CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ ANAIS DO II SIMPÓSIO DE PRÁTICAS EDUCATIVAS DA FSA E III ENCONTRO Pibid FSA Marcia Zorello Laporta Pró-Reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão – PROPPEX (Organização) 1ª edição Santo André 2013 CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ ODUVALDO CACALANO – Reitor LUIS COELHO DOS SANTOS – Vice-Reitor MARTA ELISABETE W. OLIVI – Pró-Reitora de Graduação MÁRCIA ZORELLO LAPORTA – Pró-Reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão FLÁVIO MORGADO – Pró-Reitor de Administração e Planejamento Organização – Marcia Zorello Laporta – Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão – PROPPEX Coordenação editorial – Diogo Augusto Veri Editoração gráfica – Eveline de Morais A. Trindade Arte da Capa – Diogo Augusto Veri Catalogação na Biblioteca Comunitária Jacob Daghlian Marcia Zorello Laporta, Pró-Reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão – PROPPEX (org.). – Santo André. Centro Universitário Fundação Santo André, 2013. 139p. ISBN 978-85-8284-036-8 1.Educação. 2.Simpósio I. Laporta, Márcia Zorello (org.). II Centro Universitário Fundação Santo André. III. Título: Anais do II Simpósio de Práticas Educativas da FSA e III Encontro Pibid FSA. CDD – 371.37 Fundação Santo André | Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão (PROPPEX) Av. Príncipe de Gales, 821 | Santo André – CEP: 09060-650 | Tel: 55 11 4979 3428 E-mail: [email protected] SUMÁRIO PROGRAMA INICIAÇÃO CIENTÍFICA – PIIC/PIBIC/PIBITI A ATUAÇÃO DOS ORGANISMOS INTERNACIONAIS NO COMBATE À FOME NO SÉCULO XXI E AS CONTRIBUIÇÕES DO BRASIL ...........................................................10 ADAPTAÇÃO DO INSTRUMENTO SERVQUAL PARA MENSURAÇÃO DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS DE PÓS VENDAS E ASSISTÊNCIA TÉCNICA EM EMPRESAS DO SETOR AUTOMOBILÍSTICO ..............................................................................................11 AS IMPLICAÇÕES SOCIAIS DA PRODUÇÃO DE CARNE PARA CONSUMO HUMANO.12 ATLAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE SANTO ANDRÉ .......................................................13 CASOS AUTÓCTONES DE LEPTOSPIROSE NA REGIÃO DO IPIRANGA - SÃO PAULO NO PERÍODO DE 2005 A 2011 ..........................................................................................15 CIÊNCIA X RELIGIÃO: OS CONCEITOS RELIGIOSOS SOBRE A UTILIZAÇÃO DE CÉLULAS-TRONCO ADULTAS E EMBRIONÁRIAS. .........................................................16 COMPARAÇÃO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DO UHMWPE EM DIFERENTES CICLOS DE INJEÇÃO .........................................................................................................18 DETERMINAÇÃO DO FÁRMACO ALBENDAZOL EM AMOSTRAS COMERCIAIS POR TITULAÇÃO EM MEIO NÃO AQUOSO...............................................................................19 ESTRATÉGIAS DIDATICAS PARA OS DESAFIOS DA APRENDIZAGEM FRENTE À DISLEXIA ............................................................................................................................20 FEMINISMO E A LIBERDADE SEXUAL .............................................................................21 FÍSICA APLICADA E MODELAGEM MATEMÁTICA ..........................................................22 IDENTIFICAÇÃO DO USO DE BROMATO DE POTÁSSIO EM PÃES COMERCIALIZADOS EM DIFERENTES CIDADES BRASILEIRAS ...................................23 IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE ESPÉCIES VEGETAIS INVASORAS NO CAMPUS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ ..........................24 IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE OBSERVATÓRIO SOCIOECONÔMICO PARA O GRANDE ABC PAULISTA ....................................................................................25 JUVENTUDE BRASILEIRA: A SOCIABILIDADE PERVERSA NA SOCIEDADE DE CONSUMO ..........................................................................................................................26 LEVANTAMENTO DE CARACTERÍSTICAS GENÉTICAS PRESENTES EM INDIVÍDUOS PORTADORES DA SÍNDROME DE DOWN NA REGIÃO DO ABC ...................................27 LIXO ELETRÔNICO: UM GRANDE PROBLEMA ...............................................................28 O CICLO DE VIDA DE MODIGLIANI: PERFIL ECONÔMICO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO .......................................................................................................................29 O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA NOS PROJETOS PIBID/PEDAGOGIA DO ESTADO DE SÃO PAULO ..................................................................................................................25 O PROBLEMA DE CORTE DE TUBOS APLICADO A UMA EMPRESA DO SETOR DE AUTOPEÇAS ......................................................................................................................26 OBSERVATÓRIO SOCIOECONÔMICO PARA O GRANDE ABC PAULISTA: O MERCADO FORMAL DE TRABALHO ................................................................................27 PERCEPÇÃO AMBIENTAL E NARRATIVAS VISUAIS DA TRANSFORMAÇÃO DA PAISAGEM DE ILHA COMPRIDA (SP)...............................................................................28 PROJETO NEXUS: UM ESTUDO DE CASO DA IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA ERP NO AMBIENTE CORPORATIVO DA EMPRESA GOODYEAR DO BRASIL ......................29 PROPOSIÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO PARA MENSURAÇÃO DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS DE PÓS-VENDAS E ASSISTÊNCIA TÉCNICA DAS INDÚSTRIAS AUTOMOBILÍSTICAS ...................................................................................30 PROTEÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL SUBAQUÁTICO: MEMÓRIAS E HISTÓRIAS DE ILHABELA .....................................................................................................................32 REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE PACIENTES PORTADORES DE HIDRADENITE SUPURATIVA......................................................................................................................33 VERIFICAÇÃO DOS PATAMARES MAIS ADEQUADOS DE TEMPERATURA DE AUSTENITIZAÇÃO E RESFRIAMENTO PARA FABRICAÇÃO DE AÇO DP 600 EM TERMOS MICROESTRUTURAIS .......................................................................................34 PROGRAMA PARFOR AFETIVIDADE NO PROCESSO DE ADAPTAÇÃO ESCOLAR E O COGNITIVO ..............35 APRENDIZAGEM ESCOLAR POR MEIO DE ATIVIDADES LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.............................................................................................................................36 A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL .........................................38 A ESTIMULAÇÃO AUDITIVA NA ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO BERÇÁRIO ..............39 A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA ......................................................................................40 A IMPORTÂNCIA DA ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL I .............................................41 A IMPORTÂNCIA DO CONTO DE FADAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL .............................42 A LEITURA E A FORMAÇÃO DE LEITORES: UM OLHAR PARA A CONTAÇÃO DE HISTÓRIA............................................................................................................................43 ALFABETIZAÇÃO ATRAVÉS DE TEXTOS DE MEMÓRIAS ..............................................44 BRINCAR E APRENDER ....................................................................................................45 BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL ................................................................................46 BRINQUEDOS, BRINCADEIRAS E JOGOS NA ATUALIDADE .........................................47 BRINQUEDOTECA HOSPITALAR: O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA TERAPÊUTICA .....48 BULLYING ...........................................................................................................................49 CONSTRUINDO A CIDADANIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: O RESPEITO À DIVERSIDADE HUMANA ...................................................................................................50 EDUCAÇÃO INFANTIL DE 0 A 3 ANOS NO BINÔMIO EDUCAR E CUIDAR ....................51 EXPERIÊNCIAS MUSICAIS EM EDUCAÇÃO INFANTIL ...................................................52 JOGOS COOPERATIVOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL ......................................................53 LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL ........................................................................55 LÚDICO ...............................................................................................................................56 O BRINCAR COMO ELO NA APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO INFANFIL. ....................57 O BRINCAR NA SALA DE AULA ........................................................................................58 O ENSINO DA ARTE: DO FAZER ARTÍSTICO AO FAZER PEDAGÓGICO ......................59 O GÊNERO FEMININO NA CONTEMPORANEIDADE ......................................................60 O ENSINO DA ARTE: DO FAZER ARTÍSTICO AO FAZER PEDAGÓGICO ......................61 PSICOMOTRICIDADE E O TRABALHO COM ALUNOS DO 3º E 4º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL I ................................................................................................................62 PSICOMOTRICIDADE PARA CRIANÇAS DE 0 A 3 ANOS: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL ................................................63 TDAH ...................................................................................................................................64 PROJETO PIBID BIOLOGIA ATIVIDADES DA ESCOLA ESTADUAL LAURO GOMES DE ALMEIDA ............................65 BATALHA DOS VÍRUS........................................................................................................67 CORTINA BIOQUIMICA DOS ALIMENTOS........................................................................68 DINÂMICA ―FLUTUAÇÃO DAS POPULAÇÕES‖ – TRABALHANDO ECOLOGIA COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO ............................................................................................70 DISSECÇÃO DE CORAÇÃO DE GALINHA ........................................................................72 DNA EM ORIGAMI ..............................................................................................................73 EXTRAÇÃO DO DNA DO MORANGO ................................................................................74 HORTA SUSTENTÁVEL .....................................................................................................75 MICROSCÓPIO CASEIRO COM UTILIZAÇÃO DE RAIO LASER ......................................76 OS PLANETAS DO SISTEMA SOLAR................................................................................77 PIBID NO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA - ATIVIDADES DA ESCOLA ESTADUAL ―PROFESSORA CYNIRA PIRES DOS SANTOS" - ENSINO MÉDIO ............................................................................................................................................79 PIBID NO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA - ATIVIDADES DA ESCOLA ESTADUAL PROFª NEUSA FIGUEIREDO MARÇAL .........................................80 PIBID NO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA: PRATICAS DOCENTES DESENVOLVIDAS NA ESCOLA ESTADUAL ―PROF. MARIA AUXILIADORA MARQUES‖, SÃO BERNARDO DO CAMPO, SÃO PAULO.....................................................................81 UMA NOVA ABORDAGEM PARA O ESTUDO DE VÍRUS NO ENSINO DE BIOLOGIA: PRODUÇÃO DE JOGOS ....................................................................................................82 PROJETO PIBID CIÊNCIAS SOCIAIS A EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE, RELAÇÃO COM O O OUTRO, O RESPEITO HUMANO.............................................................................................................................83 MANIFESTAÇÕES POPULARES REVINDICANDO SEUS DIREITOS ..............................84 PIBID - CIÊNCIAS SOCIAIS - ATUALIDADES EM SALA DE AULA ...................................85 PROJETO ÁFRICA: ENTENDENDO A ATUALIDADE DO CONTINENTE AFRICANO ......86 PROJETO PIBID HISTÓRIA A HISTÓRIA E O CINEMA: COMO TRABALHAR COM RECURSOS AUDIOVISUAIS DE MANEIRA CRÍTICA E LÚDICA EM SALA DE AULA. ..........................................................87 O ENSINO DE HISTÓRIA E OS DESAFIOS DO PROJETO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA ............................................................................................................................................88 OFICINA DE HISTÓRIA E CINEMA: COMO TRABALHAR COM RECURSOS AUDIOVISUAIS DE MANEIRA CRÍTICA E LÚDICA EM SALA DE AULA ..........................89 PROJETO PIBID MATEMÁTICA MAT-MEMÓRIA E JOGO DA EQUIVALÊNCIA ...................................................................91 MONTE DE SINAIS: AUXILIANDO O ALUNO-DOCENTE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA ..92 PIBID - EXPERIÊNCIA DA APLICAÇÃO DE JOGOS NO ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA .....................................................................................................................94 PIBID MATEMÁTICA 2011 ..................................................................................................95 PIBID UM DIFERENCIAL NO CONTEXTO ESCOLAR .......................................................96 PIBID: A UTILIZAÇÃO DE JOGOS EM SALA DE AULA COMO MATERIAL AUXILIADOR PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA ..................................................................................97 PIBID: JOGOS, QUEBRANDO O TABU NO ENSINO E APRENIZADO DA MATEMÁTICA ............................................................................................................................................98 UTILIZAÇÃO DE JOGOS MATEMÁTICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM ................................................................................................................99 PROJETO PIBID PEDAGOGIA CONTOS, POEMAS E OUTRAS HISTÓRIAS ..................................................................100 A CONSTRUÇÃO DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA DO GÊNERO DE TEXTO INSTRUCIONAL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID/USCS NA EMEB JOSÉ IBIAPINO FRANKLIN ..............101 A CONSTRUÇÃO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS DE GÊNEROS TEXTUAIS DA LÍNGUA MATERNA: A EXPERIÊNCIA DO PIBID NA EMEB DR. JOSÉ FERRAZ DE MAGALHÃES CASTRO............................................................................................................................102 A CONSTRUÇÃO DE UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA DO GÊNERO CRÔNICA: A EXPERIÊNCIA DO PIBID/USCS NA EMEB DR. JOSÉ FERRAZ DE MAGALHÃES CASTRO............................................................................................................................103 A IMPORTÂNCIA DE LER PARA UMA CRIANÇA EM FASE INICIAL DE ALFABETIZAÇÃO .............................................................................................................104 A PRODUÇÃO CIENTÍFICA DO PROGRAMA PIBID NO ESTADO DE SÃO PAULO: OS SEMINÁRIOS EM QUESTÃO ...........................................................................................105 AGRUPAMENTO NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO ...............................................106 CONTRIBUIÇÕES DO PROJETO PIBID ..........................................................................107 CRIANÇAS E LEITURA: AMPLIAÇÃO DO MUNDO E NOVAS POSSIBILIDADES DE APRENDIZAGENS ............................................................................................................108 JOGOS E BRINCADEIRAS NA ESCOLA .........................................................................109 JOGOS MATEMÁTICOS NA SALA DE AULA ..................................................................110 O PIBID NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE UM POSSIBILITADOR DO BRINCAR .....................................................................................111 PIBID E A FORMAÇÃO DOS NOVOS PROFESSORES: A RELAÇÃO ENTRE SUPERVISOR E BOLSISTAS ...........................................................................................112 PROFESSOR: MEDIADOR NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO ...............................113 VÍNICIUS E A ARCA DE NOÉ: UMA PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO AMBIENTE ALFABETIZADOR .............................................................................................................114 PROJETO PIBID QUÍMICA ÁRVORE DE PRATA.........................................................................................................115 EXPERIMENTOS DEMONSTRATIVOS DE POLÍMEROS COMO FERRAMENTA PARA ENSINO DE QUÍMICA ORGÂNICA ..................................................................................116 O ENSINO DA ELETROQUÍMICA ATRAVÉS DA EXPERIMENTAÇÃO...........................117 REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO SOBRE O PARQUE ECOLÓGICO GRUTA SANTA LUZIA DO MUNICÍPIO DE MAUÁ. ...................................118 TITULAÇÃO CONDUTOMÉTRICA ...................................................................................119 PROJETO PIBID - PSICOLOGIA A IMPORTÂNCIA DO FATOR PSICOLÓGICO NO ENVELHECIMENTO ........................120 A SAÚDE MENTAL EM IDOSOS ENTRE 60 E 80 ANOS.................................................121 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO ENVELHECIMENTO PSICOLÓGICO ......122 ASPECTOS PSICOLÓGICOS NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO .......................123 ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DA VELHICE ....................................................................124 CRECHES .........................................................................................................................125 ENVELHECIMENTO .........................................................................................................126 ENVELHECIMENTO .........................................................................................................127 ENVELHECIMENTO ATIVO ..............................................................................................128 ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL E ENVELHECIMENTO PATOLÓGICO .......................130 ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL E O IDOSO COMO CIDADÃO ....................................131 O ENVELHECIMENTO É AQUISIÇÃO .............................................................................132 OS MEDOS DOS IDOSOS................................................................................................133 O TRABALHO NA TERCEIRA IDADE...............................................................................134 SAÚDE MENTAL DO IDOSO ............................................................................................135 SEXO NA TERCEIRA IDADE............................................................................................136 SIGNIFICADO AFETIVO DO ABANDONO EM IDOSOS ..................................................137 PROGRAMA SABINA AULA/VISITA FOCADA SABINA- FENÔMENOS NATURAIS...........................................138 FALANDO EM AMÉRICA LATINA ....................................................................................139 OFICINAS MULTICULTURAIS E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA - BASES LEGAIS E VIABILIZAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS...................................................................141 PRÁTICAS FÍSICAS E SAÚDE COMO FORMA DE ENSINO APRENDIZAGEM .............142 SABINA ESCOLA PARQUE DO CONHECIMENTO: MONITORES COMO PROPONENTES DE ATIVIDADES E AGENTES DE SUA EXECUÇÃO ..........................143 PROJETO CNPQ - VALE O DESENVOLVIMENTO DE LIVROS INTERATIVOS COMO FATOR MOTIVADOR PARA DESPERTAR A VOCAÇÃO TECNOLÓGICA ...................................................................144 10 PROGRAMA INICIAÇÃO CIENTÍFICA – PIIC/PIBIC/PIBITI A ATUAÇÃO DOS ORGANISMOS INTERNACIONAIS NO COMBATE À FOME NO SÉCULO XXI E AS CONTRIBUIÇÕES DO BRASIL Cinthia Blikstein - Graduação em Relações Internacionais, FSA - [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução. Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) foram estabelecidos em 2000 pela ONU com a finalidade de amenizar os males que assolam nossa sociedade nos dias atuais. Através desses objetivos se pretende melhorar a saúde, educação, alimentação, e meio ambiente dos países em geral. Lamentavelmente, a fome ainda é um problema de enorme dimensão que enfrentamos no presente. Desta maneira, uma das metas dos ODM é a de reduzir pela metade a proporção da população que sofre de fome. Assim, propõem-se, neste artigo, apontar os progressos alcançados por meio dos ODM relativos à diminuição da fome, apresentando os dados atuais da fome. Objetivos. O projeto apontará as consequências da fome no âmbito econômico, para que se possa compreender a importância estrutural do combate à fome. Serão apresentados também alguns exemplos de políticas a favor da redução da fome em diferentes países e serão indicados e analisados os resultados obtidos por meio dessas políticas. Considerações. O tema do projeto tem se mostrado muito relevante dentro das Relações Internacionais, pois envolve organismos internacionais, cooperação entre Estados para alcançar objetivos e estudos sobre indicadores sociais e econômicos de diferentes países. Em um mundo tecnologicamente tão avançado é difícil entender porque milhões de pessoas ainda sofrem com um problema tão primitivo como a fome. Claramente esse problema necessita de mais atenção por parte dos governantes e por isso é necessário que haja iniciativas para uma melhor distribuição dos alimentos. O Objetivo do Milênio de erradicar a fome tem sido significativo para chamar a atenção para esta causa. No entanto, a fome ainda não é considerada uma prioridade internacional. Analisando os resultados das pesquisas recentes como do IPEA e relatórios oficiais sobre a fome no mundo percebe-se que houve muitos avanços, mas que ainda há muito a se fazer, especialmente nos países em desenvolvimento, com economias mais fracas. Com as notáveis exceções de Brasil e Índia, a insegurança alimentar não esteve no centro dos programas nacionais de erradicação da pobreza e, por isso, os resultados ainda são insatisfatórios. Palavras-chave: Fome. FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação). ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio). Apoio: Fundação Santo André. 11 ADAPTAÇÃO DO INSTRUMENTO SERVQUAL PARA MENSURAÇÃO DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS DE PÓS VENDAS E ASSISTÊNCIA TÉCNICA EM EMPRESAS DO SETOR AUTOMOBILÍSTICO Henrique Antunes - Orientador: Profº Drº Fernando Cezar Leandro Scramim FAENG - Faculdade de Engenharia Engº Celso Daniel FSA - Fundação Santo André Graduação: Engenharia de Produção com ênfase em serviços [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução. Qualidade em serviços é um tema bastante discutido e questionado tanto entre pesquisadores quanto entre administradores, uma vez que envolve a compreensão não tão trivial de dois conceitos: qualidade e serviço. O termo serviços tem sido foco de estudo de vários autores devido as suas especificidades, estes autores caracterizam os serviços por suas particularidades, como a intangibilidade, a produção e execução simultâneas e o disparo de sua execução por ordem do cliente e por sua variabilidade podendo mudar de fornecedor para fornecedor, cliente para cliente. O termo qualidade então nos remete a avaliar os serviços a partir das experiências vindas da vivência com este setor, portanto, ao falarmos da qualidade em serviços é indispensável a avaliação do grau de satisfação dos serviços bem como os pontos que aumentam ou diminuem de forma relevante a satisfação dos clientes. Objetivos. Desenvolver uma escala para mensurar a qualidade de serviços para o caso dos serviços de assistência técnica das empresas montadoras de veículos, com base no instrumento SERVQUAL. Este objetivo deriva-se permitindo que este estudo também venha a abordar a identificação dos aspectos da qualidade que devem ser incluídos no instrumento SERVQUAL para sua melhor adequação ao caso deste estudo, identificar através da aplicação do instrumento os itens mais críticos nos serviços prestados pelo setor de assistência técnica da montadora em estudo, e por fim identificar as oportunidades de melhoria do setor em estudo. Material e métodos. A presente pesquisa é de natureza exploratória, descritiva, e utilizou, para alcançar seus objetivos, a abordagem de levantamentos amostrais do tipo survey. Para a adaptação do instrumento SERVQUAL as atividades de assistência técnica foram utilizadas técnicas como entrevistas em profundidade com especialistas do setor e com clientes, análise de trabalhos acadêmicos nacionais e internacionais sobre o assunto. Após a adaptação do instrumento, foi realizado o levantamento amostral tipo survey, prática de aplicação de questionário estruturado para obtenção de uma amostra significativa sobre um problema a ser estudado, para que com análises quantitativas seja possível obter as conclusões correspondentes aos dados coletados. Resultados. O questionário SERVQUAL adaptado para este estudo é composto por 28 questões selecionadas como relevantes para a avaliação de expectativa e desempenho do setor de assistência técnica da montadora selecionada para este estudo abordando as seguintes dimenssões: Confiabilidade, presteza, segurança, empatia, comunicação e competência. A realização do survey permitirá as análises de dois elementos. O coeficiente Alpha de Cronbach, este coeficiente estima a confiabilidade obtida no questionário avaliando a correlação entre as respostas dadas pelos respondentes às questões que compõe o questionário. A segunda análise que a realização do survey permitirá é a identificação dos itens mais críticos nos serviços prestados pelo setor de assistência técnica da concessionária pesquisada, segundo a percepção de seus clientes e, consequentemente, a identificação de oportunidades de melhorias. Palavras-chave: Qualidade. SERVQUAL. Serviços. Apoio: Fundação Santo André, CNPq. 12 AS IMPLICAÇÕES SOCIAIS DA PRODUÇÃO DE CARNE PARA CONSUMO HUMANO Eliane Estelita Rosa Capó - Aluna, FSA,colegiado de Ciências Sociais [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução: Atualmente, o Brasil é um dos maiores exportadores de proteína animal do mundo. A indústria frigorífica representa parcela significativa da economia brasileira, a expectativa do Ministério da Agricultura é que, até o ano de 2020, a produção de carne nacional supra 44.5 % do mercado mundial, sendo que, a carne de ave representará 48,1 % das exportações. No entanto, quando analisadas as bases de todo este sucesso percebe-se que a sociedade brasileira desconhece os reais custos sociais e ambientais deste ramo produtivo. Nesta pesquisa de iniciação científica procuramos nos deter nas consequências sociais deste setor produtivo. Uma vez que como podemos averiguar trata-se de um dos ramos de atividade mais insalubres para as mulheres e homens que, por diversos motivos, não possuem outra alternativa de trabalho. Analisamos a fundamentação sócio histórica do agronegócio para a partir daí compreendermos na totalidade as causas da degeneração das relações de trabalho na indústria frigorífica, em especial, a avícola. Objetivo: O intuito deste trabalho é entender e colocar em questionamento a gênese da precarização das relações de trabalho na indústria frigorífica considerada por procuradores do trabalho, Ministério Público do Trabalho (MPT), como a atividade mais insalubre do país, na qual milhares de trabalhadores, diariamente, expõem-se ao risco de distúrbios osteomusculares, transtornos psicológicos e outros tantos problemas decorrentes de uma atividade que exige movimentos repetitivos, longas jornadas de trabalho em um ambiente com temperatura baixa. Material e métodos: Nossas análises foram feitas com base em leituras de livros, artigos publicados em sites, jornais, documentários. Resultados: Com base nas análises de textos e outras fontes podemos afirmar que alcançamos o objetivo proposto de compreender e pôr em discussão no meio acadêmico, fora das regiões em que há grande número de frigoríficos, o problema das condições de trabalho na indústria da carne. Considerações: Sendo a indústria frigorífica um dos ramos de atividade que mais exportam e, também, receptora de recursos financeiros do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) nos chamou a atenção o grande número de denúncias de infrações das leis trabalhistas pelos grandes frigoríficos. Por isso, propomos a discussão em torno desse assunto, buscamos as bases históricas para compreendermos na totalidade as causas deste problema, ampliar este debate na sociedade é de suma importância, pois só há possibilidade de mudar o que se conhece e discute. Palavras-chave: Degeneração do trabalho. Agronegócio. Indústria frigorífica. Apoio: Fundação Santo André. 13 ATLAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE SANTO ANDRÉ Alana Rafael Cosin de Castro - Graduação, FSA, Curso de Pedagogia [email protected] Kelly Coutinho - Graduação, FSA, curso de Padagogia - [email protected] Larissa Correia - Graduação, FSA, curso de Padagogia - [email protected] Marilena Nakano - Professora, FSA, colegiado de Pedagogia [email protected] Marco Aurélio Pinelli Marsitch - Professor, FSA, colegiado de Geografia [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução: O trabalho visa à criação de um atlas da educação básica de Santo André, sistematizando um conjunto de dados sobre o município, em especial sobre a educação, utilizando mapas temáticos. A escolha desta linguagem é feita pela importância que a cartografia vem ganhando no nosso cotidiano, aparecendo de forma cada vez mais frequente na mídia, principalmente porque ela permite condensar um enorme conjunto de informações, facilitando a visualização e a compreensão dos dados estatísticos, por vezes substituindo a necessidade de qualquer texto descritivo. Objetivos: 1. Produzir, eletronicamente, por geoprocessamento, um Atlas da educação básica do município de Santo André para conhecer o conjunto de equipamentos educacionais públicos e privados e onde se situam; estabelecer relações entre a localização dos equipamentos com as variáveis: renda, cor/raça, mulher, analfabetismo e resultados no IDEB e na Prova Brasil; subsidiar futuras pesquisas e intervenções das licenciaturas; 2. Divulgar o Atlas em meio eletrônico, tendo como público alvo os estudantes das licenciaturas da FAFIL. Material e métodos: Para a consecução do trabalho, foram obtidos dados em pesquisa feita nos sites do IBGE, no Banco de Dados do Censo de 2010 e Fundação SEADE. Após a coleta de dados utilizamos o programa Excel do Microsoft Office para elaboração dos gráficos cruzando as variáveis de modo a revelar as possíveis desigualdades existentes no município, para então produzirmos os mapas no programa de geoprocessamento PhilCarto. Resultados: Dado o grande número de bairros na cidade de Santo André, segundo o Censo 2010 (IBGE), foram definidas 43 (quarenta e três) REDES (agregados de bairros) e as variáveis a serem trabalhadas. A variável renda foi definida como sendo o elemento de base para a produção de cruzamentos. Dos resultados obtidos, chama atenção o fato de o Município encontrar-se dentre os quinze com maiores Índices de Desenvolvimento Humano – IDH do país e dentre os dez primeiros do Estado de São Paulo e a desigualdade é uma marca presente nos dados levantados. Vê-se, então, que a situação da educação neste município não pode ser analisada fora do contexto social em que a escola está inserida, uma vez que é no território que se encerram as complexas relações sociais, marcadas também pelo contexto mais geral. Assim entendido, é necessário, então, estudar as características que marcam esse território e, consequentemente, a população que nele vive, para compreender a realidade escolar de Santo André. Considerações: Os dados permitem verificar a grande disparidade presente no município de Santo André quando comparadas as suas REDES. Essa comparação foi feita utilizando critérios relativos a renda, raça, gênero e entorno. Tais desigualdades são, em parte, explicadas pela teoria das desigualdades multiplicadas de DUBET (2000), que aponta uma nova configuração social, que se distancia daquela dicotomia entre operariado e detentores do capital. Não há que se esquecer, também, de acordo com SOUZA (2011), do papel da escola como reveladora, reprodutora e perpetuadora desse processo. 14 Palavras-chave: Atlas. Educação Básica. Território. Apoio: Fundação Santo André. 15 CASOS AUTÓCTONES DE LEPTOSPIROSE NA REGIÃO DO IPIRANGA - SÃO PAULO NO PERÍODO DE 2005 A 2011 José Luis Laporta - Professor, FSA - [email protected] Rodrigo Gomes Gonçalves Braga - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução: A leptospirose é uma doença que acomete tanto seres humanos, como animais domésticos ou selvagens, atinge com mais frequência pessoas que convivem em ambientes que tenham contato com água contaminada e esgotos. Os fatores de risco associados à infecção dependem de características da organização espacial, dos ecossistemas, das condições de vida e trabalho da população. Desta maneira esta zoonose tem uma grande importância na economia e em saúde pública e torna-se importante o estudo para a compreensão dos fatores que desencadeiam o aumento no número de pessoas infectadas pela leptospirose. Objetivos: Fazer um mapeamento das áreas de risco de acordo com os casos, caracterizar os casos de acordo com os atributos: sexo, idade localização e analisar os casos correlacionando com a época do ano. Materiais e métodos: Os locais que submeteu o estudo foram Ipiranga, Sacomã e Cursino localizados no município de São Paulo. Para a realização do estudo foram necessários dados da doença que foram obtidos na Supervisão de vigilância em saúde (suvis). As suvis são unidades descentralizadas da Coordenação de Vigilância em Saúde - Covisa, localizadas nas cinco regiões do município de São Paulo – Norte, Sul, Leste, Centro-Oeste e Sudeste. Nestas suvis são feitos diversos trabalhos, como: Vigilância ambiental no controle de animais sinantrópicos e vacinação anti-rábica para cães e gatos, vigilância sanitária: fiscalização de comércio varejista de alimentos, medicamentos e serviços de saúde e vigilância epidemiológica: vacinação e controle de doenças epidêmicas. A partir dos dados fornecidos pela Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), mais especificamente pela (SUVIS Ipiranga, unidade descentralizada da Covisa), foram analizadas de fichas de campo elaborada pelo setor de zoonoses da prefeitura de São Paulo e realizados cálculos sobre os casos confirmados de leptospirose na região do Ipiranga- São Paulo, no período de 2005 a 2011. Os dados obtidos continham informações sobre os casos suspeitos e confirmados da doença, porém o objetivo deste trabalho só foi estudar os casos confirmados, nos documentos também havia dados como: sexo, idade, data de óbito, data de notificação e o distrito da moradia do afetado pela doença. Palavras-chave: Leptospirose. Animais sinantrópicos. Rato. Apoio: Fundação Santo André. 16 CIÊNCIA X RELIGIÃO: OS CONCEITOS RELIGIOSOS SOBRE A UTILIZAÇÃO DE CÉLULAS-TRONCO ADULTAS E EMBRIONÁRIAS. Roseli Corazzini - Professor, FSA, Colegiado de Biologia. - [email protected] Tawany Ravanelli - Graduação, FSA, Curso de Biologia. - [email protected] Teresa Cristiane Piccinin Parruca - Graduação, FSA, Curso de Biologia. [email protected] Diogo Morige - Graduação, FSA, Curso de Biologia. - [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Resumo A Ciência e a religião. Éticas nos princípios religiosos e a cura de doenças degenerativas através de tratamentos com células-tronco adultas e embrionárias. Encontros com líderes religiosos, que descreveram seus princípios pertinentes ao tema. Resultados: No debate, divergências apontadas. O avanço da Ciência foi aberto à discussão e detectamos dúvidas na questão: qual é o início da vida? Palavras-chave: Religião; Células-tronco; Ciência. Introdução A medicina vem se tornando cada vez mais eficaz. Seus estudos começaram com os egípcios, em que eles abriam os corpos dos faraós e estudavam tudo sobre a anatomia humana. Porém, somente no século XX, os alemães Hans Spermann e Jacques Lob iniciaram suas pesquisas desvendando os segredos das células-tronco e suas características. Hoje em dia sabe-se que estas podem curar inúmeras doenças, e é nesse momento que surge uma contrapartida: Em que momento inicia-se uma vida? Qual é a posição das religiões brasileiras neste contexto? Foram realizadas reuniões individuais, previamente agendadas, com cada líder religioso e o assunto discutido tinha, também, o objetivo de informar sobre as diferenças na utilização das células tronco adultas e embrionárias. Posteriormente foi aplicado um questionário ao qual puderam expressar suas críticas, ideias e conceitos sobre o tema. Objetivos O objetivo dessa pesquisa é classificar, identificar e discutir os conceitos, parâmetros, e opiniões de líderes religiosos, profissionais da saúde e pacientes usuários de células-tronco embrionárias e adultas em tratamentos de doenças degenerativas como o câncer. Material e Métodos A pesquisa iniciou-se com algumas religiões como a Umbandista, Islamismo Testemunha de Jeová, Catolicismo, Evangélicos, Budistas e Cristãos (Igreja Universal do Reino de Deus). Foram feitos contatos antecipadamente por telefone, agendando data e horário com o principal líder de cada religião. Nestas reuniões foram discutidas as crenças e seus ideais de concepção da vida humana, juntamente com o tema Ciências e seus avanços nos tratamentos de doenças graves, esclarecimentos sobre as técnicas atuais de tratamento com células-tronco, foram também comentados. Ao final foi aplicado um questionário a cada um dos líderes, expondo por escrito suas convicções sobre o tema. Foram registrados, através de fotos, os locais visitados preservando a imagem dos entrevistados. Resultados A maioria dos entrevistados, inicialmente, apresentou desconhecimento sobre o assunto e no decorrer da entrevista foram esclarecidas algumas dúvidas na questão científica desses tratamentos. Após a leitura dos questionários, os entrevistados se declararam contra o uso de células-tronco, principalmente as embrionárias, pois não acham certo tirarem uma vida em prol de outra, exceto os Umbandistas que são a favor e afirmam que o ser humano deve ajudar uns aos outros, independente da sua crença ou religião. A pesquisa aponta que, em média, 90% das religiões estudadas acreditam que a vida começa a partir da fecundação. O Islamismo, em contradição com a opinião acima, crê que a vida começa quando a mulher recebe um anjo no centésimo vigésimo dia de gestação, esse anjo ―assopra‖ um novo espírito a um novo ser. Conclusões Pode-se observar que faltam informações na utilização de células-tronco em tratamentos de doenças degenerativas, e os conceitos e crenças religiosas ainda debatem muito essa questão devido aos seus princípios e pela falta de conhecimento no assunto. Esse trabalho é parcial, ou seja, serão questionados alguns profissionais da saúde e possivelmente pacientes que foram submetidos ao tratamento. 17 Palavras-chave: Religião. Células-tronco. Ciências. Apoio: CNPq. 18 COMPARAÇÃO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DO UHMWPE EM DIFERENTES CICLOS DE INJEÇÃO Pâmela da Silva - Aluna do 5° ano de engenharia de materiais do Centro Universitário Fundação Santo André - [email protected] Edvaldo Luis Rossini - Professor RTI do curso de engenharia de materiais do Centro Universitário Fundação Santo André. - [email protected] Bruno Balico dos Santos - Aluno do 5° ano de engenharia de materiais do Centro Universitário Fundação Santo André. - [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução: O consumo de plásticos no Brasil e no mundo tem crescido muito nas últimas décadas, reflexo do enorme sucesso atingido por esse material nas mais variadas aplicações. As características típicas dos plásticos são: baixo custo, baixo peso, boa resistência mecânica, impermeabilidade, transparência e capacidade de coloração, que lhe conferem trunfos irresistíveis para seu uso passivo na forma de embalagens, uma aplicação extremamente importante em uma sociedade voltada para o consumo. Objetivos: Estudar a variação das propriedades mecânicas do UHMWPE, possibilitando avaliar a influência da reciclagem em aplicações finais, após reprocessamento, até o quarto ciclo de injeção e verificação das propriedades de interesse (resistência à tração e ao alongamento, no escoamento e ruptura e ao impacto). Material e Métodos: O material estudado foi o GUR 5113, grade de UHMWPE processável por injeção, fornecido pela empresa Ticona Polymers. Na confecção dos corpos-de-prova o polímero granulado foi moldado em uma injetora BATTENFELD MODELO 1000T, com força de fechamento de 100 toneladas. Os parámetros de injeção foram: temperatura de moldagem Zona 1 = 220 °C, Zona 2 = 230 °C e Zona 3 = 250 °C, temperatura do molde de 60 °C, pressão de injeção de 1350 bar, tempo de injeção 1,5 segundos e ciclos 30 segundos. Após a primeira injeção foi separada 10 unidades dos corpos-de-prova e o restante foi moído em moinho de facas, que permitiu a redução dos corpos-de-prova em grânulos pequenos. E novamente, os grânulos obtidos na moagem foram moldados por injeção, conforme procedimento já descrito, até que o ciclo de separação de 4 amostragens de 10 unidades dos corpos-de-prova fosse cumprido. Posteriormente, tanto as amostras virgens como as reprocessadas foram submetidas aos ensaios de resistência a tração e ao alongamento (Norma ISO 526) e resistência ao impacto charpy com entalhe (Norma ISO 179). Resultados: De acordo com os resultados obtidos, nota-se que ocorreu um decréscimo da ordem de 9% do 2° em relação ao 1° ciclo, provavelmente devido à cisão das cadeias, quando o material é reciclado e submetido a esforços mecânicos. No entanto, no 3° e 4° ciclos verifica-se uma tendência crescente das propriedades de impacto. Quanto às propriedades de tração, cujo, nota-se que mesmo submetido a sucessivos processamentos pelo método de injeção e moagem, o UHMWPE não apresentou alterações significativas na sua resistência à tração no escoamento e na ruptura. Conclusões: De acordo com os resultados obtidos verifica-se que o UHMWPE pode ser utilizado sem comprometimento das suas propriedades mecânicas até pelo menos 4 ciclos de injeção. Suficiente para competir com outros produtos virgens, tornando sua reciclagem economicamente vantajosa e segura em termos de qualidade. Em relação a sua reciclagem, apesar de não ter sido realizada pelos métodos convencionais, pode-se afirmar que é viável, principalmente em fábricas de terceira geração que processam o UHMWPE. Palavras-chave: Reprocessamento. UHMWPE. Propriedades mecânicas. Apoio: Fundação Santo André. 19 DETERMINAÇÃO DO FÁRMACO ALBENDAZOL EM AMOSTRAS COMERCIAIS POR TITULAÇÃO EM MEIO NÃO AQUOSO Julia Aléssio da Silveira - Aluna de graduação, bolsista CNPq, Colegiado de Ciências Biológicas, FSA - [email protected] Prof. Dr. Ricardo Ferreira de Andrade - Professor em RTI, Colegiados de Ciências Biológicas e Química, FAFIL, FSA. - [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução. O Albendazol,Methyl (propylthio)-1H-benzoimidazol-2-yl] carbamato, se apresenta como um pó cristalino, branco, muito pouco solúvel em água, sendo utilizado no tratamento de verminoses como Ascaris lumbricoides, Trichuris trichiura, Taenia spp e outras. Desde 1990 o Albendazol está incluído na lista de fármacos considerados essenciais pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Objetivos. Determinar a quantidade de albendazol em formulações comerciais por titulação volumétrica e por titulação potenciométrica, em meio não aquoso. Comparar os resultados obtidos por ambas as técnicas com aqueles declarados pelo fabricante. Aplicar a metodologia desenvolvida às aulas práticas da disciplina Análise Química Instrumental. Material e Métodos. Para as medidas potenciométricas foi utilizado o potenciômetro digital Micronal com eletrodo de vidro disponível no laboratório de Química e materiais volumétricos como buretas, pipetas, balões volumétricos e outros de uso comum em laboratório. Reagentes: ácido acético glacial, indicador violeta cristal, comprimidos comerciais de albendazol, solução 0,1 M de ácido perclórico. Preparação de solução de ácido perclórico. Mediu-se 4,5 mL de ácido perclórico concentrado em uma proveta, diluindo-se ao final até 500 mL com ácido acético glacial. Essa solução foi armazenada e procedeu-se à padronização da mesma. Padronização da solução de ácido perclórico em 0,1mol/L. Pesou-se inicialmente 0,220g de biftalato de potássio, previamente dessecado em estufa, diretamente em um erlenmeyer de 250mL. Adicionou-se cerca de 50mL de ácido acético glacial, 3 gotas do indicador violeta cristal e titulou-se com a solução de ácido perclórico recém preparada. Repetiu-se o procedimento com nova pesagem de 0,253g de biftalato de potássio. Determinação da massa de albendazol em comprimido. Pesou-se, inicialmente, um comprimido de albendazol em balança analítica. A seguir o mesmo foi transferido para um almofariz e triturado. A massa utilizada para a análise foi de 1,024 g, com a quantidade declarada de 400 mg de albendazol. Titulação volumétrica de albendazol com ácido perclórico 0,0949 mol/L padrão. A titulação volumétrica não pode ser aplicada, pois o comprimido de albendazol apresentou coloração alaranjada quando diluído em ácido acético glacial, mascarando a viragem do indicador. Análise potenciométrica com eletrodo de vidro. Um comprimido de albendazol foi diluído em cerca de 50,0 mL de ácido acético glacial, com agitação mecânica. Em seguida procedeu-se à filtração do mesmo para a retirada dos excipientes. O filtrado foi então recolhido em um erlenmeyer, mergulhou-se o eletrodo de vidro na solução e procedeu-se à titulação com solução de ácido perclórico padronizada anotando-se os valores dos potenciais em mV. Resultados. A viragem do indicador se dá do violeta para o verde. A solução padronizada apresentou concentração média de 0.0949 mol/L de HClO4 em ácido acético glacial. O ponto final da titulação correspondeu à um volume de 16,0 mL de ácido perclórico. O valor obtido de massa de albendazol no comprimido por meio da titulação potenciométrica foi de 384,6 mg. Considerações. O valor obtido está próximo do valor declarado pelo fabricante (96,1% do valor declarado de 400 mg), o que comprova a eficiência do método. O método deverá ser aplicado à outras amostras de albendazol e incorporado às aulas práticas de Análise Química Instrumental. Palavras-chave: Titulação potenciométrica. Albendazol. Fármaco. Apoio: CNPq. 20 ESTRATÉGIAS DIDATICAS PARA OS DESAFIOS DA APRENDIZAGEM FRENTE À DISLEXIA Karen dos Santos Amedore - aluna da pós graduação em psicopedagogia FSA [email protected] Tatiane Evangelista de Souza - aluna da pós graduação em psicopedagogia FSA [email protected] Marisa Sacaloski - Professora da Graduação e da pós-graduação FSA [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Dislexia é um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração e não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição socioeconômica ou baixa inteligência (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DISLEXIA – ABD, 2013). A preocupação em discutir o transtorno relacionado às dificuldades de compreensão e criar estratégias eficazes para atingir alunos com dislexia surgiu pela necessidade de diminuir as tensões que esses alunos têm demonstrado em sala de aula frente aos desafios da aprendizagem. Sabendo que as escolas atuais recebem constantemente alunos com este transtorno e procuram introduzir a educação de forma homogênea a todos envolvidos, o educador vivencia desafios cotidianos para lidar com a diversidade. Assim, o propósito desta pesquisa trata diretamente destes desafios e do caminho que o educador pode buscar como alternativa para gerenciar a apreensão de conhecimento por educandos com dislexia. O conceito atual em que se desenvolve a escola apresenta demandas além dos conteúdos exigidos em sala de aula. Para atingir um educando, o professor precisa contextualizar os conceitos à vida prática além de considerar a diversidade currículos ocultos trazidos nas experiências pessoais de cada aluno. Quando ocorre o fracasso escolar, a aprendizagem em seus processos é colocada em questão. A partir daí, surgem hipóteses baseadas em sintomas observados nos aprendizes. Quando o educador questiona o ―porquê ele não aprende‖ algumas respostas são colocadas. Dentre elas, apresenta-se a dislexia, coresponsável pelas dificuldades de milhões de crianças. A dislexia está associada ao impedimento do pleno desenvolvimento da leitura e da escrita. É visível a falta de informação dos educadores de diversas áreas do conhecimento frente aos casos, por isso é importante tornar eficaz e facilitar o processo de aprendizagem. A abordagem adequada às questões frente ao fracasso escolar, o diagnóstico correto e a intervenção específica diante das peculiaridades do educando são essenciais para a construção da significância no processo de ensino–aprendizagem do disléxico, minimizam frustrações posteriores e efetivam a maturação do indivíduo. Esse estudo tem por objetivo elaborar estratégias didáticas eficientes para atingir educandos do Ensino Fundamental que apresentam dislexia, a fim de minimizar as dificuldades a que esses alunos são submetidos no processo de aprendizagem. Para tanto, foram levantados ao todo seis livros publicados durante a década de 80 até 2006: Vallet (1990), Johnson e Myklebust (1987), Davis (2004) e Rotta (2006) e Ellis (1995) Lanhez e Nico (2002). Em seguida foram elaboradas estratégias para auxiliar o professor de alunos com dislexia por meio de estratégias didáticas para intervenção de conteúdos do Ensino Fundamental II com o propósito de auxiliar educadores a aprimorarem suas práticas para ampararem educandos com dificuldades de aprendizagem associadas à leitura e escrita, conhecida como dislexia, para isto, o trabalho apresentará estratégias de intervenção já existentes e novas alternativas de associação de conceitos a recursos concretos e cotidianos. Palavras-chave: Dislexia. Intervenção. Estratégias. Apoio: Fundação Santo André. 21 FEMINISMO E A LIBERDADE SEXUAL Amanda de Carvalho Bachiega - Aluna do primeiro ano de Psicologia. [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI O feminismo busca repensar e recriar a identidade de sexo sob uma ótica em que o indivíduo, seja ele homem ou mulher, não tenha que adaptar-se a modelos hierarquizados, e onde as qualidades ―femininas‖ ou ―masculinas‖ sejam atributos do ser humano em sua globalidade. (BRANCA ALVES, JACQUELINE PINTANGUY,1985). Atualmente a principal luta do movimento feminista é a por liberdade sexual da mulher, pois ―não se tem dado muita importância ao desempenho da sexualidade feminina. O dever sexual tradicional da mulher tem sido dar prazer e satisfação ao homem e reproduzir. Esse papel sexual feminino ainda é muito comum e está profundamente enraizado na nossa sociedade. (MAITREYI D. PIONTEK, 2002)‖. Portanto, a proposta deste trabalho é aprofundar os estudos sobre o movimento feminista e os tabus que envolvem a liberdade sexual da mulher desde a década de 70 até os dias de hoje. Serão considerados os dados obtidos através de pesquisas bibliográficas. Palavras-chave: Movimento Social. Feminismo. Liberdade sexual. Apoio: Fundação Santo André. 22 FÍSICA APLICADA E MODELAGEM MATEMÁTICA Mauricio B. Magro - Professor Orientador - [email protected] Evandro de Souza Pereira - Engenharia Mecânica - [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Desenvolvemos um estudo sobre métodos numéricos e modelagem de sistemas físicos ligados a conceitos fundamentais de tópicos da Física Clássica. Realizamos um estudo dos assuntos básicos para um curso de Engenharia, como Física, Cálculo e Geometria Analítica e buscamos identificar as principais dificuldades enfrentadas e interesses dos alunos de Engenharia. A partir dessas observações, desenvolvemos mecanismos de aprendizado e novas ferramentas para o ensino destas disciplinas, tendo em vista a realidade do aluno de Engenharia atual. Palavras-chave: Modelagem matemática. Técnicas computacionais. Ensino de Física. Apoio: Fundação Santo André. 23 IDENTIFICAÇÃO DO USO DE BROMATO DE POTÁSSIO EM PÃES COMERCIALIZADOS EM DIFERENTES CIDADES BRASILEIRAS Ronaldo Luis Zeferino - Graduação, FSA, Colegiado de Química - [email protected] Simone Ydi - Professor, FSA, Colegiado de Química - [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI O pão é considerado um dos alimentos mais antigos da sociedade humana. Desde primórdios tornou-se essencial a dietas e questões socioeconômicas. No Brasil, o consumo popular de pão iniciou-se no século XIX. Atualmente, o pão é um dos alimentos mais consumidos no mundo, representando, em suas formulações, características peculiares a diferentes culturas, sendo a formulação mais popular no Brasil a do pão francês, que possui características sensoriais próprias e agradáveis aos brasileiros. Para a melhoria das características desse e de outros produtos de panificação, utiliza-se como aditivo o bromato de potássio o qual trás aumento de volume, umidade e textura dos produtos. Esse aditivo tem caráter oxidante, sendo utilizado para aumentar a retenção de gases no produto e, consequentemente, maior apreciação por parte dos consumidores. A utilização desse aditivo é proibida pela legislação brasileira por ser um composto carcinógeno. No entanto, devido às necessidades que alguns produtores encontram, esse aditivo ainda é muito utilizado. O presente trabalho visa identificar se o pão francês comercializado em diferentes cidades do país, de diferentes regiões, atende a legislação vigente e verificar, também, fatores do hábito de consumo desse produto. A metodologia utilizada mostrou que nenhuma das amostras de pão francês recebeu a adição de bromato de potássio. Quando questionados, os consumidores de pão francês, em sua maioria mulheres e profissionais com grau superior completo, mostraram que o parâmetro textura é o de maior preferencia, crença de que o uso de aditivos utilizados esteja de acordo com a legislação vigente e que a insatisfação com o preço do produto adquirido é muito grande principalmente quando citado o fator qualidade do produto. Palavras-chave: Pão francês. Consumo. Bromato de Potássio. Apoio: Fundação Santo André. 24 IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE ESPÉCIES VEGETAIS INVASORAS NO CAMPUS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ Stephanie Bonna Toneto - Graduação, FSA, curso Ciências Biológicas [email protected] Dagmar Santos Roveratti - Professora, FSA, curso Ciências Biológicas [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Conhecida pela grande capacidade de adaptação e dispersão fora de sua área de distribuição natural, a espécie exótica invasora, pode dominar o espaço de nativas, provocando grandes alterações na dinâmica da comunidade local. Atualmente, em áreas urbanas, a maioria dessas espécies é introduzida através de atividades antrópicas para fins ornamentais que quase nunca consideram a importância da biodiversidade original. Em terrenos abandonados na malha urbana, a vegetação espontânea é quase toda artificial, de plantas introduzidas pelo homem. Salientandose que estudos sobre espécies exóticas invasoras ainda são recentes e insuficientes, principalmente no Brasil, o objetivo do presente trabalho consistiu na identificação e caracterização de espécies arbóreas invasoras, no campus do Centro Universitário Fundação Santo André, localizado no município de Santo André/SP – Brasil. O levantamento das espécies foi feito no período de Março a Abril de 2013. Foi considerado exemplar arbóreo, todo vegetal de caule lenhoso com diâmetro à altura do peito (DAP), igual ou superior a 5 cm. Foram considerados, também, os exemplares ramificados desde a base que apresentassem pelo menos um dos troncos com DAP superior a 5 cm. As palmeiras com estipe superior a 5 cm de DAP foram consideradas integrantes do componente arbóreo. Os indivíduos observados foram identificados no nível de espécie e família e as espécies enquadradas em ―nativas regionais‖ (NR), ―exóticas‖ (E) e ―exóticas invasoras‖ (EI). As espécies invasoras foram classificadas de acordo com a capacidade de invasão: A - alta, M – moderada; B – baixa. Foram identificados 1376 indivíduos até o nível de espécie, pertencentes a 33 famílias e 79 espécies distintas. As espécies predominantes foram: Archontophoenix alexandrae (158 indivíduos), Cedrela fissilis (131), Syagrus romanzoffiana (124), Melia azedarach (61) e Eugenia uniflora (59). Das espécies identificadas, 33 % são nativas regionais, 42% exóticas e 25% são exóticas invasoras, e em relação ao número de indivíduos, 32% são nativas regionais, 27% exóticas e 41% exóticas invasoras. As espécies exóticas invasoras observadas no campus foram: Coffea arabica, Spathodea nilotica, Tipuana tipu, Morus nigra, Syzygium cumini, Triplaris caracasana, Hovenia dulcis, Eriobotrya japônica, Pinus elliottii, Pinus echinata, Schefflera actinophylla, Leucaena leucocephala, Pittosporum undulatum, Melia azedarach, Eucalyptus paniculata , Ligustrum lucidum, Jacaranda mimosaefolia, Archontophoenix alexandrae, Caesalpinia peltophoroides, Pachira aquática. O levantamento realizado no campus constatou um alto número de indivíduos de espécies exóticas invasoras e na sua maioria com alta capacidade de invasão. Durante o levantamento foi observado o surgimento espontâneo de novos indivíduos de Melia azedarach, Morus nigra e Leucaena leucocephala. Propõe-se a substituição gradativa das espécies arbóreas invasoras presentes no campus do Centro Universitário Fundação Santo André, com introdução de espécies nativas da região fitoecológica local, tendo em vista a preservação da identidade biológica da região. Palavras-chave: Exótica invasora. Levantamento arbóreo. Arborização urbana. Apoio: Fundação Santo André. 25 IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE OBSERVATÓRIO SOCIOECONÔMICO PARA O GRANDE ABC PAULISTA Cintia Aparecida da Silva Gomes - Aluno do Curso de Ciências Econômicas. [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI INTRODUÇÃO. O intuito deste relatório é caracterizar o desenvolvimento do projeto de iniciação científica, que tem como objetivos organizar, disponibilizar e divulgar dados socioeconômicos para o Grande ABC, de modo sistematizado, visando integrar as bases informativas relativas a cada um dos municípios que compõem a região. O presente estudo visa também dotar a população e a comunidade acadêmica de informações que ajudem a melhorar o bem estar da população por meio de políticas públicas, reunindo estas informações com uma racionalidade sistêmica, para formar uma base de dados regional e para a elaboração de artigos científicos. OBJETIVOS. Objetivo geral: promover a organização, disponibilização e divulgação dos dados já existentes, visando integrar as bases informativas relativas a cada um dos municípios que compõem a região do Grande ABC. Objetivos Específicos: levantamento e análise de dados municipais relativos à: nível de atividade econômica total e setorial, arrecadação tributária, índices de produtividade, variáveis sobre o mundo do trabalho e variáveis sobre economia da saúde. MATERIAL E MÉTODOS 1. Esboço de um referencial teórico sobre o comportamento produtivo do Grande ABC; 2. Análise de alguns dados regionais do mercado de trabalho regional. Foram utilizadas bases de dados do SEADE, mas com a parceria com o observatório econômico de Diadema, utilizaremos as bases RAIS-CAGED do Ministério do Emprego e Trabalho. RESULTADOS. Através da análise das tabelas de Diadema conclui-se que a rotatividade dos empregados é grande. Outro dado importante é o fato das ocupações com maiores saldos, pertencerem aos menores salários, bem como com menores qualificações. Em 2013 esses números diminuíram, porém com ocupações diferentes. Já as ocupações com menores saldos, são aquelas que possuem maiores salários. Observa-se também, um fenômeno atípico em relação a remuneração médio de empregos formais por setores, no qual o salário feminino é maior que o salário masculino, caso que normalmente não ocorre, posto que nas pesquisas com relação à Brasil, os maiores salários pertencem aos homens. Considerações. Observa-se através da pesquisa realizada que alguns indicadores do mercado de trabalho do Grande ABC associam-se ao processo de reestruturação produtiva. Nota-se que as taxas de desemprego caíram relativamente nos últimos 12 anos, no entanto as maiores taxas de desemprego ainda estão relacionadas as mulheres, ao primeiro emprego e ao nível de escolaridade, além do que de acordo com algumas análises na região de Diadema, pode-se perceber que quanto maior a experiência, maior o salário médio. Outro fator importante a ser destacado, é o crescimento do setor de comércio e serviços na região de Diadema, mas que tiveram saldo de flutuação de emprego formal negativo no curto prazo. As ocupações com maiores e menores saldos, passaram por mudanças no decorrer do período, uma hipótese a ser considerada é que essas ocupações são instáveis, além de possuírem saldos também negativos em relação ao número de admitidos e desligados. Assim, entende-se que o processo de reestruturação produtiva pelo qual o Grande ABC tem passado, a partir da década de 1990 até os dias atuais, tem muita influencia no mercado de trabalho regional. Palavras-chave: Observatório Econômico. Emprego. Reestruturação produtiva. Apoio: Fundação Santo André, CNPq. 26 JUVENTUDE BRASILEIRA: A SOCIABILIDADE PERVERSA NA SOCIEDADE DE CONSUMO Mike Martins dos Santos - Graduando em ciências sociais no Centro Universitário Fundação Santo André. - [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução. Este trabalho se propõe a buscar identificar as razões do conflito entre juventudes, principalmente as oriundas de meios populares, e a escola no Brasil. Mais especificamente, nos interessa compreender as origens das dificuldades dos jovens em questão para se mobilizar nos estudos e atribuir sentido aos conhecimentos que (mal ou bem) essa instituição procura transmitir. Objetivos. Compreender os motivos das dificuldades de conciliação entre ser ―aluno‖ e ser jovem pobre no Brasil. Por que o ―mundo do aluno‖ se encontra distante do ―mundo da escola‖? Por que a cultura juvenil difere radicalmente da cultura transmitida por essa instituição? Não desconhecemos que este fenômeno apresenta características singulares na história de cada indivíduo, em cada escola e em cada região (SPOSITO e GALVÃO, 2004). Neste trabalho buscamos elementos conceituais e empíricos para compreender a estruturação das experiências juvenis no cotidiano, que são delimitadas pela lógica da estrutura social, a qual entendemos ser, em última instância, um dos fatores responsáveis pelo ―conflito entre a escola e os jovens a quem pretende formar‖ que culmina na ―crise da escola‖, ―ponto pacífico entre os educadores‖ (DAYRELL, 2007). Material e Métodos. Partindo da obra marxista de Agnes Heller, mais especificamente, dos trabalhos da autora a respeito da vida cotidiana, procuramos analisar algumas das contribuições desta perspectiva (a qual consideramos ainda não totalmente explorada pelos estudos em educação) em diálogo com a sociologia da juventude e a sociologia da educação. Resultados. Os conceitos de DUBET(1998) a respeito da desinstitucionalização e de CHARLOT(2000) de relação social com o saber esclarecem mais as formas de manifestação do fato do que os fundamentos do problema. A alienação da vida cotidiana, fruto da acentuação da divisão social do trabalho, das classes sociais e da propriedade privada é uma categoria essencial para compreender as raízes da ―crise da escola‖ e pensar as dificuldades postas. A pobreza das experiências formativas no cotidiano pode ser entendida como a origem dos problemas. A relativa ausência dos elementos não-cotidianos (ciência, filosofia, arte, política etc.) na vida cotidiana (e as manifestações de distanciamento para com o conhecimento escolar e com a posição de aluno) dos jovens em questão são as consequências (HELLER,1987). Considerações. Não se trata de maneira alguma de estigmatizar os mais pobres como ―alienados‖ ou de construir uma imagem de suas características a partir das ―faltas‖, mas sim, na verdade, de buscar respostas para a ―crise da escola‖ através de uma percepção de que o jovem tem o direito de estabelecer relações (em outros espaços além da escola) com os elementos não-cotidianos em seu cotidiano para ampliar suas possibilidades de construção como indivíduo autônomo e consciente de si e do mundo. Sem isso, a escola parece ter poucas possibilidades de se renovar e dar conta de uma tarefa formativa e mediadora para a qual lhe falta apoio social. Palavras-chave: Juventude. Educação. Agnes Heller. Apoio: Fundação Santo André. 27 LEVANTAMENTO DE CARACTERÍSTICAS GENÉTICAS PRESENTES EM INDIVÍDUOS PORTADORES DA SÍNDROME DE DOWN NA REGIÃO DO ABC Cristina Valletta de Carvalho - Professor, FSA, Ciências Biológicas [email protected] Keith Takano Mendes - Aluno Graduação, Curso de Ciências Biológicas, FSA [email protected] Renato Frederici - Aluno Graduação, Curso de Ciências Biológicas, FSA [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução. A constatação clínica da Síndrome de Down só ocorreu após o trabalho do médico britânico John Langdon Down, em 1866, e o termo ―Síndrome de Down‖ é utilizado para dar créditos a John, pois este descreveu as características mais significantes da síndrome, que na época era confundida com outros erros genéticos (PUESCHEL, 2009; SCHWARTZMAN, 2012). Sabe-se atualmente que o cromossomo extra pode vir do espermatozoide, do óvulo ou da primeira divisão mitótica errônea do zigoto que foi gerado logo após a fertilização. A partir do descobrimento da origem do erro genético, o avanço dos estudos citogenéticos permitiu a identificação de tipos diferentes de alterações no cromossomo 21, sendo estas a trissomia completa, a translocação e o mosaicismo (PUESCHEL, 2009; SÍNDROME..., 2013). Objetivos. Estabelecer entre as cidades de Santo André e São Caetano do Sul a porcentagem de cada possível erro que pode ocorrer no cromossomo 21, bem como avaliar as comorbidades relacionadas à Síndrome de Down. Material e Métodos. Foram coletadas informações de prontuários de 88 alunos das APAEs das cidades de Santo André e São Caetano do Sul tendo como base uma ficha de anamnese com as variáveis em estudo. Posteriormente os dados foram tabulados. Resultados Preliminares. Estatísticas comprovam que a trissomia pura é o erro mais comum do cromossomo 21. Os casos em que ocorrem erros de divisão celular do zigoto, que resultariam em mosaicismo e os resultantes de translocação nos genitores são raros. Verificamos que dentre as comorbidades relacionadas à síndrome, as cardiopatias, os problemas na glândula tireóide (hipotireoidismo) e o refluxo gastroesofágico foram frequentemente encontrados. Devido a estas e outras comorbidades, alguns dos indivíduos foram submetidos a cirurgias para correção de mal formações cardíacas e para contenção do refluxo. Cirurgias para retirada de adenoide também foram realizadas. No tocante ao aspecto nutricional, a grande maioria dos indivíduos faz uso de medicação para complementar sua nutrição, mais especificamente complexos vitamínicos para deficiência das vitaminas A, B e D além de minerais como o ferro. Apesar da falta de nutrientes, constatou-se que certa porcentagem dos casos estudados utilizava remédios diuréticos, o que possivelmente leva a crer que estes estavam acima do peso. Muitas vezes o alto índice de massa corporal se deve a problemas na glândula tireóide, e sendo assim, o hipotireoidismo, problema mais comum encontrado neste estudo em relação à esta glândula, caracteriza a produção insuficiente de hormônios tireoidianos, e sendo assim, remédios foram frequentemente prescritos para suprimir a falta destes. Em relação a doenças genéticas na família, observou-se que a maior parte dos indivíduos não possui parentes com algum tipo de problema genético. Quanto à síndrome em estudo, constatou-se que haviam parentes de origem paterna e materna e até mesmo irmãos gêmeos com trissomia do 21. Com relação ao fator idade, verificou-se que a idade materna é certamente a causa mais provável para geração de indivíduos com trissomia, visto que a partir dos 30 anos a frequência de geração de crianças com Síndrome de Down aumenta consideravelmente, especialmente dos 38 aos 42 anos. Palavras-chave: Síndrome de Down. Cromossomo 21. Anomalias Cromossômicas. Apoio: Fundação Santo André. 28 LIXO ELETRÔNICO: UM GRANDE PROBLEMA Edvaldo Luis Rossini - Professor do Centro Universitário Fundação Santo André. [email protected] Carla Maria de Oliveira Biosca - Graduação em Engenharia Ambiental. [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução.Atualmente, devido ao crescimento exponencial do fenômeno da globalização, o qual se deu acompanhado de grande avanço tecnológico, impulsionando de forma sem precedentes o nível, a quantidade e a qualidade das trocas de informações, assim como o desejo natural compulsivo dos consumidores em terem sempre a última palavra em matéria de aparelhos eletrônicos, fez com que o lixo eletrônico ocupasse parcela significativa na composição dos resíduos sólidos gerados no mundo. Atualmente, o lixo eletrônico representa cerca de 5% dos resíduos sólidos. O descarte inadequado de tais resíduos ocasiona sérios problemas ao ser humano e ao meio ambiente, pois geralmente possuem em sua composição as PCI‘s que são constituídas por metais pesados altamente tóxicos, como mercúrio, cádmio, berílio e chumbo, além de vários outros materiais, como cobre, estanho, gálio, índio, ouro, prata, paládio, e mais uma família inteira de materiais únicos e indispensáveis e, portanto, de altíssimo valor agregado. Objetivos.Realizar um trabalho interdisciplinar procurando aprimorar as especificidades apreendidas ao longo do curso, implantar as práticas de reuso e destinação sustentável do lixo eletrônico e buscar caminhos que permitam reciclar ou pelo menos tratar adequadamente as PCI‘s que já tenham atingido o final da vida útil. Materiais e Métodos. O material selecionado para está etapa do trabalho consistiu de componentes normalmente presentes no lixo eletrônico do CUFSA. Utilizou-se uma CPU modelo COMPAQ marca ULE173706, um teclado modelo TRONI marca B55S/N:170, um mouse modelo ITAUTEC marca KC-S20030 e uma caixa de som modelo TRONI marca KB-3001R. A metodologia consistiu em desmontar cada um dos materiais, separar e classificar cada componente conforme sua natureza. Em seguida, realizou-se um levantamento sistemático sobre as práticas de reuso e destinação sustentável do lixo eletrônico, sobre os componentes constituintes das PCI‘s, seus malefícios ao ser humano e ao meio ambiente, assim como sobre métodos de reciclagem e tratamentos adequados. Resultados. Ao ser segregado todos os componentes da CPU, mouse, teclado e caixa de som obteve-se cerca de 40% de plástico, 35% de metais, 5% de dispositivos eletrônicos e 20% de outros elementos. A massa total das PCI‘s foi de 1,71 kg, representando cerca de 16% da massa total que foi de 10,7 kg. Através dos levantamentos realizados verificou-se que as PCI‘s possuem em sua composição uma grande variedade de metais que representam boa parte dos metais presentes na tabela periódica. Considerações. O lixo eletrônico constitui um grande problema ao ser humano e ao meio ambiente e que é essencial a implantação de práticas de reuso e destinação sustentável. É necessário buscar caminhos que permitam reciclar ou pelo menos tratar adequadamente o lixo eletrônico e, principalmente, as PCI‘s que já tenham atingido o final da vida útil, pois o simples descarte inadequado pode causar danos graves ao ser humano e ao meio ambiente. Palavras-chave: Lixo eletrônico. Meio ambiente. Placas de circuito impresso. Apoio: Fundação Santo André, CNPq. 29 O CICLO DE VIDA DE MODIGLIANI: PERFIL ECONÔMICO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO Talita Barbosa Gonçalves Costa - Aluna, FSA, Graduação de Ciências Econômicas. [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução. O objetivo deste projeto de iniciação científica é caracterizar o desenvolvimento da Teoria de Franco Modigliani.Tendo como objetivo demonstrar o desenvolvimento de toda teoria de Modigliani focada na população idosa e em como o idoso atualmente gasta sua renda tendo como pano de fundo a Teoria de Franco Modigliani, observando os pontos em comum a realidade brasileira. O presente estudo visa analisar a aplicação das principais características da Teoria na vida do individuo em diferentes estágios da sua vida. Objetivos. Tal projeto tem como objetivo Geral investigar e analisar o processo de acumulação e desacumulação de riqueza financeira ao longo do ciclo de vida por partes nas unidades familiares. E tem como objetivo específico: Analisar o modelo de Ciclo de Vida de Modigliani e aplicá-lo a realidade econômica brasileira atual. Materiais e Métodos. 1. Foi analisada toda base teórica de Franco Modigliani sobre o ciclo de vida. 2. Foram utilizados dados do IBGE para identificar onde a população idosa estaria gastando sua renda, com o objetivo de constatar se era compatível ao que Modigliani afirmava em sua teoria do ciclo de vida. Resultados Obtidos. Nos países em desenvolvimento têm–se observado um maior crescimento da população idosa. Segundo Modigliani está parte da população deveria estar no estágio de despoupança,ou seja, gastando os acúmulos adquiridos na sua fase ativa da vida, porém foi constado por está pesquisa que o mesmo não tem ocorrido. Segundo dados do IBGE 2000 que traça o perfil dos idosos como responsáveis pela renda de sua família observa-se que grande parte das famílias que tem idosos em suas casas depende de certa forma de sua renda por diferentes motivos. O Censo 2000 verificou que cerca de 62,4% dos idosos eram responsáveis por seus domicílios enquanto os cônjugues representavam cerca de 22%. Ou seja, os idosos tem sido a base econômica de grande parte das famílias brasileiras. Um dado importante e relevante de ser mencionado é que em 1991 os idosos representavam apenas 18,4% da renda das famílias. O que chama atenção também nos dados colhidos nesta pesquisa do IBGE é a crescente presença do sexo feminino como base econômica das famílias no Brasil representando cerca de 67% na distribuição por sexo. Considerações Finais. Portanto fica claro que a Teoria de Modigliani por si não é capaz de mensurar as mudanças ocorridas com a população idosa no Brasil. O idoso como Modigliani previa está na posição de despoupança, porém, os gastos de seus ativos não têm sido em prol somente de si, mas têm sustentado a população mais jovem trazendo oportunidade de melhor colocação no mercado de trabalho porque o mais jovem sendo sustentado pelo idoso ele entra tardiamente no mercado de trabalho porém entra mais bem qualificado. O que torna o mercado brasileiro atual mais competitivo. Os idosos passaram a financiar ―sonhos‖ dos mais jovens ao invés de gastarem pra si, são hoje financiadores de sonhos de jovens, que como Modigliani descreve estão em momento de ascensão profissional onde sua poupança é zero ou negativa. Palavras-chave: Ciclo de vida. Franco Modigliani. Idosos. Apoio: Fundação Santo André. 25 O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA NOS PROJETOS PIBID/PEDAGOGIA DO ESTADO DE SÃO PAULO Cristiane Tronquin - Graduação, Curso de Pedagogia, Bolsista PIBIC [email protected] Ana Sílvia Moço Aparício - Professora, USCS, Curso de Pedagogia - [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIBIC O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), implantado pelo governo federal, visa incentivar a formação de docentes em nível superior para a Educação Básica, contribuindo, assim, para a valorização do magistério e elevação da qualidade da formação inicial de professores nos cursos de licenciatura. Tendo isso em vista, esta pesquisa tem por objetivo principal investigar as propostas de ensino de língua materna que embasam Projetos da licenciatura em Pedagogia realizados no âmbito do PIBID, em Instituições de Ensino Superior (IES) no Estado de São Paulo. Para o levantamento dos dados de análise, primeiramente identificaremos as IES paulistas que realizam ou realizaram projetos de Pedagogia/PIBID entre 2009 e 2012. Em seguida, procederemos à identificação de tais projetos e os pressupostos teórico-metodológicos que orientam aqueles voltados especificamente ao ensino de língua portuguesa nas séries iniciais do ensino fundamental (1º. ao 5º. ano). Para isso, pretendemos considerar informações sobre esses projetos disponibilizados na Web pelas IES, bem como em produções científicas publicadas em anais de eventos do PIBID realizados no Estados de São Paulo. A metodologia utilizada para esta pesquisa é de base quantitativa e qualitativo-interpretativista. Espera-se com esta pesquisa mapear e explicitar teorias, metodologias e práticas de ensino de língua materna, mobilizadas pelo PIBID, na formação do licenciando em Pedagogia. Palavras-chave: Pibid. Pedagogia. Ensino da língua materna. Apoio: CNPq. 26 O PROBLEMA DE CORTE DE TUBOS APLICADO A UMA EMPRESA DO SETOR DE AUTOPEÇAS Lilian Kátia de Oliveira - Professora, FSA, Colegiado de Engenharia de Produção [email protected] Douglas Furtado Stoppa - Graduação, FSA, Curso de Engenharia de Produção [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução: A pesquisa operacional consiste na aplicação de métodos científicos a problemas complexos para auxiliar no processo de tomada de decisões tais como projetar, planejar e operar em situações que requerem alocações eficientes de recursos escassos (ARENALES et al., 2007). Dessa forma, a pesquisa operacional serve de ferramenta para estudar as operações com o objetivo de oferecer aos gestores resultados quantitativos que auxiliem a tomada de decisões. Dentre as diferentes atividades que são importantes na programação da produção de uma empresa podemos citar a determinação de um plano de corte pois a empresa utiliza parte de sua capacidade produtiva para cortar materiais, muitas vezes utilizados em outras etapas produtivas. Neste sentido, conforme cita Abuabara (2006), esta atividade se relaciona com as demais atividades do Planejamento e Controle da Produção (PCP). Nos problemas de corte, também denominado na literatura como problema de corte de estoque (cutting stock problem), um conjunto de itens deve ser produzido a partir do corte de um conjunto de objetos disponíveis em estoque, de modo a otimizar uma determinada função objetivo. Exemplos de problemas de corte podem ser encontrados nas indústrias de tubo, papel, vidro, móveis, calçados, têxtil, plástica, metalúrgica, chapas metálicas, etc. Tais problemas são bastante estudados na literatura além de serem importantes para o planejamento da produção em muitas indústrias. De modo geral, o processo de corte implica em consideráveis perdas de matéria-prima, com consequente aumento nos custos de produção. Objetivos: Estudar os problemas de corte de estoque e, em especial, a otimização do corte unidimensional bem como os modelos propostos para o corte de tubos metálicos encontrados na literatura, em particular o modelo descrito em Abuabara e Morabito (2008). Ainda, modelar matematicamente o problema de corte unidimensional de uma indústria do setor de autopeças utilizando programação linear inteira com o critério de minimizar os custos de matéria-prima. Em seguida, implementar o modelo proposto para a resolução do problema de corte utilizando a linguagem de modelagem GAMS (General Algebric Modeling System) e analisar a abordagem proposta em situações práticas em uma empresa do setor de autopeças. Material e métodos: Com o intuito de otimizar o planejamento do processo de corte unidimensional de tubos metálicos em uma empresa do setor de autopeças foi proposta uma abordagem de solução com o objetivo de minimizar as perdas do material cortado, tendo como base o artigo de Abuabara e Morabito (2008). Para a resolução do modelo foi usado a linguagem de modelagem GAMS e o solver CPLEX. Para validação do modelo estão sendo realizados experimentos computacionais com dados reais fornecidos pela empresa estudada. As soluções obtidas pelo modelo computacional serão comparadas com as soluções utilizadas pela empresa. Próximos passos: Após o término dos testes computacionais será realizada a análise do desempenho da abordagem proposta com a utilizada na prática pela empresa. Palavras-chave: Problema de corte de estoque. Pesquisa operacional. Planejamento de corte de tubos. Apoio: Fundação Santo André. 27 OBSERVATÓRIO SOCIOECONÔMICO PARA O GRANDE ABC PAULISTA: O MERCADO FORMAL DE TRABALHO Patricia de Fátima Galdino - Aluna, FSA, do curso de ciências econômicas. [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução. Os dados dos empregos formais expostos neste trabalho demonstra o perfil de cada município do Grande ABC, analisados a partir das variáveis de: gênero, escolaridade, faixa etária, renda, atividade industrial - CNAE (Classificação Nacional Atividade e Econômicas), coletados do banco de dados da Rais, no Ministério Trabalho e Emprego. Objetivo. Contribuir com projeto de observatório socioeconômico do Grande ABC paulista, para organizar, disponibilizar e divulgar os dados já existentes, mas que estão dispersos e fragmentados em diversos órgãos e instancias regionais. Atividades desenvolvidas. Os dados dos empregos formais coletados através da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), no site do Mistério do Trabalho e Emprego - MTE foram atualizados até 2012, porém com as classes das variáveis mais amplas, para análise com mais exatidão. Também coletamos e analisamos os dados por Classificação Nacional de Atividade Econômica – CNAE, analisando as atividades no setor indústria por município. Nesse trabalho foi utilizada constantemente a análise gráfica, com todos dados dos empregos formais retirados do Ministério do Trabalho e Emprego do banco de dados da RAIS. Desta maneira coletamos os dados anualmente, sendo de 2000 a 2012, e por municípios do Grande ABC sendo: Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. No setor de indústria, e a partir das variáveis com as seguintes divisões: de gênero sendo: masculino e feminino; a faixa etária sendo: de 10 a 17 anos, 18 a 29 anos, 30 a 39 anos, 40 a 49 anos, 50 a 64 anos e acima de 65 anos; a escolaridade sendo: analfabetos, ensino fundamental de incompleto a completo, ensino médio de incompleto a completo, ensino superior de incompleto a completo, e mestrado e doutorado sendo que essa classe os dados estão disponíveis a partir de 2006, a renda é medida por quantidade de salários mínimos sendo: até 1,00; de 1,01 a 3,00; de 3,01 a 5,00; 5,01 a 7,00; 7,01 a 10,00; e acima de 10,01; e por atividade industrial sendo utilizado o código CNAE sendo na subdivisão de divisão. Palavras-chave: Emprego formal. Rais. Grande ABC. Apoio: Fundação Santo André. 28 PERCEPÇÃO AMBIENTAL E NARRATIVAS VISUAIS DA TRANSFORMAÇÃO DA PAISAGEM DE ILHA COMPRIDA (SP) Luiz Afonso Vaz de Figueiredo - Docente FAFIL, Curso de Química. Angela Martins Baeder - Docente FAFIL, Curso de Biologia. - [email protected] Izaias Carmacio Junior - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas, Bolsista (PIICFSA). - [email protected] Diogo Fernando Rodrigues - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas, Voluntário (PIIC-FSA). - [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução. O município de Ilha Comprida está localizado na região do baixo Vale do Ribeira e Litoral Sul do estado de São Paulo, sendo emancipado politicamente em 1992. Possui vegetação nativa de Mata Atlântica, associada com manguezais, restingas e dunas, além de extensa faixa litorânea, incluído em 1987 em uma Área de Proteção Ambiental (APA), caracterizada regionalmente no Complexo Estuarino-Lagunar de Iguape-Cananéia-Ilha Comprida. A Ilha Comprida (SP) é influenciada pelas dinâmicas marinhas, em virtude disso as ocupações humanas muito próximas da linha litorânea, assim como construções de segunda residência sofreram diversos problemas como casas destruídas pelo mar e alterações ambientais. Objetivos. Analisar a percepção ambiental, os processos de transformação da paisagem e os problemas socioambientais vivenciados por moradores da parte norte da Ilha Comprida (SP) a partir de depoimentos orais e imagens coletadas de modo a construir narrativas visuais desses processos. Materiais e métodos. Os dados foram coletados por levantamento bibliográfico e webográfico que auxiliaram na contextualização da paisagem local e da problemática socioambiental da Ilha Comprida. O conhecimento e a percepção ambiental dos moradores locais foram identificados por meio dos depoimentos orais registrados em gravações obtidas por consentimento dos informantes. Foram escolhidas para as entrevistas pessoas que moram ou tenham contato duradouro na região entre o Boqueirão e a Ponta da Praia, parte norte da Ilha Comprida. As imagens coletadas nos depoimentos com moradores e veranistas foram organizadas em um levantamento fotogeográfico compondo um mapa indicativo dos processos de transformação da paisagem da Ilha Comprida. Os dados foram complementados durante o ano de 2013 por meio de uma produção fotográfica feitas preferencialmente nos mesmos locais das fotos antigas. Também foram utilizadas fotos da região produzidas em outras épocas pelo orientador da pesquisa. Resultados. Os moradores relataram que apesar da modernização do município, a Ilha Comprida ainda é um local tranqüilo para viver nas baixas temporadas, todos responderam que mesmo se tivessem condições para ir embora, eles ficariam ate o fim de suas vidas. Os relatos dos entrevistados entraram em consenso em determinadas partes de suas respostas, destacando os mesmos locais que sofreram mais impactos, de acordo com suas percepções. Dados preliminares mostraram que o Balneário Ponta da Praia é o local de maior destaca na percepção, justamente por ser mais visível a destruição da paisagem e avanço do nível do mar. Observou-se nas imagens coletadas o aumento da mancha urbana com construções de vias de acesso, acumulo de resíduos sólidos, crescimento nos locais comerciais, terraplanagem, supressão e alteração da vegetação nativa e das dunas. Conclusões. De acordo com os moradores entrevistados houve mudanças na paisagem natural ao longo do tempo. Observou-se que os moradores relacionaram a construção da ponte em 2001 como responsável pela ampliação da atividade turística, urbanização, interferências na paisagem natural e falta de segurança, uma vez que não há fiscalização. Em decorrência disso, ocorre também um aumento no acumulo de lixo por parte dos turistas que acampam na praia. Estudos desse tipo podem servir de referencia para ações de educação ambiental e ecoturismo. Palavras-chave: Percepção ambiental. Transformação da paisagem. Ilha Comprida (SP). Apoio: Fundação Santo André, CAPES, Prefeitura de Santo André. 29 PROJETO NEXUS: UM ESTUDO DE CASO DA IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA ERP NO AMBIENTE CORPORATIVO DA EMPRESA GOODYEAR DO BRASIL Bárbara Sampaio Fiorin - Bárbara Sampaio Fiorin, FSA, Engenharia de Produção [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI INTRODUÇÃO: O mercado automobilístico, por ser muito amplo, busca obter tecnologia de forma confiável e rápida que mostre a melhor relação custo/benefício e que ajude a organização a alcançar seus objetivos organizacionais. Para Souza et al. (2007), em tempos onde o aumento do fluxo de informações, a concorrência e a velocidade das mudanças têm constituído variáveis de maior impacto para as empresas, essas têm se deparado com a necessidade de adquirir ferramentas que alicercem sua sobrevivência. Segundo os autores, vale à pena destacar aquelas advindas do uso da tecnologia da informação, como é o caso dos sistemas integrados de gestão ou ERP (Enterprise Resource Planning), capazes de aumentar o controle de informações, melhorando os processos e reduzindo os custos. A empresa em questão vem buscando obter as vantagens dessas tecnologias onde o foco principal está na implementação de um sistema ERP o qual está voltado principalmente para o negócio empresarial auxiliando os processos de tomada de decisão e colaborando para com o sucesso da organização. Portanto, apresenta-se para este trabalho o seguinte problema de pesquisa: ―A implementação do sistema SAP na empresa otimizou o processo de comunicação?‖. Essa pergunta será tomada como base para as análises e fundamentos expostos a seguir. OBJETIVOS: Tem-se, como objetivo geral: analisar se a implementação de um sistema integrado de gestão empresarial no ambiente corporativo conseguiu potencializar a integração de informações entre as diferentes áreas; e, como objetivos específicos: avaliar a utilização do sistema pelos colaboradores, verificar a integração dos processos e rotinas dos setores após a sua implementação e identificar se o SAP acelerou ou não nível de comunicação entre os departamentos. METODOLOGIA: Do ponto de vista metodológico, esta pesquisa caracteriza-se por ser explicativa, pois visa esclarecer pontos estudados e quanto aos meios utilizados, será feito, inicialmente, uma busca bibliográfica e documental, com o objetivo de dar suporte conceitual. RESULTADOS: O SAP, além de aumentar a competitividade no mercado, proporcionar maior velocidade de resposta da organização, otimizar o fluxo das informações, facilitar o acesso às mesmas e fazer com que os colaboradores se tornassem mais produtivos, permitiu aos gestores que qualquer tomada de decisão acontecesse com base em informações reais da empresa. De acordo com as pesquisas realizadas, é possível voltar à pergunta-problema inicialmente abordada: ―A implementação do sistema SAP na empresa otimizou o processo de comunicação?‖. No geral, pode-se dizer que sim, entretanto, verificou-se ainda uma necessidade de amadurecimento muito grande em relação ao sistema para que se possa então, aproveitar seus benefícios de forma mais abrangente e efetiva. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A maioria dos analistas que participaram da implementação projeto enxergaram nele um programa que permitiu maior conhecimento da companhia, crescimento pessoal e amadurecimento profissional. Além disso, ficou evidente que o objetivo da empresa durante toda a implementação do projeto, foi dar ênfase ao fato que o SAP não é somente uma ferramenta de TI, mas sim, uma nova forma de trabalhar, que contou com a contribuição pessoal de todos os envolvidos. Palavras-chave: SAP. ERP. Processo de comunicação. Apoio: Fundação Santo André. 30 PROPOSIÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO PARA MENSURAÇÃO DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS DE PÓS-VENDAS E ASSISTÊNCIA TÉCNICA DAS INDÚSTRIAS AUTOMOBILÍSTICAS Denise Luciana Rieg - Fundação Santo André-FAENG. Professora do curso de Engenharia de Produção com ênfase em Serviços. - [email protected] Bruna Carolina Bispo - Aluna do 4° ano do curso de Engenharia de Produção com ênfase em Serviços. - [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução:Indicadores de desempenho da qualidade são mecanismos que apontam em que grau a missão da organização em relação a seus clientes está sendo cumprida. Ao investigar a literatura acerca de modelos gerenciais baseados em um conjunto de indicadores de desempenho da qualidade em serviços, constata-se que poucos são os trabalhos empíricos sobre o tema. Frente a essa escassez, fica evidenciada a necessidade de que sejam realizadas novas pesquisas, como explicitamente recomendado nos trabalhos de: Nonaka (2000), Martins (1999), Santos Neto (1999), Ramos (1998), e Silva (1993). Objetivos:Desenvolver um conjunto de indicadores para pós venda e assistência técnica em empresa do ramo automobilístico, com intuito de mensurar a qualidade de serviços prestados. Para que este objetivo geral seja atingido, são propostos os seguintes objetivos específicos: mapear o funcionamento do setor de pós-vendas e assistência técnica da empresa a ser analisada; identificar quais são os clientes (concessionárias) da empresa; identificar os critérios competitivos prioritários para os clientes (concessionária); propor indicadores subjetivos e objetivos para mensuração da qualidade dos serviços de pós-vendas e assistência técnica das montadoras. Material e métodos: A pesquisa realizada é de natureza exploratória, descritiva, e utilizou, para alcançar seus objetivos, ao mesmo tempo, a abordagem de estudo de caso e a abordagem de levantamentos amostrais tipo survey. Quanto às técnicas utilizadas para a coleta dos dados na condução do estudo de caso, realizou-se observação in loco, análise de documentos e entrevistas semi-estruturadas com os responsáveis do setor de pós-vendas e assistência técnica da empresa a ser investigada. Na realização do survey, aplicou-se o questionário a uma amostra de 111 empresas-clientes (concessionárias) da montadora estudada, analisando-se: a importância de determinados critérios da qualidade para os clientes e o grau de satisfação dos mesmos quanto a estes critérios. Assim, foram estabelecidos indicadores subjetivos, os quais provem do julgamento do serviço prestado segundo a ótica avaliativa do cliente, onde a empresa em questão pôde avaliar qualidade do serviço por ela oferecido. Resultados: Os critérios analisados quanto à sua importância no processo de prestação de serviços do setor de pós-vendas da montadora analisada e quanto à satisfação dos seus clientes em relação ao desempenho da empresa foram: acesso, flexibilidade, segurança/credibilidade, estética, velocidade, atendimento. O grau de importância dos critérios analisados foi avaliado em uma escala de 1 (nada importante) a 5 (muito importante). Nas análises obtidas nos questionários respondidos pelos clientes, mostra que todos os critérios são de alto grau de importância com exceção da estética do sistema e a apresentação pessoal dos atendentes. Quanto à satisfação dos clientes em relação ao desempenho da empresa nestes critérios, destacam-se: Clientes satisfeitos com o nível de conhecimento do cotech e do techline e clientes satisfeitos com a credibilidade e segurança transmitida pelos técnicos. Para os critérios com maior índice de insatisfação em relação ao desempenho da empresa destacam-se: Rapidez de acesso ao sistema e Clareza das informações do sistema. Considerações Finais: Tal pesquisa possibilitou fixar a importância do estudo de indicadores de desempenho da qualidade, possibilitando a avaliação e melhoria nos momentos da verdade, ou seja, etapa vivenciada pelo cliente, na qual o mesmo está em contato com a prestadora de serviço, buscando não só a melhoria do atendimento ao cliente, mas também a fidelização do mesmo. O trabalho terá continuidade propondo-se indicadores objetivos e analisando seus resultados para o caso estudado. 31 Palavras-chave: Indicadores de desempenho da qualidade. Satisfação do cliente. Serviços. Apoio: Fundação Santo André. 32 PROTEÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL SUBAQUÁTICO: MEMÓRIAS E HISTÓRIAS DE ILHABELA Mirna Busse Pereira - Professora Doutora, FSA, Colegiado de História [email protected] Camila Pedron del Pozo Gregorio - Graduação, FSA, Curso de História [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução: Patrimônio cultural subaquático brasileiro é formado por todos aqueles testemunhos de atividades humanas que se encontram submersos, soterrados ou na área de interface dos ambientes marítimos, lagunares, fluviais, ou em ambientes outrora submersos. Por ser uma questão muito ampla, optamos por pesquisar apenas um tipo de patrimônio específico: os naufrágios. A costa brasileira possui uma extensão de oito mil e quinhentos quilômetros de extensão e exerce jurisdição de até mais de duzentas milhas náuticas. Nesse território existem mais de vinte mil naufrágios que ocorreram desde o século XVI. Desse modo, restringimos a pesquisa para o litoral norte paulista, especificamente, Ilhabela. Percebemos ao longo das pesquisas que o patrimônio subaquático é tratado de forma diferenciada do patrimônio terrestre, embora não haja na Constituição Brasileira de 1988 essa distinção, que irá aparecer nas leis posteriores que tratam dos bens afundados. Além de analisar as leis vigentes e projetos de lei sobre patrimônio, refletimos sobre a importância de preservar esse patrimônio, através de um exemplo especifico que é o navio Príncipe de Astúrias. Esse navio naufragou na região estudada em 5 de março de 1916 e é discutido até hoje. Objetivos: Este trabalho objetiva refletir sobre o patrimônio cultural subaquático existente no litoral norte paulista, bem como contribuir para a conscientização de que esse patrimônio, apesar de escondido pelas águas, pertence à humanidade e, como tal, deve ser preservado. Material e métodos: Foram pesquisados para este estudo 66 reportagens de imprensa, 2 Leis, 1 Projeto de Lei, 1 Convenção, além da Constituição Brasileira. Esse material foi lido e analisado durante o decorrer das atividades. Com o auxilio da bibliografia foi possível buscar nexos nas reportagens e confrontá-las com a legislação. Resultados: Através da análise criteriosa das fontes combinadas com a bibliografia, pudemos perceber que o patrimônio cultural subaquático vem sofrendo sérios danos, seja pela ação de aventureiros, seja pela ação de caçadores de tesouros. A legislação brasileira abre espaço para que sejam feitas retiradas sistemáticas de materiais naufragados sem o devido estudo, já que só será julgado como material histórico ou arqueológico após sua retirada. A recompensa em dinheiro pelos bens encontrados transforma o patrimônio em bem de mercado, isto é, muda a relação de bem cultural da humanidade, que envolve aspectos como direito à história e a memória, para estabelecer uma relação mercadológica. Há um Projeto de Lei em andamento no Senado Federal, que pretende corrigir esses vazios na lei atual e adequar o Brasil para as medidas adotadas pela Convenção da Unesco sobre Patrimônio Cultural Subaquático, assinado em 2001. Considerações: Apesar dos avanços verificados na legislação, o patrimônio cultural subaquático ainda corre muitos riscos, em parte pela deterioração natural e em parte pela falta de medidas de proteção. Apesar de a lei brasileira não evitar ações de caçadores de tesouros, a falta de fiscalização aumenta ainda mais esse prejuízo. Este trabalho representa uma contribuição para a tomada de consciência sobre a necessidade de proteção desse patrimônio subaquático, que é um bem cultural de todos e como tal deve ser tratado. Palavras-chave: Patrimônio cultural subaquatico. Ilhabela. Proteção. Apoio: Fundação Santo André. 33 PROGRAMA PARFOR REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE PACIENTES PORTADORES DE HIDRADENITE SUPURATIVA Luiz Afonso Vaz de Figueiredo - Professor, FSA, Colegiado de Química e colegiado de Ciências Biológicas. - [email protected] Carlos Henrique Foncesca Peiró - Graduação, FSA, curso de Ciências Biológicas. [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI Introdução. A hidradenite supurativa (HS) é uma doença inflamatória crônica das glândulas sudoríparas apócrinas e tecidos em seu redor, pouco estudada no mundo e que ainda não possui etiologia conhecida. Portadores de HS costumam ser acometidos de problemas com sua autoestima, dificultando ainda mais seu convívio social. Os pacientes em fases crônicas sofrem de dores intensas, principalmente quando os abcessos estão em processo inflamatório, apresentando calor e vermelhidão local. O próprio autor deste trabalho, por ser portador de HS, conhece a dor e carga emocional que a doença acarreta, e, por isso o trabalho visou pesquisar a representação social, identificando traços psicológicos dos pacientes. Objetivos. O trabalho tem como objetivo identificar e analisar a representação social de portadores de hidradenite supurativa, podendo assim identificar alguns dos traços psicológicos dos pacientes. Metodologia. A metodologia usada na pesquisa foi da teoria da representação social, cunhada por Serge Moscovici para: ―Designar especificamente o tipo de fenômeno ao qual a sua interpretação teórica se aplica‖. Foi aplicado um questionário contendo perguntas de caracterização como gênero, idade, entre outros; assim como a evocação de palavras a respeito da HS. Foram criadas grupos de categorização das palavras que geraram mapas conceituais. Resultados. Os questionários foram enviados para os candidatos à pesquisa, respondidos, devolvidos e analisados. Foi feita triagem e tabulação das palavras presentes nos questionários recebidos. A palavra dor foi escolhida em 100% dos questionários, assim como as palavras nojo, tristeza, vergonha, mau cheiro apareceram bastante, mas em menor frequência, demonstrando sua presença constante na vida de portadores de HS. Algumas palavras também foram evocadas em menor intensidade, enfatizando a insatisfação já expressa nas palavras anteriormente expressas. Exemplos delas são Medicação, sangue (fisiológicas), sofrimento, depressão (emocionais), aceitação e adaptação (motivacionais). Em alguns questionários foram usadas frases muito relevantes para demonstrar a insatisfação dos pacientes, como por exemplo: ―Seguida de suas enormes secreções e sangue, origina emocionalmente um grande constrangimento e muita vergonha.‖ E também: ―Não acho que exista uma pessoa 100% feliz que possua hidradenite. Sinceramente não. Não consigo escrever muito. Só de falar nisso me dá aperto no peito...‖. Considerações finais. Observou-se que há um profundo sofrimento tanto físico como psicológico dos portadores de hidradenite supurativa, que travam verdadeiras batalhas com si mesmos, todos os dias. É imprescindível que novas pesquisas sejam feitas a respeito da doença, assim como é importantíssimo que haja um acompanhamento psicológico com os pacientes portadores, para que tenham uma qualidade de vida boa enquanto aguardam por mais estudos. Palavras-chave: Hidradenite supurativa. Representação social. Aspectos Psicológicos. Apoio: Fundação Santo André, Prefeitura de Santo André. 34 VERIFICAÇÃO DOS PATAMARES MAIS ADEQUADOS DE TEMPERATURA DE AUSTENITIZAÇÃO E RESFRIAMENTO PARA FABRICAÇÃO DE AÇO DP 600 EM TERMOS MICROESTRUTURAIS Camila Pucci Couto - Aluna FSA, colegiado de Engenharia de Materiais [email protected] INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI O segmento automotivo tem impulsionado o desenvolvimento de novos materiais e o aprimoramento dos mais antigos, como é o caso do aço. Os Aços Avançados de Alta Resistência têm sido muito utilizados pelo setor devido suas características que consiste em basicamente por aliar ductilidade e alta resistência mecânica, desta gama de aço pode-se destacar os aços Dual Phase, que consiste em uma matriz ferrítica e o restante de martensita. Contudo, devido ao know how protegido pelas indústrias fabricantes, não são conhecidas as exatas condições de aquecimento e resfriamento para obtenção da estrutura bifásica. Deste modo, este estudo tem por objetivo simular em laboratório temperaturas e tempo de aquecimento, condições de resfriamento para obtenção de uma microestrutura típica de aço DP 600 e assim torná-las públicas. Os ensaios mostraram que as amostras que foram aquecidas a 840ºC por 20 minutos se aproximaram mais a microestrutura de um aço DP600, mesmo em condições de processos diferentes das realizadas em siderúrgicas. Palavras-chave: Dual Phase. Martensita. Ferrita. Apoio: CNPq. 35 AFETIVIDADE NO PROCESSO DE ADAPTAÇÃO ESCOLAR E O COGNITIVO Sirlei Carreira Martins - Aluna do curso de Pedagogia Parfor [email protected] Celina de Medeiros Caetano - Aluna do curso de pedagogia Parfor - [email protected] PARFOR Introdução. O desenvolvimento emocional é o processo contínuo que vai desde o nascimento até o final da vida e é influenciado na mediação com o outro, sendo base para construção da identidade e da autoestima. O vínculo afetivo que o professor estabelece em sala de aula é que irá desencadear fator essencial para que as crianças sintam-se seguras e confiantes, e desenvolvam atitudes e pensamentos positivos e tenham um desenvolvimento emocional e cognitivo saudável. Objetivo Geral: Identificar as questões que envolvem a relevância da afetividade no processo escolar, como também durante o desenvolvimento integral do aluno.Objetivo específico: Repensar as práticas do professor no processo ensino-aprendizagem. Justificativa: Hoje a educação infantil deixou de ser assistencialismo e sim um direito da criança. A primeira infância é uma etapa fundamental para o desenvolvimento da criança. Os professores devem estar bem orientados e preparados para recebê-las,penando no seu desenvolvimento integral, tendo eles responsabilidade na sua formação. Método: O estudo será realizado através de pesquisa bibliográfica em autores como Wallon, Winnicott, entre outros. Resultados: O estudo está em fase de desenvolvimento teórico e resultará no trabalho de conclusão de curso de pedagogia. Palavras-chave: Educação. Afetividade. Desenvolvimento. Apoio: CAPES. 36 APRENDIZAGEM ESCOLAR POR MEIO DE ATIVIDADES LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Vanessa Patrícia Fusita Camargo - Professora de educação infantil e ensino fundamental da Rede Municipal de Santo André, estudante do 4º ano do curso de Pedagogia/ PARFOR na FSA. - [email protected] Alzira Nunes Costa Torres - Auxiliar de educação infantil na Rede Municipal de Rio Grande da Serra, estudante do 4º ano do curso de Pedagogia/ PARFOR na FSA. [email protected] Silvia Leal de Oliveira - Professora de educação infantil na Rede Municipal de Ribeirão Pires, estudante do 4º ano do curso de Pedagogia/ PARFOR na FSA. [email protected] PARFOR A ludicidade no ambiente escolar promove inúmeras contribuições para o processo de ensino e aprendizagem, quando associadas a práticas que favoreçam a interação, a criatividade, a comunicação, a curiosidade, a expressão, a espontaneidade, o pensamento, respeitando as individualidades e cultura do educando no processo de construção do pensamento e conhecimento. O objetivo deste estudo é analisar e discutir o papel do lúdico para o desenvolvimento global de crianças entre 3 a 5 anos, no processo de ensino e aprendizagem escolar, apontando possibilidades de práticas pedagógicas que contemplem ludicamente áreas dos componentes curriculares da educação infantil. Atualmente, reconhece-se a importância do lúdico e do brincar no desenvolvimento infantil. No entanto, ainda há certa dificuldade por parte daqueles que trabalham na área em compreender plenamente a organização das atividades curriculares aproveitando todo o potencial que a ludicidade proporciona. O presente trabalho aponta caminhos para práticas docente lúdicas, fundamentadas em pesquisas teóricas- científico e sugere a busca de novos conhecimentos proporcionando o aperfeiçoamento contínuo. Neste processo o professor mediador é aquele que faz a ponte para que o aluno alcance o conhecimento, planejando e organizando as atividades de acordo a fase de desenvolvimento da criança, promovendo interações entre a criança e o objeto de estudo, estimulando a perceber e observar as situações problema a fim de solucioná-las, aproveitando os erros para reformular novas situações de aprendizagem, em uma postura constante de reflexão e autoavaliação sobre suas práticas pedagógicas. O processo de ensino e aprendizagem lúdico requer a participação de um aluno que não deve ser um sujeito passivo, mas protagonista da sua própria aprendizagem, aquele que tem a liberdade de agir, construir, criar seu conhecimento a partir de sua realidade. As situações lúdicas envolvem sentimentos e emoções, um estado interior desprovido de barreiras e lacunas que impedem a entrega para a aprendizagem, o conhecimento, a diversão, o prazer, a afetividade e a sensibilidade. A prática pedagógica Lúdica demanda ambientes, materiais e espaços que propiciem a satisfação, o interesse, desafios, curiosidade e envolvimento da criança, onde ela possa sentir-se livre para se expressar espontaneamente e interagir; deve haver flexibilidade para modificações e arranjos; espaços com áreas livres; espaços para construir cantos de interesse. Acreditamos que um trabalho pedagógico lúdico, fundamentado teoricamente, facilitará também a conscientização da família sobre a importância da aprendizagem lúdica no desenvolvimento infantil, para fortalecer vínculos e a valorização do trabalho do professor. O método de pesquisa será de cunho Bibliográfico, baseado na exploração de obras como: RCNEI, autores como Piaget, Almeida, Kishimoto, entre outros. A análise das obras estará baseada nas ideias de Severino (2007), que sugere: leitura, análise e interpretação. Deste modo, esta pesquisa poderá contribuir para reflexões sobre a prática docente lúdica que desenvolvemos junto aos nossos alunos, pautada na pesquisa científica. Palavras-chave: Lúdico. Fases do desenvolvimento. Educação infantil. 37 Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 38 A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Ana Paula do Nascimento Silva - Graduação pedagogia PARFOR, 4 ano c [email protected] Antonia Gonçalves Cardoso - Graduação pedagogia PARFOR 4 ano c [email protected] PARFOR Introdução. Este estudo tratará da arte de contar histórias como uma ferramenta no processo de ensino aprendizagem na educação infantil. Justificativa: Este trabalho justifica-se pelo fato de acreditarmos que o ato de contar histórias desenvolve a imaginação e o gosto pela leitura. Objetivo: Discutir o papel da arte de contar histórias na educação infantil. Palavras-chave: Criança. História. Imaginação. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 39 A ESTIMULAÇÃO AUDITIVA NA ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO BERÇÁRIO Rosemara Aparecida Rodrigues do Vale - Aluna do Curso de Pedagogia PARFOR - 4ºB Professora do ensino fundamenta I da rede Estadual de Ensino. [email protected] Inês Alice Pedreschi Rodrigues - Aluna do Curso de Pedagogia PARFOR - 4ºB Professora de Educação Física do ensino fundamenta II da rede Estadual de Ensino. [email protected] PARFOR Introdução. Nas ultimas décadas, instituições escolares e seus docentes tem direcionado seus olhares à musica no contexto escolar de forma lúdica, nos trazendo a reflexão sobre o quanto este material sonoro esta sendo bem explorado nas mais diversas linguagens e fronteiras disciplinares. Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ANO), a criança tem o direito de uma educação de qualidade. Faz-se necessário refletir sobre recursos diferenciados, visando facilitar o processo de ensino-aprendizagem. A música presente em processos de aprendizagem foi notificada como possível ferramenta para desenvolvimento global da criança sem fugir do seu cotidiano cultural (BENENZON, 2002; BRUSCIA, 2000). Justificativa. Recentemente tem sido realizados estudos na área da educação tem se voltado a um foco interdisciplinar. Tais trabalhos sugerem que a música, e o trabalho fonoaudiológico, iniciados no berçário poderiam ser um instrumento fortalecimento à alfabetização mais produtiva e dinâmica, portanto, melhorando o rendimento escolar dos alunos. (autores que trazem essa ideia). Objetivo. Destacar com base na literatura consultada que as músicas infantis e ritmos sonoros trabalhados a partir do berçário podem ser um recurso facilitador para a aquisição da fala na educação infantil, auxiliando no seu desenvolvimento fonológico, cognitivo, social, emocional e futuramente na fase de alfabetização. Método. Esta sendo realizado revisão de literatura abrangendo uma seleção de fontes que envolve livros clássicos, artigos científicos, revistas, publicados nas últimas décadas nas áreas de fonoaudiologia, musicoterapia e alfabetização. Contaremos com acesso a bibliotecas virtuais como: Scielo, Lilas e Dedalus. Resultados esperados. Esperamos que este estudo traga contribuições a educadores do ensino infantil e do ensino fundamental I, com quem pudermos compartilhar informações, estimulando a reflexão e o questionamento, apontando caminhos e possibilidades para o aproveitamento da musica como recurso na educação. Palavras-chave: Estimulação auditiva. Alfabetização. Música. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 40 A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA Edilaine Lourenço Da Silva - Graduação, Fsa, Curso Pedagogia /PARFOR [email protected] Katia Honorato - Graduação, Fsa, Curso Pedagogia/ PARFOR [email protected] Nizete Ap.Teixeira - Graduação, Fsa, Curso Pedagogia PARFOR [email protected] PARFOR A Função da Escola é preparar os alunos para desenvolver competências e habilidades que garantam a aprendizagem de todos durante o processo educativo. A indefinição da Função Social da Escola é um dos fatores que contribuem para as lacunas deixadas no processo de aquisição de competências e habilidades. Este trabalho tem como objetivo apresentar e propor novas perspectivas sobre a função social da escola e a importância do professor nesse contexto, através de revisões bibliográficas. Sugere-se a hipótese da diversidade entre as definições da Função Social da Escola e este ponto ser um dos fatores que contribuem para as lacunas deixadas no processo de aquisição, competências e habilidades ao longo da escolaridade, interferindo positivamente na prática pedagógica do professor. Palavras-chave: Função social. Profissão professor. Formação. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 41 A IMPORTÂNCIA DA ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL I Eliza Correia - Colegiado de Pedagogia Parfor - deise [email protected] Iolanda Maria da Silva Urakawa - Colegiado de Pedagogia Parfor [email protected] Margaret Vedoveli Almeida Alves - Colegiado de Pedagogia Parfor [email protected] PARFOR O ensino de arte na escola já foi considerada matéria, disciplina, atividade, mas sempre mantida à margem das áreas curriculares tidas como mais "nobres". Esse lugar menos privilegiado corresponde ao desconhecimento, em termos pedagógicos de como trabalhar o poder de uma imagem, do som, do movimento e da percepção estética como fontes de conhecimento (Pcn, 1997, p.26). De acordo com Barbosa (1991, p.10). "O que a arte na escola principalmente pretende é formar o conhecedor, fluidor e decodificador de obra de arte (...) a escola seria a instituição pública que pode tornar o acesso à arte possível para a vasta maioria dos estudantes em nossa nação. Palavras-chave: Ensino de arte. Conhecimento. Artes Visuais. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 42 A IMPORTÂNCIA DO CONTO DE FADAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Marilene Aparecida Onofre César - Aluna do curso de Pedagogia Parfor [email protected] PARFOR Os Contos de Fadas fazem parte da nossa cultura, acompanham as primeiras recordações da infância e formação como leitores, estimulando nossa imaginação. Apreciar contos lidos ou contados estabelece conexões entre as vivências das crianças e o texto, além de favorecer o processo do desenvolvimento intelectual, afetivo e social nesse período da vida. JUSTIFICATIVA: Como educadora, li vários gêneros literários para os alunos nas unidades em que prestei serviços, nas rodas de leitura pude observar que trabalhar com contos de fadas na rotina escolar é uma atividade prazerosa para todos os envolvidos no processo educativo, pois é um tema de grande aceitação entre as crianças, despertando interesse, desenvolvimento e participação dos mesmos. OBJETIVOS: Discutir a importância dos Contos de Fadas na Educação Infantil. Contribuir com profissionais da educação infantil quanto à presença valiosa dos contos de fadas nas escolas. METODOLOGIA: Utilizarei como método, a revisão bibliográfica relacionada com a prática pedagógica exercida até o presente momento. Essa prática se constitui em registros de momentos da rotina escolar do ano de 2013, em que conto ou leio contos de fadas para as crianças de 3 a 5 anos. CONCLUSÂO: Até o presente momento o que observei nas rodas de leitura foi a carga afetiva que os contos de fadas provocam em quem os ouve e se identifica com as histórias, onde por encanto tudo pode acontecer, os personagens superam desafios, vencem medos, fazem prevalecer a justiça, o fraco vence o forte, demonstrando que sempre vale a pena lutar por seus ideais. Enquanto divertem as crianças, os contos de fadas possibilitam que aspecto de sua personalidade em formação sejam reafirmados na projeção em heróis, heroínas e enredos fazem parte da vida. Palavras-chave: Literatura infantil. Contos de fadas. Educação Infantil. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 43 A LEITURA E A FORMAÇÃO DE LEITORES: UM OLHAR PARA A CONTAÇÃO DE HISTÓRIA Ana Paula Moreira dos AnjosNovo - Aluna do curso de Pedagogia PARFOR. [email protected] Andrea Assumpção Barbosa - Aluna cursando Pedagogia- PARFOR. [email protected] Carla Regina dos Santos - Aluna cursando Pedagogia- PARFOR. [email protected] PARFOR Introdução-O tema presente neste trabalho envolve o mundo de contação de histórias e sua importância para que se formem alunos leitores, além de discutir sobre o valor deste tema para aproximar crianças do mundo da escrita.Justivicativa -A escolha deste tema tem suas razoes pautadas na relevância da contação de historia no desenvolvimento da leitura frente as atuais estudos desenvolvidos na educação. Nosso interesse no desenvolvimento desta pesquisa parte das vivencias com contação de historias nas turmas nas series iniciais e a percepção dos avanços que esta ação tem proporcionado na aprendizagem da leitura e da escrita. ObjetivosDistinguir a diferença entre ler e contar uma história; relacionar a estratégia de contação de historia e aprendizagem da leitura e escrita;compreender de que forma a contação de historia favorece sua formação do aluno como leitor.Conclusões preliminares- Os resultados até o momento alcançados estão relacionados a leitura de livros e artigos de autores reconhecidos que fundamentam teoricamente nossa pesquisa .O objetivo à longo prazo é de aprofundar essas leituras bem como fazer a analise de dados coletados nas pesquisas de campo. Palavras-chave: Leitura. Formação de leitores. Contação de história. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 44 ALFABETIZAÇÃO ATRAVÉS DE TEXTOS DE MEMÓRIAS Ilda Aparecida Avelino Bertoldo - Magistério Aluna do curso de Pedagogia PARFOR - [email protected] Fátima Maria de Jesus - Magistério Aluna do curso de Pedagogia PARFOR - [email protected] PARFOR INTRODUÇÃO: A importância do trabalho de leitura e escrita através de textos de memória tem por objetivo auxiliar a alfabetização, tendo como base a prática construtivista e o papel do professor como orientador na função de oferecer atividades adequadas, que exijam a reflexão sobre a língua escrita, reconhecendo e considerando a bagagem cultural que o aluno traz para a escola, no início de sua alfabetização. Trabalhar o texto de memória desperta a curiosidade da criança, fazendo-a descobrir o desconhecido, estimulando o gosto pela leitura e o interesse em aprender para conhecer. JUSTIFICATIVA: Vários estudos na área da educação mostram que os alunos não têm o costume de ler, ou só leem quando são obrigados e reprimidos pelo professor, e que não entendem os textos, pois, apresentam problemas de compreensão e interpretação. É preciso que ocorra a alfabetização juntamente com o letramento, assegurando desde o princípio do desenvolvimento da alfabetização, a interação dos alunos em práticas de leitura e produção de textos reais e significativos. OBJETIVO: Mostrar que é possível um discente ser alfabetizado fazendo-se o uso de textos de memórias, segundo a bibliografia consultada. Textos estes que despertam a curiosidade e o interesse pela leitura, definindo uma boa situação de aprendizagem, pois, os alunos precisam colocar em jogo tudo o que sabem e pensam sobre o conteúdo em torno do qual o professor organizou a tarefa. METODOLOGIA: Direciona-se o foco nos estudos através de revisão bibliográfica mediante leitura sistemática com fichamento de cada obra e ressaltando os pontos abordados pelos autores, pertinentes ao assunto em questão, sobre a criança, seu desenvolvimento e o processo de construção da escrita, as influências exercidas nas crianças, no período da alfabetização. RESULTADOS ESPERADOS: Comprovar a eficiência do método de alfabetização através dos textos de memória, proporcionando aos alunos uma curiosidade, ou seja, aprender para conhecer. Desse modo será possível confirmar a viabilidade da aplicação desse método de aprendizagem nas séries iniciais do ensino fundamental I. Palavras-chave: Leitura e escrita. Texto de memoria. Alfabetização. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 45 BRINCAR E APRENDER Adelaide Simone Soares Neves - Colegiado de Pedagogia [email protected] Eliane Roberta Honorato - Curso de Pedagogia - [email protected] Maria De Lourdes Herculano Justino - Curso de Pedagogia - [email protected] PARFOR Criar novos habitos salutares, a partir da vivencia com jogos que automaticamente são incorporados a vida das crianças,pode recriar sua visão de mundo e sua atuação nele. A maioria dos jogos trabalha com regras,tanto para confecção,quanto para-o desenvolvimento do ato de jogar. O desenvolvimento da autonomia da criança e aspecto fundamental para sua maturidade emocional e equilíbrio psíquico e mental. Dedicados a pre-escolas e a algumas crianças das series iniciais com algumas defasagem de coordenação motora fina,alguns jogos promovem o exercícios motor,desenvolvendo,assim,essas habilidades tao importante para a alfabetização entendendo que o brincar deve estar vinculado a educação,dentro de uma proposta pedagogia. O brincar e fonte de aprendizagem,jogando ou brincando a criança organiza o mundo que a cerca,domina melhor a situações do cotidiano e se prepara para um futuro mais feliz. Palavras-chave: Aprendizagem. Brincar. Jogos. Práticas pedagógicas. Apoio: CAPES. 46 BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Francisca Ivanete de C Carvalho - Estudante de Pedagogia - Parfor [email protected] Ivonete Guidolin Araújo - Estudante de Pedagogia - Parfor - [email protected] Rosemeire da Silva - Estudante de Pedagogia - Parfor - [email protected] PARFOR Introdução: O brincar é uma atividade do dia a dia, que dá a criança o poder de tomar decisões, expressar sentimentos e valores, conhecer a si mesma, aos outros e ao mundo. Através de repetições e ações prazerosas, partilhando brincadeiras com o outro, expressando sua individualidade e identidade. A criança necessita do contato com outras crianças, pois é através da interação social que se desenvolve a linguagem, reconhecem-se as habilidades e ampliam-se os conhecimentos. O contato físico, social e a comunicação são fundamentais no seu desenvolvimento e uma das maneiras mais eficazes é estabelecida pelo brincar. Os jogos e as brincadeiras, contribuem para o desenvolvimento intelectual, físico e mental, fazendo com que as crianças associem e reconheçam-os em sua realidade. É importante ressaltar que as leis que regem os direitos das crianças garantem essas atividades, tendo a legislação como um dos suportes teóricos na Educação Infantil: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil ( RCNEI) e o Estatuto da Criança e do Adolescentes. Objetivos. Compreender a importância do brincar na Educação Infantil. Utilizar o lúdico na Educação Infantil, favorecendo os profissionais sobre a importância de planejar e realizar atividades nessa fase. Justificativa. Estudo sobre essa temática são importantes na formação de professores que trabalham com a infância. Utilizar o lúdico como estratégia no planejamento das atividades na Educação Infantil vem de encontro a linguagem que é própria das crianças. De forma que os alunos possam interagir, compartilhar, obedecer as regras, através das brincadeiras e jogos desencadeados na escola, proporcionando um maior desenvolvimento, onde futuramente se tornarão cidadãos críticos e autônomos. Método. O estudo será realizado através de pesquisas e estudos bibliograficos, por meio de diversos autores e artigos científicos. Considerações. Este trabalho está em fase de pesquisa bibliográfica, onde sua conclusão será suporte para o trabalho de conclusão de TCC de Pedagogia. Palavras-chave: Educação. Jogos. Brincadeiras. Apoio: CAPES. 47 BRINQUEDOS, BRINCADEIRAS E JOGOS NA ATUALIDADE Jennifer Timbó - Aluna, FSA, Pedagogia - [email protected] PARFOR Abordaremos a trajetória histórica de significação dos brinquedos, brincadeiras e jogos utilizados pelas crianças de forma a identificar mudanças nos aspectos culturais e sociológicos. Sabe-se que o brincar é essencial no desenvolvimento social, cognitivo e afetivo delas e essa fase denominada infância contempla esse processo que exige participação e atenção daqueles que a rodeiam no seu mundo físico. Alguns autores abordam tais aspectos e contribuirão com esse estudo. Serão eles: Gilles Brougère; Tizuko Morchida Kishimoto; José Outeiral; Beatriz Santomauro; J. Gimeno Sacristán Palavras-chave: Brinquedos. Jogos. Interação. Apoio: Fundação Santo André. 48 BRINQUEDOTECA HOSPITALAR: O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA TERAPÊUTICA Anabel Gomes de Lima - Aluna do curso de Pedagogia Parfor - [email protected] Fabiana Santos Barion - Aluna do curso de Pedagogia Parfor - [email protected] Maria Francisca de Araujo Cândido - Aluna do curso de Pedagogia Parfor [email protected] PARFOR Introdução. O tema apresentado é uma reflexão teórica sobre a importância da Brinquedoteca hospitalar como intervenção de apoio na internação de criança e de adolescente. A Brinquedoteca proporciona a oportunidade destes desenvolverem atividades que no ambiente hospitalar não seria possivel sem sua existência.Objetivo. Apresentar a importâcia da Brinquedoteca hospitalar como intervenção de apoio da criança e do adolescente. Justificativa. Pretendemos com este trabalho mostrar o quanto é importante intervenções educativas, como brinquedotecas hospitalares, em espaços diferentes da escola. Método. Este estudo será realizado através de revisão bibliográfica, com autores que realizaram estudos sobre o tema. Resultados e discussão. Segundo a Secretária Municipal da Saúde de São Paulo, atualmente estão em funcionamento 58 brinquedotecas, divididas pelas cinco coordenadorias regionais de saúde. Considerações. Este estudo está em fase de pesquisa bibliográfica que resultará em nosso trabalho de conclusão de curso. Palavras-chave: Educação. Desenvolvimento. Formação de professores. Apoio: CAPES. 49 BULLYING Daniela Gomes Barboza - Estudante do curso de Pedagogia PARFOR [email protected] Ana Paula Barbosa Gomes - Estudante do curso de Pedagogia PARFOR [email protected] PARFOR O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas. As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as ―próximas vítimas‖ do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade. As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio. O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda. No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba. Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho, devido a tudo isso que foi relatado o nosso trabalho tem o objetivo de promover a educação para a paz, devendo proporcionar ao aprendiz um processo de desenvolvimento e resgate de valores e princípios éticos-morais até então desconsiderados, é necessário ensinar a reflexão e pensamento dos mesmos para que se aprenda uma nova e melhor maneira de viver e conviver e respeitando as diferenças. Objetivo é identificar os casos de violência na literatura e estudar como as escolas tem lidado com estas situações atualmente. Justificativa: O tema escolhido se deve pela necessidade de alertar as instituições de ensino que não dão a devida importância a esta realidade muitas vezes por falta de incentivo e recursos que possam subsidiar a prevenção ou reversão dos quadros de violência.Método : Será feito um levantamento bibliográfico com diversos autores Palavras-chave: Construção Histórica. Estratégias. Intervenção. Apoio: CAPES. 50 CONSTRUINDO A CIDADANIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: O RESPEITO À DIVERSIDADE HUMANA Fabiana Donizeti de Oliveira Giroldo - Aluna do Curso de Pedagogia PARFOR 4º Ano [email protected] Marli dos Santos Silva - Aluna do Curso de Pedagogia PARFOR 4º ANO [email protected] Zildinha C P Cesar - Aluna do Curso de Pedagogia PARFOR 4º ANO [email protected] PARFOR Introdução Em nosso trabalho, procuraremos trazer subsídios para a reflexão sobre a importância do trabalho com a diversidade entre os alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental para minimizar os riscos de atitudes discriminatórias no âmbito escolar. Buscaremos divulgar propostas e iniciativas que visem à superação do preconceito e da discriminação. ―A contribuição da escola na construção da democracia é a de promover os princípios éticos de liberdade, dignidade, respeito mútuo, justiça e equidade, solidariedade, diálogo no cotidiano; é a de encontrar formas de cumprir o princípio constitucional de igualdade, o que exige sensibilidade para a questão da diversidade cultural e ações decididas em relação aos problemas gerados pela injustiça social.― (PCN Pluralidade Cultural p. 119). Fundamentaremos-nos também teoricamente no livro de conteúdo Gênero e Diversidade na Escola (2009), e recorremos aos estudos de Foucault (2008a; 2008b) e Bento (2006; 2008). Além desses ainda utilizaremos os artigos de DIVERSIDADE CULTURAL UM DESAFIO NA ESCOLA GABRIEL LAGE Maria do Carmo Lacerda Souza, A diversidade humana na escola: reconhecimento, multiculturalismo e tolerância usado em uma palestra ocorrida apresentada no evento PROGRAMA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA DIREITO À DIVERSIDADE – Secretaria de Educação Especial SEESP/MEC e Prefeitura do Município de Maringá – Secretaria da Educação em 02/09/2004 e 20/10/2004 em Maringá, Paraná. Objeto de Estudo e Problema da Pesquisa Teremos como objeto de estudos a pesquisa acerca da diversidade social que está inserida na escola, a fim de embasarmo-nos no ―como trabalhar‖ com essa diversidade dentro do universo escolar de maneira a difundir entre todos os atores dessa intituição a necessidade de respeito às diferenças e o reconhecimento de todos na importância dessa diversidade para o crescimento de todos como seres humanos. Hipóteses e Objetivos: Será que os professores conhecem e estão sabendo lidar com as diversidades na sala de aula? E os alunos, sabem da existência dessa diversidade e demonstram respeito às individualidades contidas no grupo? A escola tem projetos voltados a amenizar as problemáticas decorrentes à existência dessa diversidade no seu ambiente? Os alunos considerados ―diferentes‖ são tratados com igualdade pelos colegas, pelos professores e demais funcionários da escola? A diversidade é uma motivadora das atitudes agressivas e violentas no universo escolar? Objetivo: Nosso objetivo é analisar e pesquisar documentos e teorias que tratem de explicitar o conceito de diversidade, bem como, a problemática causada pela sua existência no âmbito escolar, a fim de nos embasarmos teoricamente, e estruturarmos nossos conhecimentos acerca dessa diversidade, para trabalharmos com crianças do ciclo I do Ensino Fundamental utilizando a diversidade como instrumento positivo na convivência social, pois integrando as diversas culturas e ―modos de ser e de viver‖, nos tornaremos uma sociedade mais civilizada. Palavras-chave: Diversidade. Cidadania. Construção. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 51 EDUCAÇÃO INFANTIL DE 0 A 3 ANOS NO BINÔMIO EDUCAR E CUIDAR Andréia Donizete Retta - Aluna do Curso de Pedagogia - PARFOR [email protected] Lucilene da Penha Albino Silva - Aluna do Curso de Pedagogia - PARFOR [email protected] PARFOR Introdução: Este projeto abordará o desenvolvimento pedagógico no binômio educar e cuidar na educação infantil, o perfil dos profissionais e suas concepções. Para esse estudo foi delimitado o segmento creche. Objetivo - Geral: Analisar o desenvolvimento do trabalho pedagógico no binômio educar e cuidar. Específicos: identificar os aspectos históricos e analisar a identidade do profissional. Justificativa: entendemos que é importante analisar como vem sendo desenvolvido o trabalho pedagógico e as transformações ocorridas ao longo dos anos na história da educação infantil. Método: pretende-se realizar uma revisão bibliográfica acerca de publicações da área educacional e das leis. Resultados e discussão: o estudo está em fase de desenvolvimento teórico e resultará no trabalho de conclusão do Curso de Pedagogia - Parfor. Palavras-chave: Educação Infantil. Desenvolvimento. Formação de professores. Apoio: CAPES. 52 EXPERIÊNCIAS MUSICAIS EM EDUCAÇÃO INFANTIL Mariana de Oliveira Costa - Professora, FSA, Colegiado de Pedagogia, curso de Pedagogia PARFOR - Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica. [email protected] Andrea Correa de Andrade Alves - Graduação, FSA, curso de Pedagogia PARFOR - Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica. - [email protected] Andrea Correa de Andrade Alves - Graduação, FSA, curso de Pedagogia PARFOR - Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica. - [email protected] PARFOR Introdução: A música tem sido classificada por diversos conceitos limitados, principalmente em contexto escolar. Há quatro modos de experiências musicais, formas de um indivíduo se relacionar com a música: improvisação, recriação, composição e escuta. Tais experiências abordam um conjunto de habilidades perceptivas e cognitivas e evoca divergentes emoções, sem desconsiderar o aspecto cultural e afetivo da criança. A classificação de experiências musicais parece corroborar com a finalidade da Educação Infantil determinada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9694/96. Tal finalidade foca o desenvolvimento global (aspectos social, cognitivo psicológico e físico) da criança até os 5 anos em parceria com família e comunidade. O presente trabalho visa contribuir com pedagogos atuantes da educação infantil e profissionais relacionados. Em nossa experiência profissional notou-se relevante influência de atividades musicais no ambiente escolar. Tal interpretação informal nos levou a curiosidade de investigar tais fenômenos das crianças ao se relacionarem com a música. Objetivo: Pesquisar interdisciplinaridade entre práticas Pedagógicas e Musicoterápicas e suas possíveis contribuições à finalidade da Educação Infantil. Método: Esta sendo realizado revisão de literatura abrangendo livros acadêmicos, artigos científicos, revistas científicas das áreas de Educação e Musicoterapia publicados nas duas últimas décadas. São fontes de pesquisa também as bases digitais: Bireme e Google Acadêmico. Os resultados preliminares da revisão de literatura apontam que através das experiências musicais é possível estimular desenvolvimento global da criança em seus objetivos de aplicação em musicoterapia. Considerações: Esperamos correlacionar tais achados com a prática pedagógica atual, de modo a refletir sobre estratégias interdisciplinares consonantes à prática pedagógica. Palavras-chave: Música. Educação. Musicoterapia. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 53 JOGOS COOPERATIVOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lucia Helena de Lima Moreira - Graduação Pedagogia Parfor - FSA [email protected] SandraRegina Poliche Provazzi - Graduação Pedagogia Parfor - FSA [email protected] Zenilda Cardoso Andrade - Graduação Pedagogia Parfor - FSA [email protected] PARFOR Introdução. O presente estudo visa apresentar os jogos cooperativos como uma prática reeducativa, capaz de transformar nosso condicionamento competitivo para vencer na vida, em alternativas para o exercício da convivência cooperativa. Os jogos cooperativos na Educação Infantil são um recurso que deve fazer parte no processo ensino aprendizagem. O jogo cooperativo desenvolve o poder educativo, pois só há conhecimento significativo, a partir do momento em que as atividades proporcionarem alegria, prazer, fantasia, e descontração. O ser humano precisa de alegria para realizar-se plenamente, portanto o jogo cooperativo deve fazer parte das atividades no processo de ensino aprendizagem. Atualmente, a sociedade está enfrentando tempos de exclusão e de competição exagerada, resultando em pessoas cada vez mais preocupadas com seus interesses, que agem impulsivamente para conquistar seus objetivos. Este trabalho comenta aspectos importantes sobre os jogos cooperativos e a necessidade de se pensar a prática pedagógica ao se elaborar atividades para crianças da Educação Infantil. Acredita-se que os jogos cooperativos sejam recursos norteadores e organizadores do pensamento e das ações, que podem ser utilizados nas mais diferentes situações da vida, pois contribuem no desenvolvimento de atitudes mais responsáveis e construídas por meio da criatividade e parceria. Jogando cooperativamente podemos nos expressar de forma autêntica e espontânea, merecendo o devido valor pelo que somos, e não pelos resultados que alcançamos. Sendo assim, aprendemos que o verdadeiro valor do jogo, não está em somente vencer ou perder, mas fundamentalmente na oportunidade de jogar juntos.Objetivos. Os jogos cooperativos poderão ajudar os alunos na organização de seus pensamentos, possibilitando que suas atitudes sejam conscientes e responsáveis, promovendo a ética da cooperação e desenvolvendo as competências humanas necessárias para a melhoria da qualidade de vida. Os jogos cooperativos oferecem à criança a oportunidade para que ela possa expressar seus afetos e emoções. Ajudam a desenvolver habilidades físicas, intelectuais e sociais. Permitem que haja maior socialização e possibilita que novos canais de comunicação sejam estabelecidos. Sua prática contínua promove a interação da criança em ações motoras, visuais, táteis e auditivas, o que é essencial para que o seu desenvolvimento ocorra de forma integral. Metodologia: Trata-se de um estudo exploratório baseado em pesquisa bibliográfica. Tendo em vista a importância dos jogos cooperativos no processo educacional, a pesquisa será baseada em artigos, revistas, internet, literatura de autores diferentes partindo do mesmo princípio: fazer com que todos os alunos sintam-se incluídos e participantes de todas as atividades propostas. Resultados. Espera-se que o estudo apresente os jogos cooperativos como uma prática reeducativa, capaz de transformar o condicionamento competitivo, e criar alternativas para o exercício da convivência cooperativa. Considerações. Nossa pesquisa consiste em afirmar a importância dos jogos cooperativos na Educação Infantil e demonstrar sua contribuição no desenvolvimento da prática pedagógica, salientando as ―habilidades essenciais humanas‖, conforme descreve o livro ―Jogos cooperativos: o jogo e o esporte como um exercício de convivência‖, utilizaremos também em nossas reflexões o livro: ― Jogos cooperativos: se o importante é competir, o fundamental é cooperar‖, ambos do autor Fábio Otuzi Brotto. "Muitas vezes focalizamos jogos que nada tem a ver com o que realmente acreditamos e sem questionar os valores que transmitem, reforçamos uma cultura de exclusão e competição exagerada, já é chegada a hora de refletirmos criticamente sobre que tipos de jogos necessitamos." (SOLER, 2003:137). Esta citação reforça a ideia que a forma cooperativa de jogar é 54 a maneira mais ideal para promover o desenvolvimento integral do ser, dentro dos aspectos físicos, psicológicos, afetivos e social. Palavras-chave: Cooperação. Socialização. Convivência. Apoio: CAPES 55 LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Aparecida Paixão Miranda - aluna do curso de Pedagogia PARFOR e auxiliar de Educação Infantil em Rio Grande da Serra - [email protected] Joselma Maria Feitosa dos Santos - aluna do curso de Pedagogia e professora de Educação Infantil em Rio Grande da Serra - [email protected] PARFOR Introdução: Letramento é segundo Soares (2007,p.47), o resultado da ação de ensinar ou de aprender ler e escrever: o estado ou condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como consequência de ter-se apropriado da escrita. Para Silva; Lira (2003, p.23), não basta apenas ensinar a ler e escrever, é preciso criar possibilidades para que os alfabetizados passem a ficar imersos em ambiente adequado e possam participar do mundo letrado. Justificativa: A Finalidade deste trabalho é entender como o letramento ocorre na Educação Infantil e se este caminho é o processo mais favorável para auxiliar na alfabetização, nas séries seguintes. Esperamos com este trabalho traduzir o letramento de uma forma simplificada e compreensível. Objetivo: Analisar como o letramento auxilia no processo de aprendizagem na Educação Infantil; Verificar se a escola é o lugar ideal para o desenvolvimento da língua oral; Investigar se o trabalho com gêneros motiva os alunos a desenvolver a linguagem e a escrita. Métodologia: Trata-se de um estudo bibliográfico a partir dos autores clássicos sobre a alfabetização e o letramento, suas interfaces e o processo de significação da escrita pela criança na Educação Infantil. A partir das leituras, foram feitas reflexões sobre: alfabetização e letramento; alfabetizar e letrar: práticas escolares; educação infantil enquanto espaço para letramento; o papel do professor no processo de letramento; práticas de letramento: sugestões possíveis. Resultados e discussões: Alfabetização e letramento: Segundo Tfouni (1995, p.20) ¨enquanto a alfabetização se ocupa da aquisição da escrita por um individuo, ou grupo de indivíduos , o letramento focaliza os aspectos sócio-históricos de uma sociedade¨. Alfabetizar e letrar são práticas escolares? ¨Vivenciar experiências, envolvendo aprendizagem significativas relacionadas ao ambiente no qual estão inseridas, leva as crianças a conhecerem e a valorizarem manifestações culturais de sua comunidade¨. (SILVA e LIRA , 2003, p.42). Educação Infantil enquanto espaço para letramento. Para Horn, Silva e Abreu (2011, p.71) ¨é importante que o professor tenha conhecimento sobre o papel do brincar como propulsor da aprendizagem e do desenvolvimento infantil. Sabemos que o brincar tem papel importante na aprendizagem e no desenvolvimento infantil, levando a criança a se descobrir, compreender a si mesma e seus sentimentos e o funcionamento do mundo em que vive. O papel do professor no processo de letramento. Horn (2004) afirma que ¨o papel do adulto é o de ativar, de um modo indireto, a competência das crianças de extrairem, significados que embasarão suas praticas. Assim não basta ao professor apenas organizar a sala com vários materiais e recursos; é preciso observar e dialogar com as crianças para acompanhar suas aprendizagens e dificuldades enquanto brincam e aprendem¨. Práticas de letramento: sugestões possíveis. Lerner (2002, p.18) explica que ¨o necessário é preservar na escola o sentido que a leitura e a escrita tem como práticas sociais, para conseguir que os seus alunos se apropriem delas possibilitando que se incorporem à comunidade de leitores e escritores, afim de que consigam ser cidadãos da cultura escrita. Palavras-chave: Letramento. Educação Infantil. Gêneros textuais. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 56 LÚDICO Miriam da Conceiçao Tedeschi - Educadora Infanto Juvenil - [email protected] PARFOR Os brinquedos tem a importante missão de estimular a criança sendo uma realidade na vida dela do nascimento até sua vida adulta. Através do lúdico a criança começa a desenvolve a fala, o pensamento e a concentração. Aplicando a brincadeira no cotidiano da criança isso ajudará o processo da formação educativa. Brincar não é um simples ato e sim uma necessidade básica e um direito de todos. A instituição escolar precisa ter espaços lúdicos estruturados para atividade dos alunos e para desenvolvimento de jogos, brinquedos e brincadeiras. Palavras-chave: Lúdico. Lúdico na educação. Lúdico na Educaçao Infantil. Apoio: CAPES. 57 O BRINCAR COMO ELO NA APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO INFANFIL. Rosely Schleiniger Rovere - Aluno do PARFOR, PEDAGOGIA [email protected] Elisabete de Paula - Aluno do PARFOR, PEDAGOGIA - [email protected] PARFOR Introdução: A brincadeira é muito importante na vida da criança e indispensável a saúde física,por isso ,o lúdico deve estar presente na vida das crianças. Objetivo:esclarecer a importância do brincar no desenvolvimento da criança,na educação infantil e na aprendizagem.Fazer uma reflexão sobre as práticas educacionais dentro da sala de aula no que diz respeito a brincar. Justificativa:A escolha do tema como trabalho de conclusão do curso de Pedagogia ''o brincar como elo na aprendizagem da Educação Infantil'',para que as crianças possam aprender a se desenvolver com saúde. Metodologia: O projeto de pesquisa será feito atavés de levantamento bibliográfico de autores que falam sobre o tema propostos. Considerações finais: este estudo esta em fase de pesquisa bibliografica que resultará no trabalho de colclusão de curso de Pedagogia. Palavras-chave: Educação Infantil. Brincar. Aprendizagem. Apoio: CAPES. 58 O BRINCAR NA SALA DE AULA Célia Rodrigues - [email protected] Maria das Dores PARFOR Introdução: O brincar se baseia na ideia de que brincando a criança desenvolve sua capacidade de imaginar, se insere na cultura e na sociedade, aprende a viver em grupo.WAJSKOP, Gisela. Brincar na Pré- Escola. São Paulo: Editora Cortez, 1995. Palavras-chave: Brincadeira. Brinquedo. Educação Infantil. Lúdico. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 59 O ENSINO DA ARTE: DO FAZER ARTÍSTICO AO FAZER PEDAGÓGICO Rosangela Ramos - Aluna do último ano do curso de Pedagogia - PARFOR - turma B - nº 703880. Professora de Educação Infantil e Fundamental da Prefeitura Municipal de Santo André. - [email protected] Izabel Lima de Souza - Aluna do último ano do curso de Pedagogia - PARFOR - turma B nº 703927. Agente de Desenvolvimento Infantil na Prefeitura Municipal de Santo André. [email protected] Maria Paula Rizzo - Aluna do último ano do curso de Pedagogia - PARFOR - turma B - nº 703930. Professora de Educação Infantil e Fundamental da Prefeitura Municipal de Santo André. - [email protected] PARFOR O tema Arte é encantador, quando se pensa no observar e no fazer, no trabalhar de forma docente. Mas, trabalhar com arte é prazeroso para professores e alunos? Há necessidade de formação específica para o trabalho docente? As diretrizes dos PCN em relação ao ensino de arte nas escolas e a falta de formação e valorização dos profissionais da educação, bem como um currículo em que a arte tenha o mesmo valor que as demais disciplinas despertaram o interesse do grupo em pesquisar esse tema. Sem fascinação pela arte é difícil empreendermos uma educação continuada. É primordial que o professor esteja estimulado para envolver-se com o estudo e a reflexão da arte na escola; e que amplie o pensar crítico, valorizando as atividades em sala de aula como forma de impulsionar uma revolução estética capaz de influir na qualidade de vida das crianças com as quais trabalha na escola. Há que se introduzir a arte no currículo, como uma disciplina que complementa todas as outras, não apenas como espaço de manifestação de artes visuais. A arte deve ser reconhecida como linguagem metodológica, ou seja, há que se criar métodos específicos para se ensinar arte. A crianças devem ser o foco central e devem ter oportunidade de exercer a sua criatividade em toda a sua construção artística, pois elas têm, nessa faixa etária, o universo imagético aguçado. Os profissionais da Educação devem valorizar toda forma de expressão da criança no ambiente escolar e, acima de tudo, buscar a cultura artística para poder compartilhá-la aos seus alunos de forma consciente e útil. Este trabalho parte do princípio de que a Arte é conhecimento, construção e expressão e deve ser apresentada como tal nas práticas pedagógicas. O fazer artístico evoca criatividade, emoção e sentimentos liberados sem definições e obrigatoriedades. Assim deve ser também o fazer pedagógico em arte. Deve-se introduzir no currículo o ensino de arte para ampliar o conhecimento artístico, fazendo com que seja prazerosa a aprendizagem. Teoria e prática devem estar articuladas de modo que o fazer artístico e o pedagógico caminhem na mesma direção, pois o que se aprende no âmbito teórico afeta o que se faz na pratica criativa e vice- versa. O fazer artístico é a consequência do fazer pedagógico. O fazer artístico e o pedagógico estão intrinsecamente ligados. Mesmo como disciplina específica, o ensino da arte ainda se depara com professores sem interesse ou sem formação para aplicá-la. Há que se ter interesse em transformar a realidade, ampliar horizontes, tanto de professores como de alunos, a fim de se buscar um desenvolvimento cultural e criativo de todas as personagens envolvidas neste processo ensino-aprendizagem. Espera-se com este trabalho de pesquisa encontrar pistas que contribuam à construção de uma prática em que o fazer artístico e o pedagógico caminhem juntos, transformando, assim, o ensino de artes nas escolas, favorecendo o trabalho do professor em sala de aula com um currículo que funcione como ferramenta facilitadora nas salas de aula e estimulando-o para envolver-se com o estudo e a reflexão da arte na escola. Palavras-chave: Arte. Ensino. Educação. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 60 O GÊNERO FEMININO NA CONTEMPORANEIDADE Marcela Domingues - Aluna de pedagogia do PARFOR [email protected] Magali Santos - Aluna de pedagpgia do PARFOR - [email protected] Marajoara Botechia - Aluna de pedagogia do PARFOR - [email protected] PARFOR Introdução:Este trabalho trata das relações entre homens e mulheres a partir da constatação das desigualdades quanto ao universo feminino, no âmbito familiar,profissional,social e quer evidenciar as conquistas das mulheres no sentido de germinar novas ideias a respeito de uma nova identidade e novos espaços na sociedade. Há um esforço na redefinição dos vários papéis que as mulheres têm na sociedade, porém as mudanças acontecem lentamente,conquistadas ao longo da história. Objetivo: Resgatar por meio de pesquisas publicadas e outras fontes a questão de gênero com foco sobre as desigualdade resgatando estudos da condição feminina em momentos protagonizados pelas mulheres. Justificativa: Este estudo é importante pois traz à tona a problemática das desigualdade,diferenças sociais e suscitar as conquistas das mulheres no sentido de uma nova identidade dos espaços relacionais. Método: Pesquisa bibliográfica sobre o universo feminino nas esferas familiar, profissional, social, com destaque para as conquistas do passado à contemporaneidade, no sentido de frutificar novos debates sobre o gênero feminino. Resultados: Este estudo está em fase de desenvolvimento teórico e que resultará no trabalho de conclusão do curso de Pedagogia/Parfor. Há a expectativa de que ofereça uma contribuição para a proatividade da mulher no âmbito educacional, profissional e familiar. Palavras-chave: Educação. Gênero feminino. Formação de professores. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 61 O ENSINO DA ARTE: DO FAZER ARTÍSTICO AO FAZER PEDAGÓGICO Rosangela Ramos - Estudante de pedagogia - PARFOR - 4º ano B e professora de Educação Infantil e Fundamental na Prefeitura de Santo André [email protected] Maria Paula Rizzo - Psicóloga, Estudante de pedagogia - PARFOR - 4º ano B e professora de Educação Infantil e Fundamental na Prefeitura de Santo André [email protected] Izabel Lima De Souza - Estudante de pedagogia - PARFOR - 4º ano B e ADI - Auxiliar de Desenvolvimento Infantil na Prefeitura de Santo André - [email protected] PARFOR A arte deve ser introduzida na educação como base de estudo, como linguagem metodológica, e que as crianças devem ser o foco central e ter a oportunidade de exercer a sua criatividade. Os profissionais da Educação, em sua didática, devem valorizar toda forma de expressão da criança e buscar a cultura artística a fim de transmiti-la aos seus alunos de forma consciente e útil. Sem fascinação pela arte é difícil empreendermos uma educação continuada. É primordial que o professor esteja estimulado para envolver-se com o estudo e a reflexão da arte na escola; e que amplie o pensar crítico. Ampliar horizontes, tanto de professores como de alunos, a fim de se buscar um desenvolvimento cultural e criativo de todas as personagens envolvidas neste processo ensino-aprendizagem. Foi realizada pesquisa bibliográfica utilizando leitura de livros e artigos escritos ou referendando as principais autoras, professoras-doutoras dentro da disciplina arte: Rosa Iavelberg e Ana Mae Barbosa. Nos embasamos no PCN de Arte e na LDB. Stela Barbieri, Maria Heloísa C. de T. Ferraz e Maria F. de Rezende e Fusari, Eliane Aparecida Bacocina foram outras autoras pesquisadas. Durante as leituras, outros nomes foram reincidentes e também estudados: J.F. Duarte Jr, M. C. Martins e também Piaget, Vigotsky, Paulo Freire. Arte é conhecimento, construção e expressão. O fazer artístico evoca criatividade, emoção e sentimentos liberados sem definições e obrigatoriedades. Assim espera-se ser também o fazer pedagógico em arte. A arte sempre foi um dos componentes da educação, porém em algumas escolas brasileiras está focada apenas como entretenimento, primordialmente, na forma de artes visuais. Espera-se que seja introduzido no currículo o ensino de arte para ampliar o conhecimento artístico, fazendo com que seja prazerosa a aprendizagem. Teoria e prática devem estar articuladas de modo que os fazeres artístico e pedagógico caminhem na mesma direção, pois o fazer pedagógico é a consequência do fazer artístico. Palavras-chave: Arte. Cultura. Ensino. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 62 PSICOMOTRICIDADE E O TRABALHO COM ALUNOS DO 3º E 4º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL I Elaine Cristina Jordão da Silva - Aluna do 4º ano do Curso de Pedagogia PARFOR Professora da rede municipal de Santo André. - [email protected] Marisa Ferreira Santos Artioli - Aluna do 4º ano do Curso de Pedagogia PARFOR - Auxiliar de Educação I da prefeitura de São Bernardo do Campo. - [email protected] PARFOR Introdução: Espera-se que a criança, quando ingressa nos primeiros anos do ensino fundamental, seja capaz de construir conhecimentos acerca da leitura e da escrita e dominem os seus movimentos, estando preparada também para aprender os conteúdos das demais áreas do conhecimento. No entanto, nossas experiências em sala de aula têm demonstrado que há várias crianças que apresentam dificuldades psicomotoras, relacionadas à coordenação motora fina, à orientação espacial, à preensão, organização, problemas com a lateralidade, outras coisas. O objetivo deste trabalho será analisar a importância da psicomotricidade no desenvolvimento de crianças dos 3º e 4º anos do Ensino Fundamental I, além de discutir como ela poderá contribuir para o desenvolvimento integral destas crianças. Para a realização deste trabalho, será utilizada a Pesquisa Bibliográfica (SEVERINO, (2007), tendo como base os principais autores: Wallon, Piaget, Le Boulch e Pierre Wayer. Segundo Buganha (2007), o estudo da Psicomotricidade surgiu na França, por volta de 1950. Inicialmente estava relacionada a uma concepção neurofisiológica, ancorada na neuropsiquiatria infantil. O interesse de estudiosos da área da psicologia, pedagogia e educação física, foram aos poucos, mudando esse enfoque, buscando compreender a formação da inteligência de modo integral e a partir da experiência motriz da criança. Wallon (1973), apud Galvão (1996), afirma que o ser humano é organicamente social. Para ele, todas as fases da vida humana são marcadas pelo entrelaçamento entre a afetividade, a cognição e a motricidade. Para Wayer (1984), a psicomotricidade existe nos menores gestos e em todas as atividades que desenvolve a motricidade da criança, visando ao conhecimento e ao domínio do seu próprio corpo. De acordo com Le Boulch (1987, p.11), ―... A educação psicomotora deve ser considerada como uma educação básica para a escola. Para ele, a aquisição específica da escrita, particularmente complexa, exige que se eduque antes, um aprendizado motor. O trabalho psicomotor tem como objetivo proporcionar motricidades espontâneas, coordenadas e rítmicas, e poderá caracterizar-se como uma excelente maneira de evitar os problemas de disgrafia. As escolas devem fazer uma reflexão sobre o espaço dado ao movimento em todos os momentos da rotina diária, ao incorporar os vários significados que lhes são atribuídos. De acordo com nossos estudos, até o momento, podemos concluir que a dimensão psicomotora é de extrema relevância para o desenvolvimento global da criança, influenciando, inclusive na construção da personalidade e da inteligência. Desta forma, podemos refletir sobre a teoria e a prática, favorecendo a ação pedagógica, bem como o aprimoramento do nosso trabalho com os alunos do ensino fundamental. Palavras-chave: Psicomotricidade. Ensino Fundamental. Alfabetização. Apoio: Fundação Santo André, CAPES 63 PSICOMOTRICIDADE PARA CRIANÇAS DE 0 A 3 ANOS: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Vitória da Silva - Professor fundamental I, FSA curso de Pedagogia PARFOR [email protected] Maria Angélica Constante dos Reis - Educadora Infanto Juvenil, FSA curso de Pedagogia PARFOR - [email protected] PARFOR Introdução:A psicomotricidade é considerada como a base para o desenvolvimento motor das crianças de 0 a 3 anos, levando a criança a tomar consciência de si e do meio em que vive, portanto o pedagogo deve orientar o professor, sobre a importância da psicomotricidade para a Educação. Justificativa:A importância de se estudar a temática da Psicomotricidade na Educação, em especial na pedagogia, se dá pelo conhecimento do processo de desenvolvimento psicomotor, principalmente na primeira infância (0 a 3 anos). Esse período é fundamental para a formação integral de base indispensável a toda criança, reconhecendo que o movimento é um suporte que ajuda a criança adquirir o conhecimento do mundo que a rodeia através de seu corpo, de suas percepções e sensações. Objetivos: Objetivo Geral: Identificar de que forma a psicomotricidade pode contribuir para o desenvolvimento motor da criança de 0 a 3 anos. •Objetivo Específico: Como o pedagogo pode utilizar desta prática na educação infantil. Metodologia:O presente trabalho abrange a pesquisa bibliográfica sobre a temática da psicomotricidade nas teorias já consagradas e no levantamento de artigos científicos tais como: Scielo, periódicos CAPES. Palavras-chave: Psicomotricidade. Psicomotricidade na Educação Infantil. Crianças entre 0 e 3 anos. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 64 TDAH Edineusa Alves de Souza Pereira - Edineusa Alves de Souza Pereira, FSA, Colegiado de Pedagogia - [email protected] PARFOR Introdução: Este estudo terá como tema o TDAH - Transtorno de deficit de atenção e hiperatividade que atualmente é percebido em algumas crianças nas escolas. Educar uma criança com este transtorno é uma tarefa que exige muita paciência e dedicação e acima de tudo conhecimento. Objetivo: Realizar estudos sobre o transtorno de deficit de atenção e Hiperatividade TDAH, com vista a identificar atividades para o professor de ensino fundamental aplicar nos alunos com este quadro. Resultado e discussão: O transtorno de deficit de atenção surgiu em 1980 no DSM- III. É fundamentalmente clinico sendo diagnosticado somente por um grupo de profissionais já especializado como neuropediatra e psicólogos. este estudo esta em fase de pesquisa bibliográfica que resultara no trabalho de conclusão de curso. Justificativa: Estudar este tema é importante para a formação dos professores. Porque possibilita o conhecimento de um transtorno e da aprendizagem da criança. Método: Utilizaremos pesquisa bibliográfica para obter conhecimento sobre o tema, pesquisa documental para obetr dados disponíveis nas Diretrizes Curriculares Nacionais explorar, informações e aprofundar conhecimento sobre o tema. Palavras-chave: TDAH. Educação. Hiperatividade. Apoio: Fundação Santo André. 65 PROGRAMA PIBID - BIOLOGIA ATIVIDADES DA ESCOLA ESTADUAL LAURO GOMES DE ALMEIDA Alyne Riani Moreira - Aluno Ciências Biológicas Licenciatura Metodista [email protected] Echilyn Martins - Aluno Ciências Biológicas Licenciatura Metodista [email protected] Juliana Diniz de Sousa - Aluno Ciências Biológicas Licenciatura Metodista [email protected] Maiara Farinos Azzolini - Aluno Ciências Biológicas Licenciatura Metodista - Maiara Farinos Azzolini Izabele de Paula Cianciulli - Aluno Ciências Biológicas Licenciatura Metodista [email protected] PIBID - BIOLOGIA O PIBID é o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência criado pela CAPES e tem o objetivo de incentivar a formação de professores, especialmente através da inserção de estudantes que optam pela carreira docente nas escolas públicas. O projeto visa proporcionar uma revolução na metodologia tradicional de ensino através da união de futuros professores com docentes de maior experiência profissional. das atividades desenvolvidas, os alunos bolsistas conseguem entender melhor as necessidades e carências tanto dos alunos quanto dos professores, devido à vivência da realidade escolar. Através do projeto, várias ações foram geradas, entre elas, reconhecimento da sala de aula, através de observações e monitoria de aulas como auxilio em atividades propostas pelo professor e esclarecimento de dúvidas que surgiram em determinados momentos. Com estas atividades, coletamos dados para realização do jogo didático, principal atividade do subprojeto do curso de Ciências Biológicas da universidade Metodista de São Paulo. A produção do jogo foi toda realizada pelos bolsistas com constante orientação tanto do professor supervisor como do professor coordenador. Também foram montadas e aplicadas sequências didáticas, de acordo com o tema do jogo, para facilitar a assimilação dos conteúdos pelos alunos. Através de todas as atividades realizadas e através de observações no ambiente escolar ficou estabelecido que o jogo seria sobre os sistemas do corpo humano, visto que existia uma grande defasagem e até mesmo uma falta de compreensão dos conteúdos. Após os alunos terem concluído a atividade proposta, foi aplicado um questionário onde eles puderam analisar o jogo. Também foi aplicada uma avaliação sobre o conteúdo do jogo. Visto que é de extrema importância a brincadeira para o desenvolvimento psicológico, social e cognitivo da criança e do jovem. As atividades lúdicas preparam a criança para o desempenho de papéis sociais, para a compreensão do funcionamento do mundo, para demonstrar e vivenciar emoções. As crianças e os jovens ficam mais motivados a usar a inteligência, pois querem jogar bem, sendo assim, esforçam-se para superar obstáculos, tanto cognitivos quanto emocionais. Estando mais motivadas durante o jogo, ficam também mais ativas mentalmente. O jogo é como promotor da aprendizagem e do desenvolvimento passa a ser considerado nas práticas escolares como importante aliado para o ensino, já que colocar o aluno diante de situações lúdicas como jogo pode ser uma boa estratégia para aproximá-lo dos conteúdos culturais a serem veiculados na escola. Os resultados gerados foram tabulados, e com isso observou-se que o resultado foi positivo, uma grande porcentagem indicar qual é a %, uma vez que vocês tem esses dados tabuldados. dos alunos gostaram do jogo e acharam mais fácil aprender os conteúdos da disciplina através de jogos e brincadeiras. Apoio: Capes/ Pibid/ UMESP/ SEE-SP. Palavras-chave: Jogos didáticos. Sequência didática. Docência. 66 Apoio: CAPES. 67 BATALHA DOS VÍRUS Daiane de Souza - Graduação, FSA, Curso de Biologia - [email protected] Roseli Corazzini - Coordenadora e Professora, FSA, Colegiado de Biologia [email protected] Samantha Sagioro - Supervisora, PIBID-Biologia, FSA, Curso de Biologia [email protected] PIBID - BIOLOGIA Introdução: A palavra vírus é originária do latim e significa toxina ou veneno. O vírus é um organismo biológico com grande capacidade de multiplicação, utilizando para isso a estrutura de uma célula hospedeira. É um agente capaz de causar doenças em animais e vegetais. Um vírus sempre precisa de uma célula para poder replicar seu material genético, produzindo cópias da matriz. Portanto, ele possui uma grande capacidade de destruir uma célula, pois utiliza toda a estrutura da mesma para seu processo de reprodução. Podem infectar células eucarióticas (de animais, fungos, vegetais) e procarióticas (de bactérias). Devido ao uso da maquinaria das células do hospedeiro, os vírus tornam-se difíceis de matar. As mais eficientes soluções médicas para as doenças virais são, até agora, as vacinas para prevenir as infecções, e drogas que tratam os sintomas das infecções virais. Objetivos: Através do jogo, compreender as interações existentes entre os organismos, reconhecendo o mecanismo de transmissão de doenças causadas por vírus.Reconhecer os diferentes tipos de vírus e suas consequências em nosso organismo. Discutir a importância das vacinas como forma de prevenção de algumas doenças. Metodologia: O jogo foi aplicado na quadra da escola E.E Padre Agnaldo Sebastião Vieira, com 20 alunos do 1º ano do Ensino Médio. Foram montadas duas equipes, onde metade era o time representando os vírus e a outra metade representava sua forma de prevenção (vacina). Foram entregues 2 bolas, uma para cada time; Os participantes transmissores do vírus tinham como objetivo jogar a bola para o lado oposto da quadra e acertar o adversário saudável , desse modo ele infectaria o adversário; Os participante preventivos da outra equipe tinha como objetivo impedir que a bola arremessada por transmissores atingisse os seus jogadores saudáveis, e contra-atacar com os jogadores da vacinação. A equipe vencedora foi a que terminou o tempo de jogo com o maior número de jogadores na quadra. Considerações: Com a realização desta oficina, foi possível reconhecer o mecanismo de transmissão de diferentes doenças causadas por vírus e suas consequências em nosso organismo. Com a participação dos alunos, foi possível a compreensão sobre a importância das vacinas e medidas preventivas. Palavras-chave: Vírus. Prevenção. Vacinas. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 68 CORTINA BIOQUIMICA DOS ALIMENTOS Julia Alessio da Silveira - aluna,FSA,Graduação em Ciências Biológicas [email protected] Diogo Morige - Aluno,Graduação,FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Teresa Cristiane Piccinin Parruca - aluna,Graduação,FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Tawany Ravanelli Russo - aluna,Graduação,FSA,Curso de Ciencias Biologicas [email protected] Roseli Corazzini - Professora,FSA,Colegiado Ciencias Biologicas [email protected] PIBID - BIOLOGIA Introdução Tratar a questão da alimentação sob diferentes aspectos: hábitos alimentares, a ausência de doenças e condições de vida das populações tem sido um desafio para os educadores. A pesquisa realizada por Corazzini et al. (2011) intitulada Hábitos de vida e risco potencial para diabetes em estudantes de escolas públicas da região do ABC, São Paulo, teve como objetivo identificar potenciais fatores de risco para a diabetes tipo II, conhecendo os hábitos de vida e alimentares dos adolescentes do Ensino Médio da rede pública da região da Grande ABC. A pesquisa foi baseada no levantamento de dados por meio de um questionário e do cálculo do IMC dos participantes. Dados dos 900 alunos participantes: apenas 27,5% tomam café da manhã, 65% não consomem frutas e verduras, 23% frequentam rede de fast food, 31% consomem bebidas alcoólicas, 48,5% possuem diabéticos na família, 36,5 % possuem obesos na família, 59% realizam atividades físicas e 75% assistem TV e usam o computador. Objetivos Promover campanha educativa na escola, relacionada a hábitos de vida saudáveis a fim de prevenir agravos à saúde e promover o bem-estar. Construir de forma lúdica uma cortina de bioquímica de alimentos, com ênfase na quantidade de açúcar presentes em alimentos consumidos por adolescentes. Material e Métodos Utilizar o filme Muito além do peso como agente disparador das discussões sobre hábitos de vida e risco potencial para diabetes II, obesidade e hipertensão. Realizar aula expositiva sobre os tópicos da tabela nutricional e os valores diários recomendados. Solicitar que cada aluno traga, para próxima aula, embalagens de alimentos preferencialmente consumidos por eles (bolachas, salgadinhos, doces, refrigerantes etc.). Utilizar sache de açúcar e sal, de uso comercial, a fim de demonstrar a quantidade aos alunos. Calcular a quantidade total de açúcares presente nas diferentes embalagens de alimentos. Pesar, na balança, o valor encontrado de açúcar e colocar em pequenos saquinhos. Fazer quatro furos no papelão, um em cada canto, e prender a embalagem e o saquinho com a quantidade de açúcar presente naquele alimento. Utilizar o barbante para prender outro papelão e construir, de forma coletiva, a cortina bioquímica de alimentos. Resultados A construção da cortina propiciou um debate reflexivo sobre hábitos alimentares estilo de vida. Observou-se que 48% dos alunos consomem produtos industrializados, como bolachas, chocolates etc. 1 ou 2 vezes por dia, 27% 3 ou 4 vezes por dia, 21% 5 ou mais vezes por dia bolachas, salgadinhos. Além disso, 27% dos alunos possuem histórico familiar de doenças relacionadas a hábitos alimentares inadequados. Os alunos apresentaram dificuldades nos cálculos matemáticos (regra de três simples). O sucesso foi alcançado utilizando o método de soma. Alguns alunos relataram mudanças de hábitos alimentares após a participação na oficina. A cortina foi apresentada na mostra cultural da EE Dr. Fausto Cardoso Figueira de Melo. Conclusões: Ao discutir a inserção de conteúdos relacionados à ciência e tecnologia, alunos bolsistas PIBID entenderam que devem estar dispostos a rever as concepções tradicionais de ensinoaprendizagem. É importante estar preparado para enfrentar dificuldades de alfabetização e ter habilidade para preparar atividades desafiadoras. A dificuldade encontrada pelos alunos sujeitos da oficina reitera que o ensino disciplinar fragmentado não consegue suprir a resolução de problemas e de estimativas, não propicia investigar, analisar e propor soluções para o desenvolvimento da 69 autonomia, da construção do conhecimento e da pesquisa, e não instrumentaliza o aluno para a inserção no mundo do trabalho. Palavras-chave: Má alimentação. Alunos. Escola estadual. Apoio: CAPES. 70 DINÂMICA “FLUTUAÇÃO DAS POPULAÇÕES” – TRABALHANDO ECOLOGIA COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO Ana Paula Illi - Professor-supervisor, PIBID-Biologia, EE Profª Cristina Fittipaldi [email protected] Daiane Pedrosa de Lima - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Elaine Alves da Silva - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Jamile Leite Rebouças - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Rodolpho Rodrigues - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected] PIBID - BIOLOGIA Introdução: O currículo da Primeira Série do Ensino Médio inclui o estudo das relações entre os seres vivos dentro de uma cadeia alimentar. Porém é um desafio para professores trabalhar este tema sem fazer uso dos métodos tradicionais e de maneira que se forme um conhecimento significativo para os alunos. Pensando nisso, alunos-bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) aplicaram uma atividade prática com o tema ―Flutuação das Populações‖ em uma turma da primeira série do Ensino Médio. Nesta atividade os alunos simularam as relações entre populações de produtores e consumidores por meio de um jogo, em que representaram papéis de plantas, coelhos e jaguatiricas. Após a dinâmica, realizada na quadra da escola, os alunos organizaram os dados obtidos em tabelas e gráficos para análise. Esta atividade simples, além de despertar o interesse dos adolescentes, permitiu o trabalho interdisciplinar, uma vez que utiliza a Matemática para entender fenômenos biológicos. A atividade foi realizada na Escola Estadual Cristina Fittipaldi, em Santo André, e contou com a participação de 24 alunos. Objetivos: Identificar oscilações e flutuações no crescimento de populações de plantas, herbívoros e carnívoros, relacionados através do alimento; Perceber que o predador regula o crescimento da população de presas e esta, por sua vez, regula o crescimento de predadores; Aprender a organizar dados em gráficos e fazer sua leitura. Materiais e métodos: A atividade consistiu em uma dinâmica realizada na quadra da escola, em que os alunos representam os elementos da cadeia alimentar. Para facilitar, os alunos foram identificados por meio de cartões coloridos (verde para plantas, vermelho para predadores e amarelo para herbívoros). A missão dos carnívoros era capturar herbívoros, e dos herbívoros era capturar plantas. No início de cada rodada a quantidade de elementos de todas as populações era anotada. Ao finam de 14 rodadas, os dados obtidos foram organizados em um gráfico. Por meio de questões os gráficos foram analisados.Resultados: A partir da correção dos questionários percebeu-se que os alunos têm muita dificuldade na interpretação de gráficos e tabelas. Porém, a influência de uma população sobre a outra ficou clara para a maioria dos participantes, provavelmente porque eles puderam ver o que acontecia quando uma população apresentava muitos elementos e a consequência disso nas demais populações. Considerações: Este tipo de atividade, que envolve a participação ativa dos estudantes, demonstrou ser efetiva na fixação dos conteúdos. Além disso, ficou demonstrada a importância de se trabalhar a interdisciplinaridade, especialmente com a Matemática, que é importante ferramenta para todas as Ciências, mas que ainda representa uma dificuldade para a maioria dos alunos. A escola deveria habilitar as pessoas para várias competências, por meio de habilidades, um conjunto de referências que, naquele momento, representam a natureza da estrutura social. Palavras-chave: Ensino Médio. Ecologia. Cadeia alimentar. 71 Apoio: CAPES. 72 DISSECÇÃO DE CORAÇÃO DE GALINHA Diego Martinez Garcia - Graduação, FSA, Curso de Biologia [email protected] Samantha Sanches de Carvalho - Graduação, FSA, Curso de Biologia [email protected] Roseli Corazzini - Coordenadora e Professora, FSA, Colegiado de Biologia [email protected] Samantha Sagioro - Supervisora, PIBID-FSA, Curso de Biologia [email protected] PIBID - BIOLOGIA Introdução: O coração das aves e dos mamíferos tem quatro cavidades: dois átrios e dois ventrículos, sendo chamado de tetracavitário. A circulação é fechada e dupla completa. A diferença entre o coração das aves e dos mamíferos é que a artéria aorta das aves, que encaminha o sangue arterial para o corpo, é curvada para o lado esquerdo do coração. A circulação se divide em duas etapas: a grande circulação ou sistêmica, que será a partida do sangue arterial do coração para o corpo e depois à volta, como sangue venoso, para o coração, ou seja, coração – corpo, corpo – coração, e a pequena circulação ou pulmonar, que será o envio do sangue venoso contido no coração, este vindo do corpo, para o pulmão, onde ocorrerá a hematose, e depois o transporte do sangue arterial até os pulmões, ou seja, coração – pulmão, pulmão – coração. Objetivos: A oficina ―Dissecção de coração de galinha‖ tem como objetivo proporcionar aos jovens de escolas públicas a experimentação de uma aula prática realizada em laboratório, permitindo a visualização das estruturas do coração de galinha, comparando as estruturas observadas com as do coração humano estudadas em sala. Metodologia: A oficina foi realizada com os alunos de ensino médio do período noturno da Escola Estadual Padre Agnaldo Sebastião Vieira, em Santo André. A primeira etapa consistiu na leitura de um resumo sobre a temática ―Sistema Circulatório‖ entregue aos alunos antes da prática. Seguimos com uma breve explicação, onde foram utilizados esquemas desenhados em lousa. Na etapa seguinte levamos os alunos ao laboratório onde kits contendo os materiais básicos para dissecção estavam dispostos em cada bancada. Os estudantes foram divididos em grupos e deu-se inicio as instruções sobre o método correto de dissecção.Considerações: A experimentação tem importante papel na construção do conhecimento científico dos alunos. Por meio do contato com materiais de estudo reais, os alunos perceberam os métodos e as dificuldades que estão presentes no contexto de uma pesquisa científica. Dissecar um coração após discussões a respeito da morfologia do músculo cardíaco e da visualização de diversos desenhos e imagens, contribui para a compreensão anatômica e ajuda a entender melhor o funcionamento do órgão, assim como a identificação das estruturas que o compõem. O uso de um coração animal proporciona a oportunidade de comparar as diferenças e similaridades entre os órgãos humano e animal. O coração das galinhas, e de todas as aves, são morfologicamente iguais aos corações dos mamíferos. A única diferença morfológica significativa é a posição da artéria aorta, que está curvada para a direita nas aves e para a esquerda nos mamíferos. A possibilidade de trabalhar com um material que pode ser facilmente manipulado pelos alunos e obtido em qualquer supermercado por um preço bastante acessível são motivos que levam a crer que o coração de galinha é um melhor objeto para estudos anatômicos no laboratório que outros comumente utilizados (exemplo: coração de boi). Palavras-chave: Músculo cardíaco. Coração das aves. Estudos anatômicos. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 73 DNA EM ORIGAMI Roseli Corazzini - Roseli Corazzini, FSA, Colegiado de Ciências Biologicas [email protected] Lilian Texeira Cardoso - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biologicas [email protected] Natália Montanari de Oliveira - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biologicas [email protected] PIBID - BIOLOGIA Introdução: Um dos grandes marcos da biologia no século XX foi a descrição de uma estrutura de ferro e madeira, imitando uma hélice dupla usada pelos biólogos James Watson e Francis Crick. Esse trabalho tinha como objetivo demonstrar como é a forma da molécula de DNA. O origami de DNA é um recurso barato e pode ser usado como uma ferramenta didática no ensino da estrutura do DNA. Dessa forma, é possível estudar características da estrutura do DNA como: cadeias em dupla hélice; o esqueleto hidrofílico composto por desoxirribose e fosfato no exterior da molécula (esqueleto açúcar-fosfato); as bases nitrogenadas (hidrofóbicas) para o interior da molécula; os emparelhamentos específicos das bases em função do número de pontes de hidrogênio entre as bases (Adenina sempre emparelha com Timina, formando duas pontes de hidrogênio e Citosina sempre emparelha com Guanina com três pontes de hidrogênio); as fitas são anti-paralelas, enquanto uma fita está em sentido 5‘–3‘ a outra está no sentido 3 ‘-5‘. Os conceitos apresentados podem servir como um reforço para os conteúdos encontrados nos livros didáticos. Objetivo: Compreender as ligações da estrutura do DNA. Materiais e Métodos: Divisão de grupos para distribuir os elementos utilizados,assim os grupos ficarão responsáveis pela divisão e montagem do material sendo que cada integrante do grupo possui seu próprio origami. Foi usado lápis de cor , o origami e a tesoura.Após a montagem do Origami, as Alunas do PIBID montaram móbile com as dobraduras de origami. Resultados: Os alunos mostraram mais interesse em aprender a estrutura de DNA e além de ter ajudado em atividades realizadas com o Professor em sala de aula. Considerações: A atividade de DNA, trouxe conhecimento para os alunos e envolvimento com os alunos bolsistas, proporcionando uma forma bem simples, barata e didática no ensino, e dessa forma foi possível estudar características como: cadeias em duplas hélices, o esqueleto hidrofolico, as bases nitrogenadas, os emparelhamentos específicos das bases, sendo que, Adenina sempre emparelha com Tinina formando duas pontes de hidrogênio e Citosina sempre emparelha com Guanina com três pontos de hidrogênio, esse conceitos apresentados podem servir como reforço para os conteúdos dos livros didáticos e as informações passadas pelos educadores. Palavras-chave: Estrutura de DNA. Origami de DNA. Interesse e apredizagem. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 74 EXTRAÇÃO DO DNA DO MORANGO Priscila Galhardo Brito - Graduação, FSA, Curso de Biologia - [email protected] Daiane de Souza - Graduação, FSA, Curso de Biologia - [email protected] Roseli Corazzini - Coordenadora e Professora, FSA, Colegiado de Biologia [email protected] Samantha Sagioro - Supervisora, PIBID-FSA, Curso de Biologia [email protected] PIBID - BIOLOGIA Introdução: O DNA (ácido desoxirribonucléico) é uma macro- molécula orgânica que contém as informações genéticas e está presente nos seres vivos. Esta molécula carrega as informações básicas para a formação de um ser vivo e permite a sua reprodução. Para que o processo de extração do DNA ocorra, é necessário o rompimento da membrana plasmática e do envoltório nuclear. Esse procedimento é possível com o uso de detergentes que afetam as interações entre lipídios e proteínas. Após o rompimento das membranas, o conteúdo celular fica exposto (em suspensão), sendo extraídas as moléculas de DNA por meio da centrifugação do composto, em presença de solventes orgânicos (ex.: álcool) e íons (ex.: NaCl). Objetivos: A oficina Extração do DNA do Morango têm como principal objetivo promover uma aula mais dinâmica e facilitar a assimililação do conteúdo estudado, visualizando a estrutura do DNA de maneira isolada. Metodologia: A oficina foi aplicada em 25/09/2013, na Escola Estadual Padre Agnaldo Sebastião Vieira, aos 18 alunos do 3ºA do Ensino Médio. Eles se dividiram em grupos de três integrantes, e o experimento foi iniciado: Retirar os cabinhos verdes de 2 morangos; Colocar os morangos dentro de um almofariz e macerá-los com o pistilo até obter uma pasta quase homogênea; Transferir a pasta de morango para um Becker; Em outro Becker, preparar a solução de Lise: misturar 150 ml de água, uma colher(sopa) de detergente e uma colher (chá) de sal de cozinha; Mexer bem como bastão de vidro, porém devagar para não fazer espuma; Misturar cerca de 1/3 da solução de lise com o macerado de morango. Colocar 2 dedos do líquido em um tubo de ensaio. Despejar delicadamente no tubo (pela parede do mesmo), sobre a solução, dois volumes de álcool gelado. Não misturar o álcool com a solução. Aguardar cerca de 3 minutos para o DNA começar a precipitar. Considerações: Desenvolver este experimento garantiu o sucesso do conteúdo aplicado em sala, uma vez que a participação de todos foi efetiva. Pôde-se perceber que determinados alunos se interessam pelo tema proposto e, à partir da experiência, sentem-se impulsionados à aprimorarem seus conhecimentos, mesmo fora do ambiente escolar Palavras-chave: DNA morango. Ácido desoxirribonucleico. Conteúdo celular. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 75 HORTA SUSTENTÁVEL Juliana Rissaldo - Graduação, FSA, Curso de Biologia - [email protected] Nikolas Vasconcelos - Graduação, FSA. Curso de Biologia - [email protected] Laura Brasil - Graduação, FSA, Curso de Biologia - [email protected] Roseli Corazzini - Coordenadora e Professora, FSA, Colegiado de Biologia [email protected] Samantha Sagioro - Supervisora, PIBID-FSA, Curso de Biologia [email protected] PIBID - BIOLOGIA Introdução: A biologia, ciência que estuda a vida de forma geral, desperta cada vez mais a curiosidade das pessoas, para a tecnologia e o saber científico. Fazer uso de atividades práticas para despertar o interesse, principalmente do jovens tem se tornado comum, pois aguça a curiosidade e ajuda a desenvolver o senso crítico e competitivo dos alunos, fazendo com que a aula seja interessante de modo que os alunos absorvam o conhecimento. Atividades relacionadas com o uso de solo, tais como revolver a terra e plantar, não só despertam a criatividade dos alunos como representam uma forma saudável de aprendizado, o que desperta interesse nos alunos em preservar o meio ambiente. Objetivos: Contribuir para a formação de hábitos alimentares saudáveis; Incentivar a produção e manutenção de horta doméstica; Conscientizar sobre a importância de preservar o ambiente. Metodologia: A oficina foi realizada com aproximadamente 30 alunos do ensino médio, como parte do projeto de incentivo de iniciação à docência. A oficina foi aplicada na escola participante do projeto E.E. Pe. Agnaldo Sebastião Vieira, localizada na Vila Guiomar em Santo André/SP , no ano de 2013. A oficina teve duração de aproximadamente 2 horas totais, realizadas em dias diferentes. Primeiramente foi realizada uma contextualização sobre a importância de uma alimentação saudável, e quais suas vantagens. Os alunos também tiveram uma apresentação sobre como fazer e manter uma horta doméstica com materiais de baixo custo. Para a confecção da horta, os alunos foram divididos em grupos de 3 alunos cada. Cada grupo escolheu que semente plantar e começou enchendo as garrafas com terra de jardim. Depois afofaram a terra e enterraram suas sementes. Para finalizar, a horta serpente foi regada e pendurada em local previamente escolhido. Considerações: Com este projeto os alunos tiveram a oportunidade de aprender técnicas de plantio e manejo de hortas orgânicas, como ter uma alimentação saudável gastando pouco, boas práticas ambientais, a importância de se preservar o meio ambiente e como se deve preservar. Atividades lúdicas, promovem a interação e respeito mútuo entre os alunos, despertando o interesse e criatividade. O conteúdo dado em sala de aula é melhor compreendido pelos alunos e o interesse pelo saber científico se torna maior. Palavras-chave: Horta sustentável. Práticas ambientais. Produção de horta doméstica. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 76 MICROSCÓPIO CASEIRO COM UTILIZAÇÃO DE RAIO LASER Fabio Julio Favero - Graduação, FSA, Curso de Biologia - [email protected] Danilo Schaefer - Graduação, FSA, Curso de Biologia - danilo.sabbath@hotmail com Roseli Corazzini - Coordenadora e Professora, FSA, Colegiado de Biologia [email protected] Samantha Sagioro - Supervisora, PIBID-FSA, Curso de Biologia [email protected] PIBID - BIOLOGIA Introdução: O raio laser é um tipo de radiação eletromagnética visível a olho nu. A palavra LASER é uma sigla formada a partir da definição Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation, ou seja, Amplificação da Luz por Emissão Estimulada por Radiação‖ O raio laser é formado por partículas de luz (fótons) concentradas e emitidas em forma de um feixe contínuo. Para fazer isso, é preciso estimular os átomos de algum material a emitir fótons. Essa luz é canalizada com a ajuda de espelhos para formar um feixe. Graças as suas características únicas o raio laser pode ser utilizado também para amplificação de alguns materiais biológicos, como plantas e animais, utilizando um microscópio caseiro é possível observar estes materiais. O princípio físico desse microscópio é simples: a gota d‘água funciona como uma lente esférica a qual recebe a luz do laser e como em uma lente biconvexa, faz os raios convergirem e depois se dissiparem, projetando uma imagem na parede. Como os micro-organismos da água estão na passagem dessa luz, acabam sendo reproduzidos em tamanho gigante. A imagem pode ser aumentada em até 1.000 vezes caso a distância entre a gota d‘água e a fonte do raio laser estiver a uma distância de 2 metros. Objetivo: Confeccionar e utilizar um microscópio caseiro para ampliação e observação de materiais biológicos para alunos do ensino médio na escola E.E. Padre Agnaldo Sebastião Vieira. Metodologia: Foi coletado 200mL de água doce de um lago no Centro Universitário Fundação Santo André, o qual foi acondicionado em um aquário com capacidade para 6L. Foram adicionados mais 200 mL de água limpa e folhas de acelga, as quais ficaram imersas por uma semana para que ocorresse a multiplicação dos protozoários. Foi utilizada uma seringa com capacidade para 50 mL, a qual continha o meio de cultura, e esta foi apoiada entre dois copos americanos. O êmbolo da seringa foi pressionado para que formasse uma gota d‘água em sua extremidade. O laser foi apoiado em um suporte de madeira de forma que seus raios coincidissem com a gota d‘água, a qual desta forma projetou a imagem dos protozoários e outros micro-organismos que se desenvolveram no meio de cultura em uma tela própria para retroprojeção. Considerações: A realização desta oficina permitiu que os alunos pudessem aprender a confeccionar um microscópio caseiro observando micro-organismos microscópicos presentes em uma gota d‘água, e posteriormente a projeção com a utilização do microscópio caseiro. Os alunos puderam comparar os micro-organismos observados na tela de retroprojeção com os micro-organismos presentes no mesmo meio de cultura em microscópio óptico. Palavras-chave: Microscópio caseiro. Raio laser. Micro-organismos. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 77 OS PLANETAS DO SISTEMA SOLAR José Luis Laporta - Professor, CUFSA, Curso de Ciências Biológicas, [email protected] Cristina Polese - Professora, EE João Ramalho, Disciplina de Ciências, [email protected] Mayara Ledier de Azevedo - Graduação, Curso de Ciências Biológicas, bolsista Pibid Vinicius Damasceno - Graduação, Curso de Ciências Biológicas, bolsista Pibid PIBID - BIOLOGIA Introdução. O Sistema Solar é composto por uma estrela chamada Sol, oito planetas e outros astros menores. O Sol é a estrela que está mais próxima de nós e é a nossa fonte de luz, fundamental para a vida na Terra.Os planetas são astros que não produzem luz . Nós os vemos porque eles são iluminados pelo Sol e refletem a luz que recebem. Eles se diferenciam nos tamanhos, na localização em relação a distância ao Sol, na composição atmosférica, rotação, translação, temperatura e satélites.Além dos planetas, os asteroides, cometas e outros astros menores também giram ao redor do Sol. Existem também planetas muitos pequenos que fazem parte de outro grupo, como é o caso de Plutão, que foi denominado em 24 de agosto de 2006, planeta anão. Material e métodos. Os materiais utilizados foram: papel pardo, lápis de escrever, régua, borracha, tesoura. Utilizar lápis de cor, cola colorida, giz de cera, trena e giz de lousa. Os alunos foram distribuídos em oito grupos e cada grupo ficou responsável por representar um planeta. Eles receberam uma cartela contendo as informações gerais sobre o seu planeta e utilizando o papel pardo construíram os planetas conforme a escala. E responderam um questionário sobre o seu astro. Com o modelo do planeta pronto e a cartela em mãos, o grupo calculou a distância do seu planeta em relação ao Sol usando uma escala adequada e utilizando uma trena fornecida pelo professor. Depois, interagiram com as respostas que deram no questionário aplicado na sala de aula, cada grupo explicando sobre o seu astro. Resultados. O resultado foi muito bom, pois os alunos conseguiram entender a disposição dos Astros, noções de escala, raio e diâmetro. Também foi ótimo o resultado da confecção dos planetas, pois os alunos foram criativos e caprichosos. Considerações. Para a compreensão dos alunos, foi necessário um planejamento de aula bem detalhado, pois eles estavam com dificuldade para compreender o tamanho do sistema solar, e com a ajuda dos Professores, conseguimos elaborar uma aula bem criativa, onde os alunos se interessaram e aprenderam o conteúdo de uma forma diferente do método tradicional. Palavras-chave: Sistema Solar, planetas, escala. Apoio: CAPES. 78 PIBID NO CURSO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA – ATIVIDADES DA ESCOLA ESTADUAL CYNIRA PIRES DOS SANTOS ENSINO FUNDAMENTAL Roberta Geraldi Aniceto Rodrigues - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Ariadne Gomes da Silva Vitor - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas ariadne_silva [email protected] Karen Maiara Aparecida Sato - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Kátia Elisabete da Silva - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Suelen Tavares Momente - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected] PIBID - BIOLOGIA Um problema considerável no método de ensino-aprendizagem tradicional é saber se o aluno é capaz de adquirir conhecimentos apenas com aulas expositivas, focadas nos livros cedidos pelos órgãos de ensino. O Pibid, através do subprojeto do curso de Ciências Biológicas da Umesp, trouxe para as escolas estaduais alunos de graduação das licenciaturas para pesquisar as dúvidas mais frequentes dos alunos e, baseadas nelas, criar jogos de baixo custo para uma efetiva aplicação nas salas de aulas, bem como métodos não convencionais para o aluno relacionar o conteúdo com o seu cotidiano. O presente trabalho foi desenvolvido na Escola Estadual Professora Cynira Pires dos Santos, localizada no Município de São Bernardo do Campo, São Paulo, com 70 (setenta) alunos do Ensino Fundamental II. Com relação aos métodos não tradicionais foram desenvolvidas diversas atividades, tais como, extração de DNA de morango, preparação de lâminas para observação de micro-organismos presentes em água suja coletada na própria escola pelos alunos, aula sobre a formação das rochas, origem do universo e uso correto do laboratório biossegurança. Foram utilizadas diferentes metodologias, como aulas práticas, uso de sala multimídia, modelos didáticos e cartazes. Todos os trabalhos são observados e auxiliados pelo professor supervisor, cujo objetivo foi avaliar o interesse e a participação dos alunos durante a aplicação dos jogos e sua consequente funcionalidade como método de ensino-aprendizagem. Para a aplicação do jogo, denominado ―A Questão é...‖, foram ministradas 4 aulas sobre a matéria de microorganismos, divididas em 4 tópicos: vírus, bactérias, protozoários e fungos. Cada tópico foi ministrado por um aluno da graduação com a utilização de vídeos, cartazes, modelos e aulas práticas no laboratório. Os resultados que foram obtidos através de um questionário entregue aos alunos indicam que o jogo mostrou-se uma ferramenta que permitiu estimular o raciocínio, facilitando a aprendizagem e maior interação entre eles. As aulas expostas com maior dinamismo e auxílio de materiais alternativos, não comuns às práticas de ensino, propiciaram o desenvolvimento do raciocínio crítico, fazendo com que o aluno passasse a ser um indivíduo pensante e mais interessado. Palavras-chave: PIBID. Jogos. Ciências Biológicas. Apoio: CAPES. 79 PIBID NO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA - ATIVIDADES DA ESCOLA ESTADUAL “PROFESSORA CYNIRA PIRES DOS SANTOS" ENSINO MÉDIO Angelo Henrique Bevilacqua Moreira - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Bruno Malito - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas - [email protected] Lorrane Jamille Santana Oliveira - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Tamiris Cristina Vicário Móia - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Taynara Melo Amorim Santos - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected] PIBID - BIOLOGIA A Educação Básica necessita com urgência focar seus objetivos para a construção de um saber autônomo, para que o indivíduo se mostre capaz de analisar, criticar e organizar o conhecimento permitindo que este viva e conviva no ambiente com conhecimentos que foram construídos. O PIBID permite estabelecer vínculo e parceria do Ensino Superior com as instituições escolares, envolvendo academicamente estudantes universitários em formação e os estudantes da Educação Básica. O aluno bolsista é acompanhado por um professor da universidade e por um professor supervisor na escola. Ambos o orientam quanto à execução das atividades desenvolvidas no espaço escolar. Os objetivos deste trabalho consistem em melhorar a prática pedagógica dos futuros professores através da pesquisa e de uma ação continuada em sala de aula e da experiência de trabalho durante todo um ano letivo junto ao professor supervisor. As atividades desenvolvidas pelos bolsistas da EE Cynira Pires dos Santos, com alunos do Ensino Médio foram: ministrar aulas com diferentes conteúdos relacionados à Biologia; elaboração de jogos didáticos aplicados seguindo uma Sequência Didática (SD) baseada no conteúdo dos jogos; utilização de recursos como cartazes, exemplares de espécies, uso de Power Point; e a criação de atividades que buscam a interdisciplinaridade. O interesse dos alunos em aulas com uma abordagem diferente da tradicional é evidente. É possível observar grande respeito pelo bolsista que está regendo aula, muito em função da idade aproximada entre eles. Avaliando os principais produtos do trabalho, que foram o jogo e a SD, foi notório o empenho e entender do jogo, para vencer as partidas, e quanto à SD, as aulas promoveram a interação entre todos. As avaliações mostraram significativo aproveitamento, onde as notas dos alunos foram maiores do que aquelas verificadas em assuntos descritos de uma forma mais tradicional. Quanto aos alunos bolsistas, puderam colocar em prática o que aprenderam na faculdade, contextualizando o que lhes foi passado. O aluno saíra da Faculdade tendo vivenciado o que o espera no mercado de trabalho, tendo desenvolvido habilidades para lecionar, antes mesmo de se tornar um profissional da educação. Contudo pode-se afirmar que o PIBID permite uma melhora substancial do aluno de licenciatura, pois este não sai da faculdade, plenamente apto para exercer a vida docente. Enxergar o funcionamento da escola pública antes de atuar de maneira mais incisiva na mesma, permite traçar planos e metas para que este lugar seja transformado em local onde se contempla a Cultura e Currículo. Palavras-chave: Educação. PIBID. Jogos didáticos. Apoio: CAPES-Pibid/Umesp/SEE-SP. 80 PIBID NO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA - ATIVIDADES DA ESCOLA ESTADUAL PROFª NEUSA FIGUEIREDO MARÇAL Daniel Ferreira Cocenza - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Tatiane Palhares - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Jaqueline Almeida - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Jeferson Pedroso - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas - [email protected] Rodrigo José dos Santos - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected] PIBID - BIOLOGIA O curso de Ciências Biológicas da Universidade Metodista de São Paulo aderiu ao Pibid (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência), tendo como enfoque a elaboração de jogos didáticos e as práticas educativas diferenciadas, que são capazes de contribuir com a construção do conhecimento, a reflexão, a crítica e a solução de problemas. A Escola Estadual Profª Neusa Figueiredo Marçal, é umas das escolas participantes do Programa, e optou pela elaboração de um jogo didático sobre o tema "drogas", e outros projetos paralelos, tais como a inclusão de alunos ao cotidiano da docência e aproximação de estudantes ao universo acadêmico. Os objetivos principais foram integrar os bolsistas à vida acadêmica, produzir outras práticas educativas e elaborar jogos didáticos. Foi utilizada para integração à vida acadêmica, o auxílio dos bolsistas nas aulas regulares do professor orientador, reuniões para a discussão e elaboração do jogo didático - ―Se liga‖ - e a elaboração da sequência didática sobre o conteúdo do jogo. Também foi feito um projeto relacionado ao petróleo, elaborando uma sequência didática utilizando de muitas dinâmicas discutidas nas reuniões semanais. As sequências didáticas produzidas foram aplicadas em sala de aula pelos bolsistas sempre sob acompanhamento do professor, os resultados foram tabulados e foi elaborada uma análise crítica correspondente ao aprendizado dos alunos após a aplicação das atividades. Com as aplicações das sequências didáticas os bolsistas ficaram mais próximos dos recursos didáticos e também observaram um grande aprendizado por parte dos alunos. Os bolsistas foram ao Congresso de Biólogos, realizado em Santos – SP, onde participaram de palestras, minicursos e mesas redondas. Após o Congresso, foi elaborado um relatório das atividades e uma análise crítica contendo as contribuições para formação dos bolsistas como biólogos e professores. Os objetivos propostos nas atividades desenvolvidas foram alcançados pelos bolsistas do Pibid. As atividades do Pibid tornaram a realidade escolar mais próxima, possibilitando aos bolsistas colocar em prática o que foi aprendido durante as aulas na Universidade, fazendo com que estejam mais preparados para o mercado de trabalho, com diferenciais para se tornarem bons professores. Palavras-chave: Didática. Pibid. Educação. Apoio: CAPES/ Pibid/ UMESP/ SEE-SP. 81 PIBID NO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA: PRATICAS DOCENTES DESENVOLVIDAS NA ESCOLA ESTADUAL “PROF. MARIA AUXILIADORA MARQUES”, SÃO BERNARDO DO CAMPO, SÃO PAULO Bianca Rodrigues dos Santos - Aluna de graduação da UMESP-Metodista no curso de Ciências Biológicas - [email protected] Jaqueline da Silva Figueiredo - Aluna de graduação da UMESP-Metodista no curso de Ciências Biológicas - [email protected] Josiane de Souza Marques - Aluna de graduação da UMESP-Metodista no curso de Ciências Biológicas - [email protected] Kety Resende Piccelli - Aluna de graduação da UMESP-Metodista no curso de Ciências Biológicas - [email protected] Rosana Roberta Rodrigues - Aluna de graduação da UMESP-Metodista no curso de Ciências Biológicas - [email protected] PIBID - BIOLOGIA O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), designado pelo Ministério da Educação e gerenciado pela CAPES, está vinculado com a Universidade Metodista de São Paulo, desde agosto de 2012. Através deste programa foi possível vivenciar, na prática, todas as rotinas docentes. Neste período foi possível observar aulas, monitorar atividades práticas, preparar e ministrar aulas, fechamento de notas, fóruns, leituras, discussões de textos, reuniões em grupo, elaboração de relatórios mensais e relatório semestral, participação em conselhos de classe, Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo (ATPC), aplicação do jogo ―Passa ou Repassa‖ para alunos do Ensino Médio, visita à exposição ―Guerra e Paz‖ realizada pelos alunos do Ensino Médio, participação na I Mostra PIBID/Metodista - Ciências Biológicas, II Encontro PIBID/Metodista e Congressos. Desta forma, os conhecimentos adquiridos na graduação foram colocados em prática para formação de futuras docentes. O objetivo do subprojeto de Licenciatura em Ciências Biológicas foi ensinar ciências e biologia utilizando jogos como recursos didáticos. A partir disso, foi elaborado e confeccionado um jogo didático sobre o tema ―Água‖, para os alunos da Escola Estadual ―Professora Maria Auxiliadora Marques‖, situada em São Bernardo do Campo, São Paulo. O jogo possui diversas cartas, com palavras relacionadas ao tema. O aluno escolhido da sua equipe precisa dar dicas até que o seu grupo acerte a palavra da carta, dentro de um tempo determinado. Antes da aplicação do jogo, os alunos assistiram uma sequência de aulas para revisão dos conteúdos, com experimentos, atividades e vídeos. Ambos foram aplicados para uma turma do 9º Ano do Ensino Fundamental, no primeiro semestre de 2013. A avaliação sobre a aplicação do jogo obteve mais de 90% de respostas positivas nos itens: relação entre o jogo e o conteúdo das aulas, compreensão clara das regras do jogo, interação entre os participantes (diversão) e adequação do jogo. A avaliação sobre a sequência didática e o jogo foi aplicada para 26 alunos. A média de nota obtida foi 4,25, sendo que 14 alunos (53%) atingiram 50% ou mais de aproveitamento. O resultado deste projeto foi positivo, pois estimulou as habilidades cognitivas, sociais e afetivas dos alunos, além de favorecer o aprendizado, em que foi preciso relembrar conteúdos dados nas aulas. Entretanto, alguns pontos podem ser melhorados como: estimular a participação de alunos apáticos e incentivar anotações durante as aulas. Palavras-chave: Jogos didáticos. Ensino de Ciências. Docência. Apoio: CAPES/ Pibid/ Umesp/ SEE-SP. 82 UMA NOVA ABORDAGEM PARA O ESTUDO DE VÍRUS NO ENSINO DE BIOLOGIA: PRODUÇÃO DE JOGOS Roseli Corazzini - Professor, FSA, Colegiado de Ciências Biológicas corazzini.educ.gmail.com Ana Paula Pinho Kordash - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected] Daiana dos Santos - Graduação, FSA , Curso de CIências Biológicas [email protected] Mayara Diniz - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected] PIBID - BIOLOGIA Introdução: O Jogo é uma atividade física e mental organizada por sistemas de regras. Irão recorrer ao uso de jogos, o professor está criando na sala de aula uma atmosfera de motivação que permite aos alunos participar ativamente do processo ensino-aprendizagem, assimilando experiências e informações e, sobretudo, incorporando atitudes e valores. De acordo com as Orientações Curriculares para o Ensino Médio¹, o jogo oferece estímulo e ambiente propício que favorece o desenvolvimento espontâneo e criativo dos alunos. Partindo desse fundamento, acreditamos que o trabalho com jogos didáticos, contribui significativamente para o processo de ensino e aprendizagem dos alunos. Este trabalho visou verificar os avanços pedagógicos através da utilização dos jogos didáticos como mecanismo de aprendizagem. Foram aplicados dois jogos: Quebra cabeça dos vírus e o jogo batalha dos vírus.Objetivos: Desenvolver jogos didáticos na temática vírus, para o ensino de Biologia., destacando a cadeia epidemiológica, bem como as questões de saúde pública, como, prevenção e controle de doenças. Esse enfoque é fundamental para a formação do estudante. Material e método: O Jogo foi desenvolvido a partir do conteúdo que os alunos estavam estudando no momento da aplicação: Os vírus. O trabalho de criação dos jogos foi desenvolvido inicialmente na Fundação Santo André, voltado para a disciplina de Biologia. Depois da criação dos jogos, os mesmos foram testados e adaptados com o a colaboração dos alunos da graduação de Ciências Biológicas, em seguida, aplicado nas Escolas Estaduais Dr Fausto Cardoso Figueira de Melo e na Escola Estadual Padre Agnaldo, com as turmas do 3 º ano do Ensino Médio. Como diagnóstico para aplicação e viabilidade do jogo, foi realizado um questionário avaliativo sobre a abordagem e aplicação do jogo. Resultados e considerações: Podemos concluir, que os jogos são ferramentas eficazes no processo de construção do conhecimento. É no momento do jogo, que os conteúdos abordados através das aulas teóricas, são colocados em prática, os alunos tem a possibilidade de testarem seus conhecimentos, compartilhando com o grupo suas descobertas e avanços. Também foi possível verificar a interação entre aluno e professor, aspecto este importante na prática docente, no momento do jogo é fortalecido os laços entre docente e discente, o professor então, passa a ser um mediador no processo de ensino e aprendizagem. Os resultados da tabulação mostraram que os alunos avançaram significativamente no conteúdo abordado, aumentando assim o desempenho escolar da classe. Palavras-chave: Jogos didáticos. Ensino Médio. Ciências Biológicas. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 83 PROGRAMA PIBID – CIÊNCIAS SOCIAIS A EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE, RELAÇÃO COM O O OUTRO, O RESPEITO HUMANO Edson Garbo da Silva - Professor escola Estadual, Sociologia e história para o Ensino Fundamental II Escola Dr. Fausto Cardoso Figueira de Mello - [email protected] PIBID - CIÊNCIAS SOCIAIS Introdução. As atividades do PIBID/SOCIOLOGIA em 2013 foram marcadas pela presença constante na sala de aula, estabelecendo aulas temáticas dentro do cronograma de trabalho da disciplina, dinamizando as aulas e reforçando o interesse dos educandos pelo conteúdo. Objetivos. Os objetivos definidos pelo grupo orbitaram em torno de transformar o ensino de sociologia e história em algo além da apostila, lousa e giz, levando o aluno a perceber a presença destas disciplinas em discussões do dia a dia. Um desafio substancial já que, geralmente, as matérias relacionadas a ciências humanas costumam ser relacionadas apenas a esses objetos. Material e Métodos. No caso da atuação na Mostra Cultura o método foi de fazer os educandos exercessem a autoprodução de materiais para decorar a sala temática, conforme será visto a seguir. Já nas outras ações, foram utilizados vídeos e apresentações para explicar de uma nova maneira conteúdos do PCN. Resultados. Mostra Cultural Egito: ―A importância da sociedade egípcia no passado. A figura do Faraó.‖ A mostra cultural é um evento tradicional na escola e este ano, os alunos do PIBID, apoiaram na realização da atividade com alunos do sexto ano do Ensino Fundamental. A proposta era de se fazer a discussão da importância dos Faraós na sociedade egípcia. Para tanto a sala foi tematizada com cartazes produzidos pelos alunos tratando de diversos assuntos ligados aos faraós. Também foi produzido, com auxílio dos Pibidianos, uma pirâmide de caixas de leite reutilizadas, uma representação do Rio Nilo, vestimentas decorativas e um vídeo compilando partes de documentários com curiosidades sobre os faraós. Apresentação: Hominídeos - ―A evolução da humanidade, a relação humana nos dias de hoje.‖ Apresentação com os sextos anos do Ensino Fundamental que procura trabalhar a noção humana de vivência em grupo encontrada durante toda sua história, reiterando a impossibilidade de se viver de forma isolada. Tratou-se também da descoberta, dos primeiros homens, de sua capacidade de pensar sobre a realidade que os cercava e a possibilidade de transforma-la. Marcas da evolução humana, como a descoberta do fogo, também foram tratadas neste momento e relacionadas com as conquistas modernas. Apresentação: Etnocentrismo e Diversidade cultural: ―O respeito e a convivência às diversas culturas. O Eu e os Outros.‖ Para discutir essa temática, foram trabalhados dois vídeos com alunos do primeiro ano do Ensino Médio: o primeiro, a edição e exibição do documentário O Riso dos Outros de Pedro Arantes, que trata dos preconceitos intrínsecos ao humor de stand-up, dialogando com intervenções feitas, no meio do filme, para levar os educandos a refletir suas posições sobre o assunto. O segundo, o filme Coach Carter dirigido por Thomas Carter, tentando relacionar a história contada no filme e a sua cultura o modo de pensar sentir e agir dos adolescentes, o problema da discriminação, preconceito social e cultural os quais os personagens enfrentaram com a vida real dos alunos, traçando um paralelo com as atitudes tomadas pelos personagens, discutindo-as. Considerações. As atividades foram realizadas através de pesquisas, participação, empenho de todos auxiliando assim no ensino aprendizagem dos alunos. Palavras-chave: Evolução da humanidade. Etnocentrismo e diferenças. Respeito humano. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 84 MANIFESTAÇÕES POPULARES REVINDICANDO SEUS DIREITOS Leda M C Barbosa - Professora de Sociologia da E.E.Juarez Tavora [email protected] PIBID - CIÊNCIAS SOCIAIS A participação política esteve presente na cidade-Estado da Grécia, Atenas, em que os cidadãos decidiam a administração pública organizando, planejando,quais obras e gastos iriam ser prioridade para a sociedade Nesta perspectiva pode-se analisar o Brasil que desde sua independência desenvolve uma política sem participação da população na administração e decisão na vida pública da nação. Por isso o trabalho realizado com os alunos da E E Marechal Juarez Távora tem como prioridade o refletir sobre os movimentos sociais que desde o período Imperial manifestam seus descontentamentos quanto as decisões públicas como as corrupções que a todo momento são descobertas e não punidas conforme o grau de consequências na vida dos brasileiros, principalmente dos mais carentes. Para que o tema seja desenvolvido criticamente observando as consequências na sociedade foi pesquisado e debatido outros temas como as ideologias, a formação dos Estados, as desigualdades raciais e sociais a organização política do Estado como as diversas manifestações populares que ocorrem em junho deste ano como outras que tiveram força a partir deste ocorrido. O papel da mídia com opiniões que não davam conta do futuro, ou como a liderança atendendo as revindicações foi algo que trouxe esperança e que tem que ser debatido com os alunos para maior consciência política com possibilidades de transformações .O método utilizado foram aulas expositivas, debates , dinâmicas entre os grupos, documentários, filmes e videos, proporcionando participação e, envolvimento que através de pesquisas e seminários com os temas acima referenciados foi de extrema importância. A reunião com toda a escola teve um papel importante, trazendo dois palestrantes que participam ativamente como lideres dos movimentos acima mencionados. A participação dos alunos do PIBID foi de excelsa importância, pois no periodo de março até o momento tem frequentado as aulas de Sociologia, observando, colaborando e participando com o desenvolvimento de temas que valorizam o trabalho desenvolvido neste ano. Palavras-chave: Manifestações populares. Democracia. Educação participativa. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 85 PIBID - CIÊNCIAS SOCIAIS - ATUALIDADES EM SALA DE AULA [email protected] - Professora de Sociologia e História da rede estadual de educação (E. E. João Ramalho); supervisora do projeto PIBID Ciências Sociais. [email protected] PIBID - CIÊNCIAS SOCIAIS INTRODUÇÃO: As atividades realizadas imprimiram a perspectiva de aproximar os estudantes graduandos da prática docente. Estabelecemos vínculos mais próximos da prática docente e, ainda, os educandos da Escola Estadual João Ramalho puderam apreender conteúdos que pouco são problematizados na escola, de maneira que em sua cognição estes educandos primaram, indubitavelmente, seu sensu crítico acerca das coisas do mundo. OBJETIVOS: Basicamente, os objetivos eram iniciar a prática a docência dos graduandos, prática que foi projetada para ser realizada através de uma oficina de atualidades em sala de aula, onde os graduandos prepararam as aulas e as ministraram. Junto a isto, desenvolver atividades que tracejavam a história geral do continente africano, problematizando a questão colonial, a questão étnica etc. Tudo isto visando o amadurecimento dos educandos numa postura pedagógica que se pretende libertadora. Materiais e Métodos: A metodologia aplicada foi, basicamente, a proposta pelo projeto, a saber, após acompanhamento das aulas pelos bolsistas, os mesmos escolheram temas pertinentes à atualidades, relevantes ao entendimento da realidade e, após pesquisas, apresentaram o tema aos alunos, realizando, posteriormente, um debate e uma atividade escrita. Foram utilizados equipamentos audiovisuais como apresentação de slides, músicas, fotos, bem como foi entregue um resumo informativo do tema tratado. RESULTADOS OBTIDOS: - Oficinas Atualidades em Sala de Aula: Os Black Blocs e as manifestações no Brasil (Ensino Médio) A redução da Maioridade Penal (Ensino Médio) O papel da mídia no cenário político atual (Ensino Médio) A Revolução Cubana e Cuba no cenário mundial (Ensino Médio) -Oficinas Ensino Fundamental II: Mitologia Grega: Os 12 trabalhos de Hercúles, A Ilíada e a Odisséia, O Minotauro. Apresentações sobre África: Entendendo a atualidade do continente africano Tema 1 - Pré-História e História da África Bolsistas: MATHEUS HENRIQUE BONIFACIO. Tema 2 - Ocupação Colonial do continente Africano. Bolsistas: RAFAEL DUARTE DE SOUSA e TALITA MOURA PAULINO. Tema 3 Neocolonialismo e movimentos de libertação nacional - O caso de Angola. Bolsistas: LIVIA MARCELINO XAVIER e RAUL HENRIQUE FLORINDO. Tema 4 - O Apartheid. Bolsistas: MABIA SOCORRO DE OLIVEIRA e FABIOLA DE CARVALHO PEREIRA. Tema 5 - A diversidade cultural Africana. Bolsistas: GIULIA GONCALVES SPADA. AGRADECIMENTOS: Agradecemos à CAPES pelo seu apoio ao nosso trabalho. Palavras-chave: Atualidades em sala. África. Ciências Sociais. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 86 PROJETO ÁFRICA: ENTENDENDO A ATUALIDADE DO CONTINENTE AFRICANO Valquiria Kelly Braga - Professora da rede estadual de ensino, E. E. João Ramalho, supervisora do Pibid Ciências Sociais. - [email protected] PIBID - CIÊNCIAS SOCIAIS INTRODUÇÃO: As atividades realizadas imprimiram a perspectiva de aproximar os estudantes graduandos da prática docente. Estabelecemos vínculos mais próximos da prática docente e, ainda, dos educandos da Escola Estadual João Ramalho, puderam apreender conteúdos que pouco são problematizados na escola, de maneira que em sua cognição estes educandos primaram, indubitavelmente, seu senso crítico acerca das coisas do mundo. OBJETIVOS: Basicamente, os objetivos eram iniciar a prática docente dos graduandos, prática que foi projetada para ser realizada diretamente em sala de aula, onde os graduandos prepararam as aulas e as ministraram. Junto a isto, desenvolver um panorama geral da história do continente africano, problematizando o subdesenvolvimento, a miséria e os conflitos que assolam este continente, relacionando estes problemas à questão colonial, a questão étnica, etc. Tudo isto visando o amadurecimento dos educandos numa postura pedagógica que se pretende libertadora. MATERIAL E MÉTODOS: Para o desenvolvimento do projeto foram usados recursos audiovisuais, como apresentação de slides com fotografias concernentes à cada tema e período histórico tratado, músicas típicas do continente africano e músicas atuais problematizando os estigmas deixados pela ocupação colonial no continente africano. Foi, ao mesmo tempo, entregue aos alunos um material resumo dos temas tratados, com o objetivo de aproximá-los do problema, bem como foi realizado, posteriormente, um debate acerca dos problemas atuais da África. Para a apresentação dos bolsistas foram usadas três aulas consecutivas, duas turmas do Ensino Médio por vez, alocadas no auditório da escola. Os debates foram feitos, depois, nas salas de aula. RESULTADOS OBTIDOS: Os bolsistas foram divididos em cinco duplas e cada uma delas ficou responsável pela explicação de uma parte da história do continente africano. A primeira parte se tratava da explicação de como era a realidade socioeconômica da África antes da ocupação colonial, ou seja, como viviam os Africanos antes do início da exploração intensiva por outros povos; esta parte foi chamada de ―Pré-História e História da África‖. A segunda dupla tratou da época da ocupação colonial, expondo os motivos que levaram à esta e sua correlação com o panorama da história mundial, a saber, o desenvolvimento docapitalismo mercantil. O terceiro tema, tangeu ao Neocolonialismo, novo momento de ocupação e penetração no interior do continente, bem como a divisão deste continente pelas potências européias. Ainda sob este tema foi tratado o movimento de libertação de Angola como elucidativo dos processos de independência e luta dos povos por independência. Outro tema escolhido foi o Apartheid, uma vez que o caso sulafricano é exemplar das mazelas causadas por séculos de exploração e ocupação colonial. Por fim, escolheu-se, para concluir o panorama sobre a história africana, tratar da realidade cultural, social e econômica da África hoje, situando a função e o papel deste continente na economia mundial bem como explanando a diversidade cultural do povo africano. Considerações: Após a apresentação podemos perceber quão grande foi a aproximação entre bolsistas e educandos e quão maior foi a compreensão, por parte de ambos, dos porquês da tamanha miséria que assola o rico continente africano. Palavras-chave: Atualidade da África. História da África. Ciências Sociais. Apoio: CAPES 87 PROGRAMA PIBID - HISTÓRIA A HISTÓRIA E O CINEMA: COMO TRABALHAR COM RECURSOS AUDIOVISUAIS DE MANEIRA CRÍTICA E LÚDICA EM SALA DE AULA. Priscila Silva de Lima - Aluna do 2º Ano B Noturno do curso de História Graduação e Bacharelado da FSA. Matrícula do aluno: 709329 - [email protected] Mariana Pereira da Silva - Aluna do 3º Ano B Noturno do curso de História Graduação e Bacharelado da FSA. Matrícula do aluno: 705246 - [email protected] Sarah Menegueli da Silva - Aluna do 3º Ano B Noturno do curso de História Graduação e Bacharelado da FSA. Matrícula do aluno: 705220 - [email protected] PIBID - HISTÓRIA Introdução: O ensino para os docentes enfrenta grandes desafios no ambiente escolar. Diante desta realidade, visando despertar o interesse e a participação dos alunos como sujeitos históricos, desenvolvemos atividades com metodologias diferentes, lúdicas e de fácil assimilação para os alunos, utilizando a música e o cinema como ferramentas atrativas para o ensino da disciplina de História. Evidenciando que não é uma disciplina que foca somente no passado, mas sim, uma disciplina vinculada ao passado e ao presente que está em constante construção. Objetivos: Direcionar e orientar o estudante para que ele seja capaz de desenvolver a partir das temáticas apresentadas (que seguem como princípio a base das matrizes curriculares, a realidade vivida do alunato e do cotidiano escolar) a criticidade, tendo como resultado a percepção que os mesmos estão inseridos na História como um sujeito histórico, e não apenas como um estudante da Disciplina de História. Material e método: Os recursos utilizados foram filmes e músicas, tendo sempre como base os currículos do Estado de São Paulo. As atividades foram desenvolvidas a partir da exibição de filmes, músicas, debates e realizações de oficinas, nestas foram utilizados jornais, cartolinas, lápis de cor, papel crepom, papel kraft, garrafas recicláveis, entre outros materiais. Resultados: Durante a exibição dos filmes os alunos mantiveram-se atentos e a partir das temáticas expostas debateram de forma crítica e expositiva. No decorrer das oficinas os alunos se mostraram dispostos e receptivos nos debates, nas dinâmicas e nos trabalhos manuais. A interação constante entre bolsistas e alunos, resultou em trabalhos os quais os próprios alunos se tornaram autores, pois desenvolveram cartões postais, esculturas, músicas e origami. Considerações: As atividades realizadas com os alunos tiveram como foco colocá-los diante da realidade histórica. Os resultados obtidos foram de suma importância, pois nos mostraram que as metodologias propostas para as atividades condiziam com a realidade e cotidiano daqueles alunos. O maior objetivo era despertar nos alunos o interesse pelas suas raízes históricas, suas inquietações e indagações, sempre de maneira crítica e participativa dentro da sociedade a qual estão inseridos. Palavras-chave: Revolução Industrial. Grécia Antiga. Atividades gerais. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 88 O ENSINO DE HISTÓRIA E OS DESAFIOS DO PROJETO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA Mirna Busse Pereira - Professora Doutora , FSA, Colegiado de História Coordenadora do Subprojeto de História-PIBID - [email protected] Anita Simão - Professora, EE João Ramalho Supervisora do Subprojeto de História - [email protected] PIBID - HISTÓRIA Introdução. Com a responsabilidade de auxiliar o processo de ensino-aprendizagem de História, o subprojeto de História-Pibid tem propiciado vivências diversas a alunos bolsistas no cotidiano escolar do Ensino Fundamental e Médio da rede pública. A expectativa é a de aproximar o licenciando da realidade escolar, de modo que este contribua com seu saber acadêmico para estreitar o diálogo com o trabalho do professor de História. Este subprojeto vem sendo realizado na Escola Estadual João Ramalho, situada na cidade de São Bernardo do Campo/SP, em parceria com a Fundação São André, desde março de 2012. Conta com a participação de dez alunos licenciandos em História: Ana Cristina Afonso Ferreira; Jonas Tadeu Amaral Pinto; Karoline Gomes Martinelli; Lucas Silva Gazinhato; Marcel Melisnky Kosugi; Mikaela Peixoto Dantas; Priscila da Silva Emidio; Raíssa Hieska de Lima; Ray Elivelton de Souza; Wesley Tavares Nogueira. Neste ano, o projeto foi estruturado em três blocos, relativos ao exercício do magistério: 1) Cotidiano Escolar: para conhecer a realidade escolar em seus aspectos físicos e burocráticos; tendo como objeto de reflexão o Plano de Gestão, Regimento Escolar, Estrutura Física e Legislação; 2) Planejamento escolar: ler e discutir a Proposta Curricular do Estado de São Paulo; preparar aulas para diferentes idades/séries, destinadas a alunos com dificuldades de aprendizagem; 3) Projetos: desenvolver Oficinas de História sobre diversas temáticas. Objetivos. Inserir o aluno bolsista no cotidiano escolar em contato direto com o educando. Construir referências significativas de práticas de ensino-aprendizagem de História, que contribuam para o desenvolvimento do pensar historicamente, de modo crítico e comprometido com valores de cidadania. Material e métodos. As atividades diversas com seus objetivos implicou realizar reuniões de leituras e estudos de materiais selecionados; desenvolver pesquisas sobre conteúdos históricos diversos e preparar Oficinas de História. Significou, também, identificar e definir materiais, selecionar filmes e minisséries, HQs, música e obras de arte. Resultados. Foram desenvolvidas até o presente momento dezesseis Oficinas de História; além de atividades de Rodas de Conversa com temáticas históricas ligadas a interesses dos alunos; orientação à pesquisa em suportes materiais e eletrônicos diversos; exercício de orientação e interpretação textual e vocabulário de textos históricos. A realização das oficinas exigiu elaborar estratégias diversificadas para o desenvolvimento das atividades propostas. Projetadas como espaço de ação e reflexão, as Oficinas de História tornaram o ensinoaprendizagem mais efetivo, despertando no aluno o prazer de estudar História. Culminaram na realização da Semana de História na escola. Os alunos se envolveram com as reflexões propostas e, aos poucos, foram se posicionando, apresentando seus argumentos e opiniões sobre os assuntos tratados. Essa participação variou de série para série. Revelou o desejo dos alunos em participar ativamente das aulas e se colocarem como sujeitos da história. Considerações. O projeto tem propiciado aos alunos bolsistas, professores e alunos da escola interessante e constante processo de aprendizado. Tem estimulado a pesquisa, criação e adaptação de estratégias de ensino-aprendizagem, tornando o estudo de História mais prazeroso e efetivo, contribuindo para a formação de cidadãos críticos, participativos, solidários e que se posicionam contra as injustiças sociais. Palavras-chave: Oficina de História. Iniciação à docência. ensino-aprendizagem de História. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 89 OFICINA DE HISTÓRIA E CINEMA: COMO TRABALHAR COM RECURSOS AUDIOVISUAIS DE MANEIRA CRÍTICA E LÚDICA EM SALA DE AULA Mirna Busse Pereira - Professora, FSA, Colegiado de História, Coordenadora [email protected] Rita de Cássia Simão - Professora, E. E. Padre Agnaldo Sebastião Vieira, Santo André / SP, Supervisora - [email protected] PIBID - HISTÓRIA Introdução: Os docentes enfrentam grandes desafios no ambiente escolar, para o desenvolvimento do ensino de História. O subprojeto de História-Pibid constitui um espaço de reflexão sobre essa situação para, juntamente com alunos bolsistas, buscarmos alternativas para superação dessa realidade do Ensino Fundamental rede pública; propicia, também, aproximarmos o licenciando da realidade escolar, de modo que este contribua com seu saber acadêmico para estreitar o diálogo com o trabalho do professor de História. Desde março de 2012 este subprojeto está sendo realizado na Escola Estadual Padre Sebastião Vieira de Carvalho, situada na cidade de Santo André/SP, em parceria com a Fundação São André. Para tanto, contamos com a participação de dez alunos licenciandos em História: Edivaldo de Oliveira Braga; Lucélia Lopes de Jesus; Mailson Vieira de Oliveira; Mariana de Oliveira dos Santos; Mariana Pereira da Silva; Nilson Antonio Soares; Paulo Eduardo Cagni; Priscila Silva de Lima; Rafael Galate Simões de Oliveira; Sarah Menegueli da Silva. Visando despertar o interesse e a participação dos alunos como sujeitos históricos, desenvolvemos diversas Oficinas de História. Trabalhamos com metodologias diversas, lúdicas e de fácil assimilação para os alunos, utilizando a música e o cinema como instrumentos didáticos para o ensino de História. Buscamos evidenciar que a História não está focalizada somente no passado, mas diz respeito ao presente, que está em constante construção, e sua abordagem delineia diferentes perspectivas de futuro. Objetivos: Possibilitar a inserção do aluno bolsista na realidade escolar e vivenciar práticas de ensino próprias do ensino de História. Planejar e realizar atividades que propiciem aos educandos desenvolver a capacidade de pensar criticamente, de modo a se perceberem inseridos na História como sujeitos históricos; não apenas como estudantes da Disciplina de História. Contribuir para o desenvolvimento do pensar historicamente, de maneira crítica e compromissada com valores de cidadania. Objetivos estes pautados pela realidade vivida pelo educandos e do cotidiano escolar. Material e método: Utilizamos filmes e músicas sobre temáticas históricas, tendo por base os currículos do Estado de São Paulo. Desenvolvemos oficinas a partir da exibição de filmes e músicas, seguidos de debates e realizações de atividades que permitiram aos alunos explicitar sua compreensão sobre os assuntos trabalhados. Resultados: Os alunos mantiveram-se atentos com as temáticas propostas e, progressivamente, se envolveram com os debates de forma crítica. Mostraram-se receptivos às dinâmicas e aos trabalhos realizados. A interação constante entre bolsistas e educandos, resultou em trabalhos os quais os próprios alunos se tornaram autores, pois desenvolveram cartões postais, esculturas, músicas e origami. Considerações: As atividades promoveram efetiva interação entre alunos bolsistas e educandos, mediados por práticas de ensino-aprendizagem de História; e, possibilitaram aproximar as temáticas histórias das indagações apresentadas pelos alunos diante de sua própria realidade histórica. Os resultados obtidos foram de suma importância, pois evidenciaram que as metodologias propostas para as atividades condiziam com a realidade e cotidiano daqueles alunos. Enfrentamos de modo significativo o desafio de trabalhar com interesses vindos dos alunos, valorizando suas raízes históricas e inquietações, promovendo práticas participativas e de reflexão crítica acerca da sociedade em que estão inseridos. Palavras-chave: Oficina de História. Iniciação à docência Pibid/FSA. Ensino-aprendizagem de História. 90 Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 91 PROGRAMA PIBID - MATEMÁTICA MAT-MEMÓRIA E JOGO DA EQUIVALÊNCIA Barbara de Oliveira Negrão - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] Jefferson Costa de Mendonça - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] Paulo Fernandes de Moraes - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] Erisvaldo da Silva Ramalho - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] Vinicius Cremonin Cavedon - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] PIBID – MATEMÁTICA Introdução e Objetivos: Ao ingressar no curso superior de Licenciatura em matemática da Universidade Metodista de São Paulo, tivemos o prazer de conhecer e participar do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência (PIBID). Fomos encaminhados a escola E.E São Pedro pela coordenadora Débora de Jesus Bezerra. Com o objetivo de analisar as dificuldades apresentadas pelos alunos nas aulas de matemática. A partir das experiências vivenciadas a partir da participação no Programa PIBID, e principalmente da oportunidade de identificar os problemas que podem ocorrer durante o processo de ensino aprendizagem, nós acadêmicos/bolsistas, tivemos a oportunidade de vivenciar o cotidiano escolar das escolas parceira, de todos os departamentos da escola desde a gestão aos serviços de apoio. Essa experiência fez com que nós bolsistas realmente soubéssemos como é a comunidade escolar, e propiciou ao desenvolvimento de hábitos que serão seguidos futuramente. Nesse sentido destacamos a importância do PIBID que permite que os alunos bolsistas vivenciem a realidade escolar desde o início do curso e sejam estimulados pelo corpo docente das escolas parceiras a seguir a carreira docente. É interessante observar a reação dos alunos nos momentos em que nós bolsistas estamos em sala de aula, com isso adquirimos contato e interagimos com professores e alunos, facilitando á nossa atuação nas situações do cotidiano escolar. A partir das nossas participações em sala de aula, podemos identificar que as situações de aprendizagem vividas ganharão um sentido maior na vida como docente que é a motivação, das interações sociais e o trabalho cooperativo. Resultados: Por meio deste trabalho pode-se identificar a importância do PIBID na escola, pois a partir dessas vivencias podemos identificar os problemas e dificuldades no ensino eaprendizagem da Matemática, e além de seu beneficio para todos os envolvidos na proposta do programa. Para que esta nossa vivência como estagiário, faz-se necessário o estimulo para que nos levem a ter o gosto pela docência, e incentivar a fazer aulas interessantes e que desperte esse interesse aos alunos. Após essa vivencia com os alunos percebemos quanto o ensino da matemática sempre foi e é motivo de preocupação, devido à dificuldade dos alunos em aprender esta disciplina. É preciso que uma nova metodologia seja implantada urgentemente, uma mudança para que o aluno tenha o prazer de estar nas aulas de matemática e não de querer que a aula termine logo. Considerações: Neste trabalho apresentamos uma proposta de metodologia mais cognitivista a partir do desenvolvimento de jogos que permitem aos alunos utilizar os conhecimentos prévios trazidos de casa, da rua, do seu convívio social e utilizar elementos da sua realidade, presentes no cotidiano de cada um. Após muito empenho em nossas pesquisas, demonstramos interesse em descobrir como despertar o interesse nesses jovens, com o intuito de conseguir que os jogos não sejam só mais um jogo educativo, produzimos um jogo que além de ensinar algo sobre matemática, seja divertido e interessante a ponto de abrir a mente dos jogadores para que eles percebam como a Matemática pode ser boa. Palavras-chave: PIBID. Ensino de Matemática. Jogos matemáticos. Apoio: CAPES. 92 MONTE DE SINAIS: AUXILIANDO O ALUNO-DOCENTE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA Renan Riquena - Aluno da Universidade Metodista de São Paulo [email protected] Alex da Silva Lima - Aluno da Universidade Metodista de São Paulo [email protected] Flávia Gonçalves da Silva - Aluno da Universidade Metodista de São Paulo [email protected] Jamaris Zacarias Pilatti - Aluno da Universidade Metodista de São Paulo [email protected] Thalita Picolotte Fontes - Aluno da Universidade Metodista de São Paulo [email protected] PIBID – MATEMÁTICA Introdução: O subprojeto PIBID/Metodista: ―Formas Diferenciadas para Ensino de Matemática‖, promove a viabilização e a construção de novas formas de aplicação de objetos metodológicos para estimular o aprendizado proposto, bem como a integração e a experimentação do alunodocente ao ambiente real de futura atuação, dando assim fundamental apoio as mudanças e inovação necessárias ao efetivo aprendizado pelo aluno. O objeto metodológico desenvolvido foi um jogo que foi criado após a observação do grupo em sala de aula como ouvintes no colégio E. E. Eng.Prestes Maia, sob a supervisão da professora Daniela Toth, que nos auxiliou tanto na identificação da dificuldade dos alunos, quanto na decisão e aperfeiçoamento da ideia e confecção do jogo. Objetivo: O jogo tem como objetivo incentivar e facilitar de maneira dinâmica e divertida o aprendizado de contas de adição e subtração com números naturais, e principalmente a identificação da utilização de sinais, tendo como intenção secundária a aplicação de nova prática pedagógica no auxilio ao efetivo aprendizado e conhecimento do aluno pela mediação do professor, dessa forma possibilitar e minimizar a aversão pela disciplina que a maioria dos alunos demonstra. Material e Métodos: Inicialmente, o grupo acompanhou as aulas de matemática de anos e professores diferentes, visando identificar uma dificuldade em comum das salas de aula. Também foi possível observar a atuação dos professores, que garantiu uma visão prática dos conteúdos teóricos vistos nas aulas de fundamentos da ação docente. Durante as reuniões, a supervisora propôs pesquisas relacionadas ao subprojeto, como por exemplo, a importância do uso de jogos na educação matemática. As pesquisas fizeram com que alinhássemos às ideias e suas reais repercussões na sala de aula, assim como a discussão dos trabalhos já realizados nessa área. Para alguns dos participantes do grupo, esse foi o primeiro contato com os jogos matemáticos, proporcionando a ampliação da visão sobre os objetos educacionais já vistos no curso. Resultados: O resultado proposto pelo projeto se dá pela aplicação do jogo na sala de aula. Nessa fase do projeto, o aluno-docente tem a responsabilidade de criar o plano de aula, com o auxílio do supervisor e dos professores envolvidos no projeto. O resultado teve significativa importância para os alunos-docentes envolvidos, já que nenhum participante possuía experiência de sala de aula. O seu envolvimento também proporcionou uma quebra do preconceito sobre os alunos da região, melhorando sua visão sobre a educação em geral. Considerações: Em suma, o projeto fez o grupo levantar questões sobre o ensino da região, incentivar o aluno-docente a melhorar as práticas de ensino trabalhadas na teoria durante as aulas de cunho pedagógico na formação. O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência foi, para todo o grupo, a melhor forma de entrar em contato com a experiência docente, antes mesmo do período de estágio em sala de aula, o que ajudou a pensarmos sobre como serão nossas práticas docentes como professores. Palavras-chave: PIBID. Ensino de Matemática. Jogos matemáticos. 93 Apoio: CAPES. 94 PIBID - EXPERIÊNCIA DA APLICAÇÃO DE JOGOS NO ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA Carolina de Fátima Brito - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo,Curso de Matemática - [email protected] Sandro Kawamura Rodrigues - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo,Curso de Matemática - [email protected] Fabiana Guilarducci De - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo,Curso de Matemática - [email protected] PIBID - MATEMÁTICA Introdução: O projeto PIBID – Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência e com o subprojeto " Formas diferenciadas para o Ensino de Matemática‖ tem o objetivo de enriquecer as aulas de Matemática da Educação Básica. A partir desse subprojeto foi-nos dada à oportunidade de vivenciarmos o cotidiano de escolas da rede pública estadual de educação, proporcionando-nos oportunidades de criação e participação em experiências metodológicas e práticas docentes. Objetivos: Fazer com que os alunos aprendam de uma forma lúdica, cresça no seu processo de ensino-aprendizagem, tornando o aluno um personagem ativo. A seguir relatamos a nossa experiência, como aplicar jogos no ensino para que o aluno tenha um aprendizado satisfatório. Material e Métodos Utilizados: Realizamos a leitura do projeto político pedagógico da escola estadual envolvida, observamos a realidade das salas de aula. Em conversas com os professores , percebemos que os alunos sentem um grande interesse por atividades que envolvem desafios e estratégias, atividades lúdicas nas quais a quebra da rotina os levem a novas descobertas apliando seus interesses. Propusemos então a confecção de jogos matemáticos que motivassem a aprendizagem. Alves defende a utilização do jogo com finalidade educacional, pois segundo ele ―a educação por meio de atividades lúdicas vem estimulando as relações cognitivas, afetivas, sociais, além de propiciar também atitudes de crítica e criação nos alunos que se envolvem nesse processo‖ (Alves 2001, p.22). Decidimos então em adaptar o famoso jogo Cara a Cara da Estrela, o objetivo desse jogo é através de perguntas e raciocínio lógico, descobrir o personagem do seu adversário. Nomeamos o jogo de Figura Misteriosa, que foi planejado e desenvolvido a fim de ser utilizado no ensino de geometria, para que o aluno possa desenvolver habilidades do pensamento geométrico e buscar a emancipação e a autonomia. O jogo é formado por dois tabuleiros com uma cartela móvel com 30 figuras geométricas distintas, sendo jogado por 2 alunos, que tentam adivinhar a figura geométrica do adversário. Resultados: Na aplicação do jogo pudemos verificar a facilidade em interpretar as regras. O raciocínio lógico foi posto a prova e os resultados foram surpreendentes. Todos se envolveram na conseguiram finalizar o jogo. Abrimos assim, diversos caminhos para o professor aprofundar o conteúdo. Aprimoramos o interesse dos alunos pela geometria e exemplificamos as dificuldades a serem trabalhadas. Conclusões: Este tipo de estudo, nos faz então analisar o quanto uma situação lúdica faz com que o aluno se interesse a descobrir as possibilidades que encontram para seu aprendizado. No projeto do PIBID, nos fez perceber o quanto é significativo a utilização de métodos lúdicos, para estimular o interesse do aluno na aula e no seu desenvolvimento. Realizar este tipo de atividade em sala de aula requer muita disciplina e um objetivo claro do docente, que para isto deve planejar e ter objetivos específicos antes da aplicação. Os resultados obtidos através desta experiência foram de grande valia para nosso aprendizado no que se refere a formas diferenciadas de ensinar Matemática e o importante papel do Docente. Palavras-chave: Jogos matemáticos. Ensino de Matemática. PIBID. Apoio: CAPES. 95 PIBID MATEMÁTICA 2011 Odair de Sá Garcia - Coordenador de área Subprojeto Pibid Matemática Gilmar Albuquerque da Silva - Supervisor de área Subprojeto Pibid Matemática Alexandre Alcaraz Sanchez - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática Alreni dos Santos Silva - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática Ananda Lorrani de Oliveira - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática Carlos Gardel de Franca Vieira - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática Keylla Cezar do Prado - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática Renato Antonio da Silva - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática Rosemeire Soares dos Santos - Rosemeire Soares dos Santos Vinicius Mazzaro Spadone - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática PIBID - MATEMÁTICA Introdução: Ensinar matemática é desenvolver o raciocínio lógico, estimular o pensamento critico e independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Os educadores matemáticos devem procurar alternativas para aumentar a motivação para a aprendizagem. O trabalho com jogos e materiais concretos se convenientemente planejados, respeitando as regras e os objetivos, são recursos pedagógicos eficazes para a construção do conhecimento matemático. Por meio da manipulação de materiais concretos, muitos conceitos matemáticos são devidamente identificados facilitando o processo de ensino aprendizagem. Dentro desta perspectiva, a equipe de alunos bolsistas em conjunto com o Supervisor Professor Gilmar elaboraram a Oficina Você me pergunta e Eu respondo com frações. Objetivo: A partir do uso dos materiais concretos podemos mostrar o quanto cada um é importante para o desenvolvimento do raciocínio. Estimulando o aprendizado da matemática de maneira fácil e prática. A oficina tem o objetivo de trabalhar os conceitos e as definições sobre frações. Material e métodos: Material Concreto Disco de Frações e Barra de Frações, conjuntos de matérias educativos adquiridos junto a Fundação Santo André e a CAPES. O objetivo da oficina é trabalhar conceitos como equivalência e operações que envolvem as frações. A oficina tem inicio com a aplicação de um questionário diagnóstico, em seguida os alunos manipulam o material concreto e depois o aplicador faz algumas questões desafiadoras, seguindo a oficina com a aplicação de duas situações problemas que serão solucionadas com a utilização do material concreto e finalizando com os alunos respondendo um questionário final. Resultados: Após a aplicação desta oficina observando as aulas seguintes foi possível detectar uma evolução dos alunos na resolução de situações em que se faz necessário cálculo com frações. Considerações Finais: A utilização de materiais concretos viabiliza e aprimora o processo de ensino aprendizagem. Sendo usados de maneira correta, respeitando as regras e os objetivos, esses materiais podem se tornar excelentes ferramentas que auxiliam a compreensão dos alunos. Palavras-chave: PIBID. Iniciação à docência. Ensino-aprendizagem de Matemática. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 96 PIBID UM DIFERENCIAL NO CONTEXTO ESCOLAR Paulo Moraes Da Cunha - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo,Curso de Matemática - [email protected] Margarete Juliana Machado da Silveira Zibordi - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo,Curso de Matemática - [email protected] PIBID - MATEMÁTICA Introdução: O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência (PIBID), tem como objetivo a valorização do magistério incentivando os estudantes que op-tam pela carreira docente, fazendo com que estes tenham uma sólida formação e elevando a qualidade das ações acadêmicas através de leituras e observações nas escolas públicas, pois proporciona ao estudante vivenciar uma realidade que só é alcançada através da prática em sala de aula. As experiências através deste programa traz um enriquecimento muito grande fazendo com que os futuros professores se desenvolvam dentro do quadro educacional ao participar de planejamentos, avaliações e estudos com acompanhamento de professores coordenadores e supervisores experientes na área pública, fazendo com que os novos professores tenham a percepção de sentir a escola na realidade como um espaço de construção do saber, dan-do a oportunidade para reflexões sobre as práticas pedagógicas a serviço de um melhor aprendizado. Material e Métodos: Através desta aproximação durante alguns meses na escola pública com a vida diária profissional do professor, sentimos a necessidade de estar sempre dispostos a aprender para que possamos passar conhecimentos de maneira sólida, com fácil compreensão e interpretação. Após este período de acompanhamento na escola, foi feito uma reunião com a supervisora e decidimos elaborar um jogo entitulado Transformações de Unidades de Medidas que ensina a trabalhar com os múltiplos e submúltiplos do metro. Os múltiplos a serem abordados são kilômetro, hectômetro, decâme-tro e submúltiplos decímetro, centímetro e milímetro os quais são úteis na compreensão de dimensão de comprimento, tendo como finalidade auxiliar alguns alunos que apresentam dificuldades para entender o assunto: Unida-des de Medidas, afim de que estes sintam-se mais confortáveis no aprendi-zado ao utilizarmos uma forma lúdica para maior interação entre os alunos nos jogos. O jogo é composto de dois tabuleiros, duas caixas com cartelas numeradas, uma folha com as regras e quatro cartelas com perguntas e respostas, podendo ser composto de três ou cinco jogadores, onde entitula-se um dos jogadores como Dono do Jogo que é o juiz, o qual é escolhido através de sor-teio. Este jogo elaborado ainda não foi aplicado aos alunos da escola, mas já foi utilizado como participação no Programa de Iniciação Científicas da Olimpí-ada de Matemática e Encontro de professores do ABC realizado na Universi-dade Metodista de São Paulo. Resultados: Ao avaliarmos os resultados e os benefícios que os jogos trazem aos alunos, percebemos o quanto é necessário estarmos dispostos a mudanças na forma de transmitir o conhecimento, fazendo com que a didática no ensino seja renovada com o propósito de criar meios facilitadores para o aprendizado levando aos alunos uma desmistificação da tão temida ―matemática‖ por muitos deles; pois através deste projeto é possível interagir com os números através do jogo e aqueles que compreenderem a essência para jogar estarão aptos a vivenciar o conteúdo quando assimilarem a conexão feita entre o jogo e o conteúdo aplicado em sala de aula. Palavras-chave: PIBID. Ensino de Matemática. Jogos matemáticos. Apoio: CAPES. 97 PIBID: A UTILIZAÇÃO DE JOGOS EM SALA DE AULA COMO MATERIAL AUXILIADOR PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA Tainã Nogueira Chaves - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] Maria de Fátima Rufino Froeschlin - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] Iranildo Lopes Lima - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] Erica Ouvernei da Silva Batista - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] Cristine Coelho Sussmann - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] PIBID - MATEMÁTICA Introdução. O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em seu subprojeto ―Formas diferenciadas para o Ensino de Matemática‖, se dedica a fomentar a formação do futuro educador contribuindo para a valorização do magistério. A nossa participação no Projeto PIBID aconteceu na Escola Lauro Gomes de Almeida situada no município de São Bernardo do Campo, sob supervisão da professora Nésia Bonádio e orientação da coordenadora Débora de Jesus Bezerra. Objetivo: Nosso objetivo neste projeto foi verificar as dificuldades dos alunos do ensino Fundamental II, para isso acompanhamos as aulas durante quatro meses, observando e refletindo sobre os conteúdos trabalhados em sala, o dia a dia da rotina escolar nos possibilitou ter uma visão mais abrangente das dificuldades dos alunos com a disciplina, para desenvolver jogos que auxiliassem na aprendizagem dos alunos e na fixação do conteúdo. Sendo assim, construímos dois jogos abrangendo e relacionando o conteúdo e os déficits da maioria dos alunos. Materiais e Métodos: Um processo que se constitui para uma interação onde há trocas de experiências, o sujeito vai pouco a pouco construindo uma condição para seu desenvolvimento. Dessa forma, confeccionamos O Jogo do Resto que trabalha com a operação de divisão de números naturais, e também com o conceito de divisibilidade, ajudando a resolver a defasagem que se tinha. O outro jogo confeccionado foi o Dominó de Frações que trabalha com as frações apresentadas nas figuras geométricas divididas em partes iguais, onde o número de divisões corresponde ao denominador e as partes coloridas ao numerador da fração, verificando que a fração é o todo dividido em partes. Conclusão: Percebemos com a experiência do PIBID que os jogos podem ser recursos úteis para uma aprendizagem diferenciada e significativa e podem ser utilizados como uma ferramenta auxiliadora em sala de aula para suprir lacunas existentes na aprendizagem da Matemática. Além disso, os jogos mostram que existem regras a serem seguidas quando se faz parte de uma equipe, dependendo da atitude tomada o grupo poderá ter sucesso ou não, isso mostra aos alunos que em nosso dia a dia há regras e limites que temos que seguir para que todos tenham sucesso em seus objetivos, melhorando os relacionamentos interpessoais e a convivência social dos alunos, na escola e na sociedade como um todo. Palavras-chave: PIBID. Ensino de Matemática. Jogos matemáticos. Apoio: CAPES. 98 PIBID: JOGOS, QUEBRANDO O TABU NO ENSINO E APRENIZADO DA MATEMÁTICA Eden Marcio Da Silva - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] Sueli Mara Brancalhão De Souza - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] Marcos Paulo De Oliveira - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] Clayton Dos Santos Fonseca - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] Aline Aparecida Dos Anjos - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de Matemática - [email protected] PIBID - MATEMÁTICA Introdução: Em parceria com CAPES a Universidade Metodista de São Paulo participa do Programa Institucional de Bolsa para Iniciação à Docência (PIBID), o qual tem como iniciativa o aperfeiçoamento e valorização da formação de professores da educação básica, objetivando atividades didático-pedagógicas sob orientação de um docente da licenciatura e um professor da escola. Material e Métodos: Participamos do projeto em uma escola estadual situada no município de São Bernardo do Campo, onde pudemos acompanhar as aulas com o intuito de observar a interação e assimilação do aluno com o conteúdo trabalhado. Durante as observações que ocorreram nas turmas do 9º ano do ensino fundamental e do 1º ano do ensino médio, constatamos que algumas das dificuldades de aprendizado estavam relacionadas a conteúdos recorrentes das séries anteriores, concentrando-se em problemas que envolviam os conceitos e as representações de frações, que vieram a se confirmar por meio da correção e tabulação da avaliação diagnóstica aplicada pelo governo. Através de reuniões e discussões do grupo com o acompanhamento do professor supervisor, foi decidido adotar o jogo como um recurso de apoio didático a fim de auxiliar e possivelmente atenuar essas dificuldades. O jogo desenvolvido, consiste em um tabuleiro com respostas de cartões com perguntas; para cada pergunta existem quatro respostas possíveis no tabuleiro representadas por meio da representação geométrica, fração, porcentagem e números decimais. Resultados: A aplicação do jogo em sala foi precedido de uma breve revisão do conteúdo, para que os alunos tivessem um melhor entendimento e motivação durante a partida, incentivando o desafio entre eles fixando assim o conteúdo de uma forma lúdica. O professor como observador e mediador pode conhecer melhor seus alunos, que durante a partida se tornaram mais espontâneos e transparentes, possibilitando identificar tanto as deficiências quanto as habilidades relevantes ao conteúdo, que dificilmente seria possível visualizar em uma aula tradicional. Abrindo novos caminhos para promover uma aula mais atrativa e dinamica, repensando suas práticas educativas e quebrando paradigmas sobre a forma de ensinar a Matemática. Ao fim do jogo foi feito uma devolutiva com os alunos para avaliar suas opiniões a respeito da atividade, os quais destacaram a importância do jogo em sala de aula, pois para eles o jogo foi uma forma prazerosa de testar seus conhecimentos, anulando a pressão do aprendizado por reprodução como é comum em uma aula normal. Considerações: Concluímos que o jogo é uma ferramenta poderosa de apoio ao ensino, em especial da matemática, pois a disciplina já carrega um tabu de ser muito difícil e por isso temida por muitos. De acordo com o mencionado no PCN, tornar o saber matemático acumulado um saber escolar, passível de ser ensinado/aprendido, exige que esse conhecimento seja transformado, para isso deve levar em conta o contexto em que o aluno está inserido. Palavras-chave: PIBID. Ensino de Matemática. Jogos matemáticos. Apoio: CAPES. 99 UTILIZAÇÃO DE JOGOS MATEMÁTICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Odair de Sá Garcia - Coordenador de área Subprojeto Pibid Matemática Gilmar Albuquerque da Silva - Supervisor de área Subprojeto Pibid Matemática Alexandre Alcaraz Sanchez - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática Alreni dos Santos Silva - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática Ananda Lorrani de Oliveira - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática Carlos Gardel de Franca Vieira - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática Keylla Cezar do Prado - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática Renato Antonio da Silva - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática Rosemeire Soares dos Santos - Rosemeire Soares dos Santos Vinicius Mazzaro Spadone - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática PIBID – MATEMÁTICA Introdução: Um dos primeiros momentos dando inicio a este projeto, foi a interação entre os alunos bolsistas da Fundação Santo André participantes do projeto, o Coordenador de Área Subprojeto Matemática Professor Mestre Odair Sá Garcia e o Supervisor de área Subprojeto Matemática Professor Gilmar Albuquerque da Silva. Após esta interação o próximo passo foi conhecer as estruturas físicas, a Direção, coordenação, corpo docente, corpo discente os documentos, a proposta curricular e a proposta pedagógica da Escola Estadual Dr Fausto Cardoso Figueira de Mello. Como primeiras ações foram aplicadas atividades diagnósticas para nortear os caminhos e definir as ações a serem aplicadas dentro do projeto. Após análise dos resultados diagnósticos, o grupo entendeu que o uso de materiais concretos e jogos matemáticos ajudariam no processo de ensino aprendizagem sanando as defasagens apresentadas nas observações. Materiais e Métodos: Tomando como base as informações observadas nas atividades diagnósticas, os alunos bolsistas, pesquisaram e criaram alguns jogos para auxilio no processo de ensino aprendizagem dos conteúdos que apresentaram maior defasagem de entendimento. A proposta é aplicar cada jogo pesquisado ou criado pelos bolsistas ao longo do projeto. Acompanhando após a aplicação os resultados por meio de avaliações continuas. Resultados: As primeiras aplicações demonstraram que devidamente utilizados, os materiais concretos e jogos, proporcionam sim diferença no processo de ensino aprendizagem. Considerações Finais: A utilização de jogos em sala de aula é uma ação promissora para o aprendizado de matemática e de melhor interação social, pois em muitos casos a timidez faz com que o aluno deixe de perguntar, guardando pra si suas dúvidas, fator que ao longo dos anos letivos será um empecilho no entendimento de novos conteúdos. A aplicação de uma atividade envolvendo material concreto ou uma oficina de jogos matemáticos é feita em grupos, proporcionando uma melhor interação entre os alunos e criando um ambiente facilitador para o entendimento. A partir desta perspectiva, este trabalho, tem como finalidade estabelecer uma relação entre o ensino de matemática e a utilização de jogos como importante auxílio no processo de ensino aprendizagem. Palavras-chave: PIBID. Iniciação à docência. Ensino-aprendizagem de Matemática. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 100 PROGRAMA PIBID - PEDAGOGIA CONTOS, POEMAS E OUTRAS HISTÓRIAS LUCIANA DE FREITAS LANNI - Professora do curso de Pedagogia à distância(UMESP), Coordenadora do subproejto-"Contos, poemas e outras histórias" (PIBID/CAPES/ Prefeitura de Mauá/ UMESP). - [email protected] PIBID - PEDAGOGIA O projeto ―Contos, poemas e outras histórias‖ compõe uma das nove abordagens do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), em parceria com a Universidade Metodista de São Paulo, por meio do curso de Pedagogia à distância (EAD), e a Prefeitura Municipal de Mauá. Contemplando em seus objetivos o aprofundamento das teorias trabalhadas no curso, bem como possibilitar uma vivência significativa e prática na formação dos estudantes de Pedagogia, dos alunos atendidos no Ensino Fundamental-I e na EJA. Dentro destas perspectivas o projeto busca: - A aproximação entre teoria e prática no processo de formação dos discentes do curso de Pedagogia EAD para que possam vivenciar efetivamente o cotidiano do trabalho escolar, num movimento constante de reflexão crítica e consciente que os levará a uma formação contínua e integral. - O incentivo à leitura, o aprimoramento da escrita e a busca de sua identidade cultural, moral e social. - Compartilhar as práticas sociais vinculadas ao ato de ler e escrever, dando sentido à leitura e à escrita, despertando o interesse dos estudantes por obras literárias motivando-os a apreciar as mesmas de forma prazerosa e permanente. Este projeto conta com trinta estudantes do curso de Pedagogia EAD e seis professoras-supervisoras das instituições municipais de educação básica do Município de Mauá. Palavras-chave: Formação docente. Educação. Literatura e escrita. Apoio: CAPES. 101 A CONSTRUÇÃO DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA DO GÊNERO DE TEXTO INSTRUCIONAL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID/USCS NA EMEB JOSÉ IBIAPINO FRANKLIN Maria de Fátima Ramos de Andrade - Professora Dra., USCS - Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Curso de Pedagogia. - [email protected] Luciana Villani das Neves - Graduação, USCS - Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Curso de Pedagogia. - [email protected] Maria Neide da Silva - Professora, EMEB José Ibiapino Franklin, São Bernardo do Campo. - [email protected] PIBID - PEDAGOGIA O projeto institucional PIBID/USCS - ―Universidade e escola pública: um caminho para formação inicial e continuada nas licenciaturas em Educação Física e Pedagogia - tem promovido o contato entre aluno pesquisador e escola, propiciando a troca de experiências por meio da problematização, análise e investigação das vivências em sala de aula, embasadas pelos estudos da Engenharia Didática. O presente trabalho apresenta a experiência pedagógica referente ao gênero de texto instrucional realizada em uma classe em alfabetização da EMEB José Ibiapino Franklin, no município de São Bernardo do Campo. Além de estabelecer uma relação mais colaborativa entre a universidade e a escola pública, objetivamos com essa parceria elaborar sequências didáticas que promovessem o aprendizado significativo de textos instrucionais. Cumpre lembrar que a orientação metodológica seguida neste trabalho foi baseada nos estudos de SCHNEUWLY e DOLZ (2004) que partem do pressuposto da importância da investigação didática no ensino dos gêneros. O procedimento da ‗sequência didática‘ é composto por um conjunto de atividades escolares organizadas de maneira sistemática, em torno de um determinado gênero textual oral ou escrito (objeto de ensino). Como resultado do trabalho realizado foi possível perceber que no final do processo de ensino os alunos apresentaram avanços tanto no entendimento do gênero textual quanto no processo de alfabetização. Além disso, esta proposta pedagógica, que permitiu a construção de uma sequência didática aberta, mostrou que é possível ensinar o aluno partindo de seu conhecimento prévio, de forma significativa e lúdica. O programa PIBID vem cumprindo o seu papel social quando consegue, principalmente, juntar teoria e prática, incorporando novas experiências na formação da aluna pesquisadora tanto sob a orientação de um docente da instituição de ensino superior quanto pela orientação da professora da escola pública. A possibilidade de participação no programa tem colaborado na ampliação de um olhar investigativo não somente no que se refere ao processo de ensino/aprendizagem, mas também sobre diversas questões que ocorrem no âmbito de uma escola pública. Palavras-chave: Sequência didática. Gênero instrucional. Formação docente. Apoio: CAPES. 102 A CONSTRUÇÃO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS DE GÊNEROS TEXTUAIS DA LÍNGUA MATERNA: A EXPERIÊNCIA DO PIBID NA EMEB DR. JOSÉ FERRAZ DE MAGALHÃES CASTRO Bruna Driely Campos Sampaio - Aluna, Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS). - [email protected] Isabel Dayana Mesquita Cerqueira Carvalho - Aluna, Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS). - Aluna, Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) PIBID - PEDAGOGIA RESUMO: O projeto institucional PIBID/USCS - ―Universidade e escola pública: um caminho para formação inicial e continuada nas licenciaturas em Educação Física e Pedagogia‖ - tem promovido o contato entre aluno pesquisador e escola, propiciando a troca de experiências por meio da problematização, análise e investigação das vivências em sala de aula, embasadas pelos estudos da Engenharia Didática. O PIBID é um Programa do Ministério da Educação, gerenciado pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), cujo objetivo maior é o incentivo à formação de professores para educação básica, e a elevação da qualidade da escola pública. O presente trabalho apresenta a experiência pedagógica dos gêneros textuais – contos modernos e contos de fadas – no campo da Língua Portuguesa, realizada em uma escola pública da rede Municipal de São Bernado do Campo. O trabalho foi construído de acordo com o modelo proposto por Joaquim Dolz, Michèle Noverraz e Bernard Schneuwly, pesquisadores do grupo de Genebra, que desenvolvem as sequências a partir do modelo: apresentação do tema; primeira produção, módulos e produção. Para chegarmos ao produto final da sequência didática, associamos o projeto à metodologia da engenharia didática/investigação didática proposto por Artigue Michèle. A investigação didática é pautada na constante ação-reflexão-ação do professor, objetivando a constante reflexão no processo de ensino em sala de aula. A inserção dos alunosbolsistas que fazem parte do projeto PIBID na USCS tem favorecido a formação dos licenciandos tanto do curso de Pedagogia, quanto da Educação Física pois possibilita aos alunos a oportunidade de inserção em situação reais de ensino-aprendizagem nas escolas, onde há oportunidade de analisar, refletir e agir sobre diversas situações. Do estudo realizado constatamos que o modelo – sequência didática – propiciou condições adequadas ao ensino dos gêneros, tornando a aprendizagem mais significativa. Além disso, percebemos a avaliação como momento crucial na construção das sequências didáticas. É necessário, ainda, avançar na reflexão sobre como avaliar a produção dos nosso alunos. Palavras-chave: PIBID. Sequência didática. Engenharia didática. Apoio: CAPES. 103 A CONSTRUÇÃO DE UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA DO GÊNERO CRÔNICA: A EXPERIÊNCIA DO PIBID/USCS NA EMEB DR. JOSÉ FERRAZ DE MAGALHÃES CASTRO Cláudio Marcelo de Lima Cabral - Aluno do Sexto Semestre de Pedagogia da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, e aluno-pesquisador do PIBIB. [email protected] PIBID - PEDAGOGIA Neste trabalho, faço uma apresentação, parcial, dos resultados de minha pesquisa realizada no Programa de Iniciação à Docência – PIBID – no curso de Pedagogia, junto à Secretaria Municipal de Educação de São Bernardo do Campo, na escola EMEB Dr. José Ferraz de Magalhães Castro. O projeto institucional PIBID/USCS, intitulado ―Universidade e escola pública: um caminho para formação inicial e continuada nas licenciaturas em Educação Física e Pedagogia‖, é orientado pelos estudos da Engenharia Didática (ARTIGUE, 1996) e tem como objetivo principal propiciar contato dos licenciandos com a realidade escolar, de forma a identificar, problematizar e investigar aspectos vivenciados na escola e relacioná-los aos conteúdos curriculares das disciplinas trabalhadas nas respectivas Licenciaturas. O Subprojeto PIBID/USCS/Pedagogia segue a metodologia da Investigação Didática (LERNER, 1995) e orienta-se pela abordagem dos pesquisadores da Escola de Genebra (SCHNEWULY e DOLZ, 2004), para a elaboração de sequências didáticas de gêneros textuais no ensino da língua portuguesa. Com base nessa abordagem, meu projeto objetivou a construção colaborativa, aluno bolsista e professor regente, de uma sequência didática do gênero crônica em uma classe do 5º ano na Escola Municipal de Educação Básica Dr. José Ferraz de Magalhães Castro. Inicialmente, nas reuniões sistemáticas, estudamos a Proposta Curricular do município São Bernardo e a proposta pedagógica da escola, além das formas de participação/intervenção e de elaboração de registros das práticas observadas. Além disso, foram lidos e discutidos os textos dos autores que embasam o projeto, tais como: Lerner (1995), Artigue (2006), Schnewuly e Dolz (2004), entre outros. Palavras-chave: Formação docente. Gêneros textuais. Sequência didática. Apoio: CAPES. 104 A IMPORTÂNCIA DE LER PARA UMA CRIANÇA EM FASE INICIAL DE ALFABETIZAÇÃO Danilo Righeti - Aluno do Curso de Pedagogia da FSA - [email protected] Caroline Demetrio - Aluno do Curso de Pedagogia da FSA [email protected] Elaine Brandão - Aluno do Curso de Pedagogia da FSA - [email protected] PIBID - PEDAGOGIA Introdução: Ler é um hábito poderoso que nos faz conhecer mundos e ideias e pesquisas ao redor do mundo mostram a importância da leitura para as crianças em fase de alfabetização. Esta serve para que elas se familiarizem com a escrita e auxilia em todas as disciplinas. Objetivo Pretende-se relatar experiências vividas no âmbito do PIBID de forma a dar concretude a esta visão e revelar como no interior desse programa, bolsistas e supervisões, podem agir de forma conjunta para contribuir para o processo de letramento da criança em fase de alfabetização. Com isso, evidenciar a importância do PIBID enquanto processo de formação dos novos docentes e seu impacto nas escolas que recebem os bolsistas. Metodologia: Muitas crianças na fase inicial de alfabetização não são capazes de ler palavras e frases. Isso não quer dizer que a elas não se deva oferecer livros com textos contendo historias. É necessário que ela seja introduzida num ―ambiente alfabetizador‖, algo amplo e complexo, como se fosse imersa no mundo letrado de forma intencional por meio de ações que a escola desenvolve. É elementar que se leia para elas. Seja uma história, uma reportagem ou um poema, a leitura em voz alta feita para as crianças é muito importante para o processo de letramento, aqui entendido como processo mais amplo do que ensinar a ler e a escrever, pois é uma forma de introduzi-la num universo imaginário ou real, uma demonstração de como podem ser lidos diferentes tipos de textos, de qual entonação pode ser usada, do modo como se respira em cada vírgula ou ponto final, e, dentre outras coisas, ajuda a desenvolver o senso crítico da criança ouvinte. No ambiente escolar, podem-se desenvolver vários meios para que a criança entre em contato com a leitura, como a biblioteca e a leitura feita pelo professor em sala de aula, além de promover trocas de livros semanais entre os alunos de maneira a incentivar que os responsáveis pela criança leiam histórias para elas. Considerações Finais: A leitura pode ser um ótimo estimulante para a criação de vínculos entre a criança e os familiares, pais, professores e amigos. Além disso, ler para as crianças em processo de alfabetização auxilia na aprendizagem da escrita, na formação de valores e aumenta o vocabulário do aluno. Palavras-chave: Leitura. Alfabetização. Crianças. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 105 A PRODUÇÃO CIENTÍFICA DO PROGRAMA PIBID NO ESTADO DE SÃO PAULO: OS SEMINÁRIOS EM QUESTÃO Patricia Fazani da Silva - Patricia Fazani da Silva - [email protected] Maria de Fatima Ramos de Andrade - [email protected] PIBID - PEDAGOGIA Resumo: O presente projeto se propõe a investigar a produção científica dos alunos participantes do PIBID que foi apresentada em seminários vinculados ao Programa. A pesquisa será desenvolvida tendo por objeto de análise a produção científica disponibilizada na Web pelas IES, bem como em produções científicas publicadas em anais de eventos do PIBID realizados no Estado de São Paulo nos últimos quatro anos. Apesar do pouco tempo de implantação, os relatórios e os relatos das instituições participantes do programa têm mostrado impactos significativos, em especial, pela participação crescente de bolsistas de iniciação em eventos científicos e acadêmicos no país e até no exterior. Como metodologia de pesquisa faremos um levantamento que permitirá saber quais são as universidades que mais produziram, a temática mais trabalhada e quais as metodologias aplicadas. Espera-se com essa investigação delinear o foco dado a formação docente pelas instituições de Ensino Superior, bem como identificar o perfil dos estudos que estão sendo realizados e suas principais temáticas. Palavras-chave: Pibid. Pedagogia. Seminários. Apoio: CNPq. 106 AGRUPAMENTO NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO Suliany Aparecida da Luz - Colegiado de Pedagogia - FSA - [email protected] Mayara Rocha de Oliveira - Colegiado de Pedagogia - FSA [email protected] Tatiane Moreira - Colegiado de Pedagogia - FSA - [email protected] Caroline Cajui - FSA - Colegiado de Pedagogia Alexandra Aparecida Liberato Trevisan - Supervisora do projeto PIBID – EMEIF Carolina Maria de Jesus - [email protected] PIBID - PEDAGOGIA I. INTRODUÇÃO: A avaliação dos alunos que frequentam o ciclo I e o acompanhamento daqueles que apresentam dificuldades de aprendizagem na escrita e na leitura tem sido um desafio para a maioria nas escolas brasileiras de forma a garantir a progressão continuada. Essa questão tem sido objeto de preocupação e de ação num dos terceiros anos da EMEIEF Carolina Maria de Jesus, situada em Santo André, que recebe bolsistas do PIBID. Por esta razão, a Professora Supervisora estruturou um projeto, envolvendo as bolsistas do PIBID, de ―agrupamentos‖ dos alunos com dificuldades de aprendizagem, cujos objetivos, metodologia e matérias e resultados são apresentados a seguir. II. OBJETIVOS: a) Produzir atividades que favoreçam a aprendizagem da escrita e da leitura dos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem no 3° ano do Ensino Fundamental. b) Auxiliar os alunos no sentido de refletirem sobre as suas hipóteses de escrita e leitura, de forma que possam supera-las e avançarem para novas possibilidades. c) Contribuir para que os alunos produzam frases e pequenos textos. III. METODOLOGIA E MATERIAL: Um conjunto de atividades é desenvolvido pelas bolsistas do PIBID, acompanhadas pela Professora Supervisora: a) Diagnostico sobre a hipótese de escrita e de leitura com a qual trabalha a criança com dificuldade de aprendizagem no processo de alfabetização. b) Formação de ―agrupamentos‖, segundo a natureza das dificuldades de cada aluno em fase de alfabetização, totalizando 8 (oito) alunos para 3 (três) bolsistas. c) Proposição de atividades aos alunos, adequadas às dificuldades diagnosticadas no processo de alfabetização. d) Associação de afeto e realização de atividades praticas, principalmente lúdicas, considerando a proposição de Vygotsky. Materiais utilizados no desenvolvimento das atividades: alfabeto silábico, bingo de letras, letras moveis, varal de letras, caça palavras, detetive de palavras, jogo de rimas, cruzadinhas. IV. CONSIDERAÇÕES: Em pequenos grupos, o professor tem a possibilidade de fazer intervenções individuais de acordo com as necessidades de cada criança. Por meio do diálogo, o agrupamento possibilitou o aprendizado tanto do educando quanto do professor e dos bolsistas. Houve uma intensa troca de saberes. A diversidade de saberes possibilitou formas positivas de trocas. Por fim, os alunos apresentaram evolução na leitura e na escrita. Palavras-chave: Alfabetização. Agrupamento. Atividades diferenciadas. Apoio: CAPES, Fundação Santo André. 107 CONTRIBUIÇÕES DO PROJETO PIBID Maria Matilde Antonelli - Mestre em Educação titulada pela Universidade Metodista de São Paulo. Atualmente é professora do Ensino Fundamental na Rede Estadual de São Paulo, Prefeitura Municipal de Santo André e Supervisora do projeto PIBID/Pedagogia. Possui graduação em Pedagogia pela Faculdade de São Bernardo do Campo (2000) e Pós graduação Lato Sensu em Violência Doméstica pela Universidade de São Paulo - USP (2003). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Alfabetização. [email protected] Pâmela Pinheiro Pontelli - Atua no projeto PIBID, Cursando Pedagogia na Fundação Santo André. - [email protected] Nayara Rodrigues de Souza - Atua no projeto PIBID, cursando Pedagogia na Fundação Santo André - [email protected] Jéssica Garcia da Cruz Morais - Atua no Projeto PIBID, cursando Pedagogia na Fundação Santo André. - [email protected] Jéssica Caroline Ribeiro Rodrigues Ferreira - Atua no Projeto PIBID, cursando Pedagogia na Fundação Santo André. - [email protected] PIBID - PEDAGOGIA O projeto PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) tem como objetivos incentivar a formação de professores, antecipar o vínculo entre os futuros mestres e a sala de aula da rede pública, para conhecer a realidade escolar e promover ações inovadoras capazes de gerar a melhoria da qualidade da educação básica. O fato dos bolsistas vivenciarem momentos da prática pedagógica com observação das ações dos educandos no processo de construção do conhecimento ou intervir sob a supervisão da professora titular da classe, facilita a compreensão da teoria adquirida no curso de Pedagogia. Nesse contexto, a participação dos bolsistas PIBID no espaço da sala de aula instiga a perceber a complexidade que é lidar com a heterogeneidade. Ao vivenciar situações positivas na dinâmica do processo educativo, acompanhar o trabalho realizado por professores experientes com as devidas intervenções pedagógicas favorece a qualidade da formação profissional. Os bolsistas PIBID/Pedagogia que atuam em parceria com a supervisora e professora titular da classe na EMEIEF Carolina Maria de Jesus localizada na cidade de Santo André vêm realizando algumas ações inovadoras no espaço da sala de aula com alunos do 3º ano (ciclo I) na disciplina de matemática. Os desafios propostos são apreciados pelas crianças e promovem o raciocínio lógico com: jogos matemáticos, intervenções pedagógicas utilizando material concreto, agrupamento, músicas e montagem de figuras com tangram. As atividades favorecem o aprendizado dos educandos e, simultaneamente contribuem para a formação dos bolsistas PIBID que, quando graduados, terão como diferencial terem a experiência como parceiros no ―fazer pedagógico‖ na escola pública. Desta forma, é possível concluir que a sala de aula é o encontro de diferentes saberes e a ação pedagógica deve favorecer a construção da aprendizagem significativa capaz de incluir a todos. Conhecer o ―laboratório de conhecimentos‖ que é a sala de aula, participar da rotina de trabalho pedagógico na relação professor/aluno/conhecimento e desenvolver atividades educativas supervisionadas são contribuições importantes à formação do professor. Palavras-chave: Projeto PIBID. Prática pedagógica. Formação docente. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 108 CRIANÇAS E LEITURA: AMPLIAÇÃO DO MUNDO E NOVAS POSSIBILIDADES DE APRENDIZAGENS Débora de Camargo Gallo - Professora Marilena Nakano e Marli Ancassuerd, FSA, Colegiado de Pedagogia - [email protected] Julia Borges Mateus Bressan - Professora Marilena Nakano e Marli Ancassuerd, FSA, Colegiado de Pedagogia - [email protected] Jacqueline Aliende Barbeli - Professora Marilena Nakano, FSA, Colegiado de Pedagogia [email protected] PIBID - PEDAGOGIA Introdução: A contação de histórias na infância, principalmente nos anos iniciais, como também nos primeiros anos do processo de alfabetização, é de fato, um dos mais importantes instrumentos para o incentivo à leitura e para o aprimoramento do ler e escrever. Além de possibilitar que a criança conheça os diversos mundos dos livros, auxilia-as no desenvolvimento do imaginário e, mais para frente, na diferenciação do mundo real e do fictício. Na EMEIF Carolina Maria de Jesus, na cidade de Santo André/SP, com turmas de educação infantil, primeiro e segundo ciclos do ensino fundamental I, foi desenvolvido um projeto, por bolsistas do PIBID, para inserir as crianças no mundo da biblioteca, não apenas para levá-las a um diferente espaço físico, no qual existem outras regras e funcionamento, mas fazê-las viverem em um ambiente que tudo pode acontecer sem a necessidade de nos movermos. Objetivo: Despertar nas crianças, através de diversas contações de histórias, ao longo do ano, o interesse pelo mundo da leitura, transformando-as em leitores assíduos e melhores escritores e, consequentemente, no futuro, melhores cidadãos. Material e métodos: a) Organização inicial da biblioteca da escola, pelas bolsistas do PIBID. b) Definição dos objetivos do trabalho, envolvendo as bolsistas do PIBID e os professores das salas. c) Definição de horários e turmas a serem trabalhadas ao longo da semana. Resultados: É visível o despertar de um maior interesse, da parte das crianças, pelos livros e histórias, além de reproduções espontâneas dos mesmos, na contação de histórias novas ou já contadas. Da parte dos professores das salas, há um reconhecimento da importância desse tipo de projeto e a necessidade de dar continuidade a ele no próximo ano. Considerações: A introdução das crianças ao mundo da leitura as auxilia em seu desenvolvimento, despertando desejos, enfrentando seus medos, descobrindo novas realidades, além de estimular e fazê-las reconhecer letras e palavras escritas, bem como, o aperfeiçoamento e a conquista de novos vocábulos, sempre direcionando-os a novos horizontes. Palavras-chave: Biblioteca. Contação de histórias. Desenvolvimento pela leitura. Apoio: CAPES, Fundação Santo André. 109 JOGOS E BRINCADEIRAS NA ESCOLA Daniela Dias Carvalho - Aluna, FSA, Colegiado de Pedagogia [email protected] Alane Samara de Lima - Graduação, FSA, Curso de Pedagogia - [email protected] Gracielle Lopez - Graduação, FSA, Curso de Pedagogia - [email protected] Raquel Nascimento - Graduação, FSA, Curso de Pedagogia - [email protected] PIBID - PEDAGOGIA JOGOS E BRINCADEIRAS NA ESCOLA. Introdução: Na escola, o lúdico é fundamental no trabalho com as crianças, pois elas aprendem brincando. Jogos e brincadeiras proporcionam uma aprendizagem significativa, desenvolvendo o raciocínio lógico, a coordenação motora, a socialização. Ao jogar e brincar a criança participa ativamente das atividades, pois explora, questiona, reflete, faz estratégias para chegar ao resultado desejado, se socializa na relação que estabelece com outras crianças e/ou adultos com os quais se encontra no contexto. Além disso, aprende a respeitar limites e regras. Objetivos: Possibilitar, por meio de jogos e brincadeiras, aprendizagens significativas para as crianças. Garantir espaços de atividades autônomas e que as crianças possam decidir, individualmente, ou coletivamente, aquilo que desejam fazer na escola. Material e métodos Partiu-se de observações na escola que recebe bolsistas do PIBID, de forma a diagnosticar que jogos e brincadeiras eram oferecidos às crianças. Observamos os alunos e os espaços da escola municipal de Santo André, EMEIEF Carolina Maria de Jesus, e foi possível perceber que a escola proporcionava poucas opções de brincadeiras livres. Do diagnostico, realizou-se pesquisa na internet sobre jogos corporativos, para desenha-los no chão para que todas as crianças pudessem brincar, de forma autônoma. Os materiais necessários, além do computador, foram papel, tinta, pincel, fita crepe. Resultados: Os momentos de intervalo e de ―parque‖, após o desenho dos jogos no chão, mostraram-se ricos para a aprendizagem de certas habilidades e comportamentos sociais, além de prazerosos, possibilitando a cada criança a experiência de viver o exercício da autonomia, sem o controle que exerce o professor. Considerações: É inegável a importância dos jogos e brincadeiras para o desenvolvimento infantil. Os bolsistas do PIBID podem, em cada escola que atuam, agir no sentido de possibilitar que esse tipo de atividade seja incrementada, especialmente, sem que haja interferência do professora, para que as crianças possam viver experiências autônomas. Palavras-chave: Jogos. Autonomia. Brincadeiras. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 110 JOGOS MATEMÁTICOS NA SALA DE AULA Maria Matilde Antonelli - Mestre em Educação titulada pela Universidade Metodista de São Paulo. Atualmente é professora do Ensino Fundamental na Rede Estadual de São Paulo, Prefeitura Municipal de Santo André e Supervisora do PIBID/Pedagogia pela Fundação Santo André - FSA. Possui graduação em PEDAGOGIA pela Faculdade de São Bernardo do Campo (2000) e Pós graduação Lato Sensu em Violência Doméstica pela Universidade de São Paulo - USP - (2003). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em alfabetização. - [email protected] Laís Gomes Fernandes - Bolsista PIBID, cursando Pedagogia na Fundação Santo André. [email protected] Mayara Mazzini da Silva - Bolsista PIBID,cursando Pedagogia na Fundação Santo André. [email protected] Mirlei Santos Borsari - Bolsista PIBID, cursando Pedagogia na Fundação Santo André. [email protected] Ariane Soares Rosalino - Bolsista PIBID, cursando Pedagogia na Fundação Santo André. [email protected] PIBID - PEDAGOGIA Pensando na importância dos jogos e nas inúmeras possibilidades de melhorar o raciocínio matemático, o presente trabalho tem por objetivo ampliar os saberes mobilizados pelas crianças durante o envolvimento com jogos pedagógicos no espaço da sala de aula. Os jogos são confeccionados pelas alunas bolsistas PIBID de Pedagogia da FSA, em parceria com a supervisora e professora titular da classe (3º ano) da EMEIEF Carolina Maria de Jesus, localizada na cidade de Santo André. Na expectativa de motivar os educandos, os jogos pedagógicos são depositados em um carrinho intitulado ―HORA DO JOGO‖ que, uma vez por semana, circula pelas classes de 3º ano do ensino fundamental, ciclo I. Alguns questionamentos durante o processo de aplicação dos jogos norteiam a observação pedagógica: O que há de significativo para as crianças na rotina com jogos? Como as crianças lidam com o possível não saber inicial a respeito do que lhe é proposto? Como mantê-las envolvidas durante o processo do jogo? O estudo fundamenta-se nas ideias da autora Cecília Parra, (2009) que discute no livro ―Didática da matemática: reflexões psicopedagógicas‖ com propostas didáticas envolvendo desafios matemáticos que oportunizam o aluno a colocar em jogo seus conceitos, questionamentos, reflexões e, ao mesmo tempo, intensifica o fazer pedagógico do professor orientando suas intervenções às crianças que mais necessitam de atenção. O resultado parcial deste trabalho mostra que, para serem bem sucedidos, os jogos matemáticos na sala de aula devem contar com planejamento, objetivos e intencionalidade. Antes de aplicar o jogo aos alunos, o grupo de bolsistas (PIBID), planejam, organiza a música de chegada do carrinho, realizam o jogo para confirmar as regras e evitar o improviso. No momento dos jogos matemáticos na sala de aula, professores e bolsistas observam as estratégias de pensamento reflexivo das crianças enquanto resolvem os problemas propostos, podendo variar as alternativas (intensificar ou diminuir) os desafios de acordo com o nível de evolução do aluno, equipe ou dupla para que eles sintam-se motivados a ultrapassar as etapas. É nesse ambiente de ações e troca que as crianças ―aprendem a respeitar regras, a exercer papeis diferenciados e controles recíprocos, a discutir, a chegar a acordos‖ (Parra, p.229,2009). Palavras-chave: Jogos pedagógicos. Planejamento. Pensamento reflexivo. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 111 O PIBID NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE UM POSSIBILITADOR DO BRINCAR Mayara de Castro de Oliveira - Estudante do 6º semestre de Pedagogia, bolsista PIBID, Universidade Metodista de São Paulo. - [email protected] Sara Soares de M. Parreira - Estudante do 6º semestre de Pedagogia, bolsista PIBID, Universidade Metodista de São Paulo. - [email protected] Michele Santiago da Silva - Estudante do 6º semestre de Pedagogia, bolsista PIBID, Universidade Metodista de São Paulo. - [email protected] PIBID - PEDAGOGIA Instrodução: O presente trabalho tem como intuito apresentar relatos de experiência de três estudantes do curso de Pedagogia, da Universidade Metodista de São Paulo, através da participação do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência- PIBID- em parceria com a Capes e a Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo (SP). Tal programa visa o aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores/as para a educação básica. Neste sentido, concede bolsas à projetos desenvolvidos pelas instituições de ensino superior em parceria com escolas públicas de educação básica. O subprojeto desenvolvido ―Brincadeiras de agora e brincadeiras de outrora‖ envolve a participação de trinta estudantes distribuídos em duas creches, três pré-escolas e uma escola que atende a Educação de Jovens e Adultos (EJA), tendo em cada uma destas instituições uma professora supervisora da própria unidade. Objetivo : O objetivo do projeto é formar professores/as brincantes, instigando o olhar sensível e curioso dos bolsistas para as crianças, jovens e adultos, valorizando as culturas e conhecimentos de todos para a construção do saber. Metodologia: A metodologia utilizada consiste em encontros formativos quinzenais; leituras e pesquisas; planejamento e registros; realização de atividades com as crianças em idas semanais dos/as estudantes às instituições. As referencias teóricas utilizadas são dos autores como Paulo Freire, Miguel Arroyo, Vygotsky, Florestan Fernandes, Gilles Brougère e Jorge Larrosa. Atuar no projeto tem possibilitado aos/as estudantes não apenas conhecer a realidade das instituições educacionais públicas, mas, sobretudo, aprender com elas. Considerações: O presente relato, portanto, apresenta algumas inquietações dos bolsistas sobre o brincar e o tempo direcionado a ele, bem como algumas experiências adquiridas com as idas às instituições e brincando e refletindo quanto as suas práticas. A partir de uma visão crítica sobre as suas atuações durante o desenvolvimento do projeto, vê-se aqui, a oportunidade de aproveitar o tempo determinado para que as atividades e brincadeiras sejam apresentadas às crianças, jovens e adultos, sendo a sua execução um instrumento possibilitador para que haja um intercâmbio atemporal, de forma que eles possam se perceber e, assim, brincar as brincadeiras de outrora, bem como as de agora, de modo que ambas possam ser recriadas para além do tempo que lhes são apresentadas, permitindo-lhes vivenciar experiências que lhe sejam significativas. Palavras-chave: Brincar. Desvalorização. Experiência. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 112 PIBID E A FORMAÇÃO DOS NOVOS PROFESSORES: A RELAÇÃO ENTRE SUPERVISOR E BOLSISTAS Solange de Freitas Silva - Graduação, FSA, Curso de Pedagogia [email protected] Kelly Cezar do Prado - Graduação, FSA, Curso de Pedagogia - [email protected] PIBID - PEDAGOGIA Pretende-se abordar algumas experiências vividas no âmbito do PIBID, especialmente o papel da Supervisora, professora responsável pela sala que acolhe as bolsistas, e sua relação com as Bolsistas. Estas últimas têm oportunidade de perceber rotinas instaladas na sala de aula e as formas de enfrentamento de dificuldades que aparecem. Vivenciam inúmeras situações, dentre elas o acompanhamento das lições de casa das crianças, dos alunos com dificuldades, do auxílio prestado à professora na confecção de materiais, bem como a percepção do envolvimento e compromisso da professora com os alunos, da reflexão sobre as famílias dos alunos, das questões a serem enfrentadas a partir da inclusão de alunos com necessidades especiais. Tudo isso foi motivo de reflexão em reuniões, por vezes semanais e, outras, mensais. O primeiro elemento a ser considerado é a importância da observação no processo de formação dos novos professores. É a observação e a reflexão sobre o vivido que permite estabelecer vínculos entre o vivido, o refletido e o estudado na Universidade. Dentre os elementos a serem destacados, pretende-se ressaltar as atividades que seguem. 1) A rotina na sala de aula e a preparação da lição de casa para os alunos. Inicialmente, a preparação da lição de casa pelas Bolsistas era considerada atividade quase que sem sentido. No entanto, aos poucos, se pôde perceber a relação entre o trabalho realizado em sala e aquilo que os alunos levavam para casa, garantindo desta forma que se estabelecem nexos entre o ensinado e as possibilidades das crianças realizarem atividades de forma autônoma, com novas chances de aprendizagem e de superação de suas dificuldades. 2) Preparação de atividades específicas para as dificuldades que os alunos apresentam. A Supervisora, sempre atenta aos seus alunos, permite que os bolsistas percebam a necessidade de atividades diferenciadas de acordo com as necessidades dos alunos. Assim, por exemplo, se o problema é mera questão de letras, trata-se de usar um caderno de caligrafia. Outros exemplos de maior complexidade sãos os alunos que apresentam problemas escolares em função que questões familiares, de necessidades especiais que carregam, a exemplo das dificuldades de visão e de audição, exigindo da professora da sala intervenções mais complexas. 3) Formas de enfrentamento de dificuldades que aparecem no exercício da profissão. A Supervisora revela uma forma de enfrentamento das dificuldades com as quais se depara bastante peculiar. Ao invés de ―culpabilizar o outro‖, tende a encontrar saídas que por vezes exigem dela o dispêndio de recursos financeiros. Assim, por exemplo, como ha uma cota determinada de xerox por professor e ela é insuficiente para as necessidades existentes, a Supervisora busca saídas sem entrar nas ―lamentações‖ que percorre a escola atualmente. As bolsistas tiveram oportunidade de participar diretamente dessas e outras atividades fazendo que que contribuíssem também para a superação de certas barreiras, numa estreita relação com a supervisora, revelando a importância do PIBID não apenas para a formação dos futuros professores como também para contribuir para a melhoria da qualidade da educação. Palavras-chave: Relação bolsista/supervisor. Rotina/sala de aula. Educação. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 113 PROFESSOR: MEDIADOR NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO Dayane Fernanda R. Santos - Aluna, FSA, Curso de Pedagogia, Bolsista do PIBID [email protected] PIBID - PEDAGOGIA Introdução: Com o ensino fundamental de nove anos, diferentes crianças são reunidas na mesma sala de aula, algumas já tiveram um contato com o mundo letrado, outras, ainda não, ou tiveram um contato superficial. Logo, faz-se necessário, diante da diversidade de crianças na sala de aula, um parâmetro para desenvolver o letramento e a alfabetização. Isso só pode ser encontrado após uma sondagem com os alunos e o desenvolvimento de atividades adequadas à fase em que se encontra cada grupo de crianças, conforme proposição de Emília Ferreiro, a saber: a) pré-silábica, quando a criança não traça o registro sonoro do que foi proposto para a escrita; b) silábica, quando ela começa a estabelecer relações entre o som e a letra atribuindo a cada letra um registro de uma sílaba falada; c) silábico-alfabética, quando a criança utiliza ambas as hipóteses de escrita anteriores ao mesmo tempo, caracterizando um momento de transição; d) alfabética, quando ela já venceu todos os obstáculos, realizando sistematicamente as relações entre os fonemas e os grafemas. Objetivos: Reconhecer a fase que se encontra cada criança com relação à escrita. Definir possíveis intervenções a serem feitas junto às crianças, segundo as hipóteses que têm sobre a escrita, de forma a fazê-las avançar. Reunir dados, ao longo do ano letivo, sobre a evolução das crianças no processo de aprendizagem. Material e métodos: Realização de sondagens de forma a conhecer as hipóteses as hipóteses da escrita infantil. Produção de atividadesadequadas à fase que se encontra a criança. Por exemplo: ditado de palavras,de forma que a criança escreva segundo a hipótese que tem, para que o professor, em seguida, a) auxilie-a na escrita das palavras segundo a norma culta; b) demande que a criança faça a leitura da palavra, apontando com o dedo o que foi escrito; c) finalmente, leia as listas de palavras do caderno de leitura que possui. Este processo é repetido periodicamente, de forma a possibilitar o processo de alfabetização da criança. Resultados: Hoje, há na sala 26 alunos, sendo 16 alfabéticos, 6 silábicos alfabéticos e 4 silábicos com valor. Todos apresentam avanços significativos a cada semana. Considerações: O processo de alfabetização não é imediato, ele tem diversas etapas e se dará ao longo do ciclo I, do Ensino Fundamental I. A realização de atividades adequadas a cada criança, de forma periódica e repetitiva, permite que ela avance, pois aquilo que faz tem significado para ela, no processo de ensino aprendizagem. Assim, a criança é auxiliada e estimulada a avançar de acordo com o nível que a mesma apresenta, sem exigir demais, nem de menos, a ponto de desestimulá-la. Palavras-chave: Processo de alfabetização. Professor mediador. Fases da escrita. Apoio: Fundação Santo André, CAPES, Prefeitura de Santo André. 114 VÍNICIUS E A ARCA DE NOÉ: UMA PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO AMBIENTE ALFABETIZADOR Bruna da Silva Santos - Aluno, FSA, Pedagogia - [email protected] Juliana Neri - Aluno, FSA, Pedagogia - [email protected] Kelly Coutinho - Aluno, FSA, Pedagogia - [email protected] PIBID - PEDAGOGIA Vínicius e a Arca de Noé: uma proposta de ampliação do ambiente alfabetizador. Bruna da Silva Santos. Juliana Neri. Kelly Coutinho. Bolsistas do PIBID – subárea Pedagogia. Introdução: Tendo em vista que, nesse ano de 2013, Vínicius de Moraes completaria 100 anos de idade, estamos explorando a obra de autoria do poeta ―Arca de Noé‖, na biblioteca Ruth Rocha localizada na EMEIF José do Prado da Silveira, na Vila Sacadura Cabral em Santo André. Neste pôster, pretende-se apresentar o conjunto de atividades desenvolvidas em torno da obra do autor citado, bem como de outros autores que escreveram sobre a história da Arca de Noé, tais como, Ruth Rocha e Célia Guimarães Barros, de forma a deixar clara a intenção de produzir um ambiente alfabetizador enriquecido pela leitura e atividades diversificadas. Objetivos: 1. Sensibilizar as crianças para a obra de Vinicius de Moraes, por meio da leitura de seu livro ―Arca de Noé‖ e da realização de um conjunto de atividades relacionadas a esta obra, tais como: oficina de dobradura para a montagem de um painel para a Arca de Noé; realização de Sarau Literário com a utilização das músicas dos cd‘s ―Mil pássaros‖ de Ruth Rocha e ―Arca de História Noé I e II‖ de Vínicius de Moraes para crianças; apresentação de desenhos sobre dilúvio e como era a arca; apresentação de slides sobre a biografia do autor. 2. Promover um diálogo sobre as diferentes maneiras que os escritores retrataram uma mesma história, de forma que as crianças entrem, não apenas no universo da historia, como também conheçam um conjunto de autores. 3. Enriquecer o ambiente alfabetizador na escola e na vida da criança. Materiais e Recursos. Para este projeto foram selecionados os seguintes os livros: ―A arca de Noé‖ de Vínicius de Moraes e ―A Arca de Noé‖ de Ruth Rocha. Nas atividades realizadas foram utilizados: slides, papel para desenho e dobradura, cd‘s, a fim de que as crianças pudessem ter acesso às músicas relacionadas ao tema. Resultados. Ao longo do projeto já foi possível observar os seguintes resultados: a) Conhecimento e encantamento das crianças com a obra e a história do grande poeta brasileiro Vinícius de Moraes. b) Aproximação das crianças ao gênero literário, bem como às músicas que enriquecem o ambiente alfabetizador. Considerações Finais: O trabalho na biblioteca permite que os alunos explorem o universo da leitura, bem como a apropriação da escrita. Lançando mão de de diferentes instrumentos e temas, a biblioteca pode se tornar um ambiente estimulador para a aprendizagem e a fruição no campo da leitura. Palavras-chave: Alfabetização. Leitura. Biblioteca. Apoio: Fundação Santo André, CAPES, Prefeitura de Santo André. 115 PROGRAMA PIBID – QUÍMICA ÁRVORE DE PRATA Lorenzo de Micheli - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected] Karem Soraia Garcia Marquez - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected] Regina Maria de Almeida Neves - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected] Renato Graciano de Lima Araujo - Graduação, FSA, Curso de Licenciatura em Química [email protected] Camila Priscila Sales - Graduação, FSA, Curso de Licenciatura em Química [email protected] PIBID - QUÍMICA As reações químicas que envolvem transferências de elétrons entre as espécies participantes são chamadas de reações de oxido-redução. As reações de oxirredução estão presentes nas mais diversas situações de nosso dia a dia, tais como nas indústrias siderúrgicas, nos processos de respiração e na fotossíntese, nas pilhas e baterias usadas nos equipamentos elétricos, nos processos de corrosão, como o enferrujamento, entre outros. Este trabalho tem como objetivo o ensino dos conceitos eletroquímicos através de experimentos simples e visualmente interessantes. Nesta pratica, foi realizada reação entre os íons de prata e uma arvore confeccionada com fios de cobre. Alternativamente foi realizado um experimento análogo com solução de sulfato de cobre e arvore de ferro. Os experimentos foram apresentados a alunos do Ensino Médio. Com esses experimentos podemos observar que houve maior facilidade de aprendizagem, pois durante a experiência foi mostrado com clareza a teoria sobre oxido-redução. Assim havendo uma absorção e compreensão maior, comparada ao conhecimento obtido somente com uma aula puramente teórica. Palavras-chave: Eletroquímica. Oxidação. Prata. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 116 EXPERIMENTOS DEMONSTRATIVOS DE POLÍMEROS COMO FERRAMENTA PARA ENSINO DE QUÍMICA ORGÂNICA Lorenzo de Micheli - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected] regina Maria de Almeida Neves - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected] Karem Soraia garcia Marquez - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected] Bruna Gomes de Souza - Aluno, Curso de Química Camila Nanes da Silva - Aluno, Curso de Química PIBID - QUÍMICA O presente trabalho utilizou experimentos demonstrativos como ferramenta para o ensino de conteúdos de Química Orgânica. Foram preparados dois polímeros: poliuretano e baquelite, pelos alunos do Projeto PIBID da Fundação Santo André. Foram produzidos e editados vídeos dos experimentos, incluindo elementos cênicos, para serem aplicados em aulas e postagem em sites de domínio público. Palavras-chave: Polímeros. Ensino de Química. Vídeos de experimentos. Apoio: CAPES. 117 O ENSINO DA ELETROQUÍMICA ATRAVÉS DA EXPERIMENTAÇÃO Lorenzo De Micheli - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected] Karem Soraia Garcia Marquez - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected] Regina Maria de Almeida Neves - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected] Monica Lorencetti - Graduação, FSA, Curso de Licenciatura em Química [email protected] Fernanda Pedretti de Carvalho - Graduação, FSA, Curso de Licenciatura em Química [email protected] PIBID - QUÍMICA A compreensão dos princípios de reações de óxido redução, tais como o funcionamento de pilhas, baterias, corrosão de metais, deposição eletrolítica de metais é uma tarefa árdua para estudantes do Ensino Médio e Superior. A utilização da experimentação pode unir a teoria à prática, tornando o aprendizado mais agradável. Neste trabalho são apresentados três experimentos simples que envolvem reações de óxido redução, onde é possível a discussão de conceitos eletroquímicos: reações espontâneas e não espontâneas, ânodos, cátodos, semi-reações catódicas e anódicas, indicador ácido-base, corrente continua, corrente alternada. Estes experimentos simples foram aplicados pelos alunos de licenciatura em Química nas escolas estaduais apoiadas pelo PIBID, evidenciando uma aprendizagem eficiente, tanto dos alunos aplicadores, como dos alunos do Ensino Médio. A aplicação dos experimentos como demonstrativos pode ser uma alternativa eficiente aos experimentos efetivamente manuseados pelos alunos, dependendo das condições laboratoriais da Escola. Outra alternativa é a apresentação do experimento filmado para os alunos. Palavras-chave: Eletroquímica. Pilha. Eletrólise. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 118 REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO SOBRE O PARQUE ECOLÓGICO GRUTA SANTA LUZIA DO MUNICÍPIO DE MAUÁ. Sara dos Santos Dias - Aluna da Pós- Graduação. - [email protected] Ângela Martins Baeder - Professora da Graduação e Pós Graduação do CUFSA. [email protected] PIBID - QUÍMICA Este trabalho objetivou um estudo sobre as representações sociais dos alunos do Ensino Médio da Escola Estadual João Paulo II sobre o Parque Gruta Santa Luzia.O termo Representação Social antes considerado um conceito puramente social passou a ser considerado um fenômeno psicossocial por Serge Moscovici, que através de seus estudos concluiu que as representações sociais são uma forma de conhecimento produzido pela interação e comunicação de um determinado grupo social, ou seja criando uma espécie de realidade coletiva, expressa por meio de palavras e expressões.Para identificar as representações sociais dos alunos sobre o Parque, foi utilizado como referencial teórico a Teoria do Núcleo Central (TNC) uma das perspectivas da Teoria de Moscovici, proposta por Jean- Claude Abric, que reconhece elementos cognitivos centrais e periféricos nas representações sociais sendo os últimos mais suscetíveis à vivência, e, portanto mais prontamente atingidos nos processos educativos.Neste trabalho, na coleta de dados foi utilizado um questionário que foi respondido com evocação de palavras e desenhos. A análise permitiu identificar como elementos do Núcleo Central da Representação, que as aproximam de uma visão naturalista de Meio Ambiente. Nesta primeira avaliação, isto parece refletir as práticas educativas sobre essas áreas protegidas, que corroboram com a predominância das representações naturalistas, ou seja a ideia do Parque como espaço natural e intocável. Existe pois uma dissonância entre essa idéia, aparente nas representações sociais e nos processos educativos vivenciados pelos alunos no interior das estratégias de Educação Ambiental e os princípios da Política Nacional de Educação Ambiental, que apontam para a necessidade de mudanças de paradigmas na EA para viabilizar a criação de novas formas de relações entre seres humanos e entre sociedade e meio ambiente. Palavras-chave: Educação Ambiental. Representações sociais. Gruta Santa Luzia. Apoio: Fundação Santo André. 119 TITULAÇÃO CONDUTOMÉTRICA Lorenzo De Micheli - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected] Karem Soraia Garcia Marquez - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected] Regina Maria de Almeida Neves - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected] Daniela Nogueira Dias - Graduação, FSA, Curso de Licenciatura em Química [email protected] Denis Alberto Conte - Graduação, FSA, Curso de Licenciatura em Química [email protected] PIBID - QUÍMICA O objetivo do trabalho foi realizar um experimento didático para ser empregado no Ensino Médio e Superior, utilizando o conceito de mobilidade iônica para realizar a titulação condutométrica. Utilizou-se a titulação de uma solução Hidróxido de Bário contendo fenolftaleína com Ácido Sulfúrico. A condutividade da solução foi acompanhada por um simples teste de lâmpada. Observando o experimento, a luz do aparelho de condutividade acende, apaga e volta acender. Simultaneamente a solução muda de cor. Com este experimento simples é discutido: reação de neutralização ácido base, solubilidade de sais, mobilidade de íons, condutividade de soluções, indicadores ácido base. Palavras-chave: Titulação ácido base. Condutividade. Solubilidade. Apoio: Fundação Santo André, CAPES. 120 PROGRAMA PIBID - PSICOLOGIA A IMPORTÂNCIA DO FATOR PSICOLÓGICO NO ENVELHECIMENTO Ivete Pellegrino Rosa - Professora Orientadora, Curso de Psicologia [email protected] Marilisa Pollone - Curso de Psicologia - [email protected] César Eufras - Curso de Psicologia Solange Aparecida Hitrmann - Curso de Psicologia PSICOLOGIA Diante do aumento da prevalência de condições crônicas na população idosa, temos como objetivo de estudo os fatores psicológicos e sociais que podem afetar o bem estar e a qualidade de vida de indivíduos mais velhos. Os recursos psicológicos e sociais de que o indivíduo dispõe são um caminho para determinar a aceitação ou não de um envelhecimento saudável. De acordo com Mascaro (1977, p.35) ―Em nossos dias, uma pessoa de 60 anos, saudável, interessada na vida, produtiva, pode ser considerada velha? Mas, por outro lado, quantas pessoas aos 40 ou 50 anos já estão desgastadas, doentes e parecem tão velhas? A classificação de uma pessoa como sendo velha, para Neri (1991, p.79), começa de forma ambígua, com a questão cronológica a partir do nascimento, visto que ―[...] idades funcionam como ‗relógios sociais‘, estabelecendo agendas para o tempo e o ritmo esperados‖. A autora, citando pesquisa realizada por Neri e Wagner (1985), também aponta a velhice como um ―estado de espírito‖, condicionada a fatores diversos, como personalidade, por exemplo. Os fatores psicológicos, que incluem a inteligência e a capacidade cognitiva (por ex:, a capacidade de resolver problemas e de se adaptar a mudanças e perdas), são indícios fortes de envelhecimento ativo e longevidade (Smiths e Cols.,1999). Durante o processo de envelhecimento normal, algumas capacidades cognitivas (inclusive a rapidez de aprendizagem e memória) diminuem, naturalmente, com a idade. Entretanto, essas perdas podem ser compensadas por ganho e sabedoria, conhecimento e experiência. Frequentemente, o declínio do funcionamento cognitivo é provocado pelo desuso, doenças (como depressão) fatores comportamentais (como consumo de álcool ou medicamentos), fatores psicológicos (por ex:, falta de motivação, de confiança e baixas expectativas) e fatores sociais (como a solidão e o isolamento), mais do que o envelhecimento em si. Palavras-chave: Envelhecimento. Fatores Psicológicos. Declínio cognitivo. Apoio: Fundação Santo André. 121 A SAÚDE MENTAL EM IDOSOS ENTRE 60 E 80 ANOS Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected] Karina Maltoni - Aluna do Curso de Psicologia - [email protected] Marcus Cardoso - Aluno do Curso de Psicologia Tatiane Rodrigues - Aluna do Curso de Psicologia Jennifer Varotte - Aluna do Curso de Psicologia Gabriela Teixeira - Aluna do Curso de Psicologia PSICOLOGIA INTRODUÇÃO: Neste trabalho será abordado a saúde mental de idosos entre 60 e 80 anos. Foi realizado uma série de testes em idosos nesta faixa etária, de diferentes estilos de vida, e que se encontram em diferentes estados, como por exemplo, idosos que residem em asilos e idosos que ainda trabalham. O trabalho foi baseado em cima de resultados obtidos na aplicação de uma séria de testes e entrevistas, e foi focado na quantidade de idosos inativos, ou seja, que não praticam qualquer tipo de atividade, na faixa de sessenta a oitenta anos. IDOSOS ATIVOS E INATIVOS: No Brasil somam 23,5 milhões de idosos com mais de sessenta anos, e pesquisas apontam que cada vez mais os idosos estão ativos, continuam trabalhando e exercendo suas atividades para contribuírem com boa parte de rendimentos familiares. O que o PEA (População Economicamente Ativa) mostra é que apesar de aposentados os idosos não param, e a procura para trabalhar é grandiosa, e isso mostra que 74% da população idosa que trabalha ou está à procura de trabalho é aposentada. Mas apesar do desempenho de alguns idosos, boa parte deles são inativos, e não fazem nenhum tipo de atividade, que no caso ocorre por vários motivos, dentre eles depressão, traumas, saúde ou simplesmente por acharem que já viveram o que tiveram que viver. Isso sem dúvida influencia em sua vivência nos aspectos sociais, emocionais, qualidade de vida e etc. Uma pesquisa feita com materiais da OPAS aplicado em idosos de São Paulo mostra que os homens são mais ativos que as mulheres. Olhando por todos os lados, o termo ―Idosos inativos‖ prevalece mais que ―Idosos ativos‖. RESULTADOS: Para este trabalho foram entrevistados onze idosos, sendo dez mulheres e apenas um homem, numa faixa etária de sessenta a oitenta e dois anos. Os dados foram coletados na casa de repouso Residence Care, que se localiza em São Bernardo do Campo, e a clinica de repouso Viña Del Mar, que se localiza em Ribeirão Pires. Foram realizados os testes de: Escala geriátrica de Depressão (Yesavage, 1983); Teste FAS de fluência semântica; Teste dos cinco pontos de função executiva; e um questionário dirigido. Dos onze idosos entrevistados pode se perceber que 45% dos idosos são ativos e 55% são inativos. Analisando pela faixa etária, vemos que os idosos abaixo de setenta anos são consideravelmente mais ativos do que os que têm A faixa etária maior. Conferindo os testes aplicados, vemos que os resultados melhores obtidos estão também nesta mesma faixa etária. O índice de início de depressão está maior localizado também entre os que têm a faixa etária maior do que setenta, tendo um número de 10% a mais do que os idosos que se encontram com menos de setenta anos. Levando em consideração o teste do FAS e dos Cinco pontos, observamos que os idosos com mais de setenta anos inativos tem um leve declínio nos resultados em relação aos que são ativos, e mesmo comparando com os idosos inativos abaixo de setenta anos, ainda assim se percebe uma queda nas operações motoras e de memória. Palavras-chave: Idosos. Depressão. Avaliação de idosos. Apoio: Fundação Santo André. 122 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO ENVELHECIMENTO PSICOLÓGICO Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected] Disciplina Bio Neuro Psicologia 2013 - [email protected] Priscila Sinigalia - Aluna do Curso de Psicologia - [email protected] PSICOLOGIA O estudo sobre o Envelhecimento ganhou destaque na segunda década do século XX, as preocupações se voltavam para as perdas oriundas das transformações fisiológicas e, em 1922 Stanley Hall lança Senescence: the hall of life, um dos primeiros livros dedicados ao estudo do desenvolvimento humano na fase da velhice. Em 1955 Vicher (apud VARGAS, 1981) estudioso do envelhecimento, afirmava que as necessidades básicas do idoso são as mesmas do adolescente: a) Necessidade de amor; b) Calor familiar; c) Segurança interior e exterior; d) Necessidade de ser útil aos demais. De acordo com Vargas (1981) o idoso reage ao envelhecimento, criando forças de confrontação que podem ser considerada sob diversos ângulos: 1-Fracasso-vitória, 2-Adaptação- defesa e, 3-Proteção – auto-afirmação. Para Araújo e Carvalho (2005) o estudo do envelhecimento de modo mais sistemático é relativamente recente e trouxe mudanças na natureza da Psicologia do Desenvolvimento, uma delas se refere ao estudo das experiências infantis e adolescente e o impacto na qualidade da velhice. A lei de RIBOT, estabelecida há mais de 60 anos continua bem atual e pode ser sintetizada nesses quatro itens: 1. As lembranças recentes desaparecem antes das antigas. 2. Há, na perda da memória, um recuo no passado, que se opera progressiva e uniformemente. 3.As noções mais complexas são esquecidas em primeiro lugar. 4. A marcha da memória caminha do instável para o estável, das noções abstratas para as concretas. Zimerman (2000) diz: ―o segredo do bem-viver é aprender a conviver com essas limitações. Conviver, para mim, é entender, aceitar e lutar para que esses problemas sejam diminuídos com exercícios físicos (...), exercícios de memória, boa alimentação, bons hábitos, participação em grupos e outros cuidados, dependendo do tipo de problema‖ (p. 23). Vargas (1981) citando um trabalho de Muller (1969) que investigou traços de personalidade que negativos do processo de envelhecimento, destacou: 1. Atitude hostil ante o novo. 2. Lentidão de todos os rendimentos e fadiga. 3. Diminuição da vontade, as aspirações, da iniciativa, da capacidade de ação e da atenção. 4. Enfraquecimento da consciência. 5. Diminuição da concentração. 6. Apego ao conservadorismo. 7. Deterioração da memória. 8. Diminuição global do rendimento intelectual. 9. Anomalias do caráter: desconfiança, irritabilidade, indocilidade. 10.Estreitamente da Afetividade. Se não podemos prevenir o processo do envelhecimento, porém, podemos pelo menos, impedir a sua evolução rápida ou prematura. Ainda considerando os trabalhos de Muller (1969) que apresenta outros traços que se transformam de modo compensatório reduzindo os traços mais negativos, citaremos alguns deles. 1 - A percepção perde a rapidez e agudeza, porém ganha em exatidão, por estar menos exposta às influências das emoções. 2 – Habilidade notável para compensar qualquer mudança desfavorável em uma atividade funcional. 3 - Maior capacidade de aprendizagem nas situações práticas. 4- O envelhecimento conserva a capacidade de enfrentar o trabalho que requeira paciência e precisão, 5- Sagacidade para manejar as experiências acumuladas e ampliar as relações existentes, 6aumenta a objetividade, ponderação, equilíbrio e fidelidade. 7- Expansão da espiritualidade. Esses elementos devem contribuir para uma visão sobre o envelhecimento de modo mais realístico e positivo. Palavras-chave: Envelhecimento Psicológico. Qualidade de Vida. Aspectos negativos do envelhecimento. Apoio: Fundação Santo André. 123 ASPECTOS PSICOLÓGICOS NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected] Disciplina Bio Neuro Psicologia Pâmela Braga - Aluna de Psicologia - [email protected] Viviane Gimenes - Aluna de Psicologia - [email protected] PSICOLOGIA Biologicamente, os processos de envelhecimento podem ser considerados como a involução morfofuncional que afeta todos os sistemas fisiológicos principais, de forma variável, porém, ela não impede que a pessoa se mantenha ativa e feliz. Um fato interessante a se aponta é que o envelhecimento cerebral normal se inicia a partir da segunda década de vida, num declínio progressivo e lento, culminando na redução de seu volume. Os sinais de deficiência chamados de Senescência, mas não pode ser considerado como doença. O limite da idade de adulto para o idoso está entre 65 anos para os países desenvolvidos, 60 para os países em desenvolvimento. A expectativa de vida no Brasil, segundo a projeção do IBGE é de que em 2040 as pessoas chegarão aos 80 anos. Os fatores que interferem na velhice são também os sociais, psicológicos e biológicos que atingem o ser humano no auge de sua existência. As teorias psicossociais do envelhecimento exploram os processos mentais, o comportamento e os sentimentos das pessoas durante o ciclo da vida. A metodologia usada foi a pesquisa de campo que consiste na observação de fatos e fenômenos da maneira que ocorrem espontaneamente, na coleta de dados a eles referentes e no registro de variáveis relevantes para analisa-los. Este tipo de pesquisa é utilizado com o objetivo de conseguir informações e conhecimento acerca de um problema para o qual se procura uma resposta, ou objetivando obter informações a respeito de uma hipótese que se queira comprovar, ou com o intuito de descobrir novos fenômenos ou relações entre eles. (LAKATOS E MARCONI, 1985). Foram entrevistadas nove pessoas de idade entre 54 a 87 anos. Constatamos que o aspecto psicológico e emocional são proeminentes. Os entrevistados , de forma geral, se mostram abertos para falar de momentos marcantes de sua vida, os quais incluíram momentos legres e tristes. Cada um trazia uma consequência emocional que mostrava influência em sua vida. Um deles expôs que após a perda por morte de seu pai notou uma alteração na visão. Porém, embora todas as limitações relatadas pelos idosos, o que nos chamou atenção, que que eles se mostram alegres e gratos pela vida e acreditam muito que uma mente sã e um coração sadio são essenciais para saúde. Palavras-chave: Envelhecimento normal. Envelhecimento patológico. Avaliação de idosos. Apoio: Fundação Santo André. 124 ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DA VELHICE Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected] Curso de Psicologia Jessyca Agustino - Curso de Psicologia - [email protected] Raul Andrade - Curso de Psicologia - [email protected] Isadora Nascimento - Curso de Psicologia - [email protected] Felipe Sorrentino - Curso de Psicologia - [email protected] Bruna Lima - Curso de Psicologia Bruna Pastre - Curso de Psicologia PSICOLOGIA As teorias psicossociais do envelhecimento exploram os processos mentais, o comportamento e os sentimentos com alguns dos mecanismos que usam para enfrentar os desafios da velhice. As teorias sociológicas abordam o impacto da sociedade sobre o idoso e do idoso sobre a sociedade. (MORAGAS, 2004). No processo de envelhecimento as teorias psicossociais são abordadas a partir das teorias de desengajamento, atividade, continuidade e subcultura. A teoria do desengajamento considera o envelhecimento um processo no qual a sociedade e o indivíduo se retiram gradualmente um do outro para a satisfação e o benefício mútuo. Alguns críticos alegam que o desengajamento não seria necessário se a sociedade melhorasse o atendimento de saúde os recursos financeiros dos idosos, assim como aumentasse a aceitação e o respeito merecido por eles. A teoria da atividade proclama que a pessoa idosa deve continuar o estilo de vida da meiaidade, negando a existência da idade avançada pelo maior tempo possível, e que a sociedade deve aplicar as mesmas normas que aplica aos indivíduos de meia idade, não defendendo a diminuição da atividade, do interesse e do envolvimento à medida que os seus membros envelhecem. A teoria da continuidade, relaciona a personalidade e a predisposição para determinadas ações na idade avançada com fatores similares durante as outras fases do ciclo de vida. A teoria da subcultura alega que os idosos, como grupos possuem suas próprias normas, crenças, atitudes, expectativas e comportamentos, os quais os diferenciam dos outros grupos, transformando-os em uma subcultura (FERRARI, 1999). Com o avanço dos anos o idoso se deparou com uma série de perdas significativas, como o surgimento de doenças crônicas deteriorando a saúde, viuvez, morte dos amigos e parentes, ausência de papéis sociais valorizados, isolamento crescente e dificuldades financeiras que afetam de tal forma sua autoestima. (NERI, CACHIONI, 1999). Debert (2000) considera que o envelhecimento é um processo bidirecional , com características ontogenéticas e sociogenéticas, entretanto, cabe perguntar até que ponto o envelhecimento não é também um processo influenciado pela cultura, quando se pensa nas dimensões de espaço-tempo. Sócio-culturais e individuais, os conceitos de idosos, velhice e envelhecimento tornaram-se indissociáveis. O estado físico do idoso exerce uma grande influência sob o seu psiquismo, deterioração visual e auditiva. O declínio das funções sexuais conribui para modificar-lhe a realidade e a presbiopia é outro motivo. Esses, incapazes de se beneficiarem da alegria causada pelas riquezas visuais recolhem-se limitando-se a diálogos com o passado. (CORDIOLI, 1998). Palavras-chave: Envelhecimento. Processo de envelhecimento. Aspectos psicossociais. Apoio: Fundação Santo André. 125 CRECHES Marli Vizim - Professora Marli, FSA, Colegiado de Psicologia - [email protected] Cesar Eufras - Graduação, FSA, Curso de Psicologia - [email protected] Marilisa Pollone - Graduação, FSA, Curso de Psicologia - [email protected] PSICOLOGIA A oferta de educação infantil em creches e pré escolas é um direito fundamental da criança e da família de acordo com os artigos 7º e 208º da Constituição Federal de 1988. Tanto a Constituição Federal de 88 quanto a LDB nº 9394/96 determinam que a responsabilidade pela oferta de educação infantil é dos municípios. A ampliação do atendimento em creches se deu principalmente, por meio do repasse de recursos públicos a entidades filantrópicas e/ou comunitárias. Ocorre então a coexistência tipos diferenciados de atendimento o público, o privado e o privado/filantrópico. Palavras-chave: Infantil. Creches. Filantrópico. Apoio: Fundação Santo André. 126 ENVELHECIMENTO Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected] Disciplina Bio Neuro Psicologia - Colegiado de Psicologia Jéssica Fernanda Sales - Graduação em Psicologia - [email protected] Janaína Ramos Oliveira - Aluna do Curso de Psicologia - janaina.ramos@ sbctransc.com.br Fernando Fialho - aluno do curso de Psicologia PSICOLOGIA Introdução: Por meio de 10 entrevistas realizadas com pessoas acima de 60 anos, identificamos dois tipos de idoso: os ativos e não ativos. Idosos ativos, são aqueles que ocupam espaço no mercado de trabalho, frequentam centros de terceira idade, grupo de dança entre outras atividades. Consequentemente a expectativa de vida aumenta.(LEITÃO, 2013). Mas, existe um grupo de idosos que não se encontram no mercado de trabalho. O processo de envelhecimento de algumas pessoas apresentam possibilidade de aparecimento de doenças como a osteoporose, o mal de, a depressão, entre muitas outras. Isto depende de características individuais, genética, ambiental e aquelas ligas às diferentes exposições que a pessoa se submeteu ao longo da vida, conforme Chaimowicz (1997). Os idosos em geral necessitam de uma atenção especial, pois muitos se tornam depressivos, tendo em vista as situações de perdas, pressões sociais que podem vivenciar. (COUTRIM, 2006). Nosso principal objetivo foi o de levantar queixas de depressão junto à idosos que frequentam um Centro de Atendimento ao Idoso, com idade variando entre 60 a 89 anos. Resultados: Pudemos perceber que os idosos que praticavam atividade física, tinha um grande prazer em viver, fazer novas amizades e de se sentir útil. As entrevistas puderam ressaltar a importância de ter tido pais que deram suporte emocional na infância. Considerações Finais: Podemos concluir o quanto é importante, principalmente na terceira idade ter hábitos saudáveis, como praticar atividades físicas, ter amizades, desenvolver algum tipo de trabalho. A atividade física é considerada um meio preventivo de sintomas da depressão. Assim são evitados problemas na saúde física e mental. Palavras-chave: Envelhecimento ativo. Depressão. Hábitos saudáveis. Apoio: Fundação Santo André. 127 ENVELHECIMENTO Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected] Disciplina Bio Neuro Psicologia Camila da Silva - Aluna de Psicologia - [email protected] Eliana Maza - Aluna de Psicologia - [email protected] Rubia Florentino - Aluna de Psicologia - [email protected] PSICOLOGIA Introdução: O envelhecimento é um fenômeno que atinge todos os seres humanos, independentemente. Os genes podem prever a saúde e a longevidade, ou doenças e morte, mas é apenas uma parte da história. Os genes podem determinar parcialmente quem irá desenvolver problemas crônicos que aceleram o processo de envelhecimento. Um estilo de vida mais saudável atrasa várias das mudanças trazidas pela idade e nunca é tarde demais seguir este caminho. Objetivo: A nossa saúde também é afetada pelo ambiente, incluindo o local onde trabalhamos e vivemos e o quanto ficamos expostos. Um estilo de vida mais saudável atrasa várias das mudanças trazidas pela idade e nunca é tarde demais seguir este caminho. Ingerir alimentos nutritivos ajuda muito a garantir a boa saúde. O ser humano como um todo sempre se preocupou com o envelhecimento, mas olhando de formas diferentes. Por alguns o envelhecimento é caracterizado como uma diminuição geral das capacidades da vida diária. Envelhecimento: Sendo caracterizado como um processo dinâmico, progressivo e irreversível, ligados a fatores intimamente a fatores biológicos, psíquicos e sociais (BRITO E LITVOC, 2004). Netto (2002, p.10) afirma que ―... não há consequência clara de que através de características físicas, psicológicas, sociais, culturais e espirituais possa ser anunciado o início da velhice‖. Para Paschoal (1999), não se pode definir o envelhecimento no idoso apenas pelo critério cronológico, pois se devem considerar as condições funcionais, físicas, mentais e de saúde que estes apresentam, portanto o processo de envelhecimento é individual, podendo se observar diferentes condições biológicas em indivíduos com a mesma faixa cronológica de idade. Considerações Finais: Constatamos nesse trabalho as consequências do envelhecimento e entender que o processo de envelhecimento é importante não apenas para entender a etiologia associada aos processos degenerativos que lhe estão associados, mas fundamentalmente para conhecer e desenvolver estratégias que atenuem os efeitos da senescência de forma a garantir a vivência do final do ciclo de vida de uma forma positiva. O processo de envelhecimento depende, não somente de nossa condição genética mais também dos hábitos que temos ao longo da vida. Este trabalho mostrou diversos fatores que mostram a forma como o adulto idoso envelhece, permitindo conhecer mais as consequências. Palavras-chave: Envelhecimento. Saúde mental. Ciclos de vida. Apoio: Fundação Santo André. 128 ENVELHECIMENTO ATIVO Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected] Disciplina de Bio Neuro Psicologia Thalita Santos Lima - Aluna de Psicologia - [email protected] Bárbara Freitas da Silva Souza - Aluna de Psicologia - [email protected] Victor Rodrigues Castro - Aluno do Curso de Psicologia - [email protected] PSICOLOGIA Introdução: Embora presentes, políticas de inclusão social muitas vezes falham ao cumprir seu objetivo. Isso acontece pois pecam ao incorporar sua meta corretamente, e acabam assumindo papeis que vão na direção contrária do motivo de sua concepção. Uma solução para esse problema é engajar os indivíduos em processos que possam gerar benefícios para os diferentes grupos. Desenvolvemos neste estudo uma proposta de inclusão que visa introduzir idosos num projeto social que gera atualização para os mais velhos e manutenção de tradições e valores para os jovens. Com o crescente aumento da população idosa no Brasil, vemos um desafio cada vez maior para políticas já não muito eficientes darem conta de superar. Esse fator pode estar ligado à ampla variedade de membros da faixa etária acima dos 60 anos. São muitas variáveis, que vão desde questões culturais até de saúde. A terceira idade se diferencia de outras fases da vida do ser humano por ser a ‗consequência‘ de tudo o que o indivíduo viveu até aquele ponto, ou seja, para cada estilo de vida, o envelhecimento ocorrerá de um jeito. A inexistência de um padrão classificável dificulta o desenvolvimento de estr4atégias eficazes para a massa idosa como um todo. Vemos hoje uma evolução cada vez maior das políticas que incluem idosos como seres humanos. Mas o problema é a dignidade perante o resto da sociedade que deve estar presente nessa inclusão e, muitas vezes, não está. Nossas políticas atuais acabam depositando nos idosos a ideia de que são um ‗peso‘, um ‗fardo‘ para o governo e a sociedade, o que acaba gerando problemas de preconceito e impotência, um sentimento de que não passam de uma obrigação, e consequentemente, uma certa exclusão. Esse problema se agrava muito mais se levarmos em consideração o contexto cultural em que estamos incluídos, pois é uma cultura que encoraja o preconceito e a exclusão. Por muitos, os idosos são vistos como inúteis e um atraso, se levarmos em conta o ritmo cada vez mais acelerado do mundo globalizado de hoje em dia. Essa ignorância gera um ciclo vicioso de apatia que é algo extremamente prejudicial a todos os envolvidos. Para se sentirem dignos e respeitados dentro de um grupo, indivíduos buscam se sentir úteis e necessários (o que leva ao respeito e aceitação). Tendo isso em mente, procuramos aproveitar a maior riqueza dos indivíduos mais velhos, algo que não se pode comprar ou produzir: conhecimentos e experiências. Ao proporcionar essa interação através de trabalhos voluntários, estaremos estimulando idosos a participar de trabalhos que envolvem algo que os torna únicos. Esse processo, por se tratar de um diálogo, e não de um monólogo, ainda beneficiará indivíduos que possam ter dificuldade ao se adaptar a um mundo que está sempre em movimento, uma sociedade globalizada. Será um processo natural, tendo em vista que o mundo de amanhã é escrito pelos jovens de hoje, que possuem uma facilidade enorme de adaptação e habilidade para lidar com novas tendências. Em síntese, uma relação produtiva entre idosos e jovens trará apenas benefícios para ambos e para a sociedade, pois presenciaremos transmissão de experiências, conhecimentos e cultura entre dois grupos extremamente importantes. Conclusão: Para colocar isso em prática, a abordagem ideal seria encorajar idosos a aplicarem esse trabalho voluntário em locais de fácil acesso popular. Neste caso, os Centros de Educação Unificados, ou CEUs. Lá, aplicariam cursos de artesanato e outras atividades leves, mas sem perder o foco que é o relacionamento e o diálogo entre o grupo que vai aplicar e o grupo a quem essas atividades serão aplicadas (idosos e jovens respectivamente). Programas de benefícios entre a escola regular e essas atividades também ajudariam a impulsionar e disseminar o processo. Palavras-chave: Envelhecimento Ativo; Políticas de Inclusão; Projetos Culturais para Idosos. 129 Apoio: Fundação Santo André 130 ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL E ENVELHECIMENTO PATOLÓGICO Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected] Colegiado de Psicologia Bruna Melo - Aluna do Curso de Psicologia - [email protected] Davi Santos Garbi - Aluno do Curso de Psicologia - [email protected] Diego Miorini Sobral da Costa - Aluno do Curso de Psicologia Flávia Lima do Carmo - aluna do Curso de Psicologia e outros alunos Yngrid Gonçalves Nathália Ferrira Felippe PSICOLOGIA INTRODUÇÃO: O presente trabalho visou o melhor entendimento sobre o envelhecimento no que se refere aos aspectos saudáveis e os aspectos patológico. Quais são as causas e os fatores que ajudam ou impedem o processo de envelhecimentos? Para o levantamento de alguns aspectos usamos como procedimento teste de avaliação de memória e entrevista junto à pessoas com mais de 60 anos. Foi também usado material teórico como fonte de consulta. DESENVOLVIMENTO: O envelhecimento é inevitável, mas a história já provou que o homem deixa a desejar quando se trata de cuidar de sua própria saúde. De acordo com Birren e Schroots (1996) o envelhecimento primário se refere ao envelhecimento normal ou senescência. O envelhecimento secundário se refere às doenças e a pessoa tem sintomas clínicos decorrentes de enfermidades, dando início ao processo patológico. E o envelhecimento terciário é caracterizado por grandes perdas cognitivas e físicas oriundas dos efeitos do envelhecimento patológico. O envelhecimento patológico ocorre comumente quando há interação do indivíduo à fatores estressantes do ambiente, assim, está relacionado à fatores ligados ao meio externo como os cronológico, culturais e geográficos (NETTO, 2002). O envelhecimento patológico se dá, por exemplo, em meio adverso onde o indivíduo vive, o tipo de atividade a qual ele exerce na sociedade, o tipo de alimentação, nos cuidados de sua saúde ao longo das fases anteriores à velhice. Maus hábitos no passado lhe darão maiores chances de desenvolver doenças de distintas origens.Muitas doenças podem ser evitadas ou retardadas por meio de medidas simples como exercícios físicos (ASSIS e ARAUJO, 2004) e mentais (HAYWOOD e GETCHELL, 2004), leituras, e uma melhor alimentação que podem promover um envelhecimento saudável. RESULTADOS: Os testes avaliavam a qualidade da memória e algum indício de depressão. Nossos dez entrevistados se enquadravam na faixa etária entre 63 a 86 anos. Apenas um representante do sexo masculino com idade de 67 anos e portador de esquizofrenia e uma portadora de Alzheimer de 73 anos. Observamos que as mulheres entrevistadas apresentam maior longevidade. Essas, por sua vez, correm o risco de sofrerem maior tendência a depressão por terem que lidar com a perda de seus cônjuges. Os resultados referentes à memória, excetuando o caso de Alzheimer não encontramos casos graves da falta. CONCLUSÃO: Conclui-se que para se obter saúde em na terceira idade, devemos nos atentar aos vestígios de envelhecimento patológico, para que possam ser prevenidos ou então evitados. A promoção de um envelhecimento saudável ocorre ao longo do desenvolvimento humano, considerando que a cada dia estamos mais perto dessa fase, sendo necessários projetos e programas de prevenção, com atitudes simples como exercícios físicos e mentais rotineiros. Intervenções como projetos de saúde podem fazer com que uma parcela enorme da população possa viver mais saudavelmente. Palavras-chave: Envelhecimento normal. Envelhecimento patológico. Saúde mental. Apoio: Fundação Santo André. 131 ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL E O IDOSO COMO CIDADÃO Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected] Disciplina Bio Neuro Psicologia Aline Ribeiro Borges - Aluna de Psicologia - [email protected] Tamires Léu Domingues - Aluna de Psicologia - [email protected] Lauricelia Felicio Mariano - Aluna de Psicologia Sanna Hayra Monteiro da Silva - Aluna de Psicologia PSICOLOGIA A Organização Mundial da Saúde (OMS, 1999), lançou em 1999 o tema ―Envelhecer Ativamente faz a Diferença‖, que nos leva a refletir que devemos nos mover para que os idosos continuem a fazer parte da sociedade. A ideia desencadeia em políticas sociais que promovam a inclusão social, reconhecendo a necessidade de atenção à saúde da pessoa idosa. O envelhecimento saudável vai alem do adiantamento de doenças, pois a prevenção de deficiências não diz respeito apenas aos cuidados na fase da velhice, mas por todo o ciclo de vida das pessoas (NEVES e CHEN, 2002), ou seja, o bom envelhecimento depende do estilo de vida e do ambiente ao qual o idoso foi exposto ao longo de sua vida. É necessário se atentar desde as condições fetais para prevenir deficiências permanentes, assim como buscar ter sempre acesso a programas de imunização (vacinas); alertar sobre o uso de drogas, bebidas e fumo; incluir na rotina, hábitos alimentares saudáveis e atividades físicas, e principalmente, fornecer informações a respeito do envelhecimento normal, pois muitas alterações naturais ocorrem nessa fase da vida, como por exemplo, a perda de água e elasticidade da pele, ocasionando rugas; o processo de cicatrização se torna mais lento; os pulmões diminuem de volume e elasticidade, resultando na perda de parte da capacidade respiratória (NEVES e CHEN, 2002), etc. Essas mudanças não devem ser consideradas doenças da velhice, mas necessitam de condições mais adequadas para adaptação da pessoa idosa. O ideal é fazer a manutenção do equilíbrio dessas funções. É impreterível também a tentativa de evitar doenças e adiar a Síndrome da Fragilidade (REMOR et al, 2011), afastando hipertensão, fraqueza, fadiga, inatividade, e outras doenças como processos degenerativos, diabetes, problemas da coluna, entre outras. Tendo em vista o aumento da população idosa e a taxa de expectativa de vida, que no início do século XX era de 33 anos, e hoje, é em média, 68 anos, é preciso que os direitos dos idosos sejam cumpridos para que os mesmos tenham qualidade de vida e um envelhecimento saudável, sem deficiências. A infraestrutura de cuidados aos idosos exige equipamento e serviços mais complexos, como a redução do custo da assistência hospitalar. A aposentadoria deveria ser representada e reajustada pelo Estado, para que garantisse renda e proteção social. Deve-se visar também à emancipação dos idosos, a construção da cidadania e de um novo conceito social para a velhice. Palavras-chave: Idosos. Cidadania. Inclusão do idoso. Apoio: Fundação Santo André. 132 O ENVELHECIMENTO É AQUISIÇÃO Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected] Disciplina Bio Neuro Psicologia Andrea Carla Ferraioli Santos - Curso de Psicologia - [email protected] PSICOLOGIA Messy (1993, p. 13-14): Decidi aprofundar minha reflexão sobre a noção de envelhecimento, tendo em vista o menos discutido de seus aspectos: a aquisição. É uma decisão arbitrária, justificada pelo simples fato de que só perdemos aquilo que possuímos. Se o envelhecimento concerne cada indivíduo, do nascimento até a morte, quais são, na teoria psicanalítica, os elementos que reivindicam o princípio de aquisição, no decurso da vida? Não há dúvida de que os investimentos feitos em entes queridos, ou de modo geral em objetos, e que configuram, em troca, um aspecto de uma das instâncias psíquicas definidas por Freud: o ego. A aquisição assim visualizada na constituição da instância egóica, faz referência à dimensão imaginária do ego. Na realidade cotidiana isto significa que, sem o sabermos, moldamo-nos à imagem de outro, por quem nutrimos afetos de qualquer natureza. O bom senso popular observou a existência frequente de semelhança entre parceiros de um casal idoso. No interior do psiquismo sucede o mesmo, apenas com esta diferença: o objeto investido ou o ser amado não é tomado na sua realidade, mas em sua representação inconsciente. Esta não corresponde à globalidade deste outro objeto percebido, mas a um traço particular que o caracteriza, para o sujeito. Assim, a noção de aquisição pode ser verificada na relação narcísica do eu como o objeto, isto é, na relação com os outros semelhantes. O ego adquire imagens na relação narcísica com o objeto, sendo o momento inicial desta relação definido por Lacan como estádio do espelho. Se a relação do ego com o objeto se estabelece a partir de imagens, isso quer dizer que o objeto é uma representação psíquica inconsciente do traço já existente, correspondente aos primeiros objetos de amor. O ego é, pois constituído de um depósito de camadas de imagens investidas. Se nos aproximarmos mais de Freud, veremos que não é o ego, mas o caráter do ego que se constrói a partir dos traços do objeto: "O caráter do ego resulta da sedimentação dos investimentos do objeto abandonado, contendo a história das escolhas de objeto". Como acontece com o envelhecimento, o ego tem uma relação com o tempo. A cronologia, no caso, seria caracterizada pela estratificação das imagens que o constituem. Um dos aspectos do envelhecimento, a aquisição, está em relação com a história do ego. Para que a aproximação seja completa, iremos ver qual é o lugar ocupado pela perda, segundo elemento do envelhecimento — e que é citado com mais frequência —, na relação do ego com o objeto. Palavras-chave: Gerontologia. Aprendizagem. Envelhecimento. Apoio: Fundação Santo André. 133 OS MEDOS DOS IDOSOS Ivete Pellegrino Rosa - Professora Orientadora Curso de Psicologia - [email protected] Magali Aparecida Carmelo de Abreu - Curso de Psicologia - [email protected] Yuri Molina Yamamoto - Curso de Psicologia PSICOLOGIA A muitas pessoas assusta envelhecer. Preocupa-lhes ver como, com o passar dos anos, o corpo muda, as defesas contra as doenças diminuem, alguns amigos e familiares começam a partir e já não resta tanta energia nem tempo para ―fazer coisas‖. O medo é uma das emoções mais paralisantes dentro do espectro humano e animal. Uma vez submetido ao medo, torna-se muito difícil aprender novas informações e realizar atividades diárias de maneira habitual por hiperatividade da amígdala e de todo o sistema límbico no nível cerebral. Os medos, como explica o Presidente da Sociedade de Geriatria e Gerontologia do Chile, Dr. Vítor Hugo Carrasco, ―são influenciados pela cultura, o grau de suporte social, o conhecimento da doença e a experiência passada, a perda da independência, considerar-se um peso para a família, a perda do controle por deterioração física ou mental, de não poder se livrar de dores, a perda da consciência por sedação, de ser esquecido facilmente, sofrer sem dignidade, ou a recorrência de pensamentos de morrer só ou sem ninguém que o queira‖, indica. ―É importante ressaltar que dentre os medos mais importantes que todos temos, há os que estão presentes na maioria das pessoas idosas. Curiosamente, não é o medo da morte, mas do sofrimento quando esta se aproxima, particularmente a dor física e sobretudo o temor de ser dependente e de não poder cuidar de si mesmo. Ser um ―peso‖ literalmente aterroriza as pessoas de idade avançada‖, sustenta o especialista. Medo de perda de papéis sociais. Na velhice ocorre uma série de perdas sociais, por exemplo: ―a perda do papel social de trabalhador para aposentado. Neste sentido, e sobretudo nos homens, aparece o medo de ser excluído socialmente numa cultura onde a produção é chave. Num sentido extremo, o idoso teme ser excluído e tende a isolar-se como um mecanismo de defesa‖, detalha a especialista. Também existe o medo de perda de suporte social que é aumentado em viúvos(as), mais ainda quando há más relações com os demais membros da família. Em um nível extremo, estaria o medo de morrer só e sem dinheiro. Medo de mudanças na funcionalidade. O principal medo das pessoas idosas é o da dependência, ao não conseguir cuidarse e ter de depender de outros para executar as atividades de vida diária. Esse medo ainda envolve ser uma carga para os filhos ou cônjuge. Também aqui se poderiam situar os medos de déficits sensoriais, como perder a visão ou a audição e os medos relacionados com a mobilidade, como ficar prostrado ou ter de contar com dispositivos de auxílio como bengalas e andadores. As mudanças na funcionalidade podem se dar no nível físico ou mental. Outro grande temor dos idosos é a perda da memória e da capacidade de decisão, o que lhes leva a ter que delegar algumas atividades instrumentais da vida diária como dirigir, manejo das finanças e da medicação. Medo de doenças específicas. Estudos nacionais e internacionais mencionam as enfermidades mais temidas pelas pessoas idosas. Seriam: a demência, especificamente a do tipo Alzheimer, o câncer e as doenças neurológicas relacionadas com a perda da mobilidade. Também existe um temor relevante da diálise. Além disso, temem o momento da comunicação do diagnóstico, o que leva muitas pessoas a deixar de realizar exames ou controles médicos pelo temor de seus resultados. Palavras-chave: Envelhecimento. Medos. Saúde mental. Apoio: Fundação Santo André 134 O TRABALHO NA TERCEIRA IDADE Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected] Disciplina Bio Neuro Psicologia Bárbara Rodrigues - aluna do curso de Psicologia - [email protected] Denise Santos - aluna do curso de Psicologia - [email protected] Eloisa Teixeira - aluna do Curso de Psicologia - [email protected] Thais Cristina - aluna do curso de Psicologia - [email protected] Tyrone Uchiyama - aluna do curso de Psicologia - [email protected] Simone Nery - aluna do curso de Psicologia - [email protected] PSICOLOGIA Atualmente no Brasil cerca de 12 milhões de idosos que são ativos e estão no mercado de trabalho. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informa que quase 20% dos idosos aposentados no Brasil ainda trabalham. Esse número comprova a qualidade intelectual desses idosos, a qualidade de vida se relaciona à qualidade do envelhecimento. Os fatores que levam esses idosos a uma rotina de trabalho são diversos, um deles é o valor inferior a realidade brasileira. A saúde, a oportunidade de conviver com outras pessoas, a disposição para as atividades, além da experiência profissional são importantes elementos que satisfazem necessidades humanas e dão manutenção da auto-estima. (SOUZA, MATIAS e BRÊTAS, 2010). De acordo com Gontijo, Faria e Silva (2009) o idoso pode contribuir com experiências diversificadas e adquiridas em anos de vivência e de trabalho. O sul e sudeste são as regiões de maior contratação, já que possuem os maiores centros comerciais do país. Em 40% dos casos, os idosos trabalham por conta própria. O IBGE também informa que a porcentagem de mulheres (11,5%) é inferior a dos homens (28,9%) inclusos no mercado de trabalho. O trabalho na terceira idade ajuda a evitar a depressão e a dependência da família. A dependência do idoso é sinal de que a saúde não está boa, segundo Neri (2001) os trabalhadores mais velhos são mais satisfeitos com o trabalho, faltam e se acidentam menos e têm menos intenção de mudar de emprego. Mas, a situação social que mostra as altas taxas de desemprego, os salários baixos, o empobrecimento da população, faz com que se busquem profissionais com qualificação. Os idosos que não dispõe de tais condições acabam sendo preteridos, os preconceitos levam à colocação profissional com baixos salários (RAFFA e BORTOLOSSI, 2007) Palavras-chave: Envelhecimento ativo. Trabalho. Envelhecimento saudável. Apoio: Fundação Santo André 135 SAÚDE MENTAL DO IDOSO Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected] Disciplina Bio Neuro Psicologia Marcelle Robusti - Aluna do curso de Psicologia - [email protected] Isabela Marques - Aluna do Curso de Psicologia Marine Viana - Aluna do Curso de Psicologia Verônica Marques - Aluna do Curso de Psicologia Nathalie Castro Aluna do Curso de Psicologia PSICOLOGIA Segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, 2010), o número de idosos dobrou nos últimos 20 anos no Brasil, isso significa que a expectativa de vida aumentou, atualmente a média de vida do brasileiro é 72,7 anos. As pessoas têm mais oportunidades e disponibilidade de lazer, cultura, saúde por acesso à cuidados básicos (SOARES et cols, 2001). O envelhecimento é um fenômeno da vida marcado por mudanças biológicas, psicológicas e sociais. ―Em nossos dias, uma pessoa de 60 anos, saudável, interessada na vida, produtiva, pode ser considerada velha? [...] Mas, por outro lado, quantas pessoas aos 40 ou 50 anos já estão desgastadas, doentes, e parecem tão velhas?‖ Mascaro (1997, p. 35). Neste trabalho fizemos quinze entrevistas com pessoas de mais de 60 anos de idade. Entre as perguntas foi pedido para apontar seus pontos fracos e fortes, objetivando estudar aspectos da saúde mental. Dentre as respostas destacamos os seguintes pontos fortes: otimismo, honestidade, pontualidade e respeito. Como ponto fracos destacamos: medo, timidez e culpa excessiva. Um problema comum e preocupante entre os idosos é a depressão. Muitas vezes os familiares não percebem e, consequentemente não tratam, podendo potencializar, chegando desenvolver incapacidade funcional (LEITE et cols, 2006). De acordo com Resende et cols. (2011) desenvolvendo atividade que evitam o isolamento social, as atividades que são desenvolvidas em grupo trazem melhor qualidade de vida e de auto estima, evitando que a pessoa experimente ansiedade e estresse. Palavras-chave: Envelhecimento. Saúde mental. Afetividade do idoso. Apoio: Fundação Santo André. 136 SEXO NA TERCEIRA IDADE Ivete Pellegrino Rosa - Professora Orientadora Curso de Psicologia - [email protected] Thayná Gongorra - aluna de Psicologia - [email protected] Juliana c. da Silva - aluna do Curso de Psicologia Karina Kawati - aluna do Curso de Psicologia Kelly Alves - Aluna do Curso de Psicologia PSICOLOGIA Introdução: O sexo na Terceira idade é um tema pouco abordado pela sociedade e pelo próprios idosos, pois eles passam uma imagem de frágeis, dificultando a busca de informação e a superação de obstáculos para uma vida sexual de qualidade nesta faixa etária. Essa representação já não condiz com a realidade, Segundo a psicóloga Ana Teresa de Abreu Ramos Cerqueira da UNESP ―Há limitações para se viver plenamente a sexualidade na velhice, o que pode have rem todas as idades, mas é preciso tentar superá-las ou minimizá-las‖. Mudanças fisiológicas: As mudanças fisiológicas acarretam mudanças psicológicas: Sintomas de depressão, Irritabilidade, Ansiedade. No homem essas alterações são mais acentuadas, o processo de envelhecimento é mal interpretado causando sintomas de impotência. Manter durante toda a vida uma prática sexual continua, aumenta a possibilidade de se manter sexualmente ativo. A auto-estimulação melhora as condições dos órgãois afetados pelo envelhecimento. Cuidados gerais com a saúde também são importantes. Evitar álcool. Evitar fumo. Diminuição injestão de sal e acúcar. Conclusão: Podemos concluir que a sociedade ainda trata a sexualidade na velhice como um tabu, algo reservado aos mais jovens. Entendemos que esse pensamento está relacionado com as preocupações que envolvem conceitos morais e de julgamento da sociedade. Palavras-chave: Terceira Idade. Sexualidade. Mudanças na Terceira Idade. Apoio: Fundação Santo André. 137 SIGNIFICADO AFETIVO DO ABANDONO EM IDOSOS Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected] Disciplina Bio Neuro Psicologia Mariane Soares Martins - Aluna do Curso de Psicologia - [email protected] Aline Torroglosa - Aluna do Curso de Psicologia Karoline Rojas - Aluna do Curso de Psicologia Monique Suzano - Aluna do Curso de Psicologia Natasha Cabral da Silva Aluna do Curso de Psicologia PSICOLOGIA O vínculo emocional é uma necessidade afetiva, ocorre entre as pessoas ao longo de seu desenvolvimento. O apego revela o vínculo e a pessoa busca proximidade, contato físico, sorri ou chora. É assim que começa o desenvolvimento dos bebês e se estende ao longo da vida até na velhice. (BOWLBY, 1990). Um dos elementos que acompanha o comportamento do apego é a emoção. Essa emoção está entre a pessoa que se apega e a figura de apego. Quando essa relação é satisfeita a pessoa sente bem estar e segurança. (LEIBOVICI, 1987). Entretanto, quando essa relação não ocorre, a ruptura causa dor psicológica, depressão e a segurança deixa de existir. Muitos idosos são colocados em instituições ou lares de acolhimento e a família passa deixar de visitá-los e pouco a pouco vão deixando de frequentar quando, por fim, o abandonam. Embora haja legislação que defende e ampara o idoso, como a Constituição Brasileira, o Estatuto do Idoso e a Lei 10.741, 1º/10/03 que objetivam a dignidade e qualidade de vida do idoso, mas, nem sempre essas leis são observadas. A negação do vínculo e a humilhação por que passam os idosos que são abandonados, muitas vezes até privados de alimentação adequada e ou objetos materiais, têm graves efeitos psicológicos. Queremos destacar que a pessoa que é separada daquelas pessoa que desenvolveu vínculos de apego, sentirá uma ruptura emocional cujo valor afetivo é compatível com a dor da perda por luto. (BOWLBY, 1990). Palavras-chave: Envelhecimento. Afetividade. Abandono. Apoio: Fundação Santo André. 138 PROGRAMA SABINA AULA/VISITA FOCADA SABINA- FENÔMENOS NATURAIS Thiago Vargas de Lima - Aluno de Graduação, FSA, Curso de Ciênciais Sociais, 4º Ano [email protected] SABINA INTRODUÇÃO: Dentro da SABINA - Escola Parque do Conhecimento nos deparamos com aulas/visitas focadas direcionadas as mais diversas áreas do conhecimento humano, no entanto, observando o dia a dia Escola Parque percebemos a notória falta de foco no que tange os fenômenos naturais. A instituição dispõe do Simulador chamado Fúria da Natureza, porém o equipamento acaba por ficar deslocado, já que nenhuma das aulas/visitas trata especificamente de seu conteúdo, os tais Fenômenos Naturais. Sendo assim, iniciamos um trabalho que reunisse informações determinando um roteiro para explanação do tema utilizando a infra-estrutura já presente na instituição. OBJETIVOS: Proporcionar ao educando que visita a SABINA, minimamente conhecimentos essenciais sobre fenômenos naturais existentes no Planeta Terra, sob uma perspectiva teórica resumida, que o leve a refletir, discutir e analisar a temática considerando o contexto interdisciplinar. E para que o estudante: - Se familiarize com conteúdo, conhecendo melhor o ambiente de nosso planeta; - Demonstrar interesse pelo tema, aguçando sua curiosidade de pesquisa.- Utilizar com uma nova perspectiva os experimentos da Sabina. MATERIAL E MÉTODOS. Após a elaboração do texto base, tomando conceitos relacionados a Vulcanismos, Terremotos, Tornados e Furacões, foi necessário a seleção de experimentos dentro da Sabina que passariam por essa visita especial. Após essa seleção foi feita a análise de um roteiro e didática para que o conteúdo ficasse bem amarrado dentro da proposta. RESULTADOS: A aula/visita focada resultante do processo, se estabelece em 9 etapas dentro do complexo da SABINA, cada uma das etapas se dá enfase ao conteúdo de acordo com a explicação aos educandos. São elas: Área Externa/Estacionamento: 1ª Etapa: Roupa de Gaia. Sala Ciências da Terra. 2ª Etapa: Túnel da Origem do Universo. Sala das Ciências da Vida. 3ª Etapa: Carrinho de Rochas e Fôsseis. - Uso do Globo em camadas e do Mini Vulcão. Sala das Ciências da Física I. 4ª Etapa: ―Osciloscópio‖ (ondulatórias). 5ª Etapa: Células Convectivas. 6ª Etapa: Simulador de Tornados. 7ª Etapa: Hidrelétrica. Sala das Ciências da Física II. 8ª Etapa: Estação Meteorológica. Sala das Ciências da Terra. 9ª Etapa: Simulador Fúria da Natureza. CONSIDERAÇÕES: Infelizmente ainda não foi possível aplicar o conteúdo do trabalho com os alunos dentro da SABINA, sendo assim o retorno com os mesmos ficaram para uma próxima etapa. No entanto, acreditamos que futuramente esta aula auxiliará professores de Ensino Fundamental II, sobretudo aos de Geografia e Ciências pois inicia os alunos à conteúdos de Geologia, Meio Ambiente, Formação da Terra, Ciclo da Água e outros. Palavras-chave: Aula Fenômenos naturais. Terremotos e vulcanismos. Tornados e furacões. Apoio: Prefeitura de Santo André. 139 FALANDO EM AMÉRICA LATINA Gabriela Benatti Godinho - Bolsista da Extensão Científica Sabina, FSA [email protected] André Luis de Oliveira Almeida - Ex- bolsista da Extensão Científica Sabina , FSA Vitor Miura Ramos - Ex- bolsista da Extensão Científica Sabina, Ex- aluno da FSA SABINA Introdução. Neste projeto trabalhamos o resgate da oralidade como um importante recurso para a transmissão do conhecimento. Em uma sociedade cada vez mais grafocêntrica, esperamos ressaltar a importância da cultura oral, passada de geração em geração, para a conservação de todo um legado cultural que nos foi deixado de herança, neste caso, pelos povos latinoamericanos. Além, procuramos ampliar o conhecimento dos alunos a respeito da América Latina, incentivando-os a valorizar a nossa cultura, brasileira, e a cultura dos outros países que compõem o bloco. Abordamos, também, a importância da oralidade para as interações sociais entre os indivíduos, já que o discurso oral é o princípio da comunicação, e desenvolvê-lo de maneira satisfatória é essencial para o sucesso em tais interações interpessoais.Objetivos: Aperfeiçoar a comunicação oral dos alunos para que possam usufruir de um discurso oral mais bem elaborado, que exija controle consciente e voluntário da enunciação e domínio dos aspectos primários da oralidade. Este saber é essencial para as relações sociais e para o exercício da cidadania. Acrescentar-lhes o conhecimento sobre a América Latina e os povos que a habitam, bem como seus legados culturais orais. Trabalhar a oralidade com estudantes do Ensino Fundamental II explorando a cultura dos povos Latino americanos; Estimular a desinibição dos alunos; Ampliarlhes o conhecimento a respeito da cultura latino-americana; Desenvolver o trabalho em grupo/ equipe; Desenvolver os aspectos primários da oralidade como postura, entonação, gestos; Resgatar a importância da cultura oral. Metodologia e Atividades previstas. A oralidade seria trabalhada em duas frentes: sua importância para a preservação e perpetuação da cultura oral dos povos e os aspectos primários da oralidade através da leitura em voz alta de lendas e encenação das histórias narradas. As lendas utilizados para o trabalho oral são todas latino-americanas. Antes do estudo da oralidade , os aspectos históricos e geográficos do país de origem de cada história seriam explorados, por meio de:Planejamento do texto: além de cuidar do conteúdo (uma preocupação comum a todas as situações comunicativas) que, neste caso, seriam as lendas, é importante trabalhar as diferenças entre a língua formal e a informal. Estrutura da exposição: o conteúdo precisa ser apresentado de forma clara e coerente - o objetivo é facilitar a compreensão do ouvinte; Características da fala: o tom, a intensidade da voz, e a altura (alta e baixa, é diferente de intensidade). O tom de voz deve ser usado corretamente, para fazer marcações na fala, enfatizar alguma passagem importante, impedir que a oratória se torne monótona, produzir uma atmosfera específica como o mistério, por exemplo, e etc. Estes aspectos, quando bem entrelaçados, criam uma atmosfera propícia à interação com o ouvinte e garantem a atenção. Postura corporal: olhares, contato visual, gestos, expressões faciais , movimentos corporais e postura são importantes para complementar as informações transmitidas pela fala. Esses recursos auxiliam a mobilizar a escuta atenta e a facilitar compreensão do ouvinte. Podem, também, enfatizar sutilezas da oratória como, por exemplo, o contato visual para intimidar, dar credibilidade ao que se é falado, convencer e etc. A postura e expressões corporais devem estar sempre de acordo com o contexto de uso da fala e devem ser ―planejadas‖ para contribuir com esta, de modo que o falante alcance seu objetivo com êxito. Este deve usar o corpo de forma consciente para obter o máximo de sucesso em sua exposição oral. Considerações finais. Embora a oralidade seja reconhecida como uma poderosa ferramenta de comunicação, o discurso oral ainda é pouco trabalhada com os alunos. Sabe-se ainda que esta linguagem está intimamente ligada com a preservação e a perpetuação da rica cultura oral dos povos. Desse modo, o projeto propõe ampliar o conhecimento dos alunos a respeito dos habitantes de nosso continente, mais especificamente dos aspectos históricos e culturais (linguagem oral) dos povos latino-americanos, observando o 140 papel da oralidade em sua cultura bem como o uso prático da linguagem oral, para que seja aperfeiçoada pelos estudantes ao longo do projeto. Palavras-chave: Oralidade. Cultura oral. América Latina. Apoio: Fundação Santo André, Prefeitura de Santo André. 141 OFICINAS MULTICULTURAIS E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA - BASES LEGAIS E VIABILIZAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS Ivete Pellegrino Rosa - Professora Orientadora - [email protected] Tamires Léu Domingues - Curso de Psicologia - [email protected] Thiago sérgio Santos Nascimento - Curso de Direito - [email protected] Victor Sanchez Colaneo - Curso de Direito - [email protected] SABINA SALA MULTICULTURAL: Nossa proposta é de trazer para o público visitante da SABINA uma sala multicultural onde serão apresentadas oficinas sobre culturas estrangeiras com importante influencia na cultura brasileira. Temos também a intenção de aprimorar o conhecimento dos monitores no aspecto ensino-aprendizagem com foco na aprendizagem significativa. Oficinas serão desenvolvidas apresentando de modo lúdico as culturas africana, árabe e japonesa. Destacamos o valor de projeto dessa natureza amparados por legislação específica. APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA: De acordo com Rogers (1987, p. 258) é uma aprendizagem que vai além da acumulação de fatos. (…) provoca uma modificação, (…)no comportamento do indivíduo, na orientação da ação futura que escolhe ou em suas atitudes e personalidade.É uma aprendizagem (…) que penetra profundamente todas as parcelas de sua existência". Oficina de Cultura AFRICANA: A África é um continente de grande diversidade cultural que está fortemente ligada à cultura brasileira. Os africanos prezam muito a moral e acreditam que esta seja bem semelhante à religião. Acreditam também que o homem precisa respeitar a natureza, a vida e os outros homens para que não sejam punidos pelos espíritos com secas, enchentes, doenças, pestes, morte. Fazem seus ritos a partir do conhecimento repassado por gerações antigas. Oficina de Cultura JAPONESA: Serão apresentadas as atividades de Contação de Histórias e lendas japonesas com interpretação em forma de teatro. -Tsuki no Usagi (O coelho da lua), O texugo e o leque mágico, A aranha tecelã. Oficinas interativas: Confecção de bandeirinhas japonesas, Origamis, Pintura e Mangá. -Construção de Origamis,-Pintura, Oficina de Cultura ÁRABE: A cultura Árabe manifesta-se principalmente na arquitetura e na literatura. As edificações mais célebres foram as mesquitas, construções requintadas e decoradas luxuosamente com fragmentos das sentenças do Alcorão, figuras geométricas, plantas e flores, formando belíssimos arabescos. Na poesia destacou-se Muttanabi, que viveu nos fins do século X. BASE JURÍDICA: Visamos buscar leis que possam auxiliar na viabilização do projeto. Grande parte dessas leis visam a arrecadação de verbas para a viabilização de projetos culturais. -Ao buscar leis que pudessem nos auxiliar e dar ênfase no projeto, encontramos leis de abrangência nacional, estadual e municipal. As leis de abrangência nacional são: LEI Nº 8.313, 23/12/91 ou Lei Rouanet; de abrangência estadual (São Paulo): Lei 12.268, 20/2/2006; Decreto 50.856, de 6/6/2006; Portaria 59, de 24/08/2006; Decreto 54.275, de 27/4/2009; E de abrangência municipal da cidade de Santo André: Lei nº 7.090/93; Lei 8.555, de 21/10/2003; Decreto 15.037, de 26/01/2004. -LEI No 10.639, DE 9/01/2003 que vem acrescentar conteúdo na Lei 9.394, de 20/12/1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira" e da outras providências. Palavras-chave: Cultura japonesa. Cultura africana. Cultura árabe. Apoio: Prefeitura de Santo André. 142 PRÁTICAS FÍSICAS E SAÚDE COMO FORMA DE ENSINO APRENDIZAGEM Miguel Augusto Barga - Graduação, FSA, Curso de Engenharia Mecânica, RM 710218 [email protected] SABINA Introdução. A prática física é sempre associada ao movimento corporal. Entretanto esta produz um aprimoramento de habilidades que podem ser desenvolvidas com maior ou menor facilidade tanto físicas quanto mentais. A prática da atividade física depende também de uma boa saúde juntamente com uma alimentação saudável. A prática física através do esporte tem demonstrado que em esportes coletivos há a interação quanto à participação de todos, cooperação e a inclusão. Aborda ainda: percepções, expressões de cada um, criatividade, controle do corpo, respeito, resolução de problemas e soluções e o auxílio à aprendizagem de outros campos desenvolvendo o físico, o intelectual e o psicológico. Objetivos. Propiciar um ensino aprendizagem na parte pedagógica de ensinar à importância das atividades físicas e esportivas para o bem estar geral e qualidade de vida nos espaços da Sabina. As práticas esportivas desenvolvem a capacidade motora, concentração e raciocínio influenciando no desenvolvimento físico por meio de jogos e brincadeiras lúdicas. Material e métodos. Por meio de jogos lúdicos as crianças desenvolvem a cognição assim agem com mais animo e vontade de trabalhar em equipe através de várias opções de jogos como sensório-motores, de regras, competição e cooperação. O uso das inteligências múltiplas tem como objetivo facilitar o ensino aprendizagem num contexto em que crianças aprendam cada uma no seu nível e/ou dificuldades de assimilação de conteúdos. Pensando nessas questões métodos de ensino proporcionam suporte ao educador e uma atuação eficiente objetivando o engrandecimento da aula e a melhor assimilação dos conteúdos num processo de ensino aprendizagem dos educandos. Em se tratando de práticas físicas é importante verificar o ―método de aprendizagem pela descoberta guiada‖. Nesse método é importante promover o processo cognitivo para a exploração de alternativas. Jogos permitem a aproximação da realidade proporcionando estímulo emocional, resposta imediata das ações praticadas, segurança, interatividade, obediência a regras, estratégias. As práticas físicas têm por base os jogos e nisso pode-se desenvolver elementos metodológicos para o ensino, tornando-o agradável, implicando em prática física de qualidade. As categorias de exercício físico auxiliam na queima de calorias melhorando a saúde do corpo e da mente. Percebe-se que o aumento no nível de atividade física espontânea resulta em aumento de gasto energético diário como é mostrado na base da pirâmide da atividade física. Verificando o qual importante são as práticas físicas em nosso dia a dia a nova pirâmide alimentar passou a conter exercícios físicos e controle de peso na base. Resultados. Juntamente com atividades físicas regulares é necessário manter uma alimentação equilibrada e completa, permitindo que o corpo realize todas as suas funções proporcionando bem estar e saúde. Podendo ser desenvolvidas nas aulas focadas de corpo humano com a Boneca Nina. Não apenas baseando-se no percurso dos alimentos, mas demonstrando a importância de certos alimentos e a prática física associada com implantação de jogos lúdicos e alguns métodos de ensino capazes de fixar os conhecimentos expostos por meio de percepções sensório-motores e a boa manutenção de nosso corpo. Considerações. O projeto pode ser aplicado como complemento das aulas focadas de corpo humano ou ainda um espaço destinado às práticas físicas através de painéis e materiais lúdicos como jogos que podem propiciar uma maior integração ou aulas expositivas nas áreas externas. O conteúdo visa ajudar ao ensino por meio de metodologias capazes de verificar nos alunos ou visitantes que o nosso corpo é interligado através de vários fatores como práticas físicas e alimentação sadia e equilibrada. Palavras-chave: Práticas físicas. Métodos de ensino. Alimentação sadia. Apoio: Fundação Santo André, Prefeitura de Santo André. 143 SABINA ESCOLA PARQUE DO CONHECIMENTO: MONITORES COMO PROPONENTES DE ATIVIDADES E AGENTES DE SUA EXECUÇÃO Enio Borba Carli - Professor FAFIL e FAENG Supervisão dos Bolsistas no Sabina - [email protected] Ivete Pellegrino Rosa - Professora FAFIL Coordenação de Extensão no Sabina - [email protected] SABINA A Escola Parque do Conhecimento Sabina é um espaço público da prefeitura municipal de Santo André, cidade do ABC Paulista. Ocupa uma área de 24 mil m2, sendo 8,2mil m2 ocupado por um grande pavilhão de dois andares que se constituem em um laboratório interativo das mais variadas áreas do saber. Atende prioritariamente a alunos e professores da rede de educação do município por meio de atividades pré-agendadas, bem como escolas da rede estadual ou particular e ao público em geral. A visitação pode ser do tipo Exploratória ou Focada. Em uma visita Exploratória os visitantes dispõem de uma gama de possibilidades de interação com os recursos e com os monitores. A visitação focada resulta da interação dos professores da rede municipal com a equipe de monitores e educadores da Sabina, que definem previamente atividades orientadas aos temas e objetivos pretendidos pelo professor e/ou escola. Como em outros espaços de aprendizagem não formal ou museus de ciência papel dos monitores é fundamental. Cerca de 150 alunos bolsistas dos vários cursos do Centro Universitário Fundação Santo André - CUFSA, em especial dos cursos de licenciatura e pedagogia, formam a equipe de monitores Sabina. Além da monitoria nas visitações, os bolsistas precisam desenvolver um projeto de extensão que contribua com os objetivos do Sabina e com sua formação acadêmica. A diversidade desta equipe leva a um constante aprendizado, seja dos formadores que precisam orientar e treinar os monitores, seja dos alunos que precisam construir elos entre a formação recebida em seus cursos de origem na sua atuação como monitores-educadores e no seu projeto de extensão. Professores do CUFSA fazem o acompanhamento dos projetos em contato permanente com as Assistentes Educacionais do Sabina. O desenvolvimento de um trabalho acadêmico científico como contribuição às atividades da Sabina pode assumir diferentes características como: elaboração de aula focada (desenvolvimento de estratégia e materiais), uma contribuição à questão da inclusão, um jogo de facilitação de aprendizagem, entre outros. Dentre os inúmeros projetos desenvolvidos temos: Jogo Sodoku por meio de cores e figuras geométricas; o sistema planetário por meio de história representada e musicada; desenvolvimento de multimídia para aprendizagem de reações químicas; descarte de pilhas com responsabilidade ambiental; ciclo de formação das rochas; aula focada com as espécies arbóreas da Mata Atlântica existentes na Sabina; experimentos para o ensino em Geociências e em Química para alunos do Ensino Fundamental I e II. A parceria entre a Sabina e o CUFSA tem sido muito positiva, enriquecendo os trabalhos extensionistas e a formação de todos envolvidos nos diferentes projetos. Palavras-chave: Extensão. Projetos. Formação docente. Apoio: Fundação Santo André, Prefeitura de Santo André. 144 PROJETO CNPQ - VALE O DESENVOLVIMENTO DE LIVROS INTERATIVOS COMO FATOR MOTIVADOR PARA DESPERTAR A VOCAÇÃO TECNOLÓGICA Rodrigo Cutri – Professor da FAENG - [email protected] Valéria Ruotolo – Professora do Colégio FSA - [email protected] Pedro Ivo Bueno Sartorio – Estudante do Colégio FSA Fernanda Rebellato Giordano Martim – Estudante do Colégio FSA Ana Ligia Lopes Brandão – Estudante do Colégio FSA Lucas Beraldo Bonfim – Estudante do Colégio FSA Alexandre Marcelino De Brito – Estudante da FAENG FSA Centro Universitário Fundação santo André – CUFSA – Projeto ―Na Real – A Engenharia no dia-a-dia‖ Introdução. A escolha da profissão passa pela expectativa do fazer a diferença, de poder contribuir com algo. Para incentivar vocações tecnológicas é necessário repensar o processo de ensino-aprendizagem buscando novas formas de interação, principalmente nas disciplinas de Cálculo e Física. Algumas ações encontradas na literatura fazem uso da metodologia baseada em problemas - Problem Based Learning – PBL com modificações face à quantidade de alunos em sala e a necessidade de balancear a realização de atividades extra e intraclasse com o conteúdo a ser desenvolvido pela disciplina ao longo do ano letivo. De modo a estimular os alunos do ensino médio a interagir com seu cotidiano e assim alterar sua percepção sobre a aplicabilidade das disciplinas básicas e a área de engenharia propôs-se que um grupo de alunos do ensino médio, devidamente orientados por professores, desenvolvessem um livro digital interativo e posteriormente o apresentassem aos demais alunos promovendo assim a troca de experiencias e posibilitando uma aprendizagem mais significativa. Material e Métodos. Na aprendizagem significativa o processo é dinâmico, o conhecimento vai sendo construido passo-a-passo. Assim, tendo esta filosofía, buscou-se inicialmente relacionar o ensino de Física ministrado no ensino médio (Eletromagnetismo) com aplicações reais da Engenharia, estabelecendo-se assim a conexão entre o aprendido e o aplicado. Para isso, formou-se uma equipe composta por: 04 alunos do ensino médio, 01 professor de Física, 01 professor de Engenharia e 01 aluno de Engenharia. O professor de Engenharia coordenou o processo de elaboração do livro digital e a discussão da equipe, sendo auxiliado pelo professor de Física do ensino médio que apresentava e discutia os conceitos que seriam trabalhados. A elaboração do livro interativo foi realizada pelos alunos do ensino médio que buscavam imagens e vídeos que ilustrassem os conceitos e aplicações tendo o apoio do estudante de engenharia. A plataforma escolhida foi o IBooks que permite o desenvolvimento de livros digitais interativos para IPAD de um modo simples e prático. A escolha do IPAD deu-se devido a possibilidade de atuação conjunta do livro digital com uma AppleTV o que permite explorar videos on-line além de permitir a visualização do conteúdo desenvolvido numa TV de alta definição. Resultados. Vencidas as dificuldades de agenda e ritmo de trabalho o processo de elaboração do livro digital fluiu naturalmente com a maior motivação dos alunos conforme vão se envolvendo nas atividades e descobrindo que são capazes de realizar muitas ações que desconheciam. Verificou-se a melhora da prática docente na escola participante, de modo a facilitar a aprendizagem dos alunos. Ao longo do processo de desenvolvimento do projeto e em seu uso verificou-se, por meio de entrevistas com os alunos participantes, uma melhor percepção dos alunos envolvidos 145 quanto às áreas de atuação de um engenheiro. O livro digital desenvolvido foi enviado para a AppleStore, sendo considerado aprovado, o que atesta a qualidade do material desenvolvido. Palavras-chave: Física. Engenharia. Ensino. Apoio: Fundação Santo André, CNPq-Vale Processo: 45.4420/2012-9. 146 PROJETO NOVOS TALENTOS ESCOLA ABERTA DE INICIAÇÃO À CIÊNCIA Profa. Dra. Maria Elena Villar e Villar – Professora, FSA, Colegiado de Pedagogia; Prof. Dr. Alécio Damico – Professor, FSA, Colegiado de Matemática; Profa. Dra. Eliana Borba Cattaruzzi, FSA, Colegiado de Matemática; Profa. Dra. Leila Modanez – Professora, FSA, Colegiado de Matemática; Profa. Dra. Ivete Rosa Pellegrini – Professora, FSA, Colegiado de Psicologia; Profa. Dra. Raquel dos S. L.Vita Pinheiro, FSA, Colegiado de Psicologia; Prof. Dr. José Luiz Laporta, FSA, Colegiado de Biologia; Prof. Dr. Luiz Afonso Vaz Figueired, FSA, Colegiado de Química; Profa. Dra. Karen Soraia Garcia Marquez, FSA, Colegiado de Química, Prof. Dr. Carlos Aparecido Kantor, Colegiado de Física; Prof. Dr. Roberto Carlos Sallai, FSA, Colegiado de Biologia; Profa. Ms. Roseli Corazzini, FSA, Colegiado de Biologia. RESUMO: O trabalho teve início a partir de demanda apresentada por professores da rede pública municipal da cidade de Santo André que reclamavam da falta de cursos de formação nas áreas de Ciências Naturais e Matemática. A formação desses professores, que atuam na educação infantil, ensino fundamental I e educação de jovens e adultos, requeria o desenvolvimento de habilidades relacionadas ao aprimoramento do pensamento científico e, portanto, a utilização da observação, registro e análise de práticas pedagógicas. O objetivo do trabalho desenvolvido foi o de discutir, planejar, executar e avaliar tais habilidades, por intermédio de aulas e oficinas, em que professores que atuam nas redes públicas, municipal e estadual, da região do grande ABC, pudessem acessar os conhecimentos produzidos na universidade em benefício de sua atuação profissional. Para tanto foram utilizados diferentes espaços e desenvolvidas atividades em que os participantes pudessem vivenciar possibilidades de ensino-aprendizagem que, independentemente do acesso a laboratórios de física, de biologia, de química, de matemática e de psicologia pudessem ser concretizadas. Nos encontros semanais com cada uma das turmas verificou-se que as discussões produziram reflexões sobre a necessidade de aprofundar estudos nas áreas de conhecimento priorizadas e mudanças na forma de ensinar os conteúdos propostos. Fez parte do trabalho, como forma de avaliação, a produção de práticas pedagógicas sistematizadas na forma de artigos científicos que permitiram aos autores refletir sobre o processo de planejamento, desenvolvimento e avaliação de ações que concretizam em sala de aula. Esses documentos foram objeto de avaliação dos professores que ministram as aulas para futura publicação. Esses documentos, por iniciativa própria dos alunos, professores das redes públicas de ensino foram apresentados, na forma de pôster, no Simpósio de Pesquisa do ABC 147 bem como no Simpósio de Práticas Educativas e II Encontro PIBID – FSA. Cada um dos profissionais que participaram desse processo de formação adquiriu conhecimento que pode e deve ser socializado com os colegas de trabalho, podendo assim contribuir com a transformação do trabalho na unidade escolar, naquilo que diz respeito ao trabalho coletivo, no desenvolvimento de projetos. O intercâmbio entre o que acontece nas unidades educacionais da região e a universidade sede do trabalho de formação foi de grande importância não só para a atuação dos professores formadores mas também para os alunos com os quais eles trabalham, atualizando-os e contribuindo com a formação de profissionais melhor preparados para o enfrentamento dos desafios que os aguardam no exercício da profissão. Palavras-chave: Educação Científica, Formação de professores, Qualidade de Ensino, Pesquisa-ensino-extensão. Apoio: CAPES