Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável
http://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RVADS
ARTIGO CIENTÍFICO
DOI: http://dx.doi.org/10.18378/rvads.v10i3.3677
Influência de essências na alimentação artificial energética na atratividade de
Abelhas Apis mellifera
Influence of essences in energy artificial food the bees attractiveness Apis mellifera
Isidro Patrício de Almeida Neto1*, Rosilene Agra da Silva3, Saulo Soares da Silva3, José da Silva Sousa4, Anderson Bruno
Anacleto de Andrada 5
Resumo: O objetivo desse trabalho foi avaliar a atratividade de diferentes aromas adicionados a alimentação artificial
energética de abelhas Apis mellifera. O delineamento experimental usado foi DIC no qual constou de 11 tratamentos e quatro
repetições, sendo os tratamentos os aromas tutti-frutte, erva-doce, maracujá, café, baunilha, morango, amarula, menta, cereja,
coco e testemunha (sem aroma) e as repetições foram considerados os dias de coleta de dados. Foram feitas observações do
fluxo de abelhas a cada cinco minutos fazendo o registro fotográfico para contagem das mesmas. O período de observação ao
longo do dia foi de 20 minutos sendo realizado no horário da manhã. Observamos que no decorrer do trabalho o fluxo das
abelhas foi aumentando gradativamente em todas as essências a cada repetição sendo que essência que mais atraiu as abelhas
foi a amarula (em media 147 abelhas), não deferindo da essência da baunilha, porém a baunilha não diferiu das demais
essências.
Palavras-chaves: Alimento artificial; Essências; Abelhas; Escassez.
Abstract: The aim of this study was to evaluate the attractiveness of Apis mellifera by energy added artificial feeding of
different aromas. The experimental design used was DIC in which consisted of 11 treatments and four replications, and the
treatments the tutti-frutte aromas, fennel, passion fruit, coffee, vanilla, strawberry, amarula, mint, cherry, coconut and control
(without aroma) and repetitions were considered the days of data collection. Observations of bees stream samples were
collected every five minutes making the photographic record to count them. The observation period throughout the day was 20
minutes being held in the morning hours. We note that during the work flow of bees has been increasing gradually in all
essences with each repetition being that essence that attracted the bees was amarula (on average 147 bees), not deferring the
essence of vanilla, but vanilla did not differ the other essences.
Key words: Artificial food; Essences; Bees; Scarcity.
___________________
*Autor para correspondência
Recebido para publicação em 27/04/2015; aprovado em 20/05/2015
1
Mestrando em Sistemas Agroindustriais, Universidade Federal de Campina Grande, Pombal, (83)999006665; E-mail: [email protected]
2
Professora Doutora, Unidade Acadêmica de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). E-mail: [email protected];
3
Mestrando em Sistemas Agroindustriais, Universidade Federal de Campina Grande, Pombal, (83)999083364, E-mail: [email protected];
4
Mestre em Sistemas Agroindustriais, Universidade Federal de Campina Grande, E-mail: [email protected]
5
Aluno de Graduação em Agronomia, UFCG/CCTA, Pombal-PB; E-mail: [email protected]
Revista Verde (Pombal - PB - Brasil) v. 10, n.3, p 47 - 52, jul-set, 2015
Isidro Patrício de Almeida Neto, et al.
INTRODUÇÃO
O Brasil é um dos poucos países com um grande
potencial apícola, apresentando uma gama de produtos
fabricados pelas abelhas, dentre eles se destaca o mel, pólen,
própolis, cera, apitoxina e geleia real. Nosso país tem o
privilegio de realizar várias coletas de mel, o que coloca a
apicultura brasileira entre as mais competitivas do mundo,
isto devido à resistência a pragas e doenças que tantos
prejuízos têm causado em outras importantes regiões apícolas
mundiais (BERTOLDI et al, 2004).
Em condições favoráveis as abelhas vão à busca de
armazenar alimentos para atravessarem o período de escassez,
onde a falta de néctar e pólen afetará o desenvolvimento do
enxame, podendo ocorrer à diminuição das suas atividades na
ausência da florada, logo, quando a reserva de alimento na
colônia é insuficiente é aconselhável o fornecimento de
alimentação artificial às abelhas (WIESE, 1986).
Ocorrendo a redução da postura da rainha e um
desequilíbrio da população na colmeia, dependendo da região,
os períodos de floradas poderão ser maiores ou menores, bem
distribuídos ou não, podendo ocorrer períodos de completa
ausência de alimento no campo necessitando assim
complementar a dieta com um alimento rico em proteínas e
energético como é o pólen e o xarope de açúcar (PORTELA e
GALLEGO, 1999). Em tais circunstâncias, é essencial a
interferência do apicultor sendo importante que o
conhecimento da sequência de ocorrência das floradas de sua
região e que o mesmo saiba avaliar a existência ou não da
disponibilidade de alimento para as abelhas durante todo o
ano.
A necessidade de o apicultor dispor de um alimento com
um bom aroma para ser usado em qualquer época do ano e
que seja coletado em quantidade pelas abelhas, faz com que
ele busque novas alternativas na expectativa de encontrar uma
solução para esse problema suprem o valor nutritivo do pólen.
Segundo Herbert e Shimanuki (1978), quando as abelhas têm
uma livre escolha entre o pólen e o substituto, elas geralmente
têm maior preferência pelo primeiro.
Sob o risco de perda de enxames ou enfraquecimento
geral das colônias muitas dietas oferecidas às abelhas não
levam em consideração a atratividade pelas abelhas, logo, a
influência que o aroma possui para atrair as abelhas na
alimentação é um aspecto importante a ser avaliados.
Portanto, o objetivo deste trabalho foi avaliar a
atratividade de diferentes aromas adicionados a alimentação
artificial energética de abelhas Apis melífera, e desta forma,
contribuir para um maior estimulo ao consumo desta
alimentação para a manutenção do desenvolvimento da
população nos enxame.
MATERIAL E MÉTODOS
O trabalho foi desenvolvido no apiário instalado numa
propriedade vizinha ao campus da Universidade Federal de
Campina Grande, no município de Pombal – PB (Figura 1) no
período de 20 a 24 de outubro de 2010. O apiário foi
composto por oito colmeias populosas de abelhas Apis
mellifera.
Figura 1 – Mapa de localização do Município de Pombal – PB.
O delineamento experimental constou de 11 tratamentos
e quatro repetições, sendo os tratamentos os aromas tutti-
frutte, erva-doce, maracujá, café, baunilha, morango, amarula,
menta, cereja, coco e testemunha (sem aroma) e as repetições
foram considerados os dias de coleta de dados (Figura 2).
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Influência de essências na alimentação artificial energética na atratividade de Abelhas Apis mellifera
Figura 2 – Disposição das bandejas com a alimentação artificial, Pombal – PB.
O xarope de açúcar foi elaborado nas seguintes
proporções: 50% (cinquenta por cento) de açúcar e 45%
(quarenta e cinco por cento) de água e 5% (cinco por cento)
de aroma, já para a testemunha foi usado 50% (cinquenta por
cento) tanto para açúcar quanto água. O alimento foi colocado
numa bacia contendo uma esponja sintética dentro para que as
abelhas não se afogassem, denominado de alimentador
coletivo (Figura 3).
Foi montada uma bancada de madeira no qual foi
colocado sobre ela às bacias contendo o xarope com as
essências. Foram feitas observações do fluxo de abelhas a
cada cinco minutos fazendo o registro fotográfico para
contagem das mesmas. O período de observação ao longo do
dia foi de 20 minutos sendo realizado no horário da manhã,
por volta das 8:00 horas, período este de maior atividade das
abelhas na coleta de alimento (Figura 3).
Figura 3 – Adição do xarope de açúcar com as essências na alimentação. Pombal – PB.
Os dados foram tabulados em planilha do Excel e
submetidos ao análise estatística utilizando-se o programa
estatístico ESTAT (KRONKA; BANZATO, 1995). Utilizouse o teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade para se
fazerem as comparações entre os aromas testados.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Na Tabela 1 encontram-se os valores totais de cada
repetição e os valores médios de cada tratamento do teste de
frequência de abelhas na alimentação artificial energética
adicionada de essências artificiais comerciais, onde verificouse a essência mais atrativa para as abelhas (Apis melífera).
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Isidro Patrício de Almeida Neto, et al
Tabela 1. Valores totais e médios de abelhas frequentes no teste de atratividade de abelhas (Apis melífera) à alimentação
energética com suas respectivas essências artificial testada. Pombal – PB, Outubro de 2010.
Dias de observação (repetições)
Tratamentos
Média
(Essências)
21/10/2010
22/10/2010
23/10/2010
24/10/2010
Testemunha
30
21
18
32
24B
Tutti-frute
18
50
18
65
38B
Erva-doce
04
08
13
59
21B
Maracujá
31
17
42
48
35B
Cereja
14
24
17
43
25B
Baunilha
58
63
49
76
62B
Coco
42
24
06
75
38B
Café
54
22
20
41
34B
Morango
13
32
42
48
34B
Menta
07
07
40
12
17B
Amarula
40
192
48
307
147A
Médias seguidas de mesma letra na coluna não diferem estatisticamente entre si pelo teste de Tukey (5%). CV = 98.39
Podemos observar que a essência que mais atraiu
abelhas foi a amarula (em média 147 abelhas), não diferindo
estatisticamente ao nível de 5% pelo teste e Tukey da essência
baunilha, porém diferiu das demais essências.
Segundo Couto (1998), a finalidade de aumentar a
aceitabilidade do alimento pelas abelhas africanizadas, no
entanto, a maior importância do néctar para as abelhas reside
em fornecer praticamente todos os glicídios ou carboidratos
(açúcares), responsáveis pela fonte energética da dieta e a
produção de mel. Como a apicultura depende exclusivamente
dos recursos naturais e pode sofrer declínio de produção no
período de entre safra, ou seja, com redução da florada, as
modificações na natureza diminuem e acabam destruindo
certas plantas utilizadas pelas abelhas, com isso as colônias
tem sua produção diminuída ou até mesmo cessada pela falta
de alimento e consequentemente o abandono de colmeias.
Logo, o presente trabalho mostrou que alguns aromas têm
forte influencia na alimentação artificial das abelhas Apis
mellífera, fazendo com que haja uma maior aceitação pelo
xarope de açúcar.
Esses
alimentos
alternativos
são
fornecidos
antecipadamente nos favos, para que as abelhas nutrizes do
ninho vão se acostumando com o odor estranho dos alimentos
quando o mesmo é oferecido em forma liquida (HAYDAK
1970). Vários parâmetros têm sido usados para identificar o
alimento mais eficaz, devendo analisar entre outros fatores
consumo do alimento, aumento das concentrações das
essências encontradas nos alimentos alternativos, vários
autores discutem os parâmetros para estabelecer o seu nicho
trófico e por isso, como agentes determinantes de atração
alimentar (REAL E RATHCKE, 1991).
Na presente pesquisa, como foi dito anteriormente, o
aroma mais atrativo foi a amarula (Sclerocarya birrea), a qual
é extraída de uma árvore de tamanho mediano, originária do
bioma das savanas da África do Sul e da região da África
oriental, caracteriza-se por um tronco único acinzentado e
uma copa de folhas verdes, podendo atingir cerca de 10
metros de altura em baixas altitudes, carrega o misticismo de
não ser plantada pelos homens e de ter propriedades
afrodisíacas. Seu fruto oval é rico em vitamina C que, uma
vez fora do pé, começa a fermentar, proporcionando um sabor
adocicado e levemente alcoólico.
De acordo com Wiston (2003), as três castas de abelhas
têm necessidades nutricionais e mecanismo de alimentação
um pouco diferente para satisfazerem suas necessidades, com
também, a larva e o adulto de cada casta. Mais os materiais
básicos para cria, abelhas adultas, sejam elas operárias,
rainhas ou zangões, são os mesmos: néctar e pólen. Esses dois
produtos florais provêm à comida necessária para o
crescimento larval, a metamorfose e o desenvolvimento do
adulto e suas atividades. O néctar provê, basicamente,
carboidratos, na forma de açucares, e o pólen, proteínas,
lipídios, vitaminas e minerais. As abelhas desenvolveram
vários mecanismo para processar o néctar e o pólen, de forma
que a comida fornecida em cada fase e a cada casta é a ideal
para suas necessidades.
Observamos ainda no decorrer do trabalho que o fluxo
das abelhas foi aumentando gradativamente em todas as
essências a cada repetição e também, a frequência das abelhas
foi aumentando ao longo do horário de observação, o que
demonstra a grande importância do aroma dos alimentos
desenvolvidos para atrair as abelhas (Figura 4).
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Influência de essências na alimentação artificial energética na atratividade de Abelhas Apis mellifera
Figura 4 – Aumento da frequência de visita das abelhas aos alimentadores coletivos com as essências testadas no teste de
atratividade ao xarope de açúcar. Pombal – PB, Outubro de 2010.
Vários parâmetros tem sido usados para identificar o
alimento mais eficaz, devendo analisar entre outros fatores
consumo do alimento, aumento de peso das colônias,
longevidade das operárias. As características dos alimentos
tem que estar de acordo com o sabor agradável, a
consistência, a facilidade do preparo e o custo baixo
(MILLS,1981). No entanto, a maior importância do néctar
para as abelhas reside em fornecer praticamente todos os
glicídios ou carboidratos (açúcares), responsáveis pela fonte
energética da dieta e a produção de mel (COUTO, 1998). A
quantidade, a concentração e o teor de açúcares encontrados
no néctar, dão parâmetros para estabelecer o seu nicho trófico
e por isso, são discutidos por vários autores como agentes
determinantes de atração alimentar (REAL E RATHCKE,
1991).
O néctar floral é uma secreção aquosa da planta que
contém de 5% a 80% de açúcar e quantidades de compostos
nitrogenados, minerais, ácidos orgânicos, vitaminas, lipídeos,
pigmentos e substâncias aromáticas (Winston 2003). Dessas
últimas substâncias, só o ácido ascórbico (vitamina C) é
encontrado, em quantidade apreciável, no néctar; o teor de
proteína no mel é, normalmente, menor que 0,2% (WHITE e
RUDYJ, 1978). Sacarose, glicose e frutose são os principais
açucares encontrado no néctar. Além desses três açucares, αmetil-glucosídio, maltose e trealose e melezitose têm valor
nutritivo para as abelhas. A maioria dos outros açucares não
tem sabor doce nem valor nutritivo. Alguns açucares, como
manose, galactose e ramnose, ou são tóxicos para as abelhas
ou causam a redução de sua longevidade (VON FRISCH,
1934, 1965).
Uma larva de operaria necessita de, aproximadamente,
142mg de mel para seu desenvolvimento, e as exigências
anuais de mel para uma colônia foram calculadas em,
aproximadamente, 60 a 80kg (WEIPPLE, 1928; ROSOV,
1944; SEELEY, 1985a). De larvas de operarias malalimentadas nascem adultos anões, e a falha do
desenvolvimento é alta, se for fornecida menos que 65% da
quantidade normal de comida. As más alimentações de
adultos anões resultantes podem ocorrer, quando néctar e
pólen estão escassos as colônias estão doentes, a cria começa
a ser desenvolvidas muito cedo da primavera ou as colônias
têm baixa população de operárias, fatores todos que reduzem
a quantidade ou qualidade da comida de cria (JAY, 1964).
O néctar ou mel, ingeridos pelas operárias, provêem
açucares para energia; a maior parte da energia requerida
pelas operárias adultas é obtida consumindo mel dos alvéolos,
embora néctar e mel possam ser trocados entre operárias. A
quantidade de açúcar exigido pelas operárias depende do
nível de atividade; a operária em repouso (A. m. ligústica)
precisa de apenas 0,7 mg/h de açúcar , quando em voo ela
requer 11,5mg/h (OLAERTS, 1956; HEINRICH, 1979).
como mencionado a cima, as abelhas utilizam só uns açucares
e obtêm deles diferentes quantidades de energia. Os zangões
mais velhos se alimentam exclusivamente de mel no favo que
lhes fornecem energia necessária para os vôos de
acasalamentos. Um zangão em repouso requer só 1 (um) a 3
(três) mg/h de açúcar e quando em vôo consome 14
(quatorze) mg/h, (MINDT, 1962), uma pouco mais que as
operárias. As rainhas são alimentadas pelas operárias com
idade em que produzem comidas de cria e, presumivelmente,
recebem principalmente comida de cria possivelmente um
pouco de mel (ALLEN, 1955, 1960; HAYDAK, 1970).
No entanto, a maior importância do néctar para as
abelhas reside em fornecer praticamente todos os glicídios ou
carboidratos (açúcares), responsáveis pela fonte energética da
dieta e a produção de mel (COUTO, 1998). A quantidade, a
concentração e o teor de açúcares encontrados no néctar, dão
parâmetros para estabelecer o seu nicho trófico e por isso, são
discutidos por vários autores como agentes determinantes de
atração alimentar (REAL E RATHCKE, 1991). Mas, apesar
da diversidade da flora apícola e da alta concentração de
alimento existente no período chuvoso, durante a estação
seca, ocorre uma escassez de pasto apícola e,
consequentemente, de alimento para as abelhas (PEREIRA et
al. 2006). Logo, se faz necessário o uso de alimentação
artificial, seja ela energética e/ou proteica, para manutenção
dos enxames, mesmo que isto eleve os custos devido à
aquisição do açúcar no preparo do xarope e mão-de-obra
extra.
Outro ponto importante a ser observado é no que se
refere à toxicidade que muitas vezes é desprezada como relata
Pereira et al (2002) e os apicultores utilizam por conta própria
rapadura de cana-de açúcar, xarope de água e açúcar, farelo
de soja, achocolatado em pó, farinha láctea, ração de postura
para galinha, sucedâneo de leite para bezerros e ração de
codorna e muitas vezes não analisando a toxicidade dos
Revista Verde (Pombal - PB - Brasil) v. 10, n.3, p 47 - 52, jul-set, 2015
Isidro Patrício de Almeida Neto, et al
alimentos. Estudando o efeito tóxico de alimentos alternativos
para abelhas Apis melífera, a alimentação energética para as
abelhas constitui bem menos problema do que a proteica, haja
vista que uma simples mistura de água e açúcar (sacarose).
CONCLUSÕES
A essência que teve maior atratividade das abelhas Apis
mellífera foi a amarula, não diferiu a com a baunilha, porém a
baunilha não diferiu com as demais essências;
A essência de amarula é indicada para mistura na dieta
artificial de abelhas Apis mellífera.
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