SOCIEDADE UNIVERSITÁRIA REDENTOR FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO Campos dos Goytacazes/ RJ 2014 2 Conselho Superior: Heitor Antonio da Silva Presidente Cláudia Regina Boechat Silva Conselheira Luís Adriano Pereira da Silva Conselheiro Organização Acadêmica: André Raeli Gomes Diretor de Graduação Fabiana Pereira Costa Ramos Procuradora Institucional José Carlos de Brito Gonçalves Coordenador do Curso de Administração Elaborado (2009) por: José Carlos de Brito Gonçalves (Coord.) André Raeli Gomes Alexandre Jairo de Castro Costa Ana Karina Mendonça de Souza Leylson Lyra Manaara Iack Cozendey Atualizado (2014) por: José Carlos de Brito Gonçalves (Coord.) Josélio Gomes de Souza Simone Monteiro Alves Sílvio Gomes Figueiredo Júnior Manaara Iack Cozendey Revisado por: André Raeli Gomes Cláudia Paes Campos Fabiana Pereira Costa Ramos 3 Sumário Item 1. 1.1. 1.1.1. 1.1.2. 1.1.3. 1.1.4. 1.1.5. 1.1.6. 1.1.7. 1.1.8. 1.1.9 2. 3. 3.1. 3.2. 4. 4.1. 4.2. 4.3. 4.4. 4.5. 4.6. 4.7. 4.8. 4.9. 4.10. 5. 6. 6.1. 6.2. 6.3. 6.4. 6.5 6.6 6.6.1 6.6.2 6.6.3 6.7. 6.8. 6.8.1. 6.8.2. 6.8.2.1 6.8.2.2. 6.8.2.3. 6.8.2.4. 6.8.2.5. Descrição Introdução Perfil Institucional Identificação Localização da SUR Estrutura Organizacional Localização da Faculdade Redentor de Campos Estrutura Organizacional da Faculdade Redentor de Campos Breve Histórico da IES Inserção Regional Áreas de atuação Tecnologia Institucional Justificativas para a Implantação do Curso Bacharelado de Administração Ambiente Sócioeconômico do Estado do Rio de Janeiro População Perfil Econômico Missão da Faculdade Redentor de Campos Visão Finalidades Diretrizes Pedagógicas Objetivos Metas Áreas de Atuação Acadêmica Responsabilidade Social Compromisso com os alunos, os parceiros e a sociedade Políticas de Ensino Políticas de Extensão Programas de Pós-Graduação na Área de Administração Curso de Administração Fundamentação da Proposta Contexto Educacional Missão do Curso de Administração Visão do Curso de Administração Justificativa do Curso de Administração Objetivos do Curso de Administração Objetivo Geral Objetivos Específicos Perfil do Egresso Número de Vagas Organização Curricular Modalidade – Curso de Bacharelado Estrutura Curricular Matriz Curricular Carga Horária Mínima e tempo mínimo de integralização Ementário das disciplinas Justificativa para inclusão da disciplina de LIBRAS Plano Acadêmico do Curso de Administração 05 07 07 07 08 08 08 10 13 14 19 25 31 32 37 41 42 42 43 45 46 47 47 48 49 50 51 53 53 55 58 58 59 59 59 61 61 65 65 70 70 70 73 73 118 118 4 6.8.2.6. 6.8.2.7. 6.8.2.8. 6.9. 6.10 6.10.1 6.10.2 6.10.3. 6.11. 6.11.1 6.11.2 6.11.3. 6.11.4. 6.11.5. 7. 7.1. 7.2. 7.2.1. 7.2.2. 7.2.3. 7.2.4. 7.2.5. 7.2.6. 7.3. 8. 8.1. 8.2. 8.3. 8.4. 8.5. 8.5.1. 8.6. ANEXOS A B C Estágios Trabalho de Conclusão de Curso Metodologia Atendimento ao Discente Núcleo Docente Estruturante Titulação, Formação Acadêmica e Regime de Trabalho do NDE Titulação, Formação Acadêmica e Regime de trabalho do Coordenador do curso Composição e funcionamento do colegiado de curso Corpo Docente Titulação, Formação Acadêmica e Regime de Trabalho Número de Alunos Equivalente a Docente Tempo Integral Alunos por turma em disciplina teórica Número médio de disciplinas por docente Plano de Carreira Docente da Faculdade Redentor de Campos Infraestrutura Física e Acadêmica Descrição Física Atual Biblioteca Informatização Política de atualização e expansão do acervo Horário de funcionamento Serviços oferecidos Cronograma de expansão do corpo técnico da Biblioteca Periódicos Especializados Laboratórios de Informática Requisitos Legais Coerência dos conteúdos curriculares com as Diretrizes Curriculares Nacionais – DCN Estágio Supervisionado Disciplina de libras Carga horária mínima e tempo mínimo de integralização Condições de acesso para portadores de necessidades especiais Plano de promoção de Acessibilidade e Inclusão Social Trabalho de Conclusão de Curso – TCC 119 119 120 133 140 141 141 Diretrizes e normas para o estágio no Cursos de Graduação Regulamento das Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Faculdade Redentor de Campos Normas de TCC 177 181 142 142 142 149 149 149 151 161 161 164 164 165 166 166 168 168 171 173 173 173 173 174 174 175 176 186 5 Introdução 1 A Sociedade Universitária Redentor - SUR, tem a proposta de atuar na área do ensino superior no Estado do Rio de Janeiro, em particular na cidade de Campos dos Goytacazes oferecendo aos alunos egressos do ensino médio mais uma oportunidade de desenvolvimento intelectual. O Curso de Administração, como propõe a Sociedade Universitária Redentor, insere-se num programa de atividades para as áreas das Ciências Sociais Aplicadas. É nesse contexto que esta Instituição (Mantenedora) já conta com três cursos na área em outra mantida – Faculdade Redentor na cidade de Itaperuna, o próprio curso de Administração, Sistemas de Informação, Serviço Social. Na Faculdade Redentor de Campos conta com próprio curso de Administração e Serviço Social. O objetivo colimado pela Sociedade Universitária Redentor encerra a ideia de dotar o Estado do Rio de Janeiro, em regiões economicamente expressivas no interior do Estado, de um novo curso de Administração compatível com as exigências de uma era de Competitividade, visando atender às demandas emergentes na área da Gestão. Converge também com a política mais geral e abrangente do Ministério da Educação no sentido da 6 interiorização do conhecimento em sua forma mais ampla e, consequentemente, do ensino superior. O curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos, mantida pela Sociedade Universitária Redentor, possui uma proposta curricular direcionada para preparar profissionais, pesquisadores e professores, com uma sólida formação intelectual conjugada com uma suficiente erudição, em consonância com o rigor e os métodos exigidos pelas principais instituições de ensino do país. O curso pretende preencher, em Campos dos Goytacazes, a lacuna existente na formação intelectual caracterizada pela abrangência e versatilidade, sem deixar de atender a qualificação profissional para o desenvolvimento da competência no exercício das suas funções específicas. O presente projeto pedagógico foi organizado em consonância com os paradigmas de qualidade, com ênfase na construção de um conhecimento global, que demarque a generalidade desta profissão, relacionando os conceitos científicos e valores contemporâneos, como forma de garantir um modelo educacional eficiente, que responda aos desafios da realidade do homem nesta sociedade em crescimento. O projeto permitirá a implantação e realização do plano acadêmico, considerando suas atividades fim: o ensino, a pesquisa e a extensão, garantindo a ampliação do conhecimento, a concretização do trabalho acadêmico e a integração com a comunidade. Para isso a Instituição garantirá a implementação da infraestrutura de laboratórios, salas de aula, salas de estudos e projetos, biblioteca, multimídia e Internet, objetivando a modernização da estrutura física à aprendizagem contínua e à formação de uma atitude de investigação permanente para a plena consolidação do curso. 7 O plano acadêmico do curso de Administração reúne os conteúdos capazes de promover o aprimoramento da relação ensino-aprendizagem, focalizando a investigação cientifica e a multidisciplinaridade. A Faculdade Redentor de Campos inicia o curso comprometendo-se com a qualidade de ensino e a excelência da pesquisa, tendo em seu quadro doutores, doutorandos, mestres e mestrandos e especialistas totalmente integrados com todos os detalhes do projeto educacional e dispostos a contribuir para a plena realização do trabalho. 1.1 PERFIL INSTITUCIONAL 1.1.1. IDENTIFICAÇÃO: A Sociedade Universitária Redentor– SUR - é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, apolítica, de natureza privada, registrada no Registro Civil de Pessoas Jurídicas – Cartório do 12º Ofício de Niterói - RJ sob o nº 37995, Protocolo A, registrado sob o nº de ordem 2114 do Livro A-3, com CNPJ n.º 03.596.799/0001-19. A Sociedade Universitária Redentor – SUR - apresenta uma situação fiscal e parafiscal regular, conforme documentação pertinente, a qual se encontra à disposição dos órgãos competentes em seu arquivo: Certidão de Regularidade do INSS (CND); FGTS: Certidão de Regularidade; PIS: Certidão Negativa de Dívidas e Protestos expedida por cartório específico; Certidão Negativa de Débitos de Tributos Municipais, expedida pela Coordenadoria de Tributos da Prefeitura Municipal de Niterói - RJ; e Certidão de Quitação de Tributos Federais administrados pela Secretaria da Receita Federal. 1.1.2. LOCALIZAÇÃO DA SUR: 8 A Sociedade Universitária Redentor – SUR – localiza-se na BR 356, n°25, Bairro Presidente Costa e Silva, Itaperuna, RJ. CEP: 28300-000 Tel.: (22) 38110111 - 3823-7553. 1.1.3. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL: A Sociedade Universitária Redentor – SUR - tem a seguinte estrutura organizacional: DIREÇÃO EXECUTIVA: Presidente Heitor Antonio da Silva Vice Presidente Cláudia Regina Boechat Silva 1ª Secretária Zilda Azeredo Boechat da Silva 2ª Secretária Ana Beatriz Boechat Silva Nunes Tesoureiro Luís Adriano Pereira da Silva 1.1.4. LOCALIZAÇÃO DA FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS: A FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS localiza-se na Rua Doutor Beda, 112, Bairro Turf Club, Campos dos Goytacazes, RJ, CEP. 28025-110. 1.1.5. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS: A FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS terá a seguinte estrutura organizacional: 9 DIREÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA: Diretor Heitor Antônio da Silva Vice-Diretora Cláudia Regina Boechat Silva Diretor de Graduação (Presencial e EaD) André Raeli Gomes Diretor de Pós-Graduação (Presencial e EaD) Vitor Hugo Vidal Rangel Júnior Diretora da Unidade Campos Cláudia Paes Campos Coordenador de Administração José Carlos Brito Gonçalves Coordenadora de Enfermagem Shirley Rangel Gomes Coordenador de Engenharia Civil Niander Aguiar Cerqueira Coordenador de Engenharia Mecânica Glênio Fernando Daniel Coordenador de Engenharia de Produção André Raeli Gomes Coordenadora de Nutrição 10 Fabíola Teixeira Azevedo Coordenador de Serviço Social Marco Antônio Pedro Vieira Coordenador de Tecnólogo em Marketing José Carlos Brito Gonçalves Procuradora Institucional Fabiana Pereira Costa Ramos Controller Leandro Muniz Neves Secretária Acadêmica Michelliny Correa Tavares Bibliotecária Rúbia Christina Lopes Ribeiro 1.1.6. BREVE HISTÓRICO DA IES A Faculdade Redentor iniciou suas atividades em 2002 nas instalações da Faculdade Teológica Batista de Itaperuna, com seis cursos de graduação: Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Nutrição, Fonoaudiologia, Ciências Biológicas e Serviço Social. Em pouco tempo as instalações ficaram insuficientes e foi necessário agregar dois novos prédios. O primeiro no centro da cidade – antigo shopping Bedim, abrigou os cursos de engenharia. O segundo em frente ao prédio inicial – antigo Hospital da Criança, abrigou parte dos cursos de saúde. Em dezembro de 2006, a faculdade passou a oferecer dois novos cursos: Fisioterapia e Sistemas de Informação. 11 Em 2007, uma nova visão estratégica impulsiona a expansão da faculdade para uma nova sede. Desta forma, foi fechado contrato para adequação do prédio situado na Rodovia BR 356, na entrada da cidade para atender a demanda de todos os cursos da faculdade. O projeto foi desenvolvido, adequando a parte estrutural à demanda de uma IES e a obra finalizada em dezembro de 2007. Em janeiro de 2008, a faculdade muda para a nova sede, dando inicio a uma nova fase, com a implantação de mais quatro novos cursos: Engenharia de Produção, Administração, Enfermagem e Arquitetura e Urbanismo. Em agosto de 2011 passou a oferecer o curso de Direito. Em de 2014 passou a oferecer o curso de Engenharia Elétrica e Ciências Contábeis totalizando 15 cursos de graduação. O crescimento da faculdade então rompe as barreiras do município de Itaperuna e se inicia o processo de credenciamento de uma nova Faculdade – a FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS. Sua autorização ocorreu em 2011 e funciona em parceria com o Externato Campista onde possui os cursos de Administração, Enfermagem, Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Nutrição, Serviço Social e Tecnólogo em Marketing. A FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS é mantida pela SOCIEDADE UNIVERSITÁRIA REDENTOR, Sociedade Civil de direito privado, constituída na forma de associação, com fins puramente educacionais. A consulta visando à implantação da Faculdade Redentor de Campos decorreu da constatação do êxodo das potencialidades culturais, êxodo esse que consiste no abandono da região pelos jovens com capacidades para ingresso no Ensino Superior, que após tê-lo concluído, não retornam para suas cidades de origem, impedindo a inclusão de novas ideias e de empreendedorismo, o que acaba por manter a maioria das cidades dessa grande região com o mesmo modelo socioeconômico de meio século atrás. Acrescenta-se que esta cidade em particular (Campos dos Goytacazes) apresenta atualmente imensas necessidades de profissionais altamente 12 qualificados, tanto em face do seu crescimento natural quanto em função das demandas próprias da exploração de petróleo, potencializadas pela recente descoberta de petróleo na camada pré-sal, o que exigirá uma crescente gama de profissionais e imporá profundas transformações sociais. Esta visão da necessidade de reverter esse quadro remonta a 1984, quando da vinda de um dos atuais dirigentes da Mantenedora desta Instituição para esta região, ocasião em que o mesmo começou a se mobilizar para que, no futuro (para aquela época), fosse possível um empreendimento que viesse redirecionar os rumos da economia e sociedade desta grande região, cooperando, inclusive, para o desafogamento dos meios urbanos (grandes cidades), tradicionalmente área de imigração. Desse modo, Campos dos Goytacazes e região, ainda áreas de emigração, serão, em breve, consolidadas como área de imigração e prosperidade, pois, dentre outros, ocupa o município o 7º lugar em geração de emprego no mês de maio de 2010, com um saldo de 3854 vagas, segundo dados do cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do trabalho e Emprego (MTE). Vale ressaltar que Campos dos Goytacazes foi o único município que não é capital a ocupar o ranking dos dez primeiros. Tais ideias vieram ao encontro dos consultores sobre o propósito de instalação da Faculdade Redentor de Campos, uma vez que tudo isto viabiliza todo o projeto e consulta atender, de modo pleno, os projetos desenvolvimentistas de que carecemos. O Departamento de Pós-graduação da Faculdade Redentor cresce em paralelo ao crescimento da Faculdade superando a todas as expectativas. Atualmente, julho de 2014, o Departamento conta com 235 cursos em andamento, sendo 44 turmas do curso de Medicina Intensiva, ministrado em parceria com a AMIB. 13 1.1.7. INSERÇÃO REGIONAL O distanciamento geográfico das Regiões Norte-Noroeste e Planície Fluminense (Campos e cidades contíguas), Zona da Mata Mineira e SulSudoeste do Espírito Santo é um fator que influi negativamente para captação de pessoal, dificultando o desenvolvimento das atividades socioeconômicas. No mesmo contexto, vários agravos à saúde, problemática social e falta de desenvolvimento econômico-industrial são ainda graves, porque não se tinha grandes motivações para a industrialização que seria de suma importância para a mudança histórica da região. Outra razão para a criação da Faculdade Redentor de Campos é o elevado número de jovens no Ensino Superior em Universidades nas capitais, promovendo, como já citamos um verdadeiro êxodo das potencialidades culturais, sendo que, os poucos que voltam para o interior, voltam sem uma visão empreendedora, atuando à sombra dos seus pais, sem nenhum interesse em exercer uma profissão para o desenvolvimento. Basicamente, as únicas profissões relativamente assistidas, e mesmo assim só nas sedes, são medicina e advocacia. Na área rural e nos distritos, a falta de assistência médica é uma lástima. Acrescenta-se que a quantidade de profissionais também nas áreas das ciências exatas é insuficiente, o que compromete o desenvolvimento regional. Continuando a conceituação do que interessa para esta grande região, entendemos que a proposta da Faculdade Redentor de Campos consiste, exatamente, em prover todas as cidades tributárias com a possibilidade de, em médio prazo, ter atendidas suas necessidades de profissionais capacitados. Assim, não faltará os engenheiros para implementar todo o desenvolvimento de infraestrutura civil e ambiental, os engenheiros mecânicos para propiciarem a instalação de indústrias, assistentes sociais e nutricionistas para assistirem os meios públicos, empresariais, educacionais e necessidades clínicas, os médicos para cobrirem a histórica carência dos tais em todo interior, e outros profissionais a serem formados por esta Instituição, 14 atendendo as demandas levantadas, com muitos e prováveis cursos, conforme já relacionados no PDI. 1.1.8. ÁREAS DE ATUAÇÃO NO ENSINO DE GRADUAÇÃO O curso de graduação em Administração é ministrado em turno noturno na modalidade Bacharelado e está integralizado em 08 semestres conforme sugestão da Unidade para o cumprimento do currículo pleno. Outrossim, a Faculdade Redentor de Campos, possui os seguintes cursos de graduação: Curso Modalidade Autorização/Reconhecimento Turno Administração Bacharel Portaria n° 5 de 24/01/2012 Noturno Enfermagem Bacharel Portaria n° 5 de 24/01/2012 Noturno Engenharia Civil Bacharel Portaria n° 5 de 24/01/2012 Noturno Engenharia de Produção Bacharel Portaria n° 5 de 24/01/2012 Noturno Nutrição Bacharel Portaria n° 5 de 24/01/2012 Noturno Serviço Social Bacharel Portaria n° 5 de 24/01/2012 Noturno Tecnólogo em Marketing Tecnólogo Portaria n° 428 de 28/07/2014 Noturno Engenharia Mecânica Bacharel Portaria nº 171, de 13/03/2014 Noturno Direito Bacharel Em processo de autorização Noturno NA PESQUISA A Pesquisa é desenvolvida através de uma ação multidisciplinar que a Faculdade Redentor de Campos desenvolve na graduação, considerando a significativa importância da iniciação e a produção científica para o Ensino Superior. As atividades são definidas de acordo com as linhas de pesquisa estabelecidas pelo Colegiado de cada curso e pela Comissão Científica. 15 As atividades sobre tema ou objeto específico, desenvolvidas com metodologia e duração determinadas, realizadas individual ou conjuntamente por uma equipe de pesquisadores são definidas como Projeto de Pesquisa. Frequentemente, os Projetos fornecem os elementos básicos a partir dos quais é estruturado o plano de atividades de um pesquisador ou de um grupo de pesquisa e aos quais estão associados o financiamento e a expectativa de obtenção de resultados. Um Projeto pode ser associado a uma Linha de Pesquisa do curso. A pesquisa não pode ser realizada isoladamente, pois é resultado da demanda social, do ensino, da extensão e pode também culminar com esta. Os projetos de pesquisa e extensão farão o elo entre os constructos do saber e a sociedade. Grupo de Pesquisa Para atender às ênfases curriculares dos cursos de graduação, a Faculdade Redentor de Campos criou, para cada curso que ministra, os eixos profissionais vinculados às linhas de pesquisas do curso, cujo escopo dos temas estará interligado com os domínios das ênfases curriculares definidas no projeto pedagógico. Os eixos profissionais foram também organizados respeitando as especificidades da região e da formação teórica e metodológica do corpo docente dos cursos. Os eixos são multidisciplinares e tem com o objetivo de atender às demandas sociais, à demanda dos próprios cursos envolvidos, à missão da Faculdade e às exigências das Diretrizes Curriculares de cada curso. O grupo tem como objetivo principal, orientar os Trabalhos de Conclusão de Curso de forma a proporcionar ao acadêmico o desenvolvimento de habilidades e competências que o permitam a continuar com uma veia pesquisadora após a conclusão do curso de graduação. 16 O Programa de Iniciação Científica da Faculdade Redentor de Campos é um programa institucional de formação complementar dos discentes dos cursos de graduação, com a sua iniciação e participação em atividades de caráter científico, tendo como objetivos gerais: formação complementar dos discentes do curso de graduação; desenvolvimento de pesquisa científica; sustentação e desenvolvimento da qualidade dos processos de ensino e aprendizagem. O programa é coordenado por uma comissão científica responsável. A comissão será responsável pela organização do Congresso de Iniciação Científica, que acontecerá anualmente. COMISSÃO DE PESQUISA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA A Comissão de Pesquisa e Iniciação Científica da Faculdade Redentor de Campos, órgão institucional, compostos por representantes docentes dos cursos de graduação, tem por objetivos: I –coordenar as ações da Faculdade no campo da pesquisa, iniciação científica e extensão segundo diretrizes estabelecidas pelos coordenadores de curso; II – coordenar o processo de avaliação periódica das atividades de pesquisa, de acordo com os critérios estabelecidos; III – estimular a pesquisa da Faculdade, através do fornecimento de dados sobre: financiamento, órgãos de fomento, estágios e outros contatos que julgar necessário; IV – zelar pela pesquisa em seus vários graus de complexidade e em suas formas de desenvolvimento intelectual e institucional bem como as decorrentes de convênios nacionais e internacionais; V – atendimento a docentes e a alunos, fornecendo informações sobre bolsas formulários de órgãos de fomento e outras que forem solicitadas. 17 CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA A Faculdade Redentor promove anualmente o Congresso de Iniciação Científica. Nesse congresso, os alunos de graduação e pós-graduação têm a oportunidade de assistir palestras com consultores de renome nacional em diversas áreas, bem como minicursos, mesas redondas e apresentação de painéis científicos. O Congresso de Iniciação Científica é organizado pela Faculdade Redentor através da Comissão de Pesquisa e Iniciação Científica. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA (CEP-SUR) O Comitê de Ética e Pesquisa da Sociedade Universitária Redentor – CEP/SUR – que tem por finalidade identificar, analisar e avaliar as implicações éticas nas pesquisas científicas que envolvam seres humanos, solicita ao corpo docente na Faculdade Redentor de Campos que, em caso de orientação de Trabalho de Conclusão de Curso que envolva pesquisa com seres humanos que adotem os procedimentos e formulários disponíveis no site. A Comissão de Pesquisa da Faculdade Redentor é um órgão colegiado que tem por função gerir a produção científica da presente instituição. Dentre suas principais atribuições está o acompanhamento dos projetos de iniciação, a organização de eventos científicos e a supervisão das publicações científicas pela Faculdade Redentor. NA EXTENSÃO A Extensão é uma via de mão-dupla, com trânsito assegurado à comunidade acadêmica, que encontrará, na sociedade, a oportunidade de elaboração da praxis de um conhecimento acadêmico. No retorno à Universidade, docentes e discentes trarão um aprendizado que, submetido à reflexão teórica, será acrescido àquele conhecimento. (BRASIL, 2000/01, p. 5) 18 A relação entre a Faculdade e a sociedade é viabilizada pela Extensão, elo articulador/formador do tripé Ensino, Pesquisa e Extensão. É por meio da extensão que ocorre a aproximação, a integração e a parceria da faculdade e da comunidade, da ciência e dos saberes popular e cultural, resultando em novos conhecimentos para a sociedade. A Faculdade Redentor de Campos dá ênfase à realização de atividades de extensão abertas à comunidade em geral, considerando que a ação extensionista é fundamentada para o plano pedagógico, e forma com o ensino a base de sustentação da vida acadêmica, estabelecendo um sistema necessário de comunicação entre a Instituição e a Comunidade, o que permite a definição da verdadeira vocação institucional. A Faculdade já conta com vários projetos desenvolvidos pelos cursos, todos destinados à ação comunitária, com uma coordenação específica para esse fim. A elaboração e execução de um planejamento interdisciplinar, integrando o ensino, a pesquisa e os programas de extensão, contribuem para a valorização da relação Comunidade-Instituição, conduzindo o ser humano ao conhecimento crítico, reflexivo e transformador, indispensável a construção e ao exercício de uma cidadania plena. Desta forma, as atividades de Extensão, desenvolvidas por professores e acadêmicos terão como objetivo viabilizar a concepção de faculdade cidadã e consolidar a relação entre a teoria e a prática dentro da IES. Essas atividades atendem às demandas sociais e são construídas por princípios científicos, pedagógicos e filosóficos. Nesse contexto, a Extensão constitui o espaço do exercício de uma das mais importantes funções da Faculdade Redentor – aquela que vincula ensino/pesquisa e sociedade, articulando a Instituição com os diversos 19 segmentos sociais, tais como, entidades governamentais, setor privado, comunidade e movimentos sociais. A Faculdade Redentor de Itaperuna possui um Núcleo de Extensão Universitária com duas vertentes listadas abaixo, propondo implantá-las na Faculdade Redentor de Campos: • Clínica Escola – Centro de Atendimento Clínico de Itaperuna; • Escritório Escola. • Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) • Núcleo de Apoio Empresarial (NAE) NOS PROJETOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA A Faculdade possui vários projetos de pesquisa a serem implantados, nos quais os alunos serão inseridos na pesquisa através do Programa de Iniciação Científica, a serem coordenados pela Comissão Científica da Faculdade. 1.1.9. TECNOLOGIA INSTITUCIONAL Nos serviços administrativo-acadêmicos da Instituição serão utilizados recursos ligados a Tecnologia da Informação, que permite, aos departamentos registrar, atualizar e manipular os dados que servem de orientação à comunidade acadêmica e à sociedade. APOIO ÀS ATIVIDADES-FIM: ENSINO E PRODUÇÃO CIENTIFÍCA APOIO AO ENSINO O impacto da tecnologia no desenvolvimento requer a permanente atualização das ações acadêmicas, ante as transformações que se sucedem principalmente no que diz respeito às técnicas, às ciências, às organizações e ao controle do processo. 20 Dessa forma, o uso da tecnologia da informação como ferramenta de apoio ao ensino, visa à eficiência do processo e a garantia do desenvolvimento docente. São recursos que proporcionam sensível melhoria na qualidade do ensino oferecido à comunidade acadêmica. Para isso, são desenvolvidos e adquiridos softwares e plataformas que permitam o enriquecimento do fazer e da vivência pedagógica, relacionando teoria e prática, que garantam uma postura diferenciada do profissional. O Curso de Administração utiliza o laboratório de informática na oferta das disciplinas especificas da área, servindo de apoio às demais disciplinas do núcleo básico profissionalizante. Serve, ainda, para treinamento oferecido aos alunos e pessoas da comunidade que desejem participar deste programa, em horários diferentes do funcionamento do curso, acompanhados por profissionais devidamente qualificados. No laboratório são desenvolvidas as programações acadêmicas, permitindo a revisão e o aprofundamento de conteúdos ministrados em sala de aula. Cada aluno é cadastrado no laboratório e tem acesso ao equipamento através de uma senha individualizada. Oferecida uma estrutura com 4 laboratórios de informática equipados com o número necessário de computadores cada, ligados em rede e à Internet. . O acesso a Internet, permite, dentre outras coisas, o acesso pelo aluno, também de forma individualizada, à plataforma de Ensino a Distância servindo como Ferramenta de Apoio e comunicação entre professores e alunos no que tange as atividades extraclasses. LABORATÓRIO MÓVEL DE INFORMÁTICA – CHARGEMATE O laboratório móvel é composto de um carro inovador portátil de recarga, armazenamento e transportes práticos para laptops educacionais. Possui desenvolvimento tecnológico avançado para proporcionar no ambiente 21 educacional uma prática de aprendizagem facilitada para o educador, pois o mesmo poderá controlar, organizar, otimizando espaço físico e tempo, obtendo maior economia com infraestrutura elétrica na sala de aula ou corredor da mesma. Pode-se fazer a recarga dos equipamentos de um modo simples, eficiente, eficaz, utilizando o adaptador AC original do produto armazenado dentro do CHARGEMATE. Composto de rede elétrica com ambiente de 90V a 240V de capacidade de 20ª, distribuída Box por Box, contendo posições de carregamento com compartilhamento para acomodação individual do adaptador AC original, preservando assim a recarga inteligente do Notebook ou Tablet, conta com dupla face para acomodação frente e verso e sistema de fechamento com 2 portas e travamento com fechaduras, fabricado com chapa de alumínio composto, núcleo polietileno, barra de perfil extrusado e materiais mecânicos para montagem, garantindo assim, uma redução de 25% em seu peso facilitando seu manuseio e ideal para ambientes que exigem resistência a desgaste e mobilidade. O sistema de armazenamento é inovador e eficiente, possui tecnologia avançada com design arrojado, permitindo retirar e guardar os notebooks de forma rápida e prática, garantindo a conservação geral dos equipamentos. Compostos de 4 rodízios, sendo 2 giratórios com freio manual e 2 fixos, facilitando manobras em espaços reduzidos favorecendo o deslocamento através de portas e corredores contendo alça de transporte simples e eficiente. APOIO À PESQUISA As Tecnologias da Informação atuam como incentivo à pesquisa. Nessa perspectiva, a Instituição manterá contatos com órgãos públicos e privados, objetivando incrementar o intercâmbio de informações. 22 INTERNET A Instituição disponibiliza a Internet nos laboratórios de informática, na biblioteca, sala dos professores e na coordenação de curso, possibilitando à comunidade acadêmica ampliar os conhecimentos e realizar pesquisas, tendo acesso a variadas fontes de dados nacionais e internacionais. APOIO ÀS ATIVIDADES-MEIO: ADMINISTRAÇÕES ACADÊMICA, DE PESSOAL, FINANCEIRA E DE MATERIAL SISTEMA DE INFORMAÇÃO INTEGRADO Acompanhando as tendências dos novos Sistemas de Gestão, a IES disporá de um Sistema de Informação Completo que visa integrar todos os departamentos da mesma. ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA O setor administrativo da Faculdade Redentor de Campos tem um programa específico de registro dos dados acadêmicos dos cursos de graduação, com matrícula, carga horária do corpo docente, distribuição de alunos e professores por turmas, expedição de histórico escolar e relatórios específicos. ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL A Instituição dispõe de um sistema específico de administração de seu pessoal, para controle de frequência, férias, licenças, vantagens pessoais, aposentadorias, rescisões de contratos e ascensão profissional. ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 23 As atividades financeiras, contábeis e patrimoniais da Instituição são objeto de outro módulo específico do sistema de informação sob a direção e responsabilidade do Tesoureiro. ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL O controle de estoques, compras, serviços e fornecedores são feito (feitos) através de um programa específico necessários para o correto funcionamento administrativo e acadêmico da IES. RECURSOS DE SOFTWARE Visando oferecer uma base de softwares básicos e específicos suficientes e necessários para o desenvolvimento das atividades curriculares que envolvem utilização de sistemas operacionais, atividades acadêmicas (produção de textos, apresentações multimídia e planilhas eletrônicas), comunicação e outras atividades mais específicas como desenvolvimento de aplicativos de automação, faz parte do plano de ação de Instituição a utilização de software livre e a firmação de contratos com empresas fabricantes e distribuidoras de software como descrito abaixo: DENOMINAÇÃO SISTEMA OPERACIONAL LINUX UBUNTU 11.04 SISTEMA OPERACIONAL WINDOWS 7 SWITCH COMPLETA OFFICE 2010 BR-OFFICE (WRITTER, CALC) COREL DRAW X5 AUTO CAD VERSÃO 2011 AUTODESK 3DS MAX DESING 2011 AUTODESK DESING REVIEW 2011 AUTODESK ECOTECT ANALYSIS 2011 AUTO DESK INVENTOR PROFISSIONAL 2011 AUTODESK NAVIWORKS 2011 AUTODESK REVIT ARCHITECTURE 2011 24 AUTODESK VAULT 2011 GOOGLE SKETCHUP PRO 8 SOLID WORKS 2011 LINDO Systens ARENA Simulation PROMODEL MATLAB MINITAB BORLAND C++ DEV C ++ FREEPASCAL Fonte: Departamento de TI Justificativas para a Implantação 2 do Curso de Administração Campos dos Goytacazes é uma das mais importantes cidades do Estado do Rio de Janeiro, e é o centro regional das regiões Norte e Noroeste Fluminense, que abraçam mais de quinze municípios, exercendo grande importância econômica e cultural naquelas regiões do estado (fonte: Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro). Em razão de sua localização privilegiada (64 km da divisa com o Estado do Espírito Santo), relevo favorável marcado por uma grande planície, banhada pelo Oceano Atlântico, o município apresenta significativo desenvolvimento econômico destacado no cenário nacional, com destaque para a exploração de petróleo na Bacia de Campos, que tornou a região próspera em razão dos benefícios provenientes do pagamento dos royalties do petróleo. O município de Campos dos Goytacazes é cortado pelas Rodovias BR 101 (sentido Sul – Rio de Janeiro e no sentido Norte – Vitória) e BR 356 (sentido litoral – São João da Barra e no sentido contrário – Cardoso Moreira, Italva, Itaperuna e região da Mata Mineira) permitindo acesso fácil a todas as capitais dos Estados da Região Sudeste, bem como praticamente todo o litoral 26 leste brasileiro, do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Também com a RJ-224, Rodovia Estadual que da acesso a cidade vizinha de São Francisco de Itabapoana e também a cidades como Presidente Kennedy no Espírito Santo; e RJ-158, Rodovia da acesso a Cidade de São Fidélis, Cambuci e outras cidades. Possui ainda, aeroporto internacional inaugurado em 1952, com vocação para voos diários, inserido em projetos de estruturação e articulação de curto, médio e longo prazo, capazes de induzir e promover o progresso da região, atualmente com linhas aéreas destinadas ao Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Uberlândia (fonte: INFRAERO). Há ainda, na Praia de Farol de São Tomé, um Heliporto usado pela Petrobras e demais empresas da atividade petrolífera, para embarque e desembarque de passageiros com destino as plataformas de petróleo da Bacia de Campos. A região Norte Fluminense possui uma população superior a 700 mil habitantes e um PIB equivalente a 11% em relação ao total do Estado do Rio de Janeiro. Contribui para este resultado, a forte participação da produção petrolífera na bacia marítima, cuja contribuição efetiva ocorre através da indenização dos royalties e participação especial oriunda da produção regional, tendo Macaé como núcleo dinâmico e Campos dos Goytacazes como polo regional de serviços educacionais, culturais e de saúde. O prognóstico sobre o futuro da região norte fluminense até o final da década indicam que estaremos formando em Campos dos Goytacazes, um núcleo industrial dinâmico, com população atingindo mais de um milhão e meio de habitantes, sendo certo que, o município de Campos dos Goytacazes, que conta aproximadamente com 500.000(quinhentos mil) habitantes, alcançaria nos próximos sete anos a quantia de 750.000(setecentos e cinquenta mil) habitantes, aumentando em 50% (cinquenta por cento) a sua atual população. Ao passo que o município de São João da Barra, que possui 35.000(trinta e cinco mil) habitantes, no ano de 2020 alcançaria 250.000(duzentos e cinquenta mil) habitantes. Nesse mesmo prognóstico de crescimento populacional, a localidade de Barra do Furado, com 20.000 (vinte 27 mil) habitantes, alcançaria na mesma época 100.000 (cem mil) habitantes (fonte: IBGE-CIDAC). Estima-se que a população atual num raio de 100 km da cidade de Campos dos Goytacazes, perfazendo um total de 84 municípios ultrapasse 950 mil habitantes, considerando os municípios das regiões norte e noroeste fluminense, e o sul do Estado do Espírito Santo. Com o aumento estimado da população certamente atraída pelos investimentos realizados na região norte fluminense com a construção do Complexo Industrial do Superporto do Açu, sendo este o maior empreendimento porto-indústria da América Latina e deverá movimentar, pelo menos, 350 milhões de toneladas por ano, entre exportações e importações, posicionando-se como um dos três maiores complexos portuários do mundo, bem como com a construção do Complexo Logístico e Industrial de Barra do Furado, um projeto que se arrastava há 12 anos, com poucos progressos, e que deu um passo decisivo com a assinatura de contrato entre os municípios de Campos dos Goytacazes e Quissamã, e ainda, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento2 (PAC-2). O Complexo Industrial do Superporto do Açu se estende sobre mais de 90 quilômetros e receberá diversas indústrias, dentre outras, usinas siderúrgicas, indústrias offshore, cimenteiras, com um investimento conjunto de mais de US$ 40 bilhões nos seus empreendimentos e geração de cerca de 50 mil empregos na região. No Complexo Logístico e Industrial de Barra do Furado, juntamente com o contrato para as obras de infraestrutura foram ratificados termos de compromissos com empresas nacionais e estrangeiras para a construção no local de bases de apoio à indústria de petróleo no mar (offshore) e para a construção de dois estaleiros especializados sem construir embarcações de apoio à indústria offshore. 28 Cumpre ressaltar que Campos dos Goytacazes possui um Parque industrial cerâmico com mais de 100 indústrias de cerâmica vermelha e uma produção mensal de mais de 100 milhões de peças compreendidas entre lajotas, blocos e telhas, responsável por 70% da demanda da construção civil no estado do Rio de Janeiro, e ainda por parte do abastecimento dos estados do Espírito Santo e sul de Minas Gerais, gerando cerca de 5000 empregos diretos (fonte: Sindicato das Indústrias de Cerâmica de Campos). Com o crescimento populacional na região, os investimentos de grande porte, e a instalação de diversas indústrias na região, há uma crescente demanda e carência de profissionais de todas as áreas e especializações. Esses elevados fluxos migratórios, fruto do desenvolvimento de uma região, em regra, geram ocupação desordenada de solo urbano, concentração de riqueza, desigualdade social e aumento da violência, situação já enfrentada pelo município de Macaé na década passada. Por certo, todas as estruturas estatais precisam estar aparelhadas para atender a essa demanda. Em razão de sua localização privilegiada (entroncamento dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo), Campos dos Goytacazes apresenta-se ainda como um município de posição geográfica estratégica capaz de receber alunos de vários municípios e até mesmo de vários estados da Federação. Além disso, o município é conhecido em âmbito nacional como um dos maiores produtores de petróleo em razão da exploração na bacia de Campos, gerador de milhares de empregos diretos e indiretos oferecidos pela Petrobrás e diversas empresas offshore, destino almejado por inúmeros jovens que deixam sua cidade natal em busca de emprego na região. Centenas de ônibus fretados saem de Campos dos Goytacazes no inicio da manhã levando trabalhadores dessas empresas situadas na cidade de Macaé, retornando no final do dia, o que desde já demonstra a escolha dessas famílias em residir em Campos dos Goytacazes. 29 Por tais características, muitas pessoas escolhem o município de Campos dos Goytacazes, já que quase todas as pessoas pretendem residir em um lugar que se apresenta como polo de uma região, com maiores oportunidades de trabalho e estudo e próxima a diversos estados de uma Federação. Na grande metáfora de Darwin de "luta pela vida", tomou a concorrência ares de postulado científico. A evolução pela seleção da mais apta entre as formas diversas de existência conquistou, em biologia, uma posição prestigiosa correspondente ao livre mercado que fora estudado, cem anos antes por Adam Smith, no terreno da economia. A cidade de Campos dos Goytacazes já é formadora de profissionais de nível superior em algumas áreas a mais de cinquenta anos. É um reconhecido polo educacional. Segundo o site do MEC, (http://emec.mec.gov.br/) existem na cidade de Campos dos Goytacazes, 22 IES, perfazendo um significativo número de cursos superiores, embora na sua maioria nas áreas de ciências humanas. (Acesso em: 17 ago. 2014) Ainda no site do MEC, (http://emec.mec.gov.br/) no Estado do Rio de Janeiro, existem cerca de 99 cursos de Administração registrados no Ministério, sendo que a grande maioria se localiza na região metropolitana do Rio de Janeiro, sendo que apenas 12 se encontram na cidade de Campos dos Goytacazes. (Acesso em: 17ago. 2014) O Plano Nacional de Educação em seus objetivos e metas, traz no item 1: Prover, até o final da década, a oferta de educação superior para, pelo menos, 30% da faixa etária de 18 a 24 anos. A Faculdade Redentor de Campos é uma instituição comprometida com este objetivo. Ao prover acesso ao ensino superior, a escolha do jovem se faz por diversas razões, porém, a mais importante é a vocação pessoal para cada área do conhecimento. 30 Assim, entende-se que é salutar dar a oportunidade ao jovem de Campos dos Goytacazes e região de optar por uma profissão ligada ao atual contexto econômico, onde se exige uma alta competitividade das empresas e um bom funcionamento das organizações públicas e privadas. Consequentemente, este curso contribui para o desenvolvimento econômico, científico, tecnológico e social da região e do Brasil. O mercado de trabalho potencial para graduados no curso é amplo devido à sua formação multidisciplinar e visão sistêmica, sendo possível atuar nas diferentes funções de uma organização (pública ou privada) como, conforme o caso, finanças, marketing, meio ambiente, gestão de pessoas ou comportamento organizacional. Essas organizações podem ser de manufatura ou de serviços, relacionados com os mais diversos setores. Assim, percebe-se uma grande interdisciplinaridade do curso de administração, entre os vários a serem oferecidos pela FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS. Ambiente Socioeconômico do 3 Estado do Rio de Janeiro O Estado do Rio de Janeiro agrega 92 municípios numa área de 43 mil km2, caracterizada por forte densidade demográfica e grande diversidade de atividades, onde predominam os setores secundário e terciário da economia. O PIB de US$ 100 bilhões, segundo em importância na Federação, representa cerca de 13% de tudo o que se produz no país. A partir da cidade do Rio de Janeiro, num raio de 500 km, encontram-se 32% da população, 65% do produto industrial, 65% do produto de serviços e 40% da produção agrícola nacionais. Na América Latina, a potência econômica do Estado ultrapassa a maioria dos países, sendo superado apenas por Argentina e México. Na composição do PIB estadual, a indústria responde por 39,4%, os serviços ficam com 59,3% e agricultura, 1,3%. A população atingiu 13,4 milhões de habitantes, em 1996, sendo a grande maioria (12,8 milhões) concentrada nas cidades. A PEA (População Economicamente Ativa) é superior a 6 milhões de pessoas e a renda per capita é estimada em US$ 7,5 mil. 32 Nas regiões Norte e Noroeste Fluminense e Baixadas Litorâneas, atividade de extração de petróleo gás, bem como as indústrias relativas, assumem grande destaque. A indústria de transformação cresceu 2,9%, com destaque para as atividades com veículos automotores (23,8%), borracha e plástico (13,9%), metalurgia básica (12,7%), perfumaria (10,7%), produtos químicos (9%), bebidas (6,1%), edição (5,1%) e minerais não metálicos (4,1%). 3.1. POPULAÇÃO O Estado do Rio de Janeiro é o mais urbanizado do país, visto que 95% da população fluminense vive nas cidades. Esse fato se insere no processo de urbanização que marcou o país nas últimas décadas, mas revela, também, particularidades deste estado, onde o desenvolvimento cultural e econômico produziu uma tendência à concentração das atividades no setor terciário da economia. A população atingiu cerca de 16 milhões de habitantes em 2009, estando a grande maioria concentrada nas cidades. De acordo com o levantamento realizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o nível de emprego formal do país cresceu 47,5% no período 1996/2006, com a criação de 11 milhões de postos de trabalho. No Estado do Rio de Janeiro o emprego formal representava em 1996, 11,4% da força de trabalho nacional, com destaques para as atividades econômicas de serviços, 40% do total do Estado, administração pública, 21%, comércio, 16,4% e indústria de transformação, 13,4%. Comparando com o ano de 2006 o emprego no Estado cresceu em 24%. Nas regiões Norte e Noroeste Fluminense, incluindo as Baixadas Litorâneas, a pesar dos setores de serviço, comércio e administração pública participarem com mais de 70% do emprego, destaca-se também a agropecuária (cultivo de cana de açúcar e criação de bovinos), indústria 33 extrativista (petróleo) e indústria de transformação (produção de produtos alimentares). Dessa forma, uma região em pleno desenvolvimento clama por uma instituição que, empenhada na formação profissional, conceba um projeto institucional aliado a projetos societários mais amplos, contribuindo assim para uma política de educação de qualidade. Esta é a proposta da Faculdade Redentor de Campos. As tabelas a seguir mostram dados sobre a população fluminense. Tabela 1: População e Domicílio SITUAÇÃO DOMICILIAR MUNICIPIOS URBANA RURAL TOTAL RIO DE JANEIRO 12 806 488 599 891 13 406 379 ANGRA DOS REIS 85 074 7 458 92 532 APERIBÉ 5 118 2 083 7 201 ARARUAMA 51 785 14 363 66 148 AREAL 7 264 1 745 9 009 ARRAIAL DO CABO 21 548 - 21 548 BARRA DO PIRAL 80 893 4 498 85 391 BARRA MANSA 162 495 4 250 166 745 BELFORD ROXO 399 319 - 399 319 BOM JARDIM 10 726 11 079 21 805 BOM JESUS DO ITABAPOANA 24 136 8 095 32 231 CABO FRIO 101 886 13 873 115 759 CACHOEIRA DE MACACU 36 141 7 341 43 482 CAMBUCI 10 075 10 728 20 803 CAMPOS DOS GOYTACAZES 333 604 55 943 389 547 CANTAGALO 13 054 7 078 20 132 CARDOSO MOREIRA 6 798 5 142 11 940 CARMO 10 368 4 807 15 175 CASIMIRO DE ABREU 17 300 2 912 20 212 COMENDADOR LEVY GASPARIM 5 955 1 459 7 414 CONCEIÇÃO DE MACABU 15 226 2 980 18 206 CORDEIRO 19 588 1 973 21 561 DUAS BARRAS 5 202 4 729 9 933 34 DUQUE DE CAXIAS 710 624 4 465 715 089 ENGENHEIRO PAULO DE FRONTIN 8 230 4 313 12 543 GUAPIMIRIM 20 993 11 621 32 614 ITABORAÍ 169 873 14 687 184 560 ITAGUAÍ 108 680 16 383 125 063 ITALVA 7 078 6 121 13 199 ITAOCARA 14 837 8 436 23 273 ITAPERUNA 69 877 12 773 82 650 ITATIAIA 11 100 10 116 21 216 JAPERI 73 130 - 73 130 LAJE DO MURIAÉ 4 775 2 805 7 580 MACAÉ 110 034 11 132 121 166 MAGÉ 171 420 11 693 183 113 MANGARATIBA 14 606 5 290 19 896 MARICÁ 50 407 9 879 60 286 MENDES 16 533 652 17 785 MIGUEL PEREIRA 16 697 3 396 20 093 MIRACEMA 21 265 3 185 24 450 NATIVIDADE 11 190 3 935 15 125 NILÓPOLIS 155 272 - 155 272 NITERÓI 450 364 - 450 364 NOVA FRIBURGO 146 779 22 467 169 246 NOVA IGUAÇU 823 054 3 134 826 188 PARACAMBI 36 838 2 603 39 441 PARAIBA DO SUL 29 381 4 356 33 737 PARATI 12 978 14 149 27 127 PATY DO ALFERES 14 498 7 788 22 286 PETRÓPOLIS 263 369 6 300 269 669 PIRAI 33 003 7 225 40 228 PORCIÚNCULA 11 300 4 107 15 407 QUATIS 8 471 1 395 9 866 QUEIMADOS 108 522 - 108 522 QUISSAMÃ 6 980 5 603 12 583 RESENDE 84 394 18 231 102 625 RIO BRANCO 28 637 17 858 46 495 RIO CLARO 9 874 4 575 14 449 RIO DAS FLORES 4 574 1 791 6 365 35 RIO DAS OSTRAS 26 278 1 828 28 106 RIO DE JANEIRO 5 551 538 - 5 551 538 SANTA MARIA MADALENA 5 148 5 692 10 840 SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA 25 864 8 259 34 123 SÃO FIDÉLIS 24 863 11 671 36 534 SÃO GONÇALO 833 379 - 833 379 SÃO JOÃO DA BARRA 34 083 29 856 63 939 JOÃO DE MERITI 434 323 - 434 323 SÃO JOSE DO VALE DO RIO PRETO 6 992 9 123 16 115 SÃO PEDRO DA ALDEIA 54 295 10 852 65 147 SÃO SEBASTIÃO DO ALTO 3 442 4 933 8 375 SAPUCAIA 11 677 5 244 16 921 SAQUAREMA 41 402 2 615 44 017 SILVA JARDIM 11 977 7 050 19 027 SUMIDOURO 2 060 11 313 13 373 TERESÓPOLIS 104 977 20 145 125 122 TRAJANO DE MORAIS 3 724 6 870 10 594 TRÊS RIOS 61 851 4 372 66 223 VALENÇA 52 605 9 006 61 611 VARRE-SAÍ 2 527 5 027 7 554 VASSOURAS 18 231 10 806 29 037 VOLTA REDONDA 232 058 229 232 287 Fonte: IBGE Tabela 2: População e Situação de Domicílio BRASIL 1980 1991 1996 TOTAL 121.150.573 146.917.459 157.079.573 Urbana 82.013.375 110.875.826 123.082.167 Rural 39.137.198 36.041.633 33.997.406 SUDESTE 1980 1991 1996 TOTAL 52.580.527 62.660.700 67.003.069 Urbana 43.550.664 55.149..437 59.825.958 Rural 9.029.863 7.511.263 7.177.111 RIO DE JANEIRO 1980 1991 1996 TOTAL 11.489.797 12.783.761 13.406.379 Urbana 10.546.547 12.177.144 12.806.488 Rural 943.250 660.617 599.891 Fonte: IBGE 36 Tabela 3: População Economicamente Ativa (Maiores de 10 anos) Rio de Janeiro CONDIÇÃO DE ATIVIDADE SETOR DE ATIVIDADE Economicamente Não Economicamente Ativa Ativa 10.436.405 5.38l.678 5.054.727 365.872 200.905 164.967 Indústria de Transformação 1.257.542 760.862 496.680 Indústria da Construção Civil 736.00 392.867 343.136 Outras Atividades Industriais 212.213 110.330 101.883 Comércio de Mercadorias 1.175.384 759.804 415.580 Transporte e Comunicação 607.282 315.567 291.715 360.426 238.953 121.473 Prestação de Serviços 1.839.899 l.259.169 580.730 Social 838.456 615.935 222.521 Administração Pública 555.613 319.377 236.236 Outras Atividades 312.78l 206.341 106.440 Total TOTAL Agropecuária, Extração Vegetal e Pesca Serviços Auxiliares Econômica da Atividade Fonte: IBGE Tabela 4: População por Setores de Atividade (Maiores de 10 anos) Pessoas de 10 anos ou mais de idade, por condição de atividade e segundo situação de Domicílio (Brasil) CONDIÇÃO DE ATIVIDADE Total Econom. Ativa Não Econ. Ativa 10.436.405 5.381.681 5.054.724 Urbana 9.966.202 5.153.912 4.812.290 Rural 470.203 227.678 242.434 SITUAÇÃO DE DOMICÍLIO Fonte: IBGE As Tabelas 3 e 4 mostram dados sobre a população economicamente ativa (PEA) do Rio de Janeiro e uma evolução da população total, no contexto do Brasil. 37 Observa-se a grande concentração dos habitantes do Estado nas cidades, quando mais de 95% das pessoas possuem domicílios urbanos. Esse fato se insere no processo de urbanização que marcou o país nas últimas décadas, mas revela, também, particularidades do Rio de Janeiro, onde o desenvolvimento cultural e econômico produziu uma tendência à concentração das atividades no setor terciário da economia. Tal situação está bem expressa na Tabela 3, onde são detalhadas as ocupações profissionais em função dos setores de atividade. O item “Prestação de Serviços” abriga mais de 23% do total da PEA, contra apenas 14% da “Indústria de Transformação”. Se àquele primeiro item somarmos atividade no comércio, na administração pública, na área social e outros serviços complementares à atividade econômica, temos 60% do total. Mesmo a construção civil, um setor tradicionalmente importante por empregar pessoas sem qualificação, oferece apenas 7,3% dos empregos na economia e está no mesmo patamar dos serviços públicos, que absorvem 6% dos trabalhadores. Fato importante e revelador da situação da economia do Estado (e do país) é o crescimento surpreendente da economia informal, com a substituição dos empregos industriais por trabalhadores autônomos. Além disso, a terceirização de atividades e o alto custo indireto do emprego têm conduzido a um aumento expressivo dos trabalhadores sem carteira assinada, que já, hoje, em todo o Brasil, superam em número os trabalhadores formalmente contratados. Temos então um quadro relativo à população marcado pelos seguintes aspectos: concentração urbana; população economicamente ativa de pouco mais da metade do total; predominância do setor terciário da economia, que tende a crescer relativamente; crescimento da economia informal. 3.2 PERFIL ECONÔMICO 38 De acordo com a Sondagem Econômica Regional, feita pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), na análise regional, o indicador de produção mostrou crescimento de praticamente todas as regiões fluminenses, exceto Leste (45,3 pontos) e Norte (44,3 pontos). O nível de emprego mostrou progresso na passagem do segundo para o terceiro trimestre do ano de 2009. Apesar de uma contração no índice de emprego, o impacto nas regiões se deu de forma diversificada considerando valores os culturais presentes no desenvolvimento de cada região do Estado. A principal atividade econômica do Estado do Rio de Janeiro é a extração de petróleo, pois a Bacia de Campos é a maior produtora do país. O Rio de Janeiro é o maior produtor de gás natural (38,20% das reservas do país). A Petrobrás tem 39 campos de petróleo na Bacia de Campos que garantem mais de 80% da produção nacional. Até 2010, a Petrobrás vai investir US$ 25,7 bilhões na Bacia de Campos, o equivalente a 80% dos recursos da empresa em Exploração e Produção para todo o país. A Companhia Siderúrgica Nacional, localizada no Rio de Janeiro, possui capacidade anual de produção de R$ 5,6 milhões de toneladas de aço bruto tendo uma receita bruta consolidada em mais de R$ 17,9 bilhões (2008). Única produtora de folhas de flandres no Brasil é também uma das cinco maiores do mundo. O Estado conta com uma ampla malha rodo ferroviária e com dois grandes portos (Sepetiba e Rio) que, além de permitirem o aporte de insumos de quaisquer regiões do país ou do exterior, possibilitam também o escoamento da produção a baixo custo. O movimento do Porto de Sepetiba deverá decuplicar, em dez anos. De três milhões de toneladas, em 1994, restritas à importação e fortemente concentrada no transporte de carvão deve atingir 35 milhões de toneladas por ano, distribuídas nos dois sentidos. Tal movimentação fará de Sepetiba o mais importante centro de cargas de todo o Atlântico Sul. 39 O Estado destaca-se na produção de cimento Portland branco e de cimento Portland alto-forno. Ocupa o segundo lugar entre os mercados do país, em todos os ramos da indústria química e seus derivados. O polo siderúrgico de Volta Redonda concentra boa parte da produção de aço bruto, aços planos e ferro-gusa do Brasil. O Estado é produtor de perfilados e trilhos, de chapas finas, de chapas galvanizadas revestidas, de folhas de flandres revestidas e de chapas cromadas. No que diz respeito à indústria naval, a fabricação de navios de grande porte está localizada nos estaleiros do Estado, onde se concentra a produção nacional. O mercado tanto interno como externo é altamente favorável para os setores industriais em expansão. Através da Sondagem Industrial do terceiro trimestre de 2009, foi possível verificar que os empresários fluminenses permanecem na rota de recuperação frente à crise internacional, trazendo alento às perspectivas de melhora no ambiente de negócios e de reaquecimento da atividade industrial. Pela diversidade de sua geografia, o Estado do Rio de Janeiro apresenta-se um quadro natural dos mais ricos e variados do Brasil. Trata-se de uma paisagem marcada por fortes contrastes: altas escarpas no litoral e no interior, florestas tropicais, enseadas entrecortadas por morros, vales, restingas, dunas, praias e lagunas, formando um conjunto natural de rara beleza. Hoje, há uma política de preservação, conservação e restauração que protege ecossistemas de relevância ambiental como os parques nacionais da Serra dos Órgãos, da Bocaina, de Itatiaia e da Floresta da Tijuca, e, ainda, os estaduais da Ilha Grande, da Pedra Branca, da Serra da Tiririca e do Desengano. Uma das atividades econômicas mais representativas do Estado é decorrente dessa riqueza natural: o Turismo. Cerca de 60% dos turistas estrangeiros que vêm ao Brasil chegam pelo Rio de Janeiro. Seu aeroporto é o maior em movimento aéreo comercial internacional Do exposto, destacamos a macro região capitaneada pela cidade de Campos dos Goytacazes, onde funcionará a Faculdade Redentor de Campos. Esta cidade está localizada no Norte do Estado do Rio de Janeiro, 40 funcionando como uma metrópole regional, cujo raio de ação, medindo 100 km, abrange dezenas de municípios também no Estado do Espírito Santo, ultrapassando um total de 90 municípios, com uma população estimada em 1 milhão e 500 mil habitantes. A cidade de Campos dos Goytacazes é referência regional nos setores educacional, agropecuária, agroindústria e de saúde. Possui tradicionais instituições de Ensino e atualmente se desponta como um dos polos educacionais mais importantes do Estado do Rio de Janeiro pela sua influência em dois Estados da Federação, sendo Rio de Janeiro e Espírito Santo. No setor de saúde, possui vários hospitais de referência nacional. Esta referência da cidade abre espaço para o surgimento de muitas clínicas particulares de medicina, e todos os serviços agregados, como laboratórios, clínicas específicas e farmácias. Já no setor agropecuário e da agroindústria a cidade conta com várias empresas de importância econômica, tanto para a região quanto para o país. Em face destes números, e levando em consideração a urgência de levarmos desenvolvimento a toda essa grande área, impõe-se a necessidade de estabelecimento da Faculdade Redentor de Campos com o seu projeto de crescimento dos contextualizado. meios intelectuais na área do Ensino Superior MISSÃO DA FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS 4 A Faculdade Redentor de Campos, mantida pela SUR, tem como missão formar pessoal ético e competente, inserido na comunidade regional, capaz de construir o conhecimento, promover a cultura, o intercâmbio, a fim de desenvolver a consciência coletivo-comunitária na busca contínua da valorização e solidariedade humanas. Genericamente, preparar profissionais com uma sólida formação intelectual conjugada com uma suficiente erudição que se mostrarão, fundamentalmente, na sua capacidade de pesquisar, analisar e interpretar obras específicas, bem como desenvolver pesquisas em nível de pósgraduação (lato sensu, mestrado e doutorado), de acordo com os parâmetros oficiais, em consonância com o rigor e os métodos exigidos pelas principais instituições de ensino do país. Formar profissionais suficientemente preparados para o exercício da atividade profissional seja em Hospitais, Indústrias, Restaurantes, Clínicas, Educandários, Órgãos de fiscalização ambiental, Empresas de consultoria ambiental e afins, desde que dê continuidade aos seus estudos em pósgraduação. 42 Capacitar os profissionais também para o exercício de atividades extraacadêmicas ligadas à cultura e ao ensino, assim como ocupar funções em empresas privadas ou públicas que, por força de uma tendência de mercado que se mostra cada vez mais acentuada, requeiram este tipo de profissional em todos os níveis. 4.1. VISÃO A visão é a imagem da situação desejada para a Faculdade Redentor de Campos a longo prazo. Significa sonho bom, difícil, porém alcançável. • Ser reconhecida como uma Instituição de Ensino Superior de referência que prime, principalmente, pela qualidade, pela criatividade, e pela ação solidária. • Ser reconhecida como uma Instituição de Referência na formação de profissionais, pesquisadores, pensadores e gestores do conhecimento, atendendo aos padrões de excelência e qualidade no desenvolvimento do potencial humano nos níveis de graduação e pós-graduação é a nossa maior meta. 4.2. FINALIDADES A Faculdade Redentor de Campos possui dois níveis de finalidades, assim apresentados: • Nível macrorregional – Esta IES tem por propósito promover o seu desenvolvimento implantando cursos que venham ao encontro dos anelos dessa região, propiciando o seu desenvolvimento nas áreas de infraestrutura, meio ambiente, saúde, humanas e tecnológicas, de maneira que a mesma seja autossuficiente em mão de obra especializada, respondendo pela satisfação de todas as necessidades sociais, culminando com a fixação de sua população na macrorregião citada, impedindo o “êxodo das potencialidades culturais”, conforme justificativa master para criação desta instituição; 43 • Nível nacional – Nesse nível, inicial e principalmente, esta instituição ministra cursos de pós-graduação lato sensu, de acordo com a Legislação em vigor, em todo território Nacional. A instituição tem, também, como finalidades, implantar cursos de graduação e de pós-graduação na modalidade à distância (EAD), como parte do seu projeto de influência acadêmica junto à população nacional que tem dificuldades de acesso ao ensino superior e de pós-graduação de modo presencial, mas que, igualmente, precisa ser qualificada para os grandes objetivos nacionais, estando inserida no projeto de crescimento e progresso do Brasil, de igual maneira e com qualidade comprovada, esta nos níveis desejáveis estabelecidos pelo MEC. 4.3. DIRETRIZES PEDAGÓGICAS • Estabelecer ações de valorização da graduação, pós-graduação e extensão; • Promover a interdisciplinaridade, as multidisciplinaridades, e a transdisciplinaridade nas atividades de ensino, pesquisa e extensão e em todos os níveis de formação; • Garantir a qualidade dos cursos de graduação, pós-graduação e extensão, nas modalidades presencial e à distância; • Ampliar a oferta de cursos e o número de vagas nos cursos de graduação, pós-graduação e extensão a partir de estudos de demanda, buscando equilíbrio entre as áreas de conhecimento; • Ampliar a diversidade de cursos de graduação e pós-graduação nas modalidades presencial e à distância; • Garantir coerência, consistência e compatibilidade entre as propostas e as normas aprovadas pelos colegiados de cursos, as ações implementadas e os resultados decorrentes; • Garantir livre acesso ao conhecimento produzido e armazenado na Faculdade Redentor de Campos, ampliando e diversificando os meios disponíveis; 44 • Praticar a gestão democrática, transparente e participativa em todos os níveis da estrutura administrativa da Faculdade, garantindo a participação e votos dos representantes dos alunos e dos professores nas reuniões da congregação e dos colegiados de cursos; • Garantir suporte competente, ágil e eficaz às atividades que sustentem os projetos pedagógicos de cada curso proposto pelos Colegiados e aprovado pela Congregação; • Garantir flexibilidade e agilidade na resposta a novos contextos, demandas e desafios; • Planejar e orientar o desenvolvimento físico a partir do projeto acadêmico da Faculdade, de seus projetos de expansão de atividades e de suas especificidades de ensino; • Promover a ambientação das atividades universitárias, incorporando a temática ambiental nas atividades acadêmicas e administrativas, com ênfase na capacitação profissional e na formação acadêmica; • Construir uma política integrada de informação e comunicação (sistemas de bibliotecas, home page, jornais, revistas e núcleo de disseminação da ciência, entre outros); • Desenvolver e ampliar a assistência à comunidade concepção de acadêmica, atendimento e construindo e implementando uma política de gestão social voltada para a qualidade de vida; • Estabelecer ações de valorização da cidadania; • Promover práticas investigativas, associadas ou não à extensão universitária, com a participação efetiva do aluno, visando sua melhor aprendizagem e adequação às exigências sociais contemporâneas; • Capacitar os alunos para o uso de tecnologias de informação e comunicação e incentivar a disseminação do conhecimento; • Estabelecer e implementar uma política de avaliação permanente da formação propiciada pelos cursos de graduação 45 e pós-graduação, nas modalidades presencial e à distância, reformulando seus projetos pedagógicos sempre que necessário; • Expandir a oferta de cursos de graduação e pós-graduação, nas modalidades presencial e à distância, atendendo às exigências oficiais; • Fomentar a integração entre pós-graduação e graduação; • Avaliar o impacto das atividades realizadas pela pós-graduação nos cursos de graduação, tanto nas modalidades presencial quanto à distância; • Definir e implementar uma política de educação continuada e permanente; • Definir e implementar uma política para ensino à distância (EAD). 4.4. OBJETIVOS GERAL: • Promover educação de qualidade voltada para o desenvolvimento regional e nacional em função de demandas constatadas. ESPECÍFICOS: • Empreender um processo educativo que favoreça o desenvolvimento dos seres humanos, dotando-os de capacidade crítica, de autonomia intelectual e comprometendo-os com a resolução dos problemas sociais deste novo século; • Ampliar a inserção social mediante uma articulação cada vez mais intensa com o contexto regional e nacional; • Incrementar a qualificação de seu corpo docente e técnico, com vista a viabilizar a associação entre a qualificação acadêmica com o compromisso social da instituição; • Assegurar o cumprimento de sua missão institucional enquanto instituição de ensino superior voltada para a cidadania, através da realização dos estágios curriculares; 46 • Implantar cursos de que possam promover o desenvolvimento, tanto da cidade, dos municípios em derredor, como em todo o país, através do projeto de Educação à Distância (EAD); • Implantar cursos que possam atender às carências nas áreas de saúde, educação, tecnologia e social, notadas em todas as cidades da região; • Implantar cursos que atendam às carências nacionais na área de saúde, educação, humanas, serviços e tecnologia, nas modalidades presencial e à distância; • Implantar programas de pós-graduação que gerem empreendedorismo que, em médio prazo, altere o desenho socioeconômico regional e nacional; • Incrementar projetos que envolvam os alunos em atividades que, além do seu crescimento acadêmico, redunde em benefícios sociais; • Implementar projetos de pesquisa voltados para as necessidades dos meios de produção regional e nacional. 4.5. METAS • Criação de programas de inserção social através de cursos de extensão, como o curso de “Alfabetização de jovens e adultos”; • Valorização permanente das atividades de ensino; • Valorização e aumento de estágios de iniciação científica; • Melhoria da infraestrutura de atendimento aos docentes, visando a disponibilização de alternativas para a criação de materiais didáticos, para a capacitação pedagógica e apoio administrativo; • Implementar parcerias com empresas, instituições públicas e privadas, movimentos sociais, comunidades e agremiações religiosas para estágio curricular dos cursos de graduação; • Ampliação da infraestrutura física para a implantação de novos projetos de instalações acadêmicas e de apoio; • Ampliação das alternativas de financiamento e parcerias com outros setores da Sociedade; • Introdução de novas formas de cursos, contemplando a possibilidade de criação de programa de pós-graduação stricto sensu, inicialmente na forma 47 de Mestrado Interinstitucional – Projeto MINTER e, posteriormente, implantados diretamente pela Faculdade, de acordo com a legislação em vigor. As metas apresentadas estão contempladas no Cronograma de execução do PDI. 4.6. ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA Conforme apresentado anteriormente, a FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS foi concebida para atuar nas áreas de saúde, tecnologia e ciências humanas. A Faculdade está projetando implantar outros cursos, dentro das áreas supracitadas, além dos cursos de pós-graduação lato sensu, igualmente contextualizados, visando a ampliação dos horizontes cultural regional e nacional. A Faculdade implantou o programa de EAD, que funcionará como apoio às atividades acadêmicas dos cursos de graduação e pós-graduação presenciais e que, posteriormente, após credenciamento da IES para EAD, funcionará para a ministração de cursos de pós-graduação lato sensu na modalidade à distância nas áreas de atuação da Faculdade. 4.7. RESPONSABILIDADE SOCIAL A responsabilidade social da Faculdade Redentor de Campos é expressa pela prática de ações compartilhadas com a comunidade e a preocupação da faculdade com o meio ambiente. O compromisso com este enfoque se concretizará através de campanhas para arrecadação de doações, utilização de material reciclado, coleta seletiva de lixo e a busca crescente pela conscientização dos colaboradores a respeito dos deveres sócio ambientais. Para a Faculdade Redentor de Campos uma instituição atuante e 48 ciente de seu papel social não pode jamais estar dissociada do meio em que se insere. Campanhas de Arrecadação de Alimentos Em todos os processos seletivos, a Faculdade instituirá a doação de alimentos não perecíveis e/ou latas de leite em pó como taxa de inscrição. Os alimentos arrecadados beneficiarão pessoas carentes, através da doação a creches e orfanatos da cidade de Campos dos Goytacazes. Além disso, no início do semestre letivo será realizado o Trote Solidário, onde os calouros são convidados a doar brinquedos que também serão entregues aos orfanatos e creches da cidade. Durante o ano serão realizadas campanhas para arrecadação de agasalhos, brinquedos, entre outros, a fim de beneficiar pessoas carentes, através de doações a asilos, orfanatos e entidades filantrópicas. Aqueça quem tem frio Esse é o tema da campanha para arrecadação de roupas e agasalhos. Acontecerá anualmente, no mês que antecederá a estação do inverno. Ajude quem tem pressa Sempre que há necessidade, serão criadas campanhas fora do calendário padrão para a arrecadação de donativos para locais que estiverem precisando de ajuda. 4.8. COMPROMISSO COM OS ALUNOS, OS PARCEIROS E A SOCIEDADE O principal compromisso com os alunos é tratá-los como sujeitos históricos, coautores do conhecimento, que devem ser formados como indivíduos cidadãos, profissionais éticos, competentes, com compreensão da 49 realidade social, além do compromisso de envolvê-los no processo de implementação dos Projetos Pedagógicos dos Cursos. Oferecer aos alunos ensino de qualidade, por preço justo, situando-os no meio universitário, oportunizando o desenvolvimento da responsabilidade e do senso crítico e a sua inserção no mercado de trabalho. Politizar seu aluno egresso, para o exercício ético da cidadania, com comprometido com o desenvolvimento sustentável e com a melhoria da qualidade de vida. Praticar a colaboração mútua adotando posturas éticas e solidárias, estimulando a profissionalização através de programas, projetos e parcerias. Transformar a atual realidade social disseminando o conhecimento, oportunizando o desenvolvimento sustentável, estimulando o empreendedorismo, a cultura e a informação, e melhorando a qualidade de vida. Pautar sua atuação com atitudes de seriedade e legalidade, cumprindo as leis existentes, engajando-se em ações políticas e sociais emancipatórias e apresentando propostas adequadas de reformulação da legislação que conflitem com seus credos e valores e ainda, que comprometam o exercício da cidadania, e às práticas da justiça e equidade sociais. 4.9. POLÍTICAS DE ENSINO O principal objetivo das políticas de ensino da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS é desenvolver a criatividade e a criticidade, com base em uma visão ética, humanista e generalista, num processo de ensino efetivo com qualidade e coerência, e que utiliza metodologias adequadas que fundamentam técnicas e práticas para o exercício da profissão. 50 Além disso, a FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS desenvolve junto aos seus alunos uma cultura que vise a autonomia de estudos e pesquisas, num processo onde o professor é mediador/educador, norteado pelo Conselho de Ética e Pesquisa (CEP) que atende as atividades de extensão e pesquisa, dos cursos de graduação e pós-graduação da faculdade. 4.10. POLÍTICAS DE EXTENSÃO E PESQUISA Em relação às políticas de extensão o principal objetivo é estabelecer política multidisciplinar e abrangente, com atitude social responsável, ampla e participativa, aproveitando e valorizando os recursos humanos. Desta forma, mantém programas de extensão que otimizam espaços e recursos tecnológicos, transformando em benefícios sociais os conhecimentos acadêmicos gerados e/ou adaptados pela FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS. Programas de Pós-Graduação na 5 Área de Administração A Faculdade Redentor atua no município de Campos dos Goytacazes desde 2003 com cursos de pós-graduação lato sensu na área de saúde. A Faculdade Redentor de Campos oferecerá três cursos de pósgraduação com fortes interfaces com o curso de Administração: Gestão Empresarial, Gestão Estratégica do Mercado e Gestão de Estratégica de Pessoas e Liderança. Tais cursos visam contribuir para qualificar profissionais dos cursos propostos e áreas correlatas, de acordo com as competências legais e técnicas estabelecidas para as diversas modalidades profissionais. Tem como objetivo formar profissionais com capacidade para intervir no processo produtivo das indústrias e em empresas prestadoras de serviços e que tenham capacidade para projetar, desenvolver, implantar programas de Qualidade, de melhoria da produtividade, de Segurança Operacional e de Gestão Ambiental, etc. O profissional formado irá adquirir visão sistêmica das áreas em questão e será conhecedor dos segredos de técnica operacional da indústria, com formação humanística e ética mais completa, desenvolvendo-se em termos de contatos humanos e de comunicação. É o profissional destinado a prever e prover meios 52 para que instalações, equipamentos, construções e métodos/ condições de trabalho, sejam adequados, tanto do ponto de vista do trabalhador (no risco de acidente do trabalho) quanto com relação aos riscos ao patrimônio da própria empresa e ao meio ambiente. Além destes, a Faculdade instalará ainda o curso de pós-graduação lato sensu em Docência Superior, também objeto de solicitação e que visa tanto qualificar pedagogicamente o corpo docente, que o cursará gratuitamente, quanto preparar outros profissionais que virão atuar nos cursos de graduação e pósgraduação, de acordo com a legislação em vigor. Quanto às atividades de pesquisa, os docentes estarão se inserindo no contexto da pesquisa de forma individual e coletiva. A Faculdade possuirá vários projetos de pesquisas, com alunos inseridos em programa de iniciação científica, coordenados pela Comissão Científica da Faculdade Redentor de Campos. Independente dos projetos de pós-graduação lato sensu e stricto sensu, os docentes terão a oportunidade de se empenhar na produção científica, através de publicações em periódicos e apresentação de trabalhos em eventos técnico-científicos, com o apoio da Faculdade. 53 Curso de Administração 6 6.1 FUNDAMENTAÇÃO DA PROPOSTA O presente Projeto Pedagógico foi organizado em consonância com os paradigmas de qualidade, com ênfase na construção de um conhecimento global, que demarque a multidimensionalidade desta profissão, relacionando os conceitos científicos e valores contemporâneos, como forma de garantir um modelo educacional eficiente, que responda aos desafios da realidade do homem. O Curso de Administração a ser proposto pela da Faculdade Redentor de Campos, insere-se num programa de atividades para a área de ciências da Administração. O objetivo pretendido pela Faculdade Redentor de Campos encerra a ideia de dotar a cidade de Campos dos Goytacazes no Estado do Rio de Janeiro de um novo Curso de Administração, compatível com as exigências modernas impostas pelo avanço das ciências, visando atender às demandas emergentes por serviços na área administrativa. 54 O Curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos, mantida pela Sociedade Universitária Redentor, possui uma proposta curricular direcionada para preparar profissionais na área de Administração, com uma sólida formação intelectual conjugada com uma suficiente erudição, em consonância com o rigor e os métodos exigidos pelas principais instituições de ensino do país. O presente Projeto Pedagógico foi organizado em consonância com os paradigmas de qualidade, com ênfase na construção de um conhecimento global, que demarque a multidimensionalidade desta profissão, relacionando os conceitos científicos e valores contemporâneos, como forma de garantir um modelo educacional eficiente, que responda aos desafios da realidade do homem. O Projeto permite a implantação e realização do plano acadêmico, considerando suas atividades fim: o ensino, a pesquisa e a extensão; garantindo a ampliação do conhecimento, a concretização do trabalho acadêmico e a integração com a comunidade. O plano acadêmico do Curso de Administração reúne os conteúdos capazes de promover o aprimoramento da relação ensino-aprendizagem, focalizando a investigação cientifica e a multidisciplinaridade através do desenvolvimento de um Plano de Negócios, como Trabalho de Conclusão de Curso. O currículo do curso está organizado de modo a compreender uma parte básica e de formação genérica e outra profissional, que tem a preocupação, tanto de fundamentar os estudos posteriores dos alunos, quanto de atender às necessidades do mercado de trabalho. O projeto pedagógico do curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos sinaliza e busca trazer à discussão alguns questionamentos sobre o desempenho que possivelmente será exigido do profissional de Administração nas próximas décadas e, neste sentido, procura-se também contribuir com um alerta constante para o que o próprio curso de Administração comece a repensar seu currículo, a fim de poder sobreviver diante das exigências de um mercado de trabalho que está a requerer, cada vez, pessoas capacitadas a trabalhar em situações críticas 55 e para lidar com a complexidade e o caos inerentes do próprio fazer administrativo e negocial. Dentro do estudo de cenários focados a gestão de um curso de Administração, procurou-se organizar a vida acadêmica do aluno de forma que ao longo de seus estudos na Faculdade Redentor algumas características distintas se sobressaem. O curso oferta uma visão bastante empreendedora não apenas nas suas disciplinas, mas também através da linha – Empreendedorismo – Laboratório de Empreendedorismo I a IV - Plano de Negócios I – Plano de Negócios II que objetiva despertar o lado que se desponta como o futuro das pequenas e médias empresas, principalmente na região e também o desenvolvimento do espírito empreendedor estão coerentes a alinhados coma Pesquisa Nacional sobre o Perfil, Formação, Atuação e Oportunidades de Trabalho do Administrador realizada pelo CFA em 2011. Serão apresentados também ao longo do projeto a proposta de Empresa Júnior através do Núcleo de Apoio as Empresas que estará inserido na extensão, a proposta de Estágio Supervisionado e os cursos de Pós-graduação. 6.2 CONTEXTO EDUCACIONAL A educação é um dos principais alicerces das sociedades desenvolvidas. Além de ser um direito constitucional, a educação se apresenta como um processo pelo qual os indivíduos conseguem ampliar seu bojo cultural, tornando-se agentes sociais mais capacitados e integrados à sociedade. A região Norte é constituída por 9 municípios: Campos dos Goytacazes, Carapebus, Cardoso Moreira, Conceição de Macabu, Macaé, Quissamã, São Fidélis, São Francisco do Itabapoana, São João da Barra, com uma população de aproximadamente 763.493 habitantes. 56 Comparando-se as informações sobre população do Censo IBGE 2000 (698.784) e da Contagem da População-IBGE 2007 (763.493), pode-se observar que a Região Norte Fluminense apresentou, no período, um crescimento populacional de 9,2%, superior ao crescimento da população de todo o estado (7,1%). A taxa média de crescimento apresentada no período foi de 1,31% ao ano Possivelmente, isto se deve ao efeito atrativo das áreas de exploração de petróleo e gás, especialmente nos municípios de Campos dos Goytacazes e Macaé. Dos 2,2 milhões de estudantes matriculados no Ensino Médio, 40% estão presentes na região sudeste, mas o estado do Rio de Janeiro aparece em último lugar, com apenas 7,28% ou 143 mil jovens matriculados. Atualmente a região detém a maior reserva de petróleo em exploração no país, contudo as atividades ligadas à agroindústria açucareira ainda absorvam grande quantidade de mão-de-obra. Com estas características os postos de trabalho, em sua maioria, destinam-se à população de baixa escolaridade e qualificação exceto no setor petrolífero que absorve trabalhadores com maior nível de escolaridade e melhores salários. O Município de Campos dos Goytacazes está a 273 km da cidade do Rio de Janeiro, aparece na lista dos Municípios Fluminenses, em 12º lugar, (CIDE/2005) com PIB superior a R$ 3 bilhões, e também é listado entre Municípios com maior PIB per capita. O Município de Campos, em 2006, foi considerado de expressão econômica, em 6º lugar no Estado e ao longo dos anos, vem despontando como um pólo educacional, em especial nos cursos profissionalizantes, graduação e pós-graduação, devido ao grande número de instituições de ensino públicas e privadas existentes, que se instalaram na cidade devido à grande demanda de qualificação de profissionais para aturarem nas atividades da agroindústria e a exploração de petróleo. Essas instituições promovem através de suas pesquisas o desenvolvimento local e regional em diversos setores, contemplando questões sociais, econômicas, educacionais, de saúde, de infraestrutura e de qualificação de mão-de-obra, promovendo o desenvolvimento regional. 57 Em 1998 o número de matrículas no nível superior foi de 3.373. Hoje, na região Norte já está registrado 35.593 no ensino médio e 25.668 no ensino superior (19% em escolas públicas e 81% privadas). Esses dados indicam que as matrículas realizadas no ensino superior, em relação às do ensino médio, correspondem a 72% das matriculas efetuadas no ensino médio. Ocupando o centro de uma planície litorânea, Campos é hoje dominada por um paradoxo: se de um lado ostenta toda uma rica história de liderança nacional (a primeira cidade da América Latina a ter luz elétrica, por exemplo, e, hoje, também na liderança como nosso mais importante e promissor polo petrolífero, com a maior área produtiva do País, nos seus 100.000 km2 de plataforma continental, produzindo a cerca de 82% de todo o petróleo extraído no Brasil), em suas terras ainda domina a monocultura da cana-de-açúcar, que faz nascer um outro lado de pobreza, sazonalidade de mão-de-obra e lento desenvolvimento industrial, em longo período de estagnação econômica. Continua sendo “espelho do Brasil”, conforme Getúlio Vargas. Centro irradiador de toda a Região Norte Fluminense, Campos precisa romper com este “paradoxo”, conjugando sua apregoada “vocação agrícola” com um desenvolvimento científico e tecnológico, nunca incompatível com a qualidade de vida de sua população. E só será possível através da Educação, e da Educação Superior a dar sequência aos estudos anteriores a ela, como sempre acontece. Para que o Brasil possa cumprir as metas do PNE, prover, até o final da década, a oferta de educação superior para, pelo menos, 30% da faixa etária de 18 a 24 anos terá que contar também com as Instituições de Ensino Superior Privadas, que hoje representam 70% da Educação Superior no país. Diante do acima exposto, este projeto pedagógico do Curso de Graduação em Administração da Faculdade Redentor de Campos considera a população do ensino médio da Região Norte do Estado do Rio de Janeiro, a quantidade de vagas ofertadas na educação superior e a demanda pelo curso. O projeto também contempla a taxa bruta e a líquida de matriculados na educação superior, a pirâmide populacional de maneira a contemplar as metas do PNE, principalmente no que tange Educação de Jovens e Adultos, onde propõe respeitar as especificidades da clientela e a diversidade regional, e a Faculdade Redentor de Campos promove o acesso ao 58 ensino superior e permite a escolha do jovem, que se faz por diversas razões, porém, a mais importante é a vocação pessoal para cada área do conhecimento. 6.3 MISSÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO A missão do curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos é contribuir para a formação de um administrador capacitado a atuar de forma empreendedora, produzindo progresso social e econômico da comunidade, desenvolver competências e habilidades de gestão das organizações. Numa busca permanente da excelência na formação do administrador com comportamento profissional ético. . 6.4 VISÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO A visão do curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos é de ser uma referência nacional na formação de administradores, não apenas tecnicamente, mas também, referência na formação de um gestor ético com responsabilidades sociais e ambientais e que possua uma mentalidade empreendedora na criação e na gestão dos negócios. A formação do Administrador na Faculdade Redentor de Campos tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício profissional, buscando proporcionar aos egressos sólida formação: • Sólido embasamento nas disciplinas humanas e de formação nas Teorias de Administração; • Domínio do instrumental quantitativo (matemática, estatística) especificamente voltado para desenvolver a capacidade de análise de dados e tendências de gestão; • Para aplicar seus conhecimentos de forma ética e inovadora, acompanhando a contínua evolução dos conhecimentos em Administração e contribuindo na busca de soluções nas diferentes áreas de aplicação da Administração. 59 6.5 JUSTIFICATIVADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Este instrumento teórico-metodológico visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano, só que de uma forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica e, o que é essencial, participativa. Trata-se de um instrumento que permite clarificar a ação educativa da instituição educacional em sua totalidade. O projeto pedagógico tem como propósito a explicitação dos fundamentos teóricos metodológicos, dos objetivos, do tipo de organização e das formas de implementação e de avaliação institucional. A fundamentação teórico-metodológica do Curso de Administração procura a efetivação da intencionalidade da Faculdade Redentor de Campos, que é a formação do cidadão participativo, responsável, compromissado, crítico, criativo e empreendedor. Nessa dimensão visamos à efetivação de seus propósitos e sua intencionalidade. A concepção teórico-metodológica deste projeto procura desenvolver características voltadas para produzir um processo participativo de decisões, instaurar uma forma de organização de trabalho pedagógico que desvele os conflitos e as contradições, explicite princípios baseados na autonomia, na solidariedade entre os agentes educativos e no estímulo à participação de todos no projeto comum e coletivo, proporcione opções explícitas na direção de superar problemas no decorrer do trabalho educativo voltado para uma realidade especifica e explicite o compromisso com a formação do cidadão. 6.6 OBJETIVOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 6.6.1 OBJETIVO GERAL 60 O objetivo geral do Curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos é capacitar o futuro administrador a atuar de forma transformadora sobre as organizações e a realidade da sociedade, através de ações de aprendizado que fomentem o uso da razão, da intuição e da criatividade para a obtenção do domínio efetivo sobre os instrumentos de administração, gerência e comunicação, desenvolvendo habilidades, competências, atitudes e valores morais e éticos, pautados pelos princípios de cidadania e da responsabilidade social. Capazes de aliar a competência profissional, de base técnica e humanística para atuarem nas organizações do presente e do futuro. O curso oferta uma visão bastante empreendedora não apenas nas suas disciplinas, mas também através da linha – Empreendedorismo – Laboratório de Empreendedorismo I a IV - Plano de Negócios I – Plano de Negócios II que objetiva despertar o lado que se desponta como o futuro das pequenas e médias empresas, principalmente na região e também o desenvolvimento do espírito empreendedor estão coerentes a alinhados coma Pesquisa Nacional sobre o Perfil, Formação, Atuação e Oportunidades de Trabalho do Administrador realizada pelo CFA em 2011. Além disso, visando atender ainda aos objetivos da resolução CNE/CES 4, de 19 de julho de 2005, a formação do Administrador na Faculdade Redentor de Campos tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício profissional, buscando proporcionar aos egressos sólida formação: • Na área de conhecimento de Administração; • Nas disciplinas de formação básica do curso de Administração, entre elas, relacionados com estudos antropológicos, sociológicos, filosóficos, psicológicos, ético-profissionais, políticos, comportamentais, econômicos e contábeis, bem como os relacionados com as tecnologias da comunicação e da informação e das ciências jurídicas; • Nas disciplinas de formação profissional do curso de Administração, entre elas envolvendo teorias da administração e das organizações e a administração de recursos humanos, mercado e marketing, materiais, produção e logística, financeira e orçamentária, sistemas de informações, planejamento estratégico e serviços. • Nas disciplinas de estudos quantitativos e suas tecnologias do curso de Administração, abrangendo pesquisa operacional, teoria dos jogos, modelos 61 matemáticos e estatísticos e aplicação de tecnologias que contribuam para a definição e utilização de estratégias e procedimentos inerentes a administração. Nas disciplinas de formação complementar, estudos opcionais de • caráter transversal e interdisciplinar para o enriquecimento do perfil do formando. 6.6.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Os objetivos específicos do Curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos principalmente o que estabelece o estimulo a formação e o desenvolvimento do espírito empreendedor estão coerentes a alinhados com a Pesquisa Nacional sobre o Perfil, Formação, Atuação e Oportunidades de Trabalho do Administrador realizada pelo CFA em 2006 que bem como suas competências profissionais e as habilidades desejadas para este profissional: • Desenvolver o espírito empreendedor aliado a uma vertente acadêmica bastante forte para que haja um apoio teórico consistente na ajuda da tomada de decisões; • Gerenciar organizações através da integração das dimensões do conhecimento (Técnico / Humano/ Cognitivo e Social ) analisando de forma crítica os diferentes níveis de inteligência, para selecionar, decidir. Avaliar e julgar prioridades e oportunidades de negócio. • Desenvolver no futuro administrador as habilidades necessárias para atuação de forma participativa, não autoritária, sendo mais um elemento facilitador e integrador na busca dos resultados; • Conjugar formação teórica e prática da administração. A intenção é formar administradores com discernimento e competência das suas potencialidades, visando o gerenciamento do seu próprio desempenho para o exercício de soluções criativas. 6.6.3 PERFIL DO EGRESSO 62 A Faculdade Redentor de Campos – atenta às transformações políticas, econômicas e sociais e à consequente emergência de um novo paradigma social, compreende a necessidade de um novo Administrador, de acordo com as diretrizes curriculares nacionais cujo perfil direciona-se a uma formação mais humana, holística e ética que lhe permita desenvolver planos e ações de gestão para atingir os objetivos organizacionais sem comprometer a integridade e a estrutura dos valores morais da sociedade. O que se pretende com esse perfil é formar profissionais humanos e críticos, não apenas ferramental, útil na busca por lucratividade. Portanto, o perfil do egresso em Administração se coaduna com a proposta de um compromisso socialmente responsável, aliando uma boa formação técnica com uma perspectiva crítica e, para a obtenção desse perfil ideal, o currículo busca assegurar ao Administrador a ser formado pela Faculdade Redentor de Campos adquirir e atuar profissionalmente conforme o Perfil desejado do formando, definida pela resolução CNE/CES 4, de 19 de julho de 2005 e estão coerentes e alinhadas conforme o seu Art. 3º: § Capacidade de analisar a realidade brasileira e mundial visando à sua inserção no contexto de globalização e da regionalização; § Conhecimento do ordenamento jurídico vigente, tanto no nível constitucional, quanto no da legislação ordinária ligada, diretamente às empresas e a sociedade; § Reflexão constante sobre a modernidade, através da inclusão de disciplinas que atendam às características e exigências da nossa realidade e contexto histórico, privilegiando assuntos como ética, comportamentos moralmente corretos, empreendedorismo e etc; § Conteúdos programáticos de disciplinas de outras graduações definidos em função da formação do bacharel em Administração. O Administrador a ser formado pela Faculdade Redentor de Campos deverá adquirir e atuar profissionalmente conforme as seguintes competências e habilidades, definidas pela resolução CNE/CES 4, de 19 de julho de 2005 e estão coerentes e alinhadas conforme o seu Art. 4º: a) Em Termos Profissionais: • Formação Técnica – Capacidade de compreender e conduzir os processos administrativos de uma organização, tendo em vista as perspectivas sociais, 63 políticas, econômicas, legais, tecnológicas, culturais e ecológicas e, ainda, desenvolver atividades específicas da prática profissional; • Capacidade Criatividade – Competência para criar novas realidades e encontrar saídas para as crises organizacionais e administrativas, analisando criticamente as estruturas organizacionais, antecipando e promovendo suas transformações com capacidade de tomar a iniciativa e congregar afins para as decisões; • Formação Humanística e Holística – Capacidade de avaliar as problemáticas regionais, nacional e internacional e a posição das organizações nesse contexto, compreendendo o meio social, político, econômico e cultural, como base de sua tomada de decisão; • Habilidades para Comunicação – Capacidade de estabelecer relações interpessoais nos contextos organizacional, cultural, social, empresarial, legal e político; • Formação Técnica Profissional – Capacidade de desenvolver conhecimentos técnicos que sirvam de suporte para a resolução de problemas administrativos e organizacionais; • Formação Interdisciplinar – Capacidade de visualizar a complexidade humana, tendo em vista as relações com os diversos agentes sociais, sua interação sistêmica e a necessidade de uma atuação multiprofissional; • Capacidade de Cooperação e Participação – Capacidade de liderar e de trabalhar em equipe visando à integração de todos os departamentos e setores das organizações com a finalidade de estabelecer maior valor para os clientes; • Disposição para o Aprimoramento Constante – Capacidade de manter-se atualizado diante das práxis de gestão, novas tecnologias e às inovações e mudanças no âmbito social e empresarial; • Comportamento Ético – Profissional – Capacidade de agir com base nos valores morais e éticos que embasam uma sociedade saudável e correta. b) Em Termos de Produção do conhecimento (Pesquisa): • Capacidade de pesquisar e obter dados e transformá-los em informações úteis e pertinentes, para que possam ser utilizados tanto no meio acadêmico como no meio organizacional; 64 • Capacidade de produzir artigos científicos que possam contribuir para o enriquecimento da literatura a respeito da disciplina. c) Em termos de socialização do saber (Extensão): • Aprimorar conhecimentos dentro das novas áreas profissionais; • Capacidade de desenvolver projetos inovadores dentro do seu campo de trabalho. d) Ensino de Graduação: Pretende-se que os alunos construam uma base técnico-científica que lhes permitam o desenvolvimento de um autoquestionamento constante, de forma a tornálos capazes de absorver, processar e se adequar às necessidades e aos requisitos de um mundo globalizado. e) Campo de Trabalho: Como é possível verificar, o perfil do formando em Administração da Faculdade Redentor é condizente com a nova estrutura de funcionamento das organizações. O Administrador deve ter a capacidade de liderar, antever e, caso não o possa, procurar solucionar problemas. Ele deve acompanhar o processo administrativo, aliando uma sólida formação técnica com uma perspectiva generalista bem como crítica e, para a obtenção desse perfil ideal, o currículo (em anexo) certamente configura: Ele deve desenvolver uma visão crítica, investigar e entender as necessidades e desejos das organizações de forma a compreender e agir de maneira eficaz no contexto no qual elas se inserem. O Bacharel em Administração atua em empresas de diversas naturezas, instituições sem fins lucrativos, da iniciativa privada, em consultorias, em associações de bairros, cooperativas, em entidades esportivas e em instituições de ensino, podendo também atuar no setor público, desde que devidamente registrado no conselho de classe (sistema CFA/CRA). 65 Com a globalização, as empresas passaram a focar suas decisões nas avaliações feitas pelos gestores, profissionais de ADMINISTRAÇÃO, que possuem uma visão maior de mercado, da concorrência e de todo o ambiente competitivo 6.7 NÚMERO DE VAGAS O número de vagas será 100 vagas anuais divididos em duas turmas de 50 alunos. 6.8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O Curso foi formatado tendo como fundamento os princípios que inspiraram a criação da Faculdade Redentor de Campos. Uma das concepções básicas que o norteiam é o entendimento que é necessário que mais do que formar profissionais requeridos pelo mercado de trabalho, torna-se importante desenvolver nos Alunos a consciência de suas responsabilidades sociais e o desejo de não se tornarem simples repetidores do “status quo” em que se achavam envolvidos. Para a viabilização deste Projeto Pedagógico, o curso pauta-se numa filosofia humanista, buscando oferecer uma formação crítica e questionadora. Segue-se uma linha holística, considerando o ser humano indissociável nos seus diversos aspectos e valorizando a análise globalizante dos fenômenos organizacionais e sociais. Valorizam-se, também, a pluralidade de pensamento, entendendo-se o conflito de ideias como fecundo e importante para a formação pretendida. Entende-se, também, que o Aluno deva ser estimulado a buscar o autodesenvolvimento, como base de sua realização pessoal e profissional. Mais do que oferecer teorias e métodos prontos, o Curso deve ensinar o Aluno a estudar. Para que possamos ter sucesso na concepção deste projeto pedagógico, cabe salientar que será utilizado como material de apoio à literatura pertinente ao conteúdo programático do curso. Autores como, Chiavenato, Maximiano, Rui Otávio, Dornelas, Marras, Cury, Ballou, entre outros que além de terem uma visão holística no estudo da Administração, também demonstram em seus estudos uma visão empreendedora que ajudará o aluno a alcançar o objetivo ao qual se dispõe o curso. 66 As Estratégias metodológicas a serem utilizadas no curso são baseadas em projetos interdisciplinares buscando a solução de problemas, podendo o professor ter o apoio de recursos audiovisuais. Estudos de casos poderão ser usados para ilustrar casos reais e facilitar a compreensão do aluno com relação ao uso da teoria na prática. Essas práticas poderão servir de estímulo a debates entre alunos e professores a respeito da disciplina. Sabemos que o projeto pedagógico não é somente uma carta de intenções, nem apenas uma exigência de ordem administrativa, pois deve expressar a reflexão e o trabalho realizado em conjunto por todos os profissionais da IES, no sentido de atender às diretrizes do sistema nacional de Educação, bem como às necessidades locais e específicas da sua clientela. Este instrumento teórico-metodológico visa a ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano, só que de uma forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica e, o que é essencial, participativa. Trata-se de um instrumento que permite clarificar a ação educativa da instituição educacional em sua totalidade. O projeto pedagógico tem como propósito a explicitação dos fundamentos teóricos-metodológicos, dos objetivos, do tipo de organização e das formas de implementação e de avaliação institucional. A fundamentação teórico-metodológica do Curso de Administração procura a efetivação da intencionalidade da Faculdade Redentor de Campos, que é a formação do cidadão participativo, responsável, compromissado, crítico, criativo e empreendedor. Nessa dimensão visamos à efetivação de seus propósitos e sua intencionalidade. A concepção teórico-metodológica deste projeto procura desenvolver características voltadas para produzir um processo participativo de decisões, instaurar uma forma de organização de trabalho pedagógico que desvele os conflitos e as contradições, explicite princípios baseados na autonomia, na solidariedade entre os agentes educativos e no estímulo à participação de todos no projeto comum e coletivo, proporcione opções explícitas na direção de superar problemas no decorrer 67 do trabalho educativo voltado para uma realidade especifica e explicite o compromisso com a formação do cidadão. Além disso, visando atender ainda aos objetivos da resolução CNE/CES 4, de 19 de julho de 2005, a formação do Administrador na Faculdade Redentor de Campos tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício profissional, segundo o Art. 5º proporcionar aos egressos sólida formação que deverão contemplar em seus projetos pedagógicos e em sua organização curricular, conteúdos que revelem inter-relações com a realidade nacional e internacional, segundo uma perspectiva histórica e contextualizada de sua aplicabilidade no âmbito das organizações e que atendam os seguintes campos interligados de formação: Conteúdos de Formação Básica : Área de Conhecimento Conteúdo ANTROPOLOGIA Antropologia no contexto das Ciências Sociais. Cultura dentro de uma perspectiva antropológica. A problemática cultural. Os métodos e técnicas de pesquisa em antropologia. Os processos da dinâmica social SOCIOLOGIA Sociologia como Ciência. Cultura organizacional. Trabalho e sociedade. Organização social e organização do trabalho. Organizações. Mudanças. FILOSOFIA Fundamentos Filosóficos. Histórico da Filosofia. Conhecimento. Lógica. Ciência. Liberdade. Cidadania e Política. Ética. PSICOLOGIA A psicologia nas organizações. Processos psicológicos básicos no contexto organizacional. O indivíduo na organização. A questão do poder nas organizações, relações interpessoais, frustrações, administração de conflitos e inteligência emocional. CONTABILIDADE A função da Contabilidade. Campo de aplicação e usuário da contabilidade. Princípios fundamentais da contabilidade. Estática e dinâmica patrimonial. Fatos contábeis. Procedimentos contábeis: Contas; Livros Diário e Razão. Método das partidas dobradas, mecanismo do débito e crédito; lançamentos, balancete de verificação e apuração de resultado. Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado estruturados de forma simplificada. COMPORTAMENTO Ética empresarial. Morais brasileiras. Morais empresariais. ÉTICO PROFISSIONAL Poder da administração ética. Responsabilidade social da empresa. Código de Ética Profissional do Administrador Introdução ao Estudo do Direito. Direito Constitucional. DIREITO Direito Administrativo. Direito Tributário. Direito Penal. Direito Civil. Direito Comercial. Direito do Consumidor ECONOMIA A Compreensão da Economia. Os Recursos Econômicos e o Processo de Produção. Teoria Elementar do 68 COMUNICAÇÃO INFORMAÇÃO Funcionamento do Mercado. Estruturas de Mercado. Medidas da Atividade Econômica. Políticas Macroeconômicas. A teoria microeconômica. Os mecanismos de mercado e a formação dos preços. A teoria do consumidor. A teoria da firma. As estruturas de mercado. Comunicação Administrativa. Comunicação Institucional. Comunicação Empresarial. Comunicação Mercadológica. O papel estratégico dos sistemas de informação nas organizações; O valor da informação; A fundamentação técnica dos sistemas de informação; A Internet e o comércio eletrônico (e-business e e-commerce). Conteúdos de Formação Profissional : Área de Conhecimento Conteúdo TEORIAGERALDA Administração Científica. Teoria Clássica. Teoria das ADMINISTRAÇÃO Relações Humanas. Estruturalismo. Teoria Geral dos Sistemas. Abordagem Neoclássica. Desenvolvimento Organizacional. Novas abordagens: qualidade total. GESTÃO Comportamento Organizacional. Cultura Organizacional. ORGANIZACIONAL Organizações de aprendizagem e conhecimento corporativo. Mudança e Desenvolvimento Organizacional. Administração da tecnologia e da Inovação. Gestão de Pessoas; Novos Padrões na Gestão de Pessoas; GESTÃO DE PESSOAS Recrutamento de Pessoas; Seleção de Pessoas; Avaliação de Desempenho. Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas; Administração de Cargos e Salários; Manutenção de Pessoas; Visão Prospectiva da Gestão de Pessoas. GESTÃO DE MARKETING ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO A Importância do Marketing. Comportamento do Consumidor / Segmentação de Mercado. Concorrência. Definição da Estratégia de Produto. Gerenciamento de Comunicação Integrada Ao Marketing Sistemas de Informação de Marketing. Estratégia de Preço. Distribuição e Logística. Conceitos financeiros básicos. Análise de Investimento. Decisões de Investimento – Valor Presente Líquido, Taxa Interna de Retorno e Payback. Risco e Retorno. Decisão de Financiamento. Custo Médio Ponderado de Capital. Alavancagem Financeira. Índices Tradicionais de Balanço. Análise de balanços. Análise da estrutura patrimonial e de resultados. Análise da solidez financeira. Indicadores de velocidade. Análise da situação econômica. Produção: conceitos, classificação de bens e serviços, sistemas de produção, modelo de transformação, estratégia e objetivos de desempenho, tipos de processos de produção, arranjo físico, capacidade, just in time, planejamento e controle da produção, plano mestre de produção, MRP. Produção: conceitos, classificação de bens e serviços, 69 LOGÍSTICA GESTÃO DE MATERIAIS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EMPREENDEDORISMO LABORATÓRIO DE EMPREENDEDORISMO sistemas de produção, modelo de transformação, estratégia e objetivos de desempenho, tipos de processos de produção, arranjo físico, capacidade, just in time, planejamento e controle da produção, plano mestre de produção, MRP. Conceitos de recursos materiais e patrimoniais, aquisição de recursos materiais e patrimoniais, análise comprar versus fabricar, identificação de materiais, previsão de demanda, modelos de estoque, análise de estoques, classificação ABC de estoques, custos de estoques, lote econômico compras. O cenário de negócios, conceitos básicos do planejamento, tipos de planejamento, elementos que compõem um planejamento, os níveis de planejamento estratégico. Classificação e Constituição de Empresas. Empreendedorismo e Empreendedor. Importância do Empreendedorismo para o desenvolvimento Econômico. As novas oportunidades de negócio, os passos iniciais e principais para a criação de um negócio. O Empreendedor, O Ciclo de Vida das Pequenas Empresas e Desenvolvimento Comportamental. O Ambiente Empresarial; O Produto e Processo, Finanças e Custos, Elaboração de Estratégias para novos negócios Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias : Área de Conteúdo Conhecimento MATEMÁTICA Números Reais. Expressões Algébricas. Teoria dos Conjuntos. Potenciação. Radiciação. Porcentagem. Produtos Notáveis. Sistemas de Equações Lineares. Teoria dos Intervalos. Inequações. Relações e Funções. Matrizes. Determinantes MATEMÁTICA Juros simples e composto. Equivalência de taxas. Equivalência FINANCEIRA de capitais. Descontos simples e compostos. ESTATÍSTICA PESQUISA OPERACIONAL Estatística Descritiva: Fases do Método Estatístico, Séries Estatísticas, Medidas de Tendência Central e de Posição, Medidas de Dispersão, Assimetria e Curtose, Ajustamento. Revisão de Álgebra Linear. Modelos de Programação Linear. Solução Gráfica de PPL. Problemas de Transporte. Problemas de Alocação. Programação dinâmica. Modelos de redes. Algoritmo SIMPLEX. Conteúdos de Formação Complementar : Área de Conhecimento Conteúdo RESPONSABILIDADE Responsabilidade Social. Indicadores de SOCIAL /AMBIENTAL Responsabilidade Social. Ambientalismo. Balanço Social 70 TÓPICOS EM ADMINISTRAÇÃO A natureza das organizações. As pessoas e as organizações. As relações sociais. Comunicação. poder e política. O jogo do poder nas empresas. Conflito, negociação e comportamento entre grupos. Ética e comportamento político. LIDERANÇA E CRIATIVIDADE Conceituação. Estilos de Liderança. Liderança orientada para a tarefa. Liderança orientada para pessoas. Teorias dos Traços de Personalidade. Teorias Comportamentais. Teorias Situacionais e Contingenciais de Liderança. Novas abordagens sobre Liderança. Criatividade. O processo criativo. As funções da mente. Como estimular a criatividade na empresa. Característica das pessoas criativas. Características das empresas criativas JOGOS DE EMPRESAS Habilidades estratégicas e visão empresarial. Integração das áreas de marketing, produção contábil, financeira e de recursos humanos da empresa. Decisões sob incerteza. Simulação da gestão empresarial 6.8.1 MODALIDADE: CURSO DE BACHARELADO 6.8.2.ESTRUTURA CURRICULAR 6.8.2.1 MATRIZ CURRÍCULAR 1° Período Código Disciplina Créditos CH 60 Cálculo 0 Contabilidade Básica 3 3 45 45 Introdução à Administração 2 30 Metodologia Científica Filosofia Introdução à Economia Introdução à Informática Noções de Direito Português Instrumental Sociologia Aplicada à Administração 2 2 2 2 3 2 2 30 30 30 30 45 30 30 345 Total 23 2º Período Código Disciplina Créditos CH 60 Antropologia Cálculo Aplicado à Administração 2 3 30 45 Contabilidade Gerencial Religião e Cultura Direito Empresarial e Tributário Empreendedorismo e Inovação 3 2 3 3 45 30 45 45 Técnica de Oratória 2 30 Teoria Geral da Administração 3 45 71 Teoria Macroeconômica Total 3 24 45 360 3ºPeríodo Código Disciplina Créditos Comunicação Organizacional Contabilidade de Custo Direito do Trabalho e Previdenciário Gestão Organizacional Laboratório de Empreendedorismo I Matemática Financeira Sustentabilidade Sócio Ambiental Teoria Micro Econômica Total 3 3 3 3 3 3 3 3 24 CH 60 45 45 45 45 45 45 45 45 360 4º Período Código Disciplina Créditos CH 60 Administração Financeira 3 45 Comportamento Humano nas Organizações Gestão da Informação Gestão de Marketing I Gestão de Pessoas I 3 3 3 3 45 45 45 45 Laboratório de Empreendedorismo II Modelagem Organizacional Probabilidade e Estatística 3 3 3 45 45 45 360 Total 24 5º Período Código Disciplina Créditos Análise das Demonstrações Contábeis e Financeiras Comércio Exterior Comportamento Ético e Profissional Gestão de Marketing II Gestão de Materiais Gestão de Pessoas II Laboratório de Empreendedorismo III Liderança e Criatividade Total 3 3 3 3 3 3 3 3 24 CH 60 45 45 45 45 45 45 45 45 360 6ºPeríodo Código Disciplina Administração de Vendas e Negociações Gestão Estratégica Laboratório de Empreendedorismo IV Logística Orçamento Créditos 3 3 3 3 3 CH 60 45 45 45 45 45 72 Pesquisa Operacional Planejamento e Controle de Produção Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS 3 3 3 Total 24 45 45 45 360 7ºPeríodo Código Disciplina Créditos Ferramenta de Gestão Empresarial I Formação de Gerentes Gestão de Planejamento Estratégico Gestão de Qualidade Jogos de Empresas Plano de Negócios I Tópicos Especiais em Administração Trabalho de Conclusão de Curso I Estágio Supervisionado 3 3 3 3 3 3 3 3 10 Total 34 CH 60 45 45 45 45 45 45 45 45 150 510 8º Período Código Disciplina Créditos CH 60 Ferramentas de Gestão Empresarial II Formação de Gestores da Micro e Pequena Empresa Formação de Consultores Gestão de Projetos Plano de Negócios II Optativa Trabalho de Conclusão de Curso II 3 45 3 3 3 3 3 3 Total 21 45 45 45 45 45 45 315 Total de disciplinas Obrigatórias (h/a = 45 min): 3200 Total de disciplinas Obrigatórias (h = 60 min): Total da CH de Supervisão de Estágio (h = 60 min): Atividades Complementares (h = 60 min): Carga Horária total do curso (h = 60 min): 2820 150 120 3090 6.8.2.2 CARGA HORÁRIA MÍNIMA E TEMPO MÍNIMO DE INTEGRALIZAÇÃO DURAÇÃO: Mínimo de 04 anos e Máximo de 08 anos TURNO DE FUNCIONAMENTO: Noturno REGIME DE MATRÍCULA: Seriado Semestral TOTAL MÍNIMO DE HORAS: 3090 horas 73 6.8.2.3 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 1° PERÍODO CÁLCULO 0 Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Números Reais e Conjuntos Numéricos, Estudo de Funções, Funções do 1º grau, Funções do 2º grau, Funções exponenciais, Funções Logarítmicas, Funções Trigonométricas, Funções Trigonométricas Inversas. Bibliografia Básica: LEITHOLD, W. O Cálculo com Geometria Analítica, Harbra Editora, São Paulo, 1994. DEMANA, Frankling. Pré-Cálculo – São Paulo: Pearson, 2009. MUNEM. M. A., FOULIS, D. J. Cálculo 1. São Paulo. Elsevier, 1982. Bibliografia Complementar: FLEMMING, D. M. Cálculo A; Funções, Limite, Derivação, Integração. Makron Books, São Paulo, 1992. SIMMONS, G. Cálculo com Geometria Analítica, São Paulo. Makron Books, 2007. THOMAS, G. B. Cálculo, volume 1, Décima edição, Editora Addison-Wesley, 2003. ÁVILA, G. Introdução ao Cálculo – Rio de Janeiro: LTC, 2010. LANG, S. Calculo: Livro Técnico, 1972. 1V. 388p. CONTABILIDADE BÁSICA Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: A função da Contabilidade. Campo de aplicação e usuário da contabilidade. Especialidades e mercado de trabalho do contador. A representação contábil na empresa. Os relatórios contábeis. A contabilidade como instrumento de gestão empresarial. Princípios fundamentais da contabilidade. Estática e dinâmica patrimonial. Fatos contábeis. Procedimentos contábeis: Contas; Livros Diário e Razão. Método das partidas dobradas, mecanismo do débito e crédito; lançamentos, balancete de verificação e apuração de resultado. Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado estruturados de forma simplificada. Bibliografia Básica: RIBEIRO, O. M. Contabilidade Geral Fácil. São Paulo: Saraiva, 2006. MARION, J. C. Contabilidade Básica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo E. V. Contabilidade Básica. 13. ed. São Paulo: Frase, 2006. 74 Bibliografia Complementar: ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de Contabilidade. 6. ed. São Paulo: Editora Atlas, 2011. CORONADO, Osma. Contabilidade Gerencial Básica. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. FERREIRA, Ricardo. Contabilidade Básica. 10. ed. São Paulo: Editora Ferreira, 2013. PADOVEZE, Clovis Luis. Manual de Contabilidade Básica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2012. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO Carga Horária: 30 Crédito: 02 Ementa: Apresentação do universo da Administração. Vocabulário da área. O panorama do mercado e o protagonismo do administrador na atualidade. Bibliografia Básica: CHIAVENATO, I. Introdução À Teoria Geral da Administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações. 7º ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à Administração.6º ed. São Paulo; Atlas, 2004. SOBRAL, F. Administração: Teoria e Prática no Contexto Brasileiro.São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. Bibliografia Complementar: ANDRADE, R. O. B. de; AMBONI, N. Teoria Geral da Administração: das origens às perspectivas contemporâneas. São Paulo: Ed. Makron Books, 2007. CHIAVENATO, I. Comportamento Organizacional: a dinâmica do sucesso das organizações. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. YAMAGUTI,CelsoLikio; LEAL,Cristine; KHAUAJA,Daniela Motta Romeiro. Gestão de marcas no contexto brasileiro. 1ª.ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 2008 KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar mercados. São Paulo: Ediouro, 2009. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: da Revolução Urbana à Revolução Digital. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2008. METODOLOGIA CIENTÍFICA Carga Horária: 30 Crédito: 02 Ementa: Construção de conhecimento. Os diferentes tipos de pesquisa científica e conceitos da abordagem qualitativa e quantitativa. Fases da pesquisa científica: definição do problema, pesquisa, tratamento e redação. Normas de citação e referência. Redação de texto de escopo científico acadêmico. 75 Bibliografia Básica: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. 3. reimpr. São Paulo: Atlas, 2007. _____. Fundamentos de Metodologia Científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. CONSTRUINDO o saber metodologia científica fundamentos e técnicas. 24.ed. : PAPIRUS, 2010. 224p. Bibliografia Complementar: AZEREDO, Jose Carlos de. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa: conforme a nova ortografia. São Paulo: Publifolha, 2009. PINHEIRO, Roberto Meireles et. al. Pesquisa de Mercado. São Paulo: FGV, 2011. VIRGILLITO, Salvatore Benito. Pesquisa de Marketing: abordagem quantitativa e qualitativa. São Paulo: Saraiva, 2010. YASUDA, Aurora. Pesquisa de Marketing: guia para a prática de pesquisa de mercado. São Paulo: Cengage Learning, 2012. ZILBERKNOP, Lúbia Scliar; MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental: de acordo com as normas da ABNT. 29. ed. São Paulo: Atlas, 2010. FILOSOFIA Carga Horária: 30 Crédito: 02 Ementa: Fundamentos Filosóficos. Histórico da Filosofia. Conhecimento. Lógica. Ciência. Liberdade. Cidadania e Política. Ética. Bibliografia Básica: ARANHA, M. L. de A., MARTINS, M. M. P. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo, Moderna, 2009. CHAUÍ, M. Convite á filosofia. São Paulo: Ática, 2010. GAARDER, J. O Mundo de Sofia: romance da história da filosofia. São Paulo: Cia das Letras, 2000. Bibliografia Complementar: ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 1999. DIAS, Reinaldo. Manual de Filosofia Política. 1.ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 2012. 336p. KUNG, Hans. Projeto de Ética Mundial: uma moral ecumênica em vista da sobrevivência da humanidade. São Paulo: Paulinas, 1998. BUCKINGHAM, Will; BURNHAM, Douglas. O livro da filosofia. São Paulo: Editora Globo, 2011. CAREL, Havi; GAMEZ, David. Filosofia Contemporânea em Ação: Debates Contemporâneos. Porto Alegre: Penso, 2008. INTRODUÇÃO À ECONOMIA 76 Carga Horária: 30 Crédito: 02 Ementa: Fundamentos dos Conceitos Econômicos; Fundamentos Microeconômicos; Funcionamento do Mercado e Determinação dos Preços; Estrutura de Mercado; Atividades do Setor Público; Fundamentos Macroeconômicos; Políticas Econômicas e Objetivos Macroeconômicos; Fundamentos do Sistema Financeiro; Estruturação do Setor Externo; Crescimento e Desenvolvimento Econômico. Bibliografia Básica: CANO, Wilson. Introdução à Economia: uma abordagem crítica. São Paulo: UNESP, 2007. KRUGMAN, Paul e WELLS, Robin. Introdução à Economia. São Paulo: Campus, 2007. ROSSETI, José Paschoal. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas. 20o Edição,2003. Bibliografia Complementar: SINGER, Paul. Curso de Introdução à Economia Política. 17.ed. : Forense, 2010. 186p. MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia. 3 edição. São Paulo: ThomsonLearning, 2005. VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia: micro e macro, 4 edição.São Paulo: Atlas, 2009. VICECONTI, P. E. V.; NEVES, S. das. Introdução à Economia. São Paulo: Frase, 2002. SILVA, Adelphino Teixeira, Iniciação À Economia, Atlas, 2011 INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA Carga Horária: 30 Crédito: 02 Ementa: Principais conceitos de informática/tecnologia como: sistemas operacionais, programas aplicativos, software e hardware, estrutura física, componentes de um computador, software livre, aplicações da computação na área de administração. Bibliografia Básica: ALBERTIN, Alberto Luiz. Administração de Informática: Funções e Fatores Críticos de Sucesso. 6.ed. Atlas, 2009. CORNACHIONE JR., Edgard B. Informática: Aplicada as Áreas de Contabilidade, Administração e Economia. 4.ed. Atlas, 2012. GUERREIRO, E. P. Cidade Digital: Infoinclusão social e tecnologia em rede. SENAC São Paulo, 2006. Bibliografia Complementar: MARÇULA,Marcelo; BeniniFilho,Pio Armando. Informática Conceitos e Aplicações. 4.ed. Sao Paulo: Ltr.Ltda, 2013. 406p. 77 MEIRELES, F.S. Informática novas aplicações com Microcomputadores. São Paulo. Makron Books. 1994. MONTEIRO, M. A. Introdução à organização de computadores. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1999. NORTON, P. Introdução à Informática. São Paulo. Pearson Makron Books. 2004. VASCONCELLOS, Eduardo. Competitividade e negócios eletrônicos. 1ºed. São Paulo: Atlas, 2005. NOÇÕES DE DIREITO Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Ramos do Direito: noções de Direito Constitucional, Penal, de Família e Administrativo. Licitações e Contratos Administrativos. Bibliografia Básica: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. BRASIL. Código Civil. Lei n. 10.406/02. BRASIL. Lei de Licitações e Contratos Administrativos. Lei n. 8.666 de 21 de junho de 1993. Bibliografia Complementar: BRASIL. Lei sobre Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. Lei n. 6.946/1977. DINIZ, M. H. Curso de Direito Civil Brasileiro. Vol. 1. 13ª ed., São Paulo. Saraiva, 1997. NASCIMENTO, A. M. Iniciação ao Direito do Trabalho, 29ª edição, São Paulo: LTr, 2003. SECCO, O.A. Introdução ao Estudo do Direito. Rio de Janeiro. Lumem Júris.2002. REALE, M. Lições preliminares de Direito. Rio de Janeiro. Saraiva. 2004. PORTUGUÊS INSTRUMENTAL Carga Horária: 30 Crédito: 02 Ementa: Linguagem, língua e texto. As diversas normas e a adequação discursiva. Tipos de textos. Estrutura e aspectos do desenvolvimento textual. Coesão e coerência. As diversas superfícies de leitura. Produção e recepção do texto: processos de síntese, ampliação, avaliação e reescrita. Prática de estímulo à produção e reflexão sobre o papel da produção textual no ensino-aprendizagem da língua materna e nos estudos de diferentes gramáticas Bibliografia Básica: BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006. PIMENTEL, C. A Redação Descomplicada. São Paulo: Saraiva, 2008. PLATÃO & FIORIN. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2000. 78 Bibliografia Complementar: CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 48.ed. : Companhia Editora Nacional, 2008. 693p. CARNEIRO, Agostinho Dias. Redação em Construção. Rio de Janeiro: Moderna,2001. CUNHA, Celso e Lindley Cintra. Nova Gramática do Português contemporâneo. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2008. HOUAISS, A. Dicionário da Língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. KOCK, Ingedore Villaça. O texto e a construção dos sentidos. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2002 SOCIOLOGIA APLICADA À ADMINISTRAÇÃO Carga Horária: 30 Crédito: 02 Ementa: Sociologia como Ciência. Cultura organizacional. Trabalho e sociedade. Organização social e organização do trabalho. Organizações. Mudanças. Bibliografia Básica: PICCININI, Valmiria Carolina; ALMEIDA, Marilia Lemos de; OLIVEIRA, Sidinei Rocha de. Sociologia e Administração: Relações Sociais nas Organizações. Campus, 2010 DIAS, R. Sociologia das Organizações. São Paulo: Atlas, 2008. LAKATOS, E. M. Sociologia da Administração. São Paulo: Atlas, 2007 Bibliografia Complementar: BAUMAN, Zygmunt. Aprendendo a pensar com a Sociologia. Jorge Zahar Editor, 2010. CHARON, J. M. Sociologia. São Paulo: Saraiva, 2004. COSTA, M. C. C. Sociologia: introdução da sociedade. São Paulo: Moderna, 2000. MILLS, C. Wright. Sobre o artesanato intelectual e outros ensaios. Jorge Zahar, 2009 OLIVEIRA, S. L. de. Sociologia das organizações; uma análise do homem e das empresas no mundo competitivo. São Paulo: Pioneira, 1999. 2º PERÍODO ANTROPOLOGIA Carga Horária: 30 Crédito: 02 Ementa: Antropologia no contexto das Ciências Sociais. Cultura dentro de uma perspectiva antropológica. A problemática cultural. Os métodos e técnicas de pesquisa em antropologia. Os processos da dinâmica social. 79 Bibliografia Básica: LAPILANTINE, F. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2001. DA MATTA, R. Relativizando: uma introdução a Antropologia Social. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. LARAIA, R. de B. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar, 2000. Bibliografia Complementar: ARDUINI. Juvenal. Antropologia, ousar para reinventar a humanidade. Ed. Paulus. LINTON, Ralph. O homem uma introdução a antropologia. : Martins Fontes, 2000. 470p. PEIRANO, Mariza. A Teoria Vivida: E Outros Ensaios de Antropologia. Zahar, 2006. WARNIER, Jean Pierre. Etnologia antropologia: Petrópolis: Vozes, 1999. 469 p. DURKHEIM, Emile. Lições de sociologia: Martins Fontes, 2002. 304 p. CÁLCULO APLICADO À ADMINISTRAÇÃO Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Álgebra; Equações; Inequações; Logaritmos; Noções de Matemática Financeira; Progressão Aritmética e Progressão Geométrica; Aplicações com Funções de 1º Grau, 2º Grau e Exponencial. Bibliografia Básica DEMANA, Frankling. Pré-Cálculo. São Paulo: Pearson, 2009. SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática: Para os cursos de Economia, Administração e Ciências Contábeis. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. STEWART, J. Cálculo, volume 1. 6ª ed. São Paulo. Cengage Learning. 2010. Bibliografia Complementar: ÁVILA, Geraldo. Cálculo 1: Funções de uma variável. 7ª edição, Rio de Janeiro, LTC, 2003. BIANCHINI, E. , PACCOLA, H. Curso de Matemática. São Paulo. Ed. Moderna, 2004. FLEMMING, D. M., GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. São Paulo: Makron. 2007. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. V 1 São Paulo: Harbra, 1994. THOMAS, G. B. Cálculo, volume 1, Décima edição, Editora Addison-Wesley, 2003. CONTABILIDADE GERENCIAL Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Conhecimento do ambiente no qual se insere o negócio para a análise das demonstrações financeiras por meio dos mecanismos existentes, mostrando que os índices têm importâncias diferentes entre os diferentes setores e segmentos de negócios. Abordagem do conteúdo: Aplicação prática das principais ferramentas e 80 técnicas de análise, estimulando a visão crítica e a exposição de ideias. Conhecimentos de outras disciplinas: Conhecimentos de Contabilidade Introdutória e Intermediária e noções sobre ambiente de negócio. Bibliografia Básica: COSTA, Rodrigo Simão da. Práticas de Contabilidade Gerencial. Senac, 2011. GARRISON, Ray H.; NOREEN, Eric W.; BREWER, Peter C. ContabilidadeGerencial. 14.ed. Mcgraw Hill, 2013 MARION, J. C. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. Bibliografia Complementar: ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Atlas, 2010. IUDÍCIBUS, S. de. Analise de balanços: livro de exercícios. Colaboração de José Carlos Marion. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1998. MATARAZZO, D. C. Análise financeira de balanços. Colaboração de Armando Oliveira Pestana. São Paulo: Atlas, 1985. REIS, Arnaldo. Demonstrações contábeis. São Paulo: Saraiva, 2003. SILVA, Jose Pereira da. Gestão e análise de risco de crédito. São Paulo: Atlas, 2008. RELIGIÃO E CULTURA Carga Horária: 30 Crédito: 02 Ementa: Conhecimento religioso. Religiões com origem na índia. Religiões do extremo oriente. Religiões africanas. Monoteísmo. Novas Religiões e novas perspectivas. Ética como fruto das religiões. As religiões no Brasil. O Cristianismo como paradigma do pensamento e conduta ocidental. Bibliografia Básica: ALVES, R. O Que é Religião. 9. ed. São Paulo: LOYOLA, 2008. BINGEMER, M. C. L. (org.). Violência e religião: cristianismo, islamismo, judaísmo: três religiões em confronto e diálogo. PUC/Rio: Rio de Janeiro, São Paulo: Loyola, 2001. GAARDER, J. O Livro das Religiões. São Paulo: CIA DAS LETRAS, 2000. Bibliografia Complementar: ALMEIDA, C. R. S. O Humano: Lugar do Sagrado. São Paulo: Olho D’Água, 1995. ARMSTRONG, K. Em nome de Deus: o fundamentalismo no judaísmo, no cristianismo e no islamismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. MENSES, Paulo. Hegel, a moralidade e a religião. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. 182 p GEERTZ, C. A interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. SANTOS, Maria Clara Luchetti dos (org). Violência e religião : cristianismo islamismo, judaísmo : três religiões em confronto e diálogo: PUC-Rio, 2001.296 p. 81 DIREITO EMPRESARIAL E TRIBUTÁRIO Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Fundamentos do direito empresarial. Formalização da atividade empresarial. Títulos de créditos. Introdução ao estudo da recuperação judicial, falência e da recuperação extrajudicial. Bibliografia Básica: KUYVEN, Luiz Fernando Martins. Temas Essenciais de Direito Empresarial. Saraiva, 2010. MARTINS, Alan; Scardoelli, Dimas Yamada. Direito Tributário: Rápido e Didático Para Estudos e Revisões. JH Mizuno, 2012. MENDONÇA, Jacy de Souza. Introdução ao Estudo do Direito. 3ª Ed. São Paulo: Rideel, 2010. Bibliografia Complementar: ALEXANDRE, Ricardo. Direito Tributário Esquematizado. 7.ed. São Paulo: Método, 2013. RAMOS, André Luiz Santa Cruz. Direito Empresarial Esquematizado. 3.ed. São Paulo: Método, 2013. SARAIVA, Ed. Código Tributário Nacional e Constituição Federal. 39ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2010. SARAIVA, Ed. Código Comercial e Constituição Federal. 55ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2010. SARAIVA, Ed. Código Civil e Constituição Federal. 61ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2010. EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Empreendedorismo e características de empreendedor. Importância do empreendedorismo para o desenvolvimento econômico. O empreendedorismo como gerador de inovações. Empreendedorismo corporativo. Conceitos e classificação de inovação: inovação radical, incremental, aberta. Transformação de ideias em projetos. Metodologias de projeto e modelo de negócio. Etapas de projeto no desenvolvimento de produtos e serviços. Propriedade industrial. Estratégias de cópia. Instrumentos criativos: a criatividade não está (e não deve ser) condicionada a insights. Bibliografia Básica: CORAL, Eliza; OGLIARI, André; ABREU, Aline França de (Orgs.). Gestão integrada da inovação: estratégia, organização e desenvolvimento de produtos. 1. ed. 2. impr. São Paulo: Atlas, 2009. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: Transformando Ideias Em Negócios. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves. Business Model Generation: Inovação em modelos de negócios: um manual para visionários, inovadores e revolucionários. Rio de Janeiro: Alta Books, 2011. 82 Bibliografia Complementar: BERNARDI,LuizAntonio. Manual de Empreendedorismo e Gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas.São Paulo: Atlas, 2003. BESSANT, John. Inovação e Empreendedorismo. São Paulo: Bookman, 2009. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo. 2. ed. 2. impr. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. FINOCCHIO JUNIOR, José. Project ModelCanvas: gerenciamento de projetos sem burocracia. Campus, 2013 VIANNA, Maurício; ADLER, Isabel K.; VIANNA, Ysmar. Design Thinking: inovação em negócios. São Paulo: Mjv Press, 2012. (E-BOOK GRATUITO) TÉCNICA DE ORATÓRIA Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Fundamentos da Oratória. Como otimizar o discurso em atividades profissionais. Palestra, orador e auditório. Como utilizar os recursos audiovisuais. Bibliografia Básica: REYNOLDS, Garr. Apresentação Zen: Ideias Simples de Como Criar e Executar Apresentações Vencedoras. 2.ed. Alta Books, 2010. POLITO, Reinaldo. Assim é que se fala: como organizar e transmitir ideias. 28.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. ______. Superdicas Para Falar Bem em Conversas e Apresentações. 2.ed. Saraiva, 2011. Bibliografia Complementar: PEREIRA, Claudia Barbosa. Oratória no Direito: Freitas Bastos, 2005. 78 p. BRASSI, Sérgio. Comunicação verbal. São Paulo: Madras, s-d. DOUGLAS, William; CUNHA, Rogério Sanches; SPINA, Ana Lúcia. Como Falar Bem Em Público. 4.ed. Impetus, 2013. POLITO, Reinaldo. O que a vida me ensinou - Ninguém é tão bom que não possa melhorar. São Paulo: Saraiva, 2010. DOUGLAS, Willian. Leitura dinâmica - Como modificar a velocidade a compreensão e a retenção da leitura. São Paulo: Campus, 2006. TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Administração Científica. Teoria Clássica. Teoria das Relações Humanas. Estruturalismo. Teoria Geral dos Sistemas. Abordagem Neoclássica. Desenvolvimento Organizacional. Novas abordagens: qualidade total, reengenharia, gestão de processos. Bibliografia Básica: 83 ANDRADE, R. O. B. de; AMBONI, N. Teoria Geral da Administração: das origens às perspectivas contemporâneas. São Paulo: Ed. Makron Books, 2007. CHIAVENATO, I. Introdução À Teoria Geral da Administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações. 7º ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria Geral da Administração: da Revolução Urbana à Revolução Digital. 6º ed. São Paulo: Atlas, 2008. Bibliografia Complementar: GHEMAWAT, P. A Estratégia e o cenário dos negócios: textos e casos. Porto Alegre: Bookman, 2000. KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Education, 2012. MINTZBERG, H. Criando organizações eficazes. São Paulo, Atlas, 2003. MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à Administração. 6º ed. São Paulo: Atlas, 2004. SOBRAL, F. Administração: Teoria e Prática no Contexto Brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. TEORIA MACROECONÔMICA Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: A Compreensão da Economia. Os Recursos Econômicos e o Processo de Produção. Teoria Elementar do Funcionamento do Mercado. Estruturas de Mercado. Medidas da Atividade Econômica. Políticas Macroeconômicas. Bibliografia Básica: KRUGMAN, P. & WELLS, R. Introdução à Economia. São Paulo: Campus, 2007. PINHO, Diva Benevides; VASCONSELLOS, Marco Antonio S. de; TOLEDO JR., Rudinei (Coord.). Manual de Economia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2005. TEBCHIRANI, Flávio Ribas. Princípios de Economia Micro e Macro. Ibpex, 2008. Bibliografia Complementar: BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. Prentice Hall, 2006. MANKIW, Gregory N. Introdução a Economia. 3.ed. São Paulo: Cengange Learning, 2005. _____. Macroeconomia. 7.ed. LTC, 2010. NEVES,Silvério das. Introdução á economia: Rio de Janeiro: Saraiva, 2012. 555 p. ROSSETI, J. P. Introdução à Economia. 20.ed. São Paulo: Atlas, 2003. 3º PERÍODO COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: 84 O processo de comunicação e técnicas avançadas. Requisitos e desenvolvimento de uma comunicação eficaz. Decisão sobre o mix de comunicação de marketing (ferramentas, fatores e mensuração). Gerenciamento e coordenação de comunicação integrada em nível institucional. Bibliografia Básica: BARSAN, Paulo Roberto. Ética e cidadania organizacional: guia prático e didático. Érica, 2012. CRESCITELLI, Edson; BARRETO, Iná Futino. Marketing de Relacionamento. São Paulo: Pearson, 2013. GULLO, José; PINHEIRO, Duda. Comunicação Integrada de Marketing. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2013. Bibliografia Complementar: COHEN, A. R; FINK, S. L. Comportamento Organizacional: conceitos e estudos de casos. Campus, 2003. MARTINUZZO, José Antonio. Seis questões fundamentais da comunicação organizacional estratégica em rede. Muad, 2013. LUPETTI, Marcelia. Gestão Estratégica da Comunicação Mercadológica: Planejamento. 2. ed. São Paulo: Thomson, 2012. RICCELLI, Patrícia Galante de Sá. Comunicação integrada de marketing. São Paulo: FGV, 2010. SHIMP, Terence A.; CRESCITELLI, Edson. Comunicação de Marketing: integrando propaganda, promoção e outras formas de divulgação. São Paulo: Cengage Learning, 2012. CONTABILIDADE DE CUSTO Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Introdução à contabilidade de custos. Classificações e nomenclaturas de custos. Esquema básico da contabilidade de custos. Departamentalização. Custos diretos de produção: materiais diretos (controle e valoração) e mão-de-obra direta (controle e valoração). Custos indiretos de fabricação: critérios de rateio. Contabilização dos custos de produção, o custo do produto vendido e a demonstração de resultado. Aplicação dos custos indiretos de fabricação. Custeio por Absorção. Custeio Variável (contabilização). Bibliografia Básica: ASSEF, Roberto. Guia prático de formação de preços: aspectos mercadológicos, tributários, e financeiros para pequenas e médias empresas. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2006. BERNARDI, Luís Antonio. Manual de formação de preços: políticas, estratégias e fundamentos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007. PEREZ Jr., J. H. et al. Contabilidade de custos para não contadores. 4.ed. São Paulo: Atlas.2009. Bibliografia Complementar: 85 BORNIA, Antonio Cezar. Análise Gerencial de Custos: aplicação em empresas modernas. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARTINS, E. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2006. PEREZ Jr., J. H. et al. Gestão estratégica de custos. São Paulo: Atlas, 2008. MEGLIORINI, Evandir. Custos: análise e gestão. 3. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2011. WERNKE, Rodney. Análise de Custos e Preços de Vendas: ênfase em aplicações e casos nacionais. São Paulo: Saraiva, 2005. DIREITO DO TRABALHO E PREVIDENCIÁRIO Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Fontes do Direito do Trabalho. A figura jurídica do empregado e do empregador. Jornada de trabalho. Férias individuais e coletivas. Remuneração e salário. Contrato de Trabalho. Aviso Prévio. Rescisão contratual. Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Previdência social e Sistema Previdenciário Brasileiro. Beneficiários da Previdência Social Urbana. Empresa e custeio da Previdência Social Urbana. Sistema Previdenciário especial. Previdência Privada. Bibliografia Básica: BARROS, A. M. Curso de Direito do Trabalho. 6 Ed. São Paulo: LTR, 2010. FILHO, Evaristo de Morais. Introdução ao Direito do Trabalho. 10. Ed. São Paulo: LTR, 2010. LAZZARI, João Batista et. Manual de Direito Previdenciário. 15. Ed. São Paulo: Forense, 2013. Bibliografia Complementar: MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional, 24 ed. São Paulo: Atlas, 2009. IBRAHIM, Fabio Zambitte. Curso de Direito Previdenciário: Impetus Editora, 2013. 942 p ROMAR, Carla Teresa Martins. Direito do Trabalho Esquematizado. 1.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. SAAD, Ed. G. CLT – Comentada. 43 Ed. São Paulo: LTR, 2010. SANTOS, Marisa Ferreira dos. Direito Previdenciário Esquematizado. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. GESTÃO ORGANIZACIONAL Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Comportamento organizacional. Cultura organizacional. Organizações de aprendizagem e conhecimento corporativo. Mudança e desenvolvimento organizacional. Administração da tecnologia e da inovação. Bibliografia Básica: 86 CHIAVENATO, I. Comportamento Organizacional: a dinâmica do sucesso das organizações. 2.ed. Rio de janeiro: Elsevier, 2005. COLELLA, Adrienne; HITT, Michael A. Comportamento Organizacional. 3. ed. São Paulo: LTC, 2013. MENDONÇA, Márcia Furtado de; NOVO, Damáris Vieira; CARVALHO, Rosangela de. Gestão e liderança. São Paulo: FGV. 2011. Bibliografia Complementar: CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2009. YAMAGUTI, Celso Likio; LEAL, Cristine; KHAUAJA, Daniela Motta Romeiro. Gestão de marcas no contexto brasileiro. 1ª.ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 2008 CORAL, Eliza; OGLIARI, André; ABREU, Aline França de (Orgs.). Gestão integrada da inovação: estratégia, organização e desenvolvimento de produtos. 1. ed. 2. impr. São Paulo: Atlas, 2009. LUPETTI, Marcelia. Gestão Estratégica da Comunicação Mercadológica: Planejamento. 2. ed. São Paulo: Thomson, 2012. WOOD, T. Jr. Gestão Empresarial: O Fator Humano. São Paulo: Atlas, 2007.Fgv, 2011. LABORATÓRIO DE EMPREENDEDORISMO I Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Empreendedorismo corporativo. Organizando e dimensionando a força de vendas. Técnicas e fases da venda e distribuição. Processos de gestão dos canais de vendas. Conflitos e fundamentos de negociação. Relação com o público e propaganda: desenvolvimento e gerenciamento de uma campanha (objetivos, orçamento e mensagem). Decisão sobre a mídia e avaliação de sua eficácia. Análise da concorrência. Promoção de vendas. Bibliografia Básica: BARFOOT, Caroline. Fundamentos de Publicidade Criativa. São Paulo: Bookman, 2010. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo. 2. ed. 2. impr. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. SCOTT, David. As novas regras do marketing e de relações públicas. Rio de Janeiro: Campus, 2011. Bibliografia Complementar: FIGUEIREDO, Celso. Turbine o seu negócio: propaganda para a pequena empresa. São Paulo: Cengage Learning, 2010. BESSANT, John. Inovação e empreendedorismo. São Paulo: Bookman, 2009. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: Transformando Ideias Em Negócios. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. KIM, W. Chan; MAUBORGNE, Renée. A Estratégia do Oceano Azul: como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante. 13. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012. 87 ROCHA JÚNIOR, Ismael et. al. Propaganda: teoria, técnica e prática. 8.ed. São Paulo: Thomson Pioneira, 2009. MATEMÁTICA FINANCEIRA Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Juros simples e composto. Equivalência de taxas. Equivalência de capitais. Descontos simples e compostos. Bibliografia Básica: ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. São Paulo: Atlas, 2008. PUCCINI, A. de L. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 7.ed. São Paulo: Saraiva, 2010. SAMANEZ, C. P. Matemática financeira. São Paulo: Makron, 2010 Bibliografia Complementar: FARIA, R. W. G. Matemática comercial e financeira. São Paulo: McGraw, 2007. GITMAN, L. J. Princípios de administração financeira. Rio de Janeiro: Harbra, 2007. GROPPELLI, A.A; NIKBAKHT, E. Administração financeira. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2010. MATIAS, Rogério. Cálculo financeiro: casos reais resolvidos e explicados. Escolar, 2008. _____. Cálculo financeiro: exercícios resolvidos e explicados. Escolar, 2008. SUSTENTABILIDADE SÓCIO AMBIENTAL Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Desenvolvimento sustentável. Responsabilidade social. Indicadores de responsabilidade social. A variável ecológica no ambiente dos negócios.. Sistema de gestão ambiental e certificações. Bibliografia Básica: BARBIERI, J.C. Gestão ambiental empresarial. Conceitos, modelos e instrumentos. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2007 DIAS, R. Gestão ambiental e responsabilidade social e sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2008. TACHIZA, T. Gestão ambiental e responsabilidade corporativa. São Paulo: Atlas, 2008. Bibliografia Complementar: AGLIGLERI. Liian. Gestão Socio Ambiental. SãoPaulo. São Paulo.Atlas.2009. ALBUQUERQUE. José de Lima. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social. São Paulo:Atlas.2009. 88 DONAIRE, Denis. Gestão Ambiental na Empresa. São Paulo: Atlas.1999. NASCIMENTO, L. Fl.; LEMOS, A. D. C.; MELLO, M. C. A. Gestão socioambiental estratégica. Porto Alegre: Bookman, 2008 OLIVEIRA, M. A. L. SA 8000 – o modelo ISO 9000 aplicado à responsabilidade social. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2008. TEORIA MICRO ECONÔMICA Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: A teoria microeconômica. Os mecanismos de mercado e a formação dos preços. A teoria do consumidor. A teoria da firma. As estruturas de mercado. Bibliografia Básica: CABRAL, A. S. Microeconomia: uma visão integrada para empreendedores. São Paulo: Saraiva, 2008. PINDYCK, R.; RUBINFELD, D. L. Microeconomia. São Paulo: Makron, 2007. VASCONCELLOS, M. A. S. de; OLIVEIRA, R. G. Manual de microeconomia. São Paulo: Atlas, 2008. Bibliografia Complementar: KRUGMAN, P. & WELLS, R. Introdução à Economia. São Paulo: Campus, 2007. MANKIW, Gregory N. Introdução a Economia. 3.ed. São Paulo: Cengange Learning, 2005. MENDES, J.T. Economia fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson, 2005. PINHO, Diva Benevides; VASCONSELLOS, Marco Antonio S. de; TOLEDO JR., Rudinei (Coord.). Manual de Economia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2005. TEBCHIRANI, Flávio Ribas. Princípios de Economia Micro e Macro. Ibpex, 2008. 4º PERÍODO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Conceitos financeiros. Análise de investimento. Decisões de investimento. Risco e retorno. Bibliografia Básica: GITMAN, Lawrence. J. Princípios de Administração Financeira. 12.ed. São Paulo: Pearson Education, 2010. MATARAZZO, D. C. Análise Financeira de Balanços. 7ª ed.. São Paulo: Atlas, 2008. SANVICENTE, A. Z. Administração Financeira de Empresas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 89 Bibliografia Complementar: ASSAF NETO, Alexandre; LIMA, Fabiano Guasti. Curso de Administração Financeira. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2011. BORDEAUX-REGO, Ricardo et al. Viabilidade econômico-financeira de projetos. 3.ed. FGV, 2010. LEMES JÚNIOR, Antônio Barbosa; RIGO, Cláudio Miessa; CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo. Administração Financeira: princípios, Fundamentos e Práticas Brasileiras. 3.ed. Campus, 2010. SANTOS, Edno Oliveira. Administração Financeira da Pequena e Média Empresa. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010. MEGGINSON,C. Leon. Administração: Harbra, 1998. 613 p. COMPORTAMENTO HUMANO NAS ORGANIZAÇÕES Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: O indivíduo na organização. A questão do poder nas organizações, relações interpessoais, frustrações, administração de conflitos e inteligência emocional. Comportamento Humano nas Organizações; Psicologia Social na Empresa; Socialização e Aprendizagem Social. Bibliografia Básica: CHIAVENATO, Idalberto. Comportamento organizacional a dinâmica do sucesso das organizações: Rio de Janeiro: Campus, 2005. 539 p. COHEN, A. R; FINK, S. L. Comportamento Organizacional: conceitos e estudos de casos. Campus, 2003. WAGNER, J. A; HOLLENBECK, J. R. Comportamento Organizacional: criando vantagem competitiva. 2.ed. Saraiva, 2009. Bibliografia Complementar: CAMARGO, Pedro. Comportamento do Consumidor: biologia, anatomia e fisiologia do consumo. São Paulo: Novo Conceito, 2010. _____. Neuromarketing: a nova pesquisa de comportamento do consumidor. São Paulo: Atlas, 2013. DUBRIN, Andrew J. Fundamentos do Comportamento organizacional. São Paulo: Thomson, 2003 OLIVEIRA, Marco Antônio. Comportamento organizacional para a gestão de pessoas: como agem as empresas e seus gestores. Saraiva, 2010. ROBBINS, Stephen P. Fundamentos do Comportamento Organizacional. 7.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004. GESTÃO DA INFORMAÇÃO Carga Horária: 45 Ementa: Crédito: 03 90 A era da informação: conceito de sistema e de informação. A importância estratégica da informação para a empresa. Metodologia de desenvolvimento de sistemas de informação. Tecnologias de informação e de comunicação, e empresas virtuais. Estudo de casos práticos. Bibliografia Básica: LAUDON, Kenneth c.. Sistemas de informação gerenciais: Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2007. 452 p. REIS, Dalcio Roberto dos. Gestão da inovação tecnológica: Barueri: Manole ltda., 2008. 206 p . ARAUJO, Luis Cesar G. de . Organização Sistema e Métodos. São Paulo: Atlas, 2008. Bibliografia Complementar: ALMEIDA, Mário de Souza; FREITAS, Claudia Regina; SOUZA, Irineu Manoel de. Gestão do conhecimento para tomada de decisão. Atlas, 2011. CAMPOS, Andre. Sistema de segurança da informação. São Paulo: Visualbooks, 2007. 218p. O’ BRIEN, James A.Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet: Rio de Janeiro: Saraiva, 2004. 431 p. FOINA, Paulo Rogério. Tecnologia de informação planejamento e gestão: São Paulo: Atlas, 2009. 339 p. ALBERTIN, Alberto Luiz. Tecnologia de informação e desempenho empresarial: São Paulo: Atlas, 2009. 167p Souza, S.R.S. ; SOUZA, P. S. L. ; Vergilio, S.R. . Teste de programas concorrentes. In: Marcio Eduardo Delamaro; José Carlos Maldonado; Mario Jino. (Org.). Introdução ao Teste de Software. 1ed. São Paulo: Elsevier Editora Ltda, 2007, V.1, p.231-250. GESTÃO DE MARKETING I Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Definições de Marketing, conceitos, aplicações e funções. Administração e Gestão aplicados ao Marketing. Marketing nos níveis estratégico, tático e operacional. Bibliografia Básica: ARMSTRONG, Gary e KOTLER, Philip. Princípios de Marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. DIAS, Sérgio Roberto. Gestão de Marketing. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2007. KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Education, 2012. Bibliografia Complementar: COBRA, Marcos. Marketing Básico: Uma perspectiva brasileira. 04º ed São Paulo: Atlas, 1997. GIOIA, Ricardo M. Fundamentos do Marketing: conceitos básicos. São Paulo: Saraiva, 2010. KOTLER, Philip. Marketing 3.0: as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano. Rio de Janeiro: Campus, 2010. LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceito, exercícios e casos. 6º ed.São Paulo: Atlas, 2002. 91 PINHEIRO, Duda; GULLO, José. Fundamentos de Marketing: suporte às estratégias de negócios das empresas. São Paulo: Altas, 2011. GESTÃO DE PESSOAS I Carga Humana: 45 Créditos: 03 Ementa: Gestão de pessoas. Novos padrões na gestão de pessoas. Seleção, avaliação e recrutamento de pessoas. Bibliografia Básica: ANDERS, George. Você é bom o suficiente para pertencer à esta equipe? Como identificar talentos e fazê-los brilhar no trabalho. Campus, 2013. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2009. CASHMAN, Kevin. Liderança autêntica. São Paulo : Mbooks do Brasil. 2011 Bibliografia Complementar: PONTES, Benedito Rodrigues. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal. 6.ed. LTr, 2010. CHARAN, Ram ; DROTTER, Stephen J. Pipeline de liderança: desenvolvimento de líderes como diferencial competitivo. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2013. COLELLA, Adrienne; HITT, Michael A. Comportamento organizacional. 3. ed. São Paulo: LTC, 2013. LYONS, Laurence S.; GOSDSMITH, Marshall; MCARTHU, Sarah. Coaching: o exercício da liderança. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012. MENDONÇA, Márcia Furtado de; NOVO, Damáris Vieira; CARVALHO, Rosangela de. Gestão e liderança. São Paulo: Fgv, 2011.CASHMAN, Kevin. Liderança autêntica. São Paulo : Mbooks do Brasil. 2011 LABORATÓRIO DE EMPREENDEDORISMO II Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Processo de desenvolvimento de produto e serviço. Processo de desenvolvimento de marcas. Processo de desenvolvimento de embalagens. Propriedade industrial (marca e patente). Processo de desenvolvimento de estratégias para criação de valor. Bibliografia Básica: CORAL, Eliza; OGLIARI, André; ABREU, Aline França de (Orgs.). Gestão integrada da inovação: estratégia, organização e desenvolvimento de produtos. 1. ed. 2. impr. São Paulo: Atlas, 2009. BORJA DE MOZOTA, Brigitte. Gestão do Design: Usando o design para construir valor de marca e inovação corporativa. São Paulo: Bookman, 2011. WHEELER, Alina. Design de identidade da marca. São Paulo: Bookman, 2012. 92 Bibliografia Complementar: DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: Transformando Ideias Em Negócios. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. _____. Empreendedorismo corporativo. 2. ed. 2. impr. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. FINOCCHIO JUNIOR, José. Project ModelCanvas: gerenciamento de projetos sem burocracia. Campus, 2013. SERRALVO, Francisco Antonio. Gestão de Marcas no contexto brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2008. YAMAGUTI,CelsoLikio; LEAL,Cristine; KHAUAJA,Daniela Motta Romeiro. Gestão de marcas no contexto brasileiro. 1ª.ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 2008 MODELAGEM ORGANIZACIONAL Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Amplitude de ação da função OSM, estrutura organizacional, gráficos de organização, processos administrativos, gráficos de fluxo, ferramentas da qualidade Estudo e análise do trabalho, estudo dos tempos e movimentos, veículos de informação, adequação do ambiente físico, processo organizador. Bibliografia Básica: ARAÚJO, L. C. G. de. Organização, sistemas e métodos e as tecnologias de gestão organizacional. São Paulo: Atlas, 2010. CURY, A. Organização e métodos: uma visão holística. São Paulo: Atlas, 2007. GUERRINI, Fábio Müller et. al. Modelagem da organização: uma visão integrada. Bookman, 2013. Bibliografia Complementar: CUKIERMAN, Zigmundo Salomão. O modelo PERT/CPM aplicado a projetos: planejamento para o futuro. Rio de Janeiro: Reichmann& Affonso, 2009. CRUZ, Tadeu. Sistemas, métodos e processos: administrando organizações por meio de processos de negócio. São Paulo: Atlas, 2005. OLIVEIRA, D. de P. R. de. Sistemas, organizações e métodos: uma abordagem gerencial. São Paulo: Atlas, 2005. PEZZULO, Susan. Desenvolvendo sua organização. SENAC, 2006. TORRES, Alexandre. Gestão Estratégica: conceitos e casos. Atlas, 2013. PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Conceitos fundamentais. Estatística descritiva. Medidas de tendência central e dispersão. Correlação e regressão. Probabilidade. Distribuição binomial, poisson, 93 hipergeométrica e normal. Amostragem. Estimativa de parâmetros. Controle Estatístico de qualidade. Bibliografia Básica: CRESPO, A. A. Estatística Fácil. São Paulo. Saraiva: 2002. FONSECA, J. S., MARTINS, G. de A. Curso de estatística. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2006. MARTINS, G. A. Princípios de Estatística. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2011. Bibliografia Complementar: LOESCH, Cláudio. Probabilidade e estatística. LTC, 2012. OLIVEIRA, Francisco Estevam Martins de. Estatística e probabilidade exercícios resolvidos exercícios propostos: São Paulo: Atlas, 2007. 221 p VIEIRA, Sonia. Estatística básica. Cengage Learning, 2012. SPIEGEL, M. Estatística. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 2006. TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. Rio de Janeiro: LTC, 2008 5º PERÍODO ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E FINANCEIRAS Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Análise de balanços. Análise da estrutura patrimonial e de resultados. Análise da solidez financeira. Indicadores de velocidade. Análise da situação econômica. Alavancagem Financeira. Índices Tradicionais de Balanço. Bibliografia Básica: GITMAN, Lawrence. J. Princípios de administração financeira. 12.ed. São Paulo: Pearson Education, 2010. MATARAZZO, C. Dante. Análise financeira de balanços: abordagem básica e gerencial. 7.ed. São Paulo: Atlas. 2010. MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2010. Bibliografia Complementar: IUDICIBUS, Sergio de. Análise de Balanços: São Paulo: Atlas, 2012. 254 p. BRUNI, Adriano Leal. Análise contábil e financeira. 1.ed. São Paulo: Atlas, 2010. vol. 4. LINS, Luiz dos Santos; FILHO, José Francisco. Fundamentos e análise das demonstrações contábeis: uma abordagem interativa. Atlas, 2012. ATKINSON , ANTHONY A. ...et al. Contabilidade gerencial: São Paulo: Atlas, 2011. 812 p. SILVA, Alexandre Alcântara da. Estrutura, análise e interpretação das demonstrações contábeis. Atlas, 2012. 94 COMÉRCIO EXTERIOR Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Estudo da internacionalização econômica. Áreas de exportação e importação. Regras e usos a serem observados rigorosamente pelo exportador. Análise da empresa para exportar. Análise das vantagens na exportação. Possibilidades da empresa e planejamento empresarial na exportação. Roteiro básico de exportação. Regras e usos a serem observados rigorosamente pelo importador. Análise da empresa para importar. Bibliografia Básica: DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar. Comércio exterior: teoria e gestão. 3.ed. Atlas, 2012. FARO, Ricardo; FARO, Fátima. Curso de comércio exterior: visão e experiência brasileira. Atlas, 2012. SOUSA, José Meireles de. Fundamentos do comércio internacional. Saraiva, 2009. Bibliografia Complementar: ARRAES, Virgílio; GEHRE, Thiago. Introdução ao estudo das relações internacionais. Saraiva, 2013. GARCIA, Luis Martins. Exportar: rotinas e procedimentos, incentivos e formação de preços. 9.ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. MAIA, Jayme de Mariz. Economia internacional e comércio exterior. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2007. SEGRE, German. Manual prático de comércio exterior. São Paulo: Atlas, 2006. SEITENFUS, Ricardo. Relações internacionais. 2.ed. Manole, 2013. COMPORTAMENTO ÉTICO E PROFISSIONAL Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Ética empresarial. Morais brasileiras. Morais empresariais. Poder da administração ética. Responsabilidade social da empresa. Código de Ética Profissional do Administrador Bibliografia Básica: GOMES DE SOUZA, Adriana. Responsabilidade social empresarial: ética ou marketing. São Paulo: Synergia Editora, 2011. BUARQUE, Cristovam. A revolução nas prioridades da modernidade técnica modernidade ética: Paz e Terra, 1994. 132 p. CALIL, J. F. Ética, responsabilidade social e governança corporativa. 2. ed. São Paulo: Alinea, 2010. Bibliografia Complementar: 95 SUNG, Jung Mo. Conversando sobre ética e sociedade. Petrópolis: Vozes, 1995. 117p. DAHLSTROM, Robert. Gerenciamento de marketing verde. São Paulo: Cengage Learning, 2011. DIAS, Reinaldo. Marketing ambiental: ética, responsabilidade social e competitividade nos negócios. São Paulo: Atlas, 2007. OTTMAN, Jacquelyn A. As novas regras do marketing verde: estratégias, ferramentas e inspirações. São Paulo: M. Books, 2012. ZENONE, Luiz Claudio. Marketing social. São Paulo: Thomson, 2006. GESTÃO DE MARKETING II Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Análise do mercado. Vantagens da segmentação de mercado. Forma ou critérios para a segmentação. Estratégias. Quantificação de mercado. O relacionamento com o consumidor, tipologia e papéis do cliente, conhecendo os mercados. Modelo de comportamento do cliente e fatores influenciadores (mercado, cultura, social, pessoais, psicológico). Processo decisório de compra. Bibliografia Básica: DIAS, Sérgio Roberto. Pesquisa de Mercado. São Paulo: Saraiva, 2011. KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Education, 2012. OLSON, Jerry C.; PETER, J. Paul. Comportamento do Consumidor e Estratégia de Marketing. 8. ed. São Paulo: Mcgraw-hill Interamericana, 2010. Bibliografia Complementar: FERREIRA, Manuel Portugal. Marketing para empreendedores e pequenas empresas. São Paulo: Atlas, 2010. 380 p. CAMARGO, Pedro. Neuromarketing: a nova pesquisa de comportamento do consumidor. São Paulo: Atlas, 2013. GABRIEL, Martha. Marketing na era digital: conceitos, plataformas e estratégias. São Paulo: NOVATEC, 2012. GIGLIO, Ernesto. O Comportamento do Consumidor. 4.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010 KOTLER, Philip. Marketing 3.0: as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano. Rio de Janeiro: Campus, 2010. GESTÃO DE MATERIAIS Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Conceitos de recursos materiais e patrimoniais, aquisição de recursos materiais e patrimoniais, análise comprar versus fabricar, identificação de materiais, previsão de 96 demanda, modelos de estoque, análise de estoques, classificação ABC de estoques, custos de estoques, lote econômico de compras. Bibliografia Básica: DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: princípios, conceitos e gestão. 6.ed. Atlas, 2009. GONÇALVES, Paulo Sérgio. Administração de materiais. 4.ed. Elsevier, 2013. TADEU, Hugo Ferreira Braga (Orgs). Gestão de estoques: fundamentos, modelos matemáticos e melhores práticas aplicadas. Cengage Learning, 2011. Bibliografia Complementar: DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 5.ed. Atlas, 2010. MARTINS, Petrônio G. Administração de materiais e recursos patrimoniais: Rio de Janeiro: Saraiva, 2009. 441 p. PAOLESCHI, Bruno. Almoxarifado e gestão de estoques. Erica, 2009. TORRES, Alexandre. Gestão Estratégica: conceitos e casos. Atlas, 2013. PEREZ Junior, Jose Hernandez. Gestão estratégica de custos: São Paulo: Atlas, 2011. 338 p. GESTÃO DE PESSOAS II Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Gestão sistêmica de pessoas, considerando o treinamento, desenvolvimento e manutenção de pessoas. Administração de cargos e salários. Bibliografia Básica: BOOG, Gustavo; BOOG, Magdalena. Manual de treinamento e desenvolvimento gestão e estratégias. Pearson, 2007. CHARAN, Ram ; DROTTER, Stephen J. Pipeline de liderança: desenvolvimento de líderes como diferencial competitivo. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2013. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Coaching Mentoring Counseling: modelo integrado de orientação profissional. Atlas, 2012. Bibliografia Complementar: LYONS, Laurence S.; GOSDSMITH, Marshall; MCARTHU, Sarah. Coaching: o exercício da liderança. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2009. COLELLA, Adrienne; HITT, Michael A. Comportamento organizacional. 3. ed. São Paulo: LTC, 2013. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade introdutória. São Paulo: Atlas, 2010 MENDONÇA, Márcia Furtado de; NOVO, Damaris Vieira; CARVALHO, Rosangela de. Gestão e liderança. São Paulo: FGV, 2011. LABORATÓRIO DE EMPREENDEDORISMO III 97 Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Risco e retorno. Balanço e demonstração de resultados pró-forma. Índices de liquidez, endividamento, lucratividade e rentabilidade. Estrutura de capital. Alavancagem financeira. Técnicas de previsão de vendas. Fluxos de caixa. Orçamento de caixa. Fluxos de caixa para orçamento de capital. Técnicas de análise de investimentos de capital. Bibliografia Básica: BERNARDI, Luís Antonio. Manual de formação de preços: políticas, estratégias e fundamentos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007. BRUNI, A.; FAMÁ, R. Gestão de custos e formação de preços. São Paulo: Atlas, 2003. MAXIMINIANO, Antonio César Amaru. Administração para Empreendedores: fundamentos da criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. Bibliografia Complementar: BORNIA, Antonio Cezar. Análise Gerencial de Custos: aplicação em empresas modernas. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2010. HORNGREN, Charles T.; FOSTER, George; e DATAR, Srikant M. Contabilidade de Custos. 9. ed. Rio de janeiro: LTC, 2000. MEGLIORINI, Evandir. Custos: análise e gestão. 3. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2011. SHANK, John K. A revolução dos custos: como reinventar e redefinir sua estratégia de custos para vencer em mercados crescentemente competitivos. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. WERNKE, Rodney. Análise de Custos e Preços de Vendas: ênfase em aplicações e casos nacionais. São Paulo: Saraiva, 2005. LIDERANÇA E CRIATIVIDADE Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Conceituação. Estilos de liderança. Liderança orientada para a tarefa. Liderança orientada para pessoas. Teorias dos traços de personalidade. Teorias comportamentais. Teorias situacionais e contingenciais de liderança. Novas abordagens sobre liderança. Criatividade. O processo criativo. As funções da mente. Como estimular a criatividade na empresa. Característica das pessoas criativas. Características das empresas criativas. Bibliografia Básica: ANDERS, George. Você é bom o suficiente para pertencer à esta equipe? Como identificar talentos e fazê-los brilhar no trabalho. Campus, 2013. CHARAN, Ram ; DROTTER, Stephen J. Pipeline de liderança: desenvolvimento de líderes como diferencial competitivo. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2013. 98 MENDONÇA, Márcia Furtado de; NOVO, Damáris Vieira; CARVALHO, Rosangela de. Gestão e liderança. São Paulo: Fgv, 2011. Bibliografia Complementar: PREDEBON, José. Criatividade: abrindo o lado inovador da mente. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2013. ILHARCO, Fernando. Mourinho: liderança, trabalho em equipa e excelência profissional. Editora: Universidade Catolica Editora, 2010. LYONS, Laurence S.; GOSDSMITH, Marshall; MCARTHU, Sarah. Coaching: o exercício da liderança. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade introdutória. São Paulo: Atlas, 2010. VIANNA, Maurício; ADLER, Isabel K.; VIANNA, Ysmar. Design Thinking: inovação em negócios. São Paulo: Mjv Press, 2012. (E-BOOK GRATUITO) 6º PERÍODO ADMINISTRAÇÃO DE VENDAS E NEGOCIAÇÕES Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: A venda integrada ao Sistema de Marketing. Definição de Estratégias de Vendas. O Planejamento de Vendas. Método de Previsão de Vendas. Organização da Atividade de Vendas. Zoneamento de Vendas. Estruturação da Força de Vendas. Administração de um Sistema de Incentivos. Controle da Equipe de Vendas. Análise de Custos, de Vendas e de Marketing. Bibliografia Básica: GUERRA, Paulo. Administração de vendas: o passo a passo para a gerência. São Paulo: Ciência Moderna, 2007. BIAGIO, Luiz Arnaldo. Como calcular o preço de venda. São Paulo: Manole, 2012. MARTIN, Francis; MEINBERG, José Luiz; GOLDBERG, Claudio. Gestão Estratégica de Vendas. São Paulo: FGV, 2012. Bibliografia Complementar: CORREIA, António Damasceno. Manual de negociação. Lidel, 2012. ASHERMAN, Ira. Negociação na prática: 60 exercícios para a sua equipe de vendas atingir desempenho máximo. Campus, 2012. TOMANINI, Cláudio et. al. Gestão de Vendas. 5.ed. São Paulo: FGV, 2011. URDAN, Flávio Torres; URDAN, André Torres. Gestão do composto de Marketing. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2013. YASUDA, Aurora. Pesquisa de Marketing: guia para a prática de pesquisa de mercado. São Paulo: Cengage Learning, 2012 GESTÃO ESTRATÉGICA Carga Horária: 45 Créditos: 03 99 Ementa: O conceito de estratégia, histórico e definições. As escolas tradicionais de Planejamento Estratégico, Posicionamento Competitivo, Visão Baseada em Recursos, Capacitações Centrais e Gestão de Competências. O gerente e tomadas de decisões. O gerente como agente de mudança. O gerente e a cultura organizacional. Alianças estratégicas entre equipes. Bibliografia Básica: LUCCA, Giancarlo. Gestão estratégica balanceada: um enfoque nas boas práticas estratégicas. Atlas, 2013. MINTZBERG, H. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookman, 2010. TORRES, Alexandre. Gestão Estratégica: conceitos e casos. Atlas, 2013. Bibliografia Complementar: DIAS, Sergio. Pesquisa de Mercado. São Paulo: Saraiva, 2012. LUPETTI, Marcelia. Gestão estratégica da comunicação mercadológica: Planejamento. 2. ed. São Paulo: Thomson, 2012. KIM, W. Chan; MAUBORGNE, Renée. A Estratégia do Oceano Azul: como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante. 13. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012. MARTINS, Tomás Sparano et. al. Incrementando a estratégia: uma abordagem do balancedscorecard. Ibpex, 2010. RODRIGUES, Jorge. Gestão estratégica das instituições financeiras. Escolar Editora, 2012. LABORATÓRIO DE EMPREENDEDORISMO IV Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Noções de políticas públicas para inovação. Financiamento. Incubação. Plano de negócios. Bibliografia Básica: FINOCCHIO JUNIOR, José. Project Model Canvas: gerenciamento de projetos sem burocracia. Campus, 2013 OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves. Business Model Generation: Inovação em modelos de negócios: um manual para visionários, inovadores e revolucionários. Rio de Janeiro: Alta Books, 2011. BORJA DE MOZOTA, Brigitte. Gestão do Design: Usando o design para construir valor de marca e inovação corporativa. São Paulo: Bookman, 2011. Bibliografia Complementar: RIES, Eric. A Startup Enxuta. Lua de Papel, 2012. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: Transformando Ideias Em Negócios. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. _____. Empreendedorismo corporativo. 2. ed. 2. impr. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 100 MAXIMINIANO, Antonio César Amaru. Administração para Empreendedores: fundamentos da criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. VIANNA, Maurício; ADLER, Isabel K.; VIANNA, Ysmar. Design Thinking: inovação em negócios. São Paulo: Mjv Press, 2012. (E-BOOK GRATUITO) LOGÍSTICA Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Conceitos de logística empresarial, gestão da cadeia de suprimentos e cadeia de valor. Operações e integração entre os elementos da cadeia. Nível de serviço logístico. Operadores logísticos. Tecnologia da informação. Gerenciamento de depósitos ou centros de distribuição. Canais de distribuição, distribuição física e roteirização. Modais de transportes. Principais custos logísticos. Logística Reversa. Bibliografia Básica: CAXITO, Fabiano (Coord.). Logística: um enfoque prático. Saraiva, 2011. CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos. Cengage Learning, 2012. PEREIRA, André Luiz. Logística reversa e sustentabilidade. Cengage Learning, 2012. Bibliografia Complementar: BAÑOLAS, Rogério Garcia. Mudança: uma crônica sobre transformação e logística lean. Bookman, 2013. MELO, Edson Correia de; PENOF, David Garcia; Ludovico, Nelson. Gestão de produção e logística. Saraiva, 2013. OLIVO, Rodolfo L. F. Logística na cadeia de suprimentos: técnicas, ferramentas e conceitos. São Paulo: Saint Paul, 2013. WANKE, Peter F. Logística para micro e pequenas empresas. Atlas, 2012. OLIVEIRA, D.P.R. Sistemas de organizações métodos: uma abordagem gerencial. São Paulo: Atlas, 2010. ORÇAMENTO Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Estudo das teorias, conceitos, ferramentas e práticas de Planejamento/Controle de Resultados e Gestão Orçamentária. Entendimento sobre a inter-relação entre a administração (planejamento, coordenação e controle) e a Contabilidade. Decisão de Financiamento. Valor Presente Líquido. Taxa Interna de Retorno. Payback. Custo Médio Ponderado de Capital. Bibliografia Básica: GARRISON, Ray H.; NOREEN, Eric W.; BREWER, Peter C. Contabilidade Gerencial. 14.ed. Mcgraw Hill, 2013 101 ASSAF NETO, Alexandre; LIMA, Fabiano Guasti. Curso de administração financeira. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2011. HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira aplicada, estratégias financeiras e orçamento empresarial. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2010. Bibliografia Complementar: MATIAS, Alberto Borges; CARNEIRO, Murilo. Orçamento empresarial: teoria, prática e novas técnicas. Atlas, 2011. GITMAN, Lawrence. J. Princípios de Administração Financeira. 12.ed. São Paulo: Pearson Education, 2010. MARION, J. C. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. PADOVEZE, Clóvis Luís; TARANTO, Fernando. Orçamento empresarial: novos conceitos e técnicas. Prentice Hall, 2009. SARDINHA, José Carlos et. al. Orçamento e controle. FGV, 2008. PESQUISA OPERACIONAL I Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Introdução à Programação Linear. O Método Simplex. A Geometria do Método Simplex. Dualidade. O método de transporte. Análise de Sensibilidade. Teoria dos Grafos. Programação. Programação Inteira. Aplicação de modelos utilizando computadores. Bibliografia Básica: ANDRADE, E. L. Introdução à pesquisa operacional: métodos e modelos para análise de decisão. LTC Editora, 2009. HILLIER, F., LIEBERMAN, G. Introdução à pesquisa operacional. 9.ed. Bookman, 2013. CAIXETA FILHO, José Vicente. Pesquisa operacional: São Paulo: Atlas, 2011. 169 p. Bibliografia Complementar: COLIN, Emerson Carlos. Pesquisa operacional: 170 aplicações em estratégia. Ltc, 2007. CORRAR, Luiz J.; THEÓPHILO, Carlos Renato (Coord.). Pesquisa operacional para decisão em Contabilidade e Administração. 2.ed. Atlas, 2008. LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões. 4.ed. Prentice Hall, 2009. PASSOS, Eduardo José Pedreira Franco dos. Programação Linear Como Instrumento da Pesquisa Operacional. Atlas, 2008. SILVA, Ermes Medeiros. Pesquisa operacional para os cursos de Administração e Engenharia. 4.ed. Atlas: 2010 PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO 102 Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Introdução ao sistema de produção: entradas, transformações e saídas. Previsão de Demanda. Gestão de Estoques. Planejamento de Necessidades Materiais, Planejamento Agregado, Planejamento de Vendas e Operações e Plano Mestre de Produção. Bibliografia Básica: FERNANDES, Flavio Cesar Faria; FILHO, Moacir Godinho. Planejamento e Controle da Produção: dos Fundamentos ao Essencial. Atlas, 2010. CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento e controle da produção. 2.ed. Manole, 2008. TAPPING, Don; SHUKER, Tom. Lean office: gerenciamento do fluxo de valor para áreas administrativas. Hermus, 2010. Bibliografia Complementar: ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução a pesquisa operacional. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 204 p. HOSEUS, M., LIKER, J. K. A cultura Toyota: a alma e o modelo Toyota. Bookman, 2009. JOHNSTON, R.; CHAMBERS, S.; SLACK, N. Administração da Produção. 3.ed. São Paulo: Editora Atlas, 2009. MESQUITA, M. A., LUSTOSA, L. P. Planejamento e Controle da Produção. Campus, 2008. TAHA,Hamdy . Pesquisa operacional. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008 LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS Carga Horária: 45 Crédito: 03 Ementa: Concepção da surdez e a importância da Língua Brasileira de Sinais para a formação do deficiente auditivo em seus aspectos culturais e sócio-interacionais. Aspectos filosóficos, funcionais e gramaticais da LIBRAS. Produção Linguística. Bibliografia Básica (3 títulos): CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue da Língua de Sinais Brasileira Vol. I e II. São Paulo: Edusp – Editora da Universidade de São Paulo, 2001. FERNANDES,Eulalia. Linguagem e Surdez. Editora Artmed, 2003. MEC. Ensino da Língua portuguesa para surdos. Brasília: MEC, 2002. Complementar (05 títulos): CARVALHO, R. E. Educação inclusiva: com os pingos nos “is”. Porto Alegre: Mediação, 2004. FINGER, I.; QUADROS, R. M. de. Teorias de aquisição da linguagem. Florianópolis: 103 Ed. da UFSC, 2008. LIILO-MARTIN, D. Estudos de aquisição de línguas de sinais: passado, presente e futuro. In: QUADROS, R. M.; VASCONCELLOS, M. L. B. (Org.). Questões teóricas das pesquisas em línguas de sinais. Petrópolis, RJ: ED. Arara Azul, 2008, p. 199-218. GOLDFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sociointeracionista. São Paulo: Plexus Editora, 1997. QUADROS, R. M.; KAMOPP, L. B. Língua de Sinais Brasileira: Estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. 7º PERÍODO FERRAMENTAS DE GESTÃO EMPRESARIAL I Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Apresentação das Principais Ferramentas de Gestão das Áreas de Marketing e Gestão de Pessoas. Apresentação das Principais Ferramentas de Gestão das Áreas de Finanças e Produção. Bibliografia Básica: LEMES, Antonio Barbosa JR. et al. Administrando Micro e Pequenas Empresas. São Paulo: Campus, 2001. BARROS, Ageu. Gestão estratégica nas pequenas e médias empresas. São Paulo: Ciência Moderna, 2005. FERREIRA, Manuel Portugal. Marketing para empreendedores e pequenas empresas. São Paulo: Atlas, 2010. 380 p. Bibliografia Complementar: J R. Thomaz Wood . Gestão Empresarial: O Fator Humano: São Paulo:Atlas,2002 PARENTE,J. Jr. Wood. Jones Victoria: Gestão Empresarial: Estratégias de Marketing: São Paulo: Atlas,2003. BERTERO, Carlos Osmar: Gestão Empresarial: Estratégias Organizacionais: São Paulo:Atlas,2006. OLIVEIRA, J. Otávio: Gestão Empresarial: Sistemas e Ferramentas: São Paulo:Atlas,2007. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças: Gestão Para Resultados: São Paulo:Atlas,2010. FORMAÇÃO DE GERENTES Carga Horária: 45 Ementa: Créditos: 03 104 Fundamentos da consultoria organizacional. Habilidades do consultor. Modelos e ferramentas para consultoria. Modelos e ferramentas para consultoria. Práticas de consultoria. Tópicos especiais em gestão de empresas. Tópicos em consultoria empresarial. Bibliografia Básica: BLOCK, Peter. Consultoria Infalível: um guia prático, inspirador e estratégico. 3.ed. M. Books, 2012. OLIVEIRA, Djalma Pinto Rebolças. Manual de Consultoria Empresarial: conceitos, metodologias, práticas. 11.ed. Atlas, 2012. WEISS, Alan. Consultor de Ouro: guia profissional para a construção de uma carreira. 4.ed. Bookman, 2012. Bibliografia Complementar: CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. São Paulo: Elsevier, 2005. 529 p. CONCISTRÈ, Luiz. Consultoria: uma opção de vida e carreira. Campus, 2012. CROCCO, Luciano; GUTTMANN, Erik. Consultoria Empresarial. 2.ed. Saraiva, 2010. HIRSCHLE, Ana Lúcia Teixeira et al. Consultoria Organizacional: teorias e práticas. Atlas, 2010. LEITE, Luiz Augusto Mattana da Costa et al. Consultoria em Gestão de Pessoas. 2.ed. FGV management, 2009. GESTÃO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Fundamentos e condicionantes do plano de negócios, estruturação do plano de negócios para novas empresas e projetos novos para empresas existentes. Bibliografia Básica: BIAGIO, Luiz Arnaldo; BATOCCHIO, Antônio. Plano de Negócios: estratégia para micro e pequenas empresas. 2.ed. São Paulo: Manole. 2012. DEUTSCHER, José Arnaldo et al. Plano de Negócios. Rio de Janeiro: FGV Management, 2012. DORNELAS, José. Plano de Negócios: Seu Guia Definitivo - Passo a Passo para Você Planejar e Criar um Negócio de Sucesso. Elsevier, 2011. Bibliografia Complementar: DORNELAS, José. Plano de Negócios: exemplos práticos. Elsevier, 2013. AJZENTAL, Alberto; CECCONELLO, Antônio Renato. A Construção do Plano de Negócio. São Paulo: Saraiva, 2007. BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de Plano de Negócios. São Paulo: Atlas. 2006. BIZZOTTO, Carlos Eduardo N.. Plano de Negócios Para Empreendimentos Inovadores. São Paulo: Atlas, 2008. NAKAGAWA, Marcelo. Plano de Negócio: Teoria Geral. São Paulo: Manole, 2012. 105 GESTÃO DE QUALIDADE Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Conceitos e evolução da gestão da qualidade. Sistemas da qualidade na dimensão da Administração. Gestão integrada da qualidade e produtividade. Sistemas de qualidade normalização. Qualidade em projetos. Bibliografia Básica: BALLESTERO-ALVAREZ, Maria Esmeralda. Gestão de Qualidade, Produção e Operações. 2.ed. Atlas, 2012. CARVALHO, M.M.; PALADINI, E. P. Gestão da Qualidade: Teoria e Casos. 2.ed. Campus, 2012. TOLEDO, José Carlos de et. al. Qualidade: gestão e métodos. LTC, 2013. Bibliografia Complementar: CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Gestão da Qualidade: Conceitos e Técnicas. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2012. CHENG, LinChih; FILHO, Leonel Del Rey de Melo. QFD: Desdobramento da Função Qualidade na Gestão de Desenvolvimento de Produtos. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. PALADINI,Edson Pacheco. Gestão da Qualidade. São Paulo: Atlas, 1999. 302 p. MELLO, Carlos Henrique Pereira. Iso 9001:2008: Sistema de Gestão da Qualidade Para Operações de Produção e Serviços. São Paulo: Atlas, 2009. RODRIGUES, Marcus Vinicius. Ações para a qualidade. 4.ed. Campus, 2012. JOGOS DE EMPRESAS Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Fundamentos e condicionantes do plano de negócios, estruturação do plano de negócios para novas empresas e projetos novos para empresas existentes. Bibliografia Básica: GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de Empresa. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2007 SCHAFRANSKI, Luiz Erley; TUBINO, Dalvio Ferrari. Simulação empresarial em gestão de produção: desenvolvendo um laboratório de planejamento e controle da produção através de jogos empresariais. 1.ed. São Paulo: Atlas. 2013. VASCONCELLOS, Eduardo. Como vencer a concorrência de forma lucrativa: ensinamentos do Google, Intel, Sap, Cielo, Man, Wahler, Petrobrás e outras empresas. São Paulo. Atlas. 2012 Bibliografia Complementar: CHIAVENATO, Idalberto. Comportamento organizacional a dinâmica do sucesso das organizações. Rio de Janeiro: Campus, 2005. 539 p. 106 SAUAIA, Antônio Carlos Aidar. Laboratório de gestão: simulador organizacional, jogos de empresas e pesquisa aplicada. São Paulo: Manole, 2013. SHIMIZU, Tamio. Decisão nas Organizações. 3.ed. São Paulo: Atlas.2013. ANDREOLA, Balduíno. Dinâmica de grupo jogo da vida e didática do futuro. Petrópolis: Vozes, 2004. GONÇALVES, Carlos Alberto. Estratégia empresarial. Rio de Janeiro: Saraiva 2006. 325 p. PLANO DE NEGÓCIOS I Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Fundamentos e condicionantes do plano de negócios, estruturação do plano de negócios para novas empresas e projetos novos para empresas existentes. Bibliografia Básica: BIAGIO, Luiz Arnaldo; BATOCCHIO, Antônio. Plano de Negócios: estratégia para micro e pequenas empresas. 2.ed. São Paulo: Manole. 2012. DEUTSCHER, José Arnaldo et al. Plano de Negócios. Rio de Janeiro: FGV Management, 2012. DORNELAS, José. Plano de Negócios: exemplos práticos. Elsevier, 2013. Bibliografia Complementar: AJZENTAL, Alberto; CECCONELLO, Antônio Renato. A Construção do Plano de Negócio. São Paulo: Saraiva, 2007. BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de Plano de Negócios. São Paulo: Atlas. 2006. BIZZOTTO, Carlos Eduardo N.. Plano de Negócios Para Empreendimentos Inovadores. São Paulo: Atlas, 2008. DORNELAS, José. Plano de Negócios: Seu Guia Definitivo - Passo a Passo para Você Planejar e Criar um Negócio de Sucesso. Elsevier, 2011. NAKAGAWA, Marcelo. Plano de Negócio: Teoria Geral. São Paulo: Manole, 2012. TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO I Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: A Nova realidade da empresa familiar, processo de planejamento, processo organizacional, processo diretivo, processo de controle e analisar as organizações como sistemas sociais. Bibliografia Básica: LEONE. Nivaldo Maria de Clodoaldo Pinto Guerra. Empresa Familiar. São Paulo:Atlas.2010. OLIVEIRA. Djalma de Pinho Rebouças. Empresa Familiar. São Paulo. Atlas. 2010. ADACHI. Pedro Pobdoi dachi. Família S.A. São Paulo. Atlas. 2006. 107 Bibliografia Complementar: BOWDITCH, James L. Elementos de comportamento organizacional. Rio de Janeiro: Pioneira, 2004 305p. ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional. Rio de Janeiro: LTC, 1998. MCKENNEY, James L. Ondas de transformações. Rio de Janeiro: Qulitymark, 1998. PREZULLO, Suzan. Desenvolvendo sua Organização. São Paul: SENAC, 2004. TORQUARTO, Gaudêncio. Tratado de comunicação organizacional: Cengage Learning, 2011. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Estrutura do anteprojeto. Redação da introdução (com a definição da situação problema e do problema de pesquisa), objetivos, justificativa, delimitação, metodologia, e revisão de bibliografia. Planejar o estudo de caso. Formatação das partes pré-textual, textual e pós-textual. Defesa do anteprojeto. Bibliografia Básica: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. ZILBERKNOP, Lúbia Scliar; MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental: de acordo com as normas da ABNT. 29. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. 3. reimpr. São Paulo: Atlas, 2007. Bibliografia Complementar: PINHEIRO, Roberto Meireles et. al. Pesquisa de Mercado. São Paulo: FGV, 2011. VIRGILLITO, Salvatore Benito. Pesquisa de Marketing: abordagem quantitativa e qualitativa. São Paulo: Saraiva, 2010. YASUDA, Aurora. Pesquisa de Marketing: guia para a prática de pesquisa de mercado. São Paulo: Cengage Learning, 2012. OTANI, Nilo; FIALHO, Francisco Antônio Pereira. TCC: métodos e técnicas. 2. ed. Florianópolis: Visual Books, 2011. VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em Administração. 14.ed. Atlas, 2013. ESTÁGIO SUPERVISIONADO Carga Horária: 150 Créditos: 10 Ementa: Ao final do estágio o aluno deverá apresentar um relatório na área de administração com parecer do professor orientador de estágio e realizado sob supervisão de profissionais de empresas privadas, órgãos públicos e do terceiro setor. 108 Bibliografia Básica: BIANCHI, Anna Cecilia de Moraes. Manual de orientação estágio supervisionado. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 98 p. ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio do curso de administração: guia para pesquisas, projetos, estágios e trabalho de conclusão de curso. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2009. OLIVEIRA. Aristeu. Estágio, Trabalho Temporário e Trabalho a Tempo Parcial. São Paulo: Atlas, 2009. Bibliografia Complementar: DEMO, Pedro. Pesquisa princípio científico e educativo: São Paulo: Cortez, 2011. 124 p. ASSOCIACAO Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023 informação e documentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e Relatórios de pesquisa em Administração. 14.ed. São Paulo: Atlas, 2013. MARTINS, Sergio Pinto. Estágio e Relação de Emprego. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2012. ALVARENGA, Marina. Manual de orientação de estágio supervisionado. Rio de Janeiro: Cengage e Learning.2009 8º PERÍODO FERRAMENTAS DE GESTÃO EMPRESARIAL II Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Apresentação das Principais Ferramentas de Gestão das Áreas de Marketing e Gestão de Pessoas. Apresentação das Principais Ferramentas de Gestão das Áreas de Finanças e Produção. Bibliografia Básica: LEMES, Antonio Barbosa JR. et al. Administrando Micro e Pequenas Empresas. São Paulo: Elsevier, 2010. BARROS, Ageu. Gestão estratégica nas pequenas e médias empresas. São Paulo: Ciência Moderna, 2005. _________. Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. 8 ed. São Paulo: Atlas, 1998. Bibliografia Complementar: J R. Thomaz Wood . Gestão Empresarial: O Fator Humano: São Paulo:Atlas,2002 PARENTE,J. Jr. Wood. Jones Victoria: Gestão Empresarial: Estratégias de Marketing: São Paulo:Atlas,2003. BERTERO, Carlos Osmar: Gestão Empresarial: Estratégias Organizacionais: São Paulo:Atlas,2006. 109 OLIVEIRA, J. Otávio: Gestão Empresarial: Sistemas e Ferramentas: Paulo:Atlas,2007. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças: Gestão Para Resultados: Paulo:Atlas,2010 São São FORMAÇÃO DE GESTORES DA MICRO E PEQUENA EMPRESA Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Características das pequenas empresas. Problemas típicos de gestão de micro e pequenas empresas. Entidades de apoio à profissionalização da gestão de micro e pequenas empresas. Redes de pequenas empresas. Associativismo e cooperativismo nas pequenas empresas. Bibliografia Básica: ALMEIDA, José Elias Feres de et al. Contabilidade das Pequenas e Médias Empresas. Campus, 2013. JUNIOR, Antonio Barbosa Lemes; PISA, Beatriz Jackiu. Administrando Micro e Pequenas Empresas. Campus, 2010. WANKE, Peter F.; MAGALHÃES, Andréa. Logística para Micro e Pequenas Empresas. Atlas, 2012. Bibliografia Complementar: GIMENEZ, Levi; OLIVEIRA, Antonio Benedito Silva. Contabilidade Para Gestores: uma abordagem para pequenas e médias empresas. Atlas, 2011. LONGENECKER, Justin G. et al. Administração de Pequenas Empresas. 13.ed. Thomson Learning. 2007. PALETTA, Marco Antonio. Vamos Abrir uma Pequena Empresa: um guia prático para abertura de novos negócios. 2.ed. Alínea, 2010. FARAH JR, Moises Francisco. Pequena empresa e competitividade desafios e oportunidades: Juruá, 2008. 249p. ATKINSON , Anthony a. ...et al. Contabilidade gerencial: São Paulo: Atlas, 2011. 812 p. FORMAÇÃO DE CONSULTORES Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Fundamentos da consultoria organizacional. Habilidades do consultor. Modelos e ferramentas para consultoria I. Modelos e ferramentas para consultoria II. Práticas de consultoria. Tópicos especiais em gestão de empresas. Tópicos em consultoria empresarial. Bibliografia Básica: 110 CROCCO, Luciano; GUTTMANN, Erik. Consultoria Empresarial. 2.ed. Saraiva, 2010. BLOCK, Peter. Consultoria Infalível: um guia prático, inspirador e estratégico. 3.ed. M. Books, 2012. OLIVEIRA, Djalma Pinto Rebolças. Manual de Consultoria Empresarial: conceitos, metodologias, práticas. 11.ed. Atlas, 2012. Bibliografia Complementar: COELHO, João. Diário de Um Consultor: a consultoria sem segredos. Atlas, 2013. CONCISTRÈ, Luiz. Consultoria: uma opção de vida e carreira. Campus, 2012. WEISS, Alan. Consultor de Ouro: guia profissional para a construção de uma carreira. 4.ed. Bookman, 2012. HIRSCHLE, Ana Lúcia Teixeira et al. Consultoria Organizacional: teorias e práticas. Atlas, 2010. LEITE, Luiz Augusto Mattana da Costa et al. Consultoria em Gestão de Pessoas. 2.ed. FGV management, 2009. GESTÃO DE PROJETOS Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Considerações gerais sobre sistemas de processamento de dados e projetos. Casos sobre organização dos recursos de um projeto. Metodologia de gerenciamento e controle de projetos. Trabalho sobre relatório de gerenciamento do projeto (sistema de controle de produção). Técnica de estimativas num projeto: comentários sobre técnicas atuais. Bibliografia Básica: FINOCCHIO JUNIOR, José. Project Model Canvas: gerenciamento de projetos sem burocracia. Campus, 2013. KERZNER, Harold. Gerenciamento de Projetos: uma abordagem sistêmica para planejamento, programação e controle. Blucher, 2011. DINSMORE, Paul Campbell. Gerenciamento de Projetos e o fator humano. 2.ed. Qualitymark, 2012. Bibliografia Complementar: ALDABÓ,Ricardo. Gerenciamento de projetos procedimento básico e etapas essenciais. Artliber, 2006. 141 p. BERNARDES, Maurício Moreira e Silva; OLIVEIRA, GeísaGaiger. Microsoft Project Professional 2013: gestão e desenvolvimento de projetos. Erica, 2013. KEELLING, Ralph; BRANCO, Renato Henrique Ferreira. Gestão de Projetos: uma abordagem global. 2.ed. Saraiva, 2012. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração de projetos. 4.ed. Atlas, 2010. NOKES, Sebastian Nokes; KELLY, Sean Kelly. O guia definitivo do Gerenciamento de Projetos: como alcançar resultados dentro do prazo e do orçamento. 2.ed. Bookman, 2012. 111 PLANO DE NEGÓCIOS II Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Estruturação do plano de negócios para novas empresas e projetos novos para empresas existentes com foco em novos produtos / serviços e em novas estratégias de marketing. Bibliografia Básica: DEUTSCHER, José Arnaldo et al. Plano de Negócios. Rio de Janeiro: FGV Management, 2012. ______. Plano de Negócios: passo a passo para você planejar e criar um negócio de sucesso. Elsevier, 2011. BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de Plano de Negócios. São Paulo: Atlas. 2006. Bibliografia Complementar: AJZENTAL, Alberto; CECCONELLO, Antônio Renato. A construção do Plano de Negócio. São Paulo: Saraiva, 2007. DORNELAS, José. Plano de Negócios: exemplos práticos. Elsevier, 2013. BIAGIO, Luiz Arnaldo; BATOCCHIO, Antônio. Plano de Negócios: estratégia para micro e pequenas empresas. 2.ed. São Paulo: Manole. 2012. BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de Plano de Negócios. São Paulo: Atlas. 2006. BIZZOTTO, Carlos Eduardo N.. Plano de negócios para empreendimentos inovadores. São Paulo: Atlas, 2008. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Realização do estudo de caso e suas respectivas análises. Redação do estudo de caso, análises, considerações finais e recomendações de trabalhos futuros. Formatação final das partes pré-textual, textual e pós-textual. Defesa do TCC. Bibliografia Básica: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. 3. reimpr. São Paulo: Atlas, 2007. RUIZ, João Álvaro. Metodologia cientifica guia para eficiência nos estudos.São Paulo: Atlas, 1982. 167 p. CERVO,Amado Luiz. Metodologia cientifica: Mc Graw - Hill, 1978. 249 p. Bibliografia Complementar: AZEVEDO, Cecília Borges. Metodologia Científica ao alcance de todos. São Paulo: Manole Ltda., 2009. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 112 PINHEIRO, Roberto Meireles et. al. Pesquisa de Mercado. São Paulo: FGV, 2011. VIRGILLITO, Salvatore Benito. Pesquisa de Marketing: abordagem quantitativa e qualitativa. São Paulo: Saraiva, 2010. YASUDA, Aurora. Pesquisa de Marketing: guia para a prática de pesquisa de mercado. São Paulo: Cengage Learning, 2012. ZILBERKNOP, Lúbia Scliar; MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental: de acordo com as normas da ABNT. 29. ed. São Paulo: Atlas, 2010. OPTATIVAS Comércio Eletrônico (E-Commerce) Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Prospecção de tecnologias, ferramentas e recursos do comércio eletrônico. Os negócios no mundo on-line. Captando perfis de clientes e gerenciando dados. Considerações sobre loja virtual. Segurança no website de e-commerce. Oportunidades e novas tendências em e-business. Ética e o futuro dos recursos eletrônicos de venda e negociação. Bibliografia Básica ADOLPHO, Conrado. Os 8 Ps do marketing digital: o seu guia estratégico de marketing digital. São Paulo: Novatec, 2011. TURCHI, Sandra R. Estratégias de marketing digital e-commerce. São Paulo: Atlas, 2012. FELIPINI, Dailton. Empreendedorismo na internet: melhores práticas de e-commerce. São Paulo: Brasport, 2010. Bibliografia Complementar BORNIA, Antonio Cezar. Análise Gerencial de Custos: aplicação em empresas modernas. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2010. BRADLEY, Anthony J.; MCDONALD, Mark P. Mídias sociais na organização: como liderar implementando mídias sociais e maximizar os valores de seus clientes e funcionários. São Paulo: M. Books, 2012. CIPRIANI, Fábio. Estratégia em mídias sociais: como romper o paradoxo das redes sociais e tornar a concorrência irrelevante. Rio de Janeiro: Campus, 2011. LINDSTROM, Martin. A Lógica do Consumo: verdades e mentiras sobre por que compramos. São Parulo: Nova Fronteira, 2009. MARTIN, Neale. Hábitos de Consumo. Rio de Janeiro: Campus, 2009. Educação Ambiental Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: A história das noções de meio ambiente e de natureza. Sustentabilidade ambiental, consumo e cidadania. Processos produtivos e sustentabilidade. A emergência da Educação Ambiental no Brasil. Vertentes contemporâneas em 113 Educação Ambiental. Projetos de Educação Ambiental: planejamento, execução e avaliação. Bibliografias Básica: PELIOZZOLI, M. L. Correntes da ética ambiental. Petrópolis: VOZES, 2004. RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. TACHIZWA, T. Gestão Ambiental e responsabilidade comparativa. São Paulo: ATLAS, 2008. Complementar: ODUM, Eugene. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1983 JANET M. Thomas. Economia ambiental fundamentos políticas e aplicações: CENGAGE. LEARNING, 2010. Leff, Enrique. Saber ambiental sustentabilidade racionalidade complexidade poder: Petrópolis: Vozes, 2009. GUIMARAES, Mauro. A dimensão ambiental na educação: PAPIRUS, 2009. 104p. TACHIZAWA, TAKESCHY. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa estratégias de negócios na reponsabilidade :São Paulo: ATLAS, 2008. ESTUDO DAS RELAÇÕES ÉTNICOS-RACIAIS NO BRASIL Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: Identidade e diversidade cultural. Alteridade e cidadania. O mito da democracia racial. Identidade cultural, mudanças sociais e tradição. Subjetividade e identidade cultural. Universalismo e particularismo. O debate em torno das categorias “raça” e “etnia” no processo de formação do imaginário social quanto às representações destes três elementos na modernidade. A discussão da história dos excluídos da história. Póscolonialismo e Perspectivas sobre o negro na sociedade de classes. Sub cidadania na modernidade periférica. Relações existentes entre o negro e o índio associados à autoimagem do brasileiro alicerçados pelo nosso Pensamento Social. Bibliografias Básica: AZEVEDO, C. M. M. de. Onda negra medo branco: o negro no imaginário das elites do século XX. 3 ed. São Paulo. Annablume, 2004. GUIMARÃES, A. S. A. Preconceito racial: modos, temas e tempos. São Paulo. Cortez, 2008. HASENBALG, Carlos. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. 2 ed. Belo Horizonte. Editora UFMG. Rio de Janeiro. IUPERJ, 2005. Bibliografias Complementar: PINTO, E. A. O Serviço Social e a questão étnico-racial: um estudo de sua relação com usuários negros. Campinas. Terceira Margem, 2003. SANTOS, J. P. De F. Ações afirmativas e igualdade racial: a contribuição do direito na construção de um Brasil diverso. São Paulo. Edições Loyola, 2005. SCHWARCZ, L. M. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil 1970-1930. São Paulo. Companhia das Letras, 1993. ADESKY, J. Anti-racismo, liberdade e reconhecimento. Rio de Janeiro. Daudt, 2006. 114 MUNANGA, Kebengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Identidade nacional versus identidade negra. .Belo Horizonte: Autêntica, 2008. TÓPICOS DO MUNDO CONTEMPORÂNEO Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa:. Estado e Sociedade; Geopolítica mundial; Geopolítica e economia do pósSegunda Guerra Mundial; Estado e meio ambiente; Traços formadores da cultura no Mundo Contemporâneo; Fundamentos e aplicações da ética, cidadania, responsabilidade social e sustentabilidade. Bibliografia Básica: BOBBIO, Norberto. Teoria Geral da Política:A Filosofia Política e a Lição dosClássicos. (Tradução de Daniela DeccacciaVersiani). Rio de Janeiro: Campus,2000 BOFF, Leonardo. Saber cuidar. Ética do humano: compaixão pela terra. 5.ª ed. Petrópolis: Vozes, 1999. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 13.ª ed. São Paulo: Ática, 1995-1997. HOBSBAWN, Eric. A Era dos Extremos. São Paulo, Cia das Letras, 1995 SANTOS, Milton. Por uma outra globalização – do pensamento único à consciência universal. RJ/SP: Record, 2001. SANTOS, Milton. Território e Sociedade. São Paulo: Perseu Abrano, 2000 Bibliografia Complementar: ARON, Raymond. Paz e Guerra entre as Nações. Brasília: Editora Universidade de Brasília; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2002. BECKER, Bertha K. A Geopolítica na virada do milênio: logística e desenvolvimento sustentável. In: BECKER, Bertha K.; MIRANDA, Mariana (Orgs.). A Geografia Política do Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997. BOBBIO, Norbert o. Teoria das Formas de Governo. (Tradução de Sérgio Bath). Brasília: Ed. UnB, 2001. BONAVIDES, Paulo. Teoria do Estado. São Paulo: Malheiros, 3ª Ed., 2003. HARVEY,David, A condição Pós-moderna, São Paulo , Loyola,1992. Gestão de Mídias Sociais Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa: As mídias sociais e o relacionamento dinâmico das instituições com o público. O engajamento de instituições e público. A repercussão de assuntos positivos e negativos e o reflexo desta repercussão para as instituições. A comunicação com públicos específicos. Bibliografias Básica: 115 BRADLEY, Anthony J.; MCDONALD, Mark P. Mídias sociais na organização: como liderar implementando mídias sociais e maximizar os valores de seus clientes e funcionários. São Paulo: M. Books, 2012. CIPRIANI, Fábio. Estratégia em mídias sociais: como romper o paradoxo das redes sociais e tornar a concorrência irrelevante. Rio de Janeiro: Campus, 2011. TERRA, Carolina Frazon. Mídias sociais: o que você precisa saber para implementar um projeto de mídias sociais. São Paulo: Editora Senac, 2012. Bibliografias Complementar: AMBROSIO, Vicente. Plano de Marketing: um roteiro para a ação. São Paulo: Prentice Hall, 2011. KOTLER, Philip. Marketing 3.0: as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano. Rio de Janeiro: Campus, 2010. SZABO, Julie; BAREFOOT, Darren. Manual de Marketing em mídias sociais. São Paulo: Novatec, 2010. CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. RECUERO, Raquel. Redes Sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, 2009. INDÚSTRIA DO GÁS NATURAL Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa Origem e composição do Gás Natural. Reservatórios de Gás Natural: determinação de volumes, comportamento de fases, balanço de materiais. Perfilagem. Análise de Produção. Processamento do Gás Natural: separação de fases, desidratação, compressão, transporte e armazenagem. Redes de gás natural. Usos e aplicações do gás natural. Bibliografia Básica: BRASIL. Balanço Energético Nacional – BEM. Ministério de Minas eEnergia, Brasília, 2002. BRASIL. Balanço de Energia Útil - BEU, Ministério de Minas e Energia,Secretaria de Energia, Departamento Nacional de Desenvolvimento Energético,Brasília, 1995. SANTOS, E. M. at. AL. Gás Natural: estratégia para uma energianova no Brasil. Annablume, FAPESP e Petrobras, 2002. Complementar: CRAIG, F.F., Jr. The Reservoir Engineering – Aspectsof Waterflooding. SPE Monograph Series, Vol. 3, SocietyofPetroleum Engineers, 1971. CAUDLE, B. H. Fundamentals ofReservoirEngineering. Part II, Letures Notes, SocietyofPetroleumEngineers, 1968. MADDOX, R. N. GasTreatingandSulfur Recovery. 4th ed., Oklahoma, 1998. Union Carbide "Glycols", 1978. INEOS "AminesSpec", 2001. 116 INDÚSTRIA DO PETRÓLEO Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa História e economia do petróleo. Como a Terra foi formada. Origens doPetróleo e sua acumulação. Atividades da indústria: exploração, performance edesenvolvimento de reservatórios, perfuração e completação de poços,avaliação de formações, elevação natural e artificial, processamento,transporte, distribuição. Sistemas de Produção de petróleo. Contratos eRegulamentação. Bibliografia Básica: BARRETO, J. M. Inteligência Artificial. PPP Edições, 1997. HENSON, M. A.; SEBORG, D. E. NonlinearProcessControl. PrenticeHall PTR, 1997. THOMAS, E. J. Fundamentos de Engenharia de Petróleo. São Paulo:Interciência, 2001. Complementar: BHATTACHARYYA, S.P.; CHAPELLAT, H.; KEEL, L. H. RobustControl. Prentice Hall Inf. And System Sciencie Series, 1995. HAYKIN, S. Neural Networks, 1994. MARLIN, T. E. ProcessControl. McGraw-Hill Int. Editions, 1995. CARDOSO, L. C. Petróleo: Do Poço ao Posto.MACHADO, G. V. Estimativa da Contribuição do Setor Petróleo aoPIB do Brasil, ANP, Notas Técnicas, Rio de Janeiro, 2002; Petrobras, AVisão Corporativa, Plano de Negócios 20072011.http//www.petrobras.com.br/.2006 INDÚSTRIA DE PROCESSOS CERÂMICOS Carga Horária: 45 Créditos: 03 Ementa História. Uso e economia. Matérias-primas básicas; conversões químicas, incluindo a química fundamental das cerâmicas. Ampliação de escala. Fluxograma. Equipamentos típicos. Bibliografia Básica: ELIAS, X. A Fabricação de Materiais Cerâmicos. EconotermiaCeramica, SL, Espanha,1994. NORTON , F. H. Introdução à Tecnologia Cerâmica. Editora EdgardBlücher e EdUSP, São Paulo, 1971. 117 VAN VLACK, L. H. Propriedade dos Materiais Cerâmicos. EditoraEdgard Blücher e Ed-USP, São Paulo, 1973. Complementar: KINGERY, W.D. ed. Ceramic Fabrication Processes. New York, JohnWiley& Sons, 1975. MUNIER, P. Technologiedes Faiances. G-V editeurs, Paris, 1957. TERPSTROP, P.ªC., PEX, e VRIES,ª H. CeramicProcessing, NewYork, Chapman & Hall,1995. SOUZA, CELSO de; GOMES, FIGUEIREDO – 1990- Minerais industriais. ISSN 972667-115-9. 1990, 247p. RADO, PAUL. Introducción a latecnología de lacerámica Edicionesomega, S.ª Barcelona, 1990, 322p. TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO II Carga Horária: 45 Crédito: 05 Ementa O cenário de negócios, conceitos básicos do planejamento, tipos de planejamento, elementos que compõem um planejamento, os níveis de planejamento, a confecção do planejamento estratégico. Bibliografia Básica TAVARES, Mauro Calixta. Gestão Estratégica. São Paulo, Atlas, 3 ed, 2010 ALMEIDA, Martinho Isnard Ribeiro; FISCHMANN, Adalberto. Planejamento Estratégico na Prática. São Paulo, Atlas. 18 reimp, 2009 MINTZBERG, H. (et al) O Processo da Estratégia: conceitos, contextos e casos selecionados. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. Complementar OLIVEIRA. Djalma de Pinho Rebouças. Administração Estratégica na Prática. Atlas. São Paulo. 2009. BETHLEM, Agrícola. Gestão Estratégica de Empresas Brasileiras. Casos Resolvidos. São Paulo, Atlas, 1 ed, 2005. FLEURY, Afonso. Gestão Empresarial das Empresas Brasileiras. São Paulo, Atlas, 1 ed, 2010 LOW, J & KALAFUT, P.C. Vantagem Invisível: como os intangíveis conduzem o desempenho da empresa. Porto Alegre: Bookman, 2003. MINTZBERG, H. (et al.). Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookman, 2000. 118 6.8.2.4 JUSTIFICATIVA PARA INCLUSÃO DA DISCIPLINA DE LIBRAS Com o objetivo de atender a necessidade do mercado de trabalho verifica-se a facilitação do processo de comunicação com as pessoas que apresentam um déficit auditivo. Nesta contextualização a disciplina visa valorizar a relação do homem enquanto ser capaz de produzir participando efetivamente do cenário profissional. A inclusão desta viabilizará a relação do discente com outros profissionais que apresentam as patologias no sistema auditivo e no resgate do cenário político social. Temos como missão capacitar os discentes para realidade nacional, buscando ofertar as condições básicas para atender a atualidade do mercado. 6.8.2.5 PLANO ACADÊMICO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Para o Curso de Administração, a Faculdade Redentor de Campos pretende adotar uma sistemática de avaliação da aprendizagem de seus alunos, para cumprir o que determina o seu Regimento que a “avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento”. Em razão disso, estabelece inicialmente que: - O Curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos terá, no mínimo, duas avaliações em cada semestre para todas as disciplinas; - O estágio supervisionado, a monografia ou o Trabalho de Conclusão de Curso obedecem a critério próprio consoante as normas adotadas; -A nota da avaliação do rendimento escolar será o resultado do conjunto de avaliações parciais, cujos pesos e ponderações serão definidos pela Coordenação do Curso ouvindo o Colegiado do Curso, nos termos de Resolução específica; - O resultado escolar será obtido mediante atribuição de nota expressa em escala numérica de 0 (zero) a 10 (dez), admitindo-se como fração decimal 0,5 (meio) ponto; - Respeitadas as disposições do Regimento Geral relativas ao regime de frequência à aula e às normas de estágio supervisionado ou à monografia e/ou Trabalho de Conclusão de Curso, será considerado aprovado e, consequentemente, dispensado da terceira 3ª verificação, o aluno que obtiver, com média final do processo de avaliação, nota igual ou superior a 7,0 (sete) pontos; 119 - Submetido à 3ª verificação, será considerado aprovado o aluno quando a média das duas maiores notas, produzir média aritmética simples, igual ou superior a 7,0 (sete pontos); - A secretaria da Faculdade divulgará em calendário escolar o período destinado a realização das provas; Não alcançando o valor mínimo para aprovação, será reprovado e deverá repetir a disciplina; - A Secretaria produzirá os atos e documentos necessários para a formalização adequada do processo de avaliação do Curso de Administração; - O resultado final do processo de avaliação deverá ser enviado pelo professor, sobre cada aluno, no âmbito da respectiva disciplina, para os fins a que se destina. Com esses critérios, espera-se que a Faculdade Redentor de Campos e os alunos do Curso de Administração contribuam com a construção do seu processo de avaliação. 6.8.2.6. ESTÁGIOS O estágio curricular é obrigatório no curso de Administração, devendo o aluno cumprir 150 horas. As diretrizes e normas para a realização de estágio nos cursos de graduação da Faculdade Redentor de Campos seguem no anexo A deste projeto. 6.8.2.7. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso serve como um balizador para verificar a realidade que o aluno chega aos três últimos períodos. O processo se inicia com a disciplina Trabalhos de Conclusão de Curso I, no 7º período, onde além de orientar o aluno na elaboração do seu projeto no que tange as normas, dá início a elaboração do projeto. O TCC I contempla pesquisa técnica, teórica e científica, que se constitui elemento necessário ao desenvolvimento do projeto, e que tem a natureza de gerar e condensar o repertório que será utilizado no projeto. 120 O TCC II constitui o desenvolvimento das propostas da primeira fase, resultando num projeto que seja a expressão e síntese do conhecimento obtido ao longo do curso, explorando ao máximo os conteúdos das diversas disciplinas. Observa-se nele a adequação entre o tema escolhido, o local e a população-alvo, a verificação das hipóteses e a convergência com os objetivos propostos. Ao realizar o TCC, o aluno deverá demonstrar, de maneira clara e satisfatória, conhecimento do tema abordado e compreensão das exigências da profissão. Procuramos desta forma apenas colocar no mercado um profissional com plenas condições para o exercício da sua profissão. Segue no anexo B deste projeto a normatização do Trabalho de Conclusão de Curso. 6.8.2.8. METODOLOGIA A metodologia definida para desenvolver as atividades do curso está plenamente comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos. Desta forma, para o Curso de Graduação em Administração da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS serão propostas as seguintes atividades: encontros científicos; Projetos de Iniciação Científica e Extensão nos convênios com a Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes e empresas privadas, com a participação de outros Cursos de Graduação da IES; workshops com apresentação dos trabalhos desenvolvidos nos campos de estágio; apresentação oral e pública dos Trabalhos de Conclusão de Curso; participação dos graduandos e docentes em eventos relacionados à área de produção com apresentação de palestras abertas ao público em geral. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO CURRICULAR O Curso pretende, através deste sistema, possibilitar que o aluno tenha uma percepção acurada de seu percurso e desempenho através dos conteúdos das 121 disciplinas e por outro lado, permitir que a Coordenação tenha instrumentos adequados para medir o aproveitamento de seu sistema pedagógico, Corpo Docente e filosofia de trabalho. As disciplinas pertencentes ao núcleo de conhecimentos profissionais terão como forma de avaliação do aluno trabalhos práticos, ora individuais ou em grupo, sendo simulações do cotidiano do Administrador. Os trabalhos em grupo serão estimulados como forma de desenvolver no aluno espírito de liderança e equipe. Além das exigências técnicas e gráficas de cada atividade, o aluno será avaliado também em sua apresentação oral. Entende-se que é muito importante ao Administrador expressar-se bem oralmente, sendo uma exigência. Para a Coordenação, as notas obtidas servirão para promover uma crítica apurada e consistente ao Projeto pedagógico como um todo, que poderá então ser ajustado às deficiências/competências do Corpo Discente, promovendo uma sintonia fina entre o Corpo Docente e as expectativas/necessidades dos alunos. Desse modo, o objetivo maior deste Sistema é contribuir para definir padrões de qualidade, caminhos e parâmetros para a otimização do processo pedagógico, oferecendo à Coordenação um quadro constante, porém móvel de seu próprio desempenho enquanto responsável pelas diretrizes do Projeto de Ensino do Curso. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Tradicionalmente, os sistemas avaliativos nas instituições de ensino são somativos e classificatórios. De certo modo, a mensuração se impõe pela própria demanda do sistema. Contudo, a medida, a nota não deve ser o objetivo final do processo educativo. Cabe, então, ao professor “organizar e gerir as situações didáticas, a regulação das aprendizagens de um ´aprendiz`”(PERENOUD, 1999, p.77). Da mesma forma, a medida também oferece ao aprendiz parâmetros semelhantes. A nota apresenta um feedback quanto ao desempenho na atividade. O estudante é o principal formador e gerenciador desta medida. É ele um dos maiores 122 responsáveis pela construção deste processo. Nesse sentido, a Faculdade Redentor de Campos adota como princípios para as diretrizes do sistema avaliativo três (03) pontos suscitados acima: o professor, o aluno e o processo ensino/aprendizagem. Entende-se, aqui, que este processo ocorra com o envolvimento e a dedicação dessas partes, sendo a função avaliativa ressignificada. Aprender, segundo Demo (2000, p. 49), “não pode aludir, nunca, a uma tarefa completa, a um procedimento acabado ou a uma pretensão totalmente realizada, ao contrário indica vivamente a dinâmica da realidade complexa, a finitude das soluções e incompletude do conhecimento”. A construção do conhecimento é caracterizada, paradoxalmente, pela própria desconstrução das ideias pré-concebidas. O saber que surge desse processo é novo, implica na descoberta, na atualização de novos padrões de pensamento. Este conhecimento é reconstruído, reestruturado individualmente, absorvendo elementos do meio, reorganizando inclusive aspectos socioculturais. A Faculdade Redentor de Campos espera realizar um processo educativo que privilegia a autonomia, estimulando o acadêmico a desenvolver potencialidades que o capacite a aprender, ou seja, a duvidar, a argumentar, a criar novos elementos ou estruturas a partir de problemáticas apresentadas. A aprendizagem pretendida, portanto, prevê a flexibilidade quanto a novos questionamentos ou ideias, propõe a abertura ao pluralismo. O processo de avaliação possuirá três (03) funções fundamentais: diagnóstica, somativa e formativa. A avaliação diagnóstica enquanto função, possibilita identificar os estágios de aprendizagem em que se encontram os acadêmicos, ao mesmo tempo que permite ao professor se autoavaliar, a fim de traçar as práticas de ensino a serem desenvolvidas junto àqueles. O procedimento adotado é contínuo, re-avaliativo, não se resumindo a um mero instrumento de aprovação ou reprovação. Os fins são didáticos, pois possibilitam a intervenção pedagógica ao longo do processo. A função somativa cumpre, primeiramente, os parâmetros administrativos exigidos. Mas também possibilita uma avaliação valorativa do decurso da disciplina. Está, ela, 123 relacionada aos critérios previamente escolhidos. Auxilia a tomada de decisão tanto do professor quanto do aluno. Para tanto, é imperativo a elaboração do planejamento de ensino, a vinculação das avaliações aos objetivos propostos. Isso faculta a acadêmicos e professores o reconhecimento e a comprovação do desenvolvimento dos conhecimentos pretendidos. Perante isso, pode-se perceber a regulação para “o ajuste do currículo real ao nível e ao ritmo de trabalho de cada turma” (PERENOUD. 1999, p.78) e a esse processo dá-se o nome de avaliação formativa. O principal papel passa, então, a ser o de promover a equidade na aprendizagem, pois considera-se as diferenças, sendo necessário ajustes a cada turma e a cada acadêmico. O grupo é visto como um todo, mas cada aluno merece uma atenção diferenciada nesse ajustamento. Obedecendo a estes critérios, a proposta pedagógica prerroga pontos mínimos a serem seguidos dentro do curso. Respeitando a autonomia proposta neste documento, estipula-se algumas atividades assumidas como necessárias e benéficas para o processo de ensino e aprendizagem. Além de pelo menos uma atividade individual que fará parte da nota final do aluno, o docente responsável pela disciplina deverá planejar uma ou mais atividades grupais. Entende-se que a interação entre os acadêmicos facilita o exercício de trabalhos em equipe, além de propiciar a troca de ideias e experiências. Sugere-se que o professor procure diversificar os instrumentos de avaliação para um melhor aproveitamento dos conteúdos. À apresentação gradativa de assuntos deve acompanhar instrumentos que também progressivamente contemplem aqueles. SISTEMA DE AVALIAÇÃO O sistema de avaliação preferencialmente será constituído de trabalhos, seminários, provas, projetos, dentre outros. Cada professor estabelecerá, no seu plano de ensino, juntamente com o coordenador de curso, quais os objetivos da avaliação, critérios de correção e conteúdos a serem avaliados, divulgando-os antecipadamente aos alunos. 124 Os critérios de aprovação são aqueles estabelecidos pelo Regimento Interno da Faculdade Redentor de Campos. Os principais são: • a aferição do aproveitamento escolar em cada disciplina será semestral; • serão distribuídos um total de 10,0 pontos em cada bimestre, da seguinte forma: 1ª Avaliação: 10,0 pontos Prova Bimestral: 7,0 pontos Atividades diversas: 3,0 pontos (a critério do professor) 2ª Avaliação: 10,0 pontos Prova Bimestral: 7,0 pontos Atividades diversas: 3.0 pontos (a critério do professor) 3ª Avaliação: 10,0 pontos Prova: 10,0 pontos DO RESULTADO • será aprovado o aluno que alcançar 7,0 (sete) pontos ou mais e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco pontos percentuais) do total de aulas dadas; • o aluno que não alcançar 7 pontos e que tiver frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco pontos percentuais) do total de aulas dadas e alcançado, no mínimo, 4 pontos, terá direito a terceira avaliação; • será aprovado o aluno que alcançar 7,0 (sete) pontos ou mais com a média aritmética das duas maiores notas dentre as três avaliações, e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco pontos percentuais) do total de aulas dadas. . PROJETOS DE EXTENSÃO A Faculdade Redentor de Campos possui diversos projetos de extensão, que permite a participação do aluno do Curso de Administração. 125 INCETEC Em concordância com a concepção geral do Curso, que tem como forte acento a conexão teoria-prática, o Projeto conta ainda com a Incubadora de Empresas de Tecnologia – INCETEC. Este plano visa estimular uma cultura empreendedora e promover a articulação da vida acadêmica com outros setores da sociedade, e a partir deste encontro, detectar demandas e oportunidades de novas propostas, respostas e soluções que resultem na aplicação coerente do aprendizado recebido no Curso. Assim, através da INCETEC o aluno é encorajado a desenvolver não só o seu próprio negócio, mas todo um conjunto de referenciais sócio-políticos que se coadunem a uma intervenção responsiva, produtiva e envolvida socialmente. Já a partir do quinto período estará disponível para o aluno esta plataforma de desenvolvimento, podendo ele se aliar como integrante de uma Empresa-Junior já estabelecido, ou incentivado a formar a sua própria. As bases pedagógicas, que norteiam a INCETEC, compreendem a necessidade da imbricação de uma cultura competitiva com uma cooperativa, tanto intraempresa com extra, reforçando o objetivo de uma inserção no socius que vise tanto o desenvolvimento pessoal, como o progresso social. Serão fornecidos pela INCETEC a infraestrutura básica e inicial requerida para o funcionamento da Empresa-Junior, bem como o suporte acadêmico necessário, sob a responsabilidade de um professor. A concepção pedagógica da INCETEC também visa preservar o máximo possível a autonomia de cada empreendimento de modo suscitar a inventividade e criatividade, bem como um contato mais direto e flexível com as demandas socioeconômicas. NÚCLEO DE APOIO ÀS EMPRESAS (NAE) A. INTRODUÇÃO: 126 Na atualidade, conforme vão ocorrendo mudanças nos processos administrativos, às empresas precisam rever suas estratégias, buscando maior compatibilidade em seus produtos e serviços. O planejamento pode ser conceituado como um processo, desenvolvido para o alcance de uma situação desejada de um modo mais eficiente e efetivo, com a melhor concentração de esforços e recursos pela empresa. A estratégia deve ser continua – nunca realmente para dentro da organização. Embora diferentes atividades de administração estratégica possam receber mais ou menos ênfase e possam ser adotadas com diferentes intensidades em diferentes épocas, a gerencia deverá, virtualmente, sempre abordar ou refletir sobre algum aspecto da administração estratégica. A busca desesperadora pelo lucro é tão grande que as empresas se esquecem, ou põem de lado, fatores importantes para o seu sucesso. O planejamento estratégico é o processo que realmente mobiliza as pessoas e a empresa para construir seu futuro. É importante ressaltar que, todo planejamento deve ser flexível e ajustes devem ser feitos quando necessários, ou seja, de acordo com as mudanças micro e macro ambientais, e que, não basta implementar um plano de ações comerciais sem que a empresa como um todo esteja envolvida neste processo. B. A ORGANIZAÇÃO: O Núcleo de Apoio à Empresa (NAE), é um órgão mantido pela faculdade Redentor, e tem por finalidade o estudo, a pesquisa e o ensino de Administração, como também a cooperação e o intercâmbio de informações e experiências, com a sociedade de Campos e o seu entorno. O NAE tem como missão promover o desenvolvimento das comunidades acadêmica e empresarial, através do diagnóstico, da elaboração e da implantação de projetos de consultoria e assessoria às pequenas e médias empresas, com qualidade e custo acessível. Com uma equipe de apoio multidisciplinar formada por profissionais com grande experiência acadêmica e prática, como por exemplo, professores, especialistas, mestres e doutores. O NAE atuará nas áreas de administração, 127 marketing, ciências contábeis e ciências econômicas, desenvolvendo projetos personalizados de acordo com as necessidades e atuação de cada empresa. NAE também buscará fazer parcerias comerciais e de cooperação com o intuito de atender cada vez melhor os seus clientes, pois entende que dessa forma pode ampliar seu escopo de serviços e consequentemente ampliar também seu campo de atuação. Sendo assim, acreditando na qualidade dos serviços prestados, o NAE pretende aumentar sua carteira de clientes através de um plano de ações comerciais que será implementado durante o desenvolvimento deste projeto. C.ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL: O NAE é uma empresa de consultoria e assessoria administrativa, que atua na implantação de projetos nas áreas de competência do curso de administração, tendo como foco de negócio pequenas e médias empresas de Campos e o seu entorno. O serviço de consultoria e assessoria com qualidade e custo baixo para as empresas é um dos diferenciais dos produtos/serviços em relação aos disponíveis no mercado, além de, desenvolver serviços de acordo com as necessidades de cada cliente e contar com o apoio do corpo docente dos cursos envolvidos, tornando os projetos mais acessíveis aos clientes em potencial. C.1 – Objetivo Geral: Disponibilizar um campo de atuação prática aos alunos, promovendo a melhoria dos serviços administrativos da Instituição e, ao mesmo tempo, prestar serviços de consultoria a baixos custos para as pequenas e médias empresas da região. C.2 – Objetivos Específicos: 128 • Propiciar ao corpo discente a possibilidade de desenvolvimento profissional de forma empreendedora. • Prestar serviços de consultoria com qualidade e custos baixos fomentando o desenvolvimento da sociedade e propiciando aos alunos uma oportunidade de crescimento profissional. • Capacitar aos alunos a aplicação do conteúdo teórico na pratica de atividades pertinentes a sua área de formação. • Desenvolver o espírito critico-analítico no corpo discente através de projetos de consultoria e assessoria empresarial. • Elaborar programas e projetos específicos. • Ativar a integração entre a Faculdade Redentor e a comunidade local. C.3 – Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma cada vez mais rápida. As alterações advindas de mudanças em políticas econômicas, políticas sociais, descontinuidade nas propostas de governo, bem como aumento da complexidade e da incerteza no mundo, são hoje, fonte interminável de problemas para as organizações que até bem pouco tempo projetavam suas ações para ambientes mais constantes e previsíveis. Nesta realidade, as empresas vivem hoje um grande dilema que é a busca constante por uma melhor colocação no mercado, através de diferenciações, tanto em seus produtos, quanto em seus serviços. Esta busca faz com que as organizações intensifiquem cada vez mais seus investimentos em colaboradores realmente qualificados a fim de que se consiga possuir internamente as competências necessárias à transformação organizacional constante com vistas à capacidade de adaptabilidade e inovação. Sejam clientes, fornecedores ou funcionários, todos são vistos cada vez menos como custos e cada vez mais como fonte geradora de riqueza nas empresas. Os ativos intangíveis. O capital intelectual. É nesse contexto que devemos entender que uma instituição de ensino se insere como parceiro vital na formação e aperfeiçoamento da mão-de-obra com vistas à qualificação desta para enfrentar os desafios deste novo cenário global. 129 Sendo assim, na formação dos atuais e futuros gestores, além das atividades inerentes à sala de aula, é necessário desenvolver atividades de pesquisa, de extensão, bem como de inserção do aluno no mercado de trabalho. O NAE foi criado a fim de que se possa, fundamentalmente, proporcionar incremento qualitativo às competências, conhecimentos e habilidades dos alunos, através da aproximação destes com situações reais vividas no dia-a-dia organizacional. C.4 – Analise SWOT: Ameaças: • Cultura empresarial resistente aos serviços de consultoria em pequenas empresas; • Situação econômica das pequenas empresas; • Concorrência existente há mais tempo no mercado. Oportunidades: • Carência de serviços de consultoria em empresas de pequeno e médio porte com qualidade e custos baixos; • Divulgação dos projetos, valorizando o principal produto da faculdade Redentor, os alunos formandos com um diferencial competitivo; • Motivar e interagir o corpo docente e discente através da oportunidade de desenvolvimento de projetos em conjunto; • Desenvolver projetos que apoiem o ensino, pesquisa e extensão; • Abrir campo de estágio supervisionado para os cursos envolvidos; • Valorização da imagem da faculdade Redentor junto à comunidade local, bem como na acadêmica e empresarial. Pontos Fortes: • Apoio da faculdade Redentor na implantação e divulgação do NAE; • Apoio do corpo docente da faculdade Redentor na orientação da execução dos projetos desenvolvidos pelos alunos participantes do NAE; 130 • Possibilidade dos alunos aplicarem na pratica seus conhecimentos teóricos, tornando-se motivados, comprometendo os alunos e diminuindo a evasão nos cursos envolvidos; • Possibilidade de praticar preços acessíveis para os serviços de consultoria, tendo em vista o baixo custo dos projetos. Pontos Fracos • A falta de prática em consultoria por parte dos alunos; • A pouca visibilidade que o NAE possui junto aos alunos da Instituição e da comunidade empresarial; D. AS ATIVIDADES DO NAE: Para atingir os objetivos propostos, pretende-se utilizar uma metodologia prática, visando à utilização dos conceitos desenvolvidos em sala de aula, de maneira que sejam aplicados sob a supervisão do Gestor do NAE. D.1 – Metodologia: Os alunos receberão tarefas individuais ou em grupo do Gestor, devendo englobar atividades de visita às empresas para levantamento de dados, elaboração de demonstrações das situações atuais e de apresentação das soluções propostas, como: • Promover o levantamento de todas as unidades empresariais da área, junto à Região Administrativa, assim como a divulgação dos trabalhos a serem oferecidos; • Oferecer às empresas a contratação de serviços de consultoria, em diversas modalidades, sendo previsto pagamento financeiro tendo como base um orçamento previamente realizado; • Atender pessoas físicas na orientação da abertura e organização de pequenos negócios e eventos; • Atender à própria faculdade Redentor nos trabalhos de reorganização e de melhoria da qualidade de seus serviços e exposição de sua marca. 131 D.2 – Estratégia de Venda e Pós-venda: • Contatos com empresas da Região de Campos, por meio de telefonemas, visitas e mala direta, através de um portfólio de produtos e serviços; • Contato para manutenção de clientes durante, pelo menos, seis meses após o término de cada projeto; • Serviço de atendimento ao cliente, para obter feedback em relação a críticas, sugestões e reclamações e pronto atendimento aos problemas detectados. • Utilização da grande e vasta experiência do corpo docente envolvido no projeto; • Utilização do forte nome da Faculdade Redentor no mercado. D.3 – Características do NAE que devem ser ressaltadas: • Serviços e soluções de alta qualidade; • Apoio do corpo docente da faculdade Redentor na orientação dos projetos desenvolvidos pelo NAE; • Oferece os serviços e soluções de acordo com a necessidade do cliente; • O NAE possui idoneidade e ética; • Tem soluções em consultoria para atender aos mais diversos segmentos; • Está sempre disponível para apresentar uma proposta. D.4 – A manutenção de clientes: Para cada projeto (cliente) será feito algo como um seguro que contemplará alguns serviços, á principio terá duração de 6 meses, caso a solicitação feita por parte do cliente fuja ao escopo dos serviços oferecidos no seguro, o cliente pagará um valor que será negociado junto ao NAE para implementação do serviço solicitado. Uma outra opção seria fazer com que o cliente se torne um mensalista, ou seja, após o término do projeto, o cliente pagaria uma mensalidade ao NAE de modo que pudesse solicitar implementações de soluções de acordo com um contrato que estabeleceria as condições para tal solicitação. Essas mensalidades poderiam variar de 6 à 12 meses de contrato, dependendo da complexidade do projeto. 132 A princípio os contatos de manutenção de relacionamento com os clientes funcionariam dessa forma, podendo haver alterações de acordo com as solicitações feitas pelo cliente, e sendo assim, o NAE precisará ter flexibilidade para as mudanças no escopo dos contratos de manutenção, de modo a atender rapidamente a solicitação dos clientes e consequentemente as suas necessidades. E. COMPETÊNCIAS E COMPOSIÇÃO DO NAE: • Ao NAE compete responder pelas atividades de consultoria, projetos, levantamento de dados, diagnóstico das situações encontradas, apresentação de propostas e demais atividades pertinentes à organização em si e às ações de mercado; • O NAE será integrado por 01 (um) Gestor com carga horária de 40 horas semanais e por professor (es) orientador (es). • Ao Gestor do NAE compete a captação de clientes para a elaboração de projetos, bem como, coordenar, supervisionar e responder pelas atividades em geral e, elaborar calendários de todas as atividades vinculadas ao NAE; • Ao(s) professor (es) orientador (es) compete orientar e supervisionar, assim como, avaliar a elaboração dos projetos feitos pelos alunos e as atividades de estágio, seminários e trabalhos. • Aos coordenadores dos cursos envolvidos compete supervisionar as atividades do NAE, através de relatórios emitidos mensalmente, bem como tomar decisões táticas no que se refere a essas atividades. F. RECURSOS NECESSÁRIOS: Recursos Humanos: Estagiários – 04 (quatro) inicialmente. Requisitos necessários: • Estar cursando a partir do 3º período; estar regularmente matriculado; possuir CR mínimo de 7,0; e ter disponibilidade de horário no turno da manhã e tarde. 133 Plano de trabalho: • Carga-horaria (04 horas/dia); levantamento de dados, diagnóstico e apresentação de propostas; auxilio na abertura de empresas; e elaboração de relatórios periódicos. Sistema de avaliação: • Análise dos projetos; análise dos relatórios; participação nas atividades; assiduidade e pontualidade. G. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A implantação da área comercial do NAE proporcionará uma metodologia de trabalho que permitirá à empresa uma forma melhor de buscar novos clientes e atender melhor os que já são clientes. A formação da equipe de consultores Jr do NAE dará a oportunidade aos alunos da Faculdade Redentor de Campos de aplicarem na prática todo o conhecimento teórico visto nas aulas dos cursos envolvidos, além de contribuir para a formação de profissionais mais qualificados para o mercado de trabalho. Contrapartida das Entidades Conveniadas Poderá ter uma contrapartida em dinheiro pelas entidades conveniadas para contribuir com os custos da equipe técnica. Este repasse pode ser por projeto ou um valor mensal para atendimento a sociedade. 6.9. ATENDIMENTO AO DISCENTE O Departamento CASA (Coordenadoria de Atendimento e Suporte ao Aluno) teve seus trabalhos iniciados na Faculdade Redentor no primeiro semestre de 2013, quando foi denominado inicialmente como Projeto CASA. Diante do suporte oferecido pelos profissionais, o aumento do interesse dos acadêmicos pelos serviços oferecidos e a crescente demanda com bons resultados, no primeiro semestre de 2014 tal projeto transformou-se em um departamento. 134 O CASA é um departamento inovador totalmente voltado a apoiar os corpos docente e discente, especialmente àqueles dos primeiros semestres do curso, bem como aos egressos. O Departamento possui um espaço físico próprio e conta com uma equipe de Orientadores Educacionais, composta por uma coordenadora e Assistente social do projeto, uma psicóloga e duas pedagogas, uma equipe de alunos e professores monitores, e outros profissionais especializados em atendimento. Através dessa estrutura, o CASA está capacitado a oferecer uma série de serviços aos docentes, discentes e egressos: ü trabalha a captação e permanência dos alunos; ü redução da evasão; ü atendimento social e psicopedagógico; ü capacitação continuada aos docentes; ü programas de nivelamento (visando à recuperação de deficiências do ensino médio); ü auxílio personalizado para dificuldade, distúrbio e transtorno de aprendizagem nas disciplinas do Curso; ü apoio para solucionar qualquer tipo de necessidade envolvendo outros setores da Instituição; ü ações de acesso, permanência e participação à Comunidade Acadêmica com necessidade de atendimento diferenciado; ü monitoramento do egresso no Mercado de Trabalho; ü acompanhamento da evolução da carreira do egresso; ü atualização quanto à oferta de cursos e outras atividades acadêmicas. METODOLOGIA No primeiro momento, os profissionais de atendimento do CASA trabalham na capitação dos candidatos aprovados nos Processos Seletivos e, em seguida, acompanham todo o processo de matrícula, fazendo com que esse indivíduo conheça a rotina e os projetos da IES e do Curso escolhido, discutido com cada Coordenador no início de cada ano letivo. 135 Ao longo do semestre letivo, os Orientadores Educacionais do CASA entram em contato com os Coordenadores de curso, para que estes possam sinalizar eventuais alunos que mereçam uma atenção especial, que serão assistidos pela equipe de monitores, aptos a auxiliar os estudantes com dificuldade de aprendizado. Além do acompanhamento inicial aos calouros, acontece, ao longo da formação, o atendimento psicopedagógico, que está disponível para todos os estudantes gratuitamente, a fim de apoiá-los em suas necessidades, proporcionandolhes uma melhor adaptação ao meio acadêmico, em assuntos de ordem material, emocional e educacional. Outro diferencial do CASA é o monitoramento e acompanhamento do egresso no Mercado de Trabalho, através de um programa específico denominado ‘CARREIRAS’. PROGRAMAS E NÚCLEOS DE APOIO AO DEPARTAMENTO CASA: 1- PROGRAMA DE NIVELAMENTO Este programa visa resgatar eventuais deficiências do Ensino Médio. O nivelamento é oferecido, gratuitamente, a todos os alunos que ingressam nos cursos de graduação e possui duração de até três meses, com os objetivos: • Rever o conteúdo de Ensino Médio necessário ao acompanhamento do eixo de curso de graduação em questão; • Possibilitar uma introdução às disciplinas chaves dos cursos. Ao final do nivelamento, o aluno realiza, a critério da coordenação do curso, uma atividade para avaliação do seu rendimento. A pontuação obtida é acrescentada à nota da primeira verificação da disciplina curricular correspondente ao conteúdo do nivelamento. 136 2- PROGRAMA DE MONITORIA No CASA, existe um Programa Permanente de Matemática, Física, Química e Biologia com Professores capacitados para esse fim no período vespertino. As demais demandas de disciplinas são contempladas pelo Programa de Monitoria, visando proporcionar aos discentes a participação efetiva e dinâmica no projeto acadêmico de ensino, no âmbito de determinada disciplina ou conjunto de disciplinas, sob a orientação direta do docente responsável pela mesma. A Monitoria Acadêmica tem o compromisso de desenvolver a autonomia, a formação integral, apoiar e incentivar a interação entre alunos e professores. Essa atividade busca estimular no aluno monitor o senso de responsabilidade, de cooperação, a satisfação em ampliar conhecimentos e o empenho nas atividades acadêmicas. A prática da monitoria representa uma oportunidade para os estudantes compreenderem a importância da ética, da constante atualização e do empreendimento na própria formação como um futuro profissional do mercado, além de auxiliar os alunos com dificuldade de aprendizagem, sobretudo no ciclo profissionalizante do curso. 3- CARREIRAS - Programa de Colocação e Acompanhamento Profissional O Carreiras dedica-se ao acompanhamento e ao monitoramento dos egressos no mercado de trabalho, através de parcerias com as principais empresas atuantes na região e no Brasil; além de promover todo o suporte acadêmico para os estudantes se inserirem no Mercado. As empresas parceiras são convidadas a participar indiretamente da gestão da Instituição, provendo constante feedback quanto ao currículo e ao perfil do mercado, e subsidiando tomadas de decisões. O Carreiras simula processos seletivos aos estudantes dando-lhes retorno sobre seu desempenho nas etapas da seleção, realizando entrevistas simuladas e utilizando ferramentas como dinâmica de grupo, dentre outros, fornecendo, ao final, realimentação quanto aos seus pontos positivos e pontos em que deve melhorar o desempenho, sugerindo-lhe como aperfeiçoar seu desempenho. Também, são realizados palestras e eventos, abordando temas fundamentais, tais como postura 137 profissional em entrevistas de seleção, etiqueta empresarial, elaboração de um currículo, feira de estágios, dentre outros. Cabe também ao Carreiras o acompanhamento de egressos, analisando a colocação dos profissionais no mercado de trabalho, bem como estimulando seu contínuo aprendizado, através de cursos de extensão e de pós-graduação. Visitas periódicas ao egresso são executadas com intuito de captar depoimentos e imagens a serem usadas em nossas campanhas institucionais. 4- NAA – NÚCLEO DE ATENDIMENTO AO ALUNO O Núcleo de Atendimento ao Aluno-NAA atenderá todas as demandas referentes às solicitações internas, desde documentação e matrícula até aos assuntos relacionados à vida acadêmica e financeira do aluno. No NAA, os alunos têm atendimento individualizado e podem tirar suas dúvidas em relação aos processos acadêmicos e financeiros. 5- NASPP – NÚCLEO DE APOIO SOCIAL PSICO-PEDAGÓGICO O núcleo tem como objetivo proporcionar a melhor adaptação do aluno ao meio acadêmico possibilitando uma ação preventiva e acolhedora nos assuntos de ordem emocional e educacional. Atribuições do Assistente Social: • Acolhimento do discente na Instituição • Acompanhamento do discente, no ambiente acadêmico; • Supervisão de Estágio • Visitas domiciliares ao discente em regime especial; • Encaminhamentos para os diversos setores institucionais e para rede de assistência quando necessário; • Triagem para encaminhamento de financiamento interno; Atribuições do Psicólogo: • Intervir junto aos alunos – Suporte Psicológico Individual; 138 • Prestar assistência psicológica aos alunos, visando o crescimento pessoal e acadêmico, as relações interpessoais, a integração social e a saúde mental, favorecendo o desenvolvimento e a formação integral; • Trabalhar conflitos emergenciais na relação professor-aluno, professorprofessor e professor-instituição; • Treinar o conhecimento e a administração de suas próprias emoções; a automotivação; bem como o reconhecimento de emoções em outras pessoas e o manejo de relacionamentos. Atribuições do Pedagogo: • Minimizar os entraves do processo ensino-aprendizagem, podendo atuar junto ao Corpo Docente e Discente, oferecendo assessoria psicossocial e pedagógica; • Trabalhar questões epistemológicas referentes ao aluno e à sua aprendizagem; • Acompanhar e assessorar ensino diferenciado, no interior da sala de aula, com apoio educativo em várias disciplinas, a alunos com necessidades educativas especiais; • Participar de programas específicos elaborados pelo professor da disciplina, dirigidos a alunos; • Colaborar em programas específicos de ocupação dos tempos livres dos alunos, elaborados pelos professores, a desenvolver no ambiente acadêmico, Biblioteca ou Centro de Recursos Multimídia, que visam: § a resolução de problemas de aprendizagem transdisciplinar; § a aquisição de métodos de trabalho e de estudo; § a realização dos trabalhos escolares; § e o estudo acompanhado. 6- NA – NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE 139 A Faculdade Redentor criou o Núcleo de Acessibilidade, através da portaria 0030/SUR/2003 (anexo), para atendimento pleno ao Decreto nº 5.296/2004 que regulamenta as leis 10.048/2000 e 10.098/2000, em que estabelece normas gerais e critérios básicos para o atendimento prioritário à acessibilidade de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, bem como a ABNT NBR 9.050/2004 que dispõe sobre a Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos e legislações correlatas. No ensino superior, a transversalidade da educação especial se efetiva através de ações de promoção ao acesso, à permanência e à participação dos alunos. Estas ações envolvem o planejamento e a organização de recursos e serviços para a promoção da acessibilidade arquitetônica nas comunicações, nos sistemas de informação, nos materiais didáticos e pedagógicos, que devem ser disponibilizados nos processos seletivos e no desenvolvimento de todas as atividades que envolvem o ensino, a pesquisa e a extensão. (BRASIL, 2008, p.17) Entendendo que, no ensino superior, a inclusão deve se inscrever no debate mais extenso do direito de todos à educação e igualdade no que tange a oportunidade de acesso e permanência do discente, a Faculdade Redentor criou o Núcleo de Acessibilidade (NA). A dinâmica de atuação do NA da Faculdade Redentor acontece através de: ü Avaliação da presença de necessidades educacionais especiais nos discentes; ü Propostas de ações voltadas para a eliminação de barreiras físicas, arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais e metodológicas; ü Acompanhamento personalizado à discentes através de procedimentos educacionais especiais, informando sobre os apoios institucionais existentes e a efetivação desses; ü Reuniões com os Colegiados de Curso a fim de propor adaptações metodológicas e curriculares, bem como recursos para a acessibilidade dos discentes acompanhados; ü Desenvolvimento de ações de acessibilidade junto à comunidade universitária; ü Orientação à coordenadores de projetos de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidos junto aos discentes acompanhados; 140 ü Solicitação, às instâncias pertinentes, da aquisição de materiais e equipamentos de acessibilidade, bem como a remoção de barreiras arquitetônicas, de locomoção, de mobiliários, entre outros; ü Orientação a coordenadores de eventos sobre condições de acessibilidade que deverão ser previstas e providenciadas no que se refere à acessibilidade dos convidados, participantes e ouvintes; ü e outras ações afins, que forem necessárias. Diante disso, a Faculdade Redentor, dentro do Departamento CASA, compôs o Núcleo de Acessibilidade que é formado pelos seguintes profissionais: ü Alice Pinheiro (Assistente Social); ü Artur Rodrigues (Arquiteto); ü Érika Tiradentes (psicóloga); ü Cláudia Paes (Fisioterapeuta); ü Fabiana Costa (Pedagoga); ü André Raeli (Engenheiro Civil); ü Heleni Ramos (Fonoaudióloga); ü Professor Marco Antônio Pedro Vieira (Assistente Social); ü Michelliny Correa Tavares (Gestora em RH). 6.10 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE O NDE do curso de Administração é formado pelo Coordenador e mais cinco professores do curso tendo a preocupação de alocar professores de áreas diferentes, respeitando também a titulação e o regime de trabalho na IES. Todos os professores que compõe o NDE participaram plenamente da elaboração do Projeto Pedagógico. São membros do Núcleo Docente Estruturante: • Presidente: José Carlos de Brito Gonçalves (Coordenador do curso); • Docente: Josélio Gomes de Souza 141 • Docente: Simone Monteiro Alves • Docente: Sílvio Gomes Figueiredo Jr. • Docente: Manaara IackCozendey 6.10.1. TITULAÇÃO, FORMAÇÃO ACADÊMICA E REGIME DE TRABALHO DO NDE Formação Acadêmica Docente José Carlos de B. Gonçalves Josélio Gomes de Souza Simone Monteiro Alves Sílvio Figueiredo Gomes Júnior Manaara Iack Cozendey Coroa Administração Estudos Sociais Administração Matemática / Engenharia Civil Administração Titulação Regime de Trabalho Mestrado Doutorado Especialização Doutorado Integral Integral Integral Integral Mestrado Integral 6.10.2. TITULAÇÃO, FORMAÇÃO ACADÊMICA E REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DO CURSO Prof. José Carlos de Brito Gonçalves • Graduação: Administração – Faculdade Machado Sobrinho • Pós Graduação: Administração de Marketing – Faculdade Machado Sobrinho • Mestrado: Sistemas de Gestão: UFF – Universidade Federal Fluminense 6.10.3. COMPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO O Colegiado do Curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos terá as seguintes atribuições: a) Avaliar e atualizar continuamente o projeto político-pedagógico do Curso; b) Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular do Curso, sempre que necessário; c) Estabelecer formas de acompanhamento e avaliação do Curso; d) Proceder ao acompanhamento e avaliação do Curso, envolvendo os diversos segmentos inseridos no processo; 142 e) Decidir, em primeira instância, as questões referentes à matrícula, à rematrícula, à recepção, à dispensa de disciplinas, à transferência e à obtenção de novo título, bem como as representações e aos recursos apresentados por docentes e discentes; f) Analisar os recursos interpostos relativos a decisões do Coordenador de Curso; g) Apreciar convênios, no âmbito acadêmico, referentes ao Curso; h) Propor e/ou avaliar as atividades extracurriculares do Curso; i) Exercer a fiscalização e o controle do cumprimento de suas decisões. Docente Formação Acadêmica Titulação Regime de Trabalho José Carlos de Brito Gonçalves (coordenador) Administração Mestre Integral (40 horas) Josélio Gomes de Souza Elisabete Monteiro Feres Ciências Sociais Doutor Integral (40 horas) Tecnólogo em Informática / Análise de Sistema Mestre Parcial (20 horas) Alexandre da Silva Azeredo Gestão de Marketing Especialista Parcial (20 horas) Discente Curso Alexandre de Almeida Manhães Administração Discente 6.11 CORPO DOCENTE O Corpo Docente será composto de acordo com a tabela do item 6.9.1. 6.11.1. TITULAÇÃO E FORMAÇÃO ACADÊMICA, REGIME DE TRABALHO Aproximadamente 73,91% dos docentes do curso tem titulação obtida em programa de pós-graduação stricto sensu, conforme relação a seguir: ALEXANDRE DA SILVA AZEREDO Graduação: Gestão de Marketing.- Faculdade de Tecnologia Norte Fluminense, FACULTEC. Especialização: Business Management. - Martin College Sydney. Especialização em Logística Portuária.- Institutos Superiores de Ensino do CENSA, ISE/CENSA, Brasil. http://lattes.cnpq.br/2138588432682590 143 Christian Silva da Conceição Graduação: Administração. - Universidade Salgado de Oliveira, UNIVERSO Especialização: MBA em Gerenciamento de Projetos. - Fundação Getúlio Vargas, FGV http://lattes.cnpq.br/3296725144316966 . Daniella Constantini das Chagas Ribeiro Graduação: Comunicação Social. - Centro Universitário Fluminense, UNIFLU Mestrado: Mestrado em Cognição e Linguagem. - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF http://lattes.cnpq.br/0049815017435603 Danielle Alves Fortuna Pussiareli Graduação: Administração - Universidade Federal Fluminense, UFF Mestrado: Engenharia de Produção. - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF http://lattes.cnpq.br/8850170362274050 Elisabete Monteiro Feres Graduação: Tecnólogo em Informática. - Instituto Federal Fluminense, IFF Graduação: Análise de sistemas. - Universidade Salgado de Oliveira, UNIVERSO Mestrado: Mestrado em Engenharia de Produção. - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF http://lattes.cnpq.br/3562815439454135 Fabiana da Silva Pinto Graduação: Comunicação Social - Centro Universitário das Faculdades Integradas Alcântara Machado, FIAMFAAM Especialização: Administração de Sistemas de Informação. - Universidade Federal Fluminense. Mestrado: Mestrado profissionalizante em planejamento regional e gestão de cidades. - Universidade Cândido Mendes, UCAM http://lattes.cnpq.br/2572195975823832 144 Frederico Muylaert Margem Graduação: Engenharia de Produção Elétrica - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC/RJ Mestrado: Engenharia de Produção. - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF Doutorado: Engenharia e Ciência dos Materiais - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF http://lattes.cnpq.br/8712749538747455 Glauber Rabelo Matias Graduação: Ciências Sociais - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF Graduação em Licenciatura em Ciências Sociais - Universidade Federal Fluminense, UFF Mestrado: Sociologia e Antropologia - Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ http://lattes.cnpq.br/9571550809902884 Heleni Ramos Silva Graduação: Fonoaudiologia - Universidade Católica de Petrópolis, UCP Especialização:Neurofisiologia Clínica. - Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação, IBMR Especialização: Educação Especial. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Santa Marcelina Especialização: LIBRAS. - Faculdades Integradas de Jacarepaguá, FIJ Mestrado: Letras. - Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, CESJF http://lattes.cnpq.br/3532268672516662 José Carlos de Brito Gonçalves Graduação: Administração - Fundação Educacional Machado Sobrinho, FEMS, Brasil. Especialização: Administração de Marketing Fundação Educacional Machado Sobrinho, FEMS, Brasil. Especialização: Gerenciamento Micro e Pequena Empresa Universidade Federal de Lavras, UFLA, Brasil. 145 Mestrado: Profissionalizante em Administração Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil. http://lattes.cnpq.br/2039827184982986 Josélio Gomes de Souza Graduação: Estudos Sociais - Faculdade De Filosofia Ciências E Letras De Duque De Caxias Especialização: História Do Brasil. - Universidade Federal Fluminense, UFF Doutorado: Teoria Psicanalítica. - Universidade Federal Fluminense, UFF http://lattes.cnpq.br/8622779774776566 Laís Martins Soares Graduação: Graduação em Direito - Faculdade de Direito de Campos Especialização: Especialização em Pós-graduação em Direito Civil e Processual Civil. - Faculdade de Direito de Campos http://lattes.cnpq.br/9873295525506286 Lívia Marini Palma Graduação: Ciências Biológicas - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF Mestrado: Biociências e Biotecnologia - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF Doutorado: Biociências e Biotecnologia. Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF http://lattes.cnpq.br/0274153149185558 Luiz Cláudio Tavares Silva Graduação: Administração - Universidade Federal Fluminense, UFF Mestrado: Mestrado em Engenharia de Produção - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF http://lattes.cnpq.br/3823162033890493 Luiz Gustavo Xavier Borges Graduação: Engenharia de Produção - Universidade Federal de Viçosa, UFV 146 Especialização: MBA Engenharia Econômica e Financeira.- Universidade Federal Fluminense, UFF http://lattes.cnpq.br/9834565988571062 Manaara Iack Cozendey Coroa Graduação: Graduação em Administração / Itaperuna - Universidade Federal Fluminense, UFF Mestrado: Engenharia de Produção. Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF http://lattes.cnpq.br/9836342522408101 Mozarth Dias de Almeida Miranda Graduação: Jornalismo. - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP Mestrado: Mestrado em Mestrado Profissional em Televisão Digital. - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP http://lattes.cnpq.br/7089045190372052 Natalia Bousquet Batista Graduação: Farmácia - Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ Graduação em Administração - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ Especialização: Residência Farmacêutica. - Universidade Federal Fluminense, UFF Especialização em MBA em Gestão Empresarial.- Fundação Getúlio Vargas, FGV http://lattes.cnpq.br/4573554253447208 Phillipe Mota Machado Graduação: Licenciatura em Biologia. Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF Mestrado em Ecologia e Recursos Naturais- Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF http://lattes.cnpq.br/2656166996451855 Silvio Figueiredo Gomes Júnior 147 Graduação: Engenharia Civil - Universidade Federal Fluminense, UFF Graduação: Licenciatura em Matemática. - Universidade Salgado de Oliveira, UNIVERSO Graduação: Licenciatura em Matemática - Centro de Educação a Distância do Estado de Rio de Janeiro, CEDERJ Especialização: Ciências de Engenharia - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF Especialização: Engenharia de Segurança do Trabalho. - Faculdade Redentor. Mestrado: Engenharia de Produção - Universidade Federal Fluminense, UFF Doutorado: Engenharia de Produção - Universidade Federal Fluminense, UFF http://lattes.cnpq.br/6742355782070590 Simone Monteiro Alves Graduação: Administração - Faculdade De Ciências Contábeis E Administrativas Machado Sobrinho Especialização: Gestão De Recursos Humanos. - Universidade Estácio De Sá. http://lattes.cnpq.br/0339042287990857 Tales Neri Borsoi Graduação: Ciências Agrícolas. - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ Graduação: Engenharia Agronômica. - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ Especialização: Gestão e Estratégia no Agronegóc. - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ Mestrado: Engenharia de Produção. Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF http://lattes.cnpq.br/9909199290801895 Wagner Luiz Ferreira Lima Graduação: Letras - Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Carangola. Mestrado: Letras. Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Doutorado: Letras - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ http://lattes.cnpq.br/4448377413371060 148 Nome Titulação Regime De Trabalho Previsto Alexandre Da Silva Azeredo Especialização Parcial Christian Silva Da Conceição Especialização Parcial Daniella Costantini Das Chagas Ribeiro Mestrado Parcial Danielle Alves Fortuna Pussiareli Mestrado Parcial Elisabete Monteiro Feres Mestrado Parcial Fabiana Da Silva Pinto Mestrado Parcial Frederico Muylaert Margem Doutorado Integral Glauber Rabelo Matias Mestrado Parcial Heleni Ramos Silva Mestrado Integral José Carlos De Brito Gonçalves Mestrado Integral Joselio Gomes De Souza Doutorado Integral Laís Martins Soares Lívia Marini Palma Especialização Doutorado Integral Integral Luiz Cláudio Tavares Silva Mestrado Integral Luiz Gustavo Xavier Borges Especialização Integral Manaara Iack Cozendey Coroa Mestrado Integral Mozarth Dias De Almeida Miranda Mestrado Parcial Natalia Bousquet Batista Especialização Parcial Phillipe Mota Machado Mestrado Parcial Silvio Figueiredo Gomes Júnior Doutorado Integral Simone Monteiro Alves Especialização Parcial Tales Neri Borsoi Mestrado Parcial Wagner Luiz Ferreira Lima Doutorado Integral 149 6.11.2 NÚMEROS DE ALUNOS POR DOCENTE EQUIVALENTE A TEMPO INTEGRAL Número de Alunos por semestre Docente Tempo Integral Razão Aluno por Docente em tempo integral 50 11 4,16 6.11.3 ALUNOS POR TURMA EM DISCIPLINA TEÓRICA Número de Alunos 50 6.11.4. NÚMERO MÉDIO DE DISCIPLINAS POR DOCENTE DOCENTES Alexandre Da Silva Azeredo Christian Silva Da Conceição Daniella Costantini Das Chagas Ribeiro Danielle Alves Fortuna Pussiareli Elisabete Monteiro Feres Fabiana Da Silva Pinto DISCIPLINAS Gestão de Marketing II OPTATIVA Administração de Vendas e Negociações Gestão de Pessoas I Gestão Organizacional Laboratório de Empreendedorismo II OPTATIVA Atividade Complementar Empreendedorismo e Inovação Introdução à Administração Laboratório de Empreendedorismo IV Tópicos Especiais em Administração Cálculo 0 Cálculo Aplicado à Administração Introdução à Informática Modelagem Organizacional OPTATIVA Comportamento Humano nas Organizações Comunicação Organizacional Gestão de Planejamento Estratégico Frederico Muylaert Margem OPTATIVA Orçamento Glauber Rabelo Matias Sociologia aplicada a Administração 150 Antropologia Heleni Ramos Silva José Carlos De Brito Gonçalves Joselio Gomes De Souza Lais Martins Soares Livia Marini Palma Luiz Cláudio Tavares Silva Luiz Gustavo Xavier Borges ManaaraIackCozendey Coroa Mozarth Dias De Almeida Miranda Natalia Bousquet Batista Phillipe Mota Machado Silvio Figueiredo Gomes Júnior Simone Monteiro Alves OPTATIVA Ferramentas de Gestão Empresarial Formação de Consultores Formação de Gestores da Micro e Pequena Empresa Gestão Estratégica Laboratório de Empreendedorismo III Plano de Negócios I Filosofia OPTATIVA Religião e Cultura Comportamento Ético Profissional Direito do Trabalho e Previdenciário Direito Empresarial e Tributário Metodologia Científica Noções de Direito Técnica de Oratória OPTATIVA Administração Financeira Análise das Demonstrações Contábeis e Financeiras Contabilidade Básica Contabilidade de Custos Teoria Micro-‐Econômica Contabilidade Gerencial Probabilidade e Estatística Teoria Macro-‐Econômica Matemática Financeira Comércio Exterior Ferramentas de Gestão Empresarial II Formação de Gerentes Gestão de Pessoas II Logística Laboratório de Empreendedorismo I Liderança e Criatividade Gestão da Informação Gestão de Marketing I Gestão de Materiais Teoria Geral da Administração Plano de Negócios II Sustentabilidade Sócio Ambiental Jogos de Empresas Pesquisa Operacional I Estágio Supervisionado Gestão de Projetos 151 Tales Neri Borsoi Wagner Luiz Ferreira Lima Trabalho de Conclusão de Curso I Trabalho de Conclusão de Curso II Planejamento e Controle de Produção Gestão da Qualidade Português Instrumental 6.11.5 PLANO DE CARREIRA DOCENTE DA FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS O Plano de Carreira Docente regula as condições de admissão, demissão, direitos e vantagens bem como os deveres e responsabilidades dos membros do Magistério Superior da Sociedade Universitária Redentor - SUR, Mantenedora da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS. As relações de trabalho dos membros do Magistério Superior da Sociedade Universitária Redentor - SUR - são regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho. Os cargos ou funções do Magistério Superior da Sociedade Universitária Redentor - SUR são acessíveis a todos quantos satisfaçam os requisitos estabelecidos neste Plano de Carreira Docente. Entende-se como atividades de Magistério Superior, aquelas que são adequadas ao sistema de ensino, pesquisa e extensão e sejam exercidas em uma Unidade de Ensino Superior, com o objetivo de ampliar e transmitir o saber. São também consideradas como atividades de Magistério, aquelas inerentes à administração escolar e universitária, privativas de docentes de nível superior. CORPO DOCENTE O Corpo Docente de cada Curso será constituído pelo pessoal que nele exerça atividades de ensino, pesquisa e/ou extensão. O Corpo Docente integrará o Quadro de Pessoal da Sociedade Universitária Redentor - SUR fixado por Resolução da Congregação. 152 A idoneidade profissional, a capacidade didática, a integridade moral e a boa conduta pública e privada, são condições fundamentais para o ingresso e permanência no Magistério Superior da Sociedade Universitária Redentor– SUR. A admissão de Pessoal Docente far-se-á mediante contrato de trabalho celebrado com a Sociedade Universitária Redentor - SUR, e a seleção de candidatos será feita com observância dos critérios estabelecidos no Regimento da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS e neste Plano de Carreira Docente. CLASSIFICAÇÃO E FIXAÇÃO DOS CARGOS O Corpo Docente será classificado por: I - Professor Doutor; II - Professor Mestre: III - Professor Especialista; IV - Professor Graduado. A Sociedade Universitária Redentor – SUR fixará semestralmente, por Curso, o número de cargos do Magistério Superior no Regime de Tempo Parcial - TP (igual ou superior a 12 horas semanais), o Regime de Tempo Integral - TI (40 horas semanais) e Tempo Especial (professores horistas). A Sociedade Universitária Redentor poderá, na medida de sua conveniência, contratar professores em outros regimes e/ou regime modular. INGRESSO E ACESSO O Pessoal Docente do Magistério Superior da Sociedade Universitária Redentor - SUR será contratado de acordo com as normas constantes neste Capítulo, pela Mantenedora, por indicação do Diretor Geral, obedecendo a este Plano de Carreira Docente. 153 Caberá aos Colegiados dos cursos comprovar a necessidade da contratação de Docentes, fazendo o exame das credenciais dos interessados em conjunto com o Diretor Geral. A contratação de professor será feita mediante a indicação dos Colegiados dos cursos ao Diretor Geral, respeitada a legislação vigente, ou quando necessário, através do Concurso de Títulos e Provas. Para todos os efeitos, o currículo do professor será analisado pela Congregação que emitirá parecer conclusivo. O professor contratado será enquadrado de acordo com sua titulação: São requisitos mínimos para ingresso nas categorias docentes: I - Professor Doutor: - ser portador de título de Doutor na área em que irá atuar; II - Professor Mestre: - ser portador do Título de Mestre na área em que irá atuar; III - Professor Especialista: - ser portador de título de Pós-Graduação “lato sensu” na área em que irá atuar; IV - Professor Graduado: - ser portador do título de Graduado com experiência profissional comprovada e que atenda aos requisitos da Resolução nº 20/77. A presença de docentes graduados, sem especialização, só será aceita, mediante matrícula no curso de pós-graduação lato sensu em Docência Superior, oferecido, gratuitamente, a todos os professores da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS. Para fins de ascensão à categoria mais elevada, o critério é a titulação do docente, e o enquadramento será automático no nível e classe correspondente. A avaliação profissional será realizada pela CPA – Comissão Própria de Avaliação, instituída a partir da Lei dos SINAES, de acordo com o seu Regimento. 154 AFASTAMENTO E DA SUBSTITUIÇÃO Além dos casos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho, poderá ocorrer o afastamento do ocupante de cargo do Magistério, com direitos e vantagens estabelecidos neste Plano de Carreira Docente, após aprovação da Sociedade Universitária Redentor, para: I - aperfeiçoar-se em instituições nacionais ou estrangeiras e comparecer a congressos e reuniões, relacionados à sua atividade técnica ou docente na FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS. II - exercer cargos administrativos na FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS. O pedido de afastamento deverá ser encaminhado por meio do Colegiado do curso competente, em requerimento dirigido ao Diretor Geral, com a exposição de motivos e a programação a que se destina. O Docente somente poderá afastar-se ou permanecer afastado, para a realização de Curso de Aperfeiçoamento na área específica ou afim à disciplina que leciona ou em atividades de interesse do Curso. O afastamento do ocupante de cargo de Magistério Superior previsto nos itens I e II deste artigo se dará mediante proposta do Colegiado respectivo, após pronunciamento da Congregação e com posterior homologação do Diretor. Os docentes licenciados, deverão firmar, antecipadamente o compromisso de lecionar ou prestar serviços técnicos à FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS, no mínimo, por tempo idêntico ao do afastamento, sob o mesmo regime de trabalho, sob pena de reembolso das importâncias recebidas da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS acrescidas de juros. Durante o período do Curso ou estágio e ao final do mesmo, fica o Docente obrigado a remeter ao Colegiado no qual está lotado relatório semestral das atividades, com visto do Coordenador do Curso, bem como a comprovação de frequência mensal emitida pela Instituição. 155 REGIME DE TRABALHO E REMUNERAÇÃO O Pessoal Docente de Ensino Superior da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS está sujeito à prestação de serviços semanais, dentro dos seguintes regimes: I - regime de TP - Tempo Parcial, de 12 a 30 (trinta) horas semanais de trabalho, devendo o professor assumir tarefas em sala de aula que requeiram pelo menos 75 % do tempo contratual; II - regime TI - Tempo Integral, com 40 (quarenta) horas semanais de trabalho, devendo o professor assumir tarefas em salas de aula, que requeiram pelo menos 50 % do tempo contratual; III - outros regimes. As horas de trabalho não utilizadas como carga didática do Docente, serão distribuídas em preparo de aulas, assistência aos alunos, preparação e correção de provas e exames, pesquisas, funções administrativas, reuniões em órgãos colegiados, trabalhos práticos ou atividades de assessoria e extensão a se desenvolverem na FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS ou em local que for determinado pela Diretoria. As atividades de pesquisa, extensão e assessoria referidas no parágrafo anterior, poderão ser remuneradas complementarmente. Excetuando-se as atividades previstas no § 2º, as demais atividades a que se refere este artigo devem ser prestadas obrigatoriamente na FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS. É permitida a redução das horas/aula mínimas em sala de aula, estabelecidas acima, a critério do Diretor e aprovado pela Mantenedora, quando o Professor ocupar os seguintes cargos ou funções: I – Diretoria, Vice-Diretorias, Diretoria Acadêmica de Graduação; II - Coordenadorias de Curso. 156 Os Docentes designados para funções administrativas de Diretor Geral, ViceDiretor e Diretoria Acadêmica de Graduação, receberão, enquanto no exercício das mesmas, remuneração de Professor, com nível equivalente à sua titulação, no regime de 40 (quarenta) horas semanais, acrescidas respectivamente da função gratificada, por portaria específica da Entidade Sociedade Universitária Redentor - SUR. Os Docentes designados para os cargos de Coordenadores de Curso, enquanto no exercício de suas funções, receberão remuneração de acordo com o nível para o qual foram contratados, no regime horas acordado com a Sociedade Universitária Redentor – SUR. COMPETÊNCIAS Ao Professor compete: a) elaborar o Plano de Ensino e de atividades práticas das disciplinas de que é responsável; b) supervisionar e coordenar a execução das atividades sob sua responsabilidade; c) rever ou reelaborar mensalmente, o Plano de Ensino e de atividades práticas das disciplinas de que é responsável; d) adotar medidas que signifiquem aprimoramento e melhoria das atividades de ensino e de atividades práticas; e) ministrar aulas considerando a qualidade do ensino, incentivando a pesquisa e a extensão; f) apresentar projetos de pesquisa e extensão aos Colegiados dos cursos em consequência da construção do conhecimento; g) exercer outras atribuições inerentes às suas competências ou determinadas pelos órgãos ou autoridades superiores, de acordo com este Plano de Carreira Docente, no âmbito de sua atuação; h) manter e zelar pela disciplina do corpo discente, no exercício de suas funções; i) cumprir o presente Plano de Carreira Docente; 157 j) cumprir e fazer cumprir o Regimento da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS, bem como a legislação em vigor. DIREITOS E VANTAGENS Além da remuneração do cargo, o membro do Magistério Superior da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS poderá receber as seguintes vantagens pecuniárias: I - diárias; II - ajuda de custo; III - adicional de insalubridade e/ou periculosidade de acordo com a legislação vigente; IV - pró-labore. Também é assegurado ao professor: I - reconhecimento como competente em sua área de atuação; II - acesso ao seu aprimoramento profissional; III - infraestrutura adequada ao exercício profissional; IV - remuneração compatível com sua qualificação. DEVERES Antes de recorrer ao Poder Judiciário, o membro do Magistério Superior que, eventualmente, venha a ter seus direitos prejudicados, deverá pedir reconsideração à autoridade competente da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS, sempre por intermédio da autoridade superior àquela a que estiver subordinado. Além de suas tarefas específicas, são deveres de todo membro do Magistério Superior, indistintamente: I - comparecer à Instituição de Ensino, no horário normal de trabalho e, quando convocado em horários extraordinários, executando os serviços que lhe competirem: II - cumprir as ordens dos superiores; III - guardar sigilo quanto aos assuntos de serviço; IV - manter com os colegas, espírito de cooperação e solidariedade; 158 V - zelar pela economia do material do Curso e pela conservação do que for confiado à sua guarda e uso; VI - providenciar para que esteja sempre em dia a sua ficha de assentamento pessoal; VII - apresentar, dentro dos prazos previstos, relatórios de suas atividades. Ao membro do Magistério Superior é proibido: I - dirigir-se desrespeitosamente, por qualquer meio, às autoridades constituídas; II- criticar os atos de administração e organização do serviço do ensino; III - deixar de comparecer ao serviço sem causa justificada ou dele se retirar durante as horas do expediente, sem prévia autorização; IV - tratar, nas horas de trabalho, de assuntos particulares, alheios ao serviço do curso a que está vinculado; V - promover ou participar de manifestações que impliquem conturbação da ordem, dentro da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS; VI - exercer atividades político-partidária dentro das Instalações da Faculdade. Todo professor, independentemente do nível e cargo dentro da carreira, será responsável pela administração das disciplinas que lhe forem confirmadas pelo Colegiado de curso. O membro do Magistério Superior é responsável por todos os prejuízos que causar à FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS, por dolo, omissão, negligência, imprudência ou imperícia. Os prejuízos e responsabilidades serão apurados através de uma Comissão de sindicância designada pelo Colegiado de curso e o Parecer emitido deverá ser homologado pela Congregação da FACULDADE REDENTOR. A importância das indenizações pelos prejuízos a que se refere este artigo, será descontada da remuneração do membro do Magistério. 159 A responsabilidade administrativa não exime o membro do Magistério da responsabilidade civil ou criminal, nem o pagamento da indenização a que se refere o parágrafo anterior, o exime da pena disciplinar a que está sujeito. Será igualmente responsabilizado o membro do Magistério que, sem a devida autorização, cometer à pessoas estranhas à Instituição de Ensino, o desempenho de encargos que a ele competirem. DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS O controle de frequência do Docente será exercido através de Ponto Eletrônico, supervisionado pela Secretaria e controlado pela Diretoria. Haverá a seguinte hierarquia para efeito de pedido de reconsideração de recurso e representação do Magistério Superior da FACULDADE REDENTOR. I – Colegiado de curso; II - Diretor Geral; III - Congregação. Em caso de não acolhimento do recurso ou representação, o interessado poderá recorrer à instância imediatamente superior. Os direitos, deveres e penalidades disciplinares do Corpo Docente estão estabelecidos no Regimento. A congregação disporá sobre as normas regulamentares relativas aos Professores Visitantes, Colaboradores e Associados. Para todos os efeitos, cabe à Instituição MANTENEDORA, a decisão final sobre medidas que importem em alteração de curso ou orçamento. Este Plano de Carreira Docente entrará em vigor na data de sua homologação pelo Diretor, após aprovação da Congregação. REGIME DE TRABALHO 160 A Sociedade Universitária Redentor – SUR fixará semestralmente, por Curso, o número de cargos do Magistério Superior no Regime de Tempo Parcial - TP (superior ou igual a 12 horas semanais, com pelo menos 30 % da carga-horária destinada a atividades extraclasses), no Regime de Tempo Integral - TI (40 horas semanais) e no Regime de Tempo Especial - TE (correspondente as horas-aula definidas no respectivo contrato de trabalho). A Sociedade Universitária Redentor poderá, na medida de sua conveniência, contratar professores em outros regimes e/ou regime modular. 161 7 Infraestrutura Física e Acadêmica 7.1 DESCRIÇÃO FÍSICA ATUAL Infraestrutura A Faculdade Redentor de Campos estará situada à Rua Dr. Beda, nº 112, Turf Clube, Campos dos Goytacazes/ RJ. Biblioteca Ambiente Quantificação Descrição Uso dos Alunos Biblioteca ( 231,3 m2) Estudo coletivo 46,69 m 2 Ambiente com várias mesas de estudo coletivo e divisórias para estudo individual e acesso a internet. Acervo e bibliotecária 76,74 m2 Ambiente onde os funcionários atendem aos alunos/ Ambiente para restauração e catalogação de livros e demais serviços internos. Consulta a computadores 14,95 m2 Ambiente com divisórias para acesso individual à internet. Estudo Individual 29,87 m2 Ambiente com várias mesas e divisórias para estudo individual. 162 Ambiente com várias mesas de estudo coletivo. 63,05 m2 Salão de leitura Instalações Administrativas Expansão Quantificação m2 1 28 m2 1 1 1 1 1 1 7,08 m2 1 1 1 1 1 Administrativo 1 28 m2 1 1 1 1 1 Tesouraria 1 8,39 m2 1 1 1 1 1 Direção 1 7,08 m2 1 1 1 1 1 Procuradoria Institucional 1 7,08 m2 1 1 1 1 1 Almoxarifado 1 5,46 m2 1 1 1 1 1 Banheiro 1 4 m2 1 1 1 1 1 Ambiente Sala de Atendimento Sala da Secretária Acadêmica 2013 2014 2015 2016 2017 PRÉDIO I – Térreo Expansão Ambiente Quantificação m2 Reprografia 1 38,92 m2 1 1 1 1 1 1 38,8 m2 1 1 1 1 1 6 1 m2 6 6 10 14 20 Salas de Docentes 1 24,8 m2 1 1 1 1 1 CASA 1 38,8 m2 1 1 1 1 1 Banheiro 2 4 m2 2 2 2 2 2 Espaço para conferências 1 Área de lazer 1 2320 m2 1 1 1 1 1 Piscina - semiolímpica 1 Quadra de Esportes 2 Campo de Futebol 1 Sala para Professores – Tempo Integral Gabinetes para Professores Tempo Integral – TI 2013 2014 2015 2016 2017 163 Cantina 1 45,07 m2 1 1 1 1 1 Estacionamento 1 702,00 m2 1 1 1 1 1 Elevador 1 2,56 m2 1 1 1 1 1 PRÉDIO I – 2º, 3º e 4º Pavimentos Ambiente Quantificaçã o Coordenação de Turno 3 Sala para Org.Estudantil 1 Sala de conferência/auditório 1 Salas de aula Expansão 2013 2014 2015 2016 2017 m2 15,96 m2 15,96 m2 1 2 3 3 3 1 1 1 1 1 78,88m2 1 1 1 1 1 25 40,71m2 12 26 32 43 43 Salas de Coordenação 9 15,96 m2 6 10 12 12 11 Salas de Docentes 1 24,8 m2 1 1 1 1 1 Banheiros 8 4 m2 14 14 14 14 14 Sala da CPA Sala do NDE PRÉDIO II – Térreo Expansão Quantificação m2 1 260 m2 1 1 1 1 1 Salas de Docentes 1 196 m2 1 1 1 1 1 Banheiro para Docentes 2 4 m2 22 22 Banheiro 3 4 m2 2 2 2 2 2 Cantina 1 45,07 m2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Ambiente Área de Convivência Elevador 1 2,56 m 2013 2014 2015 2016 2017 22 2 2 22 164 PRÉDIO II – 2º, 3º, 4º Pavimentos Ambiente Quantificação Coordenação de Turno 3 Sala de conferência/auditório 1 Salas de aula 12 Banheiros Home Care m2 15,96 m2 78,88m Expansão 2013 2014 2015 2016 2017 1 2 3 3 3 1 1 1 1 1 2 12 2 6 32 43 43 6 4 m2 8 8 8 8 8 1 150,67 1 1 1 1 1 2 40,71m 7.2 BIBLIOTECA 7.2.1. INFORMATIZAÇÃO A organização do Acervo é informatizada. A IES utiliza um sistema para gestão integrada, também conhecido como ERP (Enteprise Resource Planning). O sistema, chamado WAE, engloba todos os setores acadêmicos/administrativos da IES, dentre eles a Biblioteca. O módulo voltado para a administração da biblioteca contempla todo o controle e manutenção do acervo que fica a disposição dos alunos para consulta e uso dentro dos limites da biblioteca e ou fora dela através da realização de empréstimos. O módulo da Biblioteca permite o controle dos cadastros básicos como: Editores, Autores, Coleções / Séries, Tipos de Colaboradores, Colaboradores, Bibliotecas, Idiomas, Moedas, Áreas de Conhecimento, Designação Geral de Material, Grupos de Classe, Categorias, Periodicidades/Periódicos, Ocorrências, Situações de Tombos, Localização, Local da Pesquisa, Categorias de Empréstimos e outro mais. 165 O sistema controla os empréstimos realizados aos alunos observando limite de obras, tempo para devolução e geração automática de multa por atraso. Como o sistema é totalmente integrado, as informações de multa podem gerar, se parametrizado, restrição aos alunos que são observadas, por exemplo, em procedimentos como renovação, trancamento ou cancelamento de matrícula. O aluno também pode consultar o acervo, bem como realizar reservas e renovações de empréstimos com toda a comodidade e segurança sem a necessidade de estar na IES. Isto se deve ao fato do módulo da biblioteca disponibilizar uma versão online, ou seja, acessada através da internet. Esta versão, conhecida como BibliotecaNet, pode ser acessada através de link disponível no portal da IES: www.redentor.edu.br . 7.2.2 Política de atualização e expansão do acervo O Sistema de Biblioteca da Faculdade Redentor de Campos, dimensionando a instituição “biblioteca” como instrumento de difusão da cultura e da informação e, em consonância com as propostas globais da Faculdade, se constitui em importante suporte na formação integral e qualificada do aluno para a atuação profissional e para a pesquisa como fundamento na produção do conhecimento. A Biblioteca da Faculdade Redentor de Campos se localizará nas instalações da Faculdade Redentor de Campos e ocupará um área de aproximadamente 230 m2 e seu Plano de Expansão prevê aprimoramentos em aspectos estruturais, isto é, organização de novos espaços, como também, aprimoramentos qualitativos. Para expansão do acervo está prevista um aumento da área ocupada atualmente, que continuará garantindo as condições de armazenamento, preservação e disponibilidade, mantendo assim a qualidade no atendimento. A aquisição de novas bibliografias será feita após consulta aos Coordenadores dos Cursos. Inicialmente a Biblioteca adquirirá a Bibliografia dos quatro primeiros períodos e subsequentemente atenderá às exigências dos períodos seguintes: a cada período se adquire a bibliografia necessária ao próximo período. 166 O fato das aquisições da Biblioteca se nortearem pelas indicações dos Coordenadores, garante a correlação pedagógica entre o acervo e os cursos de graduação e pós-graduação da Faculdade Redentor de Campos. Os coordenadores dos cursos recebem as solicitações dos professores, e, após aprovação da Bibliografia no Colegiado, a Biblioteca as encaminha ao Setor de Aquisição, este providenciará para que as solicitações de compras sejam atendidas, possibilitando assim que a biblioteca possua em seu acervo obras atualizadas e clássicos referentes aos cursos em funcionamento. Todo o acervo adquirido será registrado, catalogado e classificado na própria Biblioteca. Como esta estará em fase de implementação, a aquisição de títulos por período provocará um incremento do acervo em cerca de 50 %, por semestre. A coleção de periódicos será composta de revistas técnicas que pretendem atender criteriosamente às exigências dos programas das disciplinas e revistas de âmbito geral que atendam aos interesses da comunidade. Contamos ainda com diversos materiais audiovisuais (CD ROM, Fitas de Vídeo e disquetes). O Sistema estará sob a responsabilidade da Bibliotecária Rúbia Christina Lopes Ribeiro, Reg. CRB7/RJ 4479, e uma equipe de 02 auxiliares. 7.2.3. Horário de Funcionamento O horário de funcionamento é de 2ª a 5ª feira de 07h às 23h e 15min, 6ª feira das 07h às 17h, plantões aos sábados a partir das 19h e domingo de 8h às 13h. 7.2.4. Serviços Oferecidos Ø Consulta local ao acervo de livros, periódicos e materiais especiais - O acesso dos interessados será feito a partir da sua inscrição como usuário da Biblioteca, o que garantirá a livre consulta ao acervo, desde que respeitando a Regulamentação da Biblioteca, principalmente no que concerne às normas de horários, empréstimos, prazos etc. 167 Ø Treinamento ao usuário sobre os recursos informacionais existentes na Biblioteca Ø Consulta ao catálogo Ø Atendimento e orientação sobre o acervo Ø Levantamentos bibliográficos Os docentes e os alunos de pós-graduação da Faculdade Redentor de Campos podem solicitar Levantamento Bibliográfico na Biblioteca. A pesquisa será realizada a partir dos termos sugeridos. Ø Empréstimo de livros a domicílio - Restrito aos integrantes da FRC e segue um regulamento próprio Ø Empréstimo entre bibliotecas - material bibliográfico não existente em nossa Biblioteca ou vice - versa. Ø Orientação individualizada ao usuário na busca da informação Ø Pesquisas bibliográficas sobre temas de interesse dos usuários Ø Comutação bibliográfica, principalmente através do COMUT - Programa de Comutação Bibliográfica (CAPES/IBICT) - possibilita a qualquer pessoa obter cópias de trabalhos não encontrados na Biblioteca , artigos publicados em periódicos técnico-científicos (revistas, jornais, boletins etc) teses etc, existentes nas melhores bibliotecas do país. Ø Normalização bibliográfica - segundo as normas da ABNT ou normas elaboradas pela própria IES. Ø Treinamentos e visitas orientadas Ø Acesso á Internet – disponibilizada através de 06 computadores 168 Ø Sumários de Periódicos - Os Sumários Correntes de Periódicos são elaborados no intuito de divulgar o conteúdo do último fascículo de cada título incorporado ao acervo, organizados em ordem alfabética. Ø Sugestão de aquisições - Uma das funções da Biblioteca é prover uma infraestrutura bibliográfica adequada às atividades acadêmicas da Faculdade Redentor de Campos. A participação da comunidade interna e externa é fundamental para atualização do acervo de nossa biblioteca. 7.2.5.Cronograma de expansão do corpo técnico da Biblioteca Setor Bibliotecária Auxiliar de Biblioteca Titulação Regime de Trabalho Biblioteca Especialista 40h Ensino 40h Médio 2014 2015 2016 2017 2018 1 1 1 1 1 2 2 4 5 6 7.2.6. PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS A coleção de periódicos é composta de revistas técnicas que pretendem atender criteriosamente às exigências dos programas das disciplinas e revistas de âmbito geral que atendam aos interesses da comunidade, composta por: RAE – Revista de Administração de Empresas. São Paulo: FGV; Acesso Gratuito LOCUS – Ambiente da Inovação Brasileira. Revista HSM Management Revista Venda Mais Revista da ESPM Revista de Ciência da Administração RBA- Revista Brasileira de Administração Revista Brasileira de Inovação – UNICAMP Revista Você S. A 169 Revista Pesquisa Operacional Revista Gestão & Produção Linha Direta http://www.linhadireta.com.br/http://www.linhadireta.com.br/ Revista Exame; Revista Produção Revista Brasileira de Gestão de Negócios - RBGN. São Paulo: FECAP. ISSN: 1806-4892. Jornal o Globo. Rio de Janeiro: Globo. Jornal Folha de São Paulo. São Paulo: Folha da Manhã. ISSN 1414-5723; Revista Veja; Revista Produto e Produção Disponível em: <ser.ufrgs.br/produtoproducao>; Product: Management & Development. Disponível em: <pmd.hostcentral.com.br/board.php>; Caderno EBAPEM. Disponível em: <htpp://www.ebape.fgv.br/cadernosebape>; RAC – Revista de Administração Contemporânea. Disponível em: <htpp:// www.anpad.org.br/rac>; Revista FACES Jounal. Disponível em: < http://www.fumec.br/publicaçoes>; BAR – Revista de Administração Mackenzie. Disponível em: <htpp:// www3.mackenzie.br/editora/índex.php/RAM/índex>; Revista Científica Eletrônica Produção Online. Disponível em: <http://www.producaoonline.inf.br/>; Revista Carioca de Produção. Disponível em: <http://www.recap.eng.uerj.br/doku.php>.; Pesquisa & Desenvolvimento Engenharia de Produção. Disponível em: <www.revista-ped.unifei.edu.br [email protected]>; Sistemas & Gestão. Disponível em: <www.latec.uff.br/sg>; Rio´s International Journal on Sciences of Industrial and Systems Engineering and Management. Disponível em: <www.rij.eng.uerj.br>.; 170 Revista Gestão Industrial. Disponível em: <http://www.pg.utfpr.edu.br/depog/periodicos/index.php/revistagi/index>; Revista de Gestão da Tecnologia e Sistemas de Informação. Disponível em: <http://www.tecsi.fea.usp.br/revistatecsi/ [email protected]>; Boletim Técnico Organização & Estratégia (O&E). Disponível em: <http://www.latec.uff.br/bt>; INGEPRO. Disponível em: http://www.ingepro.com.br/index.php/ingepro [email protected]>; Revista TN Petróleo OnLine. Disponível em:<http://www.tnpetroleo.com.br>; GEINTEC - Gestão, Inovação e Tecnologias. Disponível em: <http://www.revistageintec.net>; Controle e Automação: Revista da Sociedade Brasileira de Automática – SBA. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=01031759&lng=pt&nrm=iso>; Revista de Engenharia Térmica. Disponível em:<http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/reterm/index>; Journal of the Brazilian Society of Mechanical Sciences. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=01007386&lng=en&nrm=iso>; Journal of the Brazilian Society of Mechanical Sciences and Engineering. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=16785878&nrm=iso&lng=en>; Metrologia & Instrumentação. Disponível em:<http://www.banasmetrologia.com.br/revista.asp?codigo=2688>; Revista Cerâmica. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=03666913&lng=pt&nrm=iso>; Revista Gestão Industrial. Disponível em: <http://www.posgrad.mecanica.ufu.br/revistasi/>; Annals of Operation Research. Disponível em: <http://www2.isye.gatech.edu/informs-jfig/resources/OMOR_Journals-rept.pdf>; Computer AidedGeometric Design. Disponível em: <http://tom.cs.byu.edu/~557/text/cagd.pdf>; Communications in Statistics. Theory and Methods. Disponível em: <http://www.mat.ucm.es/~villegas/Sensitivity_analysis.pdf>; C&T. Revista Militar de Ciência e Tecnologia. Disponível em:http://www.abeddefesa.org/page4/page9/page2/page10/files/gustavoguerreiro.pdf>; Brazilian Journal of Physics. Disponível em: http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?pid=S010399892009000100005&script=sci_arttext>; 171 Tecnologia & Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: http://www.redenet.edu.br/ojs/index.php/tecnologia/>; Tecnologia & Cultura (CEFET/RJ). Disponível em: http://portal.cefetrj.br/files/comunicacao/revista/ano11_ed15.pdf>; RGO. Revista Gestão Organizacional (Online). Disponível em: http://apps.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rgo/article/viewFile/139/153>; Gestão & Tecnologia de Projetos. Disponível em: <http://www.arquitetura.eesc.usp.br/gestaodeprojetos/>; EstudosEconômicos. Disponível em: :<http://www.estecon.fea.usp.br/index.php/estecon>. 7.3 LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Será oferecida uma estrutura com 04 laboratórios de informática equipados com o número necessário de computadores cada, ligados em rede e à Internet, aberto aos alunos das 08 às 22 horas, diariamente. Além desses laboratórios, será disponibilizado desenvolvimento um laboratório tecnológico móvel, avançado, denominado visando CHARGE proporcionar MATE, no com ambiente educacional, otimizando espaço físico e tempo. Nos laboratórios serão desenvolvidas as programações acadêmicas permitindo a revisão e o aprofundamento de conteúdos ministrados em sala de aula. Cada aluno será cadastrado no laboratório e terá acesso ao equipamento através de uma senha individualizada. O acesso à internet permitirá, ente outras coisas, o acesso pelo aluno, também de forma individualizada, à plataforma de Ensino a Distância que servirá como Ferramenta de Apoio e comunicação entre professores e alunos no que tange as atividades extraclasse. O laboratório móvel CHARGE MATE é composto de um carro inovador portátil de recarga, armazenamento e transportes práticos para laptops educacionais, ao mesmo tempo poderá controlar, organizar, otimizando espaço físico e tempo, obtendo maior economia com infraestrutura elétrica na sala de aula ou corredor da mesma. Pode-se fazer a recarga dos equipamentos de um modo simples, eficaz, utilizando o adaptador AC original do produto armazenado dentro do CHARGE MATE. 172 O sistema de armazenamento CHARFE MATE é inovador e eficiente, possui tecnologia avançada com design arrojado, permitindo retirar e guardar os notebooks de forma rápida e prática, garantindo a conservação geral dos equipamentos. 173 Requisitos Legais 8 8.1. COERÊNCIA DOS CONTEÚDOS CURRICULARES COM AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS - DCN O curso de Administração da Faculdade Redentor de Campos contempla na sua grade todas as disciplinas que fazem parte das Diretrizes Curriculares Nacionais conforme consta no Projeto Pedagógico. 8.2. ESTÁGIO SUPERVISIONADO Conforme apresentado no item 6.7.2.6 Estágios, a supervisão de estágio é obrigatória no curso de Administração, devendo o aluno cumprir 150 horas. As diretrizes e normas para a realização de estágio nos cursos de graduação da Faculdade Redentor de Campos seguem no anexo A deste projeto. 8.3. DISCIPLINA DE LIBRAS Conforme apresentado no item 6.7.2.4 justificativa para inclusão da disciplina de LIBRAS, o curso disponibilizará em sua grade curricular a disciplina para o aprendizado de LIBRAS como disciplina obrigatória. 174 8.4. CARGA HORÁRIA MÍNIMA E TEMPO MÍNIMO DE INTEGRALIZAÇÃO Conforme apresentado no item 6.6.3.2 Carga horária mínima e tempo mínimo de integralização: DURAÇÃO: Mínimo de 04 anos e Máximo de 08 anos TURNO DE FUNCIONAMENTO: Noturno REGIME DE MATRÍCULA: Seriado Semestral TOTAL DE HORAS: 3090 horas 8.5. CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS. As ações para integração do Portador de Necessidades Especiais Educacionais estarão em consonância com as Leis nº 7853/89 e nº 9394, respectivamente, Lei da Pessoa Portadora de Deficiência e Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de forma a garantir o acesso a diretos básicos com a educação, trabalho, saúde e locomoção. Apoiada nessas legislações e em outras que compartilhem dos mesmos princípios, a FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS desempenhará ações para área da formação profissional e trabalho dos Portadores de Necessidades Especiais, adotando normas que garantam a funcionalidade do espaço físico e educacional, estimulando a reflexão sobre o respeito às diferenças. Para tanto, a aliança entre os avanços tecnológicos das áreas de Engenharia e Informática, contribuirá para no fortalecimento de uma ação Política de Inclusão. A Política de Educação Inclusiva será construída com a participação de toda comunidade acadêmica e local, através do incentivo a participação e articulação permanente. 175 8.5.1.Plano de Promoção de Acessibilidade e Inclusão Social Objetivos Metas Indicadores Estratégias Contribuir para inclusão dos alunos Portadores de necessidades especiais Elaboração de Política para Inclusão de Alunos Portadores de necessidades especiais Aquisição de Novas Tecnologias Construção de Projetos específicos adequando tecnologias para educação especial no domínio das deficiências visual, auditiva, paraplegia Estimular os Docentes Interface entre a Política à discussão e criação de inclusão e as Política de a condições de acesso Ensino, Pesquisa e Extensão Aquisição permanente de recursos básicos para integração social dos alunos portadores de necessidades especiais Capacitações realizadas no âmbito da discussão do respeito as diferenças compartilhando valores como universalização e tolerância Preparar a IES ( toda a comunidade acadêmica) para receber esses alunos Articulação entre os diversos setores construindo valores que garantam a funcionalidade da política de inclusão Grau de Satisfação do aluno de Alunos Portadores de Necessidades Especiais Aquisições de recursos materiais que atendam as particularidades desta clientela Estimular um trabalho docente que valorize o respeito às diferenças individuais Elaboração de Projetos Planos de trabalhos Políticos Pedagógico que que em sua totalidade respeitem essas diferenças respeitem o princípio constitucional da educação a todos os cidadãos Eventos organizados que discutam a garantia de direitos de cidadania dos portadores de necessidades especiais educacionais, que envolvam a comunidade acadêmica e local Oferecer acessibilidade nas áreas física e comunicação aos alunos Portadores de Necessidades Especiais Cumprir as exigências específicas da legislação para essa clientela. Acesso a elevadores, passarelas, corrimões. Eliminação de obstáculos para circulação do estudante. Adaptação de portais e banheiros para a circulação dos cadeirantes. Aquisição de impressoras em braile. Criação de síntese de voz, gravador e fotocopiadora que ampliem os materiais didáticos. Adaptações realizadas que gradativamente atendam as exigências e supram as carências Carências supridas no cotidiano de alunos Portadores Deficiências físicas, visual e auditivas Grau de satisfação dos alunos portadores de necessidades especiais Integração desses alunos às atividades de cultura e lazer do corpo discente 176 8.6. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC Conforme apresentado no item 6.6.2.7 Trabalho de Conclusão de Curso: O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) realiza o fechamento das disciplinas da Matriz Curricular, e habilita o aluno a receber o título de bacharel em Administração. Segue no anexo C deste projeto a normatização do Trabalho de Conclusão de Curso. 177 ANEXO A DIRETRIZES E NORMAS PARA O ESTÁGIO NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DOS OBJETIVOS O Sistema de Estágio da Faculdade Redentor de Campos tem por objetivos gerais: I - propiciar ao estudante complementação educacional e prática profissional; II - oferecer assessoramento a órgãos públicos e privados, na execução de projetos, estudos e pesquisa: III - permitir ao estudante o conhecimento da realidade de sua profissão. DA CLASSIFICAÇÃO Os estágios estão classificados em: I - Curricular, previsto nos currículos dos cursos de graduação, autorizados apenas a estudantes acima do sexto período; II - Não-curricular, não previsto nos currículos dos cursos. DA OBRIGATORIEDADE a. São obrigatórios os estágios previstos no currículo dos cursos de graduação e que estão classificados nestas Normas como Estágios Curriculares. b. O estágio somente se poderá verificar em instituições que tenham condições de propiciar experiência prática na área de formação acadêmica, devendo o aluno, para esse fim, ter cumprido os pré-requisitos estabelecidos no currículo de seu curso ou, se estes não estiverem definidos, ter sido aprovado em um conjunto de disciplinas relacionadas com o programa de estágio proposto, a critério da Coordenação do Curso. c. A jornada de atividade em estágio, quando ocorrer simultaneamente com outras atividades de caráter acadêmico, a ser cumprida pelo estudante, deverá compatibilizar-se com o horário na Unidade de Ensino. DOS CRÉDITOS a. Estará fixado na estrutura de cada curso, o número de horas que deverá ser estabelecido para o estágio Curricular, conforme disposições regimentais. b. A critério da Coordenação de Curso, de acordo com a regulamentação, os estágios não-curriculares poderão ser aproveitados para efeito de integralização curricular como disciplina optativa, mediante aprovação do respectivo Conselho Departamental. c. As atividades desenvolvidas nos programas de Bolsas de Trabalho, Monitoria e outros, poderão ser considerados estágios. DO SISTEMA DE ADMINISTRAÇÃO DE ESTÁGIO a. Integram o Sistema de Administração de Estágio da Faculdade Redentor de Campos os seguintes órgãos: I - Coordenação Geral de Estágios, vinculada à Diretoria Acadêmica; e II - as Coordenações de Cursos. b. À Coordenação Geral de Estágios competirá: I - exercer a supervisão técnica e orientação normativa; II - manter relacionamento entre a Diretoria Acadêmica, Coordenações de Cursos e Empresas Privadas e Públicas, possibilitando condições para a realização de estágios supervisionados; III - prestar apoio administrativo e financeiro: 178 IV - manter controle permanente dos estagiários e das instituições em que possam ser alocados; V - expedir Certificados de Estágio, conjuntamente com as Coordenações de Cursos, de acordo com a regulamentação; VI - promover o desligamento ou remanejamento do estagiário, ouvido o Conselho Departamental; e VII - verificar o cumprimento da legislação em vigor, no tocante às obrigações da Empresa. c. Às Coordenações de Cursos competirá: I - fornecer à Coordenação Geral de Estágios o número de alunos disponíveis para estágio, observando as exigências destas Normas; II - promover o planejamento, a programação, o acompanhamento e a avaliação do estágio; e, III - enviar à Coordenação Geral de estágios, relatórios periódicos sobre a atuação dos estagiários. d. À Diretoria Acadêmica, através da Secretaria Geral, competirá fornecer à Coordenação Geral de Estágios, no prazo de 5 dias após terminado o processo de matrícula, o número de alunos matriculados para realizar o estágio curricular, relacionando-os por Curso. DOS CAMPOS DE ESTÁGIOS a. São considerados Campos de Estágios as empresas públicas, particulares, órgãos governamentais ou instituições onde o aluno possa desenvolver seu programa, sob a assistência de um profissional, de nível superior, da área de formação idêntica ou correlata à do estagiário. DA VAGA PARA ESTÁGIO a. A vaga para estágio será oferecida pela Coordenação Geral de Estágios. b. A vaga, quando obtida diretamente pelo estagiário, deverá ser comunicada à Coordenação do Curso, que verificará se atende às exigências da legislação pertinente, tomará as providências necessárias para sua realização e comunicará à Coordenação Geral de Estágios, desde que a Instituição contactada pelo aluno não tenha compromissos de estágio com a Faculdade Redentor de Campos. c. Os estágios previstos nos currículos mínimos, cujo Campo de Estágio é na própria Unidade de Ensino, tem a sua divulgação a cargo da Coordenação do Curso. DA INSCRIÇÃO À VAGA DE ESTÁGIOS a. O estudante interessado em realizar estágio deverá preencher ficha de inscrição junto à Coordenação do Curso, segundo modelo aprovado pela Diretoria Acadêmica. b. O aluno deverá realizar o estágio com a supervisão de um professor designado pela Chefia do Departamento, por solicitação da Coordenação do Curso e sob a assistência, no campo de estágio, de um profissional de nível superior, da área de formação, idêntica ou correlata à do estagiário. DO SUPERVISOR a. O Supervisor tem como função: I - elaborar, ouvido o aluno, um plano de Estágio, com a indicação das atividades principais que deverão ser desenvolvidas durante o estágio; 179 II - controlar e avaliar o desempenho do aluno durante a realização do estágio, considerando a avaliação efetuada pelo profissional assistente no campo de estágio; e, III - apresentar mensalmente ao Coordenador do Curso relatório sobre a atuação do estagiário. b. O Supervisor terá, no campo de estágio, a colaboração de profissional a este vinculado e com as seguintes atribuições: I - acompanhar e avaliar, em nome do Supervisor, o desempenho do estagiário; e, II - fornecer ao Supervisor, periodicamente, e ao final do estágio, informações destinadas à aferição do rendimento do estagiário. DO ESTÁGIO NÃO-CURRICULAR a. Para o estágio não-curricular, o estudante será selecionado pela Coordenação do Curso, com antecedência prevista na respectiva regulamentação, obedecendo às seguintes prioridades, além de outras que possam ser estabelecidas: I – melhor coeficiente de aproveitamento acumulado, relativo às disciplinas consideradas pré-requisitos para o estágio; II - apuração da assiduidade; e, III - observação da adequação do período indicado para o estágio à disponibilidade de tempo do candidato. b. A todos os estudantes será assegurada a oportunidade e as condições para a realização do estágio supervisionado. DA PREPARAÇÃO DO ESTAGIÁRIO a. Com a antecedência necessária, em relação ao início do estágio, deverá ocorrer um programa de treinamento com os candidatos, se for o caso, pela Coordenação do Curso ou pela Coordenação Geral de Estágios, abrangendo os seguintes aspectos: I - conhecimento das normas vigentes sobre os estágios; II - informações sobre o campo de estágio; e, III - preparação psicológica, objetivando o bom relacionamento na equipe, no trabalho, na comunidade e ajustamento à realidade sociocultural da região em que for atuar. DO APROVEITAMENTO a. O aproveitamento do estudante no estágio será avaliado sob os aspectos profissional e atitudinal, no desempenho do programa, de acordo com o Sistema de Verificação Escolar, previsto no Regimento da Faculdade Redentor de Campos. b. A avaliação do rendimento do estagiário será feita pelo supervisor à base das informações do relatório individual do próprio estagiário, visado pelo profissional incumbido de seu acompanhamento no campo de estágio. c. A frequência do estudante em estágio será obrigatória e registrada em documento próprio. d. O Estágio fora da Faculdade Redentor de Campos é considerado prolongamento deste e as atividades nele desenvolvidas, com assiduidade e eficiência, conferem aos estagiários a integralização nos respectivos currículos, observadas as normas relativas à atribuição e contagem de horas. DO AFASTAMENTO 180 a. O período de afastamento do aluno para cumprimento do estágio, sem prejuízo das atividades escolares nas disciplinas em que estiver matriculado, ficará condicionado às normas regimentais relativas à frequência às atividades escolares. b. Será permitido ao aluno ocupar inteiramente um período letivo para realizar o estágio, sendo que, nesse caso, deverá fazer a matrícula somente para o estágio. c. Poderá o aluno, se o desejar, e se obtiver a aprovação do Coordenador do Curso, trancar as matrículas feitas nas diversas disciplinas do respectivo período letivo para se dedicar exclusivamente ao estágio. d. Nos períodos de férias escolares, a jornada de estágio será estabelecida de comum acordo entre o estagiário e a parte concedente do estágio, sempre com a interveniência da Instituição de Ensino. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS a. O estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, e o estagiário poderá perceber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, ressalvando o que dispuser a legislação providenciaria, devendo o estudante, em qualquer hipótese, estar assegurado contra acidentes pessoais. b. A realização do estágio dar-se-á mediante termo de compromisso celebrado entre o estudante e a parte concedente, com interveniência da Coordenação Geral de Estágios. 181 ANEXO B REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS Art. 1º O presente Regulamento integra o Projeto Pedagógico dos Cursos de Graduação da Faculdade Redentor de Campos, na condição de anexo, e tem por finalidade disciplinar a oferta, o funcionamento e o registro acadêmico das Atividades Complementares, na forma do disposto nas Diretrizes Curriculares Nacionais - Parecer nº 583, aprovado em 4/04 de 2001 diretrizes específicas para cada curso e do Parecer CNE nº 100, aprovado em 13/03/2002. Art. 2º Entende-se por Atividades Complementares as atividades extracurriculares que possibilitam ao aluno adquirir conhecimentos de interesse para as formação pessoal e profissional, reconhecidos por meio de avaliação e que constituem um meio de ampliação de seu currículo, com experiências e vivências acadêmicas internas e/ou externas aos cursos. Art. 3º As Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Faculdade Redentor de Campos são obrigatórias e categorizam-se em cinco grupos: Grupo I – Atividades de iniciação à docência e à pesquisa: Grupo II – Congressos, seminários, conferências e outras atividades Assistidas; Grupo III – Publicações; Grupo IV - Vivência profissional complementar; Grupo V - Atividades de Extensão Parágrafo único – Os alunos, obrigatoriamente, deverão distribuir a carga-horária das Atividades Complementares em, pelo menos, três dos grupos indicados. Art. 4º As atividades Complementares, que podem ser reconhecidas para efeitos de aproveitamento da carga-horária, são as seguintes: Grupo I – Atividades de iniciação à docência e á pesquisa: • Exercício de monitorias em disciplinas que compõem o currículo do curso; • Participação em projetos de pesquisas e/ou de iniciação científica orientados por docente da Faculdade Redentor de Campos e aprovados pelo respectivo Colegiado do Curso; • Participação em grupos de estudo/pesquisa sob supervisão de professores e/ou do Departamento de Pós-graduação; • Participação em oficinas de leitura, sob a supervisão de professor, com prévia comunicação à Coordenação. Grupo II - Congressos, seminários, conferências e outras atividades Assistidas: • Congressos, seminários, conferências e palestras assistidos; 182 • Participação em jornadas, simpósios, congressos, seminários, encontros, conferências, fóruns, debates, cujos temas sejam relacionados ao curso, realizados na Faculdade ou fora dela; • seminários ofertados a título de desenvolvimento de conhecimentos específicos do Curso mas que não componham a programação específica das disciplinas • Assistir a apresentação de monografias dos cursos de pós-graduação lato sensu; • Eventos, mostras, exposições assistidas: • Participação em eventos culturais complementares; • Representação e administração em entidades estudantis, participação em órgãos colegiados desde que referendados pelo Colegiado do Curso • Visitas técnicas que não componham o programa de estágio ou de disciplinas do curso; Grupo III - Publicações: • Artigos publicados em revistas; • Monografias não curriculares; • Apresentação de trabalhos em eventos científicos; • Participação em concursos, exposições e mostras. Grupo IV - Vivência profissional complementar: • Realização de estágios extracurriculares desenvolvidos com base em convênios firmados pela Faculdade Redentor de Campos que tenham vinculação com o curso; • Realização de estágio extracurricular desenvolvido em locais com responsabilidade técnica profissional expedida pelo Conselho de categoria respectivo ao curso de graduação ou ainda através de apresentação de registro profissional em dia do conselho de categoria por profissional que estiver atuando em consultórios particulares, sem que haja necessariamente um convênio formal com a IES. O aluno levará uma carta de apresentação nominativa a Instituição ou pessoa física que se destina a sua vaga de estágio com informações de sua condição acadêmica como também formulário próprio da IES para a sua futura comprovação de carga horário a e aproveitamento. • Realização de estágios em Empresa Júnior / Incubadora de Empresa; • Participação em projetos sociais. Grupo V - Atividades de Extensão: • Cursos à distância; • Disciplinas cursadas em programas de extensão; • Cursar disciplinas não previstas no currículo do curso, mas que tenham relação com a formação profissional; • Cursar disciplinas com aprovação em outro curso de graduação desde que autorizado pelo Colegiado do Curso • Atividades de extensão coordenadas por docente da Faculdade e aprovadas pelo respectivo Colegiado do Curso; • Participação em oficinas de leitura sob supervisão de Professor; • Trabalhos comunitários, desde que aprovados pelo Colegiado do Curso. Art. 5º As Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Faculdade Redentor de Campos possuem os seguintes objetivos: I- buscar a interdisciplinaridade pela efetiva integração entre os conteúdos de ensino que compõem os currículos dos cursos; II- integrar teoria/prática, por meio de vivência e/ou observação de situações reais; 183 III- propiciar a contemporaneidade do currículo, ensejando o desenvolvimento de temas emergentes da área, decorrentes das transformações da sociedade e de seus avanços; IV- articular ensino, pesquisa e extensão; V- promover a contextualização do currículo a partir do desenvolvimento de temas regionais e locais, julgados significativos para a formação profissional pretendida; VI- adequar o currículo aos interesses individuais dos alunos; VII- ampliar a dimensão do Currículo Pleno pela pluralidade e diversificação das atividades que podem ser vivenciadas pelo aluno; VIII- possibilitar aos alunos exercitarem o seu livre arbítrio e a sua cidadania, atuando como sujeitos ativos, agentes do seu próprio processo histórico, capazes de selecionar os conhecimentos mais relevantes para os seus processos de desenvolvimento. Art. 6º A carga horária mínima destinada as Atividades Complementares a ser desenvolvida ao longo do Curso será indicada no Projeto Pedagógico de cada curso, devendo ser preenchida com atividades de, pelo menos, três dos grupos indicados no Art. 3º, sendo que o seu cumprimento integral deverá ocorrer até o último período do curso, constituindo condição indispensável para a colação de grau. § 1º Nenhuma atividade poderá ultrapassar 40% (quarenta por cento) do total da carga horária de Atividades Complementares. § 2º Cada colegiado de curso definirá em seu Projeto Pedagógico a distribuição da carga horária por tipo de atividade. Art. 7º Será definido um professor, por curso, para atuar como professor orientador de Atividades Complementares. Art. 8º Compete ao Coordenador do Curso indicar e divulgar o nome do professor orientador das Atividades Complementares. Art. 9º Funções do professor orientador de Atividades Complementares: a) identificar e divulgar eventos da área do Curso em conformidade com o art. 4º deste regulamento; b) organizar, quando for o caso, a participação de alunos em eventos; c) elaborar juntamente com o Colegiado de Curso projetos contemplados nas alíneas “c”, “d” e “i” do artigo 4º deste regulamento; d) Supervisionar a elaboração do formulário e dos roteiros para relatórios comprobatórios de Atividades Complementares; e) analisar documentos apresentados pelos alunos para comprovar a realização de cada Atividade Complementar e, se considerar suficiente, rubricar indicando a validade do documento para o cômputo geral; f) orientar, acompanhar e controlar por aluno o desenvolvimento das Atividades Complementares; g) intervir junto a alunos que se encontram em atraso no desenvolvimento de Atividades Complementares; h) encaminhar, no final do semestre, para a Secretaria de Assuntos Acadêmicos a listagem nominal de alunos por turma com as indicações de horas desenvolvidas para os devidos registros; i) elaborar a programação de Atividades Complementares a serem ofertadas pelo curso no semestre seguinte; j) elaborar relatório das Atividades Complementares realizadas pelo curso ao final de cada semestre letivo. 184 Art. 10. Todas as atividades objeto deste Regulamento serão comprovadas pelo aluno, ao professor orientador de Atividades Complementares por meio de formulários, relatórios e comprovação documental própria. Art. 11. À vista da documentação comprobatória própria, compete a cada Coordenação de Curso, por meio do professor orientador de Atividades Complementares, encaminhar à Secretaria de Assuntos Acadêmicos, o relatório final indicando a situação de cada aluno e especificando a carga horária total computada. § 1º A Secretaria da Faculdade Redentor de Campos procede o registro no histórico escolar do aluno indicando o número de horas já desenvolvidas e se está concluída ou em curso. § 2º A carga horária total cumprida pelo aluno em Atividades Complementares, será quantificada em campo próprio de seu histórico escolar. § 3º Só serão computadas as atividades realizadas durante o período em que o aluno estiver matriculado no curso e frequentando regularmente. Excetuam-se da condição de frequência somente os casos de Regime Domiciliar. § 4º O registro do rendimento acadêmico em Atividades Complementares se fará por meio da indicação de carga horária, não sendo passível de nota numérica. Art. 12. Compete ao Colegiado de Coordenadores de Cursos dirimir dúvidas referentes à interpretação deste Regulamento, bem como suprir as lacunas constatadas durante a sua aplicação, pela expedição das normas complementares necessárias. Art. 13. Este Regulamento foi legitimado em reunião do Colegiado de Coordenadores de Cursos presidida pelo Diretor Acadêmico e pela Vice-Diretora mediante votação em sessão plena. Art. 14. Este Regulamento entra em vigor na presente data. Itaperuna, 16 de abril de 2006 Profª Cláudia Regina Boechat Silva Vice-Diretora da Faculdade Redentor 185 FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CONTROLE DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Nome: Matrícula: Carga Horária Destinada Atividades ___________ horas Grupo I Atividades de iniciação à docência e á pesquisa Hora Realizada Computação Exercício de monitorias em disciplinas que compõem o currículo do curso; Participação em projetos de pesquisas e/ou de iniciação científica orientados por docente da Faculdade; 1h 1h 1h Participação em grupos de estudo/pesquisa sob supervisão de professores e/ou do Departamento de Pós-graduação; Participação em oficinas de leitura, sob a supervisão de professor, com prévia comunicação à Coordenação. 1h 1 h / Maximo de 50 h por semestre 1h 1h 1h Horas Computadas Grupo II Congressos, seminários, conferências e outras atividades Assistidas Atividades Hora Realizada Computação Horas Computadas Congressos, seminários, conferências e palestras assistidos Participação em jornadas, simpósios, congressos, seminários, 1h 1h encontros, conferências, fóruns, debates, cujos temas sejam relacionados ao curso, realizados na Faculdade ou fora dela; Assistir a defesa de Projetos e TCC dos cursos de graduação e pós- 1 Defesa 2h graduação; Participação em eventos culturais complementares; 1h 1h Representação e administração em entidades estudantis, 1h 1 h / Maximo de participação em órgãos colegiados desde que referendados pelo 20 h por Colegiado do Curso; semestre Visitas técnicas que não componham o programa de estágio ou de 1 Visita 5h disciplinas do curso; Seminários ofertados a título de desenvolvimento de conhecimentos 1 h 1h específicos do Curso, mas que não componham a programação específica das disciplinas; Eventos, mostras, exposições assistidas. 1h 1h Grupo III Publicações Atividades Hora Realizada Computação Horas Computadas Artigos publicados em revistas; 1 Artigo 50 h Monografias não curriculares; 1 Monografia 70 h Apresentação de trabalhos em eventos científicos; 1 Apresentação 10 h Participação em concursos, exposições e mostras; 1 Evento 2h Grupo IV Vivência profissional complementar Atividades Hora Realizada Computação Horas Computadas Realização de estágios extracurriculares, desenvolvidos com base 1h 1h em convênios firmados pela Faculdade, vinculados ao curso; Realização de estágio extracurricular em locais com 1h 1h responsabilidade técnica profissional, na área do curso; Realização de estágios em Empresa Júnior / Incubadora de 1h 1h Empresa; Organização de Palestras, seminários, congressos, conferências e 1 Evento 10 h oficinas, cursos e eventos culturais; Participação em projetos sociais; 1 Evento 2h Grupo V Atividades de Extensão Atividades Hora Realizada Computação Horas Computadas Cursos presenciais e à distância vinculados ao curso; 1h 1h Disciplinas cursadas em programas de extensão na área do curso; 1h 1h Cursar disciplinas não previstas no currículo do curso, mas que 1h 1h tenham relação com a formação profissional; Cursar disciplinas com aprovação em outro curso de graduação 1h 1h desde que autorizado pelo Colegiado do Curso; Atividades de extensão coordenadas por docente da Faculdade e 1 Evento 2h aprovadas pelo respectivo Colegiado do Curso; Trabalhos comunitários, desde que aprovados pelo Colegiado do 1 Evento 2h Curso; Participação em oficinas de leitura sob supervisão de Professor; 1 Evento 2h Rub/ Coordenador Rub/ Coordenador Rub/ Coordenador Rub/ Coordenador Rub/ Coordenador Total de horas neste documento por extenso:________________________________________________ _________________________________________________ Coordenação do Curso 186 ANEXO C NORMAS DE TCC DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E DOS OBJETIVOS Art. 1° - Este documento objetiva regulamentar a disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do curso de ADMINISTRAÇÃO da FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS, em relação à orientação, acompanhamento e execução do trabalho, elaboração do relatório e critérios de avaliação. Art. 2° - São objetivos do Trabalho de Conclusão de Curso: a) oportunizar um momento de revisão, aprofundamento, sistematização e integração de conteúdos estudados durante o curso, com a finalidade de levar o formando do curso de ADMINISTRAÇÃO a aprimorar seu projeto de vida acadêmica. b) oportunizar um espaço para que, ao final do curso, o acadêmico possa produzir um trabalho técnico-científico decorrente da teorização de sua prática profissional; de estudos e/ou pesquisas realizadas na literatura especializada ou, ainda, decorrente de observações e análises de situações, hipóteses, dados e outros aspectos contemplados pela prática e pela teoria da administração; c) contribuir para os aperfeiçoamentos técnico, profissional e cultural do formando do curso. DAS ORIENTAÇÕES GERAIS Art. 3°- A disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I tem uma duração de 45 horas, equivalentes a 3 créditos, conforme currículo do curso. Após a aprovação da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I (conclusão do cronograma estabelecido pelo orientador), o aluno estará apto a cursar a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso II que também possui a duração de 45 horas, equivalentes a 3 créditos. Lembrando que para cursar a disciplina TCC II, o aluno será obrigado a ser aprovado na disciplina TCC I. Art. 4°- A coordenação da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso é de responsabilidade de professor indicado pela coordenação do curso, cabendo-lhe: a) ministrar as aulas de orientação geral e metodologia; b) divulgar a lista dos professores-orientadores; c) elaborar o calendário de suas atividades; d) executar as tarefas burocráticas inerentes à disciplina; e) encaminhar situações duvidosas e/ou omissas à coordenação do curso. Art. 5°- O Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado na forma de Plano de Negócios, deve estar relacionado a uma das áreas abrangidas pelo campo profissional de ADMINISTRAÇÃO, 187 tais como: Empreendedorismo; Gestão de Pessoas; Gestão Organizacional; Gestão de Financeira; Gestão de Marketing; Logística; Administração de Materiais; Administração da Produção; Planejamento Estratégico; Qualidade; Sistemas de Informações Gerenciais; Responsabilidade Socioambiental; Outras, conforme autorização da coordenação. Art. 6° - O Trabalho de Conclusão de Curso, como atividade acadêmica, deve levar o aluno a produzir um relatório técnico-científico, fundamentado teórica e tecnicamente, sendo decorrente de estudos, observações e análises de dados e informações contemplados pela realidade do campo profissional. DO ORIENTADOR Art. 7º- Os professores-orientadores do Trabalho de Conclusão de Curso deverão ser escolhidos pelo coordenador do curso. Art. 8º - Cabe aos professores-orientadores a decisão de aceitar ou não a orientação do aluno, devendo, em caso de impossibilidade, comunicar por escrito os motivos. Art. 9º - As orientações serão realizadas aos alunos em qualquer dia da semana, fora do seu período de aula normal, podendo ambos acordarem dia e horário. Art. 10º - Para cada atendimento individual, em conjunto com o aluno-orientando, deverá ser feito um registro do que foi tratado nesse encontro, devendo o mesmo ser datado e assinado por ambos, para entrega posterior à coordenação. Art. 11 - Cabe aos professores-orientadores o acompanhamento de todas as etapas do trabalho, sugerindo as alterações que se façam necessárias e as referências bibliográficas a serem consultadas. Art. 12 - Cada professor-orientador técnico poderá orientar até 05 (cinco) Trabalhos de 188 Conclusão de Curso. Havendo casos de atendimento em número maior, estes deverão ter a autorização escrita da supervisão do TCC. DO ALUNO-ORIENTANDO Art. 13 - Cabe ao aluno-orientando: a) realizar o Trabalho de Conclusão de Curso individualmente; b) estabelecido no art. 7°; c)sugerir à coordenação do TCC os professores-orientadores, tendo como referência o manter contatos semanais com os professores-orientadores, para discussão e aprimoramento de seu trabalho, devendo justificar eventuais faltas; d) elaborar o projeto de trabalho e entregá-lo, formalmente, aos professores-orientadores para avaliação e aprovação; e) elaborar os relatórios parciais e o trabalho final; f) entregar à supervisão do TCC três cópias da versão final do trabalho, contendo suas(s) assinaturas e as dos professores-orientadores. Art. 14 - O projeto obedece, em sua estrutura de apresentação, o que prescreve a ABNT. Art. 15 - O prazo máximo para entrega do projeto deverá ser definido entre o aluno e os professores-orientadores a partir do primeiro dia de aula de orientação. DO RELATÓRIO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 16 - A monografia se constitui no instrumento básico de explicitação do conteúdo e da qualidade do Trabalho de Conclusão de Curso realizado pelo aluno e deverá ser estruturado de acordo com as normas técnicas de elaboração de trabalhos técnicos e científicos estabelecidas pela ABNT, de acordo com o presente manual. Art. 17 - Após a defesa e aprovação pela banca, o relatório do Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser encadernado em capa dura (preta ou azul) para entrega à coordenação de curso, para posterior envio para a Biblioteca da Instituição. Lembrando que será estipulado um prazo no dia da banca e se o aluno não respeitar o mesmo, será considerado REPROVADO. DA AVALIAÇÃO Art. 18 - O Trabalho de Conclusão de Curso II será avaliado mediante: apresentação oral e escrita do projeto elaborado no período para uma banca avaliadora composta de três professores do curso podendo ter como resultado: ü APROVADO; 189 ü APROVADO COM RESTRIÇÕES; com prazo para o aluno fazer os acertos após a apresentação e entrega definitiva, no máximo após 1 semana; ü REPROVADO. Art. 19 - O aluno reprovado na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso I e II deverá efetuar nova matrícula na disciplina. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 20 - O prazo de entrega do material escrito para o orientador será de dez dias que precedem a apresentação. Caso não seja respeitado o prazo, o aluno será considerado reprovado. Obs: deverão ser entregues três cópias encadernadas em espiral. Art. 21 - Cabe ao orientador indicar ou não o trabalho para defesa. Caso o trabalho não seja indicado, representa automaticamente a reprovação. Art. 22 - Após a apresentação à banca, o aluno deverá entregar ao orientador o trabalho final com os devidos ajustes no prazo de até uma semana, sendo considerado reprovado caso a entrega seja feita após esse prazo. Art. 23 - Os casos omissos neste regulamento serão definidos pela coordenação do curso de ADMINISTRAÇÃO. OBSERVAÇÃO: Cada professor poderá no máximo orientar 5 alunos. 190 FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FICHA DE INSCRIÇÃO EM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Nome do aluno: Endereço: Fone: Nome do orientador: Nome do orientador de TCC Local onde o trabalho será Fone: desenvolvido: Data do início do projeto: Formato de Apresentação; Título do projeto: Resumo do projeto (até 250 palavras): Campos dos Goytacazes, _______ de _____________________ de ___________ ______________________________________________________ ALUNO Declaro que tomei ciência da programação e objetivos que regem a disciplina "Trabalho de Conclusão de Curso” em Administração, obrigatória para os alunos de Bacharelado em Administração da Faculdade Redentor de Campos. ______________________________________________________ Assinatura do orientador ______________________________________________________ Assinatura do orientador de TCC 191 TCC - PRAZO DE ENTREGA DO TRABALHO Eu, ______________________________________________________________ Matrícula ____________________ Turma _____________________________ Declaro que estou ciente que o prazo máximo para a entrega do TRABALHO ESCRITO para a avaliação do meu orientador para que o mesmo possa ou não indicar o trabalho para a banca está marcado para o dia ________ até às ________. Declaro também que estou CIENTE caso o trabalho não for entregue na data estarei REPROVADO (A). Campos de Goytacazes,_______ de__________de_________. ___________________________________________________________ ALUNO 192 DECLARAÇÃO DE AUTORIA NOME DO ALUNO, identidade nº 9.999.999 , declaro para os devidos fins e sob as penas previstas pela lei, de acordo com o Código Penal Brasileiro, e na lei 9610/1998, que o trabalho que versa sobre: TITULO DO TRABALHO é de minha única e exclusiva autoria, estando a FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS autorizada a divulga-lo, mantendo cópia em biblioteca, sem ônus referentes a direitos autorais, por se tratar de exigência parcial para certificação do CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Campos dos Goytacazes, ____________ de ________________________ de __________ _________________________________________ Assinatura _______ / ________ / _________ _________________________ Ciente OBS: Entregar em duas vias. 193 FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC Prof. ______________________________ FICHA DE ACOMPANHAMENTO INDIVIDUAL Aluno: __________________________________________________ Tels:______________________E-mail:________________________ Data Trabalho Apresentado Data Retorno Trabalho a desenvolver Rubrica 194 ATA DE TCC - CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Aos _____dias do mês de ___________, do ano de ______, Na sala____________, do campus da Faculdade Redentor de Campos, reuniu-se a Banca Examinadora de TTC, composta pelos professores ___________________________________________________________ ___________________________________________________________, sob a Presidência do(a) Orientador(a)________________________________________, Para julgamento do trabalho de TCC intitulado“___________________________________________________________________ _________________________________________________________” de autoria de________________________________________________________, matrícula número _______________-, como requisito para a obtenção do grau de Bacharel em Administração. Após o exame do trabalho escrito, apresentado aos membros anteriormente, a respectiva defesa, a Banca examinadora conferiu o seguinte resultado: ____________________________________________________________ E nada mais havendo a registrar, eu _____________________________________________________________, lavrei a presente ata que segue assinada por todos os membros assinada Campos dos Goytacazes,_____de___________de ____________. Presidente: (Orientador (a) __________________________________________ Primeiro membro:___________________________________________________ Segundo membro:___________________________________________________