EMENTA O presente trabalho foi realizado pelo Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, na Secretaria Municipal de Obras – Coordenadoria Geral de Conservação, e esta apresentação, composta pelos dois órgãos, consiste em demonstrar o resultado eficiente da auditoria de natureza operacional, onde se obteve ampla aceitação das propostas realizadas ao Gestor. O TCMRJ apresentará a metodologia utilizada e a SMO/CGC, o plano de ação adotado pelo órgão. A definição do objeto teve como base o Plano Plurianual, onde foi identificado o Programa (0071) – Rio Conservação – Conservação e Melhoria de Logradouros, do qual destacou-se a ação Produção e Aquisição de Massa Asfáltica para ser avaliada. Por se tratar de uma auditoria de avaliação de atividade, contínua, adotou-se a metodologia de Avaliação de Processo, que consiste em identificar todos os procedimentos inerentes ao produto-chave. INTRODUÇÃO Na fase inicial do trabalho, tinha-se a concepção de que o problema central da auditoria seria a baixa produção de massa em relação à capacidade das usinas de asfalto, problemática apontada nos relatórios de inspeções realizados em exercícios anteriores. No entanto, constatou-se a necessidade de redirecionar as análises, tendo em vista os resultados encontrados nas pesquisas para a solução do problema de auditoria. O redirecionamento teve como base a teoria de que o Município do Rio de Janeiro não produz para ter lucro e sim para atender a demanda da Cidade; logo, não necessariamente precisa produzir até atingir a capacidade de produção das usinas. Por outro lado, foram identificados outros problemas considerados importantes: ausência de avaliação de desempenho, o órgão possui relatórios de atividades, mas os dados não são avaliados, as metas físicas do Plano Plurianual Anual não se encontravam de acordo com a realidade, as unidades de medidas constantes nos relatórios necessitavam ser adequadas às do PPA e deficiência no planejamento das ações. Neste trabalho fora evidenciado um risco de estabelecer indicadores nesta fase, devido à existência de diversas unidades de medidas adotadas pelo órgão. A equipe de auditoria adotou o critério de inserir ao longo do relatório várias análises de dados que geraram demonstrativos, os quais serviram de base para as evidências apontadas. Porém, não teve como objetivo induzir o Gestor na formação de indicadores para a avaliação da atividade. O resultado referente ao critério adotado foi apropriado, tendo em vista que o Gestor, com maior conhecimento para o desenvolvimento da atividade, pode ajustar as boas práticas e as recomendações aos achados, de acordo com a realidade do órgão. ÍNDICE 1. OBJETIVO 2. RELEVÂNCIA 3. METODOLOGIA – AVALIAÇÃO DE PROCESSO 3.1. PLANEJAMENTO 3.1.1. ANÁLISE DE POSSÍVEIS INFLUÊNCIAS (SWOT) 3.1.2. PESSOAS-CHAVE PARA OS TRABALHOS – STAKEHOLDERS 3.1.3. ESCOPO DA AUDITORIA 3.1.4. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 3.1.5. QUESTÕES DE AUDITORIA 4. IMPLEMENTAÇÃO DO TRABALHO DE AUDITORIA 4.1. PRODUÇÃO 4.1.1. CONTROLE DE QUALIDADE 4.2. DEMANDA 4.3. AQUISIÇÃO DE INSUMOS 4.3.1. ANÁLISE DA AQUISIÇÃO DE INSUMOS (CAP) X PRODUÇÃO 4.3.1.1.PLANEJAMENTO DE PRODUÇÃO 4.4. OPERAÇÃO DAS USINAS 4.4.1. USINAS – PRODUÇÃO DE CBUQ e PMF – PRÉ-MISTURADO A FRIO 4.4.1.1.BENCHMARKING ORGANIZACIONAL 4.5. ESTOQUE X PRODUÇÃO 4.6. APLICAÇÃO DE MASSA ASFÁLTICA 4.7. USINAS 4.7.1. PROGRAMAÇÃO DOS SERVIÇOS DE APLICAÇÃO – DEMANDA 4.8. DIVISÕES DE CONSERVAÇÃO 4.8.1. PROGRAMAÇÃO DOS SERVIÇOS DE APLICAÇÃO – DEMANDA 4.8.2. ANÁLISE DA ÁREA DE APLICAÇÃO 4.8.3. ANÁLISE DE DESEMPENHO 4.8.4. CONTROLE DE PRODUÇÃO X APLICAÇÃO 5. RESULTADOS QUALITATIVOS 5.1. MATRIZ DE ACHADOS 6. CONCLUSÃO 2 1. OBJETIVO O processo de produção e aplicação de massa asfáltica é dinâmico, possui rotina com uma demanda incessante, e por isso, as decisões são tomadas no mesmo ritmo. Face aos procedimentos adotados, o processo de produção e aplicação, que é contínuo, estabelece uma rotina que, apesar de não contrariar normas legais, acaba se tornando obsoleta, gerando, dessa forma, ações superficiais. Através da metodologia de avaliação é possível analisar as realizações e identificar procedimentos a serem excluídos ou incluídos, com a expectativa de contribuir para obtenção de melhores resultados para o processo em questão. 2. RELEVÂNCIA A Produção e Aplicação de massa asfáltica, executada pela Coordenadoria Geral de Conservação da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, envolve a participação de cerca de 1000 funcionários distribuídos em 04 (quatro) unidades de produção e 24 (vinte e quatro) unidades de distribuição e aplicação. Esse processo movimenta uma dotação anual de aproximadamente R$ 35.000.000,00 do orçamento de custeio da Secretaria. Tal dotação é aplicada em todas as etapas do processo – desde a compra dos insumos até a locação de equipamentos para a distribuição e a aplicação da massa produzida, que são geridas pelo órgão. Classificação das usinas Usina de Asfalto Engenheiro Luiz Paes (Francisco Bicalho) Massa asfáltica: CBUQ Usina de Irajá Massa asfáltica: PMF Usina de Jacarepaguá Massa asfáltica: CBUQ Usina de Santa Cruz Massa asfáltica: PMF A demanda principal é a conservação dos pavimentos dos logradouros da Cidade do Rio de Janeiro, que em sua grande maioria são pavimentados em CBUQ – Concreto Betuminoso Usinado a Quente o que exige uma produção anual da ordem de 150.000 t. A Coordenadoria Geral de Conservação também faz o controle de qualidade do processo e desenvolve pesquisa para melhoria da qualidade do produto, para a utilização de novos materiais e para o desenvolvimento de projetos específicos de massa asfáltica para cada tipo de pavimento. O contínuo processo de produção e aplicação de massa asfáltica é estratégico para a conservação dos espaços públicos e exige capacitação e qualificação especiais dos profissionais envolvidos. A Cidade do Rio de Janeiro valoriza plenamente seus espaços públicos que precisam proporcionar conforto e segurança a população e ao grande número de visitantes que desejam usufruir de suas incontestáveis belezas e maravilhas. 3. METODOLOGIA – AVALIAÇÃO DE PROCESSO 3.1. PLANEJAMENTO Na fase de planejamento foram realizadas as seguintes etapas: 3 • • • • • • • • • 3.1.1. Verificação no Sistema Interno de Controle de Processos (SCP) de informações contratuais e inspeções anteriores relativos a Coordenadoria Geral de Conservação; Pesquisa da legislação pertinente; Análise das retificações do PPA; Reuniões com os gestores; Conhecimento técnico; Análise de possíveis influências (SWOT – é um acrônimo formado pelas palavras inglesas: Strengths (forças), weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças)); Estudo das pessoas chaves para os trabalhos (Stakeholders); Elaboração da Matriz de Planejamento; e Preparação do Plano de Auditoria. ANÁLISE DE POSSÍVEIS INFLUÊNCIAS (SWOT) AMBIENTE INTERNO AMBIENTE EXTERNO FORÇAS OPORTUNIDADES 1) Controle de qualidade de insumos e 1) Material de fresagem que permite massa produzida. reciclagem/ baixa de custos de produção. 2) Equipe própria de manutenção e 2) Avaliação da possibilidade de incremento operação. na produção. 3) Potencial de conhecimento técnico. 4) Transparência de gerenciamento. 5) Facilidade de acesso aos Gestores. 6) Qualidade da massa produzida. 7) Aceitabilidade de sugestões e propostas novas. FRAQUEZAS AMEAÇAS 1) Contingenciamento de recursos 1) Fragilidade de indicadores gerenciais orçamentários e descontinuidade de fluxo de desempenho. financeiro. 2) Baixo investimento nos equipamentos 2) Falta eventual de CAP (cimento asfáltico de produção. de petróleo) – matéria - prima do CBUQ. 3) Não automatização de etapas de 3) Questão ambiental. produção. 4) Fragilidade no processo de controle de fornecimento da massa produzida. 5) Ausência de segregação de funções nas Divisões de Fabricação e Aplicação. 6) Distância de algumas Divisões de Conservação em relação às Usinas. 4 3.1.2. PESSOAS-CHAVE PARA OS TRABALHOS – STAKEHOLDERS PESSOAS/INSTITUIÇÕES CHAVES PARA REALIZAÇÃO DA AÇÃO População Usinas Divisões de Conservação GRUPOS DE Gestores CGC INTERESSES DAT (Departamento de Apoio PRIMÁRIOS Tecnológico) DAA (Departamento de Apoio Administrativo) CGO – Coordenadoria Geral de Obras SMF– Secretaria Municipal de Fazenda INTERESSE Ruas bem conservadas. Atendimento da demanda. Utilização da massa produzida. Sucesso na finalidade da Ação. Controle de qualidade. Controle físico-financeiro. Manter suas obras conservadas. Alocação de recursos x metas físicas. Controladoria Geral do Município Verificação do adequado emprego dos recursos envolvidos x execução GRUPOS DE orçamentária. INTERESSES SECUNDÁRI Tribunal de Contas do Município do Rio Análise da efetividade/eficácia da de Janeiro – TCMRJ atividade. OS ATA (Assessoria Técnica Geração de relatórios gerenciais. Orçamentação e Acompanhamento Administrativa) de metas. APC (Assessoria de Planejamento e Controle) 3.1.3. ESCOPO DA AUDITORIA A partir da produção, foram identificadas atividades que interagem diretamente com o produto-chave MASSA ASFÁLTICA. AQUISIÇÃO DE INSUMOS CONTROLE DE QUALIDADE PRODUÇÃO DE MASSA ASFÁLTICA OPERAÇÃO DAS USINAS APLICA ÇÃO DA MASSA ASFÁLTICA 5 3.1.4. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Definido o objeto, tornou-se necessário conhecer os setores envolvidos diretamente e indiretamente na sua realização, e o posicionamento destes na hierarquia da estrutura da Coordenadoria Geral de Conservação, órgão gestor da atividade. Foram destacados da estrutura organizacional: Assessoria Técnica Administrativa – ATA, Assessoria de Programação e Controle – APC, Divisão de Conservação (24 Divisões) – DC, 1ª Divisão de Fabricação e Aplicação, 2ª Divisão de Fabricação e Aplicação e o Departamento de Apoio Tecnológico – DAT. 3.1.5. QUESTÕES DE AUDITORIA Os estudos iniciais identificaram oportunidades de melhoria na integração da operacionalização das Usinas de Asfalto com o fornecimento de seu produto final - massa asfáltica a seus clientes diretos (Divisões de Conservação e equipes de aplicação da própria usina). O planejamento de auditoria identificou deficiência no planejamento estratégico na ação, podendo comprometer a efetividade das atividades inerentes ao Programa Conservação. Diante dessa situação julgou-se necessário avaliar os procedimentos referentes à aquisição de insumos, produção e consumo. QUESTÕES DE AUDITORIA 1) O órgão possui planejamento estratégico de intervenções originadas do processo de demanda? Fonte: Controle das intervenções realizadas pelas Equipes de Aplicação das Usinas e das Divisões de Conservação. Método de análise de dados: Análise comparativa entre demanda e intervenções realizadas. Limitações: Deficiências encontradas no processo de seleção da demanda e identificação de discrepâncias na diretriz de implementação 2) Os procedimentos de controle realizados na integração das ações - produção, fornecimento e aplicação de massa - são suficientes para assegurar os resultados alcançados? Fonte: Sistema de Controle dos serviços executados pelas Usinas e Divisões de Conservação Método de análise de dados: Análise qualitativa dos dados coletados. Limitações: Controle de consumo deficiente. 3) O quantitativo dos insumos adquiridos está diretamente proporcional ao necessário à produção? Fonte: Departamento de Apoio Administrativo e Relatório do FINCON Método de análise de dados: Análise qualitativa e comparativa dos dados coletados e identificação do destino dos insumos adquiridos Limitações: Controle de consumo do Departamento de Apoio Administrativo diverge do controle das usinas. 4) Como são controladas as metas das atividades e conseqüentemente do programa? Fonte: PPA 2002/2003. Método de análise de dados: Verificação das alterações ocorridas no PPA de 2003, análise comparativa das metas constantes no PPA e na relação dos produtos envolvidos e Análise da Ação-Produção de massa asfáltica. Limitações: Inexistência de indicadores de desempenho e discrepância entre as previsões das metas analisadas. 6 4. IMPLEMENTAÇÃO DO TRABALHO DE AUDITORIA Identificado o enfoque, conseqüentemente, do escopo do trabalho e das questões a serem equacionadas, partiu-se para o desenvolvimento da metodologia. 4.1. PRODUÇÃO O ponto central do trabalho foi definido como sendo a produção de massa asfáltica, e foram identificadas, para análise inicial, variáveis que influenciam diretamente no referido processo. DEMANDA AQUISIÇÃO DE INSUMOS UNIDADES DE PRODUÇÃO E APLICAÇÃO PRODUÇÃO DE MASSA ASFÁLTICA Tipos: CBUQ e PMF OPERAÇÃO DAS USINAS 4.1.1. CONTROLE DE QUALIDADE Foram verificados os procedimentos inerentes ao controle de qualidade dos principais insumos (agregados, CAP – cimento asfáltico de petróleo e emulsões asfáltica) e conseqüentemente da massa asfáltica. Os ensaios para aferir a qualidade das misturas asfálticas são realizados nos laboratórios do DAT – Departamento de Apoio Tecnológico - existentes nas usinas de Francisco Bicalho e de Jacarepaguá. 4.2. DEMANDA DEMANDA Ouvidoria, tele buraco, subprefeituras, regiões administrativas, parlamentares, associação de moradores, órgãos da administração municipal, gabinete da SMO, gabinete do Prefeito, gabinete de Coordenador Geral de Conservação, vistorias prévias realizadas pelas Divisões de Conservação, etc... VISTORIAS – para avaliar a solução e custo (recapeamento). SOLUÇÃO TAPA BURACO DIVISÃO DE CONSERVAÇÃO RECAPEAMENTO PAVIMENTAÇÃO ( aprovação da Secretaria e da Coordenadoria da CGC) USINAS DIVISÃO DE CONSERVAÇÃO VISTORIAS – para detalhamento do serviço (podem ocorrer ou não). 7 4.3. AQUISIÇÃO DE INSUMOS O setor responsável pela aquisição de insumos é o DAA - Departamento de Apoio Administrativo. QUANTITATIVO DOS INSUMOS – CONTRATOS ANTERIORES DAA. DAA DEMANDA - HISTÓRICO DO CONSUMO DAS USINAS E DIVISÕES DE CONSERVAÇÃO Nesta fase foi considerada a programação de pedidos aos fornecedores realizada pelo 4.3.1. ANÁLISE DA AQUISIÇÃO DE INSUMOS (CAP) X PRODUÇÃO Constatou-se ausência de análise crítica pelo Departamento de Apoio Administrativo – DAA – das aquisições e dos quantitativos requisitados pelas usinas. As contratações se baseiam nos recursos orçamentários disponíveis e no histórico dos anos anteriores. Tabela - Massa Produzida – CBUQ nos anos de 2001 a 2004 (até junho). EXERCÍCIO 2001 2002 2003 2004 Fonte: Usinas MASSA PRODUZIDA(t) 83.207,88 120.678,88 129.793,88 71.215,10 CAP CONSUMIDO (t) 5.639,65 7.777,18 8.704,01 4.355,24 4.3.1.1.PLANEJAMENTO DE PRODUÇÃO Conforme explicitado pelo órgão, o planejamento de produção das usinas é diário, dificultando identificar a eficiência no atendimento das demandas de serviço das usinas a médio ou longo prazo. 4.4. OPERAÇÃO DAS USINAS 4.4.1. USINAS – PRODUÇÃO DE CBUQ e PMF – PRÉ-MISTURADO A FRIO Na fase inicial da auditoria, foram disponibilizados fluxogramas referentes à operação de cada usina. Devido à singularidade do trabalho, concluiu-se que seria necessário criar um parâmetro de referência com o objetivo de visualizar se a operação das usinas municipais realizadas de forma coerente com as demais. Foi utilizada a técnica BENCHMARKING ORGANIZACIONAL, para este estudo de caso, foram destacadas as Usinas Municipais, de Francisco Bicalho e de Jacarepaguá, que produzem CBUQ. 4.4.1.1. BENCHMARKING ORGANIZACIONAL É a comparação de uma organização com outras similares, do setor público ou privado, nacionais ou internacionais, com o objetivo de identificar boas práticas. Foram efetuadas visitas em duas usinas do setor privado e formulados questionários para a realização do trabalho. No desenvolvimento do trabalho foram abordados os itens: produtividade (tipo de usina – gravimétrica e volumétrica, tipo de massa, capacidade, atual produção, turnos – diurno e noturno, tempo médio de produção/tonelada, automatização dos equipamentos), insumos ( tipo, massa – fina e grossa, traço, estoque mínimo e quantitativo de 8 perdas), mão-de-obra ( efetiva/terceirizada, especialização apoio/manutenção/operação, manutenção ( corretiva/preventiva ). e equipes de 4.5. ESTOQUE X PRODUÇÃO Utilizando os dados disponíveis procedeu-se às simulações para verificar o equilíbrio relativo entre os estoques de cada produto utilizado na produção de massa asfáltica. As mesmas demonstraram que, nos instantes avaliados (jan/2003 e jan/2004), não houve um balanceamento entre os estoques, ou seja, havia excedentes ou ausências de um insumo em relação ao outro. Massa a produzir (t) Massa a produzir (t) 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 CAP 1.000 Pó de Pedra Brita 0 0 -1.000 2003 2004 2.500,00 2.000,00 1.500,00 1.000,00 Massa a Produzir (t) Massa a produzir (t) 10.000 CAP Pó de Pedra Brita 0 2003 2004 Ano Balanceamento entre estoques – Jacarepaguá Fonte: Usinas Ano 2004 Balanceamento entre estoques – Irajá 15.000 -5.000 Brita 1 2003 Balanceamento entre estoques – Francisco Bicalho 0 Brita 0 0,00 Ano 5.000 RM-1C 500,00 16.000 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 2.000 0 RM-1C Brita 0 Brita 1 2003 Ano 2004 Balanceamento entre estoques – Santa Cruz 4.6. APLICAÇÃO DE MASSA ASFÁLTICA A massa asfáltica é utilizada pelas Divisões de Conservação e pelo serviço de aplicação das Usinas. 4.7. USINAS Este fluxograma demonstra que as Usinas possuem duas tipologias de serviços, de aplicação e de produção. SERVIÇO DE PRODUÇÃO PRODUÇÃO DE MASSA ASFÁLTICA USINA FORNECIMENTO PESAGEM - BALANÇA SERVIÇO DE APLICAÇÃO CAMINHÃO NOTA DE SAÍDA CAMINHÃO CARREGADO EQUIPE DE SERVIÇO 9 4.7.1. PROGRAMAÇÃO DOS SERVIÇOS DE APLICAÇÃO - DEMANDA As usinas possuem, além dos serviços resultantes de vistorias diárias e emergências, uma listagem de serviços, originada de um processo de demanda, a serem executados conforme a respectiva capacidade de execução. Foi realizada análise da origem das demandas e das áreas objeto de intervenção. 4.8. DIVISÕES DE CONSERVAÇÃO Existem 24 (vinte e quatro) Divisões de Conservação distribuídas geograficamente. Foi elaborado um diagrama do processo de aplicação com o objetivo de apresentar os procedimentos a ele inerentes. CGC,OUVIDORIA TELEBURACO EMERGÊNCIAS ROTINA DE VISTORIA USINA Produção, fornecimento e pesagem DEMANDA (1) REQUISIÇÃO DE MATERIAL (3) MASSA ÁSFALTICA (4) REQUISIÇÃO DE MATERIAL (2) CAMINHÃO PROGRAMAÇÃO DOS SERVIÇOS (2) ORDEM DE SERVIÇO (5) RUA A CONSERVAR DIRETOR BOLETIM DIÁRIO (8) ASSISTENTE DE ATIVIDADES EQUIPE DE SERVIÇO ANOTAÇÃO DO SERVIÇO (7) EXECUÇÃO DO SERVIÇO (6) ENCARREGADO DIVISÃO DE CONSERVAÇÃO RELATÓRIO DIÁRIO (9) ATA COORDENADOR CGC 4.8.1. PROGRAMAÇÃO DOS SERVIÇOS DE APLICAÇÃO - DEMANDA No intuito de verificar se as divisões possuíam uma programação dos serviços originados da demanda, realizou-se um trabalho, com base nos relatórios de execução do mês de janeiro/2004, onde foram retirados dados referentes às demandas selecionadas para serem atendidas e as que foram realmente executadas. Foram registrados os dados coincidentes, dos quais identificaram-se os percentuais abaixo relacionados. 10 Tabela – Percentual de execução de programação DC 3 4 5 9 13 14 16 18 19 22 23 24 PERCENTUAL DE EXECUÇÃO DO PROGRAMADO 29,41% 0,00% 58,82% 23,08% 0,00% 20,00% 53,33% 26,67% 36,36% 42,86% 53,85% 41,18% COMENTÁRIOS: O percentual zero, apresentado em algumas divisões, significa que o espaço para programação não foi preenchido ou a programação não foi cumprida na sua totalidade. A 5° DC apresentou o maior percentual de execução, visto que esta sempre programa apenas o quantitativo de um logradouro. Desconsiderando a DC acima mencionada, o maior percentual apresentado foi de 53,85%. Concluiu-se que a programação se apresenta insuficiente. 4.8.2. ANÁLISE DA ÁREA DE APLICAÇÃO Analisou-se a proporção entre área aplicada e a pavimentada de cada divisão, separandoas por Área de Planejamento e comparando-as com a área total pavimentada do Município. Observou-se que, apesar de existirem variáveis como a área de abrangência de cada DC e a política de intervenção, dentro de uma mesma área de planejamento há discrepância entre os percentuais de atuação. 4.8.3. ANÁLISE DE DESEMPENHO Foi constatada a inexistência de uma análise comparativa com relação à eficiência das divisões, ou seja, indicadores que viabilizassem medir o desempenho das mesmas. Realizou-se uma coleta de dados através de visitas e questionários com os diretores das Divisões de Conservação no intuito de tomar ciência do grau de padronização dos procedimentos referentes à parte técnica e organizacional. Foram selecionadas 13 (treze) divisões, representando 54% do total. Na pesquisa, foram realizadas várias análises, das quais destacaram-se as mais relevantes: estrutura organizacional, quantitativo de massa aplicada por equipes de aplicação, consumo médio de massa e emulsão por m2 e variação da espessura média de massa aplicada. 4.8.4. CONTROLE DE PRODUÇÃO X APLICAÇÃO Esta análise teve como parâmetro confrontar os dados oriundos da produção e da aplicação. Trabalhou-se, também, com os quantitativos de: insumos adquiridos (DAA), massa fornecida pelas Usinas às Divisões de Conservação, massa aplicada por estas unidades e estoques das Usinas. 11 5. RESULTADOS QUALITATIVOS Equacionadas as questões de auditoria inicialmente propostas, foram criadas mais duas, com o objetivo abranger, no possível, as evidências encontradas. Elaborada a Matriz de Achados, a equipe de auditoria apresentou ao Gestor o trabalho realizado, expondo, com base nos achados, as recomendações e boas práticas com a finalidade de equacionar o problema de auditoria inicialmente detectado. O gestor ao analisar a matriz, concluiu que as propostas iriam colaborar na melhoria operacional do órgão. Em função deste entendimento, além das respostas emitidas à época da conclusão do relatório, foi criado um Grupo de Trabalho - GT, designado através da portaria “P” Nº136/04, publicado no D.O. RIO em 23/12/2004, destinado à avaliação de metodologia atual de procedimentos e mecanismos de controle interno, assim como a proposição de melhoramento, aprimoramento e modernização dos mesmos. 12 5.1. Questão de Auditoria 1) O órgão possui planejamento estratégico de intervenções originadas do processo de demanda ? MATRIZ DE ACHADOS Achados Principais Deficiência no processo de seleção quanto à origem da demanda. Boas práticas e recomendações Dar mais enfoque ao objetivo da intervenção do que a origem da demanda. Inserir no planejamento de execução informação quanto ao benefício na área da intervenção. Priorizar as rotinas de vistorias Fragilidade na definição da operação das equipes de aplicação usinas e Divisões de Conservação – no que se refere aos serviços existentes - tapaburaco, recapeamento e pavimentação. Necessidade de avaliar estrategicamente a característica operacional das unidades de aplicação – usinas e DCs. Providências a serem adotadas pelo órgão para sanar os pontos de Auditoria Nos procedimentos de rotina desta O/CGC é dado maior enfoque ao objetivo, porém será efetuada revisão de procedimentos visando a melhoria da percepção deste enfoque. Está sendo criado Grupo de Trabalho com representantes das Unidades envolvidas para que se possa definir essas e todas as informações relevantes para o controle dos serviços da O/CGC, e conseqüentemente seus procedimentos de controle. Existe rotina de vistoria estabelecida, porém as deficiências de pessoal, principalmente quanto ao quadro técnico, prejudicam o desenvolvimento da atividade. O GT poderá avaliar os procedimentos de vistoria hoje existentes visando uma padronização e registro. Tecnicamente as DC’s também estão capacitadas para a execução de recapeamentos, capeamento e pavimentações, dependendo das condições de logística Resultados – Grupo de Trabalho Nos formulários dos Relatórios de Vistoria, serão inseridos itens referentes às características do logradouro tais como: tipo de trânsito e do fluxo; tipo e taxa de ocupação e retirados os itens relativos à identificação da origem da solicitação. Cada solicitação de serviço deverá ser vistoriada. Foi observada a necessidade de cadastrar os serviços detectados nessas vistorias e que não haviam sido solicitados, para este procedimento foi criado um documento Solicitação Interna. Questão de Auditoria 2) Os procedimentos de controle na produção, fornecimento e aplicação de massa são suficientes para assegurar os resultados alcançados? Achados Principais Inexistência de uma política definida para o armazenamento, tratamento e integração dos dados referentes ao controle das atividades das usinas. Fragilidade nos procedimentos quanto ao fornecimento de materiais Boas práticas e recomendações Identificar as informações relevantes. Reavaliar a qualidade dos dados gerados pelas usinas. Providências a serem adotadas pelo órgão para sanar os pontos de Auditoria Avaliação do Grupo de Trabalho. Será implantado novo modelo de requisição de produtos asfálticos e agregados, com as alterações necessárias à melhoria do controle. Resultados – Grupo de Trabalho Implantar mecanismos que diminuam as divergências no fornecimento. Reavaliar os mecanismos de controle existentes. Criação de um novo modelo de requisição de produtos asfálticos e agregados, tendo como base o modelo utilizado. Ficou definido que a numeração será controlada pelo Departamento de Apoio Administrativo, que deverá ser informado, formalmente, sobre qualquer extravio ou cancelamento O controle das notas de requisição de massa e que por ventura possa ocorrer. agregados passará a ser efetuado pelo O/CGC- Nesta requisição deverá ser informado o DAA, revisando-se os procedimentos a partir caminhão autorizado a carregar, em substida conclusão do Grupo de Trabalho. tuição à listagem existente nas Usinas. A pesagem dos caminhões para carregamento nas Usinas deverá ser feita na saída, incluindo a verificação da tara dos mesmos. Viabilizar a colocação de equipamentos essenciais e melhoria tecnológica Anualmente é informada, na Proposta orçamentária da CGC, as necessidades de recursos orçamentários para a reforma e modernização das Usinas de Asfalto. 14 Questão de Auditoria 3) O quantitativo dos insumos adquiridos está diretamente proporcional ao necessário à produção? Achados Principais Aquisição de quantitativo de insumos acima do necessário para o período determinado. O Departamento de Apoio Administrativo - DAA - efetua as aquisições sem que exista um planejamento de produção adequado. Boas práticas e recomendações Reavaliar os quantitativos de insumos adquiridos com base num planejamento de produção. Providências a serem adotadas pelo órgão para sanar os pontos de Auditoria O planejamento de produção será calculado na produção de serviços. A produção de massa asfáltica, estando vinculada a esses serviços, será norteada por esse plano e, conseqüentemente, os insumos serão baseados nos limites máximos e mínimos planejados de produção, respeitadas as limitações e oportunidades orçamentárias. O planejamento da Durante o período em que o planejamento esprodução necessita tiver sendo elaborado, será implantado o regisser abrangente, en- tro diário de produção conforme sugerido. globando a freqüência de operação, como também a análise das demandas, da vida útil dos equipamentos, da restrição orçamentária e a integração de informações dos setores envolvidos. Resultados – Grupo de Trabalho Definição de parâmetros que uniformizassem o trabalho de todas as Usinas: metas de produção de massa, levando em consideração o histórico de produção e o planejamento de aplicação, e também foram calculados estoques mínimos para cada Usina, para evitar perdas. O estoque terá um controle semanal. No processo de aquisição, verificou-se inexistência de informação relativa ao Criação de um conquantitativo de trole de estoque insumo estocado. permanente. 15 Questão de Auditoria 4) Como são controladas as metas das atividades e conseqüentemente do Programa? Achados Principais Ausência de acompanhamento do indicador do Programa, constante no PPA (nº de logradouros conservados divididos pelo nº de logradouros existentes). Diversidade de unidades de medidas adotadas pelos setores envolvidos para o mesmo produto. Boas práticas e Providências a serem adotadas pelo órgão Resultados – Grupo de Trabalho recomendações para sanar os pontos de Auditoria Reavaliar a impor- Avaliação do Grupo de Trabalho A ATA acompanhará os índices de desemtância dos dados penho de cada DC’s, após a compilação dos coletados. dados e análise dos relatórios mensais. Foi reavaliado o modelo do relatório mensal atual, a fim de que fossem mantidas somente as informações relevantes e inseridas outras que eram relatadas separadamente. Necessidade de pa- Será solicitada a compatibilização das unida- Adequação das unidades de referência a serem utilizadas a partir do próximo PPA dronizar as unidades des de medida no PPA. de medida. com as dos relatórios mensais das Unidades de Aplicação e das Coordenadorias. Necessidade de criar O órgão possui trabalho já iniciado com este Será implementado, em etapas, o trabalho cadastros atualiza- objetivo, porém dificuldades como: ausência de atualização de dados dos logradouros, dos de logradouros de pessoal técnico capacitado, a grande abran- com previsão de término para abril de 2006. existentes e de be- gência do território de cada DC e a dinâmica do crescimento da Cidade, dificultam sua conneficiados. clusão. Necessidade de identificar a missão principal do órgão. Relacionar execução com o indicador do Programa. Estão sendo realizados estudos para a atualização das atividades, das atribuições e para a otimização dos procedimentos do órgão, os quais facilitarão a identificação da missão da Coordenadoria. 16 Questão de Auditoria 5) Os recursos humanos e tecnológicos são suficientes para assegurar a operação das usinas, considerando a qualidade do produto? Achados Principais Fragilidades no processo de produção. Boas práticas e recomendações Reavaliar se a ausência da proteção dos insumos tem uma influência negativa na produção acima do tolerável. Criar rotinas de manutenção preventivas. Divergências nos traços – proporção dos insumos na composição da massa asfáltica produzida. Inconsistência de Estabelecer parâmedados. tros nos procedimentos necessários à produção. Identificar as etapas que necessitam de automatização. Aprimorar o conhecimento operacional. Providências a serem adotadas pelo órgão Resultados – Grupo de Trabalho para sanar os pontos de Auditoria A implantação dessa proteção faz parte das Definição de uma estrutura padrão das ereformas e modernizações das Usinas anual- quipes de manutenção, operação e controle mente propostas pelo órgão. Os atuais projetos do funcionamento das Usinas. serão novamente atualizados para avaliação dos recursos necessários a sua implantação. A manutenção preventiva já é realizada , po- Estabelecimento de rotina de manutenção rém serão implementados, após a preposição preventiva. do GT já mencionado, procedimentos administrativos visando torná-las mais freqüentes e com os respectivos registros. Os parâmetros já existentes estão adequados as características operacionais de cada Usina. Os mesmos poderão ser revisados para aprimoramento, com a reforma e modernização das Usinas. É necessário automatizar o sistema de dosagem dos insumos e do sistema de controle da mistura, para um controle efetivo da produção. Paralelamente, torna-se necessário também, automatizar os sistemas de controle de poluição e os sistemas periféricos. Essas situações estão incluídas na proposta de reforma e modernização das Usinas, que será atualizada no aguardo dos recursos orçamentários. O aprimoramento se dará com um acompanhamento mais efetivo dos técnicos do O/CGC-DAT junto às Usinas e com uma revisão das metodologias de cálculo da produção (consumo de material, perdas e etc..) que será realizada pelo citado GT. 17 Questão de Auditoria 6) O processo de aplicação de massa, realizado pelas Divisões de Conservação, possui, no seu desenvolvimento, diretrizes que traduzem a sua eficiência? Achados Principais As Divisões de Conservação possuem planejamento deficiente de aplicação de massa asfáltica. Inexistência de uma análise comparativa com relação à eficiência das Divisões, resultando na ausência de indicadores que viabilizem medir o desempenho das mesmas. Boas práticas e recomendações Priorização no planejamento das ações. Providências a serem adotadas pelo órgão para sanar os pontos de Auditoria Será exigido planejamento mais rigoroso dos locais de aplicação, porém o enfoque da priorização será a produção de serviços conciliando sempre que possível com o roteiro pré definido. Resultados – Grupo de Trabalho Foi definida uma estratégia de atendimento a solicitação de serviços e controle dos mesmos. Cada procedimento deve ser vistoriada e seu atendimento programado de modo a agrupar o maior número de solicitações em cada roteiro. O planejamento dos serviços deverá ter por base as metas de aplicação de massa estabelecidas. Padronizar os con- O GT anteriormente mencionado, proporá as Criou-se um índice de atendimento de soliceitos operacionais. padronizações de conceitos, metas e demais citações.Foram relacionados os tipos e defiprocedimentos e controles. nido um critério para agrupá-los, e atribuíCriação de metas dos pesos diferenciados, em função do grau para cada Divisão. de prioridade e rapidez de atendimento. Foi estabelecida meta de aplicação de massa asfáltica, foram levantadas as quantidades de massa aplicada por cada unidade operacional em cada um dos meses em cada um dos meses dos últimos cinco anos. Foi criado um índice de desempenho, o qual teve como parâmetros o quantitativo de aplicação de massa asfáltica e o atendimento às solicitações de serviços. Esses parâmetros estão relacionados com o número de atendimentos e a meta de aplicação de cada Divisão de Conservação, respectivamente. Foi proposto um planejamento anual que contemple as variações meteorológicas. 18 6. CONCLUSÃO Considerando as ações implementadas pelo órgão, concluiu-se que a condução da metodologia de auditoria executada pelo TCMRJ obteve os resultados esperados. Através deste trabalho, constatou-se que a integração entre o auditor e o auditado, mantendo os repectivos limites das competências institucionais é viável e que a atuação do órgão de controle é de natureza orientadora, focando o princípio constitucional da economicidade e a qualidade dos serviços prestados pela Administração Pública. ANEXO Título do trabalho (inédito): AUDITORIA DE NATUREZA OPERACIONAL – AVALIAÇÃO DE PROCESSO Atividade: Produção e Aquisição de Massa Asfáltica / Programa: Rio Conservação – Conservação e Melhoria de Logradouros. Tema oficial a que se relaciona: Métodos e Procedimentos Autor: Cássia Cristina de Azevedo Vale Função: Técnico de Controle Externo do Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro Formação: Formada em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Gama Filho – UGF. Cursos de extensão ministrado pela Fundação Getúlio Vargas - RJ: Administração Pública – MPA-Controle Externo Especialização em Auditorias Operacionais Atualmente exerce cargo de Assessor da 2ª Inspetoria Geral da Secretaria de Controle Externo, desempenhado trabalhos de análise processual, auditorias e inspeções em obras públicas. Endereço: Rua Santa Luzia 732 sala 505 Centro, Rio de Janeiro – RJ. CEP: 20030-040 Tel: (21) 38243632 e 38243748 / Cel: (21) 93074901 E-mail: [email protected] Colaboradores: Glayds Toledo Cabral Função: Chefe de Gabinete da Empresa Municipal de Urbanização (RIOURBE) Formação: Formada em Arquitetura, Faculdade de Arquitetura de Barra do Piraí – RJ. Curso de extensão ministrado pela Fundação Getúlio Vargas – RJ: Pós Graduação em Administração Pública Funções desempenhadas: Ano 2005: Organiza, coordena e dirige a execução das atividades do órgão; elabora as pautas para as reuniões das diretorias, providenciando a divulgação dos respectivos atos; supervisiona o preparo do expediente do Diretor-Presidente; e exerce, especificamente, as competências que lhe forem delegadas pela Presidência. Ano 2001 – 2004 – Diretora do Departamento de Apoio Administrativo da Coordenadoria Geral de Conservação da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (O/CGC), onde atuava na área de compras de insumos e matéria prima para as Usinas de Asfalto do órgão e na contratação de serviços necessários ao funcionamento das mesmas. Endereço:Largo dos Leões,15 - Humaitá – RJ Tel: (21) 2537-0382 E-mail: [email protected] Marcio Freire Arzua Barbosa Função: Diretor de Equipamentos da Coordenadoria Geral de Conservação/SMO Formação: Eng. Mecânico formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro Curso de extensão ministrado pela Fundação Getúlio Vargas – RJ: Pós Graduação em Administração Pública Funções desempenhadas: Gestão de manutenção e controle de frota de equipamentos, elaboração de projetos e dos orçamentos dos serviços contratados pela CGC, e a gestão do programa de modernização do Parque Industrial do órgão que inclui a construção de uma nova usina e a automação das demais. Endereço: Av. Francisco Bicalho, 146 – São Cristóvão – RJ Tel: (21) 2589-5621 E-mail: [email protected] 20