PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PEDAGOGIA- 2012 E SUA OFERTA NO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE ALTO VALE DO RIO DO PEIXE UNIARP 1 APRESENTAÇÃO A Vice-Reitoria Acadêmica, através da Coordenação do Curso de Pedagogia, com base nos estudos e relatos do Núcleo Docente Estruturante do Curso de pedagogia, encaminha ao Conselho Superior Universitário - CONSUN, o presente projeto que constitui a proposta de reformulação do Projeto do Curso de Pedagogia. Esta reformulação visa atender as determinações das Diretrizes Curriculares para o curso de Pedagogia As Diretrizes Curriculares para o Curso de Pedagogia aplicam-se à formação inicial para o exercício da docência na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio na modalidade Normal/Magistério e em cursos de Educação Profissional, na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. A formação oferecida abrangerá integradamente à docência, a participação da gestão e avaliação de sistemas e instituições de ensino em geral, a elaboração, a execução, o acompanhamento de programas e as atividades educativas. Na organização do curso de Pedagogia, observam-se os princípios constitucionais e legais; a diversidade sociocultural e regional da abrangência da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP; a organização federativa do Estado brasileiro; a pluralidade de ideias e de concepções pedagógicas, a competência dos estabelecimentos de ensino e dos docentes para a gestão democrática. No presente projeto pedagógico apresenta-se: a matriz curricular pedagógica para o curso regular, a matriz curricular pedagógica, a matriz curricular administrativa, os regulamentos de estágio supervisionado, de atividades de pesquisa e prática pedagógica, das atividades acadêmicas científicas culturais e o regulamento de Trabalho de Término de Curso – TCC. Define ainda a estrutura existente para oferta do curso e a modalidade de oferta. Esta nova proposta será implantada a partir do primeiro semestre letivo de 2012. 2 1- HISTORICO 1.1. HISTÓRICO DA MANTENEDORA: A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe resultou da alteração estatutária da Fundação Universidade do Contestado - Campus Universitário de Caçador - UnCCaçador, também resultado da alteração estatutária da Fundação Educacional do Alto Vale do Rio do Peixe - FEARPE, esta constituída e organizada pela sociedade civil em assembleia geral de 31 de Julho de 1971. É mantida pela Fundação Universitária Alto Vale do Rio do Peixe – FUNIARP, fundação pública municipal, entidade filantrópica e sem fins lucrativos, dotada de autonomia administrativa, patrimonial, econômico-financeira e didático-disciplinar, pessoa jurídica de direito privado. Como Instituição de Educação Superior, juntamente com as fundações educacionais de Mafra, Canoinhas, Concórdia e Curitibanos, em 1990, a Fundação Educacional do Alto Vale do Rio do Peixe - FEARPE, constituiu a Federação das Fundações Educacionais do Contestado – FENIC, para criar a UNIVERSIDADE DO CONTESTADO – UnC, dentro do que preconizava a legislação de ensino superior, e para o incremento das suas atividades educacionais, culturais e sociais, em atenção aos anseios da comunidade, por decisão soberana da Assembleia Geral. A transformação da FEARPE em Fundação Universidade do Contestado - Campus Universitário de Caçador – UnC/CAÇADOR, com sede à Rua Victor Baptista Adami n° 800, na cidade de Caçador, Estado de Santa Catarina, deu-se no ano de 1995, para a consolidação da UNIVERSIDADE DO CONTESTADO - UnC, uma vez que, ao mesmo tempo, a FENIC foi transformada em Fundação Universidade do Contestado – UnC, que tem sede à Rua Atílio Faoro (Reitoria), também na cidade de Caçador, Estado de Santa Catarina. A transformação da FEARPE em Fundação Universitária Alto Vale do Rio do Peixe – FUNIARP, com sede à Rua Victor Baptista Adami n° 800, na cidade de Caçador, Estado de Santa Catarina, deu-se no ano de 2009, para a consolidação da UNIVERSIDADE ALTO VALE DO RIO DO PEIXE- UNIARP, que tem sede à Rua Victor Baptista Adami, também na cidade de Caçador, Estado de Santa Catarina. 3 1.2. HISTÓRICO DA UNIVERSIDADE: A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe, é uma instituição de ensino superior voltada para atender as demandas de educação superior. A Instituição atua com ensino na educação básica, graduação, pós-graduação com pesquisa e extensão. A Instituição possui 24 cursos de graduação (2011), eram 14 em (2007), cursos de pós-graduação e cerca de 4.000 acadêmicos. Outro diferencial importante está na infraestrutura disponibilizada aos seus acadêmicos, através de laboratórios técnicocientíficos para realização de aulas práticas, fator imprescindível para o fomento de empresas de base tecnológica. Caçador tem uma Universidade completa, com corpo docente de alto nível, estrutura, laboratórios, equipamentos e uma política de Assistência Social que presta auxílio em forma de bolsas de estudos e através de projetos sociais. Sua atuação comunitária hoje atinge mais de cinco mil pessoas através dos 20 projetos sociais em andamento. A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP, desmembrada da Universidade do Contestado – UnC, teve seu projeto aprovado pelo CFE, pela via da autorização, através do Parecer nº 589/91. Esteve em processo de acompanhamento desenvolvido por Comissão Especial do Conselho Federal de Educação, seguida de Comissão Especial do Conselho Estadual de Educação, de 1992 a 1997. Em 21/10/97 pelo Parecer 246/97 CEE-SC, a Universidade foi oficialmente reconhecida e credenciada em 03/12/97 pela Resolução 42/97/CEE/SC, publicada no Diário Oficial do Estado, nº 15.816, página 6, em 03/12/97. A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe possui Campus Universitário em Caçador, e exerce atividades também em Fraiburgo. A UNIARP apresenta, a seguinte estrutura organizacional: A estrutura administrativa da Instituição de ensino superior compõe-se de: I - Administração Superior: a) Órgão Deliberativo: Conselho Universitário - CONSUN b) Órgão Executivo: Reitoria II - Administração de Campus e Núcleos: 4 a) Órgão Executivo: Pró-Reitores de Campus, caso venha a ser criado mais de um campus; b) Órgão de Apoio: Secretarias e Núcleos Específicos III – Administração dos Cursos: a) Órgão Deliberativo: Colegiado de Curso b) Órgão Executivo: Coordenação de Curso A estrutura executiva superior e setorial da Universidade é composta pelos seguintes órgãos: Reitoria Pró-Reitorias Diretorias Acadêmicas Coordenadorias de Cursos A estrutura administrativa da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe atende ao modelo “campus” da UNIARP, de tal forma que a administração superior está voltada para as questões centrais, enquanto a administração setorial, ocupa-se das atividades das unidades universitárias. O modelo da Universidade em funcionamento assegura a unidade de fins e a descentralização operacional, compatibilizando decisões e ações entre os órgãos deliberativos e executivos da Universidade. IDENTIFICAÇÃO DOS DIRIGENTES A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe é administrada pelos seguintes dirigente dirigentes do quadro administrativo: REITORIA: Reitor: Prof. Dr. Adélcio Machado dos Santos Vice-reitor Acadêmico: Prof. Dr. Andersom Antonio Mattos Martins. Vice-reitor de administração e Planejamento: Prof. Almir Granemann Reis. Pró-reitores de Campus, a partir do momento que a instituição de ensino superior contar com mais de um campus. 5 CONSELHO CURADOR: Conselho Curador- Mandato quatro anos Gilberto Seleme - Presidente Rui Caramori – Vice-Presidente Auri Marcel Baú - Secretário Leonir Antonio Tesser Eduardo Seleme Sandoval Caramori Mauricio Carlos Grando Luiz Eugênio Rossa Beltrami Jovelci Domingos Gomes João Elias Simonetto Conselho Curador- Mandato dois anos Celso Zeferino Marini Oneide Olsen Carlos Julio Luiz Lurhs Terezinha Nunes Garcia Moizes Comazzetto Ardelino Grando Osmar Telck Ângelo Barrichelo Onélio Francisco Menta 6 Elias Seleme Neto Suplente Conselho Curador Luiz Henrique Grando Padilha Scheila Maria Soares Marins Reni Antonio Caramori Ernesto Faoro Diretoria Executiva Gilberto Seleme – Presidente Rui Caramori – Vice-Presidente Mara Rotta - Diretor Geral do Colégio de Aplicação Adélcio Machado dos Santos- Magnífico Reitor da UNIARP Moacir José Salamoni- Diretor Geral Financeiro CONSELHO FISCAL: Conselho Fiscal- Mandato quatro anos José Carlos Tombini - Presidente Telmo Francisco da Silva - Vice-Presidente Neoberto Geraldo Balestrin – Secretário Conselho Fiscal- Mandato dois anos Ilton Paschoal Rotta 7 Renato Timm Marins Augusto Antonio Francio Suplente Conselho Fiscal Fernando Cesar Granemann Driessen João Luiz Driessen A estrutura administrativa da Universidade Alta Vale do Rio do Peixe atende ao modelo “campus” da UNIARP, de tal forma que a administração superior está voltada para as questões centrais, enquanto a administração setorial ocupa-se das atividades das unidades universitárias. O modelo da Universidade em funcionamento assegura a unidade de fins e a descentralização operacional, compatibilizando decisões e ações entre os órgãos deliberativos e executivos da Universidade. 2. MISSÃO A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe tem como missão proporcionar condições para o desenvolvimento da sociedade nos campos técnico-científico, buscando formas alternativas para planejar o futuro buscando o desenvolvimento socioeconômico e político-cultural regional de sua abrangência. VISÃO A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe deseja ser reconhecida como uma Universidade de referência no Estado de Santa Catarina, pela excelência e qualidades docente e discente, voltada para a ação comunitária. VALORES Entre os valores da Fundação Universidade Alto Vale do Rio do Peixe estão: I. Promover o ensino, a pesquisa e a extensão, nas diversas áreas e modalidades do conhecimento humano para a criação, preservação, sistematização e aplicação do saber, com vistas a formar profissionais demandados pelo processo de desenvolvimento do país, para enriquecimento da cultura e promoção do bem comum; 8 II. Promover ações concretas e coordenadas que visem à melhoria da qualidade do ensino e a integração da Universidade na comunidade local e regional; III. Estimular a criatividade nos diversos campos do conhecimento humano; IV. Desenvolver a iniciação científica como princípio norteador do processo de difusão das ciências e do conhecimento; V. Incentivar e fomentar a pesquisa e o constante aperfeiçoamento dos docentes. 3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO: No ano de 1.971, foi criada a FEARPE, Fundação Educacional Alto Vale do Rio do Peixe, hoje UNIARP. Desde então é oferecido o curso de PEDAGOGIA. Praticamente a totalidade são acadêmicas, fato notório desde o início, pois são raros os acadêmicos no curso de pedagogia, são trabalhadoras, muitas delas já mães, com inúmeras obrigações desde os afazeres domésticos, os cuidados com os filhos, a ajuda no sustento da casa, quando não o sustento depende apenas de sua remuneração. Por incrível que pareça, muitas alunas tem no marido não um companheiro, mas, um opositor á sua façanha de estudar. Os professores do curso de PEDAGOGIA, bem como a própria universidade, por conhecerem a realidade de dificuldades que as acadêmicas vivem sempre foram compreensivos, oportunizando dentro das diversas situações que cursem, estudem. Pois, na verdade são heroínas que se dispõem a se prepararem um pouco, com o intuito de encarar a árdua e nobre tarefa de desenvolver e alfabetizar nossas crianças e adolescentes. A UNIARP, é constituída como uma Universidade comunitária filantrópica, em razão desta prerrogativa concede bolsas de estudos a uma quantidade significativa de acadêmicos, de acordo com o percentual contábil previsto em lei. O Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe UNIARP terá a duração de 3.390 horas distribuídas em oito semestres letivos. Poderá ser ofertado em Regime Regular, período noturno, ou em Regime Especial, cujas atividades 9 acadêmicas são concentradas em finais de semanas, períodos de férias e recessos escolares, e ainda em semanadas especiais, através de cronograma elaborado pela coordenação do curso. A oferta do Curso e respectivo regime a ser adotado em cada campus atenderão a demanda local e será oportunizado mediante aprovação nos Conselhos competentes da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP Número de vagas, turmas e turno: Em cada Campus Universitário onde que se oferece o Curso de Pedagogia, ofertarse-á uma entrada anual de 50 (cinquenta) vagas para as turmas de Regime Regular. Para a oferta do Regime Especial, procederá dentro do previsto pelos ordenamentos jurídicos da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe – UNIARP DISTRIBUIÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS: As disciplinas que compõe o corpo teórico metodológico da matriz curricular do curso de licenciatura em Pedagogia, obedecem a um critério de introdução aos conhecimentos nas grandes áreas humanas, nas quais se priorizam a inserção do acadêmico no mundo do conhecimento da ciência pedagógica. Fundamentam-se na literatura com aporte teórico nos estudos dos clássicos. Gradativamente o acadêmico terá contato com o cotidiano educacional realizado numa estreita relação entre teoria e prática e nos conhecimentos acerca de outras áreas educativas tais como a gestão escolar, a educação de jovens e adultos, a educação infantil, a educação nos anos iniciais do ensino fundamental, as tecnologias educacionais, a educação especial e os estudos sobre a alteridade e a diversidade humana. Além das disciplinas formadoras, apresentam-se os núcleos de estudos extracurriculares, as atividades de aprofundamento e diversificação de estudos e o próprio estágio curricular que compõe o corpo de conhecimentos e saberes educativos necessários para a formação global do licenciado em pedagogia. No decorrer das 8 (oito) fases transcorrerão as Atividades de Pesquisa e Prática Educativa vinculados diretamente ao Núcleo de Formação do Pedagogo a constituir-se 10 na Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP Além disso, poderá desenvolver atividades programadas em forma de Seminários, viagens de estudos, visitas em instituições escolares, entrevista, palestras, debates, mesas redondas, projetos especiais propostos por professores do curso e aprovados no colegiado, entre outros. A partir da 6ª. Fase o (a) acadêmico (a) desenvolverá suas atividades de estágio curricular supervisionado atendendo o que rege o regulamento específico do Curso de Pedagogia em consonância com o que determina o regulamento geral de estágio da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe – UNIARP, bem como o que determina a Resolução do Conselho Nacional de Educação ( CNE) nº 01 de 15 de maio de 2006, que Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura. Para integralização de seus estudos o (a) acadêmico deverá desenvolver 120 (cento e vinte horas) de Atividades de Pesquisa, Extensão e Monitoria de acordo com seu interesse e respeitando o definido no presente Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia. REGIME E DURAÇÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP terá a duração de 3.390 horas distribuídas em oito semestres letivos. Poderá ser ofertado em Regime Regular, período noturno, ou em Regime Especial, cujas atividades acadêmicas são concentradas em finais de semanas, períodos de férias e recessos escolares, e ainda em semanadas especiais, através de cronograma elaborado pela coordenação do curso. A oferta do Curso e respectivo regime a ser adotado em cada campus atenderão a demanda local e será oportunizado mediante aprovação nos Conselhos competentes da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP 11 EMBASAMENTO LEGAL: O Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP fundamenta-as nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, aprovadas através da RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006, do Conselho Nacional de Educação/ Conselho Pleno. Leva também em conta, como não poderia deixar de ser, a legislação pertinente, abaixo relacionada: - Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, art. 205;e seguintes; - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), art. 3º inciso VII, 9º, 13, 43, 61, 62, 64, 65 e 67; especialmente, porém, com observância geral. - Plano Nacional de Educação (Lei nº 10.172/2001), especialmente em seu item IV, Magistério na Educação Básica, que define as diretrizes, os objetivos e metas, relativas à formação profissional inicial para docentes da Educação Básica; 4. INSERÇÃO POLÍTICA, ECONÔMICA E SOCIAL DO CURSO DE PEDAGOGIA, JUSTIFICATIVA E NECESSIDADE SOCIAL. A região de Caçador é formada pelos municípios de Calmon, Lebom Régis, Macieira, Matos Costa, Rio das Antas, Timbó Grande e Caçador, região esta originária da guerra do Contestado, atualmente a cidade de Caçador é um importante polo cultural, econômico e político do meio oeste catarinense, conhecida como a Capital Brasileira da Madeira. A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe está situada numa importante região do Estado de Santa Catarina considerada em função de seu potencial socioeconômico, particularmente em relação aos setores agrícola, pecuário, agroindustrial e ambiental. A região, na qual a Universidade Alto Vale do Rio do Peixe se encontra inserida, tem características próprias. O Meio Oeste tem, por vocação, a produção de alimentos, oleícolas, frutícolas, avícolas, de suínos e bovinos, enquanto o Planalto Norte tem propensão para a produção de madeiras, de essências nativas e reflorestadas. Esta vocação atrai, cada vez mais, o elemento humano migrador, como condutor de cada um dos processos de diferentes ramos de produção, ao mesmo tempo em que fixa o homem na região e a desenvolve. 12 Acresce-se ainda, que esta área de abrangência do Contestado Catarinense possui duas grandes vocações industriais: a primeira apresenta a perfeita fusão das atividades agropecuárias com a indústria de transformação, no exemplar sistema de integração agroindustrial; a segunda engloba os setores floresta, madeireiro e seus derivados tais como, papel e papelão, mobiliário e produtos afins. Está em expansão, por sua vez, a indústria metalmecânica metalúrgica e de calçados e os setores de cereais, hortigranjeiros e de frutas de clima temperado. O quadro situacional de abrangência da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe representa um grande contingente para implementar um programa de qualificação de recursos humanos e mobilizar a região com perspectivas de avanços significativos para as próximas décadas, sobretudo, em função do potencial de matéria-prima existente e do sistema de organização regional. Conforme FISCHER e outros, através do importante trabalho intitulado: Análise Demográfica, Educacional e socioeconômica nas Secretarias de Desenvolvimento Regional do Oeste Catarinense: Período 2.000 á 2010. Estes autores baseados no IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, demonstram que no oeste catarinense a população diminuiu, que em alguns municípios a oferta de vagas na educação infantil cresceu significativamente mas, não atingiu os cem por cento das crianças. Em outros municípios o aumento está próximo ao da natalidade. Já nos anos iniciais a oferta está universalizada, porém, há uma tendência lógica, muito mais uma extrema necessidade de, que é ampliar a jornada de escolarização das crianças e jovens. O tempo do aluno na escola sendo ampliado será necessário ampliar e, em muito a quantidade de professores contratados em cada escola. Hoje, os alunos matriculados no curso de pedagogia em querendo, já estão trabalhando nas escolas, alguns como estagiários outros como titulares, denunciando assim a falta de professores habilitados disponíveis para serem contratados. O curso de Pedagogia, a partir das atribuições definidas nas diretrizes curriculares passa a ser o curso de licenciatura responsável pela formação do profissional que irá trabalhar com a educação infantil, os anos iniciais e nos espaços educativos da gestão escolar e ou não escolar. Dessa forma, o profissional licenciado em Pedagogia é figura central e indispensável na educação básica, especialmente nos primeiros anos de escolaridade das crianças e adolescentes brasileiros. Assim, a Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP não pode prescindir da oferta do Curso, considerando que o desenvolvimento da sociedade, seja esse na sua 13 regionalidade ou no sentido global , necessita de professores qualificados que possam formar cidadãos capazes de promover tal desenvolvimento. Toda sociedade que se quer desenvolvida e soberana deve investir em educação e toda universidade que deseje contribuir com essa sociedade buscará incentivar a manutenção de cursos capazes de promover a concretização desses objetivos. Dentre tantos, a Pedagogia se coloca como o primeiro e o mais importante investimento da educação superior e da universidade. O Oeste de Santa Catarina, conta ainda hoje com mais ou menos seis por cento de sua população com idade superior a dez anos, analfabeta, conforme dados do IBGE em 2010. 5. CONCEPÇÃO DO CURSO: 5.1. ARTICULAÇÃO DO CURSO COM O PDI O eixo-orientador dos princípios será a missão institucional, desta forma objetivando o desenvolvimento integral do acadêmico enquanto indivíduo e sujeito social que será respondente às necessidades do desenvolvimento sustentável regional. Dentro desta perspectiva o professor assume o papel de mediador do conhecimento, o acadêmico assume o compromisso com a construção de sua identidade pessoal e profissional, vinculando os três grandes eixos de uma Universidade: Ensino, Pesquisa e Extensão. Em vista do exposto, a UNIARP, dispõe do programa de Fundo de apoio á Pesquisa ( FAP) e do Programa de Extensão e Cultura ( PAEC). Os quais permitem e incitam os acadêmicos, mediante a apresentação de projetos específicos concorrerem a tais bolsas. Desde a Antiga Grécia o pedagogo tinha a incumbência de conduzir a criança à escola afim de que essa recebesse os conhecimentos já acumulados por aquela sociedade. No decorrer da História, muitas foram as mudanças na concepção da educação desenvolvida pela Pedologia, ou seja, o saber sobre a criança e as técnicas educacionais, bem como a arte de pô-las em prática. A educação é uma ação social que interfere na formação, na existência e na realidade. É, pois, o processo de desenvolvimento e realização do potencial intelectual, físico, espiritual, estético e afetivo existente em cada criança: a ação no processo de 14 transmissão da herança cultural às novas gerações. Já a Pedagogia é a consciência, o saber, o sistema, É a reflexão sobre as teorias, os modelos, os métodos e as técnicas de ensino para lhes apreciar o valor e lhes procurar a eficácia. Nesse aspecto, a Pedagogia destina-se a melhorar os procedimentos e os meios com vistas à obtenção dos fins educacionais. As pessoas sempre fizeram e sempre fazem educação, mas nem sempre fizeram ou fazem Pedagogia, pois Educação é um ato em si e Pedagogia é a reflexão sobre o ato educativo. A Pedagogia vem buscando, historicamente, consolidar-se seja no âmbito de seu status de cientificidade ou no processo de formação de educadores para o exercício na educação básica. Ela tem sido palco de conflitos no que se refere a configuração de sua identidade, de sua especificidade e de seu espaço na preparação científica de profissionais para o magistério. Neste contexto está o próprio papel do pedagogo, cujos perfis tem sido objeto de configuração nas propostas curriculares dos cursos de Pedagogia no Brasil. Nesse sentido pergunta-se: Qual o papel do pedagogo no atual contexto? Como a criança aprende? Que metodologias são mais ou menos apropriadas? Que conhecimento a escola e o pedagogo lidam? A quem serve o conhecimento trabalhado nas escolas? Para responder a essas questões, exige-se a discussão e a compreensão do processo de ensino e da aprendizagem que pressupõe coerência lógica e aprofundamento epistemológico entre as finalidades da educação, as metodologias, as técnicas e os instrumentos de avaliação. Ao Curso de Pedagogia cabe a tarefa de encontrar algumas respostas a essas questões. O papel do pedagogo vem sendo delineado, no contexto de uma sociedade marcada por determinadas práticas econômicas e políticas que retratam problemáticas de caráter social que, por sua vez, implicam diretamente na formação dos indivíduos, seja ela formal ou não formal. É evidente que as transformações contemporâneas contribuíram para consolidar o entendimento da educação como fenômeno plurifacetado, ocorrendo em muitos lugares sob várias modalidades (LIBÂNEO, 1998, p. 16). A Pedagogia como ciência se ocupa da prática educativa que se realiza numa sociedade constituída de atividades essencialmente humanas, onde os valores são de muitas formas heterogêneas, requer concepções crítico - emancipadoras, cujos reflexos 15 se materializem em mecanismos de transformação social onde o mote seja desenvolver a vida humana com dignidade e qualidade. Dessa forma, os processos formativos que objetivam a Pedagogia, devem implicar na produção de sujeitos capazes de compreender, analisar e dimensionar as múltiplas facetas da realidade social, articulando-as com a vida em sociedade. Enfim, objetiva-se formar sujeitos cônscios de seu papel cosmopolita no mundo contemporâneo. Vista sob este prisma, a Pedagogia pode ser entendida como uma prática social que atua na configuração da existência individual e grupal, para realizar nos sujeitos humanos, as características de ser humano (LIBÂNEO, 1999, p. 32). Além disso, a região de abrangência da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe UNIARP, convive com consequências sócio, econômicos, culturais que interfere diretamente no desenvolvimento educacional da população. É alto índice de crianças em idade escolar, ainda não estão alfabetizadas, ( Cf IBGE 2010) bem como há uma carência de professores devidamente habilitados para atuarem junto à Educação Infantil e aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental bem como nos âmbitos escolares e não escolares que atuem na área de gestão escolar. Diante do exposto, não apenas justifica-se como se exige que a Universidade Alto Vale do Rio do Peixe ofereça o Curso Licenciatura em Pedagogia tendo como objeto principal o trabalho pedagógico articulado a formação de docentes com base na organização curricular e na identidade profissional. 5.2. OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Formar professores para exercer funções de magistério na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. As atividades docentes também compreendem participação na organização e gestão de sistemas e instituições de ensino, englobando: 16 Planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas próprias do setor da Educação; Planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos e experiências educativas não escolares; Produção e difusão do conhecimento científico-tecnológico do campo educacional, em contextos escolares e não escolares. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A formação do pedagogo deve ainda ser articulada entre uma consistente base teórica que fundamente as investigações e as práticas educacionais, contemplando as especificidades de cada campo do saber. Para isso, o curso de Pedagogia tem como objetivos específicos, possibilitar aos seus egressos: - A compreensão e a valorização das diferentes linguagens manifestadas nas sociedades contemporâneas e de sua função na produção do conhecimento; - Análise e interpretação dos diferentes padrões e produções culturais da sociedade; - Capacidade para atuar com alunos com necessidades educativas especiais incluídas nas modalidades de ensino da área de atuação do Pedagogo; - Interação com as diversas áreas do conhecimento; - Articulação ensino e pesquisa na produção do conhecimento e na prática educativa; - Desenvolvimento de metodologias e materiais pedagógicos, adequados à prática educativa; - Compreensão dos princípios básicos da gestão educacional, partindo da organização do trabalho pedagógico escolar, no planejamento, execução e avaliação das propostas pedagógicas da escola; - Competências para elaborar, administrar, planejar, coordenar e avaliar o projeto político pedagógico; - Identificação dos problemas sócio, econômico, culturais, e propor alternativas de superação. 17 5.3. PERFIL DO EGRESSO. O curso de Pedagogia oferecerá formação para o exercício integrado e indissociável da docência, da gestão dos processos educativos escolares e não escolares, da produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico do campo educacional. Sendo a docência a base da formação oferecida, os seus egressos recebem o grau de Licenciados em Pedagogia, com o qual fazem jus a atuar como docentes na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental e em disciplinas pedagógicas dos cursos de nível médio, na modalidade Normal/ Magistério e de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e em outras em que disciplinas pedagógicas estejam previstas, no planejamento, execução e avaliação de programas e projetos pedagógicos em sistemas e unidades de ensino, e em ambientes não escolares. Além da formação acadêmica que inclui conhecimentos e saberes específicos da área de atuação do pedagogo, o Curso de Pedagogia da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP busca a formação do homem como um ser integral, ético, crítico e soberano. Um ser capaz de distinguir das formas de violência, exclusão social e que, por sabê-las, possa trabalhar em prol de uma sociedade mais justa e harmoniosa para todos. O curso de Pedagogia visa à formação inicial para o exercício da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, e em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. Compreende-se a docência como ação educativa e processo pedagógico metódico e intencional, construído em relações sociais, étnico-raciais e produtivas, as quais influenciam conceitos, princípios e objetivos da Pedagogia, desenvolvendo-se na articulação entre conhecimentos científicos e culturais, valores éticos e estéticos inerentes a processos de aprendizagem, de socialização e de construção do conhecimento, no âmbito do diálogo entre diferentes visões de mundo. O curso de Pedagogia, por meio de estudos teórico-práticos, investigação e reflexão crítica, propiciará: 18 I - o planejamento, execução e avaliação de atividades educativas; II - a aplicação ao campo da educação, de contribuições, entre outras, de conhecimento filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental-ecológico, o psicológico, o linguístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural. O acadêmico de Pedagogia trabalhará com um repertório de informações e habilidades composto por pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos, cuja consolidação será proporcionada no exercício da profissão, fundamentando-se em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética. Para a formação do licenciado em Pedagogia é central: I - o conhecimento da escola como organização complexa que tem a função de promover a educação para e na cidadania; II - a pesquisa, a análise e a aplicação dos resultados de investigações de interesse da área educacional; III - a participação na gestão de processos educativos e na organização e funcionamento de sistemas e instituições de ensino. As atividades docentes também compreendem participação na organização e gestão de sistemas e instituições de ensino, englobando: I - planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas próprias do setor da Educação; II - planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos e experiências educativas não escolares; III - produção e difusão do conhecimento científico-tecnológico do campo educacional, em contextos escolares e não escolares. Para traçar o perfil do licenciado do curso Pedagogia, há de se considerar que: 19 1. o curso de Pedagogia trata do campo teórico-investigativo da educação, do ensino, de aprendizagens e do trabalho pedagógico que se realiza na práxis social; 2. a docência compreende atividades pedagógicas inerentes a processos de ensino e de aprendizagens, além daquelas próprias da gestão dos processos educativos em ambientes escolares e não escolares, como também na produção e disseminação de conhecimentos da área da educação; 3. os processos de ensinar e de aprender dão-se, em meios ambiental-ecológicos, em duplo sentido, isto é, tanto professores(as) como acadêmicos(as) ensinam e aprendem, uns com os outros; 4. o professor é agente de educação das relações sociais e étnico-raciais, de redimensionamentos das funções pedagógicas e de gestão da escola. Desse ponto de vista, o perfil do licenciado em Pedagogia deverá contemplar consistente formação teórica, diversidade de conhecimentos e de práticas, que se articulam ao longo do curso. Assim sendo, o campo de atuação do licenciado em Pedagogia é composto pelas seguintes dimensões: docência na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nas disciplinas pedagógicas do curso de Ensino Médio na modalidade Normal, assim como em Educação Profissional, na área de serviços e apoio escolar, além de em outras áreas nas quais conhecimentos pedagógicos sejam previstos; gestão educacional, entendida numa perspectiva democrática, que integre as diversas atuações e funções do trabalho pedagógico e de processos educativos escolares e não escolares, especialmente no que se refere ao planejamento, à administração, à coordenação, ao acompanhamento, à avaliação de planos e de projetos pedagógicos, bem como análise, formulação, implementação, acompanhamento e avaliação de políticas públicas e institucionais na área de educação; produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico do campo educacional. O licenciado em Pedagogia deverá estar apto a: 20 I - atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa, equânime, igualitária; II - compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir, para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual, social; III - fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental, assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria; IV - trabalhar, em espaços escolares e não escolares, na promoção da aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano, em diversos níveis e modalidades do processo educativo; V - reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas, cognitivas, emocionais, afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletivas; VI - ensinar Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Educação Física, de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do desenvolvimento humano; VII - relacionar as linguagens dos meios de comunicação à educação, nos processos didático-pedagógicos, demonstrando domínio das tecnologias de informação e comunicação adequadas ao desenvolvimento de aprendizagens significativas; VIII - promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa, a família e a comunidade; IX - identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa, integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas e outras; X - demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de natureza ambiental-ecológica, étnico-racial, de gêneros, faixas geracionais, classes sociais, religiões, necessidades especiais, escolhas sexuais, entre outras; 21 XI - desenvolver trabalho em equipe, estabelecendo diálogo entre a área educacional e as demais áreas do conhecimento; XII - participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico; XIII - participar da gestão das instituições planejando, executando, acompanhando e avaliando projetos e programas educacionais, em ambientes escolares e não escolares; XIV - realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos, entre outros: sobre alunos e alunas e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas experiências não escolares; sobre processos de ensinar e de aprender, em diferentes meios ambientalecológicos; sobre propostas curriculares; e sobre organização do trabalho educati vo e práticas pedagógicas; XV - utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para construção de conhecimentos pedagógicos e científicos; XVI - estudar, aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras determinações legais que lhe caiba implantar, executar, avaliar e encaminhar o resultado de sua avaliação às instâncias competentes. 5.4. REQUISITOS DE ACESSO. O critério de seleção para ingresso no Curso de Pedagogia será o processo seletivo determinado pela Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP e para os casos de Complementação serão abertos Processos de Inscrição Especial de acordo com as demandas. 5.5 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Buscar-se-á, na formação do licenciado em Pedagogia formar um profissional que, além dos domínios dos conhecimentos necessários a sua atuação seja capaz de ter: - Compreensão ampla e consistente do processo educativo, formal e não formal; - Capacidade de formular e encaminhar soluções de problemas educacionais; 22 - Capacidade de articular as diferentes áreas de conhecimentos no campo educacional; - Capacidade de articular ensino e pesquisa com atividades de extensão; - Capacidade de desenvolver metodologias adequadas às necessidades educativas atuais; - Atitude ética na atuação profissional; - Capacidade de atuar no planejamento das diferentes ações da prática educativa; - Capacidade de gerir e coordenar ações técnicas e administrativas no campo da educação formal e não formal; - Capacidade de compreender a avaliação como processo educativo tanto no âmbito do rendimento escolar, quanto institucional; - Capacidade de atuar criativamente no âmbito educacional; - Capacidade de desenvolver atitudes empreendedoras no campo profissional; - Capacidade de atuar cientificamente sobre a realidade educativa; - Capacidade de atuação docente com enfrentamento de problemas de aprendizagem; - Capacidade de atuar interdisciplinarmente; - Capacidade de elaborar e implementar projetos de natureza pedagógica; - Capacidade de análise dos conteúdos curriculares da educação básica; - Capacidade de intervir na organização da escola e do trabalho escolar. ÁREAS DE ATUAÇÃO O profissional formado no curso de Licenciatura em Pedagogia na Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP poderá atuar: a) Na docência da educação infantil: Nos Centros de Educação Infantil, em classes de pré-escolar das escolas das redes municipal, estadual e particular, bem como junto a creches ou pré-escolas mantidos por empresas públicas ou privadas. b) Na docência dos anos iniciais do ensino fundamental: Nas escolas das redes municipal, estadual ou particular. c) Na docência nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal/Magistério de Educação Profissional: 23 Junto às instituições que oferecem essa modalidade de estudos. d) Na educação de jovens e adultos: Nas escolas que ofertam salas de aula destinadas a educação de jovens e adultos das redes públicas municipais e estaduais, no CEJA – Centro de Educação de Jovens e Adultos, nas Teles salas, nas empresas particulares que mantém programas de educação de jovens e adultos. e) Na educação de pessoas com necessidade educativas especiais: No acompanhamento de pessoas com necessidades educativas especiais. E m salas de aulas que incluem alunos com necessidades educativas especiais. f) Na gestão educacional: Junto a secretarias de educação, serviços técnicos pedagógicos tanto em ambientes escolares como em ambientes não escolares. g) na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos: O pedagogo poderá atuar nas áreas de serviços e apoio escolares em projetos que necessitem conhecimentos educacionais, tais como: educação ambiental, pedagogia hospitalar, brinquedotecas escolares, projetos de formação diversos. A formação do Pedagogo da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP pauta-se numa consistente base teórica, articulada à investigação, envolvendo práticas educativas, com ênfase em conhecimentos específicos, devendo contemplar as seguintes dimensões: - Compreensão da função social da escola; - Domínios dos conteúdos curriculares da Educação Básica; - Domínio do conhecimento pedagógico; - Domínio dos processos de investigação; - Domínio da prática docente. De modo geral, as competências e habilidades centram-se na atuação junto à educação infantil, aos anos iniciais, a gestão escolar tanto de espaços escolares como em 24 espaços não escolares, na educação de jovens e adultos, na educação e inclusão das pessoas com necessidades especiais na educação especial e no ensino regular, no exercício de orientação de alunos e no apoio escolar, na formação de professores em nível médio em disciplinas pedagógicas, no atendimento das demandas oriundas de setores da sociedade e na utilização de novas tecnologias na educação. 5.6. COERENCIA DO CURRICULO COM AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS: A reformulação do Curso de Pedagogia que ora se propõe atende prioritariamente ao que dispõe a Resolução CNE/CP Nº 1, de 15 de maio de 2006, do Conselho Nacional de Educação/ Conselho Pleno que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, bem como a legislação pertinente e os novos ordenamentos da Universidade Alto Vale do Rio do peixe. 5.7. METODOLOGIA DE ENSINO E AVALIAÇÃO: A avaliação permanente do processo ensino-aprendizagem, do curso e do próprio projeto constitui um dos aspectos mais importantes do processo de reformulação do Curso. Entende-se avaliação como um processo contínuo que considera todos os aspectos envolvidos no processo educativo desenvolvido. Dessa forma todos os sujeitos envolvidos serão permanentemente avaliados: a) Os acadêmicos pelo seu desempenho teórico-prático em cada disciplina bem como na participação dos Núcleos e demais projetos educacionais no qual esteja vinculado; b) Os professores através da avaliação institucional promovida pela própria Universidade Alto Valem do Rio do Peixe - UNIARP ou, em casos de necessidade, através de fóruns e/ou comissões compostas para tal fim, sob a responsabilidade da Coordenação do Curso. 25 c) Os Núcleos de Estudos e seus respectivos professores responsáveis através de avaliações promovidas pela coordenação Curso e da avaliação institucional da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP d) A coordenação do Curso através da avaliação institucional da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP e) A própria Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP (estruturas, metodologias, coordenadorias de extensão, pesquisa e pós-graduação, direção administrativa e direção acadêmica, etc.) pela avaliação institucional promovida pela própria instituição. No que diz respeito à avaliação do rendimento escolar esta será realizada por semestre e por disciplina, levando em conta o aproveitamento, a assiduidade e o desempenho do acadêmico, em conformidade com o que estabelece o Regimento Geral e as normas da Universidade. A frequência, considerada um dos critérios de avaliação, será verificada através do controle diário, não podendo ser inferior a 75% em cada disciplina. A averiguação da aprendizagem e do desempenho acadêmico é feita por avaliação progressiva e cumulativa, mediante exercícios, trabalhos acadêmicos, provas, pesquisas, experimentos, exames e acompanhamento de estágio ao longo do curso. O aferimento de média final para fins de aprovação nas disciplinas curriculares deverá atender os Ordenamentos Jurídicos da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe UNIARP Ressalta-se que se considerará a história individual dos (as) acadêmicos (as), o seu desempenho e esforço desprendido, a vinculação com seus interesses e demandas particulares que contribuírem de forma significativa na aquisição dos conhecimentos necessários à sua formação acadêmica. Uma formação consistente deve aliar teoria e prática, pois como afirmava o educador Paulo Freire, teoria sem prática é “blá-blá-blá” e prática sem teoria é ativismo. Para proporcionar essa formação aos seus acadêmicos, incluem-se desde a primeira fase, disciplinas que envolvem os (as) acadêmicos (as) em atividades de estudos, 26 pesquisa e extensão universitária visando criar nos estudantes o espírito investigativo e a reflexão a partir das vivências realizadas. Com o objetivo de promover a relação teórico-prático aproximando e inserindo o(a) acadêmico(a) nos ambientes escolares e não escolares ofertam-se atividades de Aprofundamento e Diversificação de Estudos vinculadas às disciplinas curriculares. Estas atividades deverão ocorrer nas fases de oferta do curso de Pedagogia através de Projetos Especiais aprovados e distribuídos no Colegiado do curso de Pedagogia, a partir de atividades relacionadas a disciplinas da matriz curricular, totalizando ao final do curso o mínimo de 300 horas. a) As atividades de Pratica Educativa, estarão relacionadas ao Núcleo de Formação do Pedagogo, Seminários, Grupos de Estudos, Palestras, Visitas, Viagens de Estudos, Debates, Mesa Redonda, etc. b) Os programas relacionados as Prática Educativa deverão ser devidamente aprovados pelo Colegiado do Curso levando-se em conta a relevância dos estudos proposto. c) Os (as) acadêmicos (as) poderão optar pela frequência nos Programas que mais lhe interessarem. d) Para a integralização da carga horária do curso será obrigatória a presença dos acadêmicos em pelo menos 75% de frequência nas atividades previstas registrando-se em livro próprio. e) Ao término do semestre letivo o professor responsável pelo Programa de Estudos lançará nota avaliativa do desempenho do estudante. f) Os Programas reger-se-ão por normatização aprovada pelo colegiado do Curso. As atividades de Prática Educativa - Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de Estudos será ofertado no decorrer do Curso ficando distribuídas por semestre a fim de contemplar ações extracurriculares vinculadas com a teoria desenvolvida em sala de aula a partir da participação do acadêmico em: a) investigações sobre processos educativos e gestoriais, em diferentes situações institucionais escolares, comunitárias, assistenciais, empresariais, outras; 27 b) avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e processos de aprendizagem que contemplem a diversidade social e cultural da sociedade brasileira; c) estudo, análise e avaliação de teorias da educação, a fim de elaborar propostas educacionais consistentes e inovadoras. Serão assim distribuídas durante o curso e ofertadas em horário de contra turno - NA 1ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS: a) Introdução a Ciência Pedagógica. b) Didática. NA 2ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS: a) Psicologia do Desenvolvimento. b) Desenvolvimento da Linguagem. NA 3ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS: a) Psicologia da Aprendizagem. b) Fundamentos e Metodologia da Alfabetização. NA 4ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS: a) Psicomotricidade b) Sociologia da Educação NA 5ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS: 28 a) Educação e Sexualidade. b) Historia da Educação. O registro das atividades de Prática Educativa – Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de Estudos se darão em formulário específico para esta finalidade, ficando sob a responsabilidade do Professor responsável pelo desenvolvimento do Projeto em cada fase. Ao final do semestre o professor responsável deverá encaminhar os formulários (em anexo) de cada acadêmico para a coordenação do curso com as informações referentes às atividades desenvolvidas durante o período, frequência e desempenho do acadêmico. ATIVIDADES COMPLEMENTARES Tratam de estudos independentes desenvolvidos pelos acadêmicos no decorrer do curso, totalizando 120 horas. As atividades complementares a serem desenvolvidas no decorrer do curso respeitarão as normatizações e se darão com base no Art. 6º, item III das Diretrizes Curriculares para o Curso de Licenciatura em Pedagogia. No curso de Licenciatura em Pedagogia deverão privilegiar seminários, eventos científico-culturais, estudos curriculares, de modo a propiciar vivências em algumas modalidades e experiências, entre outras, e opcionalmente, a educação de pessoas com necessidades especiais, na educação do campo, em organizações não governamentais, escolares e não escolares públicas e privadas; 29 5.8 – ESTRATEGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR; Para se tornar acadêmico da UNIARP, é preciso ser admitido por processo próprio específico para tal fim, bem como ser transferido de outra universidade para esta, enfim, obedecendo aos processos legais estabelecidos. Para que ele galgue os degraus da formatura precisa concluir com êxito, ou seja cumprida todas as exigências pedagógicas previstas de acordo com esta grade curricular. O acadêmico pode convalidar disciplina que tenha feito com aproveitamento em outro curso de nível superior ou pedir abreviação de disciplina quando, mesmo sem ter cursado a disciplina se perceber capaz de se submeter á avaliação. Também pode contar com a possibilidade de mediante edital expedido pela secretaria com a ciência e aprovação dos órgãos superiores, cursar disciplina que não tenha cursado o tenha reprovado, para que consiga se formar com a turma que iniciou o curso. Já o acadêmico que estiver trabalhando na mesma área em que se prevê estagiar poderá ser dispensado desta prática, mas, não dos relatórios e de suas apresentações. 6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR: Procurando atender a demanda social e adaptando-se aos novos rumos da educação, seja por força da legislação ou exigência do mercado, a Universidade Alto Vale do Rio do Peixe – UNIARP, propõe, através da Coordenação do Curso de Pedagogia e seus colegiados, a reformulação do curso de Licenciatura em Pedagogia a ser ofertado nas modalidades de ensino regular e em regime especial, e nas diversas complementações nos campus universitários que compõem a Universidade Alto Vale do Rio do Peixe – UNIARP 30 PROPOSTA ATUAL E NOVAS ALTERAÇÕES O presente Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia atende aos princípios norteadores das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, mantendo: a. a carga horária do curso em 3.390 horas; b. a matriz curricular incluindo-se disciplinas que focam a formação do Licenciado em Pedagogia na educação infantil, nos anos iniciais do ensino fundamental, na gestão escolar e nos serviços educacionais escolares e não escolares; c. a carga horária do estágio curricular supervisionado de 300 horas como determina as Diretrizes Curriculares Nacionais; d. a normatização da realização do estágio curricular supervisionado. e. a inclusão de 120 horas destinadas a Pesquisa, Extensão e Monitoria desenvolvidos pelos acadêmicos durante o curso, através de projetos especificamente vinculados a estas coordenadorias. Inclusão de novas disciplinas A matriz curricular que compõe o curso de licenciatura em Pedagogia inclui disciplinas especificas da formação do Pedagogo especialmente no que tange a formação na área de gestão escolar e não escolares devidamente descritas na matriz curricular pedagógica. . Separação, Aglutinação e Supressão de Disciplinas. A necessidade de separação ou aglutinação de disciplinas na matriz curricular do Curso de Pedagogia, quando necessária, foi realizada sem, contudo, desprezar os conteúdos que delas faziam corpo. Assim, por exemplo, os conteúdos contidos em uma disciplina extinta foram aglutinados ou substituídos na matriz curricular. Dessa forma, entende-se que não haverá perda para o futuro licenciado. 31 Alteração de Carga Horária e de Nomenclatura de Disciplinas Ao reformular a matriz curricular do Curso de Pedagogia buscou-se preservar a nomenclatura das disciplinas já ofertadas visando facilitar a migração dos acadêmicos para a nova matriz. Entretanto, contingenciado pela necessidade de inserção de novas disciplinas alterou-se sua carga horária, especialmente das horas que se destinavam às práticas pedagógicas vinculadas as disciplinas de Fundamentos e Metodologias. Ressalta-se que as modificações nesse quesito ocorreram de tal forma que não houvesse prejuízo no corpo de conhecimentos e saberes necessários ao bom desenvolvimento das disciplinas alteradas. Sequencia da Oferta de Disciplina A oferta das disciplinas da matriz curricular do curso busca contemplar uma sequencia lógica da apresentação de conteúdos, teorias e métodos, inserindo gradativamente o(a) acadêmico(a) no mundo do conhecimento e no domínio das práticas pedagógicas desenvolvidas no cotidiano dos espaços educativos nos quais o pedagogo estará inserido. Assim sendo, as disciplinas que introduzem os conhecimentos teóricos metodológicos da educação infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental, antecederá a oferta o estágio curricular supervisionado a ser desenvolvido junto a essa fase escolar. Da mesma forma, o estágio curricular supervisionado destinado à observação, participação e intervenção pedagógica junto a Educação Infantil e Anos Iniciais do ensino Fundamental terá suporte teórico metodológico das disciplinas que estudam as especificidades dos conteúdos e procedimentos educativos bem como das teorias do desenvolvimento infantil e das teorias da aprendizagem das crianças dessa faixa etária. No que tange aos conhecimentos específicos da gestão escolar e não escolar será precedido pelas disciplinas que darão suporte à essa área de atuação do pedagogo. Dessa forma, entende-se que o(a) estudante obterá êxito na sua formação, desvelando o universo educacional no qual atuará profissionalmente. 32 Quadro 1 – Carga Horária Geral do Curso CARGA HORÁRIA GERAL DO CURSO ATIVIDADES FORMADORAS CRÉDITOS Disciplinas Curriculares Atividades Complementares Pesquisa Prática Educativa – Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de Estudos FASE C.H. Presencial 1ª 360 2ª 360 3ª 360 4ª 360 5ª 360 6ª 300 7ª 300 8ª 270 C.H. Não TOTAL Presencial C.H. 2670 1ª 60 2ª 60 3ª 60 4ª 60 5ª 60 6ª - 7ª - 8ª - 6ª 300 120 33 Estagio Curricular Supervisionado Pesquisa, Extensão e Monitoria 7ª 120 8ª 60 300 Durante o Curso 120 TOTAL GERAL C.H. 3.390 MATRIZ CURRICULAR Apresenta-se a seguir o quadro da matriz curricular acadêmica que descreve todas as disciplinas, atividades extracurriculares, atividades de estágio curricular supervisionado obrigatório que o(a) acadêmico deva integralizar no decorrer do Curso. No quadro 2 apresenta-se a matriz curricular Acadêmica. Quadro 2 - Matriz Curricular Acadêmica I Fase CÓD DISCIPLINAS EIXO CH Presencial Créditos Presenciais PORTUGUES Comunicação e expressão 60 04 PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Epistemologia Pedagógica 60 04 DIDATICA GERAL Epistemologia Pedagógica 60 04 HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Epistemologia Pedagógica 60 04 INTRODUÇÃO À CIÊNCIA PEDAGÓGICA Epistemologia Pedagógica 60 04 Pré Requisitos 34 METODOLOGIA Investigação CIENTÍFICA E DA educativa PESQUISA Carga Horária Parcial do Semestre Atividades Formativas Vinculadas Carga Horária Total 60 04 360 24 60 4 420 28 II Fase DISCIPLINAS EIXO CÓD CH Presencial Filosofia Créditos Presenciais Epistemologia Pedagógica 60 04 Fund. e metodologia da Epistemologia literatura infantil Pedagógica 60 04 60 04 Epistemologia Pedagógica 60 04 Ludicidade na Epistemologia educação infantil e Pedagógica anos iniciais Musicalidade na Epistemologia educação infantil e Pedagógica anos iniciais Carga Horária Parcial do Semestre 60 04 60 04 360 24 60 60 420 420 Psicologia do desenvolvimento Desenvolvimento da linguagem Epistemologia Pedagógica Atividades Formativas Vinculadas Carga Horária Total Pré Requisitos 35 III Fase DISCIPLINAS EIXO CÓD CH Presencial SOCIOLOGIA Epistemologia Pedagógica Créditos Pré Presenciais Requisitos 60 04 PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM Fundamentos Educacionais 60 04 FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA ALFABETIZAÇÃO Fundamentos Educacionais 60 04 FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL Fundamentos Educacionais 60 04 FUNDAMENTOS E METODOLOGIA Do ENSINO DE ARTES Fundamentos Educacionais 60 04 60 04 Carga Horária Parcial do Semestre 360 24 Atividades Formativas Vinculadas 60 04 420 28 FILOSOFIA EDUCAÇÃO Carga Horária Total DA EPISTEMOLOGIA PEDAGÓGICA 36 IV DISCIPLINAS EIXO CÓD CH Presencial Psicomotricidade Fundamento Educacionais Créditos Pré Presenciais Requisitos 60 04 Sociologia da Educação Epistemologia Pedagógica 60 04 Fund. e Metodologia do Ensino dos Anos Iniciais Fundamentos Educacionais 60 04 Fund. e Metodologia do Ensino de Geografia Fundamentos Educacionais 60 04 Fund. e Metodologia do Ensino de História Fundamentos Educacionais 60 04 Fund. e Metodologia do Ensino de Ciências Fundamentos Educacionais 60 04 Carga Horária Parcial do Semestre 360 24 Atividades Formativas Vinculadas 60 04 420 28 Carga Horária Total 37 V DISCIPLINAS EIXO CÓD CH Presencial Educação e Sexualidade Fundamentos Educacionais Fund. e Metodologia do Ensino de Ed. Física Créditos Presenciais 60 04 Epistemologia Pedagógica 60 04 Fund. e Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa Fundamentos Educacionais 60 04 Fund. e Metodologia do Ensino de Matemática Fundamentos Educacionais 60 04 Fund. e Metodologia da Educação Especial Fundamentos Educacionais 60 04 HISTÓRIA DA EDCUAÇÃO BRASILEIRA Fundamentos Educacionais 60 04 Carga Horária Parcial do Semestre 360 24 Atividades Formativas Vinculadas 60 04 420 28 Carga Horária Total Pré Requisitos 38 VI DISCIPLINAS EIXO CÓD CH Presencial Fundamento Educacionais LIBRAS Créditos Presenciais 60 04 Teorias Curriculares Avaliação do Ensino Epistemologia Pedagógica 60 04 Fundamentos Educacionais 60 04 Fund. e Metodologia da Educação de Jovens e Adultos Fundamentos Educacionais 60 04 Planejamento Educacional Fundamentos Educacionais 60 04 Estágio I – Observação e Prática Pedagógica Fundamentos Educacionais 60 04 Fundamentos Educacionais 60 04 Carga Horária Parcial do Semestre 420 28 Carga Horária Total 420 28 na Educação Pré Requisitos Infantil Estágio II – Observação e prática pedagógica nos Anos Iniciais 39 VII DISCIPLINAS EIXO CÓD CH Presencial Fundamento Educacionais Gestão Escolar Créditos Presenciais 90 06 Educação Ambiental Epistemologia Pedagógica 60 04 Tecnologia em Educaçao Fundamentos Educacionais 90 06 Redação, Resumo, Resenha e Artigos Fundamentos Educacionais 60 04 Pratica Educativa 60 04 Pratica Educativa 60 04 Carga Horária Parcial do Semestre 420 28 Carga Horária Total 420 28 Estágio III – Observação e prática pedagógica na Educação Jovens e Adultos de Estágio IV – Observação e Pratica Pedagógica em Educação Especial Pré Requisitos 40 VIII DISCIPLINAS EIXO CH CÓD Presencial ESTRUTURA E FUN. DA ED. BÁSICA Fundamento Educacionais Créditos Presenciais 60 04 Pratica Educativa 60 04 Fundamentos Educacionais 60 04 Tcc – (redação contemplando todas as fases do curso) Fundamentos Educacionais 90 06 Seminário socializações pesquisa/tcc Pratica Educativa 60 04 Carga Horária Parcial do Semestre 420 24 Carga Horária Total 420 28 Estágio v – observação e pratica pedagógica em gestão escolar Pesquisa sobre educação Pré Requisitos (**) Será requisito obrigatório para a integralização curricular e aperfeiçoamento pedagógico, a comprovação, por parte do acadêmico, do cumprimento de no mínimo, 120 .h/a (cento e vinte horas) vinculadas a pesquisa, extensão e monitoria, conforme normatização das Diretrizes Curriculares Nacionais, Art. 7º, item III e nesse Projeto pedagógico. 41 Quadro 3- Matriz Curricular Técnica-Administrativa Fase I Códig Disciplinas o Créd. C/H. Pré-Req. Português 04 60 - Psicologia da Educação 04 60 - Didática Geral 04 60 - Historia da Educação 04 60 Introdução a Ciência Pedagógica 04 60 Metodologia Científica e da Pesquisa 04 60 Sub – Total 24 360 Atividades Formativas 04 60 TOTAL 28 420 Créd. C/H. Filosofia 04 60 Fund. e Metodologia da Literatura Infantil 04 60 Psicologia do Desenvolvimento 04 60 Desenvolvimento da Linguagem 04 60 Ludicidade na Educação Infantil e anos Iniciais 04 60 Musicalidade na Educação Infantil e Anos Iniciais 04 60 Sub – Total 24 360 Atividades Formativas 04 60 Fase II Códig Disciplinas o Pré-Req. 42 TOTAL 28 420 Créd. C/H. Sociologia 04 60 Psicologia da Aprendizagem 04 60 Fund. e Metodologia da Alfabetização 04 60 Fund. e Metodologia da Educação Infantil 04 60 Fund. e Metodologia do Ensino de Artes 04 60 Filosofia da Educação 04 60 Sub TOTAL 24 360 Atividades Formativas 04 60 TOTAL 28 420 Créd. C/H. Psicomotricidade 04 60 Sociologia da Educação 04 60 Fund. e Metodologia do Ensino dos Anos Iniciais 04 60 Fund. e Metodologia do Ensino de Geografia 04 60 Fund. e Metodologia do Ensino de História 04 60 Fund. e Metodologia do Ensino de Ciências 04 60 Sub TOTAL 24 360 Atividades Formativas 04 60 TOTAL 28 420 Fase III Códig Disciplinas o Pré-Req. Fase IV Códig Disciplinas o Pré-Req. 43 Fase V Cód. Créd. C/H. Educação e Sexualidade 04 60 Fund. e Metodologia do Ensino de Ed. Física 04 60 Fund. e Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa 04 60 Fund. e Metodologia do Ensino de Matemática 04 60 Fund. e Metodologia da Educação Especial 04 60 Historia da Educação Brasileira 04 60 Subtotal 24 360 Atividades Formativas 04 60 TOTAL 28 420 Créd. C/H. LIBRAS 04 60 Teorias Curriculares 04 60 Avaliação do Ensino 04 60 Fund. e Metodologia da Educação de Jovens e Adultos 04 60 Planejamento Educacional 04 60 Subtotal 20 300 04 60 04 60 Pré-Req. Disciplinas Fase VI Cód. Pré-Req. Disciplinas Estágio I – Observação e Prática Pedagógica na Educação Infantil Estágio II – Observação e prática pedagógica nos Anos Iniciais 44 28 420 Créd. C/H. Gestão Escolar 06 90 Educação Ambiental 04 60 Tecnologia em Educaçao 06 90 Redação, Resumo, Resenha e Artigos 04 60 Subtotal 20 300 04 60 04 60 28 420 Créd. C/H. Estrutura e Fun. Da Ed. Básica 04 60 Estágio V – Observação e pratica pedagógica em 04 60 Pesquisa sobre Educação 04 60 TCC – (Redação contemplando todas as fases do curso) 06 90 Seminário socializações Pesquisa/TCC 04 60 Sub – Total 22 330 TOTAL Fase VII Cód. Pré-Req. Disciplinas Estágio III – Observação e prática pedagógica na Educação de Jovens e Adultos Estágio IV – Observação e Pratica Pedagógica em Educação Especial TOTAL Fase VIII Cód. Pré-Req. Disciplinas Gestão Escolar 45 Atividades de Pesquisa, Extensão e Monitoria 08 120 TOTAL 30 450 Quadro Distribuição de Estágios Supervisionados DISTRIBUIÇÃO C.H. Créditos ESTÁGIO SUPERVISIONADO I 60 04 ESTAGIO SUPERVISIONADO II 60 04 ESTÁGIO SUPERVISIONADO III 60 04 ESTAGIO SUPERVISIONADO IV 60 04 ESTÁGIO SUPERVISIONADO V 60 04 Total C.H. TOTAL 300 Quadro de Atividades Pesquisa, Extensão e Monitoria. Outras Atividades Atividades de Pesquisa, Extensão e Monitoria Créd. C/H. 120 08 RELAÇÃO TEORIA / PRÁTICA Prática Educativa – Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de Estudos Uma formação consistente deve aliar teoria e prática, pois como afirmava o educador Paulo Freire, teoria sem prática é “blá-blá-blá” e prática sem teoria é ativismo. Para proporcionar essa formação aos seus acadêmicos, inclui-se desde a primeira fase, disciplinas que envolvem os(as) acadêmicos(as) em atividades de estudos, pesquisa e extensão universitária visando criar nos estudantes o espírito investigativo e a reflexão a partir das vivências realizadas. 46 Com o objetivo de promover a relação teórica prática aproximando e inserindo o(a) acadêmico(a) nos ambientes escolares e não escolares ofertam-se atividades de Aprofundamento e Diversificação de Estudos vinculadas às disciplinas curriculares. Estas atividades deverão ocorrer nas fases de oferta do curso de Pedagogia através de Projetos Especiais aprovados e distribuídos no Colegiado do curso de Pedagogia, a partir de atividades relacionadas a disciplinas da matriz curricular, totalizando ao final do curso o mínimo de 300 horas. g) As atividades de Pratica Educativa, estarão relacionadas ao Núcleo de Formação do Pedagogo, Seminários, Grupos de Estudos, Palestras, Visitas, Viagens de Estudos, Debates, Mesa Redonda, etc. h) Os programas relacionados as Prática Educativa deverão ser devidamente aprovados pelo Colegiado do Curso levando-se em conta a relevância dos estudos proposto. i) Os (as) acadêmicos (as) poderão optar pela frequência nos Programas que mais lhe interessarem. j) Para a integralização da carga horária do curso será obrigatória a presença dos acadêmicos em pelo menos 75% de frequência nas atividades previstas registrando-se em livro próprio. k) Ao término do semestre letivo o professor responsável pelo Programa de Estudos lançará nota avaliativa do desempenho do estudante. l) Os Programas reger-se-ão por normatização aprovada pelo colegiado do Curso. As atividades de Prática Educativa - Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de Estudos será ofertado no decorrer do Curso ficando distribuídas por semestre a fim de contemplar ações extracurriculares vinculadas com a teoria desenvolvida em sala de aula a partir da participação do acadêmico em: d) investigações sobre processos educativos e gestoriais, em diferentes situações institucionais escolares, comunitárias, assistenciais, empresariais, outras; 47 e) avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e processos de aprendizagem que contemplem a diversidade social e cultural da sociedade brasileira; f) estudo, análise e avaliação de teorias da educação, a fim de elaborar propostas educacionais consistentes e inovadoras. Serão assim distribuídas durante o curso e ofertadas em horário de contra turno - NA 1ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS: a) Introdução a Ciência Pedagógica. b) Didática. NA 2ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS: a) Psicologia do Desenvolvimento. b) Desenvolvimento da Linguagem. NA 3ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS: a) Psicologia da Aprendizagem. b) Fundamentos e Metodologia da Alfabetização. NA 4ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS: a) Psicomotricidade b) Sociologia da Educação NA 5ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS: 48 a) Educação e Sexualidade. b) Historia da Educação. O registro das atividades de Prática Educativa – Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de Estudos se darão em formulário específico para esta finalidade, ficando sob a responsabilidade do Professor responsável pelo desenvolvimento do Projeto em cada fase. Ao final do semestre o professor responsável deverá encaminhar os formulários (em anexo) de cada acadêmico para a coordenação do curso com as informações referentes às atividades desenvolvidas durante o período, frequência e desempenho do acadêmico. 49 SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO A avaliação permanente do processo ensino-aprendizagem, do curso e do próprio projeto constitui um dos aspectos mais importantes do processo de reformulação do Curso. Entende-se avaliação como um processo contínuo que considera todos os aspectos envolvidos no processo educativo desenvolvido. Dessa forma todos os sujeitos envolvidos serão permanentemente avaliados: f) Os acadêmicos pelo seu desempenho teórico-prático em cada disciplina bem como na participação dos Núcleos e demais projetos educacionais no qual esteja vinculado; g) Os professores através da avaliação institucional promovida pela própria Universidade Alto Valem do Rio do Peixe - UNIARP ou, em casos de necessidade, através de fóruns e/ou comissões compostas para tal fim, sob a responsabilidade da Coordenação do Curso. h) Os Núcleos de Estudos e seus respectivos professores responsáveis através de avaliações promovidas pela coordenação Curso e da avaliação institucional da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP i) A coordenação do Curso através da avaliação institucional da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP j) A própria Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP (estruturas, metodologias, coordenadorias de extensão, pesquisa e pós-graduação, direção administrativa e direção acadêmica, etc.) pela avaliação institucional promovida pela própria instituição. No que diz respeito à avaliação do rendimento escolar esta será realizada por semestre e por disciplina, levando em conta o aproveitamento, a assiduidade e o desempenho do acadêmico, em conformidade com o que estabelece o Regimento Geral e as normas da Universidade. A frequência, considerada um dos critérios de avaliação, será verificada através do controle diário, não podendo ser inferior a 75% em cada disciplina. 50 A averiguação da aprendizagem e do desempenho acadêmico é feita por avaliação progressiva e cumulativa, mediante exercícios, trabalhos acadêmicos, provas, pesquisas, experimentos, exames e acompanhamento de estágio ao longo do curso. O aferimento de média final para fins de aprovação nas disciplinas curriculares deverá atender os Ordenamentos Jurídicos da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe UNIARP Ressalta-se que se considerará a história individual dos (as) acadêmicos (as), o seu desempenho e esforço desprendido, a vinculação com seus interesses e demandas particulares que contribuírem de forma significativa na aquisição dos conhecimentos necessários à sua formação acadêmica. 51 ANEXO I 1ª FASE PORTUGUÊS Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Coesão e coerência textuais. Argumentação. Teoria da comunicação. Bibliografia Básica: ALMEIDA, Antônio Fernando. Português Básico para Cursos Superiores. 3 ed. São Paulo,1992. BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37 ed. Rio de Janeiro: Fronteira, 2001. MARTINS, Dileta e ZILBERKNOF, Lúcia Scliar. Português Instrumental. 28 ed. São Paulo: Atlas, 2007. Bibliografia Complementar: BAGNO, Marcos. A Língua de Eulália – Novela Sociolinguística. São Paulo: Contexto, 1997. GERALDI, Wanderley. O Texto em Sala de Aula. 2 ed. São Paulo: Ática, 1999. 52 1º FASE. PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Créditos 04 Carga Horária: 60 horas Ementa Definição de Psicologia. Diferentes concepções. A evolução da Psicologia na Educação. Concepções atuais da Psicologia na Educação. A Psicologia da Educação e a aplicação do conhecimento psicológico na educação. Bibliografia Básica: BARROS, C.S.G. Pontos de Psicologia Geral. SP., Ed. Ática, 1.974. DORIN, Lannoy. Psicologia Geral. S.P., Ed.do Brasil S/A, 1970. PISANI, Elaine Maria e outros. Psicologia Gerak. P. Alegrem Ed, Vozes 8ª,Ed.1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COLL, et Alii. O construtivismo em sala de aula. S. Paulo, Ed. Ática, 2002. FALCÃO, G. M. Psicologia da aprendizagem. S. Paulo, Ed. Ática,1.988. KRECH, David e CRUTCHFIELD, Richard. Elementos de Psicologia. São Paulo, Ed. Livraria Pioneira/MEC, 4ª, Ed, 1971. MATUI, J. Construtivismo – Teoria construtivista sócio histórica aplicada ao ensino. SP., Ed Moderna, 2002 53 1º FASE DIDATICA GERAL Créditos 04 Carga Horária 60 horas Ementa Didática - pressupostos teórico-metodológicos numa perspectiva histórica-crítica da Educação. A Didática no processo de ensino e de aprendizagem - concepções teóricas. Problematização da prática pedagógica. Planos de Ensino e aula. Bibliografia Básica ANDRÉ, Marli Elisa D. A. OLIVEIRA, Maria Rita N.S. (Org), CALDEIRA, Ana Maria S. ET AL. Alternativas do Ensino da didática. Campinas, SP: Papirus, 1997. CANDAU, Vera Maria. A Didática em Questão. 22 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1988. DEMO. Pedro. Participação é Conquista. São Paulo: Cortez, 1988. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia – saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994. Bibliografia Complementar: HAYDT, r. c. C. Curso de didática Geral. 7 ed. São Paulo: Ática, 2006 MORAIS, Regis (Org.). SALA DE AULA Que Espaço é Esse? 7 ed., Campinas, S.P.: Papirus, 2002. Perrenoud, PHILIPPE. Práticas Pedagógicas, profissão docente e Formação. (trad. De Helena Maria, Helena Tapada, Maria J. Carvalho e Maria Nóvoa). Lisboa; D. Quixote, 1993. 54 1ª FASE. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: História e educação. As origens da Educação. A Educação greco-romana. A educação medieval. A Educação humanista-renascentista e sua transplantação para o Brasil. Bibliografia Básica: GHIRALDELLI JUNIOR, P. História da educação. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1.994. MANACORDA, M. A. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. 10 ed. São Paulo; Cortez, 2002. CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: UNESP, 1999. [370.09 C174h] GADOTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. 8.ed. São Paulo: Ática, 2002. [370.981 G125h 8.ed.] Bibliografia Complementar: ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação. 2.ed. São Paulo: Moderna, 1996. [370.09 A662h 2.ed.] EBY, Frederick. História da Educação Moderna: teoria, organização e práticas educacionais. Porto Alegre: Globo, 1976. [370.0903 E16h 2.ed.] ] PILETTI, Claudino, PILETTI, Nelson. Filosofia e História da Educação. 6.ed. São Paulo: Ática, 1987. [370.09 P637f 5.ed.] ROSA, Maria da Glória de. A História da Educação através dos textos. São Paulo: Cultrix, 1971. [370.09 R789h] 55 1º FASE. INTRODUÇÃO À CIÊNCIA PEDAGÓGICA Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Introdução ao Curso de Pedagogia. O que é educação e o que é pedagogia. O papel da Pedagogia e o papel do pedagogo. O objetivo das ciências da educação. O problema da unidade, especificidade e autonomia das ciências da educação. A educação como ponto de partida e de chegada dos estudos e da reflexão dos cientistas. A contribuição das ciências para a explicação e compreensão da educação. Bibliografia Básica: BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. 33ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1993 (Coleção Primeiros Passos). GHIRALDELLI Jr. Paulo. O que é Pedagogia. 3ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1996. (Coleção Primeiros Passos). MORIN, E. Os sete saberes necessários a educação do futuro. 2ª São Paulo. Cortez. Brasília UNESCO 2002 Bibliografia Complementar SAVIANI, Dermeval. Pedagogia histórico-crítico: primeiras aproximações. São Paulo: Cortez, 1991. (Coleção Polêmicas de Nosso Tempo). SILVA, Carmem Silvia Bissoli. Curso de Pedagogia no Brasil: história e identidade. Campinas/SP: Autores Associados, 1999. (Coleção Polêmicas de Nosso Tempo). GOERGEN, Pedro e SAVIANI, Dermeval (Orgs.) Formação de Professores: a experiência internacional sob o olhar brasileiro. 2ª ed. Ampliada. Campinas/SP: Autores Associados, 2000. LIBANEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogos, para quê? 5ª ed. São Paulo: Cortez, 2001. SAVIANI, Demerval. Pedagogia Histórico critica: Primeiras aproximações. São Paulo: Cortez, 1991. ( coleção polêmicas de nosso tempo) 56 1 FASE. METODOLOGIA CIENTÍFICA e da PESQUISA Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa Conceito e concepção de Ciência. Conceituação de metodologia cientifica. Métodos, técnicas e normas para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. Conceito e concepção de pesquisa. A importância da pesquisa na produção do conhecimento acadêmico/cientifico. Normalização a Luz da ABNT. Projeção, execução, registro e redação cientificam. Encaminhamento da Pesquisa: elaboração de projeto de pesquisa conforme normalização da universidade. Bibliografia Básica Lakatos, Eva Maria, Metodologia do trabalho científico /,Editora Atlas. 2006. Lakatos, Eva Maria, Fundamentos de metodologia científica, Editora Atlas.1993 Lakatos, Eva Maria, Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise interpretação de dados / Editora Atlas. 2007. Severino, Antônio Joaquim, Metodologia do trabalho científico, diretrizes para o trabalho didático-científico na Universidade, Cortez. 2002. De Marco, Célia, e outros. Normalização de Trabalhos Acadêmicos da Universidade do Alto Vale do Rio do Peixe. Caçador, 2011 57 2ª FASE FILOSOFIA Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Conceitos, métodos, concepções de filosofia. O conhecimento filosófico. As correntes filosóficas. Idealismo, Fenomenologia, Existencialismo, Racionalismo, Empirismo. Positivismo, Neopositivismo. A filosofia marxista. Filosofia da ação. O materialismo dialético. Bibliografia Básica ARANHA, M. L. Filosofando. São Paulo: Moderna,1986. DEWEY, J. Como pensamos. São Paulo: Nacional, 2003. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 12ª ed. São Paulo: Ática, 1.996. MORIN, E.. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 2ª ed. São Paulo: Cortez; Brasília: UNESCO, 2002. Bibliografia Complementar JAPIASSÚ, Hilston; MARCONDES, Danilo. Dicionário básico de filosofia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1989. Ghiraldelli Junior, Paulo. O que é Filosofia da Educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. LUCKESI, C. C. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1992. GHIRALDELLI Junior, Paulo. Introdução á Filosofia. São Paulo: Manole, 2003. 58 2º FASE. FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA LITERATURA INFANTIL Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Conceito histórico de literatura infantil. Funções básicas da literatura infantil. Fantasia e realidade, a mediação do adulto entre a criança e a literatura. A Linguagem e a estruturação do maravilhoso e do pensamento da criança. Os contos de fadas. As historias em quadrinhos. A Poesia e o Teatro. A literatura contemporânea. A criança e livros na sala de aula. Leitura e apreciação de textos de literatura infantil. Narrativa e poética infantil. Bibliografia Básica: ABRAMOVICH, F. Literatura infantil: gostosuras e bobices. 5 ed. São Paulo: Scipione, 1994. CADEMARTORI, L. O que é literatura infantil? 6. ed. São Paulo: Brasiliense, 2010. CHARTIER, R. Os desafios da escrita. São Paulo: Editora da UNESP, 2002. COELHO B. Contar historias: uma arte sem idade. São Paulo: Ática,2001. LERNER, D. Ler e Escrever na Escola: o Real, o Possível e o Necessário. Porto Alegre: Artemed, 2002. Bibliografia Complementar: MATENCIO, M.L.M. Leitura, produção de textos e a escola: reflexões sobre o processo de letramento. Campinas: Mercado de Letras, 2000. MARCUSHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2002. SANDRONI, L.; MACHADO, L. R. A criança e o livro: guia prático de estimulo à leitura. São Paulo: Ática, 1986. 59 2º FASE. PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Introdução à Psicologia do desenvolvimento: conceito e fatores que concepção crescimento psicológico a influenciam. de desenvolvimento e desenvolvimento: e o social- A construção social (Ambientalista, o biológico em desenvolvimento do sujeito; Interacionista), interação de com o crianças e adolescentes. As teorias do desenvolvimento como recurso didático. Bibliografia Básica: BARROS, C.S.G. Pontos de Psicologia do Desenvolvimento. SP., Ed. Ática, 2000. PILETTI, N. Psicologia Educacional. S.P., Ed. Ática, 1984. RODRIGUES, M. Psicologia Educacional – Uma crônica do desenvolvimento humano. SP., Ed. McGraw-Hill,1976.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAQUERO, R. Vygotsky e a aprendizagem escolar. São Paulo, Ed. Artmed, 2001. BROOKS, J.G. e BROOKS, M.G. Construtivismo em sala de aula. P. Alegre, Artes Médicas, 1997. COLL, et Alii. O construtivismo em sala de aula. S. Paulo, Ed .Ática, 2002. FALCÃO, G. M. Psicologia da aprendizagem. S. Paulo, Ed. Ática, 2002. 60 2º FASE. DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM Créditos: 04 Carga horária: 60 horas EMENTA Conceitos linguísticos,. Teorias de aquisição e desenvolvimento da linguagem. O cérebro e a linguagem. Afasias da linguagem. Teorias de aquisição e aprendizagem da escrita e leitura. Problemas de aprendizagem relacionados à aquisição e ao desenvolvimento da linguagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização de linguística. Ed. Scipione. 1997. KATO, Mary A. No Mundo da escrita: Uma Perspectiva Psicolinguística. Ed. Ática. 1995. VIGOTSKI, L. S. LURIA, A. R. LEONTIEV, A, N. Linguagem, Desenvolvimento e aprendizagem. Ed. Ícone. 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Linguística aplicada ao Português. Morfologia, Cortez, 9 ed. 1998. SILVA, Thais Cristófaro ,Fonética e fonologia do português 5.ed. ,roteiro de estudos e guia de exercícios ,Editora Contexto , ,5.ed. ,2001 61 2º FASE. LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAS Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Ludicidade como ciência. Espaços lúdicos. Capacitação relacional do professor com crianças em atividades lúdico-educativas. O lúdico e a prática pedagógica. Lúdico: espaço para pensar e aprender. Jogos, brinquedos e brincadeiras. Bibliografia Básica: FRIEDMANN, Adriana. Brincar, crescer e aprender: o resgate do jogo infantil. São Paulo: Moderna, 1996. SNYDERS, Georges. A escola pode ensinar as alegrias da música? São Paulo: Cortez, 1992. SANTOS, Santa Marli Pires dos. (org.) A ludicidade como ciência. Petrópolis: Vozes, 2001. SANTOS, Santa Marli Pires dos. .(org.) Brinquedoteca: a criança, o adulto e o lúdico. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SCHWARTZ, Gisele Maria. (org.) Dinâmica lúdica: novos olhares. Barueri, SP: Manole, 2004. SNYDERS, Georges. A escola pode ensinar as alegrias da música? São Paulo: Cortez, 1992. WISNIK, J. M. O som e o sentido. São Paulo: Cia das letras, 1989. 62 2º FASE. MUSICALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Musicalidade e a sua importância no processo de aprendizagem e na formação do sujeito. Audição e expressão corporal. Treinamento auditivo. Expressão rítmica e prática instrumental. Expressão vocal e canções. Improvisação vocal e instrumental. Bibliografia Básica: FIGUEIREDO, S. L. F. O desafio da formação do professor de música. Florianópolis: Núcleo de Publicações CED-UFSC, Série Documentos, 1996. HOWARD, W. A música e a criança. São Paulo: Summus, 1984. JEANDOT, Nicole. Explorando o universo da música. São Paulo: Scipione, 2006. SANTOS, Santa Marli Pires dos. (org.) A ludicidade como ciência. Petrópolis: Vozes, 2001. SANTOS, Santa Marli Pires dos. .(org.) Brinquedoteca: a criança, o adulto e o lúdico. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000. Bibliografia Complementar: QUEIROZ,M. Brincando de roda. Rio de Janeiro: Erca, 1996. SNYDERS, Georges. A escola pode ensinar as alegrias da música? São Paulo: Cortez, 1992. WISNIK, J. M. O som e o sentido. São Paulo: Cia das letras, 1989. 63 3ª FASE SOCIOLOGIA Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Sociologia como disciplina científica. Contextos históricos do desenvolvimento da Sociologia. Paradigmas teóricos e correntes no pensamento sociológico. Questões e pensadores clássicos e contemporâneos da Sociologia. Categorias sociológicas: classe social, partido político, Estado, poder, ideologia, alienação, trabalho, gênero, raça e cultura. Relações étnicas raciais com ênfase nas matrizes africanas, indígenas e europeias. Relações de gênero. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIDDENS, Anthony. Política, Sociologia e Teoria Social: encontros com o pensamento social clássico e contemporâneo. São Paulo: UNESP, 1998. [302.2 G441p] GUARESCHI, Pedrinho. Sociologia da Prática Social. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 1.992. [301 G914s] MARTINS, Carlos Benedito. O que é Sociologia. São Paulo: Brasiliense, 2006. [301 M379q] BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAUMAN, Zygmunt, MAY, Tim. Aprendendo a pensar com a sociologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2010. COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2005. [301 C837s] Index: 5247 GUARESCHI, Pedrinho. Sociologia Crítica: alternativas de mudança. Porto Alegre: Mundo Jovem, 2000. [301 G914s CASTRO, Anna Maria de, DIAS, Edmundo Fernandes. Introdução ao Pensamento Sociológico. s.l.: Eldorado, 2001. [301 C355i] LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 7.ed. São Paulo: Atlas, 1999. [301 L192s] JOHNSON, Allan G. Dicionário de Sociologia: guia prático da linguagem sociológica. s.l.: Jorge Zahar, 1997. [301.03 J65d] 64 3º FASE. PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Definição e características da aprendizagem. Relação entre as diversas teorias da aprendizagem e as práticas educativas. Aprendizagens de conceitos, atitudes e valores, habilidades psicomotoras e vocais. As crianças e os adolescentes na escola: condições necessárias à aprendizagem. Estudos de problemas sociais e emocionais na sala de aula. Bibliografia Básica: BAQUERO, R. Vygostsky e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. ALEVIN, Esteban. A Infância em Cena – Constituição do sujeito e Desenvolvimento Psicomotor. 2 ed. São Paulo: Vozes, 1998. VIGOTSKI, L. S. LURIA, A. R. LEONTIEV, A, N. Linguagem, Desenvolvimento e aprendizagem. Ed. Ícone. 1998. Bibliografia Complementar: PFROMM Netto, Samuel . Psicologia da Aprendizagem e do Ensino, São Paulo: EPU, 2002. WITTER, Geraldina Porto & LOMÔNACO, José Fernando B. Psicologia da Aprendizagem, São Paulo: EPU, 2001. PILETTI, N. Psicologia Educacional. S.P., Ed. Ática, 1984. RODRIGUES, M. Psicologia Educacional – Uma crônica do desenvolvimento humano. SP., Ed. McGraw-Hill,1976.. 65 3º FASE. FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DE ALFABETIZAÇÃO Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Concepções de educação e aprendizagem; A construção social da Alfabetização; Tendências em alfabetização – Abordagem teórica e experimentos em Alfabetização; Alfabetização e Modernidade no Brasil; Alfabetização e Escolarização; Alfabetização e Linguística; Processos de Escrita e Leitura; Alfabetização e Letramento; Processos e Métodos da Alfabetização; Didática da Alfabetização; Alfabetização como apropriação das diferentes linguagens. Bibliografia Básica: CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização & Linguística. São Paulo, Scipione, 1990. CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização sem Ba, Bé, Bi, Bó, Bu. São Paulo, Scipione, 1999. ACOOK-GUMPERZ, jenny ( Org). A construção Social da Alfabetização. Porto Alegre: artes Médicas, 1991. Bibliografia Complementar: FARACO, C. A. Escrita e alfabetização. São Paulo: Contexto, 1994. FERREIRO, Emília. Alfabetização em Processo. São Paulo: Cortez, 1986. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Saber e ensinar: três estudos de educação popular. Campinas, Papirus, 1984. BRASIL. Mec. Programa nacional de alfabetização e cidadania. Brasília, MEC, 2006. 66 3º FASE. FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL Créditos: 04 Carga horária: 60 horas EMENTA Da concepção de criança através da história à contextualização social e política da educação infantil. Tendências político pedagógicas da Educação Infantil. O campo profissional e a formação do professor de Educação Infantil. O cotidiano da Educação Infantil. O trabalho interdisciplinar na Educação Infantil: noções temporais, a investigação do espaço geográfico, artes e formação estética, a construção do conceito de número, ciências naturais e ciências sociais, linguagem (oral, escrita e corporal). Bibliografia Básica: ÀRIES, Phillip. História Social da Infância e da família. Rio de Janeiro: Zahar. 1973. STEARNS, Peter N. A infância. São Paulo: Contexto, 2006: FREITAS,MARCOS César de e KUHJMANN jr, Moysés. ( Org) Os Intelectuais na História da Infância. São Paulo; Cortez, 2002. Bibliografia Complementar SILVEIRA BARBOSA, Maria Carmen. Por amor e por força rotinas na educação infantil. Porto Alegre: Artmed. 2006 FREITAS, Marcos César de e KUHLMANN Jr, Moysés. (Orgs.) Os intelectuais na história da infância. São Paulo; Cortez, 2002. OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de. (Org.) Educação infantil: muitos olhares. São Paulo: Cortez, 1996. 67 3º FASE. FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTES Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Introdução à teoria estética; Noções da História da Arte; Histórico da Arte na Educação; A arte no desenvolvimento infantil (Cênicas, Músicas, Visuais); Multiculturalismo e Cultura Popular (Noções de Folclore). Bibliografia Básica: AMARAL, Ana Maria. Teatro de Formas Animadas. São Paulo; EDUSP, 2.000. ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual. São Paulo: Papirus, 2002. BARBOSA, Ana Mãe. Arte Educação: Conflitos e acertos. São Paulo: Maxlimonard, 1998. BARBOSA, Ana Mãe. Arte-Educação: leitura de subsolo. São Paulo: Cortez, 2001. Bibliografia Complementar: COLI, Jorge. O que é arte. São Paulo: Brasiliense, 2006. DUARTE, João Franscico. Fundamentos estéticos da educação. São Paulo: Cortez, 2000. DUARTE, João Franscico. Por que arte educação. São Paulo: Papirus, 2001. FERRAZ, Maria Luiza & Fuzari, Maria F. Metodologia do ensino de arte. São Paulo: Cortez, 2000 OSTROWER Fayga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis RJ: Vozes 1998. 68 3º FASE. FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO Créditos: 04 Carga horária: 60 horas. Ementa: Filosofia da Educação: Elucidações conceituais e de nomenclaturas. Filosofia – Educação – Sociedade. Senso comum e conhecimento filosófico na pratica docente. As diferentes Filosofias de Educação Possíveis. A Filosofia da Educação a partir da legislação brasileira versus a pratica educacional. Bibliografia Básica: CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 12a ed. São Paulo: Ática, 2012. DEWEY, John. Democracia e Educação: introdução à filosofia da educação. 3ª ed. São Paulo: Nacional, 1979. FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir. 7ª ed. Petrópolis: Vozes, 1989. Bibliografia Complementar. MORIN, Edgar. Ciência com Consciência. Portugal: Publicações Europa-América Ltda,1982. ______. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 3ª ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO,2001. GINZBURG, Carlo. Relações de Força; História, Retórica, Prova. São Paulo. Companhia das letras, 2002. 69 . 4ª FASE PSICOMOTRICIDADE. Créditos. 04 Carga Horária. 60 horas. EMENTA: Conceito e história da psicomotricidade psicológicas Estimulação do desenvolvimento Precoce O Bases neuroanatômicas e psicomotor desenvolvimento Psicomotricidade psicomotor da e criança Avaliação e Identificação dos distúrbios Psicomotores Formas de Intervenção na área de psicomotricidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA. BRUHNS, H.T. Conversando sobre o corpo. Campinas, SP: Papirus, 1999. 5o ed. COSTA, A. C. Psicopedagogia e psicomotricidade: pontos de intersecção nas dificuldades de aprendizagem. Petrópolis, R.J: Vozes, 2001. 2o ed. HERMANT, G. Atualização em psicomotricidade – o corpo e sua memória. São Paulo: Editora Manole, 1988. Bibliografia Complementar. L.PICQ – P. VAYER. Educação psicomotora e retardo mental. Aplicação aos diferentes tipos de inadaptação. São Paulo: Editora Manole, 1988. 4o ed. LEVIN, E. A. A Clinica Psicomotora: O Corpo na Linguagem. Petrópolis, RJ. Vozes, 1995. VAYER, P. O diálogo Corporal. A Ação Educativa Para a Criança de 2 a 5 anos. São Paulo; Editora Manole, 1984. 70 4ª FASE SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: O referencial teórico da educação: educação como processo social de integração, contradição e transformação da sociedade. Desenvolvimento da sociedade brasileira e educação. A educação formal e informal como espaço político da luta pela hegemonia. Relação entre educação e desigualdade social. Estado e educação. Bibliografia básica: CANIVEZ, Patrice. Educar o cidadão? 2. ed. Campinas: Papirus, 1998. FRIGOTTO, Gaudêncio (org.). Educação e crise do trabalho: perspectivas de final de século. Petrópolis: Vozes, 1998. CUNHA, Luiz Antônio. Educação, Estado e democracia no Brasil. Niterói: Editora da Universidade Federal Fluminense, 2001. Bibliografia complementar: CASTELLS, Manoel. Fim de milênio. São Paulo: Paz e Terra, 1999. COELHO NETO, José Teixeira. Moderno pós moderno. Modos & versões. 4 ed. São Paulo: Iluminuras, 1999. HARVEY, David. Condição pós-moderna. Uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. 5 ed. São Paulo: Loyola, 1992. HOBSBAWN, Eric. O novo século. São Paulo: Cia das Letras, 2000. ---------. O breve século XX. São Paulo: Cia das Letras, 1997. ---------. Pessoas extraordinárias. Resistência, rebelião e jazz. São Paulo: Paz e Terra, 1999. 71 4ª FASE FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DOS ANOS INICIAIS Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Análise e reflexão crítica da realidade do Ensino Fundamental – Anos Iniciais. Prática pedagógica relacionada dialeticamente com a teoria. Organização e aplicação de métodos de ensino visando a construção de conhecimento dos conteúdos, de 1 a. à 4a. séries, nos diferentes níveis de formação do sujeito social. Bibliografia Básica: ALVES, Gilberto Luiz. A produção da escola pública contemporânea. Campo Grande, MS: UFMS; Campinas SP: Autores Associados, 2001. ARROYO, Miguel. G. Imagens Quebradas: Trajetórias e Tempos de alunos e mestres. Petrópolis, RJ; Vozes, 2004. BITTENCOURT, Circe. (Org.) O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1998. Bibliografia Complementar: CUNHA, M.I. O bom professor e sua prática. São Paulo: Papirus, 1999. ELIAS, M. C. Célestin Freinet. Uma pedagogia de atividade e cooperação. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 1999. CANDAU, Vera Maria. (Org) Reinventar a Escola. Petrópolis; vozes, 2000. 72 4º FASE FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: A Geografia no âmbito da educação básica (educação infantil, ensino fundamental); Orientação; Mapeamento; Espaço; Construção do Espaço. Princípios e métodos do ensino da geografia. Bibliografia Básica: CARLOS, Ana Fani Alessandri (Org.). A Geografia na Sala de Aula. Contexto. São Paulo.2.007. CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos, CALLAI Helena Copetti e KAERCHER,Nestor André. Ensino de Geografia – Práticas e Textualizações no Cotidiano. Mediação. Porto Alegre. 2.006. COELHO, Marcos de Amorim. Geografia Geral - O Espaço Natural e Sócio econômico. Moderna. São Paulo. 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR : ANDRADE, Manuel Correia de. Uma Geografia Para o Século XXI – 5.ª Edição. Papirus. São Paulo. 2.004. CADERNO CEDES. Ensino de Geografia. Papirus. São Paulo. 1996 DOLLFUS, Oliver. O Espaço Geográfico. Beltrand Brasil. Rio de Janeiro. 1991. LUCCI, Elian Alabi, BRANCO, Anselmo Lazaro e MENDONÇA, Cláudio. Geografia Geral e do Brasil. Saraiva. São Paulo (SP). 2003MAGNOLI, Demétrio e ARAUJO, Regina. A Nova Geografia. Estudos de Geografia Geral. Moderna. São Paulo. 1995. 73 4ª Fase FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Tempo em seus múltiplos aspectos; Tempo cronológico – tempo do relógio, dos dias, da sequencia dos meses, dos anos que seguem calendários diferenciados; Noções de espaço – relações topológicas; Relações Projetivas, Relações Euclidiana; Relações Sociais; Relações de Produção; O cotidiano como produto da sociedade; Memória e Identidade; Orientação no uso de documentos históricos. Bibliografia: BLOCH, Marc. Introdução à história. Europa-América, Sintra, 1976. CARDOSO, Ciro Flamarion. Narrativa, sentido, história. Papirus, Campinas, 1997. BRIGNOLI, Héctor Pérez. Os métodos da história. Graal, Rio de Janeiro, 1983. Bibliografia Complementar: VAINFAS, Ronaldo (Org.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia. Campus, Rio de Janeiro, 1997. CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Forense Universitária, Rio de Janeiro, 2002. 74 4ª FASE. FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DA CIÊNCIA Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Introdução aos fundamentos teóricos da ciência. Concepção do que é ciência. O ensino de Ciências no Brasil. O conteúdo de ciências na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. Análises de livros didáticos voltados ao conhecimento das ciências. Por que estudar Ciências? O que estudar em Ciências? A experimentação no ensino de Ciências. Projetos inovadores no ensino de ciências no Brasil. O Currículo das Ciências Concepção problematizadora no ensino de Ciências. Bibliografia Básica: ANGOTTI. J. A. Solução alternativa para formação de professores de Ciências. São Paulo: IFUSP/FEUSP. 1982. (tese de mestrado). ______. Ensino de Ciências. Fundamentos e métodos. São Paulo, 2003. ASTOLFI, J.P. DEVELAY, M. A Didática das ciências. São Paulo: Papirus, 1991. CASTILHO, N. O professor de ciências naturais e o livro didático. Florianópolis (s.n.), 1995. (dissertação de mestrado) CHALMERS, A. F. O que é ciência afinal? São Paulo: Moderna, 1994. CHASSOT, A. A ciência através dos tempos. São Paulo: Moderna, 994. Bibliografia Complementar: DELIZOICOV, D. ANGOTTI, J. A.A metodologia do ensino de ciências. São Paulo: Cortez, 2003. DELIZOICOV. D. Concepção problematizadora do ensino de ciências na educação formal. São Paulo: IFUSP/ FEUSP. 1982. (tese de mestrado). DELIZOICOV. D.; ANGOTTI. J. A. Física. São Paulo: Cortez, 1994. DELIZOICOV. D.; ANGOTTI. J.A. Metodologia do ensino de Ciências. São Paulo: Cortez, 1994. 75 5 ª FASE. EDUCAÇÃO E SEXUALIDADE EMENTA A importância e os limites na transmissão cultural especificamente a cultura da sexualidade. Estudo do desenvolvimento sexual da criança e do adolescente. Uma compreensão da sexualidade humana por meio da visão psicológica e biológica. Situações próprias á sexualidade infantil a partir da descoberta do seu corpo e das diferenças de sexo. Análise e resignificação dos preconceitos no desenvolvimento da criança a partir da sala de aula. BIBLIGRAFIA Básica: HOUILLON, C Sexualidade. Ed. Guanabara, 2003. KNIGLT, J. F. a Vida Começa Assim. Educação Sexual Para Crianças. Rio de Janeiro: casa Publicadora, 1985. LEITE, E. Educação sexual. Sexo com Amor Carinho e Segurança. São Paulo: Eber – Editora Brasil. 1998. Bibliografia Complementar: LIMA, H. Educação Sexual para Adolescentes. Rio de Janeiro: Iglu, 1995. MATTHEWS. D.P. Educação Sexual Perguntas e respostas. Portugal: São Paulo: Eko, 1988. MINNE, B. Educação Sexual Com Perguntas e Respostas, Portugal: Estampa, 1987. SUPLICY, M. Sexo Para Adolescente. São Paulo: FTD. ZARDONI, R: PARAZZOLI, S. Educação Sexual. 10 a 13 anos. São Paulo: Paulus, 1999. 76 5 ª FASE FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Conceituações de educação física. Movimento humano. Corporeidade, corporalidade. Psicomotricidade. Jogos em Wallon Vigotsky Piaget. Importância da educação física na escola. Contribuições da educação física para o professor em sala de aula. Sugestões de materiais alternativos. Bibliografia Básica: BUENO, Jocian Machado. Psicomotricidade Teoria& Prática. São Paulo: Lovise, 1998. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: 1997 COLETIVO DE AUTORES. Metodologia de Ensino da Educação Física. Cortez: São Paulo, 1992. DARIDO, Suraya C. Educação Física na Escola: Questões e Reflexões. Guanabara-Koogan: Rio de Janeiro, 1999. Grupo de Trabalho Pedagógico. Visão Didática da Educação Física. Livro Rio de Janeiro, 1987. técnico. S.A. JUNIOR, Alfredo G. Didática de Educação Física. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987. MATTOS, M. G. & NEIRA, M. G. Educação Física Infantil: construindo o movimento escola. São Paulo, Phorte, 1999. na 77 5ª FASE FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Linguagem e língua. As concepções de linguagem e ensino de língua materna. Parâmetros Curriculares Nacionais. A linguagem como prática social. Linguística textual: Gêneros textuais orais e escritos na escola. O texto de aluno em fase inicial de escolarização: coesão e coerência. Leitura e produção de textos. Oficina de leitura e produção de textos. Bibliografia Básica: CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização de linguística. Ed. Scipione. 1999. KATO, Mary A.. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolinguística. Ed. Ática. 1995. VIGOTSKI, L S., LURIA, A. R., LEONTIEV, A. N.. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. Ed. Ícone. 1998 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça ,Linguística aplicada ao português : 9.ed. ,morfologia / ,Cortez , ,9.ed. - ,1997. SILVA, Thais Cristófaro ,Fonética e fonologia do português 5.ed. ,roteiro de estudos e guia de exercícios ,Editora Contexto , ,5.ed. ,2001 GERALDI, Wanderley. O Texto em Sala de Aula. 2 ed. São Paulo: Ática, 1999. 78 5ª FASE FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Tendências da educação matemática no Brasil e no mundo. A matemática e os PCNs. Tendências metodológicas no ensino da matemática. Matemática e a pesquisa. Resoluções de problemas. Tratamento de informações. Geometria. Multiplicação. Divisão. Números inteiros e fracionais. Conceitos de áreas. Bibliografia BÁSICA D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Da realidade à ação: reflexão sobre educação e matemática. Campinas: Summus/Unicamp,1986. CERQUETI-ABERKANE, Françoise. O Ensino da Matemática na Educação Infantil. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. PARRA, Cecília. Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. DANYLUK, Ocsana. Alfabetização Matemática: as primeiras manifestações da escrita infantil.2ª ed. Porto Alegre; Sulina, 2002 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DANTE, Luiz Roberto. Didática da resolução de Problemas de matemática. São Paulo: Ática, 1989. D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Etnomatemática. São Paulo: Ática, 1990. _________. Da realidade à ação: reflexão sobre educação e matemática. Campinas: Summus/Unicamp,1986. SMOLE, Kátia Cristina Stocco. A Matemática na Educação Infantil: a teoria das inteligências múltiplas na prática escolar. , Porto Alegre: Artmed, 1996. SMOLE, Kátia Cristina Stocco e DINIZ, Ignez Maria. Ler, escrever e resolver problemas. Porto Alegre: Artmed, 1998. 79 5ª FASE FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Educação Especial. Conceitos. Definições. O aluno de necessidades especiais. Estrutura e Funcionamento da Educação Especial. Modalidades de Atendimento na Educação Especial. Salas de Recursos. Centros de Atendimento Especializado. Itinerância. Instituições especializadas. Deficiência mental. Deficiência visual. Surdez. Deficiência física. Superdotação / altas habilidades. Condutas típicas. Estudo de casos. Educação Inclusiva. A escola de qualidade para todos. Bibliografia: BAPTISTA, Claudio R. e JESUS, Denise (Org,). Avanços em Políticas de Inclusão. Porto Alegre, Mediação, 2009 Educação Especial: diálogo e pluralidade. Porto Alegre, Mediação, 2009 SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Educação. Política de Educação Especial de Santa Catarina. São José, FCEE, 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Educação. Programa Pedagógico. São José, FCEE, 2006 GOMES, Márcio. Construindo as trilhas para a Inclusão. Rio de Janeiro, Vozes, 2009. JANNUZZI, Gilberta. A Educação do Deficiente no Brasil. Campinas, Autores Associados, 2004. GOFFMAN, Erving. Estigma. Rio de Janeiro, Guanabara, 1988. 10 Questões sobre a Educação Inclusiva da Pessoa com Deficiência Mental. São Paulo Avercamp, 2006. 80 5ª FASE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: A educação brasileira: colônia, império. A educação na Primeira República: o entusiasmo pela educação e o otimismo pedagógico, os conflitos pedagógicos a organização escolar, as influências do escolanovismo e positivismo no Brasil. A educação no governo Getúlio Vargas: reformas, conflitos, manifestos, organização do ensino, criação do ministério da educação, legislação. A educação no período dos governos populistas. A educação brasileira durante a ditadura militar. As leis de diretrizes e bases da educação nacional. A educação na nova republica e na contemporaneidade. Bibliografia: ARANHA, Maria Lucia de Arruda. História da educação. São Paulo: Moderna, 1996. CARVALHO, Laerte Ramos de. As reformas pombalinas da instrução pública. São Paulo: Saraiva, 1978. CARNOY, Martin. Educação, economia e estado. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1990. CUNHA, Célio da. Educação e autoritarismo no estado novo. Cortez: Autores Associados, 1989. 2.ed. São Paulo: CUNHA, Luiz Antônio. A universidade temporã. 2. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1986. Bibliografia Básica: -----. A universidade crítica. 2. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1989. -----. A universidade reformada. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988. GERMANO, José Wellington. Estado militar e educação no Brasil. São Paulo: Cortez, 1993. GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. História da educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1992. RIBEIRO, Darci. O povo brasileiro. São Paulo: Círculo do Livro, 1995. ROMANELLI, Otaíza de O. Petrópolis: Vozes, 1989. História da Educação Nacional: 1930-1973. 11. ed. 81 6ª FASE. LIBRAS Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Histórico e legislação; A linguagem de sinais; Alfabeto em Libras; Estrutura linguística da Libras; Aquisição da linguagem pela criança surda; Introdução a gramática de Libras BIBLIOGRAFIA BÁSICA: QUADROS, R. M. Educação de surdos ,a aquisição da linguagem, Editora Artmed, 1997 BALLANTYNE, J. ,Surdez 5.ed. Editora Artmed, 5.ed. - ,1995 CAPOVILLA, F. C. & RAPHAEL, W.D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. Volumes I e II São Paulo: Edusp – Editora Universidade de São Paulo, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GESSER, A. Libras que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da Língua de Sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. QUADROS, R. M. & KARNOPP, L.B. Língua Brasileira de Sinais – Estudos Linguísticos. Porto Alegre: Artemed, 2003. 82 6ª FASE TEORIAS CURRICULARES. Créditos: 04 Carga horária: 40 horas Ementa: Conceitos de currículo. Fundamentos do Currículo. Concepções de currículo. O conceito de globalização. A interdisciplinaridade do conhecimento. Ideologia e currículo. A política do conhecimento oficial. Avaliação do currículo. Proposta Curricular de Santa Catarina. Parâmetros curriculares Nacionais. Currículo: debates contemporâneos; Desafios curriculares; O pensamento curricular no Brasil; As Diretrizes Curriculares; A articulação currículo e cultura; Currículo da educação básica: concepção, estrutura e avaliação; O currículo e o conhecimento em rede. Bibliografia Básica: BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais, 1997. SANTA CATARINA. Proposta Curricular de Santa Catarina, 1998. TYLER, Ralph w. Princípios Básicos de currículo e ensino. Porto Alegre: Globo, 1976. SACRISTÁN, Gimeno. Currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: Artes Médicas,1998. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Nº 9.394/96 de 20/12/1996. Parecer CNE nº 002/06. SILVA, Tonaz Tadeu da. Documentos de Identidade: uma introdução as teorias do currículo. 2. Ed. Belo Horizonte: autentica, 2003. Bibliografia complementar: GOODSON, Ivor F. Currículo: Teoria e História. Petrópolis: Vozes, 1995. JUNIOR DOLL, Willian E. Currículo: uma perspectiva pós-moderna. Porto Alegre: Artes Médicas,1997. LOPES, Alice Casimiro. MACEDO, Elizabeth. contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2002 (Orgs.) Currículo: Debates MOREIRA, Antonio Flávio B. (org.) Currículo: Questões atuais. Campinas: SP: Papirus, 1997. MOREIRA, Antonio Flávio; SILVA, Tomás Tadeu. Currículo, cultura e sociedade. São Paulo: Cortez, 1997. 83 6ª FASE. AVALIAÇÃO DO ENSINO. Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Pressupostos epistemológicos da educação. Êxito e fracasso escolar como representação. Concepção dialética da educação. O significado do testar e do medir. Procedimentos habituais de avaliação. Avaliação e construção do conhecimento. Avaliação institucional como apoio à avaliação pedagógica. As novas propostas de avaliação para o processo pedagógico. A avaliação e os aspectos legais. Bibliografia Básica: BANDIERA, M. A influência da avaliação oral do professor no processo ensino -aprendizagem. Erechim, Ed. São Cristóvão, 2001. HOFFMANN, J. Avaliação mediadora, uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre, Ed. Educação e Realidade, 1996, 9ª edição. LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo, Ed. Cortez, 2001,11ª.Edição. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMO, P. Avaliação qualitativa. 2ª Edição, SP., Cortez, 1988. HAYDT, R.C. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. São Paulo, Ed. Ática,6ª.Edição,2004. LIMA, A. de O. Avaliação escolar – julgamento x construção. Petrópolis, Ed. Vozes,1994, 2ª edição. ROMÃO, J. E. Avaliação dialógica – desafios e perspectivas. SP., Ed. Cortez, 1998. VASCONCELLOS, C. dos S. Avaliação – concepção dialética – libertadora do processo de avaliação escolar. SP, Cadernos Pedagógicos do Libertad, 1995,5ª edição. 84 6ª FASE. FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Créditos: 04 Carga horária: 60horas Ementa: Educação de Jovens e Adultos: a) Trajetória histórica; b) Influência de fatores históricos; c) A experiência de Paulo Freire. Conceito de Educação: Análise crítica das principais concepções. Educação infantil e Educação de adultos. Problemas atuais relacionados com a Educação de Jovens e Adultos: a) A questão curricular; b) A função social escrita; c) Questões sobre a avaliação na Educação de Jovens e Adultos; d) O jovem e o adulto na sociedade atual; A formação do educador. Bibliografia: CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização & Linguística. São Paulo, Scipione, 1990. CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização sem Ba, Bé, Bi, Bó, Bu. São Paulo, Scipione, 1999. ACOOK-GUMPERZ, jenny ( Org). A construção Social da Alfabetização. Porto Alegre: artes Médicas, 1991. ALFABETIZAÇÃO SOLIDÁRIA E INSTITUTO UNIBANCO (ORG.) Premio Instituto Unibanco de educação de jovens e adultos. São Paulo: Unimarco, 2006. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Saber e ensinar: três estudos de educação popular. Campinas, Papirus, 1984. Bibliografia Complementar: GADOTTI, Moacir e Romão, José E. (orgs.). Educação de Jovens e Adultos. Teoria, prática e proposta, São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2001. FARACO, C. A. Escrita e alfabetização. São Paulo: Contexto, 1994. FERREIRO, Emília. Alfabetização em Processo. São Paulo: Cortez, 1986. 85 6ª FASE PLANEJAMENTO EDUCACIONAL Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Didática - pressupostos teórico-metodológicos numa perspectiva histórica-crítica da Educação. A Didática no processo de ensino e de aprendizagem - concepções teóricas. Problematização da prática pedagógica. Bibliografia Básica: ANDRÉ, Marli Elisa D.A., OLIVEIRA, Maria Rita N.S. (Org.), CALDEIRA, Ana Maria S., et al. Alternativas do Ensino da Didática. Campinas, S.P.: Papirus, 1997. CANDAU, Vera Maria. A Didática em Questão. 22 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2003. DEMO. Pedro. Participação é Conquista. São Paulo: Cortez, 1988. ____________. ABC Iniciação à Competência Reconstrutiva do Professor Básico. Campinas, S.P.: Papirus, 1995. Bibliografia Complementar: FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia – saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1991. 86 6ª FASE ESTAGIO I. – OBSERVAÇÃO E PRATICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Realização de projeto para a observação da prática docente e do cotidiano escolar em instituições de educação infantil e Pratica de docência na educação infantil. Leituras e análises pertinentes ao contexto observado. Produção de relatório de estágio. Bibliografia Básica: ALMEIDA, Jane S. de. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. in Cadernos de Pesquisa. nº 93. São Paulo : 1995. ANDRÉ, M.E.D.A., LÜDKE, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. CUNHA, Maria I. da. O bom professor e sua prática. 5ª.ed. Campinas, SP : Papirus, 1995. FREITAS, Helena C. L. de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos estágios. Campinas, SP : Papirus, 1996. Bibliografia Complementar: FREITAS, Helena C. L. de. Trabalho, relação teoria-prática e o curso de pedagogia. In KENSKY, Vani M. A vivência escolar dos estagiários e a prática de pesquisa em estágios supervisionados. in PICONEZ, Stela C. B. (Org.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. 2.ed., Campinas, SP : Papirus, 1994. PIMENTA, Selma G. O estágio na formação do professor: unidade, teoria e prática?. 2.ed., São Paulo : Cortez, 1995. 87 6ª FASE. ESTAGIO II. OBSERVAÇÃO E PRATICA PEDAGÓGICA NOS ANOS INICIAIS. 4 CREDITOS. CARGA HORÁRIA: 60 horas EMENTA. Realização de projeto para a observação da prática docente e do cotidiano escolar em instituições de educação nos anos iniciais do ensino fundamental e Pratica de docência. nos anos iniciais do ensino fundamental. Leituras e análises pertinentes ao contexto observado. Produção de relatório de estágio. Bibliografia: ALMEIDA, Jane S. de. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. in Cadernos de Pesquisa. nº 93. São Paulo : 1995. ANDRÉ, M.E.D.A., LÜDKE, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. CUNHA, Maria I. da. O bom professor e sua prática. 5ª.ed. Campinas, SP : Papirus, 1995. FREITAS, Helena C. L. de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos estágios. Campinas, SP : Papirus, 1996. FREITAS, Helena C. L. de. Trabalho, relação teoria-prática e o curso de pedagogia. In KENSKY, Vani M. A vivência escolar dos estagiários e a prática de pesquisa em estágios supervisionados. in PICONEZ, Stela C. B. (Org.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. 2.ed., Campinas, SP : Papirus, 1994. PIMENTA, Selma G. O estágio na formação do professor: unidade, teoria e prática?. 2.ed., São Paulo : Cortez, 1995. 88 7ª FASE. GESTÃO ESCOLAR 06 créditos. Carga horária: 90 horas. EMENTA: Introdução á gestão de pessoas. Evolução da área de gestão de pessoas. Formação e desenvolvimento de pessoal. Avaliação de desempenho por competências; liderança e conflito; Contextos de mudanças; talentos humanos. Formação de equipes. Relações interpessoais. BIBLIOGRAFIA BASICA: LIBANEO, José Carlos. OLIVEIRA, João Ferreira de. TOSCHI, Mirza Seabra. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. 2 ed. São Paulo. Cortez, 2005. LUCK, Heloísa. Gestão educacional – Uma questão paradigmática – volume I.Série Cadernos de Gestão. 2 ed. Petrópolis. RJ. Vozes.2006. LUCK, Heloisa. Concepções e processos democráticos de Gestão educacional – Vol II. Série Cadernos de Gestão. 2 ed. Petrópolis. RJ. Vozes.2006. Bibliografia complementar: LUCK, Heloisa. A gestão participativa na escola – Volume III. Série Cadernos de Gestão. 2 ed. Petrópolis. RJ. Vozes.2006. MOLEVADE, João e SILVA, Maria Abdia. Quem manda na educação no Brasil? Brasília. Idea Editora. BRASIL. Ministério da Educação. Constituição Federal de 1988. Brasília, 1999 . 89 7ª FASE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Histórico, conceito, objetivos, princípios e finalidades da Educação Ambiental. O surgimento da Educação Ambiental. Meio Ambiente e representação social. Concepções e Práticas de Educação Ambiental. A Educação Ambiental nos documentos oficiais. Os problemas ambientais. Educação Ambiental no espaço formal. Práticas interdisciplinares, metodologias e as vertentes da Educação Ambiental. A pesquisa em Educação Ambiental. Bibliografia Básica: MORO, PAULO ROGÉRIO. A Educação Ambiental e a formação de professores. Ponta Grossa: Universidade Estadual de Ponta Grossa, 2002.83p. DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. 6. ed. rev. e ampl. pelo autor. São Paulo: Gaia,2000. DIAS, G. F. Os quinze anos da educação ambiental no Brasil: um depoimento. Em Aberto, v. 10, n. 49, jan/mar, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUIMARÃES Mauro (ORG.) Caminhos da Educação Ambiental, Campinas, SP: Papirus, 1995. GUIMARÃES, M. A formação de educadores ambientais. Campinas-SP: Papirus, 2004. EDUCAÇÃO ambiental: questões ambientais conceitos, história, problemas e alternativas. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2001. 396p.ISBN- 87166-19-0. 90 7ª FASE TECNOLOGIA EM EDUCAÇÃO Créditos: 06 Carga horária: 90 horas Ementa: Tecnologia educacional no Brasil, evolução histórica, contexto atual, perspectiva futura, vantagens e desvantagens da Informática Educativa, fundamentos e Introdução à Informática Educativa, o uso do computador na educação, Psicopedagogia e Informática software educativos - Avaliação de software educativos. TVs e outros meios multimídias e audiovisuais. Utilização dos recursos informáticos na utilização sistemática pelo professor. BIBLIOGRAFIA BRITO, Glaucia da Silva; PURIFICAÇÃO, Ivonelia da. Educação e novas tecnologias. 2. ed. São Paulo, IBPEX, 2008. DEMO, Pedro. Educação Hoje - "novas" Tecnologias , pressões e oportunidades. São Paulo: Atlas, 2009. FREIRE, Wendel. (org). Tecnologia e educação. As mídias nas técnicas docente. São Paulo: WAK, 2008. HERNANDEZ. Fernando; SANCHO, Juana M. Tecnologias para transformar a educação. São Paulo: Artemed Sul, 2006. TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na educação. 8. ed. São Paulo: Erica, 2008 91 REDAÇÃO, RESUMO, RESENHA E ARTIGOS. Créditos: 04 Carga horária: 60 horas Ementa: Produção de textos, coesão textual e gramatical. Resumos. Resenhas. Artigos. Bibliografia: ABREU, A. S. Curso de redação. São Paulo: Ática, 1989. BARTHES, Roland. O prazer do texto. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1999. CANDIDA, V. G. Como analisar narrativas. 7ª ed. São Paulo: Ática, 1999. CHALHUB, Samira. Funções da linguagem. 9ª ed. São Paulo: Ática, 1999. DIAZ BORDENAVE, Juan. O que é comunicação. São Paulo: Nova Cultural/Brasiliense, 1986. Bibliografia Complementar: FARACO, Carlos A. e TEZZA, C. Oficina de texto. Curitiba: OFF-CIR, 1998 FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991. GRANATIC, Branca. Redação, humor e criatividade. São Paulo: Scipione, 1996. GUIMARÃES, E. A articulação do texto. 8ª ed. São Paulo: Ática, 2000. KOCH, Igedore Villaça & TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 1998. MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. 13ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1991. PENTEADO, J. R. Whitaker. A técnica da comunicação humana. 7ª ed. São Paulo: Pioneira, 1997. VANOYE, Francis. Usos da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1981. 92 7ª FASE CREDITOS 04 CARGA HORARIA 60 ESTAGIO III. OBSERVAÇÃO E PRATICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. EMENTA: Realização de projeto para a observação da prática docente e do cotidiano escolar em instituições de educação de jovens e adultos do ensino fundamental e Pratica de docência nos anos iniciais do ensino fundamental. Leituras e análises pertinentes ao contexto observado. Produção de relatório de estágio Bibliografia: GADOTTI, Moacir e Romão, José E. (orgs.). Educação de Jovens e Adultos. Teoria, prática e proposta, São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2001. COOK-GUMPER. A Construção Social da Alfabetização. Ed. Artes Médicas. Porto alegre, 2002. BRASIL. Ministério da Educação. Constituição Federal de 1988. Brasília, 1999. BRASIL. Ministério da Educação e do desporto. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n. 9394, de 20 de dezembro de 1996. Brasília, 1996. Bibliografia Complementar: TFOUNI, Leda Verdiani. Adultos não alfabetizados: o avesso do avesso. Campinas, São Paulo, Pontes, 1998. ALFABETIZAÇÃO SOLIDÁRIA E INSTITUTO UNIBANCO (ORG.) Premio Instituto Unibanco de educação de jovens e adultos. São Paulo: Unimarco, 2006. SERVIÇO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. Cadernos do Mova – POA 1,2,3,4. Prefeitura de Porto Alegre, 1996. 93 7ª FASE. Créditos 04 Carga horária: 60 horas. ESTAGIO IV- Observação e Pratica Pedagógica em Educação Especial. EMENTA: Realização de projeto para a observação da prática docente e do cotidiano escolar em instituições de educação de jovens e adultos do ensino fundamental e Pratica de docência nos anos iniciais do ensino fundamental. Ou em instituições que ofereçam ensino regular que atendam alunos de inclusão em salas de atendimento educacional especializado ou na modalidade de segundo professor. Leituras e análises pertinentes ao contexto observado. Produção de relatório de estágio Bibliografia: FERREIRA, Léslie Piccolotto. Fonoaudiólogo e a Escola. São Paulo: Summus, 1991. GLAT, Rosana & KADLEC, Verena Pamela S. A criança e suas deficiências – métodos e técnicas de atuação psicopedagógica. Rio de Janeiro, Agir, 1989. JANNUZZI, Gilberta. A luta pela Educação do deficiente mental no Brasil. São Paulo, Cortez, 1985.: QUADROS, R. M. Educação de surdos ,a aquisição da linguagem, Editora Artmed, 1997. Bibliografia Complementar: BALLANTYNE, J. ,Surdez 5.ed. Editora Artmed, 5.ed. - ,1995 CAPOVILLA, F. C. & RAPHAEL, W.D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. Volumes I e II São Paulo: Edusp – Editora Universidade de São Paulo, 2001. VAYER, Pierre & RONCIN, Charles. Integração da criança deficiente à classe. São Paulo: Manole, 1989. REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL - Vol. I, II, III, IV e V. Ed. Eletrônica Gráfica UNIMEP, 1995. 94 8ª FASE. Créditos: 04 Carga horária: 60 horas ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Ementa: Sistema Educacional de uma sociedade x sistema escolar. A escola Básica Brasileira e sua vinculação com o contexto social, político e econômico. Organização dos sistemas de ensino; Políticas educacionais e legislação de ensino Sistemas Educacionais; Realidade da Educação Brasileira; PNE – Plano Nacional de Educação; PEE – Plano Estadual de Educação; PME – Plano Municipal de Educação. A profissão do Magistério. Bibliografia: LIBÂNEO, J. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2006. FAVERO, O. A educação nas Constituições brasileiras: 1823-1988: Campinas, SP: Autores Associados, 1996 BRASIL/MEC. Lei de diretrizes e bases da Educação nº. 9394/96. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRZEZINSKI, I. (org.) LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez, 2001. COSTA, M. A educação nas Constituições do Brasil: dados e direções. Rio de Janeiro: DP & A, 2002. ROMANELLI, O. História da educação brasileira (1930/1973). 25. ed. Petrópolis: 95 Vozes, 2001. 8ª FASE. Credito. 04 Carga Horária: 60 h ESTAGIO V- Observação e Pratica Pedagógica em Gestão Escolar. EMENTA: Leituras e análises pertinentes ao contexto de atuação do estagio supervisionado obrigatório. Atribuições legais ao gestor escolar. Observação da pratica do gestor escolar. Elaboração e defesa de um projeto próprio de gestão escolar. Bibliografia: ALMEIDA, Jane S. de. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. in Cadernos de Pesquisa. nº 93. São Paulo : 1995. ANDRÉ, M.E.D.A., LÜDKE, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. CUNHA, Maria I. da. O bom professor e sua prática. 5ª.ed. Campinas,SP : Papirus, 1995. FREITAS, Helena C. L. de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos estágios. Campinas, SP: Papirus, 1996. Bibliografia Complementar: FREITAS, Helena C. L. de. Trabalho, relação teoria-prática e o curso de pedagogia. In BRZEZINSKI, I. (Org.) Formação de professores: Um desafio. Goiânia: UCG, 1996. KENSKY, Vani M. A vivência escolar dos estagiários e a prática de pesquisa em estágios supervisionados. in PICONEZ, Stela C. B. (Org.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. 2. ed., Campinas, SP: Papirus, 1994. PIMENTA, Selma G. O estágio na formação do professor: unidade, teoria e prática? 2.ed., São Paulo : Cortez, 1995. 96 8ª FASE. Créditos : 04 Carga horária: 60 h PESQUISA SOBRE EDUCAÇÃO. Ementa: Desenvolvimento de estágio de pesquisa e prática pedagógica em área delimitada pelo interesse do(a) acadêmico(a), com apreciação e aprovação do Colegiado do Curso. Leituras e análises pert inentes ao contexto de atuação do estagio supervisionado obrigatório. Produção de relatório do estágio. Construção de referencial teórico e metodológico cujo estudo servirá de aporte a disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso. Bibliografia: ALMEIDA, Jane S. de. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. in Cadernos de Pesquisa. nº 93. São Paulo: 1995. ANDRÉ, M.E.D.A., LÜDKE, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. CUNHA, Maria I. da. O bom professor e sua prática. 5ª. ed. Campinas, SP : Papirus, 1995.FREITAS, Helena C. L. de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos estágios. Campinas, SP: Papirus, 1996. FREITAS, Helena C. L. de. Trabalho, relação teoria-prática e o curso de pedagogia. In BRZEZINSKI, I. (Org.) Formação de professores: Um desafio. Goiânia: UCG, 1996. KENSKY, Vani M. A vivência escolar dos estagiários e a prática de pesquisa em estágios supervisionados. in PICONEZ, Stela C. B. (Org.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. 2.ed., Campinas, SP : Papirus, 1994. 97 8ª FASE. Credito 06. Carga horária: 90 TCC – Trabalho de Conclusão de Curso. ( Redação Contemplando todas as fases do curso ) EMENTA: Delimitação do contexto da pesquisa; Formulação da situação critica da pesquisa; Delineamento da pesquisa; coleta de dados; Análise e interpretação dos dado-resultados; Redação do relatório; Defesa pública do TCC. BIBLIOGRAFIA: A bibliografia para a construção dos Trabalhos de Conclusão de Curso obedecerão as temáticas trabalhadas pelos acadêmicos e em conformidade ás orientações de seus respectivos professores e que estejam disponíveis na biblioteca. 98 8 ª FASE Créditos: 04 Carga horária: 60 SEMINÁRIO SOCIALIZAÇÃO DA PESQUISA/TCC. Ementa: Disciplina destinada a elaboração de trabalhos de apresentação dos resultados da pesquisa, do TCC, seguindo-se as etapas: qualificação do TCC, socialização à comunidade acadêmica envolvida e defesa pública do TCC. BIBLIOGRAFIA: Conforme a utilizada na elaboração do TCC. 99 ANEXO II PLANOS DE ENSINO: 1º FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia - Regime Especial Professor: ROMILDO CAREGNATO - e-mail: [email protected] Período/ Fase: I Semestre: segundo Disciplina: Português Ano: 2013 Carga Horária: 60 horas. EMENTA COESÃO E COERÊNCIA COMUNICAÇÃO. TEXTUAIS. ARGUMENTAÇÃO. TEORIA DA OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Oferecer ao acadêmico conhecimentos indispensáveis para um bom desempenho linguístico, tanto na comunicação oral quanto na escrita, elevando o padrão da língua portuguesa, sem perder a concepção de que a comunicação nada mais é do que um ato de contato e de amor ao próximo, devendo ser feita para a transformação da vida, permitindo ao acadêmico, através de bases teóricas, o uso do seu idioma com maior segurança e conhecimento. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Levar os acadêmicos a refletirem sobre a existência de diferentes variedades linguísticas e sua relação com situações de discriminação e manifestação de juízo de valores. Desenvolver, através da leitura, o senso crítico, a reflexão e a criatividade. Compreender que a leitura não se esgota na simples decodificação pura da palavra. Perceber, através da prática, como se constitui a interação dos indivíduos por meio da escrita. Levar o acadêmico a perceber as diversas formas de comunicação, fazendo com que perceba que a linguagem culta é uma delas e que deve levar em consideração o repertório. 100 RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES A disciplina de Português apresenta uma relação de interdisciplinaridade com, praticamente todas as outras disciplinas, tendo em vista que são ministradas em português, especialmente naquilo que se refere à interpretação e/ou decodificação de palavras e de textos. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO A capacidade de interpretação e adaptabilidade com a inovação; de compreender que a leitura não se esgota na simples decodificação das palavras; de perceber, através da prática, como acontece a interação entre as pessoas; de produzir textos contextualizados, observando, a ação de tecer, de entrelaçar as partes para formar um todo inter-relacionado; de melhorar a comunicação oral e escrita. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 – Revisão de conteúdo básico: acentuação gráfica( incluindo a Reforma Ortográfica: acento diferencial, alfabeto, trema e hífen) – Tonicidade das palavras, Ditongo, hiato e tritongo, Uso correto da crase – Uso correto dos porquês – Dificuldades mais frequentes da língua portuguesa – Estrutura da frase – Estrutura do parágrafo. 2- Comunicação : Linguagem, Língua e Fala – Elementos da Comunicação – Funções da Linguagem – Teorias da Comunicação- A Importância da Leitura – Leitura, Interpretação e Produção Textual – Concordância Verbal – Concordância Nominal e Concordância Ideológica. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo será realizada por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem do acadêmico, sempre com a interação dos alunos e com a utilização de estratégias de ensino, tais como: Aulas expositivas e dialogadas, análise e interpretação de textos e de artigos, painel integrado, método de ensino em grupo e trabalhos de pesquisa. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A avaliação da aprendizagem acontecerá ao longo do processo ensinoaprendizagem, de acordo com a Resolução CONSUN n. 013, de 04 de maio de 2010, que prevê especificamente em seu artigo 6, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis (6) durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75%, será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os acadêmicos terão três momentos para demonstrar a aquisição dos conhecimentos adquiridos (M1,M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos iguais, de acordo com as especificações a seguir: M1 = Elaboração de dois parágrafos + Elaboração de Texto sobre Painel Integrado + Interpretação do Texto: O Professor do Terceiro Milênio ( as três avaliações terão peso 10,0). 101 M2 = Elaboração de texto sobre tecnologia (tendo por base o texto: “Sociedade, Tecnologia, Educação e Escola” de Eduardo Chaves) + Resumo de dois livros da Bibliografia Complementar + Avaliação Participativa ( Desempenho, criatividade, originalidade, participação nas atividades individuais e de grupo, pontualidade na execução e na entrega das atividades, assiduidade, interesse e questionamentos em sala de aula ( Atividades com peso 10,0). M3 = Prova I ( Conteúdo: Leitura do Livro “Língua e Liberdade” de Celso Pedro Luft, ou Preconceito Linguístico de Marcos Bagno, ou A Língua de Eulália – Novela Sociolinguística de Marcos Bagno) + Prova II ( Conteúdo ministrado durante o semestre letivo, incluindo a revisão) (Peso 10,0). Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (avaliações), serão constituídas de questões discursivas e aplicadas em data previamente marcada. O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso (manuscrito ou digitado); Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. OBSERVAÇÃO - Todo o acadêmico do curso de Pedagogia da fase I, deverá ler durante o segundo semestre letivo de 2013, no mínimo, dois (2) livros dentre os apresentados na Bibliografia Complementar e/ou de livros previamente aprovados 102 pelo professor, devendo fazer um resumo de cada um, dizendo o que entendeu dos mesmos (com a linguagem própria – originalidade) e entregá-los até o dia 23/11/2013. BIBLIOGRAFIA 10.1 -BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, Antônio Fernando de. Português Básico para Cursos Superiores. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1992. BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37 ed. Rio de Janeiro: Fronteira, 2009. MARTINS, Dileta e ZILBERKNOF, Lúcia Scliar. Português Instrumental. 28 ed. São Paulo, 2009. 10.2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAGNO, Marcos. Preconceito Linguístico. 2 ed. São Paulo: Loyola, 1999. GERALDI, Wanderley. O Texto em Sala de Aula. 2 ed. São Paulo: Ática, 1999. GNERRE, Maurizio. Linguagem, Escrita e Poder. 4 ed. São Paulo: Martins Fonte, 2001. 103 1ª FASE 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia I Professor: Mário Bandiera Período/ Fase: I Semestre: 2º. Ano: 2013 Disciplina: Psicologia da Educação. Carga Horária: 60 horas/aula 2. EMENTA Métodos de pesquisa na Psicologia. Noções básicas de psicologia. A percepção humana. A motivação humana. A emoção no ser humano. A inteligência dos animais, do homem e suas formas de mensuração e de interpretação. Sua aplicabilidade nos dias atuais. A psicologia da Gestalt. A Psicanálise – sua história – sua aplicação nas ciências humanas – de forma especial na psicologia. O comportamento emocional do ser humano. Teorias da Personalidade. Conflitos, frustrações e ajustamentos. Comportamentos anormais. A linguagem e o pensamento. Noções de behaviorismo. 3. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ao acadêmico, futuro professor, conhecimentos básicos de Psicologia para que possa compreender o pensar, o agir, as relações, a mente, a personalidade, as emoções, a memória e a psique do ser humano para que possa melhor relacionarse consigo mesmo e com os semelhantes, de modo especial, com os alunos.. 4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA 4.1 - Possibilitar ao aluno base teórica para compreender o ser humano quando, para , posteriormente, como professor/educador melhor relacionar-se com ele. 4.2- Fazer com que o aluno conheça as principais características psicológicas de um ser humano. 4.3 - Estabelecer relações entre as diversas teorias da personalidade. 4.4 – Compreender como o ser humano observa, se emociona, se motiva, resolve seus conflitos pessoais e como se comunica para melhor entendê-lo e melhor ensina lo, como professor. 4.5 - Compreender como funciona a linguagem e o pensamento no ser humano.. 4.6 - Estudar e conhecer as principais teorias da aprendizagem para poder aplicá-las em sala de aula. 4.7 - Adquirir os conhecimentos e habilidades necessárias para poder desenvolver relacionamento harmonioso com os alunos e professores, quando na ativa 104 magisterial. 5. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Todos os componentes curriculares do Curso de Pedagogia. 6. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Ser capaz de entender o ser humano como um ser complexo, com suas características pessoais, gerais. Ser capaz de entender que as pessoas possuem memória, emoções, sentimentos, percepções, linguagens, conflitos e modos vivendi diferenciados de acordo com sua cultura e vivências pessoais. Ser capaz de compreender o ser humano como um todo partindo de sua própria autoconcepção. 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 7.1 – Métodos de pesquisa na Psicologia. 7.2 – A percepção humana. 7.3 – A motivação humana. 7.4 – A emoção do ser humano. 7.5 – A inteligência e suas formas de mensuração. 7.6 – Psicologia da Gestalt. 7.7 – A Psicanálise. 7.9 – O Comportamento emocional no ser humano. 7.10 – Teorias da Personalidade. 7.11 – Conflitos, Frustrações e ajustamentos. 7.12 – Comportamento anormal. 7.13 – A linguagem e o pensamento. 7.14 – Pensamento. Ele é uma força viva capaz de criar e destruir. 8. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas e dialogadas; Pesquisas bibliográficas; Leituras orientadas; Experiências vivenciais; Estudos de Casos; Estudo em grupo e dirigido; Filmes/Vídeos técnicos. Seminários. 105 9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO O processo de avaliação será realizado de acordo com a legislação vigente na UNIARP. Haverá três médias parciais resultantes das notas de provas escritas, trabalhos escritos individuais, nota de participação em aula atribuída pelo professor levando em conta a participação, o aproveitamento das aulas, as leituras extras, os trabalhos apresentados como seminários e a auto avaliação. As provas escritas terão peso 7,0; as notas de observação do professor peso 1,5 e a auto avaliação da aluno peso 1,5. Todas as atividades serão orientadas pelo professor, por escrito, a partir do primeiro dia de aula. 10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 01 - BARROS, C.S.G. Pontos de Psicologia Geral. SP., Ed. Ática, 2001. 02 – DORIN, Lannoy. Psicologia Geral. S.P., Ed.do Brasil S/A, 1984. 03 – PISANI, Elaine Maria e outros. Psicologia Gerak. P. Alegrem Ed, Vozes 8ª,Ed.1989. 10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 01 – COLL, et Alii. O construtivismo em sala de aula. S Paulo, Ed. Ática, 2002. 02 - FALCÃO, G. M. Psicologia da aprendizagem. S. Paulo, Ed. Attica, 2002. 03 - KRECH, David e CRUTCHFIELD, Richard. Elementos de Psicologia. São Paulo, Ed. Livraria Pioneira/MEC, 4ª, Ed, 1973. 04 - MATUI, J. Construtivismo – Teoria construtivista sócio histórica aplicada ao ensino. SP., Ed Moderna, 2002 05 - MYERS, David. Introdução à Psicologia Geral. Rio de Janeiro, LTC Editora, 1999. . 106 1ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: PEDAGOGIA Professores: Sonia de Fátima Gonçalves Período/ Fase: 1ª Semestre: 2º Disciplina: Didática Geral [email protected] Ano: 2013 Carga Horária: 60 horas/aula EMENTA Didática – Pressupostos teórico-metodológico, numa perspectiva histórica crítica da educação. A didática no processo ensino-aprendizagem, concepções teóricas, metodologia de ensino e problematização da prática pedagógica. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar aos acadêmicos estudo referente a didática e sua importância no cotidiano escolar OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Contextualizar a didática, analisando os determinantes sócio históricos e culturais da prática pedagógica escolar. Compreender em nível reflexivo e critico os pressuposto teóricos de ensino da didática. Refletir a respeito dos elementos teóricos no processo de construção e construção da didática. Refletir criticamente o papel da didática na formação do educador. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES A Didática tem relação interdisciplinar com todas as disciplinas que visam a formação do profissional de Educação, dentro de uma perspectiva histórica-crítica da educação, sua relação professor x aluno em sala de aula, bem como todo o processo de interdisciplinaridade das disciplinas que fazem parte do currículo escolar. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Contextualizar a prática pedagógica e procurar repensar as dimensões técnicas e humanas contextualizando-as; Analisar as diferentes metodologias explicitando seus pressupostos, o contexto em que surgiram e a visão de homem, de sociedade, de conhecimento e de educação 107 a que responde; Elaborar a reflexão didática a partir da análise e reflexão sobre experiências concretas, procurando trabalhar continuamente a relação entre a teoria e a prática; Assumir o compromisso com a transformação social, com a busca de práticas pedagógicas que tornem o ensino eficiente para a maior parte da população; Ensaiar, analisar, experimentar; Romper com as práticas profissionais individualistas promovendo o trabalho comum de professores e especialistas; CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Pressupostos teórico-metodológico • • • • A didática numa perspectiva histórica crítica da educação A didática no processo ensino-aprendizagem Concepções teóricas Metodologia do ensino e problematização da prática pedagógica • Planejamento educacional ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Estudos dirigidos; Filmes/Vídeos técnicos. SISTEMA DE AVALIAÇÃO No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), nos seguintes termos: 1ª Média – M1:- Trabalhos em grupo - Nota de participação, frequência e produção em sala 2ª Média – M2: - Trabalhos em grupo - Nota de participação, frequência e produção em sala 3ª Média – M3: - Trabalhos em grupo - Nota de participação, frequência e produção em sala 108 Observações Importantes: Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. 109 1ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professores: Prof. Dr. Joel Haroldo Baade Período/ Fase: 1ª Semestre: 1º Disciplina: História da Educação Email: [email protected] Ano: 2013 Carga Horária: 60 horas/aula EMENTA História e educação. As origens da Educação. A educação no antigo oriente. A Educação greco-romana. A educação medieval. A Educação humanista-renascentista e na Reforma. A educação no Iluminismo. A educação nas correntes socialistas e positivistas. A educação no século XX. Principais tendências da educação no terceiro milênio. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ampla revisão conceitual e discussão sobre temas pertinentes à História da Educação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Possibilitar o desenvolvimento de uma visão geral da história da Educação; Estimular o desenvolvimento de um pensamento autônomo em perspectiva histórica e crítica; Possibilitar a compreensão da existência de uma diversidade de práticas educativas ao longo da história humana, que podem ser complementares ou antagônicas; Valorizar a diversidade cultural através da compreensão e construção de uma visão crítica; Fornecer um conhecimento do passado coletivo da profissão, fomentando a formação de uma cultura profissional; Fazer compreender que a educação é uma construção social, renovando o sentido e a importância da ação quotidiana de cada educador(a). RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Esta disciplina relaciona-se, em diferentes sentidos, com todas as disciplinas ao longo do curso. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO A capacidade de refletir e avaliar criticamente a realidade à luz do pensamento histórico crítico. Para isso, é fundamental a participação do discente através do preparo prévio mediante a realização das leituras previstas e em sala através da interação com a turma. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 18/02 – Aula 01: Apresentação do programa da disciplina. Introdução à disciplina: a importância da história da educação. A educação no antigo oriente. Leitura: PILETTI, 1988, p. 42-56 [index 4780]. 25/02 – Aula 02: A educação grega. Leitura: PILETTI, 1988, p. 57-72; GADOTTI, 2002,. 110 29-41. 04/03 – Aula 03: A educação romana. Leitura: PILETTI, 1988, p. 73-81; GADOTTI, 2002, p. 42-50. 11/03 – Aula 04: A educação na Idade Média. Leitura: PILETTI, 1988, p.82-102; GADOTTI, 2002, p. 51-60. 18/03 – Aula 05: Questões de prova – Estudo e debate. 25/03 – Aula 06: Revisão e Prova M1.01/04 – Aula 07: Educação e Humanismo. Leitura: GADOTTI, 2002, p. 61-75.08/04 – Aula 08: Educação e as reformas do século XVI. Leitura: PILETTI, 1988, p. 104-126; GADOTTI, 2002, p. 61-75. 15/04 – Aula 09: Revolução pedagógica burguesa no século XVII. Leitura: PILETTI, 1988, p. 127-139; GADOTTI, 2002, p. 76-86.22/04 – Aula 10: Laicização educativa e racionalismo pedagógico. Leitura: Rousseau: o “pai” da pedagogia contemporânea. CAMBI, 1999, p. 342-355; GADOTTI, 2002, p. 87-106.29/04 – Aula 11: Revisão e Prova M2.06/05 – Aula 12: Educação na época contemporânea: características. Leitura: CAMBI, 1999, p. 377-386; GADOTTI, 2002, p. 107-118.13/05 – Aula 13: Educação no século XIX: o século da pedagogia. Leitura: PILETTI, 1988, p. 140-153; GADOTTI, 2002, p. 119-14120/05 – Aula 14: Educação na primeira metade do século XX: “Escolas Novas” e ideologias da educação. Leitura: CAMBI, 1999, p. 509-534; GADOTTI, 2002, p. 142-157. A segunda metade do século XX: ciências da educação e empenho mundial da pedagogia. Leitura: CAMBI, 1999, p. 625-634; GADOTTI, 2002, p. 158-172; 173-186; 187-200; 201-229.27/05 – Aula 15:. A educação no século XXI. GADOTTI, 2002, p. 267-309; 310-313. Questões de prova – Estudo e debate. 03/06 – Aula 16: Revisão e Prova M3. 10/06 – Aula 17: não presencial.17/06 – Aula 18: não presencial. 24/06 – Aula 19: não presencial.01/07 – Aula 20: não presencial. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Experiências vivenciais; Estudos de Casos; Estudos dirigidos; Filmes/Vídeos técnicos. SISTEMA DE AVALIAÇÃO 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 5,0 (50%). Uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 1 ponto na média - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 5,0 (50%) 2ª Média – M2: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 5,0 (50%) 111 - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 5,0 (50%) 3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 5,0 (50%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 5,0 (50%) Observações Importantes: A nota de participação, frequência e produção em sala será constituída a partir da média de atividades desenvolvidas e entregues em sala de aula no período correspondente a cada média. BIBLIOGRAFIA Básica: 1. CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: UNESP, 1999. [370.09 C174h] 2. GADOTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. 8.ed. São Paulo: Ática, 2002. [370.981 G125h 8.ed.] 3. MANACORDA, M. A. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. 10.ed. São Paulo: Cortez, 2002. [370.9 M266h 8.ed.] Complementar: 1. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação. 2.ed. São Paulo: Moderna, 1996. [370.09 A662h 2.ed.] 2. EBY, Frederick. História da Educação Moderna: teoria, organização e práticas educacionais. Porto Alegre: Globo, 1976. [370.0903 E16h 2.ed.] 3. MORROU, Henri-Irénée. História da Educação na Antiguidade. São Paulo: EPU, 1975. [370.0901 M361] 4. PILETTI, Claudino, PILETTI, Nelson. Filosofia e História da Educação. 6.ed. São Paulo: Ática, 1988. [370.09 P637f 5.ed.] 5. ROSA, Maria da Glória de. A História da Educação através dos textos. São Paulo: Cultrix, 1971. [370.09 R789h] 112 1ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: PEDAGOGIA - CAÇADOR. Professores: ITAMAR FAVERO Período/ Fase: 1º Semestre: 2º Ano: 2013 Disciplina: INTRODUÇÃO A CIENCIA PEDAGOGICA Carga Horária: 60H EMENTA Introdução ao curso de Pedagogia. O papel da pedagogia e o papel do Pedagogo. O objetivo das ciências da educação. O problema da unidade e autonomia das ciências da educação. A educação como ponto de partida e de chegada dos estudos e da reflexão dos cientistas. A contribuição das ciências para a explicação e compreensão da educação. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA O acadêmico deverá apropriar-se dos conceitos de Pedagogia, Educação bem como, das praticas decorrentes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Compreender o que é pedagogia, educação e suas relações. Compreender as diferentes interpretações de pedagogia e de educação no decorrer da história. Na alisar as condições e disposições e necessidades educacionais do ser humano hoje. Situar o curso de pedagogia e o pedagogo na sociedade atual. Explicar o atual curso de pedagogia. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Psicologia da Aprendizagem. Filosofia da Educação. Sociologia da Educação. Didática e Planejamento educacional. Estágios... HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO .O acadêmico deverá saber ouvir, ser leitor, capacidade de elabora perguntas e sínteses dos conteúdos apresentados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Apresentação do projeto do curso. O que é ciência. O que é pedagogia. As possíveis relações entre pedagogia, utopia, ciência e filosofia. 113 O que é Pedagogia. Pedagogia e didática. Do mundo moderno ao mundo contemporâneo, a questão do sujeito e a crise da pedagogia. Corpo e consumidor: as novas figuras da subjetividade á disposição do tecnicismo pedagógico. Pedagogia e insensibilidade. O que é educação: Educação? Educações ,aprender com o índio. Quando a escola é a aldeia. Pedagogos, mestres-escolas e sofistas. A educação que Roma fez e o que ela ensina. Educação: isto e aquilo e o contrário de tudo. As possíveis relações entre os pedagogos e os sofistas. Sociedade contra Estado: classes e educação. As possíveis cegueiras do conhecimento. O erro e a ilusão. Os princípios do conhecimento pertinente. A condição, humana, Terrena. Enfrentar as incertezas. A ética do gênero humano. A esperança na educação. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Experiências vivenciais; Estudos de Casos; Estudos dirigidos; SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo 114 e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)2ª Média – M2: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre). - Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%) Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada 115 individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. 10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. 33º Ed. São Paulo: Brasiliense, 1995. Coleção primeiros Passos. CHIRALDELLI Jr. Paulo. O que é pedagogia. 3º Ed. São Paulo: Brasiliense, 1996. Coleção Primeiros Passos.. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários á educação do futuro. Ed. Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2.000. 10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SAVIANI, Demerval. Pedagogia histórico critica. Primeiras aproximações. São Paulo: Ed. Cortez 1991. Coleção Polêmicas de Nosso Tempo DURKHEM, Emile. A Evolução Pedagógica. Porto Alegre: Editora artes Medicas, 1995. DEMO, Pedro. Desafios Modernos da Educação. 7º Ed. Petrópolis: Editora Vozes, 1198. GOERGEN, Pedro e SAVIANI, Demerval. (org) Formação de Professores: A experiência Internacional Sob o Olhar Brasileiro. 2º Ed. Ampliada. Campinas/SP: Autores Associados, 2000. PERRENOUD, Pheilippe. Pedagogia Diferenciada: Das Intenções á Ação. Porto Alegre: Editora Artes Medicas Sul, 2000. 116 1ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: PEDAGOGIA Professores: Mara Regina Balena e-mail: [email protected] Período/ Fase: Ano: 2013 Semestre: 2º Disciplina: Metodologia Científica e da Pesquisa Carga Horária: 60 horas/aula EMENTA - Conceito e concepção de Ciência. - Conceito de Método. - Conceito de Metodologia. - Conceito de Metodologia Científica. - Conceito de Conhecimento. * Tipos de Conhecimento. - Texto Complementar: Generalidades Introdutórias sobre o Método. - O conhecimento dos métodos técnicas e normas que auxiliam na elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. - Texto Complementar: A importância da Metodologia Científica no desenvolvimento de produções acadêmicas de qualidade no nível superior. - Diretrizes para elaboração e apresentação de trabalhos científicos e monográficos seguindo as normas da ABNT. - Conhecimento dos métodos técnicas e normas que auxiliam na elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. - Conceito e concepção de pesquisa. - A importância da pesquisa na produção do conhecimento acadêmico/cientifico. - Aspectos pesquisa e procedimentos da pesquisa. - Estruturação e, descrição dos elementos do projeto. Encaminhamento da Pesquisa: 117 elaboração de projeto de pesquisa conforme normalização a Luz da ABNT. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA - Apresentar elementos conceituais na área da Metodologia Científica e da Pesquisa aos estudantes no desenvolvimento da reflexão teórico – empírica com base na evolução do pensamento do trabalho científico. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA - Conhecer elementos conceituais fundamentais da Metodologia Científica e da Pesquisa aos acadêmicos; - Desenvolver a reflexão e conhecimento de um conjunto de métodos com base na evolução do pensamento do trabalho científico e da pesquisa em conformidade com a Associação brasileira de Normas Técnicas (ABNT); - Proporcionar ao aluno o conhecimento da normalização do trabalho acadêmico/científico e da pesquisa. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES - Metodologia da Pesquisa. - Estágio Supervisionado. - Trabalho de Conclusão de Curso. - Português. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO A capacidade de criar soluções metodológicas com flexibilidade, adaptabilidade e com inovação; entender a aplicação da norma ABNT nas atividades e elaboração de trabalhos acadêmicos na educação superior, visando a atender os requisitos exigidos pela IES; comunicação e expressão corretas na interpretação da realidade, raciocínio lógico, crítico e analítico; capacidade de propor modelos inovadores e científicos do conhecimento científico e da pesquisa; de ordenar atividades e programas, com base no pensamento científico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceito e concepção de Ciência. Conceito de Método. Conceito de Metodologia. Conceito de Conhecimento. - Tipos de Conhecimento. Conceito de Metodologia Científica. A importância e necessidade da produção científica na universidade. O conhecimento dos métodos técnicas e normas que auxiliam na elaboração e 118 apresentação de trabalhos acadêmicos. Conhecimento do assunto ou tema. Direitos autorais. Principais modalidade de trabalhos acadêmicos. Texto Complementar: Observação importante na formação de frases e uso de palavras no desenvolvimento de trabalhos acadêmicos. - 1 - Papel. - 2 - Fonte. - 3 - Margem. - 4 - Títulos e subtítulos. - 5 - Notas de rodapé. - 6 - Alinhamento dos títulos e subtítulos. - 1 - Parágrafos e alíneas. - 2 - Alinhamento do texto. - 3 - Linhas do texto. - 4 - Siglas. - 5 - Termos estrangeiros e nomes científicos. - 6 - Paginação. - 1 - Ilustrações. - 2 - Tabelas. - 3 – Equações e Fórmulas. - 4 - Símbolos. - 1 - Citações. - a – Citação direta. - b – Citação indireta ou paráfrase. - c – Citação de citação. - 2 – Sistema de chamada. - Dicas: Formalização da citação. - Diretrizes para elaboração e apresentação de trabalhos científicos e monográficos seguindo as 119 normas da ABNT. - 1 – Estrutura de trabalhos acadêmicos da Universidade Alto vale do Rio do Peixe. - Estrutura de trabalhos acadêmicos (quadro1 – quadro 2) - Principais Características do trabalho acadêmico. - Estrutura do relatório de trabalhos acadêmicos. - Organização dos elementos pré-textuais. - Organização dos elementos textuais. - Organização dos elementos pós-textuais. - Apêndices: capa – folha de rosto – modelo de folha de aprovação – modelos de notas para a folha de rosto). - 1 - Referências. - a – Especificação e ordem dos elementos. - b – Exemplo das referências mais comuns em trabalhos acadêmicos. - Conceito e concepção de pesquisa. - A importância da pesquisa na produção do conhecimento acadêmico/cientifico. - Aspectos da pesquisa. - Procedimentos da pesquisa. Redação cientifica. Encaminhamento da Pesquisa: elaboração de projeto de pesquisa conforme normalização a Luz da ABNT. - Estruturação do projeto. - Descrição dos elementos do projeto. - Dicas: Lista de verbos para os objetivos (sugestões). 120 ESTRATÉGIAS DE ENSINO Contemplar novas realidades, novas potencialidades derivadas de mídias alternativas, da conectividade que assola a humanidade atualmente, abordando aspectos da tecnologia da educação relativos à Metodologia Científica e da Pesquisa através da Internet. - Ambiente virtual de aprendizagem como ferramenta interativa. - Texto Colaborativo, Questionários (Múltipla Escolha, Dissertativa) .- Apresentação Multim ídia Narrada, Software, Criação de Vídeos . - Metodologias e estratégias para o ensino integrando recursos tecnológicos . Construção de m ateriais didáticos apostilas sobre o conteúdo e fóruns utilizando os recursos tecnológicos pela rede. - Mapas conceituais.- Mini aula presencial preparatória. - Interação através das tecnologias digitais m otivacionais – interacionais; Chat. - Pesquisa no ambiente da biblioteca nas diversas publicações na área e a normalização da ABNT. 121 SISTEMA DE AVALIAÇÃO REFERÊNCIAS ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a metodologia do trabalho científico. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2006. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14724/2011: Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. _____________. NBR 10520/2002: Apresentação de citações em documentos. _____________. NBR 6022/2003: Prefácio, Objetivo, Referências normativas, Artigo, Estrutura do Artigo, Regras gerais de apresentação. ___________. NBR 6023/2002: Informação e documentação – Referências – Elaboração. CANONICE, Bruhmer C. F. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos: monografias, TCCs, trabalhos de estágios, projetos de iniciação científica. Maringá, PR: Unicorpore, 2010. BONAT, Debora. Metodologia da pesquisa. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2008. COSTA, Marco Antonio F. da; COSTA, Maria de Fátima Barrozo da. Metodologia da pesquisa: conceitos e técnicas. 5. ed. Rio de Janeiro: Inter ciência, 2009. FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. FONSECA, Regina Célia Veiga da. Metodologia do trabalho científico. Curitiba: IESDE do Brasil. 2009. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2007. 122 MAGALHÃES, Gildo. Introdução à metodologia da pesquisa: caminhos da ciência e tecnologia. São Paulo: Ática, 2005. MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2011. NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS DA UNIVERSIDADE ALTO VALE DO RIO DO PEIXE: Em conformidade com as normas da ABNT. Universidade Alto Vale do Rio do Peixe. Caçador (SC): UNIARP, 2011. 123 2º FASE PLANO DE ENSINO 1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professor: Dr. Ludimar Pegoraro Período/ Fase: 1º Semestre: 1° Disciplina: Filosofia Ano: 2012 Carga Horária: 60 2 EMENTA Conceitos, métodos, concepções de filosofia. O conhecimento filosófico. As correntes filosóficas. Idealismo, Fenomenologia, Existencialismo, Racionalismo, Empirismo. Positivismo, Neopositivismo. A filosofia marxista. Filosofia da ação. O materialismo dialético. 3 OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA • Entender a Filosofia como fundamentação teórica e crítica dos conhecimentos e práticas. 4 OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Após concluir a disciplina de Filosofia, os futuros educadores deverão: • Compreender a importância da filosofia para a vida particular e social; • Identificar os diferentes tempos históricos compreendendo a importância, em cada período, do pensamento nas criações humanas; • Relacionar o conhecimento filosófico, seus métodos, com os demais conhecimentos; • Identificar na filosofia a sua importância para a compreensão do comportamento humano e ou da realidade; • Entender por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos (motivos, razões e causas); • Analisar o que queremos pensar quando pensamos, o que queremos dizer quando falamos, o que queremos fazer quando agimos (conteúdo ou sentido do pensamento); • Analisar para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos, fazemos o que fazemos (intenção ou finalidade do pensamento). 124 5 RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Por se tratar de um conhecimento basilar, a disciplina de Filosofia precisa estabelecer relações com todas as disciplinas, específicas ou não, da grade curricular do curso. 6 HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Capacidade para análise e interpretação dos contextos. Elaboração de textos e interpretação de questões necessárias ao desenvolvimento do conhecimento próprio. Iniciativa e criatividade na elaboração de propostas educacionais. Espírito crítico-científico (raciocínio lógico e crítico-analítico). Responsabilidade profissional sobre os conhecimentos e as práticas. Espírito de cooperação, indispensável para o desenvolvimento social saudável e sustentável. Capacidade para relacionar teoria e prática. Entender que a vida social é a finalidade de todos os conhecimentos e práticas. 7 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 PARA QUE FILOSOFIA? 1.1 Conhece-se a ti mesmo 1.2 Neo e a Matrix 1.3 O mito da caverna 1.4 Nossas crenças costumeiras 2.4 A imaginação a) Cotidiano e imaginação b) A imaginação na tradição filosófica c) A fenomenologia e a imaginação d) Descrevendo a imagem e) As modalidades ou tipos de imaginação f) Imaginação e teoria do conhecimento 1.5 Exercendo nossa liberdade 1.6 Conhecendo as coisas 1.6.1 E se não for bem assim? 1.6.2 Momentos de crise 1.6.3 Buscando a saída de caverna ou a atitude filosófica 1.6.4 A atitude crítica 1.6.5 Para que filosofia? 2.5 A linguagem a) A importância da linguagem b) A força da linguagem c) A outra dimensão da linguagem d) A origem da linguagem e) O que é a linguagem? f) Empiristas e intelectualistas diante da linguagem g) Purificar a linguagem h) Crítica ao empirismo e ao intelectualismo i) A linguística e a linguagem j) A experiência da linguagem 1.6.6 A atitude filosófica: indagar 1.6.7 A reflexão filosófica 1.6.8 Filosofia: um pensamento 2.6 O pensamento a) Pensando b) O dizem os dicionários c) Experiências do pensamento 125 sistemático 1.6.9 Em busca de uma definição da filosofia 1.6.10 Inútil? Útil? 2 O CONHECIMENTO 2.1 A preocupação com o conhecimento a) O conhecimento e os primeiros filósofos b) Os filósofos modernos e o nascimento da teoria do conhecimento c) Bacon e Descartes d) Locke e) Racionalismo e empirismo f) A consciência: o sujeito, o eu, a pessoa e o cidadão g) Subjetividade e graus de consciência d) A inteligência e) Inteligência e linguagem f) Inteligência e pensamento g) A necessidade do método h) Pensamento mítico e pensamento lógico i) Como o mito funciona j) Como funciona o pensamento conceitual 2.7 A consciência pode conhecer tudo? a) Consciência e conhecimento b) O inconsciente c) A psicanálise d) A vida psíquica e) A alienação social f) As três formas de alienação g) A ideologia 2.2 A percepção a) Sensação e percepção b) Empirismo e intelectualismo c) Psicologia da forma e fenomenologia d) O que é a percepção e) Percepção e teoria do conhecimento 2.3 a) b) c) d) e) A memória Lembranças e identidade do eu Os antigos e a memória A memória em nossa sociedade O que é a memória As modalidades ou tipos de memória f) Memória e teoria do conhecimento 126 8 ESTRATÉGIAS DE ENSINO Exposição do conteúdo definindo, em cada etapa, os objetivos dos conhecimentos e habilidades a serem desenvolvidos. Procedimentos: Aulas expositivas; Análise e interpretação de textos e artigos; Experiências pessoais; Estudos de Casos; Estudos dirigidos; Análise de filmes/vídeos. 9 SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá, para fins de aprovação, o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê, especificamente, em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis, durante o período letivo, e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual. A verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 2ª Média – M2: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre). - Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%) 10 BIBLIOGRAFIA ABBAGNANO, N. Dicionário de filosofia. São Paulo: Mestre Jou, 1982. ARANHA, Maria. L. de Arrud, MARTINS, M. S. Pires. Filosofando: Introdução à Filosofia. Ed. Moderna. 2ª ed. São Paulo, 1993. 127 BUZZI, Arcângelo. Filosofia para Principiantes. A existência humana no mundo. 4ª ed., Vozes, Petrópolis, 1994. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2003. 10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABBAGNANO, N. Dicionário de filosofia. São Paulo: Mestre Jou, 1982. BUZZI, Arcângelo R. Introdução ao Pensar. Ed. Vozes, 23ª ed. Petrópolis, 1995. CHALITA, Gabriel. Vivendo a Filosofia. São Paulo: Ática, 2005. CHAUÍ, Marilena. Filosofía. São Paulo: Ática, 2002. GAARDER, Jostein. O Mundo de Sofia: Romance da história da Filosofia. 17ª ed., Cia. das Letras, São Paulo, 1995. GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. Introdução à filosofia. Barueri, SP: Manole, 2003. MATTAR, João. Introdução à Filosofia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. MONDIN, Batista. Introdução à filosofia: Problemas, sistemas autores e obras. São Paulo: Paulus, 2003 VERSÁTIL Home Vídeo. Minissérie baseada no livro que conquistou o mundo, da obra de Jostein Gaarder, O Mundo de Sofia: Romance da história da Filosofia, 2000. DVD (200min.), legendado, colorido. Caçador, fevereiro de 2011. Prof. Dr. Ludimar Pegoraro E-mail: [email protected] 128 2ª FASE PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professores: Marilena Loss Bier Período/ Fase: 2º [email protected] Semestre: 2º Ano: 2012 Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Literatura Infantil Carga Horária:60h 2. EMENTA Conceito histórico de literatura infantil. Funções básicas da literatura infantil. Fantasia e realidade, a mediação do adulto entre a criança e a literatura. A Linguagem e a estruturação do maravilhoso e do pensamento da criança. Os contos de fadas. As histórias em quadrinhos. A poesia e o Teatro. A literatura contemporânea. A criança e os livros na sala de aula. Leitura e apreciação de textos de literatura infantil. Narrativa e poética infantil. 3. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA A literatura infantil visa propor de maneira objetiva, as relações entre teoria e prática do texto e a compreensão da criação literária como uma manifestação individual que está vinculada ao meio e ao momento em que surge e que se caracteriza como um fenômeno de cultura. 4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Despertar e estimular através de textos literários todas as potencialidades do ser humano, tanto psíquica, artística e imaginativa como a capacidade de reprodução e livre expressão. Proporcionar subsídios para que o acadêmico possa desenvolver bons projetos de prática literária na escola com os alunos. Desenvolver, pelo exercício da leitura interpretação e reprodução, a capacidade expressiva e criativa do acadêmico a fim de melhor prepará-lo para o exercício do magistério com relação aos textos literários. 5. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Português; Fund Met da Alfabetização; Fund. Met. Educação Infantil; Musicalidade na Ed. Infantil e Anos Iniciais; etc. 6. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Oportunizar aos acadêmicos condições práticas, técnicas e científicas para que possa atuar em sala de aula com técnicas adequadas para melhor desempenho junto aos indivíduos das mais diversas situações sociais. Visando a uma melhor comunicação, tanto oral quanto gráfica. 129 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Conceito histórico e função da literatura infantil no mundo e no Brasil. 2. Características e representantes; 3. As fábulas, os contos e as lendas; 4. Temas e títulos da atualidade; 5. Personagens e a busca de identidade; 6. Clássicos da literatura infantil; 7. Como selecionar textos; 8. Metodologia de trabalho e leitura com a literatura infantil; 9. Análise de obras literárias infantis; 10. Poesia; 11. Histórias em Quadrinhos; 12. Atividades recreativas e culturais; 13. Avaliação através da literatura. 8. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos; Aulas expositivas; Estudos dirigidos; Trabalhos em grupos; Trabalhos individuais; Trabalhos de pesquisa; Exposição oral de trabalhos; Leituras para análise e condensação; Atividades de prática literária. 9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: A avaliação estará baseada nas notas obtidas pelo aluno em trabalhos, produção textual, seminários, apresentações. Além disso, serão relevantes a participação e a assiduidade às aulas. M1: Prova + Produção textual = Média 1 M2: Trabalho + Análise de obras literárias = Média 2 M3: Trabalho + Apresentação oral = Média 3 (M1 + M2 + M3)/ 3 = Média do Semestre 130 A média final para aprovação na disciplina deverá ser igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero), obtida da soma e divisão das 03 (três) médias. Observações Importantes: O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria Acadêmico e ou Coordenador, conforme prevê a Resolução 03/2010 do CONSUN; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Não serão aceitos trabalhos entregues com atraso; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. 10. BIBLIOGRAFIA BUSATTO, Cleo. A arte de contar histórias no Século XXI: tradição e ciberespaço. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006. COELHO, Betty. Contar Histórias: uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 1991. COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil-teoria, análise, didática. São Paulo, Ática, 1997 6ª ed. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COELHO, Nelly Novaes. Panorama Histórico da Literatura Infantil/Juvenil. São Paulo: Ática, 1991. CUNHA, Maria Antonieta Antunes. Literatura Infantil: teoria e prática. São Paulo: Ática, 1990 4ª d. LAJOLO, Marisa $ ZILBERMANN, Regina. Literatura infantil brasileira: histórias & histórias. São Paulo: Ática, 1987. BETENLHEIN, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980, 8ª d. KHEDE, Sonia Salomão. Personagens da Literatura Infanto-Juvenil. São Paulo: Ática, 2000. SANDRONI, L; MACHADO, L. R. A criança e o livro: guia prático de estímulo à leitura. São Paulo: Ática. SISTO, Celso. Textos e pretextos sobre a arte de contar histórias. 2ª Ed. Curitiba: Positivo 2005. Caçador, 01 de agosto de 2012. 131 2ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Período/ Fase: II Professor: Mário Bandiera Semestre: 2º. Ano: 2013 Disciplina: Psicologia do Desenvolvimento. Carga Horária: 60 horas/aula 11. EMENTA Introdução à Psicologia do Desenvolvimento: conceito e fatores que a influenciam. A construção social do sujeito: concepção de desenvolvimento(ambientalista, interacionista), crescimento e desenvolvimento: o biológico em interação com o psicológico e o social – desenvolvimento de crianças e adolescentes. As teorias do desenvolvimento como recurso didático. 12. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ao acadêmico, futuro professor, conhecimentos básicos de Psicologia para que possa compreender o desenvolvimento, o pensar, o agir do ser humano desde a primeira infância até a maturidade, bem como proporcionando-lhe condições adequadas para que possa exercer o magistério com competência. 13. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA 4.1 - Possibilitar ao aluno base teórica para compreender o desenvolvimento do ser humano quando criança e quando adolescente para melhor compreendê-lo, posteriormente, como professor/educador. 4.2- Fazer com que o aluno identifique as principais fases do desenvolvimento do ser humano, segundo as teorias mais apregoadas no momento. 4.3 - Estabelecer relações entre as diversas teorias do desenvolvimento humano e a prática em sala de aula - relação teoria-prática. 4.4 - Identificar o desenvolvimento mental, psicológico e físico da criança e do adolescente considerados saudáveis e das crianças e adolescentes considerados de e com o desenvolvimento comprometido. 14. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Ser capaz de entender a fase do desenvolvimento físico e psicológico/afetivo da criança e do adolescente; ser capaz de propor atividades às crianças e jovens dentro de sua faixa etária e nível de conhecimento; ser compreensivo para com as acrianças e jovens de acordo com sua idade e contexto social; possuir habilidade de leitura e interpretação de textos; demonstrar liderança e dinamicidade no relacionamento 132 interpessoal com os alunos, em suas faixas etárias. 15. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Ser capaz de entender a fase do desenvolvimento físico e psicológico/afetivo da criança e do adolescente; ser capaz de propor atividades às crianças e jovens dentro de sua faixa etária e nível de conhecimento; ser compreensivo para com as crianças e jovens de acordo com sua idade e contexto social; possuir habilidade de leitura e interpretação de textos; demonstrar liderança e dinamicidade no relacionamento interpessoal com os alunos, em suas faixas etárias. 16. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 7.1 – A CRIANÇA 7.2 – PRIMEIRA INFÂNCIA: movimento. 7.3 – SEGUNDA INFÂNVCIA: fantasia. 7.4 – TERCEIRA INFÂNCIA: socialização. 7.5 – DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL NAS 03 INFÂNCIAS. 7.6 – EVOLUÇÃO DA INTELIGÊNCIA. 7.7 – ADOLESCÊNCIA – vontade de viver. 7.8 – ADOLESCÊNCIA – tempo de contradições. 7.9 – ADOLESCÊNCIA – inteligência e emoção. 7.10 – HEREDITARIEDADE X MEIO AMBIENTE. 7.11 – ESTIMULAÇÃO AMBIENTAL. 7.12 – INFLUÊNCIA DOS FATORES SOCIAIS NA PERSONALIDADE. 7.13 – DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL: teoria de Freud. 7.14 – DESENVOLVIMENTO COGNITIVO – Piaget e Bruner. 7.15 – DESENVOLVIMENTO HUMANO NA TEORIA DE PIAGET. 7.16 - EDUCAÇÃO E DISCIPLINA. 133 17. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas e dialogadas; Pesquisas bibliográficas; Leituras orientadas; Experiências vivenciais; Estudos de Casos; Estudo em grupo e dirigido; Filmes/Vídeos técnicos. Seminários. 18. SISTEMA DE AVALIAÇÃO O processo de avaliação será realizado de acordo com a legislação vigente na UNIARP. Haverá três médias parciais resultantes das notas de provas escritas, trabalhos escritos individuais, nota de participação em aula atribuída pelo professor levando em conta a participação, o aproveitamento das aulas, as leituras extras, os trabalhos apresentados como seminários e a auto avaliação. As provas escritas terão peso 7,0; as notas de observação do professor peso 1,5 e a auto avaliação da aluno peso 1,5. Todas as atividades serão orientadas pelo professor, por escrito, a partir do primeiro dia de aula. 19. BIBLIOGRAFIA 01 - BARROS, C.S.G. Pontos de Psicologia do Desenvolvimento. SP., Ed. Ática, 2002. 02 - PILETTI, N. Psicologia Educacional. S.P., Ed. Ática, 1984. 03 – RODRIGUES, M. Psicologia Educacional – Uma crônica do desenvolvimento humano. SP., Ed. McGraw-Hill,1976.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 01 – BAQUERO, R. Vygotsky e a aprendizagem escolar. São Paulo, Ed. Artmed, 2001. 02 - BROOKS, J.G. e BROOKS, M.G. Construtivismo em sala de aula. P Alegre, Artes Médicas, 1997. 03 - COLL, et Alii. O construtivismo em sala de aula. S Paulo, Ed. Ática, 2002. 04 - FALCÃO, G. M. Psicologia da aprendizagem. S. Paulo, Ed. Ática, 2002. 05 - PAROLIN, Isabel. Professores formadores: a relação entre a família, a escola e a aprendizagem. São José dos Campos; Ed. Pulso Editorial, 2010, 2ª. Ed. 134 2ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professores: Ana Paula Carneiro Canalle Período/ Fase: 2º Semestre: 2º Disciplina: Desenvolvimento da Linguagem Ano: 2013 Carga Horária: 60 horas/aula EMENTA Conceitos linguísticos,. Teorias de aquisição e desenvolvimento da linguagem. O cérebro e a linguagem. Afasias da linguagem. Teorias de aquisição e aprendizagem da escrita e leitura. Problemas de aprendizagem relacionados à aquisição e ao desenvolvimento da linguagem. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Propiciar o conhecimento dos processos de aquisição e desenvolvimento da linguagem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Possibilitar o estudo das diferentes correntes relacionadas ao processamento da linguagem; Promover a análise do mecanismo cerebral na aquisição e processamento da linguagem; Propiciar o reconhecimento das diferentes afasias da linguagem; Estimular o processo de analogia entre o desenvolvimento da linguagem com as práticas de leitura e escrita; Possibilitar a identificação de problemas de aprendizagem vinculados ao processamento da linguagem. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Fundamentos e metodologia de alfabetização; Psicologia da aprendizagem; Psicologia do desenvolvimento; Aprendizagem e procedimentos. 135 HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO A capacidade de relacionar o processamento da linguagem com o ensinoaprendizagem da leitura e escrita. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceituação linguística de linguagem, língua e fala; Aquisição da linguagem: hipóteses behaviorista, inatista, construtivista e interacionista; O cérebro e a linguagem: centros cerebrais da linguagem; componentes da linguagem articulada; Afasias da linguagem: broca, wernicke, de condução, global, anômica, transcortical motora, sensitiva; A fala e seu funcionamento; Aquisição e aprendizagem da escrita: teses inatista, funcionalista, cognitivista funcionalista, construtivista e associacionista; A escrita e seu sistema; ênfase à relação entre fonemas e letras; A leitura e seu processamento; Causas de distúrbios de aprendizagem na área da leitura e escrita: orgânica, psicológica, pedagógica, sociocultural, dislexia, distúrbio de atenção/ hiperatividade. ESTRATÉGIAS DE ENSINO Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivo-dialogadas; Discussões; Filme. SISTEMA DE AVALIAÇÃO Atividades individuais; Atividades em equipe; Avaliações escritas;. BIBLIOGRAFIA CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização de linguística. Ed. Scipione. 1999. KATO, Mary A.. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolinguística. Ed. Ática. 1995. VIGOTSKI, L S., LURIA, A. R., LEONTIEV, A. N.. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. Ed. Ícone. 1998 10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça ,Linguística aplicada ao português : 9.ed. ,morfologia / ,Cortez , ,9.ed. - ,1997 SILVA, Thais Cristófaro ,Fonética e fonologia do português 5.ed. ,roteiro de estudos e guia de exercícios ,Editora Contexto , ,5.ed. ,2001 136 2ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professores: Marisa Martins Período/ Fase: 2º [email protected] Semestre: 2º Ano: 2013 Disciplina: Ludicidade na educação infantil e anos iniciais Carga Horária: 60 horas/aula EMENTA Ludicidade como ciência. Espaços lúdicos. Capacitação relacional do professor com crianças em atividades lúdicos educativas. O lúdico e a prática pedagógica. Lúdico: espaço para pensar e aprender. Jogos, brinquedos e brincadeiras. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Utilizar a ludicidade como facilitadora no processo de ensino aprendizagem da criança. Integrar o lúdico às disciplinas curriculares, de maneira que o aprendizado se faça de forma lúdica e transdisciplinar. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Auxiliar, através dos conhecimentos da ludicidade o desenvolvimento integral da criança. Propor práticas fundamentais para o desenvolvimento cognitivo, físico, emocional e social da criança por meio de atividades, que as mesmas, além de se divertirem, criem, interpretam e se relacionam com o mundo em que vivem; Compreender o processo de brincar e sua importância para o desenvolvimento integral da criança. Integrar as disciplinas. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES A disciplina esta relacionada com as práticas pedagógicas; HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Ao final da disciplina o acadêmico deverá estar apto para utilizar atividades lúdicas como formas de repassar o conhecimento, bem como usar a ludicidade em suas atitudes. 137 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO * Conceitos de ludicidade; * A educação Lúdica; * A criança, a educação e o brinquedo; * A função pedagógica do jogo; * Caracterização das habilidades motoras básicas e avanços no desenvolvimento motor infantil; * Como se aprende e se ensina através de atividades lúdicas; * As orientações didáticas para o ensino da educação infantil e anos iniciais. * Técnicas pedagógicas para elaboração e execução de jogos e brincadeiras; * Planejamento para a prática na educação infantil e anos iniciais, envolvendo atividades lúdicas. ESTRATÉGIAS DE ENSINO Aulas expositivas; Práticas de elaboração e execução de atividades lúdicas; Seminários; Estudos em grupo; Resenhas; Atividade de pesquisa; SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. A verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: - Nota de participação nas atividades ludo pedagógicas em sala; - Assiduidade.2ª Média – M2:- Avaliação do conhecimento, individual, sem consulta. (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre. 3ª Média – M3: - Trabalho de pesquisa e elaboração de material lúdico, apresentação para a turma, em grupo;- Trabalho de pesquisa e planejamento (encontros não presenciais). Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; 138 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sobre as apresentações: A apresentação oral será avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. BIBLIOGRAFIA FRIEDMANN, Adriana. Brincar, crescer e aprender: o resgate do jogo infantil. São Paulo: Moderna, 1996. SANTOS, Santa Marli Pires dos. (org.) A ludicidade como ciência. Petrópolis: Vozes, 2001. SANTOS, Santa Marli Pires dos. .(org.) Brinquedoteca: a criança, o adulto e o lúdico. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SCHWARTZ, Gisele Maria. (org.) Dinâmica lúdica: novos olhares. Barueri, SP: Manole, 2004. WEISS, Luise. Brinquedos & engenhocas: atividades lúdicas com sucata. São Paulo: Scipione, 1989. 139 2ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: PEDAGOGIA Professor: Suzanne Mendes Valentini. Período/ Fase: 2ª Semestre: 2º Ano: 2013 Disciplina: Musicalidade na Ed. Infantil e anos Iniciais Carga Horária: 60h EMENTA Musicalidade e a sua importância no processo de aprendizagem e na formação do sujeito. Audição e expressão corporal. Treinamento auditivo. Expressão rítmica e prática instrumental. Expressão vocal e canções. Improvisação vocal e instrumental. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Compreender a musicalidade e o aprendizado da linguagem musical como recurso pedagógico, focalizando o desenvolvimento das potencialidades, o desempenho do processo de aprendizagem e contribuindo para a integração social da criança. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Definir e conceituar a música, musicalidade e musicalização; Identificar a importância da musicalidade no processo educativo; Propiciar condições para o desenvolvimento da expressão corporal, da acuidade auditiva nas atividades de sala de aula; Oportunizar o desenvolvimento de objetos sonoros, a prática instrumental e exercícios rítmicos; Desenvolver propostas pedagógicas utilizando a música e os elementos que a compõem. Demonstrar como a musica contribui para a formação integral da criança. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Através dessa disciplina espera-se uma ligação interdisciplinar com os demais componentes curriculares. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Ao final da disciplina, espera-se que o aluno reconheça a importância do trabalho com a musicalização com crianças em idade escolar. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Conceito de música, musicalidade e musicalização; 2. Qualidades do som; 3. A contribuição da musicalidade no processo educativo; 4. A musicalidade e suas relações com o desenvolvimento integral da criança; 5. Proposta de atividades nos anos iniciais e na educação infantil, desenvolvendo a expressão corporal, o ritmo, audição e a voz. CRONOGRAMA DATA PROGRAMAÇÃO 140 25/07 Apresentação, iniciando a 01/08 Apresentação do cronogra Discussões a partir do text Para próximo encontro, pr musicalização...” INDEX nº Apresentação e discussõ Vídeos – musicalização / d Experimentações auditivas Exercícios de percepção c 08/08 15/08 22/08 29/08 05/09 12/09 19/09 26/09 Power point: “Qualidades Audição de trechos music Corpo e som Vídeo “Barbatuques” Práticas sonoras corporais Práticas de Escuta Sonor Produções sonoras rítmic Divisão do trabalho a ser p “Educação musical: uma “Cai, cai balão... entre a aula:...” (ABEM - pg. 36 à “A barca virou: o jogo m “Roda de conversa” INDEX nº: Leitura e preparação do s 10/10 Conversa- andamento das Produção de sons com ob Vídeos – Palavra cantada Produção de sons com pa Preparação do seminário 17/10 Seminário 03/10 BIBLIOGRAFIA Básica: ANNUNZIATO, Vânia R. Jogando com os sons e brincando com a música. São Paulo: Paulinas, 2002. ____________. Jogando com os sons e brincando com a música II: interagindo com a arte musical. São Paulo: Paulinas, 2003. LOUREIRO, Alicia M. A. O ensino da música na escola fundamental. Campinas, SP: Papirus, 2003. SNYDERS, Georges. A escola pode ensinar as alegrias da música? São Paulo: Cortez, 1992. Complementar: CAMPBELL, Linda. Ensino e Aprendizagem por meio das Inteligências múltiplas. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. DUARTE, L. Canções infantis. Porto Alegre: Kuarup, 1987. 141 FERREIRA, Martins. Como usar a música na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2008. 7.ed. FONTERRADA, Marisa T. de O. De tramas e fios: um ensaio sobre música e educação. São Paulo: Editora UNESP, 2008 GRANJA, C. E. S. C. Musicalizando a escola: música, conhecimento e educação. São Paulo: Escrituras, 2006 HOWARD, W. A música e a criança. São Paulo: Summus, 1984. JEANDOT, Nicole. Explorando o universo da música. São Paulo: Scipione, 1990. QUEIROZ, M. Brincando de roda. Rio de Janeiro: Erca, 1996. WISNIK, J. M. O som e o sentido. São Paulo: Cia das letras, 1989. . Links: http://www.amusicanaescola.com.br/o-projeto.html http://www.abemeducacaomusical.org.br/revistas.html 142 3º FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia – RN – Caçador Professores: Joel Haroldo Baade Período/ Fase: 3º Disciplina: Sociologia Semestre: 1º Ano: 2013 Carga Horária: 60 horas/aula EMENTA Sociologia como disciplina científica. Contextos históricos do desenvolvimento da Sociologia. Paradigmas teóricos e correntes no pensamento sociológico. Questões e pensadores clássicos e contemporâneos da Sociologia. Categorias sociológicas: classe social, partido político, Estado, poder, ideologia, alienação, trabalho, gênero, raça e cultura. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ampla revisão conceitual e discussão sobre temas pertinentes às teorias sociológicas clássicas e contemporâneas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Possibilitar o desenvolvimento de uma visão geral da história da Sociologia; Estimular o desenvolvimento de um pensamento crítico de avaliação da sociedade atual; Possibilitar a compreensão de diferentes discursos sobre a realidade social, estejam eles amparados em paradigmas teóricos ou no senso comum; Valorizar a diversidade cultural através da compreensão e construção de uma visão crítica da indústria cultural e dos meios de comunicação de massa. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Esta disciplina relaciona-se, em diferentes sentidos, com todas as disciplinas ao longo do curso. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO A capacidade de refletir e avaliar criticamente a sociedade contemporânea à luz da teoria sociológica. Para isso, é fundamental a participação do discente através do preparo prévio mediante a realização das leituras previstas e em sala através da interação com a turma. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 17/02/2011 – Aula 1: (1) Introdução à disciplina. (2) Contexto histórico e status científico da Sociologia. Leitura: MARTINS, 2006, p. 7-33. Atividade não presencial. Elaboração de resenha sobre "Contexto histórico do surgimento da sociologia" a ser entregue em 03/03/2011 (2.000 – 2.500 caracteres). 143 03/03/2011 – Aula 2: (1) Pensamento sociológico clássico: Comte, Durkheim e o positivismo. Leitura: MARTINS, 2006, p. 34-51. (2) Atividade em grupos e discussão. (Atividade de grupo em sala M1) 10/03/2011 – Aula 3: (1) Pensamento sociológico clássico: Marx, Engels e o pensamento socialista. Leitura: MARTINS, 2006, p. 51-61. (2) Atividade em grupos e discussão. (Atividade de grupo em sala M1) 17/03/2011 – Aula 4: (1) Pensamento sociológico clássico: Weber e a profissionalização da sociologia. Leitura: MARTINS, 2006, p. 61-71; GIDDENS, 1998, p. 25-71. (2) Atividade em grupos e discussão. (Atividade de grupo em sala M1) 31/03/2011 – Aula 5: (1) As escolas de Chicago e de Frankfurt. Leitura: MARTINS, 2006, p. 73-95; GIDDENS, 1998, p. 263-281. (2) PROVA M1. 07/04/2011 – Aula 6: (1) Ação, identidade e entendimento na vida cotidiana. Leitura: Bauman, 2010, p. 33-50, 51-73, 75-94. (2) Processos sociais. Texto: LAKATOS, 1999, p. 81-93. GRUPO M3: _______________________________________________________ ___________________________________________________________ 14/04/2011 – Aula 7: (1) Decisões e ações: poder, escolha e dever moral. Leitura: Bauman, 2010, p. 97-125. (2) Status e papel. Texto: LAKATOS, 1999, p. 94-105. GRUPO M3: ___________________________________________________________________ __ __________________________________________________________ Atividade não presencial. Elaboração de resenha sobre "Fazer acontecer: dádivas, trocas e intimidade nas relações" (BAUMAN, 2010, p. 127-149.) a ser entregue em 28/04/2011 (2.000 – 2.500 caracteres). 28/04/2011 – Aula 8: (1) Fazer acontecer: dádivas, trocas e intimidade nas relações. Leitura: Bauman, 2010, p. 127-149. (2) O cuidado de nós: corpo, saúde e sexualidade. Texto: Bauman, 2010, p. 151-174. GRUPO M3: ______________________________ ____________________________________________________________ 12/05/2011 – Aula 9: (1) Grupos Sociais. Leitura: LAKATOS, 1999, p. 106-129. (2) Estratificação Social. Texto: LAKATOS, 1999, p. 242-276. GRUPO M3: ___________________________________________________________________ __ __________________________________________________________ 19/05/2011 – Aula 10: (1) Revisão. (2) PROVA M2. 26/05/2011 – Aula 11: (1a) Tempo, espaço e (des) ordem. Leitura: Bauman, 2010, p. 175-199. (1b) Estrutura e organização Social. Texto: LAKATOS, 1999, p. 149166. GRUPO M3: ___________________________________________________________________ __ ____________________________________________________________ (2) Mobilidade. Texto: LAKATOS, 1999, p. 277-297. GRUPO M3: _____________ ___________________________________________________________________ 144 __ _________________________ 02/06/2011 – Aula 12: (1a) Traçar fronteiras: cultura, natureza, Estado e território. Leitura: Bauman, 2010, p. 201-233. (1b) Cultura e Sociedade. Texto: LAKATOS, 1999, p. 130-148. GRUPO M3: (2) Instituições Sociais. Texto: LAKATOS, 1999, p. 167-225. GRUPO M3: 09/06/2011 – Aula 13: (1) Mudança Social. Leitura: LAKATOS, 1999, p. 298-307. (2) Movimentos Sociais. Texto: LAKATOS, 1999, p. 308-319. GRUPO M3: 16/06/2011 – Aula 14: (1) Os negócios da vida cotidiana: consumo, tecnologia e estilos de vida. Leitura: Bauman, 2010, p. 235-259. (2) Degradação Social, Globalização e Neoliberalismo. Texto: LAKATOS, 1999, p. 320-341. GRUPO M3: 23/06/2011 – Aula 15: (1) Conclusões e perspectivas: aprendendo a pensar com a sociologia. Leitura: Bauman, 2010, p. 263-287. (2) PROVA M3. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Experiências vivenciais; Estudos de Casos; Estudos dirigidos; Filmes/Vídeos técnicos. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferencidos, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%) - Trabalhos em grupo em sala = Peso 1,5 (15%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)2ª Média – M2: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%) - Trabalhos em grupo em sala = Peso 1,0 (10%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) 145 - Trabalhos em grupo (GRUPO M3) = Peso 3,0 (30%), sendo que a apresentação e coordenação da aula vale 2 pontos e a síntese a ser entregue no dia da apresentação vale 1 ponto. Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a).Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero. BIBLIOGRAFIA 1. GIDDENS, Anthony. Política, Sociologia e Teoria Social: encontros com o pensamento social clássico e contemporâneo. São Paulo: UNESP, 1998. [302.2 G441p] 2. GUARESCHI, Pedrinho. Sociologia da Prática Social. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2003. [301 G914s] 3. MARTINS, Carlos Benedito. O que é Sociologia. São Paulo: Brasiliense, 2006. [301 M379q] 10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. 2. 3. 4. 5. BAUMAN, Zygmunt, MAY, Tim. Aprendendo a pensar com a sociologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2010. GUARESCHI, Pedrinho. Sociologia Crítica: alternativas de mudança. Porto Alegre: Mundo Jovem, 1998. [301 G914s] CASTRO, Anna Maria de, DIAS, Edmundo Fernandes. Introdução ao Pensamento Sociológico. s.l.: Eldorado, 2001. [301 C355i] LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 7.ed. São Paulo: Atlas, 1999. [301 L192s] 5. JOHNSON, Allan G. Dicionário de Sociologia: guia prático da linguagem sociológica. s.l.: Jorge Zahar, 1997. [301.03 J65d] 146 3ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professor: Mário Bandiera Período/ Fase: III Semestre: 1º. Ano: 2013 Disciplina: Psicologia da Aprendizagem Carga Horária: 60 horas/aula EMENTA Definição e características da aprendizagem. Relação entre as diversas teorias da aprendizagem e as práticas educativas. Aprendizagens de conceitos, atitudes e valores, habilidades psicomotoras e vocais. As crianças e os adolescentes na escola: condições necessárias à aprendizagem. Estudos de problemas sociais e emocionais na sala de aula. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ao acadêmico conhecimentos científicos sobre as principais teorias da aprendizagem da atualidade bem como sua aplicabilidade no processo ensinoaprendizagem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA 1. Propiciar ao acadêmico o conhecimento das principais teorias da aprendizagem atuais. 2. Discutir, em sala de aula, as principais dificuldades encontradas pelos professores no processo de ensinar/aprender. 3. Discutir, em sala de aula, para aprofundar os conhecimentos sobre as principais dificuldades de aprendizagem que determinados alunos enfrentam. 4. Aprofundar os conhecimentos sobre a transferência da aprendizagem para o dia a dia, da vida em comunidade. 5. Propiciar leituras científicas sobre o processo ensinar/aprender e a discussão sobre a versão apresentada pelos seus autores. 6. Valorizar e aprofundar o estudo sobre a importância da postura adequada do professor, em sala de aula, no processo ensinar/aprender. 7. Possibilitar ao aluno/professor a aquisição de autoconfiança necessária para tornarse profissional do ensinar/aprender. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Todos os componentes curriculares do Curso de Pedagogia HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Ser capaz de entender a fase do desenvolvimento físico e psicológico/afetivo da 147 criança e do adolescente; ser capaz de propor atividades às crianças e jovens dentro de sua faixa etária e nível de conhecimento; ser compreensivo para com as crianças e jovens de acordo com sua idade e contexto social; possuir habilidade de leitura e interpretação de textos; demonstrar liderança e dinamicidade no relacionamento interpessoal com os alunos, em suas faixas etárias; ser capaz de compreender que o aluno, possui diversas formas e ritmos de aprendizagem, bem como diferenciadas dificuldades para tal; ser capaz de elaborar formas diferenciadas de ensinar e de recuperar possíveis aprendizagens necessárias e não atingidas pelos alunos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICOA - O PROCESSO DE APRENDIZAGEM. 1. – Motivação para aprender 2. – Aprendizagem, Vida e Experiência 3. – A prática do dia a dia 4. – A pertinência 5. – O “insight” 6. – Prêmios e castigos 7. – O espaço vital 8. – A perspectiva do tempo 9. – Recompensa e punição 10. – Êxito e fracasso. 11. – Pessoa e aprendizagem 12. – Escolha pessoal 13. - Conceituação de Aprendizagem 14. – Definição de aprendizagem 15. – Caracterização de aprendizagem B - AS MÚLTIPLAS DIMENSÕES DA APRENDIZAGEM 1– O professor: quem é? 2 – A perspectiva de Si 3 – Ensino criativo 4 – Educação e humanismo C - TRANSFERÊNCIA DE APRENDIZAGEM1 – Teorias de transferência de aprendizagem 2 – Transferência de atitudes e hábitos 3 – Tipos de transferência 4 – Transferência e o treino específico D – CONDICIONAMENTO OPERANTE 1– Ensaio e Erro 2 – Lei do efeito 3 – Lei do exercício 4 – Skinner – reforço, extinção, generalização, discriminação 5 – Aplicações pedagógicas 6 – Reforço e punição E – DIFICULDADES DE APRENDIZAAGEM 1. Dificuldades auditivas 2. Dificuldades de visão 3. Dislexia 4. Esquizofrenia 5. Hiper autismo 148 F – VYGOTSKY – TORNANDO-SE UM PROFESSOR CONSTRUTIVISTA 1. Professor construtivista encoraja e aceita a autonomia do aluno. 2. As diversas formas de agir de um professor construtivista diante da realidade da sala de aula. 3. G – OUTRAS TEORIAS DA APRENDIZAGEM H – ASPECTO SÓCIO-AFETIVO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM SEGUNDO PIAGET, VYGOTSKY E WALLONI - DESAFIOS DOS NOVOS TEMPOS PARA ENSINAR J – A FAMÍLIA E A ESCOLA x APRENDIZAGEM ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas e dialogadas; Pesquisas bibliográficas; Leituras orientadas; Experiências vivenciais; Estudos de Casos; Estudo em grupo e dirigido; Filmes/Vídeos técnicos. Seminários. SISTEMA DE AVALIAÇÃO O processo de avaliação será realizado de acordo com a legislação vigente na UNIARP. Haverá três médias parciais resultantes das notas de provas escritas, trabalhos escritos individuais, nota de participação em aula atribuída pelo professor levando em conta a participação, o aproveitamento das aulas, as leituras extras, os trabalhos apresentados como seminários e a auto avaliação. As provas escritas terão peso 7,0; as notas de observação do professor peso 1,5 e a auto avaliação do aluno peso 1,5. Todas as atividades serão orientadas pelo professor, por escrito, a partir do primeiro dia de aula. BIBLIOGRAFIA 01 - BAQUERO, R. Vygotsky e a aprendizagem escolar. São Paulo, Ed. Artmed, 2001.02 – PAROLIN, Isabel. Professores formadores: A relação entre a família, a escola e a aprendizagem. São José dos Campos, Ed. Pulso, 2010. 03 – RODRIGUES, M. Psicologia Educacional – Uma crônica do desenvolvimento humano. SP., Ed. McGraw-Hill,1976.. - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 01 – BIGGE, M.L. Teorias da aprendizagem para professores. São Paulo, Ed. EPU, 149 1977.02 - BROOKS, J.G. e BROOKS, M.G. Construtivismo em sala de aula. P. Alegre, Artes Médicas, 1997.03 - COLL, et Alii. O construtivismo em sala de aula. São Paulo, Ed. .Ática, 2002. 04 - FALCÃO, G. M. Psicologia da aprendizagem. S. Paulo, Ed. Ática, 2002. 05 - MATUI, J. Construtivismo – Teoria construtivista sócio histórica aplicada ao ensino. SP., Ed Moderna, 2002. 3ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professores: Jussara Fonseca [email protected] Período/ Fase: 3º Semestre: 1º Ano: 2013 Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Alfabetização Carga Horária: 60 horas/aula EMENTA Concepções de educação e aprendizagem; A construção social da Alfabetização; Tendências em alfabetização – Abordagem teórica e experimentos em Alfabetização; Alfabetização e Modernidade no Brasil; Alfabetização e Escolarização; Alfabetização e Linguística; Processos de Escrita e Leitura; Alfabetização e Letramento; Processos e Métodos da Alfabetização; Didática da Alfabetização; Alfabetização como apropriação das diferentes linguagens. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Fazer uso da alfabetização como facilitadora no processo de ensino aprendizagem da criança para que esta seja capaz de desenvolver suas iniciativas de ação sem ter que seguir um modelo determinado. 150 OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Habilitar profissionais na formação do pensamento crítico para o direcionamento de ações reflexivas sobre alfabetização; o Oferecer subsídios para o aperfeiçoamento teórico, objetivando a construção coletiva e democrática de consciência profissional capaz de desenvolver um projeto pedagógico centrado na alfabetização de sucesso;• Habilitar profissionais da educação, buscando a melhoria do desempenho de suas funções enquanto alfabetizadores; RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES A disciplina esta relacionada com as práticas pedagógicas; HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Ao final da disciplina o acadêmico devera estar apto para utilizar os métodos que mais se apropriarem a cada realidade educacional visando alfabetização de sucesso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Como a Criança Aprende; O que Pensam os Pensadores; Desenvolvimento linguístico; Desenvolvimento Cognitivo; Chomsky, Vygotsky e Piaget; Contribuições de Paulo Freire; Emília Ferreiro para a Alfabetização; Decodificação e Codificação Gráfica; Faces da Alfabetização; As Etapas do Processo de Alfabetização; As Áreas do Desenvolvimento Humano; Suas Implicações no Aprendizado; Prática e Avaliação em Sala de Aula; Escolha de Conteúdos; Recursos e Instrumentos; A Importância da Consciência Fonológica na Alfabetização; A Tecnologia a Favor da Alfabetização; A Perspectiva Infantil na Fase da Alfabetização; Conhecendo seu Aluno. Neste item devem constar as datas e as atividades das aulas não presenciais. 151 ESTRATÉGIAS DE ENSINO -Aulas expositivas Produção e análise de textos em sala de aula - Seminários- Produções de resenhas - Dinâmicas de grupo (grupo-turma); trabalhos e discussões em dupla e em pequeno grupo, oficinas de escrita, oficinas de produção de jogos para alfabetização, observação direta em contextos educativos, apresentação de vídeos e slides.- Subsídios para o professor projetar a ação pedagógica e trabalhar com textos, jogos e atividades. - Aspectos relevantes para reflexão sobre a prática pedagógica. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)2ª Média – M2:- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%)- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre). - Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%) Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; 152 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. 3ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professores: Marilena Loss Bier Período/ Fase: 2º [email protected] Semestre: 2º Ano: 2012 Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Literatura Infantil Carga Horária:60h EMENTA Conceito histórico de literatura infantil. Funções básicas da literatura infantil. Fantasia e realidade, a mediação do adulto entre a criança e a literatura. A Linguagem e a estruturação do maravilhoso e do pensamento da criança. Os contos de fadas. As histórias em quadrinhos. A poesia e o Teatro. A literatura contemporânea. A criança e os livros na sala de aula. Leitura e apreciação de textos de literatura infantil. Narrativa e poética infantil. 153 OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA A literatura infantil visa propor de maneira objetiva, as relações entre teoria e prática do texto e a compreensão da criação literária como uma manifestação individual que está vinculada ao meio e ao momento em que surge e que se caracteriza como um fenômeno de cultura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Despertar e estimular através de textos literários todas as potencialidades do ser humano, tanto psíquica, artística e imaginativa como a capacidade de reprodução e livre expressão. Proporcionar subsídios para que o acadêmico possa desenvolver bons projetos de prática literária na escola com os alunos. Desenvolver, pelo exercício da leitura interpretação e reprodução, a capacidade expressiva e criativa do acadêmico a fim de melhor prepará-lo para o exercício do magistério com relação aos textos literários. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Português; Fund Met da Alfabetização; Fund. Met. Educação Infantil; Musicalidade na Ed. Infantil e Anos Iniciais; etc. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Oportunizar aos acadêmicos condições práticas, técnicas e científicas para que possa atuar em sala de aula com técnicas adequadas para melhor desempenho junto aos indivíduos das mais diversas situações sociais. Visando a uma melhor comunicação, tanto oral quanto gráfica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 14. Conceito histórico e função da literatura infantil no mundo e no Brasil. 15. Características e representantes; 16. As fábulas, os contos e as lendas; 17. Temas e títulos da atualidade; 18. Personagens e a busca de identidade; 19. Clássicos da literatura infantil; 20. Como selecionar textos; 21. Metodologia de trabalho e leitura com a literatura infantil; 22. Análise de obras literárias infantis; 23. Poesia; 24. Histórias em Quadrinhos; 25. Atividades recreativas e culturais; 26. Avaliação através da literatura. 154 ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos; Aulas expositivas; Estudos dirigidos; Trabalhos em grupos; Trabalhos individuais; Trabalhos de pesquisa; Exposição oral de trabalhos; Leituras para análise e condensação; Atividades de prática literária. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: A avaliação estará baseada nas notas obtidas pelo aluno em trabalhos, produção textual, seminários, apresentações. Além disso, serão relevantes a participação e a assiduidade às aulas. M1: Prova + Produção textual = Média 1 M2: Trabalho + Análise de obras literárias = Média 2 M3: Trabalho + Apresentação oral = Média 3 (M1 + M2 + M3)/ 3 = Média do Semestre A média final para aprovação na disciplina deverá ser igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero), obtida da soma e divisão das 03 (três) médias. Observações Importantes: O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria Acadêmico e ou Coordenador, conforme prevê a Resolução 03/2010 do CONSUN; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Não serão aceitos trabalhos entregues com atraso; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 155 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. BIBLIOGRAFIA BUSATTO, Cleo. A arte de contar histórias no Século XXI: tradição e ciberespaço. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006. COELHO, Betty. Contar Histórias: uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 1991. COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil-teoria, análise, didática. São Paulo, Ática, 1997 6ª 156d. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COELHO, Nelly Novaes. Panorama Histórico da Literatura Infantil/Juvenil. São Paulo: Ática, 1991. CUNHA, Maria Antonieta Antunes. Literatura Infantil: teoria e prática. São Paulo: Ática, 1990 4ª 156d. LAJOLO, Marisa $ ZILBERMANN, Regina. Literatura infantil brasileira: histórias & histórias. São Paulo: Ática, 1987. BETENLHEIN, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980, 8ª 156d. KHEDE, Sonia Salomão. Personagens da Literatura Infanto-Juvenil. São Paulo: Ática, 2000. SANDRONI, L; MACHADO, L. R. A criança e o livro: guia prático de estímulo à leitura. São Paulo: Ática. SISTO, Celso. Textos e pretextos sobre a arte de contar histórias. 2ª Ed. Curitiba: Positivo 2005. Caçador, 01 de agosto de 2012. Professora Ms. Marilena Loss Bier 156 3ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: PEDAGOGIA Professores: Suzanne Mendes Valentini Período/ Fase: 3ª Semestre: 2º Disciplina: Fund. e Metodologia do Ensino de Artes Ano: 2012 Carga Horária: 04 créditos EMENTA Metodologias e abordagens para o ensino de arte e sua vinculação com a história da educação; arte como sistema simbólico e seus saberes estéticos e culturais; conexões entre os territórios de linguagens da arte, materialidade, forma-conteúdo, processos de criação, patrimônio cultural, mediação cultural. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Desenvolver compreensão acerca dos processos que envolvem as linguagens da arte e seus fundamentos, sua dimensão metodológica, suas práticas, sua história e os processos criativos na escola. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA - Instigar a inventividade e a sensibilidade na busca de aprimoramento constante na formação do educador que atua com arte e educação. Buscar na diversidade das linguagens da arte elementos para construir um repertório artístico que subsidie a formação pedagógica nos âmbitos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I. - Subsidiar a troca de experiências na produção de conhecimentos teóricopráticos. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES As relações interdisciplinares ocorrem em todas as disciplinas. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Espera-se que o acadêmico se aproprie dos conceitos que norteiam o ensino de Arte na Educação Infantil e anos Iniciais a partir da compreensão das dimensões histórica e 157 metodológica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O Ensino da Arte Metodologias e abordagens para o ensino de arte e sua vinculação com a história da educação (ensino tradicional, espontaneísta, proposta triangular e do RCNI e PCNs) Ensino de Arte: ações e provocações de ensino-aprendizagem 2. Experiência estética: poéticas do professor e ampliação de repertório pessoal Cartografias pessoais, Diários de Bordo e Portfólios como provocação da memória e do registro. A educação do olhar 3. Os territórios de Arte e Cultura Arte como sistema simbólico e seus saberes estéticos e culturais. Conexões entre os territórios de Linguagens da arte, materialidade, formaconteúdo, processos de criação, patrimônio cultural, mediação cultural DATA PROGRAMAÇÃO OBSERVAÇÕES 27/07 Proposições para elaboração de “diário de bordo”, tendo como elemento a memória (entrega dia 07/12) O Diário de Bordo deve conter, além das informações escritas, elementos que diferenciem um do outro (criatividade na confecção, usando os materiais que julgar importantes e interessantes) Histórico do ensino da arte no Brasil - texto 03/08 Leitura do PCN Arte – apontamentos dos itens principais para entregar dia 10/08 Aula não presencial 10/08 Discussão das leituras realizadas – PCN A apresentação deverá ser dinâmica, podendo utilizarse de recursos midiáticos e outros que os grupos julgarem importantes. Teremos a disposição data Proposta triangular – texto Divisão do texto do livro “Metodologia do ensino de arte” para organização de trabalhos a serem apresentados no dia 24/08 158 INDEX Nº: 5056 show e caixa de som 17/08 Organização da apresentação do trabalho Preparação do trabalho a ser apresentado no dia 24/08. Os grupos se organizarão conforme a decisão dos mesmos. 24/08 Apresentação dos trabalhos M1 – 50% 31/08 Práticas pedagógicas em arte, a partir da proposta triangular – leitura, contextualização e produção – início M3 – 25% 14/09 Continuação da proposta da aula anterior 21/09 Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil (RCNEI) Texto: Arte e metáforas contemporâneas para pensar infância e educação” 28/09 Leitura e síntese do texto “Imagem poética: modo singular de desvelar o mudo” Aula não presencial INDEX Nº: 5057 05/10 Entrega da síntese M1 – 50% Explicação da proposta de trabalho para 19/10 – em grupos, divisão do texto, do qual todos deverão ter o conhecimento do todo. Leitura prévia dos diários de bordo 19/10 Elaboração de seminário a partir do texto “Em busca de uma aprendizagem significativa” INDEX Nº: 5058 Preparação do trabalho a ser apresentado no dia 19/10. Os grupos se organizarão conforme a decisão dos mesmos. 26/10 Seminário M2 – 100% 09/11 Leitura de imagem, Contextualização e produção artística. M3 – 25% 159 16/11 Continuação 23/11 Exposição das produções 30/11 Conclusão dos Diários de Bordo Aula não presencial 07/12 Socialização dos Diários de Bordo M3 – 50% Discussão dos resultados Exposição dos mesmos 14/12 Avaliação final ESTRATÉGIAS DE ENSINO Aulas teóricas-práticas Discussão em grupos e painéis Preparação e realização de oficinas Reflexões individuais. Elaboração de narrativas abordando as aulas com suas dinâmicas e conteúdos Construção de Diários de Bordo e Portfólios. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a 6,0 (seis) durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), nos seguintes termos: M1 – participação nas aulas e atividades propostas – incluem-se as produções artísticas realizadas em momentos especificados no cronograma em anexo. M2 – diário de bordo – critérios: construção plástica, criatividade, organização. M3 – seminários de apresentação de trabalhos. Observações Importantes: • As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de 160 pelo menos 50% de questões subjetivas, e aplicadas em data previamente marcada; • O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; • Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; • Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; • Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet;• Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). • Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: BARBOSA, Ana Mae. A imagem no ensino da arte. SP: Perspectiva,1991. FERRAZ, Maria, FUSARI, Maria. Metodologia do ensino da arte. SP: Cortez, 1993. MARTINS, Mirian Celeste Ferreira Dias. Teoria e prática do Ensino de Arte: a língua do mundo. São Paulo: FTD, 2010. Bibliografia complementar: ARNHEIN, Rudolf. Arte e percepção visual. SP: Pioneira, 2000. COLL, Jorge. O que é arte. SP: Brasiliense, 1982. MEC/SEF, Referencial Curricular de Educação Infantil, Brasília, 1998. 161 MEC, Parâmetros Curriculares Nacionais , Brasília , 1997. BARBOSA, Ana Mae, Tópicos utópicos. Belo Horizonte: C/Arte, 1998 BUORO, Anamélia, O olhar em construção. São Paulo: Ed. Cortez, 1996. DERDYK, Edith. Formas de pensar o desenho. São Paulo: Zouk, 2010. DEWEY, John. Arte como experiência. São Paulo: Martins Fontes, 2010. HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 2006. MOREIRA, Ana Angélica Albano. O espaço do desenho: a educação do educador. São Paulo: Ed. Loyola, 2002. PILLAR, Analice. Desenho e escrita como sistema de representação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. ______________ (Org.) A Educação do Olhar no Ensino as Artes. Porto Alegre: Ed. Mediação, 2006. SALLES, Cecília Almeida. Gesto Inacabado – processo de criação artística, São Paulo: Annablume,2ª edição, 2004. 162 3ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: PEDAGOGIA Professores: Período/ Fase: 3º ITAMAR FAVERO Semestre: 1º Disciplina: FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO. Email: Ano: 2013 Carga Horária: 60H EMENTA Filosofia da Educação: Elucidações conceituais e de nomenclaturas. Filosofia – Educação – Sociedade. Senso comum e conhecimento filosófico na pratica docente. As diferentes Filosofias de Educação Possíveis. A Filosofia da Educação a partir da legislação brasileira versus a pratica educacional. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Ajudar os acadêmicos a tomarem consciência de que a prática educacional é baseada em concepção educacional e a mesma concepção educacional determina uma prática educacional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Conhecer diferentes concepções educacionais. Conhecer diferentes pensadores sobre a educação. Questionar as próprias concepções e práticas educacionais. Tomar consciência do porque e do como da prática e da concepção educacional. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Psicologia da educação. Didática. História da educação. Sociologia da educação. Fundamentos das disciplinas dos anos iniciais do ensino fundamental. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Interesse do acadêmico pela disciplina. Gosto e compreensão das leituras. Participação ativa em sala de aula. Execução dos trabalhos extraclasse. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Estatuto da filosofia da educação: Questões de nomenclatura. Classes de saberes. O saber filosófico. A filosofia da educação. A estrutura educando do homem: Panorâmica antropogenética. A indefinição biológica. Socialização institucionalizada. Conflitividade escolar. A cultura e suas fontes. A liberdade criadora. Alguns educadores que influenciam a educação brasileira: Platão, Vygotsky, Freinet, , Piaget, Wallon e Paulo Freire. 163 ESTRATÉGIAS DE ENSINO Aulas expositivas pelo professor, apresentando sínteses dos conteúdos, provocando questionamentos, estimulando a curiosidade e provocando novas leituras por parte dos acadêmicos. Leituras dirigidas aos acadêmicos para elaboração de resumos a serem apresentados em sala de aula aos demais acadêmicos. Elaboração de trabalhos, por escrito a serem entregues ao professor. Avaliação constante mediante a participação em aula bem como avaliação final. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)2ª Média – M2:- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%)- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre).- Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%) Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e 164 inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. BIBLIOGRAFIA FULLAT, OCTAZAVI. FILOSOFIAS DA EDUCAÇÃO. Petrópolis, RJ; Editora Vozes; 1994. MENDES, DURMEVAL TRIGUEIRO. ( COR) FIOLOFIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA. Rio de Janeiro , RJ; Editora Civilização Brasileira. 1987. REBOUL, OLIVER. FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO. São Paulo, SP; Editora Nacional. 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ADORNO, THEODOR. A EDUCAÇÃO APÓS AUSCHWITZ. IN: EDUCAÇÃO E EMANCIPAÇÃO. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1995. AMARAL, MARIA NAZRÉ DE C. PACHECO. DEWEY: FILOSOFIA E EXPERIÊNCIA DEMOCRÁTICA. São Paulo: Editora Perspectiva, EDUSP, 1990. BAUMAN, ZYGMUNT. MODERNIDADE LÍQUIDA. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar Editor, 2001. DEWEY, JOHN. DEMOCRACIA E EDUCAÇÃO: INTRODUÇÃO Á FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO. São Paulo, SP, Editora Nacional., 1959. ACHIRALDELLI, JR, PAULO. Richar Rorty: A FILOSOFIA DO NOVO MUNDO EM BUSCA DE NOVOS MUNDOS. Petrópolis, RJ. Editora Vozes, 1999. 165 4º FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professores: Prof. Dr. Joel Haroldo Baade Período/ Fase: 4ª Semestre: 2º Disciplina: Sociologia da Educação Email: [email protected] Ano: 2013 Carga Horária: 60 horas/aula EMENTA Enfoques teóricos da Sociologia da Educação. A importância da Sociologia da Educação na formação do/a educador/a. O desenvolvimento da sociedade brasileira na perspectiva da sociologia da educação. Educação e estratificação social. Educação e cultura. Educação e tecnologia. Educação e as demais instituições sociais (família, religião, Estado e economia). Educação formal , informal e popular. A função social da escola e o papel do/a educador/a. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ampla revisão conceitual e discussão sobre temas pertinentes à Sociologia da Educação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Possibilitar o desenvolvimento de uma visão geral da sociologia aplicada à educação; Estimular o desenvolvimento de um pensamento crítico sobre a educação em perspectiva sociológica; Possibilitar a compreensão de diferentes discursos sobre a realidade humana, estejam eles amparados em paradigmas teóricos ou no senso comum; Valorizar a diversidade cultural através da compreensão e construção de uma visão crítica da indústria cultural. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Esta disciplina relaciona-se, em diferentes sentidos, com todas as disciplinas ao longo do curso. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO A capacidade de refletir e avaliar criticamente as práticas educativas à luz do pensamento sociológico. Para isso, é fundamental a participação do discente através do preparo prévio mediante a realização das leituras previstas e em sala através da interação com a turma. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 01/08 - Aula 1: Introdução à disciplina. Apresentação do plano de ensino e do sistema de avaliação. 166 08/08 - Aula 2: Educação e cidadania. Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 15-31. 15/08 - Aula 3: Educação e a disciplina (Rousseau, Kant, Foucault). Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 3352. 22/08 - Aula 4: Educação e Habitus (Pierre Bourdieu). Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 53-75. 29/08 - Aula 6: Educação e emancipação; A escola de Frankfurt (Theodor Adorno). 05/09 - Aula 7: Gramsci e a educação; ideologia e educação (Mannheim). 12/09 - Aula 8: Trabalho de estudo em sala. Questões. Tira dúvidas. Síntese. 19/09 - Aula 9: Revisão e Prova M1. 26/09 - Aula 10: Cine Fórum. 03/10 - Aula 11: Educação e decisão: direito e direitos humanos. Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 77101. 10/10 - Aula 12: Educação e decisão: política e cultura. Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 103-133. 17/10 - Aula 13: Educação e ação social. Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 135-158. 24/10 - Aula 13: Conclusões da obra “Educar o cidadão?”. Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 160-165. Trabalho de estudo em sala. Questões. Tira dúvidas. Síntese. 31/10 - Aula 14: Revisão e Prova M2. 07/11 - Aula 15: Cine Fórum (Bang! Bang! Você morreu.). 14/11 - Aula 16: Educação e racismo: Discussão sobre raça/etnicidade e suas relações com a educação; Política de cotas raciais. 21/11 - Aula 17: A escola brasileira no final do século [XX]: um balanço. Leitura: FRIGOTTO, 1998, p. 166-188; BRINHOSA, 2001, p. 39-60. In: LOMBARDI, p. 2001. 28/11 - Aula 18: A Globalização e os Desafios da Educação no Limiar do Novo Milênio. Leitura: GAMBOA, 2001, p. 79-106. In: LOMBARDI, 2001. 05/12 - Aula 19: Revisão e Prova M3. 12/12 - Aula 20: Cine Fórum. Síntese e avaliação da disciplina. Devolução de provas e trabalhos. 167 ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Experiências vivenciais; Estudos de Casos; Estudos dirigidos; Filmes/Vídeos técnicos. SISTEMA DE AVALIAÇÃO 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto na média = Peso 6,0 (60%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 4,0 (40%) 2ª Média – M2:- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 6,0 (60%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 4,0 (40%) 3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 6,0 (60%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 4,0 (40%) Observações Importantes: A nota de participação, frequência e produção em sala é constituída da média aritmética das atividades realizadas em sala e entregues ao professor para avaliação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CANIVEZ, Patrice. Educar o cidadão? 2. ed. Campinas: Papirus, 1998. [370.115 / C223e] 3 exemplares FRIGOTTO, Gaudêncio (org.). Educação e crise do trabalho: perspectivas de final de século. Petrópolis: Vozes, 1998. [370.113 / F912e] 9 exemplares. RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociologia da Educação. 6. ed. [S.l.]: Lamparina, 2008. [370.19 R696s] 2 exemplares 168 BIBLIOGRAFIA COMPLEMANTAR CUNHA, LUIZ ANTÔNIO. Educação, Estado e democracia no Brasil. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2001. [370.115981 / C972e] 9 exemplares BRUM, Argemiro J. O desenvolvimento econômico brasileiro. 21 ed. Ijuí: Ed. Unijuí, 1999. [338.981 / B893d] 1 exemplar CASTELLS, Manoel. Fim de milênio. 2. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999. [303.483 / C344f] 3 exemplares HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. 8. ed. São Paulo: Loyola, 1999. [303.4 / H341c] 4 exemplares KONDER, Leandro. A questão da ideologia. São Paulo: Cia das Letras, 2002. [140 / K82q] 3 exemplares LOMBARDI, José C. (Org.). Globalização, pós-modernidade e educação: história, filosofia e temas transversais. Caçador: UNC, 2001. 4ª FASE DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professores: Ilse Behrens Período/ Fase: IV Semestre: 2º Ano: 2012 Disciplina: Fundamentos e metodologia dos Anos Iniciais Carga Horária: 60 hs EMENTA - Análise e reflexão crítica da realidade do Ensino Fundamental – Anos Iniciais - Prática pedagógica relacionada dialeticamente com a teoria - Organização e aplicação de métodos de ensino visando a construção de conhecimento dos 169 conteúdos de 1ª a 4ª séries, nos diferentes níveis de formação do sujeito social. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Realizar uma análise crítica da realidade do ensino fundamental, visando a construção do conhecimento pedagógico. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA - Relacionar a prática com a teoria escolar; - Organizar a aplicação dos métodos, visando a construção do conhecimento; - Refletir sobre a realidade da prática pedagógica relacionando-a com a construção do sujeito social. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES - Psicologia geral: Estudo das relações psicológicas do ser humano na sociedade e nas relações consigo mesmo. - Didática: Estudo de novas metodologias de ensino. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO - Capacidade de compreensão do aluno e suas relações educacionais; - Auto conhecimento como professor e educador; - Compreensão do aluno e de como acontece a aprendizagem; - Compreensão das metodologias e seus resultados na prática escolar. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Realidade do ensino fundamental; - Relação teoria/prática; - Organização e aplicação de métodos de ensino; - Conhecimento e conteúdo; - Formação do sujeito social. 170 ESTRATÉGIAS DE ENSINO - Aulas expositivas com possibilidade de discussão e interação de conhecimentos prévios; - Seminário em grupos, onde os alunos terão oportunidade de apresentarem as análises realizadas sobre os temas abordados; - Leitura de textos e bibliografias recomendadas, com posterior discussão sobre os mesmos; - Pesquisa de temas com interação de experiências individuais sobre os temas propostos; - Elaboração de textos a partir de textos e suas análises. - Pesquisa de campo, analisando as práticas realizadas em sala de aula nos anos iniciais. SISTEMA DE AVALIAÇÃO Avaliação 1: Apresentação de seminário, em grupos, onde os alunos deverão apresentar, de forma original, os temas escolhidos, entregando para os colegas um resumo de toda a atividade. Deverão entregar um trabalho escrito para a professora, na data do seminário. Avaliação 2: Avaliação escrita, individual, com cinco questões dissertativas. Avaliação 3: Participação das discussões em sala de aula, demonstrando interesse e compreensão dos temas discutidos. Observações Importantes: A análise de aprendizagem individual (prova) será escrita, constituída de questões s ubjetivas, e aplicada em data previamente marcada; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. 3. Criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. 4 Originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados. 171 4ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professor: Renato Vogel Período/ Fase: 4.ª Semestre: 2.º Ano: 2013 Disciplina: Fundamentos e Metodologia do ensino de Geografia Carga Horária:60 horas EMENTA A Geografia no âmbito da educação básica (educação infantil, ensino fundamental); Orientação; Mapeamento; Espaço; Construção do Espaço. Princípios e métodos do ensino da geografia. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Oportunizar aos acadêmicos meios e técnicas para a compreensão dos conteúdos básicos para o ensino da Geografia no Ensino Fundamental das séries iniciais bem como o conhecimento dos princípios metodológicos fundamentais para a prática da docência desta disciplina. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Compreender a importância do ensino da Geografia nas séries iniciais da Educação Fundamental como ferramenta básica para a absorção dos conteúdos geográficos das séries finais e no Ensino Médio; Compreender a origem e evolução e a dinâmica natural de nosso planeta; Compreender a Construção do Espaço Geográfico e a sua evolução ao longo do tempo; Identificar, analisar e compreender os princípios básicos da orientação no Espaço Geográfico. Compreender os fundamentos da cartografia e sua grande importância para o estudo da Geografia. Identificar e compreender as principais ferramentas e técnicas pedagógicas para o ensino da geografia nas séries iniciais do Ensino Fundamental. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Esta disciplina possibilita a interdisciplinaridade com a disciplina de FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DE HISTÓRIA da VI fase, quando aborda aspectos da espacialidade e da orientação e com a disciplina de FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DE ENSINO DA MATEMÁTICA da IV fase, quando aborda os assuntos de cartografia com cálculos de escalas. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Com esta disciplina espera-se que o acadêmico adquira os conhecimentos básicos e os fundamentos para o ensino da geografia nas séries iniciais do ensino fundamental. Para que esse objetivo seja adquirido requer-se do acadêmico a 172 participação efetiva nas aulas, o desenvolvimento das atividades propostas e, principalmente que mantenha conduta adequada em sala de aula evitando conversas paralelas durante as aulas bem como de chegadas tardias ou saídas antecipadas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO a) O Espaço Geográfico (Conceitos, Formação e Evolução). b) A origem do Universo, do Sistema Solar e da Terra. c) Posição, estrutura e movimentos do planeta Terra no espaço. d) A Orientação e Posicionamento Geográfico (Métodos e princípios da Orientação, Pontos Cardeais, Colaterais e Subcolaterais e Coordenadas Geográficas). e) A Cartografia (Técnicas Cartográficas, Recursos Cartográficos e Alfabetização Cartográfica). f) A dinâmica natural de nosso planeta responsável pela caracterização das diferentes paisagens naturais do globo. g) As principais interferências antrópicas sobre o meio natural e suas consequências para o futuro da humanidade. h) Técnicas e Métodos do Ensino da Geografia no Ensino Fundamental. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Aulas expositivas com quadro, retroprojetor e recursos da informática (Computador e projetor multimídia) Interpretação e discussão de textos. Pesquisas e apresentação das conclusões em sala de aula. Debates, análise de artigos de textos e artigos. Atividades práticas em sala de aula com a confecção de materiais pedagógicos. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1:Prova de conhecimento parcial após 50% das aulas ministradas, individual, sem consulta com peso 10,0. 2ª Média – M2:Prova de conhecimento global dos conteúdos aplicada ao final de 100% das aulas ministradas com duas etapas: Etapa 1, com consulta, com peso 5,0 (50%); Etapa 2, sem consulta, com peso 5,0 (50%). 3ª Média – M3:Média de todos os trabalhos em grupo ou individual aplicados durantes as aulas e análise da presença e participação durante as atividades. 173 Observações Importantes: O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARLOS, Ana Fani Alessandri (Org.). A Geografia na Sala de Aula. Contexto. São Paulo.2.007. CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos, CALLAI Helena Copetti e KAERCHER, Nestor André. Ensino de Geografia – Práticas e Textualizações no Cotidiano. Mediação. Porto Alegre. 2.006. COELHO, Marcos de Amorim. Geografia Geral - O Espaço Natural e Sócio econômico. Moderna. São Paulo. 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Manuel Correia de. Uma Geografia Para o Século XXI – 5.ª Edição. Papirus. São Paulo. 2.004. CADERNO CEDES. Ensino de Geografia. Papirus. São Paulo. 1996 DOLLFUS, Oliver. O Espaço Geográfico. Beltrand Brasil. Rio de Janeiro. 1991. LUCCI, Elian Alabi, BRANCO, Anselmo Lazaro e MENDONÇA, Cláudio. Geografia Geral e do Brasil. Saraiva. São Paulo (SP). 2003 MAGNOLI, Demétrio e ARAUJO, Regina. A Nova Geografia. Estudos de Geografia Geral. Moderna. São Paulo. 1995. MÉDICI, Miriam de Cássia e ALMEIDA, Miriam Lino de. Geografia. Nova Geração. São Paulo. 2005. MOREIRA, João Carlos e SENE, Eustáquio de. Geografia Geral e do Brasil. Espaço Geográfico e Globalizado. Scipione. São Paulo. 2007. REGO, Nelson, CASTROGIOVANII, Antonio Carlos e KAERCHER, Nestor André. Geografia – Práticas Pedagógicas Para o Ensino Médio. Artmed Editora S.A. Porto Alegre. 2.007. 174 TAMDJIAN, James Onnig e MENDES, Ivan Lazzari. Geografia Geral e do Brasil. Estudos para a compreensão do Espaço. FTD. São Paulo. 2004. 4ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: PEDAGOGIA Professores: Sonia de Fátima Gonçalves Período/ Fase: 4ª [email protected] Semestre: 2º Disciplina: FUND E MET DO ENS DE HISTORIA Ano: 2013 Carga Horária: 60 horas/aula EMENTA Tempo em seus múltiplos aspectos; Tempo cronológico, tempo do relógio, dos dias, da sequencia dos meses, dos anos que seguem calendários diferenciados; Noções de espaço – relações topológicas; Relações Projetivas, relações Euclidiana; Relações Sociais; Relações de Produção; O cotidiano como produto da sociedade; Memória e Identidade; Orientação no uso de documentos históricos. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar aos(as) acadêmicos(as) a compreensão dos processos de ensino e de aprendizagem, bem como os conteúdos de história para as séries iniciais do Ensino Fundamental. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Analisar os pressupostos teórico-metodológicos que norteiam o ensino de história nas séries iniciais do ensino fundamental; Analisar as propostas Curriculares de história em ação nas séries iniciais do ensino fundamental; Refletir sobre a política de produção, os pressupostos teórico metodológicos e os conteúdos dos livros didáticos de história; Articular a pesquisa e a reflexão sobre métodos e experiências didáticas de diferentes níveis e as realidades educacionais; 175 RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Historia da Educação Historia da educação Brasileira Didática/planejamento/Avaliação HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Conhecimento de Historia, domínio de como trabalhar historia nas séries inicias e educação infantil CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Historia escolar: perfil de uma disciplina • Conteúdos e métodos de ensino de História: Breve abordagem histórica • Tempo em seus múltiplos aspectos; Tempo cronológico, tempo do relógio, dos dias, da sequencia dos meses, dos anos que seguem calendários diferenciados; • Noções de espaço – relações topológicas; Relações Projetivas, relações Euclidiana; Relações Sociais; Relações de Produção; • O cotidiano como produto da sociedade; Memória e Identidade; • Orientação no uso de documentos históricos. • • • • • • • História nas atuais propostas curriculares Métodos e conteúdos escolares Conteúdos históricos – como selecionar? Aprendizagem em história Livros e materiais didáticos de história O livro didático e o ensino da história Uso didático de documentos ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Experiências vivenciais; Visitas técnicas (museus) Estudos de Casos; Estudos dirigidos; Filmes/Vídeos SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção 176 em sala = Peso 1,0 (10%) 2ª Média – M2:- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%)- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre).- Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%)Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. 1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA • • ARROYO, Miguel G. Ofício de Mestre. Imagens e autoimagens. 3ª ed. Petrópolis. RJ. Vozes. 2000. BIITENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e Métodos. São Paulo. Cortez, 2004. 177 • • • • • • • • • • • • • • • BITTENCOURT, Circe (org). O saber histórico na sala de aula. São Paulo. Contexto. 2002. BLOCH, Marc. Apologia da História ou o Ofício de Historiador. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Editor. 2001. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília. MEC/SEF, 1997. BRAUDEL, Fernand. Escritos sobre a história. São Paulo. Editora Perspectiva S/A. 1992. CARDOSO, Ciro Flamarion. BRIGNOLI, Héctor Pérez. Os métodos da História. 6ª ed. Rio de Janeiro. Graal. 2002. CERTEAU, Michel de. A escrita da História.2ª ed. Rio de Janeiro. Forense Universitária.2002. GIOVANNI, Maria Lucia Ruiz Di. História. São Paulo. Cortez. 1994. JOANILHO, André Luiz. História e Prática. Pesquisa em sala de aula. Campinas. SP. Mercado de Letras. 1996. KARNAL, Leandro (org). História na sala de Aula. Conceitos, práticas e propostas. 2 ed. São Paulo. Contexto.2004. NIKITIUK, Sônia L. (org). Repensando o ensino de História. São Paulo. Cortez. 1996. PINSKY, Jaime (org.). O ensino de História e a criação do fato. São Paulo. Contexto.2004. SCHMIDT, Maria Auxiliadora. CAINELLI, Marlene. Ensinar História. São Paulo. Scipione. 2004. VEYNE, Paul. Como se escreve a história. Brasília. Editora Universidade de Brasília. 1995. VIDAL, Diana Gonçalves. FILHO, Luciano Mendes de Faria. As lentes da Historia. Estudos de história e historiografia da educação no Brasil. Campinas. SP. Autores Associados. 2005. VIEIRA, Maria do Pilar de Araújo. PEIXOTO, Maria do Rosário da Cunha. KHOURY, Yara Maria Aun. A pesquisa em História. São Paulo. Ática. 2005. 4ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade do Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP Curso: PEDAGOGIA Professores: Rosane Miozzo Período/ Fase: 4º [email protected] Semestre: 1º Ano:2013 178 Disciplina: Fund. E Met. Do ensino de Ciências Carga Horária: 60 horas/aula EMENTA Introdução aos fundamentos teóricos da ciência. Concepção do que é ciência. O ensino de Ciências no Brasil. O conteúdo de ciências no Ensino Fundamental. Análises de livros didáticos voltados ao conhecimento das ciências. Por que estudar Ciências? O que estudar em Ciências. A experimentação no ensino de Ciências. Projetos inovadores no ensino de ciências no Brasil. O Currículo das Ciências Concepção problematizadora no ensino de Ciências OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA GERAL : Desenvolver no acadêmico as concepções de ciências levando em conta sua evolução e métodos alternativos para se trabalhar as ciências nas séries iniciais e na educação infantil . - OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA - ESPECÍFICOS : Identificar os conceitos e as áreas abrangentes das ciências naturais. Analisar os conteúdos trabalhados nas séries inicias . Identificar recursos alternativos para trabalhar as ciências nas séries iniciais Elaborar um planejamento de conteúdos adequados à realidade atual . Analisar os livros utilizados em nossas escolas . - RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Estágios supervisionados. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO A capacidade de reconhecer a importância do ensino de ciências naturais na Ed. Infantil e ensino Fundamental. Habilidade para entender e desenvolver atividades práticas para trabalhar os conteúdos de ciências naturais. Criatividade para elaborar atividades que enriqueçam as aulas de ciências para as crianças CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Neste item devem constar as datas e as atividades das aulas não presenciais. 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Concepções da Ciência: a natureza da Ciência e suas implicações na formação do professor de Ciências Naturais da Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental O ensino de Ciências Naturais: retrospectiva histórica; Implicações de ciências , Tecnologia e Sociedade . A linguagem e o ensino de Ciências Naturais: tendências atuais Análise dos conteúdos e Programas de Ciências nas séries iniciais. O uso das novas tecnologias da informação e comunicação no ensino de Ciências Naturais; O papel do professor na mediação entre conhecimento prévio do aluno e o conhecimento científico, na área de Ciências Naturais ensinado na escola; 179 8. O processo de desenvolvimento cognitivo do sujeito e suas implicações no ensino de Ciências Naturais na Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental 9. O currículo do Ensino de Ciências Naturais na Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental; 10. A metodologia do ensino de Ciências . 11. Perspectivas disciplinar, cognitiva e didática na Educação Infantil e séries iniciai s do Ensino Fundamental; 12. A Educação Ambiental no ensino de Ciências Naturais, na Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental; 13. A Educação Sexual no ensino de Ciências Naturais, na Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental; 14. O ensino de Ciências Naturais: tendências e possibilidades do século XXI; 15. O ensino de Ciências Naturais e a questão das atividades práticas; 16. Trabalhando com projetos no ensino de Ciências Naturais: planejamento e desenvolvimento de sequencias de ensino na Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental; 17. Análise crítica dos livros didáticos de ciências . Obs. Será realizado dois encontros presenciais: 18 e 19/03/2011 : - Onde será trabalho a introdução dos fundamentos do ensino de ciências naturais. E a Metodologia do ensino de Ecologia, plantas, água, ar e solo.- Será entregue as atividades referentes as avaliações e textos sobre os fundamentos do ensino de ciências para serem entregues no próximo encontro presencial.10 e 11/06: - Será realizada a metodologia para o ensino de animais, ser humano e saúde e sexualidade. -Também será desenvolvido atividades no laboratório de histologia com microscópios e laboratório de anatomia. - No período da tarde será realizada a apresentação das atividades práticas em que os alunos desenvolveram nos encontros não presenciais. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Uso de recursos audiovisuais Estudos dirigidos; SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, 180 conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: Trabalho referente aos textos 1Avaliação sobre Ecologia e plantas 2ª Média – M2:Trabalho referente aos textos 2 sobre PCNs Avaliação sobre ciclo da água e ecossistemas 3ª Média – M3: - Elaboração de atividades práticas referente as temas sugeridos. Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. 181 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIZZO, Nélio . Ciências: Fácil ou difícil ? .São Paulo : Ática ,2000 WEISSMANN, Hilda. Didática das Ciências Naturais . Porto Alegre: ArtMed 1999 . BRASIL. Parametro Curriculares Nacionais. Vol. 04. MEC – BRASIL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASTOLFI,J.P. ; DEVELAY, M . A didática das Ciências . São Paulo : Papirus ,1991. CANDAU, V. M. A didática em questão . Petrópolis : Vozes ,1986 . DELIZOICOV , D. ; ANGOTTI , J. A . Metodologia do Ensino de Ciências . São Paulo : Cortez ,1992 .FRIZZO , M .N. O ensino de Ciências nas séries iniciais . Ijuí ; Unijuí Ed, 1986. KRASILCHI, M. O professor e o currículo das ciências . São Paulo: EPU/EDUSP,1987. 5ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professores: Ana Mara Soletti Rotta Período/ Fase: IV Semestre: 2o Ano: 2011 Disciplina: Fundamentos E meto. Do Ensino Ed. Física Carga Horária: 60h 182 EMENTA Conceituações inerentes aos jogos e brincadeiras. Considerações sobre o brincar. Material alternativo, confecção de jogos. Interdisciplinaridade. Relações entre o aprender e brincar. O movimento enquanto parte do processo ensino-aprendizagem OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA A inclusão do movimento enquanto parte do processo ensino-aprendizagem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA - Estabelecer relações entre o aprender e brincar - Reconhecer habilidades exigidas/proporcionadas nos jogos e/ou brincadeiras -Utilizar os materiais alternativos como forma de preservação ambiental e exercício da criatividade - Incluir a ludicidade em atividades interdisciplinares. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES - Atividades lúdicas aplicadas a todas as demais disciplinas, além da Educação Física. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO A capacidade de criar soluções com flexibilidade, adaptabilidade e com inovação; de selecionar estratégias adequadas de ação visando a atender interesses interpessoais e institucionais; comunicação interpessoal e expressão corretas na interpretação da realidade, raciocínio lógico, crítico e analítico; capacidade de propor modelos de gestão inovadores; de ordenar atividades e programas, de decidir entre alternativas.. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceituações inerentes aos jogos e brincadeiras Considerações sobre o brincar Material alternativo, confecção de jogos ( aula não presencial), Interdisciplinaridade. Atividades práticas. 183 ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Experiências vivenciais; Visitas técnicas; Estudos de Casos; Estudos dirigidos; Filmes/Vídeos técnicos. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)- Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)2ª Média – M2:- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%)- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre).- Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%) Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros 184 trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. 5ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Professora: Marilena Loss Bier Curso: Pedagogia [email protected] 185 Período/ Fase: 5º Semestre: 2º Ano: Disciplina: Fundamentos e Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa Carga Horária: 60 horas/aula EMENTA Linguagem e Língua. As concepções de Linguagem e ensino de língua materna. Parâmetros Curriculares Nacionais. A linguagem como prática social. Linguística textual: Gêneros textuais orais e escritos na escola. O texto de aluno em fase inicial de escolarização: coesão e coerência. Leitura e produção de textos. Oficina de leitura e produção de textos. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Habilitar professores para o ensino da Língua Portuguesa para atuarem em instituições de Ensino Fundamental e Médio. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Construir conceitos de aprendizagem e de linguagem, analisando diversas concepções teóricas que as fundamenta. Analisar aspectos principais da metodologia da comunicação no ensino fundamental. Organizar um corpo teórico básico da Linguística Textual para embasar a leitura e produção de textos. Subsidiar os professores para a boa leitura e produção de textos. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Todas as disciplinas da Grade do Curso de Pedagogia HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Oportunizar aos acadêmicos condições básicas, tanto para a aquisição de conhecimentos na área das linguagens, como para a participação dos futuros professores nas mais diversas situações relacionadas ao ensino-aprendizagem da língua portuguesa, visando melhorar a comunicação, tanto oral quanto gráfica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 7.1. Fundamentos da comunicação e Expressão - Concepção de Aprendizagem - Concepção de Linguagem - Linguagem como forma de interação e prática social - Linguagem, dialogismo e heterogeneidade. 7.2. Linguística Textual - Critérios de textualidade: coesão e coerência textual - O texto do aluno em fase inicial de escolarização - Gêneros textuais orais e escritos na escola. 7.3. Parâmetros curriculares nacionais 7.4. Leitura, produção de textos e análise linguística Datas de atividades não presenciais: 09/04 vesp, 14/05; 25/05 vesp; 28/05not. As atividades não presenciais serão as seguintes: Leitura, análise e resenha de 186 textos a serem definidos com os alunos em sala. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos; Produção individual de textos; Estudos dirigidos; Trabalhos em grupos; Trabalhos individuais; Trabalhos de pesquisa; Exposição oral de trabalhos; Leituras para análise e condensação; Oficinas de leitura e produção de textos. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). A avaliação estará baseada nas notas obtidas pelo aluno em trabalhos, provas, produção textual e apresentações. Além disso, serão relevantes a participação e a assiduidade às aulas. M1: Prova (peso 7,0) + Trabalho(s) (peso 3,0) = Média 1 M2: Trabalho(s) (peso 3,0) + Produção Textual (peso 7,0) = Média 2 M3: Trabalho(s) (peso 5,0) + Produção de material didático (peso 5,0). (M1 + M2 + M3)/ 3 = Média do Semestre A média final para aprovação na disciplina deverá ser igual ou superior a 6,0 (seis virgula zero), obtida da soma e divisão das 03 (três) médias. 187 5ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professor(a): Marcele Guzela Período/ Fase: V [email protected] Semestre: 1º Disciplina: Fund.Met. do Ensino da Matemática Ano: 2013 Carga Horária: 60 h/aulas EMENTA Tendências da Educação Matemática no Brasil e no mundo. A Matemática e os PCNs. Tendências metodológicas no Ensino da Matemática. Matemática e a Pesquisa. Resoluções de problemas. Tratamento de informações. Geometria. Multiplicação. Divisão. Números inteiros e fracionais. Conceitos de áreas. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Ensinar Matemática nas Séries Iniciais pressupõe o conhecimento e o domínio dos conteúdos curriculares por parte do professor, mas, além disso, o conhecimento da fundamentação filosófica do conhecimento matemático e de metodologias adequadas no exercício de sua docência. Preparar o futuro professor pedagogo para organizar e apresentar a Matemática de forma contextual e bela, intrinsecamente ligada a vida; abordar teórica e experimentalmente as noções lógicas especiais e algébricas na criança; vincular a Matemática a problemas relacionados ao cotidiano da criança; confeccionar material didático adequado aos conteúdos matemáticos a serem desenvolvidos nesse nível de ensino são parte principal do objetivo da disciplina de Fundamentos Filosóficos e Metodológicos do Ensino de Matemática. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Didática Geral; Didática e Planejamento Educacional; Fundamentos da Alfabetização; Desenvolvimento da Linguagem; Psicologia da Aprendizagem; Aprendizagens e Procedimentos. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO A apropriação dos conhecimentos científicos e metodológicos desenvolvidos nas 72 horas dessa disciplina visando à preparação docente para ensinar matemática nas séries iniciais. A capacidade de resolver e criar soluções com flexibilidade e adaptabilidade focando metodologias para ensinar matemática com inovação, eficácia e eficiência. 188 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Reflexões sobre o que é Matemática, a Matemática que se aprende e a que se ensina, e os objetivos de seu ensino nas séries inicias. - A Matemática na História e na Sociedade. - Exame da situação atual do ensino da Matemática nas séries iniciais, bem como no Ensino Fundamental como um todo. - Concepções e tendências da Educação Matemática no Brasil e no mundo, bem como a Pesquisa em Educação Matemática. - Apresentação de diversos métodos (resolução de problemas, uso da História da Matemática, uso de materiais didáticos e recursos tecnológicos, pesquisa, dentre outros) para o ensino de Matemática com vistas ao planejamento de unidades didáticas das séries iniciais. - Análise e crítica de recursos didáticos, e reflexão crítica na relação Matemática e Parâmetros Curriculares Nacionais; - Introdução aos procedimentos de planejamento, meios e formas de construção e aprofundamento do conhecimento de Multiplicação, Divisão, Números Inteiros e Fracionários, bem como evolução, fundamentos teóricos e contribuições dos mesmos; - Estudo dos processos de ensino e aprendizagem sob diferentes óticas e metodologias para a inserção da Geometria nas séries iniciais e conceitos de área e perímetro. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A metodologia a ser utilizada durante o desenvolvimento da disciplina pretende assegurar o aprofundamento teórico, a reflexão crítica sobre a prática pedagógica e a análise da inserção literal da História da Matemática como subsídio a todas as alternativas propostas para o ensino-aprendizagem da Matemática. As aulas serão ministradas através de exposições dialogadas, seminários, debate e discussões em grupo, trabalhos de pesquisa, leitura e análise de textos e uso dos laboratórios de informática. Para tais recursos metodológicos, pensa-se em recursos didáticos de materiais impressos: livro, textos, guia de estudos, cadernos de exercícios, unidades didáticas, etc. Materiais instrumentais: seja para utilização em aulas práticas de laboratório, seja para observações individuais. Materiais audiovisuais: dvd, vídeo, transmissões de programas por televisão. Suporte informático: sistemas multimeios, videoconferência e Internet. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)189 Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)2ª Média – M2:- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%)- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre).- Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%) Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a).Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. 190 5ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: PEDAGOGIA Professor: Beatriz Coscodai Período/ Fase: 5º Semestre: 2º [email protected] Ano: 2012. Disciplina: Fundamentos e Metodologia de Educação Especial Carga Horária: 60 horas EMENTA Educação Especial. Conceitos. Definições. O aluno de necessidades especiais. Estrutura e Funcionamento da Educação Especial. Modalidades de Atendimento na Educação Especi al. Salas de Recurso. Centro de Atendimento Especializado. Itinerância. Instituições Especializadas. Deficiência Mental. Deficiência Visual. Surdez. Deficiência Física. Superdotação/Altas Habilidades. Condutas típicas. Estudo de Casos. Educação Inclusiva, A Escola de qualidade para todos. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Propiciar aos acadêmicos espaços para estudos, reflexões, debates e produções de conhecimento na área de Educação Especial com especificidade para o campo das deficiências. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Compreender a Educação Especial em seus aspetos conceituais, organizacionais, políticos, sociais, culturais e legais. Entender as deficiências também como fenômenos socialmente construídos; Conceituar e compreender a Educação Inclusiva em seus múltiplos aspectos: histórico, legais, sociais, políticos... Conhecer a Política Nacional de Educação Inclusiva e a Política de Educação Especial do Estado de Santa Catarina entendendo-as como prática de governamento. Conhecer o Programa Pedagógico da Educação Especial do Estado de Santa Catarina. Conhecer as modalidades de Atendimento existentes na Educação Especial. Conceituar e caracterizar as diferentes formas de deficiências. Realizar uma visita numa escola com uma proposta Inclusiva Contribuir, através da disciplina, para que a práxis de cada acadêmico possa tornarse uma fonte de resistência em todos os âmbitos do processo educativo. 191 RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES A disciplina Fundamentos e Metodologia da Educação Especial vincula-se ás demais disciplinas de Fundamentos e Metodologias da Educação em geral. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Espera-se ao concluir a disciplina que o aluno tenha capacidade de compreender a Educação Especial em seus múltiplos aspectos. Busca-se que o aluno compreenda as Políticas que norteiam a Educação Especial na atualidade. O aluno deve ser capaz de analisar dialeticamente a Educação Especial em seu processo de devinir histórico. Posicionar-se de forma crítica e ativa diante de situações que requerem a utilização do conhecimento sobre a Educação Especial e as Deficiências. Ser capaz de definir e caracterizar as diferentes deficiências. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Educação Especial: Definições e Abrangências. 2. A LDB e a Educação Especial 3. Concepções que nortearam as ações e reflexões em torno das deficiências 4. A deficiência como fenômeno socialmente construído. 5. O estigma e as deficiências. 6. A Educação Inclusiva: Aspectos Conceituais e Históricos 7. Política Nacional de Educação Inclusiva 8. Política de Educação Especial do Estado de Santa Catarina 9. Proposta Pedagógica do Estado de Santa Catarina. 10. Modalidade de Atendimento na Educação Especial 11. Definição e caracterização das deficiências. 12. Problemáticas e perspectivas da Educação Especial Hoje. 13. Visita a uma escola Inclusiva ESTRATÉGIAS DE ENSINO Aulas expositivas Leituras prévias e orientadas Debates Estudos em grupo Seminários orientados Pesquisas Elaboração de resenhas e relatórios Produção e textos. Visitas SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, 192 conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1:Será a média do somatório das notas dos trabalhos coletivos, divididos pelo número de trabalhos realizados no período 2ª Média – M2:Será a média do somatório das notas dos relatórios individuais quinzenais 3ª Média – M3: Produção de texto e auto avaliação Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a).Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. BIBLIOGRAFIA 10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAPTISTA, Claudio R. e JESUS, Denise (Org,). Avanços em Políticas de Inclusão. Porto Alegre, Mediação, 2009 Educação Especial: diálogo e pluralidade. Porto Alegre, Mediação, 2009 MEC. Programa de Educação Inclusiva: direito a diversidade. Brasília, MEC, 2001. SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Educação. Política de Educação Especial de 193 Santa Catarina. São José, FCEE, 2006 10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Educação. Programa Pedagógico. São José, FCEE, 2006 GOMES, Márcio. Construindo as trilhas para a Inclusão. Rio de Janeiro, Vozes, 2009. JANNUZZI, Gilberta. A Educação do Deficiente no Brasil. Campinas, Autores Associados, 2004. GOFFMAN, Erving. Estigma. Rio de Janeiro, Guanabara, 1988. 10 Questões sobre a Educação Inclusiva da Pessoa com Deficiência Mental. São Paulo Avercamp, 2006. 6ª FASE PLANO DE ENSINO 20. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professora: Sandra Elisa Muncinelli Período/ Fase: 6ª Semestre: 2º Disciplina: LIBRAS Ano: 2013 Carga Horária: 60 horas 2. EMENTA: Histórico e noções gerais sobre surdez, aquisição de linguagem, legislação e identidade e cultura surda; Estudos Introdutórios da Estrutura Linguística e Gramatical da Língua de Sinais; a Língua de Sinais em diversos contextos da comunicação. 3. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA: Contribuir para o conhecimento, aprofundamento e estudo da Língua Brasileira de Sinais, seus aspectos linguísticos e gramaticais e questões que envolvem seu uso na comunicação e no processo educacional do aluno com surdez. 194 4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA:- proporcionar aos alunos as informações básicas e indispensáveis referentes ao histórico e as filosofias educacionais na educação de alunos com surdez;- conhecer e discutir a Lei de LIBRAS, os aspectos referentes a cultura e identidade surda e, o processo de aquisição de linguagem da criança com surdez; - exercitar a criatividade no estudo linguístico e gramatical da Língua de Sinais, utilizando situações de ludicidade e participação dos alunos nos assuntos pautados na proposta da disciplina. 6. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES: 7. Com todas as disciplinas do curso, por estabelecer comunicação e interação com pessoas com surdez nos diversos contextos do cotidiano. 6. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Desenvolver habilidades de comunicação e interação com pessoas com surdez, obedecendo aos aspectos linguísticos e gramáticas da Libras. 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Histórico da Educação de Surdos e Filosofias Educacionais: Oralismo, Comunicação Total, Bilinguísmo; 2. Identidade e cultura surda; 3. Lei de Libras – Lei 10.436/02; 4. Aquisição de linguagem pela criança surda e aquisição de segunda língua. 5. Língua Brasileira de Sinais - Estrutura linguística e gramatical da Libras: 5.1 Alfabeto digital – números; 5.2 Identificação pessoal, formas de cumprimento; 5.3 Vocabulário; 5.4 Verbos, advérbios, preposição, adjetivos, substantivos, pronomes, sinônimos, antônimos. Datas e atividades não presencias: Ao final da disciplina os alunos deverão apresentar um texto de literatura infantil ou uma música em LIBRAS, os ensaios das apresentações e a organização da apresentação serão não presenciais. 195 8. ESTRATÉGIAS DE ENSINO: A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. - Aulas expositivas/presenciais e atividades não presenciais, - Utilização de recursos áudio visuais em LIBRAS, Estudos/apresentações individualizados e dinâmicas de grupo a partir de temas/conteúdos propostos; Músicas, dramatizações em grupo e individual; Estudos e leituras propostas a respeito dos temas apresentados; Apresentação de filmes em LIBRAS a respeito do estudo em pauta. Ao final da disciplina os alunos deverão apresentar um texto de literatura infantil ou uma música em LIBRAS, os ensaios das apresentações e a organização dos grupos acontecerá durante a realização das aulas, sob orientação da professora. 9. SISTEMA DE AVALIAÇÃOA verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 2ª Média – M2: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre). - Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%) Observações Importantes: 196 As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias , correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. 10. BIBLIOGRAFIA 10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: QUADROS, R. M. Educação de surdos ,a aquisição da linguagem, Editora Artmed, 1997 BALLANTYNE, J. ,Surdez 5.ed. Editora Artmed, 5.ed. - ,1995 10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPOVILLA, F. C. & RAPHAEL, W.D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. Volumes I e II São Paulo: Edusp – Editora Universidade de São Paulo, 2001. GESSER, A. Libras que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da Língua de Sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. QUADROS, R. M. & KARNOPP, L.B. Língua Brasileira de Sinais – Estudos Linguísticos. Porto Alegre: Artemed, 2003. 197 PLANO DE ENSINO 6ª FASE. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: PEDAGOGIA. CAÇADOR. Professores: ITAMAR FAVERO Período/ Fase: VI Semestre: 2º Disciplina: TEORIAS CURRICULARES. Ano: 2013 Carga Horária: 60H EMENTA. Conceitos de currículo. Fundamentos de currículo. Concepções de currículo. O conceito de globalização. A interdisciplinaridade do conhecimento. Ideologia e currículo. A política do conhecimento oficial. Avaliação do currículo. Proposta curricular de Santa Catarina. Parâmetros Curriculares Nacionais. Currículo: Debates contemporâneos; Desafios curriculares, O pensamento curricular no Brasil; As diretrizes curriculares; A articulação currículo e cultura; Currículo da educação básica; Concepção, estrutura e avaliação; O currículo e o conhecimento em rede. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA. Proporcionar aos acadêmicos um entendimento global do currículo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA. Conhecer os diferentes fundamentos e conceitos de currículo. Conhecer a proposta curricular de Santa Catarina. Conhecer os parâmetros curriculares nacionais. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Planejamento Educacional. Estágios... HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Capacidade de leitura e interpretação. Participação ativa em sala de aula. 198 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O que é currículo. O currículo e ideologia. A interdisciplinaridade do conhecimento. Os nacionais. Proposta curricular de Santa Catarina. parâmetros curriculares ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Experiências vivenciais; Estudos de Casos; SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 2ª Média – M2: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre). - Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%) 199 Observações Importantes :As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. 200 BIBLIOGRAFIABRASIL. Parâmetros Curriculares nacionais. GOODSON, Ivor, F. Currículo: Teoria e História. Petrópolis, Rio de Janeiro: Editora Vozes, 1995.SANTA CATARINA. Proposta Curricular de Santa Catarina. 1998. 10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR. JUNIOR DOOL; Willian E. Currículo: Uma perspectiva pós-moderna. Porto Alegre: Editora Artes Médicas, 1997. MOREIRA, Antonio Flavio; SILVA, Paulo: Editora Cortez, 1997. Tonaz Tadeu. Currículo, Cultura e Sociedade. São MOREIRA, Antonio Flavio. (org) Questões Atuais. Campinas, São Paulo. Editora Papirus, 1997. SAVIANI, Nereide. Saber Escolar, Currículo e Didática. Campinas, São Paulo. Editora Autores Associados, 1998. 201 6ª FASE DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Período/ Fase: VI Professor: Mário Bandiera Semestre: 2º. Ano: 2013 Disciplina: Avaliação do Ensino Carga Horária: 60h/a. EMENTA Pressupostos epistemológicos da educação. Êxito e fracasso escolar como representação. Concepção dialética da educação. O significado do testar e do medir. Procedimentos habituais de avaliação. Avaliação e construção do conhecimento. Avaliação institucional como apoio à avaliação pedagógica. As novas propostas de avaliação para o processo pedagógico. A avaliação e os aspectos legais. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar condições para que o acadêmico se aproprie dos principais princípios que norteiam as teorias de avaliação do processo ensino-aprendizagem e da educação em geral e que envolvem, principalmente professor e aluno. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA4. 1 - Identificar os principais conceitos do processo avaliativo;4.2 - Proporcionar aos alunos as informações básicas e indispensáveis referentes aos fenômenos sociais e educacionais a partir da análise avaliativa; 4.3 - Discutir e refletir sobre textos que abordam a problemática da avaliação, na disciplina; 4.4 - Discutir e compreender a legislação federal e estadual sobre o processo avaliativo e saber interpretá-la e aplicá-la, na prática; 4.5 - Saber elaborar planejamento de avaliação do processo ensino-aprendizagem de uma unidade escolar, aplicando a legislação atual.4.6 – Discutir e aprofundar os conhecimentos sobre a elaboração de bons instrumentos de medida e saber interpretar adequadamente seus resultados para aplicação de recuperação paralela, se for o caso. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Psicologia Educacional/ Psicologia da Aprendizagem; Didática e Planejamento Educacional I e II Metodologia do Ensino das diversas disciplinas curriculares. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO A capacidade de diagnosticar corretamente as diversas situações de ensinoaprendizagem em que se encontram os alunos para melhor avaliá-los e propor-lhes atividades adequadas para a sua aprendizagem. Capacidade de diagnosticar as dificuldades de aprendizagem dos alunos através de observação e de aplicação de instrumentos de medida. Saber fazer uso adequado dos resultados diagnósticos dos instrumentos de medida. 202 Ter habilidade na interpretação de textos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 01 – Introdução geral à disciplina e planejamento. 02 – Concepções de educação e suas consequências no processo avaliativo. 03 – A Avaliação do processo ensino-aprendizagem e o Projeto Político Pedagógico. 04 – Concepção básica do que é testar, medir e avaliar. 05 – A avaliação do processo ensino-aprendizagem e seus aspectos legais – LDB 9.394/96 e Res. CEE/SC158/2008. 06 – Avaliação institucional x avaliação pedagógica. 07 – Verificação ou Avaliação: o que pratica a escola? 08 – Diferença entre Avaliar e Examinar. 09 – Avaliação do processo ensino-aprendizagem x teoria das Inteligências Múltiplas. 10 – Avaliação do processo ensino-aprendizagem x teoria da Inteligência Emocional. 11 – Prática Escolar: do erro como fonte de castigo ao erro como fonte de virtude. (construtivismo). 12 - Como elaborar bons instrumentos de verificação e como interpretar e fazer bom uso dos resultados. 13 – Leitura de, no mínimo, um livro da bibliografia citada sobre processo avaliativo do ensino aprendizagem. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas e dialogadas; Pesquisas bibliográficas; Leituras orientadas; Experiências vivenciais (discussões sobre); Estudos de Casos; Estudo em grupo e dirigido; Filmes/Vídeos técnicos. Seminários. SISTEMA DE AVALIAÇÃO O processo de avaliação será realizado de acordo com a legislação vigente na 203 UNIARP. Haverá três médias parciais resultantes das notas de provas escritas, trabalhos escritos individuais, nota de participação em aula atribuída pelo professor levando em conta a participação, o aproveitamento das aulas, as leituras extras, os trabalhos apresentados como seminários e a auto avaliação. As provas escritas terão peso 7,0; as notas de observação do professor peso 1,5 e a auto avaliação da aluno peso 1,5. Todas as atividades serão orientadas pelo professor, por escrito, a partir do primeiro dia de aula. BIBLIOGRAFIA10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BANDIERA, M. A influência da avaliação oral do professor no processo ensino-aprendizagem. Erechim, Ed. São Cristóvão, 2001. HOFFMANN, J. Avaliação mediadora, uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre, Ed. Educação e Realidade, 1996, 9ª edição. 1. LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo, Ed. Cortez, 2001, 11ª.Edição. 10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DEMO, P. Avaliação qualitativa. 2ª Edição, SP., Cortez, 1988. 2. HAYDT, R.C. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. São Paulo, Ed. Ática, 6ª. Edição, 2004. 3. LIMA, A. de O. Avaliação escolar – julgamento x construção. Petrópolis, Ed. Vozes, 1994, 2ª edição. 4. ROMÃO, J. E. Avaliação dialógica – desafios e perspectivas. SP., Ed. Cortez, 1998. 5. VASCONCELLOS, C. dos S. Avaliação – concepção dialética – libertadora do processo de avaliação escolar. SP, Cadernos Pedagógicos do Libertad, 1995,5ª edição. 204 PLANO DE ENSINO 21. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professor: Mário Bandiera Período/ Fase: VI Semestre: 2º. Ano: 2012 Disciplina: Planejamento Educacional Carga Horária: 60 horas/aula 22. EMENTA Interdisciplinaridade curricular. Multidimensionalidade do processo didático. Competências e habilidades didáticas. Planejamento e avaliação da prática pedagógica numa perspectiva crítica da educação. Planejamento participativo. Tipos de planos: seus componentes essenciais. 23. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ao acadêmico, futuro professor, conhecimentos básicos de organização curricular e de planejamento da escola e sua funcionalidade como um todo. 24. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA 4.1 - Possibilitar ao aluno base teórica para compreender a organização curricular de uma unidade escolar. 4.2- Fazer com que o aluno conheça formas concretas de como organizar e coordenar o planejamento de uma unidade escolar. 4.3 – Estabelecer relações entre o planejamento da escola e o currículo escolar.. 4.4 – Compreender como o planejamento e a organização escolar envolvem filosofia, políticas públicas e conhecimento do contexto nacional e regional. 4.5 - Aprender a elaborar um planejamento escolar com suas multifacetas.. 25. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Todos os componentes curriculares do Curso de Pedagogia. 26. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Ser capaz de entender o ser humano como um ser complexo, com suas características pessoais, gerais. Ser capaz de perceber o contexto sociopolítico em que está envolvida a educação e traduzir o contexto social em currículo escolar e planejar a escola para poder dar conta das exigências da atual sociedade. Ser líder e dinâmico para coordenar atividades de equipe rumo a metas desejáveis. 27. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 7.1 – Por que o planejamento educacional. 7.2 – Por que não gostamos de planos? 205 7.3 – Para que planejar. 7.4 – Definição de planejamento. 7.5 – Marco Referencial. 7.6 – O diagnóstico. 7.7 – Programação. 7.5 – Fundamentação e princípios da educação e da gestão escolar. 7.6 – Planejamento e organização do trabalho escolar. 7.7 – Monitoramento de processo e avaliação de resultados educacionais. 7.9 – Gestão democrática e participativa. 7.10 – Planejamento participativo em educação 7.11 – Construção eficiente e eficaz do planejamento participativo 7.12 – Principais cuidados na elaboração dos planos. 7.13 – Gestão democrática e participativa. 7.14 – Gestão de pessoas. 7.15 – Gestão pedagógica. 7.16 – Gestão administrativa. 7.17 – Gestão do clima e cultura escolar. 7.18 – Gestão do cotidiano escolar. 7.19 – A gestão escolar como prática da liderança. 7.20 – Desenvolvimento de competências de liderança. 7.21 – Avaliação do planejamento. 7.22 – Possíveis critérios para a elaboração participativa dos planos. 7.23 – O Projeto Pedagógico, o Plano de ensino e o Plano de aula. 7.24 – O que é e como funciona uma escola básica de ensino integral. 206 28. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas e dialogadas; Pesquisas bibliográficas; Leituras orientadas; Experiências vivenciais; Estudos de Casos; Estudo em grupo e dirigido; Filmes/Vídeos técnicos. Seminários. 29. SISTEMA DE AVALIAÇÃO O processo de avaliação será realizado de acordo com a legislação vigente na UNIARP. Haverá três médias parciais resultantes das notas de provas escritas, trabalhos escritos individuais, nota de participação em aula atribuída pelo professor levando em conta a participação, o aproveitamento das aulas, as leituras extras, os trabalhos apresentados como seminários e a auto avaliação. As provas escritas terão peso 7,0; as notas de observação do professor peso 1,5 e a auto avaliação da aluno peso 1,5. Todas as atividades serão orientadas pelo professor, por escrito, a partir do primeiro dia de aula. 207 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professores: Scheilla Maria Soares Marins Período/ Fase: VI Semestre: 2º Ano: 2013 Disciplina: Estágio Curricular Supervisionado II Carga Horária: 60 hs EMENTA .- Indicação de Instituição de Anos Iniciais para contrato de estágio; - Apropriação de Instrumentos de registro de estágio; - Intervenção no cotidiano de uma classe de Anos Iniciais; - Elaboração de Relatório com fundamentação própria. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Compreender, através de planejamento e intervenção, o funcionamento e a prática de uma Unidade Escolar de Anos Iniciais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA .- Elaborar fichas de registro das observações; - Realizar observações e Planejamento em uma Unidade Escolar de AI; - Elaborar um Relatório das Observações e das práticas realizadas; - Apresentar o Relatório em sala de aula. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES - Didática: Estudo de novas metodologias de ensino e práticas escolares. - Metodologia Científica: elaboração de relatórios. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Fichas de Observação; - Práticas de Observação; - Relatório de estágio. 208 ESTRATÉGIAS DE ENSINO - Aulas expositivas com possibilidade de discussão e interação de conhecimentos prévios; - Leitura e análise do manual de Estágio da UNIARP; - Análise das fichas de Observação; - Elaboração de planejamento para a intervenção; - Atendimento individualizado; - Orientações individuais. SISTEMA DE AVALIAÇÃO Avaliação 1: Apresentação de todos os documentos solicitados Avaliação 2: Realização das práticas de Intervenção nos Anos Iniciais. Avaliação 3:Entrega do relatório das atividades realizadas. Observações Importantes: Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. 3. Criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. 5 Originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados. 209 PLANO DE ENSINO 30. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: PEDAGOGIA Professores: Sonia de Fátima Gonçalves – [email protected] Período/ Fase: 7º Semestre: 1º Disciplina: Gestão Escolar. Ano: 2013 Carga Horária: 60 horas/aula 31. EMENTA Gestão do tempo e do espaço na organização do trabalho escolar. As relações do/no trabalho. Descentralização e autonomia. A administração da educação e da escola. Gestão da prática pedagógica. O cotidiano das equipes de suporte pedagógico. Avanços e recursos do gestor pedagógico frente aos desafios em prol de uma escola de qualidade. Analise do papel do individuo nas organizações e do papel do pedagogo na implantação e execução de programas educativos que visam ao desenvolvimento dos recursos humanos e a maximização de seu potencial nas empresas. Empreendedorismo em educação. 32. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Analisar a gestão escolar, percebendo as problematizasses existentes em sua implementação, contextualizando a Educação Básica de maneira crítica, considerando os aspectos políticos, sociais e legais, bem como diferenciando a organização e a dinâmica escolar, em relação à organização curricular, administrativa e pedagógica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Contextualizar aos acadêmicos o processo histórico da gestão democrática nas escolas e seu perfil na construção do planejamento estratégico da escola; Propiciar aos acadêmicos o conhecimento da organização e da dinâmica da Escola Básica, nos aspectos da organização curricular, administrativa e pedagógica. Promover a contextualização política, social e legal das questões educacionais, estimulando a evidência de posicionamento crítico, participativo e comprometido com a educação. 33. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES A gestão em instituições escolares e não escolares tem relações interdisciplinares com todas as disciplinas oferecidas ate a sétima fase do curso, visto que todas preparam o educador, e gestão contempla os espaços escolares e suas relações no dia-dia do trabalho pedagógico. 210 34. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO A capacidade de entender as relações do processo pedagógico no ambiente escolar, bem como seu gerenciamento; 35. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Gestão do tempo e do espaço na organização do trabalho escolar. As relações do/no trabalho. Descentralização e autonomia. A administração da educação e da escola. Gestão da prática pedagógica. O cotidiano das equipes de suporte pedagógico. Avanços e recursos do gestor pedagógico frente aos desafios em prol de uma escola de qualidade. Analise do papel do individuo nas organizações e do papel do pedagogo na implantação e execução de programas educativos que visam ao desenvolvimento dos recursos humanos e a maximização de seu potencial nas empresas. Empreendedorismo em educação. 36. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Filmes/Vídeos 37. SISTEMA DE AVALIAÇÃO Atividade 1: LEITURA DO TEXTO E APRESENTAÇÃO – M1 SEMINÁRIO DE TEXTOS –Livro: LIBANEO, Jose Carlos. Organização e gestão da Escola. Teoria e Prática. 5 ed. Goiânia. Editora Alternativa, 2004. GRUPO 01 TEXTO: UMA ESCOLA PARA NOVOS TEMPOS GRUPO 02 TEXTO: BUSCANDO A QUALIDADE SOCIAL DO ENSINO GRUPO 03 TEXTO: A IDENTIDADE PROFISSIONAL DESENVOLVIMENTO DE COMPETENCIAS DOS PROFESSORES E O GRUPO 04 TEXTO: OS CONCEITOS DE ORGANIZAÇAO, GESTAO, PARTICIPAÇAO E DE 211 CULTURA ORGANIZACIONAL GRUPO 05 TEXTO: O SISTEMA DE ORGANIZAÇAO E GESTAO DA ESCOLA GRUPO 06 TEXTO: PRINCIPIOS E CARACTERISTICAS DA GESTAO ESCOLAR PARTICIPATIVA GRUPO 07 TEXTO: ORGANIZAÇAO GERAL DO TRABALHO ESCOLAR Atividade 2: EM GRUPOS – LEITURA DO LIVRO E APRESENTAÇÃO – M2 Leitura dos livros abaixo relacionados de HELOISA LUCK (este material está indexado no xerox) 1 grupo 01 Gestão educacional – Uma questão paradigmática – volume I (index n. 1964) 2 Grupo 02 Concepções e processos democráticos de Gestão educacional – Vol II (index n. 1965) 3 Grupo 03 A gestão participativa na escola – Volume III (index n. 1966) 4 Grupo 04 Liderança em gestão escolar- Volume IV (índex número 3893) ATIVIDADE 03 – ARTIGO EM DUPLAS – M3 212 Em duplas elaborar um artigo bibliográfico sobre o tema Gestão Escolar com no mínimo 5 laudas (com resumo, introdução, desenvolvimento teórico com citações diretas e indiretas, conclusão e referencias) Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a).Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. 38. BIBLIOGRAFIA 10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. LIBANEO, José Carlos. OLIVEIRA, João Ferreira de. TOSCHI, Mirza Seabra. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. 2 ed. São Paulo. Cortez, 2005. 2. LIBANEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola. Teoria e Prática.5 ed. Goiânia. Editora Alternativa, 2004. 3. LUCK, Heloísa. Gestão educacional – Uma questão paradigmática – volume I.Série Cadernos de Gestão. 2 ed. Petrópolis. RJ. Vozes.2006. 4. LUCK, Heloisa. Concepções e processos democráticos de Gestão educacional – Vol II. Série Cadernos de Gestão. 2 ed. Petrópolis. RJ. Vozes.2006. 5. LUCK, Heloisa. A gestão participativa na escola – Volume III. Série Cadernos de Gestão. 2 ed. Petrópolis. RJ. Vozes.2006. 10.1 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 10.2 Gestão em rede. Veiculo de comunicação do projeto Renageste. Rede Nacional de Referencia em gestão Educacional do CONSED (Conselho Nacional de 213 Secretários de Educação) – revistas 59 a 64 (artigos) 1. MOLEVADE, João e SILVA, Maria Abdia. Quem manda na educação no Brasil? Brasília. Idea Editora. 2. BRASIL. Ministério da Educação. Constituição Federal de 1988. Brasília, 1999. 3. BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Lei de Diretrizes e Bases da educação Nacional. Lei n. 9394, de 20 de dezembro de 1996. Brasília. 1996. 4. GODOY, A.C. de Souza. Gestão escolar e prática reflexiva. In: BELLOTO, A.A. Monteiro et.Alli (org). Interfaces da gestão Escolar. São Paulo. Editora Alínea, 1999. 5. NEVES, Carmen Moreira de Castro. O Projeto pedagógico da escola na lei de diretrizes e bases. In: SILVA, Eurides brito (org). A Educação básica pós-LDB. São Paulo. Pioneira, 198. 6. PARO, Vitor Henrique. Gestão Democrática da escola pública. São Paulo. Ática, 1998. 7ª FASE PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professores: Debora Ceretta Jung Período/ Fase: 7º Semestre: 1º Disciplina: Educação Ambiental [email protected] Ano: 2013 Carga Horária: 30 horas/aula EMENTA: Histórico, conceito, objetivos, princípios e finalidade da Educação Ambiental. O surgimento da Educação Ambiental. Meio Ambiente e representação social. Concepções e práticas de Educação Ambiental nos documentos oficiais. Os problemas ambientais. Educação Ambiental no espaço 214 formal. Praticas interdisciplinares, metodologias e as vertentes da Educação Ambiental. A pesquisa em Educação Ambiental. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA 1. Reconhecer, caracterizar e identificar diferentes conceitos da Educação Ambiental no contesto nacional. 2. Relacionar os conceitos de Educação Ambiental com a realidade local. 3. Organizar historicamente a Educação Ambiental compreendendo sua importância e relevância na atualidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA 1. Identificar a Educação Ambiental nos documentos oficiais 2. Reconhecer a Educação Ambiental como parte fundamental no desenvolvimento de um país. 3. Propiciar a interação do professor com o conceito e a realidade da Educação Ambiental na comunidade e meio escolar. 4. Identificar problemas ambientais 5. Procurar soluções para problemas ambientais de forma barata e eficaz. 6. Tornar a Educação Ambiental tema de conversas rotineiras entre alunos X professores 7. Reforçar a importância de uma educação para o futuro, preservando com consciência e conhecimento. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Biologia, Ecologia, Educação, Historia, Geografia, Estatística. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Espera-se do acadêmico o reconhecimento dos conceitos de Educação Ambiental em textos e artigos, podendo opinar sobre o assunto estando preparado para travar discussões fundamentadas. Espera-se do acadêmico postura de Educador Ambiental em qualquer ambiente em que se encontre, sendo esta a essência de um professor. 215 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução a Educação Ambiental 2. Órgão responsável pela política nacional de Educação Ambiental (OG) 3. Conceitos de Educação Ambiental 4. Princípios de Educação Ambiental 5. Construindo um conceito de Educação Ambiental 6. O público da Educação Ambiental 7. Características da Educação Ambiental 8. História da Educação Ambiental 9. As primeiras oposições 10. Grandes atos da Educação Ambiental 11. Legislação Brasileira sobre Educação Ambiental 12. Praticas Interdisciplinares 13. Metodologias 14. Pesquisa na Educação Ambiental ESTRATÉGIAS DE ENSINO Visando orientar os alunos quanto aos principais tópicos abordados durante o transcorrer das aulas, serão realizadas aulas teóricas, expositivas bem como aulas práticas. Buscando complementar o assunto abordado, com um envolvimento mais efetivo dos alunos, serão realizados seminários, estudos dirigidos e/ou apresentações em grupos. Da mesma forma, visando analisar a capacidade de expressão oral e escrita assim como a capacidade de síntese, serão solicitados trabalho(s) extra classe baseados em pesquisa bibliográfica, temas atuais e entrevistas. SISTEMA DE AVALIAÇÃO Serão realizadas seminários, exercícios em sala e trabalhos de pesquisas. M1 Portfólio produzido durante as aulas M2 Trabalho de análise de artigo M3 Seminário sobre Educação Ambiental em diferentes níveis educacionais 216 BIBLIOGRAFIA MORO, PAULO ROGÉRIO. A Educação Ambiental e a formação de professores. Ponta Grossa: Universidade Estadual de Ponta Grossa, 2002.83p. DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. 6. ed. rev. e ampl. pelo autor. São Paulo: Gaia,2000. DIAS, G. F. Os quinze anos da educação ambiental no Brasil: um depoimento. Em Aberto, v. 10, n. 49, jan/mar, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUIMARÃES Mauro (ORG.) Caminhos da Educação Ambiental, Campinas, SP: Papirus, 1995. GUIMARÃES, M. A formação de educadores ambientais. Campinas-SP: Papirus, 2004. EDUCAÇÃO ambiental: questões ambientais conceitos, história, problemas e alternativas. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2001. 396p.ISBN- 87166-19-0. 217 7 ª FASE PLANO DE ENSINO 39. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia Professora: Mara Regina Balena e-mail: [email protected] Período/ Fase: 7º Ano: 2013 Semestre: 2º Disciplina: Tecnologia em Educação Carga Horária: 90 horas/aula 40. EMENTA Aplicações de informática nas atividades educacionais. Uso de programas (softwares) para ensino e aprendizagem nas diferentes disciplinas. Conhecimento dos recursos tecnológicos e softwares educativos. Internet como fonte de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento; Recursos de multimídia e hipertextos; Aplicação de recursos de softwares para a preparação de conteúdos das disciplinas. Avaliação de softwares educativos. Lego Linguagem Lógica, Programação e Robótica. Texto, imagem, som e movimento. Criação de sítios, blog, e-mail, fórum. Bate-papo, videoconferência, Sistemas operacionais Livres. 41. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Apresentar elementos conceituais na área da Tecnologia e Educação aos acadêmicos no desenvolvimento da reflexão teórico – empírica com base na evolução do pensamento do trabalho científico. 42. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Desenvolver competências e habilidades necessárias para a utilização de novas tecnologias como ferramenta estratégica como promoção do ensino-aprendizagem. Utilizar a tecnologia computacional, e outras, como possibilidade de práticas pedagógicas diferenciadas. Aplicar a tecnologia da Comunicação e Informação nas atividades do ensinoaprendizagem. 43. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Planejamento e Organização do Trabalho Pedagógico; Psicologia da Educação. História da Educação Brasileira. Aprendizagem e Procedimentos. 44. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO A capacidade de criar soluções educacionais com flexibilidade, adaptabilidade e com inovação tecnológicas; de selecionar estratégias na educação adequadas de ação visando a atender interesses interpessoais e institucionais; comunicação interpessoal e expressão corretas na interpretação da realidade, raciocínio lógico, crítico e analítico; capacidade de propor modelos educacionais inovadores nas mais diversas áreas do 218 conhecimento; de ordenar atividades e programas, de decidir entre alternativas. 45. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 7.1 Aplicações de informática nas atividades educacionais. 7.1.1 Uso de programas (softwares) para ensino e aprendizagem nas diferentes disciplinas. 7.1.2 Aplicação de recursos de softwares para a preparação de conteúdos das disciplinas. 7.1.3 Conhecimento dos recursos tecnológicos e softwares educativos. 7.1.4 . Avaliação de softwares educativos. 7.2 Internet como fonte de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento. 7.3 Recursos de multimídia e hipertextos. 7.3.1 Texto, imagem, som e movimento. 7.4 Criação de sítios, blog, e-mail, fórum. 7.5 Psicopedagogia e Informática. 7.6 Bate-papo, videoconferência. 7.7 Sistemas operacionais Livres. 7.8 Lego Linguagem Lógica. 7.9 Programação e Robótica. 46. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Experiências vivenciais; Laboratório de Informática com Internet; Estudos dirigidos; Filmes/Vídeos técnicos; Outros. 47. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias 219 parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: - Exercício de conhecimento parcial, individual = Peso 7,5 (75%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 2ª Média – M2: - Exercício de conhecimento parcial, individual = Peso 8,0 (80%) - Outras atividades extraclasse = Peso 1,0 (10%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média – M3: - Exercício conhecimento parcial, individual = Peso 70,0 (70%) - Trabalhos em grupo e/ou outras atividades = Peso 3,0 (30%) Observações Importantes: As análises de aprendizagem (exercícios e/ou atividades) poderão ser descritas e em grupos, aplicadas em data previamente marcada; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos(exercícios/atividades) entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até 7 dias da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). Sobre a originalidade: Os trabalhos que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. 220 48. BIBLIOGRAFIA BRITO, Glaucia da Silva; PURIFICAÇÃO, Ivonelia da. Educação e novas tecnologias. 2. ed. São Paulo, IBPEX, 2008. DEMO, Pedro. Educação Hoje - "novas" Tecnologias, pressões e oportunidades. São Paulo: Atlas, 2009. FREIRE, Wendel. (org). Tecnologia e educação. As mídias nas técnicas docente. São Paulo: WAK, 2008. HERNANDEZ. Fernando; SANCHO, Juana M. Tecnologias para transformar a educação. São Paulo: Artemed Sul, 2006. TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na educação. 8. ed. São Paulo: Erica, 2008. Identificação Curso: Disciplina: Código: Semestre: Pedagogia Produção Textual: Resumos, Resenhas e Artigos 2º semestre de 2013 Carga Horária Total de Créditos: 02 Carga Horária: (30) Professor Marilena Loss Bier Ementa Produção de textos, coesão textual e gramatical. Resumos. Resenhas. Artigos. 221 Objetivos Esta disciplina visa propor de maneira objetiva, as relações entre teoria e prática do texto e a compreensão da criação textual como uma manifestação individual que está vinculada ao meio e ao momento em que surgem as diferentes necessidades de comunicação. Despertar e estimular através de textos variados todas as potencialidades linguísticas do acadêmico assim como a capacidade de reprodução e livre expressão. Proporcionar subsídios para que o acadêmico possa desenvolver bons projetos de prática textual na academia e na vida profissional. Desenvolver, pelo exercício da leitura e reprodução, a capacidade expressiva no jovem. Conteúdo Programático 27. Produção de textos, 28. Coesão textual e gramatical. 29. Resumos. 30. Resenhas. 31. Artigos. Metodologia ou Procedimentos de Ensino Análise de textos específicos e leitura de bibliografia indicada Exposição dialogada com recursos audiovisuais Práticas de redação Horários de aulas presenciais Horário das aulas de regime especial; sexta das 19h00 às 22h20 e sábados das 08h00 às 12h00 e das 13h00 às 17h00 e para o curso presencial das 18h00 às 22h20. As aulas à distância serão realizadas mediante trabalhos de produção textual fixados pela professora no início do semestre. Avaliação (Instrumentos e/ou procedimentos) A avaliação estará baseada nas notas obtidas pelo aluno em trabalhos, produção textual, seminários, apresentações. Além disso, serão relevantes a participação e a assiduidade às aulas. M1: Trabalho + Prova = Média 1 M2: Trabalho + Análise de texto = Média 2 M3: Produção textual (artigo) = Média 3 (M1 + M2 + M3)/ 3 = Média do Semestre A média final para aprovação na disciplina deverá ser igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero), obtida da soma e divisão das 03 (três) médias. Bibliografia ABREU, A. S. Curso de redação. São Paulo: Ática, 1989. BARTHES, Roland. O prazer do texto. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1999. CANDIDA, V. G. Como analisar narrativas. 7ª ed. São Paulo: Ática, 1999. CHALHUB, Samira. Funções da linguagem. 9ª ed. São Paulo: Ática, 1999. DIAZ BORDENAVE, Juan. O que é comunicação. São Paulo: Nova Cultural/Brasiliense, 1986. FARACO, Carlos A. e TEZZA, C. Oficina de texto. Curitiba: OFF-CIR, 1998 FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991. FLORES, L. L. & OLÍMPIO L. M. N. & CANCELIER, N. L. Redação: o texto técnico/científico e o texto literário. Florianópolis: DAUFSC, 1992. 222 GRANATIC, Branca. Redação, humor e criatividade. São Paulo: Scipione, 1996. GUIMARÃES, E. A articulação do texto. 8ª ed. São Paulo: Ática, 2000. KOCH, Igedore Villaça & TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 1998. MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. 13ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1991. PENTEADO, J. R. Whitaker. A técnica da comunicação humana. 7ª ed. São Paulo: Pioneira, 1997. Prof.ª Ms. Marilena Loss Bier, 02 de julho de 2013. 8ª FASE. PLANO DE ENSINO 49. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: PEDAGOGIA Professores: CAÇADOR ITAMAR FAVERO Período/ Fase: 8ª Disciplina: SEMINÁRIO Semestre: 2º Email: Ano: 2013 Carga Horária:30H 50. EMENTA Disciplina destinada a elaboração de trabalhos de apresentação dos resultados do TCC, seguindo-se as etapas: qualificação do TCC, socialização á comunidade acadêmica envolvida, e defesa pública dos resultados de pesquisa obtidos. 51. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Expor á comunidade acadêmica os resultados de sua pesquisa bem como participar da apresentação dos resultados dos demais colegas de classe. 223 52. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Elaborar uma síntese do seu TCC. Expor verbalmente a síntese por ele elaborada. Participar da apresentação da síntese elaborada pelos seus colegas. Ampliar a visão da pedagogia através das diferentes sínteses. 53. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Com todas as disciplinas do curso, pois, este seminário irá apresentar uma síntese de cada trabalho elaborado a partir do trabalho de conclusão de curso. 54. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Capacidade de elaboração de síntese. Capacidade de expressão verbal ao público que assistirá sua síntese. Intervenção com perguntas de esclarecimentos e ou de complementação quando assistir a síntese dos colegas. Aguçar a percepção de que são diversas as abordagens possíveis. 55. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O trabalho de conclusão de curso de cada acadêmico em formato de síntese. 56. ESTRATÉGIAS DE ENSINO Orientação na elaboração da síntese Orientação nas posturas para a apresentação do trabalho aos colegas e demais assistentes. Após a apresentação da síntese o professor encaminhará um debate quanto ao mérito do tema e dos resultados alcançados. 57. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 2ª Média – M2: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%) 224 - Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre). - Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%) Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula posterior à entrega do mesmo. 3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação. 225 8ª FASE PLANO DE ENSINO 58. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: PEDAGOGIA Professor: Prof. Dr. Joel Haroldo Baade Período/ Fase: 6ª Semestre: 2º Email: [email protected] Ano: 2012 Disciplina: Estrutura e Funcionamento da Educação Básica Carga Horária: 60 horas/aula 59. EMENTA Fundamentos históricos legais, técnicos e administrativos do ensino no Brasil. Histórico da legislação educacional brasileira – o contexto e o conteúdo das principais leis educacionais. A educação nas constituições. A Lei de diretrizes e base da educação nacional. A Legislação estadual e municipal de ensino. O Sistema escolar brasileiro e sua estrutura administrativa. Currículo escolar, parâmetros curriculares nacionais. Planos Nacional, estadual e municipal de educação. O Educador e a legislação educacional – Plano de Carreira, Cargos e Salários do Magistério. 60. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Contextualizar a evolução do processo de organização e funcionamento da educação brasileira, focalizando o Ensino Fundamental e Médio e o momento histórico atual, de modo a possibilitar ao graduando analisar criticamente e posicionar-se como agente desse processo, tendo como referencial básico a legislação educacional. 61. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Conhecer a base teórico-legal e as condições materiais para a organização e o funcionamento da educação, no Brasil, como parte do processo histórico-social. Caracterizar as relações entre educação e sociedade no Brasil, considerando o desenvolvimento da economia, a evolução da cultura e a estruturação do poder político. Bem como perceber a dependência das leis em relação ao jogo de influências e interesses que atuam na sociedade. Refletir sobre fatores condicionantes da alta seletividade que marcam o sistema educacional brasileiro, situando-os dentro e fora da escola; Reconhecer as principais instituições e movimentos educacionais e o papel que tiveram no quadro geral da educação brasileira; Refletir sobre a delimitação da Constituição Federal de 1988 e dos limites e possibilidades da nova LDB (lei no. 9394/96) face ao panorama atual das políticas neoliberais quanto ao quadro de formação dos professores. 226 62. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES A disciplina se relaciona com os demais componentes curriculares do curso na medida em que fornece as bases legais para o exercício da docência na educação básica. 63. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO A capacidade de refletir e avaliar criticamente a educação no Brasil a partir da legislação vigente. Para isso, é fundamental a participação do discente através do preparo prévio mediante a realização das leituras previstas e em sala através da interação com a turma. 1. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Experiências vivenciais; Estudos de Casos; Estudos dirigidos; Filmes/Vídeos técnicos. 2. SISTEMA DE AVALIAÇÃO 1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 5,0 (50%)- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 5,0 (50%) 2ª Média – M2:- Referencial teórico para artigo científico = Peso 5,0 (50%) - Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 5,0 (50%) 3ª Média – M3:- artigo científico = Peso 10,0 (100%) Tema para artigo científico: Dificuldades e desafios educacionais em Santa Catarina a partir da Estrutura e Funcionamento da Educação Básica. 3. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARANHA, M. L. A. História da educação. São Paulo: Moderna, 1989 • BRASIL/MEC. Lei de diretrizes e bases da Educação nº. 9394/96. • ROMANELLI, O. História da educação brasileira (1930/1973). 25. ed. Petrópolis: Vozes, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR • • • • • BRZEZINSKI, I. (org.) LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez, 2001. COSTA, M. A educação nas Constituições do Brasil: dados e direções. Rio de Janeiro: DP & A, 2002. FAVERO, O. A educação nas Constituições brasileiras: 1823-1988: Campinas, SP: Autores Associados, 1996 GUIRALDELLI Jr., P. História da educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000. HAGUETTE, A. Educação: bico, vocação ou profissão? In: Educação & 227 • Sociedade, n. 38, abril/91. LIBÂNEO, J. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2006. • POLETTI, R. Constituições brasileiras: 1934. Brasília: Senado Federal, 2001 (Coleção Constituições Brasileiras, V.3) • SILVA, R. Educação e trabalho: o planejamento de ensino como uma das expressões da organização do trabalho pedagógico para uma escola pública e de qualidade. Conferência Internacional: Educação, Globalização e Cidadania. CE/UFPB – João Pessoa/ PB, Fev. 2008. 228 6.2 - ARTICULAÇÃO DA AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO COM A AUTO AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL A Avaliação Institucional é um dos componentes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e está relacionada: à melhoria da qualidade da educação superior; à orientação da expansão de sua oferta; ao aumento permanente da sua eficácia institucional e efetividade acadêmica e social; ao aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais das instituições de educação superior, por meio da valorização de sua missão pública, da promoção dos valores democráticos, do respeito à diferença e à diversidade, da afirmação da autonomia e da identidade institucional. A Avaliação Institucional divide-se em duas modalidades: auto avaliação - Coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) da UNIARP e orientada pelas diretrizes e pelo roteiro da auto avaliação institucional da CONAES. A auto avaliação do curso serve como instrumento para a Coordenação tomar as medidas corretivas necessárias para a melhoria da qualidade e do desempenho dentro de sua competência. Está intimamente relacionada com os instrumentos de auto avaliação determinados pela CPA. Serve como uma importante ferramenta de acompanhamento e gestão do curso observando-se os objetivos e competências definidos no presente projeto pedagógico. Avaliação externa – Realizada por comissões designadas pelo Inep, tem como referência os padrões de qualidade para a educação superior expressos nos 229 instrumentos de avaliação e os relatórios das auto avaliações. O processo de avaliação externa independente de sua abordagem e se orienta por uma visão multidimensional que busque integrar suas naturezas formativas e de regulação numa perspectiva de globalidade. Em seu conjunto, os processos avaliativos constituem um sistema que permite a integração das diversas dimensões da realidade avaliada, assegurando as coerências conceitual, epistemológica e prática, bem como o alcance dos objetivos dos diversos instrumentos e modalidades. 6-3 ATIVIDADES COMPLEMENTARES Tratam de estudos independentes desenvolvidos pelos acadêmicos no decorrer do curso, totalizando 120 horas. As atividades complementares a serem desenvolvidas no decorrer do curso respeitarão as normatizações e se darão com base no Art. 6º, item III das Diretrizes Curriculares para o Curso de Licenciatura em Pedagogia. No curso de Licenciatura em Pedagogia deverão privilegiar seminários, eventos científico-culturais, estudos curriculares, de modo a propiciar vivências em algumas modalidades e experiências, entre outras, e opcionalmente, a educação de pessoas com necessidades especiais, na educação do campo, em organizações não governamentais, escolares e não escolares públicas e privadas; 230 6.4 - ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS O Estágio Curricular Supervisionado, conforme regulamento em anexo, totalizará 300 (trezentas) horas, compondo 20 (vinte) créditos e obedecerá a legislação específica, a norma constante nos ordenamentos jurídicos da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP e na regulamentação do Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia. O estágio curricular supervisionado transcorrerá na 6ª, 7ª e 8ª fase do Curso e manterá estreita relação com as disciplinas de Metodologia da Pesquisa, com Pesquisa sobre Educação e Trabalho de Conclusão de Curso. O Estágio será desenvolvido na área de serviços e de apoio escolar, ou ainda em modalidades e atividades como educação de jovens e adultos, grupos de reforço ou de fortalecimento escolar, gestão dos processos educativos, como: planejamento, implementação e avaliação de atividades escolares e de projetos, de modo a assegurar aos graduandos experiência de exercício profissional, em ambientes escolares e não escolares, que amplie e fortaleça atitudes éticas, conhecimentos e competências, conforme o previsto no projeto pedagógico do curso. Prioritariamente será realizado na Educação Infantil, nos Anos Iniciais do ensino fundamental, em ambientes de Gestão Escolar e em Educação Especial. Ampliar-se-á o âmbito do estágio, concedendo-se ao acadêmico (a) livre escolha de área de atuação, obedecendo-se o pressuposto de realização de pesquisa em educação nas áreas destinadas a atuação do licenciado e que são contempladas na matriz curricular do Curso. O estágio curricular pressupõe atividades pedagógicas efetivadas em um ambiente institucional de trabalho, reconhecido por um sistema de ensino. Visa proporcionar ao estagiário uma reflexão contextualizada, conferindo-lhe condições para que se forme como autor de sua prática, por meio da vivência institucional sistemática, intencional, norteada pelo projeto pedagógico da instituição formadora e da unidade campo de estágio. Dessa forma, durante o estágio, o licenciando deverá proceder ao estudo e interpretação da realidade educacional do seu campo de estágio, desenvolver atividades 231 relativas à docência e à gestão educacional, em espaços escolares e, produzindo uma avaliação desta experiência e sua auto avaliação. - Áreas de Estágio O estágio será desenvolvido em: Escolas e/ou Centros de Educação Infantil, tanto em instituições públicas ou privadas desde que reconhecidas e autorizadas pelo sistema de ensino competente; Escolas de educação básica que mantenham classes dos anos iniciais do ensino fundamental, das redes públicas municipais e/ou estadual e da rede particular de ensino autorizada pelo sistema de ensino; Espaços educativos de gestão educacional em ambientes escolares; Escolas de educação de jovens e adultos na rede pública ou em setores privados; Em serviços de apoio escolares; Em escolas de educação especial ou em instituições que mantenham atendimento às pessoas com necessidades educativas especiais; Em ambientes que possibilitem vínculos com temáticas educacionais (estágio pesquisa) com projetos específicos devidamente aprovados pelo Colegiado do Curso de Pedagogia. 6-5 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC O trabalho de Conclusão de Curso TCC em Pedagogia obedecerá aos pressupostos norteadores estabelecidos no regulamento de TCC da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP, atendendo as especificidades do Curso de Licenciatura. Manterá relação com a disciplina de Metodologia Cientifica e da Pesquisa, dos Estágios I,II,III, IV e V e da Pesquisa sobre Educação. Durante a 8ª. Fase será implementada a pesquisa bibliográfica e de campo na disciplina Pesquisa em Educação 232 com ênfase na pesquisa pedagógica. Os resultados aferidos serão reelaborados, estudados e analisados com base em revisões bibliográficas e análise técnica e teórica dos dados obtidos. Esses estudos serão desenvolvidos na disciplina de TCC, da 8ª. Fase cujos resultados serão descritos no Trabalho de Conclusão de Curso em documento monográfico que será socializado na Disciplina de Seminário de Socialização de Pesquisa/TCC. Esta disciplina de SEMINÁRIO, de presença obrigatória de todos os acadêmicos nela matriculados, para apresentação da síntese de seu TCC será também aberta á participação da comunidade em geral. 6.6 - DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA O Ensino, a Pesquisa e a Extensão constituem atividades principais e indissociáveis da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe. A educação na UNIARP, para o fim do cumprimento de sua missão, de sua visão e de seus valores, é oferecido nos seguintes níveis: I – Educação Básica e Profissional; II - Sequencial; III - Graduação; IV- Pós-Graduação, seja lato sensu, em nível de Especialização e de Aperfeiçoamento, ou Pós-Graduação stricto sensu, em nível de Mestrado e de Doutorado; V - Extensão; 233 VI– Outros admitidos pela legislação. Os cursos, em seus diversos níveis, podem ser ofertados nas modalidades presencial, semipresencial ou a distância, observada a legislação vigente. Além dos cursos correspondentes a profissões regulamentadas em lei, ou que dispõem de diretrizes gerais definidas pelos órgãos competentes, a UNIARP pode criar outros cursos para atender a exigências de sua programação específica ou a peculiaridades do mercado de trabalho, ou das necessidades da sociedade e do cidadão para a formação integral ao longo da vida. A educação sequencial, de graduação e de pós-graduação, assim como a pesquisa e a extensão na UNIARP são realizadas em conformidade com os regulamentos próprios, propostos pela respectiva vice-reitoria e aprovados pelo CONSUN. O FAP, Fundo de Apoia á Pesquisa: Através de edital próprio abre espaço para que qualquer acadêmico possa elaborar apresentar (quando aprovado) executar projetos de pesquisa, com orientador de um professor do curso. 6.7 - MECANISMOS DE NIVELAMENTO O presente Programa é voltado para o nivelamento dos acadêmicos ingressantes nos cursos de graduação da UNIARP. Visa especificamente sanar possíveis deficiências na formação acadêmicas dos alunos, preparando-lhes para a recepção dos conteúdos do ensino superior. O curso pretende tornar-se uma atividade sistemática na UNIARP, envolvendo acadêmicos de todas as áreas de ensino da UNIARP, ampliando seus conhecimentos básicos referentes à Língua Portuguesa, Matemática Básica, Inglês Básico, Espanhol Básico, Informática Básica e Oratória, articulando através da extensão o 234 ensino e aprendizagem, oportunizando aos participantes novos conceitos e conhecimentos específicos por área de afinidade. A Universidade do Alto Vale do Rio do Peixe, através da Coordenadoria de Extensão e Cultura promove a busca do saber através deste curso o hábito da busca do conhecimento e aperfeiçoamento. 6.7.1. JUSTIFICATIVA O Programa visa o nivelamento nos conteúdos de Português, Matemática, Informática, Inglês, Espanhol e Oratória, objetivando a formação de uma base sólida ara o pleno aproveitamento dos conteúdos específicos de cada curso de graduação. Este programa, além de buscar o nivelamento dos acadêmicos, tem como objeto a formação de hábitos de estudo, instrumentalizando o acadêmico em métodos e técnicas que lhe permitam um aproveitamento mais eficiente de cada disciplina de sua graduação. O Programa é dividido em seis blocos, de acordo com as disciplinas básicas, necessárias para a formação geral. Este programa tem como objeto o nivelamento de conteúdos e visa a diminuição das dificuldades gramaticais, de interpretação de texto, de operações matemáticas, de comunicação, de utilização dos recursos da informática, contribuindo para uma melhor comunicação de acadêmicos, facilidade na busca de informações nas diversas áreas de conhecimento. O curso será ministrado por professores da UNIARP que farão uso de material didático adequado à realidade. Dessa forma, a Universidade Alto Vale do Rio do Peixe tem a intenção de aprimorar os conhecimentos através de cursos específicos, oportunizando aos acadêmicos alternativas de aprendizagem conforme sua necessidade mais imediata, sanando suas dificuldades. 235 6.7.2 OBJETIVOS A SEREM ATINGIDOS Congregar acadêmicos das mais diversas áreas do conhecimento, para aprimorarem seus conhecimentos, preparando-os para melhor receberem os novos conteúdos a serem ministrados na graduação. 6.7.3 OBJETIVO GERAL Proporcionar aos acadêmicos revisão dos conteúdos básicos, criando condições para apropriação de novos conteúdos específicos de seus cursos de graduação das mais diversas áreas do conhecimento. 6.7.4 OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Aprofundar conhecimentos em leitura, produção e análise linguística de textos; - Aperfeiçoar a leitura, interpretação e aplicação de operações matemáticas; - Minimizar dificuldades de utilização dos recursos da informática; - Aperfeiçoar a comunicação oral como um dos recursos do sucesso pessoal e profissional; - Atualizar os acadêmicos nos conteúdos básicos da Língua Inglesa e Espanhola. 6.7.5 DETALHAMENTO DO PROGRAMA O Programa é composto por seis cursos, que tratarão dos conteúdos básicos de Português, Matemática, informática, Inglês, Espanhol, com a duração de 60 horasaula, e Oratória, com a duração de 30 horas-aula. 6.8. Da extensão e cultura – O curso de PEDAGPOGIA foi protagonista na concepção, criação e implementação do CONGRESSO DE EDUCAÇÃO, hoje, por ter se tornado um evento grande é assumido pe UNIARP, através da coordenadoria de 236 extensão e serviços comunitários e o curso de PEDAGOGA, participa como cosdjuvante. Os acadêmicos contemplados com o programa de bolsas de estudo e pesquisa do Art. 170 desenvolvem atividades voluntárias na comunidade na área de educação, principalmente escolar. 6.8 - APOIO DISCENTE A UNIARP está sempre em busca de alternativas para viabilizar não só o acesso, mas principalmente, a permanência do aluno que vem até ela, oferecendo serviços de apoio, com atendimento adequado ao perfil e a necessidade dos seus usuários. Entre estas ações destaca-se o Serviço de Apoio ao Estudante, que tem por objetivo dar atendimento aos acadêmicos do Curso de PEDAGOGIA, oferecendo serviços de informação e orientação, possibilitando-lhe continuar seus estudos. O SAE orienta solicitações de bolsas de estudo, encaminha para estágios remunerados, auxilia a encontrar moradia e proporciona informações para preenchimento de requerimentos e elaboração de projetos. O Serviço de Apoio ao Estudante da Uniarp se justifica e fundamenta nas seguintes razões: 1. A Uniarp teve um acentuado crescimento, quer nos cursos de graduação e pós-graduação, quer na oferta de programas e serviços à comunidade externa. Este crescimento trouxe um número significativo de alunos, caracterizando-se a Uniarp como um polo de ensino superior do oeste catarinense; 237 2. Os cursos de graduação oferecidos pela Uniarp, em sua maioria funcionam em período noturno e como as demais universidades brasileiras que oferecem ensino noturno, a Uniarp recebe alunos com características específicas e com perfil diferenciado daquele aluno do curso diurno. Trata-se do trabalhador-aluno, que precisa conciliar escola e trabalho – auxilia no orçamento doméstico e, com dificuldades, frequenta a graduação para buscar uma melhor profissão e salário. Há o aluno em tempo integral – que só estuda e é mantido pela família e também há o aluno-trabalhador, que não precisa auxiliar a família e, usa seu trabalho para manter seus estudos. Estes dois últimos perfis representam uma porcentagem menor dos acadêmicos da Uniarp; 3. Considerando-se que a quase totalidade da clientela da Uniarp – dos cursos noturnos – constitui-se do trabalhador – aluno, configura-se um quadro em que o acadêmico busca no curso superior uma melhoria de sua condição de vida e de trabalho, com acesso às oportunidades de mercado; 4. Analisando a situação que se apresenta, a Universidade vê-se impelida em buscar alternativas que viabilizem não só o acesso, mas principalmente, a permanência do aluno que vem até ela, oferecendo serviços de apoio, com um atendimento que condiga com o perfil e a necessidade de sua clientela; 5. A Uniarp, através da Coordenadoria de Extensão, Cultura e Relações Comunitárias não tem medido esforços na consecução de seus objetivos. Em todas suas ações tem procurado resgatar a dignidade e o respeito à cidadania, oferecendo, tanto aos que estão dentro da universidade, como aos distantes dela, alternativas de inclusão e acesso ao conhecimento; 6. Dentre estas ações destaca-se o Serviço de Apoio ao Estudante – um importante trabalho que tem proporcionado, das mais diversas maneiras 238 a permanência do acadêmico no ensino superior, principalmente sua inserção no mercado de trabalho, com vistas à sua manutenção na instituição, pela geração de empregos, viabilizando benefícios aos economicamente carentes; 7. O Serviço de Apoio ao Estudante, considerando todos os fatores já expostos, necessita de uma estrutura mínima para o desempenho de suas atribuições, além do acompanhamento de um profissional por 44 horas conforme prevê o Plano de Cargos e Salários para bem desempenhar esta função, superando qualquer assistencialismo, voltando-se para uma ação inclusiva e cidadã do aluno no ensino superior e no mercado de trabalho. 8. Os profissionais para compor a estrutura do Serviço de Apoio ao Estudante estão submetidos à Coordenadoria de Extensão, Cultura e Relações Comunitárias no que tange às atividades acadêmicas; ao administrativo, no que diz respeito as demais atividades, fazendo parte do quadro funcional da Universidade. O Serviço de Apoio ao Estudante - SAE tem como objetivo manter uma integração, ou seja, cumprir com a função humanística entre universidade e seus acadêmicos, acompanhando-os e auxiliando-os, no que tange ao pleno desenvolvimento de sua vida universitária, dando oportunidade para que possam atingir suas metas e ideais com responsabilidade, profissionalismo e respeito ao ser humano. BENEFÍCIOS OFERECIDOS PELA UNIARP: Bolsa de Estudo e Pesquisa Artigo 170 da Constituição Estadual; Bolsa de Estudo, Pesquisa e Extensão do Artigo 171 - FUMDES; FIES – Financiamento Estudantil; Programa de Estágio “Novos Valores”; Programa de Apoio à Extensão e Cultura - PAEC; Fundo de Apoio à Pesquisa – FAP; 239 Programa de Atendimento à Pessoas com Deficiências 6.9 - ARTICULAÇÃO ENTRE O ENSINO DE GRADUAÇÃO E DE PÓS GRADUAÇÃO A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe encontra-se inserida em uma região com características próprias, que tem por vocação a produção de alimentos, oleícolas, frutícolas, avícolas, de suínos e bovinos, bem como também propensão para a produção de madeiras de essências nativas e reflorestadas. Esta vocação atrai cada vez mais o elemento humano migrador, como condutor de cada um dos processos de diferentes ramos de produção, ao mesmo tempo em que fixa o homem na região e a desenvolve. A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe ao assumir como missão proporcionar condições para o desenvolvimento da sociedade nos campos técnicocientífico, buscando alternativas para planejar o futuro buscando o desenvolvimento socioeconômico e político-cultural regional de sua abrangência, insere-se efetivamente no contexto sociocultural, coparticipando no desenvolvimento comunitário, e explicitando sua responsabilidade social. Como agência formadora, a Universidade tem como função primeira, pelo ensino, pesquisa e extensão, prover a preparação eficaz de recursos humanos, através dos quais ela avança na conquista e na inovação do conhecimento. A UNIARP ao estabelecer como sua política universitária o desenvolvimento da região e ao formular normas para a investigação científica, baseia-se no artigo 207 da Constituição Federal que preceitua: as universidades obedecerão ao princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão e objetiva a promoção e disseminação do conhecimento por ela produzido. 240 Amparada na Legislação Nacional, a UNIARP busca a promoção de um ensino de Graduação de qualidade com base em princípios de articulação com as diversas áreas do saber. Assim, ao longo do tempo o ensino de graduação tem pretendido alcançar a diversificação natural de suas especificidades e a unidade necessária à construção de uma identidade acadêmica própria. Para tanto tem redefinido conceitos e linhas de ação, tomando como referencia a avaliação permanente, objetivando atingir amplos e qualificados níveis de apropriação e produção de conhecimentos tendo por base o trinômio ensino-pesquisa-extensão. Se o ensino e a pesquisa são indissociáveis, cabe estabelecer o elemento definidor que determina o objetivo a ser alcançado. Assim, a graduação tem por elemento definidor a formação profissional básica. A pesquisa, realizada no curso de graduação, legitima-se pela participação de alunos nos grupos de pesquisa da instituição, pelo Programa de Iniciação Científica; tem a finalidade de familiarizar o aluno (o futuro profissional) com os procedimentos da investigação científica. O ensino de pós-graduação por sua vez, caracteriza-se como atividade intimamente ligada à pesquisa e responsável pela produção de conhecimento científico, técnico e cultural no âmbito acadêmico. A pós-graduação “Lato Sensu” tem por elemento definidor o aprimoramento e o aprofundamento da formação básica. Assim posto, pode-se afirmar que o curso de pós-graduação “Lato Sensu” estabelece o ensino como objetivo a ser alcançado e garante a assimilação dos procedimentos e/ou resultados do avanço na produção cientifica , ajustando seu perfil às mudanças operadas na sua profissão. “A pós-graduação é o prolongamento do desejo do saber direcionado para o campo de especialização. (...) Permite aprofundamento à graduação” 241 O compromisso em oferecer um ensino de pós-graduação com qualidade expressa-se na procura por integrar e qualificar o ensino, promovendo a inserção dos alunos em projetos de pesquisa e programas de pós-graduação institucionais. A articulação entre o ensino de graduação e pós-graduação ocorre através de programas de iniciação científica que permitem ao aluno de graduação a participação em projetos de pesquisa. De outra forma a aproximação do ensino de graduação com o ensino de pós-graduação materializa-se através da inserção do aluno de graduação em programas de pós-graduação na condição de “alunos especiais”. Esta aproximação tem por finalidade colocar o graduando frente ao “estado da arte”, permitindo-lhe fazer abordagens analíticas dos tópicos contribuindo não só para a sua informação, mas sim, para que obtenha uma formação humanística que lhe dê condições de exercer a profissão em defesa da vida, do ambiente e do bem estar dos cidadãos. A UNIARP promove a articulação entre o ensino de graduação e o de pósgraduação através da: - Realização de atividades de pesquisa através de Programas de Apoio à Pesquisa – FAP; - Estimulo à formação e consolidação de grupos de pesquisa que favoreçam o fortalecimento da área especifica do conhecimento; - Implementação de programas permanentes de fomento, avaliação e acompanhamento das atividades de pesquisa; - Estimulo a socialização e divulgação interna e externa da produção cientifica através dos Seminários de Pesquisa; 242 - Estabelecimento de políticas de capacitação de recursos humanos para atuação na graduação e na pós-graduação; - Incentivo as publicações docentes e discentes em revistas próprias; A Pós-Graduação da UNIARP busca consolidar a pesquisa para encontrar soluções para os problemas regionais nas diversas áreas do conhecimento e para isso busca permanentemente a articulação com os cursos de graduação. 7 – ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 7 – 1 Coordenação do Curso. A coordenação do Curso de Engenharia de Controle e Automação da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe – UNIARP, é responsável pela gestão do Curso. Tem a incumbência de executar o Projeto Pedagógico do Curso, o desenvolvimento das atividades dos Professores e alunos, de acordo com os Ordenamentos Jurídicos da Universidade. A Coordenação, exercida pelo Coordenador de Curso, é o órgão executivo ao qual compete coordenar as ações necessárias à geração, à manutenção, e à promoção das atividades de ensino, de pesquisa e de extensão no âmbito do Curso, atender as diretrizes gerais da Instituição de ensino superior, e responder pela qualidade e resultados alcançados. O Coordenador de Curso é de livre designação e exoneração do Pró-Reitor de Campus. A Coordenação de Curso é exercida pelo Coordenador de Curso, apoiado pelo respectivo colegiado de curso. Conforme o Regulamento Geral da Universidade alto Vale do Rio do Peixe, compete ao Coordenador de Curso: 243 I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso; II - representar o Colegiado do Curso no Colegiado de campus; III - executar e fazer executar as diretrizes e normas emanadas dos órgãos superiores; IV - responder pelo Projeto Pedagógico do Curso, exercendo a sua supervisão didático-pedagógica, e pela qualidade das atividades de ensino, de pesquisa e de extensão em seu âmbito; V - aprovar o plano de ensino de cada disciplina; VI - orientar a matrícula dos alunos do respectivo curso; VII – participar da organização da lista de oferta de disciplinas em cada período letivo; VIII - acompanhar o controle e a contabilização acadêmico-curricular; IX - articular-se com o Pró-Reitor de Campus e as Coordenadorias de Áreas a respeito de todos os assuntos de interesse do curso; X - elaborar o Relatório Anual de Atividades encaminhando-o ao Pró-Reitor de Campus, até 15 de fevereiro de cada ano; XI - colaborar na elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional e do Plano Anual de Trabalho; XII – analisar e despachar os requerimentos de matrícula, trancamento, transferência e aproveitamento de estudos e adaptações curriculares, no que couber; 244 XIII – presidir a sessão de colação de grau de seu curso na ausência do Reitor ou de um dos integrantes da Reitoria; XIV - cumprir e fazer cumprir as disposições do Estatuto, do Regulamento Geral e dos atos normativos da Instituição de ensino superior; XV - exercer as demais funções que se relacionarem ao bom funcionamento do curso; XVI – convocar conselhos de classe, estabelecendo a pauta e a data das reuniões; XVII – elaborar a matriz de horários de seu curso, de forma integrada aos demais e de acordo com as diretrizes institucionais. A atuação da Coordenação tem carga horária de 20 horas semanais, atuando nos seguintes dias e horários: -De segundas-feiras as quartas-feiras das 18.30 ás 22.30h Na sexta-feira das 13.30 ás 17.30 e 18.30 ás 22.30h. O Coordenador do Curso de PEDAGOGIA tem formação acadêmica em nível superior obtida pela Fundação Alto Vale do Rio do Peixe ( FEARPE). A formação em nível de pós-graduação na Universidade do Contestado ( UNC) em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É Professor Universitário desde 1.996, nesta universidade. . Atuou por muitos anos em diversas atividades, dentre elas foi professor no ensino fundamental, médio e secretário municipal de educação. 245 Atualmente, trabalha como orientador educacional em escola pública municipal de ensino fundamental, além da luta incessante pela manutenção da qualidade do Curso. 7.2. COLEGIADO DO CURSO O Colegiado de Curso é órgão uno, deliberativo, técnico-consultivo e de assessoramento, no âmbito do curso, em matéria de ensino, de pesquisa e de extensão, respeitadas as políticas institucionais dos órgãos da Administração Central. O Colegiado de Curso é composto pelo coordenador e 05 (cinco) professores do curso. As reuniões do Colegiado de Curso serão presididas pelo Coordenador de Curso, que nele terá o voto de qualidade. Compete ao Colegiado de Curso: I - elaborar, alterar e reformular o Projeto Pedagógico do Curso a ela vinculado observado as determinações do Projeto Pedagógico Institucional, submetendo-o aos colegiados competentes; II - planejar, promover, avaliar e qualificar as atividades de ensino, de pesquisa e de extensão em seu respectivo curso, observadas as diretrizes institucionais; III – deliberar, sobre outras matérias de interesse do Curso, observadas as diretrizes institucionais. O coordenador do curso de pedagogia participa de todas as reuniões convocadas pelo pró-reitor acadêmico e com ele também se orienta e reflete as questões pertinentes ao curso e á universidade. 246 8. DO CORPO DOCENTE. 8.1 Perfil Docente A política de capacitação docente e a forma de admissão dos docentes seguem as diretrizes da UNIARP. O quadro descritivo de docentes por disciplina com titulação é: RECURSOS HUMANOS Corpo Docente Campus Universitário de Caçador e Núcleo Universitário de Fraiburgo. PROFESSOR TIT DISCIPLI REGIME REGIME DE UL NA TRABALH TRAB. NO O NA IES CURSO O Ana Mara Rotta Soleti ES Fund. Met. Celetista Horista. CURRICULUM VITAE - SINTÉTICO GR: Educação Física. UFPR. 1988 PÒS: Educação Física e Saúde. UFPR. 1999. Ed, física MS. Educação Física. UFSC. 2009. Beatriz T. Coscodai MS Celetista Horista GR:Pedagogia/UnC/Caçador/85;ESP:Ed.:Orientação Fujn.Met.E Educacional/UnC/Caçador/87;ESP:Ed.:Supervisão d. Escolar/UnC/Caçador/90;ESPEd.:Séries Especial. Iniciais/UnC/Caçador/91;MS:Educação:TeoriaePrática Hist. Pedagogia/ UFSC/ Florianópolis / SC/94. Da Educação. Sociologia. Ilse Behrens MS Fun.met.Al fabetização FunMet. Ens.Anos Iniciais. Celetista Horista GR: Pedagogia/UnC/Caçador/SC/1977 ESP: Educação: Metodologia do Ensino e Avaliação/ U Caçador/97 MS: Educação/ UNICENTRO/ 1999. 247 Estágios. Ilze Chiarello MS Fund. Met. GR: Letras FEARPE. CAÇADOR. Língua Mestrado PUC – PR. Portuguesa Itamar Fávero MS Int.Ciên.Pe Celetista Horista dagógica. GR: Pedagogia/UnC/1991/Caçador - SC ESP: Especialização em Teoria e Pesquisa Histórica no Brasil República/UNOESC/1997/ Fil. Educação. LOCAL: Chapecó - SC Teoria Curricular. PÓS-GRADUAÇÃO “STRICTO SENSU” Gestão. Escolar. CURSO: Mestrado em Educação TCC. INSTITUIÇÃO: UnC convênio com UNICAMP Seminário. Caçador - SC Estágios. Jussara Fonseca MS Psicologia Celetista Horista Ludic. Fun GR: Pedagogia/UnC/1987/Caçador - SC ESP: Psicologia da Infância/FAFIG/1992/ Guarapuava – Met. Alfab MS: Mestrado em Educação/UnC/2002/ Caçador - SC Psicologia Desenvl. Desenvl. Aprendiz. Fun. Met. Edu. Inf. Joel Baade Ludimar Pegoraro Dr Dr Sociologia Filosofia Celetista Horista 2007 - 2011 Doutorado em Teologia (Conceito CAPES 6). Escola Superior de Teologia, EST, Brasil. 2006 - 2007 Mestrado em Teologia (Conceito CAPES 6). Escola Superior de Teologia, EST, Brasil. 2011 - 2013 Especialização em Administração Escolar, Supervisão e Orientação. (Carga Horária: 400h). Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI). 2012 - atual Graduação em andamento em Administração. Universidade do Contestado, UNC, Brasil. GR: Filosofia/Faculdade de Filosofia Nossa Senhora da 248 Imaculada Conceição/1987/Viamão – RS Geral Filosofia ESP: Especialização em Educação: Supervisão Escolar/UnC/1990/Caçador/SC da Educação MS: Mestrado Educação/ UNICENTRO 2000/Guarapuava Doutor Educação UFRG – 2009 Porto Alegre Marcele Guzella MS Fund. Met. Celetista Horista GR: Ciências do Primeiro Grau. 1997 Matemátic PÓS: Metodologia do Ensino. UNC. 1999. a ESP: Educação Matemática. UNC. 2002. MS. Educação. 2003. Mario Bandiera MS Marilena Loss Bier MS Celetista Horista Português GR: Letras/UnC/1987/Caçador - SC ESP: Especialização em Língua e Literatura Fun.Met. Edu Inf. Prod.Text. Portuguesa/UnC/1992/Caçador Resumo MS: Resenha. Mestrado em Ciências Linguagem/UNIS UL/2004/Tubarão – SC Mariluci Auerbach MS Musicali Celetista Horista naEducção GR: Pedagogia/UnC/Caçador/SC/1983 ESP: Especialização em Supervisão Escolar/UnC/1991/Caçador – SC Infantil. MS: Mestrado em Educação/UNC/Caçador Ana Paula Canalle Ms Desen.Li Celetista Horista nguagem Suzane Valentini. Fun. Met. GR: Letras Bilíngues Port. Inglês. UNC. 1997. MS: Linguística. UFSC. 2001. Celetista Horista. Celetista Horista Ens. Artes. Musi. Ed. Infantil Paulo R. Gonçalves MS Met.Cien. Pesquisa. Estr. Fun. GR: Pedagogia/FEARPE/Caçador/1988 ESP: Educação Popular e Sociedade/ UnC/ Caçador/ 92 MS. Educação UNICENTRO/ 2000. 249 Edu. Básica. Renato Voguel Fund. Met GR: Geografia. FFEFLIL – União da Vitória. do Ensino ESP: Geografia Humana e ambiental. FFEFLIL. União Vitória. 1998. de Geografia Romildo Caregnato MS Português Celetista Horista GR: Letras/Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras/1974/Palmas - PRESP: Português/UnC/1985/Caçador - SCMS: Mestrado em Educação/Universidade Estadual do CentroOeste/2001/Guarapuava – PR Rosane Miozzo Lazzaris MS Fund. Met. Celetista Horista GR: Ciên. Biologia/FACEPAL/1992/Palmas-PR Ens. Da ESP: Ciên. Biologia/CPEA/1998/Palmas – PR Ciência MS: Mestrado em Ciências da Humana/ UnC/Concórdi a – SC/2003 Sonia F. Gonçalves MS Did.Geral Fun. Met. Ens Histór Gestão Celetista Horista GR. História/ UnC/ Caçador/ 1996 ESP. História e Historiografia Brasileira/ UnC/ Caçador MS- Mestrado em Educação /UNICENTRO/ Guarapuava/ 1999. Escolar 250 S 9 - INFRAESTRUTURA DESCRIÇÃO GERAL DO ESPAÇO FÍSICO CONSTRUÍDO UNIARP DESCRIÇÃO DAS INSTALAÇÕES – PLANTA BAIXA PLANTA M² ÁREA M² NA QUADRA PRINCIPAL DO CAMPUS: - Auditório Cultural do Contestado – 850 poltronas 1.232,00 1.232,00 m² - Ginásio de Esportes – c/ arquibancada, vestiários e WCs 1.175,00 1.175,00 m² - Prédio Acadêmico – Bloco A (construção de 1975) - 3 pavimentos 1.510,09 4.530,27 m² Ampliação – 4º pavimento do Bloco A (2001) 1.510,09 1.510,09 m² 46,70 46,70 m² 1.282,98 5.131,92 m² - Laboratórios de Mecatrônica (ex-colégio Irmão Leo) - 1 pavimento 188,46 188,46 m² - Prédio Administrativo – Ala Administrativa -Bloco C - térreo 700,00 700,00 m² - Prédio Administrativo – Biblioteca Central - Bloco C - pav. superior 700,00 700,00 m² - Hall coberto/Corredores centrais de acesso 415,16 415,16 m² - Espaço de Convivência (pátio coberto e quiosques) 750,00 750,00 m² 1.025,00 4.100,00 m² - Anexo – Manutenção / Oficina – 1 pavimento - Prédio Acadêmico – Bloco B (construção de 2000) - 4 pavimentos - Prédio Acadêmico – Bloco D, novo, com 4 pavimentos 251 - Prédio acadêmico do Núcleo de Fraiburgo (Um pavimento) 1.273,00 TOTAL DA ÁREA CONSTRUÍDA 1.273,00 m² 21.752,60 m² DESCRIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO CONSTRUÍDO LOCADO DE TERCEIROS: PRÉDIO SALAS TIPO ÁREA 1 09 Núcleo do Curso de Direito 207,50 m² 1 10 Núcleo do Curso de Psicologia 194,04 m² 1 12 Coordenadoria de Pesquisa e Pós-Graduação 125,00 m² 1 10 DCE, CIEE/SC, Serpentário e 150,00 m² TOTAL 41 676,54 m² DESCRIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DESTINADO A BIBLIOTECA: PRÉDIO SALA TIPO ÁREA Administrativo 1 Acervo / Sala de Leitura / Administração / Internet 700,00 m² TOTAL 1 700,00 m² DESCRIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DESTINADO A SALAS DE AULA: 252 PRÉDIO Bloco B Bloco A Bloco D TOTAL SALAS ÁREA SALA M² ÁREA M² Educação Infantil TOTAL ÁREA M² 4 72,03 288,12 5 72,40 362,00 17 72,76 1.236,92 1 80,40 80,40 1 70,00 70,00 1 59,00 59,00 4 54,00 216,00 1 46,90 46,90 1 11,50 11,50 1 23,60 23,60 4 32,10 128,40 8 65,00 520,00 18 48,50 873,00 1.796,80 17 49,00 833,00 833,00 26 74,00 1.924,00 8 36,00 288,00 144 1.887,04 2.212,00 6.728.84 DESCRIÇÃO DO ESPAÇO COBERTO DESTINADO A LIVRE CIRCULAÇÃO INTERNA: 253 PRÉDIO Bloco B Nº TIPO DE AMBIENTE TOTAL ÁREA M² 2 Hall de Entrada 70,42 4 Corredores 669,90 4 Escadarias 159,60 4 Rampas (parte interna) 305,32 1 Rampa (parte externa) 106,40 2 Ligações Blocos B-A Bloco A TOTAL ÁREA M² 70,00 4 Corredores 1.381,64 1.098,76 1 Espaço Aberto (Mural) 393,77 1 Reservado p/ Posto Bancário 40,00 3 Escadarias 220,00 1.725,54 Geral 1 Espaço Convivência 750,00 750,00 Administração 3 Hall-Corredor Central 415,16 415,16 Bloco D 4 Corredores centrais 150,00 600,00 4 Rampas (parte interna) 305,32 1 Rampa (parte externa) 106,40 411,72 4 Escadarias 160,00 160,00 TOTAL 42 5.444.06 DESCRIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DESTINADO A SALAS DE APOIO: PRÉDIO Bloco B SALAS 1 ÁREA SALA M² ÁREA M² 20,28 Colégio/Professores TOTAL ÁREA M² 20,28 254 1 39,90 Colégio/Direção 1 72,40 Colégio/Secret.-Orient. 72,40 1 17,79 17,79 1 39,90 39,80 1 36,02 Almoxarifado - 36,02 1 144,06 Salão Nobre - 144,06 1 86,40 Salão Nobre - 86,40 1 70,00 Sala de Professores - 70,00 1 30,60 Apoio ao Estudante - 30,60 1 80,00 Extensão e Cultura - 80,00 1 46,70 Manutenção - 46,70 46,70 50 diversos Administrativo - 700,00 700,00 Anexo 1 50,00 Reprografia - 50,00 50,00 TOTAL 63 Bloco A Anexo Administrativo 39,90 370,25 267,00 1.433,95 DESCRIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DESTINADO A LABORATÓRIOS: PRÉDIO SALAS TIPO DE LABORATÓRIO ÁREA M² Bloco B 1 Anatomia 71,33 1 Histologia / Biologia 90,51 1 Química 72,10 TOTAL M² 255 Bloco A ANEXO TOTAL 1 Farmacologia / Fisiologia / Patologia / Melhoramento Vegetal 71,33 1 Farmacotécnica / Cosmetologia 71,33 1 Toxicologia / Bioquímica / Controle Qualidade 72,14 1 Microbiologia / Parasitologia / Imunologia 93,20 1 Farmacognosia / Fisioterápicos / Botânica 90,51 1 Coord. e Almoxarifado dos Laboratórios 36,02 1 Física 39,90 1 Laboratório de Informática nº 01 64,80 1 Laboratório de Informática nº 02 48,76 1 Laboratório de Informática nº 03 58,88 1 Laboratório de Informática nº 04 59,00 1 Laboratório de Informática nº 05 - Curso CC 59,00 1 Laboratório de Informática nº 06 - NOVO 75,00 1 Laboratório de Informática 04 / Hardware 62,00 1 Núcleo de Tecnologias Educacionais 25,94 1 Sala de Teleconferências 49,20 502,58 2 Laboratórios de Eng. Mecatrônica 54,30 108,60 21 708,37 1.319,55 DESCRIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DESTINADO A INSTALAÇÕES SANITÁRIAS: 256 PRÉDIO SALAS Bloco B Bloco A Anexos Ala Adm Bloco D TOTAL TIPO E M² TOTAL ÁREA M² 4 WC Masculinos 159,60 4 WC Femininos 159,60 4 WC Masculinos 81,24 4 WC Femininos 81,24 1 WC duplo 14,21 TOTAL ÁREA M² 319,20 176,69 1 WC Masculino 9,24 1 WC Feminino 9,24 18,48 4 WC (dois masc. e dois fem.) 9,00 36,00 4 WC (dois masc. e dois fem.) 9,00 36,00 4 WC (dois masc. e dois fem.) 9,00 36,00 4 WC (dois masc. e dois fem.) 9,00 36,00 33 658,37 As atividades de ensino, pesquisa e extensão da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe exigem uma gama diversificada de recursos Didático-Pedagógico, para que as mesmas sejam desenvolvidas e difundidas de modo eficaz. A crescente utilização deve-se ao grande esforço que tais recursos trazem para o processo ensino aprendizagem de divulgação externa. Atualmente, a UNIARP possui número significativo e diversificado de recursos DidáticoPedagógico que são utilizados em salas especificamente estruturadas para esta finalidade. Descrição Quantidade Projetor Slides 01 Epíscopo 03 257 Retroprojetor 58 Videocassete 17 Televisor 21 Filmadora 01 Aparelho de Som 03 Instrumentos Musicais 35 Fotocopiadora Máquina eletroeletrônica Máquina fotográfica 11 (terceirizada) 03 01 (comum) 01 (digital) Tela de Projeção 86 Projetor Multimídia 02 Transcolder 06 9.1 BIBLIOTECA E ACERVO O modelo de Biblioteca na UNIARP está configurado sob a forma de sistema, organizado em Bibliotecas Universitárias em cada Campus Universitário, segundo as áreas e programas específicos, servindo de forma mais ampla possível, as áreas específicas de sua atuação no ensino e na pesquisa, não só como acervo bibliográfico, mas como acervo complementar e com a documentação de forma a garantir ao usuário consulente às informações sobre a questão investigada. Descrição da Biblioteca Universitária – Livros 258 ÁREAS Ciências Agrárias Ciências da Saúde Ciências Exatas e da Terra Ciências Humanas Ciências Sociais Aplicadas Linguística, Letras e Artes Ciências Biológicas Engenharias Multidisciplinar TOTAL Nº TÍTULOS 1886 2.109 2.500 8.833 8.884 5.381 1.899 1.138 444 33.077 Nº EXEMPLARES 3954 3.385 4.482 16.182 17.274 10.609 3.095 1.693 1.113 61.787 Descrição da biblioteca Universitária – Periódicos Áreas Ciências Exatas e da Terra Ciências Biológicas Engenharias Compra Título Exemplar Título 16 569 5 10 284 1 16 388 9 Assinaturas Doação Permuta Exemplar 45 99 30 55 18 6 Ciências da Saúde Ciências Agrárias 76 16 1.038 43 352 16 563 30 115 66 Ciências Sociais Aplicadas 66 2.011 40 483 441 Ciências Humanas Linguística, Letras e Artes TOTAL 40 12 252 909 23 289 9 5.840 146 110 42 1.321 333 118 1133 1.18.2.3 Demonstrativo da Situação da Videoteca ESPECIFICAÇÃO Fitas (Vídeo) DVD CD/CD ROOM QUANTIDADE 471 26 615 1.18.2.4 Demonstrativo da Situação da Mapoteca 259 ESPECIFICAÇÃO QUANTIDADE Mapas Globos Outros 128 02 124 Recursos de difusão científica e de informações para a divulgação. DENOMINAÇÃO PERIODICIDADE Revista Científica Agora Semestral Revista Iniciação Semestral Jornal “O Contestado” Mensal 9.2 LABORATÓRIOS DE FORMAÇÃO GERAL / ESPECIFICOS E EQUIPAMENTOS A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe possui instalados laboratórios equipados para desenvolver as atividades acadêmicas que requerem práticas em programas específicos de ensino e de pesquisa. Com a criação e a oferta de novos cursos de graduação e a crescente demanda de acadêmicos, os campi ampliaram e construíram outras áreas, instalando novos laboratórios e equipamentos para a realização de atividades acadêmicas específicas. LABORATÓRIO EQUIPAMENTOS BÁSICOS Laboratório de Farmacologia/ Agitador magnético; Balança semianalítica; Balão de destilação; 260 Fisiologia/ Patologia Balão de fundo chato; Balão volumétrico; Bandeja de plástico; Banho-maria simples; Barra magnética para agitador; Barrilete; Bastão de vidro; Béquer; Bico de bunsen; Bobina de indução; Bomba para vácuo e compressão; Cabos de bisturi; Cápsulas coloridas; Cápsulas transparente; Copo cálice; Cronômetro; Deionizador; Dissecador a vácuo; Destilador de água; Erlenmeyer; Esfignomanômetro; Espátula; Espelho com moldura; Espinhalador; Estante para tubo de ensaio; Estetoscópio; Estufa de secagem e esterilização; Frasco lavador; Freezer; Funil de vidro; Lavador de pipetas; Martelo de percussão; Micropipeta monocanal; Mufa metálica; Pinça delicada; Pinça dente de rato; Pinça histológica; Pinça Kelly; Pipeta volumétrica; Pipetador automático; Plestimômetro; Pneumógrafo; Polígrafo; Proveta; Quimógrafo; Refrigerador duplex; Refrigerador simples; Suporte para pipetas; Takabout T5100; Termômetro; Termômetro de máxima e mínima; Tripé metálico Laboratório Histologia/Biologia Agitador magnético; Balança semianalítica; Banho-maria simples; Barra magnética para agitador; Barrilete; Bastão de vidro; Béquer; Funil de vidro; Lâminas; Lamínulas; Microscópio binocular; Mufa metálica; Placas de petri; Vidro relógio Laboratório Microbiologia/ Parasitologia/ Imunologia Agitadores; Alças; Argola metálica com mufa; Autoclave; Balança semianalítica; Balão de fundo chato; Balão volumétrico; Bandeja de plástico; Banho-maria simples; Barra magnética para agitador; Barrilete; Bastão de vidro; Béquer; BOD; Cadinho p/ fusão; Cálice de vidro; Câmara de fluxo laminar; Câmara de Neubauer; Capela de Fluxo Laminar Quimis; Centrífuga p/ 16 tubos de ensaio; Contador de colônia; Deionizador; Destilador Nova Técnica; Erlenmeyer; Espátula; Estufa bacteriológica; Estufa de secagem e esterilização; Fogão Industrial Araceba; Forno de microondas; Frascos âmbar; Freezer; Funil de vidro; Jarra aeróbica Kit Coloração de gram; Lâminas; Lamínulas; Lavador de pipetas; Liquidificador Walita Twist; Liquidificador Industrial; Microondas; Micropipeta monocanal; Microscópio binocular; Mufa metálica; Papel indicador de pH; Peneira plástica; Pinça de madeira; Pipeta multicanal; Pipeta volumétrica; Pipetador automático; Pipetas de Pasteur; Placa de petry; Porta-lâmina c/ tampa; Proveta; Refrigerador duplex; Refrigerador simples; Reservatório p/ água 261 destilada; Seringa para distribuição de meio; Suporte para pipetas; Swab; Swab ; terile Container; Termômetro; Termômetro de máxima e mínima; Tesoura; Tripé metálico; Tubo de ensaio; Tubo de ensaio com tampa; Tubo de ensaio Falcon; Tubo de ensaio plástico com tampa; Tubo eppendorf; Tubo esterilizável para centrífuga; Tubo p/ cultura; Tubos de ensaio c/ tampa de plástico; Vidro de relógio Laboratório Anatomia 02 Cadáveres; 01 Caixa amplificadora Frahn Modelo: CP 100; 01 Receptor p/ microfone s/ fio SHOW Modelo: WR 106 R Banquetas; Esqueleto completo montado; Esqueleto desmontado; Estufa p/ secagem e esterilização fanem; Formol 40%; Frascos com tampa de vidro transparente; Mesa inox; Peças Anatômicas; Quadros Didáticos; Tanques; Quadro negro; Bancada (pi,torneira); Pinças anatômicas e para dissecação; Luvas látex; Máscaras c/ proteção ocular e filtro de vapores; Mesa p/ dissecação; Microfone s/ fio Modelo: WR 106 R; Bandejas inox; 3 corações, 2 laringes, 3 pulmões, 3 figados, , 3 estomagos, 3 baços, 3 úmeros, 3 rádios, 3 fêmurs; Cérebro – 10 partes; Jalecos P, M, G; Quadro Didático Ref. 015 Corpo Humano; Serra; Mesa p/ necropsia e formalização; Serra elétrica p/ gesso Neuoni Modelo: 18018; Seringa veterinária automática regulável – 50 ml; Pinça Kocher reta 14 cm; Pinça Kelly Dilic RT 14 cm e CV 14 cm; Estojo p/ material cirúrgico; Tesoura Iris FF RT 10,5 cm dur; Pinça Iris c/ dente reta 10,5 cm Tesoura Metzen baum curva 18 cm; Afastador Farabeuf 12 cm Tesoura Bee-Bee curva 10,5 cm; Tesoura 06 – 380; Laboratório Química Geral/ Analítica/ Físico-Química/ orgânica/ farmacêutica Agitador magnético; Aparelho destilador de Kjeldahl; Argola metálica com mufa; Balança analítica; Balança semianalítica; Balão de destilação; Balão volumétrico; Banho de areia; Banho Dubnoff; Banho-maria simples; Banho-maria termostatizado; Barra magnética para agitador; Barrilete; Bastão de vidro; Béquer; Bico de bunsen; Bomba para vácuo e compressão; Bureta; Cabeça de destilação angular; Capela de exaustão de gases; Coluna Vigreaux; Condensador Friedrichs; Condutivímetro; Conta-gotas; Cronômetro; Deionizador; Dessecador a vácuo; Destilador de água; Determinador de ponto de fusão; Erlenmeyer; Espátula; Espectrofotômetro de FT-IR; Estante para tubo de ensaio; Estufa de secagem e esterilização; Evaporador rotatório; Forno mufla; Frasco lavador; Freezer; Funil de adição/separação; Funil de 262 Büchner; Funil de vidro; Garra p/ tubo de ensaio em madeira; Garra p/ tubo de ensaio em aço inox; Kitassato; Lamínulas; Lavador de pipetas; Luz ultravioleta com cabine; Manta de aquecimento; Mufa metálica; Percolador; Papel de Tornassol; Papel filtro; Percolador; PH-metro; Picnômetro c/ termômetro; Pipeta volumétrica; Pipetador automático; Potenciômetro; Proveta; Refrigerador simples; Reftratômetro termostatizado; Saída de destilação; Secador de cabelo; Suporte para pipetas; Termômetro; Termômetro – 10-210 C; Termômetro – 10-310 C; Tripé metálico; Trompa de vácua com motobomba; Tubo de ensaio; Tubo de ensaio com tampa; Tubo Nessler; Tubo Thiele ou Denis; Tubo Thiele p/ ponto de fusão; Vidro de relógio Laboratório Toxicologia/ Bioquímica/ Controle de Qualidade/ Bromatologia Agitador magnético; Agitador para tubos de ensaio; Argola metálica com mufa; Balança semi-analítica; Balão de destilação; Balão volumétrico; Banho-maria simples; Banho-maria termostatizado; Barra magnética para agitador; Barrilete; Bastão de vidro; Béquer; Bico de bunsen; Bomba para vácuo e compressão; Bureta; Cabeça de destilação angular; Câmara de Neubauer; Capela de exaustão de gases; Centrífuga p/ 16 tubos de ensaio; Condutivímetro; Conjunto para eletroforese; Conta-gotas; Dessecador a vácuo; Dispensador de eppendorf; Erlenmeyer; Espátula; Espectrofotômetro U.V.-VIS; Estante para tubo de ensaio; Estufa de secagem e esterilização; Frasco lavador; Freezer; Friabilômetro; Funil de adição/separação; Funil de Büchner; Funil de vidro; Kitassato; Lâminas; Lamínulas; Lavador de pipetas; Luz ultravioleta com cabine; Manta de aquecimento; Micro seringa; Microcentrífuga para eppendorf; Micropipeta monocanal; Mixer; Moinho de bolas; Moinho martelo; Mufa metálica; PH-metro; Pipeta multicanal; Pipeta volumétrica; Pipetador automático; Placa de petry; Potenciômetro; Proveta; Refrigerador simples; Saída de destilação; Secador de cabelo; Seladora p/ embalagens plásticas; Seringa para distribuição de meio; Suporte para pipetas; Termômetro; Termômetro – 10-210 C; Termômetro – 10-310 C; Termômetro de máxima e mínima; Titulador Karl Fisher; Tripé metálico; Tubo de ensaio; Tubo de ensaio com tampa; Tubo eppendorf; Tubo esterilizável para centrífuga; Vidro de relógio; Phmetro; Polarímetro; Medidor de oxigênio Laboratório Farmacognosia/ Agitador magnético; Argola metálica com mufa; Balança analítica; 263 Fitoterápicos/ Botânica Balança semi-analítica; Balão de destilação; Balão volumétrico; Banho-maria simples; Barra magnética para agitador; Barrilete; Bastão de vidro; Béquer; Bico de bunsen; Bomba para vácuo e compressão; Cabeça de destilação angular; Capela de exaustão de gases; Conta-gotas; Erlenmeyer; Espátula; Estante para tubo de ensaio; Estufa de secagem e esterilização; Estufa p/ secagem com circulação de ar; Evaporador rotatório; Frasco lavador; Funil de adição/separação; Funil de Büchner; Funil de vidro; Kitassato; Lavador de pipetas; Liquidificador industrial; Lupa estereoscópica; Manta de aquecimento; Mufa metálica; Pipeta volumétrica; Pipetador automático; Potenciômetro; Proveta; Refrigerador duplex; Refrigerador simples; Saída de destilação; Secador de cabelo; Seladora p/ embalagens plásticas; Suporte para pipetas; Termômetro; Tripé metálico; Trompa de vácua com motobomba; Tubo de ensaio; Tubo de ensaio com tampa; Vidro de relógio; Agitador magnético; Cálice graduado; Proveta grad.; Becker; Proveta; Funil raiado Laboratório Farmacotécnica/ Cosmetologia Agitador magnético; Almofariz c/ pistilo; Argola metálica com mufa; Balança analítica; Balança granatária; Balança semianalítica; Barra magnética para agitador; Barrilete; Bastão de vidro; Bastão polietileno; Béquer; Bico de bunsen; Bomba para vácuo e compressão; Braço mecânico para sucuções; Cadinho; Conta-gotas; Copo cálice; Dessecador a vácuo; Desumificador de ar; Erlenmeyer; Espátula; Espátula c/ colher; Espátula de porcelana; Estante para tubo de ensaio; Esterilizador de ar; Estufa de secagem e esterilização; Estufa p/ secagem com circulação de ar; Frasco flúor âmbar; Frasco lavador; Frasco pluma; Frasco reagente poliâmbar; Frasco shampoo; Funil de adição/separação; Funil de Büchner; Funil de vidro; Kitassato; Lavador de pipetas; Micro seringa; Mufa metálica; PH-metro; Pipeta volumétrica; Pipetador automático; Proveta; Becker; Bastão; Frasco vidro âmbar; Pipeta Pasteur cx; Vidro Relógio; Refrigerador simples; Suporte para pipetas; Termômetro; Tripé metálico; Destilador de água; Estufa de secagem e esterilização; Chapa aquecedora; 264lcoômetro de Gay Lussac; Termômetro de laboratório; Balança Laboratório de Física e Biofísica Conjunto de eletricidade; Calorímetro de isopor; Conjunto de molas; Lei de ohm 19; Bússola; Plano inclinado completo Kerstim; Conjunto de mecânica; Painel de Forças; Conjunto Nunes p/ ondas 264 estacionárias de frequência variável; Imã em forma de barra; Banco ótico; Bússola projetável; Conjunto de 10 corpos de prova; Conjunto de 5 corpos de prova; Dilatômetro Wunderlich; Cuba de ondas Kroeff c/ estroboscópio eletromecânico; Gerador eletrostático de correia; Mesa de forças completa; Prensa hidráulica; Compocolor de projeção; Painel hidrostático; Balanço magnético Transformador desmontável; Colchão de ar linear; Unidade acústica; Laboratório de Enfermagem Manômetro p/ pressão; Porta- algodão de vidro; Abaixador de língua; Água destilada; Agulha hipodérmica; Agulha histológica; Algodão hidrofóbico; Atadura de crepom; Cabo p/ laringoscópio; Calça descartável; Cânula de traqueostomia descartável c/ balão; Cateter; Catgut ( butterfly); Esparadrapo impermeável; Espéculo vaginal descartável; Fita adesiva branca; Fita micropore; Gaze hidrofóbica; Lamina p/ laringoscópio- curva; Lamina p/ laringoscópio- reta; Luva de látex; Luva descartável; Martelo cirúrgico; Martelo de Teylor; Máscara plástica p/ nebulização; Pijama; Pinça halstead mosquito curva; Pinça halstead mosquito curva c/ serrilha; Pinça halstead mosquito reta; Pinça Cushing c/ serrilha; Pinça Kocher curva; Pinça Potts Smith; Pinça Semken profissional reta; Pizeta; Propé descartável; Seringa; Seringa descartável; Sonda – Asp. Traqueal; Sonda – Retal; Sonda endotraqueal c/ balão; Sonda endotraqueal s/ balão; Tala metálica p/ imobilização; Termômetro clínico; Tesoura cirúrgica reta; Tesoura Joseph curva; Tesoura Joseph reta; Tesoura Spencer reta p/ retirada; Toalha; Touca descartável; Tubo traqueal; Tubos cirúrgicos; Válvula p/ nebulização Laboratório de Desenho 25 pranchetas - Tipo Profissional Laboratório de Materiais e Cortadeira de amostra; Prensa de embutimentos de amostras; Ensaios Politriz para acabamento das amostras; bancadas de lixamento manual de amostras; Durômetro para medição de dureza Vickers, Brinell e Rockwell; Máquina de ensaios universal com capacidade de 10.000N; Microscópios ópticos industriais. Laboratório de Eletrônica Digital Em implantação 265 Laboratório de Eletricidade Industrial Em implantação 9.3 Estrutura física Laboratórios de formação específica LABORATÓRIO DE MATERIAIS E ENSAIOS 01 cortadeira de amostras 01 prensa de embutimento de amostras 02 politriz para acabamento das amostras 04 bancadas de lixamento manual de amostras 02 politriz para acabamento das amostras 01 durômetro para medição de dureza nas escala Vickers, Brinell e Rockwell 01 máquina de ensaios universal com capacidade de 10.000 N 02 microscópios ópticos. LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA 01 bancada controle – elétrica – pneumática, contendo CLP, acionamentos elétricos, botoeiras, motor elétrico, sensores e dispositivos eletropneumáticos. 03 conjuntos de ensino de eletrônica contendo osciloscópio, gerador de função e fonte variável, juntamente com equipamentos de montagens eletrônicas. LABORATÓRIO DE METROLOGIA Composto de: Micrômetros externos 0-25mm, Micrômetros externos 25-50, Micrômetros para engrenagens 0-25, Micrômetros de profundidade 0-75, Micrômetros internos de três pontas 6-12, Micrômetros de profundidade 0-150, Paquímetros universal 0-150, Paquímetros universal 0-150, Paquímetros com relógio 0-150, Paquímetros digital 0-150, 266 Paquímetros de profundidades sem gancho 0-200, Calibrador de folga 0,05-1, Jogo de extensões de batentes 0,4-7, Comparadores de diâmetros internos 50-150, Medidores de espessuras de camadas 0-1,5, Rugosimetro digital, Medidor de inclinação, Nível de precisão, Nível quadrangular de precisão, Suportes magnéticos, Relógios comparadores, Esquadros de precisão, Relógio apalpador, Medidor de espessura de camadas, Transferidor de ângulo universal , Jogo de esquadro combinado, Suporte para micrômetro externo, Calibrador traçador de altura, Calibrador traçador de altura com contador mecânico, Escalas de aço e Desempeno de granito. LABORATÓRIO DE CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS 04 KIT Controlador Programável Micrologix 1200, com 24 pontos, sendo 14 entradas em 24Vcc e 10 saídas a relé, alimentação 85 - 265Vca. Módulo analógico combinado, com 2 entradas + 2 saídas analógicas, para MicroLogix 1200. PanelView 300 Micro, monocromático; teclado, monitor LCD, com 4 funções; porta de comunicação RS232 (DF1) Cabo de comunicação entre Microview/PanelView Micro (DIN8/DIN8) e Micrologix, comp. 2 metros. LABORATÓRIO DE REDES INDUSTRIAIS 03 kit clp weg tp 0240, Módulos com 16 saidas digitais e analogicas. 01 inversor de frequência Comunicação DeviceNet, profibus e CAN 267 LABORATÓRIO DE FÍSICA Conjunto de eletricidade; Calorímetro de isopor; Conjunto de molas; Lei de ohm 19; Bússola; Plano inclinado completo Kerstim; Conjunto de mecânica; Painel de Forças; Conjunto Nunes p/ ondas estacionárias de frequência variável; Imã em forma de barra; Banco ótico; Bússola projetável; Conjunto de 10 corpos de prova; Conjunto de 5 corpos de prova; Dilatômetro Wunderlich; Cuba de ondas Kroeff c/ estroboscópio eletromecânico; Gerador eletrostático de correia; Mesa de forças completa; Prensa hidráulica; Compocolor de projeção; Painel hidrostático; Balanço magnético. LABORATÓRIO DE QUIMICA Composto de: Agitador magnético; Aparelho destilador de Kjeldahl; Argola metálica com mufa; Balança analítica; Balança semi-analítica; Balão de destilação; Balão volumétrico; Banho de areia; Banho Dubnoff; Banho-maria simples; Banho-maria termostatizado; Barra magnética para agitador; Barrilete; Bastão de vidro; Béquer; Bico de bunsen; Bomba para vácuo e compressão; Bureta; Cabeça de destilação angular; Capela de exaustão de gases; Coluna Vigreaux; Condensador Friedrichs; Condutivímetro; Conta-gotas; Cronômetro; Deionizador; Dessecador a vácuo; Destilador de água; Determinador de ponto de fusão; Erlenmeyer; Espátula; Espectrofotômetro de FT-IR; Estante para tubo de ensaio; Estufa de secagem e esterilização; Evaporador rotatório; Forno mufla; Frasco lavador; Freezer; Funil de adição/separação; Funil de Büchner; Funil de vidro; Garra p/ tubo de ensaio em madeira; Garra p/ tubo de ensaio em aço inox; Kitassato; Lamínulas; Lavador de pipetas; Luz ultravioleta com cabine; Manta de aquecimento; Mufa metálica; Percolador; Papel de Tornassol; Papel filtro; Percolador; PH-metro; Picnômetro c/ termômetro; Pipeta volumétrica; Pipetador automático; Potenciômetro; Proveta; Refrigerador simples; Reftratômetro termostatizado; Saída de destilação; Secador de cabelo; Suporte para pipetas; Termômetro; Termômetro – 10-210 C; Termômetro – 10-310 C; Tripé metálico; Trompa de vácua com motobomba; Tubo de ensaio; Tubo de ensaio com tampa; Tubo Nessler; Tubo Thiele ou Denis; Tubo Thiele p/ ponto de fusão; Vidro de relógio. 268 LABORATÓRIO DE DESENHO 50 Pranchetas tradicionais marca Trident LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Laboratório de Informática I 20 Máquinas – Core 2 Duo 1.83 GHz, 1 GBRam, 80 Gb HD Software’s – Gold Wave, RSLinx, EniUtily, Workbench, AutoCad 2000, Matalab, Quartus II, Clic 02 Edit, Compilador, Rational Rose. Laboratório de Informática II 25 Máquinas – Pentium (R) 4 – 3.00GHz, 512 MBRam, HD 40 GB Software’s – C++ Builder 6, Rational Rose. Laboratório de Informática III 20 Máquinas – Core 2 Duo 1.83 GHz, 1 GBRam, 80 Gb HD Software’s – Gold Wave, RSLinx, EniUtily, Workbench, AutoCad 2000, Matalab, Clic 02 Edit, Compilador, Rational Rose. Laboratório de Informática IV 13 Máquinas – Pentium III – 1 GHz, 256 MBRam, HD 20 GB LABORATÓRIO DE CONTROLE DE PROCESSOS E INSTRUMENTAÇÃO Estação Compacta que incorpora Controle de Nível, Vazão, Pressão e Temperatura. A estação compacta incorpora 4 processo que podem ser controlados individualmente ou em modo cascata, de acordo com o programa de controle utilizado ou dos parâmetros de controle aplicados. Pode ser aplicado inicialmente para focar o aprendizado nos 269 fundamentos da programação de controladores. Sinais binários de entrada e saída podem ser utilizados para este propósito. A estação permite o aprendizado dos seguintes itens: • Posta em marcha de processos de engenharia de sistemas, instalação de tubulação, cabeamento e comissionamento; • Medição, controle em malha aberta e fechada de variáveis de processo como temperatura, vazão, nível e pressão; • Montagem de atuadores pneumáticos para indústria de processos e instalação de tubulação e cabos elétricos; • Análise, manutenção e desenvolvimento de sistemas de engenharia de processos; • Análise de processos controlados, parametrização e otimização de controles industriais ; • Criação, adaptação e parametrização de programas de controladores lógicos programáveis ou controladores dedicados em malha fechada; • Utilização e aplicação de módulos de CLP´s ; • Aprendizado de termos da engenharia de processos – variáveis de controle, malha aberta ou fechada; • Leitura e interpretação de diagramas de fluxo e documentação; • Operação e monitoração de processos através de computadores; • Instalação e parametrização de redes de comunicação, por exemplo, PROFIBUS. LABORATORIO DE PNEUMATICA Composto de bancada de eletropneumática com sensores capacitivos, sensores indutivos, componentes fim de curso, disjuntores, contatores, relés, softstarter, relé bimetálico, disjuntor motor, multimedidor de grandezas elétricas, controlador lógico programável e 270 inversor de frequência. Cilindros pneumáticos com e sem sensores, unidade lubrificadora e filtro, diversas válvulas, pressostato, válvulas lógicas, motor pneumático e acionamentos. LABORATÓRIO DE ROBÓTICA Composto de um sistema modular de produção ( C.I.M. Centro Integrado de Manufatura), nove computadores, um projetor multimídia, um sistema combo robô, um servo conversor. BIBLIOTECA O curso conta com 440 títulos (1007 livros) relacionados com as disciplinas do curso 9.4 SALAS DE AULA, SALA DE REUNIÕES, SALA DOS PROFESSORES, GABINETES DE TRABALHO DOS PROFESSORES E SALA DE COORDENAÇÃO Demonstrativo geral PRÉDIO SALAS TIPO DE LABORATÓRIO ÁREA TOTAL M² M² Bloco A 1 Laboratório de Informática nº 01 64,80 1 Laboratório de Informática nº 02 48,76 1 Laboratório de Informática nº 03 58,88 1 Laboratório de Informática nº 04 59,00 1 Laboratório de Informática nº 05 - Curso CC 59,00 1 Laboratório de Informática nº 06 - 75,00 271 NOVO TOTAL 1 Laboratório de Informática 04 / Hardware 62,00 1 Núcleo de Tecnologias Educacionais 25,94 1 Sala de Teleconferências 49,20 502,58 09 502,58 Equipamentos de Informática QUANTIDADE EQUIPAMENTOS 1. K6 II 64 2. 586 - Pentium 79 Equipamentos acadêmicos: Tipos de Equipamento Acadêmico Microcomputador Pentium 200 Mhz 3 Microcomputador Pentium 166 Mhz 7 Microcomputador Pentium 100 Mhz 2 Microcomputador Pentium III 1 Ghz 62 Microcomputador Pentium IV 2Ghz 4 Microcomputador K6 500 Mhz 16 Microcomputador K6 475 Mhz 22 Impressora HP 680 1 Impressora Epson LQ 1070 2 272 Relação de Máquinas – Setores Administrativos Setor Descrição Equipamento Pentium IV 2.4 GHZ 256 MB Memória DDR 333 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HPLaser 1300 Pentium IV 2.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 7.200RPM TESOURARIA CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora Laser Brother Pentium IV 2.4 GHZ 256 MB Memória DDR 333 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora Fiscal 273 Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HPLaser 1100 Pentium IV 2.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 7.200RPM GERENCIA FINANCEIRA CD-ROM 56x Monitor 15” HP DeskJet 840C Pentium IV 2.4 GHZ 256 MB Memória DDR 333 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 696C CONTABILIDADE Pentium IV 2.4 GHZ 256 MB Memória DDR 333 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HPLaser 5 274 Pentium III 800 MHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 20 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora Matricial Epson Pentium IV 2.4 GHZ 256 MB Memória DDR 333 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x (Servidor da Rede) Pentium IV 2.4 GHZ 256 MB Memória DDR 333 COLLEGIUM HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x (Firewall) Pentium IV 2.4 GHZ 256 MB Memória DDR 333 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x (Servidor de E-mail) 275 Pentium IV 2.4 GHZ 256 MB Memória DDR 333 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x (Servidor dos Sistemas) Intel Xeon Dual 2.4 Ghz 1.536 MB RAM DDR 333 ECC 2 HD SCSI 18 GB 10.000 RPM (Servidor do Collegium) Intel Xeon Dual 1.13 Ghz 512 MB RAM SDRAM 133 ECC 3 HD SCSI 18 GB 10.000 RPM CD-ROM 52x (Servidor de Dados) Pentium IV 2.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x (Servidor Sábio Internet) 276 DeskNote Giga Pró 256 MB RAM Gravador CD e Leitor de DVD 20 GB HD Matriz Ativa de 15” Áudio/Lan/Modem/USB Bateria Externa Adaptador AC DeskNote Giga Pró 256 MB RAM Gravador CD e Leitor de DVD 20 GB HD Matriz Ativa de 15” Áudio/Lan/Modem/USB Bateria Externa Adaptador AC Máquina Fotográfica Digital P72 16 MB Memória Flash Carregador, Baterias e Cabo USB PDA Palm m130 16 MB RAM Base de Exportação e Carregador 277 Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” COORDENAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” (Servidor da Página do Curso) Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA MECATRÔNICA HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA AMBIENTAL HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA DA HORTICULTURA 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x 278 Monitor 15” AMD Athlon 2.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE FISIOTERAPIA HD 40 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE LETRAS HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE ARTES VISUAIS HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE PEDAGOGIA HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x 279 Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE HISTÓRIA HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE ENFERMAGEM HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE FARMÁCIA HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO FÍSICA HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE PSICOLOGIA HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x 280 Monitor 15” AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE TURISMO HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DE DIREITO HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x 281 Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Scanner Impressora HP 840 C Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 APOIO AS COORDENAÇÕES HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C 282 Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C Pentium IV 2.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Impressora 840 C Pentium IV 2.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 DIREÇÃO ACADÊMICA HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Impressora 840 C Pentium IV 1.6 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Impressora 840 C 283 Pentium IV 2.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Impressora HP DIREÇÃO ADMINISTRATIVA Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM IMPRENSA CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C Pentium IV 2.4 GHZ 256 MB Memória DDR 333 HD 40 GB 7.200RPM NEAD CD-ROM 56x Impressora Scanner Pentium III 1.26 GHZ COMPRAS 256 MB Memória DDR 333 HD 20 GB 7.200RPM 284 CD-ROM 56x Impressora 840 C Pentium IV 2.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x RH Impressora 840 C Impressora Matricial Epson Pentium MMX 166 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 6 GB 5.400RPM Pentium IV 2.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Impressora 840 C Pentium IV 2.0 GHZ SECRETARIA ACADÊMICA 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Pentium IV 2.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x 285 Pentium IV 2.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Pentium IV 2.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Multifunctional Pentium IV 2.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM EXTENSÃO CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C 286 AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C Pentium II 266 64 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM FAP CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C 287 AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” AMD Duron 1.0 Ghz 128 MB RAM SDRAM 133 HD 20 Gb Impressora HP 840 C AMD Duron 1.0 Ghz 128 MB RAM SDRAM 133 SAE HD 20 Gb Impressora HP 840 C Pentium MMX 100 MHz 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 COORDENAÇÃO DOS LABORATÓRIOS HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C 288 Pentium II 266 64 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C Pentium IV 2.4 GHZ 256 MB Memória DDR 333 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM PÓS GRADUAÇÃO CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP Laser 5 289 Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 5550 Pentium IV 2.4 GHZ 256 MB Memória DDR 333 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Monitor 17” Impressora HP 5550 AMD Athlon 1.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 17” AMD Athlon 1.0 GHZ 256 MB Memória SDRAM 133 HD 40 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 17” 290 AMD Duron 1.0 Ghz 128 MB RAM SDRAM 133 HD 20 Gb Impressora HP Pentium III 1.0 GHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Scanner Genius Impressora HP 692 C AMD Duron 1.0 Ghz 128 MB RAM SDRAM 133 HD 20 Gb AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM NÚCLEO DE PSICOLOGIA CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C 291 Pentium III 800 MHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 20 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 692 C AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 BIBLIOTECA HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Impressora HP 840 C 292 Pentium III 800 MHZ 128 MB Memória SDRAM 133 HD 20 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” 293 AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” AMD K-6 II 450 MHz 128 MB Memória SDRAM 133 HD 10 GB 5.400RPM CD-ROM 56x Monitor 15” Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM 294 Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM 295 Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Pentium MMX 100 MHZ 32 MB Memória SDRAM 133 HD 4 GB 5.400RPM Pentium IV 2.4 GHZ 256 MB Memória DDR 333 HD 40 GB 7.200RPM CD-ROM 56x Monitor 15” INFORMÁTICA Scanner HP Gravador de CD Impressora HP 840 C AMD Duron 1.0 Ghz 128 MB RAM SDRAM 133 LABORATÓRIO DE MECATRÔNICA HD 20 Gb Impressora HP 840 C 296 Específicos (equipamentos acadêmicos): Laboratório de Informática 1: 18 microcomputadores Pentium III 1Ghz (120 Mb RAM, 20 Gb HD) Laboratório de Informática 2: 03 microcomputadores Pentium III 1 Ghz (128 RAM, 20 Gb HD) 12 microcomputadores K6 II 500 Mhz (128 Mb RAM, HD 10 Gb) Laboratório de Informática 3: 8 microcomputadores K6 II 500 Mhz (128 Mb RAM, HD 10 Gb) 6 microcomputadores K6 II 500 Mhz (128 Mb RAM, HD 20 Gb) Laboratório de Informática 4: 20 microcomputadores Pentium III (1 Ghz, 128 RAM, HD 20 Gb) Laboratório Contábil: 2 microcomputadores Pentium III (1 Ghz, 128 RAM, HD 20 Gb) 18 microcomputadores K6 II 500 Mhz (128 Mb RAM, HD 10 Gb) Laboratório de Hardware e Redes de Computadores: 8 microcomputadores K6 II 500 Mhz (128 Mb RAM, HD 10 Gb) 1 microcomputadores Pentium III (1 Ghz, 128 RAM, HD 20 Gb) Máquinas com transcoder para salas de aula: 5 microcomputadores K6 II 475 Mhz (64 Mb RAM, HD 10 Gb) 2 microcomputador Pentium 200 Mhz (32 Mb RAM, HD 2 Gb) Laboratório de Informática no Núcleo de Prática Jurídica: 5 microcomputadores K6 II 475 Mhz (128 Mb RAM, HD 10 Gb) 1 microcomputador Pentium III (1 Ghz, 128 RAM, HD 40 Gb) 297 1microcomputador Celeron 300 Mhz (32 Mb RAM, HD 4Gb) 1 microcomputador Durom 200 Mhz (256 Mb RAM, HD 20Gb) Laboratório de Informática no Núcleo Universitário de Fraiburgo: 7 microcomputadores K6 II 500 Mhz (64 Mb RAM, HD 10 Gb) 6 microcomputador Pentium 166 Mhz (16 Mb RAM, HD 2 Gb) 4 microcomputador Pentium IV 2 Ghz (256 Mb RAM, HD 40Gb) Laboratório de Informática no Núcleo Universitário de Monte Carlo: 1 microcomputador K6 II 475 Mhz (64 Mb RAM, HD 10 Gb) Esses recursos de infraestrutura da UNIARP, embora não sejam específicos para o curso de PEDAGOGIA, sempre que um professor desejar utilizar qualquer espaço, mesmo que seja um laboratório que a principio seja utilizado por outro curso, o professor poderá fazer reserva e utiliza-lo para ou com os alunos do curso de pedagogia. 298