MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca e Aquicultura SEIF RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2014 Brasília, março de 2015 MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca e Aquicultura SEIF Relatório de Gestão do Exercício de 2014 apresentado aos Órgãos de Controle Interno e Externo como prestação de contas ordinária anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da Instrução Normativa TCU nº 63/2010, da Decisão Normativa TCU nº 134/2013, da Portaria-TCU nº 90/2013. Unidade Individual: Secretaria de Infraestrutura e Fomento/MPA Brasília, março de 2015 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ACT Acordo de Cooperação Técnica APEX Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos ASAE Assessoria de Assuntos Estratégicos e Relações Internacionais ATEPA Assistência Técnica e Extensão Pesqueira e Aquícola ATER Assistência Técnica e Extensão Rural CATC Coordenação Geral de Assistência Técnica, Capacitação, Associativismo e Cooperativismo da Pesca e Aquicultura CAISAN Comitê Técnico de Monitoramento do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional CBPA Consórcio Brasileiro de Pesquisa, Desenvolvimento e Transferência de Tecnologia em Pesca e Aquicultura CENIMP Centro Nacional de Identificação Molecular do Pescado CGCOM Coordenação Geral de Comercialização da Pesca e Aquicultura CGA Coordenação Geral de Administração CGU Controladoria Geral da União CIAC Coordenação Geral de Incentivo e Apoio ao Crédito CIPAR Centro Integrado de Pesca Artesanal CNM Conselho Monetário Nacional CNPq Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico COGENT Coordenação Geral de Pesquisa e Geração de Novas Tecnologias da Pesca e Aquicultura COINF Coordenação Geral de Infraestrutura COLOG Coordenação Geral de Logística CONAB Companhia Nacional de Abastecimento CONESP Comitê de Nomenclatura das Espécies de Pescado CPAO Unidade Agropecuária Oeste/EMBRAPA CRH Coordenação Geral de Recursos Humanos CT-AGRO Câmara Técnica do Agronegócio CTP Conselho do Terminais Pesqueiros DEFO Departamento de Fomento DILOG Departamento de Infraestrutura e Logística DN Decisão Normativa DENACOOP Departamento Nacional de Cooperativismo EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária EMPAER Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural FINEP Financiadora de Estudos e Projetos FMM Fundo da Marinha Mercante FNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação GGPAA Grupo Gestor do Programa de Aquisição de Alimentos GTT Grupo Técnico de Trabalho de Nomenclatura IFBA Instituto Federal de Educação Ciências e Tecnologia da Bahia IFSC Instituto Federal de Santa Catarina IG Indicação Geográfica IN Instrução Normativa INCRA Instituto Nacional de Reforma Agrária INDEP Instituto Nacional para o Desenvolvimento Pesqueiro INI Instrução Normativa Interministerial LAPOM Laboratório de Peixes e Ornamentais Marinhos LOA Lei Orçamentária Anual MAPA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MCTI Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação MCR Manual de Crédito Rural MF Ministério da Fazenda MDA Ministério do Desenvolvimento Agrário MDS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MEC Ministério da Educação MRE Ministério das Relações Exteriores MI Ministério da Integração Nacional MMA Ministério do Meio Ambiente MPA Ministério da Pesca e Aquicultura MPOG Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão MT Ministério do Trabalho NUTEC Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará P,D&I Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação PAA Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar PL Projeto de Lei PLANAPO Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica PNAE Programa Nacional de Alimentação Escolar PNATER Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural PNMPO Programa Nacional do Microcrédito Produtivo Orientado PPA Plano Plurianual PROAGRO Programa de Garantia da Atividade Agropecuária PROFROTA Programa Nacional de Ampliação e Modernização da Frota Pesqueira Nacional PRONAF Programa Nacional de Agricultura Familiar PRONATEC Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego RENIMP Rede Nacional de Identificação Molecular do Pescado RePAq/UFES Unidade de Reprodução de Organismos Marinhos para fins de Aquicultura REVITALIZA Programa de Revitalização da Frota Pesqueira Artesanal SE Secretaria Executiva SEIF Secretaria de Infraestrutura e Fomento SENAES Secretaria Nacional de Economia Solidária SEPOA Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura SEPOP Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Pesca SESI/GO Departamento Regional do SESI no estado de Goiás SFPA Superintendências Federais da Pesca e Aquicultura SIASG Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais SIAPE Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos SIATER Sistema Informatizado de ATER SIC Serviço de Informação ao Cidadão SICONV Sistema de Gestão de Convênios, Contratos de Repasse e Termos de Parceria SICOR Sistema de Operações do Crédito Rural SIF Serviço de Inspeção Federal SIOP Sistema Integrado de Orçamento e Planejamento SOF Secretaria de Orçamento Federal SPOA Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração TCU Tribunal de Contas da União TPP Terminal Pesqueiro Público UBP Unidade de Beneficiamento de Pescado UADAF Unidades de Apoio à Distribuição de Alimentos da Agricultura Familiar UFC Universidade Federal do Ceará UFES Universidade Federal do Espírito Santo UFPR Universidade Federal do Paraná UFRJ Universidade Federal do Rio de Janeiro UFSC Universidade Federal de Santa Catarina UPPMAR Unidade de Pesquisa em Piscicultura Marinha LISTA DE FIGURAS, QUADROS E TABELAS Figura 1. Exemplo de cartaz publicitário utilizado na Semana do Peixe de 2014 ............................. 30 Figura 2. Exemplo de cartaz publicitário utilizado ............................................................................ 31 Quadro A.1.1.1 - Identificação da UJ – Relatório de Gestão Individual ........................................... 15 Quadro A.1.3- Informações sobre áreas ou subunidades estratégicas ............................................... 18 Quadro A.1.4 – Macroprocessos Finalístico ...................................................................................... 20 Quadro A.2.4 – Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ ................................................. 22 Quadro A.5.2.1 – Programa Temático ............................................................................................... 36 Quadro A.5.2.2 – Objetivo fixado pelo PPA...................................................................................... 48 Quadro A.5.2.3.1 – Ações de responsabilidade da UJ – OFSS.......................................................... 58 Quadro A.5.4 – Indicadores de Desempenho ..................................................................................... 68 Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício de referência ............................................................................................................................................ 86 Quadro A.6.5.2 – Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios ........... 71 Quadro A.7.1.1.1 – Força de Trabalho da UJ .................................................................................... 78 Quadro A.7.1.1.2 – Distribuição da Lotação Efetiva ......................................................................... 78 Quadro A.7.1.1.3 – Detalhamento da estrutura de cargos em comissão e funções gratificadas da UJ ....................................................................................................................................................... 79 Quadro A.7.1.3 – Custos do pessoal .................................................................................................. 80 Quadro A.7.2.4 – Composição do Quadro de Estagiários ................................................................. 81 Quadro A.11.3 – Demonstrativo do cumprimento, por autoridades e servidores da UJ, da obrigação de entregar a DBR .............................................................................................................................. 81 Quadro A.11.5 – Declaração de inserção e atualização de dados no SIASG e SICONV .................. 82 Tabela 1. Iniciativas sob responsabilidade da SEIF ........................................................................... 12 Tabela 2. Crédito concedido para Pesca e Aquicultura em 2014.......................................................45 SUMÁRIO INTRODUÇÃO......................................................................................................................10 1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA UNIDADE DE JURISDICIONADAS CUJAS GESTÕES COMPÕE O RELATÓRIO .................................................................................14 1.1 Identificação da Unidade Jurisdicionada ..........................................................................14 1.2 Finalidade e Competências Institucionais da Unidade .....................................................15 1.3 Organograma Funcional ...................................................................................................16 2. INFORMAÇÕES SOBRE GOVERNANÇA.....................................................................20 2.1 Estrutura de Governança ..................................................................................................20 2.2. Autuação da Unidade de Auditoria Interna .....................................................................20 2.3 - Sistema de Correição......................................................................................................20 2.4. Avaliação do Funcionamento dos Controles Internos .....................................................20 2.5. Remuneração Paga a Administradores ............................................................................20 3. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE .................................................................23 3.1 Canais de Acesso ao Cidadão ...........................................................................................23 3.2 Carta de Serviço ao Cidadão ............................................................................................23 3.3 Relacionamento para medir a satisfação dos produtos e serviços ....................................23 3.4 Avaliação do Desempenho da Unidade Jurisdicionada....................................................24 3.5 Medidas relativas à Acessibilidade ..................................................................................24 4. AMBIENTE DE ATUAÇÃO ............................................................................................25 5. PLANEJAMENTO DE UNIDADE E RESULTADOS ALCANÇADOS .......................26 5.1 Planejamento da Unidade .................................................................................................26 5.2. Programação orçamentária e financeira e resultados alcançados ....................................34 6. TÓPICOS ESPECIAIS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA ...........70 6.5 Transferências de Recursos ..............................................................................................70 6.5.1 Relação dos Instrumentos de Transferência Vigentes no Exercício .............................70 7. GESTÃO DE PESSOAS, TERCERIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS. ................................................................................................................79 7.1 Estruturação de pessoal da unidade ..................................................................................79 8. GESTÃO DO PATRIMÔNIO MOBILIÁRIO E IMOBILIÁRIO....................................83 9. GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO .......................................................84 10. GESTÃO DO USO DOS RECURSOS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL ........................................................................................................................85 11. ATENDIMENTO DA DEMANDA DO ÓRGÃO DE CONTROLE ............................86 12. INFORMAÇÕES CONTÁBEIS ......................................................................................88 13. OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO ..........................................................89 14. CONSIDERAÇÕES FINAIS ...........................................................................................90 ANEXO I ................................................................................................................................93 Introdução O recente ciclo de desenvolvimento brasileiro vem sendo impulsionado por políticas públicas inovadoras que combinam crescimento econômico com redução das desigualdades sociais e regionais. O Brasil reúne condições especiais que o diferenciam da grande maioria dos países do mundo. Assim, nosso país pode contar com disponibilidade de recursos naturais, possuindo aproximadamente 13% da água doce do mundo, um litoral de mais de 8 mil km de extensão e uma Zona Econômica Exclusiva (ZEE) com mais de 4,5 milhões de km² de área. Tudo isso engloba enorme diversidade de recursos pesqueiros com condições climáticas propícias para o desenvolvimento de sistemas sustentáveis da cadeia produtiva da pesca e aquicultura. Ademais, ainda possui um expressivo contingente populacional a ser incorporado ao mercado de consumo. Portanto, a estratégia que se coloca no horizonte do Planejamento em vigor no país, notadamente no PPA 2012-2015, consiste em utilizar todas essas potencialidades como base para alcançar um patamar de desenvolvimento centrado no progresso técnico e na redução das desigualdades. Tal desenvolvimento deve equilibrar o aumento da produção e a melhoria da produtividade sem o comprometimento dos estoques pesqueiros, no caso da pesca, e dos meios de produção, no caso da aquicultura. Ainda, para a pesca é necessária a diminuição das perdas e desperdícios, principalmente na pesca artesanal, e a ampliação de pesca para espécies inexplotadas ou subexplotadas. No caso da aquicultura, os principais desafios são o desenvolvimento de sistemas sustentáveis de produção com baixo impacto ambiental, a inclusão social e a organização de uma cadeia de comercialização eficiente que garanta ganhos para o produtor e para o consumidor. Em função do aumento da produção esperada, advindo do pesca extrativista e da aquicultura esta Secretaria de Infraestrutura e Fomento tem prestado relevante serviços, principalmente, com medidas que permitam o desenvolvimento do setor, por meio de infraestrutura de processamento, a expansão da assistência técnica e a capacitação dos aquicultores para gestão dos empreendimentos, assim como a implantar ações que possibilitem o escoamento da produção, seja no mercado nacional ou internacional. Além disso, tem sido de suma importância promover o aprimoramento dos instrumentos de crédito por meio de ações voltadas à adequação das normas. Para tanto, o principal instrumento tem sido o Plano Safra o qual objetiva oferecer linhas de financiamento adequadas às necessidades de crédito para o desenvolvimento da pesca e aquicultura nacional, ao oferecer condições diferenciadas e maior volume de recursos para a ampliação da produção e o apoio às etapas da cadeia produtiva. A Assistência Técnica e Extensão Pesqueira e Aquícola tem sido fundamental para apoiar e promover métodos, práticas e processos que contribuam para o desenvolvimento socioeconômico de pescadores e aquicultores, atuando principalmente na organização da produção, disseminação do cooperativismo, implementação de novas tecnologias para o aumento da produtividade em toda a cadeia produtiva, além de orientar a adequada utilização do crédito rural. Com as medidas visando ao aumento da produção de pescado, tem sido de suma importância implantar ações que possibilitem o escoamento dessa produção, seja no mercado nacional ou internacional, por meio da promoção do pescado brasileiro, abertura de novos mercados, bem como da estruturação de canais eficientes de comercialização. Assim como no mercado interno, foram desenvolvidas ações que promovam o acesso do produto brasileiro ao mercado internacional, bem como foi realizado o acompanhamento contínuo do comércio mundial de modo a identificar mercados 10 potenciais para exportação do pescado brasileiro, suas espécies de interesse e os mercados concorrentes. Além do mais, diante da expectativa de crescimento da produção nacional de pescado, fez-se necessário implantar ações que possibilitem o escoamento da produção aos mercados estratégicos. Nesse contexto, foram investidos na construção, recuperação e ampliação de Terminais Pesqueiros Públicos (TPPs), na medida em que estes contribuem para a otimização das atividades de recepção, movimentação, armazenagem, beneficiamento, comercialização e distribuição de produtos pesqueiros sendo pois um elo extremamente importante na cadeia produtiva e condição essencial para a eficiência do setor pesqueiro, além de apoiar e implementação das Unidades de Recepção de Pescado (“URPs”) como trapiches, atracadouros/cais e também as Unidades de Beneficiamento de Pescados (“UBPs”). O Ministério da Pesca e Aquicultura é responsável pelo Programa Temático 2052 – Pesca e Aquicultura que engloba cinco Objetivos. Entre eles, a Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca e Aquicultura - SEIF, que participa dos seguintes: Objetivo 0567 - Promover a produção aquícola e pesqueira de forma sustentável com foco no potencial brasileiro e nos recursos subexplotados e inexplotados. Objetivo 0572 - Implementar infraestruturas integrantes da cadeia produtiva aquícola e pesqueira para promover a produção, a agregação de valor e a qualidade dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais. As iniciativas sob responsabilidade desta UJ estão elencadas na tabela seguinte: Tabela 1. Iniciativas sob responsabilidade da UJ Objetivo Iniciativa Ampliar a inserção do pescado brasileiro no mercado nacional e internacional, promovendo a comercialização e o consumo de pescado Apoiar a criação do Consórcio Brasileiro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&I) e Transferência de Tecnologia (TT) (CBPA) - MPA/MCTI/Embrapa 0567 Apoiar a criação do Instituto Nacional de Pesquisa para o Desenvolvimento Pesqueiro – INDEP Aprimoramento dos instrumentos de crédito e viabilização do acesso pelos pescadores e aquicultores Concessão de crédito aos pescadores e aquicultores Equalização da taxa de juros em financiamentos para a ampliação e modernização da frota pesqueira nacional Desenvolvimento da Infraestrutura Pesqueira e Aquícola Implantação de Terminais Pesqueiros Públicos 0572 Promover a gestão participativa das infraestruturas públicas de terminais pesqueiros públicos 11 Além disso, este MPA também dispõe de iniciativas no Programa 2028 - Defesa Agropecuária, no Objetivo 0620, no qual a SEIF responsável pela execução de duas metas. Conforme definição interna, com base nas competências das unidades que integram a estrutura deste MPA, foi definido que o registro das informações referentes aos objetivos, seria realizado no relatório de gestão da Secretaria Executiva, cabendo a cada secretaria finalística abordar as iniciativas e metas identificadas como de sua responsabilidade. No que tange ao aspecto orçamentário, a Secretaria de Infraestrutura e Fomento teve sob sua responsabilidade 04 ações orçamentárias em 2014: 20Y0 – Fomento à Produção Pesqueira e Aquícola; 20Y1 – Desenvolvimento da Infraestrutura Pesqueira e Aquícola; 14TI – Implantação de Terminais Pesqueiros e 09FU- Equalização de Taxa de Juros em financiamento para Ampliação e Modernização da Frota Pesqueira Nacional. O presente Relatório de Gestão está estruturado em onze capítulos subdivididos em seções. No Capítulo 1 é apresentada a identificação da unidade jurisdicionada segundo o modelo preconizado pelo TCU, correspondendo ao item 1 da parte A do Anexo II da Decisão Normativa TCU nº 134/2013. Ressalta-se que a Secretaria de Infraestrutura e Fomento - SEIF apresenta Relatório Individual, conforme a já citada DN. Este capítulo está subdividido em quatro seções: 1.1. Identificação da Unidade Jurisdicionada; 1.2. Finalidade e Competências Institucionais da Unidade; 1.3. Organograma Funcional; 1.4. Macroprocessos Finalísticos. No Capítulo 2 trata das informações sobre Governança (item 2 da Decisão Normativa TCU nº 134/2013). Vale esclarecer que os subitens 2.2 Atuação da Unidade de Auditoria Interna, 2.3 Sistema de Correição, 2.4 Avaliação de Funcionamento dos Controles Internos e 2.5 Remuneração Paga a Administradores, não compete a esta SEIF e sim a outros setores específicos do MPA. No Capítulo 3 será tratado o Relacionamento com a Sociedade por meio dos canais de acesso ao cidadão e a Carta de Serviço ao Cidadão. As informações relativas a este item da Decisão Normativa TCU nº 134/2013, deverão ser prestadas pela Secretaria Executiva do MPA, uma vez que tanto o Serviço de Informação do Cidadão como a Ouvidoria deste Ministério são vinculados àquela estrutura. Não existe no âmbito desta UJ estrutura específica da unidade para fins de atendimento ao cidadão. As demandas recebidas por meio do Serviço de Informação ao Cidadão e da Ouvidoria são recebidas por servidores designados como pontos focais e encaminhadas para os setores competentes para responderem às demandas. No Capítulo 4 Informações do Ambiente de Atuação da UJ, esta Secretaria de Infraestrutura e Fomento não se adequa à informação sobre o Ambiente de Atuação, uma vez que não há contexto de produtos e serviços ofertados pela UJ e nem ameaças e oportunidades observadas no seu ambiente de negócios, além da descrição dos riscos de mercado. Vale destaque para o Capítulo 5 Planejamento da Unidade e Resultados Alcançados, onde trataremos da Programação Orçamentária e Financeira, informações sobre o resultado de gestão e de Indicadores de Desempenho. As informações sobre custos de produtos e serviços não se aplica a esta UJ. Informamos ainda que a SEIF, assim como as demais secretarias finalísticas deste MPA (SEPOA, SEPOP E SEMOC), não constituem uma Unidade Orçamentária. Portanto as informações referentes à Programação e à Execução Orçamentária das Despesas também serão prestadas pela UO deste MPA, por intermédio da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração subordinada à Secretaria Executiva. No entanto, por ser responsável pelo acompanhamento de quatro 12 ações orçamentárias, optou-se por apresentar no relatório desta UJ as informações de execução orçamentária e financeira de tais ações. No Capítulo 6, Tópicos Especiais da Execução Orçamentária e Financeira, onde estão as informações sobre transferências voluntárias de recursos, optou-se por relacionar todos os instrumentos de transferência voluntária vigentes, celebrados com recursos das ações orçamentárias sob coordenação da UJ, ainda que em alguns casos o acompanhamento ou fiscalização dos instrumentos não fique a cargo da UJ. Ainda sobre o item 6 da Decisão Normativa TCU nº 134/2013, cabe esclarecer que as questões relacionadas ao reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos, suprimento de fundos e renúncias tributárias e gestão de precatórios não são pertinentes a esta UJ. O Capítulo 7 Gestão de Pessoas, Terceirização de Mão de Obra e Custos Relacionados, traz as informações relativas aos Recursos Humanos e custos relacionados. As informações constantes nesses quadros foram fornecidas pela Coordenação Geral de Recursos Humanos do MPA, vinculada à SPOA, a qual detém competência para realizar o acompanhamento de pessoal deste Ministério. O Capítulo 8 Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário não se aplica à presente UJ. A prestação das informações relacionadas a esse assunto é feita pela Coordenação Geral de Administração-CGA da SPOA/SE que é setor responsável pela promoção dos registros dos bens imóveis e dos bens patrimoniais móveis desta UJ, bem como aqueles cedidos ou recebidos. Portanto, como a CGA mantém o controle, análise e arquivo da documentação correspondente aos imóveis de uso especial, tais informações deverão constar do Relatório da SE. No Capítulo 9 Gestão de Tecnologia da Informação e Gestão do Conhecimento não cabe à esta SEIF, uma vez que é de responsabilidade da Coordenação Geral de Tecnologia/SPOA. No Capítulo 10 Gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental que compõe este Relatório é preciso esclarecer que o MPA possui uma Comissão Permanente de Licitação a qual é responsável por conduzir os processos licitatórios do Ministério, e que está vinculada à Coordenação Geral de Administração da SPOA/SE. No Capítulo 11 não há deliberações exaradas em Acórdãos do TCU ou em Relatórios de Auditoria do órgão de controle interno a que a unidade jurisdicionada se vincula e não havendo informações sobre as providências adotadas para atender às recomendações ou as justificativas para o não cumprimento (item 11 da Decisão Normativa TCU nº 134/2013). As informações contábeis exigidas no item 12 da Decisão Normativa TCU nº 134/2013, também não constam neste Relatório em virtude da contabilidade do setor não ser responsabilidade desta UJ. Portanto, a Declaração do contador responsável pela UJ atestando que os demonstrativos contábeis refletem a adequada situação orçamentária, financeira e patrimonial da UJ, deverá constar do Relatório da Secretaria Executiva deste MPA. Não constituem peças deste relatório a declaração da área responsável atestando a inserção e atualização de informações no SIASG e no SICONV e as informações sobre o cumprimento das obrigações estabelecidas na Lei nº 8.730, de 10 de novembro de 1993, relacionadas à entrega das declarações de bens e rendas, uma vez que os respectivos responsáveis por tais declarações não se vinculam à SEIF. Tais peças deverão constar do Relatório da Secretaria Executiva deste MPA. 13 1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA UNIDADE DE JURISDICIONADAS CUJAS GESTÕES COMPÕE O RELATÓRIO 1.1 Identificação da Unidade Jurisdicionada Quadro A.1.1.1- Identificação da UJ 1 Poder e Órgão de Vinculação Poder: Executivo Órgão de Vinculação: Ministério da Pesca e Aquicultura Código SIORG: 72083 Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca e Aquicultura Denominação abreviada: SEIF Código SIORG: 104085 Código LOA: 58000 (MPA) Código SIAFI: 110008 (MPA) Situação: Ativa Natureza Jurídica: Órgão Público da Administração Direta Principal Atividade: Pesca e Aquicultura Telefones/Fax de contato: (061) 2023-3534 Código CNAE: 03 (061) 2023-3701 (061) 2023-3401 E-mail: [email protected] Página na Internet: http://www.mpa.gov.br Endereço Postal: Setor Bancário Sul Qd. 02 Bl. J Lt. 10 Edifício Carlton Tower- 11º andar Brasília – DF Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Lei nº 11.958 de 26/06/2009, publicada no dia 29/06/2009, cria o Ministério da Pesca e Aquicultura e suas unidades jurisdicionadas Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada Decreto nº 6.972, de 29/09/2009, publicado em 30/09/2009, aprova a Estrutura regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas do Ministério da Pesca e Aquicultura Portaria nº 523 de 02/12/2010, publicada em 03/12/2010, aprova o Regimento Interno do Ministério da Pesca e Aquicultura Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão 14 1.2 Finalidade e Competências Institucionais da Unidade A Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca e Aquicultura é responsável pela formulação da política nacional de infraestrutura e fomento da pesca e aquicultura, o que envolve o planejamento, fomento, execução, coordenação, implantação e avaliação das atividades, programas e ações de infraestrutura, logística, comercialização, crédito, assistência técnica, extensão e pesquisa relacionadas à pesca e à aquicultura. As competências da Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca e Aquicultura foram consignadas na Lei nº 11. 958, de 26 de junho de 2009, e no Decreto nº 6.972, de 30 de setembro de 2009. No Organograma Funcional a seguir estão apresentados os Departamentos e as Coordenações da Secretaria. No Quadro A.1.3 a seguir são dadas informações sobre áreas das subunidades estratégicas, com descrição das competências. No Quadro A.1.4 estão apresentadas os Macroprocessos Finalísticos, com a descrição, produtos e serviços e principais clientes. 15 1.3 Organograma Funcional ORGANOGRAMA 16 Quadro A.1.3- Informações sobre áreas ou subunidades estratégicas. Áreas/Subunidades Estratégicas Competências Titular Secretaria de Infraestrutura e Fomento - SEIF A Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca e Aquicultura é responsável pela formulação Eloy de da política nacional de infraestrutura e fomento da pesca e aquicultura, o que envolve o Araújo planejamento, fomento, execução, coordenação, implantação e avaliação das atividades, programas e ações de infraestrutura, logística, comercialização, crédito, assistência técnica, extensão e pesquisa relacionadas à pesca e à aquicultura. Cargo de 01/01/2014 31/12/2014 a 01/01/2014 31/12/2014 a Coordenação Geral de Coordenar as atividades técnicas e administrativas relativas à promoção do pescado brasileiro Mariana Pereira Coordenador 01/01/2014 Comercialização - nos mercados nacional e internacional, envolvendo a prospecção de novos mercados para de Mello a Geral 31/12/2014 incrementar o consumo e exportação do pescado brasileiro. Em decorrência pode-se apontar a CGCOM organização e realização de campanhas de promoção ao consumo de pescado como a Semana a Departamento Fomento - DEFO Sousa Secretário Período atuação de Propor e coordenar, em articulação com Estados, Municípios, Distrito Federal e outras Sebastião entidades públicas e privadas, as políticas para o fomento da pesca e aquicultura relacionadas Saldanha Neto às ações de pesquisa, crédito, assistência técnica, extensão rural e comercialização; coordenar Diretor o desenvolvimento de ações para fomento da pesca; incentivar a criação de centros de pesquisa e instituições de ensino, bem como a realização de seminários e cursos ligados à pesca e aquicultura; participar da articulação de linhas de crédito para o setor aquícola e pesqueiro; elaborar estudos e propor políticas de promoção do pescado brasileiro; elaborar política de apoio ao cooperativismo e associativismo na pesca e na aquicultura e implementá-la. do Peixe. Como a articulação para o fortalecimento e ampliação da participação do pescado no mercado institucional como a inclusão do pescado na alimentação escolar e no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) da agricultura familiar, além da ampliação de canais alternativos de comercialização Coordenação Geral de Articular e apoiar o fomento de estudos, pesquisas e o desenvolvimento de novas tecnologias Camila Graciola Pesquisa e Geração de que garantam a sustentabilidade da atividade pesqueira e aquícola, além de apoiar a difusão de Novas Tecnologias - conhecimentos e tecnologias aos setores da pesca e aquicultura, incentivar à criação e à COGENT manutenção de redes e centros de pesquisa e de instituições de ensino ligados à aquicultura e à pesca, além do apoio à formação de recursos humanos em níveis de graduação e pós-graduação nas áreas do conhecimento relacionadas à pesca e a aquicultura. 17 Coordenadora Geral 01/01/2014 31/12/2014 a Quadro A.1.3- Informações sobre áreas ou subunidades estratégicas. Áreas/Subunida Competências des Estratégicas Cargo Período atuação Luis Coordenador Geral 01/01/2014 31/12/2014 a Coordenador Geral 01/01/2014 04/12/2014 a 05/12/2014 31/12/2014 a Departamento de Propor e implantar políticas visando à modernização da infraestrutura e logística do setor pesqueiro Jorge Francisco da Diretor Infraestrutura e e aquícola, promovendo a redução de custos e garantindo a qualidade do pescado. Silva Junior Logística - DILOG 01/01/2014 31/12/2014 a Coordenação Geral Compete a esta Coordenação, os processos relacionados com a implantação de infraestruturas de Wilson José Coordenador de Infraestrutura - apoio à produção, movimentação, beneficiamento e armazenagem do pescado, tais como Terminais Rodrigues Abreu Geral COINF Pesqueiros Públicos, Unidades de Comercialização de Pescado, Unidades de Beneficiamento de Pescado e estruturas para recepção e desembarque (trapiches, por exemplo) 01/01/2014 31/12/2014 a Coordenação Geral Compete à COLOG, os processos relativos aos estudos para a implantação e o aprimoramento da Fernando Henrique Coordenador de Logística - logística aplicada às cadeias produtivas do setor pesqueiro e aquícola, como as ações relacionadas ao de Amorim Lauande Geral COLOG permissionamento de uso de caminhões frigoríficos e de comercialização (caminhão-feira), bem Dinalva Coelho como a orientação da gestão das infraestruturas públicas do setor pesqueiro e aquícola Pereira 01/01/2014 28/11/2014 a 29/11/2014 31/12/2014 a Coordenação Geral de Assistência Técnica, Capacitação, Associativismo e Cooperativismo CATC Titular A proposição de ações para a consolidação do Plano Nacional de Assistência Técnica e Extensão Alexandre Pesqueira e Aquícola, em consonância com a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Giehl Rural – PNATER, bem como as ações para viabilização e universalização deste tipo de serviço técnico são responsabilidades da CATC. Ademais, essa coordenação geral tem como competência a identificação de demandas e proposição de metodologias, critérios e diretrizes visando à implantação das atividades de capacitação, associativismo e cooperativismo. Para tanto, a coordenação promove articulação interinstitucional e com entidades não-governamentais, buscando identificar e potencializar a cooperação e parcerias para o desenvolvimento das atribuições afetas à competência da Coordenação Coordenação Geral Proposição de políticas e diretrizes, além do desenvolvimento de estratégias, gerais e específicas, Evandro Barros de Apoio e Incentivo para incentivo e apoio ao crédito e investimento, contemplando todos os elos da cadeia produtiva do Maria Isabele ao Crédito- CIAC setor pesqueiro e aquícola. Oliveira Maia 18 de de Quadro A.1.4- Macroprocessos Finalísticos Macroprocessos Descrição Produtos e Serviços Principais Clientes Subunidades Responsáveis Infraestrutura Pesqueira e Aquícola Implantar a política de logística e infraestrutura do setor pesqueiro e aquícola Orientação para apresentação de projetos; Análise das propostas; Acompanhamento da celebração dos instrumentos; Fiscalização/gestão da execução das obras; Acompanhamento das condições de operação e manutenção Estados; Municípios; Associações de Pescadores DILOG/SEIF Pesquisa e Desenvolvimento de novas tecnologias Fomentar estudos, pesquisas e o desenvolvimento de novas tecnologias que garantam a sustentabilidade da atividade pesqueira e aquícola Manutenção de centros de pesquisa e de instituições de ensino; Apoio à formação de recursos humanos; Apoio à difusão de conhecimentos e tecnologias; Participação institucional em colegiados de fomento à pesquisa e de formação de recursos humanos; Apoio financeiro à pesquisa científica, tecnológica e inovativa. Centros de Pesquisa Pesqueira; Universidades CATC/DEFO /SEIF Promoção de pescado nos mercados nacional e internacional Coordenar o desenvolvimento de ações para a comercialização de pescado facilitando o processo de escoamento da produção pesqueira e aquícola nacional Elaboração e aplicação de mecanismos de intervenção governamental na comercialização de produtos pesqueiros e aquícolas; Prospecção de novos mercados nacionais e internacionais; Apoio às ações de estímulo ao consumo de pescado pela população brasileira; Fomento e ampliação de canais alternativos de comercialização, mercado institucional Empresas de Pesca; Cooperativas de Pesca; Associação de Pesca; APEX e População consumidora de pescado CGCOM/DE FO/SEIF Assistência Técnica e Extensão Pesqueira e Aquícola Promover ações voltadas para a viabilização e universalização dos serviços de ATEPA Implantação das atividades de capacitação e fomento ao associativismo e cooperativismo; Orientação para apresentação de projetos e propostas; Análise das propostas; Acompanhamento da celebração dos instrumentos; Levantamento e qualificação das demandas de ATER/ATEPA; Construção/elaboração de editais e execução de processos de seleção; Fiscalização/gestão da execução dos serviços; Estabelecimento de parcerias voltadas ao desenvolvimento local/regional Cooperativas de pesca; Associações de pesca; Pescadores; Aquicultores Familiar CATC/DEFO /SEIF Fomento de crédito e investimento Desenvolver estratégias, gerais Coordenar a elaboração de estudos para a criação, adequação, normatização e Empresa de e específicas, para incentivo e aperfeiçoamento dos instrumentos de crédito que propiciem o desenvolvimento do setor; Cooperativas; apoio ao crédito e investimento Promover a interlocução dos agentes operadores e financeiros; Promover a elaboração e Aquicultores adequação do crédito ao plano de safra para o setor; Propor atos regulamentares relacionados com a operacionalização da política de crédito e propor ajustes no direcionamento de recurso de crédito para o setor. 19 Pesca; CIAC/DEFO/S EIF 2. INFORMAÇÕES SOBRE GOVERNANÇA 2.1 Estrutura de Governança No âmbito desta Secretaria não estão organizadas instâncias ou estruturas de governança tais como unidade de auditoria, conselhos, comitês de avaliações, etc. 2.2. Autuação da Unidade de Auditoria Interna No âmbito desta Secretaria não há autuação da unidade de auditoria interna principalmente com relação a unidades descentralizadas. 2.3 - Sistema de Correição No âmbito desta Secretaria não há Sistema de Correição que destaque eventos apurados e providências adotadas, notadamente no que concerne à irregularidade ocorrida no âmbito dos macroprocessos finalísticos com capacidade de dificultar desempenho. 2.4. Avaliação do Funcionamento dos Controles Internos A análise das afirmativas constantes do quadro A.2.4 foi realizada pelos representantes das áreas estratégicas da UJ, a saber, coordenadores gerais, assessores, diretores e secretário. Após aplicação do questionário, foi considerada a pontuação predominante em cada assertiva como resposta para o item. 2.5. Remuneração Paga a Administradores No âmbito desta Secretaria não há estrutura de governança que explicite as atividades realizadas pelas unidades como forma de remuneração paga a administradores. 20 Quadro A.2.4 – Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS A SEREM VALORES AVALIADOS Ambiente de Controle 1 2 3 4 1.A alta administração percebe os controles internos como essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento. 5 x 2.Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. x 3.A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. x 4.Existe código formalizado de ética ou de conduta. x 5.Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em documentos formais. x 6.Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos, das instruções operacionais ou código de ética ou conduta. x 7.As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. x 8.Existe adequada segregação de funções nos processos e atividades da competência da UJ. x 9.Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UJ. x Avaliação de Risco 1 2 3 4 10.Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. x 11.Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da unidade. x 12.É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los. x 13.É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão. x 14.A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no perfil de risco da UJ ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo. x 15.Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão. x 16.Não há ocorrência de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade. x 17.Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. x 18.Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e valores de responsabilidade da unidade. Procedimentos de Controle x 1 2 3 19.Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas. x 20.As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo. x 21 5 4 5 Quadro A.2.4 – Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES AVALIADOS INTERNOS A SEREM VALORES 21.As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de benefícios que possam derivar de sua aplicação. 22.As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionadas com os objetivos de controle. x x Informação e Comunicação 23.A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada, armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas. 24.As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas. x x 25.A informação disponível para as unidades internas e pessoas da UJ é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível. x 26.A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. x 27.A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. x Monitoramento 28.O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua validade e qualidade ao longo do tempo. x 29.O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliações sofridas. x 30.O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu desempenho. x Análise Crítica: Escala de valores da Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente não observado no contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como avaliar se o conteúdo da afirmativa é ou não observado no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válido. Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente observado no contexto da UJ. 22 3. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE O relacionamento com a sociedade se dá por meio ao canal de acesso ao cidadão, para fins de solicitações, reclamações, denúncias e sugestões. 3.1 Canais de Acesso ao Cidadão O Ministério da Pesca e Aquicultura - MPA disponibiliza aos cidadãos que desejem apresentar pedido de informação pública, com base na Lei de Acesso à Informação e/ou atendimento presencial em sua Sede em Brasília e em cada uma das 27 Superintendências Federais de Pesca e Aquicultura – SFPAs, por meio de telefone, internet e Correios. O e-SIC é um sistema que funciona na Internet e centraliza todos os pedidos de informação amparados pela Lei 12.527/2011, que forem dirigidos ao Poder Executivo Federal. O sistema disponibilizado é somente para a entrada e saída dos pedidos de acesso, ou seja, os pedidos devem ser inseridos no sistema e suas respectivas respostas devem ser encaminhadas ao cidadão via sistema. O sistema não abrange o fluxo interno de documentos de cada órgão, entidade ou estatal. Informação sobre o atendimento presencial Sede Localização Setor Bancário Sul – SBS, Quadra 02 - Bloco J -Edifício Carlton Tower – Térreo,70070-120 Brasília - DF Horário de Funcionamento Das 8h às 18h Responsáveis pelo atendimento do SIC Maria da Conceição Gomes Costa Taíse Pereira dos Santos Baraúna Telefones: (61) 2023-3800/ (61) 2023-3801 E-mail [email protected] 3.2 Carta de Serviço ao Cidadão Em 2014 foi lançado a Carta de Serviços ao Cidadão em atendimento ao Decreto nº 6.932, de 11 de agosto de 2009. Esta Carta de Serviço tem por objetivo dar conhecimento ao cidadão dos serviços prestados pelo Ministério da Pesca e Aquicultura - MPA, e suas formas de acesso, buscando sempre a transparência e integração do público, dando visibilidade dos serviços públicos e proporcionando um atendimento com qualidade. O acesso a Carta de Serviço ao Cidadão se dá por visita http://www.mpa.gov.br/index.php/publicacoes/item/90-carta-de-servico-ao-cidadao ao site: 3.3 Relacionamento para medir a satisfação dos produtos e serviços O mecanismo para medir a satisfação confere a quantidade de pedidos de informação e respostas registradas no sistema eletrônico do Serviço de informação (e-SIC). O e-SIC é gerenciado pela ouvidoria do MPA. 23 3.4 Avaliação do Desempenho da Unidade Jurisdicionada. Não há diretamente na SEIF a avaliação de desempenho, uma vez que tal trabalho é desenvolvido pela Ouvidoria do MPA. 3.5 Medidas relativas à Acessibilidade Resultados da avaliação do desempenho da unidade jurisdicionada na prestação de serviços ao cidadão, especialmente em relação aos padrões de qualidade do atendimento fixados na Carta de Serviços ao Cidadão ou em outros instrumentos institucionais, é de responsabilidade da Ouvidoria deste MPA. 24 5. PLANEJAMENTO DE UNIDADE E RESULTADOS ALCANÇADOS 5.1 Planejamento da Unidade O principal instrumento de planejamento da Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca e Aquicultura é o próprio Plano Plurianual Anual - PPA, informa ainda que o MPA não adotou instrumento de Planejamento Estratégico. Nesse sentido, as principais ações programadas estão organizadas nos seguintes grupos temáticos: Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação, Incentivo e Apoio ao Crédito, Promoção do Consumo e Comercialização do Pescado, Assistência Técnica e Extensão Pesqueira e Aquícola, Implementação de Infraestrutura para a Organização da Cadeia Produtiva, guardando relação com as competências normativas desta UJ, conforme já descrito na seção 1.2. A seguir será descrita a síntese de realizações da UJ, dentro de cada grupo temático e de acordo com as Iniciativas do PPA 2012-2015: Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação – As ações têm como objetivo principal subsidiar o desenvolvimento sustentável dos setores pesqueiro e aquícola no Brasil. Neste contexto, em março de 2014 foi formalizado o apoio ao Projeto “Rede Viva: adoção de dispositivos tecnológicos para redução da captura da fauna acompanhante na pesca artesanal de arrasto de camarões no litoral do Paraná e de Santa Catarina", em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR). Destaca-se que o Brasil é signatário em tratados internacionais sobre o tema, sendo responsável pelo desenvolvimento de pesquisas, que busquem soluções para os gargalos relacionados a esta modalidade de pesca, sendo o tema de extrema relevância para o setor. Assim, tal apoio contribui para o aumento e difusão do conhecimento sobre as técnicas de captura, para a diminuição da fauna acompanhante, de modo a aumentar a seletividade dos petrechos, buscando maior qualidade da captura e maiores rendimentos. O projeto atuará ainda na transferência do conhecimento gerado nos diversos estudos realizados, além de balizar P,D&I às realidades do setor produtivo. Adicionalmente, no mês de agosto foi formalizado Termo de Execução Descentralizada com a Universidade Federal do Rio de Janeiro - (UFRJ), para apoio ao projeto "Rede Nacional de Identificação Molecular do Pescado (RENIMP) - II Etapa - Construção do Centro Nacional de Identificação Molecular do Pescado (CENIMP)". O recurso será aplicado na construção do Centro Nacional de Identificação Molecular do Pescado (CENIMP), que servirá como centro de referência nacional de sequenciamento genético, identificação molecular e certificação do pescado comercializado no Brasil. Ainda no contexto da identificação molecular do pescado, em novembro, foi formalizado junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), apoio ao projeto “Rede Nacional de Identificação Molecular do Pescado (RENIMP) - 2º Etapa: Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&I) no “Centro Nacional de Identificação Molecular do Pescado (CENIMP)”. Esse apoio tem por objetivo dar continuidade à rede, iniciada no ano de 2009, além de apoiar a P,D&I, por meio da prestação de serviços técnicos especializados, referentes ao sequenciamento genético e identificação molecular de 30 espécies de pescado, demandadas no âmbito do CENIMP, que irão compor o banco de dados que já conta com cerca de 250 espécies sequenciadas. Adicionalmente, este Ministério formalizou o apoio ao projeto "Construção de barco de pesca com sistema de propulsão híbrida com uso de fonte de energia renovável", também em parceria com a UFRJ. O projeto objetiva desenvolver pesquisa, metodologia e protótipo adequado de uma embarcação para pesca artesanal de propulsão híbrida, pela introdução de um motor elétrico 26 alimentado por uma turbina eólica de eixo vertical, junto ao sistema convencional de motores a combustão. Trata-se, portanto, da construção de uma embarcação demonstrativa como alternativas tecnológicas para o uso combinado de energia renovável, podendo ainda ser utilizada como fonte de energia em comunidades isoladas, sem rede de distribuição de energia elétrica. Por fim, foi viabilizado o projeto “Tecnologia para a Produção de Peixes Ornamentais Marinhos no Laboratório de Peixes e Ornamentais Marinhos”. Tal projeto será executado pela Universidade Federal de Santa Catarina (LAPOM/ UFSC), objetivando adequar a estrutura e implantar um sistema de tratamento e recirculação de água para ensino, pesquisa e extensão no cultivo de peixes ornamentais marinhos, especialmente com as espécies Neon gobi, Gramma brasileiro e Hippocampus reide. Ademais, o MPA participou da realização de dois eventos apoiados com recursos desembolsados em exercícios anteriores. Nesse contexto, em maio de 2014 foi realizado o 1º Encontro de Coordenadores dos projetos aprovados por meio da Chamada MCTI/MAPA/MDA/MEC/MPA/CNPq Nº 81/2013. Vale ressaltar que o citado edital teve como objetivo o apoio a projetos relacionados à Agroecologia e aos Sistemas Orgânicos de Produção, por meio de Núcleos de Estudo, Redes de Núcleos de Estudo, Centros Vocacionais Tecnológicos e Núcleos de Pesquisa Aplicada em Pesca e Aquicultura, no âmbito da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, e resultou no apoio a 13 projetos na temática de pesca e aquicultura. A realização do encontro objetivou tanto promover a interação dos coordenadores com os órgãos parceiros da chamada, como apresentar o instrumento de monitoramento dos projetos, com destaque para a apresentação das diretrizes do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica – PLANAPO, lançado em 2013 pela Presidente Dilma Rousseff. Ressaltou-se também a importância dos projetos estarem alinhados com tais diretrizes, de modo a contribuir para a disseminação do conhecimento científico e técnicas de produção em pesca e aquicultura no âmbito da Agroecologia e produção orgânica. Ainda, no período de 01 a 05 de setembro de 2014, na cidade de Foz do Iguaçu/PR, foi realizado o Congresso da Sociedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática (Aquaciência), o qual foi formalizado no ano de 2013, em parceria com o CNPq. Em sua programação, o evento contou com a participação de palestrantes nacionais e estrangeiros, apresentações orais, sessões de pôster, minicursos e mesas redondas, caracterizando-se como uma ferramenta para interação dos diferentes elos da cadeia produtiva (academia, setor produtivo e governo), de modo a aumentar a aplicabilidade dos diversos estudos realizados, bem como balizar a pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I) às realidades do setor produtivo. No que tange ao planejamento e execução de ações de P,D&I, ressalta-se que esta SEIF vem aprimorando o contato, envolvimento e diálogo com as demais secretarias deste Ministério. Diante disso, através da Portaria nº 27, de 04/02/2014, foi criado o Grupo Técnico de Trabalho de Ciência, Tecnologia e Inovação (GTT-Inovação). Tal grupo, de caráter consultivo e permanente, possui representação, além da SEIF, da Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Pesca (SEPOP), Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura (SEPOA), Secretaria de Monitoramento e Controle (SEMOC) e do Gabinete do Ministro, por meio da Assessoria de Assuntos Estratégicos e Relações Institucionais (ASAE). O objetivo do grupo é interagir, sensibilizar, mobilizar e debater temas de P,D&I afetos ao desenvolvimento sustentável da pesca e aquicultura, a partir da sistematização de demandas, a fim de propor a construção de uma política de C,T&I para o setor pesqueiro. 27 Incentivo e Apoio ao Crédito – No que se refere às ações em 2014, o MPA deu continuidade à implantação do Plano Safra da Pesca e Aquicultura, lançado em outubro de 2012, o qual prevê a ampliação do crédito para investimento, custeio e comercialização, oferecendo recursos a taxas subsidiadas e prazos diferenciados; além de qualificar os critérios para obtenção do crédito, desonera a cadeia produtiva, garante assistência técnica e extensão pesqueira e aquícola, amplia a capacidade de compras institucionais para apoiar o pescador artesanal e o aquicultor familiar e fortalece o cooperativismo. Com o objetivo de democratizar o acesso ao crédito e atender às demandas de investimento, custeio e comercialização da atividade pesqueira, esta Secretaria articulou com o MDA, MAPA e o MF a adequação dos instrumentos de crédito para pesca e aquicultura objetivando tornar nosso público financiável, de acordo com suas características. O pleito e as articulações que foram desenvolvidas culminaram com a aprovação pelo Conselho Monetário Nacional – CMN das Resoluções n.º 4.338, 20/06/2014 (Pronaf), n.º 4.339, 20/06/2014 (Pronaf), n.º 4.343, 25/06/2014 (Pronaf) e n.º 4.385, de 18/12/2014 que resultaram na implantação de inúmeras medidas voltadas para o setor de pesca e aquicultura. Em relação ao Programa Profrota Pesqueira, foram iniciadas as discussões internas para revisão do Decreto n.º 5474/2005 que regulamenta a Lei n.º 10.849/2004 em face das alterações trazidas pela edição da Lei 12.712/2012. Em 2014 foi finalizada pelo MPA a proposta de Decreto a ser objeto de homologação pelos demais órgãos de governo operadores do programa e membros do Grupo Gestor (MF/MMA/MPOG/MI/MT). Depois desta etapa foi convocado em reunião e ratificada a manifestação formal dos membros do Grupo Gestor em relação à Minuta apresentada para posterior envio à Casa Civil e assinatura pela Presidente da República. Até o presente momento houve a manifestação pelo Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Integração Nacional. Aguardamos resposta dos demais órgãos. A previsão para a conclusão dos trabalhos é para o exercício de 2015. Como alternativa o Ministério do Transporte disponibiliza a linha de crédito do Fundo da Marinha Mercante – FMM, que financia embarcações de pesca para o setor pesqueiro. Promoção do Consumo e Comercialização do Pescado – Em relação às ações para a promoção da Pesca e Aquicultura, esta UJ, em 2014, manteve o apoio dado no ano anterior aos seguintes eventos de promoção de produtos aquícolas e pesqueiros nos mercados nacional e internacional: Semana do Peixe; Festival Internacional do Camarão da Costa Negra e o Workshop Gastronômico; e a Seafood Expo Global 2014, anteriormente denominada European Seafood Exposition. A Semana do Peixe, em sua XI Edição, ocorreu entre os dias 01 a 14 de setembro de 2014, sendo a principal ação de promoção ao consumo e comercialização de pescado realizada nos últimos anos pelo MPA. Na edição de 2014, a Semana do Peixe teve como slogan “Hoje é dia de Peixe”, procurando levar o consumidor a entender que todo dia é dia de comer pescado e, assim, fomentar, junto à população brasileira, o consumo regular desse alimento. Pelos relatórios das Superintendências Federais da Pesca e Aquicultura nos estados que realizaram pesquisa da variação das vendas e dos preços de pescado, antes e durante o período da Campanha, houve aumentos significativos no volume de venda de pescado em relação aos meses anteriores, variando entre 6 e 25%. Concomitantemente, houve diminuição de preço do quilograma do pescado em quase todos os estados que realizaram as pesquisa de preços, chegando a uma redução de 25% no estado de Mato Grosso, 22% no estado de Santa Catarina e 19% no Acre. 28 Abaixo, segue a arte criada pelo MPA para a campanha da Semana do Peixe em 2014. Figura 1 Outro evento apoiado pelo MPA em 2014, como ação de promoção e incentivo ao consumo de pescado, foi o VI Festival Internacional do Camarão da Costa Negra e o VI Workshop Gastronômico, no período de 14 a 16 de novembro de 2014, no município de Acaraú, estado do Ceará. Esse Festival tem como objetivo principal a promoção do camarão da costa negra, produto que obteve o Registro da Indicação Geográfica “Costa Negra” junto à Comissão Europeia, além de proporcionar a interação, o aprendizado e difusão de inovações tecnológicas para a sustentabilidade técnica, socioeconômica e ambiental da região da Costa Negra. Para promoção do pescado no mercado internacional, houve o apoio desta UJ à participação brasileira na Seafood Expo Global, evento conhecido, até 2013, como European Seafood Exposition, sendo considerada a maior feira do mundo para promoção e comercialização de produtos da pesca e aquicultura. Desde 2012, a participação brasileira vem sendo realizada pela organização do Pavilhão Brasileiro, fruto de uma parceria do MPA com o MRE. Na edição de 2014, pela primeira vez, o MPA contou com o apoio técnico da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), que, dentre outras ações, promoveu a divulgação do Pavilhão Brasileiro por e-mails de marketing, através do Centro de Negócios da ApexBrasil em Bruxelas. O Pavilhão Brasileiro tem sido organizado com o objetivo de criar uma infraestrutura para que as empresas brasileiras possam expor seus produtos e realizar reuniões de negócios, como uma estratégia para fortalecer as empresas nacionais na exportação do pescado, abrindo, assim, novos mercados para o escoamento da produção brasileira. 29 Imagens desses materiais publicitários utilizados para o evento do ano de 2014: Figura 2 Em números, a feira de 2014 atraiu 25.800 visitantes de 145 países, reunindo o total de 1.690 expositores de 76 países e 74 pavilhões nacionais e regionais. Quanto ao Pavilhão Brasileiro, que ocupou nesta edição uma área de 256m², o espaço recebeu 352 visitantes, de 66 nacionalidades, durante os três dias de feira, e os expositores estimaram o valor de 3,3 milhões de dólares em novos negócios. Quanto à participação do pescado no mercado institucional, no âmbito do Acordo de Cooperação nº 018/2013, celebrado com o FNDE para a promoção da participação do pescado na alimentação escolar, foi criado, em 2014, o Grupo de Trabalho – GT previsto para coordenar as ações estabelecidas no Acordo, com o intuito de evitar entraves na inserção do pescado oriundo da pesca artesanal e da aquicultura familiar nas escolas públicas da educação básica. Após a criação GT, ocorrida no mês de setembro, foram realizadas duas reuniões que visaram ao acompanhamento das ações de capacitação de manipuladores de alimentos de escolas públicas e filantrópicas realizadas a partir do Convênio nº 66/2013, celebrado entre o MPA e o Departamento Regional do SESI, no estado do Goiás (SESI-GO). Espera-se que em 2015, além do acompanhamento do Convênio MPA/SESI-GO, o GT MPA/FNDE possa desenvolver um Plano de Trabalho que contemple amplamente as atribuições estabelecidas no Acordo e, assim, alcance resultados efetivos no aumento da inserção do pescado na alimentação escolar. 30 Com relação ao Convênio MPA/SESI-GO, que tem como principal objetivo aumentar a variedade de formas de preparo de pescado e melhorar as técnicas higiênico-sanitárias de manipulação e conservação de pescado nas cozinhas escolares de sete unidades federativas (AM, PA, BA, CE, DF, SP e SC), observa-se que devido ao atraso na descentralização dos recursos, que só ocorreu no mês de dezembro de 2014, as capacitações não puderam ser realizadas este ano. Desse modo o concedente concentrou seus esforços no planejamento e construção de estratégias para atingir o objetivo do projeto, juntamente com todas as partes executoras. O MPA, por meio desta UJ, tem apoiado outro programa governamental com foco no mercado institucional: o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar – PAA. O Plano Safra da Pesca e Aquicultura tem como meta aumentar a aquisição de pescado no Programa, de 5 mil para 20 mil toneladas Assim, em 2014, foi dada continuidade às articulações com os órgãos que operam o Programa, a CONAB e o MDS, por meio dos quais foi possível acompanhar a participação do pescado, com o monitoramento trimestral do quantitativo de pescado comercializado no PAA. Têm-se, entretanto, observado uma crescente queda, ao longo dos anos, da participação do pescado nas três modalidades do Programa (PAA CONAB, PAA Estadual e Termo de Adesão): no ano de 2012, as vendas de pescado para o PAA totalizaram 4,2 mil toneladas e, em 2013, contabilizaram o total de 3,2 mil toneladas, registrando uma queda de 24%. Já em 2014, o total das vendas de pescado para o PAA foi de 2,8 mil toneladas, uma redução de 13% em comparação a 2013 e de 33% em relação a 2012. Outra ação desta UJ se refere ao Grupo Técnico de Trabalho de Nomenclatura (GTT Nomenclatura), inicialmente criado com a finalidade de avaliar e, se necessário, propor medidas para a revisão da classificação e da padronização da nomenclatura de mercadorias da pesca e aquicultura no mercado nacional e internacional. O Grupo iniciou os seus trabalhos com a definição de uma metodologia, que previa a contratação de uma empresa ou consultoria para subsidiar os trabalhos do GTT. Entretanto, após reuniões internas, foi verificada a necessidade de respaldo científico para subsidiar as deliberações do GTT nos temas relacionados à nomenclatura do pescado, de modo que decidiu-se pela transformação do Grupo em um Comitê, que teria em sua estrutura um subcomitê científico, composto por especialistas em nomenclatura de pescado provenientes da Academia. Assim, por meio da Portaria nº 334, de 3 de setembro de 2014, foi criado o Comitê de Nomenclatura das Espécies de Pescado – CONESPE, de caráter consultivo e de assessoramento técnico do MPA, nos assuntos relacionados à nomenclatura do pescado, para a devida revisão, sistematização e padronização dos nomes comuns das espécies de pescado comercializado no Brasil. Por fim, em 2014, a área de comercialização desta UJ deu continuidade na participação de comitês interministeriais, tais como: Comitê Gestor e grupo Consultivo do PNAE/FNDE; Comitê Técnico de Monitoramento do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional no âmbito da CAISAN; e Comitê Consultivo do Grupo Gestor do Programa de Aquisição de Alimentos (GGPAA). Assistência Técnica e Extensão Pesqueira e Aquícola – ATEPA Essa área deve atuar como multiplicadora e facilitadora no processo de organização da produção, disseminação do cooperativismo, implementação de boas práticas de produção e de novas tecnologias para o aumento da produtividade em toda a cadeia produtiva, além de orientar a adequada utilização dos recursos do crédito rural. A disponibilização de serviços de assistência técnica e extensão rural ou extensão pesqueira e aquícola constitui-se em elemento estratégico para o aumento e melhoria da produção e da qualidade do pescado, com consequente impacto na renda de pescadores e aquicultores. 31 Em 2014, deu-se continuidade à contratação das entidades selecionadas por meio de Chamadas Públicas de ATER, realizadas no ano anterior (Chamada Pública no 14/2013, para seleção de entidade executora de serviços de ATER para pescadores artesanais em áreas continentais; Chamada Pública no 15/2013, para seleção de entidade executora de serviços de ATER para pescadores artesanais em áreas marinhas e; Chamada Pública no 16/2013, para seleção de entidade executora de serviços para aquicultores familiares). Além disso, alguns lotes não apresentaram vencedores e as chamadas tiveram que ser republicas em duas ocasiões. As Chamadas são resultantes do Acordo de Cooperação no 03/2012, celebrado entre o MPA e o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Conforme prevê o referido Acordo, o MPA é responsável pela indicação das áreas e famílias a serem atendidas, pela definição das atividades, elaboração da proposta de edital e posterior repasse de recursos para a realização das contratações. O MDA, por sua vez, faz os ajustes necessários no edital, realiza os cálculos para definição de valores (de acordo com metodologia própria), publica as chamadas e efetiva a contratação das entidades selecionadas. A seleção das propostas foi feita por Comissão instituída pelo MDA e composta por servidores dos dois Ministérios O processo de realização de Chamadas Públicas para contratação de serviços de ATER é feito com base na Lei no 12.188/2010, conhecida como Lei de ATER, e no Decreto no 7.215/2010, que regulamenta a lei. As três chamadas preveem o atendimento de 25.100 famílias, organizadas em 30 lotes, que deram origem a 30 contratos, distribuídos por 14 unidades da federação. O investimento total previsto para esta chamada, ao longo da vigência dos contratos (2013 a 2016) será de aproximadamente R$ 46 milhões. Em 2014 foram celebrados mais 16 contratos, que permitirão o atendimento de 16.450 famílias. Ressalta-se que em 2013 já havia sido celebrados 10 contratos, contemplando 5.050 famílias. Os 4 lotes restantes não tiveram contratos celebrados em função de atrasos na seleção das entidades e apresentação de documentação. Tais contratações deverão ser efetivadas em 2015. Ressalta-se que em 2014 não foi celebrado nenhum novo convênio com a finalidade de disponibilizar serviços de assistência técnica e extensão, tendo sido priorizada a celebração dos contratos decorrentes das Chamadas. Contudo, dois convênios celebrados em 2013 tiveram parte dos recursos empenhados em 2014. É importante frisar que a capacitação de técnicos das instituições públicas de ATER/ATEPA mostra-se como estratégia fundamental para ampliação dos conhecimentos técnicos disponíveis ao público do MPA, uma vez que resulta de articulação com governos estaduais e municipais, que recebem recursos para a qualificação dos profissionais disponíveis em seus quadros e, em contrapartida, garantem o atendimento de demandas na área da pesca e aquicultura. Ainda em relação à capacitação, com exceção do convênio citado no parágrafo anterior e de outro decorrente de emenda parlamentar, não foram celebrados novos convênios com tal finalidade no ano de 2014. O MPA priorizou a capacitação de pescadores e aquicultores por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC). O referido Programa é de responsabilidade do Ministério da Educação, contando com a parceria de alguns órgãos para sua execução, como é o caso do MPA. Em 2014 tiveram continuidade as ações decorrentes do Acordo de Cooperação celebrado entre o MPA, o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome e o Ministério do Desenvolvimento Agrário para o atendimento de pescadores artesanais abaixo da linha da pobreza no Plano Brasil Sem Miséria. No primeiro semestre foi celebrado o contrato com a entidade vencedora da chamada pública para a prestação de serviços de ATER no Território da Cidadania 32 Transamazônica, no Pará, para atendimento de 1.000 famílias de pescadores. Em agosto realizou-se a capacitação de 13 técnicos da instituição, qual iniciou suas atividades em outubro daquele ano. Além disso, tiveram continuidade as ações de ATER no Território Sertão do São Francisco (Bahia), que haviam iniciado em 2013. No que tange à organização, o MPA celebrou Termo de Cooperação com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em decorrência do qual foi lançado o Edital de Chamamento Público MAPA/MPA no 03/2014, o qual teve por objeto a seleção de projetos de fortalecimento do associativismo e cooperativismo pesqueiro e aquícola, por meio do apoio à organização socioeconômica e qualificação da gestão de entidades do setor. Através desta ação, foram selecionados 6 projetos, os quais deram origem aos respectivos convênios, cuja execução inicia-se em 2015. Ainda em relação ao tema associativismo e cooperativismo, ressalta-se que em 2014 teve início a execução de 03 projetos apoiados no ano de 2013. Implementação de Infraestrutura para a Organização da Cadeia Produtiva As ações desta área visam à implantação de infraestrutura de apoio à cadeia produtiva da pesca e aquicultura, abrangendo a produção, a movimentação, o beneficiamento e a armazenagem do pescado, assim como coordenar e orientar suas respectivas atividades. Para cumprir os objetivos pretendidos, são promovidas parcerias com os demais órgãos e entidades do Poder Público nas três esferas de governo, mediante a celebração de convênios ou acordos de cooperação, de modo a aperfeiçoar o planejamento, a elaboração de projetos, a implementação de ações acordadas, bem como a fiscalização da implantação dos diversos tipos de infraestrutura constituintes das cadeias produtivas da pesca e da aquicultura. A gestão desenvolvida por esta UJ no ano de 2014 sobre a execução do conjunto de infraestruturas apoiadas pelo MPA contribuiu para a continuidade das ações de implantação e adequação, dentre outras infraestruturas, de: 12 (doze) Terminais Pesqueiros Públicos, localizados em Niterói (RJ), Aracaju (SE), Vitória (ES), Cananéia (SP), Campos dos Goytacazes (RJ), Belém (PA), Manaus (AM), Cabedelo (PB), Camocim (CE), Natal (RN), Salvador (BA) e Ilhéus (BA); de 16 (dezesseis) Unidades de Beneficiamento de Pescado em: Itauçu (GO), Iracema (RR), Pinhalão (PR), 5 UBPs no Estado do Pará, Bananeiras (PB), Luis Eduardo Magalhães (BA), Anhembi (SP), Seberi (RS), Presidente Castelo Branco (SC), Abelardo Luz (SC), Dois Irmãos do Buriti (MS) e Dourados (MS); de 7 (sete) Mercados Públicos em: Jaguaruana (CE), Alenquer (PA), Bragança (PA), Vigia de Nazaré (PA), Cascavel (CE), Itajaí (SC) e Imperatriz (MA); e de 2 (dois) Píers na Ilha do Governador (RJ) e estruturação e modernização de pequenos atracadouros e sarrilhos no Município de Imbé/RS; Paralelamente à implantação, as principais ações empreendidas pela UJ, no período do ano de 2014, com vistas à gestão das infraestruturas sob sua responsabilidade foram: Em cumprimento ao disposto no Art. 11, do Decreto nº 5.231/2004, foram adotadas diligências com o objetivo de constituir os Conselhos dos Terminais Pesqueiros – CTP, dos quais foram constituídos e atualizados os CTP´s de Camocim/CE, Vitória/ES, Santana/SP e Cabedelo/PB; Encaminhamento de solicitações a órgãos e entidades a fim de sanar pendências de relatórios de gestão referentes à caminhões frigoríficos/feiras; Encaminhamento de intimação a órgãos e entidades a fim de sanar pendências de controle do bem objeto de Termo de Permissão de Uso, qual seja, contratação da apólice de seguro dos Caminhões Frigoríficos e Feiras; 33 Aumento do índice da contratação de apólice de seguro dos caminhões frigoríficos em 27% e dos caminhões feira em 50%; Aumento de 61% (sessenta e um) no envio, por parte dos permissionários, dos relatórios e de 77% (setenta e sete) do pagamento de impostos e multas referentes aos Caminhões em atividade; e Confecção de Termo de Permissão de Uso Oneroso a ser firmado com terceiros que utilizam áreas públicas no âmbito do Terminal Pesqueiro Público de Santos – SP; Edital para cadastramento de entidades privadas, sem fins lucrativos e Órgãos da Administração Pública interessados em desenvolver projetos conjuntos de estruturação da cadeia produtiva do pescado, por meio da disponibilização de caminhões frigoríficos, veículos utilitários com baú e caminhões feira, mediante Termo de Doação, recolhidos por descumprimento de cláusulas do Termo de Permissão de Uso de editais anteriores. Esta UJ tem envidado esforços no sentido de dar maior agilidade nas ações acima mencionadas, de modo a otimizar os resultados dos produtos objetos de acompanhamento. Atinente à gestão dos Terminais Pesqueiros Públicos, tem-se buscado um modelo de gestão que atenda a contento a pesca industrial sem prejuízo da pesca artesanal. Para isto, a UJ tem trabalhado junto com a Consultoria Jurídica no sentido de, em consonância com o que prevê o Decreto nº 5.231, de 6/10/2004, encontrar o melhor meio de transferir a administração dos TPP’s para a iniciativa privada ou para a Administração Pública, nas esferas estaduais ou municipais. No que tange à constituição dos Conselhos dos Terminais Pesqueiros - CTP, conforme determina o art. 11 do Decreto nº 5.231/2004, foram tomadas diligências no sentido de que os órgãos, entes federados e organizações encaminhassem as indicações para a composição dos mesmos. Todavia, o grande número de órgãos e entidades envolvidos no processo de constituição dos CTPs bem como as mudanças no comando de alguns destes órgãos/entidades tem constituído obstáculos à implantação plena desses conselhos. Quanto aos caminhões frigoríficos e caminhões-feira, cuja demanda é significante, tem-se diminuído a dificuldade na obtenção dos dados referentes ao uso e estado de conservação dos mesmos, pois atualmente estão sendo inseridos na pasta compartilhada os relatório e vistorias, através das Superintendências Federais de Pescas, facilitando o cumprimento das obrigações entre as partes. Contudo, houve um aumento de 61% no envio, por parte dos permissionários, dos relatórios e de 77% do pagamento de impostos e multas no total. 5.2. Programação orçamentária e financeira e resultados alcançados Conforme já explanado, no que tange às informações referentes aos objetivos, esta UJ somente preencheu em relação aos objetivos e metas cujo desenvolvimento coube diretamente a SEIF. Os dados foram extraídos do SIOP, por meio da consulta PPA>Monitoramento>Relatórios>Relatório de Gestão TCU – Objetivos, realizada em 10/03/2015 e também dados fornecidos pela SPOA/SE/MPA. No quadro A.5.2.1 – Programa Temático, estão consignados as informações referentes à programação temática, referente a Lei Orçamentária e ao acompanhamento da execução, inclusive os restos a pagar de forma a possibilitar uma visão geral dos valores planejados efetivamente direcionado a cada programa. Os planos da U.J abaixo relacionados estão de acordo com as competências legais e/ou normativas e todos correlacionados com o Plano Plurianual- PPA. 34 Quadro A.5.2.1 – Programa Temático Identificação do Programa de Governo Código Programa 2052 Título Pesca e Aquicultura Esfera de Recursos - PPA e LOA (em R$ 1,00) a) Global PPA 20122015 Esfera Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social - OFSS b) Acumulado Dotações/Posições 2012 e 2013 c) Dotação/Posição - 2014 d) Remanescente (a-b-c) 1.188.332.608,00 757.159.712,00 299.818.386,00 131.354.510,00 - - - - Outras Fontes 1.232.780.000,00 448.627.000,00 368.461.000,00 415.692.000,00 Total 2.421.112.608,00 1.205.786.712,00 668.279.386,00 547.046.510,00 Orçamento de Investimentos - OI (em R$ 1,00) Execução Orçamentária e/ou Financeira do Programa - OFSS e OI em 2014 Lei Orçamentária 2014 Orçamento Fiscal e da Seguridade Social Orçamento de Investimento h) Restos a Pagar (inscrição 2014) e) Despesa Empenhada f) Despesa Liquidada g) Despesa Paga i) Despesa Realizada h.1) Processados 117.312.014,87 21.282.906,10 21.256.893,73 26.012,37 h.2) Não Processados 96.029.108,77 - Restos a Pagar - OFSS - Exercícios Anteriores Tipo Não processados Processados Posição em 1/01/2014 226.367.035,27 k) Valor Liquidado l) Valor Pago 52.936.425,78 4.084.793,87 m) Valor Cancelado n) Valor a Pagar 52.804.589,99 -58.731.264,03 114.831.181,25 2.167.876,86 - 1.916.917,01 Valores do programa alocados ao órgão representado pela UJ em 2014 Dotação OFSS 299.818.386,00 Dotação OI Outras Fontes 35 368.461.000,00 Quadro A.5.2.1 – Programa Temático Identificação do Programa de Governo Código Programa 2028 Titulo Pesca e Aquicultura Esfera de Recursos - PPA e LOA (em R$ 1,00) Esfera b) Acumulado Dotações/ a) Global PPA 2012-2015 Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social - OFSS 1.452.125.495,00 Orçamento de Investimentos - OI Outras Fontes c) Dotação/Posição 2014 Posições 2012 e 2013 862.182.055,00 303.033.536,00 d) Remanescente (a-b-c) 286.909.904,00 - - - 0,00 - - - 0,00 Total 1.452.125.495,00 862.182.055,00 303.033.536,00 286.909.904,00 (em R$ 1,00) Execução Orçamentária e/ou Financeira do Programa - OFSS e OI em 2014 Lei Orçamentária 2014 Orçamento Fiscal e da Seguridade Social e) Despesa Empenhada 209.811.330,38 f) Despesa Liquidada 126.877.931,08 Orçamento de Investimento h) Restos a Pagar (inscrição 2014) g) Despesa Paga i) Despesa Realizada h.1) Processados 117.481.061,75 h.2) Não Processados 9.396.869,33 82.933.399,30 - Restos a Pagar - OFSS - Exercícios Anteriores Tipo j) Posição em 1/01/2014 Não processados 97.309.476,23 Processados 96.520.907,21 k) Valor Liquidado l) Valor Pago 78.171.579,70 m) Valor Cancelado 77.455.407,32 -10.874.150,53 8.979.918,38 89.881.945,99 -707.337,92 5.931.623,30 Valores do programa alocados ao órgão representado pela UJ em 2014 Dotação OFSS 19.897.300,00 Dotação OI Outras Fontes 36 n) Valor a Pagar No quadro A.5.2.2 – Objetivos fixados pelo MPA, estão consignados informações referentes à descrição dos objetivos e das metas relacionadas. Vale esclarecer que as metas relacionadas são referentes ao MPA como todo e portanto, só parte delas competem a SEIF. Os objetivos que esta Secretaria participa são: Objetivo: 0567- Promover a produção aquícola e pesqueira de forma sustentável com foco no potencial brasileiro e nos recursos sub-explotados e inexplotados. Meta: Atender 30 polos de produção com assessoria para inserção do pescado no mercado institucional. Meta: Apoiar e desenvolver 9 eventos de promoção de pescado brasileiro no âmbito nacional e internacional. Meta: Atender 116.500 famílias pela extensão pesqueira e aquícola Meta: Qualificar 750 técnicos extensionistas em pesca e aquicultura Meta: Capacitar 12.750 trabalhadores da pesca e aquicultura Meta: Capacitar 2.500 merendeiras em manipulação e preparo de pescado Meta: Viabilizar 18 projetos regionais para assessoramento da criação e consolidação de cooperativas e associações da pesca e aquicultura Meta: Atender 3.500 famílias de pescadores artesanais com assistência técnica e extensão rural diferenciada, no âmbito do Plano Brasil Sem Miséria Meta: Financiar 100 projetos de pesquisa, no âmbito do Consórcio Brasileiro em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação e Transferência de Tecnologia (P,D&I e TT) em Pesca e Aquicultura (CTPA) Meta: Financiar 200 projetos de pesquisa básica e aplicada, infraestrutura laboratorial, formação de recursos humanos especializados e ações de cooperação com universidades e centros de pesquisa internacionais. Meta: Apoiar 06 unidades de ensino e escolas profissionalizantes atuantes em pesca e aquicultura: aprimoramento dos instrumentos de crédito e viabilização do acesso pelos pescadores e aquicultores Objetivo: 0572- Implementar infraestruturas integrantes da cadeia produtiva aquícola e pesqueira para promover a produção, a agregação de valor e a qualidade dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais. Meta: Adequar 6 terminais pesqueiros públicos Meta: Atender 65 territórios com equipamentos para o desenvolvimento da infraestrutura e da logística pesqueira e Aquícola Meta: Implantar e adequar 15 Mercados Públicos/Pontos de Comercialização Meta: Implantar e adequar 15 Unidades de Recepção de Pescado Meta: Implantar e adequar 4 Unidades de Estocagem de Peixes Ornamentais Meta: Implantar e adequar 58 Unidades de Beneficiamento de Pescado – UBP Meta: Implantar 9 Terminais Pesqueiros Públicos Meta: Implantar 15 Conselhos de Terminais Pesqueiros Públicos – CTP 37 Objetivo: 0620- Estruturar os serviços em sanidade e rastreabilidade pesqueira e aquícola para garantir a sustentabilidade e a qualidade dos recursos pesqueiros. Meta: Desenvolver 5 sistemas (kits) de diagnóstico molecular do pescado, otimizados para a detecção de casos de fraude conhecida, no âmbito da Rede Nacional de Identificação Molecular do Pescado (RENIMP). Meta: Manter 1 Centro de Referência da Rede Nacional de Identificação Molecular do Pescado (RENIMP) 38 Quadro A.5.2.2 – Objetivo Fixado pelo PPA IDENTIFICAÇÃO DO OBJETIVO Descrição Promover a produção aquícola e pesqueira de forma sustentável com foco no potencial brasileiro e nos recursos sub-explotados e inexplotados Código 0567 Programa Pesca e Aquicultura Órgão 58000 - Ministério da Pesca e Aquicultura 2052 Código METAS QUANTITATIVAS NÃO REGIONALIZADAS Sequencial Descrição da Meta Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 d) % Realização (c/a) 1 Ampliar a inserção do pescado no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) passando das atuais 5 mil ton. para 20 mil ton. Toneladas 20.000,00 2.767,00 8.094,00 40,47 2 Apoiar e desenvolver 9 eventos de promoção do pescado brasileiro no âmbito nacional e internacional Eventos 9,00 4 11,00 122,22 3 Atender 116.500 mil famílias pela extensão pesqueira e aquícola Famílias 116.500,00 13.271,00 29.894,00 25,66 4 Atender 30 polos de produção com assessoria para inserção do Polos de produção pescado no mercado institucional 30,00 - 17,00 56,67 5 Atender 3.500 famílias com assistência técnica e extensão rural diferenciada com recursos de fomento não reembolsáveis de R$ 2.400,00 - Plano Brasil sem Miséria Famílias 3.500,00 1.000,00 1000,00 28,57 6 Capacitar 12.750 trabalhadores da pesca e aquicultura Trabalhadores 12.750,00 1.754,00 13.393,00 105,04 7 Capacitar 2.500 merendeiras em manipulação e preparo de pescado Merendeiras 2.500,00 - 0,00 0,00 8 Financiar 100 projetos de pesquisa, no âmbito do Consórcio Brasileiro em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação e Transferência de Tecnologia (P,D&I e TT) em Pesca e Aquicultura (CBPA) – Plano Safra da Pesca e Aquicultura Projetos 100,00 0,00 0,00 0,00 9 Financiar 12.500 embarcações no âmbito do Programa Revitaliza (pesca artesanal) Embarcações 12.500,00 1.393,00 3.749,00 29,99 39 Quadro A.5.2.2 – Objetivo Fixado pelo PPA Sequencial Descrição da Meta Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 10 Financiar 200 projetos de pesquisa básica e aplicada (em áreas não cobertas pelo CTPA), infraestrutura laboratorial, formação de recursos humanos especializados (com ênfase para bolsas de pós-graduação stricto sensu) e ações de cooperação com universidades e centros de pesquisa internacionais Projetos 200,00 3 96,00 48,00 11 Financiar 20 embarcações no âmbito do Programa Profrota Pesqueira Embarcações 20,00 0 0,00 0,00 12 Instalar 140 Dispositivos de Agregação de Peixes (boias atratoras) Dispositivos de Agregação de Peixes 140,00 - 120,00 85,71 13 Promover 3 estudos e prospecção de mercado para o levantamento de informações técnicas, econômicas e mercadológicas sobre a cadeia produtiva de pescado Estudos 3,00 0 0,00 0,00 14 Qualificar 750 técnicos extensionistas em pesca e aquicultura Técnicos 750,00 188,00 424,00 56,53 15 Qualificar 750 técnicos, pescadores e aquicultores em metodologia para elaboração de plano de negócios e gestão de empreendimentos Técnicos, pescadores e aquicultores 750,00 0 210,00 28,00 16 Realizar 5 estudos de impacto sócio-econômico e ambiental nas atividades da pesca amadora Estudos 5,00 - 0,00 0,00 17 Reestruturar 9 unidades de produção de formas jovens Unidades 9,00 - 1,00 11,11 18 Viabilizar 18 projetos regionais para assessoramento da criação e consolidação de cooperativas e associações da pesca e aquicultura Projetos 18,00 6 13,00 72,22 40 c) Realizada até d) % Realização 2014 (c/a) Análise Situacional – Metas do Objetivo 0567, no que compete à SEIF: O demonstrativo de execução do plano de metas de 2014 está organizado por grupo temático. a) Produção de Consumo e Comercialização de Pescado Meta: Atender 30 polos de produção com assessoria para inserção do pescado no mercado institucional Em 2013, o MPA celebrou o Convênio nº 66/2013 com o Departamento Regional do SESI do Estado de Goiás, visando à capacitação de manipuladores de alimentos de escolas públicas e filantrópicas para o desenvolvimento de receitas regionais à base de pescado, contemplando sete unidades federativas, sendo, portanto, sete polos de inserção de pescado na alimentação escolar. Em 2014 as ações de planejamento desse convênio foram iniciadas, inclusive com o lançamento do projeto no mês de maio, estando previsto o início das capacitações para 2015. Ainda com relação à inserção do pescado no Mercado Institucional, foi dada continuidade às articulações com os órgãos que atuam com o PAA (MDA, CONAB e MDS) e com o PNAE (FNDE, MDA e MDS), para estabelecer modelo de trabalho em conjunto com estes órgãos com o principal objetivo de aumentar a oferta de pescado nesses programas. Meta: Apoiar e desenvolver 9 eventos de promoção de pescado brasileiro no âmbito nacional e internacional. Em 2014, foram apoiados três eventos, sendo dois deles internacionais. O evento nacional apoiado foi a XI Semana do Peixe, realizado entre os dias 01 a 14 de setembro, com diversas ações locais, contando com a redução do valor do pescado e o consequente aumento das vendas em vários estados brasileiros. Como eventos internacionais, foram apoiados: a Seafood Expo Global 2014, anteriormente denominada European Seafood Exposition, maior feira de pescado do mundo, realizada em Bruxelas, na Bélgica, com a organização do Pavilhão Brasileiro para exposição do pescado brasileiro por meio das empresas nacionais selecionadas; e o VI Festival Internacional do Camarão da Costa Negra e o VI Workshop Gastronômico, sediado em Acaraú/CE, realizado entre os dias 14 e 16 de novembro de 2014. b) Assistência Técnica e Extensão Pesqueira e Aquícola Meta: Atender 116.500 famílias pela extensão pesqueira e aquícola Durante o ano de 2014 foram investidos cerca de R$ 15,2 milhões em ações de assistência técnica e extensão pesqueira e aquícola por meio de Chamadas Públicas e Convênios, o que possibilitará o atendimento de 16.450 famílias de pescadores e aquicultores. Desse montante, R$ 14,1 milhões são originários do orçamento do MPA e R$ 1,1 milhão é contrapartida do MDA (no âmbito dos Termos de Cooperação no 030/2013, 031/2013 e 032/2013, celebrados entre o MPA e o MDA). É importante destacar que esses beneficiários são todos vinculados às Chamadas Públicas de ATER (decorrentes dos Termos de Cooperação mencionados anteriormente) e somente começarão a ser atendidos a partir do início do ano de 2015, após a liberação dos recursos, uma vez que a maioria dos contratos foi celebrada no último trimestre de 2014. É um total de 16 instrumentos celebrados com essa finalidade, com vigência de 24 meses. Isso significa que os beneficiários continuarão sendo atendidos durante os anos de 2015 e 2016. É importante ressaltar que a ATEPA atua com uma lógica de atendimento contínuo, sendo cada beneficiário atendido em vários momentos ao longo do projeto. Os recursos destinados aos convênios (aproximadamente R$ 590 mil) foram utilizados para o empenho de parcelas anuais em instrumentos já em vigência, celebrados em anos anteriores. 41 Em termos de atendimentos efetivos realizados em 2014, os relatórios elaborados pelos fiscais dos convênios e contratos apontam o atendimento de 13.271 pescadores e aquicultores nos instrumentos que tiveram vigência durante aquele ano (2.764 por meio dos contratos de ATER e 10.507 por meio dos convênios). Meta: Qualificar 750 técnicos extensionistas em pesca e aquicultura A capacitação de técnicos das instituições públicas de assistência técnica e extensão rural ou extensão pesqueira e aquícola constitui-se em estratégia fundamental para a ampliação da disponibilidade de profissionais aptos a atenderem pescadores e aquicultores, bem como qualificar a oferta existente. Em função disso o MPA vem buscando parcerias com estas instituições, disponibilizando condições para a qualificação de seus profissionais. Em 2014 foi celebrado mais um convênio que tem por finalidade a capacitação de extensionistas, por meio do qual serão beneficiados 30 profissionais da EMPAER/MT. Em relação às capacitações efetivamente realizadas em 2014, as mesmas são decorrentes de convênios e termos de cooperação, celebrados em anos anteriores, dentre os quais se destacam: Termo de Cooperação no 26/2013, celebrado com o IFSC (59 capacitados); Termo de Cooperação no 25/2013, celebrado com a Embrapa Pesca e Aquicultura (80 capacitados); Convênio no 27/2012, celebrado com a EMATER/GO (37 capacitados) e; Convênio no 23/2012, celebrado com a EMATER/DF (27 capacitados). O restante dos beneficiários desta meta está distribuído de forma mais pontual em outros convênios e termos de cooperação, totalizando 242 beneficiários no ano em questão. Meta: Capacitar 12.750 trabalhadores da pesca e aquicultura A partir de 2013, as capacitações de pescadores e aquicultores passaram a ser realizadas prioritariamente no âmbito de convênios ou contratos de assistência técnica e extensão aquícola e pesqueira de forma a potencializar os resultados. Já em 2014, as demandas de capacitação de profissionais em pesca e aquicultura passaram a ser direcionadas prioritariamente para o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC (ressalta-se que em 2013 o MPA celebrou um acordo de cooperação com o MEC, para implantação do PRONATEC Pesca e Aquicultura). No âmbito deste Programa, cabe ao MPA a mobilização e seleção dos beneficiários, além de realizar a articulação com as instituições e entidades ofertantes. O MEC, por sua vez, realiza os repasses financeiros aos ofertantes dos cursos. Em 2014 foram celebrados dois convênios que tem por finalidade a capacitação de pescadores e aquicultores, os quais deverão atender 848 trabalhadores com essa ação. Um dos convênios prevê também a capacitação de extensionistas rurais no estado do Mato Grosso, já tendo sido citado no tópico anterior. O outro convênio é resultante de emenda parlamentar e destina-se ao município de Bertioga, no litoral de São Paulo. Além disso, há previsão de realização de atividades de capacitação nos contratos de ATER decorrentes das Chamadas Públicas assinados no ano de 2014 (sobre tais contratos, já foi feita menção quando da análise da meta de disponibilização de assistência técnica e extensão para 116.500 famílias), os quais devem contemplar mais 6.860 pescadores e aquicultores. Essas capacitações deverão ocorrer ao longo dos anos de 2015 e 2016. No que tange às capacitações realizadas em 2014, os relatórios encaminhados pelos fiscais dos convênios e termos de cooperação demonstram que se atingiu o montante de 4.876 pescadores e aquicultores capacitados no referido ano. Além disso, no âmbito do PRONATEC foram capacitados 12.408 beneficiários (foram matriculadas 12.589 pessoas, das quais 3.105 haviam concluído os cursos em dezembro de 2014, 9.366 estavam em execução com previsão de conclusão no primeiro 42 quadrimestre de 2015 e 118 haviam abandonado). Assim, o total de trabalhadores da cadeia produtiva da pesca e aquicultura capacitados em 2014 foi de 17.284. Meta: Capacitar 2.500 merendeiras em manipulação e preparo de pescado No ano de 2013, o MPA lançou chamamento público para seleção de proposta de convênio, com vistas à capacitação de manipuladoras de alimentos em escolas públicas e filantrópicas (merendeiras) em 07 Unidades da Federação: Amazonas, Pará, Ceará, Bahia, Distrito Federal, São Paulo e Santa Catarina. A proposta selecionada prevê a capacitação de 3.080 merendeiras, prioritariamente nas regiões metropolitanas das capitais destas 07 Unidades da Federação. Também está previsto que sejam contemplados outros 190 profissionais, principalmente nutricionistas e gestores escolares. O convênio foi celebrado em dezembro de 2013. Contudo, em 2014 não foi executada nenhuma atividade, tendo em vista que o convenente solicitou ajustes no Plano de Trabalho, os quais demandaram certo tempo de análise. Além disso, foi necessário ao convenente o atendimento de cláusula condicionante prevista no termo de convênio para recebimento dos recursos. O repasse somente foi efetivado em dezembro de 2014. As capacitações deverão ocorrer durante o ano de 2015. Meta: Viabilizar 18 projetos regionais para assessoramento da criação e consolidação de cooperativas e associações da pesca e aquicultura Em 2014 o MPA celebrou Termo de Cooperação com o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio do Departamento Nacional de Cooperativismo (DENACOOP), que deu origem ao Edital MAPA/MPA no 03/2014, que teve por objeto a seleção de projetos de fortalecimento do associativismo e cooperativismo pesqueiro e aquícola, por meio do apoio à organização socioeconômica e qualificação da gestão de entidades do setor. No âmbito do referido edital, o MPA aportou R$ 1,3 milhões, enquanto o MAPA disponibilizou R$ 400 mil. Com tais recursos, foram selecionados e apoiados 06 projetos territoriais de fortalecimento do associativismo e cooperativismo pesqueiro e aquícola. (O edital previa somente o atendimento de municípios localizados em Territórios da Cidadania). As ações relativas a esses convênios começarão a ser executadas a partir de 2015. Em termos de execução efetiva, em 2014 teve início a execução das ações previstas nos convênios decorrentes do Termo de Cooperação entre o MPA e o MTE, celebrado em 2013. Por meio desse instrumento foram apoiados 03 projetos de fortalecimento do associativismo e cooperativismo pesqueiro e aquícola, com base nos princípios da economia solidária, nos estados da Bahia, Sergipe e Santa Catarina. Além disso, foram disponibilizados recursos para a continuidade do projeto desenvolvido em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), o qual tem por objetivo a qualificação e incubação de cooperativas de pesca para atuação no âmbito do Programa Profrota Pesqueira, no sul da Bahia. Este projeto vem sendo desenvolvido desde 2010, devendo ser concluído no ano de 2015. Meta: Atender 3.500 famílias de pescadores artesanais com assistência técnica e extensão rural diferenciada, no âmbito do Plano Brasil Sem Miséria Em 2014 tiveram continuidade as ações decorrentes do Acordo de Cooperação celebrado entre o MPA, o MDS e o MDA, para o atendimento de 3.500 famílias pescadores artesanais abaixo da linha da pobreza no Plano Brasil Sem Miséria. A execução de parte da meta já havia iniciado no ano anterior (2.500 famílias de pescadores artesanais no estado da Bahia). 43 Em julho de 2014 foi assinado o contrato entre o MDA e em setembro realizou-se a capacitação de 13 técnicos que irão atuar no Território da Transamazônica, no Pará, atendendo a 1.000 famílias de pescadores artesanais em situação de extrema pobreza. As atividades do referido contrato iniciaram-se em outubro daquele ano. É importante ressaltar que os contratos de ATER previstos nessa meta são celebrados pelo MDA, assim como os recursos necessários para a contratação dos serviços são oriundos daquele Ministério. Os recursos não reembolsáveis a serem repassados às famílias, por sua vez, são oriundos do MDS. c) Pesquisa, Desenvolvimento e Tecnologia Meta: Financiar 100 projetos de pesquisa, no âmbito do Consórcio Brasileiro em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação e Transferência de Tecnologia (P,D&I e TT) em Pesca e Aquicultura (CTPA) No âmbito do Consórcio, destaca-se que foram retomadas as tratativas junto à Embrapa para consolidação e operacionalização do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento e Inovação e Transferência de Tecnologia em Pesca e Aquicultura (CBPA). Está em negociação o apoio a um projeto estruturante, com foco no desenvolvimento de pacotes tecnológicos de espécies aquícolas, o qual, possivelmente, dará início às atividades do referido Consórcio. O apoio a projetos poderá se dar, também, por meio de editais e/ou encomendas. Meta: Financiar 200 projetos de pesquisa básica e aplicada, infraestrutura laboratorial, formação de recursos humanos especializados e ações de cooperação com universidades e centros de pesquisa internacionais. Foi viabilizado o apoio ao projeto: "Construção de barco de pesca com sistema de propulsão Híbrida com uso de fonte de energia renovável" com a Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ. Ao final de 2014 foi formalizado o Termo de Execução Descentralizada em apoio ao projeto: “Rede Nacional de Identificação Molecular do Pescado (RENIMP) -2º Etapa: Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P, D & I) no “Centro Nacional de Identificação Molecular de Pescado (CENIMP)”. Para 2015 está previsto o lançamento de um edital de Chamada Pública Conjunta MPA/CNPq, visando a seleção de propostas para a criação e/ou estruturação de redes de pesquisa e tecnologia em pesca e aquicultura. Prevê-se, também, o apoio ao projeto para a realização de ações de pesquisa e desenvolvimento de boas práticas para o transporte e processamento do caranguejo-uçá. Adicionalmente, estão sendo realizadas tratativas junto à Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (NUTEC) e CNPq, a fim de formalizar no primeiro semestre de 2015, parceria para apoio ao projeto de pesquisa com utilização das vísceras do pescado, para produção de biodiesel, em atenção a uma das ações previstas no âmbito do Memorando de Entendimentos com a Petrobrás Biocombustíveis. Meta: Apoiar 06 unidades de ensino e escolas profissionalizantes atuantes em pesca e aquicultura: No ano de 2014, não foram formalizados instrumentos que contribuíssem para a execução desta meta. Apesar de instituições como UFPR, UFRJ e UFSC terem recebido apoio orçamentário neste exercício, tais instrumentos foram contabilizados na meta que visa o apoio a 200 projetos de pesquisa. 44 d) Incentivo e Apoio ao Crédito – Metas Qualitativas Meta: Aprimoramento dos instrumentos de crédito e viabilização do acesso pelos pescadores e aquicultores Em 2014 foram realizados ajustes no Manual de Crédito Rural (MCR) com o objetivo de democratizar o acesso ao crédito e atender as demandas de investimento, custeio e comercialização do nosso público beneficiário. As alterações realizadas foram: Para Pesca Artesanal e Aquicultura Familiar Ampliação do limite de crédito no Microcrédito Produtivo Rural (Pronaf B), com metodologia do PNMPO, de até R$ 3,5 mil para até R$ 4,5 mil por operação, com bônus de adimplência de 25%. Oferece ainda bônus de 40% para pescadores e aquicultores dos Municípios em situação de emergência pela seca do Semiárido; Ampliação do limite de acesso de uma operação de R$ 15 mil para até 3 operações de até R$ 15 mil; Criação do Pronaf Agroecologia, que possibilita crédito para custeio de sistemas de produção agroecológica e orgânica com taxas diferenciadas de 1% ao ano; Criação do Programa Produtivo Orientado, que possibilita crédito de investimento e financia o pagamento dos serviços de assistência técnica e extensão rural com bônus de adimplência fixo de R$ 3,3 mil que pode ser elevado para R$ 4,5 mil, quando o crédito for destinado a financiamentos de empreendimentos nos Municípios da Região Norte, concedido proporcionalmente a cada parcela da dívida paga até a data do vencimento; Dispensa da exigência de Código Finame e índice mínimo de nacionalização no caso de financiamento de motores de embarcações de pesca no âmbito do Pronaf Mais Alimentos. Para médios e grandes pescadores e aquicultores: Ampliação do limite de financiamento do PROCAP AGRO, de até R$ 50 milhões para até R$ 60 milhões para cooperativas de pescadores e aquicultores; Ampliação do limite de crédito de até R$ 600 mil para até R$ 660 mil no custeio e de até R$ 300 mil para até R$ 385 mil no investimento. Ainda em 2014, foram realizados Treinamentos de Crédito para os Superintendentes e Membros do Grupo de Trabalho Interno do Plano Safra da Pesca e Aquicultura das Superintendências Federais da Pesca e Aquicultura – SFPAs com a finalidade de capacitar os gestores públicos nas ações de educação financeira e em atividades relacionadas ao crédito nas SFPAs. O treinamento objetivou ainda, dotar os servidores das informações necessárias para prestação de atendimento adequado aos pescadores e aquicultores relativamente aos procedimentos a serem adotados para a tomada de crédito pelos interessados, para o acesso aos serviços de assistência técnica e extensão pesqueira e aquícola e para a utilização de canais eficientes de comercialização, de forma a torná-los financiáveis. Outras importantes ações relacionadas ao crédito rural: Inclusão de 58 máquinas e equipamentos utilizados pelo setor pesqueiro e aquícola, inclusive os motores de embarcações de pesca, que podem ser adquiridos com descontos de até 15% sobre o valor de tabela do fabricante, quando financiados através do Pronaf/Mais Alimentos; 45 Criação de novos códigos para pesca e aquicultura no âmbito do Sistema de Operações do Crédito Rural (SICOR), e do PROAGRO que ampliou o leque de informações das contratações de financiamentos do setor pesqueiro e aquícola; Criação da Caravana do Crédito; Realização de reuniões trimestrais com os dirigentes das principais instituições financeiras, com a finalidade de negociar e discutir assuntos relativos às linhas de crédito para o setor pesqueiro e aquícola. O Plano Safra constituiu um grande avanço na inclusão da atividade pesqueira no mercado de crédito. Em 2014 os avanços foram principalmente nos níveis de apoio financeiro concedidos, podendo ser considerado um ano emblemático para o fortalecimento do setor pesqueiro nacional. No período de janeiro a dezembro de 2014, o Plano Safra concedeu créditos da ordem de R$ 454.701.342,03, para a modernização e desenvolvimento do setor pesqueiro e aquícola. Os dados estão apresentados na Tabela 2- crédito concedido para Pesca e Aquicultura em 2014. Tabela 2: Crédito concedido para Pesca e Aquicultura em 2014 MESES CONTRATOS VALORES( Em R$ 1,00) JANEIRO 888 25.422.101,13 FEVEIRO 1.257 46.320.444,16 MARÇO 1.273 33.682.517,44 ABRIL 1.485 37.789.638,23 MAIO 1.417 39.610.410,61 JUNHO 1.106 43.287.699,00 JULHO 1.120 30.640.206,70 AGOSTO 1.204 31.296.077,25 SETEMBRO 1.040 38.909.441,50 OUTUBRO 1.093 34.550.035,14 NOVEMBRO 1.034 38.317.844,79 DEZEMBRO 1.417 53.874.926,08 TOTAL 14.334 453.701.342,03 Fonte: Sicor Banco Central do Brasil 46 Quadro A.5.2.2 – Objetivos fixados pelo PPA IDENTIFICAÇÃO DO OBJETIVO Descrição Código Programa Implementar infraestruturas integrantes da cadeia produtiva aquícola e pesqueira para promover a produção, a agregação de valor e a qualidade dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais 0572 58000 - Ministério da Pesca e Aquicultura Órgão Pesca e Aquicultura Código 2052 METAS QUANTITATIVAS NÃO REGIONALIZADAS Sequencial Descrição da Meta Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em c) Realizada até d) % Realização 2014 2014 (c/a) 1 Implantar 150 cozinhas comunitárias Cozinhas comunitárias 150,00 - 20,00 13,33 2 Implantar 150 pontos comerciais fixos Pontos comerciais 150,00 - 0,00 0,00 3 Implantar e adequar comercialização Mercados públicos 15,00 3 3,00 20,00 4 Implantar e adequar 15 unidades de recepção de pescado Unidades de recepção de pescado 15,00 0 0,00 0,00 5 Implantar e adequar 58 Unidades de Beneficiamento de Pescado Unidades de – UBP (sendo o aparelhamento de 25 Unidades de Apoio à Beneficiamento de Distribuição de Alimentos da Agricultura Familiar –UADAF) Pescado 58,00 0 1,00 1,72 6 Implantar ou adequar infraestrutura aquícola (viveiros, tanques redes e tanques escavados) para atender 30.000 famílias 30000,00 - 21153,00 70,51 15 mercados públicos/pontos de Famílias METAS QUANTITATIVAS REGIONALIZADAS Sequencial 7 Descrição da Meta Adequar 6 terminais pesqueiros públicos Unidade medida a) Prevista 2015 Terminais pesqueiros 6,00 47 b) Realizada em c) Realizada até d) % Realização 2014 2014 (c/a) 0 0,00 0,00 Quadro A.5.2.2 – Objetivos fixados pelo PPA IDENTIFICAÇÃO DO OBJETIVO Descrição Código Programa Implementar infraestruturas integrantes da cadeia produtiva aquícola e pesqueira para promover a produção, a agregação de valor e a qualidade dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais 0572 Órgão 58000 - Ministério da Pesca e Aquicultura Pesca e Aquicultura Sequencial Código Regionalização da Meta Unidade medida a) Prevista 2015 2052 b) Realizada em c) Realizada até d) % Realização 2014 2014 (c/a) 7.1 Região Norte unidade 1,00 0 0,00 0,00 7.2 Região Sul unidade 1,00 0 0,00 0,00 7.3 Região Nordeste unidade 1,00 0 0,00 0,00 7.4 Região Sudeste unidade 3,00 0 0,00 0,00 Sequencial Descrição da Meta Unidade medida a) Prevista 2015 8 Atender 65 territórios com equipamentos para o desenvolvimento da infraestrutura e da logística pesqueira e aquícola Territórios 65,00 Sequencial Regionalização da Meta Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em c) Realizada até d) % Realização 2014 2014 (c/a) 4 6,00 9,23 b) Realizada em c) Realizada até d) % Realização 2014 2014 (c/a) 8.1 Região Centro-Oeste unidade 3,00 - 0,00 0,00 8.2 Região Norte unidade 36,00 - 1,00 2,78 8.3 Região Nordeste unidade 20,00 - 1,00 5,00 8.4 Região Sul unidade 3,00 1 1,00 33,33 8.5 Região Sudeste unidade 3,00 3 3,00 100,00 48 Quadro A.5.2.2 – Objetivos fixados pelo PPA IDENTIFICAÇÃO DO OBJETIVO Descrição Código Programa Implementar infraestruturas integrantes da cadeia produtiva aquícola e pesqueira para promover a produção, a agregação de valor e a qualidade dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais 0572 Órgão 58000 - Ministério da Pesca e Aquicultura Pesca e Aquicultura Código Sequencial Descrição da Meta Unidade medida a) Prevista 2015 9 Disponibilizar 3 embarcações para transporte de peixes ornamentais Embarcações 3,00 Sequencial Regionalização da Meta Unidade medida a) Prevista 2015 unidade 3,00 Unidade medida a) Prevista 2015 Centros Integrados da Pesca Artesanal CIPAR 11,00 9.1 Região Norte Sequencial 10 Descrição da Meta Implantar 11 Centros Integrados da Pesca Artesanal - CIPAR Sequencial Regionalização da Meta 2052 b) Realizada em c) Realizada até d) % Realização 2014 2014 (c/a) - 0,00 0,00 b) Realizada em c) Realizada até d) % Realização 2014 2014 (c/a) - 0,00 0,00 b) Realizada em c) Realizada até d) % Realização 2014 2014 (c/a) - 0,00 0,00 Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 d) % Realização (c/a) 10.1 Região Sudeste unidade 2,00 - 0,00 0,00 10.2 Região Nordeste unidade 2,00 - 0,00 0,00 49 Quadro A.5.2.2 – Objetivos fixados pelo PPA IDENTIFICAÇÃO DO OBJETIVO Descrição Código Programa Implementar infraestruturas integrantes da cadeia produtiva aquícola e pesqueira para promover a produção, a agregação de valor e a qualidade dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais 0572 Órgão 58000 - Ministério da Pesca e Aquicultura Pesca e Aquicultura Sequencial Código Regionalização da Meta 2052 Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 d) % Realização (c/a) 10.3 Região Norte unidade 3,00 - 0,00 0,00 10.4 Região Sul unidade 3,00 - 0,00 0,00 10.5 Região Centro-Oeste unidade 1,00 - 0,00 0,00 Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 d) % Realização (c/a) 15,00 3 4,00 26,67 Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 d) % Realização (c/a) Sequencial 11 Descrição da Meta Implantar 15 Conselhos de Terminais Pesqueiros Públicos Sequencial Regionalização da Meta Conselhos de Terminais Pesqueiros 11.1 Região Sul unidade 1,00 - 0,00 0,00 11.2 Região Norte unidade 4,00 - 1,00 25,00 11.3 Região Sudeste unidade 4,00 1 1,00 25,00 11.4 Região Nordeste unidade 6,00 2 2,00 33,33 50 Quadro A.5.2.2 – Objetivos fixados pelo PPA IDENTIFICAÇÃO DO OBJETIVO Descrição Código Programa Implementar infraestruturas integrantes da cadeia produtiva aquícola e pesqueira para promover a produção, a agregação de valor e a qualidade dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais 0572 Órgão 58000 - Ministério da Pesca e Aquicultura Pesca e Aquicultura Código 2052 METAS QUANTITATIVAS REGIONALIZADAS Sequencial 12 Descrição da Meta Implantar 9 terminais pesqueiros públicos Sequencial Regionalização da Meta Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 d) % Realização (c/a) Terminais pesqueiros 9,00 0 3,00 33,33 Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 d) % Realização (c/a) 12.1 Região Sudeste unidade 1,00 0 0,00 0,00 12.2 Região Nordeste unidade 5,00 0 2,00 40,00 12.3 Região Norte unidade 3,00 0 1,00 33,33 Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 d) % Realização (c/a) 4,00 0 0,00 0,00 Sequencial 13 Descrição da Meta Implementar e adequar 4 unidades de estocagem de peixes Unidade de estocagem ornamentais 51 Análise Situacional – Metas do Objetivo 0572 no que compete a SEIF Meta: Adequar 6 terminais pesqueiros públicos São os seguintes os TPPs planejados para serem adequados até o final de 2015: Jacundá, Niterói, Aracajú, Cananéia, Angra dos Reis e Vitória. TPP de Jacundá (PA): Foi elaborado o projeto básico para as obras de complementação e adequações ao SIF. Em razão de inconsistências no Termo Cessão de Uso do Terreno não foi possível realizar o processo licitatório para elaboração do Projeto Executivo. A expectativa de conclusão do Projeto Executivo e das obras previstas é para o final de 2016. TPP de Niterói (RJ): Foi celebrado um termo de cooperação com a Diretoria de Obras Civis do Comando da Marinha para elaboração do projeto executivo de dragagem, o que depende de licença ambiental prévia pelo órgão estadual de meio ambiente. A expectativa é que a licença ambiental seja expedida até abril de 2015 e que o projeto executivo seja concluído até julho de 2015 e a respectiva licitação para os serviços de dragagem ocorra ainda em 2015. A dragagem propriamente dita tem previsão de ser realizada em 2016 e possibilitará, ao seu término, o acesso dos pescadores da região ao equipamento pesqueiro. TPP Aracajú (SE): Após o frustração da primeira licitação realizada, em virtude de as empresas participantes não possuírem mais interesse em assinar o contrato, está em curso novo processo licitatório pela Convenente para execução das obras. TPP Angra dos Reis (RJ): Foi rescindido o contrato com a construtora responsável pela execução das obras civis da primeira etapa de implantação do terminal em virtude de ter sido condenada a estrutura recém-edificada do cais. A perspectiva de retomada da execução do empreendimento depende da apresentação de nova proposta de trabalho pela Prefeitura de Angra dos Reis. TPP Cananéia (SP):Foi rescindido o contrato de arrendamento oneroso com a antiga administradora do terminal. A continuidade da adequação do terminal deverá ocorrer após a conclusão do distrato, a partir de 2015. TPP Vitória (ES): o terreno encontra-se em processo judicial de reintegração de posse, porém ainda não há uma decisão definitiva. Meta: Atender 65 territórios com equipamentos para o desenvolvimento da infraestrutura e da logística pesqueira e Aquícola No exercício de 2014 foram finalizados os convênios firmados com o MPA, cujo objeto abrange a aquisição de caminhões frigoríficos utilizados no escoamento e comercialização da produção para os municípios de Icaraíma/PR, São Sebastião e Paulicéia/SP. Nesse exercício foram finalizados, os convênios para aquisição de retroescavadeiras (para escavação de tanques para piscicultura) destinados aos municípios de Marcelino Ramos/RS e Alto Alegre dos Parecis/RO. Desta forma, o MPA atende tanto a cadeia produtiva da pesca quanto da aquicultura. Existe ainda a previsão de celebração de novos convênios ao longo de 2015, desde que confirmada à existência de disponibilidade orçamentária, o que permitirá aproximar-se um pouco mais da meta estabelecida no PPA. Meta: Implantar e adequar 15 Mercados Públicos/Pontos de Comercialização Encontram-se em andamento convênios para implantação de Mercado de Peixe nos municípios de Itajaí (SC), Bragança (PA), Vigia de Nazaré (PA), Cascavel (CE), Imperatriz (MA), Alenquer (PA) e Jaguaruana (CE). 52 O principal desafio continua sendo a capacitação das equipes dos municípios. O MPA investe na interação/orientação entre os servidores das superintendências e da sede para mitigar as falhas no tocante ao entendimento e cumprimento da Legislação referente a convênios. Meta: Implantar e adequar 15 Unidades de Recepção de Pescado Está sendo implantada uma unidade na cidade do Rio de Janeiro. Foram implantados os atracadouros para atendimento às comunidades pesqueiras da Ilha do Governador instaladas nas praias de Tubiacanga e da Ribeira. Foi finalizada a elaboração do Projeto Executivo, tendo em vista que foi obtido o licenciamento ambiental e a comprovação de dominialidade da área. A expectativa é de que a licitação das obras e construção do cais aconteça até o final de 2015. Meta: Implantar e adequar 4 Unidades de Estocagem de Peixes Ornamentais O Grupo Técnico de Trabalho de Organismos Ornamentais (GTT Ornamentais) definiu que as ações devem ser focalizadas nos municípios de Barcelos/AM, Altamira/PA, São Félix do Xingu/PA e Santa Isabel do Rio Negro/AM. Está em execução convênio firmado com a Prefeitura Municipal de Barcelos para o fomento e desenvolvimento da pesca ornamental naquele município. Em 2014 foi formalizado Termo de Descentralização de Recursos com a Universidade federal de Santa Catarina - UFSC para o desenvolvimento de Tecnologias para a Produção de Peixes Ornamentais Marinhos no Laboratório de Peixes ornamentais e Marinho (LAPOM) visando a construção de estruturas para a criação e reprodução de peixes ornamentais. Meta: Implantar e adequar 58 Unidades de Beneficiamento de Pescado – UBP Foi concluído o convênio para adequação da UBP de Cássia/MG. Encontram-se em execução, as UBP dos municípios de Iracema (RR), 06 UBP no estado do Ceará, Pinhalão (PR), UBPs no Estado do Pará, Bananeiras(PB), Saubara(BA), Luis Eduardo Magalhães(BA) Anhembi (SP), Seberi(RS), Presidente Castelo Branco(SC), Abelardo Luz(SC), Dois Irmãos do Buriti (MS), Dourados (MS) com expectativa de conclusão das obras até o final de 2015. Foram celebrados convênios para construção de UBP em: Bananeiras(PB), Seberi (RS). Foi concluído o convênio para adequação da UBP de Cássia/MG. O convênio para UBP de Rolim de Moura foi extinto em 25/02/2014. Meta: Implantar 9 Terminais Pesqueiros Públicos Os TPP planejados para serem implantados até o final de 2015 são os de Niterói, Belém, Salvador, Ilhéus, Manaus, Cabedelo e Camocim. Foram entregues os TPPs de Manaus/AM, Salvador/BA e Ilhéus/BA. TPP de Niterói encontra-se em fase de testes de seu sistema de refrigeração e ações administrativas necessárias; TPP de Belém encontra-se com finalização prevista para fevereiro de 2015. Em 2014 foi elaboração um TR para contratação do Projeto Executivo do Cais, e em 2015 será realizada a licitação do projeto executivo do cais e posteriormente contratado o seu aparelhamento. TPP de Salvador (BA) e Ilhéus (BA): Estes dois terminais foram entregues sendo que as obras civis e o aparelhamento foram concluídas. Será consolidada a forma de Gestão em 2015; TPP de Manaus (AM): O TPP de Manaus foi entregue com serviços de vigilância e administração direta, mas ainda necessita de aparelhamento e adequações ás Normas do Serviço de Inspeção Federal (SIF). Em 2014 foi elaborado termo de referência para contratação de um Projeto Executivo para a realização das obras de adequação ao SIF; TPP Cabedelo (PB): Foi celebrado um acordo de cooperação com o Comando do Exército para a reforma do terminal, que já dispõe de serviço de vigilância. O prazo para conclusão do terminal é março de 2015; TPP Camocim (CE): Terminal em funcionamento, com serviço de mão de obra e vigilância contratado pelo MPA, necessitando de obras e serviços de engenharia, adequação ao SIF e recuperação do cais. O projeto executivo para essas obras foi elaborado e está em fase de ajustes de modo a balizar a licitação para essas obras em 2015. 53 Meta: Implantar 15 Conselhos de Terminais Pesqueiros Públicos - CTP O Conselho Terminal Pesqueiro de Manaus foi implantado em 2013. Pretende-se efetuar a implantação de 14 Conselhos de Terminais Pesqueiros Públicos em 2015. O principal desafio está no elevado número de órgãos e entidades previstos no Decreto nº 5321/2004 para compor os Conselhos, além da necessidade de que indiquem os seus representantes. Em 2014 foram constituídos os CTP(s) de Camocim/CE, Cabedelo/PB e Vitória/ES. 54 Quadro A.5.2.2 – Objetivo fixado pelo PPA IDENTIFICAÇÃO DO OBJETIVO Descrição Estruturar os serviços em sanidade e rastreabilidade pesqueira e aquícola para garantir a sustentabilidade e a qualidade dos recursos pesqueiros Código Programa 0620 Órgão Defesa Agropecuária 58000 - Ministério da Pesca e Aquicultura Código METAS QUANTITATIVAS NÃO REGIONALIZADAS 2028 Sequencial Descrição da Meta Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 1 Desenvolver 5 sistemas (kits) de diagnóstico molecular do pescado, otimizados para a detecção de casos de fraude conhecida, no âmbito da Rede Nacional de Identificação Molecular do Pescado (RENIMP) Kits de diagnóstico molecular do pescado 5,00 0,00 0,00 0,00 2 Estabelecer métodos oficiais para diagnóstico de 20 enfermidades em animais aquáticos Enfermidades em animais aquáticos 20,00 - 40,00 200,00 3 Estabelecer o controle do trânsito nacional de animais aquáticos nas 27 unidades federativas Unidades federativas 27,00 - 6,00 22,22 4 Estabelecer parcerias nas 27 unidades federativas com todos os órgãos de defesa sanitária animal para monitoramento dos sistemas de produção Unidades federativas 27,00 - 6,00 22,22 5 Publicar 10 Análises de Risco de Importação de Animais Aquáticos e Derivados Análises de Risco 10,00 - 3,00 30,00 55 d) % Realização (c/a) Quadro A.5.2.2 – Objetivo fixado pelo PPA IDENTIFICAÇÃO DO OBJETIVO Descrição Estruturar os serviços em sanidade e rastreabilidade pesqueira e aquícola para garantir a sustentabilidade e a qualidade dos recursos pesqueiros Código Programa 0620 Órgão 58000 - Ministério da Pesca e Aquicultura Defesa Agropecuária Código 2028 Sequencial Descrição da Meta Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 d) % Realização (c/a) 6 Publicar 8 planos de Contingência para doenças de Animais Aquáticos Planos de Contingência 8,00 - 0,00 0,00 7 Reconhecer 4 compartimentos ou áreas com condições sanitárias diferenciadas para doenças dos animais aquáticos Compartimentos ou áreas 4,00 - 1,00 25,00 METAS QUANTITATIVAS REGIONALIZADAS Sequencial Descrição da Meta Unidade medida 8 Credenciar 12 estações quarentenárias para importação e exportação de animais aquáticos Estações quarentenárias Sequencial Regionalização da Meta Unidade medida a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 12,00 - 19,00 a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 d) % Realização (c/a) 158,33 d) % Realização (c/a) 8.1 Região Nordeste unidade 2,00 - 2,00 100,00 8.2 Região Sudeste unidade 10,00 - 15,00 150,00 Sequencial Descrição da Meta Unidade medida 9 Manter 1 centro de referência da Rede Nacional de Identificação Molecular do Pescado (RENIMP) Centro de referência da RENIMP Sequencial Regionalização da Meta Unidade medida 9.1 Região Sudeste unidade a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 1,00 0,00 0,00 a) Prevista 2015 b) Realizada em 2014 c) Realizada até 2014 1,00 56 0,00 0,00 d) % Realização (c/a) 0,00 d) % Realização (c/a) 0,00 Análise Situacional – Metas do Objetivo 0620, no que compete a SEIF: Meta: Desenvolver 5 sistemas (kits) de diagnóstico molecular do pescado, otimizados para a detecção de casos de fraude conhecida, no âmbito da Rede Nacional de Identificação Molecular do Pescado (RENIMP). Indiretamente, através do instrumento celebrado junto ao CNPq, serão gerados subsídios que poderão auxiliar na execução desta meta, tendo em vista que o Termo de Execução Descentralizada nº 12/2014 (contabilizado na meta que visa o apoio a 200 projetos de pesquisa), possui como um dos objetivos a inclusão de outras 30 espécies de pescado, ao banco de DNA, que já conta com cerca de 250 espécies sequenciadas. Destaca-se que esse banco servirá de base para o desenvolvimento dos kits, havendo a necessidade de se definir quais serão as cinco espécies piloto e qual a melhor tecnologia a ser empregada no kit, que garanta credibilidade aos resultados, bem como possibilidade de produção em escala a preços acessíveis. Meta: Manter 1 Centro de Referência da Rede Nacional de Identificação Molecular do Pescado (RENIMP): O MPA está apoiando a construção do Centro Nacional de Identificação Molecular de Pescado (CENIMP), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e que tem sua conclusão prevista para 2015. O Quadro A.5.2.3.1 - Ações de Responsabilidade da UJ - OFSS, dispõe sobre as dimensões físicas e financeira da execução da ação, considerando inclusive, os valores executadas a título de restos a pagar no decorrer do exercício, em razão da insuficiência de tal dado tem atingido para demonstração dos resultados gerados pelo gestor. 57 Quadro A.5.2.3.1 - Ações de Responsabilidade da UJ - OFSS Identificação da Ação Código 20Y0 Título Fomento à Produção Pesqueira e Aquícola Iniciativa Fomento à Produção Pesqueira e Aquícola Objetivo Promover a produção aquícola e pesqueira de forma sustentável com foco no Código potencial brasileiro e nos recursos subexplotados e inexplotados Programa Pesca e Aquicultura Unidade Orçamentária 58101 - Ministério da Pesca e Aquicultura Ação Prioritária ( Tipo: ) Sim 2052 Código ( X )Não Caso positivo: ( )PAC ( Atividade 0567 Temático Tipo: ) Brasil sem Miséria ( ) Outras Lei Orçamentária 2014 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Inicial Despesa Final 80.793.566,00 Empenhada Restos a Pagar inscritos 2013 Liquidada 72.740.318,00 33.007.207,02 Paga Processados 4.765.885,76 4.765.885,76 2.121.063,00 Não Processados 72.572.115,00 Execução Física Descrição da meta Unidade de medida Iniciativa de fomento implementada unidade Montante Previsto Reprogramado Realizado 13.201 15.442 4 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Valor em 1/1/2014 72.572.115,00 Valor Liquidado 20.918.292,00 Execução Física - Metas Valor Cancelado Descrição da Meta (-16.857.896) Iniciativa de fomento 58 Unidade de medida unidade Realizada 2 Quadro A.5.2.3.1 - Ações de Responsabilidade da UJ - OFSS Identificação da Ação Código 20Y1 Título Desenvolvimento da Infraestrutura Pesqueira e Aquícola Iniciativa Desenvolvimento da Infraestrutura Pesqueira e Aquícola Objetivo Implementar infraestruturas integrantes da cadeia produtiva aquícola e pesqueira para promover a produção, a agregação de valor e a qualidade dos Código produtos aquícolas e pesqueiros nacionais Programa Pesca e Aquicultura Unidade Orçamentária 58101 - Ministério da Pesca e Aquicultura Ação Prioritária ( Atividade Tipo: ) Sim 2052 Código ( X )Não Caso positivo: ( Temático Tipo: )PAC ( 0572 ) Brasil sem Miséria ( ) Outras Lei Orçamentária 2014 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Inicial Final 136.670.137,00 Empenhada 135.703.713,00 Restos a Pagar inscritos 2013 Liquidada 46.042.932,35 Paga 2.235.201,80 Processados 2.235.201,80 0,00 Não Processados 44.951.130,00 Execução Física Descrição da meta Unidade de medida Unidade da cadeia produtiva disponibilizada/mantida Montante Previsto Reprogramado 75 71 unidade Realizado 9 Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Valor em 1/1/2014 44.951.130,00 Valor Liquidado 9.082.697,00 Execução Física - Metas Valor Cancelado (-12.532.169) 59 Descrição da Meta Unidade da cadeia produtiva Unidade de medida unidade Realizada 3 Quadro A.5.2.3.1 - Ações de Responsabilidade da UJ - OFSS Identificação da Ação Código 14TI Título Implantação de Terminais Pesqueiros (TPP) Iniciativa Implantação de Terminais Pesqueiros Públicos Objetivo Implementar infraestruturas integrantes da cadeia produtiva aquícola e pesqueira para promover a produção, a agregação de valor e a qualidade dos Código produtos aquícolas e pesqueiros nacionais Programa Pesca e Aquicultura Unidade Orçamentária 58101 - Ministério da Pesca e Aquicultura Ação Prioritária ( Projeto Tipo: ) Sim 2052 Código ( X )Não Caso positivo: ( Temático Tipo: )PAC ( 0572 ) Brasil sem Miséria ( ) Outras Lei Orçamentária 2014 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Inicial Final 44.671.058,00 44.671.058,00 Empenhada 9.152.653,00 Restos a Pagar inscritos 2013 Liquidada Paga Processados 5.165.788,00 5.148.576,00 Não Processados 0,00 6.309.190 Execução Física Descrição da meta Unidade de medida Terminal pesqueiro implantado Montante Previsto Reprogramado Realizado 4 4 0 unidade Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Valor em 1/1/2014 6.309.190,00 Valor Liquidado 4.494.441,00 Execução Física - Metas Valor Cancelado (-1.556.862) Descrição da Meta Terminal pesqueiro 60 Unidade de medida unidade Realizada 3 Quadro A.5.2.2 – Objetivo fixado pelo PPA Identificação da Ação Código 09FU Título Equalização de Taxa de Juros em Financiamentos para a Ampliação e Modernização da Frota Pesqueira Nacional (Lei nº 10.849,de2004) Iniciativa Equalização da taxa de juros em financiamentos para a ampliação e modernização da frota pesqueira nacional Objetivo Promover a produção aquícola e pesqueira de forma sustentável com foco no Código potencial brasileiro e nos recursos subexplotados e inexplotados Programa Pesca e Aquicultura Unidade Orçamentária 58101 - Ministério da Pesca e Aquicultura Ação Prioritária ( ) Sim Tipo: 2052 Código ( X )Não Caso positivo: ( )PAC ( Operações Especiais 0567 Temático Tipo: ) Brasil sem Miséria ( ) Outras Lei Orçamentária 2014 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Inicial Final 5.000.000,00 Empenhada 3.500.000,00 Restos a Pagar inscritos 2013 Liquidada 0,00 Paga 0,00 Processados 0,00 Não Processados 0,00 0,00 Execução Física Descrição da meta Unidade de medida Embarcação modernizada Montante Previsto Reprogramado Realizado 4 2 0 unidade Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores Execução Orçamentária e Financeira Valor em 1/1/2014 0,00 Execução Física - Metas Valor Liquidado Valor Cancelado 0,00 0,00 Descrição da Meta Embarcação modernizada 61 Unidade de medida unidade Realizada 0 Análise Situacional – Execução Orçamentária Ação: 20Y0 - Fomento à Produção Pesqueira e Aquicola Apoio ao Desenvolvimento e Difusão Cientifica e Tecnológica (20Y0 - Plano Orçamentário 0003) De acordo com a LOA, a dotação orçamentária inicial destinada ao Plano Orçamentário 0003 era de R$ 11.100.000,00 (onze milhões e cem mil reais), sendo R$ 8.075.000,00 (Oito milhões e setenta e cinco mil reais) em custeio e R$ 3.025.000,00 (três milhões e vinte e cinco mil reais) em investimento. Tal dotação, após passar por processos de cancelamento de parte dos recursos e suplementação, foi definida e disponibilizada no total de R$ 8.045.382,00 (oito milhões e quarenta e cinco mil, trezentos e oitenta e dois reais), dos quais R$ 3.474.099,00 (três milhões quatrocentos e setenta e quatro mil e noventa e nove reais) em custeio e R$ 4.571.283,00 (quatro milhões quinhentos e setenta e um mil, duzentos e oitenta e três reais) em investimento. Destaca-se que, de acordo com o planejamento adotado para 2014 e tendo em vista a necessidade de honrar com os compromissos assumidos em exercícios anteriores, havia a necessidade orçamentária da ordem de R$ 8.860.324,09, dos quais R$ 3.292.929,72 em custeio e R$ 5.567.394,22 em investimento. Tal situação comprova a necessidade do orçamento repassado, indicando ainda a existência de um déficit de cerca de R$ 800.000,00 no valor total, contudo, mais significativamente perceptível na modalidade de investimento. Neste contexto, é válido ressaltar que foi realizado pedido de remanejamento à Secretaria de Orçamento Federal (SOF/MPOG), entretanto tal pedido não foi autorizado. Embora os valores disponibilizados sejam muito próximos daqueles necessários ao pagamento de todos os instrumentos formalizados, no ano de 2014, a execução orçamentária do PO 0003 foi de R$ 2.392.894,00 (dois milhões trezentos e noventa e dois mil, oitocentos e noventa e quatro reais), dos quais R$ 1.016.169,00 em custeio e R$ 1.376.725,00, na modalidade de investimento. Tal situação ocorreu devido, principalmente, à devolução total ou parcial dos recursos repassados por este MPA, às instituições executoras, e/ou ao encerramento de projetos por opção das instituições. Neste contexto, segue detalhamento dos instrumentos celebrados em 2014 e que realizaram devolução de recursos: I. Termo de Cooperação nº 03/2014: Rede Viva: adoção de dispositivos tecnológicos para redução da captura da fauna acompanhante na pesca artesanal de arrasto de camarões no litoral do Paraná e de Santa Catarina (UFPR). O instrumento foi formalizado em 20/03/2014, sendo o valor total, de R$ 417.619,00 (quatrocentos e dezessete mil, seiscentos e dezenove reais, descentralizado em 24/04/2014, por meio da Nota de Crédito nº 2014NC000216. Embora o repasse do orçamento tenha sido realizado por este MPA no início de 2014, a instituição devolveu o total de R$ R$ 310.517,70 (trezentos e dez mil, quinhentos e dezessete reais), conforme notas de crédito nº 2014NC000096 e 2014NC00097, o que representa cerca de 75% do valor total do projeto. Diante disso, faz-se necessário o repasse deste total em 2015, sendo R$ 300.950,00 (trezentos mil novecentos e cinquenta reais) em custeio e R$ 9.568,00 (nove mil quinhentos e sessenta e oito reais) em investimento; II. Termo de Cooperação nº 10/2014: Rede Nacional de Identificação Molecular do Pescado (RENIMP) - II Etapa - Construção do Centro Nacional de Identificação Molecular do Pescado (CENIMP) (UFRJ). A presente parceria foi formalizada em 07/08/2014, no valor total de R$ 1.287.948,00 (um milhão, duzentos e oitenta e sete mil, novecentos e quarenta e oito reais), o qual foi repassado em sua totalidade em 62 III. 26/08/2014, por meio da Nota de Crédito nº 2014NC000524. Apesar de a instituição ter empenhado a maior parte dos recursos, em 29/12/2014, foram devolvidos R$10.000,00 (dez mil reais) na modalidade de custeio e R$ 145.414,00 (cento e quarenta e cinco mil, quatrocentos e quatorze reais) em investimento, conforme nota de crédito nº 2014NC003015, totalizando o montante de R$ 155.414,00 (cento e cinquenta e cinco mil, quatrocentos e quatorze reais). Para tanto, também há, para este projeto, previsão de reprogramação de recursos no exercício de 2015; Termo de Cooperação nº 11/2014: Construção de barco de pesca com sistema de propulsão híbrida com uso de fonte de energia renovável (UFRJ). Da mesma forma, tal projeto foi celebrado em 07/08/2014, no valor total de R$ 1.280.000,00, com previsão de pagamento em duas parcelas. A primeira, no valor total de R$ 1.120.898,92, foi repassada integralmente em 22/08/2014, por meio da Nota de Crédito nº 2014NC000515. Contudo, a integralidade dos recursos foi devolvida em 04/12/2014, por meio da Nota de Crédito nº 2014NC002946. Diante desse contexto, não foi possível realizar o repasse da segunda parcela, no valor total de R$ 159.101,08 em investimento, sendo necessário o repasse integral do valor pactuado, no exercício de 2015. Já, em relação aos Termos de Cooperação formalizados em exercícios anteriores, que previam liberação de recursos no exercício de 2014 e que, da mesma forma, realizaram a devolução e/ou não indicação de necessidade de repasse, tem-se os seguintes: I. Termos de Cooperação nº 03/2012: Sistema Contínuo de Monitoramento da Indústria de Cultivo do Camarão Marinho no Estado do Ceará (UFC). Tal projeto foi formalizado em 2012, no valor global de R$ 961.000,00. Deste valor, ainda em 2012, foi devolvido o valor de R$ 291.130,00, dos quais R$ 148.900,0 em custeio e R$ 142.230,00 em investimento. Estes valores foram reprogramados em 2013 e, novamente, devolvidos ao final do exercício. Em 2014, a universidade não sinalizou a necessidade de nova reprogramação. O projeto encerrou sua vigência em 31/12/2014, não havendo necessidade de nova reprogramação em 2015; II. Termo de Cooperação nº 10/2012: Modernização do Departamento de Engenharia de Pesca da Universidade Federal do Ceará (UFC). Este instrumento, da mesma forma, foi formalizado em 2012, no valor global de R$ 1.899.800,00. Deste valor, ainda em 2012, foi devolvido o valor de R$ 82.150.00,00 em custeio. Este valor foi reprogramado em 2013 e, novamente, devolvido ao final do exercício. Destaca-se que o valor de R$ 1.518.250,00 considerado no planejamento de 2014, refere-se à construção de obra física. Contudo, foi definido no parecer de mérito e aprovação do projeto que, somente, após a apresentação do projeto básico da obra, é que o valor seria repassado à UFC. Como a instituição não apresentou tal solicitação nos sucessivos anos que se passaram à sua celebração, o recurso não foi liberado. Adicionalmente, destaca-se que a vigência do presente termo de cooperação está prevista para encerrar em 31/01/2015 e que a instituição declinou da continuidade do presente projeto. Nesse contexto, não haverá reprogramação no exercício de 2015; III. Termo de Cooperação nº 20/2012: Manutenção das Instalações e Continuidade das Pesquisas na Unidade de Pesquisa em Piscicultura Marinha (UPPMAR). Tal instrumento foi formalizado em 2012, no valor global de R$ 1.687.601,00. Para este Termo também foram realizadas sucessivas devoluções. Contudo, em 2014, foi repassado o valor de R$ 674.315,36, dos quais R$ 583.498,00 em custeio e R$ 90.817,36 em investimento. Entretanto, nova devolução foi realizada em 09/12/2014, por meio da Nota de Crédito nº 2014NC000045, no valor total de R$ 106.056,36, sendo R$ 63 88.239,00 em custeio e R$ 17.817,36 em investimento. Ressalta-se que o projeto encerrou sua vigência em 31/12/2014, não havendo necessidade de nova reprogramação em 2015. Adicionalmente, cita-se a Portaria 472/2010, cujo objetivo foi apoiar a Chamada Pública 02/2010 - MCT/MPA/FINEP/CT- AGRO -Inovação em Pesca e Aquicultura, em parceria com a FINEP. Da mesma forma, para este instrumento, ocorreram sucessivas devoluções por parte da citada agência, nos exercício que se seguiram à sua celebração. Neste contexto, no planejamento de 2014, constava o repasse no valor de R$ 1.426.136,44 (um milhão, quatrocentos e vinte e seis mil, cento e trinta e seis reais e quarenta e quatro centavos), com vistas a honrar integralmente o compromisso assumido em 2010. Contudo, não houve motivação por parte da agência para realização do repasse, mesmo apresentando projetos aprovados no âmbito da chamada pública, aptos a receberem os valores. Considerando tal situação, o desembolso da citada parcela constará no planejamento orçamentário de 2015. Vale destacar ainda o Termo de Cooperação nº 29/2013, cujo objeto é Implantação da Unidade de Reprodução e Produção de Organismos Marinhos para fins de Aquicultura (RePAq/UFES), celebrado no valor global de R$ 2.109.678,65, dos quais havia a necessidade de reprogramação do valor de R$ 1.297.775,14, integralmente, na modalidade de investimento. Para que fosse possível realizar tal repasse, foi solicitado à SOF/MPOG o remanejamento de parte dos recursos disponíveis, na ação 20Y0, na modalidade de custeio para investimento. Contudo tal solicitação não pode ser atendida em tempo. Diante disso, ressalta-se que este MPA envidou esforços, no sentido de garantir a execução total do orçamento disponibilizado. Entretanto, alerta-se ao fato de que tais devoluções aconteceram devido a fatores externos ao MPA, não sendo possível uma ingerência maior sobre as mesmas. No total, foram R$ 6.467.430,09 que não foram executados, o que contribuiu para que a execução orçamentária destinada à pesquisa não fosse totalmente cumprida, ficando aquém das metas estabelecidas. Assistência Técnica e Extensão Pesqueira e Aquicola/ Apoio ao Associativismo Pesqueira e Aquícola (20Y0 – Planos Orçamentários 0002, 000D e 0009). Em 2014, no âmbito dos Planos Orçamentário 0002 (Assistência Técnica e Extensão Pesqueira e Aquícola – Nacional) e 000D (Assistência Técnica e Extensão Pesqueira e Aquícola – Territórios da Cidadania), foi empenhado o montante de R$ 14.265.672,31. A maior parte desses recursos (aproximadamente R$ 13,52 milhões) foi destinada ao atendimento de 16 contratos resultantes de Chamadas Públicas de ATER, realizadas em parceria entre o MDA e MPA. Tais contratos possibilitarão o atendimento de 16.450 famílias de pescadores e aquicultores a partir de 2015. É importante ressaltar que tais contratos receberam também o aporte de mais R$ 1,1 milhão de recursos do MDA. Além disso, foi celebrado um convênio de Capacitação com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar de Mato Grosso, o qual prevê um repasse de R$ 154.516,55 para a capacitação de 30 extensionistas e 600 pescadores e aquicultores (ou agricultores familiares interessados em desenvolver a piscicultura). O restante dos recursos desses dois planos orçamentários empenhados em 2014 (R$ 590.552,80) foi destinado às parcelas de convênios celebrados em anos anteriores. Em termos de ações de assistência técnica e extensão efetivamente realizadas verificou-se no ano passado o atendimento de 13.271 pescadores e aquicultores. A maioria desses atendimentos (10.507) foi realizada por meio de convênios celebrados em anos anteriores e que ainda encontravam-se em vigência em 2014. O quantitativo foi obtido por meio de relatórios de acompanhamento elaborados pelo fiscal de cada instrumento. Outra parte dos beneficiários (2.764) foi atendida no âmbito dos contratos de ATER celebrados em 2013 (e executados a partir de 2014). 64 As informações relativas a este último caso foram obtidas por meio do Sistema Informatizado de ATER (SIATER), utilizado para a gestão dos contratos. Além dos 10 lotes que tiveram contrato celebrado em 2013 e dos 16 em 2014, ainda restam 04 lotes a serem contratados. Tais lotes precisaram ser republicados duas vezes ao longo de 2014, o que atrasou seu trâmite e impossibilitou a celebração naquele ano. Os contratos referentes a esses lotes devem ser celebrados em 2015. Ressalta-se que, a partir de 2013, o MPA tem priorizado a disponibilização de ações de ATER/ATEPA por meio das Chamadas Públicas (decorrentes da lei no 12.188/2010), por entender que tal mecanismo agiliza o processo de execução e acompanhamento das ações em relação aos tradicionais convênios. Em relação às ações de capacitação de profissionais em pesca e aquicultura, a partir de 2014 o MPA passou a priorizar o atendimento de tais demandas por meio dos cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC, o qual é executado pelo MEC em conjunto com os ministérios parceiros. Por meio do PRONATEC Pesca e Aquicultura foi realizada a capacitação de 12.408 beneficiários (das quais 3.105 haviam concluído os cursos em dezembro de 2014 e 9.366 estavam em fase final de execução com previsão de conclusão no primeiro quadrimestre de 2015). Contudo, algumas atividades continuam sendo realizadas com recursos do MPA (em geral utilizando os mesmos Planos Orçamentários da assistência técnica e extensão). Em 2014, por exemplo, 4.876 pescadores e aquicultores foram capacitados no âmbito de convênios e termos de cooperação celebrados pelo MPA (alguns com tal finalidade específica e outros destinados prioritariamente à assistência técnica e extensão, mas com alguma meta de capacitação). Ressalta-se ainda que desde 2012 o MPA vem priorizando também a inserção das atividades de capacitação de pescadores e aquicultores no âmbito de convênios e contratos de assistência técnica e extensão por entender que a realização das mesmas de forma isolada apresenta resultados aquém do desejado e não garante a aplicação efetiva dos conhecimentos disponibilizados. Assim, os contratos de ATER celebrados em 2014 deverão viabilizar a capacitação de mais 6.860 pescadores e aquicultores (exclui-se deste total as merendeiras e os técnicos), a partir de 2015. Há que se fazer menção ao convênio no 006/2014 (SICONV 025026/2014), no valor de R$ 511.077,83, celebrado com a Prefeitura Municipal de Bertioga (SP). Os recursos do referido convênio são oriundos de emenda parlamentar, inscritos no Plano Orçamentário 20.608.2052.20Y0.0035 Fomento à Produção Pesqueira e Aquícola – no Estado de São Paulo. Por meio desse convênio deverão ser capacitados 248 pescadores artesanais. Outra ação de capacitação de grande relevância e que merece destaque é a qualificação de profissionais que atuam em órgãos e entidades de assistência técnica e extensão rural. Em 2014 foram capacitados 242 profissionais com tal perfil (todos eles em convênios e termos de cooperação celebrados em anos anteriores). Relata-se que no ano anterior esse número havia sido de somente 26 profissionais já que houve atrasos na liberação de recursos da maioria dos instrumentos celebrados com essa finalidade. Além disso, foi celebrado um convênio, mencionado anteriormente que deverá beneficiar 30 técnicos e 600 pescadores e aquicultores (mas as capacitações somente deverão acontecer em 2015). Quanto ao Plano Orçamentário 0009 (Apoio ao Associativismo e Cooperativismo Pesqueiro e Aquícola), os recursos previstos no âmbito do mesmo foram em grande parte destinados ao Termo de Cooperação no 27/2013, celebrado entre o MPA e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), com o objetivo de lançar Chamamento Público para a seleção de projetos 65 de fortalecimento do associativismo e cooperativismo pesqueiro e aquícola, por meio do apoio à organização socioeconômica e qualificação da gestão de entidades do setor. O edital previa a disponibilização de R$ 1,7 milhão, dos quais R$ 1,3 milhão do MPA e R$ 400 mil do MAPA. Foram selecionados 6 projetos, cuja execução inicia-se em 2015. Ressalta-se ainda que em 2014 iniciou-se a execução dos 3 projetos apoiados em 2013, fruto do Termo de Cooperação no 17/2013, celebrado entre o MPA e o Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES). A disponibilização de serviços de assistência técnica e extensão rural diferenciada para pescadores artesanais beneficiários do Plano Brasil Sem Miséria é uma ação prevista no Plano Safra da Pesca e Aquicultura 2012/2014, embora não seja realizada com recursos orçamentários do MPA. Ela é decorrente do Acordo de Cooperação celebrado entre o MPA, o MDA e o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). No âmbito da referida ação, o MDA é responsável pelo aporte de recursos para contratação dos serviços de ATER e o MDS disponibiliza recursos de fomento não reembolsáveis (até R$ 2.400,00 por família). Cabe ao MPA a definição das áreas e famílias a serem atendidas, a articulação de parcerias para execução das atividades e o monitoramento do processo. Como resultado do Acordo de Cooperação supracitado, foi lançada a Chamada de ATER no 12/2012, que previa o atendimento de 2 lotes: um no Território da Cidadania Sertão do São Francisco - BA (2.500 famílias) e outro no Território Transamazônica - PA (1.000 famílias). Em 2014 iniciaramse as atividades no Território Transamazônica com a capacitação dos técnicos que atuarão no projeto e a realização de atividades preliminares de mobilização e articulação. O atendimento das famílias do Território Sertão do São Francisco já vinha sendo realizado desde 2013. Promoção de Produtos Pesqueiros Nacionais nos Mercados Nacional e Internacional. Em 2014, no âmbito da ação 20Y0 PO 0008, que está relacionada ao fomento da produção pesqueira e aquícola, apoiando eventos gastronômicos, feiras e visando divulgar e promover o consumo frequente de pescado nos mercados nacional e internacional foi realizado três iniciativas de promoção. Um desses eventos, considerado o principal evento de promoção do consumo de pescado, organizado pelo MPA, foi a XI Semana do Peixe. Para a sua realização foram repassados às Superintendências Federais do MPA, R$ 535.000,00, sendo utilizados efetivamente apenas R$ 76.013,51, 14% do total disponibilizado. A dificuldade na execução do orçamento deu-se pelo atraso na descentralização dos recursos, restando para as SFPAs um prazo muito apertado para realizar os procedimentos preconizados pela legislação federal para aquisições e contratação de serviços, que prescindissem de licitação. Além disso, muitas Superintendências, em face dos impedimentos impostos pela legislação eleitoral, sentiram dificuldade no planejamento de ações para a Campanha, que não configurassem em crime eleitoral, tendo em vista que as campanhas nos anos anteriores tinham grande foco em publicidade. Como ação destinada à promoção do pescado no mercado internacional, pelo terceiro ano consecutivo, o MPA, em parceria com o MRE, garantiu a presença do Brasil com a organização do Pavilhão Brasileiro na maior feira internacional para comercialização de pescado, a Seafood Expo Global 2014, anteriormente conhecida como European Seafood Exposition. Para isso, foi firmado o Termo de Cooperação nº 08, de 30 de agosto de 2013, no qual o MPA ficou responsável em custear a locação do espaço, os materiais publicitários e parte dos serviços de montagem e contratação de pessoal e bebidas. A descentralização de recursos orçamentários e financeiros para o MRE foi feita, primeiramente, no valor de R$ 308.240,27 no dia 9 de setembro de 2013, fruto da celebração do Termo de Cooperação, havendo duas complementações por meio de 66 aditivos: o primeiro no valor de R$ 164.311,13, descentralizado no dia 11 de dezembro de 2013, e o segundo no valor de 105.534,64, descentralizado no dia 5 de maio de 2014. Importante esclarecer que o MRE, quando da assinatura do Termo de Cooperação, manifestou-se sobre as dificuldades orçamentárias daquele órgão e informou que o seu apoio estaria limitado a €35.000,00 (trinta e cinco mil euros), motivo pelo qual foi necessário um aporte maior do MPA no custeio do Pavilhão para esta edição. Destaca-se que, em 2014, o Pavilhão Brasileiro evoluiu em sua participação na feira, ocupando um espaço de 256 metros quadrados, mais que o dobro do utilizado em 2013, com a finalidade abrigar um maior número de expositores, num total de treze, seis a mais do que no ano anterior, bem como proporcionar uma melhor infraestrutura, com a disponibilização de uma sala de reuniões e um espaço institucional para o MPA. Devido ao aumento do espaço, o MPA pôde pleitear um melhor posicionamento do Pavilhão Brasileiro, ficando ao lado de pavilhões como Itália, Malásia, China, Lituânia e Equador, onde havia um maior fluxo de visitantes. Além disso, em 2014, foi dada uma atenção maior à publicidade do Pavilhão, visando proporcionar maior visibilidade à participação brasileira na feira e assim, atrair mais visitantes. Com o aumento da publicidade, aumento do espaço e a restrição orçamentária apresentada pelo MRE, o valor descentralizado pelo MPA, comparado a 2013, aumentou em 306%. No entanto, com a evolução do estande, verifica-se um crescente aumento de custos para a organização do Pavilhão, nos últimos anos, que tem sido impulsionado pelo interesse, cada vez maior, das empresas exportadoras brasileiras em participar da feira como expositores no Pavilhão Brasileiro. Entretanto, a tendência é que, ao se atingir um padrão de qualidade adequado, esses custos venham a se manter constantes para os próximos anos. A importância dessa ação de promoção pode ser constatada pelo grande número de visitantes que puderam degustar o pescado brasileiro, com receitas típicas elaboradas na cozinha show do estande, bem como conhecer nosso pescado dispostos nos freezers, os quais continham as amostras levadas pelos expositores. Além disso, o pavilhão foi ponto de encontro dos visitantes brasileiros que, além dos expositores, também puderam utilizar o espaço para realização de negócios. Ao final, com uma estimativa de 3,3 milhões de dólares em novos negócios, as empresas expositoras têm solicitado a continuação do apoio do MPA em feiras internacionais, inclusive expandindo para outros mercados como o americano e o asiático. Outra ação de promoção do pescado foi o apoio na realização do Festival Internacional do Camarão da Costa Negra, por meio da celebração do Convênio n° 041/2014 com a Associação dos Carcinicultores da Costa Negra, no valor de R$ 600.000,00, cuja fonte do recurso foi de emenda parlamentar. O Quadro A.5.4- Indicadores de desempenho identifica os resultados dos indicadores utilizados para monitorar o desempenho operacional da UJ, incluindo análise comparativa dos índices previstos e observados relativamente ao exercício de referência do relatório de gestão. 67 Quadro A.5.4- Indicadores de desempenho Indicador Unidade de Medida Referência Monitoramento 2014 Fórmula Fonte Data Índice Data Índice Tonelada 31/12/2010 4.060,85 31/12/2014 2.766,94 Pescado adquirido pelo Programa de Aquisição de Alimentos – PAA, extraído do sistema PAA Data. Consumo de pescado por alunos da rede pública kg/indivíduo/an o 31/12/2010 0,18 31/12/2011 0,60 Quantidade de pescado comprado pelos municípios para alimentação escolar no ano/ número de alunos da rede pública MPA Consumo interno de pescado per capita kg/hab/ano 31/12/2009 9,03 31/12/2013 10,77 O consumo per capita aparente (CPA) é aferido através do levantamento da produção nacional (PN) incluindo as importações (IMPO) e excluindo as exportações (EXPO) MPA Número de projetos de pesquisa em desenvolvimento financiados pelo MPA unidade 31/12/2010 93,00 31/12/2014 98,00 Número de projetos financiados no ano de base Resultado da Balança Comercial de Pescado em valor US$ ------- -------- 31/12/2014 (1.326.269. 090) Diferença do valor total exportado no ano, pelo total importado, dos produtos de pescado, constantes no Capítulo 03 da Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM), além de seus derivados, presentes nos capítulos 05, 15, 16 e 23, extraído do Aliceweb, Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior. Resultado da Balança Comercial de Pescado em volume tonelada ------- ------- 31/12/2014 (376.649) Diferença do volume total exportado no ano, pelo total importado, dos produtos de pescado, constantes no Capítulo 03 da Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM), além de seus derivados, presentes nos capítulos 05, 15, 16 e 23, extraído do Aliceweb, Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior. Consumo de pescado pelo mercado institucional 68 MPA, MCTI, FINEP e CNPq Quadro A.5.4- Indicadores de desempenho Indicador Valor exportado Volume exportado Unidade de Medida Referência Monitoramento 2014 Fórmula Fonte Indicador Unidade de Medida US$ 31/12/2010 199.374.163,00 31/12/2014 234.356.24 2 Somatório do valor exportado dos produtos de pescado, constantes no Capítulo 03 da Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM), além de seus derivados, presentes nos capítulos 05, 15, 16 e 23, extraído do Aliceweb, Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior. MPA/MDIC Tonelada 31/12/2010 28.454,02 31/12/2014 34.931 Somatório do volume exportado dos produtos de pescado, constantes no Capítulo 03 da Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM), além de seus derivados, presentes nos capítulos 05, 15, 16 e 23, extraído do Aliceweb, Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior. MPA/MDIC Não foi possível calcular os indicadores Consumo de pescado pelo mercado institucional e Consumo de pescado por alunos da rede pública por falta de dados disponíveis, conforme informado pelo setor responsável. 69 GESTÃO DE FUNDOS DE CONTEXTO DE ATUAÇÃO DA UNIDADE Identificação e Informações Gerais dos Fundos do Contexto da Unidade A disponibilidade de linhas de crédito de custeio, comercialização, e investimento, dentro do Plano Safra da Pesca e Aquicultura, provém de recursos carimbados nos Planos Safras do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, recursos do BNDES, dos Fundos Constitucionais de Financiamento e da aplicação de recursos de obrigatórios (MCR 6-2) Dentre as principais linhas ofertadas ao público pesqueiro e aquícola estão: Programa Nacional de Agricultura Familiar - PRONAF / Ministério do Desenvolvimento Agrário o Pronaf Microcrédito Produtivo Rural o Pronaf Mulher o Pronaf Jovem o Pronaf Custeio o Pronaf Mais Alimentos o Pronaf Agroindústrias o Pronaf Custeio de Agroindústria Familiar o Pronaf Cotas-partes o Pronaf Agroecologia o Pronaf Produtivo Orientado o o o o o o Programas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Pronamp Procap-agro Moderinfra Moderagro Prodecoop Inovagro o o Aplicação de recursos obrigatórios (MCR 6-2) Linha de custeio, investimento e comercialização para pesca e aquicultura Linha de comercialização para pesca e aquicultura Recursos do BNDES o Programa BNDES de Apoio ao Desenvolvimento do Setor Aquícola – Proaquicultura Produção e Proaquicultura Giro o o o Fundos Constitucionais de Financiamento Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste Fundo Constitucional de Financiamento do Norte Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste Vale esclarecer que a Linha de Custeio, Investimento e Comercialização para Pesca e Aquicultura (Recursos Obrigatórios MCR 6-2) financia o conjunto das despesas inerentes à pesca e à aquicultura, tais como captura e cultivo; conservação de embarcações e equipamentos; conservação, beneficiamento ou industrialização; armação para barco de pesca, bens de capital necessários à exploração da pesca e aquicultura, inclusive a aquisição de barcos pesqueiros, mesmo na fase de 1 construção, fixando-se as épocas das liberações em função do cronograma de construção, suprimento de recursos para despesas posteriores à captura e à produção próprias, tais como armazenamento, seguro, manipulação, preservação, acondicionamento, impostos, fretes e carretos; desconto de títulos oriundos da venda ou entrega do pescado de captura ou produção própria; além da estocagem do produto pelo pescador, aquicultor, suas associações ou cooperativas. A Linha de comercialização para pesca e aquicultura financia a aquisição de pescado in natura no mercado interno, diretamente do pescador ou aquicultor que realizou a captura ou produção aquícola. O Programa BNDES de Apoio ao Desenvolvimento do Setor Aquícola – Proaquicultura Produção e Proaquicultura Giro financia obras civis, montagens e instalações; aquisição de móveis e utensílios; aquisição de máquinas e equipamentos novos, inclusive conjuntos e sistemas industriais, produzidos no país e credenciados no BNDES; importação de máquinas e equipamentos novos, inclusive conjuntos e sistemas industriais, que não apresentem similar nacional; despesas de internalização de máquinas e equipamentos importados sem similar nacional, desde que não impliquem remessa de divisas ao exterior, mesmo que a importação não tenha sido financiada pelo BNDES; treinamento e capacitação tecnológica e gerencial; contratação de estudos, consultoria externa e assessorias técnicas, inclusive de natureza organizacional, econômica e vinculada à aquisição de softwares técnicos ou de gestão; aquisição de software nacional credenciado no BNDES, cadastrados no âmbito do programa BNDES Prosoft – Comercialização, e despesas com aluguel de software nacional (SaaS); capital de giro associado ao investimento, limitado a 100% do valor do investimento fixo financiável e capital de giro, de forma isolada. Informações sobre fundos de aval ou garantidor de crédito A política creditícia utilizada pelo o governo federal se destaca por apresentar um grande potencial para desenvolver o setor produtivo da pesca e da aquicultura. Nesse contexto, o Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA em parceria com as instituições financeiras habilitadas (Banco do Brasil – BB, Banco do Nordeste – BNB, Banco da Amazônia – BASA, Caixa Econômica Federal – CEF e Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES) disponibiliza o crédito como principal ferramenta para se atingir as metas propostas pelo Plano Safra da Pesca e Aquicultura – PSPA. Em 2014, o PSPA concedeu crédito na ordem de R$ 453.701.342,03, dos quais 70% foram aplicados pelo Banco do Brasil em nível nacional e o restante distribuídos pelos demais agentes operadores. As ações deste MPA, preveem medidas de ampliação das metas de crédito para os agentes financeiros, as quais demonstraram estar aquém da realidade atual do histórico de concessão de crédito para o setor pesqueiro e aquícola. Deste modo, o Ministério vem realizando articulação com os agentes financeiros e o Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão – MPOG, no sentido de reavaliar as metas contidas no PPA das Instituições Financeiras, visando readequá-las de acordo com as metas direcionadas para o setor pesqueiro e aquícola no âmbito do Plano Safra da Pesca e Aquicultura 2015/2016. 2 6. TÓPICOS ESPECIAIS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Com relação aos Tópicos Especiais da Execução Orçamentária e Financeira, vale destaque para as transferências de recursos, uma vez que é grande o valor das transferências voluntárias, quer por meio de emendas parlamentares quer com o orçamento do próprio MPA. 6.5 Transferências de Recursos As principais dificuldades enfrentadas por este Ministério na análise das propostas de transferências voluntárias associadas às diversas ações estão relacionadas à falta de experiência administrativa dos servidores e funcionários dos órgãos e entidades proponentes encarregados da elaboração das propostas. Essa falta de experiência administrativa resulta, na maioria das vezes, nos casos de convênios celebrados, em atraso no cumprimento dos cronogramas de execução, não atendimento das diligências solicitadas pelo MPA, atraso nas prestações de contas, dentre outros. Vale ressaltar ainda que as restrições de limite orçamentário impostas a este Ministério dificultaram a execução e as ações de fiscalização in loco dos convênios. Por outro lado, devido à obrigatoriedade da inserção das propostas de convênio no Portal dos Convênios – SICONV, tem-se percebido uma preocupação por parte dos proponentes em se adequar a essa ferramenta, o que contribui para a unificação de procedimentos e clareza na aprovação do convênio, na sua condução e na prestação de contas. No que tange ao acompanhamento e avaliação dos convênios, havia uma carência de recursos humanos no corpo técnico deste MPA, o que acarretou atrasos no processo de análise de propostas, bem como no acompanhamento dos convênios firmados por este MPA. Em que pesem esses fatos, vale ressaltar que o MPA tem desenvolvido ações no sentido de descentralizar fiscalização dos contratos e convênios, de modo a racionalizar os custos e possibilitar um acompanhamento mais efetivo dos projetos. Uma das estratégias utilizadas foi a designação de fiscais lotados nas Superintendências Federais da Pesca e Aquicultura para gestão destes instrumentos. 6.5.1 Relação dos Instrumentos de Transferência Vigentes no Exercício O Anexo I contém o Quadro A.6.5.1 - Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício de 2014. Nele são apresentados todos os Convênios, Termos de Cooperação e Termos de Compromisso que estão sob a responsabilidade desta SEIF. A seguir estão transcritas a totalização dos valores por área e por tipo de instrumento, como pode ser verificado. 1) Convênios Infraestrutura Valor pactuado global: R$ 165.190.103,96 Valor pactuado contrapartida: R$ 11.226.030,99 Valor repassado no exercício: R$ 11.033.897,67 Valor repassado acumulado até o exercício: R$ 64.692.713,56 70 2) Termos de Cooperação Infraestrutura Valor pactuado global: R$ 6.511.581,05 Valor pactuado contrapartida: R$ 0,00 Valor repassado no exercício: R$ 842.435,08 Valor repassado acumulado até o exercício: R$ 6.511.581,05 3) Termos de Compromisso Infraestrutura Valor pactuado global: R$ 1.417.625,43 Valor pactuado contrapartida: R$ 29.413,85 Valor repassado no exercício: R$ 0,00 Valor repassado acumulado até o exercício: R$ 0,00 4) Convênios Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Valor pactuado global: R$ 1.257.083,00 Valor pactuado contrapartida: R$ 125.283,00 Valor repassado no exercício: R$ 481.800,00 Valor repassado acumulado até o exercício: R$ 1.031.800,00 5) Termos de Cooperação Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Valor pactuado global: R$ 41.134.570,94 Valor pactuado contrapartida: R$ 0,00 Valor repassado no exercício: R$ 3.044.882,36 Valor repassado acumulado até o exercício: R$ 34.053.034,50 6) Convênios Assistência Técnica Valor pactuado global: R$ 38.471.158,02 Valor pactuado contrapartida: R$ 3.376.569,78 Valor repassado no exercício: R$ 3.553.392,62 Valor repassado acumulado até o exercício: R$ 15.364.709,43 7) Termos de Cooperação Assistência Técnica Valor pactuado global: R$ 48.934.340,98 Valor pactuado contrapartida: R$ 400.000,00 Valor repassado no exercício: R$ 14.751.577,61 Valor repassado acumulado até o exercício: R$ 27.484.444,25 8) Convênios Comercialização Valor pactuado global: R$ 1.352.000,00 Valor pactuado contrapartida: R$ 52.000,00 Valor repassado no exercício: R$ 600.000,00 Valor repassado acumulado até o exercício: R$ 1.300.000,00 9) Termos de Cooperação Comercialização Valor pactuado global: R$ 2.327.983,13 Valor pactuado contrapartida: R$ 0,00 Valor repassado no exercício: R$ 605.811,73 Valor repassado acumulado até o exercício: R$ 1.257.963,13 71 O Quadro A.6.5.2 abaixo contempla a quantidade de instrumentos por modalidade de transferência e os respectivos valores repassados nos exercícios de 2014, 2013 e 2012, sendo que os valores devem se referir à totalidade e não somente aos instrumentos celebrados em cada exercício. Quadro A.6.5.2- Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios (Infraestrutura) Unidade Concedente ou Contratante Nome: Ministério da Pesca e Aquicultura CNPJ: 05.482.692/0001-75 UG/GESTÃO: 58101 Quantidade de Instrumentos Celebrados em Cada Exercício Modalidade 2012 2013 2014 Convênio 6 10 3 Contrato de Repasse - - Termo de Cooperação 2 Termo de Compromisso TOTAIS Montantes Repassados em Cada Exercício, Independentemente do ano de Celebração do Instrumento (em R$ 1,00) 2012 2013 2014 682.268,61 5.520.800,98 11.033.897,67 - 0,00 0,00 0,00 3 - 1.488.000,00 0,00 842.435,08 - 3 - 0,00 0,00 0,00 8 16 3 2.170.268,61 5.520.800,98 11.876.332,75 Fonte: D.O.U.; SIAFI; SIOP; SICONV. Quadro A.6.5.2- Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação – P,D&I em Pesca e Aquicultura) Unidade Concedente ou Contratante Nome: Ministério da Pesca e Aquicultura CNPJ: 05.482.692/0001-75 UG/GESTÃO: 58101 Quantidade de Instrumentos Celebrados em Cada Exercício Modalidade Convênio Contrato de Repasse Termo de Cooperação Termo de Compromisso Totais Montantes Repassados em Cada Exercício, Independentemente do ano de Celebração do Instrumento (em R$ 1,00) 2012 2013 2014 2012 03 01 - 160.000,00 390.000,00 481.800,00 - - - 0,00 0,00 0,00 07 08 5 7.955.604,46 11.770.460,26 3.044.882,36 - - - 0,00 0,00 0,00 10 09 5 8.115.604,46 12.160.460,26 3.526.682,36 Fonte: D.O.U.; SIAFI; SIOP; SICONV. 72 2013 2014 Quadro A.6.5.2- Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios (Assistência Técnica, Capacitação e Fomento ao Cooperativismo e Associativismo para Pesca e Aquicultura) Unidade Concedente ou Contratante Nome: Ministério da Pesca e Aquicultura CNPJ: 05.482.692/0001-75 Quantidade de Instrumentos Celebrados em Cada Exercício Modalidade Convênio Contrato de Repasse Termo de Cooperação Termo Compromisso UG/GESTÃO: 58101 de TOTAIS Montantes Repassados em Cada Exercício, Independentemente do ano de Celebração do Instrumento (em R$ 1,00) 2012 2013 2014 2012 2013 2014 14 07 2 3.347009,41 2.896.138,80 3.553.392,62 - - - 0,00 0,00 0,00 01 06 - 122.950,78 106.204,00 14.751.577,61 - - - 0,00 0,00 0,00 15 13 2 3.469.960,19 3.002.342,80 18.304.970,23 Fonte: D.O.U; SIAFI; SIOP; SICONV. Quadro A.6.5.2- Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios (Comercialização) Unidade Concedente ou Contratante Nome: Ministério da Pesca e Aquicultura CNPJ: 05.482.692/0001-75 UG/GESTÃO: 58101 Modalidade Quantidade de Instrumentos Celebrados em Cada Exercício 2012 Convênio Contrato de Repasse Termo de Cooperação Termo de Compromisso TOTAIS Montantes Repassados em Cada Exercício, Independentemente do ano de Celebração do Instrumento (em R$ 1,00) 2013 2014 2012 2013 2014 01 1 700.000,00 600.000,00 - - 0,00 0,00 02 2 0,00 605.811,73 - - 0,00 0,00 03 3 700.000,00 1.205.811,73 Fonte: D.O.U; SIAFI; SIOP; SICONV 73 Análise Situacional Relacionadas às Transferências Voluntárias de Recursos a) Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação No exercício de 2014, 29 instrumentos de apoio à P,D&I, estiveram vigentes, sendo: 5 (cinco) convênios, 3 (três) portarias de descentralização e 21 termos de cooperação. Destes, 4 (quatro) Termos de Cooperação tiveram sua vigência encerrada em 2014. Desta forma, 25 instrumentos de apoio à P,D&I estarão vigentes no exercício de 2015. Dentre os projetos encerrados, destacam-se os termos de cooperação nº 03/2012 e nº 20/2012, ambos firmados com a Universidade Federal do Ceará (UFC), no valor global contratado de, respectivamente, R$ 961.000,00 (novecentos e sessenta e um mil reais) e R$ 1.687.601,00 (um milhão seiscentos e oitenta e sete mil e seiscentos e um reais). Ressalta-se que para estes termos de cooperação não foi realizado o repasse integral dos recursos contratados, pois a universidade optou pelo encerramento dos projetos, indicando ser desnecessária a reprogramação dos valores. Ainda, em situação semelhante, encontra-se o termo de cooperação nº 10/2012, também firmado com a UFC, no valor global de R$ 1.899.800,00 (um milhão oitocentos e noventa e nove mil e oitocentos reais). Da mesma forma que para os termos supramencionados, a instituição optou pelo encerramento do mesmo, em 31/01/2015, sinalizando a não necessidade de repasse dos recursos complementares ao valor global. Reitera-se que a não concretização do repasse da totalidade do valor contratado destes 3 (três) instrumentos firmados com a UFC impactou negativamente a execução do orçamento desta secretaria. No que se refere à evolução de instrumentos pactuados, tendo como base os três últimos exercícios, tem-se a seguinte situação: no exercício de 2012, 3 (três) convênios foram celebrados, sendo repassado R$ 160.000,00 (cento e sessenta mil reais); no exercício de 2013, 1 (um) convênio foi celebrado, sendo repassado R$ 390.000,00 (trezentos e noventa mil reais); no exercício de 2014, não foram celebrados novos convênios. Nota-se, portanto, uma redução do número de instrumentos formalizados por meio de convênios para o apoio à P,D&I. A diminuição de convênios celebrados no decorrer dos anos e a inexistência de novos projetos em 2014 podem ser explicadas pela não abertura do SICONV para inscrição de novas propostas. Tal situação justifica-se pelas dificuldades apresentadas pelas instituições de pesquisa na operacionalização das propostas via sistema, bem como pelas restrições orçamentárias deste Plano Orçamentário. Ainda, destaca-se que projetos de pesquisa estão constantemente propensos a modificações no plano de trabalho, oriundas de incerteza das condições climáticas, ajustes no desenho experimental, surgimento de equipamentos de melhor custo/benefício (melhoria na tecnologia), o que exige uma maior celeridade no processo de ajuste do Plano de Trabalho, ainda não alcançado por meio da ferramenta SICONV. Em relação aos termos de cooperação, no exercício de 2012, 7 (sete) termos de cooperação foram celebrados, sendo repassado R$ 7.955.604,46 (sete milhões novecentos e cinquenta e cinco mil e seiscentos e quatro reais e quarenta e seis centavos). No exercício de 2013, 8 (oito) termos de cooperação foram celebrados sendo repassados R$ 11.770.460,26 (onze milhões setecentos e setenta mil quatrocentos e vinte e seis reais e vinte e seis centavos). No exercício de 2014, 5 (cinco) termos de cooperação foram celebrados sendo repassados R$ 3.044.882,36 (três milhões quarenta e quatro mil oitocentos e oitenta e dois reais e trinta e seis centavos). Da mesma forma, nota-se, portanto, um pequeno declínio no número de instrumentos formalizados por meio de termos de cooperação para o apoio à P,D&I. Adicionalmente, faz-se necessário ressaltar que a diferença de valores repassados entre os anos de 2013 e 2014 deve-se, primeiramente, pela diminuição do orçamento disponível ao plano orçamentário 0003. Em segundo lugar, outros fatores que contribuíram para a execução incompleta 74 dos recursos deste plano orçamentário foram: 1) devolução de recursos orçamentários, por parte da UFPR e UFRJ; 2) declínio no repasse por parte da UFC, 3) ausência do pedido de reprogramação dos recursos, por parte da FINEP; e 4) necessidade de remanejamento de rubrica não autorizado pela SOF/MPOG, para pagamento à UFES. Por fim, vale ressaltar que este MPA acredita que o apoio à P,D&I por meio de editais públicos apresenta-se como uma estratégia eficaz, pois além de ser celebrado com instituições de referência nacional e expertise na administração de projetos dessa natureza como CNPq, FINEP entre outros, consegue-se o apoio a um maior número de projetos através de um único instrumento. Adicionalmente, os editais públicos possuem características como a escolha pelo mérito da proposta e a ampla concorrência que favorecem a qualidade da pesquisa a ser gerada e a participação mais isonômica de pesquisadores de todas as partes do Brasil. Além da continuidade de execução dos convênios acima citados, têm-se outros 20 instrumentos, iniciados em 2014 de exercícios anteriores, com término de vigência previsto para 2015 e/ou exercícios futuros, sendo duas Portarias de Descentralização 18 Termos de Cooperação. Dentre as portarias, apenas a Portaria de Descentralização nº 472/2010 não foi repassada a totalidade dos recursos celebrados, até o fim do exercício de 2014. Neste contexto, em 2015, ainda faz-se necessário o repasse no valor de R$ 1.426.136,44. Vale destacar, os esforços envidados por esta secretaria no sentido de viabilizar o repasse à FINEP, a qual não motivou, por meio de ofício, durante todo o exercício de 2014, a necessidade da descentralização de tais recursos, mesmo apresentando projetos aprovados no âmbito da chamada pública, aptos a receberem valores, que totalizavam o valor pendente por parte deste MPA. Portaria de Descentralização nº 472, de 30/09/2010 (e suas atualizações Portaria de Descentralização 287, de 24/08/2012 e 1º Aditivo ao Termo de Cooperação para Descentralização de Crédito Portaria no- 472 de 30 de setembro de 2010, de 06/12/2013), celebrada em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), a fim de viabilizar a Chamada Pública MCT/FINEP/CT-AGRO - Inovação em Pesca e Aquicultura - 02/2010. Relação de valores da portaria: - Valor acordado: R$ 7.000.000,00 - Valor repassado: R$ 5.573.863,56 - Valor a repassar: R$ 1.426.136,44 Em relação aos termos de execução descentralizada, observa-se a seguinte situação: Termo de Cooperação nº 04/2012, firmado junto à EMBRAPA, unidade Agropecuária Oeste (CPAO), para apoio ao “Desenvolvimento de tecnologias aplicadas à cadeia do pescado do território da Grande Dourados”. Relação de valores do termo de cooperação, considerando a devolução de orçamento, não reprogramada no total de R$ 83.438,08: - Valor acordado: R$ 1.126.147,48 - Valor repassado: R$ 1.126.147,48 - Valor a repassar: não se aplica Termo de Execução Descentralizada nº 10/2013, fruto da parceria com o CNPq, para apoio à Chamada Pública para a implementação e manutenção de Núcleos de Estudos, Redes de Núcleos de Estudos, Centros Vocacionais Tecnológicos e Núcleos de Pesquisa Aplicada à Pesca e Aquicultura no âmbito da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Decreto nº 7.794, de 20 de agosto de 2012). Relação de valores do termo de cooperação, considerando a devolução de orçamento, não reprogramada, no valor de R$ 122.048,00: 75 - Valor acordado: R$ 1.877.952,00 - Valor repassado: R$ 1.877.952,00 - Valor a repassar: não se aplica Neste contexto, conclui-se que 25 instrumentos permanecerão vigentes em 2015 e exercícios futuros, dos quais (05) convênios e 20 entre Portarias de Descentralização e Termos de Cooperação. Sob os aspectos orçamentários, para apoiar os 5 convênios que estão vigentes, foi empenhado o montante de R$ 1.131.800,00, dos quais já foram repassados R$ 1.031.800,00. Já, em relação aos 20 Termos de Cooperação, o MPA dispõe de um total contratado no valor de R$ 33.725.970,94, dos quais foram descentralizados R$ 30.644.434,50, o que representa 81,22% do total formalizado. Assim, o total de R$ 7.081.536,44 fica reprogramado para o exercício de 2015, honrando desta forma a totalidade dos compromissos assumidos em P,D&I por este MPA. b) Assistência Técnica, Capacitação e Fomento ao Associativismo e Cooperativismo para a Pesca e Aquicultura Durante o ano de 2014, estiveram em vigência 57 instrumentos de repasse de recursos vinculados às temáticas de assistência técnica, capacitação e fomento ao associativismo e cooperativismo. Destes, 54 continuam em vigência no ano de 2015. O valor efetivamente repassado (financeiro) no âmbito dos convênios em 2014 foi de pouco mais de R$ 3,55 milhões, cerca de 22% superior ao valor repassado em 2013. Merece comentário o fato de que inúmeros convênios que haviam sido celebrados em 2012 e 2013 encontravam-se com o rapasse bloqueado em função de cláusulas condicionantes. Em 2014 diversos destes convênios atenderam as condicionantes previstas nos termos e tiveram as primeiras parcelas liberadas. Tal atraso no repasse das parcelas iniciais prejudicou o início das atividades e demandou o replanejamento de diversos cronogramas de execução, situação que não é benéfica para a execução dos projetos. Contudo, há que se ressaltar que a maioria dos convênios que possuíam cláusulas condicionantes já atendeu às mesmas. Com o objetivo de agilizar o processo de execução das ações de ATER e garantir uma maior efetividade para as mesmas, em outubro de 2012 o MPA assinou Acordo de Cooperação Técnica com o MDA (ACT n. 03/2012), com o objetivo de realizar a contratação de serviços de assistência técnica e extensão rural por meio de Chamadas Públicas de ATER, instrumento previsto na Lei n. 12.188/2010. De acordo com a referida lei, a partir das chamadas públicas, pode-se viabilizar a disponibilização dos serviços de ATER através da celebração de contratos, instrumento considerado mais eficiente do que o convênio para esta finalidade. Contudo, como a lei restringe o uso deste mecanismo ao MDA e INCRA, foi necessária a assinatura do Acordo acima citado, por meio do qual o MPA estabelece e qualifica a demanda a ser atendida e descentraliza os respectivos recursos ao MDA, que executa os trâmites administrativos para a realização da Chamada e contratação. Assim, em 2013 foram realizadas 03 Chamadas Públicas, que previam o atendimento de 25.100 famílias de pescadores artesanais e aquicultores familiares, distribuídas em 30 lotes, demandando um montante aproximado de R$ 46,0 milhões (R$ 18 milhões dos quais oriundos do orçamento 2013). Em função dos prazos exíguos, em 2013 foi efetivada a contratação de somente 10 lotes, tendo sido empenhado o montante de R$ 10,3 milhões. Além disso, alguns lotes não apresentaram vencedor, sendo necessária a republicação dos mesmos (em alguns casos, foi necessária mais de uma republicação). Assim, em 2014 foram celebrados 16 contratos, os quais demandaram o empenho de pouco mais de R$ 14,6 milhões. Para o ano de 2015 ficou pendente a contratação de entidades executoras de ATER em 4 lotes, cuja seleção já encontra-se efetivada. Tais contratações devem ser efetivadas no primeiro 76 quadrimestre do ano. Além disso, diversos contratos demandarão aporte adicional de recursos, já que os montantes empenhados em 2014 são insuficientes para a execução de todas as atividades previstas ao longo de 2015. Há que se ressaltar que os montantes referentes aos termos de cooperação, citados nos quadros anteriormente apresentados, dizem respeito a recursos financeiros repassados em 2014, contudo a coluna “repassado acumulado” até o exercício, no caso das portarias 30/2013, 31/2013 e 32/2013, se refere aos recursos descentralizados pelo MPA e empenhados pelas entidades parceiras, não necessariamente correspondendo aos recursos financeiros repassados, (nestes casos específicos). Portanto o montante de financeiro a ser repassado, em relação a essas três portarias, soma um valor maior em comparação ao que falta ser empenhado; dado que o financeiro enviado à Unidade Gestora referente foi zero durante o exercício 2014. Mediante a conjuntura de realização deste relatório optouse por esta formulação devido ao choque entre os valores de empenhos pendentes em relação aos de financeiros pendentes. Na mesma lógica, os valores previstos como necessários para 2015, em relação às portarias, se refere ao valor em pendência de empenho, apenas, não correspondendo ao financeiro necessário (incluindo RAPs). A realização das Chamadas Públicas anteriormente descritas por constituir-se em iniciativa inédita para o MPA, traz também desafios relacionadas à fiscalização e ao acompanhamento dos contratos resultantes. Conforme estipulado no ACT n. 03/2012, a fiscalização dos contratos decorrentes deste Acordo é de responsabilidade do MPA. Após a promulgação da Lei n. 12.188, o MDA desenvolveu um sistema informatizado para realizar o gerenciamento e fiscalização dos contratos, denominado SIATER (Sistema Informatizado de ATER). Por se constituir em instrumento novo no âmbito do MPA, entendeu-se ser fundamental a realização de curso de capacitação para uso deste sistema, do qual participaram os servidores indicados para a fiscalização dos contratos em cada estado contemplado. A capacitação foi realizada no mês de abril de 2014. Há que se ressaltar que, apesar do entendimento de que a adoção do instrumento “contrato de ATER” trará melhorias ao processo de execução dos serviços previstos, a reduzida disponibilidade de servidores do MPA deverá continuar a se constituir num fator restritivo ao adequado acompanhamento das ações apoiadas e, por consequência, no alcance dos resultados esperados, haja vista que alguns servidores são fiscais de diversos contratos e convênios. c) Promoção de Consumo e Comercialização do Pescado Ao todo, visando à promoção dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais no mercado nacional e internacional, foram realizados dois instrumentos de repasse de recursos, sendo um deles convênio e o outro, Termo de Cooperação. Além disso, foram descentralizados recursos para as Superintendências Federais desenvolverem os eventos relacionados à campanha da Semana do Peixe em seus estados, evento idealizado e organizado por este Ministério. Essas ações de promoção têm sido recorrentes nos últimos anos, como uma ação continuada de promoção pelo MPA. Entretanto, é certo que diversas outras iniciativas poderiam ser apoiadas por este Ministério, tendo em vista a grande diversidade de eventos que visam à promoção dos produtos aquícolas e pesqueiros nacionais. As dificuldades para apoio a outras ações de promoção dão-se, principalmente, pela qualidade dos projetos e propostas submetidas ao MPA, para análise desta UJ, muitas delas incoerentes quanto ao objetivo do evento e às justificativas para o gasto previsto, indo de encontro ao preconizado nas normas que regem a descentralização de recursos pelo governo federal. Isso demonstra a falta de experiência, bem como o despreparo dos servidores e funcionários dos órgãos e entidades proponentes encarregados pela elaboração das propostas. Além da falta de conhecimento da legislação, percebe-se a dificuldade das entidades em construir, com clareza e objetividade, a proposta encaminhada a este Ministério, exigindo da área técnica do MPA, uma dedicação extra para orientar 77 as entidades, que poderia estar sendo dedicada a outras ações, a fim de que as propostas estejam minimamente adequadas para uma análise da área técnica. Para aquelas propostas que conseguem aprovação para descentralização de recursos do MPA, ainda percebe-se que, durante a execução do projeto, há atrasos no cumprimento dos cronogramas de execução, não atendimento de diligências deste Ministério, atrasos nas prestações de contas, dentre outros, exigindo um esforço além do que seria necessário por parte dos servidores deste Ministério no acompanhamento e fiscalização dessas parcerias. Por outro lado, o Portal dos Convênios – SICONV, que foi uma ferramenta criada visando à transparência dos instrumentos de repasse de recursos, têm atingido o seu objetivo, mas, devido ao desconhecimento da potencialidade desse sistema, com todas as suas opções e recursos, verifica-se morosidade para a inserção da proposta no Portal e consequentemente, na realização da análise por parte do órgão, além da dificuldade no acompanhamento desses instrumentos. 78 7. GESTÃO DE PESSOAS, TERCERIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS. A gestão de pessoas no Ministério é feita pela Coordenação Geral de Recursos Humanos a quem cabe fornecer as informações apresentadas nos quadros a seguir. 7.1 Estruturação de pessoal da unidade Quadro A.7.1.1.1 – Força de Trabalho da UJ Lotação Ingressos no Exercício Tipologias dos Cargos Autorizada Efetiva Egressos no Exercício 10 10 3 1 0 0 0 0 10 10 3 1 1.2.1. Servidores de carreira vinculada ao órgão 5 5 2 0 1.2.2. Servidores de carreira em exercício descentralizado 2 2 1.2.3. Servidores de carreira em exercício provisório 0 0 0 0 1.2.4. Servidores requisitados de outros órgãos e esferas 3 3 1 0 2. Servidores com Contratos Temporários 0 0 0 2 3. Servidores sem Vínculo com a Administração Pública 34 34 13 10 4. Total de Servidores (1+2+3) 44 44 16 13 1. Servidores em Cargos Efetivos (1.1 + 1.2) 1.1. Membros de poder e agentes políticos 1.2. Servidores de Carreira (1.2.1+1.2.2+1.2.3+1.2.4) 1 Fonte: DW E SIAPE Quadro A.7.1.1.2 – Distribuição da Lotação Efetiva Lotação Efetiva Tipologias dos Cargos Área Meio Área Fim 1. Servidores de Carreira (1.1) 0 10 1.1. Servidores de Carreira (1.1.2+1.1.3+1.1.4+1.1.5) 0 10 1.1.2. Servidores de carreira vinculada ao órgão 0 5 1.1.3. Servidores de carreira em exercício descentralizado 0 2 1.1.4. Servidores de carreira em exercício provisório 0 0 1.1.5. Servidores requisitados de outros órgãos e esferas 0 3 2. Servidores com Contratos Temporários 0 0 3. Servidores sem Vínculo com a Administração Pública 0 34 4. Total de Servidores (1+2+3) 0 44 FONTE: DW E SIAPE 79 Quadro A.7.1.1.3 – Detalhamento da estrutura de cargos em comissão e funções gratificadas da UJ Tipologias dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas Lotação Autorizada Ingressos no Exercício Efetiva Egressos no Exercício 41 41 14 11 0 0 0 0 41 41 14 11 1.2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao Órgão 2 2 0 0 1.2.2. Servidores de Carreira em Exercício Descentralizado 2 2 0 1 1.2.3. Servidores de Outros Órgãos e Esferas 3 3 1 0 1.2.4. Sem Vínculo 34 34 13 10 1.2.5. Aposentados 0 0 0 0 2. Funções Gratificadas 1 1 0 0 2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao Órgão 1 1 0 0 42 42 14 11 1. Cargos em Comissão 1.1. Cargos Natureza Especial 1.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior 2.2. Servidores de Carreira em Exercício Descentralizado 2.3. Servidores de Outros órgãos e Esferas 3. Total de Servidores em Cargo e em Função (1+2) Fonte: SIAPE E DW 80 Quadro A.7.1.3 – Custo do Pessoal Tipologias/ Vencimentos e Vantagens Exercícios Fixas Despesas Variáveis Retribuições Gratificações Adicionais Indenizações Benefícios Assistenciais e Previdenciários Demais Despesas Variáveis Despesas de Exercícios Anteriores Decisões Judiciais Total Membros de poder e agentes políticos 2014 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 2013 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Exercícios Servidores de carreira vinculados ao órgão da unidade jurisdicionada 2014 271.671,44 37.360,56 25.742,70 6.549,78 26.335,12 5.327,96 5.610,91 3.679,31 0,00 382.277,78 2013 210.142,35 45.754,09 16.145,78 10.276,08 27.205,21 6.576,79 4.366,75 0,00 0,00 320.467,05 Exercícios Servidores de carreira SEM VÍNCULO com o órgão da unidade jurisdicionada 2014 0,00 276.963,66 22.879,10 8.434,00 12.600,00 0,00 5.015,87 0,00 0,00 325.892,63 2013 0,00 280.794,29 24.917,23 7.610,36 0,00 0,00 6.542,01 0,00 0,00 319.863,89 Exercícios Servidores SEM VÍNCULO com a administração pública (exceto temporários) 2014 16.524,02 1.771.240,42 144.013,82 56.604,29 242.149,61 40.105,35 21.389,30 0,00 0,00 2.292.026,81 2013 2.890,67 1.548.598,71 125.469,77 38.360,84 154.267,29 34.321,25 50.085,03 0,00 0,00 1.953.993,56 Exercícios Servidores cedidos com ônus 2014 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 2013 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Exercícios Servidores com contrato temporário 2014 0,00 0,00 3.874,99 48.496,66 5.435,24 0,00 0,00 0,00 0,00 57.806,89 2013 3.483,33 0,00 6.766,66 85.461,09 11.633,40 0,00 0,00 0,00 0,00 107.344,48 Exercícios Fonte: Arquivo CRH 81 Quadro A.7.2.4 – Composição do Quadro de Estagiários Quantitativo de contratos de estágio vigentes Despesa no exercício Nível de escolaridade (em R$ 1,00) 1º Trimestre 2º Trimestre 3º Trimestre 4º Trimestre 1. Nível superior 6 4 3 6 9.862,66 1.1 Área Fim 6 4 3 6 9.862,66 1.2 Área Meio 0 0 0 0 0,00 2. Nível Médio 0 0 0 0 0,00 2.1 Área Fim 0 0 0 0 0,00 2.2 Área Meio 0 0 0 0 0,00 3. Total (1+2) 6 4 3 6 9.862,66 Análise Crítica Fonte: Arquivo CRH Quadro A.11.3 – Demonstrativo do cumprimento, por autoridades e servidores da UJ, da obrigação de entregar a DBR Momento da Ocorrência da Obrigação de Entregar a DBR Detentores de Cargos e Funções Obrigados a Entregar a DBR Situação em Relação às Exigências da Lei nº 8.730/93 Posse ou Início Final do do Exercício de Exercício de Cargo, Emprego Cargo, Emprego ou Função ou Função Final do Exercício Financeiro Obrigados a entregar a DBR Autoridades (Incisos I a VI do art. 1º da Lei nº Entregaram a DBR 8.730/93) Não cumpriram a obrigação 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Obrigados a entregar a DBR 0 0 0 Entregaram a DBR 0 0 0 Não cumpriram a obrigação 0 0 0 Obrigados a entregar a DBR 53 0 0 Entregaram a DBR 53 0 0 Não cumpriram a obrigação 0 0 0 Cargos Eletivos Funções Comissionadas (Cargo, Emprego, Função de Confiança ou em comissão) Fonte: Arquivo CRH 82 8. GESTÃO DO PATRIMÔNIO MOBILIÁRIO E IMOBILIÁRIO A Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário pela é feita pela Coordenação de Patrimônio da SPOA/MPA, que gera o frete de veículos, bem como os bens imóveis. No caso da SEIF a gestão patrimonial referente a Terminais Pesqueiro Públicos - TPP é de responsabilidade da Coordenação Patrimônio. 83 9. GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO As informações sobre sistemas computacionais que estejam diretamente relacionadas aos macroprocessos finalísticos da SEIF, contemplando a relação dos sistemas e a função de cada uma delas, bem como à relação de contratos é de responsabilidade da Coordenação Geral de Tecnologia da Informação do Ministério. 84 10. GESTÃO DO USO DOS RECURSOS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL A gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental, não é de responsabilidade desta SEIF, não cabendo a ela os processos de licitações sustentáveis. 85 11. ATENDIMENTO DA DEMANDA DO ÓRGÃO DE CONTROLE Esta UJ trabalha com diversos instrumentos de transferência de recursos, conforme demonstrado no ANEXO 1 - Transferência Voluntária de Recursos e por esse motivo está atendido o que é solicitado no Quadro A.11.5 - Declaração de Isenção e atualização de dados no SICONV. Quadro A.11.5 – Declaração de inserção e atualização de dados no SIASG e SICONV DECLARAÇÃO Eu, Eloy de Sousa Araujo, responsável pela inclusão e atualização dos dados nos sistemas, CPF n° 092.976.852-34, Secretário de Infraestrutura e Fomento da Pesca , exercido na Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca declaro junto aos órgãos de controle interno e externo que todas as informações referentes a contratos, convênios e instrumentos congêneres firmados até o exercício de 2014 por esta Unidade estão disponíveis e atualizadas, respectivamente, no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais – SIASG e no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse – SICONV, conforme estabelece a LDO 2014 e suas correspondentes em exercícios anteriores. Brasília, 31 de dezembro de 2014. Eloy de Sousa Araujo 092.976.852-34 Secretário de Infraestrutura e Fomento da Pesca Quadro A.11.5 – Declaração de inserção e atualização de dados no SIASG e SICONV DECLARAÇÃO Eu, Jorge Francisco da Silva Junior responsável pela inclusão e atualização dos dados nos sistemas, CPF n° 406.004.087-87, Diretor de Infraestrutura e Fomento, exercido no Departamento de Infraestrutura e Fomento declaro junto aos órgãos de controle interno e externo que todas as informações referentes a contratos, convênios e instrumentos congêneres firmados até o exercício de 2014 por esta Unidade estão disponíveis e atualizadas, respectivamente, no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais – SIASG e no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse – SICONV, conforme estabelece a LDO 2014 e suas correspondentes em exercícios anteriores. Brasília, 31 de dezembro de 2014. Jorge Francisco da Silva Junior 406.004.087-87 Diretor de Infraestrutura e Fomento- DILOG/SEIF 86 Quadro A.11.5 – Declaração de inserção e atualização de dados no SIASG e SICONV DECLARAÇÃO Eu, Sebastião Saldanha Neto, responsável pela inclusão e atualização dos dados nos sistemas CPF n°061.304.453-34, Diretor de Fomento, exercido no Departamento de Fomento declaro junto aos órgãos de controle interno e externo que todas as informações referentes a contratos, convênios e instrumentos congêneres firmados até o exercício de 2014 por esta Unidade estão disponíveis e atualizadas, respectivamente, no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais – SIASG e no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse – SICONV, conforme estabelece a LDO 2014 e suas correspondentes em exercícios anteriores. Brasília, 31 de dezembro de 2014. Sebastião Saldanha Neto 061.304.453-34 Diretor de Fomento/DEFO/SEIF 87 12. INFORMAÇÕES CONTÁBEIS Esta UJ não é responsável pelas informações contidas nas demonstrações contábeis e pela implementação de sistemática de apuração de custos, bem como acompanhar a implementação dos novos critérios estabelecidas pela Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público. Desta forma não é de responsabilidade da UJ: 1.Tratamento contábil da depreciação, da amortização e da exaustão de itens do patrimônio e avaliação e mensuração de ativos e passivos 2.Sistemática de apuração de custos no âmbito da unidade 3.Informações sobre a conformidade contábil dos atos e fatos da gestão orçamentária, financeira e patrimonial 4.Declaração do contador sobre a fidedignidade dos registros contábeis no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIAFI 88 13. OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO O Plano Safra constituiu um grande avanço na inclusão da atividade pesqueira no mercado de crédito. Em 2014 os avanços foram principalmente nos níveis de apoio financeiro concedidos, podendo ser considerado um ano emblemático para o fortalecimento do setor pesqueiro nacional. No período de janeiro a dezembro de 2014, o Plano Safra concedeu créditos da ordem de R$ 453.701.342,03, para a modernização do setor pesqueiro. Destaca-se que desde o lançamento do Plano Safra (out/2012 a dez/2014) foram contratados um total de R$ 1.310.124.590,63. Ao todo somente no ano de 2014, foram registradas 14.334 operações de financiamento na rede bancária oficial. Fonte: Banco Central do Brasil e Banco Nacional do Desenvolvimento. Figura 1: valores de crédito contratados para a pesca e aquicultura de 2003 a 2014. * período de outubro a dezembro (Lançamento do PSPA). Com o objetivo de adequar as linhas de crédito às necessidades do setor pesqueiro e aquícola foi feita a revisão do Manual de Crédito Rural (MCR). Também foram realizadas ações de apoio à implementação do Plano Safra, como a criação da Caravana do Crédito e a realização de treinamentos para capacitação de educação financeira nas Superintendências Federais de Pesca e Aquicultura (SFPA). Outras importantes ações relacionadas ao crédito rural é a normatização da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) no âmbito das SFPA e a reformulação do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (SICOR), ampliando o leque de informações das contratações de financiamento do setor pesqueiro e aquícola. Foram inseridos ainda, 58 máquinas e equipamentos utilizados pelo setor pesqueiro e aquícola, que podem ser adquiridos com descontos de até 15% sobre o valor de tabela do fabricante, quando financiados através do Pronaf/Mais Alimentos. 89 14. CONSIDERAÇÕES FINAIS É importante destacar que o principal instrumento de planejamento da Secretaria de Infraestrutura e Fomento da Pesca e Aquicultura é o próprio Plano Plurianual Anual - PPA, informa ainda que o MPA não adotou instrumento de Planejamento Estratégico. Nesse sentido, as principais ações programadas estão organizadas nos seguintes grupos temáticos: Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação, Incentivo e Apoio ao Crédito, Promoção do Consumo e Comercialização do Pescado, Assistência Técnica e Extensão Pesqueira e Aquícola, Implementação de Infraestrutura para a Organização da Cadeia Produtiva. No que tange ao planejamento e execução de ações de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, ressalta-se que esta SEIF vem aprimorando o contato, envolvimento e diálogo com as demais secretarias deste Ministério. Diante disso, através da Portaria nº 27, de 04/02/2014, foi criado o Grupo Técnico de Trabalho de Ciência, Tecnologia e Inovação (GTT-Inovação). Tal grupo, de caráter consultivo e permanente, possui representação, além da SEIF, da Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Pesca (SEPOP), Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura (SEPOA), Secretaria de Monitoramento e Controle (SEMOC) e do Gabinete do Ministro, por meio da Assessoria de Assuntos Estratégicos e Relações Institucionais (ASAE). O objetivo do grupo é interagir, sensibilizar, mobilizar e debater temas de P,D&I afetos ao desenvolvimento sustentável da pesca e aquicultura, a partir da sistematização de demandas, a fim de propor a construção de uma política de C,T&I para o setor pesqueiro. No que se refere às ações em 2014, o MPA deu continuidade à implantação do Plano Safra da Pesca e Aquicultura, lançado em outubro de 2012, o qual prevê a ampliação do crédito para investimento, custeio e comercialização, oferecendo recursos a taxas subsidiadas e prazos diferenciados; além de qualificar os critérios para obtenção do crédito, desonera a cadeia produtiva, garante assistência técnica e extensão pesqueira e aquícola, amplia a capacidade de compras institucionais para apoiar o pescador artesanal e o aquicultor familiar e fortalece o cooperativismo. Com o objetivo de democratizar o acesso ao crédito e atender às demandas de investimento, custeio e comercialização da atividade pesqueira, esta Secretaria articulou com o MDA, MAPA e o MF a adequação dos instrumentos de crédito para pesca e aquicultura objetivando tornar nosso público financiável, de acordo com suas características. O pleito e as articulações que foram desenvolvidas culminaram com a aprovação pelo Conselho Monetário Nacional – CMN das Resoluções n.º 4.338, 20/06/2014 (Pronaf), n.º 4.339, 20/06/2014 (Pronaf), n.º 4.343, 25/06/2014 (Pronaf) e n.º 4.385, de 18/12/2014 que resultaram na implantação de inúmeras medidas voltadas para o setor de pesca e aquicultura. Em relação às ações para a promoção da Pesca e Aquicultura, esta UJ, em 2014, manteve o apoio dado no ano anterior aos seguintes eventos de promoção de produtos aquícolas e pesqueiros nos mercados nacional e internacional: Semana do Peixe; Festival Internacional do Camarão da Costa Negra e o Workshop Gastronômico; e a Seafood Expo Global 2014, anteriormente denominada European Seafood Exposition. A Semana do Peixe, em sua XI Edição, ocorreu entre os dias 01 a 14 de setembro de 2014, sendo a principal ação de promoção ao consumo e comercialização de pescado realizada nos últimos anos pelo MPA. Para promoção do pescado no mercado internacional, houve o apoio desta UJ à participação brasileira na Seafood Expo Global, evento conhecido, até 2013, como European Seafood Exposition, sendo considerada a maior feira do mundo para promoção e comercialização de produtos da pesca e aquicultura. 90 Desde 2012, a participação brasileira vem sendo realizada pela organização do Pavilhão Brasileiro, fruto de uma parceria do MPA com o MRE. Na edição de 2014, pela primeira vez, o MPA contou com o apoio técnico da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), que, dentre outras ações, promoveu a divulgação do Pavilhão Brasileiro por e-mails de marketing, através do Centro de Negócios da ApexBrasil em Bruxelas. O Pavilhão Brasileiro tem sido organizado com o objetivo de criar uma infraestrutura para que as empresas brasileiras possam expor seus produtos e realizar reuniões de negócios, como uma estratégia para fortalecer as empresas nacionais na exportação do pescado, abrindo, assim, novos mercados para o escoamento da produção brasileira. Também vale destaque especial a área de Assistência Técnica e Extensão Pesqueira e Aquícola que deve atuar como multiplicadora e facilitadora no processo de organização da produção, disseminação do cooperativismo, implementação de boas práticas de produção e de novas tecnologias para o aumento da produtividade em toda a cadeia produtiva, além de orientar a adequada utilização dos recursos do crédito rural. A disponibilização desse serviço, constitui-se em elemento estratégico para o aumento e melhoria da produção e da qualidade do pescado, com consequente impacto na renda de pescadores e aquicultores. As Chamadas públicas de ATER são instrumentos utilizados para a seleção dos beneficiários dos serviços, para este fim foi celebrado o Acordo de Cooperação no 03/2012, celebrado entre o MPA e o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Conforme prevê o referido Acordo, o MPA é responsável pela indicação das áreas e famílias a serem atendidas, pela definição das atividades, elaboração da proposta de edital e posterior repasse de recursos para a realização das contratações. O MDA, por sua vez, faz os ajustes necessários no edital, realiza os cálculos para definição de valores (de acordo com metodologia própria), publica as chamadas e efetiva a contratação das entidades selecionadas. A seleção das propostas foi feita por Comissão instituída pelo MDA e composta por servidores dos dois Ministérios O processo de realização de Chamadas Públicas para contratação de serviços de ATER é feito com base na Lei no 12.188/2010, conhecida como Lei de ATER, e no Decreto no 7.215/2010, que regulamenta a lei. É importante frisar que a capacitação de técnicos das instituições públicas de ATER/ATEPA mostra-se como estratégia fundamental para ampliação dos conhecimentos técnicos disponíveis ao público do MPA, uma vez que resulta de articulação com governos estaduais e municipais, que recebem recursos para a qualificação dos profissionais disponíveis em seus quadros e, em contrapartida, garantem o atendimento de demandas na área da pesca e aquicultura. Ainda em relação à capacitação, com exceção do convênio citado no parágrafo anterior e de outro decorrente de emenda parlamentar, não foram celebrados novos convênios com tal finalidade no ano de 2014. O MPA priorizou a capacitação de pescadores e aquicultores por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC). O referido Programa é de responsabilidade do Ministério da Educação, contando com a parceria de alguns órgãos para sua execução, como é o caso do MPA. A implementação de infraestrutura para a organização da cadeia produtiva visa a implantação de infraestrutura de apoio à cadeia produtiva da pesca e Aquicola, abrangendo a produção, a movimentação, o beneficiamento e a armazenagem do pescado, assim como coordenar e orientar suas respectivas atividades. Para cumprir os objetivos pretendidos, são promovidas parcerias com os demais órgãos e entidades do Poder Público nas três esferas de governo, mediante a celebração de convênios ou 91 acordos de cooperação, de modo a aperfeiçoar o planejamento, a elaboração de projetos, a implementação de ações acordadas, bem como a fiscalização da implantação dos diversos tipos de infraestrutura constituintes das cadeias produtivas da pesca e da aquicultura. Atinente à gestão dos Terminais Pesqueiros Públicos, tem-se buscado um modelo de gestão que atenda a contento a pesca industrial sem prejuízo da pesca artesanal. Para isto, a UJ tem trabalhado junto com a Consultoria Jurídica no sentido de, em consonância com o que prevê o Decreto nº 5.231, de 6/10/2004, encontrar o melhor meio de transferir a administração dos TPP’s para a iniciativa privada ou para a Administração Pública, nas esferas estaduais ou municipais. No que tange à constituição dos Conselhos dos Terminais Pesqueiros - CTP, conforme determina o art. 11 do Decreto nº 5.231/2004, foram tomadas diligências no sentido de que os órgãos, entes federados e organizações encaminhassem as indicações para a composição dos mesmos. Todavia, o grande número de órgãos e entidades envolvidos no processo de constituição dos CTPs bem como as mudanças no comando de alguns destes órgãos/entidades tem constituído obstáculos à implantação plena desses conselhos. Finalmente os Principais avanços nos Marcos Institucionais e Regulatórios no período 20112014, estão a seguir enumerados. 1. Normatização da emissão Declarações de Aptidões ao Pronaf – DAPs no âmbito do MPA; 2. Edição da Lei n.º 12.712, que alterou os artigos 2º, 3º e 4º da Lei 10.849/2004 que cria o Programa Nacional da Ampliação e Modernização da Frota Pesqueira Nacional - Profrota Pesqueira, o que dará maior dinamicidade ao programa; 3. Publicação de 17 Resoluções BACEN, com alterações no Manual de Crédito Rural – MCR, que teve como objetivo adequar as linhas de financiamento às necessidades da pesca e aquicultura; 4. Inclusão de máquinas e equipamentos para a pesca e aquicultura na lista do Pronaf Mais Alimentos com desconto de até 15% sobre o valor de tabela do fabricante; 5. Readequação do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro - SICOR do BACEN para melhor visualização das operações de crédito rural da pesca e da aquicultura; 6. Criação do Programa de Apoio ao Setor Aquícola – Proaquicultura, com recursos do BNDES, que visa promover o desenvolvimento da aquicultura por meio de condições de financiamentos adaptadas a realidade do setor; 7. Adequação das Linhas de Crédito dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. 92 ANEXO I Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício 93 Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício (Convênios Infraestrutura) Unidade Concedente ou Contratante: MPA Nome: Ministério da Pesca e Aquicultura CNPJ: 05.482.692/0001-75 UG/GESTÃO: 58101 Informações sobre as transferências Valores Pactuados Modalidade Nº do instrumento 1 605236 092/2007 1 702421/2008 070/2008 1 702401/2008 074/2008 1 702636/2008 096/2008 1 704804/2009 008/2009 1 727575/2009 104/2009 1 752755/2010 069/2010 1 768890/2011 059/2011 Beneficiário Município de Dourados Global Valores Repassados Contrapartid No exercício a Início Fim Sit. 1.089.094,06 91.548,06 14.376.700,10 1.482.637,61 488.056,91 48.879,8 4.592.118,72 510.235,41 Universidade do Estado da Bahia - UNEB 418.685,28 72.432,00 0,0 241.751,97 10/09/2009 28/11/2015 Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais - EMATER / MG 348.532,00 69.150,00 0,00 279.382,00 30/12/2009 02/05/2014 Município de Itajaí / SC 2.772.000,00 372.000,00 0,00 480.000,00 28/12/2010 01/03/2016 1 Município de Iracema/RR 3.195.625,00 64.000,00 0,00 1.826.000,00 30/12/2011 02/09/2015 1 Secretaria de Estado do Planejamento do Estado de Sergipe Bahia Pesca S/A Universidade Estadual do Maranhão - UEMA 94 0,00 Acumulado até exercício Vigência 997.546,00 31/12/2007 30/07/2014 4 0,00 4.987.338,40 31/12/2008 20/02/2016 1 0,00 195.000,00 31/12/2008 20/01/2015 1* 0,00 1.529.472,30 31/12/2008 31/12/2015 1 1 4 Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício (Convênios Infraestrutura) Valores Pactuados Modalidade Nº do instrumento Global 1 770708/2012 002/2012 1 770892/2012 Valores Repassados Beneficiário Município de Pinhalão / PR No exercício 21.427,86 0,00 Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca – SEDRAP 1.898.006,00 189.800,60 011/2012 Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca – SEDRAP 931.276,00 1 047/2012 Município de Itupiranga / PA 1 057/2012 1 1 774428/2012 010/2012 1 Acumulado até exercício Sit. Início Fim 264.003,17 3.163.886,60 7.296.839,14 25/6/2012 31/12/2015 535.696,47 003/2012 Município de Cascavel / CE 13.200.158,41 Contrapartida Vigência 93.127,60 514.268,61 1 5/7/2012 28/02/2015 1 127.168,45 127.168,45 30/10/2012 28/02/2015 1 105.121,14 105.121,14 30/10/2012 28/08/2015 1 850.000,00 34.000,00 0,00 408.000,00 28/12/2012 09/05/2015 1 Município de Luís Eduardo Magalhães / BA 7.942.813,32 317.712,53 320.000,00 320.000,00 28/12/2012 30/06/2015 1 064/2012 Município de Pedra Grande 1.072.905,34 21.458,11 0,00 0,00 28/12/2012 24/04/2015 2 1 067/2012 Secretaria de Estado Pesca e Aquicultura - SPA / CE 275.000,00 25.000,00 0,00 250.000,00 28/12/2012 29/8/2014 6 1 079/2012 Município de Anhembi 2.378.704,21 48.704,21 0,00 463.333,33 31/12/2012 28/12/2014 1 083/2012 Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura do Pará SEPAQ 565.000,00 56.500,00 508.500,00 508.500,00 28/12/2012 12/05/2016 1 1 089/2012 Município de Alto Alegre dos Parecis / RO 520.000,00 20.000,00 0,00 500.000,00 31/12/2012 31/12/2014 1* 1 033/2009 Município de Dois Irmãos do Buriti 919.000,00 19.000,00 0,00 900.000,00 30/12/2009 20/04/2014 1* 1 030/2011 Município de Icaraíma 153.061,22 3.061,22 0,00 150.000,00 30/12/2011 30/06/2014 1* 1 040/2011 Município de Dois Irmãos do Buriti 1.430.000,00 30.000,00 0,00 350.000,00 30/12/2011 20/06/2015 1 1 049/2011 Município de Presidente Castelo Branco 291.253,90 141.253,90 0,00 150.000,00 30/12/2011 31/12/2015 1 1 055/2011 Município de São Ludgero 306.500,00 6.500,00 0,00 300.000,00 30/12/2011 18/01/2014 1* 1 95 Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício (Convênios Infraestrutura) Valores Pactuados Modalidade Nº do instrumento Valores Repassados Beneficiário Vigência Sit. Global Contrapartida No exercício Acumulado até exercício Início Fim 450.127,93 22.661,00 0,00 213.733,93 27/12/2012 25/9/2015 1 015/2012 Secretaria do Desenvolvimento Rural do Estado do Piauí – SDR 1 037/2012 Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins RURALTINS 550.000,00 150.000,00 0,00 0,00 27/12/2012 3/6/2015 1 1 043/2012 PM de Paulicéia / SP 214.000,00 14.000,00 0,00 200.000,00 6/12/2012 26/10/2014 1* 1 044/2012 Município do Rio Crespo / RO 320.000,00 20.000,00 300.000,00 300.000,00 20/12/2012 20/12/2014 1* 054/2012 Município de Rio Fortuna / SC 205.000,00 5.000,00 200.000,00 200.000,00 28/12/2012 31/12/2015 1 1 055/2012 Município de Descanso / SC 100.000,00 2.000,00 98.000,00 98.000,00 31/12/2012 31/12/2015 1 1 062/2012 Município de Pinhalão /PR 1.500.000,00 30.000,00 0,00 0,00 28/12/2012 30/05/2015 1 1 063/2012 Município de União da Vitória / PR 390.000,00 90.000,00 0,00 300.000,00 1/4/2013 30/08/2014 1* 1 066/2012 Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura do Pará SEPAQ 840.000,00 140.000,00 0,00 0,00 2/5/2013 28/03/2015 2 1 068/2012 Município de Suzanápolis 153.100,00 3.100,00 150.000,00 150.000,00 31/12/2012 29/12/2015 1 1 073/2012 Município de Marcelino Ramos 400.000,00 20.000,00 380.000,00 380.000,00 28/12/2012 28/12/2014 1 1 080/2012 Estado do Acre 281.294,60 21.294,60 0,00 0,00 8/12/2012 28/12/2015 1 1 082/2012 Secretaria da Pesca e Aquicultura do Ceará - SPA / CE 960.332,72 476.339,16 0,00 0,00 28/12/2012 31/12/2014 6 1 086/2012 Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura do Pará SEPAQ 770.000,00 78.480,74 0,00 0,00 28/12/2012 28/02/2016 1 1 087/2012 Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura do Pará SEPAQ 264.000,00 14.000,00 250.000,00 250.000,00 28/12/2012 04/12/2016 1 1 063/2013 Município de Eldorado dos Carajás/PA 580.470,00 96.100,00 0,00 0,00 31/12/2013 28/06/2015 1 1 066/2008 Fundação Universitária do Desenvolvimento do Oeste FUNDESTE 2.944.262,18 643.311,50 0,00 1.589.999,66 23/12/2008 30/12/2014 1* 1 96 1 Continuação do Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício (Convênios Infraestrutura) Valores Pactuados Modalidade Nº do instrumento Valores Repassados Beneficiário Global Contrapartida No exercício Vigência Acumulado até exercício Sit. Início Fim 1 082/2010 Município de Garopaba / SC 109.788,12 12.288,12 0,00 97.500,00 28/12/2010 28/02/2015 1* 1 006/2011 Município de Santa Fé do Sul 113.000,00 3.000,00 0,00 110.000,00 30/12/2011 02/07/2014 1* 1 035/2011 Município de São Sebastião 250.000,00 31.250,00 0,00 218.750,00 30/12/2011 1/5/2014 1* 1 042/2011 Município de São Sebastião 328.322,00 41.040,25 0,00 287.281,75 30/12/2011 31/12/2015 1 1 019/2012 Município de Imperatriz 2.200.000,00 88.000,00 0,00 800.000,00 30/12/2012 30/12/2015 1 1 040/2012 Município de Abelardo Luz / SC 840.725,00 94.025,00 0,00 746.700,00 28/12/2012 30/4/2015 1 1 065/2012 Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate a Pobreza - SEDES 1.676.677,20 176.677,20 0,00 0,00 21/12/2012 31/12/2014 1* 1 055/2013 Município de Jaguaruana 1.058.152,03 21.170,00 1.036.982,03 1.036.982,03 31/12/2013 28/11/2015 1 1 020/2013 Imaruí Prefeitura 724.000,00 41.000,00 0,00 0,00 30/12/2013 30/10/2015 1 1 033/2013 Município de Bombinhas 3.672.787,10 73.455,74 0,00 0,00 31/12/2013 31/12/2015 1 1 022/2009 Bahia Pesca S/A 11.047.601,42 1.114.259,15 0,00 8.933.342,27 15/12/2009 17/04/2015 1 1 068/2009 Bahia Pesca S/A 9.657.281,32 1.021.367,90 0,00 8.635.913,42 30/12/2009 18/04/2015 1 1 041/2010 Secretaria de Estado da Agricultura, da Pecuária e da Pesca do Rio Grande do Norte 14.300.310,79 1.430.031,08 0,00 12.870.279,71 01/07/2010 30/12/2014 1* 1 001/2013 Município de Itauçu 15.076.986,64 326.986,64 3.600.000,00 3.600.000,00 14/8/2013 26/10/2015 1 1 007/2013 Nortelândia Prefeitura 15.932.457,68 319.000,00 294.239,45 294.239,45 4/12/2013 15/7/2015 1 1 049/2013 Município de Formosa da Serra Negra 512.000,00 12.000,00 500.000,00 500.000,00 31/12/2015 04/01/2016 1 1 061/2013 Município de Breu Branco 8.623.045,85 344.921,83 0,00 0,00 31/12/2013 24/11/2015 1 97 Continuação do Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício (Convênios Infraestrutura) Valores Pactuados Valores Repassados Vigência Modalidade Nº do instrumento 1 062/2013 Município de Dourados 6.800.212,44 272.009,00 0,00 0,00 31/12/2013 31/12/2015 1 1 008/2014 Município de Petrolina 251.200,00 10.048,00 0,00 0,00 13/11/2014 13/11/2015 1 1 009/2014 Município de Boa Vista das Missões 450.000,00 5.000,00 0,00 0,00 23/12/2014 31/12/2015 1 1 010/2014 Município de Três Marias 134.330,00 1.330,00 0,00 0,00 29/10/2014 29/10/2015 1 165.190.103,96 11.226.030,99 11.033.897,67 64.692.713,56 Beneficiário Total Convênio Global Contrapartida No exercício Acumulado até exercício Início Fim Sit. Continuação do Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício (Termos de Cooperação Infraestrutura) Valores Pactuados Modalidade Nº do instrumento 4 024/2012 Universidade Federal do Ceará 4 007/2013 4 4 Beneficiário Global Valores Repassados Contrapartida No exercício Acumulado até exercício Vigência Início Fim Sit. 1.440.000,00 0,00 0,00 1.440.000,00 30/10/2012 31/12/2015 1 Diretoria de Obras Civis da Marinha - DOCM 600.000,00 0,00 0,00 600.000,00 18/10/2013 13/08/2015 1 027/2013 Ministério da Defesa – Depto. de Engenharia e Construção - DEC 3.435.296,05 0,00 842.435,08 31/03/2015 1 039/2013 Universidade Federal Fluminense 1.036.285,00 0,00 0,00 31/01/2015 1* Total Termo de Cooperação 6.511.581,05 0,00 * Instrumento com vigência encerrada aguardando publicação de prorrogação ou rescisão. 98 842.435,08 3.435.296,05 9/12/2013 1.036.285,00 27/12/2013 6.511.581,05 Continuação do Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício (Termos de Compromisso Infraestrutura) Modalidade Nº do instrumento Valores Pactuados Valores Repassados Beneficiário Global Contrapartida No exercício Sit. Início Fim 01/2013 Prefeitura Municipal de Soure 624.140,38 13.517,15 0,00 0,00 31/12/2013 30/03/2015 1 5 02/2013 Município de Santa Cruz do Arari 487.335,05 9.746,70 0,00 0,00 31/12/2013 30/12/2016 2 5 03/2013 Município de Muaná 306.150,00 6.150,00 0,00 0,00 31/12/2013 30/12/2014 2 1.417.625,43 29.413,85 0,00 0,00 Total Infraestrutura 170.043.025,44 11.255.444,84 11.876.332,75 71.204.294,61 LEGENDA Modalidade: Convênio; 2 - Contrato de Repasse; 3 - Termo de Parceria; 4 - Termo de Cooperação; 5 - Termo de Compromisso Situação da Transferência: 1- Acumulado até exercício 5 Total Termo de Compromisso 1- Vigência Adimplente; 2 - Inadimplente; 3 - Inadimplência Suspensa; 4 - Concluído; 5 - Excluído; 6 - Rescindido; 7 – Arquivado Fonte: D.O.U; SIAFI; SIOP; SICONV. 99 Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferência no exercício (Convênios Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) Unidade Concedente ou Contratante Nome: Ministério da Pesca e Aquicultura CNPJ: 05.482.692/0001-75 UG/GESTÃO: 58101 Informações sobre as transferências Valores Pactuados Valores Repassados Vigência Modalidade Nº do instrumento Beneficiário 1 081/2010 752964/2010 Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – EPAGRI CNPJ/MF 83.052.191/0001-62 1 021/2012 775941/2012 1 025/2012 776343/2012 1 076/2012 1 45/2013 787748/2013 Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC Global 330.000,00 Contrapartida No exercício 30.000,00 0,00 Acumulado até exercício Sit . Início 300.000,00 30/12/2010 Fim 31/12/2015 1 277.800,00 27.800,00 0,00 250.000,00 29/11/2012 30/3/2015 CNPJ/MF 83.891.283/0001-36 Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca - SEDRAP 1 202.000,00 20.200,00 181.800,00 181.800,00 3/12/2012 30/3/2015 CNPJ/MF 13.155.179/0001-06 Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE Fundação Universidade do Estado De SC UDESC 1 112.000,00 12.000,00 0,00 335.283,00 35.283,00 300.000,00 0,00 300.000,00 31/12/2013 CNPJ/MF 83.891.283/0001-36 Total Convênio 31/12/2012 31/12/2015 1 31/12/2015 1 1.257.083,00 125.283,00 100 481.800,00 1.031.800,00 Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferência no exercício (Termos de Cooperação Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) Valores Pactuados Modalidade Nº do instrumento 4 Portaria de Descentralização nº 472, de 30/09/2010 Vigência Beneficiário Sit. Contrapar No exercício tida Global Portaria de Descentralização nº 318, de 18/06/2010 Valores Repassados CNPq UG: 364102 3.000.000,00 0,00 0,00 Acumulado até exercício 3.000.000,00 Início Fim 22/06/2010 31/06/2014 4 Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP – MCT UG: 240901 4 (e nº 287, 27/08/2012 e 1º TA, de 06/12/2013) 4 Portaria de Descentralização nº 239, de 02/10/2012 4 Termo de Cooperação 002/2012 4 *Termo de Cooperação nº 003/2012 4 Termo de Cooperação nº 004/2012 4 Termo de Cooperação nº 07/2012 4 Termo de Cooperação nº 009/2012 4 Universidade Federal do Ceará - UFC *Termo de Cooperação nº 10/2012 UG: 153045 7.000.000,00 0,00 0,00 5.573.863,56 1/10/2010 31/12/2016 1 CNPq UG:364102 10.802.561,72 0,00 0,00 10.802.561,72 2/10/2012 31/8/2016 1 Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD UG:154202 2.780.000,00 0,00 1.780.000,00 23/11/2012 31/12/2015 0,00 961.000,00 30/11/2012 31/12/2014 1 Universidade Federal do Ceará - UFC 961.000,00 0,00 UG: 153045 1 Embrapa Agropecuária Oeste - CPAO 1.209.585,56 0,00 0,00 1.209.585,56 22/11/2012 29/07/2015 UG: 135019 1 EMBRAPA-CNPASA 599.928,46 0,00 0,00 599.928,46 29/11/2012 31/01/2016 UG: 364102 CNPq UG: 364102 1 1.100.000,00 0,00 0,00 0,00 29/11/2012 31/1/2016 1.899.800,00 0,00 0,00 1.624.400,00 31/01/2014 31/01/2015 1 1 101 Continuação do Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferência no exercício (Termos de Cooperação Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) Valores Pactuados Modalidade Nº do instrumento Valores Repassados Sit. Global Contrapartida 4 Acumulado No exercício até exercício Início Fim Universidade Federal do Ceará - UFC UG: 153045 1.687.601,00 0,00 674.315,36 1.687.601,00 30/11/2012 31/12/2014 4 Termo de Cooperação nº Universidade Federal Rural da Amazônia 25/2012 - UFRAUG: 153034 497.409,00 0,00 0,00 497.409,00 4/12/2012 31/07/2015 4 Termo de Cooperação nº CNPq UG:364102 010/2013 2.000.000,00 0,00 0,00 2.000.000,00 30/8/2013 31/10/2016 4 Termo de Cooperação nº CNPq UG: 364102 013/2013 80.000,00 0,00 80.000,00 80.000,00 15/10/213 31/10/2014 4 Universidade Federal de Santa Catarina Termo de Cooperação nº 018/2013 UG: 153163 250.000,00 0,00 0,00 250.000,00 04/11/2013 31/03/2014 4 Termo de Cooperação nº CNPq UG: 153163 021/2013 200.000,00 0,00 0,00 200.000,00 25/11/2013 31/1/2015 4 Termo de Cooperação nº Universidade federal do Espírito Santo – 029/2013 UFES UG: 153046 2.109.678,65 0,00 0,00 2.109.678,65 10/12/2013 31/12/2015 4 Termo de Cooperação nº Universidade Federal Rural da Amazônia 033/2013 UG: 153034 698.761,30 0,00 0,00 698.761,30 10/12/2013 31/1/2016 4 Termo de Cooperação nº EMBRAPAUG: 135007 035/2013 78.600,00 0,00 0,00 78.600,00 11/12/2013 30/6/2014 4 Termo de Cooperação nº Universidade Federal de Santa Catarina 037/2013 UG: 153163 609.078,25 0,00 0,00 609.078,25 17/12/2013 31/1/2016 Universidade Federal do Paraná UG: Termo de Cooperação nº 153079 003/2014 417.619,00 0,00 417.619,00 417.619,00 20/03/2014 31/03/2016 Termo de Cooperação nº Universidade Federal do Rio de Janeiro 010/2014 UFRJ UG: 153115 1.287.948,00 0,00 1.287.948,00 1.287.948,00 07/08/2014 31/12/2016 4 4 *Termo de Cooperação nº 20/2012 Vigência Beneficiário 1 1 1 4 4 1 1 1 4 1 1 102 1 Continuação do Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferência no exercício (Termos de Cooperação Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) Valores Pactuados Modalidade Nº do instrumento Vigência Sit. Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ 4 Termo de Cooperação nº 011/2014 UG: 153115 4 Termo de Cooperação nº CNPq UG: 364102 012/2014 Global Contrapartida No exercício 1.280.000,00 0,00 0,00 Acumulado até exercício 0,00 Início Fim 07/08/2014 31/07/2016 1 Universidade Federal Catarina - UFSC 4 Valores Repassados Beneficiário de 450.000,00 0,00 450.000,00 450.000,00 19/11/2014 31/03/2017 135.000,00 0,00 135.000,00 135.000,00 16/12/2014 31/01/2017 1 Santa Termo de Cooperação nº 019/2014 UG: 153163 1 Total Termo de Cooperação Total Pesquisa 41.134.570,94 0,00 3.044.882,36 34.053.034,50 42.391.653,94 125.283,00 3.526.682,36 35.084.834,50 LEGENDA Modalidade: 1 - Convênio; 2 - Contrato de Repasse; 3 - Termo de Parceria; 4 - Termo de Cooperação; 5 - Termo de Compromisso Situação da Transferência: 1 - Adimplente; 2 - Inadimplente; 3 - Inadimplência Suspensa; 4 - Concluído; 5 - Excluído; 6 - Rescindido; 7 - Arquivado Fonte: D.O.U; SIAFI; SIOP; SICONV. OBSERVAÇÃO: *Os Termos de Cooperação firmados com a Universidade Federal do Ceará – UFC não terão a totalidade dos recursos repassados porque a instituição optou por encerrá-los antes do fim vigência 103 Continuação do Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferência no exercício (Convênios Assistência Técnica) Unidade Concedente ou Contratante Nome: Ministério da Pesca e Aquicultura CNPJ: 05.482.692/0001-75 UG/GESTÃO: 58101 Informações sobre as transferências Valores Pactuados Valores Repassados Vigência Modalidade Nº do instrumento Beneficiário Global Contrapartida No exercício Acumulado até exercício Sit. Início Fim 1 050/2007 Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão rural de Santa Catarina - EPAGRI 680.520,00 113.420,00 0,00 567.100,00 27/12/2007 3/2/2014 4 1 027/2012 Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária EMATER/GO 261.697,31 13.084,87 116.677,24 116.677,24 18/12/2012 31/12/2014 1 1 028/2012 Município de Imaruí / SC 290.905,36 5.818,11 0,00 142.543,62 19/12/2012 30/6/2014 1 1 039/2012 Secretaria de Estado do Trabalho do Amazonas - SETRAB/AM 1.000.000,00 100.000,00 0,00 0,00 28/12/2012 28/06/2014 7 1 018/2013 Secretaria do Estado de Produção Rural do Amazonas SEPROR/AM 220.617,00 22.000,02 198.616,98 198.616,98 31/12/2013 05/07/2015 1 1 067/2011 Município de Camalaú 253.700,40 5.080,00 0,00 120.609,13 31/12/2011 02/01/2016 1 1 070/2012 Município de Porto Alegre / RS 100.000,00 8.000,00 0,00 0,00 28/12/2012 20/12/2014 1 1 093/2008 Cooperativa dos Trabalhadores da Reforma Agrária de Santa Catarina - COOPTRASC 317.294,00 9.800,00 69.253,50 307.494,00 05/06/2014 1 1 004/2009 Cooperativa de Crédito Rural Horizontes Novos de Novo Sarandi - CREHNOR 1.668.070,60 65.400,00 0,00 1.602.670,60 06/08/2009 31/12/2015 1 1 017/2009 Fundação Universidade do Tocantins UNITINS 155.589,00 20.384,00 0,00 70.000,00 31/12/2009 31/01/2014 1 1 024/2009 Associação dos Pequenos Agricultores do Estado do Espírito Santo - APAGEES 86.696,00 27.360,00 0,00 303.845,00 28/12/2009 30/9/2014 1 104 30/12/2008 Continuação do Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferência no exercício (Convênios Assistência Técnica) Valores Pactuados Valores Repassados Nº do instrumento Beneficiário 1 030/2010 Cooperativa dos Trabalhadores da Reforma Agrária de Santa Catarina - COOPTRASC 774.490,00 45.154,40 0,00 1 032/2010 Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural Santa Catarina - EPAGRI I 701.037,25 176.150,00 1 035/2010 Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural – EMATER/PR 1.849.593,75 369.918,75 173.737,50 036/2010 Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará - EMATER/PA 919.189,90 1 1 060/2010 Associação Estadual dos Pequenos Agricultores Catarinenses – AEPAC 1 062/2010 1 Modalidade Global Contrapartida No exercício Acumulado até exercício Sit. Início Fim 729.335,60 30/06/2010 14/1/2015 1 0,00 524.887,25 01/07/2010 13/11/2014 1 0,00 601.875,00 01/07/2010 31/12/2014 1 06/08/2010 1/9/2014 1 30/12/2010 30/4/2014 1 30/12/2010 22/02/2014 1 30/12/2010 16/03/2014 1 29/12/2010 28/8/2014 1 30/12/2010 01/04/2014 1 250.000,00 0,00 1.277.527,50 33.182,50 422.172,00 1.244.345,00 Associação para o Desenvolvimento Social e Aperfeiçoamento do Cidadão Pró Mover. 795.931,00 30.348,00 0,00 765.583,00 068/2010 Centro de Assessoria do Assuruá - CAA 808.139,90 59.400,00 91.298,70 076/2010 Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro - FIPERJ 332.210,70 1 085/2010 Instituto Brasileiro para Promoção da Participação e do Desenvolvimento - PARTICIPE 815.232,00 1 097/2010 Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural – EMATER/PR 937.500,00 1 1 110/2010 Associação de Produtores Orgânicos de Mato Grosso do Sul - APOMS 1 114/2010 1 018/2011 0,00 293.258,33 108.885,00 0,00 65.232,00 562.500,00 352.500,00 187.500,00 732.303,11 15.060,00 Fundação de Desenvolvimento Assistência Técnica e Extensão Rural de Goiás - FUNDATER 711.402,41 28.584,10 Instituto Agropólos do Ceará 630.765,20 0,00 200.000,00 31/12/2010 30/04/2014 1 265.425,00 493.903,00 31/12/2010 30/12/2014 1 31/12/2010 03/01/2015 1 26/12/2011 18/9/2014 1 458.573,07 0,00 105 Vigência 30.240,00 0,00 278.291,00 Continuação do Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferência no exercício (Convênios Assistência Técnica) Valores Pactuados Nº do instrumento Beneficiário 1 024/2011 1 Modalidade Valores Repassados Global Contrapartida Secretaria de Desenvolvimento Rural Pesca e Cooperativismo do Rio Grande do Sul – SDR/RS 1.397.608,50 279.521,70 0,00 022/2012 Programa Estadual de Apoio ao Pequeno Produtor Rural – PRORURAL/PE 456.344,10 24.122,40 Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF - EMATER/DF 391.012,81 20.000,00 023/2012 029/2012 Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina - SAP / SC 647.595,32 1 1 035/2012 Estado de Roraima 042/2012 Secretaria de Estado da agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária - SEAGRI / RO 335.775,40 1 048/2012 Secretaria do Desenvolvimento Rural do Estado do Piauí - SDR /PI 550.602,60 1 1 049/2012 Secretaria de Estado Pesca e Aquicultura - SPA / CE 757.480,00 1 061/2012 Instituto Agronômico de Pernambuco – IPA/PE 1 071/2012 1 1 1 238.329,19 No exercício Vigência Acumulado até exercício Sit. Início Fim 795.800,00 30/12/2011 30/12/2014 1 300.000,00 300.000,00 28/12/2012 19/12/2014 1 92.583,15 269.953,00 21/12/2012 31/12/2014 1 1 65.207,00 0,00 352.016,58 18/12/2013 21/12/2015 0,00 0,00 31/12/2012 30/6/2014 28/12/2012 28/12/2014 1 11.984,00 7 16.992,00 242.387,20 0,00 46.638,60 0,00 0,00 28/12/2012 28/6/2014 1 45.000,00 0,00 382.270,00 28/12/2012 31/5/2014 1 526.705,93 27.318,00 0,00 0,00 28/12/2012 31/12/2014 1 Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural de Mato Grosso do Sul- AGRAER/MS 393.357,83 42.614,00 0,00 0,00 28/12/2012 31/12/2014 1 011/2013 Empresa de Assistência Técnica de Extensão Rural do Estado de Minas Gerais - EMATER-MG 898.801,50 93.986,63 470.908,75 470.908,75 31/12/2013 31/12/2015 1 014/2013 Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural – INCAPER/ES 1.249.005,00 249.005,00 0,00 0,00 31/12/2013 9/12/2015 1 106 Continuação do Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferência no exercício (Convênios Assistência Técnica) Valores Pactuados Valores Repassados Nº do instrumento Beneficiário 1 051/2013 Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas – IDAM/AM 670.703,60 55.632,00 325.700,00 1 070/2013 Instituto Agrônomo de Pernambuco - IPA/PE 1.025.014,68 63.378,00 1 060/2009 Fundação Universitária José Bonifácio - FUJB 497.444,58 1 026/2012 Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura do Pará – SEPAQ/PA 1 041/2012 1 Modalidade Contrapartida Sit. Fim 325.700,00 31/12/2013 30/12/2015 1 353.560,00 353.560,00 31/12/2013 31/12/2015 1 50.820,00 0,00 395.595,08 30/12/2010 30/4/2014 1 467.346,00 41.486,00 269.861,00 269.861,00 19/12/2012 30/6/2014 1 Secretaria de Estado de Desenvolvimento Rural Pesca e Cooperativismo do Rio Grande do Sul – SDR/RS 678.000,00 68.763,76 0,00 386.274,00 27/12/2012 15/6/2014 1 069/2012 Instituto de Pesquisa, Extensão Rural e Organismos Aquáticos – Instituto Peroá/ES 298.215,00 24.120,00 167.235,00 167.235,00 31/12/2012 31/12/2014 1 1 089/2008 Serviços de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre – SEBRAE/AC 750.480,00 37.524,00 0,00 563.256,00 29/12/2008 16/10/2014 1 1 066/2013 Departamento Regional do Serviço Social da Indústria de Goiás – SESI/GO 1.026.127,70 29.100,00 997.027,70 997.027,70 31/12/2013 30/6/2015 1 1 015/2013 Município de Luis Correa/PI 437.064,04 8.898,05 0,00 0,00 31/12/2013 31/12/2015 1 017/2013 Secretaria de SEPAQ/MA 7.382.980,82 369.149,04 148.900,00 148.900,00 31/12/2013 31/01/2015 1 1 002/2014 Estado do Mato Grosso 162.649,00 8.132,45 0,00 0,00 01/09/2014 01/09/2015 1 1 006/2014 Município de Bertioga 512.102,03 1.024,20 0,00 0,00 08/10/2014 08/10/2015 1 38.471.158,02 3.376.569,78 3.553.392,62 15.364.709,43 Pesca e Aquicultura - No exercício Acumulado até exercício Início 1 Global Vigência Total Convênio 107 Continuação do Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferência no exercício (Termos de Cooperação Assistência Técnica) Valores Pactuados Valores Repassados Nº do instrumento Beneficiário 4 Port. nº 430/10 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia - IFBA 1.007.310,42 0,00 0,00 4 TC. nº 22/2012 Universidade Federal da Grande Dourados UFGD 450.997,90 0,00 4 TC. nº 017/2013 Ministério do Trabalho e Emprego - MTE 1.316.000,00 4 TC. nº 025/2013 Empresa Brasileira de Agropecuária – EMBRAPA 4 TC. nº 026/2013 Modalidade Contrapartida Global Acumulado até exercício Sit. Início Fim 1.007.310,42 20/08/2010 30/06/2015 1 0,00 450.997,90 31/12/2012 31/12/2014 1 0,00 0,00 1.316.000,00 10/12/2013 31/12/2015 1 201.763,55 0,00 37.638,97 37.638,97 21//11/2013 30/09/2015 1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina - IFSC 127.520,78 0,00 0,00 127.520,78 21/11/2013 21/05/2014 1 4 TC. nº 030/2013 Ministério Desenvolvimento Agrário - MDA 17.275.202,01 0,00 7.224.000,00 10.051.202,01 10/12/2013 31/12/2015 1 4 TC. nº 031/2013 Ministério Desenvolvimento Agrário - MDA 10.807.648,78 0,00 1.889.938,64 6.781.939,04 10/12/2013 31/12/2015 1 4 TC. nº 032/2013 Ministério Desenvolvimento Agrário - MDA 16.047.897,54 0,00 5.600.000,00 7.711.835,13 10/12/2013 31/12/2015 1 4 TC. nº 002/2014 1.700.000,00 400.000,00 0,00 0,00 04/06/2014 30/06/2016 1 Total Termo de Cooperação 48.934.340,98 400.000,00 14.751.577,61 27.484.444,25 Total Assistência Técnica 87.405.499,00 3.776.569,78 18.304.970,23 42.849.153,68 Ministério da Agricultura Abastecimento – MAPA Pesquisa Pecuária e No exercício Vigência LEGENDA Modalidade: 1- Convênio; 2 - Contrato de Repasse; 3 - Termo de Parceria; 4 - Termo de Cooperação; 5 - Termo de Compromisso Situação da Transferência: 1- Adimplente; 2 - Inadimplente; 3 - Inadimplência Suspensa; 4 - Concluído; 5 - Excluído; 6 - Rescindido; 7 – Arquivado Fonte: D.O.U; SIAFI; SIOP; SICONV. OBSERVAÇÃO: Os Valores Repassados para os Convênios correspondem aos valores efetivamente repassados às entidades executoras (recursos financeiros repassados). Por sua vez, para os Termos de Cooperação os Valores Repassados correspondem aos valores descentralizados pelo MPA e empenhados pelas entidades parceiras dos referidos termos. 108 Continuação do Quadro A.6.5.1 – Caracterização dos instrumentos de transferência no exercício (Convênios e Termos de Cooperação Comercialização) Unidade Concedente ou Contratante Nome: Ministério da Pesca e Aquicultura CNPJ: 05.482.692/0001-75 UG/GESTÃO: 58101 Ação Informações sobre as transferências Valores Pactuados Modalidad e 1 1 Nº do instrumento Beneficiário Global 005/2013 787846/2013 Associação dos Carcinicultores da Costa Negra - ACCN 041/2014 804847/2014 Associação dos Carcinicultores da Costa Negra - ACCN Total Convênio 008/2013 Ministério das Relações Exteriores - MRE 4 038/2013 Universidade Federal do Ceará 4 014/2014 Ministério das Relações Exteriores - MRE 4 015/2014 4 Valores Repassados Ministério das Relações Exteriores - MRE 728.000,00 Contrapartida 28.000,00 No exercício 0,00 Início Fim 700.000,00 11/11/2013 18/01/2014 06/11/2014 28/12/2014 30/08/2013 31/05/2014 4 20/12/2013 28/02/2015 1 24/10/2014 31/12/2015 24/10/2014 31/12/2015 24.000,00 600.000,00 600.000,00 1.352.000,00 52.000,00 600.000,00 1.300.000,00 578.086,04 0,00 105.534,64 578.086,04 0,00 96.993,69 403.283,40 0,00 0,00 0,00 96.993,69 403.283,40 179.600,00 96.993,69 403.283,40 Total Termo de Cooperação 2.327.983,13 0,00 605.811,73 1.257.963,13 Total Comercialização 3.679.983,13 52.000,00 1.205.811,73 2.557.963,13 Legenda Modalidade: 1 - Convênio; 2 - Contrato de Repasse; 3 -Termo de Parceria; 4 -Termo de Cooperação; 5 -Termo de Compromisso Situação da Transferência: 1 -Adimplente; 2 - Inadimplente; 3 - Inadimplência Suspensa; 4 - Concluído; 5 -Excluído; 6 - Rescindido; 7 – Arquivado Fonte: D.O.U; SIAFI; SIOP; SICONV. 109 Sit. Acumulado até exercício 624.000,00 1.249.600,00 Vigência 4 1 1 1