CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ
ANAIS DO II SIMPÓSIO DE PRÁTICAS EDUCATIVAS DA FSA
E III ENCONTRO Pibid FSA
Marcia Zorello Laporta
Pró-Reitoria de Pós-graduação,
Pesquisa e Extensão – PROPPEX
(Organização)
1ª edição
Santo André
2013
CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ
ODUVALDO CACALANO – Reitor
LUIS COELHO DOS SANTOS – Vice-Reitor
MARTA ELISABETE W. OLIVI – Pró-Reitora de Graduação
MÁRCIA ZORELLO LAPORTA – Pró-Reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão
FLÁVIO MORGADO – Pró-Reitor de Administração e Planejamento
Organização – Marcia Zorello Laporta – Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão – PROPPEX
Coordenação editorial – Diogo Augusto Veri
Editoração gráfica – Eveline de Morais A. Trindade
Arte da Capa – Diogo Augusto Veri
Catalogação na Biblioteca Comunitária Jacob Daghlian
Marcia Zorello Laporta, Pró-Reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão – PROPPEX (org.). –
Santo André. Centro Universitário Fundação Santo André, 2013. 139p.
ISBN 978-85-8284-036-8
1.Educação. 2.Simpósio I. Laporta, Márcia Zorello (org.). II Centro Universitário Fundação Santo
André. III. Título: Anais do II Simpósio de Práticas Educativas da FSA e III Encontro Pibid FSA.
CDD – 371.37
Fundação Santo André | Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão (PROPPEX)
Av. Príncipe de Gales, 821 | Santo André – CEP: 09060-650 | Tel: 55 11 4979 3428
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SUMÁRIO
PROGRAMA INICIAÇÃO CIENTÍFICA – PIIC/PIBIC/PIBITI
A ATUAÇÃO DOS ORGANISMOS INTERNACIONAIS NO COMBATE À FOME NO
SÉCULO XXI E AS CONTRIBUIÇÕES DO BRASIL ...........................................................10
ADAPTAÇÃO DO INSTRUMENTO SERVQUAL PARA MENSURAÇÃO DA QUALIDADE
DOS SERVIÇOS DE PÓS VENDAS E ASSISTÊNCIA TÉCNICA EM EMPRESAS DO
SETOR AUTOMOBILÍSTICO ..............................................................................................11
AS IMPLICAÇÕES SOCIAIS DA PRODUÇÃO DE CARNE PARA CONSUMO HUMANO.12
ATLAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE SANTO ANDRÉ .......................................................13
CASOS AUTÓCTONES DE LEPTOSPIROSE NA REGIÃO DO IPIRANGA - SÃO PAULO
NO PERÍODO DE 2005 A 2011 ..........................................................................................15
CIÊNCIA X RELIGIÃO: OS CONCEITOS RELIGIOSOS SOBRE A UTILIZAÇÃO DE
CÉLULAS-TRONCO ADULTAS E EMBRIONÁRIAS. .........................................................16
COMPARAÇÃO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DO UHMWPE EM DIFERENTES
CICLOS DE INJEÇÃO .........................................................................................................18
DETERMINAÇÃO DO FÁRMACO ALBENDAZOL EM AMOSTRAS COMERCIAIS POR
TITULAÇÃO EM MEIO NÃO AQUOSO...............................................................................19
ESTRATÉGIAS DIDATICAS PARA OS DESAFIOS DA APRENDIZAGEM FRENTE À
DISLEXIA ............................................................................................................................20
FEMINISMO E A LIBERDADE SEXUAL .............................................................................21
FÍSICA APLICADA E MODELAGEM MATEMÁTICA ..........................................................22
IDENTIFICAÇÃO DO USO DE BROMATO DE POTÁSSIO EM PÃES
COMERCIALIZADOS EM DIFERENTES CIDADES BRASILEIRAS ...................................23
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE ESPÉCIES VEGETAIS INVASORAS NO
CAMPUS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ ..........................24
IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE OBSERVATÓRIO SOCIOECONÔMICO
PARA O GRANDE ABC PAULISTA ....................................................................................25
JUVENTUDE BRASILEIRA: A SOCIABILIDADE PERVERSA NA SOCIEDADE DE
CONSUMO ..........................................................................................................................26
LEVANTAMENTO DE CARACTERÍSTICAS GENÉTICAS PRESENTES EM INDIVÍDUOS
PORTADORES DA SÍNDROME DE DOWN NA REGIÃO DO ABC ...................................27
LIXO ELETRÔNICO: UM GRANDE PROBLEMA ...............................................................28
O CICLO DE VIDA DE MODIGLIANI: PERFIL ECONÔMICO DO CONSUMIDOR
BRASILEIRO .......................................................................................................................29
O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA NOS PROJETOS PIBID/PEDAGOGIA DO ESTADO
DE SÃO PAULO ..................................................................................................................25
O PROBLEMA DE CORTE DE TUBOS APLICADO A UMA EMPRESA DO SETOR DE
AUTOPEÇAS ......................................................................................................................26
OBSERVATÓRIO SOCIOECONÔMICO PARA O GRANDE ABC PAULISTA: O
MERCADO FORMAL DE TRABALHO ................................................................................27
PERCEPÇÃO AMBIENTAL E NARRATIVAS VISUAIS DA TRANSFORMAÇÃO DA
PAISAGEM DE ILHA COMPRIDA (SP)...............................................................................28
PROJETO NEXUS: UM ESTUDO DE CASO DA IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA ERP
NO AMBIENTE CORPORATIVO DA EMPRESA GOODYEAR DO BRASIL ......................29
PROPOSIÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO PARA MENSURAÇÃO DA
QUALIDADE DOS SERVIÇOS DE PÓS-VENDAS E ASSISTÊNCIA TÉCNICA DAS
INDÚSTRIAS AUTOMOBILÍSTICAS ...................................................................................30
PROTEÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL SUBAQUÁTICO: MEMÓRIAS E HISTÓRIAS
DE ILHABELA .....................................................................................................................32
REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE PACIENTES PORTADORES DE HIDRADENITE
SUPURATIVA......................................................................................................................33
VERIFICAÇÃO DOS PATAMARES MAIS ADEQUADOS DE TEMPERATURA DE
AUSTENITIZAÇÃO E RESFRIAMENTO PARA FABRICAÇÃO DE AÇO DP 600 EM
TERMOS MICROESTRUTURAIS .......................................................................................34
PROGRAMA PARFOR
AFETIVIDADE NO PROCESSO DE ADAPTAÇÃO ESCOLAR E O COGNITIVO ..............35
APRENDIZAGEM ESCOLAR POR MEIO DE ATIVIDADES LÚDICAS NA EDUCAÇÃO
INFANTIL.............................................................................................................................36
A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL .........................................38
A ESTIMULAÇÃO AUDITIVA NA ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO BERÇÁRIO ..............39
A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA ......................................................................................40
A IMPORTÂNCIA DA ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL I .............................................41
A IMPORTÂNCIA DO CONTO DE FADAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL .............................42
A LEITURA E A FORMAÇÃO DE LEITORES: UM OLHAR PARA A CONTAÇÃO DE
HISTÓRIA............................................................................................................................43
ALFABETIZAÇÃO ATRAVÉS DE TEXTOS DE MEMÓRIAS ..............................................44
BRINCAR E APRENDER ....................................................................................................45
BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL ................................................................................46
BRINQUEDOS, BRINCADEIRAS E JOGOS NA ATUALIDADE .........................................47
BRINQUEDOTECA HOSPITALAR: O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA TERAPÊUTICA .....48
BULLYING ...........................................................................................................................49
CONSTRUINDO A CIDADANIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: O RESPEITO À
DIVERSIDADE HUMANA ...................................................................................................50
EDUCAÇÃO INFANTIL DE 0 A 3 ANOS NO BINÔMIO EDUCAR E CUIDAR ....................51
EXPERIÊNCIAS MUSICAIS EM EDUCAÇÃO INFANTIL ...................................................52
JOGOS COOPERATIVOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL ......................................................53
LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL ........................................................................55
LÚDICO ...............................................................................................................................56
O BRINCAR COMO ELO NA APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO INFANFIL. ....................57
O BRINCAR NA SALA DE AULA ........................................................................................58
O ENSINO DA ARTE: DO FAZER ARTÍSTICO AO FAZER PEDAGÓGICO ......................59
O GÊNERO FEMININO NA CONTEMPORANEIDADE ......................................................60
O ENSINO DA ARTE: DO FAZER ARTÍSTICO AO FAZER PEDAGÓGICO ......................61
PSICOMOTRICIDADE E O TRABALHO COM ALUNOS DO 3º E 4º ANO DO ENSINO
FUNDAMENTAL I ................................................................................................................62
PSICOMOTRICIDADE PARA CRIANÇAS DE 0 A 3 ANOS: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA
O TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL ................................................63
TDAH ...................................................................................................................................64
PROJETO PIBID BIOLOGIA
ATIVIDADES DA ESCOLA ESTADUAL LAURO GOMES DE ALMEIDA ............................65
BATALHA DOS VÍRUS........................................................................................................67
CORTINA BIOQUIMICA DOS ALIMENTOS........................................................................68
DINÂMICA ―FLUTUAÇÃO DAS POPULAÇÕES‖ – TRABALHANDO ECOLOGIA COM
ALUNOS DO ENSINO MÉDIO ............................................................................................70
DISSECÇÃO DE CORAÇÃO DE GALINHA ........................................................................72
DNA EM ORIGAMI ..............................................................................................................73
EXTRAÇÃO DO DNA DO MORANGO ................................................................................74
HORTA SUSTENTÁVEL .....................................................................................................75
MICROSCÓPIO CASEIRO COM UTILIZAÇÃO DE RAIO LASER ......................................76
OS PLANETAS DO SISTEMA SOLAR................................................................................77
PIBID NO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA - ATIVIDADES DA
ESCOLA ESTADUAL ―PROFESSORA CYNIRA PIRES DOS SANTOS" - ENSINO MÉDIO
............................................................................................................................................79
PIBID NO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA - ATIVIDADES DA
ESCOLA ESTADUAL PROFª NEUSA FIGUEIREDO MARÇAL .........................................80
PIBID NO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA: PRATICAS DOCENTES
DESENVOLVIDAS NA ESCOLA ESTADUAL ―PROF. MARIA AUXILIADORA MARQUES‖,
SÃO BERNARDO DO CAMPO, SÃO PAULO.....................................................................81
UMA NOVA ABORDAGEM PARA O ESTUDO DE VÍRUS NO ENSINO DE BIOLOGIA:
PRODUÇÃO DE JOGOS ....................................................................................................82
PROJETO PIBID CIÊNCIAS SOCIAIS
A EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE, RELAÇÃO COM O O OUTRO, O RESPEITO
HUMANO.............................................................................................................................83
MANIFESTAÇÕES POPULARES REVINDICANDO SEUS DIREITOS ..............................84
PIBID - CIÊNCIAS SOCIAIS - ATUALIDADES EM SALA DE AULA ...................................85
PROJETO ÁFRICA: ENTENDENDO A ATUALIDADE DO CONTINENTE AFRICANO ......86
PROJETO PIBID HISTÓRIA
A HISTÓRIA E O CINEMA: COMO TRABALHAR COM RECURSOS AUDIOVISUAIS DE
MANEIRA CRÍTICA E LÚDICA EM SALA DE AULA. ..........................................................87
O ENSINO DE HISTÓRIA E OS DESAFIOS DO PROJETO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA
............................................................................................................................................88
OFICINA DE HISTÓRIA E CINEMA: COMO TRABALHAR COM RECURSOS
AUDIOVISUAIS DE MANEIRA CRÍTICA E LÚDICA EM SALA DE AULA ..........................89
PROJETO PIBID MATEMÁTICA
MAT-MEMÓRIA E JOGO DA EQUIVALÊNCIA ...................................................................91
MONTE DE SINAIS: AUXILIANDO O ALUNO-DOCENTE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA ..92
PIBID - EXPERIÊNCIA DA APLICAÇÃO DE JOGOS NO ENSINO E APRENDIZAGEM DA
MATEMÁTICA .....................................................................................................................94
PIBID MATEMÁTICA 2011 ..................................................................................................95
PIBID UM DIFERENCIAL NO CONTEXTO ESCOLAR .......................................................96
PIBID: A UTILIZAÇÃO DE JOGOS EM SALA DE AULA COMO MATERIAL AUXILIADOR
PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA ..................................................................................97
PIBID: JOGOS, QUEBRANDO O TABU NO ENSINO E APRENIZADO DA MATEMÁTICA
............................................................................................................................................98
UTILIZAÇÃO DE JOGOS MATEMÁTICOS NO PROCESSO DE ENSINO
APRENDIZAGEM ................................................................................................................99
PROJETO PIBID PEDAGOGIA
CONTOS, POEMAS E OUTRAS HISTÓRIAS ..................................................................100
A CONSTRUÇÃO DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA DO GÊNERO DE TEXTO INSTRUCIONAL:
UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID/USCS NA EMEB JOSÉ IBIAPINO FRANKLIN ..............101
A CONSTRUÇÃO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS DE GÊNEROS TEXTUAIS DA LÍNGUA
MATERNA: A EXPERIÊNCIA DO PIBID NA EMEB DR. JOSÉ FERRAZ DE MAGALHÃES
CASTRO............................................................................................................................102
A CONSTRUÇÃO DE UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA DO GÊNERO CRÔNICA: A
EXPERIÊNCIA DO PIBID/USCS NA EMEB DR. JOSÉ FERRAZ DE MAGALHÃES
CASTRO............................................................................................................................103
A IMPORTÂNCIA DE LER PARA UMA CRIANÇA EM FASE INICIAL DE
ALFABETIZAÇÃO .............................................................................................................104
A PRODUÇÃO CIENTÍFICA DO PROGRAMA PIBID NO ESTADO DE SÃO PAULO: OS
SEMINÁRIOS EM QUESTÃO ...........................................................................................105
AGRUPAMENTO NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO ...............................................106
CONTRIBUIÇÕES DO PROJETO PIBID ..........................................................................107
CRIANÇAS E LEITURA: AMPLIAÇÃO DO MUNDO E NOVAS POSSIBILIDADES DE
APRENDIZAGENS ............................................................................................................108
JOGOS E BRINCADEIRAS NA ESCOLA .........................................................................109
JOGOS MATEMÁTICOS NA SALA DE AULA ..................................................................110
O PIBID NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE UM
POSSIBILITADOR DO BRINCAR .....................................................................................111
PIBID E A FORMAÇÃO DOS NOVOS PROFESSORES: A RELAÇÃO ENTRE
SUPERVISOR E BOLSISTAS ...........................................................................................112
PROFESSOR: MEDIADOR NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO ...............................113
VÍNICIUS E A ARCA DE NOÉ: UMA PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO AMBIENTE
ALFABETIZADOR .............................................................................................................114
PROJETO PIBID QUÍMICA
ÁRVORE DE PRATA.........................................................................................................115
EXPERIMENTOS DEMONSTRATIVOS DE POLÍMEROS COMO FERRAMENTA PARA
ENSINO DE QUÍMICA ORGÂNICA ..................................................................................116
O ENSINO DA ELETROQUÍMICA ATRAVÉS DA EXPERIMENTAÇÃO...........................117
REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO SOBRE O PARQUE
ECOLÓGICO GRUTA SANTA LUZIA DO MUNICÍPIO DE MAUÁ. ...................................118
TITULAÇÃO CONDUTOMÉTRICA ...................................................................................119
PROJETO PIBID - PSICOLOGIA
A IMPORTÂNCIA DO FATOR PSICOLÓGICO NO ENVELHECIMENTO ........................120
A SAÚDE MENTAL EM IDOSOS ENTRE 60 E 80 ANOS.................................................121
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO ENVELHECIMENTO PSICOLÓGICO ......122
ASPECTOS PSICOLÓGICOS NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO .......................123
ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DA VELHICE ....................................................................124
CRECHES .........................................................................................................................125
ENVELHECIMENTO .........................................................................................................126
ENVELHECIMENTO .........................................................................................................127
ENVELHECIMENTO ATIVO ..............................................................................................128
ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL E ENVELHECIMENTO PATOLÓGICO .......................130
ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL E O IDOSO COMO CIDADÃO ....................................131
O ENVELHECIMENTO É AQUISIÇÃO .............................................................................132
OS MEDOS DOS IDOSOS................................................................................................133
O TRABALHO NA TERCEIRA IDADE...............................................................................134
SAÚDE MENTAL DO IDOSO ............................................................................................135
SEXO NA TERCEIRA IDADE............................................................................................136
SIGNIFICADO AFETIVO DO ABANDONO EM IDOSOS ..................................................137
PROGRAMA SABINA
AULA/VISITA FOCADA SABINA- FENÔMENOS NATURAIS...........................................138
FALANDO EM AMÉRICA LATINA ....................................................................................139
OFICINAS MULTICULTURAIS E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA - BASES LEGAIS E
VIABILIZAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS...................................................................141
PRÁTICAS FÍSICAS E SAÚDE COMO FORMA DE ENSINO APRENDIZAGEM .............142
SABINA ESCOLA PARQUE DO CONHECIMENTO: MONITORES COMO
PROPONENTES DE ATIVIDADES E AGENTES DE SUA EXECUÇÃO ..........................143
PROJETO CNPQ - VALE
O DESENVOLVIMENTO DE LIVROS INTERATIVOS COMO FATOR MOTIVADOR PARA
DESPERTAR A VOCAÇÃO TECNOLÓGICA ...................................................................144
10
PROGRAMA INICIAÇÃO CIENTÍFICA – PIIC/PIBIC/PIBITI
A ATUAÇÃO DOS ORGANISMOS INTERNACIONAIS NO COMBATE À FOME NO
SÉCULO XXI E AS CONTRIBUIÇÕES DO BRASIL
Cinthia Blikstein - Graduação em Relações Internacionais, FSA - [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução. Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) foram estabelecidos em 2000 pela
ONU com a finalidade de amenizar os males que assolam nossa sociedade nos dias atuais.
Através desses objetivos se pretende melhorar a saúde, educação, alimentação, e meio ambiente
dos países em geral. Lamentavelmente, a fome ainda é um problema de enorme dimensão que
enfrentamos no presente. Desta maneira, uma das metas dos ODM é a de reduzir pela metade a
proporção da população que sofre de fome. Assim, propõem-se, neste artigo, apontar os
progressos alcançados por meio dos ODM relativos à diminuição da fome, apresentando os dados
atuais da fome. Objetivos. O projeto apontará as consequências da fome no âmbito econômico,
para que se possa compreender a importância estrutural do combate à fome. Serão apresentados
também alguns exemplos de políticas a favor da redução da fome em diferentes países e serão
indicados e analisados os resultados obtidos por meio dessas políticas. Considerações. O tema do
projeto tem se mostrado muito relevante dentro das Relações Internacionais, pois envolve
organismos internacionais, cooperação entre Estados para alcançar objetivos e estudos sobre
indicadores sociais e econômicos de diferentes países. Em um mundo tecnologicamente tão
avançado é difícil entender porque milhões de pessoas ainda sofrem com um problema tão
primitivo como a fome. Claramente esse problema necessita de mais atenção por parte dos
governantes e por isso é necessário que haja iniciativas para uma melhor distribuição dos
alimentos. O Objetivo do Milênio de erradicar a fome tem sido significativo para chamar a atenção
para esta causa. No entanto, a fome ainda não é considerada uma prioridade internacional.
Analisando os resultados das pesquisas recentes como do IPEA e relatórios oficiais sobre a fome
no mundo percebe-se que houve muitos avanços, mas que ainda há muito a se fazer,
especialmente nos países em desenvolvimento, com economias mais fracas. Com as notáveis
exceções de Brasil e Índia, a insegurança alimentar não esteve no centro dos programas nacionais
de erradicação da pobreza e, por isso, os resultados ainda são insatisfatórios.
Palavras-chave: Fome. FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação).
ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio).
Apoio: Fundação Santo André.
11
ADAPTAÇÃO DO INSTRUMENTO SERVQUAL PARA MENSURAÇÃO DA
QUALIDADE DOS SERVIÇOS DE PÓS VENDAS E ASSISTÊNCIA TÉCNICA EM
EMPRESAS DO SETOR AUTOMOBILÍSTICO
Henrique Antunes - Orientador: Profº Drº Fernando Cezar Leandro Scramim
FAENG - Faculdade de Engenharia Engº Celso Daniel
FSA - Fundação Santo André
Graduação: Engenharia de Produção com ênfase em serviços [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução. Qualidade em serviços é um tema bastante discutido e questionado tanto entre
pesquisadores quanto entre administradores, uma vez que envolve a compreensão não tão trivial
de dois conceitos: qualidade e serviço. O termo serviços tem sido foco de estudo de vários autores
devido as suas especificidades, estes autores caracterizam os serviços por suas particularidades,
como a intangibilidade, a produção e execução simultâneas e o disparo de sua execução por
ordem do cliente e por sua variabilidade podendo mudar de fornecedor para fornecedor, cliente
para cliente. O termo qualidade então nos remete a avaliar os serviços a partir das experiências
vindas da vivência com este setor, portanto, ao falarmos da qualidade em serviços é indispensável
a avaliação do grau de satisfação dos serviços bem como os pontos que aumentam ou diminuem
de forma relevante a satisfação dos clientes. Objetivos. Desenvolver uma escala para mensurar a
qualidade de serviços para o caso dos serviços de assistência técnica das empresas montadoras
de veículos, com base no instrumento SERVQUAL. Este objetivo deriva-se permitindo que este
estudo também venha a abordar a identificação dos aspectos da qualidade que devem ser
incluídos no instrumento SERVQUAL para sua melhor adequação ao caso deste estudo, identificar
através da aplicação do instrumento os itens mais críticos nos serviços prestados pelo setor de
assistência técnica da montadora em estudo, e por fim identificar as oportunidades de melhoria do
setor em estudo. Material e métodos. A presente pesquisa é de natureza exploratória, descritiva, e
utilizou, para alcançar seus objetivos, a abordagem de levantamentos amostrais do tipo survey.
Para a adaptação do instrumento SERVQUAL as atividades de assistência técnica foram utilizadas
técnicas como entrevistas em profundidade com especialistas do setor e com clientes, análise de
trabalhos acadêmicos nacionais e internacionais sobre o assunto. Após a adaptação do
instrumento, foi realizado o levantamento amostral tipo survey, prática de aplicação de questionário
estruturado para obtenção de uma amostra significativa sobre um problema a ser estudado, para
que com análises quantitativas seja possível obter as conclusões correspondentes aos dados
coletados. Resultados. O questionário SERVQUAL adaptado para este estudo é composto por 28
questões selecionadas como relevantes para a avaliação de expectativa e desempenho do setor
de assistência técnica da montadora selecionada para este estudo abordando as seguintes
dimenssões: Confiabilidade, presteza, segurança, empatia, comunicação e competência. A
realização do survey permitirá as análises de dois elementos. O coeficiente Alpha de Cronbach,
este coeficiente estima a confiabilidade obtida no questionário avaliando a correlação entre as
respostas dadas pelos respondentes às questões que compõe o questionário. A segunda análise
que a realização do survey permitirá é a identificação dos itens mais críticos nos serviços prestados
pelo setor de assistência técnica da concessionária pesquisada, segundo a percepção de seus
clientes e, consequentemente, a identificação de oportunidades de melhorias.
Palavras-chave: Qualidade. SERVQUAL. Serviços.
Apoio: Fundação Santo André, CNPq.
12
AS IMPLICAÇÕES SOCIAIS DA PRODUÇÃO DE CARNE PARA CONSUMO HUMANO
Eliane Estelita Rosa Capó - Aluna, FSA,colegiado de Ciências Sociais [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução: Atualmente, o Brasil é um dos maiores exportadores de proteína animal do mundo. A
indústria frigorífica representa parcela significativa da economia brasileira, a expectativa do
Ministério da Agricultura é que, até o ano de 2020, a produção de carne nacional supra 44.5 % do
mercado mundial, sendo que, a carne de ave representará 48,1 % das exportações. No entanto,
quando analisadas as bases de todo este sucesso percebe-se que a sociedade brasileira
desconhece os reais custos sociais e ambientais deste ramo produtivo. Nesta pesquisa de
iniciação científica procuramos nos deter nas consequências sociais deste setor produtivo. Uma
vez que como podemos averiguar trata-se de um dos ramos de atividade mais insalubres para as
mulheres e homens que, por diversos motivos, não possuem outra alternativa de trabalho.
Analisamos a fundamentação sócio histórica do agronegócio para a partir daí compreendermos na
totalidade as causas da degeneração das relações de trabalho na indústria frigorífica, em especial,
a avícola. Objetivo: O intuito deste trabalho é entender e colocar em questionamento a gênese da
precarização das relações de trabalho na indústria frigorífica considerada por procuradores do
trabalho, Ministério Público do Trabalho (MPT), como a atividade mais insalubre do país, na qual
milhares de trabalhadores, diariamente, expõem-se ao risco de distúrbios osteomusculares,
transtornos psicológicos e outros tantos problemas decorrentes de uma atividade que exige
movimentos repetitivos, longas jornadas de trabalho em um ambiente com temperatura baixa.
Material e métodos: Nossas análises foram feitas com base em leituras de livros, artigos
publicados em sites, jornais, documentários. Resultados: Com base nas análises de textos e outras
fontes podemos afirmar que alcançamos o objetivo proposto de compreender e pôr em discussão
no meio acadêmico, fora das regiões em que há grande número de frigoríficos, o problema das
condições de trabalho na indústria da carne. Considerações: Sendo a indústria frigorífica um dos
ramos de atividade que mais exportam e, também, receptora de recursos financeiros do Banco
Nacional do Desenvolvimento (BNDES) nos chamou a atenção o grande número de denúncias de
infrações das leis trabalhistas pelos grandes frigoríficos. Por isso, propomos a discussão em torno
desse assunto, buscamos as bases históricas para compreendermos na totalidade as causas deste
problema, ampliar este debate na sociedade é de suma importância, pois só há possibilidade de
mudar o que se conhece e discute.
Palavras-chave: Degeneração do trabalho. Agronegócio. Indústria frigorífica.
Apoio: Fundação Santo André.
13
ATLAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE SANTO ANDRÉ
Alana Rafael Cosin de Castro - Graduação, FSA, Curso de Pedagogia [email protected]
Kelly Coutinho - Graduação, FSA, curso de Padagogia - [email protected]
Larissa Correia - Graduação, FSA, curso de Padagogia - [email protected]
Marilena Nakano - Professora, FSA, colegiado de Pedagogia [email protected]
Marco Aurélio Pinelli Marsitch - Professor, FSA, colegiado de Geografia [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução: O trabalho visa à criação de um atlas da educação básica de Santo André,
sistematizando um conjunto de dados sobre o município, em especial sobre a educação,
utilizando mapas temáticos. A escolha desta linguagem é feita pela importância que a
cartografia vem ganhando no nosso cotidiano, aparecendo de forma cada vez mais
frequente na mídia, principalmente porque ela permite condensar um enorme conjunto de
informações, facilitando a visualização e a compreensão dos dados estatísticos, por vezes
substituindo a necessidade de qualquer texto descritivo. Objetivos: 1. Produzir,
eletronicamente, por geoprocessamento, um Atlas da educação básica do município de
Santo André para conhecer o conjunto de equipamentos educacionais públicos e privados e
onde se situam; estabelecer relações entre a localização dos equipamentos com as
variáveis: renda, cor/raça, mulher, analfabetismo e resultados no IDEB e na Prova Brasil;
subsidiar futuras pesquisas e intervenções das licenciaturas; 2. Divulgar o Atlas em meio
eletrônico, tendo como público alvo os estudantes das licenciaturas da FAFIL. Material e
métodos: Para a consecução do trabalho, foram obtidos dados em pesquisa feita nos sites
do IBGE, no Banco de Dados do Censo de 2010 e Fundação SEADE. Após a coleta de
dados utilizamos o programa Excel do Microsoft Office para elaboração dos gráficos
cruzando as variáveis de modo a revelar as possíveis desigualdades existentes no
município, para então produzirmos os mapas no programa de geoprocessamento PhilCarto.
Resultados: Dado o grande número de bairros na cidade de Santo André, segundo o Censo
2010 (IBGE), foram definidas 43 (quarenta e três) REDES (agregados de bairros) e as
variáveis a serem trabalhadas. A variável renda foi definida como sendo o elemento de base
para a produção de cruzamentos. Dos resultados obtidos, chama atenção o fato de o
Município encontrar-se dentre os quinze com maiores Índices de Desenvolvimento Humano
– IDH do país e dentre os dez primeiros do Estado de São Paulo e a desigualdade é uma
marca presente nos dados levantados. Vê-se, então, que a situação da educação neste
município não pode ser analisada fora do contexto social em que a escola está inserida,
uma vez que é no território que se encerram as complexas relações sociais, marcadas
também pelo contexto mais geral. Assim entendido, é necessário, então, estudar as
características que marcam esse território e, consequentemente, a população que nele vive,
para compreender a realidade escolar de Santo André. Considerações: Os dados permitem
verificar a grande disparidade presente no município de Santo André quando comparadas
as suas REDES. Essa comparação foi feita utilizando critérios relativos a renda, raça,
gênero e entorno. Tais desigualdades são, em parte, explicadas pela teoria das
desigualdades multiplicadas de DUBET (2000), que aponta uma nova configuração social,
que se distancia daquela dicotomia entre operariado e detentores do capital. Não há que se
esquecer, também, de acordo com SOUZA (2011), do papel da escola como reveladora,
reprodutora e perpetuadora desse processo.
14
Palavras-chave: Atlas. Educação Básica. Território.
Apoio: Fundação Santo André.
15
CASOS AUTÓCTONES DE LEPTOSPIROSE NA REGIÃO DO IPIRANGA - SÃO
PAULO NO PERÍODO DE 2005 A 2011
José Luis Laporta - Professor, FSA - [email protected]
Rodrigo Gomes Gonçalves Braga - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução: A leptospirose é uma doença que acomete tanto seres humanos, como animais
domésticos ou selvagens, atinge com mais frequência pessoas que convivem em ambientes que
tenham contato com água contaminada e esgotos. Os fatores de risco associados à infecção
dependem de características da organização espacial, dos ecossistemas, das condições de vida e
trabalho da população. Desta maneira esta zoonose tem uma grande importância na economia e
em saúde pública e torna-se importante o estudo para a compreensão dos fatores que
desencadeiam o aumento no número de pessoas infectadas pela leptospirose. Objetivos: Fazer um
mapeamento das áreas de risco de acordo com os casos, caracterizar os casos de acordo com os
atributos: sexo, idade localização e analisar os casos correlacionando com a época do ano.
Materiais e métodos: Os locais que submeteu o estudo foram Ipiranga, Sacomã e Cursino
localizados no município de São Paulo. Para a realização do estudo foram necessários dados da
doença que foram obtidos na Supervisão de vigilância em saúde (suvis). As suvis são unidades
descentralizadas da Coordenação de Vigilância em Saúde - Covisa, localizadas nas cinco regiões
do município de São Paulo – Norte, Sul, Leste, Centro-Oeste e Sudeste. Nestas suvis são feitos
diversos trabalhos, como: Vigilância ambiental no controle de animais sinantrópicos e vacinação
anti-rábica para cães e gatos, vigilância sanitária: fiscalização de comércio varejista de alimentos,
medicamentos e serviços de saúde e vigilância epidemiológica: vacinação e controle de doenças
epidêmicas. A partir dos dados fornecidos pela Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde),
mais especificamente pela (SUVIS Ipiranga, unidade descentralizada da Covisa), foram analizadas
de fichas de campo elaborada pelo setor de zoonoses da prefeitura de São Paulo e realizados
cálculos sobre os casos confirmados de leptospirose na região do Ipiranga- São Paulo, no período
de 2005 a 2011. Os dados obtidos continham informações sobre os casos suspeitos e confirmados
da doença, porém o objetivo deste trabalho só foi estudar os casos confirmados, nos documentos
também havia dados como: sexo, idade, data de óbito, data de notificação e o distrito da moradia
do afetado pela doença.
Palavras-chave: Leptospirose. Animais sinantrópicos. Rato.
Apoio: Fundação Santo André.
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CIÊNCIA X RELIGIÃO: OS CONCEITOS RELIGIOSOS SOBRE A UTILIZAÇÃO DE
CÉLULAS-TRONCO ADULTAS E EMBRIONÁRIAS.
Roseli Corazzini - Professor, FSA, Colegiado de Biologia. - [email protected]
Tawany Ravanelli - Graduação, FSA, Curso de Biologia. - [email protected]
Teresa Cristiane Piccinin Parruca - Graduação, FSA, Curso de Biologia. [email protected]
Diogo Morige - Graduação, FSA, Curso de Biologia. - [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Resumo A Ciência e a religião. Éticas nos princípios religiosos e a cura de doenças degenerativas
através de tratamentos com células-tronco adultas e embrionárias. Encontros com líderes
religiosos, que descreveram seus princípios pertinentes ao tema. Resultados: No debate,
divergências apontadas. O avanço da Ciência foi aberto à discussão e detectamos dúvidas na
questão: qual é o início da vida? Palavras-chave: Religião; Células-tronco; Ciência. Introdução A
medicina vem se tornando cada vez mais eficaz. Seus estudos começaram com os egípcios, em
que eles abriam os corpos dos faraós e estudavam tudo sobre a anatomia humana. Porém,
somente no século XX, os alemães Hans Spermann e Jacques Lob iniciaram suas pesquisas
desvendando os segredos das células-tronco e suas características. Hoje em dia sabe-se que
estas podem curar inúmeras doenças, e é nesse momento que surge uma contrapartida: Em que
momento inicia-se uma vida? Qual é a posição das religiões brasileiras neste contexto? Foram
realizadas reuniões individuais, previamente agendadas, com cada líder religioso e o assunto
discutido tinha, também, o objetivo de informar sobre as diferenças na utilização das células tronco
adultas e embrionárias. Posteriormente foi aplicado um questionário ao qual puderam expressar
suas críticas, ideias e conceitos sobre o tema. Objetivos O objetivo dessa pesquisa é classificar,
identificar e discutir os conceitos, parâmetros, e opiniões de líderes religiosos, profissionais da
saúde e pacientes usuários de células-tronco embrionárias e adultas em tratamentos de doenças
degenerativas como o câncer. Material e Métodos A pesquisa iniciou-se com algumas religiões
como a Umbandista, Islamismo Testemunha de Jeová, Catolicismo, Evangélicos, Budistas e
Cristãos (Igreja Universal do Reino de Deus). Foram feitos contatos antecipadamente por telefone,
agendando data e horário com o principal líder de cada religião. Nestas reuniões foram discutidas
as crenças e seus ideais de concepção da vida humana, juntamente com o tema Ciências e seus
avanços nos tratamentos de doenças graves, esclarecimentos sobre as técnicas atuais de
tratamento com células-tronco, foram também comentados. Ao final foi aplicado um questionário a
cada um dos líderes, expondo por escrito suas convicções sobre o tema. Foram registrados,
através de fotos, os locais visitados preservando a imagem dos entrevistados. Resultados A
maioria dos entrevistados, inicialmente, apresentou desconhecimento sobre o assunto e no
decorrer da entrevista foram esclarecidas algumas dúvidas na questão científica desses
tratamentos. Após a leitura dos questionários, os entrevistados se declararam contra o uso de
células-tronco, principalmente as embrionárias, pois não acham certo tirarem uma vida em prol de
outra, exceto os Umbandistas que são a favor e afirmam que o ser humano deve ajudar uns aos
outros, independente da sua crença ou religião.
A pesquisa aponta que, em média, 90% das religiões estudadas acreditam que a vida começa a
partir da fecundação. O Islamismo, em contradição com a opinião acima, crê que a vida começa
quando a mulher recebe um anjo no centésimo vigésimo dia de gestação, esse anjo ―assopra‖ um
novo espírito a um novo ser. Conclusões Pode-se observar que faltam informações na utilização de
células-tronco em tratamentos de doenças degenerativas, e os conceitos e crenças religiosas ainda
debatem muito essa questão devido aos seus princípios e pela falta de conhecimento no assunto.
Esse trabalho é parcial, ou seja, serão questionados alguns profissionais da saúde e possivelmente
pacientes que foram submetidos ao tratamento.
17
Palavras-chave: Religião. Células-tronco. Ciências.
Apoio: CNPq.
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COMPARAÇÃO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DO UHMWPE
EM DIFERENTES CICLOS DE INJEÇÃO
Pâmela da Silva - Aluna do 5° ano de engenharia de materiais do Centro Universitário
Fundação Santo André - [email protected]
Edvaldo Luis Rossini - Professor RTI do curso de engenharia de materiais do Centro
Universitário Fundação Santo André. - [email protected]
Bruno Balico dos Santos - Aluno do 5° ano de engenharia de materiais do Centro
Universitário Fundação Santo André. - [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução: O consumo de plásticos no Brasil e no mundo tem crescido muito nas últimas décadas,
reflexo do enorme sucesso atingido por esse material nas mais variadas aplicações. As
características típicas dos plásticos são: baixo custo, baixo peso, boa resistência mecânica,
impermeabilidade, transparência e capacidade de coloração, que lhe conferem trunfos irresistíveis
para seu uso passivo na forma de embalagens, uma aplicação extremamente importante em uma
sociedade voltada para o consumo. Objetivos: Estudar a variação das propriedades mecânicas do
UHMWPE, possibilitando avaliar a influência da reciclagem em aplicações finais, após
reprocessamento, até o quarto ciclo de injeção e verificação das propriedades de interesse
(resistência à tração e ao alongamento, no escoamento e ruptura e ao impacto). Material e
Métodos: O material estudado foi o GUR 5113, grade de UHMWPE processável por injeção,
fornecido pela empresa Ticona Polymers. Na confecção dos corpos-de-prova o polímero granulado
foi moldado em uma injetora BATTENFELD MODELO 1000T, com força de fechamento de 100
toneladas. Os parámetros de injeção foram: temperatura de moldagem Zona 1 = 220 °C, Zona 2 =
230 °C e Zona 3 = 250 °C, temperatura do molde de 60 °C, pressão de injeção de 1350 bar, tempo
de injeção 1,5 segundos e ciclos 30 segundos. Após a primeira injeção foi separada 10 unidades
dos corpos-de-prova e o restante foi moído em moinho de facas, que permitiu a redução dos
corpos-de-prova em grânulos pequenos. E novamente, os grânulos obtidos na moagem foram
moldados por injeção, conforme procedimento já descrito, até que o ciclo de separação de 4
amostragens de 10 unidades dos corpos-de-prova fosse cumprido. Posteriormente, tanto as
amostras virgens como as reprocessadas foram submetidas aos ensaios de resistência a tração e
ao alongamento (Norma ISO 526) e resistência ao impacto charpy com entalhe (Norma ISO 179).
Resultados: De acordo com os resultados obtidos, nota-se que ocorreu um decréscimo da ordem
de 9% do 2° em relação ao 1° ciclo, provavelmente devido à cisão das cadeias, quando o material
é reciclado e submetido a esforços mecânicos. No entanto, no 3° e 4° ciclos verifica-se uma
tendência crescente das propriedades de impacto. Quanto às propriedades de tração, cujo, nota-se
que mesmo submetido a sucessivos processamentos pelo método de injeção e moagem, o
UHMWPE não apresentou alterações significativas na sua resistência à tração no escoamento e na
ruptura. Conclusões: De acordo com os resultados obtidos verifica-se que o UHMWPE pode ser
utilizado sem comprometimento das suas propriedades mecânicas até pelo menos 4 ciclos de
injeção. Suficiente para competir com outros produtos virgens, tornando sua reciclagem
economicamente vantajosa e segura em termos de qualidade. Em relação a sua reciclagem,
apesar de não ter sido realizada pelos métodos convencionais, pode-se afirmar que é viável,
principalmente em fábricas de terceira geração que processam o UHMWPE.
Palavras-chave: Reprocessamento. UHMWPE. Propriedades mecânicas.
Apoio: Fundação Santo André.
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DETERMINAÇÃO DO FÁRMACO ALBENDAZOL EM AMOSTRAS COMERCIAIS POR
TITULAÇÃO EM MEIO NÃO AQUOSO
Julia Aléssio da Silveira - Aluna de graduação, bolsista CNPq, Colegiado de Ciências
Biológicas, FSA - [email protected]
Prof. Dr. Ricardo Ferreira de Andrade - Professor em RTI, Colegiados de Ciências
Biológicas e Química, FAFIL, FSA. - [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução. O Albendazol,Methyl (propylthio)-1H-benzoimidazol-2-yl] carbamato, se apresenta
como um pó cristalino, branco, muito pouco solúvel em água, sendo utilizado no tratamento de
verminoses como Ascaris lumbricoides, Trichuris trichiura, Taenia spp e outras. Desde 1990 o
Albendazol está incluído na lista de fármacos considerados essenciais pela Organização Mundial
de Saúde (OMS). Objetivos. Determinar a quantidade de albendazol em formulações comerciais
por titulação volumétrica e por titulação potenciométrica, em meio não aquoso. Comparar os
resultados obtidos por ambas as técnicas com aqueles declarados pelo fabricante. Aplicar a
metodologia desenvolvida às aulas práticas da disciplina Análise Química Instrumental. Material e
Métodos. Para as medidas potenciométricas foi utilizado o potenciômetro digital Micronal com
eletrodo de vidro disponível no laboratório de Química e materiais volumétricos como buretas,
pipetas, balões volumétricos e outros de uso comum em laboratório. Reagentes: ácido acético
glacial, indicador violeta cristal, comprimidos comerciais de albendazol, solução 0,1 M de ácido
perclórico. Preparação de solução de ácido perclórico. Mediu-se 4,5 mL de ácido perclórico
concentrado em uma proveta, diluindo-se ao final até 500 mL com ácido acético glacial. Essa
solução foi armazenada e procedeu-se à padronização da mesma. Padronização da solução de
ácido perclórico em 0,1mol/L. Pesou-se inicialmente 0,220g de biftalato de potássio, previamente
dessecado em estufa, diretamente em um erlenmeyer de 250mL. Adicionou-se cerca de 50mL de
ácido acético glacial, 3 gotas do indicador violeta cristal e titulou-se com a solução de ácido
perclórico recém preparada. Repetiu-se o procedimento com nova pesagem de 0,253g de biftalato
de potássio. Determinação da massa de albendazol em comprimido. Pesou-se, inicialmente, um
comprimido de albendazol em balança analítica. A seguir o mesmo foi transferido para um
almofariz e triturado. A massa utilizada para a análise foi de 1,024 g, com a quantidade declarada
de 400 mg de albendazol. Titulação volumétrica de albendazol com ácido perclórico 0,0949 mol/L
padrão. A titulação volumétrica não pode ser aplicada, pois o comprimido de albendazol
apresentou coloração alaranjada quando diluído em ácido acético glacial, mascarando a viragem
do indicador. Análise potenciométrica com eletrodo de vidro. Um comprimido de albendazol foi
diluído em cerca de 50,0 mL de ácido acético glacial, com agitação mecânica. Em seguida
procedeu-se à filtração do mesmo para a retirada dos excipientes. O filtrado foi então recolhido em
um erlenmeyer, mergulhou-se o eletrodo de vidro na solução e procedeu-se à titulação com
solução de ácido perclórico padronizada anotando-se os valores dos potenciais em mV.
Resultados. A viragem do indicador se dá do violeta para o verde. A solução padronizada
apresentou concentração média de 0.0949 mol/L de HClO4 em ácido acético glacial. O ponto final
da titulação correspondeu à um volume de 16,0 mL de ácido perclórico. O valor obtido de massa de
albendazol no comprimido por meio da titulação potenciométrica foi de 384,6 mg. Considerações.
O valor obtido está próximo do valor declarado pelo fabricante (96,1% do valor declarado de 400
mg), o que comprova a eficiência do método. O método deverá ser aplicado à outras amostras de
albendazol e incorporado às aulas práticas de Análise Química Instrumental.
Palavras-chave: Titulação potenciométrica. Albendazol. Fármaco.
Apoio: CNPq.
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ESTRATÉGIAS DIDATICAS PARA OS DESAFIOS DA APRENDIZAGEM FRENTE À
DISLEXIA
Karen dos Santos Amedore - aluna da pós graduação em psicopedagogia FSA [email protected]
Tatiane Evangelista de Souza - aluna da pós graduação em psicopedagogia FSA [email protected]
Marisa Sacaloski - Professora da Graduação e da pós-graduação FSA [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Dislexia é um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração e
não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição socioeconômica ou
baixa inteligência (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DISLEXIA – ABD, 2013). A preocupação em
discutir o transtorno relacionado às dificuldades de compreensão e criar estratégias eficazes para
atingir alunos com dislexia surgiu pela necessidade de diminuir as tensões que esses alunos têm
demonstrado em sala de aula frente aos desafios da aprendizagem. Sabendo que as escolas
atuais recebem constantemente alunos com este transtorno e procuram introduzir a educação de
forma homogênea a todos envolvidos, o educador vivencia desafios cotidianos para lidar com a
diversidade. Assim, o propósito desta pesquisa trata diretamente destes desafios e do caminho que
o educador pode buscar como alternativa para gerenciar a apreensão de conhecimento por
educandos com dislexia. O conceito atual em que se desenvolve a escola apresenta demandas
além dos conteúdos exigidos em sala de aula. Para atingir um educando, o professor precisa
contextualizar os conceitos à vida prática além de considerar a diversidade currículos ocultos
trazidos nas experiências pessoais de cada aluno. Quando ocorre o fracasso escolar, a
aprendizagem em seus processos é colocada em questão. A partir daí, surgem hipóteses
baseadas em sintomas observados nos aprendizes. Quando o educador questiona o ―porquê ele
não aprende‖ algumas respostas são colocadas. Dentre elas, apresenta-se a dislexia, coresponsável pelas dificuldades de milhões de crianças. A dislexia está associada ao impedimento
do pleno desenvolvimento da leitura e da escrita. É visível a falta de informação dos educadores de
diversas áreas do conhecimento frente aos casos, por isso é importante tornar eficaz e facilitar o
processo de aprendizagem. A abordagem adequada às questões frente ao fracasso escolar, o
diagnóstico correto e a intervenção específica diante das peculiaridades do educando são
essenciais para a construção da significância no processo de ensino–aprendizagem do disléxico,
minimizam frustrações posteriores e efetivam a maturação do indivíduo. Esse estudo tem por
objetivo elaborar estratégias didáticas eficientes para atingir educandos do Ensino Fundamental
que apresentam dislexia, a fim de minimizar as dificuldades a que esses alunos são submetidos no
processo de aprendizagem. Para tanto, foram levantados ao todo seis livros publicados durante a
década de 80 até 2006: Vallet (1990), Johnson e Myklebust (1987), Davis (2004) e Rotta (2006) e
Ellis (1995) Lanhez e Nico (2002). Em seguida foram elaboradas estratégias para auxiliar o
professor de alunos com dislexia por meio de estratégias didáticas para intervenção de conteúdos
do Ensino Fundamental II com o propósito de auxiliar educadores a aprimorarem suas práticas
para ampararem educandos com dificuldades de aprendizagem associadas à leitura e escrita,
conhecida como dislexia, para isto, o trabalho apresentará estratégias de intervenção já existentes
e novas alternativas de associação de conceitos a recursos concretos e cotidianos.
Palavras-chave: Dislexia. Intervenção. Estratégias.
Apoio: Fundação Santo André.
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FEMINISMO E A LIBERDADE SEXUAL
Amanda de Carvalho Bachiega - Aluna do primeiro ano de Psicologia. [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
O feminismo busca repensar e recriar a identidade de sexo sob uma ótica em que o indivíduo, seja
ele homem ou mulher, não tenha que adaptar-se a modelos hierarquizados, e onde as qualidades
―femininas‖ ou ―masculinas‖ sejam atributos do ser humano em sua globalidade. (BRANCA ALVES,
JACQUELINE PINTANGUY,1985). Atualmente a principal luta do movimento feminista é a por
liberdade sexual da mulher, pois ―não se tem dado muita importância ao desempenho da
sexualidade feminina. O dever sexual tradicional da mulher tem sido dar prazer e satisfação ao
homem e reproduzir. Esse papel sexual feminino ainda é muito comum e está profundamente
enraizado na nossa sociedade. (MAITREYI D. PIONTEK, 2002)‖. Portanto, a proposta deste
trabalho é aprofundar os estudos sobre o movimento feminista e os tabus que envolvem a
liberdade sexual da mulher desde a década de 70 até os dias de hoje. Serão considerados os
dados obtidos através de pesquisas bibliográficas.
Palavras-chave: Movimento Social. Feminismo. Liberdade sexual.
Apoio: Fundação Santo André.
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FÍSICA APLICADA E MODELAGEM MATEMÁTICA
Mauricio B. Magro - Professor Orientador - [email protected]
Evandro de Souza Pereira - Engenharia Mecânica - [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Desenvolvemos um estudo sobre métodos numéricos e modelagem de sistemas físicos ligados a
conceitos fundamentais de tópicos da Física Clássica. Realizamos um estudo dos assuntos
básicos para um curso de Engenharia, como Física, Cálculo e Geometria Analítica e buscamos
identificar as principais dificuldades enfrentadas e interesses dos alunos de Engenharia. A partir
dessas observações, desenvolvemos mecanismos de aprendizado e novas ferramentas para o
ensino destas disciplinas, tendo em vista a realidade do aluno de Engenharia atual.
Palavras-chave: Modelagem matemática. Técnicas computacionais. Ensino de Física.
Apoio: Fundação Santo André.
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IDENTIFICAÇÃO DO USO DE BROMATO DE POTÁSSIO EM PÃES
COMERCIALIZADOS EM DIFERENTES CIDADES BRASILEIRAS
Ronaldo Luis Zeferino - Graduação, FSA, Colegiado de Química - [email protected]
Simone Ydi - Professor, FSA, Colegiado de Química - [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
O pão é considerado um dos alimentos mais antigos da sociedade humana. Desde primórdios
tornou-se essencial a dietas e questões socioeconômicas. No Brasil, o consumo popular de pão
iniciou-se no século XIX. Atualmente, o pão é um dos alimentos mais consumidos no mundo,
representando, em suas formulações, características peculiares a diferentes culturas, sendo a
formulação mais popular no Brasil a do pão francês, que possui características sensoriais próprias
e agradáveis aos brasileiros. Para a melhoria das características desse e de outros produtos de
panificação, utiliza-se como aditivo o bromato de potássio o qual trás aumento de volume, umidade
e textura dos produtos. Esse aditivo tem caráter oxidante, sendo utilizado para aumentar a
retenção de gases no produto e, consequentemente, maior apreciação por parte dos
consumidores. A utilização desse aditivo é proibida pela legislação brasileira por ser um composto
carcinógeno. No entanto, devido às necessidades que alguns produtores encontram, esse aditivo
ainda é muito utilizado. O presente trabalho visa identificar se o pão francês comercializado em
diferentes cidades do país, de diferentes regiões, atende a legislação vigente e verificar, também,
fatores do hábito de consumo desse produto. A metodologia utilizada mostrou que nenhuma das
amostras de pão francês recebeu a adição de bromato de potássio. Quando questionados, os
consumidores de pão francês, em sua maioria mulheres e profissionais com grau superior
completo, mostraram que o parâmetro textura é o de maior preferencia, crença de que o uso de
aditivos utilizados esteja de acordo com a legislação vigente e que a insatisfação com o preço do
produto adquirido é muito grande principalmente quando citado o fator qualidade do produto.
Palavras-chave: Pão francês. Consumo. Bromato de Potássio.
Apoio: Fundação Santo André.
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IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE ESPÉCIES VEGETAIS INVASORAS NO
CAMPUS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ
Stephanie Bonna Toneto - Graduação, FSA, curso Ciências Biológicas [email protected]
Dagmar Santos Roveratti - Professora, FSA, curso Ciências Biológicas [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Conhecida pela grande capacidade de adaptação e dispersão fora de sua área de distribuição
natural, a espécie exótica invasora, pode dominar o espaço de nativas, provocando grandes
alterações na dinâmica da comunidade local. Atualmente, em áreas urbanas, a maioria dessas
espécies é introduzida através de atividades antrópicas para fins ornamentais que quase nunca
consideram a importância da biodiversidade original. Em terrenos abandonados na malha urbana,
a vegetação espontânea é quase toda artificial, de plantas introduzidas pelo homem. Salientandose que estudos sobre espécies exóticas invasoras ainda são recentes e insuficientes,
principalmente no Brasil, o objetivo do presente trabalho consistiu na identificação e caracterização
de espécies arbóreas invasoras, no campus do Centro Universitário Fundação Santo André,
localizado no município de Santo André/SP – Brasil. O levantamento das espécies foi feito no
período de Março a Abril de 2013. Foi considerado exemplar arbóreo, todo vegetal de caule
lenhoso com diâmetro à altura do peito (DAP), igual ou superior a 5 cm. Foram considerados,
também, os exemplares ramificados desde a base que apresentassem pelo menos um dos troncos
com DAP superior a 5 cm. As palmeiras com estipe superior a 5 cm de DAP foram consideradas
integrantes do componente arbóreo. Os indivíduos observados foram identificados no nível de
espécie e família e as espécies enquadradas em ―nativas regionais‖ (NR), ―exóticas‖ (E) e ―exóticas
invasoras‖ (EI). As espécies invasoras foram classificadas de acordo com a capacidade de invasão:
A - alta, M – moderada; B – baixa. Foram identificados 1376 indivíduos até o nível de espécie,
pertencentes a 33 famílias e 79 espécies distintas. As espécies predominantes foram:
Archontophoenix alexandrae (158 indivíduos), Cedrela fissilis (131), Syagrus romanzoffiana (124),
Melia azedarach (61) e Eugenia uniflora (59). Das espécies identificadas, 33 % são nativas
regionais, 42% exóticas e 25% são exóticas invasoras, e em relação ao número de indivíduos, 32%
são nativas regionais, 27% exóticas e 41% exóticas invasoras. As espécies exóticas invasoras
observadas no campus foram: Coffea arabica, Spathodea nilotica, Tipuana tipu, Morus nigra,
Syzygium cumini, Triplaris caracasana, Hovenia dulcis, Eriobotrya japônica, Pinus elliottii, Pinus
echinata, Schefflera actinophylla, Leucaena leucocephala, Pittosporum undulatum, Melia
azedarach, Eucalyptus paniculata , Ligustrum lucidum, Jacaranda mimosaefolia, Archontophoenix
alexandrae, Caesalpinia peltophoroides, Pachira aquática. O levantamento realizado no campus
constatou um alto número de indivíduos de espécies exóticas invasoras e na sua maioria com alta
capacidade de invasão. Durante o levantamento foi observado o surgimento espontâneo de novos
indivíduos de Melia azedarach, Morus nigra e Leucaena leucocephala. Propõe-se a substituição
gradativa das espécies arbóreas invasoras presentes no campus do Centro Universitário Fundação
Santo André, com introdução de espécies nativas da região fitoecológica local, tendo em vista a
preservação da identidade biológica da região.
Palavras-chave: Exótica invasora. Levantamento arbóreo. Arborização urbana.
Apoio: Fundação Santo André.
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IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE OBSERVATÓRIO SOCIOECONÔMICO
PARA O GRANDE ABC PAULISTA
Cintia Aparecida da Silva Gomes - Aluno do Curso de Ciências Econômicas. [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
INTRODUÇÃO. O intuito deste relatório é caracterizar o desenvolvimento do projeto de iniciação
científica, que tem como objetivos organizar, disponibilizar e divulgar dados socioeconômicos para
o Grande ABC, de modo sistematizado, visando integrar as bases informativas relativas a cada um
dos municípios que compõem a região. O presente estudo visa também dotar a população e a
comunidade acadêmica de informações que ajudem a melhorar o bem estar da população por meio
de políticas públicas, reunindo estas informações com uma racionalidade sistêmica, para formar
uma base de dados regional e para a elaboração de artigos científicos. OBJETIVOS. Objetivo
geral: promover a organização, disponibilização e divulgação dos dados já existentes, visando
integrar as bases informativas relativas a cada um dos municípios que compõem a região do
Grande ABC. Objetivos Específicos: levantamento e análise de dados municipais relativos à: nível
de atividade econômica total e setorial, arrecadação tributária, índices de produtividade, variáveis
sobre o mundo do trabalho e variáveis sobre economia da saúde. MATERIAL E MÉTODOS 1.
Esboço de um referencial teórico sobre o comportamento produtivo do Grande ABC; 2. Análise de
alguns dados regionais do mercado de trabalho regional. Foram utilizadas bases de dados do
SEADE, mas com a parceria com o observatório econômico de Diadema, utilizaremos as bases
RAIS-CAGED do Ministério do Emprego e Trabalho. RESULTADOS. Através da análise das
tabelas de Diadema conclui-se que a rotatividade dos empregados é grande. Outro dado
importante é o fato das ocupações com maiores saldos, pertencerem aos menores salários, bem
como com menores qualificações. Em 2013 esses números diminuíram, porém com ocupações
diferentes. Já as ocupações com menores saldos, são aquelas que possuem maiores salários.
Observa-se também, um fenômeno atípico em relação a remuneração médio de empregos formais
por setores, no qual o salário feminino é maior que o salário masculino, caso que normalmente não
ocorre, posto que nas pesquisas com relação à Brasil, os maiores salários pertencem aos homens.
Considerações. Observa-se através da pesquisa realizada que alguns indicadores do mercado de
trabalho do Grande ABC associam-se ao processo de reestruturação produtiva. Nota-se que as
taxas de desemprego caíram relativamente nos últimos 12 anos, no entanto as maiores taxas de
desemprego ainda estão relacionadas as mulheres, ao primeiro emprego e ao nível de
escolaridade, além do que de acordo com algumas análises na região de Diadema, pode-se
perceber que quanto maior a experiência, maior o salário médio. Outro fator importante a ser
destacado, é o crescimento do setor de comércio e serviços na região de Diadema, mas que
tiveram saldo de flutuação de emprego formal negativo no curto prazo. As ocupações com maiores
e menores saldos, passaram por mudanças no decorrer do período, uma hipótese a ser
considerada é que essas ocupações são instáveis, além de possuírem saldos também negativos
em relação ao número de admitidos e desligados. Assim, entende-se que o processo de
reestruturação produtiva pelo qual o Grande ABC tem passado, a partir da década de 1990 até os
dias atuais, tem muita influencia no mercado de trabalho regional.
Palavras-chave: Observatório Econômico. Emprego. Reestruturação produtiva.
Apoio: Fundação Santo André, CNPq.
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JUVENTUDE BRASILEIRA: A SOCIABILIDADE PERVERSA NA SOCIEDADE DE
CONSUMO
Mike Martins dos Santos - Graduando em ciências sociais no Centro Universitário
Fundação Santo André. - [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução. Este trabalho se propõe a buscar identificar as razões do conflito entre juventudes,
principalmente as oriundas de meios populares, e a escola no Brasil. Mais especificamente, nos
interessa compreender as origens das dificuldades dos jovens em questão para se mobilizar nos
estudos e atribuir sentido aos conhecimentos que (mal ou bem) essa instituição procura transmitir.
Objetivos. Compreender os motivos das dificuldades de conciliação entre ser ―aluno‖ e ser jovem
pobre no Brasil. Por que o ―mundo do aluno‖ se encontra distante do ―mundo da escola‖? Por que a
cultura juvenil difere radicalmente da cultura transmitida por essa instituição? Não desconhecemos
que este fenômeno apresenta características singulares na história de cada indivíduo, em cada
escola e em cada região (SPOSITO e GALVÃO, 2004). Neste trabalho buscamos elementos
conceituais e empíricos para compreender a estruturação das experiências juvenis no cotidiano,
que são delimitadas pela lógica da estrutura social, a qual entendemos ser, em última instância, um
dos fatores responsáveis pelo ―conflito entre a escola e os jovens a quem pretende formar‖ que
culmina na ―crise da escola‖, ―ponto pacífico entre os educadores‖ (DAYRELL, 2007). Material e
Métodos. Partindo da obra marxista de Agnes Heller, mais especificamente, dos trabalhos da
autora a respeito da vida cotidiana, procuramos analisar algumas das contribuições desta
perspectiva (a qual consideramos ainda não totalmente explorada pelos estudos em educação) em
diálogo com a sociologia da juventude e a sociologia da educação. Resultados. Os conceitos de
DUBET(1998) a respeito da desinstitucionalização e de CHARLOT(2000) de relação social com o
saber esclarecem mais as formas de manifestação do fato do que os fundamentos do problema. A
alienação da vida cotidiana, fruto da acentuação da divisão social do trabalho, das classes sociais
e da propriedade privada é uma categoria essencial para compreender as raízes da ―crise da
escola‖ e pensar as dificuldades postas. A pobreza das experiências formativas no cotidiano pode
ser entendida como a origem dos problemas. A relativa ausência dos elementos não-cotidianos
(ciência, filosofia, arte, política etc.) na vida cotidiana (e as manifestações de distanciamento para
com o conhecimento escolar e com a posição de aluno) dos jovens em questão são as
consequências (HELLER,1987). Considerações. Não se trata de maneira alguma de estigmatizar
os mais pobres como ―alienados‖ ou de construir uma imagem de suas características a partir das
―faltas‖, mas sim, na verdade, de buscar respostas para a ―crise da escola‖ através de uma
percepção de que o jovem tem o direito de estabelecer relações (em outros espaços além da
escola) com os elementos não-cotidianos em seu cotidiano para ampliar suas possibilidades de
construção como indivíduo autônomo e consciente de si e do mundo. Sem isso, a escola parece ter
poucas possibilidades de se renovar e dar conta de uma tarefa formativa e mediadora para a qual
lhe falta apoio social.
Palavras-chave: Juventude. Educação. Agnes Heller.
Apoio: Fundação Santo André.
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LEVANTAMENTO DE CARACTERÍSTICAS GENÉTICAS PRESENTES EM
INDIVÍDUOS PORTADORES DA SÍNDROME DE DOWN NA REGIÃO DO ABC
Cristina Valletta de Carvalho - Professor, FSA, Ciências Biológicas [email protected]
Keith Takano Mendes - Aluno Graduação, Curso de Ciências Biológicas, FSA [email protected]
Renato Frederici - Aluno Graduação, Curso de Ciências Biológicas, FSA [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução. A constatação clínica da Síndrome de Down só ocorreu após o trabalho do médico
britânico John Langdon Down, em 1866, e o termo ―Síndrome de Down‖ é utilizado para dar
créditos a John, pois este descreveu as características mais significantes da síndrome, que na
época era confundida com outros erros genéticos (PUESCHEL, 2009; SCHWARTZMAN, 2012).
Sabe-se atualmente que o cromossomo extra pode vir do espermatozoide, do óvulo ou da primeira
divisão mitótica errônea do zigoto que foi gerado logo após a fertilização. A partir do descobrimento
da origem do erro genético, o avanço dos estudos citogenéticos permitiu a identificação de tipos
diferentes de alterações no cromossomo 21, sendo estas a trissomia completa, a translocação e o
mosaicismo (PUESCHEL, 2009; SÍNDROME..., 2013). Objetivos. Estabelecer entre as cidades de
Santo André e São Caetano do Sul a porcentagem de cada possível erro que pode ocorrer no
cromossomo 21, bem como avaliar as comorbidades relacionadas à Síndrome de Down. Material e
Métodos. Foram coletadas informações de prontuários de 88 alunos das APAEs das cidades de
Santo André e São Caetano do Sul tendo como base uma ficha de anamnese com as variáveis em
estudo. Posteriormente os dados foram tabulados. Resultados Preliminares. Estatísticas
comprovam que a trissomia pura é o erro mais comum do cromossomo 21. Os casos em que
ocorrem erros de divisão celular do zigoto, que resultariam em mosaicismo e os resultantes de
translocação nos genitores são raros. Verificamos que dentre as comorbidades relacionadas à
síndrome, as cardiopatias, os problemas na glândula tireóide (hipotireoidismo) e o refluxo
gastroesofágico foram frequentemente encontrados. Devido a estas e outras comorbidades, alguns
dos indivíduos foram submetidos a cirurgias para correção de mal formações cardíacas e para
contenção do refluxo. Cirurgias para retirada de adenoide também foram realizadas. No tocante ao
aspecto nutricional, a grande maioria dos indivíduos faz uso de medicação para complementar sua
nutrição, mais especificamente complexos vitamínicos para deficiência das vitaminas A, B e D além
de minerais como o ferro. Apesar da falta de nutrientes, constatou-se que certa porcentagem dos
casos estudados utilizava remédios diuréticos, o que possivelmente leva a crer que estes estavam
acima do peso. Muitas vezes o alto índice de massa corporal se deve a problemas na glândula
tireóide, e sendo assim, o hipotireoidismo, problema mais comum encontrado neste estudo em
relação à esta glândula, caracteriza a produção insuficiente de hormônios tireoidianos, e sendo
assim, remédios foram frequentemente prescritos para suprimir a falta destes. Em relação a
doenças genéticas na família, observou-se que a maior parte dos indivíduos não possui parentes
com algum tipo de problema genético. Quanto à síndrome em estudo, constatou-se que haviam
parentes de origem paterna e materna e até mesmo irmãos gêmeos com trissomia do 21. Com
relação ao fator idade, verificou-se que a idade materna é certamente a causa mais provável para
geração de indivíduos com trissomia, visto que a partir dos 30 anos a frequência de geração de
crianças com Síndrome de Down aumenta consideravelmente, especialmente dos 38 aos 42 anos.
Palavras-chave: Síndrome de Down. Cromossomo 21. Anomalias Cromossômicas.
Apoio: Fundação Santo André.
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LIXO ELETRÔNICO: UM GRANDE PROBLEMA
Edvaldo Luis Rossini - Professor do Centro Universitário Fundação Santo André. [email protected]
Carla Maria de Oliveira Biosca - Graduação em Engenharia Ambiental. [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução.Atualmente, devido ao crescimento exponencial do fenômeno da globalização, o qual se
deu acompanhado de grande avanço tecnológico, impulsionando de forma sem precedentes o
nível, a quantidade e a qualidade das trocas de informações, assim como o desejo natural
compulsivo dos consumidores em terem sempre a última palavra em matéria de aparelhos
eletrônicos, fez com que o lixo eletrônico ocupasse parcela significativa na composição dos
resíduos sólidos gerados no mundo. Atualmente, o lixo eletrônico representa cerca de 5% dos
resíduos sólidos. O descarte inadequado de tais resíduos ocasiona sérios problemas ao ser
humano e ao meio ambiente, pois geralmente possuem em sua composição as PCI‘s que são
constituídas por metais pesados altamente tóxicos, como mercúrio, cádmio, berílio e chumbo, além
de vários outros materiais, como cobre, estanho, gálio, índio, ouro, prata, paládio, e mais uma
família inteira de materiais únicos e indispensáveis e, portanto, de altíssimo valor agregado.
Objetivos.Realizar um trabalho interdisciplinar procurando aprimorar as especificidades
apreendidas ao longo do curso, implantar as práticas de reuso e destinação sustentável do lixo
eletrônico e buscar caminhos que permitam reciclar ou pelo menos tratar adequadamente as PCI‘s
que já tenham atingido o final da vida útil. Materiais e Métodos. O material selecionado para está
etapa do trabalho consistiu de componentes normalmente presentes no lixo eletrônico do CUFSA.
Utilizou-se uma CPU modelo COMPAQ marca ULE173706, um teclado modelo TRONI marca
B55S/N:170, um mouse modelo ITAUTEC marca KC-S20030 e uma caixa de som modelo TRONI
marca KB-3001R. A metodologia consistiu em desmontar cada um dos materiais, separar e
classificar cada componente conforme sua natureza. Em seguida, realizou-se um levantamento
sistemático sobre as práticas de reuso e destinação sustentável do lixo eletrônico, sobre os
componentes constituintes das PCI‘s, seus malefícios ao ser humano e ao meio ambiente, assim
como sobre métodos de reciclagem e tratamentos adequados. Resultados. Ao ser segregado todos
os componentes da CPU, mouse, teclado e caixa de som obteve-se cerca de 40% de plástico, 35%
de metais, 5% de dispositivos eletrônicos e 20% de outros elementos. A massa total das PCI‘s foi
de 1,71 kg, representando cerca de 16% da massa total que foi de 10,7 kg. Através dos
levantamentos realizados verificou-se que as PCI‘s possuem em sua composição uma grande
variedade de metais que representam boa parte dos metais presentes na tabela periódica.
Considerações. O lixo eletrônico constitui um grande problema ao ser humano e ao meio ambiente
e que é essencial a implantação de práticas de reuso e destinação sustentável. É necessário
buscar caminhos que permitam reciclar ou pelo menos tratar adequadamente o lixo eletrônico e,
principalmente, as PCI‘s que já tenham atingido o final da vida útil, pois o simples descarte
inadequado pode causar danos graves ao ser humano e ao meio ambiente.
Palavras-chave: Lixo eletrônico. Meio ambiente. Placas de circuito impresso.
Apoio: Fundação Santo André, CNPq.
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O CICLO DE VIDA DE MODIGLIANI: PERFIL ECONÔMICO
DO CONSUMIDOR BRASILEIRO
Talita Barbosa Gonçalves Costa - Aluna, FSA, Graduação de Ciências Econômicas.
[email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução. O objetivo deste projeto de iniciação científica é caracterizar o desenvolvimento da
Teoria de Franco Modigliani.Tendo como objetivo demonstrar o desenvolvimento de toda teoria de
Modigliani focada na população idosa e em como o idoso atualmente gasta sua renda tendo como
pano de fundo a Teoria de Franco Modigliani, observando os pontos em comum a realidade
brasileira. O presente estudo visa analisar a aplicação das principais características da Teoria na
vida do individuo em diferentes estágios da sua vida. Objetivos. Tal projeto tem como objetivo
Geral investigar e analisar o processo de acumulação e desacumulação de riqueza financeira ao
longo do ciclo de vida por partes nas unidades familiares. E tem como objetivo específico: Analisar
o modelo de Ciclo de Vida de Modigliani e aplicá-lo a realidade econômica brasileira atual.
Materiais e Métodos. 1. Foi analisada toda base teórica de Franco Modigliani sobre o ciclo de vida.
2. Foram utilizados dados do IBGE para identificar onde a população idosa estaria gastando sua
renda, com o objetivo de constatar se era compatível ao que Modigliani afirmava em sua teoria do
ciclo de vida. Resultados Obtidos. Nos países em desenvolvimento têm–se observado um maior
crescimento da população idosa. Segundo Modigliani está parte da população deveria estar no
estágio de despoupança,ou seja, gastando os acúmulos adquiridos na sua fase ativa da vida,
porém foi constado por está pesquisa que o mesmo não tem ocorrido. Segundo dados do IBGE
2000 que traça o perfil dos idosos como responsáveis pela renda de sua família observa-se que
grande parte das famílias que tem idosos em suas casas depende de certa forma de sua renda por
diferentes motivos. O Censo 2000 verificou que cerca de 62,4% dos idosos eram responsáveis por
seus domicílios enquanto os cônjugues representavam cerca de 22%. Ou seja, os idosos tem sido
a base econômica de grande parte das famílias brasileiras. Um dado importante e relevante de ser
mencionado é que em 1991 os idosos representavam apenas 18,4% da renda das famílias. O que
chama atenção também nos dados colhidos nesta pesquisa do IBGE é a crescente presença do
sexo feminino como base econômica das famílias no Brasil representando cerca de 67% na
distribuição por sexo. Considerações Finais. Portanto fica claro que a Teoria de Modigliani por si
não é capaz de mensurar as mudanças ocorridas com a população idosa no Brasil. O idoso como
Modigliani previa está na posição de despoupança, porém, os gastos de seus ativos não têm sido
em prol somente de si, mas têm sustentado a população mais jovem trazendo oportunidade de
melhor colocação no mercado de trabalho porque o mais jovem sendo sustentado pelo idoso ele
entra tardiamente no mercado de trabalho porém entra mais bem qualificado. O que torna o
mercado brasileiro atual mais competitivo. Os idosos passaram a financiar ―sonhos‖ dos mais
jovens ao invés de gastarem pra si, são hoje financiadores de sonhos de jovens, que como
Modigliani descreve estão em momento de ascensão profissional onde sua poupança é zero ou
negativa.
Palavras-chave: Ciclo de vida. Franco Modigliani. Idosos.
Apoio: Fundação Santo André.
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O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA NOS PROJETOS
PIBID/PEDAGOGIA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Cristiane Tronquin - Graduação, Curso de Pedagogia, Bolsista PIBIC [email protected]
Ana Sílvia Moço Aparício - Professora, USCS, Curso de Pedagogia - [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIBIC
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), implantado pelo governo
federal, visa incentivar a formação de docentes em nível superior para a Educação Básica,
contribuindo, assim, para a valorização do magistério e elevação da qualidade da formação inicial
de professores nos cursos de licenciatura. Tendo isso em vista, esta pesquisa tem por objetivo
principal investigar as propostas de ensino de língua materna que embasam Projetos da
licenciatura em Pedagogia realizados no âmbito do PIBID, em Instituições de Ensino Superior (IES)
no Estado de São Paulo. Para o levantamento dos dados de análise, primeiramente identificaremos
as IES paulistas que realizam ou realizaram projetos de Pedagogia/PIBID entre 2009 e 2012. Em
seguida, procederemos à identificação de tais projetos e os pressupostos teórico-metodológicos
que orientam aqueles voltados especificamente ao ensino de língua portuguesa nas séries iniciais
do ensino fundamental (1º. ao 5º. ano). Para isso, pretendemos considerar informações sobre
esses projetos disponibilizados na Web pelas IES, bem como em produções científicas publicadas
em anais de eventos do PIBID realizados no Estados de São Paulo. A metodologia utilizada para
esta pesquisa é de base quantitativa e qualitativo-interpretativista. Espera-se com esta pesquisa
mapear e explicitar teorias, metodologias e práticas de ensino de língua materna, mobilizadas pelo
PIBID, na formação do licenciando em Pedagogia.
Palavras-chave: Pibid. Pedagogia. Ensino da língua materna.
Apoio: CNPq.
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O PROBLEMA DE CORTE DE TUBOS APLICADO
A UMA EMPRESA DO SETOR DE AUTOPEÇAS
Lilian Kátia de Oliveira - Professora, FSA, Colegiado de Engenharia de Produção [email protected]
Douglas Furtado Stoppa - Graduação, FSA, Curso de Engenharia de Produção [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução: A pesquisa operacional consiste na aplicação de métodos científicos a problemas
complexos para auxiliar no processo de tomada de decisões tais como projetar, planejar e operar
em situações que requerem alocações eficientes de recursos escassos (ARENALES et al., 2007).
Dessa forma, a pesquisa operacional serve de ferramenta para estudar as operações com o
objetivo de oferecer aos gestores resultados quantitativos que auxiliem a tomada de decisões.
Dentre as diferentes atividades que são importantes na programação da produção de uma
empresa podemos citar a determinação de um plano de corte pois a empresa utiliza parte de sua
capacidade produtiva para cortar materiais, muitas vezes utilizados em outras etapas produtivas.
Neste sentido, conforme cita Abuabara (2006), esta atividade se relaciona com as demais
atividades do Planejamento e Controle da Produção (PCP). Nos problemas de corte, também
denominado na literatura como problema de corte de estoque (cutting stock problem), um conjunto
de itens deve ser produzido a partir do corte de um conjunto de objetos disponíveis em estoque, de
modo a otimizar uma determinada função objetivo. Exemplos de problemas de corte podem ser
encontrados nas indústrias de tubo, papel, vidro, móveis, calçados, têxtil, plástica, metalúrgica,
chapas metálicas, etc. Tais problemas são bastante estudados na literatura além de serem
importantes para o planejamento da produção em muitas indústrias. De modo geral, o processo de
corte implica em consideráveis perdas de matéria-prima, com consequente aumento nos custos de
produção. Objetivos: Estudar os problemas de corte de estoque e, em especial, a otimização do
corte unidimensional bem como os modelos propostos para o corte de tubos metálicos encontrados
na literatura, em particular o modelo descrito em Abuabara e Morabito (2008). Ainda, modelar
matematicamente o problema de corte unidimensional de uma indústria do setor de autopeças
utilizando programação linear inteira com o critério de minimizar os custos de matéria-prima. Em
seguida, implementar o modelo proposto para a resolução do problema de corte utilizando a
linguagem de modelagem GAMS (General Algebric Modeling System) e analisar a abordagem
proposta em situações práticas em uma empresa do setor de autopeças. Material e métodos: Com
o intuito de otimizar o planejamento do processo de corte unidimensional de tubos metálicos em
uma empresa do setor de autopeças foi proposta uma abordagem de solução com o objetivo de
minimizar as perdas do material cortado, tendo como base o artigo de Abuabara e Morabito (2008).
Para a resolução do modelo foi usado a linguagem de modelagem GAMS e o solver CPLEX. Para
validação do modelo estão sendo realizados experimentos computacionais com dados reais
fornecidos pela empresa estudada. As soluções obtidas pelo modelo computacional serão
comparadas com as soluções utilizadas pela empresa. Próximos passos: Após o término dos testes
computacionais será realizada a análise do desempenho da abordagem proposta com a utilizada
na prática pela empresa.
Palavras-chave: Problema de corte de estoque. Pesquisa operacional. Planejamento de corte de
tubos.
Apoio: Fundação Santo André.
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OBSERVATÓRIO SOCIOECONÔMICO PARA O GRANDE ABC PAULISTA:
O MERCADO FORMAL DE TRABALHO
Patricia de Fátima Galdino - Aluna, FSA, do curso de ciências econômicas. [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução. Os dados dos empregos formais expostos neste trabalho demonstra o perfil de cada
município do Grande ABC, analisados a partir das variáveis de: gênero, escolaridade, faixa etária,
renda, atividade industrial - CNAE (Classificação Nacional Atividade e Econômicas), coletados do
banco de dados da Rais, no Ministério Trabalho e Emprego. Objetivo. Contribuir com projeto de
observatório socioeconômico do Grande ABC paulista, para organizar, disponibilizar e divulgar os
dados já existentes, mas que estão dispersos e fragmentados em diversos órgãos e instancias
regionais. Atividades desenvolvidas. Os dados dos empregos formais coletados através da RAIS
(Relação Anual de Informações Sociais), no site do Mistério do Trabalho e Emprego - MTE foram
atualizados até 2012, porém com as classes das variáveis mais amplas, para análise com mais
exatidão. Também coletamos e analisamos os dados por Classificação Nacional de Atividade
Econômica – CNAE, analisando as atividades no setor indústria por município. Nesse trabalho foi
utilizada constantemente a análise gráfica, com todos dados dos empregos formais retirados do
Ministério do Trabalho e Emprego do banco de dados da RAIS. Desta maneira coletamos os dados
anualmente, sendo de 2000 a 2012, e por municípios do Grande ABC sendo: Santo André, São
Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.
No setor de indústria, e a partir das variáveis com as seguintes divisões: de gênero sendo:
masculino e feminino; a faixa etária sendo: de 10 a 17 anos, 18 a 29 anos, 30 a 39 anos, 40 a 49
anos, 50 a 64 anos e acima de 65 anos; a escolaridade sendo: analfabetos, ensino fundamental de
incompleto a completo, ensino médio de incompleto a completo, ensino superior de incompleto a
completo, e mestrado e doutorado sendo que essa classe os dados estão disponíveis a partir de
2006, a renda é medida por quantidade de salários mínimos sendo: até 1,00; de 1,01 a 3,00; de
3,01 a 5,00; 5,01 a 7,00; 7,01 a 10,00; e acima de 10,01; e por atividade industrial sendo utilizado o
código CNAE sendo na subdivisão de divisão.
Palavras-chave: Emprego formal. Rais. Grande ABC.
Apoio: Fundação Santo André.
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PERCEPÇÃO AMBIENTAL E NARRATIVAS VISUAIS DA TRANSFORMAÇÃO DA
PAISAGEM DE ILHA COMPRIDA (SP)
Luiz Afonso Vaz de Figueiredo - Docente FAFIL, Curso de Química.
Angela Martins Baeder - Docente FAFIL, Curso de Biologia. - [email protected]
Izaias Carmacio Junior - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas, Bolsista (PIICFSA). - [email protected]
Diogo Fernando Rodrigues - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas, Voluntário
(PIIC-FSA). - [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução. O município de Ilha Comprida está localizado na região do baixo Vale do Ribeira e
Litoral Sul do estado de São Paulo, sendo emancipado politicamente em 1992. Possui vegetação
nativa de Mata Atlântica, associada com manguezais, restingas e dunas, além de extensa faixa
litorânea, incluído em 1987 em uma Área de Proteção Ambiental (APA), caracterizada
regionalmente no Complexo Estuarino-Lagunar de Iguape-Cananéia-Ilha Comprida. A Ilha
Comprida (SP) é influenciada pelas dinâmicas marinhas, em virtude disso as ocupações humanas
muito próximas da linha litorânea, assim como construções de segunda residência sofreram
diversos problemas como casas destruídas pelo mar e alterações ambientais. Objetivos. Analisar a
percepção ambiental, os processos de transformação da paisagem e os problemas
socioambientais vivenciados por moradores da parte norte da Ilha Comprida (SP) a partir de
depoimentos orais e imagens coletadas de modo a construir narrativas visuais desses processos.
Materiais e métodos. Os dados foram coletados por levantamento bibliográfico e webográfico que
auxiliaram na contextualização da paisagem local e da problemática socioambiental da Ilha
Comprida. O conhecimento e a percepção ambiental dos moradores locais foram identificados por
meio dos depoimentos orais registrados em gravações obtidas por consentimento dos informantes.
Foram escolhidas para as entrevistas pessoas que moram ou tenham contato duradouro na região
entre o Boqueirão e a Ponta da Praia, parte norte da Ilha Comprida. As imagens coletadas nos
depoimentos com moradores e veranistas foram organizadas em um levantamento fotogeográfico
compondo um mapa indicativo dos processos de transformação da paisagem da Ilha Comprida. Os
dados foram complementados durante o ano de 2013 por meio de uma produção fotográfica feitas
preferencialmente nos mesmos locais das fotos antigas. Também foram utilizadas fotos da região
produzidas em outras épocas pelo orientador da pesquisa. Resultados. Os moradores relataram
que apesar da modernização do município, a Ilha Comprida ainda é um local tranqüilo para viver
nas baixas temporadas, todos responderam que mesmo se tivessem condições para ir embora,
eles ficariam ate o fim de suas vidas. Os relatos dos entrevistados entraram em consenso em
determinadas partes de suas respostas, destacando os mesmos locais que sofreram mais
impactos, de acordo com suas percepções. Dados preliminares mostraram que o Balneário Ponta
da Praia é o local de maior destaca na percepção, justamente por ser mais visível a destruição da
paisagem e avanço do nível do mar. Observou-se nas imagens coletadas o aumento da mancha
urbana com construções de vias de acesso, acumulo de resíduos sólidos, crescimento nos locais
comerciais, terraplanagem, supressão e alteração da vegetação nativa e das dunas. Conclusões.
De acordo com os moradores entrevistados houve mudanças na paisagem natural ao longo do
tempo. Observou-se que os moradores relacionaram a construção da ponte em 2001 como
responsável pela ampliação da atividade turística, urbanização, interferências na paisagem natural
e falta de segurança, uma vez que não há fiscalização. Em decorrência disso, ocorre também um
aumento no acumulo de lixo por parte dos turistas que acampam na praia. Estudos desse tipo
podem servir de referencia para ações de educação ambiental e ecoturismo.
Palavras-chave: Percepção ambiental. Transformação da paisagem. Ilha Comprida (SP).
Apoio: Fundação Santo André, CAPES, Prefeitura de Santo André.
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PROJETO NEXUS: UM ESTUDO DE CASO DA IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA ERP
NO AMBIENTE CORPORATIVO DA EMPRESA GOODYEAR DO BRASIL
Bárbara Sampaio Fiorin - Bárbara Sampaio Fiorin, FSA, Engenharia de Produção [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
INTRODUÇÃO: O mercado automobilístico, por ser muito amplo, busca obter tecnologia de forma
confiável e rápida que mostre a melhor relação custo/benefício e que ajude a organização a
alcançar seus objetivos organizacionais. Para Souza et al. (2007), em tempos onde o aumento do
fluxo de informações, a concorrência e a velocidade das mudanças têm constituído variáveis de
maior impacto para as empresas, essas têm se deparado com a necessidade de adquirir
ferramentas que alicercem sua sobrevivência. Segundo os autores, vale à pena destacar aquelas
advindas do uso da tecnologia da informação, como é o caso dos sistemas integrados de gestão
ou ERP (Enterprise Resource Planning), capazes de aumentar o controle de informações,
melhorando os processos e reduzindo os custos. A empresa em questão vem buscando obter as
vantagens dessas tecnologias onde o foco principal está na implementação de um sistema ERP o
qual está voltado principalmente para o negócio empresarial auxiliando os processos de tomada de
decisão e colaborando para com o sucesso da organização. Portanto, apresenta-se para este
trabalho o seguinte problema de pesquisa: ―A implementação do sistema SAP na empresa otimizou
o processo de comunicação?‖. Essa pergunta será tomada como base para as análises e
fundamentos expostos a seguir. OBJETIVOS: Tem-se, como objetivo geral: analisar se a
implementação de um sistema integrado de gestão empresarial no ambiente corporativo conseguiu
potencializar a integração de informações entre as diferentes áreas; e, como objetivos específicos:
avaliar a utilização do sistema pelos colaboradores, verificar a integração dos processos e rotinas
dos setores após a sua implementação e identificar se o SAP acelerou ou não nível de
comunicação entre os departamentos. METODOLOGIA: Do ponto de vista metodológico, esta
pesquisa caracteriza-se por ser explicativa, pois visa esclarecer pontos estudados e quanto aos
meios utilizados, será feito, inicialmente, uma busca bibliográfica e documental, com o objetivo de
dar suporte conceitual. RESULTADOS: O SAP, além de aumentar a competitividade no mercado,
proporcionar maior velocidade de resposta da organização, otimizar o fluxo das informações,
facilitar o acesso às mesmas e fazer com que os colaboradores se tornassem mais produtivos,
permitiu aos gestores que qualquer tomada de decisão acontecesse com base em informações
reais da empresa. De acordo com as pesquisas realizadas, é possível voltar à pergunta-problema
inicialmente abordada: ―A implementação do sistema SAP na empresa otimizou o processo de
comunicação?‖. No geral, pode-se dizer que sim, entretanto, verificou-se ainda uma necessidade
de amadurecimento muito grande em relação ao sistema para que se possa então, aproveitar seus
benefícios de forma mais abrangente e efetiva. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A maioria dos analistas
que participaram da implementação projeto enxergaram nele um programa que permitiu maior
conhecimento da companhia, crescimento pessoal e amadurecimento profissional. Além disso,
ficou evidente que o objetivo da empresa durante toda a implementação do projeto, foi dar ênfase
ao fato que o SAP não é somente uma ferramenta de TI, mas sim, uma nova forma de trabalhar,
que contou com a contribuição pessoal de todos os envolvidos.
Palavras-chave: SAP. ERP. Processo de comunicação.
Apoio: Fundação Santo André.
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PROPOSIÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO PARA MENSURAÇÃO DA
QUALIDADE DOS SERVIÇOS DE PÓS-VENDAS E ASSISTÊNCIA TÉCNICA DAS
INDÚSTRIAS AUTOMOBILÍSTICAS
Denise Luciana Rieg - Fundação Santo André-FAENG. Professora do curso de Engenharia
de Produção com ênfase em Serviços. - [email protected]
Bruna Carolina Bispo - Aluna do 4° ano do curso de Engenharia de Produção com ênfase
em Serviços. - [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução:Indicadores de desempenho da qualidade são mecanismos que apontam em que grau a
missão da organização em relação a seus clientes está sendo cumprida. Ao investigar a literatura
acerca de modelos gerenciais baseados em um conjunto de indicadores de desempenho da
qualidade em serviços, constata-se que poucos são os trabalhos empíricos sobre o tema. Frente a
essa escassez, fica evidenciada a necessidade de que sejam realizadas novas pesquisas, como
explicitamente recomendado nos trabalhos de: Nonaka (2000), Martins (1999), Santos Neto (1999),
Ramos (1998), e Silva (1993). Objetivos:Desenvolver um conjunto de indicadores para pós venda e
assistência técnica em empresa do ramo automobilístico, com intuito de mensurar a qualidade de
serviços prestados. Para que este objetivo geral seja atingido, são propostos os seguintes objetivos
específicos: mapear o funcionamento do setor de pós-vendas e assistência técnica da empresa a
ser analisada; identificar quais são os clientes (concessionárias) da empresa; identificar os critérios
competitivos prioritários para os clientes (concessionária); propor indicadores subjetivos e objetivos
para mensuração da qualidade dos serviços de pós-vendas e assistência técnica das montadoras.
Material e métodos: A pesquisa realizada é de natureza exploratória, descritiva, e utilizou, para
alcançar seus objetivos, ao mesmo tempo, a abordagem de estudo de caso e a abordagem de
levantamentos amostrais tipo survey. Quanto às técnicas utilizadas para a coleta dos dados na
condução do estudo de caso, realizou-se observação in loco, análise de documentos e entrevistas
semi-estruturadas com os responsáveis do setor de pós-vendas e assistência técnica da empresa
a ser investigada. Na realização do survey, aplicou-se o questionário a uma amostra de 111
empresas-clientes (concessionárias) da montadora estudada, analisando-se: a importância de
determinados critérios da qualidade para os clientes e o grau de satisfação dos mesmos quanto a
estes critérios. Assim, foram estabelecidos indicadores subjetivos, os quais provem do julgamento
do serviço prestado segundo a ótica avaliativa do cliente, onde a empresa em questão pôde avaliar
qualidade do serviço por ela oferecido. Resultados: Os critérios analisados quanto à sua
importância no processo de prestação de serviços do setor de pós-vendas da montadora analisada
e quanto à satisfação dos seus clientes em relação ao desempenho da empresa foram: acesso,
flexibilidade, segurança/credibilidade, estética, velocidade, atendimento. O grau de importância dos
critérios analisados foi avaliado em uma escala de 1 (nada importante) a 5 (muito importante). Nas
análises obtidas nos questionários respondidos pelos clientes, mostra que todos os critérios são de
alto grau de importância com exceção da estética do sistema e a apresentação pessoal dos
atendentes. Quanto à satisfação dos clientes em relação ao desempenho da empresa nestes
critérios, destacam-se: Clientes satisfeitos com o nível de conhecimento do cotech e do techline e
clientes satisfeitos com a credibilidade e segurança transmitida pelos técnicos. Para os critérios
com maior índice de insatisfação em relação ao desempenho da empresa destacam-se: Rapidez
de acesso ao sistema e Clareza das informações do sistema. Considerações Finais: Tal pesquisa
possibilitou fixar a importância do estudo de indicadores de desempenho da qualidade,
possibilitando a avaliação e melhoria nos momentos da verdade, ou seja, etapa vivenciada pelo
cliente, na qual o mesmo está em contato com a prestadora de serviço, buscando não só a
melhoria do atendimento ao cliente, mas também a fidelização do mesmo. O trabalho terá
continuidade propondo-se indicadores objetivos e analisando seus resultados para o caso
estudado.
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Palavras-chave: Indicadores de desempenho da qualidade. Satisfação do cliente. Serviços.
Apoio: Fundação Santo André.
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PROTEÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL SUBAQUÁTICO: MEMÓRIAS E
HISTÓRIAS DE ILHABELA
Mirna Busse Pereira - Professora Doutora, FSA, Colegiado de História [email protected]
Camila Pedron del Pozo Gregorio - Graduação, FSA, Curso de História [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução: Patrimônio cultural subaquático brasileiro é formado por todos aqueles testemunhos de
atividades humanas que se encontram submersos, soterrados ou na área de interface dos
ambientes marítimos, lagunares, fluviais, ou em ambientes outrora submersos. Por ser uma
questão muito ampla, optamos por pesquisar apenas um tipo de patrimônio específico: os
naufrágios. A costa brasileira possui uma extensão de oito mil e quinhentos quilômetros de
extensão e exerce jurisdição de até mais de duzentas milhas náuticas. Nesse território existem
mais de vinte mil naufrágios que ocorreram desde o século XVI. Desse modo, restringimos a
pesquisa para o litoral norte paulista, especificamente, Ilhabela. Percebemos ao longo das
pesquisas que o patrimônio subaquático é tratado de forma diferenciada do patrimônio terrestre,
embora não haja na Constituição Brasileira de 1988 essa distinção, que irá aparecer nas leis
posteriores que tratam dos bens afundados. Além de analisar as leis vigentes e projetos de lei
sobre patrimônio, refletimos sobre a importância de preservar esse patrimônio, através de um
exemplo especifico que é o navio Príncipe de Astúrias. Esse navio naufragou na região estudada
em 5 de março de 1916 e é discutido até hoje. Objetivos: Este trabalho objetiva refletir sobre o
patrimônio cultural subaquático existente no litoral norte paulista, bem como contribuir para a
conscientização de que esse patrimônio, apesar de escondido pelas águas, pertence à
humanidade e, como tal, deve ser preservado. Material e métodos: Foram pesquisados para este
estudo 66 reportagens de imprensa, 2 Leis, 1 Projeto de Lei, 1 Convenção, além da Constituição
Brasileira. Esse material foi lido e analisado durante o decorrer das atividades. Com o auxilio da
bibliografia foi possível buscar nexos nas reportagens e confrontá-las com a legislação.
Resultados: Através da análise criteriosa das fontes combinadas com a bibliografia, pudemos
perceber que o patrimônio cultural subaquático vem sofrendo sérios danos, seja pela ação de
aventureiros, seja pela ação de caçadores de tesouros. A legislação brasileira abre espaço para
que sejam feitas retiradas sistemáticas de materiais naufragados sem o devido estudo, já que só
será julgado como material histórico ou arqueológico após sua retirada. A recompensa em dinheiro
pelos bens encontrados transforma o patrimônio em bem de mercado, isto é, muda a relação de
bem cultural da humanidade, que envolve aspectos como direito à história e a memória, para
estabelecer uma relação mercadológica. Há um Projeto de Lei em andamento no Senado Federal,
que pretende corrigir esses vazios na lei atual e adequar o Brasil para as medidas adotadas pela
Convenção da Unesco sobre Patrimônio Cultural Subaquático, assinado em 2001. Considerações:
Apesar dos avanços verificados na legislação, o patrimônio cultural subaquático ainda corre muitos
riscos, em parte pela deterioração natural e em parte pela falta de medidas de proteção. Apesar de
a lei brasileira não evitar ações de caçadores de tesouros, a falta de fiscalização aumenta ainda
mais esse prejuízo. Este trabalho representa uma contribuição para a tomada de consciência sobre
a necessidade de proteção desse patrimônio subaquático, que é um bem cultural de todos e como
tal deve ser tratado.
Palavras-chave: Patrimônio cultural subaquatico. Ilhabela. Proteção.
Apoio: Fundação Santo André.
33
PROGRAMA PARFOR
REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE PACIENTES PORTADORES
DE HIDRADENITE SUPURATIVA
Luiz Afonso Vaz de Figueiredo - Professor, FSA, Colegiado de Química e colegiado de
Ciências Biológicas. - [email protected]
Carlos Henrique Foncesca Peiró - Graduação, FSA, curso de Ciências Biológicas. [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
Introdução. A hidradenite supurativa (HS) é uma doença inflamatória crônica das glândulas
sudoríparas apócrinas e tecidos em seu redor, pouco estudada no mundo e que ainda não possui
etiologia conhecida. Portadores de HS costumam ser acometidos de problemas com sua
autoestima, dificultando ainda mais seu convívio social. Os pacientes em fases crônicas sofrem de
dores intensas, principalmente quando os abcessos estão em processo inflamatório, apresentando
calor e vermelhidão local. O próprio autor deste trabalho, por ser portador de HS, conhece a dor e
carga emocional que a doença acarreta, e, por isso o trabalho visou pesquisar a representação
social, identificando traços psicológicos dos pacientes. Objetivos. O trabalho tem como objetivo
identificar e analisar a representação social de portadores de hidradenite supurativa, podendo
assim identificar alguns dos traços psicológicos dos pacientes. Metodologia. A metodologia usada
na pesquisa foi da teoria da representação social, cunhada por Serge Moscovici para: ―Designar
especificamente o tipo de fenômeno ao qual a sua interpretação teórica se aplica‖. Foi aplicado um
questionário contendo perguntas de caracterização como gênero, idade, entre outros; assim como
a evocação de palavras a respeito da HS. Foram criadas grupos de categorização das palavras
que geraram mapas conceituais. Resultados. Os questionários foram enviados para os candidatos
à pesquisa, respondidos, devolvidos e analisados. Foi feita triagem e tabulação das palavras
presentes nos questionários recebidos. A palavra dor foi escolhida em 100% dos questionários,
assim como as palavras nojo, tristeza, vergonha, mau cheiro apareceram bastante, mas em menor
frequência, demonstrando sua presença constante na vida de portadores de HS. Algumas palavras
também foram evocadas em menor intensidade, enfatizando a insatisfação já expressa nas
palavras anteriormente expressas. Exemplos delas são Medicação, sangue (fisiológicas),
sofrimento, depressão (emocionais), aceitação e adaptação (motivacionais). Em alguns
questionários foram usadas frases muito relevantes para demonstrar a insatisfação dos pacientes,
como por exemplo: ―Seguida de suas enormes secreções e sangue, origina emocionalmente um
grande constrangimento e muita vergonha.‖ E também: ―Não acho que exista uma pessoa 100%
feliz que possua hidradenite. Sinceramente não. Não consigo escrever muito. Só de falar nisso me
dá aperto no peito...‖. Considerações finais. Observou-se que há um profundo sofrimento tanto
físico como psicológico dos portadores de hidradenite supurativa, que travam verdadeiras batalhas
com si mesmos, todos os dias. É imprescindível que novas pesquisas sejam feitas a respeito da
doença, assim como é importantíssimo que haja um acompanhamento psicológico com os
pacientes portadores, para que tenham uma qualidade de vida boa enquanto aguardam por mais
estudos.
Palavras-chave: Hidradenite supurativa. Representação social. Aspectos Psicológicos.
Apoio: Fundação Santo André, Prefeitura de Santo André.
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VERIFICAÇÃO DOS PATAMARES MAIS ADEQUADOS DE TEMPERATURA DE
AUSTENITIZAÇÃO E RESFRIAMENTO PARA FABRICAÇÃO DE AÇO DP 600 EM
TERMOS MICROESTRUTURAIS
Camila Pucci Couto - Aluna FSA, colegiado de Engenharia de Materiais [email protected]
INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIIC / PIBIC /PIBITI
O segmento automotivo tem impulsionado o desenvolvimento de novos materiais e o
aprimoramento dos mais antigos, como é o caso do aço. Os Aços Avançados de Alta Resistência
têm sido muito utilizados pelo setor devido suas características que consiste em basicamente por
aliar ductilidade e alta resistência mecânica, desta gama de aço pode-se destacar os aços Dual
Phase, que consiste em uma matriz ferrítica e o restante de martensita. Contudo, devido ao know
how protegido pelas indústrias fabricantes, não são conhecidas as exatas condições de
aquecimento e resfriamento para obtenção da estrutura bifásica. Deste modo, este estudo tem por
objetivo simular em laboratório temperaturas e tempo de aquecimento, condições de resfriamento
para obtenção de uma microestrutura típica de aço DP 600 e assim torná-las públicas. Os ensaios
mostraram que as amostras que foram aquecidas a 840ºC por 20 minutos se aproximaram mais a
microestrutura de um aço DP600, mesmo em condições de processos diferentes das realizadas em
siderúrgicas.
Palavras-chave: Dual Phase. Martensita. Ferrita.
Apoio: CNPq.
35
AFETIVIDADE NO PROCESSO DE ADAPTAÇÃO ESCOLAR E O COGNITIVO
Sirlei Carreira Martins - Aluna do curso de Pedagogia Parfor [email protected]
Celina de Medeiros Caetano - Aluna do curso de pedagogia Parfor - [email protected]
PARFOR
Introdução. O desenvolvimento emocional é o processo contínuo que vai desde o nascimento até o
final da vida e é influenciado na mediação com o outro, sendo base para construção da identidade
e da autoestima. O vínculo afetivo que o professor estabelece em sala de aula é que irá
desencadear fator essencial para que as crianças sintam-se seguras e confiantes, e desenvolvam
atitudes e pensamentos positivos e tenham um desenvolvimento emocional e cognitivo saudável.
Objetivo Geral: Identificar as questões que envolvem a relevância da afetividade no processo
escolar, como também durante o desenvolvimento integral do aluno.Objetivo específico: Repensar
as práticas do professor no processo ensino-aprendizagem. Justificativa: Hoje a educação infantil
deixou de ser assistencialismo e sim um direito da criança. A primeira infância é uma etapa
fundamental para o desenvolvimento da criança. Os professores devem estar bem orientados e
preparados para recebê-las,penando no seu desenvolvimento integral, tendo eles responsabilidade
na sua formação. Método: O estudo será realizado através de pesquisa bibliográfica em autores
como Wallon, Winnicott, entre outros. Resultados: O estudo está em fase de desenvolvimento
teórico e resultará no trabalho de conclusão de curso de pedagogia.
Palavras-chave: Educação. Afetividade. Desenvolvimento.
Apoio: CAPES.
36
APRENDIZAGEM ESCOLAR POR MEIO DE ATIVIDADES LÚDICAS
NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Vanessa Patrícia Fusita Camargo - Professora de educação infantil e ensino fundamental
da Rede Municipal de Santo André, estudante do 4º ano do curso de Pedagogia/ PARFOR
na FSA. - [email protected]
Alzira Nunes Costa Torres - Auxiliar de educação infantil na Rede Municipal de Rio Grande
da Serra, estudante do 4º ano do curso de Pedagogia/ PARFOR na FSA. [email protected]
Silvia Leal de Oliveira - Professora de educação infantil na Rede Municipal de Ribeirão
Pires, estudante do 4º ano do curso de Pedagogia/ PARFOR na FSA. [email protected]
PARFOR
A ludicidade no ambiente escolar promove inúmeras contribuições para o processo de ensino e
aprendizagem, quando associadas a práticas que favoreçam a interação, a criatividade, a
comunicação, a curiosidade, a expressão, a espontaneidade, o pensamento, respeitando as
individualidades e cultura do educando no processo de construção do pensamento e
conhecimento. O objetivo deste estudo é analisar e discutir o papel do lúdico para o
desenvolvimento global de crianças entre 3 a 5 anos, no processo de ensino e aprendizagem
escolar, apontando possibilidades de práticas pedagógicas que contemplem ludicamente áreas dos
componentes curriculares da educação infantil. Atualmente, reconhece-se a importância do lúdico e
do brincar no desenvolvimento infantil. No entanto, ainda há certa dificuldade por parte daqueles
que trabalham na área em compreender plenamente a organização das atividades curriculares
aproveitando todo o potencial que a ludicidade proporciona. O presente trabalho aponta caminhos
para práticas docente lúdicas, fundamentadas em pesquisas teóricas- científico e sugere a busca
de novos conhecimentos proporcionando o aperfeiçoamento contínuo. Neste processo o professor
mediador é aquele que faz a ponte para que o aluno alcance o conhecimento, planejando e
organizando as atividades de acordo a fase de desenvolvimento da criança, promovendo
interações entre a criança e o objeto de estudo, estimulando a perceber e observar as situações
problema a fim de solucioná-las, aproveitando os erros para reformular novas situações de
aprendizagem, em uma postura constante de reflexão e autoavaliação sobre suas práticas
pedagógicas. O processo de ensino e aprendizagem lúdico requer a participação de um aluno que
não deve ser um sujeito passivo, mas protagonista da sua própria aprendizagem, aquele que tem a
liberdade de agir, construir, criar seu conhecimento a partir de sua realidade.
As situações lúdicas envolvem sentimentos e emoções, um estado interior desprovido de barreiras
e lacunas que impedem a entrega para a aprendizagem, o conhecimento, a diversão, o prazer, a
afetividade e a sensibilidade. A prática pedagógica Lúdica demanda ambientes, materiais e
espaços que propiciem a satisfação, o interesse, desafios, curiosidade e envolvimento da criança,
onde ela possa sentir-se livre para se expressar espontaneamente e interagir; deve haver
flexibilidade para modificações e arranjos; espaços com áreas livres; espaços para construir cantos
de interesse. Acreditamos que um trabalho pedagógico lúdico, fundamentado teoricamente,
facilitará também a conscientização da família sobre a importância da aprendizagem lúdica no
desenvolvimento infantil, para fortalecer vínculos e a valorização do trabalho do professor. O
método de pesquisa será de cunho Bibliográfico, baseado na exploração de obras como: RCNEI,
autores como Piaget, Almeida, Kishimoto, entre outros. A análise das obras estará baseada nas
ideias de Severino (2007), que sugere: leitura, análise e interpretação. Deste modo, esta pesquisa
poderá contribuir para reflexões sobre a prática docente lúdica que desenvolvemos junto aos
nossos alunos, pautada na pesquisa científica.
Palavras-chave: Lúdico. Fases do desenvolvimento. Educação infantil.
37
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
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A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Ana Paula do Nascimento Silva - Graduação pedagogia PARFOR, 4 ano c [email protected]
Antonia Gonçalves Cardoso - Graduação pedagogia PARFOR 4 ano c [email protected]
PARFOR
Introdução. Este estudo tratará da arte de contar histórias como uma ferramenta no processo de
ensino aprendizagem na educação infantil. Justificativa: Este trabalho justifica-se pelo fato de
acreditarmos que o ato de contar histórias desenvolve a imaginação e o gosto pela leitura.
Objetivo: Discutir o papel da arte de contar histórias na educação infantil.
Palavras-chave: Criança. História. Imaginação.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
39
A ESTIMULAÇÃO AUDITIVA NA ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO BERÇÁRIO
Rosemara Aparecida Rodrigues do Vale - Aluna do Curso de Pedagogia PARFOR - 4ºB Professora do ensino fundamenta I da rede Estadual de Ensino. [email protected]
Inês Alice Pedreschi Rodrigues - Aluna do Curso de Pedagogia PARFOR - 4ºB Professora de Educação Física do ensino fundamenta II da rede Estadual de Ensino. [email protected]
PARFOR
Introdução. Nas ultimas décadas, instituições escolares e seus docentes tem direcionado seus
olhares à musica no contexto escolar de forma lúdica, nos trazendo a reflexão sobre o quanto este
material sonoro esta sendo bem explorado nas mais diversas linguagens e fronteiras disciplinares.
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ANO), a criança tem o direito de uma educação
de qualidade. Faz-se necessário refletir sobre recursos diferenciados, visando facilitar o processo
de ensino-aprendizagem. A música presente em processos de aprendizagem foi notificada como
possível ferramenta para desenvolvimento global da criança sem fugir do seu cotidiano cultural
(BENENZON, 2002; BRUSCIA, 2000). Justificativa. Recentemente tem sido realizados estudos na
área da educação tem se voltado a um foco interdisciplinar. Tais trabalhos sugerem que a música,
e o trabalho fonoaudiológico, iniciados no berçário poderiam ser um instrumento fortalecimento à
alfabetização mais produtiva e dinâmica, portanto, melhorando o rendimento escolar dos alunos.
(autores que trazem essa ideia). Objetivo. Destacar com base na literatura consultada que as
músicas infantis e ritmos sonoros trabalhados a partir do berçário podem ser um recurso facilitador
para a aquisição da fala na educação infantil, auxiliando no seu desenvolvimento fonológico,
cognitivo, social, emocional e futuramente na fase de alfabetização. Método. Esta sendo realizado
revisão de literatura abrangendo uma seleção de fontes que envolve livros clássicos, artigos
científicos, revistas, publicados nas últimas décadas nas áreas de fonoaudiologia, musicoterapia e
alfabetização. Contaremos com acesso a bibliotecas virtuais como: Scielo, Lilas e Dedalus.
Resultados esperados. Esperamos que este estudo traga contribuições a educadores do ensino
infantil e do ensino fundamental I, com quem pudermos compartilhar informações, estimulando a
reflexão e o questionamento, apontando caminhos e possibilidades para o aproveitamento da
musica como recurso na educação.
Palavras-chave: Estimulação auditiva. Alfabetização. Música.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
40
A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA
Edilaine Lourenço Da Silva - Graduação, Fsa, Curso Pedagogia /PARFOR [email protected]
Katia Honorato - Graduação, Fsa, Curso Pedagogia/ PARFOR [email protected]
Nizete Ap.Teixeira - Graduação, Fsa, Curso Pedagogia PARFOR [email protected]
PARFOR
A Função da Escola é preparar os alunos para desenvolver competências e habilidades que
garantam a aprendizagem de todos durante o processo educativo. A indefinição da Função Social
da Escola é um dos fatores que contribuem para as lacunas deixadas no processo de aquisição de
competências e habilidades. Este trabalho tem como objetivo apresentar e propor novas
perspectivas sobre a função social da escola e a importância do professor nesse contexto, através
de revisões bibliográficas. Sugere-se a hipótese da diversidade entre as definições da Função
Social da Escola e este ponto ser um dos fatores que contribuem para as lacunas deixadas no
processo de aquisição, competências e habilidades ao longo da escolaridade, interferindo
positivamente na prática pedagógica do professor.
Palavras-chave: Função social. Profissão professor. Formação.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
41
A IMPORTÂNCIA DA ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL I
Eliza Correia - Colegiado de Pedagogia Parfor - deise [email protected]
Iolanda Maria da Silva Urakawa - Colegiado de Pedagogia Parfor [email protected]
Margaret Vedoveli Almeida Alves - Colegiado de Pedagogia Parfor [email protected]
PARFOR
O ensino de arte na escola já foi considerada matéria, disciplina, atividade, mas sempre mantida à
margem das áreas curriculares tidas como mais "nobres". Esse lugar menos privilegiado
corresponde ao desconhecimento, em termos pedagógicos de como trabalhar o poder de uma
imagem, do som, do movimento e da percepção estética como fontes de conhecimento (Pcn, 1997,
p.26). De acordo com Barbosa (1991, p.10). "O que a arte na escola principalmente pretende é
formar o conhecedor, fluidor e decodificador de obra de arte (...) a escola seria a instituição pública
que pode tornar o acesso à arte possível para a vasta maioria dos estudantes em nossa nação.
Palavras-chave: Ensino de arte. Conhecimento. Artes Visuais.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
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A IMPORTÂNCIA DO CONTO DE FADAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Marilene Aparecida Onofre César - Aluna do curso de Pedagogia Parfor [email protected]
PARFOR
Os Contos de Fadas fazem parte da nossa cultura, acompanham as primeiras recordações da
infância e formação como leitores, estimulando nossa imaginação. Apreciar contos lidos ou
contados estabelece conexões entre as vivências das crianças e o texto, além de favorecer o
processo do desenvolvimento intelectual, afetivo e social nesse período da vida. JUSTIFICATIVA:
Como educadora, li vários gêneros literários para os alunos nas unidades em que prestei
serviços, nas rodas de leitura pude observar que trabalhar com contos de fadas na rotina escolar é
uma atividade prazerosa para todos os envolvidos no processo educativo, pois é um tema de
grande aceitação entre as crianças, despertando interesse, desenvolvimento e participação dos
mesmos. OBJETIVOS: Discutir a importância dos Contos de Fadas na Educação Infantil. Contribuir
com profissionais da educação infantil quanto à presença valiosa dos contos de fadas nas escolas.
METODOLOGIA: Utilizarei como método, a revisão bibliográfica relacionada com a prática
pedagógica exercida até o presente momento. Essa prática se constitui em registros de momentos
da rotina escolar do ano de 2013, em que conto ou leio contos de fadas para as crianças de 3 a 5
anos. CONCLUSÂO: Até o presente momento o que observei nas rodas de leitura foi a carga
afetiva que os contos de fadas provocam em quem os ouve e se identifica com as histórias, onde
por encanto tudo pode acontecer, os personagens superam desafios, vencem medos, fazem
prevalecer a justiça, o fraco vence o forte, demonstrando que sempre vale a pena lutar por seus
ideais. Enquanto divertem as crianças, os contos de fadas possibilitam que aspecto de sua
personalidade em formação sejam reafirmados na projeção em heróis, heroínas e enredos fazem
parte da vida.
Palavras-chave: Literatura infantil. Contos de fadas. Educação Infantil.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
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A LEITURA E A FORMAÇÃO DE LEITORES: UM OLHAR PARA A
CONTAÇÃO DE HISTÓRIA
Ana Paula Moreira dos AnjosNovo - Aluna do curso de Pedagogia PARFOR. [email protected]
Andrea Assumpção Barbosa - Aluna cursando Pedagogia- PARFOR. [email protected]
Carla Regina dos Santos - Aluna cursando Pedagogia- PARFOR. [email protected]
PARFOR
Introdução-O tema presente neste trabalho envolve o mundo de contação de histórias e sua
importância para que se formem alunos leitores, além de discutir sobre o valor deste tema para
aproximar crianças do mundo da escrita.Justivicativa -A escolha deste tema tem suas razoes
pautadas na relevância da contação de historia no desenvolvimento da leitura frente as atuais
estudos desenvolvidos na educação. Nosso interesse no desenvolvimento desta pesquisa parte
das vivencias com contação de historias nas turmas nas series iniciais e a percepção dos
avanços que esta ação tem proporcionado na aprendizagem da leitura e da escrita. ObjetivosDistinguir a diferença entre ler e contar uma história; relacionar a estratégia de contação de historia
e aprendizagem da leitura e escrita;compreender de que forma a contação de historia favorece
sua formação do aluno como leitor.Conclusões preliminares- Os resultados até o momento
alcançados estão relacionados a leitura de livros e artigos de autores reconhecidos que
fundamentam teoricamente nossa pesquisa .O objetivo à longo prazo é de aprofundar essas
leituras bem como fazer a analise de dados coletados nas pesquisas de campo.
Palavras-chave: Leitura. Formação de leitores. Contação de história.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
44
ALFABETIZAÇÃO ATRAVÉS DE TEXTOS DE MEMÓRIAS
Ilda Aparecida Avelino Bertoldo - Magistério
Aluna do curso de Pedagogia PARFOR - [email protected]
Fátima Maria de Jesus - Magistério
Aluna do curso de Pedagogia PARFOR - [email protected]
PARFOR
INTRODUÇÃO: A importância do trabalho de leitura e escrita através de textos de memória tem por
objetivo auxiliar a alfabetização, tendo como base a prática construtivista e o papel do professor
como orientador na função de oferecer atividades adequadas, que exijam a reflexão sobre a língua
escrita, reconhecendo e considerando a bagagem cultural que o aluno traz para a escola, no início
de sua alfabetização. Trabalhar o texto de memória desperta a curiosidade da criança, fazendo-a
descobrir o desconhecido, estimulando o gosto pela leitura e o interesse em aprender para
conhecer. JUSTIFICATIVA: Vários estudos na área da educação mostram que os alunos não têm o
costume de ler, ou só leem quando são obrigados e reprimidos pelo professor, e que não
entendem os textos, pois, apresentam problemas de compreensão e interpretação. É preciso que
ocorra a alfabetização juntamente com o letramento, assegurando desde o princípio do
desenvolvimento da alfabetização, a interação dos alunos em práticas de leitura e produção de
textos reais e significativos. OBJETIVO: Mostrar que é possível um discente ser alfabetizado
fazendo-se o uso de textos de memórias, segundo a bibliografia consultada. Textos estes que
despertam a curiosidade e o interesse pela leitura, definindo uma boa situação de aprendizagem,
pois, os alunos precisam colocar em jogo tudo o que sabem e pensam sobre o conteúdo em torno
do qual o professor organizou a tarefa. METODOLOGIA: Direciona-se o foco nos estudos através
de revisão bibliográfica mediante leitura sistemática com fichamento de cada obra e ressaltando os
pontos abordados pelos autores, pertinentes ao assunto em questão, sobre a criança, seu
desenvolvimento e o processo de construção da escrita, as influências exercidas nas crianças, no
período da alfabetização. RESULTADOS ESPERADOS: Comprovar a eficiência do método de
alfabetização através dos textos de memória, proporcionando aos alunos uma curiosidade, ou
seja, aprender para conhecer. Desse modo será possível confirmar a viabilidade da aplicação
desse método de aprendizagem nas séries iniciais do ensino fundamental I.
Palavras-chave: Leitura e escrita. Texto de memoria. Alfabetização.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
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BRINCAR E APRENDER
Adelaide Simone Soares Neves - Colegiado de Pedagogia [email protected]
Eliane Roberta Honorato - Curso de Pedagogia - [email protected]
Maria De Lourdes Herculano Justino - Curso de Pedagogia - [email protected]
PARFOR
Criar novos habitos salutares, a partir da vivencia com jogos que automaticamente são
incorporados a vida das crianças,pode recriar sua visão de mundo e sua atuação nele. A maioria
dos jogos trabalha com regras,tanto para confecção,quanto para-o desenvolvimento do ato de
jogar. O desenvolvimento da autonomia da criança e aspecto fundamental para sua maturidade
emocional e equilíbrio psíquico e mental. Dedicados a pre-escolas e a algumas crianças das series
iniciais com algumas defasagem de coordenação motora fina,alguns jogos promovem o exercícios
motor,desenvolvendo,assim,essas habilidades tao importante para a alfabetização entendendo que
o brincar deve estar vinculado a educação,dentro de uma proposta pedagogia. O brincar e fonte de
aprendizagem,jogando ou brincando a criança organiza o mundo que a cerca,domina melhor a
situações do cotidiano e se prepara para um futuro mais feliz.
Palavras-chave: Aprendizagem. Brincar. Jogos. Práticas pedagógicas.
Apoio: CAPES.
46
BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Francisca Ivanete de C Carvalho - Estudante de Pedagogia - Parfor [email protected]
Ivonete Guidolin Araújo - Estudante de Pedagogia - Parfor - [email protected]
Rosemeire da Silva - Estudante de Pedagogia - Parfor - [email protected]
PARFOR
Introdução: O brincar é uma atividade do dia a dia, que dá a criança o poder de tomar decisões,
expressar sentimentos e valores, conhecer a si mesma, aos outros e ao mundo. Através de
repetições e ações prazerosas, partilhando brincadeiras com o outro, expressando sua
individualidade e identidade. A criança necessita do contato com outras crianças, pois é através da
interação social que se desenvolve a linguagem, reconhecem-se as habilidades e ampliam-se os
conhecimentos. O contato físico, social e a comunicação são fundamentais no seu
desenvolvimento e uma das maneiras mais eficazes é estabelecida pelo brincar. Os jogos e as
brincadeiras, contribuem para o desenvolvimento intelectual, físico e mental, fazendo com que as
crianças associem e reconheçam-os em sua realidade. É importante ressaltar que as leis que
regem os direitos das crianças garantem essas atividades, tendo a legislação como um dos
suportes teóricos na Educação Infantil: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB),
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, Referenciais Curriculares Nacionais
para a Educação Infantil ( RCNEI) e o Estatuto da Criança e do Adolescentes. Objetivos.
Compreender a importância do brincar na Educação Infantil. Utilizar o lúdico na Educação Infantil,
favorecendo os profissionais sobre a importância de planejar e realizar atividades nessa fase.
Justificativa. Estudo sobre essa temática são importantes na formação de professores que
trabalham com a infância. Utilizar o lúdico como estratégia no planejamento das atividades na
Educação Infantil vem de encontro a linguagem que é própria das crianças. De forma que os
alunos possam interagir, compartilhar, obedecer as regras, através das brincadeiras e jogos
desencadeados na escola, proporcionando um maior desenvolvimento, onde futuramente se
tornarão cidadãos críticos e autônomos. Método. O estudo será realizado através de pesquisas e
estudos bibliograficos, por meio de diversos autores e artigos científicos. Considerações. Este
trabalho está em fase de pesquisa bibliográfica, onde sua conclusão será suporte para o trabalho
de conclusão de TCC de Pedagogia.
Palavras-chave: Educação. Jogos. Brincadeiras.
Apoio: CAPES.
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BRINQUEDOS, BRINCADEIRAS E JOGOS NA ATUALIDADE
Jennifer Timbó - Aluna, FSA, Pedagogia - [email protected]
PARFOR
Abordaremos a trajetória histórica de significação dos brinquedos, brincadeiras e jogos utilizados
pelas crianças de forma a identificar mudanças nos aspectos culturais e sociológicos. Sabe-se que
o brincar é essencial no desenvolvimento social, cognitivo e afetivo delas e essa fase denominada
infância contempla esse processo que exige participação e atenção daqueles que a rodeiam no
seu mundo físico. Alguns autores abordam tais aspectos e contribuirão com esse estudo. Serão
eles: Gilles Brougère; Tizuko Morchida Kishimoto; José Outeiral; Beatriz Santomauro; J. Gimeno
Sacristán
Palavras-chave: Brinquedos. Jogos. Interação.
Apoio: Fundação Santo André.
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BRINQUEDOTECA HOSPITALAR: O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA TERAPÊUTICA
Anabel Gomes de Lima - Aluna do curso de Pedagogia Parfor - [email protected]
Fabiana Santos Barion - Aluna do curso de Pedagogia Parfor - [email protected]
Maria Francisca de Araujo Cândido - Aluna do curso de Pedagogia Parfor [email protected]
PARFOR
Introdução. O tema apresentado é uma reflexão teórica sobre a importância da Brinquedoteca
hospitalar como intervenção de apoio na internação de criança e de adolescente. A Brinquedoteca
proporciona a oportunidade destes desenvolverem atividades que no ambiente hospitalar não seria
possivel sem sua existência.Objetivo. Apresentar a importâcia da Brinquedoteca hospitalar como
intervenção de apoio da criança e do adolescente. Justificativa. Pretendemos com este trabalho
mostrar o quanto é importante intervenções educativas, como brinquedotecas hospitalares, em
espaços diferentes da escola. Método. Este estudo será realizado através de revisão bibliográfica,
com autores que realizaram estudos sobre o tema. Resultados e discussão. Segundo a Secretária
Municipal da Saúde de São Paulo, atualmente estão em funcionamento 58 brinquedotecas,
divididas pelas cinco coordenadorias regionais de saúde. Considerações. Este estudo está em fase
de pesquisa bibliográfica que resultará em nosso trabalho de conclusão de curso.
Palavras-chave: Educação. Desenvolvimento. Formação de professores.
Apoio: CAPES.
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BULLYING
Daniela Gomes Barboza - Estudante do curso de Pedagogia PARFOR [email protected]
Ana Paula Barbosa Gomes - Estudante do curso de Pedagogia PARFOR [email protected]
PARFOR
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as
pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no
local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do
bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de
agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é
mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os
colegas. As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a
violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as ―próximas vítimas‖ do agressor. No
espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica
contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos
de medo e ansiedade. As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos
com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de
relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a
vítima poderá tentar ou cometer suicídio. O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas
que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo
entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores
geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os
atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar
ajuda. No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares
revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três
cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba. Os
atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e
ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de
indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa
do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são
responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho,
devido a tudo isso que foi relatado o nosso trabalho tem o objetivo de promover a educação para a
paz, devendo proporcionar ao aprendiz um processo de desenvolvimento e resgate de valores e
princípios éticos-morais até então desconsiderados, é necessário ensinar a reflexão e pensamento
dos mesmos para que se aprenda uma nova e melhor maneira de viver e conviver e respeitando
as diferenças. Objetivo é identificar os casos de violência na literatura e estudar como as escolas
tem lidado com estas situações atualmente. Justificativa: O tema escolhido se deve pela
necessidade de alertar as instituições de ensino que não dão a devida importância a esta realidade
muitas vezes por falta de incentivo e recursos que possam subsidiar a prevenção ou reversão dos
quadros de violência.Método : Será feito um levantamento bibliográfico com diversos autores
Palavras-chave: Construção Histórica. Estratégias. Intervenção.
Apoio: CAPES.
50
CONSTRUINDO A CIDADANIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: O RESPEITO À
DIVERSIDADE HUMANA
Fabiana Donizeti de Oliveira Giroldo - Aluna do Curso de Pedagogia PARFOR 4º Ano [email protected]
Marli dos Santos Silva - Aluna do Curso de Pedagogia PARFOR 4º ANO [email protected]
Zildinha C P Cesar - Aluna do Curso de Pedagogia PARFOR 4º ANO [email protected]
PARFOR
Introdução Em nosso trabalho, procuraremos trazer subsídios para a reflexão sobre a importância
do trabalho com a diversidade entre os alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental para minimizar os
riscos de atitudes discriminatórias no âmbito escolar. Buscaremos divulgar propostas e iniciativas
que visem à superação do preconceito e da discriminação. ―A contribuição da escola na construção
da democracia é a de promover os princípios éticos de liberdade, dignidade, respeito mútuo, justiça
e equidade, solidariedade, diálogo no cotidiano; é a de encontrar formas de cumprir o princípio
constitucional de igualdade, o que exige sensibilidade para a questão da diversidade cultural e
ações decididas em relação aos problemas gerados pela injustiça social.― (PCN Pluralidade
Cultural p. 119). Fundamentaremos-nos também teoricamente no livro de conteúdo Gênero e
Diversidade na Escola (2009), e recorremos aos estudos de Foucault (2008a; 2008b) e Bento
(2006; 2008). Além desses ainda utilizaremos os artigos de DIVERSIDADE CULTURAL UM
DESAFIO NA ESCOLA GABRIEL LAGE Maria do Carmo Lacerda Souza, A diversidade humana na
escola: reconhecimento, multiculturalismo e tolerância usado em uma palestra ocorrida
apresentada no evento PROGRAMA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA DIREITO À DIVERSIDADE –
Secretaria de Educação Especial SEESP/MEC e Prefeitura do Município de Maringá – Secretaria
da Educação em 02/09/2004 e 20/10/2004 em Maringá, Paraná. Objeto de Estudo e Problema da
Pesquisa
Teremos como objeto de estudos a pesquisa acerca da diversidade social que está
inserida na escola, a fim de embasarmo-nos no ―como trabalhar‖ com essa diversidade dentro do
universo escolar de maneira a difundir entre todos os atores dessa intituição a necessidade de
respeito às diferenças e o reconhecimento de todos na importância dessa diversidade para o
crescimento de todos como seres humanos. Hipóteses e Objetivos: Será que os professores
conhecem e estão sabendo lidar com as diversidades na sala de aula? E os alunos, sabem da
existência dessa diversidade e demonstram respeito às individualidades contidas no grupo? A
escola tem projetos voltados a amenizar as problemáticas decorrentes à existência dessa
diversidade no seu ambiente? Os alunos considerados ―diferentes‖ são tratados com igualdade
pelos colegas, pelos professores e demais funcionários da escola? A diversidade é uma
motivadora das atitudes agressivas e violentas no universo escolar? Objetivo: Nosso objetivo é
analisar e pesquisar documentos e teorias que tratem de explicitar o conceito de diversidade, bem
como, a problemática causada pela sua existência no âmbito escolar, a fim de nos embasarmos
teoricamente, e estruturarmos nossos conhecimentos acerca dessa diversidade, para trabalharmos
com crianças do ciclo I do Ensino Fundamental utilizando a diversidade como instrumento positivo
na convivência social, pois integrando as diversas culturas e ―modos de ser e de viver‖, nos
tornaremos uma sociedade mais civilizada.
Palavras-chave: Diversidade. Cidadania. Construção.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
51
EDUCAÇÃO INFANTIL DE 0 A 3 ANOS NO BINÔMIO EDUCAR E CUIDAR
Andréia Donizete Retta - Aluna do Curso de Pedagogia - PARFOR [email protected]
Lucilene da Penha Albino Silva - Aluna do Curso de Pedagogia - PARFOR [email protected]
PARFOR
Introdução: Este projeto abordará o desenvolvimento pedagógico no binômio educar e cuidar na
educação infantil, o perfil dos profissionais e suas concepções. Para esse estudo foi delimitado o
segmento creche. Objetivo - Geral: Analisar o desenvolvimento do trabalho pedagógico no binômio
educar e cuidar. Específicos: identificar os aspectos históricos e analisar a identidade do
profissional. Justificativa: entendemos que é importante analisar como vem sendo desenvolvido o
trabalho pedagógico e as transformações ocorridas ao longo dos anos na história da educação
infantil. Método: pretende-se realizar uma revisão bibliográfica acerca de publicações da área
educacional e das leis. Resultados e discussão: o estudo está em fase de desenvolvimento teórico
e resultará no trabalho de conclusão do Curso de Pedagogia - Parfor.
Palavras-chave: Educação Infantil. Desenvolvimento. Formação de professores.
Apoio: CAPES.
52
EXPERIÊNCIAS MUSICAIS EM EDUCAÇÃO INFANTIL
Mariana de Oliveira Costa - Professora, FSA, Colegiado de Pedagogia, curso de
Pedagogia PARFOR - Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica. [email protected]
Andrea Correa de Andrade Alves - Graduação, FSA, curso de Pedagogia PARFOR - Plano
Nacional de Formação de Professores da Educação Básica. - [email protected]
Andrea Correa de Andrade Alves - Graduação, FSA, curso de Pedagogia PARFOR - Plano
Nacional de Formação de Professores da Educação Básica. - [email protected]
PARFOR
Introdução: A música tem sido classificada por diversos conceitos limitados, principalmente em
contexto escolar. Há quatro modos de experiências musicais, formas de um indivíduo se relacionar
com a música: improvisação, recriação, composição e escuta. Tais experiências abordam um
conjunto de habilidades perceptivas e cognitivas e evoca divergentes emoções, sem desconsiderar
o aspecto cultural e afetivo da criança. A classificação de experiências musicais parece corroborar
com a finalidade da Educação Infantil determinada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional 9694/96. Tal finalidade foca o desenvolvimento global (aspectos social, cognitivo
psicológico e físico) da criança até os 5 anos em parceria com família e comunidade. O presente
trabalho visa contribuir com pedagogos atuantes da educação infantil e profissionais relacionados.
Em nossa experiência profissional notou-se relevante influência de atividades musicais no
ambiente escolar. Tal interpretação informal nos levou a curiosidade de investigar tais fenômenos
das crianças ao se relacionarem com a música. Objetivo: Pesquisar interdisciplinaridade entre
práticas Pedagógicas e Musicoterápicas e suas possíveis contribuições à finalidade da Educação
Infantil. Método: Esta sendo realizado revisão de literatura abrangendo livros acadêmicos, artigos
científicos, revistas científicas das áreas de Educação e Musicoterapia publicados nas duas últimas
décadas. São fontes de pesquisa também as bases digitais: Bireme e Google Acadêmico. Os
resultados preliminares da revisão de literatura apontam que através das experiências musicais é
possível estimular desenvolvimento global da criança em seus objetivos de aplicação em
musicoterapia. Considerações: Esperamos correlacionar tais achados com a prática pedagógica
atual, de modo a refletir sobre estratégias interdisciplinares consonantes à prática pedagógica.
Palavras-chave: Música. Educação. Musicoterapia.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
53
JOGOS COOPERATIVOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Lucia Helena de Lima Moreira - Graduação Pedagogia Parfor - FSA [email protected]
SandraRegina Poliche Provazzi - Graduação Pedagogia Parfor - FSA [email protected]
Zenilda Cardoso Andrade - Graduação Pedagogia Parfor - FSA [email protected]
PARFOR
Introdução. O presente estudo visa apresentar os jogos cooperativos como uma prática reeducativa, capaz de transformar nosso condicionamento competitivo para vencer na vida, em
alternativas para o exercício da convivência cooperativa. Os jogos cooperativos na Educação
Infantil são um recurso que deve fazer parte no processo ensino aprendizagem. O jogo cooperativo
desenvolve o poder educativo, pois só há conhecimento significativo, a partir do momento em que
as atividades proporcionarem alegria, prazer, fantasia, e descontração. O ser humano precisa de
alegria para realizar-se plenamente, portanto o jogo cooperativo deve fazer parte das atividades no
processo de ensino aprendizagem. Atualmente, a sociedade está enfrentando tempos de exclusão
e de competição exagerada, resultando em pessoas cada vez mais preocupadas com seus
interesses, que agem impulsivamente para conquistar seus objetivos. Este trabalho comenta
aspectos importantes sobre os jogos cooperativos e a necessidade de se pensar a prática
pedagógica ao se elaborar atividades para crianças da Educação Infantil. Acredita-se que os jogos
cooperativos sejam recursos norteadores e organizadores do pensamento e das ações, que podem
ser utilizados nas mais diferentes situações da vida, pois contribuem no desenvolvimento de
atitudes mais responsáveis e construídas por meio da criatividade e parceria. Jogando
cooperativamente podemos nos expressar de forma autêntica e espontânea, merecendo o devido
valor pelo que somos, e não pelos resultados que alcançamos. Sendo assim, aprendemos que o
verdadeiro valor do jogo, não está em somente vencer ou perder, mas fundamentalmente na
oportunidade de jogar juntos.Objetivos. Os jogos cooperativos poderão ajudar os alunos na
organização de seus pensamentos, possibilitando que suas atitudes sejam conscientes e
responsáveis, promovendo a ética da cooperação e desenvolvendo as competências humanas
necessárias para a melhoria da qualidade de vida. Os jogos cooperativos oferecem à criança a
oportunidade para que ela possa expressar seus afetos e emoções. Ajudam a desenvolver
habilidades físicas, intelectuais e sociais. Permitem que haja maior socialização e possibilita que
novos canais de comunicação sejam estabelecidos. Sua prática contínua promove a interação da
criança em ações motoras, visuais, táteis e auditivas, o que é essencial para que o seu
desenvolvimento ocorra de forma integral. Metodologia: Trata-se de um estudo exploratório
baseado em pesquisa bibliográfica. Tendo em vista a importância dos jogos cooperativos no
processo educacional, a pesquisa será baseada em artigos, revistas, internet, literatura de autores
diferentes partindo do mesmo princípio: fazer com que todos os alunos sintam-se incluídos e
participantes de todas as atividades propostas. Resultados. Espera-se que o estudo apresente os
jogos cooperativos como uma prática reeducativa, capaz de transformar o condicionamento
competitivo, e criar alternativas para o exercício da convivência cooperativa. Considerações. Nossa
pesquisa consiste em afirmar a importância dos jogos cooperativos na Educação Infantil e
demonstrar sua contribuição no desenvolvimento da prática pedagógica, salientando as
―habilidades essenciais humanas‖, conforme descreve o livro ―Jogos cooperativos: o jogo e o
esporte como um exercício de convivência‖, utilizaremos também em nossas reflexões o livro: ―
Jogos cooperativos: se o importante é competir, o fundamental é cooperar‖, ambos do autor Fábio
Otuzi Brotto. "Muitas vezes focalizamos jogos que nada tem a ver com o que realmente
acreditamos e sem questionar os valores que transmitem, reforçamos uma cultura de exclusão e
competição exagerada, já é chegada a hora de refletirmos criticamente sobre que tipos de jogos
necessitamos." (SOLER, 2003:137). Esta citação reforça a ideia que a forma cooperativa de jogar é
54
a maneira mais ideal para promover o desenvolvimento integral do ser, dentro dos aspectos físicos,
psicológicos, afetivos e social.
Palavras-chave: Cooperação. Socialização. Convivência.
Apoio: CAPES
55
LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Maria Aparecida Paixão Miranda - aluna do curso de Pedagogia PARFOR e auxiliar de
Educação Infantil em Rio Grande da Serra - [email protected]
Joselma Maria Feitosa dos Santos - aluna do curso de Pedagogia e professora de
Educação Infantil em Rio Grande da Serra - [email protected]
PARFOR
Introdução: Letramento é segundo Soares (2007,p.47), o resultado da ação de ensinar ou de
aprender ler e escrever: o estado ou condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como
consequência de ter-se apropriado da escrita. Para Silva; Lira (2003, p.23), não basta apenas
ensinar a ler e escrever, é preciso criar possibilidades para que os alfabetizados passem a ficar
imersos em ambiente adequado e possam participar do mundo letrado. Justificativa: A Finalidade
deste trabalho é entender como o letramento ocorre na Educação Infantil e se este caminho é o
processo mais favorável para auxiliar na alfabetização, nas séries seguintes. Esperamos com este
trabalho traduzir o letramento de uma forma simplificada e compreensível.
Objetivo: Analisar como o letramento auxilia no processo de aprendizagem na Educação Infantil;
Verificar se a escola é o lugar ideal para o desenvolvimento da língua oral; Investigar se o trabalho
com gêneros motiva os alunos a desenvolver a linguagem e a escrita. Métodologia:
Trata-se de um estudo bibliográfico a partir dos autores clássicos sobre a alfabetização e o
letramento, suas interfaces e o processo de significação da escrita pela criança na Educação
Infantil. A partir das leituras, foram feitas reflexões sobre: alfabetização e letramento; alfabetizar e
letrar: práticas escolares; educação infantil enquanto espaço para letramento; o papel do professor
no processo de letramento; práticas de letramento: sugestões possíveis. Resultados e discussões:
Alfabetização e letramento: Segundo Tfouni (1995, p.20) ¨enquanto a alfabetização se ocupa da
aquisição da escrita por um individuo, ou grupo de indivíduos , o letramento focaliza os aspectos
sócio-históricos de uma sociedade¨. Alfabetizar e letrar são práticas escolares? ¨Vivenciar
experiências, envolvendo aprendizagem significativas relacionadas ao ambiente no qual estão
inseridas, leva as crianças a conhecerem e a valorizarem manifestações culturais de sua
comunidade¨. (SILVA e LIRA , 2003, p.42). Educação Infantil enquanto espaço para letramento.
Para Horn, Silva e Abreu (2011, p.71) ¨é importante que o professor tenha conhecimento sobre o
papel do brincar como propulsor da aprendizagem e do desenvolvimento infantil. Sabemos que o
brincar tem papel importante na aprendizagem e no desenvolvimento infantil, levando a criança a
se descobrir, compreender a si mesma e seus sentimentos e o funcionamento do mundo em que
vive. O papel do professor no processo de letramento. Horn (2004) afirma que ¨o papel do adulto é
o de ativar, de um modo indireto, a competência das crianças de extrairem, significados que
embasarão suas praticas. Assim não basta ao professor apenas organizar a sala com vários
materiais e recursos; é preciso observar e dialogar com as crianças para acompanhar suas
aprendizagens e dificuldades enquanto brincam e aprendem¨. Práticas de letramento: sugestões
possíveis. Lerner (2002, p.18) explica que ¨o necessário é preservar na escola o sentido que a
leitura e a escrita tem como práticas sociais, para conseguir que os seus alunos se apropriem delas
possibilitando que se incorporem à comunidade de leitores e escritores, afim de que consigam ser
cidadãos da cultura escrita.
Palavras-chave: Letramento. Educação Infantil. Gêneros textuais.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
56
LÚDICO
Miriam da Conceiçao Tedeschi - Educadora Infanto Juvenil - [email protected]
PARFOR
Os brinquedos tem a importante missão de estimular a criança sendo uma realidade na vida dela
do nascimento até sua vida adulta. Através do lúdico a criança começa a desenvolve a fala, o
pensamento e a concentração. Aplicando a brincadeira no cotidiano da criança isso ajudará o
processo da formação educativa. Brincar não é um simples ato e sim uma necessidade básica e
um direito de todos. A instituição escolar precisa ter espaços lúdicos estruturados para atividade
dos alunos e para desenvolvimento de jogos, brinquedos e brincadeiras.
Palavras-chave: Lúdico. Lúdico na educação. Lúdico na Educaçao Infantil.
Apoio: CAPES.
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O BRINCAR COMO ELO NA APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO INFANFIL.
Rosely Schleiniger Rovere - Aluno do PARFOR, PEDAGOGIA [email protected]
Elisabete de Paula - Aluno do PARFOR, PEDAGOGIA - [email protected]
PARFOR
Introdução: A brincadeira é muito importante na vida da criança e indispensável a saúde física,por
isso ,o lúdico deve estar presente na vida das crianças. Objetivo:esclarecer a importância do
brincar no desenvolvimento da criança,na educação infantil e na aprendizagem.Fazer uma reflexão
sobre as práticas educacionais dentro da sala de aula no que diz respeito a brincar. Justificativa:A
escolha do tema como trabalho de conclusão do curso de Pedagogia ''o brincar como elo na
aprendizagem da Educação Infantil'',para que as crianças possam aprender a se desenvolver com
saúde. Metodologia: O projeto de pesquisa será feito atavés de levantamento bibliográfico de
autores que falam sobre o tema propostos. Considerações finais: este estudo esta em fase de
pesquisa bibliografica que resultará no trabalho de colclusão de curso de Pedagogia.
Palavras-chave: Educação Infantil. Brincar. Aprendizagem.
Apoio: CAPES.
58
O BRINCAR NA SALA DE AULA
Célia Rodrigues - [email protected]
Maria das Dores
PARFOR
Introdução: O brincar se baseia na ideia de que brincando a criança desenvolve sua capacidade
de imaginar, se insere na cultura e na sociedade, aprende a viver em grupo.WAJSKOP, Gisela.
Brincar na Pré- Escola. São Paulo: Editora Cortez, 1995.
Palavras-chave: Brincadeira. Brinquedo. Educação Infantil. Lúdico.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
59
O ENSINO DA ARTE: DO FAZER ARTÍSTICO AO FAZER PEDAGÓGICO
Rosangela Ramos - Aluna do último ano do curso de Pedagogia - PARFOR - turma B - nº
703880. Professora de Educação Infantil e Fundamental da Prefeitura Municipal de Santo
André. - [email protected]
Izabel Lima de Souza - Aluna do último ano do curso de Pedagogia - PARFOR - turma B nº 703927. Agente de Desenvolvimento Infantil na Prefeitura Municipal de Santo André. [email protected]
Maria Paula Rizzo - Aluna do último ano do curso de Pedagogia - PARFOR - turma B - nº
703930. Professora de Educação Infantil e Fundamental da Prefeitura Municipal de Santo
André. - [email protected]
PARFOR
O tema Arte é encantador, quando se pensa no observar e no fazer, no trabalhar de forma docente.
Mas, trabalhar com arte é prazeroso para professores e alunos? Há necessidade de formação
específica para o trabalho docente? As diretrizes dos PCN em relação ao ensino de arte nas
escolas e a falta de formação e valorização dos profissionais da educação, bem como um currículo
em que a arte tenha o mesmo valor que as demais disciplinas despertaram o interesse do grupo
em pesquisar esse tema. Sem fascinação pela arte é difícil empreendermos uma educação
continuada. É primordial que o professor esteja estimulado para envolver-se com o estudo e a
reflexão da arte na escola; e que amplie o pensar crítico, valorizando as atividades em sala de aula
como forma de impulsionar uma revolução estética capaz de influir na qualidade de vida das
crianças com as quais trabalha na escola. Há que se introduzir a arte no currículo, como uma
disciplina que complementa todas as outras, não apenas como espaço de manifestação de artes
visuais. A arte deve ser reconhecida como linguagem metodológica, ou seja, há que se criar
métodos específicos para se ensinar arte. A crianças devem ser o foco central e devem ter
oportunidade de exercer a sua criatividade em toda a sua construção artística, pois elas têm, nessa
faixa etária, o universo imagético aguçado. Os profissionais da Educação devem valorizar toda
forma de expressão da criança no ambiente escolar e, acima de tudo, buscar a cultura artística
para poder compartilhá-la aos seus alunos de forma consciente e útil. Este trabalho parte do
princípio de que a Arte é conhecimento, construção e expressão e deve ser apresentada como tal
nas práticas pedagógicas. O fazer artístico evoca criatividade, emoção e sentimentos liberados
sem definições e obrigatoriedades. Assim deve ser também o fazer pedagógico em arte. Deve-se
introduzir no currículo o ensino de arte para ampliar o conhecimento artístico, fazendo com que
seja prazerosa a aprendizagem. Teoria e prática devem estar articuladas de modo que o fazer
artístico e o pedagógico caminhem na mesma direção, pois o que se aprende no âmbito teórico
afeta o que se faz na pratica criativa e vice- versa. O fazer artístico é a consequência do fazer
pedagógico. O fazer artístico e o pedagógico estão intrinsecamente ligados. Mesmo como
disciplina específica, o ensino da arte ainda se depara com professores sem interesse ou sem
formação para aplicá-la. Há que se ter interesse em transformar a realidade, ampliar horizontes,
tanto de professores como de alunos, a fim de se buscar um desenvolvimento cultural e criativo de
todas as personagens envolvidas neste processo ensino-aprendizagem. Espera-se com este
trabalho de pesquisa encontrar pistas que contribuam à construção de uma prática em que o fazer
artístico e o pedagógico caminhem juntos, transformando, assim, o ensino de artes nas escolas,
favorecendo o trabalho do professor em sala de aula com um currículo que funcione como
ferramenta facilitadora nas salas de aula e estimulando-o para envolver-se com o estudo e a
reflexão da arte na escola.
Palavras-chave: Arte. Ensino. Educação.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
60
O GÊNERO FEMININO NA CONTEMPORANEIDADE
Marcela Domingues - Aluna de pedagogia do PARFOR [email protected]
Magali Santos - Aluna de pedagpgia do PARFOR - [email protected]
Marajoara Botechia - Aluna de pedagogia do PARFOR - [email protected]
PARFOR
Introdução:Este trabalho trata das relações entre homens e mulheres a partir da constatação das
desigualdades quanto ao universo feminino, no âmbito familiar,profissional,social e quer evidenciar
as conquistas das mulheres no sentido de germinar novas ideias a respeito de uma nova
identidade e novos espaços na sociedade. Há um esforço na redefinição dos vários papéis que as
mulheres têm na sociedade, porém as mudanças acontecem lentamente,conquistadas ao longo da
história. Objetivo: Resgatar por meio de pesquisas publicadas e outras fontes a questão de gênero
com foco sobre as desigualdade resgatando estudos da condição feminina em momentos
protagonizados pelas mulheres. Justificativa: Este estudo é importante pois traz à tona a
problemática das desigualdade,diferenças sociais e suscitar as conquistas das mulheres no sentido
de uma nova identidade dos espaços relacionais. Método: Pesquisa bibliográfica sobre o universo
feminino nas esferas familiar, profissional, social, com destaque para as conquistas do passado à
contemporaneidade, no sentido de frutificar novos debates sobre o gênero feminino. Resultados:
Este estudo está em fase de desenvolvimento teórico e que resultará no trabalho de conclusão do
curso de Pedagogia/Parfor. Há a expectativa de que ofereça uma contribuição para a proatividade
da mulher no âmbito educacional, profissional e familiar.
Palavras-chave: Educação. Gênero feminino. Formação de professores.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
61
O ENSINO DA ARTE: DO FAZER ARTÍSTICO AO FAZER PEDAGÓGICO
Rosangela Ramos - Estudante de pedagogia - PARFOR - 4º ano B e professora de
Educação Infantil e Fundamental na Prefeitura de Santo André [email protected]
Maria Paula Rizzo - Psicóloga, Estudante de pedagogia - PARFOR - 4º ano B e
professora de Educação Infantil e Fundamental na Prefeitura de Santo André [email protected]
Izabel Lima De Souza - Estudante de pedagogia - PARFOR - 4º ano B e ADI - Auxiliar de
Desenvolvimento Infantil na Prefeitura de Santo André - [email protected]
PARFOR
A arte deve ser introduzida na educação como base de estudo, como linguagem metodológica, e
que as crianças devem ser o foco central e ter a oportunidade de exercer a sua criatividade. Os
profissionais da Educação, em sua didática, devem valorizar toda forma de expressão da criança e
buscar a cultura artística a fim de transmiti-la aos seus alunos de forma consciente e útil. Sem
fascinação pela arte é difícil empreendermos uma educação continuada. É primordial que o
professor esteja estimulado para envolver-se com o estudo e a reflexão da arte na escola; e que
amplie o pensar crítico.
Ampliar horizontes, tanto de professores como de alunos, a fim de se
buscar um desenvolvimento cultural e criativo de todas as personagens envolvidas neste processo
ensino-aprendizagem. Foi realizada pesquisa bibliográfica utilizando leitura de livros e artigos
escritos ou referendando as principais autoras, professoras-doutoras dentro da disciplina arte:
Rosa Iavelberg e Ana Mae Barbosa. Nos embasamos no PCN de Arte e na LDB. Stela Barbieri,
Maria Heloísa C. de T. Ferraz e Maria F. de Rezende e Fusari, Eliane Aparecida Bacocina foram
outras autoras pesquisadas. Durante as leituras, outros nomes foram reincidentes e também
estudados: J.F. Duarte Jr, M. C. Martins e também Piaget, Vigotsky, Paulo Freire. Arte é
conhecimento, construção e expressão. O fazer artístico evoca criatividade, emoção e sentimentos
liberados sem definições e obrigatoriedades. Assim espera-se ser também o fazer pedagógico em
arte. A arte sempre foi um dos componentes da educação, porém em algumas escolas brasileiras
está focada apenas como entretenimento, primordialmente, na forma de artes visuais. Espera-se
que seja introduzido no currículo o ensino de arte para ampliar o conhecimento artístico, fazendo
com que seja prazerosa a aprendizagem. Teoria e prática devem estar articuladas de modo que os
fazeres artístico e pedagógico caminhem na mesma direção, pois o fazer pedagógico é a
consequência do fazer artístico.
Palavras-chave: Arte. Cultura. Ensino.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
62
PSICOMOTRICIDADE E O TRABALHO COM ALUNOS DO 3º E 4º ANO
DO ENSINO FUNDAMENTAL I
Elaine Cristina Jordão da Silva - Aluna do 4º ano do Curso de Pedagogia PARFOR Professora da rede municipal de Santo André. - [email protected]
Marisa Ferreira Santos Artioli - Aluna do 4º ano do Curso de Pedagogia PARFOR - Auxiliar
de Educação I da prefeitura de São Bernardo do Campo. - [email protected]
PARFOR
Introdução: Espera-se que a criança, quando ingressa nos primeiros anos do ensino fundamental,
seja capaz de construir conhecimentos acerca da leitura e da escrita e dominem os seus
movimentos, estando preparada também para aprender os conteúdos das demais áreas do
conhecimento. No entanto, nossas experiências em sala de aula têm demonstrado que há várias
crianças que apresentam dificuldades psicomotoras, relacionadas à coordenação motora fina, à
orientação espacial, à preensão, organização, problemas com a lateralidade, outras coisas. O
objetivo deste trabalho será analisar a importância da psicomotricidade no desenvolvimento de
crianças dos 3º e 4º anos do Ensino Fundamental I, além de discutir como ela poderá contribuir
para o desenvolvimento integral destas crianças. Para a realização deste trabalho, será utilizada a
Pesquisa Bibliográfica (SEVERINO, (2007), tendo como base os principais autores: Wallon, Piaget,
Le Boulch e Pierre Wayer. Segundo Buganha (2007), o estudo da Psicomotricidade surgiu na
França, por volta de 1950. Inicialmente estava relacionada a uma concepção neurofisiológica,
ancorada na neuropsiquiatria infantil. O interesse de estudiosos da área da psicologia, pedagogia e
educação física, foram aos poucos, mudando esse enfoque, buscando compreender a formação da
inteligência de modo integral e a partir da experiência motriz da criança. Wallon (1973), apud
Galvão (1996), afirma que o ser humano é organicamente social. Para ele, todas as fases da vida
humana são marcadas pelo entrelaçamento entre a afetividade, a cognição e a motricidade. Para
Wayer (1984), a psicomotricidade existe nos menores gestos e em todas as atividades que
desenvolve a motricidade da criança, visando ao conhecimento e ao domínio do seu próprio corpo.
De acordo com Le Boulch (1987, p.11), ―... A educação psicomotora deve ser considerada como
uma educação básica para a escola. Para ele, a aquisição específica da escrita, particularmente
complexa, exige que se eduque antes, um aprendizado motor. O trabalho psicomotor tem como
objetivo proporcionar motricidades espontâneas, coordenadas e rítmicas, e poderá caracterizar-se
como uma excelente maneira de evitar os problemas de disgrafia. As escolas devem fazer uma
reflexão sobre o espaço dado ao movimento em todos os momentos da rotina diária, ao incorporar
os vários significados que lhes são atribuídos. De acordo com nossos estudos, até o momento,
podemos concluir que a dimensão psicomotora é de extrema relevância para o desenvolvimento
global da criança, influenciando, inclusive na construção da personalidade e da inteligência. Desta
forma, podemos refletir sobre a teoria e a prática, favorecendo a ação pedagógica, bem como o
aprimoramento do nosso trabalho com os alunos do ensino fundamental.
Palavras-chave: Psicomotricidade. Ensino Fundamental. Alfabetização.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES
63
PSICOMOTRICIDADE PARA CRIANÇAS DE 0 A 3 ANOS: UMA CONTRIBUIÇÃO
PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Maria Vitória da Silva - Professor fundamental I, FSA curso de Pedagogia PARFOR [email protected]
Maria Angélica Constante dos Reis - Educadora Infanto Juvenil, FSA curso de Pedagogia
PARFOR - [email protected]
PARFOR
Introdução:A psicomotricidade é considerada como a base para o desenvolvimento motor das
crianças de 0 a 3 anos, levando a criança a tomar consciência de si e do meio em que vive,
portanto o pedagogo deve orientar o professor, sobre a importância da psicomotricidade para a
Educação. Justificativa:A importância de se estudar a temática da Psicomotricidade na Educação,
em especial na pedagogia, se dá pelo conhecimento do processo de desenvolvimento psicomotor,
principalmente na primeira infância (0 a 3 anos). Esse período é fundamental para a formação
integral de base indispensável a toda criança, reconhecendo que o movimento é um suporte que
ajuda a criança adquirir o conhecimento do mundo que a rodeia através de seu corpo, de suas
percepções e sensações. Objetivos: Objetivo Geral: Identificar de que forma a psicomotricidade
pode contribuir para o desenvolvimento motor da criança de 0 a 3 anos. •Objetivo Específico: Como
o pedagogo pode utilizar desta prática na educação infantil. Metodologia:O presente trabalho
abrange a pesquisa bibliográfica sobre a temática da psicomotricidade nas teorias já consagradas
e no levantamento de artigos científicos tais como: Scielo, periódicos CAPES.
Palavras-chave: Psicomotricidade. Psicomotricidade na Educação Infantil. Crianças entre 0 e 3
anos.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
64
TDAH
Edineusa Alves de Souza Pereira - Edineusa Alves de Souza Pereira, FSA, Colegiado de
Pedagogia - [email protected]
PARFOR
Introdução: Este estudo terá como tema o TDAH - Transtorno de deficit de atenção e hiperatividade
que atualmente é percebido em algumas crianças nas escolas. Educar uma criança com este
transtorno é uma tarefa que exige muita paciência e dedicação e acima de tudo conhecimento.
Objetivo: Realizar estudos sobre o transtorno de deficit de atenção e Hiperatividade TDAH, com
vista a identificar atividades para o professor de ensino fundamental aplicar nos alunos com este
quadro. Resultado e discussão: O transtorno de deficit de atenção surgiu em 1980 no DSM- III. É
fundamentalmente clinico sendo diagnosticado somente por um grupo de profissionais já
especializado como neuropediatra e psicólogos. este estudo esta em fase de pesquisa bibliográfica
que resultara no trabalho de conclusão de curso. Justificativa: Estudar este tema é importante para
a formação dos professores. Porque possibilita o conhecimento de um transtorno e da
aprendizagem da criança. Método: Utilizaremos pesquisa bibliográfica para obter conhecimento
sobre o tema, pesquisa documental para obetr dados disponíveis nas Diretrizes Curriculares
Nacionais explorar, informações e aprofundar conhecimento sobre o tema.
Palavras-chave: TDAH. Educação. Hiperatividade.
Apoio: Fundação Santo André.
65
PROGRAMA PIBID - BIOLOGIA
ATIVIDADES DA ESCOLA ESTADUAL LAURO GOMES DE ALMEIDA
Alyne Riani Moreira - Aluno Ciências Biológicas Licenciatura Metodista [email protected]
Echilyn Martins - Aluno Ciências Biológicas Licenciatura Metodista [email protected]
Juliana Diniz de Sousa - Aluno Ciências Biológicas Licenciatura Metodista [email protected]
Maiara Farinos Azzolini - Aluno Ciências Biológicas Licenciatura Metodista - Maiara
Farinos Azzolini
Izabele de Paula Cianciulli - Aluno Ciências Biológicas Licenciatura Metodista [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
O PIBID é o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência criado pela CAPES e tem o
objetivo de incentivar a formação de professores, especialmente através da inserção de estudantes
que optam pela carreira docente nas escolas públicas. O projeto visa proporcionar uma revolução
na metodologia tradicional de ensino através da união de futuros professores com docentes de
maior experiência profissional. das atividades desenvolvidas, os alunos bolsistas conseguem
entender melhor as necessidades e carências tanto dos alunos quanto dos professores, devido à
vivência da realidade escolar. Através do projeto, várias ações foram geradas, entre elas,
reconhecimento da sala de aula, através de observações e monitoria de aulas como auxilio em
atividades propostas pelo professor e esclarecimento de dúvidas que surgiram em determinados
momentos. Com estas atividades, coletamos dados para realização do jogo didático, principal
atividade do subprojeto do curso de Ciências Biológicas da universidade Metodista de São Paulo. A
produção do jogo foi toda realizada pelos bolsistas com constante orientação tanto do professor
supervisor como do professor coordenador. Também foram montadas e aplicadas sequências
didáticas, de acordo com o tema do jogo, para facilitar a assimilação dos conteúdos pelos alunos.
Através de todas as atividades realizadas e através de observações no ambiente escolar ficou
estabelecido que o jogo seria sobre os sistemas do corpo humano, visto que existia uma grande
defasagem e até mesmo uma falta de compreensão dos conteúdos. Após os alunos terem
concluído a atividade proposta, foi aplicado um questionário onde eles puderam analisar o jogo.
Também foi aplicada uma avaliação sobre o conteúdo do jogo. Visto que é de extrema importância
a brincadeira para o desenvolvimento psicológico, social e cognitivo da criança e do jovem. As
atividades lúdicas preparam a criança para o desempenho de papéis sociais, para a compreensão
do funcionamento do mundo, para demonstrar e vivenciar emoções. As crianças e os jovens ficam
mais motivados a usar a inteligência, pois querem jogar bem, sendo assim, esforçam-se para
superar obstáculos, tanto cognitivos quanto emocionais. Estando mais motivadas durante o jogo,
ficam também mais ativas mentalmente. O jogo é como promotor da aprendizagem e do
desenvolvimento passa a ser considerado nas práticas escolares como importante aliado para o
ensino, já que colocar o aluno diante de situações lúdicas como jogo pode ser uma boa estratégia
para aproximá-lo dos conteúdos culturais a serem veiculados na escola. Os resultados gerados
foram tabulados, e com isso observou-se que o resultado foi positivo, uma grande porcentagem
indicar qual é a %, uma vez que vocês tem esses dados tabuldados. dos alunos gostaram do jogo
e acharam mais fácil aprender os conteúdos da disciplina através de jogos e brincadeiras. Apoio:
Capes/ Pibid/ UMESP/ SEE-SP.
Palavras-chave: Jogos didáticos. Sequência didática. Docência.
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Apoio: CAPES.
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BATALHA DOS VÍRUS
Daiane de Souza - Graduação, FSA, Curso de Biologia - [email protected]
Roseli Corazzini - Coordenadora e Professora, FSA, Colegiado de Biologia [email protected]
Samantha Sagioro - Supervisora, PIBID-Biologia, FSA, Curso de Biologia [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
Introdução: A palavra vírus é originária do latim e significa toxina ou veneno. O vírus é um
organismo biológico com grande capacidade de multiplicação, utilizando para isso a estrutura de
uma célula hospedeira. É um agente capaz de causar doenças em animais e vegetais. Um vírus
sempre precisa de uma célula para poder replicar seu material genético, produzindo cópias da
matriz. Portanto, ele possui uma grande capacidade de destruir uma célula, pois utiliza toda a
estrutura da mesma para seu processo de reprodução. Podem infectar células eucarióticas (de
animais, fungos, vegetais) e procarióticas (de bactérias). Devido ao uso da maquinaria das células
do hospedeiro, os vírus tornam-se difíceis de matar. As mais eficientes soluções médicas para as
doenças virais são, até agora, as vacinas para prevenir as infecções, e drogas que tratam os
sintomas das infecções virais. Objetivos: Através do jogo, compreender as interações existentes
entre os organismos, reconhecendo o mecanismo de transmissão de doenças causadas por
vírus.Reconhecer os diferentes tipos de vírus e suas consequências em nosso organismo. Discutir
a importância das vacinas como forma de prevenção de algumas doenças. Metodologia: O jogo foi
aplicado na quadra da escola E.E Padre Agnaldo Sebastião Vieira, com 20 alunos do 1º ano do
Ensino Médio. Foram montadas duas equipes, onde metade era o time representando os vírus e a
outra metade representava sua forma de prevenção (vacina). Foram entregues 2 bolas, uma para
cada time; Os participantes transmissores do vírus tinham como objetivo jogar a bola para o lado
oposto da quadra e acertar o adversário saudável , desse modo ele infectaria o adversário; Os
participante preventivos da outra equipe tinha como objetivo impedir que a bola arremessada por
transmissores atingisse os seus jogadores saudáveis, e contra-atacar com os jogadores da
vacinação. A equipe vencedora foi a que terminou o tempo de jogo com o maior número de
jogadores na quadra. Considerações: Com a realização desta oficina, foi possível reconhecer o
mecanismo de transmissão de diferentes doenças causadas por vírus e suas consequências em
nosso organismo. Com a participação dos alunos, foi possível a compreensão sobre a importância
das vacinas e medidas preventivas.
Palavras-chave: Vírus. Prevenção. Vacinas.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
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CORTINA BIOQUIMICA DOS ALIMENTOS
Julia Alessio da Silveira - aluna,FSA,Graduação em Ciências Biológicas [email protected]
Diogo Morige - Aluno,Graduação,FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Teresa Cristiane Piccinin Parruca - aluna,Graduação,FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Tawany Ravanelli Russo - aluna,Graduação,FSA,Curso de Ciencias Biologicas [email protected]
Roseli Corazzini - Professora,FSA,Colegiado Ciencias Biologicas [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
Introdução Tratar a questão da alimentação sob diferentes aspectos: hábitos alimentares, a
ausência de doenças e condições de vida das populações tem sido um desafio para os
educadores. A pesquisa realizada por Corazzini et al. (2011) intitulada Hábitos de vida e risco
potencial para diabetes em estudantes de escolas públicas da região do ABC, São Paulo, teve
como objetivo identificar potenciais fatores de risco para a diabetes tipo II, conhecendo os hábitos
de vida e alimentares dos adolescentes do Ensino Médio da rede pública da região da Grande
ABC. A pesquisa foi baseada no levantamento de dados por meio de um questionário e do cálculo
do IMC dos participantes. Dados dos 900 alunos participantes: apenas 27,5% tomam café da
manhã, 65% não consomem frutas e verduras, 23% frequentam rede de fast food, 31% consomem
bebidas alcoólicas, 48,5% possuem diabéticos na família, 36,5 % possuem obesos na família, 59%
realizam atividades físicas e 75% assistem TV e usam o computador. Objetivos Promover
campanha educativa na escola, relacionada a hábitos de vida saudáveis a fim de prevenir agravos
à saúde e promover o bem-estar. Construir de forma lúdica uma cortina de bioquímica de
alimentos, com ênfase na quantidade de açúcar presentes em alimentos consumidos por
adolescentes. Material e Métodos Utilizar o filme Muito além do peso como agente disparador das
discussões sobre hábitos de vida e risco potencial para diabetes II, obesidade e hipertensão.
Realizar aula expositiva sobre os tópicos da tabela nutricional e os valores diários recomendados.
Solicitar que cada aluno traga, para próxima aula, embalagens de alimentos preferencialmente
consumidos por eles (bolachas, salgadinhos, doces, refrigerantes etc.). Utilizar sache de açúcar e
sal, de uso comercial, a fim de demonstrar a quantidade aos alunos. Calcular a quantidade total de
açúcares presente nas diferentes embalagens de alimentos. Pesar, na balança, o valor encontrado
de açúcar e colocar em pequenos saquinhos. Fazer quatro furos no papelão, um em cada canto, e
prender a embalagem e o saquinho com a quantidade de açúcar presente naquele alimento.
Utilizar o barbante para prender outro papelão e construir, de forma coletiva, a cortina bioquímica
de alimentos. Resultados A construção da cortina propiciou um debate reflexivo sobre hábitos
alimentares estilo de vida. Observou-se que 48% dos alunos consomem produtos industrializados,
como bolachas, chocolates etc. 1 ou 2 vezes por dia, 27% 3 ou 4 vezes por dia, 21% 5 ou mais
vezes por dia bolachas, salgadinhos. Além disso, 27% dos alunos possuem histórico familiar de
doenças relacionadas a hábitos alimentares inadequados. Os alunos apresentaram dificuldades
nos cálculos matemáticos (regra de três simples). O sucesso foi alcançado utilizando o método de
soma. Alguns alunos relataram mudanças de hábitos alimentares após a participação na oficina. A
cortina foi apresentada na mostra cultural da EE Dr. Fausto Cardoso Figueira de Melo. Conclusões:
Ao discutir a inserção de conteúdos relacionados à ciência e tecnologia, alunos bolsistas PIBID
entenderam que devem estar dispostos a rever as concepções tradicionais de ensinoaprendizagem. É importante estar preparado para enfrentar dificuldades de alfabetização e ter
habilidade para preparar atividades desafiadoras. A dificuldade encontrada pelos alunos sujeitos da
oficina reitera que o ensino disciplinar fragmentado não consegue suprir a resolução de problemas
e de estimativas, não propicia investigar, analisar e propor soluções para o desenvolvimento da
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autonomia, da construção do conhecimento e da pesquisa, e não instrumentaliza o aluno para a
inserção no mundo do trabalho.
Palavras-chave: Má alimentação. Alunos. Escola estadual.
Apoio: CAPES.
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DINÂMICA “FLUTUAÇÃO DAS POPULAÇÕES” – TRABALHANDO ECOLOGIA COM
ALUNOS DO ENSINO MÉDIO
Ana Paula Illi - Professor-supervisor, PIBID-Biologia, EE Profª Cristina Fittipaldi [email protected]
Daiane Pedrosa de Lima - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Elaine Alves da Silva - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Jamile Leite Rebouças - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Rodolpho Rodrigues - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
Introdução: O currículo da Primeira Série do Ensino Médio inclui o estudo das relações entre os
seres vivos dentro de uma cadeia alimentar. Porém é um desafio para professores trabalhar este
tema sem fazer uso dos métodos tradicionais e de maneira que se forme um conhecimento
significativo para os alunos. Pensando nisso, alunos-bolsistas do Programa Institucional de Bolsa
de Iniciação à Docência (PIBID) aplicaram uma atividade prática com o tema ―Flutuação das
Populações‖ em uma turma da primeira série do Ensino Médio. Nesta atividade os alunos
simularam as relações entre populações de produtores e consumidores por meio de um jogo, em
que representaram papéis de plantas, coelhos e jaguatiricas. Após a dinâmica, realizada na quadra
da escola, os alunos organizaram os dados obtidos em tabelas e gráficos para análise. Esta
atividade simples, além de despertar o interesse dos adolescentes, permitiu o trabalho
interdisciplinar, uma vez que utiliza a Matemática para entender fenômenos biológicos. A atividade
foi realizada na Escola Estadual Cristina Fittipaldi, em Santo André, e contou com a participação de
24 alunos. Objetivos: Identificar oscilações e flutuações no crescimento de populações de plantas,
herbívoros e carnívoros, relacionados através do alimento; Perceber que o predador regula o
crescimento da população de presas e esta, por sua vez, regula o crescimento de predadores;
Aprender a organizar dados em gráficos e fazer sua leitura. Materiais e métodos: A atividade
consistiu em uma dinâmica realizada na quadra da escola, em que os alunos representam os
elementos da cadeia alimentar. Para facilitar, os alunos foram identificados por meio de cartões
coloridos (verde para plantas, vermelho para predadores e amarelo para herbívoros). A missão dos
carnívoros era capturar herbívoros, e dos herbívoros era capturar plantas. No início de cada rodada
a quantidade de elementos de todas as populações era anotada. Ao finam de 14 rodadas, os
dados obtidos foram organizados em um gráfico. Por meio de questões os gráficos foram
analisados.Resultados: A partir da correção dos questionários percebeu-se que os alunos têm
muita dificuldade na interpretação de gráficos e tabelas. Porém, a influência de uma população
sobre a outra ficou clara para a maioria dos participantes, provavelmente porque eles puderam ver
o que acontecia quando uma população apresentava muitos elementos e a consequência disso
nas demais populações. Considerações: Este tipo de atividade, que envolve a participação ativa
dos estudantes, demonstrou ser efetiva na fixação dos conteúdos. Além disso, ficou demonstrada a
importância de se trabalhar a interdisciplinaridade, especialmente com a Matemática, que é
importante ferramenta para todas as Ciências, mas que ainda representa uma dificuldade para a
maioria dos alunos. A escola deveria habilitar as pessoas para várias competências, por meio de
habilidades, um conjunto de referências que, naquele momento, representam a natureza da
estrutura social.
Palavras-chave: Ensino Médio. Ecologia. Cadeia alimentar.
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Apoio: CAPES.
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DISSECÇÃO DE CORAÇÃO DE GALINHA
Diego Martinez Garcia - Graduação, FSA, Curso de Biologia [email protected]
Samantha Sanches de Carvalho - Graduação, FSA, Curso de Biologia [email protected]
Roseli Corazzini - Coordenadora e Professora, FSA, Colegiado de Biologia [email protected]
Samantha Sagioro - Supervisora, PIBID-FSA, Curso de Biologia [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
Introdução: O coração das aves e dos mamíferos tem quatro cavidades: dois átrios e dois
ventrículos, sendo chamado de tetracavitário. A circulação é fechada e dupla completa. A diferença
entre o coração das aves e dos mamíferos é que a artéria aorta das aves, que encaminha o
sangue arterial para o corpo, é curvada para o lado esquerdo do coração. A circulação se divide
em duas etapas: a grande circulação ou sistêmica, que será a partida do sangue arterial do
coração para o corpo e depois à volta, como sangue venoso, para o coração, ou seja, coração –
corpo, corpo – coração, e a pequena circulação ou pulmonar, que será o envio do sangue venoso
contido no coração, este vindo do corpo, para o pulmão, onde ocorrerá a hematose, e depois o
transporte do sangue arterial até os pulmões, ou seja, coração – pulmão, pulmão – coração.
Objetivos: A oficina ―Dissecção de coração de galinha‖ tem como objetivo proporcionar aos jovens
de escolas públicas a experimentação de uma aula prática realizada em laboratório, permitindo a
visualização das estruturas do coração de galinha, comparando as estruturas observadas com as
do coração humano estudadas em sala. Metodologia: A oficina foi realizada com os alunos de
ensino médio do período noturno da Escola Estadual Padre Agnaldo Sebastião Vieira, em Santo
André. A primeira etapa consistiu na leitura de um resumo sobre a temática ―Sistema Circulatório‖
entregue aos alunos antes da prática. Seguimos com uma breve explicação, onde foram utilizados
esquemas desenhados em lousa. Na etapa seguinte levamos os alunos ao laboratório onde kits
contendo os materiais básicos para dissecção estavam dispostos em cada bancada. Os estudantes
foram divididos em grupos e deu-se inicio as instruções sobre o método correto de
dissecção.Considerações: A experimentação tem importante papel na construção do conhecimento
científico dos alunos. Por meio do contato com materiais de estudo reais, os alunos perceberam os
métodos e as dificuldades que estão presentes no contexto de uma pesquisa científica. Dissecar
um coração após discussões a respeito da morfologia do músculo cardíaco e da visualização de
diversos desenhos e imagens, contribui para a compreensão anatômica e ajuda a entender melhor
o funcionamento do órgão, assim como a identificação das estruturas que o compõem. O uso de
um coração animal proporciona a oportunidade de comparar as diferenças e similaridades entre os
órgãos humano e animal. O coração das galinhas, e de todas as aves, são morfologicamente
iguais aos corações dos mamíferos. A única diferença morfológica significativa é a posição da
artéria aorta, que está curvada para a direita nas aves e para a esquerda nos mamíferos. A
possibilidade de trabalhar com um material que pode ser facilmente manipulado pelos alunos e
obtido em qualquer supermercado por um preço bastante acessível são motivos que levam a crer
que o coração de galinha é um melhor objeto para estudos anatômicos no laboratório que outros
comumente utilizados (exemplo: coração de boi).
Palavras-chave: Músculo cardíaco. Coração das aves. Estudos anatômicos.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
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DNA EM ORIGAMI
Roseli Corazzini - Roseli Corazzini, FSA, Colegiado de Ciências Biologicas [email protected]
Lilian Texeira Cardoso - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biologicas [email protected]
Natália Montanari de Oliveira - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biologicas [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
Introdução: Um dos grandes marcos da biologia no século XX foi a descrição de uma estrutura de
ferro e madeira, imitando uma hélice dupla usada pelos biólogos James Watson e Francis Crick.
Esse trabalho tinha como objetivo demonstrar como é a forma da molécula de DNA. O origami de
DNA é um recurso barato e pode ser usado como uma ferramenta didática no ensino da estrutura
do DNA. Dessa forma, é possível estudar características da estrutura do DNA como: cadeias em
dupla hélice; o esqueleto hidrofílico composto por desoxirribose e fosfato no exterior da molécula
(esqueleto açúcar-fosfato); as bases nitrogenadas (hidrofóbicas) para o interior da molécula; os
emparelhamentos específicos das bases em função do número de pontes de hidrogênio entre as
bases (Adenina sempre emparelha com Timina, formando duas pontes de hidrogênio e Citosina
sempre emparelha com Guanina com três pontes de hidrogênio); as fitas são anti-paralelas,
enquanto uma fita está em sentido 5‘–3‘ a outra está no sentido 3 ‘-5‘. Os conceitos apresentados
podem servir como um reforço para os conteúdos encontrados nos livros didáticos. Objetivo:
Compreender as ligações da estrutura do DNA. Materiais e Métodos: Divisão de grupos para
distribuir os elementos utilizados,assim os grupos ficarão responsáveis pela divisão e montagem do
material sendo que cada integrante do grupo possui seu próprio origami. Foi usado lápis de cor , o
origami e a tesoura.Após a montagem do Origami, as Alunas do PIBID montaram móbile com as
dobraduras de origami. Resultados: Os alunos mostraram mais interesse em aprender a estrutura
de DNA e além de ter ajudado em atividades realizadas com o Professor em sala de aula.
Considerações: A atividade de DNA, trouxe conhecimento para os alunos e envolvimento com os
alunos bolsistas, proporcionando uma forma bem simples, barata e didática no ensino, e dessa
forma foi possível estudar características como: cadeias em duplas hélices, o esqueleto hidrofolico,
as bases nitrogenadas, os emparelhamentos específicos das bases, sendo que, Adenina sempre
emparelha com Tinina formando duas pontes de hidrogênio e Citosina sempre emparelha com
Guanina com três pontos de hidrogênio, esse conceitos apresentados podem servir como reforço
para os conteúdos dos livros didáticos e as informações passadas pelos educadores.
Palavras-chave: Estrutura de DNA. Origami de DNA. Interesse e apredizagem.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
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EXTRAÇÃO DO DNA DO MORANGO
Priscila Galhardo Brito - Graduação, FSA, Curso de Biologia - [email protected]
Daiane de Souza - Graduação, FSA, Curso de Biologia - [email protected]
Roseli Corazzini - Coordenadora e Professora, FSA, Colegiado de Biologia [email protected]
Samantha Sagioro - Supervisora, PIBID-FSA, Curso de Biologia [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
Introdução: O DNA (ácido desoxirribonucléico) é uma macro- molécula orgânica que contém as
informações genéticas e está presente nos seres vivos. Esta molécula carrega as informações
básicas para a formação de um ser vivo e permite a sua reprodução. Para que o processo de
extração do DNA ocorra, é necessário o rompimento da membrana plasmática e do envoltório
nuclear. Esse procedimento é possível com o uso de detergentes que afetam as interações entre
lipídios e proteínas. Após o rompimento das membranas, o conteúdo celular fica exposto (em
suspensão), sendo extraídas as moléculas de DNA por meio da centrifugação do composto, em
presença de solventes orgânicos (ex.: álcool) e íons (ex.: NaCl). Objetivos: A oficina Extração do
DNA do Morango têm como principal objetivo promover uma aula mais dinâmica e facilitar a
assimililação do conteúdo estudado, visualizando a estrutura do DNA de maneira isolada.
Metodologia: A oficina foi aplicada em 25/09/2013, na Escola Estadual Padre Agnaldo Sebastião
Vieira, aos 18 alunos do 3ºA do Ensino Médio. Eles se dividiram em grupos de três integrantes, e o
experimento foi iniciado: Retirar os cabinhos verdes de 2 morangos; Colocar os morangos dentro
de um almofariz e macerá-los com o pistilo até obter uma pasta quase homogênea; Transferir a
pasta de morango para um Becker; Em outro Becker, preparar a solução de Lise: misturar 150 ml
de água, uma colher(sopa) de detergente e uma colher (chá) de sal de cozinha; Mexer bem como
bastão de vidro, porém devagar para não fazer espuma; Misturar cerca de 1/3 da solução de lise
com o macerado de morango. Colocar 2 dedos do líquido em um tubo de ensaio. Despejar
delicadamente no tubo (pela parede do mesmo), sobre a solução, dois volumes de álcool gelado.
Não misturar o álcool com a solução. Aguardar cerca de 3 minutos para o DNA começar a
precipitar. Considerações: Desenvolver este experimento garantiu o sucesso do conteúdo
aplicado em sala, uma vez que a participação de todos foi efetiva. Pôde-se perceber que
determinados alunos se interessam pelo tema proposto e, à partir da experiência, sentem-se
impulsionados à aprimorarem seus conhecimentos, mesmo fora do ambiente escolar
Palavras-chave: DNA morango. Ácido desoxirribonucleico. Conteúdo celular.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
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HORTA SUSTENTÁVEL
Juliana Rissaldo - Graduação, FSA, Curso de Biologia - [email protected]
Nikolas Vasconcelos - Graduação, FSA. Curso de Biologia - [email protected]
Laura Brasil - Graduação, FSA, Curso de Biologia - [email protected]
Roseli Corazzini - Coordenadora e Professora, FSA, Colegiado de Biologia [email protected]
Samantha Sagioro - Supervisora, PIBID-FSA, Curso de Biologia [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
Introdução: A biologia, ciência que estuda a vida de forma geral, desperta cada vez mais a
curiosidade das pessoas, para a tecnologia e o saber científico. Fazer uso de atividades práticas
para despertar o interesse, principalmente do jovens tem se tornado comum, pois aguça a
curiosidade e ajuda a desenvolver o senso crítico e competitivo dos alunos, fazendo com que a
aula seja interessante de modo que os alunos absorvam o conhecimento. Atividades relacionadas
com o uso de solo, tais como revolver a terra e plantar, não só despertam a criatividade dos alunos
como representam uma forma saudável de aprendizado, o que desperta interesse nos alunos em
preservar o meio ambiente. Objetivos: Contribuir para a formação de hábitos alimentares
saudáveis; Incentivar a produção e manutenção de horta doméstica; Conscientizar sobre a
importância de preservar o ambiente. Metodologia: A oficina foi realizada com aproximadamente 30
alunos do ensino médio, como parte do projeto de incentivo de iniciação à docência. A oficina foi
aplicada na escola participante do projeto E.E. Pe. Agnaldo Sebastião Vieira, localizada na Vila
Guiomar em Santo André/SP , no ano de 2013. A oficina teve duração de aproximadamente 2
horas totais, realizadas em dias diferentes. Primeiramente foi realizada uma contextualização sobre
a importância de uma alimentação saudável, e quais suas vantagens. Os alunos também tiveram
uma apresentação sobre como fazer e manter uma horta doméstica com materiais de baixo custo.
Para a confecção da horta, os alunos foram divididos em grupos de 3 alunos cada. Cada grupo
escolheu que semente plantar e começou enchendo as garrafas com terra de jardim. Depois
afofaram a terra e enterraram suas sementes. Para finalizar, a horta serpente foi regada e
pendurada em local previamente escolhido. Considerações: Com este projeto os alunos tiveram a
oportunidade de aprender técnicas de plantio e manejo de hortas orgânicas, como ter uma
alimentação saudável gastando pouco, boas práticas ambientais, a importância de se preservar o
meio ambiente e como se deve preservar. Atividades lúdicas, promovem a interação e respeito
mútuo entre os alunos, despertando o interesse e criatividade. O conteúdo dado em sala de aula é
melhor compreendido pelos alunos e o interesse pelo saber científico se torna maior.
Palavras-chave: Horta sustentável. Práticas ambientais. Produção de horta doméstica.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
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MICROSCÓPIO CASEIRO COM UTILIZAÇÃO DE RAIO LASER
Fabio Julio Favero - Graduação, FSA, Curso de Biologia - [email protected]
Danilo Schaefer - Graduação, FSA, Curso de Biologia - danilo.sabbath@hotmail com
Roseli Corazzini - Coordenadora e Professora, FSA, Colegiado de Biologia [email protected]
Samantha Sagioro - Supervisora, PIBID-FSA, Curso de Biologia [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
Introdução: O raio laser é um tipo de radiação eletromagnética visível a olho nu. A palavra LASER
é uma sigla formada a partir da definição Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation,
ou seja, Amplificação da Luz por Emissão Estimulada por Radiação‖ O raio laser é formado por
partículas de luz (fótons) concentradas e emitidas em forma de um feixe contínuo. Para fazer isso,
é preciso estimular os átomos de algum material a emitir fótons. Essa luz é canalizada com a ajuda
de espelhos para formar um feixe. Graças as suas características únicas o raio laser pode ser
utilizado também para amplificação de alguns materiais biológicos, como plantas e animais,
utilizando um microscópio caseiro é possível observar estes materiais. O princípio físico desse
microscópio é simples: a gota d‘água funciona como uma lente esférica a qual recebe a luz do laser
e como em uma lente biconvexa, faz os raios convergirem e depois se dissiparem, projetando uma
imagem na parede. Como os micro-organismos da água estão na passagem dessa luz, acabam
sendo reproduzidos em tamanho gigante. A imagem pode ser aumentada em até 1.000 vezes caso
a distância entre a gota d‘água e a fonte do raio laser estiver a uma distância de 2 metros. Objetivo:
Confeccionar e utilizar um microscópio caseiro para ampliação e observação de materiais
biológicos para alunos do ensino médio na escola E.E. Padre Agnaldo Sebastião Vieira.
Metodologia: Foi coletado 200mL de água doce de um lago no Centro Universitário Fundação
Santo André, o qual foi acondicionado em um aquário com capacidade para 6L. Foram adicionados
mais 200 mL de água limpa e folhas de acelga, as quais ficaram imersas por uma semana para
que ocorresse a multiplicação dos protozoários. Foi utilizada uma seringa com capacidade para 50
mL, a qual continha o meio de cultura, e esta foi apoiada entre dois copos americanos. O êmbolo
da seringa foi pressionado para que formasse uma gota d‘água em sua extremidade. O laser foi
apoiado em um suporte de madeira de forma que seus raios coincidissem com a gota d‘água, a
qual desta forma projetou a imagem dos protozoários e outros micro-organismos que se
desenvolveram no meio de cultura em uma tela própria para retroprojeção. Considerações: A
realização desta oficina permitiu que os alunos pudessem aprender a confeccionar um
microscópio caseiro observando micro-organismos microscópicos presentes em uma gota d‘água,
e posteriormente a projeção com a utilização do microscópio caseiro. Os alunos puderam
comparar os micro-organismos observados na tela de retroprojeção com os micro-organismos
presentes no mesmo meio de cultura em microscópio óptico.
Palavras-chave: Microscópio caseiro. Raio laser. Micro-organismos.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
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OS PLANETAS DO SISTEMA SOLAR
José Luis Laporta - Professor, CUFSA, Curso de Ciências Biológicas, [email protected]
Cristina Polese - Professora, EE João Ramalho, Disciplina de Ciências,
[email protected]
Mayara Ledier de Azevedo - Graduação, Curso de Ciências Biológicas, bolsista Pibid
Vinicius Damasceno - Graduação, Curso de Ciências Biológicas, bolsista Pibid
PIBID - BIOLOGIA
Introdução. O Sistema Solar é composto por uma estrela chamada Sol, oito planetas e outros
astros menores. O Sol é a estrela que está mais próxima de nós e é a nossa fonte de luz,
fundamental para a vida na Terra.Os planetas são astros que não produzem luz . Nós os vemos
porque eles são iluminados pelo Sol e refletem a luz que recebem. Eles se diferenciam nos
tamanhos, na localização em relação a distância ao Sol, na composição atmosférica, rotação,
translação, temperatura e satélites.Além dos planetas, os asteroides, cometas e outros astros
menores também giram ao redor do Sol. Existem também planetas muitos pequenos que fazem
parte de outro grupo, como é o caso de Plutão, que foi denominado em 24 de agosto de 2006,
planeta anão. Material e métodos. Os materiais utilizados foram: papel pardo, lápis de escrever,
régua, borracha, tesoura. Utilizar lápis de cor, cola colorida, giz de cera, trena e giz de lousa. Os
alunos foram distribuídos em oito grupos e cada grupo ficou responsável por representar um
planeta. Eles receberam uma cartela contendo as informações gerais sobre o seu planeta e
utilizando o papel pardo construíram os planetas conforme a escala. E responderam um
questionário sobre o seu astro. Com o modelo do planeta pronto e a cartela em mãos, o grupo
calculou a distância do seu planeta em relação ao Sol usando uma escala adequada e utilizando
uma trena fornecida pelo professor. Depois, interagiram com as respostas que deram no
questionário aplicado na sala de aula, cada grupo explicando sobre o seu astro. Resultados. O
resultado foi muito bom, pois os alunos conseguiram entender a disposição dos Astros, noções de
escala, raio e diâmetro. Também foi ótimo o resultado da confecção dos planetas, pois os alunos
foram criativos e caprichosos. Considerações. Para a compreensão dos alunos, foi necessário um
planejamento de aula bem detalhado, pois eles estavam com dificuldade para compreender o
tamanho do sistema solar, e com a ajuda dos Professores, conseguimos elaborar uma aula bem
criativa, onde os alunos se interessaram e aprenderam o conteúdo de uma forma diferente do
método tradicional.
Palavras-chave: Sistema Solar, planetas, escala.
Apoio: CAPES.
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PIBID NO CURSO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA –
ATIVIDADES DA ESCOLA ESTADUAL CYNIRA PIRES DOS SANTOS ENSINO FUNDAMENTAL
Roberta Geraldi Aniceto Rodrigues - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Ariadne Gomes da Silva Vitor - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas ariadne_silva [email protected]
Karen Maiara Aparecida Sato - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Kátia Elisabete da Silva - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Suelen Tavares Momente - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
Um problema considerável no método de ensino-aprendizagem tradicional é saber se o aluno é
capaz de adquirir conhecimentos apenas com aulas expositivas, focadas nos livros cedidos pelos
órgãos de ensino. O Pibid, através do subprojeto do curso de Ciências Biológicas da Umesp,
trouxe para as escolas estaduais alunos de graduação das licenciaturas para pesquisar as dúvidas
mais frequentes dos alunos e, baseadas nelas, criar jogos de baixo custo para uma efetiva
aplicação nas salas de aulas, bem como métodos não convencionais para o aluno relacionar o
conteúdo com o seu cotidiano. O presente trabalho foi desenvolvido na Escola Estadual Professora
Cynira Pires dos Santos, localizada no Município de São Bernardo do Campo, São Paulo, com 70
(setenta) alunos do Ensino Fundamental II. Com relação aos métodos não tradicionais foram
desenvolvidas diversas atividades, tais como, extração de DNA de morango, preparação de
lâminas para observação de micro-organismos presentes em água suja coletada na própria escola
pelos alunos, aula sobre a formação das rochas, origem do universo e uso correto do laboratório biossegurança. Foram utilizadas diferentes metodologias, como aulas práticas, uso de sala
multimídia, modelos didáticos e cartazes. Todos os trabalhos são observados e auxiliados pelo
professor supervisor, cujo objetivo foi avaliar o interesse e a participação dos alunos durante a
aplicação dos jogos e sua consequente funcionalidade como método de ensino-aprendizagem.
Para a aplicação do jogo, denominado ―A Questão é...‖, foram ministradas 4 aulas sobre a matéria
de microorganismos, divididas em 4 tópicos: vírus, bactérias, protozoários e fungos. Cada tópico foi
ministrado por um aluno da graduação com a utilização de vídeos, cartazes, modelos e aulas
práticas no laboratório. Os resultados que foram obtidos através de um questionário entregue aos
alunos indicam que o jogo mostrou-se uma ferramenta que permitiu estimular o raciocínio,
facilitando a aprendizagem e maior interação entre eles. As aulas expostas com maior dinamismo e
auxílio de materiais alternativos, não comuns às práticas de ensino, propiciaram o desenvolvimento
do raciocínio crítico, fazendo com que o aluno passasse a ser um indivíduo pensante e mais
interessado.
Palavras-chave: PIBID. Jogos. Ciências Biológicas.
Apoio: CAPES.
79
PIBID NO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA - ATIVIDADES DA
ESCOLA ESTADUAL “PROFESSORA CYNIRA PIRES DOS SANTOS" ENSINO MÉDIO
Angelo Henrique Bevilacqua Moreira - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Bruno Malito - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas - [email protected]
Lorrane Jamille Santana Oliveira - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Tamiris Cristina Vicário Móia - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Taynara Melo Amorim Santos - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
A Educação Básica necessita com urgência focar seus objetivos para a construção de um saber
autônomo, para que o indivíduo se mostre capaz de analisar, criticar e organizar o conhecimento
permitindo que este viva e conviva no ambiente com conhecimentos que foram construídos. O
PIBID permite estabelecer vínculo e parceria do Ensino Superior com as instituições escolares,
envolvendo academicamente estudantes universitários em formação e os estudantes da Educação
Básica. O aluno bolsista é acompanhado por um professor da universidade e por um professor
supervisor na escola. Ambos o orientam quanto à execução das atividades desenvolvidas no
espaço escolar. Os objetivos deste trabalho consistem em melhorar a prática pedagógica dos
futuros professores através da pesquisa e de uma ação continuada em sala de aula e da
experiência de trabalho durante todo um ano letivo junto ao professor supervisor. As atividades
desenvolvidas pelos bolsistas da EE Cynira Pires dos Santos, com alunos do Ensino Médio foram:
ministrar aulas com diferentes conteúdos relacionados à Biologia; elaboração de jogos didáticos
aplicados seguindo uma Sequência Didática (SD) baseada no conteúdo dos jogos; utilização de
recursos como cartazes, exemplares de espécies, uso de Power Point; e a criação de atividades
que buscam a interdisciplinaridade. O interesse dos alunos em aulas com uma abordagem
diferente da tradicional é evidente. É possível observar grande respeito pelo bolsista que está
regendo aula, muito em função da idade aproximada entre eles. Avaliando os principais produtos
do trabalho, que foram o jogo e a SD, foi notório o empenho e entender do jogo, para vencer as
partidas, e quanto à SD, as aulas promoveram a interação entre todos. As avaliações mostraram
significativo aproveitamento, onde as notas dos alunos foram maiores do que aquelas verificadas
em assuntos descritos de uma forma mais tradicional. Quanto aos alunos bolsistas, puderam
colocar em prática o que aprenderam na faculdade, contextualizando o que lhes foi passado. O
aluno saíra da Faculdade tendo vivenciado o que o espera no mercado de trabalho, tendo
desenvolvido habilidades para lecionar, antes mesmo de se tornar um profissional da educação.
Contudo pode-se afirmar que o PIBID permite uma melhora substancial do aluno de licenciatura,
pois este não sai da faculdade, plenamente apto para exercer a vida docente. Enxergar o
funcionamento da escola pública antes de atuar de maneira mais incisiva na mesma, permite traçar
planos e metas para que este lugar seja transformado em local onde se contempla a Cultura e
Currículo.
Palavras-chave: Educação. PIBID. Jogos didáticos.
Apoio: CAPES-Pibid/Umesp/SEE-SP.
80
PIBID NO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA - ATIVIDADES DA
ESCOLA ESTADUAL PROFª NEUSA FIGUEIREDO MARÇAL
Daniel Ferreira Cocenza - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Tatiane Palhares - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Jaqueline Almeida - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Jeferson Pedroso - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas - [email protected]
Rodrigo José dos Santos - Graduação, UMESP, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
O curso de Ciências Biológicas da Universidade Metodista de São Paulo aderiu ao Pibid (Programa
Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência), tendo como enfoque a elaboração de jogos
didáticos e as práticas educativas diferenciadas, que são capazes de contribuir com a construção
do conhecimento, a reflexão, a crítica e a solução de problemas. A Escola Estadual Profª Neusa
Figueiredo Marçal, é umas das escolas participantes do Programa, e optou pela elaboração de um
jogo didático sobre o tema "drogas", e outros projetos paralelos, tais como a inclusão de alunos ao
cotidiano da docência e aproximação de estudantes ao universo acadêmico. Os objetivos principais
foram integrar os bolsistas à vida acadêmica, produzir outras práticas educativas e elaborar jogos
didáticos. Foi utilizada para integração à vida acadêmica, o auxílio dos bolsistas nas aulas
regulares do professor orientador, reuniões para a discussão e elaboração do jogo didático - ―Se
liga‖ - e a elaboração da sequência didática sobre o conteúdo do jogo. Também foi feito um projeto
relacionado ao petróleo, elaborando uma sequência didática utilizando de muitas dinâmicas
discutidas nas reuniões semanais. As sequências didáticas produzidas foram aplicadas em sala de
aula pelos bolsistas sempre sob acompanhamento do professor, os resultados foram tabulados e
foi elaborada uma análise crítica correspondente ao aprendizado dos alunos após a aplicação das
atividades. Com as aplicações das sequências didáticas os bolsistas ficaram mais próximos dos
recursos didáticos e também observaram um grande aprendizado por parte dos alunos. Os
bolsistas foram ao Congresso de Biólogos, realizado em Santos – SP, onde participaram de
palestras, minicursos e mesas redondas. Após o Congresso, foi elaborado um relatório das
atividades e uma análise crítica contendo as contribuições para formação dos bolsistas como
biólogos e professores. Os objetivos propostos nas atividades desenvolvidas foram alcançados
pelos bolsistas do Pibid. As atividades do Pibid tornaram a realidade escolar mais próxima,
possibilitando aos bolsistas colocar em prática o que foi aprendido durante as aulas na
Universidade, fazendo com que estejam mais preparados para o mercado de trabalho, com
diferenciais para se tornarem bons professores.
Palavras-chave: Didática. Pibid. Educação.
Apoio: CAPES/ Pibid/ UMESP/ SEE-SP.
81
PIBID NO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA METODISTA: PRATICAS
DOCENTES DESENVOLVIDAS NA ESCOLA ESTADUAL “PROF. MARIA
AUXILIADORA MARQUES”, SÃO BERNARDO DO CAMPO, SÃO PAULO
Bianca Rodrigues dos Santos - Aluna de graduação da UMESP-Metodista no curso de
Ciências Biológicas - [email protected]
Jaqueline da Silva Figueiredo - Aluna de graduação da UMESP-Metodista no curso de
Ciências Biológicas - [email protected]
Josiane de Souza Marques - Aluna de graduação da UMESP-Metodista no curso de
Ciências Biológicas - [email protected]
Kety Resende Piccelli - Aluna de graduação da UMESP-Metodista no curso de Ciências
Biológicas - [email protected]
Rosana Roberta Rodrigues - Aluna de graduação da UMESP-Metodista no curso de
Ciências Biológicas - [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), designado pelo Ministério da
Educação e gerenciado pela CAPES, está vinculado com a Universidade Metodista de São Paulo,
desde agosto de 2012. Através deste programa foi possível vivenciar, na prática, todas as rotinas
docentes. Neste período foi possível observar aulas, monitorar atividades práticas, preparar e
ministrar aulas, fechamento de notas, fóruns, leituras, discussões de textos, reuniões em grupo,
elaboração de relatórios mensais e relatório semestral, participação em conselhos de classe, Aula
de Trabalho Pedagógico Coletivo (ATPC), aplicação do jogo ―Passa ou Repassa‖ para alunos do
Ensino Médio, visita à exposição ―Guerra e Paz‖ realizada pelos alunos do Ensino Médio,
participação na I Mostra PIBID/Metodista - Ciências Biológicas, II Encontro PIBID/Metodista e
Congressos. Desta forma, os conhecimentos adquiridos na graduação foram colocados em prática
para formação de futuras docentes. O objetivo do subprojeto de Licenciatura em Ciências
Biológicas foi ensinar ciências e biologia utilizando jogos como recursos didáticos. A partir disso, foi
elaborado e confeccionado um jogo didático sobre o tema ―Água‖, para os alunos da Escola
Estadual ―Professora Maria Auxiliadora Marques‖, situada em São Bernardo do Campo, São Paulo.
O jogo possui diversas cartas, com palavras relacionadas ao tema. O aluno escolhido da sua
equipe precisa dar dicas até que o seu grupo acerte a palavra da carta, dentro de um tempo
determinado. Antes da aplicação do jogo, os alunos assistiram uma sequência de aulas para
revisão dos conteúdos, com experimentos, atividades e vídeos. Ambos foram aplicados para uma
turma do 9º Ano do Ensino Fundamental, no primeiro semestre de 2013. A avaliação sobre a
aplicação do jogo obteve mais de 90% de respostas positivas nos itens: relação entre o jogo e o
conteúdo das aulas, compreensão clara das regras do jogo, interação entre os participantes
(diversão) e adequação do jogo. A avaliação sobre a sequência didática e o jogo foi aplicada para
26 alunos. A média de nota obtida foi 4,25, sendo que 14 alunos (53%) atingiram 50% ou mais de
aproveitamento. O resultado deste projeto foi positivo, pois estimulou as habilidades cognitivas,
sociais e afetivas dos alunos, além de favorecer o aprendizado, em que foi preciso relembrar
conteúdos dados nas aulas. Entretanto, alguns pontos podem ser melhorados como: estimular a
participação de alunos apáticos e incentivar anotações durante as aulas.
Palavras-chave: Jogos didáticos. Ensino de Ciências. Docência.
Apoio: CAPES/ Pibid/ Umesp/ SEE-SP.
82
UMA NOVA ABORDAGEM PARA O ESTUDO DE VÍRUS NO ENSINO DE BIOLOGIA:
PRODUÇÃO DE JOGOS
Roseli Corazzini - Professor, FSA, Colegiado de Ciências Biológicas corazzini.educ.gmail.com
Ana Paula Pinho Kordash - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
Daiana dos Santos - Graduação, FSA , Curso de CIências Biológicas [email protected]
Mayara Diniz - Graduação, FSA, Curso de Ciências Biológicas [email protected]
PIBID - BIOLOGIA
Introdução: O Jogo é uma atividade física e mental organizada por sistemas de regras. Irão
recorrer ao uso de jogos, o professor está criando na sala de aula uma atmosfera de motivação
que permite aos alunos participar ativamente do processo ensino-aprendizagem, assimilando
experiências e informações e, sobretudo, incorporando atitudes e valores. De acordo com as
Orientações Curriculares para o Ensino Médio¹, o jogo oferece estímulo e ambiente propício que
favorece o desenvolvimento espontâneo e criativo dos alunos. Partindo desse fundamento,
acreditamos que o trabalho com jogos didáticos, contribui significativamente para o processo de
ensino e aprendizagem dos alunos. Este trabalho visou verificar os avanços pedagógicos através
da utilização dos jogos didáticos como mecanismo de aprendizagem. Foram aplicados dois jogos:
Quebra cabeça dos vírus e o jogo batalha dos vírus.Objetivos: Desenvolver jogos didáticos na
temática vírus, para o ensino de Biologia., destacando a cadeia epidemiológica, bem como as
questões de saúde pública, como, prevenção e controle de doenças. Esse enfoque é fundamental
para a formação do estudante. Material e método: O Jogo foi desenvolvido a partir do conteúdo que
os alunos estavam estudando no momento da aplicação: Os vírus. O trabalho de criação dos jogos
foi desenvolvido inicialmente na Fundação Santo André, voltado para a disciplina de Biologia.
Depois da criação dos jogos, os mesmos foram testados e adaptados com o a colaboração dos
alunos da graduação de Ciências Biológicas, em seguida, aplicado nas Escolas Estaduais Dr
Fausto Cardoso Figueira de Melo e na Escola Estadual Padre Agnaldo, com as turmas do 3 º ano
do Ensino Médio. Como diagnóstico para aplicação e viabilidade do jogo, foi realizado um
questionário avaliativo sobre a abordagem e aplicação do jogo. Resultados e considerações:
Podemos concluir, que os jogos são ferramentas eficazes no processo de construção do
conhecimento. É no momento do jogo, que os conteúdos abordados através das aulas teóricas,
são colocados em prática, os alunos tem a possibilidade de testarem seus conhecimentos,
compartilhando com o grupo suas descobertas e avanços. Também foi possível verificar a
interação entre aluno e professor, aspecto este importante na prática docente, no momento do jogo
é fortalecido os laços entre docente e discente, o professor então, passa a ser um mediador no
processo de ensino e aprendizagem. Os resultados da tabulação mostraram que os alunos
avançaram significativamente no conteúdo abordado, aumentando assim o desempenho escolar da
classe.
Palavras-chave: Jogos didáticos. Ensino Médio. Ciências Biológicas.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
83
PROGRAMA PIBID – CIÊNCIAS SOCIAIS
A EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE, RELAÇÃO COM O O OUTRO,
O RESPEITO HUMANO
Edson Garbo da Silva - Professor escola Estadual, Sociologia e história para o Ensino
Fundamental II Escola Dr. Fausto Cardoso Figueira de Mello - [email protected]
PIBID - CIÊNCIAS SOCIAIS
Introdução. As atividades do PIBID/SOCIOLOGIA em 2013 foram marcadas pela presença
constante na sala de aula, estabelecendo aulas temáticas dentro do cronograma de trabalho da
disciplina, dinamizando as aulas e reforçando o interesse dos educandos pelo conteúdo. Objetivos.
Os objetivos definidos pelo grupo orbitaram em torno de transformar o ensino de sociologia e
história em algo além da apostila, lousa e giz, levando o aluno a perceber a presença destas
disciplinas em discussões do dia a dia. Um desafio substancial já que, geralmente, as matérias
relacionadas a ciências humanas costumam ser relacionadas apenas a esses objetos. Material e
Métodos. No caso da atuação na Mostra Cultura o método foi de fazer os educandos exercessem a
autoprodução de materiais para decorar a sala temática, conforme será visto a seguir. Já nas
outras ações, foram utilizados vídeos e apresentações para explicar de uma nova maneira
conteúdos do PCN. Resultados. Mostra Cultural Egito: ―A importância da sociedade egípcia no
passado. A figura do Faraó.‖ A mostra cultural é um evento tradicional na escola e este ano, os
alunos do PIBID, apoiaram na realização da atividade com alunos do sexto ano do Ensino
Fundamental. A proposta era de se fazer a discussão da importância dos Faraós na sociedade
egípcia. Para tanto a sala foi tematizada com cartazes produzidos pelos alunos tratando de
diversos assuntos ligados aos faraós. Também foi produzido, com auxílio dos Pibidianos, uma
pirâmide de caixas de leite reutilizadas, uma representação do Rio Nilo, vestimentas decorativas e
um vídeo compilando partes de documentários com curiosidades sobre os faraós. Apresentação:
Hominídeos - ―A evolução da humanidade, a relação humana nos dias de hoje.‖ Apresentação com
os sextos anos do Ensino Fundamental que procura trabalhar a noção humana de vivência em
grupo encontrada durante toda sua história, reiterando a impossibilidade de se viver de forma
isolada. Tratou-se também da descoberta, dos primeiros homens, de sua capacidade de pensar
sobre a realidade que os cercava e a possibilidade de transforma-la. Marcas da evolução humana,
como a descoberta do fogo, também foram tratadas neste momento e relacionadas com as
conquistas modernas. Apresentação: Etnocentrismo e Diversidade cultural: ―O respeito e a
convivência às diversas culturas. O Eu e os Outros.‖ Para discutir essa temática, foram trabalhados
dois vídeos com alunos do primeiro ano do Ensino Médio: o primeiro, a edição e exibição do
documentário O Riso dos Outros de Pedro Arantes, que trata dos preconceitos intrínsecos ao
humor de stand-up, dialogando com intervenções feitas, no meio do filme, para levar os educandos
a refletir suas posições sobre o assunto. O segundo, o filme Coach Carter dirigido por Thomas
Carter, tentando relacionar a história contada no filme e a sua cultura o modo de pensar sentir e
agir dos adolescentes, o problema da discriminação, preconceito social e cultural os quais os
personagens enfrentaram com a vida real dos alunos, traçando um paralelo com as atitudes
tomadas pelos personagens, discutindo-as. Considerações. As atividades foram realizadas através
de pesquisas, participação, empenho de todos auxiliando assim no ensino aprendizagem dos
alunos.
Palavras-chave: Evolução da humanidade. Etnocentrismo e diferenças. Respeito humano.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
84
MANIFESTAÇÕES POPULARES REVINDICANDO SEUS DIREITOS
Leda M C Barbosa - Professora de Sociologia da E.E.Juarez Tavora [email protected]
PIBID - CIÊNCIAS SOCIAIS
A participação política esteve presente na cidade-Estado da Grécia, Atenas, em que os cidadãos
decidiam a administração pública organizando, planejando,quais obras e gastos iriam ser
prioridade para a sociedade Nesta perspectiva pode-se analisar o Brasil que desde sua
independência desenvolve uma política sem participação da população na administração e
decisão na vida pública da nação. Por isso o trabalho realizado com os alunos da E E Marechal
Juarez Távora tem como prioridade o refletir sobre os movimentos sociais que desde o período
Imperial manifestam seus descontentamentos quanto as decisões públicas como as corrupções
que a todo momento são descobertas e não punidas conforme o grau de consequências na vida
dos brasileiros, principalmente dos mais carentes. Para que o tema seja desenvolvido criticamente
observando as consequências na sociedade foi pesquisado e debatido outros temas como as
ideologias, a formação dos Estados, as desigualdades raciais e sociais a organização política do
Estado como as diversas manifestações populares que ocorrem em junho deste ano como outras
que tiveram força a partir deste ocorrido. O papel da mídia com opiniões que não davam conta do
futuro, ou como a liderança atendendo as revindicações foi algo que trouxe esperança e que tem
que ser debatido com os alunos para maior consciência política com possibilidades de
transformações .O método utilizado foram aulas expositivas, debates , dinâmicas entre os grupos,
documentários, filmes e videos, proporcionando participação e, envolvimento que através de
pesquisas e seminários com os temas acima referenciados foi de extrema importância. A reunião
com toda a escola teve um papel importante, trazendo dois palestrantes que participam ativamente
como lideres dos movimentos acima mencionados. A participação dos alunos do PIBID foi de
excelsa importância, pois no periodo de março até o momento tem frequentado as aulas de
Sociologia, observando, colaborando e participando com o desenvolvimento de temas que
valorizam o trabalho desenvolvido neste ano.
Palavras-chave: Manifestações populares. Democracia. Educação participativa.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
85
PIBID - CIÊNCIAS SOCIAIS - ATUALIDADES EM SALA DE AULA
[email protected] - Professora de Sociologia e História da rede estadual de
educação (E. E. João Ramalho); supervisora do projeto PIBID Ciências Sociais. [email protected]
PIBID - CIÊNCIAS SOCIAIS
INTRODUÇÃO: As atividades realizadas imprimiram a perspectiva de aproximar os estudantes
graduandos da prática docente. Estabelecemos vínculos mais próximos da prática docente e,
ainda, os educandos da Escola Estadual João Ramalho puderam apreender conteúdos que pouco
são problematizados na escola, de maneira que em sua cognição estes educandos primaram,
indubitavelmente, seu sensu crítico acerca das coisas do mundo. OBJETIVOS: Basicamente, os
objetivos eram iniciar a prática a docência dos graduandos, prática que foi projetada para ser
realizada através de uma oficina de atualidades em sala de aula, onde os graduandos prepararam
as aulas e as ministraram. Junto a isto, desenvolver atividades que tracejavam a história geral do
continente africano, problematizando a questão colonial, a questão étnica etc. Tudo isto visando o
amadurecimento dos educandos numa postura pedagógica que se pretende libertadora. Materiais
e Métodos: A metodologia aplicada foi, basicamente, a proposta pelo projeto, a saber, após
acompanhamento das aulas pelos bolsistas, os mesmos escolheram temas pertinentes à
atualidades, relevantes ao entendimento da realidade e, após pesquisas, apresentaram o tema aos
alunos, realizando, posteriormente, um debate e uma atividade escrita. Foram utilizados
equipamentos audiovisuais como apresentação de slides, músicas, fotos, bem como foi entregue
um resumo informativo do tema tratado. RESULTADOS OBTIDOS: - Oficinas Atualidades em Sala
de Aula: Os Black Blocs e as manifestações no Brasil (Ensino Médio) A redução da Maioridade
Penal (Ensino Médio) O papel da mídia no cenário político atual (Ensino Médio) A Revolução
Cubana e Cuba no cenário mundial (Ensino Médio) -Oficinas Ensino Fundamental II: Mitologia
Grega: Os 12 trabalhos de Hercúles, A Ilíada e a Odisséia, O Minotauro. Apresentações sobre
África: Entendendo a atualidade do continente africano Tema 1 - Pré-História e História da África
Bolsistas: MATHEUS HENRIQUE BONIFACIO. Tema 2 - Ocupação Colonial do continente
Africano. Bolsistas: RAFAEL DUARTE DE SOUSA e TALITA MOURA PAULINO. Tema 3 Neocolonialismo e movimentos de libertação nacional - O caso de Angola. Bolsistas: LIVIA
MARCELINO XAVIER e RAUL HENRIQUE FLORINDO. Tema 4 - O Apartheid. Bolsistas: MABIA
SOCORRO DE OLIVEIRA e FABIOLA DE CARVALHO PEREIRA. Tema 5 - A diversidade cultural
Africana. Bolsistas: GIULIA GONCALVES SPADA. AGRADECIMENTOS: Agradecemos à CAPES
pelo seu apoio ao nosso trabalho.
Palavras-chave: Atualidades em sala. África. Ciências Sociais.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
86
PROJETO ÁFRICA: ENTENDENDO A ATUALIDADE DO CONTINENTE AFRICANO
Valquiria Kelly Braga - Professora da rede estadual de ensino, E. E. João Ramalho,
supervisora do Pibid Ciências Sociais. - [email protected]
PIBID - CIÊNCIAS SOCIAIS
INTRODUÇÃO: As atividades realizadas imprimiram a perspectiva de aproximar os estudantes
graduandos da prática docente. Estabelecemos vínculos mais próximos da prática docente e,
ainda, dos educandos da Escola Estadual João Ramalho, puderam apreender conteúdos que
pouco são problematizados na escola, de maneira que em sua cognição estes educandos
primaram, indubitavelmente, seu senso crítico acerca das coisas do mundo. OBJETIVOS:
Basicamente, os objetivos eram iniciar a prática docente dos graduandos, prática que foi projetada
para ser realizada diretamente em sala de aula, onde os graduandos prepararam as aulas e as
ministraram. Junto a isto, desenvolver um panorama geral da história do continente africano,
problematizando o subdesenvolvimento, a miséria e os conflitos que assolam este continente,
relacionando estes problemas à questão colonial, a questão étnica, etc. Tudo isto visando o
amadurecimento dos educandos numa postura pedagógica que se pretende libertadora.
MATERIAL E MÉTODOS: Para o desenvolvimento do projeto foram usados recursos audiovisuais,
como apresentação de slides com fotografias concernentes à cada tema e período histórico
tratado, músicas típicas do continente africano e músicas atuais problematizando os estigmas
deixados pela ocupação colonial no continente africano. Foi, ao mesmo tempo, entregue aos
alunos um material resumo dos temas tratados, com o objetivo de aproximá-los do problema, bem
como foi realizado, posteriormente, um debate acerca dos problemas atuais da África. Para a
apresentação dos bolsistas foram usadas três aulas consecutivas, duas turmas do Ensino Médio
por vez, alocadas no auditório da escola. Os debates foram feitos, depois, nas salas de aula.
RESULTADOS OBTIDOS: Os bolsistas foram divididos em cinco duplas e cada uma delas ficou
responsável pela explicação de uma parte da história do continente africano. A primeira parte se
tratava da explicação de como era a realidade socioeconômica da África antes da ocupação
colonial, ou seja, como viviam os Africanos antes do início da exploração intensiva por outros
povos; esta parte foi chamada de ―Pré-História e História da África‖. A segunda dupla tratou da
época da ocupação colonial, expondo os motivos que levaram à esta e sua correlação com o
panorama da história mundial, a saber, o desenvolvimento docapitalismo mercantil. O terceiro
tema, tangeu ao Neocolonialismo, novo momento de ocupação e penetração no interior do
continente, bem como a divisão deste continente pelas potências européias. Ainda sob este tema
foi tratado o movimento de libertação de Angola como elucidativo dos processos de independência
e luta dos povos por independência. Outro tema escolhido foi o Apartheid, uma vez que o caso sulafricano é exemplar das mazelas causadas por séculos de exploração e ocupação colonial. Por
fim, escolheu-se, para concluir o panorama sobre a história africana, tratar da realidade cultural,
social e econômica da África hoje, situando a função e o papel deste continente na economia
mundial bem como explanando a diversidade cultural do povo africano. Considerações: Após a
apresentação podemos perceber quão grande foi a aproximação entre bolsistas e educandos e
quão maior foi a compreensão, por parte de ambos, dos porquês da tamanha miséria que assola o
rico continente africano.
Palavras-chave: Atualidade da África. História da África. Ciências Sociais.
Apoio: CAPES
87
PROGRAMA PIBID - HISTÓRIA
A HISTÓRIA E O CINEMA: COMO TRABALHAR COM RECURSOS AUDIOVISUAIS DE
MANEIRA CRÍTICA E LÚDICA EM SALA DE AULA.
Priscila Silva de Lima - Aluna do 2º Ano B Noturno do curso de História Graduação e
Bacharelado da FSA.
Matrícula do aluno: 709329 - [email protected]
Mariana Pereira da Silva - Aluna do 3º Ano B Noturno do curso de História Graduação e
Bacharelado da FSA.
Matrícula do aluno: 705246 - [email protected]
Sarah Menegueli da Silva - Aluna do 3º Ano B Noturno do curso de História Graduação e
Bacharelado da FSA.
Matrícula do aluno: 705220 - [email protected]
PIBID - HISTÓRIA
Introdução: O ensino para os docentes enfrenta grandes desafios no ambiente escolar. Diante
desta realidade, visando despertar o interesse e a participação dos alunos como sujeitos históricos,
desenvolvemos atividades com metodologias diferentes, lúdicas e de fácil assimilação para os
alunos, utilizando a música e o cinema como ferramentas atrativas para o ensino da disciplina de
História. Evidenciando que não é uma disciplina que foca somente no passado, mas sim, uma
disciplina vinculada ao passado e ao presente que está em constante construção. Objetivos:
Direcionar e orientar o estudante para que ele seja capaz de desenvolver a partir das temáticas
apresentadas (que seguem como princípio a base das matrizes curriculares, a realidade vivida do
alunato e do cotidiano escolar) a criticidade, tendo como resultado a percepção que os mesmos
estão inseridos na História como um sujeito histórico, e não apenas como um estudante da
Disciplina de História. Material e método: Os recursos utilizados foram filmes e músicas, tendo
sempre como base os currículos do Estado de São Paulo. As atividades foram desenvolvidas a
partir da exibição de filmes, músicas, debates e realizações de oficinas, nestas foram utilizados
jornais, cartolinas, lápis de cor, papel crepom, papel kraft, garrafas recicláveis, entre outros
materiais. Resultados: Durante a exibição dos filmes os alunos mantiveram-se atentos e a partir
das temáticas expostas debateram de forma crítica e expositiva. No decorrer das oficinas os alunos
se mostraram dispostos e receptivos nos debates, nas dinâmicas e nos trabalhos manuais. A
interação constante entre bolsistas e alunos, resultou em trabalhos os quais os próprios alunos se
tornaram autores, pois desenvolveram cartões postais, esculturas, músicas e origami.
Considerações: As atividades realizadas com os alunos tiveram como foco colocá-los diante da
realidade histórica. Os resultados obtidos foram de suma importância, pois nos mostraram que as
metodologias propostas para as atividades condiziam com a realidade e cotidiano daqueles alunos.
O maior objetivo era despertar nos alunos o interesse pelas suas raízes históricas, suas
inquietações e indagações, sempre de maneira crítica e participativa dentro da sociedade a qual
estão inseridos.
Palavras-chave: Revolução Industrial. Grécia Antiga. Atividades gerais.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
88
O ENSINO DE HISTÓRIA E OS DESAFIOS DO PROJETO DE
INICIAÇÃO À DOCÊNCIA
Mirna Busse Pereira - Professora Doutora , FSA, Colegiado de História
Coordenadora do Subprojeto de História-PIBID - [email protected]
Anita Simão - Professora, EE João Ramalho
Supervisora do Subprojeto de História - [email protected]
PIBID - HISTÓRIA
Introdução. Com a responsabilidade de auxiliar o processo de ensino-aprendizagem de História, o
subprojeto de História-Pibid tem propiciado vivências diversas a alunos bolsistas no cotidiano
escolar do Ensino Fundamental e Médio da rede pública. A expectativa é a de aproximar o
licenciando da realidade escolar, de modo que este contribua com seu saber acadêmico para
estreitar o diálogo com o trabalho do professor de História. Este subprojeto vem sendo realizado na
Escola Estadual João Ramalho, situada na cidade de São Bernardo do Campo/SP, em parceria
com a Fundação São André, desde março de 2012. Conta com a participação de dez alunos
licenciandos em História: Ana Cristina Afonso Ferreira; Jonas Tadeu Amaral Pinto; Karoline Gomes
Martinelli; Lucas Silva Gazinhato; Marcel Melisnky Kosugi; Mikaela Peixoto Dantas; Priscila da Silva
Emidio; Raíssa Hieska de Lima; Ray Elivelton de Souza; Wesley Tavares Nogueira. Neste ano, o
projeto foi estruturado em três blocos, relativos ao exercício do magistério: 1) Cotidiano Escolar:
para conhecer a realidade escolar em seus aspectos físicos e burocráticos; tendo como objeto de
reflexão o Plano de Gestão, Regimento Escolar, Estrutura Física e Legislação; 2) Planejamento
escolar: ler e discutir a Proposta Curricular do Estado de São Paulo; preparar aulas para diferentes
idades/séries, destinadas a alunos com dificuldades de aprendizagem; 3) Projetos: desenvolver
Oficinas de História sobre diversas temáticas. Objetivos. Inserir o aluno bolsista no cotidiano
escolar em contato direto com o educando. Construir referências significativas de práticas de
ensino-aprendizagem de História, que contribuam para o desenvolvimento do pensar
historicamente, de modo crítico e comprometido com valores de cidadania. Material e métodos. As
atividades diversas com seus objetivos implicou realizar reuniões de leituras e estudos de materiais
selecionados; desenvolver pesquisas sobre conteúdos históricos diversos e preparar Oficinas de
História. Significou, também, identificar e definir materiais, selecionar filmes e minisséries, HQs,
música e obras de arte. Resultados. Foram desenvolvidas até o presente momento dezesseis
Oficinas de História; além de atividades de Rodas de Conversa com temáticas históricas ligadas a
interesses dos alunos; orientação à pesquisa em suportes materiais e eletrônicos diversos;
exercício de orientação e interpretação textual e vocabulário de textos históricos. A realização das
oficinas exigiu elaborar estratégias diversificadas para o desenvolvimento das atividades propostas.
Projetadas como espaço de ação e reflexão, as Oficinas de História tornaram o ensinoaprendizagem mais efetivo, despertando no aluno o prazer de estudar História. Culminaram na
realização da Semana de História na escola. Os alunos se envolveram com as reflexões propostas
e, aos poucos, foram se posicionando, apresentando seus argumentos e opiniões sobre os
assuntos tratados. Essa participação variou de série para série. Revelou o desejo dos alunos em
participar ativamente das aulas e se colocarem como sujeitos da história. Considerações. O projeto
tem propiciado aos alunos bolsistas, professores e alunos da escola interessante e constante
processo de aprendizado. Tem estimulado a pesquisa, criação e adaptação de estratégias de
ensino-aprendizagem, tornando o estudo de História mais prazeroso e efetivo, contribuindo para a
formação de cidadãos críticos, participativos, solidários e que se posicionam contra as injustiças
sociais.
Palavras-chave: Oficina de História. Iniciação à docência. ensino-aprendizagem de História.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
89
OFICINA DE HISTÓRIA E CINEMA: COMO TRABALHAR COM RECURSOS
AUDIOVISUAIS DE MANEIRA CRÍTICA E LÚDICA EM SALA DE AULA
Mirna Busse Pereira - Professora, FSA, Colegiado de História, Coordenadora [email protected]
Rita de Cássia Simão - Professora, E. E. Padre Agnaldo Sebastião Vieira, Santo André /
SP, Supervisora - [email protected]
PIBID - HISTÓRIA
Introdução: Os docentes enfrentam grandes desafios no ambiente escolar, para o desenvolvimento
do ensino de História. O subprojeto de História-Pibid constitui um espaço de reflexão sobre essa
situação para, juntamente com alunos bolsistas, buscarmos alternativas para superação dessa
realidade do Ensino Fundamental rede pública; propicia, também, aproximarmos o licenciando da
realidade escolar, de modo que este contribua com seu saber acadêmico para estreitar o diálogo
com o trabalho do professor de História. Desde março de 2012 este subprojeto está sendo
realizado na Escola Estadual Padre Sebastião Vieira de Carvalho, situada na cidade de Santo
André/SP, em parceria com a Fundação São André. Para tanto, contamos com a participação de
dez alunos licenciandos em História: Edivaldo de Oliveira Braga; Lucélia Lopes de Jesus; Mailson
Vieira de Oliveira; Mariana de Oliveira dos Santos; Mariana Pereira da Silva; Nilson Antonio
Soares; Paulo Eduardo Cagni; Priscila Silva de Lima; Rafael Galate Simões de Oliveira; Sarah
Menegueli da Silva. Visando despertar o interesse e a participação dos alunos como sujeitos
históricos, desenvolvemos diversas Oficinas de História. Trabalhamos com metodologias diversas,
lúdicas e de fácil assimilação para os alunos, utilizando a música e o cinema como instrumentos
didáticos para o ensino de História. Buscamos evidenciar que a História não está focalizada
somente no passado, mas diz respeito ao presente, que está em constante construção, e sua
abordagem delineia diferentes perspectivas de futuro. Objetivos: Possibilitar a inserção do aluno
bolsista na realidade escolar e vivenciar práticas de ensino próprias do ensino de História. Planejar
e realizar atividades que propiciem aos educandos desenvolver a capacidade de pensar
criticamente, de modo a se perceberem inseridos na História como sujeitos históricos; não apenas
como estudantes da Disciplina de História. Contribuir para o desenvolvimento do pensar
historicamente, de maneira crítica e compromissada com valores de cidadania. Objetivos estes
pautados pela realidade vivida pelo educandos e do cotidiano escolar. Material e método:
Utilizamos filmes e músicas sobre temáticas históricas, tendo por base os currículos do Estado de
São Paulo. Desenvolvemos oficinas a partir da exibição de filmes e músicas, seguidos de debates
e realizações de atividades que permitiram aos alunos explicitar sua compreensão sobre os
assuntos trabalhados. Resultados: Os alunos mantiveram-se atentos com as temáticas propostas
e, progressivamente, se envolveram com os debates de forma crítica. Mostraram-se receptivos às
dinâmicas e aos trabalhos realizados. A interação constante entre bolsistas e educandos, resultou
em trabalhos os quais os próprios alunos se tornaram autores, pois desenvolveram cartões postais,
esculturas, músicas e origami. Considerações: As atividades promoveram efetiva interação entre
alunos bolsistas e educandos, mediados por práticas de ensino-aprendizagem de História; e,
possibilitaram aproximar as temáticas histórias das indagações apresentadas pelos alunos diante
de sua própria realidade histórica. Os resultados obtidos foram de suma importância, pois
evidenciaram que as metodologias propostas para as atividades condiziam com a realidade e
cotidiano daqueles alunos. Enfrentamos de modo significativo o desafio de trabalhar com
interesses vindos dos alunos, valorizando suas raízes históricas e inquietações, promovendo
práticas participativas e de reflexão crítica acerca da sociedade em que estão inseridos.
Palavras-chave: Oficina de História. Iniciação à docência Pibid/FSA. Ensino-aprendizagem de
História.
90
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
91
PROGRAMA PIBID - MATEMÁTICA
MAT-MEMÓRIA E JOGO DA EQUIVALÊNCIA
Barbara de Oliveira Negrão - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de
Matemática - [email protected]
Jefferson Costa de Mendonça - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso
de Matemática - [email protected]
Paulo Fernandes de Moraes - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de
Matemática - [email protected]
Erisvaldo da Silva Ramalho - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de
Matemática - [email protected]
Vinicius Cremonin Cavedon - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de
Matemática - [email protected]
PIBID – MATEMÁTICA
Introdução e Objetivos:
Ao ingressar no curso superior de Licenciatura em matemática da
Universidade Metodista de São Paulo, tivemos o prazer de conhecer e participar do Programa
Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência (PIBID). Fomos encaminhados a escola E.E São
Pedro pela coordenadora Débora de Jesus Bezerra. Com o objetivo de analisar as dificuldades
apresentadas pelos alunos nas aulas de matemática. A partir das experiências vivenciadas a partir
da participação no Programa PIBID, e principalmente da oportunidade de identificar os problemas
que podem ocorrer durante o processo de ensino aprendizagem, nós acadêmicos/bolsistas,
tivemos a oportunidade de vivenciar o cotidiano escolar das escolas parceira, de todos os
departamentos da escola desde a gestão aos serviços de apoio. Essa experiência fez com que
nós bolsistas realmente soubéssemos como é a comunidade escolar, e propiciou ao
desenvolvimento de hábitos que serão seguidos futuramente. Nesse sentido destacamos a
importância do PIBID que permite que os alunos bolsistas vivenciem a realidade escolar desde o
início do curso e sejam estimulados pelo corpo docente das escolas parceiras a seguir a carreira
docente. É interessante observar a reação dos alunos nos momentos em que nós bolsistas
estamos em sala de aula, com isso adquirimos contato e interagimos com professores e alunos,
facilitando á nossa atuação nas situações do cotidiano escolar. A partir das nossas participações
em sala de aula, podemos identificar que as situações de aprendizagem vividas ganharão um
sentido maior na vida como docente que é a motivação, das interações sociais e o trabalho
cooperativo. Resultados: Por meio deste trabalho pode-se identificar a importância do PIBID na
escola, pois a partir dessas vivencias podemos identificar os problemas e dificuldades no ensino
eaprendizagem da Matemática, e além de seu beneficio para todos os envolvidos na proposta do
programa. Para que esta nossa vivência como estagiário, faz-se necessário o estimulo para que
nos levem a ter o gosto pela docência, e incentivar a fazer aulas interessantes e que desperte
esse interesse aos alunos. Após essa vivencia com os alunos percebemos quanto o ensino da
matemática sempre foi e é motivo de preocupação, devido à dificuldade dos alunos em aprender
esta disciplina. É preciso que uma nova metodologia seja implantada urgentemente, uma mudança
para que o aluno tenha o prazer de estar nas aulas de matemática e não de querer que a aula
termine logo. Considerações: Neste trabalho apresentamos uma proposta de metodologia mais
cognitivista a partir do desenvolvimento de jogos que permitem aos alunos utilizar os
conhecimentos prévios trazidos de casa, da rua, do seu convívio social e utilizar elementos da sua
realidade, presentes no cotidiano de cada um. Após muito empenho em nossas pesquisas,
demonstramos interesse em descobrir como despertar o interesse nesses jovens, com o intuito de
conseguir que os jogos não sejam só mais um jogo educativo, produzimos um jogo que além de
ensinar algo sobre matemática, seja divertido e interessante a ponto de abrir a mente dos
jogadores para que eles percebam como a Matemática pode ser boa.
Palavras-chave: PIBID. Ensino de Matemática. Jogos matemáticos.
Apoio: CAPES.
92
MONTE DE SINAIS: AUXILIANDO O ALUNO-DOCENTE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA
Renan Riquena - Aluno da Universidade Metodista de São Paulo [email protected]
Alex da Silva Lima - Aluno da Universidade Metodista de São Paulo [email protected]
Flávia Gonçalves da Silva - Aluno da Universidade Metodista de São Paulo [email protected]
Jamaris Zacarias Pilatti - Aluno da Universidade Metodista de São Paulo [email protected]
Thalita Picolotte Fontes - Aluno da Universidade Metodista de São Paulo [email protected]
PIBID – MATEMÁTICA
Introdução: O subprojeto PIBID/Metodista: ―Formas Diferenciadas para Ensino de Matemática‖,
promove a viabilização e a construção de novas formas de aplicação de objetos metodológicos
para estimular o aprendizado proposto, bem como a integração e a experimentação do alunodocente ao ambiente real de futura atuação, dando assim fundamental apoio as mudanças e
inovação necessárias ao efetivo aprendizado pelo aluno. O objeto metodológico desenvolvido foi
um jogo que foi criado após a observação do grupo em sala de aula como ouvintes no colégio E. E.
Eng.Prestes Maia, sob a supervisão da professora Daniela Toth, que nos auxiliou tanto na
identificação da dificuldade dos alunos, quanto na decisão e aperfeiçoamento da ideia e confecção
do jogo. Objetivo: O jogo tem como objetivo incentivar e facilitar de maneira dinâmica e divertida o
aprendizado de contas de adição e subtração com números naturais, e principalmente a
identificação da utilização de sinais, tendo como intenção secundária a aplicação de nova prática
pedagógica no auxilio ao efetivo aprendizado e conhecimento do aluno pela mediação do
professor, dessa forma possibilitar e minimizar a aversão pela disciplina que a maioria dos alunos
demonstra. Material e Métodos: Inicialmente, o grupo acompanhou as aulas de matemática de
anos e professores diferentes, visando identificar uma dificuldade em comum das salas de aula.
Também foi possível observar a atuação dos professores, que garantiu uma visão prática dos
conteúdos teóricos vistos nas aulas de fundamentos da ação docente. Durante as reuniões, a
supervisora propôs pesquisas relacionadas ao subprojeto, como por exemplo, a importância do uso
de jogos na educação matemática. As pesquisas fizeram com que alinhássemos às ideias e suas
reais repercussões na sala de aula, assim como a discussão dos trabalhos já realizados nessa
área. Para alguns dos participantes do grupo, esse foi o primeiro contato com os jogos
matemáticos, proporcionando a ampliação da visão sobre os objetos educacionais já vistos no
curso. Resultados: O resultado proposto pelo projeto se dá pela aplicação do jogo na sala de aula.
Nessa fase do projeto, o aluno-docente tem a responsabilidade de criar o plano de aula, com o
auxílio do supervisor e dos professores envolvidos no projeto. O resultado teve significativa
importância para os alunos-docentes envolvidos, já que nenhum participante possuía experiência
de sala de aula. O seu envolvimento também proporcionou uma quebra do preconceito sobre os
alunos da região, melhorando sua visão sobre a educação em geral. Considerações: Em suma, o
projeto fez o grupo levantar questões sobre o ensino da região, incentivar o aluno-docente a
melhorar as práticas de ensino trabalhadas na teoria durante as aulas de cunho pedagógico na
formação. O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência foi, para todo o grupo, a
melhor forma de entrar em contato com a experiência docente, antes mesmo do período de estágio
em sala de aula, o que ajudou a pensarmos sobre como serão nossas práticas docentes como
professores.
Palavras-chave: PIBID. Ensino de Matemática. Jogos matemáticos.
93
Apoio: CAPES.
94
PIBID - EXPERIÊNCIA DA APLICAÇÃO DE JOGOS NO ENSINO E APRENDIZAGEM
DA MATEMÁTICA
Carolina de Fátima Brito - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo,Curso de
Matemática - [email protected]
Sandro Kawamura Rodrigues - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo,Curso de
Matemática - [email protected]
Fabiana Guilarducci De - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo,Curso de
Matemática - [email protected]
PIBID - MATEMÁTICA
Introdução: O projeto PIBID – Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência e com o
subprojeto " Formas diferenciadas para o Ensino de Matemática‖ tem o objetivo de enriquecer as
aulas de Matemática da Educação Básica. A partir desse subprojeto foi-nos dada à oportunidade
de vivenciarmos o cotidiano de escolas da rede pública estadual de educação, proporcionando-nos
oportunidades de criação e participação em experiências metodológicas e práticas docentes.
Objetivos: Fazer com que os alunos aprendam de uma forma lúdica, cresça no seu processo de
ensino-aprendizagem, tornando o aluno um personagem ativo. A seguir relatamos a nossa
experiência, como aplicar jogos no ensino para que o aluno tenha um aprendizado satisfatório.
Material e Métodos Utilizados: Realizamos a leitura do projeto político pedagógico da escola
estadual envolvida, observamos a realidade das salas de aula. Em conversas com os professores ,
percebemos que os alunos sentem um grande interesse por atividades que envolvem desafios e
estratégias, atividades lúdicas nas quais a quebra da rotina os levem a novas descobertas apliando
seus interesses. Propusemos então a confecção de jogos matemáticos que motivassem a
aprendizagem. Alves defende a utilização do jogo com finalidade educacional, pois segundo ele ―a
educação por meio de atividades lúdicas vem estimulando as relações cognitivas, afetivas, sociais,
além de propiciar também atitudes de crítica e criação nos alunos que se envolvem nesse
processo‖ (Alves 2001, p.22). Decidimos então em adaptar o famoso jogo Cara a Cara da Estrela,
o objetivo desse jogo é através de perguntas e raciocínio lógico, descobrir o personagem do seu
adversário. Nomeamos o jogo de Figura Misteriosa, que foi planejado e desenvolvido a fim de ser
utilizado no ensino de geometria, para que o aluno possa desenvolver habilidades do pensamento
geométrico e buscar a emancipação e a autonomia. O jogo é formado por dois tabuleiros com uma
cartela móvel com 30 figuras geométricas distintas, sendo jogado por 2 alunos, que tentam
adivinhar a figura geométrica do adversário. Resultados: Na aplicação do jogo pudemos verificar a
facilidade em interpretar as regras. O raciocínio lógico foi posto a prova e os resultados foram
surpreendentes. Todos se envolveram na conseguiram finalizar o jogo. Abrimos assim, diversos
caminhos para o professor aprofundar o conteúdo. Aprimoramos o interesse dos alunos pela
geometria e exemplificamos as dificuldades a serem trabalhadas. Conclusões: Este tipo de estudo,
nos faz então analisar o quanto uma situação lúdica faz com que o aluno se interesse a descobrir
as possibilidades que encontram para seu aprendizado. No projeto do PIBID, nos fez perceber o
quanto é significativo a utilização de métodos lúdicos, para estimular o interesse do aluno na aula e
no seu desenvolvimento. Realizar este tipo de atividade em sala de aula requer muita disciplina e
um objetivo claro do docente, que para isto deve planejar e ter objetivos específicos antes da
aplicação. Os resultados obtidos através desta experiência foram de grande valia para nosso
aprendizado no que se refere a formas diferenciadas de ensinar Matemática e o importante papel
do Docente.
Palavras-chave: Jogos matemáticos. Ensino de Matemática. PIBID.
Apoio: CAPES.
95
PIBID MATEMÁTICA 2011
Odair de Sá Garcia - Coordenador de área Subprojeto Pibid Matemática Gilmar Albuquerque da Silva - Supervisor de área Subprojeto Pibid Matemática Alexandre Alcaraz Sanchez - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid
Matemática Alreni dos Santos Silva - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática Ananda Lorrani de Oliveira - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid
Matemática Carlos Gardel de Franca Vieira - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid
Matemática
Keylla Cezar do Prado - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática
Renato Antonio da Silva - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática
Rosemeire Soares dos Santos - Rosemeire Soares dos Santos
Vinicius Mazzaro Spadone - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid
Matemática
PIBID - MATEMÁTICA
Introdução: Ensinar matemática é desenvolver o raciocínio lógico, estimular o pensamento critico e
independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Os educadores matemáticos
devem procurar alternativas para aumentar a motivação para a aprendizagem. O trabalho com
jogos e materiais concretos se convenientemente planejados, respeitando as regras e os objetivos,
são recursos pedagógicos eficazes para a construção do conhecimento matemático. Por meio da
manipulação de materiais concretos, muitos conceitos matemáticos são devidamente identificados
facilitando o processo de ensino aprendizagem. Dentro desta perspectiva, a equipe de alunos
bolsistas em conjunto com o Supervisor Professor Gilmar elaboraram a Oficina Você me pergunta
e Eu respondo com frações. Objetivo: A partir do uso dos materiais concretos podemos mostrar o
quanto cada um é importante para o desenvolvimento do raciocínio. Estimulando o aprendizado da
matemática de maneira fácil e prática. A oficina tem o objetivo de trabalhar os conceitos e as
definições sobre frações. Material e métodos: Material Concreto Disco de Frações e Barra de
Frações, conjuntos de matérias educativos adquiridos junto a Fundação Santo André e a CAPES.
O objetivo da oficina é trabalhar conceitos como equivalência e operações que envolvem as
frações. A oficina tem inicio com a aplicação de um questionário diagnóstico, em seguida os alunos
manipulam o material concreto e depois o aplicador faz algumas questões desafiadoras, seguindo
a oficina com a aplicação de duas situações problemas que serão solucionadas com a utilização do
material concreto e finalizando com os alunos respondendo um questionário final. Resultados:
Após a aplicação desta oficina observando as aulas seguintes foi possível detectar uma evolução
dos alunos na resolução de situações em que se faz necessário cálculo com frações.
Considerações Finais: A utilização de materiais concretos viabiliza e aprimora o processo de ensino
aprendizagem. Sendo usados de maneira correta, respeitando as regras e os objetivos, esses
materiais podem se tornar excelentes ferramentas que auxiliam a compreensão dos alunos.
Palavras-chave: PIBID. Iniciação à docência. Ensino-aprendizagem de Matemática.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
96
PIBID UM DIFERENCIAL NO CONTEXTO ESCOLAR
Paulo Moraes Da Cunha - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo,Curso de
Matemática - [email protected]
Margarete Juliana Machado da Silveira Zibordi - Graduação, Universidade Metodista de
São Paulo,Curso de Matemática - [email protected]
PIBID - MATEMÁTICA
Introdução: O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência (PIBID), tem como objetivo
a valorização do magistério incentivando os estudantes que op-tam pela carreira docente, fazendo
com que estes tenham uma sólida formação e elevando a qualidade das ações acadêmicas
através de leituras e observações nas escolas públicas, pois proporciona ao estudante vivenciar
uma realidade que só é alcançada através da prática em sala de aula.
As experiências
através deste programa traz um enriquecimento muito grande fazendo com que os futuros
professores se desenvolvam dentro do quadro educacional ao participar de planejamentos,
avaliações e estudos com acompanhamento de professores coordenadores e supervisores
experientes na área pública, fazendo com que os novos professores tenham a percepção de sentir
a escola na realidade como um espaço de construção do saber, dan-do a oportunidade para
reflexões sobre as práticas pedagógicas a serviço de um melhor aprendizado.
Material e Métodos: Através desta aproximação durante alguns meses na escola pública com a
vida diária profissional do professor, sentimos a necessidade de estar sempre dispostos a aprender
para que possamos passar conhecimentos de maneira sólida, com fácil compreensão e
interpretação. Após este período de acompanhamento na escola, foi feito uma reunião com a
supervisora e decidimos elaborar um jogo entitulado Transformações de Unidades de Medidas que
ensina a trabalhar com os múltiplos e submúltiplos do metro. Os múltiplos a serem abordados são
kilômetro, hectômetro, decâme-tro e submúltiplos decímetro, centímetro e milímetro os quais são
úteis na compreensão de dimensão de comprimento, tendo como finalidade auxiliar alguns alunos
que apresentam dificuldades para entender o assunto: Unida-des de Medidas, afim de que estes
sintam-se mais confortáveis no aprendi-zado ao utilizarmos uma forma lúdica para maior interação
entre os alunos nos jogos. O jogo é composto de dois tabuleiros, duas caixas com cartelas numeradas, uma folha com as regras e quatro cartelas com perguntas e respostas, podendo ser
composto de três ou cinco jogadores, onde entitula-se um dos jogadores como Dono do Jogo que é
o juiz, o qual é escolhido através de sor-teio.
Este jogo elaborado ainda não foi aplicado aos
alunos da escola, mas já foi utilizado como participação no Programa de Iniciação Científicas da
Olimpí-ada de Matemática e Encontro de professores do ABC realizado na Universi-dade Metodista
de São Paulo. Resultados: Ao avaliarmos os resultados e os benefícios que os jogos trazem aos
alunos, percebemos o quanto é necessário estarmos dispostos a mudanças na forma de transmitir
o conhecimento, fazendo com que a didática no ensino seja renovada com o propósito de criar
meios facilitadores para o aprendizado levando aos alunos uma desmistificação da tão temida
―matemática‖ por muitos deles; pois através deste projeto é possível interagir com os números
através do jogo e aqueles que compreenderem a essência para jogar estarão aptos a vivenciar o
conteúdo quando assimilarem a conexão feita entre o jogo e o conteúdo aplicado em sala de aula.
Palavras-chave: PIBID. Ensino de Matemática. Jogos matemáticos.
Apoio: CAPES.
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PIBID: A UTILIZAÇÃO DE JOGOS EM SALA DE AULA COMO MATERIAL
AUXILIADOR PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA
Tainã Nogueira Chaves - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de
Matemática - [email protected]
Maria de Fátima Rufino Froeschlin - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo,
Curso de Matemática - [email protected]
Iranildo Lopes Lima - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de
Matemática - [email protected]
Erica Ouvernei da Silva Batista - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso
de Matemática - [email protected]
Cristine Coelho Sussmann - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de
Matemática - [email protected]
PIBID - MATEMÁTICA
Introdução. O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), financiado pela
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em seu subprojeto
―Formas diferenciadas para o Ensino de Matemática‖, se dedica a fomentar a formação do futuro
educador contribuindo para a valorização do magistério. A nossa participação no Projeto PIBID
aconteceu na Escola Lauro Gomes de Almeida situada no município de São Bernardo do Campo,
sob supervisão da professora Nésia Bonádio e orientação da coordenadora Débora de Jesus
Bezerra. Objetivo: Nosso objetivo neste projeto foi verificar as dificuldades dos alunos do ensino
Fundamental II, para isso acompanhamos as aulas durante quatro meses, observando e refletindo
sobre os conteúdos trabalhados em sala, o dia a dia da rotina escolar nos possibilitou ter uma visão
mais abrangente das dificuldades dos alunos com a disciplina, para desenvolver jogos que
auxiliassem na aprendizagem dos alunos e na fixação do conteúdo. Sendo assim, construímos dois
jogos abrangendo e relacionando o conteúdo e os déficits da maioria dos alunos. Materiais e
Métodos: Um processo que se constitui para uma interação onde há trocas de experiências, o
sujeito vai pouco a pouco construindo uma condição para seu desenvolvimento. Dessa forma,
confeccionamos O Jogo do Resto que trabalha com a operação de divisão de números naturais, e
também com o conceito de divisibilidade, ajudando a resolver a defasagem que se tinha. O outro
jogo confeccionado foi o Dominó de Frações que trabalha com as frações apresentadas nas figuras
geométricas divididas em partes iguais, onde o número de divisões corresponde ao denominador e
as partes coloridas ao numerador da fração, verificando que a fração é o todo dividido em partes.
Conclusão: Percebemos com a experiência do PIBID que os jogos podem ser recursos úteis para
uma aprendizagem diferenciada e significativa e podem ser utilizados como uma ferramenta
auxiliadora em sala de aula para suprir lacunas existentes na aprendizagem da Matemática. Além
disso, os jogos mostram que existem regras a serem seguidas quando se faz parte de uma equipe,
dependendo da atitude tomada o grupo poderá ter sucesso ou não, isso mostra aos alunos que em
nosso dia a dia há regras e limites que temos que seguir para que todos tenham sucesso em seus
objetivos, melhorando os relacionamentos interpessoais e a convivência social dos alunos, na
escola e na sociedade como um todo.
Palavras-chave: PIBID. Ensino de Matemática. Jogos matemáticos.
Apoio: CAPES.
98
PIBID: JOGOS, QUEBRANDO O TABU NO ENSINO E
APRENIZADO DA MATEMÁTICA
Eden Marcio Da Silva - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de
Matemática - [email protected]
Sueli Mara Brancalhão De Souza - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo,
Curso de Matemática - [email protected]
Marcos Paulo De Oliveira - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de
Matemática - [email protected]
Clayton Dos Santos Fonseca - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso
de Matemática - [email protected]
Aline Aparecida Dos Anjos - Graduação, Universidade Metodista de São Paulo, Curso de
Matemática - [email protected]
PIBID - MATEMÁTICA
Introdução: Em parceria com CAPES a Universidade Metodista de São Paulo participa do
Programa Institucional de Bolsa para Iniciação à Docência (PIBID), o qual tem como iniciativa o
aperfeiçoamento e valorização da formação de professores da educação básica, objetivando
atividades didático-pedagógicas sob orientação de um docente da licenciatura e um professor da
escola. Material e Métodos: Participamos do projeto em uma escola estadual situada no município
de São Bernardo do Campo, onde pudemos acompanhar as aulas com o intuito de observar a
interação e assimilação do aluno com o conteúdo trabalhado. Durante as observações que
ocorreram nas turmas do 9º ano do ensino fundamental e do 1º ano do ensino médio, constatamos
que algumas das dificuldades de aprendizado estavam relacionadas a conteúdos recorrentes das
séries anteriores, concentrando-se em problemas que envolviam os conceitos e as representações
de frações, que vieram a se confirmar por meio da correção e tabulação da avaliação diagnóstica
aplicada pelo governo. Através de reuniões e discussões do grupo com o acompanhamento do
professor supervisor, foi decidido adotar o jogo como um recurso de apoio didático a fim de auxiliar
e possivelmente atenuar essas dificuldades. O jogo desenvolvido, consiste em um tabuleiro com
respostas de cartões com perguntas; para cada pergunta existem quatro respostas possíveis no
tabuleiro representadas por meio da representação geométrica, fração, porcentagem e números
decimais. Resultados: A aplicação do jogo em sala foi precedido de uma breve revisão do
conteúdo, para que os alunos tivessem um melhor entendimento e motivação durante a partida,
incentivando o desafio entre eles fixando assim o conteúdo de uma forma lúdica. O professor como
observador e mediador pode conhecer melhor seus alunos, que durante a partida se tornaram mais
espontâneos e transparentes, possibilitando identificar tanto as deficiências quanto as habilidades
relevantes ao conteúdo, que dificilmente seria possível visualizar em uma aula tradicional. Abrindo
novos caminhos para promover uma aula mais atrativa e dinamica, repensando suas práticas
educativas e quebrando paradigmas sobre a forma de ensinar a Matemática. Ao fim do jogo foi
feito uma devolutiva com os alunos para avaliar suas opiniões a respeito da atividade, os quais
destacaram a importância do jogo em sala de aula, pois para eles o jogo foi uma forma prazerosa
de testar seus conhecimentos, anulando a pressão do aprendizado por reprodução como é comum
em uma aula normal. Considerações: Concluímos que o jogo é uma ferramenta poderosa de apoio
ao ensino, em especial da matemática, pois a disciplina já carrega um tabu de ser muito difícil e por
isso temida por muitos. De acordo com o mencionado no PCN, tornar o saber matemático
acumulado um saber escolar, passível de ser ensinado/aprendido, exige que esse conhecimento
seja transformado, para isso deve levar em conta o contexto em que o aluno está inserido.
Palavras-chave: PIBID. Ensino de Matemática. Jogos matemáticos.
Apoio: CAPES.
99
UTILIZAÇÃO DE JOGOS MATEMÁTICOS NO PROCESSO DE
ENSINO APRENDIZAGEM
Odair de Sá Garcia - Coordenador de área Subprojeto Pibid Matemática
Gilmar Albuquerque da Silva - Supervisor de área Subprojeto Pibid Matemática
Alexandre Alcaraz Sanchez - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid
Matemática
Alreni dos Santos Silva - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática
Ananda Lorrani de Oliveira - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid
Matemática
Carlos Gardel de Franca Vieira - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid
Matemática
Keylla Cezar do Prado - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática
Renato Antonio da Silva - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid Matemática
Rosemeire Soares dos Santos - Rosemeire Soares dos Santos
Vinicius Mazzaro Spadone - Bolsistas de iniciação à docência - Subprojeto Pibid
Matemática
PIBID – MATEMÁTICA
Introdução: Um dos primeiros momentos dando inicio a este projeto, foi a interação entre os alunos
bolsistas da Fundação Santo André participantes do projeto, o Coordenador de Área Subprojeto
Matemática Professor Mestre Odair Sá Garcia e o Supervisor de área Subprojeto Matemática
Professor Gilmar Albuquerque da Silva. Após esta interação o próximo passo foi conhecer as
estruturas físicas, a Direção, coordenação, corpo docente, corpo discente os documentos, a
proposta curricular e a proposta pedagógica da Escola Estadual Dr Fausto Cardoso Figueira de
Mello. Como primeiras ações foram aplicadas atividades diagnósticas para nortear os caminhos e
definir as ações a serem aplicadas dentro do projeto. Após análise dos resultados diagnósticos, o
grupo entendeu que o uso de materiais concretos e jogos matemáticos ajudariam no processo de
ensino aprendizagem sanando as defasagens apresentadas nas observações. Materiais e
Métodos: Tomando como base as informações observadas nas atividades diagnósticas, os alunos
bolsistas, pesquisaram e criaram alguns jogos para auxilio no processo de ensino aprendizagem
dos conteúdos que apresentaram maior defasagem de entendimento. A proposta é aplicar cada
jogo pesquisado ou criado pelos bolsistas ao longo do projeto. Acompanhando após a aplicação os
resultados por meio de avaliações continuas. Resultados: As primeiras aplicações demonstraram
que devidamente utilizados, os materiais concretos e jogos, proporcionam sim diferença no
processo de ensino aprendizagem. Considerações Finais: A utilização de jogos em sala de aula é
uma ação promissora para o aprendizado de matemática e de melhor interação social, pois em
muitos casos a timidez faz com que o aluno deixe de perguntar, guardando pra si suas dúvidas,
fator que ao longo dos anos letivos será um empecilho no entendimento de novos conteúdos. A
aplicação de uma atividade envolvendo material concreto ou uma oficina de jogos matemáticos é
feita em grupos, proporcionando uma melhor interação entre os alunos e criando um ambiente
facilitador para o entendimento. A partir desta perspectiva, este trabalho, tem como finalidade
estabelecer uma relação entre o ensino de matemática e a utilização de jogos como importante
auxílio no processo de ensino aprendizagem.
Palavras-chave: PIBID. Iniciação à docência. Ensino-aprendizagem de Matemática.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
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PROGRAMA PIBID - PEDAGOGIA
CONTOS, POEMAS E OUTRAS HISTÓRIAS
LUCIANA DE FREITAS LANNI - Professora do curso de Pedagogia à distância(UMESP),
Coordenadora do subproejto-"Contos, poemas e outras histórias" (PIBID/CAPES/
Prefeitura de Mauá/ UMESP). - [email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
O projeto ―Contos, poemas e outras histórias‖ compõe uma das nove abordagens do Programa
Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), em parceria com a Universidade Metodista
de São Paulo, por meio do curso de Pedagogia à distância (EAD), e a Prefeitura Municipal de
Mauá. Contemplando em seus objetivos o aprofundamento das teorias trabalhadas no curso, bem
como possibilitar uma vivência significativa e prática na formação dos estudantes de Pedagogia,
dos alunos atendidos no Ensino Fundamental-I e na EJA. Dentro destas perspectivas o projeto
busca: - A aproximação entre teoria e prática no processo de formação dos discentes do curso de
Pedagogia EAD para que possam vivenciar efetivamente o cotidiano do trabalho escolar, num
movimento constante de reflexão crítica e consciente que os levará a uma formação contínua e
integral. - O incentivo à leitura, o aprimoramento da escrita e a busca de sua identidade cultural,
moral e social. - Compartilhar as práticas sociais vinculadas ao ato de ler e escrever, dando sentido
à leitura e à escrita, despertando o interesse dos estudantes por obras literárias motivando-os a
apreciar as mesmas de forma prazerosa e permanente. Este projeto conta com trinta estudantes do
curso de Pedagogia EAD e seis professoras-supervisoras das instituições municipais de educação
básica do Município de Mauá.
Palavras-chave: Formação docente. Educação. Literatura e escrita.
Apoio: CAPES.
101
A CONSTRUÇÃO DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA DO GÊNERO DE TEXTO
INSTRUCIONAL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID/USCS NA
EMEB JOSÉ IBIAPINO FRANKLIN
Maria de Fátima Ramos de Andrade - Professora Dra., USCS - Universidade Municipal de
São Caetano do Sul, Curso de Pedagogia. - [email protected]
Luciana Villani das Neves - Graduação, USCS - Universidade Municipal de São Caetano
do Sul, Curso de Pedagogia. - [email protected]
Maria Neide da Silva - Professora, EMEB José Ibiapino Franklin, São Bernardo do Campo.
- [email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
O projeto institucional PIBID/USCS - ―Universidade e escola pública: um caminho para formação
inicial e continuada nas licenciaturas em Educação Física e Pedagogia - tem promovido o contato
entre aluno pesquisador e escola, propiciando a troca de experiências por meio da
problematização, análise e investigação das vivências em sala de aula, embasadas pelos estudos
da Engenharia Didática. O presente trabalho apresenta a experiência pedagógica referente ao
gênero de texto instrucional realizada em uma classe em alfabetização da EMEB José Ibiapino
Franklin, no município de São Bernardo do Campo. Além de estabelecer uma relação mais
colaborativa entre a universidade e a escola pública, objetivamos com essa parceria elaborar
sequências didáticas que promovessem o aprendizado significativo de textos instrucionais. Cumpre
lembrar que a orientação metodológica seguida neste trabalho foi baseada nos estudos de
SCHNEUWLY e DOLZ (2004) que partem do pressuposto da importância da investigação didática
no ensino dos gêneros. O procedimento da ‗sequência didática‘ é composto por um conjunto de
atividades escolares organizadas de maneira sistemática, em torno de um determinado gênero
textual oral ou escrito (objeto de ensino). Como resultado do trabalho realizado foi possível
perceber que no final do processo de ensino os alunos apresentaram avanços tanto no
entendimento do gênero textual quanto no processo de alfabetização. Além disso, esta proposta
pedagógica, que permitiu a construção de uma sequência didática aberta, mostrou que é possível
ensinar o aluno partindo de seu conhecimento prévio, de forma significativa e lúdica. O programa
PIBID vem cumprindo o seu papel social quando consegue, principalmente, juntar teoria e prática,
incorporando novas experiências na formação da aluna pesquisadora tanto sob a orientação de um
docente da instituição de ensino superior quanto pela orientação da professora da escola pública. A
possibilidade de participação no programa tem colaborado na ampliação de um olhar investigativo
não somente no que se refere ao processo de ensino/aprendizagem, mas também sobre diversas
questões que ocorrem no âmbito de uma escola pública.
Palavras-chave: Sequência didática. Gênero instrucional. Formação docente.
Apoio: CAPES.
102
A CONSTRUÇÃO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS DE GÊNEROS TEXTUAIS DA
LÍNGUA MATERNA: A EXPERIÊNCIA DO PIBID NA EMEB
DR. JOSÉ FERRAZ DE MAGALHÃES CASTRO
Bruna Driely Campos Sampaio - Aluna, Universidade Municipal de São Caetano do Sul
(USCS). - [email protected]
Isabel Dayana Mesquita Cerqueira Carvalho - Aluna, Universidade Municipal de São
Caetano do Sul (USCS). - Aluna, Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS)
PIBID - PEDAGOGIA
RESUMO: O projeto institucional PIBID/USCS - ―Universidade e escola pública: um caminho para
formação inicial e continuada nas licenciaturas em Educação Física e Pedagogia‖ - tem promovido
o contato entre aluno pesquisador e escola, propiciando a troca de experiências por meio da
problematização, análise e investigação das vivências em sala de aula, embasadas pelos estudos
da Engenharia Didática. O PIBID é um Programa do Ministério da Educação, gerenciado pela
CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), cujo objetivo maior é o
incentivo à formação de professores para educação básica, e a elevação da qualidade da escola
pública. O presente trabalho apresenta a experiência pedagógica dos gêneros textuais – contos
modernos e contos de fadas – no campo da Língua Portuguesa, realizada em uma escola pública
da rede Municipal de São Bernado do Campo. O trabalho foi construído de acordo com o modelo
proposto por Joaquim Dolz, Michèle Noverraz e Bernard Schneuwly, pesquisadores do grupo de
Genebra, que desenvolvem as sequências a partir do modelo: apresentação do tema; primeira
produção, módulos e produção. Para chegarmos ao produto final da sequência didática,
associamos o projeto à metodologia da engenharia didática/investigação didática proposto por
Artigue Michèle. A investigação didática é pautada na constante ação-reflexão-ação do professor,
objetivando a constante reflexão no processo de ensino em sala de aula. A inserção dos alunosbolsistas que fazem parte do projeto PIBID na USCS tem favorecido a formação dos licenciandos
tanto do curso de Pedagogia, quanto da Educação Física pois possibilita aos alunos a
oportunidade de inserção em situação reais de ensino-aprendizagem nas escolas, onde há
oportunidade de analisar, refletir e agir sobre diversas situações. Do estudo realizado constatamos
que o modelo – sequência didática – propiciou condições adequadas ao ensino dos gêneros,
tornando a aprendizagem mais significativa. Além disso, percebemos a avaliação como momento
crucial na construção das sequências didáticas. É necessário, ainda, avançar na reflexão sobre
como avaliar a produção dos nosso alunos.
Palavras-chave: PIBID. Sequência didática. Engenharia didática.
Apoio: CAPES.
103
A CONSTRUÇÃO DE UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA DO GÊNERO CRÔNICA: A
EXPERIÊNCIA DO PIBID/USCS NA EMEB DR. JOSÉ FERRAZ
DE MAGALHÃES CASTRO
Cláudio Marcelo de Lima Cabral - Aluno do Sexto Semestre de Pedagogia da Universidade
Municipal de São Caetano do Sul, e aluno-pesquisador do PIBIB. [email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
Neste trabalho, faço uma apresentação, parcial, dos resultados de minha pesquisa realizada no
Programa de Iniciação à Docência – PIBID – no curso de Pedagogia, junto à Secretaria Municipal
de Educação de São Bernardo do Campo, na escola EMEB Dr. José Ferraz de Magalhães Castro.
O projeto institucional PIBID/USCS, intitulado ―Universidade e escola pública: um caminho para
formação inicial e continuada nas licenciaturas em Educação Física e Pedagogia‖, é orientado
pelos estudos da Engenharia Didática (ARTIGUE, 1996) e tem como objetivo principal propiciar
contato dos licenciandos com a realidade escolar, de forma a identificar, problematizar e investigar
aspectos vivenciados na escola e relacioná-los aos conteúdos curriculares das disciplinas
trabalhadas nas respectivas Licenciaturas. O Subprojeto PIBID/USCS/Pedagogia segue a
metodologia da Investigação Didática (LERNER, 1995) e orienta-se pela abordagem dos
pesquisadores da Escola de Genebra (SCHNEWULY e DOLZ, 2004), para a elaboração de
sequências didáticas de gêneros textuais no ensino da língua portuguesa. Com base nessa
abordagem, meu projeto objetivou a construção colaborativa, aluno bolsista e professor regente, de
uma sequência didática do gênero crônica em uma classe do 5º ano na Escola Municipal de
Educação Básica Dr. José Ferraz de Magalhães Castro. Inicialmente, nas reuniões sistemáticas,
estudamos a Proposta Curricular do município São Bernardo e a proposta pedagógica da escola,
além das formas de participação/intervenção e de elaboração de registros das práticas observadas.
Além disso, foram lidos e discutidos os textos dos autores que embasam o projeto, tais como:
Lerner (1995), Artigue (2006), Schnewuly e Dolz (2004), entre outros.
Palavras-chave: Formação docente. Gêneros textuais. Sequência didática.
Apoio: CAPES.
104
A IMPORTÂNCIA DE LER PARA UMA CRIANÇA EM FASE
INICIAL DE ALFABETIZAÇÃO
Danilo Righeti - Aluno do Curso de Pedagogia da FSA - [email protected]
Caroline Demetrio - Aluno do Curso de Pedagogia da FSA [email protected]
Elaine Brandão - Aluno do Curso de Pedagogia da FSA - [email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
Introdução: Ler é um hábito poderoso que nos faz conhecer mundos e ideias e pesquisas ao redor
do mundo mostram a importância da leitura para as crianças em fase de alfabetização. Esta serve
para que elas se familiarizem com a escrita e auxilia em todas as disciplinas. Objetivo
Pretende-se relatar experiências vividas no âmbito do PIBID de forma a dar concretude a esta
visão e revelar como no interior desse programa, bolsistas e supervisões, podem agir de forma
conjunta para contribuir para o processo de letramento da criança em fase de alfabetização. Com
isso, evidenciar a importância do PIBID enquanto processo de formação dos novos docentes e seu
impacto nas escolas que recebem os bolsistas. Metodologia: Muitas crianças na fase inicial de
alfabetização não são capazes de ler palavras e frases. Isso não quer dizer que a elas não se deva
oferecer livros com textos contendo historias. É necessário que ela seja introduzida num ―ambiente
alfabetizador‖, algo amplo e complexo, como se fosse imersa no mundo letrado de forma
intencional por meio de ações que a escola desenvolve. É elementar que se leia para elas. Seja
uma história, uma reportagem ou um poema, a leitura em voz alta feita para as crianças é muito
importante para o processo de letramento, aqui entendido como processo mais amplo do que
ensinar a ler e a escrever, pois é uma forma de introduzi-la num universo imaginário ou real, uma
demonstração de como podem ser lidos diferentes tipos de textos, de qual entonação pode ser
usada, do modo como se respira em cada vírgula ou ponto final, e, dentre outras coisas, ajuda a
desenvolver o senso crítico da criança ouvinte. No ambiente escolar, podem-se desenvolver vários
meios para que a criança entre em contato com a leitura, como a biblioteca e a leitura feita pelo
professor em sala de aula, além de promover trocas de livros semanais entre os alunos de maneira
a incentivar que os responsáveis pela criança leiam histórias para elas. Considerações Finais: A
leitura pode ser um ótimo estimulante para a criação de vínculos entre a criança e os familiares,
pais, professores e amigos. Além disso, ler para as crianças em processo de alfabetização auxilia
na aprendizagem da escrita, na formação de valores e aumenta o vocabulário do aluno.
Palavras-chave: Leitura. Alfabetização. Crianças.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
105
A PRODUÇÃO CIENTÍFICA DO PROGRAMA PIBID NO ESTADO DE
SÃO PAULO: OS SEMINÁRIOS EM QUESTÃO
Patricia Fazani da Silva - Patricia Fazani da Silva - [email protected]
Maria de Fatima Ramos de Andrade - [email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
Resumo: O presente projeto se propõe a investigar a produção científica dos alunos participantes
do PIBID que foi apresentada em seminários vinculados ao Programa. A pesquisa será
desenvolvida tendo por objeto de análise a produção científica disponibilizada na Web pelas IES,
bem como em produções científicas publicadas em anais de eventos do PIBID realizados no
Estado de São Paulo nos últimos quatro anos. Apesar do pouco tempo de implantação, os
relatórios e os relatos das instituições participantes do programa têm mostrado impactos
significativos, em especial, pela participação crescente de bolsistas de iniciação em eventos
científicos e acadêmicos no país e até no exterior. Como metodologia de pesquisa faremos um
levantamento que permitirá saber quais são as universidades que mais produziram, a temática
mais trabalhada e quais as metodologias aplicadas. Espera-se com essa investigação delinear o
foco dado a formação docente pelas instituições de Ensino Superior, bem como identificar o perfil
dos estudos que estão sendo realizados e suas principais temáticas.
Palavras-chave: Pibid. Pedagogia. Seminários.
Apoio: CNPq.
106
AGRUPAMENTO NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO
Suliany Aparecida da Luz - Colegiado de Pedagogia - FSA - [email protected]
Mayara Rocha de Oliveira - Colegiado de Pedagogia - FSA [email protected]
Tatiane Moreira - Colegiado de Pedagogia - FSA - [email protected]
Caroline Cajui - FSA - Colegiado de Pedagogia Alexandra Aparecida Liberato Trevisan - Supervisora do projeto PIBID – EMEIF Carolina
Maria de Jesus - [email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
I. INTRODUÇÃO: A avaliação dos alunos que frequentam o ciclo I e o acompanhamento daqueles
que apresentam dificuldades de aprendizagem na escrita e na leitura tem sido um desafio para a
maioria nas escolas brasileiras de forma a garantir a progressão continuada. Essa questão tem
sido objeto de preocupação e de ação num dos terceiros anos da EMEIEF Carolina Maria de
Jesus, situada em Santo André, que recebe bolsistas do PIBID. Por esta razão, a Professora
Supervisora estruturou um projeto, envolvendo as bolsistas do PIBID, de ―agrupamentos‖ dos
alunos com dificuldades de aprendizagem, cujos objetivos, metodologia e matérias e resultados
são apresentados a seguir. II. OBJETIVOS: a) Produzir atividades que favoreçam a aprendizagem
da escrita e da leitura dos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem no 3° ano do
Ensino Fundamental. b) Auxiliar os alunos no sentido de refletirem sobre as suas hipóteses de
escrita e leitura, de forma que possam supera-las e avançarem para novas possibilidades. c)
Contribuir para que os alunos produzam frases e pequenos textos. III. METODOLOGIA E
MATERIAL: Um conjunto de atividades é desenvolvido pelas bolsistas do PIBID, acompanhadas
pela Professora Supervisora: a) Diagnostico sobre a hipótese de escrita e de leitura com a qual
trabalha a criança com dificuldade de aprendizagem no processo de alfabetização. b) Formação de
―agrupamentos‖, segundo a natureza das dificuldades de cada aluno em fase de alfabetização,
totalizando 8 (oito) alunos para 3 (três) bolsistas. c) Proposição de atividades aos alunos,
adequadas às dificuldades diagnosticadas no processo de alfabetização. d) Associação de afeto e
realização de atividades praticas, principalmente lúdicas, considerando a proposição de Vygotsky.
Materiais utilizados no desenvolvimento das atividades: alfabeto silábico, bingo de letras, letras
moveis, varal de letras, caça palavras, detetive de palavras, jogo de rimas, cruzadinhas. IV.
CONSIDERAÇÕES: Em pequenos grupos, o professor tem a possibilidade de fazer intervenções
individuais de acordo com as necessidades de cada criança. Por meio do diálogo, o agrupamento
possibilitou o aprendizado tanto do educando quanto do professor e dos bolsistas. Houve uma
intensa troca de saberes. A diversidade de saberes possibilitou formas positivas de trocas. Por fim,
os alunos apresentaram evolução na leitura e na escrita.
Palavras-chave: Alfabetização. Agrupamento. Atividades diferenciadas.
Apoio: CAPES, Fundação Santo André.
107
CONTRIBUIÇÕES DO PROJETO PIBID
Maria Matilde Antonelli - Mestre em Educação titulada pela Universidade Metodista de São
Paulo. Atualmente é professora do Ensino Fundamental na Rede Estadual de São Paulo,
Prefeitura Municipal de Santo André e Supervisora do projeto PIBID/Pedagogia. Possui
graduação em Pedagogia pela Faculdade de São Bernardo do Campo (2000) e Pós
graduação Lato Sensu em Violência Doméstica pela Universidade de São Paulo - USP (2003). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Alfabetização. [email protected]
Pâmela Pinheiro Pontelli - Atua no projeto PIBID, Cursando Pedagogia na Fundação Santo
André. - [email protected]
Nayara Rodrigues de Souza - Atua no projeto PIBID, cursando Pedagogia na Fundação
Santo André - [email protected]
Jéssica Garcia da Cruz Morais - Atua no Projeto PIBID, cursando Pedagogia na Fundação
Santo André. - [email protected]
Jéssica Caroline Ribeiro Rodrigues Ferreira - Atua no Projeto PIBID, cursando Pedagogia
na Fundação Santo André. - [email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
O projeto PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) tem como objetivos
incentivar a formação de professores, antecipar o vínculo entre os futuros mestres e a sala de aula
da rede pública, para conhecer a realidade escolar e promover ações inovadoras capazes de gerar
a melhoria da qualidade da educação básica. O fato dos bolsistas vivenciarem momentos da
prática pedagógica com observação das ações dos educandos no processo de construção do
conhecimento ou intervir sob a supervisão da professora titular da classe, facilita a compreensão
da teoria adquirida no curso de Pedagogia. Nesse contexto, a participação dos bolsistas PIBID no
espaço da sala de aula instiga a perceber a complexidade que é lidar com a heterogeneidade. Ao
vivenciar situações positivas na dinâmica do processo educativo, acompanhar o trabalho realizado
por professores experientes com as devidas intervenções pedagógicas favorece a qualidade da
formação profissional. Os bolsistas PIBID/Pedagogia que atuam em parceria com a supervisora e
professora titular da classe na EMEIEF Carolina Maria de Jesus localizada na cidade de Santo
André vêm realizando algumas ações inovadoras no espaço da sala de aula com alunos do 3º ano
(ciclo I) na disciplina de matemática. Os desafios propostos são apreciados pelas crianças e
promovem o raciocínio lógico com: jogos matemáticos, intervenções pedagógicas utilizando
material concreto, agrupamento, músicas e montagem de figuras com tangram. As atividades
favorecem o aprendizado dos educandos e, simultaneamente contribuem para a formação dos
bolsistas PIBID que, quando graduados, terão como diferencial terem a experiência como parceiros
no ―fazer pedagógico‖ na escola pública. Desta forma, é possível concluir que a sala de aula é o
encontro de diferentes saberes e a ação pedagógica deve favorecer a construção da aprendizagem
significativa capaz de incluir a todos. Conhecer o ―laboratório de conhecimentos‖ que é a sala de
aula, participar da rotina de trabalho pedagógico na relação professor/aluno/conhecimento e
desenvolver atividades educativas supervisionadas são contribuições importantes à formação do
professor.
Palavras-chave: Projeto PIBID. Prática pedagógica. Formação docente.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
108
CRIANÇAS E LEITURA: AMPLIAÇÃO DO MUNDO E NOVAS POSSIBILIDADES DE
APRENDIZAGENS
Débora de Camargo Gallo - Professora Marilena Nakano e Marli Ancassuerd, FSA,
Colegiado de Pedagogia - [email protected]
Julia Borges Mateus Bressan - Professora Marilena Nakano e Marli Ancassuerd, FSA,
Colegiado de Pedagogia - [email protected]
Jacqueline Aliende Barbeli - Professora Marilena Nakano, FSA, Colegiado de Pedagogia
[email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
Introdução: A contação de histórias na infância, principalmente nos anos iniciais, como também nos
primeiros anos do processo de alfabetização, é de fato, um dos mais importantes instrumentos
para o incentivo à leitura e para o aprimoramento do ler e escrever. Além de possibilitar que a
criança conheça os diversos mundos dos livros, auxilia-as no desenvolvimento do imaginário e,
mais para frente, na diferenciação do mundo real e do fictício. Na EMEIF Carolina Maria de Jesus,
na cidade de Santo André/SP, com turmas de educação infantil, primeiro e segundo ciclos do
ensino fundamental I, foi desenvolvido um projeto, por bolsistas do PIBID, para inserir as crianças
no mundo da biblioteca, não apenas para levá-las a um diferente espaço físico, no qual existem
outras regras e funcionamento, mas fazê-las viverem em um ambiente que tudo pode acontecer
sem a necessidade de nos movermos. Objetivo: Despertar nas crianças, através de diversas
contações de histórias, ao longo do ano, o interesse pelo mundo da leitura, transformando-as em
leitores assíduos e melhores escritores e, consequentemente, no futuro, melhores cidadãos.
Material e métodos: a) Organização inicial da biblioteca da escola, pelas bolsistas do PIBID. b)
Definição dos objetivos do trabalho, envolvendo as bolsistas do PIBID e os professores das salas.
c) Definição de horários e turmas a serem trabalhadas ao longo da semana. Resultados: É visível o
despertar de um maior interesse, da parte das crianças, pelos livros e histórias, além de
reproduções espontâneas dos mesmos, na contação de histórias novas ou já contadas. Da parte
dos professores das salas, há um reconhecimento da importância desse tipo de projeto e a
necessidade de dar continuidade a ele no próximo ano. Considerações:
A introdução das crianças ao mundo da leitura as auxilia em seu desenvolvimento, despertando
desejos, enfrentando seus medos, descobrindo novas realidades, além de estimular e fazê-las
reconhecer letras e palavras escritas, bem como, o aperfeiçoamento e a conquista de novos
vocábulos, sempre direcionando-os a novos horizontes.
Palavras-chave: Biblioteca. Contação de histórias. Desenvolvimento pela leitura.
Apoio: CAPES, Fundação Santo André.
109
JOGOS E BRINCADEIRAS NA ESCOLA
Daniela Dias Carvalho - Aluna, FSA, Colegiado de Pedagogia [email protected]
Alane Samara de Lima - Graduação, FSA, Curso de Pedagogia - [email protected]
Gracielle Lopez - Graduação, FSA, Curso de Pedagogia - [email protected]
Raquel Nascimento - Graduação, FSA, Curso de Pedagogia - [email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
JOGOS E BRINCADEIRAS NA ESCOLA. Introdução: Na escola, o lúdico é fundamental no
trabalho com as crianças, pois elas aprendem brincando. Jogos e brincadeiras proporcionam uma
aprendizagem significativa, desenvolvendo o raciocínio lógico, a coordenação motora, a
socialização. Ao jogar e brincar a criança participa ativamente das atividades, pois explora,
questiona, reflete, faz estratégias para chegar ao resultado desejado, se socializa na relação que
estabelece com outras crianças e/ou adultos com os quais se encontra no contexto. Além disso,
aprende a respeitar limites e regras. Objetivos: Possibilitar, por meio de jogos e brincadeiras,
aprendizagens significativas para as crianças. Garantir espaços de atividades autônomas e que as
crianças possam decidir, individualmente, ou coletivamente, aquilo que desejam fazer na escola.
Material e métodos Partiu-se de observações na escola que recebe bolsistas do PIBID, de forma a
diagnosticar que jogos e brincadeiras eram oferecidos às crianças. Observamos os alunos e os
espaços da escola municipal de Santo André, EMEIEF Carolina Maria de Jesus, e foi possível
perceber que a escola proporcionava poucas opções de brincadeiras livres. Do diagnostico,
realizou-se pesquisa na internet sobre jogos corporativos, para desenha-los no chão para que
todas as crianças pudessem brincar, de forma autônoma. Os materiais necessários, além do
computador, foram papel, tinta, pincel, fita crepe. Resultados: Os momentos de intervalo e de
―parque‖, após o desenho dos jogos no chão, mostraram-se ricos para a aprendizagem de certas
habilidades e comportamentos sociais, além de prazerosos, possibilitando a cada criança a
experiência de viver o exercício da autonomia, sem o controle que exerce o professor.
Considerações: É inegável a importância dos jogos e brincadeiras para o desenvolvimento infantil.
Os bolsistas do PIBID podem, em cada escola que atuam, agir no sentido de possibilitar que esse
tipo de atividade seja incrementada, especialmente, sem que haja interferência do professora, para
que as crianças possam viver experiências autônomas.
Palavras-chave: Jogos. Autonomia. Brincadeiras.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
110
JOGOS MATEMÁTICOS NA SALA DE AULA
Maria Matilde Antonelli - Mestre em Educação titulada pela Universidade Metodista de São
Paulo. Atualmente é professora do Ensino Fundamental na Rede Estadual de São Paulo,
Prefeitura Municipal de Santo André e Supervisora do PIBID/Pedagogia pela Fundação
Santo André - FSA. Possui graduação em PEDAGOGIA pela Faculdade de São Bernardo
do Campo (2000) e Pós graduação Lato Sensu em Violência Doméstica pela Universidade
de São Paulo - USP - (2003). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em
alfabetização. - [email protected]
Laís Gomes Fernandes - Bolsista PIBID, cursando Pedagogia na Fundação Santo André. [email protected]
Mayara Mazzini da Silva - Bolsista PIBID,cursando Pedagogia na Fundação Santo André. [email protected]
Mirlei Santos Borsari - Bolsista PIBID, cursando Pedagogia na Fundação Santo André. [email protected]
Ariane Soares Rosalino - Bolsista PIBID, cursando Pedagogia na Fundação Santo André. [email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
Pensando na importância dos jogos e nas inúmeras possibilidades de melhorar o raciocínio
matemático, o presente trabalho tem por objetivo ampliar os saberes mobilizados pelas crianças
durante o envolvimento com jogos pedagógicos no espaço da sala de aula. Os jogos são
confeccionados pelas alunas bolsistas PIBID de Pedagogia da FSA, em parceria com a supervisora
e professora titular da classe (3º ano) da EMEIEF Carolina Maria de Jesus, localizada na cidade de
Santo André. Na expectativa de motivar os educandos, os jogos pedagógicos são depositados em
um carrinho intitulado ―HORA DO JOGO‖ que, uma vez por semana, circula pelas classes de 3º
ano do ensino fundamental, ciclo I. Alguns questionamentos durante o processo de aplicação dos
jogos norteiam a observação pedagógica: O que há de significativo para as crianças na rotina com
jogos? Como as crianças lidam com o possível não saber inicial a respeito do que lhe é proposto?
Como mantê-las envolvidas durante o processo do jogo? O estudo fundamenta-se nas ideias da
autora Cecília Parra, (2009) que discute no livro ―Didática da matemática: reflexões
psicopedagógicas‖ com propostas didáticas envolvendo desafios matemáticos que oportunizam o
aluno a colocar em jogo seus conceitos, questionamentos, reflexões e, ao mesmo tempo,
intensifica o fazer pedagógico do professor orientando suas intervenções às crianças que mais
necessitam de atenção. O resultado parcial deste trabalho mostra que, para serem bem sucedidos,
os jogos matemáticos na sala de aula devem contar com planejamento, objetivos e
intencionalidade. Antes de aplicar o jogo aos alunos, o grupo de bolsistas (PIBID), planejam,
organiza a música de chegada do carrinho, realizam o jogo para confirmar as regras e evitar o
improviso. No momento dos jogos matemáticos na sala de aula, professores e bolsistas observam
as estratégias de pensamento reflexivo das crianças enquanto resolvem os problemas propostos,
podendo variar as alternativas (intensificar ou diminuir) os desafios de acordo com o nível de
evolução do aluno, equipe ou dupla para que eles sintam-se motivados a ultrapassar as etapas. É
nesse ambiente de ações e troca que as crianças ―aprendem a respeitar regras, a exercer papeis
diferenciados e controles recíprocos, a discutir, a chegar a acordos‖ (Parra, p.229,2009).
Palavras-chave: Jogos pedagógicos. Planejamento. Pensamento reflexivo.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
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O PIBID NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE UM
POSSIBILITADOR DO BRINCAR
Mayara de Castro de Oliveira - Estudante do 6º semestre de Pedagogia, bolsista PIBID,
Universidade Metodista de São Paulo. - [email protected]
Sara Soares de M. Parreira - Estudante do 6º semestre de Pedagogia, bolsista PIBID,
Universidade Metodista de São Paulo. - [email protected]
Michele Santiago da Silva - Estudante do 6º semestre de Pedagogia, bolsista PIBID,
Universidade Metodista de São Paulo. - [email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
Instrodução: O presente trabalho tem como intuito apresentar relatos de experiência de três
estudantes do curso de Pedagogia, da Universidade Metodista de São Paulo, através da
participação do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência- PIBID- em parceria com a
Capes e a Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo (SP). Tal programa visa o
aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores/as para a educação básica. Neste
sentido, concede bolsas à projetos desenvolvidos pelas instituições de ensino superior em parceria
com escolas públicas de educação básica. O subprojeto desenvolvido ―Brincadeiras de agora e
brincadeiras de outrora‖ envolve a participação de trinta estudantes distribuídos em duas creches,
três pré-escolas e uma escola que atende a Educação de Jovens e Adultos (EJA), tendo em cada
uma destas instituições uma professora supervisora da própria unidade. Objetivo : O objetivo do
projeto é formar professores/as brincantes, instigando o olhar sensível e curioso dos bolsistas para
as crianças, jovens e adultos, valorizando as culturas e conhecimentos de todos para a construção
do saber. Metodologia: A metodologia utilizada consiste em encontros formativos quinzenais;
leituras e pesquisas; planejamento e registros; realização de atividades com as crianças em idas
semanais dos/as estudantes às instituições. As referencias teóricas utilizadas são dos autores
como Paulo Freire, Miguel Arroyo, Vygotsky, Florestan Fernandes, Gilles Brougère e Jorge Larrosa.
Atuar no projeto tem possibilitado aos/as estudantes não apenas conhecer a realidade das
instituições educacionais públicas, mas, sobretudo, aprender com elas. Considerações: O presente
relato, portanto, apresenta algumas inquietações dos bolsistas sobre o brincar e o tempo
direcionado a ele, bem como algumas experiências adquiridas com as idas às instituições e
brincando e refletindo quanto as suas práticas. A partir de uma visão crítica sobre as suas atuações
durante o desenvolvimento do projeto, vê-se aqui, a oportunidade de aproveitar o tempo
determinado para que as atividades e brincadeiras sejam apresentadas às crianças, jovens e
adultos, sendo a sua execução um instrumento possibilitador para que haja um intercâmbio
atemporal, de forma que eles possam se perceber e, assim, brincar as brincadeiras de outrora,
bem como as de agora, de modo que ambas possam ser recriadas para além do tempo que lhes
são apresentadas, permitindo-lhes vivenciar experiências que lhe sejam significativas.
Palavras-chave: Brincar. Desvalorização. Experiência.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
112
PIBID E A FORMAÇÃO DOS NOVOS PROFESSORES: A RELAÇÃO ENTRE
SUPERVISOR E BOLSISTAS
Solange de Freitas Silva - Graduação, FSA, Curso de Pedagogia [email protected]
Kelly Cezar do Prado - Graduação, FSA, Curso de Pedagogia - [email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
Pretende-se abordar algumas experiências vividas no âmbito do PIBID, especialmente o papel da
Supervisora, professora responsável pela sala que acolhe as bolsistas, e sua relação com as
Bolsistas. Estas últimas têm oportunidade de perceber rotinas instaladas na sala de aula e as
formas de enfrentamento de dificuldades que aparecem. Vivenciam inúmeras situações, dentre
elas o acompanhamento das lições de casa das crianças, dos alunos com dificuldades, do auxílio
prestado à professora na confecção de materiais, bem como a percepção do envolvimento e
compromisso da professora com os alunos, da reflexão sobre as famílias dos alunos, das questões
a serem enfrentadas a partir da inclusão de alunos com necessidades especiais. Tudo isso foi
motivo de reflexão em reuniões, por vezes semanais e, outras, mensais. O primeiro elemento a ser
considerado é a importância da observação no processo de formação dos novos professores. É a
observação e a reflexão sobre o vivido que permite estabelecer vínculos entre o vivido, o refletido e
o estudado na Universidade. Dentre os elementos a serem destacados, pretende-se ressaltar as
atividades que seguem. 1) A rotina na sala de aula e a preparação da lição de casa para os alunos.
Inicialmente, a preparação da lição de casa pelas Bolsistas era considerada atividade quase que
sem sentido. No entanto, aos poucos, se pôde perceber a relação entre o trabalho realizado em
sala e aquilo que os alunos levavam para casa, garantindo desta forma que se estabelecem nexos
entre o ensinado e as possibilidades das crianças realizarem atividades de forma autônoma, com
novas chances de aprendizagem e de superação de suas dificuldades. 2) Preparação de atividades
específicas para as dificuldades que os alunos apresentam. A Supervisora, sempre atenta aos
seus alunos, permite que os bolsistas percebam a necessidade de atividades diferenciadas de
acordo com as necessidades dos alunos. Assim, por exemplo, se o problema é mera questão de
letras, trata-se de usar um caderno de caligrafia. Outros exemplos de maior complexidade sãos os
alunos que apresentam problemas escolares em função que questões familiares, de necessidades
especiais que carregam, a exemplo das dificuldades de visão e de audição, exigindo da professora
da sala intervenções mais complexas. 3) Formas de enfrentamento de dificuldades que aparecem
no exercício da profissão. A Supervisora revela uma forma de enfrentamento das dificuldades com
as quais se depara bastante peculiar. Ao invés de ―culpabilizar o outro‖, tende a encontrar saídas
que por vezes exigem dela o dispêndio de recursos financeiros. Assim, por exemplo, como ha uma
cota determinada de xerox por professor e ela é insuficiente para as necessidades existentes, a
Supervisora busca saídas sem entrar nas ―lamentações‖ que percorre a escola atualmente. As
bolsistas tiveram oportunidade de participar diretamente dessas e outras atividades fazendo que
que contribuíssem também para a superação de certas barreiras, numa estreita relação com a
supervisora, revelando a importância do PIBID não apenas para a formação dos futuros
professores como também para contribuir para a melhoria da qualidade da educação.
Palavras-chave: Relação bolsista/supervisor. Rotina/sala de aula. Educação.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
113
PROFESSOR: MEDIADOR NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO
Dayane Fernanda R. Santos - Aluna, FSA, Curso de Pedagogia, Bolsista do PIBID [email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
Introdução: Com o ensino fundamental de nove anos, diferentes crianças são reunidas na mesma
sala de aula, algumas já tiveram um contato com o mundo letrado, outras, ainda não, ou tiveram
um contato superficial. Logo, faz-se necessário, diante da diversidade de crianças na sala de aula,
um parâmetro para desenvolver o letramento e a alfabetização. Isso só pode ser encontrado após
uma sondagem com os alunos e o desenvolvimento de atividades adequadas à fase em que se
encontra cada grupo de crianças, conforme proposição de Emília Ferreiro, a saber: a) pré-silábica,
quando a criança não traça o registro sonoro do que foi proposto para a escrita; b) silábica, quando
ela começa a estabelecer relações entre o som e a letra atribuindo a cada letra um registro de uma
sílaba falada; c) silábico-alfabética, quando a criança utiliza ambas as hipóteses de escrita
anteriores ao mesmo tempo, caracterizando um momento de transição; d) alfabética, quando ela já
venceu todos os obstáculos, realizando sistematicamente as relações entre os fonemas e os
grafemas. Objetivos: Reconhecer a fase que se encontra cada criança com relação à escrita.
Definir possíveis intervenções a serem feitas junto às crianças, segundo as hipóteses que têm
sobre a escrita, de forma a fazê-las avançar. Reunir dados, ao longo do ano letivo, sobre a
evolução das crianças no processo de aprendizagem. Material e métodos: Realização de
sondagens de forma a conhecer as hipóteses as hipóteses da escrita infantil. Produção de
atividadesadequadas à fase que se encontra a criança. Por exemplo: ditado de palavras,de forma
que a criança escreva segundo a hipótese que tem, para que o professor, em seguida, a) auxilie-a
na escrita das palavras segundo a norma culta; b) demande que a criança faça a leitura da palavra,
apontando com o dedo o que foi escrito; c) finalmente, leia as listas de palavras do caderno de
leitura que possui. Este processo é repetido periodicamente, de forma a possibilitar o processo de
alfabetização da criança. Resultados: Hoje, há na sala 26 alunos, sendo 16 alfabéticos, 6 silábicos
alfabéticos e 4 silábicos com valor. Todos apresentam avanços significativos a cada semana.
Considerações: O processo de alfabetização não é imediato, ele tem diversas etapas e se dará ao
longo do ciclo I, do Ensino Fundamental I. A realização de atividades adequadas a cada criança, de
forma periódica e repetitiva, permite que ela avance, pois aquilo que faz tem significado para ela,
no processo de ensino aprendizagem. Assim, a criança é auxiliada e estimulada a avançar de
acordo com o nível que a mesma apresenta, sem exigir demais, nem de menos, a ponto de
desestimulá-la.
Palavras-chave: Processo de alfabetização. Professor mediador. Fases da escrita.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES, Prefeitura de Santo André.
114
VÍNICIUS E A ARCA DE NOÉ: UMA PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO
AMBIENTE ALFABETIZADOR
Bruna da Silva Santos - Aluno, FSA, Pedagogia - [email protected]
Juliana Neri - Aluno, FSA, Pedagogia - [email protected]
Kelly Coutinho - Aluno, FSA, Pedagogia - [email protected]
PIBID - PEDAGOGIA
Vínicius e a Arca de Noé: uma proposta de ampliação do ambiente alfabetizador. Bruna da Silva
Santos. Juliana Neri. Kelly Coutinho. Bolsistas do PIBID – subárea Pedagogia. Introdução: Tendo
em vista que, nesse ano de 2013, Vínicius de Moraes completaria 100 anos de idade, estamos
explorando a obra de autoria do poeta ―Arca de Noé‖, na biblioteca Ruth Rocha localizada na
EMEIF José do Prado da Silveira, na Vila Sacadura Cabral em Santo André. Neste pôster,
pretende-se apresentar o conjunto de atividades desenvolvidas em torno da obra do autor citado,
bem como de outros autores que escreveram sobre a história da Arca de Noé, tais como, Ruth
Rocha e Célia Guimarães Barros, de forma a deixar clara a intenção de produzir um ambiente
alfabetizador enriquecido pela leitura e atividades diversificadas. Objetivos: 1. Sensibilizar as
crianças para a obra de Vinicius de Moraes, por meio da leitura de seu livro ―Arca de Noé‖ e da
realização de um conjunto de atividades relacionadas a esta obra, tais como: oficina de dobradura
para a montagem de um painel para a Arca de Noé; realização de Sarau Literário com a utilização
das músicas dos cd‘s ―Mil pássaros‖ de Ruth Rocha e ―Arca de História Noé I e II‖ de Vínicius de
Moraes para crianças; apresentação de desenhos sobre dilúvio e como era a arca; apresentação
de slides sobre a biografia do autor. 2. Promover um diálogo sobre as diferentes maneiras que os
escritores retrataram uma mesma história, de forma que as crianças entrem, não apenas no
universo da historia, como também conheçam um conjunto de autores. 3. Enriquecer o ambiente
alfabetizador na escola e na vida da criança. Materiais e Recursos. Para este projeto foram
selecionados os seguintes os livros: ―A arca de Noé‖ de Vínicius de Moraes e ―A Arca de Noé‖ de
Ruth Rocha. Nas atividades realizadas foram utilizados: slides, papel para desenho e dobradura,
cd‘s, a fim de que as crianças pudessem ter acesso às músicas relacionadas ao tema. Resultados.
Ao longo do projeto já foi possível observar os seguintes resultados: a) Conhecimento e
encantamento das crianças com a obra e a história do grande poeta brasileiro Vinícius de Moraes.
b) Aproximação das crianças ao gênero literário, bem como às músicas que enriquecem o
ambiente alfabetizador. Considerações Finais: O trabalho na biblioteca permite que os alunos
explorem o universo da leitura, bem como a apropriação da escrita. Lançando mão de de diferentes
instrumentos e temas, a biblioteca pode se tornar um ambiente estimulador para a aprendizagem e
a fruição no campo da leitura.
Palavras-chave: Alfabetização. Leitura. Biblioteca.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES, Prefeitura de Santo André.
115
PROGRAMA PIBID – QUÍMICA
ÁRVORE DE PRATA
Lorenzo de Micheli - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected]
Karem Soraia Garcia Marquez - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected]
Regina Maria de Almeida Neves - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected]
Renato Graciano de Lima Araujo - Graduação, FSA, Curso de Licenciatura em Química [email protected]
Camila Priscila Sales - Graduação, FSA, Curso de Licenciatura em Química [email protected]
PIBID - QUÍMICA
As reações químicas que envolvem transferências de elétrons entre as espécies participantes são
chamadas de reações de oxido-redução. As reações de oxirredução estão presentes nas mais
diversas situações de nosso dia a dia, tais como nas indústrias siderúrgicas, nos processos de
respiração e na fotossíntese, nas pilhas e baterias usadas nos equipamentos elétricos, nos
processos de corrosão, como o enferrujamento, entre outros. Este trabalho tem como objetivo o
ensino dos conceitos eletroquímicos através de experimentos simples e visualmente interessantes.
Nesta pratica, foi realizada reação entre os íons de prata e uma arvore confeccionada com fios de
cobre. Alternativamente foi realizado um experimento análogo com solução de sulfato de cobre e
arvore de ferro. Os experimentos foram apresentados a alunos do Ensino Médio. Com esses
experimentos podemos observar que houve maior facilidade de aprendizagem, pois durante a
experiência foi mostrado com clareza a teoria sobre oxido-redução. Assim havendo uma absorção
e compreensão maior, comparada ao conhecimento obtido somente com uma aula puramente
teórica.
Palavras-chave: Eletroquímica. Oxidação. Prata.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
116
EXPERIMENTOS DEMONSTRATIVOS DE POLÍMEROS COMO FERRAMENTA PARA
ENSINO DE QUÍMICA ORGÂNICA
Lorenzo de Micheli - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected]
regina Maria de Almeida Neves - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected]
Karem Soraia garcia Marquez - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected]
Bruna Gomes de Souza - Aluno, Curso de Química
Camila Nanes da Silva - Aluno, Curso de Química
PIBID - QUÍMICA
O presente trabalho utilizou experimentos demonstrativos como ferramenta para o ensino de
conteúdos de Química Orgânica. Foram preparados dois polímeros: poliuretano e baquelite, pelos
alunos do Projeto PIBID da Fundação Santo André. Foram produzidos e editados vídeos dos
experimentos, incluindo elementos cênicos, para serem aplicados em aulas e postagem em sites
de domínio público.
Palavras-chave: Polímeros. Ensino de Química. Vídeos de experimentos.
Apoio: CAPES.
117
O ENSINO DA ELETROQUÍMICA ATRAVÉS DA EXPERIMENTAÇÃO
Lorenzo De Micheli - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected]
Karem Soraia Garcia Marquez - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected]
Regina Maria de Almeida Neves - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected]
Monica Lorencetti - Graduação, FSA, Curso de Licenciatura em Química [email protected]
Fernanda Pedretti de Carvalho - Graduação, FSA, Curso de Licenciatura em Química [email protected]
PIBID - QUÍMICA
A compreensão dos princípios de reações de óxido redução, tais como o funcionamento de pilhas,
baterias, corrosão de metais, deposição eletrolítica de metais é uma tarefa árdua para estudantes
do Ensino Médio e Superior. A utilização da experimentação pode unir a teoria à prática, tornando
o aprendizado mais agradável. Neste trabalho são apresentados três experimentos simples que
envolvem reações de óxido redução, onde é possível a discussão de conceitos eletroquímicos:
reações espontâneas e não espontâneas, ânodos, cátodos, semi-reações catódicas e anódicas,
indicador ácido-base, corrente continua, corrente alternada. Estes experimentos simples foram
aplicados pelos alunos de licenciatura em Química nas escolas estaduais apoiadas pelo PIBID,
evidenciando uma aprendizagem eficiente, tanto dos alunos aplicadores, como dos alunos do
Ensino Médio. A aplicação dos experimentos como demonstrativos pode ser uma alternativa
eficiente aos experimentos efetivamente manuseados pelos alunos, dependendo das condições
laboratoriais da Escola. Outra alternativa é a apresentação do experimento filmado para os alunos.
Palavras-chave: Eletroquímica. Pilha. Eletrólise.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
118
REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO SOBRE O PARQUE
ECOLÓGICO GRUTA SANTA LUZIA DO MUNICÍPIO DE MAUÁ.
Sara dos Santos Dias - Aluna da Pós- Graduação. - [email protected]
Ângela Martins Baeder - Professora da Graduação e Pós Graduação do CUFSA. [email protected]
PIBID - QUÍMICA
Este trabalho objetivou um estudo sobre as representações sociais dos alunos do Ensino Médio da
Escola Estadual João Paulo II sobre o Parque Gruta Santa Luzia.O termo Representação Social
antes considerado um conceito puramente social passou a ser considerado um fenômeno
psicossocial por Serge Moscovici, que através de seus estudos concluiu que as representações
sociais são uma forma de conhecimento produzido pela interação e comunicação de um
determinado grupo social, ou seja criando uma espécie de realidade coletiva, expressa por meio de
palavras e expressões.Para identificar as representações sociais dos alunos sobre o Parque, foi
utilizado como referencial teórico a Teoria do Núcleo Central (TNC) uma das perspectivas da
Teoria de Moscovici, proposta por Jean- Claude Abric, que reconhece elementos cognitivos
centrais e periféricos nas representações sociais sendo os últimos mais suscetíveis à vivência, e,
portanto mais prontamente atingidos nos processos educativos.Neste trabalho, na coleta de dados
foi utilizado um questionário que foi respondido com evocação de palavras e desenhos. A análise
permitiu identificar como elementos do Núcleo Central da Representação, que as aproximam de
uma visão naturalista de Meio Ambiente. Nesta primeira avaliação, isto parece refletir as práticas
educativas sobre essas áreas protegidas, que corroboram com a predominância das
representações naturalistas, ou seja a ideia do Parque como espaço natural e intocável. Existe
pois uma dissonância entre essa idéia, aparente nas representações sociais e nos processos
educativos vivenciados pelos alunos no interior das estratégias de Educação Ambiental e os
princípios da Política Nacional de Educação Ambiental, que apontam para a necessidade de
mudanças de paradigmas na EA para viabilizar a criação de novas formas de relações entre seres
humanos e entre sociedade e meio ambiente.
Palavras-chave: Educação Ambiental. Representações sociais. Gruta Santa Luzia.
Apoio: Fundação Santo André.
119
TITULAÇÃO CONDUTOMÉTRICA
Lorenzo De Micheli - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected]
Karem Soraia Garcia Marquez - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected]
Regina Maria de Almeida Neves - Professor, FSA, Colegiado de Química [email protected]
Daniela Nogueira Dias - Graduação, FSA, Curso de Licenciatura em Química [email protected]
Denis Alberto Conte - Graduação, FSA, Curso de Licenciatura em Química [email protected]
PIBID - QUÍMICA
O objetivo do trabalho foi realizar um experimento didático para ser empregado no Ensino Médio e
Superior, utilizando o conceito de mobilidade iônica para realizar a titulação condutométrica.
Utilizou-se a titulação de uma solução Hidróxido de Bário contendo fenolftaleína com Ácido
Sulfúrico. A condutividade da solução foi acompanhada por um simples teste de lâmpada.
Observando o experimento, a luz do aparelho de condutividade acende, apaga e volta acender.
Simultaneamente a solução muda de cor. Com este experimento simples é discutido: reação de
neutralização ácido base, solubilidade de sais, mobilidade de íons, condutividade de soluções,
indicadores ácido base.
Palavras-chave: Titulação ácido base. Condutividade. Solubilidade.
Apoio: Fundação Santo André, CAPES.
120
PROGRAMA PIBID - PSICOLOGIA
A IMPORTÂNCIA DO FATOR PSICOLÓGICO NO ENVELHECIMENTO
Ivete Pellegrino Rosa - Professora Orientadora, Curso de Psicologia [email protected]
Marilisa Pollone - Curso de Psicologia - [email protected]
César Eufras - Curso de Psicologia
Solange Aparecida Hitrmann - Curso de Psicologia
PSICOLOGIA
Diante do aumento da prevalência de condições crônicas na população idosa, temos como objetivo
de estudo os fatores psicológicos e sociais que podem afetar o bem estar e a qualidade de vida de
indivíduos mais velhos. Os recursos psicológicos e sociais de que o indivíduo dispõe são um
caminho para determinar a aceitação ou não de um envelhecimento saudável. De acordo com
Mascaro (1977, p.35) ―Em nossos dias, uma pessoa de 60 anos, saudável, interessada na vida,
produtiva, pode ser considerada velha? Mas, por outro lado, quantas pessoas aos 40 ou 50 anos já
estão desgastadas, doentes e parecem tão velhas? A classificação de uma pessoa como sendo
velha, para Neri (1991, p.79), começa de forma ambígua, com a questão cronológica a partir do
nascimento, visto que ―[...] idades funcionam como ‗relógios sociais‘, estabelecendo agendas para
o tempo e o ritmo esperados‖. A autora, citando pesquisa realizada por Neri e Wagner (1985),
também aponta a velhice como um ―estado de espírito‖, condicionada a fatores diversos, como
personalidade, por exemplo. Os fatores psicológicos, que incluem a inteligência e a capacidade
cognitiva (por ex:, a capacidade de resolver problemas e de se adaptar a mudanças e perdas), são
indícios fortes de envelhecimento ativo e longevidade (Smiths e Cols.,1999). Durante o processo
de envelhecimento normal, algumas capacidades cognitivas (inclusive a rapidez de aprendizagem
e memória) diminuem, naturalmente, com a idade. Entretanto, essas perdas podem ser
compensadas por ganho e sabedoria, conhecimento e experiência. Frequentemente, o declínio do
funcionamento cognitivo é provocado pelo desuso, doenças (como depressão) fatores
comportamentais (como consumo de álcool ou medicamentos), fatores psicológicos (por ex:, falta
de motivação, de confiança e baixas expectativas) e fatores sociais (como a solidão e o
isolamento), mais do que o envelhecimento em si.
Palavras-chave: Envelhecimento. Fatores Psicológicos. Declínio cognitivo.
Apoio: Fundação Santo André.
121
A SAÚDE MENTAL EM IDOSOS ENTRE 60 E 80 ANOS
Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected]
Karina Maltoni - Aluna do Curso de Psicologia - [email protected]
Marcus Cardoso - Aluno do Curso de Psicologia
Tatiane Rodrigues - Aluna do Curso de Psicologia
Jennifer Varotte - Aluna do Curso de Psicologia
Gabriela Teixeira - Aluna do Curso de Psicologia
PSICOLOGIA
INTRODUÇÃO: Neste trabalho será abordado a saúde mental de idosos entre 60 e 80 anos. Foi
realizado uma série de testes em idosos nesta faixa etária, de diferentes estilos de vida, e que se
encontram em diferentes estados, como por exemplo, idosos que residem em asilos e idosos que
ainda trabalham. O trabalho foi baseado em cima de resultados obtidos na aplicação de uma séria
de testes e entrevistas, e foi focado na quantidade de idosos inativos, ou seja, que não praticam
qualquer tipo de atividade, na faixa de sessenta a oitenta anos. IDOSOS ATIVOS E INATIVOS: No
Brasil somam 23,5 milhões de idosos com mais de sessenta anos, e pesquisas apontam que cada
vez mais os idosos estão ativos, continuam trabalhando e exercendo suas atividades para
contribuírem com boa parte de rendimentos familiares. O que o PEA (População Economicamente
Ativa) mostra é que apesar de aposentados os idosos não param, e a procura para trabalhar é
grandiosa, e isso mostra que 74% da população idosa que trabalha ou está à procura de trabalho é
aposentada. Mas apesar do desempenho de alguns idosos, boa parte deles são inativos, e não
fazem nenhum tipo de atividade, que no caso ocorre por vários motivos, dentre eles depressão,
traumas, saúde ou simplesmente por acharem que já viveram o que tiveram que viver. Isso sem
dúvida influencia em sua vivência nos aspectos sociais, emocionais, qualidade de vida e etc. Uma
pesquisa feita com materiais da OPAS aplicado em idosos de São Paulo mostra que os homens
são mais ativos que as mulheres. Olhando por todos os lados, o termo ―Idosos inativos‖ prevalece
mais que ―Idosos ativos‖. RESULTADOS: Para este trabalho foram entrevistados onze idosos,
sendo dez mulheres e apenas um homem, numa faixa etária de sessenta a oitenta e dois anos. Os
dados foram coletados na casa de repouso Residence Care, que se localiza em São Bernardo do
Campo, e a clinica de repouso Viña Del Mar, que se localiza em Ribeirão Pires. Foram realizados
os testes de: Escala geriátrica de Depressão (Yesavage, 1983); Teste FAS de fluência semântica;
Teste dos cinco pontos de função executiva; e um questionário dirigido. Dos onze idosos
entrevistados pode se perceber que 45% dos idosos são ativos e 55% são inativos. Analisando
pela faixa etária, vemos que os idosos abaixo de setenta anos são consideravelmente mais ativos
do que os que têm A faixa etária maior. Conferindo os testes aplicados, vemos que os resultados
melhores obtidos estão também nesta mesma faixa etária. O índice de início de depressão está
maior localizado também entre os que têm a faixa etária maior do que setenta, tendo um número
de 10% a mais do que os idosos que se encontram com menos de setenta anos. Levando em
consideração o teste do FAS e dos Cinco pontos, observamos que os idosos com mais de setenta
anos inativos tem um leve declínio nos resultados em relação aos que são ativos, e mesmo
comparando com os idosos inativos abaixo de setenta anos, ainda assim se percebe uma queda
nas operações motoras e de memória.
Palavras-chave: Idosos. Depressão. Avaliação de idosos.
Apoio: Fundação Santo André.
122
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO ENVELHECIMENTO PSICOLÓGICO
Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected]
Disciplina Bio Neuro Psicologia 2013 - [email protected]
Priscila Sinigalia - Aluna do Curso de Psicologia - [email protected]
PSICOLOGIA
O estudo sobre o Envelhecimento ganhou destaque na segunda década do século XX, as
preocupações se voltavam para as perdas oriundas das transformações fisiológicas e, em 1922
Stanley Hall lança Senescence: the hall of life, um dos primeiros livros dedicados ao estudo do
desenvolvimento humano na fase da velhice. Em 1955 Vicher (apud VARGAS, 1981) estudioso
do envelhecimento, afirmava que as necessidades básicas do idoso são as mesmas do
adolescente: a)
Necessidade de amor; b) Calor familiar; c) Segurança interior e exterior; d)
Necessidade de ser útil aos demais. De acordo com Vargas (1981) o idoso reage ao
envelhecimento, criando forças de confrontação que podem ser considerada sob diversos ângulos:
1-Fracasso-vitória, 2-Adaptação- defesa e, 3-Proteção – auto-afirmação. Para Araújo e Carvalho
(2005) o estudo do envelhecimento de modo mais sistemático é relativamente recente e trouxe
mudanças na natureza da Psicologia do Desenvolvimento, uma delas se refere ao estudo das
experiências infantis e adolescente e o impacto na qualidade da velhice. A lei de RIBOT,
estabelecida há mais de 60 anos continua bem atual e pode ser sintetizada nesses quatro itens: 1.
As lembranças recentes desaparecem antes das antigas. 2. Há, na perda da memória, um
recuo no passado, que se opera progressiva e uniformemente. 3.As noções mais complexas são
esquecidas em primeiro lugar. 4. A marcha da memória caminha do instável para o estável, das
noções abstratas para as concretas. Zimerman (2000) diz: ―o segredo do bem-viver é aprender a
conviver com essas limitações. Conviver, para mim, é entender, aceitar e lutar para que esses
problemas sejam diminuídos com exercícios físicos (...), exercícios de memória, boa alimentação,
bons hábitos, participação em grupos e outros cuidados, dependendo do tipo de problema‖ (p. 23).
Vargas (1981) citando um trabalho de Muller (1969) que investigou traços de personalidade que
negativos do processo de envelhecimento, destacou: 1. Atitude hostil ante o novo. 2. Lentidão de
todos os rendimentos e fadiga. 3. Diminuição da vontade, as aspirações, da iniciativa, da
capacidade de ação e da atenção. 4. Enfraquecimento da consciência. 5. Diminuição da
concentração. 6.
Apego ao conservadorismo. 7. Deterioração da memória. 8. Diminuição
global do rendimento intelectual. 9. Anomalias do caráter: desconfiança, irritabilidade, indocilidade.
10.Estreitamente da Afetividade. Se não podemos prevenir o processo do envelhecimento, porém,
podemos pelo menos, impedir a sua evolução rápida ou prematura. Ainda considerando os
trabalhos de Muller (1969) que apresenta outros traços que se transformam de modo
compensatório reduzindo os traços mais negativos, citaremos alguns deles. 1 - A percepção perde
a rapidez e agudeza, porém ganha em exatidão, por estar menos exposta às influências das
emoções. 2 – Habilidade notável para compensar qualquer mudança desfavorável em uma
atividade funcional. 3 - Maior capacidade de aprendizagem nas situações práticas. 4- O
envelhecimento conserva a capacidade de enfrentar o trabalho que requeira paciência e precisão,
5- Sagacidade para manejar as experiências acumuladas e ampliar as relações existentes, 6aumenta a objetividade, ponderação, equilíbrio e fidelidade. 7- Expansão da espiritualidade. Esses
elementos devem contribuir para uma visão sobre o envelhecimento de modo mais realístico e
positivo.
Palavras-chave: Envelhecimento Psicológico. Qualidade de Vida. Aspectos negativos do
envelhecimento.
Apoio: Fundação Santo André.
123
ASPECTOS PSICOLÓGICOS NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO
Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected]
Disciplina Bio Neuro Psicologia
Pâmela Braga - Aluna de Psicologia - [email protected]
Viviane Gimenes - Aluna de Psicologia - [email protected]
PSICOLOGIA
Biologicamente, os processos de envelhecimento podem ser considerados como a involução
morfofuncional que afeta todos os sistemas fisiológicos principais, de forma variável, porém, ela
não impede que a pessoa se mantenha ativa e feliz. Um fato interessante a se aponta é que o
envelhecimento cerebral normal se inicia a partir da segunda década de vida, num declínio
progressivo e lento, culminando na redução de seu volume. Os sinais de deficiência chamados de
Senescência, mas não pode ser considerado como doença. O limite da idade de adulto para o
idoso está entre 65 anos para os países desenvolvidos, 60 para os países em desenvolvimento. A
expectativa de vida no Brasil, segundo a projeção do IBGE é de que em 2040 as pessoas chegarão
aos 80 anos. Os fatores que interferem na velhice são também os sociais, psicológicos e biológicos
que atingem o ser humano no auge de sua existência. As teorias psicossociais do envelhecimento
exploram os processos mentais, o comportamento e os sentimentos das pessoas durante o ciclo
da vida. A metodologia usada foi a pesquisa de campo que consiste na observação de fatos e
fenômenos da maneira que ocorrem espontaneamente, na coleta de dados a eles referentes e no
registro de variáveis relevantes para analisa-los. Este tipo de pesquisa é utilizado com o objetivo de
conseguir informações e conhecimento acerca de um problema para o qual se procura uma
resposta, ou objetivando obter informações a respeito de uma hipótese que se queira comprovar,
ou com o intuito de descobrir novos fenômenos ou relações entre eles. (LAKATOS E MARCONI,
1985). Foram entrevistadas nove pessoas de idade entre 54 a 87 anos. Constatamos que o
aspecto psicológico e emocional são proeminentes. Os entrevistados , de forma geral, se mostram
abertos para falar de momentos marcantes de sua vida, os quais incluíram momentos legres e
tristes. Cada um trazia uma consequência emocional que mostrava influência em sua vida. Um
deles expôs que após a perda por morte de seu pai notou uma alteração na visão. Porém, embora
todas as limitações relatadas pelos idosos, o que nos chamou atenção, que que eles se mostram
alegres e gratos pela vida e acreditam muito que uma mente sã e um coração sadio são essenciais
para saúde.
Palavras-chave: Envelhecimento normal. Envelhecimento patológico. Avaliação de idosos.
Apoio: Fundação Santo André.
124
ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DA VELHICE
Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected]
Curso de Psicologia
Jessyca Agustino - Curso de Psicologia - [email protected]
Raul Andrade - Curso de Psicologia - [email protected]
Isadora Nascimento - Curso de Psicologia - [email protected]
Felipe Sorrentino - Curso de Psicologia - [email protected]
Bruna Lima - Curso de Psicologia
Bruna Pastre - Curso de Psicologia
PSICOLOGIA
As teorias psicossociais do envelhecimento exploram os processos mentais, o comportamento e os
sentimentos com alguns dos mecanismos que usam para enfrentar os desafios da velhice. As
teorias sociológicas abordam o impacto da sociedade sobre o idoso e do idoso sobre a sociedade.
(MORAGAS, 2004). No processo de envelhecimento as teorias psicossociais são abordadas a
partir das teorias de desengajamento, atividade, continuidade e subcultura. A teoria do
desengajamento considera o envelhecimento um processo no qual a sociedade e o indivíduo se
retiram gradualmente um do outro para a satisfação e o benefício mútuo. Alguns críticos alegam
que o desengajamento não seria necessário se a sociedade melhorasse o atendimento de saúde
os recursos financeiros dos idosos, assim como aumentasse a aceitação e o respeito merecido por
eles. A teoria da atividade proclama que a pessoa idosa deve continuar o estilo de vida da meiaidade, negando a existência da idade avançada pelo maior tempo possível, e que a sociedade
deve aplicar as mesmas normas que aplica aos indivíduos de meia idade, não defendendo a
diminuição da atividade, do interesse e do envolvimento à medida que os seus membros
envelhecem. A teoria da continuidade, relaciona a personalidade e a predisposição para
determinadas ações na idade avançada com fatores similares durante as outras fases do ciclo de
vida. A teoria da subcultura alega que os idosos, como grupos possuem suas próprias normas,
crenças, atitudes, expectativas e comportamentos, os quais os diferenciam dos outros grupos,
transformando-os em uma subcultura (FERRARI, 1999). Com o avanço dos anos o idoso se
deparou com uma série de perdas significativas, como o surgimento de doenças crônicas
deteriorando a saúde, viuvez, morte dos amigos e parentes, ausência de papéis sociais
valorizados, isolamento crescente e dificuldades financeiras que afetam de tal forma sua
autoestima. (NERI, CACHIONI, 1999). Debert (2000) considera que o envelhecimento é um
processo bidirecional , com características ontogenéticas e sociogenéticas, entretanto, cabe
perguntar até que ponto o envelhecimento não é também um processo influenciado pela cultura,
quando se pensa nas dimensões de espaço-tempo. Sócio-culturais e individuais, os conceitos de
idosos, velhice e envelhecimento tornaram-se indissociáveis. O estado físico do idoso exerce uma
grande influência sob o seu psiquismo, deterioração visual e auditiva. O declínio das funções
sexuais conribui para modificar-lhe a realidade e a presbiopia é outro motivo. Esses, incapazes de
se beneficiarem da alegria causada pelas riquezas visuais recolhem-se limitando-se a diálogos
com o passado. (CORDIOLI, 1998).
Palavras-chave: Envelhecimento. Processo de envelhecimento. Aspectos psicossociais.
Apoio: Fundação Santo André.
125
CRECHES
Marli Vizim - Professora Marli, FSA, Colegiado de Psicologia - [email protected]
Cesar Eufras - Graduação, FSA, Curso de Psicologia - [email protected]
Marilisa Pollone - Graduação, FSA, Curso de Psicologia - [email protected]
PSICOLOGIA
A oferta de educação infantil em creches e pré escolas é um direito fundamental da criança e da
família de acordo com os artigos 7º e 208º da Constituição Federal de 1988. Tanto a Constituição
Federal de 88 quanto a LDB nº 9394/96 determinam que a responsabilidade pela oferta de
educação infantil é dos municípios. A ampliação do atendimento em creches se deu
principalmente, por meio do repasse de recursos públicos a entidades filantrópicas e/ou
comunitárias. Ocorre então a coexistência tipos diferenciados de atendimento o público, o privado e
o privado/filantrópico.
Palavras-chave: Infantil. Creches. Filantrópico.
Apoio: Fundação Santo André.
126
ENVELHECIMENTO
Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected]
Disciplina Bio Neuro Psicologia - Colegiado de Psicologia
Jéssica Fernanda Sales - Graduação em Psicologia - [email protected]
Janaína Ramos Oliveira - Aluna do Curso de Psicologia - janaina.ramos@
sbctransc.com.br
Fernando Fialho - aluno do curso de Psicologia
PSICOLOGIA
Introdução: Por meio de 10 entrevistas realizadas com pessoas acima de 60 anos, identificamos
dois tipos de idoso: os ativos e não ativos. Idosos ativos, são aqueles que ocupam espaço no
mercado de trabalho, frequentam centros de terceira idade, grupo de dança entre outras atividades.
Consequentemente a expectativa de vida aumenta.(LEITÃO, 2013). Mas, existe um grupo de
idosos que não se encontram no mercado de trabalho. O processo de envelhecimento de algumas
pessoas apresentam possibilidade de aparecimento de doenças como a osteoporose, o mal de, a
depressão, entre muitas outras. Isto depende de características individuais, genética, ambiental e
aquelas ligas às diferentes exposições que a pessoa se submeteu ao longo da vida, conforme
Chaimowicz (1997). Os idosos em geral necessitam de uma atenção especial, pois muitos se
tornam depressivos, tendo em vista as situações de perdas, pressões sociais que podem vivenciar.
(COUTRIM, 2006). Nosso principal objetivo foi o de levantar queixas de depressão junto à idosos
que frequentam um Centro de Atendimento ao Idoso, com idade variando entre 60 a 89 anos.
Resultados: Pudemos perceber que os idosos que praticavam atividade física, tinha um grande
prazer em viver, fazer novas amizades e de se sentir útil. As entrevistas puderam ressaltar a
importância de ter tido pais que deram suporte emocional na infância. Considerações Finais:
Podemos concluir o quanto é importante, principalmente na terceira idade ter hábitos saudáveis,
como praticar atividades físicas, ter amizades, desenvolver algum tipo de trabalho. A atividade
física é considerada um meio preventivo de sintomas da depressão. Assim são evitados problemas
na saúde física e mental.
Palavras-chave: Envelhecimento ativo. Depressão. Hábitos saudáveis.
Apoio: Fundação Santo André.
127
ENVELHECIMENTO
Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected]
Disciplina Bio Neuro Psicologia
Camila da Silva - Aluna de Psicologia - [email protected]
Eliana Maza - Aluna de Psicologia - [email protected]
Rubia Florentino - Aluna de Psicologia - [email protected]
PSICOLOGIA
Introdução: O envelhecimento é um fenômeno que atinge todos os seres humanos,
independentemente. Os genes podem prever a saúde e a longevidade, ou doenças e morte, mas é
apenas uma parte da história. Os genes podem determinar parcialmente quem irá desenvolver
problemas crônicos que aceleram o processo de envelhecimento. Um estilo de vida mais saudável
atrasa várias das mudanças trazidas pela idade e nunca é tarde demais seguir este caminho.
Objetivo: A nossa saúde também é afetada pelo ambiente, incluindo o local onde trabalhamos e
vivemos e o quanto ficamos expostos. Um estilo de vida mais saudável atrasa várias das
mudanças trazidas pela idade e nunca é tarde demais seguir este caminho. Ingerir alimentos
nutritivos ajuda muito a garantir a boa saúde. O ser humano como um todo sempre se preocupou
com o envelhecimento, mas olhando de formas diferentes. Por alguns o envelhecimento é
caracterizado como uma diminuição geral das capacidades da vida diária. Envelhecimento: Sendo
caracterizado como um processo dinâmico, progressivo e irreversível, ligados a fatores
intimamente a fatores biológicos, psíquicos e sociais (BRITO E LITVOC, 2004). Netto (2002, p.10)
afirma que ―... não há consequência clara de que através de características físicas, psicológicas,
sociais, culturais e espirituais possa ser anunciado o início da velhice‖. Para Paschoal (1999), não
se pode definir o envelhecimento no idoso apenas pelo critério cronológico, pois se devem
considerar as condições funcionais, físicas, mentais e de saúde que estes apresentam, portanto o
processo de envelhecimento é individual, podendo se observar diferentes condições biológicas em
indivíduos com a mesma faixa cronológica de idade. Considerações Finais: Constatamos nesse
trabalho as consequências do envelhecimento e entender que o processo de envelhecimento é
importante não apenas para entender a etiologia associada aos processos degenerativos que lhe
estão associados, mas fundamentalmente para conhecer e desenvolver estratégias que atenuem
os efeitos da senescência de forma a garantir a vivência do final do ciclo de vida de uma forma
positiva. O processo de envelhecimento depende, não somente de nossa condição genética mais
também dos hábitos que temos ao longo da vida. Este trabalho mostrou diversos fatores que
mostram a forma como o adulto idoso envelhece, permitindo conhecer mais as consequências.
Palavras-chave: Envelhecimento. Saúde mental. Ciclos de vida.
Apoio: Fundação Santo André.
128
ENVELHECIMENTO ATIVO
Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected]
Disciplina de Bio Neuro Psicologia
Thalita Santos Lima - Aluna de Psicologia - [email protected]
Bárbara Freitas da Silva Souza - Aluna de Psicologia - [email protected]
Victor Rodrigues Castro - Aluno do Curso de Psicologia - [email protected]
PSICOLOGIA
Introdução: Embora presentes, políticas de inclusão social muitas vezes falham ao cumprir seu
objetivo. Isso acontece pois pecam ao incorporar sua meta corretamente, e acabam assumindo
papeis que vão na direção contrária do motivo de sua concepção. Uma solução para esse
problema é engajar os indivíduos em processos que possam gerar benefícios para os diferentes
grupos. Desenvolvemos neste estudo uma proposta de inclusão que visa introduzir idosos num
projeto social que gera atualização para os mais velhos e manutenção de tradições e valores para
os jovens. Com o crescente aumento da população idosa no Brasil, vemos um desafio cada vez
maior para políticas já não muito eficientes darem conta de superar. Esse fator pode estar ligado à
ampla variedade de membros da faixa etária acima dos 60 anos. São muitas variáveis, que vão
desde questões culturais até de saúde. A terceira idade se diferencia de outras fases da vida do
ser humano por ser a ‗consequência‘ de tudo o que o indivíduo viveu até aquele ponto, ou seja,
para cada estilo de vida, o envelhecimento ocorrerá de um jeito. A inexistência de um padrão
classificável dificulta o desenvolvimento de estr4atégias eficazes para a massa idosa como um
todo. Vemos hoje uma evolução cada vez maior das políticas que incluem idosos como seres
humanos. Mas o problema é a dignidade perante o resto da sociedade que deve estar presente
nessa inclusão e, muitas vezes, não está. Nossas políticas atuais acabam depositando nos idosos
a ideia de que são um ‗peso‘, um ‗fardo‘ para o governo e a sociedade, o que acaba gerando
problemas de preconceito e impotência, um sentimento de que não passam de uma obrigação, e
consequentemente, uma certa exclusão. Esse problema se agrava muito mais se levarmos em
consideração o contexto cultural em que estamos incluídos, pois é uma cultura que encoraja o
preconceito e a exclusão. Por muitos, os idosos são vistos como inúteis e um atraso, se levarmos
em conta o ritmo cada vez mais acelerado do mundo globalizado de hoje em dia. Essa ignorância
gera um ciclo vicioso de apatia que é algo extremamente prejudicial a todos os envolvidos. Para se
sentirem dignos e respeitados dentro de um grupo, indivíduos buscam se sentir úteis e necessários
(o que leva ao respeito e aceitação). Tendo isso em mente, procuramos aproveitar a maior riqueza
dos indivíduos mais velhos, algo que não se pode comprar ou produzir: conhecimentos e
experiências. Ao proporcionar essa interação através de trabalhos voluntários, estaremos
estimulando idosos a participar de trabalhos que envolvem algo que os torna únicos. Esse
processo, por se tratar de um diálogo, e não de um monólogo, ainda beneficiará indivíduos que
possam ter dificuldade ao se adaptar a um mundo que está sempre em movimento, uma sociedade
globalizada. Será um processo natural, tendo em vista que o mundo de amanhã é escrito pelos
jovens de hoje, que possuem uma facilidade enorme de adaptação e habilidade para lidar com
novas tendências. Em síntese, uma relação produtiva entre idosos e jovens trará apenas benefícios
para ambos e para a sociedade, pois presenciaremos transmissão de experiências, conhecimentos
e cultura entre dois grupos extremamente importantes. Conclusão: Para colocar isso em prática, a
abordagem ideal seria encorajar idosos a aplicarem esse trabalho voluntário em locais de fácil
acesso popular. Neste caso, os Centros de Educação Unificados, ou CEUs. Lá, aplicariam cursos
de artesanato e outras atividades leves, mas sem perder o foco que é o relacionamento e o diálogo
entre o grupo que vai aplicar e o grupo a quem essas atividades serão aplicadas (idosos e jovens
respectivamente). Programas de benefícios entre a escola regular e essas atividades também
ajudariam a impulsionar e disseminar o processo.
Palavras-chave: Envelhecimento Ativo; Políticas de Inclusão; Projetos Culturais para Idosos.
129
Apoio: Fundação Santo André
130
ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL E ENVELHECIMENTO PATOLÓGICO
Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected]
Colegiado de Psicologia
Bruna Melo - Aluna do Curso de Psicologia - [email protected]
Davi Santos Garbi - Aluno do Curso de Psicologia - [email protected]
Diego Miorini Sobral da Costa - Aluno do Curso de Psicologia
Flávia Lima do Carmo - aluna do Curso de Psicologia e outros alunos
Yngrid Gonçalves
Nathália Ferrira Felippe
PSICOLOGIA
INTRODUÇÃO: O presente trabalho visou o melhor entendimento sobre o envelhecimento no que
se refere aos aspectos saudáveis e os aspectos patológico. Quais são as causas e os fatores que
ajudam ou impedem o processo de envelhecimentos? Para o levantamento de alguns aspectos
usamos como procedimento teste de avaliação de memória e entrevista junto à pessoas com mais
de 60 anos. Foi também usado material teórico como fonte de consulta. DESENVOLVIMENTO: O
envelhecimento é inevitável, mas a história já provou que o homem deixa a desejar quando se trata
de cuidar de sua própria saúde. De acordo com Birren e Schroots (1996) o envelhecimento
primário se refere ao envelhecimento normal ou senescência. O envelhecimento secundário se
refere às doenças e a pessoa tem sintomas clínicos decorrentes de enfermidades, dando início ao
processo patológico. E o envelhecimento terciário é caracterizado por grandes perdas cognitivas e
físicas oriundas dos efeitos do envelhecimento patológico. O envelhecimento patológico ocorre
comumente quando há interação do indivíduo à fatores estressantes do ambiente, assim, está
relacionado à fatores ligados ao meio externo como os cronológico, culturais e geográficos
(NETTO, 2002). O envelhecimento patológico se dá, por exemplo, em meio adverso onde o
indivíduo vive, o tipo de atividade a qual ele exerce na sociedade, o tipo de alimentação, nos
cuidados de sua saúde ao longo das fases anteriores à velhice. Maus hábitos no passado lhe
darão maiores chances de desenvolver doenças de distintas origens.Muitas doenças podem ser
evitadas ou retardadas por meio de medidas simples como exercícios físicos (ASSIS e ARAUJO,
2004) e mentais (HAYWOOD e GETCHELL, 2004), leituras, e uma melhor alimentação que podem
promover um envelhecimento saudável. RESULTADOS: Os testes avaliavam a qualidade da
memória e algum indício de depressão. Nossos dez entrevistados se enquadravam na faixa etária
entre 63 a 86 anos. Apenas um representante do sexo masculino com idade de 67 anos e portador
de esquizofrenia e uma portadora de Alzheimer de 73 anos. Observamos que as mulheres
entrevistadas apresentam maior longevidade. Essas, por sua vez, correm o risco de sofrerem maior
tendência a depressão por terem que lidar com a perda de seus cônjuges. Os resultados referentes
à memória, excetuando o caso de Alzheimer não encontramos casos graves da falta.
CONCLUSÃO: Conclui-se que para se obter saúde em na terceira idade, devemos nos atentar aos
vestígios de envelhecimento patológico, para que possam ser prevenidos ou então evitados. A
promoção de um envelhecimento saudável ocorre ao longo do desenvolvimento humano,
considerando que a cada dia estamos mais perto dessa fase, sendo necessários projetos e
programas de prevenção, com atitudes simples como exercícios físicos e mentais rotineiros.
Intervenções como projetos de saúde podem fazer com que uma parcela enorme da população
possa viver mais saudavelmente.
Palavras-chave: Envelhecimento normal. Envelhecimento patológico. Saúde mental.
Apoio: Fundação Santo André.
131
ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL E O IDOSO COMO CIDADÃO
Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected]
Disciplina Bio Neuro Psicologia
Aline Ribeiro Borges - Aluna de Psicologia - [email protected]
Tamires Léu Domingues - Aluna de Psicologia - [email protected]
Lauricelia Felicio Mariano - Aluna de Psicologia Sanna Hayra Monteiro da Silva - Aluna de Psicologia PSICOLOGIA
A Organização Mundial da Saúde (OMS, 1999), lançou em 1999 o tema ―Envelhecer Ativamente
faz a Diferença‖, que nos leva a refletir que devemos nos mover para que os idosos continuem a
fazer parte da sociedade. A ideia desencadeia em políticas sociais que promovam a inclusão
social, reconhecendo a necessidade de atenção à saúde da pessoa idosa. O envelhecimento
saudável vai alem do adiantamento de doenças, pois a prevenção de deficiências não diz respeito
apenas aos cuidados na fase da velhice, mas por todo o ciclo de vida das pessoas (NEVES e
CHEN, 2002), ou seja, o bom envelhecimento depende do estilo de vida e do ambiente ao qual o
idoso foi exposto ao longo de sua vida. É necessário se atentar desde as condições fetais para
prevenir deficiências permanentes, assim como buscar ter sempre acesso a programas de
imunização (vacinas); alertar sobre o uso de drogas, bebidas e fumo; incluir na rotina, hábitos
alimentares saudáveis e atividades físicas, e principalmente, fornecer informações a respeito do
envelhecimento normal, pois muitas alterações naturais ocorrem nessa fase da vida, como por
exemplo, a perda de água e elasticidade da pele, ocasionando rugas; o processo de cicatrização
se torna mais lento; os pulmões diminuem de volume e elasticidade, resultando na perda de parte
da capacidade respiratória (NEVES e CHEN, 2002), etc. Essas mudanças não devem ser
consideradas doenças da velhice, mas necessitam de condições mais adequadas para adaptação
da pessoa idosa. O ideal é fazer a manutenção do equilíbrio dessas funções. É impreterível
também a tentativa de evitar doenças e adiar a Síndrome da Fragilidade (REMOR et al, 2011),
afastando hipertensão, fraqueza, fadiga, inatividade,
e outras doenças como processos
degenerativos, diabetes, problemas da coluna, entre outras. Tendo em vista o aumento da
população idosa e a taxa de expectativa de vida, que no início do século XX era de 33 anos, e hoje,
é em média, 68 anos, é preciso que os direitos dos idosos sejam cumpridos para que os mesmos
tenham qualidade de vida e um envelhecimento saudável, sem deficiências. A infraestrutura de
cuidados aos idosos exige equipamento e serviços mais complexos, como a redução do custo da
assistência hospitalar. A aposentadoria deveria ser representada e reajustada pelo Estado, para
que garantisse renda e proteção social. Deve-se visar também à emancipação dos idosos, a
construção da cidadania e de um novo conceito social para a velhice.
Palavras-chave: Idosos. Cidadania. Inclusão do idoso.
Apoio: Fundação Santo André.
132
O ENVELHECIMENTO É AQUISIÇÃO
Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected]
Disciplina Bio Neuro Psicologia
Andrea Carla Ferraioli Santos - Curso de Psicologia - [email protected]
PSICOLOGIA
Messy (1993, p. 13-14): Decidi aprofundar minha reflexão sobre a noção de envelhecimento, tendo
em vista o menos discutido de seus aspectos: a aquisição. É uma decisão arbitrária, justificada
pelo simples fato de que só perdemos aquilo que possuímos. Se o envelhecimento concerne cada
indivíduo, do nascimento até a morte, quais são, na teoria psicanalítica, os elementos que
reivindicam o princípio de aquisição, no decurso da vida? Não há dúvida de que os investimentos
feitos em entes queridos, ou de modo geral em objetos, e que configuram, em troca, um aspecto de
uma das instâncias psíquicas definidas por Freud: o ego. A aquisição assim visualizada na
constituição da instância egóica, faz referência à dimensão imaginária do ego. Na realidade
cotidiana isto significa que, sem o sabermos, moldamo-nos à imagem de outro, por quem nutrimos
afetos de qualquer natureza. O bom senso popular observou a existência frequente de semelhança
entre parceiros de um casal idoso. No interior do psiquismo sucede o mesmo, apenas com esta
diferença: o objeto investido ou o ser amado não é tomado na sua realidade, mas em sua
representação inconsciente. Esta não corresponde à globalidade deste outro objeto percebido, mas
a um traço particular que o caracteriza, para o sujeito. Assim, a noção de aquisição pode ser
verificada na relação narcísica do eu como o objeto, isto é, na relação com os outros semelhantes.
O ego adquire imagens na relação narcísica com o objeto, sendo o momento inicial desta relação
definido por Lacan como estádio do espelho. Se a relação do ego com o objeto se estabelece a
partir de imagens, isso quer dizer que o objeto é uma representação psíquica inconsciente do traço
já existente, correspondente aos primeiros objetos de amor. O ego é, pois constituído de um
depósito de camadas de imagens investidas. Se nos aproximarmos mais de Freud, veremos que
não é o ego, mas o caráter do ego que se constrói a partir dos traços do objeto: "O caráter do ego
resulta da sedimentação dos investimentos do objeto abandonado, contendo a história das
escolhas de objeto". Como acontece com o envelhecimento, o ego tem uma relação com o tempo.
A cronologia, no caso, seria caracterizada pela estratificação das imagens que o constituem. Um
dos aspectos do envelhecimento, a aquisição, está em relação com a história do ego. Para que a
aproximação seja completa, iremos ver qual é o lugar ocupado pela perda, segundo elemento do
envelhecimento — e que é citado com mais frequência —, na relação do ego com o objeto.
Palavras-chave: Gerontologia. Aprendizagem. Envelhecimento.
Apoio: Fundação Santo André.
133
OS MEDOS DOS IDOSOS
Ivete Pellegrino Rosa - Professora Orientadora
Curso de Psicologia - [email protected]
Magali Aparecida Carmelo de Abreu - Curso de Psicologia - [email protected]
Yuri Molina Yamamoto - Curso de Psicologia
PSICOLOGIA
A muitas pessoas assusta envelhecer. Preocupa-lhes ver como, com o passar dos anos, o corpo
muda, as defesas contra as doenças diminuem, alguns amigos e familiares começam a partir e já
não resta tanta energia nem tempo para ―fazer coisas‖. O medo é uma das emoções mais
paralisantes dentro do espectro humano e animal. Uma vez submetido ao medo, torna-se muito
difícil aprender novas informações e realizar atividades diárias de maneira habitual por
hiperatividade da amígdala e de todo o sistema límbico no nível cerebral. Os medos, como explica
o Presidente da Sociedade de Geriatria e Gerontologia do Chile, Dr. Vítor Hugo Carrasco, ―são
influenciados pela cultura, o grau de suporte social, o conhecimento da doença e a experiência
passada, a perda da independência, considerar-se um peso para a família, a perda do controle por
deterioração física ou mental, de não poder se livrar de dores, a perda da consciência por sedação,
de ser esquecido facilmente, sofrer sem dignidade, ou a recorrência de pensamentos de morrer só
ou sem ninguém que o queira‖, indica. ―É importante ressaltar que dentre os medos mais
importantes que todos temos, há os que estão presentes na maioria das pessoas idosas.
Curiosamente, não é o medo da morte, mas do sofrimento quando esta se aproxima,
particularmente a dor física e sobretudo o temor de ser dependente e de não poder cuidar de si
mesmo. Ser um ―peso‖ literalmente aterroriza as pessoas de idade avançada‖, sustenta o
especialista. Medo de perda de papéis sociais. Na velhice ocorre uma série de perdas sociais, por
exemplo: ―a perda do papel social de trabalhador para aposentado. Neste sentido, e sobretudo nos
homens, aparece o medo de ser excluído socialmente numa cultura onde a produção é chave.
Num sentido extremo, o idoso teme ser excluído e tende a isolar-se como um mecanismo de
defesa‖, detalha a especialista. Também existe o medo de perda de suporte social que é
aumentado em viúvos(as), mais ainda quando há más relações com os demais membros da
família. Em um nível extremo, estaria o medo de morrer só e sem dinheiro. Medo de mudanças na
funcionalidade. O principal medo das pessoas idosas é o da dependência, ao não conseguir cuidarse e ter de depender de outros para executar as atividades de vida diária. Esse medo ainda
envolve ser uma carga para os filhos ou cônjuge. Também aqui se poderiam situar os medos de
déficits sensoriais, como perder a visão ou a audição e os medos relacionados com a mobilidade,
como ficar prostrado ou ter de contar com dispositivos de auxílio como bengalas e andadores. As
mudanças na funcionalidade podem se dar no nível físico ou mental. Outro grande temor dos
idosos é a perda da memória e da capacidade de decisão, o que lhes leva a ter que delegar
algumas atividades instrumentais da vida diária como dirigir, manejo das finanças e da medicação.
Medo de doenças específicas. Estudos nacionais e internacionais mencionam as enfermidades
mais temidas pelas pessoas idosas. Seriam: a demência, especificamente a do tipo Alzheimer, o
câncer e as doenças neurológicas relacionadas com a perda da mobilidade. Também existe um
temor relevante da diálise. Além disso, temem o momento da comunicação do diagnóstico, o que
leva muitas pessoas a deixar de realizar exames ou controles médicos pelo temor de seus
resultados.
Palavras-chave: Envelhecimento. Medos. Saúde mental.
Apoio: Fundação Santo André
134
O TRABALHO NA TERCEIRA IDADE
Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected]
Disciplina Bio Neuro Psicologia
Bárbara Rodrigues - aluna do curso de Psicologia - [email protected]
Denise Santos - aluna do curso de Psicologia - [email protected]
Eloisa Teixeira - aluna do Curso de Psicologia - [email protected]
Thais Cristina - aluna do curso de Psicologia - [email protected]
Tyrone Uchiyama - aluna do curso de Psicologia - [email protected]
Simone Nery - aluna do curso de Psicologia - [email protected]
PSICOLOGIA
Atualmente no Brasil cerca de 12 milhões de idosos que são ativos e estão no mercado de
trabalho. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informa que quase 20% dos idosos
aposentados no Brasil ainda trabalham. Esse número comprova a qualidade intelectual desses
idosos, a qualidade de vida se relaciona à qualidade do envelhecimento. Os fatores que levam
esses idosos a uma rotina de trabalho são diversos, um deles é o valor inferior a realidade
brasileira. A saúde, a oportunidade de conviver com outras pessoas, a disposição para as
atividades, além da experiência profissional são importantes elementos que satisfazem
necessidades humanas e dão manutenção da auto-estima. (SOUZA, MATIAS e BRÊTAS, 2010).
De acordo com Gontijo, Faria e Silva (2009) o idoso pode contribuir com experiências diversificadas
e adquiridas em anos de vivência e de trabalho. O sul e sudeste são as regiões de maior
contratação, já que possuem os maiores centros comerciais do país. Em 40% dos casos, os idosos
trabalham por conta própria. O IBGE também informa que a porcentagem de mulheres (11,5%) é
inferior a dos homens (28,9%) inclusos no mercado de trabalho. O trabalho na terceira idade ajuda
a evitar a depressão e a dependência da família. A dependência do idoso é sinal de que a saúde
não está boa, segundo Neri (2001) os trabalhadores mais velhos são mais satisfeitos com o
trabalho, faltam e se acidentam menos e têm menos intenção de mudar de emprego. Mas, a
situação social que mostra as altas taxas de desemprego, os salários baixos, o empobrecimento da
população, faz com que se busquem profissionais com qualificação. Os idosos que não dispõe de
tais condições acabam sendo preteridos, os preconceitos levam à colocação profissional com
baixos salários (RAFFA e BORTOLOSSI, 2007)
Palavras-chave: Envelhecimento ativo. Trabalho. Envelhecimento saudável.
Apoio: Fundação Santo André
135
SAÚDE MENTAL DO IDOSO
Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected]
Disciplina Bio Neuro Psicologia
Marcelle Robusti - Aluna do curso de Psicologia - [email protected]
Isabela Marques - Aluna do Curso de Psicologia
Marine Viana - Aluna do Curso de Psicologia
Verônica Marques - Aluna do Curso de Psicologia
Nathalie Castro Aluna do Curso de Psicologia
PSICOLOGIA
Segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, 2010), o número de idosos dobrou
nos últimos 20 anos no Brasil, isso significa que a expectativa de vida aumentou, atualmente a
média de vida do brasileiro é 72,7 anos. As pessoas têm mais oportunidades e disponibilidade de
lazer, cultura, saúde por acesso à cuidados básicos (SOARES et cols, 2001). O envelhecimento é
um fenômeno da vida marcado por mudanças biológicas, psicológicas e sociais. ―Em nossos dias,
uma pessoa de 60 anos, saudável, interessada na vida, produtiva, pode ser considerada velha? [...]
Mas, por outro lado, quantas pessoas aos 40 ou 50 anos já estão desgastadas, doentes, e
parecem tão velhas?‖ Mascaro (1997, p. 35). Neste trabalho fizemos quinze entrevistas com
pessoas de mais de 60 anos de idade. Entre as perguntas foi pedido para apontar seus pontos
fracos e fortes, objetivando estudar aspectos da saúde mental. Dentre as respostas destacamos os
seguintes pontos fortes: otimismo, honestidade, pontualidade e respeito. Como ponto fracos
destacamos: medo, timidez e culpa excessiva. Um problema comum e preocupante entre os idosos
é a depressão. Muitas vezes os familiares não percebem e, consequentemente não tratam,
podendo potencializar, chegando desenvolver incapacidade funcional (LEITE et cols, 2006). De
acordo com Resende et cols. (2011) desenvolvendo atividade que evitam o isolamento social, as
atividades que são desenvolvidas em grupo trazem melhor qualidade de vida e de auto estima,
evitando que a pessoa experimente ansiedade e estresse.
Palavras-chave: Envelhecimento. Saúde mental. Afetividade do idoso.
Apoio: Fundação Santo André.
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SEXO NA TERCEIRA IDADE
Ivete Pellegrino Rosa - Professora Orientadora
Curso de Psicologia - [email protected]
Thayná Gongorra - aluna de Psicologia - [email protected]
Juliana c. da Silva - aluna do Curso de Psicologia
Karina Kawati - aluna do Curso de Psicologia
Kelly Alves - Aluna do Curso de Psicologia
PSICOLOGIA
Introdução: O sexo na Terceira idade é um tema pouco abordado pela sociedade e pelo próprios
idosos, pois eles passam uma imagem de frágeis, dificultando a busca de informação e a
superação de obstáculos para uma vida sexual de qualidade nesta faixa etária. Essa representação
já não condiz com a realidade, Segundo a psicóloga Ana Teresa de Abreu Ramos Cerqueira da
UNESP ―Há limitações para se viver plenamente a sexualidade na velhice, o que pode have rem
todas as idades, mas é preciso tentar superá-las ou minimizá-las‖. Mudanças fisiológicas: As
mudanças fisiológicas acarretam mudanças psicológicas: Sintomas de depressão, Irritabilidade,
Ansiedade. No homem essas alterações são mais acentuadas, o processo de envelhecimento é
mal interpretado causando sintomas de impotência. Manter durante toda a vida uma prática sexual
continua, aumenta a possibilidade de se manter sexualmente ativo. A auto-estimulação melhora as
condições dos órgãois afetados pelo envelhecimento. Cuidados gerais com a saúde também são
importantes. Evitar álcool. Evitar fumo. Diminuição injestão de sal e acúcar. Conclusão: Podemos
concluir que a sociedade ainda trata a sexualidade na velhice como um tabu, algo reservado aos
mais jovens. Entendemos que esse pensamento está relacionado com as preocupações que
envolvem conceitos morais e de julgamento da sociedade.
Palavras-chave: Terceira Idade. Sexualidade. Mudanças na Terceira Idade.
Apoio: Fundação Santo André.
137
SIGNIFICADO AFETIVO DO ABANDONO EM IDOSOS
Profa. Dra. Ivete Pellegrino Rosa - Professora orientadora - [email protected]
Disciplina Bio Neuro Psicologia
Mariane Soares Martins - Aluna do Curso de Psicologia - [email protected]
Aline Torroglosa - Aluna do Curso de Psicologia Karoline Rojas - Aluna do Curso de Psicologia Monique Suzano - Aluna do Curso de Psicologia
Natasha Cabral da Silva
Aluna do Curso de Psicologia PSICOLOGIA
O vínculo emocional é uma necessidade afetiva, ocorre entre as pessoas ao longo de seu
desenvolvimento. O apego revela o vínculo e a pessoa busca proximidade, contato físico, sorri ou
chora. É assim que começa o desenvolvimento dos bebês e se estende ao longo da vida até na
velhice. (BOWLBY, 1990). Um dos elementos que acompanha o comportamento do apego é a
emoção. Essa emoção está entre a pessoa que se apega e a figura de apego. Quando essa
relação é satisfeita a pessoa sente bem estar e segurança. (LEIBOVICI, 1987). Entretanto, quando
essa relação não ocorre, a ruptura causa dor psicológica, depressão e a segurança deixa de existir.
Muitos idosos são colocados em instituições ou lares de acolhimento e a família passa deixar de
visitá-los e pouco a pouco vão deixando de frequentar quando, por fim, o abandonam. Embora haja
legislação que defende e ampara o idoso, como a Constituição Brasileira, o Estatuto do Idoso e a
Lei 10.741, 1º/10/03 que objetivam a dignidade e qualidade de vida do idoso, mas, nem sempre
essas leis são observadas. A negação do vínculo e a humilhação por que passam os idosos que
são abandonados, muitas vezes até privados de alimentação adequada e ou objetos materiais, têm
graves efeitos psicológicos. Queremos destacar que a pessoa que é separada daquelas pessoa
que desenvolveu vínculos de apego, sentirá uma ruptura emocional cujo valor afetivo é compatível
com a dor da perda por luto. (BOWLBY, 1990).
Palavras-chave: Envelhecimento. Afetividade. Abandono.
Apoio: Fundação Santo André.
138
PROGRAMA SABINA
AULA/VISITA FOCADA SABINA- FENÔMENOS NATURAIS
Thiago Vargas de Lima - Aluno de Graduação, FSA, Curso de Ciênciais Sociais, 4º Ano [email protected]
SABINA
INTRODUÇÃO: Dentro da SABINA - Escola Parque do Conhecimento nos deparamos com
aulas/visitas focadas direcionadas as mais diversas áreas do conhecimento humano, no entanto,
observando o dia a dia Escola Parque percebemos a notória falta de foco no que tange os
fenômenos naturais. A instituição dispõe do Simulador chamado Fúria da Natureza, porém o
equipamento acaba por ficar deslocado, já que nenhuma das aulas/visitas trata especificamente de
seu conteúdo, os tais Fenômenos Naturais. Sendo assim, iniciamos um trabalho que reunisse
informações determinando um roteiro para explanação do tema utilizando a infra-estrutura já
presente na instituição. OBJETIVOS: Proporcionar ao educando que visita a SABINA,
minimamente conhecimentos essenciais sobre fenômenos naturais existentes no Planeta Terra,
sob uma perspectiva teórica resumida, que o leve a refletir, discutir e analisar a temática
considerando o contexto interdisciplinar. E para que o estudante: - Se familiarize com conteúdo,
conhecendo melhor o ambiente de nosso planeta; - Demonstrar interesse pelo tema, aguçando sua
curiosidade de pesquisa.- Utilizar com uma nova perspectiva os experimentos da Sabina.
MATERIAL E MÉTODOS. Após a elaboração do texto base, tomando conceitos relacionados a
Vulcanismos, Terremotos, Tornados e Furacões, foi necessário a seleção de experimentos dentro
da Sabina que passariam por essa visita especial. Após essa seleção foi feita a análise de um
roteiro e didática para que o conteúdo ficasse bem amarrado dentro da proposta. RESULTADOS: A
aula/visita focada resultante do processo, se estabelece em 9 etapas dentro do complexo da
SABINA, cada uma das etapas se dá enfase ao conteúdo de acordo com a explicação aos
educandos. São elas: Área Externa/Estacionamento: 1ª Etapa: Roupa de Gaia. Sala Ciências da
Terra. 2ª Etapa: Túnel da Origem do Universo. Sala das Ciências da Vida. 3ª Etapa: Carrinho de
Rochas e Fôsseis. - Uso do Globo em camadas e do Mini Vulcão. Sala das Ciências da Física I. 4ª
Etapa: ―Osciloscópio‖ (ondulatórias). 5ª Etapa: Células Convectivas. 6ª Etapa: Simulador de
Tornados. 7ª Etapa: Hidrelétrica. Sala das Ciências da Física II. 8ª Etapa: Estação Meteorológica.
Sala das Ciências da Terra. 9ª Etapa: Simulador Fúria da Natureza. CONSIDERAÇÕES:
Infelizmente ainda não foi possível aplicar o conteúdo do trabalho com os alunos dentro da
SABINA, sendo assim o retorno com os mesmos ficaram para uma próxima etapa. No entanto,
acreditamos que futuramente esta aula auxiliará professores de Ensino Fundamental II, sobretudo
aos de Geografia e Ciências pois inicia os alunos à conteúdos de Geologia, Meio Ambiente,
Formação da Terra, Ciclo da Água e outros.
Palavras-chave: Aula Fenômenos naturais. Terremotos e vulcanismos. Tornados e furacões.
Apoio: Prefeitura de Santo André.
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FALANDO EM AMÉRICA LATINA
Gabriela Benatti Godinho - Bolsista da Extensão Científica Sabina, FSA [email protected]
André Luis de Oliveira Almeida - Ex- bolsista da Extensão Científica Sabina , FSA
Vitor Miura Ramos - Ex- bolsista da Extensão Científica Sabina, Ex- aluno da FSA
SABINA
Introdução. Neste projeto trabalhamos o resgate da oralidade como um importante recurso para a
transmissão do conhecimento. Em uma sociedade cada vez mais grafocêntrica, esperamos
ressaltar a importância da cultura oral, passada de geração em geração, para a conservação de
todo um legado cultural que nos foi deixado de herança, neste caso, pelos povos latinoamericanos. Além, procuramos ampliar o conhecimento dos alunos a respeito da América Latina,
incentivando-os a valorizar a nossa cultura, brasileira, e a cultura dos outros países que compõem
o bloco. Abordamos, também, a importância da oralidade para as interações sociais entre os
indivíduos, já que o discurso oral é o princípio da comunicação, e desenvolvê-lo de maneira
satisfatória é essencial para o sucesso em tais interações interpessoais.Objetivos: Aperfeiçoar a
comunicação oral dos alunos para que possam usufruir de um discurso oral mais bem elaborado,
que exija controle consciente e voluntário da enunciação e domínio dos aspectos primários da
oralidade. Este saber é essencial para as relações sociais e para o exercício da cidadania.
Acrescentar-lhes o conhecimento sobre a América Latina e os povos que a habitam, bem como
seus legados culturais orais. Trabalhar a oralidade com estudantes do Ensino Fundamental II
explorando a cultura dos povos Latino americanos; Estimular a desinibição dos alunos; Ampliarlhes o conhecimento a respeito da cultura latino-americana; Desenvolver o trabalho em grupo/
equipe; Desenvolver os aspectos primários da oralidade como postura, entonação, gestos;
Resgatar a importância da cultura oral. Metodologia e Atividades previstas. A oralidade seria
trabalhada em duas frentes: sua importância para a preservação e perpetuação da cultura oral dos
povos e os aspectos primários da oralidade através da leitura em voz alta de lendas e encenação
das histórias narradas. As lendas utilizados para o trabalho oral são todas latino-americanas.
Antes do estudo da oralidade , os aspectos históricos e geográficos do país de origem de cada
história seriam explorados, por meio de:Planejamento do texto: além de cuidar do conteúdo (uma
preocupação comum a todas as situações comunicativas) que, neste caso, seriam as lendas, é
importante trabalhar as diferenças entre a língua formal e a informal. Estrutura da exposição: o
conteúdo precisa ser apresentado de forma clara e coerente - o objetivo é facilitar a compreensão
do ouvinte; Características da fala: o tom, a intensidade da voz, e a altura (alta e baixa, é diferente
de intensidade). O tom de voz deve ser usado corretamente, para fazer marcações na fala,
enfatizar alguma passagem importante, impedir que a oratória se torne monótona, produzir uma
atmosfera específica como o mistério, por exemplo, e etc. Estes aspectos, quando bem
entrelaçados, criam uma atmosfera propícia à interação com o ouvinte e garantem a atenção.
Postura corporal: olhares, contato visual, gestos, expressões faciais , movimentos corporais e
postura são importantes para complementar as informações transmitidas pela fala. Esses recursos
auxiliam a mobilizar a escuta atenta e a facilitar compreensão do ouvinte. Podem, também,
enfatizar sutilezas da oratória como, por exemplo, o contato visual para intimidar, dar credibilidade
ao que se é falado, convencer e etc. A postura e expressões corporais devem estar sempre de
acordo com o contexto de uso da fala e devem ser ―planejadas‖ para contribuir com esta, de modo
que o falante alcance seu objetivo com êxito. Este deve usar o corpo de forma consciente para
obter o máximo de sucesso em sua exposição oral. Considerações finais. Embora a oralidade seja
reconhecida como uma poderosa ferramenta de comunicação, o discurso oral ainda é pouco
trabalhada com os alunos. Sabe-se ainda que esta linguagem está intimamente ligada com a
preservação e a perpetuação da rica cultura oral dos povos. Desse modo, o projeto propõe ampliar
o conhecimento dos alunos a respeito dos habitantes de nosso continente, mais especificamente
dos aspectos históricos e culturais (linguagem oral) dos povos latino-americanos, observando o
140
papel da oralidade em sua cultura bem como o uso prático da linguagem oral, para que seja
aperfeiçoada pelos estudantes ao longo do projeto.
Palavras-chave: Oralidade. Cultura oral. América Latina.
Apoio: Fundação Santo André, Prefeitura de Santo André.
141
OFICINAS MULTICULTURAIS E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA - BASES LEGAIS
E VIABILIZAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS
Ivete Pellegrino Rosa - Professora Orientadora - [email protected]
Tamires Léu Domingues - Curso de Psicologia - [email protected]
Thiago sérgio Santos Nascimento - Curso de Direito - [email protected]
Victor Sanchez Colaneo - Curso de Direito - [email protected]
SABINA
SALA MULTICULTURAL: Nossa proposta é de trazer para o público visitante da SABINA uma sala
multicultural onde serão apresentadas oficinas sobre culturas estrangeiras com importante
influencia na cultura brasileira. Temos também a intenção de aprimorar o conhecimento dos
monitores no aspecto ensino-aprendizagem com foco na aprendizagem significativa. Oficinas serão
desenvolvidas apresentando de modo lúdico as culturas africana, árabe e japonesa. Destacamos o
valor de projeto dessa natureza amparados por legislação específica. APRENDIZAGEM
SIGNIFICATIVA: De acordo com Rogers (1987, p. 258) é uma aprendizagem que vai além da
acumulação de fatos. (…) provoca uma modificação, (…)no comportamento do indivíduo, na
orientação da ação futura que escolhe ou em suas atitudes e personalidade.É uma aprendizagem
(…) que penetra profundamente todas as parcelas de sua existência". Oficina de Cultura
AFRICANA: A África é um continente de grande diversidade cultural que está fortemente ligada à
cultura brasileira. Os africanos prezam muito a moral e acreditam que esta seja bem semelhante à
religião. Acreditam também que o homem precisa respeitar a natureza, a vida e os outros homens
para que não sejam punidos pelos espíritos com secas, enchentes, doenças, pestes, morte. Fazem
seus ritos a partir do conhecimento repassado por gerações antigas. Oficina de Cultura
JAPONESA: Serão apresentadas as atividades de Contação de Histórias e lendas japonesas com
interpretação em forma de teatro. -Tsuki no Usagi (O coelho da lua), O texugo e o leque mágico,
A aranha tecelã. Oficinas interativas: Confecção de bandeirinhas japonesas, Origamis, Pintura e
Mangá. -Construção de Origamis,-Pintura, Oficina de Cultura ÁRABE: A cultura Árabe manifesta-se
principalmente na arquitetura e na literatura. As edificações mais célebres foram as mesquitas,
construções requintadas e decoradas luxuosamente com fragmentos das sentenças do Alcorão,
figuras geométricas, plantas e flores, formando belíssimos arabescos. Na poesia destacou-se
Muttanabi, que viveu nos fins do século X. BASE JURÍDICA: Visamos buscar leis que possam
auxiliar na viabilização do projeto. Grande parte dessas leis visam a arrecadação de verbas para a
viabilização de projetos culturais. -Ao buscar leis que pudessem nos auxiliar e dar ênfase no
projeto, encontramos leis de abrangência nacional, estadual e municipal. As leis de abrangência
nacional são: LEI Nº 8.313, 23/12/91 ou Lei Rouanet; de abrangência estadual (São Paulo): Lei
12.268, 20/2/2006; Decreto 50.856, de 6/6/2006; Portaria 59, de 24/08/2006; Decreto 54.275, de
27/4/2009; E de abrangência municipal da cidade de Santo André: Lei nº 7.090/93; Lei 8.555, de
21/10/2003; Decreto 15.037, de 26/01/2004. -LEI No 10.639, DE 9/01/2003 que vem acrescentar
conteúdo na Lei 9.394, de 20/12/1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional,
para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura
Afro-Brasileira" e da outras providências.
Palavras-chave: Cultura japonesa. Cultura africana. Cultura árabe.
Apoio: Prefeitura de Santo André.
142
PRÁTICAS FÍSICAS E SAÚDE COMO FORMA DE ENSINO APRENDIZAGEM
Miguel Augusto Barga - Graduação, FSA, Curso de Engenharia Mecânica, RM 710218 [email protected]
SABINA
Introdução. A prática física é sempre associada ao movimento corporal. Entretanto esta produz um
aprimoramento de habilidades que podem ser desenvolvidas com maior ou menor facilidade tanto
físicas quanto mentais. A prática da atividade física depende também de uma boa saúde
juntamente com uma alimentação saudável. A prática física através do esporte tem demonstrado
que em esportes coletivos há a interação quanto à participação de todos, cooperação e a inclusão.
Aborda ainda: percepções, expressões de cada um, criatividade, controle do corpo, respeito,
resolução de problemas e soluções e o auxílio à aprendizagem de outros campos desenvolvendo o
físico, o intelectual e o psicológico. Objetivos. Propiciar um ensino aprendizagem na parte
pedagógica de ensinar à importância das atividades físicas e esportivas para o bem estar geral e
qualidade de vida nos espaços da Sabina. As práticas esportivas desenvolvem a capacidade
motora, concentração e raciocínio influenciando no desenvolvimento físico por meio de jogos e
brincadeiras lúdicas. Material e métodos. Por meio de jogos lúdicos as crianças desenvolvem a
cognição assim agem com mais animo e vontade de trabalhar em equipe através de várias opções
de jogos como sensório-motores, de regras, competição e cooperação. O uso das inteligências
múltiplas tem como objetivo facilitar o ensino aprendizagem num contexto em que crianças
aprendam cada uma no seu nível e/ou dificuldades de assimilação de conteúdos. Pensando
nessas questões métodos de ensino proporcionam suporte ao educador e uma atuação eficiente
objetivando o engrandecimento da aula e a melhor assimilação dos conteúdos num processo de
ensino aprendizagem dos educandos. Em se tratando de práticas físicas é importante verificar o
―método de aprendizagem pela descoberta guiada‖. Nesse método é importante promover o
processo cognitivo para a exploração de alternativas. Jogos permitem a aproximação da realidade
proporcionando estímulo emocional, resposta imediata das ações praticadas, segurança,
interatividade, obediência a regras, estratégias. As práticas físicas têm por base os jogos e nisso
pode-se desenvolver elementos metodológicos para o ensino, tornando-o agradável, implicando
em prática física de qualidade. As categorias de exercício físico auxiliam na queima de calorias
melhorando a saúde do corpo e da mente. Percebe-se que o aumento no nível de atividade física
espontânea resulta em aumento de gasto energético diário como é mostrado na base da pirâmide
da atividade física. Verificando o qual importante são as práticas físicas em nosso dia a dia a nova
pirâmide alimentar passou a conter exercícios físicos e controle de peso na base. Resultados.
Juntamente com atividades físicas regulares é necessário manter uma alimentação equilibrada e
completa, permitindo que o corpo realize todas as suas funções proporcionando bem estar e
saúde. Podendo ser desenvolvidas nas aulas focadas de corpo humano com a Boneca Nina. Não
apenas baseando-se no percurso dos alimentos, mas demonstrando a importância de certos
alimentos e a prática física associada com implantação de jogos lúdicos e alguns métodos de
ensino capazes de fixar os conhecimentos expostos por meio de percepções sensório-motores e a
boa manutenção de nosso corpo. Considerações. O projeto pode ser aplicado como complemento
das aulas focadas de corpo humano ou ainda um espaço destinado às práticas físicas através de
painéis e materiais lúdicos como jogos que podem propiciar uma maior integração ou aulas
expositivas nas áreas externas. O conteúdo visa ajudar ao ensino por meio de metodologias
capazes de verificar nos alunos ou visitantes que o nosso corpo é interligado através de vários
fatores como práticas físicas e alimentação sadia e equilibrada.
Palavras-chave: Práticas físicas. Métodos de ensino. Alimentação sadia.
Apoio: Fundação Santo André, Prefeitura de Santo André.
143
SABINA ESCOLA PARQUE DO CONHECIMENTO: MONITORES COMO
PROPONENTES DE ATIVIDADES E AGENTES DE SUA EXECUÇÃO
Enio Borba Carli - Professor FAFIL e FAENG
Supervisão dos Bolsistas no Sabina - [email protected]
Ivete Pellegrino Rosa - Professora FAFIL
Coordenação de Extensão no Sabina - [email protected]
SABINA
A Escola Parque do Conhecimento Sabina é um espaço público da prefeitura municipal de Santo
André, cidade do ABC Paulista. Ocupa uma área de 24 mil m2, sendo 8,2mil m2 ocupado por um
grande pavilhão de dois andares que se constituem em um laboratório interativo das mais variadas
áreas do saber. Atende prioritariamente a alunos e professores da rede de educação do município
por meio de atividades pré-agendadas, bem como escolas da rede estadual ou particular e ao
público em geral. A visitação pode ser do tipo Exploratória ou Focada. Em uma visita Exploratória
os visitantes dispõem de uma gama de possibilidades de interação com os recursos e com os
monitores. A visitação focada resulta da interação dos professores da rede municipal com a equipe
de monitores e educadores da Sabina, que definem previamente atividades orientadas aos temas e
objetivos pretendidos pelo professor e/ou escola. Como em outros espaços de aprendizagem não
formal ou museus de ciência papel dos monitores é fundamental. Cerca de 150 alunos bolsistas
dos vários cursos do Centro Universitário Fundação Santo André - CUFSA, em especial dos cursos
de licenciatura e pedagogia, formam a equipe de monitores Sabina. Além da monitoria nas
visitações, os bolsistas precisam desenvolver um projeto de extensão que contribua com os
objetivos do Sabina e com sua formação acadêmica. A diversidade desta equipe leva a um
constante aprendizado, seja dos formadores que precisam orientar e treinar os monitores, seja dos
alunos que precisam construir elos entre a formação recebida em seus cursos de origem na sua
atuação como monitores-educadores e no seu projeto de extensão. Professores do CUFSA fazem
o acompanhamento dos projetos em contato permanente com as Assistentes Educacionais do
Sabina. O desenvolvimento de um trabalho acadêmico científico como contribuição às atividades
da Sabina pode assumir diferentes características como: elaboração de aula focada
(desenvolvimento de estratégia e materiais), uma contribuição à questão da inclusão, um jogo de
facilitação de aprendizagem, entre outros. Dentre os inúmeros projetos desenvolvidos temos: Jogo
Sodoku por meio de cores e figuras geométricas; o sistema planetário por meio de história
representada e musicada; desenvolvimento de multimídia para aprendizagem de reações químicas;
descarte de pilhas com responsabilidade ambiental; ciclo de formação das rochas; aula focada com
as espécies arbóreas da Mata Atlântica existentes na Sabina; experimentos para o ensino em
Geociências e em Química para alunos do Ensino Fundamental I e II. A parceria entre a Sabina e o
CUFSA tem sido muito positiva, enriquecendo os trabalhos extensionistas e a formação de todos
envolvidos nos diferentes projetos.
Palavras-chave: Extensão. Projetos. Formação docente.
Apoio: Fundação Santo André, Prefeitura de Santo André.
144
PROJETO CNPQ - VALE
O DESENVOLVIMENTO DE LIVROS INTERATIVOS COMO FATOR
MOTIVADOR PARA DESPERTAR A VOCAÇÃO TECNOLÓGICA
Rodrigo Cutri – Professor da FAENG - [email protected]
Valéria Ruotolo – Professora do Colégio FSA - [email protected]
Pedro Ivo Bueno Sartorio – Estudante do Colégio FSA
Fernanda Rebellato Giordano Martim – Estudante do Colégio FSA
Ana Ligia Lopes Brandão – Estudante do Colégio FSA
Lucas Beraldo Bonfim – Estudante do Colégio FSA
Alexandre Marcelino De Brito – Estudante da FAENG FSA
Centro Universitário Fundação santo André – CUFSA – Projeto ―Na Real – A Engenharia no
dia-a-dia‖
Introdução. A escolha da profissão passa pela expectativa do fazer a diferença, de
poder contribuir com algo. Para incentivar vocações tecnológicas é necessário
repensar o processo de ensino-aprendizagem buscando novas formas de interação,
principalmente nas disciplinas de Cálculo e Física. Algumas ações encontradas na
literatura fazem uso da metodologia baseada em problemas - Problem Based Learning
– PBL com modificações face à quantidade de alunos em sala e a necessidade de
balancear a realização de atividades extra e intraclasse com o conteúdo a ser
desenvolvido pela disciplina ao longo do ano letivo. De modo a estimular os alunos do
ensino médio a interagir com seu cotidiano e assim alterar sua percepção sobre a
aplicabilidade das disciplinas básicas e a área de engenharia propôs-se que um grupo
de alunos do ensino médio, devidamente orientados por professores, desenvolvessem
um livro digital interativo e posteriormente o apresentassem aos demais alunos
promovendo assim a troca de experiencias e posibilitando uma aprendizagem mais
significativa. Material e Métodos. Na aprendizagem significativa o processo é
dinâmico, o conhecimento vai sendo construido passo-a-passo. Assim, tendo esta
filosofía, buscou-se inicialmente relacionar o ensino de Física ministrado no ensino
médio (Eletromagnetismo) com aplicações reais da Engenharia, estabelecendo-se
assim a conexão entre o aprendido e o aplicado. Para isso, formou-se uma equipe
composta por: 04 alunos do ensino médio, 01 professor de Física, 01 professor de
Engenharia e 01 aluno de Engenharia. O professor de Engenharia coordenou o
processo de elaboração do livro digital e a discussão da equipe, sendo auxiliado pelo
professor de Física do ensino médio que apresentava e discutia os conceitos que
seriam trabalhados. A elaboração do livro interativo foi realizada pelos alunos do
ensino médio que buscavam imagens e vídeos que ilustrassem os conceitos e
aplicações tendo o apoio do estudante de engenharia. A plataforma escolhida foi o
IBooks que permite o desenvolvimento de livros digitais interativos para IPAD de um
modo simples e prático. A escolha do IPAD deu-se devido a possibilidade de atuação
conjunta do livro digital com uma AppleTV o que permite explorar videos on-line além
de permitir a visualização do conteúdo desenvolvido numa TV de alta definição.
Resultados. Vencidas as dificuldades de agenda e ritmo de trabalho o processo de
elaboração do livro digital fluiu naturalmente com a maior motivação dos alunos
conforme vão se envolvendo nas atividades e descobrindo que são capazes de
realizar muitas ações que desconheciam. Verificou-se a melhora da prática docente na
escola participante, de modo a facilitar a aprendizagem dos alunos. Ao longo do
processo de desenvolvimento do projeto e em seu uso verificou-se, por meio de
entrevistas com os alunos participantes, uma melhor percepção dos alunos envolvidos
145
quanto às áreas de atuação de um engenheiro. O livro digital desenvolvido foi enviado
para a AppleStore, sendo considerado aprovado, o que atesta a qualidade do material
desenvolvido.
Palavras-chave: Física. Engenharia. Ensino.
Apoio: Fundação Santo André, CNPq-Vale Processo: 45.4420/2012-9.
146
PROJETO NOVOS TALENTOS
ESCOLA ABERTA DE INICIAÇÃO À CIÊNCIA
Profa. Dra. Maria Elena Villar e Villar – Professora, FSA, Colegiado de
Pedagogia; Prof. Dr. Alécio Damico – Professor, FSA, Colegiado de
Matemática; Profa. Dra. Eliana Borba Cattaruzzi, FSA, Colegiado de
Matemática; Profa. Dra. Leila Modanez – Professora, FSA, Colegiado de
Matemática; Profa. Dra. Ivete Rosa Pellegrini – Professora, FSA, Colegiado de
Psicologia; Profa. Dra. Raquel dos S. L.Vita Pinheiro, FSA, Colegiado de
Psicologia; Prof. Dr. José Luiz Laporta, FSA, Colegiado de Biologia; Prof. Dr.
Luiz Afonso Vaz Figueired, FSA, Colegiado de Química; Profa. Dra. Karen
Soraia Garcia Marquez, FSA, Colegiado de Química, Prof. Dr. Carlos
Aparecido Kantor, Colegiado de Física; Prof. Dr. Roberto Carlos Sallai, FSA,
Colegiado de Biologia; Profa. Ms. Roseli Corazzini, FSA, Colegiado de Biologia.
RESUMO: O trabalho teve início a partir de demanda apresentada por professores da
rede pública municipal da cidade de Santo André que reclamavam da falta de cursos
de formação nas áreas de Ciências Naturais e Matemática. A formação desses
professores, que atuam na educação infantil, ensino fundamental I e educação de
jovens e adultos, requeria o desenvolvimento de habilidades relacionadas ao
aprimoramento do pensamento científico e, portanto, a utilização da observação,
registro e análise de práticas pedagógicas. O objetivo do trabalho desenvolvido foi o
de discutir, planejar, executar e avaliar tais habilidades, por intermédio de aulas e
oficinas, em que professores que atuam nas redes públicas, municipal e estadual, da
região do grande ABC, pudessem acessar os conhecimentos produzidos na
universidade em benefício de sua atuação profissional. Para tanto foram utilizados
diferentes espaços e desenvolvidas atividades em que os participantes pudessem
vivenciar possibilidades de ensino-aprendizagem que, independentemente do acesso
a laboratórios de física, de biologia, de química, de matemática e de psicologia
pudessem ser concretizadas. Nos encontros semanais com cada uma das turmas
verificou-se que as discussões produziram reflexões sobre a necessidade de
aprofundar estudos nas áreas de conhecimento priorizadas e mudanças na forma de
ensinar os conteúdos propostos. Fez parte do trabalho, como forma de avaliação, a
produção de práticas pedagógicas sistematizadas na forma de artigos científicos que
permitiram aos autores refletir sobre o processo de planejamento, desenvolvimento e
avaliação de ações que concretizam em sala de aula. Esses documentos foram objeto
de avaliação dos professores que ministram as aulas para futura publicação. Esses
documentos, por iniciativa própria dos alunos, professores das redes públicas de
ensino foram apresentados, na forma de pôster, no Simpósio de Pesquisa do ABC
147
bem como no Simpósio de Práticas Educativas e II Encontro PIBID – FSA. Cada um
dos profissionais que participaram desse processo de formação adquiriu conhecimento
que pode e deve ser socializado com os colegas de trabalho, podendo assim contribuir
com a transformação do trabalho na unidade escolar, naquilo que diz respeito ao
trabalho coletivo, no desenvolvimento de projetos. O intercâmbio entre o que acontece
nas unidades educacionais da região e a universidade sede do trabalho de formação
foi de grande importância não só para a atuação dos professores formadores mas
também para os alunos com os quais eles trabalham, atualizando-os e contribuindo
com a formação de profissionais melhor preparados para o enfrentamento dos
desafios que os aguardam no exercício da profissão.
Palavras-chave: Educação Científica, Formação de professores, Qualidade de
Ensino, Pesquisa-ensino-extensão.
Apoio: CAPES
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