O Processo de Produção Industrial do Biodiesel Prof. Dr. Murilo Daniel de Mello Innocentini Curso de Engenharia Química Universidade de Ribeirão Preto - UNAERP LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] MINICURSO SOBRE BIODIESEL LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] A reação de transesterificação para o leigo... CATALISADOR !!!!! TRIGLICERÍ TRIGLICERÍDEO GLICEROL ÉSTERES METÍ METÍLICOS METANOL T + 3A à G + 3E Bonitinha, né!!? LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Mas na realidade....!!!!! TRIGLICERÍ TRIGLICERÍDEO DIGLICERÍ DIGLICERÍDEO ÉSTER METÍ METÍLICO (biodiesel) METANOL DIGLICERÍ DIGLICERÍDEO MONOGLICERÍ MONOGLICERÍDEO ÉSTER METÍ METÍLICO (biodiesel) METANOL MONOGLICERÍ MONOGLICERÍDEO GLICEROL METANOL ÉSTER METÍ METÍLICO (biodiesel) LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] A reação de transesterificação em etapas T+A D+A M+A A = Álcool T = Triglicerídeo k1 k2 k3 k4 k5 k6 E+D E+M E+G D = Diglicerídeo M = Monoglicerídeo G = Glicerina E = Éster 3 Reações reversíveis 6 Constantes cinéticas Complicado, né!!? LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Transesterificação alcalina homogênea em laboratório Prof. Dr. Paulo A. Z. Suarez Laborató Laboratório de Materiais e Combustí Combustíveis Universidade de Brasí Brasília LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Transesterificação alcalina homogênea em laboratório LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Transesterificação alcalina homogênea em laboratório LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Transesterificação alcalina homogênea em laboratório Fase rica em ésteres etílicos (Biodiesel) Fase rica em glicerina, impurezas e excesso de etanol LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Transesterificação alcalina homogênea em laboratório LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Cada matéria-prima fornece um tipo de biodiesel! TUDO MUITO BONITO E LIMPINHO, NÉ?!!! LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Porém, industrialmente a questão não é simples!!!! LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Porém, industrialmente a questão não é simples!!!! Hidró Hidróxido de só sódio Tanque de armazenamento de etanol anidro Tanque de armazenamento de óleo vegetal Tanque preparação de catalisador Tanque dosador Tanque de produção de biodiesel Tanque de estocagem de etanol hidratado recuperado Tanque de neutralização e evaporação de etanol Tanque de decantação e lavagem Tanque de estocagem de biodiesel Tanque de secagem do biodiesel Condensador de etanol Neutralizador (ácido) Tanque de purificação do glicerol impuro Tanque de armazenagem de água de lavagem residuária LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Tanque de estocagem de glicerol Proposta mais integrada - Mamona LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Proposta mais integrada - Soja LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Etapas do processo industrial 1. Preparação da matéria-prima oleaginosa (triglicerídeo) 2. Preparação de catalisador (solução alcoólica) 3. Processo reacional 4. Separação de fases 5. Recuperação de excesso de álcool 6. Lavagem do biodiesel 7. Secagem do biodiesel 8. Purificação da glicerina LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] 1. Preparação da matéria-prima oleaginosa (triglicerídeo) Óleo bruto Refino Óleo refinado Biodiesel Transesterificaç Transesterificação Fosfatidil colina (Lecitina) Fosfatí Fosfatídeos (gomas) Esteró Esteróis Álcoois graxos e seus ésteres (ceras) Terpenó Terpenóides (caroteno, tocoferó tocoferóis e outros) Ácidos graxos Umidade Sólidos Mono e diglicerí diglicerídeos Ácido fosfatídico Fosfatidil Etanolamina Fosfatidil inositol LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] 1. Preparação da matéria-prima oleaginosa (triglicerídeo) Etapas do refino de óleo 1. Condicionamento Transformação de fosfolipídeos não hidratáveis em formas hidratáveis pela quebra do complexo metal/fosfatídeos com ácidos fortes 2. Neutralização Saponificação dos ácidos graxos livres por álcalis (soda cáustica) 3. Lavagem Remoção de sabões residuais pr água quente 4. Secagem Remoção de umidade sob vácuo LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Etapas do refino de óleo 1. Condicionamento Para neutralização Mistura Óleo bruto Ácido fosfórico Tempo de residência Transformação de fosfolipídeos não hidratáveis em formas hidratáveis pela quebra do complexo metal/fosfatídeos com ácidos fortes LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Etapas do refino de óleo 2. Neutralização Centrifugação Mistura Para lavagem Do condicionamento Soda cáustica Tempo de residência Sabões Saponificação dos ácidos graxos livres por álcalis (soda cáustica) LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Etapas do refino de óleo 3. Lavagem Centrifugação Mistura Da neutralização Para secagem Água (~10%) Água + sabão Remoção de sabões residuais por água quente LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Etapas do refino de óleo 4. Secagem Água Vapor Sistema de vácuo Da lavagem Secador Óleo neutralizado (flash drier) Remoção de umidade sob vácuo LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] 2. Matéria-prima alcoólica 1 Óleo + 3 Álcool 3 Éster + 1 Glicerol Embora a estequiometria da reaç reação indique a necessidade de 3 mols de álcool para cada mol de óleo, na prá prática, adotaadota-se um excesso de álcool para favorecer o deslocamento da reaç reação para a formaç formação de produtos. A razão utilizada normalmente é 6 mols de álcool para cada 1 mol de óleo. Deste modo, no fim da reaç reação, sempre haverá haverá um excedente de 3 mols de álcool no frasco reacional. Os cá cálculos são: 1 Óleo Tabela 1. Cálculos para reação de transesterificação - quantidade de cada reagente à 6 Álcool 3 Ester 1 Glicerol 3 Álcool (excesso) BASE MOLAR (mol) Nóleo N álcool = 6 × N óleo à N glicerol = 1 × N óleo N éster = 3 × N óleo N excesso = 3 × N óleo BASE MÁSSICA (g) m álcool = N álcool × MM álcool à m óleo mester = móleo + málcool − mglic 2 m glicerol = MM glicerol × N glicerol mexcesso = málcool 2 Vexcesso = Válcool 2 BASE VOLUMÉTRICA (ml) Válcool = Vóleo m álcool ρálcool à Véster = m éster ρ éster Vglicerol = m glicerol ρglicerol LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Rota metílica de produção de biodiesel Vantagens: Desvantagens: • O consumo de metanol é cerca de 45% menor que o do etanol anidro. • Apesar de poder ser produzido a partir da biomassa, é tradicionalmente sintetizado a partir do gás natural, produto fóssil. • Normalmente, o preço do metanol é inferior ao do preço do etanol. • É bastante tóxico. • É mais reativo. Para uma mesma taxa de Maior risco de incêndios (mais volátil). Chama invisível. conversão (e mesmas condições operacionais), o tempo de reação é menos da metade do tempo quando se emprega o etanol. • Transporte é controlado pela Polícia Federal, por se tratar de matéria-prima para extração de drogas. • Considerando a mesma produção de biodiesel, o consumo de vapor na rota metílica é cerca de 20% do consumo na rota etílica e o consumo de eletricidade é menos da metade. • Apesar ser ociosa, a capacidade atual de produção de metanol brasileira só garantiria o estágio inicial de um programa de âmbito nacional. • Os equipamentos de processo são cerca de 1/4 do volume dos equipamentos para a rota etílica, para uma mesma produtividade. LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Rota etílica de produção de biodiesel Vantagens: Desvantagens: • Produção alcooleira no Brasil já • Os ésteres etílicos possuem maior consolidada. afinidade à glicerina, dificultando a separação. • Produz biodiesel com um maior índice de cetano e maior lubricidade, comparado ao biodiesel metílico. se • Se for feito a partir da biomassa (como é o caso de quase toda a totalidade da produção brasileira), produz um combustível 100% renovável. • Gera ainda mais ocupação e renda no meio rural. • O etanol possui azeotropia, quando misturado em água. Com isso, sua desidratação requer maiores gastos energéticos e investimentos com equipamentos. • Os equipamentos de processo da planta com rota metílica é cerca de um quarto do volume dos equipamentos para a rota etílica, para uma mesma produtividade e mesma qualidade. • Gera ainda mais economia de divisas. • Dependendo do preço da matéria• Não é tão tóxico como o metanol. • Menor risco de incêndios. prima, os custos de produção de biodiesel etílico podem ser até 100% maiores que o metílico. LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Proporção álcool – óleo varia com matéria-prima!! Razão molar álcool:óleo à 6:1 Soja Algodão Girassol Milho Óleo (mL) 1000 1000 1000 1000 Etanol (mL) 365 324 400 322 Metanol (mL) 254 225 278 224 Processo reativo deve ser adaptado para cada matéria-prima oleaginosa LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] 2. Preparação de catalisadores HOMOGÊNEOS São solubilizados na mistura reacional Alcalinos: Hidró Hidróxido de só sódio (NaOH (NaOH)) HETEROGÊNEOS São sólidos que não se solubilizam na mistura reacional Enzimá Enzimáticos: Lipase Metó Metóxido de só sódio (NaOCH (NaOCH3) Etó Etóxido de só sódio (NaOCH (NaOCH2CH3) Hidró Hidróxido de potá potássio (KOH) Metó Metóxido de potá potássio (KOCH (KOCH2CH3) Argilas (aluminosilicatos ): (aluminosilicatos): Hidrotalcitas Argilas aniônicas Etó Etóxido de potá potássio (KOCH (KOCH2CH3) Outros: Ácidos: Ácido sulfú sulfúrico (H (H2SO4) Sais (Carbonato (Carbonato de potá potássio) ssio) Óxidos (Ó (Óxido de magné magnésio) sio) Ácido sulfônico (C (CnH2nC6H4SO3H) LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Comparação de catalisadores homogêneos alcalinos Hidróxidos de sódio (NaOH) e de potássio (KOH) Vantagens: - São relativamente baratos (soda 98% à R$2,00 R$2,00 por quilo). - Facilmente encontrados no comé comércio. - Reaç Reação rá rápida (~ 1 h) comparada à catá catálise ácida (até (até 8 h). - Não ataca quimicamente os tanques reacionais, bombas e tubulaç tubulações de transporte. - 0,5 a 1,5% em massa de óleo (pouco, comparado ao heterogêneo) Desvantagens: - Precisam ser removidos do biodiesel ao fim da reaç reação à Lavagem do biodiesel. - Se o óleo tiver alta acidez, podem formar sabões na mistura reacional, dificultando a separaç separação de fases glicerina e biodiesel. LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Teor de catalisadores homogêneos alcalinos Teor de catalisador no meio reacional: - Típico: 0,5% a 1,5 % em massa - Depende da acidez original do óleo - Adição no álcool Pouco catalisador: Muito catalisador: Reação muito lenta Formação de gel LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Comparação de catalisadores homogêneos alcalinos Fonte: apresentação B. Vidal LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Comparação de catalisadores homogêneos alcalinos Fonte: apresentação B. Vidal LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Comparação de catalisadores homogêneos alcalinos Reações paralelas indesejáveis: Fonte: apresentação B. Vidal LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] 3. Reator de transesterificação Pequena escala Grande escala DESCONTÍNUO CONTÍNUO - Maior controle operacional - Maior produção - Possibilidade de acertos pós-reacionais - Necessidade de instrumentação e controle LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] 3. Tipos de reatores para a transesterificação BSTR (Batch Stirred Tank Reactor) CSTR (Continuous Stirred Tank Reactor) PFR (Plug Flow Reactor) FBR (Fixed Bed Reactor) saída saída entrada entrada entrada saída LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] A escolha do reator químico ideal Reação irreversível: A à produtos CAo (-rA) = knCAn Tempo reacional, t Velocidade, (-rA) Concentração, CA Equação cinética: (-rA) = knCAn (-rA) = knCAn Concentração, CA LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Reação irreversível elementar Reação reversível elementar A+BðC+D A+BóC+D Velocidade, ((--rA) Velocidade, ((--rA) Cinética Química (-rA) = kCACB Concentraç Concentração, CA 1 (-rA) (-rA) = kdCACB-kiCCCD CAe Concentraç Concentração, CA 1 (-rA) Concentraç Concentração, CA CAe LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Concentraç Concentração, CA Concentração CÉster CÁlcool CTriglicerí Triglicerídeo Tempo Tempo ótimo de processamento em reator descontínuo (Batelada – BSTR) t reação = − ∫ CA C Ao dC A (− rA ) LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] A escolha do reator químico ideal Área = 1 (-rA) CAo − CA τCSTR = ( −rA ) CAo CA CA CA CAo t BSTR = − ∫ CA CAo Área sob curva = τPFR = − ∫ CA CAo dCA ( −rA ) CA dCA ( − rA ) LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] CAo A escolha do reator químico ideal CA 1 (-rA) CAo CA CAo BSTR CSTR CA CA CAo t BSTR = τ PFR < τ CSTR Maior conversão no PFR e no BSTR para mesmo volume reacional Menor volume reacional do BSTR ou do PFR para mesmo grau de conversão desejado LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] PFR A escolha do reator químico ideal PROBLEMA NO REATOR DE FLUXO PISTONADO (PFR): COMO PROMOVER CONTATO ENTRE FASES IMISCÍVEIS (ÁLCOOL E ÓLEO)? ALTERNATIVAS: Reator de leito fixo (FBR) (Melhor contato interfases com mesmo desempenho do PFR) Uso de misturador estático na linha do Reator PFR (Promove mistura radial sem alterar mistura axial) Associação em série de reatores CSTR Garante mistura de componentes com desempenho similar ao do PFR LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] A escolha do reator químico ideal Economia em volume reacional comparado a um único reator CSTR 1 (-rA) CA3 CA2 CA CA1 CAo CAo CA1 Associação em série de reatores CSTR CA2 CA3 Garante mistura de componentes com desempenho similar ao do PFR LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] A escolha do reator químico ideal LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Projeto de reator químico para transesterificação Reator de mistura: Sem zonas mortas Mistura perfeita Propriedades uniformes no reator AGITAÇÃO Movimento dos reagentes ≠ MISTURA Contato e choque entre os reagentes Precisamos de mistura perfeita!!!! LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Como promover mistura perfeita no reator Dimensionamento adequado de: Pás – mistura vertical Chicanas – quebra de vórtex LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Cálculo de potência do motor e rotação adequada Cálculos baseados nas dimensões do reator e nas características dos fluidos reagentes LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Cálculo de potência do motor e rotação adequada Exemplo: Agitação Mecânica: Agitação por bomba e reciclo: Tempo de mistura: ~32 s Rotação: 217 rpm Tempo de mistura: tempo para renovar 6 vezes o volume reacional (~30 min) LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Exemplo de projeto de reator na literatura (1985) LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] 4. Separação de fases pós-reacionais (glicerina e biodiesel) Decantação: Centrifugação Mais barata Mais cara Processo esotérico (depende de tudo!!) Mais eficiente Mais rápida Muito lenta Fase rica em ésteres etílicos (Biodiesel) Fase rica em glicerina, impurezas e excesso de etanol T+A D+A M+A k1 k2 k3 k4 k5 k6 E+D E+M E+G LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Só no fim da reação formase glicerina 5. Lavagem do biodiesel Mist Washing Água Bubble Washing Stir Washing Dry Washing Água Água MgSO4 LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] 5. Lavagem do biodiesel A REMOÇ REMOÇÃO DO CATALISADOR COM ÁGUA DEVE SER CUIDADOSA, PARA EVITAR A EMULSIFICAÇ EMULSIFICAÇÃO DA MISTURA PELA AÇ AÇÃO DO SABÃO!! LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] 6. Retirada de umidade do biodiesel Evaporação Adsorção Eficiente Eficiente Gasto térmico Gera resíduo Reação química Eficiente Gera resíduo LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] 6. Purificação da glicerina Destilação Neutralização Eficiente Eficiente Gasto térmico Gera resíduo Ácido graxo Glicerina Sais de sódio ou potásio LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Tecnologia para produção de biodiesel GRANDE ESCALA DE PRODUÇÃO MME/SPG EM OPERAÇÃO EM REGULARIZAÇÃO (ANP ou SRF) EM CONSTRUÇÃO OU PROJETO INICIADO SUB-TOTAL NOVOS PROJETOS TOTAL Fonte: levantamento MME/SPG (ago/06) Quantidade de Usinas CAPACIDADE (MM L/ano) 7 123 14 466 16 1.150 37 1.739 20 57 842 2.581 LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Legenda: Em operação Em regularização (ANP / SRF) Em construção ou projeto iniciado Novos projetos e intenções Tecnologia para produção de biodiesel GRANDE ESCALA DE PRODUÇÃO Catálise homogênea (metóxido de sódio) Uso de sebo bovino 100 mil t/ano de sebo 100 milhões de litros de biodiesel por ano LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Tecnologia para produção de biodiesel GRANDE ESCALA DE PRODUÇÃO Catálise homogênea (metóxido + etóxido de sódio) Rota etílica Uso de óleo de soja e sebo bovino 57 milhões de litros de biodiesel por ano LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Tecnologia - biodiesel em média e pequena escala - Redução de custos de processo - Facilidade de operação - Facilidade de caracterização - Minimização de resíduos LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected] Tecnologia - biodiesel em pequena escala Instrumentação para pequenas plantas: (NECESSIDADES): • Operação descontínua (batelada). • Monitoramento de parâmetros reacionais (temperatura, mistura, concentração de glicerina). • Controle de separação de fases (glicerina e biodiesel) • Controle de lavagem do biodiesel (separação de sabões e neutralização do catalisador alcalino) e eliminação de resíduos. • Controle na purificação da glicerina • Controle na recuperação do etanol • Baixa complexidade tecnológica (técnico em química). LadeBio - Fone: 16 – 3351-8693, e-mail: [email protected]