DOI: 10.4025/4cih.pphuem.732
A TÉCNICA DE SE CONSTRUIR EM MADEIRA: UM LEGADO DO PATRIMÔNIO
CULTURAL PARA A CIDADE DE MARINGÁ
Alessandra Corsato Hoffmann – UEM
Profa. Dra. Sandra de Cássia Araújo Pelegrini – UEM
A construção em madeira nas diversas civilizações
A utilização da madeira em construções data de tempos primordiais. É o primeiro
material trabalhado pelo homem para se abrigar, depois de habitarem as rochas. Os pilares e
vigas feitos de madeira foram descobertos ainda na pré-história.
Sua utilização na construção varia muito em cada civilização ou sociedade; sendo que
o clima, o terreno e os tipos de árvores disponíveis mostram-se fatores preponderantes no
desenvolvimento de métodos para o uso da madeira. Utilizada nas construções isoladamente
ou combinada com outros materiais, como a palha, a pedra, o ferro e o barro, a madeira se
constituiu em uma das matérias-primas mais essenciais na história do homem e suas
sociedades.
Distintos momentos e lugares testemunharam diferentes métodos e culturas de
utilização do material. Em algumas tribos, os abrigos possuíam simples armações de ramos ou
pequenos troncos cobertos com folhas, ervas ou cascas de árvores. No Extremo Oriente, a
madeira se caracterizava por ser leve e feita para suportar os terremotos freqüentes, com
encaixes frágeis, mas resistentes. Segundo Meirelles (2007), os primeiros relatos das técnicas
de construção em madeira na China, datam do período de 960 -1270, durante a dinastia Sung.
Os Construtores chineses documentavam, através de desenhos, as técnicas de construção em
madeira. A construção chinesa trabalhava com elementos de vigas e pilares com ligações por
encaixes, e apresentavam uma grande precisão geométrica. Os japoneses aperfeiçoaram as
técnicas construtivas chinesas e foram exímios carpinteiros e marceneiros. Nas civilizações
européias, a grande quantidade de bosques de coníferas determinou imenso desenvolvimento
no número de construções em madeira. Assim, a exploração da madeira talvez seja a principal
atividade humana ao longo da história, pois que é prova e testemunha da busca pelo domínio
do homem sobre a natureza e sobre a técnica. Pode-se dizer que culturas inteiras foram
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erigidas sobre a apropriação humana dos diferentes usos da madeira. E a técnica de construir
neste material pode ilustrar o desenvolvimento econômico, social e cultural de uma dada
sociedade. O legado da técnica de construção em madeira, analisado pela lente da pesquisa
histórica, pode desnudar elementos da evolução dos homens envolvidos, configurando
inestimável patrimônio histórico-cultural. Através do reconhecimento deste valor histórico,
este trabalho objetiva analisar pontualmente a técnica de construção em madeira da cidade de
Maringá, em seu período de ocupação inicial.
As construções em madeira no Brasil
As construções primitivas e rústicas dos índios consistem nos primeiros registros da
utilização deste material em construções em nossa terra. Neste período, era pequena a
quantidade de árvores derrubadas, bem como a área onde acontecia a derrubada, o suficiente
para as aldeias se instalarem e cultivarem a terra. A madeira extraída, além de ser utilizada
nas edificações, também se destinava à fabricação de tinta, canoas, vigas, pilares, armas de
caça, instrumentos musicais, instrumentos de trabalho, entre outros. Todos esses instrumentos
puderam ser produzidos devido à grande variedade de espécies arbóreas.
A ocupação territorial e as conseqüências da exploração da madeira somente se
modificaram, e drasticamente, a partir da fixação portuguesa. A extração da madeira era
atividade econômica altamente rentável; o principal produto de exportação. Além do valor
econômico da madeira para exportação, o europeu afixado transformava o meio trabalhando a
madeira. A Arquitetura era fundamentalmente sobre a madeira e as técnicas construtivas se
desenvolveram sob a mescla das culturas européia e indígena local. As construções
apontavam para a fusão bem adaptada entre a tecnologia e aparelhagem européias e a matériaprima e as características locais. As formas utilizadas nas construções eram praticamente
européias, porém as técnicas construtivas em madeira, e o vasto conhecimento das
possibilidades do material, também eram indígenas. A metrópole inseriu seus utensílios de
trabalho, seu formato de cidade, mas manteve o material e a técnica locais. Esse quadro
manteve-se praticamente inalterado no primeiro período de ocupação colonial, vindo a
modificar-se substancialmente a partir do século XIX, com as políticas de incentivo à
imigração. A grande diversidade cultural e étnica inserida no país determinou rica
diversificação e evolução das técnicas construtivas e na exploração da madeira. Novas
soluções e inovações arquitetônicas se mostraram possíveis, com diferentes técnicas e
materiais de construção.
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A madeira na construção do Paraná
Mesmo que não se pretenda aqui um trabalho de registro histórico pormenor, algumas
considerações sobre a utilização da madeira na ocupação do território paranaense se mostram
pertinentes. De acordo com Sanchez, até o início do século XIX, a população do Paraná era
em sua maior parte constituída por tropeiros e mineradores. No entanto, um contingente
populacional diminuto e disperso. Porém a partir de 1853:
o presidente da Província do Paraná, Adolpho Lamenha Lins, pretendendo uma
maior ocupação do território, adotou uma política de estímulo a pequenos
proprietários, fixando os imigrantes europeus recém-chegados em pequenas porções
de terra. Formaram-se, assim, colônias no litoral e arredores de Curitiba (1987, p.8)
Imigrantes italianos, poloneses e alemães foram atraídos para o Paraná em razão da
necessidade de mão-de-obra para a agricultura e também da menor distancia climática da terra
de origem. Trouxeram consigo seus costumes, seu modo de viver , e também seu modo de
construir.
Sanchez destaca que:
Os imigrantes alemães construíram suas casas com enxaiméis - estrutura de madeira
com peças diagonais de travamento cujos intervalos são preenchidos por tijolos. Os
poloneses e italianos, de origem camponesa, estabeleceram-se em colônias próximas
às cidades. As casas dos imigrantes italianos eram construídas em alvenaria de
tijolos. Os poloneses empregavam troncos de árvores sobrepostos horizontalmente,
com encaixes nos cantos das paredes. (1987, p.8).
E assim, a diversidade nos sistemas construtivos foi se disseminando no Paraná. Cada
região do estado desenvolveu uma tipologia própria, de acordo com as espécies arbóreas
existentes no local e também com a influência dos grupos imigrantes que se dirigiram para
cada região. Na região Sul e Centro Sul do Paraná, por exemplo, a floresta de araucária
caracterizou as construções em madeira.
A intensificação e mecanização da exploração de diferentes tipos de madeiras e a
instalação de serrarias, no sul do país, onde a matéria-prima era farta, permitiu a padronização
de elementos construtivos e a difusão da arquitetura em madeira no final do século XIX.
A casa de madeira tornou-se, então, tradicional nas paisagens paranaenses. Tais
habitações eram construídas sobre pequenos pilares para evitar a umidade. Esse tipo de casa
possuía arcabouço formado por barrotes e vigas, nos quais eram pregadas tábuas verticais
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com junções vedadas por ripas. Os telhados possuíam fortes inclinações, configurando uma
tradição transplantada dos países europeus.
Aos poucos, a simplicidade inicial foi modificada pelo acréscimo de novos espaços e
soluções criativas de acabamento. O arremate do telhado, por exemplo, era feito com
lambrequins, que serviam como pingadeiras; e proteção ao beiral, formando ricos elementos
decorativos, dado o requinte de desenhos que geralmente apresentavam. Principalmente pelos
ornamentos peculiares às famílias que as construíram, as casas de madeira passaram a ser
expressão arquitetônica de uma tradição cultural construtiva. A riqueza e a qualidade do
trabalho arquitetônico sobre a madeira passaram a constituir elementos identificatórios da
cultura do estado nascente. Segundo Dudeque (2001),
“o Paraná foi um dos maiores
produtores de madeira do mundo; as madeiras eram uma das melhores do mundo; as
espessuras, larguras e comprimentos podiam saciar as mais variadas especificações” (pg.
342).
Na região oeste e sudoeste do Paraná, entre as décadas de 1930 e 1950, predominaram
as construções em madeira feitas com pinho, com telhados empinados. Duas décadas depois,
com um novo ciclo econômico na região, as construções em madeira passaram a ser também
em peroba rosa. A diversificação da técnica e do material acompanhou a maior complexidade
da ocupação, como um todo.
As construções em madeira: testemunhos arquitetônicos da ocupação de Maringá
O início da ocupação maciça do Norte do Paraná data do final da década de 1920. A
crescente derrubada da mata fora conseqüência inconteste à chegada dos imigrantes italianos,
alemães, japoneses; dos migrantes paulistas, mineiros e nordestinos para a formação dos
primeiros núcleos urbanos e as fazendas de café.
As primeiras construções tinham caráter provisório e por isso muitas delas eram
erguidas com estrutura de madeira roliça, e em alguns casos nem mesmo a vedação era com
madeira falquejada a machado ou na serra. A madeira utilizada para as construções dessa
região era a peroba rosa.
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Figura 1
Derrubada de uma peroba 1
Data 1943
Nas casas que eram construídas para durarem maior período, predominou a técnica de
se construir com tábuas, do tipo mata-junta. Seus telhados eram movimentados e as casas,
tulhas, as capelas e os colégios possuíam diferentes volumetrias e ornamentos.
A peroba rosa também caracterizou as construções do período da ocupação do norte
novo e do noroeste do Paraná, fato esse resultado da expansão da colonização. Essa ocupação
ocorreu principalmente em conseqüência do trabalho da companhia colonizadora chamada
Companhia Melhoramentos Norte do Paraná. A empresa promoveu a vinda de migrantes e
imigrantes, através de propagandas acerca da região em alguns estados do Brasil. O
planejamento fora de instalar núcleos a cada 100 km de distância, que seriam Londrina,
Maringá, Cianorte e Umuarama.
A cidade de Maringá foi designada a localizar-se no centro geométrico da zona
colonizada pela Companhia, e logo se tornou um dos principais núcleos urbanos fundados
pela CMNP.
De acordo com Luz (1999), as famílias de pioneiros, após adquirirem o lote da
Companhia, se instalavam “num rancho de palmito, que servia como primeiro abrigo até que
se pudesse construir uma habitação melhor e mais segura” ( p.128).
Arthur Andrade relata as circunstâncias iniciais da ocupação de Maringá. Como
ocorria a derrubada da floresta, a diversidade étnica de seus primeiros habitantes e a variedade
de espécies arbóreas disponíveis na mata:
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“Brasileiros de outras plagas ali se encontravam dispostos a ajudá-lo a vencer a
batalha que se prenunciava difícil e imprevisível.
Tal qual soldados dispostos a vencer a árdua luta, começaram a utilizar-se das armas
de que dispunham. E com manobras rápidas e certeiras, as foices, os machados, as
enxadas, os enxadões vibravam no ar. E lentamente, a floresta tão exuberante e
impenetrável cedia lugar àqueles homens intrépidos e valentes.
“Eram os cedros, os jacarandás, perobas, marfins, pau-d’alhos, que tombavam sob o
vigor do machado pioneiro (1999, p.61)”
O cenário local no período da ocupação era de um grande número de construções em
madeira, transformando o conjunto de ocupação inicial: a igreja, o clube, o hospital, o hotel, o
comércio e as casas, que em sua maioria, eram edificadas em peroba rosa. O rápido
crescimento e diversificação das habitações em madeira evidenciam que a ocupação da região
de Maringá se deu de forma vertiginosa, e essencialmente alicerçada sobre a derrubada e
utilização da madeira abundante.
Figura 2
Fachada do Antigo Hotel Maringá 2
Data 1942
De acordo com Zani(2003), este fato ocorreu devido:
À pressa dos pioneiros em instalar-se tanto na área rural como na urbana, aliada à
falta de moradias e estruturas de serviços; à abundância de madeira na região, aliada
a um grande número de serrarias, tornando o seu preço acessível; ao grande número
de carpinteiros associados à facilidade e rapidez construtiva, tornando o preço da
mão-de-obra acessível à maioria da população, ( p.22).
Pesquisas como a de France Luz (1997) endossam este quadro, evidenciando que
Maringá possuía, ainda em 1953, cerca de onze serrarias. Relata ainda que entre 1949 e 1952,
foi constatado que, de mais de mil e novecentas construções na cidade, mil seiscentas e
cinqüenta foram em madeira.
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A técnica construtiva amplamente predominante nas construções de madeira em
Maringá, no período de sua ocupação, é a construção com tábuas. Esse tipo de sistema
construtivo caracteriza-se, geralmente, por possuir a estrutura apoiada sobre uma fundação de
pedra, o prego como elemento que une as peças e uma rápida montagem. As tábuas eram
pregadas lado a lado, e as frestas entre elas fechadas com mata-junta. A maior parte das casas
possuía o sistema de vedação com as tábuas na vertical, porém algumas construções mais
significativas possuíam as tabuas na horizontal.
Zani ressalta que os moradores:
(...) aproveitando os recursos materiais locais, de modo a obter rapidez e facilidade
construtiva, conseguiram criar, com a produção desta arquitetura, uma linguagem
própria capaz de expressar uma cultura arquitetônica local, dominando a técnica de
trabalhar a madeira e criando um repertório arquitetônico rico e singular (ZANI,
2003, p.8).
Esse conhecimento adquirido pelos carpinteiros que construíram as edificações em
madeira no período da ocupação da região se configura em verdadeira tradição de “saber
fazer”. Através de experiências de vida, de trocas culturais com carpinteiros de outras
correntes de imigração, adquiridas muitas vezes nos mutirões de obras comunitárias,
desenvolveu-se uma uniformização paulatina da técnica e do sistema construtivo, que se
tornaram características da região. A carpintaria foi o suporte à ocupação inicial da cidade e
de seu entorno, configurando elemento de forte valor histórico, na medida em que representa
patrimônio simultaneamente material, através das obras em si; e imaterial, representado pela
fusão entre culturas e pela inteligência e técnica construtivas.
Weiner (2005) fornece bons elementos para apreensão deste legado, ao nomear e
identificar esse contexto com o conceito de Arquitetura Popular. O autor refere-se à
arquitetura emanada do povo, de suas experiências de ocupação, que possui um forte vínculo
com o aproveitamento dos recursos naturais do meio em que se insere. É uma arquitetura que
apresenta soluções construtivas simples, poucas variedades de materiais, mas que apresentam
grande criatividade e adaptabilidade ao meio.
O mesmo autor também salienta que a arquitetura popular representa um rico valor
cultural e que faz parte de uma tradição construtiva, transmitida de geração a geração. São
técnicas que não possuem autores específicos, mas que fazem parte de grande diversidade
cultural disseminada, e que configura a ocupação do estado do Paraná.
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Entretanto, a técnica de construção em madeira acabou se dissipando ao longo do
tempo, devido a distintos fatores, dentre os quais Zani (2003) enfatiza um que talvez possa ser
tomado como central:
A técnica construtiva de se edificar em madeira durou aproximadamente 40 anos,
tempo suficiente para a devastação completa da floresta norte-paranaense
(grifo nosso). Com a escassez de madeira, as construções com este material
passaram a ter um custo próximo ao da alvenaria e deixaram de ter a preferência da
maior parte da população. (ZANI, 2003,p.20)
A substituição da técnica de construção em madeira por outras se tornou inevitável. A
técnica e as construções, que configuravam o cenário do período de ocupação da região,
testemunhos de uma época, findaram e foram, aos poucos, substituídos. Muitos deles
desapareceram sem deixar vestígios, não restam nem fotos ou sequer documentos
comprovando sua existência.
Este fenômeno de substituição das edificações em madeira pelas de alvenaria
representou a perda de uma parte da memória histórica, arquitetônica e cultural da região.
Hoje, dado o quadro de inexistência de preservação material e mesmo documental, mostra-se
essencialmente defensável ações e propostas que visem à preservação e memória das
edificações e da técnica de construção em madeira do período de ocupação. Esta preservação
poderá ensejar melhor apreensão sobre o momento de fixação das sociedades sobre o
território norte paranaense. A compreensão da ação do homem sobre o material principal das
ocupações, a madeira, através da compreensão sobre suas técnicas e ações construtivas,
representam um patrimônio histórico-cultural de relevância inegável. Debruçar a pesquisa
histórica sobre este objeto se constitui em absoluta coerência e necessidade para preservação
deste patrimônio material e imaterial, deste “saber fazer” que configurou a ocupação da região
de cidade de Maringá.
NOTAS FINAIS
1
Autor desconhecido. Disponível em site: http://www.maringa.com/historia/40/07.php Acesso em 10 de agosto
de 2009.
2
Autor desconhecido. Disponível em site: http://www.maringa.com/historia/40/04.php. Acesso em 10 de agosto
de 2009.
4097
REFERÊNCIAS
ANDRADE, Arthur. Maringá: Ontem, Hoje e Amanhã. São Paulo: Rumo Gráfica e Editora
LTDA, 1979.
DUDEQUE, Irã José Taborda. Espirais de Madeira:uma história da arquitetura de Curitiba.
São Paulo:Studio Nobel: FAPESP,2001.
LAROCCA JÚNIOR, Joel et al. Casa Eslavo-Paranaense: arquitetura de madeira dos
colonos poloneses e ucranianos do sul do Paraná. Ponta Grossa: Editora Larocca Associados,
2008.
LUZ, France. O fenômeno urbano numa zona pioneira: Maringá. Maringá: A Prefeitura,
1997.
LUZ, France. “Maringá: a fase de implantação. In: DIAS, Reginaldo B.,GONÇALVES, José
Henrique Rollo. Maringá e o Norte do Paraná: estudos de história regional. Maringá:
EDUEM, 1999.
MEIRELLES, Célia Regina M. Considerações sobre o uso da madeira do Brasil em
Construções Habitacionais. III Fórum de Pesquisa FAU, Mackenzie, 2007.
SANCHES, Fernanda et al. A arquitetura em Madeira: uma Tradição Paranaense. Curitiba:
Scientia et Labor, 1987.
ZANI, Antonio Carlos. Arquitetura em Madeira. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de
São Paulo, 2003.
WEIMER, Günter. Arquitetura Popular Brasileira. São Paulo: Martins Fontes, 2005. –
(Raízes).
O uso da madeira no decorrer da história. Disponível em site:
http://www.arq.ufsc.br/arq5661/Madeiras/historia.html. Acesso em 20 de março de 2009.
História de Maringá. Disponível em site: http://www.maringa.com/historia/fotos.php. Acesso
em 10 de agosto de 2009.
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