Proposta de redação - Participação do jovem na sociedade
Esta proposta tem por objetivo oferecer aos estudantes a oportunidade de informação, leitura e
reflexão acerca de fatos relevantes da atualidade. Propomos, pois, que o tema que aqui se
apresenta seja debatido em classe, depois de feita leitura dos textos motivadores sugeridos a
seguir e de outros que a turma julgar relevantes.
Com base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo
de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa
sobre o tema PARTICIPAÇÃO DO JOVEM NA SOCIEDADE, apresentando experiência ou
proposta de ação social que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de
forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.
TEXTO I
Participação política, quando o jovem entra em cena
Entrevista com Renato Souza de Almeida, publicada na edição nº 390, setembro de 2008.
Renato Souza de Almeida - mestre em Ciências Sociais e coordenador do Instituto Paulista de Juventude (IPJ), São Paulo, SP.
Votar com consciência social, discernindo o que é melhor para o município, mas, sobretudo, votar
com o coração, com a sensibilidade e o senso de justiça para enxergar o sofrimento dos pobres
que mais precisam do serviço público.
Este é um direito e uma obrigação dos jovens que começam a participar, não apenas das
eleições, mas também da organização de grupos e do debate sobre o futuro que queremos. Um
debate que conta com as ideias e a ação de Renato Souza de Almeida.

Dizem que o jovem não gosta de política. Isto é verdade?
O jovem não é um sujeito isolado do restante da sociedade. E, de uma forma geral, toda a
sociedade tem partilhado certa descrença na ação política. Num contexto histórico em que muitas
pessoas estão desanimadas com a política, é evidente que muitos jovens também vão partilhar
desse sentimento. No entanto o que é política? Nas últimas pesquisas realizadas com jovens
sobre este tema é interessante notar que, ao falar de política, muitos afirmam que não gostam.
Mas quando se trata do tema da participação social, a maioria acha que é muito importante. E
participar não é um ato político? A palavra política está muito associada ao governo, ao partido...
Se ampliarmos esta noção de política para a ideia de participação pública e coletiva, pode crer
que muitos jovens não só gostam de política como têm um forte engajamento, maior inclusive que
qualquer outro segmento social.

O que leva o jovem a desacreditar na política?
Primeiro, é entendermos o que de fato o jovem está chamando de política. Algumas palavras são
muito significativas, mas estão desgastadas quanto ao seu uso. Evidentemente isso não é por
acaso. No campo da política institucional, a forma com que muitos dos políticos profissionais têm
tratado as questões públicas faz com que desacreditemos que qualquer mudança seja possível.
Da mesma forma, a mídia também contribui para que tenhamos uma ideia ruim da política.
Valoriza-se muito, nos noticiários, atitudes de corrupção, nepotismo... e muito pouco (ou quase
nada) as boas ações políticas. Há uma série de leis e políticas públicas importantes que foram
pensadas por gente muito comprometida. Mas tenta-se colocar todos no mesmo saco. Se se
conhece apenas maus exemplos, o descrédito dos jovens a esta política institucional será natural.

Que importância e que vantagens tem o jovem ao participar da política?
É de suma importância a participação dos jovens na vida pública de sua cidade, do seu país.
Afinal, como membro de uma sociedade, ele tem responsabilidade sobre os rumos que ela vai
tomar. Porém isso não é responsabilidade apenas dos jovens, mas de todos. Por vezes,
pretende-se lançar nos ombros da juventude toda a responsabilidade pela mudança social. E há
também uma crença de que, por se tratar de jovem, a ação política que dele vem será sempre
boa. Há jovens políticos no Congresso que defendem as mesmas posições conservadoras de
seus pais, de seus avós... Ao tratar do tema da participação, não podemos ignorar o seu
conteúdo ideológico. Ou seja, não basta que o jovem participe apenas, mas como se dará esta
participação e qual formação tem este jovem são questões fundamentais. O jovem não é
naturalmente revolucionário. Dependendo do processo formativo que teve, pode ou não ter uma
atitude revolucionária.

Como ensaiar e "detonar" o debate político nas escolas e grupos?
O debate político está presente o tempo todo nos grupos de jovens, dentro ou fora da escola. Nas
conversas de corredores das escolas, nos espaços das igrejas, nos bares, a todo instante os
jovens estão partilhando suas vidas, comentando sobre problemas que atravessam seus
cotidianos. Tais partilhas são pouco valorizadas em sala de aula e em outros grupos. Nossa vida
é composta por questões privadas e públicas. As questões públicas que atravessam nossas vidas
como o desemprego, a qualidade na educação, o acesso a bens culturais, a circulação pela
cidade estão latentes na vida da maioria da juventude. É necessário colocar a vida, os gostos, as
práticas dos jovens na cena pública. É preciso fazer o jovem sacar que uma questão pesada pra
ele e que diz respeito à maioria dos jovens é algo público. E para isso não basta uma ação
privada, individual, mas uma ação pública, ou seja, uma ação política. Enquanto não
percebermos que falar de política é tratar da nossa vida, o debate político sempre será entendido
como algo distante.

Como criar o gosto, como se encantar pela participação política?
O jovem precisa experimentar o gosto da participação. Os jovens não participarão de ações que
não lhe são prazerosas e criativas. Ao iniciar a atuação em um grupo, muitas vezes, o jovem não
o faz por uma questão ideológica, mas porque ele acha legal mexer em uma filmadora, aparelho
de som, encontrar as pessoas, produzir algo... Creio que a sociabilidade e a produção são os
grandes mobilizadores da atuação dos jovens. Os grupos juvenis que produzem algo, como os
punks com seu do it yourself, sentem-se capazes de fazer coisas. Esta é a magia: você pode
fazer e mudar coisas! Quando o jovem experimenta isto, ele saca a importância de participar. E a
sociabilidade faz com que o jovem não se sinta só. A ação individual voluntarista não cria redes e
dificilmente este jovem se mantém por muito tempo no desenvolvimento de um trabalho. Estar e
agir em grupo encanta os jovens para atuarem na realidade que os envolve e cria um
compromisso mais permanente.

Onde, quando e como o jovem pode começar a participar?
Por mais que ainda possuam grande importância para as transformações sociais, os partidos
políticos e sindicatos estão cada vez mais distantes do universo juvenil. Muitos partidos, a partir
dos anos de 1990, passaram a organizar setoriais juvenis com o intuito de tratar as questões
sobre este segmento de forma mais séria. No entanto o trabalho de fazer jovens despertarem
para a militância política dificilmente se inicia dentro dos partidos. A maioria dos jovens que aí
milita despertou para a participação em outro movimento ou grupo. A linguagem, a disputa interna
e a burocratização das relações partidárias não têm sido muito atraentes para esta geração
juvenil. Porém outras formas de atuação têm cada vez mais se apresentado como novos modos
de participação, atraindo os jovens para o debate público de questões que dizem respeito a eles e
à comunidade na qual estão inseridos. São grupos culturais de produção audiovisual alternativa,
projetos e ações pontuais diversas organizadas por jovens. Um novo jeito de participar vem se
configurando e se somando a formas mais convencionais de atuação, como movimento
estudantil, sindicatos ou partidos. E onde estão esses novos grupos? Estão potencialmente em
todos os espaços onde há jovens interessados em desenvolver algum tipo de ação que os
interpele. A novidade é cada grupo que vai expressá-la.

O voto aos 16 anos é uma conquista? Como aproveitá-la?
O voto é uma das formas de participar. Com certeza, a garantia do direito ao voto para
adolescentes de 16 e 17 anos é uma conquista importante a se cultivar. O fato de ser facultativo
também é interessante, pois participar de forma obrigatória não atrai nem um pouco. Aliás, penso
que o voto para todas as pessoas deveria ser facultativo... Para aproveitar melhor esta conquista,
deve se fazer um movimento de valorização da ação política. O adolescente jovem que não
possui qualquer tipo de atuação, e que partilha da visão negativa presente na sociedade sobre a
prática política, dificilmente vai perceber a importância que seu voto tem. Experiências como
votação para a chapa do grêmio estudantil, eleger propostas e delegados para uma conferência
municipal de juventude, escolher pelo voto o coordenador do grupo ao qual o jovem participa são
hábitos democráticos que contribuem para que os jovens percebam a importância que seu voto
tem para um país.

De onde virão, como serão os novos políticos? Há esperanças?
Enquanto houver seres humanos, sempre haverá história! E com ela, esperanças de que é
possível ser diferente... Em alguns contextos históricos é momento de esperar, de semear, de
preparar a terra. Em outros, é hora de fazer o pão com o que você colheu! De onde virão os
novos e bons políticos? Com certeza não será do marasmo dos descrentes de hoje. Aqueles que
contribuirão para mudar os rumos da história virão da simplicidade do pequeno e paciente
trabalho de formação de base. Virão das novas experiências culturais de coletivos juvenis que
têm pintado pelas periferias das grandes cidades; virão de jovens que aprenderam que para a
utopia ser conquistada lá fora, ela precisa estar primeiro dentro de nós...
http://www.mundojovem.com.br/entrevistas/participacao-politica-quando-o-jovem-entra-em-cena Acesso em 19 out. 2014
TEXTO II
Jovem: portador e sujeito de direitos
Pierre Bordieu, pensador francês, tem um texto em que diz: “Juventude é apenas uma palavra”.
Acho que isso é citado em quase todas as obras que tratam da juventude, de meados do século
20 até o século 21. Ele diz que a juventude é apenas uma palavra, na medida em que ela não se
organiza enquanto sujeitos, mas enquanto estrutura social.
De uns tempos para cá, o conceito de juventude foi mudando, porque também a visão sobre os
jovens foi se transformando. Dá para perceber os jovens não apenas como uma situação de vida,
mas como também um grupo que se organiza a partir de características culturais e sociológicas
próprias.
Nós temos exigências que nos são feitas justamente pela condição de ser jovem. Então a
sociedade espera e exige determinadas coisas do jovem, e nós temos que tentar dar respostas a
elas. Conforme a percepção de ser jovem vai avançando, ele começa a perceber que, assim
como a demanda social vem trazendo exigências, ela também tem que suprir uma série de
necessidades que essa juventude possui. E das necessidades nascem os direitos. A necessidade
gera uma pressão por parte da sociedade. Nesse sentido os jovens têm sido presentes para
desenvolver esses direitos que vêm desencadeados por uma série de necessidades para toda a
juventude.
O Conselho Nacional de Juventude, criado em 2005, é um órgão do governo federal que pretende
acolher os projetos, as políticas públicas que são feitas para este grupo social específico. Então,
órgãos do governo e da sociedade civil unem-se para discutir e apontar diretrizes de trabalho das
políticas públicas para a juventude do Brasil.
Antes de ser um projeto, é uma concepção, uma forma de entender a juventude, de entender o
papel que a juventude tem no Brasil e qual a função que o estado, a sociedade e a própria igreja
têm para com os jovens. É a gente entender que ser jovem é ser portador de direitos. Mas é
também entender que falar dos direitos dos jovens é falar dos direitos humanos.
O projeto da Pastoral da Juventude do Brasil, chamado A juventude quer viver, traz essa
discussão: como é que a gente, enquanto jovem, que desenvolve trabalhos com outros jovens,
entende os nossos direitos e a nossa ação em relação aos direitos que são inerentes a todos os
seres humanos? Esse conceito é que está na base dos projetos.
Há jovens que atuam em projetos sociais, projetos de transformação da realidade em alguma
medida. Isso mostra uma vida que pulsa em todos os jovens e os ajuda a aprofundar conceitos, a
propor políticas. É você desafiar o jovem que está lá no grupo de jovens, na sua escola, por
exemplo, se pautar a discussão sobre os indígenas, os quilombolas... para que toda a sociedade
pressione, no sentido de fortalecer esses grupos, para que a luta não seja só desses grupos, mas
de todos. É a transformação da sociedade em uma sociedade para todos.
Jonas Camargoestudante de História da UFRGS.
http://www.mundojovem.com.br/entrevistas/participacao-politica-quando-o-jovem-entra-em-cena Acesso em 19 out. 2014.
TEXTO III
Participação juvenil: quem ganha é a sociedade civil
Da luta contra a ditadura, passando pelos caras-pintadas, até as manifestações de junho,
jovens sempre foram decisivos na política brasileira. Mas é preciso reforçar sua
participação no processo decisório das escolas, defende diretora da Fundação Abrinq
POR HELOISA HELENA DE OLIVEIRA | 07/03/2014 10:00
Em meados do ano passado, manifestações tomaram conta das ruas do país.
Foram diversas as bandeiras: do combate à corrupção a melhorias na saúde e
educação. Ademais, notou-se um rastro de participação juvenil em todos
esses eventos de cidadania, bem como um desejo comum de maior
participação nas decisões políticas. Contudo, essas iniciativas não foram algo
novo na história do nosso país.
A década de 1960 foi marcada por uma efervescência na mobilização da juventude no Brasil,
principalmente em torno do movimento estudantil. O número de vagas em universidades públicas,
na época, teve saltos quantitativos importantes, o que fortaleceu o movimento. Vale lembrar
também do movimento pela “Reforma da Universidade”, no início da década, uma das mais
importantes lutas do movimento, em uma onda de reivindicações pela qualidade na educação.
Com a ditadura militar, os movimentos estudantis viveram a repressão de suas mobilizações e de
sua organização política. As pautas iam além da reforma do sistema educacional. Os jovens
lutavam pela reestruturação e pelo fortalecimento dos mecanismos democráticos, então
suspensos.
Em março de 1968, uma manifestação liderada pelos estudantes tomou as ruas do Rio de Janeiro
para protestar contra a qualidade de serviços prestados aos estudantes universitários. No
protesto, o estudante Edson Luís foi morto pelo regime. Em outubro do mesmo ano, durante o
XXX Congresso da União Nacional dos Estudantes, em Ibiúna, no interior de São Paulo, foram
presas mais de 700 pessoas, o que enfraqueceu ainda mais o movimento da juventude brasileira
da época.
As passeatas organizadas pelos estudantes em 1976 e 1977, já no final do regime militar, deram
os primeiros passos para o que viria a ser o movimento das “Diretas Já”. A Praça da Sé reuniu
cerca de um milhão e meio de brasileiros em abril de 1984 e os jovens e estudantes estavam
entre as lideranças do movimento.
Oito anos depois, eles protagonizavam mais uma mudança política no país. O então presidente
da República, Fernando Collor de Melo sofreu impeachment depois de denúncias de corrupção e
da pressão dos “caras-pintadas”, movimento estudantil que realizou diversas manifestações pela
sua derrubada.
A partir da década de 80, diversas leis foram sendo aprovadas no sentido de garantir mais
espaços de participação de adolescentes e jovens, inclusive e, principalmente, dentro das
escolas, através da formação de Conselhos de Escola e Grêmios Estudantis. Há pelo menos
cinco leis que reforçam a necessidade de sua existência. A principal delas é a Lei n° 7.398, de
novembro de 1985, que dispõe sobre a organização de entidades estudantis do Ensino
Fundamental e Médio e assegura aos estudantes o direito de se organizar em Grêmios.
Apesar da existência da legislação, esses espaços de participação democrática estão
enfraquecidos e não existem em todas as escolas. Com a transformação tecnológica, com a
internet e as redes sociais, os jovens encontraram outras formas de tentar fazer-se ouvir. As
manifestações de junho do ano passado foram um bom exemplo disso. Jovens do país inteiro
criaram eventos no Facebook e foram às ruas protestar por direitos e participação.
Além do papel da internet, há diversos exemplos de projetos estruturados que fomentam a
participação de adolescentes e jovens no aprofundamento dos processos democráticos, como a
participação e o monitoramento das políticas públicas ou o senso de cidadania e a
responsabilidade do voto. Projetos como esses e outros, que desenvolvem sentimento de
pertencimento e participação nos jovens, são verdadeiras iniciativas de fortalecimento do projeto
de Estado democrático que queremos e devem ser incentivados.
Não podemos esquecer que preparar e fomentar nossos jovens à participação é também olhar
para a sustentabilidade das atuais e futuras gerações. Na rua ou nas redes sociais virtuais, o que
vale disso tudo é que a participação de adolescentes e jovens tem crescido e tem feito reformular
ideais e modus operandi políticos e governamentais. É importante trazer esse público para
contribuir com as discussões e as políticas públicas com a visão desses sujeitos de direitos, que
serão também os protagonistas do cenário político no futuro.
http://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunistas/participacao-juvenil-quem-ganha-e-a-sociedade-civil/ Acesso em 19 out. 2014
TEXTO IV
ESTUDANTES DE DIREITO DA UFRJ FAZEM ATO EM DEFESA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA
Ato na Faculdade de Direito da UFRJ uniu estudantes e professores em apoio à reeleição da presidenta
http://www.une.org.br/2014/10/em-defesa-da-educacao-umes-recife-esta-com-dilma-no-2%C2%BA-turno/ Acesso em 19 out. 2014.
TEXTO V
Jovens que completam 16 anos até o dia 5 de outubro já podem tirar seu título
de eleitor e garantir seu direito de voto
Nós sabemos que cada jovem brasileiro carrega em si todos os sonhos do mundo,
sabemos também que as grandes mobilizações do último período conquistaram a opinião pública
com debates e passeatas por todo o país, vimos mais uma vez a necessidade da juventude em
opinar e protagonizar mudanças, sejam elas quais forem. Para avançar mais um capítulo em que
os jovens ocupem os espaços de decisão, a campanha “Se Liga 16! Conquiste Mais esse Título
para o Brasil” é lançada nacionalmente.
Agora será nas urnas, vamos marcar mais um placar! Todo jovem que tenha ou complete
16 anos até 5 de outubro poderá emitir seu título de eleitor se alistando na Justiça Federal. O
prazo para emissão do título vai até o dia 7 de maio, para incentivar a participação do jovem
eleitor a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) organizará pelas escolas de todo
o país mais uma mobilização massiva pela conscientização do voto e participação política dos
estudantes.
O 1° turno ocorrerá no dia 5 de outubro e o 2° turno será no dia 26.
O direito ao voto é um dos principais pilares da democracia, que especialmente aos jovens
de 16 anos, foi conquistado pela UBES com a nova Constituição de 1988. Após um longo
processo de luta pela redemocratização, hoje podemos eleger quem irá nos representar, para
além disso, escolhemos quais serão as diretrizes políticas de toda nação brasileira, como
reafirma a diretora de Comunicação da entidade, Daiany Macedo. “Em mais um ano de muitas
lutas a juventude ocupará as avenidas com um peso maior sobre os ombros, chegou a hora de
ligarem-se os motores rumo ao maior fórum deliberativo da nossa democracia!”.
A líder estudantil acentua ainda a importância da campanha que ocupará Os Tribunais
Regionais com os anseios dos jovens, para “assim construir um país mais democrático e
igualitário”. Mesmo com o voto facultativo, as urnas tem recebido a afirmativa de que a juventude
quer participar, como dados das eleições municipais de 2012, quando mais de 2,9 milhões de
eleitores na faixa etária de 16 e 17 anos votaram para prefeito e vereador.
Onde? Comparecer ao Cartório Eleitoral ao qual pertença sua residência
Quando? Até 7 de maio
O que devo levar? RG | Certidão de Nascimento | Carteira de Trabalho (se tiver) | Comprovante
de residência
Mais informações: Acesse a página do Tribunal Superior Eleitoral
Comunicação UBES
http://www.une.org.br/2014/04/se-liga-16-nas-urnas-vamos-conquistar-mais-esse-titulo-para-o-brasil/ Acesso em 19 out. 2014
PARA SABER MAIS
CARRANO, Paulo. A participação social e política de jovens no Brasil: considerações sobre
estudos recentes. http://osocialemquestao.ser.puc-rio.br/media/OSocial27_Carrano1.pdf
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Proposta de redação - Participação do jovem na sociedade