Projeto de Desenvolvimento Curricular
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
ÍNDICE
INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 11
1
Estrutura Curricular .......................................................................................... 13
3.º e 4.º ano de escolaridade .......................................................................................... 20
Cursos Científico-Humanísticos ....................................................................................... 26
Ciências e Tecnologias .................................................................................................... 28
Ciências Socioeconómicas............................................................................................... 30
Cursos Profissionais ........................................................................................................ 32
Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde .............................................................. 33
Curso Profissional de Técnico de Frio e Climatização ....................................................... 34
Curso Profissional de Técnico de Restauração ................................................................. 35
Curso Profissional de Eletrónica, Automação e Computadores......................................... 36
Ensino Básico I ............................................................................................................... 37
Ensino Básico II e III ........................................................................................................ 38
Ensino Secundário .......................................................................................................... 39
3. Objetivos Disciplinares por Departamento .................................................................. 43
METAS CURRICULARES DE PORTUGUÊS .......................................................................... 48
Perfil do aluno................................................................................................................ 92
10.º ANO........................................................................................................................ 94
11.º ANO...................................................................................................................... 101
12.º ANO...................................................................................................................... 108
Metas Curriculares Ensino Profissional .......................................................................... 114
Metas Curriculares Cursos de Educação e Formação ...................................................... 121
Metas Curriculares Cursos Vocacionais ......................................................................... 123
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
Inglês ........................................................................................................................... 125
Metas Curriculares de Inglês – 2º Ciclo .......................................................................... 126
Metas Curriculares de Inglês – 2º Ciclo .......................................................................... 128
Metas Curriculares de Inglês – 3º Ciclo .......................................................................... 129
Metas Curriculares de Inglês – 3º Ciclo .......................................................................... 131
Metas Curriculares de Inglês – 3º Ciclo .......................................................................... 133
9ºano- Nível B1 ............................................................................................................ 133
Francês / Espanhol ....................................................................................................... 135
3º ciclo ......................................................................................................................... 135
Metas Curriculares de Francês/Espanhol – 3º Ciclo........................................................ 137
Metas Curriculares de Francês/Espanhol – 3º Ciclo........................................................ 139
Metas Curriculares de Francês/Espanhol – 3º Ciclo........................................................ 142
Inglês ........................................................................................................................... 145
3.2.2.2 Ciências Sociais e Humanas ............................................................................... 155
Metas Curriculares de História e Geografia de Portugal - 5º Ano .................................... 161
Metas Curriculares de História e Geografia de Portugal - 6º Ano .................................... 164
Metas Curriculares de HISTÓRIA - 7º Ano ...................................................................... 168
Metas Curriculares de História - 8º Ano......................................................................... 171
História 9º ano ............................................................................................................. 174
História ........................................................................................................................ 176
Secundário ................................................................................................................... 176
Metas Curriculares de Geografia - 7º Ano...................................................................... 178
Metas Curriculares de Geografia - 8º Ano...................................................................... 180
Geografia – 9º Ano ....................................................................................................... 183
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
Geografia ..................................................................................................................... 185
Filosofia 10º e 11º ano.................................................................................................. 187
Metas Curriculares de EMR – 2º Ciclo Ensino Básico ...................................................... 192
Metas Curriculares de EMR – 3º Ciclo Ensino Básico ...................................................... 193
Metas Curriculares de EMR – Secundário ...................................................................... 194
3.1.2.3 Departamento de Ciências Exatas e Económicas ................................................ 195
Geometria e Medida .................................................................................................... 198
2.º Ano ........................................................................................................................ 202
Geometria e Medida .................................................................................................... 206
3.º Ano ........................................................................................................................ 211
4.º Ano ........................................................................................................................ 222
Objetivos gerais – Matemática 2º ciclo ......................................................................... 232
Matemática ................................................................................................................. 240
8.º Ano ........................................................................................................................ 262
9.º Ano ........................................................................................................................ 277
Matemática A .............................................................................................................. 280
Objetivos da disciplina de Matemática C/Curso Profissional .......................................... 284
Matemática Aplicada às Ciências Sociais/ MACS............................................................ 290
3.2.2.4 Departamento de Ciências Físico Naturais ......................................................... 293
5º ano .......................................................................................................................... 293
6º ano .......................................................................................................................... 294
Metas Específicas de Ciências da Natureza – Básico III ................................................... 296
7º ano .......................................................................................................................... 296
8º ano .......................................................................................................................... 298
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9º ano .......................................................................................................................... 300
Secundário ................................................................................................................... 301
Ensino Profissional ....................................................................................................... 303
Técnico Auxiliar de Saúde ............................................................................................. 303
Técnico de Análise Laboratorial .................................................................................... 310
Ensino Vocacional ........................................................................................................ 312
Metas Específicas de Ciências Naturais ......................................................................... 312
Ciências Físico e Químicas............................................................................................. 315
Básico III ...................................................................................................................... 315
Objetivos Essenciais ..................................................................................................... 315
Grupo Disciplinar de Física e Química A (Ano 1 e Ano 2) ................................................ 320
Secundário ................................................................................................................... 320
Economia A .................................................................................................................. 323
10º Ano........................................................................................................................ 323
11º Ano........................................................................................................................ 326
OBJETIVOS ECONOMIA - Cursos Profissionais ............................................................... 329
OBJETIVOS DE ÁREA DE INTEGRAÇÃO – (Cursos Profissionais) ....................................... 338
1º ANO ........................................................................................................................ 338
2º ANO ........................................................................................................................ 342
3º ANO ........................................................................................................................ 346
Ciência Política ............................................................................................................. 349
Objetivos Gerais ........................................................................................................... 349
3.2.2.5 Educação Artística ............................................................................................. 352
Expressão Plástica ........................................................................................................ 353
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
Básico I ........................................................................................................................ 353
Educação Musical ......................................................................................................... 354
5º ano .......................................................................................................................... 354
Educação Musical ......................................................................................................... 355
6º ano .......................................................................................................................... 355
Educação Musical ......................................................................................................... 356
7º ano .......................................................................................................................... 356
Educação Musical ......................................................................................................... 357
8º ano .......................................................................................................................... 357
Educação Visual ........................................................................................................... 358
5º ano .......................................................................................................................... 358
Educação Visual ........................................................................................................... 359
6º ano .......................................................................................................................... 359
Educação Tecnológica................................................................................................... 361
5º ano .......................................................................................................................... 361
Educação Tecnológica................................................................................................... 363
6º ano .......................................................................................................................... 363
Educação Visual ........................................................................................................... 366
7º ano .......................................................................................................................... 366
Educação Visual ........................................................................................................... 368
8º ano .......................................................................................................................... 368
Educação Visual ........................................................................................................... 370
9º ano .......................................................................................................................... 370
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
.Reconhecer o papel da investigação e da ação no desenvolvimento do projeto.Artes da
Cerâmica ...................................................................................................................... 371
Artes da Cerâmica ........................................................................................................ 372
7º ano .......................................................................................................................... 372
Artes da Cerâmica ........................................................................................................ 373
8º ano .......................................................................................................................... 373
Desenho Técnico .......................................................................................................... 374
2º ano TFC.................................................................................................................... 374
Artes ............................................................................................................................ 376
1º ano VTST ................................................................................................................. 376
3.2.2.6 EDUCAÇÃO FÍSICA ........................................................................................... 378
Objetivos Gerais para o 1º Ciclo .................................................................................... 378
Objetivos Gerais para o 2.º Ciclo ................................................................................... 380
Objetivos Gerais para o 3.º Ciclo ................................................................................... 382
Objetivos Gerais para os cursos CEF e Vocacional .......................................................... 385
Objetivos Gerais para o Secundário .............................................................................. 388
Objetivos Gerais para os cursos Profissionais ................................................................ 391
DISCIPLINA: TIC (ENSINO REGULAR) .............................................................................. 394
DISCIPLINA: TIC (CURSO CEF ERC).................................................................................. 395
DISCIPLINA: TECTIC (CURSO VOCACIONAL) .................................................................... 396
DISCIPLINAS DA ÁREA DE INFORMÁTICA/ENSINO PROFISSIONAL .................................. 397
DISCIPLINA:AUTOMAÇAO E COMPUTADORES(CURSO PROFISSIONAL TEAC) .................. 397
DISCIPLINA: TIC ............................................................................................................ 404
3.3.Áreas Curriculares não Disciplinares ........................................................................ 409
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
3.3.1 Educação para a cidadania ................................................................................... 409
3.3.2 Apoio ao estudo................................................................................................... 409
Apoio ao estudo ........................................................................................................... 410
3.4 Estruturas de Apoio à Ação Educativa...................................................................... 410
3.4.2 Associação de Pais ............................................................................................... 410
3.4.3 Biblioteca ............................................................................................................ 411
3.4.4 Comunidade Religiosa dos Jesuítas ....................................................................... 413
3.4.5 Gabinete de Ação Social ....................................................................................... 413
Áreas de Intervenção do Serviço ................................................................................... 414
A - Voluntariado e dinamização da comunidade ............................................................ 415
Objetivos: .................................................................................................................... 415
B – Educação Para o Desenvolvimento .......................................................................... 416
Objetivos: .................................................................................................................... 416
C- Acompanhamento socioeconómico e familiar ........................................................... 417
Objetivos: .................................................................................................................... 417
D- Projeto de Educação Parental ................................................................................... 418
Objetivos: .................................................................................................................... 418
3.4.6 Gabinete Psicopedagógico ................................................................................... 419
3.4.7.Formação ............................................................................................................ 421
Formação contínua de Professores ............................................................................... 421
Plano de Segurança Interno .......................................................................................... 423
Objetivos ..................................................................................................................... 423
4.2 Orientações para alunos com Necessidades Educativas Especiais ............................. 425
4.4 Educação para o amor e para a sexualidade ............................................................ 428
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
4.4.1 Orientações preliminares ..................................................................................... 429
4.4.2 Objetivos gerais ................................................................................................... 430
4.4.3 Conteúdos e blocos temáticos .............................................................................. 433
4.4.5 Orientações pedagógico-didáticas ........................................................................ 435
5.1.1 Desporto Escolar .................................................................................................. 436
5.1.2 Pastoral ............................................................................................................... 437
5.1.3 Campinácios ........................................................................................................ 437
5.1.4 Proteção Civil....................................................................................................... 438
6.1 Princípios orientadores para a avaliação das aprendizagens..................................... 440
6.1.1 Objetivos ............................................................................................................. 440
6.1.2 Intervenientes ..................................................................................................... 441
6.1.3 Modalidades ........................................................................................................ 441
6.2 Critérios gerais de avaliação .................................................................................... 443
6.2.2 Ensino Secundário................................................................................................ 446
Cursos Profissionais ...................................................................................................... 447
Formação em Contexto de Trabalho (FCT) ..................................................................... 449
6.3 Critérios e parâmetros de avaliação dos alunos ....................................................... 450
Áreas curriculares não disciplinares do Ensino Básico .................................................... 450
6.3.1 Educação para a cidadania ................................................................................... 450
6.3.2 Estudo Acompanhado .......................................................................................... 452
6.3.3 Área de Projeto.................................................................................................... 453
6.4 Critérios por disciplina e por nível ........................................................................... 453
(em anexo)................................................................................................................... 453
6.5 Avaliação de Desempenho ...................................................................................... 454
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
6.5.1 Docentes ............................................................................................................ 456
Autoavaliação .............................................................................................................. 458
6.5.2 Não Docentes ...................................................................................................... 461
6.6 Avaliação do Clima Organizacional da Escola ........................................................... 463
6.7 Avaliação do Projeto Curricular de Escola ................................................................ 464
1.
Links úteis ................................................................................................... 467
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
INTRODUÇÃO
O Projeto Curricular de Escola do INA, de acordo com os princípios
orientadores da organização e da gestão dos currículos dos ensinos
básico e secundário definidos no decreto n.º 139/2012, de 5 de julho, na
Portaria nº 243/2012, de 10 de agosto e da Pedagogia Inaciana, visa
adequar as estratégias de desenvolvimento do currículo nacional às
características da nossa escola onde o currículo vai ser vivido. Neste
sentido, este projeto deve ser entendido como um conjunto de decisões
articuladas e partilhadas pela equipa de docentes que integram o
Conselho Pedagógico assentes num permanente trabalho de reflexão,
formação e investigação, concretizando as orientações curriculares de
âmbito nacional em propostas globais de intervenção pedagógica
adequadas ao contexto específico do INA, tendo em conta, como vem
descrito no Projeto Educativo, o contexto real da vida de cada aluno, o
contexto socioeconómico, político e cultural no qual o aluno se
desenvolve e o ambiente institucional da própria escola e encarando os
diferentes tipos de conhecimento como formas específicas de cultura
cujo acesso é simultaneamente individual e coletivo, idiossincrático e
globalizante, parcial e integrado.
Rompendo com a lógica de um currículo construído de tal modo
estruturado que deixa apenas margem para pôr em prática o que os
outros delinearam, o Projeto Curricular do INA tem como pano de fundo
uma perspetiva tridimensional (pessoal, social e religiosa) cujo núcleo
forte assenta no desenvolvimento integrado da contínua inter-relação
Experiência - Reflexão - Ação num contexto de aprendizagem e de
avaliação (Paradigma Pedagógico Inaciano) a fim de ajudar o aluno a
progredir no caminho da verdade e no serviço aos outros. Por isso, a
conceção do Projeto Curricular do INA não se esgota na dimensão do
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
saber, ampliando-se às dimensões do ser, do formar-se, do transformarse, do decidir, do intervir e do viver e conviver com os outros.
Assim, o Projeto Curricular do INA define um conjunto de estratégias de
atuação e gestão participada tendo como prioridades:
Ensinar a pensar, a aprender, que aprender é desenvolver-se, que
desenvolver-se é aprender;
Promover o aprender a viver juntos, o aprender a crescer juntos, o
aprender vivendo e o viver aprendendo, o aprender a aprender juntos,
o aprender autónomo.
Abrir os olhares ao mistério do criado e do Criador.
Neste sentido, os objetivos, os conteúdos a trabalhar em cada área
curricular disciplinar e não disciplinar, os projetos de enriquecimento
curricular e extracurricular, as estruturas de apoio à Ação educativa e a
própria avaliação andarão de mãos dadas na construção coletiva de
caminhos geradores de dinâmicas de mudança que proporcionem
aprendizagens com sentido numa escola de sucesso para todos.
Estrutura Curricular
Calendário Escolar
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
1 Estrutura Curricular
1.1.
CALENDÁRIO ESCOLAR
Ensinos Básico e Secundário
Períodos Início
Termo
1.º
11 de setembro
16 de dezembro
2.º
05 de janeiro
20 de março
5 de junho, para os alunos dos 6º,
9.º, 11.º e 12.º anos
12 de junho, para os restantes anos
de escolaridade, exceto os cursos
3.º
7 de abril
profissionais, cursos de educação e
formação e curso vocacional que
terminam até 31 de julho;
8 de julho para os alunos do 4º ano
e
6º
ano
que
venham
a
ter
acompanhamento extraordinário
Interrupções Datas
1.º
De 17 de dezembro a 02 de janeiro
2.º
De 16 a 18 de fevereiro
3.º
De 23 de março a 6 de abril
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
1.2.
Organização Escolar
Procurando um método globalizador que articule os métodos centrados
nas disciplinas e os métodos globalizados, o Instituto Nun’Alvres tem a
preocupação de ir de encontro ao interesse dos alunos, para que as
aprendizagens sejam o mais significativas possível e permitam resolver os
problemas de compreensão e de participação nas situações da vida
real. Neste sentido, o desenvolvimento de um currículo que ajude a
identificar e a construir novos significados para as situações de
aprendizagem, a partir de uma ideia central, está subjacente à
organização curricular.
O lema “Educar para servir” é a ideia motora que torna o currículo
aberto a opções de base que passam pelas três dimensões tão
claramente expressas no Projeto Educativo: a dimensão pessoal, a
dimensão social e a dimensão religiosa.
No que diz respeito à definição da carga horária a distribuir pelas
diversas componentes do currículo e no exercício da sua autonomia, o
Instituto Nun’Alvres optou no Básico II e III e no Secundário por uma
distribuição equilibrada das cargas horárias semanais, dentro dos limites
do desenho curricular legal.
Relativamente à oferta de formação, o ensino Básico está de acordo
com o sistema educativo nacional. Para os alunos que pretendam
prosseguir a escolaridade obrigatória num percurso flexível e ajustado
aos seus interesses, o INA oferece o curso vocacional.
No ensino Secundário o INA oferece dois cursos científico-humanísticos:
um de Ciências e Tecnologias e outro de Línguas e Humanidades. Para
os
alunos
que
pretendam
ingressar
numa
área
especialmente
vocacionada para a vida ativa, o INA oferece os cursos profissionais de
Técnico de Eletrónica Automação e Computadores, Técnico de Frio e
Climatização e Técnico de Restauração.
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
Relativamente às opções contempladas na flexibilidade do currículo,
apresentam-se as seguintes propostas:
Área Artística
No plano de estudos do Ensino Básico II e III permanece a Educação
Visual como disciplina obrigatória, assim como a Educação Tecnológica
no Básico II.
Tendo em conta os recursos humanos e físicos existentes no INA, são
introduzidas duas outras disciplinas no básico III da área do domínio
artístico: Educação Musical e Artes da Cerâmica (Decreto - Lei n.º
6/2001 de 18/01, artigo 5.º, ponto 1).
Nos 7º e 8º anos, ao longo do ano letivo, os alunos têm Educação Visual
e optam por uma das disciplinas que o INA oferece (Educação Musical
e Artes da Cerâmica.)
Essa disciplina de opção e Tecnologias da Informação e Comunicação
funcionam também ao longo do ano letivo, mas numa organização
equitativa.
90 minutos semanais para cada uma das disciplinas em regime
semestral.
No 9º ano, os alunos frequentam obrigatoriamente a disciplina de
educação Visual.
Línguas Estrangeiras
No Básico I a língua estrangeira lecionada é o Inglês.
De acordo com o Decreto - Lei nº139/2012, Artigo nº 9, no INA a língua
estrangeira obrigatória no Básico II é o Inglês.
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
Como previsto no mesmo artigo, a aprendizagem de uma segunda
língua estrangeira é obrigatória no Básico III. No INA a segunda língua
estrangeira obrigatória é o Francês ou o Espanhol.
Os estudantes do Ensino Secundário podem escolher uma língua
estrangeira na Formação Geral (Decreto - Lei nº 74/ 2004, de 26 de
março). No INA os alunos podem optar por Inglês ou Francês.
Centro de Cultura Musical (CCM – Conservatório)
De acordo com o previsto na legislação em vigor, Portaria nº225/2012
de 30 de julho e Portaria nº 243-B/2012 de 13 de agosto, o INA e o CCM
(Centro de Cultura Musical) celebraram um protocolo de articulação,
no sentido de ministrarem os cursos artísticos especializados de música
previstos nas mesmas, em regime articulado. Esta articulação faz-se ao
nível da gestão curricular e dos modelos de funcionamento. Os cursos
em funcionamento são os seguintes:
Curso Básico de Música
Curso Secundário de Música
Curso Secundário de Canto
Educação Moral e Religiosa
Dado que o INA é uma escola que pertence à Companhia de Jesus, a
Educação Moral e Religiosa Católica assume um caráter obrigatório
para todos os seus alunos. A distribuição da carga horária por anos e
ciclos é a seguinte: para o Básico I está destinada 1 hora semanal; para
o ensino Básico II e III estão destinados 45 minutos semanais; para os CEF
a carga semanal é também de 45 minutos. No Ensino Secundário, os
alunos dos cursos científico-humanísticos têm um bloco de 90 minutos
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Projeto de Desenvolvimento Curricular
por semana enquanto os dos cursos profissionais têm 45 minutos, ou seja,
0,75 h letiva.
Tempo de Diretor de Turma
São atribuídos 45 minutos semanais aos diretores de todas as turmas
para tratar de assuntos específicos relacionados com cada turma.
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Projeto Curricular de Escola
1.3.
Desenho Curricular
1.3.1. Primeiro Ciclo do Ensino Básico
1.º e 2.º ano de escolaridade
Horas
Área Curricular
semanais
Esquema organizacional indicativo
(60 min)
Português
7h 30 min
Apoio ao estudo
45 min
Matemática
7h
Apoio ao estudo
45 min
Estudo do Meio
4h
Educação
e
Expressão
Plástica
Educação
e
1h
Expressão
Musical e Dramática
A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo.
A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo.
A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo.
A
pelos
docentes
de
Educação Visual.
A
2h15min
lecionar
lecionar
individualmente
pelos
docentes de Educação Musical (inclui
aulas de instrumento).
Expressão Físico-Motora
Educação Moral e Religiosa
45 min
1h 15 min
Oferta complementar (a)
A lecionar pelo docente de Educação
Física.
A lecionar pelo docente de Educação
Moral e Religiosa.
A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo,
1h
em
articulação
com
as
áreas
curriculares disciplinares
Língua Inglesa (b)
Introdução à língua, privilegiando a
1h 30min
oralidade, a lecionar pelo docente de
Inglês.
Total semanal
27h 45min
Em 5 dias por semana.
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Projeto Curricular de Escola
(a) Atividades a desenvolver em articulação, integrando ações que
promovam, de forma transversal, a educação para a cidadania e
componentes de trabalho com as tecnologias de informação e
comunicação.
(b) Atividade de enriquecimento curricular
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Projeto Curricular de Escola
3.º e 4.º ano de escolaridade
Horas
Área Curricular
semanais
Esquema organizacional indicativo
(60 min)
Português
7h 30 min
Apoio ao estudo
45 min
Matemática
7h
Apoio ao estudo
45 min
Estudo do Meio
4h
Educação
e
Expressão 1h
Plástica
Educação
A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo.
A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo.
A lecionar pelo docente do 1.º ciclo.
A
lecionar
pelos
docentes
de
Educação Visual.
e
Expressão 2h15min
Musical e Dramática
Expressão Físico-Motora
Oferta complementar (a)
A
lecionar
individualmente
pelos
docentes de Educação Musical.
1h 30 min
1h
A lecionar pelo docente de Educação
Física.
A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo,
em
articulação
com
as
áreas
curriculares disciplinares
Educação Moral e Religiosa
1h 15 min
A lecionar pelo docente de Educação
Moral e Religiosa.
Língua Inglesa (b)
1h 30 min
Introdução à língua, privilegiando a
oralidade, a lecionar pelo docente de
Inglês.
Total semanal
28h 30min
Em 5 dias por semana.
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Projeto Curricular de Escola
(a) Atividades a desenvolver em articulação, integrando ações que
promovam, de forma transversal, a educação para a cidadania e
componentes de trabalho com as tecnologias de informação e
comunicação.
(b) Atividade de enriquecimento curricular
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Projeto Curricular de Escola
1.3.2. Segundo Ciclo do Ensino Básico
Carga Horária Semanal (x 90
Áreas Curriculares Disciplinares
min)
5.º
6.º Ano
EDUCAR PARA SERVIR
Ano
Língua Portuguesa
3
3
Língua Estrangeira
1,5
1,5
História e Geografia de Portugal
1,5
1,5
Matemática
3
3
Ciências da Natureza
1,5
1,5
Educação Visual
1
1
Educação Tecnológica/CCM
1
1
Educação Musical/CCM
1
1
Educação Física
1,5
1,5
Apoio ao estudo
3
3
TOTAL
18
17
Educação Moral e Religiosa
0,5
0,5
Direção de Turma
0,5
0,5
TOTAL
19
19
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Projeto Curricular de Escola
1.3.3. Terceiro Ciclo do Ensino Básico
Carga Horária Semanal
EDUCAR PARA SERVIR
Áreas Curriculares Disciplinares
(x 90 min)
7.º Ano
8.º Ano
9.º Ano
Língua Portuguesa
2,5
2,5
2,5
Língua Estrangeira 1
1,5
1,5
1,5
Língua Estrangeira 2
1,5
1
1
História
1,5
1
1,5
Geografia
1
1,5
1,5
Matemática
2,5
2,5
2,5
Ciências da Natureza
1,5
1,5
1,5
Ciências Físico-Químicas
1,5
1,5
1,5
Educação Visual
1
1
1,5
TIC/CCM/ Arte Cerâmica/ Ed Musical
1
1
1
Educação Física
1,5
1,5
1,5
TOTAL
17
16,5
16,5
Educação Moral e Religiosa
0,5
0,5
0,5
Direção de Turma
0,5
0,5
0,5
TOTAL
18
17,5
17,5
Página 23
Projeto Curricular de Escola
1.3.4 Curso de Educação e Formação
Técnico de Eletricidade, Refrigeração e Climatização
Componentes de
Formação
Sociocultural
N.º de Horas de
Formação
Disciplinas/Domínios
1.º Ano
2.º Ano
Língua Portuguesa
96
96
Língua Estrangeira
96
96
Tecnologias da Informação e 48
48
Comunicação
Cidadania e Mundo Atual
96
96
EDUCAR PARA SERVIR
Higiene, Saúde e Segurança no -
30
Trabalho
Científica
Educação Física
48
48
Matemática Aplicada
120
90
Físico-Química
72
51
Equipamento de frio doméstico 112
80
e desumidificadores
Tecnológica
Instalação de frio comercial
112
80
Quadros elétricos e instalação 112
80
de frio
Equipamento de climatização
Prática
Estágio
em
Contexto
112
80
de
210
Trabalho
Social e Pessoal
Formação Integral
45 min/sem
Direção de Turma
(oferta da escola)
Página 24
Projeto Curricular de Escola
1.3.5.Curso Vocacional
Tecnologia, Saúde e Turismo
Componentes de
Formação
Geral
EDUCAR PARA SERVIR
Complementar
N.º
de
Horas
de
Formação
Disciplinas/Domínios
1.º Ano
2.º Ano
Língua Portuguesa
110
110
Língua Estrangeira - Inglês
65
65
Matemática
110
110
Educação Física
65
65
História
45
45
Geografia
45
45
Ciências Naturais
45
45
Físico-Química
45
45
Tecnologias da Inform. e Comunicação
60
60
Eletricidade
60
60
Prática Simulada
70
70
Ciências
60
60
Cozinha Saudável
60
60
Prática Simulada
70
70
Geografia
60
60
Artes
60
60
Prática Simulada
70
70
TECNOLOGIAS
SAÚDE – plantas aromáticas e medicinais
Vocacional
TURISMO
-
divulgação
do
património
artístico e cultural da região
Oferta da Escola
Formação Integral
45 min/ (oferta escola)
2.3.6 Ensino Secundário
Página 25
Projeto Curricular de Escola
Cursos Científico-Humanísticos
Línguas e Humanidades
Carga Horária Semanal
Componentes
de Formação
EDUCAR PARA SERVIR
Geral
Disciplinas
(x 90 minutos)
10.º
11.º
12.º
Ano
Ano
Ano
Português
2
2
2,5
Língua Estrangeira I, II ou III (a)
2
2
-
Filosofia
2
2
-
Educação Física
2
2
2
História A
3
3
3
3
3
-
Opções (b)
Geografia A
Língua Estrangeira I, II ou III
Mat. Aplic. às Ciências Sociais
Opções (c)
Específica
Língua Estrangeira I, II ou III
Geografia C
Psicologia B
Opções (d)
2
Aplicações Informáticas B
Ciências Políticas
Economia C
Educação Moral e Religiosa
1
1
1
Direção de Turma
0,5
0,5
0,5
Página 26
Projeto Curricular de Escola
(a) No caso do aluno dar continuidade às duas línguas estrangeiras
estudadas no ensino básico, deve inserir-se a língua estrangeira I na
componente da formação geral;
(b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais.
(c) e (d) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas
obrigatoriamente do conjunto de opções (c).
No 10º ano, os alunos têm apoio às disciplinas de português.
No 12º ano, os alunos têm apoio às disciplinas de português e de
história.
Página 27
Projeto Curricular de Escola
Ciências e Tecnologias
Carga
Componentes
de Formação
Geral
Horária
Semanal
Disciplinas
(x 90 minutos)
10.º
11.º
12.º
Ano
Ano
Ano
Português
2
2
2,5
Língua Estrangeira I, II ou III (a)
2
2
-
Filosofia
2
2
-
Educação Física
2
2
2
Matemática A
3
3
3
3
3
-
EDUCAR PARA SERVIR
Opções (b)
Biologia e Geologia
Física e Química A
Geometria Descritiva A
Opções (c)
Biologia
Específica
Geologia
Química
Física
2
Opções (d)
Ciência Política
Aplicações informáticas B
Psicologia B
Língua Estrangeira I, II ou III
Educação Moral e Religiosa
1
1
1
Direção de Turma
0,5
0,5
0,5
Página 28
Projeto Curricular de Escola
(a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas
uma língua estrangeira no ensino básico, inicia obrigatoriamente uma
segunda língua. No caso do aluno iniciar uma língua, tomando em
conta as disponibilidades da escola, pode cumulativamente dar
continuidade à língua estrangeira I como disciplina facultativa, com
aceitação expressa do acréscimo da carga horária.
(b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais.
(c) e (d) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas
obrigatoriamente do conjunto de opções (c).
No 10º ano, os alunos têm apoio às disciplinas de física e química A e
biologia e geologia.
No 12º ano, os alunos têm apoio às disciplinas de português e de
matemática.
Página 29
Projeto Curricular de Escola
Ciências Socioeconómicas
Carga
Componentes
de Formação
Semanal
Disciplinas
EDUCAR PARA SERVIR
(x 90 minutos)
10.º
11.º
12.º
Ano
Ano
Ano
2
2
2,5
Língua Estrangeira I, II ou III 2
2
-
Português
Geral
Horária
(a)
Filosofia
2
2
-
Educação Física
2
2
2
Matemática A
3
3
3
3
3
-
Opções (b)
Economia A
Geografia A
História B
Opções (c)
Específica
Economia C
Geografia C
Opções (d)
2
Ciência Política
Aplicações informáticas B
Psicologia B
Língua Estrangeira I, II ou III
Educação Moral e Religiosa
1
1
1
Direção de Turma
0,5
0,5
0,5
Página 30
Projeto Curricular de Escola
(a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas
uma língua estrangeira no ensino básico, inicia obrigatoriamente uma
segunda língua. No caso de o aluno iniciar uma língua, tomando em
conta as disponibilidades da escola, pode cumulativamente dar
continuidade à língua estrangeira I como disciplina facultativa, com
aceitação expressa do acréscimo da carga horária.
(b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais.
(c) e (d) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas
obrigatoriamente do conjunto de opções (c).
Página 31
Projeto Curricular de Escola
Cursos Profissionais
Curso Profissional de Técnico de Análise Laboratorial
Componentes
de Formação
EDUCAR PARA SERVIR
Geral
Científica
Técnica
Total
Disciplinas
Português
320
Língua Estrangeira
220
Área de Integração
220
Educação Física
100
TIC
100
Matemática
300
Física e Química
200
Química Aplicada
250
Tecnologia Química
180
Qualidade, Seg. e Ambiente
130
Análises Químicas
620
Trabalho
Pessoal
e
horas/ciclo
de formação
Formação em Contexto de
Social
de
Formação Integral
Direção de Turma
420
45 min/sem
(oferta
da
escola)
Página 32
Projeto Curricular de Escola
Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde
Componentes
de Formação
EDUCAR PARA SERVIR
Geral
Científica
Total
Disciplinas
horas/ciclo
de formação
Português
320
Língua Estrangeira
220
Área de Integração
220
Educação Física
100
TIC
100
Matemática
200
Física e Química
150
Biologia
150
Saúde
355
Gestão e Organização dos
Serviços e Cuidados de Saúde
Comunicação
Técnica
e
Relações
Interpessoais
Higiene,
Segurança
e
Cuidados Gerais
Formação em Contexto de
Trabalho
Social
Pessoal
e
de
Formação Integral
Direção de Turma
200
175
450
700
45 min/sem
(oferta
da
escola)
Página 33
Projeto Curricular de Escola
Curso Profissional de Técnico de Frio e Climatização
Componentes
de Formação
EDUCAR PARA SERVIR
Geral
Científica
Técnica
Total
Disciplinas
de
horas/ciclo
de formação
Português
320
Língua Estrangeira
220
Área de Integração
220
Educação Física
100
TIC
100
Matemática
300
Física e Química
200
Tecnologia e Processos
440
Organização Industrial
110
Desenho Técnico
255
Práticas Oficinais
295
Formação em Contexto 700
de Trabalho
Formação Integral
Social
Pessoal
e
45
min
cada/sem.
Direção de Turma
(oferta
da
escola)
Página 34
Projeto Curricular de Escola
Curso Profissional de Técnico de Restauração
Componentes
de Formação
EDUCAR PARA SERVIR
Sociocultural
Científica
Total
Disciplinas
de
horas/ciclo
de formação
Português
320
Língua Estrangeira
220
Área de Integração
220
Educação Física
100
TIC
100
Economia
200
Matemática
200
Psicologia
100
Tecnologia Alimentar
140
Gestão e Controlo
140
Comunicar
em 90
Francês/Espanhol
Técnica
Serviço de Restaurante e 810
Bar
Formação em Contexto de 420
Trabalho
Formação Integral
Social
Pessoal
e
45
min
cada/sem.
Direção de Turma
(oferta
da
escola)
Página 35
Projeto Curricular de Escola
Curso Profissional de Eletrónica, Automação e Computadores
Componentes
de Formação
EDUCAR PARA SERVIR
Sociocultural
Científica
Técnica
Total
Disciplinas
de
horas/ciclo
de formação
Português
320
Língua Estrangeira
220
Área de Integração
220
Educação Física
100
TIC
100
Matemática
300
Física e Química
200
Eletricidade e Eletrónica
312
Tecnologias Aplicadas
210
Sistemas Digitais
222
Automação
e 436
Computadores
Formação em Contexto de 420
Trabalho
Formação Integral
Social
Pessoal
e
45
min
cada/sem.
Direção de Turma
(oferta
da
escola)
Página 36
Projeto Curricular de Escola
1.4.
Matriz Horária
Ensino Básico I
Blocos de Aulas
1º Bloco
08:30/10:00h
2º Bloco
10:30/12:00h
3º Bloco
13:30/15:00h
4º Bloco
15:15/16:45h
Intervalos
10:00h/10:30h
12:00h/13:30h
15:00h/15:15h
Nota:
Catequese:
1º ano: quarta-feira, 13h20 - 14h20
2º e 3º anos: terça-feira, 17h -18h.
4º ano: segunda-feira, 17h - 18h
4ª feira:
Da parte da tarde não há aulas.
Página 37
Projeto Curricular de Escola
Ensino Básico II e III
Tempos Letivos
Blocos de Aulas
1º - 08.30/09.15h
1º Bloco
08.30/10.00h
2º - 09.15/10.00h
2º Bloco
10.25/11:55h
3º - 10.25/11.10h
3º Bloco
13.30/15.00h
4º - 11.10/11.55h
4º Bloco
15.15/16.45h
5º - 13.30/14.15h
Intervalos
6º - 14.15/15.00h
10.00/10.25h
7º - 15.15/16.00h
11.55/13.30
8º - 16.00/16.45h
15.00/15.15h
Nota:
4.ª Feira:
O intervalo da manhã é das 10.00/10.35h, de modo a permitir a
participação na Eucaristia Semanal;
O 5º tempo é das 12.05/12.50h (no Básico II e III).
Página 38
Projeto Curricular de Escola
Ensino Secundário
Tempos Letivos
Blocos de Aulas
1º - 08.30/09.15h
1º Bloco
08.30/10.00h
2º - 09.15/10.00h
2º Bloco
10.25/11.55h
3º - 10.25/11.10h
3º Bloco
12.05/13.35h
4º - 11.10/11.55h
4º Bloco
14.35/16:05h
6º - 12.50/13.35h
5º Bloco
16.15/17.00h
7º - 14.35/15.20h
Intervalos
8º - 15.20/16.05h
10.00/10.25h
9.º
11.55/12.05h
-
16.15/17.00h
13.35/14.35h
16.05/16.15h
Nota:
4.ª Feira:
O intervalo da manhã é das 10.00/10.35h, de modo a permitir a
participação na Eucaristia Semanal;
O 3º bloco é das 12.15/13.45h.
Página 39
Projeto Curricular de Escola
2. Estratégias de Ação Educativa
2.1.
Parcerias
No contexto atual, em que a Escola diversifica a sua oferta formativa, o
estabelecimento de parcerias é fundamental para assegurar a
viabilidade dos projetos.
O Instituto Nun’Alvres tem vários protocolos com diferentes entidades,
nomeadamente, autarquias, universidades, empresas e instituições da
região.
Câmara Municipal de Santo Tirso
Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão
Centro de Emprego
Centros de dia de Areias e Santo Tirso
Conservatório de música (CCM)
Escola “Torre dos Pequeninos”
Universidade do Minho
Universidade Católica
Universidade do Porto
Universidade Lusíada de V.N. de Famalicão
Associação Comercial e Industrial de V. N. Famalicão
Associação Comercial e Industrial de Santo Tirso
Página 40
Projeto Curricular de Escola
2.2.
Objetivos
Objetivos Inacianos
A partir das características da Educação num colégio da Companhia
de Jesus, pretende-se que o aluno atinja os seguintes objetivos no final
do seu percurso escolar:
Descobrir Deus ativo em tudo, na História e na Criação:
O aluno
Tem um sentido de admiração e de mistério diante da Criação
Desenvolve os seus talentos intelectuais, imaginativos, criativos, técnicos
e físicos
Ser livre (liberdade humana de…) :
O aluno
Sente-se parte ativa no processo ensino/aprendizagem
Sente-se estimulado a uma aprendizagem contínua
Ser chamado à liberdade (liberdade para… ):
O aluno
Conhece-se a si mesmo como processo
Tem consciência do mundo em que vive
Constrói um projeto de vida: orienta-se por valores, aceita e cumpre as
normas, desenvolve o sentido crítico, toma decisões pessoais
Reconhecer Cristo como modelo:
O aluno
Desenvolve uma amizade pessoal com Jesus (oração pessoal e
comunitária)
Sente-se interpelado a seguir Cristo como um ser para os outros
Página 41
Projeto Curricular de Escola
Preparar-se para um compromisso na vida ativa (Ação):
O aluno
Desenvolve relações interpessoais de amizade e confiança
Coloca as suas qualidades ao serviço dos outros
Compromete-se em ações concretas
Preparar-se para a participação ativa na Igreja e comunidade local:
O aluno
Tem um sentido de pertença à comunidade cristã
Respeita a diferença e colabora com outros na defesa de valores
comuns
Procurar o “ Magis”:
O aluno
Desenvolve as capacidades individuais
Procura atingir a “ excelência “ através de uma competição sadia e
cooperação
Sentir-se elemento de uma comunidade educativa:
O aluno
Defende os valores promovidos no Colégio
Participa ativamente nas estruturas internas
Desenvolver o discernimento:
O aluno
Sente-se estimulado a uma reflexão e avaliação permanentes em
relação a si próprio e à comunidade educativa
Introduz adaptações e mudanças em colaboração com os outros
Página 42
Projeto Curricular de Escola
3. Objetivos Disciplinares por Departamento
3. Departamento de Português e Línguas Estrangeiras
Português
Básico I
Metas Curriculares de Português
1.º ano
2.º ano
3.º ano
4.º ano
Oralidade
Respeitar
regras
da Respeitar regras Escutar
interação discursiva.
da
para Escutar para aprender e
interação aprender
e construir conhecimentos.
construir
Escutar discursos breves discursiva.
Utilizar
para aprender e construir Escutar discursos conhecimentos.
breves
conhecimentos.
para Produzir
Produzir um discurso oral aprender
construir
com correção.
Produzir
discursos
diferentes
tendo
em
e discurso
com conhecimentos.
finalidades, Produzir
conta
a discurso
situação e o interlocutor.
técnicas
registar
e
reter
oral Produzir um discurso oral
com correção.
Produzir
Produzir
oral diferentes
a
um informação.
com correção.
um discursos
para
discursos
com diferentes
tendo
com
finalidades,
em
conta
a
com correção.
finalidades,
Produzir
tendo em conta Participar em atividades
discursos
situação e o interlocutor.
com a situação e o de
diferentes
interlocutor.
expressão
orientada,
finalidades,
regras
tendo em conta
específicos.
oral
respeitando
e
a situação e o
interlocutor.
Página 43
papéis
Projeto Curricular de Escola
Leitura e Escrita
Desenvolver a
Desenvolver a
Desenvolver a
Ler em voz alta palavras
consciência fonológica e consciência
consciência
e textos.
operar com fonemas.
fonológica e
fonológica e
Ler textos diversos.
Conhecer o alfabeto e
operar com
operar com
Apropriar-se de novos
os grafemas.
fonemas.
fonemas.
vocábulos.
Ler em voz alta palavras,
Conhecer o
Ler em voz alta
Organizar os
pseudo-palavras e
alfabeto e os
palavras e
conhecimentos do texto.
textos.
grafemas.
textos.
Relacionar o texto com
Ler textos diversos.
Ler em voz alta
Ler textos
conhecimentos
Apropriar-se de novos
palavras,
diversos.
anteriores e
vocábulos.
pseudo-palavras Apropriar-se de
compreendê-lo.
Organizar a informação
e textos.
novos
Monitorizar a
de um texto lido.
Ler textos
vocábulos.
compreensão.
Relacionar o texto com
diversos.
Organizar os
Elaborar e aprofundar
conhecimentos
Apropriar-se de
conhecimentos
ideias e conhecimentos.
anteriores.
novos
do texto.
Apropriar-se de novos
Monitorizar a
vocábulos.
Relacionar o
vocábulos.
compreensão.
Organizar a
texto com
Organizar os
Desenvolver o
informação de
conhecimentos
conhecimentos do texto.
conhecimento da
um texto lido.
anteriores e
Relacionar o texto com
ortografia.
Relacionar o
compreendê-lo.
conhecimentos
Mobilizar o
texto com
Monitorizar a
anteriores e
conhecimento da
conhecimentos
compreensão.
compreendê-lo.
pontuação.
anteriores e
Elaborar e
Monitorizar a
Transcrever e escrever
compreendê-lo.
aprofundar
compreensão.
textos.
Monitorizar a
ideias e
Elaborar e aprofundar
compreensão.
conhecimentos.
ideias e conhecimentos.
Página 44
Projeto Curricular de Escola
Elaborar e
Desenvolver o
Desenvolver o
aprofundar
conhecimento
conhecimento da
conhecimentos.
da ortografia.
ortografia.
Desenvolver o
Mobilizar o
Mobilizar o
conhecimento
conhecimento
conhecimento da
da ortografia.
da
representação gráfica e
Mobilizar o
representação
da pontuação.
conhecimento
gráfica e da
Planificar a escrita de
da pontuação.
pontuação.
textos.
Transcrever e
Planificar a
Redigir corretamente.
escrever textos.
escrita de
Escrever textos narrativos.
Planificar a
textos.
Escrever textos
escrita de
Redigir
informativos.
textos.
corretamente.
Escrever textos dialogais.
Redigir
Escrever textos
Escrever textos
corretamente.
narrativos.
descritivos.
Escrever textos
Escrever textos diversos.
informativos.
Rever textos escritos.
Escrever textos
dialogais.
Escrever textos
diversos.
Rever textos
escritos.
Página 45
Projeto Curricular de Escola
Iniciação à Educação Literária
Educação Literária
Ouvir ler e ler textos
Ouvir ler e ler
Ler e ouvir ler
Ler e ouvir ler textos
literários.
textos literários.
textos literários.
literários.
Compreender o
Compreender o
Compreender o
Compreender o
essencial dos textos
essencial dos
essencial dos
essencial dos textos
escutados e lidos.
textos escutados textos escutados escutados e lidos.
Ler para apreciar textos
e lidos.
e lidos.
Ler para apreciar textos
literários.
Ler para
Ler para
literários.
Ler em termos pessoais.
apreciar textos
apreciar textos
Ler em termos pessoais.
literários.
Dizer e escrever, em
Ler em termos
Ler em termos
termos pessoais e
pessoais.
pessoais.
criativos.
Dizer e escrever,
Dizer e escrever,
em termos
em termos
pessoais e
pessoais e
criativos.
criativos.
Dizer e contar, em termos literários.
pessoais e criativos.
Gramática
Descobrir regularidades
Explicitar
Explicitar
Conhecer propriedades
no funcionamento da
regularidades
aspetos
das palavras e explicitar
língua.
no
fundamentais
aspetos fundamentais da
Compreender formas de
funcionamento
da fonologia do
sua morfologia e do seu
organização do léxico.
da língua.
português.
comportamento
Compreender
Conhecer
sintático.
formas de
propriedades
Reconhecer classes de
organização do
das palavras.
palavras.
léxico.
Analisar e
Analisar e estruturar
estruturar
unidades sintáticas.
Página 46
Projeto Curricular de Escola
unidades
sintáticas.
Compreender
formas de
organização do
léxico.
Página 47
Projeto Curricular de Escola
METAS CURRICULARES DE PORTUGUÊS
5º ano
Domínios de Referência, Objetivos e Descritores de Desempenho
Os objetivos e descritores indicados em cada ano de escolaridade são
obrigatórios. Sempre que necessário, devem continuar a ser mobilizados
em anos subsequentes.
_____________________________________________________________________
Oralidade O5
1. Interpretar discursos orais breves.
1. Indicar a intenção do autor.
2. Referir o tema.
3. Explicitar o assunto.
4. Distinguir o essencial do acessório.
5. Distinguir facto de opinião.
6. Fazer deduções.
7. Manifestar a reação pessoal ao texto ouvido.
8. Reformular enunciados ouvidos com recurso ao reconto ou à
paráfrase.
2. Utilizar procedimentos para registar e reter a informação.
1. Preencher grelhas de registo.
2. Tomar notas.
3. Pedir informações ou explicações complementares.
Página 48
Projeto Curricular de Escola
3. Produzir discursos orais com diferentes finalidades e com coerência.
1. Usar oportunamente a palavra, de modo audível, com boa dicção e
olhando
para o interlocutor.
2. Informar, explicar.
3. Planificar um discurso oral definindo alguns tópicos de suporte a essa
comunicação.
4. Fazer uma apresentação oral (máximo de 3 minutos) sobre um tema,
com recurso eventual a tecnologias de informação.
5. Fazer perguntas sobre a apresentação de um trabalho de colegas.
6. Respeitar princípios reguladores da interação discursiva, na produção
de enunciados de resposta e na colocação de perguntas.
7. Usar um vocabulário adequado ao assunto.
8.
Controlar
as
estruturas
gramaticais
correntes:
concordâncias,
adequação de tempos verbais e expressões adverbiais de tempo.
4. Apresentar argumentos.
1. Construir uma argumentação simples (por exemplo, em 2 a 3 minutos,
breve exposição de razões para uma opinião ou atitude).
2. Enunciar argumentos em defesa de duas opiniões contrárias (dois
argumentos para cada posição) sobre um mesmo tema, proposto pelo
professor.
Leitura e Escrita LE5
5. Ler em voz alta palavras e textos.
1. Ler corretamente, por minuto, um mínimo de 110 palavras, de uma
lista de palavras de um texto, apresentadas quase aleatoriamente.
Página 49
Projeto Curricular de Escola
2. Ler um texto com articulação e entoação corretas e uma velocidade
de leitura de, no mínimo, 140 palavras por minuto.
6. Ler textos diversos.
1.
Ler
textos
narrativos,
descritivos,
retratos,
cartas,
textos
de
enciclopédias e de dicionários, notícias, entrevistas, roteiros, sumários e
texto publicitário.
7. Compreender o sentido dos textos.
1. Realizar, ao longo da leitura de textos longos, sínteses parciais (de
parágrafos ou secções), formular questões intermédias e enunciar
expectativas e direções possíveis.
2. Detetar o foco da pergunta ou instrução em textos que contêm
instruções para concretização de tarefas.
3. Detetar e distinguir entre informação essencial e acessória, tomando
notas.
8. Fazer inferências a partir da informação contida no texto.
1. Identificar pela estrutura interna o sentido de palavras, expressões ou
fraseologias desconhecidas, incluindo provérbios.
2. Pôr em relação duas informações para inferir delas uma terceira.
3. Pôr em evidência relações intratextuais de semelhança ou de
oposição entre acontecimentos e entre sentimentos.
9. Organizar a informação contida no texto.
1. Parafrasear períodos de textos lidos.
2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos
factos ou das ideias, assim como o sentido do texto.
Página 50
Projeto Curricular de Escola
3. Indicar a intenção do autor, justificando a partir de elementos do
texto.
10. Avaliar criticamente textos.
1. Exprimir uma opinião crítica a respeito de ações das personagens ou
de outras informações que possam ser objeto de juízos de valor.
2. Exprimir uma breve opinião crítica a respeito de um texto e comparálo com outros já lidos ou conhecidos.
11. Desenvolver o conhecimento da ortografia.
1. Desenvolver e aperfeiçoar uma caligrafia legível.
2. Escrever sem erros de ortografia.
3. Explicitar e aplicar as regras de ortografia e acentuação.
12. Planificar a escrita de textos.
1. Registar ideias relacionadas com o tema, hierarquizá-las e articulá-las
devidamente.
13. Redigir corretamente.
1. Respeitar as regras de ortografia e de acentuação.
2. Aplicar regras de uso de sinais de pontuação para representar tipos
de frase e movimentos sintáticos básicos (enumeração, delimitação do
vocativo, encaixe, separação de orações).
3. Utilizar e marcar adequadamente parágrafos.
4.
Controlar
as
estruturas
gramaticais
correntes:
concordâncias,
adequação de tempos verbais e expressões adverbiais de tempo.
5. Construir dispositivos de encadeamento (crono)lógico, de retoma e
de substituição que assegurem a coesão e a continuidade de sentido:
Página 51
Projeto Curricular de Escola
a) Repetições;
b) Substituições por pronomes pessoais;
c) Substituições por sinónimos e expressões equivalentes;
d) Referência por possessivos;
e) Uso de conectores adequados.
6. Utilizar vocabulário específico do assunto que está a ser tratado.
7. Cuidar da apresentação final do texto.
14. Escrever textos narrativos.
1. Escrever pequenas narrativas, integrando os elementos quem,
quando, onde, o quê, como, porquê e respeitando uma sequência que
contemple:
apresentação
personagens;
do
acontecimento
cenário
(tempo
desencadeador
e
lugar)
da
ação;
e
das
ação;
conclusão; emoções ou sentimentos provocados pelo desfecho da
narrativa.
15. Escrever textos informativos.
1. Escrever pequenos textos informativos com uma introdução ao
tópico; o desenvolvimento deste, com a informação agrupada em
parágrafos; e uma conclusão.
16. Escrever textos descritivos.
1. Escrever descrições de pessoas, objetos ou paisagens, referindo
características essenciais e encadeando logicamente os elementos
selecionados.
Página 52
Projeto Curricular de Escola
17. Escrever textos de opinião.
1. Escrever um texto de opinião com a tomada de uma posição e
apresentando, pelo menos, duas razões que a justifiquem e uma
conclusão coerente.
18. Escrever textos diversos.
1. Escrever convites e cartas.
2. Escrever o guião de uma entrevista.
19. Rever os textos escritos.
1. Verificar se o texto respeita o tema proposto.
2. Verificar se o texto obedece à tipologia indicada.
3. Verificar se os textos escritos contêm as ideias previstas na
planificação.
4. Verificar se os textos escritos incluem as partes necessárias e se estas
estão devidamente ordenadas.
5. Verificar se há repetições que possam ser evitadas.
6. Corrigir o que se revelar necessário, suprimindo ou mudando de sítio o
que estiver incorreto.
7. Verificar a correção linguística.
Educação Literária EL5
20. Ler e interpretar textos literários. (v. Lista em anexo)
1. Ler e ouvir ler textos da literatura para crianças e jovens, da tradição
popular, e adaptações de clássicos.
2. Identificar marcas formais do texto poético: estrofe (terceto, quadra,
quintilha) e verso (com rima e livre).
Página 53
Projeto Curricular de Escola
3. Distinguir sílaba métrica de sílaba gramatical e segmentar versos por
sílaba métrica, reconhecendo o contributo desta para a construção do
ritmo do verso.
4. Identificar temas dominantes do texto poético.
5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo:
personagens (principal e secundárias); narrador; contextos temporal e
espacial, ação (situação inicial, desenvolvimento da ação – peripécias,
problemas e sua resolução).
6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos.
7. Fazer inferências.
8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários
(linguagem figurada; recursos expressivos – onomatopeia, enumeração,
personificação, comparação) e justificar a sua utilização.
9. Distinguir, a partir de critérios dados, os seguintes géneros: fábula e
lenda.
10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.
21. Tomar consciência do modo como os temas, as experiências e os
valores são representados nos textos literários. (v. Lista em anexo e
Listagem PNL)
1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos,
estabelecendo semelhanças ou contrastes.
22. Ler e escrever para fruição estética. (v. Lista em anexo e Listagem
PNL)
1. Ler e ouvir ler textos da literatura para crianças e jovens, da tradição
popular, e adaptações de clássicos.
2. Ler, memorizar e recitar poemas, com ritmo e entoação adequados.
Página 54
Projeto Curricular de Escola
3. Expressar sentimentos, ideias e pontos de vista provocados pela
leitura do texto literário.
4. Selecionar e fazer a leitura autónoma de obras, por iniciativa própria.
5. Reescrever um texto, mudando de pessoa (narração de 1.ª para 3.ª
pessoa e vice-versa) ou escolhendo as diferentes perspetivas das
personagens.
6. Compor textos (por exemplo, poemas, histórias), por imitação criativa,
para expressar sensibilidade e imaginação.
Gramática G5
23. Explicitar aspetos fundamentais da morfologia.
1. Deduzir o significado de palavras complexas a partir dos elementos
constitutivos (radical e afixos).
2. Detetar processos de derivação de palavras por afixação (prefixação
e sufixação).
3. Reconhecer e sistematizar paradigmas flexionais dos verbos regulares.
4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e
de verbos irregulares de uso mais frequente:
a)Formas finitas – indicativo (presente, pretérito perfeito, pretérito
imperfeito, pretérito mais-que-perfeito composto e futuro) e imperativo;
b) Formas não finitas – infinitivo (impessoal) e particípio.
24. Reconhecer e conhecer classes de palavras.
1. Integrar as palavras nas classes a que pertencem:
a) Nome: próprio e comum (coletivo);
b) Adjetivo: qualificativo e numeral;
c) Verbo: principal e auxiliar (dos tempos compostos);
Página 55
Projeto Curricular de Escola
d)Advérbio: valores semânticos – de negação, de afirmação, de
quantidade e grau, de modo, de tempo e de lugar; funções –
interrogativo;
e)Determinante:
artigo
(definido
e
indefinido),
demonstrativo,
possessivo;
f) Pronome: pessoal, demonstrativo, possessivo;
g) Quantificador numeral;
h) Preposição.
25. Analisar e estruturar unidades sintáticas.
1. Aplicar regras de utilização do pronome pessoal em adjacência
verbal, colocando corretamente os pronomes átonos em frases
afirmativas e negativas.
2. Identificar
as
seguintes
funções
sintáticas:
sujeito
(simples e
composto), vocativo, predicado, complemento direto, complemento
indireto.
26. Reconhecer propriedades das palavras e formas de organização do
léxico.
1. Identificar e estabelecer relações de significado entre palavras:
sinonímia e antonímia.
2. Identificar e organizar famílias de palavras.
Página 56
Projeto Curricular de Escola
6º ano
Domínios de Referência, Objetivos e Descritores de Desempenho
Os objetivos e descritores indicados em cada ano de escolaridade são
obrigatórios. Sempre que necessário, devem continuar a ser mobilizados
em anos subsequentes.
Oralidade O6
1. Interpretar discursos orais breves.
1. Distinguir a informação implícita da informação explícita.
2. Fazer deduções e inferências.
3. Explicitar o significado de expressões de sentido figurado.
4. Manifestar, justificando, a reação pessoal ao texto ouvido.
5. Sistematizar enunciados ouvidos.
2. Utilizar procedimentos para registar e reter a informação.
1. Preencher grelhas de registo.
2. Tomar notas e registar tópicos.
3. Produzir discursos orais com diferentes finalidades e com coerência.
1. Planificar um discurso oral, definindo alguns tópicos de suporte a essa
comunicação e hierarquizando a informação essencial.
2. Fazer uma apresentação oral (máximo de 4 minutos) sobre um tema,
distinguindo introdução e fecho, com recurso eventual a tecnologias de
informação.
3. Captar e manter a atenção de diferentes audiências (com
Página 57
Projeto Curricular de Escola
adequação de movimentos, gestos e expressão facial, do tom de voz,
das pausas, da entoação e do ritmo).
4.
Respeitar
princípios
reguladores
da
interação
discursiva,
na
formulação de pedidos (com uso apropriado dos modos imperativo,
indicativo e conjuntivo), na apresentação de factos e de opiniões.
5. Tratar um assunto com vocabulário diversificado e adequado.
6. Controlar as estruturas gramaticais correntes e algumas estruturas
gramaticais
complexas
(pronominalizações;
uso
de
marcadores
discursivos).
4. Compreender e apresentar argumentos.
1. Identificar argumentos que fundamentam uma opinião.
2. Justificar pontos de vista.
3. Construir uma argumentação em defesa de uma posição e outra
argumentação em defesa do seu contrário (dois argumentos para
cada posição) sobre um mesmo tema, proposto pelo professor.
Leitura e Escrita LE6
5. Ler em voz alta palavras e textos.
1. Ler corretamente, por minuto, um mínimo de 120 palavras, de uma
lista de palavras de um texto, apresentadas quase aleatoriamente.
2. Ler um texto com articulação e entoação corretas e uma velocidade
de leitura de, no mínimo, 150 palavras por minuto.
Página 58
Projeto Curricular de Escola
6. Ler textos diversos.
1.
Ler
textos
narrativos,
descrições,
retratos,
cartas,
textos
de
enciclopédias e de dicionários, notícias, entrevistas, roteiros, sumários e
texto publicitário.
7. Compreender o sentido dos textos.
1. Realizar, ao longo da leitura de textos longos, sínteses parciais (de
parágrafos ou secções), formular questões intermédias e enunciar
expectativas e direções possíveis.
2. Detetar informação relevante, factual e não factual, tomando notas
(usar títulos intermédios, colocar perguntas, retirar conclusões).
8. Fazer inferências a partir da informação prévia ou contida no texto.
1. Antecipar o assunto, mobilizando conhecimentos prévios com base
em elementos paratextuais (por exemplo, deteção de título, subtítulo,
autor, ilustrador, capítulos, configuração da página, imagens).
2. Identificar, pelo contexto e pela estrutura interna, o sentido de
palavras,
expressões
ou
fraseologias
desconhecidas,
incluindo
provérbios e expressões idiomáticas.
3. Pôr em relação duas informações para inferir delas uma terceira.
4. Extrair o pressuposto de um enunciado.
9. Organizar a informação contida no texto.
1. Procurar, recolher, selecionar e organizar informação, com vista à
construção de conhecimento (de acordo com objetivos pré-definidos e
com supervisão do professor).
Página 59
Projeto Curricular de Escola
2.Parafrasear períodos ou parágrafos de um texto.
3.Relacionar a estrutura do texto com a intenção e o conteúdo do
mesmo.
4.Distinguir relações intratextuais de causa – efeito e de parte – todo.
5.Indicar os aspetos nucleares do texto de maneira rigorosa, respeitando
a articulação dos factos ou das ideias assim como o sentido do texto e
as intenções do autor.
6. Explicitar, de maneira sintética, o sentido global de um texto.
10. Avaliar criticamente textos.
1. Exprimir uma opinião crítica a respeito de ações das personagens ou
de outras informações que possam ser objeto de juízos de valor.
2. Fazer apreciações críticas sobre os textos lidos (por exemplo, se o
tema e o assunto são interessantes e porquê; se a conclusão é lógica;
se concorda com o desenlace ou discorda dele e porquê; que
alternativa sugere).
3. Exprimir uma opinião crítica a respeito de um texto e compará-lo com
outros já lidos ou conhecidos.
11. Planificar a escrita de textos.
1. Estabelecer objetivos para o que pretende escrever.
2. Organizar informação segundo a tipologia do texto.
3. Registar ideias, organizá-las e desenvolvê-las.
12. Redigir corretamente.
1. Respeitar as regras de ortografia, de acentuação, de pontuação e os
sinais auxiliares de escrita.
2. Controlar e mobilizar as estruturas gramaticais mais adequadas.
Página 60
Projeto Curricular de Escola
3. Construir dispositivos de encadeamento lógico, de retoma e de
substituição que assegurem a coesão e a continuidade de sentido:
a) Substituições por pronomes (pessoais, demonstrativos);
b) Ordenação correlativa dos tempos verbais;
c) Uso de conectores adequados.
4. Utilizar unidades linguísticas com diferentes funções na cadeia
discursiva:
ordenação,
explicitação
e
retificação,
reforço
argumentativo e concretização.
5. Usar vocabulário específico do assunto que está a ser tratado, tendo
em atenção a riqueza vocabular, campos lexicais e semânticos.
13. Escrever textos narrativos.
1. Escrever textos narrativos, integrando os seus elementos numa
sequência lógica, com nexos causais, e usando o diálogo e a
descrição.
14. Escrever textos informativos.
1. Escrever pequenos textos informativos com uma introdução ao
tópico; o desenvolvimento deste, com a informação agrupada em
parágrafos, apresentando factos, definições e exemplos; e uma
conclusão.
15. Escrever textos de opinião.
1. Escrever um texto de opinião com a tomada de uma posição, a
apresentação de, pelo menos, três razões que a justifiquem, com uma
explicação dessas razões, e uma conclusão coerente.
Página 61
Projeto Curricular de Escola
16. Escrever textos diversos.
1. Escrever textos biográficos.
2. Escrever cartas.
3. Fazer sumários.
4. Fazer relatórios.
5. Resumir textos informativos e narrativos.
17. Rever textos escritos.
1. Verificar se o texto respeita o tema, a tipologia e as ideias previstas na
planificação.
2. Verificar se os textos escritos incluem as partes necessárias, se estas
estão devidamente ordenadas e se a informação do texto avança.
3. Corrigir o que, no texto escrito, se revelar necessário, condensando,
suprimindo, reordenando e reescrevendo o que estiver incorreto.
4. Verificar a correção linguística.
Educação Literária EL9
18. Ler e interpretar textos literários. (v. Lista em anexo)
1. Ler textos da literatura para crianças e jovens, da tradição popular, e
adaptações de clássicos.
2. Identificar marcas formais do texto poético: estrofe, rima (toante e
consoante)
e
esquema
rimático
(rima
emparelhada,
cruzada,
interpolada).
3. Relacionar partes do texto (modos narrativo e lírico) com a sua
estrutura global.
4. Reconhecer, na organização estrutural do texto dramático, ato, cena
e fala.
Página 62
Projeto Curricular de Escola
5. Expor o sentido global de um texto dramático.
6. Fazer inferências.
7. Aperceber-se de recursos expressivos utilizados na construção dos
textos literários (anáfora, perífrase, metáfora) e justificar a sua utilização.
8. Manifestar-se em relação a aspetos da linguagem que conferem a
um texto qualidade literária (por exemplo, vocabulário, conotações,
estrutura).
9. Distinguir os seguintes géneros: conto, poema (lírico e narrativo).
10. Comparar versões de um texto e explanar diferenças.
11. Responder de forma completa a questões sobre os textos.
19. Tomar consciência do modo como os temas, as experiências e os
valores são representados nos textos literários. (v. Lista em anexo e
Listagem PNL)
1. Identificar os contextos a que o texto se reporta, designadamente os
diferentes
contextos
históricos,
e
a
representação
de
mundos
imaginários.
2. Relacionar a literatura com outras formas de ficção (cinema, teatro).
20. Ler e escrever para fruição estética.
(v. Lista em anexo e Listagem PNL)
1. Ler textos da literatura para crianças e jovens, da tradição popular, e
adaptações de clássicos.
2. Fazer leitura dramatizada de textos literários.
3. Expressar, oralmente ou por escrito, ideias e sentimentos provocados
pela leitura do texto literário.
4. Selecionar e fazer leitura autónoma de obras, por iniciativa própria.
Página 63
Projeto Curricular de Escola
5. Fazer uma breve apresentação oral (máximo de 3 minutos) de um
texto lido.
Gramática G6
21. Explicitar aspetos fundamentais da morfologia.
1. Distinguir regras de formação de palavras por composição (de
palavras e de radicais).
2. Distinguir derivação de composição.
3. Identificar e usar os seguintes modos e tempos verbais:
a)Formas
finitas
–
condicional
e
conjuntivo
(presente,
pretérito
imperfeito e futuro);
b)Formas não finitas – infinitivo (impessoal e pessoal) e gerúndio.
22. Conhecer classes de palavras.
1. Integrar as palavras nas classes a que pertencem:
a)Verbo: principal (intransitivo e transitivo), copulativo e auxiliar (dos
tempos compostos e da passiva);
b)Determinante interrogativo;
c)Pronome indefinido;
d)Interjeição.
23. Analisar e estruturar unidades sintáticas.
1. Aplicar regras de utilização do pronome pessoal em adjacência
verbal, colocando-o corretamente nas seguintes situações: em frases
que contêm uma palavra negativa; em frases iniciadas por pronomes e
advérbios interrogativos.
Página 64
Projeto Curricular de Escola
2. Identificar as seguintes funções sintáticas: predicativo do sujeito,
complemento oblíquo, complemento agente da passiva e modificador.
3. Substituir o complemento direto e o indireto pelos pronomes
correspondentes.
4. Transformar frases ativas em frases passivas e vice-versa.
5. Transformar discurso direto em discurso indireto e vice-versa, quer no
modo oral quer no modo escrito.
6. Distinguir frase complexa de frase simples.
Página 65
Projeto Curricular de Escola
7º ano
Domínios de Referência, Objetivos e Descritores de Desempenho
Os objetivos e descritores indicados em cada ano de escolaridade são
obrigatórios. Sempre que necessário, devem continuar a ser mobilizados
em anos subsequentes.
______________________________________________________________________
Oralidade O7
1. Interpretar discursos orais com diferentes graus de formalidade e
complexidade.
1. Identificar o tema e explicitar o assunto.
2. Distinguir o essencial do acessório.
3. Fazer deduções e inferências.
4. Distinguir diferentes intencionalidades comunicativas (informar, narrar,
descrever, exprimir sentimentos, persuadir).
5. Manifestar ideias e pontos de vista pertinentes relativamente aos
discursos ouvidos.
2. Registar, tratar e reter a informação.
1. Identificar ideias-chave.
2. Tomar notas.
3. Reproduzir o material ouvido, recorrendo à síntese.
3. Participar oportuna e construtivamente em situações de interação
oral.
1. Respeitar as convenções que regulam a interação verbal.
2. Pedir e dar informações, explicações, esclarecimentos.
Página 66
Projeto Curricular de Escola
3. Retomar, precisar ou resumir ideias, para facilitar a interação.
4. Apresentar propostas e sugestões.
4. Produzir textos orais corretos, usando vocabulário e estruturas
gramaticais diversificados e recorrendo a mecanismos de coesão
discursiva.
1. Planificar o texto oral a apresentar, elaborando tópicos.
2. Utilizar informação pertinente, mobilizando conhecimentos pessoais
ou dados obtidos em diferentes fontes, com a supervisão do professor.
3. Usar a palavra com fluência e correção, utilizando recursos verbais e
não verbais com um grau de complexidade adequado às situações de
comunicação.
4. Diversificar o vocabulário e as estruturas utilizadas no discurso.
5. Utilizar pontualmente ferramentas
tecnológicas como suporte
adequado de intervenções orais.
5. Produzir textos orais (4 minutos) de diferentes tipos e com diferentes
finalidades.
1. Narrar.
2. Fazer a apresentação oral de um tema.
3. Apresentar e defender ideias, comportamentos, valores, justificando
pontos de vista.
______________________________________________________________________
Leitura L7
6. Ler em voz alta.
1. Ler expressivamente em voz alta textos variados, após preparação da
leitura.
Página 67
Projeto Curricular de Escola
7. Ler textos diversos.
1. Ler textos narrativos, textos biográficos, retratos e autorretratos, textos
informativos, textos expositivos, textos de opinião, críticas, comentários,
descrições, cartas, reportagens, entrevistas, roteiros, texto publicitário.
8. Interpretar textos de diferentes tipologias e graus de complexidade.
1. Formular hipóteses sobre os textos e comprová-las com a respetiva
leitura.
2. Identificar temas e ideias principais.
3. Identificar pontos de vista e universos de referência.
4. Identificar causas e efeitos.
5. Fazer deduções e inferências.
6. Distinguir facto de opinião.
7. Reconhecer a forma como o texto está estruturado (diferentes
partes).
8. Detetar elementos do texto que contribuem param a construção da
continuidade e da progressão temática e que conferem coerência e
coesão ao texto:
a) Repetições;
b) Substituições por pronomes (pessoais, demonstrativos e possessivos);
c) Substituições por sinónimos e expressões equivalentes;
d) Referência por possessivos;
e) Conectores;
f) Ordenação correlativa de tempos verbais.
9. Explicitar o sentido global do texto.
Página 68
Projeto Curricular de Escola
9. Utilizar procedimentos adequados à organização e tratamento da
informação.
1. Tomar notas e registar tópicos.
2. Identificar ideias-chave.
10. Ler para apreciar textos variados.
1. Expressar, de forma fundamentada e sustentada, pontos de vista e
apreciações críticas suscitados pelos textos lidos em diferentes suportes.
______________________________________________________________________
Escrita E7
11. Planificar a escrita de textos.
1. Utilizar, com progressiva autonomia, estratégias de planificação (por
exemplo, recolha de informação e discussão em grupo).
2. Estabelecer objetivos para o que pretende escrever e registar ideias.
3. Organizar a informação segundo a tipologia do texto.
12. Redigir textos com coerência e correção linguística.
1. Utilizar uma caligrafia legível.
2. Ordenar e hierarquizar a informação, tendo em vista a continuidade
de sentido, a progressão temática e a coerência global do texto.
3. Organizar a informação, estabelecendo e fazendo a marcação de
parágrafos.
4. Dar ao texto a estrutura e o formato adequados, respeitando
convenções tipológicas e (orto) gráficas estabelecidas.
5. Adequar os textos a públicos e a finalidades comunicativas
diferenciados.
6. Diversificar o vocabulário e as estruturas sintáticas utilizadas nos textos.
Página 69
Projeto Curricular de Escola
7. Utilizar adequadamente os sinais auxiliares da escrita e os seguintes
sinais de pontuação: o ponto final, o ponto de interrogação, o ponto de
exclamação, os dois pontos (em introdução do discurso direto e de
enumerações) e a vírgula (em enumerações, datas, deslocação de
constituintes e uso do vocativo).
8. Respeitar os princípios do trabalho intelectual: identificação das
fontes utilizadas.
13. Escrever para expressar conhecimentos.
1. Responder por escrito, de forma completa, a questões sobre um
texto.
2. Responder com eficácia e correção a instruções de trabalho.
3. Elaborar resumos e sínteses de textos informativos.
14. Escrever textos informativos.
1.
Escrever
textos
informativos
contemplando
o
seguinte:
uma
introdução ao tópico; o desenvolvimento deste, com a informação
agrupada
em
parágrafos
e
apresentando
factos,
definições,
pormenores e exemplos; e uma conclusão.
15. Escrever textos argumentativos.
1. Escrever textos argumentativos com a tomada de uma posição; a
apresentação de razões que a justifiquem; e uma conclusão coerente.
16. Escrever textos diversos.
1. Escrever textos narrativos.
2. Escrever textos biográficos.
3. Fazer retratos e autorretratos.
Página 70
Projeto Curricular de Escola
4. Escrever comentários.
5. Escrever cartas.
6. Escrever o guião de uma entrevista.
7. Fazer relatórios.
17. Rever os textos escritos.
1. Avaliar a correção e a adequação do texto escrito.
2. Reformular o texto escrito, suprimindo, mudando de sítio e
reescrevendo o que estiver incorreto.
______________________________________________________________________
Educação Literária EL7
18. Ler e interpretar textos literários.
1. Ler textos literários, portugueses e estrangeiros, de diferentes épocas e
de géneros diversos.
2. Identificar temas, ideias principais, pontos de vista e universos de
referência, justificando.
3. Explicitar o sentido global do texto.
4. Sistematizar elementos constitutivos da poesia lírica (estrofe, verso,
refrão, rima, esquema rimático).
5. Detetar a forma como o texto está estruturado (diferentes partes).
6. Identificar e reconhecer o valor dos seguintes recursos expressivos:
enumeração,
personificação,
comparação,
anáfora,
perífrase,
metáfora, aliteração, pleonasmo e hipérbole.
7. Reconhecer o uso de sinais de pontuação para veicular valores
discursivos.
8. Comparar textos de diferentes géneros, estabelecendo diferenças e
semelhanças (temas e formas).
Página 71
Projeto Curricular de Escola
19. Apreciar textos literários.
1. Ler textos literários, portugueses e estrangeiros, de diferentes épocas e
de géneros diversos.
2. Reconhecer valores culturais presentes nos textos.
3. Exprimir, oralmente e por escrito, ideias pessoais sobre os textos lidos
ou ouvidos.
4. Escrever um pequeno comentário (cerca de 100 palavras) a um texto
lido.
20. Ler e escrever para fruição estética.
1. Ler por iniciativa e gosto pessoal, aumentando progressivamente a
extensão e complexidade dos textos selecionados.
2. Fazer leitura oral (individualmente ou em grupo), recitação e
dramatização de textos lidos.
3. Escrever, por iniciativa e gosto pessoal, textos diversos.
______________________________________________________________________
Gramática G7
21. Explicitar aspetos fundamentais da morfologia.
1. Identificar e conjugar verbos em todos os tempos (simples e
compostos) e modos.
2. Sistematizar paradigmas flexionais dos verbos regulares da 1.ª, da 2.ª e
da 3.ª conjugação.
3. Identificar as formas dos verbos irregulares e dos verbos defetivos
(impessoais e unipessoais).
4. Sistematizar padrões de formação de palavras complexas: derivação
(afixal e não-afixal) e composição (por palavras e por radicais).
5. Formar o plural de palavras compostas.
Página 72
Projeto Curricular de Escola
6. Explicitar o significado de palavras complexas a partir do valor do
radical e de prefixos e sufixos nominais, adjetivais e verbais do
português.
22. Reconhecer e conhecer classes de palavras.
1. Integrar as palavras nas classes a que pertencem:
a) Nome: próprio e comum (coletivo);
b) Adjetivo: qualificativo e numeral;
c) Verbo principal (intransitivo, transitivo direto, transitivo indireto,
transitivo direto e indireto), copulativo e auxiliar (dos tempos compostos
e da passiva);
d) Advérbio: valores semânticos – de negação, de afirmação, de
quantidade e grau, de modo, de tempo, de lugar, de inclusão e de
exclusão; funções – interrogativo e conectivo;
e) Determinante: artigo (definido e indefinido), demonstrativo,
possessivo, indefinido, relativo, interrogativo;
f) Pronome: pessoal, demonstrativo, possessivo, indefinido, relativo;
g) Quantificador numeral;
h) Preposição;
i) Conjunção coordenativa: copulativa, adversativa, disjuntiva,
conclusiva e explicativa;
j) Conjunção subordinativa: causal e temporal;
k) Locução: prepositiva e adverbial;
l) Interjeição.
Página 73
Projeto Curricular de Escola
23. Analisar e estruturar unidades sintáticas.
1. Aplicar regras de utilização do pronome pessoal em adjacência
verbal: em frases afirmativas; em frases que contêm uma palavra
negativa; em frases iniciadas por pronomes e advérbios interrogativos;
com verbos antecedidos de certos advérbios (bem, mal, ainda, já,
sempre, só, talvez…).
2. Consolidar o conhecimento sobre as funções sintáticas estudadas no
ciclo anterior: sujeito, vocativo, predicado, complemento direto,
complemento indireto, complemento oblíquo, complemento agente da
passiva, predicativo do sujeito, modificador.
3. Identificar o sujeito subentendido e o sujeito indeterminado.
4.
Transformar
frases
ativas
em
frases
passivas
e
vice-versa
(consolidação).
5. Transformar discurso direto em indireto e vice-versa (todas as
situações).
6. Identificar processos de coordenação entre orações: orações
coordenadas copulativas (sindéticas e assindéticas), adversativas,
disjuntivas, conclusivas e explicativas.
7. Identificar processos de subordinação entre orações:
a) Subordinadas adverbiais causais e temporais;
b) Subordinadas adjetivas relativas.
8. Identificar oração subordinante.
Página 74
Projeto Curricular de Escola
8º ano
Domínios de Referência, Objetivos e Descritores de Desempenho
______________________________________________________________________
Oralidade O8
1. Interpretar discursos orais com diferentes graus de formalidade e
complexidade.
1. Identificar o tema e explicitar o assunto.
2. Identificar os tópicos.
3. Distinguir informação objetiva e informação subjetiva.
4. Distinguir diferentes intencionalidades comunicativas em diversas
sequências textuais (informar, narrar, descrever, explicar e persuadir).
5. Manifestar ideias e pontos de vista pertinentes relativamente aos
discursos ouvidos.
2. Registar, tratar e reter a informação.
1. Identificar ideias-chave.
2. Tomar notas, organizando-as.
3. Reproduzir o material ouvido, recorrendo à síntese.
3. Participar oportuna e construtivamente em situações de interação
oral.
1. Retomar, precisar ou resumir ideias, para facilitar a interação.
2. Solicitar informação complementar.
3. Estabelecer relações com outros conhecimentos.
4. Debater e justificar ideias e opiniões.
Página 75
Projeto Curricular de Escola
4. Produzir textos orais corretos, usando vocabulário e estruturas
gramaticais diversificados e recorrendo a mecanismos de organização
e de coesão discursiva.
1. Planificar o texto oral a apresentar, elaborando tópicos a seguir na
apresentação.
2. Utilizar informação pertinente, mobilizando conhecimentos pessoais
ou dados obtidos em diferentes fontes, com a supervisão do professor,
citando-as.
3. Usar a palavra com fluência e correção, utilizando recursos verbais e
não verbais com um grau de complexidade adequado ao tema e às
situações de comunicação.
4. Diversificar o vocabulário e as estruturas utilizadas no discurso.
5. Utilizar pontualmente ferramentas
tecnológicas como suporte
adequado de intervenções orais.
5. Produzir textos orais (5 minutos) de diferentes tipos e com diferentes
finalidades.
1. Informar, explicar.
2. Fazer a apresentação oral de um tema, justificando pontos de vista.
3.
Apresentar
e
defender
ideias,
comportamentos,
valores,
argumentando e justificando pontos de vista.
6. Reconhecer a variação da língua.
1. Identificar, em textos orais, a variação nos planos fonológico, lexical e
sintático.
2.
Distinguir
contextos
geográficos
em
que
ocorrem
diferentes
variedades do português.
______________________________________________________________________
Página 76
Projeto Curricular de Escola
Leitura L8
7. Ler em voz alta.
1. Ler expressivamente em voz alta textos variados, após preparação da
leitura.
8. Ler textos diversos.
1. Ler textos narrativos, textos biográficos, páginas de um diário e de
memórias, textos expositivos, textos de opinião, críticas, comentários,
descrições, cartas de apresentação, currículos, reportagens, entrevistas,
roteiros.
9. Interpretar textos de diferentes tipologias e graus de complexidade.
1. Identificar temas e ideias principais, justificando.
2. Identificar pontos de vista e universos de referência, justificando.
3. Identificar causas e efeitos.
4. Fazer deduções e inferências, justificando.
5. Reconhecer elementos de persuasão.
6. Reconhecer a forma como o texto está estruturado (diferentes partes
e subpartes).
7. Identificar relações intratextuais: semelhança, oposição, parte – todo,
causa – consequência e genérico – específico.
8. Explicitar o sentido global do texto.
10. Utilizar procedimentos adequados à organização e tratamento da
informação.
1. Tomar notas, organizando-as.
2. Identificar ideias-chave.
Página 77
Projeto Curricular de Escola
11. Ler para apreciar textos variados.
1. Expressar, de forma fundamentada e sustentada, pontos de vista e
apreciações críticas suscitados pelos textos lidos em diferentes suportes.
2. Reconhecer o papel de diferentes suportes (papel, digital, visual) e
espaços de circulação (jornal, internet…) na estruturação e receção
dos textos.
12. Reconhecer a variação da língua.
1. Identificar, em textos escritos, a variação nos planos lexical e sintático.
2. Distinguir contextos históricos e geográficos em que ocorrem
diferentes variedades do português.
______________________________________________________________________
Escrita E8
13. Planificar a escrita de textos.
1. Fazer planos: estabelecer objetivos para o que se pretende escrever,
registar ideias e organizá-las; organizar a informação segundo a
tipologia do texto.
14. Redigir textos com coerência e correção linguística.
1. Ordenar e hierarquizar a informação, tendo em vista a continuidade
de sentido, a progressão temática e a coerência global do texto.
2. Dar ao texto a estrutura e o formato adequados, respeitando
convenções tipológicas e (orto)gráficas estabelecidas.
3.
Adequar
os
textos
a
públicos
e
finalidades
comunicativas
diferenciados.
4. Diversificar o vocabulário e as estruturas sintáticas utilizadas nos textos.
Página 78
Projeto Curricular de Escola
5. Utilizar adequadamente os seguintes sinais de pontuação: os dois
pontos (em introdução de citações e de uma síntese ou consequência
do anteriormente enunciado) e o ponto e vírgula.
6. Respeitar os princípios do trabalho intelectual: normas para citação.
7. Utilizar com critério as potencialidades das tecnologias da informação
e comunicação na produção, na revisão e na edição de texto.
15. Escrever para expressar conhecimentos.
1. Responder por escrito, de forma completa, a questões sobre um
texto.
2. Responder com eficácia e correção a instruções de trabalho,
detetando rigorosamente o foco da pergunta.
3. Elaborar planos, resumos e sínteses de textos informativos e
expositivos.
16. Escrever textos expositivos.
1. Escrever textos expositivos sobre questões objetivas propostas pelo
professor, respeitando:
a) o predomínio da função informativa;
b) a estrutura interna: introdução ao tema; desenvolvimento expositivo,
sequencialmente
encadeado
e
corroborado
por
evidências;
conclusão;
c) o uso predominante da frase declarativa.
Página 79
Projeto Curricular de Escola
17. Escrever textos argumentativos.
1. Escrever textos argumentativos com a tomada de uma posição; a
apresentação de razões que a justifiquem, com argumentos que
diminuam a força das ideias contrárias; e uma conclusão coerente.
2. Escrever textos de argumentação contrária a outros propostos pelo
professor.
18. Escrever textos diversos.
1. Escrever textos biográficos.
2. Escrever páginas de um diário e de memórias.
3. Escrever cartas de apresentação.
4. Fazer roteiros.
5. Fazer relatórios.
6. Escrever comentários subordinados a tópicos fornecidos.
19. Rever os textos escritos.
1. Avaliar a correção e a adequação do texto e proceder a todas as
reformulações necessárias.
______________________________________________________________________
Educação Literária EL8
20. Ler e interpretar textos literários.
1. Ler textos literários, portugueses e estrangeiros, de diferentes épocas e
de géneros diversos.
2. Identificar temas, ideias principais, pontos de vista e universos de
referência, justificando.
3. Explicitar o sentido global do texto.
Página 80
Projeto Curricular de Escola
4. Sistematizar elementos constitutivos do texto dramático (ato, cena,
fala e indicação cénica).
5. Distinguir diálogos, monólogos e apartes.
6. Analisar o ponto de vista de diferentes personagens.
7. Detetar a forma como o texto está estruturado (diferentes partes e
subpartes).
8. Identificar e reconhecer o valor dos recursos expressivos já estudados
e, ainda, dos seguintes: antítese, perífrase, eufemismo, ironia.
9. Distinguir a novidade de um texto em relação a outro(s).
10. Estabelecer relações de intertextualidade.
21. Apreciar textos literários.
1. Ler textos literários, portugueses e estrangeiros, de diferentes épocas e
de géneros diversos.
2. Reconhecer valores culturais e éticos presentes nos textos.
3. Exprimir opiniões e problematizar sentidos, oralmente e por escrito,
como reação pessoal à audição ou leitura de um texto ou de uma
obra.
4. Escrever um pequeno comentário crítico (cerca de 120 palavras) a
um texto lido.
22. Ler e escrever para fruição estética.
1. Ler por iniciativa e gosto pessoal, aumentando progressivamente a
extensão e complexidade dos textos selecionados.
2. Fazer leitura oral (individualmente ou em grupo), recitação e
dramatização de textos lidos.
Página 81
Projeto Curricular de Escola
3. Analisar recriações de obras literárias com recurso a diferentes
linguagens (por exemplo: música, teatro cinema, adaptações a séries
de TV).
4. Escrever, por iniciativa e gosto pessoal, textos diversos.
5. Desenvolver projetos e circuitos de comunicação escrita.
______________________________________________________________________
Gramática G8
23. Conhecer classes de palavras.
1. Integrar as palavras nas classes a que pertencem:
a)Conjunção
subordinativa:
condicional,
final,
comparativa,
consecutiva, concessiva e completiva;
b)Locução conjuncional.
24. Explicitar aspetos fundamentais da sintaxe do português.
1. Aplicar as regras de utilização do pronome pessoal em adjacência
verbal: em orações subordinadas; na conjugação do futuro e do
condicional.
2. Identificar as funções sintáticas de modificador do nome restritivo e
apositivo.
3. Identificar processos de subordinação entre orações:
a)Subordinadas
adverbiais
condicionais,
finais,
comparativas,
consecutivas e concessivas;
b)Subordinadas substantivas completivas (função de complemento
direto).
4. Estabelecer relações de subordinação entre orações, identificando os
elementos de que dependem as orações subordinadas.
5. Dividir e classificar orações.
Página 82
Projeto Curricular de Escola
25. Reconhecer propriedades das palavras e formas de organização do
léxico.
1. Identificar neologismos.
2. Identificar palavras polissémicas e seus significados.
3. Distinguir palavras polissémicas de monossémicas.
4. Determinar os significados que dada palavra pode ter em função do
seu contexto de ocorrência: campo semântico.
5. Reconhecer e estabelecer as seguintes relações semânticas:
sinonímia, antonímia, hiperonímia e holonímia.
Página 83
Projeto Curricular de Escola
9º ano
Domínios de Referência, Objetivos e Descritores de Desempenho
______________________________________________________________________
Oralidade O9
1. Interpretar discursos orais com diferentes graus de formalidade e
complexidade.
1. Identificar o tema e explicitar o assunto.
2. Identificar os tópicos.
3. Distinguir informação objetiva e informação subjetiva.
4. Manifestar ideias e pontos de vista pertinentes relativamente aos
discursos ouvidos.
2. Consolidar processos de registo e tratamento de informação.
1. Identificar ideias-chave.
2. Reproduzir o material ouvido recorrendo à síntese.
3. Participar oportuna e construtivamente em situações de interação
oral.
1. Retomar, precisar ou resumir ideias, para facilitar a interação.
2. Estabelecer relações com outros conhecimentos.
3. Debater e justificar ideias e opiniões.
4. Considerar pontos de vista contrários e reformular posições.
Página 84
Projeto Curricular de Escola
4. Produzir textos orais corretos, usando vocabulário e estruturas
gramaticais diversificados e recorrendo a mecanismos de organização
e de coesão discursiva.
1. Planificar o texto oral a apresentar, elaborando tópicos a seguir na
apresentação.
2. Utilizar informação pertinente, mobilizando conhecimentos pessoais
ou dados obtidos em diferentes fontes, citando-as.
3. Usar a palavra com fluência e correção, utilizando recursos verbais e
não verbais com um grau de complexidade adequado ao tema e às
situações de comunicação.
4. Diversificar o vocabulário e as estruturas utilizadas no discurso.
5. Utilizar ferramentas tecnológicas com adequação e pertinência
como suporte adequado de intervenções orais.
5. Produzir textos orais (5 minutos) de diferentes tipos e com diferentes
finalidades.
1. Fazer a apresentação oral de um tema, justificando pontos de vista.
2. Argumentar, no sentido de persuadir os interlocutores.
3. Fazer apreciações críticas.
6. Reconhecer a variação da língua.
1. Identificar, em textos orais, a variação nos planos fonológico, lexical e
sintático.
2.
Distinguir
contextos
geográficos
em
que
ocorrem
diferentes
variedades do português.
Página 85
Projeto Curricular de Escola
_____________________________________________________________________
Leitura L9
7. Ler em voz alta.
1. Ler expressivamente em voz alta textos variados, após preparação da
leitura.
8. Ler textos diversos.
1. Ler textos narrativos, textos expositivos, textos de opinião, textos
argumentativos,
textos
científicos,
críticas,
recensões
de
livros,
comentários, entrevistas.
9. Interpretar textos de diferentes tipologias e graus de complexidade.
1. Reconhecer e usar em contexto vocábulos clássicos, léxico
especializado e vocabulário diferenciado da esfera da escrita.
2. Explicitar temas e ideias principais, justificando.
3. Identificar pontos de vista e universos de referência, justificando.
4. Reconhecer a forma como o texto está estruturado, atribuindo títulos
a partes e subpartes.
5. Analisar relações intratextuais: semelhança, oposição, parte – todo,
causa – consequência, genérico – específico.
6. Relacionar a estruturação do texto com a construção da significação
e com a intenção do autor.
7. Explicitar o sentido global do texto, justificando.
Página 86
Projeto Curricular de Escola
10. Utilizar procedimentos adequados à organização e tratamento da
informação.
1. Identificar ideias-chave.
2. Organizar em tópicos a informação do texto.
11. Ler para apreciar textos variados.
1. Expressar, de forma fundamentada e sustentada, pontos de vista e
apreciações críticas suscitados pelos textos lidos em diferentes suportes.
2. Reconhecer o papel de diferentes suportes (papel, digital, visual) e
espaços de circulação (jornal, internet…) na estruturação e receção
dos textos.
12. Reconhecer a variação da língua.
1. Identificar, em textos escritos, a variação nos planos fonológico,
lexical, e sintático.
2. Distinguir contextos históricos e geográficos em que ocorrem
diferentes variedades do português.
______________________________________________________________________
Escrita E9
13. Planificar a escrita de textos.
1. Consolidar os procedimentos de planificação de texto já adquiridos.
14. Redigir textos com coerência e correção linguística.
1. Ordenar e hierarquizar a informação, tendo em vista a continuidade
de sentido, a progressão temática e a coerência global do texto.
2. Dar ao texto a estrutura e o formato adequados, respeitando
convenções tipológicas e (orto)gráficas estabelecidas.
Página 87
Projeto Curricular de Escola
3.
Adequar
os
textos
a
públicos
e
finalidades
comunicativas
diferenciados.
4. Diversificar o vocabulário e as estruturas sintáticas utilizadas nos textos.
5. Consolidar as regras de uso de sinais de pontuação para delimitar
constituintes de frase e para veicular valores discursivos.
6. Respeitar os princípios do trabalho intelectual: produção de
bibliografia.
7. Utilizar, com progressiva autonomia, estratégias de revisão e
aperfeiçoamento de texto, no decurso da redação.
8. Utilizar com critério as potencialidades das tecnologias da informação
e comunicação na produção, na revisão e na edição de texto.
15. Escrever para expressar conhecimentos.
1. Responder por escrito, de forma completa, a questões sobre um
texto.
2. Responder com eficácia e correção a instruções de trabalho,
detetando rigorosamente o foco da pergunta.
3. Elaborar planos, resumos e sínteses de textos expositivos e
argumentativos.
16. Escrever textos expositivos.
1. Escrever textos expositivos sobre questões objetivas propostas pelo
professor, respeitando:
a) o predomínio da função informativa documentada;
b) a estrutura interna: introdução ao tema; desenvolvimento expositivo,
sequencialmente
encadeado
e
corroborado
por
evidências;
conclusão;
c) o raciocínio lógico;
Página 88
Projeto Curricular de Escola
d) o uso predominante da frase declarativa.
17. Escrever textos argumentativos.
1. Escrever textos argumentativos com a tomada de uma posição; a
apresentação de razões que a justifiquem, com argumentos que
diminuam a força das ideias contrárias; e uma conclusão coerente.
2. Escrever textos de argumentação contrária a outros propostos pelo
professor.
18. Escrever textos diversos.
1. Fazer um guião para uma dramatização ou filme.
2. Escrever comentários subordinados a tópicos fornecidos.
19. Rever os textos escritos.
1.
Reformular
o
texto
de
forma
adequada,
mobilizando
os
conhecimentos de revisão de texto já adquiridos.
______________________________________________________________________
Educação Literária EL9
20. Ler e interpretar textos literários. (v. Lista em anexo)
1. Ler textos literários, portugueses e estrangeiros, de diferentes épocas e
de géneros diversos.
2. Identificar temas, ideias principais, pontos de vista e universos de
referência, justificando.
3. Reconhecer e caracterizar elementos constitutivos da narrativa
(estrutura; ação e episódios; personagens, narrador da 1.ª e 3.ª pessoa;
contextos espacial e temporal).
Página 89
Projeto Curricular de Escola
4. Analisar o ponto de vista das diferentes personagens.
5. Reconhecer a forma como o texto está estruturado, atribuindo títulos
a partes e a subpartes.
6. Identificar processos da construção ficcional relativos à ordem
cronológica dos factos narrados e à sua ordenação na narrativa.
7. Identificar e reconhecer o valor dos recursos expressivos já estudados
e, ainda, dos seguintes: anáfora, símbolo, alegoria e sinédoque.
8. Reconhecer e caracterizar textos de diferentes géneros (epopeia,
romance, conto, crónica, soneto, texto dramático).
21. Apreciar textos literários. (v. Lista em anexo e Listagem PNL)
1. Ler textos literários, portugueses e estrangeiros, de géneros variados.
2. Reconhecer os valores culturais, éticos, estéticos, políticos e religiosos
manifestados nos textos.
3. Expressar, oralmente e por escrito, e de forma fundamentada, pontos
de vista e apreciações críticas suscitados pelos textos lidos.
4. Escrever um pequeno comentário crítico (cerca de 140 palavras) a
um texto lido.
22. Situar obras literárias em função de grandes marcos históricos e
culturais.
1. Reconhecer relações que as obras estabelecem com o contexto
social, histórico e cultural no qual foram escritas.
2. Comparar ideias e valores expressos em diferentes textos de autores
contemporâneos com os de textos de outras épocas e culturas.
3. Valorizar uma obra enquanto objeto simbólico, no plano do
imaginário individual e coletivo.
Página 90
Projeto Curricular de Escola
23. Ler e escrever para fruição estética.
1. Ler por iniciativa e gosto pessoal, aumentando progressivamente a
extensão e complexidade dos textos selecionados.
2. Mobilizar a reflexão sobre textos literários e sobre as suas
especificidades, para escrever textos variados, por iniciativa e gosto
pessoal, de forma autónoma e fluente.
______________________________________________________________________
Gramática G9
24. Explicitar aspetos da fonologia do português.
1. Identificar processos fonológicos de inserção (prótese, epêntese e
paragoge), supressão (aférese, síncope e apócope) e alteração de
segmentos (redução vocálica, assimilação, dissimilação, metátese).
25. Explicitar aspetos fundamentais da sintaxe do português.
1. Sistematizar as regras de utilização do pronome pessoal em
adjacência verbal em todas as situações.
2. Consolidar o conhecimento de todas as funções sintáticas.
3. Identificar orações substantivas relativas.
4. Dividir e classificar orações.
26. Reconhecer propriedades das palavras e formas de organização do
léxico.
1. Identificar neologismos e arcaísmos.
Página 91
Projeto Curricular de Escola
Perfil do aluno
Secundário
Ao longo do Ensino Secundário – 10º, 11º, 12º anos – o aluno deve
consolidar, desenvolver, aperfeiçoar e adquirir:
Domínio da estrutura e funcionamento da Língua Portuguesa
Capacidade de comunicação verbal: oral e escrita
Oral
Leitura expressiva
Estrutura do discurso
Sequência lógica
Sintaxe
Propriedade e riqueza da linguagem
Escrita
Ortografia
Pontuação
Acentuação
Caligrafia (legibilidade)
Apresentação
Domínio dos conteúdos programáticos
Capacidade de análise, compreensão e síntese
Capacidade de investigação e domínio da metodologia do trabalho
científico
Capacidade de relacionação
Capacidade de estabelecer intertextualidades
Capacidade de desenvolvimento de temas
Capacidade de argumentação
Maturidade cultural e intelectual
Página 92
Projeto Curricular de Escola
Sentido crítico
Sentido estético
Criatividade/originalidade
Civismo/altruísmo
Porte e postura
Página 93
Projeto Curricular de Escola
Metas
Domínios de Referência, Objetivos e Descritores de Desempenho
Os objetivos e descritores são de concretização obrigatória no ano de
escolaridade a que se referem. Sempre que necessário, devem
continuar a ser mobilizados em anos subsequentes.
10.º ANO
Oralidade O10
1. Interpretar textos orais de diferentes géneros.
1.Identificar o tema dominante, justificando.
2.Explicitar a estrutura do texto.
3.Distinguir informação subjetiva de informação objetiva.
4.Fazer inferências.
5.Distinguir diferentes intenções comunicativas.
6. Verificar a adequação e a expressividade dos recursos verbais e nãoverbais.
7. Explicitar, em função do texto, marcas dos seguintes géneros:
reportagem, documentário, anúncio publicitário.
2. Registar e tratar a informação.
1. Tomar notas, organizando-as.
2. Registar em tópicos, sequencialmente, a informação relevante.
3. Planificar intervenções orais.
1. Pesquisar e selecionar informação.
Página 94
Projeto Curricular de Escola
2. Planificar o texto oral, elaborando tópicos de suporte à intervenção.
4. Participar oportuna e construtivamente em situações de interação
oral.
1. Respeitar o princípio de cortesia: formas de tratamento e registos de
língua.
2. Utilizar adequadamente recursos verbais e não-verbais: postura, tom
de voz, articulação, ritmo, entoação, expressividade.
5. Produzir textos orais com correção e pertinência.
1.Produzir textos seguindo tópicos fornecidos.
2. Produzir textos seguindo tópicos elaborados autonomamente.
3. Produzir textos linguisticamente corretos, com diversificação do
vocabulário e das estruturas utilizadas.
6. Produzir textos orais de diferentes géneros e com diferentes
finalidades.
1. Produzir os seguintes géneros de texto: síntese e apreciação crítica.
2. Respeitar as marcas de género do texto a produzir.
3. Respeitar as seguintes extensões temporais: síntese – 1 a 3 minutos;
apreciação crítica – 2 a 4 minutos.
Leitura L10
7.
Ler
e
interpretar
textos
de
diferentes
géneros
e graus
de
complexidade.
1. Identificar o tema dominante, justificando.
2. Fazer inferências, fundamentando.
3. Explicitar a estrutura do texto: organização interna.
4. Explicitar o sentido global do texto, fundamentando.
Página 95
Projeto Curricular de Escola
5. Relacionar aspetos paratextuais com o conteúdo do texto.
6. Explicitar, em textos apresentados em diversos suportes, marcas dos
seguintes géneros: relato de viagem, artigo de divulgação científica,
exposição sobre um tema e apreciação crítica.
8. Utilizar procedimentos adequados ao registo e ao tratamento da
informação.
1. Selecionar criteriosamente informação relevante.
2. Elaborar tópicos que sistematizem as ideias-chave do texto,
organizando-os sequencialmente.
9. Ler para apreciar criticamente textos variados.
1.Exprimir
pontos
de
vista
suscitado
por
leituras
diversas,
fundamentando.
2.Analisar a função de diferentes suportes em contextos específicos de
leitura.
Escrita E10
10. Planificar a escrita de textos.
1. Pesquisar informação pertinente.
2. Elaborar planos:
a)
Estabelecer
objetivos;
b)
pesquisar
e
selecionar
informação
pertinente;
c) Definir tópicos e organizá-los de acordo com o género de texto a
produzir.
Página 96
Projeto Curricular de Escola
11. Escrever textos de diferentes géneros e finalidades. 1. Escrever textos
variados, respeitando as marcas do género: síntese, exposição sobre um
tema e apreciação crítica.
12. Redigir textos com coerência e correção linguística.
1. Respeitar o tema.
2. Mobilizar informação adequada ao tema.3. Redigir um texto
estruturado, que reflita uma planificação, evidenciando um bom
domínio dos mecanismos de coesão textual com marcação correta de
parágrafos
e
utilização
adequada
de
conectores.
4.
Mobilizar
adequadamente recursos da língua: uso correto do registo de língua,
vocabulário adequado ao tema, correção na acentuação, na
ortografia, na sintaxe e na pontuação. 5. Observar os princípios do
trabalho intelectual: identificação das fontes utilizadas; cumprimento
das normas de citação; uso de notas de rodapé; elaboração da
bibliografia. 6. Explorar as virtualidades das tecnologias de informação
na produção, na revisão e na edição do texto.
13. Rever os textos escritos.
1. Pautar a escrita do texto por gestos recorrentes de revisão e
aperfeiçoamento, tendo em vista a qualidade do produto final.
14. Ler e interpretar textos literários.
1. Ler expressivamente em voz alta textos literários, após preparação da
leitura.
2. Ler textos literários portugueses de diferentes géneros, pertencentes
aos séculos XII a XVI.
Página 97
Projeto Curricular de Escola
3. Identificar temas, ideias principais, pontos de vista e universos de
referência, justificando.
4. Fazer inferências, fundamentando.
5. Analisar o ponto de vista das diferentes personagens.
6. Explicitar a estrutura do texto: organização interna.
7. Estabelecer relações de sentido
a) entre as diversas partes constitutivas de um texto;
b) entre características e pontos de vista das personagens.
8. Identificar características do texto poético no que diz respeito a:
a) estrofe (dístico, terceto, quadra, oitava);
b) métrica (redondilha maior e redondilha menor; decassílabo);
c) rima (emparelhada, cruzada, interpolada);
d) paralelismo (cantigas de amigo);
e)refrão.
9. Identificar e explicitar o valor dos recursos expressivos mencionados
no Programa.
10. Identificar características do soneto.
11. Reconhecer e caracterizar textos quanto ao género literário:
epopeia e auto ou farsa.
15. Apreciar textos literários.
1. Reconhecer valores culturais, éticos e estéticos manifestados nos
textos.
2. Valorizar uma obra enquanto objeto simbólico, no plano do
imaginário individual e coletivo.
3. Expressar pontos de vista suscitado pelos textos lidos, fundamentando.
4. Fazer apresentações orais (5 a 7 minutos) sobre obras, partes de obras
ou tópicos do Programa.
Página 98
Projeto Curricular de Escola
5. Escrever exposições (entre 120 e 150 palavras) sobre temas
respeitantes às obras estudadas, seguindo tópicos fornecidos.
6. Ler uma ou duas obras do Projeto de Leitura relacionando-a(s) com
conteúdos programáticos de diferentes domínios.
7. Analisar recriações de obras literárias do Programa, com recurso a
diferentes linguagens (por exemplo, música, teatro, cinema,
adaptações a séries de TV), estabelecendo comparações pertinentes.
16. Situar obras literárias em função de grandes marcos históricos e
culturais.
1. Reconhecer a contextualização histórico-literária nos casos previstos
no Programa.
2. Comparar diferentes textos no que diz respeito a temas, ideias e
valores.
Gramática G10
17. Conhecer a origem e a evolução do português.
1. Referir e caracterizar as principais etapas de formação do português.
2. Reconhecer o elenco das principais línguas românicas.
3. Explicitar processos fonológicos que ocorrem na evolução do
português.
4. Identificar étimos de palavras.
5. Reconhecer valores semânticos de palavras considerando o respetivo
étimo.
6. Relacionar significados de palavras divergentes.
7. Identificar palavras convergentes.
8. Reconhecer a distribuição geográfica do português no mundo:
português europeu; português não europeu.
Página 99
Projeto Curricular de Escola
9. Reconhecer a distribuição geográfica dos principais crioulos de base
portugueses.
18. Explicitar aspetos essenciais da sintaxe do português.
1. Identificar funções sintáticas indicadas no Programa.
3. Identificar orações coordenadas.
4. Identificar orações subordinadas.
5. Identificar oração subordinante.
2. Dividir e classificar orações.
19. Explicitar aspetos essenciais da lexicologia do português.
1. Identificar arcaísmos.
2. Identificar neologismos.
3. Reconhecer o campo semântico de uma palavra.
4. Explicitar constituintes de campos lexicais.
5. Relacionar a construção de campos lexicais com o tema dominante
do texto e com a respetiva intencionalidade comunicativa.
Página 100
Projeto Curricular de Escola
Domínios de Referência, Objetivos e Descritores de Desempenho
11.º ANO
Oralidade O11
1. Interpretar textos orais de diferentes géneros.
1. Identificar o tema dominante, justificando.
2. Explicitar a estrutura do texto.
3. Distinguir informação subjetiva de informação objetiva.
4. Fazer inferências.
5. Reconhecer diferentes intenções comunicativas.
6. Verificar a adequação e a expressividade dos recursos verbais e não
verbais.
7. Explicitar, em função do texto, marcas dos seguintes géneros: discurso
político, exposição sobre um tema e debate.
2. Registar e tratar a informação.
1. Selecionar e registar as ideias-chave.
3. Planificar intervenções orais.
1. Pesquisar e selecionar informação diversificada.
2.
Planificar
o
texto
oral,
elaborando
tópicos
e
dispondo-os
sequencialmente.
3. Elaborar e registar argumentos e respetivos exemplos.
4. Participar oportuna e construtivamente em situações de interação
oral.
1. Respeitar o princípio de cortesia: pertinência na participação.
Página 101
Projeto Curricular de Escola
2. Mobilizar quantidade adequada de informação.
3. Mobilizar informação pertinente.
4. Retomar, precisar ou resumir ideias, para facilitar a interação.
5. Produzir textos orais com correção e pertinência.
1.Produzir
textos
2.Estabelecer
3.Produzir
tópicos
relações
textos
mecanismos
seguindo
com
adequadamente
propiciadores
elaborados
de
outros
autonomamente.
conhecimentos.
estruturados,
coerência e
de
recorrendo
coesão
a
textual.
4.Produzir textos linguisticamente corretos, com diversificação do
vocabulário e das estruturas utilizadas.
6. Produzir textos orais de diferentes géneros e com diferentes
finalidades.
1.Produzir os seguintes géneros de texto: exposição sobre um tema,
apreciação crítica e texto de opinião.
2. Respeitar as marcas de género do texto a produzir.
3.Respeitar as seguintes extensões temporais: exposição sobre um tema
– 4 a 6 minutos; apreciação crítica – 2 a 4 minutos; texto de opinião – 4 a
6 minutos.
Leitura L11
7.
Ler
e
interpretar
textos
de
diferentes
géneros
e graus
de
complexidade.
1. Identificar tema e subtemas, justificando.
2. Fazer inferências, fundamentando.
3. Explicitar a estrutura do texto: organização interna.
Página 102
Projeto Curricular de Escola
4. Identificar universos de referência ativados pelo texto.
5. Explicitar o sentido global do texto, fundamentando.
6. Relacionar aspetos paratextuais com o conteúdo do texto.
7. Explicitar, em textos apresentados em diversos suportes, marcas dos
seguintes géneros: artigo de divulgação científica, discurso político,
apreciação crítica e artigo de opinião.
8. Utilizar procedimentos adequados ao registo e ao tratamento da
informação.
1. Selecionar criteriosamente informação relevante.
2. Elaborar tópicos que sistematizem as ideias-chave do texto,
organizando-os sequencialmente.
9. Ler para apreciar criticamente textos variados.
1. Exprimir pontos de vista suscitados por leituras diversas,
fundamentando.
Escrita E11
10. Planificar a escrita de textos.
1. Consolidar e aperfeiçoar procedimentos de elaboração de planos de
texto.
11. Escrever textos de diferentes géneros e finalidades.
1. Escrever textos variados, respeitando as marcas do género: exposição
sobre um tema, apreciação crítica e texto de opinião.
12. Redigir textos com coerência e correção linguística.
Página 103
Projeto Curricular de Escola
1. Respeitar o tema.
2. Mobilizar informação adequada ao tema.
3. Redigir um texto estruturado, que reflita uma planificação,
evidenciando um bom domínio dos mecanismos de coesão textual:
a) texto constituído por três partes (introdução, desenvolvimento e
conclusão), individualizadas e devidamente proporcionadas;
b) marcação correta de parágrafos;
c) utilização adequada de conectores.
4. Mobilizar adequadamente recursos da língua: uso correto do registo
de língua, vocabulário adequado ao tema, correção na acentuação,
na ortografia, na sintaxe e na pontuação.
5. Observar os princípios do trabalho intelectual: identificação das
fontes utilizadas; cumprimento das normas de citação; uso de notas de
rodapé; elaboração da bibliografia.
6. Utilizar com acerto as tecnologias de informação na produção, na
revisão e na edição de texto.
13. Rever os textos escritos.
1. Pautar a escrita do texto por gestos recorrentes de revisão e
aperfeiçoamento, tendo em vista a qualidade do produto final.
Educação Literária EL11
14. Ler e interpretar textos literários.
1. Ler expressivamente em voz alta textos literários, após preparação da
leitura.
2. Ler textos literários portugueses de diferentes géneros, pertencentes
aos séculos XVII a XIX.
Página 104
Projeto Curricular de Escola
3. Identificar temas, ideias principais, pontos de vista e universos de
referência, justificando.
4. Fazer inferências, fundamentando.
5. Analisar o ponto de vista das diferentes personagens.
6. Explicitar a estrutura do texto: organização interna.
7. Estabelecer relações de sentido:
a) entre as diversas partes constitutivas de um texto;
b) entre situações ou episódios;
c) entre características e pontos de vista das personagens;
d) entre obras.
8. Reconhecer e caracterizar os elementos constitutivos do texto
poético anteriormente aprendidos e, ainda, os que dizem respeito a:
a) estrofe (quintilha);
b) métrica (alexandrino).
9. Reconhecer e caracterizar os elementos constitutivos do texto
dramático:
a) ato e cena;
b) didascália;
c) diálogo, monólogo e aparte.
10. Reconhecer e caracterizar os seguintes elementos constitutivos da
narrativa:
a) ação principal e ações secundárias;
b) personagem principal e personagem secundária;
c) narrador:
– presença e ausência na ação;
– formas de intervenção: narrador-personagem; comentário ou reflexão;
d) espaço (físico, psicológico e social);
e) tempo (narrativo e histórico).
Página 105
Projeto Curricular de Escola
11. Identificar e explicitar o valor dos recursos expressivos mencionados
no Programa.
12. Reconhecer e caracterizar textos quanto ao género literário: o
sermão, o drama romântico e o romance.
15. Apreciar textos literários.
1. Reconhecer valores culturais, éticos e estéticos manifestados nos
textos.
2. Valorizar uma obra enquanto objeto simbólico, no plano do
imaginário individual e coletivo.
3.Expressar
pontos
de
vista
suscitados
pelos
textos
lidos,
fundamentando.
4. Fazer apresentações orais (5 a 7 minutos) sobre obras, partes de obras
ou tópicos do Programa.
5. Escrever exposições (entre 130 e 170 palavras) sobre temas
respeitantes às obras estudadas, seguindo tópicos fornecidos.
6. Ler uma ou duas obras do Projeto de Leitura relacionando-a(s) com
conteúdos programáticos de diferentes domínios.
7. Analisar recriações de obras literárias do Programa, com recurso a
diferentes
linguagens
(por
exemplo,
música,
teatro,
cinema,
adaptações a séries de TV), estabelecendo comparações pertinentes.
16. Situar obras literárias em função de grandes marcos históricos e
culturais.
1. Reconhecer a contextualização histórico-literária nos casos previstos
no Programa.
2. Comparar temas, ideias e valores expressos em diferentes textos da
mesma época e de diferentes épocas.
Página 106
Projeto Curricular de Escola
Gramática G11
17. Construir um conhecimento reflexivo sobre a estrutura e o uso do
português.
1. Consolidar os conhecimentos gramaticais adquiridos no ano anterior.
18. Reconhecer a forma como se constrói a textualidade.
1. Demonstrar, em textos, a existência de coerência textual.
2. Distinguir mecanismos de construção da coesão textual.
19. Reconhecer modalidades de reprodução ou de citação do discurso.
1. Reconhecer e fazer citações.
2. Identificar e interpretar discurso direto, discurso indireto e discurso
indireto livre.
3. Reconhecer e utilizar adequadamente diferentes verbos introdutores
de relato do discurso.
20. Identificar aspetos da dimensão pragmática do discurso.
1. Identificar deíticos e respetivos referentes.
Página 107
Projeto Curricular de Escola
12.º ANO
Oralidade O12
1. Interpretar textos orais de diferentes géneros.
1. Identificar tema e subtemas, justificando.
2. Explicitar a estrutura do texto.
3. Fazer inferências.
4. Apreciar a qualidade da informação mobilizada.
5. Identificar argumentos.
6. Apreciar a validade dos argumentos aduzidos.
7. Identificar marcas reveladoras das diferentes intenções
comunicativas.
8. Explicitar, em função do texto, marcas dos seguintes géneros: diálogo
argumentativo e debate.
2. Registar e tratar a informação.
1. Diversificar as modalidades de registo da informação: tomada de
notas, registo de tópicos e ideias-chave.
3. Planificar intervenções orais.
1. Planificar o texto oral elaborando um plano de suporte, com tópicos,
argumentos e respetivos exemplos.
4. Participar oportuna e construtivamente em situações de interação
oral.
1. Debater e justificar pontos de vista e opiniões.
2. Considerar pontos de vista contrários e reformular posições.
Página 108
Projeto Curricular de Escola
5. Produzir textos orais com correção e pertinência.
1. Produzir textos orais seguindo um plano previamente elaborado.
2. Produzir textos linguisticamente corretos, com riqueza vocabular e
recursos expressivos adequados.
3. Mobilizar adequadamente marcadores discursivos que garantam a
coesão textual.
6. Produzir textos orais de diferentes géneros e com diferentes
finalidades.
1. Produzir os seguintes géneros de texto: texto de opinião e diálogo
argumentativo.
2. Respeitar as marcas de género do texto a produzir.
3. Respeitar as seguintes extensões temporais: texto de opinião – 4 a 6
minutos; diálogo argumentativo – 8 a 12 minutos.
4. Participar ativamente num debate (duração média de 30 a 40
minutos), sujeito a tema e de acordo com as orientações do professor.
Leitura L12
7.
Ler
e
interpretar
textos
de
diferentes
géneros
e graus
de
complexidade.
1. Identificar tema e subtemas, justificando.
2. Explicitar a estrutura interna do texto, justificando.
3. Fazer inferências, fundamentando.
4. Identificar universos de referência ativados pelo texto.
5. Explicitar o sentido global do texto, fundamentando.
6. Relacionar aspetos paratextuais com o conteúdo do texto.
7. Explicitar, em textos apresentados em diversos suportes, marcas dos
Página 109
Projeto Curricular de Escola
seguintes géneros: diário, memórias, apreciação crítica e artigo de
opinião.
8. Utilizar procedimentos adequados ao registo e ao tratamento da
informação.
1. Selecionar criteriosamente informação relevante.
2. Elaborar tópicos que sistematizem as ideias-chave do texto,
organizando-os sequencialmente.
9. Ler para apreciar criticamente textos variados.
1.
Exprimir
pontos
de
vista
suscitados
por
leituras
diversas,
fundamentando.
Escrita E12
10. Planificar a escrita de textos.
1. Consolidar e aperfeiçoar procedimentos de elaboração de planos de
texto.
11. Escrever textos de diferentes géneros e finalidades.
1. Escrever textos variados, respeitando as marcas do género: exposição
sobre um tema, apreciação crítica e texto de opinião.
12. Redigir textos com coerência e correção linguística.
1. Respeitar o tema.
2. Mobilizar informação ampla e diversificada.
3. Redigir um texto estruturado, que reflita uma planificação,
evidenciando um bom domínio dos mecanismos de coesão textual:
Página 110
Projeto Curricular de Escola
a) texto constituído por três partes (introdução, desenvolvimento e
conclusão), individualizadas e devidamente proporcionadas;
b) marcação correta de parágrafos;
c) articulação das diferentes partes por meio de retomas apropriadas;
d) utilização adequada de conectores diversificados.
4. Mobilizar adequadamente recursos da língua: uso correto do registo
de língua, vocabulário adequado ao tema, correção na acentuação,
na ortografia, na sintaxe e na pontuação.
5. Observar os princípios do trabalho intelectual: identificação das
fontes utilizadas; cumprimento das normas de citação; uso de notas de
rodapé; elaboração da bibliografia.
6. Utilizar com acerto as tecnologias de informação na produção, na
revisão e na edição de texto.
13. Rever os textos escritos.
1. Pautar a escrita do texto por gestos recorrentes de revisão e
aperfeiçoamento, tendo em vista a qualidade do produto final.
Educação Literária EL12
14. Ler e interpretar textos literários.
1. Ler expressivamente em voz alta textos literários, após preparação da
leitura.
2. Ler textos literários portugueses do século XX, de diferentes géneros.
3. Identificar temas, ideias principais, pontos de vista e universos de
referência, justificando.
4. Fazer inferências, fundamentando.
5. Analisar o ponto de vista das diferentes personagens.
Página 111
Projeto Curricular de Escola
6. Explicitar a forma como o texto está estruturado.
7. Estabelecer relações de sentido entre situações ou episódios.
8. Mobilizar os conhecimentos adquiridos sobre as características dos
textos poéticos e narrativos.
9. Identificar e explicitar o valor dos recursos expressivos mencionados
no Programa.
10. Reconhecer e caracterizar textos quanto ao género literário: o
conto.
15. Apreciar textos literários.
1. Reconhecer valores culturais, éticos e estéticos manifestados nos
textos.
2. Valorizar uma obra enquanto objeto simbólico, no plano do
imaginário individual e coletivo.
3.
Expressar
pontos
de
vista
suscitados
pelos
textos
lidos,
fundamentando.
4. Fazer apresentações orais (5 a 7 minutos) sobre obras, partes de obras
ou tópicos do Programa.
5. Escrever exposições (entre 130 e 170 palavras) sobre temas
respeitantes às obras estudadas, de acordo com um plano previamente
elaborado pelo aluno.
6. Ler uma ou duas obras do Projeto de Leitura relacionando-a(s) com
conteúdos programáticos de diferentes domínios.
7. Analisar recriações de obras literárias do Programa, com recurso a
diferentes
linguagens
(por
exemplo,
música,
teatro,
cinema,
adaptações a séries de TV), estabelecendo comparações pertinentes.
Página 112
Projeto Curricular de Escola
16. Situar obras literárias em função de grandes marcos históricos e
culturais.
1. Reconhecer a contextualização histórico-literária nos casos previstos
no Programa.
2. Comparar temas, ideias e valores expressos em diferentes textos da
mesma época e de diferentes épocas.
Gramática G12
17. Construir um conhecimento reflexivo sobre a estrutura e o uso do
português.
1. Consolidar os conhecimentos gramaticais adquiridos nos anos
anteriores.
18. Reconhecer a forma como se constrói a textualidade.
1. Demonstrar, em textos, a existência de coerência textual.
2. Distinguir mecanismos de construção da coesão textual.
3. Identificar marcas das sequências textuais.
4. Identificar e interpretar manifestações de intertextualidade.
19. Explicitar aspetos da semântica do português.
1. Identificar e interpretar formas de expressão do tempo.
2. Distinguir relações de ordem cronológica.
3. Distinguir valores aspetuais.
4. Identificar e caracterizar diferentes modalidades.
Página 113
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares Ensino Profissional
Competências
De Comunicação: componentes linguísticas, discursiva/textual,
sociolinguística, estratégica
Estratégica: estratégias de leitura e de escuta adequadas ao tipo de
texto e à finalidade; operações de planificação, execução e avaliação
da escrita e da oralidade; utilização das TIC.
Formação para a cidadania: capacidade de autoanálise;
conhecimento de si e dos outros; reconhecimento do direito à
diferença; respeito por e cooperação com os outros.
Objetivos de Aprendizagem
Módulo 1
Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto
Adequar o discurso à situação comunicativa
Determinar a intencionalidade comunicativa
Identificar marcas de textos autobiográficos
Contactar com autores do património cultural português
Apreender os sentidos dos textos
Descrever e interpretar imagens
Relatar vivências e experiências
Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases
de planificação, execução, avaliação
Produzir textos de carácter autobiográfico
Distinguir registo formal e informal
Refletir sobre o funcionamento da língua
Página 114
Projeto Curricular de Escola
Módulo 2
Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto
Adequar o discurso à situação comunicativa
Reconhecer valores expressivos e estilísticos
Inferir sentidos implícitos
Reconhecer a dimensão estética da língua
Contactar autores do património cultural lusófono
Descrever e interpretar imagens
Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases
de planificação, execução, avaliação
Produzir textos de carácter expressivo e criativo
Interagir com o universo de sensações emoções, ideias e imagens
próprias do discurso poético.
Módulo 3
Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto
Adequar o discurso à situação comunicativa
Distinguir o essencial do acessório
Aplicar técnicas de condensação linguística
Distinguir factos de sentimentos e opiniões
Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases
de planificação, execução, avaliação
Produzir textos de diferentes matrizes discursivas
Refletir sobre o funcionamento da língua
Página 115
Projeto Curricular de Escola
Módulo 4
Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto
Adequar o discurso à situação comunicativa
Distinguir o essencial do provisório
Aplicar regras de condensação linguística
Contactar com autores do património cultural e universal
Reconhecer a dimensão estética da língua
Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases
de planificação, execução, avaliação
Produzir textos de diferentes matrizes discursivas
Refletir sobre o funcionamento da língua
Interagir de forma criativa com os universos funcionais
Módulo 5
Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto
Adequar o discurso à situação comunicativa
Determinar a intencionalidade comunicativa
Apreender os sentidos dos textos
Distinguir factos de sentimentos e opiniões
Reconhecer formas de persuasão e manipulação
Descrever e interpretar imagens
Reconhecer a dimensão estética e simbólica da língua e da imagem
Identificar a função da imagem relativamente ao texto
Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases
de planificação, execução, avaliação
Produzir textos de diferentes matrizes discursivas
Refletir sobre o funcionamento da língua
Página 116
Projeto Curricular de Escola
Refletir sobre o papel e as responsabilidades dos média na formação
pessoal e social do indivíduo
Módulo 6
Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto
Adequar o discurso à situação comunicativa
Distinguir o essencial do acessório
Aplicar técnicas de condensação linguística
Distinguir factos de sentimentos e opiniões
Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases
de planificação, execução, avaliação
Produzir textos de diferentes matrizes discursivas
Refletir sobre o funcionamento da língua
Módulo 7
Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto
Adequar o discurso à situação comunicativa
Determinar a intencionalidade comunicativa
Apreender os sentidos dos textos
Contactar com autores do património cultural nacional e universal
Produzir textos de diferentes matrizes discursivas
Refletir sobre o funcionamento da língua
Determinar a influência do passado na sociedade atual, nos seus
valores e objetivos
Interagir de forma crítica e criativa com o universo do texto dramático
Página 117
Projeto Curricular de Escola
Módulo 8
Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto
Adequar o discurso à situação comunicativa
Determinar a intencionalidade comunicativa
Apreender os sentidos dos textos
Descrever e interpretar imagens
Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases
de planificação, execução, avaliação
Produzir textos de diferentes matrizes discursivas
Refletir sobre o funcionamento da língua
Interagir de forma crítica com os temas dos textos
Interagir com o universo de sensações, emoções, ideias e imagens
próprias do discurso poético
Módulo 9
Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto
Adequar o discurso à situação comunicativa
Determinar a intencionalidade comunicativa
Apreender os sentidos dos textos
Distinguir factos de sentimentos e opiniões
Contactar com autores do património cultural, nacional e universal
Interagir com o universo de sensações, emoções, ideias e imagens
próprias do discurso poético
Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases
de planificação, execução, avaliação
Produzir textos de diferentes matrizes discursivas
Refletir sobre o funcionamento da língua
Página 118
Projeto Curricular de Escola
Módulo 10
Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto
Adequar o discurso à situação comunicativa
Determinar a intencionalidade comunicativa
Apreender os sentidos dos textos
Distinguir factos de sentimentos e opiniões
Reconhecer a dimensão estética da língua
Contactar com autores do património cultural nacional e universal
Produzir textos de diferentes matrizes discursivas
Refletir sobre o funcionamento da língua
Interagir com o universo da epopeia portuguesa
Verificar a relação intertextual, através do confronto de universos de
referência épica
Módulo 11
Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto
Adequar o discurso à situação comunicativa
Determinar a intencionalidade comunicativa
Confrontar as coordenadas sociais, históricas e ideológicas de épocas
distintas
Contactar com autores do património cultural nacional e universal
Produzir textos de diferentes matrizes discursivas
Refletir sobre o funcionamento da língua
Determinar a influência do passado na sociedade atual, nos seus
valores e objetivos
Interagir de forma crítica e criativa com o universo do texto dramático
Página 119
Projeto Curricular de Escola
Módulo 12
Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto
Adequar o discurso à situação comunicativa
Determinar a intencionalidade comunicativa
Apreender os sentidos dos textos
Contactar com autores do património cultural português
Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases
de planificação, execução, avaliação
Produzir textos de diferentes matrizes discursivas
Refletir sobre o funcionamento da língua
Interagir com o universo temporal recriado pelo texto
Confrontar as coordenadas sociais, históricas e ideológicas de épocas
distintas
Página 120
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares Cursos de Educação e Formação
COMPETÊNCIAS
Ler com fluência, conservando em memória o significado do texto;
Ler voluntária e continuadamente para recreação e para obtenção de
informação;
Apreender os sentidos de textos narrativos/descritivos;
Deduzir sentidos implícitos;
Produzir textos narrativos/descritivos;
Recriar textos ouvidos/lidos;
Saber escutar e compreender textos poéticos
Apreender os sentidos dos textos
Participar ativamente em situações de interação verbal
Experimenta práticas de leitura diversas que conduzam à construção de sentidos
Recriar universos poéticos
Produzir textos expressivos
Desenvolve e organiza um trabalho escrito cumprindo um plano previamente
estabelecido
OBJECTIVOS DE APRENDIZAGEM
Tomar notas de enunciados orais;
Expor oralmente as suas ideias;
Ler e analisar textos;
Ler cuidadosamente na busca de pormenores;
Produzir textos
Página 121
Projeto Curricular de Escola
CONTRIBUTOS PARA A PAF
Motivar para a importância do bom uso da Língua Portuguesa, quer oral, quer
escrita;
Desenvolver competências de argumentação e contra argumentação, a nível da
oralidade;
Elaborar documentação formal:
Cartas
Relatórios
Curriculum Vitae
Outros…
Incentivar para a importância do SABER ESTAR, SABER SER, SABER DIZER;
Exercitar a competência da leitura compreensiva e expressiva.
Página 122
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares Cursos Vocacionais
COMPETÊNCIAS
Ler com fluência, conservando em memória o significado do texto;
Ler voluntária e continuadamente para recreação e para obtenção de
informação;
Apreender os sentidos de textos narrativos/descritivos;
Deduzir sentidos implícitos;
Produzir textos jornalísticos;
Produzir textos utilitários;
Produzir textos narrativos/descritivos;
Recriar textos ouvidos/lidos;
Apreender os sentidos dos textos
Participar ativamente em situações de interação verbal
Experimenta práticas de leitura diversas que conduzam à construção de sentidos
Recriar universos poéticos
Produzir textos expressivos
Desenvolver e organizar um trabalho escrito cumprindo um plano previamente
estabelecido.
OBJECTIVOS DE APRENDIZAGEM
Tomar notas de enunciados orais;
Expor oralmente as suas ideias;
Ler e analisar textos;
Ler cuidadosamente na busca de pormenores;
Produzir textos.
Página 123
Projeto Curricular de Escola
CONTRIBUTOS PARA A PAF
Motivar para a importância do bom uso da Língua Portuguesa, quer oral, quer
escrita;
Desenvolver competências de argumentação e contra argumentação, a nível
da oralidade;
Elaborar documentação formal:
Cartas
Relatórios
Curriculum Vitae
Outros…
Incentivar para a importância do SABER ESTAR, SABER SER, SABER DIZER;
Exercitar a competência da leitura compreensiva e expressiva.
Página 124
Projeto Curricular de Escola
Inglês
Básico I
Objetivos
Desenvolver uma relação positiva com a aprendizagem da língua
Reconhecer a importância da língua inglesa no contexto global atual
Apreciar a língua enquanto veículo de interpretação e comunicação
do/com o mundo que nos rodeia
Desenvolver estratégias de aprendizagem
Desenvolver a capacidade de concentração e memorização
Desenvolver atitudes de autoconfiança e de empenhamento no saberfazer
Aprender com os seus próprios erros
Página 125
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de Inglês – 2º Ciclo
5ºano- Nível A1
Compreensão
Ouvir
oral
compreender Compreender palavras, conceitos simples e frases
Compreender sons, entoações e ritmos da língua.
isoladas.
Compreensão
Ler
escrita
compreender Utilizar dicionários elementares com imagens (Picture
Compreender palavras, frases e textos muito simples.
dictcionaries)
Exprimir-se, com ajuda, de forma adequada a
diferentes contextos.
Interação
Falar
Interagir com os colegas em situações muito simples e
Oral/Produção
interagir
previamente preparadas.
Oral
produzir
Produzir, com ajuda, sons, entoações e ritmos da
língua.
Expressar-se, com vocabulário muito limitado, em
situações previamente preparadas.
Expressão
Escrever
Desenvolver o conhecimento da ortografia.
escrita
interagir
Produzir, com ajuda, frases muito simples.
produzir
Produzir um texto muito simples, de 20 a 30 palavras,
com vocabulário limitado.
Domínio
Conhecer aspetos culturais de países de expressão
Intercultural
inglesa.
Localizar, no mapa, alguns países de expressão
inglesa.
Conhecer o seu meio e o dos outros para
compreender universos diferenciados.
Página 126
Projeto Curricular de Escola
Léxico e
Compreender formas de organização do léxico e
Gramática
conhecer algumas estruturas elementares do
funcionamento da língua.
Página 127
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de Inglês – 2º Ciclo
6ºano- Nível A1+
Compreensão oral Ouvir
Compreender discursos muito simples articulados
compreender de forma clara e pausada.
Compreensão
Ler
escrita
compreender limitado Utilizar dicionários bilingues simples (
Compreender textos simples com vocabulário
online e em papel).
Interação
Falar
Interagir com os colegas em situações simples e
Oral/Produção
interagir
previamente preparadas.
Oral
produzir
Expressar-se com vocabulário limitado em
situações previamente preparadas.
Expressão escrita
Escrever
Completar, de forma guiada, pequenos diálogos.
interagir
Produzir textos breves e muito simples de 20 a 30
produzir
palavras.
Domínio
Conhecer aspetos culturais de países de
Intercultural
expressão inglesa.
Localizar, no mapa, alguns países de expressão
inglesa.
Conhecer o seu meio e o dos outros para
compreender universos diferenciados.
Léxico e
Compreender formas de organização do léxico e
Gramática
conhecer algumas estruturas elementares do
funcionamento da língua.
Página 128
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de Inglês – 3º Ciclo
7ºano- Nível A2
Compreender, com ajuda, discursos simples
Compreensão oral Ouvir
quando se fala de forma clara e pausada.
compreender Compreender conteúdos muito simples em
programas produzidos para o seu nível em meios
áudio/audiovisuais.
Ler textos breves sobre assuntos do seu interesse.
Compreensão
Ler
escrita
compreender Ler pequenos textos adaptados de leitura
Utilizar dicionários bilingues para consulta.
extensiva.
Interagir, com alguma ajuda, com um interlocutor
Interação
Falar
em situações familiares previamente preparadas.
Oral/Produção
interagir
Interagir, com alguma ajuda, em diferentes tipos
Oral
produzir
de registo.
Produzir, com alguma ajuda, sons, entoações e
ritmos da língua.
Expressar-se com vocabulário simples sobre
assuntos familiares, em situações previamente
preparadas.
Interagir com linguagem simples sobre assuntos
Expressão escrita
Escrever
do dia a dia
interagir
Produzir pequenos textos, de 25 a 35 palavras,
produzir
com linguagem simples e frequente.
Domínio
Compreender a estrutura geográfica e
Intercultural
organizacional das Ilhas Britânicas e dos Estados
Página 129
Projeto Curricular de Escola
Unidos.
Identificar alguns países da União Europeia.
Conhecer, com algum pormenor, o seu meio e o
dos outros para compreender diferentes formas
de estar e de viver.
Léxico e
Compreender formas de organização do léxico e
Gramática
conhecer algumas estruturas elementares do
funcionamento da língua.
Página 130
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de Inglês – 3º Ciclo
8ºano- Nível A2+
Compreender conteúdos simples reproduzidos
Compreensão oral Ouvir
em meios áudio/audiovisuais adequados ao nível
compreender de conhecimento do aluno.
Conhecer diferentes tipos de registo com alguma
facilidade.
Ler textos breves de tipologia diversificada.
Compreensão
Ler
escrita
compreender Ler pequenos textos adaptados de leitura
Utilizar dicionários monolingues para consulta.
extensiva.
Participar num diálogo simples, previamente
Falar
preparado, podendo pedir ajuda e reformular.
Interação
interagir
Produzir diálogos breves e simples em contextos
Oral/Produção
produzir
diferenciados.
Oral
Interagir, com alguma facilidade, em diferentes
tipos de registo.
Expressar-se numa linguagem simples e descritiva
em situações previamente preparadas.
Interagir, com linguagem frequente, sobre
Expressão escrita
Escrever
assuntos do dia a dia
interagir
Produzir textos breves, de 50 a 80 palavras, com
produzir
vocabulário frequente.
Domínio
Conhecer alguns aspetos culturais de alguns
Intercultural
países de expressão inglesa.
Conhecer e descrever temas da atualidade.
Reconhecer a diversidade como uma
Página 131
Projeto Curricular de Escola
oportunidade de aprendizagem para todos.
Léxico e
Compreender formas de organização do léxico e
Gramática
conhecer algumas estruturas frequentes do
funcionamento da língua.
Página 132
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de Inglês – 3º Ciclo
9ºano- Nível B1
Compreender discursos produzidos de forma
Compreensão oral Ouvir
clara.
compreender Compreender diferentes tipos de texto
áudio/audiovisual desde que adequados ao nível
de conhecimento do aluno.
Ler textos adaptados de tipologia diversificada
Compreensão
Ler
escrita
compreender Utilizar dicionários diversificados para consulta.
para recolha de informação.
Ler pequenos textos adaptados de leitura
extensiva.
Interagir, com algum à-vontade sobre assuntos
Falar
conhecidos, podendo pedir ajuda e reformular o
Interação
interagir
discurso.
Oral/Produção
produzir
Produzir diálogos, com algum à-vontade, sobre
Oral
tópicos da atualidade
(Re)produzir textos orais, previamente
preparados, com pronúncia e entoação
adequadas.
Produzir, de forma simples e linear, discursos de
cunho pessoal.
Interagir, com relativa facilidade, sobre assuntos
Expressão escrita
Escrever
de caráter geral.
interagir
Produzir textos breves, de 80 a 100 palavras, com
produzir
relativa facilidade, utilizando vocabulário
frequente, mas diversificado.
Página 133
Projeto Curricular de Escola
Domínio
Conhecer personagens e obras célebres de
Intercultural
países de expressão inglesa.
Conhecer universos culturais diferenciados.
Léxico e
Compreender formas de organização do léxico e
Gramática
conhecer algumas estruturas do funcionamento
da língua com alguma complexidade.
Página 134
Projeto Curricular de Escola
Francês / Espanhol
3º ciclo
Produção e Interpretação de Textos
Compreender as ideias gerais e de pormenor de um
Compreensão
Ouvir
texto em língua corrente sobre aspetos relativos à
oral
compreender
escola, aos tempos livres, a temas atuais e assuntos
do seu interesse pessoal, quando o discurso é claro
e pausado.
Compreender um texto em língua corrente sobre
Compreensão
Ler
assuntos do quotidiano e da atualidade. Entender
escrita
compreender
acontecimentos relatados, assim como sentimentos
e desejos expressos.
Participar numa conversa simples sobre assuntos de
Expressão oral
Falar
interesse pessoal ou geral da atualidade.
interagir
Produzir enunciados para narrar, descrever, expor
produzir
informações e pontos de vista.
Compreender mensagens, cartas pessoais e
Expressão
Escrever
formulários e elaborar respostas adequadas nestas
escrita
interagir
situações de interação.
produzir
Escrever textos estruturados sobre assuntos
conhecidos e do seu interesse.
Língua Estrangeira
Adquirir uma tomada de consciência progressiva do modo de funcionamento da
língua
sons básicos e sua representação na escrita
regras básicas que governam a estrutura frásica e o sistema/estrutura da língua
…
Página 135
Projeto Curricular de Escola
Estabelecer relações de afinidade/contraste entre a língua materna e a língua
estrangeira
Sociocultural
Adotar uma atitude de abertura e tolerância face à língua e cultura estrangeira
Respeitar os outros nas suas diferenças socioculturais
Desenvolver o espírito de tolerância em relação a outras formas de estar e de viver
Saber Aprender
Participar de forma consciente na construção de uma competência plurilingue e
pluricultural.
Utilizar estratégias de apropriação da língua estrangeira enquanto instrumento de
comunicação.
Utilizar estratégias de apropriação do sistema da língua estrangeira.
Adotar estratégias e procedimentos adequados às necessidades de aprendizagem
própria.
Página 136
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de Francês/Espanhol – 3º Ciclo
7ºano- Nível A1
O aluno identifica um número limitado de
Ouvir
Compreensão oral
palavras e de frases simples em instruções,
compreender mensagens e textos simples e curtos (anúncios
públicos, publicidades, canções entre outros)
relativos à identificação e caracterização
pessoais, hábitos, necessidades do quotidiano e
meio envolvente (família, escola, lugares, lazer,
serviços), desde que o discurso seja muito claro,
pausado e cuidadosamente articulado.
O aluno identifica palavras e frases simples em
Ler
Compreensão
instruções, mensagens e textos ilustrados e curtos
compreender (instruções, mapas cartazes, horários,
escrita
publicidades, catálogos, receitas, ementas,
postais, mensagens pessoais, banda desenhada,
entre outros), relativos à identificação e
caracterização pessoais, hábitos, necessidades
do quotidiano e meio envolvente (família, escola,
lugares, lazer, serviços).
O aluno interage em situações do quotidiano
previamente preparadas. Estabelece contactos
Falar
sociais (cumprimentos, desculpas e
Interação
interagir
agradecimentos), pede ou dá informações
Oral/Produção Oral
produzir
(dados pessoais, hábitos, gostos e preferências,
lugares, serviços, factos e projetos), apoiando-se
Página 137
Projeto Curricular de Escola
no discurso do interlocutor.
Pronuncia, geralmente de forma compreensível,
um repertório muito limitado de expressões e de
frases simples, mobilizando estruturas gramaticais
muito elementares.
O aluno exprime-se, de forma muito simples para
falar de si, de outras pessoas, lugares, hábitos,
factos e projetos.
Apoia-se num texto memorizado contendo um
reportório muito limitado de palavras, expressões
isoladas e frases curtas.
Pronuncia geralmente de forma compreensível.
O aluno completa formulários com os dados
adequados e escreve mensagens simples e
curtas (30-40 palavras).
Pede e dá informações breves, agradece,
desculpa-se, felicita e aceita ou recusa convites,
respeitando as convenções textuais e
Expressão escrita
Escrever
sociolinguísticas das mensagens.
interagir
Utiliza expressões e frases muito simples com
produzir
estruturas gramaticais muito elementares.
O aluno escreve textos simples e curtos (30-40
palavras)
Apresenta-se, apresenta e descreve outras
pessoas, hábitos, gostos, preferências, lugares e
acontecimentos.
Utiliza expressões e frases muito simples com
estruturas gramaticais muito elementares.
Página 138
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de Francês/Espanhol – 3º Ciclo
8ºano- Nível A2.1
O aluno identifica palavras-chave e frases simples
e infere sentido geral em mensagens e textos
simples e curtos (anúncios públicos, mensagens
Compreensão oral
Ouvir
telefónicas, publicidades, canções, clips, entre
compreender outros) relacionados com o meio envolvente,
situações do quotidiano e experiências pessoais,
sempre que sejam articulados de forma clara e
pausada.
O aluno identifica palavras-chave e frases simples
e infere o sentido geral em mensagens, folhetos,
publicidades, catálogos, receitas, ementas,
Compreensão
Ler
escrita
compreender outros), relacionados com o meio envolvente,
artigos de jornal, banda desenhada, entre
situações do quotidiano e experiências pessoais,
sempre que sejam constituídos essencialmente
por frases simples e vocabulário familiar.
O aluno interage em conversas curtas, bem
estruturadas e ligadas a situações familiares.
Pede e dá informações e troca opiniões sobre o
meio envolvente, situações do quotidiano e
Interação
Falar
experiências pessoais, tendo em conta o discurso
Oral/Produção Oral
interagir
do interlocutor e respeitando os princípios de
produzir
delicadeza.
Página 139
Projeto Curricular de Escola
Pronuncia geralmente, de forma compreensível,
um repertório limitado de expressões e de frases,
mobilizando estruturas gramaticais.
O aluno exprime-se, de forma simples em
monólogos curtos preparados previamente.
Descreve o meio envolvente e situações do
quotidiano; conta experiências pessoais e
acontecimentos reais ou imaginários, presentes
ou passados e exprime opiniões, gostos e
preferências.
Usa um repertório limitado de expressões e de
frases, mobilizando estruturas gramaticais
elementares.
Pronuncia de forma suficientemente clara para
ser entendida.
O aluno escreve cartas e mensagens simples e
curtas (50-60 palavras).
Pede e dá informações sobre o meio envolvente
e situações do quotidiano e experiências
pessoais.
Respeita as convenções textuais e
Expressão escrita
Escrever
sociolinguísticas das mensagens e cartas,
interagir
adequando-as ao destinatário.
produzir
Utiliza vocabulário elementar e frases simples,
articulando as ideias com conectores básicos de
coordenação e subordinação.
O aluno escreve textos simples e curtos (50-60
palavras)
Página 140
Projeto Curricular de Escola
Descreve situações do quotidiano conta
experiências; conta experiências pessoais e
acontecimentos reais ou imaginários, presentes
ou passados e exprime opiniões, gostos e
preferências.
Respeita as convenções textuais e utiliza
vocabulário elementar e frases simples
articulando as ideias com conectores básicos de
coordenação e subordinação
Página 141
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de Francês/Espanhol – 3º Ciclo
9ºano- Nível A2.2
O aluno compreende as ideias principais e
informação relevante explicita em mensagens e
texto curtos (anúncios públicos, mensagens
Compreensão
Ouvir
telefónicas, noticiários, reportagens, publicidades,
compreender
canções, clips, entre outros) sobre experiências
oral
pessoais e situações do quotidiano, interesses
próprios e temas de atualidade, sempre que
sejam constituídos, essencialmente, por frases
simples e vocabulário muito frequente e sejam
articulados de forma clara e pausada.
O aluno compreende as ideias principais e
informação relevante explicita em mensagens e
textos simples e curtos (cartas e mensagens,
Compreensão
escrita
folhetos, ementas, horários, avisos, artigos de
Ler
imprensa, textos literários, entre outros) que
compreender
descrevam e/ou narrem experiências pessoais e
situações do quotidiano, interesses próprios e
temas de atualidade, sempre que sejam
constituídos essencialmente por frases simples e
vocabulário muito frequente.
Página 142
Projeto Curricular de Escola
O aluno interage em conversas curtas, bem
estruturadas e ligadas a situações familiares.
Troca ideias, informações e opiniões situações do
quotidiano e experiências pessoais, interesses
próprios e temas da atualidade, tendo em conta
Interação
o discurso do interlocutor e respeitando os
Oral/Produção
Falar
princípios de delicadeza.
Oral
interagir
Usa vocabulário muito frequente e frases simples
produzir
mobilizando as estruturas gramaticais adequadas.
Pronuncia de forma suficientemente clara para
ser entendido.
O aluno exprime-se, de forma simples em
monólogos curtos preparados previamente.
Descreve o meio envolvente e situações do
quotidiano; conta experiências pessoais e
acontecimentos reais ou imaginários, presentes
ou passados e exprime opiniões, gostos e
preferências sobre temas da atualidade
Usa vocabulário muito frequente e frases curtas,
mobilizando estruturas gramaticais elementares.
Pronuncia de forma suficientemente clara para
ser entendido.
O aluno escreve cartas e mensagens simples e
Expressão
Escrever
curtas (70-90 palavras).
escrita
interagir
Pede e dá informações sobre o meio envolvente
produzir
e situações do quotidiano e experiências
pessoais, acontecimentos reais ou imaginários,
preferências e opiniões.
Página 143
Projeto Curricular de Escola
Respeita as convenções textuais e
sociolinguísticas das mensagens e cartas,
adequando-as ao destinatário.
Utiliza vocabulário muito frequente e frases curtas,
articulando as ideias com diferentes conectores
de coordenação e subordinação.
O aluno escreve textos simples e curtos (50-60
palavras)
Descreve situações do quotidiano conta
experiências; conta experiências pessoais e
acontecimentos reais ou imaginários, presentes
ou passados e exprime opiniões, gostos e
preferências.
Respeita as convenções textuais e utiliza
vocabulário elementar e frases simples
articulando as ideias com conectores básicos de
coordenação e subordinação.
Página 144
Projeto Curricular de Escola
Inglês
Cursos de Educação e Formação/ Vocacional
No final de 1 ou 2 anos dos Cursos de Educação e Formação consoante
o nível (tipo) de curso dever-se-á ter por referência o seguinte conjunto
de metas a atingir pelo aluno:
Compreende o essencial de um texto simples, breve e claro,
relacionado com aspetos da sua vida quotidiana
Utilize vocabulário adequado e simples
Utilize frases simples e curtas para comunicar
Encontre informação previsível concreta em textos simples de uso
comum e adequado aos domínios de referência tratados nas aulas
Toque informação simples e direta sobre assuntos e atividades correntes
Participe numa conversa simples e curta
Adote uma atitude de interesse face à aprendizagem de uma língua
estrangeira
Demonstre capacidades de autorregulação no seu processo de
aprendizagem,
identificando
dificuldades,
procurando
encontrar
soluções para os seus problemas de aprendizagem
Demonstre abertura na busca, compreensão e partilha de nova
informação.
Página 145
Projeto Curricular de Escola
Inglês
Cursos Profissionais
No final dos 3 anos de um Curso Profissional (9 módulos), dever-se-á ter
por referência o seguinte conjunto de competências a desenvolver pelo
aluno:
Tome consciência da importância do inglês em vários âmbitos
Desenvolva a sua autoestima
Utilize vocabulário adequado
Demonstre abertura face a outras línguas, experiências e culturas
Reconheça diversos tipos de texto
Utilize recursos de superação de dificuldades em interações orais ou
escritas
Adote hábitos de estudo autónomo e de pesquisa
Alargue conhecimentos sobre a gestão equilibrada dos recursos
naturais
Alargue conhecimentos sobre a diversidade de percursos e atividades
profissionais, condições, ambiente e tendências de trabalho
Demonstre
aptidões
e
capacidades
que
facilitem
um
bom
relacionamento interpessoal em contexto socioprofissional
Demonstre
capacidade
de
refletir
sobre
o
seu
processo
de
aprendizagem.
Página 146
Projeto Curricular de Escola
Inglês
10º ano
Objetivos (produção e interpretação de textos)
Estratégias de Interpretação
OUVIR
Mobilizar Objetivos prévias
Formular expectativas em relação ao texto
Confirmar e/ou reformular expectativas
Identificar o tipo e o contexto do enunciado
Identificar e descodificar palavras-chave
Identificar ideias presentes no texto
Antecipar sequencialidade no texto
Reconhecer elementos de coesão e sequência no texto
Interpretar atitude, ponto de vista e intenções do/a autor/a
Interpretar informação explícita em diversos tipos de texto
Relacionar o que ouve com o seu conhecimento/vivência pessoal
Utilizar informação contextual na construção de sentido
Selecionar informação do texto
Reconhecer diferentes padrões de entoação, pronúncia, acentuação
Avaliar a sua interação com o texto e os seus processos de
interpretação
Avaliar os seus progressos como ouvinte integrando a avaliação
realizada de modo a melhorar o seu desempenho
Página 147
Projeto Curricular de Escola
LER
Mobilizar Objetivos prévias
Formular expectativas em relação ao texto
Confirmar e/ou reformular expectativas
Identificar o tipo e o contexto do enunciado
Identificar e descodificar palavras-chave
Identificar ideias presentes no texto
Antecipar sequencialidade no texto
Reconhecer elementos de coesão e sequência no texto
Interpretar atitude, emoções, ponto de vista e intenções do/a autor/a
Interpretar informação explícita e implícita em diversos tipos de texto
Exprimir e justificar interpretações pessoais do texto
Relacionar o que lê com o seu conhecimento/vivência pessoal
Utilizar informação paratextual, contextual e intertextual na construção
de sentido
Selecionar informação do texto e representá-la sob diversas formas
Reconhecer a dimensão sociolinguística/cultural do texto e as suas
marcas
Identificar marcas do texto escrito que introduzem mudança de
estratégia discursiva, de assunto, de argumentação
Estratégias de Produção
FALAR
Mobilizar Objetivos prévias
Adaptar o registo ao contexto de enunciação
Usar elementos convencionados do discurso em sociedade ( formas
fixas)
Página 148
Projeto Curricular de Escola
Interagir, pedindo clarificação, reformulação e/ou repetição
Usar formas alternativas de expressão e compensação, recorrendo à
reformulação e ajuste do enunciado de maneira a torná-lo mais
compreensível
Usar elementos de coesão nos textos produzidos
Verbalizar perceções, experiências, opiniões
Apresentar informação de uma forma clara e sequenciada
Avaliar a sua participação no processo interativo
Avaliar os seus progressos como (inter)locutor
Reformular o seu desempenho oral de acordo com a avaliação
realizada
ESCREVER
Localizar e selecionar informação de fontes diversas de acordo com o
assunto proposto
Organizar informação de acordo com o tio de texto e registo
pretendido
Planificar a atividade de escrita de acordo com o tipo e função do
texto e o seu destinatário
Usar elementos de coesão nos textos produzidos
Construir textos adequados às tarefas propostas utilizando uma
linguagem e um registo apropriados
Reformular o trabalho escrito no sentido de o adequar à tarefa proposta
Avaliar o trabalho escrito ( o próprio e o dos outros) a nível da correção
linguística e da eficácia comunicativa
Avaliar os seus progressos na produção de textos escritos
Reformular o seu desempenho escrito de acordo com a avaliação
realizada
Página 149
Projeto Curricular de Escola
Inglês
11º ano
Objetivos (produção e interpretação de textos)
Estratégias de Interpretação
OUVIR
Compreende
discurso
fluído
e
é
capaz
de
seguir
linhas
de
argumentação dentro dos tópicos abordados nos domínios de
referência, integrando a sua experiência e mobilizando conhecimentos
adquiridos em outras disciplinas.
Compreende noticiários e programas de atualidade sobre assuntos
correntes, em suportes variados.
LER
Compreende diversos tipos de texto, dentro dos tópicos abordados nos
domínios de referência, recorrendo, de forma adequada, à informação
visual
disponível,
integrando
a
sua
experiência
e
mobilizando
conhecimentos adquiridos em outras disciplinas.
Compreende texto extenso, literário e não literário.
Estratégias de produção
FALAR
Interage com eficácia em língua inglesa, participando ativamente em
discussões dentro dos tópicos abordados nos domínios de referência,
Página 150
Projeto Curricular de Escola
defendendo pontos de vista e opiniões, integrando a sua experiência e
mobilizando conhecimentos adquiridos em outras disciplinas.
Demonstra
capacidade
de
relacionamento
de
informação,
sintetizando-a de modo lógico e coerente.
ESCREVER
Elabora textos claros e variados, de modo estruturado, atendendo à sua
função e destinatário, dentro dos tópicos abordados nos domínios de
referência, integrando a sua experiência e mobilizando conhecimentos
adquiridos em outras disciplinas.
Demonstra
capacidade
de
relacionamento
de
informação,
sintetizando-a de modo lógico e coerente.
Página 151
Projeto Curricular de Escola
Inglês
12º ano
Estratégias de interpretação
OUVIR
Compreende discurso fluído mesmo que não esteja claramente
estruturado, e é capaz de seguir linhas de argumentação complexas
dentro dos tópicos abordados nos domínios de referência, integrando a
sua experiência e mobilizando conhecimentos adquiridos em outras
disciplinas.
Compreende um leque variado de enunciados orais , tanto em
presença como através dos media, dentro dos tópicos abordados nos
domínios de referência.
LER
Compreende
diversos
tipos
de
texto,
ainda
que
estrutural
e
linguisticamente complexos, dentro dos tópicos abordados nos domínios
de referência, recorrendo, de forma adequada, à informação visual
disponível, integrando a sua experiência e mobilizando conhecimentos
adquiridos em outras disciplinas.
Compreende texto extenso, literário e não literário, e identifica
diferenças de estilo.
Página 152
Projeto Curricular de Escola
Estratégias de produção
FALAR
Interage com espontaneidade, fluência e eficácia em língua inglesa,
participando ativamente em discussões dentro dos tópicos abordados
nos domínios de referência, defendendo pontos de vista e opiniões,
integrando a sua experiência e mobilizando conhecimentos adquiridos
em outras disciplinas.
Demonstra
capacidade
de
relacionamento
de
informação,
sintetizando-a de modo lógico e coerente.
Apresenta e discute detalhadamente temas complexos, desenvolvendo
linhas de argumentação consistentes e fundamentadas.
ESCREVER
Elabora sem dificuldade, textos claros e variados, de modo fluente e
estruturado, atendendo à sua função e destinatário, dentro dos tópicos
abordados nos domínios de referência, integrando a sua experiência e
mobilizando conhecimentos adquiridos em outras disciplinas.
Demonstra capacidade de relacionação de informação, sintetizando-a
de modo lógico e coerente, pondo em evidência os aspetos mais
importantes.
Elabora textos sobre temas complexos, desenvolvendo linhas de
argumentação consistentes e fundamentadas.
Aos desempenhos atrás referidos deverá acrescentar-se um outro
conjunto de Objetivos, observáveis em atitudes e comportamentos de
índole transversal, através do qual o aluno:
Página 153
Projeto Curricular de Escola
Demonstra abertura perante novas experiências e ideias, e face a
outras sociedades e culturas, manifestando interesse em conhecê-las e
sobre elas realizar aprendizagens.
Relaciona a sua cultura de origem com as culturas com que contacta,
relativizando o seu ponto de vista e sistema de valores culturais e
demonstrando capacidade de questionar atitudes estereotipadas
perante outros povos, sociedades e culturas.
Demonstra
uma
atitude
proactiva
perante
o
processo
de
aprendizagem da língua inglesa.
Demonstra capacidades de autorregulação do seu processo de
aprendizagem, refletindo sobre os processos e as dificuldades e
procurando
encontrar
soluções
para
os
seus
problemas
de
aprendizagem.
Revela capacidade para mobilizar conhecimentos adquiridos e integrar
conhecimentos novos.
Demonstra abertura e independência na busca, compreensão e
partilha de nova informação, utilizando fontes e suportes variados.
Revela
atitude
crítica
perante
a
informação,
demonstrando
capacidade de a selecionar, avaliar e adequar aos fins a que se
destina.
Página 154
Projeto Curricular de Escola
3.2.2.2 Ciências Sociais e Humanas
Estudo do Meio
Básico I
Metas de aprendizagem
Domínio: Localização no Espaço e no Tempo
Subdomínio: Localização/Compreensão Espacial e Temporal
Meta Final 1) O aluno localiza, em relação a um ponto de referência,
elementos naturais e humanos do meio local, utilizando diferentes
processos de orientação.
Meta Final 2) O aluno lê formas simplificadas de representação
cartográfica com diferentes escalas, e representa, nas mesmas, lugares,
elementos naturais e humanos, utilizando o título, a legenda e a
orientação, como fonte para a relação da ação humana com
diferentes espaços e tempos.
Meta Final 3) O aluno utiliza diferentes unidades/convenções temporais
e situa no tempo rotinas, datas, eventos e personagens da História e das
comunidades atuais.
Meta Final 4) O aluno constrói linhas de tempo relacionadas com rotinas
e datas significativas para a história pessoal, local e nacional.
Meta Final 5) O aluno identifica mudanças e permanências ao longo do
tempo pessoal, local e nacional, reconhecendo diferentes ritmos
(mudança gradual ou de rutura) e direções (progresso, ciclo,
permanência, simultaneidade).
Meta Final 6) O aluno reconhece, na sua representação do espaço, a
relação com a ação humana ao longo dos tempos.
Página 155
Projeto Curricular de Escola
Subdomínio: A Terra no Espaço: Universo e Sistema Solar
Meta Final 7) O aluno descreve, em termos gerais, a constituição do
Universo e a constituição do sistema solar, explicando a importância do
Sol para a vida na Terra.
Subdomínio: Localização e Compreensão Espacial: a Terra no Sistema
Solar
Meta Final 8) O aluno descreve a forma e os movimentos da terra e da
lua, explicando fenómenos como as estações do ano.
Domínio: Conhecimento do Meio Natural e Social
Subdomínio: Conhecimento dos Lugares e das Regiões
Meta Final 9) O aluno descreve e compara elementos físicos e humanos
de lugares e regiões, utilizando vocabulário adequado.
Meta Final 10) O aluno distingue diversas formas de uso do solo,
identificando semelhanças e diferenças entre lugares e regiões.
Meta Final 11) O aluno caracteriza elementos naturais e humanos de
lugares e regiões através de recolha e mobilização adequada de
informação.
Meta Final 12) O aluno interpreta a realidade natural, humana e social,
a partir de questões geográficas, históricas e sociais, sobre a realidade
que observa.
Página 156
Projeto Curricular de Escola
Subdomínio: Utilização de Fontes de Informação
Meta Final 13) O aluno interpreta fontes diversas e, com base nestas e
em conhecimentos prévios, produz informação e inferências válidas e
pertinentes sobre o passado pessoal e familiar, local, nacional e
europeu.
Subdomínio: Compreensão Histórica Contextualizada
Meta Final 14) O aluno sistematiza conhecimentos de si próprio, da sua
família, comunidade, história local, nacional e europeia relativamente
ao passado próximo e ao passado mais longínquo.
Meta Final 15) O aluno reconhece e respeita identidades sociais e
culturais à luz do passado próximo e longínquo, tendo em conta o
contributo dos diversos patrimónios e culturas para a vida social,
presente e futura.
Meta Final 16) O aluno mobiliza e integra vocabulário e conceitos
substantivos específicos dos diferentes conteúdos, temas e problemas
explorados.
Meta Final 17) O aluno reconhece a diversidade na organização da
vida em sociedade ao longo dos tempos e a sua relação com as
condições naturais.
Página 157
Projeto Curricular de Escola
Subdomínio: Comunicação de Conhecimento sobre o Meio Natural e
Social
Meta Final 18) O aluno utiliza adequadamente diversas formas de
comunicação e expressão relacionadas com o meio natural e social, no
presente e no passado.
Meta Final 19) O aluno estrutura, comunica e debate conhecimentos
sobre o meio natural e social, utilizando as TIC como recurso.
Subdomínio: Viver Melhor na Terra
Meta Final 20) O aluno sistematiza as modificações ocorridas no seu
corpo, explicando as funções principais de órgãos constituintes, bem
como as funções vitaisde sistemas humanos, e relaciona características
fisionómicas de membros da mesma família.
Meta Final 21) O aluno identifica e verifica propriedades de diferentes
materiais, condições em que se manifestam e formas de alteração do
seu estado físico, e manipula pequenos dispositivos para fins específicos.
Meta Final 22) O aluno caracteriza modificações que ocorrem nos seres
vivos e relaciona-as com manifestações de vida.
Subdomínio: Sustentabilidade
Meta Final 23) O aluno relaciona informação que recolhe sobre as
condições atmosféricas de um lugar ou região com os estados de
tempo típicos das diferentes estações do ano.
Meta Final 24) O aluno analisa problemas naturais e sociais associados a
alterações nos ecossistemas.
Página 158
Projeto Curricular de Escola
Meta Final 25) O aluno reconhece a importância da preservação da
biodiversidade e dos recursos para garantir a sustentabilidade dos
sistemas naturais.
Meta
Final
26)O
transformação
e
aluno
descreve
aplicação
de
o
processo
recursos
de
naturais,
exploração,
inferindo
a
necessidade da sua gestão sustentável.
Domínio: Dinamismo das Inter-relações Natural-Social
Subdomínio: Viver Melhor na Terra
Meta Final 27) O aluno demonstra conhecimento e aplica normas e
cuidados de saúde e segurança, a nível individual e comunitário, com
vista ao equilíbrio natural.
Meta Final 28) O aluno descreve o funcionamento de um circuito
elétrico e classifica operacionalmente os materiais como bons e maus
condutores de corrente elétrica.
Subdomínio: Dinamismo das Inter-relações entre Espaços
Meta Final 29) O aluno reconhece a existência de relações entre lugares
e regiões (áreas de produção/de consumo; áreas de habitação/de
trabalho; áreas de residência/de férias; áreas de fornecimento de
matérias-primas/
de
transformação),
expondo
elementos
que
evidenciem a existência das mesmas.
Meta Final 30) O aluno deteta alterações nas características naturais do
território, resultantes da ação humana, e problemas, com expressão
territorial, no meio local, identificando os seus aspetos positivos e
negativos.
Página 159
Projeto Curricular de Escola
Meta Final 31) O aluno refere elementos da sua identidade cultural,
diferenciadores e comuns à identidade de membros de outras culturas,
manifestando o sentido de pertença e o respeito pela diversidade de
culturas.
Subdomínio: Dinamismo das Relações entre Espaços
Meta Final 32) O aluno explica a dinâmica da terra tendo em conta a
multiplicidade de transformações que ocorrem no seu interior e exterior.
Página 160
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de História e Geografia de Portugal - 5º Ano
A Península Ibérica: localização e quadro natural
A Península ibérica: Localização
Conhecer e utilizar mapas em Geografia e História
Conhecer a localização de Portugal e da Península Ibérica na Europa e no Mundo
A Península Ibérica : quadro natural
Conhecer e compreender o relevo da Península Ibérica
Compreender os elementos do clima
Compreender os fatores que interferem no clima da Península Ibérica
Compreender a distribuição regional dos principais elementos do clima
Compreender a diversidade climática da Península Ibérica
6.
Conhecer e compreender os principais rios da Península Ibérica
7.
Conhecer e compreender a vegetação natural da Península Ibérica
8.
Conhecer e compreender a diversidade natural dos arquipélagos dos Açores e
da Madeira
A Península Ibérica: dos primeiros povos à formação de Portugal (séc. XIII )
As primeiras comunidades humanas na Península Ibérica
Conhecer e compreender as primeira comunidades humanas da Península Ibérica
Conhecer
e
compreender
as
características
das
primeiras
comunidades
agropastoris da Península Ibérica
Conhecer os primeiros povos mediterrânicos que contataram com as populações
da Península Ibérica
Página 161
Projeto Curricular de Escola
Os Romanos na Península Ibérica
1.Conhecer e compreender o processo de conquista romana da Península Ibérica
2. Conhecer e compreender as mudanças operadas na Península Ibérica durante
a romanização
3. Conhecer e compreender o processo de cristianização dos povos peninsulares
4 . Conhecer o contributo dos visigodos para uma nova unidade peninsular após o
fim do Império Romano do ocidente
Os Muçulmanos na Península Ibérica
Conhecer a religião islâmica
Conhecer o processo de ocupação e as relações entre muçulmanos e cristãos na
Península Ibérica
Conhecer e compreender a herança muçulmana na Península Ibérica
A formação do reino de Portugal
Conhecer e compreender o longo processo de reconquista cristã
Conhecer e compreender a formação do Condado Portucalense
Conhecer e compreender a passagem do Condado Portucalense ao Reino de
Portugal
Portugal do século XIII ao século XVII
Portugal nos séculos XIII e XIV
Compreender as relações entre as principais atividades económicas dos séculos
XIII e XIV e os recursos naturais disponíveis
Conhecer e compreender aspetos da sociedade e da cultura medieval
portuguesa
dos séculos XIII e XIV
3.Compreender o século XIV europeu
4.Conhecer as causas e consequências do problema sucessório português
Página 162
Projeto Curricular de Escola
5 Conhecer e compreender a consolidação da independência Portuguesa
Portugal no século XV e XVI
Conhecer e compreender os desafios, as motivações e as condições para o
pioneirismo português na expansão
Conhecer os rumos da expansão quatrocentista
Conhecer e compreender as grandes vantagens transatlânticas dos povos
peninsulares
Conhecer e compreender as características do império português do século XVI
5 Conhecer e compreender os efeitos da expansão portuguesa
6. Conhecer e compreender a influência da expansão marítima na ciência, na
literatura e arte portuguesas
Portugal: da União Ibérica à restauração da independência
Conhecer e compreender o conjunto de fatores que levaram à perda da
Independência portuguesa em 1580
Conhecer e compreender o domínio filipino em Portugal (1580-1640)
Conhecer a Restauração da Independência em 1640 e os efeitos da guerra da
Restauração
Página 163
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de História e Geografia de Portugal - 6º Ano
Portugal do século XVIII ao século XIX
O Império português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século
XVIII
Conhecer e compreender as caraterísticas do Império Português dos séculos XVII e
XVIII.
Conhecer e compreender as caraterísticas do poder político no tempo de D. João V.
Conhecer a sociedade portuguesa no século XVIII.
Conhecer aspetos da arte no tempo de D. João V.
Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal.
A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
Conhecer e compreender a revolução francesa e as invasões napoleónicas.
Compreender e compreender a Revolução Liberal de 1820.
Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820.
Conhecer o longo processo de afirmação da Monarquia Liberal.
Portugal na segunda metade do século XIX
Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produtivas
portuguesas na segunda metade do século XIX.
Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos meios de transporte
operado pela Regeneração e os seus efeitos.
Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na
educação e justiça.
Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo rural verificado na
segunda metade do século XIX.
Conhecer e compreender as caraterísticas da sociedade e a vida quotidiana nas
cidades e nos campos na segunda metade do século XIX.
Página 164
Projeto Curricular de Escola
Conhecer as caraterísticas da arte da segunda metade do século XIX.
Portugal do século XX
Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional
2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da 1ª República e os seus
símbolos
3. Conhecer as principais realizações da 1ª República
4. Conhecer e compreender os motivos do fim da 1ª República e a instauração da
Ditadura Militar em 1926
O Estado Novo
Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo
Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de
repressão para com os outros
Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo
Conhecer e compreender a manutenção do colonialismo português e a Guerra
Colonial
O 25 de abril de 1974 e o regime democrático
Conhecer e compreender as causas do golpe militar do 25 de abril de 1974
Conhecer e compreender as consequências do 25 de abril de 1974 ao nível da
democratização do regime e da descolonização
Conhecer os órgãos de poder democráticos
Analisar algumas conquistas, dificuldades e desafios que Portugal enfrenta no nosso
tempo
Espaços em que Portugal de integra
Conhecer a União Europeia (UE) como uma das organizações internacionais onde
Portugal se integra
Conhecer outras organizações internacionais onde Portugal se integra
Página 165
Projeto Curricular de Escola
Portugal Hoje- A população portuguesa
Compreender a importância dos recenseamentos na recolha de informação sobre a
população
Conhecer a evolução da população em Portugal e compreender a sua relação com
o crescimento natural
Compreender o contributo do saldo migratório na evolução da população em
Portugal
Compreender a distribuição da população em Portugal
5. Conhecer a evolução da população portuguesa por grupos etários
6. Conhecer e compreender as consequências do duplo envelhecimento da
população em Portugal
Os lugares onde vivemos
Compreender as características da população rural e urbana e seus modos de vida
Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e urbanas
Compreender a atractividade exercida pelas áreas urbanas
Atividades que desenvolvemos
Conhecer a repartição das actividades económicas por setores
Compreender a evolução da distribuição da população por sectores de actividade
em Portugal
Conhecer e compreender as características da agricultura em Portugal
Compreender a importância da floresta em Portugal
Compreender a actividade piscatória em Portugal
Compreender a evolução da indústria em Portugal
Compreender a crescente importância das energias renováveis em Portugal
Compreender o comércio em Portugal
Compreender a crescente importância dos serviços entre as actividades económicas
em Portugal
Página 166
Projeto Curricular de Escola
O mundo mais perto de nós
Compreender a importância dos transportes na sociedade atual
Conhecer e compreender a importância das telecomunicações na sociedade atual
Lazer e património
Compreender a desigual distribuição da prática do lazer e do turismo a nível
nacional
Compreender a importância da preservação do património
Página 167
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de HISTÓRIA - 7º Ano
Das sociedades recoletoras às primeiras civilizações
Das sociedades recoletoras às primeiras sociedades produtoras
Conhecer o processo de hominização
Conhecer e compreender as características das sociedades do Paleolítico
Compreender as vivências religiosas e as manifestações artísticas do Homem do
Paleolítico
Compreender e comparar as sociedades produtoras
com
as sociedades
recoletoras
Conhecer e compreender os cultos e a arte dos homens do Neolítico
Contributo das civilizações urbanas
Conhecer e compreender a formação das primeiras civilizações urbanas
Conhecer e compreender as relações económicas e as estruturas sociais ( a partir
de exemplos de uma civilização dos Grandes Rios)
Conhecer e compreender a complexificação da organização política (a partir de
exemplos de uma civilização dos Grandes Rios)
Conhecer e analisar a importância das vivências religiosas , culturais e artísticas (a
partir de exemplos de uma civilização dos Grandes Rios)
Conhecer os principais contributos das primeiras civilizações urbanas para o
funcionamento das sociedades até aos nossos dias
A herança do Mediterrâneo Antigo
Conhecer e compreender o processo de formação e afirmação das cidadesestado gregas originárias (séculos VIII a IV a.C.)
Conhecer e compreender a organização económica e social no mundo grego
Conhecer o elevado grau de desenvolvimento atingido no mundo grego pela
cultura e pela arte
Página 168
Projeto Curricular de Escola
Conhecer o processo de estruturação do mundo grego e de relacionamento do
mesmo com outros espaços civilizacionais
Avaliar o contributo da Grécia Antiga para a evolução posterior das sociedades
humanas
Roma e o Império
Conhecer e compreender a formação do Império e o processo de Romanização
Conhecer e compreender a organização económica e social da Roma Imperial
Conhecer e compreender a cultura e a arte romana
Compreender a origem e a expansão do Cristianismo no seio das expressões
religiosas do mundo romano
Conhecer as marcas do mundo romano para as civilizações que lhe sucederam e
para as sociedades atuais
A formação da cristandade ocidental e a expansão islâmica
A Europa do século VI ao XII
Conhecer e compreender o novo mapa político da Europa após a queda do
Império Romano do Ocidente
Compreender as relações entre o clima de insegurança e o predomínio de uma
economia ruralizada na Alta Idade Média com a organização da sociedade
medieval
Conhecer a vivência religiosa no Ocidente europeu entre os séculos VI e XII
Conhecer e compreender as características fundamentais das expressões culturais e
artísticas
O mundo muçulmano em expansão
Conhecer e compreender a génese e expansão do islamismo
Conhecer e compreender a expansão muçulmana e a resistência cristã na
Península Ibérica
Página 169
Projeto Curricular de Escola
Conhecer e compreender as interações entre o mundo muçulmano e o mundo
cristão
Conhecer e compreender a formação do reino de Portugal num contexto de
reconquista cristã
Apogeu e desagregação da “ordem “feudal
Conhecer e compreender as transformações da economia europeia do século XII
ao XIV
Conhecer e compreender algumas características da organização do poder entre
os séculos XII e XIV
Conhecer e compreender as principais expressões da religião, cultura e artes do
século XII ao XIV
Conhecer características do poder, da economia, da sociedade e da cultura de
Portugal do século XII ao XIV
As crises do século XIV
1. Conhecer e compreender as causas da crise do século XIV na Europa
2. Conhecer e compreender os “levantamentos populares” rurais, os conflitos sociais
urbanos e os “ movimentos milenaristas”
3. Conhecer e compreender as especificidades da crise do século XIV em Portugal
Página 170
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de História - 8º Ano
Expansão e mudança nos séculos XV e XVI
O expansionismo europeu
Conhecer e compreender o pioneirismo português no processo de expansão
europeu.
Conhecer os processos de expansão dos Impérios Peninsulares.
Compreender as transformações decorrentes do comércio à escala mundial.
Compreender os séculos XV e XVI como período de ampliação dos níveis de
multiculturalidade das sociedades.
Conhecer o processo de união dos impérios peninsulares e a Restauração da
Independência portuguesas em 1640.
Renascimento, Reforma e Contrarreforma
Conhecer e compreender o Renascimento.
Conhecer e compreender a Reforma Protestante.
Conhecer e compreender a reação da Igreja Católica à Reforma Protestante.
Conhecer e compreender a forma como Portugal foi marcado por estes processos
de transformação cultural e religiosa.
O contexto europeu dos séculos XVII e XVIII
O Antigo Regime europeu: regra e exceção
Conhecer e compreender o Antigo Regime europeu a nível político e social.
Conhecer os elementos fundamentais de caraterização da economia do Antigo
Regime europeu.
Conhecer e compreender os elementos fundamentais da arte e da cultura no Antigo
Regime.
Conhecer e compreender a afirmação política e económica da Holanda e da
Inglaterra.
Página 171
Projeto Curricular de Escola
Conhecer as diferentes etapas da evolução de Portugal, em termos políticos, sociais
e económicos, no século XVII e na primeira metade do século XVIII
Um século de mudanças (século XVIII)
Conhecer e compreender os vetores fundamentais do Iluminismo.
Conhecer e compreender a realidade portuguesa da segunda metade do século
XVIII.
O Arranque da “Revolução Industrial” e o triunfo dos Regimes Liberais conservadores
Da “ Revolução Agrícola” à “ Revolução Industrial”
Compreender os principais condicionalismos explicativos do arranque da “
Revolução Industrial” na Inglaterra.
Conhecer
e
compreender
as
caraterísticas
das
etapas
do
processo
de
industrialização europeu de meados do século XVIII e inícios do século XIX.
Conhecer e compreender as implicações ambientais da atividade das comunidades
humanas e, em particular, das sociedades industrializadas.
Revoluções e Estados liberais conservadores
Conhecer e compreender a Revolução Americana e a Revolução Francesa.
Conhecer e compreender a evolução do sistema político em Portugal desde as
Invasões Francesas até ao triunfo do Liberalismo após a guerra civil.
A Civilização Industrial no século XIX
Mundo industrializado e países de difícil industrialização
Conhecer e compreender a consolidação dos processos de industrialização.
Conhecer e compreender os principais aspetos da cultura do século XIX.
Conhecer e compreender os sucessos e bloqueios do processo português de
industrialização.
Burgueses e Proletários, classes médias e camponeses
1. Conhecer e compreender a evolução demográfica e urbana no século XIX.
Página 172
Projeto Curricular de Escola
2.Conhecer e compreender o processo de afirmação da burguesia e crescimento
das classes médias.
3.Conhecer e compreender a evolução do operariado.
Página 173
Projeto Curricular de Escola
História 9º ano
Objetivos Específicas
I - Tratamento de Informação/Utilização de Fontes
Recolhe, regista e organiza sobre os temas em estudo
Distingue fontes de informação
Interpreta um documento: texto, mapa, imagem, obra de arte, barra
cronológica, gráficos…
Relaciona diferentes documentos
Infere conceitos na compreensão de uma situação histórica
Sintetiza informações
Elabora conclusões simples
II – Compreensão histórica
Temporalidade:
Situa no tempo acontecimentos e processos
Estabelece relações entre passado e presente
Constrói e analisa uma barra cronológica
Caracteriza fases da evolução histórica
Reconhece
algumas
situações
de
mudança/permanência
na
caracterização das sociedades em diferentes períodos
Espacialidade:
Situa no espaço acontecimentos e processos
Constrói e analisa um mapa
Caracteriza os principais contrastes na distribuição espacial das
atividades económicas e formas de organização do espaço em
diferentes períodos
Estabelece
relações
entre
a
organização
do
espaço
e
os
condicionalismos físico-naturais
Página 174
Projeto Curricular de Escola
Compreende a organização do espaço urbano e arquitetónico
Contextualização
Distingue e compara aspetos de natureza geográfica, económica,
política e cultural da mesma época ou de épocas diferentes
Estabelece relações causa-efeito
Interpreta o papel dos indivíduos e dos grupos na dinâmica social
Reconhece a simultaneidade de diferentes valores e culturas e o
caráter relativo dos valores culturais em diferentes espaços e tempos
históricos
Relaciona a História nacional com a História europeia e mundial
III – Comunicação em História
Organiza exposições, jornais de parede, dossiês temáticos…
Redige textos de História
Produz materiais para apoio da comunicação oral ou escrita
Recria situações sob a forma plástica, dramática
Utiliza diferentes formas de comunicação escrita na produção de
trabalhos temáticos
Aplica
vocabulário
específico
da
História
na
descrição,
no
relacionamento e na exploração dos diferentes aspetos das sociedades
da História mundial.
Página 175
Projeto Curricular de Escola
História
Secundário
Objetivos
Pesquisar,
de
diversificados,
forma
autónoma
informação
mas
relevante
planificada,
para
assuntos
em
em
meios
estudo,
organizando-a segundo critérios de pertinência.
Analisar fontes de natureza diversa, distinguindo informação, implícita e
explícita, assim como os respetivos limites para o conhecimento do
passado.
Analisar textos historiográficos, identificando a opinião do autor e
tornando-a como uma interpretação suscetível de revisão em função
dos avanços historiográficos.
Situar cronológica e espacialmente acontecimentos e processos
relevantes, relacionando-os com os contextos em que ocorreram.
Identificar a multiplicidade de fatores e a relevância da Ação de
indivíduos ou grupos, relativamente a fenómenos históricos circunscritos
no tempo e no espaço.
Situar e caracterizar aspetos relevantes da História de Portugal, europeia
e mundial.
Relacionar a História de Portugal com a História europeia e mundial,
distinguindo articulações dinâmicas e analogias/especificidades, quer
de natureza temática quer de âmbito cronológico, regional ou local.
Mobilizar conhecimentos de realidades históricas estudadas para
fundamentar opiniões relativas a problemas nacionais e do mundo
Página 176
Projeto Curricular de Escola
contemporâneo e para intervir de modo responsável no seu meio
envolvente;
Elaborar e comunicar, com correção linguística e de forma criativa,
sínteses de assuntos estudados:
- Estabelecendo os seus traços definidores,
-distinguindo situações de rutura e de continuidade,
-utilizando, de forma adequada, terminologia específica.
Utilizar as tecnologias de informação e comunicação, manifestando
sentido crítico na seleção adequada de contributos.
Assumir responsabilidades em atividades individuais e de grupo.
Participar
em
dinâmicas
de
equipa,
contribuindo
para
o
estabelecimento de relações harmoniosas e profícuas.
Manifestar
abertura
à
dimensão
intercultural
das
sociedades
contemporâneas.
Disponibilizar-se para ampliação e aprofundamento da sua formação.
Página 177
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de Geografia - 7º Ano
A Terra : Estudos e Representações
A Geografia e o Território
Compreender o objeto e o método da Geografia
A representação da superfície terrestre
Conhecer diferentes formas de representação da superfície terrestre
Compreender diferentes tipos de projeções cartográficas
Aplicar conhecimentos na elaboração de representações cartográficas do território
Compreender a diversidade de representações cartográficas
Aplicar o conhecimento de escalas no cálculo de distâncias reais
A Localização dos diferentes elementos da superfície terrestre
Compreender a importância dos processos de orientação na localização relativa
Compreender a importância dos elementos geométricos da esfera terrestre na
localização absoluta
Aplicar o conhecimento das coordenadas geográficas na localização de um lugar
Conhecer as especificidades físicas e humanas dos diferentes continentes
Conhecer e compreender a inserção de Portugal na Europa ena União Europeia
O Meio Natural
O relevo
Compreender diferentes formas de relevo através da análise de mapas e da
construção de perfis topográficos
Compreender os agentes externos responsáveis pela formação das diferentes formas
de relevo
Conhecer e compreender as principais formas de relevo em Portugal
Página 178
Projeto Curricular de Escola
A dinâmica de uma bacia hidrográfica
Compreender conceitos relacionados com a dinâmica de uma bacia hidrográfica
Compreender a dinâmica de uma bacia hidrográfica
Compreender a dinâmica das bacias hidrográficas em Portugal
Página 179
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de Geografia - 8º Ano
O Meio Natural
A dinâmica do litoral
1. Compreender a evolução do litoral
2. Compreender a evolução da linha da costa em Portugal
O clima
Compreender o clima como
o resultado da influência dos diferentes elementos
atmosféricos
Compreender a variação diurna da temperatura
Compreender a variação anual da temperatura
Compreender a variação da temperatura com a latitude
Compreender a variação da temperatura em função da proximidade ou
afastamento do oceano
Compreender a variação da temperatura em função do relevo
Compreender diferentes fenómenos de condensação e sublimação
Compreender a distribuição da precipitação à superfície terrestre
Compreender a influência dos centros barométricos na variação da precipitação
Compreender a influência das massas de ar na variação da precipitação
Compreender a ação de fatores regionais na ocorrência de precipitação
Compreender
a
importância
da
representação
gráfica
da
temperatura
e
precipitação na caraterização dos tipos de clima
Compreender as relações entre os tipos de clima e as diferentes formações vegetais
nas regiões quentes, temperadas e frias
Compreender o clima de Portugal e as principais formações vegetais
Página 180
Projeto Curricular de Escola
População e povoamento
Evolução da população mundial
Conhecer e compreender diferentes indicadores demográficos
Aplicar o conhecimento de conceitos para determinar indicadores demográficos
Compreender a evolução demográfica mundial
Representar a estrutura etária da população e compreender a adoção de diferentes
políticas demográficas
Compreender a diversidade demográfica em Portugal, através da análise de
pirâmides etárias
Compreender a implementação de políticas demográficas tendo em consideração
a realidade demográfica de um país
Distribuição da população mundial
Compreender a distribuição da população mundial
Compreender a distribuição da população em Portugal
Mobilidade da população
Compreender as causas e as consequências das migrações
Compreender os grandes ciclos migratórios internacionais
Compreender, no tempo e no espaço, as migrações em Portugal
Cidades, principais áreas de fixação humana
Compreender a origem e o crescimento das cidades
Compreender a organização morfofuncional das cidades
Compreender a inter-relação entre o espaço rural e o urbano
Diversidade Cultural
Compreender a importância dos fatores de identidade das populações no mundo
contemporâneo
Atividades Económicas
Os recursos naturais
Página 181
Projeto Curricular de Escola
Compreender a desigual distribuição dos recursos
Compreender as relações entre a distribuição e o consumo dos diferentes tipos de
recursos
Compreender a repartição das atividades económicas em setores
Página 182
Projeto Curricular de Escola
Geografia – 9º Ano
OBJETIVOS ESSENCIAIS / ESPECÍFICAS
O conhecimento dos Lugares e Regiões
Discutir aspetos geográficos dos lugares/regiões/assuntos em estudo, recorrendo a
programas de televisão, filmes, videogramas, notícias da imprensa escrita, livros e
enciclopédias.
Selecionar as características dos fenómenos geográficos responsáveis pela alteração
das localizações.
Realizar pesquisas documentais sobre a distribuição irregular dos fenómenos naturais
e humanos a nível nacional, europeu e mundial, utilizando um conjunto de recursos
que incluem material audiovisual, cd-roms, internet, notícias da imprensa escrita,
gráficos e quadros de dados estatísticos.
Desenvolver a utilização de dados/índices estatísticos, tirando conclusões a partir de
exemplos reais que justifiquem as conclusões apresentadas.
Problematizar as situações evidenciadas em trabalhos realizados, formulando
conclusões e apresentando-as em descrições escritas e/ou orais simples e/ou
material audiovisual.
Analisar casos concretos e refletir sobre soluções possíveis, utilizando recursos,
técnicas e conhecimentos geográficos.
O dinamismo das inter-relações entre Espaços
Interpretar, analisar e problematizar as inter-relações entre fenómenos naturais e
humanos
evidenciadas
em
trabalhos
realizados,
formulando
conclusões
e
apresentando-as em descrições escritas e/ou orais simples e/ou material audiovisual.
Analisar casos concretos de impacte dos fenómenos humanos no ambiente natural,
refletindo sobre as soluções possíveis.
Página 183
Projeto Curricular de Escola
Refletir criticamente sobre a qualidade de ambiental do lugar/região, sugerindo
ações concretas e viáveis que melhorem a qualidade ambiental desses espaços.
Analisar casos concretos de gestão do território que mostrem a importância da
preservação
e
conservação
do
ambiente
como
forma
de
assegurar
desenvolvimento sustentável.
Página 184
o
Projeto Curricular de Escola
Geografia
Ensino Secundário
Valorizar as diferenças entre indivíduos e culturas.
Demonstrar espírito de tolerância e capacidade de diálogo crítico.
Aceitar desafios partilhando riscos e dificuldades.
Desenvolver a perceção espacial no sentido de uma progressiva
apropriação criativa dos espaços de vida.
Avaliar o contributo das Tecnologias da Informação e Comunicação
como fator de desenvolvimento na compreensão e utilização individual
e social do espaço geográfico.
Interessar-se pela conciliação entre o crescimento económico e a
melhoria da qualidade de vida das populações, associando-os à
valorização do património natural e cultural.
Intervir no sentido de atenuar as assimetrias territoriais, valorizando a
preservação das diferenças entre as regiões.
Utilizar corretamente os conceitos geográficos.
Descrever e interpretar situações geográficas.
Identificar situações problemáticas relativas ao espaço geográfico.
Participar, através da procura e da apresentação de soluções
fundamentadas, na resolução de problemas espaciais.
Utilizar o método indutivo e dedutivo no estudo de fenómenos
geográficos.
Página 185
Projeto Curricular de Escola
Utilizar
o
processo
de
inferência
para
interpretar
documentos
geográficos, encaminhar a pesquisa, responder a problemas ou
levantar novos problemas.
Sistematizar
dados,
dando-lhes
coerência
e
organizando-os
em
categorias na procura de modelos explicativos de organização do
território.
Rentabilizar técnicas de expressão gráfica e cartográfica desenvolvida
ao longo do processo de aprendizagem.
Utilizar as Tecnologias da Informação e Comunicação, nomeadamente
os meios informáticos, telemáticos e vídeo.
Reconhecer a necessidade de mudança da escala de análise na
compreensão do espaço geográfico.
Reconhecer a existência de diferentes padrões de distribuição dos
fenómenos geográficos.
Relacionar a capacidade de transformação da organização espacial
com diferentes graus de desenvolvimento científico e tecnológico.
Relacionar transformações na organização do espaço geográfico com
as potencialidades e as limitações das Novas Tecnologias da
Informação.
Relacionar a existência de conflitos no uso do espaço e na gestão de
recursos com situações de desigual desenvolvimento, a nível local e/ou
regional.
Reconhecer a importância do ordenamento do território no atenuar das
desigualdades de desenvolvimento.
Compreender a estruturação do território nacional em diferentes
escalas de análise, assim como as suas interações com outros espaços,
particularmente com os espaços ibérico e europeu.
Página 186
Projeto Curricular de Escola
Filosofia 10º e 11º ano
Objetivos Gerais
No domínio cognitivo
Apropriar-se progressivamente da especificidade da Filosofia.
Distinguir a racionalidade filosófica de outros tipos de racionalidade.
Reconhecer o trabalho filosófico como atividade interpretativa e
argumentativa.
Reconhecer o caráter linguístico-retórico e lógico-argumentativo do
discurso filosófico.
Reconhecer a Filosofia como um espaço de reflexão interdisciplinar.
Reconhecer a necessidade de situar os problemas filosóficos no seu
contexto histórico-cultural.
Identificar as principais áreas e problemas da Filosofia.
Reconhecer
o
contributo
específico
da
Filosofia
para
o
desenvolvimento de um pensamento informado, metódico e crítico e
para a formação de uma consciência atenta, sensível e eticamente
responsável.
Adquirir
instrumentos
fundamentais
para
cognitivos,
conceptuais
o desenvolvimento
do
e
metodológicos
trabalho filosófico
e
transferíveis para outras aquisições cognitivas.
Adquirir informações seguras e relevantes para a compreensão dos
problemas
e
dos
desafios
que
se
colocam
às
sociedades
contemporâneas nos domínios da Ação, dos valores, da ciência e da
técnica.
Página 187
Projeto Curricular de Escola
Desenvolver um pensamento autónomo e emancipado que, por
integração progressiva e criteriosa dos saberes parcelares, permita a
elaboração de sínteses reflexivas pessoais, construtivas e abertas.
Desenvolver uma consciência crítica e responsável que, mediante a
análise fundamentada da experiência, atenta aos desafios e aos riscos
do presente, tome a seu cargo o cuidado ético pelo futuro.
No domínio das atitudes e dos valores
Promover
hábitos
e
atitudes
fundamentais
ao
desenvolvimento
cognitivo, pessoal e social.
Adquirir hábitos de estudo e de trabalho autónomo.
Desenvolver atitudes de discernimento crítico perante a informação e
os saberes transmitidos.
Desenvolver atitudes de curiosidade, honestidade e rigor intelectuais.
Desenvolver o respeito pelas convicções e atitudes dos outros,
descobrindo as razões dos que pensam de modo distinto.
Assumir as posições pessoais, com convicção e tolerância, rompendo
com a indiferença.
Desenvolver atitudes de solidariedade social e participação na vida da
comunidade.
Desenvolver um quadro coerente e fundamentado de valores.
Reconhecer distintos sistemas de valores e diferentes paradigmas de
valoração.
Adquirir o gosto e o interesse pelas diversas manifestações culturais.
Desenvolver uma sensibilidade ética, estética, social e política.
Comprometer-se na compreensão crítica do outro, no respeito pelos
seus sentimentos, ideias e comportamentos.
Página 188
Projeto Curricular de Escola
Assumir o exercício da cidadania, informando-se e participando no
debate dos problemas de interesse público, nacionais e internacionais.
Desenvolver a consciência do significado ético e da importância
política dos direitos humanos.
Desenvolver a consciência crítica dos desafios culturais decorrentes da
nossa integração numa sociedade cada vez mais marcada pela
globalização.
No domínio das competências, métodos e instrumentos
Ampliar
as
competências
básicas
de
discurso,
informação,
interpretação e comunicação.
Iniciar à discursividade filosófica, prestando particular atenção, nos
discursos/textos, à análise das articulações lógico-sintáticas e à análise
dos procedimentos retórico-argumentativos.
Iniciar à comunicação filosófica, desenvolvendo de forma progressiva
as capacidades de expressão pessoal, de comunicação e de diálogo.
Iniciar
ao
conhecimento
e
utilização
criteriosa
das
fontes
de
informação, designadamente obras de referência e novas tecnologias.
Iniciar à leitura crítica da linguagem icónica (BD, pintura, fotografia) e
audiovisual (cinema, televisão), tendo por base instrumentos de
descodificação e análise.
Dominar
metodologias
e
técnicas
de
trabalho
intelectual
que
potenciem a qualidade das aquisições cognitivas e assegurem a
autoformação e a educação permanente.
Desenvolver práticas de exposição (oral e escrita) e de intervenção
num debate, aprendendo a apresentar de forma metódica e
compreensível as ideias próprias ou os resultados de consultas ou notas
de leitura.
Página 189
Projeto Curricular de Escola
Iniciar
às
competências
específicas
de
problematização,
conceptualização e argumentação.
Reconhecer que os problemas são constitutivos e originários do ato de
filosofar.
Questionar filosoficamente as pseudo-evidências da opinião corrente,
por forma a ultrapassar o nível do senso comum na abordagem dos
problemas.
Determinar e formular adequadamente os principais problemas que se
colocam no âmbito dos vários temas programáticos.
Desenvolver
aproximação
atividades
específicas
etimológica,
de
aproximação
clarificação
semântica,
conceptual:
aproximação
predicativa, definição, classificação.
Adquirir e utilizar de forma progressiva e correta os conceitos operatórios
- transversais da Filosofia.
Identificar e clarificar de forma correta os conceitos nucleares relativos
aos temas/problemas propostos à reflexão pelo programa.
Desenvolver atividades de análise e confronto de argumentos.
Iniciar às competências de análise e interpretação de textos e à
composição filosófica.
Analisar a problemática sobre a qual um texto toma posição,
identificando o tema/problema, a(s) tese(s) que defende ou a(s)
resposta(s) que dá, as teses ou respostas que contraria ou as teses ou
respostas que explicitamente refuta.
Analisar
a
conceptualidade
sobre
a
qual
assenta
um
texto,
identificando os termos ou conceitos nucleares do texto, explicitando o
seu significado e as suas articulações.
Página 190
Projeto Curricular de Escola
Analisar a estrutura lógico-argumentativa de um texto, pesquisando os
argumentos, dando conta do percurso argumentativo, explorando
possíveis objeções e refutações.
Confrontar as teses e a argumentação de um texto com teses e
argumentos alternativos.
Assumir posição pessoal relativamente às teses e aos argumentos em
confronto.
Redigir composições de análise e de interpretação de textos que
incidam
sobre
temas/problemas
do
programa
efetivamente
desenvolvidos nas aulas.
Desenvolver,
seguindo
temas/problemas
planos/guiões
programáticos,
que
ou
modelos
tenham
sido
simples,
objeto
de
abordagem nas aulas.
Página 191
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de EMR – 2º Ciclo Ensino Básico
Domínio: Religião e experiência religiosa
Compreender o que são o fenómeno religioso e a experiência religiosa.
Construir uma chave de leitura religiosa da pessoa, da vida e da história.
Domínio: Cultura cristã e visão cristã da vida
Identificar o núcleo central do cristianismo e do catolicismo
Conhecer a mensagem e culturas bíblicas.
Identificar os valores evangélicos.
Conhecer o percurso da Igreja no tempo e o seu contributo para a construção da
sociedade.
Descobrir a simbólica cristã.
Reconhecer exemplos
relevantes
do património artístico criados
com um
fundamento religioso.
Estabelecer um diálogo entre a cultura e a fé.
Domínio: Ética e moral
Reconhecer a proposta do agir ético cristão em situações vitais do quotidiano.
Promover o bem comum e o cuidado do outro.
Amadurecer a sua responsabilidade perante a pessoa, a comunidade e o mundo.
Identificar o fundamento religioso da moral cristã.
Reconhecer, à luz da mensagem cristã, a dignidade da pessoa humana.
Página 192
Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de EMR – 3º Ciclo Ensino Básico
Domínio: Religião e experiência religiosa
Compreender o que são o fenómeno religioso e a experiência religiosa.
Construir uma chave de leitura religiosa da pessoa, da vida e da história.
Identificar o núcleo central das várias tradições religiosas.
Promover o diálogo inter-religioso como suporte para a construção da paz e a
colaboração entre os povos.
Domínio: Cultura cristã e visão cristã da vida
Identificar o núcleo central do cristianismo e do catolicismo
Conhecer a mensagem e culturas bíblicas.
Identificar os valores evangélicos.
Articular uma perspectiva sobre as principais propostas doutrinais da Igreja Católica.
Conhecer o percurso da Igreja no tempo e o seu contributo para a construção da
sociedade.
Descobrir a simbólica cristã.
Reconhecer exemplos
relevantes
do património artístico criados
com um
fundamento religioso.
Estabelecer um diálogo entre a cultura e a fé.
Domínio: Ética e moral
Reconhecer a proposta do agir ético cristão em situações vitais do quotidiano.
Promover o bem comum e o cuidado do outro.
Amadurecer a sua responsabilidade perante a pessoa, a comunidade e o mundo.
Identificar o fundamento religioso da moral cristã.
Reconhecer, à luz da mensagem cristã, a dignidade da pessoa humana.
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Projeto Curricular de Escola
Metas Curriculares de EMR – Secundário
Domínio: Religião e experiência religiosa
Compreender o que são o fenómeno religioso e a experiência religiosa.
Construir uma chave de leitura religiosa da pessoa, da vida e da história.
Identificar o núcleo central das várias tradições religiosas.
Promover o diálogo inter-religioso como suporte para a construção da paz e a
colaboração entre os povos.
Domínio: Cultura cristã e visão cristã da vida
Identificar o núcleo central do cristianismo e do catolicismo
Conhecer a mensagem e culturas bíblicas.
Identificar os valores evangélicos.
Articular uma perspectiva sobre as principais propostas doutrinais da Igreja Católica.
Conhecer o percurso da Igreja no tempo e o seu contributo para a construção da
sociedade.
Descobrir a simbólica cristã.
Reconhecer exemplos
relevantes
do património artístico criados
com um
fundamento religioso.
Estabelecer um diálogo entre a cultura e a fé.
Domínio: Ética e moral
Reconhecer a proposta do agir ético cristão em situações vitais do quotidiano.
Promover o bem comum e o cuidado do outro.
Amadurecer a sua responsabilidade perante a pessoa, a comunidade e o mundo.
Identificar o fundamento religioso da moral cristã.
Reconhecer, à luz da mensagem cristã, a dignidade da pessoa humana.
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Projeto Curricular de Escola
3.1.2.3 Departamento de Ciências Exatas e Económicas
Matemática
Básico I
Metas Curriculares
1.º Ano
Números e Operações
Números naturais
- Contar até cem
1. Verificar que dois conjuntos têm o mesmo número de elementos ou
determinar qual dos dois é mais numeroso utilizando correspondências
um a um.
2. Saber de memória a sequência dos nomes dos números naturais até
vinte e utilizar corretamente os numerais do sistema decimal para os
representar.
3. Contar até vinte objetos e reconhecer que o resultado final não
depende da ordem de contagem escolhida.
4. Associar pela contagem diferentes conjuntos ao mesmo número
natural, o conjunto vazio ao número zero e reconhecer que um
conjunto tem menor número de elementos que outro se o resultado da
contagem do primeiro for anterior, na ordem natural, ao resultado da
contagem do segundo.
5. Efetuar contagens progressivas e regressivas envolvendo números até
vinte, e, numa fase posterior, até cem.
Página 195
Projeto Curricular de Escola
Sistema de numeração decimal
- Descodificar o sistema de numeração decimal
1. Designar dez unidades por uma dezena e reconhecer que na
representação «10» o algarismo «1» se encontra numa nova posição
marcada pela colocação do «0».
2. Saber que os números naturais entre 11 e 19 são compostos por uma
dezena e uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete, oito ou nove
unidades.
3. Ler e representar qualquer número natural até 100, identificando o
valor posicional dos algarismos que o compõem.
4. Comparar números naturais até 100 tirando partido do valor
posicional dos algarismos e utilizar corretamente os símbolos «<» e «>».
Adição
- Adicionar números naturais
1. Saber que o sucessor de um número na ordem natural é igual a esse
número mais 1.
2.
Efetuar
adições
envolvendo
números
naturais
até
20,
por
manipulação de objetos ou recorrendo a desenhos e esquemas.
3. Reconhecer que a soma de qualquer número com zero é igual a esse
número.
4. Utilizar corretamente os símbolos «+» e «=».
5. Adicionar fluentemente dois números de um algarismo.
6. Decompor um número natural inferior a 100 na soma das dezenas
com as unidades.
7. Decompor um número natural até 20 em somas de dois ou mais
números de um algarismo.
Página 196
Projeto Curricular de Escola
8. Adicionar mentalmente um número de dois algarismos com um
número de um algarismo e um número de dois algarismos com um
número de dois algarismos terminado em 0, nos casos em que a soma é
inferior a 100.
9. Adicionar dois quaisquer números naturais cuja soma seja inferior a
100, adicionando dezenas com dezenas, unidades com unidades com
composição de dez unidades em uma dezena quando necessário, e
privilegiando a representação vertical do cálculo.
- Resolver problemas
1. Resolver problemas de um passo envolvendo situações de juntar ou
acrescentar.
Subtração
- Subtrair números naturais
1. Efetuar subtrações envolvendo números naturais até 20 por
manipulação de objetos ou recorrendo a desenhos e esquemas.
2. Utilizar corretamente o símbolo «–» e os termos «aditivo» e «subtrativo».
3. Relacionar a subtração com a adição, identificando a diferença
entre dois números como o número que se deve adicionar ao subtrativo
para obter o aditivo.
4. Efetuar a subtração de dois números por contagens progressivas ou
regressivas de, no máximo, nove unidades.
5. Subtrair de um número natural até 100 um dado número de dezenas.
6. Efetuar a subtração de dois números naturais até 100, decompondo o
subtrativo em dezenas e unidades.
- Resolver problemas
1. Resolver problemas de um passo envolvendo situações de retirar ou
comparar.
Página 197
Projeto Curricular de Escola
Geometria e Medida
Localização e orientação no espaço
- Situar-se e situar objetos no espaço
1. Utilizar corretamente o vocabulário próprio das relações de posição
de dois objetos.
2. Reconhecer que um objeto está situado à frente de outro quando o
oculta total ou parcialmente da vista de quem observa e utilizar
corretamente as expressões «à frente de» e «por detrás de».
3. Reconhecer que se um objeto estiver à frente de outro então o
primeiro está mais perto do observador e utilizar corretamente as
expressões «mais perto» e «mais longe».
4. Identificar alinhamentos de três ou mais objetos (incluindo ou não o
observador) e utilizar adequadamente neste contexto as expressões
«situado entre», «mais distante de», «mais próximo de» e outras
equivalentes.
5. Utilizar o termo «ponto» para identificar a posição de um objeto de
dimensões desprezáveis e efetuar e reconhecer representações de
pontos alinhados e não alinhados.
6. Comparar distâncias entre pares de objetos e de pontos utilizando
deslocamentos de objetos rígidos e utilizar adequadamente neste
contexto as expressões «à mesma distância», «igualmente próximo»,
«mais distantes», «mais próximos» e outras equivalentes.
7. Identificar figuras geométricas como «geometricamente iguais», ou
simplesmente «iguais», quando podem ser levadas a ocupar a mesma
região do espaço por deslocamentos rígidos.
Página 198
Projeto Curricular de Escola
Figuras geométricas
- Reconhecer e representar formas geométricas
1. Identificar partes retilíneas de objetos e desenhos, representar
segmentos de reta sabendo que são constituídos por pontos alinhados e
utilizar corretamente os termos «segmento de reta», «extremos (ou
extremidades) do segmento de reta» e «pontos do segmento de reta».
2. Identificar pares de segmentos de reta com o mesmo comprimento
como aqueles cujos extremos estão à mesma distância e saber que são
geometricamente iguais.
3. Identificar partes planas de objetos verificando que de certa
perspetiva podem ser vistas como retilíneas.
4. Reconhecer partes planas de objetos em posições variadas.
5. Identificar, em objetos, retângulos e quadrados com dois lados em
posição vertical e os outros dois em posição horizontal e reconhecer o
quadrado como caso particular do retângulo.
6. Identificar triângulos, retângulos, quadrados, circunferências e círculos
em posições variadas e utilizar corretamente os termos «lado» e
«vértice».
7. Representar triângulos e, em grelha quadriculada, retângulos e
quadrados.
8. Identificar cubos, paralelepípedos retângulos, cilindros e esferas.
Página 199
Projeto Curricular de Escola
Medida
- Medir distâncias e comprimentos
1. Utilizar um objeto rígido com dois pontos nele fixados para medir
distâncias e comprimentos que possam ser expressos como números
naturais e utilizar corretamente neste contexto a expressão «unidade de
comprimento».
2. Reconhecer que a medida da distância entre dois pontos e portanto
a medida do comprimento do segmento de reta por eles determinado
depende da unidade de comprimento.
3. Efetuar medições referindo a unidade de comprimento utilizada.
4. Comparar distâncias e comprimentos utilizando as respetivas
medidas, fixada uma mesma unidade de comprimento.
- Medir áreas
1. Reconhecer, num quadriculado, figuras equidecomponíveis.
2. Reconhecer que duas figuras equidecomponíveis têm a mesma área
e designá-las por figuras «equivalentes».
3. Comparar áreas de figuras por sobreposição, decompondo-as
previamente se necessário.
- Medir o tempo
1. Utilizar corretamente o vocabulário próprio das relações temporais.
2. Reconhecer o caráter cíclico de determinados fenómenos naturais e
utilizá-los para contar o tempo.
3. Utilizar e relacionar corretamente os termos dia, semana, mês e ano.
4. Conhecer o nome dos dias da semana e dos meses do ano.
Página 200
Projeto Curricular de Escola
- Contar dinheiro
1. Reconhecer as diferentes moedas e notas do sistema monetário da
Área do Euro.
2. Saber que 1 euro é composto por 100 cêntimos.
3. Ler quantias de dinheiro decompostas em euros e cêntimos
envolvendo números até 100.
4. Efetuar contagens de quantias de dinheiro envolvendo números até
100, utilizando apenas euros ou apenas cêntimos.
5. Ordenar moedas de cêntimos de euro segundo o respetivo valor.
Organização e tratamento de dados
Representação de dados
- Recolher e representar conjuntos de dados
1. Ler gráficos de pontos e pictogramas em que cada figura representa
uma unidade.
2. Recolher e registar dados utilizando gráficos de pontos e pictogramas
em que cada figura representa uma unidade.
3. Utilizar corretamente os termos «conjunto», «elemento» e as expressões
«pertence», «não pertence» e «cardinal».
4. Representar graficamente conjuntos disjuntos e os respetivos
elementos.
5. Classificar objetos de acordo com um ou dois critérios.
Página 201
Projeto Curricular de Escola
2.º Ano
Números e Operações
Números naturais
- Conhecer os numerais ordinais
1. Utilizar corretamente os numerais ordinais até «vigésimo».
- Contar até mil
1. Estender as regras de construção dos numerais até mil.
2. Efetuar contagens de 2 em 2, de 5 em 5, de 10 em 10 e de 100 em
100.
- Reconhecer a paridade
1. Distinguir os números pares dos números ímpares utilizando objetos ou
desenhos e efetuando emparelhamentos.
2. Identificar um número par como uma soma de parcelas iguais a 2.
3. Reconhecer a paridade de um número através do algarismo das
unidades.
Sistema de numeração decimal
- Descodificar o sistema de numeração decimal
1. Designar cem unidades por uma centena e reconhecer que uma
centena é igual a dez dezenas.
2. Ler e representar qualquer número natural até 1000, identificando o
valor posicional dos algarismos que o compõem.
3. Comparar números naturais até 1000 utilizando os símbolos «<» e «>».
Página 202
Projeto Curricular de Escola
Adição e Subtração
- Adicionar e subtrair números naturais
1. Saber de memória a soma de dois quaisquer números de um
algarismo.
2. Subtrair fluentemente números naturais até 20.
3. Adicionar ou subtrair mentalmente 10 e 100 de um número com três
algarismos.
4. Adicionar dois ou mais números naturais cuja soma seja inferior a 1000,
privilegiando a representação vertical do cálculo.
5. Subtrair dois números naturais até 1000, privilegiando a representação
vertical do cálculo.
- Resolver problemas
1. Resolver problemas de um ou dois passos envolvendo situações de
juntar, acrescentar, retirar e comparar.
Multiplicação
- Multiplicar números naturais
1. Efetuar multiplicações adicionando parcelas iguais, envolvendo
números naturais até 10, por manipulação de objetos ou recorrendo a
desenhos e esquemas.
2. Utilizar corretamente o símbolo «×».
3. Efetuar uma dada multiplicação fixando dois conjuntos disjuntos e
contando o número de pares que se podem formar com um elemento
de cada, por manipulação de objetos ou recorrendo a desenhos e
esquemas.
4. Reconhecer que o produto de qualquer número por 1 é igual a esse
número e que o produto de qualquer número por 0 é igual a 0.
Página 203
Projeto Curricular de Escola
5. Contar o número de objetos colocados numa malha retangular
verificando que é igual ao produto, por qualquer ordem, do número de
linhas pelo número de colunas.
6. Calcular o produto de quaisquer dois números de um algarismo.
7. Construir e saber de memória as tabuadas do 2, do 3, do 4, do 5, do 6
e do 10.
8. Utilizar adequadamente os termos dobro, triplo, quádruplo e
quíntuplo.
8. Resolver problemas
1. Resolver problemas de um ou dois passos envolvendo situações
multiplicativas nos sentidos aditivo e combinatório.
Divisão inteira
- Efetuar divisões exatas de números naturais
1. Efetuar divisões exatas envolvendo divisores até 10 e dividendos até
20 por manipulação de objetos ou recorrendo a desenhos e esquemas.
2. Utilizar corretamente o símbolo «:».
3. Relacionar a divisão com a multiplicação, sabendo que o quociente
é o número que se deve multiplicar pelo divisor para obter o dividendo.
4. Efetuar divisões exatas utilizando as tabuadas de multiplicação já
conhecidas.
5. Utilizar adequadamente os termos metade, terça parte, quarta parte
e quinta parte, relacionando os respetivamente com o dobro, o triplo, o
quádruplo e o quíntuplo.
6. Resolver problemas de um passo envolvendo situações de partilha
equitativa.
Página 204
Projeto Curricular de Escola
Números racionais não negativos
- Dividir a unidade
1. Fixar um segmento de reta como unidade e identificar ½, 1/3, ¼, 1/5,
1/10, 1/100 e 1/1000 como números, iguais à medida do comprimento
de cada um dos segmentos de reta resultantes da decomposição da
unidade em respetivamente dois, três, quatro, cinco, dez, cem e mil
segmentos de reta de igual comprimento.
2. Fixar um segmento de reta como unidade e representar números
naturais e as frações ½, 1/3, ¼, 1/5 e 1/10 numa semirreta dada,
colocando o zero na origem de tal modo que o ponto que representa
determinado número se encontra a uma distância da origem igual a
esse número de unidades.
3. Utilizar as frações ½, 1/3, ¼, 1/5, 1/10, 1/100 e 1/1000 para referir cada
uma das partes de um todo dividido respetivamente em duas, três,
quatro, cinco, dez, cem e mil partes equivalentes.
Sequências e regularidades
- Resolver problemas
1. Resolver problemas envolvendo a determinação de termos de uma
sequência, dada a lei de formação.
2. Resolver problemas envolvendo a determinação de uma lei de
formação compatível com uma sequência parcialmente conhecida.
Página 205
Projeto Curricular de Escola
Geometria e Medida
Localização e orientação no espaço
- Situar-se e situar objetos no espaço
1. Identificar a «direção» de um objeto ou de um ponto (relativamente a
quem observa) como o conjunto das posições situadas à frente e por
detrás desse objeto ou desse ponto.
2. Utilizar corretamente os termos volta inteira, meia volta, quarto de
volta, virar à direita e virar à esquerda do ponto de vista de um
observador e relacioná-los com pares de direções.
3. Identificar numa grelha quadriculada pontos equidistantes de um
dado ponto.
4.
Representar
numa
grelha
quadriculada
itinerários
incluindo
mudanças de direção e identificando os quartos de volta para a direita
e para a esquerda.
Figuras geométricas
- Reconhecer e representar formas geométricas
1. Identificar semirretas.
2. Identificar a reta determinada por dois pontos como o conjunto dos
pontos com eles alinhados e utilizar corretamente as expressões
«semirretas opostas» e «reta suporte de uma semirreta».
3. Distinguir linhas poligonais de linhas não poligonais e polígonos de
figuras planas não poligonais.
4. Identificar em desenhos as partes interna e externa de linhas planas
fechadas e utilizar o termo «fronteira» para designar as linhas.
5.
Identificar
e
representar
triângulos
isósceles
e
equiláteros,
reconhecendo os segundos como casos particulares dos primeiros.
Página 206
Projeto Curricular de Escola
6. Identificar e representar losangos e reconhecer o quadrado como
caso particular do losango.
7. Identificar e representar quadriláteros e reconhecer os losangos e
retângulos como casos particulares de quadriláteros.
8. Identificar e representar pentágonos e hexágonos.
9. Identificar pirâmides e cones, distinguir poliedros de outros sólidos e
utilizar corretamente os termos «vértice», «aresta» e «face».
10. Identificar figuras geométricas numa composição e efetuar
composições de figuras geométricas.
11. Distinguir atributos não geométricos de atributos geométricos de um
dado objeto.
12.
Completar
figuras
planas
de
modo
que
fiquem
simétricas
relativamente a um eixo previamente fixado, utilizando dobragens,
papel vegetal, etc.
Medida
- Medir distâncias e comprimentos
1. Reconhecer que fixada uma unidade de comprimento nem sempre é
possível medir uma dada distância exatamente como um número
natural e utilizar corretamente as expressões «mede mais/menos do
que» um certo número de unidades.
2. Designar subunidades de comprimento resultantes da divisão de uma
dada unidade de comprimento em duas, três, quatro, cinco, dez, cem
ou mil partes iguais respetivamente por «um meio», «um terço», «um
quarto», «um quinto», «um décimo», «um centésimo» ou «um milésimo»
da unidade.
Página 207
Projeto Curricular de Escola
3. Reconhecer o decímetro, o centímetro e o milímetro respetivamente
como a décima, a centésima e a milésima parte do metro e efetuar
medições utilizando estas unidades.
4. Identificar o perímetro de um polígono como a soma das medidas
dos comprimentos dos lados, fixada uma unidade.
- Medir áreas
1. Medir áreas de figuras efetuando decomposições em partes
geometricamente iguais tomadas como unidade de área.
2. Comparar áreas de figuras utilizando as respetivas medidas, fixada
uma mesma unidade de área.
- Medir volumes e capacidades
1. Reconhecer figuras equidecomponíveis em construções com cubos
de arestas iguais.
2. Reconhecer que dois objetos equidecomponíveis têm o mesmo
volume.
3. Medir volumes de construções efetuando decomposições em partes
geometricamente iguais tomadas como unidade de volume.
4. Utilizar a transferência de líquidos para ordenar a capacidade de dois
recipientes.
5. Medir capacidades, fixado um recipiente como unidade de volume.
6. Utilizar o litro para realizar medições de capacidade.
7. Comparar volumes de objetos imergindo-os em líquido contido num
recipiente, por comparação dos níveis atingidos pelo líquido.
Página 208
Projeto Curricular de Escola
- Medir massas
1. Comparar massas numa balança de dois pratos.
2. Utilizar unidades de massa não convencionais para realizar pesagens.
3. Utilizar o quilograma para realizar pesagens.
- Medir o tempo
1. Efetuar medições do tempo utilizando instrumentos apropriados.
2. Reconhecer a hora como unidade de medida de tempo e relacionála com o dia.
3. Ler e escrever a medida de tempo apresentada num relógio de
ponteiros, em horas, meias horas e quartos de hora.
4. Ler e interpretar calendários e horários.
- Contar dinheiro
1. Ler e escrever quantias de dinheiro decompostas em euros e
cêntimos envolvendo números até 1000.
2. Efetuar contagens de quantias de dinheiro envolvendo números até
1000.
- Resolver problemas
1. Resolver problemas de um ou dois passos envolvendo medidas de
diferentes grandezas.
Página 209
Projeto Curricular de Escola
Organização e tratamento de dados
Representação de dados
- Recolher e representar conjuntos de dados
1. Ler tabelas de frequências absolutas, gráficos de pontos e
pictogramas em diferentes escalas.
2. Recolher dados utilizando diagramas de contagem (tally charts) e
representá-los em tabelas de frequências absolutas.
3. Representar dados através de gráficos de pontos e de pictogramas.
- Interpretar representações de conjuntos de dados
1. Retirar informação de diagramas de contagem, gráficos de pontos e
pictogramas identificando a característica em estudo e comparando os
valores das frequências das várias categorias observadas.
2. Organizar conjuntos de dados em diagramas de Carroll.
3. Identificar a reunião e a interseção de dois conjuntos.
4. Construir e interpretar diagramas de Venn.
5. Construir e interpretar gráficos de barras.
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Projeto Curricular de Escola
3.º Ano
Números e Operações
Números naturais
- Conhecer os numerais ordinais
1. Utilizar corretamente os numerais ordinais até «centésimo».
- Contar até um milhão
1. Estender as regras de construção dos numerais até um milhão.
2. Efetuar contagens progressivas e regressivas, com saltos fixos, que
possam tirar partido das regras de construção dos numerais até um
milhão.
- Conhecer a numeração romana
1. Conhecer e utilizar corretamente os numerais romanos.
Sistema de numeração decimal
- Descodificar o sistema de numeração decimal
1. Designar mil unidades por um milhar e reconhecer que um milhar é
igual a dez centenas e a cem dezenas.
2. Representar qualquer número natural até 1.000.000 , identificando o
valor posicional dos algarismos que o compõem e efetuar a leitura por
classes e por ordens.
3. Comparar números naturais até 1.000.000 utilizando os símbolos «<» e
«>».
4. Efetuar a decomposição decimal de qualquer número natural até um
milhão.
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Projeto Curricular de Escola
5. Arredondar um número natural à dezena, à centena, ao milhar, à
dezena de milhar ou à centena de milhar mais próxima, utilizando o
valor posicional dos algarismos.
Adição e subtração
- Adicionar e subtrair números naturais
1. Adicionar dois números naturais cuja soma seja inferior a 1.000.000,
utilizando o algoritmo da adição.
2. Subtrair dois números naturais até 1.000.000, utilizando o algoritmo da
subtração.
3. Resolver problemas de até três passos envolvendo situações de juntar,
acrescentar, retirar e comparar.
Multiplicação
- Multiplicar números naturais
1. Saber de memória as tabuadas do 7, do 8 e do 9.
2. Utilizar corretamente a expressão «múltiplo de».
3. Reconhecer que o produto de um número por 10, 100, 1000, etc. se
obtém acrescentando à representação decimal desse número o
correspondente número de zeros.
4. Efetuar mentalmente multiplicações de números com um algarismo
por múltiplos de dez inferiores a cem, tirando partido das tabuadas.
5. Efetuar a multiplicação de um número de um algarismo por um
número de dois algarismos, decompondo o segundo em dezenas e
unidades e utilizando a propriedade distributiva.
6. Multiplicar fluentemente um número de um algarismo por um número
de dois algarismos, começando por calcular o produto pelas unidades
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Projeto Curricular de Escola
e retendo o número de dezenas obtidas para o adicionar ao produto
pelas dezenas.
7. Multiplicar dois números de dois algarismos, decompondo um deles
em dezenas e unidades, utilizando a propriedade distributiva e
completando o cálculo com recurso à disposição usual do algoritmo.
8. Multiplicar quaisquer dois números cujo produto seja inferior a um
milhão, utilizando o algoritmo da multiplicação.
9. Reconhecer os múltiplos de 2, 5 e 10 por inspeção do algarismo das
unidades.
- Resolver problemas
1. Resolver problemas de até três passos envolvendo situações
multiplicativas nos sentidos aditivo e combinatório.
Divisão
- Efetuar divisões inteiras
1. Efetuar divisões inteiras identificando o quociente e o resto quando o
divisor e o quociente são números naturais inferiores a 10, por
manipulação de objetos ou recorrendo a desenhos e esquemas.
2. Reconhecer que o dividendo é igual à soma do resto com o produto
do quociente pelo divisor e que o resto é inferior ao divisor.
3. Efetuar divisões inteiras com divisor e quociente inferiores a 10
utilizando a tabuada do divisor e apresentar o resultado com a
disposição usual do algoritmo.
4. Utilizar corretamente as expressões «divisor de» e «divisível por» e
reconhecer que um número natural é divisor de outro se o segundo for
múltiplo do primeiro (e vice-versa).
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5. Reconhecer que um número natural é divisor de outro se o resto da
divisão do segundo pelo primeiro for igual a zero.
6. Resolver problemas de até três passos envolvendo situações de
partilha e relacionando a multiplicação com a divisão.
Números racionais não negativos
- Medir com frações
1. Fixar um segmento de reta como unidade e identificar uma fração
unitária 1/b (sendo b um número natural) como um número igual à
medida do comprimento de cada um dos segmentos de reta
resultantes da decomposição da unidade em b segmentos de reta de
comprimentos iguais.
2. Fixar um segmento de reta como unidade e identificar uma fração
a/b (sendo a e b números naturais) como um número, igual à medida
do comprimento de um segmento de reta obtido por justaposição
retilínea,
extremo
a
extremo,
de
a
segmentos
de
reta
com
comprimentos iguais medindo 1/b.
3. Utilizar corretamente os termos «numerador» e «denominador».
4. Utilizar corretamente os numerais fracionários.
5. Utilizar as frações para designar grandezas formadas por certo
número de partes equivalentes a uma que resulte de divisão equitativa
de um todo.
6. Reconhecer que o número natural a, enquanto medida de uma
grandeza, é equivalente à fração a/1 e identificar, para todo o número
natural b, a fração 0/b como o número 0.
7. Fixar um segmento de reta como unidade de comprimento e
representar
números
naturais
e
frações
numa
semirreta
dada,
colocando o zero na origem e de tal modo que o ponto que representa
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Projeto Curricular de Escola
determinado número se encontre a uma distância da origem igual a
esse número de unidades.
8. Identificar «reta numérica» como a reta suporte de uma semirreta
utilizada para representar números não negativos, fixada uma unidade
de comprimento.
9.
Reconhecer
que
frações
com
diferentes
numeradores
e
denominadores podem representar o mesmo ponto da reta numérica,
associar a cada um desses pontos representados por frações um
«número racional» e utilizar corretamente neste contexto a expressão
«frações equivalentes».
10. Identificar frações equivalentes utilizando medições de diferentes
grandezas.
11. Reconhecer que uma fração cujo numerador é divisível pelo
denominador representa o número natural quociente daqueles dois.
12. Ordenar números racionais positivos utilizando a reta numérica ou a
medição de outras grandezas.
13. Ordenar frações com o mesmo denominador.
14. Ordenar frações com o mesmo numerador.
15. Reconhecer que uma fração de denominador igual ou superior ao
numerador representa um número racional respetivamente igual ou
inferior a 1 e utilizar corretamente o termo «fração própria».
- Adicionar e subtrair números racionais
1. Reconhecer que a soma e a diferença de números naturais podem
ser determinadas na reta numérica por justaposição retilínea extremo a
extremo de segmentos de reta.
2. Identificar somas de números racionais positivos como números
correspondentes a pontos da reta numérica, utilizando justaposições
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retilíneas extremo a extremo de segmentos de reta, e a soma de
qualquer número com zero como sendo igual ao próprio número.
3. Identificar a diferença de dois números racionais não negativos como
o número que se deve adicionar ao subtrativo para obter o aditivo e
identificar o ponto da reta numérica que corresponde à diferença de
dois números positivos utilizando justaposições retilíneas extremo a
extremo de segmentos de reta.
4. Reconhecer que é igual a 1 a soma de a parcelas iguais a 1/a (sendo
a número natural).
5. Reconhecer que a soma de a parcelas iguais a 1/b (sendo a e b
números naturais) é igual a a/b e identificar esta fração como os
produtos a × 1/b e 1/b × a.
6. Reconhecer que a soma e a diferença de frações de iguais
denominadores podem ser obtidas adicionando e subtraindo os
numeradores.
7. Decompor uma fração superior a 1 na soma de um número natural e
de uma fração própria utilizando a divisão inteira do numerador pelo
denominador.
Sistema de numeração decimal
- Representar números racionais por dízimas
1. Identificar as frações decimais como as frações com denominadores
iguais a 10, 100, 1000,…
2. Reduzir ao mesmo denominador frações decimais utilizando exemplos
do sistema métrico.
3. Adicionar frações decimais com denominadores até 1000, reduzindo
ao maior denominador.
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4. Representar por 0,1 , 0,01 e 0,001 os números racionais 1/10, 1/100 e
1/1000, respetivamente.
5. Representar as frações decimais como dízimas e representá-las na
reta numérica.
6. Adicionar e subtrair números representados na forma de dízima
utilizando os algoritmos.
7.
Efetuar
a
decomposição
decimal
de
um
número
racional
representado como dízima.
Geometria e Medida
Localização e orientação no espaço
- Situar-se e situar objetos no espaço
1. Identificar dois segmentos de reta numa grelha quadriculada como
paralelos se for possível descrever um itinerário que começa por
percorrer um dos segmentos, acaba percorrendo o outro e contém um
número par de quartos de volta.
2. Identificar duas direções relativamente a um observador como
perpendiculares quando puderem ser ligadas por um quarto de volta.
3. Reconhecer e representar segmentos de reta perpendiculares e
paralelos em situações variadas.
4. Reconhecer a perpendicularidade entre duas direções quando uma
é vertical e outra horizontal.
5. Reconhecer, numa grelha quadriculada na qual cada linha
“horizontal” e cada linha “vertical” está identificada por um símbolo,
que qualquer ponto pode ser localizado através de um par de
coordenadas.
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6. Identificar pontos de uma grelha quadriculada dadas as suas
coordenadas.
Figuras geométricas
- Reconhecer propriedades geométricas
1. Identificar uma «circunferência» em determinado plano como o
conjunto de pontos desse plano a uma distância dada de um ponto
nele fixado e representar circunferências utilizando um compasso.
2. Identificar uma «superfície esférica» como o conjunto de pontos do
espaço a uma distância dada de um ponto.
3. Utilizar corretamente os termos «centro», «raio» e «diâmetro».
4. Identificar a «parte interna de uma circunferência» como o conjunto
dos pontos do plano cuja distância ao centro é inferior ao raio.
5. Identificar um «círculo» como a reunião de uma circunferência com a
respetiva parte interna.
6. Identificar a «parte interna de uma superfície esférica» como o
conjunto dos pontos do espaço cuja distância ao centro é inferior ao
raio.
7. Identificar uma «esfera» como a reunião de uma superfície esférica
com a respetiva parte interna.
8. Identificar eixos de simetria em figuras planas utilizando dobragens,
papel vegetal, etc.
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Projeto Curricular de Escola
Medida
- Medir comprimentos e áreas
1. Relacionar as diferentes unidades de medida de comprimento do
sistema métrico.
2. Medir distâncias e comprimentos utilizando as unidades do sistema
métrico e efetuar conversões.
3. Construir numa grelha quadriculada figuras não geometricamente
iguais com o mesmo perímetro.
4. Reconhecer que figuras com a mesma área podem ter perímetros
diferentes.
5. Fixar uma unidade de comprimento e identificar a área de um
quadrado de lado de medida 1 como uma «unidade quadrada».
6. Medir a área de figuras decomponíveis em unidades quadradas.
7. Enquadrar a área de uma figura utilizando figuras decomponíveis em
unidades quadradas.
8. Reconhecer, fixada uma unidade de comprimento, que a medida,
em unidades quadradas, da área de um retângulo de lados de
medidas inteiras é dada pelo produto das medidas de dois lados
concorrentes.
9. Reconhecer o metro quadrado como a área de um quadrado com
um metro de lado.
- Medir massas
1. Relacionar as diferentes unidades de massa do sistema métrico.
2. Realizar pesagens utilizando as unidades do sistema métrico e efetuar
conversões.
3. Saber que um litro de água pesa um quilograma.
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Projeto Curricular de Escola
- Medir capacidades
1. Relacionar as diferentes unidades de capacidade do sistema
métrico.
2. Medir capacidades utilizando as unidades do sistema métrico e
efetuar conversões.
- Medir o tempo
1. Saber que o minuto é a sexagésima parte da hora e que o segundo é
a sexagésima parte do minuto.
2. Ler e escrever a medida do tempo apresentada num relógio de
ponteiros em horas e minutos.
3. Efetuar conversões de medidas de tempo expressas em horas,
minutos e segundos.
4. Adicionar e subtrair medidas de tempo expressas em horas, minutos e
segundos.
- Contar dinheiro
1. Adicionar e subtrair quantias de dinheiro.
- Resolver problemas
1. Resolver problemas de até três passos envolvendo medidas de
diferentes grandezas.
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Projeto Curricular de Escola
Organização e tratamento de dados
Representação e tratamento de dados
- Representar conjuntos de dados
1. Representar conjuntos de números naturais em diagramas de caule e
folhas.
- Tratar conjuntos de dados
1. Identificar a «frequência absoluta» de uma categoria de determinado
conjunto de dados como o número de elementos da população que
pertencem a essa categoria.
2. Identificar a «moda» de um conjunto de dados como a categoria
com maior frequência absoluta.
3. Identificar o «máximo» e o «mínimo» de um conjunto de dados
numéricos respetivamente como a categoria de maior e menor valor
numérico, designando-os por «extremos».
4. Identificar a «amplitude» de um conjunto de dados numéricos como
a diferença entre extremos.
- Resolver problemas
1. Resolver problemas envolvendo a análise de dados representados em
tabelas, diagramas ou gráficos e a determinação de frequências
absolutas, moda, extremos e amplitude.
2. Resolver problemas envolvendo a organização de dados por
categorias e a respetiva representação de uma forma adequada.
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Projeto Curricular de Escola
4.º Ano
Números e Operações
Números naturais
- Contar
1. Reconhecer que se poderia prosseguir a contagem indefinidamente
introduzindo regras de construção análogas às utilizadas para a
contagem até um milhão.
2. Saber que o termo «bilião» e termos idênticos noutras línguas têm
significados distintos em diferentes países, designando um milhão de
milhões em Portugal e noutros países europeus e um milhar de milhões
no Brasil (bilhão) e nos EUA (billion), por exemplo.
- Efetuar divisões inteiras
1. Efetuar divisões inteiras com dividendos de três algarismos e divisores
de dois algarismos, nos casos em que o dividendo é menor que 10 vezes
o divisor, começando por construir uma tabuada do divisor constituída
pelos produtos com os números de 1 a 9 e apresentar o resultado com a
disposição usual do algoritmo.
2. Efetuar divisões inteiras com dividendos de três algarismos e divisores
de dois algarismos, nos casos em que o dividendo é menor que 10 vezes
o divisor, utilizando o algoritmo, ou seja, determinando os algarismos do
resto sem calcular previamente o produto do quociente pelo divisor.
3. Efetuar divisões inteiras com dividendos de dois algarismos e divisores
de um algarismo, nos casos em que o número de dezenas do dividendo
é superior ou igual ao divisor, utilizando o algoritmo.
4. Efetuar divisões inteiram utilizando o algoritmo.
5. Identificar os divisores de um número natural até 100.
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Projeto Curricular de Escola
- Resolver problemas
1. Resolver problemas de vários passos envolvendo as quatro
operações.
Números racionais não negativos
- Simplificar frações
1. Reconhecer que multiplicando o numerador e o denominador de
uma dada fração pelo mesmo número natural se obtém uma fração
equivalente.
2. Simplificar frações nos casos em que o numerador e o denominador
pertençam simultaneamente à tabuada do 2 ou do 5 ou sejam ambos
múltiplos de 10.
- Multiplicar e dividir números racionais não negativos
1. Estender dos naturais a todos os racionais não negativos a
identificação do produto de um número q por um número natural n
como a soma de n parcelas iguais a q, se n > 1 , como o próprio q, se n
= 1, e representá-lo por n × q e q × n.
2. Reconhecer que n × a/b = n×a/b e que, em particular, b × a/b = a
(sendo n , a e b números naturais).
3. Estender dos naturais a todos os racionais não negativos a
identificação do quociente de um número por outro como o número
cujo produto pelo divisor é igual ao dividendo e utilizar o símbolo «:» na
representação desse resultado.
4. Reconhecer que a ∶ b = a/b = a × 1/b (sendo a e b números naturais).
5. Reconhecer que a/b ∶ n = a/n×b (sendo n, a e b números naturais).
6. Estender dos naturais a todos os racionais não negativos a
identificação do produto de um número q por 1/n (sendo n um número
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Projeto Curricular de Escola
natural) como o quociente de q por n, representá-lo por q × 1/n e 1/n ×
q e reconhecer que o quociente de um número racional não negativo
por 1/n é igual ao produto desse número por n.
7. Distinguir o quociente resultante de uma divisão inteira do quociente
racional de dois números naturais.
- Representar números racionais por dízimas
1. Reconhecer que o resultado da multiplicação ou divisão de uma
dízima por 10, 100, 1000, etc. pode ser obtido deslocando a vírgula uma,
duas, três, etc. casas decimais respetivamente para a direita ou
esquerda.
2. Reconhecer que o resultado da multiplicação ou divisão de uma
dízima por 0,1 , 0,01 , 0,001, etc. pode ser obtido deslocando a vírgula
uma, duas, três, etc. casas decimais respetivamente para a esquerda
ou direita.
3. Determinar uma fração decimal equivalente a uma dada fração de
denominador 2, 4, 5, 20, 25 ou 50, multiplicando o numerador e o
denominador pelo mesmo número natural e representá-la na forma de
dízima.
4. Representar como dízimas frações equivalentes a frações decimais
com denominador até 1000, recorrendo ao algoritmo da divisão inteira
e posicionando corretamente a vírgula decimal no resultado.
5. Calcular aproximações de frações na forma de dízima, recorrendo ao
algoritmo da divisão inteira e posicionando corretamente a vírgula
decimal
no resultado, e utilizar adequadamente
as expressões
aproximação à décima, à centésima, à milésima, etc.
6. Multiplicar números na forma de dízima utilizando o algoritmo.
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Projeto Curricular de Escola
7. Dividir números na forma de dízima utilizando o algoritmo da divisão e
posicionando corretamente a vírgula decimal no quociente e no resto.
Geometria e Medida
Localização e orientação no espaço
- Situar-se e situar objetos no espaço
1. Associar o termo «ângulo» a um par de direções relativas a um
mesmo observador, utilizar o termo «vértice do ângulo» para identificar
a posição do ponto de onde é feita a observação e utilizar
corretamente a expressão «ângulo formado por duas direções» e outras
equivalentes.
2. Identificar ângulos em diferentes objetos e desenhos.
3.
Identificar
«ângulos
com
a
mesma
amplitude»
utilizando
deslocamentos de objetos rígidos com três pontos fixados.
4. Reconhecer como ângulos os pares de direções associados
respetivamente à meia volta e ao quarto de volta.
Figuras geométricas
- Identificar e comparar ângulos
1. Identificar as semirretas situadas entre duas semirretas OA e OB não
colineares como as de origem O que intersetam o segmento de reta
[AB].
2. Identificar um ângulo convexo AOB de vértice O (A, O e B pontos não
colineares) como o conjunto de pontos pertencentes às semirretas
situadas entre OA e OB.
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Projeto Curricular de Escola
3. Identificar dois ângulos convexos AOB e COD como verticalmente
opostos quando as semirretas OA e OB são respetivamente opostas a
OC e OD ou a OD e OC.
4. Reconhecer o plano determinado por três pontos A,B e C não
colineares como a união de seis ângulos convexos: os três ângulos
convexos por eles determinados e os respetivos ângulos verticalmente
opostos.
5. Reconhecer, dados três pontos A, B e C não colineares, o triângulo
[ABC] como a interseção dos três ângulos convexos por eles
determinados.
6. Reconhecer, dadas duas retas concorrentes, o plano que as contém
como a união dos quatro ângulos convexos por elas formados.
7. Identificar um semiplano como cada uma das partes em que fica
dividido um plano por uma reta nele fixada, sabendo que dois pontos
pertencem a semiplanos opostos se o segmento de reta por eles
definido intersetar a reta.
8. Identificar um ângulo côncavo AOB de vértice O como o conjunto
complementar, no plano, do respetivo ângulo convexo unido com as
semirretas
AO e OB.
9. Designar uma semirreta OA que passa por um ponto B por «ângulo
AOB de vértice O» e referi-la como «ângulo nulo».
10. Associar um ângulo raso a um semiplano e a um par de semirretas
opostas que o delimitam e designar por vértice deste ângulo a origem
comum das semirretas.
11. Associar um ângulo giro a um plano e a uma semirreta nele fixada e
designar por vértice deste ângulo a origem da semirreta.
12. Utilizar corretamente o termo «lado de um ângulo».
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13. Reconhecer dois ângulos, ambos convexos ou ambos côncavos,
como tendo a mesma amplitude marcando pontos equidistantes dos
vértices nos lados correspondentes de cada um dos ângulos e
verificando que são iguais os segmentos de reta determinados por
cada par de pontos assim fixado em cada ângulo, e saber que ângulos
com a mesma amplitude são geometricamente iguais.
14. Identificar dois ângulos situados no mesmo plano como «adjacentes»
quando partilham um lado e nenhum dos ângulos está contido no
outro.
15. Identificar um ângulo como tendo maior amplitude do que outro
quando for geometricamente igual à união deste com um ângulo
adjacente.
16. Identificar um ângulo como reto se unido com um adjacente de
mesma amplitude formar um semiplano.
17. Identificar ângulo agudo como um ângulo com amplitude menor do
que a de um ângulo reto.
18. Identificar um ângulo convexo como obtuso se tiver amplitude maior
do que a de um ângulo reto.
19. Reconhecer ângulos retos, agudos, obtusos, convexos e côncavos
em desenhos e objetos e saber representá-los.
20. Utilizar corretamente os termos «triângulo retângulo», «triângulo
acutângulo» e «triângulo obtusângulo».
- Reconhecer propriedades geométricas
1. Reconhecer que duas retas são perpendiculares quando formam um
ângulo reto e saber que nesta situação os restantes três ângulos
formados são igualmente retos.
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Projeto Curricular de Escola
2. Designar por «retas paralelas» retas em determinado plano que não
se intersetam e como «retas concorrentes» duas retas que se intersetam
exatamente num ponto.
3. Saber que retas com dois pontos em comum são coincidentes.
4. Efetuar representações de retas paralelas e concorrentes, e identificar
retas não paralelas que não se intersetam.
5. Identificar os retângulos como os quadriláteros cujos ângulos são
retos.
6. Designar por «polígono regular» um polígono de lados e ângulos
iguais.
7. Saber que dois polígonos são geometricamente iguais quando
tiverem os lados e os ângulos correspondentes geometricamente iguais.
8. Identificar os paralelepípedos retângulos como os poliedros de seis
faces retangulares e designar por «dimensões» os comprimentos de três
arestas concorrentes num vértice.
9. Designar por «planos paralelos» dois planos que não se intersetam.
10. Identificar prismas triangulares retos como poliedros com cinco
faces, das quais duas são triangulares e as restantes três retangulares,
sabendo que as faces triangulares são paralelas.
11. Decompor o cubo e o paralelepípedo retângulo em dois prismas
triangulares retos.
12.
Identificar
prismas
retos
como
poliedros
com
duas
faces
geometricamente iguais situadas respetivamente em dois planos
paralelos e as restantes retangulares e reconhecer os cubos e os demais
paralelepípedos retângulos como prismas retos.
13. Relacionar cubos, paralelepípedos retângulos e prismas retos com as
respetivas planificações.
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Projeto Curricular de Escola
14. Reconhecer pavimentações do plano por triângulos, retângulos e
hexágonos, identificar as que utilizam apenas polígonos regulares e
reconhecer que o plano pode ser pavimentado de outros modos.
15. Construir pavimentações triangulares a partir de pavimentações
hexagonais (e vice-versa) e pavimentações triangulares a partir de
pavimentações retangulares.
Medida
- Medir comprimentos e áreas
1. Reconhecer que a área de um quadrado com um decímetro de lado
(decímetro quadrado) é igual à centésima parte do metro quadrado e
relacionar as diferentes unidades de área do sistema métrico.
2. Reconhecer as correspondências entre as unidades de medida de
área do sistema métrico e as unidades de medida agrárias.
3. Medir áreas utilizando as unidades do sistema métrico e efetuar
conversões.
4. Calcular numa dada unidade do sistema métrico a área de um
retângulo cuja medida dos lados possa ser expressa, numa subunidade,
por números naturais.
- Medir volumes e capacidades
1. Fixar uma unidade de comprimento e identificar o volume de um
cubo de lado um como «uma unidade cúbica».
2. Medir o volume de figuras decomponíveis em unidades cúbicas.
3. Reconhecer, fixada uma unidade de comprimento, que a medida,
em unidades cúbicas, do volume de um paralelepípedo retângulo de
arestas de medida inteira é dada pelo produto das medidas das três
dimensões.
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Projeto Curricular de Escola
4. Reconhecer o metro cúbico como o volume de um cubo com um
metro de aresta.
5. Reconhecer que o volume de um cubo com um decímetro de aresta
(decímetro cúbico) é igual à milésima parte do metro cúbico e
relacionar as diferentes unidades de medida de volume do sistema
métrico.
6. Reconhecer a correspondência entre o decímetro cúbico e o litro e
relacionar as unidades de medida de capacidade com as unidades de
medida de volume.
- Medir o tempo
1. Converter uma medida de tempo expressa em mais do que uma
unidade (complexo) numa medida de tempo expressa numa única
unidade (incomplexo).
2. Transformar um incomplexo em complexo.
3. Adicionar e subtrair complexos.
4. Multiplicar uma medida de tempo por um número natural.
- Resolver problemas
1. Resolver problemas de vários passos relacionando medidas de
diferentes grandezas.
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Projeto Curricular de Escola
Organização e tratamento de dados
Tratamento de dados
- Utilizar frequências relativas e percentagens
1. Identificar a «frequência relativa» de uma categoria de determinado
conjunto de dados com a fração cujo numerador é a frequência
absoluta dessa categoria e o denominador é o número total de dados.
2. Exprimir qualquer fração própria em percentagem arredondada às
décimas.
- Resolver problemas
1. Resolver problemas envolvendo o cálculo e a comparação de
frequências relativas.
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Projeto Curricular de Escola
Objetivos gerais – Matemática 2º ciclo
5.º ano
Números racionais não negativos
- Simplificação de frações;
- Frações irredutíveis;
- Redução de duas frações ao mesmo denominador;
- Ordenação de números racionais representados por frações;
- Adição, subtração, multiplicação e divisão de números racionais não
negativos representados na forma de fração;
- Representação de números racionais na forma de numerais mistos;
adição e subtração de números racionais representados por numerais
mistos;
- Aproximações e arredondamentos de números racionais;
-Problemas
de
vários
passos
envolvendo
números
racionais
representados na forma de frações, dízimas, percentagens e numerais
mistos.
-Critérios de divisibilidade por 3, 4 e 9;
- Determinação do máximo divisor comum de dois números naturais por
inspeção dos divisores de cada um deles;
-Algoritmo de Euclides;
-Números primos entre si; números obtidos por divisão de dois dados
números pelo respetivo máximo divisor comum; irredutibilidade das
frações de termos primos entre si;
-Determinação do mínimo múltiplo comum de dois números naturais por
inspeção dos múltiplos de cada um deles;
Página 232
Projeto Curricular de Escola
-Relação entre o máximo divisor comum e o mínimo múltiplo comum de
dois números;
-Problemas envolvendo o cálculo do mínimo múltiplo comum e do
máximo divisor comum de dois números;
Propriedades geométricas
Ângulos, paralelismo e perpendicularidade
- Ângulo igual à soma de outros dois; definição e construção com régua
e compasso;
- Bissetriz de um ângulo; construção com régua e compasso;
- Ângulos complementares e suplementares;
- Igualdade de ângulos verticalmente opostos;
- Semirretas diretamente e inversamente paralelas;
- Ângulos correspondentes e paralelismo;
- Ângulos internos, externos e pares de ângulos alternos internos e
alternos externos determinados por uma secante num par de retas
concorrentes; relação com o paralelismo;
- Ângulos de lados diretamente e inversamente paralelos; pares de
ângulos de lados perpendiculares.
Triângulos e quadriláteros
- Ângulos internos, externos e adjacentes a um lado de um polígono;
- Ângulos de um triângulo: soma dos ângulos internos, relação de um
ângulo externo com os internos não adjacentes e soma de três ângulos
externos com vértices distintos;
- Triângulos acutângulos, obtusângulos e retângulos; hipotenusa e
catetos de um triângulo retângulo;
Página 233
Projeto Curricular de Escola
- Ângulos internos de triângulos obtusângulos e retângulos;
- Paralelogramos; ângulos opostos e adjacentes de um paralelogramo;
- Critérios de igualdade de triângulos: critérios LLL, LAL e ALA; construção
de triângulos dados os comprimentos de lados e/ou as amplitudes de
ângulos internos;
- Relações entre lados e ângulos num triângulo ou em triângulos iguais;
- Igualdade dos lados opostos de um paralelogramo;
- Desigualdade triangular;
- Pé da perpendicular traçada de um ponto para uma reta e, num
dado plano, perpendicular a uma reta num ponto;
- Distância de um ponto a uma reta e entre retas paralelas; altura de um
triângulo e de um paralelogramo.
- Problemas envolvendo as noções de paralelismo, perpendicularidade,
ângulos e triângulos.
- Área de retângulos de lados de medida racional;
- Fórmulas para a área de paralelogramos e triângulos;
- Problemas envolvendo o cálculo de áreas de figuras planas.
- Medidas de amplitudes de ângulos;
- O grau como unidade de medida de amplitude; minutos e segundos
de grau;
- Utilização do transferidor para medir amplitudes de ângulos e para
construir ângulos de uma dada medida de amplitude;
- Problemas envolvendo adições, subtrações e conversões de medidas
de amplitude expressas em forma complexa e incomplexa.
Página 234
Projeto Curricular de Escola
Expressões algébricas e propriedades das operações
- Prioridades convencionadas das operações de adição, subtração,
multiplicação e divisão; utilização de parêntesis;
- Propriedade associativa e comutativa da adição e multiplicação e
propriedades distributivas da multiplicação em relação à adição e
subtração;
- Elementos neutros da adição e da multiplicação e elemento
absorvente da multiplicação de números racionais não negativos;
- Utilização do traço de fração com o significado de quociente de
números racionais;
- Inversos dos números racionais positivos;
- Produto e quociente de quocientes de números racionais; inverso de
um produto e de um quociente de números racionais;
- Cálculo de expressões numéricas envolvendo as quatro operações
aritméticas e a utilização de parêntesis;
- Linguagem natural e linguagem simbólica.
Gráficos cartesianos
- Referenciais cartesianos, ortogonais e monométricos;
- Abcissas, ordenadas e coordenadas;
- Gráficos cartesianos.
Representação e tratamento de dados
- Tabelas de frequências absolutas e relativas;
- Gráficos de barras e de linhas;
- Média aritmética;
- Problemas envolvendo a média e a moda;
- Problemas envolvendo dados em tabelas, diagramas e gráficos.
Página 235
Projeto Curricular de Escola
6º ano
Números naturais
- Números primos;
- Crivo de Eratóstenes;
- Teorema fundamental da aritmética e aplicações.
Números racionais positivos e negativos
- Números racionais negativos;
- Simétrico e valor absoluto de um número racional;
- Semirreta de sentido positivo associada a um número; ordenação de
números racionais;
- Conjunto dos números inteiros relativos e conjunto dos números
racionais.
Adição e subtração
- Segmentos de reta orientados; orientação positiva e negativa de
segmentos orientados da reta numérica;
- Adição de números racionais; definição e propriedades;
- Subtração e soma algébrica de números racionais; definição e
propriedades;
- Módulo da diferença de dois números como medida da distância
entre os pontos que representam esses números na reta numérica.
Figuras geométricas planas
- Ângulo ao centro e setor circular;
- Polígonos inscritos numa circunferência;
- Retas e segmentos de reta tangentes a uma circunferência;
Página 236
Projeto Curricular de Escola
- Polígonos circunscritos a uma circunferência;
- Apótema de um polígono.
Sólidos geométricos e propriedades
- Prismas; prismas oblíquos e regulares;
- Pirâmides;
- Bases, faces laterais e vértices de prismas e pirâmides;
- Pirâmides regulares;
- Cilindros; bases, eixo, geratrizes e superfície lateral de um cilindro;
- Cones; base, vértice, eixo, geratrizes e superfície lateral de um cone;
- Cilindros e cones retos;
- Relação entre o número de arestas e de vértices de um prisma (ou
pirâmide) e da respetiva base;
- Poliedros convexos;
- Relação de Euler;
- Planificações de sólidos;
- Problemas envolvendo sólidos geométricos e respetivas planificações.
Área
- Fórmula para o perímetro do círculo; aproximação por perímetros de
polígonos regulares inscritos e circunscritos;
- Fórmula para a área de polígonos regulares;
- Fórmula para a área e do círculo; aproximação por áreas de polígonos
regulares inscritos;
- Problemas envolvendo o cálculo de perímetros e áreas de polígonos e
círculos;
Página 237
Projeto Curricular de Escola
Volume
- Fórmula para o volume do paralelepípedo retângulo com dimensões
de medida racional;
- Fórmulas para o volume do prisma reto e do cilindro reto;
- Problemas envolvendo o cálculo de volumes de sólidos.
Isometrias do plano
- Reflexão central como isometria; invariância da amplitude de ângulo;
- Mediatriz de um segmento de reta; construção da mediatriz utilizando
régua e compasso;
- Reflexão axial como isometria; invariância da amplitude de ângulo;
eixos de simetria; a bissetriz de um ângulo como eixo de simetria;
- Rotação de sentido positivo ou negativo como isometria; invariância
da amplitude de ângulo;
- Imagem de um segmento de reta por uma isometria;
- Construção de imagens de figuras planas por reflexões centra e axiais
e por rotações;
- Simetrias de rotação e de reflexão;
- Problemas envolvendo as propriedades das isometrias e utilizando
raciocínio dedutivo;
- Problemas envolvendo figuras com simetrias de rotação e de reflexão
axial.
Potências de expoente natural
- Potência de base racional não negativa;
- Regras operatórias das potências de base racional não negativa;
- Prioridade das operações;
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Projeto Curricular de Escola
- Linguagem simbólica e linguagem natural em enunciados envolvendo
potências.
Sequências e regularidades
- Determinação de termos de uma sequência definida por uma lei de
formação recorrente ou por uma expressão geradora;
- Determinação de expressões geradoras de sequências definidas por
uma lei de formação recorrente;
- Problemas envolvendo a determinação de uma lei de formação
compatível com uma sequência parcialmente conhecida.
Proporcionalidade direta
- Noção de grandezas diretamente proporcionais e de constante de
proporcionalidade direta;
-
Proporções;
extremos,
meios
e
termos
de
uma
proporção;
propriedades; regra de três simples;
- Escalas em mapas;
- Problemas envolvendo a noção de proporcionalidade direta entre
grandezas mutuamente dependentes
Representação e tratamento de dados
- População e unidade estatística;
- Variáveis quantitativas e qualitativas;
- Gráficos circulares;
- Análise de conjuntos de dados a partir da média, moda e amplitude;
- Problemas envolvendo dados representados de diferentes formas.
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Matemática
7.º ano
Números racionais
1. Multiplicar e dividir números racionais relativos
1. Provar, a partir da caraterização algébrica (a soma dos simétricos é
nula), que o simétrico da soma de dois números racionais é igual à soma
dos simétricos e que o simétrico da diferença é igual à soma do
simétrico
do
aditivo
com
o
subtrativo:
−( q + r ) = ( − q ) + ( − r ) e − ( q − r ) = ( − q ) + r .
2. Estender dos racionais não negativos a todos os racionais a
identificação do produto de um número natural n por um número q
como a soma de n parcelas iguais a q, representá-lo por n × q e por q × n
, e reconhecer que n × (−q) = (−q) × n = −(n × q ) .
3. Estender dos racionais não negativos a todos os racionais a
identificação do quociente entre um número q e um número natural n
como o número racional cujo produto por n é igual a q e representá-lo
por q:n e por
q
(−q)
q
e reconhecer que
=− .
n
n
n
4. Estender dos racionais não negativos a todos os racionais a
identificação do produto de um número q por r =
a
(onde a e b são
b
números naturais) como o quociente por b do produto de q por a,
representá-lo por q × r e e × q e reconhecer que r × (−q ) = ( −q) × r = −(r × q) .
5. Estender dos racionais não negativos a todos os racionais a
identificação do produto de -1 por um número q como o respetivo
simétrico e representá-lo por (−1) × q e por q × (−1) .
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Projeto Curricular de Escola
6. Identificar, dados dois números racionais positivos q e r, o produto
(−q) × (−r ) como
q×r ,
começando
por
observar
que
(−q) × (−r ) = (q × (−1)) × (−r ) .
7. Saber que o produto de dois quaisquer números racionais é o número
racional cujo valor absoluto é igual ao produto dos valores absolutos
dos fatores, sendo o sinal positivo se os fatores tiverem o mesmo sinal e
negativo no caso contrário, verificando esta propriedade em exemplos
concretos.
8. Estender dos racionais não negativos a todos os racionais a
identificação do quociente entre um número q (o dividendo) e um
número não nulo r (o divisor) como o número racional cujo produto pelo
divisor é igual ao dividendo e reconhecer que
−q q
q
=
=− .
r
−r
r
9. Saber que o quociente entre um número racional e um número
racional não nulo é o número racional cujo valor absoluto é igual ao
quociente dos valores absolutos, sendo o sinal positivo se estes números
tiverem o mesmo sinal e negativo no caso contrário, verificando esta
propriedade em exemplos concretos.
Alfabeto grego
1. Conhecer o alfabeto grego
2.
Saber
nomear
e
representar
as
letras
gregas
minúsculas
α , β ,γ ,δ ,π , ρ e σ e .
Página 241
Projeto Curricular de Escola
Figuras Geométricas
Classificar e construir quadriláteros
1. Identificar uma «linha poligonal» como uma sequência de
segmentos de reta num dado plano, designados por «lados», tal
que pares de lados consecutivos partilham um extremo, lados
que se intersetam não são colineares e não há mais do que dois
lados partilhando um extremo, designar por «vértices» os
extremos comuns a dois lados e utilizar corretamente o termo
«extremidades da linha poligonal».
2. Identificar uma linha poligonal como «fechada» quando as
extremidades coincidem.
3. Identificar uma linha poligonal como «simples» quando os
únicos pontos comuns a dois lados são vértices.
4. Reconhecer informalmente que uma linha poligonal fechada
simples
delimita no plano duas regiões disjuntas, sendo uma delas limitada
e designada por «parte interna» e a outra ilimitada e designada por
«parte externa» da linha.
5. Identificar um «polígono simples», ou apenas «polígono», como a
união dos lados de uma linha poligonal fechada simples com a
respetiva parte interna, designar por «vértices» e «lados» do polígono
respetivamente os vértices e os lados da linha poligonal, por «interior» do
polígono a parte interna da linha poligonal, por «exterior» do polígono a
parte externa da linha poligonal e por «fronteira» do polígono a união
Página 242
Projeto Curricular de Escola
dos respetivos lados, e utilizar corretamente as expressões «vértices
consecutivos» e «lados consecutivos».
6. Designar por [ A1 A2 ... An ] o polígono de lados [ A1 A2 ],[ A2 A3 ],...,[ An A1 ] .
7. Identificar um «quadrilátero simples» como um polígono simples com
quatro lados, designando-o também por «quadrilátero»
quando esta simplificação de linguagem não for
ambígua, e utilizar corretamente, neste contexto, o
termo «lados opostos».
8. Identificar um «ângulo interno» de um polígono como
um ângulo de vértice coincidente com um vértice do
polígono, de lados contendo os lados do polígono que se encontram
nesse vértice e que interseta o interior do polígono e utilizar
corretamente, neste contexto, os termos «ângulos adjacentes» a um
lado.
9. Designar um polígono por «convexo» quando qualquer segmento de
reta que une dois pontos do polígono está nele contido e por
«côncavo» no caso contrário.
10. Saber que um polígono é convexo quando (e
apenas
quando)
os
ângulos
internos
são
todos
convexos e que, neste caso, o polígono é igual à
interseção dos respetivos ângulos internos.
Página 243
Projeto Curricular de Escola
11. Identificar um «ângulo externo» de um polígono convexo como um
ângulo suplementar e adjacente a um ângulo interno do polígono.
12. Demonstrar que a soma dos ângulos internos de um quadrilátero é
igual a um ângulo giro.
13. Reconhecer, dado um polígono, que a soma das medidas das
amplitudes, em graus, dos respetivos ângulos internos é igual
ao produto de pelo número de lados diminuído de duas
unidades e que associando a cada ângulo interno um
externo adjacente a soma destes é igual a um ângulo giro.
14. Designar por «diagonal» de um dado polígono qualquer segmento
de reta que une dois vértices não consecutivos.
15. Reconhecer que um quadrilátero tem exatamente
duas diagonais e saber que as diagonais de um
quadrilátero convexo se intersetam num ponto que é
interior ao quadrilátero.
16. Reconhecer que um quadrilátero é um paralelogramo
quando (e apenas quando) as diagonais se bissetam.
17. Reconhecer que um paralelogramo é um retângulo quando (e
apenas quando) as diagonais são iguais.
Página 244
Projeto Curricular de Escola
18. Reconhecer que um paralelogramo é um losango
quando
(e
apenas
quando)
as
diagonais
são
perpendiculares.
19. Identificar um «papagaio» como um quadrilátero que
tem dois pares
de lados consecutivos iguais e reconhecer que um
losango é um papagaio.
20.
Reconhecer
que
as
diagonais
de
um
papagaio
são
perpendiculares.
21. Identificar «trapézio» como um quadrilátero simples com dois lados
paralelos (designados por «bases») e justificar que um paralelogramo é
um trapézio.
22. Designar um trapézio com dois lados opostos não
paralelos por «trapézio isósceles» quando esses lados
são iguais e por «trapézio escaleno» no caso contrário.
23. Designar um trapézio por «trapézio retângulo» quando tem um lado
perpendicular às bases.
24. Demonstrar que todo o trapézio com bases iguais é um
paralelogramo.
3. Resolver problemas
1. Resolver problemas envolvendo congruências de triângulos e
propriedades
dos
quadriláteros,
podendo
incluir
demonstrações
geométricas.
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Paralelismo, congruência e semelhança
Identificar e construir figuras congruentes e semelhantes
1. Identificar duas figuras geométricas como «isométricas»
ou «congruentes» quando é possível estabelecer entre os
respetivos pontos uma correspondência um a um de tal
modo
que
pares
de
pontos
correspondentes
são
equidistantes e designar uma correspondência com esta
propriedade por
«isometria».
2. Identificar duas figuras geométricas como «semelhantes» quando é
possível estabelecer entre os respetivos pontos uma correspondência
um a um de tal modo que as distâncias entre pares de pontos
correspondentes são diretamente proporcionais, designar a respetiva
constante de proporcionalidade por «razão de semelhança», uma
correspondência com esta propriedade por «semelhança» e justificar
que as isometrias são as
semelhanças de razão 1 .
3. Saber que toda a figura semelhante a um polígono é um polígono
com o mesmo número de vértices e que toda a semelhança associada
faz corresponder aos vértices e aos lados de um respetivamente os
vértices e os lados do outro.
4. Saber que dois polígonos convexos são semelhantes quando (e
apenas quando) se pode estabelecer uma correspondência entre os
vértices de um e do outro de tal modo que os
comprimentos dos lados e das diagonais do segundo se
obtêm
multiplicando
os
comprimentos
dos
correspondentes lados e das diagonais do primeiro por um
mesmo número.
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Projeto Curricular de Escola
5. Decompor um dado triângulo em dois triângulos e um paralelogramo
traçando as duas retas que passam pelo ponto médio de um dos lados
e são respetivamente paralelas a cada um dos dois outros, justificar que
os dois triângulos da decomposição são iguais e concluir que todos os
lados do triângulo inicial ficam assim bissetados.
6. Reconhecer, dado um triângulo [ABC], que se uma reta r
intersetar o segmento [AB] no ponto médio M e o segmento
[AC] no ponto D, que AD = DC quando (e apenas quando) r
é paralela a BC e que, nesse caso, BC = 2MD .
7. Enunciar o Teorema de Tales e demonstrar as condições de
proporcionalidade nele envolvidas por argumentos geométricos em
exemplos com constantes de proporcionalidade racionais.
8. Reconhecer que dois triângulos são semelhantes quando os
comprimentos dos lados de um são diretamente proporcionais aos
comprimentos dos lados correspondentes do outro e designar esta
propriedade por «critério LLL de semelhança de triângulos».
9. Reconhecer, utilizando o teorema de Tales, que dois triângulos são
semelhantes quando os comprimentos de dois lados de um são
diretamente proporcionais aos comprimentos de dois dos lados do outro
e os ângulos por eles formados em cada triângulo são iguais e designar
esta propriedade por «critério LAL de semelhança de triângulos».
10. Reconhecer, utilizando o teorema de Tales, que dois triângulos são
semelhantes quando dois ângulos internos de um são iguais a dois dos
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ângulos internos do outro e designar esta propriedade por «critério AA
de semelhança de triângulos».
11. Reconhecer, utilizando o teorema de Tales, que dois triângulos
semelhantes têm os ângulos correspondentes iguais.
12. Reconhecer que dois quaisquer círculos são semelhantes, com razão
de semelhança igual ao quociente dos respetivos raios.
13. Saber que dois polígonos são semelhantes quando (e apenas
quando) têm o mesmo número de lados e existe uma
correspondência entre eles tal que os comprimentos dos
lados do segundo são diretamente proporcionais aos
comprimentos dos lados do primeiro e os ângulos formados
por lados correspondentes são iguais e reconhecer esta
propriedade em casos concretos por triangulações.
14. Dividir, dado um número natural n, um segmento de reta em n
segmentos de igual comprimento utilizando régua e compasso, com ou
sem esquadro.
Construir e reconhecer propriedades de homotetias
1. Identificar, dado um ponto O e um número racional positivo r, a
«homotetia de centro e razão r» como a correspondência que a um
& tal que OM ' = rOM .
ponto M associa o ponto M’ da semirreta OM
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2. Identificar, dado um ponto O e um número racional negativo r, a
«homotetia de centro O e razão r» como a correspondência que a um
& tal que
ponto M associa o ponto M’ da semirreta oposta a OM
OM ' = −rOM .
3. Utilizar corretamente os termos «homotetia direta», «homotetia
inversa», «ampliação», «redução» e «figuras homotéticas».
4. Reconhecer que duas figuras homotéticas são semelhantes, sendo a
razão de semelhança igual ao módulo da razão da homotetia.
5. Construir figuras homotéticas utilizando quadrículas ou utilizando
régua e compasso.
6. Resolver problemas
1. Resolver problemas envolvendo semelhanças de triângulos e
homotetias, podendo incluir demonstrações geométricas.
Medida
Medir comprimentos de segmentos de reta com diferentes unidades
1. Reconhecer, fixada uma unidade de comprimento, um segmento de
reta [AB] de medida m e um segmento de reta [CD] de medida m’, que
a medida de [CD] tomando o comprimento de [AB] para unidade de
medida é igual a
m'
.
m
2. Reconhecer que o quociente entre as medidas de comprimento de
dois segmentos de reta se mantém quando se altera a unidade de
medida considerada.
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3. Designar dois segmentos de reta por «comensuráveis» quando existe
uma unidade de comprimento tal que a medida de ambos é expressa
por números inteiros.
4. Reconhecer que se existir uma unidade de comprimento tal que a
hipotenusa e os catetos de um triângulo retângulo isósceles têm
medidas naturais respetivamente iguais a a e a b então a 2 = 2b2 ,
decompondo o triângulo em dois triângulos a ele semelhantes pela
altura relativa à hipotenusa, e utilizar o Teorema fundamental da
aritmética para mostrar que não existem números naturais a e b nessas
condições, mostrando que o expoente de 2 na decomposição em
números primos do número natural a 2 teria de ser simultaneamente par e
ímpar.
5. Justificar que a hipotenusa e um cateto de um triângulo retângulo
isósceles não são comensuráveis e designar segmentos de reta com
esta propriedade por «incomensuráveis».
6. Reconhecer que dois segmentos de reta são comensuráveis quando
(e apenas quando), tomando um deles para unidade de comprimento,
existe um número racional positivo r tal que a medida do outro é igual a
r.
Calcular medidas de áreas de quadriláteros
1. Provar, fixada uma unidade de comprimento, que a área de um
papagaio (e, em particular, de um losango), com diagonais de
comprimentos D e d unidades, é igual a
D×d
unidades quadradas.
2
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2. Identificar a «altura» de um trapézio como a distância entre as bases.
3. Reconhecer, fixada uma unidade de comprimento, que a área de
um trapézio de bases de comprimentos B e b unidades e altura a
unidades é igual a
B+b
× a unidades quadradas.
2
Relacionar perímetros e áreas de figuras semelhantes
1. Provar, dados dois polígonos semelhantes ou dois círculos que o
perímetro do segundo é igual ao perímetro do primeiro multiplicado
pela razão da semelhança que transforma o primeiro no segundo.
2. Provar que dois quadrados são semelhantes e que a medida da área
do segundo é igual à medida da área do primeiro multiplicada pelo
quadrado da razão da semelhança que transforma o primeiro no
segundo.
3. Saber, dadas duas figuras planas semelhantes, que a medida da área
da segunda é igual à medida da área da primeira multiplicada pelo
quadrado da razão da semelhança que transforma a primeira na
segunda.
Resolver problemas
1. Resolver problemas envolvendo o cálculo de perímetros e áreas de
figuras semelhantes.
Funções
Definir funções
1. Saber, dados conjuntos A e B, que fica definida uma «função f (ou
aplicação) de A em B», quando a cada elemento x de A se associa um
elemento único de B representado por f(x) e utilizar corretamente os
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termos «objeto», «imagem», «domínio», «conjunto de chegada» e
«variável».
2. Designar uma função f de A em B por « f : A → B » ou por «f» quando
esta notação simplificada não for ambígua.
3. Saber que duas funções f e g são iguais (f = g) quando (e apenas
quando) têm o mesmo domínio e o mesmo conjunto de chegada e
cada elemento do domínio tem a mesma imagem por f e g.
4. Designar, dada uma função f : A → B , por «contradomínio de f» o
conjunto das imagens por f dos elementos de A e representá-lo por
CD f , D ' f ou f ( A) .
5. Representar por «(a,b)» o «par ordenado» de «primeiro elemento a» e
«segundo elemento b» .
6. Saber que pares ordenados (a,b) e (c,d) são iguais quando (e apenas
quando) a = c e b = d.
7. Identificar o gráfico de uma função f : A → B como o conjunto dos
pares ordenados (x,y) com x ∈ A e y = f ( x) e designar neste contexto x
por «variável independente» e y por «variável dependente».
8. Designar uma dada função
(respetivamente
«função
de
f : A → B por «função numérica»
variável
numérica»)
quando
B
(respetivamente A) é um conjunto de números.
9. Identificar, fixado um referencial cartesiano num plano, o «gráfico
cartesiano» de uma dada função numérica f de variável numérica
como o conjunto G constituído pelos pontos do plano cuja ordenada é
a imagem por f da abcissa e designar o gráfico cartesiano por «gráfico
de f» quando esta identificação não for ambígua e a expressão «
y = f ( x) » por «equação de G».
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Projeto Curricular de Escola
10. Identificar e representar funções com domínios e conjuntos de
chegada finitos em diagramas de setas, tabelas e gráficos cartesianos e
em contextos variados.
Operar com funções
1. Identificar a soma de funções numéricas com um dado domínio A e
conjunto de chegada
como a função de mesmo domínio e conjunto
de chegada tal que a imagem de cada x ∈ A é a soma das imagens e
proceder de forma análoga para subtrair, multiplicar e elevar funções a
um expoente natural.
2. Efetuar operações com funções de domínio finito definidas por
tabelas, diagramas de setas ou gráficos cartesianos.
3. Designar, dado um número racional b, por «função constante igual a
b» a função f :
→
tal que f ( x) = b para cada x ∈
e designar as
funções com esta propriedade por «funções constantes» ou apenas
«constantes» quando esta designação não for ambígua.
4. Designar por «função linear» uma função f :
→
para a qual existe
um número racional a tal que f ( x) = ax , para todo o x ∈
, designando
esta expressão por «forma canónica» da função linear e a por
«coeficiente de ».
5. Identificar uma função afim como a soma de uma função linear com
uma constante e designar por «forma canónica» da função afim a
expressão « ax + b », onde a é o coeficiente da função linear e b o valor
da constante, e designar a por «coeficiente de x» e b por «termo
independente».
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Projeto Curricular de Escola
6. Provar que o produto por constante, a soma e a diferença de
funções lineares são funções lineares de coeficientes respetivamente
iguais ao produto pela constante, à soma e à diferença dos
coeficientes das funções dadas.
7. Demonstrar que o produto por constante, a soma e a diferença de
funções afins são funções afins de coeficientes da variável e termos
independentes respetivamente iguais ao produto pela constante, à
soma e à diferença dos coeficientes e dos termos independentes das
funções dadas.
8. Identificar funções lineares e afins reduzindo as expressões dadas
para essas funções à forma canónica.
Definir funções de proporcionalidade direta
1.Reconhecer, dada uma grandeza diretamente proporcional a outra,
que, fixadas unidades, a «função de proporcionalidade direta f» que
associa à medida m da segunda a correspondente medida y = f (m) da
primeira satisfaz, para todo o número positivo x,
f ( xm) = xf (m) (ao
multiplicar a medida m da segunda por um dado número positivo, a
medida y = f (m) da primeira fica também multiplicada por esse número)
e, considerando m = 1, que é uma função linear de coeficiente a = f (1) .
2.Reconhecer, dada uma grandeza diretamente proporcional a outra,
que a constante de proporcionalidade é igual ao coeficiente da
respetiva função de proporcionalidade direta.
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3. Reconhecer que uma função f é de proporcionalidade direta
quando (e apenas quando) é constante o quociente entre f(x) e x, para
qualquer não nulo pertencente ao domínio de f.
Resolver problemas
1. Resolver problemas envolvendo funções de proporcionalidade direta
em diversos contextos.
Definir sequências e sucessões
1. Identificar, dado um número natural N, uma «sequência de N
elementos»
como
uma
função
de
domínio
{1, 2,..., N } e
utilizar
corretamente a expressão «termo de ordem n da sequência» e «termo
geral da sequência».
2. Identificar uma «sucessão» como uma função de domínio
,
designando por un a imagem do número natural n por u e utilizar
corretamente a expressão «termo de ordem n da sucessão» e «termo
geral da sucessão».
3. Representar, num plano munido de um referencial cartesiano,
gráficos de sequências.
Resolver problemas
1. Resolver problemas envolvendo sequências e sucessões e os
respetivos termos gerais.
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Expressões algébricas
Estender a potenciação e conhecer as propriedades das operações
1. Estender dos racionais não negativos a todos os racionais as
propriedades associativa e comutativa da adição e da multiplicação e
as propriedades distributivas da multiplicação relativamente à adição e
à subtração.
2. Estender dos racionais não negativos a todos os racionais, a
identificação do 0 e do 1 como os elementos neutros respetivamente
da adição e da multiplicação de números, do 0 como elemento
absorvente da multiplicação e de dois números como «inversos» um do
outro quando o respetivo produto for igual a 1.
3. Estender dos racionais não negativos a todos os racionais o
reconhecimento de que o inverso de um dado número não nulo q é
igual a
1
, o inverso do produto é igual ao produto dos inversos, o
q
inverso do quociente é igual ao quociente dos inversos e de que, dados
q
q s q×s
q×t
( r e t não nulos) e r =
( r,s e t não
números q,r ,s e t , × =
s r×s
r t r ×t
t
nulos).
4. Estender dos racionais não negativos a todos os racionais a definição
e as propriedades previamente estudadas das potências de expoente
natural de um número.
5. Reconhecer, dado um número racional q e um número natural n, que
( −q )
n
n
= q n se n for par e ( −q ) = −q n se n for ímpar.
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6. Reconhecer, dado um número racional não nulo q e um número
natural n, que a potência qn é positiva quando n é par e tem o sinal de
q quando n é ímpar.
7. Simplificar e calcular o valor de expressões numéricas envolvendo as
quatro operações aritméticas, a potenciação e a utilização de
parênteses.
Raízes quadradas e cúbicas
Operar com raízes quadradas e cúbicas racionais
1. Saber, dados dois números racionais positivos q e r com q < r, que
q2 < r 2 ,
verificando
esta
propriedade
em
exemplos
concretos,
considerando dois quadrados de lados com medida de comprimento
respetivamente iguais a q e r em determinada unidade, o segundo
obtido do primeiro por prolongamento dos respetivos lados.
2. Saber, dados dois números racionais positivos q e r com q < r, que
q3 < r 3 ,
verificando
esta
propriedade
em
exemplos
concretos,
considerando dois cubos de arestas com medida de comprimento
respetivamente iguais q e r em determinada unidade, o segundo obtido
do primeiro por prolongamento das respetivas arestas.
3.
Designar
por
«quadrados
perfeitos»
(respetivamente
«cubos
perfeitos») os quadrados (respetivamente cubos) dos números inteiros
não negativos e construir tabelas de quadrados e cubos perfeitos.
4. Reconhecer, dado um quadrado perfeito não nulo ou, mais
geralmente, um número racional q igual ao quociente de dois
quadrados perfeitos não nulos, que existem exatamente dois números
racionais, simétricos um do outro, cujo quadrado é igual a q, designar o
que é positivo por «raiz quadrada de q» e representá-lo por
q .
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5. Reconhecer que 0 é o único número racional cujo quadrado é igual
a 0, designá-lo por «raiz quadrada de 0» e representá-lo por
0.
6. Provar, utilizando a definição de raiz quadrada, que para quaisquer q
e r respetivamente iguais a quocientes de quadrados perfeitos, que
também o são q × r e (para r ≠ 0 )
q
, e que
r
q × r = q × r e (para r ≠ 0 )
q
q
=
.
r
r
7. Reconhecer, dado um cubo perfeito ou, mais geralmente, um
número racional q igual ao quociente de dois cubos perfeitos ou ao
respetivo simétrico, que existe um único número racional cujo cubo é
igual a q, designá-lo por «raiz cúbica de q» e representá-lo por
3
q.
8. Provar, utilizando a definição de raiz cúbica, que para quaisquer q e r
respetivamente iguais a quocientes ou a simétricos de quocientes de
cubos perfeitos não nulos, que também o são q × r e (para r ≠ 0 )
3
− q = − 3 q , 3 q × r = 3 q × 3 r e (para r ≠ 0 )
3
q
, que
r
q 3q
=
.
r 3r
9. Determinar, na forma fracionária ou como dízimas, raízes quadradas
(respetivamente cúbicas) de números racionais que possam ser
representados
como
quocientes
de
quadrados
perfeitos
(respetivamente quocientes ou simétrico de quocientes de cubos
perfeitos) por inspeção de tabelas de quadrados (respetivamente
cubos) perfeitos.
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10. Reconhecer, dado um número racional representado como dízima
e tal que deslocando a vírgula duas (respetivamente três) casas
decimais para a direita obtemos um quadrado (respetivamente cubo)
perfeito, que é possível representá-lo como fração decimal cujos termos
são quadrados (respetivamente cubos) perfeitos e determinar a
representação decimal da respetiva raiz quadrada (respetivamente
cúbica).
11. Determinar as representações decimais de raízes quadradas
(respetivamente cúbicas) de números racionais representados na forma
de dízimas, obtidas por deslocamento da vírgula para a esquerda um
número par de casas decimais (respetivamente um número de casas
decimais que seja múltiplo de três) em representações decimais de
números retirados da coluna de resultados de tabelas de quadrados
(respetivamente cubos) perfeitos.
Equações algébricas
Resolver equações do 1.º grau
1. Identificar, dadas duas funções f e g, uma «equação» com uma
«incógnita x» como uma expressão da forma « f ( x) = g ( x) », designar,
neste contexto, « f ( x) » por «primeiro membro da equação», « g ( x) » por
«segundo membro da equação», qualquer a tal que f (a) = g (a) por
«solução» da equação e o conjunto das soluções por «conjuntosolução».
2. Designar uma equação por «impossível» quando o conjunto-solução
é vazio e por «possível» no caso contrário.
3. Identificar duas equações como «equivalentes» quando tiverem o
mesmo conjunto-solução e utilizar corretamente o símbolo « ⇔ ».
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4. Identificar uma equação « f ( x) = g ( x) » como «numérica» quando f e g
são funções numéricas, reconhecer que se obtém uma equação
equivalente adicionando ou subtraindo um mesmo número a ambos os
membros, ou multiplicando-os ou dividindo-os por um mesmo número
não nulo e designar estas propriedades por «princípios de equivalência».
5. Designar por «equação linear com uma incógnita» ou simplesmente
«equação linear» qualquer equação « f ( x) = g ( x) »
tal que f e g são
funções afins.
6. Simplificar ambos os membros da equação e aplicar os princípios de
equivalência
para
mostrar
que
uma
dada
equação
linear
é
equivalente a uma equação em que o primeiro membro é dado por
uma função linear e o segundo membro é constante (ax = b) .
7. Provar, dados números racionais a e b, que a equação ax = b é
impossível se a = 0 e b ≠ 0 , que qualquer número é solução se a = b = 0
(equação linear possível indeterminada), que se a ≠ 0 a única solução é
o número racional
b
(equação linear possível determinada) e designar
a
uma equação linear determinada por «equação algébrica de 1.º grau».
8. Resolver equações lineares distinguindo as que são impossíveis das
que são possíveis e entre estas as que são determinadas ou
indeterminadas, e apresentar a solução de uma equação algébrica de
1.º grau na forma de fração irredutível ou numeral misto ou na forma de
dízima com uma aproximação solicitada.
Resolver problemas
1. Resolver problemas envolvendo equações lineares.
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Medidas de localização
Representar, tratar e analisar conjuntos de dados
1. Construir, considerado um conjunto de dados numéricos, uma
sequência crescente em sentido lato repetindo cada valor um número
de vezes igual à respetiva frequência absoluta, designando-a por
«sequência ordenada dos dados» ou simplesmente por «dados
ordenados».
2. Identificar, dado um conjunto de n dados numéricos, a «mediana»
como o valor central no caso de ser ímpar (valor do elemento de
ordem
n +1
da sequência ordenada dos dados), ou como a média
2
aritmética dos dois valores centrais (valores dos elementos de ordens
e
n
2
n
+ 1 da sequência ordenada dos dados) no caso de n ser par e
2
~
representar a mediana por « x » ou «Me».
3. Determinar a mediana de um conjunto de dados numéricos.
4. Reconhecer, considerado um conjunto de dados numéricos, que
pelo menos metade dos dados têm valores não superiores à mediana.
5. Designar por «medidas de localização» a média, a moda e a
mediana de um conjunto de dados.
Resolver problemas
1. Resolver problemas envolvendo a análise de dados representados em
tabelas de frequência, diagramas de caule-e-folhas, gráficos de barras
e gráficos circulares.
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8.º Ano
Dízimas finitas e infinitas periódicas
Relacionar números racionais e dízimas
1. Reconhecer, dada uma fração irredutível
a
, que esta é equivalente
b
a uma fração decimal quando (e apenas quando) b não tem fatores
primos diferentes de 2 e de 5, e nesse caso, obter a respetiva
representação como dízima por dois processos: determinando uma
fração decimal equivalente, multiplicando numerador e denominador
por potências de e de adequadas, e utilizando o algoritmo da divisão.
2. Reconhecer, dada uma fração própria irredutível
a
tal que tem pelo
b
menos um fator primo diferente de 2 e de 5, que a aplicação do
algoritmo da divisão à determinação sucessiva dos algarismos da
aproximação de
a
como dízima com erro progressivamente menor
b
conduz, a partir de certa ordem, à repetição indefinida de uma
sequência de algarismos com menos de termos, a partir do algarismo
correspondente ao primeiro resto parcial repetido.
3. Utilizar corretamente os termos «dízima finita», «dízima infinita
periódica» (representando números racionais nessas formas), «período
de uma dízima» e «comprimento do período» (determinando-os em
casos concretos).
4. Saber que o algoritmo da divisão nunca conduz a dízimas infinitas
periódicas de período igual a « 9».
5.
Representar
uma
dízima
infinita
periódica
como
fração,
reconhecendo que é uma dízima finita a diferença desse número para
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o respetivo produto por uma potência de base 10 e de expoente igual
ao comprimento do período da dízima e utilizar este processo para
mostrar que 0,(9) = 1.
6. Saber que se pode estabelecer uma correspondência um a um entre
o conjunto das dízimas finitas e infinitas periódicas com período
diferente de 9 e o conjunto dos números racionais.
7. Efetuar a decomposição decimal de uma dízima finita utilizando
potências de base 10 e expoente inteiro.
8. Representar números racionais em notação científica com uma dada
aproximação.
9. Ordenar números racionais representados por dízimas finitas ou
infinitas periódicas ou em notação científica.
10. Determinar a soma, diferença, produto e quociente de números
racionais representados em notação científica.
11. Identificar uma dízima infinita não periódica como a representação
decimal de um número inteiro seguido de uma vírgula e de uma
sucessão de algarismos que não corresponde a uma dízima infinita
periódica.
12. Representar na reta numérica números racionais representados na
forma de dízima convertendo-a em fração e utilizando uma construção
geométrica para decompor um segmento de reta em n partes iguais.
Dízimas infinitas não periódicas e números reais
Completar a reta numérica
1. Reconhecer que um ponto da reta numérica à distância da origem
igual ao comprimento da diagonal de um quadrado de lado 1 não
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pode corresponder a um número racional e designar os pontos com
esta propriedade por «pontos irracionais».
2. Reconhecer, dado um ponto da semirreta numérica positiva que não
corresponda a uma dízima finita, que existem pontos de abcissa dada
por uma dízima finita tão próximos de A quanto se pretenda,
justapondo a0 segmentos de reta de medida 1 a partir da origem tal
que A esteja situado entre os pontos de abcissa a0 e a0 + 1 , justapondo
em seguida, a partir do ponto de abcissa a0, a1 segmentos de medida
a
a +1
1
tal que A esteja situado entre os pontos de abcissa a0 + 1 e a 0 + 1
10
10
10
e continuando este processo com segmentos de medida ,
1
1
, 3 ... e
2
10
10
associar a A a dízima «a0, a1,… ».
3. Saber, dado um ponto A da semirreta numérica positiva, que a dízima
a0, a1, associada a A é, no caso de não ser um ponto irracional, a
representação na forma de dízima da abcissa de A.
4. Reconhecer que cada ponto irracional da semirreta numérica
positiva está associado a uma dízima infinita não periódica e interpretála como representação de um número, dito «número irracional»,
medida da distância entre o ponto e a origem.
5. Reconhecer que o simétrico relativamente à origem de um ponto
irracional A da semirreta numérica positiva, de abcissa a0, a1, a2, … é
um ponto irracional e representá-lo pelo «número irracional negativo –
a0, -a1, -a2, … .
6. Designar por «conjunto dos números reais» a união do conjunto dos
números racionais com o conjunto dos números irracionais e designá-lo
por ℜ .
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7. Saber que as quatro operações definidas sobre os números racionais,
a potenciação de expoente inteiro e a raiz cúbica se podem estender
aos reais, assim como a raiz quadrada a todos os reais não negativos,
preservando as respetivas propriedades algébricas, assim como as
propriedades envolvendo proporções entre medidas de segmentos.
8. Reconhecer que
2 é um número irracional e saber que
n (sendo
um número natural) é um número irracional se não for um quadrado
perfeito.
9. Utilizar o Teorema de Pitágoras para construir geometricamente
radicais de números naturais e representá-los na reta numérica.
10. Saber que π é um número irracional.
Ordenar números reais
1. Estender aos números reais a ordem estabelecida para os números
racionais utilizando a representação na reta numérica, reconhecendo
as propriedades «transitiva» e «tricotómica» da relação de ordem.
2. Ordenar dois números reais representados na forma de dízima
comparando sequencialmente os algarismos da maior para a menor
ordem.
Teorema de Pitágoras
Relacionar o teorema de Pitágoras com a semelhança de triângulos.
1. Demonstrar, dado um triângulo [ABC] retângulo em C, que a
altura[CD] divide o triângulo em dois triângulos a ele semelhantes.
2. Reconhecer, dado um triângulo retângulo em C e de altura [CD], a
soma dos quadrados das medidas dos catetos é igual ao quadrado da
medida da hipotenusa e designar esta proposição por «Teorema de
Pitágoras».
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3. Reconhecer que um triângulo de medida de lados a, b e c , e tais
a 2 + b 2 = c 2 que é retângulo no vértice oposto ao lado de medida e
designar esta propriedade por «recíproco do Teorema de Pitágoras».
Resolver problemas
1. Resolver problemas geométricos envolvendo a utilização dos
teoremas de Pitágoras e de Tales.
2. Resolver problemas envolvendo a determinação de distâncias
desconhecidas por utilização dos teoremas de Pitágoras e de Tales.
Vetores, translações e isometrias
Construir e reconhecer propriedades das translações do plano.
1. Identificar segmentos orientados como tendo «a mesma direção
quando as respetivas retas suportes forem paralelas ou coincidentes.
2. Identificar segmentos orientados [A, B] e [C, D] e como tendo «a
mesma direção e sentido» ou simplesmente «o mesmo sentido» quando
as semirretas AB e BC e tiverem o mesmo sentido e como tendo
«sentidos opostos» quando tiverem a mesma direção mas não o mesmo
sentido.
3. Identificar, dado um ponto A, o segmento de reta [AA] e o segmento
orientado [A, A] de extremos ambos iguais a A como o próprio ponto A
e identificar, dada uma qualquer unidade de comprimento a medida
do comprimento de [AA], e a distância de A a ele próprio como 0
unidades, e considerar que o segmento orientado [A, A] tem direção e
sentido indefinidos.
4.
Designar
por
comprimento
do
segmento
orientado
[A,B]
o
comprimento do segmento de reta [AB] , ou seja, a distância entre as
respetivas origem e extremidade.
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5. Identificar segmentos orientados como «equipolentes» quando
tiverem a mesma direção, sentido e comprimento e reconhecer que os
segmentos orientados [A,B] e [C,D] e de retas suportes distintas são
equipolentes quando (e apenas quando) [ABCD] é um paralelogramo.
6. Saber que um «vetor» fica determinado por um segmento orientado
de tal modo que segmentos orientados equipolentes determinam o
mesmo vetor e segmentos orientados não equipolentes determinam
vetores
distintos,
designar
esses
segmentos
orientados
por
«representantes» do vetor e utilizar corretamente os termos «direção»,
«sentido» e «comprimento» de um vetor.
7. Representar o vetor determinado pelo segmento orientado [A,B] por
AB .
8. Designar por «vetor nulo» o vetor determinado pelos segmentos
orientados de extremos iguais e representá-lo por o .
9. Identificar dois vetores não nulos como «colineares» quando têm a
mesma
direção
e
como
«simétricos»
quando
têm
o
mesmo
comprimento, a mesma direção e sentidos opostos, convencionar que
o vetor nulo é colinear a qualquer outro vetor e simétrico dele próprio e
representar por − u o simétrico de um vetor u .
10. Reconhecer, dado um ponto P e um vetor u , que existe um único
ponto Q tal que u = PQ e designá-lo por « P + u ».
11. Identificar a «translação de vetor u » como a aplicação que a um
ponto P associa o ponto P + u e designar a translação e a imagem de P
respetivamente por Tu e por Tu ( P) .
12. Identificar a composta de uma translação de vetores.
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13. Reconhecer que se podem adicionar dois vetores através da «regra
do paralelogramo»
14. Demonstrar que as translações são isometrias que preservam
também a direção e o sentido dos segmentos orientados.
15. Saber que as translações são as únicas isometrias que mantêm a
direção e o sentido de qualquer segmento orientado ou semirreta.
16. Saber que as imagens de retas, semirretas e ângulos por uma
isometria são respetivamente retas, semirretas e ângulos, transformando
origens em origens, vértices em vértices e lados em lados.
17. Demonstrar que as isometrias preservam a amplitude dos ângulos e
saber que as únicas isometrias do plano são as translações, rotações,
reflexões axiais e reflexões deslizantes.
Resolver problemas
1. Resolver problemas envolvendo as propriedades das isometrias
utilizando raciocínio dedutivo.
2. Resolver problemas envolvendo figuras com simetrias de translação,
rotação, reflexão axial e reflexão deslizantes.
Gráficos de funções afins
Identificar as equações das retas do plano
1. Demonstrar, utilizando o teorema de Tales, que as retas não verticais
num dado plano que passam pela origem de um referencial cartesiano
nele fixado são os gráficos das funções lineares e justificar que o
coeficiente de uma função linear é igual à ordenada do ponto do
gráfico com abcissa igual a e à razão de proporcionalidade entre a
ordenada e a abcissa de qualquer ponto da reta, designando-o por
«declive da reta».
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2. Reconhecer, dada uma função f : D → ℜ , ) que o gráfico da função
definida pela expressão g ( x ) = f ( x ) + b (sendo b um número real) se
obtém do gráfico da função por translação de vetor definido pelo
segmento orientado de origem no ponto de coordenadas (0,0) e
extremidade de coordenadas (0,b) .
3. Reconhecer que as retas não verticais são os gráficos das funções
afins e, dada uma reta de equação y = ax + b , designar a por «declive»
da reta e b por «ordenada na origem».
4. Reconhecer que duas retas não verticais são paralelas quando (e
apenas quando) têm o mesmo declive.
5. Reconhecer, dada uma reta determinada por dois pontos de
coordenadas ) e de coordenadas ), que a reta não é vertical quando
(e apenas quando) e que, nesse caso, o declive de é igual a
yb − y a
.
xb − x a
6. Reconhecer que os pontos do plano de abcissa igual a (sendo um
dado número real) são os pontos da reta vertical que passa pelo ponto
de coordenadas (c, 0)e designar por equação dessa reta a equação «
x = c ».
Resolver problemas
1. Determinar a expressão algébrica de uma função afim dados dois
pontos do respetivo gráfico.
2. Determinar a equação de uma reta paralela a outra dada e que
passa num determinado ponto.
3. Resolver problemas envolvendo equações de retas em contextos
diversos.
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Potências de expoente inteiro
Estender o conceito de potência a expoentes inteiros
1. Identificar, dado um número não nulo , a potência a0 como o número
1 , reconhecendo que esta definição é a única possível por forma a
estender a propriedade a m + n = a m a n a expoentes positivos ou nulos.
2. Identificar, dado um número não nulo e um número natural , a
potência a − n como o número
1
, reconhecendo que esta definição é
an
a única possível por forma a estender a propriedade a m + n = a m a n a
expoentes inteiros.
3. Estender as propriedades previamente estudadas das potências de
expoente natural às potências de expoente inteiro.
Monómios e Polinómios
Reconhecer e operar com monómios
1. Identificar um monómio como uma expressão que liga por símbolos
de produto «fatores numéricos» (operações envolvendo números e
letras, ditas «constantes», e que designam números) e potências de
expoente natural e de base representada por letras, ditas «variáveis» (ou
«indeterminadas»).
2. Designar por «parte numérica» ou «coeficiente» de um monómio uma
expressão representando o produto dos respetivos fatores numéricos.
3. Designar por «monómio nulo» um monómio de parte numérica nula e
por «monómio constante» um monómio reduzido à parte numérica.
4. Designar por «parte literal» de um monómio não constante, estando
estabelecida uma ordem para as variáveis, o produto, por essa ordem,
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Projeto Curricular de Escola
de cada uma das variáveis elevada à soma dos expoentes dos fatores
em que essa variável intervém no monómio dado.
5. Identificar dois monómios não nulos como «semelhantes» quando têm
a mesma parte literal ou partes literais que podem ser obtidas uma da
outra trocando a ordem das variáveis.
6. Designar por «forma canónica» de um monómio não nulo um
monómio em que se representa em primeiro lugar a parte numérica e
em seguida a parte literal.
7. Identificar dois monómios como «iguais» quando admitem a mesma
forma canónica ou quando são ambos nulos.
8. Reduzir monómios à forma canónica e identificar monómios iguais.
9. Designar por «grau» de um monómio não nulo a soma dos expoentes
da respetiva parte literal, quando existe, e atribuir aos monómios
constantes não nulos o grau 0 .
10. Identificar, dados monómios semelhantes não nulos, a respetiva
«soma algébrica» como um monómio com a mesma parte literal e cujo
coeficiente é igual à soma algébrica dos coeficientes das parcelas.
11. Identificar o «produto de monómios» como um monómio cuja parte
numérica é igual ao produto dos coeficientes dos fatores e a parte
literal se obtém representando cada uma das variáveis elevada à soma
dos expoentes dos fatores em que essa variável intervém nos monómios
dados.
12. Multiplicar monómios e adicionar algebricamente monómios
semelhantes.
13. Reconhecer, dada uma soma de monómios semelhantes, que
substituindo as indeterminadas por números obtém-se uma expressão
numérica de valor igual à soma dos valores das expressões numéricas
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que
se
obtêm
substituindo,
nas
parcelas,
as
indeterminadas
respetivamente pelos mesmos números.
14. Reconhecer, dado um produto de monómios, que substituindo as
indeterminadas por números obtém-se uma expressão numérica de
igual valor ao produto dos valores das expressões numéricas que se
obtêm substituindo, nos fatores, as indeterminadas respetivamente pelos
mesmos números.
Reconhecer e operar com polinómios
1. Designar por «polinómio» um monómio ou uma expressão ligando
monómios (designados por «termos do polinómio») através de sinais de
adição, que podem ser substituídos por sinais de subtração tomando-se,
para o efeito, o simétrico da parte numérica do monómio que se segue
ao sinal.
2. Designar por «variáveis do polinómio» ou «indeterminadas do
polinómio» as variáveis dos respetivos termos e por «coeficientes do
polinómio» os coeficientes dos respetivos termos.
3. Designar por «forma reduzida» de um polinómio qualquer polinómio
que se possa obter do polinómio dado eliminando os termos nulos,
adicionando algebricamente os termos semelhantes e eliminando as
somas nulas, e, no caso de por este processo não se obter nenhum
termo, identificar a forma reduzida como «0».
4. Designar por polinómios «iguais» os que admitem uma mesma forma
reduzida, por «termo independente de um polinómio» o termo de grau
de uma forma reduzida e por «polinómio nulo» um polinómio com forma
reduzida «0».
5. Designar por «grau» de um polinómio não nulo o maior dos graus dos
termos de uma forma reduzida desse polinómio.
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Projeto Curricular de Escola
6. Identificar, dados polinómios não nulos, o «polinómio soma»
(respetivamente «polinómio diferença») como o que se obtém ligando
os polinómios parcelas através do sinal de adição (respetivamente
«subtração») e designar ambos por «soma algébrica» dos polinómios
dados.
7. Reconhecer que se obtém uma forma reduzida da soma algébrica
de dois polinómios na forma reduzida adicionando algebricamente os
coeficientes dos termos semelhantes, eliminando os nulos e as somas
nulas assim obtidas e adicionando os termos assim obtidos, ou concluir
que a soma algébrica é nula se todos os termos forem assim eliminados.
8. Identificar o «produto» de dois polinómios como o polinómio que se
obtém efetuando todos os produtos possíveis de um termo de um por
um termo do outro e adicionando os resultados obtidos.
9.
Reconhecer,
dada
uma
soma (respetivamente
produto)
de
polinómios, que substituindo as indeterminadas por números racionais,
obtém-se
uma
expressão
numérica
de
valor
igual
à
soma
(respetivamente produto) dos valores das expressões numéricas que se
obtêm
substituindo,
nas
parcelas
(respetivamente
fatores),
as
indeterminadas respetivamente pelos mesmos números.
10. Reconhecer os casos notáveis da multiplicação como igualdades
entre polinómios e demonstrá-los.
11. Efetuar operações entre polinómios, determinar formas reduzidas e
os respetivos graus.
Resolver problemas
1. Resolver problemas que associem polinómios a medidas de áreas e
volumes interpretando geometricamente igualdades que os envolvam.
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Projeto Curricular de Escola
2. Fatorizar polinómios colocando fatores comuns em evidência e
utilizando os casos notáveis da multiplicação de polinómios.
Equações incompletas de 2.º grau
5. Resolver equações do 2.º grau
6. Resolver problemas
Equações literais
7. Reconhecer e resolver equações literais em ordem a uma das
incógnitas
Sistemas de duas equações do 1.º grau com duas incógnitas
8. Resolver sistemas de duas equações do 1.º grau a duas incógnitas
9. Resolver problemas
Dízimas infinitas não periódicas e números reais
Completar a reta numérica
1. Reconhecer que um ponto da reta numérica à distância da origem
igual ao comprimento da diagonal de um quadrado de lado 1 não
pode corresponder a um número racional e designar os pontos com
esta propriedade por «pontos irracionais».
2. Reconhecer, dado um ponto da semirreta numérica positiva que não
corresponda a uma dízima finita, que existem pontos de abcissa dada
por uma dízima finita tão próximos de quanto se pretenda, justapondo
segmentos de reta de medida a partir da origem tal que esteja situado
entre os pontos de abcissa e , justapondo em seguida, a partir do ponto
de abcissa , segmentos de medida tal que esteja situado entre os
Página 274
Projeto Curricular de Escola
pontos de abcissa e e continuando este processo com segmentos de
medida , , ... e associar a dízima « ».
3. Saber, dado um ponto da semirreta numérica positiva, que a dízima
associada a é, no caso de não ser um ponto irracional, a representação
na forma de dízima da abcissa de .
4. Reconhecer que cada ponto irracional da semirreta numérica
positiva está associado a uma dízima infinita não periódica e interpretála como representação de um número, dito «número irracional»,
medida da distância entre o ponto e a origem.
5. Reconhecer que o simétrico relativamente à origem de um ponto
irracional da semirreta numérica positiva, de abcissa é um ponto
irracional e representá-lo pelo «número irracional negativo» .
6. Designar por «conjunto dos números reais» a união do conjunto dos
números racionais com o conjunto dos números irracionais e designá-lo
por « ».
7. Saber que as quatro operações definidas sobre os números racionais,
a potenciação de expoente inteiro e a raiz cúbica se podem estender
aos reais, assim como a raiz quadrada a todos os reais não negativos,
preservando as respetivas propriedades algébricas, assim como as
propriedades envolvendo proporções entre medidas de segmentos.
8. Reconhecer que é um número irracional e saber que (sendo um
número natural) é um número irracional se não for um quadrado
perfeito.
9. Utilizar o Teorema de Pitágoras para construir geometricamente
radicais de números naturais e representá-los na reta numérica.
10. Saber que é um número irracional.
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Projeto Curricular de Escola
Ordenar números reais
1. Estender aos números reais a ordem estabelecida para os números
racionais utilizando a representação na reta numérica, reconhecendo
as propriedades «transitiva» e «tricotómica» da relação de ordem.
2. Ordenar dois números reais representados na forma de dízima
comparando sequencialmente os algarismos da maior para a menor
ordem.
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9.º Ano
Números e Operações
Relação de ordem
- Reconhecer propriedades da relação de ordem em ℜ ;
- Definir intervalos de números reais;
- Operar com valores aproximados de números reais;
- Resolver problemas envolvendo aproximações de medidas de
grandezas em contextos diversos.
Geometria e Medida
Axiomatização das teorias Matemáticas
- Utilizar corretamente o vocabulário próprio do método axiomático;
- Identificar factos essenciais da axiomatização da Geometria.
Paralelismo e perpendicularidade de retas e planos
- Caracterizar a Geometria Euclidiana através do axioma das paralelas;
- Identificar posições relativas de retas no plano utilizando o axioma
euclidiano de paralelismo;
- Identificar planos paralelos, retas paralelas e retas paralelas a planos
no espaço euclidiano;
- Identificar planos perpendiculares e retas perpendiculares a planos no
espaço euclidiano;
- Resolver problemas envolvendo as posições relativas de retas e planos.
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Projeto Curricular de Escola
Medida
- Definir distâncias entre pontos e planos, retas e planos e entre planos
paralelos;
- Comparar e calcular áreas e volumes;
- Resolver problemas envolvendo o cálculo de áreas e volumes de
sólidos.
Trigonometria
- Definir e utilizar razões trigonométricas de ângulos agudos;
- Resolver problemas envolvendo a determinação de distâncias
utilizando as razões trigonométricas dos ângulos de 45º, 30º e 60º:
Resolver problemas envolvendo a determinação de distâncias utilizando
ângulos agudos dados e as respetivas razões trigonométricas dadas por
uma máquina de calcular ou por uma tabela.
Lugares Geométricos envolvendo pontos notáveis de triângulos
- Identificar lugares geométricos;
- Resolver problemas envolvendo lugares geométricos no plano.
Circunferência
- Conhecer propriedades de ângulos, cordas e arcos definidos numa
circunferência;
- Resolver problemas.
Funções, Sequências e Sucessões
Funções algébricas
- Definir funções de proporcionalidade inversa;
Página 278
Projeto Curricular de Escola
- Resolver problemas envolvendo funções de proporcionalidade inversa
em diversos contextos;
- Interpretar graficamente soluções de equações do segundo grau.
Álgebra
Inequações
- Resolver inequações do 1.º grau;
- Resolver problemas envolvendo inequações do 1.º grau.
Equações do 2.º grau
- Completar quadrados e resolver equações do 2.º grau;
- Resolver problemas geométricos e algébricos envolvendo equações
do 2.º grau.
Proporcionalidade Inversa
- Relacionar grandezas inversamente proporcionais;
-
Resolver
problemas
envolvendo
grandezas
inversamente
e
diretamente proporcionais em contextos variados.
Organização e Tratamento de Dados
Histogramas
- Organizar e representar dados em histogramas;
- Resolver problemas envolvendo a representação de dados em tabelas
de frequência, diagramas de caule-e-folhas e histogramas.
Probabilidade
- Utilizar corretamente a linguagem da probabilidade.
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Matemática A
10º, 11º e 12º anos
Valores e atitudes
Desenvolver a confiança em si próprio:
-Exprimir e fundamentar as suas opiniões.
-Revelar espírito crítico, de rigor e de confiança nos seus raciocínios.
-Abordar situações novas com interesse, espírito de iniciativa e
criatividade.
- Procurar a informação de que necessita.
Desenvolver interesses culturais:
-Manifestar vontade de aprender e gosto pela pesquisa.
-Interessar-se por notícias e publicações relativas à Matemática e a
descobertas científicas e tecnológicas.
-Apreciar o contributo da Matemática para a compreensão e
resolução de problemas do Homem através do tempo.
Desenvolver hábitos de trabalho e persistência:
-Elaborar e apresentar os trabalhos de forma organizada e cuidada.
- Manifestar persistência na procura de soluções para uma situação
nova.
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Projeto Curricular de Escola
Desenvolver o sentido da responsabilidade:
- Responsabilizar-se pelas suas iniciativas e tarefas.
- Avaliar situações e tomar decisões.
Desenvolver o espírito de tolerância e de cooperação:
-Colaborar
em
trabalhos
de
grupo,
partilhando
saberes
e
responsabilidades.
- Respeitar a opinião dos outros e aceitar as diferenças.
-Intervir na dinamização de actividades e na resolução de problemas
da comunidade em nque se insere.
Capacidades/Aptidões
Desenvolver a capacidade de utilizar a Matemática na interpretação e
intervenção no real:
- Analisar situações da vida real identificando modelos matemáticos
que permitam a sua interpretação e resolução.
-Seleccionar estratégias de resolução de problemas.
- Formular hipóteses e prever resultados.
- Interpretar e criticar resultados no contexto do problema.
- Resolver problemas nos domínios da Matemática, da Física, da
Economia, das Ciências Humanas,...
Desenvolver o raciocínio e o pensamento científico:
- Descobrir relações entre conceitos de Matemática.
- Formular generalizações a partir de experiências.
- Validar conjecturas; fazer raciocínios demonstrativos usando métodos
adequados.
Página 281
Projeto Curricular de Escola
- Compreender a relação entre o avanço científico e o progresso da
humanidade.
Desenvolver a capacidade de comunicar:
- Comunicar conceitos, raciocínios e ideias, oralmente e por escrito,
com clareza e progressivo
rigor lógico.
- Interpretar textos de Matemática.
- Exprimir o mesmo conceito em diversas formas ou linguagens.
- Usar correctamente o vocabulário específico da Matemática.
- Usar a simbologia da Matemática.
- Apresentar os textos de forma clara e organizada.
Conhecimentos
Ampliar o conceito de número:
- Aperfeiçoar o cálculo em IR e C e operar com expressões racionais,
com radicais, exponenciais, logarítmicas e trigonométricas.
- Resolver equações, inequações e sistemas.
- Usar as noções de lógica indispensável à clarificação de conceitos.
Ampliar conhecimentos de Geometria no Plano e no Espaço:
- Resolver problemas usando modelos físicos e geométricos (de
incidência,
paralelismo
e
perpendicularidade,
secções,
áreas
e
volumes).
- Utilizar vectores em referencial ortonormado.
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Projeto Curricular de Escola
-
Resolver
problemas
de
trigonometria,
incluindo
o
uso
de
generalizações das noções
de ângulos, arcos e razões trigonométricas.
Iniciar o estudo da Análise Infinitesimal:
- Interpretar fenómenos e resolver problemas recorrendo a funções e
seus gráficos, por
via intuitiva, analítica e usando calculadora gráfica.
- Estudar sucessões definidas de diferentes formas.
- Aproximação gradual dos conceitos de continuidade, derivadas e
limites.
- Aplicar conhecimentos de Análise Infinitesimal no estudo de funções
reais de variável real.
Ampliar conhecimentos de Estatística e Probabilidades:
- Interpretar e comparar distribuições estatísticas.
- Resolver problemas envolvendo cálculo de probabilidade.
- Resolver problemas de contagem.
Conhecer aspectos da História da Matemática:
- Conhecer personalidades e aspectos da criação e desenvolvimentos
de alguns conceitos dentro da História da Matemática e sua relação
com momentos históricos de relevância cultural ou social.
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Projeto Curricular de Escola
Objetivos da disciplina de Matemática C/Curso Profissional
Módulo A2
Elaborar modelos para situações da realidade do mundo do trabalho,
da indústria, do comércio ou do mundo empresarial utilizando diversos
tipos de funções;
Fazer o estudo de funções (domínio, extremos se existirem, zeros,
intervalos de monotonia) descrevendo e interpretando no contexto da
situação;
Reconhecer que o mesmo tipo de função pode ser um modelo de
diferentes situações realistas;
Traduzir representações descritas por tabelas ou gráficos;
Analisar os efeitos das mudanças de parâmetros nos gráficos de
funções;
Usar cenários visuais gerados pela calculadora para ilustrar conceitos
matemáticos;
Usar métodos gráficos para resolver condições cuja resolução com
métodos algébricos não esteja ao alcance dos estudantes;
Utilizar linguagem matemática adequada na elaboração, análise e
justificação de conjeturas ou na comunicação de conclusões.
Página 284
Projeto Curricular de Escola
Módulo A3
Definir o problema a estudar;
Realizar recolhas de dados;
Organizar e tratar os dados através do cálculo das medidas estatísticas
(de centralidade e dispersão), sua interpretação e representação
gráfica;
Selecionar as formas de representação gráfica mais adequadas à
estatística a trabalhar e interpretá-las criticamente;
Desenvolver o sentido crítico face ao modo como a informação é
apresentada,
Comunicar raciocínios e/ou argumentos matemáticos quer na forma
oral e/ou escrita.
Realizar
um
trabalho
de
projeto,
partindo
de
uma
situação
problemática da vida real relacionada com percursos profissionais, com
necessidades industriais ou comerciais (controle de qualidade da
cadeia de produção), com rentabilização de recursos (negociado com
os estudantes), garante a concretização dos objetivos que se
pretendem. Por isso, recomenda-se que se desenvolva a aprendizagem
usando metodologias de trabalho de projeto.
Módulo A4
Apropriar alguns conceitos e técnicas associadas para serem utilizados
como ”ferramentas” na resolução de problemas que envolvam
compreensão e intervenção sobre fenómenos periódicos e seu
desenvolvimento;
Construir modelos (e maquetes) apropriadas, úteis à resolução dos
problemas e à generalização das noções de ângulo e arco, bem como
Página 285
Projeto Curricular de Escola
de conceitos como o de radiano, por exemplo, e as definições de seno,
co-seno e tangente de um número real;
Identificar as vantagens do uso de referenciais, estabelecendo as
conexões entre os cartesianos e polares no plano;
Resolver problemas dentro de situações que exijam a resolução de
equações trigonométricas simples, a compreensão das características
das funções circulares (simetria, paridade e periodicidade), bem como
do comportamento das funções trigonométricas como funções reais de
variável real (monotonia, extremos, concavidade e assímptotas);
resolver problemas em que seja necessário analisar a rapidez de
crescimento ou decrescimento da variável dependente em fenómenos
variados, construindo e discutindo modelos de diversos tipos de funções
que evidenciem a diferença de comportamentos entre as funções
polinomiais e as funções trigonométricas;
comunicar, oralmente e por escrito, aspetos dos processos de trabalho
e crítica dos resultados.
Módulo A5
a aptidão para fazer e investigar matemática recorrendo à modelação
com uso das tecnologias;
a aptidão para elaborar, analisar e descrever modelos para fenómenos
reais utilizando funções racionais;
a capacidade de comunicar oralmente e por escrito as situações
problemáticas e os seus resultados;
a capacidade de apresentar de forma clara, organizada e com aspeto
gráfico cuidado os trabalhos escritos, individuais ou de grupo, quer
sejam pequenos relatórios, monografias, …
a capacidade de usar uma heurística para a resolução de problemas.
Página 286
Projeto Curricular de Escola
Módulo A6
apropriar alguns conceitos e técnicas associadas que utilize como
”ferramentas” na resolução de problemas que envolvam variações;
interpretar física e geometricamente os conceitos de taxa média de
variação e (a um nível ainda que intuivo) de taxa de variação num
ponto;
utilizar simultaneamente os estudos gráfico, numérico e analítico de
funções, para conjeturar e provar resultados;
analisar efeitos das mudanças de parâmetros nos gráficos de funções e
nas respetivas taxas de variação;
estudar o comportamento das funções estudadas na sua relação com
valores e sinais das taxas de variação em pontos do domínio;
construir e interpretar modelos para situações reais utilizando diversos
tipos de funções que evidenciem a diferença de comportamentos
entre os diversos tipos de funções, utilizando cálculos das taxas de
variação com recurso à calculadora gráfica ou ao computador.
Módulo A7
saber calcular a probabilidade de alguns acontecimentos a partir de
modelos propostos;
identificar acontecimentos em espaços finitos;
mostrar a utilidade das árvores de probabilidades como instrumento de
organização de informação quando se está perante uma cadeia de
experiências aleatórias;
ilustrar a forma de cálculo de probabilidades de acontecimentos
utilizando uma árvore de probabilidades;
Página 287
Projeto Curricular de Escola
calcular probabilidades com base na família de modelos Normal
recorrendo ao uso de uma tabela da função de distribuição de uma
Normal Standard ou, em alternativa, utilizando a calculador.
Módulo A8
reconhecer e dar exemplos de situações em que os modelos de
sucessões sejam adequados;
usar uma folha de cálculo para trabalhar numérica e graficamente
com sucessões.
reconhecer e dê exemplos de situações em que os modelos de
progressões aritméticas ou geométricas sejam adequados;
distinguir crescimento linear de crescimento exponencial;
investigar propriedades de progressões aritméticas e geométricas,
numérica, gráfica e analiticamente;
resolver problemas simples usando propriedades de progressões
aritméticas e de progressões geométricas.
Módulo A9
reconhecer e dar exemplos de situações em que os modelos
exponenciais sejam bons modelos quer para o observado quer para o
esperado;
usar as regras das exponenciais e as calculadoras gráficas ou um
computador para encontrar valores ou gráficos que respondam a
possíveis mudanças nos parâmetros;
interprete uma função e prediga a forma do seu gráfico;
descrever as regularidades e diferenças entre padrões lineares,
quadráticos, exponenciais, logarítmicos e logísticos;
obter formas equivalentes de expressões exponenciais;
Página 288
Projeto Curricular de Escola
definir o número e (segunda definição) e logaritmo natural;
resolver equações simples usando exponenciais e logaritmos (no
contexto da resolução de problemas);
resolver, pelo método gráfico, inequações simples usando as funções
exponenciais, logarítmicas e logísticas (no contexto da resolução de
problemas);
resolver problemas simples e de aplicação usando diferentes modelos
de funções de crescimento.
Módulo A10
utilizar os estudos gráfico, numérico e analítico de funções;
relacionar os efeitos das mudanças de parâmetros nos gráficos de
funções e as respectivas taxas de variação;
reconhecer numérica e graficamente a relação entre o sinal da taxa de
variação e a monotonia de uma função;
reconhecer a relação entre os zeros da taxa de variação e os extremos
de uma função;
resolver problemas de aplicações simples envolvendo a determinação
de extremos de funções racionais, exponenciais, logarítmicas e
trigonométricas;
reconhecer que diferentes situações podem ser descritas pelo mesmo
modelo matemático;
resolver numérica e graficamente problemas simples de programação
linear;
reconhecer o contributo da matemática para a tomada de decisões,
assim como as suas limitações.
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Projeto Curricular de Escola
Matemática Aplicada às Ciências Sociais/ MACS
Objetivos Gerais
Interpretar textos de Matemática;
Exprimir o mesmo conceito de diversas formas e em diferentes
linguagens;
Apresentar textos com conteúdos matemáticos de forma clara e
organizada;
Identificar/aplicar modelos matemáticos que permitam a interpretação
e a resolução de situações do quotidiano (simplificadas);
Selecionar e aplicar estratégias de resolução de problemas;
Formular hipóteses e prever resultados;
Interpretar e criticar resultados no contexto de problemas;
Descobrir relações entre conceitos matemáticos;
Formular generalizações a partir de experiências;
Validar conjeturas;
Comunicar, por escrito, conceitos, raciocínios e ideias, com clareza e
rigor lógico;
Aplicar diversos métodos eleitorais;
Comparar os resultados da aplicação de diversos métodos eleitorais;
Página 290
Projeto Curricular de Escola
Identificar aspetos de certos métodos eleitorais que podem ser
melhorados e identificar limitações a essa melhoria;
Reconhecer a ocorrência de situações paradoxais;
Aplicar métodos de divisão proporcional
e interpretar as suas
consequências;
Aplicar métodos para obter uma partilha equilibrada;
Interpretar informação transmitida através de tabelas, gráficos, figuras e
esquemas;
Classificar
dados,
construir
tabelas
de
frequência,
representar
graficamente e adequadamente cada um dos tipos de dados;
Organizar a informação extraída de conjuntos de dados;
Tratar, explorar e transmitir dados numéricos e gráficos;
Analisar criticamente dados, informações e resultados obtidos;
Calcular estatísticas, com e sem calculadora gráfica;
Interpretar estatísticas;
Reconhecer a existência, ou não, de associação entre duas variáveis;
Interpretar o tipo e a força da associação entre duas variáveis;
Reconhecer as limitações da reta de regressão, quando existem outliers;
Construir gráficos;
Aplicar técnicas e conceitos matemáticos para resolver problemas
concretos (por exemplo, envolvendo modelos financeiros);
Aplicar métodos matemáticos para encontrar soluções possíveis,
satisfatórias ou ótimas de problemas de sistemas de distribuição e/ou
gestão (por exemplo, envolvendo grafos);
Descrever modelos e esquemas que permitam a resolução de
problemas;
Reconhecer o alcance e as limitações de um modelo matemático;
Página 291
Projeto Curricular de Escola
Determinar e/ou utilizar modelos discretos de crescimento linear e de
crescimento exponencial;
Utilizar
a
calculadora
gráfica
nas
diferentes
regressões
(linear,
exponencial, logarítmica e logística) para obter modelos abstratos a
partir de dados apresentados;
Utilizar e comparar modelos envolvendo funções lineares, exponenciais,
logarítmicas e logísticas, obtidos na calculadora ou apresentados pela
expressão analítica;
Analisar criticamente resultados obtidos a partir de modelos (linear,
exponencial, logarítmico e logístico);
Resolver problemas de contagem;
Compreender a aleatoriedade presente em situações do quotidiano e
em diferentes fenómenos;
Resolver problemas envolvendo cálculo de probabilidades;
Calcular probabilidades de acontecimentos a partir de modelos de
probabilidade;
Construir modelos de probabilidade e utilizar a regra do produto;
Calcular as probabilidades de alguns acontecimentos, utilizando
propriedades da probabilidade;
Determinar a função massa de probabilidade;
Calcular probabilidades condicionais;
Identificar acontecimentos independentes;
Distinguir entre valor médio populacional e média amostral;
Calcular a variância e o desvio padrão;
Referir as principais características de um modelo Normal ou Gaussiano;
Calcular probabilidades com base no modelo Normal, recorrendo ao
uso de uma tabela da função de distribuição de uma Normal Standard
ou à calculadora gráfica;
Página 292
Projeto Curricular de Escola
Aplicar as ideias básicas de um processo de inferência estatística;
Aplicar os conceitos de intervalo de confiança e de erro;
Construir estimativas intervalares ou intervalos de confiança para o valor
médio e para a proporção.
3.2.2.4 Departamento de Ciências Físico Naturais
Grupo Disciplinar de Ciências Naturais
Metas Específicas de Ciências da Natureza – Básico II
5º ano
Compreender a Terra como um planeta especial
Compreender que o solo é um material terrestre de suporte de vida
Compreender a importância das rochas e dos minerais
Compreender a importância da água para os seres vivos
Compreender a importância da qualidade da água para a atividade
humana
Compreender a importância da atmosfera para os seres vivos
Interpretar as características dos organismos em função dos ambientes
onde vivem
Compreender a diversidade de regimes alimentares dos animais tendo
em conta o respetivo habitat
Compreender a diversidade de processos reprodutivos dos animais
Página 293
Projeto Curricular de Escola
Conhecer
a
influência
dos
fatores
abióticos
nas
adaptações
morfológicas e comportamentais dos animais
Compreender a importância da proteção da biodiversidade animal
Conhecer
a
influência
dos
fatores
abióticos
nas
adaptações
morfológicas das plantas
Compreender a importância da proteção da diversidade vegetal
Aplicar a microscopia na descoberta do mundo “invisível”
Compreender que a célula é a unidade básica da vida
Compreender a importância da classificação dos seres vivos
6º ano
1. Compreender a importância de uma alimentação equilibrada e segura
2. Conhecer o processo digestivo do ser humano
3.
Relacionar os sistemas digestivos das aves e dos ruminantes com o sistema digestivo
dos omnívoros
4. Compreender a relação existente entre a respiração externa e a respiração celular
5. Compreender a importância dos órgãos respiratórios dos animais nas trocas gasosas
6. Compreender a estrutura e o funcionamento do sistema respiratório humano
7. Compreender a estrutura e o funcionamento do sistema cardiovascular humano
8. Compreender a estrutura e o funcionamento do sistema urinário humano
9. Conhecer o papel da pele na função excretora humana
10. Compreender a importância da fotossíntese na obtenção de alimento pelas plantas
11. Compreender a importância das plantas como fonte de nutrientes, de matériaprima e de renovação do ar atmosférico
12. Compreender a puberdade como uma fase do crescimento humano
13. Conhecer os sistemas reprodutores humanos
14. Compreender o processo da reprodução humana
15. Compreender o mecanismo de reprodução das plantas com semente
Página 294
Projeto Curricular de Escola
16. Compreender o papel dos microrganismos para o ser humano
17. Compreender as agressões causadas por alguns agentes patogénicos
18. Compreender a influência da higiene e da poluição na saúde humana
Página 295
Projeto Curricular de Escola
Metas Específicas de Ciências da Natureza – Básico III
7º ano
Compreender a diversidade das paisagens geológicas
Compreender os minerais como unidades básicas das rochas.
Analisar os conceitos e os processos relativos à formação das rochas
sedimentares.
Compreender os fundamentos da estrutura e da dinâmica interna da
Terra.
Compreender a estrutura interna da Terra.
Aplicar conceitos relativos à deformação das rochas.
Compreender a atividade vulcânica como uma manifestação da
dinâmica interna da Terra.
Interpretar a formação das rochas magmáticas.
Compreender o metamorfismo como uma consequência da dinâmica
interna da Terra.
Conhecer o ciclo das rochas.
Compreender que as formações litológicas em Portugal devem ser
exploradas de forma sustentada.
Compreender a atividade sísmica como consequência da dinâmica
interna da Terra.
Compreender a importância dos fósseis para a reconstituição da
história da Terra.
Compreender as grandes etapas da história da Terra.
Compreender o contributo do conhecimento geológico para a
sustentabilidade da vida na Terra.
Página 296
Projeto Curricular de Escola
Explicar o modo como as relações entre a geologia, a tecnologia e a
sociedade podem contribuir para a formação de uma cultura de
sustentabilidade na Terra.
Página 297
Projeto Curricular de Escola
8º ano
Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o único
planeta com vida conhecido no sistema solar.
Compreender a Terra como um sistema capaz de gerar vida.
Compreender a célula como unidade básica da biodiversidade
existente na Terra.
Compreender os níveis de organização biológica dos ecossistemas.
Analisar as dinâmicas de interacção existentes entre os seres vivos e o
ambiente.
Explorar as dinâmicas de interacção existentes entre os seres vivos.
Compreender a importância dos fluxos de energia na dinâmica dos
ecossistemas.
Sintetizar o papel dos principais ciclos de matéria nos ecossistemas.
Relacionar
o
equilíbrio
dinâmico
dos
ecossistemas
com
a
sustentabilidade do planeta Terra.
Analisar a forma como a gestão dos ecossistemas pode contribuir para
alcançar as metas de um desenvolvimento sustentável.
Compreender
a
influência
das
catástrofes
no
equilíbrio
dos
ecossistemas.
Sintetizar medidas de protecção dos ecossistemas.
Compreender a classificação dos recursos naturais.
Compreender o modo como são explorados e transformados os
recursos naturais.
Relacionar o papel dos instrumentos de ordenamento e gestão do
território com a protecção e conservação da natureza.
Integrar conhecimentos de ordenamento e gestão do território.
Relacionar a gestão de resíduos e da água com o desenvolvimento
sustentável.
Página 298
Projeto Curricular de Escola
Relacionar o desenvolvimento científico e tecnológico com a melhoria
da qualidade de vida das populações humanas.
Página 299
Projeto Curricular de Escola
9º ano
I. Saúde.
1.Compreender o conceito de saúde individual e comunitária na
qualidade de vida da população.
2. Sintetizar as estratégias de promoção de saúde.
3. Conhecer os distintos níveis estruturais do corpo humano.
II. Transmissão de vida.
Compreender o funcionamento do sistema reprodutor humano.
Compreender a importância do conhecimento genético.
III. Organismo humano em equilíbrio
Analisar o papel do sistema nervoso no equilíbrio do organismo humano
Sintetizar o papel do sistema hormonal na regulação do organismo.
Compreender a importância de uma alimentação saudável no
equilíbrio do organismo humano.
Compreender a importância do sistema digestivo para o equilíbrio do
organismo humano.
Analisar a importância do sangue para o equilíbrio do organismo
humano
Sintetizar a importância do sistema cardiovascular.
Analisar a importância do sistema linfático.
Analisar a influência do ambiente e dos estilos de vida no sistema
respiratório
Compreender a importância da função excretora na regulação do
organismo humano.
Página 300
Projeto Curricular de Escola
Secundário
Biologia e Geologia (10º e 11º ano) e Biologia (12º ano)
Objetivos Gerais
Domínio Cognitivo/Técnico
Aquisição e aplicação dos conhecimentos específicos da disciplina:
Compreender conceitos, leis e teorias à luz do conhecimento
científico atual;
Interpretar e relacionar dados e resultados;
Aplicar os conhecimentos em novas situações;
Tirar conclusões pertinentes e fundamentadas;
Manifestar organização lógico temática dos conteúdos.
Domínio da Língua Portuguesa (correção, clareza, coerência).
Capacidade
de
mobilizar
e
articular
diferentes
saberes
e
conhecimentos técnicos e científicos:
Observar e interpretar dados;
Problematizar e formular hipóteses;
Realizar trabalhos práticos cumprindo com as regras determinadas.
Fazer uma avaliação responsável do seu trabalho (individual/grupo) e
dos colegas.
Revelar espírito crítico e curiosidade científica.
Capacidade de pesquisa, seleção, tratamento e de utilização de
diversas fontes de informação.
Autonomia e criatividade na realização das aprendizagens.
Capacidade de leitura/interpretação/análise crítica de diferentes
Página 301
Projeto Curricular de Escola
tipos de documentos.
Domínio Atitude/Empenho
Realização das atividades da sala de aula e/ou trabalhos de casa
(organização, empenho e qualidade).
Participação esclarecida e correta (qualidade da intervenção).
Uso de linguagem específica da disciplina.
Intervenção em questões sociais, de modo a melhorar a qualidade do
meio ambiente, de vida e da educação para a cidadania.
Valorização do meio natural revelando atitudes de respeito pelo meio
ambiente.
Pontualidade e assiduidade (sistematicamente).
Página 302
Projeto Curricular de Escola
Ensino Profissional
Técnico Auxiliar de Saúde
Metas Específicas de Biologia
Módulo A1
Distinguir
componentes
bióticos
e
abióticos
num
ecossistema,
descrevendo exemplos que ilustrem a sua interdependência.
Reconhecer e valorizar a diversidade biológica que caracteriza um
ecossistema.
Identificar causas que podem contribuir para a extinção de espécies,
bem como possíveis implicações desse facto para o ecossistema.
Identificar e distinguir condutas pessoais e/ou coletivas, bem como suas
implicações ao nível do equilíbrio dos ecossistemas e da conservação
das espécies.
Compreender que os sistemas vivos se encontram organizados em níveis
estruturais de complexidade crescente.
Reconhecer a célula como unidade estrutural e funcional de todos os
seres vivos e que essa unidade também se revela a nível molecular.
Interpretar imagens de células/tecidos ao microscópio ótico composto
(por observação direta, em fotografias e em esquemas), identificando
membrana
celular,
citoplasma
e
núcleo
(e
eventuais
órgãos
locomotores como cílios ou flagelos).
Montar preparações extemporâneas e observá-las ao microscópio
ótico (pelo menos em duas ampliações) em condições de segurança.
Página 303
Projeto Curricular de Escola
Conhecer os constituintes básicos dos seres vivos e exemplos do papel
que desempenham.
Módulo A2
Distinguir os conceitos de autotrofia e heterotrofia.
Interpretar dados de natureza diversa sobre estratégias de obtenção de
matéria.
Caracterizar e comparar estratégias digestivas utilizadas por seres com
diferentes graus de complexidade.
Desenhar e/ou legendar modelos que explicitem a organização das
biomembranas.
Conhecer e comparar diferentes processos de transporte ao nível da
membrana celular, perspetivando respetivos efeitos ao nível da
integridade celular.
Relacionar a ultraestrutura da membrana com a natureza das
substâncias que a atravessam e o tipo de transporte.
Interpretar dados laboratoriais/experimentais relativos a processos de
transporte ao nível da membrana.
Planificar e executar procedimentos experimentais que permitam
recolher evidências sobre a síntese de matéria orgânica pelos seres
autotróficos.
Interpretar dados experimentais relativos à obtenção de matéria por
seres autotróficos.
Módulo A3
Compreender os mecanismos de transporte que a planta utiliza na
distribuição de matéria a todas as suas células (movimentos no xilema e
floema).
Planificar e executar atividades laboratoriais/experimentais simples.
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Projeto Curricular de Escola
Localizar, em termos relativos, os tecidos de transporte nos diferentes
órgãos das plantas.
Compreender os processos envolvidos na abertura e fecho dos
estomas.
Reconhecer que a complexidade dos sistemas de transporte resulta de
processos de evolução.
Comparar, do ponto de vista estrutural e funcional, os sistemas de
transporte em diferentes animais.
Distinguir fermentação de respiração aeróbia, atendendo às condições
de ocorrência e rendimento energético.
Compreender a importância da utilização de processos metabólicos na
indústria alimentar.
Caracterizar
as
diferentes
estruturas
respiratórias
dos
animais
e
relacioná-las com a complexidade do organismo e adaptação ao
meio.
Construir valores e atitudes responsáveis face aos processos de extração
de fluidos circulantes em animais e/ou vegetais.
Página 305
Projeto Curricular de Escola
Metas Específicas de Saúde
Compreensão histórica sobre a evolução do conceito de saúde.
Identificar os principais Sistemas do corpo humano e suas funções;
Identificar a estrutura e reconhecer a importância do Sistema Imunitário;
Identificar as estruturas dos Sistemas Osteoarticular e Muscular e suas
funções, bem como sinais e sintomas de alerta de problemas
associados;
Identificar as principais implicações para os cuidados de saúde a
prestar pelo/a Auxiliar de Saúde ao utente com alterações dos Sistemas
Osteoarticular e Muscular;
Executar as tarefas que se integram no âmbito de intervenção do
Auxiliar de Saúde sob orientação e supervisão de um profissional de
saúde;
Distinguir as tarefas que têm de ser executadas sob supervisão direta do
profissional de saúde e das que podem ser executadas sozinho;
Manter autocontrolo em situações críticas e de limite;
Reconhecer a importância de se atualizar e adaptar a novos produtos,
materiais, equipamentos e tecnologias no âmbito das suas atividades;
Reconhecer o dever de agir em função das orientações do profissional
de saúde;
Distinguir o impacte das suas ações na interação e bem-estar
emocional de terceiros;
Reconhecer a importância da sua atividade para o trabalho de equipa
multidisciplinar;
Revelar uma atitude pró-ativa na melhoria contínua da qualidade, no
âmbito da sua ação profissional;
Agir de acordo com normas e/ou procedimentos definidos no âmbito
das suas atividades;
Página 306
Projeto Curricular de Escola
Prever e antecipar riscos;
Revelar concentração na execução das suas tarefas;
Demonstrar capacidade de alerta que permita sinalizar situações ou
contextos que exijam intervenção.
Identificar as estruturas do Sistema Circulatório e suas funções, bem
como sinais e sintomas de alerta de problemas associados;
Identificar as principais implicações para os cuidados de saúde a
prestar pelo/a Auxiliar de Saúde ao utente com alterações do Sistema
Circulatório;
Identificar as estruturas do Sistema Respiratório e suas funções, bem
como sinais e sintomas de alerta de problemas associados;
Identificar as principais implicações para os cuidados de saúde a
prestar pelo Auxiliar de Saúde ao utente com alterações do Sistema
Respiratório;
Executar as tarefas que se integram no âmbito de intervenção do
Auxiliar de Saúde sob orientação e supervisão de um profissional de
saúde;
Distinguir as tarefas que têm de ser executadas sob supervisão direta do
profissional de saúde das que podem ser executadas sozinho.
Manter autocontrolo em situações críticas e de limite;
Reconhecer a importância de se atualizar e adaptar a novos produtos,
materiais, equipamentos e tecnologias no âmbito das suas atividades;
Agir em função das orientações do Profissional de saúde;
Distinguir o impacte das suas ações na interação e bem-estar
emocional de terceiros;
Reconhecer a importância da sua atividade para o trabalho de equipa
multidisciplinar;
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Projeto Curricular de Escola
Assumir uma atitude pró-ativa na melhoria contínua da qualidade, no
âmbito da sua ação profissional;
Agir de acordo com normas e/ou procedimentos definidos no âmbito
das suas atividades;
Prever e antecipar riscos;
Reconhecer a importância da concentração na execução das suas
tarefas;
Revelar uma capacidade de alerta que permita sinalizar situações ou
contextos que exijam intervenção.
Identificar noções básicas associadas à estrutura e funções da pele; ao
envelhecimento da pele e suas implicações ao nível dos cuidados de
saúde;
Identificar as implicações da integridade e não integridade da pele na
saúde e qualidade de vida do indivíduo;
Identificar os cuidados a ter para prevenir o aparecimento de feridas e
manter a integridade da pele, assim como os principais fatores que
interferem na cicatrização da pele;
Identificar os conceitos de feridas agudas, feridas crónicas e úlceras de
pressão;
Identificar os princípios básicos do processo de formação de úlceras de
pressão, sua principal localização e fatores desencadeantes;
Executar as tarefas que se integram no âmbito de intervenção do
Auxiliar de Saúde sob orientação e supervisão de um profissional de
saúde;
Distinguir as tarefas que têm de ser executadas sob supervisão direta do
profissional de saúde das que podem ser executadas sozinho;
Demonstrar interesse e disponibilidade na interação com utentes;
Manter autocontrolo em situações críticas e de limite;
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Projeto Curricular de Escola
Reconhecer a importância de se atualizar e adaptar a novos produtos,
materiais, equipamentos e tecnologias no âmbito das suas atividades;
Agir em função das orientações do profissional de saúde;
Distinguir o impacte das suas ações na interação e bem-estar
emocional de terceiros;
Reconhecer a importância da sua atividade para o trabalho de equipa
multidisciplinar;
Assumir uma atitude pró-ativa na melhoria contínua da qualidade, no
âmbito da sua ação profissional;
Cumprir as normas de segurança, higiene e saúde no trabalho assim
como preservar a sua apresentação pessoal;
Agir de acordo com normas e/ou procedimentos definidos no âmbito
das suas atividades;
Adequar a sua ação profissional a diferentes públicos e culturas;
Revelar capacidade de previsão e antecipação de riscos;
Demonstrar segurança durante a execução das suas tarefas;
Revelar concentração na execução das suas tarefas;
Realizar as suas atividades promovendo a humanização do serviço;
Revelar capacidade de alerta que permita sinalizar situações ou
contextos que exijam intervenção;
Demonstrar compreensão, paciência e sensibilidade na aplicação
adequada de técnicas de higiene, conforto e mobilização do utente;
Agir em função da capacidade de autonomia do utente, dando
reforço positivo a pequenos progressos.
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Projeto Curricular de Escola
Técnico de Análise Laboratorial
Metas Específicas de Química Aplicada
Reconhecer a importância do controlo microbiano;
Conhecer o padrão e taxa de morte bacteriana;
Conhecer as condições que influenciam a ação anti-microbiana;
Conhecer o modo de acção de agentes antimicrobianos;
Diferenciar um exame físico-químico de um exame microbiológico;
Conhecer os métodos de fazer colheitas, consoante o tipo de
microrganismo a ser pesquisado;
Identificar o tipo de microrganismos suspeitos, num determinado meio
de cultura.
Reconhecer a importância da qualidade higiénica alimentar;
Conhecer os processos para colher amostras para fins de análise
microbiológica;
Seleccionar o meio de cultura apropriado;
Conhecer as diferentes técnicas necessárias à análise microbiológica;
Fundamentos do controlo de microrganismos:
-Controlo pelos agentes físicos
- Princípios fundamentais da destruição de microrganismos por
radiações;
- Efeitos da congelação sobre os microrganismos;
- Destruição térmica dos microrganismos;
- Efeitos da desidratação nos microrganismos.
Controlo pelos agentes químicos:
- Ácido Benzóico;
- Ácido Sórbico;
- Dióxido de Enxofre;
Página 310
Projeto Curricular de Escola
- Sais e Açúcares;
- Nitritos e Nitratos;
- Ácido Acético e Láctico, entre outros.
- Antibióticos e outros agentes quimioterápicos
Identificar situações em que a exigência de qualidade higiénica
alimentar pode reprovar
qualquer produto alimentar;
Justificar a necessidade dos produtos alimentares lançados no
mercado serrem submetidos continuamente a controlo de qualidade;
Prever correctamente os tipos de microrganismos que se podem
encontrar em diversos
alimentos;
Executar análises microbiológicas a alimentos;
Conhecer sistemas integrados de controlo de qualidade alimentar;
Identificar o agente causador de determinada intoxicação alimentar.
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Projeto Curricular de Escola
Ensino Vocacional
Metas Específicas de Ciências Naturais
Compreender os níveis de organização biológica dos ecossistemas.
Analisar as dinâmicas de interacção existentes entre os seres vivos e o
ambiente.
Explorar as dinâmicas de interacção existentes entre os seres vivos.
Compreender a importância dos fluxos de energia na dinâmica dos
ecossistemas.
Ãnalisar a forma como a gestão dos ecossitemas pode contribuir para
alcançar as metas de um desenvolvimento sustentável.
Compreender a influência de catástrofes no equilíbrio dos ecossistemas.
Sintetizar medidas de protecção dos ecossitemas.
Compreender a classificação dos recursos naturais.
Compreender o modo como são explorados e transformados os
recursos naturais.
Relacionar o papel dos instrumentos de ordenamento e gestão do
território com a protecção e a conservação da natureza.
Relacionar a gestão de resíduos e da água com o desenvolvimento
sustentável.
Relacionar o desenvolvimento científico e tecnológico com a melhoria
da qualidade de vida das populações humanas.
Página 312
Projeto Curricular de Escola
Metas Específicas de Saúde
Compreender a importância da saúde individual e comunitária na
qualidade de vida da população.
A presentar o conceito de Saúde e o conceito de qualidade de vida,
segundo a OMS.
Distinguir os conceitos de esperança de saúde e de esperanças de
vida.
Relacionar a ocorrência de doenças como açºão de agentes
patogénicos ambientais, biológicos, físicos e químicos.
Indicar determinantes do nível de saúde individual e comunktaria.
Interpretar situações tendo em conta os indicadores de saúde de uma
população.
Sintetizar as estratégias de promoção de saúde.
Caracterizar, sumariamente, a sociedade de risco.
Apresentar exemplos de culturas de risco.
Explicitar o modo como a implementação de medidas de capacitação
das pessoas pode contribuir para a promoção de saúde.
Descrever exemplos de atuação na promoção da saúde individual,
familiar e comunitária.
Compreender o conceito da prática de uma agricultura biológica.
Construir a noção de que o equilíbrio do ambiente é fundamental para
a sustentação da vida em nosso planeta.
Produzir adubos orgânicos.
Conscientizar alunos e pais acerca da importância de se ter uma
alimentação rica e equilibrada.
Valorizar o trabalho em equipa, ou seja, o papel do outro no processo
de aprendizagem.
Página 313
Projeto Curricular de Escola
Desenvolver de forma lúdica e interdisciplinar conteúdos das diversas
áreas do conhecimento.
Incentivar uma nova relação com o meio ambiente, sensibilizando para
práticas ambientais equilibradoras e de sustentabilidade.
Aplicar conceitos e técnicas inovadoras em termos agrícolas e de uso
da energia e dos recursos naturais.
Promover competências criativas e inovadoras.
Desenvolver o sentimento de partilha e colaboração (cultura de
vizinho).
Fomentar o sentido de organização no espaço e no tempo.
Estimular o desenvolvimento da inteligência emocional.
Promover atitudes de prevenção e segurança.
Melhorar os hábitos alimentares.
Despertar para uma atitude empreendedora.
Página 314
Projeto Curricular de Escola
Ciências Físico e Químicas
Básico III
Objetivos Essenciais
O ensino das ciências nos três ciclos do ensino básico encontra-se
organizado em torno de quatro temas organizadores:
Terra no espaço
Terra em transformação
Sustentabilidade na Terra
Viver melhor na Terra.
Os temas devem ser explorados numa perspetiva interdisciplinar, em
que a interAção Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente deverá
constituir uma vertente integradora e globalizante da organização e da
aquisição dos saberes científicos. Esta vertente assume um sentido duplo
no contexto da aprendizagem científica ao nível da escolaridade
básica e obrigatória. Por um lado, possibilita o alargar os horizontes da
aprendizagem, proporcionando aos alunos não só o acesso aos
produtos da Ciência mas também aos seus processos, através da
compreensão das potencialidades e limites da Ciência e das suas
aplicações tecnológicas na Sociedade. Por outro lado, permite uma
tomada de consciência quanto ao significado científico, tecnológico e
social da intervenção humana na Terra, o que poderá constituir uma
dimensão importante em termos de uma desejável educação para a
cidadania.
Atente-se a que qualquer dos temas envolve as componentes
científica, tecnológica, social e ambiental, embora seja diferente a
Página 315
Projeto Curricular de Escola
ênfase a dar na exploração destas componentes em cada um. Outro
aspeto a salientar tem a ver com a articulação dos temas. Com a
sequência sugerida pretende-se que, após terem compreendido
conceitos relacionados com a estrutura e funcionamento do sistema
Terra, os alunos sejam capazes de os aplicar em situações que
contemplam a intervenção humana na Terra e a resolução de
problemas daí resultantes, visando a sustentabilidade na Terra.
TERRA NO ESPAÇO
O primeiro tema – Terra no espaço – foca a localização do planeta
Terra no Universo e sua inter-relação com este sistema mais amplo, bem
como a compreensão de fenómenos relacionados com os movimentos
da Terra e sua influência na vida do planeta. Considera-se fundamental
que as experiências de aprendizagem no âmbito deste tema
possibilitem aos alunos, no final do ensino básico, o desenvolvimento
das seguintes Objetivos:
Compreensão global da constituição e da caracterização do Universo
e do Sistema Solar e da posição que a Terra ocupa nesses sistemas;
Reconhecimento de que fenómenos que ocorrem na Terra resultam da
interAção no sistema Sol, Terra e Lua;
Reconhecimento
da
importância
de
se
interrogar
sobre
as
características do Universo e sobre as explicações da Ciência e da
Tecnologia relativamente aos fenómenos que lhes estão associados;
Compreensão de que o conhecimento sobre o Universo se deve a
sucessivas teorias científicas, muitas vezes contraditórias e polémicas.
Página 316
Projeto Curricular de Escola
TERRA EM TRANSFORMAÇÃO
Com o segundo tema – Terra em transformação – pretende-se que os
alunos adquiram conhecimentos relacionados com os elementos
constituintes da Terra e com os fenómenos que nela ocorrem. No
âmbito deste tema é essencial que as experiências de aprendizagem
possibilitem aos alunos o desenvolvimento das seguintes Objetivos:
Reconhecimento de que a diversidade de materiais, seres vivos e
fenómenos existentes na Terra é essencial para a vida no planeta;
Reconhecimento
de
unidades
estruturais
comuns,
apesar
da
diversidade de características e propriedades existentes no mundo
natural;
Compreensão
da
importância
das
medições,
classificações
e
representações como forma de olhar para o mundo perante a sua
diversidade e complexidade;
Compreensão das transformações que contribuem para a dinâmica da
Terra e das suas consequências a nível ambiental e social;
Reconhecimento do contributo da Ciência para a compreensão da
diversidade e das transformações que ocorrem na Terra.
SUSTENTABILIDADE NA TERRA
No terceiro tema – Sustentabilidade na Terra – pretende-se que os
alunos tomem consciência da importância de atuar ao nível do sistema
Terra, de forma a não provocar desequilíbrios, contribuindo para uma
gestão regrada dos recursos existentes. Para um desenvolvimento
sustentável, a Educação em Ciência deverá ter em conta a diversidade
de ambientes físicos, biológicos, sociais, económicos e éticos.
Página 317
Projeto Curricular de Escola
No âmbito deste tema é essencial que os alunos vivenciem experiências
de aprendizagem de forma ativa e contextualizada, numa perspetiva
global e interdisciplinar, visando o desenvolvimento das seguintes
Objetivos:
Reconhecimento da necessidade humana de apropriação dos recursos
existentes na Terra para os transformar e, posteriormente, os utilizar;
Reconhecimento
do
papel
da
Ciência
e
da
Tecnologia
na
transformação e utilização dos recursos existentes na Terra;
Reconhecimento de situações de desenvolvimento sustentável em
diversas regiões;
Reconhecimento que a intervenção humana na Terra afeta os
indivíduos, a sociedade e o ambiente e que coloca questões de
natureza social e ética;
Compreensão das consequências que a utilização dos recursos
existentes na Terra tem para os indivíduos, a sociedade e o ambiente;
Compreensão
da
importância
do
conhecimento
científico
e
tecnológico na explicação e resolução de situações que contribuam
para a sustentabilidade da vida na Terra.
VIVER MELHOR NA TERRA
O quarto tema – Viver melhor na Terra – visa a compreensão de que a
qualidade de vida implica saúde e segurança numa perspetiva
individual e coletiva. A biotecnologia, área relevante na sociedade
científica e tecnológica em que vivemos, será um conhecimento
essencial para a qualidade de vida. Para o estudo deste tema as
experiências
de
aprendizagem
que
se
propõem
visam
o
desenvolvimento das seguintes Objetivos:
Página 318
Projeto Curricular de Escola
Reconhecimento da necessidade de desenvolver hábitos de vida
saudáveis e de segurança, numa perspetiva biológica, psicológica e
social;
Reconhecimento da necessidade de uma análise crítica face às
questões éticas de algumas das aplicações científicas e tecnológicas;
Conhecimento das normas de segurança e de higiene na utilização de
materiais e equipamentos de laboratório e de uso comum, bem como
respeito pelo seu cumprimento;
Reconhecimento
de
que
comportamentos
associados
a
tomada
à
saúde
de
e
decisão
segurança
relativa
a
global
é
influenciada por aspetos sociais, culturais e económicos;
Compreensão de como a Ciência e da Tecnologia têm contribuído
para a melhoria da qualidade de vida;
Compreensão do modo como a sociedade pode condicionar, e tem
condicionado, o rumo dos avanços científicos e tecnológicos na área
da saúde e segurança global;
Compreensão dos conceitos essenciais relacionados com a saúde,
utilização de recursos, e proteção ambiental que devem fundamentar
a Ação humana no plano individual e comunitário;
Valorização de atitudes de segurança e de prevenção como condição
essencial em diversos aspetos relacionados com a qualidade de vida.
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Projeto Curricular de Escola
Grupo Disciplinar de Física e Química A (Ano 1 e Ano 2)
Secundário
Objetivos do tipo processual
Selecionar material de laboratório adequado a uma atividade
experimental
Construir uma montagem laboratorial a partir de um esquema ou de
uma descrição
Identificar material e equipamento de laboratório e explicar a sua
utilização/função
Manipular com correção e respeito por normas de segurança, material
e equipamento
Recolher, registar e organizar dados de observações (quantitativos e
qualitativos) de fontes diversas, nomeadamente em forma gráfica
Executar,
com
correção,
técnicas
previamente
ilustradas
ou
demonstradas
Exprimir um resultado com um número de algarismos significativos
compatíveis com as condições da experiência e afetado da respetiva
incerteza absoluta.
Objetivos do tipo conceptual
Planear uma experiência para dar resposta a uma questão - problema
Analisar dados recolhidos à luz de um determinado modelo ou quadro
teórico
Interpretar os resultados obtidos e confrontá-los com as hipóteses de
partida e/ou com outros de referência
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Projeto Curricular de Escola
Discutir os limites de validade dos resultados obtidos respeitantes ao
observador, aos instrumentos e à técnica usados
Reformular o planeamento de uma experiência a partir dos resultados
obtidos
Identificar parâmetros que poderão afetar um dado fenómeno e
planificar modo(s) de os controlar
Formular uma hipótese sobre o efeito da variação de um dado
parâmetro
Elaborar um relatório (ou síntese, oralmente ou por escrito, ou noutros
formatos) sobre uma atividade experimental por si realizada
Interpretar simbologia de uso corrente em Laboratórios de Química
(regras de segurança de pessoas e instalações, armazenamento,
manipulação e eliminação de resíduos).
Objetivos do tipo social, atitudinal e axiológico
Desenvolver o respeito pelo cumprimento de normas de segurança:
gerais, de proteção pessoal e do ambiente
Apresentar e discutir na turma propostas de trabalho e resultados
obtidos
Utilizar formatos diversos para aceder e apresentar informação,
nomeadamente as TIC
Refletir sobre pontos de vista contrários aos seus
Rentabilizar o trabalho em equipa através de processos de negociação,
conciliação e Ação conjunta, com vista à apresentação de um
produto final
Assumir responsabilidade nas suas posições e atitudes
Adequar ritmos de trabalho aos objetivos das atividades.
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Projeto Curricular de Escola
No final do 11º ano, os alunos devem ter executado atividades que
contemplem todos os
Objetivos gerais de aprendizagem bem como ter desenvolvido as
Objetivos enunciadas.
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Projeto Curricular de Escola
Economia A
10º Ano
I – Introdução
A atividade económica e a ciência económica
- compreender a dimensão económica e social;
- identificar grandes problemas económicos que se levantam na
atualidade;
- Compreender a interligação da economia com outras ciências;
- identificar agentes económicos e suas funções;
II – Aspetos fundamentais da Atividade económica
Necessidades e Consumo
- explicar as características das necessidades;
- classificar as necessidades;
- identificar o consumo como atividade humana;
- compreender os fatores que explicam o consumo;
- compreender a evolução da estrutura do consumo em Portugal e na
UE
- identificar e caracterizar sociedades do consumo;
Produção de bens e serviços
- distinguir bens e classificá-los;
- compreender a noção de produção;
- caracterizar os fatores produtivos;
- compreender e classificar os tipos de capital;
Página 323
Projeto Curricular de Escola
- distinguir diferentes formas de trabalho e tipos de produtividade;
- interpretar diferentes custos de produção;
- caracterizar e compreender situações de economias de escala e de
rendimentos decrescentes;
Comércio e Moeda
- compreender e identificar noção e tipos de comércio;
- distinguir os diferentes circuitos de distribuição;
- compreender a evolução da moeda como meio para interpretar os
modelos económicos da atualidade;
- compreender a importância da moeda numa economia;
- indicar os vários tipos de moeda e suas funções;
- analisar a nova moeda – o euro;
- interpretar o fenómeno inflacionista;
- relacionar a inflação com o IPC;
- analisar a inflação em Portugal e na EU.
Preços e mercados
- compreender a noção de mercado;
- compreender o mecanismo de mercado: procura e oferta;
- identificar o preço de equilíbrio;
- analisar o processo de formação de preços em diferentes formas de
mercado;
Rendimentos e repartição dos rendimentos
- compreender e distinguir o mecanismo de repartição funcional e
pessoal do rendimento;
- conhecer o critério da repartição pessoal;
Página 324
Projeto Curricular de Escola
- distinguir repartição de redistribuição;
- problematizar a redistribuição na atualidade;
Poupança e Investimento
- compreender a utilização dos rendimentos;
- compreender o fenómeno de acumulação e conhecer as fontes de
acumulação;
- compreender a necessidade de analisar as alternativas de aplicação
das poupanças;
- analisar e interpretar os vários tipos de financiamento da actividade
económica;
- analisar o investimento em Portugal e no estrangeiro.
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Projeto Curricular de Escola
11º Ano
III – A Contabilização da Atividade Económica
8- Os Agentes Económicos e o Circuito Económico
- Identificar os agentes económicos e compreender as suas funções;
- Perceber o funcionamento da actividade económica;
- Desenvolver o espírito crítico em termos económicos;
9- A Contabilidade Nacional
- Compreender a noção de contabilidade nacional;
- Explicitar os objetivos da contabilidade nacional;
- Indicar as diferentes perspetivas de cálculo do valor do produto;
- Justificar as diferentes óticas do cálculo do produto no contexto de
equilíbrio entre Empregos e Recursos;
- Explicitar em que consiste o problema da múltipla contagem no
cálculo do produto;
- Referir as componentes do produto a preços de mercado;
- Diferenciar produto líquido de produto bruto;
- Diferenciar produto interno de produto nacional;
- Distinguir produto a preços correntes e a preços constantes;
- Justificar a importância do cálculo do produto a preços constantes;
- Identificar as várias componentes do rendimento;
- Referir as várias componentes da despesa;
- Distinguir Despesa Interna da Despesa Nacional;
10- As relações económicas com o resto do mundo
Página 326
Projeto Curricular de Escola
- Indicar os diversos tipos de relações internacionais;
- Justificar a necessidade das relações internacionais;
- Identificar as componentes da balança de pagamentos;
- Identificar as componentes da balança corrente, balança de serviços,
de rendimentos,
transferências, balança de capital e balança
financeira;
- Interpretar o significado de alguns indicadores do comércio externo;
- Caracterizar o protecionismo;
- Reconhecer alguns instrumentos utilizados para impedir o comércio
livre;
- Caracterizar o livre – cambismo;
- Enquadrar a Organização Mundial do Comércio no projecto de
liberalização do comércio internacional;
- Indicar os principais objetivos da OMC
11- A Intervenção do Estado na economia
- Explicar as funções económicas e sociais do Estado;
- Referir os instrumentos de intervenção do Estado na esfera económica
e social;
- Distinguir planeamento imperativo de planeamento indicativo;
- Distinguir receitas públicas de despesas públicas;
- Classificar as diferentes fontes de receitas de Estado;
- Distinguir impostos diretos de impostos indiretos;
- Explicar o significado do saldo orçamental;
- Justificar a importância do orçamento do estado como instrumento de
intervenção económico e social;
- Identificar as políticas económicas e sociais como instrumentos de
intervenção económica e social;
Página 327
Projeto Curricular de Escola
- Apresentar os objetivos das políticas económicas e sociais do Estado;
- Indicar constrangimentos às políticas económicas e sociais do Estado
pelo facto de ser membro da UE.
12 - A Economia Portuguesa no Contexto da EU
- Explicitar o conceito de integração;
- Distinguir as diferentes formas de integração económica;
- Apresentar vantagens decorrentes da integração económica;
- Dar exemplos de formas de integração económica em diferentes
áreas geográficas;
- Enquadrar historicamente o surgimento das comunidades europeias;
- Apresentar as principais etapas da construção europeia;
- Caracterizar o mercado único;
- Referir os objetivos da UEM;
- Justificar a necessidade dos critérios de convergência exigidos pela UE;
- Referir desafios da UE resultantes do aprofundamento e do
alargamento;
- Explicar os desafios decorrentes do alargamento, a reforma das
instituições e a reorientação dos fundos estruturais;
- Relacionar a necessidade de reformulação das políticas comunitárias
com o processo de aprofundamento da UE;
- Aplicar os conhecimentos adquiridos as realidades portuguesa e
europeia;
- Caracterizar a economia portuguesa na atualidade;
- Comparar
os
indicadores
da economia portuguesa com
os
indicadores da economia europeia;
- Referir os principais desafios que se levantam à economia portuguesa
no futuro próximo;
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Projeto Curricular de Escola
OBJETIVOS ECONOMIA - Cursos Profissionais
MÓDULO 1 - A Economia e o Problema Económico
Objetivos de Aprendizagem
● Apresentar o objeto de estudo da Economia.
● Aferir a necessidade de efetuar escolhas decorrente da existência de
necessidades ilimitadas e de recursos escassos.
● Explicar o conceito de custo de oportunidade a partir da necessidade
de efetuar escolhas.
● Explicar o carácter espácio-temporal das necessidades.
● Distinguir diversos tipos de necessidades.
● Classificar os diferentes tipos de bens económicos.
MÓDULO 2 - Agentes Económicos e Atividades Económicas
Objetivos de Aprendizagem
● Explicitar as funções dos diferentes agentes económicos.
● Explicar a complementaridade das atividades económicas.
● Relacionar produção com sectores de atividade económica.
● Relacionar os conceitos de valor acrescentado e Produto Interno
Bruto (PIB).
● Reconhecer a produção como uma combinação de fatores de
produção.
● Caracterizar os fatores de produção.
● Explicar a importância dos recursos naturais na atividade produtiva.
● Distinguir a combinação dos fatores produtivos a curto e a longo
prazo.
● Explicitar as formas de avaliação da eficácia da produção.
Página 329
Projeto Curricular de Escola
● Apresentar os fatores que estão na base da melhoria da eficácia da
produção.
● Explicar a importância da distribuição na atualidade.
● Distinguir os diferentes circuitos de distribuição.
● Caracterizar os diversos tipos de comércio.
● Indicar os diferentes métodos de vendas.
● Relacionar o processo de venda com o tipo de comércio e com o
método de venda.
● Referir as várias etapas do processo de venda.
● Distinguir os diferentes tipos de consumo.
● Explicitar em que consiste a relatividade dos padrões de consumo.
● Explicar de que modo os factores económicos influenciam os padrões
de consumo.
● Explicar de que modo os factores extra-económicos influenciam os
padrões de consumo.
● Justificar o aparecimento do consumerismo e do movimento dos
consumidores.
● Enumerar direitos e deveres dos consumidores.
MÓDULO 3 - Mercados de Bens e Serviços e de Fatores Produtivos
Objetivos de Aprendizagem
●
Relacionar
a
evolução
do
conceito
de
mercado
com
o
desenvolvimento das novas tecnologias.
● Referir a existência de variados mercados.
● Apresentar as componentes do mercado (procura e oferta).
● Caracterizar as diferentes estruturas do mercado.
● Explicar a lei da procura.
● Reconhecer os diferentes graus de elasticidade da procura-preço
Página 330
Projeto Curricular de Escola
Relacionar os deslocamentos da curva da procura com as alterações
das suas determinantes.
● Explicar a lei da oferta.
●
Reconhecer
os
diferentes
graus
de
elasticidade
da
oferta
relativamente ao preço.
● Relacionar os deslocamentos da curva da oferta com as alterações
das suas determinantes.
● Explicar o significado da situação de equilíbrio no mercado de
concorrência perfeita.
● Justificar a existência de monopólios.
● Apresentar os problemas associados à formação dos preços em
mercado de monopólio.
● Referir a existência de diferentes tipos de oligopólio.
● Caracterizar o mercado de concorrência monopolística quanto aos
produtos transacionados.
● Apresentar fatores que permitem a diferenciação do produto neste
tipo de mercado.
● Referir a segmentação do mercado de trabalho.
● Apresentar as componentes do mercado de trabalho (procura e
oferta).
● Relacionar oferta de trabalho e salário (curva da oferta de trabalho).
● Explicar de que forma a mudança de gostos, as alternativas noutros
sectores e as migrações se
refletem na oferta de trabalho.
● Relacionar procura de trabalho e salário (curva da procura de
trabalho).
● Explicar o impacto da tecnologia e do preço do produto sobre a
procura de trabalho.
Página 331
Projeto Curricular de Escola
● Explicitar o significado de salário de equilíbrio.
● Interpretar o desemprego como um desequilíbrio do mercado.
● Explicar a acção dos sindicatos e do Estado sobre o mercado de
trabalho.
MÓDULO 4 - Moeda e Financiamento da Atividade Económica
Objetivos de Aprendizagem
● Caracterizar os diferentes tipos de moeda.
● Explicitar as funções da moeda.
● Relacionar as novas formas de pagamento com a evolução
tecnológica.
● Explicitar fatores que influenciam a formação dos preços (custo de
produção, mecanismo de
mercado).
● Relacionar Índice de Preços no Consumidor (IPC) e taxa de inflação.
● Distinguir formas de cálculo da inflação.
● Explicar consequências da inflação.
● Integrar a variável tempo nas decisões sobre utilização dos
rendimentos.
● Referir os destinos da poupança.
● Explicar as funções do investimento na atividade económica.
● Distinguir os diversos tipos de investimento.
● Justificar a importância económica do investimento em I&D na
atividade económica.
●
Distinguir
financiamento
interno
(auto-financiamento)
de
financiamento externo.
● Distinguir as diferentes formas de financiamento externo.
● Relacionar o crédito bancário com o financiamento externo indireto.
Página 332
Projeto Curricular de Escola
● Reconhecer o mercado de títulos como uma fonte de financiamento
externo direto.
MÓDULO 5 - O Estado e a Atividade Económica
Objetivos de Aprendizagem
● Apresentar a noção de Estado.
● Caracterizar as funções do Estado.
● Indicar as esferas de intervenção do Estado.
● Explicar os objetivos da intervenção do Estado na esfera económica e
social (garantia da eficiência,
da equidade e da estabilidade).
● Referir os instrumentos de intervenção do Estado nas esferas
económica e social (planeamento,
orçamento e políticas económicas e sociais).
● Distinguir planeamento indicativo de planeamento imperativo.
● Explicitar em que consiste o Orçamento de Estado.
● Referir as diversas fontes de receita do Estado (receitas públicas).
● Distinguir impostos diretos de impostos indiretos.
● Referir as diversas despesas do Estado (despesas públicas).
● Explicar o significado do saldo orçamental.
● Justificar a importância do Orçamento de Estado como instrumento
de intervenção económica e
social.
● Expor objetivos e instrumentos das políticas sociais do Estado
(redistribuição dos rendimentos e
combate ao desemprego).
● Apresentar objetivos e instrumentos das políticas económicas do
Estado (orçamental, fiscal,
Página 333
Projeto Curricular de Escola
monetária e cambial).
● Referir as alterações às políticas económicas e sociais do Estado
Português decorrentes do facto de
Portugal ser membro da União Europeia.
MÓDULO 6 - A Interdependência das Economias Atuais
Objetivos de Aprendizagem
● Indicar os diversos tipos de trocas internacionais que se estabelecem
entre as economias.
● Explicar as razões que levam os países a efetuar trocas internacionais.
● Referir vantagens para os países, decorrentes da integração no
comércio internacional.
● Referir a importância de se efetuarem os registos das trocas
internacionais.
● Indicar as componentes da Balança de Pagamentos (Balanças
Corrente, de Capital e Financeira).
● Referir as balanças que compõem a Balança Corrente.
● Calcular o saldo da Balança de Mercadorias.
● Interpretar o saldo da Balança de Mercadorias
● Calcular a taxa de cobertura.
● Interpretar o significado de indicadores do comércio externo (taxa de
cobertura e estrutura das
importações e das exportações).
● Referir a composição das Balanças de Serviços, de Rendimentos e de
Transferências Correntes.
● Calcular o saldo da Balança Corrente.
● Interpretar o saldo da Balança Corrente.
● Indicar as componentes da Balança de Capital.
Página 334
Projeto Curricular de Escola
● Indicar componentes da Balança Financeira.
● Distinguir protecionismo de livre-cambismo.
●
Relacionar
o
desenvolvimento
e
a
desregulamentação
dos
transportes e das comunicações com a
abertura do comércio internacional.
● Explicar o papel das empresas transnacionais no desenvolvimento do
comércio internacional
● Explicar de que forma o GATT/OMC incentivou o desenvolvimento do
comércio internacional
● Apresentar a noção de integração económica.
Distinguir cada uma das formas de integração económica.
● Relacionar o processo de integração com a regionalização das trocas
internacionais.
● Referir exemplos de formas de integração em diferentes áreas
geográficas (Mercosul – Mercado
Comum do Sul; ASEAN – Associação das Nações do Sudoeste Asiático;
NAFTA – Acordo Norte
Americano de Livre Comércio e UE- União Europeia).
● Relacionar o processo de integração com o movimento de abertura e
liberalização do comércio
internacional.
● Referir as principais etapas de integração europeia (da CECA –
Comunidade Europeia do Carvão e
do Aço ao Ato Único Europeu).
● Explicar a importância do Ato Único Europeu.
● Relacionar o Ato Único com a criação da União Económica e
Monetária (UEM).
● Enunciar os principais objetivos do Tratado de Maastricht.
Página 335
Projeto Curricular de Escola
● Explicar a importância da criação da UEM na afirmação da União
Europeia.
MÓDULO 7 – Crescimento, Desenvolvimento e Flutuações da Atividade
Económica
Objetivos de Aprendizagem
● Distinguir crescimento económico de desenvolvimento
● Distinguir indicadores simples de indicadores compostos
● Interpretar indicadores de desenvolvimento
● Referir limitações dos indicadores como medidas do desenvolvimento
● Reconhecer a heterogeneidade de desenvolvimento através de
conjuntos variados de indicadores
● Analisar situações de crescimento económico sem desenvolvimento
● Constatar o crescimento económico de algumas economias nos
últimos séculos
● Explicar fatores de crescimento económico
● Reconhecer a importância do capital humano como fator de
crescimento económico
● Identificar características dos países desenvolvidos associadas ao
crescimento económico moderno
● Verificar historicamente a irregularidade do ritmo de crescimento da
atividade económica
● Caracterizar as fases dos ciclos económicos
● Indicar limites ao crescimento económico
● Avaliar as desigualdades de desenvolvimento a nível mundial
● Distinguir pobreza de exclusão social
● Constatar a existência de situações de pobreza e exclusão social nos
países desenvolvidos
Página 336
Projeto Curricular de Escola
● Justificar a necessidade de um desenvolvimento humano e
sustentável no contexto actual
MÓDULO 8 - A Economia Portuguesa na Atualidade
Objetivos de Aprendizagem
● Aplicar conhecimentos e competências, anteriormente adquiridos, na
análise da realidade económica
portuguesa.
● Comparar os principais indicadores de desempenho da economia
portuguesa com os da União
Europeia.
● Analisar aspetos relevantes da economia portuguesa na atualidade
Página 337
Projeto Curricular de Escola
OBJETIVOS DE ÁREA DE INTEGRAÇÃO – (Cursos Profissionais)
1º ANO
MÓDULO I
Área I - A Pessoa
Tema 1 - A construção da democracia
Objetivos
Reconhecer a coexistência política como facto humano: o Homem é
um “animal político”.
Compreender a sociedade humana como constituída por grupos
politicamente organizados.
Identificar os seguintes momentos de construção da democracia e suas
crises: Igualdade, Liberdade, Fraternidade como valores estruturantes
da ética moderna ocidental; os utopistas românticos e o movimento
político-sindical
no
internacionalismo,
século
XIX;
movimentos
o
século
XX
partidários,
–
nacionalismo
movimentos
e
laborais,
movimentos em prol dos direitos e liberdades.
Conhecer a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a sua génese e
as instituições internacionais que lhe dão corpo.
Área II- A Sociedade
Tema 2 - A construção do espaço europeu
Objetivos
Identificar aspetos da presença da União Europeia no quotidiano da
região e do país.
Localizar os Estados-Membros da União Europeia.
Página 338
Projeto Curricular de Escola
Reconhecer a diversidade geográfica dos países da União Europeia.
Analisar a distribuição na União Europeia de variáveis como:
População
Densidade Populacional
Sectores de atividade
Escolaridade, etc.
Investigar a situação na União Europeia do sector a que pretende
dedicar-se.
Tomar contacto com programas da UE dirigidos à Juventude, Formação
e ao sector a que pretende dedicar-se.
Debater vantagens e desvantagens para a região e o país da pertença
à União Europeia.
Área III- O Mundo
Tema 3 - Da economia mundo à economia global
Objetivos
Identificar etapas da internacionalização da economia e da produção
Analisar exemplos da globalização da economia no mundo actual.
Analisar exemplos da importância das empresas multinacionais e
transnacionais na economia actual.
Reconhecer diferenças de desenvolvimento no mundo actual.
Debater questões de exclusão económica e social em relação à
economia actual.
Página 339
Projeto Curricular de Escola
MÓDULO II
Área I – A pessoa
Tema 1 - A comunicação e a construção do indivíduo
Objetivos
Compreender como todo o comportamento é comunicação
(“ninguém pode não comunicar”1, ou o destino social do homem).
Verificar que as relações interpessoais são tributárias
envolvente
em
que
se
inscrevem:
as
regras
do meio
sociais
como
condicionantes das formas de comunicação
Compreender a comunicação como um processo não linear que
envolve emissor, receptor e mensagem, permitindo um sistema circular
de acções e reacções, estímulos e respostas.
Conhecer noções básicas de lógica: noção de silogismo e seu valor
formal; o discurso argumentativo; noções de código, denotação e
conotação.
Compreender os códigos como sistemas em que os signos se
organizam.
Área II - A sociedade
Tema 2- A cidadania europeia
Objetivos
Identificar momentos importantes da construção europeia.
Conhecer as principais instituições europeias e o seu funcionamento.
Identificar direitos e deveres envolvidos na cidadania europeia.
Problematizar formas de organização futura da UE que contribuam para
a sua afirmação como potência mundial.
Página 340
Projeto Curricular de Escola
Área III- O Mundo
Tema 3 - Um desafio global: o desenvolvimento sustentável
Objetivos
Identificar problemas ambientais que se coloquem à escala global.
Identificar problemas de desenvolvimento que se coloquem à escala
global.
Debater o conceito de desenvolvimento sustentável.
Identificar o papel de organizações internacionais na procura de
modelos de desenvolvimento sustentável.
Página 341
Projeto Curricular de Escola
2º ANO
MÓDULO III
Área I - A Pessoa
Tema 1 - Pessoa e Cultura
Objetivos
Discutir o conceito de Pessoa partindo de referências etimológicas,
históricas e simbólicas.
Compreender o modo como se estrutura a personalidade: corpo e
herança biológica; meio, cultura e herança cultural.
Reconhecer a existência de diferentes contextos com os quais as
comunidades humanas se deparam: a relatividade cultural; os padrões
de cultura e aculturação como indutores de comportamentos
comuns/grupais.
Identificar alguns agentes de socialização e suas estratégias: a família; a
escola; a comunicação social; a moda; a publicidade
Compreender a importância da opinião pública como instrumento de
controlo dos comportamentos individuais.
Área II – A Sociedade
Tema 2 -
O desenvolvimento de novas atitudes no trabalho: o
empreendedorismo
Objetivos
Investigar algumas determinantes do funcionamento do mercado de
trabalho sectorial/local, relativamente a parâmetros inovadores
Página 342
Projeto Curricular de Escola
Reconhecer as organizações de trabalho não apenas como produtoras
de normas e regras, mas enquanto vetores de mediação necessários à
ação coletiva dos seus membros.
Analisar diferentes modelos de relações de trabalho: estruturas verticais,
estruturas de equipa; trabalho cooperativo; trabalho virtual.
Problematizar atitudes face ao trabalho: da inserção burocrática à
atitude empreendedora.
Conhecer e discutir os elementos fundamentais do Empreendedorismo:
responsabilidade pessoal nos desempenhos, responsabilidade pessoal
na inserção em equipa de trabalho; desenvolvimento de competências
de iniciativa, aceitação do risco, decisão, responsabilidade, automotivação, optimismo, persistência, disciplina.
Área III – O Mundo
Tema 3 – A Formação da Sensibilidade Cultural e a transfiguração da
experiência : a Estética
Objetivos
Compreender a experiência estética como produto de uma relação
específica do indivíduo consigo mesmo, com a natureza e com a
sociedade.
Compreender a intemporalidade das manifestações estéticas e a sua
diversidade no tempo e no espaço: o referencial antropológico na
criação artística.
Reconhecer o objeto artístico como expressão simultânea de fruição e
compromisso com o real: a ideia de belo é polémica.
Página 343
Projeto Curricular de Escola
MÓDULO IV
Área I - A Pessoa
Tema 1 - A construção do Social
Objetivos
Analisar as seguintes abordagens ao conceito de estratificação social:
o “lugar natural” de Aristóteles; estratificação em comunidades
fechadas; o ocidente pré-moderno; a modernidade e abertura para a
permeabilidade social; o ideário da Revolução Francesa; séculos XIX e
XX – doutrinas socialistas e utopistas e revoluções sociais .
Identificar os seguintes períodos e acontecimentos histórico-políticos
significativos para a mudança social: a construção dos nacionalismos; o
conhecimento do mundo possibilitado pelas grandes viagens ao oriente
e pelos descobrimentos; a Revolução Industrial; as colonizações e a
construção de impérios coloniais; o incremento científico e tecnológico
dos séculos XIX e XX; as duas guerras mundiais; a construção da
democracia; as descolonizações.
Compreender os conceitos de indivíduo, sujeito histórico, comunidade,
sociedade, cultura.
Debater
conceitos
de
tolerância
e
intolerância,
a
partir
de
acontecimentos históricos e sociais significativos.
Área II - A Sociedade
Tema 2 - Desequilíbrios Regionais
Objetivos
Comparar indicadores de desenvolvimento de diferentes regiões
portuguesas.
Página 344
Projeto Curricular de Escola
Identificar tendências comuns na distribuição de indicadores de
desenvolvimento.
Explicar os desequilíbrios regionais encontrados.
Tomar contacto com propostas de solução para os desequilíbrios
regionais do território português.
Área III – O Mundo
Tema 3 - O Papel das Organizações Internacionais
Objetivos
Reconhecer o papel crescente das organizações internacionais como
uma das características do processo de globalização.
Conhecer a história, estrutura e o papel da Organização das Nações
Unidas (ONU) no mundo actual
Debater o papel futuro das organizações internacionais na resolução de
problemas globais
Página 345
Projeto Curricular de Escola
3º ANO
TEMA 1
MÓDULO V
Área I - A Pessoa
Tema1 - Estrutura familiar e dinâmica social
Objetivos
Compreender o conceito de parentesco e a sua importância na
organização social
Analisar a família como grupo específico e diferenciado de outras
estruturas sociais, organizada em diferentes modelos nas diferentes
épocas e espaços geográficos.
Identificar as funções sexual, reprodutiva, económica e de socialização
da estrutura familiar.
Analisar modelos de família na sociedade contemporânea: famílias
mono e bi-parentais; famílias de procriação e famílias de adopção.
Analisar a estrutura familiar enquanto portadora e transmissora de
valores: estatutos e papeis individuais nas várias fases da vida e ao
longo da História.
TEMA 2
Área III – O Mundo
Tema 2 - Os fins e os meios: que ética para a vida humana?
Objetivos
Problematizar modelos sociais variados que coexistem na sociedade
contemporânea.
Compreender como a complexificação das sociedades traz consigo a
complexificação do sentido de liberdade.
Página 346
Projeto Curricular de Escola
Reconhecer a determinação da vida humana – pessoal e social – por
valores: a diversidade cultural como indutora da diversidade de valores;
a ideia de Ética.
Reflectir sobre alguns suportes éticos da vida contemporânea: sujeito –
outros; sujeito – instituições; sujeito – natureza e vida.
Identificar a Lei como produto da relação do homem com o divino (as
teocracias) e as instituições sociais (a normatividade sufragada).
MÓDULO VI
Área I - A Pessoa
Tema 1 - Homem-natureza: uma relação sustentável?
Objetivos
Relacionar a produção de desperdícios da actividade humana com
várias formas de poluição atmosférica, hídrica, dos solos, dos oceanos…
Analisar o impacto global da produção de desperdícios.
Investigar situações de degradação ambiental na escola;
Problematizar questões relacionadas com o esgotamento de recursos;
Investigar
exemplos
de
medidas
que
procuram
garantir
a
sustentabilidade das formas de produção actuais;
Debater o conceito de sustentabilidade como forma de permitir a
continuação futura da relação Homem /Natureza
Área II – A Sociedade
Tema 2 - A região e o espaço nacional
Objetivos
Compreender as relações da região com as regiões envolventes e o
espaço nacional.
Página 347
Projeto Curricular de Escola
Identificar conjuntos naturais em que a região se insere.
Identificar conjuntos humanos em que a região se insere.
Identificar redes em que a região se insere.
MÓDULO VII
Área III – O Mundo
Tema 3 - Cultura Global ou globalização das culturas
Objetivos
Debater o conceito de globalização
Identificar etapas da internacionalização da economia e da produção.
Analisar modificações introduzidas no mundo actual pelas Tecnologias
de Informação e Comunicação, que contribuíram para o fenómeno da
globalização
Identificar
aspectos
da
globalização
que
correspondam
a
modificações sócio-culturais na sociedade actual.
Debater diferentes perspectivas sobre o sentido da globalização
Página 348
Projeto Curricular de Escola
Ciência Política
Objetivos Gerais
Do domínio cognitivo
- Conhecer o estatuto e o papel da Ciência Política;
- Reconhecer as interações entre os diversos ramos da Ciência Política;
- Compreender a complexidade da política, articulando-a com a
sociedade, com a economia e com a evolução das mentalidades;
- Compreender a complementaridade entre a teoria política e a ação
política;
- Utilizar os instrumentos de análise específicos da Ciência Política;
- Utilizar o vocabulário específico da disciplina.
Do domínio socio-afetivo
- Desenvolver a capacidade de trabalhar em grupo e individualmente;
- Respeitar os diferentes pontos de vista e a pluralidade de opiniões;
- Assumir opiniões próprias, de forma esclarecida e fundamentada;
- Respeitar as normas e os valores democráticos;
- Desenvolver comportamentos de tolerância, de solidariedade, de
cooperação e de não-discriminação;
- Desenvolver as capacidades de argumentação e de reflexão.
Competências
Relativas ao saber
- Caracterizar, nos seus traços gerais, a Ciência Política e o campo da
atividade política;
Página 349
Projeto Curricular de Escola
- Relacionar a Ciência Política com outras ciências e áreas do saber;
- Relacionar a política com a vida em sociedade;
- Identificar e caracterizar as principais teorias políticas;
- Problematizar ideologias e soluções políticas;
- Refletir de modo sistemático e crítico sobre a Política.
Relativas ao saber-fazer:
- Ler e interpretar diferentes tipos de documentos relativos aos temas da
disciplina;
- Aplicar os principais conceitos e os instrumentos de análise específicos
da Ciência
Política na análise de novas situações / problemas;
- Confrontar diferentes opiniões, refletindo criticamente sobre elas;
- Fundamentar as perspetivas pessoais;
- Construir textos fundamentados e coerentes;
- Utilizar técnicas de pesquisa, de tratamento e de apresentação da
informação.
Relativas ao saber-ser:
- Colaborar nas tarefas propostas de forma responsável;
- Respeitar opiniões diferentes;
- Respeitar as normas e os valores democráticos;
- Adotar atitudes de tolerância, de solidariedade, de cooperação e de
não discriminação.
Página 350
Projeto Curricular de Escola
Organização Industrial
Objetivos
Nos
primeiros
dois
anos,
pretende-se
que
o
aluno
adquira
conhecimentos de Organização Industrial enquadrada na Organização
Global das Empresas, identificando:
A sua estrutura funcional e hierárquica
O enquadramento Legal da Organização da Segurança e saúde no
Trabalho
O enquadramento Legal da Gestão Ambiental, assim como os suportes
Normativos aplicáveis.
No terceiro ano com o enquadramento da Organização e Gestão
Industrial na Empresa pretende-se que o aluno adquira:
Objetivos Organizativas,
Conhecimentos comportamentais do trabalhador na Empresa,
Conhecimentos do Plano de Segurança da Empresa,
Conhecimentos de interpretação dos Indicadores de Desempenho.
Página 351
Projeto Curricular de Escola
3.2.2.5 Educação Artística
No âmbito da Educação Artística, o professor:
Promove, de forma integrada, o desenvolvimento das expressões
artísticas e das Objetivos criativas e utiliza estratégias que integrem os
processos artísticos em outras experiências de aprendizagem curricular;
Desenvolve a aprendizagem de Objetivos artísticas essenciais e de
processos de pensamento criativo, utilizando os materiais, instrumentos e
técnicas envolvidas na educação artística,
Desenvolve nos alunos a capacidade de apreciar as artes e de
compreender a sua função na sociedade, valorizando o património
artístico e ambiental da humanidade.
Numa perspetiva de valorização do processo criativo, bem como do
conhecimento experimental dos diversos materiais de expressão
plástica, nos campos bi e tridimensionais, a educação artística atua
simultaneamente sobre dois eixos: o "saber fazer" da arte e o "saber ver"
a arte. O primeiro eixo abrange a verdade produtiva e expressiva da
arte enquanto criação de um saber específico. O segundo eixo implica
a integração transversal de conhecimentos da linguagem visual e
plástica, tendo em vista a inserção da produção no discurso social,
educativo e profissional, de forma a criar Objetivos em termos de
fruição, expressão e realização criativa.
Página 352
Projeto Curricular de Escola
Expressão Plástica
Básico I
Objetivos Essenciais:
- Compreender a importância das artes plásticas como meio de
expressão
e
comunicação
visual.
- Explorar a diversidade de linguagens plásticas no espaço bi e
tridimensional.
- Aplicar os elementos estruturais da linguagem plástica e as suas
interações
na
construção
de
mensagens
visuais.
- Explorar os diferentes materiais e técnicas de representação da forma
pictórica
e
escultórica.
- Desenvolver a compreensão e a pesquisa de processos criativos.
- Desenvolver o espírito crítico na apreciação do trabalho realizado
individualmente e em grupo.
Página 353
Projeto Curricular de Escola
Educação Musical
5º ano
Objetivos Essenciais
Canta e toca, individual e coletivamente, utilizando técnicas e práticas
musicais apropriadas e contextualizadas;
Ensaia e apresenta publicamente peças musicais com princípios
estéticos e comunicacionais diversificados;
Utiliza a audição, criatividade, conceitos e recursos estruturais para
desenvolver o pensamento musical e a prática artística, aumentando
progressivamente o nível de complexidade.
Ouve, analisa, descreve e classifica diferentes fontes sonoras e
conceitos musicais.
Adquire os diferentes códigos e convenções que constituem o
vocabulário musical, através da audição, do movimento e da prática
vocal e instrumental.
Desenvolve a discriminação e a sensibilidade auditiva, interiorizando a
mensagem musical.
Analisa obras musicais em géneros e estilos variados, tendo em conta os
enquadramentos socioculturais do passado e presente.
Página 354
Projeto Curricular de Escola
Educação Musical
6º ano
Objetivos Essenciais
Canta e toca, individual e coletivamente, utilizando técnicas e práticas
musicais apropriadas e contextualizadas.
Ensaia e apresenta publicamente peças musicais com princípios
estéticos e comunicacionais diversificados.
Reflete sobre as interpretações realizadas e avalia-as crítica e
informadamente.
Improvisa, cria pequenas peças musicais e faz arranjos, aplicando
diferentes conceitos e códigos.
Utiliza a audição, criatividade, conceitos e recursos estruturais para
desenvolver o pensamento musical e a prática artística, aumentando
progressivamente o nível de complexidade.
Adquire e explora diferentes técnicas vocais e instrumentais para a
criação sonora musical.
Ouve, analisa, descreve e classifica diferentes fontes sonoras e
conceitos musicais.
Adquire os diferentes códigos e convenções que constituem o
vocabulário musical, através da audição, do movimento e da prática
vocal e instrumental.
Analisa e compara diversas obras musicais com géneros, estilos e
origens culturais diferenciadas.
Página 355
Projeto Curricular de Escola
Educação Musical
7º ano
Objetivos Essenciais
Canta as suas músicas e as dos outros, utilizando diferentes técnicas
vocais simples.
Explora e responde a conceitos, diferentes códigos e convenções
musicais na música gravada e ao vivo.
Explora e responde a elementos básicos da música.
Desenvolve técnica que lhe permita explorar um instrumento da sua
escolha.
Participa em acontecimentos culturais tais como, Iníadas, Poesia à solta,
missas etc…
Página 356
Projeto Curricular de Escola
Educação Musical
8º ano
Objetivos Essenciais
Canta as suas músicas e as dos outros, utilizando diferentes técnicas
vocais simples.
Explora e responde a conceitos, diferentes códigos e convenções
musicais na música gravada e ao vivo.
Explora e responde a elementos básicos da música.
Desenvolve técnica que lhe permita explorar um instrumento da sua
escolha.
Participa em acontecimentos culturais tais como, Iniadas, Poesia à solta,
missas etc…
Desenvolve Objetivas criticas de diferentes tipos de música no tempo e
no espaço, tais como, música erudita, pop, étnica e jazz.
Página 357
Projeto Curricular de Escola
Educação Visual
5º ano
Objetivos Essenciais
Compreender o enunciado de um trabalho simples;
Planificar uma realização plástica ou técnica bidimensional;
Selecionar, pesquisar e explorar recursos disponíveis;
Desenvolver respostas individualizadas e criativas aos problemas
colocados;
Reconhecer o valor social do trabalho;
Exprimir-se com correção quer ao nível oral quer escrito;
Emitir opiniões com base na experiência e conhecimentos adquiridos;
Cumprir normas democraticamente estabelecidas para trabalhar em
grupo, gerir materiais e equipamentos coletivos, partilhar espaços de
trabalho e empenhar-se conscientemente nos problemas do grupo.
METAS
.Conhecer materiais riscadores e respetivos suportes físicos.
.Dominar materiais básicos de desenho técnico.
.Dominar a aquisição de conhecimento prático.
.Reconhecer a textura enquanto aspeto visual das superfícies.
.Compreender a geometria enquanto elemento de organização da
forma.
.Explicar a estrutura como suporte da forma.
.Dominar a representação como instrumento de registo.
.Conhecer diferentes tipologias de comunicação.
.Distinguir códigos e suportes utilizados pela comunicação.
Dominar a comunicação como um processo de narrativa visual.
Página 358
Projeto Curricular de Escola
Educação Visual
6º ano
Objetivos Essenciais
Planificar uma realização plástica ou técnica bi e tridimensional;
Identificar fontes de informação relevantes para a resolução de
problemas concretos;
Selecionar e controlar o uso de materiais e processos técnicos aplicáveis
a situações concretos;
Aplicar nos trabalhos que realiza um julgamento estético e social;
Exprimir ideias através da linguagem visual;
Relacionar o desenvolvimento atual das tecnologias com a alteração
das formas de vida das pessoas:
Exprimir-se com correção quer ao nível oral quer escrito;
Emitir opiniões com base na experiência e conhecimentos adquiridos;
Cumprir normas democraticamente estabelecidas para trabalhar em
grupo, gerir materiais e equipamentos coletivos, partilhar espaços de
trabalho e empenhar-se conscientemente nos problemas do grupo.
METAS
.Compreender características e qualidades da cor.
.Reconhecer a simbologia e o significado da cor.
.Dominar procedimentos sistemáticos e metodológicos.
.Conhecer as interações dos objetos no espaço.
.Representar elementos físicos num espaço.
.Dominar a representação bidimensional.
Página 359
Projeto Curricular de Escola
.Compreender o conceito de património.
.Reconhecer o papel e a influência do património na sociedade.
.Reconhecer o papel do discurso no âmbito de trajetórias históricas.
.Reconhecer princípios básicos da criação de um discurso
.Desenvolver a capacidade de avaliação crítica na criação de um
discurso.
.Dominar atividades coordenadas e interligadas, para a realização de
um objetivo.
Página 360
Projeto Curricular de Escola
Educação Tecnológica
5º ano
Objetivos Essenciais
- Identificar o conceito de tecnologia e diferenciá-lo da noção de
técnica.
- Reconhecer contextos históricos de evolução da tecnologia e a sua
influência no ambiente natural, humano e construído.
- Reconhecer e identificar a influência dos objetos e sistemas
tecnológicos, como resposta às necessidades humanas.
- Explorar objetos técnicos do quotidiano, analisando a relação forma/
função, o seu funcionamento, técnicas de fabrico e métodos de
produção.
- Reconhecer a conveniência de medições rigorosas, na recolha de
informação e na execução de trabalhos.
- Utilizar com rigor unidades de medida e instrumentos de medição em
função das grandezas que se pretendem determinar.
- Interpretar instruções e esquemas gráficos/técnicos
- Enumerar diferentes fontes de energia (renováveis e não renováveis) e
o impacto social e ambiental da exaustão das fontes energéticas
naturais.
METAS
.Reconhecer o papel da tecnologia.
.Discriminar a relevância do objeto técnico.
.Dominar a aquisição de conhecimento técnico.
Página 361
Projeto Curricular de Escola
.Reconhecer tipos de grandeza e respetivos instrumentos de medição.
.Discriminar a conveniência de medições rigorosas na execução de
trabalhos.
.Dominar a representação como instrumento de exposição rigorosa.
.Aplicar e desenvolver princípios da comunicação tecnológica.
.Dominar a comunicação como um processo de organização de
factos.
.Distinguir as principais fontes de energia.
.Compreender processos de produção e de transformaçãp de energia.
.Explorar soluções energéticas no àmbito dos operadores elétricos.
.Dominar procedimentos de análise e de sistematização.
Página 362
Projeto Curricular de Escola
Educação Tecnológica
6º ano
Objetivos Essenciais
- Identificar diferentes Identificar diferentes tipos de materiais (papel,
argila, têxteis, madeiras e metais).
- Enumerar diferentes formas de apresentação dos materiais no
mercado
(normalização).
- Relacionar processos de transformação de matérias-primas com os
materiais.
- Explicar modificações das propriedades dos materiais de acordo com
as suas
utilizações.
- Reciclar e empregar materiais, de forma a reduzir o seu impacto
ambiental
- Distinguir grupos singulares de recursos e tecnologias.
- Identificar tipos de movimento quanto à sua variação no espaço .
-
Representar
e
desenvolver
mecanismos
simples,
empregando
processos de
transmissão/conservação de movimento.
- Desenvolver capacidades de representação morfológica e estrutural.
- Identificar as fases necessárias para a organização e planificação de
tarefas
(espaço de trabalho, preparação de materiais e ferramentas, listas de
Página 363
Projeto Curricular de Escola
componentes, etc.).
- Compreender a problemática da higiene e da segurança no local de
trabalho.
- Discriminar ferramentas e maquinas mais indicadas a cada tarefa.
- Compreender o conceito de estrutura (forma, função, módulo).
- Reconhecer a função das estruturas e dos seus componentes.
- Identificar os esforços a que estão sujeitas as estruturas (tração,
compressão, flexão, torção e corte).
- Desenvolver capacidades que se direcionam para a procura da
melhor
solução, para a apreciação dos prós e dos contras e para a avaliação
crítica
das soluções alcançadas.
- Reconhecer e identificar a influência dos objetos e sistemas
tecnológicos, como resposta às necessidades humanas.
METAS
.Conhecer a origem e propriedades dos materiais.
.Reconhecer processos de transformação das principais matériasprimas.
.Distinguir alterações no meio ambiente determinadas pela ação
humana.
.Conhecer diversos tipos de movimentos.
.Reconhecer operadores mecânicos de transmissão e de transformação
do movimento.
.Dominar a representação esquemática como registo de informação.
.Distinguir a linguagem dos processos de utilização, de fabrico e de
construção.
Página 364
Projeto Curricular de Escola
.Compreender processos técnicos de fabrico e de construção.
.Dominar a comunicação orientada para a demonstração.
.Conhecer tipos de estrutura.
.Explorar estruturas no âmbito da forma e função.
.Dominar atividades coordenadas e interligadas, para a realização de
um objetivo.
Página 365
Projeto Curricular de Escola
Educação Visual
7º ano
Objetivos Essenciais
Ser capaz de observar e memorizar.
Ser capaz de registar e comunicar através de diferentes sistemas de
representação.
Ter sentido de orientação espacial e noção das dimensões e
proporções de um objeto.
Materializar o desenvolvimento de uma ideia.
Saber utilizar criativamente os vários elementos visuais.
Saber utilizar corretamente instrumentos de trabalho tais como lápis,
borracha, régua, esquadro, transferidor, compasso e materiais de
pintura.
Saber executar corretamente alguns traçados geométricos.
Exprimir-se com correção quer ao nível oral quer escrito.
Emitir opiniões com base na experiência e conhecimentos adquiridos.
Cumprir normas democraticamente estabelecidas para trabalhar em
grupo, gerir materiais e equipamentos coletivos, partilhar espaços de
trabalho e empenhar-se conscientemente nos problemas do grupo.
METAS
.Diferenciar materiais básicos de desenho técnico na representação e
criação de formas.
.Conhecer
formas
geométricas
no
âmbito
dos
elementos
de
representação.
Página 366
Projeto Curricular de Escola
.Relacionar sistemas de projeção e codificação na criação de formas.
.Dominar a aquisição de conhecimento geométrico.
.Dominar
instrumentos
de
registo,
materiais
e
técnicas
de
representação.
.Reconhecer o papel do desenho expressivo na representação de
formas. .Dominar tipologias de representação expressiva.
.Compreender a noção de superfície e de sólido.
.Distinguir elementos de construção de poliedros.
.Compreender e realizar planificações geométricas de sólidos.
.Dominar tipologias de discurso geométrico bi e tridimensional.
.Explorar e desenvolver princípios básicos do Design e da sua
metodologia.
.Reconhecer o papel da observação no desenvolvimento do projeto.
Página 367
Projeto Curricular de Escola
Educação Visual
8º ano
Objetivos Essenciais
Ser capaz de observar, memorizar, analisar e sintetizar.
Ser capaz de registar e comunicar através de diferentes sistemas de
representação.
Reconhecer e dar valor a formas artísticas de diferentes culturas.
Materializar o desenvolvimento de uma ideia.
Saber utilizar criativamente os vários elementos visuais.
Saber utilizar corretamente instrumentos de trabalho tais como lápis,
borracha, régua, esquadro, transferidor, compasso e materiais de
pintura.
Saber executar corretamente alguns traçados geométricos.
Exprimir-se com correção quer ao nível oral quer escrito.
Emitir opiniões e discutir posições com base na sensibilidade, na
experiência e conhecimentos adquiridos.
Cumprir normas democraticamente estabelecidas para trabalhar em
grupo, gerir materiais e equipamentos coletivos, partilhar espaços de
trabalho e empenhar-se conscientemente nos problemas do grupo.
Intervir no envolvimento visual no sentido da melhoria da qualidade de
vida, designadamente nas relações com:
.A defesa do ambiente;
.A defesa do património cultural;
.A defesa do consumidor.
Página 368
Projeto Curricular de Escola
METAS
.Compreender conceitos teórico-científicos do fenómeno luz-cor.
.Reconhecer a importância da luz-cor na perceção
do meio
envolvente.
.Distinguir características e diferenças entre a síntese aditiva e a síntese
subtrativa.
.Dominar a aquisição de conhecimento sincrónico e diacrónico.
.Conhecer elementos de expressão e de composição da forma.
.Relacionar elementos de organização e de suporte da forma.
.Distinguir elementos de organização na análise de composições bi e
tridimensionais.
.Dominar tipologias de representação bi e tridimensional.
.Reconhecer signos visuais, o poder das imagens e a imagem
publicitária.
.Aplicar e explorar elementos da comunicação visual.
.Explorar princípios básicos da Arquitetura e da sua metodologia.
.Aplicar princípios básicos da Arquitetura na resolução de problemas.
.Reconhecer
o
papel
da
análise
e
da
interpretação
no
desenvolvimento do projeto.
Página 369
Projeto Curricular de Escola
Educação Visual
9º ano
Objetivos Essenciais
Ser capaz de observar, memorizar, analisar e sintetizar.
Ser sensível ao valor estético de diferentes formas de expressão visual,
seja na Pintura, Escultura ou Arquitetura.
Ser capaz de registar e comunicar através de diferentes sistemas de
representação
Reconhecer e dar valor a formas artísticas de diferentes culturas.
Materializar o desenvolvimento de uma ideia.
Saber utilizar criativamente os vários elementos visuais.
Saber utilizar corretamente instrumentos de trabalho tais como lápis,
borracha, régua, esquadro, transferidor, compasso e materiais de
pintura.
Exprimir-se com correção quer ao nível oral quer escrito.
Emitir opiniões e discutir posições com base na sensibilidade, na
experiência e conhecimentos adquiridos.
Cumprir normas democraticamente estabelecidas para trabalhar em
grupo, gerir materiais e equipamentos coletivos, partilhar espaços de
trabalho e empenhar-se conscientemente nos problemas do grupo.
Intervir no envolvimento visual no sentido da melhoria da qualidade de
vida, designadamente nas relações com:
.A defesa do ambiente;
.A defesa do património cultural;
.A defesa do consumidor.
Página 370
Projeto Curricular de Escola
METAS
.Compreender diferentes tipos de projeção.
.Dominar técnicas de representação em perspetiva cónica.
.Dominar procedimentos sistemáticos de projeção.
.Conhecer processos de construção da imagem no âmbito dos
mecanismos da visão.
.Relacionar processos de construção da imagem no âmbito da
perceção visual.
.Dominar a aquisição de informação intuitiva e de informação
estruturada.
.Reconhecer o âmbito da arte contemporânea.
.Refletir sobre o papel das manifestações culturais e do património.
.Compreender o conceito de museu e a sua relação com o conceito
de coleção.
.Reconhecer
o
papel
das
trajetórias
históricas
no
âmbito
das
manifestações culturais.
.Explorar princípios básicos da Engenharia e da sua metodologia.
.Aplicar princípios básicos da Engenharia na resolução de problemas.
.Reconhecer o papel da investigação e da ação no desenvolvimento
do
projeto.
Página 371
Projeto Curricular de Escola
Artes da Cerâmica
7º ano
Objetivos Essenciais
Reconhecer a importância da arte em cerâmica como valor cultural
importante ao desenvolvimento do homem.
Apreciar a importância da cerâmica no contexto das artes.
Provocar e desenvolver o conhecimento de materiais e sensibilização
táctil.
Selecionar e organizar a pesquisa e informação/conhecimentos
preocupando-se com o rigor e diversificação na sua apresentação.
Entender que o conhecimento de novos instrumentos de trabalho e
novas técnicas é um meio para a realização de produções plásticas
mais elaboradas;
Empenhar-se de forma persistente na realização das suas tarefas;
Desenvolver atitudes responsáveis, de tolerância e cooperação no
trabalho de grupo;
Página 372
Projeto Curricular de Escola
Artes da Cerâmica
8º ano
Objetivos Essenciais
Apreciar a importância da cerâmica no contexto das artes.
Conhecer o património artístico e cultural da sua região, como um valor
da afirmação da identidade nacional e encarar a sua preservação
como um dever cívico.
Interessar-se pelas manifestações artísticas e compreendê-las como
formas de comunicação e transmissão de culturas.
Valorizar na escolha dos objetos a concretizar os aspetos estéticos e o
seu valor como peça artística.
Utilizar ferramentas, materiais e aplicar processos técnicos de trabalho
de modo seguro e eficaz;
Desenvolver a autoconfiança e a capacidade de avaliar, decidir e agir
com autonomia;
Empenhar-se de forma persistente na realização das suas tarefas;
Desenvolver atitudes responsáveis, de tolerância e cooperação no
trabalho de grupo;
Página 373
Projeto Curricular de Escola
Desenho Técnico
2º ano TFC
Objetivos Essenciais
Compreender a importância do Desenho Técnico para um Técnico de
Frio e Climatização, quer na componente da realização, quer quanto à
leitura e interpretação de desenhos.
Conhecer os materiais, utensílios, ferramentas e técnicas a utilizar na
elaboração de desenhos técnicos.
Saber utilizar e ler as normas de representação presentes em desenhos
técnicos.
Reforçar a importância do rigor em todos os trabalhos efetuados.
Valorizar a responsabilidade e o empenho na realização das tarefas
propostas.
Desenvolver a autonomia, autoconfiança e pró-atividade.
Adquirir hábitos de trabalho individual e em grupo, e de "saber estar" em
contexto de aulas.
Adotar atitudes de solidariedade, entreajuda e cooperação nas aulas.
METAS
.Saber utilizar eficazmente as ferramentas necessárias na elaboração de
desenhos técnicos.
.Perceber a importância e ser capaz de ler e ou utilizar cotas e outras
especificações técnicas no desenho.
.Desenvolver a utilização eficaz do "Desenho Assistido por Computador"
na realização dos trabalhos propostos.
Página 374
Projeto Curricular de Escola
.Saber ler e realizar desenhos de cortes, secções e planificações,
através da compreensão e visualização das peças utilizadas, e das
normas associadas.
.Realizar desenhos de conjunto e dos respetivos elementos de ligação.
Página 375
Projeto Curricular de Escola
Artes
1º ano VTST
Objetivos Essenciais
Perceber a importância das manifestações de arte no mundo atual.
Conhecer os materiais, utensílios, ferramentas e técnicas a utilizar na
elaboração de desenhos.
Saber avaliar criteriosa e intencionalmente cada parâmetro e elemento
de uma composição artística.
Interpretar e manifestar significados em realizações artísticas.
Valorizar a responsabilidade e o empenho na realização das tarefas
propostas.
Desenvolver a autonomia, autoconfiança e pró-atividade.
Adquirir hábitos de trabalho individual e em grupo, e de "saber estar" em
contexto de aulas.
Adotar atitudes de solidariedade, entreajuda e cooperação nas aulas.
METAS
.Saber utilizar eficazmente as ferramentas necessárias na elaboração
de desenhos e outras realizações artísticas.
.Dominar técnicas básicas na elaboração de desenhos de
.Adquirir noções de enquadramento, proporção, sombra, luz, linha,
mancha, etc.
.Conhecer os diversos tipos de representação de edifícios e espaços, e
os métodos associados.
.Aplicar conceitos e significados no âmbito do design de comunicação.
Página 376
Projeto Curricular de Escola
.Conhecer a importância do Desenho Técnico.
.Saber distinguir os principais tipos de representação do Desenho
Técnico, e ser capaz de representar construções simples através destes.
Página 377
Projeto Curricular de Escola
3.2.2.6
EDUCAÇÃO FÍSICA
Objetivos Gerais para o 1º Ciclo
Objetivos comuns a todos os blocos
1.
Elevar o nível
funcional das
capacidades condicionais e
coordenativas:
Resistência Geral;
Velocidade de reação simples e complexa de execução de ações
motoras básicas, e de deslocamento;
Flexibilidade;
Controlo de postura;
Equilíbrio dinâmico em situações de «voo», de aceleração e de apoio
instável e ou limitado;
Controlo da orientação espacial;
Ritmo;
Agilidade.
2.
Cooperar
com
os
companheiros
nos
jogos
e
exercícios,
compreendendo e aplicando as regras combinadas na turma, bem
como os princípios de cordialidade e respeito na relação com os
colegas e o professor.
3. Participar com empenho no aperfeiçoamento da sua habilidade nos
diferentes tipos de atividades, procurando realizar as ações adequadas
com correção e oportunidade.
Página 378
Projeto Curricular de Escola
Objetivos por Bloco
1. Realizar ações motoras básicas com aparelhos portáteis, segundo
uma estrutura rítmica, encadeamento ou combinação de movimentos,
conjugando as qualidades da ação própria ao efeito pretendido
de movimentação do aparelho.
2. Realizar ações motoras básicas de deslocamento, no solo e em
aparelhos,
segundo
combinação
de
uma
estrutura
movimentos,
rítmica,
coordenando
encadeamento,
a
sua
ação
ou
para
aproveitar as qualidades motoras possibilitadas pela situação.
3. Realizar habilidades gímnicas básicas em esquemas ou sequências no
solo e em aparelhos, encadeando e ou combinando as ações com
fluidez e harmonia de movimentos.
4. Participar em jogos ajustando a iniciativa própria e as qualidades
motoras na prestação às possibilidades oferecidas pela situação de
jogo e ao seu objetivo, realizando habilidades básicas e ações técnicotáticas fundamentais, com oportunidade e correção de movimentos.
5. Patinar com equilíbrio e segurança, ajustando as suas ações para
orientar o seu deslocamento com intencionalidade e oportunidade na
realização de percursos variados.
Página 379
Projeto Curricular de Escola
Objetivos Gerais para o 2.º Ciclo
Competências comuns a todas as áreas
Participar ativamente em todas as situações e procurar o êxito pessoal e
do grupo:
-Relacionando-se
com
cordialidade
e
respeito
pelos
seus
companheiros, quer no papel de parceiros quer no de adversários;
-Aceitando
o
apoio
dos
companheiros
nos
esforços
de
aperfeiçoamento próprio, bem como as opções do(s) outro(s) e as
dificuldades reveladas por eles;
-Cooperando nas situações de aprendizagem e de organização,
escolhendo as ações favoráveis ao êxito, segurança e bom ambiente
relacional, na atividade da turma;
-Elevar
o
nível
funcional
das
capacidades
condicionais
e
coordenativas gerais básicas, particularmente da resistência geral de
longa duração; da força rápida; da velocidade de reação simples e
complexa, de execução, de frequência de movimentos e de
deslocamento;
da
flexibilidade;
da
força
resistente
(esforços
localizados) e das destrezas geral e direcionada.
-Analisar e interpretar a realização das atividades físicas selecionadas,
utilizando
os
conhecimentos
sobre
técnica,
organização
e
participação, ética desportiva, etc.
-Conhecer o s
morfológicas,
processos
funcionais
fundamentais
e
psicológicas,
das
que
adaptações
lhe
permitem
compreender os diversos fatores da Aptidão Física.
-Conhecer e aplicar cuidados higiénicos, bem como as regras de
segurança pessoal e dos companheiros, e de preservação dos recursos
materiais.
Página 380
Projeto Curricular de Escola
Competências por área
-Praticar atividades lúdicas tradicionais populares de acordo com os
padrões culturais característicos da região e cooperar com os
companheiros para o alcance do objetivo dos jogos elementares,
utilizando com oportunidade as ações técnico-táticas características.
-Cooperar com os companheiros para o alcance do objetivo dos
Jogos Desportivos Coletivos, desempenhando com oportunidade e
correção as ações solicitadas pelas situações de jogo, aplicando a
ética do jogo e as suas regras
- Compor e realizar, da Ginástica, as destrezas elementares de solo,
aparelhos e mini- trampolim, em esquemas individuais e/ou de grupo,
aplicando os critérios de correção técnica e expressão, e apreciando
os esquemas de acordo com esses critérios.
-Patinar com equilíbrio e segurança, ajustando as suas acções para
orientar o seu deslocamento com intencionalidade e oportunidade
na realização de sequências rítmicas, percursos ou jogos.
-Realizar, do Atletismo, saltos, corridas e lançamentos, segundo padrões
simplificados, e cumprindo corretamente as exigências elementares
técnicas e regulamentares.
Página 381
Projeto Curricular de Escola
Objetivos Gerais para o 3.º Ciclo
Competências comuns a todas as áreas
Participar ativamente em todas as situações e procurar o êxito pessoal e
do grupo:
-Relacionando-se
com
cordialidade
e
respeito
pelos
seus
companheiros, quer no papel de parceiros quer no de adversários;
-Aceitando
o
apoio
dos
companheiros
nos
esforços
de
aperfeiçoamento próprio, bem como as opções do(s) outro(s) e as
dificuldades reveladas por eles;
-Interessando-se e
oportunidade,
apoiando os esforços dos companheiros com
promovendo
a
entreajuda
para
favorecer
o
aperfeiçoamento e satisfação própria e do(s) outro(s);
-Cooperando nas situações de aprendizagem e de organização,
escolhendo as ações favoráveis ao êxito, segurança e bom ambiente
relacional, na atividade da turma;
-Apresentando
iniciativas
desenvolvimento
da
e
propostas
atividade
individual
pessoais
e
do
de
grupo,
considerando também as que são apresentadas pelos companheiros
com interesse e objetividade;
-Assumindo
c om p r o m is s o s
organização e
preparação
e
responsabilidades
de
das atividades individuais e ou de
grupo, cumprindo com empenho e brio as tarefas inerentes.
-Analisar e interpretar a realização das atividades físicas selecionadas,
aplicando
os
conhecimentos
sobre
técnica,
organização
e
participação, ética desportiva, etc.
-Interpretar crítica e corretamente os acontecimentos na esfera da
Cultura Física, compreendendo as atividades físicas e as condições da
Página 382
Projeto Curricular de Escola
sua prática e aperfeiçoamento como elementos de elevação cultural
dos praticantes e da comunidade em geral.
-Identificar e interpretar os fenómenos da industrialização, urbanismo
e poluição como fatores limitativos da Aptidão Física das populações e
das possibilidades de prática das modalidades da Cultura Física.
-Elevar
o
nível
funcional
das
capacidades
condicionais
e
coordenativas gerais, particularmente, de resistência geral de longa e
média durações; da força resistente; da força rápida; da velocidade
de reação simples e complexa, de execução, de deslocamento e de
resistência; das destrezas geral e específica.
-Conhecer e aplicar diversos processos de elevação e manutenção
da Condição Física de uma forma autónoma no seu quotidiano.
-Conhecer e interpretar fatores de saúde e risco associados à prática
das atividades físicas e aplicar regras de higiene e de segurança.
Competências por área
-Cooperar com os companheiros para o alcance do objetivo dos
Jogos
Desportivos Coletivos,
correção
as
ações
realizando
com
oportunidade
e
técnico-táticas elementares em todas as
funções, conforme a oposição em cada fase do jogo, aplicando as
regras, não só como jogador, mas também como árbitro.
-Compor, realizar e analisar, da Ginástica, as destrezas elementares
de acrobacia, dos saltos, do solo e dos outros aparelhos, em
esquemas individuais e/ou de grupo, aplicando os critérios de correção
técnica, expressão e combinação, e apreciando os esquemas de
acordo com esses critérios.
-Realizar e analisar, do Atletismo, saltos, lançamentos, corridas e
marcha,
cumprindo correctamente as
exigências elementares,
Página 383
Projeto Curricular de Escola
técnicas e do regulamento, não só como praticante, mas também
como juiz.
-Realizar com oportunidade e correção as ações técnico-táticas
elementares
dos
jogos de
raquetas, garantindo a
iniciativa e
ofensividade em participações «individuais» e «a pares», aplicando as
regras, não só como jogador, mas também como árbitro.
-Utilizar
adequadamente
os
patins,
em
combinações
de
deslocamentos e paragens, com equilíbrio e segurança, realizando as
ações
técnico-táticas
elementares
em
jogo
e
as
ações
de
técnicas
de
composições rítmicas «individuais» e «a pares».
-Realizar
percursos
de
nível
elementar,
utilizando
orientação e respeitando as regras de organização, participação, e de
preservação da qualidade do ambiente.
Página 384
Projeto Curricular de Escola
Objetivos Gerais para os cursos CEF e Vocacional
Competências comuns a todas as áreas
Participar ativamente em todas as situações e procurar o êxito pessoal e
do grupo:
-Relacionando-se
com
cordialidade
e
respeito
pelos
seus
companheiros, quer no papel de parceiros quer no de adversários;
-Aceitando
o
apoio
dos
companheiros
nos
esforços
de
aperfeiçoamento próprio, bem como as opções do(s) outro(s) e as
dificuldades reveladas por eles;
-Interessando-se e apoiando os esforços dos
companheiros
oportunidade,
para
promovendo
a
entreajuda
com
favorecer
o
aperfeiçoamento e satisfação própria e do(s) outro(s);
-Cooperando nas situações de aprendizagem e de organização,
escolhendo as ações favoráveis ao êxito, segurança e bom ambiente
relacional, na atividade da turma;
-Apresentando
iniciativas
desenvolvimento da
e
propostas
pessoais
de
atividade individual e do grupo, considerando
também as que são apresentadas pelos companheiros com interesse e
objetividade;
-Assumindo c o m pro m is s o s e responsabilidades de organização e
preparação das atividades individuais e ou de grupo, cumprindo com
empenho e brio as tarefas inerentes.
-Analisar e interpretar a realização das atividades físicas selecionadas,
aplicando
os
conhecimentos
sobre
técnica,
organização
e
participação, ética desportiva, etc.
-Interpretar crítica e corretamente os acontecimentos na esfera da
Cultura Física, compreendendo as atividades físicas e as condições da
Página 385
Projeto Curricular de Escola
sua prática e aperfeiçoamento como elementos de elevação cultural
dos praticantes e da comunidade em geral.
-Identificar e interpretar os fenómenos da industrialização, urbanismo
e poluição como fatores limitativos da Aptidão Física das populações e
das possibilidades de prática das modalidades da Cultura Física.
-Elevar
o
nível
funcional
das
capacidades
condicionais
e
coordenativas gerais, particularmente, de resistência geral de longa e
média durações; da força resistente; da força rápida; da velocidade
de reação simples e complexa, de execução, de deslocamento e de
resistência; das destrezas geral e específica.
-Conhecer e aplicar diversos processos de elevação e manutenção
da Condição Física de uma forma autónoma no seu quotidiano.
-Conhecer e interpretar fatores de saúde e risco associados à prática
das atividades físicas e aplicar regras de higiene e de segurança.
Competências por área
-Cooperar com os companheiros para o alcance do objetivo dos
Jogos
Desportivos Coletivos,
correção
as
ações
realizando
com
oportunidade
e
técnico-táticas elementares em todas as
funções, conforme a oposição em cada fase do jogo, aplicando as
regras, não só como jogador, mas também como árbitro.
-Compor, realizar e analisar, da Ginástica, as destrezas elementares
de acrobacia, dos saltos, do solo e dos outros aparelhos, em
esquemas individuais e/ou de grupo, aplicando os critérios de correção
técnica, expressão e combinação, e apreciando os esquemas de
acordo com esses critérios.
-Realizar e analisar, do Atletismo, saltos, lançamentos, corridas e
marcha,
cumprindo correctamente as
exigências elementares,
Página 386
Projeto Curricular de Escola
técnicas e do regulamento, não só como praticante, mas também
como juiz.
-Realizar com oportunidade e correção as ações técnico-táticas
elementares
dos
jogos de
raquetas, garantindo a
iniciativa e
ofensividade em participações «individuais» e «a pares», aplicando as
regras, não só como jogador, mas também como árbitro.
-Utilizar
adequadamente
os
patins,
em
combinações
de
deslocamentos e paragens, com equilíbrio e segurança, realizando as
ações
técnico-táticas
elementares
em
jogo
e
as
ações
de
técnicas
de
composições rítmicas «individuais» e «a pares».
-Realizar
percursos
de
nível
elementar,
utilizando
orientação e respeitando as regras de organização, participação, e de
preservação da qualidade do ambiente.
Página 387
Projeto Curricular de Escola
Objetivos Gerais para o Secundário
Competências comuns a todas as áreas
Participar ativamente em todas as situações e procurar o êxito pessoal e
do grupo:
-Relacionando-se
com
cordialidade
e
respeito
pelos
seus
companheiros, quer no papel de parceiros quer no de adversários;
-Aceitando
o
apoio
dos
companheiros
nos
esforços
de
aperfeiçoamento próprio, bem como as opções do(s) outro(s) e as
dificuldades reveladas por eles;
-Interessando-se e apoiando
oportunidade,
promovendo
os
esforços
a
dos
entreajuda
companheiros com
para
favorecer
o
aperfeiçoamento e satisfação própria e do(s) outro(s);
-Cooperando nas situações de aprendizagem e de organização,
escolhendo as ações favoráveis ao êxito, segurança e bom ambiente
relacional, na atividade da turma;
-Apresentando
iniciativas
desenvolvimento da
e
propostas
pessoais
de
atividade individual e do grupo, considerando
também as que são apresentadas pelos companheiros com interesse e
objetividade;
-Assumindo compromissos e responsabilidades de organização e
preparação das atividades individuais e ou de grupo, cumprindo com
empenho e brio as tarefas inerentes.
-Analisar e interpretar a realização das atividades físicas selecionadas,
aplicando
os
conhecimentos
sobre
técnica,
organização
e
participação, ética desportiva, etc.
-Interpretar crítica e corretamente os acontecimentos na esfera da
Cultura Física, compreendendo as atividades físicas e as condições da
Página 388
Projeto Curricular de Escola
sua prática e aperfeiçoamento como elementos de elevação cultural
dos praticantes e da comunidade em geral.
-Identificar e interpretar os fenómenos da industrialização, urbanismo
e poluição como fatores limitativos da Aptidão Física das populações e
das possibilidades de prática das modalidades da Cultura Física.
-Elevar o nível
funcional
das
capacidades
condicionais
e
coordenativas gerais, particularmente, de resistência geral de longa e
média durações; da força resistente; da força rápida; da velocidade
de reação simples e complexa, de execução, de deslocamento e de
resistência; das destrezas geral e específica.
-Conhecer e aplicar diversos processos de elevação e manutenção
da Condição Física de uma forma autónoma no seu quotidiano.
-Conhecer e interpretar fatores de saúde e risco associados à prática
das atividades físicas e aplicar regras de higiene e de segurança
Competências por área
-Cooperar com os companheiros para o alcance do objetivo dos
Jogos
Desportivos Coletivos,
correção
as
ações
realizando
com
oportunidade
e
técnico-táticas elementares em todas as
funções, conforme a oposição em cada fase do jogo, aplicando as
regras, não só como jogador, mas também como árbitro.
-Compor, realizar e analisar, da Ginástica, as destrezas elementares
de acrobacia, dos saltos, do solo e dos outros aparelhos, em
esquemas individuais e/ou de grupo, aplicando os critérios de correção
técnica, expressão e combinação, e apreciando os esquemas de
acordo com esses critérios.
-Realizar e analisar, do Atletismo, saltos, lançamentos, corridas e
marcha,
cumprindo correctamente as
exigências elementares,
Página 389
Projeto Curricular de Escola
técnicas e do regulamento, não só como praticante, mas também
como juiz.
-Realizar com oportunidade e correção as ações técnico-táticas
elementares
dos
jogos de
raquetas, garantindo a
iniciativa e
ofensividade em participações «individuais» e «a pares», aplicando as
regras, não só como jogador, mas também como árbitro.
-Utilizar
adequadamente
os
patins,
em
combinações
de
deslocamentos e paragens, com equilíbrio e segurança, realizando as
ações
técnico-táticas
elementares
em
jogo
e
as
ações
de
técnicas
de
composições rítmicas «individuais» e «a pares».
-Realizar
percursos
de
nível
elementar,
utilizando
orientação e respeitando as regras de organização, participação, e de
preservação da qualidade do ambiente.
Página 390
Projeto Curricular de Escola
Objetivos Gerais para os cursos Profissionais
Competências comuns a todas as áreas
Participar ativamente em todas as situações e procurar o êxito pessoal e
do grupo:
-Relacionando-se
com
cordialidade
e
respeito
pelos
seus
companheiros, quer no papel de parceiros quer no de adversários;
-Aceitando
o
apoio
dos
companheiros
nos
esforços
de
aperfeiçoamento próprio, bem como as opções do(s) outro(s) e as
dificuldades reveladas por eles;
-Interessando-se e apoiando os esforços dos companheiros com
oportunidade,
promovendo
a
entreajuda
para
favorecer
o
aperfeiçoamento e satisfação própria e do(s) outro(s);
-Cooperando nas situações de aprendizagem e de organização,
escolhendo as ações favoráveis ao êxito, segurança e bom ambiente
relacional, na atividade da turma;
-Apresentando iniciativas e propostas pessoais de desenvolvimento
da atividade individual e do grupo, considerando também as que são
apresentadas pelos companheiros com interesse e objetividade;
-Assumindo compromissos e responsabilidades de organização e
preparação das atividades individuais e ou de grupo, cumprindo com
empenho e brio as tarefas inerentes.
-Analisar e interpretar a realização das atividades físicas selecionadas,
aplicando
os
conhecimentos
sobre
técnica,
organização
e
participação, ética desportiva, etc.
-Interpretar crítica e corretamente os acontecimentos na esfera da
Cultura Física, compreendendo as atividades físicas e as condições da
Página 391
Projeto Curricular de Escola
sua prática e aperfeiçoamento como elementos de elevação cultural
dos praticantes e da comunidade em geral.
-Identificar e interpretar os fenómenos da industrialização, urbanismo
e poluição como fatores limitativos da Aptidão Física das populações e
das possibilidades de prática das modalidades da Cultura Física.
-Elevar
o
nível
funcional
das
capacidades
condicionais
e
coordenativas gerais, particularmente, de resistência geral de longa e
média durações; da força resistente; da força rápida; da velocidade
de reação simples e complexa, de execução, de deslocamento e de
resistência; das destrezas geral e específica.
-Conhecer e aplicar diversos processos de elevação e manutenção
da Condição Física de uma forma autónoma no seu quotidiano.
-Conhecer e interpretar fatores de saúde e risco associados à prática
das atividades físicas e aplicar regras de higiene e de segurança.
Competências por área
-Cooperar com os companheiros para o alcance do objetivo dos
Jogos
Desportivos Coletivos,
correção
as
ações
realizando
com
oportunidade
e
técnico-táticas elementares em todas as
funções, conforme a oposição em cada fase do jogo, aplicando as
regras, não só como jogador, mas também como árbitro.
-Compor, realizar e analisar, da Ginástica, as destrezas elementares
de acrobacia, dos saltos, do solo e dos outros aparelhos, em
esquemas individuais e/ou de grupo, aplicando os critérios de correção
técnica, expressão e combinação, e apreciando os esquemas de
acordo com esses critérios.
Página 392
Projeto Curricular de Escola
-Realizar e analisar, do Atletismo, saltos, lançamentos, corridas e
marcha, cumprindo corretamente as exigências elementares, técnicas
e do regulamento, não só como praticante, mas também como juiz.
-Realizar com oportunidade e correção as ações técnico-táticas
elementares
dos
jogos de
raquetas, garantindo a
iniciativa e
ofensividade em participações «individuais» e «a pares», aplicando as
regras, não só como jogador, mas também como árbitro.
-Utilizar
adequadamente
os
patins,
em
combinações
de
deslocamentos e paragens, com equilíbrio e segurança, realizando as
ações
técnico-táticas
elementares
em
jogo
e
as
ações
de
técnicas
de
composições rítmicas «individuais» e «a pares».
-Realizar
percursos
de
nível
elementar,
utilizando
orientação e respeitando as regras de organização, participação, e de
preservação da qualidade do ambiente.
Página 393
Projeto Curricular de Escola
3.2.2.7 Informática
DISCIPLINA: TIC (ENSINO REGULAR)
A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias.
Utilização do computador e/ou de dispositivos eletrónicos similares em
segurança.
Pesquisa de informação na Internet.
Análise da informação na Internet.
Produção e edição de documentos.
Produção e edição de apresentações multimédia.
Conhecimento e utilização adequada e segura de diferentes tipos de
ferramentas de comunicação, de acordo com as situações de
comunicação e as regras de conduta e de funcionamento de cada
ambiente digital.
Uso da língua e adequação linguística aos contextos de comunicação
através da Internet.
Comunicação e colaboração em rede.
Pesquisa de informação.
Análise da informação.
Gestão da informação.
Exploração de ambientes computacionais.
Dados e estatísticas.
Imagem e vídeo.
Sítios na Internet.
Página 394
Projeto Curricular de Escola
DISCIPLINA: TIC (CURSO CEF ERC)
Rendibilizar as Tecnologias da Informação e Comunicação nas tarefas
de construção do conhecimento em diversos contextos do mundo
actual.
Mobilizar conhecimentos relativos à estrutura e funcionamento básico
dos computadores, de modo a poder tomar decisões fundamentadas
na aquisição e/ou remodelação de material informático.
Utilizar as funções básicas do sistema operativo de ambiente gráfico,
fazendo uso das aplicações informáticas usuais.
- Evidenciar proficiência na utilização e configuração de sistemas
operativos de ambiente gráfico.
- Configurar e personalizar o ambiente de trabalho.
Utilizar as potencialidades de pesquisa, comunicação e investigação
cooperativa da Internet, do correio electrónico e das ferramentas de
comunicação em tempo real.
Utilizar os procedimentos de pesquisa racional e metódica de
informação na Internet, com vista a uma selecção criteriosa da
informação.
Utilizar as técnicas de processamento de texto na produção de
documentos simples ou complexos – integrando texto, tabelas, gráficos,
imagens – devidamente formatados.
Utilizar um aplicativo de criação de apresentações para criar
apresentações de capacidade multimédia.
Cooperar em grupo na realização de tarefa.
- Aplicar as suas competências em TIC em contextos diversificados.
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Projeto Curricular de Escola
DISCIPLINA: TECTIC (CURSO VOCACIONAL)
A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias.
Utilização do computador e/ou de dispositivos eletrónicos similares em
segurança.
Pesquisa de informação na Internet.
Análise da informação na Internet.
Produção e edição de documentos.
Produção e edição de apresentações multimédia.
Conhecimento e utilização adequada e segura de diferentes tipos de
ferramentas de comunicação, de acordo com as situações de
comunicação e as regras de conduta e de funcionamento de cada
ambiente digital.
Uso da língua e adequação linguística aos contextos de comunicação
através da Internet.
Comunicação e colaboração em rede.
Pesquisa de informação.
Análise da informação.
Gestão da informação.
Exploração de ambientes computacionais.
Dados e estatísticas.
Imagem e vídeo.
Sítios na Internet.
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Projeto Curricular de Escola
DISCIPLINAS DA ÁREA DE INFORMÁTICA/ENSINO PROFISSIONAL
DISCIPLINA:AUTOMAÇAO E COMPUTADORES(CURSO PROFISSIONAL TEAC)
Aprofundar conhecimentos de F A.
Conhecer sistemas de alimentação especiais.
Aprofundar o conhecimento de amplificadores operacionais.
Conhecer a metodologia do projecto.
Desenvolver pequenos projectos de electrónica.
Compreender o funcionamento dos autómatos.
Classificar os autómatos.
Conhecer os princípios da programação de autómatos.
Desenvolver pequenos programas para autómatos.
Conhecer o hardware de computador.
Identificar os componentes de um computador.
Compreender o funcionamento de um computador.
Conhecer os diversos tipos de periféricos de computadores.
Instalar e configurar diversos periféricos.
Operar com diferentes tipos de periféricos.
Adquirir fundamentos de programação.
Fazer programas simples propostos numa linguagem de alto nível.
Planear e programar aplicações de média complexidade numa
linguagem de
alto nível.
Conhecer o princípio de funcionamento dos transdutores.
Conhecer os princípios gerais da transdução.
Compreender alguns transdutores e suas aplicações.
Página 397
Projeto Curricular de Escola
Conhecer e utilizar transdutores de medida de temperatura, de
deformação, de deslocamento e fotoresistivo.
Conhecer e aplicar sensores: Fins de Curso, Células Fotoeléctricas,
Sensores de Temperatura,
Sensores de Pressão.
Realizar sistemas baseados em AP.
Desenvolver programas para AP.
Testar e ensaiar programas para AP.
Estruturar Programas.
Utilizar Linguagens de Programação de AP.
Utilizar sistemas de aquisição de dados.
Utilizar aplicações de supervisão.
Desenvolver aplicações de supervisão personalizadas.
Compreender os modos e circuitos de transmissão.
Conhecer as comunicações síncronas e assíncronas.
Conhecer a normalização de sistemas de comunicação.
Conhecer a codificação e modulação digital.
Conhecer a norma RS-232.
Compreender o controlo de erros em sistemas de comunicação digital.
Compreender e instalar Redes Industriais.
Compreender e instalar Redes de Campo.
Conhecer e utilizar Controladores.
Conhecer e aplicar Temporizadores.
Conhecer e utilizar Contadores.
Conhecer e utilizar Actuadores.
Conhecer e utilizar Electropneumática.
Conhecer e utilizar Variação de Velocidade.
Conhecer e utilizar Servo-accionamentos.
Página 398
Projeto Curricular de Escola
Conhecer e utilizar Arrancadores Suaves.
Identificar tipos de sistema operativo.
Fazer a ligação entre o Hardware e os Sistemas Operativos.
Identificar e utilizar comandos para Sistemas Operativos modo texto e
modo gráfico.
Instalar Sistemas Operativos modo texto.
Instalar Sistemas Operativos modo gráfico.
Configurar e Administrar Sistemas Operativos modo texto.
Configurar e Administrar Sistemas Operativos modo gráfico.
Identificar e caracterizar os diversos CPUs existentes.
Identificar e caracterizar os barramentos de expansão.
Conhecer as memórias internas.
Conhecer as diversas memórias secundárias.
Identificar e caracterizar os diversos blocos de uma motherboard.
Identificar os componentes necessários para a montagem de um PC.
Conhecer as regras e procedimentos de assemblagem.
Efectuar a montagem de um PC.
Configurar testes de sistema.
Identificar e entender os vários tipos de protocolos.
Identificar e instalar os vários tipos de equipamentos de transmissão de
dados.
Instalar configurar e operar algumas aplicações de controlo das
transmissões de dados.
Seleccionar e aplicar a arquitectura adequada ás características
pretendidas.
Identificar e instalar os equipamentos disponíveis.
Utilizar correctamente as ferramentas de administração disponíveis.
Identificar simbologia e grandezas nas definições dos periféricos.
Página 399
Projeto Curricular de Escola
Adequar os periféricos aos fins pretendidos.
Executar as manutenções e ajustes nos periféricos onde sejam
necessárias.
Diagnosticar avarias e executar procedimentos correctivos.
DISCIPLINA: SISTEMAS DIGITAIS (CURSO PROFISSIONAL TEAC)
Caracterizar as diferentes bases de numeração.
Representar números nas bases decimal, binário e hexadecimal.
Efectuar a conversão entre decimal e as outras bases e vice-versa, de
números inteiros e fraccionários
Efectuar operações aritméticas em binário.
Calcular o complemento a dois e a um de um número binário.
Representar números binários com bit de sinal.
Efectuar conversões entre o código BCD e o sistema decimal.
Conhecer a utilização do código ASCII.
Compreender o sistema de detecção de erros por bit de paridade.
Álgebra de Boole e funções lógicas:
Compreender a noção de estado lógico, variável lógica e nível lógico.
Representar as funções lógicas através de tabelas de verdade.
Desenhar o logigrama a partir da expressão lógica e vice-versa.
Conhecer os postulados e teoremas da Álgebra de Boole.
Simplificar funções lógicas através dos teoremas e postulados da
Álgebra de Boole e pelo método de Karnaugh.
Desenhar circuitos de lógica combinatória a partir da tabela de
verdade ou da expressão de saída
Página 400
Projeto Curricular de Escola
Portas Lógicas:
Identificar os símbolos das portas lógicas.
Conhecer o funcionamento das portas lógicas básicas.
Reconhecer a universalidade das portas NAND e NOR.
Utilizar portas NAND e NOR para implementar qualquer função lógica.
Famílias Lógicas:
Conhecer as características das famílias lógicas mais usadas nos
circuitos digitais (TTL e CMOS).
Em
relação
aos
circuitos
codificadores/descodificadores,
multiplexers/desmultiplexers, comparadores e somadores/subtractores
os alunos devem:
Conhecer o seu funcionamento e aplicações.
Obter a tabela de verdade.
Implementar os respectivos circuitos com portas elementares ou CI.
Flip-Flop`s (Biestáveis):
Distinguir circuito sequencial de circuito combinatório.
Compreender o funcionamento do FF com portas lógicas NAND e/ou
NOR.
Representar o FF pela sua tabela da verdade e diagrama temporal.
Reconhecer biestáveis síncronos e assíncronos.
Identificar os biestáveis pelos seus símbolos.
Descrever o funcionamento de circuitos sequenciais através de
diagramas de estado.
Página 401
Projeto Curricular de Escola
Contadores e divisores de frequência:
Conhecer os vários tipos de contadores, as suas características e
funcionamento.
Implementar um contador a partir da sua tabela da verdade.
Utilizar contadores como divisores de frequência.
Registos de deslocamento:
Compreender o princípio de funcionamento de um registo de
deslocamento, as suas características e aplicações.
Conhecer os diferentes modos de funcionamento de um registo de
deslocamento quanto á entrada/saída de dados.
Identificar
os
registos
de
deslocamento
quanto
ao
modo
de
deslocamento (á direita e á esquerda).
Conhecer as características mais importantes de uma memória.
Identificar os vários tipos (classes) de memórias.
Reconhecer as PLA`S (arranjos lógicos programáveis) nas suas diversas
configurações.
Conhecer a organização interna e configuração externa das memórias.
Implementar associações de memórias para aumentar a capacidade
e/ou a palavra de um sistema.
Explicar em que consiste um algoritmo.
Compreender a estrutura e o uso dos principais tipos de variáveis
numéricas, caracteres e de bit.
Programar utilizando técnicas de ciclo.
Compreender os processos de acesso a periféricos.
Descrever
os
blocos
constituintes
do
microcontrolador
e
sua
interligação.
Página 402
Projeto Curricular de Escola
Identificar os registos de usos gerais e especiais.
Caracterizar as memórias internas e externas.
Compreender o modo de funcionamento das portas de entrada e
saída de dados.
Identificar
os
modos
de
endereço
usados
nas
instruções
do
microcontrolador.
Conhecer os diferentes grupos de instruções do microcontrolador.
Construir programas que utilizem as instruções de transferência e
processamento de dados, assim como as de teste e salto.
Descrever
os
diferentes
modos
de
funcionamento
dos
contadores/temporizadores.
Compreender o funcionamento das interrupções no microcontrolador.
Controlar um display de cristais líquidos através do programa do
microcontrolador.
Elaborar circuitos e programas adequados para controlar motores
passo-a-passo.
Implementar sistemas de aquisição de dados e controlo digital.
Elaborar programas para controlo da velocidade de motores de
corrente contínua por PWM.
Página 403
Projeto Curricular de Escola
DISCIPLINA: TIC
FOLHA DE CÁLCULO EXCEL
• Indicar as principais potencialidades e características das folhas de
cálculo
• Modificar a apresentação da área de trabalho
• Descrever a estrutura da folha de cálculo e o modo como funciona
• Analisar corretamente os componentes da janela da folha de cálculo
• Especificar os conceitos de Livro e de Folha de trabalho
• Explicar os conceitos de Células e Intervalos
• Explicar o processo de construção de uma folha de cálculo
• Saber organizar um conjunto de folhas de cálculo dentro de um livro
• Definir o que são Rótulos
• Introduzir texto e números
• Saber alterar e corrigir informações
• Reconhecer as principais técnicas de edição
• Identificar os comandos adequados para inserir e eliminar Colunas,
Linhas e Células
• Identificar os comandos adequados para atribuir um nome a uma
Célula ou a um Intervalo
• Modificar a largura das Colunas e a altura das Linhas
• Distinguir fórmulas simples de fórmulas complexas
• Explicar os conceitos de Intervalo e Nomes de Intervalo
•
Processar
números,
obtendo
os
resultados
automaticamente,
recorrendo às fórmulas e funções Explicar como se automatizam tarefas
repetitivas utilizando macros
• Reconhecer as técnicas de impressão de uma folha
• Reconhecer as principais técnicas de formatação
Página 404
Projeto Curricular de Escola
• Indicar corretamente os comandos que permitem formatar dados e
gráficos numa folha de cálculo
• Explicar o conceito de Listas
• Saber elaborar gráficos, bases de dados e tabelas
• Exemplificar como se criam Listas.
• Demonstrar como se ordenam registos (dados) numa Lista
• Analisar corretamente dados comerciais utilizando uma tabela
dinâmica
• Explicar como modificar uma tabela dinâmica
• Transformar uma tabela dinâmica num gráfico
•
Saber
trabalhar
com
livros,
gráficos
e
outros
documentos
personalizados, explorando as potencialidades da folha de cálculo
• Integrar no processador de texto Tabelas e Gráficos elaborados na
folha de cálculo
• Explicar como se integram na Web Tabelas e Gráficos elaborados na
folha de cálculo
AQUISIÇÃO E TRATAMENTO DE IMAGEM ESTÁTICA
Abrir ou criar uma imagem e ser capaz de a formatar em termos de
dimensão e propriedades físicas.
• Saber como ela é constituída e qual a diferença entre uma imagem
digital e óptica.
• Identificar os principais formatos de imagem, distinguir imagens de
estrutura mapa de bits de imagens de estrutura vetorial
• Compreender a cor e entender os modelos da sua utilização quer em
monitor quer em impressão
• Explicar corretamente a problemática RGB e indicar como se
processa a composição e decomposição da imagem
Página 405
Projeto Curricular de Escola
• Entender o que é de facto a qualidade de imagem impressa e qual a
relação custo/qualidade da impressão, comparando as propriedades
da imagem com as diferentes possibilidades de impressão.
• Atuar sobre a cor, entendendo todos os seus componentes.
• Aceder e utilizar menus de tratamento das características da imagem
ou da sua composição, como saturação, brilho, tonalidades e outras.
• Transformar a imagem, alterando quer as suas características de
composição, quer a estrutura da sua numeração ( reorganizando os
pixels )
• Entender como se organizam os diferentes níveis ou camadas de
imagem, como constituintes autónomos, capazes de autonomamente
serem trabalhados.
• Ter a capacidade de manusear os diferentes menus, opções e
sobretudo barras de tarefas, de modo a responder à necessidade de
criar imagem que responda a solicitações específicas.
• Gerir ficheiros de imagem e deformar de modo a transmitir ideias ou
informação.
• Identificar os formatos usados para gravar imagens para a Web como
reconhecer uma imagem mapeada, explicar como se criam áreas na
imagem usando as ferramentas disponíveis
• Exportar uma imagem para os diferentes formatos Web e reconhecer
sites para download de bisnagas de imagens
Página 406
Projeto Curricular de Escola
GESTÃO DE BASES DE DADOS
• Conhecer o conceito de base de dados.
• Conhecer o conceito de sistema de gestão de base de dados
relacional.
• Identificar os elementos em que assenta a construção das bases de
dados.
• Identificar situações práticas de utilização de bases de dados
relacionais.
• Identificar o programa de gestão de base de dados.
• Conhecer os componentes da janela do programa.
• Identificar os elementos de uma base de dados.
• Conhecer os procedimentos de construção e utilização de tabelas
relacionais.
• Dominar o conceito de consulta.
• Identificar a importância e necessidade da criteriosa utilização de
filtros e critérios.
• Conhecer e aplicar os procedimentos de construção e utilização de
consultas.
• Conhecer o conceito de formulário.
• Utilizar os procedimentos de criação e utilização de formulários.
• Conhecer o conceito de relatório.
• Dominar os procedimentos de construção e utilização de relatórios.
• Conhecer o conceito de macro.
• Identificar as vantagens operacionais da utilização de macros.
• Aplicar os procedimentos de criação de macros.
• Conhecer o conceito e a finalidade de módulo.
• Automatizar procedimentos através da criação de módulos.
Página 407
Projeto Curricular de Escola
CRIAÇÃO DE PÁGINAS WEB - FLASH
• Descrever as principais características do programa
• Identificar os componentes da área de trabalho
• Utilizar o painel de objeitos
• Reconhecer a importância do planeamento na construção de um
Web site
• Criar, abrir e guardar documentos HTML
• Utilizar adequadamente as ferramentas de desenho
• Manipular texto e objeitos nas páginas
• Modificar a fonte, tamanho, cor e alinhamentos
• Inserir e manipular imagens
• Descrever as potencialidades multimédia do programa
• Efetuar operações com camadas dinâmicas
• Inserir um formulário na página
• Criar e adicionar hiperligações
• Proceder à publicação do site num servidor Web
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Projeto Curricular de Escola
3.3.Áreas Curriculares não Disciplinares
3.3.1 Educação para a cidadania
Ensino Básico I
Visa o desenvolvimento da consciência cívica dos alunos como
elemento fundamental do processo de formação de cidadãos
responsáveis,
críticos,
ativos
e
intervenientes,
com
recurso
nomeadamente, ao intercâmbio de experiências vividas pelos alunos e
à sua participação, individual e coletiva, na vida da turma, da turma,
da escola e da comunidade. No básico I, é aplicado o programa
“Gostar de mim para gostar de ti”, no âmbito da Educação para a
sexualidade.
Prioridades:
- Desenvolver a consciência cívica
- Aprender a ser responsável.
- Conhecer, perceber e respeitar a diversidade do mundo.
- Exercitar a cooperação.
- Ter hábitos de vida saudáveis.
3.3.2 Apoio ao estudo
Ensino Básico I
No 1.º Ciclo o Apoio ao Estudo é de frequência obrigatória e tem por
objetivo apoiar os alunos na criação de métodos de estudo e de
Página 409
Projeto Curricular de Escola
trabalho, visando prioritariamente o reforço do apoio nas disciplinas de
Português e de Matemática.
Apoio ao estudo
Ensino Básico II
No segundo ciclo, os alunos usufruem de aulas de apoio ao estudo, que
funcionam em horário específico para o efeito, tendo como objetivos o
desenvolvimento de capacidades, o rigor de conhecimentos e a
promoção de métodos de estudo.
3.4 Estruturas de Apoio à Ação Educativa
3.4.1 Associação de Estudantes
A Associação de Estudantes do INA é a organização representativa dos
alunos e tem como objetivos:
Representar os estudantes e promover os seus direitos e deveres
Promover a formação integral dos alunos
Estabelecer parcerias com outras associações e instituições locais e
nacionais.
Desenvolver atividades no âmbito desportivo, musical, cultural, da
solidariedade e participar em propostas da Equipa Pastoral
3.4.2 Associação de Pais
Esta Associação propõe-se:
- Promover encontros de formação em parceria, ou não, com
organizações e o próprio colégio
Página 410
Projeto Curricular de Escola
- Realizar encontros com Pais e EE de alunos do INA para auscultação
de sensibilidades sobre a vida do colégio
- Participar em encontros de caráter institucional em representação
e/ou a pedido do colégio
- Desenvolver procedimentos ou tomada de atitudes junto de entidades
públicas ou privadas para resolução de situações de interesse do
colégio
-
Promover
encontros
de
AP
dos
colégios
Jesuítas,
para
desenvolvimento de ações que vão de encontro aos interesses dos
alunos e ajudem a impulsionar o projeto educativo
- Participar em conselhos de turma, sempre que solicitada.
- Aderir e participar em propostas da Equipa Pastoral
3.4.3 Biblioteca
A Biblioteca Escolar tem como missão promover e desenvolver as metas
e
objetivos
educativos
da
escola,
proporcionando
recursos
pedagógicos e serviços de aprendizagem numa perspetiva de
desenvolvimento das diversas literacias do ensino/aprendizagem e da
cultura. Procura diversificar os ambientes educativos numa lógica de
aquisição e desenvolvimento de Objetivos para a aprendizagem ao
longo da vida, fundamentais para a sociedade da informação e do
conhecimento.
Para concretizar a sua missão a Biblioteca Geral do Instituto Nun’Alvres
desenvolve as suas atividades tendo em atenção os seguintes aspetos e
áreas de intervenção:
- Liderança e gestão da Biblioteca
Página 411
Projeto Curricular de Escola
Elaboração do plano de atividades tendo em atenção as necessidades
da
escola
e
sugestões
dos
diversos
intervenientes:
Direção,
Departamentos, Alunos
Atualização do fundo documental de acordo com as necessidades;
Tratamento e disponibilização do fundo documental
Definição de metodologias e instrumentos de trabalho
Adaptação do espaço e dos recursos às necessidades dos utilizadores;
Avaliação de necessidades
- Cooperação entre a Biblioteca e os docentes
Colaborar e apoiar projetos próprios de cada área disciplinar
Diversificar e aumentar o fundo documental de acordo com as
necessidades curriculares
Colaborar com as escolas da área pedagógica
- Promoção de Objetivos de leitura
Promoção de atividades que desenvolvam a leitura por prazer
Promoção de atividades lúdicas em torno da leitura, dos livros e da
biblioteca
Colaboração com o Departamento de Português na aplicação e
desenvolvimento do PNL – Plano Nacional de Leitura
Envolvimento dos diversos departamentos na promoção da leitura
- Promoção de Objetivos de literacia da informação
Desenvolvimento e promoção de literacias da informação
Produção de guias de literacia
Promoção de Objetivos de pesquisa e de recuperação da informação
Formação de utilizadores
Página 412
Projeto Curricular de Escola
3.4.4 Comunidade Religiosa dos Jesuítas
A comunidade religiosa é constituída pelos jesuítas que integram o
Colégio das Caldinhas. Sob a orientação do Superior, recebe a missão
da Companhia de Jesus de ser o principal instrumento apostólico
inspirador do Colégio. A ela compete dar sentido, animar e garantir a
correta orientação do Colégio na missão evangelizadora que lhe é
confiada.
A animação do Colégio por parte da comunidade jesuítica traduz-se
sobretudo no contributo específico que pode dar na aplicação
concreta da visão inaciana a uma obra educativa. Esta atitude
concretiza-se na fixação dos objetivos, na definição do tipo de pessoa
que se quer formar e na seleção dos meios necessários para conseguir
tal fim.
A comunidade jesuítica deve servir de inspiração e estímulo aos
restantes membros da comunidade educativa – colaboradores leigos,
alunos, famílias, antigos alunos – pelo testemunho da sua vida e pelo
seu trabalho.
3.4.5 Gabinete de Ação Social
A ação do Gabinete de Serviço Social está, intimamente, ligada à
Dimensão Social da Educação dos Colégios da Companhia de Jesus e
tem como inspiração “a opção preferencial pelos mais pobres”1.
Deste modo, este gabinete baseia a sua atividade no “serviço social
aos mais necessitados”; “na análise das causas de pobreza”; na
conversão dos alunos em “homens e mulheres para os outros”; e na
1 In: Características da Educação da Companhia de Jesus, 1987
Página 413
Projeto Curricular de Escola
“experimentação da solidariedade” através de oportunidades de
contato com os pobres2.
O Gabinete de Serviço Social é um espaço de atendimento à
comunidade escolar; de informação sobre as diversas políticas sociais;
de deteção de situações de risco de abandono escolar, dificuldades
sociofamiliares,
disciplinares;
e
integração
de
escolar,
estudo,
assiduidade
atendimento,
e
problemas
acompanhamento
e
encaminhamento dos alunos e respetivas famílias em situação de risco
social. Ao mesmo tempo, é um local privilegiado de contato direto com
os professores e diretores de turma, pais e encarregados de educação
e alunos sempre que exista qualquer indício de situação disfuncional; e
de articulação com serviços sociais externos. Desta forma, este
gabinete
tem
como principal
finalidade encontrar as medidas
adequadas para diminuir o impacto de situações disfuncionais na vida
do aluno e no processo de ensino e aprendizagem.
Sendo “o compromisso social e a atenção aos desfavorecidos”3 um dos
objetivos do trabalho do Gabinete de Serviço Social, este dinamiza
várias atividades, visto que a responsabilidade social está, para além do
apoio aos mais desfavorecidos, na formação da sensibilidade social dos
alunos que frequentam um Colégio da Companhia de Jesus.
Áreas de Intervenção do Serviço
2 In: Características da Educação da Companhia de Jesus, 1987
3 In: Modo de proceder de um Colégio da Companhia de Jesus, inspirado nas características, 2008
Página 414
Projeto Curricular de Escola
A - Voluntariado e dinamização da comunidade
Objetivos:
Despertar o interesse pelo voluntariado
Contribuir para a formação da sensibilidade social dos alunos e para a
consciencialização das dificuldades dos outros
Proporcionar aos alunos um contato direto com a realidade social, de
modo a tornarem-se cada vez mais solidários
Proporcionar
aos
alunos
oportunidades
de
contacto
com
os
desprotegidos e de serviço aos mesmos
Estabelecer uma rede de proximidade e colaboração com as
instituições locais
Proporcionar momentos de formação e/ ou reflexão relativamente a
problemáticas sociais e ambientais
Estimular
relacionamentos
informais
que
possibilitem
o
convívio
intergeracional
Responder ao princípio de justiça distributiva e social perspetivado pela
educação jesuítica
Fomentar a solidariedade e a partilha
Envolver os alunos nas propostas educativas e na dinamização das
campanhas
Incentivar a abertura e disponibilidade para o serviço da e à
comunidade local.
Ações:
Clube Social
Projeto Conhecer a Terceira Idade
Campanha de Natal
Campanha Papel Por Alimentos
Página 415
Projeto Curricular de Escola
Campanha do Banco Alimentar
B – Educação Para o Desenvolvimento
Objetivos:
Consciencializar a comunidade educativa para causas dos problemas
do desenvolvimento e das desigualdades a nível local e global
Contribuir para a formação de jovens atentos, exigentes, participativos
e comprometidos com a justiça e a solidariedade.
Sensibilizar os alunos para a diversidade cultural
Integrar nas práticas pedagógicas a educação para desenvolvimento
Contribuir para a igualdade de oportunidades e acesso à educação
Contribuir para a construção de uma sociedade, cada vez mais, justa e
fraterna
Contribuir para a erradicação da pobreza
Promover a formação integral dos alunos, fomentando valores como o
respeito, a solidariedade e a ajuda ao próximo
Promover a partilha de experiências entre os alunos dos Colégios da
Companhia de Jesus.
Ações:
Campanha das Missões
Encontro de alunos voluntários dos Colégios da Companhia de Jesus
em Portugal
Celebração do Dia Para Ser + nos Colégios da Companhia de Jesus em
Portugal
Página 416
Projeto Curricular de Escola
C- Acompanhamento socioeconómico e familiar
Objetivos:
Informar a comunidade educativa sobre as diversas políticas sociais
Elaborar um diagnóstico social de situações disfuncionais existentes
Detetar
situações
sociofamiliares,
de
risco
integração
de
abandono
escolar,
escolar,
assiduidade
e
dificuldades
problemas
disciplinares
Acompanhar e encaminhar alunos e respetivas famílias em situação de
risco social
Articular com outros parceiros sociais que sejam adequados à resolução
das problemáticas sociais em causa, nomeadamente: professores,
diretores de turma, Gabinete Psicopedagógico, Associação de Pais,
Autarquias, Segurança Social, Centros de Saúde, Instituto de Emprego e
Formação Profissional, Tribunal de Menores, Comissão de Proteção de
Crianças e Jovens...
Encontrar medidas adequadas para diminuir o impacto de situações
disfuncionais na vida do aluno e no processo de ensino e aprendizagem
Contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso e sucesso
escolares
Distribuir justa e equitativamente os auxílios económicos.
Ações:
Realização de entrevistas, visitas domiciliárias, análise documental e
reuniões
com
encarregados
de
educação,
alunos
e
agentes
educativos
Lançamento das candidaturas aos auxílios económicos
Apuramento de comparticipações familiares
Página 417
Projeto Curricular de Escola
Atribuição de auxílios económicos diretos e indiretos (manuais e material
escolares, alimentação, transporte, bolsas de mérito, atividades de
complemento curricular)
Apoio na satisfação de necessidades básicas (reforços alimentares,
vestuário, consultas médicas, medicação
D- Projeto de Educação Parental
Objetivos:
Aumentar o envolvimento parental na dinâmica escolar, através de
estratégias coletivas e individuais
Desenvolver medidas de apoio que fortaleçam a capacidade da
família e as competências dos pais para preservarem o ambiente
familiar
Promover relações saudáveis entre pais e filhos
Sensibilizar a comunidade educativa para a comunicação positiva com
os encarregados de educação/ famílias
Possibilitar
um
aconselhamento
individual
aos
encarregados
de
educação/ diretores de turma.
Ações:
Aconselhamento parental individual
Sessões de formação grupal
Celebração de dias festivos
Realização de conferências e outros momentos de formação.
Página 418
Projeto Curricular de Escola
3.4.6 Gabinete Psicopedagógico
O Gabinete Psicopedagógico é um serviço de apoio educativo
especializado que tem como principais objetivos3:
Contribuir,
através
da
sua
intervenção
especializada,
para
o
desenvolvimento integral dos alunos e para a construção da sua
identidade pessoal
Conceber e participar na definição de estratégias e na aplicação de
procedimentos
de
orientação
educativa
que
promovam
o
acompanhamento do aluno ao longo do seu percurso escolar
Intervir, a nível psicológico e psicopedagógico, na observação,
orientação e apoio dos alunos, promovendo a cooperação de
professores, pais e encarregados de educação em articulação com os
recursos da comunidade;
Participar nos processos de avaliação multidisciplinar e interdisciplinar,
tendo em vista a elaboração de programas educativos individuais, e
acompanhar a sua concretização
Desenvolver programas e ações de aconselhamento pessoal e
vocacional a nível individual ou de grupo
Colaborar
no
levantamento
de
necessidades
da
comunidade
educativa com o fim de propor a realização de ações de prevenção e
medidas
educativas
adequadas,
designadamente
a
situação
específica de alunos também escolarizados no estrangeiro ou cujos pais
residam e trabalhem fora do País
Participar em experiências pedagógicas, bem como em projetos de
investigação e em ações de formação do pessoal docente e não
docente;
3
Objetivos retirados do Dec.-Lei 300/97 de 31 de outubro, Nº 253/97 SÉRIE -A
Página 419
Projeto Curricular de Escola
Colaborar no estudo, conceção e planeamento de medidas que visem
a melhoria do sistema educativo e acompanhar o desenvolvimento de
projetos
Programa de Atividades
Para a concretização dos objetivos do Gabinete Psicopedagógico é
anualmente elaborado um Programa de Atividades, sendo este
definido em função das necessidades detetadas pelos vários agentes
educativos e de acordo com as prioridades estabelecidas. Este
programa sofrerá adequações de acordo com as mudanças que
ocorrerão ao longo do ano letivo.
O Programa de Atividades contempla atividades gerais (destinadas a
todos os alunos, pais e professores, independentemente do ano de
escolaridade) e por atividades específicas (estas destinadas a todos os
alunos, pais e professores de mais de um ano de escolaridade
específico).
Gabinete de Primeiros Socorros
O gabinete de primeiros socorros é um espaço de atendimento
permanente à comunidade educativa que tem como objetivos:
- Ministrar os primeiros socorros
- Prestar consultas de medicina do trabalho
- Diagnosticar problemas
- Aconselhar procedimentos
- Acompanhar situações ocorridas
- Encaminhar para os serviços de saúde, se necessário.
Página 420
Projeto Curricular de Escola
3.4.7.Formação
Formação contínua de Professores
A Formação contínua de Professores, na linha da tradição educativa da
Companhia de Jesus, é uma prática corrente nos Colégios SJ, desde o
seu aparecimento. A razão referida é fundamentada na necessidade
de permanente atualização que, hoje mais do no passado, é sentida
por todos numa sociedade em que o conhecimento avança a uma
velocidade vertiginosa, em que as necessidades novas exigem
permanentemente também novas respostas e em que o mundo urge,
mais do que nunca, que o homem faça apelo à sua capacidade de
criar e de inovar.
Acompanhar as mudanças e saber responder com sentido humano e
linguagens novas às constantes mudanças de cada momento constitui
o grande objetivo da Formação Contínua dos professores nos Colégios
SJ. As formações visam o desenvolvimento de Objetivos na vertente
Científica, Pedagógica, Sentido Educativo, Valores e Novas Tecnologias.
Este ano estão programadas as seguintes áreas de formação:
Função do Diretor de Turma;
Didática: o cinema como recurso pedagógico; das éticas gerais às
éticas aplicadas; mitologia clássica e literatura portuguesa; arte e
desenvolvimento do aluno; para uma leitura do Memorial do Convento;
pressupostos antropológicos da relação pedagógica; Mensagem de
Fernando Pessoa;
Pedagogia: lidar com dificuldades de comportamento; curso para
responsáveis dos colégios; pedagogia; fundação e identidade dos
colégios jesuítas; forum da educação; o risco de educar num colégio
jesuíta; experiência da fé na pedagogia; relação educador/aluno;
Página 421
Projeto Curricular de Escola
Sexualidade: sexualidade e educação para a felicidade; sexualidades
em questão; formas de violência na relação a dois.
Página 422
Projeto Curricular de Escola
Plano de Segurança Interno
Objetivos
Definir as regras de segurança, de exploração e de comportamento a
adotar;
Identificar, prevenir e reduzir os riscos de ocorrência e desenvolvimento
de incêndios e garantir a permanente operacionalidade dos meios,
dispositivos e equipamentos ligados à segurança contra incêndio;
Definir as informações relativas ao estabelecimento e às pessoas que
compõem a estrutura interna de segurança e plantas de segurança;
Sensibilizar e identificar programas de conservação e manutenção;
Elaborar um caderno de registo da segurança;
Enunciar as Consequências de Incêndios, Sismos, Cheias, Ameaças
Bombistas, Químicas e Biológicas;
Explicar Procedimentos de Evacuação para os Cenários de Incêndio,
Sismo, Cheia, Ameaça de Bomba e Objeto Suspeito de Ameaça
Bombista, Química ou Biológica;
Executar gestos de autoproteção face a Sinistro Inesperado;
Atuar eficazmente em caso de Evacuação do Edifício;
Enunciar os Modos de Funcionamento dos Extintores;
Executar os Procedimentos em caso de um Foco de Incêndio;
Utilizar eficazmente equipamentos de 1ª intervenção (extintores);
Página 423
Projeto Curricular de Escola
3. Prioridades na Ação Educativa
O Instituto Nun’Alvres, procurando promover a existência de condições
que assegurem a plena integração escolar de todos os alunos,
apresenta um conjunto de modalidades e estratégias de apoio
educativo no sentido de contribuir para o reforço das aprendizagens,
tendo como princípios básicos, o princípio da integração, o princípio da
igualdade, o princípio da interculturalidade e o princípio da qualidade.
Assim, como forma de dar resposta às diversas necessidades dos alunos,
a escola assegura os seguintes tipos de apoio:
3.1.
Apoios e complementos educativos
Numa tentativa de flexibilizar as práticas educativas, adequando-as às
necessidades dos alunos e mobilizando os seus conhecimentos, de
modo a facilitar o acesso ao currículo comum, a escola oferece os
seguintes apoios:
Apoio pedagógico acrescido
Aulas de português língua não materna para alunos estrangeiros;
Aulas de desenvolvimento
Salas de estudo para o Básico II e III
Salas de apoio educativo complementar para o secundário
Aulas de preparação para os Exames Nacionais (6º ano, 9.º Ano e
Secundário)
Este tipo de apoio visa:
Alunos em risco de insucesso, segundo proposta do Conselho de Turma
Alunos estrangeiros
Alunos que apresentam um grau deficitário de pré-requisitos
Alunos que necessitam de orientação em métodos de estudo
Página 424
Projeto Curricular de Escola
4.2 Orientações para alunos com Necessidades Educativas Especiais
À semelhança do que se vai fazendo pelo Mundo e de acordo com as
orientações expressas na Conferência de Salamanca em 1994, o
atendimento de alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE),
rege-se pelo princípio de uma igualdade de oportunidades e pelo
paradigma da Inclusão.
Este novo paradigma veicula uma nova filosofia que impõe, como
necessidade absoluta, a adequação das práticas educativas e uma
mudança de atitude dos diferentes intervenientes no processo
educativo. Tais mudanças passam por alterações profundas ao nível
estrutural, tanto no que respeita à flexibilização curricular e/ou
organizacional como na conceção do aluno enquanto um ser humano
integral, com todos os seus direitos e deveres.
O Dec. Lei 3/2008 e o Despacho 173/ME, enquanto normativos legais
que lhe dão suporte, para além de responsabilizarem a escola pelo
atendimento de todos os alunos com NEE, de responsabilizarem e
reconhecerem o importante papel dos pais na orientação educativa
dos
seus
filhos,
representam
uma
afirmação
dos
direitos
que
progressivamente o país terá de garantir a esta população e
incentivam a transformação da escola e da comunidade.
Salientam-se um conjunto de medidas cuja aplicação deve ser
ponderada de acordo com o princípio de que a educação dos alunos
com NEE deve processar-se no meio menos restritivo possível, pelo que
cada uma das medidas (explícitas no Dec. Lei 3/2008) só deve ser
adotada quando se revele indispensável para atingir os objetivos
educacionais definidos.
Assim, a escola, e de acordo com os normativos legais, pretende:
Responder às necessidades educativas de cada aluno;
Página 425
Projeto Curricular de Escola
Valorizar as suas competências (respeitar e atender à sua “bagagem
cultural”);
Facultar situações educativas, o mais naturais possível
Oferecer a vivência e a partilha de tarefas juntamente com os colegas
da mesma idade
Propiciar uma forma de viver mais autónoma e integrada
Proporcionar a aquisição de competências que lhes permitam
participar o mais autonomamente no meio comunitário em que vivem
Melhorar a sua qualidade de vida
Contribuir para o desenvolvimento da sua plenitude pessoal
Contactar com algumas áreas de formação pré - profissional
Possibilitar um despiste vocacional
Facilitar a sua inserção na vida ativa
Pretende-se que a escola rompa com os valores da escola tradicional,
com o conceito de um desenvolvimento curricular único, com o
conceito de aluno padrão estandardizado e dê lugar à igualdade de
oportunidades e onde cada um caminha ao seu ritmo e rumo aos seus
objetivos.
Desta forma, o INA dispõe de um departamento de Educação Especial
que pretende assegurar a igualdade de oportunidades educativas e a
inclusão de todos os alunos no contexto escolar. Este departamento
tem a função de avaliar, prevenir e planificar de modo a contribuir para
o desenvolvimento pessoal, social e académico dos alunos. Pressupõese com este serviço atender às necessidades processuais da escola,
bem como garantir um apoio personalizado juntos dos alunos.
Centrado nas necessidades da comunidade escolar, este serviço
pretende:
- promover a inclusão de alunos com NEE no INA;
Página 426
Projeto Curricular de Escola
- assegurar a implementação de medidas adequadas aos alunos com
NEE de forma a proporcionar um desenvolvimento positivo e promover
o sucesso educativo;
- fomentar a realização de formação contínua na Educação Especial
aos
diversos
intervenientes
educativos
(Docentes,
Discentes,
Encarregados de Educação);
- certificar que os meios necessários para o apoio dos alunos com NEE
são solicitados e adquiridos em tempo útil.
A Equipa de Educação Especial
Esta equipa é constituída por duas docentes de Educação Especial,
com formação especializada na área das Necessidades Educativas
Especiais.
Este grupo de docentes pretende desenvolver diferentes modalidades
de apoio em contexto de turma, individual (apoio nas áreas específicas
que fazem parte do Programa Educativo Individual) e cooperação
com instituições públicas de segurança social e/ou com centros de
recursos especializados, bem como empresas particulares.
3.2. Orientação vocacional
O processo de Orientação Vocacional tem como objetivo principal
apoiar os alunos na construção do seu projeto escolar e profissional.
Neste sentido, é desenvolvido um conjunto de atividades, quer em
grupo, quer individualmente:
Programa de intervenção no grupo turma dos alunos do 9º (que conta
com a colaboração dos professores de AP) e 12º ano, que termina com
atendimentos personalizados e individualizados
Página 427
Projeto Curricular de Escola
Atendimento individual junto de alunos do 2º e 3º ciclos para um
possível encaminhamento para Cursos de Educação e Formação (CEF)
Ao longo da concretização dos diferentes programas os alunos são
convidados de uma forma orientada a construir o seu projeto
vocacional de acordo com os seus valores, interesses e motivações,
assim como de acordo com a exploração das diferentes áreas
profissionais. São, igualmente, promovidas atitudes favoráveis face aos
diferentes percursos escolares e oportunidades de trabalho.
Consideramos que jovens mais conscientes de si serão, com certeza,
jovens mais ativos e participativos na vida profissional e social.
4.4 Educação para o amor e para a sexualidade
A sexualidade é expressão de um processo que vai de um fenómeno
em mim até ao ato responsável da criação de um nós alargado. Por
isso, ela se humaniza encontrando a sua configuração plena em três
dimensões: a dimensão comunicativa num diálogo através da
corporalidade e genitalidade, a experiência do prazer como resposta
às sensações capazes de ser experimentadas como reAção a
determinados estímulos, a dimensão procriativa, em consonância com
a realidade de que é o sexo que abre o horizonte da vida.
Realidade não só biológica, nem só psíquica, mas também social e
moral, a sexualidade diz respeito à pessoa toda. Por isso, uma
educação sexual deve relacionar-se com todas as componentes da
pessoa, de modo que não é possível concebê-la nem atualizá-la à
margem da formação global do ser humano.
Página 428
Projeto Curricular de Escola
4.4.1 Orientações preliminares
Aspetos que integram a educação sexual
Componente biológica
Componente psicoemocional
Componente cultural
Componente ética
Componente religiosa
Uma educação sexual contínua presente em todo o desenvolvimento
pessoal
A educação sexual deve estar presente ao longo de toda a
escolaridade, nas suas componentes de informação e de formação
sexual.
Num contexto de coeducação
Quando se fala em contexto coeducativo, significa integrar os dois
sexos no âmbito académico e convivencial.
Um projeto que respeite e proporcione espaços de diálogo
O projeto de educação sexual terá em conta um estilo de fazer e um
modo de trabalhar em que educador e aluno participem ativamente
na consecução dos objetivos e onde o aluno poderá expressar o que
sabe e o que pensa num clima de liberdade e de estima recíproca.
Para a equipa de educadores, a busca de uma escala de valores
comuns exige encontros de diálogo e discussão, a fim de se chegar a
uma unidade e consistência na Ação educativa. Pode dizer-se o
Página 429
Projeto Curricular de Escola
mesmo dos pais. O diálogo começa sempre, em primeiro lugar, na
família e continua na escola.
Um projeto que procure um consenso entre educadores, escola e
família
A escola e a família deverão manter um contacto permanente e
aberto para assumir cada qual a parte que lhe cabe como tarefa e
para um enriquecimento mútuo baseado na partilha e nas aportações
comuns. Se os pais e educadores dialogam sobre estas e outras
questões referentes à educação sexual, poderão avançar juntos e
corrigir, no processo de formação tudo o que impeça a maturação da
personalidade do educando.
Um projeto que mantenha uma revisão constante da programação
O projeto de educação sexual deve estar inserido no Projeto Educativo
da Escola. Esta dimensão implica que o projeto seja dinâmico e sujeito a
revisões periódicas no que respeita à coerência das mensagens que
transmitimos, a pertinência do escalonamento dos conteúdos, o grau
de relação com as inquietações dos alunos, ou a sensibilidade diante
do meio envolvente.
Objetivos gerais e específicas
Um projeto de Ação e de desenvolvimento de Objetivos deve dar
importância a todos os intervenientes (transversal) e deve desenvolverse de uma forma, igualmente, alargada no tempo (longitudinal).
4.4.2 Objetivos gerais
Sensibilização para o tema.
Uniformidade da linguagem e método a adotar.
Conhecimento de conteúdos relacionados com o tema.
Página 430
Projeto Curricular de Escola
Objetivos de relação afetiva, interpessoal e de comunicação entre os
diversos intervenientes.
Objetivos de utilização de meios diversos para a abordagem do tema.
Objetivos específicas
1ª etapa: 1º e 2º anos de escolaridade (6-7 anos);
2ª etapa: 3º e 4º anos de escolaridade (8-9 anos);
3ª etapa: 5º e 6º anos de escolaridade (10-11 anos);
4ª etapa: 7º, 8º e 9º anos de escolaridade (12-14 anos);
5ª etapa: 10º, 11 ° e 12º anos de escolaridade (igualou superior a 15
anos);
Em cada etapa dever-se-á partir de uma síntese das Objetivos da fase
anterior no sentido de garantir a interação entre os diferentes
programas.
1ª etapa: 1º e 2º anos de escolaridade (6-7 anos)
Estabelece a ligação entre pensar e sentir.
Conhece as emoções e enquadra-as no seu desenvolvimento.
Estabelece relação de amizade e reconhece a sua importância.
Tem consciência do corpo e dos seus sentidos.
Reconhece a importância dos outros (papeis sexuais, diferenças de
género, estereótipos de género, igualdade de género).
Toma consciência do impacto de "si" nos outros e vice-versa
(comportamento gera comportamento): autocontrolo e assertividade.
2ª etapa: 3º e 4º anos de escolaridade (8-9 anos)
Conhece
sentimentos
e
emoções
(autoconfiança,
segurança,
autonomia, empatia, respeito, solidariedade, privacidade, pudor...).
Sabe lidar com as emoções negativas (gestão de emoções).
Toma consciência do seu corpo (imagem corporal).
Página 431
Projeto Curricular de Escola
Reconhece e aceita manifestações pubertárias (fisiológicas).
3ª etapa: 5º e 6º anos de escolaridade (10-11 anos)
Identifica as manifestações psicológicas, sociais e comunicacionais da
adolescência:
Desenvolve Objetivos de reflexão ética e espiritual da perspetiva cristã
do amor e da sexualidade.
4ª etapa: 7º, 8º e 9º anos de escolaridade (12-14 anos)
Contextualiza o significado das emoções (vulnerabilidade) e exercita o
autocontrolo.
Promove a valorização pessoal (autoestima e autoeficácia).
Compreende o papel das decisões no desenvolvimento.
Reconhece a influência dos meios de comunicação social.
Compreende o funcionamento do sistema reprodutor masculino e
feminino.
Revela sentimentos de respeito e admiração pela vida.
g)Desenvolve Objetivos de reflexão ética e espiritual comportando a
perspetiva cristã do amor e da sexualidade com outras religiões.
5ª etapa: 10º, 11º e 12º anos de escolaridade (igual ou superior a 15
anos)
Desenvolve Objetivos de relação a dois (namoro).
Consciencializa-se para a aprendizagem dos meios de transmissão,
sinais de alerta e importância do tratamento dos diferentes tipos de
doenças sexualmente transmissíveis.
Desenvolve o espírito crítico sobre problemas da atualidade como o
aborto, o abuso sexual e as diversas formas da sexualidade.
Desenvolve Objetivos de reflexão ética e espiritual da perspetiva cristã
do amor e da sexualidade.
Página 432
Projeto Curricular de Escola
4.4.3 Conteúdos e blocos temáticos
A- Elementos médico-biológicos da sexualidade humana
Bloco 1: Anatomofisiologia dos órgãos sexuais:
Bloco 2: Desenvolvimento biológico da sexualidade em diferentes
etapas da vida.
Bloco 3: Aspetos reprodutivos da sexualidade humana
Bloco 4: Sexo e saúde
B- Elementos psicoafetivos, sociais e espirituais da sexualidade humana
Bloco 5: Psicologia e comportamento sexual
Bloco 6: Antropologia e sociologia da sexualidade
Bloco 7: Aspetos filosóficos e éticos da sexualidade
Bloco 8: Componentes teológicas e pastorais da sexualidade
4.4.4 Modelo de Implementação
No sentido de possibilitar o desenvolvimento de Objetivos gerais e
específicas, envolvendo diversos intervenientes no ato educativo
escolar,
a
transversalidade
apresenta-se
como
modelo
de
implementação privilegiado. As diferentes áreas disciplinares irão dar o
seu contributo a partir do seu próprio programa, possibilitando assim o
aprofundamento da matriz curricular do Projeto para o ano respetivo,
numa perspetiva multidisciplinar da formação integral dos alunos.
Uma segunda opção é integrar nas áreas curriculares não disciplinares,
em cada um dos anos do Ensino Básico II e III, um plano de abordagem
sistemática dos conteúdos desta área, em unidades formativas de
duração variável, com agentes formativos a definir.
No que diz respeito ao Ensino Secundário, parece-nos ser conveniente
manter a transversalidade a todas as áreas curriculares disciplinares. Na
impossibilidade de integrar o mesmo tipo de oferta formativa
Página 433
Projeto Curricular de Escola
sistemática
nas
áreas
curriculares
não
disciplinares,
sugerem-se
atividades extracurriculares através da criação de “Espaços de
Sexualidade/Afetividade ” que funcionariam em regime de frequência
facultativa. Nestes espaços desenvolver-se-ia uma multiplicidade de
atividades, com a colaboração de técnicos especializados em diversas
áreas, privilegiando os interesses e necessidades dos alunos.
Sugere-se ainda a criação de um gabinete de apoio/atendimento
personalizado, no sentido de facultar materiais de apoio, possibilitar o
esclarecimento de dúvidas e promover a ligação com as distintas
estruturas existentes na comunidade escolar.
Pretende-se, igualmente, o apoio eventual de técnicos especializados
em diferentes áreas e do Centro de Saúde local, através de uma
parceria, para o desenvolvimento de atividades de acordo com as
necessidades da escola.
Página 434
Projeto Curricular de Escola
4.4.5 Orientações pedagógico-didáticas
Formação de professores.
Adequação dos conteúdos considerando as matrizes curriculares por
ano e Ciclo.
Propostas didáticas por ano e por ciclo.
Página 435
Projeto Curricular de Escola
4. Atividades de Enriquecimento Curricular e Extracurricular
Ver Plano Anual de Atividades disponível em www.institutonunalvres.pt .
4.1.
Clubes/Projetos
5.1.1 Desporto Escolar
O INA tem procurado estabelecer parcerias com projetos que abram a Escola a
outros espaços educativos. Neste sentido, o desporto escolar tem sido uma
aposta, visto os seus objetivos irem de encontro à preocupação de uma
formação integral dos alunos.
Objetivos:
Promover o gosto pela Escola, combatendo através do desporto, o abandono e
o insucesso escolar;
Conhecer e interpretar os fatores de saúde e riscos associados à prática das
atividades físicas e aplicar as regras de segurança e higiene;
Permitir a participação dos alunos no planeamento e gestão das atividades,
nomeadamente no seu papel como árbitros, juízes e cronometristas;
Adequar os projetos aos interesses e motivação dos alunos;
Desenvolver a capacidade de coordenação e fomentar o trabalho de grupo;
Contribuir para a criação de uma cultura desportiva na Escola;
Fomentar nos alunos atitudes de diálogo, de respeito mútuo e de respeito por
todos os povos e culturas.
Oferecer um leque de atividades lúdico/desportivas que, na medida do possível
reflita e dê resposta às motivações intrínsecas e extrínsecas dos alunos.
Página 436
Projeto Curricular de Escola
5.1.2 Pastoral
Pautando-se a atividade deste Colégio pelos princípios da pedagogia inaciana,
a Pastoral surge no seu meio como a dimensão que tem a ver com todos os que
nele trabalham pois, todo o Educador (docente e não docente) é um agente
Evangelizador e, por Pastoral entende-se toda a dimensão evangelizadora, isto é,
a preocupação de encarnar na nossa vida, os valores e ávida de acordo com o
Evangelho.
São funções do Conselho Pastoral:
Refletir sobre o modo de desenvolver a atividade Pastoral na vida do Colégio.
Propor o plano de atividades de Pastoral geral do Colégio em conformidade com
o Plano Apostólico da Província Portuguesa da companhia de Jesus.
Dinamizar as respetivas atividades em cada Escola em colaboração com os
respetivos órgãos responsáveis.
Dinamizar as atividades conjuntas dos três Colégios da Província Portuguesa da
Companhia de Jesus.
5.1.3 Campinácios
Os Campinácios são um Movimento Inaciano de Acampamentos dos Colégios
da Província Portuguesa da Companhia de Jesus ao serviço dos seus Projetos
Educativos; nasceu há 18 anos com o objetivo fundamental de juntar alunos, exalunos e educadores dos três Colégios em atividades e experiências que têm
sempre em comum o facto de perseguirem os seguintes objetivos:
Abrir caminho para a progressiva descoberta de Deus na beleza e harmonia da
Criação e na experiência de uma vida em grupo.
Contribuir para um melhor conhecimento de si próprio.
Fomentar o sentido de partilha, solidariedade, entreajuda e o aprofundamento
das relações interpessoais.
Página 437
Projeto Curricular de Escola
Proporcionar um contacto saudável com a natureza, cultivando o respeito e a
valorização dos bens do mundo em que vivemos.
Ao nível de cada um dos Colégios ou em iniciativas inter colegiais, o movimento
propõe ao longo do ano inúmeras atividades (missa mensal, encontros entre
participantes dos acampamentos, Ceia de Natal, participação em Campanhas
do Banco Alimentar Contra a Fome, Encontro de Animadores, Encontro Nacional,
entre outras), sendo porém os acampamentos de férias de verão um dos seus
momentos mais fortes.
Estes Acampamentos decorrem em plena Natureza e têm a duração de 10 dias.
Participantes e animadores, ficam todos instalados em tendas e a simplicidade
de meios e de instalações é regra. O respeito pela Natureza é outra.
5.1.4 Proteção Civil
O Projeto Clube de Proteção Civil insere-se num programa de sensibilização
pública, pretendendo dar resposta ao desafio colocado por um projeto
comunitário, enfatizando a necessidade prioritária de canalizar para o público
infantil e juvenil ações relacionadas com a proteção civil.
Este projeto está a ser desenvolvido pelo INA, em parceria com a Câmara
Municipal de Santo Tirso.
Os elementos que fazem parte do clube são alunos das diferentes turmas do 7º
ano.
Objetivos:
Sensibilizar as pessoas para os perigos das catástrofes naturais;
Informar as pessoas sobre as regras de segurança;
Promover comportamentos e atitudes responsáveis e adequadas face a
acidentes graves e catástrofes que as populações podem vir a enfrentar;
Preparar os alunos para a vida ativa e para o exercício da cidadania em diversas
áreas;
Página 438
Projeto Curricular de Escola
Desenvolver relações de confiança no seio da comunidade escolar e
solidariedade com os colegas e comunidade.
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Projeto Curricular de Escola
6. Avaliação
6.1 Princípios orientadores para a avaliação das aprendizagens
A avaliação, enquanto parte integrante do processo de ensino e de
aprendizagem, permite verificar o cumprimento do currículo, diagnosticar
insuficiências e dificuldades ao nível das aprendizagens e (re)orientar o processo
educativo.
Atendendo às dimensões formativa e sumativa da avaliação, a retenção deve
constituir uma medida pedagógica de última instância, numa lógica de ciclo e
de nível de ensino, depois de esgotado o recurso a atividades de recuperação
desenvolvidas ao nível da turma e da escola.
Esta conceção determina, necessariamente, a reorganização do trabalho
escolar de forma a otimizar as situações de aprendizagem, incluindo-se nestas a
elaboração
de
planos
de
recuperação,
de
desenvolvimento
e
de
acompanhamento.
6.1.1 Objetivos
A avaliação visa:
Apoiar o processo educativo, de modo a sustentar o sucesso de todos os alunos,
permitindo o reajustamento dos projetos curriculares de escola e de turma,
nomeadamente quanto à seleção de metodologias e recursos, em função das
necessidades educativas dos alunos;
Certificar as diversas aprendizagens e Objetivos adquiridas pelo aluno, no final de
cada ciclo e à saída do ensino básico, através da avaliação sumativa interna e
externa;
Contribuir para melhorar a qualidade do sistema educativo, possibilitando a
tomada de decisões para o seu aperfeiçoamento e promovendo uma maior
confiança social no seu funcionamento.
Página 440
Projeto Curricular de Escola
6.1.2 Intervenientes
Intervêm no processo de avaliação:
o professor;
o aluno, através da sua autoavaliação;
o conselho de docentes, no 1.º ciclo, ou o conselho de turma, nos 2.º e 3.º ciclos;
o encarregado de educação;
os serviços especializados de apoio educativo;
os órgãos de gestão da escola;
a administração educativa.
6.1.3 Modalidades
Avaliação diagnóstica
A avaliação diagnóstica conduz à adoção de estratégias de diferenciação
pedagógica e contribui para elaborar, adequar e reformular o projeto curricular
de turma, facilitando a integração escolar do aluno, apoiando a orientação
escolar e vocacional. Pode ocorrer em qualquer momento do ano letivo quando
articulada com a avaliação formativa.
Avaliação formativa
A avaliação formativa é a principal modalidade de avaliação do ensino básico,
assume caráter contínuo e sistemático e visa a regulação do ensino e da
aprendizagem, recorrendo a uma variedade de instrumentos de recolha de
informação, de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em
que ocorrem.
A avaliação formativa fornece ao professor, ao aluno, ao encarregado de
educação e aos restantes intervenientes informação sobre o desenvolvimento
das aprendizagens e Objetivos, de modo a permitir rever e melhorar os processos
de trabalho.
Página 441
Projeto Curricular de Escola
A avaliação formativa é da responsabilidade de cada professor, em diálogo com
os alunos e em colaboração com os outros professores, designadamente no
âmbito dos órgãos coletivos que concebem e gerem o respetivo projeto
curricular e, ainda, sempre que necessário, com os serviços especializados de
apoio educativo e os encarregados de educação, devendo recorrer, quando tal
se justifique, a registos estruturados.
Compete ao órgão de direção executiva, sob proposta do professor titular, no 1.º
ciclo, e do diretor de turma, nos restantes ciclos, a partir dos dados da avaliação
formativa, mobilizar e coordenar os recursos educativos existentes na escola ou
agrupamento com vista a desencadear respostas adequadas às necessidades
dos alunos.
Compete ao conselho pedagógico apoiar e acompanhar o processo definido no
número anterior.
Avaliação sumativa
A avaliação sumativa consiste na formulação de um juízo globalizante sobre o
desenvolvimento das aprendizagens do aluno e das Objetivos definidas para
cada disciplina e área curricular.
A avaliação sumativa inclui:
A avaliação sumativa interna;
A avaliação sumativa externa.
Avaliação sumativa interna
A avaliação sumativa interna ocorre no final de cada período letivo, de cada
ano letivo e de cada ciclo. Sempre que se realiza uma avaliação sumativa,
compete ao conselho de turma reanalisar o Projeto Curricular de Turma, com
vista à introdução de eventuais alterações ou apresentação de proposta para o
ano letivo seguinte.
A avaliação sumativa interna tem como finalidades:
Página 442
Projeto Curricular de Escola
Informar o aluno e o seu encarregado de educação sobre o desenvolvimento
das aprendizagens e Objetivos definidas para cada disciplina e área disciplinar;
Tomar decisões sobre o percurso escolar do aluno.
Avaliação sumativa externa
É da responsabilidade dos serviços centrais do Ministério da Educação, que
compreende a realização de exames nacionais no Ensino Secundário e nas
disciplinas de Português e Matemática dos 4.º, 6.º e 9.º anos.
6.2 Critérios gerais de avaliação
O princípio da avaliação encontra-se estipulado no Despacho Normativo
13/2014, 15 de setembro para o ensino básico e na Portaria nº 243/2012, de 10 de
agosto para o ensino secundário. No início de cada ano letivo, o Conselho
Pedagógico define os critérios de avaliação para cada ciclo e ano de
escolaridade
sob
proposta
dos
departamentos
curriculares,
sendo
operacionalizados pelo Conselho de Turma no âmbito do respetivo Projeto
Curricular de Turma.
6.2.1 Ensino Básico
Nos 1.º, 2.º e 3.º anos de escolaridade, a informação resultante da avaliação
sumativa interna, nos três períodos letivos, expressa –se de forma descritiva em
todas as áreas disciplinares e não disciplinares.
No 4.º ano de escolaridade, a avaliação sumativa interna, nos três períodos
letivos, expressa –se numa escala de 1 a 5 nas áreas disciplinares de Português e
de Matemática e de forma descritiva nas restantes áreas.
No 4.º ano de escolaridade, no final do 3.º período, e antes de serem divulgados
os resultados da avaliação externa, o professor titular de turma atribui a
classificação final nas áreas disciplinares de Português e de Matemática e uma
menção qualitativa nas restantes áreas.
Página 443
Projeto Curricular de Escola
As fichas de avaliação das áreas curriculares disciplinares são cotadas de forma
quantitativa, numa escala de 0% a 100%, sendo a classificação final expressa de
forma qualitativa e será a seguinte:
MENÇÃO
PERCENTAGENS
- Fraco ..........................................0 – 19
- Não Satisfaz ..............................20 – 49
- Satisfaz ......................................50 – 69
- Bom ...........................................70 – 89
- Muito Bom ...............................90 – 100
Atenção: A nomenclatura a utilizar é qualitativa e não percentual.
A avaliação dos alunos incide sobre os conteúdos definidos nos programas e tem
como referência as metas curriculares em vigor para as diversas áreas
disciplinares e não disciplinares no 1.º ciclo.
No 4.ºano de escolaridade, a avaliação sumativa externa compreende a
realização de provas finais de ciclo, nas disciplinas de Português e Matemática. A
não realização das provas finais implica a retenção do aluno no 4.ºano.
No 4.º ano de escolaridade do 1.º ciclo, nas áreas disciplinares de Português e de
Matemática a classificação final expressa -se numa escala de 1 a 5 arredondada
às unidades.
A menção ou a classificação final das áreas disciplinares não sujeitas a provas
finais é a obtida no 3.º período do ano terminal em que são lecionadas.
A avaliação dos alunos será feita por anos de escolaridade e as decisões de
transição e de progressão do aluno para o ano de escolaridade seguinte e para
o ciclo subsequente revestem caráter pedagógico e são tomadas pelo professor
titular de turma, no 1.º ciclo.
Página 444
Projeto Curricular de Escola
No 1.º ano de escolaridade não há lugar a retenção, exceto se tiver sido
ultrapassado o limite de faltas e, após cumpridos os procedimentos previstos no
Estatuto do Aluno e Ética Escolar, o professor titular da turma em articulação com
o conselho de docentes, decida pela retenção do aluno.
A avaliação sumativa dá origem a uma tomada de decisão sobre a progressão
ou a retenção do aluno, expressa através das menções, respetivamente, de
Transitou ou de Não Transitou, no final de cada ano, e de Aprovado ou de Não
Aprovado, no final do ciclo.
No final do 1.º ciclo o aluno não progride e obtém a menção de Não Aprovado,
se estiver numa das seguintes condições:
a) Tiver obtido simultaneamente classificação inferior a 3 nas áreas disciplinares
de Português e de Matemática;
b) Tiver obtido classificação inferior a 3 em Português ou em Matemática e
simultaneamente menção não satisfatória nas outras áreas disciplinares, no caso
do 1.º ciclo.
As classificações no final de cada período letivo, no 4.º ano do 1.º ciclo são
registadas em pauta.
Os documentos mais significativos de cada aluno farão parte do seu processo
individual.
Nos 2.º e 3.º ciclos, a informação resultante da avaliação sumativa interna
expressa-se:
a) Numa classificação de 1 a 5, em todas as disciplinas, - considerando que o
aluno desenvolveu as Objetivos essenciais a partir do nível 3 – a qual pode ser
acompanhada, sempre que se considere relevante, de uma apreciação
descritiva sobre a evolução do aluno.
Página 445
Projeto Curricular de Escola
b) Numa menção qualitativa de Não satisfaz, Satisfaz e Satisfaz Bem, nas áreas
curriculares não disciplinares, a qual pode ser acompanhada, sempre que se
considere relevante, de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno.
No 3.º ciclo, a avaliação sumativa interna das disciplinas de organização
semestral - Educação Tecnológica e disciplina da área de Educação Artística processa-se do seguinte modo:
a)
Para
a
atribuição
das
classificações,
o
conselho
de
turma
reúne
extraordinariamente no final do 1.º semestre e ordinariamente no final do 3.º
período;
b) A classificação atribuída no 1.º semestre fica registada em ata e, à
semelhança das classificações das outras disciplinas, está sujeita a ratificação do
conselho de turma de avaliação no final do 3.º período;
c) No final dos 1.º e 2.º períodos, a avaliação assume caráter descritivo para as
disciplinas que se iniciam nos 1.º e 2.º semestres, respetivamente.
6.2.2 Ensino Secundário
A avaliação das aprendizagens realizada nas disciplinas que integram os planos
de estudo dos cursos do Ensino Secundário compreende as modalidades de
avaliação formativa e de avaliação sumativa ( Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de
julho, Portaria nº 243/2012, de 10 de agosto).
Avaliação sumativa interna
A avaliação sumativa interna realiza-se:
integrada no processo de ensino-aprendizagem e formalizada em reuniões do
conselho de turma no final dos 1.º, 2.º e terceiro períodos letivos;
através de provas de equivalência à frequência (Portaria n.º 243/2012 de 10 de
agosto)
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Projeto Curricular de Escola
Avaliação sumativa externa
Para efeitos de conclusão do Ensino Secundário, o aluno tem de obter
aprovação a todas as disciplinas e áreas não disciplinares do plano de estudo do
respetivo curso, bem como aprovação no Estágio e na Prova de Aptidão
Profissional, nos Cursos Profissionais.
Regimes de Avaliação
Cursos Científico-Humanísticos
A conclusão do curso do ensino secundário depende da aprovação em todas as
disciplinas — o que, no caso dos Cursos Científico-Humanísticos, requer a
realização de exames nacionais, conforme estabelece o n.º 5 do Artigo 17.º da
Portaria n.º 259/2006, de 14 de março. Para além do exame nacional na disciplina
de Português, comum a todos os Cursos Científico-Humanísticos, o aluno realiza
mais três exames nacionais, na disciplina trienal e nas duas disciplinas bienais da
componente de formação específica, conforme o plano de estudo de cada
curso.
Cursos Profissionais
Avaliação Formativa e Sumativa
A avaliação formativa é da responsabilidade do professor em interação com o
aluno, na perspetiva de promoção da autoavaliação, é contínua e sistemática e
tem função diagnóstica, permitindo ao professor, ao aluno, ao encarregado de
educação e a outras pessoas e entidades legalmente autorizadas obter
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Projeto Curricular de Escola
informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens, com vista à definição e
ao ajustamento de processos e estratégias de ensino e de aprendizagem.
A avaliação sumativa consiste na formulação de um juízo globalizante sobre o
grau de desenvolvimento das aprendizagens do aluno e tem como objetivos a
classificação e a certificação.
A avaliação sumativa em cada disciplina, áreas não disciplinares – Projeto
Tecnológico e Estágio – e Prova de Aptidão Tecnológica é expressa na escala de
0 a 20 valores.
Nestes novos cursos tecnológicos, de acordo com as alterações introduzidas pela
Portaria nº 260/2006, de 14 de março, e para efeito de conclusão de curso, a
avaliação sumativa consubstancia-se
exclusivamente
na modalidade
de
avaliação sumativa interna.
Para efeito de prosseguimento de estudos superiores, os alunos ficam sujeitos à
realização das provas de exame nacionais definidas pelas condições de acesso
ao ensino superior.
PAP ( Prova de Aptidão Profissional )
A PAP consiste na apresentação e defesa, perante um júri, de um projeto,
consubstanciado num produto, material ou intelectual, numa intervenção ou
numa atuação, consoante a natureza dos cursos, bem como do respetivo
relatório final de realização e apreciação crítica, demonstrativo de saberes e
competências estruturantes do futuro profissional do jovem. O projeto centra-se
em temas e problemas perspetivados e desenvolvidos pelo aluno em estreita
ligação com
os contextos
de
trabalho e realiza-se sob orientação
e
acompanhamento de um ou mais professores
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Projeto Curricular de Escola
Formação em Contexto de Trabalho (FCT)
A FCT é um conjunto de atividades profissionais desenvolvidas sob coordenação
e acompanhamento da escola, que visam a aquisição ou o desenvolvimento de
competências técnicas, relacionais e organizacionais relevantes para o perfil de
desempenho à saída do curso frequentado pelo aluno. A FCT realiza-se em posto
de trabalho, em empresas ou noutras organizações, sob a forma de experiências
de trabalho por períodos de duração variável ao longo da formação ou sob a
forma de estágio em etapas intermédias ou na fase final do curso. Considerando
que a FCT é um domínio de formação onde o aluno irá aplicar, adquirir e
desenvolver competências relevantes para o perfil de desempenho à saída do
curso, o Conselho de Turma deverá refletir e pronunciar-se, em data a definir
anualmente, sobre os procedimentos abaixo descritos e considerados relevantes
para a admissão dos alunos à FCT.
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Projeto Curricular de Escola
6.3 Critérios e parâmetros de avaliação dos alunos
A avaliação sumativa a atribuir em todas as áreas curriculares
disciplinares e não disciplinares integra, obrigatoriamente, a avaliação
relativa à aquisição de conhecimentos e a referente a atitudes e
valores.
Parâmetros de avaliação
Participação
Interesse/Motivação
Utilização do saber
Autonomia/criatividade
Áreas curriculares não disciplinares do Ensino Básico
6.3.1 Educação para a cidadania
No 1.º ciclo, no final de cada período, a avaliação será expressa com
uma menção de Não Satisfaz, Satisfaz, Bom ou Muito bom de acordo
com as orientações do Ministério da Educação. Estas menções
resultarão das avaliações obtidas pelos alunos nos
parâmetros de
avaliação.
Parâmetros de avaliação
Participação: O aluno participa nas atividades propostas
Intervenção: O aluno
Levanta o braço para pedir a palavra e só fala na sua vez
Respeita a opinião dos outros
Se foi incorreto, reconhece e pede desculpa
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Projeto Curricular de Escola
Cumpre as regras da escola: não deita lixo para o chão, deixa a sala e
os espaços comuns limpos e arrumados
Aplicação: O aluno
– Cumpre o plano de trabalho;
– Aplica os ensinamentos inerentes ao projeto
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Projeto Curricular de Escola
Critérios de avaliação
Para cada parâmetro de avaliação, foram definidos os seguintes
critérios:
NS
O aluno evidencia o critério definido raramente ou nunca
S
O aluno evidencia o critério definido com regularidade
B
O aluno evidencia o critério definido frequentemente
MB
O aluno evidencia o critério definido sistematicamente
Instrumentos de avaliação
Grelhas de registo comportamental
Registo estruturado de autoavaliação individual dos alunos no final de
cada período
Grelha de apreciação global.
6.3.2 Estudo Acompanhado
No 1.º ciclo, no final de cada período, a avaliação será expressa com
uma menção de Não Satisfaz, Satisfaz, Bom ou Muito bom de acordo
com as orientações do Ministério da Educação. Estas menções
resultarão das avaliações obtidas pelos alunos nos
parâmetros de
avaliação: organização, concentração, cooperação.
Parâmetros de avaliação
Organização: O aluno apresenta o material organizado
Concentração: O aluno revela interesse pelas atividades
Cooperação: O aluno colabora com os colegas
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Projeto Curricular de Escola
6.3.3 Área de Projeto
Avaliação
No 1.º ciclo, no final de cada período, a avaliação será expressa com
uma menção de Não Satisfaz, Satisfaz ou Satisfaz Bem, de acordo com
as orientações do Ministério da Educação. Estas menções resultarão das
avaliações obtidas pelos alunos nos seguintes parâmetros de avaliação:
capacidade de recolha e seleção de informação, capacidade de
organização
do
trabalho
e
capacidade
de
apresentação
de
resultados.
6.4 Critérios por disciplina e por nível
(em anexo)
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Projeto Curricular de Escola
6.5 Avaliação de Desempenho
Autoavaliação é o processo pelo qual uma escola é capaz de olhar
criticamente
para
si
mesma
com
a
finalidade
de
melhorar
posteriormente os seus recursos e o seu desempenho (ESIS, 2000).
A palavra crítica, não constava no vocabulário de Sto. Inácio. Preferia
mais o termo avaliação no sentido do confronto das minhas atitudes
com a vontade de Deus. Ao colocarmos a “fasquia” tão alta
certamente chegamos a uma conclusão: por muito bem que façamos
o nosso trabalho, poderemos fazer melhor (“MAGIS” - MAIS) e ao fazê-lo,
desde logo estamos a ajudar a crescer aqueles a quem se destina: os
Alunos. Este “MAIS” Inaciano que não sirva de angústia mas de apoio,
sentido e desafio ao nosso crescimento (que é como quem diz, à nossa
capacidade de melhorarmos o nosso desempenho) e subirmos degrau
a degrau a escada da Excelência, porque a Criação também se fez
em “sete dias”.
Trata-se de pôr na prática o “Paradigma Pedagógico Inaciano” neste
momento (ferramenta do nosso quotidiano), que nos permita progredir
tomando consciência do ponto em que estamos (porque sem a
avaliação
não
há
progressão
independentemente
do
tipo
de
benefícios em que esta se possa traduzir).
A Avaliação é sempre uma recolha de informação tendo em vista uma
decisão. No entanto, numa escola encarada como uma organização
aprendente, o processo de avaliação enquadra-se no princípio da
educabilidade e da pedagogia participada para se conseguir atingir
determinados objetivos.
A vertente pedagógica e educadora traduz-se numa Ação ou num
processo de partilha, de trabalho em cooperação, esbatendo, desta
forma, a matriz tradicional de um ato isolado. A avaliação não se
Página 454
Projeto Curricular de Escola
circunscreve à responsabilidade de uma pessoa, mas envolve um grupo
de sujeitos. Desta forma, o ato de avaliar assume estatuto de fenómeno
social de que é responsável a instituição como um todo.
Objetivos
A avaliação de desempenho dos docentes e não docentes com
funções pedagógicas é um instrumento de melhoria, além de ser uma
exigência do contrato coletivo de trabalho que nos rege.
É um instrumento de automelhoria do trabalho, que permite:
- Alinhar o desempenho individual com o projeto educativo da escola
- Um apoio personalizado a cada docente e não docente com funções
pedagógicas
- Distinguir o mérito dos agentes envolvidos
- Reconhecer a cada indivíduo as suas necessidades específicas e agir
em função delas
É um instrumento de automelhoria do trabalho, que implica:
- Tempo e esforço
- Comunicação efetiva
- Coerência com a cultura e a estratégia da organização
- Gestão efetiva do desempenho.
Página 455
Projeto Curricular de Escola
6.5.1 Docentes
A avaliação de desempenho de qualquer educador, tem como
principal objetivo, contribuir para a melhoria da prestação do
educador, para lhe dar o feed--back do seu trabalho, valorizar os
aspetos positivos e incentivar à melhoria no que não está a funcinar tão
bem.
O
processo
de
avaliação
do
desempenho
dos
professores
(trabalhadores com funções pedagógicas), de acordo com o previsto
no artº 3º nº 1 do Anexo III do Contrato Coletivo de Trabalho em vigor,
publicado no BTE 1ª Série nº 11 de 22.03.07, tem por objeto o
desempenho profissional de cada um ao longo de um ano.
No entanto, prevê o nº 2 do mesmo artigo que o processo de avaliação
de desempenho possa referir-se ao desempenho do trabalhador ao
longo de um período de dois anos, desde que o seja por acordo entre a
entidade patronal e o trabalhador.
A Direção do INA, ponderando a experiência e ensinamentos colhidos
com a realização dos processos de avaliação do desempenho nos
últimos dois anos, entendeu que, na generalidade dos casos, seria mais
vantajoso que o processo de avaliação de desempenho dos
professores se reporte ao desempenho profissional ao longo de um
período de dois anos, já que permite aos avaliados e avaliadores uma
mais ampla e cuidada preparação e ponderação dos elementos de
auto e de heteroavaliação, pelo que decidiu propor a todos os
professores que a avaliação do desempenho de cada um passe a
reportar-se a um período de dois anos letivos.
Esclarece-se que, optando pela avaliação bianual, se surgir a
necessidade de emissão de declaração de tempo de serviço com
Página 456
Projeto Curricular de Escola
qualificação desse tempo, antes de realizada a avaliação de
desempenho relativa ao ano anterior, deverá o interessado requerer à
Direção, atempadamente, a avaliação do desempenho do ano que
faltar,
apresentando
para
o
efeito
o
respetivo
relatório
da
autoavaliação.
Página 457
Projeto Curricular de Escola
Autoavaliação
Nos termos do disposto nos nºs 5 e 6 do artº 4º e nº 1 do artº 5º do
referido Anexo III do CCT, a avaliação de cada competência dos
trabalhadores com funções pedagógicas deverá ser suportada por
uma fundamentação inserida no local próprio da grelha de avaliação,
devendo o valor atribuído a cada indicador ser suportado pela
existência de evidências nesse sentido, iniciandose o processo de avaliação pela apresentação perante a direção
pedagógica de um relatório de autoavaliação.
A autoavaliação terá, assim, de ser fundamentada e suportado pela
existência de evidências, isto é, factos e circunstâncias verificáveis pelos
avaliadores que sustentem o valor atribuído a cada indicador pelo
docente que se auto avalia.
A elaboração e entrega do relatório da autoavaliação com a grelha
de avaliação, preenchida e fundamentada com os anexos julgados
necessários,
nomeadamente
por
remissão
para
os
documentos
comprovativos considerados fundamentais para o efeito e que constem
do dossier do professor, dentro dos prazos determinados, tem caráter
obrigatório.
O não cumprimento do disposto no ponto anterior, quer quanto à
entrega da grelha de autoavaliação no prazo previsto, quer quanto à
fundamentação do valor atribuído a cada indicador, implica, para
efeitos de progressão na carreira, a não contagem de tempo de
serviço.
Tendo em conta que o objetivo da escola e de todos os docentes é,
certamente, atingir em todas as Objetivos o nível de Bom ou Excelente,
sempre que algum docente, em qualquer das Objetivos em causa, não
Página 458
Projeto Curricular de Escola
se autoavalie pelo menos como Bom, é convidado a apresentar, com o
seu relatório de autoavaliação, uma proposta de Ação/organização do
seu trabalho, com vista ao melhoramento/ desenvolvimento do seu
desempenho no ano letivo seguinte.
O relatório da autoavaliação com a grelha de avaliação preenchida e
fundamentada com os anexos julgados necessários terão de ser
entregues na Direção nos prazos indicados.
A cada professor será disponibilizada uma capa, na qual entregará à
Direção Pedagógica toda a documentação de autoavaliação nos
termos e prazo indicados.
Avaliação final – Procedimento
A avaliação final é da responsabilidade da Direção Pedagógica.
Com o objetivo de habilitar a Direção Pedagógica a realizar a
avaliação final do desempenho dos trabalhadores com funções
pedagógicas, com o máximo de elementos objetivos acerca do
desempenho profissional de cada um, são chamados a participar nesse
processo,
os
Responsáveis
de
Ano
e
os
Coordenadores
de
Departamento, os quais emitem o seu parecer acerca do desempenho
de cada trabalhador com funções pedagógicas, pela forma seguinte:
Cada um dos Responsáveis de Ano e Coordenadores de Departamento
dará o seu parecer acerca do desempenho de cada trabalhador com
funções pedagógicas, procedendo à elaboração de uma ficha e
relatório para cada docente do ano de que é responsável e do seu
departamento, atribuindo, de forma fundamentada, uma classificação
entre 1 e 5, por cada uma das ordens dos vários domínios de Objetivos
previstos no CCT e aplicáveis ao trabalhador, que é entregue à Diretora
Pedagógica.
Página 459
Projeto Curricular de Escola
A Direção Pedagógica analisará os relatórios de Auto–avaliação e as
propostas de Ação/organização do trabalho apresentadas pelos
docentes, os pareceres acerca do desempenho de cada trabalhador
dos
Responsáveis de Ano e dos Coordenadores de Departamento,
bem como os demais elementos de avaliação disponíveis (alunos) e,
caso a
autoavaliação não coincida significativamente
avaliação encontrada pela Direção
referidos
ou
com
em face dos elementos
a
supra
constantes de outros documentos relevantes, em
entrevista individual procurará apurar os motivos da diferença,
designadamente,
Ação/organização
discutindo
do
o
trabalho
relatório
que
e
cada
as
propostas
docente
de
entenda
apresentar, com vista ao melhoramento/ desenvolvimento do seu
desempenho no ano letivo seguinte.
Nesta fase, o docente terá ainda oportunidade de atualizar o seu
relatório e de apresentar a sua proposta de plano de atividades para o
ano letivo seguinte.
A Direção Pedagógica apresenta a avaliação relativa do professor, se
necessário, ao Diretor do Instituto Educativo Padre Afonso Luisier SJ,
(entidade proprietária do INA), que delegou para este ano letivo a
ratificação na Diretora Pedagógica.
Sempre que a avaliação da Direção Pedagógica e/ou a decisão do
Diretor do Instituto Educativo Padre Afonso Luisier SJ. impliquem a não
classificação do ano de serviço como bom e efetivo para efeitos de
progressão na carreira, tendo a autoavaliação sido em sentido
contrário,
aquelas
deverão
ser
fundamentadas
de
forma
circunstanciada.
Página 460
Projeto Curricular de Escola
A avaliação e respetiva ratificação ou rejeição será comunicada aos
professores nos cinco dias após a decisão da Direção Pedagógica do
Instituto Educativo Padre Afonso Luisier SJ.
6.5.2 Não Docentes
Os não docentes - prefeitos e auxiliares de Ação educativa são
avaliados pelos responsáveis de ano e pelos alunos.
Autoavaliação
A avaliação da competência social e de relacionamento dos
trabalhadores com funções pedagógicas de Prefeito, bem como do
grau de cumprimentos dos objetivos propostos no Projeto Educativo, tal
como
nos
restantes
casos,
deverá
ser
suportada
por
uma
fundamentação inserida no local próprio da grelha de avaliação,
devendo o valor atribuído a cada indicador ser suportado pela
existência de evidências nesse sentido, iniciando-se o processo de
avaliação pela apresentação perante a direção pedagógica de um
relatório de autoavaliação.
A autoavaliação terá, assim, de ser fundamentada e suportado pela
existência de evidências, isto é, factos e circunstâncias verificáveis pelo
avaliador que sustentem o valor atribuído a cada indicador pelo
prefeito que se auto avalia.
A elaboração e entrega do relatório da autoavaliação com a grelha
de avaliação, preenchida e fundamentada com os anexos julgados
necessários,
nomeadamente
por
remissão
para
os
documentos
comprovativos considerados fundamentais para o efeito e que constem
do seu dossier, tem caráter obrigatório, implicando o incumprimento,
Página 461
Projeto Curricular de Escola
para efeitos de progressão na carreira, a não contagem de tempo de
serviço.
O relatório da autoavaliação com a grelha de avaliação preenchida e
fundamentada com os anexos julgados necessários terão de ser
entregues na Direção no prazo indicado.
Heteroavaliação
Com vista à avaliação final dos Prefeitos, cada um dos Responsáveis de
Ano emite o seu parecer acerca do desempenho de cada trabalhador
com funções pedagógicas, procedendo à elaboração de uma
ficha/relatório para cada Prefeito do ano de que é responsável,
atribuindo, de forma fundamentada, uma classificação entre 1 e 5, por
cada um dos indicadores dos domínios de Objetivos definidos.
Demais Colaboradores
Esta avaliação destina-se aos colaboradores não docentes sem funções
pedagógicas.
Processo
- Autoavaliação: o próprio avalia o seu próprio desempenho.
- Heteroavaliação: o colaborador é avaliado por terceiros (em princípio
pelo seu superior hierárquico e outros que contactem com o
serviço/departamento; poderão ainda ser fatores de apreciação
externa outros elementos recolhidos durante o período em apreciação).
- Entrevista: após recolha dos elementos referidos anteriormente, será
realizada entrevista com a Administração e/ou Direção Pedagógica
(caso se trate de serviços dependentes de um ou outro ou com dupla
tutela).
Página 462
Projeto Curricular de Escola
- Proposta de classificação final: com base nos elementos supra, será
elaborada proposta de avaliação a submeter ao Diretor-Geral que
confirmará, ou não, a classificação atribuída.
Garantias
Todo o processo será sigiloso e todos que a ele tenham acesso estão
obrigados ao dever de sigilo.
Decisão final
A decisão final do Diretor-Geral será comunicada ao colaborador. Caso
este não concorde com aquela, poderá apresentar contestação, cujo
mérito será apreciado pelo Diretor-Geral, que poderá confirmar,
mandar nova reapreciação ou alterar a classificação, conforme o
requerido.
6.6 Avaliação do Clima Organizacional da Escola
Na procura da qualidade educativa, o INA atribui grande importância
ao clima organizacional da escola que permite fazer um diagnóstico da
escola baseado na visão de atores educativos-chave.
Esta avaliação é uma análise sistemática da escola, realizada pelos
membros da comunidade escolar, com vista a identificar os pontos
fortes e permitir elaborar planos de melhoria para os pontos menos
fortes.
O questionário da avaliação do clima organizacional é efetuado pelos
docentes, pelos não docentes e pelos alunos.
Os resultados são partilhados com a comunidade educativa e
contribuem para a reflexão minuciosa sobre o funcionamento da
escola, a partir de dados fiáveis resultantes da opinião do potencial
humano da escola.
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Projeto Curricular de Escola
6.7 Avaliação do Projeto Curricular de Escola
Conforme as intenções dos documentos respeitantes à Reorganização
Curricular
foi
elaborado
o
Projeto
Curricular
de
Escola.
Esta
“reconstrução do currículo nacional” teve em conta o Currículo
Nacional, o Projeto Educativo de Escola e a realidade local e regional
onde é implementado. O PCE reveste-se de especial pertinência
enquanto contributo para um maior sucesso e uma aprendizagem mais
significativa.
A avaliação do Projeto Curricular de Escola deve ser permanente e
sistemática de modo a permitir uma constante adaptação às
necessidades da comunidade educativa.
Constituição da equipa de acompanhamento
Esta equipa é constituída por:
- Diretora Pedagógica
- Um elemento do Conselho Pedagógico para o Ensino Básico
- Um elemento do Conselho Pedagógico para o Ensino Secundário
A equipa constituída pode solicitar à Direção a colaboração de outros
elementos da comunidade escolar sempre que for necessário.
Modalidades
-Relatório de apreciação elaborado pelos Conselhos Pedagógico Apreciação feita pela equipa de acompanhamento
- Parecer da Associação de Pais
Periodicidade
- No final de cada ano letivo
A partir da avaliação realizada o PCE será revisto, reajustado e
enriquecido.
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Projeto Curricular de Escola
7. Projeto Curricular de Turma
O Projeto Curricular de Turma interpreta, traduz e aplica o currículo
nacional a cada situação concreta ao mesmo tempo que articula a
Ação dos diferentes professores de cada turma.
O PCT responde, assim, a situações e problemas concretos, específicos
da turma, e deve incluir:
Caracterização da turma
- contexto escolar;
- contexto pessoal;
- contexto familiar.
Prioridades na Ação educativa
- ao nível do processo ensino/aprendizagem;
- casos particulares
Plano curricular
- áreas curriculares disciplinares;
- contributo das áreas não disciplinares
Atividades de enriquecimento curricular
Avaliação
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Projeto Curricular de Escola
8. Anexos
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Projeto Curricular de Escola
1. Links úteis
http://sitio.dgidc.min-edu.pt/secundario/Paginas/Curriculo_ES.aspx
http://sitio.dgidc.min-edu.pt/secundario/Paginas/Avaliacao_SEC.aspx
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