Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
CONSÓRCIO ALFA DE ADMINISTRAÇÃO S.A.
Sociedade Anônima de Capital Aberto
CNPJ N.º 17.193.806/0001-46
Alameda Santos, n.º 466 - São Paulo - S.P.
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
Senhores Acionistas,
Temos o prazer de submeter à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas do Consórcio Alfa de
Administração S.A. (“Sociedade”), que incluem controladas diretas e indiretas, relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de
2013 e 2012, acompanhadas do relatório dos Auditores Independentes sobre essas Demonstrações Financeiras e do respectivo
parecer do Conselho Fiscal. Os documentos apresentados contêm os dados necessários à análise da performance da Sociedade no
exercício. Colocamo-nos à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais que venham a ser julgados necessários.
Desempenho das Atividades
Tratando-se de sociedade holding, o desempenho da Sociedade reflete, basicamente, o comportamento de suas controladas e
coligadas. Estas, atuando em diversos segmentos da economia nacional, tais como: financeiro, processamento de dados, informática,
seguros, serviços e outros, apresentaram resultados que proporcionaram à Sociedade uma variação positiva na avaliação de seus
investimentos no valor de R$ 53.377 mil (R$ 67.395 mil em 2012).
Preparação das Demonstrações Financeiras
As Demonstrações Financeiras individuais foram preparadas e estão sendo apresentadas de acordo com as disposições da Lei das
Sociedades por Ações e com as normas e procedimentos contábeis emitidos pela Comissão de Valores Mobiliários e pelo Comitê de
Pronunciamentos Contábeis até 31 de dezembro de 2013. As Demonstrações Financeiras consolidadas foram preparadas e estão
sendo apresentadas em conformidade com as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo Conselho de Normas
Internacionais de Contabilidade (IASB), sendo também observadas as disposições da Lei das Sociedades por Ações e as normas e
procedimentos contábeis emitidos pela Comissão de Valores Mobiliários e pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis até 31 de
dezembro de 2013.
As Demonstrações Financeiras Consolidadas - referente ao período findo em 31 de dezembro de 2012, estão sendo devidamente
reapresentadas, em conformidade com o CPCs 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, em
decorrência da mudança de política contábil envolvendo demonstrações contábeis consolidadas e de negócios em conjunto de acordo
com os Pronunciamentos Técnicos CPC 36 (R3)/IFRS 10 e CPC 19 (R2)/IFRS 11.
Resultado do Exercício
A Sociedade apresentou lucro líquido de R$ 52.541 mil (R$ 63.154 mil em 2012), correspondendo rentabilidade de 6,41% sobre o
Patrimônio Líquido inicial de R$ 819.079 mil.
Os resultados obtidos levaram-nos a propor o pagamento dos seguintes valores aos acionistas por lote de mil ações, relativamente ao
2º semestre de 2013: a título de dividendos, R$ -0-, para titulares de ações ordinárias; R$ 102,99 para titulares de ações preferenciais
da classe “A”; R$ 247,16 para titulares de ações preferenciais da classe “B”; R$ 144,17 para titulares de ações preferenciais da classe
“C”; R$ 102,99 para titulares de ações preferenciais da classe “D”; R$ 123,58 para titulares de ações preferenciais da classe “E” e R$
-0- para titulares de ações preferenciais da classe “F”, que, somados aos juros sobre capital próprio e dividendos do 1º semestre de
2013, totalizam R$ 13,25 para titulares de ações ordinárias; R$ 205,97 para titulares de ações preferenciais da classe “A”; R$ 494,32
para titulares de ações preferenciais da classe “B”; R$ 288,35 para titulares de ações preferenciais da classe “C”; R$ 205,97 para
titulares de ações preferenciais da classe “D”; R$ 247,16 para titulares de ações preferenciais da classe “E” e R$ 14,58 para titulares
de ações preferenciais da classe “F”, já líquidos do imposto de renda na fonte.
Patrimônio Líquido
O Patrimônio Líquido atingiu o valor de R$ 864.778 mil em 31 de dezembro de 2013, com crescimento de 5,58% no ano.
Em 25 de abril de 2013, foi realizada Assembleia Geral Extraordinária, na qual foi aprovado o aumento do capital social de R$
279.525 mil para R$ 303.376 mil, mediante aproveitamento de parte das reservas de lucros.
Divulgação sobre Serviços da Auditoria Independente
Em atendimento à Instrução CVM nº 381/2003, informamos que nem a empresa contratada para auditoria das Demonstrações
Financeiras da Sociedade, nem pessoas a ela ligadas, presta quaisquer outros serviços à Sociedade que não os de auditoria
independente. A política adotada atende aos princípios que preservam a independência do auditor, de acordo com critérios
internacionalmente aceitos, quais sejam, o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho nem exercer funções gerenciais no seu
cliente, ou promover o interesse deste.
Declaração dos Diretores
Conforme Instrução CVM nº 480/2009, a Diretoria declara que, em reunião realizada em 13 de março de 2014, revisou e concordou
com as opiniões expressas no relatório dos Auditores Independentes com as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo
em 31 de dezembro de 2013.
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Agradecimentos
Queremos, na oportunidade, agradecer aos nossos acionistas e fornecedores o apoio e confiança com que nos distinguiram, bem
como a nossos funcionários, pela dedicação e trabalho.
São Paulo, 13 de março de 2014.
DIRETORIA
Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro
Rubens Garcia Nunes
(Diretor Presidente)
(Diretor Vice-Presidente)
Marco Aurélio Neto Arnes
(Diretor)
Este Relatório da Administração, elaborado pela Diretoria, foi examinado e aprovado em reunião do Conselho de Administração de
13 de março de 2014, para encaminhamento à Assembleia Geral.
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro
(Presidente)
Luiz Alves Paes de Barros
José Aloysio Borges
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DEMO NSTRAÇÕ ES FINANCEIRAS INDIVIDUAL E CO NSO LIDADA
DO S EXERCÍC IO S FINDO S EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012.
BALANÇO PATRIMO NIAL
(Valore s e xpre ssos e m milhare s de Re ais)
ATIVO
Notas
INDIVIDUAL
Explicativas
ATIVO S
Ativo Circulante
Caixa e equivalente de caixa
Créditos de operações com seguros e resseguros
Despesas de comercialização de seguros diferidas
Despesas de resseguro e retrocessões diferidas
Operações de créditos e adiantamento a instituições financeiras
Operações de créditos e adiantamentos a clientes
T itulos para Investimento
Ativos tributários diferidos
Outros Ativos
Ativo não Circulante
Ativo Re aliz áve l a Longo Prazo
Créditos de operações com seguros e resseguros
Despesas de comercialização de seguros diferidas
Despesas de resseguro e retrocessões diferidas
Operações de créditos e adiantamento a instituições financeiras
Operações de créditos e adiantamentos a clientes
T itulos para Investimento
Ativos tributários diferidos
Outros Ativos
Inve stime ntos
Investimentos em controladas e coligadas
Imobiliz ado
Ativos tangíveis
Ativos intangíveis
TO TAL DO ATIVO
31.12.2013
6
7
20
8
9
10
11
2-d
15
7
20
8
9
10
11
2-d
15
12
PASSIVO S
Passivo Circulante
O BRIGAÇÕ ES
Passivos com Instituições Financeiras
Passivos com clientes
Empréstimos e repasses
Débitos de operações com seguros e resseguros
Provisões e Contingências
Provisões técnicas de seguros e resseguros
Obrigações fiscais
Outros passivos
Total das obrigaçõe s
Passivo não Circulante
Exigive l à Longo Praz o
Passivos com Instituições Financeiras
Empréstimos e repasses
Provisões e Contingências
Provisões técnicas de seguros e resseguros
Obrigações fiscais
Outros passivos
31.12.2013
2.545
51
344
4.524
57
1.207
2150
865.794
1.685
1685
1.329.270
3.164
129.633
43.600
9.370
52.930
153.797
904.287
3.260
819.372
1.755
1.755
252.536
442.255
14.896
54.220
237.916
82.109
14.408
38.202
817.519
782.102
747.429
26
72
823.896
1.006
1.354
2.529.211
896
1.208
2.459.921
88
3319
3.407
409
4.402
4.811
366.950
37.028
817
32.020
47
670.051
17.492
42.004
1.166.409
118.062
29.640
35.781
848
671.226
16.059
55.731
927.347
154
154
6
6
87.775
87.775
397
71.364
15.486
374
154
328.566
328.566
234.595
65.469
27.649
848
5
303.376
7.784
527.340
26.278
864.778
410.249
1.275.027
2.529.211
279.525
7.506
502.871
29.177
819.079
384.929
1.204.008
2.459.921
864.034
20
55
868.339
16
17
-
16
19
20
21
PATRIMÔ NIO LÍQ UIDO
Capital social
Reservas de capital
Reservas de lucros
Ajustes de avaliação patrimonial
Total do patrimonio liquido individual
Participação nas inve stidas de outros acionistas
Total do patrimônio líquido consolidado
TO TAL DO PASSIVO
As notas explicativas são parte integrante das Demonstrações Financeiras
22
22.a
22-b1
22.b2
154
303.376
7.784
527.340
26.278
864.778
864.778
868.339
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro
Presidente
José Aloysio Borges
Luiz Alves Paes de Barros
31.12.2012
977.882
5.313
106.296
39.891
8.627
80.728
138.727
570.947
5.545
21.808
1.551.329
766.867
558
2.400
2
13
14
18
19
20
29
21
C O NSO LIDADO
31.12.2012
6
-
279.525
7.506
502.871
29.177
819.079
819.079
823.896
32.489
1.130.651
381.118
1.116
7.344
23
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DOC-1
DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS E DOS RESULTADOS ABRANGENTES INDIVIDUAL E CONSOLIDADO
DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012.
DEMONS TRAÇÃO DE RESULTADO
NOTAS
EXPLICATIVAS
Receita de juros
Despesas de juros
Margem financeira
Receitas de Serviços e comissões
Despesas de serviços e comissões
Resultado líquido de serviços e comissões
23
INDIVIDUAL
31.12.2013
31.12.2012
175
242
175
242
27.783
(83.158)
(55.375)
27.005
(79.497)
(52.492)
-
352.433
(200.536)
-
332.011
(185.559)
9
53.377
699
54.788
67.395
1.277
69.344
55.544
22.838
233.506
94.975
9.789
238.400
(2.753)
(1.203)
50.832
1.709
52.541
-
(2.936)
(1.701)
(1.553)
63.154
63.154
-
(2.913)
(58.779)
(47.867)
(34.090)
89.857
(11.983)
77.874
52.541
25.333
364
(45.804)
(42.673)
(41.040)
109.247
(16.082)
93.165
63.154
30.011
Outros resultados abrangentes do exercício
Ajustes de investimentos em controladas e coligadas
(2.899)
5.039
(2.912)
4.184
Outros resultados abrangentes do exercício, liquido de impostos
(2.899)
5.039
(2.912)
4.184
Total do resultados abrangentes do exercício
49.642
68.193
74.962
97.349
682,60
750,86
820,49
902,53
26.052
23.590
35.788
32.405
40.395
33.251
40.395
33.251
Prêmios de seguros e resseguros ganhos
Despesas de sinistro retidos
Resultado de instrumentos financeiros derivativos
Resultado de variação cambial
Resultado de participações em controladas
Outras receitas
Resultado bruto
Resultado de ganho com com impairment de ativos financeiros
Despesas de pessoal
Gastos gerais administrativos
Outras despesas
Resultados antes dos impostos
Imposto sobre a renda corrente e diferidos
Resultado líquido do exercício
Atribuído a Sócios da Empresa Controladora
Atribuído a Sócios Não Controladores
24
25
26
27
28
29
626
(89)
537
501
(71)
430
-
(Em Milhares de Reais)
CONS OLIDADO
31.12.2013
31.12.2012
155.051
137.259
(96.449)
(97.592)
58.602
39.667
As notas explicativas são parte integrante das Demonstrações Financeiras
LUCRO POR AÇÃO (em Reais)
Lucro básico e diluído por lote de 1.000 ações (em Reais - R$)
Ações ordinárias
Ações preferenciais
Lucro líquido atribuído (em Reais mil - R$)
Ações ordinárias
Ações preferenciais
Média ponderada das ações emitidas - básica e diluída (em milhares)
Ações ordinárias
Ações preferenciais
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DOC-1
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - INDIVIDUAL E CONSOLIDADO
( em milhares de reais )
RESERVA DE LUCROS
HISTÓRICO
Saldos em 31.12.2011
Participação
Patrimônio
Capital
Reserva
Reserva
Reserva de
Reserva
Reserva
Ajustes de
Lucros
Patrimônio
dos não
Líquido
Subscrito
de
Legal
Lucros a
Especial p/
Especial p/
Avaliação
Acumulados
Líquido
Controladores
Consolidado
e Realizado
Capital
Realizar
Aumento Capital
Dividendos
Patrimonial
258.082
7.195
40.475
165.510
209.764
50.729
24.138
-
755.893
Ajustes em investimentos
-
-
-
-
-
-
5.039
-
5.039
355.773
Aumento de Capital:
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Com Reservas
21.443
-
-
-
(21.443)
-
-
-
-
-
-
-
311
-
311
(855)
1.111.666
4.184
-
Dividendos não reclamados
-
311
-
-
-
-
-
Realização de Lucros
-
-
-
(4.865)
-
-
-
4.865
-
-
-
Lucro Líquido do Exercício
-
-
-
-
-
-
-
63.154
63.154
30.011
93.165
Distribuição:
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Reserva Legal
-
-
3.158
-
-
-
-
(3.158)
-
-
-
Reserva de Lucros a Realizar
-
-
-
14.999
-
-
-
(14.999)
-
-
-
Reservas Estatutárias
-
-
-
-
40.090
4.454
-
(44.544)
-
-
-
Dividendos / Juros s/ cap.próprio (nota 22 c / d)
-
-
-
-
-
-
-
(5.318)
(5.318)
-
(5.318)
7.506
43.633
55.183
29.177
-
Ajustes em investimentos
Saldos em 31.12.2012
279.525
-
-
-
175.644
-
228.411
-
-
(2.899)
-
819.079
(2.899)
384.929
Aumento de Capital:
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Com Reservas
23.851
-
-
-
(23.851)
-
-
-
-
-
-
-
278
-
278
(13)
1.204.008
(2.912)
-
Dividendos não reclamados
-
278
-
-
-
-
-
Realização de Lucros
-
-
-
(4.196)
-
-
-
4.196
-
-
-
Lucro Líquido do Exercício
-
-
-
-
-
-
-
52.541
52.541
25.333
77.874
Distribuição:
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Reserva Legal
-
-
2.627
-
-
-
-
(2.627)
-
-
-
Reserva de Lucros a Realizar
-
-
-
12.478
-
-
-
(12.478)
-
-
-
Reservas Estatutárias
-
-
-
-
33.670
3.741
-
(37.411)
-
-
-
Dividendos / Juros s/ cap.próprio (nota 22 c / d)
-
-
-
-
-
-
-
(4.221)
(4.221)
-
(4.221)
7.784
46.260
58.924
26.278
-
Saldos em 31.12.2013
303.376
As notas explicativas são parte integrante das Demonstrações Financeiras
183.926
238.230
864.778
410.249
1.275.027
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
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(Em milhare s de Re ais)
DEMO NSTRAÇÕ ES DO S FLUXO S DE CAIXA - INDIRETO
Exe rcícios findos em:
INDIVIDUAL
31.12.2013
31.12.2012
CO NSO LIDADO
31.12.2013
31.12.2012
ATIVIDADES O PERACIO NAIS
LUCRO LÍQ UIDO DO EXERCÍCIO .................................................................................................
AJUSTES AO LUCRO LÍQ UIDO ......................................................................................................
- Depreciações e Amortizações............................................................................................................
- Result ado da Avaliação de Invest. pelo método de Equiv. Patrimonial................................................
(AUMENTO )/ REDUÇÃO NO S ATIVO S O PERACIO NAIS............................................................
Instrumentos financeiros derivativos................................................................................................
Créditos de operações com seguros, previdência e capitalização........................................................
Despesas de comercialização de seguros, resseguros e retrocessões diferidas.......................................
Operações de crédito e adiantamento a instituiçôes financeiras e clientes.........................................
Ativos tributários diferidos...............................................................................................................
Outros Ativos.................................................................................................................................
AUMENTO / (REDUÇÃO ) NO S PASSIVO S O PERACIO NAIS.......................................................
Passivos com Instituições Financeiras..............................................................................................
Depósitos de clientes........................................................................................................................
52.541
(53.353)
24
(53.377)
1.180
63.154
(67.375)
20
(67.395)
(1.008)
1.180
(1.256)
(1.008)
648
77.874
(55.022)
522
(55.544)
(5.406)
23.895
9.417
(27.348)
(488)
(10.882)
(1.729)
14.293
7.388
93.165
(94.662)
313
(94.975)
(96.911)
(7)
(20.182)
3.045
(84.005)
(13.362)
17.600
42.531
(74.947)
6.750
Empréstimos e repasses....................................................................................................................
1.214
-
Débitos de Operações com seguros e resseguros................................................................................
(3.761)
2.248
(13.338)
97.477
Provisões T écnicas de seguros e resseguros.......................................................................................
Provisões e contingências................................................................................................................
(6)
Obrigações Fiscais............................................................................................................................
(321)
Outros Passivos................................................................................................................................
(929)
CAIXA LÍQ UIDO PRO VENIENTE DE (APLICADO ) EM ATIVIDADES O PERACIO NAIS...........
(888)
409
239
(4.581)
5.094
386
959
832
(13.578)
9.785
15.717
(55.877)
ATIVIDADES DE INVESTIMENTO S
Alienação de bens e investimentos...................................................................................................
Aquisição de bens e investimentos....................................................................................................
2.820
(120)
1.603
(208)
Ativos T angíveis..............................................................................................................................
Ativos Intangíveis............................................................................................................................
(25)
805
(1.503)
87.893
(2.614)
(364)
(41)
(414)
(1.221)
Dividendos e juros sobre o capital próprio e recebidos......................................................................
1.262
5.697
7.203
T itulos para Investimentos..............................................................................................................
-
1.050
181.646
(17.924)
2.899
6.861
(5.039)
3.078
14.366
201.739
127.465
278
(4.221)
(2.899)
311
(5.318)
5.039
278
(4.221)
(2.912)
(6.842)
(869)
1.264
395
(869)
32
(1.471)
2.735
1.264
(1.471)
(6.855)
210.601
245.700
456.301
210.601
Ajustes de variação patrimonial em empresas ligadas .......................................................................
CAIXA LÍQ UIDO PRO VENIENTE DE (APLICADO ) EM ATIVIDADES DE INVESTIMENTO .........
ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO S
Dividendos e juros sobre o capital próprio prescritos........................................................................
Dividendos e juros sobre o capital próprio pagos..............................................................................
Ajustes de variação patrimonial em empresas ligadas .......................................................................
Participação de acionistas não controladores....................................................................................
CAIXA LÍQ UIDO PRO VENIENTE DE (APLICADO ) EM ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO .....
AUMENTO (REDUÇÃO ) LÍQ UIDA DE CAIXA E EQ UIVALENTE DE CAIXA.................................
Caixa e equivalent e de caixa no início do exercício...............................................................................
Caixa e equivalent e de caixa no final do exercício................................................................................
Aumento (re dução) de caixa e e quivale ntes de caixa...................................................................
As not as explicativas são parte integrante das Demonstrações Financeiras
61.372
311
(5.318)
5.039
(855)
(823)
70.765
174.935
245.700
70.765
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
(Em milhare s de Reais)
Notas
DEMO NSTRAÇ ÃO DO VALO R ADICIO NADO - R$ MIL
INDIVIDUAL
Explicativas
31.12.2013
1. RECEITAS
Receita de Juros
CO NSO LIDADO
23
31.12.2012
31.12.2013
31.12.2012
1.500
2.020
588.232
561.295
175
242
155.051
137.259
Receita de variação cambial
-
-
Receita de serviços e comissões
626
501
-
-
27.783
27.005
385.474
386.878
Receitas com Operações de Seguros e Previdência
-
-
Resultado de perdas com Inpairment de ativos financeiros
-
-
(2.913)
699
1.277
22.837
9.789
363
384.266
Outras receitas operacionais
25
Benefício Fiscal (Programa REFIS IV) Lei nº 11.941/2009
2. DESPESAS
364
2.390
360.628
Despesas de Juros
-
-
96.449
97.592
Variação nas provisões técnicas de seguros
-
-
33.041
54.867
200.536
185.559
Beneficio e Sinistros
-
-
Despesa de instrumentos financeiros derivativos
-
-
-
-
Outras Despesas Operacionais
363
2.390
30.602
46.248
635
304
116.019
98.498
6
12
17.929
15.250
3. MATERIAIS E SERVIÇ O S ADQ UIRIDO S DE TERC EIRO S
Materiais, energia e outros (materiais de consumo, telefone e água)
Serviços de Comissões
-
-
80.675
61.614
Serviços de terceiros
480
292
17.258
17.883
Perda e Recuperação de valores ativos ( ajustes a valor de mercado de investimentos)
149
-
149
3.727
Outras
-
-
8
24
111.585
78.531
4. VALO R ADIC IO NADO BRUTO ( 1-2-3 )
502
(674)
24
20
478
(694)
5. DEPRECIAÇÃO , AMO RTIZAÇ ÃO E EXAUSTÃO
6. VALO R ADIC IO NADO LÍQ UIDO PRO DUZIDO PELA ENTIDADE (4-5)
7. VALO R ADIC IO NADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNC IA
Resultado de participação em controladas
8. VALO R ADIC IO NADO TO TAL A DISTRIBUIR ( 6+7 )
9. DISTRIBUIÇ ÃO DO VALO R ADICIO NADO
Despe sas de Pessoal
26
Remuneração direta
Benefícios
313
111.093
78.218
94.975
53.377
67.395
55.544
53.377
67.395
55.544
94.975
53.855
66.701
166.637
173.193
53.855
66.701
166.637
173.193
2.753
2.936
58.767
45.804
1.691
2.303
43.455
32.508
963
508
7.311
5.600
99
125
8.001
7.696
F.G.T .S.
Imposto, taxas e constribuições
492
(1.494)
587
25.982
30.803
Federais
(1.525)
562
24.988
29.706
Estaduais
-
Municipais
31
Remune ração de capitais de terceiros
O utras (Doações Filantrópicas)
82
70
912
1.027
55
24
3.851
3.319
55
24
3.851
3.319
-
-
163
102
52.541
63.154
77.874
93.165
3.025
Aluguéis
Remune ração de Capitais Próprios
25
Juros sobre o Capital Próprio
22-d
167
3.025
167
Dividendos
22-c
4.054
2.294
4.054
2.293
48.320
57.835
48.320
57.836
25.333
30.011
Lucros retidos do exercício
Participação dos não-controladores nos lucros retidos
As notas explicativas são parte integrante das Demonstrações Financeiras
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012
(INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS)
(EM MILHARES DE REAIS-EXCETO QUANDO INDICADO DE OUTRA FORMA)
NOTA 1 – ATIVIDADE E ESTRUTURA DO GRUPO
O Consórcio Alfa de Administração S.A. (Sociedade), que é uma sociedade de capital aberto, originou-se com o nome
de Cia. Mineira de Engenharia, fundada em 08.08.1952, com sede em Belo Horizonte-MG e que se dedicava a
atividades de serviços de engenharia e construção civil.
Em 28.12.1959, em Assembleia Geral Extraordinária da Cia. Mineira de Engenharia, deliberou-se o aumento de capital,
a nova denominação social e a adoção de novo objeto social.
Passou, então, a Sociedade a denominar-se Consórcio Brasileiro de Administração e Engenharia S.A. tendo por objeto
social, entre outros, a participação societária em outras sociedades.
Em 11.08.1969, a sede social foi transferida para São Paulo e, em Assembleia Geral Extraordinária de 12.04.1977,
procedeu-se à alteração de sua denominação social para Consórcio Real Brasileiro de Administração S.A. A Assembleia
Geral Extraordinária de 08.04.1999 alterou a denominação social da Sociedade para Consórcio Alfa de Administração
S.A. A sede social está localizada na cidade de São Paulo, na Alameda Santos, nº 466. A Sociedade é registrada na
Bolsa de Valores de São Paulo – BM&FBOVESPA com o código de negociação BRGE.
Sua atividade principal atual consiste em manter participações societárias em outras empresas, na qualidade de
“holding”, com participações direcionadas, principalmente aos segmentos financeiros (Banco Alfa de Investimento
S.A., Financeira Alfa S.A. – C.F.I., Banco Alfa S.A., Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A. e Alfa
Arrendamento Mercantil S.A.), ramo de seguros através da controlada direta Corumbal Participações e Administração
Ltda. (Alfa Seguradora S.A. e Alfa Previdência e Vida S.A.) e serviços (Metro Tecnologia Informática Ltda e MetroDados Ltda.).
A Sociedade não possui filiais e seu controle é integralmente nacional.
NOTA 2 – APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
As Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas foram preparadas e estão sendo apresentadas de acordo com
o pronunciamento técnico CPC 21 – e com a norma internacional de contabilidade IAS 34 – “Interim Financial
Reporting”, emitida pelo International Accounting Standards Board (IASB), aplicáveis à elaboração das Demonstrações
Financeiras e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários
(CVM).
As práticas contábeis utilizadas na preparação das Demonstrações Financeiras referentes a 31 de dezembro de 2013,
exceto pelo impacto da adoção do CPC36 (R3) / IFRS 10 e do CPC 19 (R2)/ IFRS 11, são consistentes com as políticas
utilizadas na preparação das demonstrações contábeis referentes a 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012,
divulgadas em conjunto para efeito de comparação.
As notas explicativas às Demonstrações Financeiras contêm descrições narrativas e detalhes da composição das
informações apresentadas nos balanços patrimoniais, nas demonstrações do resultado, dos resultados abrangentes, na
demonstração das mutações do patrimônio líquido e nas demonstrações dos fluxos de caixa.
Estas Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas foram concluídas em 13.03.2014 e aprovadas pelo
Conselho Fiscal da Sociedade na mesma data.
Convergência com as normas internacionais de contabilidade
Durante o ano de 2009, a Comissão de Valores Mobiliários - CVM aprovou um conjunto de pronunciamentos e
interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Conforme determinado pela Deliberação
CVM nº 603 de 10.11.2009, a Sociedade e suas controladas e coligadas adotaram estes procedimentos a partir das
Demonstrações Contábeis de 31.12.2010.
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
a) Moeda funcional e de apresentação
As Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas estão sendo apresentadas em Reais (R$), que é a moeda
funcional da Sociedade e de suas controladas e coligadas. Exceto quando indicado, as informações contábeis expressas em
Reais foram arredondadas para o milhar mais próximo.
b) Base para avaliação
As Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas tomando por base o custo amortizado, com
exceção dos ativos financeiros mantidos para negociação, investimentos disponíveis para venda e instrumentos
financeiros derivativos, os quais são mensurados ao valor justo. Esses Ativos financeiros estão substancialmente
registrados nas investidas da Sociedade. O valor contábil de operações de arrendamento mercantil e das operações de
crédito da coligada Financeira Alfa S.A. – C.F.I. designados como objeto de “hedge” em transações qualificáveis para
“hedge contábil”, é ajustado ao valor justo no que diz respeito ao montante do risco “hedgeado”.
c) Uso de estimativas e julgamentos
No processo de elaboração das Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas da Sociedade e suas controladas e
coligadas, a Administração exerceu julgamento e utilizou estimativas para mensurar certos valores reconhecidos nas
Demonstrações Financeiras. As principais aplicações do exercício de julgamento e utilização de estimativas ocorrem na
Sociedade e suas investidas com:
• Redução ao valor de recuperação de Operações de Empréstimos e Adiantamentos a Clientes, a instituições
financeiras e títulos de investimento;
• Categorização e avaliação de instrumentos financeiros;
• Passivos Contingentes; e
• Ativos tributários diferidos.
d) Informações comparativas consolidadas
Conforme requerido pelo IAS 1, as Demonstrações Financeiras devem incluir informação comparativa de no mínimo, 02
(dois) exercícios ou períodos. Estas Demonstrações Financeiras trazem informações dos períodos findos em 31.12.2013
e 31.12.2012.
e) Consolidação
As Demonstrações Financeiras consolidadas da Sociedade e de suas controladas diretas e indiretas para os exercícios
findos em 31.12.2013 e 31.12.2012, foram elaboradas integralmente, somando-se os saldos totais nas Demonstrações
Financeiras individuais das empresas subsidiárias abaixo listadas e eliminando-se as participações de uma empresa em
outra, os saldos de contas, as receitas e as despesas correspondentes às operações realizadas entre as empresas integrantes e
destacando em conta especifica a participação dos não controladores.
As Demonstrações Financeiras das empresas controladas pela Sociedade utilizadas para fins de consolidação foram
preparadas para os exercícios findos em 31.12.2013 e 31.12.2012 utilizando-se práticas contábeis consistentes. Para as
controladas indiretas do ramo financeiro para efeito de consolidação na controlada Corumbal Participações e
Administração Ltda. foram utilizadas as Demonstrações Financeiras elaboradas de acordo com as normas internacionais
de relatórios financeiros.
As Demonstrações Financeiras consolidadas da Sociedade e de suas controladas diretas e indiretas consolidam, juntamente
com as Demonstrações Financeiras individuais da Sociedade, as seguintes empresas, todas sediadas no Brasil:
Empresas Controladas – Diretas e Indiretas
Diretas
Metro Tecnologia Informática Ltda.
Metro-Dados Ltda.
Corumbal Participações e Administração Ltda.
Indiretas
Alfa Seguradora S.A.
Alfa Previdência e Vida S.A.
Banco Alfa S.A.
Ramo
Percentual de
Participação no capital
total
31.12.2013 31.12.2012
Critério de
consolidação
Serviços
Serviços
Serviços
51,080
50,218
58,121
51,080
50,218
58,121
Integral
Integral
Integral
Seguros
Previdência
Financeiro
58,124
58,147
58,966
58,115
58,075
57,688
Integral
Integral
Integral
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
Em agosto de 2012 a Corumbal Participações e Administração Ltda. comprou, pelo valor patrimonial, a totalidade das
ações do Banco Alfa S.A. detidas pela Metro Tecnologia Informática Ltda., passando a sua participação total no capital
social de 42,08 % para 71,83%.
Em Junho de 2013 a Corumbal Participações e Administração Ltda. adquiriu 1.015.226 ações ON e 634.516 ações ON
de emissão do Banco Alfa S.A. detidas pela Sociedade e Consórcio Alfa de Administração S.A., respectivamente, pelo
seu valor patrimonial, base 31.05.2013 no valor total de R$5.233 mil, passando sua participação no capital social de
71,83% para 80,36%
Tais aquisições não causaram nenhum efeito no Balanço Consolidado, devido ao Banco Alfa S.A. ser consolidado em
100% pela Corumbal Participações e Administração Ltda.
f) Novas normas, alterações e interpretações de normas
IFRSs novas e revisadas adotadas nas Demonstrações Financeiras
Em 2012 o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu, dentre outros, os seguintes pronunciamentos que
afetam as atividades da Sociedade:
•
•
•
CPC 19 (R2) – Negócios em conjunto.
CPC 36 (R3) – Demonstrações Consolidadas.
CPC 45 - Divulgação de participações em outras entidades
Esses pronunciamentos contábeis, aprovados pela CVM em 2012, passaram a ter sua aplicação requerida para os
exercícios iniciados a partir de 1º de janeiro de 2013 e determinam que os investimentos controlados em conjunto sejam
registrados nas demonstrações contábeis da Sociedade por meio do método de equivalência patrimonial ao invés do
registro por consolidação proporcional anteriormente efetuada.
Conforme demonstrado a seguir, a Sociedade aplicou em suas Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de 2013 o
novo pronunciamento contábil para investimentos controlados em conjunto (CPC 19 (R2) Negócios em Conjunto). Com
a aplicação desse pronunciamento, foram ajustados os saldos no balanço patrimonial consolidado da Sociedade em 31
de dezembro de 2012, bem como as demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações
do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar), referentes ao exercício
findo em 31 de dezembro de 2012, devido ao fato de a Sociedade ter o controle da Metro Tecnologia Informática Ltda.,
Metro-Dados Ltda. e Corumbal Participações e Administração Ltda., deixando, portanto de efetuar a consolidação
proporcional dessas investidas. Os saldos consolidados originalmente apresentados e seus respectivos ajustes estão
abaixo demonstrados:
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
Balanço Patrimonial C onsolidado
31.12.2012
Saldo
originalme nte
apre se ntado
ATIVO S
Ativo C irculante
Caixa e disponibilidades em bancos
Instrumentos financeiros derivativos
Créditos de operações com seguros e resseguros
Despesas de comercialização de seguros diferidas
Despesas de resseguro e retrocessões diferidas
Operações de créditos e adiantamento a instituições financeiras
Operações de créditos e adiantamentos a clientes
T itulos para Investimento
Ativos recebidos em dação por recuperação de crédito
Outros Ativos
Total do ativo circulante
Ativo não C irculante
Instrumentos financeiros derivativos
Créditos de operações com seguros e resseguros
Despesas de comercialização de seguros diferidas
Despesas de resseguro e retrocessões diferidas
Operações de créditos e adiantamento a instituições financeiras
Operações de créditos e adiantamentos a clientes
T itulos para Investimento
Ativos tributários diferidos
Outros Ativos
Inve stime ntos
Investimentos em controladas e coligadas
Imobiliz ado
Ativos tangíveis
Ativos intangíveis
Total do ativo não circulante
Ajuste s do
C PC 36-R3
e
C PC 19 -R2
Saldo
re apre se ntado
5.051
11.524
129.633
43.600
9.370
438.013
1.825.616
1.234.134
1.378
34.747
3.733.066
(1.887)
(11.524)
(385.083)
(1.671.819)
(329.847)
(1.378)
(2.258)
(2.403.796)
3.164
129.633
43.600
9.370
52.930
153.797
904.287
32.489
1.329.270
9.466
1.116
7.344
23
26.350
1.323.724
1.011.287
67.522
125.937
(9.466)
(26.350)
(1.085.808)
(929.178)
(53.114)
(87.735)
1.116
7.344
23
237.916
82.109
14.408
38.202
159.472
587.957
747.429
3.088
1.715
2.737.044
(2.192)
(507)
(1.606.393)
896
1.208
1.130.651
Total do Ativo
6.470.110
(4.010.189)
2.459.921
PASSIVO S
Passivo C irculante
O BRIGAÇ Õ ES
Passivos com Instituições Financeiras
Passivos com clientes
Instrumentos financeiros derivativos
T itulos emitidos
Empréstimos e repasses
Débitos de operações com seguros e resseguros
Provisões e Contingências
Provisões técnicas de seguros e resseguros
Obrigações fiscais
Outros passivos
Total do passivo circulante
1.532.298
236.052
29.114
543.682
235.354
35.781
848
671.226
27.831
82.740
3.394.926
(1.414.236)
(206.412)
(29.114)
(543.682)
(235.354)
(11.772)
(27.009)
(2.467.579)
118.062
29.640
35.781
848
671.226
16.059
55.731
927.347
309.992
24.063
59.514
1.077.815
266.408
162.390
27.649
38.185
1.041
1.967.057
(75.397)
(24.063)
(59.514)
(1.077.815)
(266.408)
(96.921)
(37.337)
(1.036)
(1.638.491)
234.595
65.469
27.649
848
5
328.566
279.525
7.506
502.871
29.177
819.079
289.048
1.108.127
6.470.110
95.881
95.881
(4.010.189)
279.525
7.506
502.871
29.177
819.079
384.929
1.204.008
2.459.921
Passivo não C irculante
Exigive l à Longo Praz o
Passivos com Instituições Financeiras
Passivos com clientes
Instrumentos financeiros derivativos
T itulos emitidos
Empréstimos e repasses
Provisões e Contingências
Provisões técnicas de seguros e resseguros
Obrigações fiscais
Outros passivos
Passivo não C irculante
PATRIMÔ NIO LÍQ UIDO
Capital social
Reservas de capital
Reservas de lucros
Ajustes de avaliação patrimonial
Total do patrimonio liquido dos acionistas controladore s
Participação dos acionistas não controladore s
Total do patrimônio líquido
Total do Passivo
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
DEMO NSTRAÇ ÃO DO RESULTADO C O NSO LIDADO
31.12.2012
Saldo
Ajustes do
Saldo
originalme nte C PC 36 e reaprese ntado
apre sentado
C PC 19
Receitas de venda de bens e serviços
27.616
(611)
27.005
Custos dos bens e/ou serviços vendidos
(90.951)
11.454
(79.497)
Resultado líquido de se rviços e comissõe s
(63.335)
10.843
(52.492)
Despesas com ve ndas
(185.559)
-
(185.559)
Despesas de Sinistros Retidos
(185.559)
-
(185.559)
Despesas Ge rais e administrativas
(169.641)
81.164
(88.477)
Despesas de pessoal
(94.647)
48.843
(45.804)
Outras despesas administrativas
(74.994)
32.321
(42.673)
O utras Rece itas ope racionias
363.297
(21.124)
342.173
Premios de Seguros e Resseguros Ganhos
332.011
-
332.011
Resultado de Outros Instrumentos Financ., Contabilizados ao Valor Justo
(57.190)
57.199
9
(91)
455
364
87.958
609
(78.169)
(609)
9.789
-
(72.556)
(31.516)
(41.040)
Resultado de ganhos com impairment de Ativos Financeiros
Outras receitas operacionais
Resultado de variação cambial
O utras Despesas ope racionais
31.543
63.432
94.975
Resultado antes dos tributos e re sultado finance iro
(96.251)
102.799
69.580
Marge m finance ira
243.796
(204.129)
39.667
Receitas de juros
622.005
(484.746)
137.259
Despesas de juros
(378.209)
280.617
(97.592)
Resultado antes dos impostos
147.545
(101.330)
109.247
Imposto sobre a renda e contribuição social correntes e diferidos
(50.036)
33.954
(16.082)
Resultado líquido consolidado do pe ríodo
97.509
(67.376)
93.165
Atribuído a sócios da Empresa Controladora
63.154
-
63.154
Atribuído a Sócios não Controladores
34.355
(4.344)
30.011
Resultado de participaçõe s em C ontroladas
DEMO NSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE
31.12.2012
Ajustes do
Saldo
Saldo
originalme nte C PC 36 e reaprese ntado
apre sentado
C PC 19
Lucro Líquido consolidado do período
Outros resultados abrangetes
97.509
(4.344)
93.165
4.564
4.184
97.129
220
97.349
Atribuído a sócios da Empresa Controladora
63.154
-
63.154
Atribuído a sócios Não Controladores
33.975
220
34.195
Resultado Abraqngente Consolidado do período
(380)
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
DEMO NSTRAÇ Õ ES DO S FLUXO S DE C AIXA C O NSO LIDADO
De scrição
31.12.2012
Saldo
Ajustes do
originalmente
CPC 36 e
Saldo
apresentado
CPC 19
reapresentado
LUC RO LÍQ UIDO DO PERÍO DO ..............................................................................................................
AJUSTES AO LUC RO LÍQ UIDO ................................................................................................................
97.509
(30.587)
(4.345)
(64.075)
93.164
(94.662)
- Depreciações e Amort izações......................................................................................................................
- Resultado da Avaliação de Invest. pelo método de Equiv. Patrimonial..........................................................
VARIAÇÕ ES NO S ATIVO S E PASSIVO S................................................................................................
956
(31.543)
(624.341)
(643)
(63.432)
(569.961)
313
(94.975)
(54.380)
Instrumentos financeiros derivativos..........................................................................................................
Créditos de operações com seguros, previdência e capitalização..................................................................
Despesas de comercialização de seguros, resseguros e retrocessões diferidas.................................................
Operações de crédito e adiantamento a instituiçôes financeiras e clientes...................................................
Ativos t ribut ários diferidos.........................................................................................................................
Ativos recebidos em dação por recuperação de crédito................................................................................
Out ros Ativos...........................................................................................................................................
Passivos com Instituições Financeiras........................................................................................................
Depósitos de clientes..................................................................................................................................
T ítulos emitidos.........................................................................................................................................
Empréstimos e repasses..............................................................................................................................
Débitos de Operações com seguros e resseguros..........................................................................................
Provisões T écnicas de seguros e resseguros.................................................................................................
Provisões e cont ingências..........................................................................................................................
Obrigações Fiscais......................................................................................................................................
Outros Passivos..........................................................................................................................................
17.498
(20.182)
3.045
(934.440)
(19.817)
(53)
(20.999)
486.412
(315.100)
45.113
(16.831)
2.248
97.477
23.683
21.459
6.146
(17.505)
850.435
6.455
53
38.599
(561.359)
321.850
(45.113)
16.831
(23.297)
(20.627)
3.639
(7)
(20.182)
3.045
(84.005)
(13.362)
17.600
(74.947)
6.750
2.248
97.477
386
832
9.785
ATIVIDADES DE INVESTIMENTO S
Alienação de bens e investimentos.............................................................................................................
Aquisição de bens e invest imentos..............................................................................................................
Ativos T angíveis........................................................................................................................................
Ativos Intangíveis......................................................................................................................................
Dividendos e juros sobre o capital próprio recebidos...................................................................................
Alienação de bens e investiment os............................................................................................................
T ítulos emitidos.........................................................................................................................................
T itulos para Investimentos........................................................................................................................
42.244
(2.874)
(972)
(1.138)
13.895
129
759.717
(398.937)
45.648
260
931
(83)
47.477
(129)
(759.717)
381.014
87.892
(2.614)
(41)
(1.221)
61.372
(17.923)
Ajustes de variação patrimonial em empresas ligadas .................................................................................
CAIXA LÍQ UIDO PRO VENIENTE DE (APLIC ADO ) EM ATIVIDADES DE INVESTIMENTO ...................
ATIVIDADES DE FINANC IAMENTO S
Dividendos e juros sobre o capital próprio prescritos..................................................................................
Dividendos e juros sobre o capital próprio pagos........................................................................................
Ajustes de variação patrimonial em empresas ligadas .................................................................................
Part icipação de acionistas não controladores..............................................................................................
(5.039)
407.025
311
(5.318)
5.039
(21.688)
5.039
279.560
(5.039)
25.873
127.465
311
(5.318)
4.185
CAIXA LÍQ UIDO PRO VENIENTE DE (APLIC ADO ) EM ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO ...............
(21.656)
(20.834)
AUMENTO (REDUÇ ÃO ) LÍQ UIDA DE C AIXA E EQ UIVALENTE DE C AIXA...........................................
(172.050)
(242.815)
70.765
(822)
Caixa e equivalente de caixa no início do exercício.........................................................................................
Caixa e equivalente de caixa no final do exercício..........................................................................................
349.263
177.213
(174.328)
68.487
174.935
245.700
Aumento (re dução) de caixa e e quival ente s de caixa.............................................................................
(172.050)
242.815
70.765
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
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DEMO NSTRAÇÃO DO VALO R ADICIO NADO - R$ MIL
De scrição
1. RECEITAS
Receita de Juros
Receita de variação cambial
Receita de serviços e comissões
Receitas com Operações de Seguros e Previdência
Result ado de perdas com Inpairment de ativos financeiros
Outras receitas operacionais
Benefício Fiscal (Programa REFIS IV) Lei nº 11.941/2009
2. DESPESAS
Despesas de Juros
Variação nas provisões técnicas de seguros
Beneficio e Sinistros
Saldo
Ajustes do
originalmente
CPC 36 e
Saldo
apresentado
CPC 19
reapresentado
1.124.975
(563.680)
561.295
622.005
(484.746)
137.259
609
(609)
27.616
(611)
386.878
(91)
87.958
(705.886)
(378.209)
(54.867)
455
(78.169)
321.620
280.617
27.005
386.878
364
9.789
(384.266)
(97.592)
-
(54.867)
(185.559)
(185.559)
-
Despesa de instrumentos financeiros derivativos
(57.190)
57.190
-
Outras Despesas Operacionais
(30.061)
(16.187)
-
(46.248)
(175.801)
77.303
(98.498)
3. MATERIAIS E SERVIÇO S ADQ UIRIDO S DE TERCEIRO S
Materiais, energia e outros (materiais de consumo, telefone e água)
(17.679)
2.429
(15.250)
Serviços de Comissões
(90.951)
29.337
(61.614)
Serviços de terceiros
(63.432)
45.549
(17.883)
(3.727)
-
(3.727)
Perda e Recuperação de valores ativos ( ajustes a valor de mercado de investimentos)
Outras
(12)
(12)
(24)
4. VALO R ADICIO NADO BRUTO ( 1-2-3 )
243.288
(164.757)
78.531
990
(677)
313
242.298
(164.080)
78.218
31.543
63.432
94.975
31.543
63.432
94.975
8. VALO R ADICIO NADO TO TAL A DISTRIBUIR ( 6+7 )
273.841
(100.648)
173.193
9. DISTRIBUIÇÃO DO VALO R ADICIO NADO
273.841
(100.648)
173.193
94.647
(48.843)
45.804
Remuneração direta
66.467
(33.959)
32.508
Benefícios
18.526
(12.926)
5.600
5. DEPRECIAÇÃO , AMO RTIZAÇÃO E EXAUSTÃO
6. VALO R ADICIO NADO LÍQ UIDO PRO DUZIDO PELA ENTIDADE (4-5)
7. VALO R ADICIO NADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA
Result ado de participação em controladas
De spe sas de Pe ssoal
F.G.T .S.
Imposto, taxas e constribuiçõe s
Federais
Estaduais
Municipais
Re mune ração de capitais de terce iros
Aluguéis
9.654
(1.958)
7.696
73.366
(42.563)
30.803
71.510
(41.804)
29.706
84
(14)
70
1.772
(745)
1.027
7.567
(4.248)
3.319
7.567
(4.248)
3.319
752
(650)
102
Re mune ração de Capitais Própri os
97.509
(4.344)
93.165
Juros sobre o Capital Próprio
3.025
-
3.025
Lucros retidos do exercício
2.293
-
2.293
57.836
-
57.836
34.355
(4.344)
30.011
O utras (Doaçõe s Fi lrópi cas)
Participação dos não-cont roladores nos lucros retidos
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Demonstrações Financeiras
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Novas normas e interpretações que ainda não estavam em vigor em 31 de dezembro de 2013
Os pronunciamentos e interpretações que foram emitidos pelo IASB, mas que não estavam em vigor até a data de emissão das
Demonstrações Financeiras, estão divulgados abaixo:
Pronunciamento
Correspondente
Internacional
IFRS 9
IAS 32 (Revisão)
IAS 39 (Revisão)
Aplicação obrigatória para
exercícios iniciados a partir de:
Assunto
Instrumentos Financeiros
Compensação de Ativos e Passivos Financeiros
Renovação de Derivativos e Continuação de Hedge
1o. de janeiro 2015
1o. de janeiro 2014
1o. de janeiro 2014
O IFRS 9 (2009) introduz um novo requerimento para classificação e mensuração de ativos financeiros. Sob o IFRS 9
ativos financeiros são classificados e mensurados baseados no modelo de negócio no qual eles são mantidos e nas
características de seus fluxos de caixa contratuais. IFRS 9 (2010) introduz adições em relação aos passivos financeiros.
O IASB atualmente tem um projeto ativo para realizar alterações limitadas nos requerimentos de classificação e
mensuração do IFRS 9 e adicionar novos requerimentos para endereçar a perda por redução ao valor recuperável de
ativos financeiros e contabilidade de Hedge.
O IFRS 9 (2010 e 2009) poderá vigorar para os exercícios iniciados a partir de janeiro de 2015. A adoção do IFRS 9
pode causar um impacto nos ativos e passivos financeiros da Sociedade e, suas investidas o qual ainda esta sendo
analisado para fins de divulgação.
A Revisão do IAS 32 clarifica o significado de “atualmente tiver um direito legalmente exequível de compensar os
valores reconhecido” e o critério que fariam com que os mecanismos de liquidação não simultâneos das câmaras de
compensação se qualificassem para compensação. Essa revisão passará a vigorar para exercícios iniciados em ou após
1º de janeiro de 2014. A Sociedade não espera que essa revisão seja relevante em suas Demonstrações Financeiras.
A revisão do IAS 39, permite a continuação de hedge, mesmo que um derivativo seja novado (transferido) para uma
“Clearing”, dentro de certas condições. Essa revisão passa a vigorar para exercícios iniciados em ou após 1º de janeiro
de 2014. A Sociedade não realizou operações com instrumentos financeiros derivativos durante o exercício corrente.
Contudo, essa revisão será aplicada nas futuras renovações de derivativos.
O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos
vigentes, correspondente a esta norma.
Não há outras normas, alterações de normas e interpretações que não esteja em vigor que a Sociedade espera não ter um
impacto material decorrente de sua aplicação em suas Demonstrações Financeiras.
g) Reapresentação das Demonstrações Financeiras
As Demonstrações Financeiras - referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012 estão sendo devidamente
reapresentadas, em conformidade com o CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro,
em decorrência da mudança de política contábil envolvendo demonstrações contábeis consolidadas e de negócios em
conjunto de acordo com os Pronunciamentos Técnicos CPC 36 (R3)/IFRS 10 e CPC 19 (R2)/IFRS 11.
A reapresentação é necessária pelo fato de que os valores relativos ao balanço patrimonial consolidado referente ao
exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e as informações contábeis consolidadas intermediárias relativas às
demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do
valor adicionado (informação suplementar), apresentadas para fins de comparação, deixam de incluir os investimentos
nas coligadas Financeira Alfa S.A.- C.F.I., Banco Alfa de Investimento S/A, BRI Participações Ltda., Alfa Corretora de
Câmbio e de Valores Mobiliários S.A. e Alfa Arrendamento Mercantil S.A., anteriormente avaliadas como negócios em
conjunto, com o registro de consolidação proporcional a qual não é mais permitida com as novas regras contábeis
anteriormente descritas. Os reflexos desta mudança de prática contábil estão divulgados na nota explicativa nº 2.f.
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NOTA 3 - PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS
As práticas contábeis discriminadas abaixo foram aplicadas nos exercício apresentados nas Demonstrações Financeiras
de forma consistente pela Sociedade e suas controladas e coligadas:
a) Caixa e equivalentes de caixa (individual e consolidado)
O saldo em caixa e equivalente de caixa compreende disponibilidades em caixa, depósitos bancários à vista (no
Brasil e no exterior) e saldo de reservas livres em espécie no Banco Central. Caixa e equivalentes de caixa são
classificados em conformidade com seu prazo de realização, sendo demonstrados ao custo de aquisição, acrescidos
dos rendimentos auferidos até as datas de encerramento dos exercício e deduzidos, quando aplicável, de provisão
para ajuste ao seu valor líquido de realização.
b) Instrumentos financeiros ativos e passivos
i. Reconhecimento e mensuração inicial
Todos os instrumentos financeiros operados por controladas e coligadas da Sociedade são reconhecidos
inicialmente ao seu valor justo. No curso normal dos negócios, o valor justo de um instrumento financeiro no
seu reconhecimento inicial é o preço da transação, acrescido (para instrumentos não avaliados
subsequentemente a valor justo contra resultado) dos custos de transação que são incrementais, diretamente
atribuíveis à sua aquisição ou emissão.
ii. Apresentação dos Instrumentos Financeiros
Os instrumentos financeiros estão apresentados em uma das categorias apresentadas a seguir:
•
•
•
•
•
Ativos financeiros a valor justo contra resultados;
i. Títulos e valores mobiliários detidos para negociação;
ii. Instrumentos Financeiros Derivativos.
Operações de crédito e adiantamentos;
Títulos de investimento;
i. Títulos e valores mobiliários disponíveis para venda;
ii. Títulos e valores mobiliários mantidos até o vencimento.
Passivos Financeiros;
i. Depósitos;
ii. Títulos emitidos;
iii. Empréstimos e repasses; e
Garantias financeiras.
As práticas contábeis adotadas para cada uma das categorias de instrumentos financeiros são apresentadas em
tópicos específicos deste capítulo.
iii. Baixa
Ativos financeiros são baixados quando expiram os direitos contratuais sobre os seus fluxos de caixa, ou
quando os direitos de receber os fluxos de caixa contratuais são transferidos em uma transação na qual todos os
riscos e benefícios da propriedade do ativo financeiro são substancialmente transferidos.
Os passivos financeiros são baixados quando suas obrigações contratuais são extintas, canceladas ou se
expiram.
As coligadas da Sociedade realizam operações de cessão de crédito com coobrigação nas quais ativos
financeiros reconhecidos são transferidos, porém, em razão da coobrigação assumida, os riscos dos ativos
cedidos são retidos. Nestas circunstâncias, conforme requer o IAS 39, parágrafo 20, os ativos cedidos não são
baixados do balanço patrimonial e uma obrigação é reconhecida pelo montante captado na transação. O
resultado da operação é reconhecido tomando por base a taxa efetiva da operação ao longo do seu prazo
remanescente.
As controladas e coligadas da Sociedade realizam a baixa de operações de crédito e adiantamentos e de títulos
de investimento quando estes são considerados incobráveis.
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iv. Compensação de ativos e passivos financeiros
Os ativos e os passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço quando, e
somente quando, as controladas e coligadas da Sociedade possuem o direito legal de compensar os valores, e a
intenção de liquidá-los pelo valor líquido ou de realizar os ativos e liquidar os passivos simultaneamente.
As receitas e as despesas são apresentadas em bases líquidas somente quando permitidas pelas normas
contábeis.
v. Mensuração ao custo amortizado
O custo de um ativo ou passivo financeiro é o valor pelo qual o ativo ou passivo financeiro é avaliado quando
do seu reconhecimento inicial, que inclui o montante de principal pago ou recebido e todos os custos
incrementais diretamente atribuíveis à operação, deduzidos os pagamentos de principal e juros posteriores,
adicionado ou reduzido dos juros da operação apurados utilizando-se o método da taxa efetiva de juros;
deduzindo-se qualquer montante reconhecido de ajuste para redução ao valor de recuperação.
vi. Mensuração ao valor justo
Valor justo é o montante pelo qual um ativo pode ser trocado, ou um passivo liquidado, entre partes
conhecidas e empenhadas na realização de uma transação justa de mercado, na data de balanço.
Quando disponível, as controladas e coligadas da Sociedade determinam o valor justo de instrumentos
financeiros com base nos preços cotados em mercado ativo para aquele instrumento. Um mercado é
reconhecido como ativo se os preços cotados são pronta e regularmente disponíveis e representam transações
de mercado fidedignas e regulares ocorridas de forma justa entre partes independentes.
Para os demais instrumentos financeiros sem preços cotados em mercados ativos, o valor justo é determinado
utilizando-se técnicas de avaliação, que podem incluir preços de transações recentes realizadas entre partes
independentes em condições justas de mercado, referência ao valor justo de instrumentos similares, método de
fluxos de caixa descontados e modelos de precificação de opções. As técnicas de avaliação utilizadas pelas
controladas diretas e indiretas da Sociedade utilizam o máximo possível de dados verificáveis amplamente
utilizados pelo mercado, baseando-se o mínimo possível em estimativas específicas internas, e incorporam
todos os fatores que os demais participantes do mercado consideram na determinação de um preço de
negociação, e são consistentes com metodologias econômicas amplamente reconhecidas e utilizadas pelos
demais participantes do mercado na precificação destes instrumentos financeiros. Os dados utilizados nas
técnicas de avaliação representam razoavelmente as expectativas de mercado e avaliações dos fatores inerentes
de risco e retorno do instrumento financeiro avaliado. A administração da Sociedade e suas controladas e
coligadas ponderam as técnicas de avaliação utilizadas e as testam para validação utilizando preços de
transações de mercado observáveis do mesmo instrumento ou baseadas em outros dados de mercado
observáveis.
c) Títulos e Valores Mobiliários detidos para negociação
Os Títulos e Valores Mobiliários detidos para negociação são os ativos mantidos por controladas e coligadas
da Sociedade com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados, e incluem instrumentos derivativos
não destinados ao gerenciamento de riscos.
Os Títulos e Valores Mobiliários detidos para negociação são inicialmente reconhecidos e avaliados pelo valor
justo, e os custos de transação são registrados diretamente no resultado do exercício. As receitas e despesas de
juros são reconhecidas na margem financeira, enquanto as mudanças no valor justo destes ativos são
reconhecidos como parte da receita líquida de negociação no resultado do exercício.
d. Instrumentos Financeiros Derivativos
Os instrumentos financeiros derivativos são classificados contabilmente, segundo a intenção da administração,
na data de sua aquisição, conforme determina o CPC 38 - INSTRUMENTOS FINANCEIROS:
RECONHECIMENTO E MENSURAÇÃO.
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Os instrumentos financeiros derivativos são utilizados na administração das exposições próprias do Banco e
suas controladas ou atender solicitações de seus clientes. As valorizações ou desvalorizações são registradas
em “Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos”.
Os instrumentos financeiros derivativos realizados com a intenção de proteção a riscos decorrentes das
exposições às variações no valor de mercado de ativos e passivos financeiros, que atendam os critérios
determinados pelo CPC 38 - INSTRUMENTOS FINANCEIROS: RECONHECIMENTO E MENSURAÇÃO,
são classificados de acordo com sua natureza em:
•
•
Hedge de Risco de Mercado: os instrumentos financeiros classificados nesta categoria, bem como seus ativos e
passivos financeiros relacionados, objeto de hedge, têm seus ganhos e perdas, registrados em conta de
resultado;
Hedge de Fluxo de Caixa: os instrumentos financeiros classificados nesta categoria têm parcela efetiva das
valorizações ou desvalorizações registrada, líquida dos efeitos tributários, em conta destacada do patrimônio
líquido.
A Companhia não realizou até o momento, operação com instrumento financeiro derivativo com o objetivo de
proteção (“hedge”) com natureza de “hedge de fluxo de caixa”.
e) Operações de crédito e adiantamentos
As operações de crédito e adiantamentos para instituições financeiras e clientes são ativos financeiros não
derivativos, com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo, originados
pelas investidas da Sociedade, reconhecidos por ocasião do seu desembolso e para os quais não existe intenção
de venda no curto prazo. São baixados quando o cliente paga sua obrigação, quando baixados como prejuízo
ou quando cedidos com transferência substancial de todos os riscos e benefícios. As operações de crédito e
adiantamentos para instituições financeiras e clientes são inicialmente registradas pelo seu valor justo acrescido
de qualquer custo incremental diretamente atribuível e são subsequentemente mensurados pelo seu custo
amortizado utilizando o método da taxa efetiva de juros, reduzido por qualquer perda por ajuste ao valor de
recuperação. Operações de compra de ativos financeiros com compromisso de revenda são registradas como
operações de crédito e adiantamentos a instituições financeiras. A diferença entre o preço de compra e revenda
é tratada como juros e apropriada de forma exponencial ao longo do prazo da operação.
f) Títulos para investimento (Individual e consolidado)
Os títulos para investimento, aqueles não destinados a serem negociados ativamente no mercado, são
inicialmente mensurados pelo seu valor justo acrescido dos custos de transação incrementais diretamente
relacionados à transação, e são avaliados subsequentemente conforme sua classificação, a saber:
i. Mantidos até o vencimento (individual e consolidado)
Os investimentos mantidos até o vencimento são instrumentos financeiros não derivativos, e com
vencimentos e pagamentos fixos ou determináveis que a administração da Sociedade e de suas controladas
e coligadas possui intenção e capacidade de manter até o vencimento, e que não são classificados pelo
valor justo contra resultado nem como disponíveis para venda.
Os investimentos mantidos até o vencimento são contabilizados pelo custo amortizado utilizando o
método da taxa efetiva de juros. Qualquer venda ou reclassificação de um montante significativo de
investimentos mantidos até o vencimento não próximos de seu vencimento resultará na reclassificação de
todos os títulos de investimento “mantidos até o vencimento” para “disponíveis para venda”, e impedirá a
classificação destes títulos de investimento como “mantidos até o vencimento” no exercício social corrente
e nos próximos dois subsequentes.
ii. Disponíveis para venda (consolidado)
Investimentos disponíveis para venda são ativos financeiros não derivativos que a administração da
Sociedade e de suas controladas e coligadas não pretendem vender ou resgatar em curto prazo.
Os investimentos disponíveis para venda são contabilizados pelo custo amortizado utilizando o método da
taxa efetiva de juros, são subsequentemente reavaliados ao valor justo, quando as mudanças no valor justo
são reconhecidas diretamente no patrimônio líquido como “resultados abrangente total”, em reserva de
ajustes de avaliação patrimonial até que o investimento seja vendido ou uma perda por ajuste ao valor de
recuperação seja verificada, quando o saldo da reserva no patrimônio líquido é transferido para o
resultado.
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Dividendos são reconhecidos como resultado quando os direitos de seu recebimento são estabelecidos.
g) Passivos Financeiros (Consolidado)
Um instrumento é classificado como passivo financeiro quando existe uma obrigação contratual da sua
liquidação ser efetuada mediante a entrega de dinheiro ou de outro ativo financeiro, independentemente da sua
forma legal.
Os passivos financeiros não derivativos incluem recursos de depósitos captados junto a clientes e instituições
financeiras, títulos emitidos, captações de empréstimos e recursos de repasses.
Estes passivos financeiros são registrados inicialmente pelo seu valor justo acrescidos dos custos de transação
incorridos e são subsequentemente avaliados pelo seu custo amortizado, com base no método da taxa de juros
efetiva.
Quando títulos são vendidos sujeitos a um compromisso de recompra a um preço predeterminado, estes ativos
são mantidos no balanço e uma obrigação é registrada considerando o montante captado. A diferença entre o
preço de venda e recompra é tratada como juros e reconhecida ao longo do prazo da operação.
Da mesma forma, portfólios de operações de crédito e adiantamentos cedidos com cláusula de coobrigação são
mantidos no balanço e uma obrigação é registrada considerando o montante captado. Os ganhos e perdas
apurados nas operações de cessão com coobrigação são reconhecidos no resultado ao longo do prazo das
operações através do método da taxa efetiva de juros.
h) Garantias financeiras (consolidado)
As garantias financeiras são contratos de fianças prestadas que requerem das coligadas da Sociedade
pagamentos específicos no lugar do afiançado em caso deste deixar de efetuar um pagamento nos termos de
um instrumento de dívida.
Passivos de garantia financeira que são as comissões recebidas ou a receber, são inicialmente reconhecidos no
resultado pelo seu valor justo, de forma linear ao longo do prazo do contrato da garantia financeira. O passivo
de garantia financeira é subsequentemente contabilizado pelo maior valor entre o valor amortizado e a melhor
estimativa de valor a ser desembolsado para liquidação da obrigação decorrente da garantia prestada. A
Administração avalia em bases continuas a necessidade de constituição de provisão para garantias financeiras,
a qual, quando considerada necessária, é contabilizada em “Outros passivos”.
i) Apresentação dos contratos de seguros e de investimento (consolidado)
As Seguradoras emitem apólices de seguro, que são contratos pelos quais a Seguradora aceita um risco de
seguro significativo de outra parte, aceitando compensar o segurado no caso de um acontecimento futuro,
incerto e específico afetar adversamente o segurado até o limite da importância segurada, contra o pagamento
de um prêmio pelo segurado.
Os prêmios de seguros e as despesas de comercialização são contabilizados por ocasião da emissão das
apólices ou faturas, líquidos dos custos de emissão, sendo a parcela de prêmios ganhos reconhecida no
resultado, de acordo com o exercício decorrido de vigência do risco coberto.
As receitas de prêmios e as correspondentes despesas de comercialização, relativas aos riscos vigentes, ainda
sem emissão das respectivas apólices, são reconhecidas ao resultado no início da cobertura do risco, em bases
estimadas.
Os juros cobrados sobre o parcelamento de prêmios de seguros são apropriados como “receitas financeiras” em
base “pro rata dia” ao longo do exercício de pagamento das parcelas dos prêmios.
As rendas com taxa de gestão pagas pelos fundos de investimentos especialmente constituídos são apropriadas
ao resultado pelo regime de competência segundo taxas estabelecidas contratualmente.
Uma provisão para perda no valor recuperável relativa aos prêmios a receber é reconhecida com base em
estudo técnico do comportamento histórico de inadimplência observado na carteira.
As operações de cosseguro aceito e de retrocessão são contabilizadas com base nas informações recebidas das
congêneres e dos resseguradores, respectivamente.
O diferimento dos prêmios de resseguros cedidos é realizado de forma consistente com o respectivo prêmio de
seguro relacionado.
j) Despesas de comercialização de seguros diferidas (consolidado)
Compreende os montantes de comissões relativos à comercialização de apólices de seguros, sendo a
apropriação ao resultado realizada de acordo com o exercício decorrido de vigência do risco coberto.
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Demonstrações Financeiras
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k) Operações em moeda estrangeira
As transações em moeda estrangeira são convertidas à taxa de câmbio em vigor na data da transação. Os ativos e
passivos monetários expressos em moeda estrangeira são convertidos para Reais à taxa de câmbio de compra,
divulgada por meio da cotação no mercado, da data do balanço. As diferenças cambiais resultantes desta conversão
são reconhecidas em “resultado de variações cambiais”.
l) Créditos de operações de seguros e resseguros (consolidado)
Compreende os montantes de comissões relativos à comercialização de apólices de seguros, sendo a apropriação ao
resultado realizada de acordo com o exercício decorrido de vigência do risco coberto e de prêmios a receber,
contabilizados conforme a emissão das apólices, líquido de resseguros e são levado ao resultado de acordo com a
vigência das operações.
m) Ajuste ao valor de recuperação de operações de crédito e adiantamentos (consolidado)
Em bases contínuas, as administrações das controladas e coligadas da Sociedade avaliam se existem evidências
objetivas de que os ativos financeiros não contabilizados ao valor justo contra resultado apresentam necessidade de
ajuste ao valor de recuperação. Os ativos financeiros são considerados com necessidade de ajuste ao valor de
recuperação quando evidências objetivas que demonstram a ocorrência de perda após o reconhecimento inicial do
ativo, e que esta perda representa um impacto nos fluxos de caixa futuros do ativo que podem ser estimados de
modo confiável.
A administração considera evidências de necessidade de ajuste ao valor de recuperação tanto para ativos
específicos como em termos coletivos. Todos os ativos financeiros individualmente significativos são avaliados
para se detectar perdas específicas. Todos os ativos significativos que a avaliação indique não serem
especificamente deteriorados são avaliados coletivamente para detectar qualquer perda incorrida decorrente de
ajuste ao valor de recuperação, porém que ainda não tenham sido identificados individualmente. Os ativos que não
são individualmente significativos são avaliados coletivamente para se detectar necessidade de ajuste ao valor de
recuperação agrupando-se ativos financeiros contabilizados ao custo amortizado (operações de crédito e
adiantamentos e títulos e valores mobiliários para investimento) com características de risco similares.
As evidências objetivas de que os ativos financeiros (incluindo instrumentos de capital) possuem necessidade de
serem ajustados ao seu valor de recuperação podem incluir inadimplência por parte do tomador do financiamento,
reestruturação do financiamento ou adiantamento em termos que não seriam aceitos em outra situação, indicações
de que o tomador do financiamento ou emitente entrará em falência, a não-existência de um mercado ativo para um
título, ou outros dados observáveis relativos a um grupo de ativos, tais como, mudanças adversas no histórico de
pagamento de tomadores ou emitentes no grupo, ou condições econômicas que se correlacionam com
inadimplências no grupo.
Na avaliação do ajuste ao valor de recuperação coletivo, as controladas da Sociedade utilizam modelo baseado nos
históricos verificados de perdas, análises setoriais e macro econômicas.
As perdas por ajuste ao valor de recuperação de ativos contabilizados pelo custo amortizado são mensuradas como
sendo a diferença entre o valor contabilizado dos ativos financeiros e o valor esperado de recuperação dos ativos.
As perdas são reconhecidas no resultado na conta “Resultado de perdas com ajuste ao valor de recuperação de
ativos financeiros”.
Os juros de ativos ajustados ao seu valor de recuperação continuam sendo reconhecidos enquanto existir a
expectativa de recebimento, limitados a 59 (cinquenta e nove) dias, considerando que após este exercício a
experiência de perdas indica que a probabilidade de perda aumenta significativamente. Quando um evento
subsequente causa uma redução no valor de uma perda por ajuste ao valor de recuperação anteriormente
reconhecida, esta é revertida contra o resultado do exercício.
As perdas por ajuste ao valor de recuperação de títulos de investimento disponíveis para venda são reconhecidas
transferindo-se a diferença entre o custo de aquisição amortizado e o valor justo atual do patrimônio líquido para o
resultado do exercício. Quando um evento subsequente reduz o valor da perda por ajuste ao valor de recuperação
anteriormente reconhecido em títulos de investimento disponíveis para venda, este é revertido contra o resultado do
exercício. Entretanto, quaisquer recuperações subsequentes no valor justo de um instrumento de capital disponível
para venda anteriormente ajustado por uma perda por ajuste ao valor de recuperação, são reconhecidas diretamente
no patrimônio líquido.
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Demonstrações Financeiras
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n) Ativos recebidos em dação por recuperação de créditos (consolidado)
Os ativos recebidos em dação em pagamento por recuperação de créditos são inicialmente classificados na rubrica
de “ativos não correntes detidos para venda” e são registrados, no seu reconhecimento inicial, pelo menor entre seu
valor justo, deduzidos custos esperados na venda, e o valor de balanço do crédito ou adiantamento concedido objeto
da recuperação.
Subsequentemente estes ativos são registrados pelo menor valor entre o valor de seu reconhecimento inicial e o seu
valor justo atual deduzidos dos custos esperados na venda. As coligadas da Sociedade obtêm avaliações regulares,
efetuadas por peritos, destes ativos recebidos em dação em pagamento.
o)
Investimento em controladas e coligadas
Participações em entidades sob controle comum, controladas e coligadas são avaliados pelo método de
equivalência patrimonial nas Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas. Para consolidação, são
adotados os critérios descritos na nota explicativa nº 2 e.
p) Ativos tangíveis e intangíveis (individual e consolidado)
O imobilizado é demonstrado ao custo, excluindo os gastos com manutenção, deduzidas a depreciação acumulada
e, se necessário, ajuste ao seu valor de recuperação.
A depreciação é calculada usando o método linear para baixar o custo do imobilizado ao seu valor residual ao
longo de sua vida útil estimada. Terrenos não são depreciados.
As vidas úteis estimadas de imobilizados são as seguintes:
Descrição
Edificações
Veículos e Equipamentos de Processamento de dados
Demais itens
Tempo de vida
útil estimado
40 anos
5 anos
10 anos.
O imobilizado é baixado na alienação ou quando benefícios econômicos futuros não são mais esperados do seu
uso. Qualquer ganho ou perda gerada na alienação do ativo (calculado como a diferença entre a renda líquida da
alienação e o valor contábil do ativo) é reconhecido em “outras receitas operacionais” na demonstração do
resultado do ano em que o ativo foi alienado.
Ativos intangíveis com vida útil definida adquiridos separadamente são registrados ao custo, deduzido da
amortização e quando aplicável, das perdas por redução ao valor recuperável acumulado. A amortização é
reconhecida linearmente com base na vida útil estimada dos ativos. A vida útil estimada e o método de amortização
são revisados no fim de cada exercício e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado
prospectivamente. Ativos intangíveis com vida útil indefinida, adquiridos separadamente são registrados ao custo,
deduzido, quando aplicável das perdas por redução ao valor recuperável. Compreendem licenças de uso de
sistemas computadorizados (softwares), incluindo os correspondentes gastos com implementação; e ágio na
aquisição de controladas.
q) Impostos sobre lucros
Os impostos sobre lucros compreendem os impostos correntes e os impostos diferidos. Os impostos sobre lucros
são reconhecidos no resultado, exceto quando estão relacionados com avaliação a valor justo de instrumentos
financeiros disponíveis para venda, quando são reconhecidos diretamente no Patrimônio Líquido. Os impostos
reconhecidos no patrimônio líquido decorrentes de avaliação de instrumentos financeiros disponíveis para venda
são posteriormente reconhecidos em resultado, no momento em que forem reconhecidos em resultado os ganhos e
perdas que lhes deram origem.
Os impostos correntes são os que se espera sejam pagos com base no resultado tributável apurado de acordo com as
regras fiscais em vigor e utilizando as alíquotas de impostos em vigor.
Os impostos diferidos são calculados sobre as diferenças temporárias entre os valores contábeis dos ativos e
passivos e sua base fiscal, utilizando-se as alíquotas de impostos em vigor na data do balanço.
Os impostos diferidos passivos são reconhecidos para todas as diferenças temporárias tributáveis. Os impostos
diferidos ativos foram reconhecidos considerando a expectativa, baseada em estudo documentado, de que lucros
tributáveis futuros serão capazes de absorver as diferenças temporárias dedutíveis.
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r)
Provisões
As provisões, que incluem demandas legais contra a Sociedade e suas controladas e coligadas, bem como garantias
financeiras prestadas, tendo como origem fatos passados, são constituídas sempre que uma saída de recursos para
sua liquidação seja avaliada como provável pelas controladas e coligadas, e possa ser exigível legalmente, e o seu
valor possa ser estimado em bases confiáveis.
As obrigações contingentes incluem demandas legais contra a Sociedade e suas controladas e coligadas, e garantias
financeiras prestadas pelas controladas decorrentes de fatos passados, mas cuja existência somente possa ser
confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros que não estejam sob o controle da Sociedade e
suas controladas. Estas são divulgadas em notas explicativas sempre que uma saída de recursos para sua liquidação
seja avaliada como possível ou provável, neste último caso (provável), com a condição de que seus valores não
possam ser estimados em bases confiáveis.
s)
Provisões Técnicas de Seguros e Resseguros (Consolidado)
As provisões técnicas são calculadas de acordo com NTA’s (notas técnicas atuariais) conforme determinações
contidas na Resolução CNSP n.º 162/2006 e nas suas respectivas alterações.
A Provisão de Prêmios não Ganhos (PPNG) representa as parcelas dos prêmios que serão apropriadas ao
resultado no decorrer dos prazos de vigência dos seguros. O cálculo é individual por apólice ou endosso dos
contratos vigentes na data base de constituição, pelo método “pro rata dia”, com base no prêmio comercial retido
tomando-se por base as datas de início e fim de vigência do risco segurado. O fato gerador da constituição dessa
provisão é o início de vigência do risco da apólice ou endosso emitido.
A Provisão de Prêmios Não Ganhos dos Riscos Vigentes, mas Não Emitidos (PPNG-RVNE), representa o
ajuste da PPNG dada existência de riscos assumidos pela Seguradora cuja apólice ainda não foi operacionalmente
emitida. O cálculo é feito utilizando metodologia atuarial apresentada em NTA que apura a melhor estimativa com
base no histórico de cada segmento de negócio em relação aos riscos emitidos em atraso.
A Provisão para Insuficiência de Prêmios (PIP) é calculada atuarialmente, de acordo com metodologia própria
descrita em NTA, e é constituída se for constatada insuficiência da PPNG para a cobertura dos sinistros a ocorrer,
considerando o valor esperado de indenizações e despesas relacionadas, ao longo dos prazos a decorrer referentes
aos riscos vigentes. Os cálculos realizados no exercício demonstraram não haver necessidade de constituição da
PIP.
A Provisão Complementar de Prêmios (PCP) é constituída para complementar a PPNG, considerando todos os
riscos vigentes, emitidos ou não, obedecidos os critérios formalizados na norma vigente. A metodologia consiste
em comparar a média das PPNG’s diárias com a PPNG efetivamente constituída e provisionar a diferença caso
esta diferença seja positiva.
A Provisão de Sinistros a Liquidar (PSL) é constituída por estimativa de pagamentos prováveis, brutos de
resseguros e líquidos de recuperação de cosseguro cedido, com base nos avisos de sinistros recebidos até a data do
balanço. Inclui também estimativa para cobrir o pagamento de indenizações, custos associados e atualizações
monetárias oriundos de sinistros em discussão judicial.
A Provisão para Sinistros ou Eventos Ocorridos e Não Avisados (IBNR) é calculada, conforme metodologia
definida em NTA, para quantificar o montante dos sinistros ocorridos e que não foram avisados pelos
segurados/beneficiários. A metodologia tem como fundamento a projeção, com base no comportamento histórico
observado, dos futuros avisos de sinistros relacionados com ocorrências anteriores à data-base de cálculo. Para os
ramos que não possuem histórico suficiente para o estudo, a constituição da provisão é feita conforme os
percentuais da Circular SUSEP 448/2012.
A Provisão para Sinistros ou Eventos Ocorridos mas Não Suficientemente Avisados (IBNER) é calculada,
conforme metodologia definida em NTA, para complementar os valores dos sinistros já avisados e provisionados
na PSL, mas que podem ainda sofrer ajustes financeiros no futuro.
A Provisão Matemática de Benefícios a Conceder (PMBaC), vinculada a planos de previdência da modalidade
“gerador de benefícios livres” (PGBL e VGBL), representam o montante dos prêmios e contribuições aportadas
pelos participantes, líquido da taxa de carregamento e outros encargos contratuais, acrescido dos rendimentos
financeiros auferidos na aplicação dos recursos em Fundos de Investimento Especialmente constituídos (FIE’s).
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A Provisão Matemática de Benefícios Concedidos (PMBC), representa o valor atual da indenização cujo evento
gerador tenha ocorrido, sendo calculada conforme metodologia descrita em NTA dos planos de previdência cujo
benefício é o pagamento de rendas.
A Provisão de Insuficiência de Contribuições (PIC) é constituída para suportar o compromisso de cobertura de
eventuais desvios no comportamento biométrico dos riscos técnicos assumidos na PMBaC e PMBC em relação à
tábua do plano. As simulações dos cálculos atuariais realizados no período, que consideram o crescimento da
expectativa de vida dos participantes, demonstraram não haver a necessidade da constituição da PIC.
A Provisão de Oscilação Financeira (POF) é constituída observando o critério estabelecido em NTA, que
estabelece a constituição com base no percentual de 3% da Variação da Provisão de Benefícios Concedidos.
Teste de Adequação dos Passivos (TAP). Conforme requerido pelo IFRS 4, a cada data de balanço deve ser
elaborado o teste de adequação dos passivos para todos os contratos em curso. O teste foi realizado considerando
as determinações da Circular SUSEP n° 457/2012 e nenhuma insuficiência foi identificada.
t)
Margem financeira
As receitas e despesas de juros são contabilizadas em rubricas contábeis de receita de juros e despesas de juros, na
margem financeira, para todos os instrumentos financeiros utilizando o método da taxa efetiva de juros.
A taxa efetiva de juros é a taxa que desconta os pagamentos e recebimentos futuros estimados durante a vida
esperada do instrumento financeiro com base nos contratos, para o valor corrente atual de balanço dos ativos e
passivos financeiros. A taxa efetiva de juros é estabelecida no reconhecimento inicial dos ativos e passivos
financeiros e é revista subsequentemente em casos de renegociações de operações de crédito e adiantamentos que
impliquem em mudança no seu fluxo estimado de pagamentos.
Para o cálculo da taxa efetiva de juros são estimados os fluxos de caixa futuros considerando todos os termos
contratuais dos instrumentos financeiros, não considerando, no entanto, perdas de crédito futuras. O cálculo da taxa
efetiva de juros inclui todos os encargos incrementais diretamente atribuíveis às operações, que incluem
equalizações de taxas, ágios e deságios, e custos da transação que puderam ser atribuídos diretamente.
No que se refere aos instrumentos financeiros mantidos para negociação, inclusive instrumentos derivativos que
não os mantidos para gerenciamento de riscos, o componente de juros inerente à variação no valor justo não é
separado e é classificado na rubrica de resultado de instrumentos financeiros mantidos para negociação.
As receitas de juros de operações de crédito e adiantamentos vencidas são reconhecidas até o 59º (quinquagésimo
nono dia) dia após o vencimento, quando deixam de ser reconhecidas pela fluência do prazo e passam a ser
reconhecidas por ocasião do seu recebimento.
u) Resultado líquido de serviços e comissões
As receitas e as despesas de taxas e comissões que são incrementais e diretamente atribuíveis às operações de
crédito integram a taxa efetiva de juros das operações e são apropriadas ao resultado nas rubricas de receitas ou
despesas de juros, na margem financeira, ao longo do prazo das operações.
As demais receitas de taxas e comissões, que incluem comissões, taxas de administração de fundos de
investimentos e outras, são reconhecidas à medida que os serviços relacionados são prestados.
v) Resultado de instrumentos financeiros mantidos para negociação (consolidado)
O resultado de instrumentos financeiros mantidos para negociação inclui todos os ganhos e perdas decorrentes de
variações no valor justo de ativos e passivos financeiros mantidos para negociação e os ganhos e perdas na venda
destes ativos e passivos financeiros.
x) Resultado por ação
O resultado por ação básico é calculado dividindo-se o resultado líquido atribuível aos acionistas da Sociedade pelo
número médio ponderado de ações em circulação, excluindo o número médio de ações em tesouraria.
Para o cálculo dos resultados por ação diluídos, o número médio ponderado de ações em circulação é ajustado de
forma a refletir o efeito de todas as potenciais ações diluidoras, como as resultantes de dívida conversível e de
opções sobre ações próprias concedidas aos trabalhadores.
y) Segmentos operacionais (consolidado)
Os segmentos operacionais reportados são definidos em uma abordagem gerencial das controladas da Sociedade,
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ou seja, são aqueles regularmente revisados pela sua Administração para avaliação de performance e alocação de
recursos.
w) Demonstração do valor adicionado - DVA
Essa demonstração tem por finalidade evidenciar a riqueza criada pela Sociedade e sua distribuição durante
determinado exercício e é apresentada pela Sociedade, conforme requerido pela legislação societária brasileira,
como parte de suas demonstrações financeiras individuais e como informação suplementar às demonstrações
financeiras consolidadas, pois não é uma demonstração prevista e nem obrigatória conforme as IFRSs.
A DVA foi preparada com base em informações obtidas dos registros contábeis que servem de base de preparação
das Demonstrações Financeiras e seguindo as disposições contidas no CPC 09 - Demonstração do Valor
Adicionado. Em sua primeira parte apresenta a riqueza criada pela Sociedade, representada pelas receitas, pelos
insumos adquiridos de terceiros (custo e aquisições de materiais, energia e serviços de terceiros, incluindo os
tributos incluídos no momento da aquisição, os efeitos das perdas e recuperação de valores ativos, e a depreciação e
amortização) e o valor adicionado recebido de terceiros (resultado da equivalência patrimonial, receitas financeiras
e outras receitas). A segunda parte da DVA apresenta a distribuição da riqueza entre pessoal, impostos, taxas e
contribuições, remuneração de capitais de terceiros e remuneração de capitais próprios.
z)
Medida provisória nº 627
No dia 11 de novembro de 2013, foi publicada a Medida Provisória nº 627 que revoga o Regime Tributário de
Transição (RTT) e traz outras providências, dentre elas: (i) alterações no Decreto-Lei nº 1.598/77 que trata do
imposto de renda das pessoas jurídicas, bem como alterações na legislação pertinente à contribuição social sobre o
lucro líquido; (ii) estabelece que a modificação ou a adoção de métodos e critérios contábeis, por meio de atos
administrativos emitidos com base em competência atribuída em lei comercial, que sejam posteriores à publicação
desta MP, não terá implicação na apuração dos tributos federais até que a lei tributária regule a matéria; (iii) inclui
tratamento específico sobre a potencial tributação de lucros ou dividendos; (iv) inclui disposições sobre o cálculo
de juros sobre capital próprio; e inclui considerações sobre investimentos avaliados pelo método de equivalência
patrimonial. As disposições previstas na MP têm vigência a partir de 2015. A sua adoção antecipada para 2014
pode eliminar potenciais efeitos tributários, especialmente relacionados com pagamento de dividendos e juros sobre
capital próprio, efetivamente pagos até a data de publicação da referida MP, bem como resultados de equivalência
patrimonial. A Sociedade elaborou estudo dos possíveis efeitos que poderiam advir da aplicação dessa nova norma
e concluiu que a sua adoção antecipada, ou não, resultaria em ajustes não relevantes em suas Demonstrações
Financeiras. A Administração aguarda a evolução e tratativas das emendas ao texto da referida Medida Provisória
para que possa decidir sobre sua adoção antecipada dentro dos prazos estabelecidos pela referida norma tributária.
NOTA 4 – RELATÓRIO POR SEGMENTO
As atividades da Sociedade e suas controladas encontram-se organizadas de acordo com as seguintes linhas de
negócios:
i.
Varejo:
O segmento “varejo” é composto das atividades realizadas pela entidade legal: Banco Alfa S.A.
ii.
Seguros :
O segmento “seguros” é composto das atividades realizadas pela entidade legal: Alfa Seguradora S.A. e Alfa
Previdência e Vida S.A.
iii.
Serviços:
O segmento “serviços” é composto das atividades realizadas pelas entidades legais: Metro Tecnologia Informática
Ltda., Metro-Dados Ltda. e Corumbal Participações e Administração Ltda.
A segmentação é baseada nas entidades legais que compõem a Sociedade e suas controladas considerando que a
sua diretoria executiva revisa as informações, aloca recursos e avalia performance, segundo esta segmentação.
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a) Demonstração da posição financeira consolidada por segmento de negócio em IFRS.
RELATÓRIO POR S EGMENTO DO BALANÇO PATRIMONIAL EM 31.12.2013
S EGMENTOS
ATIVOS
Caixa e disponibilidades em bancos
Créditos de Operações com Seguros e Resseguros
Despesas de Comercialização de Seguros Diferidas
Despesas de resseguros e retrocessões diferidas
Operações de crédito e adiantamento a instituições financeiras
Operações de crédito e adiantamentos a clientes
Títulos para investimento
Investimentos em coligadas e controladas
Ativos tangíveis
Ativos intangíveis
Ativos tributários diferidos
Outros ativos
Total dos ativos
OBRIGAÇÕES
Passivos com instituições financeiras
Passivos com clientes
Empréstimos e repasses
Obrigações fiscais
Passivos contingentes e obrigações legais
Débitos de Operações com Seguros e Resseguros
Provisões Técnicas de Seguros e Resseguros
Outros passivos
Total das obrigações
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Total das obrigações e patrimônio líquido
VAREJO
S EGUROS
266
80.728
391.263
23.599
93
78
1.792
7.446
505.265
4.956
106.854
42.291
8.629
723.843
893
1.134
18.649
25.133
932.382
366.950
37.028
3.772
2.498
9.939
420.187
85.078
505.265
12.344
29.440
32.020
685.537
27.807
787.148
145.234
932.382
S ERVIÇOS
91
265.760
782.102
20
142
43.449
1.091.564
1.214
1.750
39.473
4.412
46.849
1.044.715
1.091.564
TOTAL
5.313
106.854
42.291
8.629
80.728
391.263
1.013.202
782.102
1.006
1.354
20.441
76.028
2.529.211
366.950
37.028
1.214
17.866
71.411
32.020
685.537
42.158
1.254.184
1.275.027
2.529.211
Consórcio Alfa de Administração S.A.
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RELATÓRIO POR S EGMENTO DO BALANÇO PATRIMONIAL EM 31.12.2012
S EGMENTOS
ATIVOS
Caixa e disponibilidades em bancos
Créditos de Operações com Seguros e Resseguros
Despesas de Comercialização de Seguros Diferidas
Despesas de resseguros e retrocessões diferidas
Operações de crédito e adiantamento a instituições financeiras
Operações de crédito e adiantamentos a clientes
Títulos para investimento
Investimentos em coligadas e controladas
Ativos tangíveis
Ativos intangíveis
Ativos tributários diferidos
Outros ativos
Total dos ativos
OBRIGAÇÕES
Passivos com instituições financeiras
Passivos com clientes
Obrigações fiscais
Passivos contingentes e obrigações legais
Débitos de Operações com Seguros e Resseguros
Provisões Técnicas de Seguros e Resseguros
Outros passivos
Total das obrigações
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Total das obrigações e patrimônio líquido
VAREJO
315
52.930
391.713
21.797
83
100
1.368
8.254
476.560
352.657
29.640
3.575
1.757
12.217
399.846
76.714
476.560
S EGUROS
2.750
130.749
50.944
9.393
710.278
786
923
13.040
22.432
941.295
9.885
22.073
35.781
698.875
36.764
803.378
137.917
941.295
S ERVIÇOS
99
254.321
747.429
27
185
40.005
1.042.066
3.447
42.487
6.755
52.689
989.377
1.042.066
TOTAL
3.164
130.749
50.944
9.393
52.930
391.713
986.396
747.429
896
1.208
14.408
70.691
2.459.921
352.657
29.640
16.907
66.317
35.781
698.875
55.736
1.255.913
1.204.008
2.459.921
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
DEMONS TRAÇÃO DO RES ULTADO POR S EGMENTO DE 31.12.2013
Descrição
Varejo
S eguros
Receitas de juros
74.135
65.435
Despesas de juros
(56.969)
(38.230)
Margem financeira
17.166
27.205
Receitas de serviços e comissões
13.950
3.132
Despesas de serviços e comissões
(977)
(80.959)
Resultado líquido de serviços e comissões
12.973
(77.827)
Premios de Seguros e Resseguros Ganhos
352.433
Despesas de Sinistros Retidos
(200.536)
Resultado de participações em Controladas
Outras receitas
1.005
1.555
Resultado operacional
31.144
102.830
Resultado de ganhos com impairment de Ativos Financeiros
(2.913)
Despesas de pessoal
(5.491)
(28.957)
Gastos gerais administrativos
(4.767)
(37.962)
Outras despesas
(1.680)
(24.718)
Resultado antes dos impostos
16.293
11.193
Imposto sobre a renda e contribuição social correntes e diferidos
(4.909)
(2.359)
Resultado líquido do período
11.384
8.834
S erviços
15.481
(1.250)
14.231
10.701
(1.222)
9.479
55.544
20.278
99.532
(24.331)
(5.138)
(7.692)
62.371
(4.715)
57.656
Total
155.051
(96.449)
58.602
27.783
(83.158)
(55.375)
352.433
(200.536)
55.544
22.838
233.506
(2.913)
(58.779)
(47.867)
(34.090)
89.857
(11.983)
77.874
DEMONS TRAÇÃO DO RES ULTADO POR S EGMENTO DE 31.12.2012
Descrição
Varejo
S eguros
Receitas de juros
72.430
60.826
Despesas de juros
(53.060)
(35.346)
Margem financeira
19.370
25.480
Receitas de serviços e comissões
12.485
2.960
Despesas de serviços e comissões
(973)
(77.234)
Resultado líquido de serviços e comissões
11.512
(74.274)
Resultado de instrumentos financeiros derivativos
9
Premios de Seguros e Resseguros Ganhos
332.011
Despesas de Sinistros Retidos
(185.559)
Resultado de participações em Controladas
Outras receitas
1.231
6.440
Resultado operacional
32.122
104.098
Resultado de ganhos com impairment de Ativos Financeiros
364
Despesas de pessoal
(5.372)
(26.393)
Gastos gerais administrativos
(5.683)
(34.503)
Outras despesas
(2.404)
(29.028)
Resultado antes dos impostos
19.027
14.174
Imposto sobre a renda e contribuição social correntes e diferidos
(6.441)
(4.908)
Resultado líquido do período
12.586
9.266
S erviços
4.003
(9.186)
(5.183)
11.560
(1.290)
10.270
94.975
2.118
102.180
(14.039)
(2.487)
(9.608)
76.046
(4.733)
71.313
Total
137.259
(97.592)
39.667
27.005
(79.497)
(52.492)
9
332.011
(185.559)
94.975
9.789
238.400
364
(45.804)
(42.673)
(41.040)
109.247
(16.082)
93.165
NOTA 5 - ATIVOS E PASSIVOS FINANCEIROS
Os ativos e passivos financeiros são avaliados em base contínua a valor justo ou ao custo amortizado. O resumo das
práticas contábeis apresentado nos tópicos “3.b” a “3h” descreve como as classes de instrumentos financeiros são
avaliadas, e como as receitas e despesas, incluindo os ganhos e perdas de ajuste a valor justo são reconhecidas.
a) Classes de Ativos e Passivos Financeiros:
A tabela a seguir apresenta a distribuição dos ativos e passivos financeiros por categoria, conforme definido no IAS 39, e
por classe de operação que corresponde aos títulos contábeis no Balanço Patrimonial.
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
Consolidado
Descrição
Em 31 de Dezembro de 2013
Ativos Financeiros
Caixa e Disponibilidades em Bancos
Operações de crédito e adiantamentos a
instituições financeiras
Operações de crédito e adiantamentos a
clientes
Títulos para Investimento
Total de ativos financeiros
Passivos Financeiros
Passivos com Instituições Financeiras
Passivos com clientes
Total de passivos financeiros
Em 31 de Dezembro de 2012
Ativos Financeiros
Caixa e Disponibilidades em Bancos
Operações de crédito e adiantamentos a
instituições financeiras
Operações de crédito e adiantamentos a
clientes
Títulos para Investimentos
Total de ativos financeiros
Passivos Financeiros
Depósitos de instituições financeiras
Depósitos de Clientes
Total de passivos financeiros
Desig. A valor
justo
contra resultado
Mantido
até o
Vencimento
Disponível
para
Venda
-
-
-
-
5.313
5.313
-
-
-
80.728
-
80.728
82.599
391.263
-
-
391.263
1.013.202
82.599
471.991
5.313
1.490.506
765.865
765.865
164.738
164.738
Empréstimo
e recebiveis
(custo amortizado)
Ativos e Passivos
financeiros ao custo
amortizado
Total
-
-
-
-
366.950
37.028
366.950
37.028
-
-
403.978
403.978
-
-
-
-
3.164
3.164
-
-
-
52.930
-
52.930
-
-
986.396
391.713
-
-
391.713
986.396
986.396
444.643
3.164
1.434.203
-
-
-
-
352.657
29.640
352.657
29.640
-
-
382.297
382.297
b) Critério de valorização de instrumentos financeiros:
A tabela a seguir apresenta a distribuição dos ativos e passivos financeiros segundo a técnica utilizada para sua
mensuração, conforme definido no IAS 39 e descrito no tópico 3.b destas Demonstrações Financeiras.
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
Descrição
Custo
Amortizado
Taxa Efetiva
de Juros
Em 31 de Dezembro de 2.013
Ativos Financeiros
Caixa e disponibilidades em bancos
Operações de crédito e adiantamentos a
instituições financeiras
Operações de crédito e adiantamentos a
clientes
Títulos de investimentos
Total de ativos financeiros
Passivos Financeiros
Passivos com instituições financeiras
Passivos com Clientes
Total de passivos financeiros
Em 31 de Dezembro de 2012
Ativos Financeiros
Caixa e disponibilidades em bancos
Operações de crédito e adiantamentos a
instituições financeiras
Operações de crédito e adiantamentos a
clientes
Títulos para Investimentos
Total de ativos financeiros
Passivos Financeiros
Passivos com instituições financeiras
Passivos com Clientes
Total de passivos financeiros
Consolidado
Nivel I
Preços de
mercado
cotados em
Total
mercados ativos
5.313
-
5.313
80.728
-
80.728
391.263
477.304
1.013.202
1.013.202
391.263
1.013.202
1.490.506
366.950
37.028
403.978
-
366.950
37.028
403.978
3.164
-
3.164
52.930
-
52.930
391.713
447.807
352.657
29.640
382.297
986.396
986.396
-
391.713
986.396
1.434.203
352.657
29.640
382.297
O IAS 39 define que a determinação do valor justo de um Ativo ou Passivo financeiro pode prever o uso de duas
abordagens quanto ao tipo de informação utilizada para avaliação, as quais são chamadas níveis de hierarquia de valor
justo, a saber:
- Nível I – preços negociados em mercados ativos para ativos e passivos idênticos;
- Nível II – outros dados além daqueles cotados em mercado (Nível I) que podem precipitar os direitos e obrigações
direta ou indiretamente, por exemplo, técnicas derivadas de valorização que utilizam dados de mercados observáveis.
A Sociedade não possui ativos ou passivos financeiros para os quais não existam dados para precificação
disponíveis em mercados ativos, portanto, não apresenta saldo que tenha sido avaliado.
Durante o exercício de 2013 não houve mudanças na forma de mensuração de ativos ou passivos financeiros que
implicassem em reclassificações de ativos e passivos financeiros entre os diferentes níveis de hierarquia de valor justo.
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
c)
Distribuição dos ativos e passivos financeiros por faixa de vencimento:
Distribuição dos Ativos e Passivos Financeiros por Faixa de Vencimento
Descrição
Operações
Vencidas
Até 3 meses
(a)
(b)
3 meses a 1
ano
1 ano a 3 anos
Acima de 3
anos
Total
Em 31 de Dezembro de 2013
Ativos Financeiros
Caixa e disponibilidades em bancos
Operações de crédito e adiantamentos a
instituições financeiras
Operações de crédito e adiantamentos a Clientes
Títulos de investimentos
495
-
80.728
44.478
450.988
93.754
119.959
163.155
338.596
89.381
103.659
80.728
391.263
1.013.202
Total de ativos financeiros
495
581.507
213.713
501.751
193.040
1.490.506
Passivos Financeiros
Passivos com instituições financeiras
Passivos com Clientes
-
37.676
37.053
94.445
-
136.452
-
98.377
-
366.950
37.053
Total de passivos financeiros
-
74.729
94.445
136.452
98.377
404.003
-
3.164
-
-
5.313
-
-
-
5.313
Em 31 de Dezembro de 2012
Ativos Financeiros
Caixa e disponibilidades em bancos
Operações de crédito e adiantamentos a
instituições financeiras
Operações de crédito e adiantamentos a clientes
Títulos para investimentos
2.866
-
52.930
58.410
242.536
92.521
661.751
151.016
82.109
86.900
-
52.930
391.713
986.396
Total de ativos financeiros
2.866
357.040
754.272
233.125
86.900
1.434.203
-
36.408
29.640
66.048
84.657
84.657
146.919
146.919
84.673
84.673
352.657
29.640
382.297
Passivos Financeiros
Passivos com instituições financeiras
Passivos com Clientes
Total de passivos financeiros
-
-
3.164
a) Refere-se a parcelas vencidas há mais de 14 dias.
b) Inclui caixa e disponibilidades em bancos, ações de companhias abertas e depósitos a vista sem data de
vencimento.
NOTA 6 - CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA
O valor desta rubrica é composto por:
Caixa e Disponibilidades em Bancos
Descrição
Depósito bancário de livre movimentação em moeda nacional
Individual
31.12.2013
51
31.12.2012
57
31.12.2013
5.313
31.12.2012
3.164
51
57
5.313
3.164
Total
NOTA 7 – CRÉDITOS DE OPERAÇÕES COM SEGUROS E RESSEGUROS
O saldo da rubrica é composto por:
Descrição
Prêmios a receber
Operações com seguradoras
Operações com resseguradoras
Outros créditos operacionais
(–) Provisão para riscos de créditos
Total
Consolidado
Consolidado
31.12.2013 31.12.2012
89.996
101.619
1.240
4.714
11.769
21.191
7.036
7.307
(3.187)
(4.082)
106.854
130.749
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
NOTA 8 – DESPESAS DE RESSEGURO E RETROCESSÕES DIFERIDOS (CONSOLIDADO)
O saldo da rubrica é composto por:
Descrição
Provisão de prêmios não ganhos - resseguro cedido
Provisão de riscos vigentes mas não emitidos - resseguro cedido
Total
31.12.2013 31.12.2012
8.108
8.669
521
724
8.629
9.393
NOTA 9 -OPERAÇÕES DE CRÉDITO E ADIANTAMENTOS A INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
(CONSOLIDADO)
a) Composição de operações de crédito e adiantamentos a instituições financeiras:
Consolidado
Descrição
Aplicações em operações compromissadas
Aplicações em depósitos interfinanceiros
Reservas compulsórias em espécie no Banco Central
Total
31.12.2013
65.040
15.688
80.728
31.12.2012
40.880
12.050
52.930
NOTA 10 - OPERAÇÕES DE CRÉDITO E ADIANTAMENTOS A CLIENTES (CONSOLIDADO)
a) Composição do saldo de operações de crédito e adiantamento a clientes:
Consolidado
Descrição
Operações de crédito e adiantamentos a clientes
Empréstimos e títulos descontados
Financiamentos
Total de operações de crédito e adiantamentos a clientes
Total de perdas por ajuste ao valor de recuperação
S aldo total de operações de crédito e adiantamentos a clientes
31.12.2013
390.214
1.477
391.691
(428)
391.263
31.12.2012
386.869
5.108
391.977
(264)
391.713
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
Nota 11 - TÍTULOS PARA INVESTIMENTO
a)
Composição dos títulos para investimento:
Descrição
Títulos e Valores Mobiliários – Disponíveis para Venda - Livres
Títulos de dívida pública
- Letras Financeiras do Tesouro
- Letras do Tesouro Nacional
- Notas do Tesouro Nacional
Ações de companhias abertas
Letras de Arrendamento Mercantil
Cotas de fundos de investimento
Outros.
S ub-total
Títulos e Valores Mobiliários – Disponíveis para Venda – Vinculados
Títulos de dívida pública
- Letras Financeiras do Tesouro
- Letras do Tesouro Nacional
- Notas do Tesouro Nacional
Ações de companhias abertas
Cotas de fundos de investimento
Debêntures
Certificado de Depósito Bancário
Outros.
S ub-total
Total de títulos e valores mobiliários – Disponíveis para Venda
Títulos e Valores Mobiliários – Mantidos até o vencimento - Livres
Debêntures
S ub-total
Individual
31.12.2013
31.12.2012
-
-
344
344
1.207
1.207
-
-
-
Consolidado
31.12.2013
31.12.2012
54.352
45.483
8.869
2.351
27.462
220.841
2.320
307.326
87.786
62.302
12.755
12.729
2.670
47.443
206.878
1.988
346.765
-
547.827
220.076
54.821
272.931
14.386
453
46.647
22.342
56.764
688.419
531.106
181.105
189.577
160.424
17.979
868
38.072
9.406
42.200
639.631
344
1.207
995.745
986.396
-
-
2.897
2.897
-
-
-
14.560
14.560
-
344
1.207
Títulos e Valores Mobiliários – Mantidos até o vencimento – Vinculados
Cotas de fundos de investimento
S ub-total
Total de títulos e valores mobiliários – Mantidos até o vencimento
Total de títulos de investimento
17.457
1.013.202
986.396
Estão sendo classificadas no ativo circulante por possuírem prazo mínimo de 180 dias para resgate, contados da data da
aplicação e fora do grupo “Caixa e equivalentes de caixa”, por não possuírem previsão de resgate imediato, sem risco
significativo de mudança de valor.
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
NOTA 12 – INVESTIMENTOS EM CONTROLADAS E COLIGADAS.
As participações em entidades controladas e coligadas estão demonstradas a seguir: - Individual
Entidades em controladas e coligadas
% de participação
31.12.2013
Banco Alfa S/A
Banco Alfa de Investimento S/A
Financeira Alfa S/A CFI
Corumbal Partic. e Administ. Ltda
M etro Dados Ltda.
M etro Tecnologia Informatica Ltda.
Outros Investimentos
Desagio na aquisição de investimentos
Totais
31.12.2012
12,26
17,41
16,42
45,78
39,67
51,08
-
Resultado de equivalencia
patrimonial
Investimentos
31.12.2013
14,76
17,41
16,42
45,78
39,67
51,08
-
31.12.2012
10.390
210.607
122.320
324.687
71.140
126.963
15
-2.088
864.034
11.299
201.569
118.286
306.364
64.620
116.663
806
-2.088
817.519
31.12.2013
1.284
15.077
4.429
22.387
4.279
5.917
4
53.377
31.12.2012
1.615
11.964
16.536
29.326
3.670
4.242
42
67.395
As movimentações dos investimentos em 31 de dezembro de 2013 e 2012 são substancialmente representadas pelo resultado de equivalência patrimonial.
As participações em entidades controladas e coligadas estão demonstradas a seguir: - Consolidado
Entidades em controladas e coligadas
% de participação
31.12.2013
Banco Alfa de Investimento S/A
Financeira Alfa S/A CFI
Outros Investimentos
Desagio na aquisição de investimentos
Totais
31.12.2012
33,79
30,66
-
Resultado de equivalencia
patrimonial
Investimentos
31.12.2013
33,79
30,66
-
510.070
276.751
1.999
-6.718
782.102
31.12.2012
485.196
266.652
2.299
-6.718
747.429
31.12.2013
41.741
13.510
293
55.544
31.12.2012
53.130
41.362
483
94.975
As movimentações dos investimentos em 31 de dezembro de 2013 e 2012 são substancialmente representadas pelo resultado de equivalência patrimonial.
Empresas
Ramo
S egmento
S ede
Banco Alfa S/A
Financeiro Varejo
São Paulo
Banco Alfa de Investimento S/A
Financeiro Atacado
São Paulo
Financeira Alfa S/A CFI
Financeiro Varejo
São Paulo
Corumbal Partic. e Administ. Ltda (*)
Serviços
Serviços
São Paulo
M etro Dados Ltda.
Serviços
Serviços
São Paulo
M etro Tecnologia Informatica Ltda.
Serviços
Serviços
São Paulo
(*) A Empresa Corumbal Part. e Administração controla empresas do ramos de Seguros/Previdência, sediadas em São Paulo
(1) A Corumbal Participações e Administração Ltda. durante o exercício de 2012 efetuou as seguintes operações:
a) Em junho permutou, por seus valores patrimoniais, a totalidade das cotas que detinha da empresa Itapar
Europa Serviços Ltda. por parte das ações de emissão do Banco Alfa S.A. e a totalidade das ações de
emissão da Financeira Alfa S.A. C.F.I detidas pela Metro Tecnologia Informática Ltda. passando a sua
participação de 17,52% para 42,08% de 22,72% para 24,47% respectivamente;
b) Em agosto comprou, pelo valor patrimonial, a totalidade das ações do Banco Alfa S.A. detidas pela Metro
Tecnologia Informática Ltda., passando a sua participação de 42,08 % para 71,83%.;
c) Em dezembro vendeu, pelo valor patrimonial a totalidade das ações que detinha da Alfa Corretora de
Câmbio e Valores Mobiliários S.A. para o Banco Alfa de Investimento S.A. e adquiriu pelo valor
patrimonial a totalidade das ações do Banco Alfa de Investimento S.A. detidas pela Metro Tecnologia
Informática Ltda., passando a sua participação de 22,43% para 28,16%. O Banco Alfa de Investimento S.A.,
que detinha 60,31% da Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A passou a ter 100%.
Tais operações não causaram nenhum efeito no Balanço Consolidado, devido todas as empresas investidas
pertecerem ao mesmo grupo de empresas que fazem parte do consolidado, direta ou indiretamente.
(2) Em maio de 2012 a empresa Uvale – Uvas Vale do Gorutuba Ltda. foi vendida pela Alfa Corretora de Câmbio
e Valores Mobiliários S.A. e Metro Tecnologia Informática Ltda. pelo seu valor patrimonial, não causando
nenhum efeito no Balanço Consolidado, devido a Uvale ser consolidada 100% pelo Banco Alfa de
Investimento S.A.
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
(3) No período de maio/2012 a novembro/2012 a Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A. efetuou o
pagamento de dividendos extraordinários aos acionistas no montante de R$ 105.612 sendo que a Corumbal
Participações a Administração Ltda. recebeu o valor de R$ 42.440.
Entre os meses de outubro/2012 e novembro/2012, a Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A.
alienou sua totalidade de ações que detinha na empresa BM&FBOVESPA S.A. no mercado aberto pelo
montante total de R$ 74.152, obtendo ganho líquido na operação de R$ 40.504.
Sobre esse ganho liquido não recorrente a Sociedade reconheceu em seu resultado o valor de R$ 17.597,
apurado com base em suas participações diretas e indiretas no Banco Alfa de Investimento S.A. e Corumbal
Participações e Administração Ltda.
(4) Em 21 de dezembro de 2012, o Banco Alfa de Investimento S.A. adquiriu 2.348.928 ações ON e 4.001.955
ações PN, do capital social da Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A., detidas pela Corumbal
Participações e Administração Ltda., aumentando sua participação total direta de 60,31% para 100,00%. O
preço de compra totalizou R$ 81.853, correspondente ao valor patrimonial dessas ações em 30 de novembro de
2012. Em razão dessa alteração societária, o resultado de equivalência do Banco Alfa de Investimento S.A.
relativo ao exercício 2012 foi calculado até novembro 2012 com o percentual de 60,31%, sendo apurado R$
20.606, e em dezembro de 2012 com o percentual de 100,0%, sendo apurado o valor de R$ 4.053, totalizando
24.659.
(5) Em 20 de junho de 2013 a Sociedade vendeu a Corumbal Participações e Administração Ltda. 634.516 ações
ON, de emissão do Banco Alfa S.A., O preço de venda totalizou R$ 2.013 mil, correspondente ao valor
patrimonial dessas ações em 31 de Maio de 2013.
A movimentação do investimento em coligadas no exercício findo em 31 de dezembro de 2013 está demonstrada da
seguinte forma:
M ovimentação do Investimento
S aldo em Equivalência
31.12.2012 Patrimonial
Controladas
Corumbal Partic. e Administ. Ltda
M etro Dados Ltda.
M etro Tecnologia Informatica Ltda.
Controlada Indireta
Banco Alfa S/A
Coligadas
Banco Alfa de Investimento S/A
Financeira Alfa S/A CFI
Outros Investimentos
Totais
Dividendos
306.364
64.620
116.663
22.387
4.279
5.917
11.299
1.284
(289)
200.301
117.466
806
817.519
15.077
4.429
4
53.377
(579)
(394)
Ajustes de
Aquisição de
Alienações Variação
S aldo em
Investimentos
de ações Patrimonial 31.12.2013
(4.064)
2.241
4.384
(1.262)
108
(2.013)
10.389
(5.460)
11
119
(807)
(2.820)
324.687
71.140
126.964
(2.899)
209.339
121.501
14
864.034
O “Ajuste de Variação Patrimonial” estão representadas por “Ajuste ao valor de mercado de TVM e Derivativos”
efetuados pelo Banco Alfa de Investimento S.A., direta e indiretamente através da Corumbal Participações e Adm.
Ltda., e “variações cambiais” efetuadas pela Metro Dados Ltda. e Metro Tecnologia Informática Ltda., em empresas
sediadas no exterior.
Abaixo apresentamos um sumário das informações contábeis das coligadas:
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
31.12.2013
Ativo
Passivo
Corumbal Participações e Adm. Ltda.
30.424
Não
Ci rculante
681.153
711.577
2.282
Não
Circulante
125
Metro-Dados Ltda.
65.812
129.601
195.413
1.067
15.007
179.339
195.413
Metro T ecnologia Informática Ltda.
165.342
109.300
274.642
1.347
24.737
248.558
274.642
Banco Alfa S.A
222.430
282.835
505.265
182.852
237.654
84.759
505.265
Banco Alfa de Investimento S.A.
7.987.217
5.306.491
13.293.708
7.594.749
4.497.421
1.201.538
13.293.708
Financeira Alfa S.A. CFI
3.843.353
2.044.969
5.888.322
2.554.374
2.589.142
744.806
5.888.322
Controladas
C irculante
Total
Circulante
Patrimônio
líquido
709.170
Total
711.577
Coligadas
31.12.2012
Ativo
Passivo
Corumbal Participações e Adm. Ltda.
52.226
Não
Ci rculante
628.782
681.008
6.302
Não
Circulante
5.557
Metro-Dados Ltda.
11.952
172.924
184.876
311
21.662
162.903
184.876
Metro T ecnologia Informática Ltda.
71.457
173.874
245.331
1.671
15.269
228.391
245.331
232.695
243.865
476.560
163.644
236.352
76.564
476.560
Banco Alfa de Investimento S.A.
7.106.337
6.919.083
14.025.420
8.242.336
4.623.798
1.159.286
14.025.420
Financeira Alfa S.A. CFI
3.607.122
2.496.128
6.103.250
2.271.691
3.111.315
720.244
6.103.250
Controladas
C irculante
Banco Alfa S.A
Total
Circulante
Patrimônio
líquido
669.149
Total
681.008
Coligadas
A demonstração do resultado das coligadas:
31.12.2013
Resultado abrangente do
período
Resultado do período
Receitas de
venda de bens
e/ou serviços
Custos dos
bens e/ou
serviços
Resultado
Bruto
Despesas/
receitas
operacionais
Controladas
Corumbal Participações e Adm. Ltda.
Metro Dados Ltda.
Metro Tecnologia Informática Ltda.
Banco Alfa S.A
Resultado
O utras
antes do
receitas/
resultado
despesas
financeiro e
operacionais
dos tributos
Resultado
Financeiro
Parcela do
resultado dos
IRPJ/ CSLL
acionistas
não
controladores
L/(P) do
período
O utros
resultados
abrangentes
Resultado
abrangente
total
17.082
(81.936)
(64.854)
101.478
(24.211)
12.413
49.223
(10.873)
(1.865)
48.898
(8.877)
40.021
1.966
(170)
1.796
1.535
7.585
10.916
(128)
-
-
10.788
3.911
14.699
10.349
(962)
9.387
(8.990)
4.673
5.070
9.332
(2.819)
-
11.583
8.583
20.166
(977)
12.973
(14.736)
(678)
(2.441)
17.166
(4.909)
-
9.816
13.950
9.816
Coligadas
Banco Alfa de Investimento S.A.
Financeira Alfa S.A. CFI
21.721
(5.386)
16.335
(36.145)
53.381
33.571
100.143
(42.616)
-
91.098
(31.355)
59.743
5.799
(18.686)
(12.887)
(63.804)
(1.808)
(78.499)
123.589
(6.542)
-
38.548
-
38.548
31.12.2012
Resultado abrangente do
período
Resultado do período
Receitas de
venda de bens
e/ou serviços
Custos dos
bens e/ou
serviços
Resultado
Bruto
Despesas/
receitas
operacionais
Controladas
Corumbal Participações e Adm. Ltda.
Metro Dados Ltda.
Metro Tecnologia Informática Ltda.
Banco Alfa S.A
Resultado
O utras
antes do
receitas/
resultado
despesas
financeiro e
operacionais
dos tributos
Resultado
Financeiro
Parcela do
resultado dos
IRPJ/ CSLL
acionistas
não
controladores
L/(P) do
período
O utros
resultados
abrangentes
Resultado
abrangente
total
15.445
(78.207)
(62.762)
136.770
(31.171)
42.837
46.444
(16.082)
(9.144)
64.055
2.679
(232)
2.447
8.329
(390)
10.386
(1.132)
-
-
9.254
(2.522)
6.732
10.289
(987)
9.302
5.317
(425)
14.194
(5.888)
-
-
8.306
2.113
10.419
(973)
11.512
(10.865)
(1.541)
(894)
19.369
(6.440)
-
12.035
12.485
64.055
12.035
Coligadas
Banco Alfa de Investimento S.A.
Financeira Alfa S.A. CFI
24.862
(7.130)
17.732
(157.524)
115.446
(24.346)
173.383
(52.125)
(16.620)
80.292
(1.191)
79.101
2.533
(31.449)
(28.916)
(305.998)
13.787
(321.127)
475.766
(53.299)
-
101.340
(73)
101.267
A demonstração do resultado das coligadas:
Conforme mencionado na nota explicativa nº 2.f, a Sociedade adotou a partir de 1º de janeiro de 2013, o CPC 36 (R3) /
IFRS 10 e o CPC 19 (R2) / IFRS 11, revendo o conceito de controle para suas investidas e apresentando suas
participações em coligadas usando o método da equivalência patrimonial, ao invés do método da consolidação
proporcional. A nota explicativa nº 2.f demonstra os reflexos desta nova adoção.
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
NOTA 13 – ATIVOS TANGÍVEIS – CONSOLIDADO
a)
Composição dos Ativos Tangíveis
Descrição
Taxa anual de
depreciação
Ativos tangíveis
Instalações
Móveis e equipamentos
Sistemas de processamento de dados
Sistemas de segurança
Benfeitorias em imóveis de terceiros
Outras Imobilizações
Total de ativos tangíveis
31.12.2013
Custo Histórico
Depreciação
Acumulada
10%
10%
20%
10%
20%
20%
5
1.152
9.776
43
1.088
250
12.314
Valor residual
Custo Histórico
5
416
571
16
(2)
1.006
5
1.106
9.748
43
1.087
250
12.239
(736)
(9.205)
(43)
(1.072)
(252)
(11.308)
31.12.2012
Depreciação
Acumulada
Valor residual
(688)
(9.275)
(43)
(1.087)
(250)
(11.343)
5
418
473
896
b) Movimentação dos Ativos Tangíveis:
Descrição
Ativos tangíveis – custo histórico
Instalações
M óveis e equipamentos
Sistemas de processamento de dados
Sistemas de segurança
Benfeitorias em imóveis de terceiros
Outras Imobilizações
Total de ativos tangíveis – custo histórico
Ativos tangíveis – depreciação acumulada
M óveis e equipamentos
Sistemas de processamento de dados
Sistemas de segurança
Benfeitorias em imóveis de terceiros
Outras Imobilizações
Total de ativos tangíveis – depreciação acumulada
Total de ativos tangíveis – valor residual
Descrição
Ativos tangíveis – custo histórico
Instalações
M óveis e equipamentos
Sistemas de processamento de dados
Sistemas de segurança
Benfeitorias em imóveis de terceiros
Outras Imobilizações
Total de ativos tangíveis – custo histórico
Ativos tangíveis – depreciação acumulada
Instalações
M óveis e equipamentos
Sistemas de processamento de dados
Sistemas de segurança
Benfeitorias em imóveis de terceiros
Outras Imobilizações
Total de ativos tangíveis – depreciação acumulada
Total de ativos tangíveis – valor residual
S aldo em
31.12.2012
Adições
Baixas
S aldo em
31.12.2013
5
1.106
9.748
43
1.087
250
12.239
79
285
364
(33)
(257)
(290)
5
1.152
9.776
43
1.088
250
12.313
(688)
(9.275)
(43)
(1.087)
(250)
(11.343)
(67)
(186)
(1)
(254)
19
256
15
290
(736)
(9.205)
(43)
(1.072)
(251)
(11.307)
896
110
-
1.006
S aldo em
31.12.2011
Adições
3
1.031
9.750
31
1.167
249
12.231
2
108
197
1
307
(1)
(651)
(9.273)
(50)
(1.142)
(247)
(11.364)
(58)
(4)
(178)
(3)
(3)
(245)
867
62
Baixas
S aldo em
31.12.2012
(33)
(2)
(185)
(80)
(300)
5
1.106
9.748
43
1.087
250
12.239
1
21
2
185
58
267
(688)
(9.275)
(43)
(1.087)
(250)
(11.343)
(33)
896
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
NOTA 14 – ATIVOS INTANGÍVEIS – CONSOLIDADO
O valor desta rubrica é composto por:
Descrição
Ativos intangíveis
Desenvolvimento de sistemas
Outros Intangíveis
Total de ativos intangíveis
Taxa anual de
amortização
20%
20%
31.12.2013
Custo
Amortização
Histórico
Acumulada
2.017
141
2.158
Valor
residual
(760)
(44)
(804)
31.12.2012
Amortização
Acumulada
Custo
Histórico
1.257
96
1.354
1.613
131
1.744
(516)
(20)
(536)
Valor residual
1.097
111
1.208
NOTA 15- OUTROS ATIVOS (CONSOLIDADO)
O valor desta rubrica é composto por:
Descrição
Outros ativos
Despesas antecipadas
Depósitos judiciais
Rendas a Receber
Bens Recuperados - Salvados
Dividendos e bonificações a receber
Devedores por liquidações pendentes
Impostos e Contribuições a Compensar
Tributos Antecipados
Investimentos - Títulos Patrimoniais e Ações e Cotas
Opções por Incentivos Fiscais
Diversos
Total de outros ativos
Consolidado
31.12.2013 31.12.2012
12.882
42.800
175
6.206
2.104
1.779
2.598
529
350
300
6.305
76.028
1.518
37.179
174
8.233
6.011
7.852
4.206
1.636
1.671
1.312
899
70.691
NOTA 16 - PASSIVOS COM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS (CONSOLIDADO)
a) Composição dos passivos com instituições financeiras:
Descrição
Passivos com instituições financeiras
Depósitos a vista
Obrigações por venda de ativos financeiros (cessão com coobrigação)
Total de passivos com instituições financeiras
Consolidado
31.12.2013
31.12.2012
3.274
363.676
366.950
1.110
351.547
352.657
b) Características dos passivos com instituições financeiras:
31.12.2013
Descrição
Vencimento
(1)
Depósitos a vista de instituições financeiras
Obrigações por venda de ativos financeiros (cessão com coobrigação)
Total de de depósitos de instituições financeiras
S /VENC IM ENTO
Descrição
Depósitos a vista de instituições financeiras
Obrigações por venda de ativos financeiros (cessão com coobrigação)
Total de depósitos de instituições financeiras
Vencimento
Taxa de juros
3.274
363.676
366.950
S /VENC IM ENTO
31.12.2012
Taxa de juros
S /VENC IM ENTO
15.10.2020
Valor
contábil
de 10,18% a 14,06% a.a.
Valor
4.113
348.544
352.657
(1) Os passivos com instituições financeiras possuem vencimentos contratuais que variam transação a transação. Esta
informação reflete a transação realizada que, na data destas Demonstrações Financeiras, possui o prazo mais longo.
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
NOTA 17 - PASSIVOS COM CLIENTES
O valor da rubrica é composto por:
Consolidado
31.12.2013
31.12.2012
Descrição
Passivos com Clientes
Depósitos a vista
Total de passivos com clientes
37.028
37.028
29.640
29.640
NOTA 18 - DÉBITOS DE OPERAÇÕES COM SEGUROS E RESSEGUROS (CONSOLIDADO)
O valor da rubrica é composto por:
Descrição
Prêmios a restituir
Operações com seguradoras
Operações com resseguradoras
Corretores de seguros e resseguros
Outros débitos operacionais
Total
31.12.2013 31.12.2012
565
498
3.667
1.224
8.987
13.257
18.310
20.435
491
367
32.020
35.781
NOTA 19 – PROVISÕES E CONTINGÊNCIAS
As provisões para contingências, consideradas como perda “possível”, são provisionadas nas coligadas devido a serem
tratadas como contas a pagar (obrigações legais) e foram constituídas levando-se em consideração a legislação em
vigor, a opinião de assessores legais, a natureza e complexidade dos processos, o posicionamento dos tribunais, o
histórico de perdas e outros critérios que permitiram estimar o seu valor. A Administração considera que as provisões
existentes na data destas Demonstrações Financeiras são suficientes para fazer face aos riscos decorrentes destes
processos.
a) Composição de provisões:
O valor desta rubrica é composto por:
30.12.2013
34.169
7.242
71.411
Fiscais e Previdenciárias
Cíveis e Trabalhistas
Total
31.12.2012
48.892
17.425
66.317
b) Movimentação das provisões:
O valor desta rubrica é composto por:
Movimentação
S aldo Final em 31.12.2012
(+) Atualização de Provisão
(+) Complemento de provisão
(-) Baixa por pagamento
(-) Reversão
S aldo Final em 31.12.2013
Fiscais e
Previdenciárias
Cíveis e
Trabalhistas
Total
48.892
4.274
14.745
(17.259)
17.425
773
21.073
(1.125)
66.317
5.047
35.818
(18.384)
(16.483)
34.169
(904)
37.242
(17.387)
71.411
A Sociedade e suas controladas e coligadas , no curso normal de suas atividades, são partes em processos de natureza
fiscal, previdenciária, trabalhista e cível. Estes processos geram passivos contingentes e obrigações legais.
A Administração da Sociedade e suas controladas e coligadas, conforme prescrevem as regras do IAS37 e CPC 25,
descrito na nota 3 “r” e “s”, constituem provisões para fazer frente a saídas de recursos estimadas para liquidação de
passivos contingentes e obrigações legais, as quais são avaliadas por assessores legais levando em consideração a
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probabilidade de que recursos financeiros sejam exigidos para liquidar as obrigações e que os seus montantes possam
ser estimados com suficiente segurança, pelo menos 70% dos valores consideradas como perda “possível”, são
provisionados nas coligadas devido a serem tratados como contas a pagar (obrigações legais).
Os valores dessas provisões são os seguintes:
EM 31/12/2013
Controladas
Corumbal Participações e
Administração Ltda.
- Contingências Fiscais e Previdenciárias
- Cíveis e trabalhistas
Metro Tecnologia Informática Ltda.
- Contingências Fiscais e Previdenciárias
- Cíveis e trabalhistas
Metro Dados Ltda.
- Contingências Fiscais e
Previdenciárias
- Cíveis e trabalhistas
Sub -Total
Sociedade ( Individual)
Total Consolidado
Valor total
provisionado
28.876
3.063
4.044
20.297
1.126
13.881
71.287
124
71.411
Coligadas
Banco Alfa de Investimento
S.A.(consolidado)
Natureza Tributária
- Obrigações Legais
- Contingências Fiscais
Natureza Trabalhista
Natureza Civel
Financeira Alfa S.A – C.F.I.
Natureza Tributária
- Obrigações Legais
- Contingências Fiscais
Natureza Trabalhista
Natureza Cível
Total Coligadas
18.354
31.608
7.005
1.566
5.320
3.141
9.782
3.099
79.875
As respectivas provisões foram constituídas levando-se em consideração a legislação em vigor, a opinião de assessores
legais, a natureza e complexidade dos processos, o posicionamento dos tribunais, o histórico de perdas e outros critérios
que permitiram estimar o seu valor.
A Administração considera que as provisões existentes na data destas informações contábeis são suficientes para fazer
face aos riscos decorrentes destes processos.
(i) As obrigações legais e as contingências fiscais e previdenciárias referem-se principalmente a obrigações tributárias
cuja legalidade ou constitucionalidade é objeto de contestação nas esferas administrativa e judicial, com destaque para a
cobrança do PIS pelas Emendas Constitucionais 01/94, 10/96, 17/97. As provisões existentes amparam o risco
decorrente das obrigações legais e das contingências fiscais e previdenciárias consideradas como de perda provável,
estas envolvendo nossas investidas do ramo financeiro.
(ii) As contingências trabalhistas originam-se de ações judiciais movidas por terceiros que buscam obter indenizações
referentes a pretensos direitos trabalhistas. Em geral, os pedidos referem-se a horas extras, equiparação salarial,
enquadramento na categoria dos bancários, indenização por danos morais e materiais, aviso prévio, férias, 13◦ salário,
PLR, FGTS, indenização substitutiva alusiva ao seguro desemprego, adicional noturno/insalubridade/periculosidade,
etc.
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(iii) Em sua maioria as ações judiciais de natureza cível referem-se a revisão de contratos, devolução de tarifas,
devolução de valores supostamente cobrados indevidamente, danos morais pela inscrição nos órgãos de proteção ao
crédito, exibição de documentos, prestação de contas e inexigibilidade de créditos cobrados face à constatação de
fraude, dentre outros, envolvendo, principalmente, as investidas do ramo financeiro.
Todos os processos cíveis são de responsabilidade de escritórios contratados, com acompanhamento pelo Departamento
Jurídico.
NOTA 20 – PROVISÕES TÉCNICAS DE SEGUROS E RESSEGUROS
COMERCIALIZAÇÃO DE SEGUROS DIFERIDAS (CONSOLIDADO)
E
DESPESAS
As provisões técnicas e as despesas de comercialização diferidas apresentam a seguinte composição:
Descrição
Automóvel
R.C.F. Veículos
Acidentes Pessoais
Compreensivo Empresarial
Compreensivo Residencial
Prestamistas
Seguro de Vida em Grupo
V.G.B.L.
P.G.B.L.
Demais
Total
Provisões Técnicas
31.12.2013 31.12.2012
174.022
179.574
56.174
57.810
5.398
5.112
12.322
16.610
6.853
8.062
19.831
26.524
16.174
16.098
157.833
154.928
232.270
229.466
4.660
4.691
685.537
698.875
Despesas de Comercialização Diferidas
31.12.2013
31.12.2012
23.378
24.973
4.101
5.227
690
662
2.688
2.482
2.275
2.226
7.744
13.940
925
885
490
549
42.291
50.944
NOTA 21 - OUTROS PASSIVOS (CONSOLIDADO)
O valor desta rubrica é composto por:
Descrição
Outros passivos
Recursos em trânsito de terceiros
Dividendos e bonificações a pagar
Participação anual compl.de honorários e conselho de adm.
Obrigações Sociais e Trabalhistas
Contas a pagar
Valores em trânsito / a pagar
Outros
Total de outros passivos
31.12.2013
366
6.435
171
3.762
17.370
12.983
1.071
42.158
31.12.2012
1.595
6.051
1.054
4.627
23.703
9.457
9.249
55.736
DE
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NOTA 22 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO
a) Composição do capital social:
Individual e Consolidado
31.12.2013
Descrição
S aldo inicial
Aumento de capital
Total
73.646.388
Ordinárias
40.394.932
Preferenciais
33.251.456
S aldo final
73.646.388
40.394.932
33.251.456
Capital R$ mil
279.525
23.851 (*)
303.376
(*) Aumento de capital pela Assembléia Geral Extraordinária de 25.04.2013, sem emissão de novas ações.
Descrição
S aldo inicial
Aumento de Capital
Total
73.646.388
-
31.12.2012
Ordinárias Preferenciais
40.394.932
33.251.456
-
S aldo final
73.646.388
40.394.932
33.251.456
Capital R$ mil
258.082
21.443 (*)
279.525
(*) Aumento de capital pela Assembléia Geral Extraordinária de 26.04.2012, sem emissão de novas ações.
As ações preferenciais estão assim distribuídas:
Classe de ações
- Quantidade
PNA
164.936
PNB
2.330.271
Individual e Consolidado
31.12.2013 e 31.12.2012
PNC
PND
PNE
219.863
2.059.517
6.759.345
PNF
21.717.524
TOTAL
33.251.456
As ações preferenciais, que não gozam do direito de voto, têm as seguintes vantagens:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
da classe "A", o direito a um dividendo anual mínimo de 5% (cinco por cento) da parte do capital representado por
essa classe de ações preferenciais, pago, preferentemente, a qualquer outro dividendo;
da classe "B", o direito a um dividendo anual de 12% (doze por cento) da parte do capital representado por essa
classe de ações preferenciais, pago, preferentemente a qualquer dividendo das ações ordinárias;
da classe "C", o direito a um dividendo anual de 7% (sete por cento) da parte do capital representado por essa
classe de ações preferenciais, pago, preferentemente a qualquer dividendo das ações ordinárias;
da Classe "D", o direito a um dividendo anual de 5% (cinco por cento) da parte do capital representado por essa
classe de ações preferenciais, pago, preferentemente a qualquer dividendo das ações ordinárias;
da Classe "E", o direito a um dividendo anual de 6% (seis por cento) da parte do capital representado por essa
classe de ações preferenciais, pago, preferentemente a qualquer dividendo das ações ordinárias;
da Classe "F", os decorrentes da letra "g", adiante;
o direito de reembolso do capital no caso de amortização de ações ou de liquidação da Sociedade.
Na forma do artigo 17, § 1º, inciso II, da Lei de Sociedades por Ações, as ações preferenciais conferem direito ao
recebimento de dividendo, por ação, pelo menos 10% (dez por cento) maior do que o atribuído a cada ação ordinária.
b) Reservas:
b.1) Reservas de Capital
As Reservas de Capital estão assim representadas:
31.12.2013
Reservas de Manutenção do Capital de Giro
397
Reserva de Incentivos Fiscais
576
Reserva p/ Incorporação ao Capital
1.666
Outras Reservas de Capital (*)
5.145
Total
7.784
(*) Esta rubrica está composta basicamente com dividendos prescritos.
31.12.2012
397
576
1.666
4.867
7.506
b.2) Reserva legal
É constituída à razão de 5% do lucro líquido apurado em cada exercício social nos termos do art. 193 da Lei nº
6.404/76, até o limite de 20% do capital social.
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Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
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b.2) Reserva de Lucros a Realizar
É contabilizada na rubrica “Reserva de Lucros a Realizar” e seu valor é calculado sobre o resultado do exercício,
que é composto de dividendos postergados (Quadro I abaixo) e realizado através de dividendos recebidos de
coligadas, conforme disposição contida no artigo 197, da Lei nº 6.404/76, com redação dada pela Lei nº 10.303, de
31.10.2001.
Em 2013, foi realizado o valor de R$ 3.470 (R$ 4.865 em 2012) referente aos dividendos recebidos de coligadas,
conforme disposição contida no artigo 197, da Lei nº 6.404/76, com redação dada pela Lei nº 10.303, de
31.10.2001 e a realização espontânea do valor de R$ 726 para atender o pagamento de dividendos mínimos
estatutários (Quadro II abaixo), totalizando no exercício a realização de R$ 4.196.
A Reserva de Lucros a Realizar está assim representada:
Antes da Lei nº 10.303
Saldo inicial
31.12.2012
109.927
Constituição
-0Realização
-0Saldo Final
31.12.2013
109.927
Após a Lei nº 10.303.
65.718
12.478
(4.196)
74.000
Soma
175.644
12.478
(4.196)
183.926
b.2) Reservas estatutárias
Nos termos da Legislação Societária, a Sociedade e suas controladas devem destinar 5% de seu lucro oficial anual,
que pode ser utilizado para aumento de capital ou absorção de perdas, mas não pode ser distribuído na forma de
dividendos.
b.2) Lucros acumulados
Qualquer lucro que restar após a distribuição de dividendos nos registros legais da Sociedade e as apropriações às
reservas legais será transferido à Reserva Especial para Aumento de Capital em 90% e Reserva Especial para
Dividendos em 10%, até atingirem o limite de 80% e 20%, respectivamente, do Capital Social, e, quando houver
excesso, este será eliminado com aumento de capital.
c) Dividendos:
O Estatuto da Sociedade prevê dividendo obrigatório de 25% do lucro líquido, ajustado conforme o disposto no
art. 202 da Lei das Sociedades por Ações. Conforme determina a Lei n.º 6.404, artigo 17, § 1º, inciso II, foram
pagos dividendos 10% maiores para as ações preferenciais da classe “F” do que aos atribuídos às ações ordinárias,
devido ao Estatuto não prever pagamento de dividendos fixos para as ações daquela classe.
Os dividendos propostos nos exercícios de 2013 e 2012 estão demonstrados abaixo:
Quadro I
- Lucro Líquido do Exercício
- (-) Resultado da Equivalência Patrimonial
- = Prejuízo Financeiro
- Lucro Líquido do Exercício
- (-) Reserva Legal
- Base de cálculo para dividendos
- Dividendos Mínimos Obrigatórios (25%)
- (-) Lucro Financeiro
- Dividendos postergados em Reserva de Lucros a Realizar
2.013
52.541
(53.377)
(836)
2.012
63.154
(67.395)
( 4.241)
52.541
(2.627)
49.914
12.478
-012.478
63.154
( 3.158)
59.996
14.999
-014.999
Quadro II
Valores dos dividendos calculados sobre realizações de lucros, a serem adicionados aos dividendos mínimos
obrigatórios:
2013
2012
- Realização de Lucros no próprio exercício
4.196
4.865
- Total de dividendos líquidos
4.196
4.865
- Imposto de Renda devido de J.C.P.
25
453
- Total Bruto de J.C.P. / Dividendos
4.221
5.318
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Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
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Relativamente ao exercício de 2013, foram pagos dividendos e juros de capital próprio, com base no balanço
intermediário de 30 de junho de 2013, no valor total de R$ 2.549, já liquido do imposto de renda. Para o segundo
semestre, estão sendo propostos R$ 1.672 a título de dividendos, conforme demonstrado abaixo:
Classes
De
Ações
ON
PNA
PNB
PNC
PND
PNE
PNF
Valores pagos
no 1º Semestre
JCP (líquidos de I.R.)
(p/lote de mil ações)
1,84
2,03
2,03
2,03
2,03
2,03
2,03
Valores pagos
no 1º Semestre
Dividendos
11,41
100,95
245,13
142,15
100,95
121,55
12,55
Valores pagos
Valores totais
do exercício
no 2º Semestre
(p/ lote de mil ações)
Dividendos
102,99
247,16
144,17
102,99
123,58
-
13,25
205,97
494,32
288,35
205,97
247,16
14,58
d) Juros sobre o capital próprio:
Os juros sobre o capital próprio são calculados com base nas contas do patrimônio líquido, limitando-se à variação
da taxa de juros de longo prazo (TJLP), condicionados à existência de lucros computados antes de sua dedução ou
de lucros acumulados e reservas de lucros, em montante igual ou superior a duas vezes o seu valor. Os dividendos
são calculados sobre o lucro líquido, conforme determinado nas Demonstrações Financeiras elaboradas de acordo
com a legislação societária e as normas e instruções da CVM.
A política de remuneração do capital adotada pela Sociedade visa distribuir juros sobre o capital próprio no valor
máximo calculado em conformidade com a legislação vigente, os quais são computados, líquidos de Imposto de
Renda na Fonte, no cálculo dos dividendos obrigatórios do exercício previstos no Estatuto Social.
NOTA 23 - MARGEM FINANCEIRA (CONSOLIDADO)
O valor desta rubrica é composto por:
Descrição
Consolidado
31.12.2013
31.12.2012
Receita de juros
Operações de crédito e adiantamentos a instituições financeiras
Operações de crédito e adiantamentos a clientes
Rendimento dos Fundos de Previdência (PGBL e VGBL)
Receitas com Operações de Seguros
Títulos de Investimento
Rendas de Repasses Interfinanceiros
Total de receita de juros
4.206
68.141
27.271
38.164
15.399
1.870
155.051
2.280
64.927
28.335
32.491
9.226
137.259
Despesa de juros
Depósitos de Instituições Financeiras
Depósitos de Clientes
Despesa com Fundos de Previdência (PGBL e VGBL)
Despesas com Operações de Seguros
Despesas com atualizações M onetárias
Total de despesa de juros
(56.969)
(1.250)
(27.271)
(4.603)
(6.356)
(96.449)
(53.060)
(28.335)
(7.011)
(9.186)
(97.592)
58.602
39.667
Margem Financeira
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
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NOTA 24– RECEITA/VENDAS DE BENS, SERVIÇOS E COMISSÕES
O valor desta rubrica é composto por:
Descrição
Receitas de serviços e comissões
Comissões sobre avais e fianças prestados
Comissões sobre outros serviços
Outros serviços
Total de receitas de serviços e comissões
Despesas de serviços e comissões
Comissões e intermediação
Consulta Serasa, Sisbacen e Agências de Informações
Despesas de Comercialização de Seguros
Serviços de registro de contratos e garantias
Despesas com créditos Inadimplentes
Despesas Sistema Financeiro- Cetip, Selic e tarifas
Outros
Consolidado
31.12.2013
31.12.2012
13.759
4
14.020
27.783
12.313
2
14.690
27.005
(455)
(80.959)
(29)
(1.715)
(425)
(44)
(77.234)
(28)
(78)
(1.688)
Total de despesas de serviços e comissões
(83.158)
(79.497)
Resultado líquido de serviços e comissões
(55.375)
(52.492)
NOTA 25 – OUTRAS RECEITAS
O valor desta rubrica é composto por:
Descrição
Reversão de provisões
Receita com custos de apólices
Lucro na alienação de títulos de investimento
Atualização de tributos e compensar e depósitos judiciais
Desconto Recebido - Anistia Fiscal
Receita de Dividendos e Juros de Capital recebidos
Outras
Total
Consolidado
31.12.2013
31.12.2012
14.753
93
128
307
5.129
2.428
22.838
482
4.846
4.461
9.789
Em novembro de 2013 as controladas Corumbal Participações e Administração Ltda., Metro Tecnologia Informatica
Ltda. e a Metro-Dados Ltda., aderiram ao programa especial para pagamento das contingências fiscais de C. Social e
Imposto de Renda da Pessoa Jurídica sobre lucros no exterior de acordo com o artigo 40 da Lei 12.865/2013 ( REFIS
2013), sendo efetuado o pagamento de R$ 5.696 mil e revertido o valor de R$ 14.753 mil referente a excesso e provisão
efetuada sobre a variação cambial, que foi considerada inconstitucional, e o valor de R$ 5.129 mil referente a juros de
atualização lançados como desconto da anistia fiscal.
NOTA 26 - DESPESAS DE PESSOAL
O valor desta rubrica é composto por:
Descrição
Salários
Benefícios
Remuneração diretoria e conselho de administração
Encargos sociais e previdenciários
Férias e 13º Salário
Compl. anual de Honorarios da diretoria e conselho
Outros
Total
Consolidado
31.12.2013
31.12.2012
(22.024)
(17.606)
(5.146)
(4.106)
(7.746)
(6.555)
(9.699)
(9.191)
(1.183)
(2.905)
(1.737)
(4.024)
(11.244)
(1.417)
(58.779)
(45.804)
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
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A remuneração da Diretoria e do Conselho de Administração da Sociedade no exercício totalizou R$ 2.058 (R$ 1.563
em 2012). A Sociedade e suas controladas diretas e indiretas não têm por política oferecer plano de pensão e/ou
quaisquer tipos de benefícios pós-emprego ou remuneração baseada em ações.
No item “Outros” foram contabilizados pelas nossas controladas Metro Tecnologia Informática Ltda. e Metro-Dados
Ltda. valores referente à contingências trabalhistas nos valores de R$ 6.670 e R$ 4.318, respectivamente.
NOTA 27- GASTOS GERAIS ADMINISTRATIVOS
O valor desta rubrica é composto por:
Descrição
Aluguéis, condomínio e manutenção de bens
Comunicações
Processamento de dados e informática
Propaganda, publicidade, publicações e relações públicas
Serviços de terceiros
Vigilância e Segurança
Transportes e Viagens
Depreciação e Amortização
Despesas tributárias
Outras despesas administrativas
Total
Consolidado
31.12.2013
31.12.2012
(4.080)
(3.532)
(2.464)
(2.281)
(2.891)
(2.608)
(1.785)
(1.658)
(10.167)
(8.112)
(435)
(650)
(1.162)
(1.164)
(542)
(318)
(13.544)
(12.121)
(10.797)
(10.229)
(47.867)
(42.673)
NOTA 28 - OUTRAS DESPESAS
O valor desta rubrica é composto por:
Descrição
Contribuição ao FGC-Fundo Garantidor de Crédito
Atualização M onetária e Juros s/ Certif. De Investimentos
Prejuízo na alienação de títulos de investimento
Prejuizo na alienação de outro ativos tangiveis
Despesas com assistência ao segurado
Despesas com manutenção e rastreamento de veículos
Despesas com Apólices de Seguros
Provisão para contigências ficais, perdas com pessoal e cíveis
Provisão de Risco de Crédito ( Seguros)
Eventos de Perdas - risco Operacional
Outros
Total de outras despesas operacionais
Consolidado
31.12.2013
31.12.2012
(56)
(61)
(1.364)
(96)
(1.933)
(1.208)
(406)
(15.638)
(18.262)
(4.277)
(3.307)
(1.715)
895
(1.278)
(1.025)
(13.806)
(11.593)
(34.090)
(41.040)
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
NOTA 29 - IMPOSTOS SOBRE A RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL CORRENTE (INDIVIDUAL)
Demonstração do cálculo dos encargos de imposto de renda e contribuição social pode ser resumido como segue:
Lucros antes das tributações
- Adições:
Juros de Capital Próprio Recebido
Prov. p/ desvalorização de incentivos fiscais
Parc. Anual compl. De honorários da diretoria e conselho
Outras adições
- Exclusões:
Juros de Capital Próprio provisionados/pagos
Resultado de Equivalência Patrimonial
Parc. Anual compl. De honorários da diretoria e conselho
Outras exclusões
- Lucro (Prejuízo) fiscal antes das compensações
31.12.2013
IRPJ
C. Social
50.832
50.832
31.12.2012
IRPJ
C. Social
63.154
63.154
1.262
149
540
148
1.262
149
540
148
5.668
96
250
-
(167)
(53.377)
(335)
(565)
1.513
(167)
(53.377)
(335)
(565)
1.513
(3.025)
(67.395)
(252)
(369)
(1.873)
5.668
96
250
65
(3.025)
(67.395)
(252)
(369)
(1.808)
A Sociedade deixou de constituir Créditos Tributários de Imposto de Renda no valor de R$ 1.160 (em 2012, R$ 2.039)
e de Contribuição Social no valor de R$ 1.541 (em 2012 R$ 1.857).
Em novembro de 2013 a Sociedade permitiu às suas controladas utilizarem parte de seus créditos de prejuízo fiscal e de
sua base de cálculo negativa de CSLL, mediante pagamento, para que os controladores compusessem até 30% do valor
a pagar de suas dívidas de IRPJ e CSLL oriundos de lucros auferidos com suas respectivas controladas e coligadas no
exterior.
Referida permissão foi feita em conformidade com os dispositivos do parágrafo 7º do artigo 40 da Lei 12.865/2013.
Valores utilizados por controlada:
- Corumbal Participações e Administração Ltda. - R$ 495;
- Metro-Dados Ltda. – R$ 817; e
- Metro Tecnologia Informática Ltda. – R$ 397.
NOTA 30- NOTAS À DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA
Caixa e Equivalentes de Caixa
DEM ONSTRATIVO DO FLUXO DE CAIXA - INDIRETO
Exercícios findos em:
Nota Explicativa:
O caixa e equivalente de caixa apresentado na Demonstração
dos fluxos de caixa está constituído por:
No início do período
Bancos conta movimento
Títulos de Investimentos (1)
Aplicação sem efeito de caixa (*)
No final do período
Bancos conta movimento
Títulos de Investimentos (1)
Aplicação sem efeito de caixa (*)
Individual
Consolidado
31.12.2013
31.12.2012 31.12.2013 31.12.2012
1.264
57
1.207
2.735
59
2.676
245.700
3.164
881.900
(639.364)
174.935
2.910
380.379
(208.354)
395
51
344
1.264
57
1.207
-
456.301
5.313
1.013.202
(562.214)
245.700
3.164
881.900
(639.364)
Variação em caixa e equivalentes de caixa
(869)
(1.471)
210.601
(1) Refere-se a operações cujo vencimento na data da aplicação foi igual ou inferior a 90 dias
(*) Refere-se a Quotas de fundos de investimentos, títulos de renda variável vinculados a PG e VG (Seguradoras)
70.765
O saldo de caixa e equivalentes de caixa, é representado por disponibilidades e ativos financeiros de alta liquidez, com
prazos contratuais inferiores a três meses, que possuem um risco insignificante de mudanças em seu valor justo, e tem
como finalidade o gerenciamento dos compromissos de curto prazo da Sociedade e suas controladas.
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NOTA 31 - GERENCIAMENTO DE RISCOS FINANCEIROS (CONSOLIDADO)
O Gerenciamento de Riscos é um instrumento essencial para garantir o uso adequado do capital e a melhor relação do
risco e o retorno para o Conglomerado Financeiro Alfa (Banco Alfa de Investimento S.A., Financeira Alfa S.A. C.F.I,
Alfa Arrendamento Mercantil S.A., Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A., e Banco Alfa S.A.). O
gerenciamento e monitoramento dos riscos envolvidos nas diversas atividades do Conglomerado são realizados por área
independente através de políticas de controles, estabelecimento de estratégias de operação, determinação de limites e do
acompanhamento constante das posições assumidas através de técnicas específicas, consoante às diretrizes estabelecidas
pela Administração.
O gerenciamento dos riscos de liquidez e mercado no Conglomerado Financeiro Alfa é realizado de forma consolidada
para todas as empresas integrantes do Conglomerado, isto decorre do fato de que o caixa das entidades integrantes do
Conglomerado é gerenciado de forma unificada.
Esta nota explicativa demonstra os dados em formato gerencial, tal como analisados pela administração do
Conglomerado, e por este motivo estes dados refletem o consolidado operacional das empresas integrantes do
Conglomerado Financeiro Alfa.
a) Risco de crédito
Risco de Crédito é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes, dentre outras, mas principalmente, das seguintes
situações:
A. Da inadimplência dos tomadores de crédito (pessoas físicas, empresas, instituições financeiras) na liquidação
dos compromissos assumidos sob posições de empréstimos, ativos financeiros e ou seus respectivos
instrumentos derivativos.
B. Da possibilidade de desembolsos financeiros para honrar avais, fianças, compromissos de crédito,
coobrigações ou operações de natureza semelhante.
C. De possíveis renegociações, em termos mais desfavoráveis, das condições pactuadas na operação original.
A estrutura de gerenciamento de risco de crédito do Conglomerado Financeiro Alfa deve, em conformidade com as
disposições do Art. 3º da Resolução nº 3.721 do Banco Central do Brasil de 30.04.2009, permitir a identificação,
mensuração e controle dos riscos associados às operações de crédito, bem como a aplicação de mitigadores a estes
riscos. Ressalta-se que, este objetivo estende-se a todas as empresas integrantes do Conglomerado Financeiro. A
descrição da estrutura de gerenciamento de risco de crédito encontra-se disponível no site www.alfanet.com.br.
i)
Descrição das garantias
Os instrumentos financeiros sujeitos ao risco de crédito são submetidos a criteriosa avaliação de crédito preliminar à
contratação e desembolso e ao longo do prazo das operações. As análises de crédito se baseiam no entendimento das
características operacionais dos clientes, sua capacidade de endividamento, considerando fluxo de caixa, histórico de
pagamentos, reputação creditícia e consideram, subsidiariamente, as garantias que podem suportar estas operações. Os
contratos celebrados preveem as garantias consideradas necessárias e autorizam chamadas para reforço de garantias
sempre que a situação creditícia das contrapartes apresente deterioração que justifique tal procedimento, o que é
acompanhado sistematicamente pelo Departamento de Crédito.
As operações de crédito e adiantamentos a instituições financeiras são realizadas pelo Conglomerado Financeiro Alfa
somente a instituições ranqueadas internamente como “AA”, e se constituem, principalmente de aplicações em
operações compromissadas as quais se caracterizam por estarem lastreadas/garantidas por títulos do governo federal.
As operações de crédito e adiantamentos a clientes, estão representadas principalmente por operações de:
•
CDC de Veículo e operações de arrendamento mercantil financeiro, as quais têm como garantias os próprios bens
financiados, para os quais é política do Conglomerado Financeiro Alfa exigir uma participação inicial mínima do
cliente com recursos próprios de no mínimo 20% o que faz assegurar a suficiência das garantias ao longo do prazo
das operações.
•
Créditos consignados em folha de pagamento os quais são concedidos com vinculação e desconto das parcelas
diretamente na folha de pagamento destes funcionários, em sua maioria funcionários públicos estáveis, com
comprometimento máximo de renda de até 30%, conforme determina a regulamentação específica do produto.
•
As Operações de Capital de Giro são garantidas por recebíveis, notas promissórias, avais e fianças prestadas pelos
seus proprietários e ocasionalmente por garantias reais;
•
Repasses de recursos do BNDES/Finame são geralmente suportados por garantias reais;
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Adiantamentos de contrato de câmbio são garantidos por notas promissórias, avais e fianças prestadas, e pelos
recebíveis gerados por ocasião das exportações.
•
Operações de vendas são garantidas por recebíveis gerados pelo tomador final dos recursos e possuem garantia de
aval ou fiança da empresa contratante.
Os títulos para investimento são representados em sua grande maioria por títulos do governo federal, entendidos como
de risco mínimo.
•
ii)
Concentração por segmento
Descrição
Em 31.12.2013
Varejo
Seguros
Serviços
Total
Operações de
créditos e
adiantamentos a
instituições
financeiras
Em 31.12.2012
Varejo
Seguros
Serviços
Total
iii)
Operações de
créditos e
adiantamentos a
clientes
Títulos de
investimentos
Disponibilidade
em Bancos
266
4.956
91
5.313
495.856
728.799
265.851
1.490.506
315
2.750
99
3.164
466.755
713.028
254.420
1.434.203
80.728
80.728
391.263
391.263
23.599
723.843
265.760
1.013.202
52.930
52.930
391.713
391.713
21.797
710.278
254.321
986.396
TOTAL
Análise da composição do saldo de operações de crédito e adiantamentos a clientes por setor de atividade:
A composição da carteira de operações de crédito e adiantamentos a clientes por setor de atividade é apresentada a
seguir:
31.12.2013
S aldo
%
0,0%
S etor de Atividade
Setor Público
Setor privado
- rural
- indústria
- comércio
- outros serviços
- pessoas físicas
Total da Carteira
21
1.823
133
389.714
391.691
31.12.2012
S aldo
-
0,0%
0,0%
0,5%
0,0%
99,4%
100,0%
66
26.956
5.108
724
359.123
391.977
%
0,0%
0,3%
31,1%
7,9%
15,6%
42,2%
100,0%
iv) Composição das operações de créditos e adiantamentos a clientes por faixa de investimento:
Descrição
Parcelas vincendas
- a vencer até 180 dias
- a vencer entre 181 e 360 dias
- a vencer acima de 360 dias
Total vincendas
Parcelas vencidas
- vencidos até 60 dias
Total vencidas
Total da Carteira
A vencer
31.12.2013
Vencidos
Total
44.478
93.754
252.536
390.768
390.768
495
495
495
%
A vencer
44.478
93.754
252.536
390.768
11,4
24,0
64,5
99,9
495
495
0,1
0,1
391.263
100,0
31.12.2012
Vencidos
Total
58.410
92.521
237.916
388.847
388.847
58.410
92.521
237.916
388.847
2.866
2.866
2.866
%
42,0
19,2
38,6
99,8
2.866
2.866
0,2
0,2
391.713
100,0
b)
Risco de Liquidez
O controle e estratégia de liquidez são decididos pelo Comitê de Caixa que se reúne diariamente antes do início das
operações, com o objetivo de avaliar o comportamento dos diversos mercados de juros, dólar e bolsas, domésticos e
internacionais, bem como, definir as estratégias do dia e avaliar o fluxo de caixa das empresas financeiras. O Comitê de
Caixa gerencia o risco de liquidez concentrando sua carteira em ativos de alta qualidade e de grande liquidez, cujas
posições são monitoradas on-line e casadas cuidadosamente quanto a moedas e prazos. Adicionalmente, os controles do
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risco de liquidez utilizam-se de fluxo de caixa projetado diariamente, adotando-se as premissas de fluxo de vencimento
das operações financeiras, fluxo de caixa de despesas, o nível de atraso nas carteiras e antecipação de passivos.
Gerenciamento do risco de liquidez
A abordagem do Conglomerado Financeiro Alfa com relação ao gerenciamento de liquidez é assegurar, o máximo
possível, que o Conglomerado terá sempre a liquidez necessária para cumprir com suas obrigações nos devidos
vencimentos, sob condições normais e de estresse, sem incorrer em perdas inaceitáveis ou colocar em risco a reputação
da organização.
Análise dos instrumentos financeiros por prazo contratual remanescente
A tabela abaixo demonstra em formato gerencial e consolidando dados financeiros de todas as entidades legais
integrantes do Conglomerado Financeiro Alfa os fluxos de caixa não descontados referentes aos ativos e passivos
financeiros, tal como utilizados pela administração. As entradas e saídas brutas apresentadas na tabela abaixo referemse ao fluxo de caixa não descontado contratual relacionado aos ativos e passivos financeiros.
Descrição
Até 3 meses
De 3 meses a
1 ano
31/12/2013
De 1 ano a 5
anos
Acima de 5
anos
Total
Ativos Financeiros
Disponibilidades
Operações Compromissadas
Aplicação em Depósitos Interfinanceiros
Títulos e Valores Mobiliários
Relações Interfinanceiras
Operações de Crédito
Outros Créditos
Total de Ativos Financeiros
5.171
35.513
105.185
202.766
8.585
2.153.516
16.219
2.526.955
2.615.282
87.571
2.754.710
5.379
5.462.942
2.829.494
3.592.741
6.422.235
295.430
295.430
5.171
35.513
105.185
5.647.542
96.156
8.796.397
21.598
14.707.562
Passivos Financeiros
Depósitos Interfinanceiros
Depósitos a Prazo
Operações Compromissadas
Títulos Emitidos
Outras Obrigações
Total de Passivos Financeiros
10.788
2.278.679
507.319
222.705
3.019.491
50.057
2.773.203
511.263
3.334.523
352.265
40.362
4.653.536
655.404
5.701.567
787
98.685
99.472
352.265
101.207
2.278.679
7.934.845
1.488.057
12.155.053
De 3 meses a
1 ano
31/12/2012
De 1 ano a 5
anos
Acima de 5
anos
Descrição
Até 3 meses
Total
Ativos Financeiros
Disponibilidades
Operações Compromissadas
Aplicação em Depósitos Interfinanceiros
Títulos e Valores Mobiliários
Relações Interfinanceiras
Operações de Crédito
Outros Créditos
Total de Ativos Financeiros
23.012
712.690
132.826
247.448
23.867
2.240.620
66.560
3.447.023
20.818
896.383
67.092
3.062.874
59.170
4.106.337
3.441.837
3.760.911
7.202.748
373.347
257.873
631.220
23.012
712.690
153.644
4.959.015
90.959
9.322.278
125.730
15.387.328
Passivos Financeiros
Depósitos Interfinanceiros
Depósitos a Prazo
Operações Compromissadas
Títulos Emitidos
Outras Obrigações
Total de Passivos Financeiros
562.674
25.207
2.004.147
426.075
320.628
3.338.731
1.594.491
568.766
1.540.841
460.262
4.164.360
325.008
83.619
3.730.868
661.309
4.800.804
525
92.736
93.261
2.482.173
677.592
2.004.147
5.698.309
1.534.935
12.397.156
c) Risco de mercado
O risco de mercado está relacionado à probabilidade de perda decorrente dos impactos de flutuações dos preços e taxas
de mercado sobre as posições ativas e passivas da carteira própria do Conglomerado. A política global em termos de
exposição a riscos de mercado é conservadora, sendo a estratégia e os limites de VaR (Value at Risk) definidos pelo
Comitê de Gestão de Risco de Mercado e seu cumprimento acompanhado diariamente por área independente à gestão
das carteiras, através de métodos e modelos estatísticos e financeiros desenvolvidos de forma consistente com a
realidade de mercado. A metodologia para apuração do VaR é baseada no modelo paramétrico, com intervalo de
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confiança de 99% para o horizonte de tempo de um dia e as volatilidades são calculadas pela metodologia EWMA com
a utilização de lambda de 0,94. Além do VaR, são adotados os parâmetros de risco acumulado mensal e cenários de
stress em que são elaborados cenários históricos e hipotéticos para as taxas de mercado e verificados os possíveis
impactos nas posições. As informações para elaboração das curvas de mercado são obtidas através da tabela de taxas
médias divulgada diariamente pela BM&FBOVESPA Complementando a estrutura de acompanhamento, controle e
gestão de riscos de mercado, são calculados diariamente os valores exigidos de
capital para cobertura das exposições ao risco de mercado, em conformidade com a Resolução do Banco Central do
Brasil nº 3.490 de 29/08/2007. A descrição da estrutura de gerenciamento de risco de mercado encontra-se disponível
no site www.alfanet.com.br.
Descrição
Risco de variação cambial
Risco de taxas de juros
Outros riscos de preços
Covariância
Geral
31.12.2013
29
3.630
139
(631)
3.167
31.12.2012
254
1.650
2.628
(2.978)
1.554
d) Análise de sensibilidade ao risco de taxa de juros
Em conformidade com a Instrução CVM nº 475, de 17/12/2008, o Conglomerado Financeiro Alfa realiza análises de
sensibilidade de suas operações que possam expô-lo a riscos oriundos da volatilidade de fatores de riscos de mercado, a
qual poderá gerar prejuízos materiais para suas operações e/ou fluxos de caixa.
Descrição
MTM
Exposição
Estresse Alfa
Cenário A
Deterioração de
25% Cenário B
Deterioração de
50% Cenário C
31.12.2013
Pré-fixado
Índice de preços
Variação Cambial
Cupom cambial
Geral
4.185.120
3.397
(1.855)
4.186.662
(21.740)
(89)
(232)
(22.061)
(68.791)
(20)
(469)
(69.280)
(133.407)
(39)
(939)
(134.385)
31.12.2012
Pré-fixado
Índice de preços
Variação Cambial
Cupom cambial
Geral
2.617.977
(2.591)
490
(32.653)
2.583.223
(9.823)
(1)
(60)
(3.620)
(13.504)
(25.588)
(7)
(118)
(8.241)
(33.954)
(49.352)
(15)
(235)
(16.482)
(66.084)
O quadro acima apresenta o valor das exposições em análise considerando o Conglomerado Financeiro Alfa, descrito na
nota 1, e os testes de sensibilidade para três cenários de estresse possíveis: a) Situação de estresse determinada pela
administração do Banco Alfa de Investimento S.A. e suas controladas e aprovado em seu Comitê de Gestão de Riscos
de Mercado (CGRM); b) Situação de estresse com deterioração de, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) na
variável de risco considerada; e c) situação de estresse com deterioração de, pelo menos, 50% (cinquenta por cento) na
variável de risco considerada. É importante salientar que os cenários “b” e “c”, referem-se a cenários que a
administração do Banco não acredita que possam ocorrer. Quanto ao cenário “a”, a administração entende que se trata
de uma situação possível de ocorrer.
e)
Risco Operacional
A Gestão de Risco Operacional tem por objetivo a identificação, avaliação e monitoramento dos riscos operacionais,
conceituados na Resolução do Banco Central do Brasil nº 3.380 de 29.06.2006, aos quais o Conglomerado está sujeito,
e a consequente adoção de medidas preventivas. Tais ações visam resguardar nossa imagem de integridade e correção
perante a comunidade, acionistas, colaboradores e autoridades reguladoras, gerando benefícios resultantes da boa gestão
destes riscos. Em conformidade com a política institucional, o gerenciamento do risco operacional é de responsabilidade
do Departamento de Gestão de Riscos. Este departamento reporta-se diretamente à Controladoria, que além de
coordenar diretamente as atividades inerentes ao processo, desempenha também o papel de disseminador da cultura de
prevenção ao risco operacional pelo Conglomerado. É sua responsabilidade reportar ao Comitê de Controles de Risco
Operacional a identificação e ações para correção de eventuais deficiências de controle e gerenciamento de riscos
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operacionais. Cabe ressaltar que as medidas tomadas e registradas em atas neste comitê serão acompanhadas
diretamente pela Presidência e Conselho de Administração do Conglomerado. A descrição da estrutura de
gerenciamento de risco operacional encontra-se disponível no site www.alfanet.com.br.
NOTA 32 – GERENCIAMENTO DE RISCOS DE SEGUROS
A Alfa Seguradora está exposta a riscos proveniente de suas operações e que poderiam afetar os objetivos estratégicos e
financeiros, tais como a) risco de seguros; b) de capital; c) de crédito; d) de liquidez; e) de mercado; e f) operacional.
a) Risco de seguros
A gestão do risco de seguros é feita através da observação dos princípios de prudência na subscrição de apólices, aliada
aos objetivos de rentabilidade e preservação da segurança das operações. Os elementos chave da gestão de risco
exercida pela Alfa Seguradora são: (i) manutenção de controle centralizado de subscrição para garantir que os
procedimentos sejam adotados de forma consistente pela Seguradora. ii) análise de sua experiência histórica no
momento de precificação dos produtos.
A Alfa Seguradora define risco de seguro como sendo o risco transferido por qualquer contrato onde haja a
possibilidade futura de que o evento de sinistro/benefício ocorra e haja incerteza sobre o valor de indenização resultado
do evento do sinistro/benefício. A Alfa Seguradora entende que o principal risco transferido para uma Seguradora é o
risco de sinistros avisados e pagamento de benefícios que excedam o valor contábil dos passivos de seguros. Isso ocorre
quando, na prática a freqüência e severidade de sinistros/benefícios são maiores do que previamente estimado, segundo
metodologia de cálculo dos passivos de seguros.
A área de controles internos realiza semestralmente avaliação dos controles existentes em cada departamento para
garantir que todos estejam em conformidade com a natureza e extensão dos riscos.
A Alfa Seguradora utiliza estratégias de diversificação de riscos e programas de resseguros garantindo que as retenções
dos riscos não acarretem exposição de perda significativa. Os contratos de resseguros são efetuados considerando o
limite técnico de retenção fixado pela SUSEP e são realizados com resseguradores que possuem rating de crédito de
alta qualidade.
Teste de Sensibilidade
O teste de sensibilidade apresentado na tabela acima considera as seguintes premissas atuariais: despesas
administrativas; custo de aquisição; sinistralidade; despesas com a liquidação de sinistros; salvados e ressarcimentos;
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severidade e, seus respectivos impactos sob o resultado operacional (brutos dos efeitos tributários), bem como, no
índice combinado. O índice combinado é o indicador que melhor reflete o resultado da atividade de seguros, sendo
composto neste trabalho pelas contas: sinistros ocorridos; custo de aquisição; resultado com resseguro e despesas
administrativas.
O teste apresentou, para dezembro de 2013, resultados negativos em quase todas as simulações. Relevante ressaltar a
importância da política de resseguro adotada na seguradora, que apesar de ter observado resultados negativos, garante
maior proteção contra grandes flutuações na sinistralidade quando ocorrem eventos de sinistro de maior magnitude.
Quanto às limitações da análise de sensibilidade: O quadro acima demonstra o efeito de uma mudança em uma premissa
importante enquanto as outras premissas permanecem inalteradas. Na realidade, existe uma correlação entre as
premissas e outros fatores. Deve-se também ser observado que essas sensibilidades não são lineares, impactos maiores
ou menores não devem ser interpolados ou extrapolados a partir desses resultados.
Análise de Concentração de Risco
Os dados analisados para o desenvolvimento da tabela de Concentração de Risco levam em consideração a Importância
Segurada máxima possível para indenização.
A tabela abaixo representa o risco assumido por região e ramo de negócio para o exercício que vai de Janeiro de 2013 a
Dezembro do mesmo ano. O risco foi dividido em quatro ramos: Auto, Compreensivo, Demais Ramos e Vida.
A região Norte é a menos expressiva, com menos de 1% do risco assumido para o exercício, seguida por Nordeste com
menos de 5%, já a região Sul vem com 14% do risco e a região Centro Oeste obtém quase 19%.
A Região Sudeste possui o maior risco assumido, com 63% de toda a carteira. O exercício analisado de 2013 possui
63%, 68% e 72% desse risco para as categorias Auto, Compreensivo e Demais Ramos, respectivamente. A categoria de
Vida é liderada pela região Centro Oeste com quase 73% do risco assumido no exercício.
Consolidado
Concentração de Risco: Análise do ano de 2013
Norte
Nordeste
Centro
Oeste
Sudeste
Sul
Total
Auto
294.190
3.358.165
10.443.091
45.987.879
12.214.647
72.297.972
Compreensivo
415.924
1.719.639
8.234.103
36.454.975
6.520.835
53.345.476
Vida
Demais
Ramos
194.379
73.282
6.537.345
1.926.056
259.223
8.990.284
22.037
153.247
502.258
2.874.085
412.106
3.963.732
Total
926.530
5.304.332
25.716.798
87.242.994
19.406.811
138.597.464
Ramo
b) Risco de Capital
O principal objetivo da Seguradora na gestão deste risco é manter o montante de capital, a qualquer tempo, suficientes
para atender aos requerimentos regulatórios determinados pelo CNSP e SUSEP, a fim de garantir os riscos assumidos
inerentes à operação, ou seja, garantir a solvência.
c) Risco de Crédito
O risco de crédito considera a incerteza relacionada a probabilidade da contraparte de uma operação, ou o emissor de
uma dívida, não honrar total ou parcialmente, seus compromissos financeiros.
d) Risco de Liquidez
As transações oriundas da atividade de seguros têm, na sua maior parte, vigência de 12 meses, e tendo em vista esta
situação, a Alfa Seguradora tem por política garantir maior liquidez aos ativos financeiros através da aplicação em
títulos públicos federais, pelo fato de que essas aplicações possuem um mercado ativo com grande liquidez. A área
financeira acompanha periodicamente o casamento entre os ativos e passivos.
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
e) Risco de Mercado
O risco de mercado é o grau de probabilidade de ocorrências de perda proveniente de variação nos preços/valores de
qualquer ativo/instrumento financeiro num determinado grau de confiança e horizonte de tempo. A avaliação de risco
de mercado consiste na observação diária de parâmetros de volatilidade, para que esta possa refletir a assertividade
esperada onde cada operação é verificada quanto as suas características e forma de apreçamento, sendo utilizadas fontes
de precificação.
f) Risco Operacional
A Alfa Seguradora define risco operacional como o risco de perda resultante de processos internos, pessoas e sistemas
inadequados ou falhos e de eventos externos que ocasionem ou não a interrupção de negócios.
A Alfa Seguradora possui agentes de controles internos (Gerentes dos Departamentos) alocados nas gerências
operacionais, sendo de responsabilidade da Gerência de Controles Internos formalizar as matrizes de risco e controles.
A instrução dos trabalhos a serem executados pelos agentes é de responsabilidade da Gerencia de Controles Internos.
A metodologia para acompanhamento e formalização das matrizes de risco é o CSA (Control Self Assessment) - ciclo
de auto-avaliação. O ciclo de auto-avaliação é realizado semestralmente, sendo formalizado pela Gerência de Controles
Internos um cronograma de trabalho o qual é aprovado pela Diretoria.
NOTA 33 - ÍNDICES DE SOLVABILIDADE
As instituições financeiras devem manter, permanentemente, capital compatível com os riscos de suas atividades,
representado pelo Patrimônio de Referência Exigido (PRE). O PRE é calculado considerando, no mínimo, a soma das
parcelas de risco de crédito, risco de mercado e risco operacional.
O Conglomerado Financeiro Alfa, em 31 de dezembro de 2013, atingiu índice de solvabilidade de 19,37% (31/12/2012
15,74%) calculado a partir do conceito de “Consolidado Financeiro”, nos termos da Resolução CMN nº 4.192/13,
demonstrando a boa capacidade de solvência das instituições financeiras integrantes do Conglomerado Financeiro Alfa,
quando comparado com o mínimo de 11% exigido pelo Banco Central do Brasil.
Conglomerado Financeiro Alfa
Basiléia III (1)
Financeiro (2)
Patrimônio de Referência - Nível I
Capital Principal
Patrimônio Líquido
(-) Ajustes Prudenciais
Patrimônio de Refêrencia (PR)
Ativos Ponderados pelo Risco (RWA)(3)
Parcela relativa ao:
Risco de Crédito
Risco de Mercado
Risco Operacional
Patrimônio de Referência Mínimo Exigido
Índice de Basiléia
Capital de Nível I
Capital Principal
2013
1.993.853
1.993.853
2.020.308
(26.455)
1.993.853
10.292.989
Basiléia II
Econômico
Financeiro
Financeiro
2012
1.879.179
1.880.709
1.879.179
1.880.709
1.922.296
1.923.826
(43.118)
(43.118)
1.879.179
1.880.709
11.940.010
11.967.890
9.400.733
119.450
772.805
11.087.222
122.811
729.977
11.095.848
122.811
749.230
1.132.229
1.313.401
1.316.467
19,37%
19,37%
19,63%
15,74%
15,74%
16,10%
15,71%
15,71%
16,07%
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
(1) Em março de 2013, o BACEN tornou públicas as normas relacionadas à definição de capital e aos
requerimentos de capital regulamentar com o objetivo de implementar no Brasil as recomendações do Comitê
de Supervisão Bancária de Basileia (Basileia III). Os principais objetivos são; i) aperfeiçoar a capacidade das
instituições financeiras absorverem choques provenientes do sistema financeiro ou dos demais setores da
economia; ii) reduzir o risco de contágio do setor financeiro sobre o setor real da economia; iii) auxiliar a
manutenção da estabilidade financeira e iv) promover o crescimento econômico sustentável. A aplicação das
novas regras de Basileia III iniciou-se em 1º de outubro de 2013. Até 30 de setembro de 2013 o índice de
solvabilidade era calculado tomando por base o “Consolidado Econômico-Financeiro” que inclui não somente
as 5 instituições financeiras, mas também empresas não financeiras integrantes do Conglomerado Financeiro
Alfa. Após 1º de outubro de 2013, o índice de solvabilidade passou a ser calculado tomando por base o
“Consolidado Financeiro”, que inclui as 5 instituições financeiras integrantes do Conglomerado Financeiro
Alfa.
(2) A partir de outubro de 2013, o patrimônio de referência passou a ser apurado com base na Resolução CMN nº
4.192/13;
(3) Para efeito de comparabilidade, ajustamos a “alocação de capital mínimo exigido” de períodos anteriores, visto
que passamos a apresentar as parcelas correspondentes do “Ativo ponderado pelo risco – RWA”.
NOTA 34 - TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS
Sempre em concordância com os dispositivos legais vigentes e com as normas expedidas pelo Banco Central do Brasil,
são efetuadas operações com empresas controladas e ligadas a taxas e valores médios usuais de mercado.
Partes Relacionadas entre as Investidas
Em 31.12.2013
D escrição
C o nsó rcio A lfa
de A dm. S.A .
B anco A lf a de
Invest. S.A .
F inanc. A lfa S.A .
C .F .I.
B anco A lfa S.A .
C o rumbal
P articipaçõ es e
A dministração
Ltda.
M et ro T ecno lo gia
Info rmática Ltda.
A t ivo C irculante / N ão C irculant e
Caixa e disponibilidade em bancos
Operações de crédito e Adiant. Financeiras
872
167
1.688.650
374.355
Operações de crédito e adiant.a clientes
Títulos para Investimentos
116
Outros Ativos
T o tais
116
21.974
873
97.052
1.690.395
471.574
22.355
381
248.834
1.461.790
1.039
14.081
7.123
361
14.442
7.123
P assivo C irculante / N ão C irculante
Passivos com Instituições Financeiras
Títulos Emitidos
21.320
Passivos com clientes
Outros Passivos
T o tais
-
375.179
742
97.043
58
645.333
1.462.532
98.082
58
-
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
Em 31.12.2013
D escrição
C o nsó rcio A lfa
de A dm. S.A .
B anco A lfa de
Invest. S.A .
F inanc. A lfa S.A .
C .F .I..
C o rumbal
P articipaçõ es e
A dministração
Ltda.
B anco A lfa S.A ..
M etro -D ado s
Ltda
M etro T ecno lo gia
Info rmática Ltda
R eceitas
Receita de Juros
36
129.618
39.686
5.640
1.099
1
Receita de Serviços e Comissões
2.788
308
Outras Receitas Operacionais
558
T o tais
145
36
130.176
39.686
5.640
492
13.896
1.244
309
2.788
D espesas
Despesas de Juros
45.809
117.596
Gastos Gerais Administrativos
232
76
Outras Despesas Operacionais
17
128
1.075
225
46.058
117.800
14.971
558
T o tais
492
333
-
-
Em 31.12.2012
D escrição
C o nsó rcio A lfa
de A dm. S.A .
B anco A lfa de
Invest. S.A .
F inanc. A lfa S.A .
C .F .I.
C o rumbal
P articipaçõ es e
A dministração
Ltda.
B anco A lfa S.A .
M etro -D ado s
Ltda.
M etro T ecno lo gia
Info rmática Ltda.
A tivo C irculante / N ão C irculante
Caixa e disponibilidade em bancos
Operações de crédito e Adiant. Financeiras
1.305
233
1.303.851
383.381
Operações de crédito e adiant.a clientes
Títulos para Investimentos
Outros Ativos
T o tais
13.812
76.016
408
35.393
2.416
1.373
2.824
1.341.922
15.621
459.630
367
5.439
14.179
21.060
512
31.980
512
31.980
P assivo C irculante / N ão C irculante
Passivos com Instituições Financeiras
397.193
1.303.851
Títulos Emitidos
47.938
35.976
76.249
Passivos com clientes
Outros Passivos
T o tais
3.231
-
448.362
5.140
1.318
1.211
1.344.967
77.567
1.211
-
-
Em 31.12.2012
D escrição
C o nsó rcio A lfa
de A dm. S.A.
B anco A lfa de
Invest. S.A .
Co rumbal
P articipaçõ es e
Administração
Ltda.
F inanc. Alfa S.A.
B anco Alfa S.A..
C .F .I..
M etro -Dado s
Ltda
M etro T ecno lo gia
Info rmática Ltda
R eceitas
Receita de Juros
81
84.657
21.338
296
2
84.953
21.340
4.415
8.028
Receita de Serviços e Comissões
4.412
488
3
Outras Receitas Operacionais
T o tais
81
37
655
667
2.167
704
2.822
134
622
D espesas
Despesas de Juros
16.062
83.499
Gastos Gerais Administrativos
1.910
1.227
293
Outras Despesas Operacionais
25
3.888
5
17.997
88.614
T o tais
-
8.028
298
-
-
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
Partes Relacionadas – Balanço da Sociedade em 31.12.2013
Empresas
coligadas
Objeto do
contrato
Garantias e
Seguros
Rescisão/ extinção
Data da transação
Montante
envolvido
Ativo/ (Passivo)
Receita/ (despesa)
Metro Tecnologia
Informática Ltda.
Metro Dados Ltda.
Alfa Corretora de Câmbio e Alfa Arrendamento
Valores Mobiliários Ltda.
Mercantil S.A.
Prestação de Serviços
Prestados de assessoria,
consultoria administrativa
em geral nas áreas
financeira, fiscal,
contratos e contábil.
Prestação de serviço
de assessoria,
consultoria
administrativa em
geral nas áreas
financeira, fiscal,
contratos, contábil e
compras.
Regular os direitos e
Aplicação financeira
obrigações das partes
em Letras de
contratantes, relativamente a
Arrendamento
qualquer operação, isolada ou Mercantil à taxa de
100% do CDI
conjunta, nos mercados à
vista e/ou liquidação futura
de títulos e valores
mobiliários.
Não há.
Não há.
Fica ressalvado às partes
o direito de denunciar o
contrato a qualquer
tempo, mediante a
simples comunicação
escrita de uma parte a
outra, com antecedência
mínima de 30 dias, sem
que com isso seja devida
qualquer importância, a
título de multa ou
indenização.
Prévio depósito dos títulos a
serem vendidos, prévio
depósito dos títulos objetos
ou garantias, na BM&F ou
CBLC, conforme o caso,
depósitos adicionais de
garantias, a qualquer tempo,
nas operações realizadas no
mercado de liquidação futura.
O contrato poderá ser
Fica ressalvado às
partes o direito de
rescindido a qualquer tempo,
denunciar o contrato a por ambas as partes, mediante
qualquer tempo,
aviso prévio de 30 dias, desde
mediante a simples
que estejam absolutamente
comunicação escrita
em dia, todas as obrigações
de uma parte a outra, assumidas por cada uma das
com antecedência
partes.
mínima de 30 dias,
sem que com isso seja
devida qualquer
importância, a título
de multa ou
indenização.
01.08.1997
10.08.1997
R$ 342
R$ 284
30.04.1999
Não há
Vencimento ou
liquidações
antecipadas
27.09.2012
R$ 450
R$ 344
R$ 342
R$ 284
Remuneração do pessoal-chave da Administração:
Em Assembleia Geral anual dos acionistas, é estabelecida a remuneração para os membros do Conselho da
Administração e Diretoria. Em 2013, foi determinado o valor médio de remuneração mensal no montante até R$
130 (em 2012 R$ 100).
(1) Benefícios – Conselho de Administração e Diretoria: Em 2013 e 2012 não houve pagamento de benefícios. A
Sociedade não concede benefícios pós-emprego, benefícios de longo prazo e de rescisão de contrato para o
pessoal chave da Administração, excetuado o recolhimento de FGTS sobre os honorários pagos à Diretoria.
R$ 106
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
(2) A Sociedade não concede empréstimos ou adiantamentos para:
- Diretores e membros dos conselhos consultivos ou administrativos, fiscais e semelhantes, bem como aos
respectivos cônjuges e parentes até 2º grau;
- Pessoas físicas ou jurídicas que participem de seu capital, com mais de 10%;
- Pessoas jurídicas que participem com mais de 10% da própria empresa, quaisquer diretores ou administradores
da própria instituição, bem como seus cônjuges e respectivos parentes até o 2º grau.
Dessa forma, não são efetuados pela Sociedade empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do
Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares.
(3) Participação acionária:
Os membros do Conselho de Administração possuem em conjunto a seguinte participação acionária na Sociedade
em 31 de dezembro de 2013:
- Preferenciais: 47,073 % e,
- Total de ações: 24,195%.
Francisco Mafra Pereira Filho
Contador
TCCRC 104.487-O-9
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
CONSÓRCIO ALFA DE ADMINISTRAÇÃO S.A.
CNPJ/MF n.º 17.193.806/0001-46 e NIRE 35 3 0002366 8
PARECER
Os membros do Conselho Fiscal do Consórcio Alfa de Administração S.A. aprovam, por
unanimidade: (i) o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras
referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, individuais
preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e consolidadas de
acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo
International Accounting Standards Board – IASB e as práticas contábeis adotadas no
Brasil, e (ii) o aumento do capital social no valor de R$ 20.018.680,00 (vinte milhões,
dezoito mil e seiscentos e oitenta reais), elevando-o de R$ 303.375.520,00 (trezentos e
três milhões, trezentos e setenta e cinco mil e quinhentos e vinte reais) para R$
323.394.200,00 (trezentos e vinte e três milhões, trezentos e noventa e quatro mil e
duzentos reais), mediante a capitalização de igual valor a ser retirado da conta “Reservas
Estatutárias – Reserva para Aumento de Capital", sem emissão de novas ações, visando
eliminar referido excesso, e a consequente alteração do Artigo 5º do Estatuto Social. Os
membros do Conselho Fiscal recomendam a sua aprovação pela Assembleia Geral.
São Paulo, 13 de março de 2014.
Luiz Henrique Coelho da Rocha
Paulo Caio Ferraz de Sampaio
Rogério Rey Bet
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
Relatório dos auditores independentes
Ao:
Conselho de Administração e Acionistas do
Consórcio Alfa de Administração S.A.
São Paulo – SP
Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Consórcio Alfa de Administração S.A.
(Sociedade), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013, e as respectivas demonstrações do
resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo
naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeis
A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis
individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de
acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidos pelo International Accounting Standards
Board (IASB), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de
demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.
Responsabilidade dos auditores independentes
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria,
conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de
exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável
de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e
das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento
do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se
causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a
elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Sociedade para planejar os procedimentos de
auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles
internos da Sociedade. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a
razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das
demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Opinião sobre as demonstrações contábeis individuais
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os
aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Consórcio Alfa de Administração S.A. em 31 de dezembro de
2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as
práticas contábeis adotadas no Brasil.
Consórcio Alfa de Administração S.A.
Demonstrações Financeiras
Atendimento de Exigência
DOC-1
Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os
aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Consórcio Alfa de Administração S.A. em 31 de dezembro de
2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de
acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidos pelo International Accounting Standards
Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.
Ênfase
Avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial
Conforme descrito na Nota Explicativa nº 2.e, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com
as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso do Consórcio Alfa de Administração S.A. essas práticas diferem do
IFRS, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em
controladas e coligadas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor
justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.
Reapresentação dos valores correspondentes ao exercício findo em
31 de dezembro de 2012
Conforme mencionado na nota explicativa 2.f, em decorrência da mudança de política contábil, que deixou de prever, a
partir de janeiro de 2013, a consolidação proporcional de empreendimentos controlados em conjunto, conforme
Pronunciamentos Técnicos CPC 36 (R3)/ IFRS 10 e CPC 19 (R2)/ IFRS 11, os valores correspondentes, relativos ao
balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2012 e às demonstrações consolidadas do resultado, do
resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação
suplementar), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, apresentados para fins de comparação, foram
ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23 “Políticas contábeis, mudança de estimativa e
retificação de erro” e CPC 26 (R1) “Apresentação das demonstrações contábeis”. Nossa opinião não contém
modificação relacionada a esse assunto.
Outros assuntos
Demonstrações do valor adicionado
Examinamos também as demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA), referente ao exercício
findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Sociedade, cuja
apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar
pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos
procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os
seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis preparadas de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil tomadas em conjunto.
São Paulo, 13 de março de 2014.
Ana Cristina Linhares Areosa
CRC RJ-081.409/O-3 “S” – SP
Grant Thornton Auditores Independentes
CRC 2SP-025.583/O-1
Rafael Dominguez Barros
CRC 1SP 208.108/O-0
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Demonstrações Financeiras