AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
AS “PrivatBank”
Contas e Demonstrações Financeiras Consolidadas
do Banco
relativas ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2009
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AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
ÍNDICE
Relatório da Administração ……………….………………………..……..…
O Conselho Geral e o Conselho de Administração do Banco ………..…...…
Declaração de Responsabilidade da Administração …………………………
Relatório de Auditoria …………………………………..…………...….…...
Contas e Demonstração de Resultados ………………………………..….….
Contas e Balanço Consolidado …..…………………………………………..
Contas e Demonstração Consolidada dos Fluxos de Caixa ….………………
Contas e Demonstração Consolidada das Alterações no Capital Próprio …...
Notas Relativas às Contas e Demonstrações Financeiras Consolidadas ….....
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AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
Caríssimos accionistas, clientes e parceiros!
2009 colocou vários desafios ao sistema bancário internacional, incluindo o AS "PrivatBank".
Não obstante, graças a uma política que combina precaução e desenvolvimento, o banco foi
capaz de sentir-se seguro, ao mesmo tempo que continuou a desenvolver-se.
No ano passado, os especialistas do AS "PrivatBank" desenvolveram e lançaram novos produtos
e serviços no mercado, direccionados quer para clientes particulares quer para pessoas
colectivas. O AS "PrivatBank" foi um dos primeiros bancos na Letónia a oferecer aos seus
clientes uma conta depósito Multidivisas, permitindo diminuir os riscos de divisas.
Comprovando a mais elevada qualidade dos serviços do banco para clientes VIP, o AS
"PrivatBank" foi o único banco dos Estados Bálticos a receber direitos exclusivos de
distribuição dos cartões de crédito VISA Gold Mini.
No decurso do último ano, o banco não só procurou e encontrou formas de não aumentar as
comissões bancárias sobre os seus serviços, como, ao desenvolver o seu serviço a clientes,
ampliou e reforçou os serviços existentes com possibilidades adicionais. Desde Fevereiro de
2009, é posível utilizar o banco online PrivatOnline a partir de um telemóvel. O banco Mobile
permite a visualização de extractos bancários e realizar outras operações. De forma a melhorar
as condições para os pensionistas letões e simplificar o seu dia-a-dia financeiro, os especialistas
do AS "PrivatBank" desenvolveram um "Pacote Sénior " que inclui tudo o que os pensionistas
poderão necessitar. Este pacote é oferecido sem quaisquer encargos. O leque de serviços
electrónicos do banco foi complementado com novos serviços - "Pagamento regular " e banco
SMS.
O AS "PrivatBank" conseguiu ajudar os que mais precisam. Mantendo o seu compromisso para
com os seus programas de mecenato e patronato, o banco apoiou o concerto da gala final do
concurso nacional de talentos organizado pelo Centro Europeu de Cultura Eslava, "LIRA" e
pela associação letã-ucraniana, "Golden LIRA", no qual crianças de orfanatos e internatos
participaram, bem como o Festival da Cidade de Ventspils. Ao receber notícias perturbadoras da
pandemia de gripe A, na Ucrânia, o banco disponibilizou imediatamente fundos consideráveis
para a aquisição de materiais médicos e o seu envio para a Ucrânia.
2009 foi um ano igualmente produtivo para o AS "PrivatBank" Sucursal em Portugal, que se
tornou um participante de pleno direito do Sistema Nacional de Pagamentos de Portugal e
inaugurou uma nova agência, na zona da Expo, em Lisboa. Por seu lado, na Italia, foi registada
a sucursal do banco e na Espanha e Alemanha foram abertos escritórios de representação.
De forma a facilitar a relação de negócios do banco com os seus clientes e parceiros, a Segunda
Conferência Internacional para Clientes e Parceiros do Grupo Bancário PrivatBank foi realizada
com sucesso, no último ano. Líderes de negócios de toda a CEI e área económica do Leste
Europeu participaram nesta conferência.
No decurso das suas actividades, o Banco cumpre os princípios de gestão empresarial. A
informação sobre os elementos básicos do controlo interno e sistema de gestão do AS
"Privatbank" utilizados na elaboração de relatos financeiros é divulgada nas contas consolidadas
do AS "PrivatBank" e respectivas subsidiárias para 2009, nas Notas Relativas às Contas e
Demonstrações Financeiras Consolidadas. A informação especificada nos Parágrafos 3, 4, 6, 8 e
9 da Parte 1 do Artigo 56.1. da Lei dos Mercados de Instrumentos Financeiros é divulgada nas
contas consolidadas do AS "PrivatBank" e respectivas subsidiárias para 2009, na secção do
Conselho e Administração do Banco e nas Notas Relativas às Contas e Demonstrações
Financeiras Consolidadas.
Em 2009, o AS "PrivatBank" aumentou o seu capital accionista para 10 milhões LVL e, no
presente, o capital accionista do AS "PrivatBank" subscrito, pago e registado é de 20.235.000
LVL, o que comprova a estabilidade do banco. O Banco iniciou o processo de aumento do
capital social para 20 milhões LVL, em 2010.
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RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
Apesar da recessão, os planos do banco para 2010 são ainda mais ambiciosos que anteriormente.
Para conveniência dos seus clientes, o banco planeia instalar novas caixas Multibanco de
depósito de valores, bem como desenvolver e oferecer brevemente aos seus clientes serviços
inovadores que acompanhem a situação do mercado. Provando o seu estatuto internacional, o
banco planeia iniciar operações, na Itália e Chipre, este ano.
Como demonstrado, o número de desafios não diminuiu, tendo, pelo contrário, aumentado. Sei,
sem margem para dúvidas, que a equipa sólida e profissional do AS "PrivatBank" está
preparada para os enfrentar.
Aproveito esta oportunidade para expressar o meu agradecimento a todos os clientes e parceiros
de negócio do AS "PrivatBank" por uma cooperação de sucesso para o desenvolvimento do AS
PrivatBank" e para desejar-lhes novos sucessos no futuro!
[Assinatura]
Presidente do Conselho de Administração
O. Trubakov
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O CONSELHO GERAL E O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO BANCO
A nomeação dos membros do Conselho de Administração e outras alterações no Conselho de
Administração são realizadas de acordo com o Código Comercial e é da competência do
Conselho do AS PrivatBank. Em conformidade com os documentos normativos internos, para
assegurar o desempenho eficaz da Administração na gestão e organização das operações do AS
PrivatBank e atribuir uma área operacional de supervisão específica a cada membro do
Conselho de Administração, de forma a promover a preparação, adopção e execução de
decisões informadas e qualificadas por parte da Administração, esta toma decisões sobre a
separação e distribuição de áreas operacionais de supervisão entre os membros do Conselho de
Administração, que são aprovadas pelo Conselho.
Os membros do Conselho do Banco são propostos para o Conselho e agem em conformidade
com o Código Comercial, que exige que os membros do Conselho sejam independentes e
imparciais nas suas decisões. De forma a assegurar a operação eficiente do Conselho, a cada
membro do Conselho é atribuída uma área operacional de supervisão específica.
As alterações ao Estatutos do AS PrivatBank são introduzidas de acordo com o Código
Comercial.
À data da assinatura das demonstrações financeiras, a composição do Conselho de
Administração e do Conselho Geral era a seguinte:
Conselho Geral
Nome
Jurijs Pikušs
Viktor Samarin
Timur Novikov
Yuriy Kandaurov
Cargo
Presidente
Vice-Presidente
Vogal
Vogal
Data da posse
01.11.2009
01.11.2009
01.11.2009
01.11.2009
Conselho de Administração
Nome
Oleksandr Trubakov
Cargo
Presidente
Data da posse
30.03.2009
Poderes de assinatura/representação*
Poderes de representação individual
Oleksandr Mekekechko
Rolands Pĕtersons
Vogal
Vogal
30.03.2009
30.03.2009
Mykolay Koev
Vogal
30.03.2009
Poderes de representação individual
Poderes de representação com o mínimo
de um membro do Conselho de
Administração
Poderes de representação com o mínimo
de um membro do Conselho de
Administração
*) Os membros da Administração não possuem direitos de emissão ou recompra de acções
No dia 6 de Março de 2009, Vladislavs Belskis demitiu-se do Conselho da Administração.
No dia 1 de Novembro de 2009, Oleksandrs Vitjazs demitiu-se do Conselho Geral.
No dia 1 de Novembro de 2009, Timur Novikov foi nomeado vogal do Conselho Geral.
Não ocorreram quaisquer outras alterações na constituição do Conselho Geral e do Conselho de
Administração durante o ano.
Pel' Administração do Banco,
(assinatura ilegível)
Presidente do Conselho de Administração
Oleksandr Trubakov
12 de Março de 2010
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DECLARAÇÃO DE RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO
A Administração do AS PrivatBank (o Banco) é responsável pela preparação das demonstrações
financeiras consolidadas do Banco e das suas subsidiárias (o Grupo), bem como pela preparação
das contas do Banco.
As contas e as demonstrações financeiras consolidadas do Banco nas páginas 9 a 84 foram
elaboradas de acordo com a documentação de origem e apresentam correctamente a posição
financeira do Grupo em 31 de Dezembro de 2009 e os seus resultados operacionais e fluxos de
caixa para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2009, bem como a posição financeira do
Banco em 31 de Dezembro de 2009 e os seus resultados operacionais e fluxos de caixa para o
exercício findo em 31 de Dezembro de 2009.
As contas e as demonstrações financeiras consolidadas do Banco são preparadas de acordo com
as Normas internacionais de relato financeiro (IFRS) adoptadas pela União Europeia, numa base
de continuidade da instituição. Foram aplicadas políticas contabilísticas apropriadas de forma
consistente. A Administração adoptou decisões e estimativas prudentes e razoáveis na
preparação das demonstrações financeiras.
A Administração do AS PrivatBank e o Grupo são responsáveis por manter um sistema
contabilístico adequado, salvaguardando os activos do Grupo e do Banco, bem como pela
prevenção e detecção de fraudes e de outras irregularidades dentro do Grupo e do Banco. A
Administração é igualmente responsável pelo funcionamento do Banco de acordo com a Lei das
Instituições de Crédito, com os regulamentos da Comissão de Mercados Financeiros e de
Capitais e demais legislação da República da Letónia aplicáveis às instituições de crédito.
Pel' Administração do Banco,
(assinatura ilegível)
Presidente do Conselho de Administração
Oleksandr Trubakov
12 de Março de 2010
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KPMG
KPMG Baltics SIA
Vesetas iela 7
Riga LV 1013
Letónia
Telefone +371 670 380 00
Fax +371 670 380 02
Internet: www.kpmg.lv
Relatório dos Auditores Independentes
Aos accionistas do AS "PrivatBank"
Relatório sobre as Demonstrações Financeiras
Auditámos as demonstrações financeiras anexas do AS PrivatBank ("o Banco"), que consistem
nas demonstrações não consolidadas da posição financeira, em 31 de Dezembro de 2009, e as
demonstrações de resultados não consolidadas, alterações no capital e fluxos de caixa relativos
ao ano findo, e as notas que englobam um resumo das políticas contabilísticas relevantes e
outras notas explicativas constantes das páginas 9 a 84. Auditámos igualmente as
demonstrações financeiras anexas do AS PrivatBank e suas subsidiárias ("o Grupo"), que
consistem nas demonstrações não consolidadas da posição financeira, em 31 de Dezembro de
2009, e as demonstrações de resultados não consolidadas, alterações no capital e fluxos de caixa
relativos ao ano findo, e as notas que englobam um resumo das políticas contabilísticas
relevantes e outras notas explicativas constantes das páginas 9 a 84.
Responsabilidade da Administração pelas Demonstrações Financeiras
A Administração é responsável pela elaboração e apresentação apropriada destas demonstrações
financeiras, de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro adoptadas pela União
Europeia.
Esta responsabilidade inclui: a concepção, implementação e manutenção do controlo interno
relevante para a elaboração e apresentação apropriada das demonstrações financeiras sem erros
materiais, devido a fraude ou erro; selecção e aplicação das políticas contabilísticas adequadas e
fazer estimativas contabilísticas razoável nas circunstâncias em causa.
Responsabilidade dos Auditores
A nossa responsabilidade é a de expressar o nosso parecer sobre as demonstrações financeiras
com base na nossa auditoria. Esta foi realizada de acordo com as Normas Internacionais de
Auditoria. Estas normas exigem que observemos os requisitos éticos relevantes, e planeemos e
conduzamos a auditoria com vista a assegurar, dentro do razoável, que as demonstrações
financeiras não contêm erros materiais.
Uma auditoria involve seguir procedimentos de forma a obter prova de auditoria sobre os
montantes e divulgações nas demonstrações financeiras. Os procedimentos seleccionados
dependem do nosso juízo, incluindo a avaliação dos riscos de erros materiais das demonstrações
financeiras, devido a fraude ou erro. Ao realizar estas avaliações de risco, consideramos o
controlo interno relevante para a elaboração e apresentação apropriada das demonstrações
financeiras do Banco e Grupo, de forma a conceber procedimentos de auditoria adequados às
circunstâncias, mas não para os efeitos de expressar um parecer sobre a eficácia dos sistemas de
controlo interno do Banco e do Grupo. Uma auditoria inclui ainda a avaliação da adequabilidade
dos princípios contabilísticos utilizados e a razoabilidade das estimativas contabilísticas feitas
pela administração do Banco e do Grupo, bem como a avaliação da apresentação geral das
demonstrações financeiras.
Cremos que a prova de auditoria que obtivemos é suficiente e apropriada para servir de base ao
nosso parecer.
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RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
KPMG
Parecer
Somos de parecer que as demonstrações financeiras não consolidadas fornecem uma visão
verdadeira e correcta da posição financeira do Banco em 31 de Dezembro de 2009, bem como
do seu desempenho financeiro e dos fluxos de caixa referentes ao exercício findo, de acordo
com as normas internacionais de relato financeiro adoptadas pela União Europeia.
Somos de parecer que as demonstrações financeiras consolidadas fornecem uma visão
verdadeira e correcta da posição financeira do Grupo em 31 de Dezembro de 2009, bem como
do seu desempenho financeiro e dos fluxos de caixa referentes ao exercício findo, de acordo
com as normas internacionais de relato financeiro adoptadas pela União Europeia.
Relato de Outros Requisitos Legais e Regulamentares
Cabe-nos ainda avaliar se a informação contabilística incluída no Relatório da Administração,
tal como referido nas páginas 3 a 4, cuja preparação é da responsabilidade da Administração do
Banco e do respectivo Grupo, está de acordo com as demonstrações financeiras consolidadas. A
nossa tarefa, no que respeita ao Relatório da Administração, limitou-se ao âmbito anteriormente
referido e não incluiu uma análise de qualquer outra informação para além da retirada das
demonstrações financeiras consolidadas do Banco. Somos de parecer que o relatório da
administração está de acordo com as demonstrações financeiras consolidadas.
(assinatura)
Ondrej Fikrle
Partner pp KPMG Baltics SIA
Riga, Letónia
12 de Março de 2010
(assinatura)
Armine Movsisjana
Auditora Juramentada
Certificado n.º 178
Este relatório é uma tradução para português de uma tradução em inglês do texto letão original.
Em caso de divergências entre os relatórios, prevalece a versão letã.
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CONTAS E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
Receitas de juros
Despesas com juros
Receitas de juros líquidos
Receitas de serviços e comissões
Despesas com serviços e comissões
Receitas de serviços e comissões
Líquidos
Ganhos líquidos sobre instrumentos
financeiros ao justo valor através de
lucros ou perdas
Receitas cambiais líquidos de divisas
Outras receitas/(despesas)
Receitas operacionais
Perdas por imparidade
Despesas administrativas gerais
Ganhos na venda de subsidiária
Receitas antes de impostos
Despesas com impostos
Lucro do exercício
Lucro/prejuízo líquido do exercicio
Notas
4
4
5
6
7
8
9
16
10
Grupo
2009
'000 LVL
8 594
(6 421)
2 173
2 641
(620)
Banco
Grupo
2009
2008
'000 LVL
'000 LVL
8 619
11290
(6 444) (6 072)
2 175
5 218
2 641
2 979
(611)
(714)
Banco
2008
'000 LVL
11 159
(6 075)
5 084
2980
(613)
2 021
2 030
2 265
2 367
4
2 618
380
7 196
(15 831)
(7 122)
(15 757)
(26)
(15 783)
(15 783)
4
2 616
(165)
6 660
(14 334)
(6 770)
(14 444)
10
(14 434)
(14 434)
2
2 133
417
10 213
(2 154)
(8 093)
97
63
(33)
30
30
2
2 322
(161)
9 614
(1 899)
(7 638)
77
(33)
44
44
As notas das páginas 14 a 79 são parte integrante destas contas e demonstração financeiras
consolidadas do Banco.
As contas e as demonstrações financeiras consolidadas do Banco, tal como consignadas nas
páginas 9 a 84, foram aprovadas pelo Conselho de Administração e pelo Conselho Geral em 12
de Março de 2010.
(assinatura ilegível)
Presidente do Conselho Geral
Jurijs Pikušs
(assinatura ilegível)
Presidente do Conselho de Administração
Oleksandr Trubakov
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CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
CONTAS E E BALANÇO CONSOLIDADO
Notas
Grupo
Banco
Grupo
Banco
2009
2009
2008
2008
'000 LVL
'000 LVL
'000 LVL
'000 LVL
11
9 953
9 953
9 537
9 537
13
299
299
466
466
12
80 963
80 963
51 062
51 062
14
82 858
86 971
115 167
115 930
Activos disponíveis para venda
15
70
28
50
41
Investimentos em subsidiárias
16
-
14
-
12
Bens e equipamentos
17
1 153
1 071
1 616
1 488
Investimentos em imóveis
19
551
-
-
-
Activos incorpóreos
18
142
112
126
99
Activos por impostos diferidos
27
40
-
40
-
64
39
146
144
4 644
1 872
3 503
2 690
180 737
18 322
181 713
181 469
ACTIVOS
Caixa e saldos com o Banco da Letónia
Instrumentos financeiros ao justo valor
através de lucros ou perdas
Empréstimos e valores a receber de
bancos
Empréstimos e valores a receber de
clientes
Impostos antecipados
Outros activos
Total de activos
20
As notas das páginas 14 a 79 constituem uma parte integral destas Contas e Demonstrações
financeiras consolidadas.
As contas e demonstrações financeiras do Banco, tal como consignadas nas páginas 9 a 84,
foram aprovadas pelo Conselho de Administração e pelo Conselho Geral em 12 de Março de
2010.
(assinatura ilegível)
Presidente do Conselho Geral
Jurijs Pikušs
(assinatura ilegível)
Presidente do Conselho de Administração
Oleksandr Trubakov
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RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
CONTAS E E BALANÇO CONSOLIDADO
Notas
PASSIVO
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros ou
perdas
Depósitos e saldos de bancos
Contas correntes e depósitos de
clientes
Provisões
Obrigações hipotecárias
Empréstimos subordinados
Passivos por impostos diferidos
Grupo
2009
'000 LVL
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
13
21
21
940
940
21
16 077
16 077
11 417
11 417
22
23
24
25
133 996
432
11 272
6 357
134 135
332
11 272
6 357
138 148
375
14 752
-
138 400
372
14 752
-
27
29
29
53
53
3 662
171 846
20 235
3 793
3 311
171 534
20 235
3 793
14
925
166 624
10 650
3 749
898
166 832
10 650
3 749
(15 137)
8 891
(14 240)
9 788
690
15 089
238
14 637
181 713
181 469
135 206
134 183
2 145
2 145
3 286
3 286
Impostos empresariais a pagar
Outros passivos
Total do Passivo
Capital accionista
Outras reservas
Resultados retidos/(perdas
acumuladas)
Total do Capital Próprio
Total do Passivo e Capital
Próprio
26
Compromissos e contingências
32
28
As notas das páginas 14 a 79 constituem uma parte integral destas Contas e Demonstrações
financeiras consolidadas.
As contas e demonstrações financeiras do Banco, tal como consignadas nas páginas 9 a 84,
foram aprovadas pelo Conselho de Administração e pelo Conselho Geral em 12 de Março de
2010.
(assinatura ilegível)
Presidente do Conselho Geral
Jurijs Pikušs
(assinatura ilegível)
Presidente do Conselho de Administração
Oleksandr Trubakov
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CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
CONTAS E DEMONSTRAÇÃO CONSOLIDADA DOS FLUXOS DE CAIXA
Notas
CASH FLOWS DAS ACTIVIDADES OPERACIONAIS
Resultados antes de impostos
Amortizações e depreciações
Perdas com a alienação de bens e equipamentos
Perdas por imparidade (recuperações)
Aumento de caixa e equivalentes de caixa antes de alterações
nos activos e passivos resultantes de operações correntes
(Aumento) /decréscimo dos resultados devidos dos bancos
Aumento de empréstimos e adiantamentos a clientes não
bancários e a receber
(Aumento) /decréscimo de investimentos em activos disponíveis
para venda
(Aumento) /decréscimo de investimentos em activos financeiros
disponíveis para venda
(Aumento)/decréscimo de outros activos
Aumento/(decréscimo) do saldo devedor a bancos
Aumento/(decréscimo) do saldo devedor a clientes
Aumento/(decréscimo) das receitas diferidas e despesas
acrescidas
Aumento de outros passivos
Aumento de caixa e equivalentes de actividades operacionais
antes de impostos sobre o rendimento
Impostos sobre o rendimento pagos
Caixa e equivalentes líquido de/(usados em) actividades
operacionais
CASH FLOWS DE ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO
Aquisição de bens, instalações e equipamentos
Lucros provenientes da alienação de subsidiárias caixa líquido
disponibilizado
Lucros provenientes da venda de bens e equipamentos
Aumento de caixa e equivalentes de actividades de
investimento
CASH FLOWS DE ACTIVIDADES DE
FINANCIAMENTO
Repagamento de títulos de dívida
Lucros provenientes da emissão de acções
Aumento de empréstimos subordinados
Aumento de caixa e equivalentes de actividades de
financiamento
Cash flow líquido do exercicio
Caixa e equivalentes no início do exercício
Caixa e equivalentes no final do exercício
29
Grupo
2009
'000 LVL
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
(15 757)
592
15 031
(14 444)
535
14 334
63
737
176
2 154
77
572
17
1 899
(134)
425
3 130
2 565
(20 722)
(20 722)
(24 154)
(24 155)
17 241
14 625
(23 970)
(25 016)
13
13
-
-
(752)
(1 059)
(7 069)
(4 152)
(752)
923
(7 069)
(4 265)
946
(717)
3 625
48 982
946
20
3 625
49 152
2 816
(40)
2 416
54
(1 837)
(1 321)
(13 818)
(14 446)
6 059
5 912
(97)
(23)
(223)
(151)
(13 915)
(14 469)
5 836
5 761
(686)
(130)
(679)
(625)
1
4
(2)
5
(17)
10
4
10
(681)
(127)
(686)
(611)
(3 480)
(3 480)
-
-
9 585
6 357
9 585
6 357
-
-
12 462
12 462
-
-
(2 134)
(2 134)
5 150
5 150
28 984
26 850
28 984
26 850
23 834
28 984
23 834
28 984
96
As notas das páginas 14 a 79 constituem uma parte integral destas Contas e Demonstrações
financeiras consolidadas.
As contas e demonstrações financeiras do Banco, tal como consignadas nas páginas 9 a 84,
foram aprovadas pelo Conselho de Administração e pelo Conselho Geral em 12 de Março de
2010.
(assinatura ilegível)
Presidente do Conselho Geral
Jurijs Pikušs
(assinatura ilegível)
Presidente do Conselho de Administração
Oleksandr Trubakov
12
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
CONTAS E DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO
Atribuível aos detentores do capital social do Grupo
Saldo em 1 de Janeiro de 2008
Reservas
Lucro líquido do exercício
Saldo em 31 de Dezembro de 2008
Aumento do capital social
Reservas
Lucro líquido do exercício
Saldo em 31 de Dezembro de 2009
Capital próprio
'000 LVL
10 650
10 650
9 585
20 235
Resultados
Outras
retidos / (perdas
reservas
acumuladas)
Total do capital
'000 LVL
'000 LVL
'000 LVL
3 719
690
15 089
30
(30)
30
30
3 749
690
15 059
9585
44
(44)
(15 783)
(15 783)
3 793
(15 137)
8 891
Atribuível aos detentores do capital social do Banco
Saldo em 31 de Dezembro de 2008
Reservas
Lucro líquido do exercício
Saldo em 31 de Dezembro de 2008
Aumento do capital social
Reservas
Lucro líquido do exercício
Saldo em 31 de Dezembro de 2009
Resultados
retidos / (perdas
Outras
acumuladas)
Total do capital
Capital próprio reservas
'000 LVL
'000 LVL
'000 LVL
'000 LVL
10 650
3 719
224
14 593
30
(30)
44
44
10 650
3 749
238
14 637
9 585
9 585
44
(44)
(14 434)
(14 434)
20 235
3 793
(14 240)
9 788
As notas das páginas 14 a 79 constituem uma parte integral destas Contas e Demonstrações
financeiras consolidadas.
As contas e demonstrações financeiras do Banco, tal como consignadas nas páginas 9 a 84,
foram aprovadas pelo Conselho de Administração e pelo Conselho Geral em 12 de Março de
2010.
(assinatura ilegível)
Presidente do Conselho Geral
Jurijs Pikušs
(assinatura ilegível)
Presidente do Conselho de Administração
Oleksandr Trubakov
13
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
NOTAS RELATIVAS
CONSOLIDADAS
1
ÀS
CONTAS
E
DEMONSTRAÇÕES
FINANCEIRAS
Antecedentes
Actividades principais
O AS “PrivatBank” (o “Banco”) foi fundado na República da Letónia (“Letónia”) como uma
sociedade por acções, tendo-lhe sido concedida a autorização para o exercício da actividade
bancária em 31 de Julho de 1992 (renovada em 17 de Setembro de 1998). As principais
actividades do banco consistem na aceitação de depósitos e gestão de contas de clientes,
concessão de empréstimos e emissão de fianças, operações monetárias e liquidações, bem como
operações com títulos e divisas. As actividades do banco são regulamentadas pelo Banco da
Letónia e pela Comissão de Mercados Financeiros e de Capitais (“FCMC”) da Letónia. O
Banco possui 12 filiais e 15 escritórios financeiros, a partir dos quais gere o seu negócio em
toda a Letónia. A sede do banco situa-se em: Terbatas Street, 4, Riga, Letónia. A maior parte do
activo e passivo do Banco encontra-se localizado na Letónia. O número médio de pessoas
empregues pelo Banco durante o exercício foi de 330 (em 2007: 403).
As demonstrações financeiras consolidadas integram as demonstrações financeiras para o
exercício findo em 31 de Dezembro de 2009 do AS “PrivatBank” (o “Banco”) e das suas
subsidiárias (designadas conjuntamente por “Grupo”).
As subsidiárias do Banco são:
Nome
SIA “PrivatLizings”
País de
incorporação
Letónia
SIA “PrivatConsulting”
Letónia
SIA “Amber Real”
Letónia
Actividades Principais
Actividades financeiras e
operacionais de
arrendamento
Serviços de consultadoria e
viagens
Agência imobiliária
% Participação
2009
2008
100
100
100
100
100
-
Para informações sobre a aquisição da SIA Amber Real, consultar a nota l6(a).
Base de elaboração
Declaração de conformidade
As demonstrações financeiras do Grupo e do Banco foram preparadas de acordo com as Normas
Internacionais de Relato Financeiro (IFRS) adoptadas pela União Europeia, bem como os
regulamentos da Comissão de Mercados Financeiros e de Capitais em vigor à data do balanço.
As demonstrações financeiras foram aprovadas pelo Conselho de Administração em 12 de
Março de 2010.
As demonstrações financeiras poderão ser rectificadas pelos accionistas.
Base de mensuração
As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico, com as seguintes
excepções:
−
−
−
Os activos e passivos financeiros ao justo valor através de lucros ou perdas são
indicados pelo justo valor;
Os derivados são indicados pelo justo valor;
Os activos disponíveis para venda são indicados pelo justo valor, com excepção
daqueles cujo justo valor não possa ser avaliado de forma fiável;
14
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
−
Investimos em imóveis que sejam indicados pelo justo valor.
Moeda funcional e de apresentação
As demonstrações financeiras são apresentadas na moeda funcional do Grupo e do Banco, em
milhares de Lati (LVL 000), salvo indicação em contrário.
Alterações nas políticas contabilísticas
(i) Apresentação de demonstrações financeiras
O Grupo e o Banco aplicam a norma IAS I Apresentação de Demonstrações Financeiras
(2007), que entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2009. Como resultado, o Grupo e o Banco
apresentam na demonstração consolidada das alterações na participação no capital todas as
alterações dos detentores do capital, enquanto que todas as alterações que não se refiram a
alterações dos detentores do capital são apresentadas na demonstração de resultados
consolidados.
A informação comparativa foi reapresentada de forma a estar em conformidade com a norma
revista. Uma vez que a alteração na política contabilística apenas tem impacto sobre aspectos de
apresentação, não afecta o lucro por acção.
(ii) Determinação e apresentação de segmentos operacionais
Desde 1 de Janeiro de 2009, o Grupo e o Banco determinam e apresentam os segmentos
operacionais com base na informação que é disponibilizada internamente ao Presidente do
Conselho de Administração, que é o principal responsável pela tomada de decisões
operacionais. Esta alteração na política contabilística deve-se à adopção da IFRS 8 Segmentos
Operacionais. Antes, os segmentos operacionais eram determinados e apresentados de acordo
com a norma IAS 14 Relato por Segmentos. A nova política contabilística relativamente às
divulgações dos segmentos operacionais é apresentada de seguida.
A informação comparativa por segmento foi reapresentada em conformidade com as exigências
das disposições transitórias da IFRS 8. Uma vez que a alteração na política contabilística apenas
tem impacto sobre aspectos de apresentação e divulgação, não afecta o lucro por acção.
Um segmento operacional é uma componente do Grupo que desenvolve actividades de negócio
de que pode obter réditos e incorrer em gastos, incluindo réditos e gastos relacionados com
transacções com outros componentes do Grupo ou Banco. Os resultados operacionais dos
segmentos operacionais são regularmente revistos pelo Presidente do Conselho de
Administração para efeitos da tomada de decisões sobre a imputação de recursos ao segmento e
da avaliação do seu desempenho, e relativamente à qual esteja disponível informação financeira
distinta.
Os resultados dos segmentos reportados ao Presidente do Conselho de Administração incluem
itens directamente atribuíveis ao segmento ou que possam ser imputados ao segmento numa
base razoável.
Os items não alocados incluem principalmente activos “corporate” (essencialmente a sede do
Banco), despesas com a sede e activos e passivos de impostos sobre o rendimento.
As despesas de investimento do segmento são os custos totais suportados durante o exercício na
aquisição de propriedade, instalações e equipamentos, bem como activos incorporóreos que não
goodwill.
(iii) Instrumentos Financeiros: Divulgações
As emendas à norma IFRS 7 Instrumentos Financeiros: Divulgações (com efeito para períodos
anuais que começam em ou após 1 de Janeiro de 2009) visam exigir divulgações mais
pormenorizadas sobre as mensurações pelo justo valor e o risco de liquidez associado aos
instrumentos financeiros. Estas emendas foram adoptadas pelo Grupo e pelo Banco na medida
15
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
aplicável às operações do Grupo e do Banco. A informação comparativa foi reapresentada de
forma a estar em conformidade com a norma revista.
Políticas contabilísticas relevantes
As seguintes políticas contabilísticas relevantes foram aplicadas na elaboração das
demonstrações financeiras. As políticas contabilísticas foram aplicadas de forma consistente,
excepto no que diz respeito às políticas contabilísticas descritas acima.
Base de consolidação
(i) Subsidiárias
Para efeitos dos balanços consolidados financeiros do Grupo, as subsidiárias são as empresas
controladas pelo Banco. Existe controlo quando o Banco tem o poder directo ou indirecto de
dirigir as políticas financeiras e operacionais de uma empresa, de modo a recolher benefícios
das suas actividades. As demonstrações financeiras das subsidiárias integram as demonstrações
financeiras consolidadas a partir da data em que o controlo se inicia, efectivamente, até à data
em que esse controlo cessa de facto.
As transacções intragrupais e os proveitos não realizados provenientes de transacções
intragrupais são excluídos no decurso da consolidação. As perdas não realizadas são, do mesmo
modo, eliminadas, salvo se estas perdas forem eliminadas ao ponto de não haver indícios de
imparidade.
Goodwill
O goodwill representa a diferença entre o custo de aquisição e o justo valor da participação do
Banco nos activos líquidos identificáveis da subsidiária adquirida/empresa associada, na data de
aquisição. O goodwill de aquisições de subsidiárias é incluído nos activos intangíveis.
O goodwill é imputado a unidades geradoras de caixa e relevado ao custo, deduzido de perdas
de imparidade.
O goodwill é sujeito a testes de imparidade, numa base anual ou mais frequentemente se
situações ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o goodwill possa estar em imparidade.
Ganhos ou perdas resultantes da alienação de uma entidade incluem o montante escriturado do
goodwill associado à entidade alienada.
O goodwill negativo resultante de uma aquisição é reconhecido imediatamente na demonstração
de resultados consolidada.
Conversão de dívisas
As transacções em divisas são convertidas na moeda funcional do Banco, à taxa de câmbio
definida pelo Banco da Letónia, à data da transacção. Activos e passivos monetários expressos
em moeda estrangeira à data do relatório são convertidos na moeda funcional à taxa de câmbio à
vista nessa data. O ganho ou perda da divisa em rubricas monetárias corresponde à diferença
entre o custo amortizado da moeda funcional, no início do período, ajustado à taxa efectiva e
aos pagamentos durante o mesmo período e o custo amortizado em divisas, convertidas à taxa
de câmbio, no fim desse período. Activos e passivos não monetários convertidos em divisas são
valorizados pelo justo valor e reconvertidos na moeda funcional à taxa de câmbio à vista, na
data em que foi determinado o justo valor. As diferenças nas divisas são admitidas como lucros
ou perdas. As diferenças entre moedas estrangeiras resultantes da retransposição são
reconhecidas na demonstração do rendimento integral, excepto as diferenças resultantes da
retransposição de instrumentos de capital próprio disponíveis para venda ou um passivo
financeiro designado como instrumento de cobertura numa cobertura de um investimento
líquido numa operação estrangeira ou numa cobertura de fluxo de caixa qualificável, que são
reconhecidos directamente em outro rendimento integral.
No final do período em análise, as taxas de câmbio para as divisas principais eram as seguintes
(LVL vs 1 unidade de divisa):
16
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Moeda
USD
EUR
Data da análise
31.12.2009
31.12.2008
0,4890
0,4950
0,7028
0,7028
Unidades operacionais estrangeiras
Os activos e passivos de unidades operacionais estrangeiras, incluindo goodwill e ajustamentos
no justo valor resultantes de aquisições são transpostos para LVL às taxas de câmbio definidas
pelo Banco da Letónia na data de relato. As receitas e despesas das unidades operacionais
estrangeiras são transpostas para LVL à taxa de câmbio à vista, nas datas das transacções.
Ganhos ou perdas cambiais resultantes de um item monetário a receber de ou a pagar a uma
unidade operacional estrangeira, cuja liquidação não estiver planeada nem for provável que
venha a ocorrer num futuro previsível e que, em substância, façam parte do investimento líquido
da unidade operacional estrangeira, são reconhecidos directamente na reserva de transposição de
moeda estrangeira.
Instrumentos financeiros
(i) Classificação
Os instrumentos financeiros são classificados nas seguintes categorias:
Os instrumentos financeiros ao justo valor através de lucros ou perdas são activos ou passivos
que são adquiridos ou aceites, principalmente, para efeitos de venda ou recompra a curto prazo,
ou que fazem parte de uma carteira de instrumentos financeiros identificados que são geridos
conjuntamente e, em relação aos quais, existem indícios de um padrão recente de realização de
mais-valias de curto prazo; ou que são derivados (excepto no caso de um derivado que seja um
instrumento de cobertura designado e eficaz); ou que no reconhecimento inicial são designados
pela entidade como estando ao justo valor através de lucros ou perdas.
Os investimentos detidos até à maturidade são activos financeiros não derivados, com
pagamentos fixos ou determináveis e com maturidade fixa que o Banco tem a intenção positiva
e a capacidade de deter até à maturidade e que não são designados pelo justo valor, através de
lucros ou perdas, disponíveis para venda, ou créditos e valores a receber.
Os activos disponíveis para venda são os activos financeiros referenciados como disponíveis
para venda ou não classificados como empréstimos e valores a receber, investimentos detidos
até à maturidade, ou instrumentos financeiros ao justo valor através de lucros ou perdas.
Os créditos e valores a receber são activos financeiros não derivados com pagamentos fixos ou
determináveis, que não estão cotados num mercado activo, para além dos que: (a) o Banco
pretende vender imediatamente ou a curto prazo, (b) o Banco, após reconhecimento inicial,
referencia como ao justo valor através de lucros ou perdas, ou como disponível para venda, ou
(c) o portador poderá não recuperar de maneira substancial todos os seus investimentos iniciais,
independentemente da deterioração de crédito. Os créditos e valores a receber incluem valores
devidos a prazo por parte de instituições de crédito, créditos e valores a receber de clientes e
outros activos financeiros, que estão conformes com estes critérios de classificação.
Os passivos ao custo amortizado incluem depósitos e saldos em bancos e contas correntes e
depósitos de clientes, obrigações hipotecárias emitidas, bem como passivos subordinados.
Todas as compras e vendas regulares de valores de investimento são reconhecidas na data de
liquidação, que corresponde à data em que o activo é entregue a ou recebido de uma empresa.
(ii) Reconhecimento
O Grupo e o Banco reconhecem, inicialmente, os créditos e valores a receber, os depósitos e
títulos de dívida emitidos e passivos subordinados na data de criação. Todos os outros activos e
17
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
passivos financeiros são reconhecidos nos balanços na data de negociação, quando o Banco ou o
Grupo se tornam parte das provisões contratuais do instrumento.
(iii) Mensuração
O activo ou passivo financeiro é avaliado, inicialmente, pelo seu justo valor acrescido, no caso
de um activo ou passivo financeiro sem justo valor através de lucros ou perdas, dos custos de
transacção que são directamente atribuíveis à aquisição ou emissão do activo ou passivo
financeiro.
Após o reconhecimento inicial, os activos financeiros são medidos pelo justo valor, sem
quaisquer deduções pelos custos de transacção que possam ocorrer na venda ou outro meio de
disponibilização, à excepção de:
−
Investimentos detidos até à maturidade e créditos e valores a receber que são avaliados
pelo custo amortizado usando o método da taxa efectiva; e
−
Investimentos em instrumentos de capital que não possuam um preço de mercado
cotado num mercado activo e cujo justo valor não possa ser avaliado de forma fiável, sendo
avaliados pelo seu custo.
Todos os activos financeiros, para além dos designados ao justo valor através de lucros ou
perdas e os passivos financeiros que surgem quando a transferência de um activo financeiro pelo
justo valor não está habilitado para o desreconhecimento, são medidos pelo custo amortizado. O
custo amortizado é calculado usando o método da taxa efectiva. Prémios e descontos, incluindo
os custos iniciais de transacção são incluídos no valor transportado do instrumento relacionado e
amortizado com base na taxa efectiva do instrumento.
Princípios de medição do justo valor
O justo valor é a quantia pela qual um activo pode ser trocado, ou um passivo liquidado, entre
partes conhecedoras e disponíveis, numa transacção isenta de interesses à data da medida.
Sempre que esteja disponível, o Banco e o Grupo medem o justo valor de um instrumento
usando os preços cotados num mercado activo desse instrumento. O mercado é considerado
activo se os preços cotados estiverem disponíveis imediata e regularmente e representem
transacções de mercado correntes e regulares numa base isenta de interesses.
Se o mercado para um instrumento financeiro não se encontrar activo, o Grupo e o Banco
estabelecem um justo valor, utilizando uma técnica de valorização. As técnicas de valorização
incluem transacções recentes isentas de interesses entre partes conhecedoras e disponíveis (se
disponíveis), referências ao justo valor actual de outros instrumentos que são substancialmente
iguais, análises de fluxos de caixa descontados e modelos de avaliação de opções. A técnica de
valorização escolhida faz o máximo uso de dados de mercado e depende o menos possível das
estimativas específicas do Banco, incorpora todos os factores que os participantes do mercado
considerariam na fixação de um preço e é consistente com as metodologias económicas, aceites
para a fixação de preços de instrumentos financeiros.
O melhor testemunho do justo valor de um instrumento financeiro pelo reconhecimento inicial é
o preço da transacção, ou seja, o justo valor da apreciação dada ou recebida, a não ser que o
justo valor desse instrumento seja determinado por comparação com outras transacções
correntes de mercado, observáveis com o mesmo instrumento (ou seja, sem modificação ou
reacondicionamento) ou baseado numa técnica de valorização cujas variáveis incluam apenas
dados provenientes de mercados observáveis. Sempre que o preço de transacção fornecer o
melhor testemunho do justo valor no reconhecimento inicial, o instrumento financeiro é medido,
inicialmente, ao preço da transacção e qualquer diferença entre este preço e o valor obtido
inicialmente, a partir de um modelo de valorização, é reconhecido subsequentemente no lucro
ou perda, dependendo dos factos e circunstâncias individuais da transacção, mas não após,
quando a valorização é suportada na totalidade por dados de mercado observáveis ou a
transacção é encerrada.
18
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Os activos e as posições longas são medidos pelo preço de venda (“bid”). Os passivos e as
posições curtas são medidos pelo preço compra (“ask”). Sempre que o Grupo ou o Banco
tenham posições com compensação de riscos, são utilizados preços de mercados intermédios
para mensurar as posições com compensação de riscos e aplica-se um ajustamento do preço de
venda ou de compra, apenas para a posição líquida em aberto, conforme for necessário. Os
justos valores reflectem o risco de crédito do instrumento e incluem ajustes para tomarem em
consideração o crédito. As estimativas do justo valor, obtidas a partir de modelos são ajustadas
em função de outros factores, tais como o risco de liquidez ou incertezas do modelo, até ao
limite em que o Grupo ou o Banco possam crer que um participante terceiro do mercado os
consideraria na valorização de uma transacção.
Ganhos e perdas em medições subsequentes
Reconhece-se um ganho ou uma perda proveniente de uma alteração no justo valor de um activo
ou passivo financeiro da seguinte forma:
•
O ganho ou perda num instrumento financeiro classificado como ao justo valor através
de lucros ou perdas é reconhecido em outro rendimento integral;
•
O ganho ou perda num activo financeiro disponível para venda é reconhecido
directamente no capital próprio através do mapa de alterações no capital próprio dos
accionistas (excepto perdas por imparidade e resultados e perdas em divisas), até que o
activo seja desreconhecido, altura em que o ganho ou perda anteriormente acumulado,
reconhecido no capital próprio, seja reconhecido na demonstração de resultados. O juro
referente a um activo financeiro disponível para venda é reconhecido como tendo
auferido na demonstração de resultados e calculado através do método da taxa efectiva.
Para os activos e passivos financeiros escriturados ao custo de amortização, o ganho ou perda é
reconhecido na demonstração de resultados quando o activo ou passivo financeiro for
desreconhecido ou sujeito a imparidade e através do processo de amortização.
Desreconhecimento
Um activo financeiro é desreconhecido quando os direitos contratuais sobre os fluxos de caixa
do mesmo expiram, ou quando o Grupo ou o Banco transferirem de forma substancial todos os
riscos e prémios de direitos de propriedade do activo financeiro. Quaisquer direitos ou
obrigações criados ou retidos na transferência são reconhecidos separadamente como activos ou
passivos. Um passivo financeiro é desreconhecido quando o mesmo for extinto.
O Grupo e o Banco desreconhecem igualmente determinados activos quando anula saldos
relacionados com os activos considerados incobráveis.
Compensação
Os activos e passivos financeiros são compensados e o resultado líquido é reflectido no balanço,
quando exista um direito legalmente imposto de compensar os montantes reconhecidos e exista
a intenção de liquidar, numa base líquida, ou de, em simultâneo, realizar o activo e liquidar o
passivo.
Acordos de recompra e de recompra inversa
Os títulos vendidos através de acordos de compra e de recompra (“repo”) são contabilizados
como transacções financeiras titularizadas, com os títulos retidos no balanço e o passivo, em
contrapartida, incluído em montantes a pagar sob as transacções repo. A diferença entre os
preços de venda e de recompra representa a despesa em juros e é reconhecida na demonstração
de resultados, no termo do acordo repo, utilizando o método da taxa efectiva.
Os títulos adquiridos através de acordos de revenda (repo invertido) são registados como valores
a receber sob as transacções repo. As diferenças entre os preços de compra e de revenda são
tratadas como benefícios em juros e acrescidos no termo do acordo repo invertido, utilizando o
método da taxa efectiva.
19
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Se os activos forem comprados sob acordos de revenda e forem vendidos a terceiros, a
obrigação de devolver os títulos fica registada como um passivo de negociação e avaliado pelo
seu justo valor.
Derivados
Os instrumentos financeiros derivados, incluindo contratos de divisas, swaps de divisas e de
taxas de juro, bem como outros instrumentos financeiros derivados, são reconhecidos,
inicialmente, no balanço pelo justo valor. Os custos de transacção atribuíveis são reconhecidos,
quando incorridos, nos resultados e perdas. Os justos valores são obtidos a partir de preços de
mercado cotados e de modelos de fluxos de caixa descontados, sempre que for apropriado.
Todos os derivados são registados como activos quando o justo valor for positivo e como
passivos quando o justo valor for negativo.
Nem o Grupo nem o Banco aplicam contabilidade de cobertura.
Bens e equipamentos
(i) Activos próprios
Os itens de bens e equipamentos são indicados pelo custo, deduzido da depreciação acumulada
e das perdas por imparidade.
Quando qualquer bem ou equipamento for composto por componentes com diferentes vidas
úteis, aqueles são contabilizados como itens separados de bens e equipamentos.
(ii) Depreciação
A depreciação é lançada na demonstração de resultados, de acordo com o método linear sobre a
vida útil estimada dos activos individuais. A depreciação começa na data de disponibilização
para uso ou, se se tratar de activos criados internamente, desde que o activo fique pronto para
ser utilizado. Os terrenos não sofrem depreciação. Os métodos de depreciação, as vidas úteis e
os valores residuais são revistos anualmente. As taxas de depreciação anuais são as seguintes:
Categoria
Equipamentos
Computadores e equipamentos
Equipamentos de rede e servidores
Veículos
Taxa anual
20%
33%
25%
20%
(iii) Activos incorpóreos
Os activos incorpóreos, adquiridos pelo Grupo ou pelo Banco, são indicados pelo custo,
deduzido da amortização acumulada e das perdas por imparidade.
As licenças de software adquiridas são capitalizadas na base dos custos incorridos na aquisição
e colocação em funcionamento do software respectivo. A amortização é lançada na
demonstração de resultados de acordo com o método linear sobre a vida útil estimada dos
activos incorpóreos. A vida útil estimada é de 5 a 7 anos.
(iv) Propriedade de investimento
Propriedade de investimento é a propriedade detida para obter rendas ou para valorização do
capital ou para ambas, mas não para venda no curso ordinário do negócio ou serviços, ou para
finalidades administrativas. A propriedade de investimento é mensurada pelo justo valor, com
as alterações no justo valor reconhecidas na demonstração de resultados, na rubrica de outros
proveitos operacionais.
(v) Activos recuperados
No curso normal do negócio, o Grupo e o Banco ocasionalmente toma posse de bens que foram
originalmente dados como garantia de um empréstimo. Quando o Grupo e o Banco adquirem
(ou seja, ganha direitos sobre) bens desta forma, a classificação dos bens é feita consoante a
20
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
natureza do seu uso intenconado pelo Grupo e pelo Banco. Se o Grupo e o Banco não estiverem
certos das suas intenções relativamente aos bens recuperados, estes bens são classificados como
propriedade de investimento. Outros tipos de garantia (bens em regime de locação financeira
recuperados) são classificados como outros activos.
Os activos recuperados são mensurados pelo valor mais baixo do custo e do valor realizável
líquido.
Reconhecimento de receitas e despesas
Todas as categorias significativas de receitas e de despesas são reconhecidas numa base
acumulada.
As receitas e as despesas de juros são reconhecidas na demonstração de resultados à medida que
acumulam, tendo em conta a taxa efectiva do activo/passivo. As receitas e as despesas de juros
incluem a amortização de quaisquer descontos, prémios ou outras diferenças entre o lançamento
inicial do montante de um instrumento reunerado e o seu montante no momento da maturidade,
calculada com base numa taxa efectiva.
No caso de imparidade dos activos portadores de juros, o juro continua a acumular no montante
líquido escriturado, utilizando o método da taxa efectiva.
As despesas e comissões (excluindo as comissões de empréstimos a longo prazo emitidos) são
contabilizados quando recebidos ou ocorridos. As receitas e despesas que se referem ao período
contabilístico são reflectidas na demonstração de resultados, independentemente da data de
recebimento ou pagamento.
As comissões de empréstimos de longo prazo emitidos são contabilizados na conta de
lucros e perdas que se refere ao período de reporte, tendo em conta os termos do contrato
de empréstimo.
Investimento em subsidiárias
Os investimentos nas subsidiárias são lançados pelo custo inicial nas demonstrações financeiras
do Banco. O banco reconhece a receita do investimento, apenas até ao limite em que o Banco
recebe distribuições de proveitos acumulados da subsidiária a partir da data da aquisição.
Imparidade
(i) Activos financeiros
Na data de cada balanço, o Banco avalia se existe uma prova objectiva de que os activos
financeiros não lançados pelo justo valor, através de lucros ou perdas, têm imparidade. Os
activos financeiros têm imparidade quando provas objectivas demonstram que um evento de
perda ocorreu após o reconhecimento inicial do activo e que o evento de perda tem um impacto
nos fluxos de caixa futuros do activo que pode ser avaliado com segurança.
A prova objectiva de que os activos financeiros (incluindo títulos de capital próprio) têm
imparidade pode incluir incumprimento ou falhas do tomador do empréstimo, reestruturação de
um empréstimo ou adiantamento pelo Banco (em condições que o mesmo não consideraria de
outro modo), indicações que o tomador do empréstimo ou emissor vai entrar em falência,
desaparecimento de um mercado activo para um título, ou outros dados observáveis
relacionados com um grupo de activos, tais como alterações adversas no estatuto de pagamento
de tomadores do empréstimo ou emissores desse grupo, assim como condições económicas
correlacionadas com incumprimentos no grupo. Além disso, para um investimento num título de
capital próprio, um declínio significativo ou mesmo prolongado do seu justo valor abaixo do
custo é prova evidente de imparidade.
O Grupo e o Banco consideram prova por imparidade para empréstimos e adiantamentos e
títulos de investimentos detidos até à maturidade ao nível de um activo específico. Todos os
empréstimos e adiantamentos e títulos de investimentos detidos até à maturidade são avaliados
com vista a imparidades específicas.
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AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
As perdas por imparidade em activos lançados a custos de amortização são mensuradas pela
diferença entre o montante do activo lançado e o valor actual dos fluxos de caixa futuros
estimados, descontados à taxa de juro efectiva original do activo. As perdas são reconhecidas
como lucros ou perdas e estão reflectidas numa conta subsidiada contra empréstimos e
adiantamentos. Os juros sobre o activo com imparidade continuam a ser reconhecidos através da
compensação do desconto. Quando um evento subsequente causa a diminuição do montante da
perda por imparidade, a redução dessa mesma perda por imparidade é invertida pelo ganho ou
perda.
As perdas por imparidade em títulos de investimento disponíveis para venda são reconhecidas
pela transferência da perda acumulada reconhecida directamente no capital próprio, para lucros
ou perdas. A perda acumulada que é removida do capital próprio e reconhecida em lucros ou
perdas consiste na diferença entre o custo de aquisição, líquido de qualquer pagamento ou
amortização de capital e o justo valor actual, deduzido de qualquer perda por imparidade
anteriormente reconhecida em lucros ou perdas. As alterações às provisões por imparidade e
atribuíveis ao valor temporal são reflectidas como uma componente do rendimento dos juros.
Se, num período subsequente, o justo valor de um título de dívida disponível para venda em
imparidade aumentar e este aumento for, objectivamente, relacionado com um evento que tenha
ocorrido após o reconhecimento da perda por imparidade em lucros e perdas, esta é revertida,
com o valor da reversão reconhecido em lucros ou perdas. Porém, qualquer recuperação
subsequente no justo valor de um título de dívida disponível para venda em imparidade é
reconhecida em outro rendimento integral.
(ii) Activos não financeiros
Os valores registados como activos não financeiros do Grupo e do Banco, excepto activos de
impostos diferidos, são revistos a cada data de reporte, de forma a determinar se existe qualquer
indicação de imparidade. Se existir alguma indicação nesse sentido, calcula-se o montante
recuperável do activo. O montante recuperável do goodwill é calculado a cada data de reporte.
Uma perda por imparidade é reconhecida se o valor transportado de um activo ou a sua unidade
geradora de caixa exceder o montante recuperável. Uma unidade geradora de caixa é o grupo de
activos identificáveis mais pequeno e que gera fluxos de caixa que são geralmente
independentes de outros activos e grupos. As perdas por imparidade são reconhecidas em lucros
ou perdas. Perdas por imparidade reconhecidas relativas a unidades geradoras de caixa são
primeiramente alocadas para reduzir o montante transportado de algum goodwill alocado às
unidades e, então, para reduzir o montante trasportado de outros activos na unidade (grupo de
unidades), numa base pro rata.
O montante recuperável de um activo ou de uma unidade geradora de caixa corresponde ao
valor máximo entre o seu valor em uso e o seu justo valor, deduzido dos custos de vender. Ao
avaliar o valor em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor actual,
utilizando uma taxa de desconto antes de impostos que reflecte a avaliação corrente do mercado
do valor temporal do dinheiro e dos riscos específicos ao activo.
As perdas por imparidade do goodwill não são invertidas. No que diz respeito a outros activos,
as perdas por imparidade reconhecidas em períodos anteriores são avaliadas a cada data de
reporte para quaisquer indicações de que a perda diminuiu ou já não existe. Uma perda por
imparidade é invertida se houver alteração nas estimativas usadas para determinar o montante
recuperável. Uma perda por imparidade é invertida, apenas, na medida em que o valor
transportado do activo não exceda o valor transportado que seria determinado, líquido de
depreciação ou amortização, se não tivesse sido reconhecida qualquer perda por imparidade.
Compromissos relacionados com crédito
No decurso normal da actividade, o Grupo e o Banco estabelecem compromissos relacionados
com o crédito, abrangendo compromissos com empréstimos não sacados, cartas de crédito e
garantias e proporcionam ainda outras formas de seguro de crédito.
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CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
As garantias financeiras são contratos que exigem do Grupo e do Banco pagamentos específicos
para reembolsar o portador de uma perda sofrida, porque determinado devedor falhou no
pagamento na altura devida, de acordo com as condições de um instrumento de dívida.
Uma responsabilidade de garantia financeira é reconhecida inicialmente ao justo valor líquido
de custos de transacção associados e é, subsequentemente, medida pelo valor máximo entre o
montante reconhecido inicialmente, deduzido da amortização acumulada, e o montante de
provisões para perdas sob a garantia. As provisões para perdas sob garantias financeiras e outros
compromissos relacionados com créditos são reconhecidas quando as perdas são consideradas
prováveis e podem ser calculadas de forma fiável.
Cálculo do montante recuperável
O montante recuperável dos investimentos do Grupo e do Banco em títulos detidos até à
maturidade e valores a receber é calculado como o valor actual dos fluxos de caixa futuros
esperados, descontados à taxa de juro efectiva original inerente ao activo. O montante
recuperável dos activos financeiros do Grupo e do Banco ao justo valor através de lucros ou
perdas e de investimentos disponíveis para venda corresponde ao seu justo valor.
O montante recuperável de outros activos corresponde ao máximo entre o seu preço de venda
líquido e o valor em uso. Ao apurar o valor em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são
descontados ao seu valor actual, utilizando uma taxa de desconto antes de impostos que reflecte
a avaliação corrente do mercado do valor temporal do dinheiro e dos riscos específicos ao
activo. Para um activo que não gere receitas fortemente independentes das de outros activos, o
montante recuperável é determinado para a unidade geradora de caixa ao qual pertence o activo.
Impostos
As despesas com impostos sobre o rendimento incluem impostos correntes e diferidos. As
despesas com impostos sobre o rendimento são reconhecidas em outro rendimento integral,
excepto se se tratar de itens reconhecidos directamente no capital ou em outro rendimento
integral.
O imposto corrente é o imposto expectável a pagar pelos rendimentos sujeitos a impostos no
exercício, utilizando as taxas em vigor ou em vigor de modo substancial na data do balanço,
bem como quaisquer ajustes no imposto a pagar no que respeita a exercícios anteriores.
O imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas à taxa de 15% (2008: 15%) é calculado de
acordo com os regulamentos fiscais letões e baseia-se no lucro sujeito a imposto reportado ao
período de tributação.
O imposto diferido é concedido para diferenças temporárias entre os montantes escriturados de
activos e passivos para efeitos de reporte e os montantes usados para efeitos de tributação. O
imposto diferido não é reconhecido para efeitos das seguintes diferenças temporárias: o
reconhecimento inicial de activos e passivos numa transacção que não seja uma combinação de
negócio e não afecte, quer o lucro contabilístico, quer o lucro ou perda sujeito a imposto, bem
como as diferenças relacionadas com os investimentos em subsidiárias, até ao limite em que não
haja inversão no futuro próximo. O imposto diferido é calculado às taxas de imposto que se
prevê venham a ser aplicadas às diferenças temporárias quando houver inversão, com base nas
leis que entraram em vigor ou estão em vigor na data do reporte.
Um imposto diferido activo é reconhecido apenas até ao ponto em seja provável que os futuros
lucros sujeitos a impostos estejam disponíveis e contra o qual o activo possa ser utilizado. Os
impostos diferidos activos são revistos em cada data de reporte e são reduzidos até ao ponto em
que não seja provável que o benefício de imposto relacionado se realize.
Caixa e equivalentes de caixa
A caixa e os equivalentes de caixa incluem notas e moedas imediatamente disponíveis, saldos
sem restrições mantidos junto do Banco da Letónia e activos financeiros de elevada liquidez
com maturidades originais inferiores a três meses e que estejam sujeitos a um risco
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CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
insignificante de alterações do seu justo valor e que são utilizados pelo Banco na gestão de
compromissos de curto prazo.
Locações
(i) Locação financeira
A locação financeira é a locação que transfere, de modo substancial, todos os riscos e prémios
correspondentes à propriedade de um activo. A propriedade poderá ou não, eventualmente, ser
transferida.
Quando os activos são alugados ou cedidos sob um contrato de locação, o investimento líquido
no contrato de locação é reconhecido como valor a receber. O investimento líquido no contrato
de locação representa a diferença entre o valor bruto a receber e o rendimento financeiro não
auferido.
(ii) Locação operacional
A locação operacional é qualquer locação distinta da locação financeira.
Os activos alugados, sob um contrato de locação operacional, são apresentados em bens e
equipamentos no balanço, deduzidos da depreciação acumulada. São depreciados ao longo da
sua vida útil expectável numa base consistente com outros bens e equipamentos de que o Banco
é proprietário.
Provisões
Uma provisão é reconhecida no balanço quando o Banco tem uma obrigação legal ou
construtiva resultante de um evento passado, que pode ser estimado com segurança, e que seja
provável ser necessário um gasto de benefícios económicos para liquidar a obrigação. Se o
efeito for material, determinam-se as provisões descontando-se os fluxos de caixa futuros
expectáveis a uma taxa antes de impostos que reflicta as avaliações correntes de mercado do
valor temporal do dinheiro e, se for caso, os riscos específicos ao passivo.
Uma provisão para reestruturação é reconhecida quando o Grupo ou o Banco tenham aprovado
um plano detalhado e formal de reestruturação e a mesma já se iniciou ou foi anunciada
publicamente. Não há provisões para custos operacionais futuros.
Dividendos
O Grupo ou o Banco recebem dividendos dos instrumentos de capital que estejam registados
nos resultados quando for determinado o direito ao seu recebimento.
Os dividendos propostos são reconhecidos nas demonstrações financeiras apenas quando
aprovados pelos accionistas.
Benefícios dos empregados
Os benefícios a curto prazo a colaboradores, incluindo salários e contribuições sociais, bónus e
benefícios de férias, estão incluídos nas despesas operacionais líquidas, numa base de
acréscimo. O Banco paga contribuições de segurança fixas ao Fundo Social do Estado, em
nome dos seus colaboradores, durante o período em que estão no activo e de acordo com os
requisitos legais locais, e não terá qualquer obrigação de pagamento de contribuições adicionais
referentes aos serviços dos colaboradores, no que respeita à pensão dos colaboradores
reformados.
Novas Normas Internacionais de Relato e interpretações que ainda não entraram em vigor
Um determinado número de novas emendas a normas e interpretações ainda não se encontram
em vigor para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2009 e não foram aplicadas na
preparação destas demonstrações financeiras:
•
A emenda à IFRIC 3 Combinações de Negócio (com efeito para períodos anuais que
começam em ou após 1 de Julho de 2009) introduz várias alterações na contabilização
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CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
das combinações de negócio que terá impacto no montante de goodwill reconhecido,
nos resultados reportados no período em que a aquisição ocorre e nos resultados
reportados no futuro. Uma vez que a Norma revista não deverá ser aplicada a
combinações de negócio antes da respectiva data de adopção, não se espera que a
Norma revista tenha impacto nas demonstrações financeiras do Grupo e do Banco no
que diz respeito a combinações de negócio que ocorram antes da data da adopção da
Norma revista.
•
A emenda à IAS 27 Demonstrações Financeiras Consolidadas e Separadas (com efeito
para períodos anuais que começam em ou após 1 de Julho de 2009) requer que o termo
interesse minoritário seja substituído por interesse que não controla, que é definido
como “o capital próprio numa subsidiária não atribuível, directa ou indirectamente, a
uma empresa-mãe”. A Norma revista altera igualmente a contabilização de interesses
que não controlam, a perda de controlo sobre uma subsidiária e a imputação de lucros
ou prejuízos e outro rendimento integral entre o interesse que controla e o interesse que
não controla. A norma IAS 27 revista não é relevante para as demonstrações financeiras
do Grupo e do Banco, uma vez que o Banco não possui quaisquer interesses
minoritários em subsidiárias que sejam afectados pelas revisões da Norma.
•
Emenda à IAS 39, Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração - Itens
Elegíveis para Cobertura (com efeito para períodos anuais que começam em ou após 1
de Julho de 2009): clarifica a aplicação dos princípios existentes que determinam se
riscos específicos ou porções de fluxos de caixa são elegíveis para designação num
relacionamento de cobertura. Na designação de um relacionamento de cobertura, os
riscos ou porções devem ser identificáveis separadamente e mensurados de forma
fiável; no entanto, a inflação não poderá ser designada, excepto em circunstâncias
limitadas. As emendas à norma IAS 39 não são relevantes para as demonstrações
financeiras do Grupo e do Banco, uma vez que o Grupo e o Banco não aplicam
contabilidade de cobertura.
•
IFRIC 12 Acordos de Concessão de Serviços (com efeito para demonstrações
financeiras anuais para períodos que começam em ou após 1 de Janeiro de 2008,
conforme publicado pelo IASB; mas com efeito para períodos que começam em ou
após 1 de Abril de 2009, conforme adoptado pelo ED) é aplicável a operadores de
concessão de serviços que são entidades do sector privado a operar sob acordos de
concessão de serviços pelo sector público ao privado. A interpretação explica como
devem ser contabilizados obrigações e direitos conexos no quadro dos acordos de
concessão de serviços. Uma vez que o Grupo e o Banco não operam sob acordos de
concessão de serviços, esta Interpretação não tem qualquer impacto nos resultados de
operações ou na posição financeira do Grupo e do Banco.
•
IFRIC 15 Acordos para a Construção de Imóveis (com efeito para períodos anuais que
começam em ou após 1 de Janeiro de 2009, conforme publicado pelo IASB, mas com
efeito para períodos que começam em ou após 1 de Janeiro de 2010, conforme adoptado
pelo ED): a IFRIC 15 clarifica que o rédito resultante de acordos para a construção de
imóveis é reconhecido por referência à fase de acabamento da da actividade do contrato,
nos casos seguintes: o acordo cumpre a definição de contrato de construção estabelecida
no parágrafo 3 da IAS 11, o contrato é apenas para a prestação de serviços em
conformidade com a IAS 18 (por exemplo, a entidade não tem de fornecer materiais de
construção); e o contrato é para a venda de bens mas satisfaz os critérios de
reconhecimento do rédito do parágrafo 14 da IAS 18 continuamente e à medida que a
construção vai progredindo. Em todos os outros casos, o rédito é reconhecido quando
todos os critérios de reconhecimento do rédito do parágrafo 14 da IAS 18 são satisfeitos
(por exemplo, mediante conclusão da construção ou na entrega). A norma IFRIC 15 não
é relevante demonstrações financeiras do Grupo e do Banco, uma vez que o Grupo e o
Banco não fornecem serviços de construção de imóveis nem constroem imóveis para
25
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
venda.
•
IFRIC 16 Cobertura para Investimentos Líquidos em Operações no Exterior (com efeito
para períodos anuais que começam em ou após 1 de Outubro de 2008, conforme
publicado pelo IASB, mas com efeito para períodos que começam em ou após 1 de
Julho de 2009, conforme adoptado pelo ED): a Interpretação explica o tipo de exposição
que pode ser coberta, em que parte de um grupo pode ser detido o item coberto, se o
método de consolidação afecta a eficácia da cobertura, a forma que o instrumento
coberto pode assumir e que montantes são reclassificados do capital próprio para os
lucros ou prejuízos na alienação da unidade operacional estrangeira. A IFRIC 16, que se
tornará obrigatória para as demonstrações financeiras do Grupo e do Banco de 2010, é
aplicável prospectivamente para os relacionamentos de cobertura e investimentos
líquidos do Grupo e do Banco. O Grupo e o Banco estão neste momento a avaliar o
potencial efeito desta Interpretação.
•
IFRIC 17 Distribuições aos Proprietários de Activos que Não São Caixa (com efeito
prospectivamente para períodos anuais que começam em ou após 1 de Julho de 2009,
conforme publicado pelo IASB, mas com efeito prospectivamente para períodos anuais
que começam em ou após 1 de Novembro de 2009, conforme adoptado pelo ED): a
Interpretação é aplicável a distribuições não recíprocas de activos que não são caixa por
parte de uma entidade aos seus proprietários que agem nessa qualidade. De acordo com
a Interpretação, a responsabilidade de pagar um dividendo deve ser reconhecida quando
o dividendo estiver adequadamente autorizado e já não estiver sujeito ao critério da
entidade e deve ser mensurado pelo justo valor dos activos a serem distribuídos. O
montante escriturado do dividendo a pagar deve ser remensurado a cada período de
relato, com quaisquer alterações na quantia escriturada do dividendo a pagar devem ser
reconhecidas no capital próprio como ajustamentos à quantia da distribuição. Se o
dividendo a pagar é liquidado, a diferença, se existente, entre a quantia escriturada dos
activos distribuídos e a quantia escriturada do dividendo a pagar devem ser
reconhecidas na demonstração de resultados. Uma vez que a Interpretação é aplicável
apenas a partir da data da sua aplicação, não irá afectar as demonstrações financeiras
para os períodos anteriores à data de adopção da interpretação. Além disso, uma vez que
se refere a dividendos futuros que estão dependentes da vontade dos accionistas, não é
possível determinar antecipadamente os efeitos da aplicação.
•
IFRIC 18 Transferências de Activos Provenientes de Clientes (com efeito
prospectivamente para relatórios anuais para períodos que começam em ou após 1 de
Julho de 2009, conforme publicado pelo IASB, mas com efeito prospectivamente para
períodos anuais que começam em ou após 1 de Novembro de 2009, conforme adoptado
pelo ED): a Interpretação clarifica e orienta o tratamento contabilístico das
transferências de itens de activos fixos tangíveis provenientes de clientes ou de fundos
para aquisição ou construção de itens de activos fixos tangíveis. Uma vez que a
Interpretação é aplicável apenas a partir da data da sua aplicação, não irá afectar as
demonstrações financeiras para os períodos anteriores à data de adopção da
interpretação.
•
A emenda ao IAS 32 Instrumentos financeiros: Apresentação - Classificação das
Emissões de Direitos (com efeito para períodos anuais que começam em ou após 1 de
Fevereiro de 2010) clarifica a forma como devem ser contabilizados certos direitos
quando os instrumentos emitidos são denominados numa moeda diferente da moeda
funcional do emitente. Se tais instrumentos forem emitidos numa base pro rata face aos
accionistas existentes do próprio emitente por um montante fixo em numerário, deverão
ser classificados como capital próprio mesmo se o seu preço de exercício for
denominado numa moeda diferente da moeda funcional do emitente. A emenda não é
relevante para as demonstrações financeiras do Banco, uma vez que o Banco nunca
emitiu tais instrumentos no passado.
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CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
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2 Gestão do Risco
O Grupo e o Banco estão expostos aos seguintes riscos:
• risco de crédito
• risco de liquidez
• riscos de mercado
• riscos operacionais
Esta nota apresenta informação sobre a exposição do Grupo e do Banco a cada um dos riscos
acima indicados, bem como os objectivos, políticas e processos do Grupo e do Banco de
avaliação e gestão de riscos.
Políticas e procedimentos de gestão de risco
As políticas de gestão de risco do Grupo e do Banco visam identificar, analisar e gerir os riscos
a que o Grupo e o Banco estão sujeitos, definir os limites e os controlos de risco apropriados e
monitorizar continuamente os níveis de risco e o cumprimento dos limites. As políticas e
procedimentos de gestão de risco são revistos regularmente, de forma a reflectir as alterações às
condições do mercado, dos produtos e serviços oferecidos e as melhores práticas emergentes.
O Conselho de Administração do Banco tem a responsabilidade geral sobre a supervisão do
esquema de gestão de riscos, supervisionando a gestão de riscos fundamentais e revendo as
políticas e procedimentos de gestão do risco, bem como aprovando exposições de grande
envergadura.
O Conselho de Administração do Banco é responsável por acompanhar e implementar medidas
de mitigação de risco e certificar-se se o Banco opera dentro dos parâmetros de risco
estabelecidos. O chefe do Departamento de Risco do Banco é responsável pela gestão global do
risco, garantindo a implementação de princípios e métodos comuns para identificar, medir, gerir
e relatar quer riscos financeiros quer não financeiros. Responde directamente perante o
Presidente do Conselho de Administração e indirectamente ao Conselho de Administração. O
Director do Departamento de Conformidade do Banco é responsável pelas funções de
conformidade.
Os riscos de crédito, mercado e liquidez quer ao nível das carteiras quer ao nível transaccional,
são geridos e controlados através de um sistema de Comités de Crédito e um Comité de Gestão
de Activos e Passivos (ALCO).
Tanto os factores de risco externo como interno são identificados e geridos ao longo de toda a
estrutura organizacional do Banco. É dada particular atenção ao desenvolvimento de mapas de
risco que são utilizados para identificar a gama completa de factores de risco e servem de base
para determinar o nível de confiança a respeito dos procedimentos de mitigação de risco actuais.
Para além da análise corrente do risco de crédito e de mercado, o Departamento de Risco
acompanha riscos financeiros e não financeiros, efectuando reuniões regulares com as unidades
operacionais de modo a obter aferições especializadas nas respectivas áreas de competência.
Riscos de mercado
O risco de mercado é o risco em que os movimentos nos preços de mercado, incluindo taxas de
câmbio, taxas de juros, spreads de crédito e cotações de acções afectarem o rendimento do
Banco ou o valor das suas carteiras. O risco de mercado é composto pelo risco de divisas, risco
de taxa de juro e outros riscos de preços. O risco de mercado surge de posições abertas na taxa
de juro, divisas e instrumentos financeiros de capital, expostos a movimentos gerais e
específicos de mercado e a alterações no nível de volatilidade dos preços de mercado.
O objectivo da gestão do risco de mercado consiste em gerir e controlar as exposições ao risco
de mercado dentro de parâmetros aceitáveis, enquanto se optimiza o retorno do risco.
A autoridade global para o risco de mercado está investida na ALCO, presidida pelo presidente
do Conselho de Administração do Banco. Os limites do risco de mercado são aprovados pela
ALCO com base em recomendações do Departamento de Risco.
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AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
O Grupo e o Banco gerem o seu risco de mercado estabelecendo limites às posiçções abertas em
relação ao instrumento financeiro, maturidade da taxa de juro e posições em divisas e limites às
perdas (“stop-loss”), acompanhados de modo regular e revistos e aprovados pelo Conselho de
Administração.
Além disso, o Grupo e o Banco utilizam uma extensa gama de testes de stress, de forma a
modelar o impacto financeiro de uma série excepcional de cenários de mercado sobre carteiras
de negociação individuais e da posição global do Grupo e do Banco. Os testes de stress
fornecem uma indicação da dimensão potencial das perdas que poderiam surgir em condições
extremas. Os testes de stress levados a cabo pelo Grupo e o Banco incluem: testes de stress do
factor de risco, em que são aplicados movimentos de stress a cada categoria de risco e testes de
stress ad hoc, que incluem a aplicação de possíveis eventos de stress a posições específicas.
A gestão do risco da taxa de juro pelo acompanhamento do intervalo das taxas de juro (gap) é
suplementada pelo acompanhamento da sensibilidade da margem líquida de juros do Banco aos
diversos cenários de taxas de juro, normalizados e não normalizados.
(i) Riscos de taxa de juro
O risco de taxa de juro é o risco em que os movimentos nas taxas de juro afectem o rendimento
do Grupo e do Banco ou o valor das suas carteiras de instrumentos financeiros.
O Grupo e o Banco estão expostos aos efeitos das flutuações nos níveis prevalecentes das taxas
de juro do mercado na sua posição financeira e de cash-flow. As margens dos juros podem
aumentar como resultado destas alterações, mas podem também reduzir-se ou criar perdas no
caso de surgirem movimentos inesperados.
O justo valor dos activos financeiros ao justo valor através de lucros ou perdas e os activos
financeiros disponíveis para venda não são sensíveis às alterações das taxas de juro, visto que a
carteira para estas categorias consiste em títulos de capital em 31 de Dezembro de 2009 e 2008.
Consulte a nota 39 para os resultados da análise de sensibilidade.
(ii) Risco de divisa
O Banco tem activos e passivos denominados em diversas moedas estrangeiras. O risco de
moeda estrangeira surge quando os activos actuais ou previstos numa moeda estrangeira são ou
maiores ou menores do que os passivos nessa moeda. Para mais informações sobre a exposição
do Grupo e do Banco ao risco de divisa no final do exercício, consulte a nota 36, “Análise de
Divisas”.
Segue-se uma análise da sensibilidade do rendimento líquido do Banco, referente ao exercício e
ao capital próprio, no que respeita às alterações às taxas de câmbio baseadas nas posições
existentes em 31 de Dezembro de 2009 e 2008, bem como um cenário simplificado de uma
alteração de 5% nas taxas de câmbio do USD ou do EUR relativamente ao LVL:
‘000 LVL
Apreciação de 5% do USD face ao LVL
Depreciação de 5% do USD face ao LVL
Apreciação de 5% do EUR face ao LVL
Depreciação de 5% do EUR face ao LVL
2009
Resultado
Capital
Líquido
10
(10)
(195)
195
10
(10)
(195)
195
2008
Resultado
Capital
Líquido
21
(21)
(47)
47
21
(21)
(47)
47
(iii) Risco de preço
O risco do preço é o risco em que o valor de um instrumento financeiro possa vir a flutuar como
resultado de alterações no preço de mercado, quer estas alterações tenham sido causadas por
factores específicos ao instrumento referido ou a factores que afectem todos os instrumentos
negociados no mercado. O risco do preço surge quando o Grupo ou o Banco assumem uma
posição longa ou curta num instrumento financeiro. A 31 de Dezembro de 2009, o Banco e o
Grupo não detinham instrumentos financeiros que pudessem sofrer o impacto do risco de preço.
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CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
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Risco de crédito
O risco de crédito é o risco de perda financeira resultante do incumprimento de um mutuário ou
contraparte na sua obrigação perante o Grupo ou o Banco. O Banco e o Grupo desenvolveram
políticas e procedimentos para a gestão de exposições de crédito (tanto exposições no balanço,
como exposições fora do balanço), incluindo orientações para limitar a concentração de
carteiras e a criação de um Comité de Crédito que acompanha, activamente, o risco de crédito
do Grupo e do Banco. A política de crédito do Grupo e do Banco é revista e aprovada pelo
Conselho de Administração.
A política de crédito do Grupo e do Banco estabelece:
• Procedimentos para a análise e aprovação de pedidos de empréstimos/crédito;
• Metodologia para a avaliação do crédito de mutuários (empresas, PME e retalho);
• Metodologia para a avaliação do crédito de contrapartes, emissores e companhias de
seguros;
• Metodologia para a avaliação de garantias;
• Requisitos de documentação de créditos;
• Procedimentos para o acompanhamento continuado de empréstimos e outras exposições
de crédito.
Os pedidos de empréstimos/créditos de empresas têm origem nos correspondentes gestores de
clientes e são encaminhados para o Departamento de Empréstimos do Banco, que é responsável
pela carteira de empréstimos empresariais. Os relatórios produzidos pelos analistas de crédito do
departamento baseiam-se numa análise estruturada, focando o desempenho empresarial e
financeiro do cliente. As transacções individuais também são revistas pelos Departamentos
Jurídico, de Contabilidade e Fiscal do Banco, dependendo dos riscos específicos e pendente da
aprovação final do Comité de Crédito.
O Grupo e o Banco acompanham continuamente o desempenho de exposições de crédito
individuais e reavaliam regularmente a capacidade de crédito dos seus clientes. A revisão
baseia-se nas demonstrações financeiras mais recentes do cliente e noutras informações
entregues pelo mutuário, ou obtidas de outro modo pelo Banco. O valor corrente de mercado da
garantia é avaliado regularmente, quer por empresas avaliadoras independentes, quer pelos
especialistas do Banco e, no caso de movimentos negativos nos preços de mercado, é
habitualmente solicitado ao mutuário o reforço da sua garantia.
Os pedidos de empréstimos/créditos de retalho são analisados pela Divisão de Empréstimos a
Retalho do Banco, através do uso de modelos de “scoring” e da aplicação de procedimentos de
verificação de dados desenvolvidos conjuntamente com o Departamento de Risco.
Além da análise individualizada de clientes, toda a carteira de crédito é avaliada pelo
Departamento de Risco com referência à concentração de crédito e riscos de mercado.
A exposição máxima do Grupo e do Banco ao risco de crédito no balanço reflecte-se, de um
modo geral, nos montantes escriturados de activos financeiros no balanço. O impacto possível
da compensação de activos e passivos na redução da exposição potencial ao crédito não é
significativa.
O Grupo e o Banco monitorizam as concentrações de risco de crédito por indústria/sector e por
localização geográfica. Para a análise da concentração de risco de crédito, no que se refere a
empréstimos e valores a receber de clientes, consulte a nota 14, “Empréstimos e valores a
receber de clientes”.
Risco de liquidez
O risco de liquidez é o risco que ocorre quando o Grupo ou o Banco enfrentam dificuldades em
recolher fundos para cumprir as suas obrigações. Existe risco de liquidez quando os activos e os
passivos apresentam maturidades desfasadas no tempo. O fasamento e/ou desfasamento
controlado de maturidades e taxas de juros dos activos e passivos é fundamental para a gestão
29
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
das instituições financeiras, incluindo o Banco. Não é habitual as instituições financeiras
estarem completamente fasadas (“matched”), uma vez que os negócios efectuados são, muitas
vezes, de natureza incerta e de diferentes tipos. Uma posição desfasada aumenta potencialmente
a rentabilidade, mas pode igualmente aumentar o risco de perdas.
O Grupo e o Banco mantêm a gestão da liquidez com o objectivo de garantir que existem
fundos sempre disponíveis para honrar todas as obrigações de cash-flow, à medida que forem
devidas. A política de liquidez do Grupo e do Banco é revista e aprovada pelo Conselho de
Administração.
O Grupo e o Banco apoiam activamente uma base diversificada e estável de fundos,
compreendendo títulos de dívida em emissão, empréstimos a longo e a curto prazo de outros
bancos, depósitos de grandes clientes empresariais e de clientes de retalho, acompanhados por
carteiras diversificadas de activos de grande liquidez, de modo a ser capaz de responder rápida e
dinamicamente a requisitos inesperados de liquidez.
A política de gestão de liquidez do Grupo e do Banco exige:
•
•
•
•
•
•
•
projecção do cash-flow por principais divisas, tendo em consideração o nível de activos
líquidos necessários para o efeito;
manutenção de uma gama diversificada de origens de fundos;
gestão da concentração e perfil das dívidas;
manutenção de planos de financiamento das dívidas;
manutenção de uma carteira de activos de elevada liquidez, que possa facilmente ser
liquidada como protecção contra qualquer interrupção do cash-flow;
manutenção de planos de contingência de liquidez e de origens de fundos;
monitorização dos rácios de liquidez do balanço em função dos requisitos
regulamentares.
O Departamento do Tesouro recebe informação das unidades de negócio a respeito do perfil de
liquidez dos activos e passivos financeiros, bem como detalhes de outros cash-flows
projectados, provenientes de futuros negócios em perspectiva. O Departamento do Tesouro
apresenta, em seguida, uma carteira adequada de activos líquidos de curto prazo a manter,
constituídos maioritariamente por títulos de curto prazo, líquidos e negociáveis, empréstimos e
valores a receber de bancos e outros produtos interbancários, de modo a garantir que existe
liquidez suficiente no Banco como um todo.
A posição diária de liquidez é acompanhada e são levados a efeito pelo Departamento do
Tesouro testes regulares de stress de liquidez em diversos cenários, cobrindo quer condições de
mercado normais quer graves. Em condições normais de mercado, os relatórios de liquidez
cobrindo a posição de liquidez do Banco são apresentados diariamente à administração. As
decisões acerca da gestão da liquidez do Banco são feitas pelo Comité de Gestão de Activos e
Passivos e implementadas pelo Departamento do Tesouro.
O Grupo recorre a depósitos de clientes e bancos, títulos de dívida emitidos e passivos
subordinados como suas principais fontes de financiamento. Ao passo que os títulos de dívida e
passivos subordinados do Grupo têm maturidades superiores a um ano, os depósitos de clientes
e bancos têm geralmente maturidades mais curtas e uma grande parte deles são pagos à vista. A
natureza de curto prazo destes depósitos aumenta o risco de liquidez do Grupo e o Grupo gere
activamente este risco mantendo preços competitivos e monitorizando continuamente as
tendências do mercado.
Riscos operacionais
Os riscos operacionais são os riscos de perda directa ou indirecta provenientes de uma variedade
enorme de causas associadas a processos, a pessoal, a tecnologia e à infra-estrutura do Grupo ou
do Banco, bem como a factores externos para além dos riscos de crédito, mercado e liquidez,
como os provenientes de requisitos legais e regulamentares e normas, geralmente aceites, de
comportamento empresarial. Os riscos operacionais provêm de todas as operações do Grupo e
30
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
do Banco.
O objectivo do Grupo e do Banco é o de gerir o risco operacional de forma a manter o equilíbrio
entre evitar perdas financeiras e danos à reputação do Banco, com o custo de eficácia global e
evitar procedimentos de controlo que restrinjam a iniciativa e a criatividade.
A responsabilidade primária pelo desenvolvimento e implementação de controlos para enfrentar
riscos operacionais é atribuída à administração, dentro de cada unidade de negócio. Esta
responsabilidade é suportada pelo desenvolvimento das normas globais para a gestão do risco
operacional do Grupo e do Banco nas seguintes áreas:
• requisitos para uma segregação adequada de deveres, incluindo a autorização
independente de transacções;
• requisitos para a reconciliação e acompanhamento de transacções;
• conformidade com regulamentos e outros requisitos legais;
• documentação de controlos e procedimentos;
• requisitos para a avaliação periódica dos riscos operacionais enfrentados e a adequação
dos controlos e procedimentos para abordar os riscos identificados;
• desenvolvimento de planos de contingência;
• formação e desenvolvimento profissional;
• normas éticas e de negócio;
• mitigação do risco, incluindo seguros, sempre que seja efectivo.
A conformidade com as normas do Grupo e do Banco é suportada por um programa de análises
periódicas, executado pela Auditoria Interna. Os resultados das análises da Auditoria Interna são
discutidos com a gestão da unidade de negócios a que os mesmos reportam, com resumos a
serem submetidos à administração do Grupo e do Banco. Existe um registo de eventos de riscos
operacionais no Grupo e no Banco, onde todos os riscos operacionais são registados.
Mensalmente, o Departamento de Riscos prepara um relatório sumário para o Conselho de
Administração acerca dos eventos de risco operacional no Grupo e no Banco. São
desenvolvidos métodos para a análise quantitativa e qualitativa do risco operacional, bem como
cenários de testes de esforço.
Gestão do capital
A Comissão do Mercado Financeiro e de Capitais fixa e acompanha os requisitos de capital do
Banco, da entidade operacional principal do Grupo e do Grupo, no geral.
O Banco define como capital os itens determinados por regulamento estatutário como sendo de
capital. De acordo com os requisitos actuais de capital fixados pela Comissão do Mercado
Financeiro e de Capitais, os bancos têm de manter um rácio entre capital e activos ponderados
pelo risco (rácio de capital estatutário) acima do nível mínimo prescrito. A 31 de Dezembro de
2009 este nível mínimo era de 8%. O Banco encontrava-se em conformidade com o rácio de
capital estatutário durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2008 e 2009.
O Banco monitoriza igualmente os níveis de adequação dos níveis de capital, calculados em
concordância com os requisitos do Acordo de Basileia, conforme definidos pela Convergência
Internacional da Medição dos Fundos Próprios e das Normas sobre Fundos Próprios
(actualizada em Abril de 1998) e pela Emenda ao Acordo de Capital, para incorporar os riscos
de mercado (actualizado em Novembro de 2008), comumente conhecido por Basileia II,
adoptados pelos regulamentos da Comissão do Mercado Financeiro e de Capitais.
A tabela que se segue mostra a composição da posição no capital do Banco, calculada de acordo
com os requisitos de Basileia II e da Comissão do Mercado Financeiro e de Capitais, em 31 de
Dezembro de 2009:
31
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Grupo
2009
'000 LVL
Capital Tier 1
Capital social
Outras reservas
Lucros retidos
Activos incorpóreos
Capital total Tier 1
Banco
2009
'000 LVL
20 235
3 793
(15 137)
(142)
8 749
20 235
3 793
(14 240)
(112)
9 676
Capital Tier 2
Capital subordinado
Deduzido do capital de base
Capital total Tier 2
6 357
(1 982)
4 375
6 357
(1 519)
4838
Capital Total
13 124
14 514
Capital exigido
10 505
10 202
Capital total expresso como percentagem dos activos ponderados
pelo risco (rácio total do capital)
Capital total Tier 1 expresso como percentagem dos activos
ponderados pelo risco (rácio total do capital Tier 1)
9,99 %
6,66 %
11,38 %
7,59 %
Posição no capital em 31 de Dezembro de 2008
10,79%
10,57%
3 Utilização de estimativas e juízos
A elaboração das demonstrações financeiras em conformidade com as IFRS impõe que a
administração emita juízos, estimativas e pressupostos que afectam a aplicação das políticas e
montantes reportados de activos e passivos, receitas e despesas. As estimativas e pressupostos
associados baseiam-se na experiência histórica e em diversos outros factores que se crê serem
razoáveis dentro das circunstâncias, cujos resultados formam a base para a emissão de juízos
acerca de valores escriturados de activos e passivos e que não são facilmente aparentes de outras
fontes. Os resultados correntes podem diferir destas estimativas.
As estimativas e os pressupostos subjacentes são revistos continuamente. As revisões às
estimativas contabilísticas são reconhecidas no período em que a avaliação é revista, se a
mesma afectar, apenas, esse período, ou o período de revisão, assim como períodos futuros, se
essa revisão afectar os períodos actuais e futuros.
Fontes principais de incerteza nas estimativas:
Concessões para perdas de créditos
As concessões totais para imparidade aplicam-se aos activos financeiros avaliados,
individualmente, por imparidade e baseiam-se na melhor avaliação da administração sobre o
valor actual dos fluxos de caixa que se espera receber. Na estimação destes fluxos de caixa, a
administração emite pareceres acerca da situação financeira da contraparte e sobre o valor
líquido realizável de qualquer garantia subjacente. Cada activo em imparidade é avaliado pelo
seu mérito e a estratégia de trabalho e avaliação dos fluxos de caixa considerados recuperáveis é
aprovada independentemente pela função de Risco de Crédito.
Mensuração dos instrumentos financeiros
A determinação do justo valor para activos e passivos financeiros em relação aos quais não
32
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
existem preços de mercado observáveis requer a utilização de técnicas de valorização, tal como
se descreve na política contabilística. Para os instrumentos financeiros que não são negociados
com frequência e têm pouca transparência de preços, o justo valor é menos objectivo e requerem
graus variáveis de pareceres, dependendo da sua liquidez, concentração, incerteza dos factores
de mercado, pressupostos de preços e outros riscos que afectem o instrumento específico.
Imparidade de instrumentos financeiros (excepto empréstimos)
A determinação da indicação de imparidade baseia-se numa comparação do valor escriturado e
do justo valor do instrumento financeiro. Devido às retracções nos mercados financeiros e de
capitais, o preço de mercado nem sempre é uma fonte fidedigna de indicação de imparidade. O
Grupo e o Banco utilizam modelos de valorização baseados nos preços de mercado cotados de
produtos similares.
Para efeitos de mensuração da perda por imparidade, a administração do Banco executa
estimativas de quaisquer alterações expectáveis nos fluxos de caixa futuros de um instrumento
financeiro específico, baseado numa análise da posição financeira do emitente desse
instrumento financeiro.
Valorização da propriedade de investimento
A propriedade de investimento é mensurada pelo justo valor, sendo todas as alterações ao justo
valor registadas na demonstração de resultados. Ao determinar o justo valor da propriedade de
investimento, a administração recorre a avaliações externas e avalia a fiabilidade destas
avaliações à luz da situação actual do mercado.
Valorização de acções incluídas em outros activos
Os bens em regime de locação financeira recuperados são mensurados pelo valor mais baixo do
custo e do valor realizável líquido. Accordingly, a administração estima o valor realizável
líquido das acções, sempre que existam indicações de que o valor escriturado da acção diminuiu
abaixo do seu custo. Se isto tiver ocorrido, a acção é registada pelo seu valor realizável líquido.
Determinação do justo valor
A determinação do justo valor para activos e passivos financeiros, em relação aos quais não
existem preços de mercado observáveis, requer a utilização de técnicas de valorização, tal como
se descreve na política contabilística, nota 3. Para os instrumentos financeiros que não são
negociados com frequência e têm pouca transparência de preços, o justo valor é menos
objectivo e requer graus variáveis de pareceres, dependendo da sua liquidez, concentração,
incerteza dos factores de mercado, pressupostos de preços e outros riscos que afectem o
instrumento específico.
Imparidade do goodwill
O goodwill é sujeito a testes de imparidade, numa base anual ou mais frequentemente se
situações ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o goodwill possa estar em imparidade.
O goodwill é mensurado pelo custo menos qualquer perda por imparidade acumulada.
Justo valor dos instrumentos financeiros
O Banco e o Grupo realizaram uma avaliação dos seus instrumentos financeiros, conforme
exigido pela IFRS 7 Instrumentos Financeiros: Divulgações, de foma a aferir se é exequível,
dentro dos constrangimentos dos prazos e custos, determinar os justos valores com fiabilidade
suficiente.
Os justos valores estimados de intrumentos financeiros ao justo valor através de lucros ou
perdas e valores mobiliários disponíveis para venda cotados são baseados nos preço cotados à
data do balanço, sem dedução de quaisquer custos de transacção.
33
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CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Os justos valores estimados de todos os outros activos e passivos financeiros são calculados
utilizando técnicas pelo fluxo de caixa descontado com base nos fluxos de caixa futuros
estimados e taxas de desconto para um instrumento equivalente à data do reporte.
As estimativas do justo valor pretendem aproximar o valor pelo qual um instrumento financeiro
pode ser negociado numa transacção entre partes sem um relacionamento entre si, conhecedoras
e dispostas a isso. No entanto, dadas as incertezas e o uso de juízos subjectivos, o justo valor
não deve ser interpretado como sendo realizável na alienação imediata dos activos ou na
liquidação dos passivos.
Os justos valores estimados de todos os instrumentos financeiros aproximam os seus valores
escriturados em 31 de Dezembro de 2009 e 2008.
A tabela seguinte analisa os instrumentos financeiros escriturados pelo justo valor, por método
de avaliação:
Grupo
2009
Activos financeiros
Activos disponíveis para venda
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros ou
perdas
Passivos financeiros
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros ou
perdas
2008
Activos financeiros
Activos disponíveis para venda
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros ou
perdas
Passivos financeiros
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros ou
perdas
Banco
2009
Activos financeiros
Activos disponíveis para venda
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros ou
perdas
Passivos financeiros
Instrumentos financeiros ao
Nível 1
Nível 2
Total
-
70
70
299
299
70
299
369
21
21
-
21
21
-
50
50
466
466
50
466
516
940
940
-
940
940
Nível 1
Nível 2
Total
-
28
28
299
299
28
299
327
21
-
21
34
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
justo valor através de lucros ou
perdas
21
2008
Activos financeiros
Activos disponíveis para venda
41
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros ou
perdas
466
466
41
Passivos financeiros
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros ou
perdas
940
940
-
21
41
466
507
940
940
Nível l: Incluídos nesta categoria estão os activos e passivos financeiros mensurados total ou
parcialmente com referência a preços cotados num mercado activo. Um instrumento financeiro
é considerado cotado num mercado activo se os preços cotados estiverem pronta e regularmente
disponíveis provenientes de uma troca, negociante, corretor, grupo industrial, serviço de preços
ou agência reguladora, e se esses preços representarem transacções de mercado reais e que
ocorrem regularmente numa base em que não exista relacionamento entre as partes. As
principais classes de activos incluídas nesta categoria são os activos financeiros cujo justo valor
é obtido através de serviços de informação financeira ou cotações de sociedades de corretagem e
activos cujo justo valor é determinado com referência a índices.
Nível 2: Incluídos nesta categoria estão os activos e passivos financeiros mensurados utilizando
uma técnica de valorização baseada em pressupostos suportados pelos preços que representam
transacções de mercado reais observáveis do mesmo instrumento ou com base nas informações
do mercado disponíveis. As principais classes de activos incluídas nesta categoria são os activos
financeiros cujo preço é obtido através de serviços de preços mas em que os preços não foram
determinados num mercado activo, e activos valorizados utilizando modelos próprios em que
amaioria dos pressupostos são observáveis no mercado.
4
Receita de juros líquidos
Grupo
2009
'000 LVL
Receita de juros
Empréstimos e valores a receber de clientes
Empréstimos e valores a receber de bancos
Penalizações por atrasos no pagamento de juros
Outras receitas de juros
Despesas com juros
Contas correntes e depósitos de clientes
Obrigações hipotecárias
Depósitos e saldos dos bancos
Pagamentos ao Fundo de garantia dos depósitos
Receita de juros líquidos
5
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
6 500
1 798
292
4
8 594
6 525
1 798
292
4
8 619
9 710
1 152
398
30
11 290
9 579
1 152
398
30
11 159
4 767
538
873
243
6 421
4 790
538
873
243
6 444
4 427
936
496
213
6 072
4 430
936
496
213
6 075
2 173
2 175
5 218
5 084
Receitas de serviços e comissões
35
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Manutenção de contas correntes
Manutenção de cartões de débito
Serviço de corretagem
Comissões da gestão de activos
Receitas de outras comissões
6
Banco
2009
'000 LVL
1 860
255
10
171
345
2 641
Grupo
2008
'000 LVL
2 404
234
116
22
203
2 979
Banco
2008
'000 LVL
2 404
234
116
22
204
2 980
Grupo
2009
'000 LVL
256
63
55
246
620
Banco
2009
'000 LVL
256
63
55
237
611
Grupo
2008
'000 LVL
311
88
80
235
714
Banco
2008
'000 LVL
311
88
80
134
613
Grupo
2009
'000 LVL
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
Despesas com serviços e comissões
Comissão de transferências
Comissão de manutenção de cartões de débito
Taxas de cobrança
Outras
7
Grupo
2009
'000 LVL
1 860
255
10
171
345
2 641
Receitas líquidas de divisas
Ganhos líquidos resultantes da reavaliação de
activos e passivos financeiros
Perdas líquidas de transacções à vista e
derivados
8
2 663
2 713
2 441
2 452
(45)
2 618
(97)
2 616
(130)
2 311
(130)
2 322
Perdas por imparidade
Grupo
2009
’000 LVL
Compensações por perdas de imparidade no
início do período de reporte
Imparidade do goodwill
Aumento nas compensações de perdas de
empréstimos
Recuperação das compensações de perdas de
empréstimos do exercício anterior
Aumento das compensações de imparidade para
outros activos
Imparidade total líquida para o presente
exercício
Amortização das compensações de perda de
empréstimos
Compensações totais no final do exercício
9
Banco
2009
’000 LVL
Grupo
2008
’000 LVL
Banco
2008
’000 LVL
2 816
800
2 473
-
890
-
789
-
15 626
14 887
2 655
2 135
(595)
(553)
(538)
(236)
-
-
37
-
15 831
14 334
2 154
1 899
(651)
17 996
(615)
16 192
(228)
2 816
(215)
2 473
Despesas administrativas gerais
36
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Grupo
2009
’000 LVL
Salário dos membros do Conselho Fiscal e Conselho de
Administração
Remunerações do pessoal
Taxas sociais
Publicidade e marketing
Depreciação e amortização
Banco
Grupo
Banco
2009
2008
2008
’000 LVL ’000 LVL ’000 LVL
247
3 143
808
361
594
157
3 010
775
359
537
176
3 520
891
477
737
167
3 366
853
464
572
Manutenção e redecoração de escritórios
789
769
863
809
Comunicações e correio
424
412
625
614
Transportes e viagens de negócios
133
132
161
168
Serviços profissionais
104
101
156
146
61
32
40
24
7
7
29
29
451
406
319
325
7 122
6 770
8 093
7 638
Serviços jurídicos
Formação do pessoal
Outros
10 Despesas com impostos
Reconhecido na demonstração de resultados
Grupo
2009
'000 LVL
Despesas correntes com impostos
Exercício actual
Imposto pago no estrangeiro
Despesas diferidas de impostos
Origem/(inversão) de diferenças temporárias
Imposto total sobre o rendimento na
demonstração de resultados
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
36
14
50
14
14
91
91
27
27
(24)
(24)
(24)
(24)
(58)
(58)
6
6
26
(10)
33
33
As taxas aplicáveis do Banco para impostos correntes e diferidos, são, respectivamente, 15 %
(2008:15%) e 15% (2008:15%).
Reconciliação da taxa efectiva:
Grupo
2009
'000 LVL
Despesas correntes com impostos
Exercício actual
Imposto pago no estrangeiro
Despesas diferidas de impostos
Origem/(inversão) de diferenças temporárias
Imposto total sobre o rendimento na
demonstração de resultados
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
36
14
50
14
14
91
91
27
27
(24)
(24)
(24)
(24)
(58)
(58)
6
6
26
(10)
33
33
11 Caixa e saldos com o Banco da Letónia
37
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Grupo
2009
’000 LVL
Banco
2009
’000 LVL
Grupo
2008
’000 LVL
Banco
2008
’000 LVL
Caixa
1 481
1 481
1 304
1 304
Devido pelo Banco da Letónia
1 968
1 968
1 859
1 859
Reserva mínima de caixa
6 504
6 504
6 374
6 374
9 953
9 953
9 537
9 537
Os depósitos no Banco da Letónia representam o saldo pendente na conta correspondente com o
Banco da Letónia em LVL.
De acordo com os regulamentos do Banco da Letónia, o Banco é obrigado a manter uma reserva
obrigatória com base no saldo médio mensal dos seguintes itens:
+ depósitos do público
- menos os débitos para com instituições de crédito
- menos os saldos devidos ao Tesouro na sua conta consolidada com o Banco
+ obrigações e outros títulos de dívida emitidos pelo Banco.
A reserva obrigatória é comparada com o saldo médio mensal da conta correspondente do
Banco em LVL. O saldo médio correspondente do Banco deve exceder o requisito obrigatório
de reserva. Em 31 de Dezembro de 2009 e 31 de Dezembro de 2008, o Banco encontrava-se em
conformidade com o requisito de reserva obrigatória supramencionado.
12 Empréstimos e valores a receber de outros bancos
Grupo
2009
’000 LVL
Contas Nostro
Bancos comerciais letões
Bancos domiciliados em países da OCDE
Bancos fora da OCDE
Contas nostro totais
Empréstimos e depósitos
Bancos comerciais letões
Bancos domiciliados em países da OCDE
Bancos fora da OCDE
Empréstimos e depósitos totais
Banco
2009
’000 LVL
Grupo
2008
’000 LVL
Banco
2008
’000 LVL
694
694
348
348
5 452
1 132
7 278
5 452
1 132
7 278
19 242
294
19 884
19 242
294
19 884
3 323
67 078
3 323
67 078
1 116
29 801
1 116
29 801
3 284
3 284
261
261
73 685
73 685
31 178
31 178
80 963
80 963
51 062
51 062
As contas correspondentes incluem montantes devidos do Deutsche Bank (Bankers Trust), no
montante de 170 mil USD (ou 83 mil LVL), que não estão incluídos no cálculo do caixa e
equivalentes de caixa, uma vez que aqueles valores se encontravam congelados em 31 de
Dezembro de 2009. A administração do Banco não considera que as contas congeladas estejam
a correr riscos, uma vez que os depósitos das contas de clientes congeladas excedem o valor
congelado na conta correspondente do Deutsche Bank (Bankers Trust) em 189 mil USD (ou 92
mil LVL).
38
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
13 Instrumentos financeiros ao justo valor através de lucros ou perdas
Grupo e Banco
Instrumentos financeiros derivados
Valor nocional
LVL ‘000
31.12.2009
Justo valor
Activos
31.12.2008 31.12.2009 31.12.2008
Passivos
31.12.2009 31.12.2008
Contratos a prazo sobre
divisas
13 239
17 201
299
466
21
940
Total
13 239
17 201
299
466
21
940
Os instrumentos financeiros derivados detidos em 31 de Dezembro de 2009 incluem contratos
em LVL, EUR e USD. As maturidades dos derivados variam de 5 de Janeiro de 2010 a 21 de
Janeiro de 2010.
Os instrumentos financeiros ao justo valor através de lucros e perdas do Grupo não diferem dos
do Banco e, consequentemente, não são apresentados separadamente.
14 Empréstimos e valores a receber devidos de clientes
Grupo
2009
’000 LVL
Banco
2009
’000 LVL
Grupo
2008
’000 LVL
Banco
2008
’000 LVL
Empréstimos Comerciais
Empréstimos a empresas
Empréstimos a pequenas e médias empresas
Total de empréstimos comerciais
32 248
32 248
15 197
24 750
39 947
1 117
40 255
41 372
16 269
30 528
46 797
Empréstimos a particulares
Empréstimos ao consumo
Cartões de crédito
Crédito automóvel
Hipotecas
Outros
Total de Empréstimos a particulares
1 083
1 936
2 984
61 597
206
67 806
1 083
1 936
59 991
206
63 216
2 629
3610
4 968
64 587
780
76 574
2 629
3610
64 587
780
71 606
100 054
(17 196)
103 163
(16 192)
117 946
(2 779)
118 403
(2 473)
82 858
86 971
11 5167
115 930
Empréstimos e adiantamentos brutos a clientes
Compensação por imparidade
Empréstimos e adiantamentos líquidos a
clientes
Durante o exercício que findou em 31 de Dezembro de 2009, o Banco renegociou 690
empréstimos comerciais que, de outro modo, estariam em mora ou em imparidade, no montante
de 29 366 milhares LVL (31 de Dezembro de 2008: 534 empréstimos comerciais loans; 33 642
milhares LVL). Esta actividade de reestruturação tem por finalidade gerir as relações com os
clientes e maximizar as oportunidades de cobrança.
39
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
14 Empréstimos e valores a receber devidos de clientes (continuação)
Locação financeira a receber
Os empréstimos e adiantamentos a clientes incluem os seguintes valores a receber de locações
financeiras para as locações de determinados bens e equipamentos, em que o Grupo é o locador:
LVL '000
Investimento bruto em locações financeiras, a receber:
2009
Inferior a um ano
Entre um e cinco anos
Superior a cinco anos
2008
Receita financeira não auferida
657
7 244
1328
9 229
(668)
461
14 359
479
15 299
(594)
Investimento líquido em locações financeiras
8 561
14 705
584
391
Entre um e cinco anos
6 664
13 844
Mais do que cinco anos
1 313
470
8 561
14 705
O investimento líquido em locações financeiras compreende:
Inferior a um ano
(a) Análise da carteira de empréstimos à indústria
Grupo
2009
’000 LVL
Banco
2009
’000 LVL
Comércio
4 596
4 350
Manufactura
2 111
888
Finanças
Grupo
2008
’000 LVL
Banco
2008
’000 LVL
3 046
2 824
1 892
1 408
888
375
1 699
910
8 774
17 390
11 389
27 013
Imobiliário
6 449
6 339
10 797
10 205
Agricultura, florestas e madeiras
1 390
825
1 208
533
Outros empréstimos comerciais
Empréstimos a particulares
8 040
67 806
8 776
63 216
11 825
76 574
4 424
71 606
100 054
103 163
117 946
118 403
(17 196)
(16 192)
(2 779)
(2 473)
82 858
86 971
115 167
115 930
Mineração/metalurgia
Compensação por imparidade
40
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
(b) Análise geográfica da carteira de empréstimos
Grupo
2009
’000 LVL
Letónia
Países da OCDE
Países fora da OCDE
Compensação por imparidade
Banco
2009
’000 LVL
Grupo
2008
’000 LVL
Banco
2008
’000 LVL
98 028
101 137
115 907
116 364
1 218
1 218
962
962
808
808
1 077
1 077
100 054
103 163
117 946
118 403
(17 196)
(16 192)
(2 779)
(2 473)
82 858
86 971
115 167
115 930
(c) Qualidade do crédito da carteira de empréstimos comerciais
(i) Análise das garantias
A tabela seguinte apresenta a análise da carteira de empréstimos comerciais, líquidos de
imparidades, por tipos de garantia, em 31 de Dezembro de 2009:
Grupo
Imobiliário
31 de Dezembro de % da carteira de 31 de Dezembro de % da carteira de
2009
empréstimo
2008
empréstimo
17 324
66
15 989
40
Veículos motorizados
5 603
21
8 085
20
Penhores comerciais
1 063
4
4 742
12
1
-
422
1
1 597
7
7 205
18
540
2
3 640
9
26 128
100
40 083
100
Depósitos
Outras garantias
Sem garantia
Total
Banco
Imobiliário
Penhores comerciais
Depósitos
Outras garantias
Sem garantia
Total
31 de Dezembro de % da carteira de 31 de Dezembro de % da carteira de
2009
empréstimo
2008
empréstimo
20 035
58
15 989
35
12 592
37
20 084
44
1
-
422
1
360
1 418
1
4
6 049
3 133
13
7
34 406
100
45 677
100
Os montantes apresentados na tabela acima representam o valor escriturado dos empréstimos,
não representando necessariamente o justo valor da garantia.
41
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
A tabela seguinte apresenta a análise da carteira de empréstimos particulares, líquidos de
imparidade, por tipos de garantia, em 31 de Dezembro de 2009:
Grupo
31 de Dezembro de % da carteira de 31 de Dezembro de % da carteira de
2009
empréstimo
2008
empréstimo
Imobiliário
Veículos motorizados
Outras garantias
Sem garantia
Total
Banco
Imobiliário
51 817
2 628
91
5
65 640
4 832
88
6
401
1 884
1
3
398
4 214
0
6
56 730
100
75 084
100
31 de Dezembro de % da carteira de 31 de Dezembro de % da carteira de
2009
empréstimo
2008
empréstimo
50 308
96
65 640
93
Outras garantias
Sem garantia
Total
391
1 866
1
3
396
4 217
1
6
52 565
100
70 253
100
Os montantes apresentados na tabela acima representam o valor escriturado dos empréstimos,
não representando necessariamente o justo valor da garantia.
(ii) Distribuição de empréstimos comerciais dependendo dos atrasos no pagamento
Grupo
LVL'000
Empréstimos
Dos quais em mora conforme os seguintes prazos
Empréstimos (valor residual mais juro
com
Menos de
30-60
61-90 91-180 181-360 Mais de
pagamentos 30 dias
acumulado)
dias
dias
dias
dias
360 dias
em dia
31 de Dezembro de 2009
Empréstimos brutos
18 310
2 610
858 1 402 2 038
3 611 3 419
32 248
Compensação por imparidade (6 120)
(954)
(27)
(36) (166) (1 856)
(l 238) (1 843)
Valor líquido escriturado
17 356
2 583
822 1 236
182
2 373 1 576
26 128
31 de Dezembro de 2008
Empréstimos brutos
Compensação por imparidade
Valor líquido escriturado
41 372
(1 289)
40 083
32 557
(468)
32 089
1 728
(7)
1 721
1029
1029
1 322
(45)
1 277
1 322
(234)
1 088
2 942
(278)
2 664
472
(257)
215
Banco
LVL'000
Empréstimos
Dos quais em mora conforme os seguintes prazos
Empréstimos (valor residual mais juro
com
Menos de
30-60
61-90 91-180 181-360 Mais de
acumulado)
pagamentos 30 dias
dias
dias
dias
dias
360 dias
em dia
31 de Dezembro de 2009
Empréstimos brutos
31 002
749
564 1 198
982
2 599 2 853
39 947
Compensação por imparidade (5 541)
(2 245)
(11)
(37) (166) (367) (1 019) (1 696)
Valor líquido escriturado
28 757
738
527 1 032
615
1 580 1 157
34 406
31 de Dezembro de 2008
Empréstimos brutos
Compensação por imparidade
Valor líquido escriturado
46 797
(1 120)
45 677
42 763
(385)
42 378
484
484
305
305
546
(41)
505
813
(224)
589
1 475
(222)
1 253
411
(248)
163
42
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
(iii) Distribuição de empréstimos individuais dependendo dos atrasos no pagamento
Grupo
LVL'000
Empréstimos (valor residual mais juro
acumulado)
Empréstimo
Dos quais em mora conforme os seguintes prazos
Menos de
s com
30-60
61-90 91-180 181-360 Mais de
pagamentos 30 dias
dias
dias
dias
dias
360 dias
em dia
31 de Dezembro de 2009
Empréstimos brutos
Compensação por imparidade
Valor líquido escriturado
67 806
(11 076)
56 730
22 785
(185)
22 600
5 040
(34)
5 006
1 728
(59)
1 669
1 166 4 453
(220) (1 155)
946 3 298
31 de Dezembro de 2008
Empréstimos brutos
Compensação por imparidade
Valor líquido escriturado
76 574
(1 490)
75 084
38 351
(66)
38 285
15 163
(1)
15 162
6 031
6 031
1 929
(7)
1 922
20 997
(5 807)
15 190
11 637
(3 616)
8 021
6 582
(655)
5 927
4 502
(737)
3 765
4 016
(24)
3 992
Banco
LVL'000
Empréstimos
Dos quais em mora conforme os seguintes prazos
Empréstimos (valor residual mais juro
com
Menos de
30-60
61-90 91-180 181-360 Mais de
acumulado)
pagamentos 30 dias
dias
dias
dias
dias
360 dias
em dia
31 de Dezembro de 2009
Empréstimos brutos
21 506
3 697 2 398 1 060 4 275
19 154 11 126
63 216
Compensação por imparidade (10 651)
(161)
(27)
(62) (218) (1 120) (5 639) (3 424)
Valor líquido escriturado
21 345
3 670 2 336
842 3 155
13 515
7 702
52 565
31 de Dezembro de 2008
Empréstimos brutos
Compensação por imparidade
Valor líquido escriturado
71 606
(1 353)
70 253
35 906
(43)
35 863
14 085
14 085
5 608
5 608
1 746
1 746
3 724
(18)
3 706
6 187
(586)
5 601
4 350
(706)
3 644
(d) Empréstimos com imparidade
Banco
2009
’000 LVL
Empréstimos brutos com imparidade
Compensação por imparidade
Empréstimos e valores líquidos a receber de clientes
2008
’000 LVL
87 644
10 707
(16 192)
(2 473)
71 452
8 234
Grupo
2009
’000 LVL
Empréstimos brutos com imparidade
Compensação por imparidade
Empréstimos e valores líquidos a receber de clientes
2008
’000 LVL
79 125
12 530
(17 196)
(2 779)
61 929
9 751
Ao analisar os empréstimos, o Banco fixa as seguintes categorias para empréstimos a
particulares, a fim de avaliar o seu risco de crédito:
43
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Banco
2009
'000 LVL
Regular (standard)
Em observação (watch)
Abaixo do regular (substandard)
Duvidoso (doubtful)
Perdido (lost)
Total
2008
'000 LVL
Bruto
Compensação
por imparidade
6 315
-
45 718
7 186
3 441
556
63 216
4 478
3 046
2 571
556
10 651
Bruto
Compensação
por imparidade
Regular (standard)
65 909
-
Em observação (watch)
4 085
987
211
414
71 606
448
319
109
477
1 353
Abaixo do regular (substandard)
Duvidoso (doubtful)
Perdido (lost)
Total
Grupo
2009
'000 LVL
Regular (standard)
Em observação (watch)
Abaixo do regular (substandard)
Duvidoso (doubtful)
Perdido (lost)
Total
2008
'000 LVL
Bruto
Compensação
por imparidade
8 622
-
46 084
7 334
3 490
2 276
67 806
4 563
3 095
2 494
924
11 076
Bruto
Compensação
por imparidade
Regular (standard)
70 582
-
Em observação (watch)
4 136
987
389
480
76 574
451
319
163
557
1 490
Abaixo do regular (substandard)
Duvidoso (doubtful)
Perdido (lost)
Total
Ao analisar os empréstimos, o Banco fixa as seguintes categorias para empréstimos comerciais,
a fim de avaliar o seu risco de crédito:
44
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Banco
2009
'000 LVL
Bruto
Compensação
por imparidade
Regular (standard)
10 580
-
Em observação (watch)
Abaixo do regular (substandard)
Duvidoso (doubtful)
24 074
3 105
793
1 395
39 947
2 227
1 352
567
1 395
5 541
Perdido (lost)
Total
2008
'000 LVL
Bruto
Compensação
por imparidade
Regular (standard)
41 317
-
Em observação (watch)
4 642
376
334
128
46 797
464
134
231
231
1 120
Abaixo do regular (substandard)
Duvidoso (doubtful)
Perdido (lost)
Total
Grupo
2009
'000 LVL
Bruto
Compensação
por imparidade
Regular (standard)
14 023
-
Em observação (watch)
12 334
3 214
865
1 812
32 248
2 326
1 387
608
1 799
6 120
Abaixo do regular (substandard)
Duvidoso (doubtful)
Perdido (lost)
Total
2008
'000 LVL
Bruto
Compensação
por imparidade
Regular (standard)
34 834
0
Em observação (watch)
4 642
376
1 324
196
41 372
464
134
327
364
1 289
Abaixo do regular (substandard)
Duvidoso (doubtful)
Perdido (lost)
Total
(e) Exposições de crédito significativas
Em 31 de Dezembro de 2009 e 2008, o Banco e o Grupo possuiam respectivamente 1 e 1
mutuário ou grupo de mutuários relacionados entre si, cujos saldos devedores excediam 10% do
capital do Banco. O valor bruto destes empréstimos, em 31 de Dezembro de 2009 e 2008, era de
1 883 milhares LVL e 1 696 milhares LVL, respectivamente.
De acordo com os requisitos regulamentares, não é permitido ao Banco possuir uma exposição
de crédito superior a 25% do seu capital. Em 31 de Dezembro de 2009 e 2008, o Banco estava
em conformidade com este requisito.
45
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
15
Activos disponíveis para venda
2009
’000 LVL
Investimentos de capital
Acções de empresas
16
2009
’000 LVL
70
70
2008
’000 LVL
28
28
2008
’000 LVL
50
50
41
41
Investimentos em subsidiárias
Nome
País de
incorporação
Actividade principal
% de controlo
2009
SIA PrivatLizings
SIA
PrivatConsulting
SIA Amber Real
2008
2009
Valor
escriturado
‘000 LVL
2008
Valor
escriturado
‘000 LVL
Letónia
Actividades financeiras e
operacionais de arrendamento
100
100
10
10
Letónia
Serviços de consultadoria e
viagens
100
100
2
2
100
-
2
Letónia
Agência imobiliária
-
14
12
(a) Aquisição de subsidiária
Em 15 de Junho de 2009, o Banco adquiriu uma participação de 100% na SIA Amber Real.
Valores escriturados
antes da aquisição
'000 LVL
Empréstimos concedidos
Valores líquidos a receber
Despesas do exercício seguinte
Caixa
Ajustamentos de
justo valor
'000 LVL
Valores reconhecidos
à data da aquisição
'000 LVL
23
-
23
2 537
(741)
1 796
94
-
94
1
-
1
(2617)
-
(2617)
Passivos derivados
(95)
-
(95)
Activos líquidos identificáveis
Goodwill gerado na aquisição
(57)
(741)
(798)
Empréstimos contraídos
800
Contrapartida paga em numerário
Caixa adquirido
2
(1)
Fluxo de caixa líquido
1
O justo valor de activos escriturados ao custo amortizado foi determinado numa base provisória.
O ajustamento de justo valor de valores a receber foi determinado pela diferença entre o
momento transportado dos activos financeiros e o valor actual dos fluxos de caixa futuros
estimados menos a taxa de juro efectiva original do activo.
O Banco amortizou goodwill no montante de 800 mil LVL à data de aquisição, com base no
justo valor dos activos geradores de caixa.
46
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
17
Bens e equipamentos
Grupo
'000 LVL
Terrenos e
Melhoramentos
Construção em
edifícios Equipamentos
locativos
curso
Veículos
Total
Custo histórico
31 Dezembro 2007
-
2 441
Acrescentos
-
248
Alienações
-
(383)
(14)
51
340
-
(43)
(3)
51
2 603
488
Acrescentos
-
52
Alienações
-
Transferências
335
189
3
405
3 394
656
(51)
(21)
(469)
76
-
(467)
-
-
-
(74)
(74)
(7)
(53)
287
25
3 454
-
-
83
135
(52)
(11)
-
-
(63)
-
2
9
21
(85)
(53)
51
2 605
486
308
23
3 473
Alienações
3
3
5
-
1 198
483
(234)
1 447
397
(54)
157
82
(14)
225
82
(10)
109
89
(35)
163
62
-
-
1 464
657
(283)
1 838
546
(64)
31 Dezembro 2009
8
1 790
297
225
-
2 320
31 Dezembro 2008
43
48
31 Dezembro 2007
-
815
1 156
1 243
188
262
272
14
28
226
23
25
189
1 071
1 488
1 930
Transferências
Correcção
Alienação da DigiPro
31 Dezembro 2008
31 Dezembro 2009
429
Depreciação acumulada
31 Dezembro 2007
Encargos de depreciação
Alienações
31 Dezembro 2008
Encargos de depreciação
Montante escriturado
31 Dezembro 2009
47
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
17
Bens e equipamentos (continuação)
Banco
'000 LVL
Terrenos e
Melhoramentos
Construção em
edifícios Equipamentos
locativos
Veículos
curso
Total
Custo histórico
31 Dezembro 2007
-
1 951
424
82
182
2 639
Acrescentos
-
220
-
-
405
625
Alienações
-
(26)
(14)
(6)
(21)
(67)
51
340
76
-
(467)
-
-
-
-
-
(74)
(74)
Transferências
Correcção
51
2 485
486
76
25
3 123
Acrescentos
-
46
-
-
83
129
Alienações
-
(52)
(11)
-
-
(63)
Transferências
-
23
9
-
(85)
(53)
51
2 502
484
76
23
3 136
31 Dezembro 2008
Encargos de depreciação
Alienações
3
3
5
-
991
390
(21)
1 360
393
(54)
156
81
(13)
224
82
(10)
31
23
(6)
48
14
-
-
1 178
497
(40)
1 635
494
(64)
31 Dezembro 2009
8
1 699
296
62
-
2 065
31 Dezembro 2008
43
48
31 Dezembro 2007
-
803
1 125
960
188
262
268
14
28
51
23
25
182
1 071
1 488
1 461
31 Dezembro 2008
31 Dezembro 2009
Depreciação acumulada
31 Dezembro 2007
Encargos de depreciação
Alienações
Montante escriturado
31 Dezembro 2009
48
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
18
Activos incorpóreos
Grupo
'000 LVL
Custo histórico
Licenças e
Software
Goodwill
Total
332
-
332
Acrescentos
23
-
23
Transferências
74
-
74
429
9
53
491
800
800
429
809
53
1 291
223
80
303
-
223
80
303
46
-
46
31 Dezembro 2007
31 Dezembro 2008
Acrescentos
Transferências
31 Dezembro 2009
Amortização acumulada
31 Dezembro 2007
Encargos de depreciação
31 Dezembro 2008
Encargos de depreciação
Perdas por imparidade
-
800
800
349
800
1 149
31 Dezembro 2009
142
-
142
31 Dezembro 2008
126
-
126
31 Dezembro 2007
109
-
109
31 Dezembro 2009
Montante escriturado
49
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Banco
'000 LVL
Custo histórico
31 Dezembro 2007
Transferências
31 Dezembro 2008
Acrescentos
Transferências
31 Dezembro 2009
Licenças e
Software
Total
314
314
74
74
388
1
53
442
388
1
53
442
214
75
289
214
75
289
Amortização acumulada
31 Dezembro 2007
Encargos de depreciação
31 Dezembro 2008
Encargos de depreciação
41
41
330
330
31 Dezembro 2009
112
112
31 Dezembro 2008
99
99
31 Dezembro 2007
100
100
31 Dezembro 2009
Montante escriturado
19
Propriedade de investimento
Grupo
'000 LVL
Saldo em:
31 Dezembro 2007
Acrescentos
31 Dezembro 2008
Acrescentos
Alterações no justo valor
31 Dezembro 2009
521
30
551
A rubrica propriedade de investimento contém 34 imóveis (anteriormente garantias bancárias),
na maioria habitações residenciais recuperadas de mutuários do Banco ao justo valor do imóvel
à data de aquisição.
50
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
20
Outros activos
Grupo
2009
'000 LVL
Stock
Depósitos de valores
Ouro
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
Banco
2008
2008
'000 LVL '000 LVL
2 237
172
988
155
1 026
1 022
780
773
4
4
3
3
Rendimento acumulado
145
145
1 042
1 042
Despesas diferidas
232
229
348
348
IVA a receber
261
1
8
-
776
(37)
4 644
299
1 872
371
(37)
3 503
369
2 690
Outros
Compensação por imparidade
A rubrica de stock do Grupo contém principalmente bens recuperados no âmbito de contratos de
locação financeira.
21
Depósitos e saldos de bancos
(a) Perfil geográfico:
Grupo
2009
’000 LVL
Instituições de crédito registadas na Letónia
Instituições de crédito registadas em países da OCDE
Instituições de crédito registadas fora da OCDE
Banco
2009
’000 LVL
Grupo
2008
’000 LVL
Banco
2008
’000 LVL
242
14 166
1 669
242
14 166
1 669
455
7 181
3 781
455
7 181
3 781
16 077
16 077
11 417
11 417
(b) Depósitos e saldos de bancos por tipo:
Grupo
2009
’000 LVL
Contas vostro
Depósitos a prazo
Empréstimos de bancos
Banco
2009
’000 LVL
Grupo
2008
’000 LVL
Banco
2008
’000 LVL
377
15 700
377
15 700
875
3 514
875
3 514
-
1 669
7 028
7 028
16 077
16 077
11 417
11 417
(c) Concentração de depósitos e saldos de bancos
Em 31 de Dezembro de 2009 e 2008, o Banco tinha um e três bancos e instituições financeiras,
respectivamente, cujos saldos excediam 10% do total de depósitos e saldos de bancos. O valor
bruto destes saldos, em 31 de Dezembro de 2009 e 2008, era de 14 063 milhares LVL e 10 707
milhares LVL, respectivamente.
51
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
22
Contas correntes e depósitos de clientes
Grupo
2009
'000 LVL
Depósitos à ordem
Residentes:
Empresas públicas
Empresas privadas
Particulares
Outros
Não residentes:
Residentes de países da OCDE
Residentes de países fora da OCDE
Total de depósitos à ordem
Depósitos a prazo
Residentes:
Empresas públicas
Particulares
Empresas privadas
Outros
Não residentes:
Residentes de países da OCDE
Residentes de países fora da OCDE
Total de depósitos a prazo
Total de contas correntes e depósitos de clientes
A estrutura de maturidade dos depósitos de clientes, de
acordo com as condições acordadas a 31 de Dezembro de
2009 era a seguinte:
Depósitos à ordem
Depósitos a prazo
até 3 meses
de 3 a 6 meses
de 6 meses a um ano
superior um ano
Total de depósitos à ordem e a prazo
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
100
1 782
7 299
35
100
1 786
7 299
170
329
802
6 247
259
329
1 053
6 248
259
20 583
17 996
47 795
20 583
17 996
47 934
20 279
15 918
43 834
20 279
15 918
44 086
167
53 112
1 646
33
167
53 112
1 646
33
1 508
709
37 150
200
1 508
709
37 150
200
16 870
14 373
86 201
133 996
16 870
14 373
86 201
134 135
39 732
15 015
94 314
138 148
39 732
15 015
94 314
138 400
Grupo
2009
'000 LVL
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
47 795
47 934
43 834
44 086
48 047
11 079
19 870
7 205
133 996
48 047
11 079
19 870
7 205
134 135
7 552
46 938
5 066
34 758
138 148
7 552
46 938
5 066
34 758
138 400
(a) Contas congeladas
Em 31 de Dezembro de 2009, o Banco mantinha saldos de contas de clientes no montante de 1
739 milhares LVL (2008: 422 milhares LVL) bloqueados como garantia de empréstimos e
instrumentos de crédito extrapatrimoniais emitidos pelo Banco.
(b) Concentrações de contas correntes e depósitos de clientes
Em 31 de Dezembro de 2009 e 2008, o Banco tinha respectivamente 12 e 16 clientes cujos
saldos excediam 1% do total das contas de clientes. Estes saldos em 31 de Dezembro de 2009 e
2008 eram de 23044 milhares LVL e 46035 milhares LVL, respectivamente.
52
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
23
Provisões
Grupo
2009
'000 LVL
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
Provisões para férias não gozadas
189
179
191
188
Outras
243
153
184
184
432
332
375
372
24
Obrigações hipotecárias
Grupo
2009
'000 LVL
Obrigações hipotecárias emitidas
Banco
2009
'000 LVL
11 272
11 272
11 272
11 272
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
14 752
14 752
14 752
14 752
Em 31 de Dezembro de 2009, o Banco e o Grupo detinham 11 272 milhares LVL (2008: 14 752
milhares LVL) de obrigações pendentes, incluindo juros acumulados de 27 mil LVL (2008: 88
milhares LVL).
Em 15 de Dezembro de 2006, o Banco emitiu obrigações hipotecárias a 5 anos, no montante de
7 000 milhares EUR (4 920 milhares LVL), sendo o juro acumulado, em 31 de Dezembro de
2009, de 6 milhares LVL (2008: 12 milhares LVL). A taxa de cupão destas obrigações é de 6 M
EUR LIBOR + 1,6%. Em 31 de Dezembro de 2009, a taxa de cupão destas obrigações era de
2,625% (2008: 5,25%).
Em 15 de Maio de 2007, o Banco emitiu obrigações hipotecárias a 3 anos, no montante de 9 000
milhares EUR (6 325 LVL) sendo o juro acumulado, em 31 de Dezembro de 2009, de 21
milhares LVL (2008: 50 milhares LVL). A taxa de cupão destas obrigações é de 6 M EUR
LIBOR + 1,55%. Em 31 de Dezembro de 2009, a taxa de cupão destas obrigações era de
2,625% (2008: 6,125%).
O Banco reembolsou a primeira emissão das obrigações hipotecárias, em 14 de Maio de
2009.
2009
ISIN
LV0000800332
LV0000800381
LV0000800464
90,000
100
9 000 EUR 2,625% 15.05.2010
Despesa acumulada
Total
25
2008
Quantia Valor
Volume Taxa de Data de
Quantidade
Valor
Valor
nominal registado cupão maturidade em circulação escriturado escriturado
48 650
100 4 865 EUR 5,875% 15.05.2009
3 419
3 419
70 000
100 7 000 EUR 2,625% 15.12.2011
4 920
4 920
4 920
6 325
6 325
27
6 325
88
11 272
14 752
Empréstimos subordinados
Os passivos subordinados em 31 de Dezembro de 2009 consistiam num crédito recebido de:
UNIMAIN HOLDINGS LTD
Facilidade: 6 357 milhares LVL (13 000 milhares USD)
Maturidade: 18 de Março de 2018
Taxa de juro: fixa a 6%
53
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Os empréstimos subordinados serão satisfeitos após todos os créditos dos restantes credores do
Banco e antes dos créditos dos accionistas do Banco serem satisfeitos.
26
Outros passivos
Despesas acumuladas
Depósitos de garantia
Montantes de compensação
Outros
27
Grupo
2009
'000 LVL
423
600
2 162
477
3662
Banco
2009
'000 LVL
422
600
2 162
127
3311
Grupo
2008
'000 LVL
353
402
170
925
Banco
2008
'000 LVL
350
402
146
898
Impostos diferidos
As diferenças temporárias entre os valores escriturados de activos e passivos para fins de reporte
financeiro e os valores utilizados para efeitos de tributação originam, em 31 de Dezembro de
2009 e 2008, activos e passivos por impostos diferidos líquidos.
Estas diferenças temporárias dedutíveis sem datas de vencimento encontram-se listadas abaixo,
nos respectivos valores acumulados de imposto em vigor:
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
2009
'000 LVL
Passivos por impostos diferidos:
diferença temporária devida à depreciação
acelerada do imposto Banco
diferença temporária devida à depreciação
acelerada do imposto outras empresas do
Grupo
diferença temporária proveniente de provisões
Banco
diferença temporária proveniente de provisões
outras empresas do Grupo
(Activos)/passivos por impostos diferidos líquidos
67
88
88
5
-
8
-
(38)
(38)
(35)
(35)
(45)
-
(48)
-
(11)
29
13
53
Banco
2009
'000 LVL
2009
'000 LVL
Passivos por impostos diferidos no final do
exercício
Impostos diferidos líquidos (activos) no final do
exercício
(Activos)/passivos por impostos diferidos líquidos no
final do exercício
Banco
2008
'000 LVL
67
Grupo
Passivos por impostos diferidos no início do
exercício
Efeito da alienação da DigiPro
Impostos diferidos a cobrar de lucros ou perdas
Grupo
2008
'000 LVL
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
13
53
78
47
-
-
(7)
-
(24)
(24)
(58)
6
29
29
53
53
(40)
-
(40)
-
(11)
29
13
53
A taxa de juro aplicável para o imposto diferido era de 15% (2008: 15%)
54
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
28
Capital próprio
Capital e prémio de emissão
O capital social autorizado e emitido é constituído por 20 235 000 acções ordinárias (2008:
10650000). Todas as acções têm um valor nominal de 1 LVL.
Em Julho de 2009, em assembleia geral de accionistas foi decidida a emissão de 9 584 617
acções ordinárias ao preço de 1 LVL, correspondente ao seu valor nominal. Todas as acções
encontram-se pagas.
Aos detentores de acções ordinárias são concedidos direitos aos dividendos, à quota de
liquidação e direito de voto em assembleia de accionistas. A Unimain Holdings Limited detém
acções sem direito de voto.
A empresa-mãe imediata do Banco é o CJS Commercial Bank “PrivatBank” (Ucrânia). Os
accionistas controladores do Banco são Bogolyubov Gennady Borisovich, com 48,997% das
acções da empresa-mãe imediata do Banco, e Kolomoysky Igor Valeriyevich com 49,154% das
acções da empresa-mãe imediata do Banco.
Em 31 de Dezembro de 2009, a estrutura accionista era a seguinte:
Accionista
País
Closed Joint Stock Commercial Bank
"PrivatBank"
UnimainHoldings Limited
M. Esterovs
J. Skvorcova
A. Lasko
V. Birins
O.Trubakov
O. Mekekechko
R. Petersons
Ucrânia
Chipre
EUA
Letónia
Letónia
Letónia
Ucrânia
Ucrânia
Letónia
Acções LVL
Participação, %
10 124 646
9 584 617
524 724
300
153
371
63
63
63
20 235 000
50,0353
47,3665
2,5932
0,0015
0,0008
0,0018
0,0003
0,0003
0,0003
100,00
Outras reservas no montante de 3 644 milhares LVL representam a contribuição do PrivatBank
(Ucrânia) no reforço do capital do Banco durante os procedimentos de reorganização em 2001.
Estas reservas não são distribuíveis em dividendos.
Outras reservas no montante de 149 milhares LVL representam a parcela dos lucros do
exercício anterior transferidas para reservas. Estas reservas são distribuíveis em dividendos.
29
Caixa e equivalentes de caixa
O caixa e os equivalentes de caixa consistem em:
Grupo
2009
'000 LVL
Caixa
Devido do Banco da Letónia
Depósitos noutras instituições de crédito com
maturidade inferior a três meses
Devido a outras instituições de crédito com
maturidade inferior a três meses
Total
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
1 481
8 472
1 481
8 472
1 304
8 233
1 304
8 233
32 904
32 904
23 725
23 725
(16 007)
(16 007)
(4 278)
(4 278)
26 850
26 850
28 984
28 984
55
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
30
Fundos sob gestão fideicomissária
Grupo
2009
'000 LVL
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
Activos sob gestão
Empréstimos a residentes de países da OCDE
Empréstimos a residentes de outros países
22 115
16 918
39 033
22 115
16 918
39033
25 698
25 698
25 698
25 698
12 497
26 536
12 497
26 536
-
-
25 698
25 698
39 033
39 033
25 698
25 698
Passivos sob gestão
Depósitos de residentes de países da OCDE
Depósitos de residentes de outros países
Os fundos sob gestão fideicomissária representam activos geridos e detidos pelo Banco em
nome dos clientes. O Banco aufere uma comissão por deter estes activos. O Banco não se
encontra sujeito a risco de juros, crédito, liquidez e divisas relativamente a estes activos, de
acordo com o contrato celebrado com os clientes.
Os empréstimos são concedidos em nome dos clientes que cedem um depósito como garantia do
empréstimo contraído.
31
Análise por segmento
O formato principal do Banco e do Grupo de reporte de informação sobre segmentos é por
segmentos de negócio.
O Banco está dividido em dois principais segmentos de negócio:
• Banca comercial – inclui operações bancárias empresariais e de retalho, incluindo a
recepção de depósitos e empréstimos comerciais, liquidações e operações de caixa. Os
serviços bancários comerciais incluem igualmente trade finance e locação operacional.
•
Banca de investimento e mercados financeiros – inclui finanças empresariais, operações
de câmbio, mercados de dívida e de capitais, corretagem, transacções de títulos e de
metais preciosos.
De seguida, indica-se a informação por segmentos para os principais segmentos de negócio
reportáveis do Grupo referente ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2009:
Grupo
Receita externa
Receita
Perdas por imparidade
Despesas com juros
Despesas com serviços e comissões
Despesas administrativas gerais
Resultado do segmento antes de impostos
Activos do segmento reportáveis
Passivos do segmento reportáveis
Banca Banca de investimento e
comercial
mercados financeiros
10 553
3 684
10 553
3 684
(15 831)
(5 010)
(1 411)
(306)
(314)
(6 949)
(173)
(17 543)
1 786
99 774
164 660
80 963
16 077
Total
14 237
14 237
(15 831)
(6 421)
(620)
(7 122)
(15 757)
180 737
180 737
56
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Apresenta-se, de seguida, a informação por segmentos para os principais segmentos de negócio
reportáveis do Grupo referente ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2008:
Receita externa
Receita
Perdas por imparidade
Despesas com juros
Despesas com serviços e comissões
Despesas administrativas gerais
Resultado do segmento antes de impostos
Activos do segmento reportáveis
Passivos do segmento reportáveis
Banca Banca de investimento e
comercial
mercados financeiros
13 485
3 611
13 485
3 611
(2 154)
(5 577)
(495)
(316)
(398)
(5 425)
(2 668)
13
50
130 651
155 207
51 062
11 417
Total
17 096
17 096
(2 154)
(6 072)
(714)
(8 093)
63
181 713
166 624
Segue-se a informação por segmentos para os principais segmentos de negócio reportáveis do
Banco referente ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2009:
Banco
Receita externa
Receita
Perdas por imparidade
Despesas com juros
Despesas com serviços e comissões
Despesas administrativas gerais
Outras despesas
Resultado do segmento
Activos do segmento reportáveis
Passivos do segmento reportáveis
Banca Banca de investimento e
comercial
mercados financeiros
10 196
3 684
10 196
3 684
(14 334)
(5 033)
(1 411)
(297)
(314)
(6 597)
(173)
(165)
(16 230)
1 786
100 359
165 245
80 963
16 077
Total
13 880
13 880
(14 334)
(6 444)
(611)
(6 770)
(165)
(14 444)
181 322
181 322
A informação por segmentos para os principais segmentos de negócio reportáveis do Banco
referente ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2008 é apresentada abaixo:
Receita externa
Receita
Perdas por imparidade
Despesas com juros
Despesas com serviços e comissões
Despesas administrativas gerais
Resultado do segmento
Activos do segmento reportáveis
Passivos do segmento reportáveis
Banca Banca de investimento e
comercial
mercados financeiros
12 852
3 611
12 852
3 611
(1 899)
(5 580)
(495)
(239)
(398)
(5 107)
(2 668)
27
50
130 407
155 415
51 062
11 417
Total
16 463
16 463
(1 899)
(6 075)
(637)
(7 775)
77
181 469
166 832
A informação geográfica é apresentada na Nota 40.
57
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
32
Compromissos e contingências
O Grupo e o Banco têm, em qualquer momento, compromissos pendentes para extensão do
crédito. Estes compromissos assumem a forma de empréstimos aprovados e limites de cartões
de crédito e autorizações de descobertos.
O Grupo e o Banco fornecem garantias financeiras e cartas de crédito de forma a garantir o
desempenho dos clientes perante terceiros. Estes acordos têm limites fixados e, em geral,
estendem-se por um período até cinco anos. O Banco fornece igualmente garantias ao agir como
agente de liquidação em transacções com empréstimos de títulos e outros empréstimos.
Os montantes contratados de compromissos estão indicados na seguinte tabela, por categoria.
Os montantes reflectidos na tabela para compromissos presumem que os valores foram
adiantados na totalidade. Os montantes reflectidos na tabela para garantias e cartas de crédito
representam a perda contabilística máxima que seria reconhecida na data do balanço, se as
contrapartes falhassem, por completo, na execução conforme contratado.
Grupo
Banco
Grupo
Banco
2009
2009
2008
2008
'000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL
Montante contratado
Compromissos de empréstimos e de linhas de crédito
Compromissos com cartões de crédito
Garantias e cartas de crédito
226
226
845
845
991
928
2 145
991
928
2 145
1 669
772
3 286
1 669
772
3 286
Os montantes contratados de compromissos pendentes para extensão do crédito acima referidos
não representam, necessariamente, requisitos monetários futuros, uma vez que estes podem
expirar ou terminar sem serem financiados.
33
Litígio
No decurso normal da actividade, o Grupo e o Banco estão sujeitos a acções e reclamações
legais. A administração crê que a responsabilidade última, se a houver, proveniente de tais
acções ou reclamações, não terá efeitos materiais adversos nas condições financeiras dos
resultados de operações futuras do Grupo ou do Banco.
34
Transacções com partes relacionadas
(a)
Relações de controlo
O banco-mãe mais próximo do Banco e a sua entidade controladora é o CJS Commercial Bank
“PrivatBank” (Ucrânia).
(b)
Transacções com os membros do Conselho e Conselho de Administração
Remunerações totais incluídas na compensação dos colaboradores (ver nota 9)
Grupo
2009
'000 LVL
Membros do Conselho de Administração
Conselho
Banco
2009
'000 LVL
Grupo
2008
'000 LVL
Banco
2008
'000 LVL
195
178
224
217
52
52
51
51
247
230
275
268
Os valores acima indicados incluem benefícios não financeiros relativos aos membros do
Conselho e Conselho de Administração.
58
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Os saldos pendentes e as taxas médias de juro, em 31 de Dezembro de 2009, dos membros do
Conselho e Conselho de Administração eram os seguintes:
2009
'000 LVL
Balanço
Activos
Empréstimos e valores a receber de clientes
Depósitos e contas correntes
Taxa média
de juros
184
183
2008
'000 LVL
4,11%
8,50%
Taxa média
de juros
271
53
5,76%
6,03%
1,45%
Os montantes incluídos na conta de resultados líquidos relativos a transacções com os membros
do Conselho e Conselho de Administração são os seguintes:
2009
'000 LVL
Demonstração de resultados
Receitas de juros
Despesas com juros
(c)
2008
'000 LVL
6
1
19
6
Transacções com outras partes relacionadas
Seguem-se os saldos pendentes e as taxas médias de juros, a 31 de Dezembro de 2009, e
relacionados com montantes das contas de resultados líquidos para o exercício findo em 31 de
Dezembro de 2009, com partes relacionadas. As outras partes relacionadas incluem o
TaoPrivatBank, Geórgia, o PrivatBank Kipra e a Unimain Holding Ltd..
Grupo
Outras subsidiárias da Empresa-mãe
Empresa-mãe
2009 2008
2009
2008
2009
Taxa média
contratual de
juros
'000 LVL
2008
2009
Total
2009
2008
2008
Taxa média
contratual de
juros
'000 LVL
'000 LVL
Balanço
Activos
Saldo na conta correspondente 119
138
-
-
980
979
-
1 099
1 117
5
5
2,69
2,69
341
-
-
346
5
104
95
-
-
-
-
-
104
95
110
142
-
-
22
-
-
132
142
-
990
-
2,75
-
-
-
-
990
-
-
-
-
1 406
6 357
-
-
1 406
6 357
-
51
1
-
-
-
-
-
51
1
99
-
-
-
2 2 397
-
101
2 397
2
181
12
79
-
-
239
-
-
2
510
12
79
108
94
-
-
-
-
-
108
94
39
39
-
-
-
38
39
Depósitos a prazo
Fundos a regularizar
(VISA, PrivatMoney)
Passivos
Devidos ao PrivatBank
(Ucrânia) – conta loro
PrivatBank
“overnight”
Depósitos de curto prazo
Empréstimos subordinados
Fundos a regularizar
(PrivatMoney)
Posições abertas em divisas
Demonstração de resultados
Receita de juros
Despesas com juros
Receitas de serviços e
comissões
Despesas com serviços e
comissões
-
59
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Banco
Outras
subsidiárias da
Empresa-mãe
Empresa-mãe
2009 2008
2009
2008
2009
Taxa média
contratual de
juros
'000 LVL
2008
Subsidiárias
2009
'000 LVL
2008
Total
2009
2009
2008
Taxa média
contratual de
juros
'000 LVL
2008
'000 LVL
Balanço
Activos
Saldo na conta
correspondente
119
138
-
-
980
979
-
-
-
1 099
1 117
Depósitos a prazo
5
Fundos a
104
regularizar
(VISA,
Empréstimo a SIA
“PrivatLIzings”
Empréstimo a SIA
"PrivatConsulting"
Empréstimo a SIA
"Amber
Real"
Passivos
Devidos ao
110
PrivatBank
(Ucrânia) – conta
PrivatBank
“overnight”
Depósitos de curto
prazo
Empréstimos
subordinados
Fundos a
51
regularizar
(PrivatMoney)
Posições
abertas
99
em divisas
Devidos a SIA
“PrivatLIzings”
Devidos a SIA
"AmberReal"
Devidos a SIA
"PrivatConsulting"
5
2,69
2,69
341
-
-
-
-
346
5
95
-
-
-
-
-
-
-
104
95
-
-
-
-
- 12 420
15 146
3,82
-
-
-
-
-
10
10
5,83
4
10
10
-
-
-
-
-
3 174
-
4,2
-
3 174
-
142
-
-
22
-
-
-
-
132
142
990
-
2,75
-
-
-
-
-
-
990
-
-
- 1 406
-
-
-
1 406
-
-
-
- 6 357
-
-
-
-
6 357
-
1
-
-
-
-
-
-
-
51
1
-
-
-
2
-
-
-
101
2 397
-
-
-
-
-
135
251
-
-
135
251
-
-
-
-
-
4
-
-
-
4
-
-
-
-
-
-
-
1
-
-
-
1
2
12
-
-
-
-
703
1 094
-
705
1 106
181
79
-
-
239
-
23
3
-
533
82
110
94
-
-
-
-
-
1
-
110
95
38
39
-
-
-
-
-
-
-
38
39
-
-
-
-
-
22
-
2 397
7,63 12 420 15 146
-
Demonstração de resultados
Receita de juros
Despesas com
juros
Receitas de
serviços e
comissões
Despesas com
serviços e
comissões
Despesas gerais e
administrativas
22
60
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
35
Análise de maturidades
A tabela seguinte apresenta os activos e passivos desdobrados consoante as respectivas
maturidades contratuais remanescentes, em 31 de Dezembro de 2009.
Grupo
Activos
Caixa
Saldos no Banco da
Letónia
Instrumentos financeiros
ao justo valor através de
lucros ou perdas
Empréstimos e valores a
receber de bancos
Empréstimos e valores a
receber de clientes
Activos disponíveis para
venda
Bens e equipamentos
Propriedade de
investimento
Activos incorpóreos
Impostos pagos
Activos por impostos
diferidos
Outros activos
Total de activos
Inferior a De 1 a 3 De 3 meses De 1 a 5 Mais de 5
Sem
1 mês
meses
a 1 ano
anos
anos
maturidade Vencido
'000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL
-
1 481
-
-
8 472
-
-
299
-
-
-
-
-
-
23 449
9 455
47 664
312
83
-
-
80 963
2 857
4 579
15 019
14 179
37 703
-
8 521
82 858
-
-
-
-
-
70
-
70
-
-
-
-
-
1 153
-
1 153
-
-
-
-
-
551
-
551
142
-
142
64
-
-
-
-
-
-
64
-
-
-
-
-
40
-
40
-
-
-
4 472
41 094
-
Total
'000 LVL
-
1 481
-
8 472
299
172
14 034
62 683
14 491
37 786
2 128
4 644
8 521
180 737
61
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Passivos
Instrumentos financeiros
ao justo valor através de
lucros ou perdas
Depósitos e saldos de
bancos
Contas correntes e
depósitos de clientes
Provisões
Obrigações hipotecárias
Empréstimos
subordinados
Passivos por
impostosdiferidos
Outros passivos
Sem
Inferior a De 1 a 3 De 3 meses De 1 a 5 Mais de 5
a 1 ano
anos
anos
maturidade Vencido
1 mês
meses
'000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL
Total
'000 LVL
21
-
-
-
-
-
-
21
1 827
14 180
70
-
-
-
-
16 077
60 045
35 797
30 949
7 205
-
-
-
133 996
432
-
-
6 346
4 926
-
-
-
432
11 272
-
-
-
-
6 357
-
-
6 357
-
-
-
29
-
-
-
29
3 662
-
-
-
-
-
-
3 662
Capital accionista
-
-
-
-
-
8 891
-
8 891
Total de passivos
65 987
49 977
37 365
12 160
6 357
8 891
-
180 737
Situação líquida em 31
de Dezembro de 2009
(24 893)
(35 943)
25 318
2 331
31 429
(6 763)
8 521
-
Total de activos em
31.12.2008
35 590
5 003
41 580
47 991
46 408
3 028
2 113
181 713
Total de passivos em
31.12.2008
63 357
50 868
34 460
5 681
11 333
16 014
-
181 713
(27 767)
(45 865)
7 120
42 310
35 075
(12 986)
2 113
-
Situação líquida em 31
de Dezembro de 2008
62
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Banco
Activos
Caixa
Saldos no Banco da
Letónia
Instrumentos financeiros
ao justo valor através de
lucros ou perdas
Empréstimos e valores a
receber de bancos
Empréstimos e valores a
receber de clientes
Activos disponíveis para
venda
Investimentos em
subsidiárias
Bens e equipamentos
Activos incorpóreos
Impostos pagos
Outros activos
Total de activos
Passivos
Instrumentos financeiros
ao justo valor através de
lucros ou perdas
Depósitos e saldos de
bancos
Contas correntes e
depósitos de clientes
Provisões
Obrigações hipotecárias
Empréstimos
subordinados
Passivos por
impostosdiferidos
Outros passivos
Inferior a De 1 a 3 De 3 meses De 1 a 5 Mais de 5
Sem
Total
1 mês
meses
a 1 ano
anos
anos
maturidade Vencido
'000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL
1 481
-
-
-
-
-
-
1 481
8 472
-
-
-
-
-
-
8 472
299
-
-
-
-
-
-
23 449
9 455
47 664
312
83
-
-
80 963
3 670
10 042
21 127
9 932
36 402
-
5 798
86 971
-
-
-
-
-
28
-
28
-
-
-
-
-
14
-
14
-
-
-
-
-
1 071
-
1 071
39
1 700
-
-
-
-
112
172
-
112
39
1 872
39 110
19 497
68 791
10 244
36 485
1 397
5 798
181 322
Inferior a De 1 a 3 De 3 meses De 1 a 5 Mais de 5
Sem
1 mês
meses
a 1 ano
anos
anos
maturidade Vencido
'000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL '000 LVL
299
Total
'000 LVL
21
-
-
-
-
-
-
21
1 827
14 180
70
-
-
-
-
16 077
60 184
35 797
30 949
7 205
-
-
-
134 135
332
-
-
6 346
4 926
-
-
-
332
11 272
-
-
-
-
6 357
-
-
6 357
-
-
-
29
-
-
-
29
3 311
-
-
-
-
-
-
3 311
Capital accionista
-
-
-
-
-
9 788
-
9 788
Total de passivos
65 675
49 977
37 365
12 160
6 357
9 788
-
181 322
Situação líquida em 31
de Dezembro de 2009
(26 565)
(30 480)
31 426
(1 916)
30 128
(8 391)
5 798
-
Total de activos em
31.12.2008
35 395
4 919
41 302
49 575
46 233
2 838
1 207
181 469
Total de passivos em
31.12.2008
63 592
50 868
34 460
5 681
11 333
15 535
-
181 469
(28 197)
(45 949)
6 842
43 894
34 900
(12 697)
1 207
-
Situação líquida em 31
de Dezembro de 2008
63
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Análise dos fluxos de caixa contratuais não descontados dos passivos financeiros
A tabela seguinte apresenta os fluxos de caixa contratuais a pagar pelo Grupo e Banco dos
passivos financeiros, incluindo passivos financeiros derivados, desdobrados consoante as
respectivas maturidades contratuais remanescentes à data do reporte.
Os montantes reportados na tabela são os fluxos de caixa contratuais não descontados
comparativamente com os montantes escriturados dos passivos financeiros, consistindo dos
fluxos de caixa descontados à data do reporte.
A análise em 31 de Dezembro de 2009 era a seguinte:
Grupo
Instrumentos financeiros
Depósitos e saldos de
bancos
Contas à ordem e depósitos
de clientes
Obrigações hipotecárias
Passivos derivados
Empréstimos subordinados
Total
Valor
escriturado
Fluxos de caixa
contratuais
Inferior
a 1 ano
De 1 a 3
meses
De 3 a 12
meses
Mais de 1
ano
16 077
16 077
1 827
14 180
70
-
133 996
11 272
21
6 357
167 723
133 996
11 272
13 239
6 357
180 941
60 045
13 239
75 111
35 797
49 977
30 949
6 346
37 365
7 205
4 926
6 357
18 488
Valor
escriturado
Fluxos de caixa
contratuais
Inferior
a 1 ano
16 077
16 077
1 827
14 180
70
-
134 135
11 272
21
6 357
167 862
134 135
11 272
13 239
6 357
181 080
60 184
13 239
75 520
35 797
49 977
30 949
6 346
37 365
7 205
4 926
6 357
18 488
Banco
Instrumentos financeiros
Depósitos e saldos de
bancos
Contas à ordem e depósitos
de clientes
Obrigações hipotecárias
Passivos derivados
Empréstimos subordinados
Total
De 1 a 3
meses
De 3 a 12
meses
Mais de 1
ano
A análise em 31 de Dezembro de 2008 era a seguinte:
Grupo
Instrumentos financeiros
Depósitos e saldos de
bancos
Contas à ordem e depósitos
de clientes
Obrigações hipotecárias
Passivos derivados
Total
Valor
escriturado
Fluxos de caixa
contratuais
Inferior
a 1 ano
De 1 a 3
meses
De 3 a 12
meses
Mais de 1
ano
11 417
11 417
4 278
-
7 139
-
138 148
14 752
940
165 257
138 148
14 752
17 201
181 518
58 324
17 201
79 803
50 294
50 294
23 902
3 419
16 276
5 628
11 333
11 333
Valor
escriturado
Fluxos de caixa
contratuais
Inferior
a 1 ano
11 417
11 417
4 278
-
7 139
-
138 400
14 752
940
165 509
138 400
14 752
17 201
181 770
585 76
17 201
80 055
50 294
50 294
23 902
3 419
34 460
5 628
11 333
16 961
Banco
Instrumentos financeiros
Depósitos e saldos de
bancos
Contas à ordem e depósitos
de clientes
Obrigações hipotecárias
Passivos derivados
Total
De 1 a 3
meses
De 3 a 12
meses
Mais de 1
ano
64
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
36
Análise de divisas
A tabela que se segue apresenta a estrutura de divisas dos activos e passivos, em 31 de
Dezembro de 2009:
Grupo
LVL
'000 LVL
Activos
Caixa
Saldos no Banco da Letónia
Empréstimos e valores a receber de
bancos
Instrumentos financeiros ao justo
valor através de lucros ou perdas
Empréstimos e valores a receber de
clientes
Activos disponíveis para venda
Activos incorpóreos
Bens e equipamentos
Propriedade de investimento
Impostos pagos
Outros activos
Activos por impostos diferidos
Total de activos
Passivos
Instrumentos financeiros ao justo
valor através de lucros ou perdas
Depósitos e saldos de bancos
Contas correntes e depósitos de
clientes
Obrigações hipotecárias
USD
'000 LVL
Outras
divisas
'000 LVL
EUR
'000 LVL
Total
'000 LVL
774
186
520
1
8 161
-
311
-
1 481
8 472
2 297
52 110
23 343
3 213
80 963
35
-
218
46
299
11 455
42
137
1072
551
62
1 033
2 290
69 113
-
82 858
-
28
-
70
-
5
-
142
1
80
-
1 153
551
64
4 644
40
-
-
-
-
2
-
466
3 141
4
-
-
25 659
55 053
96 761
-
19
289
-
2
21
11
15 719
58
16 077
20 283
47 392
2 610
-
-
63 711
11 272
133 996
11 272
432
3 662
6 357
40
3 264
-
180 737
Provisões
414
-
18
-
Outros passivos
708
570
3
-
2 381
6 357
-
-
29
-
-
-
29
21 445
8 891
56 438
91 290
2 673
-
-
-
171 846
8 891
(4 677)
(1 385)
5 471
591
-
8 260
1 587
(9 365)
(482)
-
3 583
202
(3 894)
109
-
Empréstimos subordinados
Passivos por impostos diferidos
Total dos passivos
Capital accionista
Posição patrimonial líquida a 31
de Dezembro de 2009
Posição extrapatrimonial líquida
a 31 de Dezembro de 2009
Posição patrimonial e
extrapatrimonial líquida a 31 de
Dezembro de 2009
65
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Banco
LVL
'000 LVL
Activos
Caixa
Saldos no Banco da Letónia
Empréstimos e valores a receber de
bancos
Instrumentos financeiros ao justo
valor através de lucros ou perdas
Empréstimos e valores a receber de
clientes
Activos disponíveis para venda
Investimentos em subsidiárias
Bens e equipamentos
Activos incorpóreos
Impostos pagos
Outros activos
Total de activos
Passivos
Instrumentos financeiros ao justo
valor através de lucros ou perdas
Depósitos e saldos de bancos
Contas correntes e depósitos de
clientes
Obrigações hipotecárias
Outros passivos
Provisões
Empréstimos subordinados
Passivos por impostos diferidos
Total dos passivos
Capital accionista
Posição patrimonial líquida a 31
de Dezembro de 2009
Posição extrapatrimonial líquida
a 31 de Dezembro de 2009
Posição patrimonial e
extrapatrimonial líquida a 31 de
Dezembro de 2009
USD
'000 LVL
Outras
divisas
'000 LVL
EUR
'000 LVL
Total
'000 LVL
774
186
520
1
8 161
-
311
-
1 481
8 472
2 297
52 110
23 343
3 213
80 963
35
-
218
46
299
9 883
2 290
74 798
-
86 971
14
990
107
37
321
-
28
-
28
-
-
-
14
1
80
-
1 071
-
5
-
112
-
2
-
39
466
1 081
4
1 872
22 619
55 053
100 386
3 264
181 322
-
19
-
2
21
11
289
15 719
58
16 077
20 422
47 392
63 711
2 610
134 135
-
-
2 381
6 357
11 272
570
18
-
357
314
3
-
-
11 272
3 311
332
6 357
-
-
29
-
-
-
29
21 133
9 788
56 438
91 290
2 673
-
-
-
171 534
9 788
(8 302)
(1 385)
9 096
591
-
8 260
1 587
(9 365)
(482)
-
(42)
202
(269)
109
-
66
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
A tabela seguinte apresenta a estrutura de divisas dos activos e passivos, em 31 de Dezembro de
2008:
Grupo
LVL
'000 LVL
Activos
Caixa
Saldos no Banco da Letónia
Empréstimos e valores a receber de
bancos
Instrumentos financeiros ao justo
valor através de lucros ou perdas
Empréstimos e valores a receber de
clientes
Activos disponíveis para venda
Bens e equipamentos
Activos incorpóreos
Impostos pagos
Outros activos
Passivos por impostos diferidos
Total de activos
Passivos
Instrumentos financeiros ao justo
valor através de lucros ou perdas
Depósitos e saldos de bancos
Contas correntes e depósitos de
clientes
Obrigações hipotecárias
Outros passivos
Impostos empresariais a pagar
Provisões
Passivos por impostos diferidos
Total dos passivos
Capital accionista
Posição patrimonial líquida a 31
de Dezembro de 2008
Posição extrapatrimonial líquida
a 31 de Dezembro de 2008
Posição patrimonial e
extrapatrimonial líquida a 31 de
Dezembro de 2008
USD
'000 LVL
Outras
divisas
'000 LVL
EUR
'000 LVL
Total
'000 LVL
2
-
383
759
-
1 304
8 233
1 351
44 585
3 823
1 303
51 062
29
237
200
-
466
11 482
3 445
100 240
-
115 167
50
1 541
126
146
3 130
40
-
-
-
50
1
74
-
-
5
-
-
-
61
-
312
-
-
1 616
126
146
3 503
40
26 099
48 518
105 791
1 305
181 713
-
940
-
-
940
181
1 668
8 585
983
11 417
24 576
75 542
37 706
324
138 148
-
-
-
366
-
14 752
9
-
14 752
375
14
-
-
-
14
925
-
-
-
925
17
-
36
-
53
26 079
15 089
78 150
61 088
1 307
-
-
-
166 624
15 089
(15 069)
(29 632)
44 703
(2)
-
15 508
30 048
(45 651)
95
-
439
416
(948)
93
-
730
189
7 474
67
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Banco
LVL
'000 LVL
Activos
Caixa
Saldos no Banco da Letónia
Empréstimos e valores a receber de
bancos
Instrumentos financeiros ao justo
valor através de lucros ou perdas
Empréstimos e valores a receber de
clientes
Activos disponíveis para venda
Investimentos em subsidiárias
Bens e equipamentos
Activos incorpóreos
Impostos pagos
Outros activos
Total de activos
Passivos
Instrumentos financeiros ao justo
valor através de lucros ou perdas
Depósitos e saldos de bancos
Contas correntes e depósitos de
clientes
Obrigações hipotecárias
Outros passivos
Provisões
Passivos por impostos diferidos
Total dos passivos
Capital accionista
Posição patrimonial líquida a 31
de Dezembro de 2008
Posição extrapatrimonial líquida
a 31 de Dezembro de 2008
Posição patrimonial e
extrapatrimonial líquida a 31 de
Dezembro de 2008
USD
'000 LVL
Outras
divisas
'000 LVL
EUR
'000 LVL
Total
'000 LVL
730
189
383
2
1 304
7474
-
759
-
8 233
1 351
44 585
3 823
1 303
51 062
29
237
200
-
466
12 245
3 445
100 240
-
115 930
41
12
1413
99
144
2 317
-
-
-
41
-
-
-
12
1
74
-
1 488
-
-
-
99
-
-
-
61
312
-
144
2 690
25 855
48 518
105 791
1 305
181 469
-
940
-
-
940
181
1 668
8 585
983
11 417
24 828
75 542
37 706
324
138 400
-
-
-
898
363
-
14 752
9
14 752
898
372
-
17
-
36
-
53
26 287
14 637
78 150
61 088
1 307
-
-
-
166 832
14 637
(15 069)
(29 632)
44 703
(2)
-
15 508
30 048
(45 651)
95
-
439
416
(948)
93
-
68
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
37
Risco de crédito
A tabela que se segue apresenta a exposição máxima do Grupo ao risco de crédito para as
componentes do balanço, incluindo derivados. As exposições baseiam-se nos montantes
líquidos escriturados, tal como referido no balanço.
Apresentam-se as exposições de crédito máximas do Grupo, tanto em bruto, isto é, sem ter em
consideração quaisquer garantias ou outros benefícios de crédito, como líquidas, isto é, após ter
em consideração quaisquer garantias ou outros benefícios de crédito. Os pormenores acerca do
tipo e montantes de garantias detidas são indicados nas notas respectivas.
A exposição do Banco ao risco de crédito não foi apresentada, uma vez que a diferença para a
análise do Grupo não é significativa.
Exposição bruta máxima de
crédito
31.12.2009
31.12.2008
Exposição líquida máxima de
crédito
31.12.2009
31.12.20082
LVL'000
LVL'000
LVL'000
LVL'000
9 953
9 537
9 953
9 537
80 963
51 062
80 963
51 062
299
466
299
466
82 858
115 167
8 282
7 972
174 073
176 232
99 497
69 037
Outros compromissos
928
772
928
772
Totais de rubricas extra patrimoniais do
balanço
928
772
928
772
175 001
177 004
100 425
69 809
Saldos no Banco da Letónia
Empréstimos e valores a receber de bancos
Instrumentos financeiros ao justo valor
através de lucros ou perdas
Empréstimos e valores a receber de clientes
Totais de rubricas do balanço
Exposição total de crédito
69
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
38
Classificação de activos financeiros e outros activos e passivos
LVL `000
Empréstimos e valores a
receber / passivos
financeiros a custo
amortizado
2009
Activos
Caixa e saldos no Banco da
Letónia
Empréstimos e valores a
receber de bancos
Empréstimos e valores a
receber de clientes
Activos disponíveis para
venda
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros
ou perdas
2008
Detidos para
negociação
2009
Disponível para
venda
2008
2009
Activos/passivos
não financeiros
2008
2009
Total
2008
2009
2008
9 953
9 537
-
-
-
-
-
-
9 537
9 537
80 963
51 062
-
-
-
-
-
-
80 963
51 062
82 858
115 167
-
-
-
-
-
-
82 858
115 167
-
-
-
-
70
50
-
-
70
50
-
-
299
466
-
-
-
-
299
466
Activos incorpóreos
-
-
-
-
-
-
142
126
142
126
Bens e equipamentos
-
-
-
-
-
-
1 153
1 616
1 153
1 616
Propriedade de investimento
-
-
-
-
-
-
551
-
551
-
377
1 244
-
-
-
-
64
4 267
146
2259
64
4 644
146
3 503
-
-
-
-
-
-
40
40
40
40
174 151
177 010
299
466
70
50
6 217
4 187 180 737
181 713
16 077
11 417
-
-
-
-
-
16 077
11 417
21
940
21
940
-
-
-
-
-
- 133 996
138 148
Impostos pagos
Outros activos
Activos por impostos
diferidos
Total de activos
Passivos
Depósitos e saldos de
bancos
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros
ou perdas
Contas correntes e depósitos
de clientes
Obrigações hipotecárias
Empréstimos subordinados
Provisões
-
133 996
138 148
11 272
14 752
11 272
14 752
6 357
-
-
-
-
-
-
-
6 357
-
-
-
-
-
-
-
432
375
432
375
Passivos por impostos
diferidos
-
-
-
-
-
-
29
53
29
53
Impostos empresariais a
pagar
-
14
-
-
-
-
-
-
-
14
925
3 662
925
167 702
164 331
21
940
-
-
1 353 171 846
166 624
Outros passivos
Total de Passivos
3 662
4 123
70
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
39
Análise da reavaliação das taxas de juro
O risco da taxa de juro refere-se às alterações no valor do instrumento financeiro como
resultado de alterações nas taxas de mercado. O período durante o qual a taxa de juro dos
instrumentos financeiros é constante, determina qual é a sua exposição ao risco da taxa de juro.
De acordo com a prática corrente entre os bancos letões, o período durante o qual a taxa de juro
se ajusta aos valores de mercado corresponde à data de vencimento do instrumento financeiro
respectivo, que se apresenta na tabela seguinte.
Em 31 de Dezembro de 2009, as categorias de reavaliação das taxas de juro eram as seguintes:
Grupo
Inferior a 1
mês
'000 LVL
Activos
Caixa e saldos com o Banco
da Letónia
Empréstimos e valores a
receber de bancos
Empréstimos e valores a
receber de clientes
Activos disponíveis para
venda
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros
ou perdas
Activos incorpóreos
Bens, instalações e
equipamentos
Propriedade de investimento
Activos por impostos
diferidos
Impostos pagos
Outros activos
Total de activos
Passivos e capital dos
accionistas
Depósitos e saldos de bancos
De 1 a 6 De 6 meses a
meses
1 ano
'000 LVL '000 LVL
De 1 a 5
anos
'000 LVL
-
-
16 518
24 548
32 554
-
17 285
28 773
5 994
-
-
-
Activos e
passivos não
sujeitos a
Mais de 5
juros
Total
anos
'000 LVL '000 LVL '000 LVL
-
-
9 537
9 537
-
7 343
80 963
9 507
12 778
8 521
82 858
-
-
70
70
-
-
-
-
-
299
299
-
-
-
-
-
142
142
-
-
-
-
-
1 153
551
1 153
551
-
-
-
-
-
40
40
-
-
-
-
-
64
64
-
-
-
-
-
4 644
4 644
33 803
53 321
38 548
9 507
12 778
32 780
180 737
29
15 656
-
-
392
16 077
-
-
-
-
-
21
21
24 551
-
46 877
11 245
19 870
-
7 205
-
-
35 493
27
133 996
11 272
-
-
-
-
-
432
432
Outros passivos
-
-
-
-
6 357
-
29
3 662
29
6 357
3 662
Capital accionista
-
-
-
-
8 891
8 891
24 580
73 778
19 870
7 205
6 357
48 947
180 737
9 223
(20 457)
18 678
2 302
6 421
(16 167)
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros
ou perdas
Contas correntes e depósitos
de clientes
Obrigações hipotecárias
Provisões
Passivos por impostos
diferidos
Empréstimos subordinados
Total de passivos e capital
accionista
Risco da taxa de juro
71
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Banco
Inferior a 1
mês
'000 LVL
Activos
Caixa e saldos com o Banco
da Letónia
Empréstimos e valores a
receber de bancos
Empréstimos e valores a
receber de clientes
Activos disponíveis para
venda
Investimento em subsidiárias
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros
ou perdas
Activos incorpóreos
Bens, instalações e
equipamentos
Impostos pagos
Outros activos
Total de activos
Passivos e capital dos
accionistas
Depósitos e saldos de bancos
De 1 a 6 De 6 meses a
meses
1 ano
'000 LVL '000 LVL
De 1 a 5
anos
'000 LVL
Activos e
passivos não
sujeitos a
Mais de 5
juros
anos
Total
'000 LVL '000 LVL '000 LVL
-
-
-
-
-
9 953
9 953
16 518
24 548
32 554
-
-
7 343
80 963
27 344
26 486
2 366
12 199
12 778
5 798
86 971
-
-
-
-
-
28
14
28
14
-
-
-
-
-
299
299
-
-
-
-
-
112
112
-
-
-
-
-
1 071
39
1 071
39
-
-
-
-
-
1 872
1 872
43 862
51 034
34 920
12 199
12 778
26 529
181 322
29
15 656
-
-
392
16 077
-
-
-
-
-
21
21
24 551
-
46 877
11 245
-
19 870
-
7 205
-
6 357
35 632
27
332
-
134 135
11 272
332
6 357
Outros passivos
-
-
-
-
-
29
3 311
29
3 311
Capital accionista
-
-
-
-
9 788
9 788
Total de passivos e capital
accionista
24 580
73 778
19 870
7 205
6 357
49 532
181 322
Risco da taxa de juro
19 282
(22 744)
15 050
4 994
6 421
(23 003)
-
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros
ou perdas
Contas correntes e depósitos
de clientes
Obrigações hipotecárias
Provisões
Empréstimos subordinados
Passivos por impostos
diferidos
72
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Em 31 de Dezembro de 2008, as categorias de reavaliação das taxas de juro eram as seguintes:
Grupo
Inferior a 1
mês
'000 LVL
Activos
Caixa e saldos com o Banco
da Letónia
Empréstimos e valores a
receber de bancos
Empréstimos e valores a
receber de clientes
Activos disponíveis para
venda
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros
ou perdas
Activos incorpóreos
Bens, instalações e
equipamentos
Activos por impostos
diferidos
De 1 a 6 De 6 meses a
meses
1 ano
'000 LVL '000 LVL
De 1 a 5
anos
'000 LVL
Activos e
passivos não
Mais de 5
sujeitos a
juros
Total
anos
'000 LVL '000 LVL '000 LVL
-
-
-
-
-
9 537
9 537
586
8 290
22 303
-
-
19 883
51 062
47 315
37 049
4 922
6 603
19 278
-
115 167
-
-
-
-
-
50
50
-
-
-
-
-
466
126
466
126
-
-
-
-
-
1 616
1 616
-
-
-
-
-
40
40
Impostos pagos
-
-
-
-
-
146
146
Outros activos
-
-
-
-
-
3 503
3 503
47 901
45 339
27 225
6 603
19 278
35 367
181 713
3833
7028
-
-
-
556
11 417
-
-
-
-
-
940
940
23 063
-
58 959
-
15 810
14 664
5 035
-
-
35 281
88
138 148
14 752
Provisões
Passivos por impostos
diferidos
Impostos empresariais a
pagar
Outros passivos
-
-
-
-
-
375
375
-
-
-
-
-
53
53
-
-
-
-
-
14
925
14
925
Capital accionista
Total de passivos e capital
accionista
-
-
-
-
15 089
15 089
26 896
65 987
30 474
5 035
-
53 321
181 713
Risco da taxa de juro
21 005
(20 648)
(3 249)
1 568
19 278
(17 954)
-
Total de activos
Passivos e capital dos
accionistas
Depósitos e saldos de bancos
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros
ou perdas
Contas correntes e depósitos
de clientes
Obrigações hipotecárias
73
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Banco
Inferior a 1
mês
'000 LVL
Activos
Caixa e saldos com o Banco
da Letónia
Empréstimos e valores a
receber de bancos
Empréstimos e valores a
receber de clientes
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros
ou perdas
Investimentos em
subsidiárias
Activos incorpóreos
Bens, instalações e
equipamentos
Impostos pagos
Investimento em subsidiária
Outros activos
Total de activos
Passivos e capital dos
accionistas
Depósitos e saldos de bancos
Instrumentos financeiros ao
justo valor através de lucros
ou perdas
Contas correntes e depósitos
de clientes
Obrigações hipotecárias
Provisões
Passivos por impostos
diferidos
Outros passivos
De 1 a 6 De 6 meses a
meses
1 ano
'000 LVL '000 LVL
De 1 a 5
anos
'000 LVL
Activos e
passivos não
Mais de 5
sujeitos a
juros
Total
anos
'000 LVL '000 LVL '000 LVL
-
-
-
-
-
9 537
9 537
586
8 290
22 303
-
-
19 883
51 062
48 078
37 049
4 922
6 603
19 278
-
115 930
-
-
-
-
-
466
466
-
-
-
-
-
41
41
-
-
-
-
-
99
99
48 664
45 339
27 225
6 603
19 278
1 488
144
12
2 690
34 360
1 488
144
12
2 690
181 469
3833
7028
-
-
-
556
11 417
-
-
-
-
-
940
940
23 063
-
58 959
-
15 810
14 664
5 035
-
-
35 533
88
138 400
14 752
-
-
-
-
-
372
372
-
-
-
-
-
53
898
53
898
-
-
14 637
14 637
Capital accionista
Total de passivos e capital
accionista
-
-
26 896
65 987
30 474
5 035
-
53 077
181 469
Risco da taxa de juro
21 768
(20 648)
(3 249)
1 568
19 278
(18 717)
-
74
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Análise de sensibilidade
A análise que se segue demonstra a sensibilidade a alterações, razoavelmente possíveis, nas
taxas de juro sobre a demonstração de resultados do Banco. A análise assume que todas as
outras variáveis, em particular as taxas de câmbio, permanecem constantes.
A sensibilidade da demonstração de resultados é o efeito das alterações assumidas nas taxas de
juro da receita de juros líquida, durante um exercício, na data do balanço, e baseia-se na taxa
variável de activos e passivos financeiros não comerciais, detidos em 31 de Dezembro de 2009 e
31 de Dezembro de 2008.
O Banco não detinha, em 31 de Dezembro de 2009 e 31 de Dezembro de 2008, quaisquer
instrumentos financeiros em relação aos quais se poderiam produzir quaisquer efeitos no capital
accionista, resultantes de alterações nas taxas de juro.
A análise da sensibilidade às taxas de juro do Grupo não foi apresentada, uma vez que a
diferença entre esta análise e a do Banco não é significativa.
Um aumento ou decréscimo das taxas de juro em 100 pontos base resultaria na seguinte
alteração na demonstração de resultados e capital:
Sensibilidade à taxa de juro líquida pelo Sensibilidade à taxa de juro líquida pela
aumento dos pontos base
diminuição dos pontos base
LVL'000
LVL'000
31 de Dezembro de 2009
EUR
LVL
USD
Efeito total
(11)
(45)
(10)
(66)
11
45
10
66
58
298
(68)
288
(58)
(298)
68
(288)
31 de Dezembro de 2008
EUR
LVL
USD
Efeito total
75
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
40
Activos e passivos por região geográfica
Os activos e passivos por região geográfica, em 31 de Dezembro de 2009, eram os seguintes:
Grupo
LVL `000
Activos
Numerário e saldos com o Banco
da Letónia
Empréstimos e valores a receber
de bancos
Empréstimos e valores a receber
de clientes
Instrumentos financeiros ao justo
valor através de lucros ou perdas
Imposto diferido
Activos disponíveis para venda
Investimentos em subsidiárias
Activos incorpóreos
Bens e equipamentos
Propriedade de investimento
Impostos pagos
Outros activos
Letónia
Banco
Outros
Países da países não
OCDE
OCDE
Total
Países da
OCDE
Letónia
Países
não
OCDE
Total
9 246
31
676
9 953
9 246
31
676
9 953
4 017
71 548
5 398
80 963
4 017
71 548
5 398
80 963
81 170
1 110
578
82 858
85 283
1 110
578
86 971
84
40
42
142
215
28
-
-
299
40
70
-
215
28
-
-
142
84
14
112
299
28
14
112
1 153
1071
-
-
551
-
-
-
1 153
551
-
1 071
-
62
2
-
64
37
2
-
39
3 164
1 406
74
4 644
392
1 406
74
1 872
99 671
74 340
6 726
180 737
100 256
74 340
6 726
181 322
242
14 069
1 766
16 077
242
14 069
1 766
16 077
-
19
2
21
-
19
2
21
63 546
11 272
432
-
37 984
-
32 466
-
133 996
11 272
432
-
63 685
11 272
332
-
37 984
-
32 466
-
134 135
11 272
332
-
1 334
150
2 178
3 662
983
150
2 178
3 311
29
-
-
29
29
-
-
29
Passivos
Depósitos e saldos de bancos
Instrumentos financeiros ao justo
valor através de lucros ou perdas
Contas correntes e depósitos de
clientes
Obrigações hipotecárias
Provisões
Impostos empresariais a pagar
Outros passivos
Passivos por impostos diferidos
Empréstimos subordinados
Capital accionista
Compromissos e Contingências
-
-
6 357
6 357
-
-
6 357
6 357
8 891
-
-
9 788
-
-
85 746
1 933
52 222
157
42 769
55
8 891
180 737
86 331
1933
52 222
157
42 769
55
9 788
181 322
2 145
2 145
76
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Os activos e passivos por região geográfica, em 31 de Dezembro de 2008, eram os seguintes:
Grupo
LVL `000
Activos
Numerário e saldos com o Banco
da Letónia
Empréstimos e valores a receber
de bancos
Empréstimos e valores a receber
de clientes
Activos disponíveis para venda
Letónia
Banco
Outros
Países da países não
OCDE
OCDE
Total
Letónia
Países da
OCDE
Países
não
OCDE
Total
9 524
-
13
9 537
9 524
-
13
9 537
1 464
49 043
555
51 062
1 464
49 043
555
51 062
113 128
50
962
-
1 077
-
115 167
50
113 891
41
962
-
1 077
-
115 930
41
Instrumentos financeiros ao justo
valor através de lucros ou perdas
Imposto diferido
311
40
154
-
1
-
1
-
466
-
126
-
-
126
311
12
99
154
-
Investimentos em subsidiárias
Activos incorpóreos
466
40
-
-
-
12
99
1 616
-
-
1 616
1 488
146
-
-
146
144
-
-
Bens e equipamentos
Impostos pagos
Outros activos
1 488
144
3 049
141
313
3 503
2 236
141
313
2 690
129 454
50 300
1 959
181 713
129 210
50 300
1 959
181 469
455
7 181
3 781
11 417
455
7 181
3 781
11 417
Passivos
Depósitos e saldos de bancos
Instrumentos financeiros ao justo
valor através de lucros ou perdas
Contas correntes e depósitos de
clientes
Obrigações hipotecárias
Provisões
Impostos empresariais a pagar
Outros passivos
Passivos por impostos diferidos
917
23
-
940
917
23
-
940
47 204
14 752
375
14
364
53
60 011
-
30 933
561
-
138 148
14 752
375
14
925
53
47 456
14 752
372
337
53
60 011
-
30 933
561
-
138 400
14 752
372
898
53
Capital accionista
15 089
-
-
14 637
-
-
79 223
67 215
35 275
15 089
181 713
78 979
67 215
35 275
14 637
181 469
1 980
223
1 083
3 286
1 980
223
1 083
3 286
Compromissos e Contingências
77
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
41
Taxas de juro efectivas médias
A tabela seguinte apresenta os activos e passivos reunerados em 31 de Dezembro de 2009 e
2008 e as respectivas taxas de juro efectivas médias àquela data. Estas taxas de juro
correspondem a uma aproximação das taxas de rendibilidade até à maturidade destes activos e
passivos.
As taxas de juro efectivas médias do Grupo não são apresentadas, uma vez que a diferença entre
estas e as taxas de juro efectivas médias do Banco não é significativa.
2009
Taxa de juro
efectiva média
Valor
'000 LVL
2008
Taxa de juro
efectiva média
Valor
'000 LVL
Activos Remunerados
Empréstimos e adiantamentos devidos por
instituições financeiras
Contas nostro
- LVL
- USD
- outras divisas
297
4 073
2 908
-
48
16 041
3 794
-
2 000
47 682
23 262
1,00
3,30
2,61
1 116
28 647
1 182
7,14
3,89
5,20
Instrumentos financeiros ao justo valor através de
lucros ou perdas
- LVL
299
-
466
-
9 883
2 290
74 798
4,77
5,84
3,43
12 245
3 445
100 240
21,63
7,00
8,71
28
-
41
-
Instrumentos financeiros ao justo valor através de
lucros ou perdas
- LVL
21
-
940
-
Empréstimos e depósitos
- LVL
- USD
- outras divisas
Empréstimos e adiantamentos
devidos por clientes
- LVL
- USD
- outras divisas
Activos disponíveis para venda
- LVL
Passivos Remunerados
78
AS “PRIVATBANK”
CONTAS E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DO BANCO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
Valor
'000 LVL
Depósitos e saldos devidos a instituições
financeiras
Contas vostro
- LVL
148
- USD
164
- outras divisas
65
2009
Taxa de juro
efectiva média
2008
Taxa de juro
efectiva média
Valor
'000 LVL
-
89
724
62
-
118
15 565
6,11
3,70
-
1 115
9 425
3,18
5,48
11 272
5,59
14 752
5,90
23
8 836
3 471
3,73
0,39
0,50
102
8 806
2 203
5,99
1,47
3,53
- LVL
14 321
12,06
18 914
9,73
- USD
20 179
5,52
49 219
5,14
- outras divisas
51 931
6,85
23 071
6,66
6 357
6,00
-
-
Depósitos a prazo
- LVL
- USD
- outras divisas
Montante a pagar decorrente de acordos de
recompra
- LVL
- USD
- outras divisas
Contas correntes e depósitos
devidos a clientes
Contas correntes e depósitos à ordem
- LVL
- USD
- outras divisas
Depósitos a prazo
Outros fundos emprestados
- USD
79
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Contas e Demonstrações Financeiras Consolidadas do Banco