A Experiência Brasileira com a Implementação do 4:1 Dose Fixa Combinada para o Tratamento da Tuberculose Regina Zuim1,2, AneteTrajman3,4, Alexandre Menezes5 1. Gerência de Pneumologia Sanitária, Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, Brasil. 2. Mestranda em Ensino em Saúde, Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro, Brasil. 3. Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro, Brasil. 4. McGill University, Montreal, Canadá. 5. Global Health Strategies, Rio de Janeiro, Brasil Palavras chave: tuberculose, dose fixa combinada, saúde pública Endereço para correspondência: Regina Zuim Rua México – 128 – Centro – Rio de Janeiro - RJ – CEP 20031-142 [email protected] Resumo Em 2009, o PNCT recomendou a mudança do regime para o tratamento da tuberculose sensível. As mudanças consistiram na inclusão do etambutol, a redução das dosagens de Isoniazida e Pirazinamida e a modificação da formulação de cápsula para comprimido em dose fixa combinada. O processo de mudança foi viabilizado por apoio técnico, político e financeiro, que garantiu o abastecimento interno, o treinamento dos profissionais de saúde e a realização de um estudo de efetividade do novo regime. A presente análise do caso brasileiro permitiu elencar lições aprendidas com o processo e formular recomendações para a sustentabilidade de inovações como esta. INTRODUÇÃO EEsta análise foi realizada com o objetivo de documentar o processo de decisão, treinamento, implementação e avaliação do novo tratamento [2 meses de rifampicina (R), isoniazida (H), pirazinamida (Z) e etambutol (E) e 4 meses de RH, 2RHZE/4RH] para a tuberculose no Brasil, iniciado em 2009. Em relação ao regime anterior, RHZ, o novo regime incluiu o E, reduziu as doses de H e Z e mudou a formulação para comprimidos em doses fixas combinadas (DFC).1,2 Para que diferentes informações, dados e nuances deste processo estivessem contemplados no estudo, foram revisados 107 documentos, entre livros, artigos científicos, manuais, pesquisas, relatórios nacionais e internacionais, documentos de gestão que incluíram entrevistas com gestores e outros atores que participaram ou avaliaram as mudanças efetivadas. Desta forma, foi possível agregar os aspectos técnicos, históricos e institucionais que serviram de modelo ou interferiram na mudança das recomendações para o tratamento da tuberculose sensível no Brasil. Procuramos descrever as questões consideradas centrais, que influenciaram e/ou interferiram neste processo. O CENÁRIO O Brasil, que se encontra em evidência no cenário mundial por se situar entre as dez economias mais fortes do mundo3, possui um sistema público de saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS), que apesar de enfrentar grandes dificuldades, principalmente devidas ao insuficiente financiamento, busca assegurar a universalidade no atendimento à população4,5. Apesar dos avanços obtidos com o SUS, a tuberculose se mantém como um importante problema de saúde pública, com taxas de cura e de abandono distantes das metas preconizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O país faz parte do grupo dos 22 países com mais elevada carga de doença (90% dos casos), ocupando a 17ª posição quando se considera o número de casos, e a 22ª posição em taxa de incidência, prevalência e mortalidade6. Em 2001, foram notificados 334 casos de Tuberculose Multidroga Resistente (TB-MR) e, em 2011, 630 casos6. Apesar do aumento da taxa de resistência verificado entre os dois inquéritos realizados no país, essas taxas se mantêm em níveis considerados baixos7 quando comparados a outros países como a Índia, China e a Federação Russa, que concentram quase 60% dos casos de TB-MR que ocorrem mundialmente8. Ao longo dos anos, o Brasil adotou vários regimes de tratamento para a tuberculose, todos eles foram assumidos de forma criteriosa, considerando-se investigações científicas reconhecidas e políticas estratégicas recomendadas pela OMS e pela International Union Against Tuberculosis and Lung Diseases. Os tratamentos padronizados existem no país desde a década de 60 e por 30 anos, se usou o regime de curta duração com três fármacos – R, H e Z. Desde que adotou este regime de tratamento, a R e a H foram usadas em dose fixa combinada (DFC)9,11,12. A distribuição de medicamentos é realizada somente pelos serviços públicos de saúde, segundo um fluxo controlado pelo Ministério da Saúde (MS), portanto, não existe no país um mercado privado para aquisição dessas drogas. Acredita-se que essas políticas públicas foram responsáveis por manter as baixas taxas de resistência no país.(ref) AS ESTRATÉGIAS TÉCNICAS E POLÍTICAS IMPLICADAS NA PROMOÇÃO DAS MUDANÇAS Nos últimos anos, o Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) realizou atividades que promoveram o aumento da visibilidade da luta pelo controle da tuberculose no Brasil. Neste período, o PNCT se aproximou de gestores, profissionais de saúde, academia, movimento social e agências internacionais, consolidando uma base política e também técnica, que conferiram legitimidade capaz de assegurar os recursos financeiros e técnicos para a realização de mudanças de grande impacto, como foi o caso da mudança de esquema terapêutico13. O Comitê Técnico Assessor (CTA) do PNCT, grupo que conferiu sustentabilidade técnica para que a decisão fosse tomada, considerou para seu parecer o aumento da letalidade, da resistência e a frequência, bem como a gravidade dos efeitos adversos promovidos pelas doses da H e Z, até então praticadas. Esperava-se que a redução do número de comprimidos a serem ingeridos promovesse maior conforto ao doente, o que poderia representar uma medida adicional para aumentar a adesão ao tratamento. O PNCT reconhecia ainda que este tipo de apresentação dos medicamentos também simplificava a gestão farmacêutica em todos os níveis18. As justificativas apresentadas pelo CTA se basearam na opinião dos experts ali reunidos e dados obtidos de revisão da literatura1914,15. Entretanto, naquele momento, o Brasil não tinha uma situação epidemiológica ou taxas de resistência que justificassem que as mudanças fossem efetivadas em caráter de urgência 14,,19,21. A revisão de literatura realizada pelo CTA, segundo registros em ata, teve a ela atribuída o nível de evidência 5, segundo os critérios de Oxford, que se baseia na opinião de especialistas. E, embora não conste no documento citado que a revisão realizada estivesse concluída, é fato que as mudanças recomendadas pelo CTA encontravam-se em consonância com as da OMS, datadas da década de 90 e adotadas pelos demais países de alta carga da doença no mundo. Estes foram, sem dúvida, importantes subsídios para a tomada da decisão1813. Estar alinhado com decisões internacionais vai além de se posicionar de forma confortável no cenário internacional. O Brasil e outros países que enfrentam a tuberculose como um problema de saúde pública e que encontram-se em situação de dependência tecnológica para o abastecimento dos tuberculostáticos, em quaisquer uma das etapas do processo produtivo, estão suscetíveis a problemas burocráticos internos, que podem interferir nos processos de compra dos medicamentos. Além disto, convivem com um risco de desabastecimento motivado por questões econômicas, já que os ingredientes farmacêuticos ativos (IFA) e os produtos finais têm baixo valor monetário e baixa demanda, ou seja, têm pouco interesse para o mercado de fármacos. Uma saída apontada para esta limitação é a parceria com agências de cooperação internacional, que atuam na busca da ampliação do acesso a medicamentos essenciais, entre estes, os utilizados no tratamento da tuberculose13,16. Desta forma, este alinhamento e as possibilidades de parceria são uma via para assegurar os benefícios advindos das pesquisas e a produção dos medicamentos, que ocorram como alternativa às transações comerciais que se podem realizar fora ou dentro do país. AS MUDANÇAS NA PRODUÇÃO E O APROVISIONAMENTO DOS MEDICAMENTOS Enquanto foi utilizado o esquema RHZ, a fabricação dos medicamentos se dava no próprio país, em quatro Laboratórios Públicos de Produção Farmacêutica (LPPF)17, que produziam os medicamentos utilizados para o tratamento da tuberculose sensível, incluindo o RH em DFC e, também, alguns dos medicamentos para o tratamento de formas resistentes. Os principais medicamentos isolados, utilizados no tratamento de crianças, nos casos de necessidade de doses reduzidas e de intolerância, foram e continuam sendo produzidos nacionalmente12,13. Quando o MS decidiu efetivar a mudança do esquema para a tuberculose sensível com a adoção do RHZE em DFC, a tecnologia para a produção desta formulação ainda não estava desenvolvida pelos LPPF. Tal fato levou o MS à decisão de buscar parceria para a transferência de tecnologia que permitisse a produção nacional e, enquanto isto não se efetivasse, comprar os medicamentos no mercado internacional utilizando os processos de pré-qualificação da OMS como um mecanismo disponível para assegurar a qualidade, segurança e eficácia dos medicamentos ofertados à população18,19. Desta forma, a mudança do esquema terapêutico para a tuberculose levou o Brasil da posição confortável de autossuficiência à condição de dependente da compra internacional para o tratamento da tuberculose sensível. A compra do primeiro lote de medicamentos aconteceu a partir de acordo de cooperação vigente entre o MS e a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS), que adota critérios diferentes da OMS para a pré-qualificação dos produtores 17,18 . Na distribuição desses medicamentos, foram detectadas manchas escuras não uniformes. Os medicamentos foram devidamente analisados pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) e considerados insatisfatórios17,18. O MS atuou rapidamente devolvendo este lote de medicamentos, cancelando o contrato em vigor, substituindo o fornecedor e regularizando o abastecimento sem que novos incidentes acontecessem. A parceria estabelecida com um fabricante indiano deverá abastecer o país por cinco anos e, ao final deste período, será efetivada a transferência de tecnologia, a partir o que será retomada a produção nacional independente por um laboratório da rede pública. Para este período de cinco anos, o abastecimento está garantido pelos orçamentos atuais e pela organização administrativa do MS13,20. Em termos econômicos, o tratamento da tuberculose não representa um problema para o MS, já que os gastos com estes medicamentos têm permanecido relativamente estáveis ao longo dos anos e são bem menos significativos do que os recursos destinados aos tratamentos de outros agravos, como por exemplo, a aids. Em 2011, a previsão orçamentária do MS foi de um bilhão para o programa de DST/Aids e R$15.781.101,63 para o programa de tuberculose21,22. A MUDANÇA COMO ALAVANCA MOBILIZADORA A novidade relacionada à mudança do esquema de tratamento e a existência de um novo manual de recomendações contribuiu para mobilizar os profissionais, já acostumados às rotinas anteriores, levando-os a participar de Seminários de Manejo Clínico da Tuberculose. Os seminários realizados, que utilizaram uma metodologia interativa e participativa, foram muito bem avaliados e encontraram uma demanda de participação muito superior à incialmente prevista. Estas atividades trouxeram o debate para próximo dos profissionais, que se sentiram valorizados e tiveram a oportunidade de romper com o isolamento que se encontravam16,23. O fato criado promoveu, também, a articulação com outras políticas governamentais, pois para se implementar o novo esquema terapêutico, várias áreas técnicas do governo estiveram envolvidas para tratar de aspectos legais, éticos, orçamentários e políticos. Ou seja, tanto nos meios políticos, como nos acadêmicos, profissionais e da sociedade civil, tornou-se possível pautar a tuberculose como uma doença que necessitava de debates e de atualizações, trazendo à cena atores que até então encontravam-se ausentes. A ESCOLHA DA VIA DE DECISÃO Considerando a situação epidemiológica da tuberculose e as estratégias e meios para o seu enfrentamento no país, poder-se-ia supor que o processo de mudança do tratamento pudesse esperar pelos devidos ajustes. Além de o país não estar pronto para a produção dos medicamentos, não se encontravam previamente implantados sistemas para o controle de qualidade e de farmacovigilância. Todos os mecanismos de monitoramento e avaliação do tratamento estão sendo criados posteriormente à decisão sobre a mudança efetivada. Ponderando-se que ações como as de adequação dos LPPF e a obtenção dos respectivos registros nos órgãos competentes demandam o envolvimento de inúmeras e distintas instâncias técnicas e políticas, que se correlacionam e são interdependentes, não seria possível precisar o tempo que cada uma das etapas levaria para ser concretizada. E no compasso desta espera, a oportunidade e o cenário favorável às mudanças do tratamento para a tuberculose poderiam deixar de existir. Desta forma, o que se evidenciou neste processo foi um estilo de gestão: criar o fato de forma responsável, com apoio político do governo, de profissionais e da sociedade e, a partir daí, provocar e criar a demanda dos ajustes que passaram a se fazer necessários e que foram daí decorrentes. LIÇÕES APRENDIDAS E RECOMENDAÇÕES 1- APOIO POLÍTICO Lições aprendidas: A promoção da visibilidade do problema da tuberculose e de seu enfrentamento foi importante para consolidar a base política necessária à tomada de uma decisão de tão grande magnitude. A consolidação desta base política com envolvimento de gestores, profissionais de saúde, academia, movimento social, parlamentares e agências internacionais viabilizou o processo de discussão, angariou apoio dos formadores de opinião e consolidou o apoio que o governo já vinha dando ao controle da tuberculose. Recomendações: • Manter os Encontros Nacionais de Tuberculose como espaços para as recomendações e/ou decisões pautadas no CTA; • Ampliar e estreitar as articulações com fóruns da sociedade civil, parlamentares, conselhos de saúde e organizações de profissionais de saúde; • Aumentar e consolidar ações com outros setores dentro do MS e de outras pastas de governo, envolvendo os respectivos conselhos; • Manter o alinhamento político com as instituições internacionais, principalmente as agências de cooperação multilaterais. 2- BASES TÉCNICAS PARA A MUDANÇA DO REGIME TERAPÊUTICO Lições aprendidas: A reativação do Comitê Técnico Assessor (CTA) com representatividade ampliada (comunidade científica, experts, gestores, organismos de cooperação internacional, usuários, organizações da sociedade civil) permitiu contemplar diferentes saberes e fazer a mudança com respaldo científico, o que conferiu credibilidade ao processo de mudança. Recomendações: • Produção e publicação de documento que relate o processo de decisão, as bases teóricas e os níveis de evidências que deram sustentação às recomendações feitas, como o praticado por sociedades científicas de grande prestígio e recomendado pela OMS24,25. Tal procedimento será importante para subsidiar futuros processos de decisão, que devem ocorrer com a chegada ao mercado de novas tecnologias, novos fármacos e regimes terapêuticos. • Manter a atividade dos grupos de trabalho e conferir regularidade às reuniões, de forma presencial e/ou virtual. • Divulgar as pautas das reuniões, das atas e de outros documentos produzidos pelo CTA na página web do PNCT, conferindo transparência às recomendações e propostas que venham a surgir. 3- A PRODUÇÃO E A COMPRA DE MEDICAMENTOS Lições aprendidas: A incapacidade dos LFPP para produzir o RHZE em DFC não inviabilizou a decisão de implantação do novo esquema para o tratamento da tuberculose sensível. Apoiado em um planejamento orçamentário sólido, o PNCT passou a comprar o medicamento no mercado internacional, assegurando a efetivação da transferência de tecnologia ao final de cinco anos de contrato. O problema enfrentado com a compra do primeiro lote de medicamentos demonstrou a importância de se contar com fornecedores pré-qualificados pela OMS. A inexistência de um sistema de farmacovigilância previamente implantado vai interferir no tempo possível para que se efetive a avaliação da necessidade de esquemas especiais e os efeitos adversos causados pelas novas formulações. Recomendações: • Sempre que necessário, contar com fornecedores qualificados pela OMS; • Não prescindir da realização sistemática do controle de qualidade em todas as etapas, desde a importação da matéria prima até a sua distribuição ao usuário. • Implantar, manter e atualizar o sistema de farmacovigilância. 4- CAPACITAÇÃO DOS PROFISSIONAIS Lições aprendidas: Os seminários realizados, em parceria com as secretarias estaduais e municipais de saúde para atualizar os profissionais de saúde promoveram grande mobilização e contribuíram para dar maior visibilidade à tuberculose dentro do cenário nacional. Aa mudanças anunciadas, a metodologia participativa e a valorização de profissionais das regiões como facilitadores foram importantes assertivas. Recomendações: • Elaborar planejamento de educação permanente, visando a continuidade do processo educativo e de mobilização dos profissionais, os antigos e os que chegam diariamente às unidades de saúde. • Manter a utilização de metodologias ativas e inseridas na rotina dos profissionais, com periodicidade regular; • Organizar as capacitações por estado, favorecendo a articulação regional, o maior envolvimento de facilitadores locais e diminuição dos custos com deslocamentos; • Adaptar o conteúdo dos seminários para os profissionais de nível médio e os agentes comunitários de saúde; • Realizar oficinas para a sociedade civil e para parlamentares, também, com metodologias ativas. REFERÊNCIAS 1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de recomendações para o controle da tuberculose no Brasil. Brasília , 2011. 2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. 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