Universidade do Vale do Paraíba
Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento
CAMA HOSPITALAR: DESENVOLVIMENTO DE UMA
ALTERNATIVA PARA A INTERNAÇÃO DOMICILIAR
ARISTIDES JOSÉ DA SILVA JÚNIOR
Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de
Pós-Graduação em Bioengenharia, como parte dos
requisitos necessários para obtenção do título de Mestre
em Engenharia Biomédica.
São José dos Campos
2003
Universidade do Vale do Paraíba
Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento
CAMA HOSPITALAR: DESENVOLVIMENTO DE UMA
ALTERNATIVA PARA A INTERNAÇÃO DOMICILIAR
ARISTIDES JOSÉ DA SILVA JÚNIOR
Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de
Pós-Graduação em Bioengenharia, como parte dos
requisitos necessários para obtenção do título de Mestre
em Engenharia Biomédica.
Profa. Dra. Maria Belén Salazar Posso
Orientadora
Prof. Dr. Laurentino Corrêa de Vasconcellos Neto
Co-orientador
São José dos Campos
2003
S578p
Silva Junior, Aristides José
Cama hospitalar: desenvolvimento de uma alternativa
para a internação domiciliar / Aristides José da Silva Júnior.
São José dos Campos: UniVap, 2003. 70p.: il.; 31cm.
Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de
Pós-Graduação em Bioengenharia do Instituto de Pesquisa e
Desenvolvimento da Universidade do Vale do Paraíba.
1. Cama hospitalar 2. Equipamentos hospitalares
3.Enfermagem I. Posso, Maria Belén Salazar , Orient. II.
Vasconcellos Neto, Laurentino Corrêa de, Co-Orient. III.
Título
CDU:615.478.24
Autorizo, exclusivamente para fins acadêmicos e científicos, a reprodução total ou
parcial desta dissertação, por processo fotocopiador ou transmissão eletrônica.
Aluno: ARISTIDES JOSÉ DA SILVA JÚNIOR
Data: 14 de maio de 2003.
CAMA HOSPITALAR: DESENVOLVIMENTO DE UMA
ALTERNATIVA PARA A INTERNAÇÃO DOMICILIAR
ARISTIDES JOSÉ DA SILVA JÚNIOR
Banca Examinadora:
Presidente: Profa. Dra. Cristina Pacheco Soares (UNIVAP)__________________________
Orientadora: Profa. Dra. Maria Belén Salazar Posso (UNIVAP)______________________
Co-Orientador: Prof. Dr. Laurentino C. de Vasconcellos Neto (UNIVAP)______________
Membro Externo: Profa. Dra. Maria do Carmo Querido Avelar (UNG/SP)______________
Prof. Dr. Marcos Tadeu Tavares Pacheco
Diretor do IP&D
São José dos Campos, 14 de Maio de 2003
DEDICATÓRIA
Aos Meus Pais, que sempre apoiaram e estiveram presentes em todas as derrotas e
conquistas.
Aos Tios Messias e Erotildes, pelo acolhimento que foram fundamentais para o meu
crescimento pessoal e profissional da graduação ao mestrado.
Aos Meus Irmãos, Cunhadas (o) e Sobrinhos, que entenderam a ausência destes anos e
sempre me fortalecem nas férias com uma enchente de carinho.
À Minha Noiva Vanessa, por me compreender e apoiar nos dias de nervosismo e
ansiedade, participando de forma ativa na realização desta dissertação, sempre me
contagiando com seu carinho, fazendo com que a cada dia eu me sentisse mais amado.
AGRADECIMENTOS
A Deus, mestre dos mestres, por ser a luz que ilumina o meu caminho.
Ao Prof. Dr. Baptista Gargione Filho, Magnífico reitor da Universidade do Vale do
Paraíba - UniVap, por proporcionar meios de constante aprimoramento para o seu corpo
docente.
Ao Prof. Dr. Marcos Tadeu T. Pacheco, Diretor do Instituto de Pesquisa e
Desenvolvimento da UniVap, pela seriedade e compromisso com a pesquisa cientifica.
Ao Prof. Dr. Renato Amaro Zângaro, Diretor das Faculdades de Ciências da Saúde –
UniVap, pelo apoio e incentivo.
A Profa. Dra. Maria Belén Salazar Posso, Coordenadora Pedagógica do Curso de
Enfermagem – UniVap e Orientadora deste trabalho, por sempre ter acreditado no meu
potencial, agradeço imensamente pelas orientações na dissertação.
Ao Prof. Dr. Laurentino Corrêa de Vasconcellos Neto, Co-Orientador do trabalho, por
nos auxiliar de forma brilhante a relacionar a bioengenharia com as Ciências da Saúde.
A Profa. MsC. Ana Lucia G. G. de Sant´Anna, Coordenadora do Curso de Enfermagem
– UniVap, pelo estimulo e a facilitação de horários para a execução do curso de mestrado.
Ao Marcelo Soares Amorim, Técnico, que nos auxiliou com toda a sua habilidade
atingindo os objetivos propostos.
Aos Professores do curso de mestrado, que contribuíram com toda a experiência para o
nosso aprendizado dando subsídios para um melhor direcionamento desta pesquisa.
Aos colegas do curso de mestrado, que sempre tinham uma palavra de apoio e incentivo,
enfim por terem sido grandes companheiros nesta jornada.
Aos colegas professores da Faculdade de Enfermagem, pelo constante incentivo,
especialmente as Professoras Ivany Baptista, Kátia Pedroso, Silvia Freire e Vanda Cruz,
que partilharam desta jornada trazendo cada uma de sua forma o apoio necessário para
continuarmos e atingir este objetivo.
Aos meus alunos por serem fonte de motivação para a caminhada na vida acadêmica.
Ao Amigo João Benício de Almeida, pelos conselhos, apoio e especialmente pela amizade
desde a graduação.
A Rosangela Taranger, Coordenadora das Bibliotecas da UniVap, pela revisão final das
citações e referências.
A Claudia Herdy Barbosa, Secretária do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento, por
não ter medido esforços quando solicitada a sua colaboração, facilitando o andamento do
trabalho.
A Rebeca B. N. Correa, Bibliotecária da Biblioteca Setorial do Instituto de Pesquisa e
Desenvolvimento, por ter realizado diversos levantamentos bibliográficos.
A Rúbia Gravito Gomes, Bibliotecária pela simpatia e disponibilidade, possibilitando um
melhor desenvolvimento deste estudo.
E a todos (as) aqueles (as) que direta ou indiretamente contribuíram para a realização deste
trabalho
RESUMO:
A internação domiciliária vem sendo difundida como uma nova perspectiva dos serviços de
saúde. Há atualmente a necessidade do desenvolvimento de um projeto tecnológico de uma
cama hospitalar portátil, que permita a simplificação na instalação e na sua montagem,
tornando-a de fácil manipulação. Este trabalho propõe o desenvolvimento da cama
hospitalar para facilitar o seu processo de transporte e montagem, possuindo tamanho e
peso reduzidos, com altura variável. Nas alterações propostas no projeto a cama terá um
peso estimado total de 50kg, divididos em; cabeceira e peseira igual a 10kg; grades laterais,
5kg; estrado, 35kg. Salienta-se porém, que desmontada possuirá, em média, um peso de
17,5kg para cada parte do estrado. Assim a parte mais pesada da cama será 73% menor que
a parte mais pesada do modelo atual. Neste projeto o modelo é apresentado com inovações
de redução do estrado, desmontando no centro, nas laterais que são dobráveis para o centro
reduzindo assim o seu comprimento e largura. Quando desmontada, a cama deverá ser
reduzida no seu comprimento de 1,90m para 0,95m e a largura de 0,90 para 0,45 m,
permitindo o seu transporte em veículos de pequeno e médio porte, bem como, permitindo
a movimentação em corredores e elevadores residenciais, solucionando problemas
enfrentados com a utilização dos modelos atuais, facilitando a assistência de enfermagem a
ser prestada.
Palavras chave: Cama Hospitalar; Equipamentos Hospitalares; Internação Domiciliária.
ABSTRACT:
Home care has been diffused as a new perspective for health services. Nowadays there is
the need to technologically develop hospital beds, allowing the simplification of the
assembling for this equipment, making it portable and easily manipulated. This work
proposes the development of hospital beds in order to ease the transportation and
assembling processes, these having reduced size and weight, with variable height. In the
proposed changes, the bed will have an estimated total weight of 50kg, divided in: headrest
and footrest equal to 10kg; side bars, 5kg; bed frame, 35kg. It is remarkable, nevertheless,
that when detachable, it will have an average weight of 17,5 kg for each part of the bed
frame. Therefore, the heaviest part of the bed would correspond to 27% of the heaviest part
of the current model. And yet with bed frame reduction innovation presentations, with
detachable-center and the center-foldable bedsides, reducing this way the length and width
so that, when detached for transportation the bed will be reduced on its length from 1.90m
to 0.95m and on its width from 0,90 to 0,45m, allowing it to be transported in small and
medium-sized vehicles, as well as easing the moving in aisles and elevators, solving
problems which come across with the current models usage, besides making nursery
assistance easier.
Keywords: Hospital bed, hospital equipment, home care
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO..........................................................................................................01
1.1 Internação Domiciliária...........................................................................................02
1.2 Relação entre equipamentos utilizados na internação domiciliar e hospitalar........03
1.3 Propriedades dos materiais utilizados na construção da cama................................05
1.4 Principais características das camas hospitalares disponíveis no mercado.............07
1.5. Finalidade...............................................................................................................10
2. OBJETIVO ..................................................................................................................11
3. METODOLOGIA DE CONSTRUÇÃO DA CAMA....................................13
3.1. Técnicas para a construção e otimização da cama................................................14
4. DESENVOLVIMENTO..........................................................................................16
5. COMENTÁRIOS E CONCLUSÕES................................................................71
4.1Trabalhos Futuros.................................................................................................75
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...............................................................76
LISTA DE FIGURAS
PAGINA
Figura.1. Foto de uma cama hospitalar, Série 2300, marca Demetec.................................... 7
Figura.2. Foto de uma cama hospitalar, Série 13000, marca Demetec.................................. 8
Figura. 3. Foto de uma cama hospitalar, MI 506, marca, Mercedez-Imec. ...........................9
Figura 4. Foto de uma cama hospitalar, serie MI 514, marca Mercedez-Imec.....................10
Figura 5 – Esquema da cabeceira da cama............................................................................16
Figura 6 – Esquema da luva para acoplar a cabeceira da cama............................................17
Figura 7 – Esquema da placa a ser acoplada na cabeceira da cama......................................18
Figura 8 – esquema de montagem da placa com a luva e a cabeceira da cama....................19
Figura 9 – Esquema dos pés da cama....................................................................................20
Figura 10 – Esquema de montagem do rodízio, barra roscada e pé da cama........................21
Figura 11 – Esquema do manipulo para a cama...................................................................22
Figura 12 – Esquema do suporte do manipulo para a cama..................................................23
Figura 13 – Esquema da tampa do manipulo para a cama....................................................24
Figura 14 – Esquema do apoio ao manipulo para a cama.....................................................25
Figura 15 – Esquema da luva do manipulo para a cama.......................................................26
Figura 16 – Esquema da barra roscada de 1” .....................................................................27
Figura 17 – Esquema do parafuso do manipulo. ..................................................................28
Figura 18 – Esquema de montagem do manipulo com a barra roscada. ..............................29
Figura 19 – Esquema das grades laterais da cama. ..............................................................30
Figura 20 – Esquema do suporte lateral para a cama. ..........................................................31
Figura 21 – Esquema da trava lateral das grades da cama. ..................................................32
Figura 22 – Esquema da estrutura da cama. .........................................................................33
Figura – 23 Esquema do suporte do sistema de articulação da cama...................................34
Figura 24 – esquema do trilho da cama................................................................................35
Figura – 25 Esquema de montagem do trilho, suporte do sistema de articulação e estrutura
da cama. ..................................................................... ..........................................................36
Figura 26 – Esquema da trava para a estrutura da cama. .....................................................37
Figura 27 – Esquema do suporte das grades laterais da cama..............................................38
Figura 28 – Esquema para a caixa da cama..........................................................................39
Figura 29 – Esquema da estrutura da cabeceira. ..................................................................40
Figura 30 – Esquema do suporte do sistema de articulação da cama. .................................41
Figura 31 – Esquema do suporte do sistema de articulação e estrutura da cama..................42
Figura 32 – Esquema do suporte do quadro da cama. ..........................................................43
Figura 33 – Esquema do quadro A da cama.........................................................................44
Figura 34 – Esquema do quadro B da cama..........................................................................45
Figura 35 – Esquema do quadro C da cama. ........................................................................46
Figura 36 – Esquema do quadro D da cama. .......................................................................47
Figura 37 – Esquema do quadro de apoio da cama. .............................................................48
Figura 38 – Esquema do suporte da barra roscada................................................................49
Figura 39 – Esquema do suporte do quadro. ........................................................................50
Figura 40 – Esquema da montagem do suporte, apoio do quadro e suporte da barra
roscada...................................................................................................................................51
Figura 41 – Esquema de apoio da cama................................................... ............................52
Figura 42 – Esquema do quadro E da cama..........................................................................53
Figura 43 – Esquema do quadro F da cama..........................................................................54
Figura 44 – Esquema do quadro G da cama. .......................................................................55
Figura 45 – Esquema da placa da cama................................................................................56
Figura 46 – Esquema da placa e quadro G da cama............................................................57
Figura 47 – Esquema do quadro H da cama. .......................................................................58
Figura 48 – Esquema de apoio do quadro. ...........................................................................59
Figura 49 – Esquema da placa da cama. ..............................................................................60
Figura 50 – Esquema da placa suporte da barra roscada, apoio do quadro e quadro H........61
Figura 51 – Esquema do pino da cama.................................................................................62
Figura 52 – Esquema com parafusos trava, suporte da parte lateral e grade lateral.............63
Figura 53 – Esquema com pino, sub-conjunto E e sub-conjunto D da cama........................64
Figura 54 – Esquema com o sub-conjunto G e E, suporte do quadro e lateral, e a trava......65
Figura 55 – Esquema de montagem dos quadros F e E, sub-conjuntos C e H na estrutura 3.
.................... ................................................... ......................................................................66
Figura 56 – Esquema da caixa, suporte da grade lateral, trava e sub-conjunto D.................67
Figura 57 – Esquema de montagem com apoio, quadros A, B e C, sub-conjuntos C e F, e
montagem 5, com parafusos, porcas e dobradiças. ..............................................................68
Figura 58 – Esquema com montagem 1, 4 , 6 e sub-conjuntos A e B da cama................... 69
Figura – 59 Esquema de montagem final da cama, já com a chapa de alumínio. ................70
1
_________________________________________________________________Introdução
1. INTRODUÇÃO
2
_________________________________________________________________Introdução
1. INTRODUÇÃO
1.1 Internação Domiciliaria
A internação domiciliária vem sendo difundida como uma nova perspectiva dos
serviços de saúde. Embora exista desde a antiguidade, esta forma de atenção à saúde vem
sendo enfatizada, em especial nas duas últimas décadas, nos Estados Unidos (EUA) e,
recentemente, no Brasil.
BOWMAN (1991), cita que nos EUA a assistência domiciliária vem crescendo de
forma rápida e diversificada. Os dados apresentados pela National Association for Home Care
revelam que, em 1996, aproximadamente sete milhões de americanos requeriam este tipo de
serviço, que era administrado por cerca de 18,5 mil provedores de serviços domiciliares. As
projeções indicam que as necessidades de cuidados domiciliares, bem como dos serviços por
eles requeridos, devem triplicar nos próximos anos.
DUARTE; DIOGO (2000) relatam que no Brasil o setor de atendimento domiciliário
está em franco desenvolvimento. Corroborando esta afirmação, VILAR (2002) afirma que,
com o reconhecimento da assistência domiciliária como uma efetiva modalidade de atenção e
de resultados, obteve-se uma significativa redução de custos finais do tratamento dos
pacientes e uma melhor qualidade de assistência, especialmente comparada às longas
permanências de pacientes em internações hospitalares.
FILIPINI (2000), conceitua assistência domiciliária como uma assistência médica e de
enfermagem ao cliente/paciente que se apresenta clinicamente estável , podendo receber
serviços de saúde no seu domicílio visando a promoção, a manutenção ou a recuperação da
saúde e/ou minimizar as seqüelas de doenças e/ou inaptidões, pois para tanto se faz necessário
equipamentos que facilitem e garantam uma assistência à saúde de qualidade, substituindo a
hospitalar.
3
_________________________________________________________________Introdução
1.2 Relação entre os equipamentos utilizados nas internações domiciliares e hospitalares
Os equipamentos utilizados na assistência domiciliária são basicamente os mesmos
que na assistência hospitalar. No atendimento domiciliar surgem algumas dificuldades
relacionadas à adaptação dos equipamentos necessários ao cuidado pois, via de regra, esses
equipamentos são projetados para a assistência hospitalar, levando-se em consideração as suas
dimensões arquitetônicas as quais seguem regulamentação técnica específica.
O MINISTÉRIO DA SAÚDE (1995), ao definir normas para projetos físicos de
estabelecimentos assistenciais, especifica que os corredores de circulação de pacientes,
cadeiras de rodas macas ou camas, devem ter a largura mínima de 2,00 m. Quanto às portas
utilizadas para passagem de macas e camas a largura deverá ser de 1,10 m e quanto aos
elevadores a largura mínima da cabine deverá ser de 1,20 m. Tais especificações são
diferentes na arquitetura domiciliar, sendo que muitas vezes não é seguida nenhuma norma
para construção.
Quanto às dimensões da cama hospitalar MONTEIRO FILHO (1972), discorre que
esta é para acomodar a pessoa de estatura média, possuindo 1,90m de comprimento e 0,90m
de largura, com pequenas variações conforme os fabricantes.
DUARTE; DIOGO (2000) afirmam que o desenvolvimento tecnológico permite a
simplificação dos equipamentos, tornando-os portáteis e de fácil manipulação, o que aumenta
a possibilidade e a facilidade da assistência.
Entre os equipamentos que apresentam dificuldades de transporte, manipulação e
adaptação no domicílio, está a cama hospitalar. A necessidade de transportá-la periodicamente
torna-se, por vezes, uma tarefa inexeqüível por suas características de tamanho e peso.
Analisando a questão do peso dos equipamentos e os possíveis danos que o transporte
manual dos mesmos pode provocar à saúde, GRANDJEAN (1998) afirma que há muitos anos
4
_________________________________________________________________Introdução
estão propostos limites para o levantamento de pesos com o objetivo de reduzir os riscos de
danos aos discos intervertebrais dos transportadores.
ALEXANDRE (1998) ressalta que os trabalhadores da área de enfermagem
provavelmente estejam sobrecarregado com cargas excessivas ao movimentar e transportar
pacientes, determinados materiais e equipamentos. Tendo em vista que existe um limite de
carga que o trabalhador pode carregar e que as camas atuais, tem um peso elevado, é
necessário fazer uso da tecnologia para a sua redução.
Em diversos momentos as dificuldades encontradas no domicílio do paciente/cliente e
relacionadas à cama, resultavam do acesso à residência; tamanho dos cômodos; largura dos
corredores; dimensão das escadas e capacidade dos elevadores que, desfavoreciam ou mesmo,
inviabilizavam o transporte da cama para o domicilio, decorrentes das dificuldades de acesso
dos equipamentos a determinado local.
As preocupações com o desenvolvimento do projeto da cama domiciliária não podem
ser resumidas apenas na tecnologia a ser utilizada, mas também na acessibilidade do
equipamento pois, como afirmam MONTEIRO; MONTEIRO (2000), o principal atrativo para
os contratantes dos serviços de internação domiciliária está na economia a ser proporcionada
com a desospitalização, aliado à adequação dos equipamentos aos acessos e aos cômodos
residenciais.
A dificuldade de adequar a residência ao equipamento é maior do que a de construir
uma cama desmontável, com um material de menor massa específica, e portátil, que facilite a
adequação na arquitetura domiciliar, no transporte e seja de resistência similar à cama
hospitalar.
PAVARINI; NERI (2000) ao discorrerem sobre a compreensão de dependência
independência do idoso no contexto domiciliar, afirmam que o ambiente pode impor barreiras
arquitetônicas e ergonômicas. Dentre essas são citadas as camas altas. Sobre a movimentação
de idosos no leito, FARO (2002), corroborando com esta afirmação, diz que o ideal são camas
5
_________________________________________________________________Introdução
com altura regulável, que possam ser ajustadas, dependendo do procedimento que será
realizado.
As preocupações com a dependência também se devem ao fato que, segundo
SMELTZER; BARE (2000), 4 entre 5 pessoas idosas sofrem de pelo menos uma doença
crônica e que na fase da vida mais avançada, os distúrbios agudos ocorrem com maior
freqüência, ao passo que as enfermidades crônicas são mais comuns e que a progressão do
processo mórbido ameaça a independência e a qualidade de vida ao impedir a capacidade de
realizar os próprios cuidados pessoais e as tarefas do dia a dia.
Esta pesquisa tem como objetivo propor uma cama para o uso de clientes/pacientes em
internação domiciliária, que seja flexível, de custo acessível e baixo peso, com a finalidade de
facilitar o transporte e permitir maior agilidade na internação domiciliária.
1.3 Propriedades dos materiais utilizados na construção da cama
DIAS (1997), cita que o aço é uma liga metálica composta principalmente de ferro e de
pequenas quantidades de carbono (de 0,002% até 2,00%, aproximadamente), com
propriedades específicas, sobretudo de resistência e ductilidade.
Para COLPAERT (1974), a importância do aço provém de várias propriedades:
resistência, ductilidade, homogeneidade, possibilidade de ser forjado, laminado, estampado,
estirado, moldado, caldeado, soldado, perfurado, rosqueado, modificado em suas propriedades
por meio de tratamentos mecânicos, térmicos e químicos. Afirma ainda que com o aço fazemse barras, chapas, parafusos, ferramentas, além de inúmeras peças fundidas.
A Associação Brasileira do Alumínio - ABAL(2003), ao apresentar os atributos do
alumínio cita as seguintes características: Material leve e durável, o alumínio é um dos metais
mais versáteis em termos de aplicação, o que garante sua presença em uma grande diversidade
de indústrias e segmentos.
6
_________________________________________________________________Introdução
Produtos que utilizam o alumínio ganham também competitividade, em função dos
inúmeros atributos que este metal incorpora, como é listado a seguir pela ABAL (2003):
Leveza: Nos transportes representa menor consumo de combustível e menor desgaste, mais
eficiência e capacidade de carga. Nas embalagens dá praticidade e portabilidade, devido ao
seu peso reduzido em relação a outros materiais. Corroborando com esta afirmação PÓVOA,
et. al. (1995), afirmam que a redução de peso das chapas laminadas de alumínio em relação ao
aço está na ordem de 40 a 50%.
Impermeabilidade e opacidade: Especialmente importante no uso de embalagens pois com
estas características o alumínio evita a deterioração dos produtos, não permitindo a passagem
de umidade, oxigênio e luz.
Alta relação resistência/peso: Nos transportes, confere desempenho excepcional a qualquer
parte
de
equipamento
de
transporte
que
consuma
energia
para
se
movimentar.
Aos utensílios confere durabilidade e manuseio seguro, com facilidade de conservação.
Resistência à corrosão: Facilita a conservação e a manutenção das obras, em produtos como
portas, janelas, forros, telhas e revestimentos usados na construção civil, bem como em
equipamentos, partes e estruturas de veículos de qualquer porte. Nas embalagens é fator
decisivo quanto à higienização e barreira à contaminação.
Moldabilidade e soldabilidade: Facilidade de conformação, devido à alta maleabilidade e
ductilidade, possibilitando formas adequadas aos mais variados projetos.
Resistência e dureza: A robustez do alumínio se traduz em qualidades estruturais, com
excelente comportamento mecânico, aprovado em aplicações como aviões e trens.
Possibilidade de muitos acabamentos: Anodização e pintura, assumindo a aparência
adequada para aplicações em construção civil, pro exemplo, com acabamentos que reforçam
ainda mais a resistência natural do material à corrosão.
7
_________________________________________________________________Introdução
Reciclável: Depois de muitos anos de vida útil, segura e eficiente, o alumínio pode ser
reciclado, com recuperação de parte significativa do investimento e poupança de energia,
como já acontece largamente no caso da lata de alumínio. Além disso, o meio ambiente é
beneficiado pela redução de resíduos e economia de matérias primas propiciadas pela
reciclagem.
O propósito é de utilizar o aço e o alumínio, sendo o alumínio empregado em mais de
90% do projeto, por este motivo é apresentado as características destes materiais e a
justificativa da escolha majoritária do alumínio.
1.4 Principais características das camas hospitalares disponíveis no mercado
Na tentativa de facilitar a visualização e o entendimento do leitor apresenta-se a seguir
alguns modelos de camas disponíveis no mercado, para o atendimento ao consumo hospitalar,
e que são também utilizados para a assistência domiciliária, mesmo apresentando
limitações
para tal. Assim, discutiremos as principais características que parecem dificultar a adaptação e
a montagem da cama hospitalar para uso domiciliar, envolvendo: material básico utilizado na
sua construção, seu comprimento e sua largura.
Figura1. Foto de uma cama hospitalar, Série 2300, marca Demetec
8
_________________________________________________________________Introdução
O modelo apresentado na Figura 1 apresenta altura variável de 0,40 a 0,80 m,
controlada eletricamente por controle remoto, o material utilizado na sua fabricação segundo o
fabricante é o aço inoxidável pintado e polido com comprimento 1,90m e 0,90m de largura.
Essas características do ponto de vista dos requisitos exigidos na internação domiciliar
parecem positivos quanto à variabilidade da altura, porém o aço inoxidável torna-a pesada e
prejudica o transporte, pelo seu comprimento e largura fixos.
Figura 2. Foto de uma cama hospitalar, Série 13000, marca Demetec.
A figura 2 mostra um dos modelos mais compactos do mercado, com altura fixa, o que
tem dificultado a saída do paciente dependente do leito. Construída em aço inoxidável, o seu
peso é diminuído por ser mais compacto, porém apresenta também dificuldades relacionadas
ao seu comprimento e largura, que são fixos. Ademais, outro fator complicante no transporte e
manipulação são os pés fixos ao estrado.
9
_________________________________________________________________Introdução
Figura 3. Foto de uma cama hospitalar, MI 506, marca, Mercedez-Imec
Já as características da cama mostrada na figura 3 são: altura variável de 0,40 a 0,80m,
controlada manualmente; o material utilizado é aço inoxidável cromado; com as mesmas
dimensões dos modelos anteriores, pesando 140kg.
Neste caso a altura variável é a vantagem deste modelo, e o sistema manual poderá
talvez significar uma redução de custo do produto. No entanto, necessita de uma estrutura
mecânica complexa, em aço, o que dificulta o processo de transporte e montagem,
apresentando ainda comprimento e largura fixos. O peso deste modelo é extremamente
desfavorável.
10
_________________________________________________________________Introdução
Figura 4. Foto de uma cama hospitalar, serie MI 514, marca Mercedez-Imec.
As características da cama mostrada na figura 4 são: altura variável de 0,52 a 0,74 m,
controlada eletricamente por controle remoto; fabricada com aço inoxidável e plástico
reforçado: com um comprimento 2,26m e largura 0,98m.
Este modelo conta com a utilização de plástico reforçado nas grades e um maior
comprimento e largura se comparado aos modelos anteriores, o que mostra a preocupação do
mercado em atender às necessidades dos profissionais e pacientes. No entanto, ainda deixa a
desejar quanto ao fato do comprimento e largura serem fixos, e sendo a maior parte da
estrutura em aço inoxidável, apresenta um alto peso.
1.5 Finalidade do estudo
A finalidade deste trabalho foi o desenvolvimento de um projeto proposto para redução
de tamanho e largura e peso da cama hospitalar, quando desmontada, facilitando o transporte e
a montagem no domicílio onde o paciente/cliente receberá a assistência necessária. Com a
redução do peso do equipamento, pretende-se evitar o esforço excessivo do profissional que
irá realizar o transporte, aliviando o esforço ergonômico dos profissionais responsáveis e
facilitando a assistência de enfermagem prestada ao paciente/cliente.
11
_________________________________________________________________Objetivo
2. OBJETIVO
12
_________________________________________________________________Objetivo
2. OBJETIVO
•
Desenvolver um projeto de construção de um modelo de cama portátil e de fácil
manipulação para a assistência de paciente/cliente em domicílio.
13
________________________________________________________________Metodologia
3. METODOLOGIA
14
________________________________________________________________Metodologia
3. METODOLOGIA DE CONSTRUÇÃO DA CAMA
3.1. Técnicas para a construção e otimização da cama hospitalar
A cama proposta para internação domiciliar é constituída basicamente de duas estruturas
em forma de “U” (figuras 22 e 29), feitas de tubo de alumínio, que se encaixam uma à outra,
sendo presas por dois parafusos com porca. Na maior parte do projeto o alumínio é o material
predominante, visando diminuir o peso total. A essas duas estruturas são adicionados os
demais componentes, que são:
Cabeceiras, duas no total, uma em cada extremidade da cama, (figura 5). Estas
cabeceiras são feitas em tubo de alumínio e dotadas de encaixes para a fixação nas estruturas
em forma de “U” (figura 8), e também têm rodízios em cada um dos seus dois pés. Além
disso, os pés são rosqueáveis na cabeceira, permitindo que a cama seja abaixada ou levantada
com curso de aproximadamente 160mm, (figura 10).
Proteções laterais, também feitas de tubo de alumínio, uma em cada lado da cama,
(figura 19). Estas proteções laterais são removíveis, para facilitar a desmontagem da cama.
Uma vez fixas na cama, elas possuem articulação, para serem abaixadas ou levantadas,
quando da sua utilização.
Sistemas de articulação, feitos em aço, um em cada extremidade da cama, (figura
57). Eles permitem a inclinação da cabeceira, em uma ponta, e também a inclinação da parte
da cama onde ficarão os membros inferiores (MMII), do paciente (posição de
Trendelemburg). Funcionam com manivelas que giram, acionando as barras roscadas que
fazem a inclinação das partes descritas.
Uma das estruturas em forma de “U” recebe os componentes que formam a parte da
cabeceira da cama, (figura 55) ou seja, onde o paciente apoiará a cabeça e o tronco (posição de
Fowler). Outra estrutura em forma de “U” recebe os componentes que formam a parte dos pés
da cama, ou seja, onde o paciente apoiará os MMII. A extremidade onde ficará os MMII do
15
________________________________________________________________Metodologia
paciente é também articulável, manualmente, sem auxílio de dispositivo nenhum. A inclinação
desta parte é garantida por uma barra de aço que atravessa a cama na transversal apoiada por
duas travessas, articulada. Os quadros superiores da cama serão recobertos com chapas de
alumínio, de espessura 1mm.
Além disso, a cama pode diminuir de largura, pelo basculamento de partes laterais
fixas com dobradiças, (figura 58) em cada uma das estruturas em forma de “U”. Assim, a
cama, formada por seis partes principais, tem seu transporte e montagem/desmontagem
facilitados, até o local de destino, favorecendo o processo de internação domiciliar.
As dimensões e as características da cama serão apresentadas a seguir pelo projeto
desenvolvido para a
construção do modelo hospitalar versátil para locais de difícil acesso,
fornecendo subsídios e diretrizes para construção do modelo ora proposto, considerando as
necessidades domiciliares colaborando assim com a industria hospitalar, objetivando melhorar
a qualidade da assistência de enfermagem e conseqüentemente facilitar as atividades da vida
diária desses pacientes/clientes.
16
________________________________________________________________Metodologia
4. DESENVOLVIMENTO
Figura 5 – Esquema da cabeceira da cama.
A figura 5 mostra o esquema de montagem mecânica em alumínio, designada como cabeceira
da cama.
17
________________________________________________________________Metodologia
1A
20.0
MENOR DO TUBO (ÍTEM 1)
3/4 "
1A
ítem
4
quant.
LUVA
designação
ALUMÍNIO
material
02
desenho
Figura 6 – Esquema da luva para acoplar a cabeceira da cama
A figura 6 apresenta, a luva, a ser acoplada na cabeceira, que servirá de base para os pés da
cama, utilizando material de alumínio.
18
________________________________________________________________Metodologia
1B
40.0
16
.0
32.0
16.0
R
25.0
10.0
3.0
75.0
1B
ítem
4
quant.
PLACA
designação
ALUMÍNIO
material
03
desenho
Figura 7 – Esquema da placa a ser acoplada na cabeceira da cama
A figura 7 apresenta uma placa, a ser acoplada na cabeceira, servirá como encaixe para a parte
central da cama, em material de alumínio.
19
________________________________________________________________Metodologia
SUB-CONJUNTO A
(2 CONJUNTOS)
1
1B
173.0
1A
ELETRODO
ELETRODO
1B
2
PLACA
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 3
1A
1
2
LUVA
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 2
1
CABECEIRA
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 1
desenho 04
Figura 8 – esquema de montagem da placa com a luva e a cabeceira da cama
A figura 8 mostra o sub-conjunto descrito anteriormente montado e que será encaixado na
parte central da cama.
20
2
________________________________________________________________
Metodologia
100.0
3/4 "
32.0
2
4
ítem
quant.
PÉ
designação
AÇO
material
05
desenho
Figura 9 – Esquema do pé da cama.
A Figura 9 apresenta parte da estrutura do pé que servirá de suporte para a parte da cama
apoiada diretamente no chão, sendo confeccionado em aço para garantir uma maior resistência
haja visto que será uma peça roscada.
21
________________________________________________________________Metodologia
SUB-CONJUNTO B
(4 CONJUNTOS)
50.0
1B
ELETRODO
2
2B
2B
1
RODÍZIO
AÇO
1B
1
BARRA ROSCADA 3/4 " x 240
AÇO
2
ítem
1
quant.
PÉ
designação
AÇO
material
VEJA DESENHO 5
desenho
desenho 06
Figura 10 – Esquema de montagem do rodízio, barra roscada e pé da cama.
A figura 10 mostra o sub-conjunto ligará a cama ao piso, sendo em 4, o detalhe do eletrodo
apresenta o sistema que permitira a variação de altura da cama, sendo todo constituído em aço.
22
________________________________________________________________Metodologia
3
160.0
20.0
6.4
8.0
PLANO ESP. 10
16
0.0
102.7
1/2
"
3
ítem
2
quant.
MANÍPULO
designação
AÇO
material
07
desenho
Figura 11 – Esquema do manipulo para a cama
A figura 11 apresenta parte do manípulo, ao ser girado, em cada extremidade da cama, fará
com que as partes articuladas dela sejam levantadas ou abaixadas, (posição de Fowler e
Trendelemburg), construído em aço.
23
________________________________________________________________Metodologia
4
M3
6.0
5.0
40
.0
65.0
57.5
+0.05
50.00 -0.00
6.3
A
7.5
A
20.0
CORTE AA
4
ítem
2
quant.
SUPORTE DO MANÍPULO
designação
AÇO
material
08
desenho
Figura 12 – Esquema do suporte do manipulo para a cama.
A Figura 12 apresenta o esquema de suporte ao manípulo. Sustentado por ela o manípulo pode
girar livremente. Constituída em aço.
24
________________________________________________________________Metodologia
5
3.0
32
.0
5.0
5
ítem
2
quant.
65.0
57.5
5.5
3.0
TAMPA DO MANÍPULO
designação
AÇO
material
09
desenho
Figura 13 – Esquema da tampa do manipulo para a cama.
A figura 13 mostra o esquema da a peça que permite que o manípulo fique acondicionado em
seu suporte, evitando que ele se desprenda. Confeccionado em aço.
25
________________________________________________________________Metodologia
6
5.0
20.0
20.0
20.0
MENOR DO TUBO 1C
15.0
10.0
6.3
50.0 +0.00
-0.05
14.8
6
ítem
2
quant.
APOIO DO MANÍPULO
designação
AÇO
material
10
desenho
Figura 14 – Esquema do apoio ao manipulo para a cama.
A figura 14 apresenta o esquema da peça que permite a articulação do manípulo, facilitando o
seu giro à pessoa que está levantando ou abaixando as partes articuladas da cama. Material
aço.
26
1"
MENOR DO TUBO 1C
7
________________________________________________________________
Metodologia
25.0
7
ítem
2
quant.
LUVA DO MANÍPULO
designação
AÇO
material
11
desenho
Figura 15 – Esquema da luva do manipulo para a cama.
A figura 15 mostra o esquema da luva que liga a barra roscada ao tubo, fazendo parte do
sistema de elevação das partes articuladas da cama. Material aço.
27
________________________________________________________________Metodologia
290.0
10.0
8.2
8
8
2
ítem
quant.
BARRA ROSCADA 1"
designação
AÇO
material
12
desenho
Figura 16 – Esquema da barra roscada de 1”.
A figura 16 apresenta o esquema da barra roscada que liga o manípulo ao sistema de elevação
das partes articuladas da cama, transmitindo movimento de rotação. Material aço.
28
________________________________________________________________Metodologia
9
5.0
9
ítem
4
quant.
PARAFUSO
designação
6.0
M8
SEXT. 12
8.0
6.0
AÇO
material
13
desenho
Figura 17 – Esquema do parafuso do manipulo.
Figura 17 este parafuso serve para articular o suporte do manípulo, que durante a operação
(abaixar ou levantar partes articuladas da cama) tem um leve giro. Material aço.
29
________________________________________________________________Metodologia
SUB-CONJUNTO C
(2 CONJUNTOS)
4C
4
5
8
7
ELETRODO
6
3
1C
2C
3C
OBS.:SOLDAR O TUBO 1C NA PEÇA 6
TUBO 1C: DIÂM. EXT. 38, FAZER UM COM 277.5 DE
COMPRIMENTO E OUTRO COM
645 DE COMPRIMENTO
4C
4
3C
1
2C
1
1C
8
PARAFUSO ALLEN CAB. CIL. M3 x 8
PORCA M6
AÇO
AÇO
PARAFUSO M6 x 30
AÇO
1
TUBO (VER OBS)
AÇO
1
BARRA ROSCADA
AÇO
VEJA DESENHO 3
7
1
LUVA DO MANÍPULO
AÇO
VEJA DESENHO 3
6
1
APOIO DO MANÍPULO
AÇO
VEJA DESENHO 3
5
1
TAMPA DO MANÍPULO
AÇO
VEJA DESENHO 3
4
1
SUPORTE DO MANÍPULO
AÇO
VEJA DESENHO 3
1
MANÍPULO
AÇO
VEJA DESENHO 3
3
ítem
quant.
designação
material
arquivo
desenho 14
Figura 18 – Esquema de montagem do manipulo com a barra roscada.
A figura 18 mostra o sub-conjunto, detalhado anteriormente que ao ser girado pelo operador
da cama, faz com que as partes articuladas se levem ou se abaixem (posições de fowler e
trendelemburg).
30
________________________________________________________________Metodologia
1500.0
10
300.0
OBS.:MATERIAL-TUBO DE ALUMÍNIO DIÂM. EXT. 32mm
10
ítem
2
quant.
LATERAL
designação
ALUMÍNIO
material
15
desenho
Figura 19 – Esquema das grades laterais da cama.
A figura 19 mostra o esquema das grades laterais, articuladas (sobem ou descem) e móveis
(podem facilmente ser removidas), dão proteção contra quedas ao paciente. E serão
constituídas em tubos de alumínio.
31
________________________________________________________________Metodologia
11
30.0
50.0
5.0
65.0
A
8.5
30.0
32
100.0
M5
5.2
.5
39.0
M5
R
16
.3
25.0
30.0
10.0
11
ítem
4
quant.
45.0 X 45
SUPORTE DA LATERAL
designação
A
ALUMÍNIO
material
16
desenho
Figura 20 – Esquema do suporte lateral para a cama.
A figura 20 apresenta o esquema da peça que permite a articulação (abaixar ou levantar) das
laterais de proteção. Material alumínio.
32
________________________________________________________________Metodologia
12
8.5
50.0
A
25.0
16
.3
50.0
R
39.0
30.0
M8
5.0
5.0
A
12
ítem
4
quant.
TRAVA DA LATERAL
designação
ALUMÍNIO
material
17
desenho
Figura 21 – Esquema da trava lateral das grades da cama.
A figura 21 mostra o esquema da peça que recebe um parafuso borboleta, que permite fácil
travamento das grades laterais da cama, após seu levantamento. Material Alumínio.
33
________________________________________________________________Metodologia
13
FURO DIÂM. 8
418.0
210.0
81.0
953.0
MATERIAL: TUBO DIÂM. EXTERNO 38mm
13
ítem
1
quant.
ESTRUTURA-PÉS
designação
ALUMÍNIO
material
18
desenho
Figura 22 – Esquema da estrutura da cama.
A figura 22 apresenta o esquema de uma das mais importantes peças da cama, e sobre ela
vários elementos serão montados. Ela se encontrará no lado da cama que sustentará os
membros inferiores do paciente. Material tubos de alumínio.
34
________________________________________________________________Metodologia
10.0
90.0
R1
9.0
14
M8
20.0
MATERIAL: ESPESSURA 5mm
14
ítem
2
quant.
SUPORTE DO SIST. ARTICULAÇÃO
designação
ALUMÍNIO
material
19
desenho
Figura – 23 Esquema do suporte do sistema de articulação da cama.
A figura 23 apresenta o esquema da peça que será unida à estrutura (lado dos pés), para
permitir, com o sistema de elevação, que a parte articulada sob as pernas do paciente se
incline.
35
30.0
________________________________________________________________Metodologia
R
6.5
116.0
30
.0
°
180.0
544.0
180.0
95.0
15
16.0
MATERIAL: PERFIL U 3/4 " x 1 1/4 "
(ESPESSURA 3)
15
ítem
2
quant.
TRILHO
designação
ALUMÍNIO
material
20
desenho
Figura 24 – esquema do trilho da cama.
A figura 24 mostra o esquema do trilho o qual permitirá que a parte final da cama (sob os pés
do paciente) seja inclinada travada numa inclinação desejada. Os rasgos (4 no total) servem
para que haja 4 pontos pré-determinados de inclinação.
36
________________________________________________________________Metodologia
52.0
SUB-CONJUNTO D
14
75.0
ELETRODO
15
13
15
2
TRILHO
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 20
14
2
SUPORTE DO SIST. ARTICULAÇÃO
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 19
13
1
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 18
ítem
quant.
ESTRUTURA-PÉS
designação
material
arquivo
desenho 21
Figura – 25 Esquema de montagem do trilho, suporte do sistema de articulação e estrutura da
cama.
A figura 25 mostra o esquema do sub-conjunto que é uma das duas estruturas principais da
cama, sobre os quais todas as outras peças serão montadas. Confeccionada em tubos de
alumínio.
37
________________________________________________________________Metodologia
16
29.0
8.5
30.0
58.0
44.5
5.2
A
45.0
R
1.0
5.0
A
45.0
CORTE AA
OBS.: FAZER 4 COM R19
E 6 COM R16
16
ítem
10
quant.
TRAVA
designação
ALUMÍNIO
material
22
desenho
Figura 26 – Esquema da trava para a estrutura da cama.
A figura 26 apresenta o esquema da peça que serve para fixar, na estrutura, o suporte que
sustentará um quadro (parte que receberá o colchão) da cama.
38
________________________________________________________________Metodologia
17
45.0
A
44.5
29.0
M5
10.0
R
29.0
19.5
M8
32.5
98.0
1.0
A
30.0
25.0
CORTE AA
OBS.: FAZER 2 COM R19
E 2 COM R16
17
ítem
4
quant.
SUPORTE DA LATERAL
designação
ALUMÍNIO
material
23
desenho
Figura 27 – Esquema do suporte das grades laterais da cama.
A figura 27 apresenta o esquema da peça que será fixada na estrutura e servirá para sustentar
as grades laterais de proteção da cama. Constituída em alumínio.
39
________________________________________________________________Metodologia
18
60.0
7.0
8.0
6.3
87.0
5.0
58.0
45.0
29.0
10.0
5.0
29.0
15.0
5.0
R 19
.0
1.0
45.0
70.0
60.0
7.0
29.0
15.0
5.0
29.0
8.0
10.0
58.0
5.0
5.0
45.0
87.0
6.3
R 19
.0
1.0
45.0
18
ítem
2
quant.
70.0
CAIXA
designação
ALUMÍNIO
material
24
desenho
Figura 28 – Esquema para a caixa da cama.
A figura 28 mostra o esquema da caixa que é fixada na estrutura e serve de articulação para a
parte do quadro (inclinável) sob as pernas do paciente. Constituída em alumínio.
40
________________________________________________________________Metodologia
19
418.0
296.0
1250.0
MATERIAL: TUBO DIÂM. EXTERNO 32mm
19
ítem
1
quant.
ESTRUTURA CABECEIRA
designação
ALUMÍNIO
material
25
desenho
Figura 29 – Esquema da estrutura da cabeceira.
A figura 29 mostra o esquema de uma das mais importantes da peças cama, e sobre ela vários
elementos serão montados. Ela se encontra no lado da cama que sustentará os membros
superiores do paciente. Em tubos de alumínio.
41
________________________________________________________________Metodologia
10.0
90.0
R1
6.0
20
M8
20.0
MATERIAL: ESPESSURA 5mm
20
ítem
2
quant.
SUPORTE DO SIST. ARTICULAÇÃO
designação
ALUMÍNIO
material
26
desenho
Figura 30 – Esquema do suporte do sistema de articulação da cama.
A figura 30 apresenta o esquema da peça que será unida à estrutura (lado da cabeça), para
permitir, com o sistema de elevação, que a parte articulada sob a cabeça do paciente se incline
(posição Fowler).
42
________________________________________________________________Metodologia
SUB-CONJUNTO E
20
75.0
ELETRODO
19
20
2
19
1
ítem
quant.
SUPORTE DO SIST. ARTICULAÇÃO
ESTRUTURA-PÉS
designação
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 26
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 25
material
arquivo
desenho 27
Figura 31 – Esquema do suporte do sistema de articulação e estrutura da cama
A figura 31 apresenta o esquema do sub-conjunto que é uma das duas estruturas principais da
cama, sobre os quais todas as outras peças serão montadas. Confeccionada em tubos de
alumínio.
43
________________________________________________________________Metodologia
21
45.0
25.0
10.0
44.5
82.0
M5
29.0
R1
6.0
29.0
1.0
21
ítem
4
quant.
SUPORTE DO QUADRO
designação
ALUMÍNIO
material
28
desenho
Figura 32 – Esquema do suporte do quadro da cama.
A figura 32 apresenta o esquema da peça, que ao ser fixada na estrutura, servirá de base para
um quadro (parte da cama que sustentará o colchão). Material alumínio.
44
________________________________________________________________Metodologia
520.0
22
150.0
OBS.: MATERIAL: CANTONEIRA L 1 1/4 " x 1 1/4 "
22
ítem
2
quant.
QUADRO A
designação
ALUMÍNIO
material
29
desenho
Figura 33 – Esquema do quadro A da cama.
A figura 33 apresenta o esquema de um dos quadros (partes da cama que sustentarão o
colchão). Material alumínio.
45
________________________________________________________________Metodologia
300.0
23
150.0
OBS.: MATERIAL: CANTONEIRA L 1 1/4 " x 1 1/4 "
23
ítem
2
quant.
QUADRO B
designação
ALUMÍNIO
material
30
desenho
Figura 34 – Esquema do quadro B da cama.
A figura 34 mostra o esquema de um dos quadros (partes da cama que sustentarão o colchão).
Material alumínio.
46
________________________________________________________________Metodologia
24
550.0
6.3
15.0
15.0
550.0
OBS.: MATERIAL: CANTONEIRA L 1 1/4 " x 1 1/4 "
24
ítem
1
quant.
QUADRO C
designação
ALUMÍNIO
material
31
desenho
Figura 35 – Esquema do quadro C da cama.
A figura 35 mostra o esquema de um dos quadros (partes da cama que sustentarão o colchão).
Material Alumínio.
47
________________________________________________________________Metodologia
25
15.0
360.0
6.3
15.0
550.0
OBS.: MATERIAL: CANTONEIRA L 1 1/4 " x 1 1/4 "
25
ítem
1
quant.
QUADRO D
designação
ALUMÍNIO
material
32
desenho
Figura 36 – Esquema do quadro D da cama.
A figura 36 apresenta o esquema de um dos quadros (partes da cama que sustentarão o
colchão). Material alumínio.
48
________________________________________________________________Metodologia
150.0
26
540.0
OBS.: MATERIAL: TUBO DIÂM. EXTERNO 32mm
26
ítem
1
quant.
APOIO DO QUADRO
designação
ALUMÍNIO
material
33
desenho
Figura 37 – Esquema do quadro de apoio da cama.
A figura 37 apresenta o esquema da peça que será soldada no quadro (sob a cabeça do
paciente) e juntamente com outras peças, permitirá a ligação entre o quadro articulado e o seu
sistema de elevação. Assim, ao ser girado, o manípulo permitirá que a parte sob a cabeça do
paciente se incline. (posição de Fowler)
49
________________________________________________________________Metodologia
27
16
.0
145.0
R
8.2
32.0
OBS.: MATERIAL: ESPESSURA 5mm
27
ítem
4
quant.
SUPORTE DA BARRA ROSCADA
designação
ALUMÍNIO
material
34
desenho
Figura 38 – Esquema do suporte da barra roscada.
A figura 38 mostra o esquema da peça que sustentará a barra roscada, parte do sistema de
elevação da parte da cama sob a cabeça do paciente. Material alumínio.
50
________________________________________________________________Metodologia
28
20.0
32.0
20.0
6.4
90.0
OBS.: MATERIAL: ESPESSURA 3mm
28
ítem
2
quant.
SUPORTE DO QUADRO
designação
ALUMÍNIO
material
35
desenho
Figura 39 – Esquema do suporte do quadro.
A Figura 39 apresenta o esquema da peça que serve de articulação, entre a parte fixa do
quadro da cama e a parte articulável, sob os membros inferiores do paciente. Material
alumínio.
51
________________________________________________________________Metodologia
SUB-CONJUNTO F
25.6
25
ELETRODO
26
ELETRODO
7.0
134.0
47.0
.0°
72
27
ELETRODO
28
2
SUPORTE DO QUADRO
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 35
27
2
SUPORTE DA BARRA ROSCADA
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 34
26
1
APOIO DO QUADRO
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 33
25
1
QUADRO D
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 32
ítem
quant.
designação
28
material
arquivo
desenho 36
Figura 40 – Esquema da montagem do suporte, apoio do quadro e suporte da barra roscada.
A figura 40 mostra o esquema do sub-conjunto que é a parte (sob os membros superiores do
paciente) que é articulável, permitindo, através do giro do manípulo, que se eleve ou se abaixe
a parte referida da cama.
52
________________________________________________________________Metodologia
6.3
5.0
29
470.8
20.0
98.0
13
.0
29
ítem
2
quant.
APOIO
designação
AÇO
material
37
desenho
Figura 41 – Esquema de apoio da cama.
A figura 41mostra o esquema de apoio que sustentará a barra que trava a articulação da parte
da cama sob os pés do paciente. Material aço.
53
________________________________________________________________Metodologia
670.0
30
150.0
OBS.: MATERIAL: CANTONEIRA L 1 1/4 " x 1 1/4 "
30
ítem
2
quant.
QUADRO E
designação
ALUMÍNIO
material
38
desenho
Figura 42 – Esquema do quadro E da cama.
A Figura 42 apresenta o esquema de um dos quadros laterais da cama (que sustentarão o
colchão), e é articulado (permite ser dobrado para "dentro" da cama, diminuindo sua largura
para transporte). Material alumínio.
54
________________________________________________________________Metodologia
200.0
31
150.0
OBS.: MATERIAL: CANTONEIRA L 1 1/4 " x 1 1/4 "
31
ítem
2
quant.
QUADRO F
designação
ALUMÍNIO
material
39
desenho
Figura 43 – Esquema do quadro F da cama.
A figura 43 apresenta o esquema de um dos quadros laterais da cama (que sustentarão o
colchão), e é articulado (permite ser dobrado para "dentro" da cama, diminuindo sua largura
para transporte). Material alumínio.
55
________________________________________________________________Metodologia
200.0
32
550.0
OBS.: MATERIAL: CANTONEIRA L 1 1/4 " x 1 1/4 "
32
ítem
1
quant.
QUADRO G
designação
ALUMÍNIO
material
40
desenho
Figura 44 – Esquema do quadro G da cama.
A figura 44 mostra o esquema de um dos quadros laterais da cama (que sustentarão o
colchão), e é articulado (permite ser dobrado para "dentro" da cama, diminuindo sua largura
para transporte). Material alumínio.
56
________________________________________________________________Metodologia
33
6.0
25.0
6.0
6.4
31.0
OBS.: MATERIAL: ESPESSURA 3mm
33
ítem
2
quant.
PLACA
designação
ALUMÍNIO
material
41
desenho
Figura 45 – Esquema da placa da cama.
A Figura 45 é o esquema de uma placa para articulação de um quadro da cama.
57
________________________________________________________________Metodologia
SUB-CONJUNTO G
17.0
ELETRODO
32
23.0
33
2
PLACA
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 41
32
1
QUADRO G
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 40
ítem
quant.
designação
material
33
arquivo
desenho 42
Figura 46 – Esquema da placa e quadro G da cama.
A Figura 46 mostra o esquema do sub-conjunto que é um quadro (parte que sustentará o
colchão) articulável (pode ser inclinado). Material alumínio.
58
________________________________________________________________Metodologia
700.0
34
550.0
OBS.: MATERIAL: CANTONEIRA L 1 1/4 " x 1 1/4 "
34
ítem
1
quant.
QUADRO H
designação
ALUMÍNIO
material
43
desenho
Figura 47 – Esquema do quadro H da cama.
A figura 47 apresenta o esquema de um dos quadros (partes da cama que sustentarão o
colchão). Material alumínio.
59
________________________________________________________________Metodologia
250.0
35
540.0
OBS.: MATERIAL: TUBO DIÂM. EXTERNO 32mm
35
ítem
1
quant.
APOIO DO QUADRO
designação
ALUMÍNIO
material
44
desenho
Figura 48 – Esquema de apoio do quadro
A figura 48 – apresenta o esquema da peça que será unida à estrutura (lado dos pés), para
permitir, com o sistema de elevação, que a parte articulada sob os pés do paciente se incline.
Material alumínio.
60
________________________________________________________________Metodologia
36
25.0
6.0
6.0
3
3.0
6.0
6.
6.5
31.0
13.0
36
ítem
2
quant.
PLACA
designação
ALUMÍNIO
material
45
desenho
Figura 49 – Esquema da placa da cama
A figura 49 apresenta o esquema da placa que serve, depois de unida à estrutura, como
articulação para a parte articulável da cama, do lado dos membros inferiores do paciente.
61
________________________________________________________________Metodologia
SUB-CONJUNTO H
H
34
25.
6
ELETRODO
35
250.0
17.
0
ELETRODO
22.5
ELETRODO
72.
0°
27
36
2
PLACA
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 45
27
2
SUPORTE DA BARRA ROSCADA
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 34
35
1
APOIO DO QUADRO
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 44
1
QUADRO H
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 43
34
ítem
quant.
designação
36
material
arquivo
desenho 46
Figura 50 – Esquema da placa suporte da barra roscada, apoio do quadro e quadro H.
A figura 50 apresenta o esquema do sub-conjunto que é um quadro (parte que sustentará o
colchão) articulável (pode ser inclinado). Material alumínio.
62
________________________________________________________________Metodologia
9.8
15.0
37
43.0
37
ítem
8
quant.
PINO
designação
5.0
ALUMÍNIO
material
47
desenho
Figura 51 – Esquema do pino da cama.
A figura 51 mostra o esquema do pino que, soldado nas estruturas principais da cama, serve
de trava, acoplado às cabeceiras. Material alumínio.
63
________________________________________________________________Metodologia
MONTAGEM 1
(2 CONJUNTOS)
11 A
D
10
12
B
C
D
2
TUBO DIÂM. EXT. 32 x 270
C
8
PARAFUSO ALLEN CAB. CIL. M5 x 28
B
2
PARAFUSO DE TRAVA M8 (BORBOLETA)
ALUMÍNIO
AÇO
AÇO
A
4
PARAFUSO ALLEN CAB. CIL. M5 x 10
12
2
TRAVA DA LATERAL
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 17
11
2
SUPORTE DA LATERAL
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 16
10
1
LATERAL
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 15
ítem
quant.
designação
AÇO
material
arquivo
desenho 48
Figura 52 – Esquema com parafusos trava, suporte da parte lateral e grade lateral.
A figura 52 apresenta o esquema do sub-conjunto que é a grade lateral de proteção da cama, já
acoplada ao sistema que o permite girar e ser fixo à estrutura. Constituído em alumínio e
parafusos de aço.
64
________________________________________________________________Metodologia
MONTAGEM 2
2
FURAR DIÂM. 8, PASSANTE
1
37
FURAR DIÂM. 10 E SOLDAR
37
8
PINO
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 47
2
1
SUB-CONJUNTO E
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 27
1
SUB-CONJUNTO D
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 21
1
ítem
quant.
designação
material
arquivo
desenho 49
Figura 53 – Esquema com pino, sub-conjunto E e sub-conjunto D da cama.
A figura 53 mostra o esquema de montagem que representa a estrutura principal da cama, subdividida em duas partes componentes.
65
________________________________________________________________Metodologia
MONTAGEM 3
16
16
21
A
1
17
A
2
FAZER 4 FUROS NAS EXTREMIDADES, ABRIR ROSCA
NOS SUPORTES E FIXAR COM COM PARAFUSOS
DE FENDA, CABEÇA ESCAREADA.
2
1
SUB-CONJUNTO G
VEJA DESENHO 42
A
24
21
4
SUPORTE DO QUADRO
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 28
17
2
SUPORTE DA LATERAL
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 23
16
6
TRAVA
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 22
1
SUB-CONJUNTO E
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 27
1
ítem
quant.
PARAFUSO ALLEN CAB. CIL. M5 x 35
ALUMÍNIO
designação
ALUMÍNIO
material
arquivo
desenho 50
Figura 54 – Esquema com o sub-conjunto G e E, suporte do quadro e lateral, e a trava.
A figura 54 mostra o esquema da montagem que representa (dividida nas suas duas partes
constituintes) a estrutura principal da cama, com os suportes dos quadros representados.
Constituída em Alumínio.
66
________________________________________________________________Metodologia
MONTAGEM 4
C
B
2
31
1
3
9
4
30
A
OBS.: AS DOBRADIÇAS DEVEM SER FIXADAS COM PARAFUSO E PORCA
31
2
QUADRO F
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 39
30
2
QUADRO E
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 38
9
2
PARAFUSO
AÇO
VEJA DESENHO 13
C
2
PORCA M6
AÇO
B
2
PARAFUSO M6 x 12
AÇO
A
10
DOBRADIÇA 74 x 19
AÇO
5
2
PORCA M8
AÇO
4
2
PARAFUSO M8 x 45
3
1
SUB-CONJUNTO C
VEJA DESENHO 14
2
1
SUB-CONJUNTO H
VEJA DESENHO 46
1
MONTAGEM 3
1
ítem
quant.
designação
AÇO
VEJA DESENHO 50
material
arquivo
desenho 51
Figura 55 – Esquema de montagem dos quadros F e E, sub-conjuntos C e H na estrutura 3.
A figura 55 representa a estrutura principal da cama, do lado sob a cabeça do paciente, já
acrescida da estrutura de inclinação do quadro, e dos quadros articulados propriamente ditos.
Constituída em alumínio, com parafusos e dobradiças em aço.
67
________________________________________________________________Metodologia
MONTAGEM 5
35
19
A
16
41
4
17
A
1
A
16
18
2
CAIXA
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 24
17
2
SUPORTE DA LATERAL
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 23
16
4
TRAVA
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 22
1
SUB-CONJUNTO D
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 21
1
ítem
quant.
PARAFUSO ALLEN CAB. CIL. M5 x 35
designação
ALUMÍNIO
material
arquivo
desenho 52
Figura 56 – Esquema da caixa, suporte da grade lateral, trava e sub-conjunto D.
A Figura 56 mostra o esquema da montagem que representa as peças que servirão de suporte
às laterais de proteção da cama, montadas sobre uma estrutura principal (do lado sob os pés do
paciente).
68
________________________________________________________________Metodologia
MONTAGEM 6
22
A
B
C
23
2
24
29
3
1
4
9
OBS.: AS DOBRADIÇAS DEVEM SER FIXADAS COM PARAFUSO E PORCA
SOLDAR ÍTM 3 NO ÍTEM 29
29
2
E
1
APOIO
PORCA M8
E
AÇO
VEJA DESENHO 37
AÇO
D
1
9
2
PARAFUSO
AÇO
VEJA DESENHO 13
24
1
QUADRO C
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 31
23
2
QUADRO B
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 30
22
2
QUADRO A
ALUMÍNIO
VEJA DESENHO 29
C
6
PORCA M6
AÇO
B
6
PARAFUSO M6 x 12
AÇO
A
10
DOBRADIÇA 74 x 19
AÇO
5
2
PORCA M8
AÇO
4
1
SUB-CONJUNTO C
3
1
2
1
1
1
ítem
quant.
PARAFUSO M8 x 45
D
BARRA DIÂM 12.7 x 360
AÇO
VEJA DESENHO 14
AÇO
SUB-CONJUNTO F
VEJA DESENHO 36
MONTAGEM 5
designação
VEJA DESENHO 52
material
arquivo
desenho 53
Figura 57 – Esquema de montagem com apoio, quadros A, B e C, sub-conjuntos C e F, e
montagem 5, com parafusos, porcas e dobradiças.
A Figura 57 mostra o esquema da montagem que representa a estrutura principal da cama, do
lado sob os pés do paciente, já acrescida da estrutura de inclinação do quadro, e dos quadros
articulados propriamente ditos. Constituída em alumínio e aço.
69
________________________________________________________________Metodologia
MONTAGEM FINAL
8
7
3
4
5
6
1
2
8
1
MONTAGEM 4
VEJA DESENHO 51
7
1
MONTAGEM 6
6
4
PARAFUSO DE TRAVA M8 (BORBOLETA)
5
2
4
4
SUB-CONJUNTO B
VEJA DESENHO 6
3
2
SUB-CONJUNTO A
VEJA DESENHO 4
2
2
1
2
ítem
quant.
VEJA DESENHO 53
AÇO
MONTAGEM 1
PORCA M6
PARAFUSO M6 x 50
designação
VEJA DESENHO 48
AÇO
AÇO
material
arquivo
desenho 54
Figura 58 – Esquema com montagem 1, 4 , 6 e sub-conjuntos A e B da cama.
A figura 58 mostra o esquema da montagem da cama como um todo.
70
________________________________________________________________Metodologia
Figura – 59 Esquema de montagem final da cama, já com a chapa de alumínio.
A figura 59 apresenta a vista tridimensional da montagem final da cama.
71
___________________________________________________Comentários e Conclusões
5. COMENTÁRIOS E CONCLUSÕES
72
___________________________________________________Comentários e Conclusões
5. COMENTÁRIOS E CONCLUSÕES
Há relatos de assistência a doentes em domicílio desde os primórdios da civilização. No
entanto, somente no período da segregação de doentes e, posteriormente, na hospitalização
dos mesmos, é que se iniciou o desenvolvimento de equipamentos para facilitar e auxiliar os
trabalhadores da área da saúde, tornando mais efetivo o tratamento.
Neste contexto, os equipamentos foram desenvolvidos levando em consideração o
ambiente hospitalar, suas dimensões arquitetônicas, a centralização do atendimento e o
pessoal de apoio disponíveis e envolvidos no processo.
Com o advento da desospitalização de pacientes crônicos ainda com a necessidade de
tratamento especializado, emerge a necessidade de adaptar equipamentos utilizados nos
hospitais, para oferecer suporte aos pacientes/clientes, familiares e profissionais envolvidos
com a internação domiciliária.
DAL BEN (2000), ao discorrer sobre as atribuições do enfermeiro na internação
domiciliar afirma que uma delas é a de avaliar as condições da residência para receber o
paciente/cliente. Por vezes este profissional poderá contra-indicar a internação domiciliar
baseando-se na dificuldade de acesso de equipamentos e adaptação dos mesmos na residência.
Acredita-se assim que o desenvolvimento de
equipamentos adequados possibilita a
minimização de dificuldades de adaptações ambientais
A cama hospitalar enquadra-se como um tipo de equipamento que necessita de mudanças
quando indicada a assistência domiciliária. Para a assistência em ambiente hospitalar a mesma
é perfeitamente indicada, atendendo aos objetivos para os quais foi desenvolvido o projeto. No
entanto, quando esta é levada para o domicilio, encontra-se inúmeras dificuldades de
adaptação.
A proposta do desenvolvimento do projeto da cama para uso domiciliar se ateve a aspectos
criticados nos modelos apresentados nos mercados e que nos oferecem dificuldades para o
manuseio, ergonomia, e conforto de profissionais e pacientes/clientes. Sendo projetada para
73
___________________________________________________Comentários e Conclusões
uso no domicílio do paciente/cliente, na elaboração do projeto considerou-se seu peso;
medidas de comprimento e largura; a durabilidade e a resistência dos materiais e a capacidade
de suportar cerca de 300 kilos de peso.
Assim, preocupou-se em pesquisar um material que fosse lavável, resistente à
corrosão, de baixo peso e alta relação entre resistência e peso. Neste contexto PÓVOA, et.
al. (1995), afirmam que as chapas laminadas de alumínio pesam de 40 a 50% menos que as
de aço.
Esta assertiva é corroborada por SMITH (1998), quando sugere ser o alumínio um
material extremamente útil para a construção e confecção de equipamentos, dos mais
variados usos, devido à sua densidade baixa, (2,70g/cm3), à sua resistência à corrosão
provocada pelas mudanças climáticas quando combinados com outros elementos que lhe
aumentam a resistência.
Já para ABAL (2003), a robustez do alumínio se traduz em qualidades estruturais, com
excelente resistência mecânica e durabilidade, sendo aprovado e aplicado na indústria
aeronáutica e ferroviária, permitindo inúmeros acabamentos e pintura, assumindo a aparência
desejada.
Outro item que interferiu na escolha do alumínio na proposta do equipamento em
estudo foi a reciclabilidade, que parece contribuir com a conservação do ambiente, e ainda
segundo a ABAL (2003) depois de muitos anos de vida útil, segura e eficiente, o alumínio
pode ser reciclado, com recuperação de parte significativa do investimento e poupança de
energia, como já acontece largamente no caso da lata de alumínio. Além disso, o meio
ambiente é beneficiado pela redução de resíduos e com a economia de matérias primas.
Também utilizou-se nesta proposta o aço em algumas peças que necessitam de rosca,
pois neste caso, o alumínio apresenta algumas deficiências relacionadas à resistência sendo
que para COLPAERT (1974), a importância do aço provém de várias propriedades entre elas
encontra-se a resistência e a ductilidade, pode ser soldado, perfurado, rosqueado, modificado
em suas propriedades por meio de tratamentos mecânicos, térmicos e químicos.
74
___________________________________________________Comentários e Conclusões
Devido a barreiras encontradas no processo de internação domiciliaria como,
corredores estreitos, elevadores pequenos não cabendo as camas oferecidas pelo mercado,
sendo que neste caso a utilização de escadas é o único meio de acesso ao domicilio,
deparamos com o problema já comentado que é o peso da cama durante o transporte.
Assim apresentamos o projeto de uma cama intercambiável, sendo que quando
desmontada reduz o comprimento e a largura, onde a cabeceira, peseira e grades serão
desmontadas apresentando a redução do estrado, com as laterais dobráveis para o centro.
Com a substituição do aço pelo alumínio, na proposta de desenvolvimento da cama
diminui-se a força a ser empregada para o transporte, em mais de 50% do seu peso, pois uma
cama hospitalar comum construída em chapas de aço pesa em média 92kg. Quando
desmontada para o transporte a cabeceira e peseira pesam 20kg, as grades laterais 8kg e o
estrado 64kg.
Nas projeções de medidas propostas a cama terá um peso estimado total de 50kg,
sendo cabeceira e pés da cama 10kg, grades laterais 5kg, estrado 35kg, desmontável ficando
em média com um peso de 17,5kg cada parte do estrado. Assim a parte mais pesada da cama é
de 27% da parte mais pesada do modelo atual.
São apresentados ainda como inovações a redução do estrado, desmontando no centro e as
laterais dobráveis para o centro, reduzindo assim o comprimento e a largura da cama, que
quando desmontada para o transporte reduz o comprimento de 1,90 para 0,95 m e a largura de
0,90 para 0,45 m, permitindo o uso de veículos de pequeno e médio porte, bem como
facilitando a movimentação em corredores, elevadores, resolvendo dificuldades enfrentadas
com a utilização dos modelos hospitalares atuais.
Assim, este trabalho contribui com a industria de equipamentos hospitalares de forma
efetiva, visando o processo de internação domiciliária, facilitando o transporte e adequação do
leito hospitalar por meio de uma cama desenvolvida para atender tais necessidades.
Vale ressaltar que o enfoque principal foi a possibilidade de realização da internação
domiciliária, pois o produto ora apresentado vem atender as necessidades deste setor. No
75
___________________________________________________Comentários e Conclusões
entanto, poderá ser utilizado também em hospitais que, mesmo não tendo problemas
arquitetônicos, poderá adequar e adotar o produto.
Lembramos ainda dos asilos que, em sua grande maioria em nosso país, são adaptados em
casas de arquitetura comum, apresentando dificuldades semelhantes àquelas da internação
domiciliária.
Acredita-se que esta proposta irá contribuir para minimizar os problemas advindos da
arquitetura domiciliar, da sobrecarga de peso imposta aos usuários e profissionais, atendendo
as necessidades de uma clientela que cada vez mais cresce em conseqüências do fator
desospitalização.
5.1. Trabalhos Futuros
O sistema de montagem e desmontagem da cama apresentado nesta proposta é todo
mecânico e atende às necessidades do setor, levando em conta a conjuntura sócio econômica
do país e da maioria da clientela que necessita deste equipamento, já que a internação
domiciliar é vista como um serviço que reduz os custos diretos da assistência à população.
Projetos
futuros
poderão
explora-la
na
dimensão
eletromecânica,
mantendo
as
características sugeridas nesta proposta e ainda desenvolver um sistema de ajuste da cama
para reduzir a pressão, em locais de apoio do corpo, podendo auxiliar como coadjuvante na
mudança de decúbito, e contribuindo para a redução dos índices de úlceras de pressão em
pacientes acamados.
Trabalhos futuros poderão ser desenvolvidos para atender as necessidades do setor
transformando a cama em maca e cadeira para o transporte do paciente. Tal sistema facilitaria
uma remoção de emergência. Neste caso o cliente não precisaria sair do seu leito para ser
removido e as transformações deste equipamento permitiria seu acesso em diferentes locais.
76
_______________________________________________________Referências Bibliográficas
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
77
_______________________________________________________Referências Bibliográficas
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ALEXANDRE,
N.M.C.
Ergonomia
e
as
atividades
ocupacionais
da
equipe
de
enfermagem.Rev.Esc.Enf.USP,v.32,n.1, p.84-90.
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COLPAERT, H., Metalografia dos produtos siderúrgicos comuns .3ed. Editora Edgard
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DETEMEC, Desenvolvimento de Tecnologia Médica e Científica Ltda. Catálogo da Cama
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O; DIOGO, M.J.D. Atendimento Domiciliar Um Enfoque Gerontológico. São Paulo:
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DIAS, L.A. de M., Estruturas de Aço: conceitos, técnicas e linguagem. 2ed. São Paulo:
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DUARTE,
Y.A.
de
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Atendimento Domiciliar Um Enfoque
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GRANDJEAN,E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem; trad. João
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FARO, A.C.M. Eliminações In: DUARTE, Y.A.de O; DIOGO, M.J.D. Atendimento
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FILIPINI, R. Assistência Domiciliar: a realidade de uma implantação. projeto de
implantação mimeografado. 2000.
78
_______________________________________________________Referências Bibliográficas
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MI-506 e MI 514. São Paulo.
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Departamento de Prática de Saúde Pública, da
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MONTEIRO, C.P.; MONTEIRO, J.L. Internação Domiciliária. In: DUARTE, Y.A.de O;
DIOGO, M.J.D. Atendimento Domiciliar Um Enfoque Gerontológico. Atheneu. São Paulo,
2000.cap.44.
PAVARINI, S.C.I.; NERI, A.L. Compreendendo Dependência, Independência e Autonomia
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1995.
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VILAR, J.M. O estágio atual do modelo de assistência domiciliar no Brasil. Rev. Bras. de
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Universidade do Vale do Paraíba Instituto de Pesquisa e