MINISTÉRIO DA SAÚDE SUS Brasília – DF 2011 © 2009 Ministério da Saúde Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial. A responsabilidade pelos direitos autorais de textos e imagens desta obra é da área técnica. 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Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Subsecretaria de Assuntos Administrativos. SUS: a saúde do Brasil / Ministério da Saúde, Secretaria-Executiva, Subsecretaria de Assuntos Administrativos. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2011. 36 p. : il. color. – (Série F. Comunicação e Educação em Saúde) ISBN 978-85-334-1595-9 (Portuguese version - SUS: A Saúde do Brasil) ISBN 978-85-334-1709-0 (English Version - SUS: the Health of Brazil) 1. Sistema Único de Saúde (SUS). 2. Direito do usuário do SUS. 3. Saúde pública. I. Título. II. Série. CDU 614(81) Catalogação na fonte – Coordenação-Geral de Documentação e Informação – Editora MS – OS 2011/0355 Títulos para indexação: Em inglês: SUS: the health of Brazil (Unified Health System – Brazil) Em espanhol: SUS: la salud de Brasil (Sistema Único de Salud – Brasil) O APRESENTAÇÃ A exposição SUS: a Saúde do Brasil é um convite para conhecer a Política de Saúde do Brasil, instituída com a Constituição da República Federativa do Brasil, em 5 de outubro de 1988. A proposta é apresentar, com uma abordagem didática, lúdica e criativa, os aspectos mais essenciais da saúde no Brasil e, ao fazê-lo, estimular a reflexão sobre o papel de cada um e consequentemente sobre a importância da participação social para a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) em nosso País. A saúde no Brasil tem avanços históricos como a descentralização, a municipalização de ações e serviços, a melhoria e a ampliação da atenção à saúde, o fomento à vigilância em saúde e sanitária e o controle social com a atuação dos conselhos de saúde. É dever de todos nós popularizar o SUS como um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo, que busca garantir o acesso à saúde para promover a melhor qualidade de vida. O SUS é uma conquista da sociedade brasileira e foi criado com o firme propósito de promover a justiça social e superar as desigualdades na assistência à saúde da população, tornando obrigatório e gratuito o atendimento a todos os indivíduos. Abrange do simples atendimento ambulatorial aos transplantes de órgãos e é o único a garantir acesso integral, universal e igualitário. Tornar pública a trajetória do SUS fortalece sua construção coletiva e estimula a mobilização da sociedade para a superação dos desafios do setor Saúde e ampliação dos direitos sociais. Ministério da Saúde Dever de casa O SUS é o Sistema Único de Saúde do Brasil! É uma grande conquista da sociedade e foi criado para promover a justiça social e superar as desigualdades na assistência à saúde da população! O SUS é uma política de Estado que amplia os direitos sociais e busca assegurar a cidadania. O SUS já tem mais de 20 anos! E, por isso, quero que vocês, Susy e Davi, façam uma grande pesquisa! É importante conhecer o direito à saúde! Ihhh, vamos logo fazer essa pesquisa sobre a saúde do cidadão! Oba! Estudar esse tema vai ser muito legal! 3 A CONSTRUÇÃO DO SUS Susy, a gente não vai dar conta! Olha só isso! É muita coisa! Temos que achar um jeito... Todo mundo precisa saber o que é o SUS! Const ruçã o é de . ú ito Sa ire d Saúde Vamos fazer nosso trabalho como as disciplinas da escola: a história, a Ótimo, Davi! Ei, olha só o matemática, a geografia, o ABC do SUS... 2011 14ª Conferência de Saúde: Todo Nacional SUS na Segurid s usam o SUS! Política Pública,ade Social, Povo Brasileiro patrimônio do acolhimento co. Acesso e um desafio param qualidade: o SUS. 13ª Conferência e – Nacional de Saúd e ad Saúde e qualid de ica lít po : da vi de Estado e to. desenvolvimen 4 que eu achei! É uma boa introdução para a nossa pesquisa! SUS Construção Coletiva 12ª Conferência Nacional de Saúde – Conferência Sérgio Arouca – Saúde: um direito de todos e um dever do Estado. A saúde que temos, o SUS que queremos. 11ª Conferência Nacional de Saúde – Efetivando o SUS: acesso, qualidade e humanização na atenção à saúde com controle social. 10ª Conferência Nacional de Saúde: Construindo um modelo de atenção à saúde para a qualidade de vida. PARTICIPAÇÃO SOCIAL Evolução da Saúde Pública no Brasil Existe uma longa caminhada nessa evolução da saúde pública nal de 1ª Conferência Nacio , ria Saúde: Defesa sanitá ção ote pr l, cia so cia ên ist ass ância da maternidade, inf e adolescência. e o SUS é o maior dos passos para garantir o direito à saúde. 2ª Conferência Nacional de Saúde: Higiene e segurança do trabalho e prevenção da saúde a trabalhadores e gestantes. Foi c da Sariado o M inist úde. ério É ins tit Naci uído o C onal ó de S digo aúde . A Constituição brasileira de 1988 diz que a Saúde é direito de todos e dever do Estado. Isso deve ser garantido por políticas sociais e econômicas, reduzindo o onal Naci inicial e. a i c n a d nferê post a saú 3ª Co úde: Pro ização d l a da S scentra e de d risco de doença e promovendo acesso universal e igualitário às ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde. A saúde deve ser compreendida 4ª Conferê de Saúde ncia Nacional : humanos Recursos demanda necessários às s de saúd e no País . como qualidade de vida e não apenas como ausência de doenças. A gestão das ações e dos serviços deve ser participativa e municipalizada. cional 9ª Conferência Natralizando en sc de e: úd to. de Sa do o conhecimen e democratizan o caminho. é ão Municipalizaç A Constitu iç define: Saú ão Federal d de todos e e é direito dever do E stado. É regulamen Único de Saútado o Sistema de – SUS. l ciona ma ia Na ção de u . c n ê r a e e r f d o n ú b 5ª Co úde: Ela nal de Sa tema e de Saica nacio ão do Sis grama d o polít ementaç aúde; Pr il; . Impl nal de S o-Infant igilância o n i V r c e e a t N nal d e Ma Saúd ma Nacio e t Sis 6ª Con f de Saú erência Nac io d grande e: Controle nal s e n demia das interio se dos se rização rviços. 8ª Conferência Na de Saúde: Marco cional Sanitária. Saúd da Reforma e Reformulação docom Direito; Nacional de Saúd Sistema Financiamento e e Setorial. al Nacion erência ntação f n o C ª la 7 e de: Imp de Saú volvimento d úde a e s e de ns básicos de s o das serviço aúde. Extensã eio – PrevS e saúde por m ações dviços básicos. dos ser 5 LINHA DO TEMPO 1988 1990 A Constituição Brasileira reconhece o direito de acesso universal à saúde a toda a população, por meio de um Sistema Único de Saúde. Leis n.º 8.080 e n.º 8.142 regulamentam os serviços, a participação da sociedade e as bases de funcionamento do SUS. 1989 Registro do último caso de poliomielite no Brasil. 1996 Acesso e distribuição de medicamentos aos portadores de HIV/aids. 1991 Estruturação da rede de atenção básica em saúde com o Programa de Agentes Comunitários de Saúde. 1992 Redefinição do modelo de gestão do SUS que disciplina as relações entre União, estados, municípios e Distrito Federal. 1995 Aprovação da Norma Operacional Básica (NOB 01/1992). Regulamentação do Sistema Nacional de Auditoria no âmbito do SUS. Programa de Reorganização dos Serviços de Saúde. 1993 Descentralização e municipalização dos serviços e a extinção do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps). Quanta coisa! Depois de tudo isso, dá até para ter uma ideia de como as coisas mudaram, não é? 1994 Estruturação da Saúde da Família com equipes multidisciplinares atuando nas comunidades. 1999 Criação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – uma nova etapa no registro e fiscalização de medicamentos e alimentos. Política Nacional dos Medicamentos Genéricos. 2000 Criação da Agência Nacional de Saúde Suplementar – Regulamentação do setor privado de saúde. 6 HISTÓRIA 2006 Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão estabelecidos pelos gestores das esferas federal, estadual e municipal, com objetivos e metas compartilhadas. 2005 Política Nacional de Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos. Política de Saúde da Pessoa Idosa. Publicação do Plano Nacional de Saúde. 2007 1997 Política Nacional sobre o Álcool e veiculação de campanhas sobre o uso abusivo. Criação do Piso de Atenção Básica (PAB) – repasse de recursos ao gestor municipal, por pessoa, para o atendimento à Saúde. O governo decreta a licença compulsória do antirretroviral Efavirenz. Criação do Disque Saúde. 2008 2004 1998 Políticas Nacionais de Atenção Integral à Saúde da Mulher, de Humanização do SUS e de Saúde do Trabalhador. Sistema Nacional de Transplantes. Plano Estratégico de Mobilização Comunitária para o Combate à Dengue. 2003 Criação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). O programa “De Volta para Casa” contribui com o processo de reinserção social de pessoas com história de internação psiquiátrica. Programa “Brasil Sorridente” – Um conjunto de ações para melhorar as condições de saúde bucal. 2009 Programa “Farmácia Popular do Brasil”. Política Nacional de Saúde do Homem. Criação da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobras). Inauguração do centro de estudo para produção de células-tronco. Criação do primeiro cadastro nacional de pesquisas clínicas realizadas em seres humanos. Publicação da Norma Operacional de Assistência à Saúde (NOAS 01/2002), que define a regionalização e a assistência à saúde. A Lei n.º 10.216 dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais. Lançamento da Campanha Nacional de Prevenção à Influenza H1N1. 2010 2002 2001 Ação efetiva para regulamentação da Emenda Constitucional n.º 29, que trata do financiamento das ações e serviços públicos de saúde. Políticas Nacionais de Saúde da Pessoa Portadora de Deficiência, de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas e de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências. Será que dá para saber como era antes e depois do SUS? Universidade Aberta do SUS. Criação da Secretaria Especial de Saúde Indígena. 2011 Estratégia Rede Cegonha. Regulamentação da Lei n.º 8.080, de 19/9/1990, que dispõe sobre a organização do Sistema Único de Saúde (SUS). Plano Nacional de Enfrentamento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Regulamentação do Cartão Nacional de Saúde. Programa Saúde Não Tem Preço. 7 HISTÓRIA ANTES E DEPOIS Antes de 1988, o atendimento dos hospitais públicos estava restrito a 30 milhões de brasileiros. Com a Constituição de 1988, mais de 70 milhões de pessoas passaram a ter direito ao atendimento pelo Sistema Único de Saúde. Antes de 1988 HOJE O sistema público de saúde atendia a quem contribuía para a Previdência Social. Quem não tinha dinheiro dependia da caridade e da filantropia. O sistema público de saúde é para todos, sem discriminação. Desde a gestação, e por toda a vida, a atenção integral à saude é um direito. Centralizado e de responsabilidade federal, sem a participação dos usuários. Descentralizado, municipalizado e participativo, com 100 mil conselheiros de saúde. Assistência médico-hospitalar. Promoção, proteção, recuperação e reabilitação. Saúde é ausência de doenças. Saúde é qualidade de vida. 30 milhões de pessoas com acesso aos serviços hospitalares. 152 milhões de pessoas têm no SUS o seu único acesso aos serviços de saúde. 20% privado 100% público 80% público Vigilância em saúde, sanitária e ambiental Os serviços de atendimento hospitalar público Assistência farmacêutica (públicos, privados e filantrópicos) e 38 mil unidades Distribuição de medicamentos essenciais Os planos de saúde e atendimento privado atendem Regulação da saúde dos procedimentos de alta complexidade no País. Registro e fiscalização de medicamentos Atenção básica e antirretrovirais Bancos de sangue contam com mais de 6.528 hospitais credenciados básicas de saúde. 46,6 milhões de pessoas, mas é o SUS que realiza 75% e muito mais... O SUS beneficia mais de 190 milhões de brasileiros Por que não pedimos ao Aurélio Ainda estou confuso, Susy.. São tantas palavras que não entendo!... 8 que nos ajude? Ele pode fazer um abecedário do SUS! PORTUGUÊS A pedidos, jovens pesquisadores, o... do O SUS não é apenas assistência médico-hospitalar. Também desenvolve, nas cidades, no interior, nas fronteiras, portos e aeroportos, outras ações importantes como a prevenção, a vacinação e o controle das doenças. Faz vigilância permanente nas condições sanitárias, no saneamento, nos ambientes, na segurança do trabalho, na higiene dos estabelecimentos e serviços. Regula o registro de medicamentos, insumos e equipamentos, controla a qualidade dos alimentos e sua manipulação. Normaliza serviços e define padrões para garantir maior proteção à saúde. Direitos Gestão do SUS Hemoderivados Saúde Suplementar Tecnologia Pesquisa Prevenção Auditoria Inclusão Social Legislação Saneamento Proteção Informação Laboratórios Vigilância Equidade de Acesso Educação História da Saúde Pública Justiça Social Ouvidoria Recuperação Materno-Infantil Ciência Gestão Participativa Farmácia Popular Universalidade de Acesso Nutrição Atenção em Saúde Ética Segurança Alimentar Descentralização Gestão do Trabalho Campanhas Indicadores de Saúde Humanização Regulação Aurélio adora palavras difíceis!… Integralidade no Atendimento Emergência Promoção da Saúde Medicamento Controle e Insumos Estratégicos Terapias Creio que é preciso um glossário… Qualidade Participação Social Vacinação 9 GLOSSÁRIO PORTUGUÊS Está bem, amiguinhos. Eis um brevíssimo glossário do SUS! sição, , aqui o t n e ltados m tos vo laneja n p e e m d a edic ocesso o de m É o pr ã ç a – ão, z i a l i ut cidad utic e ê o c e d a d e a m Far saúd qualid . ência com a saúde ole da o a oção, r d t Assist d a n o d o i cu açã o, c e prom r o ã d e ç p e i s v u u o l c ç b i vo distri o e re e ser v ue en ação roteçã ações udo q p t , a a É d e aplic a a – z o i l ã e a s par i d u c aú de to, dif e espe ão à S o, além ão. ásica vimen ã ç l b ç o a Atenç a t o v i l ã n m i ç e n reab , infor a, des do ate ento e esquis gestão m p , a incluin o e t ã a d ç r t oas es ca nção, s pess – Açõ e, edu a d a d i ú g a e preve s o d l . a cno de lógica eas de pacid a e Te a fim tecno r a ca nas ár , o s a s t e ã Ciênci o s r n t o u e f n t e o e di os ges a aum hecim ovaçã so par nais e n s i o de con i e s c à s o i . s f s r a s pro na idade Éop s ligad com o de – necess seada ú outra e a s a t b a S a u b o s e lh or ção em e no d o com traba Educa aúde acord ormad es de s f õ s e ç a n d a d a l e r e idado das r ente t à saúd no cu o e ag ização enção t n i t e a a j g u a r s o o tores, ar –Éa e com s, ges alcanç o d o r ú h i l a e a s h rab a or de consel o do T ão e n dãos, balhad a a r d Gestã i t c valiaç o a e d d a o n a ã , ipaç efetiv líticas par tic uação de po nte. t e a s i e b a õ com ç m É a la clusive formu tiva – n do seu i a s , p a i s n c a i t s civis tegrad o de o Par Gestã tidade iment rias in v n á l . e t o i e v e n d n a s de saú ções s o dese sionai adia, profis ações o de a busca , mor t o e e n h d u l u j q a o n b , zaçã – Co e tra edade fiscali Saúde ições d a soci d d a n d e o c o o tros. er a, rn oçã tre ou abelec de vid Prom o gove t n s e d e e , d s e r e a e r id seto alizar os e ca, laz : qual outros ra fisc iment eis de de físi c a v a e p l á Esse Aurélio d e i d o b v u i d a t a es sa os, est ção, a lo Est padrõ rodut do pe educa sabe tudo! i p , c o. r , o s e ã o x ç ta r viç coletiv er e e d s e o s s a p e r alimen r a Éo o inte ções p ação – prol d resolu e m Regul s e a s rm rivada es, no s ou p a padrõ c i l b ú ades p ativid 10 olvem e env u q o de s o ser viç r viç , e o s n e a nças, ras o hum e doe m es, ob d u õ s o ç n ã a o venç ara c to de ão. à pre gua p onjun o o á d C n cidad a – a d s o i o uman e d v t h d , n a s a e o d o d i i p r m v l t r a e de e qua Sane no co tre ou em ento alidad a, en rcula i u m n c i q a c e b a e mado u t r d r q u o f a i o s a r z abas d n i pe u tra melho o líqu o e lim sões o gue é os e à u f n n na. s esgot a a n S d – tra bumi de l s a o o m úde ã e d e ç a o u ma de sa eriv s zad i a d l l a i o à red t p a m u m e o rá o sist Sistem e e he s, com a o o z do, se d i d a n a s o a e v Sangu d e org ndo oderi retriz cas, , qua s e di ões qu s hem , étni s ç o o i i a a , p i s í e c e que c o d in dut nto des so os pr s pro Conju ificida com c – e o outro a p d s n r o as o as e Indíge de ac úde d pland enas a Saúde s g m í e à d t n i ários, cia con ovos nefici US), sistên e s S b ( a dos p s e e úd os ao do d de Sa priva ser viç NS). icas. a e f d á m r Único e s g ar (A t a t s o r i e n s o g e d o a ais e –É uplem prest ionam cultur úde S de e entar a ú m S a ntes, e s l oporc e p e r d u d p l S corre a s e e o e n u d o n d q i a s ú c l s a a a e S de p cia N doenç venir ividad doras Agên o de e pre de at t a r n o d a e l t opera o o n am açã contr Conju nitor regul e de d e mo úde – a e a d sob a s i i S l l o de m ná a fina lizaçã ncia e m ção, a a c â o c l e c i s i t g f , i e tes, V d e ais istro bient ento, anean g s e m m , r i a s c , e e s a tir e m conh fator esquis a. garan perfu p n e , a a , l d r e a l , a m o e o iv pess ontr tua p de hu inclus ao a saú s de c igiene ros. A e n t h õ u s e ç o a úde e d A e a m s s r e – o t l à t n b a u e i o pro prod nitár tos, d e risc ticos, res d cia Sa limen é o n a t â m a l e s i f o g s c Vi r viço lar os ntos, os, se ontro came c i m e u d s e r n i m tos, i reven amen de, p a d i l a equip e qu ança segur nte. ambie o i e Quer saber? É muita letra m para a minha cabeça! Meu negócio é matemática! Eu só entendo as coisas quando vejo os números! 11 NÚMEROS DA SAÚDE SUS soma mais vida 2 milhões de partos por ano são realizados pelo Sistema Único de Saúde Aumenta a expectativa de vida 1988 – 69.7 anos 2011 – 73.1 anos Mais transplantes são realizados 1997 – 3.765 2009 – 20.156 2011 – 24.600 Mais Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU 2003 – 10 milhões de pessoas 2011 – 111 milhões de pessoas SUS multiplica atenção básica e saúde bucal 1994 – 300 equipes de saúde da família atendem 1,1 milhão de brasileiros 2009 – 30 mil equipes de saúde da família atendem 94,2 milhões de brasileiros 2011 – 32 mil equipes de saúde da família atendem 101,3 milhões de brasileiros 1994 – 29 mil agentes comunitários de saúde 2008 – 230 mil agentes comunitários de saúde em 5.354 municípios 2011 – 248 mil agentes comunitários de saúde em 5.393 municípios 2001 – 2.248 equipes de saúde bucal 2009 – 18 mil equipes de saúde bucal em 4.596 municípios 2011 – 21 mil equipes de saúde bucal em 4.854 municípios SUS diminui mortalidade infantil 1990 – 53,7 por mil nascidos vivos 2011 – 21,17 por mil nascidos vivos SUS distribui mais vacinas e medicamentos 1997 – 35.900 pacientes em terapia antirretroviral 2011 – 200 mil pacientes em terapia antirretroviral 1999 – nenhum medicamento genérico 2011 – 3.135 medicamentos genéricos registrados pela Anvisa 2004 – 27 farmácias populares 2.907 farmácias conveniadas 2011 – 553 farmácias populares 20.026 farmácias conveniadas 12 MATEMÁTICA Veja a diferença Antes Hoje Número de pessoas beneficiadas 1988 – 30 milhões 190 milhões Número de pessoas com plano de saúde 1988 – 23 milhões 46,6 milhões Centros de especialidades odontológicas 2002 – 100 centros 60 municípios 867 centros 729 municípios Medicamentos essenciais fornecidos 1988 – 40 medicamentos 400 medicamentoa Produção de medicamentos 1997 – 2,1 bilhões de unidades 7,8 bilhões de unidades Produção de medicamentos antirretrovirais 1996 – 36 milhões de unidades 163 milhões de unidades Capacidade de produção dos laboratórios públicos 1997 – 2,1 bilhões de unidades 7,8 bilhões de unidades Centrais de transplantes estaduais 1996 – 5 Estados Centrais de transplantes organizadas em 25 estados 2003 – 206 beneficiados 15.000 beneficiados Programa De Volta para Casa Também gosto dos números... Mas gosto mais ainda de desenhar mapas! Olha só o que eu fiz!... 13 MAPA DA SAÚDE Esse mapa da saúde do Brasil ficou legal . São muitas unidades de saúde para cuidar da gente! E como deve ser nos outros países? Não sei , mas a professora disse que o sistema brasileiro é um dos poucos que reconhece a saúde como um direito de qualquer pessoa. 14 GEOGRAFIA Ministério da Saúde (MS) Brasília/DF e 26 núcleos estaduais Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Rio de Janeiro/RJ –16 institutos RJ (11), PE, BA, MG, AM e PR Fundação Nacional de Saúde (Funasa) Brasília/DF Secretarias Municipais de Saúde (SMS) 5.562 municípios Conselhos de Saúde 5.562 conselhos municipais 26 estaduais e DF, 1 conselho nacional Equipes de Saúde da Família 32.081 equipes Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Brasília/DF, 26 coordenações estaduais e no DF com 114 postos espalhados distribuídos pelos portos, aeroportos e fronteiras Hospitais 6.528 unidades Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Rio de Janeiro/RJ e 12 núcleos regionais de fiscalização Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) 1.671 unidades Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobras) Brasília/DF, filial em Recife (PE) e fábrica em Goiana (PE) Posto de Saúde 11.989 unidades Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) Rio de Janeiro/RJ Distrito Sanitário Especial Indigena (DSEI) 34 unidades Grupo Hospitalar Conceição (GHC) Rio Grande do Sul – 4 hospitais, 12 postos de saúde e 3 CAPS Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação 9 unidades Hospital Dia 406 unidades Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) 75 unidades Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) 111 milhões de usuários atendidos E outras unidades... Secretarias Estaduais de Saúde (SES) 26 estados e DF Fonte: Ministério da Saúde, 2011. 15 Aristóteles, está na hora de apresentar para essa turma as metas do Milênio. O BRASIL E A Assembleia Geral das Nações Unidas, no ano de comprometeu-se a cumprir as seguintes Erradicar a extrema pobreza e a fome Reduzir pela metade a proporção da população com renda inferior a um dólar, e que sofre de fome. O Brasil já cumpriu o objetivo de reduzir pela metade o número de pessoas vivendo em extrema pobreza até 2015: de 25,6% da população em 1990 para 4,8% em 2008. Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres Eliminar a disparidade entre os sexos em todos os níveis de ensino. Em 2005, a proporção de homens trabalhando com carteira assinada era de 35%, contra 26,7% das mulheres. Em 2008, os homens com carteira assinada representavam 39,1% enquanto as mulheres, 29,5%. Melhorar a saúde materna Reduzir em três quartos a taxa de mortalidade materna e neonatal. A Razão de Mortalidade Materna corrigida para 1990 era de 140 óbitos por 100 mil nascidos, enquanto em 2007 declinou para 75 óbitos. Atingir o ensino básico universal Garantir que todas as crianças terminem um ciclo completo de ensino básico. No Brasil, em 2008, 94,9% das crianças e jovens entre 7 e 14 anos estão matriculados no ensino fundamental. No mesmo ano é lançado o programa Saúde nas Escolas. Reduzir a mortalidade na infância Reduzir em dois terços, entre 1990 e 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos. O Brasil reduziu a mortalidade infantil de 47,1 óbitos por mil nascimentos, em 1990, para 21,17 por mil nascidos vivos em 2011. Combater o HIV/aids, a malária e outras doenças Deter a propagação do HIV/aids e a incidência de outras doenças importantes de malária e e inverter a tendência atual. O Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento a proporcionar acesso universal e gratuito para o tratamento de HIV/aids na rede de saúde pública. Entre 2003 e 2009, os casos de malária foram reduzidos de 410 mil para 306 mil. A hanseníase e a tuberculose também vêm diminuindo no País. 16 O MUNDO GEO G R AFI A 2000, reunindo 191 países na Cúpula do Milênio, Metas do Milênio até 2015: Garantir a sustentabilidade ambiental Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável e reverter a perda de recursos ambientais. O Brasil reduziu o índice de desmatamento, o consumo de gases que provocam o buraco na camada de ozônio e aumentou sua eficiência energética com o maior uso de fontes renováveis de energia. A professora disse também que saúde não é só ausência de doenças! Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento Atender as necessidades especiais dos países menos desenvolvidos. O Brasil é proativo e inovador na promoção de parcerias globais usando a cooperação Sul-Sul como veículo. Acho que está na hora de falar de tudo aquilo que afeta e até determina a saúde . Como se chama?... 17 DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE CIÊNCIAS SOCIAIS O Ciclo da vida Através dos tempos, todas as pessoas nascem, vivem e morrem, é a lei da natureza. Nessa trajetória, a qualidade e as condições de vida de cada indíviduo e da comunidade vão determinar a saúde da população. Conheça os principais fatores para um ciclo de vida com boa saúde. Você sabe como é que isso tudo é organizado e posto em prática? Estou falando das leis, das estruturas políticas... Para que o Brasil tenha um Estado mais eficiente, as políticas públicas devem estar integradas. Eu não sei, mas sei O SUS é de responsabilidade dos governos federal, estadual e municipal, e ainda tem a participação dos conselhos de saúde. 18 que o Aurélio sabe! Auréliooo! Acode aqui! PARTICIPAÇÃO E GESTÃO CIÊNCIA POLÍTICA Necessitam de auxílio para questões jurídicas e administrativas? Vou tentar explicar em poucas s çõe itui ções t es s in red za os e rgani o em ã g ór e o nizad erno. or do a es, os p r priva tá org o gov d a açõ de. d t s o s e E t a e r . s ú r se nios esfe e, p S) ítica e Sa elo pol nal d e (SU e saúd is e p convê cada a e i l o a d i a c to aú iços d nicip atos e ica em e av o Na a, In eS o d e serv is e mu contr ção ún tora o Plan as, Inc i c i n n s br mo tuar a Ú açõe tadua eio de m dire mo za, c s em e m co cali ara pa NS, He s s s i Sist unto d erais, e s, por f a pio p A a, i j zad d nicí atiz da CIT nvisa, u Con icas fe menta rarqui m r m A l a no ) ie aos sa, bito púb overn as e h e (MS mula, âm , Funa oio r e g p r o d d a o n o a z ú f nã S, sta Sa ova ua aliz cru pre ra apr ion rio da l do SU NS. At a: Fio , g e e d a r a o C rutur saú isté IB p ion Min or Nac ão com ua est s de a da C ) e S õ s p t ç ç E i Ges rticula bém is. e (S cas e a partic de a ra saú e ti aúd am e d em ram t is fede l de S e polí adual g t d a iços a ara Inte hospit stadu lações lho es e. serv ual p e e d E d s s u çõe ra esta oito etaria form o con de saú MS) ta a l r S e as Sec cipa d ão com stadua aúde ( execu e a esf ais e ç l e ti S . a a r a l e icip o i e a p l u i d n n d P a c c ú a i u i l v l t a p s ,a ar un pa s m das em antar o unici ntrola lho m ipal de al) lho e u l M a, co nse ntrole c s i d p o a n n i a c im etar z o co o mu e est ani .562 l e co r úde Sec ja, org ão com o plan icipal DF e 5 socia e sa , e r o d n ç o n a ã a u n t l o a n es aç Pl m cu an (m pla ituiçõ arti e impl aúde uais, u articip o gra t e m s . e inte var s de S estad ia da p icas 48 in ociais , t l o í l a r o o er or os stânc . ap ss as p S) op Fed selh selh nto n ito úde de (CN avalia mpost vime r Con 6 con omo i t a s s o e e 2 o Di rol c ú mp São tuam lanos d de Sa nitora no. É c rios e m nass) e e do e a a l o r o d á u p ) que icas e aciona era, m e gove e usu úde (C e saú ms e at d d ase a CIT ib ít d a N s l l s i n S s e e o a o o a d e a p u r ad e (C tegr selh õe, esfe entid ários d s estad úde. aúd de , in Con S prop s três t o a rios . a S i e s d r r e a n e a c etá N t d saú ecr saúde O C ados n esenta de Se secre iços d ipais e s d s o, l o r t is e rv ic as ent ado de rep aciona nte d es e se s Mun nicipa iliza ticas d m b a j ) o s í u ta a ta õ ne e m s pol me elho N resen de aç retari rias m sem pla l s p c (Co rticula to da ao ta o r n e e e r r e a r o S p d a n p c e C , e d is em l de as se Saú CIB ida cim era Ent e atua aciona nte d e. fed s de egra o fortale i e a , a s T d t p t I ai nto a C elho N resen de saú unici ms, in cias e me adu t a s n p j e s M s s ê n e e e n is, Co ade r erviço tarias Cona xperi o pla e. e ent s cipa o id e ) ra o a Ent ões e e Secr dual d bio de e (CIT muni e saúd oam p ç i s i ç s d t e a a i a f d e r p o est tercâm ipart estor lanos de ape nici selh ção in Tr gra g mu ep oe s ã e Con esenta ara o tores a ç s ) e e. p r int lític s uai US ocia Rep icipais terge a que de po (CIB) estad e saúd NP-S a neg N s r v n e d o i n I a t e t ã s i M r mu issão libera liaç ipart gesto plano SUS ( ores p e B ava gra ticas e te do balhad Com ncia d ção e tores e t in a lí s â a en Inst ement terge a que de po rman res e tr v n l e o i I o t p ã t P im issão libera Ei, esperem aí um ão liaç ges e ava ociaç eúne Mas Aristóteles tem razão, Com ncia d ção e r de. g e S momento! Vocês estão colocando N U Saú â a Inst ement nal de NNP-S setor Davi! Vamos ver o que ele a carroça na frente dos bois! l o M o imp Naci 03, a alho n tem a dizer... 0 a b s 2 Onde estão os princípios do tra Me a em de d s a e i SUS que fundamentam Cr elaçõ r tudo??? das palavras... Ai, ai, não basta esse Aurélio falante, lá vem esse gato filósofo com essa história de princípios! 19 PRINCÍPIOS E DIRETRIZES FILOSOFIA Lei n.º 8.080, de 19 de setembro de 1990 CAPÍTULO II Dos Princípios e Diretrizes A participação e o controle social estão garantidos nas conferências nacionais e com a atuação dos Conselhos de Saúde. A responsabilidade pela gestão da saúde é pactuada nas esferas do governo – federal, estadual e municipal. 20 Ai, Aristóteles, como você é inteligente! Além de ser um gatinho, é claro! Mas essa filosofia toda me deixou tonta... Ah, Susy, então seu problema está resolvido. Olha quantos profissionais trabalham para o bem-estar dos brasileiros! EDUCAÇÃO FÍSICA O TIME DA SAÚDE São cerca de 3 milhões de trabalhadores cuidando e promovendo a Saúde do Brasil. AGENTE DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ADMINISTRADOR HOSPITALAR AGENTE COMUNITÁRIO PARTEIRA TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL FONOAUDIÓLOGO PSICÓLOGO NUTRICIONISTA TÉCNICO DE ORTOPEDIA DENTISTA ASSISTENTE SOCIAL FISIOTERAPEUTA BIOMÉDICO GUARDA DE ENDEMIAS AGENTE DE ZOONOSES AUXILIAR E OUTRAS PROFISSÕES... FARMACÊUTICO SOCORRISTA HABILITADO MÉDICO ENFERMEIRO ZOOTECNISTA AUXILIAR DE ENFERMAGEM TÉCNICO EM PRÓTESE DENTÁRIA TÉCNICO DE ENFERMAGEM AGENTE DE CONTROLE DE VETORES AUXILIAR DE LABORATÓRIO TERAPEUTA OCUPACIONAL Nossa, temos um bom time para cuidar E tem mais. Veja todas essas redes! da gente, hein?! Miaaauu... 21 REDES THE SOCIAIS HEALTH TEAM RedeAps - Rede Rede de dual Esta TO MA no e Rede ld - RE Ensi e na cos cio Na édi de cur Pan s erva os Rede GanRH dhi CooperaSUS - Gestão Re - Re - Obs US RE NA CIA T ox ico lóg ica - eG ção est ão em do Saú SU S de M enta l Atençã o no S o e da ten As sis tên cia T ção Aten e de eA Red nfo rm aç ão e l z Amé ET-SUS SUS – R Rede en ta da S m or aç sp õe S Bra sil Bib lio SU S aS de aú A IPS ul eS on oC –R en agora. Vamos nessa, pois quero MAE ara d aú no Não dá para procurá-lo saber o que é o Pacto am Inf eS onde será que ele se meteu? e Saúde ília – aú de – sd uma it e H Rede CooperaSUS - Gestão do SUS em S a Fam Am de iço e Le ndhi – Sa de ial er v os d úde, Cul tura de P az nos e Não–V aúde no B iolência rasil úd e ida Sa Un de em Re ão aç ov de Re Co op er an te s eS anc Puxa vida! São tantas redes pela Saúde! e da sil nc as uma ge tem e – RNIS m Saúd Rede Ga era Saú Int m ricas Saúd Bra de Sis rsos H nt a Re m de B Recu SA oe a ileir ações e o de me eI nf or m aç ão RIP açã Bras Re de Pa n-A ma zô Re nic de ad Un eC i da iên –R cia ecu ,T rso ec sH Rede no lo u Obs ma gi erva ae no se tóri In ma que trabalham no SUS! E o Aristóteles, 22 Amé Rede ricas e- úd e rm de Info ir ile s a r eB d Re R C Un ida de sd stig ad Red ó rat bo a eL acional ed Red d Rede P o p u la r Sa m se co líti a An Rede N s rio – eúd Sa as l ona aci N ede NT -R r a ve ra pa e In es ed o çõ ed man ma l R e Hu u de ia d om con eE aú aS S ECO ec z or uis Pesq e ed S Red EBLA R ot cru sd ru C NT R – d lar de elu Re C a api Ter de ricas ib eB do de elula Amé C de Técnicas Rede Re rapia Escolas Rede de Te ricas S SU é TRE Am do SUS Técnicas Rede Nacional de Tecnologia Rede Po pu la r e Sa ú d e R A ede M Rede d Re mam ulticên e Educa trica de en ção de A de ta B poio ras Bib á Esp il lio ecia Re te li zaçã de ca o em se A Inf ne S de Leit Co ncos IS Ba de - RN em Saú de Rede nica a Clí li Bib io aF lio a tec c Fio Nacional de Tecnologia e ão da Saúd Rede ia omde n o Ec Re a squis e de P Rede eI a em Saúd Vigilânci op de Ort ncia es Re reve ional de P Rede Nac S Rede Biblioteca Virtual Promoç olência e a nção da Vi Clínic Re de d anos de t lan eficiê Imp om D oa c de - RegeSU Rede Biblioteca Virtual em Saúde SU S en tro sd rsos Hum Pess isa qu es ão eP liaç ino Ava cia à de stên Assi rica nt icê ns eE ld Tra b istór Red alha ia e e d Patr Rede de B r asi or - R imôn Ensino p l de EN i o ara a Ge Cult Dir AST ural stão Estra e da S itos tégica d aúde o SUS eC a l de ult s Rede H umaniz Re a SUS A de d - Rede de Cola Re tenç e Aten ção boraçã de ão em o para Na e G Saú a Hum est cio anizaçã de ão na M o da G do enta ld estã o de Recu Formaçã du Esta eM a ion de H RedeAps - Rede de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde Rede de Rede Red c Na de Re Re de Na cio na ld eA ten Red çã eB oI ras nt il d eg eD ral irei àS tos Rede aú Hu de Bras m ano do ileira COOPERAÇÃO PACTO PELA SAÚDE O Pacto em Defesa do SUS convida a sociedade à participação na defesa dos avanços e conquistas na mobilização para superar os desafios do setor. O Pacto de Gestão estabelece metas e diretrizes para o aperfeiçoamento da gestão, regulação do trabalho, educação em saúde e fomento à participação e ao controle social. O Pacto pela Vida firma uma agenda nacional de prioridades que são pactuadas com os conselhos de saúde. Um novo modelo de financiamento é adotado com base no cumprimento das metas estabelecidas e prioridades, quais sejam: Atenção à Saúde do Idoso; Controle do câncer de colo de útero e de mama; Redução da mortalidade infantil e materna; Fortalecimento da capacidade de resposta às doenças emergentes e endemias, com ênfase na dengue, hanseníase, tuberculose, malária, influenza, hepatite, aids; Promoção da saúde; Fortalecimento da atenção básica; Saúde do trabalhador; Saúde mental; Fortalecimento da capacidade de resposta do sistema de saúde às pessoas com deficiência; Atenção integral às pessoas em situação ou risco de violência; Saúde do homem. Meta de todos os brasileiros Financiamento adequado e estável para a saúde. Participe do Pacto pela Saúde! Conheça os programas do SUS Melhor em Casa Brasileirinhas e Brasileirinhos Saudáveis Viva Mulher Saúde da Família SomaSUS SIS-Fronteira Brasil Sorridente Farmácia Popular Cartão Nacional de Saúde De Volta para Casa Lei n.º 8.080/90 é regulamentada O Decreto n.º 508, de 28 de junho de 2011, regulamenta a Lei n.º 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde (SUS), o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências. Medicamento Fracionado Saúde do Adolescente Saúde do Trabalhador Mas é para isso que o SUS Saúde do Idoso tem vários setores de informação Saúde do Homem Combate à Dengue Controle do Tabagismo DST/aids Serviços de Saúde Vacinação Tanta coisa boa, não é? Pena que nem e comunicação! Quer saber como funcionam? todo mundo sabe disso. Academia da Saúde Olhar Brasil SAMU 192 Projeto Expande HumanizaSUS QualiSUS Pronto Atendimento Doação de Órgãos Saúde na Escola PNAN e outros... 23 SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO, INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO Portal do Ministério da Saúde http://www.saude.gov.br Biblioteca Virtual em Saúde - Brasil http://brasil.bvs.br Biblioteca Virtual em Saúde Ministério da Saúde http://www.saude.gov.br/bvs Sistema de Legislação da Saúde http://www.saude.gov.br/saudelegis Sala de Situação do Ministério da Saúde http://www.saude.gov.br/saladesituacao Rede BiblioSUS http://www.saude.gov.br/bibliosus Rede Interagencial de Informações para a Saúde http://www.ripsa.org.br Sistema Integrado de Protocolo e Arquivo Sipar - Ministério da Saúde http://www.saude.gov.br/sipar Centro Cultural do Ministério da Saúde http://www.ccms.saude.gov.br Editora do Ministério da Saúde http://www.saude.gov.br/editora Departamento de Informática do SUS http://www.datasus.gov.br Canal Saúde http://www.canal.fiocruz.br Museu da Vida http://www.museudavida.fiocruz.br 24 E isso sem falar nas grandes campanhas! TECNOLOGIA OUVIDORIA-GERAL DO SUS Juntos fazendo o SUS cada vez melhor INFORMAÇÕES, SUGESTÕES, RECLAMAÇÕES E DENÚNCIAS Queremos saber o que você tem a dizer OUVIDORIA DO SUS 136 Caixa Postal 6216 CEP: 70740-971 Disque Direitos Humanos (SEDH) Tel.: 100 http://www.sedh.gov.br Disque ANS Tel.: 0800 701 9656 http://www.ans.gov.br Disque Notifica – Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) Tel.: 0800 644 6645 Central Nacional de Transplantes Tel.: 0800 644 6445 Disque Intoxicação (Centro de Informação e Assistência Toxicológica - Anvisa) Tel.: 0800 722 6001 Central de Atendimento à Mulher Tel.: 180 http://www.agenciapatriciagalvao.org.br TeleHansen (Hanseníase) Tel.: 0800 026 2001 http://www.morhan.org.br 25 CAMPANHAS DA SAÚDE No rádio, televisão, internet, escolas e comunidades, ações de educação para promover a saúde, a solidariedade e o respeito às diferenças. Muito legal! Mas e o usuário? Como ele pode conhecer os seus direitos? 26 COMUNICAÇÃO Abril/2010 PREVENIR A HIPERTENSÃO É UMA ESCOLHA. SÓ DEPENDE DE VOCÊ. Ande de bicicleta, suba escadas, saia para dar uma volta, desça uma parada de ônibus antes da sua, pratique atividade física. Coma frutas, verduras e legumes, diminua o sal, tenha uma alimentação saudável. Controle o seu peso, procure uma unidade de saúde ou o seu médico e meça sempre a pressão. Fazendo isso, você combate a hipertensão e faz a sua escolha: uma vida mais saudável e com mais qualidade. MAIS DICAS EM WWW.EUSOU12POR8.COM.BR Aqui!!! Na Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde! Está tudo explicadinho! 27 DIREITOS CIDADANIA DOS USUÁRIOS Brasil, 13 de agosto de 2009. Esta Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde, atualizada, traz princípios fundamentais de cidadania. Juntos, eles asseguram às pessoas o direito básico ao ingresso digno nos sistemas de saúde, sejam eles públicos ou privados. Cada princípio foi construído com base em legislações já vigentes, tornando-os, assim, direitos a serem exercidos e reivindicados. A Carta é também uma importante ferramenta para que você conheça seus direitos e possa ajudar o Brasil a ter um sistema de saúde com mais qualidade. 1º Toda pessoa tem direito ao acesso a bens e serviços ordenados e organizados para garantia da promoção, prevenção, proteção, tratamento e recuperação da saúde. pessoa tem direito ao tratamento adequado e no tempo certo para 2º Toda resolver o seu problema de saúde. pessoa tem direito ao atendimento humanizado e acolhedor, 3º Toda realizado por profissionais qualificados, em ambiente limpo, confortável e acessível a todos. pessoa deve ter seus valores, cultura e direitos respeitados na relação 4º Toda com os serviços de saúde. pessoa tem responsabilidade para que seu tratamento e recuperação 5º Toda sejam adequados e sem interrupção. pessoa tem direito à informação sobre os serviços de saúde e aos 6º Toda diversos mecanismos de participação. pessoa tem direito a participar dos conselhos e conferências de saúde 7º Toda e de exigir que os gestores cumpram os princípios anteriores. Seria muito bom que todos respeitassem esses direitos. Nós não podemos relaxar, não é? Afinal, muitos ajustes precisam ser feitos! Remetente: Sistema Único de Saúde - SUS 28 E são muitos desafios pela frente! Portaria MS/GM n.º 1.820, de 13/8/2009, publicada no DOU, Seção 1, em 14/8/2009. DESAFIOS MARATONA Mobilização e participação para superar os desafios. Apesar dos desafios, temos muitos motivos para comemorar os avanços do SUS! 29 CONQUISTAS ito dire m a u on eé ntid aúd a s r l a A g era rsal Fed e v o i ã un uiç ia a stit efic Con ben os. S leir SU rasi eo b s os o tod A gestão participativa na saúde congrega 100 mil conselheiros e integra redes e movimentos sociais. asil O Br a dicou erra a i lis para til. a f in n O Bras il pass a a ter sistem o a de sa úde or ientad pela at o enção básica reconh eé ecido c omo m pela O odelo rganiz ação M u n dial da Saú de em 2008. O SUS realizou 75% da atenção de alta complexidade, o que corresponde a mais de 11 milhões de internações hospitalares, 217 mil cirurgias cardíacas e 9 milhões e 700 mil procedimentos de quimioterapia e radioterapia em 2009. A Lei n.º 10.216/ 2001 im planta a Política de Saúde Mental, que gradativ amente desativa sistema a o silar. São implemen Centros tados os de Atençã o Psicoss ocial (Ca e outras ps) formas d e assistên cia para pes soas com transtor nos men tais. Para atender a população que necessita de transplantes, o Brasil possui um banco com mais de 2,4 milhões de ula doadores voluntários de med de ra silei Bra e Red a óssea e Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário. A Vigilância Sanitária atua em todo o território nacional, inclusive nos portos, aeroportos e fronteiras, com serviços e fiscalização na qualidade de medicamentos e alimentos. e saúde privado d O sistema ncia o pela Agê é regulad d ú de Sa e Nacional em tar (ANS) Suplemen direitos defesa dos idor e da do consum os. nos serviç qualidade anças, públicas para cri Existem políticas sos, lheres, homens, ido adolescentes, mu negra, iência, população pessoas com defic olas mb ilo qu comunidades indígena, LGBT, o mp balhadores do ca e ribeirinhas, tra os, pessoas com e da cidade, cigan ais, prostitutas, transtornos ment nal. e em regime prisio população de rua Ufa! Acho que acabamos, não é , Susy? Será que vamos ganhar uma boa nota por este trabalho? 30 APLAUSOS nhecido l é reco O Brasi los ente pe cionalm a n r e ão, t in vacinaç de aids, s a m a r leite prog nco de mo, ba r tabagis s, cânce splante n a r t , o human a. ão básic e atenç A mor talidade infantil diminuiu 61% no período de 1990 a 2010 . O SUS atua c om re e, em des so parce ciais ria, im progr p lemen amas ta de DS de red T e aid ução d s , e mor mater talida na e n de eonat a l e de atenç ão às vítima de vio s lência , dent re out ros. O SUS cria, em 2003, o Serviço de de Atendimento Móvel O Programa Brasil Sorridente atende a 67 milhões de pessoas. Urgência (SAMU), ertura que tem uma cob lhões de mais de 111 mi de pessoas. as leiros e Os brasi mais: as vivem brasileir anos ara 73,1 cresce p ida. tiva de v a expecta Com a ções de antitab a prev agismo alência , de fum no Bra antes sil acim a dos 1 8 anos caiu de 34% e m 198 para 1 9 5,1% e m 201 0. Ampliação da as sistência farmacêutica co mo fornecimento de medicamentos ess enciais e antirretrovirais, e iniciativas como os Program as Farmácia Popular do Brasil e Saúde Não tem Preço, política de medica mentos genéricos e vend a de medicamento fra cionado. e o em saúd A prevençã um amplo conta com ão de vacinaç programa s, n ve ças, jo para crian . osos adultos e id Qualificação da força de trabalho com a capacitação de Agentes Comunitários de Saúde; com o Profae, para a formação de profissionais de Enfermagem; com o Telessaúde, voltado para as Equipes de Saúde da Família; com o Pró-Saúde, para a reorientação dos cursos de graduação; com o UnA-SUS, sistema que oferece a profissionais que atuam na rede pública de saúde cursos de atualização profissional em áreas de interesse do SUS e outras iniciativas para habilitação de técnicos e auxiliares em diversas áreas afins. Claro, Davi! O SUS é fascinante! 31 CONCLUSÕES BOLETIM Como deve ser: deve ser: o ã n o m Co Já vou, já vou!!! Vamos, Davi , estamos nossa pesquisa sobre o SUS para a professora! 32 lth ea il e H az Th f Br o atrasados! Temos que entregar A SAÚDE DO BRASIL HORA CÍVICA 33 : A Saúde do Brasil il SUS: A Saúde do Brasil SUS: A Sa Pesquisa SUS: A Saúde dp Brasil SUS: A Saúde do Brasil Danielle Paes Gouveia do Brasil SUS: A Saúde do Brasil do Subsecretaria Brasilde Assuntos SUS: A Saúde do Brasil Administrativos Secretaria-Executiva Coordenação-Geral de Documentação e Informação BrasiFunl SUS: A Saúde do Brasil Apoio de Comunicação/MS rasilAssessoria SUS: A Saúde do Brasil Fundação Oswaldo Cruz aúde do Brasil Rejane Vieira SUS: ARevisão SaúA Saúde Mônica Isabel Cordeiro Quiroga Rejane Soares Pamplona SUS: Mara ARogério Saúde do Brasi da Silva Pacheco SUS: A Saúde do B SUS: A Saúde do Brasil SUS: A Saúde do Brasil Mônica Isabel Cordeiro Quiroga : A Saúde do Brasil SUS: A Saúde SUS: A Saú Projeto Gráfico Mostra Virtual SUS: A Saúde do Brasil A Saúde Hamilton C. Gomes Ana Aparecida Soares Ramos SUS: A Saúde do Brasil SUS: AAssistência Saúde do Bra Alisson Albuquerque Técnica Editoração : A Saúde do Brasil SUS: A Saúde do Brasil Rione Viana Rocha Massao Otsuka Renato Barbosa SUS: A Saúde do Bras do BrasilConcepção SUS: A Saúde do Brasil Personagens de do Brasil Caco Xavier de do Brasil Gislene Aparecida Ramiro Sérgio Lima Ferreira SUS: A Saúde do Brasil Márcia Rollemberg Rita de Cássia Lopes Loureiro Gleidson Azevedo Alessandra Maria Pereira SUS: A Saúde do Brasil SUS: A Saú Marcus Monici Alessandra Amaral SUS: A Saúde do Brasil do Brasil Hilton Mendes Sobrinho Produção Executiva SUS:Danielle A Saúde do Brasil Paes Gouveia A Saúde do Brasil do Brasil Eliane Pereira dos Santos Siomara SUS: A Saúde d Zgiet Brasil de do Brasil SUS: A Saúde do Brasil Ministério da Saúde Governo Federal do Brasil il SUS: A Saúde do Elizabeth Brandt REALIZAÇÃO o BrasSecretaA Saúde do Brasil Realização SU SUS: A Saúde do Brasil Colaboradores Adla Marques SUS: A Saúde do Brasil Andréa Torriceli SUS: A Saúde d SUS: A Saúde SUS: A Saúde do Carlos Alberto : A Saúde do Brasil SUS: A Saúde do Brasil SUS: A Saúd Cristiane Vasconcelos Cruz il Eugênia Coelho SUS: A Saúde dp Brasil SUS: A Saúde do Brasil Parabéns, Jonice Maria Ledra Vasconcelos do Brasil SUS: AJussara Saúde Valladares João Saraiva SU crianças! Agora do Brasil SS: A Saúde do B vocês já sabem tudo o Brasil SUS: A Saúde do Brasil sobre SUS: Saúde d Bras Maria Resende Caetano o SUSAe que Michelle de Lima Cardoso todos nós fazemos Renata Osório Guimarães de do Brasil SUS: A Saúde do Brasil SUS: A SaúA Saúd Sátia Marini parte dessa Nahum Levy do Brasil SUS:Sylvain ATetêSaúde do Brasil história! SUS: A Saúde do Br Marques o Brasil Ludimila Martineli SUS: A Saúde do Brasil Saúde do Brasil rasil o Brasil SUS: A Saúde do Brasil SUS: A Saúde do Brasil aúde do Brasil SUS: A Saúde do Brasil SUS: A Saúde do Brasil SUS: A Saúde do Brasil SUS: A Saúde do Brasil SUS: A Saú SUS SUS: SUS: A Saúde do Brasi Ouvidoria do SUS 136 Portal do Ministério da Saúde www.saude.gov.br Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde www.saude.gov.br/bvs Mostra Virtual SUS: A Saúde do Brasil www.ccms.saude.gov.br/sus20anos/mostra/index.html Ouvidoria do SUS 136 Portal do Ministério da Saúde www.saude.gov.br Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde www.saude.gov.br/bvs Mostra Virtual SUS: A Saúde do Brasil www.ccms.saude.gov.br/sus20anos/mostra/index.html