G. Administração da produção. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 562 p. SLACK, Nigel. Administração da produção. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 703 p. 41 DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 399 p. CARRETONI, Enio. Administração de materiais: uma abordagem estrutural. São Paulo: Alínea, 2000. 109 p. GESTÃO AMBIENTAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL Conceitos básicos. A questão ambiental na empresa; gestão ambiental e ética nos negócios. Abordagens econômicas do meio ambiente. Estratégia ambiental, impactos da questão ambiental nas organizações. Pesquisa de tecnologia ambientalmente adequada. Auditoria ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). Bibliografia básica TACHIZAWA, Takeschy. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 442 p. TENÓRlO, Fernando G.; NASCIMENTO, Fabiano Chistian Pucci do.; FARES, José. Responsabilidade social empresarial: teoria e prática. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV. 2010. 259 p. LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 7. ed. Petrópolis: vozes, 2009. 494 p. Bibliografia complementar KARKOTLI, Gilson. Responsabilidade social: uma contribuição à gestão transformadora das organizações. 4. ed. Petropólis: Vozes, 2010. 141 p. BARBIERI, José Carlos. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 3. ed. atual e ampl. São Paulo: Saraiva, 2011. 358 p. ALBUQUERQUE, José de Lima (Org.). Gestão ambiental e responsabilidade social: conceitos, ferramentas e aplicações. São Paulo: Atlas, 2009. 326 p. OLIVEIRA, José Antonio Puppim de. Empresas na sociedade: sustentabilidade e responsabilidade social. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 240 p. 42 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA Ementa Ambiente e objetivo da administração financeira. A empresa e o Mercado Financeiro. Decisões Financeiras. Análise Financeira. Orçamento de Capital. Fontes de recursos a longo prazo. Política de Dividendos. Avaliação das alternativas de investimentos. Fontes de financiamento das atividades da empresa. Custo de capital. Risco, administração de ativos correntes. Bibliografia básica GITMAN, Lwrence Jeffrey Administração financeira: uma abordagem gerencial. São Paulo: Pearson, 2003. 675 p. ROSS, Stephen A. Administração financeira. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 776 p. SOUZA, Alceu. Decisões financeiras e análise de investimentos: fundamentos, técnicas e aplicações. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 178 p. Bibliografia complementar BRUNI, Adriano Leal. Avaliação de investimentos. São Paulo: Atlas, 2008. 519 p. BRAGA, Roberto. Fundamentos e técnicas de administração financeira. São Paulo: Atlas, 1999. 408 p. SILVA, José Pereira da. Análise financeira das empresas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 584 p. HOJI, Masakazu. Administração financeira na prática: guia para educação financeira corporativa e gestão financeira pessoal. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 144 p. TÓPICOS ESPECIAIS DE COMÉRCIO INTERNACIONAL Ementa O Comércio Internacional, Organização Internacional do Comércio. Blocos Econômicos e Acordos Regionais de Comércio. Tópicos da legislação aduaneira adotada nos principais países com os quais o Brasil mantém comércio. Aspectos gerais e conceito de importação e exportação. O sistema de logística internacional. As bases logísticas para entrada em novos 43 mercados internacionais. O mercado de câmbio e o seu funcionamento. Técnicas de negociações internacionais. Modelos e casos de marketing internacional. Bibliografia básica VAZQUEZ, José Lopes. Comércio exterior brasileiro. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 354 p. MAIA, Jaime. Economia internacional e comércio exterior. 13 . ed. São Paulo: Atlas, 2010. 483 p. CHESNAIS, François. A mundialização do capital. São Paulo: Xamã, 1996. 335 p. Bibliografia complementar DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar. Comércio exterior: teoria e gestão. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 362 p. LUDOVICO, Nelson. Como preparar uma empresa para o comércio exterior. São Paulo Saraiva: 2009. 136 p. v.1. (Comércio exterior). FARO, Fátima.; FARO, Ricardo. Competitividade no comércio internacional: acesso das empresas brasileiras aos mercados globais. São Paulo: Atlas, 2010.250 p. SOUSA, José Meireles de. Fundamentos do comércio internacional. São Paulo: Saraiva, 2009. 223 p. (Comércio exterior) v. 2. 6º PERÍODO MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS Ementa Análise de investimentos. Fontes de recursos a longo prazo. Mercado de capitais. Política de dividendos. Mercado Financeiro internacional. Bolsa de Valores e mercado acionário. Mercado futuro e mercado a termo. Bibliografia básica MELLAGI FILHO, Amando. Mercado financeiro e de capitais. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 382 p. FORTUNA, Eduardo. Mercado financeiro: produtos e serviços. 16. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 812 p. ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 318 p. 44 Bibliografia complementar FORTUNA, Eduardo. Mercado financeiro: produtos e serviço. 16. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 812 p. SANTOS, Alexandre Pinheiro dos.; OSÓRIO, Fábio Medina,; WELLISCH, Julya Sotto Maior. Mercado de capitais: regime sancionador. São Paulo: Saraiva, 2012. 295 p. (Escola de Direito do Brasil). SOUZA, Cristovão Pereira de.; CARVALHO, Luiz Celso Silva de.; LUND, Myrian Layr Monteiro Pereira. Mercado de capitais. Rio de Janeiro: FGV, 2012. 180 p. (Série Cademp). LIMA, Gerlando Augusto Sampaio Franco de.; LIMA, Iran Siqueira.; PIMENTEL, Renê Coppe (Coord.). Curso de mercado financeiro. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 417 p. MATEMÁTICA FINANCEIRA Ementa Juros simples. Tipos de capitalização. Montante e capital. Taxa proporcional e taxa equivalente. Equivalência financeira. Juros compostos. Taxa nominal e taxa efetiva. Taxa Interna de Retorno. Descontos simples e compostos: por dentro e por fora. Índices de preços e taxas de inflação. Valores monetários em inflação. Taxa de desvalorização da moeda. Operações com títulos de renda fixa. Descontos de duplicatas. Reciprocidade bancária. Fluxos de caixa. Equivalência financeira e os fluxos de caixa. Coeficientes de financiamento. Estratégias comerciais de compra e venda. Sistemas de amortização de empréstimos e financiamentos: SAC com e sem carência, SAF com e sem carência, Tabela Price, SAM, SAA, custo efetivo. Planilha de financiamento com juros pós-fixados pela TJLP. Bibliografia básica HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 624 p. DANTE. Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. 3. ed. São Paulo: Atica. 2010. 736 p. ANTON, Howard. Cálculo. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 1187 p. Bibliografia complementar LEITHOLD. Luis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 2002. 685 p. 45 HARIKI, Seiji. Matemática aplicada: administração, economia, contabilidade. São Paulo: Saraiva, 1999. 468 p. TOSI, Armando José. Matemática financeira com utilização do excel 2010: aplicável às versões 5.0, 7.0, 97, 2002 e 2003. São Paulo: Atlas, 2012. 223 p. ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 287 p. PLANEJAMENTO E GESTÃO ESTRATÉGICA Ementa Análise ambiental. Ambiente externo: oportunidades e ameaças. Ambiente interno: recursos da empresa. Missão, objetivos e estratégias: conceitos e formulação. Estratégias de nível empresarial. Administração do portfólio empresarial. Estratégias no nível da unidade de negócio. Estratégias funcionais. Implementação de estratégias: estrutura organizacional, liderança, poder e cultura. Processo de controle estratégico e desempenho. Administração estratégica e o mercado mundial. Administração estratégica em organizações sem fins lucrativos. Bibliografia básica KASZNAR, Istvan Karoly. Estratégia empresarial: modelo de gestão vitorioso e inovador da confederação brasileira de voleibol. São Paulo: Makron Books, 2006. 186 p. MINTZBERG, Henry. QUINN, Lampel. O processo da estratégia: conceitos, contextos e casos selecionados 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 496 p. OLIVEIRA. Djalma de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologias e práticas 27. ed. São Paulo: Atlas. 2010. 335 p. OLIVEIRA, Djalma de Pinhos Rebolças de. Estratégia empresarial e vantagem competitiva: como estabelecer, implementar e avaliar. São Paulo: Atlas, 2009. 479 p. Bibliografia complementar COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão estratégica: da empresa que temos para a empresa que queremos. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 424 p. GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo: na educação e em outras instituições, grupos e movimentos dos campos cultura, social, político, religioso e governamental.18. ed. Petropólis: Vozes, 2011. 179 p. 46 MINTZBERG, Henry. Safári de estratégia. São Paulo: Bookman, 2000. 299 p. KLUYVER, Cornelis A.; PEARCE II, John A. de. Estratégia: uma visão executiva. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. PROCESSO E TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO Ementa A negociação como alavanca na busca de resultados. A Arte de conversar. Organização de reuniões. Produtividade. Liderança. Atribuições do líder e capacidades e habilidades para negociar. As técnicas de negociação. Administração do Tempo. Bibliografia básica BURBRIDGE, R. Marc. et al. Gestão de negociação: como conseguir o que se quer sem ceder o que não se deve. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 236 p. LEMPEREUR, Alain Peka.r; COLSON, Aurélien.; DUZERT, Yann. Método de negociação. São Paulo: Atlas, 2009. 200 p. DRUCKER, Peter. Desafios gerenciais para o século XXI. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. Bibliografia complementar PESSOA, Carlos. Negociação aplicada: como utilizar as táticas e estratégias para transformar conflitos interpessoais em relacionamentos cooperativos. São Paulo: Atlas, 2009. 306 p. FISCHER, Roger. Como chegar ao sim: a negociação de acordos sem concessões. 2. Rio de Janeiro: Imago, 2005. 214 p. SILVA, Alessandra Nascimento.; MOURÃO, Figueiredo. Tudo o que você precisa ouvir sobre técnicas de negociação. São Paulo: Saraiva, 2010. MARTINELLI, Dante Pinheiro.; NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi.; MARTINS, Talita Mauad (Org.). Negociação: conceitos e aplicações práticas. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 268 p. DIREITO EMPRESARIAL Ementa Leis que regem as empresas e os empresários. Tipos de organizações previstas no código civil brasileiro. Abertura e fechamento de empresas. Licitações e Contratos. 47 Bibliografia básica: ALMEIDA, Amador Paes de. Manual das sociedades comerciais: direito de empresa. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 484 p. COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de direito comercial. 16. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 467 p. PAZZAGLINI FILHO, Marino; CATANESE, Andrea Di Fuccio. Direito de empresa no novo código civil: empresário individua e sociedades: sociedade limitada. São Paulo: Atlas, 2003. 193 p. Bibliografia complementar: REQUIÃO, Rubens. Curso de direito comercial. 32 ed. São Paulo: Saraiva, 2013. v.1. SANTOS, Elisabete Teixeira Vido dos. Direito empresarial. 12. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2013. 191 p. (Elementos do direito; 5). PATROCINIO, Daniel Moreira do. Direito empresarial: teoria geral, direito societário, títulos de crédito, recuperação de empresa, falência. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2009. 395 p. GOMES, Fábio Bellote. Manual de Direito empresarial. 3. ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Revista dos tribunais. 2012. 445 p. 7º PERÍODO GESTÃO DE PROJETOS Ementa Estudo de casos de empresas nos diferenciados setores de atuação, para aplicação de conhecimentos teóricos e práticos, para elaboração, análise e gestão de projetos. Bibliografia básica CARVALHO, Marly Monteiro de. Gerenciamento de projetos na prática: casos brasileiros. São Paulo: Atlas, 2009. 212 p. MENEZES, Luiz Cesar de Moura. Gestão de projetos. São Paulo: Atlas, 2003. 227 p. MAXIMIANO, A. C. Amaru. Administração de projetos: como transformar idéias em resultados. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 347 p. 48 Bibliografia complementar SALIM, Cesar S.; HOCHMAN, N. A. et al. Construindo planos de negócios: todos os passos necessários para planejar e desenvolver negócios de sucesso. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 338 p. VALERIANO, Dalton. Moderno gerenciamento de projetos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 254 p. KEELING, Ralph.; BRANCO, Renato Henrique Ferreira. Gestão de projetos: uma abordagem global. São Paulo: Saraiva, 2012. 269 p. CARVALHO, Marly Monteiro de.; RABECHINI JR, Roque. Fundamentos em Gestão de Projetos: construindo competências para gerenciar projetos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 422 p. GESTÃO DE QUALIDADE Ementa O controle de qualidade integrada ao processo de produção. Casos de sucesso e o referencial teórico orientadores da produção em ambiente de qualidade. A Teoria Administrativa da Gestão de Qualidade. Controles de qualidade e entidades certificadoras. Relevância do tema no mundo competitivo e globalizado. Bibliografia básica PALADINI, Edson Pacheco. Gestão de qualidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 339 p. JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto: os novos passos para o planejamento da qualidade em produtos e serviços. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2009. 551 p. MACEDO, Marcelo Álvaro da Silva; ALYRIO, Rovigati Danilo; ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de. Princípios de negociação: ferramentas e gestão. 2. ed. São Paulo: Atlas. 2009. 273 p. Bibliografia complementar PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da qualidade: teoria prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 339 p. PALADINI, Edson Pacheco. Avaliação estratégica da qualidade. São Paulo: Atlas, 2009. 246 p. 49 MARSHALL JUNIOR, Isnard. et. al. Gestão da qualidade. 10. ed. São Paulo: FGV, 2010. 203 p. MIGUEL, Paulo Augusto Cauchick..; GEROLAMO, Mateus Cecílio.; CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Gestão da qualidade ISO 9001:2008: princípios e requisitos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 111 p. GESTÃO DE COOPERATIVAS Ementa Abordagem das organizações sob forma de cooperativas. Gestão das organizações sob forma de cooperativas. Coordenação e integração nas cooperativas. Informações e profissionalismo na cooperativa. Bibliografia básica SALLES, Ricardo Henrique. Plano de negócios para cooperativas e associações. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. 91 p. CRUZIO, Helonde Oliveira. Como organizar e administrar uma cooperativa. 4. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2010. 155 p. YOUN, Lucia Helena Briski. Sociedades cooperativas: resumo prático. 8 ed. 2008. Bibliografia complementar OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Manual de gestão de cooperativas: uma abordagem prática. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 326 p. CRÚZIO, Helnon de Oliveira. Marketing social e ético nas cooperativas. Rio de Janeiro: FGV, 2003. 329 p. CARVALHO, Adriano Dias de. O cooperativismo sob a ótica da estratégica global.. São Paulo: Baraúna, 2011. 284 p. LOVERLOCK, Christopher. Serviços: marketing e gestão. São Paulo: Saraiva, 2001. 416 p. JOGOS EMPRESARIAIS Ementa Oferece a oportunidade de aprendizagem através da experimentação, sem sofrer as conseqüências de decisões equivocadas tomadas na vida real. Desenvolve habilidades para 50 trabalho em equipe, permite liberdade para exploração de idéias e oferece espaço para a criatividade. Bibliografia básica GRAMIGNA, Maria Rita M.. Líderes inovadores: ferramentas de criatividade que fazem a diferença São Paulo: Makron Books, 2004. 117 p. GRAMIGNA, Maria Rita M.. Jogos de empresa. 2 ed. São Paulo: Makrn Books, 1993. 137 p. GOLDSTEIN, Maurício. Jogos políticos nas empresas: como compreender e transformar relações e organizações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 214 p. Bibliografia complementar JALOWITZKI, Marise. Jogos e técnicas vivenciais nas empresas: guia prático de dinâmica de grupo. 3. ed. São Paulo: Madras, 2007. 205 p. CHARAN, Ram.; LAFLEY, A. G. O Jogo da liderança: metas e estratégias de inovação para o sucesso da sua empresa. São Paulo: Campus, 2008. LUPERINE, Roberto. Dinâmicas e jogos na empresa: método, instrumento e práticas de treinamento. 3. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2011.175 p. BARÇANTE, Luiz Cesar. Jogos, negócios e empresas. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2007. 99 p. GESTÃO DE SERVIÇOS Ementa Implantação da terceirização. Aspectos legais, trabalhistas e contratuais. Terceirização como fator de mudança nas empresas públicas e privada, Conhecimentos sobre ONG’s, e serviços do 3º Setor, o serviço contratado pela administração e seus aspectos legais e trabalhistas.. Bibliografia básica MARTINS, Sérgio Pinto. A terceirização e o direito do trabalho. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 185 p. 51 CORRÊA, Henrique L. Gestão de serviços: lucratividade por meio de operações e de satisfação dos clientes. 1.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 479 p. POLÔNIO, Wilson Alves. Terceirização: aspectos legais, trabalhistas e tributários. São Paulo: Atlas, 2000. 216 p. Bibliografia complementar CORRÊA, Henrique L. Administração de produção e operações: manufatura e serviços uma abordagem estratégica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 690 p. SILVA, Paulo Renato Fernandes da. Cooperativas de trabalho, terceirização de serviços e direito do trabalho. 2. ed. São Paulo: LTR, 2013. 184 p. FREITAS, Walter. Gestão de contratos: melhores práticas voltadas aos contratos empresariais. São Paulo: Atlas, 2009. 78 p. SANTOS, Diogo Palau Flores. Terceirização de serviços pela administração pública: estudo da responsabilidade subsidiária. São Paulo: Saraiva, 2010. 155 p. (Série IDP). 8º PERÍODO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Ementa Orientação e acompanhamento do desenvolvimento do trabalho monográfico de conclusão de curso. Bibliografia básica YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. 248 p. PINHEIRO, Duda; GULLO, José. Trabalho de conclusão de curso – TCC: guia prático para elaboração de projetos de plano de negócio para nova empresa, plano de negócio para empresa existente, plano de comunicação integrada de marketing e monografia. São Paulo: Atlas, 2009. 104 p. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297 p. Bibliografia complementar MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental: contém técnicas de elaboração de trabalho de conclusão de curso (TCC). 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 52 MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 321 p. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184 p. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Texto e coerência. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2011. 110 p. PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO EMENTA: Introdução à pesquisa em administração; objeto e justificativa dos projetos de pesquisa; objetivos e avaliação de problemas; hipóteses e questões de pesquisa; métodos de pesquisa; técnicas de coleta de dados; análise e interpretação de resultados; tipos de pesquisa; base de dados secundários e grupos de pesquisa na área de estratégias e gestão das organizações; estruturação de projetos de pesquisa em gestão de organizações. Bibliografia básica BERTERO, Carlos Osmar. Ensino e pesquisa em administração. São Paulo: Thomson, 2006. 135 p. COLLIS, Jill. Pesquisa em administração: um guia prático para alunos de graduação e pósgraduação. Porto Alegre: Bookman companhia, 2005. 349 p. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184 p. Bibliografia complementar COOPER, Donald R.; SCHINDLER, Pamela S. Métodos de pesquisa em administração. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003. 640 p. VERGARA, Sylvia Constant. Método de pesquisa em administração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 277 p. VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 14. ed. São Paulo: Atlas, 2013 94 p. VERGARA, Sylvia Constant. Métodos de coleta de dados no campo. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 98 p. 53 Comportamento do consumidor EMENTA: Introdução ao campo de estudo do comportamento do consumidor. Processo de tomada de decisão de compra. Modelos de comportamento do consumidor. Influências individuais e ambientais no comportamento de compra. O processo psicológico. Estratégias relacionadas ao comportamento do consumidor. Tópicos atuais no estudo do comportamento do consumidor. Bibliografia básica SOLOMON, Michael R. Comportamento do consumidor: comprando, possuindo e sendo. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. 680 p. BLACKWELL, Roger D.; MINIARD, Paul W; ENGEL, James F. Comportamento do consumidor. 9. ed. São Paulo: Cengage, 2011. 606 p. PETER, J. Paul.; OLSON, Jerry C. Comportamento do consumidor e estratégia de marketing. 8. ed. São Paulo: McGraw Hill, 2009. 555 p. Bibliografia complementar: SODRÉ, Marcelo Gomes. A construção do direito do consumidor: um estudo sobre as origens das leis principiológicas de defesa do consumidor. São Paulo: Atlas, 2009. 338 p. CAMARGO, Pedro Celso Julião de. Comportamento do consumidor: a biologia, anatomia e fisiologia do consumo. São Paulo: Novo conceito, 2010. 168 p. SHIFFMAN, Leon G.; KANUK, Leslie Lazar. Comportamento do consumidor. Rio de Janeiro: LTC, 9. ed. 2009. 445 p. LIMEIRA, Tânia Maria Vidigal. Comportamento do consumidor brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2008. 380 p. Gestão da inovação Ementa Inovação e tecnologia. O processo de inovação tecnológica. A gestão da inovação tecnológica. 54 Bibliografia básica DAGNINO, Renato et al. Gestão estratégica da inovação: metodologia para análise e implementação. Taubaté: Cabral, 2002. 350 p. TIGRE, Paulo Bastos. Gestão da inovação: a economia da tecnologia no Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 2006. 282 p. ZOGBI, Edson. Competitividade através da gestão da inovação. São Paulo: Atlas, 2008. 118 p. Bibliografia complementar SCHERER, Felipe Ost. Gestão da inovação na prática: como aplicar conceitos e ferramentas para alavancar a inovação. São Paulo: Atlas, 2009. 150 p. FRANCO, Simon. Criando o próprio futuro: o mercado de trabalho na era da competitividade total. 6. ed. São Paulo: Futura, 2002. 216 p. NOBREGA, Clemente. A empresas de sucesso, pessoas infelizes?: gestão de pessoas e a ciência. Rio de Janeiro: SENAC, 2006. 248 p. CASAS, Alexandre Luzzi Las. Marketing de varejo. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 375 p. LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) E INCLUSÃO Ementa: LIBRAS e educação especial: histórico, contextualização e o papel político-pedagógico da escola. O papel do professor de LIBRAS. A linguagem e a surdez. Estrutura lingüística da LIBRAS. Introdução à Gramática de LIBRAS. Bibliografia básica STAINBACK, William.; STAINBACK, Susan. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed. 2007. 451 p. ALMEIDA, Elizabeth C.; DUARTE, Patrícia M. Atividades ilustradas em sinais da LIBRAS. Rio de Janeiro: Revinter, 2004. 241 p. QUADROS, Ronice M. de.; KARNOPP, Lodenir B. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed. 2007. 221 p. 55 Bibliografia complementar HONORA, Marcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de língua brasileira de sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. vol. 1. São Paulo: Ciranda Cultural, 2009. 352 p. HONORA, Marcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de língua brasileira de sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. vol. 2. São Paulo: Ciranda Cultural, 2011. SMITH, Deborah Deutsch. Introdução à educação especial: ensinar em tempos de inclusão.5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 478 p. GLAT, Rosana.(Org.). Educação inclusiva: cultura e cotidiano escolar. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2009. 208 p. (Questões atuais em educação especial VI). ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Ementa Orientação profissional; orientação para a realização do estágio. Atividades simuladas. Escolha do campo de estágio; programação do estágio. Atividade supervisionada em todas as funções administrativas, com laboração de relatórios periódicos. Bibliografia básica FOWLER, Martin; SCOTT, Kendall. UML essencial: um breve guia para a linguagem-padrão de modelagem de objetos. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. 160 p. LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos. Porto Alegre: Bookman, 2007. 696 p. ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 308 p. Bibliografia complementar OLIVEIRA, Aristeu. Estágio, trabalho temporário e trabalho a tempo parcial. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2009. MARTINS, Sergio Pinto. Estágio e relação de emprego. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 121 p. MARTINS, Luciano. Escrever com criatividade. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2004. 117 p. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Texto e coerência. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2011. 110 p. 56 PERIÓDICOS EM ADMINISTRAÇÃO Revista Eletrônica de Administração http://www.read.ea.ufrgs.br/ Revista de Administração de Empresas http://rae.fgv.br/rae/ Revista de Administração Contemporânea http://www.anpad.org.br/periodicos/content/frame_base.php?revista=1 Novos Estudos http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0101-3300&lng=pt&nrm=iso REVISTAS: - Revista de Administração faces Journal; - Revista Eletrônica de Gestão Organizacional; - Revista Contabilidade & finanças; - Revista de Ciências da Administração; - REGE - Revista de gestão; - Revista Eletrônica de Administração; - Revista de Administração de Empresas; - Revista de Administração Contemporânea; - Revista de Administração Mackenzie; - Revista de Administração Pública 7.1 FUNDAMENTOS METODOLÓGICOS DO CURSO O planejamento e a organização didático-pedagógica do curso procurarão atender as necessidades do mercado de trabalho, vinculados aos objetivos e ao perfil profissiográfico definidos. A interação das atividades pedagógicas, científicas, culturais, administrativas, de iniciação científica realizadas no âmbito da graduação em Administração será responsabilidade de todos os setores institucionais: direção, coordenação de curso e de Estágio, apoio pedagógico, corpo docente e discente. O planejamento curricular a ser desenvolvido pelo colegiado procurará a integração vertical e horizontal no processo ensino/aprendizagem, de modo a assegurar-se uma unidade de ação didático-pedagógica que deverá refletir-se nos planos de ensino dos professores ao longo dos semestres, com a utilização de metodologias diversificadas e abrangentes, integradas tanto por técnicas individualizadas como socializantes. 57 Nos processos individualizados, os professores empregarão, para consolidar a aprendizagem, técnicas como aula expositiva, estudo dirigido, estudo de caso, fichas didáticas e outras. Nas técnicas socializantes, predominarão dinâmica de grupo, debates, discussão, grupo de observadores e verbalização, seminários e simpósios, visitas e entrevistas a instituições. O curso oferecerá aulas teórico-práticas, como as vivenciadas no Laboratório de Informática ou em visitas técnicas e, ainda, no Núcleo de Praticas Administrativas, o “CIN”, através de projetos e iniciação científica nas instituições Públicas e privadas da sociedade. Quanto ao trabalho metodológico dos professores, este procurará envolver o acadêmico na aprendizagem e na criação de uma nova postura e concepção, enfatizando o desenvolvimento da capacidade de tomada de decisão, fazendo-o assumir responsabilidade técnica, e descobrindo a pesquisa como instrumento imprescindível e indissociável ao aprendizado e a uma ação profissional segura e competente. O curso também contará com o NDE – Núcleo Decente Estruturante, que está periodicamente revisando e atualizando o projeto pedagógico do curso com a finalidade proporcionar a melhor e mais atualizada formação acadêmica para o Curso de Bacharelado em Administração da Faculdade Raimundo Marinho. O Núcleo Docente Estruturante (NDE), no âmbito da Faculdade Raimundo Marinho de Maceió foi regulamentado em 17 de maio de 2012 por meio da Portaria de Nº 006/2012 da Presidente da Fundação Educacional do Baixo São Francisco Dr. Raimundo Marinho, ocasião em que foi discutido juntos aos professores as competências desde núcleo, ficando assim regulamentado. 8. ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO O Estágio Supervisionado no final do Curso de Administração tem como objetivo proporcionar aos alunos oportunidade de vivenciar a realidade organizacional, analisar esta realidade, propondo melhorias ao campo de estágio. Espera-se que os alunos do Curso de Administração possam ser agentes de mudanças das organizações onde estão estagiando, e que também sejam capazes de formalizar, através de trabalhos escritos fundamentados, a análise da realidade percebida e as propostas de mudança por eles sugeridas. 58 O estágio está devidamente implementado através do (PDI) da IES, no âmbito de todos os cursos . Nos termos do Regimento, os Cursos de graduação da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO oferecem aos alunos Estágios em instituições públicas e privadas, com o objetivo de aproximar o aluno de seu futuro campo de atuação profissional, estabelecendo relações efetivas entre a Faculdade e o Mercado de Trabalho. O Programa de Estágios é desenvolvido em estrita observância aos comandos emanados da Lei nº 11.788/2008, bem como segundo as normas estabelecidas no projeto pedagógico de cada curso, visando assegurar a qualidade e a responsabilidade de todas as partes envolvidas. Assim, todos os estágios serão objeto de Termos de Convênio intrainstitucionais, bem como dos Termos Individuais de Estágio, celebrados entre a Faculdade Raimundo Marinho, a instituição concedente e o aluno-estagiário. O Estágio possibilita a complementação profissional, social e cultural, sendo realizado em conformidade com o calendário escolar da Faculdade e sem prejuízo das atividades acadêmicas do aluno. A instituição conveniada deve respeitar a legislação (Lei nº 11.788/2008) que rege o trabalho de estagiários e a Faculdade Raimundo Marinho, garante o Seguro de Acidentes Pessoais. Os Estágios são, necessariamente, orientados por professores do curso e supervisionados por profissionais da área especifica das instituições conveniadas. Os alunos contam com o apoio de um setor de Supervisão de Estágios, que tem por finalidade orientá-lo em suas necessidades de estágios, bem como manter um elo entre aluno e empresa. Outra finalidade do setor de Supervisão de Estágios é a de fornecer informações e documentos necessários, tanto para as empresas como para os alunos, visando à celebração de estágios entre ambos. A proposta do Estágio Supervisionado está baseada no acompanhamento, observação ou desenvolvimento de atividades vinculadas ao escopo dos cursos de graduação, sendo essenciais às etapas de planejamento, detalhamento e execução de projetos de estágios, realizados em instituição que permita ao aluno a observação e emprego dos conceitos desenvolvidos em seu curso. Os Objetivos do Estágio são: Proporcionar a preparação dos discentes para o trabalho produtivo; Estabelecer um elo entre a Instituição de Ensino Superior, a Comunidade e o aluno. 59 Proporcionar ao estudante oportunidades de desenvolver suas habilidades, analisar situações e propor mudanças no ambiente organizacional e societário. Complementar o processo ensino-aprendizagem, através da conscientização das deficiências individuais e incentivar a busca do aprimoramento pessoal e profissional. Atenuar o impacto da passagem da vida de estudante para a vida profissional, abrindo aos estagiários mais oportunidades de conhecimento da filosofia, diretrizes, organização e funcionamento das organizações e da comunidade; Facilitar o processo de atualização de conteúdos disciplinares, permitindo adequar aqueles de caráter profissionalizante às constantes inovações tecnológicas, políticas, sociais e econômicas a que estão sujeitos; Incentivar o desenvolvimento das potencialidades individuais, propiciando o surgimento de novas gerações de profissionais empreendedores na gestão de serviços internos e externos, capazes de adotar modelos de gestão, métodos e processos inovadores, novas tecnologias e metodologias alternativas. Promover a integração da IES/Curso – Empresa - Comunidade. Ampliar os conhecimentos do aluno acerca da natureza dos processos envolvidos no cotidiano de uma organização. Apurar a capacidade de decisão do aluno através do uso de técnicas adequadas de investigação, análise e avaliação. Proporcionar aos alunos oportunidade de elaborar e apresentar um relatório técnico multidisciplinar relativo à atividade proposta, bem como vivenciar a experiência, acompanhar, observar e propor projetos de melhoria. Complementar a formação do estudante, dotando-o do instrumental prático indispensável ao perfeito desempenho de sua futura atividade profissional. Aperfeiçoar a formação profissional de acordo com as exigências do mercado de trabalho. Estabelecer um canal retro-alimentador entre a teoria e a prática, desenvolvidas pela instituição e Comunidade, por meio do Trabalho Interdisciplinar. A realização dos convênios é extremamente importante para viabilização das atividades práticas e de estágios e, neste sentido, a Instituição vem firmando vários convênios relativos aos cursos ofertados, com empresas e instituições públicas e privadas para garantir 60 uma gama de disponibilidades de estágios bastante ampla e diversificada, além de atividades práticas associadas aos grupos de estudos. A FACULDADE RAIMUNDO MARINHO, dentro de sua política de aproximação com a comunidade e oferta de serviços nas diversas áreas que compõe seu universo de atuação, priorizará as parcerias já realizadas e aquelas em negociação. A forma como os estágios e as práticas são desenvolvidos e os regulamentos dos estágios estão descritos nos projetos pedagógicos de cada curso. Os estágios estão disciplinados no título III, Capítulo II, do Regimento Geral da Faculdade, e em regulamento próprio. O Estagio Supervisionado Obrigatório do Curso de Administração será regido e regulamentado, conforme manual de estágio próprio do Curso de Administração. 9 ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares previstas nos cursos de graduação da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO são os eixos articuladores de flexibilidade e interdisciplinaridade no currículo do curso, onde o aluno encontra liberdade para buscar conteúdos que fortaleçam sua formação profissional, além daqueles que são oferecidos pelo próprio curso. Essas atividades oportunizam aos discentes a flexibilidade curricular que transcende a matriz curricular estabelecida, abrindo um leque de opções de disciplinas, seminários, simpósios, palestras, e demais atividades acadêmicas onde o aluno enriquece os conhecimentos adquiridos, além, de lhe propiciar uma interdisciplinaridade entre os conteúdos obrigatórios. A Faculdade Raimundo Marinho através de seu regimento geral, em seu Título III, Capítulo II, em regulamento próprio e nos projetos pedagógicos dos cursos, disciplina essas atividades. As atividades complementares, devem ser desenvolvidas ao longo do curso, dentro da carga horária prevista, segundo programação de cada aluno. A secretaria de alunos cadastrará as atividades individuais dos alunos, o coordenador do curso definirá a carga horária correspondente a cada atividade, considerando-se, dentre outras e todas vinculadas a áreas de interesse do curso: Iniciação Científica, monitoria, eventos culturais, científicos e estudantis (congressos, seminários, encontros, conferências, palestras, cursos), núcleos 61 temáticos, temas interdisciplinares, disciplinas extracurriculares ministradas fora do curso ou por outras instituições, se forem compatíveis com a formação do bacharel em Administração. A Parte Flexível do curso de Administração da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO com carga horária total de 300 (Trezentas) horas terá a seguinte composição: As atividades devem ser pertinentes e úteis à formação do Bacharel em Administração, observada a interdisciplinaridade. Os documentos comprobatórios devem permanecer sob a guarda do aluno, em pasta própria, depois de visados pelo Coordenador do Curso, com a respectiva computação da carga horária. No auxílio ao aluno para a realização das atividades complementares cada eixo obrigatório do curso realizará uma vez por semestre um seminário, palestra ou congresso, dentro da Faculdade ou em parceria com outras instituições, fomentando a diversificação das atividades dos discentes. Será ainda fomentada a participação em iniciação científica na área do Curso ou afim e realizadas de modo interligado com o ensino, de forma a atender à formação fundamental, sócio-política, técnico-Administrativa e prática do bacharel em Administração, com a devida valoração como atividade complementar. A Parte Flexível do curso de Administração da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO com carga horária total de 300 (Trezentas) são divididas em 4 grupo e terá a seguinte composição: Grupo 1 Monitoria (Até 50 horas por semestre e 100 horas no total). Grupo 2 Disciplinas isoladas de outros cursos: (Total da carga horária da disciplina, até o total de 120 horas). Participação em eventos: seminários, congressos, conferências, encontros estudantis, cursos de atualização: (Local - 5 horas por dia sem trabalho ou 10 horas por dia com trabalho, até 50 horas por semestre e 100 horas no total; Fora da cidade - 10 horas por dia sem trabalho ou 20 horas por dia com 62 trabalho, até 50 horas por semestre e 100 horas no total). Núcleos temáticos: Até 100 horas no total. Atividades de extensão: Até 50 horas por semestre e 100 horas no total. Estágios extracurriculares: Até 50 horas por semestre e 100 horas no total. GRUPO 3 Atividades de pesquisa e iniciação científica: Até 50 horas por semestre e 100 horas no total. Trabalhos publicados: 10 a 30 horas para cada. GRUPO 4 Administração e representação em entidades estudantis: Até 50 horas por ano e 100 horas no total. Representação em colegiados da FRM: Até 50 horas por ano e 100 horas no total. 63 Tabela de Atividades Complementares do Curso de Administração Desdobramento dos Grupos de Atividades GRUPO 1 Monitoria. Até 50 horas por semestre e 100 horas no total. Disciplinas isoladas, de outros cursos. Total da carga horária da disciplina, até o total de 120 horas. Local GRUPO 2 Participação em eventos: seminários, congressos, conferências, encontros estudantis, cursos de atualização. 5 horas por dia 10 horas por dia com sem trabalho trabalho Até 50 horas por semestre e 100 horas no total. Fora da cidade 10 horas por dia 20 horas por dia com sem trabalho. trabalho. Até 50 horas por semestre e 100 horas no total. Núcleos temáticos. Atividades de pesquisa e iniciação científica. Até 50 horas por semestre e 100 horas no total. Até 50 horas por semestre e 100 horas no total. Até 50 horas por semestre e 100 horas no total. Trabalhos publicados. 10 a 30 horas para cada. Atividades de extensão. Estágios extracurriculares. GRUPO 3 GRUPO 4 Até 100 horas no total. Administração e representação em entidades estudantis. Representação em colegiados da FRM. Até 50 horas por ano e 100 horas no total. Até 50 horas por ano e 100 horas no total. 10. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é obrigatório para todos os cursos da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO, e está devidamente regulamentado em regimento próprio, podendo ser realizado sob a forma de monografia, projeto experimental, estudo de casos ou outro tipo de trabalho acadêmico, respeitando as Diretrizes Curriculares Nacionais fixadas pelo Ministério da Educação, de acordo com as normas gerais da IES e previsto nos Projetos Pedagógicos de cada Curso, conforme PCC dos Cursos. Para o curso de Bacharelado em Administração o TCC deve ser entendido como um componente curricular opcional da instituição que, se adotado poderá ser desenvolvido 64 nas modalidades de monografia, projeto de iniciação científica ou projetos de atividades centradas em determinada área teórico-prática ou de formação profissional do curso, na forma disposta em regulamento próprio. Para o curso de Administração da Faculdade Raimundo Marinho está definido que ao final do curso, o acadêmico apresenta a monografia, artigo, plano de negócio ou Projeto, devidamente acompanhado pelo professor-orientador, que caracterizará seu trabalho de Conclusão de Curso. Podendo o mesmo ser individual ou em dupla, de acordo com o proposto do trabalho. 11 O NÚCLEO DE PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS “CIN” Introdução: É notório que, durante os últimos 20 anos as mudanças tecnológicas e organizacionais assumiram posturas de desenvolvimento muito aceleradas. É possível perceber que a tecnologia e as inovações vem acelerando o processo de gestão dentro das organizações, a globalização por sua vez também contribui para um desenvolvimento tão acelerado das empresas e do mundo. Seguindo essa linha de raciocínio, encontramos a informação em constante velocidade, pois o que se sabe hoje dentro de aproximadamente 6 meses não estará da mesma forma, precisamos assim a cada dia de uma atualização, de novas percepções do mercado. Para tanto se faz necessário que entendamos o cenário, o ambiente onde as pessoas e empresas estão inseridas. No Estado de Alagoas, vislumbramos um crescimento de diversas áreas, objetivando assim, uma ação de desenvolvimento de pesquisas nas áreas da administração de empresas. Visando um crescimento linear da faculdade em parceria com os discentes, onde desenvolveremos juntos, um caminho de crescimento mútuo, no qual a tecnologia, e a informação caminham juntos à inovação, que hoje é um dos maiores diferencias competitivos. Sendo assim, conclamamos este projeto a fim de iniciar um grande desenvolvimento iniciação científica dentro da Faculdade Raimundo Marinho. Fundamentação MEC/CNE O TCC deve ser entendido como um componente curricular opcional da instituição que, se adotado poderá ser desenvolvido nas modalidades de monografia, projeto de 65 iniciação científica ou projetos de atividades centradas em determinada área teórico-prática ou de formação profissional do curso, na forma disposta em regulamento próprio. Além do Estágio Curricular, o Grupo de Trabalho de Administração instituído pela Portaria Ministerial nº 4.034/2004 recomendou uma interessante inovação pedagógica, ou seja, a organização do equivalente a um “Núcleo de Práticas Administrativas” que tenha por objetivo incentivar a adoção de novos modos de integração entre a teoria e a prática da Ciência da Administração, incorporados no Projeto Pedagógico do curso de Administração. São exemplos dessas práticas a Incubadora de Empresas, Incubadora de Idéias, Agência de Projetos, Banco de Projetos ou equivalentes, Simuladores de Jogos Empresariais, além de convênios com entidades ou associações para a realização de atividades que estejam em sintonia com o objetivo do curso e com o Perfil do Formando desejado. As Atividades Complementares e o ensino semi-presencial, previstos na Portaria Ministerial n º 4.059/2004, podem-se citar como exemplos, dentre outras, as seguintes: Atividades voluntárias desenvolvidas junto às organizações privadas, públicas e não governamentais; monitorias; projetos de iniciação científica; estágios curriculares não-obrigatórios; projetos de extensão; viagens de estudo; palestras; seminários ou fóruns; módulos temáticos; disciplinas oferecidas por outras instituições de ensino não contempladas no currículo do curso; participação em empresas juniores e em núcleos de estudos e de iniciação científica vinculadas às áreas estratégicas do curso de Administração. Objetivo Geral: O “CIN” pretende absorver e desenvolver as três etapas propostas no projeto pedagógico, ou seja, O TCC, o estágio, e as atividades Complementares, além de proporcionar aos discentes a prática administrativa como sugerido nas portarias do MEC/CNE, e desenvolver a iniciação científica nas áreas da administração de empresas, vislumbrando o aperfeiçoamento dos alunos e o crescimento de nosso Estado através da contribuição de nossa Faculdade dentro deste contexto. 66 Objetivo específico: Identificar empresas com dificuldades de gestão; Identificar organizações do 3º setor para gestão de projetos; Criação de novos projetos; Desenvolvimento de Plano de Mídia; Desenvolvimento de planos de Marketing; Instrutoria em diversas áreas da administração; Capacitação e desenvolvimento em projetos de Gestão; Palestras; Oficinas de Negócios; Cursos; Estágio Supervisionado; Eventos. ► Através de ferramentas da administração, desenvolveremos junto aos discentes a cultura organizacional e o desenvolvimento de talentos, aprimorando assim a capacidade de criação e gestão de cada discente do nosso curso de administração. Análise do ambiente interno: A faculdade possui estrutura própria para o desenvolvimento de tais atividades como: Laboratório de informática – Para o desenvolvimento de projetos visuais e técnicos; Sala de reunião - Para a preparação das ações dos projetos a “BRAINSTORMING”; Corpo docente qualificado - Para assessoria dos projetos. Análise do ambiente Externo: Com o advento do novo Shopping Center nesta região do Tabuleiro dos Martins, o crescimento econômico da região tende a oferecer uma gama de oportunidades de negócio e 67 de assessoria e consultoria, bem como ao desenvolvimento de pesquisas para o crescimento de uma organização. Atividades realizadas pelo “ CIN” por segmento: Identificar empresas com dificuldades de gestão: ► Pesquisa de mercado, local para identificação dos possíveis problemas administrativos de gestão que as empresas do mercado Alagoano estão inseridos, e extensão das atividades da faculdade no desenvolvimento de estratégias competitivas para melhoria e crescimento do negócio estudado, fruto da pesquisa. Identificar organizações do 3º setor para gestão de projetos: ► Desenvolvimento de projetos a ações de assessoria para empresas que desenvolvem atividades sem fins lucrativos. Criação de novos projetos: ► Criação de projetos inovadores, bem como assessoria em projetos existentes que precisem de acompanhamento e ajuste para sua finalização e execução, baseando-se na capacidade de inovação de cada discente, sendo o mesmo apresentado em seminários. Desenvolvimento de Plano de Mídia: ► Desenvolvimento do plano de mídia para empresas que precisam investir em propaganda e merchandising. Desenvolvimento de planos de Marketing: ► Criação de equipes para pesquisa de mercado em Marketing para o desenvolvimento de ações voltadas para a satisfação de clientes do nosso mercado atual. Atuando assim como consultores de melhorias em empresas. 68 Instrutoria em diversas áreas da administração: ► Preparação dos discentes para instrução de abertura de negócios em parceria com SEBRAE, bem como a preparação de documentação exigida. Capacitação e desenvolvimento em projetos de Gestão: ► Capacitação dos alunos para gerenciamento de projetos federais, estaduais e municipais, ou seja, de ordem pública. Palestras: ► Elaboração de ciclos de palestras vinculado ás áreas de atuação do “CIN”. Oficinas de Negócios: ► Capacitação de discentes para criação e participação de oficinas de negócios em áreas da administração, sendo oferecidas de acordo com a necessidade. Cursos: ► Criação e desenvolvimento de cursos complementares as atividades na área de gestão, para os alunos, e crescimento interdisciplinar. Estágio Supervisionado: ► A Coordenação do “CIN” estará disponibilizando vagas para estagiários da faculdade em cumprimento ao programa do curso, onde os mesmos serão supervisionados na execução das atividades do programa em que for inserido. Eventos: ► Criação de eventos, gerenciamento e organização dos mesmos quando solicitados. 69 Missão “CIN” “ Proporcionar um crescimento dentro da comunidade acadêmica e sociedade local no desenvolvimento de ações de crescimento mutuo, proporcionado assim uma melhora na forma de gestão e desenvolvimento de novos negócios dentro de nosso Estado e em níveis acadêmico da FRM.” Visão “CIN” “ Ser referência no ensino extensão e pesquisa dentro das faculdades alagoanas e comunidade local, nas organizações e parcerias locais, no prazo máximo de 5 anos.” Regulamentação: Da forma de inserção no CIN: - Poderão participar do CIN: Alunos devidamente regularizados “ situação acadêmica”; Alunos em término de suas atividades acadêmicas e dentro do prazo de entrega do TCC. Parcerias com outros órgãos relacionados neste projeto; Estagiários; Pesquisadores; Extensões. Da forma de exclusão do “CIN” Alunos que desrespeitarem as normas acadêmicas ou estejam com pendências em sua situação, quando do início das atividades do semestre. Quebra de vínculo de convênios e parcerias; Alunos que expirarem o prazo para entrega do TCC; Termino do curso. 70 Considerações : As atividades do “CIN” visam o crescimento acadêmico para fins de Iniciação científica da Faculdade Raimundo Marinho, criando um caminho para o crescimento do nosso discente e aperfeiçoamento das atividades acadêmicas, saindo da teoria e aplicando a prática dentro das organizações, que serão nosso laboratório, e utilizando nossas instalações para o apóio da sociedade local e demais empreendedores. 12 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 12.1 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO A avaliação é parte integrante do processo de formação, uma vez que possibilita diagnosticar lacunas a serem superadas, aferir os resultados alcançados considerando as competências a serem constituídas e identificar mudanças de percurso eventualmente necessárias. Na perspectiva de garantir competências profissionais, a avaliação destina-se à análise da aprendizagem dos futuros Administradores, de modo a favorecer seu percurso e regular as ações de sua formação, e tem, também, a finalidade de certificar sua formação profissional. Não se presta a punir os que não alcançam o que se pretende, mas a ajudar cada aluno a identificar melhor as suas necessidades de formação e empreender o esforço necessário para realizar sua parcela de investimento no próprio desenvolvimento profissional. Dessa forma, o conhecimento dos critérios utilizados e a análise dos resultados e dos instrumentos de avaliação e auto-avaliação são imprescindíveis, pois favorecem a consciência do discente em formação sobre o seu processo de aprendizagem, condição para esse investimento. A verificação do rendimento escolar far-se-á por meio da apuração da assinatura e da avaliação do aproveitamento de estudos. A freqüência às aulas de preleção, práticas, seminários ou qualquer outra atividade escolar é obrigatória e permitida somente a alunos regularmente matriculados. 71 Caberá ao professor o registro dos alunos às aulas e demais atividades didáticas, das quais que se farão os assentamentos necessários por hora/aula ministrada. São considerados trabalhos escolares. I – Provas escritas; II – Argüições sobre a matéria lecionada, assuntos práticos, visitas e defesas de projetos; III – Relatório de aulas práticas; IV – Elaboração de projetos; V – Trabalhos práticos; VI – Estágios extra curriculares. A aferição do aproveitamento, em cada disciplina, será expressa por graus numéricos, de 0 (zero) a 10 (dez) e a nota final será obtida pela média aritmética das notas atribuídas em todas as verificações de aprendizagem realizadas durante o semestre letivo. Será considerado reprovado o aluno que não obtiver média definida regimentalmente, tirar grau zero no exame final ou não alcance a média (5,0) na composição de suas médias finais ou que não alcance a freqüência mínima obrigatória. Ao aluno que não cumprir a freqüência mínima de 75% às aulas e demais atividades escolares de cada disciplina será vetada a prestação de exames finais. 12.2 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL As dimensões consideradas no processo de avaliação institucional estão estabelecidas pela Lei nº 10.861/04, art. 3º. O documento Orientações Gerais para o Roteiro da Auto-Avaliação das Instituições, divulgado pelo INEP, serviu de base para a elaboração do Programa de Avaliação Institucional da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO (PAI-FRM) e a operacionalização da avaliação das seguintes dimensões: a) A Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional; b) A política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização; c) A responsabilidade social da instituição; 72 d) A comunicação com a sociedade; e) As políticas de pessoal; f) Organização e gestão da instituição; g) Infra-estrutura física e acadêmica; h) Planejamento e avaliação; i) Políticas de atendimento aos estudantes; j) Sustentabilidade financeira. A Comissão Própria de Avaliação (CPA-FRM) é o órgão responsável pela condução do processo de auto-avaliação - institucional e de cursos e programas de educação superior. A CPA-FRM define os indicadores e padrões de qualidade, a metodologia (incluindo análise e interpretação de dados) e os instrumentos utilizados no processo de auto-avaliação e a periodicidade de avaliação de cada dimensão, mediante consultas aos diversos segmentos da comunidade acadêmica, atendida a Lei n° 10.861, de 2004, a Portaria MEC n° 2.051/2004, os documentos Diretrizes para a auto-avaliação e Orientações gerais para o roteiro da auto-avaliação das instituições, o Estatuto, o Regimento Geral, o Plano de Desenvolvimento Institucional e demais documentos internos. São adequados a realidade da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO os instrumentos de avaliação adotados pelo INEP nos processos de avaliação institucional externa e nos de avaliação de cursos. Anualmente, a CPA-FRM promove a avaliação desses mecanismos e da metodologia utilizados, com o objetivo de aperfeiçoar o processo de auto-avaliação, como instrumento de planejamento e gestão acadêmica, administrativa em atendimento às normas de avaliação da educação superior, aprovadas pelo Poder Público. 12.3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E INSTRUMENTAL AVALIATIVO A Auto-avaliação Institucional da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO considera de forma holística as atividades acadêmicas e administrativas, abrangendo o ambiente interno e externo de atuação. Na avaliação do ambiente externo são considerados os seguintes cenários e tendências: 73 macroeconômicas; regulação da Educação Superior; produtos e serviços institucionais; mercado de trabalho; Pesquisa com os discentes egressos; Pesquisa com os segmentos representativos da comunidade. Na avaliação do ambiente interno são consideradas as seguintes variáveis: Corpo discente; Corpo docente; Corpo Técnico-administrativo; a) Etapas da Auto-avaliação Institucional A Auto-avaliação Institucional da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO é desenvolvida por meio das seguintes etapas: Preparação, Desenvolvimento e Consolidação. A Auto-avaliação Institucional é um processo contínuo, implementado ano a ano. I - Da preparação A Preparação consiste em três momentos: 1º momento: constituição da CPA – Comissão Própria de Avaliação que é a instância responsável pela condução do planejamento e controle do processo avaliativo. 2º momento: Planejamento – não só a elaboração da proposta bem como a definição da forma de operacionalização da Auto-avaliação Institucional são elaboradas pela CPA. Inicialmente o eixo central da proposta é analisado pelos membros da CPA e pela Direção da Instituição. Em continuidade ao processo de planejamento, são realizados debates com os coordenadores por curso, que por sua vez programam reuniões com os seus docentes a fim de analisarem as avaliações que serão realizadas pela CPA. O Planejamento é desenvolvido como uma ação continuada, objetivando a redefinição ou ajustes de estratégias, metodologias e utilização de recursos, observados os prazos estabelecidos pela Portaria MEC 2.051/2004. 74 3º momento: Sensibilização – consiste no processo de socialização da Auto- avaliação Institucional, com o propósito de assegurar a participação da comunidade acadêmica interna e externa no ciclo avaliativo. A sensibilização da Auto-avaliação Institucional da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO é desenvolvida de forma contínua, envolvendo e motivando os agentes institucionais e a comunidade externa, objetivando estabelecer a legitimidade do processo avaliativo. Ações de Sensibilização realizadas na etapa de Preparação: Reuniões com a Direção; Reuniões com os coordenadores de cursos; Reuniões e debates com os docentes; Ações de Sensibilização Previstas: Evento de Abertura do processo avaliativo; Palestra de Apresentação da Auto-avaliação Institucional para o corpo docente, discente e técnico Administrativo; Elaboração de um informativo sobre a Auto-avaliação Institucional; II - Do desenvolvimento Essa etapa consiste na concretização das ações definidas na etapa de Preparação. Na realidade, é uma etapa simultânea à anterior, pois conforme estratégia adotada pela CPA, o Planejamento será desenvolvido de forma contínua e não estática. A CPA realizará ações para assegurar a observância das diretrizes definidas na etapa de Preparação, ressalvados os ajustes de rumo que tenham por objetivo melhorar ou corrigir o processo avaliativo. O desenvolvimento consiste, de forma não exclusiva, em: Processo continuado de sensibilização; Sistematização e registro das ações inerentes ao processo avaliativo e sua preparação; Apresentação da proposta de Auto-avaliação Institucional para a comunidade acadêmica interna e externa; Definição de grupos de trabalho efetivos e temporários; 75 Construção dos instrumentos avaliativos; Definição da metodologia de coleta e análise dos dados; Definição da estrutura necessária à operacionalização da Auto-avaliação Institucional; Definição e elaboração de relatórios; Programação e organização de debates dos resultados do processo avaliativo; Divulgação dos resultados. III - Da consolidação Essa etapa consiste na elaboração e análise do relatório final, na reflexão da execução do processo avaliativo e na divulgação dos resultados. O relatório final, de caráter analítico e interpretativo, é elaborado considerando a diversidade de leitores potenciais. A divulgação objetiva socializar os resultados do processo avaliativo, bem como oportunizar os debates para obtenção de análises, sugestões e críticas visando à geração de ações de melhoria da qualidade das atividades acadêmicas e administrativas da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO. A reflexão sobre o processo avaliativo tem a função de analisar a execução dos trabalhos, buscando melhorias que possam ser implantadas no próximo ciclo da Autoavaliação Institucional. b) Instrumental Avaliativo O modelo de Auto-avaliação da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO segmenta as informações pertinentes em três níveis: Dimensões, Indicadores e Tópicos. As Dimensões avaliadas foram estabelecidas pela Lei 10.861/04, art. 3º, compreendendo o nível que agrega os indicadores que serão definidos no processo avaliativo. Os Indicadores constituem as métricas das Dimensões e são definidos em função da interdependência e interação dos tópicos que os constituem. Os tópicos a serem avaliados receberão um conceito de acordo com o instrumental avaliativo definido. Aos Tópicos serão atribuídos os seguintes conceitos: Muito Bom, Bom, Regular, Insatisfatório. Dependendo da especificidade do que está sendo avaliado, alguns Tópicos 76 compreenderão dois conceitos: Muito Bom ou Insatisfatório e/ou outros três conceitos: Muito Bom, Regular ou Insatisfatório. Aos Tópicos e aos Indicadores serão atribuídos pesos de acordo com o julgamento de relevância do fator avaliado. O conceito dos Indicadores é composto pela combinação dos pesos e dos conceitos dos Tópicos e o conceito das Dimensões pela combinação dos pesos e conceitos dos Indicadores. O Resultado das Dimensões é definido como: Muito Bom, Bom, Regular e Insatisfatório. Objetivando melhorar a organização da informação, os indicadores que são formulados poderão ser agregados em um nível intermediário denominado de Categoria, cuja conceituação segue o que foi disposto para os níveis Dimensão, Indicador e Tópico. A CPA da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO definirá os Indicadores, os demais Tópicos necessários à avaliação das especificidades institucionais que não foram contempladas nos Tópicos obrigatórios, os instrumentos de coleta e a metodologia de análise e interpretação dos dados. 12.4 FORMAS DE PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE ACADÊMICA A comunidade acadêmica participa do processo de auto-avaliação da seguinte forma: por meio de representantes, por ela escolhidos, na CPA-FRM; diretamente, como atores do processo, emitindo conceitos e avaliando. A CPA-FRM é integrada pelos seguintes membros da comunidade acadêmica da Faculdade: a) Coordenador da CPA; b) um representante dos coordenadores de curso; c) um representante dos professores; d) um representante dos alunos regularmente matriculados em curso de graduação; e) um representante do corpo técnico-administrativo; e f) um representante da sociedade civil organizada. Os representantes são designados pelo Diretor Geral da Faculdade. 77 12.5 FORMAS DE UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES Periodicamente, de acordo com os ciclos avaliativos previstos no PROGRAMA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FACULDADE RAIMUNDO MARINHO, a CPA-FRM emite relatórios, com sugestões de ações a serem desenvolvidas pelos órgãos diretivos da Faculdade, com base nos seguintes processos: a) auto-avaliação institucional; b) auto-avaliação dos cursos e programas de educação superior; c) avaliação de cursos, promovida pelo Inep; e d) ENADE. Cabe à Direção Geral da Faculdade analisar os relatórios e as sugestões neles contidas e adotar as ações necessárias para o saneamento de deficiências identificadas e o fortalecimento de outras ações para consolidar cursos e programas com pontos fortes. 13 APOIO AO DISCENTE NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO – NAP O funcionamento do referido Núcleo está disciplinado em regulamento próprio. O Núcleo de Apoio Psicopedagógico tem por função prestar atendimento ao aluno quanto à orientação, apoio nas dificuldades de aprendizado, supervisão e acompanhamento quanto à adequação psicossocial. O Núcleo de Apoio Psicopedagógico consiste numa ação multidisciplinar voltada para o atendimento e orientação dos acadêmicos e funcionários no que tange à superação de dificuldades no processo de ensino-aprendizagem, no campo do relacionamento interpessoal e distúrbios comportamentais e emocionais que afetem o desempenho dos mesmos dentro e fora da IES. O Núcleo possibilitará ao discente, docente e demais funcionários refletir sobre sua condição social e emocional, compreendendo a dinâmica do processo de ensino e aprendizagem, especialmente seu papel como protagonista desse processo. O Núcleo de Apoio Psicopedagógico é composto por um psicólogo, um pedagogo e um assistente social. 78 FINALIDADE DO NAP O NAP oferece basicamente três tipos de serviços: atendimento individual ao estudante, ao professor e aos funcionários, com o fim de diagnóstico, orientação e apoio, oficinas com temas específicos e assessoria aos coordenadores nos projetos interdisciplinares acadêmicos. OBJETIVOS GERAIS DO NAP Assessorar e acompanhar ações de intervenção pedagógica e/ou psicológica nos casos de necessidades educativas especiais; Promover a integração do corpo docente e discente através de grupos de reflexão e oficinas de dinâmica de grupo; Realizar oficinas com vivências para desenvolver novas formas de aprender. Atender aos alunos que necessitam de atendimento especial, encaminhando-os aos serviços especializados, caso seja necessário; Realizar atividades de integração de novos professores e funcionários; Propor alternativas de solução para as dificuldades apresentadas no processo ensino e aprendizagem; Trabalhar estimulando e motivando funcionários e alunos para que possam estar bem para produzirem o seu melhor. ATENDIMENTOS EM GRUPO: As oficinas/ vivências são atividades coletivas de curta duração (3 a 6 encontros, de uma hora cada), com um foco ou tema específico, variando de acordo com a demanda da instituição. Para o aluno fazer parte do grupo de apoio ele precisará ter feito inscrição no NAP por iniciativa própria ou mediante recebimento de convite via e-mail do profissional responsável pelo Núcleo. Os grupos serão fechados, compostos por no máximo de 15 acadêmicos e terão horários específicos. 79 Quando um grupo de apoio finalizar será iniciado outro de acordo com a demanda. O aluno que descumprir os acordos do grupo, feitos no primeiro encontro, assim como aqueles que faltarem dois encontros consecutivos, mesmo com justificativa, serão afastados do grupo e dependendo da situação poderão ou não entrar em outro grupo. O psicólogo ou demais profissionais do núcleo poderá ainda desenvolver atividades em sala de aula, conforme solicitação dos coordenadores dos cursos e atividades para todos os interessados da IES e comunidade como palestras, mini cursos e oficinas. Todos os alunos interessados deverão estar devidamente matriculados. ATENDIMENTO INDIVIDUAL: Na modalidade individual, os atendimentos serão realizados a partir de agendamento prévio, com duração de 40 minutos cada, sendo seis o maior número de encontros. Após o sexto encontro os alunos e demais funcionários que precisem de um acompanhamento à longo prazo serão encaminhados a outros profissionais autônomos que farão o acompanhamento por um valor específico para o público da FRM, sem vínculo com a IES ou serão encaminhados aos Centros de Atenção Psicossocial – CAPS. Obs.: Todos os alunos interessados deverão estar devidamente matriculados. ATIVIDADES PERMANENTES DO NAP (2 HORAS SEMANAIS): Atendimento individual todas as segundas-feiras das 17h40min às 18h50minh. Grupo de apoio para 15 alunos ou atividade em grupo uma vez por semana, cada semana uma turma diferente conforme solicitação dos coordenadores. 14 TICS - NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM A faculdade é uma instituição social que espelha como foco principal o desenvolvimento do diálogo do conhecimento científico-filosófico universal, possibilitando ao aluno a inserção de saberes e formas culturais exigidas para o pleno desenvolvimento humano, frente à sociedade em que vive. 80 Com a chegada da era da informação e da comunicação a faculdade ganha um novo cenário, como a necessidade de formação de professor, laboratórios de informática, melhoria do acesso à internet, seleção de programas educativos, dentre outros recursos. A faculdade não pode funcionar alheia a essa realidade, tendo em vista que as trocas de informação acontecem cada vez mais rapidamente, além do fato de que as crianças, desde pequenas, já utilizam aparatos tecnológicos em seus quotidianos. Contudo, infelizmente, são poucas as instituições de ensino que estão organizadas para enfrentar o desafio de propiciar a interação do aluno com este mundo contemporâneo recheado de tecnologias, a fim de utilizá-las como recurso de auxílio pedagógico e não só como meio de descontração. O curso de Administração não ficou alheio a importância das redes sociais e seus benefícios tais como; Proporcionar melhor comunicação; Estimular maior envolvimento comunitário. Proporcionar colaboração mútua e troca de idéias entre os participantes. Maior acesso a diversos tipos de informações, inclusive sobre curso e eventos. Os alunos e professores contam também com o e-mail da coordenação, para tirar dúvidas, avisos e até mesmo críticas. Estes e-mail são respondidos pela coordenadora do cursos quando direcionado a ela ou pela equipe de apoio da coordenação. A Biblioteca encontra-se completamente informatizada. Está disponível para seus usuários, um sistema de levantamento bibliográfico através de catálogo informatizado (base de dados) e funciona com as seguintes facilidades: • Acesso remoto (Modem) Consultas/Reservas do acervo; • Acervo eletrônico (DVD – CD/ROM); • Consultas do acervo em terminais; • Integração com a área acadêmico-administrativa, possibilitando o efetivo controle na cobrança de livros não devolvidos; Para o desenvolvimento das atividades de aulas teóricas, todas as salas que abrigam as turmas do curso de Administração, estão equipadas com data-show. Além disso o curso conta com um laboratório especifico, porém tais recursos não param por ai, algumas disciplinas do curso contam com ferramentas de apoio didático pedagógico como: 81 DISCIPLINAS / SOFTWARES EXPRESSÃO GRÁFICA APLICADA AUTOCAD SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA ARCVIEW INFORMÁTICA APLICADA LABORATORIO A faculdade disponibiliza para os cursos um laboratório de informática que possibilita a prática das disciplinas que utilizam a ferramenta de gestão de a informação como eixo central, possibilitando assim ao aluno a aprendizagem teórico - pratica. 15 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é o órgão consultivo responsável pela concepção do Projeto Pedagógico no âmbito da política acadêmica dos cursos regulares da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO e tem, por finalidade, a implantação e consolidação do mesmo. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante: Elaborar e Acompanhar o Projeto Pedagógico do curso, definindo sua concepção e fundamentos; Atualizar periodicamente o projeto pedagógico do curso; Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário; Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares para deliberação do Colegiado do Curso; Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso; Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos regulares da Faculdade Raimundo Marinho. Cada Núcleo Docente Estruturante dos Cursos da Faculdade Raimundo Marinho será constituído de cinco docentes, incluindo o coordenador, que o presidirá. Os docentes deverão, sempre que existir a condição para tanto, possuírem titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu e serem contratados em regime de tempo parcial e ou integral. Compete ao Coordenador do NDE: Convocar e presidir as reuniões, com direito a voto, inclusive o de qualidade; 82 Representar o NDE junto aos órgãos da instituição; Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo Núcleo e um de seus membros para secretariar as reuniões. O Núcleo reunir-se-á, ordinariamente, por convocação de iniciativa do seu Coordenador, duas vezes por semestre e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo Coordenador ou pela maioria absoluta de seus membros. As decisões do NDE serão tomadas por maioria simples de votos, com base no número de presentes. Atualmente o NDE é composto pelo coordenador Prof. Esp. Robson Alves de Lima e Silva, e pelos seguintes membros: Composição NDE Professor Titulação Keila Adiene - Mestre Elienai Araujo Moura - Mestre Jose Senivaldo Liberato - Especialista Guilherme Belmonte - Especialista Total 5 Os professores acima listados contribuem para atualização dos PPC e das melhorias pedagógicas que são implantadas no curso. 15.1 REGIME DE TRABALHO DO NDE Os membros do NDE do Curso de Administração da Faculdade Raimundo Marinho são contratados em regime de hopristas, sendo que destes 04 (80%) são em horistas e 01 (20%) é em TP, conforme apresentado no quadro abaixo: Professores Titulação Reg. de Trabalho Keila Adiene - Mestre - Horista Elienai Araujo Moura - Mestre - Horista Jose Senivaldo Liberato - Especialista- Horista Guilherme Belmonte - Especialista- Horista 83 Robson Alves de Lima e Silva – Especialista – Tempo Parcial( coordenador) As comprovações de titulação, e regime de trabalho estão em poder da instituição e disponíveis para apreciação durante avaliação in loco. 16 ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO O coordenador do curso de Administração da Faculdade Raimundo Marinho, é Mestrando em Administração de empresa pela Universidade de La Empresa em Montevidéu UY, tem especialização em MBA executivo em Marketing pela Universidade Federal de Alagoas- UFAL, é formado em Gestão de Marketing pela FAT – Faculdade Alagoana de Tecnologia, e possui outras formações ecléticas como o Bacharel em Teologia pela FATEFI – Faculdade de Teologia Filadélfia Internacional, tem também a formação pela escola superior em Psicanálise Clinica do Rio de Janeiro, como Psicanalista Clinico. Atua diretamente junto ao Conselho Regional de Administração como presidente da comissão de Tecnólogos e outros Bacharéis vinculados e registrados no CRA/AL, também é assessor técnico do CRA/Al para assuntos de Educação/MEC e assessoria as IES. É consultor do SEBRAE/AL, e gestor de projetos do SEBRAE nacional em Alagoas, é consultor de empresas e proprietário do IDGE – Instituto de Desenvolvimento e Gestão Empresarial, e atua na extensão de projetos junto a universitários juntamente com o SEBRAE em programa de estágios. O coordenador atua diretamente junto aos órgãos de decisão relativos ao: Planejamento Estratégico Institucional, Núcleo Docente Estruturante, Colegiado de Curso, Reuniões da Direção Acadêmica, e é o atual presidente da CPA – Comissão Própria de Avaliação. Todas as funções da coordenação são previstas no Regimento Geral da Faculdade Raimundo Marinho. De maneira macro, pode-se dizer que o coordenador do curso tem desenvolvido principalmente atividades de acompanhamento acadêmico do curso, propondo capacitações e atualizações de todos os evolvido diretamente com o curso de Administração. O coordenador tem atuado também frente às questões de atualização do PPC, junto aos órgãos institucionais, sendo eles NDE e Colegiado, promovendo reuniões. Estas reuniões têm por finalidade deliberar sobre assuntos diversos que vão desde atualização dos 84 planos de ensino, propondo adequações curriculares, até compra de livros, mudanças de ementas, verificação de procedimentos, ajuste do objetivo do curso e do perfil do egresso. A representação discente e docente não é esquecida, pois também são atendidas pelo coordenador em reuniões com os docentes e com os representantes de turma. Cabe ressaltar que também faz parte das atribuições do coordenador promover sensibilização do corpo discente, no que diz respeito à eleição dos representantes de turma, explicando a importância da representação para o curso e para a gestão eficaz. A comunidade externa não é esquecida, pois o coordenador tem desenvolvido visitas em entidades ligadas as áreas de gestão, divulgando o curso por meio de palestras, workshops e seminários. A semana acadêmica também tem a função de aproximar o curso junto à comunidade externa, uma vez que convida para compor suas atividades lideranças governamentais, lideres comunitários, estudantes de outras IES além de professores/pesquisadores de destaque na área de atuação do curso. Desta forma destacam-se algumas funções como: I. Planejar, superintender e avaliar todas as funções e atividades do curso, representando-o junto às autoridades e órgãos acadêmico-administrativos da instituição, às organizações educacionais, culturais, empresariais e científicas de sua área de interesse; II. Convocar e presidir as reuniões do Colegiado e NDE de Curso; III. Selecionar os monitores para as atividades auxiliares de ensino, pesquisa e extensão e acompanhar o desenvolvimento de suas atividades; IV. Elaborar os horários de atividades do curso, com lotação dos professores, assim como o horário de aulas, de acordo com o calendário escolar; V. Emitir parecer em processos de transferências internas ou externas, trancamentos de matrícula, aproveitamento de estudos, dispensa de disciplinas ou em estágios; VI. Promover reuniões com os professores, entre o término e o início de cada período letivo, para discussão dos planos de ensino das disciplinas (objetivos, ementário, bibliografia); conteúdos programáticos, metodologias,processo de avaliação e 85 VII. Estimular professores e alunos para a produção intelectual e científica; 16.1 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, DE MAGISTÉRIO SUPERIOR E DE GESTÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR . Experiência Profissional de gestão acadêmica do coordenador de Administração da Faculdade Raimundo Marinho. O coordenador prof. Esp. Robson Alves de Lima e Silva tem experiência profissional de 7 anos e 6 meses como coordenador, já tendo atuado como coordenador de outros cursos em outras IES. Foi Coordenador por 2 anos em 2 cursos na FAA/IESA pelo grupo UNIP-SP em Maceió. Curso de Marketing e Marketing Estratégico. Experiência de Magistério Superior do coordenador do Curso de Administração da Faculdade Raimundo Marinho. O coordenador Esp. Robson Alves de Lima e Silva tem experiência profissional acadêmica de 13 anos e 6 meses, já tendo lecionado em diversas instituições de ensino do estado do Alagoas e do Nordeste em nível de Graduação e Pós Graduação. Tem experiência na área de Educação, Psicologia e áreas de gestão, projetos de extensão acadêmica e de Iniciação Científica, tanto na Faculdade Raimundo Marinho como nas demais onde o mesmo foi professor. As comprovações de titulação, experiência docente e profissional estão em poder da instituição e disponíveis para apreciação durante avaliação in loco. 16.2 REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DO CURSO O Regime de trabalho do coordenador do curso é parcial, com 30 horas. Sendo 20 horas destinadas a coordenação do curso e 9 horas em sala de aula e 1 para atividades 86 junto a CPA . O mesmo também é presidente do colegiado de Curso e do NDE (Núcleo Docente Estruturante) realizando reuniões periódicas. Ainda em relação ao regime de trabalho do coordenador são destinadas somente para a gestão respeitando-se a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as horas dedicadas à coordenação. Para efetuar-se o calculo utilizou-se o número de vagas do curso dividido pelo número de horas semanais de trabalho do coordenador no curso. 16.3 TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE DO CURSO O curso conta atualmente com 16 professores, sendo 70% especialista, 30% mestres, atendendo desta forma o conceito 3 deste indicador que prevê um percentual maior ou igual a 30% e menor que 50% de docentes com titulação obtida em programas de pós graduação stricto sensu. Curso de Administração da Faculdade Raimundo Marinho Quadro de professores e titulação. Adelmo José Martins - Mestre Elienai Araujo Moura - Mestre Keila Adiene – Mestre Lucia Guiomar - Mestre Thiago Queiroz - Mestre Aline Moura Gameleira - Especialista Euson Fireman - Especialista (mestrando) Grace Galvão Pinheiro - Especialista Guilherme Pimentel - Especialista Guilherme Belmonte - Especialista (mestrando) Karla Romariz – Especialista José Senivaldo Liberato - Especialista Josecyla Queiros - Especialista Robson Alves de Lima e Silva – Especialista (mestrando) Wellington C. de Oliveira - Especialista As comprovações de titulação, estão em poder da instituição e disponíveis para apreciação durante avaliação in loco. 87 16.4 REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE DO CURSO Os professores são contratados, sob o regime da legislação trabalhista, para jornadas em regime de Tempo Integral ou Tempo Parcial, ou são contratados por hora-aula, tendo em vista as características das disciplinas e do profissional selecionado. O valor de remuneração da hora-aula é compatível ao praticado na região onde a instituição está inserida. A Faculdade Raimundo Marinho, por meio de um plano de capacitação de recursos humanos, desenvolve programas de pós-graduação, próprios ou em convênio com outras IES, objetivando atualizar, aperfeiçoar ou capacitar seus professores e pessoal nãodocente. O curso conta atualmente com 16 professores, sendo 93,5% horistas e 6,5% parcial. 16.5 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE O curso conta atualmente com 16 professores, sendo que 80% tem experiência profissional com mais de 5 anos, atendendo desta forma o conceito 5 deste indicador que prevê um percentual maior que 80%. A documentação comprobatória estará disposição da comissão, no ato da visita in loco. Bacharel em Administração de Empresas Professor Experiência Profissional ALINE MOURA GAMELEIRA – 10 anos 2005 – Atual - Escola PR. Albérico de Souza, EPAS, Brasil. Vínculo: VOLUNTARIA, Enquadramento Funcional: PSICOLOGA 2005 – Atual - Espaço Gente I., E.G., Brasil. Vínculo: Horista, Enquadramento Funcional: Psicológa 2002 – 2003 - Contabilidade Tarsis Amorim Gameleira. Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Auxiliar de escritório 88 ADELMO JOSÉ MARTINS - 5 anos E-GERENCIAL – Instrutor do Curso de Logística Empresarial. Nov/2011 - Jun/12; Cooperativa Pindorama – Consultor Empresarial. Abr/2011 a Agos/12 Organização das Cooperativas do Brasil, seccional Alagoas. Consultor do Programa de Monitoramento Empresarial. Início: Set/2011. Projeto em andamento. Federação das Indústrias do Estado de Alagoas. Instituto Euvaldo Lodi (IEL). Centro Internacional de Negócios. Técnico Extensionistado Projeto Extensão Industrial Exportadora.Jun/11 a Mar/2012 Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística – SEDEC. Atualmente denominada Secretaria de Estado do Planejamento Desenvolvimento Econômico – SEPLANDE, no Estado de Alagoas. Admissão: jan/2007 – Saída: mar/2010 ELIENAI ARAÚJO MOURA – 9 anos 2009 – Atual - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, UNCISAL, Brasil. 2003 – Atual - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, UNCISAL, Brasil EUSON CASADO FIREMAN – 9 anos 2011 – Atual - Banco do Estado de Alagoas, PRODUBAN, Brasil. Vínculo: Conselho Fiscal, Enquadramento Funcional: Conselheiro 2011 – Atual - Companhia de Empreendimentos, Intermediação e Parceiras de Alagoas, CEPAL, Brasil. Vínculo: CONSELHO FISCAL, Enquadramento Funcional: PRESIDENTE 2004 – Atual - Secretaria de Estado do Planejamento e do Orçamento de Alagoas, SEPLAN, Brasil. Vínculo: ESTATUTÁRIO, Enquadramento Funcional: CONTADOR 2009 – 2009 - Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas. Vínculo: Colaborador, GUILHERME BELMONTE – 7 anos e 89 2007 – Atual - CEDEN Consultoria e Negócios Ltda. Vínculo: CONSULTOR SÓCIO, Enquadramento Funcional: Consultor 2008 – Atual - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas de Maceió. Vínculo: Consultor, Enquadramento Funcional: Consultoria. GUILHERME PIMENTEL DE PAIVA – 7 anos 2005-2005- Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. Vínculo: Convidado, Enquadramento Funcional: Instrutor de Informática. 2005 – 2005 - Quality Informática. Vínculo: Instrutor de Informática, Enquadramento Funcional: Instrutor Convidado. GRACE GALVÃO PINHEIRO – 30 anos 2002 – 2005 - Colégio Batista Alagoano. 2000 – 2009 - Colégio Santíssima Trindade. 1994 – 2000 - Colégio Universitário. 1986 – 1999 - Colégio de Santa Teresinha. 1984 – 1989 - Colégio Guido de Fontgalant. JOSÉ SENIVALDO LIBERATO – 7 anos 2006 – 2011 - CBA - Cia de Bebidas e Alimentos do São Francisco. Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Coordenador Financeiro Pleno. 2005 – 2011 - NP CONSULTORIA. Vínculo: Instrutor, Enquadramento Funcional: Consultor JOSECYLA FARIAS QUEIROZ DOS SANTOS – 9 anos 2011 – Atual - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Maceió. Vínculo: Prestação de Serviço, Enquadramento Funcional: Prestador de Serviço 2004 – Atual - Instituto Ação de Desenvolvimento para a Cidadania, IADEC, Brasil. Vínculo: Empregado, Enquadramento Funcional: Diretor Executivo. 90 KEILA ADIENE GUIMARÃES GOMES – 11 anos 2002 -Atual- Universidade Estadual de Ciências da Saúde Alagoas, UNCISAL, Brasil. Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Coordenadora: Programa de Gestão de Resíduos ROBSON ALVES DE LIMA E SILVA – 16 anos 2012 – Atual - Instituto de Desenvolvimento e Gestão Empresarial, IDGE, Brasil. Vínculo: Sócio, Enquadramento Funcional: Consultor e Diretor de Projetos 2010 – Atual - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas de Maceió, SEBRAE. Vínculo: CONSULTOR e INSTRUTOR, Enquadramento Funcional: CREDENCIADO 1997 – 2007 - Instituto Hermes Pardini Ltda. Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Gerente Comercial THIAGO QUEIROZ DE FIGUEIREDO – 13 anos 2000 – 2000 - Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Vínculo: Prestador de Serviços, Enquadramento Funcional: Recenseador WELLINGTON CAVALCANTI DE OLIVEIRA - 29 anos 1994 – Atual - WCO Contabilidade. Vínculo: TITULAR, Enquadramento Funcional: CONTADOR. 1991 – 1992 - Serviço Nac. de Aprendizagem Industrial - SENAI DR/AL. Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Contador/Chefe da Div. de Administração 1984 – 1991 - Usina Taquara Ltda. Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: CHEFE DO DEPTO. DE PESSOAL KARLA ROMARIZ APOLINÁRIO – 8 anos 2008 – 2008 - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - DF, SENAC/DF, Brasil.Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Instrutor. 91 LÚCIA GUIOMAR BASTO FRAGOSO DE ALMEIDA – 7 anos Pericia Técnica -TRT – 19a região – Engenharia de Segurança do Trabalho (Perícia técnica em insalubridade, periculosidade e ergonomia) Coordenação da Unidade Executora Municipal (UEM) de Rio Largo – Alagoas Engenharia Civil – Projetos, administração e construção de obras Engenharia de Segurança do Trabalho – Laudos, pareceres técnicos, documentos, assistência técnica e consultoria Engª de Segurança do Trabalho – Empresa São Francisco Ltda. Engª Engª de Segurança do Trabalho – Uncisal 16.6 EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR DO CORPO DOCENTE O curso conta atualmente com 15 professores, sendo que 100% tem experiência profissional com mais de 2 anos, atendendo desta forma o conceito 5 deste indicador que prevê um percentual maior que 80%. Bacharel em Administração de Empresas Professor Experiência Magistério Superior ALINE MOURA GAMELEIRA – 15 anos 2009 – Atual - Faculdade da Cidade de Maceió, FACIMA, Brasil. 2007 – Atual - Fundação Educacional do Baixo São Francisco, FRM, Brasil 1997 – 1999 - Colégio José de Alencar. ADELMO JOSÉ MARTINS - 9 anos 2009 - Atual - Faculdade Integrada Tiradentes, FITS. 2009 – Atual - Faculdade Raimundo Marinho, FRM. 2008 – 2009 - Universidade Federal de Alagoas, UFAL. 2007 – 2008 - Sociedade Educacional de Maceió Ltda, FAMA, Brasil. FAMA, Brasil. 92 2005 – 2007 - Faculdade de Alagoas, FAL, Brasil. 2005 – 2006 - Sociedade Unificada Paulista de Ensino Renovado Objetivo Superior, FACIMA, Brasil. 2004 – 2006 - Centro de Educacao Tecnologica de Alagoas. 2004 – 2005 - Associacao de Ensino Superior de Alagoas, AESA, Brasil. ELIENAI ARAÚJO MOURA – 35 anos 2007 – Atual - Fundação do Baixo São Francisco, FRM, Brasil. 2006 – Atual - Universidade Federal de Alagoas, UFAL, Brasil. 2009 – Atual - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, UNCISAL, Brasil. 2003 – Atual - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, UNCISAL, Brasil. 2007 - 2009 - Faculdade da Cidade de Maceió. 2006 – 2007 - Associação do Ensino Superior de Alagoas. EUSON CASADO FIREMAN – 11 anos 2012 – Atual - Fundação Educacional do Baixo São Francisco. 2004 – Atual - Faculdade de Tecnologia de Alagoas, FAT, Brasil. 2006 – 2008 - Faculdade da Cidade de Maceió. 2004 – 2010 - Faculdade de Tecnologia de Alagoas, FAT, Brasil. GUILHERME BELMONTE – 7 anos 2009 – Atual – Faculdade Raimundo Marinho, FRM, Brasil. 2006 – 2009 - Faculdade Alagoana de Administração, FAA, Brasil. 93 GUILHERME PIMENTEL DE PAIVA – 7 anos 2007 – Atual - Faculdade Raimundo Marinho, FRM, Brasil. 2006 – Atual - Colégio Santa Úrsula LTDA, CSU, Brasil. 2006 – Atual - Faculdade Figueiredo Costa, FIC, Brasil. 2002 – 2007 - Faculdade de Administração de Alagoas, FAA, Brasil. 2003 – 2008 - Faculdade da Cidade de Maceió, FACIMA, Brasil. 1994 – 2001 - Trend Tecnologia Educacional. 1994 – 2004 - Colégio Marista de Maceió. GRACE GALVÃO PINHEIRO – 4 anos 2009 – Atual - Faculdade Raimundo Marinho, FRM, Brasil. JOSÉ SENIVALDO LIBERATO – 3 anos 2010 – Atual - Faculdade Raimundo Marinho. JOSECYLA FARIAS QUEIROZ DOS SANTOS – 2 anos 2011 – Atual - Fundação Educacional do Baixo São Francisco Doutor Raimundo Marinho. KEILA ADIENE GUIMARÃES GOMES – 11 anos 2009 – Atual - Centro Universitário Euro-Americano, UNIEURO, Brasil. 2008 – 2008 - Universidade Paulista, UNIP, Brasil. 2004 – 2007 -Centro de Ensino Superior do Brasil, CESB, Brasil. 94 ROBSON ALVES DE LIMA E SILVA – 7 anos 2009 – Atual - Faculdade Raimundo Marinho. 2006 – 2007 - Faculdade de Administração de Maceió. 2008 – 2008 - FATEC - Faculdade de Tecnologia de Pernambuco. THIAGO QUEIROZ DE FIGUEIREDO – 7 anos 2012 – Atual - Faculdade Maurício de Nassau (AL), FMN, Brasil. 2009 – 2010 - Faculdade da Cidade de Maceió, FACIMA, Brasil. 2008-Atual - Faculdade Raimundo Marinho, FRM, Brasil. 2012 – Atual - Centro de Ensino Superior Arcanjo Mikael de Arapiraca, CESAMA.. 2005 – 2006 - Faculdade de Maceió, FAMA, Brasil. 2005 – 2005 - Faculdades Integradas de Patos, FIP, Brasil. 2011 – Atual - Universidade Federal de Alagoas, UFAL, Brasil. 2006 – Atual - Sociedade de Ensino Universitário do Nordeste, SEUNE, Brasil. WELLINGTON CAVALCANTI DE OLIVEIRA - 10 anos 2010 – Atual - Associação Unificada Paulista de Ensino Renovado Objetivo Assupetro. 2008 – Atual - Faculdade Raimundo Marinho 2004 – 2006 - Sociedade de Ensino Superior de Alagoas - S/C Ltda., SESAL, Brasil. 2003 – 2008 - Soc. Educacional de Maceió S/C Ltda.. 1989 – 2002 - Escola de Ensino Médio e Profissional Fundação Bradesco. KARLA ROMARIZ APOLINÁRIO – 8 anos 2009 – Atual - Centro Universitário Euro-Americano, UNIEURO, Brasil. 2008 – 2008 - Universidade Paulista, UNIP, Brasil. 95 2004 – 2007 -Centro de Ensino Superior do Brasil, CESB, Brasil. LÚCIA GUIOMAR BASTO FRAGOSO DE ALMEIDA – 7 anos 2006 – Atual - Faculdade Raimundo Marinho 17 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO O Colegiado de Curso, é o órgão que tem por finalidade acompanhar a implementação do projeto pedagógico, propor alterações dos currículos plenos, discutir temas ligados ao curso, planejar e avaliar as atividades acadêmicas do curso, sendo composto: Pelo Coordenador do Curso; Pelos professores do curso sendo o quórum de 50% + 1 Por 1 representantes discentes eleitos por seus pares. Compete ao Colegiado de Curso: Propor ao Conselho de Ensino o Projeto Pedagógico do Curso, bem como o respectivo currículo e suas alterações; Analisar e integrar as ementas e planos de ensino das disciplinas, compatibilizando-os ao Projeto Pedagógico; Dimensionar as ações pedagógicas à luz da avaliação institucional; Apresentar e analisar proposta para aquisição de material bibliográfico e de apoio didático-pedagógico. Ressalta-se que o colegiado possui reuniões mensais pré-estabelecidas e que após a deliberação das ações o documento é encaminha para a coordenação com a finalidade de tornar as decisões um ato legal. Todas estas etapas devem sempre levar em consideração o calendário acadêmico da IES, para melhor atender e organizar as atuações do curso em eventos, bem como atender ações imediatas por meio de reuniões extraordinárias prol ao PPC do curso. 96 As comprovações da composição e funcionamento do colegiado estão em poder da instituição e disponíveis para apreciação na época da avaliação in loco. 18 PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA Professores do curso de Administração da Faculdade Raimundo Marinho, que possuem produção científica Produção Científica do Prof. Robson Alves de Lima e Silva. Assessoria e consultoria 1. SILVA, R. A. L. . Planejamento Empresarial. 2009. 2. SILVA, R. A. L. . Elaboração de material didático para EAD no Instituto Paulo Freire de Pós Graduação. 2009. 3. SILVA, R. A. L. . Consultoria. 2008. Redes sociais, web sites e blogs 1. SILVA, R. A. L. . O profissional do Século XXI. 2011; Tema: Desenvolvimento de competências para profissionais em início de carreira. (Blog). 2. SILVA, R. A. L. . As duas pulgas ' por Robson Alves'. 2011; Tema: Análise de cenário empresarial de consultoria em Alagoas. (Blog). 3. SILVA, R. A. L. . Direito e Deveres dos Consumidores. 2011; Tema: Direitos e deveres dos consumidores.. (Blog). 4. SILVA, R. A. L. . Cultura Organizacional. 2010; Tema: Cultura Organizacional. (Blog). 97 5. SILVA, R. A. L. . A importância de um Consultor de MArketing frente a concorrência do século XXI. 2010; Tema: Consultoria. (Blog). Trabalhos técnicos 6. SILVA, R. A. L. Palestra do Orienta Fácil do Sebrae/Al - Conheça o Cliente do Seu Negócio “ construção do Manual do Palestrante, Manual do Participante. 7. - SILVA, R. A. L. Palestra do Orienta Fácil do Sebrae/Al - Comece Certo “ construção do Manual do Palestrante, Manual do Participante. 8. - SILVA, R. A. L. Palestra – PANR – Planejando o seu negócio Rural. SEBRAE/AL - construção do Manual do Palestrante, Manual do Participante. Profa. Lucia Guiomar ALMEIDA, Lucia Guiomar Basto Fragoso, Abordagem Ergonômica para as LER/DORT, 2006. ALMEIDA, Lucia Guiomar Basto Fragoso, Efeitos dos Poluentes Atmosféricos na Saúde dos Trabalhadores na Rua Augusta – Maceió – Alagoas. Professora Keila Adiene Guimarães Gomes 1 CAPÍTULO DE LIVRO PUBLICADO 1.1 Oficina de Reciclagem Como Metodologia Para Educação Ambiental e Geração de Renda In: Economia Solidária: Tecnologias em Reciclagem de Resíduos para Geração de Trabalho e Renda ed.São Carlos/SP : Claraluz, 2009, v.1, p. 27-36. www.conaresol.ufscar.br/download/EbookFINAL.pdf 2 TRABALHOS NACIONAIS PUBLICADOS EM EVENTOS (Congressos, Simpósios, Fórum) 98 2.1. Estudos para elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos do Centro de Patologia e Medicina laboratorial (CPML) da UNCISAL. In: 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, Porto Alegre – RS, 2011 2.2. Dificuldades e desafios na adequação à legislação para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde em um hospital público de Maceió/AL, In: X Simpósio Ítalo-Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, Anais do X Congresso da ABES, Maceió – AL, 2010. 2.3. Oficina de reciclagem como metodologia para educação ambiental e geração de renda. In: I congresso de economia solidária, Resíduos e Reciclage. São Carlos – SP, 2009. 2.4. Composição gravimétrica dos resíduos sólidos produzidos numa instituição de ensino superior na área de saúde: subsídios para a elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos In: 25º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, Recife. Anais do 25º Congresso da ABES, 2009. 2.5. Oficinas de reciclagem como metodologia para a sensibilização da consciência ambiental. In: 25º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, Recife. Anais do 25º Congresso da ABES, 2009. 2.6. Relatório Final de Projeto. PPSUS/2006, 2009. (Relatório de pesquisa) 2.7. Sensibilização da comunidade da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas em relação à problemática dos RSS, com vista à implantação do PGRS. In: XIII SILUBESA - Simpósio Luso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, Belém - Pará, 2008. 2.8. Estimativa do potencial de formação de percolado no aterro controlado de Maceió, através de balanço hídrico.In: IX Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, Salvador – BA, 2008. 2.9. Relatório Final de Projeto. PPSUS/2006, 2008. (Relatório de pesquisa) 99 3 TRABALHOS INTERNACIONAIS PUBLICADOS EM EVENTOS 3.1 Acidentes com perfurocortantes em hospitais da rede pública estadual em Maceió – Alagoas. In: 3º Simpósio Iberoamenricano de Ingeniería de Resíduos e 2º Seminário da Região Nordeste sobre Resíduos. João Pessoa – PB, 2010. 3.2 Caracterização de resíduos de serviços de saúde. Estudo de caso: Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas. In: XXXI Congreso Interamericano de Ingeniería Sanitaria Y Ambiental e I Foro Interamericano sobre servicios de água y sanemiento. Santiago de Chile, 2008. 4 PARTICIPAÇÃO EM PROJETO 4.1 2007 – 2009 - caracterização quali-quantitativa dos resíduos em serviços de saúde para a elaboração e implantação de um programa de gerenciamento de resíduos. Situação: Concluído Natureza: Pesquisa Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas-FAPEAL, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico-CNPq. 100 19 INFRAESTRUTURA Tabela 3 - Infra-Estrutura Física LOCAL Copa ESPECIFICIDADES Qtde 1 Mesa, 6 Cadeiras, 1 Geladeiras, 1 1 Microondas, 1 gelagua Área de Alimentação 1 Área de Circulação 1 1 Área de Circulação 2 1 2012 2,9 x 5,5 11,6 x 6,4 12,3 x 26 15,6 x 27,6 Banheiros - Masculino com 1 cabine para PNE (BLOCO A) - Feminino com 1 cabine para PNE (BLOCO A) - Masculino com 1 cabine para PNE (BLOCO B) - Feminino com 1 cabine 1 lixeiro grande, 1 Espelho de parede, 1 portal papel-toalha, 2 porta detergente, 3 lixeiro pequeno, 3 porta papel higiênico, 3 pias, 2 mictórios, 3 cabines sanitárias sendo uma 1 para deficientes,, 1 armário 1 lixeiro grande, 1 Espelho de parede, 1 portal papel-toalha, 1 porta detergente, 3 lixeiro pequeno, 3 porta papel higiênico, 3 pias, 3 cabines sanitárias, 1 armário 1 lixeiro grande, 1 Espelho de parede, 2 portal papel-toalha, 2 porta detergente, 2 lixeiro pequeno, 2 porta papel higiênico, 3 pias, 3 mictórios, 1 armário, 2 cabines sanitárias sendo uma 1 para deficientes 1 lixeiro grande, 1 2 3,4 x 3,4 2 3,4 x 3,4 2 3,4 x 3,4 2 3,4 x Área (M²) 2013 2014 2015 2016-17 101 para PNE (BLOCO B) Espelho de parede, 1 portal papel-toalha, 2 porta detergente, 3 lixeiro pequeno, 3 porta papel higiênico, 3 pias, 3 cabines sanitárias sendo uma 1 para deficientes, 1 armário 1 lixeiro grande, 1 Espelho de parede, 1 portal papel-toalha, 2 porta detergente, 1 - Masculino com 1 armário, 3 lixeiro cabine para PNE (BLOCO pequeno, 3 porta 1 C) papel higiênico, 4 pias, 3 cabines sanitárias sendo uma 1 para deficientes, 7 mictórios. 1 lixeiro grande, 1 Espelho de parede, 1 armário, 1 portal papel-toalha, 2 porta - Feminino com 1 cabine detergente, 7 lixeiro 1 para PNE (BLOCO C) pequeno, 7 porta papel higiênico, 4 pias, 7 cabines sanitárias sendo uma 1 para deficientes Instalações Administrativas 7 computadores completos, 2 ncomputing completos, 2 impressoras com 1 estabilizador, 1 telefone, 1 balcão, 8 mesas de Biblioteca computadores, 8 1 mesas, 43 cadeiras, 51 estantes para livros, 1 estante expositora, 1 estante para dvds, 7 cabines individuais de estudo, 2 ar-condicionado, 2 lixeiras, 1 pia. 1 3,4 4,85 x4,75 4,85 x4,75 7,2 x 13, 7,20 x 27,15 102 escada, 5 salas de estudos em grupo (mesa, cadeiras e arcondicionado), 1 sala de vídeo com TV, DVD e 6 cadeiras Em planejamento Auditório (capacidade para 200 1 pessoas) 1 computador completo, 1 birô, 2 cadeiras, 6 walktalks, - Recepção 1 1 lixeiro, 1 central telefônica, 1 arcondicionado 1 computador completo, 1 impressora com estabilizador, 4 birô, 1 armário, 1 quadro - Procurador Institucional branco, caixa p/ 1 guardar equipamentos,, 3 cadeiras, 1 telefone, ar-condicionado - Secretaria Geral Sala de Professores 3 computadores completos, 3 ncomputing completos, 1 impressora c/ estabilizador,, 27 1 arquivos, 5 birôs, 16 cadeiras, 3 telefones, 1 filtro de água gelada elétrico, arcondicionado. 1 computador completo, 3 ncomputing completos , impressora com estabilizador, 3 birôs, 1 mesa, 3 mesas para 1 computadores, 2 arquivos, 2 armários, 13 cadeiras, 1 quadro de chaves de salas, 1 quadro de avisos., 1 filtro de água gelada x x 4,4 x 2,51 2,5 x 3,61 7,3 x 5 7,3 x 7,33 7,25 x 7,35 7,20 x 30,0 103 - Sala de Coordenação - Sala de Coordenação elétrico, 1 Porta copos, 1 telefones, ar-condicionado. 1 computador completo, 1 impressora, 1 birôs, 1 mesa para computador, 2 1 arquivos, 1 armário, 1 balcão 4 cadeiras,1 telefones, arcondicionado 1 computador completo, 1 impressora, 1 birô,1 mesa para computador, 1mesa, 1 4 arquivos, 1 armário, 1 quadro branco, 1 mural, cadeiras, 1 telefones, arcondicionado. - Núcleo de Apoio Psicopedagógico 1 2 computadores completos, 1 monitore, 1 teclados, 1 mouses, 1 estabilizadores, 2 - Núcleo de Tecnologia nobreaks, 8 1 da Informação prateleiras, 2 balcões, 1 birôs, 1 armário, 1 telefone, 1 lixeiro, arcondicionado, 3 cx de som, 4 notebooks. 3 datashow. 1 computador completo, 1 impressora com estabilizador,2 birôs, 1 Setor de Pessoal 1 arquivo, 1 armário, 1 telefone, arcondicionado 2,9 x 5,5 2,2 x 3,1 4,75 x 10,7 2,2 x 3,45 2,2 x 4,63 Laboratórios - Informática 24 computadores (cpus, monitores, teclados, mouses, estabilizadores) 38 1 3,86 x 12,66 104 - Brinquedoteca cadeiras, 1 dashow, ar-condicionado, 1 quadro branco, 2 bancadas 2 armários, 5 mesas, 2 prateleiras, microsystem, 25 cadeiras, 1 lixeiro 2 quadros, arcondicionado e material didático 4,75 x 10,7 Salas de aula Salas de aula (40 alunos) – Bloco A Salas de aula (50 alunos) – Bloco A Salas de aula (50 alunos) – Bloco A Salas de aula (50 alunos) - Bloco B Salas de aula (40 alunos) - Bloco C Salas de aula (50 alunos) - Bloco D 1 quadro branco, caixa p/ guardar equipamentos,, 1 birô, 39 cadeiras, 1 datashow, 1 cx som,1 lixeiro, arcondicionado 1 quadro branco, caixa p/ guardar equipamentos, 1 birô, 39 cadeiras, 1 datashow, 1 notebook, 1 cx som,1 lixeiro, arcondicionado 1 quadro branco, caixa p/ guardar equipamentos, 1 birô, 39 cadeiras, 1 datashow, 1 notebook, 1 cx som,1 lixeiro, arcondicionado 1 quadro branco, caixa p/ guardar equipamentos,, 1 birô, 44 cadeiras, 1 datashow, 1 notebook, 1 lixeiro, arcondicionado 1 quadro branco, caixa p/ guardar equipamentos,, 1 birô, 43 cadeiras, 1 datashow, 1 lixeiro, arcondicionado 1 quadro branco, 1 birô, - cadeiras, - 01 6,5 X 7,3 01 7,25 X 9,8 09 7,15 X 7,3 07 7,15 X 7,2 15 4,75 X 10,7 06 x 4,6 X 10,7 105 Direção de extensão Presidência da Fundação Sala Fundação Financeiro Direção acadêmica Comunicação TOTAL datashow, 1 lixeiro, arcondicionado 1 computador completos, 1 impressora, 1birôs, 1 mesa, 1 arquivos, 1 telefone 1 computador completos, 1 impressora, 1birôs, 1 mesa de reuniões, 1 arquivos, 1 telefone 3 computador completos, 3 impressora, 3birôs, 10 arquivos, 2 telefone, ar-condicionado 3 computadores completos, 3 birôs, 1 impressora, 2 arquivos, 9 cadeiras, 1 fax, 1 cafeteiras, 2 telefones, arcondicionado 3 birôs, 1 mesa, 19 cadeiras, 2 armários, 1 arquivo, 1 computador completo ,1 impressora, 1 estabilizador, 1 telefone, arcondicionado. 1 mural, 1 lixeira 1 computador completos, 1 impressora, 1birôs, 1 mesa, 1 arquivos, 1 telefone 1 x 3,0 X 5,93 1 x 3,61 X 8,33 1 x 3,61 X 8,33 1 x 3,48 X 3,71 1 3,50 X 7,62 1 x 4,60 X 10,70 106 19.1 INFRA-ESTRUTURA ACADÊMICA Tabela 4 - Laboratório de Informática Equipamento Especificação Computador Processador Intel Celeron – 1 GB memória RAM – HD de 320 GB - monitor V7 de 17 polegadas Computador Projetor TOTAL Processador Intel Celeron – 1 GB memória RAM – HD de 40 GB - monitor V7 de 17 polegadas Epson s12+ Quantidade 17 computadores elcoma 2012 2013 2014 2015 2016-17 15 monitores V7 de 17 polegadas 4 computadores multilaser 6 monitores sansumg 16 polegadas 17 17 4 4 21 21 50 60 80 1 Tabela 5 - Laboratório Específico para o Curso de Administração Equipamento Computador Quadro Branco Mesa Redonda Armário Especificação Quantidade 2012 2013 2014 2015 2016-17 NÚCLEO DE PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS - CIN Computador para os alunos poderem ter acesso a internet e gerenciar seus projetos Para treinamento ,capacitações e reuniões dos grupos em seus projetos Utilizada para reuniões de planejamento em equipes Utilizado para guardar os documentos e equipamentos utilizados pelo núcleo TOTAL 1 x x x 1 x x x 1 x x x 1 x x x 4 107 19.2 RELAÇÃO EQUIPAMENTO/ALUNO/CURSO Os equipamentos, mobiliários e materiais disponibilizados nos laboratórios da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO atenderão a proporção de 2 alunos por equipamento, nas aulas práticas de cada curso. 19.3 BIBLIOTECA A Biblioteca integra a organização acadêmico-administrativa da FACULDADE RAIMUNDO MARINHO, diretamente subordinada à Diretoria. A Biblioteca adota a classificação decimal universal (CDU) para a classificação de seu acervo. As obras serão catalogadas segundo as Normas do Código AngloAmericano (AACR2). 19.3.1 ACERVO GERAL O acervo da biblioteca abrange as grandes áreas do conhecimento, que são: Ciências Exatas e da Terra, Ciências Biológicas, Ciências Humanas, Ciências da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas e Linguística, Letras e Artes voltadas para os cursos e programas de educação superior previstos neste PDI: POR QUANTIDADE TIPO DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO Livros: Títulos Exemplares Periódicos científicos: Títulos Fascículos Revistas: Títulos Fascículos Vídeo/CD/DVD QUANTIDADE 2.213 10.013 73 920 65 337 126 108 19.3.2 FORMAS DE ATUALIZAÇÃO E EXPANSÃO DO ACERVO O acervo bibliográfico da Biblioteca da Faculdade Raimundo Marinho é atualizado semestralmente, por solicitações das coordenações dos cursos, bem como indicações/sugestões dos usuários internos (alunos, professores e funcionários). A Biblioteca também participa ativamente neste processo de expansão e atualização do acervo. Seu principal objetivo é atender e está em consonância com cada projeto político pedagógico de cada curso que a Instituição oferece. A ordem de prioridade para aquisições dos materiais bibliográficos são sempre àqueles solicitados pelos coordenadores de seus respectivos cursos com sua bibliografia básica e complementar de cada componente curricular. As orientações necessárias, bem como as quantidades de exemplares tanto para as bibliografias básicas como para as bibliografias complementares são definidas tendo como parâmetro o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância do Ministério da Educação (MEC). O acervo da Biblioteca Dr. Raimundo Marinho atende apropriadamente às funções acadêmicas, em livros, periódicos (assinaturas correntes), base de dados, vídeos e software. Além do acervo específico de cada curso, a Biblioteca tem livros de referência postos à disposição dos alunos, contribuindo assim para a formação da comunidade acadêmica. Os periódicos assinados são os de informação acadêmicos e científicos, nacionais ou estrangeiros, além dos de informações gerais, cobrindo todas as áreas do conhecimento humano em que Faculdade atua. O acervo também é composto, por CDs e DVDs educacionais, culturais e científicos, abrangendo todas as áreas e, em especial, os cursos ministrados. 19.3.3 HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO A Biblioteca está aberta à comunidade acadêmica e externa de segunda a sexta-feira das 8h às 21h40min e aos sábados letivos das 08h às 11h40min. 109 19.3.4 SERVIÇOS OFERECIDOS São desenvolvidos os serviços de seleção e aquisição de material bibliográfico, levantamento bibliográfico, tratamento técnico da informação, recuperação e disponibilização da informação, além de orientação bibliográfica. O acesso ao material bibliográfico ocorre por meio de catálogo informatizado nos terminais da biblioteca com a ajuda dos auxiliares da biblioteca, ou ainda pela Internet. Já a retirada de título de interesse do usuário se dar diretamente no balcão de atendimento da biblioteca. Os empréstimos são disponibilizados a comunidade acadêmica (alunos, funcionários e professores), com prazos determinados e renováveis por igual período conforme a necessidade do usuário e das regras existentes na biblioteca. A IES continua em um processo de investimentos baseados nos indicadores da CPA, como instrumento de avaliação para melhor atender ao aluno e aos profissionais que trabalham na Faculdade Raimundo Marinho. 20 – O CONCLUINTE DO CURSO DE BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE RAIMUNDO MARINHO. O perfil final do aluno de administração desta IES, é formado a partir da Idéia de mercado, seus aspectos políticos, sociais e econômicos, esse desenvolvimento os torna aptos a desenvolver em qualquer organização as competências adquiridas durante sua formação acadêmica em nossa IES, o que refletem o nosso compromisso com esses discentes em transformá-los em pessoas, profissionais, melhores do que quando ingressaram em nossa instituição. Através dos projetos, da participação em eventos que proporcionem ao aluno um crescimento significativo, do comprometimento da mantenedora que não vem poupando esforços para melhorar a cada dia a estrutura necessária para um melhor aprendizado, da necessidade de profissionais nesta região onde a IES esta inserida, estamos promovendo desenvolvimento, oportunidades e capacitações aos nossos discentes, de maneira a possibilitar um crescimento mutuo entre a sociedade local, seu perfil econômico, a melhora da gestão e o desenvolvimento sustentável das organizações existentes nesta região. 110 Sendo assim, o nosso discente conclui o Curso de Bacharel em Administração com competências, habilidades e atitudes de um administrador, podendo assumir e desenvolver o seu trabalho em qualquer organização, que o mesmo seja necessário. Maceió, janeiro de 2013.