SOCIEDADE UNIVERSITÁRIA REDENTOR
FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM
ADMINISTRAÇÃO
Campos dos Goytacazes/ RJ
2014
2
Conselho Superior:
Heitor Antonio da Silva
Presidente
Cláudia Regina Boechat Silva
Conselheira
Luís Adriano Pereira da Silva
Conselheiro
Organização Acadêmica:
André Raeli Gomes
Diretor de Graduação
Fabiana Pereira Costa Ramos
Procuradora Institucional
José Carlos de Brito Gonçalves
Coordenador do Curso de Administração
Elaborado (2009) por:
José Carlos de Brito Gonçalves (Coord.)
André Raeli Gomes
Alexandre Jairo de Castro Costa
Ana Karina Mendonça de Souza
Leylson Lyra
Manaara Iack Cozendey
Atualizado (2014) por:
José Carlos de Brito Gonçalves (Coord.)
Josélio Gomes de Souza
Simone Monteiro Alves
Sílvio Gomes Figueiredo Júnior
Manaara Iack Cozendey
Revisado por:
André Raeli Gomes
Cláudia Paes Campos
Fabiana Pereira Costa Ramos
3
Sumário
Item
1.
1.1.
1.1.1.
1.1.2.
1.1.3.
1.1.4.
1.1.5.
1.1.6.
1.1.7.
1.1.8.
1.1.9
2.
3.
3.1.
3.2.
4.
4.1.
4.2.
4.3.
4.4.
4.5.
4.6.
4.7.
4.8.
4.9.
4.10.
5.
6.
6.1.
6.2.
6.3.
6.4.
6.5
6.6
6.6.1
6.6.2
6.6.3
6.7.
6.8.
6.8.1.
6.8.2.
6.8.2.1
6.8.2.2.
6.8.2.3.
6.8.2.4.
6.8.2.5.
Descrição
Introdução
Perfil Institucional
Identificação
Localização da SUR
Estrutura Organizacional
Localização da Faculdade Redentor de Campos
Estrutura Organizacional da Faculdade Redentor de Campos
Breve Histórico da IES
Inserção Regional
Áreas de atuação
Tecnologia Institucional
Justificativas para a Implantação do Curso Bacharelado de
Administração
Ambiente Sócioeconômico do Estado do Rio de Janeiro
População
Perfil Econômico
Missão da Faculdade Redentor de Campos
Visão
Finalidades
Diretrizes Pedagógicas
Objetivos
Metas
Áreas de Atuação Acadêmica
Responsabilidade Social
Compromisso com os alunos, os parceiros e a sociedade
Políticas de Ensino
Políticas de Extensão
Programas de Pós-Graduação na Área de Administração
Curso de Administração
Fundamentação da Proposta
Contexto Educacional
Missão do Curso de Administração
Visão do Curso de Administração
Justificativa do Curso de Administração
Objetivos do Curso de Administração
Objetivo Geral
Objetivos Específicos
Perfil do Egresso
Número de Vagas
Organização Curricular
Modalidade – Curso de Bacharelado
Estrutura Curricular
Matriz Curricular
Carga Horária Mínima e tempo mínimo de integralização
Ementário das disciplinas
Justificativa para inclusão da disciplina de LIBRAS
Plano Acadêmico do Curso de Administração
05
07
07
07
08
08
08
10
13
14
19
25
31
32
37
41
42
42
43
45
46
47
47
48
49
50
51
53
53
55
58
58
59
59
59
61
61
65
65
70
70
70
73
73
118
118
4
6.8.2.6.
6.8.2.7.
6.8.2.8.
6.9.
6.10
6.10.1
6.10.2
6.10.3.
6.11.
6.11.1
6.11.2
6.11.3.
6.11.4.
6.11.5.
7.
7.1.
7.2.
7.2.1.
7.2.2.
7.2.3.
7.2.4.
7.2.5.
7.2.6.
7.3.
8.
8.1.
8.2.
8.3.
8.4.
8.5.
8.5.1.
8.6.
ANEXOS
A
B
C
Estágios
Trabalho de Conclusão de Curso
Metodologia
Atendimento ao Discente
Núcleo Docente Estruturante
Titulação, Formação Acadêmica e Regime de Trabalho do NDE
Titulação, Formação Acadêmica e Regime de trabalho do Coordenador
do curso
Composição e funcionamento do colegiado de curso
Corpo Docente
Titulação, Formação Acadêmica e Regime de Trabalho
Número de Alunos Equivalente a Docente Tempo Integral
Alunos por turma em disciplina teórica
Número médio de disciplinas por docente
Plano de Carreira Docente da Faculdade Redentor de Campos
Infraestrutura Física e Acadêmica
Descrição Física Atual
Biblioteca
Informatização
Política de atualização e expansão do acervo
Horário de funcionamento
Serviços oferecidos
Cronograma de expansão do corpo técnico da Biblioteca
Periódicos Especializados
Laboratórios de Informática
Requisitos Legais
Coerência dos conteúdos curriculares com as Diretrizes Curriculares
Nacionais – DCN
Estágio Supervisionado
Disciplina de libras
Carga horária mínima e tempo mínimo de integralização
Condições de acesso para portadores de necessidades especiais
Plano de promoção de Acessibilidade e Inclusão Social
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
119
119
120
133
140
141
141
Diretrizes e normas para o estágio no Cursos de Graduação
Regulamento das Atividades Complementares dos Cursos de
Graduação da Faculdade Redentor de Campos
Normas de TCC
177
181
142
142
142
149
149
149
151
161
161
164
164
165
166
166
168
168
171
173
173
173
173
174
174
175
176
186
5
Introdução
1
A Sociedade Universitária Redentor - SUR, tem a proposta de atuar na área
do ensino superior no Estado do Rio de Janeiro, em particular na cidade de
Campos dos Goytacazes oferecendo aos alunos egressos do ensino médio
mais uma oportunidade de desenvolvimento intelectual.
O Curso de Administração, como propõe a Sociedade Universitária
Redentor, insere-se num programa de atividades para as áreas das Ciências
Sociais Aplicadas. É nesse contexto que esta Instituição (Mantenedora) já
conta com três cursos na área em outra mantida – Faculdade Redentor na
cidade de Itaperuna, o próprio curso de Administração, Sistemas de
Informação, Serviço Social. Na Faculdade Redentor de Campos conta com
próprio curso de Administração e Serviço Social.
O objetivo colimado pela Sociedade Universitária Redentor encerra a
ideia de dotar o Estado do Rio de Janeiro, em regiões economicamente
expressivas no interior do Estado, de um novo curso de Administração
compatível com as exigências de uma era de Competitividade, visando
atender às demandas emergentes na área da Gestão. Converge também com
a política mais geral e abrangente do Ministério da Educação no sentido da
6
interiorização
do
conhecimento
em
sua
forma
mais
ampla
e,
consequentemente, do ensino superior.
O curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos, mantida
pela Sociedade Universitária Redentor, possui uma proposta curricular
direcionada para preparar profissionais, pesquisadores e professores, com
uma sólida formação intelectual conjugada com uma suficiente erudição, em
consonância com o rigor e os métodos exigidos pelas principais instituições de
ensino do país.
O curso pretende preencher, em Campos dos Goytacazes, a lacuna
existente
na
formação
intelectual
caracterizada
pela
abrangência
e
versatilidade, sem deixar de atender a qualificação profissional para o
desenvolvimento da competência no exercício das suas funções específicas.
O presente projeto pedagógico foi organizado em consonância com os
paradigmas de qualidade, com ênfase na construção de um conhecimento
global, que demarque a generalidade desta profissão, relacionando os
conceitos científicos e valores contemporâneos, como forma de garantir um
modelo educacional eficiente, que responda aos desafios da realidade do
homem nesta sociedade em crescimento.
O projeto permitirá a implantação e realização do plano acadêmico,
considerando suas atividades fim: o ensino, a pesquisa e a extensão,
garantindo a ampliação do conhecimento, a concretização do trabalho
acadêmico e a integração com a comunidade.
Para isso a Instituição garantirá a implementação da infraestrutura de
laboratórios, salas de aula, salas de estudos e projetos, biblioteca, multimídia
e Internet, objetivando a modernização da estrutura física à aprendizagem
contínua e à formação de uma atitude de investigação permanente para a
plena consolidação do curso.
7
O plano acadêmico do curso de Administração reúne os conteúdos
capazes de promover o aprimoramento da relação ensino-aprendizagem,
focalizando a investigação cientifica e a multidisciplinaridade.
A Faculdade Redentor de Campos inicia o curso comprometendo-se com a
qualidade de ensino e a excelência da pesquisa, tendo em seu quadro
doutores, doutorandos, mestres e mestrandos e especialistas totalmente
integrados com todos os detalhes do projeto educacional e dispostos a
contribuir para a plena realização do trabalho.
1.1 PERFIL INSTITUCIONAL
1.1.1. IDENTIFICAÇÃO:
A Sociedade Universitária Redentor– SUR - é uma sociedade civil, sem
fins lucrativos, apolítica, de natureza privada, registrada no Registro Civil de
Pessoas Jurídicas – Cartório do 12º Ofício de Niterói - RJ sob o nº 37995,
Protocolo A, registrado sob o nº de ordem 2114 do Livro A-3, com CNPJ n.º
03.596.799/0001-19.
A Sociedade Universitária Redentor – SUR - apresenta uma situação
fiscal e parafiscal regular, conforme documentação pertinente, a qual se
encontra à disposição dos órgãos competentes em seu arquivo: Certidão de
Regularidade do INSS (CND); FGTS: Certidão de Regularidade; PIS: Certidão
Negativa de Dívidas e Protestos expedida por cartório específico; Certidão
Negativa de Débitos de Tributos Municipais, expedida pela Coordenadoria de
Tributos da Prefeitura Municipal de Niterói - RJ; e Certidão de Quitação de
Tributos Federais administrados pela Secretaria da Receita Federal.
1.1.2. LOCALIZAÇÃO DA SUR:
8
A Sociedade Universitária Redentor – SUR – localiza-se na BR 356,
n°25, Bairro Presidente Costa e Silva, Itaperuna, RJ. CEP: 28300-000 Tel.:
(22) 38110111 - 3823-7553.
1.1.3. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL:
A Sociedade Universitária Redentor – SUR - tem a seguinte estrutura
organizacional:
DIREÇÃO EXECUTIVA:
Presidente
Heitor Antonio da Silva
Vice Presidente
Cláudia Regina Boechat Silva
1ª Secretária
Zilda Azeredo Boechat da Silva
2ª Secretária
Ana Beatriz Boechat Silva Nunes
Tesoureiro
Luís Adriano Pereira da Silva
1.1.4. LOCALIZAÇÃO DA FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS:
A FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS localiza-se na Rua Doutor
Beda, 112, Bairro Turf Club, Campos dos Goytacazes, RJ, CEP. 28025-110.
1.1.5. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA FACULDADE REDENTOR
DE CAMPOS:
A FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS terá a seguinte estrutura
organizacional:
9
DIREÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA:
Diretor
Heitor Antônio da Silva
Vice-Diretora
Cláudia Regina Boechat Silva
Diretor de Graduação (Presencial e EaD)
André Raeli Gomes
Diretor de Pós-Graduação (Presencial e EaD)
Vitor Hugo Vidal Rangel Júnior
Diretora da Unidade Campos
Cláudia Paes Campos
Coordenador de Administração
José Carlos Brito Gonçalves
Coordenadora de Enfermagem
Shirley Rangel Gomes
Coordenador de Engenharia Civil
Niander Aguiar Cerqueira
Coordenador de Engenharia Mecânica
Glênio Fernando Daniel
Coordenador de Engenharia de Produção
André Raeli Gomes
Coordenadora de Nutrição
10
Fabíola Teixeira Azevedo
Coordenador de Serviço Social
Marco Antônio Pedro Vieira
Coordenador de Tecnólogo em Marketing
José Carlos Brito Gonçalves
Procuradora Institucional
Fabiana Pereira Costa Ramos
Controller
Leandro Muniz Neves
Secretária Acadêmica
Michelliny Correa Tavares
Bibliotecária
Rúbia Christina Lopes Ribeiro
1.1.6. BREVE HISTÓRICO DA IES
A Faculdade Redentor iniciou suas atividades em 2002 nas instalações
da Faculdade Teológica Batista de Itaperuna, com seis cursos de graduação:
Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Nutrição, Fonoaudiologia, Ciências
Biológicas e Serviço Social. Em pouco tempo as instalações ficaram
insuficientes e foi necessário agregar dois novos prédios. O primeiro no centro
da cidade – antigo shopping Bedim, abrigou os cursos de engenharia. O
segundo em frente ao prédio inicial – antigo Hospital da Criança, abrigou parte
dos cursos de saúde. Em dezembro de 2006, a faculdade passou a oferecer
dois novos cursos: Fisioterapia e Sistemas de Informação.
11
Em 2007, uma nova visão estratégica impulsiona a expansão da
faculdade para uma nova sede. Desta forma, foi fechado contrato para
adequação do prédio situado na Rodovia BR 356, na entrada da cidade para
atender a demanda de todos os cursos da faculdade. O projeto foi
desenvolvido, adequando a parte estrutural à demanda de uma IES e a obra
finalizada em dezembro de 2007. Em janeiro de 2008, a faculdade muda para
a nova sede, dando inicio a uma nova fase, com a implantação de mais quatro
novos cursos: Engenharia de Produção, Administração, Enfermagem e
Arquitetura e Urbanismo. Em agosto de 2011 passou a oferecer o curso de
Direito. Em de 2014 passou a oferecer o curso de Engenharia Elétrica e
Ciências Contábeis totalizando 15 cursos de graduação.
O crescimento da faculdade então rompe as barreiras do município de
Itaperuna e se inicia o processo de credenciamento de uma nova Faculdade –
a FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS. Sua autorização ocorreu em 2011
e funciona em parceria com o Externato Campista onde possui os cursos de
Administração,
Enfermagem,
Engenharia
Civil,
Engenharia
Mecânica,
Engenharia de Produção, Nutrição, Serviço Social e Tecnólogo em Marketing.
A
FACULDADE
REDENTOR
DE
CAMPOS
é
mantida
pela
SOCIEDADE UNIVERSITÁRIA REDENTOR, Sociedade Civil de direito
privado,
constituída
na
forma
de
associação,
com
fins
puramente
educacionais.
A consulta visando à implantação da Faculdade Redentor de Campos
decorreu da constatação do êxodo das potencialidades culturais, êxodo esse
que consiste no abandono da região pelos jovens com capacidades para
ingresso no Ensino Superior, que após tê-lo concluído, não retornam para
suas cidades de origem, impedindo a inclusão de novas ideias e de
empreendedorismo, o que acaba por manter a maioria das cidades dessa
grande região com o mesmo modelo socioeconômico de meio século atrás.
Acrescenta-se que esta cidade em particular (Campos dos Goytacazes)
apresenta atualmente imensas necessidades de profissionais altamente
12
qualificados, tanto em face do seu crescimento natural quanto em função das
demandas próprias da exploração de petróleo, potencializadas pela recente
descoberta de petróleo na camada pré-sal, o que exigirá uma crescente gama
de profissionais e imporá profundas transformações sociais.
Esta visão da necessidade de reverter esse quadro remonta a 1984,
quando da vinda de um dos atuais dirigentes da Mantenedora desta Instituição
para esta região, ocasião em que o mesmo começou a se mobilizar para que,
no futuro (para aquela época), fosse possível um empreendimento que viesse
redirecionar os rumos da economia e sociedade desta grande região,
cooperando, inclusive, para o desafogamento dos meios urbanos (grandes
cidades), tradicionalmente área de imigração. Desse modo, Campos dos
Goytacazes e região, ainda áreas de emigração, serão, em breve,
consolidadas como área de imigração e prosperidade, pois, dentre outros,
ocupa o município o 7º lugar em geração de emprego no mês de maio de
2010, com um saldo de 3854 vagas, segundo dados do cadastro Geral de
Empregados e Desempregados (Caged)
divulgados pelo Ministério do
trabalho e Emprego (MTE). Vale ressaltar que Campos dos Goytacazes foi o
único município que não é capital a ocupar o ranking dos dez primeiros.
Tais ideias vieram ao encontro dos consultores sobre o propósito de
instalação da Faculdade Redentor de Campos, uma vez que tudo isto viabiliza
todo
o
projeto
e
consulta
atender,
de
modo
pleno,
os
projetos
desenvolvimentistas de que carecemos.
O Departamento de Pós-graduação da Faculdade Redentor cresce em
paralelo ao crescimento da Faculdade superando a todas as expectativas.
Atualmente, julho de 2014, o Departamento conta com 235 cursos em
andamento, sendo 44 turmas do curso de Medicina Intensiva, ministrado em
parceria com a AMIB.
13
1.1.7. INSERÇÃO REGIONAL
O distanciamento geográfico das Regiões Norte-Noroeste e Planície
Fluminense (Campos e cidades contíguas), Zona da Mata Mineira e SulSudoeste do Espírito Santo é um fator que influi negativamente para captação
de pessoal, dificultando o desenvolvimento das atividades socioeconômicas.
No mesmo contexto, vários agravos à saúde, problemática social e falta de
desenvolvimento econômico-industrial são ainda graves, porque não se tinha
grandes motivações para a industrialização que seria de suma importância
para a mudança histórica da região.
Outra razão para a criação da Faculdade Redentor de Campos é o
elevado número de jovens no Ensino Superior em Universidades nas capitais,
promovendo, como já citamos um verdadeiro êxodo das potencialidades
culturais, sendo que, os poucos que voltam para o interior, voltam sem uma
visão empreendedora, atuando à sombra dos seus pais, sem nenhum
interesse em exercer uma profissão para o desenvolvimento. Basicamente, as
únicas profissões relativamente assistidas, e mesmo assim só nas sedes, são
medicina e advocacia. Na área rural e nos distritos, a falta de assistência
médica é uma lástima. Acrescenta-se que a quantidade de profissionais
também nas áreas das ciências exatas é insuficiente, o que compromete o
desenvolvimento regional.
Continuando a conceituação do que interessa para esta grande região,
entendemos que a proposta da Faculdade Redentor de Campos consiste,
exatamente, em prover todas as cidades tributárias com a possibilidade de,
em médio prazo, ter atendidas suas necessidades de profissionais
capacitados. Assim, não faltará os engenheiros para implementar todo o
desenvolvimento de infraestrutura civil e ambiental, os engenheiros mecânicos
para propiciarem a instalação de indústrias, assistentes sociais e nutricionistas
para assistirem os meios públicos, empresariais, educacionais e necessidades
clínicas, os médicos para cobrirem a histórica carência dos tais em todo
interior, e outros profissionais a serem formados por esta Instituição,
14
atendendo as demandas levantadas, com muitos e prováveis cursos,
conforme já relacionados no PDI.
1.1.8. ÁREAS DE ATUAÇÃO
NO ENSINO DE GRADUAÇÃO
O curso de graduação em Administração é ministrado em turno
noturno na modalidade Bacharelado e está integralizado em 08 semestres
conforme sugestão da Unidade para o cumprimento do currículo pleno.
Outrossim, a Faculdade Redentor de Campos, possui os seguintes
cursos de graduação:
Curso
Modalidade
Autorização/Reconhecimento
Turno
Administração
Bacharel
Portaria n° 5 de 24/01/2012
Noturno
Enfermagem
Bacharel
Portaria n° 5 de 24/01/2012
Noturno
Engenharia Civil
Bacharel
Portaria n° 5 de 24/01/2012
Noturno
Engenharia de Produção
Bacharel
Portaria n° 5 de 24/01/2012
Noturno
Nutrição
Bacharel
Portaria n° 5 de 24/01/2012
Noturno
Serviço Social
Bacharel
Portaria n° 5 de 24/01/2012
Noturno
Tecnólogo em Marketing
Tecnólogo
Portaria n° 428 de 28/07/2014
Noturno
Engenharia Mecânica
Bacharel
Portaria nº 171, de 13/03/2014
Noturno
Direito
Bacharel
Em processo de autorização
Noturno
NA PESQUISA
A Pesquisa é desenvolvida através de uma ação multidisciplinar que a
Faculdade Redentor de Campos desenvolve na graduação, considerando a
significativa importância da iniciação e a produção científica para o Ensino
Superior.
As atividades são definidas de acordo com as linhas de pesquisa
estabelecidas pelo Colegiado de cada curso e pela Comissão Científica.
15
As atividades sobre tema ou objeto específico, desenvolvidas com
metodologia e duração determinadas, realizadas individual ou conjuntamente
por uma equipe de pesquisadores são definidas como Projeto de Pesquisa.
Frequentemente, os Projetos fornecem os elementos básicos a partir
dos quais é estruturado o plano de atividades de um pesquisador ou de um
grupo de pesquisa e aos quais estão associados o financiamento e a
expectativa de obtenção de resultados. Um Projeto pode ser associado a uma
Linha de Pesquisa do curso.
A pesquisa não pode ser realizada isoladamente, pois é resultado da
demanda social, do ensino, da extensão e pode também culminar com esta.
Os projetos de pesquisa e extensão farão o elo entre os constructos do saber
e a sociedade.
Grupo de Pesquisa
Para atender às ênfases curriculares dos cursos de graduação, a Faculdade
Redentor de Campos criou, para cada curso que ministra, os eixos
profissionais vinculados às linhas de pesquisas do curso, cujo escopo dos
temas estará interligado com os domínios das ênfases curriculares definidas
no projeto pedagógico. Os eixos profissionais foram também organizados
respeitando as especificidades da região e da formação teórica e
metodológica do corpo docente dos cursos.
Os eixos são multidisciplinares e tem com o objetivo de atender às
demandas sociais, à demanda dos próprios cursos envolvidos, à missão da
Faculdade e às exigências das Diretrizes Curriculares de cada curso. O grupo
tem como objetivo principal, orientar os Trabalhos de Conclusão de Curso de
forma a proporcionar ao acadêmico o desenvolvimento de habilidades e
competências que o permitam a continuar com uma veia pesquisadora após a
conclusão do curso de graduação.
16
O Programa de Iniciação Científica da Faculdade Redentor de Campos
é um programa institucional de formação complementar dos discentes dos
cursos de graduação, com a sua iniciação e participação em atividades de
caráter científico, tendo como objetivos gerais: formação complementar dos
discentes do curso de graduação; desenvolvimento de pesquisa científica;
sustentação e desenvolvimento da qualidade dos processos de ensino e
aprendizagem.
O programa é coordenado por uma comissão científica responsável. A
comissão será responsável pela organização do Congresso de Iniciação
Científica, que acontecerá anualmente.
COMISSÃO DE PESQUISA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA
A Comissão de Pesquisa e Iniciação Científica da Faculdade Redentor
de Campos, órgão institucional, compostos por representantes docentes dos
cursos de graduação, tem por objetivos:
I –coordenar as ações da Faculdade no campo da pesquisa, iniciação
científica e extensão segundo diretrizes estabelecidas pelos coordenadores de
curso;
II – coordenar o processo de avaliação periódica das atividades de
pesquisa, de acordo com os critérios estabelecidos;
III – estimular a pesquisa da Faculdade, através do fornecimento de
dados sobre: financiamento, órgãos de fomento, estágios e outros contatos
que julgar necessário;
IV – zelar pela pesquisa em seus vários graus de complexidade e em
suas formas de desenvolvimento intelectual e institucional bem como as
decorrentes de convênios nacionais e internacionais;
V – atendimento a docentes e a alunos, fornecendo informações sobre
bolsas formulários de órgãos de fomento e outras que forem solicitadas.
17
CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
A Faculdade Redentor promove anualmente o Congresso de Iniciação
Científica. Nesse congresso, os alunos de graduação e pós-graduação têm a
oportunidade de assistir palestras com consultores de renome nacional em
diversas áreas, bem como minicursos, mesas redondas e apresentação de
painéis científicos. O Congresso de Iniciação Científica é organizado pela
Faculdade Redentor através da Comissão de Pesquisa e Iniciação Científica.
COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA (CEP-SUR)
O Comitê de Ética e Pesquisa da Sociedade Universitária Redentor –
CEP/SUR – que tem por finalidade identificar, analisar e avaliar as implicações
éticas nas pesquisas científicas que envolvam seres humanos, solicita ao
corpo docente na Faculdade Redentor de Campos que, em caso de
orientação de Trabalho de Conclusão de Curso que envolva pesquisa com
seres humanos que adotem os procedimentos e formulários disponíveis no
site.
A Comissão de Pesquisa da Faculdade Redentor é um órgão colegiado
que tem por função gerir a produção científica da presente instituição. Dentre
suas principais atribuições está o acompanhamento dos projetos de iniciação,
a organização de eventos científicos e a supervisão das publicações
científicas pela Faculdade Redentor.
NA EXTENSÃO
A Extensão é uma via de mão-dupla, com trânsito assegurado à
comunidade acadêmica, que encontrará, na sociedade, a oportunidade de
elaboração da praxis de um conhecimento acadêmico. No retorno à
Universidade, docentes e discentes trarão um aprendizado que, submetido à
reflexão teórica, será acrescido àquele conhecimento. (BRASIL, 2000/01, p. 5)
18
A relação entre a Faculdade e a sociedade é viabilizada pela Extensão,
elo articulador/formador do tripé Ensino, Pesquisa e Extensão. É por meio da
extensão que ocorre a aproximação, a integração e a parceria da faculdade e
da comunidade, da ciência e dos saberes popular e cultural, resultando em
novos conhecimentos para a sociedade.
A Faculdade Redentor de Campos dá ênfase à realização de atividades
de extensão abertas à comunidade em geral, considerando que a ação
extensionista é fundamentada para o plano pedagógico, e forma com o ensino
a base de sustentação da vida acadêmica, estabelecendo um sistema
necessário de comunicação entre a Instituição e a Comunidade, o que permite
a definição da verdadeira vocação institucional.
A Faculdade já conta com vários projetos desenvolvidos pelos cursos,
todos destinados à ação comunitária, com uma coordenação específica para
esse fim.
A elaboração e execução de um planejamento interdisciplinar,
integrando o ensino, a pesquisa e os programas de extensão, contribuem para
a valorização da relação Comunidade-Instituição, conduzindo o ser humano
ao conhecimento crítico, reflexivo e transformador, indispensável a construção
e ao exercício de uma cidadania plena.
Desta forma, as atividades de Extensão, desenvolvidas por professores
e acadêmicos terão como objetivo viabilizar a concepção de faculdade cidadã
e consolidar a relação entre a teoria e a prática dentro da IES. Essas
atividades atendem às demandas sociais e são construídas por princípios
científicos, pedagógicos e filosóficos.
Nesse contexto, a Extensão constitui o espaço do exercício de uma das
mais importantes funções da Faculdade Redentor – aquela que vincula
ensino/pesquisa e sociedade, articulando a Instituição com os diversos
19
segmentos sociais, tais como, entidades governamentais, setor privado,
comunidade e movimentos sociais.
A Faculdade Redentor de Itaperuna possui um Núcleo de Extensão
Universitária com duas vertentes listadas abaixo, propondo implantá-las na
Faculdade Redentor de Campos:
•
Clínica Escola – Centro de Atendimento Clínico de Itaperuna;
•
Escritório Escola.
•
Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ)
•
Núcleo de Apoio Empresarial (NAE)
NOS PROJETOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
A Faculdade possui vários projetos de pesquisa a serem implantados,
nos quais os alunos serão inseridos na pesquisa através do Programa de
Iniciação Científica, a serem coordenados pela Comissão Científica da
Faculdade.
1.1.9. TECNOLOGIA INSTITUCIONAL
Nos serviços administrativo-acadêmicos da Instituição serão utilizados
recursos ligados a Tecnologia da Informação, que permite, aos departamentos
registrar, atualizar e manipular os dados que servem de orientação à
comunidade acadêmica e à sociedade.
APOIO ÀS ATIVIDADES-FIM: ENSINO E PRODUÇÃO CIENTIFÍCA APOIO
AO ENSINO
O impacto da tecnologia no desenvolvimento requer a permanente
atualização das ações acadêmicas, ante as transformações que se sucedem
principalmente no que diz respeito às técnicas, às ciências, às organizações e
ao controle do processo.
20
Dessa forma, o uso da tecnologia da informação como ferramenta de
apoio ao ensino, visa à eficiência do processo e a garantia do
desenvolvimento docente. São recursos que proporcionam sensível melhoria
na qualidade do ensino oferecido à comunidade acadêmica.
Para isso, são desenvolvidos e adquiridos softwares e plataformas que
permitam o enriquecimento do fazer e da vivência pedagógica, relacionando
teoria e prática, que garantam uma postura diferenciada do profissional.
O Curso de Administração utiliza o laboratório de informática na oferta
das disciplinas especificas da área, servindo de apoio às demais disciplinas do
núcleo básico profissionalizante. Serve, ainda, para treinamento oferecido aos
alunos e pessoas da comunidade que desejem participar deste programa, em
horários
diferentes
do
funcionamento
do
curso,
acompanhados
por
profissionais devidamente qualificados.
No laboratório são desenvolvidas as programações acadêmicas,
permitindo a revisão e o aprofundamento de conteúdos ministrados em sala
de aula. Cada aluno é cadastrado no laboratório e tem acesso ao
equipamento através de uma senha individualizada. Oferecida uma estrutura
com 4 laboratórios de informática equipados com o número necessário de
computadores cada, ligados em rede e à Internet. . O acesso a Internet,
permite, dentre outras coisas, o acesso pelo aluno, também de forma
individualizada, à plataforma de Ensino a Distância servindo como Ferramenta
de Apoio e comunicação entre professores e alunos no que tange as
atividades extraclasses.
LABORATÓRIO MÓVEL DE INFORMÁTICA – CHARGEMATE
O laboratório móvel é composto de um carro inovador portátil de
recarga, armazenamento e transportes práticos para laptops educacionais.
Possui desenvolvimento tecnológico avançado para proporcionar no ambiente
21
educacional uma prática de aprendizagem facilitada para o educador, pois o
mesmo poderá controlar, organizar, otimizando espaço físico e tempo,
obtendo maior economia com infraestrutura elétrica na sala de aula ou
corredor da mesma. Pode-se fazer a recarga dos equipamentos de um modo
simples, eficiente, eficaz, utilizando o adaptador AC original do produto
armazenado dentro do CHARGEMATE.
Composto de rede elétrica com ambiente de 90V a 240V de capacidade
de 20ª, distribuída Box por Box, contendo posições de carregamento com
compartilhamento para acomodação individual do adaptador AC original,
preservando assim a recarga inteligente do Notebook ou Tablet, conta com
dupla face para acomodação frente e verso e sistema de fechamento com 2
portas e travamento com fechaduras, fabricado com chapa de alumínio
composto, núcleo polietileno, barra de perfil extrusado e materiais mecânicos
para montagem, garantindo assim, uma redução de 25% em seu peso
facilitando seu manuseio e ideal para ambientes que exigem resistência a
desgaste e mobilidade.
O sistema de armazenamento é inovador e eficiente, possui tecnologia
avançada com design arrojado, permitindo retirar e guardar os notebooks de
forma rápida e prática, garantindo a conservação geral dos equipamentos.
Compostos de 4 rodízios, sendo 2 giratórios com freio manual e 2 fixos,
facilitando manobras em espaços reduzidos favorecendo o deslocamento
através de portas e corredores contendo alça de transporte simples e
eficiente.
APOIO À PESQUISA
As Tecnologias da Informação atuam como incentivo à pesquisa. Nessa
perspectiva, a Instituição manterá contatos com órgãos públicos e privados,
objetivando incrementar o intercâmbio de informações.
22
INTERNET
A Instituição disponibiliza a Internet nos laboratórios de informática, na
biblioteca, sala dos professores e na coordenação de curso, possibilitando à
comunidade acadêmica ampliar os conhecimentos e realizar pesquisas, tendo
acesso a variadas fontes de dados nacionais e internacionais.
APOIO ÀS ATIVIDADES-MEIO: ADMINISTRAÇÕES ACADÊMICA, DE
PESSOAL, FINANCEIRA E DE MATERIAL
SISTEMA DE INFORMAÇÃO INTEGRADO
Acompanhando as tendências dos novos Sistemas de Gestão, a IES
disporá de um Sistema de Informação Completo que visa integrar todos os
departamentos da mesma.
ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
O setor administrativo da Faculdade Redentor de Campos tem um
programa específico de registro dos dados acadêmicos dos cursos de
graduação, com matrícula, carga horária do corpo docente, distribuição de
alunos e professores por turmas, expedição de histórico escolar e relatórios
específicos.
ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL
A Instituição dispõe de um sistema específico de administração de seu
pessoal, para controle de frequência, férias, licenças, vantagens pessoais,
aposentadorias, rescisões de contratos e ascensão profissional.
ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA
23
As atividades financeiras, contábeis e patrimoniais da Instituição são
objeto de outro módulo específico do sistema de informação sob a direção e
responsabilidade do Tesoureiro.
ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL
O controle de estoques, compras, serviços e fornecedores são feito
(feitos) através de um programa específico necessários para o correto
funcionamento administrativo e acadêmico da IES.
RECURSOS DE SOFTWARE
Visando oferecer uma base de softwares básicos e específicos
suficientes e necessários para o desenvolvimento das atividades curriculares
que envolvem utilização de sistemas operacionais, atividades acadêmicas
(produção de textos, apresentações multimídia e planilhas eletrônicas),
comunicação e outras atividades mais específicas como desenvolvimento de
aplicativos de automação, faz parte do plano de ação de Instituição a
utilização de software livre e a firmação de contratos com empresas
fabricantes e distribuidoras de software como descrito abaixo:
DENOMINAÇÃO
SISTEMA OPERACIONAL LINUX UBUNTU
11.04
SISTEMA OPERACIONAL WINDOWS 7
SWITCH COMPLETA OFFICE 2010
BR-OFFICE (WRITTER, CALC)
COREL DRAW X5
AUTO CAD VERSÃO 2011
AUTODESK 3DS MAX DESING 2011
AUTODESK DESING REVIEW 2011
AUTODESK ECOTECT ANALYSIS 2011
AUTO DESK INVENTOR PROFISSIONAL
2011
AUTODESK NAVIWORKS 2011
AUTODESK REVIT ARCHITECTURE 2011
24
AUTODESK VAULT 2011
GOOGLE SKETCHUP PRO 8
SOLID WORKS 2011
LINDO Systens
ARENA Simulation
PROMODEL
MATLAB
MINITAB
BORLAND C++
DEV C ++
FREEPASCAL
Fonte: Departamento de TI
Justificativas para a Implantação
2
do Curso de Administração
Campos dos Goytacazes é uma das mais importantes cidades do
Estado do Rio de Janeiro, e é o centro regional das regiões Norte e Noroeste
Fluminense, que abraçam mais de quinze municípios, exercendo grande
importância econômica e cultural naquelas regiões do estado (fonte: Tribunal
de Contas do Estado do Rio de Janeiro).
Em razão de sua localização privilegiada (64 km da divisa com o Estado
do Espírito Santo), relevo favorável marcado por uma grande planície,
banhada
pelo
Oceano
Atlântico,
o
município
apresenta
significativo
desenvolvimento econômico destacado no cenário nacional, com destaque
para a exploração de petróleo na Bacia de Campos, que tornou a região
próspera em razão dos benefícios provenientes do pagamento dos royalties
do petróleo.
O município de Campos dos Goytacazes é cortado pelas Rodovias BR
101 (sentido Sul – Rio de Janeiro e no sentido Norte – Vitória) e BR 356
(sentido litoral – São João da Barra e no sentido contrário – Cardoso Moreira,
Italva, Itaperuna e região da Mata Mineira) permitindo acesso fácil a todas as
capitais dos Estados da Região Sudeste, bem como praticamente todo o litoral
26
leste brasileiro, do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Também com a
RJ-224, Rodovia Estadual que da acesso a cidade vizinha de São Francisco
de Itabapoana e também a cidades como Presidente Kennedy no Espírito
Santo; e RJ-158, Rodovia da acesso a Cidade de São Fidélis, Cambuci e
outras cidades. Possui ainda, aeroporto internacional inaugurado em 1952,
com vocação para voos diários, inserido em projetos de estruturação e
articulação de curto, médio e longo prazo, capazes de induzir e promover o
progresso da região, atualmente com linhas aéreas destinadas ao Rio de
Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Uberlândia (fonte: INFRAERO). Há
ainda, na Praia de Farol de São Tomé, um Heliporto usado pela Petrobras e
demais empresas da atividade petrolífera, para embarque e desembarque de
passageiros com destino as plataformas de petróleo da Bacia de Campos.
A região Norte Fluminense possui uma população superior a 700 mil
habitantes e um PIB equivalente a 11% em relação ao total do Estado do Rio
de Janeiro. Contribui para este resultado, a forte participação da produção
petrolífera na bacia marítima, cuja contribuição efetiva ocorre através da
indenização dos royalties e participação especial oriunda da produção
regional, tendo Macaé como núcleo dinâmico e Campos dos Goytacazes
como polo regional de serviços educacionais, culturais e de saúde.
O prognóstico sobre o futuro da região norte fluminense até o final da
década indicam que estaremos formando em Campos dos Goytacazes, um
núcleo industrial dinâmico, com população atingindo mais de um milhão e
meio de habitantes, sendo certo que, o município de Campos dos Goytacazes,
que conta aproximadamente com 500.000(quinhentos mil) habitantes,
alcançaria nos próximos sete anos a quantia de 750.000(setecentos e
cinquenta mil) habitantes, aumentando em 50% (cinquenta por cento) a sua
atual população. Ao passo que o município de São João da Barra, que possui
35.000(trinta
e
cinco
mil)
habitantes,
no
ano
de
2020
alcançaria
250.000(duzentos e cinquenta mil) habitantes. Nesse mesmo prognóstico de
crescimento populacional, a localidade de Barra do Furado, com 20.000 (vinte
27
mil) habitantes, alcançaria na mesma época 100.000 (cem mil) habitantes
(fonte: IBGE-CIDAC).
Estima-se que a população atual num raio de 100 km da cidade de
Campos dos Goytacazes, perfazendo um total de 84 municípios ultrapasse
950 mil habitantes, considerando os municípios das regiões norte e noroeste
fluminense, e o sul do Estado do Espírito Santo.
Com o aumento estimado da população certamente atraída pelos
investimentos realizados na região norte fluminense com a construção do
Complexo
Industrial
do
Superporto
do
Açu,
sendo
este
o
maior
empreendimento porto-indústria da América Latina e deverá movimentar, pelo
menos, 350 milhões de toneladas por ano, entre exportações e importações,
posicionando-se como um dos três maiores complexos portuários do mundo,
bem como com a construção do Complexo Logístico e Industrial de Barra do
Furado, um projeto que se arrastava há 12 anos, com poucos progressos, e
que deu um passo decisivo com a assinatura de contrato entre os municípios
de Campos dos Goytacazes e Quissamã, e ainda, com recursos do Programa
de Aceleração do Crescimento2 (PAC-2).
O Complexo Industrial do Superporto do Açu se estende sobre mais
de 90 quilômetros e receberá diversas indústrias, dentre outras, usinas
siderúrgicas, indústrias offshore, cimenteiras, com um investimento conjunto
de mais de US$ 40 bilhões nos seus empreendimentos e geração de cerca de
50 mil empregos na região.
No Complexo Logístico e Industrial de Barra do Furado, juntamente
com o contrato para as obras de infraestrutura foram ratificados termos de
compromissos com empresas nacionais e estrangeiras para a construção no
local de bases de apoio à indústria de petróleo no mar (offshore) e para a
construção de dois estaleiros especializados sem construir embarcações de
apoio à indústria offshore.
28
Cumpre ressaltar que Campos dos Goytacazes possui um Parque
industrial cerâmico com mais de 100 indústrias de cerâmica vermelha e uma
produção mensal de mais de 100 milhões de peças compreendidas entre
lajotas, blocos e telhas, responsável por 70% da demanda da construção civil
no estado do Rio de Janeiro, e ainda por parte do abastecimento dos estados
do Espírito Santo e sul de Minas Gerais, gerando cerca de 5000 empregos
diretos (fonte: Sindicato das Indústrias de Cerâmica de Campos).
Com o crescimento populacional na região, os investimentos de
grande porte, e a instalação de diversas indústrias na região, há uma
crescente demanda e carência de profissionais de todas as áreas e
especializações. Esses elevados fluxos migratórios, fruto do desenvolvimento
de uma região, em regra, geram ocupação desordenada de solo urbano,
concentração de riqueza, desigualdade social e aumento da violência,
situação já enfrentada pelo município de Macaé na década passada. Por
certo, todas as estruturas estatais precisam estar aparelhadas para atender a
essa demanda.
Em razão de sua localização privilegiada (entroncamento dos Estados
do Rio de Janeiro e Espírito Santo), Campos dos Goytacazes apresenta-se
ainda como um município de posição geográfica estratégica capaz de receber
alunos de vários municípios e até mesmo de vários estados da Federação.
Além disso, o município é conhecido em âmbito nacional como um dos
maiores produtores de petróleo em razão da exploração na bacia de Campos,
gerador de milhares de empregos diretos e indiretos oferecidos pela Petrobrás
e diversas empresas offshore, destino almejado por inúmeros jovens que
deixam sua cidade natal em busca de emprego na região. Centenas de ônibus
fretados saem de Campos dos Goytacazes no inicio da manhã levando
trabalhadores dessas empresas situadas na cidade de Macaé, retornando no
final do dia, o que desde já demonstra a escolha dessas famílias em residir em
Campos dos Goytacazes.
29
Por tais características, muitas pessoas escolhem o município de
Campos dos Goytacazes, já que quase todas as pessoas pretendem residir
em um lugar que se apresenta como polo de uma região, com maiores
oportunidades de trabalho e estudo e próxima a diversos estados de uma
Federação.
Na grande metáfora de Darwin de "luta pela vida", tomou a
concorrência ares de postulado científico. A evolução pela seleção da mais
apta entre as formas diversas de existência conquistou, em biologia, uma
posição prestigiosa correspondente ao livre mercado que fora estudado, cem
anos antes por Adam Smith, no terreno da economia.
A cidade de Campos dos Goytacazes já é formadora de profissionais de
nível superior em algumas áreas a mais de cinquenta anos. É um reconhecido
polo educacional. Segundo o site do MEC, (http://emec.mec.gov.br/) existem
na cidade de Campos dos Goytacazes, 22 IES, perfazendo um significativo
número de cursos superiores, embora na sua maioria nas áreas de ciências
humanas. (Acesso em: 17 ago. 2014)
Ainda no site do MEC, (http://emec.mec.gov.br/) no Estado do Rio de
Janeiro, existem cerca de 99 cursos de Administração registrados no
Ministério, sendo que a grande maioria se localiza na região metropolitana do
Rio de Janeiro, sendo que apenas 12 se encontram na cidade de Campos dos
Goytacazes. (Acesso em: 17ago. 2014)
O Plano Nacional de Educação em seus objetivos e metas, traz no item
1: Prover, até o final da década, a oferta de educação superior para, pelo
menos, 30% da faixa etária de 18 a 24 anos. A Faculdade Redentor de
Campos é uma instituição comprometida com este objetivo. Ao prover acesso
ao ensino superior, a escolha do jovem se faz por diversas razões, porém, a
mais importante é a vocação pessoal para cada área do conhecimento.
30
Assim, entende-se que é salutar dar a oportunidade ao jovem de
Campos dos Goytacazes e região de optar por uma profissão ligada ao atual
contexto econômico, onde se exige uma alta competitividade das empresas e
um bom funcionamento das organizações públicas e privadas.
Consequentemente, este curso contribui para o desenvolvimento
econômico, científico, tecnológico e social da região e do Brasil.
O mercado de trabalho potencial para graduados no curso é amplo
devido à sua formação multidisciplinar e visão sistêmica, sendo possível atuar
nas diferentes funções de uma organização (pública ou privada) como,
conforme o caso, finanças, marketing, meio ambiente, gestão de pessoas ou
comportamento organizacional. Essas organizações podem ser de manufatura
ou de serviços, relacionados com os mais diversos setores. Assim, percebe-se
uma grande interdisciplinaridade do curso de administração, entre os vários a
serem oferecidos pela FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS.
Ambiente
Socioeconômico
do
3
Estado do Rio de Janeiro
O Estado do Rio de Janeiro agrega 92 municípios numa área de 43 mil
km2, caracterizada por forte densidade demográfica e grande diversidade de
atividades, onde predominam os setores secundário e terciário da economia.
O PIB de US$ 100 bilhões, segundo em importância na Federação, representa
cerca de 13% de tudo o que se produz no país. A partir da cidade do Rio de
Janeiro, num raio de 500 km, encontram-se 32% da população, 65% do
produto industrial, 65% do produto de serviços e 40% da produção agrícola
nacionais. Na América Latina, a potência econômica do Estado ultrapassa a
maioria dos países, sendo superado apenas por Argentina e México.
Na composição do PIB estadual, a indústria responde por 39,4%, os
serviços ficam com 59,3% e agricultura, 1,3%. A população atingiu 13,4
milhões de habitantes, em 1996, sendo a grande maioria (12,8 milhões)
concentrada nas cidades. A PEA (População Economicamente Ativa) é
superior a 6 milhões de pessoas e a renda per capita é estimada em US$ 7,5
mil.
32
Nas regiões Norte e Noroeste Fluminense e Baixadas Litorâneas,
atividade de extração de petróleo gás, bem como as indústrias relativas,
assumem grande destaque.
A indústria de transformação cresceu 2,9%, com destaque para as
atividades com veículos automotores (23,8%), borracha e plástico (13,9%),
metalurgia básica (12,7%), perfumaria (10,7%), produtos químicos (9%),
bebidas (6,1%), edição (5,1%) e minerais não metálicos (4,1%).
3.1. POPULAÇÃO
O Estado do Rio de Janeiro é o mais urbanizado do país, visto que 95%
da população fluminense vive nas cidades. Esse fato se insere no processo de
urbanização que marcou o país nas últimas décadas, mas revela, também,
particularidades deste estado, onde o desenvolvimento cultural e econômico
produziu uma tendência à concentração das atividades no setor terciário da
economia. A população atingiu cerca de 16 milhões de habitantes em 2009,
estando a grande maioria concentrada nas cidades.
De acordo com o levantamento realizado pelo Ministério do Trabalho e
Emprego, o nível de emprego formal do país cresceu 47,5% no período
1996/2006, com a criação de 11 milhões de postos de trabalho.
No Estado do Rio de Janeiro o emprego formal representava em 1996,
11,4% da força de trabalho nacional, com destaques para as atividades
econômicas de serviços, 40% do total do Estado, administração pública, 21%,
comércio, 16,4% e indústria de transformação, 13,4%. Comparando com o
ano de 2006 o emprego no Estado cresceu em 24%.
Nas regiões Norte e Noroeste Fluminense, incluindo as Baixadas
Litorâneas, a pesar dos setores de serviço, comércio e administração pública
participarem com mais de 70% do emprego, destaca-se também a
agropecuária (cultivo de cana de açúcar e criação de bovinos), indústria
33
extrativista (petróleo) e indústria de transformação (produção de produtos
alimentares).
Dessa forma, uma região em pleno desenvolvimento clama por uma
instituição que, empenhada na formação profissional, conceba um projeto
institucional aliado a projetos societários mais amplos, contribuindo assim para
uma política de educação de qualidade. Esta é a proposta da Faculdade
Redentor de Campos.
As tabelas a seguir mostram dados sobre a população fluminense.
Tabela 1: População e Domicílio
SITUAÇÃO DOMICILIAR
MUNICIPIOS
URBANA
RURAL
TOTAL
RIO DE JANEIRO
12 806 488
599 891
13 406 379
ANGRA DOS REIS
85 074
7 458
92 532
APERIBÉ
5 118
2 083
7 201
ARARUAMA
51 785
14 363
66 148
AREAL
7 264
1 745
9 009
ARRAIAL DO CABO
21 548
-
21 548
BARRA DO PIRAL
80 893
4 498
85 391
BARRA MANSA
162 495
4 250
166 745
BELFORD ROXO
399 319
-
399 319
BOM JARDIM
10 726
11 079
21 805
BOM JESUS DO ITABAPOANA
24 136
8 095
32 231
CABO FRIO
101 886
13 873
115 759
CACHOEIRA DE MACACU
36 141
7 341
43 482
CAMBUCI
10 075
10 728
20 803
CAMPOS DOS GOYTACAZES
333 604
55 943
389 547
CANTAGALO
13 054
7 078
20 132
CARDOSO MOREIRA
6 798
5 142
11 940
CARMO
10 368
4 807
15 175
CASIMIRO DE ABREU
17 300
2 912
20 212
COMENDADOR LEVY GASPARIM
5 955
1 459
7 414
CONCEIÇÃO DE MACABU
15 226
2 980
18 206
CORDEIRO
19 588
1 973
21 561
DUAS BARRAS
5 202
4 729
9 933
34
DUQUE DE CAXIAS
710 624
4 465
715 089
ENGENHEIRO PAULO DE FRONTIN
8 230
4 313
12 543
GUAPIMIRIM
20 993
11 621
32 614
ITABORAÍ
169 873
14 687
184 560
ITAGUAÍ
108 680
16 383
125 063
ITALVA
7 078
6 121
13 199
ITAOCARA
14 837
8 436
23 273
ITAPERUNA
69 877
12 773
82 650
ITATIAIA
11 100
10 116
21 216
JAPERI
73 130
-
73 130
LAJE DO MURIAÉ
4 775
2 805
7 580
MACAÉ
110 034
11 132
121 166
MAGÉ
171 420
11 693
183 113
MANGARATIBA
14 606
5 290
19 896
MARICÁ
50 407
9 879
60 286
MENDES
16 533
652
17 785
MIGUEL PEREIRA
16 697
3 396
20 093
MIRACEMA
21 265
3 185
24 450
NATIVIDADE
11 190
3 935
15 125
NILÓPOLIS
155 272
-
155 272
NITERÓI
450 364
-
450 364
NOVA FRIBURGO
146 779
22 467
169 246
NOVA IGUAÇU
823 054
3 134
826 188
PARACAMBI
36 838
2 603
39 441
PARAIBA DO SUL
29 381
4 356
33 737
PARATI
12 978
14 149
27 127
PATY DO ALFERES
14 498
7 788
22 286
PETRÓPOLIS
263 369
6 300
269 669
PIRAI
33 003
7 225
40 228
PORCIÚNCULA
11 300
4 107
15 407
QUATIS
8 471
1 395
9 866
QUEIMADOS
108 522
-
108 522
QUISSAMÃ
6 980
5 603
12 583
RESENDE
84 394
18 231
102 625
RIO BRANCO
28 637
17 858
46 495
RIO CLARO
9 874
4 575
14 449
RIO DAS FLORES
4 574
1 791
6 365
35
RIO DAS OSTRAS
26 278
1 828
28 106
RIO DE JANEIRO
5 551 538
-
5 551 538
SANTA MARIA MADALENA
5 148
5 692
10 840
SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA
25 864
8 259
34 123
SÃO FIDÉLIS
24 863
11 671
36 534
SÃO GONÇALO
833 379
-
833 379
SÃO JOÃO DA BARRA
34 083
29 856
63 939
JOÃO DE MERITI
434 323
-
434 323
SÃO JOSE DO VALE DO RIO PRETO
6 992
9 123
16 115
SÃO PEDRO DA ALDEIA
54 295
10 852
65 147
SÃO SEBASTIÃO DO ALTO
3 442
4 933
8 375
SAPUCAIA
11 677
5 244
16 921
SAQUAREMA
41 402
2 615
44 017
SILVA JARDIM
11 977
7 050
19 027
SUMIDOURO
2 060
11 313
13 373
TERESÓPOLIS
104 977
20 145
125 122
TRAJANO DE MORAIS
3 724
6 870
10 594
TRÊS RIOS
61 851
4 372
66 223
VALENÇA
52 605
9 006
61 611
VARRE-SAÍ
2 527
5 027
7 554
VASSOURAS
18 231
10 806
29 037
VOLTA REDONDA
232 058
229
232 287
Fonte: IBGE
Tabela 2: População e Situação de Domicílio
BRASIL
1980
1991
1996
TOTAL
121.150.573
146.917.459
157.079.573
Urbana
82.013.375
110.875.826
123.082.167
Rural
39.137.198
36.041.633
33.997.406
SUDESTE
1980
1991
1996
TOTAL
52.580.527
62.660.700
67.003.069
Urbana
43.550.664
55.149..437
59.825.958
Rural
9.029.863
7.511.263
7.177.111
RIO DE JANEIRO
1980
1991
1996
TOTAL
11.489.797
12.783.761
13.406.379
Urbana
10.546.547
12.177.144
12.806.488
Rural
943.250
660.617
599.891
Fonte: IBGE
36
Tabela 3: População Economicamente Ativa (Maiores de 10 anos) Rio de
Janeiro
CONDIÇÃO DE ATIVIDADE
SETOR DE ATIVIDADE
Economicamente
Não Economicamente
Ativa
Ativa
10.436.405
5.38l.678
5.054.727
365.872
200.905
164.967
Indústria de Transformação
1.257.542
760.862
496.680
Indústria da Construção Civil
736.00
392.867
343.136
Outras Atividades Industriais
212.213
110.330
101.883
Comércio de Mercadorias
1.175.384
759.804
415.580
Transporte e Comunicação
607.282
315.567
291.715
360.426
238.953
121.473
Prestação de Serviços
1.839.899
l.259.169
580.730
Social
838.456
615.935
222.521
Administração Pública
555.613
319.377
236.236
Outras Atividades
312.78l
206.341
106.440
Total
TOTAL
Agropecuária,
Extração
Vegetal
e
Pesca
Serviços
Auxiliares
Econômica
da
Atividade
Fonte: IBGE
Tabela 4: População por Setores de Atividade (Maiores de 10 anos)
Pessoas de 10 anos ou mais de idade, por condição de atividade e
segundo situação de Domicílio (Brasil)
CONDIÇÃO DE ATIVIDADE
Total
Econom. Ativa
Não Econ. Ativa
10.436.405
5.381.681
5.054.724
Urbana
9.966.202
5.153.912
4.812.290
Rural
470.203
227.678
242.434
SITUAÇÃO DE DOMICÍLIO
Fonte: IBGE
As Tabelas 3 e 4 mostram dados sobre a população economicamente
ativa (PEA) do Rio de Janeiro e uma evolução da população total, no contexto
do Brasil.
37
Observa-se a grande concentração dos habitantes do Estado nas
cidades, quando mais de 95% das pessoas possuem domicílios urbanos. Esse
fato se insere no processo de urbanização que marcou o país nas últimas
décadas, mas revela, também, particularidades do Rio de Janeiro, onde o
desenvolvimento cultural e econômico produziu uma tendência à concentração
das atividades no setor terciário da economia.
Tal situação está bem expressa na Tabela 3, onde são detalhadas as
ocupações profissionais em função dos setores de atividade. O item
“Prestação de Serviços” abriga mais de 23% do total da PEA, contra apenas
14% da “Indústria de Transformação”. Se àquele primeiro item somarmos
atividade no comércio, na administração pública, na área social e outros
serviços complementares à atividade econômica, temos 60% do total. Mesmo
a construção civil, um setor tradicionalmente importante por empregar pessoas
sem qualificação, oferece apenas 7,3% dos empregos na economia e está no
mesmo patamar dos serviços públicos, que absorvem 6% dos trabalhadores.
Fato importante e revelador da situação da economia do Estado (e do
país) é o crescimento surpreendente da economia informal, com a substituição
dos empregos industriais por trabalhadores autônomos. Além disso, a
terceirização de atividades e o alto custo indireto do emprego têm conduzido a
um aumento expressivo dos trabalhadores sem carteira assinada, que já, hoje,
em todo o Brasil, superam em número os trabalhadores formalmente
contratados.
Temos então um quadro relativo à população marcado pelos seguintes
aspectos: concentração urbana; população economicamente ativa de pouco
mais da metade do total; predominância do setor terciário da economia, que
tende a crescer relativamente; crescimento da economia informal.
3.2 PERFIL ECONÔMICO
38
De acordo com a Sondagem Econômica Regional, feita pela Federação
das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), na análise regional, o
indicador de produção mostrou crescimento de praticamente todas as regiões
fluminenses, exceto Leste (45,3 pontos) e Norte (44,3 pontos).
O nível de emprego mostrou progresso na passagem do segundo para
o terceiro trimestre do ano de 2009. Apesar de uma contração no índice de
emprego, o impacto nas regiões se deu de forma diversificada considerando
valores os culturais presentes no desenvolvimento de cada região do Estado.
A principal atividade econômica do Estado do Rio de Janeiro é a
extração de petróleo, pois a Bacia de Campos é a maior produtora do país. O
Rio de Janeiro é o maior produtor de gás natural (38,20% das reservas do
país). A Petrobrás tem 39 campos de petróleo na Bacia de Campos que
garantem mais de 80% da produção nacional. Até 2010, a Petrobrás vai
investir US$ 25,7 bilhões na Bacia de Campos, o equivalente a 80% dos
recursos da empresa em Exploração e Produção para todo o país.
A Companhia Siderúrgica Nacional, localizada no Rio de Janeiro,
possui capacidade anual de produção de R$ 5,6 milhões de toneladas de aço
bruto tendo uma receita bruta consolidada em mais de R$ 17,9 bilhões (2008).
Única produtora de folhas de flandres no Brasil é também uma das cinco
maiores do mundo.
O Estado conta com uma ampla malha rodo ferroviária e com dois
grandes portos (Sepetiba e Rio) que, além de permitirem o aporte de insumos
de quaisquer regiões do país ou do exterior, possibilitam também o
escoamento da produção a baixo custo. O movimento do Porto de Sepetiba
deverá decuplicar, em dez anos. De três milhões de toneladas, em 1994,
restritas à importação e fortemente concentrada no transporte de carvão deve
atingir 35 milhões de toneladas por ano, distribuídas nos dois sentidos. Tal
movimentação fará de Sepetiba o mais importante centro de cargas de todo o
Atlântico Sul.
39
O Estado destaca-se na produção de cimento Portland branco e de
cimento Portland alto-forno. Ocupa o segundo lugar entre os mercados do
país, em todos os ramos da indústria química e seus derivados. O polo
siderúrgico de Volta Redonda concentra boa parte da produção de aço bruto,
aços planos e ferro-gusa do Brasil. O Estado é produtor de perfilados e trilhos,
de chapas finas, de chapas galvanizadas revestidas, de folhas de flandres
revestidas e de chapas cromadas. No que diz respeito à indústria naval, a
fabricação de navios de grande porte está localizada nos estaleiros do Estado,
onde se concentra a produção nacional. O mercado tanto interno como
externo é altamente favorável para os setores industriais em expansão.
Através da Sondagem Industrial do terceiro trimestre de 2009, foi
possível verificar que os empresários fluminenses permanecem na rota de
recuperação frente à crise internacional, trazendo alento às perspectivas de
melhora no ambiente de negócios e de reaquecimento da atividade industrial.
Pela diversidade de sua geografia, o Estado do Rio de Janeiro
apresenta-se um quadro natural dos mais ricos e variados do Brasil. Trata-se
de uma paisagem marcada por fortes contrastes: altas escarpas no litoral e no
interior, florestas tropicais, enseadas entrecortadas por morros, vales,
restingas, dunas, praias e lagunas, formando um conjunto natural de rara
beleza. Hoje, há uma política de preservação, conservação e restauração que
protege ecossistemas de relevância ambiental como os parques nacionais da
Serra dos Órgãos, da Bocaina, de Itatiaia e da Floresta da Tijuca, e, ainda, os
estaduais da Ilha Grande, da Pedra Branca, da Serra da Tiririca e do
Desengano. Uma das atividades econômicas mais representativas do Estado
é decorrente dessa riqueza natural: o Turismo. Cerca de 60% dos turistas
estrangeiros que vêm ao Brasil chegam pelo Rio de Janeiro. Seu aeroporto é
o maior em movimento aéreo comercial internacional
Do exposto, destacamos a macro região capitaneada pela cidade de
Campos dos Goytacazes, onde funcionará a Faculdade Redentor de Campos.
Esta cidade está localizada no Norte do Estado do Rio de Janeiro,
40
funcionando como uma metrópole regional, cujo raio de ação, medindo 100
km, abrange dezenas de municípios também no Estado do Espírito Santo,
ultrapassando um total de 90 municípios, com uma população estimada em 1
milhão e 500 mil habitantes.
A cidade de Campos dos Goytacazes é referência regional nos setores
educacional, agropecuária, agroindústria e de saúde. Possui tradicionais
instituições de Ensino e atualmente se desponta como um dos polos
educacionais mais importantes do Estado do Rio de Janeiro pela sua
influência em dois Estados da Federação, sendo Rio de Janeiro e Espírito
Santo.
No setor de saúde, possui vários hospitais de referência nacional. Esta
referência da cidade abre espaço para o surgimento de muitas clínicas
particulares de medicina, e todos os serviços agregados, como laboratórios,
clínicas específicas e farmácias.
Já no setor agropecuário e da agroindústria a cidade conta com várias
empresas de importância econômica, tanto para a região quanto para o país.
Em face destes números, e levando em consideração a urgência de
levarmos desenvolvimento a toda essa grande área, impõe-se a necessidade
de estabelecimento da Faculdade Redentor de Campos com o seu projeto de
crescimento
dos
contextualizado.
meios
intelectuais
na
área
do
Ensino
Superior
MISSÃO DA FACULDADE
REDENTOR DE CAMPOS
4
A Faculdade Redentor de Campos, mantida pela SUR, tem como
missão formar pessoal ético e competente, inserido na comunidade regional,
capaz de construir o conhecimento, promover a cultura, o intercâmbio, a
fim de desenvolver a consciência coletivo-comunitária na busca contínua da
valorização e solidariedade humanas.
Genericamente, preparar profissionais com uma sólida formação
intelectual conjugada com uma suficiente erudição que se mostrarão,
fundamentalmente, na sua capacidade de pesquisar, analisar e interpretar
obras específicas, bem como desenvolver pesquisas em nível de pósgraduação (lato sensu, mestrado e doutorado), de acordo com os parâmetros
oficiais, em consonância com o rigor e os métodos exigidos pelas principais
instituições de ensino do país.
Formar profissionais suficientemente preparados para o exercício da
atividade profissional seja em Hospitais, Indústrias, Restaurantes, Clínicas,
Educandários, Órgãos de fiscalização ambiental, Empresas de consultoria
ambiental e afins, desde que dê continuidade aos seus estudos em pósgraduação.
42
Capacitar os profissionais também para o exercício de atividades extraacadêmicas ligadas à cultura e ao ensino, assim como ocupar funções em
empresas privadas ou públicas que, por força de uma tendência de mercado
que se mostra cada vez mais acentuada, requeiram este tipo de profissional
em todos os níveis.
4.1. VISÃO
A visão é a imagem da situação desejada para a Faculdade Redentor
de Campos a longo prazo. Significa sonho bom, difícil, porém alcançável.
•
Ser reconhecida como uma Instituição de Ensino Superior de referência
que prime, principalmente, pela qualidade, pela criatividade, e pela ação
solidária.
•
Ser reconhecida como uma Instituição de Referência na formação de
profissionais, pesquisadores, pensadores e gestores do conhecimento,
atendendo aos padrões de excelência e qualidade no desenvolvimento do
potencial humano nos níveis de graduação e pós-graduação é a nossa
maior meta.
4.2. FINALIDADES
A Faculdade Redentor de Campos possui dois níveis de finalidades, assim
apresentados:
•
Nível macrorregional – Esta IES tem por propósito promover o seu
desenvolvimento implantando cursos que venham ao encontro dos anelos
dessa
região,
propiciando
o
seu
desenvolvimento
nas
áreas
de
infraestrutura, meio ambiente, saúde, humanas e tecnológicas, de maneira
que a mesma seja autossuficiente em mão de obra especializada,
respondendo pela satisfação de todas as necessidades sociais, culminando
com a fixação de sua população na macrorregião citada, impedindo o
“êxodo das potencialidades culturais”, conforme justificativa master para
criação desta instituição;
43
•
Nível nacional – Nesse nível, inicial e principalmente, esta instituição
ministra cursos de pós-graduação lato sensu, de acordo com a Legislação
em vigor, em todo território Nacional. A instituição tem, também, como
finalidades, implantar cursos de graduação e de pós-graduação na
modalidade à distância (EAD), como parte do seu projeto de influência
acadêmica junto à população nacional que tem dificuldades de acesso ao
ensino superior e de pós-graduação de modo presencial, mas que,
igualmente, precisa ser qualificada para os grandes objetivos nacionais,
estando inserida no projeto de crescimento e progresso do Brasil, de igual
maneira e com qualidade comprovada, esta nos níveis desejáveis
estabelecidos pelo MEC.
4.3. DIRETRIZES PEDAGÓGICAS
•
Estabelecer ações de valorização da graduação, pós-graduação
e extensão;
•
Promover a interdisciplinaridade, as multidisciplinaridades, e a
transdisciplinaridade nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão e em todos os níveis de formação;
•
Garantir a qualidade dos cursos de graduação, pós-graduação e
extensão, nas modalidades presencial e à distância;
•
Ampliar a oferta de cursos e o número de vagas nos cursos de
graduação, pós-graduação e extensão a partir de estudos de
demanda, buscando equilíbrio entre as áreas de conhecimento;
•
Ampliar a diversidade de cursos de graduação e pós-graduação
nas modalidades presencial e à distância;
•
Garantir coerência, consistência e compatibilidade entre as
propostas e as normas aprovadas pelos colegiados de cursos,
as ações implementadas e os resultados decorrentes;
•
Garantir livre acesso ao conhecimento produzido e armazenado
na Faculdade Redentor de Campos, ampliando e diversificando
os meios disponíveis;
44
•
Praticar a gestão democrática, transparente e participativa em
todos os níveis da estrutura administrativa da Faculdade,
garantindo a participação e votos dos representantes dos alunos
e dos professores nas reuniões da congregação e dos
colegiados de cursos;
•
Garantir suporte competente, ágil e eficaz às atividades que
sustentem os projetos pedagógicos de cada curso proposto
pelos Colegiados e aprovado pela Congregação;
•
Garantir flexibilidade e agilidade na resposta a novos contextos,
demandas e desafios;
•
Planejar e orientar o desenvolvimento físico a partir do projeto
acadêmico da Faculdade, de seus projetos de expansão de
atividades e de suas especificidades de ensino;
•
Promover
a
ambientação
das
atividades
universitárias,
incorporando a temática ambiental nas atividades acadêmicas e
administrativas, com ênfase na capacitação profissional e na
formação acadêmica;
•
Construir uma política integrada de informação e comunicação
(sistemas de bibliotecas, home page, jornais, revistas e núcleo
de disseminação da ciência, entre outros);
•
Desenvolver
e
ampliar
a
assistência
à
comunidade
concepção
de
acadêmica,
atendimento
e
construindo
e
implementando uma política de gestão social voltada para a
qualidade de vida;
•
Estabelecer ações de valorização da cidadania;
•
Promover práticas investigativas, associadas ou não à extensão
universitária, com a participação efetiva do aluno, visando sua
melhor aprendizagem e adequação às exigências sociais
contemporâneas;
•
Capacitar os alunos para o uso de tecnologias de informação e
comunicação e incentivar a disseminação do conhecimento;
•
Estabelecer
e
implementar
uma
política
de
avaliação
permanente da formação propiciada pelos cursos de graduação
45
e pós-graduação, nas modalidades presencial e à distância,
reformulando seus projetos pedagógicos sempre que necessário;
•
Expandir a oferta de cursos de graduação e pós-graduação, nas
modalidades presencial e à distância, atendendo às exigências
oficiais;
•
Fomentar a integração entre pós-graduação e graduação;
•
Avaliar o impacto das atividades realizadas pela pós-graduação
nos cursos de graduação, tanto nas modalidades presencial
quanto à distância;
•
Definir e implementar uma política de educação continuada e
permanente;
•
Definir e implementar uma política para ensino à distância (EAD).
4.4. OBJETIVOS
GERAL:
• Promover educação de qualidade voltada para o desenvolvimento regional
e nacional em função de demandas constatadas.
ESPECÍFICOS:
• Empreender um processo educativo que favoreça o desenvolvimento dos
seres humanos, dotando-os de capacidade crítica, de autonomia intelectual
e comprometendo-os com a resolução dos problemas sociais deste novo
século;
• Ampliar a inserção social mediante uma articulação cada vez mais intensa
com o contexto regional e nacional;
• Incrementar a qualificação de seu corpo docente e técnico, com vista a
viabilizar a associação entre a qualificação acadêmica com o compromisso
social da instituição;
• Assegurar o cumprimento de sua missão institucional enquanto instituição
de ensino superior voltada para a cidadania, através da realização dos
estágios curriculares;
46
•
Implantar cursos de que possam promover o desenvolvimento, tanto da
cidade, dos municípios em derredor, como em todo o país, através do
projeto de Educação à Distância (EAD);
•
Implantar cursos que possam atender às carências nas áreas de saúde,
educação, tecnologia e social, notadas em todas as cidades da região;
•
Implantar cursos que atendam às carências nacionais na área de saúde,
educação, humanas, serviços e tecnologia, nas modalidades presencial e à
distância;
•
Implantar programas de pós-graduação que gerem empreendedorismo que,
em médio prazo, altere o desenho socioeconômico regional e nacional;
•
Incrementar projetos que envolvam os alunos em atividades que, além do
seu crescimento acadêmico, redunde em benefícios sociais;
•
Implementar projetos de pesquisa voltados para as necessidades dos
meios de produção regional e nacional.
4.5. METAS
•
Criação de programas de inserção social através de cursos de extensão,
como o curso de “Alfabetização de jovens e adultos”;
•
Valorização permanente das atividades de ensino;
•
Valorização e aumento de estágios de iniciação científica;
•
Melhoria da infraestrutura de atendimento aos docentes, visando a
disponibilização de alternativas para a criação de materiais didáticos, para a
capacitação pedagógica e apoio administrativo;
•
Implementar parcerias com empresas, instituições públicas e privadas,
movimentos sociais, comunidades e agremiações religiosas para estágio
curricular dos cursos de graduação;
•
Ampliação da infraestrutura física para a implantação de novos projetos de
instalações acadêmicas e de apoio;
•
Ampliação das alternativas de financiamento e parcerias com outros
setores da Sociedade;
•
Introdução de novas formas de cursos, contemplando a possibilidade de
criação de programa de pós-graduação stricto sensu, inicialmente na forma
47
de Mestrado Interinstitucional – Projeto MINTER e, posteriormente,
implantados diretamente pela Faculdade, de acordo com a legislação em
vigor.
As metas apresentadas estão contempladas no Cronograma de
execução do PDI.
4.6. ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA
Conforme apresentado anteriormente, a FACULDADE REDENTOR DE
CAMPOS foi concebida para atuar nas áreas de saúde, tecnologia e ciências
humanas.
A Faculdade está projetando implantar outros cursos, dentro das áreas
supracitadas, além dos cursos de pós-graduação lato sensu, igualmente
contextualizados, visando a ampliação dos horizontes cultural regional e
nacional.
A Faculdade implantou o programa de EAD, que funcionará como apoio
às atividades acadêmicas dos cursos de graduação e pós-graduação
presenciais e que, posteriormente, após credenciamento da IES para EAD,
funcionará para a ministração de cursos de pós-graduação lato sensu na
modalidade à distância nas áreas de atuação da Faculdade.
4.7. RESPONSABILIDADE SOCIAL
A responsabilidade social da Faculdade Redentor de Campos é
expressa pela prática de ações compartilhadas com a comunidade e a
preocupação da faculdade com o meio ambiente. O compromisso com este
enfoque se concretizará através de campanhas para arrecadação de doações,
utilização de material reciclado, coleta seletiva de lixo e a busca crescente
pela conscientização dos colaboradores a respeito dos deveres sócio
ambientais. Para a Faculdade Redentor de Campos uma instituição atuante e
48
ciente de seu papel social não pode jamais estar dissociada do meio em que
se insere.
Campanhas de Arrecadação de Alimentos
Em todos os processos seletivos, a Faculdade instituirá a doação de
alimentos não perecíveis e/ou latas de leite em pó como taxa de inscrição. Os
alimentos arrecadados beneficiarão pessoas carentes, através da doação a
creches e orfanatos da cidade de Campos dos Goytacazes.
Além disso, no início do semestre letivo será realizado o Trote Solidário,
onde os calouros são convidados a doar brinquedos que também serão
entregues aos orfanatos e creches da cidade.
Durante o ano serão realizadas campanhas para arrecadação de
agasalhos, brinquedos, entre outros, a fim de beneficiar pessoas carentes,
através de doações a asilos, orfanatos e entidades filantrópicas.
Aqueça quem tem frio
Esse é o tema da campanha para arrecadação de roupas e agasalhos.
Acontecerá anualmente, no mês que antecederá a estação do inverno.
Ajude quem tem pressa
Sempre que há necessidade, serão criadas campanhas fora do
calendário padrão para a arrecadação de donativos para locais que estiverem
precisando de ajuda.
4.8. COMPROMISSO COM OS ALUNOS, OS PARCEIROS E A SOCIEDADE
O principal compromisso com os alunos é tratá-los como sujeitos
históricos, coautores do conhecimento, que devem ser formados como
indivíduos cidadãos, profissionais éticos, competentes, com compreensão da
49
realidade social, além do compromisso de envolvê-los no processo de
implementação dos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
Oferecer aos alunos ensino de qualidade, por preço justo, situando-os
no meio universitário, oportunizando o desenvolvimento da responsabilidade e
do senso crítico e a sua inserção no mercado de trabalho.
Politizar seu aluno egresso, para o exercício ético da cidadania, com
comprometido com o desenvolvimento sustentável e com a melhoria da
qualidade de vida.
Praticar a colaboração mútua adotando posturas éticas e solidárias,
estimulando a profissionalização através de programas, projetos e parcerias.
Transformar a atual realidade social disseminando o conhecimento,
oportunizando
o
desenvolvimento
sustentável,
estimulando
o
empreendedorismo, a cultura e a informação, e melhorando a qualidade de
vida.
Pautar sua atuação com atitudes de seriedade e legalidade, cumprindo
as leis existentes, engajando-se em ações políticas e sociais emancipatórias e
apresentando propostas adequadas de reformulação da legislação que
conflitem com seus credos e valores e ainda, que comprometam o exercício
da cidadania, e às práticas da justiça e equidade sociais.
4.9. POLÍTICAS DE ENSINO
O principal objetivo das políticas de ensino da FACULDADE
REDENTOR DE CAMPOS é desenvolver a criatividade e a criticidade, com
base em uma visão ética, humanista e generalista, num processo de ensino
efetivo com qualidade e coerência, e que utiliza metodologias adequadas que
fundamentam técnicas e práticas para o exercício da profissão.
50
Além disso, a FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS desenvolve
junto aos seus alunos uma cultura que vise a autonomia de estudos e
pesquisas, num processo onde o professor é mediador/educador, norteado
pelo Conselho de Ética e Pesquisa (CEP) que atende as atividades de
extensão e pesquisa, dos cursos de graduação e pós-graduação da faculdade.
4.10. POLÍTICAS DE EXTENSÃO E PESQUISA
Em relação às políticas de extensão o principal objetivo é estabelecer
política multidisciplinar e abrangente, com atitude social responsável, ampla e
participativa, aproveitando e valorizando os recursos humanos.
Desta forma, mantém programas de extensão que otimizam espaços e
recursos tecnológicos, transformando em benefícios sociais os conhecimentos
acadêmicos gerados e/ou adaptados pela FACULDADE REDENTOR DE
CAMPOS.
Programas de Pós-Graduação na
5
Área de Administração
A Faculdade Redentor atua no município de Campos dos Goytacazes
desde 2003 com cursos de pós-graduação lato sensu na área de saúde.
A Faculdade Redentor de Campos oferecerá três cursos de pósgraduação com fortes interfaces com o curso de Administração: Gestão
Empresarial, Gestão Estratégica do Mercado e Gestão de Estratégica de
Pessoas e Liderança.
Tais cursos visam contribuir para qualificar profissionais dos cursos
propostos e áreas correlatas, de acordo com as competências legais e técnicas
estabelecidas para as diversas modalidades profissionais. Tem como objetivo
formar profissionais com capacidade para intervir no processo produtivo das
indústrias e em empresas prestadoras de serviços e que tenham capacidade
para projetar, desenvolver, implantar programas de Qualidade, de melhoria da
produtividade, de Segurança Operacional e de Gestão Ambiental, etc.
O profissional formado irá adquirir visão sistêmica das áreas em questão e
será conhecedor dos segredos de técnica operacional da indústria, com formação
humanística e ética mais completa, desenvolvendo-se em termos de contatos
humanos e de comunicação. É o profissional destinado a prever e prover meios
52
para que instalações, equipamentos, construções e métodos/ condições de
trabalho, sejam adequados, tanto do ponto de vista do trabalhador (no risco de
acidente do trabalho) quanto com relação aos riscos ao patrimônio da própria
empresa e ao meio ambiente.
Além destes, a Faculdade instalará ainda o curso de pós-graduação lato
sensu em Docência Superior, também objeto de solicitação e que visa tanto
qualificar pedagogicamente o corpo docente, que o cursará gratuitamente, quanto
preparar outros profissionais que virão atuar nos cursos de graduação e pósgraduação, de acordo com a legislação em vigor.
Quanto às atividades de pesquisa, os docentes estarão se inserindo no
contexto da pesquisa de forma individual e coletiva. A Faculdade possuirá
vários projetos de pesquisas, com alunos inseridos em programa de iniciação
científica, coordenados pela Comissão Científica da Faculdade Redentor de
Campos.
Independente dos projetos de pós-graduação lato sensu e stricto sensu,
os docentes terão a oportunidade de se empenhar na produção científica,
através de publicações em periódicos e apresentação de trabalhos em eventos
técnico-científicos, com o apoio da Faculdade.
53
Curso de Administração
6
6.1 FUNDAMENTAÇÃO DA PROPOSTA
O presente Projeto Pedagógico foi organizado em consonância com os
paradigmas de qualidade, com ênfase na construção de um conhecimento global, que
demarque a multidimensionalidade desta profissão, relacionando os conceitos
científicos e valores contemporâneos, como forma de garantir um modelo educacional
eficiente, que responda aos desafios da realidade do homem.
O Curso de Administração a ser proposto pela da Faculdade Redentor de
Campos, insere-se num programa de atividades para a área de ciências da
Administração.
O objetivo pretendido pela Faculdade Redentor de Campos encerra a ideia de
dotar a cidade de Campos dos Goytacazes no Estado do Rio de Janeiro de um novo
Curso de Administração, compatível com as exigências modernas impostas pelo
avanço das ciências, visando atender às demandas emergentes por serviços na área
administrativa.
54
O Curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos, mantida pela
Sociedade Universitária Redentor, possui uma proposta curricular direcionada para
preparar profissionais na área de Administração, com uma sólida formação intelectual
conjugada com uma suficiente erudição, em consonância com o rigor e os métodos
exigidos pelas principais instituições de ensino do país.
O presente Projeto Pedagógico foi organizado em consonância com os
paradigmas de qualidade, com ênfase na construção de um conhecimento global, que
demarque a multidimensionalidade desta profissão, relacionando os conceitos
científicos e valores contemporâneos, como forma de garantir um modelo educacional
eficiente, que responda aos desafios da realidade do homem.
O Projeto permite a implantação e realização do plano acadêmico,
considerando suas atividades fim: o ensino, a pesquisa e a extensão; garantindo a
ampliação do conhecimento, a concretização do trabalho acadêmico e a integração
com a comunidade.
O plano acadêmico do Curso de Administração reúne os conteúdos capazes
de promover o aprimoramento da relação ensino-aprendizagem, focalizando a
investigação cientifica e a multidisciplinaridade através do desenvolvimento de um
Plano de Negócios, como Trabalho de Conclusão de Curso.
O currículo do curso está organizado de modo a compreender uma parte
básica e de formação genérica e outra profissional, que tem a preocupação, tanto de
fundamentar os estudos posteriores dos alunos, quanto de atender às necessidades
do mercado de trabalho.
O projeto pedagógico do curso de Administração da Faculdade Redentor de
Campos sinaliza e busca trazer à discussão alguns questionamentos sobre o
desempenho que possivelmente será exigido do profissional de Administração nas
próximas décadas e, neste sentido, procura-se também contribuir com um alerta
constante para o que o próprio curso de Administração comece a repensar seu
currículo, a fim de poder sobreviver diante das exigências de um mercado de trabalho
que está a requerer, cada vez, pessoas capacitadas a trabalhar em situações críticas
55
e para lidar com a complexidade e o caos inerentes do próprio fazer administrativo e
negocial.
Dentro do estudo de cenários focados a gestão de um curso de
Administração, procurou-se organizar a vida acadêmica do aluno de forma que ao
longo de seus estudos na Faculdade Redentor algumas características distintas se
sobressaem.
O curso oferta uma visão bastante empreendedora não apenas nas suas
disciplinas, mas também através da linha – Empreendedorismo – Laboratório de
Empreendedorismo I a IV - Plano de Negócios I – Plano de Negócios II que objetiva
despertar o lado que se desponta como o futuro das pequenas e médias empresas,
principalmente na região e também o desenvolvimento do espírito empreendedor
estão coerentes a alinhados coma Pesquisa Nacional sobre o Perfil, Formação,
Atuação e Oportunidades de Trabalho do Administrador realizada pelo CFA em
2011.
Serão apresentados também ao longo do projeto a proposta de Empresa
Júnior através do Núcleo de Apoio as Empresas que estará inserido na extensão, a
proposta de Estágio Supervisionado e os cursos de Pós-graduação.
6.2 CONTEXTO EDUCACIONAL
A educação é um dos principais alicerces das sociedades desenvolvidas.
Além de ser um direito constitucional, a educação se apresenta como um processo
pelo qual os indivíduos conseguem ampliar seu bojo cultural, tornando-se agentes
sociais mais capacitados e integrados à sociedade.
A região Norte é constituída por 9 municípios: Campos dos Goytacazes,
Carapebus, Cardoso Moreira, Conceição de Macabu, Macaé, Quissamã, São Fidélis,
São Francisco do Itabapoana, São João da Barra, com uma população de
aproximadamente 763.493 habitantes.
56
Comparando-se as informações sobre população do Censo IBGE 2000
(698.784) e da Contagem da População-IBGE 2007 (763.493), pode-se observar que
a Região Norte Fluminense apresentou, no período, um crescimento populacional de
9,2%, superior ao crescimento da população de todo o estado (7,1%). A taxa média
de crescimento apresentada no período foi de 1,31% ao ano Possivelmente, isto se
deve ao efeito atrativo das áreas de exploração de petróleo e gás, especialmente nos
municípios de Campos dos Goytacazes e Macaé.
Dos 2,2 milhões de estudantes matriculados no Ensino Médio, 40% estão
presentes na região sudeste, mas o estado do Rio de Janeiro aparece em último
lugar, com apenas 7,28% ou 143 mil jovens matriculados.
Atualmente a região detém a maior reserva de petróleo em exploração no
país, contudo as atividades ligadas à agroindústria açucareira ainda absorvam grande
quantidade de mão-de-obra. Com estas características os postos de trabalho, em sua
maioria, destinam-se à população de baixa escolaridade e qualificação exceto no
setor petrolífero que absorve trabalhadores com maior nível de escolaridade e
melhores salários.
O Município de Campos dos Goytacazes está a 273 km da cidade do Rio de
Janeiro, aparece na lista dos Municípios Fluminenses, em 12º lugar, (CIDE/2005) com
PIB superior a R$ 3 bilhões, e também é listado entre Municípios com maior PIB per
capita. O Município de Campos, em 2006, foi considerado de expressão econômica,
em 6º lugar no Estado e ao longo dos anos, vem despontando como um pólo
educacional, em especial nos cursos profissionalizantes, graduação e pós-graduação,
devido ao grande número de instituições de ensino públicas e privadas existentes,
que se instalaram na cidade devido à grande demanda de qualificação de
profissionais para aturarem nas atividades da agroindústria e a exploração de
petróleo. Essas instituições promovem através de suas pesquisas o desenvolvimento
local e regional em diversos setores, contemplando questões sociais, econômicas,
educacionais, de saúde, de infraestrutura e de qualificação de mão-de-obra,
promovendo o desenvolvimento regional.
57
Em 1998 o número de matrículas no nível superior foi de 3.373. Hoje, na
região Norte já está registrado 35.593 no ensino médio e 25.668 no ensino superior
(19% em escolas públicas e 81% privadas). Esses dados indicam que as matrículas
realizadas no ensino superior, em relação às do ensino médio, correspondem a 72%
das matriculas efetuadas no ensino médio.
Ocupando o centro de uma planície litorânea, Campos é hoje dominada por
um paradoxo: se de um lado ostenta toda uma rica história de liderança nacional (a
primeira cidade da América Latina a ter luz elétrica, por exemplo, e, hoje, também na
liderança como nosso mais importante e promissor polo petrolífero, com a maior área
produtiva do País, nos seus 100.000 km2 de plataforma continental, produzindo a
cerca de 82% de todo o petróleo extraído no Brasil), em suas terras ainda domina a
monocultura da cana-de-açúcar, que faz nascer um outro lado de pobreza,
sazonalidade de mão-de-obra e lento desenvolvimento industrial, em longo período de
estagnação econômica. Continua sendo “espelho do Brasil”, conforme Getúlio Vargas.
Centro irradiador de toda a Região Norte Fluminense, Campos precisa romper com
este
“paradoxo”,
conjugando
sua
apregoada
“vocação
agrícola”
com
um
desenvolvimento científico e tecnológico, nunca incompatível com a qualidade de vida
de sua população. E só será possível através da Educação, e da Educação Superior
a dar sequência aos estudos anteriores a ela, como sempre acontece.
Para que o Brasil possa cumprir as metas do PNE, prover, até o final da
década, a oferta de educação superior para, pelo menos, 30% da faixa etária de 18 a
24 anos terá que contar também com as Instituições de Ensino Superior Privadas,
que hoje representam 70% da Educação Superior no país.
Diante do acima exposto, este projeto pedagógico do Curso de Graduação
em Administração da Faculdade Redentor de Campos considera a população do
ensino médio da Região Norte do Estado do Rio de Janeiro, a quantidade de vagas
ofertadas na educação superior e a demanda pelo curso. O projeto também
contempla a taxa bruta e a líquida de matriculados na educação superior, a pirâmide
populacional de maneira a contemplar as metas do PNE, principalmente no que tange
Educação de Jovens e Adultos, onde propõe respeitar as especificidades da clientela
e a diversidade regional, e a Faculdade Redentor de Campos promove o acesso ao
58
ensino superior e permite a escolha do jovem, que se faz por diversas razões, porém,
a mais importante é a vocação pessoal para cada área do conhecimento.
6.3
MISSÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
A missão do curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos é contribuir
para a formação de um administrador capacitado a atuar de forma empreendedora,
produzindo progresso social e econômico da comunidade, desenvolver competências
e habilidades de gestão das organizações. Numa busca permanente da excelência na
formação do administrador com comportamento profissional ético.
.
6.4 VISÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
A visão do curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos é de ser uma
referência nacional na formação de administradores, não apenas tecnicamente, mas
também, referência na formação de um gestor ético com responsabilidades sociais e
ambientais e que possua uma mentalidade empreendedora na criação e na gestão
dos negócios.
A formação do Administrador na Faculdade Redentor de Campos tem por objetivo
dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício profissional,
buscando proporcionar aos egressos sólida formação:
•
Sólido embasamento nas disciplinas humanas e de formação nas
Teorias de Administração;
•
Domínio
do
instrumental
quantitativo
(matemática,
estatística)
especificamente voltado para desenvolver a capacidade de análise de dados e
tendências de gestão;
•
Para aplicar seus conhecimentos de forma ética e inovadora,
acompanhando a contínua evolução dos conhecimentos em Administração e
contribuindo na busca de soluções nas diferentes áreas de aplicação da
Administração.
59
6.5
JUSTIFICATIVADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
Este instrumento teórico-metodológico visa ajudar a enfrentar os desafios do
cotidiano, só que de uma forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica e, o que
é essencial, participativa. Trata-se de um instrumento que permite clarificar a ação
educativa da instituição educacional em sua totalidade. O projeto pedagógico tem
como propósito a explicitação dos fundamentos teóricos metodológicos, dos
objetivos, do tipo de organização e das formas de implementação e de avaliação
institucional.
A fundamentação teórico-metodológica do Curso de Administração procura a
efetivação da intencionalidade da Faculdade Redentor de Campos, que é a formação
do
cidadão
participativo,
responsável,
compromissado,
crítico,
criativo
e
empreendedor. Nessa dimensão visamos à efetivação de seus propósitos e sua
intencionalidade.
A
concepção
teórico-metodológica
deste
projeto
procura
desenvolver
características voltadas para produzir um processo participativo de decisões, instaurar
uma forma de organização de trabalho pedagógico que desvele os conflitos e as
contradições, explicite princípios baseados na autonomia, na solidariedade entre os
agentes educativos e no estímulo à participação de todos no projeto comum e
coletivo, proporcione opções explícitas na direção de superar problemas no decorrer
do trabalho educativo voltado para uma realidade especifica e explicite o
compromisso com a formação do cidadão.
6.6 OBJETIVOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
6.6.1 OBJETIVO GERAL
60
O objetivo geral do Curso de Administração da Faculdade Redentor de
Campos é capacitar o futuro administrador a atuar de forma transformadora sobre as
organizações e a realidade da sociedade, através de ações de aprendizado que
fomentem o uso da razão, da intuição e da criatividade para a obtenção do domínio
efetivo sobre os instrumentos de administração, gerência e comunicação,
desenvolvendo habilidades, competências, atitudes e valores morais e éticos,
pautados pelos princípios de cidadania e da responsabilidade social. Capazes de
aliar a competência profissional, de base técnica e humanística para atuarem nas
organizações do presente e do futuro.
O curso oferta uma visão bastante empreendedora não apenas nas suas
disciplinas, mas também através da linha – Empreendedorismo – Laboratório de
Empreendedorismo I a IV - Plano de Negócios I – Plano de Negócios II que objetiva
despertar o lado que se desponta como o futuro das pequenas e médias empresas,
principalmente na região e também o desenvolvimento do espírito empreendedor estão
coerentes a alinhados coma Pesquisa Nacional sobre o Perfil, Formação, Atuação e
Oportunidades de Trabalho do Administrador realizada pelo CFA em 2011.
Além disso, visando atender ainda aos objetivos da resolução CNE/CES 4, de
19 de julho de 2005, a formação do Administrador na Faculdade Redentor de
Campos tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o
exercício profissional, buscando proporcionar aos egressos sólida formação:
•
Na área de conhecimento de Administração;
•
Nas disciplinas de formação básica do curso de Administração, entre
elas, relacionados com estudos antropológicos, sociológicos, filosóficos,
psicológicos, ético-profissionais, políticos, comportamentais, econômicos e
contábeis, bem como os relacionados com as tecnologias da comunicação e
da informação e das ciências jurídicas;
•
Nas disciplinas de formação profissional do curso de Administração,
entre elas envolvendo teorias da administração e das organizações e a
administração de recursos humanos, mercado e marketing, materiais,
produção e logística, financeira e orçamentária, sistemas de informações,
planejamento estratégico e serviços.
•
Nas disciplinas de estudos quantitativos e suas tecnologias do curso de
Administração, abrangendo pesquisa operacional, teoria dos jogos, modelos
61
matemáticos e estatísticos e aplicação de tecnologias que contribuam para a
definição
e
utilização
de
estratégias
e
procedimentos
inerentes
a
administração.
Nas disciplinas de formação complementar, estudos opcionais de
•
caráter transversal e interdisciplinar para o enriquecimento do perfil do
formando.
6.6.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Os objetivos específicos do Curso de Administração da Faculdade Redentor
de Campos principalmente o que estabelece o estimulo a formação e o
desenvolvimento do espírito empreendedor estão coerentes a alinhados com a
Pesquisa Nacional sobre o Perfil, Formação, Atuação e Oportunidades de
Trabalho do Administrador realizada pelo CFA em 2006 que bem como suas
competências profissionais e as habilidades desejadas para este profissional:
•
Desenvolver o espírito empreendedor aliado a uma vertente acadêmica
bastante forte para que haja um apoio teórico consistente na ajuda da
tomada de decisões;
•
Gerenciar organizações através da integração das dimensões do
conhecimento (Técnico / Humano/ Cognitivo e Social ) analisando de
forma crítica os diferentes níveis de inteligência, para selecionar,
decidir. Avaliar e julgar prioridades e oportunidades de negócio.
•
Desenvolver no futuro administrador as habilidades necessárias para
atuação de forma participativa, não autoritária, sendo mais um
elemento facilitador e integrador na busca dos resultados;
•
Conjugar formação teórica e prática da administração. A intenção é
formar administradores com discernimento e competência das suas
potencialidades, visando o gerenciamento do seu próprio desempenho
para o exercício de soluções criativas.
6.6.3 PERFIL DO EGRESSO
62
A Faculdade Redentor de Campos – atenta às transformações políticas,
econômicas e sociais e à consequente emergência de um novo paradigma social,
compreende a necessidade de um novo Administrador, de acordo com as diretrizes
curriculares nacionais cujo perfil direciona-se a uma formação mais humana, holística
e ética que lhe permita desenvolver planos e ações de gestão para atingir os objetivos
organizacionais sem comprometer a integridade e a estrutura dos valores morais da
sociedade.
O que se pretende com esse perfil é formar profissionais humanos e críticos,
não apenas ferramental, útil na busca por lucratividade. Portanto, o perfil do egresso
em Administração se coaduna com a proposta de um compromisso socialmente
responsável, aliando uma boa formação técnica com uma perspectiva crítica e, para a
obtenção desse perfil ideal, o currículo busca assegurar ao Administrador a ser
formado pela Faculdade Redentor de Campos adquirir e atuar profissionalmente
conforme o Perfil desejado do formando, definida pela resolução CNE/CES 4, de
19 de julho de 2005 e estão coerentes e alinhadas conforme o seu Art. 3º:
§
Capacidade de analisar a realidade brasileira e mundial visando à sua inserção no
contexto de globalização e da regionalização;
§
Conhecimento do ordenamento jurídico vigente, tanto no nível constitucional,
quanto no da legislação ordinária ligada, diretamente às empresas e a sociedade;
§
Reflexão constante sobre a modernidade, através da inclusão de disciplinas que
atendam às características e exigências da nossa realidade e contexto histórico,
privilegiando assuntos como ética, comportamentos moralmente corretos,
empreendedorismo e etc;
§
Conteúdos programáticos de disciplinas de outras graduações definidos em
função da formação do bacharel em Administração.
O Administrador a ser formado pela Faculdade Redentor de Campos deverá
adquirir e atuar profissionalmente conforme as seguintes competências e habilidades,
definidas pela resolução CNE/CES 4, de 19 de julho de 2005 e estão coerentes e
alinhadas conforme o seu Art. 4º:
a) Em Termos Profissionais:
•
Formação Técnica – Capacidade de compreender e conduzir os processos
administrativos de uma organização, tendo em vista as perspectivas sociais,
63
políticas, econômicas, legais, tecnológicas, culturais e ecológicas e, ainda,
desenvolver atividades específicas da prática profissional;
•
Capacidade Criatividade – Competência para criar novas realidades e
encontrar saídas para as crises organizacionais e administrativas, analisando
criticamente as estruturas organizacionais, antecipando e promovendo suas
transformações com capacidade de tomar a iniciativa e congregar afins para as
decisões;
•
Formação Humanística e Holística – Capacidade de avaliar as problemáticas
regionais, nacional e internacional e a posição das organizações nesse contexto,
compreendendo o meio social, político, econômico e cultural, como base de sua
tomada de decisão;
•
Habilidades para Comunicação – Capacidade de estabelecer relações
interpessoais nos contextos organizacional, cultural, social, empresarial, legal e
político;
•
Formação Técnica Profissional – Capacidade de desenvolver conhecimentos
técnicos que sirvam de suporte para a resolução de problemas administrativos e
organizacionais;
•
Formação Interdisciplinar – Capacidade de visualizar a complexidade humana,
tendo em vista as relações com os diversos agentes sociais, sua interação
sistêmica e a necessidade de uma atuação multiprofissional;
•
Capacidade de Cooperação e Participação – Capacidade de liderar e de
trabalhar em equipe visando à integração de todos os departamentos e setores
das organizações com a finalidade de estabelecer maior valor para os clientes;
•
Disposição para o Aprimoramento Constante – Capacidade de manter-se
atualizado diante das práxis de gestão, novas tecnologias e às inovações e
mudanças no âmbito social e empresarial;
•
Comportamento Ético – Profissional – Capacidade de agir com base nos
valores morais e éticos que embasam uma sociedade saudável e correta.
b) Em Termos de Produção do conhecimento (Pesquisa):
•
Capacidade de pesquisar e obter dados e transformá-los em informações
úteis e pertinentes, para que possam ser utilizados tanto no meio acadêmico
como no meio organizacional;
64
•
Capacidade de produzir artigos científicos que possam contribuir para o
enriquecimento da literatura a respeito da disciplina.
c) Em termos de socialização do saber (Extensão):
• Aprimorar conhecimentos dentro das novas áreas profissionais;
• Capacidade de desenvolver projetos inovadores dentro do seu campo de
trabalho.
d) Ensino de Graduação:
Pretende-se que os alunos construam uma base técnico-científica que lhes
permitam o desenvolvimento de um autoquestionamento constante, de forma a tornálos capazes de absorver, processar e se adequar às necessidades e aos requisitos de
um mundo globalizado.
e) Campo de Trabalho:
Como é possível verificar, o perfil do formando em Administração da
Faculdade Redentor é condizente com a nova estrutura de funcionamento das
organizações.
O Administrador deve ter a capacidade de liderar, antever e, caso não o
possa,
procurar
solucionar
problemas.
Ele
deve
acompanhar
o
processo
administrativo, aliando uma sólida formação técnica com uma perspectiva generalista
bem como crítica e, para a obtenção desse perfil ideal, o currículo (em anexo)
certamente configura: Ele deve desenvolver uma visão crítica, investigar e entender
as necessidades e desejos das organizações de forma a compreender e agir de
maneira eficaz no contexto no qual elas se inserem.
O Bacharel em Administração atua em empresas de diversas naturezas,
instituições sem fins lucrativos, da iniciativa privada, em consultorias, em associações
de bairros, cooperativas, em entidades esportivas e em instituições de ensino,
podendo também atuar no setor público, desde que devidamente registrado no
conselho de classe (sistema CFA/CRA).
65
Com a globalização, as empresas passaram a focar suas decisões nas
avaliações feitas pelos gestores, profissionais de ADMINISTRAÇÃO, que possuem
uma visão maior de mercado, da concorrência e de todo o ambiente competitivo
6.7 NÚMERO DE VAGAS
O número de vagas será 100 vagas anuais divididos em duas turmas de 50
alunos.
6.8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O Curso foi formatado tendo como fundamento os princípios que inspiraram a
criação da Faculdade Redentor de Campos. Uma das concepções básicas que o
norteiam é o entendimento que é necessário que mais do que formar profissionais
requeridos pelo mercado de trabalho, torna-se importante desenvolver nos Alunos a
consciência de suas responsabilidades sociais e o desejo de não se tornarem simples
repetidores do “status quo” em que se achavam envolvidos.
Para a viabilização deste Projeto Pedagógico, o curso pauta-se numa filosofia
humanista, buscando oferecer uma formação crítica e questionadora. Segue-se uma
linha holística, considerando o ser humano indissociável nos seus diversos aspectos e
valorizando a análise globalizante dos fenômenos organizacionais e sociais.
Valorizam-se, também, a pluralidade de pensamento, entendendo-se o conflito de
ideias como fecundo e importante para a formação pretendida.
Entende-se, também, que o Aluno deva ser estimulado a buscar o
autodesenvolvimento, como base de sua realização pessoal e profissional. Mais do
que oferecer teorias e métodos prontos, o Curso deve ensinar o Aluno a estudar.
Para que possamos ter sucesso na concepção deste projeto pedagógico,
cabe salientar que será utilizado como material de apoio à literatura pertinente ao
conteúdo programático do curso. Autores como, Chiavenato, Maximiano, Rui Otávio,
Dornelas, Marras, Cury, Ballou, entre outros que além de terem uma visão holística no
estudo da Administração, também demonstram em seus estudos uma visão
empreendedora que ajudará o aluno a alcançar o objetivo ao qual se dispõe o curso.
66
As Estratégias metodológicas a serem utilizadas no curso são baseadas em
projetos interdisciplinares buscando a solução de problemas, podendo o professor ter
o apoio de recursos audiovisuais. Estudos de casos poderão ser usados para ilustrar
casos reais e facilitar a compreensão do aluno com relação ao uso da teoria na
prática. Essas práticas poderão servir de estímulo a debates entre alunos e
professores a respeito da disciplina.
Sabemos que o projeto pedagógico não é somente uma carta de intenções,
nem apenas uma exigência de ordem administrativa, pois deve expressar a reflexão
e o trabalho realizado em conjunto por todos os profissionais da IES, no sentido de
atender às diretrizes do sistema nacional de Educação, bem como às necessidades
locais e específicas da sua clientela.
Este instrumento teórico-metodológico visa a ajudar a enfrentar os desafios
do cotidiano, só que de uma forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica e, o
que é essencial, participativa. Trata-se de um instrumento que permite clarificar a
ação educativa da instituição educacional em sua totalidade. O projeto pedagógico
tem como propósito a explicitação dos fundamentos teóricos-metodológicos, dos
objetivos, do tipo de organização e das formas de implementação e de avaliação
institucional.
A fundamentação teórico-metodológica do Curso de Administração procura a
efetivação da intencionalidade da Faculdade Redentor de Campos, que é a formação
do
cidadão
participativo,
responsável,
compromissado,
crítico,
criativo
e
empreendedor. Nessa dimensão visamos à efetivação de seus propósitos e sua
intencionalidade.
A
concepção
teórico-metodológica
deste
projeto
procura
desenvolver
características voltadas para produzir um processo participativo de decisões, instaurar
uma forma de organização de trabalho pedagógico que desvele os conflitos e as
contradições, explicite princípios baseados na autonomia, na solidariedade entre os
agentes educativos e no estímulo à participação de todos no projeto comum e
coletivo, proporcione opções explícitas na direção de superar problemas no decorrer
67
do trabalho educativo voltado para uma realidade especifica e explicite o
compromisso com a formação do cidadão.
Além disso, visando atender ainda aos objetivos da resolução CNE/CES 4, de 19 de
julho de 2005, a formação do Administrador na Faculdade Redentor de Campos tem
por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício
profissional, segundo o Art. 5º proporcionar aos egressos sólida formação que
deverão contemplar em seus projetos pedagógicos e em sua organização curricular,
conteúdos que revelem inter-relações com a realidade nacional e internacional,
segundo uma perspectiva histórica e contextualizada de sua aplicabilidade no âmbito
das organizações e que atendam os seguintes campos interligados de formação:
Conteúdos de Formação Básica :
Área de Conhecimento
Conteúdo
ANTROPOLOGIA
Antropologia no contexto das Ciências Sociais. Cultura
dentro de uma perspectiva antropológica. A problemática
cultural. Os métodos e técnicas de pesquisa em
antropologia. Os processos da dinâmica social
SOCIOLOGIA
Sociologia como Ciência. Cultura organizacional. Trabalho
e sociedade. Organização social e organização do
trabalho. Organizações. Mudanças.
FILOSOFIA
Fundamentos
Filosóficos.
Histórico
da
Filosofia.
Conhecimento. Lógica. Ciência. Liberdade. Cidadania e
Política. Ética.
PSICOLOGIA
A psicologia nas organizações. Processos psicológicos
básicos no contexto organizacional. O indivíduo na
organização. A questão do poder nas organizações,
relações interpessoais, frustrações, administração de
conflitos e inteligência emocional.
CONTABILIDADE
A função da Contabilidade. Campo de aplicação e usuário
da contabilidade. Princípios fundamentais da contabilidade.
Estática e dinâmica patrimonial. Fatos contábeis.
Procedimentos contábeis: Contas; Livros Diário e Razão.
Método das partidas dobradas, mecanismo do débito e
crédito; lançamentos, balancete de verificação e apuração
de resultado. Balanço Patrimonial e Demonstração do
Resultado estruturados de forma simplificada.
COMPORTAMENTO
Ética empresarial. Morais brasileiras. Morais empresariais.
ÉTICO PROFISSIONAL Poder da administração ética. Responsabilidade social da
empresa. Código de Ética Profissional do Administrador
Introdução ao Estudo do Direito. Direito Constitucional.
DIREITO
Direito Administrativo. Direito Tributário. Direito Penal.
Direito Civil. Direito Comercial. Direito do Consumidor
ECONOMIA
A Compreensão da Economia. Os Recursos Econômicos e
o Processo de Produção. Teoria Elementar do
68
COMUNICAÇÃO
INFORMAÇÃO
Funcionamento do Mercado. Estruturas de Mercado.
Medidas
da
Atividade
Econômica.
Políticas
Macroeconômicas.
A
teoria
microeconômica.
Os
mecanismos de mercado e a formação dos preços. A
teoria do consumidor. A teoria da firma. As estruturas de
mercado.
Comunicação Administrativa. Comunicação Institucional.
Comunicação Empresarial. Comunicação Mercadológica.
O papel estratégico dos sistemas de informação nas
organizações; O valor da informação; A fundamentação
técnica dos sistemas de informação; A Internet e o
comércio eletrônico (e-business e e-commerce).
Conteúdos de Formação Profissional :
Área de Conhecimento
Conteúdo
TEORIAGERALDA
Administração Científica. Teoria Clássica. Teoria das
ADMINISTRAÇÃO
Relações Humanas. Estruturalismo. Teoria Geral dos
Sistemas. Abordagem Neoclássica. Desenvolvimento
Organizacional. Novas abordagens: qualidade total.
GESTÃO
Comportamento Organizacional. Cultura Organizacional.
ORGANIZACIONAL
Organizações de aprendizagem e conhecimento
corporativo. Mudança e Desenvolvimento Organizacional.
Administração da tecnologia e da Inovação.
Gestão de Pessoas; Novos Padrões na Gestão de Pessoas;
GESTÃO DE PESSOAS
Recrutamento de Pessoas; Seleção de Pessoas; Avaliação de
Desempenho. Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas;
Administração de Cargos e Salários; Manutenção de Pessoas;
Visão Prospectiva da Gestão de Pessoas.
GESTÃO DE
MARKETING
ADMINISTRAÇÃO
FINANCEIRA
ADMINISTRAÇÃO DA
PRODUÇÃO
A Importância do Marketing. Comportamento do
Consumidor / Segmentação de Mercado. Concorrência.
Definição da Estratégia de Produto. Gerenciamento de
Comunicação Integrada Ao Marketing Sistemas de
Informação de Marketing. Estratégia de Preço.
Distribuição e Logística.
Conceitos financeiros básicos. Análise de Investimento.
Decisões de Investimento – Valor Presente Líquido, Taxa
Interna de Retorno e Payback. Risco e Retorno. Decisão
de Financiamento. Custo Médio Ponderado de Capital.
Alavancagem Financeira.
Índices Tradicionais de
Balanço. Análise de balanços. Análise da estrutura
patrimonial e de resultados. Análise da solidez financeira.
Indicadores de velocidade. Análise da situação
econômica.
Produção: conceitos, classificação de bens e serviços,
sistemas de produção, modelo de transformação,
estratégia e objetivos de desempenho, tipos de
processos de produção, arranjo físico, capacidade, just in
time, planejamento e controle da produção, plano mestre
de produção, MRP.
Produção: conceitos, classificação de bens e serviços,
69
LOGÍSTICA
GESTÃO DE MATERIAIS
PLANEJAMENTO
ESTRATÉGICO
EMPREENDEDORISMO
LABORATÓRIO DE
EMPREENDEDORISMO
sistemas de produção, modelo de transformação,
estratégia e objetivos de desempenho, tipos de
processos de produção, arranjo físico, capacidade, just in
time, planejamento e controle da produção, plano mestre
de produção, MRP.
Conceitos de recursos materiais e patrimoniais, aquisição
de recursos materiais e patrimoniais, análise comprar
versus fabricar, identificação de materiais, previsão de
demanda, modelos de estoque, análise de estoques,
classificação ABC de estoques, custos de estoques, lote
econômico compras.
O cenário de negócios, conceitos básicos do
planejamento, tipos de planejamento, elementos que
compõem um planejamento, os níveis de planejamento
estratégico.
Classificação
e
Constituição
de
Empresas.
Empreendedorismo e Empreendedor. Importância do
Empreendedorismo para o desenvolvimento Econômico.
As novas oportunidades de negócio, os passos iniciais e
principais para a criação de um negócio. O Empreendedor, O
Ciclo de Vida das Pequenas Empresas e Desenvolvimento
Comportamental. O Ambiente Empresarial; O Produto e
Processo, Finanças e Custos, Elaboração de Estratégias para
novos negócios
Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias :
Área de
Conteúdo
Conhecimento
MATEMÁTICA
Números Reais. Expressões Algébricas. Teoria dos Conjuntos.
Potenciação. Radiciação. Porcentagem. Produtos Notáveis.
Sistemas de Equações Lineares. Teoria dos Intervalos.
Inequações. Relações e Funções. Matrizes. Determinantes
MATEMÁTICA
Juros simples e composto. Equivalência de taxas. Equivalência
FINANCEIRA
de capitais. Descontos simples e compostos.
ESTATÍSTICA
PESQUISA
OPERACIONAL
Estatística Descritiva: Fases do Método Estatístico, Séries
Estatísticas, Medidas de Tendência Central e de Posição,
Medidas de Dispersão, Assimetria e Curtose, Ajustamento.
Revisão de Álgebra Linear. Modelos de Programação Linear.
Solução Gráfica de PPL. Problemas de Transporte. Problemas
de Alocação. Programação dinâmica. Modelos de redes.
Algoritmo SIMPLEX.
Conteúdos de Formação Complementar :
Área de Conhecimento
Conteúdo
RESPONSABILIDADE
Responsabilidade
Social.
Indicadores
de
SOCIAL /AMBIENTAL
Responsabilidade Social. Ambientalismo. Balanço Social
70
TÓPICOS EM
ADMINISTRAÇÃO
A natureza das organizações. As pessoas e as
organizações. As relações sociais. Comunicação. poder e
política. O jogo do poder nas empresas. Conflito,
negociação e comportamento entre grupos. Ética e
comportamento político.
LIDERANÇA E
CRIATIVIDADE
Conceituação. Estilos de Liderança. Liderança orientada para a
tarefa. Liderança orientada para pessoas. Teorias dos Traços de
Personalidade. Teorias Comportamentais. Teorias Situacionais e
Contingenciais de Liderança. Novas abordagens sobre
Liderança. Criatividade. O processo criativo. As funções da
mente. Como estimular a criatividade na empresa. Característica
das pessoas criativas. Características das empresas criativas
JOGOS DE
EMPRESAS
Habilidades estratégicas e visão empresarial. Integração
das áreas de marketing, produção contábil, financeira e de
recursos humanos da empresa. Decisões sob incerteza.
Simulação da gestão empresarial
6.8.1 MODALIDADE: CURSO DE BACHARELADO
6.8.2.ESTRUTURA CURRICULAR
6.8.2.1 MATRIZ CURRÍCULAR
1° Período
Código
Disciplina
Créditos
CH 60
Cálculo 0
Contabilidade Básica
3
3
45
45
Introdução à Administração
2
30
Metodologia Científica
Filosofia
Introdução à Economia
Introdução à Informática
Noções de Direito
Português Instrumental
Sociologia Aplicada à Administração
2
2
2
2
3
2
2
30
30
30
30
45
30
30
345
Total
23
2º Período
Código
Disciplina
Créditos
CH 60
Antropologia
Cálculo Aplicado à Administração
2
3
30
45
Contabilidade Gerencial
Religião e Cultura
Direito Empresarial e Tributário
Empreendedorismo e Inovação
3
2
3
3
45
30
45
45
Técnica de Oratória
2
30
Teoria Geral da Administração
3
45
71
Teoria Macroeconômica
Total
3
24
45
360
3ºPeríodo
Código
Disciplina
Créditos
Comunicação Organizacional
Contabilidade de Custo
Direito do Trabalho e Previdenciário
Gestão Organizacional
Laboratório de Empreendedorismo I
Matemática Financeira
Sustentabilidade Sócio Ambiental
Teoria Micro Econômica
Total
3
3
3
3
3
3
3
3
24
CH 60
45
45
45
45
45
45
45
45
360
4º Período
Código
Disciplina
Créditos
CH 60
Administração Financeira
3
45
Comportamento Humano nas
Organizações
Gestão da Informação
Gestão de Marketing I
Gestão de Pessoas I
3
3
3
3
45
45
45
45
Laboratório de Empreendedorismo II
Modelagem Organizacional
Probabilidade e Estatística
3
3
3
45
45
45
360
Total
24
5º Período
Código
Disciplina
Créditos
Análise das Demonstrações Contábeis e
Financeiras
Comércio Exterior
Comportamento Ético e Profissional
Gestão de Marketing II
Gestão de Materiais
Gestão de Pessoas II
Laboratório de Empreendedorismo III
Liderança e Criatividade
Total
3
3
3
3
3
3
3
3
24
CH 60
45
45
45
45
45
45
45
45
360
6ºPeríodo
Código
Disciplina
Administração de Vendas e Negociações
Gestão Estratégica
Laboratório de Empreendedorismo IV
Logística
Orçamento
Créditos
3
3
3
3
3
CH 60
45
45
45
45
45
72
Pesquisa Operacional
Planejamento e Controle de Produção
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS
3
3
3
Total
24
45
45
45
360
7ºPeríodo
Código
Disciplina
Créditos
Ferramenta de Gestão Empresarial I
Formação de Gerentes
Gestão de Planejamento Estratégico
Gestão de Qualidade
Jogos de Empresas
Plano de Negócios I
Tópicos Especiais em Administração
Trabalho de Conclusão de Curso I
Estágio Supervisionado
3
3
3
3
3
3
3
3
10
Total
34
CH 60
45
45
45
45
45
45
45
45
150
510
8º Período
Código
Disciplina
Créditos
CH 60
Ferramentas de Gestão Empresarial II
Formação de Gestores da Micro e
Pequena Empresa
Formação de Consultores
Gestão de Projetos
Plano de Negócios II
Optativa
Trabalho de Conclusão de Curso II
3
45
3
3
3
3
3
3
Total
21
45
45
45
45
45
45
315
Total de disciplinas Obrigatórias (h/a = 45 min):
3200
Total de disciplinas Obrigatórias (h = 60 min):
Total da CH de Supervisão de Estágio (h = 60 min):
Atividades Complementares (h = 60 min):
Carga Horária total do curso (h = 60 min):
2820
150
120
3090
6.8.2.2 CARGA HORÁRIA MÍNIMA E TEMPO MÍNIMO DE INTEGRALIZAÇÃO
DURAÇÃO: Mínimo de 04 anos e Máximo de 08 anos
TURNO DE FUNCIONAMENTO: Noturno
REGIME DE MATRÍCULA: Seriado Semestral
TOTAL MÍNIMO DE HORAS: 3090 horas
73
6.8.2.3 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS
1° PERÍODO
CÁLCULO 0
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Números Reais e Conjuntos Numéricos, Estudo de Funções, Funções do 1º grau,
Funções do 2º grau, Funções exponenciais, Funções Logarítmicas, Funções
Trigonométricas, Funções Trigonométricas Inversas.
Bibliografia Básica:
LEITHOLD, W. O Cálculo com Geometria Analítica, Harbra Editora, São Paulo, 1994.
DEMANA, Frankling. Pré-Cálculo – São Paulo: Pearson, 2009.
MUNEM. M. A., FOULIS, D. J. Cálculo 1. São Paulo. Elsevier, 1982.
Bibliografia Complementar:
FLEMMING, D. M. Cálculo A; Funções, Limite, Derivação, Integração. Makron Books,
São Paulo, 1992.
SIMMONS, G. Cálculo com Geometria Analítica, São Paulo. Makron Books, 2007.
THOMAS, G. B. Cálculo, volume 1, Décima edição, Editora Addison-Wesley, 2003.
ÁVILA, G. Introdução ao Cálculo – Rio de Janeiro: LTC, 2010.
LANG, S. Calculo: Livro Técnico, 1972. 1V. 388p.
CONTABILIDADE BÁSICA
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
A função da Contabilidade. Campo de aplicação e usuário da contabilidade.
Especialidades e mercado de trabalho do contador. A representação contábil na
empresa. Os relatórios contábeis. A contabilidade como instrumento de gestão
empresarial. Princípios fundamentais da contabilidade. Estática e dinâmica
patrimonial. Fatos contábeis. Procedimentos contábeis: Contas; Livros Diário e
Razão. Método das partidas dobradas, mecanismo do débito e crédito; lançamentos,
balancete de verificação e apuração de resultado. Balanço Patrimonial e
Demonstração do Resultado estruturados de forma simplificada.
Bibliografia Básica:
RIBEIRO, O. M. Contabilidade Geral Fácil. São Paulo: Saraiva, 2006.
MARION, J. C. Contabilidade Básica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo E. V. Contabilidade Básica. 13. ed. São
Paulo: Frase, 2006.
74
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade. 6. ed. São Paulo:
Editora Atlas, 2011.
CORONADO, Osma. Contabilidade Gerencial Básica. 2. ed. São Paulo: Saraiva,
2012.
FERREIRA, Ricardo. Contabilidade Básica. 10. ed. São Paulo: Editora Ferreira, 2013.
PADOVEZE, Clovis Luis. Manual de Contabilidade Básica. 8. ed. São Paulo: Atlas,
2012.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO
Carga Horária: 30
Crédito: 02
Ementa:
Apresentação do universo da Administração. Vocabulário da área. O panorama do
mercado e o protagonismo do administrador na atualidade.
Bibliografia Básica:
CHIAVENATO, I. Introdução À Teoria Geral da Administração: uma visão abrangente
da moderna administração das organizações. 7º ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à Administração.6º ed. São Paulo; Atlas, 2004.
SOBRAL, F. Administração: Teoria e Prática no Contexto Brasileiro.São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2010.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, R. O. B. de; AMBONI, N. Teoria Geral da Administração: das origens às
perspectivas contemporâneas. São Paulo: Ed. Makron Books, 2007.
CHIAVENATO, I. Comportamento Organizacional: a dinâmica do sucesso das
organizações. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
YAMAGUTI,CelsoLikio; LEAL,Cristine; KHAUAJA,Daniela Motta Romeiro. Gestão de
marcas no contexto brasileiro. 1ª.ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 2008
KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar
mercados. São Paulo: Ediouro, 2009.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: da Revolução Urbana à
Revolução Digital. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
METODOLOGIA CIENTÍFICA
Carga Horária: 30
Crédito: 02
Ementa:
Construção de conhecimento. Os diferentes tipos de pesquisa científica e conceitos
da abordagem qualitativa e quantitativa. Fases da pesquisa científica: definição do
problema, pesquisa, tratamento e redação. Normas de citação e referência. Redação
de texto de escopo científico acadêmico.
75
Bibliografia Básica:
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas,
elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. 3. reimpr. São Paulo: Atlas, 2007.
_____. Fundamentos de Metodologia Científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
CONSTRUINDO o saber metodologia científica fundamentos e técnicas. 24.ed. :
PAPIRUS, 2010. 224p.
Bibliografia Complementar:
AZEREDO, Jose Carlos de. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa: conforme a
nova ortografia. São Paulo: Publifolha, 2009.
PINHEIRO, Roberto Meireles et. al. Pesquisa de Mercado. São Paulo: FGV, 2011.
VIRGILLITO, Salvatore Benito. Pesquisa de Marketing: abordagem quantitativa e
qualitativa. São Paulo: Saraiva, 2010.
YASUDA, Aurora. Pesquisa de Marketing: guia para a prática de pesquisa de
mercado. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
ZILBERKNOP, Lúbia Scliar; MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental: de
acordo com as normas da ABNT. 29. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
FILOSOFIA
Carga Horária: 30
Crédito: 02
Ementa:
Fundamentos Filosóficos. Histórico da Filosofia. Conhecimento. Lógica. Ciência.
Liberdade. Cidadania e Política. Ética.
Bibliografia Básica:
ARANHA, M. L. de A., MARTINS, M. M. P. Filosofando: introdução à filosofia. São
Paulo, Moderna, 2009.
CHAUÍ, M. Convite á filosofia. São Paulo: Ática, 2010.
GAARDER, J. O Mundo de Sofia: romance da história da filosofia. São Paulo: Cia das
Letras, 2000.
Bibliografia Complementar:
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
DIAS, Reinaldo. Manual de Filosofia Política. 1.ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 2012.
336p.
KUNG, Hans. Projeto de Ética Mundial: uma moral ecumênica em vista da
sobrevivência da humanidade. São Paulo: Paulinas, 1998.
BUCKINGHAM, Will; BURNHAM, Douglas. O livro da filosofia. São Paulo: Editora
Globo, 2011.
CAREL, Havi; GAMEZ, David. Filosofia Contemporânea em Ação: Debates
Contemporâneos. Porto Alegre: Penso, 2008.
INTRODUÇÃO À ECONOMIA
76
Carga Horária: 30
Crédito: 02
Ementa:
Fundamentos dos Conceitos Econômicos; Fundamentos Microeconômicos;
Funcionamento do Mercado e Determinação dos Preços; Estrutura de Mercado;
Atividades do Setor Público; Fundamentos Macroeconômicos; Políticas Econômicas e
Objetivos Macroeconômicos; Fundamentos do Sistema Financeiro; Estruturação do
Setor Externo; Crescimento e Desenvolvimento Econômico.
Bibliografia Básica:
CANO, Wilson. Introdução à Economia: uma abordagem crítica. São Paulo: UNESP,
2007.
KRUGMAN, Paul e WELLS, Robin. Introdução à Economia. São Paulo: Campus,
2007.
ROSSETI, José Paschoal. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas. 20o
Edição,2003.
Bibliografia Complementar:
SINGER, Paul. Curso de Introdução à Economia Política. 17.ed. : Forense, 2010.
186p.
MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia. 3 edição. São Paulo:
ThomsonLearning, 2005.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia: micro e macro, 4
edição.São Paulo: Atlas, 2009.
VICECONTI, P. E. V.; NEVES, S. das. Introdução à Economia. São Paulo: Frase,
2002.
SILVA, Adelphino Teixeira, Iniciação À Economia, Atlas, 2011
INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA
Carga Horária: 30
Crédito: 02
Ementa:
Principais conceitos de informática/tecnologia como: sistemas operacionais,
programas aplicativos, software e hardware, estrutura física, componentes de um
computador, software livre, aplicações da computação na área de administração.
Bibliografia Básica:
ALBERTIN, Alberto Luiz. Administração de Informática: Funções e Fatores Críticos de
Sucesso. 6.ed. Atlas, 2009.
CORNACHIONE JR., Edgard B. Informática: Aplicada as Áreas de Contabilidade,
Administração e Economia. 4.ed. Atlas, 2012.
GUERREIRO, E. P. Cidade Digital: Infoinclusão social e tecnologia em rede. SENAC
São Paulo, 2006.
Bibliografia Complementar:
MARÇULA,Marcelo; BeniniFilho,Pio Armando. Informática Conceitos e Aplicações.
4.ed. Sao Paulo: Ltr.Ltda, 2013. 406p.
77
MEIRELES, F.S. Informática novas aplicações com Microcomputadores. São Paulo.
Makron Books. 1994.
MONTEIRO, M. A. Introdução à organização de computadores. Rio de Janeiro: LTC
Editora, 1999.
NORTON, P. Introdução à Informática. São Paulo. Pearson Makron Books. 2004.
VASCONCELLOS, Eduardo. Competitividade e negócios eletrônicos. 1ºed. São
Paulo: Atlas, 2005.
NOÇÕES DE DIREITO
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Ramos do Direito: noções de Direito Constitucional, Penal, de Família e
Administrativo. Licitações e Contratos Administrativos.
Bibliografia Básica:
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
BRASIL. Código Civil. Lei n. 10.406/02.
BRASIL. Lei de Licitações e Contratos Administrativos. Lei n. 8.666 de 21 de junho de
1993.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Lei sobre Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. Lei n. 6.946/1977.
DINIZ, M. H. Curso de Direito Civil Brasileiro. Vol. 1. 13ª ed., São Paulo. Saraiva,
1997.
NASCIMENTO, A. M. Iniciação ao Direito do Trabalho, 29ª edição, São Paulo: LTr,
2003.
SECCO, O.A. Introdução ao Estudo do Direito. Rio de Janeiro. Lumem Júris.2002.
REALE, M. Lições preliminares de Direito. Rio de Janeiro. Saraiva. 2004.
PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
Carga Horária: 30
Crédito: 02
Ementa:
Linguagem, língua e texto. As diversas normas e a adequação discursiva. Tipos de
textos. Estrutura e aspectos do desenvolvimento textual. Coesão e coerência. As
diversas superfícies de leitura. Produção e recepção do texto: processos de síntese,
ampliação, avaliação e reescrita. Prática de estímulo à produção e reflexão sobre o
papel da produção textual no ensino-aprendizagem da língua materna e nos estudos
de diferentes gramáticas
Bibliografia Básica:
BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006.
PIMENTEL, C. A Redação Descomplicada. São Paulo: Saraiva, 2008.
PLATÃO & FIORIN. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2000.
78
Bibliografia Complementar:
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 48.ed. :
Companhia Editora Nacional, 2008. 693p.
CARNEIRO, Agostinho Dias. Redação em Construção. Rio de Janeiro:
Moderna,2001.
CUNHA, Celso e Lindley Cintra. Nova Gramática do Português contemporâneo. 5ª Ed.
Rio de Janeiro: Lexikon, 2008.
HOUAISS, A. Dicionário da Língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
KOCK, Ingedore Villaça. O texto e a construção dos sentidos. 3. ed. São Paulo:
Contexto, 2002
SOCIOLOGIA APLICADA À ADMINISTRAÇÃO
Carga Horária: 30
Crédito: 02
Ementa:
Sociologia como Ciência. Cultura organizacional. Trabalho e sociedade. Organização
social e organização do trabalho. Organizações. Mudanças.
Bibliografia Básica:
PICCININI, Valmiria Carolina; ALMEIDA, Marilia Lemos de; OLIVEIRA, Sidinei Rocha
de. Sociologia e Administração: Relações Sociais nas Organizações. Campus, 2010
DIAS, R. Sociologia das Organizações. São Paulo: Atlas, 2008.
LAKATOS, E. M. Sociologia da Administração. São Paulo: Atlas, 2007
Bibliografia Complementar:
BAUMAN, Zygmunt. Aprendendo a pensar com a Sociologia. Jorge Zahar Editor,
2010.
CHARON, J. M. Sociologia. São Paulo: Saraiva, 2004.
COSTA, M. C. C. Sociologia: introdução da sociedade. São Paulo: Moderna, 2000.
MILLS, C. Wright. Sobre o artesanato intelectual e outros ensaios. Jorge Zahar, 2009
OLIVEIRA, S. L. de. Sociologia das organizações; uma análise do homem e das
empresas no mundo competitivo. São Paulo: Pioneira, 1999.
2º PERÍODO
ANTROPOLOGIA
Carga Horária: 30
Crédito: 02
Ementa:
Antropologia no contexto das Ciências Sociais. Cultura dentro de uma perspectiva
antropológica. A problemática cultural. Os métodos e técnicas de pesquisa em
antropologia. Os processos da dinâmica social.
79
Bibliografia Básica:
LAPILANTINE, F. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2001.
DA MATTA, R. Relativizando: uma introdução a Antropologia Social. Rio de Janeiro:
Rocco, 2000.
LARAIA, R. de B. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.
Bibliografia Complementar:
ARDUINI. Juvenal. Antropologia, ousar para reinventar a humanidade. Ed. Paulus.
LINTON, Ralph. O homem uma introdução a antropologia. : Martins Fontes, 2000.
470p.
PEIRANO, Mariza. A Teoria Vivida: E Outros Ensaios de Antropologia. Zahar, 2006.
WARNIER, Jean Pierre. Etnologia antropologia: Petrópolis: Vozes, 1999. 469 p.
DURKHEIM, Emile. Lições de sociologia: Martins Fontes, 2002. 304 p.
CÁLCULO APLICADO À ADMINISTRAÇÃO
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Álgebra; Equações; Inequações; Logaritmos; Noções de Matemática Financeira;
Progressão Aritmética e Progressão Geométrica; Aplicações com Funções de 1º
Grau, 2º Grau e Exponencial.
Bibliografia Básica
DEMANA, Frankling. Pré-Cálculo. São Paulo: Pearson, 2009.
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática: Para os cursos de Economia,
Administração e Ciências Contábeis. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
STEWART, J. Cálculo, volume 1. 6ª ed. São Paulo. Cengage Learning. 2010.
Bibliografia Complementar:
ÁVILA, Geraldo. Cálculo 1: Funções de uma variável. 7ª edição, Rio de Janeiro, LTC,
2003.
BIANCHINI, E. , PACCOLA, H. Curso de Matemática. São Paulo. Ed. Moderna, 2004.
FLEMMING, D. M., GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e
integração. São Paulo: Makron. 2007.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. V 1 São Paulo: Harbra, 1994.
THOMAS, G. B. Cálculo, volume 1, Décima edição, Editora Addison-Wesley, 2003.
CONTABILIDADE GERENCIAL
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Conhecimento do ambiente no qual se insere o negócio para a análise das
demonstrações financeiras por meio dos mecanismos existentes, mostrando que os
índices têm importâncias diferentes entre os diferentes setores e segmentos de
negócios. Abordagem do conteúdo: Aplicação prática das principais ferramentas e
80
técnicas de análise, estimulando a visão crítica e a exposição de ideias.
Conhecimentos de outras disciplinas: Conhecimentos de Contabilidade Introdutória e
Intermediária e noções sobre ambiente de negócio.
Bibliografia Básica:
COSTA, Rodrigo Simão da. Práticas de Contabilidade Gerencial. Senac, 2011.
GARRISON, Ray H.; NOREEN, Eric W.; BREWER, Peter C. ContabilidadeGerencial.
14.ed. Mcgraw Hill, 2013
MARION, J. C. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial. 4.
ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar:
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Atlas, 2010.
IUDÍCIBUS, S. de. Analise de balanços: livro de exercícios. Colaboração de José
Carlos Marion. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
MATARAZZO, D. C. Análise financeira de balanços. Colaboração de Armando
Oliveira Pestana. São Paulo: Atlas, 1985.
REIS, Arnaldo. Demonstrações contábeis. São Paulo: Saraiva, 2003.
SILVA, Jose Pereira da. Gestão e análise de risco de crédito. São Paulo: Atlas, 2008.
RELIGIÃO E CULTURA
Carga Horária: 30
Crédito: 02
Ementa:
Conhecimento religioso. Religiões com origem na índia. Religiões do extremo oriente.
Religiões africanas. Monoteísmo. Novas Religiões e novas perspectivas. Ética como
fruto das religiões. As religiões no Brasil. O Cristianismo como paradigma do
pensamento e conduta ocidental.
Bibliografia Básica:
ALVES, R. O Que é Religião. 9. ed. São Paulo: LOYOLA, 2008.
BINGEMER, M. C. L. (org.). Violência e religião: cristianismo, islamismo, judaísmo:
três religiões em confronto e diálogo. PUC/Rio: Rio de Janeiro, São Paulo: Loyola,
2001.
GAARDER, J. O Livro das Religiões. São Paulo: CIA DAS LETRAS, 2000.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, C. R. S. O Humano: Lugar do Sagrado. São Paulo: Olho D’Água, 1995.
ARMSTRONG, K. Em nome de Deus: o fundamentalismo no judaísmo, no
cristianismo e no islamismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
MENSES, Paulo. Hegel, a moralidade e a religião. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.
182 p
GEERTZ, C. A interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
SANTOS, Maria Clara Luchetti dos (org). Violência e religião : cristianismo
islamismo, judaísmo : três religiões em confronto e diálogo: PUC-Rio, 2001.296 p.
81
DIREITO EMPRESARIAL E TRIBUTÁRIO
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Fundamentos do direito empresarial. Formalização da atividade empresarial. Títulos
de créditos. Introdução ao estudo da recuperação judicial, falência e da recuperação
extrajudicial.
Bibliografia Básica:
KUYVEN, Luiz Fernando Martins. Temas Essenciais de Direito Empresarial. Saraiva,
2010.
MARTINS, Alan; Scardoelli, Dimas Yamada. Direito Tributário: Rápido e Didático Para
Estudos e Revisões. JH Mizuno, 2012.
MENDONÇA, Jacy de Souza. Introdução ao Estudo do Direito. 3ª Ed. São Paulo:
Rideel, 2010.
Bibliografia Complementar:
ALEXANDRE, Ricardo. Direito Tributário Esquematizado. 7.ed. São Paulo: Método,
2013.
RAMOS, André Luiz Santa Cruz. Direito Empresarial Esquematizado. 3.ed. São
Paulo: Método, 2013.
SARAIVA, Ed. Código Tributário Nacional e Constituição Federal. 39ª Ed. São Paulo:
Saraiva, 2010.
SARAIVA, Ed. Código Comercial e Constituição Federal. 55ª Ed. São Paulo: Saraiva,
2010.
SARAIVA, Ed. Código Civil e Constituição Federal. 61ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Empreendedorismo e características de empreendedor. Importância do
empreendedorismo para o desenvolvimento econômico. O empreendedorismo como
gerador de inovações. Empreendedorismo corporativo. Conceitos e classificação de
inovação: inovação radical, incremental, aberta. Transformação de ideias em projetos.
Metodologias de projeto e modelo de negócio. Etapas de projeto no desenvolvimento
de produtos e serviços. Propriedade industrial. Estratégias de cópia. Instrumentos
criativos: a criatividade não está (e não deve ser) condicionada a insights.
Bibliografia Básica:
CORAL, Eliza; OGLIARI, André; ABREU, Aline França de (Orgs.). Gestão integrada
da inovação: estratégia, organização e desenvolvimento de produtos. 1. ed. 2. impr.
São Paulo: Atlas, 2009.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: Transformando Ideias Em
Negócios. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves. Business Model Generation: Inovação
em modelos de negócios: um manual para visionários, inovadores e revolucionários.
Rio de Janeiro: Alta Books, 2011.
82
Bibliografia Complementar:
BERNARDI,LuizAntonio. Manual de Empreendedorismo e Gestão: fundamentos,
estratégias e dinâmicas.São Paulo: Atlas, 2003.
BESSANT, John. Inovação e Empreendedorismo. São Paulo: Bookman, 2009.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo. 2. ed. 2. impr. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008.
FINOCCHIO JUNIOR, José. Project ModelCanvas: gerenciamento de projetos sem
burocracia. Campus, 2013
VIANNA, Maurício; ADLER, Isabel K.; VIANNA, Ysmar. Design Thinking: inovação em
negócios. São Paulo: Mjv Press, 2012. (E-BOOK GRATUITO)
TÉCNICA DE ORATÓRIA
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Fundamentos da Oratória. Como otimizar o discurso em atividades profissionais.
Palestra, orador e auditório. Como utilizar os recursos audiovisuais.
Bibliografia Básica:
REYNOLDS, Garr. Apresentação Zen: Ideias Simples de Como Criar e Executar
Apresentações Vencedoras. 2.ed. Alta Books, 2010.
POLITO, Reinaldo. Assim é que se fala: como organizar e transmitir ideias. 28.ed.
São Paulo: Saraiva, 2006.
______. Superdicas Para Falar Bem em Conversas e Apresentações. 2.ed. Saraiva,
2011.
Bibliografia Complementar:
PEREIRA, Claudia Barbosa. Oratória no Direito: Freitas Bastos, 2005. 78 p.
BRASSI, Sérgio. Comunicação verbal. São Paulo: Madras, s-d.
DOUGLAS, William; CUNHA, Rogério Sanches; SPINA, Ana Lúcia. Como Falar Bem
Em Público. 4.ed. Impetus, 2013.
POLITO, Reinaldo. O que a vida me ensinou - Ninguém é tão bom que não possa
melhorar. São Paulo: Saraiva, 2010.
DOUGLAS, Willian. Leitura dinâmica - Como modificar a velocidade a compreensão e
a retenção da leitura. São Paulo: Campus, 2006.
TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Administração Científica. Teoria Clássica. Teoria das Relações Humanas.
Estruturalismo.
Teoria
Geral
dos
Sistemas.
Abordagem
Neoclássica.
Desenvolvimento Organizacional. Novas abordagens: qualidade total, reengenharia,
gestão de processos.
Bibliografia Básica:
83
ANDRADE, R. O. B. de; AMBONI, N. Teoria Geral da Administração: das origens às
perspectivas contemporâneas. São Paulo: Ed. Makron Books, 2007.
CHIAVENATO, I. Introdução À Teoria Geral da Administração: uma visão abrangente
da moderna administração das organizações. 7º ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria Geral da Administração: da Revolução
Urbana à Revolução Digital. 6º ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Bibliografia Complementar:
GHEMAWAT, P. A Estratégia e o cenário dos negócios: textos e casos. Porto Alegre:
Bookman, 2000.
KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Education,
2012.
MINTZBERG, H. Criando organizações eficazes. São Paulo, Atlas, 2003.
MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à Administração. 6º ed. São Paulo: Atlas, 2004.
SOBRAL, F. Administração: Teoria e Prática no Contexto Brasileiro. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2010.
TEORIA MACROECONÔMICA
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
A Compreensão da Economia. Os Recursos Econômicos e o Processo de Produção.
Teoria Elementar do Funcionamento do Mercado. Estruturas de Mercado. Medidas da
Atividade Econômica. Políticas Macroeconômicas.
Bibliografia Básica:
KRUGMAN, P. & WELLS, R. Introdução à Economia. São Paulo: Campus, 2007.
PINHO, Diva Benevides; VASCONSELLOS, Marco Antonio S. de; TOLEDO JR.,
Rudinei (Coord.). Manual de Economia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
TEBCHIRANI, Flávio Ribas. Princípios de Economia Micro e Macro. Ibpex, 2008.
Bibliografia Complementar:
BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. Prentice Hall, 2006.
MANKIW, Gregory N. Introdução a Economia. 3.ed. São Paulo: Cengange Learning,
2005.
_____. Macroeconomia. 7.ed. LTC, 2010.
NEVES,Silvério das. Introdução á economia: Rio de Janeiro: Saraiva, 2012. 555 p.
ROSSETI, J. P. Introdução à Economia. 20.ed. São Paulo: Atlas, 2003.
3º PERÍODO
COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
84
O processo de comunicação e técnicas avançadas. Requisitos e desenvolvimento de
uma comunicação eficaz. Decisão sobre o mix de comunicação de marketing
(ferramentas, fatores e mensuração). Gerenciamento e coordenação de comunicação
integrada em nível institucional.
Bibliografia Básica:
BARSAN, Paulo Roberto. Ética e cidadania organizacional: guia prático e didático.
Érica, 2012.
CRESCITELLI, Edson; BARRETO, Iná Futino. Marketing de Relacionamento. São
Paulo: Pearson, 2013.
GULLO, José; PINHEIRO, Duda. Comunicação Integrada de Marketing. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 2013.
Bibliografia Complementar:
COHEN, A. R; FINK, S. L. Comportamento Organizacional: conceitos e estudos de
casos. Campus, 2003.
MARTINUZZO, José Antonio. Seis questões fundamentais da comunicação
organizacional estratégica em rede. Muad, 2013.
LUPETTI, Marcelia. Gestão Estratégica da Comunicação Mercadológica:
Planejamento. 2. ed. São Paulo: Thomson, 2012.
RICCELLI, Patrícia Galante de Sá. Comunicação integrada de marketing. São Paulo:
FGV, 2010.
SHIMP, Terence A.; CRESCITELLI, Edson. Comunicação de Marketing: integrando
propaganda, promoção e outras formas de divulgação. São Paulo: Cengage Learning,
2012.
CONTABILIDADE DE CUSTO
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Introdução à contabilidade de custos. Classificações e nomenclaturas de custos.
Esquema básico da contabilidade de custos. Departamentalização. Custos diretos de
produção: materiais diretos (controle e valoração) e mão-de-obra direta (controle e
valoração). Custos indiretos de fabricação: critérios de rateio. Contabilização dos
custos de produção, o custo do produto vendido e a demonstração de resultado.
Aplicação dos custos indiretos de fabricação. Custeio por Absorção. Custeio Variável
(contabilização).
Bibliografia Básica:
ASSEF, Roberto. Guia prático de formação de preços: aspectos mercadológicos,
tributários, e financeiros para pequenas e médias empresas. 3. ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2006.
BERNARDI, Luís Antonio. Manual de formação de preços: políticas, estratégias e
fundamentos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
PEREZ Jr., J. H. et al. Contabilidade de custos para não contadores. 4.ed. São Paulo:
Atlas.2009.
Bibliografia Complementar:
85
BORNIA, Antonio Cezar. Análise Gerencial de Custos: aplicação em empresas
modernas. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARTINS, E. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2006.
PEREZ Jr., J. H. et al. Gestão estratégica de custos. São Paulo: Atlas, 2008.
MEGLIORINI, Evandir. Custos: análise e gestão. 3. ed. São Paulo: Prentice Hall,
2011.
WERNKE, Rodney. Análise de Custos e Preços de Vendas: ênfase em aplicações e
casos nacionais. São Paulo: Saraiva, 2005.
DIREITO DO TRABALHO E PREVIDENCIÁRIO
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Fontes do Direito do Trabalho. A figura jurídica do empregado e do empregador.
Jornada de trabalho. Férias individuais e coletivas. Remuneração e salário. Contrato
de Trabalho. Aviso Prévio. Rescisão contratual. Fundo de Garantia do Tempo de
Serviço. Previdência social e Sistema Previdenciário Brasileiro. Beneficiários da
Previdência Social Urbana. Empresa e custeio da Previdência Social Urbana. Sistema
Previdenciário especial. Previdência Privada.
Bibliografia Básica:
BARROS, A. M. Curso de Direito do Trabalho. 6 Ed. São Paulo: LTR, 2010.
FILHO, Evaristo de Morais. Introdução ao Direito do Trabalho. 10. Ed. São Paulo:
LTR, 2010.
LAZZARI, João Batista et. Manual de Direito Previdenciário. 15. Ed. São Paulo:
Forense, 2013.
Bibliografia Complementar:
MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional, 24 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
IBRAHIM, Fabio Zambitte. Curso de Direito Previdenciário: Impetus Editora, 2013. 942
p
ROMAR, Carla Teresa Martins. Direito do Trabalho Esquematizado. 1.ed. São Paulo:
Saraiva, 2013.
SAAD, Ed. G. CLT – Comentada. 43 Ed. São Paulo: LTR, 2010.
SANTOS, Marisa Ferreira dos. Direito Previdenciário Esquematizado. 3.ed. São
Paulo: Saraiva, 2013.
GESTÃO ORGANIZACIONAL
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Comportamento organizacional. Cultura organizacional. Organizações de
aprendizagem e conhecimento corporativo. Mudança e desenvolvimento
organizacional. Administração da tecnologia e da inovação.
Bibliografia Básica:
86
CHIAVENATO, I. Comportamento Organizacional: a dinâmica do sucesso das
organizações. 2.ed. Rio de janeiro: Elsevier, 2005.
COLELLA, Adrienne; HITT, Michael A. Comportamento Organizacional. 3. ed. São
Paulo: LTC, 2013.
MENDONÇA, Márcia Furtado de; NOVO, Damáris Vieira; CARVALHO, Rosangela de.
Gestão e liderança. São Paulo: FGV. 2011.
Bibliografia Complementar:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2009.
YAMAGUTI, Celso Likio; LEAL, Cristine; KHAUAJA, Daniela Motta Romeiro. Gestão
de marcas no contexto brasileiro. 1ª.ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 2008
CORAL, Eliza; OGLIARI, André; ABREU, Aline França de (Orgs.). Gestão integrada
da inovação: estratégia, organização e desenvolvimento de produtos. 1. ed. 2. impr.
São Paulo: Atlas, 2009.
LUPETTI, Marcelia. Gestão Estratégica da Comunicação Mercadológica:
Planejamento. 2. ed. São Paulo: Thomson, 2012.
WOOD, T. Jr. Gestão Empresarial: O Fator Humano. São Paulo: Atlas, 2007.Fgv,
2011.
LABORATÓRIO DE EMPREENDEDORISMO I
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Empreendedorismo corporativo. Organizando e dimensionando a força de vendas.
Técnicas e fases da venda e distribuição. Processos de gestão dos canais de vendas.
Conflitos e fundamentos de negociação. Relação com o público e propaganda:
desenvolvimento e gerenciamento de uma campanha (objetivos, orçamento e
mensagem). Decisão sobre a mídia e avaliação de sua eficácia. Análise da
concorrência. Promoção de vendas.
Bibliografia Básica:
BARFOOT, Caroline. Fundamentos de Publicidade Criativa. São Paulo: Bookman,
2010.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo. 2. ed. 2. impr. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008.
SCOTT, David. As novas regras do marketing e de relações públicas. Rio de Janeiro:
Campus, 2011.
Bibliografia Complementar:
FIGUEIREDO, Celso. Turbine o seu negócio: propaganda para a pequena empresa.
São Paulo: Cengage Learning, 2010.
BESSANT, John. Inovação e empreendedorismo. São Paulo: Bookman, 2009.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: Transformando Ideias Em
Negócios. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
KIM, W. Chan; MAUBORGNE, Renée. A Estratégia do Oceano Azul: como criar
novos mercados e tornar a concorrência irrelevante. 13. ed. Rio de Janeiro: Campus,
2012.
87
ROCHA JÚNIOR, Ismael et. al. Propaganda: teoria, técnica e prática. 8.ed. São
Paulo: Thomson Pioneira, 2009.
MATEMÁTICA FINANCEIRA
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Juros simples e composto. Equivalência de taxas. Equivalência de capitais.
Descontos simples e compostos.
Bibliografia Básica:
ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. São Paulo: Atlas, 2008.
PUCCINI, A. de L. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 7.ed. São Paulo:
Saraiva, 2010.
SAMANEZ, C. P. Matemática financeira. São Paulo: Makron, 2010
Bibliografia Complementar:
FARIA, R. W. G. Matemática comercial e financeira. São Paulo: McGraw, 2007.
GITMAN, L. J. Princípios de administração financeira. Rio de Janeiro: Harbra, 2007.
GROPPELLI, A.A; NIKBAKHT, E. Administração financeira. 3.ed. São Paulo: Saraiva,
2010.
MATIAS, Rogério. Cálculo financeiro: casos reais resolvidos e explicados. Escolar,
2008.
_____. Cálculo financeiro: exercícios resolvidos e explicados. Escolar, 2008.
SUSTENTABILIDADE SÓCIO AMBIENTAL
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Desenvolvimento
sustentável.
Responsabilidade
social.
Indicadores
de
responsabilidade social. A variável ecológica no ambiente dos negócios.. Sistema de
gestão ambiental e certificações.
Bibliografia Básica:
BARBIERI, J.C. Gestão ambiental empresarial. Conceitos, modelos e instrumentos. 2
ed. São Paulo: Saraiva, 2007
DIAS, R. Gestão ambiental e responsabilidade social e sustentabilidade. São Paulo:
Atlas, 2008.
TACHIZA, T. Gestão ambiental e responsabilidade corporativa. São Paulo: Atlas,
2008.
Bibliografia Complementar:
AGLIGLERI. Liian. Gestão Socio Ambiental. SãoPaulo. São Paulo.Atlas.2009.
ALBUQUERQUE. José de Lima. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social. São
Paulo:Atlas.2009.
88
DONAIRE, Denis. Gestão Ambiental na Empresa. São Paulo: Atlas.1999.
NASCIMENTO, L. Fl.; LEMOS, A. D. C.; MELLO, M. C. A. Gestão socioambiental
estratégica. Porto Alegre: Bookman, 2008
OLIVEIRA, M. A. L. SA 8000 – o modelo ISO 9000 aplicado à responsabilidade social.
Rio de Janeiro: Qualitymark, 2008.
TEORIA MICRO ECONÔMICA
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
A teoria microeconômica. Os mecanismos de mercado e a formação dos preços. A
teoria do consumidor. A teoria da firma. As estruturas de mercado.
Bibliografia Básica:
CABRAL, A. S. Microeconomia: uma visão integrada para empreendedores. São
Paulo: Saraiva, 2008.
PINDYCK, R.; RUBINFELD, D. L. Microeconomia. São Paulo: Makron, 2007.
VASCONCELLOS, M. A. S. de; OLIVEIRA, R. G. Manual de microeconomia. São
Paulo: Atlas, 2008.
Bibliografia Complementar:
KRUGMAN, P. & WELLS, R. Introdução à Economia. São Paulo: Campus, 2007.
MANKIW, Gregory N. Introdução a Economia. 3.ed. São Paulo: Cengange Learning,
2005.
MENDES, J.T. Economia fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson, 2005.
PINHO, Diva Benevides; VASCONSELLOS, Marco Antonio S. de; TOLEDO JR.,
Rudinei (Coord.). Manual de Economia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
TEBCHIRANI, Flávio Ribas. Princípios de Economia Micro e Macro. Ibpex, 2008.
4º PERÍODO
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Conceitos financeiros. Análise de investimento. Decisões de investimento. Risco e
retorno.
Bibliografia Básica:
GITMAN, Lawrence. J. Princípios de Administração Financeira. 12.ed. São Paulo:
Pearson Education, 2010.
MATARAZZO, D. C. Análise Financeira de Balanços. 7ª ed.. São Paulo: Atlas, 2008.
SANVICENTE, A. Z. Administração Financeira de Empresas. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2007.
89
Bibliografia Complementar:
ASSAF NETO, Alexandre; LIMA, Fabiano Guasti. Curso de Administração Financeira.
2.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
BORDEAUX-REGO, Ricardo et al. Viabilidade econômico-financeira de projetos. 3.ed.
FGV, 2010.
LEMES JÚNIOR, Antônio Barbosa; RIGO, Cláudio Miessa; CHEROBIM, Ana Paula
Mussi Szabo. Administração Financeira: princípios, Fundamentos e Práticas
Brasileiras. 3.ed. Campus, 2010.
SANTOS, Edno Oliveira. Administração Financeira da Pequena e Média Empresa.
2.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MEGGINSON,C. Leon. Administração: Harbra, 1998. 613 p.
COMPORTAMENTO HUMANO NAS ORGANIZAÇÕES
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
O indivíduo na organização. A questão do poder nas organizações, relações
interpessoais, frustrações, administração de conflitos e inteligência emocional.
Comportamento Humano nas Organizações; Psicologia Social na Empresa;
Socialização e Aprendizagem Social.
Bibliografia Básica:
CHIAVENATO, Idalberto. Comportamento organizacional a dinâmica do sucesso
das organizações: Rio de Janeiro: Campus, 2005. 539 p.
COHEN, A. R; FINK, S. L. Comportamento Organizacional: conceitos e estudos de
casos. Campus, 2003.
WAGNER, J. A; HOLLENBECK, J. R. Comportamento Organizacional: criando
vantagem competitiva. 2.ed. Saraiva, 2009.
Bibliografia Complementar:
CAMARGO, Pedro. Comportamento do Consumidor: biologia, anatomia e fisiologia do
consumo. São Paulo: Novo Conceito, 2010.
_____. Neuromarketing: a nova pesquisa de comportamento do consumidor. São
Paulo: Atlas, 2013.
DUBRIN, Andrew J. Fundamentos do Comportamento organizacional. São Paulo:
Thomson, 2003
OLIVEIRA, Marco Antônio. Comportamento organizacional para a gestão de pessoas:
como agem as empresas e seus gestores. Saraiva, 2010.
ROBBINS, Stephen P. Fundamentos do Comportamento Organizacional. 7.ed. São
Paulo: Prentice Hall, 2004.
GESTÃO DA INFORMAÇÃO
Carga Horária: 45
Ementa:
Crédito: 03
90
A era da informação: conceito de sistema e de informação. A importância estratégica
da informação para a empresa. Metodologia de desenvolvimento de sistemas de
informação. Tecnologias de informação e de comunicação, e empresas virtuais.
Estudo de casos práticos.
Bibliografia Básica:
LAUDON, Kenneth c.. Sistemas de informação gerenciais: Rio de Janeiro: Prentice
Hall, 2007. 452 p.
REIS, Dalcio Roberto dos. Gestão da inovação tecnológica: Barueri: Manole ltda.,
2008. 206 p .
ARAUJO, Luis Cesar G. de . Organização Sistema e Métodos. São Paulo: Atlas,
2008.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, Mário de Souza; FREITAS, Claudia Regina; SOUZA, Irineu Manoel de.
Gestão do conhecimento para tomada de decisão. Atlas, 2011.
CAMPOS, Andre. Sistema de segurança da informação. São Paulo: Visualbooks,
2007. 218p.
O’ BRIEN, James A.Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da
internet: Rio de Janeiro: Saraiva, 2004. 431 p.
FOINA, Paulo Rogério. Tecnologia de informação planejamento e gestão: São Paulo:
Atlas, 2009. 339 p.
ALBERTIN, Alberto Luiz. Tecnologia de informação e desempenho empresarial: São
Paulo: Atlas, 2009. 167p
Souza, S.R.S. ; SOUZA, P. S. L. ; Vergilio, S.R. . Teste de programas concorrentes.
In: Marcio Eduardo Delamaro; José Carlos Maldonado; Mario Jino. (Org.). Introdução
ao Teste de Software. 1ed. São Paulo: Elsevier Editora Ltda, 2007, V.1, p.231-250.
GESTÃO DE MARKETING I
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Definições de Marketing, conceitos, aplicações e funções. Administração e Gestão
aplicados ao Marketing. Marketing nos níveis estratégico, tático e operacional.
Bibliografia Básica:
ARMSTRONG, Gary e KOTLER, Philip. Princípios de Marketing. 12. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2008.
DIAS, Sérgio Roberto. Gestão de Marketing. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2007.
KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Education,
2012.
Bibliografia Complementar:
COBRA, Marcos. Marketing Básico: Uma perspectiva brasileira. 04º ed São Paulo:
Atlas, 1997.
GIOIA, Ricardo M. Fundamentos do Marketing: conceitos básicos. São Paulo:
Saraiva, 2010.
KOTLER, Philip. Marketing 3.0: as forças que estão definindo o novo marketing
centrado no ser humano. Rio de Janeiro: Campus, 2010.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceito, exercícios e casos. 6º ed.São
Paulo: Atlas, 2002.
91
PINHEIRO, Duda; GULLO, José. Fundamentos de Marketing: suporte às estratégias
de negócios das empresas. São Paulo: Altas, 2011.
GESTÃO DE PESSOAS I
Carga Humana: 45
Créditos: 03
Ementa:
Gestão de pessoas. Novos padrões na gestão de pessoas. Seleção, avaliação e
recrutamento de pessoas.
Bibliografia Básica:
ANDERS, George. Você é bom o suficiente para pertencer à esta equipe? Como
identificar talentos e fazê-los brilhar no trabalho. Campus, 2013.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2009.
CASHMAN, Kevin. Liderança autêntica. São Paulo : Mbooks do Brasil. 2011
Bibliografia Complementar:
PONTES, Benedito Rodrigues. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal.
6.ed. LTr, 2010.
CHARAN, Ram ; DROTTER, Stephen J. Pipeline de liderança: desenvolvimento de
líderes como diferencial competitivo. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2013.
COLELLA, Adrienne; HITT, Michael A. Comportamento organizacional. 3. ed. São
Paulo: LTC, 2013.
LYONS, Laurence S.; GOSDSMITH, Marshall; MCARTHU, Sarah. Coaching: o
exercício da liderança. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012.
MENDONÇA, Márcia Furtado de; NOVO, Damáris Vieira; CARVALHO, Rosangela de.
Gestão e liderança. São Paulo: Fgv, 2011.CASHMAN, Kevin. Liderança autêntica.
São Paulo : Mbooks do Brasil. 2011
LABORATÓRIO DE EMPREENDEDORISMO II
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Processo de desenvolvimento de produto e serviço. Processo de desenvolvimento de
marcas. Processo de desenvolvimento de embalagens. Propriedade industrial (marca
e patente). Processo de desenvolvimento de estratégias para criação de valor.
Bibliografia Básica:
CORAL, Eliza; OGLIARI, André; ABREU, Aline França de (Orgs.). Gestão integrada
da inovação: estratégia, organização e desenvolvimento de produtos. 1. ed. 2. impr.
São Paulo: Atlas, 2009.
BORJA DE MOZOTA, Brigitte. Gestão do Design: Usando o design para construir
valor de marca e inovação corporativa. São Paulo: Bookman, 2011.
WHEELER, Alina. Design de identidade da marca. São Paulo: Bookman, 2012.
92
Bibliografia Complementar:
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: Transformando Ideias Em
Negócios. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
_____. Empreendedorismo corporativo. 2. ed. 2. impr. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
FINOCCHIO JUNIOR, José. Project ModelCanvas: gerenciamento de projetos sem
burocracia. Campus, 2013.
SERRALVO, Francisco Antonio. Gestão de Marcas no contexto brasileiro. São Paulo:
Saraiva, 2008.
YAMAGUTI,CelsoLikio; LEAL,Cristine; KHAUAJA,Daniela Motta Romeiro. Gestão de
marcas no contexto brasileiro. 1ª.ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 2008
MODELAGEM ORGANIZACIONAL
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Amplitude de ação da função OSM, estrutura organizacional, gráficos de organização,
processos administrativos, gráficos de fluxo, ferramentas da qualidade Estudo e
análise do trabalho, estudo dos tempos e movimentos, veículos de informação,
adequação do ambiente físico, processo organizador.
Bibliografia Básica:
ARAÚJO, L. C. G. de. Organização, sistemas e métodos e as tecnologias de gestão
organizacional. São Paulo: Atlas, 2010.
CURY, A. Organização e métodos: uma visão holística. São Paulo: Atlas, 2007.
GUERRINI, Fábio Müller et. al. Modelagem da organização: uma visão integrada.
Bookman, 2013.
Bibliografia Complementar:
CUKIERMAN, Zigmundo Salomão. O modelo PERT/CPM aplicado a projetos:
planejamento para o futuro. Rio de Janeiro: Reichmann& Affonso, 2009.
CRUZ, Tadeu. Sistemas, métodos e processos: administrando organizações por meio
de processos de negócio. São Paulo: Atlas, 2005.
OLIVEIRA, D. de P. R. de. Sistemas, organizações e métodos: uma abordagem
gerencial. São Paulo: Atlas, 2005.
PEZZULO, Susan. Desenvolvendo sua organização. SENAC, 2006.
TORRES, Alexandre. Gestão Estratégica: conceitos e casos. Atlas, 2013.
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Conceitos fundamentais. Estatística descritiva. Medidas de tendência central e
dispersão. Correlação e regressão. Probabilidade. Distribuição binomial, poisson,
93
hipergeométrica e normal. Amostragem. Estimativa de parâmetros. Controle
Estatístico de qualidade.
Bibliografia Básica:
CRESPO, A. A. Estatística Fácil. São Paulo. Saraiva: 2002.
FONSECA, J. S., MARTINS, G. de A. Curso de estatística. 6.ed. São Paulo: Atlas,
2006.
MARTINS, G. A. Princípios de Estatística. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Bibliografia Complementar:
LOESCH, Cláudio. Probabilidade e estatística. LTC, 2012.
OLIVEIRA, Francisco Estevam Martins de. Estatística e probabilidade exercícios
resolvidos exercícios propostos: São Paulo: Atlas, 2007. 221 p
VIEIRA, Sonia. Estatística básica. Cengage Learning, 2012.
SPIEGEL, M. Estatística. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 2006.
TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. Rio de Janeiro: LTC, 2008
5º PERÍODO
ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E FINANCEIRAS
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Análise de balanços. Análise da estrutura patrimonial e de resultados. Análise da
solidez financeira. Indicadores de velocidade. Análise da situação econômica.
Alavancagem Financeira. Índices Tradicionais de Balanço.
Bibliografia Básica:
GITMAN, Lawrence. J. Princípios de administração financeira. 12.ed. São Paulo:
Pearson Education, 2010.
MATARAZZO, C. Dante. Análise financeira de balanços: abordagem básica e
gerencial. 7.ed. São Paulo: Atlas. 2010.
MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade
empresarial. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar:
IUDICIBUS, Sergio de. Análise de Balanços: São Paulo: Atlas, 2012. 254 p.
BRUNI, Adriano Leal. Análise contábil e financeira. 1.ed. São Paulo: Atlas, 2010. vol.
4.
LINS, Luiz dos Santos; FILHO, José Francisco. Fundamentos e análise das
demonstrações contábeis: uma abordagem interativa. Atlas, 2012.
ATKINSON , ANTHONY A. ...et al. Contabilidade gerencial: São Paulo: Atlas, 2011.
812 p.
SILVA, Alexandre Alcântara da. Estrutura, análise e interpretação das demonstrações
contábeis. Atlas, 2012.
94
COMÉRCIO EXTERIOR
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Estudo da internacionalização econômica. Áreas de exportação e importação. Regras
e usos a serem observados rigorosamente pelo exportador. Análise da empresa para
exportar. Análise das vantagens na exportação. Possibilidades da empresa e
planejamento empresarial na exportação. Roteiro básico de exportação. Regras e
usos a serem observados rigorosamente pelo importador. Análise da empresa para
importar.
Bibliografia Básica:
DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar. Comércio exterior: teoria e gestão. 3.ed.
Atlas, 2012.
FARO, Ricardo; FARO, Fátima. Curso de comércio exterior: visão e experiência
brasileira. Atlas, 2012.
SOUSA, José Meireles de. Fundamentos do comércio internacional. Saraiva, 2009.
Bibliografia Complementar:
ARRAES, Virgílio; GEHRE, Thiago. Introdução ao estudo das relações internacionais.
Saraiva, 2013.
GARCIA, Luis Martins. Exportar: rotinas e procedimentos, incentivos e formação de
preços. 9.ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007.
MAIA, Jayme de Mariz. Economia internacional e comércio exterior. 11.ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
SEGRE, German. Manual prático de comércio exterior. São Paulo: Atlas, 2006.
SEITENFUS, Ricardo. Relações internacionais. 2.ed. Manole, 2013.
COMPORTAMENTO ÉTICO E PROFISSIONAL
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Ética empresarial. Morais brasileiras. Morais empresariais. Poder da administração
ética. Responsabilidade social da empresa. Código de Ética Profissional do
Administrador
Bibliografia Básica:
GOMES DE SOUZA, Adriana. Responsabilidade social empresarial: ética ou
marketing. São Paulo: Synergia Editora, 2011.
BUARQUE, Cristovam.
A revolução nas prioridades da modernidade técnica
modernidade ética: Paz e Terra, 1994. 132 p.
CALIL, J. F. Ética, responsabilidade social e governança corporativa. 2. ed. São
Paulo: Alinea, 2010.
Bibliografia Complementar:
95
SUNG, Jung Mo. Conversando sobre ética e sociedade. Petrópolis: Vozes, 1995.
117p.
DAHLSTROM, Robert. Gerenciamento de marketing verde. São Paulo: Cengage
Learning, 2011.
DIAS, Reinaldo. Marketing ambiental: ética, responsabilidade social e competitividade
nos negócios. São Paulo: Atlas, 2007.
OTTMAN, Jacquelyn A. As novas regras do marketing verde: estratégias, ferramentas
e inspirações. São Paulo: M. Books, 2012.
ZENONE, Luiz Claudio. Marketing social. São Paulo: Thomson, 2006.
GESTÃO DE MARKETING II
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Análise do mercado. Vantagens da segmentação de mercado. Forma ou critérios para
a segmentação. Estratégias. Quantificação de mercado. O relacionamento com o
consumidor, tipologia e papéis do cliente, conhecendo os mercados. Modelo de
comportamento do cliente e fatores influenciadores (mercado, cultura, social,
pessoais, psicológico). Processo decisório de compra.
Bibliografia Básica:
DIAS, Sérgio Roberto. Pesquisa de Mercado. São Paulo: Saraiva, 2011.
KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Education,
2012.
OLSON, Jerry C.; PETER, J. Paul. Comportamento do Consumidor e Estratégia de
Marketing. 8. ed. São Paulo: Mcgraw-hill Interamericana, 2010.
Bibliografia Complementar:
FERREIRA, Manuel Portugal. Marketing para empreendedores e pequenas
empresas. São Paulo: Atlas, 2010. 380 p.
CAMARGO, Pedro. Neuromarketing: a nova pesquisa de comportamento do
consumidor. São Paulo: Atlas, 2013.
GABRIEL, Martha. Marketing na era digital: conceitos, plataformas e estratégias. São
Paulo: NOVATEC, 2012.
GIGLIO, Ernesto. O Comportamento do Consumidor. 4.ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2010
KOTLER, Philip. Marketing 3.0: as forças que estão definindo o novo marketing
centrado no ser humano. Rio de Janeiro: Campus, 2010.
GESTÃO DE MATERIAIS
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Conceitos de recursos materiais e patrimoniais, aquisição de recursos materiais e
patrimoniais, análise comprar versus fabricar, identificação de materiais, previsão de
96
demanda, modelos de estoque, análise de estoques, classificação ABC de estoques,
custos de estoques, lote econômico de compras.
Bibliografia Básica:
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: princípios, conceitos e gestão.
6.ed. Atlas, 2009.
GONÇALVES, Paulo Sérgio. Administração de materiais. 4.ed. Elsevier, 2013.
TADEU, Hugo Ferreira Braga (Orgs). Gestão de estoques: fundamentos, modelos
matemáticos e melhores práticas aplicadas. Cengage Learning, 2011.
Bibliografia Complementar:
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 5.ed.
Atlas, 2010.
MARTINS, Petrônio G. Administração de materiais e recursos patrimoniais: Rio de
Janeiro: Saraiva, 2009. 441 p.
PAOLESCHI, Bruno. Almoxarifado e gestão de estoques. Erica, 2009.
TORRES, Alexandre. Gestão Estratégica: conceitos e casos. Atlas, 2013.
PEREZ Junior, Jose Hernandez. Gestão estratégica de custos: São Paulo: Atlas,
2011. 338 p.
GESTÃO DE PESSOAS II
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Gestão sistêmica de pessoas, considerando o treinamento, desenvolvimento e
manutenção de pessoas. Administração de cargos e salários.
Bibliografia Básica:
BOOG, Gustavo; BOOG, Magdalena. Manual de treinamento e desenvolvimento
gestão e estratégias. Pearson, 2007.
CHARAN, Ram ; DROTTER, Stephen J. Pipeline de liderança: desenvolvimento de
líderes como diferencial competitivo. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2013.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Coaching Mentoring Counseling: modelo
integrado de orientação profissional. Atlas, 2012.
Bibliografia Complementar:
LYONS, Laurence S.; GOSDSMITH, Marshall; MCARTHU, Sarah. Coaching: o
exercício da liderança. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2009.
COLELLA, Adrienne; HITT, Michael A. Comportamento organizacional. 3. ed. São
Paulo: LTC, 2013.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade introdutória. São Paulo: Atlas, 2010
MENDONÇA, Márcia Furtado de; NOVO, Damaris Vieira; CARVALHO, Rosangela de.
Gestão e liderança. São Paulo: FGV, 2011.
LABORATÓRIO DE EMPREENDEDORISMO III
97
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Risco e retorno. Balanço e demonstração de resultados pró-forma. Índices de liquidez,
endividamento, lucratividade e rentabilidade. Estrutura de capital. Alavancagem
financeira. Técnicas de previsão de vendas. Fluxos de caixa. Orçamento de caixa.
Fluxos de caixa para orçamento de capital. Técnicas de análise de investimentos de
capital.
Bibliografia Básica:
BERNARDI, Luís Antonio. Manual de formação de preços: políticas, estratégias e
fundamentos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
BRUNI, A.; FAMÁ, R. Gestão de custos e formação de preços. São Paulo: Atlas,
2003.
MAXIMINIANO, Antonio César Amaru. Administração para Empreendedores:
fundamentos da criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2006.
Bibliografia Complementar:
BORNIA, Antonio Cezar. Análise Gerencial de Custos: aplicação em empresas
modernas. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
HORNGREN, Charles T.; FOSTER, George; e DATAR, Srikant M. Contabilidade de
Custos. 9. ed. Rio de janeiro: LTC, 2000.
MEGLIORINI, Evandir. Custos: análise e gestão. 3. ed. São Paulo: Prentice Hall,
2011.
SHANK, John K. A revolução dos custos: como reinventar e redefinir sua estratégia
de custos para vencer em mercados crescentemente competitivos. 3.ed. Rio de
Janeiro: Campus, 2000.
WERNKE, Rodney. Análise de Custos e Preços de Vendas: ênfase em aplicações e
casos nacionais. São Paulo: Saraiva, 2005.
LIDERANÇA E CRIATIVIDADE
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Conceituação. Estilos de liderança. Liderança orientada para a tarefa. Liderança
orientada para pessoas. Teorias dos traços de personalidade. Teorias
comportamentais. Teorias situacionais e contingenciais de liderança. Novas
abordagens sobre liderança. Criatividade. O processo criativo. As funções da mente.
Como estimular a criatividade na empresa. Característica das pessoas criativas.
Características das empresas criativas.
Bibliografia Básica:
ANDERS, George. Você é bom o suficiente para pertencer à esta equipe? Como
identificar talentos e fazê-los brilhar no trabalho. Campus, 2013.
CHARAN, Ram ; DROTTER, Stephen J. Pipeline de liderança: desenvolvimento de
líderes como diferencial competitivo. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2013.
98
MENDONÇA, Márcia Furtado de; NOVO, Damáris Vieira; CARVALHO, Rosangela de.
Gestão e liderança. São Paulo: Fgv, 2011.
Bibliografia Complementar:
PREDEBON, José. Criatividade: abrindo o lado inovador da mente. 8. ed. São Paulo:
Pearson, 2013.
ILHARCO, Fernando. Mourinho: liderança, trabalho em equipa e excelência
profissional. Editora: Universidade Catolica Editora, 2010.
LYONS, Laurence S.; GOSDSMITH, Marshall; MCARTHU, Sarah. Coaching: o
exercício da liderança. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade introdutória. São Paulo: Atlas, 2010.
VIANNA, Maurício; ADLER, Isabel K.; VIANNA, Ysmar. Design Thinking: inovação em
negócios. São Paulo: Mjv Press, 2012. (E-BOOK GRATUITO)
6º PERÍODO
ADMINISTRAÇÃO DE VENDAS E NEGOCIAÇÕES
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
A venda integrada ao Sistema de Marketing. Definição de Estratégias de Vendas. O
Planejamento de Vendas. Método de Previsão de Vendas. Organização da Atividade
de Vendas. Zoneamento de Vendas. Estruturação da Força de Vendas.
Administração de um Sistema de Incentivos. Controle da Equipe de Vendas. Análise
de Custos, de Vendas e de Marketing.
Bibliografia Básica:
GUERRA, Paulo. Administração de vendas: o passo a passo para a gerência. São
Paulo: Ciência Moderna, 2007.
BIAGIO, Luiz Arnaldo. Como calcular o preço de venda. São Paulo: Manole, 2012.
MARTIN, Francis; MEINBERG, José Luiz; GOLDBERG, Claudio. Gestão Estratégica
de Vendas. São Paulo: FGV, 2012.
Bibliografia Complementar:
CORREIA, António Damasceno. Manual de negociação. Lidel, 2012.
ASHERMAN, Ira. Negociação na prática: 60 exercícios para a sua equipe de vendas
atingir desempenho máximo. Campus, 2012.
TOMANINI, Cláudio et. al. Gestão de Vendas. 5.ed. São Paulo: FGV, 2011.
URDAN, Flávio Torres; URDAN, André Torres. Gestão do composto de Marketing. 2.
ed. São Paulo: Atlas, 2013.
YASUDA, Aurora. Pesquisa de Marketing: guia para a prática de pesquisa de
mercado. São Paulo: Cengage Learning, 2012
GESTÃO ESTRATÉGICA
Carga Horária: 45
Créditos: 03
99
Ementa:
O conceito de estratégia, histórico e definições. As escolas tradicionais de
Planejamento Estratégico, Posicionamento Competitivo, Visão Baseada em Recursos,
Capacitações Centrais e Gestão de Competências. O gerente e tomadas de decisões.
O gerente como agente de mudança. O gerente e a cultura organizacional. Alianças
estratégicas entre equipes.
Bibliografia Básica:
LUCCA, Giancarlo. Gestão estratégica balanceada: um enfoque nas boas práticas
estratégicas. Atlas, 2013.
MINTZBERG, H. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento
estratégico. Porto Alegre: Bookman, 2010.
TORRES, Alexandre. Gestão Estratégica: conceitos e casos. Atlas, 2013.
Bibliografia Complementar:
DIAS, Sergio. Pesquisa de Mercado. São Paulo: Saraiva, 2012.
LUPETTI, Marcelia. Gestão estratégica da comunicação mercadológica:
Planejamento. 2. ed. São Paulo: Thomson, 2012.
KIM, W. Chan; MAUBORGNE, Renée. A Estratégia do Oceano Azul: como criar
novos mercados e tornar a concorrência irrelevante. 13. ed. Rio de Janeiro: Campus,
2012.
MARTINS, Tomás Sparano et. al. Incrementando a estratégia: uma abordagem do
balancedscorecard. Ibpex, 2010.
RODRIGUES, Jorge. Gestão estratégica das instituições financeiras. Escolar Editora,
2012.
LABORATÓRIO DE EMPREENDEDORISMO IV
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Noções de políticas públicas para inovação. Financiamento. Incubação. Plano de
negócios.
Bibliografia Básica:
FINOCCHIO JUNIOR, José. Project Model Canvas: gerenciamento de projetos sem
burocracia. Campus, 2013
OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves. Business Model Generation: Inovação
em modelos de negócios: um manual para visionários, inovadores e revolucionários.
Rio de Janeiro: Alta Books, 2011.
BORJA DE MOZOTA, Brigitte. Gestão do Design: Usando o design para construir
valor de marca e inovação corporativa. São Paulo: Bookman, 2011.
Bibliografia Complementar:
RIES, Eric. A Startup Enxuta. Lua de Papel, 2012.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: Transformando Ideias Em
Negócios. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
_____. Empreendedorismo corporativo. 2. ed. 2. impr. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
100
MAXIMINIANO, Antonio César Amaru. Administração para Empreendedores:
fundamentos da criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2006.
VIANNA, Maurício; ADLER, Isabel K.; VIANNA, Ysmar. Design Thinking: inovação em
negócios. São Paulo: Mjv Press, 2012. (E-BOOK GRATUITO)
LOGÍSTICA
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Conceitos de logística empresarial, gestão da cadeia de suprimentos e cadeia de
valor. Operações e integração entre os elementos da cadeia. Nível de serviço
logístico. Operadores logísticos. Tecnologia da informação. Gerenciamento de
depósitos ou centros de distribuição. Canais de distribuição, distribuição física e
roteirização. Modais de transportes. Principais custos logísticos. Logística Reversa.
Bibliografia Básica:
CAXITO, Fabiano (Coord.). Logística: um enfoque prático. Saraiva, 2011.
CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos.
Cengage Learning, 2012.
PEREIRA, André Luiz. Logística reversa e sustentabilidade. Cengage Learning, 2012.
Bibliografia Complementar:
BAÑOLAS, Rogério Garcia. Mudança: uma crônica sobre transformação e logística
lean. Bookman, 2013.
MELO, Edson Correia de; PENOF, David Garcia; Ludovico, Nelson. Gestão de
produção e logística. Saraiva, 2013.
OLIVO, Rodolfo L. F. Logística na cadeia de suprimentos: técnicas, ferramentas e
conceitos. São Paulo: Saint Paul, 2013.
WANKE, Peter F. Logística para micro e pequenas empresas. Atlas, 2012.
OLIVEIRA, D.P.R. Sistemas de organizações métodos: uma abordagem gerencial.
São Paulo: Atlas, 2010.
ORÇAMENTO
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Estudo das teorias, conceitos, ferramentas e práticas de Planejamento/Controle de
Resultados e Gestão Orçamentária. Entendimento sobre a inter-relação entre a
administração (planejamento, coordenação e controle) e a Contabilidade. Decisão de
Financiamento. Valor Presente Líquido. Taxa Interna de Retorno. Payback. Custo
Médio Ponderado de Capital.
Bibliografia Básica:
GARRISON, Ray H.; NOREEN, Eric W.; BREWER, Peter C. Contabilidade Gerencial.
14.ed. Mcgraw Hill, 2013
101
ASSAF NETO, Alexandre; LIMA, Fabiano Guasti. Curso de administração financeira.
2.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira
aplicada, estratégias financeiras e orçamento empresarial. 9.ed. São Paulo: Atlas,
2010.
Bibliografia Complementar:
MATIAS, Alberto Borges; CARNEIRO, Murilo. Orçamento empresarial: teoria, prática
e novas técnicas. Atlas, 2011.
GITMAN, Lawrence. J. Princípios de Administração Financeira. 12.ed. São Paulo:
Pearson Education, 2010.
MARION, J. C. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial. 4.
ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PADOVEZE, Clóvis Luís; TARANTO, Fernando. Orçamento empresarial: novos
conceitos e técnicas. Prentice Hall, 2009.
SARDINHA, José Carlos et. al. Orçamento e controle. FGV, 2008.
PESQUISA OPERACIONAL I
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Introdução à Programação Linear. O Método Simplex. A Geometria do Método
Simplex. Dualidade. O método de transporte. Análise de Sensibilidade. Teoria dos
Grafos. Programação. Programação Inteira. Aplicação de modelos utilizando
computadores.
Bibliografia Básica:
ANDRADE, E. L. Introdução à pesquisa operacional: métodos e modelos para análise
de decisão. LTC Editora, 2009.
HILLIER, F., LIEBERMAN, G. Introdução à pesquisa operacional. 9.ed. Bookman,
2013.
CAIXETA FILHO, José Vicente. Pesquisa operacional: São Paulo: Atlas, 2011. 169 p.
Bibliografia Complementar:
COLIN, Emerson Carlos. Pesquisa operacional: 170 aplicações em estratégia. Ltc,
2007.
CORRAR, Luiz J.; THEÓPHILO, Carlos Renato (Coord.). Pesquisa operacional para
decisão em Contabilidade e Administração. 2.ed. Atlas, 2008.
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões. 4.ed.
Prentice Hall, 2009.
PASSOS, Eduardo José Pedreira Franco dos. Programação Linear Como Instrumento
da Pesquisa Operacional. Atlas, 2008.
SILVA, Ermes Medeiros. Pesquisa operacional para os cursos de Administração e
Engenharia. 4.ed. Atlas: 2010
PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO
102
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Introdução ao sistema de produção: entradas, transformações e saídas. Previsão de
Demanda. Gestão de Estoques. Planejamento de Necessidades Materiais,
Planejamento Agregado, Planejamento de Vendas e Operações e Plano Mestre de
Produção.
Bibliografia Básica:
FERNANDES, Flavio Cesar Faria; FILHO, Moacir Godinho. Planejamento e Controle
da Produção: dos Fundamentos ao Essencial. Atlas, 2010.
CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento e controle da produção. 2.ed. Manole, 2008.
TAPPING, Don; SHUKER, Tom. Lean office: gerenciamento do fluxo de valor para
áreas administrativas. Hermus, 2010.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução a pesquisa operacional. Rio de
Janeiro: LTC, 2009. 204 p.
HOSEUS, M., LIKER, J. K. A cultura Toyota: a alma e o modelo Toyota. Bookman,
2009.
JOHNSTON, R.; CHAMBERS, S.; SLACK, N. Administração da Produção. 3.ed. São
Paulo: Editora Atlas, 2009.
MESQUITA, M. A., LUSTOSA, L. P. Planejamento e Controle da Produção. Campus,
2008.
TAHA,Hamdy . Pesquisa operacional. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008
LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS
Carga Horária: 45
Crédito: 03
Ementa:
Concepção da surdez e a importância da Língua Brasileira de Sinais para a formação
do deficiente auditivo em seus aspectos culturais e sócio-interacionais. Aspectos
filosóficos, funcionais e gramaticais da LIBRAS. Produção Linguística.
Bibliografia
Básica (3 títulos):
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário Enciclopédico
Ilustrado Trilingue da Língua de Sinais Brasileira Vol. I e II. São Paulo: Edusp –
Editora da Universidade de São Paulo, 2001.
FERNANDES,Eulalia. Linguagem e Surdez. Editora Artmed, 2003.
MEC. Ensino da Língua portuguesa para surdos. Brasília: MEC, 2002.
Complementar (05 títulos):
CARVALHO, R. E. Educação inclusiva: com os pingos nos “is”. Porto Alegre:
Mediação, 2004.
FINGER, I.; QUADROS, R. M. de. Teorias de aquisição da linguagem. Florianópolis:
103
Ed. da UFSC, 2008.
LIILO-MARTIN, D. Estudos de aquisição de línguas de sinais: passado, presente e
futuro. In: QUADROS, R. M.; VASCONCELLOS, M. L. B. (Org.). Questões teóricas
das
pesquisas em línguas de sinais. Petrópolis, RJ: ED. Arara Azul, 2008, p. 199-218.
GOLDFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva
sociointeracionista. São Paulo: Plexus Editora, 1997.
QUADROS, R. M.; KAMOPP, L. B. Língua de Sinais Brasileira: Estudos linguísticos.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
7º PERÍODO
FERRAMENTAS DE GESTÃO EMPRESARIAL I
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Apresentação das Principais Ferramentas de Gestão das Áreas de Marketing e
Gestão de Pessoas. Apresentação das Principais Ferramentas de Gestão das Áreas
de Finanças e Produção.
Bibliografia Básica:
LEMES, Antonio Barbosa JR. et al. Administrando Micro e Pequenas Empresas. São
Paulo: Campus, 2001.
BARROS, Ageu. Gestão estratégica nas pequenas e médias empresas. São Paulo:
Ciência Moderna, 2005.
FERREIRA, Manuel Portugal. Marketing para empreendedores e pequenas
empresas. São Paulo: Atlas, 2010. 380 p.
Bibliografia Complementar:
J R. Thomaz Wood . Gestão Empresarial: O Fator Humano: São Paulo:Atlas,2002
PARENTE,J. Jr. Wood. Jones Victoria: Gestão Empresarial: Estratégias de Marketing:
São Paulo: Atlas,2003.
BERTERO, Carlos Osmar: Gestão Empresarial: Estratégias Organizacionais: São
Paulo:Atlas,2006.
OLIVEIRA, J. Otávio: Gestão Empresarial: Sistemas e Ferramentas: São
Paulo:Atlas,2007.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças: Gestão Para Resultados: São
Paulo:Atlas,2010.
FORMAÇÃO DE GERENTES
Carga Horária: 45
Ementa:
Créditos: 03
104
Fundamentos da consultoria organizacional. Habilidades do consultor. Modelos e
ferramentas para consultoria. Modelos e ferramentas para consultoria. Práticas de
consultoria. Tópicos especiais em gestão de empresas. Tópicos em consultoria
empresarial.
Bibliografia Básica:
BLOCK, Peter. Consultoria Infalível: um guia prático, inspirador e estratégico. 3.ed. M.
Books, 2012.
OLIVEIRA, Djalma Pinto Rebolças. Manual de Consultoria Empresarial: conceitos,
metodologias, práticas. 11.ed. Atlas, 2012.
WEISS, Alan. Consultor de Ouro: guia profissional para a construção de uma carreira.
4.ed. Bookman, 2012.
Bibliografia Complementar:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. São Paulo: Elsevier, 2005. 529 p.
CONCISTRÈ, Luiz. Consultoria: uma opção de vida e carreira. Campus, 2012.
CROCCO, Luciano; GUTTMANN, Erik. Consultoria Empresarial. 2.ed. Saraiva, 2010.
HIRSCHLE, Ana Lúcia Teixeira et al. Consultoria Organizacional: teorias e práticas.
Atlas, 2010.
LEITE, Luiz Augusto Mattana da Costa et al. Consultoria em Gestão de Pessoas.
2.ed. FGV management, 2009.
GESTÃO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Fundamentos e condicionantes do plano de negócios, estruturação do plano de
negócios para novas empresas e projetos novos para empresas existentes.
Bibliografia Básica:
BIAGIO, Luiz Arnaldo; BATOCCHIO, Antônio. Plano de Negócios: estratégia para
micro e pequenas empresas. 2.ed. São Paulo: Manole. 2012.
DEUTSCHER, José Arnaldo et al. Plano de Negócios. Rio de Janeiro: FGV
Management, 2012.
DORNELAS, José. Plano de Negócios: Seu Guia Definitivo - Passo a Passo para
Você Planejar e Criar um Negócio de Sucesso. Elsevier, 2011.
Bibliografia Complementar:
DORNELAS, José. Plano de Negócios: exemplos práticos. Elsevier, 2013.
AJZENTAL, Alberto; CECCONELLO, Antônio Renato. A Construção do Plano de
Negócio. São Paulo: Saraiva, 2007.
BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de Plano de Negócios. São Paulo: Atlas. 2006.
BIZZOTTO, Carlos Eduardo N.. Plano de Negócios Para Empreendimentos
Inovadores. São Paulo: Atlas, 2008.
NAKAGAWA, Marcelo. Plano de Negócio: Teoria Geral. São Paulo: Manole, 2012.
105
GESTÃO DE QUALIDADE
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Conceitos e evolução da gestão da qualidade. Sistemas da qualidade na dimensão da
Administração. Gestão integrada da qualidade e produtividade. Sistemas de qualidade
normalização. Qualidade em projetos.
Bibliografia Básica:
BALLESTERO-ALVAREZ, Maria Esmeralda. Gestão de Qualidade, Produção e
Operações. 2.ed. Atlas, 2012.
CARVALHO, M.M.; PALADINI, E. P. Gestão da Qualidade: Teoria e Casos. 2.ed.
Campus, 2012.
TOLEDO, José Carlos de et. al. Qualidade: gestão e métodos. LTC, 2013.
Bibliografia Complementar:
CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Gestão da Qualidade: Conceitos e Técnicas. 2.ed.
São Paulo: Atlas, 2012.
CHENG, LinChih; FILHO, Leonel Del Rey de Melo. QFD: Desdobramento da Função
Qualidade na Gestão de Desenvolvimento de Produtos. 2.ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2010.
PALADINI,Edson Pacheco. Gestão da Qualidade. São Paulo: Atlas, 1999. 302 p.
MELLO, Carlos Henrique Pereira. Iso 9001:2008: Sistema de Gestão da Qualidade
Para Operações de Produção e Serviços. São Paulo: Atlas, 2009.
RODRIGUES, Marcus Vinicius. Ações para a qualidade. 4.ed. Campus, 2012.
JOGOS DE EMPRESAS
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Fundamentos e condicionantes do plano de negócios, estruturação do plano de
negócios para novas empresas e projetos novos para empresas existentes.
Bibliografia Básica:
GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de Empresa. São Paulo: Prentice Hall Brasil,
2007
SCHAFRANSKI, Luiz Erley; TUBINO, Dalvio Ferrari. Simulação empresarial em
gestão de produção: desenvolvendo um laboratório de planejamento e controle da
produção através de jogos empresariais. 1.ed. São Paulo: Atlas. 2013.
VASCONCELLOS, Eduardo. Como vencer a concorrência de forma lucrativa:
ensinamentos do Google, Intel, Sap, Cielo, Man, Wahler, Petrobrás e outras
empresas. São Paulo. Atlas. 2012
Bibliografia Complementar:
CHIAVENATO, Idalberto. Comportamento organizacional a dinâmica do sucesso das
organizações. Rio de Janeiro: Campus, 2005. 539 p.
106
SAUAIA, Antônio Carlos Aidar. Laboratório de gestão: simulador organizacional, jogos
de empresas e pesquisa aplicada. São Paulo: Manole, 2013.
SHIMIZU, Tamio. Decisão nas Organizações. 3.ed. São Paulo: Atlas.2013.
ANDREOLA, Balduíno. Dinâmica de grupo jogo da vida e didática do futuro.
Petrópolis: Vozes, 2004.
GONÇALVES, Carlos Alberto. Estratégia empresarial. Rio de Janeiro: Saraiva 2006.
325 p.
PLANO DE NEGÓCIOS I
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Fundamentos e condicionantes do plano de negócios, estruturação do plano de
negócios para novas empresas e projetos novos para empresas existentes.
Bibliografia Básica:
BIAGIO, Luiz Arnaldo; BATOCCHIO, Antônio. Plano de Negócios: estratégia para
micro e pequenas empresas. 2.ed. São Paulo: Manole. 2012.
DEUTSCHER, José Arnaldo et al. Plano de Negócios. Rio de Janeiro: FGV
Management, 2012.
DORNELAS, José. Plano de Negócios: exemplos práticos. Elsevier, 2013.
Bibliografia Complementar:
AJZENTAL, Alberto; CECCONELLO, Antônio Renato. A Construção do Plano de
Negócio. São Paulo: Saraiva, 2007.
BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de Plano de Negócios. São Paulo: Atlas. 2006.
BIZZOTTO, Carlos Eduardo N.. Plano de Negócios Para Empreendimentos
Inovadores. São Paulo: Atlas, 2008.
DORNELAS, José. Plano de Negócios: Seu Guia Definitivo - Passo a Passo para
Você Planejar e Criar um Negócio de Sucesso. Elsevier, 2011.
NAKAGAWA, Marcelo. Plano de Negócio: Teoria Geral. São Paulo: Manole, 2012.
TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO I
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
A Nova realidade da empresa familiar, processo de planejamento, processo
organizacional, processo diretivo, processo de controle e analisar as organizações
como sistemas sociais.
Bibliografia Básica:
LEONE. Nivaldo Maria de Clodoaldo Pinto Guerra. Empresa Familiar. São
Paulo:Atlas.2010.
OLIVEIRA. Djalma de Pinho Rebouças. Empresa Familiar. São Paulo. Atlas. 2010.
ADACHI. Pedro Pobdoi dachi. Família S.A. São Paulo. Atlas. 2006.
107
Bibliografia Complementar:
BOWDITCH, James L. Elementos de comportamento organizacional. Rio de Janeiro:
Pioneira, 2004 305p.
ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
MCKENNEY, James L. Ondas de transformações. Rio de Janeiro: Qulitymark, 1998.
PREZULLO, Suzan. Desenvolvendo sua Organização. São Paul: SENAC, 2004.
TORQUARTO, Gaudêncio. Tratado de comunicação organizacional: Cengage
Learning, 2011.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Estrutura do anteprojeto. Redação da introdução (com a definição da situação
problema e do problema de pesquisa), objetivos, justificativa, delimitação,
metodologia, e revisão de bibliografia. Planejar o estudo de caso. Formatação das
partes pré-textual, textual e pós-textual. Defesa do anteprojeto.
Bibliografia Básica:
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia
Científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
ZILBERKNOP, Lúbia Scliar; MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental: de
acordo com as normas da ABNT. 29. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas,
elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. 3. reimpr. São Paulo: Atlas, 2007.
Bibliografia Complementar:
PINHEIRO, Roberto Meireles et. al. Pesquisa de Mercado. São Paulo: FGV, 2011.
VIRGILLITO, Salvatore Benito. Pesquisa de Marketing: abordagem quantitativa e
qualitativa. São Paulo: Saraiva, 2010.
YASUDA, Aurora. Pesquisa de Marketing: guia para a prática de pesquisa de
mercado. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
OTANI, Nilo; FIALHO, Francisco Antônio Pereira. TCC: métodos e técnicas. 2. ed.
Florianópolis: Visual Books, 2011.
VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em Administração.
14.ed. Atlas, 2013.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Carga Horária: 150
Créditos: 10
Ementa:
Ao final do estágio o aluno deverá apresentar um relatório na área de administração
com parecer do professor orientador de estágio e realizado sob supervisão de
profissionais de empresas privadas, órgãos públicos e do terceiro setor.
108
Bibliografia Básica:
BIANCHI, Anna Cecilia de Moraes. Manual de orientação estágio supervisionado.
São Paulo: Cengage Learning, 2009. 98 p.
ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio do curso de administração: guia
para pesquisas, projetos, estágios e trabalho de conclusão de curso. 3.ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
OLIVEIRA. Aristeu. Estágio, Trabalho Temporário e Trabalho a Tempo Parcial. São
Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
DEMO, Pedro. Pesquisa princípio científico e educativo: São Paulo: Cortez, 2011. 124
p.
ASSOCIACAO Brasileira
de
Normas
Técnicas. NBR 6023 informação e
documentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e Relatórios de pesquisa em Administração.
14.ed. São Paulo: Atlas, 2013.
MARTINS, Sergio Pinto. Estágio e Relação de Emprego. 3.ed. São Paulo: Atlas,
2012.
ALVARENGA, Marina. Manual de orientação de estágio supervisionado. Rio de
Janeiro: Cengage e Learning.2009
8º PERÍODO
FERRAMENTAS DE GESTÃO EMPRESARIAL II
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Apresentação das Principais Ferramentas de Gestão das Áreas de Marketing e
Gestão de Pessoas. Apresentação das Principais Ferramentas de Gestão das Áreas
de Finanças e Produção.
Bibliografia Básica:
LEMES, Antonio Barbosa JR. et al. Administrando Micro e Pequenas Empresas. São
Paulo: Elsevier, 2010.
BARROS, Ageu. Gestão estratégica nas pequenas e médias empresas. São Paulo:
Ciência Moderna, 2005.
_________. Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. 8 ed. São Paulo: Atlas,
1998.
Bibliografia Complementar:
J R. Thomaz Wood . Gestão Empresarial: O Fator Humano: São Paulo:Atlas,2002
PARENTE,J. Jr. Wood. Jones Victoria: Gestão Empresarial: Estratégias de Marketing:
São Paulo:Atlas,2003.
BERTERO, Carlos Osmar: Gestão Empresarial: Estratégias Organizacionais: São
Paulo:Atlas,2006.
109
OLIVEIRA, J. Otávio: Gestão Empresarial: Sistemas e Ferramentas:
Paulo:Atlas,2007.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças: Gestão Para Resultados:
Paulo:Atlas,2010
São
São
FORMAÇÃO DE GESTORES DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Características das pequenas empresas. Problemas típicos de gestão de micro e
pequenas empresas. Entidades de apoio à profissionalização da gestão de micro e
pequenas empresas. Redes de pequenas empresas. Associativismo e cooperativismo
nas pequenas empresas.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, José Elias Feres de et al. Contabilidade das Pequenas e Médias
Empresas. Campus, 2013.
JUNIOR, Antonio Barbosa Lemes; PISA, Beatriz Jackiu. Administrando Micro e
Pequenas Empresas. Campus, 2010.
WANKE, Peter F.; MAGALHÃES, Andréa. Logística para Micro e Pequenas
Empresas. Atlas, 2012.
Bibliografia Complementar:
GIMENEZ, Levi; OLIVEIRA, Antonio Benedito Silva. Contabilidade Para Gestores:
uma abordagem para pequenas e médias empresas. Atlas, 2011.
LONGENECKER, Justin G. et al. Administração de Pequenas Empresas. 13.ed.
Thomson Learning. 2007.
PALETTA, Marco Antonio. Vamos Abrir uma Pequena Empresa: um guia prático para
abertura de novos negócios. 2.ed. Alínea, 2010.
FARAH JR, Moises Francisco. Pequena empresa e competitividade desafios e
oportunidades: Juruá, 2008. 249p.
ATKINSON , Anthony a. ...et al. Contabilidade gerencial: São Paulo: Atlas, 2011. 812
p.
FORMAÇÃO DE CONSULTORES
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Fundamentos da consultoria organizacional. Habilidades do consultor. Modelos e
ferramentas para consultoria I. Modelos e ferramentas para consultoria II. Práticas de
consultoria. Tópicos especiais em gestão de empresas. Tópicos em consultoria
empresarial.
Bibliografia Básica:
110
CROCCO, Luciano; GUTTMANN, Erik. Consultoria Empresarial. 2.ed. Saraiva, 2010.
BLOCK, Peter. Consultoria Infalível: um guia prático, inspirador e estratégico. 3.ed. M.
Books, 2012.
OLIVEIRA, Djalma Pinto Rebolças. Manual de Consultoria Empresarial: conceitos,
metodologias, práticas. 11.ed. Atlas, 2012.
Bibliografia Complementar:
COELHO, João. Diário de Um Consultor: a consultoria sem segredos. Atlas, 2013.
CONCISTRÈ, Luiz. Consultoria: uma opção de vida e carreira. Campus, 2012.
WEISS, Alan. Consultor de Ouro: guia profissional para a construção de uma carreira.
4.ed. Bookman, 2012.
HIRSCHLE, Ana Lúcia Teixeira et al. Consultoria Organizacional: teorias e práticas.
Atlas, 2010.
LEITE, Luiz Augusto Mattana da Costa et al. Consultoria em Gestão de Pessoas.
2.ed. FGV management, 2009.
GESTÃO DE PROJETOS
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Considerações gerais sobre sistemas de processamento de dados e projetos. Casos
sobre organização dos recursos de um projeto. Metodologia de gerenciamento e
controle de projetos. Trabalho sobre relatório de gerenciamento do projeto (sistema
de controle de produção). Técnica de estimativas num projeto: comentários sobre
técnicas atuais.
Bibliografia Básica:
FINOCCHIO JUNIOR, José. Project Model Canvas: gerenciamento de projetos sem
burocracia. Campus, 2013.
KERZNER, Harold. Gerenciamento de Projetos: uma abordagem sistêmica para
planejamento, programação e controle. Blucher, 2011.
DINSMORE, Paul Campbell. Gerenciamento de Projetos e o fator humano. 2.ed.
Qualitymark, 2012.
Bibliografia Complementar:
ALDABÓ,Ricardo. Gerenciamento de projetos procedimento básico e etapas
essenciais. Artliber, 2006. 141 p.
BERNARDES, Maurício Moreira e Silva; OLIVEIRA, GeísaGaiger. Microsoft Project
Professional 2013: gestão e desenvolvimento de projetos. Erica, 2013.
KEELLING, Ralph; BRANCO, Renato Henrique Ferreira. Gestão de Projetos: uma
abordagem global. 2.ed. Saraiva, 2012.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração de projetos. 4.ed. Atlas, 2010.
NOKES, Sebastian Nokes; KELLY, Sean Kelly. O guia definitivo do Gerenciamento de
Projetos: como alcançar resultados dentro do prazo e do orçamento. 2.ed. Bookman,
2012.
111
PLANO DE NEGÓCIOS II
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Estruturação do plano de negócios para novas empresas e projetos novos para
empresas existentes com foco em novos produtos / serviços e em novas estratégias
de marketing.
Bibliografia Básica:
DEUTSCHER, José Arnaldo et al. Plano de Negócios. Rio de Janeiro: FGV
Management, 2012.
______. Plano de Negócios: passo a passo para você planejar e criar um negócio de
sucesso. Elsevier, 2011.
BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de Plano de Negócios. São Paulo: Atlas. 2006.
Bibliografia Complementar:
AJZENTAL, Alberto; CECCONELLO, Antônio Renato. A construção do Plano de
Negócio. São Paulo: Saraiva, 2007.
DORNELAS, José. Plano de Negócios: exemplos práticos. Elsevier, 2013.
BIAGIO, Luiz Arnaldo; BATOCCHIO, Antônio. Plano de Negócios: estratégia para
micro e pequenas empresas. 2.ed. São Paulo: Manole. 2012.
BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de Plano de Negócios. São Paulo: Atlas. 2006.
BIZZOTTO, Carlos Eduardo N.. Plano de negócios para empreendimentos
inovadores. São Paulo: Atlas, 2008.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Realização do estudo de caso e suas respectivas análises. Redação do estudo de
caso, análises, considerações finais e recomendações de trabalhos futuros.
Formatação final das partes pré-textual, textual e pós-textual. Defesa do TCC.
Bibliografia Básica:
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas,
elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. 3. reimpr. São Paulo: Atlas, 2007.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia cientifica guia para eficiência nos estudos.São Paulo:
Atlas, 1982. 167 p.
CERVO,Amado Luiz. Metodologia cientifica: Mc Graw - Hill, 1978. 249 p.
Bibliografia Complementar:
AZEVEDO, Cecília Borges. Metodologia Científica ao alcance de todos. São Paulo:
Manole Ltda., 2009.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia
Científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
112
PINHEIRO, Roberto Meireles et. al. Pesquisa de Mercado. São Paulo: FGV, 2011.
VIRGILLITO, Salvatore Benito. Pesquisa de Marketing: abordagem quantitativa e
qualitativa. São Paulo: Saraiva, 2010.
YASUDA, Aurora. Pesquisa de Marketing: guia para a prática de pesquisa de
mercado. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
ZILBERKNOP, Lúbia Scliar; MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental: de
acordo com as normas da ABNT. 29. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
OPTATIVAS
Comércio Eletrônico (E-Commerce)
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Prospecção de tecnologias, ferramentas e recursos do comércio eletrônico. Os
negócios no mundo on-line. Captando perfis de clientes e gerenciando dados.
Considerações sobre loja virtual. Segurança no website de e-commerce.
Oportunidades e novas tendências em e-business. Ética e o futuro dos recursos
eletrônicos de venda e negociação.
Bibliografia Básica
ADOLPHO, Conrado. Os 8 Ps do marketing digital: o seu guia estratégico de
marketing digital. São Paulo: Novatec, 2011.
TURCHI, Sandra R. Estratégias de marketing digital e-commerce. São Paulo: Atlas,
2012.
FELIPINI, Dailton. Empreendedorismo na internet: melhores práticas de e-commerce.
São Paulo: Brasport, 2010.
Bibliografia Complementar
BORNIA, Antonio Cezar. Análise Gerencial de Custos: aplicação em empresas
modernas. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BRADLEY, Anthony J.; MCDONALD, Mark P. Mídias sociais na organização: como
liderar implementando mídias sociais e maximizar os valores de seus clientes e
funcionários. São Paulo: M. Books, 2012.
CIPRIANI, Fábio. Estratégia em mídias sociais: como romper o paradoxo das redes
sociais e tornar a concorrência irrelevante. Rio de Janeiro: Campus, 2011.
LINDSTROM, Martin. A Lógica do Consumo: verdades e mentiras sobre por que
compramos. São Parulo: Nova Fronteira, 2009.
MARTIN, Neale. Hábitos de Consumo. Rio de Janeiro: Campus, 2009.
Educação Ambiental
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa: A história das noções de meio ambiente e de natureza. Sustentabilidade
ambiental, consumo e cidadania. Processos produtivos e sustentabilidade. A
emergência da Educação Ambiental no Brasil. Vertentes contemporâneas em
113
Educação Ambiental. Projetos de Educação Ambiental: planejamento, execução e
avaliação.
Bibliografias Básica:
PELIOZZOLI, M. L. Correntes da ética ambiental. Petrópolis: VOZES, 2004.
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
TACHIZWA, T. Gestão Ambiental e responsabilidade comparativa. São Paulo:
ATLAS, 2008.
Complementar:
ODUM, Eugene. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1983
JANET M. Thomas. Economia ambiental fundamentos políticas e aplicações:
CENGAGE. LEARNING, 2010.
Leff, Enrique. Saber ambiental sustentabilidade racionalidade complexidade
poder: Petrópolis: Vozes, 2009.
GUIMARAES, Mauro. A dimensão ambiental na educação: PAPIRUS, 2009. 104p.
TACHIZAWA, TAKESCHY. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa
estratégias de negócios na reponsabilidade :São Paulo: ATLAS, 2008.
ESTUDO DAS RELAÇÕES ÉTNICOS-RACIAIS NO BRASIL
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
Identidade e diversidade cultural. Alteridade e cidadania. O mito da democracia racial.
Identidade cultural, mudanças sociais e tradição. Subjetividade e identidade cultural.
Universalismo e particularismo. O debate em torno das categorias “raça” e “etnia” no
processo de formação do imaginário social quanto às representações destes três
elementos na modernidade. A discussão da história dos excluídos da história. Póscolonialismo e Perspectivas sobre o negro na sociedade de classes. Sub cidadania na
modernidade periférica. Relações existentes entre o negro e o índio associados à
autoimagem do brasileiro alicerçados pelo nosso Pensamento Social.
Bibliografias Básica:
AZEVEDO, C. M. M. de. Onda negra medo branco: o negro no imaginário das elites
do século XX. 3 ed. São Paulo. Annablume, 2004.
GUIMARÃES, A. S. A. Preconceito racial: modos, temas e tempos. São Paulo. Cortez,
2008.
HASENBALG, Carlos. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. 2 ed. Belo
Horizonte. Editora UFMG. Rio de Janeiro. IUPERJ, 2005.
Bibliografias Complementar:
PINTO, E. A. O Serviço Social e a questão étnico-racial: um estudo de sua relação
com usuários negros. Campinas. Terceira Margem, 2003.
SANTOS, J. P. De F. Ações afirmativas e igualdade racial: a contribuição do direito na
construção de um Brasil diverso. São Paulo. Edições Loyola, 2005.
SCHWARCZ, L. M. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no
Brasil 1970-1930. São Paulo. Companhia das Letras, 1993.
ADESKY, J. Anti-racismo, liberdade e reconhecimento. Rio de Janeiro. Daudt, 2006.
114
MUNANGA, Kebengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Identidade nacional
versus identidade negra. .Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
TÓPICOS DO MUNDO CONTEMPORÂNEO
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:. Estado e Sociedade; Geopolítica mundial; Geopolítica e economia do pósSegunda Guerra Mundial; Estado e meio ambiente; Traços formadores da cultura no
Mundo Contemporâneo; Fundamentos e
aplicações da ética, cidadania,
responsabilidade social e sustentabilidade.
Bibliografia Básica:
BOBBIO, Norberto. Teoria Geral da Política:A Filosofia Política e a Lição
dosClássicos. (Tradução de Daniela DeccacciaVersiani). Rio de Janeiro: Campus,2000
BOFF, Leonardo. Saber cuidar. Ética do humano: compaixão pela terra. 5.ª ed.
Petrópolis: Vozes, 1999.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 13.ª ed. São Paulo: Ática, 1995-1997.
HOBSBAWN, Eric. A Era dos Extremos. São Paulo, Cia das Letras, 1995
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização – do pensamento único à consciência
universal. RJ/SP: Record, 2001.
SANTOS, Milton. Território e Sociedade. São Paulo: Perseu Abrano, 2000
Bibliografia Complementar:
ARON, Raymond. Paz e Guerra entre as Nações. Brasília: Editora
Universidade de Brasília; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São
Paulo, 2002.
BECKER, Bertha K. A Geopolítica na virada do milênio: logística e
desenvolvimento sustentável. In: BECKER, Bertha K.; MIRANDA, Mariana
(Orgs.). A Geografia Política do Desenvolvimento Sustentável. Rio de
Janeiro: Editora UFRJ, 1997.
BOBBIO, Norbert o. Teoria das Formas de Governo. (Tradução de Sérgio Bath).
Brasília: Ed. UnB, 2001.
BONAVIDES, Paulo. Teoria do Estado. São Paulo: Malheiros, 3ª Ed., 2003.
HARVEY,David, A condição Pós-moderna, São Paulo , Loyola,1992.
Gestão de Mídias Sociais
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa:
As mídias sociais e o relacionamento dinâmico das instituições com o público. O
engajamento de instituições e público. A repercussão de assuntos positivos e
negativos e o reflexo desta repercussão para as instituições. A comunicação com
públicos específicos.
Bibliografias Básica:
115
BRADLEY, Anthony J.; MCDONALD, Mark P. Mídias sociais na organização: como
liderar implementando mídias sociais e maximizar os valores de seus clientes e
funcionários. São Paulo: M. Books, 2012.
CIPRIANI, Fábio. Estratégia em mídias sociais: como romper o paradoxo das redes
sociais e tornar a concorrência irrelevante. Rio de Janeiro: Campus, 2011.
TERRA, Carolina Frazon. Mídias sociais: o que você precisa saber para implementar
um projeto de mídias sociais. São Paulo: Editora Senac, 2012.
Bibliografias Complementar:
AMBROSIO, Vicente. Plano de Marketing: um roteiro para a ação. São Paulo:
Prentice Hall, 2011.
KOTLER, Philip. Marketing 3.0: as forças que estão definindo o novo marketing
centrado no ser humano. Rio de Janeiro: Campus, 2010.
SZABO, Julie; BAREFOOT, Darren. Manual de Marketing em mídias sociais. São
Paulo: Novatec, 2010.
CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
RECUERO, Raquel. Redes Sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, 2009.
INDÚSTRIA DO GÁS NATURAL
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa
Origem e composição do Gás Natural. Reservatórios de Gás Natural: determinação
de volumes, comportamento de fases, balanço de materiais. Perfilagem. Análise de
Produção. Processamento do Gás Natural: separação de fases, desidratação,
compressão, transporte e armazenagem. Redes de gás natural. Usos e aplicações do
gás natural.
Bibliografia
Básica:
BRASIL. Balanço Energético Nacional – BEM. Ministério de Minas eEnergia, Brasília,
2002.
BRASIL. Balanço de Energia Útil - BEU, Ministério de Minas e Energia,Secretaria de
Energia, Departamento Nacional de Desenvolvimento Energético,Brasília, 1995.
SANTOS, E. M. at. AL. Gás Natural: estratégia para uma energianova no Brasil.
Annablume, FAPESP e Petrobras, 2002.
Complementar:
CRAIG, F.F., Jr. The Reservoir Engineering – Aspectsof Waterflooding. SPE
Monograph Series, Vol. 3, SocietyofPetroleum Engineers, 1971.
CAUDLE, B. H. Fundamentals ofReservoirEngineering. Part II,
Letures Notes, SocietyofPetroleumEngineers, 1968.
MADDOX, R. N. GasTreatingandSulfur Recovery. 4th ed., Oklahoma, 1998.
Union Carbide "Glycols", 1978.
INEOS "AminesSpec", 2001.
116
INDÚSTRIA DO PETRÓLEO
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa
História e economia do petróleo. Como a Terra foi formada. Origens doPetróleo e sua
acumulação. Atividades da indústria: exploração, performance edesenvolvimento de
reservatórios, perfuração e completação de poços,avaliação de formações, elevação
natural e artificial, processamento,transporte, distribuição. Sistemas de Produção de
petróleo. Contratos eRegulamentação.
Bibliografia
Básica:
BARRETO, J. M. Inteligência Artificial. PPP Edições, 1997.
HENSON, M. A.; SEBORG, D. E. NonlinearProcessControl. PrenticeHall PTR, 1997.
THOMAS, E. J. Fundamentos de Engenharia de Petróleo. São Paulo:Interciência,
2001.
Complementar:
BHATTACHARYYA, S.P.; CHAPELLAT, H.; KEEL, L. H. RobustControl. Prentice Hall
Inf. And System Sciencie Series, 1995.
HAYKIN, S. Neural Networks, 1994.
MARLIN, T. E. ProcessControl. McGraw-Hill Int. Editions, 1995.
CARDOSO, L. C. Petróleo: Do Poço ao Posto.MACHADO, G. V. Estimativa da
Contribuição do Setor Petróleo aoPIB do Brasil, ANP, Notas Técnicas, Rio de Janeiro,
2002;
Petrobras,
AVisão
Corporativa,
Plano
de
Negócios
20072011.http//www.petrobras.com.br/.2006
INDÚSTRIA DE PROCESSOS CERÂMICOS
Carga Horária: 45
Créditos: 03
Ementa
História. Uso e economia. Matérias-primas básicas; conversões químicas, incluindo a
química fundamental das cerâmicas. Ampliação de escala. Fluxograma.
Equipamentos típicos.
Bibliografia
Básica:
ELIAS, X. A Fabricação de Materiais Cerâmicos. EconotermiaCeramica, SL,
Espanha,1994.
NORTON , F. H. Introdução à Tecnologia Cerâmica. Editora EdgardBlücher e EdUSP, São Paulo, 1971.
117
VAN VLACK, L. H. Propriedade dos Materiais Cerâmicos. EditoraEdgard Blücher e
Ed-USP, São Paulo, 1973.
Complementar:
KINGERY, W.D. ed. Ceramic Fabrication Processes. New York, JohnWiley& Sons,
1975.
MUNIER, P. Technologiedes Faiances. G-V editeurs, Paris, 1957.
TERPSTROP, P.ªC., PEX, e VRIES,ª H. CeramicProcessing, NewYork, Chapman &
Hall,1995.
SOUZA, CELSO de; GOMES, FIGUEIREDO – 1990- Minerais industriais. ISSN 972667-115-9. 1990, 247p.
RADO, PAUL. Introducción a latecnología de lacerámica Edicionesomega, S.ª
Barcelona, 1990, 322p.
TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO II
Carga Horária: 45
Crédito: 05
Ementa
O cenário de negócios, conceitos básicos do planejamento, tipos de planejamento,
elementos que compõem um planejamento, os níveis de planejamento, a confecção
do planejamento estratégico.
Bibliografia
Básica
TAVARES, Mauro Calixta. Gestão Estratégica. São Paulo, Atlas, 3 ed, 2010
ALMEIDA, Martinho Isnard Ribeiro; FISCHMANN, Adalberto. Planejamento
Estratégico na Prática. São Paulo, Atlas. 18 reimp, 2009
MINTZBERG, H. (et al) O Processo da Estratégia: conceitos, contextos e casos
selecionados. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
Complementar
OLIVEIRA. Djalma de Pinho Rebouças. Administração Estratégica na Prática. Atlas.
São Paulo. 2009.
BETHLEM, Agrícola. Gestão Estratégica de Empresas Brasileiras. Casos Resolvidos.
São Paulo, Atlas, 1 ed, 2005.
FLEURY, Afonso. Gestão Empresarial das Empresas Brasileiras. São Paulo, Atlas, 1
ed, 2010
LOW, J & KALAFUT, P.C. Vantagem Invisível: como os intangíveis conduzem o
desempenho da empresa. Porto Alegre: Bookman, 2003.
MINTZBERG, H. (et al.). Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento
estratégico. Porto Alegre: Bookman, 2000.
118
6.8.2.4 JUSTIFICATIVA PARA INCLUSÃO DA DISCIPLINA DE LIBRAS
Com o objetivo de atender a necessidade do mercado de trabalho verifica-se a
facilitação do processo de comunicação com as pessoas que apresentam um déficit
auditivo.
Nesta contextualização a disciplina visa valorizar a relação do homem
enquanto ser capaz de produzir participando efetivamente do cenário profissional.
A inclusão desta viabilizará a relação do discente com outros profissionais que
apresentam as patologias no sistema auditivo e no resgate do cenário político social.
Temos como missão capacitar os discentes para realidade nacional, buscando ofertar
as condições básicas para atender a atualidade do mercado.
6.8.2.5 PLANO ACADÊMICO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
Para o Curso de Administração, a Faculdade Redentor de Campos pretende
adotar uma sistemática de avaliação da aprendizagem de seus alunos, para cumprir o
que determina o seu Regimento que a “avaliação do desempenho escolar é feita por
disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento”.
Em razão disso, estabelece inicialmente que:
- O Curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos terá, no mínimo,
duas avaliações em cada semestre para todas as disciplinas;
- O estágio supervisionado, a monografia ou o Trabalho de Conclusão de Curso
obedecem a critério próprio consoante as normas adotadas;
-A nota da avaliação do rendimento escolar será o resultado do conjunto de
avaliações parciais, cujos pesos e ponderações serão definidos pela Coordenação do
Curso ouvindo o Colegiado do Curso, nos termos de Resolução específica;
- O resultado escolar será obtido mediante atribuição de nota expressa em escala
numérica de 0 (zero) a 10 (dez), admitindo-se como fração decimal 0,5 (meio) ponto;
- Respeitadas as disposições do Regimento Geral relativas ao regime de frequência à
aula e às normas de estágio supervisionado ou à monografia e/ou Trabalho de
Conclusão de Curso, será considerado aprovado e, consequentemente, dispensado
da terceira 3ª verificação, o aluno que obtiver, com média final do processo de
avaliação, nota igual ou superior a 7,0 (sete) pontos;
119
- Submetido à 3ª verificação, será considerado aprovado o aluno quando a média das
duas maiores notas, produzir média aritmética simples, igual ou superior a 7,0 (sete
pontos);
- A secretaria da Faculdade divulgará em calendário escolar o período destinado a
realização das provas;
Não alcançando o valor mínimo para aprovação, será reprovado e deverá repetir a
disciplina;
- A Secretaria produzirá os atos e documentos necessários para a formalização
adequada do processo de avaliação do Curso de Administração;
- O resultado final do processo de avaliação deverá ser enviado pelo professor, sobre
cada aluno, no âmbito da respectiva disciplina, para os fins a que se destina.
Com esses critérios, espera-se que a Faculdade Redentor de Campos e os
alunos do Curso de Administração contribuam com a construção do seu processo de
avaliação.
6.8.2.6. ESTÁGIOS
O estágio curricular é obrigatório no curso de Administração, devendo o aluno
cumprir 150 horas. As diretrizes e normas para a realização de estágio nos cursos de
graduação da Faculdade Redentor de Campos seguem no anexo A deste projeto.
6.8.2.7. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso serve como um balizador para verificar a
realidade que o aluno chega aos três últimos períodos.
O processo se inicia com a disciplina Trabalhos de Conclusão de Curso I, no
7º período, onde além de orientar o aluno na elaboração do seu projeto no que tange
as normas, dá início a elaboração do projeto.
O TCC I contempla pesquisa técnica, teórica e científica, que se constitui
elemento necessário ao desenvolvimento do projeto, e que tem a natureza de gerar e
condensar o repertório que será utilizado no projeto.
120
O TCC II constitui o desenvolvimento das propostas da primeira fase,
resultando num projeto que seja a expressão e síntese do conhecimento obtido ao
longo do curso, explorando ao máximo os conteúdos das diversas disciplinas.
Observa-se nele a adequação entre o tema escolhido, o local e a população-alvo, a
verificação das hipóteses e a convergência com os objetivos propostos.
Ao realizar o TCC, o aluno deverá demonstrar, de maneira clara e satisfatória,
conhecimento do tema abordado e compreensão das exigências da profissão.
Procuramos desta forma apenas colocar no mercado um profissional com
plenas condições para o exercício da sua profissão.
Segue no anexo B deste projeto a normatização do Trabalho de Conclusão de
Curso.
6.8.2.8. METODOLOGIA
A metodologia definida para desenvolver as atividades do curso está
plenamente comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do
espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos. Desta forma,
para o Curso de Graduação em Administração da FACULDADE REDENTOR DE
CAMPOS serão propostas as seguintes atividades: encontros científicos; Projetos de
Iniciação Científica e Extensão nos convênios com a Prefeitura Municipal de Campos
dos Goytacazes e empresas privadas, com a participação de outros Cursos de
Graduação da IES; workshops com apresentação dos trabalhos desenvolvidos nos
campos de estágio; apresentação oral e pública dos Trabalhos de Conclusão de
Curso; participação dos graduandos e docentes em eventos relacionados à área de
produção com apresentação de palestras abertas ao público em geral.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO CURRICULAR
O Curso pretende, através deste sistema, possibilitar que o aluno tenha uma
percepção acurada de seu percurso e desempenho através dos conteúdos das
121
disciplinas e por outro lado, permitir que a Coordenação tenha instrumentos
adequados para medir o aproveitamento de seu sistema pedagógico, Corpo Docente
e filosofia de trabalho.
As disciplinas pertencentes ao núcleo de conhecimentos profissionais terão
como forma de avaliação do aluno trabalhos práticos, ora individuais ou em grupo,
sendo simulações do cotidiano do Administrador. Os trabalhos em grupo serão
estimulados como forma de desenvolver no aluno espírito de liderança e equipe.
Além das exigências técnicas e gráficas de cada atividade, o aluno será
avaliado também em sua apresentação oral. Entende-se que é muito importante ao
Administrador expressar-se bem oralmente, sendo uma exigência.
Para a Coordenação, as notas obtidas servirão para promover uma crítica
apurada e consistente ao Projeto pedagógico como um todo, que poderá então ser
ajustado às deficiências/competências do Corpo Discente, promovendo uma sintonia
fina entre o Corpo Docente e as expectativas/necessidades dos alunos. Desse modo,
o objetivo maior deste Sistema é contribuir para definir padrões de qualidade,
caminhos e parâmetros para a otimização do processo pedagógico, oferecendo à
Coordenação um quadro constante, porém móvel de seu próprio desempenho
enquanto responsável pelas diretrizes do Projeto de Ensino do Curso.
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Tradicionalmente, os sistemas avaliativos nas instituições de ensino são
somativos e classificatórios. De certo modo, a mensuração se impõe pela própria
demanda do sistema. Contudo, a medida, a nota não deve ser o objetivo final do
processo educativo. Cabe, então, ao professor “organizar e gerir as situações
didáticas, a regulação das aprendizagens de um ´aprendiz`”(PERENOUD, 1999,
p.77).
Da mesma forma, a medida também oferece ao aprendiz parâmetros
semelhantes. A nota apresenta um feedback quanto ao desempenho na atividade. O
estudante é o principal formador e gerenciador desta medida. É ele um dos maiores
122
responsáveis pela construção deste processo. Nesse sentido, a Faculdade Redentor
de Campos adota como princípios para as diretrizes do sistema avaliativo três (03)
pontos suscitados acima: o professor, o aluno e o processo ensino/aprendizagem.
Entende-se, aqui, que este processo ocorra com o envolvimento e a dedicação
dessas partes, sendo a função avaliativa ressignificada.
Aprender, segundo Demo (2000, p. 49), “não pode aludir, nunca, a uma tarefa
completa, a um procedimento acabado ou a uma pretensão totalmente realizada, ao
contrário indica vivamente a dinâmica da realidade complexa, a finitude das soluções
e incompletude do conhecimento”. A construção do conhecimento é caracterizada,
paradoxalmente, pela própria desconstrução das ideias pré-concebidas. O saber que
surge desse processo é novo, implica na descoberta, na atualização de novos
padrões
de
pensamento.
Este
conhecimento
é
reconstruído,
reestruturado
individualmente, absorvendo elementos do meio, reorganizando inclusive aspectos
socioculturais.
A Faculdade Redentor de Campos espera realizar um processo educativo que
privilegia a autonomia, estimulando o acadêmico a desenvolver potencialidades que o
capacite a aprender, ou seja, a duvidar, a argumentar, a criar novos elementos ou
estruturas a partir de problemáticas apresentadas. A aprendizagem pretendida,
portanto, prevê a flexibilidade quanto a novos questionamentos ou ideias, propõe a
abertura ao pluralismo.
O processo de avaliação possuirá três (03) funções fundamentais: diagnóstica,
somativa e formativa.
A avaliação diagnóstica enquanto função, possibilita identificar os estágios de
aprendizagem em que se encontram os acadêmicos, ao mesmo tempo que permite
ao professor se autoavaliar, a fim de traçar as práticas de ensino a serem
desenvolvidas junto àqueles. O procedimento adotado é contínuo, re-avaliativo, não
se resumindo a um mero instrumento de aprovação ou reprovação. Os fins são
didáticos, pois possibilitam a intervenção pedagógica ao longo do processo. A função
somativa cumpre, primeiramente, os parâmetros administrativos exigidos. Mas
também possibilita uma avaliação valorativa do decurso da disciplina. Está, ela,
123
relacionada aos critérios previamente escolhidos. Auxilia a tomada de decisão tanto
do professor quanto do aluno. Para tanto, é imperativo a elaboração do planejamento
de ensino, a vinculação das avaliações aos objetivos propostos. Isso faculta a
acadêmicos e professores o reconhecimento e a comprovação do desenvolvimento
dos conhecimentos pretendidos. Perante isso, pode-se perceber a regulação para “o
ajuste do currículo real ao nível e ao ritmo de trabalho de cada turma” (PERENOUD.
1999, p.78) e a esse processo dá-se o nome de avaliação formativa. O principal papel
passa, então, a ser o de promover a equidade na aprendizagem, pois considera-se as
diferenças, sendo necessário ajustes a cada turma e a cada acadêmico. O grupo é
visto como um todo, mas cada aluno merece uma atenção diferenciada nesse
ajustamento.
Obedecendo a estes critérios, a proposta pedagógica prerroga pontos mínimos
a serem seguidos dentro do curso. Respeitando a autonomia proposta neste
documento, estipula-se algumas atividades assumidas como necessárias e benéficas
para o processo de ensino e aprendizagem. Além de pelo menos uma atividade
individual que fará parte da nota final do aluno, o docente responsável pela disciplina
deverá planejar uma ou mais atividades grupais. Entende-se que a interação entre os
acadêmicos facilita o exercício de trabalhos em equipe, além de propiciar a troca de
ideias e experiências.
Sugere-se que o professor procure diversificar os instrumentos de avaliação
para um melhor aproveitamento dos conteúdos. À apresentação gradativa de
assuntos deve acompanhar instrumentos que também progressivamente contemplem
aqueles.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
O sistema de avaliação preferencialmente será constituído de trabalhos,
seminários, provas, projetos, dentre outros.
Cada professor estabelecerá, no seu plano de ensino, juntamente com o
coordenador de curso, quais os objetivos da avaliação, critérios de correção e
conteúdos a serem avaliados, divulgando-os antecipadamente aos alunos.
124
Os critérios de aprovação são aqueles estabelecidos pelo Regimento Interno
da Faculdade Redentor de Campos. Os principais são:
• a aferição do aproveitamento escolar em cada disciplina será semestral;
• serão distribuídos um total de 10,0 pontos em cada bimestre, da seguinte forma:
1ª Avaliação: 10,0 pontos
Prova Bimestral: 7,0 pontos
Atividades diversas: 3,0 pontos (a critério do professor)
2ª Avaliação: 10,0 pontos
Prova Bimestral: 7,0 pontos
Atividades diversas: 3.0 pontos (a critério do professor)
3ª Avaliação: 10,0 pontos
Prova: 10,0 pontos
DO RESULTADO
•
será aprovado o aluno que alcançar 7,0 (sete) pontos ou mais e frequência
igual ou superior a 75% (setenta e cinco pontos percentuais) do total de aulas
dadas;
•
o aluno que não alcançar 7 pontos e que tiver frequência igual ou superior a
75% (setenta e cinco pontos percentuais) do total de aulas dadas e alcançado,
no mínimo, 4 pontos, terá direito a terceira avaliação;
•
será aprovado o aluno que alcançar 7,0 (sete) pontos ou mais com a média
aritmética das duas maiores notas dentre as três avaliações, e frequência igual
ou superior a 75% (setenta e cinco pontos percentuais) do total de aulas
dadas.
.
PROJETOS DE EXTENSÃO
A Faculdade Redentor de Campos possui diversos projetos de extensão, que
permite a participação do aluno do Curso de Administração.
125
INCETEC
Em concordância com a concepção geral do Curso, que tem como forte acento
a conexão teoria-prática, o Projeto conta ainda com a Incubadora de Empresas de
Tecnologia – INCETEC. Este plano visa estimular uma cultura empreendedora e
promover a articulação da vida acadêmica com outros setores da sociedade, e a partir
deste encontro, detectar demandas e oportunidades de novas propostas, respostas e
soluções que resultem na aplicação coerente do aprendizado recebido no Curso.
Assim, através da INCETEC o aluno é encorajado a desenvolver não só o seu
próprio negócio, mas todo um conjunto de referenciais sócio-políticos que se
coadunem a uma intervenção responsiva, produtiva e envolvida socialmente. Já a
partir do quinto período estará disponível para o aluno esta plataforma de
desenvolvimento, podendo ele se aliar como integrante de uma Empresa-Junior já
estabelecido, ou incentivado a formar a sua própria.
As bases pedagógicas, que norteiam a INCETEC, compreendem a
necessidade da imbricação de uma cultura competitiva com uma cooperativa, tanto
intraempresa com extra, reforçando o objetivo de uma inserção no socius que vise
tanto o desenvolvimento pessoal, como o progresso social.
Serão fornecidos pela INCETEC a infraestrutura básica e inicial requerida para
o funcionamento da Empresa-Junior, bem como o suporte acadêmico necessário, sob
a responsabilidade de um professor.
A concepção pedagógica da INCETEC também visa preservar o máximo
possível a autonomia de cada empreendimento de modo suscitar a inventividade e
criatividade, bem como um contato mais direto e flexível com as demandas
socioeconômicas.
NÚCLEO DE APOIO ÀS EMPRESAS (NAE)
A.
INTRODUÇÃO:
126
Na
atualidade,
conforme
vão
ocorrendo
mudanças
nos
processos
administrativos, às empresas precisam rever suas estratégias, buscando maior
compatibilidade em seus produtos e serviços.
O planejamento pode ser conceituado como um processo, desenvolvido para o
alcance de uma situação desejada de um modo mais eficiente e efetivo, com a melhor
concentração de esforços e recursos pela empresa.
A estratégia deve ser continua – nunca realmente para dentro da organização.
Embora diferentes atividades de administração estratégica possam receber mais ou
menos ênfase e possam ser adotadas com diferentes intensidades em diferentes
épocas, a gerencia deverá, virtualmente, sempre abordar ou refletir sobre algum
aspecto da administração estratégica.
A busca desesperadora pelo lucro é tão grande que as empresas se
esquecem, ou põem de lado, fatores importantes para o seu sucesso. O planejamento
estratégico é o processo que realmente mobiliza as pessoas e a empresa para
construir seu futuro.
É importante ressaltar que, todo planejamento deve ser flexível e ajustes
devem ser feitos quando necessários, ou seja, de acordo com as mudanças micro e
macro ambientais, e que, não basta implementar um plano de ações comerciais sem
que a empresa como um todo esteja envolvida neste processo.
B.
A ORGANIZAÇÃO:
O Núcleo de Apoio à Empresa (NAE), é um órgão mantido pela faculdade
Redentor, e tem por finalidade o estudo, a pesquisa e o ensino de Administração,
como também a cooperação e o intercâmbio de informações e experiências, com a
sociedade de Campos e o seu entorno.
O NAE tem como missão promover o desenvolvimento das comunidades
acadêmica e empresarial, através do diagnóstico, da elaboração e da implantação de
projetos de consultoria e assessoria às pequenas e médias empresas, com qualidade
e custo acessível.
Com uma equipe de apoio multidisciplinar formada por profissionais com
grande
experiência
acadêmica
e
prática,
como
por
exemplo,
professores,
especialistas, mestres e doutores. O NAE atuará nas áreas de administração,
127
marketing, ciências contábeis e ciências econômicas, desenvolvendo projetos
personalizados de acordo com as necessidades e atuação de cada empresa.
NAE também buscará fazer parcerias comerciais e de cooperação com o
intuito de atender cada vez melhor os seus clientes, pois entende que dessa forma
pode ampliar seu escopo de serviços e consequentemente ampliar também seu
campo de atuação.
Sendo assim, acreditando na qualidade dos serviços prestados, o NAE
pretende aumentar sua carteira de clientes através de um plano de ações comerciais
que será implementado durante o desenvolvimento deste projeto.
C.ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL:
O NAE é uma empresa de consultoria e assessoria administrativa, que atua na
implantação de projetos nas áreas de competência do curso de administração, tendo
como foco de negócio pequenas e médias empresas de Campos e o seu entorno.
O serviço de consultoria e assessoria com qualidade e custo baixo para as
empresas é um dos diferenciais dos produtos/serviços em relação aos disponíveis no
mercado, além de, desenvolver serviços de acordo com as necessidades de cada
cliente e contar com o apoio do corpo docente dos cursos envolvidos, tornando os
projetos mais acessíveis aos clientes em potencial.
C.1 – Objetivo Geral:
Disponibilizar um campo de atuação prática aos alunos, promovendo a
melhoria dos serviços administrativos da Instituição e, ao mesmo tempo, prestar
serviços de consultoria a baixos custos para as pequenas e médias empresas da
região.
C.2 – Objetivos Específicos:
128
•
Propiciar ao corpo discente a possibilidade de desenvolvimento profissional de
forma empreendedora.
•
Prestar serviços de consultoria com qualidade e custos baixos fomentando o
desenvolvimento da sociedade e propiciando aos alunos uma oportunidade de
crescimento profissional.
•
Capacitar aos alunos a aplicação do conteúdo teórico na pratica de atividades
pertinentes a sua área de formação.
•
Desenvolver o espírito critico-analítico no corpo discente através de projetos de
consultoria e assessoria empresarial.
•
Elaborar programas e projetos específicos.
•
Ativar a integração entre a Faculdade Redentor e a comunidade local.
C.3 – Justificativa:
As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a
se modificarem constantemente e de forma cada vez mais rápida. As alterações
advindas de mudanças em políticas econômicas, políticas sociais, descontinuidade
nas propostas de governo, bem como aumento da complexidade e da incerteza no
mundo, são hoje, fonte interminável de problemas para as organizações que até bem
pouco tempo projetavam suas ações para ambientes mais constantes e previsíveis.
Nesta realidade, as empresas vivem hoje um grande dilema que é a busca
constante por uma melhor colocação no mercado, através de diferenciações, tanto em
seus produtos, quanto em seus serviços. Esta busca faz com que as organizações
intensifiquem cada vez mais seus investimentos em colaboradores realmente
qualificados a fim de que se consiga possuir internamente as competências
necessárias à transformação organizacional constante com vistas à capacidade de
adaptabilidade e inovação. Sejam clientes, fornecedores ou funcionários, todos são
vistos cada vez menos como custos e cada vez mais como fonte geradora de riqueza
nas empresas. Os ativos intangíveis. O capital intelectual.
É nesse contexto que devemos entender que uma instituição de ensino se
insere como parceiro vital na formação e aperfeiçoamento da mão-de-obra com vistas
à qualificação desta para enfrentar os desafios deste novo cenário global.
129
Sendo assim, na formação dos atuais e futuros gestores, além das atividades
inerentes à sala de aula, é necessário desenvolver atividades de pesquisa, de
extensão, bem como de inserção do aluno no mercado de trabalho.
O NAE foi criado a fim de que se possa, fundamentalmente, proporcionar
incremento qualitativo às competências, conhecimentos e habilidades dos alunos,
através da aproximação destes com situações reais vividas no dia-a-dia
organizacional.
C.4 – Analise SWOT:
Ameaças:
•
Cultura empresarial resistente aos serviços de consultoria em pequenas
empresas;
•
Situação econômica das pequenas empresas;
•
Concorrência existente há mais tempo no mercado.
Oportunidades:
•
Carência de serviços de consultoria em empresas de pequeno e médio porte
com qualidade e custos baixos;
•
Divulgação dos projetos, valorizando o principal produto da faculdade
Redentor, os alunos formandos com um diferencial competitivo;
•
Motivar e interagir o corpo docente e discente através da oportunidade de
desenvolvimento de projetos em conjunto;
•
Desenvolver projetos que apoiem o ensino, pesquisa e extensão;
•
Abrir campo de estágio supervisionado para os cursos envolvidos;
•
Valorização da imagem da faculdade Redentor junto à comunidade local, bem
como na acadêmica e empresarial.
Pontos Fortes:
•
Apoio da faculdade Redentor na implantação e divulgação do NAE;
•
Apoio do corpo docente da faculdade Redentor na orientação da execução dos
projetos desenvolvidos pelos alunos participantes do NAE;
130
•
Possibilidade dos alunos aplicarem na pratica seus conhecimentos teóricos,
tornando-se motivados, comprometendo os alunos e diminuindo a evasão nos cursos
envolvidos;
•
Possibilidade de praticar preços acessíveis para os serviços de consultoria,
tendo em vista o baixo custo dos projetos.
Pontos Fracos
• A falta de prática em consultoria por parte dos alunos;
•
A pouca visibilidade que o NAE possui junto aos alunos da Instituição e da
comunidade empresarial;
D. AS ATIVIDADES DO NAE:
Para atingir os objetivos propostos, pretende-se utilizar uma metodologia
prática, visando à utilização dos conceitos desenvolvidos em sala de aula, de maneira
que sejam aplicados sob a supervisão do Gestor do NAE.
D.1 – Metodologia:
Os alunos receberão tarefas individuais ou em grupo do Gestor, devendo
englobar atividades de visita às empresas para levantamento de dados, elaboração
de demonstrações das situações atuais e de apresentação das soluções propostas,
como:
•
Promover o levantamento de todas as unidades empresariais da área, junto à
Região Administrativa, assim como a divulgação dos trabalhos a serem oferecidos;
•
Oferecer às empresas a contratação de serviços de consultoria, em diversas
modalidades, sendo previsto pagamento financeiro tendo como base um orçamento
previamente realizado;
•
Atender pessoas físicas na orientação da abertura e organização de pequenos
negócios e eventos;
•
Atender à própria faculdade Redentor nos trabalhos de reorganização e de
melhoria da qualidade de seus serviços e exposição de sua marca.
131
D.2 – Estratégia de Venda e Pós-venda:
•
Contatos com empresas da Região de Campos, por meio de telefonemas,
visitas e mala direta, através de um portfólio de produtos e serviços;
•
Contato para manutenção de clientes durante, pelo menos, seis meses após o
término de cada projeto;
•
Serviço de atendimento ao cliente, para obter feedback em relação a críticas,
sugestões e reclamações e pronto atendimento aos problemas detectados.
•
Utilização da grande e vasta experiência do corpo docente envolvido no
projeto;
•
Utilização do forte nome da Faculdade Redentor no mercado.
D.3 – Características do NAE que devem ser ressaltadas:
•
Serviços e soluções de alta qualidade;
•
Apoio do corpo docente da faculdade Redentor na orientação dos projetos
desenvolvidos pelo NAE;
•
Oferece os serviços e soluções de acordo com a necessidade do cliente;
•
O NAE possui idoneidade e ética;
•
Tem soluções em consultoria para atender aos mais diversos segmentos;
•
Está sempre disponível para apresentar uma proposta.
D.4 – A manutenção de clientes:
Para cada projeto (cliente) será feito algo como um seguro que contemplará
alguns serviços, á principio terá duração de 6 meses, caso a solicitação feita por parte
do cliente fuja ao escopo dos serviços oferecidos no seguro, o cliente pagará um valor
que será negociado junto ao NAE para implementação do serviço solicitado.
Uma outra opção seria fazer com que o cliente se torne um mensalista, ou
seja, após o término do projeto, o cliente pagaria uma mensalidade ao NAE de modo
que pudesse solicitar implementações de soluções de acordo com um contrato que
estabeleceria as condições para tal solicitação. Essas mensalidades poderiam variar
de 6 à 12 meses de contrato, dependendo da complexidade do projeto.
132
A princípio os contatos de manutenção de relacionamento com os clientes
funcionariam dessa forma, podendo haver alterações de acordo com as solicitações
feitas pelo cliente, e sendo assim, o NAE precisará ter flexibilidade para as mudanças
no escopo dos contratos de manutenção, de modo a atender rapidamente a
solicitação dos clientes e consequentemente as suas necessidades.
E. COMPETÊNCIAS E COMPOSIÇÃO DO NAE:
•
Ao NAE compete responder pelas atividades de consultoria, projetos,
levantamento de dados, diagnóstico das situações encontradas, apresentação de
propostas e demais atividades pertinentes à organização em si e às ações de
mercado;
•
O NAE será integrado por 01 (um) Gestor com carga horária de 40 horas
semanais e por professor (es) orientador (es).
•
Ao Gestor do NAE compete a captação de clientes para a elaboração de
projetos, bem como, coordenar, supervisionar e responder pelas atividades em geral
e, elaborar calendários de todas as atividades vinculadas ao NAE;
•
Ao(s) professor (es) orientador (es) compete orientar e supervisionar, assim
como, avaliar a elaboração dos projetos feitos pelos alunos e as atividades de
estágio, seminários e trabalhos.
•
Aos coordenadores dos cursos envolvidos compete supervisionar as atividades
do NAE, através de relatórios emitidos mensalmente, bem como tomar decisões
táticas no que se refere a essas atividades.
F. RECURSOS NECESSÁRIOS:
Recursos Humanos:
Estagiários – 04 (quatro) inicialmente.
Requisitos necessários:
•
Estar cursando a partir do 3º período; estar regularmente matriculado; possuir
CR mínimo de 7,0; e ter disponibilidade de horário no turno da manhã e tarde.
133
Plano de trabalho:
•
Carga-horaria
(04
horas/dia);
levantamento
de
dados,
diagnóstico
e
apresentação de propostas; auxilio na abertura de empresas; e elaboração de
relatórios periódicos.
Sistema de avaliação:
•
Análise dos projetos; análise dos relatórios; participação nas atividades;
assiduidade e pontualidade.
G. CONSIDERAÇÕES FINAIS:
A implantação da área comercial do NAE proporcionará uma metodologia de
trabalho que permitirá à empresa uma forma melhor de buscar novos clientes e
atender melhor os que já são clientes.
A formação da equipe de consultores Jr do NAE dará a oportunidade aos
alunos da Faculdade Redentor de Campos de aplicarem na prática todo o
conhecimento teórico visto nas aulas dos cursos envolvidos, além de contribuir para a
formação de profissionais mais qualificados para o mercado de trabalho.
Contrapartida das Entidades Conveniadas
Poderá ter uma contrapartida em dinheiro pelas entidades conveniadas para
contribuir com os custos da equipe técnica.
Este repasse pode ser por projeto ou um valor mensal para atendimento a
sociedade.
6.9. ATENDIMENTO AO DISCENTE
O Departamento CASA (Coordenadoria de Atendimento e Suporte ao Aluno)
teve seus trabalhos iniciados na Faculdade Redentor no primeiro semestre de 2013,
quando foi denominado inicialmente como Projeto CASA. Diante do suporte oferecido
pelos profissionais, o aumento do interesse dos acadêmicos pelos serviços oferecidos
e a crescente demanda com bons resultados, no primeiro semestre de 2014 tal
projeto transformou-se em um departamento.
134
O CASA é um departamento inovador totalmente voltado a apoiar os corpos
docente e discente, especialmente àqueles dos primeiros semestres do curso, bem
como aos egressos.
O Departamento possui um espaço físico próprio e conta com uma equipe de
Orientadores Educacionais, composta por uma coordenadora e Assistente social do
projeto, uma psicóloga e duas pedagogas, uma equipe de alunos e professores
monitores, e outros profissionais especializados em atendimento.
Através dessa estrutura, o CASA está capacitado a oferecer uma série de serviços
aos docentes, discentes e egressos:
ü trabalha a captação e permanência dos alunos;
ü redução da evasão;
ü atendimento social e psicopedagógico;
ü capacitação continuada aos docentes;
ü programas de nivelamento (visando à recuperação de deficiências do ensino
médio);
ü auxílio personalizado para dificuldade, distúrbio e transtorno de aprendizagem
nas disciplinas do Curso;
ü apoio para solucionar qualquer tipo de necessidade envolvendo outros setores
da Instituição;
ü ações de acesso, permanência e participação à Comunidade Acadêmica com
necessidade de atendimento diferenciado;
ü monitoramento do egresso no Mercado de Trabalho;
ü acompanhamento da evolução da carreira do egresso;
ü atualização quanto à oferta de cursos e outras atividades acadêmicas.
METODOLOGIA
No primeiro momento, os profissionais de atendimento do CASA trabalham na
capitação dos candidatos aprovados nos Processos Seletivos e, em seguida,
acompanham
todo
o
processo
de
matrícula,
fazendo
com
que
esse
indivíduo conheça a rotina e os projetos da IES e do Curso escolhido, discutido com
cada Coordenador no início de cada ano letivo.
135
Ao longo do semestre letivo, os Orientadores Educacionais do CASA entram
em contato com os Coordenadores de curso, para que estes possam sinalizar
eventuais alunos que mereçam uma atenção especial, que serão assistidos pela
equipe de monitores, aptos a auxiliar os estudantes com dificuldade de aprendizado.
Além do acompanhamento inicial aos calouros, acontece, ao longo da
formação, o atendimento psicopedagógico, que está disponível para todos os
estudantes gratuitamente, a fim de apoiá-los em suas necessidades, proporcionandolhes uma melhor adaptação ao meio acadêmico, em assuntos de ordem material,
emocional e educacional.
Outro diferencial do CASA é o monitoramento e acompanhamento do egresso
no Mercado de Trabalho, através de um programa específico denominado
‘CARREIRAS’.
PROGRAMAS E NÚCLEOS DE APOIO AO DEPARTAMENTO CASA:
1- PROGRAMA DE NIVELAMENTO
Este programa visa resgatar eventuais deficiências do Ensino Médio. O
nivelamento é oferecido, gratuitamente, a todos os alunos que ingressam nos cursos
de graduação e possui duração de até três meses, com os objetivos:
•
Rever o conteúdo de Ensino Médio necessário ao acompanhamento do eixo de
curso de graduação em questão;
•
Possibilitar uma introdução às disciplinas chaves dos cursos.
Ao final do nivelamento, o aluno realiza, a critério da coordenação do curso, uma
atividade para avaliação do seu rendimento. A pontuação obtida é acrescentada à
nota da primeira verificação da disciplina curricular correspondente ao conteúdo do
nivelamento.
136
2- PROGRAMA DE MONITORIA
No CASA, existe um Programa Permanente de Matemática, Física, Química e
Biologia com Professores capacitados para esse fim no período vespertino. As
demais demandas de disciplinas são contempladas pelo Programa de Monitoria,
visando proporcionar aos discentes a participação efetiva e dinâmica no projeto
acadêmico de ensino, no âmbito de determinada disciplina ou conjunto de disciplinas,
sob a orientação direta do docente responsável pela mesma.
A Monitoria Acadêmica tem o compromisso de desenvolver a autonomia, a
formação integral, apoiar e incentivar a interação entre alunos e professores. Essa
atividade busca estimular no aluno monitor o senso de responsabilidade, de
cooperação, a satisfação em ampliar conhecimentos e o empenho nas atividades
acadêmicas. A prática da monitoria representa uma oportunidade para os estudantes
compreenderem
a
importância
da
ética,
da
constante
atualização
e
do
empreendimento na própria formação como um futuro profissional do mercado, além
de auxiliar os alunos com dificuldade de aprendizagem, sobretudo no ciclo
profissionalizante do curso.
3- CARREIRAS - Programa de Colocação e Acompanhamento Profissional
O Carreiras dedica-se ao acompanhamento e ao monitoramento dos egressos
no mercado de trabalho, através de parcerias com as principais empresas atuantes na
região e no Brasil; além de promover todo o suporte acadêmico para os estudantes se
inserirem no Mercado. As empresas parceiras são convidadas a participar
indiretamente da gestão da Instituição, provendo constante feedback quanto ao
currículo e ao perfil do mercado, e subsidiando tomadas de decisões.
O Carreiras simula processos seletivos aos estudantes dando-lhes retorno
sobre seu desempenho nas etapas da seleção, realizando entrevistas simuladas e
utilizando ferramentas como dinâmica de grupo, dentre outros, fornecendo, ao final,
realimentação quanto aos seus pontos positivos e pontos em que deve melhorar o
desempenho, sugerindo-lhe como aperfeiçoar seu desempenho. Também, são
realizados palestras e eventos, abordando temas fundamentais, tais como postura
137
profissional em entrevistas de seleção, etiqueta empresarial, elaboração de um
currículo, feira de estágios, dentre outros.
Cabe também ao Carreiras o acompanhamento de egressos, analisando a
colocação dos profissionais no mercado de trabalho, bem como estimulando seu
contínuo aprendizado, através de cursos de extensão e de pós-graduação. Visitas
periódicas ao egresso são executadas com intuito de captar depoimentos e imagens a
serem usadas em nossas campanhas institucionais.
4- NAA – NÚCLEO DE ATENDIMENTO AO ALUNO
O Núcleo de Atendimento ao Aluno-NAA atenderá todas as demandas
referentes às solicitações internas, desde documentação e matrícula até aos assuntos
relacionados à vida acadêmica e financeira do aluno. No NAA, os alunos têm
atendimento individualizado e podem tirar suas dúvidas em relação aos processos
acadêmicos e financeiros.
5- NASPP – NÚCLEO DE APOIO SOCIAL PSICO-PEDAGÓGICO
O núcleo tem como objetivo proporcionar a melhor adaptação do aluno ao meio
acadêmico possibilitando uma ação preventiva e acolhedora nos assuntos de ordem
emocional e educacional.
Atribuições do Assistente Social:
• Acolhimento do discente na Instituição
• Acompanhamento do discente, no ambiente acadêmico;
• Supervisão de Estágio
• Visitas domiciliares ao discente em regime especial;
• Encaminhamentos para os diversos setores institucionais e para rede de
assistência quando necessário;
• Triagem para encaminhamento de financiamento interno;
Atribuições do Psicólogo:
• Intervir junto aos alunos – Suporte Psicológico Individual;
138
• Prestar assistência psicológica aos alunos, visando o crescimento pessoal e
acadêmico, as relações interpessoais, a integração social e a saúde mental,
favorecendo o desenvolvimento e a formação integral;
•
Trabalhar conflitos emergenciais na relação professor-aluno, professorprofessor e professor-instituição;
•
Treinar o conhecimento e a administração de suas próprias emoções; a
automotivação; bem como o reconhecimento de emoções em outras pessoas e
o manejo de relacionamentos.
Atribuições do Pedagogo:
•
Minimizar os entraves do processo ensino-aprendizagem, podendo atuar
junto ao Corpo Docente e Discente, oferecendo assessoria psicossocial e
pedagógica;
•
Trabalhar questões epistemológicas referentes ao aluno e à sua
aprendizagem;
•
Acompanhar e assessorar ensino diferenciado, no interior da sala de aula,
com apoio educativo em várias disciplinas, a alunos com necessidades
educativas especiais;
•
Participar de programas específicos elaborados pelo professor da disciplina,
dirigidos a alunos;
•
Colaborar em programas específicos de ocupação dos tempos livres dos
alunos, elaborados pelos professores, a desenvolver no ambiente
acadêmico, Biblioteca ou Centro de Recursos Multimídia, que visam:
§
a resolução de problemas de aprendizagem transdisciplinar;
§
a aquisição de métodos de trabalho e de estudo;
§
a realização dos trabalhos escolares;
§
e o estudo acompanhado.
6- NA – NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE
139
A Faculdade Redentor criou o Núcleo de Acessibilidade, através da portaria
0030/SUR/2003 (anexo), para atendimento pleno ao Decreto nº 5.296/2004 que
regulamenta as leis 10.048/2000 e 10.098/2000, em que estabelece normas gerais e
critérios básicos para o atendimento prioritário à acessibilidade de pessoas com
deficiência ou com mobilidade reduzida, bem como a ABNT NBR 9.050/2004 que
dispõe sobre a Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos
urbanos e legislações correlatas.
No ensino superior, a transversalidade da educação especial se efetiva através
de ações de promoção ao acesso, à permanência e à participação dos alunos. Estas
ações envolvem o planejamento e a organização de recursos e serviços para a
promoção da acessibilidade arquitetônica nas comunicações, nos sistemas de
informação, nos materiais didáticos e pedagógicos, que devem ser disponibilizados
nos processos seletivos e no desenvolvimento de todas as atividades que envolvem o
ensino, a pesquisa e a extensão. (BRASIL, 2008, p.17)
Entendendo que, no ensino superior, a inclusão deve se inscrever no debate
mais extenso do direito de todos à educação e igualdade no que tange a oportunidade
de acesso e permanência do discente, a Faculdade Redentor criou o Núcleo de
Acessibilidade (NA).
A dinâmica de atuação do NA da Faculdade Redentor acontece através de:
ü Avaliação da presença de necessidades educacionais especiais nos discentes;
ü Propostas de ações voltadas para a eliminação de barreiras físicas,
arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais e metodológicas;
ü Acompanhamento personalizado à discentes através de procedimentos
educacionais especiais, informando sobre os apoios institucionais existentes e
a efetivação desses;
ü Reuniões com os Colegiados de Curso a fim de propor adaptações
metodológicas e curriculares, bem como recursos para a acessibilidade dos
discentes acompanhados;
ü Desenvolvimento de ações de acessibilidade junto à comunidade universitária;
ü Orientação à coordenadores de projetos de ensino, pesquisa e extensão
desenvolvidos junto aos discentes acompanhados;
140
ü Solicitação,
às
instâncias
pertinentes,
da
aquisição
de
materiais
e
equipamentos de acessibilidade, bem como a remoção de barreiras
arquitetônicas, de locomoção, de mobiliários, entre outros;
ü Orientação a coordenadores de eventos sobre condições de acessibilidade que
deverão ser previstas e providenciadas no que se refere à acessibilidade dos
convidados, participantes e ouvintes;
ü e outras ações afins, que forem necessárias.
Diante disso, a Faculdade Redentor, dentro do Departamento CASA, compôs o
Núcleo de Acessibilidade que é formado pelos seguintes profissionais:
ü Alice Pinheiro (Assistente Social);
ü Artur Rodrigues (Arquiteto);
ü Érika Tiradentes (psicóloga);
ü Cláudia Paes (Fisioterapeuta);
ü Fabiana Costa (Pedagoga);
ü André Raeli (Engenheiro Civil);
ü Heleni Ramos (Fonoaudióloga);
ü Professor Marco Antônio Pedro Vieira (Assistente Social);
ü Michelliny Correa Tavares (Gestora em RH).
6.10 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
O NDE do curso de Administração é formado pelo Coordenador e mais cinco
professores do curso tendo a preocupação de alocar professores de áreas diferentes,
respeitando também a titulação e o regime de trabalho na IES.
Todos os professores que compõe o NDE participaram plenamente da
elaboração do Projeto Pedagógico.
São membros do Núcleo Docente Estruturante:
• Presidente: José Carlos de Brito Gonçalves (Coordenador do curso);
• Docente: Josélio Gomes de Souza
141
• Docente: Simone Monteiro Alves
• Docente: Sílvio Gomes Figueiredo Jr.
• Docente: Manaara IackCozendey
6.10.1. TITULAÇÃO, FORMAÇÃO ACADÊMICA E REGIME DE TRABALHO DO
NDE
Formação
Acadêmica
Docente
José Carlos de B. Gonçalves
Josélio Gomes de Souza
Simone Monteiro Alves
Sílvio Figueiredo Gomes Júnior
Manaara Iack Cozendey Coroa
Administração
Estudos Sociais
Administração
Matemática /
Engenharia Civil
Administração
Titulação
Regime de
Trabalho
Mestrado
Doutorado
Especialização
Doutorado
Integral
Integral
Integral
Integral
Mestrado
Integral
6.10.2. TITULAÇÃO, FORMAÇÃO ACADÊMICA E REGIME DE TRABALHO DO
COORDENADOR DO CURSO
Prof. José Carlos de Brito Gonçalves
•
Graduação: Administração – Faculdade Machado Sobrinho
•
Pós Graduação: Administração de Marketing – Faculdade Machado
Sobrinho
•
Mestrado:
Sistemas
de
Gestão:
UFF
–
Universidade
Federal
Fluminense
6.10.3. COMPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO
O Colegiado do Curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos
terá as seguintes atribuições:
a) Avaliar e atualizar continuamente o projeto político-pedagógico do Curso;
b) Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular do Curso, sempre que
necessário;
c) Estabelecer formas de acompanhamento e avaliação do Curso;
d) Proceder ao acompanhamento e avaliação do Curso, envolvendo os diversos
segmentos inseridos no processo;
142
e) Decidir, em primeira instância, as questões referentes à matrícula, à rematrícula, à
recepção, à dispensa de disciplinas, à transferência e à obtenção de novo título, bem
como as representações e aos recursos apresentados por docentes e discentes;
f) Analisar os recursos interpostos relativos a decisões do Coordenador de Curso;
g) Apreciar convênios, no âmbito acadêmico, referentes ao Curso;
h) Propor e/ou avaliar as atividades extracurriculares do Curso;
i) Exercer a fiscalização e o controle do cumprimento de suas decisões.
Docente
Formação Acadêmica
Titulação
Regime de Trabalho
José Carlos de Brito
Gonçalves (coordenador)
Administração
Mestre
Integral (40 horas)
Josélio Gomes de Souza
Elisabete Monteiro Feres
Ciências Sociais
Doutor
Integral (40 horas)
Tecnólogo em
Informática /
Análise de Sistema
Mestre
Parcial (20 horas)
Alexandre da Silva Azeredo
Gestão de Marketing
Especialista
Parcial (20 horas)
Discente
Curso
Alexandre de Almeida
Manhães
Administração
Discente
6.11 CORPO DOCENTE
O Corpo Docente será composto de acordo com a tabela do item 6.9.1.
6.11.1. TITULAÇÃO E FORMAÇÃO ACADÊMICA, REGIME DE TRABALHO
Aproximadamente 73,91% dos docentes do curso tem titulação obtida em programa
de pós-graduação stricto sensu, conforme relação a seguir:
ALEXANDRE DA SILVA AZEREDO
Graduação: Gestão de Marketing.- Faculdade de Tecnologia Norte Fluminense,
FACULTEC.
Especialização: Business Management. - Martin College Sydney.
Especialização em Logística Portuária.- Institutos Superiores de Ensino do CENSA,
ISE/CENSA, Brasil.
http://lattes.cnpq.br/2138588432682590
143
Christian Silva da Conceição
Graduação: Administração. - Universidade Salgado de Oliveira, UNIVERSO
Especialização: MBA em Gerenciamento de Projetos. - Fundação Getúlio Vargas,
FGV
http://lattes.cnpq.br/3296725144316966
.
Daniella Constantini das Chagas Ribeiro
Graduação: Comunicação Social. - Centro Universitário Fluminense, UNIFLU
Mestrado: Mestrado em Cognição e Linguagem. - Universidade Estadual do Norte
Fluminense Darcy Ribeiro, UENF
http://lattes.cnpq.br/0049815017435603
Danielle Alves Fortuna Pussiareli
Graduação: Administração - Universidade Federal Fluminense, UFF
Mestrado: Engenharia de Produção. - Universidade Estadual do Norte Fluminense
Darcy Ribeiro, UENF
http://lattes.cnpq.br/8850170362274050
Elisabete Monteiro Feres
Graduação: Tecnólogo em Informática. - Instituto Federal Fluminense, IFF
Graduação: Análise de sistemas. - Universidade Salgado de Oliveira, UNIVERSO
Mestrado: Mestrado em Engenharia de Produção. - Universidade Estadual do Norte
Fluminense Darcy Ribeiro, UENF
http://lattes.cnpq.br/3562815439454135
Fabiana da Silva Pinto
Graduação: Comunicação Social - Centro Universitário das Faculdades Integradas
Alcântara Machado, FIAMFAAM
Especialização: Administração de Sistemas de Informação. - Universidade Federal
Fluminense.
Mestrado: Mestrado profissionalizante em planejamento regional e gestão de cidades.
- Universidade Cândido Mendes, UCAM
http://lattes.cnpq.br/2572195975823832
144
Frederico Muylaert Margem
Graduação: Engenharia de Produção Elétrica - Pontifícia Universidade Católica do Rio
de Janeiro, PUC/RJ
Mestrado: Engenharia de Produção. - Universidade Estadual do Norte Fluminense
Darcy Ribeiro, UENF
Doutorado: Engenharia e Ciência dos Materiais - Universidade Estadual do Norte
Fluminense Darcy Ribeiro, UENF
http://lattes.cnpq.br/8712749538747455
Glauber Rabelo Matias
Graduação: Ciências Sociais - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy
Ribeiro, UENF
Graduação em Licenciatura em Ciências Sociais - Universidade Federal Fluminense,
UFF
Mestrado: Sociologia e Antropologia - Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ
http://lattes.cnpq.br/9571550809902884
Heleni Ramos Silva
Graduação: Fonoaudiologia - Universidade Católica de Petrópolis, UCP
Especialização:Neurofisiologia Clínica. - Instituto Brasileiro de Medicina de
Reabilitação, IBMR
Especialização: Educação Especial. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Santa
Marcelina
Especialização: LIBRAS. - Faculdades Integradas de Jacarepaguá, FIJ
Mestrado: Letras. - Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, CESJF
http://lattes.cnpq.br/3532268672516662
José Carlos de Brito Gonçalves
Graduação: Administração - Fundação Educacional Machado Sobrinho, FEMS, Brasil.
Especialização: Administração de Marketing Fundação Educacional Machado
Sobrinho, FEMS, Brasil.
Especialização: Gerenciamento Micro e Pequena Empresa Universidade Federal de
Lavras, UFLA, Brasil.
145
Mestrado: Profissionalizante em Administração Universidade Federal Fluminense,
UFF, Brasil.
http://lattes.cnpq.br/2039827184982986
Josélio Gomes de Souza
Graduação: Estudos Sociais - Faculdade De Filosofia Ciências E Letras De Duque De
Caxias
Especialização: História Do Brasil. - Universidade Federal Fluminense, UFF
Doutorado: Teoria Psicanalítica. - Universidade Federal Fluminense, UFF
http://lattes.cnpq.br/8622779774776566
Laís Martins Soares
Graduação: Graduação em Direito - Faculdade de Direito de Campos
Especialização: Especialização em Pós-graduação em Direito Civil e Processual Civil.
- Faculdade de Direito de Campos
http://lattes.cnpq.br/9873295525506286
Lívia Marini Palma
Graduação: Ciências Biológicas - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy
Ribeiro, UENF
Mestrado: Biociências e Biotecnologia - Universidade Estadual do Norte Fluminense
Darcy Ribeiro, UENF
Doutorado: Biociências e Biotecnologia. Universidade Estadual do Norte Fluminense
Darcy Ribeiro, UENF
http://lattes.cnpq.br/0274153149185558
Luiz Cláudio Tavares Silva
Graduação: Administração - Universidade Federal Fluminense, UFF
Mestrado: Mestrado em Engenharia de Produção - Universidade Estadual do Norte
Fluminense Darcy Ribeiro, UENF
http://lattes.cnpq.br/3823162033890493
Luiz Gustavo Xavier Borges
Graduação: Engenharia de Produção - Universidade Federal de Viçosa, UFV
146
Especialização: MBA Engenharia Econômica e Financeira.- Universidade Federal
Fluminense, UFF
http://lattes.cnpq.br/9834565988571062
Manaara Iack Cozendey Coroa
Graduação: Graduação em Administração / Itaperuna - Universidade Federal
Fluminense, UFF
Mestrado: Engenharia de Produção. Universidade Estadual do Norte Fluminense
Darcy Ribeiro, UENF
http://lattes.cnpq.br/9836342522408101
Mozarth Dias de Almeida Miranda
Graduação: Jornalismo. - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho,
UNESP
Mestrado: Mestrado em Mestrado Profissional em Televisão Digital. - Universidade
Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP
http://lattes.cnpq.br/7089045190372052
Natalia Bousquet Batista
Graduação: Farmácia - Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ
Graduação em Administração - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro,
UFRRJ
Especialização: Residência Farmacêutica. - Universidade Federal Fluminense, UFF
Especialização em MBA em Gestão Empresarial.- Fundação Getúlio Vargas, FGV
http://lattes.cnpq.br/4573554253447208
Phillipe Mota Machado
Graduação: Licenciatura em Biologia. Universidade Estadual do Norte Fluminense
Darcy Ribeiro, UENF
Mestrado em Ecologia e Recursos Naturais- Universidade Estadual do Norte
Fluminense Darcy Ribeiro, UENF
http://lattes.cnpq.br/2656166996451855
Silvio Figueiredo Gomes Júnior
147
Graduação: Engenharia Civil - Universidade Federal Fluminense, UFF
Graduação: Licenciatura em Matemática. - Universidade Salgado de Oliveira,
UNIVERSO
Graduação: Licenciatura em Matemática - Centro de Educação a Distância do Estado
de Rio de Janeiro, CEDERJ
Especialização: Ciências de Engenharia - Universidade Estadual do Norte Fluminense
Darcy Ribeiro, UENF
Especialização: Engenharia de Segurança do Trabalho. - Faculdade Redentor.
Mestrado: Engenharia de Produção - Universidade Federal Fluminense, UFF
Doutorado: Engenharia de Produção - Universidade Federal Fluminense, UFF
http://lattes.cnpq.br/6742355782070590
Simone Monteiro Alves
Graduação: Administração - Faculdade De Ciências Contábeis E Administrativas
Machado Sobrinho
Especialização: Gestão De Recursos Humanos. - Universidade Estácio De Sá.
http://lattes.cnpq.br/0339042287990857
Tales Neri Borsoi
Graduação: Ciências Agrícolas. - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro,
UFRRJ
Graduação: Engenharia Agronômica. - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro,
UFRRJ
Especialização: Gestão e Estratégia no Agronegóc. - Universidade Federal Rural do
Rio de Janeiro, UFRRJ
Mestrado: Engenharia de Produção. Universidade Estadual do Norte Fluminense
Darcy Ribeiro, UENF
http://lattes.cnpq.br/9909199290801895
Wagner Luiz Ferreira Lima
Graduação: Letras - Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Carangola.
Mestrado: Letras. Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
Doutorado: Letras - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ
http://lattes.cnpq.br/4448377413371060
148
Nome Titulação Regime De Trabalho Previsto Alexandre Da Silva Azeredo Especialização Parcial Christian Silva Da Conceição Especialização Parcial Daniella Costantini Das Chagas Ribeiro Mestrado Parcial Danielle Alves Fortuna Pussiareli Mestrado Parcial Elisabete Monteiro Feres Mestrado Parcial Fabiana Da Silva Pinto Mestrado Parcial Frederico Muylaert Margem Doutorado Integral Glauber Rabelo Matias Mestrado Parcial Heleni Ramos Silva Mestrado Integral José Carlos De Brito Gonçalves Mestrado Integral Joselio Gomes De Souza Doutorado Integral Laís Martins Soares Lívia Marini Palma Especialização Doutorado Integral Integral Luiz Cláudio Tavares Silva Mestrado Integral Luiz Gustavo Xavier Borges Especialização Integral Manaara Iack Cozendey Coroa Mestrado Integral Mozarth Dias De Almeida Miranda Mestrado Parcial Natalia Bousquet Batista Especialização Parcial Phillipe Mota Machado Mestrado Parcial Silvio Figueiredo Gomes Júnior Doutorado Integral Simone Monteiro Alves Especialização Parcial Tales Neri Borsoi Mestrado Parcial Wagner Luiz Ferreira Lima Doutorado Integral 149
6.11.2 NÚMEROS DE ALUNOS POR DOCENTE EQUIVALENTE A TEMPO
INTEGRAL
Número de
Alunos por
semestre
Docente Tempo
Integral
Razão Aluno por Docente em tempo
integral
50
11
4,16
6.11.3 ALUNOS POR TURMA EM DISCIPLINA TEÓRICA
Número de Alunos
50
6.11.4. NÚMERO MÉDIO DE DISCIPLINAS POR DOCENTE
DOCENTES Alexandre Da Silva Azeredo Christian Silva Da Conceição Daniella Costantini Das Chagas Ribeiro Danielle Alves Fortuna Pussiareli Elisabete Monteiro Feres Fabiana Da Silva Pinto DISCIPLINAS Gestão de Marketing II OPTATIVA Administração de Vendas e Negociações Gestão de Pessoas I Gestão Organizacional Laboratório de Empreendedorismo II OPTATIVA Atividade Complementar Empreendedorismo e Inovação Introdução à Administração Laboratório de Empreendedorismo IV Tópicos Especiais em Administração Cálculo 0 Cálculo Aplicado à Administração Introdução à Informática Modelagem Organizacional OPTATIVA Comportamento Humano nas Organizações Comunicação Organizacional Gestão de Planejamento Estratégico Frederico Muylaert Margem OPTATIVA Orçamento Glauber Rabelo Matias Sociologia aplicada a Administração 150
Antropologia Heleni Ramos Silva José Carlos De Brito Gonçalves Joselio Gomes De Souza Lais Martins Soares Livia Marini Palma Luiz Cláudio Tavares Silva Luiz Gustavo Xavier Borges ManaaraIackCozendey Coroa Mozarth Dias De Almeida Miranda Natalia Bousquet Batista Phillipe Mota Machado Silvio Figueiredo Gomes Júnior Simone Monteiro Alves OPTATIVA Ferramentas de Gestão Empresarial Formação de Consultores Formação de Gestores da Micro e Pequena Empresa Gestão Estratégica Laboratório de Empreendedorismo III Plano de Negócios I Filosofia OPTATIVA Religião e Cultura Comportamento Ético Profissional Direito do Trabalho e Previdenciário Direito Empresarial e Tributário Metodologia Científica Noções de Direito Técnica de Oratória OPTATIVA Administração Financeira Análise das Demonstrações Contábeis e Financeiras Contabilidade Básica Contabilidade de Custos Teoria Micro-­‐Econômica Contabilidade Gerencial Probabilidade e Estatística Teoria Macro-­‐Econômica Matemática Financeira Comércio Exterior Ferramentas de Gestão Empresarial II Formação de Gerentes Gestão de Pessoas II Logística Laboratório de Empreendedorismo I Liderança e Criatividade Gestão da Informação Gestão de Marketing I Gestão de Materiais Teoria Geral da Administração Plano de Negócios II Sustentabilidade Sócio Ambiental Jogos de Empresas Pesquisa Operacional I Estágio Supervisionado Gestão de Projetos 151
Tales Neri Borsoi Wagner Luiz Ferreira Lima Trabalho de Conclusão de Curso I Trabalho de Conclusão de Curso II Planejamento e Controle de Produção Gestão da Qualidade Português Instrumental 6.11.5 PLANO DE CARREIRA DOCENTE DA FACULDADE REDENTOR DE
CAMPOS
O Plano de Carreira Docente regula as condições de admissão, demissão,
direitos e vantagens bem como os deveres e responsabilidades dos membros do
Magistério Superior da Sociedade Universitária Redentor - SUR, Mantenedora da
FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS.
As relações de trabalho dos membros do Magistério Superior da Sociedade
Universitária Redentor - SUR - são regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho.
Os cargos ou funções do Magistério Superior da Sociedade Universitária
Redentor - SUR são acessíveis a todos quantos satisfaçam os requisitos
estabelecidos neste Plano de Carreira Docente.
Entende-se como atividades de Magistério Superior, aquelas que são
adequadas ao sistema de ensino, pesquisa e extensão e sejam exercidas em uma
Unidade de Ensino Superior, com o objetivo de ampliar e transmitir o saber.
São também consideradas como atividades de Magistério, aquelas inerentes à
administração escolar e universitária, privativas de docentes de nível superior.
CORPO DOCENTE
O Corpo Docente de cada Curso será constituído pelo pessoal que nele exerça
atividades de ensino, pesquisa e/ou extensão.
O Corpo Docente integrará o Quadro de Pessoal da Sociedade Universitária
Redentor - SUR fixado por Resolução da Congregação.
152
A idoneidade profissional, a capacidade didática, a integridade moral e a boa
conduta pública e privada, são condições fundamentais para o ingresso e
permanência no Magistério Superior da Sociedade Universitária Redentor– SUR.
A admissão de Pessoal Docente far-se-á mediante contrato de trabalho
celebrado com a Sociedade Universitária Redentor - SUR, e a seleção de candidatos
será feita com observância dos critérios estabelecidos no Regimento da
FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS e neste Plano de Carreira Docente.
CLASSIFICAÇÃO E FIXAÇÃO DOS CARGOS
O Corpo Docente será classificado por:
I - Professor Doutor;
II - Professor Mestre:
III - Professor Especialista;
IV - Professor Graduado.
A Sociedade Universitária Redentor – SUR fixará semestralmente, por Curso, o
número de cargos do Magistério Superior no Regime de Tempo Parcial - TP (igual ou
superior a 12 horas semanais), o Regime de Tempo Integral - TI (40 horas semanais)
e Tempo Especial (professores horistas).
A Sociedade Universitária Redentor poderá, na medida de sua conveniência,
contratar professores em outros regimes e/ou regime modular.
INGRESSO E ACESSO
O Pessoal Docente do Magistério Superior da Sociedade Universitária
Redentor - SUR será contratado de acordo com as normas constantes neste Capítulo,
pela Mantenedora, por indicação do Diretor Geral, obedecendo a este Plano de
Carreira Docente.
153
Caberá aos Colegiados dos cursos comprovar a necessidade da contratação
de Docentes, fazendo o exame das credenciais dos interessados em conjunto com o
Diretor Geral.
A contratação de professor será feita mediante a indicação dos Colegiados dos
cursos ao Diretor Geral, respeitada a legislação vigente, ou quando necessário,
através do Concurso de Títulos e Provas.
Para todos os efeitos, o currículo do professor será analisado pela
Congregação que emitirá parecer conclusivo.
O professor contratado será enquadrado de acordo com sua titulação:
São requisitos mínimos para ingresso nas categorias docentes:
I - Professor Doutor:
- ser portador de título de Doutor na área em que irá atuar;
II - Professor Mestre:
- ser portador do Título de Mestre na área em que irá atuar;
III - Professor Especialista:
- ser portador de título de Pós-Graduação “lato sensu” na área em que irá atuar;
IV - Professor Graduado:
- ser portador do título de Graduado com experiência profissional
comprovada e que atenda aos requisitos da Resolução nº 20/77. A presença de
docentes graduados, sem especialização, só será aceita, mediante matrícula no curso
de pós-graduação lato sensu em Docência Superior, oferecido, gratuitamente, a todos
os professores da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS.
Para fins de ascensão à categoria mais elevada, o critério é a titulação do
docente, e o enquadramento será automático no nível e classe correspondente.
A avaliação profissional será realizada pela CPA – Comissão Própria de
Avaliação, instituída a partir da Lei dos SINAES, de acordo com o seu Regimento.
154
AFASTAMENTO E DA SUBSTITUIÇÃO
Além dos casos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho, poderá
ocorrer o afastamento do ocupante de cargo do Magistério, com direitos e vantagens
estabelecidos neste Plano de Carreira Docente, após aprovação da Sociedade
Universitária Redentor, para:
I - aperfeiçoar-se em instituições nacionais ou estrangeiras e
comparecer a congressos e reuniões, relacionados à sua atividade técnica ou docente
na FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS.
II - exercer cargos administrativos na FACULDADE REDENTOR DE
CAMPOS.
O pedido de afastamento deverá ser encaminhado por meio do Colegiado do
curso competente, em requerimento dirigido ao Diretor Geral, com a exposição de
motivos e a programação a que se destina.
O Docente somente poderá afastar-se ou permanecer afastado, para a
realização de Curso de Aperfeiçoamento na área específica ou afim à disciplina que
leciona ou em atividades de interesse do Curso.
O afastamento do ocupante de cargo de Magistério Superior previsto nos itens
I e II deste artigo se dará mediante proposta do Colegiado respectivo, após
pronunciamento da Congregação e com posterior homologação do Diretor.
Os docentes licenciados, deverão firmar, antecipadamente o compromisso de
lecionar ou prestar serviços técnicos à FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS, no
mínimo, por tempo idêntico ao do afastamento, sob o mesmo regime de trabalho, sob
pena de reembolso das importâncias recebidas da FACULDADE REDENTOR DE
CAMPOS acrescidas de juros.
Durante o período do Curso ou estágio e ao final do mesmo, fica o Docente
obrigado a remeter ao Colegiado no qual está lotado relatório semestral das
atividades, com visto do Coordenador do Curso, bem como a comprovação de
frequência mensal emitida pela Instituição.
155
REGIME DE TRABALHO E REMUNERAÇÃO
O Pessoal Docente de Ensino Superior da FACULDADE REDENTOR DE
CAMPOS está sujeito à prestação de serviços semanais, dentro dos seguintes
regimes:
I - regime de TP - Tempo Parcial, de 12 a 30 (trinta) horas semanais de
trabalho, devendo o professor assumir tarefas em sala de aula que requeiram pelo
menos 75 % do tempo contratual;
II - regime TI - Tempo Integral, com 40 (quarenta) horas semanais de
trabalho, devendo o professor assumir tarefas em salas de aula, que requeiram pelo
menos 50 % do tempo contratual;
III - outros regimes.
As horas de trabalho não utilizadas como carga didática do Docente, serão
distribuídas em preparo de aulas, assistência aos alunos, preparação e correção de
provas e exames, pesquisas, funções administrativas, reuniões em órgãos
colegiados, trabalhos práticos ou atividades de assessoria e extensão a se
desenvolverem na FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS ou em local que for
determinado pela Diretoria.
As atividades de pesquisa, extensão e assessoria referidas no parágrafo
anterior, poderão ser remuneradas complementarmente.
Excetuando-se as atividades previstas no § 2º, as demais atividades a que se
refere este artigo devem ser prestadas obrigatoriamente na FACULDADE
REDENTOR DE CAMPOS.
É permitida a redução das horas/aula mínimas em sala de aula, estabelecidas
acima, a critério do Diretor e aprovado pela Mantenedora, quando o Professor ocupar
os seguintes cargos ou funções:
I – Diretoria, Vice-Diretorias, Diretoria Acadêmica de Graduação;
II - Coordenadorias de Curso.
156
Os Docentes designados para funções administrativas de Diretor Geral, ViceDiretor e Diretoria Acadêmica de Graduação, receberão, enquanto no exercício das
mesmas, remuneração de Professor, com nível equivalente à sua titulação, no regime
de 40 (quarenta) horas semanais, acrescidas respectivamente da função gratificada,
por portaria específica da Entidade Sociedade Universitária Redentor - SUR.
Os Docentes designados para os cargos de Coordenadores de Curso,
enquanto no exercício de suas funções, receberão remuneração de acordo com o
nível para o qual foram contratados, no regime horas acordado com a Sociedade
Universitária Redentor – SUR.
COMPETÊNCIAS
Ao Professor compete:
a) elaborar o Plano de Ensino e de atividades práticas das disciplinas de que é
responsável;
b)
supervisionar
e
coordenar
a
execução
das
atividades
sob
sua
responsabilidade;
c) rever ou reelaborar mensalmente, o Plano de Ensino e de atividades práticas
das disciplinas de que é responsável;
d) adotar medidas que signifiquem aprimoramento e melhoria das atividades de
ensino e de atividades práticas;
e) ministrar aulas considerando a qualidade do ensino, incentivando a pesquisa
e a extensão;
f) apresentar projetos de pesquisa e extensão aos Colegiados dos cursos em
consequência da construção do conhecimento;
g) exercer outras atribuições inerentes às suas competências ou determinadas
pelos órgãos ou autoridades superiores, de acordo com este Plano de Carreira
Docente, no âmbito de sua atuação;
h) manter e zelar pela disciplina do corpo discente, no exercício de suas
funções;
i) cumprir o presente Plano de Carreira Docente;
157
j) cumprir e fazer cumprir o Regimento da FACULDADE REDENTOR DE
CAMPOS, bem como a legislação em vigor.
DIREITOS E VANTAGENS
Além da remuneração do cargo, o membro do Magistério Superior da
FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS poderá receber as seguintes vantagens
pecuniárias:
I - diárias;
II - ajuda de custo;
III - adicional de insalubridade e/ou periculosidade de acordo com a
legislação vigente;
IV - pró-labore.
Também é assegurado ao professor:
I - reconhecimento como competente em sua área de atuação;
II - acesso ao seu aprimoramento profissional;
III - infraestrutura adequada ao exercício profissional;
IV - remuneração compatível com sua qualificação.
DEVERES
Antes de recorrer ao Poder Judiciário, o membro do Magistério Superior que,
eventualmente, venha a ter seus direitos prejudicados, deverá pedir reconsideração à
autoridade competente da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS, sempre por
intermédio da autoridade superior àquela a que estiver subordinado.
Além de suas tarefas específicas, são deveres de todo membro do Magistério
Superior, indistintamente:
I - comparecer à Instituição de Ensino, no horário normal de trabalho e, quando
convocado em horários extraordinários, executando os serviços que lhe competirem:
II - cumprir as ordens dos superiores;
III - guardar sigilo quanto aos assuntos de serviço;
IV - manter com os colegas, espírito de cooperação e solidariedade;
158
V - zelar pela economia do material do Curso e pela conservação do que for
confiado à sua guarda e uso;
VI - providenciar para que esteja sempre em dia a sua ficha de assentamento
pessoal;
VII - apresentar, dentro dos prazos previstos, relatórios de suas atividades.
Ao membro do Magistério Superior é proibido:
I - dirigir-se desrespeitosamente, por qualquer meio, às autoridades
constituídas;
II- criticar os atos de administração e organização do serviço do ensino;
III - deixar de comparecer ao serviço sem causa justificada ou dele se retirar
durante as horas do expediente, sem prévia autorização;
IV - tratar, nas horas de trabalho, de assuntos particulares, alheios ao serviço
do curso a que está vinculado;
V - promover ou participar de manifestações que impliquem conturbação da
ordem, dentro da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS;
VI - exercer atividades político-partidária dentro das Instalações da Faculdade.
Todo professor, independentemente do nível e cargo dentro da carreira, será
responsável pela administração das disciplinas que lhe forem confirmadas pelo
Colegiado de curso.
O membro do Magistério Superior é responsável por todos os prejuízos que
causar à FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS, por dolo, omissão, negligência,
imprudência ou imperícia.
Os prejuízos e responsabilidades serão apurados através de uma Comissão de
sindicância designada pelo Colegiado de curso e o Parecer emitido deverá ser
homologado pela Congregação da FACULDADE REDENTOR.
A importância das indenizações pelos prejuízos a que se refere este artigo,
será descontada da remuneração do membro do Magistério.
159
A responsabilidade administrativa não exime o membro do Magistério da
responsabilidade civil ou criminal, nem o pagamento da indenização a que se refere o
parágrafo anterior, o exime da pena disciplinar a que está sujeito.
Será igualmente responsabilizado o membro do Magistério que, sem a devida
autorização, cometer à pessoas estranhas à Instituição de Ensino, o desempenho de
encargos que a ele competirem.
DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
O controle de frequência do Docente será exercido através de Ponto
Eletrônico, supervisionado pela Secretaria e controlado pela Diretoria.
Haverá a seguinte hierarquia para efeito de pedido de reconsideração de
recurso e representação do Magistério Superior da FACULDADE REDENTOR.
I – Colegiado de curso;
II - Diretor Geral;
III - Congregação.
Em caso de não acolhimento do recurso ou representação, o interessado
poderá recorrer à instância imediatamente superior.
Os direitos, deveres e penalidades disciplinares do Corpo Docente estão
estabelecidos no Regimento.
A congregação disporá sobre as normas regulamentares relativas aos
Professores Visitantes, Colaboradores e Associados.
Para todos os efeitos, cabe à Instituição MANTENEDORA, a decisão final
sobre medidas que importem em alteração de curso ou orçamento.
Este Plano de Carreira Docente entrará em vigor na data de sua homologação
pelo Diretor, após aprovação da Congregação.
REGIME DE TRABALHO
160
A Sociedade Universitária Redentor – SUR fixará semestralmente, por Curso, o
número de cargos do Magistério Superior no Regime de Tempo Parcial - TP (superior
ou igual a 12 horas semanais, com pelo menos 30 % da carga-horária destinada a
atividades extraclasses), no Regime de Tempo Integral - TI (40 horas semanais) e no
Regime de Tempo Especial - TE
(correspondente as horas-aula definidas no
respectivo contrato de trabalho).
A Sociedade Universitária Redentor poderá, na medida de sua conveniência,
contratar professores em outros regimes e/ou regime modular.
161
7
Infraestrutura Física e
Acadêmica
7.1 DESCRIÇÃO FÍSICA ATUAL
Infraestrutura
A Faculdade Redentor de Campos estará situada à Rua Dr. Beda, nº 112, Turf
Clube, Campos dos Goytacazes/ RJ.
Biblioteca
Ambiente
Quantificação
Descrição
Uso dos Alunos
Biblioteca ( 231,3 m2)
Estudo coletivo
46,69 m
2
Ambiente com várias mesas de
estudo coletivo e divisórias para
estudo individual e acesso a
internet.
Acervo e bibliotecária
76,74 m2
Ambiente onde os funcionários
atendem aos alunos/ Ambiente
para restauração e catalogação
de livros e demais serviços
internos.
Consulta a computadores
14,95 m2
Ambiente com divisórias para
acesso individual à internet.
Estudo Individual
29,87 m2
Ambiente com várias mesas e
divisórias para estudo
individual.
162
Ambiente com várias mesas de
estudo coletivo.
63,05 m2
Salão de leitura
Instalações Administrativas
Expansão
Quantificação
m2
1
28 m2
1
1
1
1
1
1
7,08 m2
1
1
1
1
1
Administrativo
1
28 m2
1
1
1
1
1
Tesouraria
1
8,39 m2
1
1
1
1
1
Direção
1
7,08 m2
1
1
1
1
1
Procuradoria
Institucional
1
7,08 m2
1
1
1
1
1
Almoxarifado
1
5,46 m2
1
1
1
1
1
Banheiro
1
4 m2
1
1
1
1
1
Ambiente
Sala de
Atendimento
Sala da Secretária
Acadêmica
2013 2014 2015 2016 2017
PRÉDIO I – Térreo
Expansão
Ambiente
Quantificação
m2
Reprografia
1
38,92 m2
1
1
1
1
1
1
38,8 m2
1
1
1
1
1
6
1 m2
6
6
10
14
20
Salas de Docentes
1
24,8 m2
1
1
1
1
1
CASA
1
38,8 m2
1
1
1
1
1
Banheiro
2
4 m2
2
2
2
2
2
Espaço para
conferências
1
Área de lazer
1
2320 m2
1
1
1
1
1
Piscina - semiolímpica
1
Quadra de Esportes
2
Campo de Futebol
1
Sala para Professores –
Tempo Integral
Gabinetes para
Professores Tempo
Integral – TI
2013 2014 2015 2016 2017
163
Cantina
1
45,07 m2
1
1
1
1
1
Estacionamento
1
702,00
m2
1
1
1
1
1
Elevador
1
2,56 m2
1
1
1
1
1
PRÉDIO I – 2º, 3º e 4º Pavimentos
Ambiente
Quantificaçã
o
Coordenação de Turno
3
Sala para Org.Estudantil
1
Sala de
conferência/auditório
1
Salas de aula
Expansão
2013 2014 2015 2016 2017
m2
15,96
m2
15,96
m2
1
2
3
3
3
1
1
1
1
1
78,88m2
1
1
1
1
1
25
40,71m2
12
26
32
43
43
Salas de Coordenação
9
15,96
m2
6
10
12
12
11
Salas de Docentes
1
24,8 m2
1
1
1
1
1
Banheiros
8
4 m2
14
14
14
14
14
Sala da CPA
Sala do NDE
PRÉDIO II – Térreo
Expansão
Quantificação
m2
1
260 m2
1
1
1
1
1
Salas de Docentes
1
196 m2
1
1
1
1
1
Banheiro para Docentes
2
4 m2
22
22
Banheiro
3
4 m2
2
2
2
2
2
Cantina
1
45,07 m2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Ambiente
Área de Convivência
Elevador
1
2,56 m
2013 2014 2015 2016 2017
22
2
2
22
164
PRÉDIO II – 2º, 3º, 4º Pavimentos
Ambiente
Quantificação
Coordenação de Turno
3
Sala de
conferência/auditório
1
Salas de aula
12
Banheiros
Home Care
m2
15,96
m2
78,88m
Expansão
2013 2014 2015 2016 2017
1
2
3
3
3
1
1
1
1
1
2
12
2
6
32
43
43
6
4 m2
8
8
8
8
8
1
150,67
1
1
1
1
1
2
40,71m
7.2 BIBLIOTECA
7.2.1. INFORMATIZAÇÃO
A organização do Acervo é informatizada. A IES utiliza um sistema para
gestão integrada, também conhecido como ERP (Enteprise Resource Planning). O
sistema, chamado WAE, engloba todos os setores acadêmicos/administrativos da
IES, dentre eles a Biblioteca.
O módulo voltado para a administração da biblioteca contempla todo o
controle e manutenção do acervo que fica a disposição dos alunos para consulta e
uso dentro dos limites da biblioteca e ou fora dela através da realização de
empréstimos.
O módulo da Biblioteca permite o controle dos cadastros básicos como:
Editores, Autores, Coleções / Séries, Tipos de Colaboradores, Colaboradores,
Bibliotecas, Idiomas, Moedas, Áreas de Conhecimento, Designação Geral de Material,
Grupos de Classe, Categorias, Periodicidades/Periódicos, Ocorrências, Situações de
Tombos, Localização, Local da Pesquisa, Categorias de Empréstimos e outro mais.
165
O sistema controla os empréstimos realizados aos alunos observando limite
de obras, tempo para devolução e geração automática de multa por atraso. Como o
sistema é totalmente integrado, as informações de multa podem gerar, se
parametrizado, restrição aos alunos que são observadas, por exemplo, em
procedimentos como renovação, trancamento ou cancelamento de matrícula.
O aluno também pode consultar o acervo, bem como realizar reservas e
renovações de empréstimos com toda a comodidade e segurança sem a necessidade
de estar na IES. Isto se deve ao fato do módulo da biblioteca disponibilizar uma
versão online, ou seja, acessada através da internet. Esta versão, conhecida como
BibliotecaNet, pode ser acessada através de link disponível no portal da IES:
www.redentor.edu.br .
7.2.2 Política de atualização e expansão do acervo
O Sistema de Biblioteca da Faculdade Redentor de Campos, dimensionando a
instituição “biblioteca” como instrumento de difusão da cultura e da informação e, em
consonância com as propostas globais da Faculdade, se constitui em importante
suporte na formação integral e qualificada do aluno para a atuação profissional e para
a pesquisa como fundamento na produção do conhecimento.
A Biblioteca da Faculdade Redentor de Campos se localizará nas instalações
da Faculdade Redentor de Campos e ocupará um área de aproximadamente 230 m2
e seu Plano de Expansão prevê aprimoramentos em aspectos estruturais, isto é,
organização de novos espaços, como também, aprimoramentos qualitativos.
Para expansão do acervo está prevista um aumento da área ocupada
atualmente, que continuará garantindo as condições de armazenamento, preservação
e disponibilidade, mantendo assim a qualidade no atendimento.
A aquisição de novas bibliografias será feita após consulta aos Coordenadores
dos Cursos. Inicialmente a Biblioteca adquirirá a Bibliografia dos quatro primeiros
períodos e subsequentemente atenderá às exigências dos períodos seguintes: a cada
período se adquire a bibliografia necessária ao próximo período.
166
O fato das aquisições da Biblioteca se nortearem pelas indicações dos
Coordenadores, garante a correlação pedagógica entre o acervo e os cursos de
graduação e pós-graduação da Faculdade Redentor de Campos. Os coordenadores
dos cursos recebem as solicitações dos professores, e, após aprovação da
Bibliografia no Colegiado, a Biblioteca as encaminha ao Setor de Aquisição, este
providenciará para que as solicitações de compras sejam atendidas, possibilitando
assim que a biblioteca possua em seu acervo obras atualizadas e clássicos referentes
aos cursos em funcionamento.
Todo o acervo adquirido será registrado, catalogado e classificado na própria
Biblioteca. Como esta estará em fase de implementação, a aquisição de títulos por
período provocará um incremento do acervo em cerca de 50 %, por semestre.
A coleção de periódicos será composta de revistas técnicas que pretendem
atender criteriosamente às exigências dos programas das disciplinas e revistas de
âmbito geral que atendam aos interesses da comunidade. Contamos ainda com
diversos materiais audiovisuais (CD ROM, Fitas de Vídeo e disquetes).
O Sistema estará sob a responsabilidade da Bibliotecária Rúbia Christina
Lopes Ribeiro, Reg. CRB7/RJ 4479, e uma equipe de 02 auxiliares.
7.2.3. Horário de Funcionamento
O horário de funcionamento é de 2ª a 5ª feira de 07h às 23h e 15min, 6ª feira
das 07h às 17h, plantões aos sábados a partir das 19h e domingo de 8h às 13h.
7.2.4. Serviços Oferecidos
Ø Consulta local ao acervo de livros, periódicos e materiais especiais - O acesso
dos interessados será feito a partir da sua inscrição como usuário da Biblioteca,
o que garantirá a livre consulta ao acervo, desde que respeitando a
Regulamentação da Biblioteca, principalmente no que concerne às normas de
horários, empréstimos, prazos etc.
167
Ø Treinamento ao usuário sobre os recursos informacionais existentes na
Biblioteca
Ø Consulta ao catálogo
Ø Atendimento e orientação sobre o acervo
Ø Levantamentos bibliográficos Os docentes e os alunos de pós-graduação da
Faculdade Redentor de Campos podem solicitar Levantamento Bibliográfico na
Biblioteca. A pesquisa será realizada a partir dos termos sugeridos.
Ø Empréstimo de livros a domicílio - Restrito aos integrantes da FRC e segue um
regulamento próprio
Ø Empréstimo entre bibliotecas - material bibliográfico não existente em nossa
Biblioteca ou vice - versa.
Ø Orientação individualizada ao usuário na busca da informação
Ø Pesquisas bibliográficas sobre temas de interesse dos usuários
Ø Comutação bibliográfica, principalmente através do COMUT - Programa de
Comutação Bibliográfica (CAPES/IBICT) - possibilita a qualquer pessoa obter
cópias de trabalhos não encontrados na Biblioteca , artigos publicados em
periódicos técnico-científicos (revistas, jornais, boletins etc) teses etc,
existentes nas melhores bibliotecas do país.
Ø Normalização bibliográfica - segundo as normas da ABNT ou normas
elaboradas pela própria IES.
Ø Treinamentos e visitas orientadas
Ø Acesso á Internet – disponibilizada através de 06 computadores
168
Ø Sumários de Periódicos - Os Sumários Correntes de Periódicos são elaborados
no intuito de divulgar o conteúdo do último fascículo de cada título incorporado
ao acervo, organizados em ordem alfabética.
Ø Sugestão de aquisições - Uma das funções da Biblioteca é prover uma
infraestrutura bibliográfica adequada às atividades acadêmicas da Faculdade
Redentor de Campos. A participação da comunidade interna e externa é
fundamental para atualização do acervo de nossa biblioteca.
7.2.5.Cronograma de expansão do corpo técnico da Biblioteca
Setor
Bibliotecária
Auxiliar de
Biblioteca
Titulação
Regime de
Trabalho
Biblioteca
Especialista
40h
Ensino
40h
Médio
2014 2015 2016 2017 2018
1
1
1
1
1
2
2
4
5
6
7.2.6. PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS
A coleção de periódicos é composta de revistas técnicas que pretendem
atender criteriosamente às exigências dos programas das disciplinas e revistas de
âmbito geral que atendam aos interesses da comunidade, composta por:
RAE – Revista de Administração de Empresas. São Paulo: FGV; Acesso
Gratuito
LOCUS – Ambiente da Inovação Brasileira.
Revista HSM Management
Revista Venda Mais
Revista da ESPM
Revista de Ciência da Administração
RBA- Revista Brasileira de Administração
Revista Brasileira de Inovação – UNICAMP
Revista Você S. A
169
Revista Pesquisa Operacional
Revista Gestão & Produção
Linha Direta
http://www.linhadireta.com.br/http://www.linhadireta.com.br/
Revista Exame;
Revista Produção
Revista Brasileira de Gestão de Negócios - RBGN. São Paulo: FECAP.
ISSN: 1806-4892.
Jornal o Globo. Rio de Janeiro: Globo.
Jornal Folha de São Paulo. São Paulo: Folha da Manhã. ISSN 1414-5723;
Revista Veja;
Revista Produto e Produção
Disponível em: <ser.ufrgs.br/produtoproducao>;
Product: Management & Development.
Disponível em: <pmd.hostcentral.com.br/board.php>;
Caderno EBAPEM.
Disponível em: <htpp://www.ebape.fgv.br/cadernosebape>;
RAC – Revista de Administração Contemporânea.
Disponível em: <htpp:// www.anpad.org.br/rac>;
Revista FACES Jounal.
Disponível em: < http://www.fumec.br/publicaçoes>;
BAR – Revista de Administração Mackenzie.
Disponível em: <htpp:// www3.mackenzie.br/editora/índex.php/RAM/índex>;
Revista Científica Eletrônica Produção Online.
Disponível em: <http://www.producaoonline.inf.br/>;
Revista Carioca de Produção.
Disponível em: <http://www.recap.eng.uerj.br/doku.php>.;
Pesquisa & Desenvolvimento Engenharia de Produção.
Disponível em: <www.revista-ped.unifei.edu.br
[email protected]>;
Sistemas & Gestão.
Disponível em: <www.latec.uff.br/sg>;
Rio´s International Journal on Sciences of Industrial and Systems
Engineering and Management.
Disponível em: <www.rij.eng.uerj.br>.;
170
Revista Gestão Industrial.
Disponível em:
<http://www.pg.utfpr.edu.br/depog/periodicos/index.php/revistagi/index>;
Revista de Gestão da Tecnologia e Sistemas de Informação.
Disponível em: <http://www.tecsi.fea.usp.br/revistatecsi/
[email protected]>;
Boletim Técnico Organização & Estratégia (O&E).
Disponível em: <http://www.latec.uff.br/bt>;
INGEPRO.
Disponível em:
http://www.ingepro.com.br/index.php/ingepro
[email protected]>;
Revista TN Petróleo OnLine.
Disponível em:<http://www.tnpetroleo.com.br>;
GEINTEC - Gestão, Inovação e Tecnologias.
Disponível em: <http://www.revistageintec.net>;
Controle e Automação: Revista da Sociedade Brasileira de Automática –
SBA.
Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=01031759&lng=pt&nrm=iso>;
Revista de Engenharia Térmica.
Disponível em:<http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/reterm/index>;
Journal of the Brazilian Society of Mechanical Sciences.
Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=01007386&lng=en&nrm=iso>;
Journal of the Brazilian Society of Mechanical Sciences and Engineering.
Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=16785878&nrm=iso&lng=en>;
Metrologia & Instrumentação.
Disponível em:<http://www.banasmetrologia.com.br/revista.asp?codigo=2688>;
Revista Cerâmica.
Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=03666913&lng=pt&nrm=iso>;
Revista Gestão Industrial.
Disponível em: <http://www.posgrad.mecanica.ufu.br/revistasi/>;
Annals of Operation Research.
Disponível em: <http://www2.isye.gatech.edu/informs-jfig/resources/OMOR_Journals-rept.pdf>;
Computer AidedGeometric Design.
Disponível em: <http://tom.cs.byu.edu/~557/text/cagd.pdf>;
Communications in Statistics. Theory and Methods.
Disponível em: <http://www.mat.ucm.es/~villegas/Sensitivity_analysis.pdf>;
C&T. Revista Militar de Ciência e Tecnologia.
Disponível em:http://www.abeddefesa.org/page4/page9/page2/page10/files/gustavoguerreiro.pdf>;
Brazilian Journal of Physics.
Disponível em: http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?pid=S010399892009000100005&script=sci_arttext>;
171
Tecnologia & Desenvolvimento Sustentável.
Disponível em: http://www.redenet.edu.br/ojs/index.php/tecnologia/>;
Tecnologia & Cultura (CEFET/RJ).
Disponível em: http://portal.cefetrj.br/files/comunicacao/revista/ano11_ed15.pdf>;
RGO. Revista Gestão Organizacional (Online).
Disponível em:
http://apps.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rgo/article/viewFile/139/153>;
Gestão & Tecnologia de Projetos.
Disponível em: <http://www.arquitetura.eesc.usp.br/gestaodeprojetos/>;
EstudosEconômicos.
Disponível em: :<http://www.estecon.fea.usp.br/index.php/estecon>.
7.3 LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
Será oferecida uma estrutura com 04 laboratórios de informática equipados
com o número necessário de computadores cada, ligados em rede e à Internet, aberto
aos alunos das 08 às 22 horas, diariamente. Além desses laboratórios, será
disponibilizado
desenvolvimento
um
laboratório
tecnológico
móvel,
avançado,
denominado
visando
CHARGE
proporcionar
MATE,
no
com
ambiente
educacional, otimizando espaço físico e tempo.
Nos laboratórios serão desenvolvidas as programações acadêmicas permitindo
a revisão e o aprofundamento de conteúdos ministrados em sala de aula. Cada aluno
será cadastrado no laboratório e terá acesso ao equipamento através de uma senha
individualizada.
O acesso à internet permitirá, ente outras coisas, o acesso pelo aluno, também
de forma individualizada, à plataforma de Ensino a Distância que servirá como
Ferramenta de Apoio e comunicação entre professores e alunos no que tange as
atividades extraclasse.
O laboratório móvel CHARGE MATE é composto de um carro inovador portátil
de recarga, armazenamento e transportes práticos para laptops educacionais, ao
mesmo tempo poderá controlar, organizar, otimizando espaço físico e tempo, obtendo
maior economia com infraestrutura elétrica na sala de aula ou corredor da mesma.
Pode-se fazer a recarga dos equipamentos de um modo simples, eficaz, utilizando o
adaptador AC original do produto armazenado dentro do CHARGE MATE.
172
O sistema de armazenamento CHARFE MATE é inovador e eficiente, possui
tecnologia avançada com design arrojado, permitindo retirar e guardar os notebooks
de forma rápida e prática, garantindo a conservação geral dos equipamentos.
173
Requisitos Legais
8
8.1. COERÊNCIA DOS CONTEÚDOS CURRICULARES COM AS DIRETRIZES
CURRICULARES NACIONAIS - DCN
O curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos contempla na
sua grade todas as disciplinas que fazem parte das Diretrizes Curriculares Nacionais
conforme consta no Projeto Pedagógico.
8.2. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Conforme apresentado no item 6.7.2.6 Estágios, a supervisão de estágio é
obrigatória no curso de Administração, devendo o aluno cumprir 150 horas. As
diretrizes e normas para a realização de estágio nos cursos de graduação da
Faculdade Redentor de Campos seguem no anexo A deste projeto.
8.3. DISCIPLINA DE LIBRAS
Conforme apresentado no item 6.7.2.4 justificativa para inclusão da
disciplina de LIBRAS, o curso disponibilizará em sua grade curricular a disciplina
para o aprendizado de LIBRAS como disciplina obrigatória.
174
8.4. CARGA HORÁRIA MÍNIMA E TEMPO MÍNIMO DE INTEGRALIZAÇÃO
Conforme apresentado no item 6.6.3.2 Carga horária mínima e tempo mínimo de
integralização:
DURAÇÃO: Mínimo de 04 anos e Máximo de 08 anos
TURNO DE FUNCIONAMENTO: Noturno
REGIME DE MATRÍCULA: Seriado Semestral
TOTAL DE HORAS: 3090 horas
8.5. CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES
ESPECIAIS.
As
ações
para
integração
do
Portador
de
Necessidades
Especiais
Educacionais estarão em consonância com as Leis nº 7853/89 e nº 9394,
respectivamente, Lei da Pessoa Portadora de Deficiência e Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional de forma a garantir o acesso a diretos básicos com a
educação, trabalho, saúde e locomoção.
Apoiada nessas legislações e em outras que compartilhem dos mesmos
princípios, a FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS desempenhará ações para área
da formação profissional e trabalho dos Portadores de Necessidades Especiais,
adotando normas que garantam a funcionalidade do espaço físico e educacional,
estimulando a reflexão sobre o respeito às diferenças.
Para tanto, a aliança entre os avanços tecnológicos das áreas de Engenharia e
Informática, contribuirá para no fortalecimento de uma ação Política de Inclusão.
A Política de Educação Inclusiva será construída com a participação de toda
comunidade acadêmica e local, através do incentivo a participação e articulação
permanente.
175
8.5.1.Plano de Promoção de Acessibilidade e Inclusão Social
Objetivos
Metas
Indicadores
Estratégias
Contribuir para
inclusão dos alunos
Portadores de
necessidades
especiais
Elaboração de Política
para Inclusão de Alunos
Portadores de
necessidades especiais
Aquisição de Novas
Tecnologias
Construção de Projetos
específicos adequando
tecnologias para educação
especial no domínio das
deficiências visual, auditiva,
paraplegia
Estimular os Docentes Interface entre a Política
à discussão e criação de inclusão e as Política de
a condições de acesso Ensino, Pesquisa e
Extensão
Aquisição permanente
de recursos básicos
para integração social
dos alunos portadores
de necessidades
especiais
Capacitações realizadas no
âmbito da discussão do respeito
as diferenças compartilhando
valores como universalização e
tolerância
Preparar a IES ( toda a
comunidade
acadêmica) para
receber esses alunos
Articulação entre os
diversos setores
construindo valores que
garantam a funcionalidade
da política de inclusão
Grau de Satisfação do
aluno de Alunos
Portadores de
Necessidades
Especiais
Aquisições de recursos materiais
que atendam as particularidades
desta clientela
Estimular um trabalho
docente que valorize o
respeito às diferenças
individuais
Elaboração de Projetos
Planos de trabalhos
Políticos Pedagógico que
que em sua totalidade
respeitem essas diferenças respeitem o princípio
constitucional da
educação a todos os
cidadãos
Eventos organizados que
discutam a garantia de direitos de
cidadania dos portadores de
necessidades especiais
educacionais, que envolvam a
comunidade acadêmica e local
Oferecer
acessibilidade nas
áreas física e
comunicação aos
alunos Portadores de
Necessidades
Especiais
Cumprir as exigências
específicas da legislação
para essa clientela.
Acesso a elevadores,
passarelas, corrimões.
Eliminação de obstáculos
para circulação do
estudante.
Adaptação de portais e
banheiros para a
circulação dos cadeirantes.
Aquisição de impressoras
em braile.
Criação de síntese de voz,
gravador e fotocopiadora
que ampliem os materiais
didáticos.
Adaptações realizadas que
gradativamente atendam as
exigências e supram as carências
Carências supridas no
cotidiano de alunos
Portadores
Deficiências físicas,
visual e auditivas
Grau de satisfação
dos alunos portadores
de necessidades
especiais
Integração desses
alunos às atividades
de cultura e lazer do
corpo discente
176
8.6. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
Conforme apresentado no item 6.6.2.7 Trabalho de Conclusão de Curso:
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) realiza o fechamento das disciplinas
da Matriz Curricular, e habilita o aluno a receber o título de bacharel em
Administração.
Segue no anexo C deste projeto a normatização do Trabalho de Conclusão de
Curso.
177
ANEXO A
DIRETRIZES E NORMAS PARA O ESTÁGIO NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO
DOS OBJETIVOS
O Sistema de Estágio da Faculdade Redentor de Campos tem por objetivos
gerais:
I - propiciar ao estudante complementação educacional e prática profissional;
II - oferecer assessoramento a órgãos públicos e privados, na execução de
projetos, estudos e pesquisa:
III - permitir ao estudante o conhecimento da realidade de sua profissão.
DA CLASSIFICAÇÃO
Os estágios estão classificados em:
I - Curricular, previsto nos currículos dos cursos de graduação, autorizados
apenas a estudantes acima do sexto período;
II - Não-curricular, não previsto nos currículos dos cursos.
DA OBRIGATORIEDADE
a. São obrigatórios os estágios previstos no currículo dos cursos de graduação e
que estão classificados nestas Normas como Estágios Curriculares.
b. O estágio somente se poderá verificar em instituições que tenham condições de
propiciar experiência prática na área de formação acadêmica, devendo o aluno, para esse
fim, ter cumprido os pré-requisitos estabelecidos no currículo de seu curso ou, se estes não
estiverem definidos, ter sido aprovado em um conjunto de disciplinas relacionadas com o
programa de estágio proposto, a critério da Coordenação do Curso.
c. A jornada de atividade em estágio, quando ocorrer simultaneamente com outras
atividades de caráter acadêmico, a ser cumprida pelo estudante, deverá compatibilizar-se
com o horário na Unidade de Ensino.
DOS CRÉDITOS
a. Estará fixado na estrutura de cada curso, o número de horas que deverá ser
estabelecido para o estágio Curricular, conforme disposições regimentais.
b. A critério da Coordenação de Curso, de acordo com a regulamentação, os
estágios não-curriculares poderão ser aproveitados para efeito de integralização curricular
como disciplina optativa, mediante aprovação do respectivo Conselho Departamental.
c. As atividades desenvolvidas nos programas de Bolsas de Trabalho, Monitoria e
outros, poderão ser considerados estágios.
DO SISTEMA DE ADMINISTRAÇÃO DE ESTÁGIO
a. Integram o Sistema de Administração de Estágio da Faculdade Redentor de
Campos os seguintes órgãos:
I - Coordenação Geral de Estágios, vinculada à Diretoria Acadêmica; e
II - as Coordenações de Cursos.
b. À Coordenação Geral de Estágios competirá:
I - exercer a supervisão técnica e orientação normativa;
II - manter relacionamento entre a Diretoria Acadêmica, Coordenações de
Cursos e Empresas Privadas e Públicas, possibilitando condições para a realização de
estágios supervisionados;
III - prestar apoio administrativo e financeiro:
178
IV - manter controle permanente dos estagiários e das instituições em que
possam ser alocados;
V - expedir Certificados de Estágio, conjuntamente com as Coordenações de
Cursos, de acordo com a regulamentação;
VI - promover o desligamento ou remanejamento do estagiário, ouvido o
Conselho Departamental; e
VII - verificar o cumprimento da legislação em vigor, no tocante às obrigações
da Empresa.
c. Às Coordenações de Cursos competirá:
I - fornecer à Coordenação Geral de Estágios o número de alunos disponíveis
para estágio, observando as exigências destas Normas;
II - promover o planejamento, a programação, o acompanhamento e a
avaliação do estágio; e,
III - enviar à Coordenação Geral de estágios, relatórios periódicos sobre a
atuação dos estagiários.
d. À Diretoria Acadêmica, através da Secretaria Geral, competirá fornecer à
Coordenação Geral de Estágios, no prazo de 5 dias após terminado o processo de matrícula,
o número de alunos matriculados para realizar o estágio curricular, relacionando-os por
Curso.
DOS CAMPOS DE ESTÁGIOS
a. São considerados Campos de Estágios as empresas públicas, particulares,
órgãos governamentais ou instituições onde o aluno possa desenvolver seu programa, sob a
assistência de um profissional, de nível superior, da área de formação idêntica ou correlata à
do estagiário.
DA VAGA PARA ESTÁGIO
a. A vaga para estágio será oferecida pela Coordenação Geral de Estágios.
b. A vaga, quando obtida diretamente pelo estagiário, deverá ser comunicada à
Coordenação do Curso, que verificará se atende às exigências da legislação pertinente,
tomará as providências necessárias para sua realização e comunicará à Coordenação Geral
de Estágios, desde que a Instituição contactada pelo aluno não tenha compromissos de
estágio com a Faculdade Redentor de Campos.
c. Os estágios previstos nos currículos mínimos, cujo Campo de Estágio é na
própria Unidade de Ensino, tem a sua divulgação a cargo da Coordenação do Curso.
DA INSCRIÇÃO À VAGA DE ESTÁGIOS
a. O estudante interessado em realizar estágio deverá preencher ficha de
inscrição junto à Coordenação do Curso, segundo modelo aprovado pela Diretoria
Acadêmica.
b. O aluno deverá realizar o estágio com a supervisão de um professor designado
pela Chefia do Departamento, por solicitação da Coordenação do Curso e sob a assistência,
no campo de estágio, de um profissional de nível superior, da área de formação, idêntica ou
correlata à do estagiário.
DO SUPERVISOR
a. O Supervisor tem como função:
I - elaborar, ouvido o aluno, um plano de Estágio, com a indicação das
atividades principais que deverão ser desenvolvidas durante o estágio;
179
II - controlar e avaliar o desempenho do aluno durante a realização do
estágio, considerando a avaliação efetuada pelo profissional assistente no campo de estágio;
e,
III - apresentar mensalmente ao Coordenador do Curso relatório sobre a
atuação do estagiário.
b. O Supervisor terá, no campo de estágio, a colaboração de profissional a este
vinculado e com as seguintes atribuições:
I - acompanhar e avaliar, em nome do Supervisor, o desempenho do
estagiário; e,
II - fornecer ao Supervisor, periodicamente, e ao final do estágio, informações
destinadas à aferição do rendimento do estagiário.
DO ESTÁGIO NÃO-CURRICULAR
a. Para o estágio não-curricular, o estudante será selecionado pela Coordenação
do Curso, com antecedência prevista na respectiva regulamentação, obedecendo às
seguintes prioridades, além de outras que possam ser estabelecidas:
I – melhor coeficiente de aproveitamento acumulado, relativo às disciplinas
consideradas pré-requisitos para o estágio;
II - apuração da assiduidade; e,
III - observação da adequação do período indicado para o estágio à
disponibilidade de tempo do candidato.
b. A todos os estudantes será assegurada a oportunidade e as condições para a
realização do estágio supervisionado.
DA PREPARAÇÃO DO ESTAGIÁRIO
a. Com a antecedência necessária, em relação ao início do estágio, deverá
ocorrer um programa de treinamento com os candidatos, se for o caso, pela Coordenação do
Curso ou pela Coordenação Geral de Estágios, abrangendo os seguintes aspectos:
I - conhecimento das normas vigentes sobre os estágios;
II - informações sobre o campo de estágio; e,
III - preparação psicológica, objetivando o bom relacionamento na equipe, no
trabalho, na comunidade e ajustamento à realidade sociocultural da região em que
for atuar.
DO APROVEITAMENTO
a. O aproveitamento do estudante no estágio será avaliado sob os aspectos
profissional e atitudinal, no desempenho do programa, de acordo com o Sistema de
Verificação Escolar, previsto no Regimento da Faculdade Redentor de Campos.
b. A avaliação do rendimento do estagiário será feita pelo supervisor à base das
informações do relatório individual do próprio estagiário, visado pelo profissional incumbido de
seu acompanhamento no campo de estágio.
c. A frequência do estudante em estágio será obrigatória e registrada em
documento próprio.
d. O Estágio fora da Faculdade Redentor de Campos é considerado
prolongamento deste e as atividades nele desenvolvidas, com assiduidade e eficiência,
conferem aos estagiários a integralização nos respectivos currículos, observadas as normas
relativas à atribuição e contagem de horas.
DO AFASTAMENTO
180
a. O período de afastamento do aluno para cumprimento do estágio, sem prejuízo
das atividades escolares nas disciplinas em que estiver matriculado, ficará condicionado às
normas regimentais relativas à frequência às atividades escolares.
b. Será permitido ao aluno ocupar inteiramente um período letivo para realizar o
estágio, sendo que, nesse caso, deverá fazer a matrícula somente para o estágio.
c. Poderá o aluno, se o desejar, e se obtiver a aprovação do Coordenador do
Curso, trancar as matrículas feitas nas diversas disciplinas do respectivo período letivo para
se dedicar exclusivamente ao estágio.
d. Nos períodos de férias escolares, a jornada de estágio será estabelecida de
comum acordo entre o estagiário e a parte concedente do estágio, sempre com a
interveniência da Instituição de Ensino.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
a. O estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, e o estagiário
poderá perceber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada,
ressalvando o que dispuser a legislação providenciaria, devendo o estudante, em qualquer
hipótese, estar assegurado contra acidentes pessoais.
b. A realização do estágio dar-se-á mediante termo de compromisso celebrado
entre o estudante e a parte concedente, com interveniência da Coordenação Geral de
Estágios.
181
ANEXO B
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE
GRADUAÇÃO DA FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS
Art. 1º O presente Regulamento integra o Projeto Pedagógico dos Cursos de Graduação
da Faculdade Redentor de Campos, na condição de anexo, e tem por finalidade disciplinar a
oferta, o funcionamento e o registro acadêmico das Atividades Complementares, na forma do
disposto nas Diretrizes Curriculares Nacionais - Parecer nº 583, aprovado em 4/04 de 2001 diretrizes específicas para cada curso e do Parecer CNE nº 100, aprovado em 13/03/2002.
Art. 2º Entende-se por Atividades Complementares as atividades extracurriculares que
possibilitam ao aluno adquirir conhecimentos de interesse para as formação pessoal e
profissional, reconhecidos por meio de avaliação e que constituem um meio de ampliação de
seu currículo, com experiências e vivências acadêmicas internas e/ou externas aos cursos.
Art. 3º As Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Faculdade Redentor
de Campos são obrigatórias e categorizam-se em cinco grupos:
Grupo I – Atividades de iniciação à docência e à pesquisa:
Grupo II – Congressos, seminários, conferências e outras atividades Assistidas;
Grupo III – Publicações;
Grupo IV - Vivência profissional complementar;
Grupo V - Atividades de Extensão
Parágrafo único – Os alunos, obrigatoriamente, deverão distribuir a carga-horária das
Atividades Complementares em, pelo menos, três dos grupos indicados.
Art. 4º As atividades Complementares, que podem ser reconhecidas para efeitos de
aproveitamento da carga-horária, são as seguintes:
Grupo I – Atividades de iniciação à docência e á pesquisa:
• Exercício de monitorias em disciplinas que compõem o currículo do curso;
• Participação em projetos de pesquisas e/ou de iniciação científica orientados por
docente da Faculdade Redentor de Campos e aprovados pelo respectivo Colegiado do
Curso;
• Participação em grupos de estudo/pesquisa sob supervisão de professores e/ou do
Departamento de Pós-graduação;
• Participação em oficinas de leitura, sob a supervisão de professor, com prévia
comunicação à
Coordenação.
Grupo II - Congressos, seminários, conferências e outras atividades Assistidas:
• Congressos, seminários, conferências e palestras assistidos;
182
• Participação em jornadas, simpósios, congressos, seminários, encontros, conferências,
fóruns, debates, cujos temas sejam relacionados ao curso, realizados na Faculdade ou
fora dela;
• seminários ofertados a título de desenvolvimento de conhecimentos específicos do
Curso mas que não componham a programação específica das disciplinas
• Assistir a apresentação de monografias dos cursos de pós-graduação lato sensu;
• Eventos, mostras, exposições assistidas:
• Participação em eventos culturais complementares;
• Representação e administração em entidades estudantis, participação em órgãos
colegiados desde que referendados pelo Colegiado do Curso
• Visitas técnicas que não componham o programa de estágio ou de disciplinas do
curso;
Grupo III - Publicações:
• Artigos publicados em revistas;
• Monografias não curriculares;
• Apresentação de trabalhos em eventos científicos;
• Participação em concursos, exposições e mostras.
Grupo IV - Vivência profissional complementar:
• Realização de estágios extracurriculares desenvolvidos com base em convênios
firmados pela Faculdade Redentor de Campos que tenham vinculação com o curso;
• Realização de estágio extracurricular desenvolvido em locais com responsabilidade
técnica profissional expedida pelo Conselho de categoria respectivo ao curso de
graduação ou ainda através de apresentação de registro profissional em dia do conselho
de categoria por profissional que estiver atuando em consultórios particulares, sem que
haja necessariamente um convênio formal com a IES. O aluno levará uma carta de
apresentação nominativa a Instituição ou pessoa física que se destina a sua vaga de
estágio com informações de sua condição acadêmica como também formulário próprio
da IES para a sua futura comprovação de carga horário a e aproveitamento.
• Realização de estágios em Empresa Júnior / Incubadora de Empresa;
• Participação em projetos sociais.
Grupo V - Atividades de Extensão:
• Cursos à distância;
• Disciplinas cursadas em programas de extensão;
•
Cursar disciplinas não previstas no currículo do curso, mas que tenham relação
com a formação profissional;
•
Cursar disciplinas com aprovação em outro curso de graduação desde que
autorizado pelo Colegiado do Curso
•
Atividades de extensão coordenadas por docente da Faculdade e aprovadas
pelo respectivo Colegiado do Curso;
•
Participação em oficinas de leitura sob supervisão de Professor;
•
Trabalhos comunitários, desde que aprovados pelo Colegiado do Curso.
Art. 5º As Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Faculdade Redentor
de Campos possuem os seguintes objetivos:
I-
buscar a interdisciplinaridade pela efetiva integração entre os conteúdos de ensino
que compõem os currículos dos cursos;
II- integrar teoria/prática, por meio de vivência e/ou observação de situações reais;
183
III- propiciar a contemporaneidade do currículo, ensejando o desenvolvimento de
temas emergentes da área, decorrentes das transformações da sociedade e de
seus avanços;
IV- articular ensino, pesquisa e extensão;
V- promover a contextualização do currículo a partir do desenvolvimento de temas
regionais e locais, julgados significativos para a formação profissional pretendida;
VI- adequar o currículo aos interesses individuais dos alunos;
VII- ampliar a dimensão do Currículo Pleno pela pluralidade e diversificação das atividades
que podem ser vivenciadas pelo aluno;
VIII- possibilitar aos alunos exercitarem o seu livre arbítrio e a sua cidadania, atuando
como sujeitos ativos, agentes do seu próprio processo histórico, capazes de
selecionar os conhecimentos mais relevantes para os seus processos de
desenvolvimento.
Art. 6º A carga horária mínima destinada as Atividades Complementares a ser desenvolvida
ao longo do Curso será indicada no Projeto Pedagógico de cada curso, devendo ser
preenchida com atividades de, pelo menos, três dos grupos indicados no Art. 3º, sendo que o
seu cumprimento integral deverá ocorrer até o último período do curso, constituindo condição
indispensável para a colação de grau.
§ 1º Nenhuma atividade poderá ultrapassar 40% (quarenta por cento) do total da carga
horária de Atividades Complementares.
§ 2º Cada colegiado de curso definirá em seu Projeto Pedagógico a distribuição da
carga horária por tipo de atividade.
Art. 7º Será definido um professor, por curso, para atuar como professor orientador de
Atividades Complementares.
Art. 8º Compete ao Coordenador do Curso indicar e divulgar o nome do professor
orientador das Atividades Complementares.
Art. 9º Funções do professor orientador de Atividades Complementares:
a) identificar e divulgar eventos da área do Curso em conformidade com o art. 4º deste
regulamento;
b) organizar, quando for o caso, a participação de alunos em eventos;
c) elaborar juntamente com o Colegiado de Curso projetos contemplados nas alíneas “c”,
“d” e “i” do artigo 4º deste regulamento;
d) Supervisionar a elaboração do formulário e dos roteiros para relatórios comprobatórios
de Atividades Complementares;
e) analisar documentos apresentados pelos alunos para comprovar a realização de cada
Atividade Complementar e, se considerar suficiente, rubricar indicando a validade do
documento para o cômputo geral;
f) orientar, acompanhar e controlar por aluno o desenvolvimento das Atividades
Complementares;
g) intervir junto a alunos que se encontram em atraso no desenvolvimento de Atividades
Complementares;
h) encaminhar, no final do semestre, para a Secretaria de Assuntos Acadêmicos a
listagem nominal de alunos por turma com as indicações de horas desenvolvidas para
os devidos registros;
i) elaborar a programação de Atividades Complementares a serem ofertadas pelo curso
no semestre seguinte;
j) elaborar relatório das Atividades Complementares realizadas pelo curso ao final de
cada semestre letivo.
184
Art. 10. Todas as atividades objeto deste Regulamento serão comprovadas pelo aluno,
ao professor orientador de Atividades Complementares por meio de formulários, relatórios
e comprovação documental própria.
Art. 11. À vista da documentação comprobatória própria, compete a cada Coordenação
de Curso, por meio do professor orientador de Atividades Complementares, encaminhar à
Secretaria de Assuntos Acadêmicos, o relatório final indicando a situação de cada aluno e
especificando a carga horária total computada.
§ 1º A Secretaria da Faculdade Redentor de Campos procede o registro no histórico
escolar do aluno indicando o número de horas já desenvolvidas e se está concluída ou em
curso.
§ 2º A carga horária total cumprida pelo aluno em Atividades Complementares, será
quantificada em campo próprio de seu histórico escolar.
§ 3º Só serão computadas as atividades realizadas durante o período em que o aluno
estiver matriculado no curso e frequentando regularmente. Excetuam-se da condição de
frequência somente os casos de Regime Domiciliar.
§ 4º O registro do rendimento acadêmico em Atividades Complementares se fará por meio
da indicação de carga horária, não sendo passível de nota numérica.
Art. 12. Compete ao Colegiado de Coordenadores de Cursos dirimir dúvidas referentes à
interpretação deste Regulamento, bem como suprir as lacunas constatadas durante a sua
aplicação, pela expedição das normas complementares necessárias.
Art. 13. Este Regulamento foi legitimado em reunião do Colegiado de Coordenadores de
Cursos presidida pelo Diretor Acadêmico e pela Vice-Diretora mediante votação em sessão
plena.
Art. 14. Este Regulamento entra em vigor na presente data.
Itaperuna, 16 de abril de 2006
Profª Cláudia Regina Boechat Silva
Vice-Diretora da Faculdade Redentor
185
FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
CONTROLE DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Nome:
Matrícula:
Carga Horária Destinada
Atividades
___________ horas
Grupo I
Atividades de iniciação à docência e á pesquisa
Hora Realizada
Computação
Exercício de monitorias em disciplinas que compõem o currículo do
curso;
Participação em projetos de pesquisas e/ou de iniciação científica
orientados por docente da Faculdade;
1h
1h
1h
Participação em grupos de estudo/pesquisa sob supervisão de
professores e/ou do Departamento de Pós-graduação;
Participação em oficinas de leitura, sob a supervisão de professor,
com prévia comunicação à Coordenação.
1h
1 h / Maximo de
50 h por
semestre
1h
1h
1h
Horas
Computadas
Grupo II
Congressos, seminários, conferências e outras atividades Assistidas
Atividades
Hora Realizada
Computação
Horas
Computadas
Congressos, seminários, conferências e palestras assistidos
Participação em jornadas, simpósios, congressos, seminários,
1h
1h
encontros, conferências, fóruns, debates, cujos temas sejam
relacionados ao curso, realizados na Faculdade ou fora dela;
Assistir a defesa de Projetos e TCC dos cursos de graduação e pós- 1 Defesa
2h
graduação;
Participação em eventos culturais complementares;
1h
1h
Representação e administração em entidades estudantis,
1h
1 h / Maximo de
participação em órgãos colegiados desde que referendados pelo
20 h por
Colegiado do Curso;
semestre
Visitas técnicas que não componham o programa de estágio ou de
1 Visita
5h
disciplinas do curso;
Seminários ofertados a título de desenvolvimento de conhecimentos 1 h
1h
específicos do Curso, mas que não componham a programação
específica das disciplinas;
Eventos, mostras, exposições assistidas.
1h
1h
Grupo III
Publicações
Atividades
Hora Realizada
Computação
Horas
Computadas
Artigos publicados em revistas;
1 Artigo
50 h
Monografias não curriculares;
1 Monografia
70 h
Apresentação de trabalhos em eventos científicos;
1 Apresentação
10 h
Participação em concursos, exposições e mostras;
1 Evento
2h
Grupo IV
Vivência profissional complementar
Atividades
Hora Realizada
Computação
Horas
Computadas
Realização de estágios extracurriculares, desenvolvidos com base
1h
1h
em convênios firmados pela Faculdade, vinculados ao curso;
Realização de estágio extracurricular em locais com
1h
1h
responsabilidade técnica profissional, na área do curso;
Realização de estágios em Empresa Júnior / Incubadora de
1h
1h
Empresa;
Organização de Palestras, seminários, congressos, conferências e
1 Evento
10 h
oficinas, cursos e eventos culturais;
Participação em projetos sociais;
1 Evento
2h
Grupo V
Atividades de Extensão
Atividades
Hora Realizada
Computação
Horas
Computadas
Cursos presenciais e à distância vinculados ao curso;
1h
1h
Disciplinas cursadas em programas de extensão na área do curso;
1h
1h
Cursar disciplinas não previstas no currículo do curso, mas que
1h
1h
tenham relação com a formação profissional;
Cursar disciplinas com aprovação em outro curso de graduação 1h
1h
desde que autorizado pelo Colegiado do Curso;
Atividades de extensão coordenadas por docente da Faculdade e
1 Evento
2h
aprovadas pelo respectivo Colegiado do Curso;
Trabalhos comunitários, desde que aprovados pelo Colegiado do
1 Evento
2h
Curso;
Participação em oficinas de leitura sob supervisão de Professor;
1 Evento
2h
Rub/ Coordenador
Rub/ Coordenador
Rub/ Coordenador
Rub/ Coordenador
Rub/ Coordenador
Total de horas neste documento por extenso:________________________________________________
_________________________________________________
Coordenação do Curso
186
ANEXO C
NORMAS DE TCC
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E DOS OBJETIVOS
Art. 1° - Este documento objetiva regulamentar a disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) do curso de ADMINISTRAÇÃO da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS, em relação
à orientação, acompanhamento e execução do trabalho, elaboração do relatório e critérios de
avaliação.
Art. 2° - São objetivos do Trabalho de Conclusão de Curso:
a) oportunizar um momento de revisão, aprofundamento, sistematização e integração de
conteúdos estudados durante o curso, com a finalidade de levar o formando do curso de
ADMINISTRAÇÃO a aprimorar seu projeto de vida acadêmica.
b) oportunizar um espaço para que, ao final do curso, o acadêmico possa produzir um trabalho
técnico-científico decorrente da teorização de sua prática profissional; de estudos e/ou
pesquisas realizadas na literatura especializada ou, ainda, decorrente de observações e
análises de situações, hipóteses, dados e outros aspectos contemplados pela prática e pela
teoria da administração;
c) contribuir para os aperfeiçoamentos técnico, profissional e cultural do formando do curso.
DAS ORIENTAÇÕES GERAIS
Art. 3°- A disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I tem uma duração de 45 horas,
equivalentes a 3 créditos, conforme currículo do curso. Após a aprovação da disciplina
Trabalho de Conclusão de Curso I (conclusão do cronograma estabelecido pelo orientador), o
aluno estará apto a cursar a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso II que também possui a
duração de 45 horas, equivalentes a 3 créditos. Lembrando que para cursar a disciplina TCC II,
o aluno será obrigado a ser aprovado na disciplina TCC I.
Art. 4°- A coordenação da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso é de responsabilidade de
professor indicado pela coordenação do curso, cabendo-lhe:
a) ministrar as aulas de orientação geral e metodologia;
b) divulgar a lista dos professores-orientadores;
c) elaborar o calendário de suas atividades;
d) executar as tarefas burocráticas inerentes à disciplina;
e) encaminhar situações duvidosas e/ou omissas à coordenação do curso.
Art. 5°- O Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado na forma de Plano de Negócios, deve
estar relacionado a uma das áreas abrangidas pelo campo profissional de ADMINISTRAÇÃO,
187
tais como:
Empreendedorismo;
Gestão de Pessoas;
Gestão Organizacional;
Gestão de Financeira;
Gestão de Marketing;
Logística;
Administração de Materiais;
Administração da Produção;
Planejamento Estratégico;
Qualidade;
Sistemas de Informações Gerenciais;
Responsabilidade Socioambiental;
Outras, conforme autorização da coordenação.
Art. 6° - O Trabalho de Conclusão de Curso, como atividade acadêmica, deve levar o aluno a
produzir um relatório técnico-científico, fundamentado teórica e tecnicamente, sendo decorrente
de estudos, observações e análises de dados e informações contemplados pela realidade do
campo profissional.
DO ORIENTADOR
Art. 7º- Os professores-orientadores do Trabalho de Conclusão de Curso deverão ser
escolhidos pelo coordenador do curso.
Art. 8º - Cabe aos professores-orientadores a decisão de aceitar ou não a orientação do aluno,
devendo, em caso de impossibilidade, comunicar por escrito os motivos.
Art. 9º - As orientações serão realizadas aos alunos em qualquer dia da semana, fora do seu
período de aula normal, podendo ambos acordarem dia e horário.
Art. 10º - Para cada atendimento individual, em conjunto com o aluno-orientando, deverá ser
feito um registro do que foi tratado nesse encontro, devendo o mesmo ser datado e assinado
por ambos, para entrega posterior à coordenação.
Art. 11 - Cabe aos professores-orientadores o acompanhamento de todas as etapas do
trabalho, sugerindo as alterações que se façam necessárias e as referências bibliográficas a
serem consultadas.
Art. 12 - Cada professor-orientador técnico poderá orientar até 05 (cinco) Trabalhos de
188
Conclusão de Curso. Havendo casos de atendimento em número maior, estes deverão ter a
autorização escrita da supervisão do TCC.
DO ALUNO-ORIENTANDO
Art. 13 - Cabe ao aluno-orientando:
a) realizar o Trabalho de Conclusão de Curso individualmente;
b) estabelecido no art. 7°;
c)sugerir à coordenação do TCC os professores-orientadores, tendo como referência o
manter contatos semanais com os professores-orientadores, para discussão e aprimoramento
de seu trabalho, devendo justificar eventuais faltas;
d) elaborar o projeto de trabalho e entregá-lo, formalmente, aos professores-orientadores para
avaliação e aprovação;
e) elaborar os relatórios parciais e o trabalho final;
f) entregar à supervisão do TCC três cópias da versão final do trabalho, contendo suas(s)
assinaturas e as dos professores-orientadores.
Art. 14 - O projeto obedece, em sua estrutura de apresentação, o que prescreve a ABNT.
Art. 15 - O prazo máximo para entrega do projeto deverá ser definido entre o aluno e os
professores-orientadores a partir do primeiro dia de aula de orientação.
DO RELATÓRIO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 16 - A monografia se constitui no instrumento básico de explicitação do conteúdo e da
qualidade do Trabalho de Conclusão de Curso realizado pelo aluno e deverá ser estruturado
de acordo com as normas técnicas de elaboração de trabalhos técnicos e científicos
estabelecidas pela ABNT, de acordo com o presente manual.
Art. 17 - Após a defesa e aprovação pela banca, o relatório do Trabalho de Conclusão de
Curso deverá ser encadernado em capa dura (preta ou azul) para entrega à coordenação de
curso, para posterior envio para a Biblioteca da Instituição. Lembrando que será estipulado
um prazo no dia da banca e se o aluno não respeitar o mesmo, será considerado
REPROVADO.
DA AVALIAÇÃO
Art. 18 - O Trabalho de Conclusão de Curso II será avaliado mediante:
apresentação oral e escrita do projeto elaborado no período para uma banca avaliadora
composta de três professores do curso podendo ter como resultado:
ü APROVADO;
189
ü APROVADO COM RESTRIÇÕES; com prazo para o aluno fazer os acertos após a
apresentação e entrega definitiva, no máximo após 1 semana;
ü REPROVADO.
Art. 19 - O aluno reprovado na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso I e II deverá
efetuar nova matrícula na disciplina.
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 20 - O prazo de entrega do material escrito para o orientador será de dez dias que
precedem a apresentação. Caso não seja respeitado o prazo, o aluno será considerado
reprovado.
Obs: deverão ser entregues três cópias encadernadas em espiral.
Art. 21 - Cabe ao orientador indicar ou não o trabalho para defesa. Caso o trabalho não seja
indicado, representa automaticamente a reprovação.
Art. 22 - Após a apresentação à banca, o aluno deverá entregar ao orientador o trabalho final
com os devidos ajustes no prazo de até uma semana, sendo considerado reprovado caso a
entrega seja feita após esse prazo.
Art. 23 - Os casos omissos neste regulamento serão definidos pela coordenação do curso de
ADMINISTRAÇÃO.
OBSERVAÇÃO: Cada professor poderá no máximo orientar 5 alunos.
190
FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
FICHA DE INSCRIÇÃO EM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Nome do aluno:
Endereço:
Fone:
Nome do orientador:
Nome do orientador de
TCC
Local
onde
o
trabalho
será
Fone:
desenvolvido:
Data do início do projeto:
Formato
de
Apresentação;
Título do projeto:
Resumo do projeto (até 250 palavras):
Campos dos Goytacazes, _______ de _____________________ de ___________
______________________________________________________
ALUNO
Declaro que tomei ciência da programação e objetivos que regem a disciplina
"Trabalho de Conclusão de Curso” em Administração, obrigatória para os alunos de
Bacharelado em Administração da Faculdade Redentor de Campos.
______________________________________________________
Assinatura do orientador
______________________________________________________
Assinatura do orientador de TCC
191
TCC - PRAZO DE ENTREGA DO TRABALHO
Eu, ______________________________________________________________
Matrícula ____________________
Turma _____________________________
Declaro que estou ciente que o prazo máximo para a entrega do TRABALHO ESCRITO para
a avaliação do meu orientador para que o mesmo possa ou não indicar o trabalho para a
banca está marcado para o dia ________ até às ________.
Declaro também que estou CIENTE caso o trabalho não for entregue na data estarei
REPROVADO (A).
Campos de Goytacazes,_______ de__________de_________.
___________________________________________________________
ALUNO
192
DECLARAÇÃO DE AUTORIA
NOME DO ALUNO, identidade nº 9.999.999 , declaro para os devidos fins e sob as penas
previstas pela lei, de acordo com o Código Penal Brasileiro, e na lei 9610/1998, que o trabalho
que versa sobre: TITULO DO TRABALHO é de minha única e exclusiva autoria, estando a
FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS autorizada a divulga-lo, mantendo cópia em
biblioteca, sem ônus referentes a direitos autorais, por se tratar de exigência parcial para
certificação do CURSO DE ADMINISTRAÇÃO.
Campos dos Goytacazes, ____________ de ________________________ de __________
_________________________________________
Assinatura
_______ / ________ / _________
_________________________
Ciente
OBS: Entregar em duas vias.
193
FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
Prof. ______________________________
FICHA DE ACOMPANHAMENTO INDIVIDUAL
Aluno: __________________________________________________
Tels:______________________E-mail:________________________
Data
Trabalho Apresentado
Data
Retorno
Trabalho a desenvolver
Rubrica
194
ATA DE TCC - CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
Aos _____dias do mês de ___________, do ano de ______, Na sala____________, do
campus da Faculdade Redentor de Campos, reuniu-se a Banca Examinadora de TTC,
composta pelos professores
___________________________________________________________
___________________________________________________________,
sob a Presidência do(a) Orientador(a)________________________________________,
Para julgamento do trabalho de TCC
intitulado“___________________________________________________________________
_________________________________________________________” de autoria
de________________________________________________________,
matrícula número _______________-, como requisito para a obtenção do grau de Bacharel
em Administração. Após o exame do trabalho escrito, apresentado aos membros
anteriormente, a respectiva defesa, a Banca examinadora conferiu o seguinte resultado:
____________________________________________________________
E nada mais havendo a registrar, eu
_____________________________________________________________,
lavrei a presente ata que segue assinada por todos os membros assinada
Campos dos Goytacazes,_____de___________de ____________.
Presidente: (Orientador (a) __________________________________________
Primeiro membro:___________________________________________________
Segundo membro:___________________________________________________
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PROJETO PEDAGÓGICO - Faculdade Redentor