“Testagem da Cultura do Rícino a
Nível Nacional como Produto para
Biocombustível”
Cândido João
Caracteristicas Gerais do
Rícino
O Que são Biocombustíveis?
 Combustíveis produzidos a partir da biomassa
(matéria orgânica) – fontes renováveis.
 As fontes mais conhecidas são Cana-deaçúcar, Milho, Soja, Jatropha, Ricino, etc.
 Essas fontes permitem a produção de álcool,
etanol e biodiesel.
 Os biocombustíveis são biodegradáveis
Vantagens dos Biocombustíveis
1.
Para o consumidor:
a.
b.
c.
2.
Substituem o óleo diesel na geração de energia elétrica nas
comunidades isoladas.
Geração de empregos / inclusão social.
Fixação do trabalhador rural no campo
Para o meio ambiente:
a.
b.
Redução de emissão de gases que provocam o efeito estufa.
Melhora a qualidade do ar nos centros urbanos
3.Para a economia do país:
a.
b.
c.
d.
Aprimoramento de novas tecnologias.
Redução da importação de petróleo.
Aumento da capacidade de lubrificação, aumentando a vida útil
dos motores.
Aumento da vida útil do catalisador do sistema de escapamento.
O Ricino, o qué è?
O Ricino
O Rícino (Ricinus communis),
conhecida vulgarmente como,
mamona, carrapateira, palma christi
ou castor bean é uma planta da
família Euphorbiaceae, a mesma da
Jatropha e da mandioca.

É uma planta perene, da espécie
heliófita, anual (ciclo de 250 dias) e
selectiva higrófita que surge
espontaneamente e cresce em
todas as épocas do ano,e deve ser
plantada e exposta directamente ao
sol e não tolera sombreamento.
O Rícino
Ponto de Vista Economico
 O Rícino é uma oleaginosa de origem tropical
predominante em quatro áreas como a África Oriental,
o Oeste Asiático (Irão e Afeganistão, entre outros), a
Península Arábica, a Índia e a China. Tem relevante
importância económica e social resultante do fruto do
qual se extrai um óleo de excelentes propriedades,
conhecido como óleo de Rícino, de largo uso como
insumo industrial.
 O óleo de Rícino é também utilizado em outros
processos industriais: na fabricação de corantes,
anilinas, desinfectantes, germicidas, colas e aderentes;
serve de base para fungicidas, insecticidas, tintas de
impressão, vernizes e nylon.
O Rícino
Na Medicina Tradicional
 As parte mais importantes da planta são a raíz cuja
seiva é aplicada no tratamento para dores de dentes e
na purificação de viúvos em cerimonias tradicionais
 A folha é usada principalmente como funil para a
administração de medicamentos tradicionais via oral e
para fazer pachos quentes em caso de lesões
musculares ou cólicas em recém nascidos, mulheres
grávidas; e a semente, denominada Nlhafura, mafura e
nstafura, Nfuta,Ncura em Changana, Ronga, Bitonga,
Sena, Macua respectivamente,
que é usada
principalmente para extrair o óleo, uma substância
viscosa e de cor escura.
O Ricino
Ponto de Vista Economico
 Devido a sua facilidade de propagação e adaptação,
actualmente, é cultivada para fins comerciais em
várias regiões do mundo. Entre 1978 e 2005, os
maiores produtores foram a Índia, a China e o Brasil
que, que em 2001, foram responsáveis por 89% da
produção mundial. Enquanto que os maiores
consumidores do Rícino em 2004, destacaram-se a
França (22%), China (20%), os Estados Unidos de
América (18%) e a Alemanha (17%)
Cont.
O Ricino
Ponto de Vista Economico

Tem sustentabilidade económica porque existe terra arável e
conhecimento e tradição de produção de espécies de oleaginosas que
podem, conhecimento este que poderá ser usado na produção do
biocombustivel á partir do Rícino

Tem sustentabilidade ecológica, pois, além de ser biodegradável, as
plantas capturam todo o dióxido de carbono (CO2) emitido pela queima
do biocombustivel, separando o CO2 em Carbono e Oxigénio,
neutralizando as emissões de gás carbónico para atmosfera
O Ricino
de um ponto de vista enomico
Vantagens
Valores de
produtividade média
sem adubação:
163,7 kg/ha
A produtividade média
com adubação: ronda
em 1.172,5 kg/ha
O preço do ricino em
2009/2010
Condições Agro-ecológicas e Sócio-económicas
Variáveis
Relevo
Clima
Solos
Precipitação
Sistema de cultivo
Brasil (Nordeste- Estado da Baía)
Moçambique provincia de Nampula
(Projecto da Miranda Agrícola)
Existem planaltos médios (200 a 600
m) e dos altiplanaltos (600 a 1000 m)
Altitude entre 300 a 1500m acima do que ocupa 60% do país, excepção
nível do mar.
Oeste de Manica, Norte de Tete e
Noroeste de Niassa. (Cumbe, 2007:8
).
Cultivo em temperatura do ar que
varia de 20 a 30ºC, precipitação
As temperaturas médias são da
pluvial superior a 500mm durante a
ordem dos 20º no Sul, enquanto a
estação chuvosa e humidade relativa
Norte esse indicador ronda os 26º.
abaixo de 80%, sendo a ideal em
torno de 65%.
Prefere solos com pH entre 5 e 6,5,
mas também produz em solos com Zonas com aptidão agroecológica
pH até 8,0. Solos com teor de argila nas 3 regiões do país, mas
entre 15 e 35% e menos de 70% de produzida nas regiões Centro e
areia, com profundidade igual ou Norte (Econergy, 2008:176)
superior a 50 cm.
As chuvas ocorrem entre Outubro e
Plantio no período chuvoso (entre os Abril. Em Nampula o plantio era
meses de Dezembro e Fevereiro).
praticado nos meses de Dez. e
Janeiro. (Entrevista).
Para a produção de pequena escala,
Em Nampula, a produção era feita
recomenda-se
o
cultivo
em
em consociação com os feijões.
consociação com culturas rasteiras
(Entrevista).
(feijão e amendoim).
Cont
Tratos Culturais Gerais do Rícino

Precipitação e Humidade: Desenvolve-se melhor em regiões de
clima tropical e subtropicais, regiões com precipitação mínima 500
mm e máximas anuais de 700mm

Tipo de Solo: Solos naturalmente férteis, profundos, com boa
drenagem, de textura franca e bem balanceados quanto aos
aspectos nutricionais

Prepação do solo: A preparação do solo depende da período
chuvoso e os meses mais favoráveis ao plantio do Rícino. Por
isso, recomenda-se, preferencialmente, o plantio em solos bem
preparados, com fertilidade natural média alta, para evitar o
crescimento vegetativo excessivo, e solos profundos, sem
compactação para o melhor desenvolvimento do sistema radicular
profundo e denso.
Cont
Tratos Culturais Gerais do Rícino
 Cuidados culturais: A planta depois de emergir pode
ser atacada por pragas e diferentes patógenos
(doenças) que podem causar prejuízos económicos se
as condições climáticas favorecerem
.
 Colheita: Pode ser feita manualmente ou
mecanicamente.
 Secagem : Convencional/Natural do fruto e artificial
Cont
Tratos Culturais Gerais do Rícino
 Época de plantio/sementeira: a melhor época de sementeira,
nas regiões tropicais, deve ser a chuvosa, após precipitação de
pelo menos, 30mm.
 A escolha da semente: existem várias espécies de Rícino
disponíveis para o plantio, variando segundo o porte, deiscência
dos frutos, tipo dos cachos e outras características.
 Sistemas de Plantio: A planta do Rícino pode ser explorada em
dois sistemas distintos de cultivo: o cultivo isolado e o consociado.
Os Maiores importadores Mundias da
Semente do Rícino
Valor acumulado (%) da área ocupada para
produção do Rícino dos maiores produtores
 A escolha do Rícino como matéria-prima para a
produção de biocombustíveis em Moçambique reside
no facto do fácil cultivo e resistência à seca devido ao
seu sistema radicular que tem capacidade de explorar
as camadas mais profundas do solo, que normalmente
não são atingidas por outras culturas anuais, como
soja, milho e feijão, promovendo o aumento da
aeração e da capacidade de retenção e distribuição da
água no solo. Por isso, é indicada para cultivo na
região semi-árida, possibilitando a inclusão social de
milhares de pequenos produtores, o que é de vital
importância para fixação do agricultor no campo.
 Em relação soja, girassol, amendoim e outras
oleaginosas, o Rícino não é destinada à
alimentação humana, consequentemente, sob
o ponto de vista social não há concorrência
com tal mercado.
 Sua queima não provoca a emissão de óxidos
de enxofre, um dos principais poluentes do ar;
 Seu ciclo é fechado, ou seja, apesar de
emitirem gases-estufa, quando nova safra é
plantada, o gás é reabsorvido da atmosfera
pelas plantas que o utilizam para fotossíntese.



O poder calorífico do biodiesel do Rícino é muito
próximo do poder calorífico do óleo diesel mineral. A
diferença média em favor do óleo diesel do petróleo
situa-se na ordem de somente 5%.
Ao contrário do petróleo e do gás natural, o biodiesel
e o etanol são combustíveis produzidos a partir de
fontes renováveis. Ou seja, sua produção pode ser
controlada: planta-se mais, em caso de maior
demanda, ou menos, em momentos de sobre oferta.
Comporta-se como combustível e comburente, sendo
muito menos poluidor da atmosfera do que o diesel
mineral derivado diretamente do petróleo.
 Objectivo: Extracção e produção de ,óleo de motor.
 Mercado: África do Sul e Brasil





Duração: 2007-2010
Grupo-alvo: pequenos agricultores
Metodologia:
Divulgação do projecto
Distribuição da semente: 1kg=1/4ha; 2kg=1/2ha;
4kg=1ha
 Época de plantio: Dezembro e Janeiro






Preparação do solo: Outubro a Novembro
Plántio: 1 ou 2 sementes por cova
Semente: BRS 149 Nordestina
Tratos culturais:
Desbaste: 15 dias após a emergência das plantas;
Sacha: 1 a 15 dias após o plantio; 2a- 20 dias após o
plántio;
 Consociação: com feijões 15 dias após o plántio da
semente do Ricino e compasso de pelo menos 1,5m;
 Poda: corte da parte aerea da planta a uma altura de
30cm do solo;
 Mao-de-obra familiar.
Características
Nordestina
Origem
Brasil
Ano de lançamento
1998
Ciclo médio
250 dias
Produtividade
1.500 kg/ha
Potencial produtivo
4.000 kg/ha
Florescimento do 1o 50 dap
cacho
Maturação do 1o, 2o e 3o 100 - 200 - 250 dap
cacho
Formato do cacho
Cónico
Deiscência dos frutos
Semi-deiscentes
Cor da semente
Preta
Peso de 100 sementes
68 g
Forma de colheita
Manual parcelada
Altura da planta
1,90-3,0 m
Cor do caule
Verde com cera
Desvantagens da cultura do Ricino
Desvantagens
Quase que não existem
desvantagens...
Cultura infestante
Destruição de floresta
nativa
Cont.
Desvantagens da cultura do Ricino
Desvantagens
Competitividade com a
cultura alimentar
Possivél
competitividade com
outras fontes
alternativas de energia
O Rícino Na Comunidade Rural
 O Rícino é tratado, tradicionalmente, como
planta daninha em algumas culturas é
indesejada na produção agrícola e pecuária
por conter folhas grandes capazes de
sombrear espécies cultivadas, ocasionando
perdas de produtividade, e alguns dos mais
poderosos agentes tóxicos vegetais nos frutos
que quando consumidos podem causar a
intoxicação.
Agricultores do sector familiar
 Contudo a nossa iniciativa consiste em despertar e
promover a cultura do Rícino no seio das comunidades
abrangidas pelo Projecto, de conhecimentos básicos
para o cultivo desta planta de grande
valor
económico.
 Poderá surtir como uma alternativa não desperdiçavel,
nos planos de desenvolvimento governativos, uma vez
que a mesma abunda com muita frequência em quase
todas regiões do país e. amplamente conhecida.
O Rícino é também susceptível a várias doenças
causadas por micro-organismos como fungos, bactérias
e vírus que podem causar prejuízos económicos se as
condições climáticas favorecerem. Dentre elas,
podemos destacar:
a.
b.
c.
d.
e.
o mofo-cinzento
a murcha-de-fusarium
mancha-foliar-bacteriana
a podridão-dos-ramos
e o tombamento
Principais doenças do Rícino
Na Provincia de Nampula foi identificada a Spodoptera
spp (Lepidoptera, Noctuidae), espécie de lagartas que
se alimenta das folhas do Rícino causando a desfolha
total.
Apresentam uma coloração marrom ou parda, medindo
em torno de 40 mm de comprimento, quando
totalmente desenvolvidas
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO
 EPOCA RECOMENDA PARA O PLANTIO DO RICINO
 Para o caso de Moçambique Geralmente
recomenda-se o plantio no período chuvoso
(Outubro à Março, ), existe disponibilidade de
água com vista a facilitar a germinação das
sementes e estabelecimento das plantulas
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO
 Que quantidade de semente e necessária
semear em 1 ha de Rícino
para
 Dependendo do método de plantio (manual ou
mecânico), do espaçamento utilizado, no sistema
de plantio (único ou consorciado) e da
percentagem de germinação, são gastos em média,
5 a 15 kg/ha, em cultivo não intensivo praticado por
pequenos agricultores, e feito em curvas de níveis,
ou feito em sentido perpendicular do escoamento
da aguas da chuva, e recomenda-se 2.5 a 7.5 Kg/ha
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO
 Profundidade da cova para a sementeira de Ricino

Para o plantio da semente recomenda-se que a profundidade
deve ser definida em função da capacidade de armazenamento
de água do solo e incidência de chuva de forma que quanto maior
for a capacidade de retenção, menor deve ser a profundidade.
Plantio em covas com profundidade de 5 a 10cm e plantadas 3
sementes em cada cova para o de porte médio , em casos de
solos de textura arenosa e com baixa capacidade de
armazenamento de água recomenda-se uma profundidade entre
8 a 10 cm e em solos com textura pesada recomenda-se uma
profundidade de 6 a 8 cm
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO
 O plantio do Ricino pode ser feito em solo seco
 A planta do Rícino é tolerante à seca e condições de
stress hídrico acentuado, ou seja, consegue adaptarse e desenvolver/reproduzir-se em áreas semi-áridas,
sem uso de irrigação, provavelmente devido ao
sistema radícular bem desenvolvido que pode alcançar
seis metros de profundidade, absorver água e
nutrientes do subsolo, e em algumas vezes é
recomendável quando for cultivada em consorciação
em solos pobres em nutrientes e humidade, o que
poderá facilitar na sucussão de nutrientes para as
plantas rasteiras
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO

Quais as culturas podem ser rotacionada com o
Rícino

No geral estudos aconselham que a cultura do
Rícino devido a capacidade das suas raízes
poderem explorar camadas mais profundas do solo
que normalmente não são alcançáveis por outras
culturas anuais, faz que em muitos casos desgastem
os solos em que são cultivados, contudo recomendase rotação com as seguintes culturas; soja, o milho e
feijão, para maior aproveitamento de área, e reduzir
os índices de erosão e desgaste de solo.
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO

Pode-se considerar qualquer insecto na lavoura de
Rícino de praga
 Não. Muitos insectos podem estar na lavoura de
Rícino sem causar qualquer dano às plantas. Mesmo
insectos que se alimentam directamente de partes de
Rícino, como lagartas, grilos, e outros, só devem ser
considerados pragas quando o dano que provocam é
significativo. Geralmente, a população desses insectos
é muito baixa para provocar danos consideráveis.
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO
 Como reduzir o ataque de pragas na cultura de Rícino
 O agricultor pode adoptar várias práticas que ajudam
a reduzir os danos causados pelas pragas. Alguns
métodos culturais envolvem baixo custo e podem
evitar grande parte do problema são:
 Levantamento das principais pragas da região.
 Escolha de cultivares mais resistentes às pragas de
importância local ou mais precoces, a fim de evitar o
aumento da população da praga no final do ciclo.
 Determinação da época de plantio, evitando fases
mais propícias ao ataque de pragas.
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO
 Em que altura a lavoura de Ricino deve ser colhida
 Em plantios de cultivares deiscentes (que soltam as
sementes quando o cacho está seco), a colheita deve
ser feita logo após o início da maturação dos cachos,
ou seja, quando começam a mudar da cor verde para
a
marrom.
Em plantios de cultivares semideiscentes, pode-se
esperar até que cerca de 70% dos frutos do cacho
estejam maduros
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO
 Quais ferramentas são recomendáveis para colher o
Rícino
 Para a colheita manual de pequenas áreas, usam-se
apenas instrumentos afiados para cortar a base do
cacho. Podem-se utilizar facas, canivetes, tesouras de
poda, pequenos foices ou tesoura de poda, entre
outros instrumentos
 Não se aconselha arrancar o cacho quebrando o talo
com a mão, porque essa prática derruba muitos frutos
no chão e danifica planta, favorecendo a ocorrência de
doenças como a podridão-dos-ramos
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO
Autocombinada para o Ricino
Alguns
produtores
fazem
adaptações
em
autocombinadas com plataforma de milho, que lhes
permite colher grandes áreas de cultivares
indeiscentes, de porte anão, com plantas compactas,
cujas folhas caem no final do ciclo
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO
 Como é definir o tamanho do espaço para secar a
semente de Rícino
 O tamanho do espaço depende de diversas condições,
como: produtividade da lavoura, clima na época da
colheita, em quantas vezes a colheita é parcelada e
características
de
cachos
e
frutos.
De forma geral, deve-se dispor de um espaço de
aproximadamente 100 m2 para cada hectare de
lavoura
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO
 Como descaroçar o fruto do Rícino manualmente
 Para fazer o descascamento manual, os frutos são
batidos com uma vara flexível, chicote de borracha,
mangueira de plástico, para desprender as sementes,
podendo-se, também, atritar os frutos com uma tábua
sobre uma superfície dura.
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO
 Qual a qualidade exigida pelas empresas que compram
Ricino
 Para a indústria que compra o Rícino,
diversos aspectos são importantes,
principalmente o teor de óleo e sua
acidez e a quantidade de impurezas nos
grãos
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO
 Qual a diferença entre Rícino em baga, Rícino em caroço,
fruto de Rícino e semente de Rícino
 De forma geral, “fruto de Ricino” refere-se à
cápsula com as sementes, ou seja, aos frutos
sem descascar. As expressões “Ricino em
baga” e “Ricino em caroço” referem-se à
semente já separada das cascas, ou seja, à
semente limpa e pronta para comercialização.
O termo “semente” pode referir-se tanto à
semente destinada à industria como à
destinada ao plantio.
PLANOS DE MANEIO DA CULTURA DE
RICINO
 O que são híbridos de Rícino
 Híbridos
são
plantas
resultantes
do
cruzamento de duas linhas puras cujas plantas
são geneticamente uniformes. Na prática, os
híbridos são como cultivares de Ricino com
alto potencial produtivo. A maioria dos híbridos
de Ricino, embora tenham alto potencial
produtivo, são muito exigentes em clima e
fertilidade
Obrigado Pela Atenção
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planos de maneio da cultura de ricino