PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PEDAGOGIA- 2012
E SUA OFERTA NO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DA
UNIVERSIDADE ALTO VALE DO RIO DO PEIXE UNIARP
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APRESENTAÇÃO
A Vice-Reitoria Acadêmica, através da Coordenação do Curso de Pedagogia, com base
nos estudos e relatos do Núcleo Docente Estruturante do Curso de pedagogia, encaminha ao
Conselho Superior Universitário - CONSUN, o presente projeto que constitui a proposta de
reformulação do Projeto do Curso de Pedagogia. Esta reformulação visa atender as
determinações das Diretrizes Curriculares para o curso de Pedagogia
As Diretrizes Curriculares para o Curso de Pedagogia aplicam-se à formação inicial para o
exercício da docência na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, nos
cursos de Ensino Médio na modalidade Normal/Magistério e em cursos de Educação Profissional,
na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos
conhecimentos pedagógicos. A formação oferecida abrangerá integradamente à docência, a
participação da gestão e avaliação de sistemas e instituições de ensino em geral, a elaboração, a
execução, o acompanhamento de programas e as atividades educativas.
Na organização do curso de Pedagogia, observam-se os princípios constitucionais
e legais; a diversidade sociocultural e regional da abrangência da Universidade Alto Vale
do Rio do Peixe - UNIARP; a organização federativa do Estado brasileiro; a pluralidade de
ideias e de concepções pedagógicas, a competência dos estabelecimentos de ensino e
dos docentes para a gestão democrática.
No presente projeto pedagógico apresenta-se: a matriz curricular pedagógica para
o curso regular, a matriz curricular pedagógica, a matriz curricular administrativa, os
regulamentos de estágio supervisionado, de atividades de pesquisa e prática pedagógica,
das atividades acadêmicas científicas culturais e o regulamento de Trabalho de Término
de Curso – TCC. Define ainda a estrutura existente para oferta do curso e a modalidade
de oferta.
Esta nova proposta será implantada a partir do primeiro semestre letivo de 2012.
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1- HISTORICO
1.1.
HISTÓRICO DA MANTENEDORA:
A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe resultou da alteração estatutária da
Fundação Universidade do Contestado - Campus Universitário de Caçador - UnCCaçador, também resultado da alteração estatutária da Fundação Educacional do
Alto Vale do Rio do Peixe - FEARPE, esta constituída e organizada pela sociedade civil
em assembleia geral de 31 de Julho de 1971. É mantida pela Fundação Universitária
Alto Vale do Rio do Peixe – FUNIARP, fundação pública municipal, entidade
filantrópica e sem fins lucrativos, dotada de autonomia administrativa, patrimonial,
econômico-financeira e didático-disciplinar, pessoa jurídica de direito privado.
Como Instituição de Educação Superior, juntamente com as fundações educacionais
de Mafra, Canoinhas, Concórdia e Curitibanos, em 1990, a Fundação Educacional do
Alto Vale do Rio do Peixe - FEARPE, constituiu a Federação das Fundações
Educacionais do Contestado – FENIC, para criar a UNIVERSIDADE DO CONTESTADO –
UnC, dentro do que preconizava a legislação de ensino superior, e para o
incremento das suas atividades educacionais, culturais e sociais, em atenção aos
anseios da comunidade, por decisão soberana da Assembleia Geral.
A transformação da FEARPE em Fundação Universidade do Contestado - Campus
Universitário de Caçador – UnC/CAÇADOR, com sede à Rua Victor Baptista Adami n°
800, na cidade de Caçador, Estado de Santa Catarina, deu-se no ano de 1995, para a
consolidação da UNIVERSIDADE DO CONTESTADO - UnC, uma vez que, ao mesmo
tempo, a FENIC foi transformada em Fundação Universidade do Contestado – UnC,
que tem sede à Rua Atílio Faoro (Reitoria), também na cidade de Caçador, Estado de
Santa Catarina.
A transformação da FEARPE em Fundação Universitária Alto Vale do Rio do Peixe –
FUNIARP, com sede à Rua Victor Baptista Adami n° 800, na cidade de Caçador,
Estado de Santa Catarina, deu-se no ano de 2009, para a consolidação da
UNIVERSIDADE ALTO VALE DO RIO DO PEIXE- UNIARP, que tem sede à Rua Victor
Baptista Adami, também na cidade de Caçador, Estado de Santa Catarina.
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1.2. HISTÓRICO DA UNIVERSIDADE:
A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe, é uma instituição de ensino superior
voltada para atender as demandas de educação superior. A Instituição atua com
ensino na educação básica, graduação, pós-graduação com pesquisa e extensão. A
Instituição possui 24 cursos de graduação (2011), eram 14 em (2007), cursos de
pós-graduação e cerca de 4.000 acadêmicos. Outro diferencial importante está na
infraestrutura disponibilizada aos seus acadêmicos, através de laboratórios técnicocientíficos para realização de aulas práticas, fator imprescindível para o fomento de
empresas de base tecnológica.
Caçador tem uma Universidade completa, com corpo docente de alto nível,
estrutura, laboratórios, equipamentos e uma política de Assistência Social que
presta auxílio em forma de bolsas de estudos e através de projetos sociais. Sua
atuação comunitária hoje atinge mais de cinco mil pessoas através dos 20 projetos
sociais em andamento.
A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP, desmembrada da Universidade do
Contestado – UnC, teve seu projeto aprovado pelo CFE, pela via da autorização, através
do Parecer nº 589/91. Esteve em processo de acompanhamento desenvolvido por
Comissão Especial do Conselho Federal de Educação, seguida de Comissão Especial do
Conselho Estadual de Educação, de 1992 a 1997. Em 21/10/97 pelo Parecer 246/97
CEE-SC, a Universidade foi oficialmente reconhecida e credenciada em 03/12/97 pela
Resolução 42/97/CEE/SC, publicada no Diário Oficial do Estado, nº 15.816, página 6, em
03/12/97.
A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe possui Campus Universitário em Caçador, e
exerce atividades também em Fraiburgo.
A UNIARP apresenta, a seguinte estrutura organizacional:
A estrutura administrativa da Instituição de ensino superior compõe-se de:
I - Administração Superior:
a) Órgão Deliberativo: Conselho Universitário - CONSUN
b) Órgão Executivo: Reitoria
II - Administração de Campus e Núcleos:
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a) Órgão Executivo: Pró-Reitores de Campus, caso venha a ser criado mais de um
campus;
b) Órgão de Apoio: Secretarias e Núcleos Específicos
III – Administração dos Cursos:
a) Órgão Deliberativo: Colegiado de Curso
b) Órgão Executivo: Coordenação de Curso
A estrutura executiva superior e setorial da Universidade é composta pelos
seguintes órgãos:
Reitoria
Pró-Reitorias
Diretorias Acadêmicas
Coordenadorias de Cursos
A estrutura administrativa da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe atende ao
modelo “campus” da UNIARP, de tal forma que a administração superior está voltada para
as questões centrais, enquanto a administração setorial, ocupa-se das atividades das
unidades universitárias. O modelo da Universidade em funcionamento assegura a
unidade de fins e a descentralização operacional, compatibilizando decisões e ações
entre os órgãos deliberativos e executivos da Universidade.
IDENTIFICAÇÃO DOS DIRIGENTES
A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe é administrada pelos seguintes dirigente
dirigentes do quadro administrativo:
REITORIA:
Reitor: Prof. Dr. Adélcio Machado dos Santos
Vice-reitor Acadêmico: Prof. Dr. Andersom Antonio Mattos Martins.
Vice-reitor de administração e Planejamento: Prof. Almir Granemann Reis.
Pró-reitores de Campus, a partir do momento que a instituição de ensino superior
contar com mais de um campus.
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CONSELHO CURADOR:
Conselho Curador- Mandato quatro anos
Gilberto Seleme - Presidente
Rui Caramori – Vice-Presidente
Auri Marcel Baú - Secretário
Leonir Antonio Tesser
Eduardo Seleme
Sandoval Caramori
Mauricio Carlos Grando
Luiz Eugênio Rossa Beltrami
Jovelci Domingos Gomes
João Elias Simonetto
Conselho Curador- Mandato dois anos
Celso Zeferino Marini
Oneide Olsen
Carlos Julio Luiz Lurhs
Terezinha Nunes Garcia
Moizes Comazzetto
Ardelino Grando
Osmar Telck
Ângelo Barrichelo
Onélio Francisco Menta
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Elias Seleme Neto
Suplente Conselho Curador
Luiz Henrique Grando Padilha
Scheila Maria Soares Marins
Reni Antonio Caramori
Ernesto Faoro
Diretoria Executiva
Gilberto Seleme – Presidente
Rui Caramori – Vice-Presidente
Mara Rotta - Diretor Geral do Colégio de Aplicação
Adélcio Machado dos Santos- Magnífico Reitor da UNIARP
Moacir José Salamoni- Diretor Geral Financeiro
CONSELHO FISCAL:
Conselho Fiscal- Mandato quatro anos
José Carlos Tombini - Presidente
Telmo Francisco da Silva - Vice-Presidente
Neoberto Geraldo Balestrin – Secretário
Conselho Fiscal- Mandato dois anos
Ilton Paschoal Rotta
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Renato Timm Marins
Augusto Antonio Francio
Suplente Conselho Fiscal
Fernando Cesar Granemann Driessen
João Luiz Driessen
A estrutura administrativa da Universidade Alta Vale do Rio do Peixe atende ao
modelo “campus” da UNIARP, de tal forma que a administração superior está voltada para
as questões centrais, enquanto a administração setorial ocupa-se das atividades das
unidades universitárias. O modelo da Universidade em funcionamento assegura a
unidade de fins e a descentralização operacional, compatibilizando decisões e ações
entre os órgãos deliberativos e executivos da Universidade.
2. MISSÃO
A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe tem como missão proporcionar condições
para o desenvolvimento da sociedade nos campos técnico-científico, buscando
formas alternativas para planejar o futuro buscando o desenvolvimento
socioeconômico e político-cultural regional de sua abrangência.
VISÃO
A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe deseja ser reconhecida como uma
Universidade de referência no Estado de Santa Catarina, pela excelência e
qualidades docente e discente, voltada para a ação comunitária.
VALORES
Entre os valores da Fundação Universidade Alto Vale do Rio do Peixe estão:
I. Promover o ensino, a pesquisa e a extensão, nas diversas áreas e modalidades do
conhecimento humano para a criação, preservação, sistematização e aplicação do
saber, com vistas a formar profissionais demandados pelo processo de
desenvolvimento do país, para enriquecimento da cultura e promoção do bem
comum;
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II. Promover ações concretas e coordenadas que visem à melhoria da qualidade do
ensino e a integração da Universidade na comunidade local e regional;
III. Estimular a criatividade nos diversos campos do conhecimento humano;
IV. Desenvolver a iniciação científica como princípio norteador do processo de
difusão das ciências e do conhecimento;
V. Incentivar e fomentar a pesquisa e o constante aperfeiçoamento dos docentes.
3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO:
No ano de 1.971, foi criada a FEARPE, Fundação Educacional Alto Vale do
Rio do Peixe, hoje UNIARP. Desde então é oferecido o curso de PEDAGOGIA.
Praticamente a totalidade são acadêmicas, fato notório desde o início, pois são
raros os acadêmicos no curso de pedagogia, são trabalhadoras, muitas delas já
mães, com inúmeras obrigações desde os afazeres domésticos, os cuidados com
os filhos, a ajuda no sustento da casa, quando não o sustento depende apenas de
sua remuneração. Por incrível que pareça, muitas alunas tem no marido não um
companheiro, mas, um opositor á sua façanha de estudar.
Os professores do curso de PEDAGOGIA, bem como a própria universidade, por
conhecerem a realidade de dificuldades que as acadêmicas vivem sempre foram
compreensivos, oportunizando dentro das diversas situações que cursem,
estudem. Pois, na verdade são heroínas que se dispõem a se prepararem um
pouco, com o intuito de encarar a árdua e nobre tarefa de desenvolver e alfabetizar
nossas crianças e adolescentes.
A UNIARP, é constituída como uma Universidade comunitária filantrópica, em razão
desta prerrogativa concede bolsas de estudos a uma quantidade significativa de
acadêmicos, de acordo com o percentual contábil previsto em lei.
O Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe UNIARP terá a duração de 3.390 horas distribuídas em oito semestres letivos. Poderá ser
ofertado em Regime Regular, período noturno, ou em Regime Especial, cujas atividades
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acadêmicas são concentradas em finais de semanas, períodos de férias e recessos
escolares, e ainda em semanadas especiais, através de cronograma elaborado pela
coordenação do curso.
A oferta do Curso e respectivo regime a ser adotado em cada campus atenderão a
demanda local e será oportunizado mediante aprovação nos Conselhos competentes da
Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP
Número de vagas, turmas e turno:
Em cada Campus Universitário onde que se oferece o Curso de Pedagogia, ofertarse-á uma entrada anual de 50 (cinquenta) vagas para as turmas de Regime Regular. Para
a oferta do Regime Especial, procederá dentro do previsto pelos ordenamentos jurídicos
da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe – UNIARP
DISTRIBUIÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS:
As disciplinas que compõe o corpo teórico metodológico da matriz curricular do
curso de licenciatura em Pedagogia, obedecem a um critério de introdução aos
conhecimentos nas grandes áreas humanas, nas quais se priorizam a inserção do
acadêmico no mundo do conhecimento da ciência pedagógica. Fundamentam-se na
literatura com aporte teórico nos estudos dos clássicos.
Gradativamente o acadêmico terá contato com o cotidiano educacional realizado
numa estreita relação entre teoria e prática e nos conhecimentos acerca de outras áreas
educativas tais como a gestão escolar, a educação de jovens e adultos, a educação
infantil, a educação nos anos iniciais do ensino fundamental, as tecnologias educacionais,
a educação especial e os estudos sobre a alteridade e a diversidade humana.
Além das
disciplinas
formadoras, apresentam-se
os
núcleos
de
estudos
extracurriculares, as atividades de aprofundamento e diversificação de estudos e o próprio
estágio curricular que compõe o corpo de conhecimentos e saberes educativos
necessários para a formação global do licenciado em pedagogia.
No decorrer das 8 (oito) fases transcorrerão as Atividades de Pesquisa e Prática
Educativa vinculados diretamente ao Núcleo de Formação do Pedagogo a constituir-se
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na Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP Além disso, poderá desenvolver
atividades programadas em forma de Seminários, viagens de estudos, visitas em
instituições escolares, entrevista, palestras, debates, mesas redondas, projetos especiais
propostos por professores do curso e aprovados no colegiado, entre outros.
A partir da 6ª. Fase o (a) acadêmico (a) desenvolverá suas atividades de estágio
curricular supervisionado atendendo o que rege o regulamento específico do Curso de
Pedagogia em consonância com o que determina o regulamento geral de estágio da
Universidade Alto Vale do Rio do Peixe – UNIARP, bem como o que determina a
Resolução do Conselho Nacional de Educação ( CNE) nº 01 de 15 de maio de 2006, que
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia,
Licenciatura.
Para integralização de seus estudos o (a) acadêmico deverá desenvolver 120
(cento e vinte horas) de Atividades de Pesquisa, Extensão e Monitoria de acordo com seu
interesse e respeitando o definido no presente Projeto Pedagógico do Curso de
Pedagogia.
REGIME E DURAÇÃO DO CURSO
O Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
- UNIARP terá a duração de 3.390 horas distribuídas em oito semestres letivos. Poderá
ser ofertado em Regime Regular, período noturno, ou em Regime Especial, cujas
atividades acadêmicas são concentradas em finais de semanas, períodos de férias e
recessos escolares, e ainda em semanadas especiais, através de cronograma elaborado
pela coordenação do curso.
A oferta do Curso e respectivo regime a ser adotado em cada campus atenderão a
demanda local e será oportunizado mediante aprovação nos Conselhos competentes da
Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP
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EMBASAMENTO LEGAL:
O Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia da Universidade Alto Vale do Rio do
Peixe - UNIARP fundamenta-as nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de
Pedagogia, aprovadas através da RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006,
do Conselho Nacional de Educação/ Conselho Pleno. Leva também em conta, como não
poderia deixar de ser, a legislação pertinente, abaixo relacionada:
-
Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, art. 205;e seguintes;
-
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), art. 3º inciso VII,
9º, 13, 43, 61, 62, 64, 65 e 67; especialmente, porém, com observância geral.
-
Plano Nacional de Educação (Lei nº 10.172/2001), especialmente em seu item IV,
Magistério na Educação Básica, que define as diretrizes, os objetivos e metas,
relativas à formação profissional inicial para docentes da Educação Básica;
4. INSERÇÃO POLÍTICA, ECONÔMICA E SOCIAL DO CURSO DE PEDAGOGIA,
JUSTIFICATIVA E NECESSIDADE SOCIAL.
A região de Caçador é formada pelos municípios de Calmon, Lebom Régis,
Macieira, Matos Costa, Rio das Antas, Timbó Grande e Caçador, região esta
originária da guerra do Contestado, atualmente a cidade de Caçador é um
importante polo cultural, econômico e político do meio oeste catarinense,
conhecida como a Capital Brasileira da Madeira.
A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe está situada numa importante região do
Estado de Santa Catarina considerada em função de seu potencial socioeconômico,
particularmente em relação aos setores agrícola, pecuário, agroindustrial e
ambiental.
A região, na qual a Universidade Alto Vale do Rio do Peixe se encontra inserida, tem
características próprias. O Meio Oeste tem, por vocação, a produção de alimentos,
oleícolas, frutícolas, avícolas, de suínos e bovinos, enquanto o Planalto Norte tem
propensão para a produção de madeiras, de essências nativas e reflorestadas. Esta
vocação atrai, cada vez mais, o elemento humano migrador, como condutor de cada
um dos processos de diferentes ramos de produção, ao mesmo tempo em que fixa o
homem na região e a desenvolve.
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Acresce-se ainda, que esta área de abrangência do Contestado Catarinense possui
duas grandes vocações industriais: a primeira apresenta a perfeita fusão das
atividades agropecuárias com a indústria de transformação, no exemplar sistema de
integração agroindustrial; a segunda engloba os setores floresta, madeireiro e seus
derivados tais como, papel e papelão, mobiliário e produtos afins. Está em
expansão, por sua vez, a indústria metalmecânica metalúrgica e de calçados e os
setores de cereais, hortigranjeiros e de frutas de clima temperado.
O quadro situacional de abrangência da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
representa um grande contingente para implementar um programa de qualificação
de recursos humanos e mobilizar a região com perspectivas de avanços significativos
para as próximas décadas, sobretudo, em função do potencial de matéria-prima
existente e do sistema de organização regional.
Conforme FISCHER e outros, através do
importante trabalho intitulado: Análise
Demográfica, Educacional e socioeconômica nas Secretarias de Desenvolvimento
Regional do Oeste Catarinense: Período 2.000 á 2010. Estes autores baseados no IBGE
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, demonstram que no oeste catarinense a
população
diminuiu, que em alguns municípios a oferta de vagas na educação infantil
cresceu significativamente mas, não atingiu os cem por cento das crianças. Em outros
municípios o aumento está próximo ao da natalidade. Já nos anos iniciais a oferta está
universalizada, porém, há uma tendência lógica, muito mais uma extrema necessidade
de, que é ampliar a jornada de escolarização das crianças e jovens. O tempo do aluno na
escola sendo ampliado será necessário ampliar e, em muito a quantidade de professores
contratados em cada escola. Hoje, os alunos matriculados no curso de pedagogia em
querendo, já estão trabalhando nas escolas, alguns como estagiários outros como
titulares, denunciando assim a falta de professores habilitados disponíveis para serem
contratados.
O curso de Pedagogia, a partir das atribuições definidas nas diretrizes curriculares
passa a ser o curso de licenciatura responsável pela formação do profissional que irá
trabalhar com a educação infantil, os anos iniciais e nos espaços educativos da gestão
escolar e ou não escolar. Dessa forma, o profissional licenciado em Pedagogia é figura
central e indispensável na educação básica, especialmente nos primeiros anos de
escolaridade das crianças e adolescentes brasileiros.
Assim, a Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP não pode prescindir da
oferta do Curso, considerando que o desenvolvimento da sociedade, seja esse na sua
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regionalidade ou no sentido global , necessita de professores qualificados que possam
formar cidadãos capazes de promover tal desenvolvimento.
Toda sociedade que se quer desenvolvida e soberana deve investir em educação e
toda universidade que deseje contribuir com essa sociedade buscará incentivar a
manutenção de cursos capazes de promover a concretização desses objetivos. Dentre
tantos, a Pedagogia se coloca como o primeiro e o mais importante investimento da
educação superior e da universidade.
O Oeste de Santa Catarina, conta ainda hoje com mais ou menos seis por cento de sua
população com idade superior a dez anos, analfabeta, conforme dados do IBGE em 2010.
5. CONCEPÇÃO DO CURSO:
5.1. ARTICULAÇÃO DO CURSO COM O PDI
O eixo-orientador dos princípios será a missão institucional, desta forma
objetivando o desenvolvimento integral do acadêmico enquanto indivíduo e sujeito
social que será respondente às necessidades do desenvolvimento sustentável
regional.
Dentro desta perspectiva o professor assume o papel de mediador do
conhecimento, o acadêmico assume o compromisso com a construção de sua
identidade pessoal e profissional, vinculando os três grandes eixos de uma
Universidade: Ensino, Pesquisa e Extensão. Em vista do exposto, a UNIARP, dispõe
do programa de Fundo de apoio á Pesquisa ( FAP) e do Programa de Extensão e
Cultura ( PAEC). Os quais permitem e incitam os acadêmicos, mediante a
apresentação de projetos específicos concorrerem a tais bolsas.
Desde a Antiga Grécia o pedagogo tinha a incumbência de conduzir a criança à
escola afim de que essa recebesse os conhecimentos já acumulados por aquela
sociedade. No decorrer da História, muitas foram as mudanças na concepção da
educação desenvolvida pela Pedologia, ou seja, o saber sobre a criança e as técnicas
educacionais, bem como a arte de pô-las em prática.
A educação é uma ação social que interfere na formação, na existência e na
realidade. É, pois, o processo de desenvolvimento e realização do potencial intelectual,
físico, espiritual, estético e afetivo existente em cada criança: a ação no processo de
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transmissão da herança cultural às novas gerações. Já a Pedagogia é a consciência, o
saber, o sistema, É a reflexão sobre as teorias, os modelos, os métodos e as técnicas de
ensino para lhes apreciar o valor e lhes procurar a eficácia.
Nesse aspecto, a Pedagogia destina-se a melhorar os procedimentos e os meios
com vistas à obtenção dos fins educacionais. As pessoas sempre fizeram e sempre fazem
educação, mas nem sempre fizeram ou fazem Pedagogia, pois Educação é um ato em si
e Pedagogia é a reflexão sobre o ato educativo.
A Pedagogia vem buscando, historicamente, consolidar-se seja no âmbito de seu
status de cientificidade ou no processo de formação de educadores para o exercício na
educação básica. Ela tem sido palco de conflitos no que se refere a configuração de sua
identidade, de sua especificidade e de seu espaço na
preparação científica de
profissionais para o magistério.
Neste contexto está o próprio papel do pedagogo, cujos perfis tem sido objeto de
configuração nas propostas curriculares dos cursos de Pedagogia no Brasil. Nesse
sentido pergunta-se: Qual o papel do pedagogo no atual contexto? Como a criança
aprende? Que metodologias são mais ou menos apropriadas? Que conhecimento a
escola e o pedagogo lidam? A quem serve o conhecimento trabalhado nas escolas? Para
responder a essas questões, exige-se a discussão e a compreensão do processo de
ensino
e
da aprendizagem que pressupõe coerência lógica e aprofundamento
epistemológico entre as finalidades da educação, as metodologias, as técnicas e os
instrumentos de avaliação. Ao Curso de Pedagogia cabe a tarefa de encontrar algumas
respostas a essas questões.
O papel do pedagogo vem sendo delineado, no contexto de uma sociedade
marcada por determinadas práticas econômicas e políticas que retratam problemáticas de
caráter social que, por sua vez, implicam diretamente na formação dos indivíduos, seja
ela formal ou não formal.
É evidente que as transformações contemporâneas contribuíram para consolidar
o entendimento da educação como fenômeno plurifacetado, ocorrendo em muitos lugares
sob várias modalidades (LIBÂNEO, 1998, p. 16).
A Pedagogia como ciência se ocupa da prática educativa que se realiza numa
sociedade constituída de atividades essencialmente humanas, onde os valores são de
muitas formas heterogêneas, requer concepções crítico - emancipadoras, cujos reflexos
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se materializem em mecanismos de transformação social onde o mote seja desenvolver a
vida humana com dignidade e qualidade.
Dessa forma, os processos formativos que objetivam a Pedagogia, devem
implicar na produção de sujeitos capazes de compreender, analisar e dimensionar as
múltiplas facetas da realidade social, articulando-as com a vida em sociedade. Enfim,
objetiva-se formar sujeitos cônscios de seu papel cosmopolita no mundo contemporâneo.
Vista sob este prisma, a Pedagogia pode ser entendida como uma prática social
que atua na configuração da existência individual e grupal, para realizar nos sujeitos
humanos, as características de ser humano (LIBÂNEO, 1999, p. 32).
Além disso, a região de abrangência da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe UNIARP, convive com
consequências
sócio, econômicos, culturais que interfere
diretamente no desenvolvimento educacional da população. É alto índice de crianças em
idade escolar, ainda não estão alfabetizadas, ( Cf IBGE 2010) bem como há uma carência
de professores devidamente habilitados para atuarem junto à Educação Infantil e aos
Anos Iniciais do Ensino Fundamental bem como nos âmbitos escolares e não escolares
que atuem na área de gestão escolar.
Diante do exposto, não apenas justifica-se como se exige que a Universidade Alto
Vale do Rio do Peixe ofereça o Curso Licenciatura em Pedagogia tendo como objeto
principal o trabalho pedagógico articulado a formação de docentes com base na
organização curricular e na identidade profissional.
5.2.
OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL
Formar professores para exercer funções de magistério na Educação Infantil e nos
anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade
Normal, de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas
nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos.
As atividades docentes também compreendem participação na organização e
gestão de
sistemas e instituições de ensino, englobando:
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 Planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas
próprias do setor da Educação;
 Planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos e
experiências educativas não escolares;
 Produção e difusão do conhecimento científico-tecnológico do campo educacional, em
contextos escolares e não escolares.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
A formação do pedagogo deve ainda ser articulada entre uma consistente base
teórica que fundamente as investigações e as práticas educacionais, contemplando as
especificidades de cada campo do saber. Para isso, o curso de Pedagogia tem como
objetivos específicos, possibilitar aos seus egressos:
-
A compreensão e a valorização das diferentes linguagens manifestadas nas
sociedades contemporâneas e de sua função na produção do conhecimento;
-
Análise e interpretação dos diferentes padrões e produções culturais da
sociedade;
-
Capacidade para atuar com alunos com necessidades educativas especiais
incluídas nas modalidades de ensino da área de atuação do Pedagogo;
-
Interação com as diversas áreas do conhecimento;
-
Articulação ensino e pesquisa na produção do conhecimento e na prática
educativa;
-
Desenvolvimento de metodologias e materiais pedagógicos, adequados à
prática educativa;
-
Compreensão dos princípios básicos da gestão educacional, partindo da
organização do trabalho pedagógico escolar, no planejamento, execução e
avaliação das propostas pedagógicas da escola;
-
Competências para elaborar, administrar, planejar, coordenar e avaliar o projeto
político pedagógico;
-
Identificação dos problemas sócio, econômico, culturais, e propor alternativas
de superação.
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5.3.
PERFIL DO EGRESSO.
O curso de Pedagogia oferecerá formação para o exercício integrado e
indissociável da docência, da gestão dos processos educativos escolares e não
escolares, da produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico do campo
educacional.
Sendo a docência a base da formação oferecida, os seus egressos recebem o grau
de Licenciados
em Pedagogia, com o qual fazem jus a atuar como docentes na
Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental e em disciplinas pedagógicas
dos cursos de nível médio, na modalidade Normal/ Magistério e de Educação Profissional
na área de serviços e apoio escolar e em outras em que disciplinas pedagógicas estejam
previstas, no planejamento, execução e avaliação de programas e projetos pedagógicos
em sistemas e unidades de ensino, e em ambientes não escolares.
Além da formação acadêmica que inclui conhecimentos e saberes específicos da
área de atuação do pedagogo, o Curso de Pedagogia da Universidade Alto Vale do Rio
do Peixe - UNIARP busca a formação do homem como um ser integral, ético, crítico e
soberano. Um ser capaz de distinguir das formas de violência, exclusão social e que, por
sabê-las, possa trabalhar em prol de uma sociedade mais justa e harmoniosa para todos.
O curso de Pedagogia visa à formação inicial para o exercício da docência na
Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino
Médio, na modalidade Normal, e em cursos de Educação Profissional na área de serviços
e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos
pedagógicos.
Compreende-se a docência como ação educativa e processo pedagógico metódico
e intencional, construído em relações sociais, étnico-raciais e produtivas, as quais
influenciam conceitos, princípios e objetivos da Pedagogia, desenvolvendo-se na
articulação entre conhecimentos científicos e culturais, valores éticos e estéticos inerentes
a processos de aprendizagem, de socialização e de construção do conhecimento, no
âmbito do diálogo entre diferentes visões de mundo.
O curso de Pedagogia, por meio de estudos teórico-práticos, investigação e
reflexão crítica, propiciará:
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I - o planejamento, execução e avaliação de atividades educativas;
II - a aplicação ao campo da educação, de contribuições, entre outras, de
conhecimento filosófico, o histórico, o antropológico, o ambiental-ecológico, o
psicológico, o linguístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural.
O acadêmico de Pedagogia trabalhará com um repertório de informações e
habilidades composto por pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos, cuja
consolidação será proporcionada no exercício da profissão, fundamentando-se em
princípios
de
interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e
relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética.
Para a formação do licenciado em Pedagogia é central:
I - o conhecimento da escola como organização complexa que tem a função de
promover a educação para e na cidadania;
II - a pesquisa, a análise e a aplicação dos resultados de investigações de
interesse da área educacional;
III - a participação na gestão de processos educativos e na organização e
funcionamento de sistemas e instituições de ensino.
As atividades docentes também compreendem participação na organização e
gestão de sistemas e instituições de ensino, englobando:
I - planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas
próprias do setor da Educação;
II - planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de
projetos e experiências educativas não escolares;
III - produção e difusão do conhecimento científico-tecnológico do campo
educacional, em contextos escolares e não escolares.
Para traçar o perfil do licenciado do curso Pedagogia, há de se considerar que:
19
1. o curso de Pedagogia trata do campo teórico-investigativo da educação, do
ensino, de aprendizagens e do trabalho pedagógico que se realiza na práxis
social;
2. a docência compreende atividades pedagógicas inerentes a processos de
ensino e de aprendizagens, além daquelas próprias da gestão dos processos
educativos em ambientes escolares e não escolares, como também na
produção e disseminação de conhecimentos da área da educação;
3. os processos de ensinar e de aprender dão-se, em meios ambiental-ecológicos,
em duplo sentido, isto é, tanto professores(as) como acadêmicos(as) ensinam e
aprendem, uns com os outros;
4. o professor é agente de educação das relações sociais e étnico-raciais, de
redimensionamentos das funções pedagógicas e de gestão da escola.
Desse ponto de vista, o perfil do licenciado em Pedagogia deverá contemplar
consistente formação teórica, diversidade de conhecimentos e de práticas, que se
articulam ao longo do curso. Assim sendo, o campo de atuação do licenciado em
Pedagogia é composto pelas seguintes dimensões:
 docência na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nas
disciplinas pedagógicas do curso de Ensino Médio na modalidade Normal, assim
como em Educação Profissional, na área de serviços e apoio escolar, além de em
outras áreas nas quais conhecimentos pedagógicos sejam previstos;
 gestão educacional, entendida numa perspectiva democrática, que integre as
diversas atuações e funções do trabalho pedagógico e de processos educativos
escolares e não escolares, especialmente no que se refere ao planejamento, à
administração, à coordenação, ao acompanhamento, à avaliação de planos e de
projetos
pedagógicos,
bem
como
análise,
formulação,
implementação,
acompanhamento e avaliação de políticas públicas e institucionais na área de
educação;
 produção
e
difusão
do conhecimento científico e tecnológico do campo
educacional.
O licenciado em Pedagogia deverá estar apto a:
20
I - atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa,
equânime, igualitária;
II - compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir,
para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual,
social;
III - fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental, assim
como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria;
IV - trabalhar, em espaços escolares e não escolares, na promoção da aprendizagem de
sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano, em diversos níveis e
modalidades do processo educativo;
V - reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas, cognitivas,
emocionais, afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletivas;
VI - ensinar Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes,
Educação Física, de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do
desenvolvimento humano;
VII - relacionar as linguagens dos meios de comunicação à educação, nos processos
didático-pedagógicos,
demonstrando
domínio
das
tecnologias
de
informação
e
comunicação adequadas ao desenvolvimento de aprendizagens significativas;
VIII - promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa, a família e
a comunidade;
IX - identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa,
integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para
superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas
e outras;
X - demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de natureza
ambiental-ecológica, étnico-racial, de gêneros, faixas geracionais, classes sociais,
religiões, necessidades especiais, escolhas sexuais, entre outras;
21
XI - desenvolver trabalho em equipe, estabelecendo diálogo entre a área educacional e as
demais áreas do conhecimento;
XII - participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação,
coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico;
XIII - participar da gestão das instituições planejando, executando, acompanhando e
avaliando projetos e programas educacionais, em ambientes escolares e não escolares;
XIV - realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos, entre outros: sobre alunos e
alunas e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas experiências não
escolares; sobre processos de ensinar e de aprender, em diferentes meios ambientalecológicos; sobre propostas curriculares; e sobre organização do trabalho educati vo e
práticas pedagógicas;
XV - utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para construção de conhecimentos
pedagógicos e científicos;
XVI - estudar, aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras determinações legais
que lhe caiba implantar, executar, avaliar e encaminhar o resultado de sua avaliação às
instâncias competentes.
5.4.
REQUISITOS DE ACESSO.
O critério de seleção para ingresso no Curso de Pedagogia será o processo
seletivo determinado pela Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP e para os
casos de Complementação serão abertos Processos de Inscrição Especial de acordo com
as demandas.
5.5 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Buscar-se-á, na formação do licenciado em Pedagogia formar um profissional que,
além dos domínios dos conhecimentos necessários a sua atuação seja capaz de ter:
-
Compreensão ampla e consistente do processo educativo, formal e não formal;
-
Capacidade de formular e encaminhar soluções de problemas educacionais;
22
-
Capacidade de articular as diferentes áreas de conhecimentos no campo educacional;
-
Capacidade de articular ensino e pesquisa com atividades de extensão;
-
Capacidade de desenvolver metodologias adequadas às necessidades educativas
atuais;
-
Atitude ética na atuação profissional;
-
Capacidade de atuar no planejamento das diferentes ações da prática educativa;
-
Capacidade de gerir e coordenar ações técnicas e administrativas no campo da
educação formal e não formal;
-
Capacidade de compreender a avaliação como processo educativo tanto no âmbito do
rendimento escolar, quanto institucional;
-
Capacidade de atuar criativamente no âmbito educacional;
-
Capacidade de desenvolver atitudes empreendedoras no campo profissional;
-
Capacidade de atuar cientificamente sobre a realidade educativa;
-
Capacidade de atuação docente com enfrentamento de problemas de aprendizagem;
-
Capacidade de atuar interdisciplinarmente;
-
Capacidade de elaborar e implementar projetos de natureza pedagógica;
-
Capacidade de análise dos conteúdos curriculares da educação básica;
-
Capacidade de intervir na organização da escola e do trabalho escolar.
ÁREAS DE ATUAÇÃO
O profissional formado no curso de Licenciatura em Pedagogia na Universidade
Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP poderá atuar:
a) Na docência da educação infantil:
Nos Centros de Educação Infantil, em classes de pré-escolar das escolas das
redes municipal, estadual e particular, bem como junto a creches ou pré-escolas mantidos
por empresas públicas ou privadas.
b) Na docência dos anos iniciais do ensino fundamental:
Nas escolas das redes municipal, estadual ou particular.
c) Na docência nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal/Magistério de
Educação Profissional:
23
Junto às instituições que oferecem essa modalidade de estudos.
d) Na educação de jovens e adultos:
Nas escolas que ofertam salas de aula destinadas a educação de jovens e adultos
das redes públicas municipais e estaduais, no CEJA – Centro de Educação de Jovens e
Adultos, nas Teles salas, nas empresas particulares que mantém programas de educação
de jovens e adultos.
e) Na educação de pessoas com necessidade educativas especiais:
No acompanhamento de pessoas com necessidades educativas especiais. E
m
salas de aulas que incluem alunos com necessidades educativas especiais.
f) Na gestão educacional:
Junto a secretarias de educação, serviços técnicos pedagógicos tanto em
ambientes escolares como em ambientes não escolares.
g) na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos
conhecimentos pedagógicos:
O pedagogo poderá atuar nas áreas de serviços e apoio escolares em projetos que
necessitem conhecimentos educacionais, tais como: educação ambiental, pedagogia
hospitalar, brinquedotecas escolares, projetos de formação diversos.
A formação do Pedagogo da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP
pauta-se numa consistente base teórica, articulada à investigação, envolvendo práticas
educativas, com ênfase em conhecimentos específicos, devendo contemplar as
seguintes dimensões:
-
Compreensão da função social da escola;
-
Domínios dos conteúdos curriculares da Educação Básica;
-
Domínio do conhecimento pedagógico;
-
Domínio dos processos de investigação;
-
Domínio da prática docente.
De modo geral, as competências e habilidades centram-se na atuação junto à
educação infantil, aos anos iniciais, a gestão escolar tanto de espaços escolares como em
24
espaços não escolares, na educação de jovens e adultos, na educação e inclusão das
pessoas com necessidades especiais na educação especial e no ensino regular, no
exercício de orientação de alunos e no apoio escolar, na formação de professores em
nível médio em disciplinas pedagógicas, no atendimento das demandas oriundas de
setores da sociedade e na utilização de novas tecnologias na educação.
5.6.
COERENCIA DO CURRICULO COM AS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS:
A reformulação do Curso de Pedagogia que ora se propõe atende
prioritariamente ao que dispõe a Resolução CNE/CP Nº 1, de 15 de maio de 2006, do
Conselho Nacional de Educação/ Conselho Pleno que trata das Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, bem como a legislação
pertinente e os novos ordenamentos da Universidade Alto Vale do Rio do peixe.
5.7.
METODOLOGIA DE ENSINO E AVALIAÇÃO:
A avaliação permanente do processo ensino-aprendizagem, do curso e do próprio
projeto constitui um dos aspectos mais importantes do processo de reformulação do
Curso.
Entende-se avaliação como um processo contínuo que considera todos os
aspectos envolvidos no processo educativo desenvolvido. Dessa forma todos os sujeitos
envolvidos serão permanentemente avaliados:
a) Os acadêmicos pelo seu desempenho teórico-prático em cada disciplina bem como
na participação dos Núcleos e demais projetos educacionais no qual esteja
vinculado;
b) Os
professores através da avaliação institucional promovida pela própria
Universidade Alto Valem do Rio do Peixe - UNIARP ou, em casos de necessidade,
através de fóruns e/ou comissões compostas para tal fim, sob a responsabilidade
da Coordenação do Curso.
25
c) Os Núcleos de Estudos e seus respectivos professores responsáveis através de
avaliações promovidas pela coordenação Curso e da avaliação institucional da
Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP
d) A coordenação do Curso através da avaliação institucional da Universidade Alto
Vale do Rio do Peixe - UNIARP
e) A própria Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP (estruturas,
metodologias, coordenadorias de extensão, pesquisa e pós-graduação, direção
administrativa e direção acadêmica, etc.) pela avaliação institucional promovida
pela própria instituição.
No que diz respeito à avaliação do rendimento escolar esta será realizada por
semestre e por disciplina, levando em conta o aproveitamento, a assiduidade e o
desempenho do acadêmico, em conformidade com o que estabelece o Regimento Geral e
as normas da Universidade.
A frequência, considerada um dos critérios de avaliação, será verificada
através do controle diário, não podendo ser inferior a 75% em cada disciplina.
A averiguação da aprendizagem e do desempenho acadêmico é feita por
avaliação progressiva e cumulativa, mediante exercícios, trabalhos acadêmicos,
provas, pesquisas, experimentos, exames e acompanhamento de estágio ao longo do
curso.
O aferimento de média final para fins de aprovação nas disciplinas curriculares
deverá atender os Ordenamentos Jurídicos da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe UNIARP
Ressalta-se que se considerará a história individual dos (as) acadêmicos (as), o
seu desempenho e esforço desprendido, a vinculação com seus interesses e demandas
particulares que contribuírem de forma significativa na aquisição dos conhecimentos
necessários à sua formação acadêmica.
Uma formação consistente deve aliar teoria e prática, pois como afirmava o
educador Paulo Freire, teoria sem prática é “blá-blá-blá” e prática sem teoria é ativismo.
Para proporcionar essa formação aos seus acadêmicos, incluem-se desde a primeira
fase, disciplinas que envolvem os (as) acadêmicos (as) em atividades de estudos,
26
pesquisa e extensão universitária visando criar nos estudantes o espírito investigativo e a
reflexão a partir das vivências realizadas.
Com o objetivo de promover a relação teórico-prático aproximando e inserindo o(a)
acadêmico(a) nos ambientes escolares e não escolares ofertam-se atividades de
Aprofundamento e Diversificação de Estudos vinculadas às disciplinas curriculares. Estas
atividades deverão ocorrer nas fases de oferta do curso de Pedagogia através de Projetos
Especiais aprovados e distribuídos no Colegiado do curso de Pedagogia, a partir de
atividades relacionadas a disciplinas da matriz curricular, totalizando ao final do curso o
mínimo de 300 horas.
a) As atividades de Pratica Educativa, estarão relacionadas ao Núcleo de Formação
do Pedagogo, Seminários, Grupos de Estudos, Palestras, Visitas, Viagens de
Estudos, Debates, Mesa Redonda, etc.
b) Os programas relacionados as Prática Educativa deverão ser devidamente
aprovados pelo Colegiado do Curso levando-se em conta a relevância dos estudos
proposto.
c) Os (as) acadêmicos (as) poderão optar pela frequência nos Programas que mais
lhe interessarem.
d) Para a integralização da carga horária do curso será obrigatória a presença dos
acadêmicos em pelo menos 75% de frequência nas atividades previstas
registrando-se em livro próprio.
e) Ao término do semestre letivo o professor responsável pelo Programa de Estudos
lançará nota avaliativa do desempenho do estudante.
f) Os Programas reger-se-ão por normatização aprovada pelo colegiado do Curso.
As atividades de Prática Educativa - Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de
Estudos será ofertado no decorrer do Curso ficando distribuídas por semestre a fim de
contemplar ações extracurriculares vinculadas com a teoria desenvolvida em sala de aula
a partir da participação do acadêmico em:
a) investigações sobre processos educativos e gestoriais, em diferentes situações
institucionais escolares, comunitárias, assistenciais, empresariais, outras;
27
b) avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e processos
de aprendizagem que contemplem a diversidade social e cultural da sociedade
brasileira;
c) estudo, análise e avaliação de teorias da educação, a fim de elaborar propostas
educacionais consistentes e inovadoras.
Serão assim distribuídas durante o curso e ofertadas em horário de contra turno
- NA 1ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES
DE APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS:
a) Introdução a Ciência Pedagógica.
b) Didática.
NA 2ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE
APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS:
a) Psicologia do Desenvolvimento.
b) Desenvolvimento da Linguagem.
NA 3ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE
APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS:
a) Psicologia da Aprendizagem.
b) Fundamentos e Metodologia da Alfabetização.
NA 4ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE
APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS:
a) Psicomotricidade
b) Sociologia da Educação
NA 5ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE
APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS:
28
a) Educação e Sexualidade.
b) Historia da Educação.
O registro das atividades de Prática Educativa – Núcleo de Aprofundamento e
Diversificação de Estudos se darão em formulário específico para esta finalidade, ficando
sob a responsabilidade do Professor responsável pelo desenvolvimento do Projeto em
cada fase.
Ao final do semestre o professor responsável deverá encaminhar os formulários
(em anexo) de cada acadêmico para a coordenação do curso com as informações
referentes às atividades desenvolvidas durante o período, frequência e desempenho do
acadêmico.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Tratam de estudos independentes desenvolvidos pelos acadêmicos no decorrer do
curso, totalizando 120 horas.
As atividades complementares a serem desenvolvidas no decorrer do curso
respeitarão as normatizações e se darão com base no Art. 6º, item III das Diretrizes
Curriculares para o Curso de Licenciatura em Pedagogia.
No curso de Licenciatura em Pedagogia deverão privilegiar
 seminários,
 eventos científico-culturais,
 estudos curriculares, de modo a propiciar vivências em algumas modalidades e
experiências, entre outras, e opcionalmente, a educação de pessoas com
necessidades especiais,
 na educação do campo,
 em organizações não governamentais, escolares e não escolares públicas e
privadas;
29
5.8 – ESTRATEGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR;
Para se tornar acadêmico da UNIARP, é preciso ser admitido por processo próprio
específico para tal fim, bem como ser transferido de outra universidade para esta,
enfim, obedecendo aos processos legais estabelecidos. Para que ele galgue os
degraus da formatura precisa concluir com êxito, ou seja cumprida todas as
exigências pedagógicas previstas de acordo com esta grade curricular. O
acadêmico pode convalidar disciplina que tenha feito com aproveitamento em outro
curso de nível superior ou pedir abreviação de disciplina quando, mesmo sem ter
cursado a disciplina se perceber capaz de se submeter á avaliação. Também pode
contar com a possibilidade de mediante edital expedido pela secretaria com a
ciência e aprovação dos órgãos superiores, cursar disciplina que não tenha
cursado o tenha reprovado, para que consiga se formar com a turma que iniciou o
curso. Já o acadêmico que estiver trabalhando na mesma área em que se prevê
estagiar poderá ser dispensado desta prática, mas, não dos relatórios e de suas
apresentações.
6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR:
Procurando atender a demanda social e adaptando-se aos novos rumos da
educação, seja por força da legislação ou exigência do mercado, a Universidade Alto Vale
do Rio do Peixe – UNIARP, propõe, através da Coordenação do Curso de Pedagogia e
seus colegiados, a reformulação do curso de Licenciatura em Pedagogia a ser ofertado
nas
modalidades
de
ensino
regular e
em regime
especial,
e
nas
diversas
complementações nos campus universitários que compõem a Universidade Alto Vale do
Rio do Peixe – UNIARP
30
PROPOSTA ATUAL E NOVAS ALTERAÇÕES
O presente Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia atende
aos princípios norteadores das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de
Pedagogia, mantendo:
a. a carga horária do curso em 3.390 horas;
b. a matriz curricular incluindo-se disciplinas que focam a formação do Licenciado em
Pedagogia na educação infantil, nos anos iniciais do ensino fundamental, na
gestão escolar e nos serviços educacionais escolares e não escolares;
c. a carga horária do estágio curricular supervisionado de 300 horas como determina
as Diretrizes Curriculares Nacionais;
d. a normatização da realização do estágio curricular supervisionado.
e. a inclusão de 120 horas destinadas a Pesquisa, Extensão e Monitoria
desenvolvidos
pelos
acadêmicos
durante
o
curso,
através
de
projetos
especificamente vinculados a estas coordenadorias.
Inclusão de novas disciplinas
A matriz curricular que compõe o curso de licenciatura em Pedagogia inclui
disciplinas especificas da formação do Pedagogo especialmente no que tange a formação
na área de gestão escolar e não escolares devidamente descritas na matriz curricular
pedagógica. .
Separação, Aglutinação e Supressão de Disciplinas.
A necessidade de separação ou aglutinação de disciplinas na matriz curricular do
Curso de Pedagogia, quando necessária, foi realizada sem, contudo, desprezar os
conteúdos que delas faziam corpo. Assim, por exemplo, os conteúdos contidos em uma
disciplina extinta foram aglutinados ou substituídos na matriz curricular. Dessa forma,
entende-se que não haverá perda para o futuro licenciado.
31
Alteração de Carga Horária e de Nomenclatura de Disciplinas
Ao reformular a matriz curricular do Curso de Pedagogia buscou-se preservar a
nomenclatura das disciplinas já ofertadas visando facilitar a migração dos acadêmicos
para a nova matriz. Entretanto, contingenciado pela necessidade de inserção de novas
disciplinas alterou-se sua carga horária, especialmente das horas que se destinavam às
práticas pedagógicas vinculadas as disciplinas de Fundamentos e Metodologias.
Ressalta-se que as modificações nesse quesito ocorreram de tal forma que não houvesse
prejuízo no corpo de conhecimentos e saberes necessários ao bom desenvolvimento das
disciplinas alteradas.
Sequencia da Oferta de Disciplina
A oferta das disciplinas da matriz curricular do curso busca contemplar uma
sequencia lógica da apresentação de conteúdos, teorias e métodos, inserindo
gradativamente o(a) acadêmico(a) no mundo do conhecimento e no domínio das práticas
pedagógicas desenvolvidas no cotidiano dos espaços educativos nos quais o pedagogo
estará inserido.
Assim
sendo,
as
disciplinas
que
introduzem
os
conhecimentos
teóricos
metodológicos da educação infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental, antecederá a
oferta o estágio curricular supervisionado a ser desenvolvido junto a essa fase escolar. Da
mesma forma, o estágio curricular supervisionado destinado à observação, participação e
intervenção pedagógica junto a Educação Infantil e Anos Iniciais do ensino Fundamental
terá suporte teórico metodológico das disciplinas que estudam as especificidades dos
conteúdos e procedimentos educativos bem como das teorias do desenvolvimento infantil
e das teorias da aprendizagem das crianças dessa faixa etária.
No que tange aos conhecimentos específicos da gestão escolar e não escolar será
precedido pelas disciplinas que darão suporte à essa área de atuação do pedagogo.
Dessa forma, entende-se que o(a) estudante obterá êxito na sua formação,
desvelando o universo educacional no qual atuará profissionalmente.
32
Quadro 1 – Carga Horária Geral do Curso
CARGA HORÁRIA GERAL DO CURSO
ATIVIDADES FORMADORAS
CRÉDITOS
Disciplinas Curriculares
Atividades Complementares
Pesquisa Prática Educativa
– Núcleo de Aprofundamento
e Diversificação de Estudos
FASE
C.H.
Presencial
1ª
360
2ª
360
3ª
360
4ª
360
5ª
360
6ª
300
7ª
300
8ª
270
C.H. Não TOTAL
Presencial
C.H.
2670
1ª
60
2ª
60
3ª
60
4ª
60
5ª
60
6ª
-
7ª
-
8ª
-
6ª
300
120
33
Estagio Curricular
Supervisionado
Pesquisa, Extensão e
Monitoria
7ª
120
8ª
60
300
Durante o Curso
120
TOTAL GERAL C.H.
3.390
MATRIZ CURRICULAR
Apresenta-se a seguir o quadro da matriz curricular acadêmica que descreve todas
as disciplinas, atividades extracurriculares, atividades de estágio curricular supervisionado
obrigatório que o(a) acadêmico deva integralizar no decorrer do Curso. No quadro 2
apresenta-se a matriz curricular Acadêmica.
Quadro 2 - Matriz Curricular Acadêmica
I Fase
CÓD
DISCIPLINAS
EIXO
CH
Presencial
Créditos
Presenciais
PORTUGUES
Comunicação e
expressão
60
04
PSICOLOGIA DA
EDUCAÇÃO
Epistemologia
Pedagógica
60
04
DIDATICA GERAL
Epistemologia
Pedagógica
60
04
HISTÓRIA DA
EDUCAÇÃO
Epistemologia
Pedagógica
60
04
INTRODUÇÃO À
CIÊNCIA
PEDAGÓGICA
Epistemologia
Pedagógica
60
04
Pré
Requisitos
34
METODOLOGIA
Investigação
CIENTÍFICA E DA
educativa
PESQUISA
Carga Horária Parcial do Semestre
Atividades Formativas Vinculadas
Carga Horária Total
60
04
360
24
60
4
420
28
II Fase
DISCIPLINAS
EIXO
CÓD
CH
Presencial
Filosofia
Créditos
Presenciais
Epistemologia
Pedagógica
60
04
Fund. e metodologia da Epistemologia
literatura infantil
Pedagógica
60
04
60
04
Epistemologia
Pedagógica
60
04
Ludicidade na
Epistemologia
educação infantil e
Pedagógica
anos iniciais
Musicalidade na
Epistemologia
educação infantil e
Pedagógica
anos iniciais
Carga Horária Parcial do Semestre
60
04
60
04
360
24
60
60
420
420
Psicologia do
desenvolvimento
Desenvolvimento da
linguagem
Epistemologia
Pedagógica
Atividades Formativas Vinculadas
Carga Horária Total
Pré
Requisitos
35
III Fase
DISCIPLINAS
EIXO
CÓD
CH
Presencial
SOCIOLOGIA
Epistemologia
Pedagógica
Créditos
Pré
Presenciais Requisitos
60
04
PSICOLOGIA DA
APRENDIZAGEM
Fundamentos
Educacionais
60
04
FUNDAMENTOS E
METODOLOGIA DA
ALFABETIZAÇÃO
Fundamentos
Educacionais
60
04
FUNDAMENTOS
E
METODOLOGIA
DA
EDUCAÇÃO INFANTIL
Fundamentos
Educacionais
60
04
FUNDAMENTOS
E
METODOLOGIA
Do
ENSINO DE ARTES
Fundamentos
Educacionais
60
04
60
04
Carga Horária Parcial do Semestre
360
24
Atividades Formativas Vinculadas
60
04
420
28
FILOSOFIA
EDUCAÇÃO
Carga Horária Total
DA EPISTEMOLOGIA
PEDAGÓGICA
36
IV
DISCIPLINAS
EIXO
CÓD
CH
Presencial
Psicomotricidade
Fundamento
Educacionais
Créditos
Pré
Presenciais Requisitos
60
04
Sociologia da Educação
Epistemologia
Pedagógica
60
04
Fund. e Metodologia do
Ensino dos Anos Iniciais
Fundamentos
Educacionais
60
04
Fund. e Metodologia do
Ensino de Geografia
Fundamentos
Educacionais
60
04
Fund. e Metodologia do
Ensino de História
Fundamentos
Educacionais
60
04
Fund. e Metodologia do
Ensino de Ciências
Fundamentos
Educacionais
60
04
Carga Horária Parcial do Semestre
360
24
Atividades Formativas Vinculadas
60
04
420
28
Carga Horária Total
37
V
DISCIPLINAS
EIXO
CÓD
CH
Presencial
Educação e
Sexualidade
Fundamentos
Educacionais
Fund. e
Metodologia do
Ensino de Ed.
Física
Créditos
Presenciais
60
04
Epistemologia
Pedagógica
60
04
Fund. e Metodologia do
Ensino
de
Língua
Portuguesa
Fundamentos
Educacionais
60
04
Fund. e Metodologia do
Ensino de Matemática
Fundamentos
Educacionais
60
04
Fund. e Metodologia da
Educação Especial
Fundamentos
Educacionais
60
04
HISTÓRIA
DA
EDCUAÇÃO BRASILEIRA
Fundamentos
Educacionais
60
04
Carga Horária Parcial do Semestre
360
24
Atividades Formativas Vinculadas
60
04
420
28
Carga Horária Total
Pré
Requisitos
38
VI
DISCIPLINAS
EIXO
CÓD
CH
Presencial
Fundamento
Educacionais
LIBRAS
Créditos
Presenciais
60
04
Teorias
Curriculares
Avaliação do
Ensino
Epistemologia
Pedagógica
60
04
Fundamentos
Educacionais
60
04
Fund. e Metodologia da
Educação de Jovens e
Adultos
Fundamentos
Educacionais
60
04
Planejamento Educacional
Fundamentos
Educacionais
60
04
Estágio I – Observação e
Prática Pedagógica
Fundamentos
Educacionais
60
04
Fundamentos
Educacionais
60
04
Carga Horária Parcial do Semestre
420
28
Carga Horária Total
420
28
na
Educação
Pré
Requisitos
Infantil
Estágio II – Observação e
prática pedagógica
nos Anos Iniciais
39
VII
DISCIPLINAS
EIXO
CÓD
CH
Presencial
Fundamento
Educacionais
Gestão Escolar
Créditos
Presenciais
90
06
Educação
Ambiental
Epistemologia
Pedagógica
60
04
Tecnologia em Educaçao
Fundamentos
Educacionais
90
06
Redação,
Resumo,
Resenha e Artigos
Fundamentos
Educacionais
60
04
Pratica
Educativa
60
04
Pratica
Educativa
60
04
Carga Horária Parcial do Semestre
420
28
Carga Horária Total
420
28
Estágio III – Observação e
prática pedagógica na
Educação
Jovens e Adultos
de
Estágio IV – Observação e
Pratica Pedagógica
em Educação
Especial
Pré
Requisitos
40
VIII
DISCIPLINAS
EIXO
CH
CÓD
Presencial
ESTRUTURA E FUN.
DA ED. BÁSICA
Fundamento
Educacionais
Créditos
Presenciais
60
04
Pratica
Educativa
60
04
Fundamentos
Educacionais
60
04
Tcc
–
(redação
contemplando todas as
fases do curso)
Fundamentos
Educacionais
90
06
Seminário socializações
pesquisa/tcc
Pratica
Educativa
60
04
Carga Horária Parcial do Semestre
420
24
Carga Horária Total
420
28
Estágio v – observação e
pratica pedagógica em
gestão escolar
Pesquisa sobre educação
Pré
Requisitos
(**) Será requisito obrigatório para a integralização curricular e aperfeiçoamento
pedagógico, a comprovação, por parte do acadêmico, do cumprimento de no mínimo, 120
.h/a (cento e vinte horas) vinculadas a
pesquisa, extensão e monitoria, conforme
normatização das Diretrizes Curriculares Nacionais, Art. 7º, item III e nesse Projeto
pedagógico.
41
Quadro 3- Matriz Curricular Técnica-Administrativa
Fase I
Códig
Disciplinas
o
Créd.
C/H.
Pré-Req.
Português
04
60
-
Psicologia da Educação
04
60
-
Didática Geral
04
60
-
Historia da Educação
04
60
Introdução a Ciência Pedagógica
04
60
Metodologia Científica e da Pesquisa
04
60
Sub – Total
24
360
Atividades Formativas
04
60
TOTAL
28
420
Créd.
C/H.
Filosofia
04
60
Fund. e Metodologia da Literatura Infantil
04
60
Psicologia do Desenvolvimento
04
60
Desenvolvimento da Linguagem
04
60
Ludicidade na Educação Infantil e anos Iniciais
04
60
Musicalidade na Educação Infantil e Anos Iniciais
04
60
Sub – Total
24
360
Atividades Formativas
04
60
Fase II
Códig
Disciplinas
o
Pré-Req.
42
TOTAL
28
420
Créd.
C/H.
Sociologia
04
60
Psicologia da Aprendizagem
04
60
Fund. e Metodologia da Alfabetização
04
60
Fund. e Metodologia da Educação Infantil
04
60
Fund. e Metodologia do Ensino de Artes
04
60
Filosofia da Educação
04
60
Sub TOTAL
24
360
Atividades Formativas
04
60
TOTAL
28
420
Créd.
C/H.
Psicomotricidade
04
60
Sociologia da Educação
04
60
Fund. e Metodologia do Ensino dos Anos Iniciais
04
60
Fund. e Metodologia do Ensino de Geografia
04
60
Fund. e Metodologia do Ensino de História
04
60
Fund. e Metodologia do Ensino de Ciências
04
60
Sub TOTAL
24
360
Atividades Formativas
04
60
TOTAL
28
420
Fase III
Códig
Disciplinas
o
Pré-Req.
Fase IV
Códig
Disciplinas
o
Pré-Req.
43
Fase V
Cód.
Créd.
C/H.
Educação e Sexualidade
04
60
Fund. e Metodologia do Ensino de Ed. Física
04
60
Fund. e Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa
04
60
Fund. e Metodologia do Ensino de Matemática
04
60
Fund. e Metodologia da Educação Especial
04
60
Historia da Educação Brasileira
04
60
Subtotal
24
360
Atividades Formativas
04
60
TOTAL
28
420
Créd.
C/H.
LIBRAS
04
60
Teorias Curriculares
04
60
Avaliação do Ensino
04
60
Fund. e Metodologia da Educação de Jovens e
Adultos
04
60
Planejamento Educacional
04
60
Subtotal
20
300
04
60
04
60
Pré-Req.
Disciplinas
Fase VI
Cód.
Pré-Req.
Disciplinas
Estágio I – Observação e Prática Pedagógica
na Educação Infantil
Estágio II – Observação e prática pedagógica
nos Anos Iniciais
44
28
420
Créd.
C/H.
Gestão Escolar
06
90
Educação Ambiental
04
60
Tecnologia em Educaçao
06
90
Redação, Resumo, Resenha e Artigos
04
60
Subtotal
20
300
04
60
04
60
28
420
Créd.
C/H.
Estrutura e Fun. Da Ed. Básica
04
60
Estágio V – Observação e pratica pedagógica em
04
60
Pesquisa sobre Educação
04
60
TCC – (Redação contemplando todas as fases do
curso)
06
90
Seminário socializações Pesquisa/TCC
04
60
Sub – Total
22
330
TOTAL
Fase VII
Cód.
Pré-Req.
Disciplinas
Estágio III – Observação e prática pedagógica na
Educação de Jovens e Adultos
Estágio IV – Observação e Pratica Pedagógica
em Educação Especial
TOTAL
Fase VIII
Cód.
Pré-Req.
Disciplinas
Gestão Escolar
45
Atividades de Pesquisa, Extensão e Monitoria
08
120
TOTAL
30
450
Quadro Distribuição de Estágios Supervisionados
DISTRIBUIÇÃO
C.H.
Créditos
ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
60
04
ESTAGIO SUPERVISIONADO II
60
04
ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
60
04
ESTAGIO SUPERVISIONADO IV
60
04
ESTÁGIO SUPERVISIONADO V
60
04
Total C.H.
TOTAL
300
Quadro de Atividades Pesquisa, Extensão e Monitoria.
Outras Atividades
Atividades de Pesquisa, Extensão e Monitoria
Créd.
C/H.
120
08
RELAÇÃO TEORIA / PRÁTICA
Prática Educativa – Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de Estudos
Uma formação consistente deve aliar teoria e prática, pois como afirmava o
educador Paulo Freire, teoria sem prática é “blá-blá-blá” e prática sem teoria é ativismo.
Para proporcionar essa formação aos seus acadêmicos, inclui-se desde a primeira fase,
disciplinas que envolvem os(as) acadêmicos(as) em atividades de estudos, pesquisa e
extensão universitária visando criar nos estudantes o espírito investigativo e a reflexão a
partir das vivências realizadas.
46
Com o objetivo de promover a relação teórica prática aproximando e inserindo o(a)
acadêmico(a) nos ambientes escolares e não escolares ofertam-se atividades de
Aprofundamento e Diversificação de Estudos vinculadas às disciplinas curriculares. Estas
atividades deverão ocorrer nas fases de oferta do curso de Pedagogia através de Projetos
Especiais aprovados e distribuídos no Colegiado do curso de Pedagogia, a partir de
atividades relacionadas a disciplinas da matriz curricular, totalizando ao final do curso o
mínimo de 300 horas.
g) As atividades de Pratica Educativa, estarão relacionadas ao Núcleo de Formação
do Pedagogo, Seminários, Grupos de Estudos, Palestras, Visitas, Viagens de
Estudos, Debates, Mesa Redonda, etc.
h) Os programas relacionados as Prática Educativa deverão ser devidamente
aprovados pelo Colegiado do Curso levando-se em conta a relevância dos estudos
proposto.
i) Os (as) acadêmicos (as) poderão optar pela frequência nos Programas que mais
lhe interessarem.
j) Para a integralização da carga horária do curso será obrigatória a presença dos
acadêmicos em pelo menos 75% de frequência nas atividades previstas
registrando-se em livro próprio.
k) Ao término do semestre letivo o professor responsável pelo Programa de Estudos
lançará nota avaliativa do desempenho do estudante.
l) Os Programas reger-se-ão por normatização aprovada pelo colegiado do Curso.
As atividades de Prática Educativa - Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de
Estudos será ofertado no decorrer do Curso ficando distribuídas por semestre a fim de
contemplar ações extracurriculares vinculadas com a teoria desenvolvida em sala de aula
a partir da participação do acadêmico em:
d) investigações sobre processos educativos e gestoriais, em diferentes situações
institucionais escolares, comunitárias, assistenciais, empresariais, outras;
47
e) avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e processos
de aprendizagem que contemplem a diversidade social e cultural da sociedade
brasileira;
f) estudo, análise e avaliação de teorias da educação, a fim de elaborar propostas
educacionais consistentes e inovadoras.
Serão assim distribuídas durante o curso e ofertadas em horário de contra turno
- NA 1ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES
DE APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS:
a) Introdução a Ciência Pedagógica.
b) Didática.
NA 2ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE
APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS:
a) Psicologia do Desenvolvimento.
b) Desenvolvimento da Linguagem.
NA 3ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE
APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS:
a) Psicologia da Aprendizagem.
b) Fundamentos e Metodologia da Alfabetização.
NA 4ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE
APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS:
a) Psicomotricidade
b) Sociologia da Educação
NA 5ª. FASE, CUMPRINDO A CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS COM ATIVIDADES DE
APROFUNDAMENTO DAS DISCIPLINAS:
48
a) Educação e Sexualidade.
b) Historia da Educação.
O registro das atividades de Prática Educativa – Núcleo de Aprofundamento e
Diversificação de Estudos se darão em formulário específico para esta finalidade, ficando
sob a responsabilidade do Professor responsável pelo desenvolvimento do Projeto em
cada fase.
Ao final do semestre o professor responsável deverá encaminhar os formulários
(em anexo) de cada acadêmico para a coordenação do curso com as informações
referentes às atividades desenvolvidas durante o período, frequência e desempenho do
acadêmico.
49
SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO
A avaliação permanente do processo ensino-aprendizagem, do curso e do próprio
projeto constitui um dos aspectos mais importantes do processo de reformulação do
Curso.
Entende-se avaliação como um processo contínuo que considera todos os
aspectos envolvidos no processo educativo desenvolvido. Dessa forma todos os sujeitos
envolvidos serão permanentemente avaliados:
f) Os acadêmicos pelo seu desempenho teórico-prático em cada disciplina bem como
na participação dos Núcleos e demais projetos educacionais no qual esteja
vinculado;
g) Os
professores através da avaliação institucional promovida pela própria
Universidade Alto Valem do Rio do Peixe - UNIARP ou, em casos de necessidade,
através de fóruns e/ou comissões compostas para tal fim, sob a responsabilidade
da Coordenação do Curso.
h) Os Núcleos de Estudos e seus respectivos professores responsáveis através de
avaliações promovidas pela coordenação Curso e da avaliação institucional da
Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP
i) A coordenação do Curso através da avaliação institucional da Universidade Alto
Vale do Rio do Peixe - UNIARP
j) A própria Universidade Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP (estruturas,
metodologias, coordenadorias de extensão, pesquisa e pós-graduação, direção
administrativa e direção acadêmica, etc.) pela avaliação institucional promovida
pela própria instituição.
No que diz respeito à avaliação do rendimento escolar esta será realizada por
semestre e por disciplina, levando em conta o aproveitamento, a assiduidade e o
desempenho do acadêmico, em conformidade com o que estabelece o Regimento Geral e
as normas da Universidade.
A frequência, considerada um dos critérios de avaliação, será verificada
através do controle diário, não podendo ser inferior a 75% em cada disciplina.
50
A averiguação da aprendizagem e do desempenho acadêmico é feita por
avaliação progressiva e cumulativa, mediante exercícios, trabalhos acadêmicos,
provas, pesquisas, experimentos, exames e acompanhamento de estágio ao longo do
curso.
O aferimento de média final para fins de aprovação nas disciplinas curriculares
deverá atender os Ordenamentos Jurídicos da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe UNIARP
Ressalta-se que se considerará a história individual dos (as) acadêmicos (as), o
seu desempenho e esforço desprendido, a vinculação com seus interesses e demandas
particulares que contribuírem de forma significativa na aquisição dos conhecimentos
necessários à sua formação acadêmica.
51
ANEXO I
1ª FASE
PORTUGUÊS
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Coesão e coerência textuais. Argumentação. Teoria da comunicação.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Antônio Fernando. Português Básico para Cursos Superiores. 3 ed. São
Paulo,1992.
BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37 ed. Rio de Janeiro:
Fronteira, 2001.
MARTINS, Dileta e ZILBERKNOF, Lúcia Scliar. Português Instrumental. 28 ed. São
Paulo: Atlas, 2007.
Bibliografia Complementar:
BAGNO, Marcos. A Língua de Eulália – Novela Sociolinguística. São Paulo: Contexto,
1997.
GERALDI, Wanderley. O Texto em Sala de Aula. 2 ed. São Paulo: Ática, 1999.
52
1º FASE.
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Créditos 04
Carga Horária: 60 horas
Ementa
Definição de Psicologia. Diferentes concepções. A evolução da Psicologia na Educação.
Concepções atuais da Psicologia na Educação. A Psicologia da Educação e a aplicação
do conhecimento psicológico na educação.
Bibliografia Básica:
BARROS, C.S.G. Pontos de Psicologia Geral. SP., Ed. Ática, 1.974.
DORIN, Lannoy. Psicologia Geral. S.P., Ed.do Brasil S/A, 1970.
PISANI, Elaine Maria e outros. Psicologia Gerak. P. Alegrem Ed, Vozes
8ª,Ed.1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COLL, et Alii. O construtivismo em sala de aula. S. Paulo, Ed. Ática, 2002.
FALCÃO, G. M. Psicologia da aprendizagem. S. Paulo, Ed. Ática,1.988.
KRECH, David e CRUTCHFIELD, Richard. Elementos de Psicologia. São
Paulo, Ed. Livraria Pioneira/MEC, 4ª, Ed, 1971.
MATUI, J. Construtivismo – Teoria construtivista sócio histórica aplicada ao
ensino. SP., Ed Moderna, 2002
53
1º FASE
DIDATICA GERAL
Créditos 04
Carga Horária 60 horas
Ementa
Didática - pressupostos teórico-metodológicos numa perspectiva histórica-crítica da
Educação. A Didática no processo de ensino e de aprendizagem - concepções teóricas.
Problematização da prática pedagógica. Planos de Ensino e aula.
Bibliografia Básica
ANDRÉ, Marli Elisa D. A. OLIVEIRA, Maria Rita N.S. (Org), CALDEIRA, Ana Maria S.
ET AL. Alternativas do Ensino da didática. Campinas, SP: Papirus, 1997.
CANDAU, Vera Maria. A Didática em Questão. 22 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1988.
DEMO. Pedro. Participação é Conquista. São Paulo: Cortez, 1988.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia – saberes necessários à prática educativa.
São Paulo: Paz e Terra, 1996.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
Bibliografia Complementar:
HAYDT, r. c. C. Curso de didática Geral. 7 ed. São Paulo: Ática, 2006
MORAIS, Regis (Org.). SALA DE AULA Que Espaço é Esse? 7 ed., Campinas, S.P.:
Papirus, 2002.
Perrenoud, PHILIPPE. Práticas Pedagógicas, profissão docente e Formação. (trad. De
Helena Maria, Helena Tapada, Maria J. Carvalho e Maria Nóvoa). Lisboa; D. Quixote,
1993.
54
1ª
FASE.
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
História e educação. As origens da Educação. A Educação greco-romana. A educação
medieval. A Educação humanista-renascentista e sua transplantação para o Brasil.
Bibliografia Básica:
GHIRALDELLI JUNIOR, P. História da educação. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1.994.
MANACORDA, M. A. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. 10 ed. São
Paulo; Cortez, 2002.
CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: UNESP, 1999. [370.09 C174h]
GADOTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. 8.ed. São Paulo: Ática, 2002.
[370.981 G125h 8.ed.]
Bibliografia Complementar:
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação. 2.ed. São Paulo: Moderna,
1996. [370.09 A662h 2.ed.]
EBY, Frederick. História da Educação Moderna: teoria, organização e práticas
educacionais. Porto Alegre: Globo, 1976. [370.0903 E16h 2.ed.]
]
PILETTI, Claudino, PILETTI, Nelson. Filosofia e História da Educação. 6.ed. São Paulo:
Ática, 1987. [370.09 P637f 5.ed.]
ROSA, Maria da Glória de. A História da Educação através dos textos. São Paulo:
Cultrix, 1971. [370.09 R789h]
55
1º FASE.
INTRODUÇÃO À CIÊNCIA PEDAGÓGICA
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Introdução ao Curso de Pedagogia. O que é educação e o que é pedagogia. O papel da
Pedagogia e o papel do pedagogo. O objetivo das ciências da educação. O problema da
unidade, especificidade e autonomia das ciências da educação. A educação como ponto
de partida e de chegada dos estudos e da reflexão dos cientistas. A contribuição das
ciências para a explicação e compreensão da educação.
Bibliografia Básica:
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. 33ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1993
(Coleção Primeiros Passos).
GHIRALDELLI Jr. Paulo. O que é Pedagogia. 3ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1996.
(Coleção Primeiros Passos).
MORIN, E. Os sete saberes necessários a educação do futuro. 2ª São Paulo. Cortez.
Brasília UNESCO 2002
Bibliografia Complementar
SAVIANI, Dermeval. Pedagogia histórico-crítico: primeiras aproximações. São Paulo:
Cortez, 1991. (Coleção Polêmicas de Nosso Tempo).
SILVA, Carmem Silvia Bissoli. Curso de Pedagogia no Brasil: história e identidade.
Campinas/SP: Autores Associados, 1999. (Coleção Polêmicas de Nosso Tempo).
GOERGEN, Pedro e SAVIANI, Dermeval (Orgs.) Formação de Professores: a
experiência internacional sob o olhar brasileiro. 2ª ed. Ampliada. Campinas/SP: Autores
Associados, 2000.
LIBANEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogos, para quê? 5ª ed. São Paulo: Cortez,
2001.
SAVIANI, Demerval. Pedagogia Histórico critica: Primeiras aproximações. São Paulo:
Cortez, 1991. ( coleção polêmicas de nosso tempo)
56
1 FASE.
METODOLOGIA CIENTÍFICA e da PESQUISA
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa
Conceito e concepção de Ciência. Conceituação de metodologia cientifica. Métodos,
técnicas e normas para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. Conceito e
concepção de pesquisa. A importância da pesquisa na produção do conhecimento
acadêmico/cientifico. Normalização a Luz da ABNT. Projeção, execução, registro e
redação cientificam. Encaminhamento da Pesquisa: elaboração de projeto de pesquisa
conforme normalização da universidade.
Bibliografia Básica
Lakatos, Eva Maria, Metodologia do trabalho científico /,Editora Atlas. 2006.
Lakatos, Eva Maria, Fundamentos de metodologia científica, Editora Atlas.1993
Lakatos, Eva Maria, Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas,
amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise interpretação de dados /
Editora Atlas. 2007.
Severino, Antônio Joaquim, Metodologia do trabalho científico, diretrizes para o
trabalho didático-científico na Universidade, Cortez. 2002.
De Marco, Célia, e outros. Normalização de Trabalhos Acadêmicos da Universidade do Alto
Vale do Rio do Peixe. Caçador, 2011
57
2ª FASE
FILOSOFIA
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Conceitos, métodos, concepções de filosofia. O conhecimento filosófico. As correntes
filosóficas.
Idealismo,
Fenomenologia,
Existencialismo,
Racionalismo,
Empirismo.
Positivismo, Neopositivismo. A filosofia marxista. Filosofia da ação. O materialismo
dialético.
Bibliografia Básica
ARANHA, M. L. Filosofando. São Paulo: Moderna,1986. DEWEY, J. Como pensamos.
São Paulo: Nacional, 2003.
CHAUÍ,
Marilena.
Convite
à
Filosofia.
12ª
ed.
São
Paulo:
Ática,
1.996.
MORIN, E.. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 2ª ed. São Paulo:
Cortez; Brasília: UNESCO, 2002.
Bibliografia Complementar
JAPIASSÚ, Hilston; MARCONDES, Danilo. Dicionário básico de filosofia. 3ª ed. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 1989.
Ghiraldelli Junior, Paulo. O que é Filosofia da Educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
LUCKESI, C. C. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1992.
GHIRALDELLI Junior, Paulo. Introdução á Filosofia. São Paulo: Manole, 2003.
58
2º FASE.
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA LITERATURA INFANTIL
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Conceito histórico de literatura infantil. Funções básicas da literatura infantil. Fantasia e
realidade, a mediação do adulto entre a criança e a literatura. A Linguagem e a
estruturação do maravilhoso e do pensamento da criança. Os contos de fadas. As
historias em quadrinhos. A Poesia e o Teatro. A literatura contemporânea. A criança e
livros na sala de aula. Leitura e apreciação de textos de literatura infantil. Narrativa e
poética infantil.
Bibliografia Básica:
ABRAMOVICH, F. Literatura infantil: gostosuras e bobices. 5 ed. São Paulo: Scipione,
1994.
CADEMARTORI, L. O que é literatura infantil? 6. ed. São Paulo: Brasiliense, 2010.
CHARTIER, R. Os desafios da escrita. São Paulo: Editora da UNESP, 2002.
COELHO B. Contar historias: uma arte sem idade. São Paulo: Ática,2001.
LERNER, D. Ler e Escrever na Escola: o Real, o Possível e o Necessário. Porto Alegre:
Artemed, 2002.
Bibliografia Complementar:
MATENCIO, M.L.M. Leitura, produção de textos e a escola: reflexões sobre o processo
de letramento. Campinas: Mercado de Letras, 2000.
MARCUSHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo:
Cortez, 2002.
SANDRONI, L.; MACHADO, L. R. A criança e o livro: guia prático de estimulo à leitura.
São Paulo: Ática, 1986.
59
2º FASE.
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa: Introdução à Psicologia do desenvolvimento: conceito e
fatores
que
concepção
crescimento
psicológico
a
influenciam.
de
desenvolvimento
e
desenvolvimento:
e
o
social-
A
construção
social
(Ambientalista,
o
biológico
em
desenvolvimento
do
sujeito;
Interacionista),
interação
de
com
o
crianças
e
adolescentes. As teorias do desenvolvimento como recurso didático.
Bibliografia Básica:
BARROS, C.S.G. Pontos de Psicologia do Desenvolvimento. SP., Ed. Ática,
2000.
PILETTI, N. Psicologia Educacional. S.P., Ed. Ática, 1984.
RODRIGUES, M. Psicologia Educacional – Uma crônica do desenvolvimento
humano. SP., Ed. McGraw-Hill,1976..
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAQUERO, R. Vygotsky e a aprendizagem escolar. São Paulo, Ed. Artmed,
2001.
BROOKS, J.G. e BROOKS, M.G. Construtivismo em sala de aula. P. Alegre,
Artes Médicas, 1997.
COLL, et Alii. O construtivismo em sala de aula. S. Paulo, Ed .Ática, 2002.
FALCÃO, G. M. Psicologia da aprendizagem. S. Paulo, Ed. Ática, 2002.
60
2º FASE.
DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
EMENTA
Conceitos linguísticos,. Teorias de aquisição e desenvolvimento da linguagem. O cérebro e a
linguagem. Afasias da linguagem. Teorias de aquisição e aprendizagem da escrita e leitura.
Problemas de aprendizagem relacionados à aquisição e ao desenvolvimento da linguagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização de linguística. Ed. Scipione. 1997.
KATO, Mary A. No Mundo da escrita: Uma Perspectiva Psicolinguística. Ed. Ática. 1995.
VIGOTSKI, L. S. LURIA, A. R. LEONTIEV, A, N. Linguagem, Desenvolvimento e aprendizagem.
Ed. Ícone. 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Linguística aplicada ao Português. Morfologia, Cortez,
9 ed. 1998.
SILVA, Thais Cristófaro ,Fonética e fonologia do português 5.ed. ,roteiro de estudos e guia de
exercícios ,Editora Contexto , ,5.ed. ,2001
61
2º FASE.
LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAS
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Ludicidade como ciência. Espaços lúdicos. Capacitação relacional do professor com
crianças em atividades lúdico-educativas. O lúdico e a prática pedagógica. Lúdico: espaço
para pensar e aprender. Jogos, brinquedos e brincadeiras.
Bibliografia Básica:
FRIEDMANN, Adriana. Brincar, crescer e aprender: o resgate do jogo infantil. São Paulo:
Moderna, 1996.
SNYDERS, Georges. A escola pode ensinar as alegrias da música? São Paulo:
Cortez, 1992.
SANTOS, Santa Marli Pires dos. (org.) A ludicidade como ciência. Petrópolis: Vozes, 2001.
SANTOS, Santa Marli Pires dos. .(org.) Brinquedoteca: a criança, o adulto e o lúdico.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SCHWARTZ, Gisele Maria. (org.) Dinâmica lúdica: novos olhares. Barueri, SP: Manole, 2004.
SNYDERS, Georges. A escola pode ensinar as alegrias da música? São Paulo:
Cortez, 1992.
WISNIK, J. M. O som e o sentido. São Paulo: Cia das letras, 1989.
62
2º FASE.
MUSICALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Musicalidade e a sua importância no processo de aprendizagem e na formação do sujeito.
Audição e expressão corporal. Treinamento auditivo. Expressão rítmica e prática
instrumental. Expressão vocal e canções. Improvisação vocal e instrumental.
Bibliografia Básica:
FIGUEIREDO, S. L. F. O desafio da formação do professor de música.
Florianópolis: Núcleo de Publicações CED-UFSC, Série Documentos, 1996.
HOWARD, W. A música e a criança. São Paulo: Summus, 1984.
JEANDOT, Nicole. Explorando o universo da música. São Paulo: Scipione, 2006.
SANTOS, Santa Marli Pires dos. (org.) A ludicidade como ciência. Petrópolis: Vozes, 2001.
SANTOS, Santa Marli Pires dos. .(org.) Brinquedoteca: a criança, o adulto e o lúdico.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.
Bibliografia Complementar:
QUEIROZ,M. Brincando de roda. Rio de Janeiro: Erca, 1996.
SNYDERS, Georges. A escola pode ensinar as alegrias da música? São Paulo:
Cortez, 1992.
WISNIK, J. M. O som e o sentido. São Paulo: Cia das letras, 1989.
63
3ª FASE
SOCIOLOGIA
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Sociologia como disciplina científica. Contextos históricos do desenvolvimento da
Sociologia. Paradigmas teóricos e correntes no pensamento sociológico. Questões e
pensadores clássicos e contemporâneos da Sociologia. Categorias sociológicas: classe
social, partido político, Estado, poder, ideologia, alienação, trabalho, gênero, raça e
cultura. Relações étnicas raciais com ênfase nas matrizes africanas, indígenas e
europeias. Relações de gênero.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIDDENS, Anthony. Política, Sociologia e Teoria Social: encontros com o pensamento
social clássico e contemporâneo. São Paulo: UNESP, 1998. [302.2 G441p]
GUARESCHI, Pedrinho. Sociologia da Prática Social. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 1.992.
[301 G914s]
MARTINS, Carlos Benedito. O que é Sociologia. São Paulo: Brasiliense, 2006. [301
M379q]
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAUMAN, Zygmunt, MAY, Tim. Aprendendo a pensar com a sociologia. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 2010.
COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3.ed. São Paulo:
Moderna, 2005. [301 C837s] Index: 5247
GUARESCHI, Pedrinho. Sociologia Crítica: alternativas de mudança. Porto Alegre:
Mundo Jovem, 2000. [301 G914s
CASTRO, Anna Maria de, DIAS, Edmundo Fernandes. Introdução ao Pensamento
Sociológico. s.l.: Eldorado, 2001. [301 C355i]
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 7.ed. São Paulo: Atlas, 1999. [301 L192s]
JOHNSON, Allan G. Dicionário de Sociologia: guia prático da linguagem sociológica.
s.l.: Jorge Zahar, 1997. [301.03 J65d]
64
3º FASE.
PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Definição e características da aprendizagem. Relação entre as diversas teorias da aprendizagem
e as práticas educativas. Aprendizagens de conceitos, atitudes e valores, habilidades
psicomotoras e vocais. As crianças e os adolescentes na escola: condições necessárias à
aprendizagem. Estudos de problemas sociais e emocionais na sala de aula.
Bibliografia Básica:
BAQUERO, R. Vygostsky e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas,
1995.
ALEVIN, Esteban. A Infância em Cena – Constituição do sujeito e Desenvolvimento
Psicomotor. 2 ed. São Paulo: Vozes, 1998.
VIGOTSKI, L. S. LURIA, A. R. LEONTIEV, A, N. Linguagem, Desenvolvimento e aprendizagem.
Ed. Ícone. 1998.
Bibliografia Complementar:
PFROMM Netto, Samuel . Psicologia da Aprendizagem e do Ensino, São Paulo: EPU,
2002.
WITTER,
Geraldina
Porto
&
LOMÔNACO,
José
Fernando
B.
Psicologia
da
Aprendizagem, São Paulo: EPU, 2001.
PILETTI, N. Psicologia Educacional. S.P., Ed. Ática, 1984.
RODRIGUES, M. Psicologia Educacional – Uma crônica do desenvolvimento
humano. SP., Ed. McGraw-Hill,1976..
65
3º FASE.
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DE ALFABETIZAÇÃO
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Concepções de educação e aprendizagem; A construção social da Alfabetização;
Tendências em alfabetização – Abordagem teórica e experimentos em Alfabetização;
Alfabetização e Modernidade no Brasil; Alfabetização e Escolarização; Alfabetização e
Linguística; Processos de Escrita e Leitura; Alfabetização e Letramento; Processos e
Métodos da Alfabetização; Didática da Alfabetização; Alfabetização como apropriação das
diferentes linguagens.
Bibliografia Básica:
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização & Linguística. São Paulo, Scipione, 1990.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização sem Ba, Bé, Bi, Bó, Bu. São Paulo, Scipione,
1999.
ACOOK-GUMPERZ, jenny ( Org). A construção Social da Alfabetização. Porto Alegre:
artes Médicas, 1991.
Bibliografia Complementar:
FARACO, C. A. Escrita e alfabetização. São Paulo: Contexto, 1994.
FERREIRO, Emília. Alfabetização em Processo. São Paulo: Cortez, 1986.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Saber e ensinar: três estudos de educação popular.
Campinas, Papirus, 1984.
BRASIL. Mec. Programa nacional de alfabetização e cidadania. Brasília, MEC, 2006.
66
3º FASE.
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
EMENTA
Da concepção de criança através da história à contextualização social e política da
educação infantil. Tendências político pedagógicas da Educação Infantil. O campo
profissional e a formação do professor de Educação Infantil. O cotidiano da Educação
Infantil. O trabalho interdisciplinar na Educação Infantil: noções temporais, a investigação
do espaço geográfico, artes e formação estética, a construção do conceito de número,
ciências naturais e ciências sociais, linguagem (oral, escrita e corporal).
Bibliografia Básica:
ÀRIES, Phillip. História Social da Infância e da família. Rio de Janeiro: Zahar. 1973.
STEARNS, Peter N. A infância. São Paulo:
Contexto, 2006:
FREITAS,MARCOS César de e KUHJMANN jr, Moysés. ( Org) Os Intelectuais na História
da Infância. São Paulo; Cortez, 2002.
Bibliografia Complementar
SILVEIRA BARBOSA, Maria Carmen. Por amor e por força rotinas na educação infantil.
Porto Alegre: Artmed. 2006
FREITAS, Marcos César de e KUHLMANN Jr, Moysés. (Orgs.) Os intelectuais na
história da infância. São Paulo; Cortez, 2002.
OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de. (Org.) Educação infantil: muitos olhares. São
Paulo: Cortez, 1996.
67
3º FASE.
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTES
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Introdução à teoria estética; Noções da História da Arte; Histórico da Arte na Educação; A
arte no desenvolvimento infantil (Cênicas, Músicas, Visuais); Multiculturalismo e Cultura
Popular (Noções de Folclore).
Bibliografia Básica:
AMARAL, Ana Maria. Teatro de Formas Animadas. São Paulo; EDUSP, 2.000.
ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual. São Paulo: Papirus, 2002.
BARBOSA, Ana Mãe. Arte Educação: Conflitos e acertos. São Paulo: Maxlimonard,
1998.
BARBOSA, Ana Mãe. Arte-Educação: leitura de subsolo. São Paulo: Cortez, 2001.
Bibliografia Complementar:
COLI, Jorge. O que é arte. São Paulo: Brasiliense, 2006.
DUARTE, João Franscico. Fundamentos estéticos da educação. São Paulo: Cortez,
2000.
DUARTE, João Franscico.
Por que arte educação. São Paulo: Papirus, 2001.
FERRAZ, Maria Luiza & Fuzari, Maria F. Metodologia do ensino de arte. São Paulo:
Cortez, 2000
OSTROWER Fayga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis RJ: Vozes 1998.
68
3º FASE.
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas.
Ementa:
Filosofia da Educação: Elucidações conceituais e de nomenclaturas.
Filosofia – Educação – Sociedade. Senso comum e conhecimento filosófico na
pratica docente. As diferentes Filosofias de Educação Possíveis. A Filosofia da
Educação a partir da legislação brasileira versus a pratica educacional.
Bibliografia Básica:
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 12a ed. São Paulo: Ática, 2012.
DEWEY, John. Democracia e Educação: introdução à filosofia da educação. 3ª ed.
São Paulo: Nacional, 1979.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir. 7ª ed. Petrópolis: Vozes, 1989.
Bibliografia Complementar.
MORIN, Edgar. Ciência com Consciência. Portugal: Publicações Europa-América
Ltda,1982.
______. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 3ª ed. São Paulo: Cortez;
Brasília, DF: UNESCO,2001.
GINZBURG, Carlo. Relações de Força; História, Retórica, Prova. São Paulo. Companhia
das letras, 2002.
69
.
4ª FASE
PSICOMOTRICIDADE.
Créditos. 04
Carga Horária. 60 horas.
EMENTA:
Conceito e história da psicomotricidade
psicológicas
Estimulação
do
desenvolvimento
Precoce
O
Bases neuroanatômicas e
psicomotor
desenvolvimento
Psicomotricidade
psicomotor
da
e
criança
Avaliação e Identificação dos distúrbios Psicomotores Formas de
Intervenção na área de psicomotricidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA.
BRUHNS, H.T. Conversando sobre o corpo. Campinas, SP: Papirus, 1999. 5o ed.
COSTA, A. C. Psicopedagogia e psicomotricidade: pontos de intersecção nas dificuldades de
aprendizagem. Petrópolis, R.J: Vozes, 2001. 2o ed.
HERMANT, G. Atualização em psicomotricidade – o corpo e sua memória. São Paulo: Editora
Manole, 1988.
Bibliografia Complementar.
L.PICQ – P. VAYER. Educação psicomotora e retardo mental. Aplicação aos diferentes tipos de
inadaptação. São Paulo: Editora Manole, 1988. 4o ed.
LEVIN, E. A. A Clinica Psicomotora: O Corpo na Linguagem. Petrópolis, RJ. Vozes, 1995.
VAYER, P. O diálogo Corporal. A Ação Educativa Para a Criança de 2 a 5 anos. São Paulo; Editora
Manole, 1984.
70
4ª FASE
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
O referencial teórico da educação: educação como
processo social
de integração,
contradição e transformação da sociedade. Desenvolvimento da sociedade brasileira e
educação. A educação formal e informal como espaço político da luta pela hegemonia.
Relação entre educação e desigualdade social. Estado e educação.
Bibliografia básica:
CANIVEZ, Patrice. Educar o cidadão? 2. ed. Campinas: Papirus, 1998.
FRIGOTTO, Gaudêncio (org.). Educação e crise do trabalho: perspectivas de final de
século. Petrópolis: Vozes, 1998.
CUNHA, Luiz Antônio. Educação, Estado e democracia no Brasil. Niterói: Editora da
Universidade Federal Fluminense, 2001.
Bibliografia complementar:
CASTELLS, Manoel. Fim de milênio. São Paulo: Paz e Terra, 1999. COELHO NETO,
José Teixeira. Moderno pós moderno. Modos & versões. 4 ed. São Paulo: Iluminuras,
1999.
HARVEY, David. Condição pós-moderna. Uma pesquisa sobre as origens da mudança
cultural. 5 ed. São Paulo: Loyola, 1992.
HOBSBAWN, Eric. O novo século. São Paulo: Cia das Letras, 2000.
---------. O breve século XX. São Paulo: Cia das Letras, 1997.
---------. Pessoas extraordinárias. Resistência, rebelião e jazz. São Paulo: Paz e Terra,
1999.
71
4ª FASE
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DOS ANOS INICIAIS
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Análise e reflexão crítica da realidade do Ensino Fundamental – Anos Iniciais. Prática
pedagógica relacionada dialeticamente com a teoria. Organização e aplicação de métodos
de ensino visando a construção de conhecimento dos conteúdos, de 1 a. à 4a. séries, nos
diferentes níveis de formação do sujeito social.
Bibliografia Básica:
ALVES, Gilberto Luiz. A produção da escola pública contemporânea. Campo Grande,
MS: UFMS; Campinas SP: Autores Associados, 2001.
ARROYO, Miguel. G. Imagens Quebradas: Trajetórias e Tempos de alunos e mestres.
Petrópolis, RJ; Vozes, 2004.
BITTENCOURT, Circe. (Org.) O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto,
1998.
Bibliografia Complementar:
CUNHA, M.I. O bom professor e sua prática. São Paulo: Papirus, 1999.
ELIAS, M. C. Célestin Freinet. Uma pedagogia de atividade e cooperação. 3 ed.
Petrópolis: Vozes, 1999.
CANDAU, Vera Maria. (Org) Reinventar a Escola. Petrópolis; vozes, 2000.
72
4º FASE
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
A Geografia no âmbito da educação básica (educação infantil, ensino fundamental);
Orientação; Mapeamento; Espaço; Construção do Espaço. Princípios e métodos do
ensino da geografia.
Bibliografia Básica:
CARLOS, Ana Fani Alessandri (Org.). A Geografia na Sala de Aula. Contexto. São
Paulo.2.007.
CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos, CALLAI Helena Copetti e KAERCHER,Nestor
André. Ensino de Geografia – Práticas e Textualizações no Cotidiano. Mediação.
Porto Alegre. 2.006.
COELHO, Marcos de Amorim. Geografia Geral - O Espaço Natural e Sócio
econômico. Moderna. São Paulo. 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR :
ANDRADE, Manuel Correia de. Uma Geografia Para o Século XXI – 5.ª Edição.
Papirus. São Paulo. 2.004.
CADERNO CEDES. Ensino de Geografia. Papirus. São Paulo. 1996
DOLLFUS, Oliver. O Espaço Geográfico. Beltrand Brasil. Rio de Janeiro. 1991.
LUCCI, Elian Alabi, BRANCO, Anselmo Lazaro e MENDONÇA, Cláudio. Geografia
Geral e do Brasil. Saraiva. São Paulo (SP). 2003MAGNOLI, Demétrio e ARAUJO, Regina. A
Nova Geografia. Estudos de Geografia Geral. Moderna. São Paulo. 1995.
73
4ª Fase
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Tempo em seus múltiplos aspectos; Tempo cronológico – tempo do relógio, dos dias, da
sequencia dos meses, dos anos que seguem calendários diferenciados; Noções de
espaço – relações topológicas; Relações Projetivas, Relações Euclidiana; Relações
Sociais; Relações de Produção; O cotidiano como produto da sociedade; Memória e
Identidade; Orientação no uso de documentos históricos.
Bibliografia:
BLOCH, Marc. Introdução à história. Europa-América, Sintra, 1976.
CARDOSO, Ciro Flamarion. Narrativa, sentido, história. Papirus, Campinas, 1997.
BRIGNOLI, Héctor Pérez. Os métodos da história. Graal, Rio de Janeiro, 1983.
Bibliografia Complementar:
VAINFAS, Ronaldo (Org.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia.
Campus, Rio de Janeiro, 1997.
CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Forense Universitária, Rio de Janeiro, 2002.
74
4ª FASE.
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DA CIÊNCIA
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Introdução aos fundamentos teóricos da ciência. Concepção do que é ciência. O ensino
de Ciências no Brasil. O conteúdo de ciências na Educação Infantil e no Ensino
Fundamental. Análises de livros didáticos voltados ao conhecimento das ciências. Por que
estudar Ciências? O que estudar em Ciências? A experimentação no ensino de Ciências.
Projetos inovadores no ensino de ciências no Brasil. O Currículo das Ciências Concepção
problematizadora no ensino de Ciências.
Bibliografia Básica:
ANGOTTI. J. A. Solução alternativa para formação de professores de Ciências. São
Paulo: IFUSP/FEUSP. 1982. (tese de mestrado).
______. Ensino de Ciências. Fundamentos e métodos. São Paulo, 2003.
ASTOLFI, J.P. DEVELAY, M. A Didática das ciências. São Paulo: Papirus, 1991.
CASTILHO, N. O professor de ciências naturais e o livro didático. Florianópolis (s.n.),
1995. (dissertação de mestrado)
CHALMERS, A. F. O que é ciência afinal? São Paulo: Moderna, 1994.
CHASSOT, A. A ciência através dos tempos. São Paulo: Moderna, 994.
Bibliografia Complementar:
DELIZOICOV, D. ANGOTTI, J. A.A metodologia do ensino de ciências. São Paulo:
Cortez, 2003.
DELIZOICOV. D. Concepção problematizadora do ensino de ciências na educação
formal. São Paulo: IFUSP/ FEUSP. 1982. (tese de mestrado).
DELIZOICOV. D.; ANGOTTI. J. A. Física. São Paulo: Cortez, 1994.
DELIZOICOV. D.; ANGOTTI. J.A. Metodologia do ensino de Ciências. São Paulo:
Cortez, 1994.
75
5 ª FASE.
EDUCAÇÃO E SEXUALIDADE
EMENTA
A importância e os limites na transmissão cultural especificamente a cultura da
sexualidade. Estudo do desenvolvimento sexual da criança e do adolescente. Uma
compreensão da sexualidade humana por meio da visão psicológica e biológica.
Situações próprias á sexualidade infantil a partir da descoberta do seu corpo e das
diferenças de sexo. Análise e resignificação dos preconceitos no desenvolvimento
da criança a partir da sala de aula.
BIBLIGRAFIA Básica:
HOUILLON, C Sexualidade. Ed. Guanabara, 2003.
KNIGLT, J. F. a Vida Começa Assim. Educação Sexual Para Crianças. Rio de
Janeiro: casa Publicadora, 1985.
LEITE, E. Educação sexual. Sexo com Amor Carinho e Segurança. São Paulo: Eber
– Editora Brasil. 1998.
Bibliografia Complementar:
LIMA, H. Educação Sexual para Adolescentes. Rio de Janeiro: Iglu, 1995.
MATTHEWS. D.P. Educação Sexual Perguntas e respostas. Portugal: São Paulo:
Eko, 1988.
MINNE, B. Educação Sexual Com Perguntas e Respostas, Portugal: Estampa, 1987.
SUPLICY, M. Sexo Para Adolescente. São Paulo: FTD.
ZARDONI, R: PARAZZOLI, S. Educação Sexual. 10 a 13 anos. São Paulo: Paulus,
1999.
76
5 ª FASE
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Conceituações de educação física. Movimento humano. Corporeidade, corporalidade.
Psicomotricidade. Jogos em Wallon Vigotsky Piaget. Importância da educação física na
escola. Contribuições da educação física para o professor em sala de aula. Sugestões de
materiais alternativos.
Bibliografia Básica:
BUENO, Jocian Machado. Psicomotricidade Teoria& Prática. São Paulo: Lovise, 1998.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:
1997
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia de Ensino da Educação Física. Cortez: São Paulo,
1992.
DARIDO, Suraya C. Educação Física na Escola: Questões e Reflexões. Guanabara-Koogan:
Rio de Janeiro, 1999.
Grupo de Trabalho Pedagógico. Visão Didática da Educação Física. Livro
Rio de Janeiro, 1987.
técnico. S.A.
JUNIOR, Alfredo G. Didática de Educação Física. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987.
MATTOS, M. G. & NEIRA, M. G. Educação Física Infantil: construindo o movimento
escola. São Paulo, Phorte, 1999.
na
77
5ª FASE
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Linguagem e língua. As concepções de linguagem e ensino de língua materna.
Parâmetros Curriculares Nacionais. A linguagem como prática social. Linguística textual:
Gêneros textuais orais e escritos na escola. O texto de aluno em fase inicial de
escolarização: coesão e coerência. Leitura e produção de textos. Oficina de leitura e
produção de textos.
Bibliografia Básica:
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização de linguística. Ed. Scipione. 1999.
KATO, Mary A.. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolinguística. Ed. Ática. 1995.
VIGOTSKI, L S., LURIA, A. R., LEONTIEV, A. N.. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem.
Ed. Ícone. 1998
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça ,Linguística aplicada ao português : 9.ed. ,morfologia / ,Cortez ,
,9.ed. - ,1997.
SILVA, Thais Cristófaro ,Fonética e fonologia do português 5.ed. ,roteiro de estudos e guia de
exercícios ,Editora Contexto , ,5.ed. ,2001
GERALDI, Wanderley. O Texto em Sala de Aula. 2 ed. São Paulo: Ática, 1999.
78
5ª FASE
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Tendências da educação matemática no Brasil e no mundo. A matemática e os PCNs.
Tendências metodológicas no ensino da matemática. Matemática e a pesquisa.
Resoluções de problemas. Tratamento de informações. Geometria. Multiplicação. Divisão.
Números inteiros e fracionais. Conceitos de áreas.
Bibliografia BÁSICA
D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Da realidade à ação: reflexão sobre educação e matemática.
Campinas: Summus/Unicamp,1986.
CERQUETI-ABERKANE, Françoise. O Ensino da Matemática na Educação Infantil. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1997.
PARRA, Cecília. Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1996.
DANYLUK, Ocsana. Alfabetização Matemática: as primeiras manifestações da escrita
infantil.2ª ed. Porto Alegre; Sulina, 2002
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DANTE, Luiz Roberto. Didática da resolução de Problemas de matemática. São Paulo: Ática,
1989.
D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Etnomatemática. São Paulo: Ática, 1990.
_________. Da realidade à ação: reflexão sobre educação e matemática. Campinas:
Summus/Unicamp,1986.
SMOLE, Kátia Cristina Stocco. A Matemática na Educação Infantil: a teoria das inteligências
múltiplas na prática escolar. , Porto Alegre: Artmed, 1996.
SMOLE, Kátia Cristina Stocco e DINIZ, Ignez Maria. Ler, escrever e resolver problemas. Porto
Alegre: Artmed, 1998.
79
5ª FASE
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Educação Especial. Conceitos. Definições. O aluno de necessidades especiais. Estrutura
e Funcionamento da Educação Especial. Modalidades de Atendimento na Educação
Especial. Salas de Recursos. Centros de Atendimento Especializado. Itinerância.
Instituições especializadas. Deficiência mental. Deficiência visual. Surdez. Deficiência
física. Superdotação / altas habilidades. Condutas típicas. Estudo de casos. Educação
Inclusiva. A escola de qualidade para todos.
Bibliografia:
BAPTISTA, Claudio R. e JESUS, Denise (Org,). Avanços em Políticas de Inclusão. Porto
Alegre, Mediação, 2009
Educação Especial: diálogo e pluralidade. Porto Alegre, Mediação, 2009
SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Educação. Política de Educação Especial de
Santa Catarina. São José, FCEE, 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Educação. Programa Pedagógico. São José,
FCEE, 2006
GOMES, Márcio. Construindo as trilhas para a Inclusão. Rio de Janeiro, Vozes, 2009.
JANNUZZI, Gilberta. A Educação do Deficiente no Brasil. Campinas, Autores Associados,
2004.
GOFFMAN, Erving. Estigma. Rio de Janeiro, Guanabara, 1988.
10 Questões sobre a Educação Inclusiva da Pessoa com Deficiência Mental. São Paulo
Avercamp, 2006.
80
5ª FASE
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
A educação brasileira: colônia, império. A educação na Primeira República: o entusiasmo
pela educação e o otimismo pedagógico, os conflitos pedagógicos a organização escolar,
as influências do escolanovismo
e positivismo no Brasil. A educação no governo Getúlio
Vargas: reformas, conflitos, manifestos, organização do ensino, criação do ministério da
educação, legislação. A educação no período dos governos populistas. A educação
brasileira durante a ditadura militar. As leis de diretrizes e bases da educação nacional. A
educação na nova republica e na contemporaneidade.
Bibliografia:
ARANHA, Maria Lucia de Arruda. História da educação. São Paulo: Moderna, 1996.
CARVALHO, Laerte Ramos de. As reformas pombalinas da instrução pública. São
Paulo: Saraiva, 1978.
CARNOY, Martin. Educação, economia e estado. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1990.
CUNHA, Célio da. Educação e autoritarismo no estado novo.
Cortez: Autores Associados, 1989.
2.ed. São Paulo:
CUNHA, Luiz Antônio. A universidade temporã. 2. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves,
1986.
Bibliografia Básica:
-----. A universidade crítica. 2. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1989.
-----. A universidade reformada. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988.
GERMANO, José Wellington. Estado militar e educação no Brasil. São Paulo: Cortez,
1993.
GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. História da educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1992.
RIBEIRO, Darci. O povo brasileiro. São Paulo: Círculo do Livro, 1995.
ROMANELLI, Otaíza de O.
Petrópolis: Vozes, 1989.
História
da Educação Nacional: 1930-1973.
11. ed.
81
6ª FASE.
LIBRAS
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Histórico e legislação; A linguagem de sinais; Alfabeto em Libras; Estrutura linguística da
Libras; Aquisição da linguagem pela criança surda; Introdução a gramática de Libras
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
QUADROS, R. M. Educação de surdos ,a aquisição da linguagem, Editora Artmed, 1997
BALLANTYNE, J. ,Surdez 5.ed. Editora Artmed, 5.ed. - ,1995
CAPOVILLA, F. C. & RAPHAEL, W.D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de
Sinais Brasileira. Volumes I e II São Paulo: Edusp – Editora Universidade de São Paulo, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GESSER, A. Libras que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da Língua de Sinais e da
realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
QUADROS, R. M. & KARNOPP, L.B. Língua Brasileira de Sinais – Estudos Linguísticos. Porto
Alegre: Artemed, 2003.
82
6ª FASE
TEORIAS CURRICULARES. Créditos: 04 Carga horária: 40 horas
Ementa:
Conceitos de currículo. Fundamentos do Currículo. Concepções de currículo. O conceito
de globalização. A interdisciplinaridade do conhecimento. Ideologia e currículo. A política
do conhecimento oficial. Avaliação do currículo. Proposta Curricular de Santa Catarina.
Parâmetros
curriculares
Nacionais.
Currículo:
debates
contemporâneos; Desafios
curriculares; O pensamento curricular no Brasil; As Diretrizes Curriculares; A articulação
currículo e cultura; Currículo da educação básica: concepção, estrutura e avaliação; O
currículo e o conhecimento em rede.
Bibliografia Básica:
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais, 1997.
SANTA CATARINA. Proposta Curricular de Santa Catarina, 1998.
TYLER, Ralph w. Princípios Básicos de currículo e ensino. Porto Alegre: Globo, 1976.
SACRISTÁN, Gimeno. Currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: Artes
Médicas,1998.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Nº 9.394/96 de 20/12/1996.
Parecer CNE nº 002/06.
SILVA, Tonaz Tadeu da. Documentos de Identidade: uma introdução as teorias do
currículo. 2. Ed. Belo Horizonte: autentica, 2003.
Bibliografia complementar:
GOODSON, Ivor F. Currículo: Teoria e História. Petrópolis: Vozes, 1995.
JUNIOR DOLL, Willian E. Currículo: uma perspectiva pós-moderna. Porto Alegre:
Artes Médicas,1997.
LOPES, Alice Casimiro. MACEDO, Elizabeth.
contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2002
(Orgs.)
Currículo:
Debates
MOREIRA, Antonio Flávio B. (org.) Currículo: Questões atuais. Campinas: SP: Papirus,
1997.
MOREIRA, Antonio Flávio; SILVA, Tomás Tadeu. Currículo, cultura e sociedade. São
Paulo: Cortez, 1997.
83
6ª FASE.
AVALIAÇÃO DO ENSINO.
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Pressupostos
epistemológicos
da
educação.
Êxito
e
fracasso
escolar
como
representação. Concepção dialética da educação. O significado do testar e do medir.
Procedimentos habituais de avaliação. Avaliação e construção do conhecimento.
Avaliação institucional como apoio à avaliação pedagógica. As novas propostas de
avaliação para o processo pedagógico. A avaliação e os aspectos legais.
Bibliografia Básica:
BANDIERA, M. A influência da avaliação oral do professor no processo ensino -aprendizagem.
Erechim, Ed. São Cristóvão, 2001.
HOFFMANN, J. Avaliação mediadora, uma prática em construção da pré-escola à universidade.
Porto Alegre, Ed. Educação e Realidade, 1996, 9ª edição.
LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo, Ed. Cortez, 2001,11ª.Edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEMO, P. Avaliação qualitativa. 2ª Edição, SP., Cortez, 1988.
HAYDT, R.C. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. São Paulo, Ed. Ática,6ª.Edição,2004.
LIMA, A. de O. Avaliação escolar – julgamento x construção. Petrópolis, Ed. Vozes,1994, 2ª
edição.
ROMÃO, J. E. Avaliação dialógica – desafios e perspectivas. SP., Ed. Cortez, 1998.
VASCONCELLOS, C. dos S. Avaliação – concepção dialética – libertadora do
processo de
avaliação escolar. SP, Cadernos Pedagógicos do Libertad, 1995,5ª edição.
84
6ª FASE.
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
Créditos: 04
Carga horária: 60horas
Ementa: Educação de Jovens e Adultos: a) Trajetória histórica; b) Influência de fatores
históricos; c) A experiência de Paulo Freire. Conceito de Educação: Análise crítica das
principais concepções. Educação infantil e Educação de adultos. Problemas atuais
relacionados com a Educação de Jovens e Adultos: a) A questão curricular; b) A função
social escrita; c) Questões sobre a avaliação na Educação de Jovens e Adultos; d) O
jovem e o adulto na sociedade atual; A formação do educador.
Bibliografia:
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização & Linguística. São Paulo, Scipione, 1990.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização sem Ba, Bé, Bi, Bó, Bu. São Paulo, Scipione,
1999.
ACOOK-GUMPERZ, jenny ( Org). A construção Social da Alfabetização. Porto Alegre:
artes Médicas, 1991.
ALFABETIZAÇÃO SOLIDÁRIA E INSTITUTO UNIBANCO (ORG.) Premio Instituto
Unibanco de educação de jovens e adultos. São Paulo: Unimarco, 2006.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Saber e ensinar: três estudos de educação popular.
Campinas, Papirus, 1984.
Bibliografia Complementar:
GADOTTI, Moacir e Romão, José E. (orgs.). Educação de Jovens e Adultos. Teoria,
prática e proposta, São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2001.
FARACO, C. A. Escrita e alfabetização. São Paulo: Contexto, 1994.
FERREIRO, Emília. Alfabetização em Processo. São Paulo: Cortez, 1986.
85
6ª FASE
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Didática - pressupostos teórico-metodológicos numa perspectiva histórica-crítica da
Educação. A Didática no processo de ensino e de aprendizagem - concepções teóricas.
Problematização da prática pedagógica.
Bibliografia Básica:
ANDRÉ, Marli Elisa D.A., OLIVEIRA, Maria Rita N.S. (Org.), CALDEIRA, Ana Maria S.,
et al. Alternativas do Ensino da Didática. Campinas, S.P.: Papirus, 1997.
CANDAU, Vera Maria. A Didática em Questão. 22 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2003.
DEMO. Pedro. Participação é Conquista. São Paulo: Cortez, 1988.
____________. ABC Iniciação à Competência Reconstrutiva do Professor Básico.
Campinas, S.P.: Papirus, 1995.
Bibliografia Complementar:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia – saberes necessários à prática educativa.
São Paulo: Paz e Terra, 1996.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1991.
86
6ª FASE
ESTAGIO I. – OBSERVAÇÃO E PRATICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL.
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Realização de projeto para a observação da prática docente e do cotidiano escolar em
instituições de educação infantil e Pratica de docência na educação infantil. Leituras e
análises pertinentes ao contexto observado. Produção de relatório de estágio.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Jane S. de. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de
professores. in Cadernos de Pesquisa. nº 93. São Paulo : 1995.
ANDRÉ, M.E.D.A., LÜDKE, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São
Paulo: EPU, 1986.
CUNHA, Maria I. da. O bom professor e sua prática. 5ª.ed. Campinas, SP : Papirus,
1995.
FREITAS, Helena C. L. de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino
e nos estágios. Campinas, SP : Papirus, 1996.
Bibliografia Complementar:
FREITAS, Helena C. L. de. Trabalho, relação teoria-prática e o curso de pedagogia. In
KENSKY, Vani M. A vivência escolar dos estagiários e a prática de pesquisa em estágios
supervisionados. in PICONEZ, Stela C. B. (Org.). A prática de ensino e o estágio
supervisionado. 2.ed., Campinas, SP : Papirus, 1994.
PIMENTA, Selma G. O estágio na formação do professor: unidade, teoria e prática?.
2.ed., São Paulo : Cortez, 1995.
87
6ª FASE.
ESTAGIO II. OBSERVAÇÃO E PRATICA PEDAGÓGICA NOS ANOS INICIAIS.
4 CREDITOS.
CARGA HORÁRIA: 60 horas
EMENTA.
Realização de projeto para a observação da prática docente e do cotidiano escolar em
instituições de educação nos anos iniciais do ensino fundamental e Pratica de docência.
nos anos iniciais do ensino fundamental. Leituras e análises pertinentes ao contexto
observado. Produção de relatório de estágio.
Bibliografia:
ALMEIDA, Jane S. de. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de
professores. in Cadernos de Pesquisa. nº 93. São Paulo : 1995.
ANDRÉ, M.E.D.A., LÜDKE, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São
Paulo: EPU, 1986.
CUNHA, Maria I. da. O bom professor e sua prática. 5ª.ed. Campinas, SP : Papirus,
1995.
FREITAS, Helena C. L. de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino
e nos estágios. Campinas, SP : Papirus, 1996.
FREITAS, Helena C. L. de. Trabalho, relação teoria-prática e o curso de pedagogia. In
KENSKY, Vani M. A vivência escolar dos estagiários e a prática de pesquisa em estágios
supervisionados. in PICONEZ, Stela C. B. (Org.). A prática de ensino e o estágio
supervisionado. 2.ed., Campinas, SP : Papirus, 1994.
PIMENTA, Selma G. O estágio na formação do professor: unidade, teoria e prática?.
2.ed., São Paulo : Cortez, 1995.
88
7ª FASE.
GESTÃO ESCOLAR
06 créditos.
Carga horária: 90 horas.
EMENTA:
Introdução á gestão de pessoas. Evolução da área de gestão de pessoas. Formação
e desenvolvimento de pessoal. Avaliação de desempenho por competências;
liderança e conflito; Contextos de mudanças; talentos humanos. Formação de
equipes. Relações interpessoais.
BIBLIOGRAFIA BASICA:
LIBANEO, José Carlos. OLIVEIRA, João Ferreira de. TOSCHI, Mirza Seabra. Educação
Escolar: políticas, estrutura e organização. 2 ed. São Paulo. Cortez, 2005.
LUCK, Heloísa. Gestão educacional – Uma questão paradigmática – volume I.Série
Cadernos de Gestão. 2 ed. Petrópolis. RJ. Vozes.2006.
LUCK, Heloisa. Concepções e processos democráticos de Gestão educacional – Vol
II. Série Cadernos de Gestão. 2 ed. Petrópolis. RJ. Vozes.2006.
Bibliografia complementar:
LUCK, Heloisa. A gestão participativa na escola – Volume III. Série Cadernos de
Gestão. 2 ed. Petrópolis. RJ. Vozes.2006.
MOLEVADE, João e SILVA, Maria Abdia. Quem manda na educação no Brasil?
Brasília. Idea Editora.
BRASIL. Ministério da Educação. Constituição Federal de 1988. Brasília, 1999 .
89
7ª FASE
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
Ementa:
Histórico, conceito, objetivos, princípios e finalidades da Educação Ambiental. O
surgimento da Educação Ambiental. Meio Ambiente e representação social. Concepções
e Práticas de Educação Ambiental. A Educação Ambiental nos documentos oficiais. Os
problemas ambientais. Educação Ambiental no espaço formal. Práticas interdisciplinares,
metodologias e as vertentes da Educação Ambiental. A pesquisa em Educação
Ambiental.
Bibliografia Básica:
MORO, PAULO ROGÉRIO. A Educação Ambiental e a formação de professores. Ponta Grossa: Universidade
Estadual de Ponta Grossa, 2002.83p.
DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. 6. ed. rev. e ampl. pelo autor. São Paulo:
Gaia,2000.
DIAS, G. F. Os quinze anos da educação ambiental no Brasil: um depoimento. Em Aberto, v.
10, n. 49, jan/mar, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GUIMARÃES Mauro (ORG.) Caminhos da Educação Ambiental, Campinas, SP: Papirus, 1995.
GUIMARÃES, M. A formação de educadores ambientais. Campinas-SP: Papirus, 2004.
EDUCAÇÃO ambiental: questões ambientais conceitos, história, problemas e alternativas. Brasília:
Ministério do Meio Ambiente, 2001. 396p.ISBN- 87166-19-0.
90
7ª FASE
TECNOLOGIA EM EDUCAÇÃO
Créditos: 06
Carga horária: 90 horas
Ementa:
Tecnologia educacional no Brasil, evolução histórica, contexto atual, perspectiva futura,
vantagens e desvantagens da
Informática Educativa, fundamentos
e
Introdução à
Informática Educativa, o uso do computador na educação, Psicopedagogia e Informática
software educativos - Avaliação de software educativos. TVs e outros meios multimídias e
audiovisuais. Utilização dos recursos informáticos na utilização sistemática pelo professor.
BIBLIOGRAFIA
BRITO, Glaucia da Silva; PURIFICAÇÃO, Ivonelia da. Educação e novas tecnologias. 2.
ed. São Paulo, IBPEX, 2008.
DEMO, Pedro. Educação Hoje - "novas" Tecnologias , pressões e oportunidades. São Paulo:
Atlas, 2009.
FREIRE, Wendel. (org). Tecnologia e educação. As mídias nas técnicas docente. São
Paulo: WAK, 2008.
HERNANDEZ. Fernando; SANCHO, Juana M. Tecnologias para transformar a
educação. São Paulo: Artemed Sul, 2006.
TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na educação. 8. ed. São Paulo: Erica, 2008
91
REDAÇÃO, RESUMO, RESENHA E ARTIGOS.
Créditos: 04 Carga horária: 60 horas
Ementa:
Produção de textos, coesão textual e gramatical. Resumos. Resenhas. Artigos.
Bibliografia:
ABREU, A. S. Curso de redação. São Paulo: Ática, 1989.
BARTHES, Roland. O prazer do texto. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1999.
CANDIDA, V. G. Como analisar narrativas. 7ª ed. São Paulo: Ática, 1999.
CHALHUB, Samira. Funções da linguagem. 9ª ed. São Paulo: Ática, 1999.
DIAZ BORDENAVE, Juan. O que é comunicação. São Paulo: Nova Cultural/Brasiliense,
1986.
Bibliografia Complementar:
FARACO, Carlos A. e TEZZA, C. Oficina de texto. Curitiba: OFF-CIR, 1998
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991.
GRANATIC, Branca. Redação, humor e criatividade. São Paulo: Scipione, 1996.
GUIMARÃES, E. A articulação do texto. 8ª ed. São Paulo: Ática, 2000.
KOCH, Igedore Villaça & TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. São Paulo:
Contexto, 1998.
MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. 13ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1991.
PENTEADO, J. R. Whitaker. A técnica da comunicação humana. 7ª ed. São Paulo:
Pioneira, 1997.
VANOYE, Francis. Usos da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1981.
92
7ª FASE
CREDITOS 04
CARGA HORARIA 60
ESTAGIO III. OBSERVAÇÃO E PRATICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS
E ADULTOS.
EMENTA:
Realização de projeto para a observação da prática docente e do cotidiano escolar em
instituições de educação de jovens e adultos do ensino fundamental e Pratica de
docência nos anos iniciais do ensino fundamental. Leituras e análises pertinentes ao
contexto observado. Produção de relatório de estágio
Bibliografia:
GADOTTI, Moacir e Romão, José E. (orgs.). Educação de Jovens e Adultos. Teoria,
prática e proposta, São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2001.
COOK-GUMPER.
A Construção Social da Alfabetização. Ed. Artes Médicas. Porto
alegre, 2002.
BRASIL. Ministério da Educação. Constituição Federal de 1988. Brasília, 1999.
BRASIL. Ministério da Educação e do desporto. Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional. Lei n. 9394, de 20 de dezembro de 1996. Brasília, 1996.
Bibliografia Complementar:
TFOUNI, Leda Verdiani. Adultos não alfabetizados: o avesso do avesso. Campinas,
São Paulo, Pontes, 1998.
ALFABETIZAÇÃO SOLIDÁRIA E INSTITUTO UNIBANCO (ORG.) Premio Instituto
Unibanco de educação de jovens e adultos. São Paulo: Unimarco, 2006.
SERVIÇO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. Cadernos do Mova – POA
1,2,3,4. Prefeitura de Porto Alegre, 1996.
93
7ª FASE.
Créditos 04
Carga horária: 60 horas.
ESTAGIO IV- Observação e Pratica Pedagógica em Educação Especial.
EMENTA:
Realização de projeto para a observação da prática docente e do cotidiano escolar em
instituições de educação de jovens e adultos do ensino fundamental e Pratica de
docência nos anos iniciais do ensino fundamental. Ou em instituições que ofereçam
ensino regular que atendam alunos de inclusão em salas de atendimento educacional
especializado ou na modalidade de segundo professor. Leituras e análises pertinentes ao
contexto observado. Produção de relatório de estágio
Bibliografia:
FERREIRA, Léslie Piccolotto. Fonoaudiólogo e a Escola. São Paulo: Summus, 1991.
GLAT, Rosana & KADLEC, Verena Pamela S. A criança e suas deficiências – métodos e
técnicas de atuação psicopedagógica. Rio de Janeiro, Agir, 1989.
JANNUZZI, Gilberta. A luta pela Educação do deficiente mental no Brasil. São Paulo, Cortez,
1985.:
QUADROS, R. M. Educação de surdos ,a aquisição da linguagem, Editora Artmed, 1997.
Bibliografia Complementar:
BALLANTYNE, J. ,Surdez 5.ed. Editora Artmed, 5.ed. - ,1995
CAPOVILLA, F. C. & RAPHAEL, W.D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de
Sinais Brasileira. Volumes I e II São Paulo: Edusp – Editora Universidade de São Paulo, 2001.
VAYER, Pierre & RONCIN, Charles. Integração da criança deficiente à classe.
São Paulo: Manole, 1989.
REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL - Vol. I, II, III, IV e V. Ed. Eletrônica
Gráfica UNIMEP, 1995.
94
8ª FASE.
Créditos: 04
Carga horária: 60 horas
ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA.
Ementa:
Sistema Educacional de uma sociedade x sistema escolar. A escola Básica Brasileira e
sua vinculação com o contexto social, político e econômico. Organização dos sistemas de
ensino; Políticas educacionais e legislação de ensino Sistemas Educacionais; Realidade
da Educação Brasileira; PNE – Plano Nacional de Educação; PEE – Plano Estadual de
Educação; PME – Plano Municipal de Educação. A profissão do Magistério.
Bibliografia:
LIBÂNEO, J. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. 3. ed. São
Paulo: Cortez, 2006.
FAVERO, O. A educação nas Constituições brasileiras: 1823-1988: Campinas, SP:
Autores Associados, 1996
BRASIL/MEC. Lei de diretrizes e bases da Educação nº. 9394/96.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRZEZINSKI, I. (org.) LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São
Paulo: Cortez, 2001.
COSTA, M. A educação nas Constituições do Brasil: dados e direções. Rio de
Janeiro: DP & A, 2002.
ROMANELLI, O. História da educação brasileira (1930/1973). 25. ed. Petrópolis:
95
Vozes, 2001.
8ª FASE.
Credito. 04
Carga Horária: 60 h
ESTAGIO V- Observação e Pratica Pedagógica em Gestão Escolar.
EMENTA:
Leituras e análises pertinentes ao contexto de atuação do estagio supervisionado
obrigatório. Atribuições legais ao gestor escolar.
Observação da pratica do gestor
escolar. Elaboração e defesa de um projeto próprio de gestão escolar.
Bibliografia:
ALMEIDA, Jane S. de. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de
professores. in Cadernos de Pesquisa. nº 93. São Paulo : 1995.
ANDRÉ, M.E.D.A., LÜDKE, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São
Paulo: EPU, 1986.
CUNHA, Maria I. da. O bom professor e sua prática. 5ª.ed. Campinas,SP : Papirus,
1995.
FREITAS, Helena C. L. de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino
e nos estágios. Campinas, SP: Papirus, 1996.
Bibliografia Complementar:
FREITAS, Helena C. L. de. Trabalho, relação teoria-prática e o curso de pedagogia. In
BRZEZINSKI, I. (Org.) Formação de professores: Um desafio. Goiânia: UCG, 1996.
KENSKY, Vani M. A vivência escolar dos estagiários e a prática de pesquisa em estágios
supervisionados. in PICONEZ, Stela C. B. (Org.). A prática de ensino e o estágio
supervisionado. 2. ed., Campinas, SP: Papirus, 1994.
PIMENTA, Selma G. O estágio na formação do professor: unidade, teoria e prática?
2.ed., São Paulo : Cortez, 1995.
96
8ª FASE.
Créditos : 04
Carga horária: 60 h
PESQUISA SOBRE EDUCAÇÃO.
Ementa:
Desenvolvimento de estágio de pesquisa e prática pedagógica em área delimitada pelo interesse do(a)
acadêmico(a), com apreciação e aprovação do Colegiado do Curso. Leituras e análises pert inentes ao
contexto de atuação do estagio supervisionado obrigatório. Produção de relatório do estágio. Construção
de referencial teórico e metodológico cujo estudo servirá de aporte a disciplina de Trabalho de Conclusão
de Curso.
Bibliografia:
ALMEIDA, Jane S. de. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de
professores. in Cadernos de Pesquisa. nº 93. São Paulo: 1995.
ANDRÉ, M.E.D.A., LÜDKE, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São
Paulo: EPU, 1986.
CUNHA, Maria I. da. O bom professor e sua prática. 5ª. ed. Campinas, SP : Papirus,
1995.FREITAS, Helena C. L. de. O trabalho como princípio articulador na prática de
ensino e nos estágios. Campinas, SP: Papirus, 1996.
FREITAS, Helena C. L. de. Trabalho, relação teoria-prática e o curso de pedagogia. In
BRZEZINSKI, I. (Org.) Formação de professores: Um desafio. Goiânia: UCG, 1996.
KENSKY, Vani M. A vivência escolar dos estagiários e a prática de pesquisa em estágios
supervisionados. in PICONEZ, Stela C. B. (Org.). A prática de ensino e o estágio
supervisionado. 2.ed., Campinas, SP : Papirus, 1994.
97
8ª FASE.
Credito 06.
Carga horária: 90
TCC – Trabalho de Conclusão de Curso. ( Redação Contemplando todas as fases do
curso )
EMENTA:
Delimitação do contexto da pesquisa; Formulação da situação critica da pesquisa;
Delineamento da pesquisa; coleta de dados; Análise e interpretação dos dado-resultados;
Redação do relatório; Defesa pública do TCC.
BIBLIOGRAFIA:
A bibliografia para a construção dos Trabalhos de Conclusão de Curso obedecerão
as temáticas trabalhadas pelos acadêmicos e em conformidade ás orientações de
seus respectivos professores e que estejam disponíveis na biblioteca.
98
8 ª FASE
Créditos: 04
Carga horária: 60
SEMINÁRIO SOCIALIZAÇÃO DA PESQUISA/TCC.
Ementa:
Disciplina destinada a elaboração de trabalhos de apresentação dos resultados da
pesquisa, do TCC, seguindo-se as etapas: qualificação do TCC, socialização à
comunidade acadêmica envolvida e defesa pública do TCC.
BIBLIOGRAFIA:
Conforme a utilizada na elaboração do TCC.
99
ANEXO II
PLANOS DE ENSINO:
1º FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia - Regime Especial
Professor: ROMILDO CAREGNATO - e-mail: [email protected]
Período/ Fase: I
Semestre: segundo
Disciplina: Português
Ano: 2013
Carga Horária: 60 horas.
EMENTA
COESÃO E COERÊNCIA
COMUNICAÇÃO.
TEXTUAIS.
ARGUMENTAÇÃO.
TEORIA
DA
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Oferecer ao acadêmico conhecimentos indispensáveis para um bom desempenho
linguístico, tanto na comunicação oral quanto na escrita, elevando o padrão da língua
portuguesa, sem perder a concepção de que a comunicação nada mais é do que um
ato de contato e de amor ao próximo, devendo ser feita para a transformação da vida,
permitindo ao acadêmico, através de bases teóricas, o uso do seu idioma com maior
segurança e conhecimento.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA





Levar os acadêmicos a refletirem sobre a existência de diferentes variedades
linguísticas e sua relação com situações de discriminação e manifestação de juízo
de valores.
Desenvolver, através da leitura, o senso crítico, a reflexão e a criatividade.
Compreender que a leitura não se esgota na simples decodificação pura da
palavra.
Perceber, através da prática, como se constitui a interação dos indivíduos por meio
da escrita.
Levar o acadêmico a perceber as diversas formas de comunicação, fazendo com
que perceba que a linguagem culta é uma delas e que deve levar em consideração
o repertório.
100
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
A disciplina de Português apresenta uma relação de interdisciplinaridade com,
praticamente todas as outras disciplinas, tendo em vista que são ministradas em
português, especialmente naquilo que se refere à interpretação e/ou decodificação de
palavras e de textos.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
A capacidade de interpretação e adaptabilidade com a inovação; de compreender que
a leitura não se esgota na simples decodificação das palavras; de perceber, através da
prática, como acontece a interação entre as pessoas; de produzir textos
contextualizados, observando, a ação de tecer, de entrelaçar as partes para formar um
todo inter-relacionado; de melhorar a comunicação oral e escrita.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – Revisão de conteúdo básico: acentuação gráfica( incluindo a Reforma Ortográfica:
acento diferencial, alfabeto, trema e hífen) – Tonicidade das palavras, Ditongo, hiato e
tritongo, Uso correto da crase – Uso correto dos porquês – Dificuldades mais
frequentes da língua portuguesa – Estrutura da frase – Estrutura do parágrafo.
2- Comunicação : Linguagem, Língua e Fala – Elementos da Comunicação – Funções
da Linguagem – Teorias da Comunicação- A Importância da Leitura – Leitura,
Interpretação e Produção Textual – Concordância Verbal – Concordância Nominal e
Concordância Ideológica.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo será realizada por meio de atividades que facilitem e
estimulem a aprendizagem do acadêmico, sempre com a interação dos alunos e
com a utilização de estratégias de ensino, tais como: Aulas expositivas e
dialogadas, análise e interpretação de textos e de artigos, painel integrado,
método de ensino em grupo e trabalhos de pesquisa.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A avaliação da aprendizagem acontecerá ao longo do processo ensinoaprendizagem, de acordo com a Resolução CONSUN n. 013, de 04 de maio de 2010,
que prevê especificamente em seu artigo 6, que o aluno que obtiver na disciplina
média igual ou superior a seis (6) durante o período letivo e assiduidade não inferior a
75%, será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os acadêmicos terão três momentos para demonstrar a
aquisição dos conhecimentos adquiridos (M1,M2 e M3). Esta análise de aprendizagem
será feita em grupo e de forma individual, com pesos iguais, de acordo com as
especificações a seguir:
M1 = Elaboração de dois parágrafos + Elaboração de Texto sobre Painel
Integrado + Interpretação do Texto: O Professor do Terceiro Milênio ( as três
avaliações terão peso 10,0).
101
M2 = Elaboração de texto sobre tecnologia (tendo por base o texto: “Sociedade,
Tecnologia, Educação e Escola” de Eduardo Chaves) + Resumo de dois livros da
Bibliografia Complementar + Avaliação Participativa ( Desempenho, criatividade,
originalidade, participação nas atividades individuais e de grupo, pontualidade na
execução e na entrega das atividades, assiduidade, interesse e questionamentos
em sala de aula ( Atividades com peso 10,0).
M3 = Prova I ( Conteúdo: Leitura do Livro “Língua e Liberdade” de Celso Pedro
Luft, ou Preconceito Linguístico de Marcos Bagno, ou A Língua de Eulália –
Novela Sociolinguística de Marcos Bagno) + Prova II ( Conteúdo ministrado
durante o semestre letivo, incluindo a revisão) (Peso 10,0).
Observações Importantes:
 As análises de aprendizagem individuais (avaliações), serão constituídas de questões
discursivas e aplicadas em data previamente marcada.
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no
semestre;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso
(manuscrito ou digitado);
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de
cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.
OBSERVAÇÃO - Todo o acadêmico do curso de Pedagogia da fase I, deverá ler
durante o segundo semestre letivo de 2013, no mínimo, dois (2) livros dentre os
apresentados na Bibliografia Complementar e/ou de livros previamente aprovados
102
pelo professor, devendo fazer um resumo de cada um, dizendo o que entendeu
dos mesmos (com a linguagem própria – originalidade) e entregá-los até o dia
23/11/2013.
BIBLIOGRAFIA
10.1 -BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Antônio Fernando de. Português Básico para Cursos Superiores. 3 ed.
São Paulo: Atlas, 1992.
BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37 ed. Rio de Janeiro:
Fronteira, 2009.
MARTINS, Dileta e ZILBERKNOF, Lúcia Scliar. Português Instrumental. 28 ed. São
Paulo, 2009.
10.2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAGNO, Marcos. Preconceito Linguístico. 2 ed. São Paulo: Loyola, 1999.
GERALDI, Wanderley. O Texto em Sala de Aula. 2 ed. São Paulo: Ática, 1999.
GNERRE, Maurizio. Linguagem, Escrita e Poder. 4 ed. São Paulo: Martins Fonte,
2001.
103
1ª FASE
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia I
Professor: Mário Bandiera
Período/ Fase:
I
Semestre: 2º.
Ano: 2013
Disciplina: Psicologia da Educação. Carga Horária: 60 horas/aula
2. EMENTA
Métodos de pesquisa na Psicologia. Noções básicas de psicologia. A percepção
humana. A motivação humana. A emoção no ser humano. A inteligência dos animais,
do homem e suas formas de mensuração e de interpretação. Sua aplicabilidade nos
dias atuais. A psicologia da Gestalt. A Psicanálise – sua história – sua aplicação nas
ciências humanas – de forma especial na psicologia. O comportamento emocional do
ser humano. Teorias da Personalidade. Conflitos, frustrações e ajustamentos.
Comportamentos anormais. A linguagem e o pensamento. Noções de behaviorismo.
3. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Proporcionar ao acadêmico, futuro professor, conhecimentos básicos de Psicologia
para que possa compreender o pensar, o agir, as relações, a mente, a personalidade,
as emoções, a memória e a psique do ser humano para que possa melhor relacionarse consigo mesmo e com os semelhantes, de modo especial, com os alunos..
4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
4.1 - Possibilitar ao aluno base teórica para compreender o ser humano quando, para ,
posteriormente, como professor/educador melhor relacionar-se com ele.
4.2- Fazer com que o aluno conheça as principais características psicológicas de um
ser humano.
4.3 - Estabelecer relações entre as diversas teorias da personalidade.
4.4 – Compreender como o ser humano observa, se emociona, se motiva, resolve seus
conflitos pessoais e como se comunica para melhor entendê-lo e melhor ensina
lo, como professor.
4.5 - Compreender como funciona a linguagem e o pensamento no ser humano..
4.6 - Estudar e conhecer as principais teorias da aprendizagem para poder aplicá-las
em sala de aula.
4.7 - Adquirir os conhecimentos e habilidades necessárias para poder desenvolver
relacionamento harmonioso com os alunos e professores, quando na ativa
104
magisterial.
5. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Todos os componentes curriculares do Curso de Pedagogia.
6. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO

Ser capaz de entender o ser humano como um ser complexo, com suas
características pessoais, gerais. Ser capaz de entender que as pessoas possuem
memória, emoções, sentimentos, percepções, linguagens, conflitos e modos vivendi
diferenciados de acordo com sua cultura e vivências pessoais. Ser capaz de
compreender o ser humano como um todo partindo de sua própria autoconcepção.
7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
7.1 – Métodos de pesquisa na Psicologia.
7.2 – A percepção humana.
7.3 – A motivação humana.
7.4 – A emoção do ser humano.
7.5 – A inteligência e suas formas de mensuração.
7.6 – Psicologia da Gestalt.
7.7 – A Psicanálise.
7.9 – O Comportamento emocional no ser humano.
7.10 – Teorias da Personalidade.
7.11 – Conflitos, Frustrações e ajustamentos.
7.12 – Comportamento anormal.
7.13 – A linguagem e o pensamento.
7.14 – Pensamento. Ele é uma força viva capaz de criar e destruir.
8. ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Aulas expositivas e dialogadas;
 Pesquisas bibliográficas;
 Leituras orientadas;
 Experiências vivenciais;
 Estudos de Casos;
 Estudo em grupo e dirigido;
 Filmes/Vídeos técnicos.
 Seminários.
105
9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
O processo de avaliação será realizado de acordo com a legislação vigente na
UNIARP. Haverá três médias parciais resultantes das notas de provas escritas,
trabalhos escritos individuais, nota de participação em aula atribuída pelo professor
levando em conta a participação, o aproveitamento das aulas, as leituras extras, os
trabalhos apresentados como seminários e a auto avaliação. As provas escritas terão
peso 7,0; as notas de observação do professor peso 1,5 e a auto avaliação da aluno
peso 1,5. Todas as atividades serão orientadas pelo professor, por escrito, a partir do
primeiro dia de aula.
10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA
01 - BARROS, C.S.G. Pontos de Psicologia Geral. SP., Ed. Ática,
2001.
02 – DORIN, Lannoy. Psicologia Geral. S.P., Ed.do Brasil S/A, 1984.
03 – PISANI, Elaine Maria e outros. Psicologia Gerak. P. Alegrem Ed, Vozes
8ª,Ed.1989.
10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
01 – COLL, et Alii. O construtivismo em sala de aula. S Paulo, Ed. Ática, 2002.
02 - FALCÃO, G. M. Psicologia da aprendizagem. S. Paulo, Ed. Attica, 2002.
03 - KRECH, David e CRUTCHFIELD, Richard. Elementos de Psicologia. São
Paulo, Ed. Livraria Pioneira/MEC, 4ª, Ed, 1973.
04 - MATUI, J. Construtivismo – Teoria construtivista sócio histórica aplicada ao
ensino. SP., Ed Moderna, 2002
05 - MYERS, David. Introdução à Psicologia Geral. Rio de Janeiro, LTC Editora,
1999.
.
106
1ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: PEDAGOGIA
Professores: Sonia de Fátima Gonçalves
Período/ Fase: 1ª
Semestre: 2º
Disciplina: Didática Geral
[email protected]
Ano: 2013
Carga Horária: 60 horas/aula
EMENTA
Didática – Pressupostos teórico-metodológico, numa perspectiva histórica crítica da
educação. A didática no processo ensino-aprendizagem, concepções teóricas,
metodologia de ensino e problematização da prática pedagógica.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Proporcionar aos acadêmicos estudo referente a didática e sua importância no cotidiano
escolar
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA

Contextualizar a didática, analisando os determinantes sócio históricos e culturais
da prática pedagógica escolar.
 Compreender em nível reflexivo e critico os pressuposto teóricos de ensino da
didática.
 Refletir a respeito dos elementos teóricos no processo de construção e construção
da didática.
 Refletir criticamente o papel da didática na formação do educador.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
A Didática tem relação interdisciplinar com todas as disciplinas que visam a formação do
profissional de Educação, dentro de uma perspectiva histórica-crítica da educação, sua
relação professor x aluno em sala de aula, bem como todo o processo de
interdisciplinaridade das disciplinas que fazem parte do currículo escolar.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO


Contextualizar a prática pedagógica e procurar repensar as dimensões técnicas e
humanas contextualizando-as;
Analisar as diferentes metodologias explicitando seus pressupostos, o contexto em
que surgiram e a visão de homem, de sociedade, de conhecimento e de educação
107




a que responde;
Elaborar a reflexão didática a partir da análise e reflexão sobre experiências
concretas, procurando trabalhar continuamente a relação entre a teoria e a prática;
Assumir o compromisso com a transformação social, com a busca de práticas
pedagógicas que tornem o ensino eficiente para a maior parte da população;
Ensaiar, analisar, experimentar;
Romper com as práticas profissionais individualistas promovendo o trabalho comum
de professores e especialistas;

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Pressupostos teórico-metodológico
•
•
•
•
A didática numa perspectiva histórica crítica da educação
A didática no processo ensino-aprendizagem
Concepções teóricas
Metodologia do ensino e problematização da prática pedagógica
• Planejamento educacional
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Aulas expositivas;
 Estudos dirigidos;
 Filmes/Vídeos técnicos.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, conforme especificação a
seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), nos seguintes termos:
1ª Média – M1:- Trabalhos em grupo
- Nota de participação, frequência e produção em sala
2ª Média – M2:
- Trabalhos em grupo
- Nota de participação, frequência e produção em sala
3ª Média – M3:
- Trabalhos em grupo
- Nota de participação, frequência e produção em sala
108
Observações Importantes:
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de
cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.
109
1ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professores: Prof. Dr. Joel Haroldo Baade
Período/ Fase: 1ª
Semestre: 1º
Disciplina: História da Educação
Email: [email protected]
Ano: 2013
Carga Horária: 60 horas/aula
EMENTA
História e educação. As origens da Educação. A educação no antigo oriente. A Educação
greco-romana. A educação medieval. A Educação humanista-renascentista e na Reforma.
A educação no Iluminismo. A educação nas correntes socialistas e positivistas. A educação
no século XX. Principais tendências da educação no terceiro milênio.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Proporcionar ampla revisão conceitual e discussão sobre temas pertinentes à História da
Educação.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
 Possibilitar o desenvolvimento de uma visão geral da história da Educação;
 Estimular o desenvolvimento de um pensamento autônomo em perspectiva histórica e
crítica;
 Possibilitar a compreensão da existência de uma diversidade de práticas educativas ao
longo da história humana, que podem ser complementares ou antagônicas;
 Valorizar a diversidade cultural através da compreensão e construção de uma visão crítica;
 Fornecer um conhecimento do passado coletivo da profissão, fomentando a formação de
uma cultura profissional;
 Fazer compreender que a educação é uma construção social, renovando o sentido e a
importância da ação quotidiana de cada educador(a).
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
Esta disciplina relaciona-se, em diferentes sentidos, com todas as disciplinas ao longo do
curso.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO

A capacidade de refletir e avaliar criticamente a realidade à luz do pensamento histórico
crítico. Para isso, é fundamental a participação do discente através do preparo prévio
mediante a realização das leituras previstas e em sala através da interação com a turma.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
 18/02 – Aula 01: Apresentação do programa da disciplina. Introdução à disciplina: a
importância da história da educação. A educação no antigo oriente. Leitura: PILETTI,
1988, p. 42-56 [index 4780].

25/02 – Aula 02: A educação grega. Leitura: PILETTI, 1988, p. 57-72; GADOTTI, 2002,.
110
29-41.

04/03 – Aula 03: A educação romana. Leitura: PILETTI, 1988, p. 73-81; GADOTTI,
2002, p. 42-50.

11/03 – Aula 04: A educação na Idade Média. Leitura: PILETTI, 1988, p.82-102;
GADOTTI, 2002, p. 51-60. 18/03 – Aula 05: Questões de prova – Estudo e debate.

25/03 – Aula 06: Revisão e Prova M1.01/04 – Aula 07: Educação e Humanismo.
Leitura: GADOTTI, 2002, p. 61-75.08/04 – Aula 08: Educação e as reformas do século
XVI. Leitura: PILETTI, 1988, p. 104-126; GADOTTI, 2002, p. 61-75.

15/04 – Aula 09: Revolução pedagógica burguesa no século XVII. Leitura: PILETTI,
1988, p. 127-139; GADOTTI, 2002, p. 76-86.22/04 – Aula 10: Laicização educativa e
racionalismo pedagógico. Leitura: Rousseau: o “pai” da pedagogia contemporânea.
CAMBI, 1999, p. 342-355; GADOTTI, 2002, p. 87-106.29/04 – Aula 11: Revisão e
Prova M2.06/05 – Aula 12: Educação na época contemporânea: características.
Leitura: CAMBI, 1999, p. 377-386; GADOTTI, 2002, p. 107-118.13/05 – Aula 13:
Educação no século XIX: o século da pedagogia. Leitura: PILETTI, 1988, p. 140-153;
GADOTTI, 2002, p. 119-14120/05 – Aula 14: Educação na primeira metade do século
XX: “Escolas Novas” e ideologias da educação. Leitura: CAMBI, 1999, p. 509-534;
GADOTTI, 2002, p. 142-157. A segunda metade do século XX: ciências da educação e
empenho mundial da pedagogia. Leitura: CAMBI, 1999, p. 625-634; GADOTTI, 2002, p.
158-172; 173-186; 187-200; 201-229.27/05 – Aula 15:. A educação no século XXI.
GADOTTI, 2002, p. 267-309; 310-313. Questões de prova – Estudo e debate.

03/06 – Aula 16: Revisão e Prova M3.

10/06 – Aula 17: não presencial.17/06 – Aula 18: não presencial.

24/06 – Aula 19: não presencial.01/07 – Aula 20: não presencial.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Experiências vivenciais;
Estudos de Casos; Estudos dirigidos; Filmes/Vídeos técnicos.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
1ª Média – M1:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 5,0 (50%). Uma
questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 1 ponto na média
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 5,0 (50%)
2ª Média – M2:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 5,0 (50%)
111
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 5,0 (50%)
3ª Média – M3:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 5,0 (50%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 5,0 (50%)
Observações Importantes:
 A nota de participação, frequência e produção em sala será constituída a partir da média
de atividades desenvolvidas e entregues em sala de aula no período correspondente a cada
média.
BIBLIOGRAFIA
Básica:
1. CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: UNESP, 1999. [370.09 C174h]
2. GADOTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. 8.ed. São Paulo: Ática, 2002.
[370.981 G125h 8.ed.]
3. MANACORDA, M. A. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. 10.ed.
São Paulo: Cortez, 2002. [370.9 M266h 8.ed.]
Complementar:
1. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação. 2.ed. São Paulo: Moderna,
1996. [370.09 A662h 2.ed.]
2. EBY, Frederick. História da Educação Moderna: teoria, organização e práticas
educacionais. Porto Alegre: Globo, 1976. [370.0903 E16h 2.ed.]
3. MORROU, Henri-Irénée. História da Educação na Antiguidade. São Paulo: EPU,
1975. [370.0901 M361]
4. PILETTI, Claudino, PILETTI, Nelson. Filosofia e História da Educação. 6.ed. São
Paulo: Ática, 1988. [370.09 P637f 5.ed.]
5. ROSA, Maria da Glória de. A História da Educação através dos textos. São Paulo:
Cultrix, 1971. [370.09 R789h]
112
1ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: PEDAGOGIA - CAÇADOR.
Professores: ITAMAR FAVERO
Período/ Fase: 1º
Semestre: 2º
Ano: 2013
Disciplina: INTRODUÇÃO A CIENCIA PEDAGOGICA
Carga Horária: 60H
EMENTA
Introdução ao curso de Pedagogia. O papel da pedagogia e o papel do Pedagogo. O
objetivo das ciências da educação. O problema da unidade e autonomia das ciências
da educação. A educação como ponto de partida e de chegada dos estudos e da
reflexão dos cientistas. A contribuição das ciências para a explicação e compreensão
da educação.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
O acadêmico deverá apropriar-se dos conceitos de Pedagogia, Educação bem como,
das praticas decorrentes.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
Compreender o que é pedagogia, educação e suas relações.
Compreender as diferentes interpretações de pedagogia e de educação no decorrer da
história.
Na alisar as condições e disposições e necessidades educacionais do ser humano
hoje.
Situar o curso de pedagogia e o pedagogo na sociedade atual.
Explicar o atual curso de pedagogia.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Psicologia da Aprendizagem. Filosofia da Educação. Sociologia da Educação.
Didática e Planejamento educacional. Estágios...
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
 .O acadêmico deverá saber ouvir, ser leitor, capacidade de elabora perguntas e
sínteses dos conteúdos apresentados.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Apresentação do projeto do curso.
O que é ciência. O que é pedagogia.
As possíveis relações entre pedagogia, utopia, ciência e filosofia.
113
O que é Pedagogia.
Pedagogia e didática.
Do mundo moderno ao mundo contemporâneo, a questão do sujeito e a crise
da pedagogia.
Corpo e consumidor: as novas figuras da subjetividade á disposição do
tecnicismo pedagógico.
Pedagogia e insensibilidade.
O que é educação:
Educação? Educações ,aprender com o índio.
Quando a escola é a aldeia.
Pedagogos, mestres-escolas e sofistas.
A educação que Roma fez e o que ela ensina.
Educação: isto e aquilo e o contrário de tudo.
As possíveis relações entre os pedagogos e os sofistas.
Sociedade contra Estado: classes e educação.
As possíveis cegueiras do conhecimento. O erro e a ilusão.
Os princípios do conhecimento pertinente.
A condição, humana, Terrena.
Enfrentar as incertezas.
A ética do gênero humano.
A esperança na educação.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Aulas expositivas;
 Experiências vivenciais;
 Estudos de Casos;
 Estudos dirigidos;
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
114
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma
questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)
- Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção
em sala = Peso 1,0 (10%)2ª Média – M2:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%)
- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)- Nota de participação, frequência e produção
em sala = Peso 1,0 (10%)
3ª Média – M3:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%)
(contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre).
- Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%)
Observações Importantes:
 As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo
menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada;
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no
semestre;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
115
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de
cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.
10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. 33º Ed. São Paulo: Brasiliense,
1995. Coleção primeiros Passos.
CHIRALDELLI Jr. Paulo. O que é pedagogia. 3º Ed. São Paulo: Brasiliense, 1996.
Coleção Primeiros Passos..
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários á educação do futuro. Ed. Cortez;
Brasília, DF: UNESCO, 2.000.
10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SAVIANI, Demerval. Pedagogia histórico critica. Primeiras aproximações. São
Paulo: Ed. Cortez 1991. Coleção Polêmicas de Nosso Tempo
DURKHEM, Emile. A Evolução Pedagógica. Porto Alegre: Editora artes Medicas,
1995.
DEMO, Pedro. Desafios Modernos da Educação. 7º Ed. Petrópolis: Editora Vozes,
1198.
GOERGEN, Pedro e SAVIANI, Demerval. (org) Formação de Professores: A
experiência Internacional Sob o Olhar Brasileiro. 2º Ed. Ampliada. Campinas/SP:
Autores Associados, 2000.
PERRENOUD, Pheilippe. Pedagogia Diferenciada: Das Intenções á Ação. Porto Alegre:
Editora Artes Medicas Sul, 2000.
116
1ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: PEDAGOGIA
Professores: Mara Regina Balena
e-mail: [email protected]
Período/ Fase:
Ano: 2013
Semestre: 2º
Disciplina: Metodologia Científica e da Pesquisa
Carga Horária: 60 horas/aula
EMENTA
- Conceito e concepção de Ciência.
- Conceito de Método.
- Conceito de Metodologia.
- Conceito de Metodologia Científica.
- Conceito de Conhecimento.
* Tipos de Conhecimento.
- Texto Complementar: Generalidades Introdutórias sobre o Método.
- O conhecimento dos métodos técnicas e normas que auxiliam na elaboração e apresentação
de trabalhos acadêmicos.
- Texto Complementar: A importância da Metodologia Científica no desenvolvimento de
produções acadêmicas de qualidade no nível superior.
- Diretrizes para elaboração e apresentação de trabalhos científicos e monográficos seguindo as
normas da ABNT.
- Conhecimento dos métodos técnicas e normas que auxiliam na elaboração e apresentação de
trabalhos acadêmicos.
- Conceito e concepção de pesquisa.
- A importância da pesquisa na produção do conhecimento acadêmico/cientifico.
- Aspectos pesquisa e procedimentos da pesquisa.
- Estruturação e, descrição dos elementos do projeto. Encaminhamento da Pesquisa:
117
elaboração de projeto de pesquisa conforme normalização a Luz da ABNT.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
- Apresentar elementos conceituais na área da Metodologia Científica e da Pesquisa aos
estudantes no desenvolvimento da reflexão teórico – empírica com base na evolução do
pensamento do trabalho científico.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
- Conhecer elementos conceituais fundamentais da Metodologia Científica e da Pesquisa aos
acadêmicos;
- Desenvolver a reflexão e conhecimento de um conjunto de métodos com base na evolução do
pensamento do trabalho científico e da pesquisa em conformidade com a Associação brasileira
de Normas Técnicas (ABNT);
- Proporcionar ao aluno o conhecimento da normalização do trabalho acadêmico/científico e da
pesquisa.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
- Metodologia da Pesquisa.
- Estágio Supervisionado.
- Trabalho de Conclusão de Curso.
- Português.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
A capacidade de criar soluções metodológicas com flexibilidade, adaptabilidade e com
inovação; entender a aplicação da norma ABNT nas atividades e elaboração de trabalhos
acadêmicos na educação superior, visando a atender os requisitos exigidos pela IES;
comunicação e expressão corretas na interpretação da realidade, raciocínio lógico, crítico e
analítico; capacidade de propor modelos inovadores e científicos do conhecimento científico e
da pesquisa; de ordenar atividades e programas, com base no pensamento científico.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
 Conceito e concepção de Ciência.
 Conceito de Método.
 Conceito de Metodologia.
 Conceito de Conhecimento.
- Tipos de Conhecimento.
 Conceito de Metodologia Científica.
A importância e necessidade da produção científica na universidade.
 O conhecimento dos métodos técnicas e normas que auxiliam na elaboração e
118
apresentação de trabalhos acadêmicos.
 Conhecimento do assunto ou tema.
 Direitos autorais.
 Principais modalidade de trabalhos acadêmicos.
Texto Complementar: Observação importante na formação de frases e uso de palavras no
desenvolvimento de trabalhos acadêmicos.
- 1 - Papel.
- 2 - Fonte.
- 3 - Margem.
- 4 - Títulos e subtítulos.
- 5 - Notas de rodapé.
- 6 - Alinhamento dos títulos e subtítulos.
- 1 - Parágrafos e alíneas.
- 2 - Alinhamento do texto.
- 3 - Linhas do texto.
- 4 - Siglas.
- 5 - Termos estrangeiros e nomes científicos.
- 6 - Paginação.
- 1 - Ilustrações.
- 2 - Tabelas.
- 3 – Equações e Fórmulas.
- 4 - Símbolos.
- 1 - Citações.
- a – Citação direta.
- b – Citação indireta ou paráfrase.
- c – Citação de citação.
- 2 – Sistema de chamada.
- Dicas: Formalização da citação.
- Diretrizes para elaboração e apresentação de trabalhos científicos e monográficos seguindo as
119
normas da ABNT.
- 1 – Estrutura de trabalhos acadêmicos da Universidade Alto vale do Rio do Peixe.
- Estrutura de trabalhos acadêmicos (quadro1 – quadro 2)
- Principais Características do trabalho acadêmico.
- Estrutura do relatório de trabalhos acadêmicos.
- Organização dos elementos pré-textuais.
- Organização dos elementos textuais.
- Organização dos elementos pós-textuais.
- Apêndices: capa – folha de rosto – modelo de folha de aprovação –
modelos de notas para a folha de rosto).
- 1 - Referências.
- a – Especificação e ordem dos elementos.
- b – Exemplo das referências mais comuns em trabalhos acadêmicos.
- Conceito e concepção de pesquisa.
- A importância da pesquisa na produção do conhecimento
acadêmico/cientifico.
- Aspectos da pesquisa.
- Procedimentos da pesquisa.
Redação cientifica. Encaminhamento da Pesquisa: elaboração de projeto
de pesquisa conforme normalização a Luz da ABNT.
- Estruturação do projeto.
- Descrição dos elementos do projeto.
- Dicas: Lista de verbos para os objetivos (sugestões).
120
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Contemplar novas realidades, novas potencialidades derivadas de mídias alternativas, da
conectividade que assola a humanidade atualmente, abordando aspectos da tecnologia da
educação relativos à Metodologia Científica e da Pesquisa através da Internet. - Ambiente
virtual de aprendizagem como ferramenta interativa. - Texto Colaborativo, Questionários
(Múltipla Escolha, Dissertativa) .- Apresentação Multim ídia Narrada, Software,
Criação
de
Vídeos .
- Metodologias e estratégias para o ensino integrando recursos tecnológicos .
Construção de m ateriais didáticos apostilas sobre o conteúdo e fóruns utilizando os
recursos tecnológicos pela rede.
- Mapas conceituais.- Mini aula presencial preparatória.
- Interação através das tecnologias digitais m otivacionais – interacionais; Chat.
- Pesquisa no ambiente da biblioteca nas diversas publicações na área e a normalização da
ABNT.
121
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
REFERÊNCIAS
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a metodologia do trabalho científico. 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2006.
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14724/2011: Informação e documentação –
Trabalhos acadêmicos – Apresentação.
_____________.
NBR 10520/2002: Apresentação de citações em documentos.
_____________. NBR 6022/2003: Prefácio, Objetivo, Referências normativas, Artigo, Estrutura do Artigo,
Regras gerais de apresentação.
___________. NBR 6023/2002: Informação e documentação – Referências – Elaboração.
CANONICE, Bruhmer C. F. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos: monografias,
TCCs, trabalhos de estágios, projetos de iniciação científica. Maringá, PR: Unicorpore, 2010.
BONAT, Debora. Metodologia da pesquisa. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2008.
COSTA, Marco Antonio F. da; COSTA, Maria de Fátima Barrozo da. Metodologia da pesquisa:
conceitos e técnicas. 5. ed. Rio de Janeiro: Inter ciência, 2009.
FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
FONSECA, Regina Célia Veiga da. Metodologia do trabalho científico. Curitiba: IESDE do
Brasil. 2009.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2007.
122
MAGALHÃES, Gildo. Introdução à metodologia da pesquisa: caminhos da ciência e tecnologia.
São Paulo: Ática, 2005.
MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2011.
NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS DA UNIVERSIDADE ALTO VALE DO
RIO DO PEIXE: Em conformidade com as normas da ABNT. Universidade Alto Vale do Rio do
Peixe. Caçador (SC): UNIARP, 2011.
123
2º FASE
PLANO DE ENSINO
1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professor: Dr. Ludimar Pegoraro
Período/ Fase: 1º
Semestre: 1°
Disciplina: Filosofia
Ano: 2012
Carga Horária: 60
2 EMENTA
Conceitos, métodos, concepções de filosofia. O conhecimento filosófico. As correntes
filosóficas. Idealismo, Fenomenologia, Existencialismo, Racionalismo, Empirismo.
Positivismo, Neopositivismo. A filosofia marxista. Filosofia da ação. O materialismo
dialético.
3 OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
• Entender a Filosofia como fundamentação teórica e crítica dos conhecimentos e
práticas.
4 OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
Após concluir a disciplina de Filosofia, os futuros educadores deverão:
• Compreender a importância da filosofia para a vida particular e social;
• Identificar os diferentes tempos históricos compreendendo a importância, em cada
período, do pensamento nas criações humanas;
• Relacionar o conhecimento filosófico, seus métodos, com os demais conhecimentos;
• Identificar na filosofia a sua importância para a compreensão do comportamento
humano e ou da realidade;
• Entender por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o
que fazemos (motivos, razões e causas);
• Analisar o que queremos pensar quando pensamos, o que queremos dizer quando
falamos, o que queremos fazer quando agimos (conteúdo ou sentido do pensamento);
• Analisar para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos, fazemos o que
fazemos (intenção ou finalidade do pensamento).
124
5 RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Por se tratar de um conhecimento basilar, a disciplina de Filosofia precisa
estabelecer relações com todas as disciplinas, específicas ou não, da grade
curricular do curso.
6 HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
 Capacidade para análise e interpretação dos contextos.
 Elaboração de textos e interpretação de questões necessárias ao desenvolvimento
do conhecimento próprio.
 Iniciativa e criatividade na elaboração de propostas educacionais.
 Espírito crítico-científico (raciocínio lógico e crítico-analítico).
 Responsabilidade profissional sobre os conhecimentos e as práticas.
 Espírito de cooperação, indispensável para o desenvolvimento social saudável e
sustentável.
 Capacidade para relacionar teoria e prática.
 Entender que a vida social é a finalidade de todos os conhecimentos e práticas.
7 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 PARA QUE FILOSOFIA?
1.1 Conhece-se a ti mesmo
1.2 Neo e a Matrix
1.3 O mito da caverna
1.4 Nossas crenças costumeiras
2.4 A imaginação
a) Cotidiano e imaginação
b) A imaginação na tradição filosófica
c) A fenomenologia e a imaginação
d) Descrevendo a imagem
e) As modalidades ou tipos de
imaginação
f) Imaginação e teoria do conhecimento
1.5 Exercendo nossa liberdade
1.6 Conhecendo as coisas
1.6.1 E se não for bem assim?
1.6.2 Momentos de crise
1.6.3 Buscando a saída de caverna ou
a atitude filosófica
1.6.4 A atitude crítica
1.6.5 Para que filosofia?
2.5 A linguagem
a) A importância da linguagem
b) A força da linguagem
c) A outra dimensão da linguagem
d) A origem da linguagem
e) O que é a linguagem?
f) Empiristas e intelectualistas diante
da linguagem
g) Purificar a linguagem
h) Crítica ao empirismo e ao
intelectualismo
i) A linguística e a linguagem
j) A experiência da linguagem
1.6.6 A atitude filosófica: indagar
1.6.7 A reflexão filosófica
1.6.8
Filosofia:
um
pensamento
2.6 O pensamento
a) Pensando
b) O dizem os dicionários
c) Experiências do pensamento
125
sistemático
1.6.9 Em busca de uma definição da
filosofia
1.6.10 Inútil? Útil?
2 O CONHECIMENTO
2.1 A preocupação com o
conhecimento
a) O conhecimento e os primeiros
filósofos
b) Os filósofos modernos e o
nascimento da teoria do
conhecimento
c) Bacon e Descartes
d) Locke
e) Racionalismo e empirismo
f) A consciência: o sujeito, o eu, a
pessoa e o cidadão
g) Subjetividade e graus de
consciência
d) A inteligência
e) Inteligência e linguagem
f) Inteligência e pensamento
g) A necessidade do método
h) Pensamento mítico e pensamento
lógico
i) Como o mito funciona
j) Como funciona o pensamento
conceitual
2.7 A consciência pode conhecer tudo?
a) Consciência e conhecimento
b) O inconsciente
c) A psicanálise
d) A vida psíquica
e) A alienação social
f) As três formas de alienação
g) A ideologia
2.2 A percepção
a) Sensação e percepção
b) Empirismo e intelectualismo
c) Psicologia da forma e fenomenologia
d) O que é a percepção
e) Percepção e teoria do conhecimento
2.3
a)
b)
c)
d)
e)
A memória
Lembranças e identidade do eu
Os antigos e a memória
A memória em nossa sociedade
O que é a memória
As modalidades ou tipos de
memória
f) Memória e teoria do conhecimento
126
8 ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Exposição do conteúdo definindo, em cada etapa, os objetivos dos conhecimentos e habilidades
a serem desenvolvidos. Procedimentos:
 Aulas expositivas;
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Experiências pessoais;
 Estudos de Casos;
 Estudos dirigidos;
 Análise de filmes/vídeos.
9 SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá, para fins de aprovação, o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê, especificamente, em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis, durante o período letivo,
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos
adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será
feita em grupo e de forma individual.
 A verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de
frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais
(M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma
questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção
em sala = Peso 1,0 (10%)
2ª Média – M2:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%)
- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
3ª Média – M3:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%)
(contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre).
- Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%)
10 BIBLIOGRAFIA
ABBAGNANO, N. Dicionário de filosofia. São Paulo: Mestre Jou, 1982.
ARANHA, Maria. L. de Arrud, MARTINS, M. S. Pires. Filosofando: Introdução à Filosofia.
Ed. Moderna. 2ª ed. São Paulo, 1993.
127
BUZZI, Arcângelo. Filosofia para Principiantes. A existência humana no mundo. 4ª ed.,
Vozes, Petrópolis, 1994.
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2003.
10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABBAGNANO, N. Dicionário de filosofia. São Paulo: Mestre Jou, 1982.
BUZZI, Arcângelo R. Introdução ao Pensar. Ed. Vozes, 23ª ed. Petrópolis, 1995.
CHALITA, Gabriel. Vivendo a Filosofia. São Paulo: Ática, 2005.
CHAUÍ, Marilena. Filosofía. São Paulo: Ática, 2002.
GAARDER, Jostein. O Mundo de Sofia: Romance da história da Filosofia. 17ª ed., Cia.
das Letras, São Paulo, 1995.
GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. Introdução à filosofia. Barueri, SP: Manole, 2003.
MATTAR, João. Introdução à Filosofia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
MONDIN, Batista. Introdução à filosofia: Problemas, sistemas autores e obras. São
Paulo: Paulus, 2003
VERSÁTIL Home Vídeo. Minissérie baseada no livro que conquistou o mundo, da obra
de Jostein Gaarder, O Mundo de Sofia: Romance da história da Filosofia, 2000. DVD
(200min.), legendado, colorido.
Caçador, fevereiro de 2011.
Prof. Dr. Ludimar Pegoraro
E-mail: [email protected]
128
2ª FASE
PLANO DE ENSINO
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professores: Marilena Loss Bier
Período/ Fase: 2º
[email protected]
Semestre: 2º
Ano: 2012
Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Literatura Infantil
Carga Horária:60h
2. EMENTA
Conceito histórico de literatura infantil. Funções básicas da literatura infantil.
Fantasia e realidade, a mediação do adulto entre a criança e a literatura. A
Linguagem e a estruturação do maravilhoso e do pensamento da criança. Os
contos de fadas. As histórias em quadrinhos. A poesia e o Teatro. A literatura
contemporânea. A criança e os livros na sala de aula. Leitura e apreciação de
textos de literatura infantil. Narrativa e poética infantil.
3. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
A literatura infantil visa propor de maneira objetiva, as relações entre teoria e
prática do texto e a compreensão da criação literária como uma manifestação
individual que está vinculada ao meio e ao momento em que surge e que se
caracteriza como um fenômeno de cultura.
4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA



Despertar e estimular através de textos literários todas as potencialidades do
ser humano, tanto psíquica, artística e imaginativa como a capacidade de
reprodução e livre expressão.
Proporcionar subsídios para que o acadêmico possa desenvolver bons
projetos de prática literária na escola com os alunos.
Desenvolver, pelo exercício da leitura interpretação e reprodução, a
capacidade expressiva e criativa do acadêmico a fim de melhor prepará-lo
para o exercício do magistério com relação aos textos literários.
5. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
Português; Fund Met da Alfabetização; Fund. Met. Educação Infantil; Musicalidade
na Ed. Infantil e Anos Iniciais; etc.
6. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
 Oportunizar aos acadêmicos condições práticas, técnicas e científicas para que
possa atuar em sala de aula com técnicas adequadas para melhor desempenho
junto aos indivíduos das mais diversas situações sociais. Visando a uma melhor
comunicação, tanto oral quanto gráfica.
129
7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Conceito histórico e função da literatura infantil no mundo e no Brasil.
2. Características e representantes;
3. As fábulas, os contos e as lendas;
4. Temas e títulos da atualidade;
5. Personagens e a busca de identidade;
6. Clássicos da literatura infantil;
7. Como selecionar textos;
8. Metodologia de trabalho e leitura com a literatura infantil;
9. Análise de obras literárias infantis;
10. Poesia;
11. Histórias em Quadrinhos;
12. Atividades recreativas e culturais;
13. Avaliação através da literatura.
8.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos;
 Aulas expositivas;
 Estudos dirigidos;
 Trabalhos em grupos;
 Trabalhos individuais;
 Trabalhos de pesquisa;
 Exposição oral de trabalhos;
 Leituras para análise e condensação;
 Atividades de prática literária.
9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
A avaliação estará baseada nas notas obtidas pelo aluno em trabalhos, produção
textual, seminários, apresentações. Além disso, serão relevantes a participação e a
assiduidade às aulas.
M1: Prova + Produção textual = Média 1
M2: Trabalho + Análise de obras literárias = Média 2
M3: Trabalho + Apresentação oral = Média 3
(M1 + M2 + M3)/ 3 = Média do Semestre
130
A média final para aprovação na disciplina deverá ser igual ou superior a 6,0 (seis
vírgula zero), obtida da soma e divisão das 03 (três) médias.
Observações Importantes: O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá
direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e
autorizado pela Secretaria Acadêmico e ou Coordenador, conforme prevê a Resolução
03/2010 do CONSUN; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento
impresso; Não serão aceitos trabalhos entregues com atraso;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de
convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os
erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues.
10. BIBLIOGRAFIA
BUSATTO, Cleo. A arte de contar histórias no Século XXI: tradição e
ciberespaço. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.
COELHO, Betty. Contar Histórias: uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 1991.
COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil-teoria, análise, didática. São Paulo,
Ática, 1997 6ª ed.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COELHO, Nelly Novaes. Panorama Histórico da Literatura Infantil/Juvenil. São
Paulo: Ática, 1991.
CUNHA, Maria Antonieta Antunes. Literatura Infantil: teoria e prática. São Paulo:
Ática, 1990 4ª d.
LAJOLO, Marisa $ ZILBERMANN, Regina. Literatura infantil brasileira: histórias
& histórias. São Paulo: Ática, 1987.
BETENLHEIN, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1980, 8ª d.
KHEDE, Sonia Salomão. Personagens da Literatura Infanto-Juvenil. São Paulo:
Ática, 2000.
SANDRONI, L; MACHADO, L. R. A criança e o livro: guia prático de estímulo à
leitura. São Paulo: Ática.
SISTO, Celso. Textos e pretextos sobre a arte de contar histórias. 2ª Ed.
Curitiba: Positivo 2005.
Caçador, 01 de agosto de 2012.
131
2ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Período/ Fase:
II
Professor: Mário Bandiera
Semestre: 2º.
Ano: 2013
Disciplina: Psicologia do Desenvolvimento. Carga Horária: 60 horas/aula
11. EMENTA
Introdução à Psicologia do Desenvolvimento: conceito e fatores que a influenciam. A
construção social do sujeito: concepção de desenvolvimento(ambientalista,
interacionista), crescimento e desenvolvimento: o biológico em interação com o
psicológico e o social – desenvolvimento de crianças e adolescentes. As teorias do
desenvolvimento como recurso didático.
12. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Proporcionar ao acadêmico, futuro professor, conhecimentos básicos de Psicologia
para que possa compreender o desenvolvimento, o pensar, o agir do ser humano
desde a primeira infância até a maturidade, bem como proporcionando-lhe condições
adequadas para que possa exercer o magistério com competência.
13. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
4.1 - Possibilitar ao aluno base teórica para compreender o desenvolvimento do ser
humano quando criança e quando adolescente para melhor compreendê-lo,
posteriormente, como professor/educador.
4.2- Fazer com que o aluno identifique as principais fases do desenvolvimento do ser
humano, segundo as teorias mais apregoadas no momento.
4.3 - Estabelecer relações entre as diversas teorias do desenvolvimento humano e a
prática em sala de aula - relação teoria-prática.
4.4 - Identificar o desenvolvimento mental, psicológico e físico da criança e do
adolescente considerados saudáveis e das crianças e adolescentes considerados
de e com o desenvolvimento comprometido.
14. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
Ser capaz de entender a fase do desenvolvimento físico e psicológico/afetivo da
criança e do adolescente; ser capaz de propor atividades às crianças e jovens dentro
de sua faixa etária e nível de conhecimento; ser compreensivo para com as acrianças e
jovens de acordo com sua idade e contexto social; possuir habilidade de leitura e
interpretação de textos; demonstrar liderança e dinamicidade no relacionamento
132
interpessoal com os alunos, em suas faixas etárias.
15. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO

Ser capaz de entender a fase do desenvolvimento físico e psicológico/afetivo da
criança e do adolescente; ser capaz de propor atividades às crianças e jovens
dentro de sua faixa etária e nível de conhecimento; ser compreensivo para com as
crianças e jovens de acordo com sua idade e contexto social; possuir habilidade de
leitura e interpretação de textos; demonstrar liderança e dinamicidade no
relacionamento interpessoal com os alunos, em suas faixas etárias.
16. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
7.1 – A CRIANÇA
7.2 – PRIMEIRA INFÂNCIA: movimento.
7.3 – SEGUNDA INFÂNVCIA: fantasia.
7.4 – TERCEIRA INFÂNCIA: socialização.
7.5 – DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL NAS 03 INFÂNCIAS.
7.6 – EVOLUÇÃO DA INTELIGÊNCIA.
7.7 – ADOLESCÊNCIA – vontade de viver.
7.8 – ADOLESCÊNCIA – tempo de contradições.
7.9 – ADOLESCÊNCIA – inteligência e emoção.
7.10 – HEREDITARIEDADE X MEIO AMBIENTE.
7.11 – ESTIMULAÇÃO AMBIENTAL.
7.12 – INFLUÊNCIA DOS FATORES SOCIAIS NA PERSONALIDADE.
7.13 – DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL: teoria de Freud.
7.14 – DESENVOLVIMENTO COGNITIVO – Piaget e Bruner.
7.15 – DESENVOLVIMENTO HUMANO NA TEORIA DE PIAGET.
7.16 - EDUCAÇÃO E DISCIPLINA.
133
17. ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Aulas expositivas e dialogadas;
 Pesquisas bibliográficas;
 Leituras orientadas;
 Experiências vivenciais;
 Estudos de Casos;
 Estudo em grupo e dirigido;
 Filmes/Vídeos técnicos.
 Seminários.
18. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
O processo de avaliação será realizado de acordo com a legislação vigente na
UNIARP. Haverá três médias parciais resultantes das notas de provas escritas,
trabalhos escritos individuais, nota de participação em aula atribuída pelo professor
levando em conta a participação, o aproveitamento das aulas, as leituras extras, os
trabalhos apresentados como seminários e a auto avaliação. As provas escritas terão
peso 7,0; as notas de observação do professor peso 1,5 e a auto avaliação da aluno
peso 1,5. Todas as atividades serão orientadas pelo professor, por escrito, a partir do
primeiro dia de aula.
19. BIBLIOGRAFIA
01 - BARROS, C.S.G. Pontos de Psicologia do Desenvolvimento. SP., Ed. Ática,
2002.
02 - PILETTI, N. Psicologia Educacional. S.P., Ed. Ática, 1984.
03 – RODRIGUES, M. Psicologia Educacional – Uma crônica do desenvolvimento
humano. SP., Ed. McGraw-Hill,1976..
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
01 – BAQUERO, R. Vygotsky e a aprendizagem escolar. São Paulo, Ed. Artmed,
2001.
02 - BROOKS, J.G. e BROOKS, M.G. Construtivismo em sala de aula. P Alegre,
Artes Médicas, 1997.
03 - COLL, et Alii. O construtivismo em sala de aula. S Paulo, Ed. Ática, 2002.
04 - FALCÃO, G. M. Psicologia da aprendizagem. S. Paulo, Ed. Ática, 2002.
05 - PAROLIN, Isabel. Professores formadores: a relação entre a família, a escola e
a aprendizagem. São José dos Campos; Ed. Pulso Editorial, 2010, 2ª. Ed.
134
2ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professores: Ana Paula Carneiro Canalle
Período/ Fase: 2º
Semestre: 2º
Disciplina: Desenvolvimento da Linguagem
Ano: 2013
Carga Horária: 60 horas/aula
EMENTA
Conceitos linguísticos,. Teorias de aquisição e desenvolvimento da linguagem. O
cérebro e a linguagem. Afasias da linguagem. Teorias de aquisição e aprendizagem da
escrita e leitura. Problemas de aprendizagem relacionados à aquisição e ao
desenvolvimento da linguagem.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Propiciar o conhecimento dos processos de aquisição e desenvolvimento da
linguagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
 Possibilitar o estudo das diferentes correntes relacionadas ao processamento da
linguagem;
 Promover a análise do mecanismo cerebral na aquisição e processamento da
linguagem;
 Propiciar o reconhecimento das diferentes afasias da linguagem;
 Estimular o processo de analogia entre o desenvolvimento da linguagem com as
práticas de leitura e escrita;
 Possibilitar a identificação de problemas de aprendizagem vinculados ao
processamento da linguagem.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Fundamentos e metodologia de alfabetização; Psicologia da aprendizagem;
Psicologia do desenvolvimento; Aprendizagem e procedimentos.
135
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO

A capacidade de relacionar o processamento da linguagem com o ensinoaprendizagem da leitura e escrita.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO









Conceituação linguística de linguagem, língua e fala;
Aquisição da linguagem: hipóteses behaviorista, inatista, construtivista e
interacionista;
O cérebro e a linguagem: centros cerebrais da linguagem; componentes da
linguagem articulada;
Afasias da linguagem: broca, wernicke, de condução, global, anômica,
transcortical motora, sensitiva;
A fala e seu funcionamento;
Aquisição e aprendizagem da escrita: teses inatista, funcionalista,
cognitivista funcionalista, construtivista e associacionista;
A escrita e seu sistema; ênfase à relação entre fonemas e letras;
A leitura e seu processamento;
Causas de distúrbios de aprendizagem na área da leitura e escrita: orgânica,
psicológica, pedagógica, sociocultural, dislexia, distúrbio de atenção/
hiperatividade.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO




Análise e interpretação de textos e artigos;
Aulas expositivo-dialogadas;
Discussões;
Filme.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 Atividades individuais;
 Atividades em equipe;
 Avaliações escritas;.
BIBLIOGRAFIA
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização de linguística. Ed. Scipione. 1999.
KATO, Mary A.. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolinguística. Ed. Ática. 1995.
VIGOTSKI, L S., LURIA, A. R., LEONTIEV, A. N.. Linguagem, desenvolvimento e
aprendizagem. Ed. Ícone. 1998
10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça ,Linguística aplicada ao português : 9.ed. ,morfologia /
,Cortez , ,9.ed. - ,1997
SILVA, Thais Cristófaro ,Fonética e fonologia do português 5.ed. ,roteiro de estudos e guia
de exercícios ,Editora Contexto , ,5.ed. ,2001
136
2ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professores: Marisa Martins
Período/ Fase: 2º
[email protected]
Semestre: 2º
Ano: 2013
Disciplina: Ludicidade na educação infantil e anos iniciais
Carga Horária: 60 horas/aula
EMENTA
Ludicidade como ciência. Espaços lúdicos. Capacitação relacional do professor com
crianças em atividades lúdicos educativas. O lúdico e a prática pedagógica. Lúdico: espaço
para pensar e aprender. Jogos, brinquedos e brincadeiras.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Utilizar a ludicidade como facilitadora no processo de ensino aprendizagem da
criança. Integrar o lúdico às disciplinas curriculares, de maneira que o aprendizado se faça
de forma lúdica e transdisciplinar.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
 Auxiliar, através dos conhecimentos da ludicidade o desenvolvimento integral da
criança.
 Propor práticas fundamentais para o desenvolvimento cognitivo, físico, emocional e
social da criança por meio de atividades, que as mesmas, além de se divertirem,
criem, interpretam e se relacionam com o mundo em que vivem;
 Compreender o processo de brincar e sua importância para o desenvolvimento
integral da criança.
 Integrar as disciplinas.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
A disciplina esta relacionada com as práticas pedagógicas;
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
 Ao final da disciplina o acadêmico deverá estar apto para utilizar atividades lúdicas
como formas de repassar o conhecimento, bem como usar a ludicidade em suas
atitudes.
137
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
* Conceitos de ludicidade;
* A educação Lúdica;
* A criança, a educação e o brinquedo;
* A função pedagógica do jogo;
* Caracterização das habilidades motoras básicas e avanços no desenvolvimento motor
infantil;
* Como se aprende e se ensina através de atividades lúdicas;
* As orientações didáticas para o ensino da educação infantil e anos iniciais.
* Técnicas pedagógicas para elaboração e execução de jogos e brincadeiras;
* Planejamento para a prática na educação infantil e anos iniciais, envolvendo atividades
lúdicas.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
 Aulas expositivas;
 Práticas de elaboração e execução de atividades lúdicas;
 Seminários;
 Estudos em grupo;
 Resenhas;
 Atividade de pesquisa;
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 A verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de
frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais
(M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1: - Nota de participação nas atividades ludo pedagógicas em sala;
- Assiduidade.2ª Média – M2:- Avaliação do conhecimento, individual, sem consulta.
(contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre. 3ª Média – M3:
- Trabalho de pesquisa e elaboração de material lúdico, apresentação para a turma,
em grupo;- Trabalho de pesquisa e planejamento (encontros não presenciais).
Observações Importantes:
 As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo
menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada;
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no
semestre;
138
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sobre as apresentações: A apresentação oral será avaliada individualmente e será
observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer
correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo.
BIBLIOGRAFIA
FRIEDMANN, Adriana. Brincar, crescer e aprender: o resgate do jogo infantil. São
Paulo: Moderna, 1996.
SANTOS, Santa Marli Pires dos. (org.) A ludicidade como ciência. Petrópolis: Vozes,
2001.
SANTOS, Santa Marli Pires dos. .(org.) Brinquedoteca: a criança, o adulto e o lúdico.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SCHWARTZ, Gisele Maria. (org.) Dinâmica lúdica: novos olhares. Barueri, SP: Manole,
2004.
WEISS, Luise. Brinquedos & engenhocas: atividades lúdicas com sucata. São Paulo:
Scipione, 1989.
139
2ª FASE
PLANO DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: PEDAGOGIA
Professor: Suzanne Mendes Valentini.
Período/ Fase: 2ª Semestre: 2º Ano: 2013
Disciplina: Musicalidade na Ed. Infantil e anos Iniciais Carga Horária: 60h
EMENTA
Musicalidade e a sua importância no processo de aprendizagem e na formação do
sujeito. Audição e expressão corporal. Treinamento auditivo. Expressão rítmica e prática
instrumental. Expressão vocal e canções. Improvisação vocal e instrumental.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Compreender a musicalidade e o aprendizado da linguagem musical como recurso
pedagógico, focalizando o desenvolvimento das potencialidades, o desempenho do
processo de aprendizagem e contribuindo para a integração social da criança.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
Definir e conceituar a música, musicalidade e musicalização;
Identificar a importância da musicalidade no processo educativo;
Propiciar condições para o desenvolvimento da expressão corporal, da acuidade auditiva
nas atividades de sala de aula;
Oportunizar o desenvolvimento de objetos sonoros, a prática instrumental e exercícios
rítmicos;
Desenvolver propostas pedagógicas utilizando a música e os elementos que a
compõem.
Demonstrar como a musica contribui para a formação integral da criança.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
Através dessa disciplina espera-se uma ligação interdisciplinar com os
demais
componentes curriculares.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
Ao final da disciplina, espera-se que o aluno reconheça a importância do trabalho com a
musicalização com crianças em idade escolar.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Conceito de música, musicalidade e musicalização;
2. Qualidades do som;
3. A contribuição da musicalidade no processo educativo;
4. A musicalidade e suas relações com o desenvolvimento integral da criança;
5. Proposta de atividades nos anos iniciais e na educação infantil, desenvolvendo a expressão
corporal, o ritmo, audição e a voz.
CRONOGRAMA
DATA
PROGRAMAÇÃO
140
25/07
Apresentação, iniciando a
01/08
Apresentação do cronogra
Discussões a partir do text
Para próximo encontro, pr
musicalização...”
INDEX nº
Apresentação e discussõ
Vídeos – musicalização / d
Experimentações auditivas
Exercícios de percepção c
08/08
15/08
22/08
29/08
05/09
12/09
19/09
26/09
Power point: “Qualidades
Audição de trechos music
Corpo e som
Vídeo “Barbatuques”
Práticas sonoras corporais
Práticas de Escuta Sonor
Produções sonoras rítmic
Divisão do trabalho a ser p
“Educação musical: uma
“Cai, cai balão... entre a
aula:...” (ABEM - pg. 36 à
“A barca virou: o jogo m
“Roda de conversa”
INDEX nº:
Leitura e preparação do s
10/10
Conversa- andamento das
Produção de sons com ob
Vídeos – Palavra cantada
Produção de sons com pa
Preparação do seminário
17/10
Seminário
03/10
BIBLIOGRAFIA
Básica:
ANNUNZIATO, Vânia R. Jogando com os sons e brincando com a música. São Paulo: Paulinas,
2002.
____________. Jogando com os sons e brincando com a música II: interagindo com a arte
musical. São Paulo: Paulinas, 2003.
LOUREIRO, Alicia M. A. O ensino da música na escola fundamental. Campinas, SP: Papirus,
2003.
SNYDERS, Georges. A escola pode ensinar as alegrias da música? São Paulo: Cortez, 1992.
Complementar:
CAMPBELL, Linda. Ensino e Aprendizagem por meio das Inteligências múltiplas. 2ed. Porto
Alegre: Artmed, 2000.
DUARTE, L. Canções infantis. Porto Alegre: Kuarup, 1987.
141
FERREIRA, Martins. Como usar a música na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2008. 7.ed.
FONTERRADA, Marisa T. de O. De tramas e fios: um ensaio sobre música e educação. São
Paulo: Editora UNESP, 2008
GRANJA, C. E. S. C. Musicalizando a escola: música, conhecimento e educação. São Paulo:
Escrituras, 2006
HOWARD, W. A música e a criança. São Paulo: Summus, 1984.
JEANDOT, Nicole. Explorando o universo da música. São Paulo: Scipione, 1990.
QUEIROZ, M. Brincando de roda. Rio de Janeiro: Erca, 1996.
WISNIK, J. M. O som e o sentido. São Paulo: Cia das letras, 1989. .
Links:
http://www.amusicanaescola.com.br/o-projeto.html
http://www.abemeducacaomusical.org.br/revistas.html
142
3º FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia – RN – Caçador
Professores: Joel Haroldo Baade
Período/ Fase: 3º
Disciplina: Sociologia
Semestre: 1º
Ano: 2013
Carga Horária: 60 horas/aula
EMENTA
Sociologia como disciplina científica. Contextos históricos do desenvolvimento da
Sociologia. Paradigmas teóricos e correntes no pensamento sociológico. Questões e
pensadores clássicos e contemporâneos da Sociologia. Categorias sociológicas: classe
social, partido político, Estado, poder, ideologia, alienação, trabalho, gênero, raça e
cultura.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Proporcionar ampla revisão conceitual e discussão sobre temas pertinentes às teorias
sociológicas clássicas e contemporâneas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
 Possibilitar o desenvolvimento de uma visão geral da história da Sociologia;
 Estimular o desenvolvimento de um pensamento crítico de avaliação da sociedade
atual;
 Possibilitar a compreensão de diferentes discursos sobre a realidade social,
estejam eles amparados em paradigmas teóricos ou no senso comum;
 Valorizar a diversidade cultural através da compreensão e construção de uma visão
crítica da indústria cultural e dos meios de comunicação de massa.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
Esta disciplina relaciona-se, em diferentes sentidos, com todas as disciplinas ao longo
do curso.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO

A capacidade de refletir e avaliar criticamente a sociedade contemporânea à luz da
teoria sociológica. Para isso, é fundamental a participação do discente através do
preparo prévio mediante a realização das leituras previstas e em sala através da
interação com a turma.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
 17/02/2011 – Aula 1: (1) Introdução à disciplina. (2) Contexto histórico e status
científico da Sociologia. Leitura: MARTINS, 2006, p. 7-33.

Atividade não presencial. Elaboração de resenha sobre "Contexto histórico do
surgimento da sociologia" a ser entregue em 03/03/2011 (2.000 – 2.500
caracteres).
143

03/03/2011 – Aula 2: (1) Pensamento sociológico clássico: Comte, Durkheim e o
positivismo. Leitura: MARTINS, 2006, p. 34-51. (2) Atividade em grupos e
discussão. (Atividade de grupo em sala M1)

10/03/2011 – Aula 3: (1) Pensamento sociológico clássico: Marx, Engels e o
pensamento socialista. Leitura: MARTINS, 2006, p. 51-61. (2) Atividade em grupos
e discussão. (Atividade de grupo em sala M1)

17/03/2011 – Aula 4: (1) Pensamento sociológico clássico: Weber e a
profissionalização da sociologia. Leitura: MARTINS, 2006, p. 61-71; GIDDENS,
1998, p. 25-71. (2) Atividade em grupos e discussão. (Atividade de grupo em sala
M1)

31/03/2011 – Aula 5: (1) As escolas de Chicago e de Frankfurt. Leitura: MARTINS,
2006, p. 73-95; GIDDENS, 1998, p. 263-281. (2) PROVA M1.

07/04/2011 – Aula 6: (1) Ação, identidade e entendimento na vida cotidiana.
Leitura: Bauman, 2010, p. 33-50, 51-73, 75-94. (2) Processos sociais. Texto:
LAKATOS,
1999,
p.
81-93.
GRUPO
M3:
_______________________________________________________
___________________________________________________________

14/04/2011 – Aula 7: (1) Decisões e ações: poder, escolha e dever moral. Leitura:
Bauman, 2010, p. 97-125. (2) Status e papel. Texto: LAKATOS, 1999, p. 94-105.
GRUPO
M3:
___________________________________________________________________
__ __________________________________________________________

Atividade não presencial. Elaboração de resenha sobre "Fazer acontecer:
dádivas, trocas e intimidade nas relações" (BAUMAN, 2010, p. 127-149.) a ser
entregue em 28/04/2011 (2.000 – 2.500 caracteres).

28/04/2011 – Aula 8: (1) Fazer acontecer: dádivas, trocas e intimidade nas
relações. Leitura: Bauman, 2010, p. 127-149. (2) O cuidado de nós: corpo, saúde e
sexualidade.
Texto:
Bauman,
2010,
p.
151-174.
GRUPO
M3:
______________________________
____________________________________________________________

12/05/2011 – Aula 9: (1) Grupos Sociais. Leitura: LAKATOS, 1999, p. 106-129. (2)
Estratificação Social. Texto: LAKATOS, 1999, p. 242-276. GRUPO M3:
___________________________________________________________________
__ __________________________________________________________

19/05/2011 – Aula 10: (1) Revisão. (2) PROVA M2.

26/05/2011 – Aula 11: (1a) Tempo, espaço e (des) ordem. Leitura: Bauman, 2010,
p. 175-199. (1b) Estrutura e organização Social. Texto: LAKATOS, 1999, p. 149166.
GRUPO
M3:
___________________________________________________________________
__
____________________________________________________________
(2) Mobilidade. Texto: LAKATOS, 1999, p. 277-297. GRUPO M3: _____________
___________________________________________________________________
144
__ _________________________

02/06/2011 – Aula 12: (1a) Traçar fronteiras: cultura, natureza, Estado e território.
Leitura: Bauman, 2010, p. 201-233. (1b) Cultura e Sociedade. Texto: LAKATOS,
1999, p. 130-148. GRUPO M3: (2) Instituições Sociais. Texto: LAKATOS, 1999, p.
167-225. GRUPO M3: 09/06/2011 – Aula 13: (1) Mudança Social. Leitura:
LAKATOS, 1999, p. 298-307. (2) Movimentos Sociais. Texto: LAKATOS, 1999, p.
308-319. GRUPO M3:

16/06/2011 – Aula 14: (1) Os negócios da vida cotidiana: consumo, tecnologia e
estilos de vida. Leitura: Bauman, 2010, p. 235-259. (2) Degradação Social,
Globalização e Neoliberalismo. Texto: LAKATOS, 1999, p. 320-341. GRUPO M3:
23/06/2011 – Aula 15: (1) Conclusões e perspectivas: aprendendo a pensar com a
sociologia. Leitura: Bauman, 2010, p. 263-287. (2) PROVA M3.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Experiências vivenciais;
Estudos de Casos; Estudos dirigidos; Filmes/Vídeos técnicos.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferencidos,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus
de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)
- Trabalhos em grupo em sala = Peso 1,5 (15%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)2ª Média –
M2:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%)
- Trabalhos em grupo em sala = Peso 1,0 (10%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
3ª Média – M3:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%)
145
- Trabalhos em grupo (GRUPO M3) = Peso 3,0 (30%), sendo que a apresentação e
coordenação da aula vale 2 pontos e a síntese a ser entregue no dia da apresentação
vale 1 ponto. Observações Importantes:
 As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo
menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada;
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no
semestre;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que
apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero.
BIBLIOGRAFIA
1.
GIDDENS, Anthony. Política, Sociologia e Teoria Social: encontros com o
pensamento social clássico e contemporâneo. São Paulo: UNESP, 1998.
[302.2 G441p]
2.
GUARESCHI, Pedrinho. Sociologia da Prática Social. 3.ed. Petrópolis:
Vozes, 2003. [301 G914s]
3.
MARTINS, Carlos Benedito. O que é Sociologia. São Paulo: Brasiliense,
2006. [301 M379q]
10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1.
2.
3.
4.
5.
BAUMAN, Zygmunt, MAY, Tim. Aprendendo a pensar com a sociologia.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2010.
GUARESCHI, Pedrinho. Sociologia Crítica: alternativas de mudança. Porto
Alegre: Mundo Jovem, 1998. [301 G914s]
CASTRO, Anna Maria de, DIAS, Edmundo Fernandes. Introdução ao
Pensamento Sociológico. s.l.: Eldorado, 2001. [301 C355i]
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 7.ed. São Paulo: Atlas, 1999. [301
L192s]
5.
JOHNSON, Allan G. Dicionário de Sociologia: guia prático da
linguagem sociológica. s.l.: Jorge Zahar, 1997. [301.03 J65d]
146
3ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professor: Mário Bandiera
Período/ Fase:
III
Semestre: 1º.
Ano: 2013
Disciplina: Psicologia da Aprendizagem Carga Horária: 60 horas/aula
EMENTA
Definição e características da aprendizagem. Relação entre as diversas teorias da
aprendizagem e as práticas educativas. Aprendizagens de conceitos, atitudes e
valores, habilidades psicomotoras e vocais. As crianças e os adolescentes na escola:
condições necessárias à aprendizagem. Estudos de problemas sociais e emocionais
na sala de aula.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Proporcionar ao acadêmico conhecimentos científicos sobre as principais teorias da
aprendizagem da atualidade bem como sua aplicabilidade no processo ensinoaprendizagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
1. Propiciar ao acadêmico o conhecimento das principais teorias da aprendizagem
atuais.
2. Discutir, em sala de aula, as principais dificuldades encontradas pelos professores
no processo de ensinar/aprender.
3. Discutir, em sala de aula, para aprofundar os conhecimentos sobre as principais
dificuldades de aprendizagem que determinados alunos enfrentam.
4. Aprofundar os conhecimentos sobre a transferência da aprendizagem para o dia a
dia, da vida em comunidade.
5. Propiciar leituras científicas sobre o processo ensinar/aprender e a discussão sobre
a versão apresentada pelos seus autores.
6. Valorizar e aprofundar o estudo sobre a importância da postura adequada do
professor, em sala de aula, no processo ensinar/aprender.
7. Possibilitar ao aluno/professor a aquisição de autoconfiança necessária para tornarse profissional do ensinar/aprender.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
Todos os componentes curriculares do Curso de Pedagogia

HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
Ser capaz de entender a fase do desenvolvimento físico e psicológico/afetivo da
147
criança e do adolescente; ser capaz de propor atividades às crianças e jovens
dentro de sua faixa etária e nível de conhecimento; ser compreensivo para com as
crianças e jovens de acordo com sua idade e contexto social; possuir habilidade de
leitura e interpretação de textos; demonstrar liderança e dinamicidade no
relacionamento interpessoal com os alunos, em suas faixas etárias; ser capaz de
compreender que o aluno, possui diversas formas e ritmos de aprendizagem, bem
como diferenciadas dificuldades para tal; ser capaz de elaborar formas
diferenciadas de ensinar e de recuperar possíveis aprendizagens necessárias e
não atingidas pelos alunos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICOA - O PROCESSO DE APRENDIZAGEM.
1. – Motivação para aprender
2. – Aprendizagem, Vida e Experiência
3. – A prática do dia a dia
4. – A pertinência
5. – O “insight”
6. – Prêmios e castigos
7. – O espaço vital
8. – A perspectiva do tempo
9. – Recompensa e punição
10. – Êxito e fracasso.
11. – Pessoa e aprendizagem
12. – Escolha pessoal
13. - Conceituação de Aprendizagem
14. – Definição de aprendizagem
15. – Caracterização de aprendizagem
B - AS MÚLTIPLAS DIMENSÕES DA APRENDIZAGEM
1– O professor: quem é?
2 – A perspectiva de Si
3 – Ensino criativo
4 – Educação e humanismo
C - TRANSFERÊNCIA DE APRENDIZAGEM1 – Teorias de transferência de
aprendizagem
2 – Transferência de atitudes e hábitos
3 – Tipos de transferência
4 – Transferência e o treino específico
D – CONDICIONAMENTO OPERANTE
1– Ensaio e Erro
2 – Lei do efeito
3 – Lei do exercício
4 – Skinner – reforço, extinção, generalização, discriminação
5 – Aplicações pedagógicas
6 – Reforço e punição
E – DIFICULDADES DE APRENDIZAAGEM
1. Dificuldades auditivas
2. Dificuldades de visão
3. Dislexia
4. Esquizofrenia
5. Hiper autismo
148
F – VYGOTSKY – TORNANDO-SE UM PROFESSOR CONSTRUTIVISTA
1. Professor construtivista encoraja e aceita a autonomia do aluno.
2. As diversas formas de agir de um professor construtivista diante da realidade da
sala de aula.
3. G – OUTRAS TEORIAS DA APRENDIZAGEM
H – ASPECTO SÓCIO-AFETIVO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM
SEGUNDO PIAGET, VYGOTSKY E WALLONI - DESAFIOS DOS NOVOS TEMPOS
PARA ENSINAR
J – A FAMÍLIA E A ESCOLA x APRENDIZAGEM
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Aulas expositivas e dialogadas;
 Pesquisas bibliográficas;
 Leituras orientadas;
 Experiências vivenciais;
 Estudos de Casos;
 Estudo em grupo e dirigido;
 Filmes/Vídeos técnicos.
 Seminários.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
O processo de avaliação será realizado de acordo com a legislação vigente na
UNIARP. Haverá três médias parciais resultantes das notas de provas escritas,
trabalhos escritos individuais, nota de participação em aula atribuída pelo professor
levando em conta a participação, o aproveitamento das aulas, as leituras extras, os
trabalhos apresentados como seminários e a auto avaliação. As provas escritas terão
peso 7,0; as notas de observação do professor peso 1,5 e a auto avaliação do aluno
peso 1,5. Todas as atividades serão orientadas pelo professor, por escrito, a partir do
primeiro dia de aula.
BIBLIOGRAFIA
01 - BAQUERO, R. Vygotsky e a aprendizagem escolar. São Paulo, Ed. Artmed,
2001.02 – PAROLIN, Isabel. Professores formadores: A relação entre a família, a
escola e a aprendizagem. São José dos Campos, Ed. Pulso, 2010.
03 – RODRIGUES, M. Psicologia Educacional – Uma crônica do desenvolvimento
humano. SP., Ed. McGraw-Hill,1976..
- BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
01 – BIGGE, M.L. Teorias da aprendizagem para professores. São Paulo, Ed. EPU,
149
1977.02 - BROOKS, J.G. e BROOKS, M.G. Construtivismo em sala de aula. P. Alegre,
Artes Médicas, 1997.03 - COLL, et Alii. O construtivismo em sala de aula. São Paulo,
Ed. .Ática, 2002.
04 - FALCÃO, G. M. Psicologia da aprendizagem. S. Paulo, Ed. Ática, 2002.
05 - MATUI, J. Construtivismo – Teoria construtivista sócio histórica aplicada ao
ensino. SP., Ed Moderna, 2002.
3ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professores: Jussara Fonseca [email protected]
Período/ Fase: 3º
Semestre: 1º
Ano: 2013
Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Alfabetização
Carga Horária: 60 horas/aula
EMENTA
Concepções de educação e aprendizagem; A construção social da Alfabetização;
Tendências em alfabetização – Abordagem teórica e experimentos em Alfabetização;
Alfabetização e Modernidade no Brasil; Alfabetização e Escolarização; Alfabetização e
Linguística; Processos de Escrita e Leitura; Alfabetização e Letramento; Processos e
Métodos da Alfabetização; Didática da Alfabetização; Alfabetização como apropriação das
diferentes linguagens.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
 Fazer uso da alfabetização como facilitadora no processo de ensino aprendizagem
da criança para que esta seja capaz de desenvolver suas iniciativas de ação sem
ter que seguir um modelo determinado.
150
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
 Habilitar profissionais na formação
do
pensamento
crítico para o
direcionamento de ações reflexivas sobre alfabetização;
o
Oferecer subsídios para o aperfeiçoamento teórico, objetivando a
construção coletiva e democrática de consciência profissional capaz
de desenvolver um projeto pedagógico centrado na alfabetização de
sucesso;•
Habilitar
profissionais
da
educação,
buscando a melhoria do desempenho de suas
funções enquanto alfabetizadores;
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 A disciplina esta relacionada com as práticas pedagógicas;
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
 Ao final da disciplina o acadêmico devera estar apto para utilizar os métodos que
mais se apropriarem a cada realidade educacional visando alfabetização de
sucesso.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Como a Criança Aprende;

















O que Pensam os Pensadores;
Desenvolvimento linguístico;
Desenvolvimento Cognitivo;
Chomsky, Vygotsky e Piaget;
Contribuições de Paulo Freire;
Emília Ferreiro para a Alfabetização;
Decodificação e Codificação Gráfica;
Faces da Alfabetização;
As Etapas do Processo de Alfabetização;
As Áreas do Desenvolvimento Humano;
Suas Implicações no Aprendizado;
Prática e Avaliação em Sala de Aula;
Escolha de Conteúdos;
Recursos e Instrumentos;
A Importância da Consciência Fonológica na Alfabetização;
A Tecnologia a Favor da Alfabetização;
A Perspectiva Infantil na Fase da Alfabetização;

Conhecendo seu Aluno.
Neste item devem constar as datas e as atividades das aulas não
presenciais.
151
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
-Aulas expositivas Produção e análise de textos em sala de aula
- Seminários- Produções de resenhas
- Dinâmicas de grupo (grupo-turma); trabalhos e discussões em dupla e em pequeno
grupo, oficinas de escrita, oficinas de produção de jogos para alfabetização, observação
direta em contextos educativos, apresentação de vídeos e slides.- Subsídios para o
professor projetar a ação pedagógica e trabalhar com textos, jogos e atividades.
 - Aspectos relevantes para reflexão sobre a prática pedagógica.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma
questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)
- Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção
em sala = Peso 1,0 (10%)2ª Média – M2:- Prova de conhecimento parcial, individual,
sem consulta = Peso 8,0 (80%)- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso
70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre).
- Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%)
Observações Importantes:
 As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo
menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada;
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no
semestre;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
152
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de
cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.
3ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professores: Marilena Loss Bier
Período/ Fase: 2º
[email protected]
Semestre: 2º
Ano: 2012
Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Literatura Infantil
Carga Horária:60h
EMENTA
Conceito histórico de literatura infantil. Funções básicas da literatura infantil.
Fantasia e realidade, a mediação do adulto entre a criança e a literatura. A
Linguagem e a estruturação do maravilhoso e do pensamento da criança. Os
contos de fadas. As histórias em quadrinhos. A poesia e o Teatro. A literatura
contemporânea. A criança e os livros na sala de aula. Leitura e apreciação de
textos de literatura infantil. Narrativa e poética infantil.
153
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
A literatura infantil visa propor de maneira objetiva, as relações entre teoria e
prática do texto e a compreensão da criação literária como uma manifestação
individual que está vinculada ao meio e ao momento em que surge e que se
caracteriza como um fenômeno de cultura.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA



Despertar e estimular através de textos literários todas as potencialidades do
ser humano, tanto psíquica, artística e imaginativa como a capacidade de
reprodução e livre expressão.
Proporcionar subsídios para que o acadêmico possa desenvolver bons
projetos de prática literária na escola com os alunos.
Desenvolver, pelo exercício da leitura interpretação e reprodução, a
capacidade expressiva e criativa do acadêmico a fim de melhor prepará-lo
para o exercício do magistério com relação aos textos literários.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
Português; Fund Met da Alfabetização; Fund. Met. Educação Infantil; Musicalidade
na Ed. Infantil e Anos Iniciais; etc.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
 Oportunizar aos acadêmicos condições práticas, técnicas e científicas para que
possa atuar em sala de aula com técnicas adequadas para melhor desempenho
junto aos indivíduos das mais diversas situações sociais. Visando a uma melhor
comunicação, tanto oral quanto gráfica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
14. Conceito histórico e função da literatura infantil no mundo e no Brasil.
15. Características e representantes;
16. As fábulas, os contos e as lendas;
17. Temas e títulos da atualidade;
18. Personagens e a busca de identidade;
19. Clássicos da literatura infantil;
20. Como selecionar textos;
21. Metodologia de trabalho e leitura com a literatura infantil;
22. Análise de obras literárias infantis;
23. Poesia;
24. Histórias em Quadrinhos;
25. Atividades recreativas e culturais;
26. Avaliação através da literatura.
154
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos;
 Aulas expositivas;
 Estudos dirigidos;
 Trabalhos em grupos;
 Trabalhos individuais;
 Trabalhos de pesquisa;
 Exposição oral de trabalhos;
 Leituras para análise e condensação;
 Atividades de prática literária.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
A avaliação estará baseada nas notas obtidas pelo aluno em trabalhos, produção
textual, seminários, apresentações. Além disso, serão relevantes a participação e a
assiduidade às aulas.
M1: Prova + Produção textual = Média 1
M2: Trabalho + Análise de obras literárias = Média 2
M3: Trabalho + Apresentação oral = Média 3
(M1 + M2 + M3)/ 3 = Média do Semestre
A média final para aprovação na disciplina deverá ser igual ou superior a 6,0 (seis
vírgula zero), obtida da soma e divisão das 03 (três) médias.
Observações Importantes:
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria Acadêmico e ou Coordenador, conforme prevê a Resolução 03/2010 do
CONSUN;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Não serão aceitos trabalhos entregues com atraso;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
155
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues.
BIBLIOGRAFIA
BUSATTO, Cleo. A arte de contar histórias no Século XXI: tradição e
ciberespaço. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.
COELHO, Betty. Contar Histórias: uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 1991.
COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil-teoria, análise, didática. São Paulo,
Ática, 1997 6ª 156d.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COELHO, Nelly Novaes. Panorama Histórico da Literatura Infantil/Juvenil. São
Paulo: Ática, 1991.
CUNHA, Maria Antonieta Antunes. Literatura Infantil: teoria e prática. São Paulo:
Ática, 1990 4ª 156d.
LAJOLO, Marisa $ ZILBERMANN, Regina. Literatura infantil brasileira: histórias
& histórias. São Paulo: Ática, 1987.
BETENLHEIN, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1980, 8ª 156d.
KHEDE, Sonia Salomão. Personagens da Literatura Infanto-Juvenil. São Paulo:
Ática, 2000.
SANDRONI, L; MACHADO, L. R. A criança e o livro: guia prático de estímulo à
leitura. São Paulo: Ática.
SISTO, Celso. Textos e pretextos sobre a arte de contar histórias. 2ª Ed.
Curitiba: Positivo 2005.
Caçador, 01 de agosto de 2012.
Professora Ms. Marilena Loss Bier
156
3ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: PEDAGOGIA
Professores: Suzanne Mendes Valentini
Período/ Fase: 3ª
Semestre: 2º
Disciplina: Fund. e Metodologia do Ensino de Artes
Ano: 2012
Carga Horária: 04 créditos
EMENTA
Metodologias e abordagens para o ensino de arte e sua vinculação com a história
da educação; arte como sistema simbólico e seus saberes estéticos e culturais;
conexões entre os territórios de linguagens da arte, materialidade, forma-conteúdo,
processos de criação, patrimônio cultural, mediação cultural.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Desenvolver compreensão acerca dos processos que envolvem as linguagens da arte
e seus fundamentos, sua dimensão metodológica, suas práticas, sua história e os
processos criativos na escola.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
-
Instigar a inventividade e a sensibilidade na busca de aprimoramento
constante na formação do educador que atua com arte e educação.
Buscar na diversidade das linguagens da arte elementos para construir um
repertório artístico que subsidie a formação pedagógica nos âmbitos da Educação
Infantil e do Ensino Fundamental I.
-
Subsidiar a troca de experiências na produção de conhecimentos teóricopráticos.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES As relações interdisciplinares ocorrem em todas as
disciplinas.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
Espera-se que o acadêmico se aproprie dos conceitos que norteiam o ensino de Arte
na Educação Infantil e anos Iniciais a partir da compreensão das dimensões histórica e
157
metodológica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
 1. O Ensino da Arte
Metodologias e abordagens para o ensino de arte e sua vinculação com a história
da educação (ensino tradicional, espontaneísta, proposta triangular e do RCNI e
PCNs)
Ensino de Arte: ações e provocações de ensino-aprendizagem

2. Experiência estética: poéticas do professor e ampliação de repertório pessoal
Cartografias pessoais, Diários de Bordo e Portfólios como provocação da memória
e do registro.
A educação do olhar
 3. Os territórios de Arte e Cultura
Arte como sistema simbólico e seus saberes estéticos e culturais.
Conexões entre os territórios de Linguagens da arte, materialidade, formaconteúdo, processos de criação, patrimônio cultural, mediação cultural
DATA
PROGRAMAÇÃO
OBSERVAÇÕES
27/07
Proposições para elaboração de “diário de bordo”,
tendo como elemento a memória (entrega dia
07/12)
O Diário de Bordo deve
conter, além das
informações escritas,
elementos que diferenciem
um do outro (criatividade
na confecção, usando os
materiais que julgar
importantes e
interessantes)
Histórico do ensino da arte no Brasil - texto
03/08
Leitura do PCN Arte – apontamentos dos itens
principais para entregar dia 10/08
Aula não presencial
10/08
Discussão das leituras realizadas – PCN
A apresentação deverá ser
dinâmica, podendo utilizarse de recursos midiáticos e
outros que os grupos
julgarem importantes.
Teremos a disposição data
Proposta triangular – texto
Divisão do texto do livro “Metodologia do ensino de
arte” para organização de trabalhos a serem
apresentados no dia 24/08
158
INDEX Nº: 5056
show e caixa de som
17/08
Organização da apresentação do trabalho
Preparação do trabalho a
ser apresentado no dia
24/08. Os grupos se
organizarão conforme a
decisão dos mesmos.
24/08
Apresentação dos trabalhos
M1 – 50%
31/08
Práticas pedagógicas em arte, a partir da proposta
triangular – leitura, contextualização e produção –
início
M3 – 25%
14/09
Continuação da proposta da aula anterior
21/09
Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil
(RCNEI)
Texto: Arte e metáforas contemporâneas para
pensar infância e educação”
28/09
Leitura e síntese do texto “Imagem poética: modo
singular de desvelar o mudo”
Aula não presencial
INDEX Nº: 5057
05/10
Entrega da síntese
M1 – 50%
Explicação da proposta de trabalho para 19/10 – em
grupos, divisão do texto, do qual todos deverão ter o
conhecimento do todo.
Leitura prévia dos diários de bordo
19/10
Elaboração de seminário a partir do texto “Em busca
de uma aprendizagem significativa”
INDEX Nº: 5058
Preparação do trabalho a
ser apresentado no dia
19/10. Os grupos se
organizarão conforme a
decisão dos mesmos.
26/10
Seminário
M2 – 100%
09/11
Leitura de imagem, Contextualização e produção
artística.
M3 – 25%
159
16/11
Continuação
23/11
Exposição das produções
30/11
Conclusão dos Diários de Bordo
Aula não presencial
07/12
Socialização dos Diários de Bordo
M3 – 50%
Discussão dos resultados
Exposição dos mesmos
14/12
Avaliação final
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Aulas teóricas-práticas
Discussão em grupos e painéis
Preparação e realização de oficinas
Reflexões individuais.
Elaboração de narrativas abordando as aulas com suas dinâmicas e conteúdos
Construção de Diários de Bordo e Portfólios.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a 6,0 (seis) durante o período
letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), nos seguintes termos:
M1 – participação nas aulas e atividades propostas – incluem-se as produções
artísticas realizadas em momentos especificados no cronograma em anexo.
M2 – diário de bordo – critérios: construção plástica, criatividade, organização.
M3 – seminários de apresentação de trabalhos.
Observações Importantes:
• As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de
160
pelo menos 50% de questões subjetivas, e aplicadas em data previamente marcada;
• O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no
semestre;
• Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
• Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada.
Não cabem formas substitutivas para os mesmos;
• Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de
livros ou Internet;•
Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de
análise:1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é
avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o
assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se
valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse,
será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a)
acadêmico(a).
• Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer
sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm
direito à recuperação.
BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
BARBOSA, Ana Mae. A imagem no ensino da arte. SP: Perspectiva,1991.
FERRAZ, Maria, FUSARI, Maria. Metodologia do ensino da arte. SP: Cortez, 1993.
MARTINS, Mirian Celeste Ferreira Dias. Teoria e prática do Ensino de Arte: a língua do
mundo. São Paulo: FTD, 2010.
Bibliografia complementar:
ARNHEIN, Rudolf. Arte e percepção visual. SP: Pioneira, 2000.
COLL, Jorge. O que é arte. SP: Brasiliense, 1982.
MEC/SEF, Referencial Curricular de Educação Infantil, Brasília, 1998.
161
MEC, Parâmetros Curriculares Nacionais , Brasília , 1997.
BARBOSA, Ana Mae, Tópicos utópicos. Belo Horizonte: C/Arte, 1998
BUORO, Anamélia, O olhar em construção. São Paulo: Ed. Cortez, 1996.
DERDYK, Edith. Formas de pensar o desenho. São Paulo: Zouk, 2010.
DEWEY, John. Arte como experiência. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura visual, mudança educativa e projeto de trabalho.
Porto Alegre: Artmed, 2006.
MOREIRA, Ana Angélica Albano. O espaço do desenho: a educação do educador. São
Paulo: Ed. Loyola, 2002.
PILLAR, Analice. Desenho e escrita como sistema de representação. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1995.
______________ (Org.) A Educação do Olhar no Ensino as Artes. Porto Alegre: Ed.
Mediação, 2006.
SALLES, Cecília Almeida. Gesto Inacabado – processo de criação artística, São Paulo:
Annablume,2ª edição, 2004.
162
3ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: PEDAGOGIA
Professores:
Período/ Fase: 3º
ITAMAR FAVERO
Semestre: 1º
Disciplina: FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO.
Email:
Ano: 2013
Carga Horária: 60H
EMENTA
Filosofia da Educação: Elucidações conceituais e de nomenclaturas.
Filosofia – Educação – Sociedade. Senso comum e conhecimento filosófico
na pratica docente. As diferentes Filosofias de Educação Possíveis. A
Filosofia da Educação a partir da legislação brasileira versus a pratica
educacional.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Ajudar os acadêmicos a tomarem consciência de que a prática educacional é baseada
em concepção educacional e a mesma concepção educacional determina uma prática
educacional.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
 Conhecer diferentes concepções educacionais.
 Conhecer diferentes pensadores sobre a educação.
 Questionar as próprias concepções e práticas educacionais.
 Tomar consciência do porque e do como da prática e da concepção educacional.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Psicologia da educação. Didática. História da educação. Sociologia da educação.
 Fundamentos das disciplinas dos anos iniciais do ensino fundamental.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
 Interesse do acadêmico pela disciplina. Gosto e compreensão das leituras.
Participação ativa em sala de aula. Execução dos trabalhos extraclasse.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Estatuto da filosofia da educação: Questões de nomenclatura. Classes de
saberes. O saber filosófico. A filosofia da educação. A estrutura educando do
homem: Panorâmica antropogenética. A indefinição biológica. Socialização
institucionalizada. Conflitividade escolar. A cultura e suas fontes. A liberdade
criadora. Alguns educadores que influenciam a educação brasileira: Platão,
Vygotsky, Freinet, , Piaget, Wallon e Paulo Freire.
163
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
 Aulas expositivas pelo professor, apresentando sínteses dos conteúdos,
provocando questionamentos, estimulando a curiosidade e provocando novas
leituras por parte dos acadêmicos.
 Leituras dirigidas aos acadêmicos para elaboração de resumos a serem
apresentados em sala de aula aos demais acadêmicos.
 Elaboração de trabalhos, por escrito a serem entregues ao professor.
 Avaliação constante mediante a participação em aula bem como avaliação final.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma
questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção
em sala = Peso 1,0 (10%)2ª Média – M2:- Prova de conhecimento parcial, individual,
sem consulta = Peso 8,0 (80%)- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)- Nota de
participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)3ª Média – M3: - Prova
de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando
todo o conteúdo ministrado no semestre).- Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%)
Observações Importantes:
 As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo
menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada;
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no
semestre;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
164
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de
convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os
erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver os
pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula
posterior à entrega do mesmo.3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A
apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno
sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar
formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido
feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de
cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.
BIBLIOGRAFIA
 FULLAT, OCTAZAVI. FILOSOFIAS DA EDUCAÇÃO. Petrópolis, RJ; Editora
Vozes; 1994.
 MENDES, DURMEVAL TRIGUEIRO. ( COR) FIOLOFIA DA EDUCAÇÃO
BRASILEIRA. Rio de Janeiro , RJ; Editora Civilização Brasileira. 1987.
 REBOUL, OLIVER. FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO. São Paulo, SP; Editora
Nacional. 1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR





ADORNO, THEODOR. A EDUCAÇÃO APÓS AUSCHWITZ. IN: EDUCAÇÃO E
EMANCIPAÇÃO. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1995.
AMARAL, MARIA NAZRÉ DE C. PACHECO. DEWEY: FILOSOFIA E
EXPERIÊNCIA DEMOCRÁTICA. São Paulo: Editora Perspectiva, EDUSP,
1990.
BAUMAN, ZYGMUNT. MODERNIDADE LÍQUIDA. Rio de Janeiro: Editora Jorge
Zahar Editor, 2001.
DEWEY, JOHN. DEMOCRACIA E EDUCAÇÃO: INTRODUÇÃO Á FILOSOFIA
DA EDUCAÇÃO. São Paulo, SP, Editora Nacional., 1959.
ACHIRALDELLI, JR, PAULO. Richar Rorty: A FILOSOFIA DO NOVO MUNDO
EM BUSCA DE NOVOS MUNDOS. Petrópolis, RJ. Editora Vozes, 1999.
165
4º FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professores: Prof. Dr. Joel Haroldo Baade
Período/ Fase: 4ª
Semestre: 2º
Disciplina: Sociologia da Educação
Email: [email protected]
Ano: 2013
Carga Horária: 60 horas/aula
EMENTA
Enfoques teóricos da Sociologia da Educação. A importância da Sociologia da Educação na formação
do/a educador/a. O desenvolvimento da sociedade brasileira na perspectiva da sociologia da
educação. Educação e estratificação social. Educação e cultura. Educação e tecnologia. Educação e
as demais instituições sociais (família, religião, Estado e economia). Educação formal , informal e
popular. A função social da escola e o papel do/a educador/a.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Proporcionar ampla revisão conceitual e discussão sobre temas pertinentes à Sociologia da Educação.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
 Possibilitar o desenvolvimento de uma visão geral da sociologia aplicada à educação;
 Estimular o desenvolvimento de um pensamento crítico sobre a educação em perspectiva
sociológica;
 Possibilitar a compreensão de diferentes discursos sobre a realidade humana, estejam eles
amparados em paradigmas teóricos ou no senso comum;
 Valorizar a diversidade cultural através da compreensão e construção de uma visão crítica da
indústria cultural.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
Esta disciplina relaciona-se, em diferentes sentidos, com todas as disciplinas ao longo do curso.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO

A capacidade de refletir e avaliar criticamente as práticas educativas à luz do pensamento
sociológico. Para isso, é fundamental a participação do discente através do preparo prévio
mediante a realização das leituras previstas e em sala através da interação com a turma.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
 01/08 - Aula 1: Introdução à disciplina. Apresentação do plano de ensino e do sistema de
avaliação.
166

08/08 - Aula 2: Educação e cidadania. Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 15-31.

15/08 - Aula 3: Educação e a disciplina (Rousseau, Kant, Foucault). Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 3352.

22/08 - Aula 4: Educação e Habitus (Pierre Bourdieu). Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 53-75.

29/08 - Aula 6: Educação e emancipação; A escola de Frankfurt (Theodor Adorno).

05/09 - Aula 7: Gramsci e a educação; ideologia e educação (Mannheim).

12/09 - Aula 8: Trabalho de estudo em sala. Questões. Tira dúvidas. Síntese.

19/09 - Aula 9: Revisão e Prova M1.

26/09 - Aula 10: Cine Fórum.

03/10 - Aula 11: Educação e decisão: direito e direitos humanos. Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 77101.

10/10 - Aula 12: Educação e decisão: política e cultura. Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 103-133.

17/10 - Aula 13: Educação e ação social. Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 135-158.

24/10 - Aula 13: Conclusões da obra “Educar o cidadão?”. Leitura: CANIVEZ, 1998, p. 160-165.
Trabalho de estudo em sala. Questões. Tira dúvidas. Síntese.

31/10 - Aula 14: Revisão e Prova M2.

07/11 - Aula 15: Cine Fórum (Bang! Bang! Você morreu.).

14/11 - Aula 16: Educação e racismo: Discussão sobre raça/etnicidade e suas relações com a
educação; Política de cotas raciais.

21/11 - Aula 17: A escola brasileira no final do século [XX]: um balanço. Leitura: FRIGOTTO, 1998,
p. 166-188; BRINHOSA, 2001, p. 39-60. In: LOMBARDI, p. 2001.

28/11 - Aula 18: A Globalização e os Desafios da Educação no Limiar do Novo Milênio. Leitura:
GAMBOA, 2001, p. 79-106. In: LOMBARDI, 2001.

05/12 - Aula 19: Revisão e Prova M3.

12/12 - Aula 20: Cine Fórum. Síntese e avaliação da disciplina. Devolução de provas e trabalhos.
167
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem.
Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Experiências vivenciais; Estudos de
Casos; Estudos dirigidos; Filmes/Vídeos técnicos.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
1ª Média – M1:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de
conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto na média = Peso 6,0 (60%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 4,0 (40%)
2ª Média – M2:- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 6,0 (60%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 4,0 (40%)
3ª Média – M3:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 6,0 (60%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 4,0 (40%)
Observações Importantes:
 A nota de participação, frequência e produção em sala é constituída da média aritmética das
atividades realizadas em sala e entregues ao professor para avaliação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANIVEZ, Patrice. Educar o cidadão? 2. ed. Campinas: Papirus, 1998. [370.115 / C223e] 3 exemplares
FRIGOTTO, Gaudêncio (org.). Educação e crise do trabalho: perspectivas de final de século. Petrópolis:
Vozes, 1998. [370.113 / F912e] 9 exemplares.
RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociologia da Educação. 6. ed. [S.l.]: Lamparina, 2008. [370.19 R696s] 2
exemplares
168
BIBLIOGRAFIA COMPLEMANTAR
CUNHA, LUIZ ANTÔNIO. Educação, Estado e democracia no Brasil. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2001.
[370.115981 / C972e] 9 exemplares
BRUM, Argemiro J. O desenvolvimento econômico brasileiro. 21 ed. Ijuí: Ed. Unijuí, 1999. [338.981 /
B893d] 1 exemplar
CASTELLS, Manoel. Fim de milênio. 2. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999. [303.483 / C344f] 3 exemplares
HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. 8. ed. São
Paulo: Loyola, 1999. [303.4 / H341c] 4 exemplares
KONDER, Leandro. A questão da ideologia. São Paulo: Cia das Letras, 2002. [140 / K82q] 3 exemplares
LOMBARDI, José C. (Org.). Globalização, pós-modernidade e educação: história, filosofia e temas
transversais. Caçador: UNC, 2001.
4ª FASE
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professores: Ilse Behrens
Período/ Fase: IV
Semestre: 2º
Ano: 2012
Disciplina: Fundamentos e metodologia dos Anos Iniciais
Carga Horária: 60 hs
EMENTA
- Análise e reflexão crítica da realidade do Ensino Fundamental – Anos Iniciais
- Prática pedagógica relacionada dialeticamente com a teoria
- Organização e aplicação de métodos de ensino visando a construção de conhecimento dos
169
conteúdos de 1ª a 4ª séries, nos diferentes níveis de formação do sujeito social.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Realizar uma análise crítica da realidade do ensino fundamental, visando a construção do
conhecimento pedagógico.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
- Relacionar a prática com a teoria escolar;
- Organizar a aplicação dos métodos, visando a construção do conhecimento;
- Refletir sobre a realidade da prática pedagógica relacionando-a com a construção do
sujeito social.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
- Psicologia geral: Estudo das relações psicológicas do ser humano na sociedade e nas
relações consigo mesmo.
- Didática: Estudo de novas metodologias de ensino.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
- Capacidade de compreensão do aluno e suas relações educacionais;
- Auto conhecimento como professor e educador;
- Compreensão do aluno e de como acontece a aprendizagem;
- Compreensão das metodologias e seus resultados na prática escolar.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Realidade do ensino fundamental;
- Relação teoria/prática;
- Organização e aplicação de métodos de ensino;
- Conhecimento e conteúdo;
- Formação do sujeito social.
170
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
- Aulas expositivas com possibilidade de discussão e interação de conhecimentos prévios;
- Seminário em grupos, onde os alunos terão oportunidade de apresentarem as análises
realizadas sobre os temas abordados;
- Leitura de textos e bibliografias recomendadas, com posterior discussão sobre os mesmos;
- Pesquisa de temas com interação de experiências individuais sobre os temas propostos;
- Elaboração de textos a partir de textos e suas análises.
- Pesquisa de campo, analisando as práticas realizadas em sala de aula nos anos iniciais.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
Avaliação 1: Apresentação de seminário, em grupos, onde os alunos deverão apresentar, de
forma original, os temas escolhidos, entregando para os colegas um resumo de toda a atividade.
Deverão entregar um trabalho escrito para a professora, na data do seminário.
Avaliação 2: Avaliação escrita, individual, com cinco questões dissertativas.
Avaliação 3: Participação das discussões em sala de aula, demonstrando interesse e
compreensão dos temas discutidos.
Observações Importantes:
 A análise de aprendizagem individual (prova) será escrita, constituída de questões s ubjetivas,
e aplicada em data previamente marcada;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos
até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada.
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos,
contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências,
riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os
erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues.
3. Criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e
será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer
correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo.
4
Originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão
desconsiderados.
171
4ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professor: Renato Vogel
Período/ Fase: 4.ª
Semestre: 2.º
Ano: 2013
Disciplina: Fundamentos e Metodologia do ensino de Geografia Carga Horária:60
horas
EMENTA
 A Geografia no âmbito da educação básica (educação infantil, ensino fundamental);
 Orientação;
 Mapeamento;
 Espaço;
 Construção do Espaço.
 Princípios e métodos do ensino da geografia.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
 Oportunizar aos acadêmicos meios e técnicas para a compreensão dos conteúdos
básicos para o ensino da Geografia no Ensino Fundamental das séries iniciais bem
como o conhecimento dos princípios metodológicos fundamentais para a prática da
docência desta disciplina.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
 Compreender a importância do ensino da Geografia nas séries iniciais da Educação
Fundamental como ferramenta básica para a absorção dos conteúdos geográficos
das séries finais e no Ensino Médio;
 Compreender a origem e evolução e a dinâmica natural de nosso planeta;
 Compreender a Construção do Espaço Geográfico e a sua evolução ao longo do
tempo;
 Identificar, analisar e compreender os princípios básicos da orientação no Espaço
Geográfico.
 Compreender os fundamentos da cartografia e sua grande importância para o
estudo da Geografia.
 Identificar e compreender as principais ferramentas e técnicas pedagógicas para o
ensino da geografia nas séries iniciais do Ensino Fundamental.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Esta disciplina possibilita a interdisciplinaridade com a disciplina de
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DE HISTÓRIA da VI fase, quando aborda
aspectos da espacialidade e da orientação e com a disciplina de FUNDAMENTOS
E METODOLOGIA DE ENSINO DA MATEMÁTICA da IV fase, quando aborda os
assuntos de cartografia com cálculos de escalas.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
 Com esta disciplina espera-se que o acadêmico adquira os conhecimentos básicos
e os fundamentos para o ensino da geografia nas séries iniciais do ensino
fundamental. Para que esse objetivo seja adquirido requer-se do acadêmico a
172
participação efetiva nas aulas, o desenvolvimento das atividades propostas e,
principalmente que mantenha conduta adequada em sala de aula evitando
conversas paralelas durante as aulas bem como de chegadas tardias ou saídas
antecipadas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
a) O Espaço Geográfico (Conceitos, Formação e Evolução).
b) A origem do Universo, do Sistema Solar e da Terra.
c) Posição, estrutura e movimentos do planeta Terra no espaço.
d) A Orientação e Posicionamento Geográfico (Métodos e princípios da
Orientação, Pontos Cardeais, Colaterais e Subcolaterais e Coordenadas
Geográficas).
e) A Cartografia (Técnicas Cartográficas, Recursos Cartográficos e Alfabetização
Cartográfica).
f) A dinâmica natural de nosso planeta responsável pela caracterização das
diferentes paisagens naturais do globo.
g) As principais interferências antrópicas sobre o meio natural e suas
consequências para o futuro da humanidade.
h) Técnicas e Métodos do Ensino da Geografia no Ensino Fundamental.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Aulas expositivas com quadro, retroprojetor e recursos da informática (Computador
e projetor multimídia)
 Interpretação e discussão de textos.
 Pesquisas e apresentação das conclusões em sala de aula.
 Debates, análise de artigos de textos e artigos.
 Atividades práticas em sala de aula com a confecção de materiais pedagógicos.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º,
que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o
período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes
termos:
1ª Média – M1:Prova de conhecimento parcial após 50% das aulas ministradas,
individual, sem consulta com peso 10,0.
2ª Média – M2:Prova de conhecimento global dos conteúdos aplicada ao final de
100% das aulas ministradas com duas etapas: Etapa 1, com consulta, com peso 5,0
(50%); Etapa 2, sem consulta, com peso 5,0 (50%).
3ª Média – M3:Média de todos os trabalhos em grupo ou individual aplicados durantes
as aulas e análise da presença e participação durante as atividades.
173
Observações Importantes: O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só
terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado
e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva
no semestre;



Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada.
Não cabem formas substitutivas para os mesmos;
Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de
livros ou Internet;
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARLOS, Ana Fani Alessandri (Org.). A Geografia na Sala de Aula. Contexto. São
Paulo.2.007.
CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos, CALLAI Helena Copetti e KAERCHER, Nestor André.
Ensino de Geografia – Práticas e Textualizações no Cotidiano. Mediação. Porto
Alegre. 2.006.
COELHO, Marcos de Amorim. Geografia Geral - O Espaço Natural e Sócio econômico.
Moderna. São Paulo. 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Manuel Correia de. Uma Geografia Para o Século XXI – 5.ª Edição. Papirus.
São Paulo. 2.004.
CADERNO CEDES. Ensino de Geografia. Papirus. São Paulo. 1996
DOLLFUS, Oliver. O Espaço Geográfico. Beltrand Brasil. Rio de Janeiro. 1991.
LUCCI, Elian Alabi, BRANCO, Anselmo Lazaro e MENDONÇA, Cláudio. Geografia Geral e do
Brasil. Saraiva. São Paulo (SP). 2003
MAGNOLI, Demétrio e ARAUJO, Regina. A Nova Geografia. Estudos de Geografia Geral.
Moderna. São Paulo. 1995.
MÉDICI, Miriam de Cássia e ALMEIDA, Miriam Lino de. Geografia. Nova Geração. São Paulo.
2005.
MOREIRA, João Carlos e SENE, Eustáquio de. Geografia Geral e do Brasil. Espaço
Geográfico e Globalizado. Scipione. São Paulo. 2007.
REGO, Nelson, CASTROGIOVANII, Antonio Carlos e KAERCHER, Nestor André. Geografia –
Práticas Pedagógicas Para o Ensino Médio. Artmed Editora S.A. Porto Alegre. 2.007.
174
TAMDJIAN, James Onnig e MENDES, Ivan Lazzari. Geografia Geral e do Brasil. Estudos
para a compreensão do Espaço. FTD. São Paulo. 2004.
4ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: PEDAGOGIA
Professores: Sonia de Fátima Gonçalves
Período/ Fase: 4ª
[email protected]
Semestre: 2º
Disciplina: FUND E MET DO ENS DE HISTORIA
Ano: 2013
Carga Horária: 60 horas/aula
EMENTA
Tempo em seus múltiplos aspectos; Tempo cronológico, tempo do relógio, dos dias, da
sequencia dos meses, dos anos que seguem calendários diferenciados; Noções de
espaço – relações topológicas; Relações Projetivas, relações Euclidiana; Relações
Sociais; Relações de Produção; O cotidiano como produto da sociedade; Memória e
Identidade; Orientação no uso de documentos históricos.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Proporcionar aos(as) acadêmicos(as) a compreensão dos processos de ensino e de
aprendizagem, bem como os conteúdos de história para as séries iniciais do Ensino
Fundamental.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
 Analisar os pressupostos teórico-metodológicos que norteiam o ensino de história
nas séries iniciais do ensino fundamental;
 Analisar as propostas Curriculares de história em ação nas séries iniciais do ensino
fundamental;
 Refletir sobre a política de produção, os pressupostos teórico metodológicos e os
conteúdos dos livros didáticos de história;
 Articular a pesquisa e a reflexão sobre métodos e experiências didáticas de
diferentes níveis e as realidades educacionais;
175
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Historia da Educação
 Historia da educação Brasileira
 Didática/planejamento/Avaliação
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
 Conhecimento de Historia, domínio de como trabalhar historia nas séries inicias e
educação infantil
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• Historia escolar: perfil de uma disciplina
• Conteúdos e métodos de ensino de História: Breve abordagem histórica
• Tempo em seus múltiplos aspectos; Tempo cronológico, tempo do relógio, dos dias,
da sequencia dos meses, dos anos que seguem calendários diferenciados;
• Noções de espaço – relações topológicas; Relações Projetivas, relações
Euclidiana; Relações Sociais; Relações de Produção;
•
O cotidiano como produto da sociedade; Memória e Identidade;
• Orientação no uso de documentos históricos.
•
•
•
•
•
•
•
História nas atuais propostas curriculares
Métodos e conteúdos escolares
Conteúdos históricos – como selecionar?
Aprendizagem em história
Livros e materiais didáticos de história
O livro didático e o ensino da história
Uso didático de documentos
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Aulas expositivas;
 Experiências vivenciais;
 Visitas técnicas (museus)
 Estudos de Casos;
 Estudos dirigidos;
 Filmes/Vídeos
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma
questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)
- Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção
176
em sala = Peso 1,0 (10%)
2ª Média – M2:- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0
(80%)- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso
70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre).- Trabalhos em
grupo = Peso 3,0 (30%)Observações Importantes: As análises de aprendizagem
individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões
discursivas, e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no
dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva mediante processo
administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno,
limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre; Os trabalhos devem
ser entregues em sala de aula, em documento impresso; Os trabalhos entregues com
atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos até a aula da semana
seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não cabem formas substitutivas
para os mesmos; Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de
cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou
traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como
critérios de análise:1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de
conceitos e inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de
cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.
1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA
•
•
ARROYO, Miguel G. Ofício de Mestre. Imagens e autoimagens. 3ª ed. Petrópolis. RJ.
Vozes. 2000.
BIITENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e Métodos.
São Paulo. Cortez, 2004.
177
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
BITTENCOURT, Circe (org). O saber histórico na sala de aula. São Paulo. Contexto.
2002.
BLOCH, Marc. Apologia da História ou o Ofício de Historiador. Rio de Janeiro. Jorge
Zahar Editor. 2001.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais.
Brasília. MEC/SEF, 1997.
BRAUDEL, Fernand. Escritos sobre a história. São Paulo. Editora Perspectiva S/A.
1992.
CARDOSO, Ciro Flamarion. BRIGNOLI, Héctor Pérez. Os métodos da História. 6ª ed.
Rio de Janeiro. Graal. 2002.
CERTEAU, Michel de. A escrita da História.2ª ed. Rio de Janeiro. Forense
Universitária.2002.
GIOVANNI, Maria Lucia Ruiz Di. História. São Paulo. Cortez. 1994.
JOANILHO, André Luiz. História e Prática. Pesquisa em sala de aula. Campinas. SP.
Mercado de Letras. 1996.
KARNAL, Leandro (org). História na sala de Aula. Conceitos, práticas e propostas. 2
ed. São Paulo. Contexto.2004.
NIKITIUK, Sônia L. (org). Repensando o ensino de História. São Paulo. Cortez. 1996.
PINSKY, Jaime (org.). O ensino de História e a criação do fato. São Paulo.
Contexto.2004.
SCHMIDT, Maria Auxiliadora. CAINELLI, Marlene. Ensinar História. São Paulo. Scipione.
2004.
VEYNE, Paul. Como se escreve a história. Brasília. Editora Universidade de Brasília.
1995.
VIDAL, Diana Gonçalves. FILHO, Luciano Mendes de Faria. As lentes da Historia.
Estudos de história e historiografia da educação no Brasil. Campinas. SP. Autores
Associados. 2005.
VIEIRA, Maria do Pilar de Araújo. PEIXOTO, Maria do Rosário da Cunha. KHOURY, Yara
Maria Aun. A pesquisa em História. São Paulo. Ática. 2005.
4ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade do Alto Vale do Rio do Peixe - UNIARP
Curso: PEDAGOGIA
Professores: Rosane Miozzo
Período/ Fase: 4º
[email protected]
Semestre: 1º
Ano:2013
178
Disciplina: Fund. E Met. Do ensino de Ciências
Carga Horária: 60 horas/aula
EMENTA
Introdução aos fundamentos teóricos da ciência. Concepção do que é ciência. O ensino de Ciências
no Brasil. O conteúdo de ciências no Ensino Fundamental. Análises de livros didáticos voltados ao
conhecimento das ciências. Por que estudar Ciências? O que estudar em Ciências. A
experimentação no ensino de Ciências. Projetos inovadores no ensino de ciências no Brasil. O
Currículo das Ciências Concepção problematizadora no ensino de Ciências
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
GERAL :
Desenvolver no acadêmico as concepções de ciências levando em conta sua evolução e
métodos alternativos para se trabalhar as ciências nas séries iniciais e na educação infantil .
-
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
- ESPECÍFICOS :
Identificar os conceitos e as áreas abrangentes das ciências naturais.
Analisar os conteúdos trabalhados nas séries inicias .
Identificar recursos alternativos para trabalhar as ciências nas séries iniciais
Elaborar um planejamento de conteúdos adequados à realidade atual .
Analisar os livros utilizados em nossas escolas .
-
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Estágios supervisionados.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO

A capacidade de reconhecer a importância do ensino de ciências naturais na Ed.
Infantil e ensino Fundamental.
 Habilidade para entender e desenvolver atividades práticas para trabalhar os
conteúdos de ciências naturais.
 Criatividade para elaborar atividades que enriqueçam as aulas de ciências para as
crianças
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Neste item devem constar as datas e as atividades das aulas não presenciais.
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
Concepções da Ciência: a natureza da Ciência e suas implicações na formação do professor de
Ciências Naturais da Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental
O ensino de Ciências Naturais: retrospectiva histórica;
Implicações de ciências , Tecnologia e Sociedade .
A linguagem e o ensino de Ciências Naturais: tendências atuais
Análise dos conteúdos e Programas de Ciências nas séries iniciais.
O uso das novas tecnologias da informação e comunicação no ensino de Ciências Naturais;
O papel do professor na mediação entre conhecimento prévio do aluno e o conhecimento
científico, na área de Ciências Naturais ensinado na escola;
179
8. O processo de desenvolvimento cognitivo do sujeito e suas implicações no ensino de Ciências
Naturais na Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental
9. O currículo do Ensino de Ciências Naturais na Educação Infantil e séries iniciais do Ensino
Fundamental;
10. A metodologia do ensino de Ciências .
11. Perspectivas disciplinar, cognitiva e didática na Educação Infantil e séries iniciai s do Ensino
Fundamental;
12. A Educação Ambiental no ensino de Ciências Naturais, na Educação Infantil e séries iniciais do
Ensino Fundamental;
13. A Educação Sexual no ensino de Ciências Naturais, na Educação Infantil e séries iniciais do
Ensino Fundamental;
14. O ensino de Ciências Naturais: tendências e possibilidades do século XXI;
15. O ensino de Ciências Naturais e a questão das atividades práticas;
16. Trabalhando com projetos no ensino de Ciências Naturais: planejamento e desenvolvimento de
sequencias de ensino na Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental;
17. Análise crítica dos livros didáticos de ciências .
Obs. Será realizado dois encontros presenciais: 18 e 19/03/2011 :
- Onde será trabalho a introdução dos fundamentos do ensino de ciências naturais. E a
Metodologia do ensino de Ecologia, plantas, água, ar e solo.- Será entregue as atividades
referentes as avaliações e textos sobre os fundamentos do ensino de ciências para serem
entregues no próximo encontro presencial.10 e 11/06: - Será realizada a metodologia
para o ensino de animais, ser humano e saúde e sexualidade. -Também será
desenvolvido atividades no laboratório de histologia com microscópios e laboratório de
anatomia. - No período da tarde será realizada a apresentação das atividades práticas em
que os alunos desenvolveram nos encontros não presenciais.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Aulas expositivas;
 Uso de recursos audiovisuais
 Estudos dirigidos;
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o
aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e
assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
180
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de
frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais
(M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1: Trabalho referente aos textos 1Avaliação sobre Ecologia e plantas 2ª
Média – M2:Trabalho referente aos textos 2 sobre PCNs Avaliação sobre ciclo da
água e ecossistemas 3ª Média – M3:
- Elaboração de atividades práticas referente as temas sugeridos.
Observações Importantes:
 As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo
menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências,
riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados
os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá direito a reaver
os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho corrigido na aula
posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de
cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.
181
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIZZO, Nélio . Ciências: Fácil ou difícil ? .São Paulo : Ática ,2000
WEISSMANN, Hilda. Didática das Ciências Naturais . Porto Alegre: ArtMed 1999 .
BRASIL. Parametro Curriculares Nacionais. Vol. 04. MEC – BRASIL
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASTOLFI,J.P. ; DEVELAY, M . A didática das Ciências . São Paulo : Papirus ,1991.
CANDAU, V. M. A didática em questão . Petrópolis : Vozes ,1986 .
DELIZOICOV , D. ; ANGOTTI , J. A . Metodologia do Ensino de Ciências . São Paulo : Cortez
,1992 .FRIZZO , M .N. O ensino de Ciências nas séries iniciais . Ijuí ; Unijuí Ed, 1986.
KRASILCHI, M. O professor e o currículo das ciências . São Paulo: EPU/EDUSP,1987.
5ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professores: Ana Mara Soletti Rotta
Período/ Fase:
IV
Semestre: 2o
Ano: 2011
Disciplina: Fundamentos E meto. Do Ensino Ed. Física
Carga Horária: 60h
182
EMENTA
Conceituações inerentes aos jogos e brincadeiras. Considerações sobre o brincar.
Material alternativo, confecção de jogos. Interdisciplinaridade. Relações entre
o aprender e brincar. O movimento enquanto parte do processo ensino-aprendizagem
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
A inclusão do movimento enquanto parte do processo ensino-aprendizagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
- Estabelecer relações entre o aprender e brincar
- Reconhecer habilidades exigidas/proporcionadas nos jogos e/ou brincadeiras
-Utilizar os materiais alternativos como forma de preservação ambiental e
exercício da criatividade
- Incluir a ludicidade em atividades interdisciplinares.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
- Atividades lúdicas aplicadas a todas as demais disciplinas, além da Educação Física.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
A capacidade de criar soluções com flexibilidade, adaptabilidade e com inovação; de
selecionar estratégias adequadas de ação visando a atender interesses interpessoais e
institucionais; comunicação interpessoal e expressão corretas na interpretação da
realidade, raciocínio lógico, crítico e analítico; capacidade de propor modelos de gestão
inovadores; de ordenar atividades e programas, de decidir entre alternativas..
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Conceituações inerentes aos jogos e brincadeiras
Considerações sobre o brincar
Material alternativo, confecção de jogos ( aula não presencial),
Interdisciplinaridade.
Atividades práticas.
183
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Aulas expositivas;
 Experiências vivenciais;
 Visitas técnicas;
 Estudos de Casos;
 Estudos dirigidos;
 Filmes/Vídeos técnicos.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus
de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)- Trabalhos em grupo
= Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0
(10%)2ª Média – M2:- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta =
Peso 8,0 (80%)- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)- Nota de participação,
frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média – M3: - Prova de
conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando
todo o conteúdo ministrado no semestre).- Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%)
Observações Importantes:
 As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo
menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada;
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no
semestre;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
184
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de
cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.
5ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Professora: Marilena Loss Bier
Curso: Pedagogia
[email protected]
185
Período/ Fase: 5º
Semestre: 2º
Ano:
Disciplina: Fundamentos e Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa
Carga Horária: 60 horas/aula
EMENTA
Linguagem e Língua. As concepções de Linguagem e ensino de língua materna.
Parâmetros Curriculares Nacionais. A linguagem como prática social. Linguística
textual: Gêneros textuais orais e escritos na escola. O texto de aluno em fase inicial de
escolarização: coesão e coerência. Leitura e produção de textos. Oficina de leitura e
produção de textos.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Habilitar professores para o ensino da Língua Portuguesa para atuarem em
instituições de Ensino Fundamental e Médio.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA



Construir conceitos de aprendizagem e de linguagem, analisando diversas
concepções teóricas que as fundamenta.
Analisar aspectos principais da metodologia da comunicação no ensino
fundamental.
Organizar um corpo teórico básico da Linguística Textual para embasar a
leitura e produção de textos.
Subsidiar os professores para a boa leitura e produção de textos.

RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Todas as disciplinas da Grade do Curso de Pedagogia
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
 Oportunizar aos acadêmicos condições básicas, tanto para a aquisição de
conhecimentos na área das linguagens, como para a participação dos futuros
professores nas mais diversas situações relacionadas ao ensino-aprendizagem da
língua portuguesa, visando melhorar a comunicação, tanto oral quanto gráfica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
7.1. Fundamentos da comunicação e Expressão
- Concepção de Aprendizagem
- Concepção de Linguagem
- Linguagem como forma de interação e prática social
- Linguagem, dialogismo e heterogeneidade.
7.2. Linguística Textual
- Critérios de textualidade: coesão e coerência textual
- O texto do aluno em fase inicial de escolarização
- Gêneros textuais orais e escritos na escola.
7.3. Parâmetros curriculares nacionais
7.4. Leitura, produção de textos e análise linguística
Datas de atividades não presenciais: 09/04 vesp, 14/05; 25/05 vesp; 28/05not.
As atividades não presenciais serão as seguintes: Leitura, análise e resenha de
186
textos a serem definidos com os alunos em sala.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos;
 Produção individual de textos;
 Estudos dirigidos;
 Trabalhos em grupos;
 Trabalhos individuais;
 Trabalhos de pesquisa;
 Exposição oral de trabalhos;
 Leituras para análise e condensação;
 Oficinas de leitura e produção de textos.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3).
A avaliação estará baseada nas notas obtidas pelo aluno em trabalhos, provas,
produção textual e apresentações. Além disso, serão relevantes a participação e a
assiduidade às aulas.
M1: Prova (peso 7,0) + Trabalho(s) (peso 3,0) = Média 1
M2: Trabalho(s) (peso 3,0) + Produção Textual (peso 7,0) = Média 2
M3: Trabalho(s) (peso 5,0) + Produção de material didático (peso 5,0).
(M1 + M2 + M3)/ 3 = Média do Semestre
A média final para aprovação na disciplina deverá ser igual ou superior a 6,0 (seis
virgula zero), obtida da soma e divisão das 03 (três) médias.
187
5ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professor(a): Marcele Guzela
Período/ Fase: V
[email protected]
Semestre: 1º
Disciplina: Fund.Met. do Ensino da Matemática
Ano: 2013
Carga Horária: 60 h/aulas
EMENTA
Tendências da Educação Matemática no Brasil e no mundo. A Matemática e os PCNs.
Tendências metodológicas no Ensino da Matemática. Matemática e a Pesquisa.
Resoluções de problemas. Tratamento de informações. Geometria. Multiplicação. Divisão.
Números inteiros e fracionais. Conceitos de áreas.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Ensinar Matemática nas Séries Iniciais pressupõe o conhecimento e o domínio dos
conteúdos curriculares por parte do professor, mas, além disso, o conhecimento da
fundamentação filosófica do conhecimento matemático e de metodologias adequadas no
exercício de sua docência. Preparar o futuro professor pedagogo para organizar e
apresentar a Matemática de forma contextual e bela, intrinsecamente ligada a vida;
abordar teórica e experimentalmente as noções lógicas especiais e algébricas na criança;
vincular a Matemática a problemas relacionados ao cotidiano da criança; confeccionar
material didático adequado aos conteúdos matemáticos a serem desenvolvidos nesse nível
de ensino são parte principal do objetivo da disciplina de Fundamentos Filosóficos e
Metodológicos do Ensino de Matemática.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
Didática Geral; Didática e Planejamento Educacional; Fundamentos da Alfabetização;
Desenvolvimento da Linguagem; Psicologia da Aprendizagem; Aprendizagens e
Procedimentos.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
A apropriação dos conhecimentos científicos e metodológicos desenvolvidos nas 72 horas
dessa disciplina visando à preparação docente para ensinar matemática nas séries iniciais.
A capacidade de resolver e criar soluções com flexibilidade e adaptabilidade focando
metodologias para ensinar matemática com inovação, eficácia e eficiência.
188
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Reflexões sobre o que é Matemática, a Matemática que se aprende e a que se
ensina, e os objetivos de seu ensino nas séries inicias.
- A Matemática na História e na Sociedade.
- Exame da situação atual do ensino da Matemática nas séries iniciais, bem como
no Ensino Fundamental como um todo.
- Concepções e tendências da Educação Matemática no Brasil e no mundo, bem
como a Pesquisa em Educação Matemática.
- Apresentação de diversos métodos (resolução de problemas, uso da História da
Matemática, uso de materiais didáticos e recursos tecnológicos, pesquisa, dentre
outros) para o ensino de Matemática com vistas ao planejamento de unidades
didáticas das séries iniciais.
- Análise e crítica de recursos didáticos, e reflexão crítica na relação Matemática e
Parâmetros Curriculares Nacionais;
- Introdução aos procedimentos de planejamento, meios e formas de construção e
aprofundamento do conhecimento de Multiplicação, Divisão, Números Inteiros e
Fracionários, bem como evolução, fundamentos teóricos e contribuições dos
mesmos;
- Estudo dos processos de ensino e aprendizagem sob diferentes óticas e metodologias
para a inserção da Geometria nas séries iniciais e conceitos de área e perímetro.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A metodologia a ser utilizada durante o desenvolvimento da disciplina pretende assegurar
o aprofundamento teórico, a reflexão crítica sobre a prática pedagógica e a análise da
inserção literal da História da Matemática como subsídio a todas as alternativas propostas
para o ensino-aprendizagem da Matemática.
As aulas serão ministradas através de exposições dialogadas, seminários, debate e
discussões em grupo, trabalhos de pesquisa, leitura e análise de textos e uso dos
laboratórios de informática. Para tais recursos metodológicos, pensa-se em recursos
didáticos de materiais impressos: livro, textos, guia de estudos, cadernos de exercícios,
unidades didáticas, etc. Materiais instrumentais: seja para utilização em aulas práticas de
laboratório, seja para observações individuais. Materiais audiovisuais: dvd, vídeo,
transmissões de programas por televisão. Suporte informático: sistemas multimeios,
videoconferência e Internet.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma
questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)189
Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)- Nota de participação, frequência e produção
em sala = Peso 1,0 (10%)2ª Média – M2:- Prova de conhecimento parcial, individual,
sem consulta = Peso 8,0 (80%)- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)- Nota de
participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
3ª Média – M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso
70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre).- Trabalhos em
grupo = Peso 3,0 (30%)
Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão
escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em
data previamente marcada;
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no
semestre;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que
apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e
não têm direito à recuperação.
190
5ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: PEDAGOGIA
Professor:
Beatriz Coscodai
Período/ Fase: 5º
Semestre: 2º
[email protected]
Ano: 2012.
Disciplina: Fundamentos e Metodologia de Educação Especial
Carga Horária: 60 horas
EMENTA
Educação Especial. Conceitos. Definições. O aluno de necessidades especiais. Estrutura e
Funcionamento da Educação Especial. Modalidades de Atendimento na Educação Especi al.
Salas de Recurso. Centro de Atendimento Especializado. Itinerância. Instituições
Especializadas. Deficiência Mental. Deficiência Visual. Surdez. Deficiência Física.
Superdotação/Altas Habilidades. Condutas típicas. Estudo de Casos. Educação Inclusiva, A
Escola de qualidade para todos.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Propiciar aos acadêmicos espaços para estudos, reflexões, debates e produções de
conhecimento na área de Educação Especial com especificidade para o campo das
deficiências.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA

Compreender a Educação Especial em seus aspetos conceituais, organizacionais,
políticos, sociais, culturais e legais.
 Entender as deficiências também como fenômenos socialmente construídos;
 Conceituar e compreender a Educação Inclusiva em seus múltiplos aspectos:
histórico, legais, sociais, políticos...
 Conhecer a Política Nacional de Educação Inclusiva e a Política de Educação Especial
do Estado de Santa Catarina entendendo-as como prática de governamento.
 Conhecer o Programa Pedagógico da Educação Especial do Estado de Santa Catarina.
 Conhecer as modalidades de Atendimento existentes na Educação Especial.
 Conceituar e caracterizar as diferentes formas de deficiências.
 Realizar uma visita numa escola com uma proposta Inclusiva
 Contribuir, através da disciplina, para que a práxis de cada acadêmico possa tornarse uma fonte de resistência em todos os âmbitos do processo educativo.
191
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
A disciplina Fundamentos e Metodologia da Educação Especial vincula-se ás demais
disciplinas de Fundamentos e Metodologias da Educação em geral.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO



Espera-se ao concluir a disciplina que o aluno tenha capacidade de compreender a
Educação Especial em seus múltiplos aspectos.
Busca-se que o aluno compreenda as Políticas que norteiam a Educação Especial na
atualidade.
O aluno deve ser capaz de analisar dialeticamente a Educação Especial em seu
processo de devinir histórico.


Posicionar-se de forma crítica e ativa diante de situações que requerem a utilização
do conhecimento sobre a Educação Especial e as Deficiências.
Ser capaz de definir e caracterizar as diferentes deficiências.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Educação Especial: Definições e Abrangências.
2. A LDB e a Educação Especial
3. Concepções que nortearam as ações e reflexões em torno das deficiências
4. A deficiência como fenômeno socialmente construído.
5. O estigma e as deficiências.
6. A Educação Inclusiva: Aspectos Conceituais e Históricos
7. Política Nacional de Educação Inclusiva
8. Política de Educação Especial do Estado de Santa Catarina
9. Proposta Pedagógica do Estado de Santa Catarina.
10. Modalidade de Atendimento na Educação Especial
11. Definição e caracterização das deficiências.
12.
Problemáticas e perspectivas da Educação Especial Hoje.
13.
Visita a uma escola Inclusiva
ESTRATÉGIAS DE ENSINO







Aulas expositivas
Leituras prévias e orientadas
Debates
Estudos em grupo
Seminários orientados
Pesquisas
Elaboração de resenhas e relatórios
 Produção e textos.
 Visitas
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
192
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1:Será a média do somatório das notas dos trabalhos coletivos, divididos
pelo número de trabalhos realizados no período 2ª Média – M2:Será a média do
somatório das notas dos relatórios individuais quinzenais 3ª Média – M3: Produção de
texto e auto avaliação
Observações Importantes:
 As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo
menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada;
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova substitutiva
mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria
do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no semestre;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências,
riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que
apresentarem qualquer sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e
não têm direito à recuperação.
BIBLIOGRAFIA
10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAPTISTA, Claudio R. e JESUS, Denise (Org,). Avanços em Políticas de Inclusão. Porto
Alegre, Mediação, 2009
Educação Especial: diálogo e pluralidade. Porto Alegre, Mediação, 2009
MEC. Programa de Educação Inclusiva: direito a diversidade. Brasília, MEC, 2001.
SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Educação. Política de Educação Especial de
193
Santa Catarina. São José, FCEE, 2006
10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Educação. Programa Pedagógico. São José,
FCEE, 2006
GOMES, Márcio. Construindo as trilhas para a Inclusão. Rio de Janeiro, Vozes, 2009.
JANNUZZI, Gilberta. A Educação do Deficiente no Brasil. Campinas, Autores Associados,
2004.
GOFFMAN, Erving. Estigma. Rio de Janeiro, Guanabara, 1988.
10 Questões sobre a Educação Inclusiva da Pessoa com Deficiência Mental. São Paulo
Avercamp, 2006.
6ª FASE
PLANO DE ENSINO
20. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professora: Sandra Elisa Muncinelli
Período/ Fase: 6ª
Semestre: 2º
Disciplina: LIBRAS
Ano: 2013
Carga Horária: 60 horas
2. EMENTA:
Histórico e noções gerais sobre surdez, aquisição de linguagem, legislação e identidade e cultura surda;
Estudos Introdutórios da Estrutura Linguística e Gramatical da Língua de Sinais;
a Língua de Sinais em
diversos contextos da comunicação.
3. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA:
Contribuir para o conhecimento, aprofundamento e estudo da Língua Brasileira de Sinais,
seus aspectos linguísticos e gramaticais e questões que envolvem seu uso na
comunicação e no processo educacional do aluno com surdez.
194
4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA:- proporcionar aos alunos as informações
básicas e indispensáveis referentes ao histórico e as filosofias educacionais na educação
de alunos com surdez;- conhecer e discutir a Lei de LIBRAS, os aspectos referentes a
cultura e identidade surda e, o processo de aquisição de linguagem da criança com surdez;
- exercitar a criatividade no estudo linguístico e gramatical da Língua de Sinais, utilizando
situações de ludicidade e participação dos alunos nos assuntos pautados na proposta da
disciplina.
6. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES:
7. Com todas as disciplinas do curso, por estabelecer comunicação e interação com
pessoas com surdez nos diversos contextos do cotidiano.
6. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
Desenvolver habilidades de comunicação e interação com pessoas com surdez,
obedecendo aos aspectos linguísticos e gramáticas da Libras.
7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. Histórico da Educação de Surdos e Filosofias Educacionais: Oralismo,
Comunicação Total, Bilinguísmo;
2. Identidade e cultura surda;
3. Lei de Libras – Lei 10.436/02;
4. Aquisição de linguagem pela criança surda e aquisição de segunda língua.
5. Língua Brasileira de Sinais - Estrutura linguística e gramatical da Libras:
5.1 Alfabeto digital – números;
5.2 Identificação pessoal, formas de cumprimento;
5.3 Vocabulário;
5.4 Verbos, advérbios, preposição, adjetivos, substantivos, pronomes, sinônimos,
antônimos.
Datas e atividades não presencias:
Ao final da disciplina os alunos deverão apresentar um texto de literatura infantil
ou uma música em LIBRAS, os ensaios das apresentações e a organização da
apresentação serão não presenciais.
195
8. ESTRATÉGIAS DE ENSINO:
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos.
- Aulas expositivas/presenciais e atividades não presenciais,
- Utilização de recursos áudio visuais em LIBRAS,
Estudos/apresentações individualizados e dinâmicas de grupo a partir de
temas/conteúdos propostos;
Músicas, dramatizações em grupo e individual;
Estudos e leituras propostas a respeito dos temas apresentados;
Apresentação de filmes em LIBRAS a respeito do estudo em pauta.
Ao final da disciplina os alunos deverão apresentar um texto de literatura infantil ou uma
música em LIBRAS, os ensaios das apresentações e a organização dos grupos
acontecerá durante a realização das aulas, sob orientação da professora.
9. SISTEMA DE AVALIAÇÃOA verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins
de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em
seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o
período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus
de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)
- Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
2ª Média – M2:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%)
- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
3ª Média – M3:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%)
(contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre).
- Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%)
Observações Importantes:
196
 As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo
menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada;
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no
semestre;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias , correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de
cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.
10. BIBLIOGRAFIA
10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
QUADROS, R. M. Educação de surdos ,a aquisição da linguagem, Editora Artmed, 1997
BALLANTYNE, J. ,Surdez 5.ed. Editora Artmed, 5.ed. - ,1995
10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAPOVILLA, F. C. & RAPHAEL, W.D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da
Língua de Sinais Brasileira. Volumes I e II São Paulo: Edusp – Editora Universidade de
São Paulo, 2001.
GESSER, A. Libras que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da Língua de
Sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
QUADROS, R. M. & KARNOPP, L.B. Língua Brasileira de Sinais – Estudos Linguísticos.
Porto Alegre: Artemed, 2003.
197
PLANO DE ENSINO
6ª FASE.
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: PEDAGOGIA. CAÇADOR.
Professores: ITAMAR FAVERO
Período/ Fase: VI
Semestre: 2º
Disciplina: TEORIAS CURRICULARES.
Ano: 2013
Carga Horária: 60H
EMENTA.
Conceitos de currículo. Fundamentos de currículo. Concepções de currículo. O
conceito de globalização. A interdisciplinaridade do conhecimento. Ideologia e
currículo. A política do conhecimento oficial. Avaliação do currículo. Proposta
curricular de Santa Catarina. Parâmetros Curriculares Nacionais. Currículo: Debates
contemporâneos; Desafios curriculares, O pensamento curricular no Brasil; As
diretrizes curriculares; A articulação currículo e cultura; Currículo da educação
básica; Concepção, estrutura e avaliação; O currículo e o conhecimento em rede.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA.
Proporcionar aos acadêmicos um entendimento global do currículo.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA.
Conhecer os diferentes fundamentos e conceitos de currículo.
Conhecer a proposta curricular de Santa Catarina.
Conhecer os parâmetros curriculares nacionais.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Planejamento Educacional. Estágios...
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
Capacidade de leitura e interpretação. Participação ativa em sala de aula.
198
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O que é currículo. O currículo e ideologia.
A interdisciplinaridade do conhecimento. Os
nacionais. Proposta curricular de Santa Catarina.
parâmetros
curriculares
ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que
facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos.
Atividades propostas:
Análise e interpretação de textos e artigos;
Aulas expositivas;
 Experiências vivenciais;
 Estudos de Casos;
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus
de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)
- Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
2ª Média – M2:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%)
- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
3ª Média – M3:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%)
(contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre).
- Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%)
199
Observações Importantes :As análises de aprendizagem individuais (provas) serão
escritas, constituídas de pelo menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data
previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá
direito à prova substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e
autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no
semestre; Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de
cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.
200
BIBLIOGRAFIABRASIL. Parâmetros Curriculares nacionais.
GOODSON, Ivor, F. Currículo: Teoria e História. Petrópolis, Rio de Janeiro: Editora Vozes,
1995.SANTA CATARINA. Proposta Curricular de Santa Catarina. 1998.
10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR.
JUNIOR DOOL; Willian E. Currículo: Uma perspectiva pós-moderna. Porto Alegre: Editora
Artes Médicas, 1997.
MOREIRA, Antonio Flavio; SILVA,
Paulo: Editora Cortez, 1997.
Tonaz Tadeu. Currículo, Cultura e Sociedade. São
MOREIRA, Antonio Flavio. (org) Questões Atuais. Campinas, São Paulo. Editora Papirus,
1997.
SAVIANI, Nereide. Saber Escolar, Currículo e Didática. Campinas, São Paulo. Editora
Autores Associados, 1998.
201
6ª FASE
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Período/ Fase:
VI
Professor: Mário Bandiera
Semestre: 2º.
Ano: 2013
Disciplina: Avaliação do Ensino Carga Horária: 60h/a.
EMENTA Pressupostos epistemológicos da educação. Êxito e fracasso escolar como
representação. Concepção dialética da educação. O significado do testar e do medir.
Procedimentos habituais de avaliação. Avaliação e construção do conhecimento. Avaliação
institucional como apoio à avaliação pedagógica. As novas propostas de avaliação para o
processo pedagógico. A avaliação e os aspectos legais.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Proporcionar condições para que o acadêmico se aproprie dos principais princípios que
norteiam as teorias
de avaliação do processo ensino-aprendizagem e da educação em geral e que envolvem,
principalmente
professor e aluno.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA4. 1 - Identificar os principais conceitos do
processo avaliativo;4.2 - Proporcionar aos alunos as informações básicas e indispensáveis
referentes aos fenômenos sociais e
educacionais a partir da análise avaliativa;
4.3 - Discutir e refletir sobre textos que abordam a problemática da avaliação, na disciplina;
4.4 - Discutir e compreender a legislação federal e estadual sobre o processo avaliativo e saber
interpretá-la e aplicá-la, na prática; 4.5 - Saber elaborar planejamento de avaliação do processo
ensino-aprendizagem de uma unidade escolar,
aplicando a legislação atual.4.6 – Discutir e aprofundar os conhecimentos sobre a
elaboração de bons instrumentos de medida e saber
interpretar adequadamente seus resultados para aplicação de recuperação paralela, se
for o caso.
RELAÇÕES
INTERDISCIPLINARES
Psicologia
Educacional/
Psicologia
da
Aprendizagem; Didática e Planejamento Educacional I e II Metodologia do Ensino das
diversas disciplinas curriculares.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO



A capacidade de diagnosticar corretamente as diversas situações de ensinoaprendizagem em que se encontram os alunos para melhor avaliá-los e propor-lhes
atividades adequadas para a sua aprendizagem.
Capacidade de diagnosticar as dificuldades de aprendizagem dos alunos através
de observação e de aplicação de instrumentos de medida.
Saber fazer uso adequado dos resultados diagnósticos dos instrumentos de
medida.
202

Ter habilidade na interpretação de textos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
01 – Introdução geral à disciplina e planejamento.
02 – Concepções de educação e suas consequências no processo avaliativo.
03 – A Avaliação do processo ensino-aprendizagem e o Projeto Político Pedagógico.
04 – Concepção básica do que é testar, medir e avaliar.
05 – A avaliação do processo ensino-aprendizagem e seus aspectos legais – LDB 9.394/96 e Res.
CEE/SC158/2008.
06 – Avaliação institucional x avaliação pedagógica.
07 – Verificação ou Avaliação: o que pratica a escola?
08 – Diferença entre Avaliar e Examinar.
09 – Avaliação do processo ensino-aprendizagem x teoria das Inteligências Múltiplas.
10 – Avaliação do processo ensino-aprendizagem x teoria da Inteligência Emocional.
11 – Prática Escolar: do erro como fonte de castigo ao erro como fonte de virtude. (construtivismo).
12 - Como elaborar bons instrumentos de verificação e como interpretar e fazer bom uso dos
resultados.
13 – Leitura de, no mínimo, um livro da bibliografia citada sobre processo avaliativo do ensino aprendizagem.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Aulas expositivas e dialogadas;
 Pesquisas bibliográficas;
 Leituras orientadas;
 Experiências vivenciais (discussões sobre);
 Estudos de Casos;
 Estudo em grupo e dirigido;
 Filmes/Vídeos técnicos.
 Seminários.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
O processo de avaliação será realizado de acordo com a legislação vigente na
203
UNIARP. Haverá três médias parciais resultantes das notas de provas escritas,
trabalhos escritos individuais, nota de participação em aula atribuída pelo professor
levando em conta a participação, o aproveitamento das aulas, as leituras extras, os
trabalhos apresentados como seminários e a auto avaliação. As provas escritas terão
peso 7,0; as notas de observação do professor peso 1,5 e a auto avaliação da aluno
peso 1,5. Todas as atividades serão orientadas pelo professor, por escrito, a partir do
primeiro dia de aula.
BIBLIOGRAFIA10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BANDIERA, M. A influência da avaliação oral do professor no processo ensino-aprendizagem.
Erechim, Ed. São Cristóvão, 2001.
HOFFMANN, J. Avaliação mediadora, uma prática em construção da pré-escola à universidade.
Porto Alegre, Ed. Educação e Realidade, 1996, 9ª edição.
1. LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo, Ed. Cortez, 2001, 11ª.Edição.
10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DEMO, P. Avaliação qualitativa. 2ª Edição, SP., Cortez, 1988.
2. HAYDT, R.C. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. São Paulo, Ed. Ática, 6ª. Edição,
2004.
3. LIMA, A. de O. Avaliação escolar – julgamento x construção. Petrópolis, Ed. Vozes, 1994, 2ª
edição.
4. ROMÃO, J. E. Avaliação dialógica – desafios e perspectivas. SP., Ed. Cortez, 1998.
5. VASCONCELLOS, C. dos S. Avaliação – concepção dialética – libertadora do processo de
avaliação escolar. SP, Cadernos Pedagógicos do Libertad, 1995,5ª edição.
204
PLANO DE ENSINO
21. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Pedagogia
Professor: Mário Bandiera
Período/ Fase:
VI
Semestre: 2º.
Ano: 2012
Disciplina: Planejamento Educacional Carga Horária: 60 horas/aula
22. EMENTA
Interdisciplinaridade curricular. Multidimensionalidade do processo didático.
Competências e habilidades didáticas. Planejamento e avaliação da prática pedagógica
numa perspectiva crítica da educação. Planejamento participativo. Tipos de planos:
seus componentes essenciais.
23. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Proporcionar ao acadêmico, futuro professor, conhecimentos básicos de organização
curricular e de planejamento da escola e sua funcionalidade como um todo.
24. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
4.1 - Possibilitar ao aluno base teórica para compreender a organização curricular de
uma unidade escolar.
4.2- Fazer com que o aluno conheça formas concretas de como organizar e coordenar
o planejamento de uma unidade escolar.
4.3 – Estabelecer relações entre o planejamento da escola e o currículo escolar..
4.4 – Compreender como o planejamento e a organização escolar envolvem filosofia,
políticas públicas e conhecimento do contexto nacional e regional.
4.5 - Aprender a elaborar um planejamento escolar com suas multifacetas..
25. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Todos os componentes curriculares do Curso de Pedagogia.
26. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO

Ser capaz de entender o ser humano como um ser complexo, com suas
características pessoais, gerais. Ser capaz de perceber o contexto sociopolítico em
que está envolvida a educação e traduzir o contexto social em currículo escolar e
planejar a escola para poder dar conta das exigências da atual sociedade. Ser líder
e dinâmico para coordenar atividades de equipe rumo a metas desejáveis.
27. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
7.1 – Por que o planejamento educacional.
7.2 – Por que não gostamos de planos?
205
7.3 – Para que planejar.
7.4 – Definição de planejamento.
7.5 – Marco Referencial.
7.6 – O diagnóstico.
7.7 – Programação.
7.5 – Fundamentação e princípios da educação e da gestão escolar.
7.6 – Planejamento e organização do trabalho escolar.
7.7 – Monitoramento de processo e avaliação de resultados educacionais.
7.9 – Gestão democrática e participativa.
7.10 – Planejamento participativo em educação
7.11 – Construção eficiente e eficaz do planejamento participativo
7.12 – Principais cuidados na elaboração dos planos.
7.13 – Gestão democrática e participativa.
7.14 – Gestão de pessoas.
7.15 – Gestão pedagógica.
7.16 – Gestão administrativa.
7.17 – Gestão do clima e cultura escolar.
7.18 – Gestão do cotidiano escolar.
7.19 – A gestão escolar como prática da liderança.
7.20 – Desenvolvimento de competências de liderança.
7.21 – Avaliação do planejamento.
7.22 – Possíveis critérios para a elaboração participativa dos planos.
7.23 – O Projeto Pedagógico, o Plano de ensino e o Plano de aula.
7.24 – O que é e como funciona uma escola básica de ensino integral.
206
28. ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Aulas expositivas e dialogadas;
 Pesquisas bibliográficas;
 Leituras orientadas;
 Experiências vivenciais;
 Estudos de Casos;
 Estudo em grupo e dirigido;
 Filmes/Vídeos técnicos.
 Seminários.
29. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
O processo de avaliação será realizado de acordo com a legislação vigente na
UNIARP. Haverá três médias parciais resultantes das notas de provas escritas,
trabalhos escritos individuais, nota de participação em aula atribuída pelo professor
levando em conta a participação, o aproveitamento das aulas, as leituras extras, os
trabalhos apresentados como seminários e a auto avaliação. As provas escritas terão
peso 7,0; as notas de observação do professor peso 1,5 e a auto avaliação da aluno
peso 1,5. Todas as atividades serão orientadas pelo professor, por escrito, a partir do
primeiro dia de aula.
207
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professores: Scheilla Maria Soares Marins
Período/ Fase: VI Semestre: 2º
Ano: 2013
Disciplina: Estágio Curricular Supervisionado II Carga Horária: 60 hs
EMENTA
.- Indicação de Instituição de Anos Iniciais para contrato de estágio;
- Apropriação de Instrumentos de registro de estágio;
- Intervenção no cotidiano de uma classe de Anos Iniciais;
- Elaboração de Relatório com fundamentação própria.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Compreender, através de planejamento e intervenção, o funcionamento e a prática de uma
Unidade Escolar de Anos Iniciais.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
.- Elaborar fichas de registro das observações;
- Realizar observações e Planejamento em uma Unidade Escolar de AI;
- Elaborar um Relatório das Observações e das práticas realizadas;
- Apresentar o Relatório em sala de aula.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
- Didática: Estudo de novas metodologias de ensino e práticas escolares.
- Metodologia Científica: elaboração de relatórios.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
-
Fichas de Observação;
- Práticas de Observação;
- Relatório de estágio.
208
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
- Aulas expositivas com possibilidade de discussão e interação de conhecimentos prévios;
- Leitura e análise do manual de Estágio da UNIARP;
- Análise das fichas de Observação;
- Elaboração de planejamento para a intervenção;
- Atendimento individualizado;
- Orientações individuais.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
Avaliação 1: Apresentação de todos os documentos solicitados
Avaliação 2: Realização das práticas de Intervenção nos Anos Iniciais.
Avaliação 3:Entrega do relatório das atividades realizadas.
Observações Importantes:
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser recebidos
até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada.
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos,
contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e inferências,
riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão descontados os
erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues.
3. Criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e
será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer
correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo.
5
Originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de cópia serão
desconsiderados.
209
PLANO DE ENSINO
30. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: PEDAGOGIA
Professores: Sonia de Fátima Gonçalves – [email protected]
Período/ Fase: 7º
Semestre: 1º
Disciplina: Gestão Escolar.
Ano: 2013
Carga Horária: 60 horas/aula
31. EMENTA
Gestão do tempo e do espaço na organização do trabalho escolar. As relações do/no
trabalho. Descentralização e autonomia. A administração da educação e da escola. Gestão
da prática pedagógica. O cotidiano das equipes de suporte pedagógico. Avanços e
recursos do gestor pedagógico frente aos desafios em prol de uma escola de qualidade.
Analise do papel do individuo nas organizações e do papel do pedagogo na implantação e
execução de programas educativos que visam ao desenvolvimento dos recursos humanos
e a maximização de seu potencial nas empresas. Empreendedorismo em educação.
32. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Analisar a gestão escolar, percebendo as problematizasses existentes em sua
implementação, contextualizando a Educação Básica de maneira crítica, considerando os
aspectos políticos, sociais e legais, bem como diferenciando a organização e a dinâmica
escolar, em relação à organização curricular, administrativa e pedagógica.




OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
Contextualizar aos acadêmicos o processo histórico da gestão democrática nas
escolas e seu perfil na construção do planejamento estratégico da escola;
Propiciar aos acadêmicos o conhecimento da organização e da dinâmica da Escola
Básica, nos aspectos da organização curricular, administrativa e pedagógica.
Promover a contextualização política, social e legal das questões educacionais,
estimulando a evidência de posicionamento crítico, participativo e comprometido
com a educação.
33. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 A gestão em instituições escolares e não escolares tem relações interdisciplinares
com todas as disciplinas oferecidas ate a sétima fase do curso, visto que todas
preparam o educador, e gestão contempla os espaços escolares e suas relações
no dia-dia do trabalho pedagógico.
210
34. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO

A capacidade de entender as relações do processo pedagógico no ambiente
escolar, bem como seu gerenciamento;
35. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
 Gestão do tempo e do espaço na organização do trabalho escolar.
 As relações do/no trabalho.
 Descentralização e autonomia.
 A administração da educação e da escola.
 Gestão da prática pedagógica.
 O cotidiano das equipes de suporte pedagógico.
 Avanços e recursos do gestor pedagógico frente aos desafios em prol de uma
escola de qualidade.
 Analise do papel do individuo nas organizações e do papel do pedagogo na
implantação e execução de programas educativos que visam ao desenvolvimento
dos recursos humanos e a maximização de seu potencial nas empresas.
Empreendedorismo em educação.
36. ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Aulas expositivas;
 Filmes/Vídeos
37. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
Atividade 1: LEITURA DO TEXTO E APRESENTAÇÃO – M1
SEMINÁRIO DE TEXTOS –Livro:
LIBANEO, Jose Carlos. Organização e gestão da Escola. Teoria e Prática. 5 ed.
Goiânia. Editora Alternativa, 2004.
GRUPO 01
TEXTO: UMA ESCOLA PARA NOVOS TEMPOS
GRUPO 02
TEXTO: BUSCANDO A QUALIDADE SOCIAL DO ENSINO
GRUPO 03
TEXTO:
A
IDENTIDADE
PROFISSIONAL
DESENVOLVIMENTO DE COMPETENCIAS
DOS
PROFESSORES
E
O
GRUPO 04
TEXTO: OS CONCEITOS DE ORGANIZAÇAO, GESTAO, PARTICIPAÇAO E DE
211
CULTURA ORGANIZACIONAL
GRUPO 05
TEXTO: O SISTEMA DE ORGANIZAÇAO E GESTAO DA ESCOLA
GRUPO 06
TEXTO: PRINCIPIOS E CARACTERISTICAS DA GESTAO ESCOLAR PARTICIPATIVA
GRUPO 07
TEXTO: ORGANIZAÇAO GERAL DO TRABALHO ESCOLAR
Atividade 2: EM GRUPOS – LEITURA DO LIVRO E APRESENTAÇÃO – M2
Leitura dos livros abaixo relacionados de HELOISA LUCK (este material está indexado no
xerox)
1 grupo 01 Gestão educacional – Uma questão paradigmática – volume I
(index n. 1964)
2 Grupo 02
Concepções e processos democráticos de Gestão educacional – Vol II
(index n. 1965)
3 Grupo 03
A gestão participativa na escola – Volume III
(index n. 1966)
4 Grupo 04
Liderança em gestão escolar- Volume IV
(índex número 3893)
ATIVIDADE 03 – ARTIGO EM DUPLAS – M3
212

Em duplas elaborar um artigo bibliográfico sobre o tema Gestão
Escolar com no mínimo 5 laudas (com resumo, introdução,
desenvolvimento teórico com citações diretas e indiretas,
conclusão e referencias)
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.3. Sempre, criatividade. Sobre as
apresentações: A apresentação oral é avaliada individualmente e será observado o
domínio do aluno sobre o assunto bem como sua capacidade de fazer correlações,
além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse,
será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a)
acadêmico(a).Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer
sinal de cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à
recuperação.
38. BIBLIOGRAFIA
10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. LIBANEO, José Carlos. OLIVEIRA, João Ferreira de. TOSCHI, Mirza Seabra.
Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. 2 ed. São Paulo. Cortez,
2005.
2. LIBANEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola. Teoria e Prática.5 ed.
Goiânia. Editora Alternativa, 2004.
3. LUCK, Heloísa. Gestão educacional – Uma questão paradigmática – volume
I.Série Cadernos de Gestão. 2 ed. Petrópolis. RJ. Vozes.2006.
4.
LUCK, Heloisa. Concepções e processos democráticos de Gestão
educacional – Vol II. Série Cadernos de Gestão. 2 ed. Petrópolis. RJ. Vozes.2006.
5. LUCK, Heloisa. A gestão participativa na escola – Volume III. Série Cadernos de
Gestão. 2 ed. Petrópolis. RJ. Vozes.2006.
10.1 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
10.2 Gestão em rede. Veiculo de comunicação do projeto Renageste. Rede Nacional
de Referencia em gestão Educacional do CONSED (Conselho Nacional de
213
Secretários de Educação) – revistas 59 a 64 (artigos)
1. MOLEVADE, João e SILVA, Maria Abdia. Quem manda na educação no Brasil?
Brasília. Idea Editora.
2. BRASIL. Ministério da Educação. Constituição Federal de 1988. Brasília, 1999.
3. BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Lei de Diretrizes e Bases da
educação Nacional. Lei n. 9394, de 20 de dezembro de 1996. Brasília. 1996.
4. GODOY, A.C. de Souza. Gestão escolar e prática reflexiva. In: BELLOTO, A.A.
Monteiro et.Alli (org). Interfaces da gestão Escolar. São Paulo. Editora Alínea,
1999.
5. NEVES, Carmen Moreira de Castro. O Projeto pedagógico da escola na lei de
diretrizes e bases. In: SILVA, Eurides brito (org). A Educação básica pós-LDB.
São Paulo. Pioneira, 198.
6. PARO, Vitor Henrique. Gestão Democrática da escola pública. São Paulo. Ática,
1998.
7ª FASE
PLANO DE ENSINO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professores: Debora Ceretta Jung
Período/ Fase: 7º
Semestre: 1º
Disciplina: Educação Ambiental
[email protected]
Ano: 2013
Carga Horária: 30 horas/aula
EMENTA:
Histórico, conceito, objetivos, princípios e finalidade da Educação Ambiental. O surgimento da
Educação Ambiental. Meio Ambiente e representação social. Concepções e práticas de Educação
Ambiental nos documentos oficiais. Os problemas ambientais. Educação Ambiental no espaço
214
formal. Praticas interdisciplinares, metodologias e as vertentes da Educação Ambiental. A pesquisa
em Educação Ambiental.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
1. Reconhecer, caracterizar e identificar diferentes conceitos da Educação Ambiental no contesto
nacional.
2. Relacionar os conceitos de Educação Ambiental com a realidade local.
3. Organizar historicamente a Educação Ambiental compreendendo sua importância e relevância na
atualidade.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
1. Identificar a Educação Ambiental nos documentos oficiais
2. Reconhecer a Educação Ambiental como parte fundamental no desenvolvimento de um país.
3. Propiciar a interação do professor com o conceito e a realidade da Educação Ambiental na
comunidade e meio escolar.
4. Identificar problemas ambientais
5. Procurar soluções para problemas ambientais de forma barata e eficaz.
6. Tornar a Educação Ambiental tema de conversas rotineiras entre alunos X professores
7. Reforçar a importância de uma educação para o futuro, preservando com consciência e conhecimento.
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES

Biologia, Ecologia, Educação, Historia, Geografia, Estatística.
HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO


Espera-se do acadêmico o reconhecimento dos conceitos de Educação Ambiental
em textos e artigos, podendo opinar sobre o assunto estando preparado para travar
discussões fundamentadas.
Espera-se do acadêmico postura de Educador Ambiental em qualquer ambiente em
que se encontre, sendo esta a essência de um professor.
215
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução a Educação Ambiental
2. Órgão responsável pela política nacional de Educação Ambiental (OG)
3. Conceitos de Educação Ambiental
4. Princípios de Educação Ambiental
5. Construindo um conceito de Educação Ambiental
6. O público da Educação Ambiental
7. Características da Educação Ambiental
8. História da Educação Ambiental
9. As primeiras oposições
10. Grandes atos da Educação Ambiental
11. Legislação Brasileira sobre Educação Ambiental
12. Praticas Interdisciplinares
13. Metodologias
14. Pesquisa na Educação Ambiental
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Visando orientar os alunos quanto aos principais tópicos abordados durante o transcorrer
das aulas, serão realizadas aulas teóricas, expositivas bem como aulas práticas.
Buscando complementar o assunto abordado, com um envolvimento mais efetivo dos
alunos, serão
realizados seminários, estudos dirigidos e/ou apresentações em grupos.
Da mesma forma, visando analisar a capacidade de expressão oral e escrita assim como a
capacidade de síntese, serão solicitados trabalho(s) extra classe baseados em pesquisa
bibliográfica, temas atuais e entrevistas.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
Serão realizadas seminários, exercícios em sala e trabalhos de pesquisas.
M1 Portfólio produzido durante as aulas
M2 Trabalho de análise de artigo
M3 Seminário sobre Educação Ambiental em diferentes níveis educacionais
216
BIBLIOGRAFIA
MORO, PAULO ROGÉRIO. A Educação Ambiental e a formação de professores. Ponta Grossa:
Universidade Estadual de Ponta Grossa, 2002.83p.
DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. 6. ed. rev. e ampl. pelo autor. São
Paulo:
Gaia,2000.
DIAS, G. F. Os quinze anos da educação ambiental no Brasil: um depoimento. Em Aberto,
v.
10, n. 49, jan/mar, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GUIMARÃES Mauro (ORG.) Caminhos da Educação Ambiental, Campinas, SP: Papirus,
1995.
GUIMARÃES, M. A formação de educadores ambientais. Campinas-SP: Papirus, 2004.
EDUCAÇÃO ambiental: questões ambientais conceitos, história, problemas e alternativas. Brasília:
Ministério do Meio Ambiente, 2001. 396p.ISBN- 87166-19-0.
217
7 ª FASE
PLANO DE ENSINO
39. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Pedagogia
Professora: Mara Regina Balena
e-mail: [email protected]
Período/ Fase: 7º
Ano: 2013
Semestre: 2º
Disciplina: Tecnologia em Educação
Carga Horária: 90 horas/aula
40. EMENTA
Aplicações de informática nas atividades educacionais. Uso de programas (softwares)
para ensino e aprendizagem nas diferentes disciplinas. Conhecimento dos recursos
tecnológicos e softwares educativos. Internet como fonte de pesquisa nas diversas áreas
do conhecimento; Recursos de multimídia e hipertextos; Aplicação de recursos de
softwares para a preparação de conteúdos das disciplinas. Avaliação de softwares
educativos. Lego Linguagem Lógica, Programação e Robótica. Texto, imagem, som e
movimento. Criação de sítios, blog, e-mail, fórum. Bate-papo, videoconferência, Sistemas
operacionais Livres.
41. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Apresentar elementos conceituais na área da Tecnologia e Educação aos acadêmicos no
desenvolvimento da reflexão teórico – empírica com base na evolução do pensamento do
trabalho científico.
42. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
 Desenvolver competências e habilidades necessárias para a utilização de novas
tecnologias como ferramenta estratégica como promoção do ensino-aprendizagem.
 Utilizar a tecnologia computacional, e outras, como possibilidade de práticas
pedagógicas diferenciadas.
 Aplicar a tecnologia da Comunicação e Informação nas atividades do ensinoaprendizagem.
43. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Planejamento e Organização do Trabalho Pedagógico;
 Psicologia da Educação.
 História da Educação Brasileira.
 Aprendizagem e Procedimentos.
44. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
A capacidade de criar soluções educacionais com flexibilidade, adaptabilidade e com
inovação tecnológicas; de selecionar estratégias na educação adequadas de ação
visando a atender interesses interpessoais e institucionais; comunicação interpessoal e
expressão corretas na interpretação da realidade, raciocínio lógico, crítico e analítico;
capacidade de propor modelos educacionais inovadores nas mais diversas áreas do
218
conhecimento; de ordenar atividades e programas, de decidir entre alternativas.
45. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
7.1 Aplicações de informática nas atividades educacionais.
7.1.1 Uso de programas (softwares) para ensino e aprendizagem nas diferentes
disciplinas.
7.1.2 Aplicação de recursos de softwares para a preparação de conteúdos das disciplinas.
7.1.3 Conhecimento dos recursos tecnológicos e softwares educativos.
7.1.4 . Avaliação de softwares educativos.
7.2 Internet como fonte de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento.
7.3 Recursos de multimídia e hipertextos.
7.3.1 Texto, imagem, som e movimento.
7.4 Criação de sítios, blog, e-mail, fórum.
7.5 Psicopedagogia e Informática.
7.6 Bate-papo, videoconferência.
7.7 Sistemas operacionais Livres.
7.8 Lego Linguagem Lógica.
7.9 Programação e Robótica.
46. ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Aulas expositivas;
 Experiências vivenciais;
 Laboratório de Informática com Internet;
 Estudos dirigidos;
 Filmes/Vídeos técnicos;
 Outros.
47. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
219
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1:
- Exercício de conhecimento parcial, individual = Peso 7,5 (75%)
- Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
2ª Média – M2:
- Exercício de conhecimento parcial, individual = Peso 8,0 (80%)
- Outras atividades extraclasse = Peso 1,0 (10%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
3ª Média – M3:
- Exercício conhecimento parcial, individual = Peso 70,0 (70%)
- Trabalhos em grupo e/ou outras atividades = Peso 3,0 (30%)
Observações Importantes:
 As análises de aprendizagem (exercícios e/ou atividades) poderão ser descritas e em
grupos, aplicadas em data previamente marcada;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos(exercícios/atividades) entregues com atraso terão a redução de 30% do
valor e poderão ser recebidos até 7 dias da semana seguinte, a partir da data de
entrega determinada. Não cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos que apresentarem qualquer sinal de cópia serão
desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.
220
48. BIBLIOGRAFIA
BRITO, Glaucia da Silva; PURIFICAÇÃO, Ivonelia da. Educação e novas tecnologias. 2.
ed. São Paulo, IBPEX, 2008.
DEMO, Pedro. Educação Hoje - "novas" Tecnologias, pressões e oportunidades. São Paulo: Atlas,
2009.
FREIRE, Wendel. (org). Tecnologia e educação. As mídias nas técnicas docente. São
Paulo: WAK, 2008.
HERNANDEZ. Fernando; SANCHO, Juana M. Tecnologias para transformar a
educação. São Paulo: Artemed Sul, 2006.
TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na educação. 8. ed. São Paulo: Erica, 2008.
Identificação
Curso:
Disciplina:
Código:
Semestre:
Pedagogia
Produção Textual: Resumos, Resenhas e Artigos
2º semestre de 2013
Carga Horária
Total de Créditos: 02
Carga Horária: (30)
Professor
Marilena Loss Bier
Ementa
Produção de textos, coesão textual e gramatical. Resumos. Resenhas. Artigos.
221
Objetivos




Esta disciplina visa propor de maneira objetiva, as relações entre teoria e prática do texto e a
compreensão da criação textual como uma manifestação individual que está vinculada ao meio e
ao momento em que surgem as diferentes necessidades de comunicação.
Despertar e estimular através de textos variados todas as potencialidades linguísticas do
acadêmico assim como a capacidade de reprodução e livre expressão.
Proporcionar subsídios para que o acadêmico possa desenvolver bons projetos de prática
textual na academia e na vida profissional.
Desenvolver, pelo exercício da leitura e reprodução, a capacidade expressiva no jovem.
Conteúdo Programático
27. Produção de textos,
28. Coesão textual e gramatical.
29. Resumos.
30. Resenhas.
31. Artigos.
Metodologia ou Procedimentos de Ensino
Análise de textos específicos e leitura de bibliografia indicada
 Exposição dialogada com recursos audiovisuais
 Práticas de redação
Horários de aulas presenciais
Horário das aulas de regime especial; sexta das 19h00 às 22h20 e sábados das 08h00 às
12h00 e das 13h00 às 17h00 e para o curso presencial das 18h00 às 22h20.
As aulas à distância serão realizadas mediante trabalhos de produção textual fixados pela
professora no início do semestre.
Avaliação (Instrumentos e/ou procedimentos)
A avaliação estará baseada nas notas obtidas pelo aluno em trabalhos, produção textual,
seminários, apresentações. Além disso, serão relevantes a participação e a assiduidade às
aulas.
M1: Trabalho + Prova = Média 1
M2: Trabalho + Análise de texto = Média 2
M3: Produção textual (artigo) = Média 3
(M1 + M2 + M3)/ 3 = Média do Semestre
A média final para aprovação na disciplina deverá ser igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero),
obtida da soma e divisão das 03 (três) médias.
Bibliografia
ABREU, A. S. Curso de redação. São Paulo: Ática, 1989.
BARTHES, Roland. O prazer do texto. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1999.
CANDIDA, V. G. Como analisar narrativas. 7ª ed. São Paulo: Ática, 1999.
CHALHUB, Samira. Funções da linguagem. 9ª ed. São Paulo: Ática, 1999.
DIAZ BORDENAVE, Juan. O que é comunicação. São Paulo: Nova Cultural/Brasiliense, 1986.
FARACO, Carlos A. e TEZZA, C. Oficina de texto. Curitiba: OFF-CIR, 1998
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991.
FLORES, L. L. & OLÍMPIO L. M. N. & CANCELIER, N. L. Redação: o texto técnico/científico e
o texto literário. Florianópolis: DAUFSC, 1992.
222
GRANATIC, Branca. Redação, humor e criatividade. São Paulo: Scipione, 1996.
GUIMARÃES, E. A articulação do texto. 8ª ed. São Paulo: Ática, 2000.
KOCH, Igedore Villaça & TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. São Paulo: Contexto,
1998.
MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. 13ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1991.
PENTEADO, J. R. Whitaker. A técnica da comunicação humana. 7ª ed. São Paulo: Pioneira,
1997.
Prof.ª Ms. Marilena Loss Bier, 02 de julho de 2013.
8ª FASE. PLANO DE ENSINO
49. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: PEDAGOGIA
Professores:
CAÇADOR
ITAMAR FAVERO
Período/ Fase: 8ª
Disciplina: SEMINÁRIO
Semestre: 2º
Email:
Ano: 2013
Carga Horária:30H
50. EMENTA
Disciplina destinada a elaboração de trabalhos de apresentação dos resultados do
TCC, seguindo-se as etapas: qualificação do TCC, socialização á comunidade
acadêmica envolvida, e defesa pública dos resultados de pesquisa obtidos.
51. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Expor á comunidade acadêmica os resultados de sua pesquisa bem como participar da
apresentação dos resultados dos demais colegas de classe.
223
52. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
 Elaborar uma síntese do seu TCC.
 Expor verbalmente a síntese por ele elaborada.
 Participar da apresentação da síntese elaborada pelos seus colegas.
 Ampliar a visão da pedagogia através das diferentes sínteses.
53. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Com todas as disciplinas do curso, pois, este seminário irá apresentar uma síntese
de cada trabalho elaborado a partir do trabalho de conclusão de curso.
54. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
 Capacidade de elaboração de síntese. Capacidade de expressão verbal ao público
que assistirá sua síntese.
 Intervenção com perguntas de esclarecimentos e ou de complementação quando
assistir a síntese dos colegas.
 Aguçar a percepção de que são diversas as abordagens possíveis.
55. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O trabalho de conclusão de curso de cada acadêmico em formato de síntese.
56. ESTRATÉGIAS DE ENSINO
 Orientação na elaboração da síntese
 Orientação nas posturas para a apresentação do trabalho aos colegas e demais
assistentes.
 Após a apresentação da síntese o professor encaminhará um debate quanto ao
mérito do tema e dos resultados alcançados.
57. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de frequência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus
de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)
- Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
2ª Média – M2:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%)
224
- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
3ª Média – M3:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%)
(contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre).
- Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%)
Observações Importantes:
 As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo
menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada;
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no
semestre;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Os trabalhos entregues com atraso terão a redução de 30% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das ideias: fundamento das ideias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de
cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.
225
8ª FASE
PLANO DE ENSINO
58. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: PEDAGOGIA
Professor: Prof. Dr. Joel Haroldo Baade
Período/ Fase: 6ª
Semestre: 2º
Email: [email protected]
Ano: 2012
Disciplina: Estrutura e Funcionamento da Educação Básica
Carga Horária: 60 horas/aula
59. EMENTA
 Fundamentos históricos legais, técnicos e administrativos do ensino no Brasil.
 Histórico da legislação educacional brasileira – o contexto e o conteúdo das
principais leis educacionais.
 A educação nas constituições.
 A Lei de diretrizes e base da educação nacional.
 A Legislação estadual e municipal de ensino.
 O Sistema escolar brasileiro e sua estrutura administrativa.
 Currículo escolar, parâmetros curriculares nacionais.
 Planos Nacional, estadual e municipal de educação.
 O Educador e a legislação educacional – Plano de Carreira, Cargos e Salários do
Magistério.
60. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Contextualizar a evolução do processo de organização e funcionamento da educação
brasileira, focalizando o Ensino Fundamental e Médio e o momento histórico atual, de
modo a possibilitar ao graduando analisar criticamente e posicionar-se como agente
desse processo, tendo como referencial básico a legislação educacional.
61. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
 Conhecer a base teórico-legal e as condições materiais para a organização e o
funcionamento da educação, no Brasil, como parte do processo histórico-social.
 Caracterizar as relações entre educação e sociedade no Brasil, considerando o
desenvolvimento da economia, a evolução da cultura e a estruturação do poder
político. Bem como perceber a dependência das leis em relação ao jogo de
influências e interesses que atuam na sociedade.
 Refletir sobre fatores condicionantes da alta seletividade que marcam o sistema
educacional brasileiro, situando-os dentro e fora da escola;
 Reconhecer as principais instituições e movimentos educacionais e o papel que
tiveram no quadro geral da educação brasileira;
 Refletir sobre a delimitação da Constituição Federal de 1988 e dos limites e
possibilidades da nova LDB (lei no. 9394/96) face ao panorama atual das políticas
neoliberais quanto ao quadro de formação dos professores.
226
62. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 A disciplina se relaciona com os demais componentes curriculares do curso na
medida em que fornece as bases legais para o exercício da docência na educação
básica.
63. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO
 A capacidade de refletir e avaliar criticamente a educação no Brasil a partir da
legislação vigente. Para isso, é fundamental a participação do discente através do
preparo prévio mediante a realização das leituras previstas e em sala através da
interação com a turma.
1. ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Análise e interpretação de textos e artigos;
 Aulas expositivas;
 Experiências vivenciais;
 Estudos de Casos;
 Estudos dirigidos;
 Filmes/Vídeos técnicos.
2. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
1ª Média – M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 5,0
(50%)- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 5,0 (50%)
2ª Média – M2:- Referencial teórico para artigo científico = Peso 5,0 (50%)
- Nota de participação, frequência e produção em sala = Peso 5,0 (50%)
3ª Média – M3:- artigo científico = Peso 10,0 (100%)
Tema para artigo científico: Dificuldades e desafios educacionais em Santa Catarina a
partir da Estrutura e Funcionamento da Educação Básica.
3. BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANHA, M. L. A. História da educação. São Paulo: Moderna, 1989
•
BRASIL/MEC. Lei de diretrizes e bases da Educação nº. 9394/96.
• ROMANELLI, O. História da educação brasileira (1930/1973). 25. ed. Petrópolis:
Vozes, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
•
•
•
•
•
BRZEZINSKI, I. (org.) LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São
Paulo: Cortez, 2001.
COSTA, M. A educação nas Constituições do Brasil: dados e direções. Rio de
Janeiro: DP & A, 2002.
FAVERO, O. A educação nas Constituições brasileiras: 1823-1988: Campinas,
SP: Autores Associados, 1996
GUIRALDELLI Jr., P. História da educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000.
HAGUETTE, A. Educação: bico, vocação ou profissão? In: Educação &
227
•
Sociedade, n. 38, abril/91.
LIBÂNEO, J. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. 3. ed. São
Paulo: Cortez, 2006.
• POLETTI, R. Constituições brasileiras: 1934. Brasília: Senado Federal, 2001
(Coleção Constituições Brasileiras, V.3)
• SILVA, R. Educação e trabalho: o planejamento de ensino como uma das
expressões da organização do trabalho pedagógico para uma escola pública
e de qualidade. Conferência Internacional: Educação, Globalização e Cidadania.
CE/UFPB – João Pessoa/ PB, Fev. 2008.
228
6.2 - ARTICULAÇÃO DA AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO COM A AUTO AVALIAÇÃO
INSTITUCIONAL
A Avaliação Institucional é um dos componentes do Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e está relacionada:

à melhoria da qualidade da educação superior;

à orientação da expansão de sua oferta;

ao aumento permanente da sua eficácia institucional e efetividade acadêmica
e social;

ao aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais das
instituições de educação superior, por meio da valorização de sua missão
pública, da promoção dos valores democráticos, do respeito à diferença e à
diversidade, da afirmação da autonomia e da identidade institucional.
A
Avaliação
Institucional
divide-se
em
duas
modalidades:
auto avaliação - Coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) da UNIARP e
orientada pelas diretrizes e pelo roteiro da auto avaliação institucional da CONAES.
A auto avaliação do curso serve como instrumento para a Coordenação tomar
as medidas corretivas necessárias para a melhoria da qualidade e do desempenho
dentro de sua competência. Está intimamente relacionada com os instrumentos de
auto avaliação determinados pela CPA. Serve como uma importante ferramenta de
acompanhamento e gestão do curso observando-se os objetivos e competências
definidos no presente projeto pedagógico.
Avaliação externa – Realizada por comissões designadas pelo Inep, tem como
referência os padrões de qualidade para a educação superior expressos nos
229
instrumentos de avaliação e os relatórios das auto avaliações. O processo de
avaliação externa independente de sua abordagem e se orienta por uma visão
multidimensional que busque integrar suas naturezas formativas e de regulação
numa perspectiva de globalidade.
Em seu conjunto, os processos avaliativos constituem um sistema que permite
a integração das diversas dimensões da realidade avaliada, assegurando as
coerências conceitual, epistemológica e prática, bem como o alcance dos objetivos
dos diversos instrumentos e modalidades.
6-3 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Tratam de estudos independentes desenvolvidos pelos acadêmicos no decorrer do
curso, totalizando 120 horas.
As atividades complementares a serem desenvolvidas no decorrer do curso
respeitarão as normatizações e se darão com base no Art. 6º, item III das Diretrizes
Curriculares para o Curso de Licenciatura em Pedagogia.
No curso de Licenciatura em Pedagogia deverão privilegiar
 seminários,
 eventos científico-culturais,
 estudos curriculares, de modo a propiciar vivências em algumas modalidades e
experiências, entre outras, e opcionalmente, a educação de pessoas com
necessidades especiais,
 na educação do campo,
 em organizações não governamentais, escolares e não escolares públicas e
privadas;
230
6.4 - ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS
O Estágio Curricular Supervisionado, conforme regulamento em anexo, totalizará
300 (trezentas) horas, compondo 20 (vinte) créditos e obedecerá a legislação específica,
a norma constante nos ordenamentos jurídicos da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
- UNIARP e na regulamentação do Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia.
O estágio curricular supervisionado transcorrerá na 6ª, 7ª e 8ª fase do Curso e
manterá estreita relação com as disciplinas de Metodologia da Pesquisa, com Pesquisa
sobre Educação e Trabalho de Conclusão de Curso.
O Estágio será desenvolvido na área de serviços e de apoio escolar, ou ainda em
modalidades e atividades como educação de jovens e adultos, grupos de reforço ou de
fortalecimento
escolar,
gestão
dos
processos
educativos,
como:
planejamento,
implementação e avaliação de atividades escolares e de projetos, de modo a assegurar
aos graduandos experiência de exercício profissional, em ambientes escolares e não
escolares, que amplie e fortaleça atitudes éticas, conhecimentos e competências,
conforme o previsto no projeto pedagógico do curso.
Prioritariamente será realizado na Educação Infantil, nos Anos Iniciais do ensino
fundamental, em ambientes de Gestão Escolar e em Educação Especial.
Ampliar-se-á o âmbito do estágio, concedendo-se ao acadêmico (a) livre escolha
de área de atuação, obedecendo-se o pressuposto de realização de pesquisa em
educação nas áreas destinadas a atuação do licenciado e que
são contempladas na
matriz curricular do Curso.
O estágio curricular pressupõe atividades pedagógicas efetivadas em um ambiente
institucional de trabalho, reconhecido por um sistema de ensino. Visa proporcionar ao
estagiário uma reflexão contextualizada, conferindo-lhe condições para que se forme
como autor de sua prática, por meio da vivência institucional sistemática, intencional,
norteada pelo projeto pedagógico da instituição formadora e da unidade campo de
estágio.
Dessa forma, durante o estágio, o licenciando deverá proceder ao estudo e
interpretação da realidade educacional do seu campo de estágio, desenvolver atividades
231
relativas à docência e à gestão educacional, em espaços escolares e, produzindo uma
avaliação desta experiência e sua auto avaliação.
- Áreas de Estágio
O estágio será desenvolvido em:
 Escolas e/ou Centros de Educação Infantil, tanto em instituições públicas ou
privadas desde que reconhecidas e autorizadas pelo sistema de ensino
competente;
 Escolas de educação básica que mantenham classes dos anos iniciais do ensino
fundamental, das redes públicas municipais e/ou estadual e da rede particular de
ensino autorizada pelo sistema de ensino;
 Espaços educativos de gestão educacional em ambientes escolares;
 Escolas de educação de jovens e adultos na rede pública ou em setores privados;
 Em serviços de apoio escolares;
 Em escolas de educação especial ou em instituições que mantenham atendimento
às pessoas com necessidades educativas especiais;
 Em ambientes que possibilitem vínculos com temáticas educacionais (estágio
pesquisa) com projetos específicos devidamente aprovados pelo Colegiado do
Curso de Pedagogia.
6-5 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC
O trabalho de Conclusão de Curso TCC em Pedagogia obedecerá aos
pressupostos norteadores estabelecidos no regulamento de TCC da Universidade Alto
Vale do Rio do Peixe - UNIARP, atendendo as especificidades do Curso de Licenciatura.
Manterá relação com a disciplina de Metodologia Cientifica e da Pesquisa, dos
Estágios I,II,III, IV e V e da Pesquisa sobre Educação.
Durante
a
8ª.
Fase
será
implementada a pesquisa bibliográfica e de campo na disciplina Pesquisa em Educação
232
com ênfase na pesquisa pedagógica. Os resultados aferidos serão reelaborados,
estudados e analisados com base em revisões bibliográficas e análise técnica e teórica
dos dados obtidos.
Esses estudos serão desenvolvidos na disciplina de TCC, da 8ª. Fase cujos
resultados serão descritos no Trabalho de Conclusão de Curso em documento
monográfico que será socializado na Disciplina de Seminário de
Socialização de
Pesquisa/TCC.
Esta disciplina de SEMINÁRIO, de presença obrigatória de todos os acadêmicos nela
matriculados, para apresentação da síntese de seu TCC será também aberta á
participação da comunidade em geral.
6.6 - DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA
O Ensino, a Pesquisa e a Extensão constituem atividades principais e
indissociáveis da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe. A educação na UNIARP,
para o fim do cumprimento de sua missão, de sua visão e de seus valores, é
oferecido nos seguintes níveis:
I – Educação Básica e Profissional;
II - Sequencial;
III - Graduação;
IV- Pós-Graduação, seja lato sensu, em nível de Especialização e de
Aperfeiçoamento, ou Pós-Graduação stricto sensu, em nível de Mestrado e de
Doutorado;
V - Extensão;
233
VI– Outros admitidos pela legislação.
Os cursos, em seus diversos níveis, podem ser ofertados nas modalidades
presencial, semipresencial ou a distância, observada a legislação vigente. Além dos
cursos correspondentes a profissões regulamentadas em lei, ou que dispõem de
diretrizes gerais definidas pelos órgãos competentes, a UNIARP pode criar outros
cursos para atender a exigências de sua programação específica ou a peculiaridades
do mercado de trabalho, ou das necessidades da sociedade e do cidadão para a
formação integral ao longo da vida.
A educação sequencial, de graduação e de pós-graduação, assim como a
pesquisa e a extensão na UNIARP são realizadas em conformidade com os
regulamentos próprios, propostos pela respectiva vice-reitoria e aprovados pelo
CONSUN.
O FAP, Fundo de Apoia á Pesquisa: Através de edital próprio abre espaço para
que qualquer acadêmico possa elaborar apresentar (quando aprovado) executar
projetos de pesquisa, com orientador de um professor do curso.
6.7 - MECANISMOS DE NIVELAMENTO
O presente Programa é voltado para o nivelamento dos acadêmicos
ingressantes nos cursos de graduação da UNIARP. Visa especificamente sanar
possíveis deficiências na formação acadêmicas dos alunos, preparando-lhes para a
recepção dos conteúdos do ensino superior.
O curso pretende tornar-se uma atividade sistemática na UNIARP, envolvendo
acadêmicos de todas as áreas de ensino da UNIARP, ampliando seus conhecimentos
básicos referentes à Língua Portuguesa, Matemática Básica, Inglês Básico,
Espanhol Básico, Informática Básica e Oratória, articulando através da extensão o
234
ensino e aprendizagem, oportunizando aos participantes
novos conceitos e
conhecimentos específicos por área de afinidade.
A Universidade do Alto Vale do Rio do Peixe, através da Coordenadoria de Extensão
e Cultura promove a busca do saber através deste curso o hábito da busca do
conhecimento e aperfeiçoamento.
6.7.1. JUSTIFICATIVA
O Programa visa o nivelamento nos conteúdos de Português, Matemática,
Informática, Inglês, Espanhol e Oratória, objetivando a formação de uma base sólida
ara o pleno aproveitamento dos conteúdos específicos de cada curso de graduação.
Este programa, além de buscar o nivelamento dos acadêmicos, tem como
objeto a formação de hábitos de estudo, instrumentalizando o acadêmico em
métodos e técnicas que lhe permitam um aproveitamento mais eficiente de cada
disciplina de sua graduação.
O Programa é dividido em seis blocos, de acordo com as disciplinas
básicas, necessárias para a formação geral.
Este programa tem como objeto o nivelamento de conteúdos e visa a
diminuição das dificuldades gramaticais, de interpretação de texto, de operações
matemáticas, de comunicação, de utilização dos recursos da informática,
contribuindo para uma melhor comunicação de acadêmicos, facilidade na busca de
informações nas diversas áreas de conhecimento. O curso será ministrado por
professores da UNIARP que farão uso de material didático adequado à realidade.
Dessa forma, a Universidade Alto Vale do Rio do Peixe tem a intenção de aprimorar
os conhecimentos através de cursos específicos, oportunizando aos acadêmicos
alternativas de aprendizagem conforme sua necessidade mais imediata, sanando
suas dificuldades.
235
6.7.2 OBJETIVOS A SEREM ATINGIDOS
Congregar acadêmicos
das mais diversas áreas do conhecimento, para
aprimorarem seus conhecimentos, preparando-os para melhor receberem os novos
conteúdos a serem ministrados na graduação.
6.7.3 OBJETIVO GERAL
Proporcionar aos acadêmicos revisão dos conteúdos básicos, criando condições
para apropriação de novos conteúdos específicos de seus cursos de graduação das
mais diversas áreas do conhecimento.
6.7.4 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Aprofundar conhecimentos em leitura, produção e análise linguística de textos;
- Aperfeiçoar a leitura, interpretação e aplicação de operações matemáticas;
- Minimizar dificuldades de utilização dos recursos da informática;
- Aperfeiçoar a comunicação oral como um dos recursos do sucesso pessoal e
profissional;
- Atualizar os acadêmicos nos conteúdos básicos da Língua Inglesa e Espanhola.
6.7.5 DETALHAMENTO DO PROGRAMA
O Programa é composto por seis cursos, que tratarão dos conteúdos básicos de
Português, Matemática, informática, Inglês, Espanhol, com a duração de 60 horasaula, e Oratória, com a duração de 30 horas-aula.
6.8. Da extensão e cultura –
O curso de PEDAGPOGIA foi protagonista na concepção, criação e
implementação do CONGRESSO DE EDUCAÇÃO, hoje, por ter se tornado
um evento grande é assumido pe UNIARP, através da coordenadoria de
236
extensão e serviços comunitários e o curso de PEDAGOGA, participa como
cosdjuvante.
Os acadêmicos contemplados com o programa de bolsas de estudo e pesquisa
do Art. 170 desenvolvem atividades voluntárias na comunidade na área de
educação, principalmente escolar.
6.8 - APOIO DISCENTE
A UNIARP está sempre em busca de alternativas para viabilizar não só o
acesso, mas principalmente, a permanência do aluno que vem até ela,
oferecendo serviços de apoio, com atendimento adequado ao perfil e a
necessidade dos seus usuários. Entre estas ações destaca-se o Serviço de
Apoio ao Estudante, que tem por objetivo dar atendimento aos acadêmicos
do Curso de PEDAGOGIA, oferecendo serviços de informação e orientação,
possibilitando-lhe continuar seus estudos. O SAE orienta solicitações de
bolsas de estudo, encaminha para estágios remunerados, auxilia a encontrar
moradia e proporciona informações para preenchimento de requerimentos e
elaboração de projetos.
O Serviço de Apoio ao Estudante da Uniarp se justifica e fundamenta nas
seguintes razões:
1. A Uniarp teve um acentuado crescimento, quer nos cursos de
graduação e pós-graduação, quer na oferta de programas e serviços à
comunidade externa. Este crescimento trouxe um número significativo de
alunos, caracterizando-se a Uniarp como um polo de ensino superior do
oeste catarinense;
237
2. Os cursos de graduação oferecidos pela Uniarp, em sua maioria
funcionam em período noturno e como as demais universidades brasileiras
que oferecem ensino noturno, a Uniarp recebe alunos com características
específicas e com perfil diferenciado daquele aluno do curso diurno. Trata-se
do trabalhador-aluno, que precisa conciliar escola e trabalho – auxilia no
orçamento doméstico e, com dificuldades, frequenta a graduação para
buscar uma melhor profissão e salário. Há o aluno em tempo integral – que
só estuda e é mantido pela família e também há o aluno-trabalhador, que
não precisa auxiliar a família e, usa seu trabalho para manter seus estudos.
Estes dois últimos perfis representam uma porcentagem menor dos
acadêmicos da Uniarp;
3. Considerando-se que a quase totalidade da clientela da Uniarp –
dos cursos noturnos – constitui-se do trabalhador – aluno, configura-se um
quadro em que o acadêmico busca no curso superior uma melhoria de sua
condição de vida e de trabalho, com acesso às oportunidades de mercado;
4. Analisando a situação que se apresenta, a Universidade vê-se
impelida em buscar alternativas que viabilizem não só o acesso, mas
principalmente, a permanência do aluno que vem até ela, oferecendo
serviços de apoio, com um atendimento que condiga com o perfil e a
necessidade de sua clientela;
5. A Uniarp, através da Coordenadoria de Extensão, Cultura e
Relações Comunitárias não tem medido esforços na consecução de seus
objetivos. Em todas suas ações tem procurado resgatar a dignidade e o
respeito à cidadania, oferecendo, tanto aos que estão dentro da
universidade, como aos distantes dela, alternativas de inclusão e acesso ao
conhecimento;
6. Dentre estas ações destaca-se o Serviço de Apoio ao Estudante –
um importante trabalho que tem proporcionado, das mais diversas maneiras
238
a permanência do acadêmico no ensino superior, principalmente sua
inserção no mercado de trabalho, com vistas à sua manutenção na
instituição, pela geração de empregos, viabilizando benefícios aos
economicamente carentes;
7. O Serviço de Apoio ao Estudante, considerando todos os fatores já
expostos, necessita de uma estrutura mínima para o desempenho de suas
atribuições, além do acompanhamento de um profissional por 44 horas
conforme prevê o Plano de Cargos e Salários para bem desempenhar esta
função, superando qualquer assistencialismo, voltando-se para uma ação
inclusiva e cidadã do aluno no ensino superior e no mercado de trabalho.
8. Os profissionais para compor a estrutura do Serviço de Apoio ao
Estudante estão submetidos à Coordenadoria de Extensão,
Cultura e
Relações Comunitárias no que tange às atividades acadêmicas;
ao
administrativo, no que diz respeito as demais atividades, fazendo parte do
quadro funcional da Universidade.
O Serviço de Apoio ao Estudante - SAE tem como objetivo manter uma integração,
ou seja, cumprir com a função humanística entre universidade e seus acadêmicos,
acompanhando-os e auxiliando-os, no que tange ao pleno desenvolvimento de sua vida
universitária, dando oportunidade para que possam atingir suas metas e ideais com
responsabilidade, profissionalismo e respeito ao ser humano.
BENEFÍCIOS OFERECIDOS PELA UNIARP:

Bolsa de Estudo e Pesquisa Artigo 170 da Constituição Estadual;

Bolsa de Estudo, Pesquisa e Extensão do Artigo 171 - FUMDES;

FIES – Financiamento Estudantil;

Programa de Estágio “Novos Valores”;

Programa de Apoio à Extensão e Cultura - PAEC;

Fundo de Apoio à Pesquisa – FAP;
239

Programa de Atendimento à Pessoas com Deficiências
6.9 - ARTICULAÇÃO ENTRE O ENSINO DE GRADUAÇÃO E DE PÓS GRADUAÇÃO
A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe encontra-se inserida em uma região
com características próprias, que tem por vocação a produção de alimentos,
oleícolas, frutícolas, avícolas, de suínos e bovinos, bem como também propensão
para a produção de madeiras de essências nativas e reflorestadas. Esta vocação atrai
cada vez mais o elemento humano migrador, como condutor de cada um dos
processos de diferentes ramos de produção, ao mesmo tempo em que fixa o
homem na região e a desenvolve.
A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe ao assumir como missão
proporcionar condições para o desenvolvimento da sociedade nos campos técnicocientífico, buscando alternativas para planejar o futuro buscando o desenvolvimento
socioeconômico e político-cultural regional de sua abrangência, insere-se
efetivamente no contexto sociocultural, coparticipando no desenvolvimento
comunitário, e explicitando sua responsabilidade social.
Como agência formadora, a Universidade tem como função primeira, pelo
ensino, pesquisa e extensão, prover a preparação eficaz de recursos humanos,
através dos quais ela avança na conquista e na inovação do conhecimento. A
UNIARP ao estabelecer como sua política universitária o desenvolvimento da região
e ao formular normas para a investigação científica, baseia-se no artigo 207 da
Constituição Federal que preceitua: as universidades obedecerão ao princípio da
indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão e objetiva a promoção e
disseminação do conhecimento por ela produzido.
240
Amparada na Legislação Nacional, a UNIARP busca a promoção de um ensino
de Graduação de qualidade com base em princípios de articulação com as diversas
áreas do saber. Assim, ao longo do tempo o ensino de graduação tem pretendido
alcançar a diversificação natural de suas especificidades e a unidade necessária à
construção de uma identidade acadêmica própria. Para tanto tem redefinido
conceitos e linhas de ação, tomando como referencia a avaliação permanente,
objetivando atingir amplos e qualificados níveis de apropriação e produção de
conhecimentos tendo por base o trinômio ensino-pesquisa-extensão.
Se o ensino e a pesquisa são indissociáveis, cabe estabelecer o elemento
definidor que determina o objetivo a ser alcançado. Assim, a graduação tem por
elemento definidor a formação profissional básica. A pesquisa, realizada no curso de
graduação, legitima-se pela participação de alunos nos grupos de pesquisa da
instituição, pelo Programa de Iniciação Científica; tem a finalidade de familiarizar o
aluno (o futuro profissional) com os procedimentos da investigação científica.
O ensino de pós-graduação por sua vez, caracteriza-se como atividade
intimamente ligada à pesquisa e responsável pela produção de conhecimento
científico, técnico e cultural no âmbito acadêmico. A pós-graduação “Lato Sensu”
tem por elemento definidor o aprimoramento e o aprofundamento da formação
básica. Assim posto, pode-se afirmar que o curso de pós-graduação “Lato Sensu”
estabelece o ensino como objetivo a ser alcançado e garante a assimilação dos
procedimentos e/ou resultados do avanço na produção cientifica , ajustando seu
perfil às mudanças operadas na sua profissão. “A pós-graduação é o prolongamento
do desejo do saber direcionado para o campo de especialização. (...) Permite
aprofundamento à graduação”
241
O compromisso em oferecer um ensino de pós-graduação com qualidade
expressa-se na procura por integrar e qualificar o ensino, promovendo a inserção
dos alunos em projetos de pesquisa e programas de pós-graduação institucionais.
A articulação entre o ensino de graduação e pós-graduação ocorre através
de programas de iniciação científica que permitem ao aluno de graduação a
participação em projetos de pesquisa. De outra forma a aproximação do ensino de
graduação com o ensino de pós-graduação materializa-se através da inserção do
aluno de graduação em programas de pós-graduação na condição de “alunos
especiais”. Esta aproximação tem por finalidade colocar o graduando frente ao
“estado da arte”, permitindo-lhe fazer abordagens analíticas dos tópicos
contribuindo não só para a sua informação, mas sim, para que obtenha uma
formação humanística que lhe dê condições de exercer a profissão em defesa da
vida, do ambiente e do bem estar dos cidadãos.
A UNIARP promove a articulação entre o ensino de graduação e o de pósgraduação através da:
- Realização de atividades de pesquisa através de Programas de Apoio à
Pesquisa – FAP;
- Estimulo à formação e consolidação de grupos de pesquisa que favoreçam
o fortalecimento da área especifica do conhecimento;
- Implementação de programas permanentes de fomento, avaliação e
acompanhamento das atividades de pesquisa;
- Estimulo a socialização e divulgação interna e externa da produção
cientifica através dos Seminários de Pesquisa;
242
- Estabelecimento de políticas de capacitação de recursos humanos para
atuação na graduação e na pós-graduação;
- Incentivo as publicações docentes e discentes em revistas próprias;
A Pós-Graduação da UNIARP busca consolidar a pesquisa para encontrar
soluções para os problemas regionais nas diversas áreas do conhecimento e para
isso busca permanentemente a articulação com os cursos de graduação.
7 – ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
7 – 1 Coordenação do Curso.
A coordenação do Curso de Engenharia de Controle e Automação da
Universidade Alto Vale do Rio do Peixe – UNIARP, é responsável pela gestão do
Curso. Tem a incumbência de executar o Projeto Pedagógico do Curso, o
desenvolvimento das atividades dos Professores e alunos, de acordo com os
Ordenamentos Jurídicos da Universidade.
A Coordenação, exercida pelo Coordenador de Curso, é o órgão executivo ao
qual compete coordenar as ações necessárias à geração, à manutenção, e à
promoção das atividades de ensino, de pesquisa e de extensão no âmbito do Curso,
atender as diretrizes gerais da Instituição de ensino superior, e responder pela
qualidade e resultados alcançados.
O Coordenador de Curso é de livre designação e exoneração do Pró-Reitor de
Campus. A Coordenação de Curso é exercida pelo Coordenador de Curso, apoiado
pelo respectivo colegiado de curso. Conforme o Regulamento Geral da Universidade
alto Vale do Rio do Peixe, compete ao Coordenador de Curso:
243
I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso;
II - representar o Colegiado do Curso no Colegiado de campus;
III - executar e fazer executar as diretrizes e normas emanadas dos órgãos
superiores;
IV - responder pelo Projeto Pedagógico do Curso, exercendo a sua supervisão
didático-pedagógica, e pela qualidade das atividades de ensino, de pesquisa e de
extensão em seu âmbito;
V - aprovar o plano de ensino de cada disciplina;
VI - orientar a matrícula dos alunos do respectivo curso;
VII – participar da organização da lista de oferta de disciplinas em cada período
letivo;
VIII - acompanhar o controle e a contabilização acadêmico-curricular;
IX - articular-se com o Pró-Reitor de Campus e as Coordenadorias de Áreas a
respeito de todos os assuntos de interesse do curso;
X - elaborar o Relatório Anual de Atividades encaminhando-o ao Pró-Reitor de
Campus, até 15 de fevereiro de cada ano;
XI - colaborar na elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional e do Plano
Anual de Trabalho;
XII – analisar e despachar os requerimentos de matrícula, trancamento,
transferência e aproveitamento de estudos e adaptações curriculares, no que
couber;
244
XIII – presidir a sessão de colação de grau de seu curso na ausência do Reitor ou de
um dos integrantes da Reitoria;
XIV - cumprir e fazer cumprir as disposições do Estatuto, do Regulamento Geral e
dos atos normativos da Instituição de ensino superior;
XV - exercer as demais funções que se relacionarem ao bom funcionamento do
curso;
XVI – convocar conselhos de classe, estabelecendo a pauta e a data das reuniões;
XVII – elaborar a matriz de horários de seu curso, de forma integrada aos demais e
de acordo com as diretrizes institucionais.
A atuação da Coordenação tem carga horária de 20 horas semanais, atuando
nos seguintes dias e horários:
-De segundas-feiras as quartas-feiras das 18.30 ás 22.30h
Na sexta-feira das 13.30 ás 17.30 e 18.30 ás 22.30h.
O Coordenador do Curso de PEDAGOGIA tem formação acadêmica em nível
superior obtida pela Fundação Alto Vale do Rio do Peixe ( FEARPE). A formação em
nível de pós-graduação na Universidade do Contestado ( UNC) em parceria com a
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É Professor Universitário desde
1.996, nesta universidade.
. Atuou por muitos anos em diversas atividades, dentre elas foi professor no
ensino fundamental, médio e secretário municipal de educação.
245
Atualmente, trabalha como orientador educacional em escola pública
municipal de ensino fundamental, além da luta incessante pela manutenção da
qualidade do Curso.
7.2. COLEGIADO DO CURSO
O Colegiado de Curso é órgão uno, deliberativo, técnico-consultivo e de
assessoramento, no âmbito do curso, em matéria de ensino, de pesquisa e de
extensão, respeitadas as políticas institucionais dos órgãos da Administração
Central. O Colegiado de Curso é composto pelo coordenador e 05 (cinco)
professores do curso. As reuniões do Colegiado de Curso serão presididas pelo
Coordenador de Curso, que nele terá o voto de qualidade.
Compete ao Colegiado de Curso:
I - elaborar, alterar e reformular o Projeto Pedagógico do Curso a ela
vinculado observado as determinações do Projeto Pedagógico Institucional,
submetendo-o aos colegiados competentes;
II - planejar, promover, avaliar e qualificar as atividades de ensino, de
pesquisa e de extensão em seu respectivo curso, observadas as diretrizes
institucionais;
III – deliberar, sobre outras matérias de interesse do Curso, observadas as
diretrizes institucionais.
O coordenador do curso de pedagogia participa de todas as reuniões
convocadas pelo pró-reitor acadêmico e com ele também se orienta e reflete
as questões pertinentes ao curso e á universidade.
246
8. DO CORPO DOCENTE.
8.1 Perfil Docente
A política de capacitação docente e a forma de admissão dos docentes seguem as
diretrizes da UNIARP.
O quadro descritivo de docentes por disciplina com titulação é:
RECURSOS HUMANOS
Corpo Docente
Campus Universitário de Caçador e Núcleo Universitário de Fraiburgo.
PROFESSOR
TIT
DISCIPLI
REGIME
REGIME DE
UL
NA
TRABALH
TRAB. NO
O NA IES
CURSO
O
Ana Mara Rotta Soleti
ES
Fund. Met.
Celetista
Horista.
CURRICULUM VITAE - SINTÉTICO
GR: Educação Física. UFPR. 1988
PÒS: Educação Física e Saúde. UFPR. 1999.
Ed, física
MS. Educação Física. UFSC. 2009.
Beatriz T. Coscodai
MS
Celetista
Horista
GR:Pedagogia/UnC/Caçador/85;ESP:Ed.:Orientação
Fujn.Met.E
Educacional/UnC/Caçador/87;ESP:Ed.:Supervisão
d.
Escolar/UnC/Caçador/90;ESPEd.:Séries
Especial.
Iniciais/UnC/Caçador/91;MS:Educação:TeoriaePrática
Hist.
Pedagogia/ UFSC/ Florianópolis / SC/94.
Da
Educação.
Sociologia.
Ilse Behrens
MS
Fun.met.Al
fabetização
FunMet.
Ens.Anos
Iniciais.
Celetista
Horista
GR: Pedagogia/UnC/Caçador/SC/1977
ESP: Educação: Metodologia do Ensino e Avaliação/ U
Caçador/97
MS: Educação/ UNICENTRO/ 1999.
247
Estágios.
Ilze Chiarello
MS
Fund. Met.
GR: Letras FEARPE. CAÇADOR.
Língua
Mestrado PUC – PR.
Portuguesa
Itamar Fávero
MS
Int.Ciên.Pe
Celetista
Horista
dagógica.
GR: Pedagogia/UnC/1991/Caçador - SC
ESP: Especialização em Teoria e Pesquisa Histórica no
Brasil República/UNOESC/1997/
Fil.
Educação.
LOCAL: Chapecó - SC
Teoria
Curricular.
PÓS-GRADUAÇÃO “STRICTO SENSU”
Gestão.
Escolar.
CURSO: Mestrado em Educação
TCC.
INSTITUIÇÃO: UnC convênio com UNICAMP
Seminário.
Caçador - SC
Estágios.
Jussara Fonseca
MS
Psicologia
Celetista
Horista
Ludic. Fun
GR: Pedagogia/UnC/1987/Caçador - SC
ESP: Psicologia da Infância/FAFIG/1992/ Guarapuava –
Met. Alfab
MS: Mestrado em Educação/UnC/2002/ Caçador - SC
Psicologia
Desenvl.
Desenvl.
Aprendiz.
Fun. Met.
Edu. Inf.
Joel Baade
Ludimar Pegoraro
Dr
Dr
Sociologia
Filosofia
Celetista
Horista
2007 - 2011
Doutorado em Teologia (Conceito CAPES 6).
Escola Superior de Teologia, EST, Brasil.
2006 - 2007
Mestrado em Teologia (Conceito CAPES 6).
Escola Superior de Teologia, EST, Brasil.
2011 - 2013
Especialização em Administração Escolar, Supervisão e
Orientação. (Carga Horária: 400h).
Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI).
2012 - atual
Graduação em andamento em Administração.
Universidade do Contestado, UNC, Brasil.
GR: Filosofia/Faculdade de Filosofia Nossa Senhora da
248
Imaculada Conceição/1987/Viamão – RS
Geral
Filosofia
ESP: Especialização em Educação: Supervisão
Escolar/UnC/1990/Caçador/SC
da
Educação
MS: Mestrado Educação/ UNICENTRO 2000/Guarapuava
Doutor Educação
UFRG – 2009
Porto Alegre
Marcele Guzella
MS
Fund. Met.
Celetista
Horista
GR: Ciências do Primeiro Grau. 1997
Matemátic
PÓS: Metodologia do Ensino. UNC. 1999.
a
ESP: Educação Matemática. UNC. 2002.
MS. Educação. 2003.
Mario Bandiera
MS
Marilena Loss Bier
MS
Celetista
Horista
Português
GR: Letras/UnC/1987/Caçador - SC
ESP: Especialização em Língua e Literatura
Fun.Met.
Edu Inf.
Prod.Text.
Portuguesa/UnC/1992/Caçador
Resumo
MS:
Resenha.
Mestrado
em
Ciências
Linguagem/UNIS UL/2004/Tubarão – SC
Mariluci Auerbach
MS
Musicali
Celetista
Horista
naEducção
GR: Pedagogia/UnC/Caçador/SC/1983
ESP: Especialização em Supervisão
Escolar/UnC/1991/Caçador – SC
Infantil.
MS: Mestrado em Educação/UNC/Caçador
Ana Paula Canalle
Ms
Desen.Li
Celetista
Horista
nguagem
Suzane Valentini.
Fun. Met.
GR: Letras Bilíngues Port. Inglês. UNC. 1997.
MS: Linguística. UFSC. 2001.
Celetista
Horista.
Celetista
Horista
Ens.
Artes.
Musi. Ed.
Infantil
Paulo R. Gonçalves
MS
Met.Cien.
Pesquisa.
Estr. Fun.
GR: Pedagogia/FEARPE/Caçador/1988 ESP: Educação
Popular e Sociedade/ UnC/ Caçador/ 92 MS. Educação
UNICENTRO/ 2000.
249
Edu.
Básica.
Renato Voguel
Fund. Met
GR: Geografia. FFEFLIL – União da Vitória.
do Ensino
ESP: Geografia Humana e ambiental. FFEFLIL. União Vitória. 1998.
de
Geografia
Romildo Caregnato
MS
Português
Celetista
Horista
GR: Letras/Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras/1974/Palmas - PRESP:
Português/UnC/1985/Caçador - SCMS: Mestrado em
Educação/Universidade Estadual do CentroOeste/2001/Guarapuava – PR
Rosane Miozzo Lazzaris
MS
Fund. Met.
Celetista
Horista
GR: Ciên. Biologia/FACEPAL/1992/Palmas-PR
Ens.
Da
ESP: Ciên. Biologia/CPEA/1998/Palmas – PR
Ciência
MS:
Mestrado
em
Ciências
da
Humana/ UnC/Concórdi a – SC/2003
Sonia F. Gonçalves
MS
Did.Geral
Fun. Met.
Ens Histór
Gestão
Celetista Horista
GR. História/ UnC/ Caçador/ 1996
ESP. História e Historiografia Brasileira/ UnC/
Caçador
MS-
Mestrado
em
Educação
/UNICENTRO/ Guarapuava/ 1999.
Escolar
250
S
9 - INFRAESTRUTURA
DESCRIÇÃO GERAL DO ESPAÇO FÍSICO CONSTRUÍDO UNIARP
DESCRIÇÃO DAS INSTALAÇÕES – PLANTA BAIXA
PLANTA M²
ÁREA M²
NA QUADRA PRINCIPAL DO CAMPUS:
- Auditório Cultural do Contestado – 850 poltronas
1.232,00
1.232,00 m²
- Ginásio de Esportes – c/ arquibancada, vestiários e WCs
1.175,00
1.175,00 m²
- Prédio Acadêmico – Bloco A (construção de 1975) - 3 pavimentos
1.510,09
4.530,27 m²
Ampliação – 4º pavimento do Bloco A (2001)
1.510,09
1.510,09 m²
46,70
46,70 m²
1.282,98
5.131,92 m²
- Laboratórios de Mecatrônica (ex-colégio Irmão Leo) - 1
pavimento
188,46
188,46 m²
- Prédio Administrativo – Ala Administrativa -Bloco C - térreo
700,00
700,00 m²
- Prédio Administrativo – Biblioteca Central - Bloco C - pav.
superior
700,00
700,00 m²
- Hall coberto/Corredores centrais de acesso
415,16
415,16 m²
- Espaço de Convivência (pátio coberto e quiosques)
750,00
750,00 m²
1.025,00
4.100,00 m²
- Anexo – Manutenção / Oficina – 1 pavimento
- Prédio Acadêmico – Bloco B (construção de 2000) - 4 pavimentos
- Prédio Acadêmico – Bloco D, novo, com 4 pavimentos
251
- Prédio acadêmico do Núcleo de Fraiburgo (Um pavimento)
1.273,00
TOTAL DA ÁREA CONSTRUÍDA
1.273,00 m²
21.752,60 m²
DESCRIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO CONSTRUÍDO LOCADO DE TERCEIROS:
PRÉDIO
SALAS
TIPO
ÁREA
1
09
Núcleo do Curso de Direito
207,50 m²
1
10
Núcleo do Curso de Psicologia
194,04 m²
1
12
Coordenadoria de Pesquisa e Pós-Graduação
125,00 m²
1
10
DCE, CIEE/SC, Serpentário e
150,00 m²
TOTAL
41
676,54 m²
DESCRIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DESTINADO A BIBLIOTECA:
PRÉDIO
SALA
TIPO
ÁREA
Administrativo
1 Acervo / Sala de Leitura / Administração / Internet
700,00 m²
TOTAL
1
700,00 m²
DESCRIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DESTINADO A SALAS DE AULA:
252
PRÉDIO
Bloco B
Bloco A
Bloco D
TOTAL
SALAS
ÁREA SALA M²
ÁREA M²
Educação Infantil
TOTAL ÁREA M²
4
72,03
288,12
5
72,40
362,00
17
72,76
1.236,92
1
80,40
80,40
1
70,00
70,00
1
59,00
59,00
4
54,00
216,00
1
46,90
46,90
1
11,50
11,50
1
23,60
23,60
4
32,10
128,40
8
65,00
520,00
18
48,50
873,00
1.796,80
17
49,00
833,00
833,00
26
74,00
1.924,00
8
36,00
288,00
144
1.887,04
2.212,00
6.728.84
DESCRIÇÃO DO ESPAÇO COBERTO DESTINADO A LIVRE CIRCULAÇÃO INTERNA:
253
PRÉDIO
Bloco B
Nº
TIPO DE AMBIENTE
TOTAL ÁREA M²
2 Hall de Entrada
70,42
4 Corredores
669,90
4 Escadarias
159,60
4 Rampas (parte interna)
305,32
1 Rampa (parte externa)
106,40
2 Ligações Blocos B-A
Bloco A
TOTAL ÁREA M²
70,00
4 Corredores
1.381,64
1.098,76
1 Espaço Aberto (Mural)
393,77
1 Reservado p/ Posto Bancário
40,00
3 Escadarias
220,00
1.725,54
Geral
1 Espaço Convivência
750,00
750,00
Administração
3 Hall-Corredor Central
415,16
415,16
Bloco D
4 Corredores centrais
150,00
600,00
4 Rampas (parte interna)
305,32
1 Rampa (parte externa)
106,40
411,72
4 Escadarias
160,00
160,00
TOTAL
42
5.444.06
DESCRIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DESTINADO A SALAS DE APOIO:
PRÉDIO
Bloco B
SALAS
1
ÁREA SALA M²
ÁREA M²
20,28 Colégio/Professores
TOTAL ÁREA M²
20,28
254
1
39,90 Colégio/Direção
1
72,40 Colégio/Secret.-Orient. 72,40
1
17,79
17,79
1
39,90
39,80
1
36,02
Almoxarifado - 36,02
1
144,06
Salão Nobre - 144,06
1
86,40
Salão Nobre - 86,40
1
70,00
Sala de Professores - 70,00
1
30,60
Apoio ao Estudante - 30,60
1
80,00 Extensão e Cultura - 80,00
1
46,70
Manutenção - 46,70
46,70
50
diversos
Administrativo - 700,00
700,00
Anexo
1
50,00
Reprografia - 50,00
50,00
TOTAL
63
Bloco A
Anexo
Administrativo
39,90
370,25
267,00
1.433,95
DESCRIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DESTINADO A LABORATÓRIOS:
PRÉDIO
SALAS
TIPO DE LABORATÓRIO
ÁREA
M²
Bloco B
1 Anatomia
71,33
1 Histologia / Biologia
90,51
1 Química
72,10
TOTAL
M²
255
Bloco A
ANEXO
TOTAL
1 Farmacologia / Fisiologia / Patologia /
Melhoramento Vegetal
71,33
1 Farmacotécnica / Cosmetologia
71,33
1 Toxicologia / Bioquímica / Controle
Qualidade
72,14
1 Microbiologia / Parasitologia / Imunologia
93,20
1 Farmacognosia / Fisioterápicos / Botânica
90,51
1 Coord. e Almoxarifado dos Laboratórios
36,02
1 Física
39,90
1 Laboratório de Informática nº 01
64,80
1 Laboratório de Informática nº 02
48,76
1 Laboratório de Informática nº 03
58,88
1 Laboratório de Informática nº 04
59,00
1 Laboratório de Informática nº 05 - Curso CC
59,00
1 Laboratório de Informática nº 06 - NOVO
75,00
1 Laboratório de Informática 04 / Hardware
62,00
1 Núcleo de Tecnologias Educacionais
25,94
1 Sala de Teleconferências
49,20
502,58
2 Laboratórios de Eng. Mecatrônica
54,30
108,60
21
708,37
1.319,55
DESCRIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DESTINADO A INSTALAÇÕES SANITÁRIAS:
256
PRÉDIO
SALAS
Bloco B
Bloco A
Anexos
Ala Adm
Bloco D
TOTAL
TIPO E M²
TOTAL ÁREA M²
4 WC Masculinos
159,60
4 WC Femininos
159,60
4 WC Masculinos
81,24
4 WC Femininos
81,24
1 WC duplo
14,21
TOTAL ÁREA M²
319,20
176,69
1 WC Masculino
9,24
1 WC Feminino
9,24
18,48
4 WC (dois masc. e dois fem.)
9,00
36,00
4 WC (dois masc. e dois fem.)
9,00
36,00
4 WC (dois masc. e dois fem.)
9,00
36,00
4 WC (dois masc. e dois fem.)
9,00
36,00
33
658,37
As atividades de ensino, pesquisa e extensão da Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
exigem uma gama diversificada de recursos Didático-Pedagógico, para que as mesmas sejam
desenvolvidas e difundidas de modo eficaz. A crescente utilização deve-se ao grande esforço que
tais recursos trazem para o processo ensino aprendizagem de divulgação externa.
Atualmente, a UNIARP possui número significativo e diversificado de recursos DidáticoPedagógico que são utilizados em salas especificamente estruturadas para esta finalidade.
Descrição
Quantidade
Projetor Slides
01
Epíscopo
03
257
Retroprojetor
58
Videocassete
17
Televisor
21
Filmadora
01
Aparelho de Som
03
Instrumentos Musicais
35
Fotocopiadora
Máquina eletroeletrônica
Máquina fotográfica
11 (terceirizada)
03
01 (comum)
01 (digital)
Tela de Projeção
86
Projetor Multimídia
02
Transcolder
06
9.1 BIBLIOTECA E ACERVO
O modelo de Biblioteca na UNIARP está configurado sob a forma de sistema, organizado
em Bibliotecas Universitárias em cada Campus Universitário, segundo as áreas e programas
específicos, servindo de forma mais ampla possível, as áreas específicas de sua atuação no ensino e
na pesquisa, não só como acervo bibliográfico, mas como acervo complementar e com a
documentação de forma a garantir ao usuário consulente às informações sobre a questão
investigada.
Descrição da Biblioteca Universitária – Livros
258
ÁREAS
Ciências Agrárias
Ciências da Saúde
Ciências Exatas e da Terra
Ciências Humanas
Ciências Sociais Aplicadas
Linguística, Letras e Artes
Ciências Biológicas
Engenharias
Multidisciplinar
TOTAL
Nº TÍTULOS
1886
2.109
2.500
8.833
8.884
5.381
1.899
1.138
444
33.077
Nº EXEMPLARES
3954
3.385
4.482
16.182
17.274
10.609
3.095
1.693
1.113
61.787
Descrição da biblioteca Universitária – Periódicos
Áreas
Ciências Exatas e da Terra
Ciências Biológicas
Engenharias
Compra
Título
Exemplar
Título
16
569 5
10
284 1
16
388 9
Assinaturas
Doação
Permuta
Exemplar
45
99
30
55
18
6
Ciências da Saúde
Ciências Agrárias
76
16
1.038 43
352 16
563
30
115
66
Ciências Sociais Aplicadas
66
2.011 40
483
441
Ciências Humanas
Linguística, Letras e Artes
TOTAL
40
12
252
909 23
289 9
5.840 146
110
42
1.321
333
118
1133
1.18.2.3 Demonstrativo da Situação da Videoteca
ESPECIFICAÇÃO
Fitas (Vídeo)
DVD
CD/CD ROOM
QUANTIDADE
471
26
615
1.18.2.4 Demonstrativo da Situação da Mapoteca
259
ESPECIFICAÇÃO
QUANTIDADE
Mapas
Globos
Outros
128
02
124
Recursos de difusão científica e de informações para a divulgação.
DENOMINAÇÃO
PERIODICIDADE
Revista Científica Agora
Semestral
Revista Iniciação
Semestral
Jornal “O Contestado”
Mensal
9.2 LABORATÓRIOS DE FORMAÇÃO GERAL / ESPECIFICOS E
EQUIPAMENTOS
A Universidade Alto Vale do Rio do Peixe possui instalados laboratórios equipados para
desenvolver as atividades acadêmicas que requerem práticas em programas específicos de ensino e
de pesquisa.
Com a criação e a oferta de novos cursos de graduação e a crescente demanda de
acadêmicos, os campi ampliaram e construíram outras áreas, instalando novos laboratórios e
equipamentos para a realização de atividades acadêmicas específicas.
LABORATÓRIO
EQUIPAMENTOS BÁSICOS
Laboratório de Farmacologia/
Agitador magnético; Balança semianalítica; Balão de destilação;
260
Fisiologia/ Patologia
Balão de fundo chato; Balão volumétrico; Bandeja de plástico;
Banho-maria simples; Barra magnética para agitador; Barrilete;
Bastão de vidro; Béquer; Bico de bunsen; Bobina de indução;
Bomba para vácuo e compressão; Cabos de bisturi; Cápsulas
coloridas; Cápsulas transparente; Copo cálice; Cronômetro;
Deionizador; Dissecador a vácuo; Destilador de água; Erlenmeyer;
Esfignomanômetro; Espátula; Espelho com moldura; Espinhalador;
Estante para tubo de ensaio; Estetoscópio; Estufa de secagem e
esterilização; Frasco lavador; Freezer; Funil de vidro; Lavador de
pipetas; Martelo de percussão; Micropipeta monocanal; Mufa
metálica; Pinça delicada; Pinça dente de rato; Pinça histológica;
Pinça Kelly; Pipeta volumétrica; Pipetador automático;
Plestimômetro; Pneumógrafo; Polígrafo; Proveta; Quimógrafo;
Refrigerador duplex; Refrigerador simples; Suporte para pipetas;
Takabout T5100; Termômetro; Termômetro de máxima e mínima;
Tripé metálico
Laboratório
Histologia/Biologia
Agitador magnético; Balança semianalítica; Banho-maria simples;
Barra magnética para agitador; Barrilete; Bastão de vidro; Béquer;
Funil de vidro; Lâminas; Lamínulas; Microscópio binocular; Mufa
metálica; Placas de petri; Vidro relógio
Laboratório Microbiologia/
Parasitologia/ Imunologia
Agitadores; Alças; Argola metálica com mufa; Autoclave; Balança
semianalítica; Balão de fundo chato; Balão volumétrico; Bandeja
de plástico; Banho-maria simples; Barra magnética para agitador;
Barrilete; Bastão de vidro; Béquer; BOD; Cadinho p/ fusão; Cálice
de vidro; Câmara de fluxo laminar; Câmara de Neubauer; Capela
de Fluxo Laminar Quimis; Centrífuga p/ 16 tubos de ensaio;
Contador de colônia; Deionizador; Destilador Nova Técnica;
Erlenmeyer; Espátula; Estufa bacteriológica; Estufa de secagem e
esterilização; Fogão Industrial Araceba; Forno de microondas;
Frascos âmbar; Freezer; Funil de vidro; Jarra aeróbica Kit
Coloração de gram; Lâminas; Lamínulas; Lavador de pipetas;
Liquidificador Walita Twist; Liquidificador Industrial; Microondas;
Micropipeta monocanal; Microscópio binocular; Mufa metálica;
Papel indicador de pH; Peneira plástica; Pinça de madeira; Pipeta
multicanal; Pipeta volumétrica; Pipetador automático; Pipetas de
Pasteur; Placa de petry; Porta-lâmina c/ tampa; Proveta;
Refrigerador duplex; Refrigerador simples; Reservatório p/ água
261
destilada; Seringa para distribuição de meio; Suporte para pipetas;
Swab; Swab ; terile Container; Termômetro; Termômetro de
máxima e mínima; Tesoura; Tripé metálico; Tubo de ensaio; Tubo
de ensaio com tampa; Tubo de ensaio Falcon; Tubo de ensaio
plástico com tampa; Tubo eppendorf; Tubo esterilizável para
centrífuga; Tubo p/ cultura; Tubos de ensaio c/ tampa de plástico;
Vidro de relógio
Laboratório Anatomia
02 Cadáveres; 01 Caixa amplificadora Frahn Modelo: CP 100; 01
Receptor p/ microfone s/ fio SHOW Modelo: WR 106 R Banquetas;
Esqueleto completo montado; Esqueleto desmontado; Estufa p/
secagem e esterilização fanem; Formol 40%; Frascos com tampa
de vidro transparente; Mesa inox; Peças Anatômicas; Quadros
Didáticos; Tanques; Quadro negro; Bancada (pi,torneira); Pinças
anatômicas e para dissecação; Luvas látex; Máscaras c/ proteção
ocular e filtro de vapores; Mesa p/ dissecação; Microfone s/ fio
Modelo: WR 106 R; Bandejas inox; 3 corações, 2 laringes, 3
pulmões, 3 figados, , 3 estomagos, 3 baços, 3 úmeros, 3 rádios, 3
fêmurs; Cérebro – 10 partes; Jalecos P, M, G; Quadro Didático Ref.
015 Corpo Humano; Serra; Mesa p/ necropsia e formalização;
Serra elétrica p/ gesso Neuoni Modelo: 18018; Seringa veterinária
automática regulável – 50 ml; Pinça Kocher reta 14 cm; Pinça Kelly
Dilic RT 14 cm e CV 14 cm; Estojo p/ material cirúrgico; Tesoura Iris
FF RT 10,5 cm dur; Pinça Iris c/ dente reta 10,5 cm Tesoura Metzen
baum curva 18 cm; Afastador Farabeuf 12 cm
Tesoura Bee-Bee curva 10,5 cm; Tesoura 06 – 380;
Laboratório Química Geral/
Analítica/ Físico-Química/
orgânica/ farmacêutica
Agitador magnético; Aparelho destilador de Kjeldahl; Argola
metálica com mufa; Balança analítica; Balança semianalítica; Balão
de destilação; Balão volumétrico; Banho de areia; Banho Dubnoff;
Banho-maria simples; Banho-maria termostatizado; Barra
magnética para agitador; Barrilete; Bastão de vidro; Béquer; Bico
de bunsen; Bomba para vácuo e compressão; Bureta; Cabeça de
destilação angular; Capela de exaustão de gases; Coluna Vigreaux;
Condensador
Friedrichs;
Condutivímetro;
Conta-gotas;
Cronômetro; Deionizador; Dessecador a vácuo; Destilador de
água; Determinador de ponto de fusão; Erlenmeyer; Espátula;
Espectrofotômetro de FT-IR; Estante para tubo de ensaio; Estufa
de secagem e esterilização; Evaporador rotatório; Forno mufla;
Frasco lavador; Freezer; Funil de adição/separação; Funil de
262
Büchner; Funil de vidro; Garra p/ tubo de ensaio em madeira;
Garra p/ tubo de ensaio em aço inox; Kitassato; Lamínulas;
Lavador de pipetas; Luz ultravioleta com cabine; Manta de
aquecimento; Mufa metálica; Percolador; Papel de Tornassol;
Papel filtro; Percolador; PH-metro; Picnômetro c/ termômetro;
Pipeta volumétrica; Pipetador automático; Potenciômetro;
Proveta; Refrigerador simples; Reftratômetro termostatizado;
Saída de destilação; Secador de cabelo; Suporte para pipetas;
Termômetro; Termômetro – 10-210 C; Termômetro – 10-310 C;
Tripé metálico; Trompa de vácua com motobomba; Tubo de
ensaio; Tubo de ensaio com tampa; Tubo Nessler; Tubo Thiele ou
Denis; Tubo Thiele p/ ponto de fusão; Vidro de relógio
Laboratório Toxicologia/
Bioquímica/ Controle de
Qualidade/ Bromatologia
Agitador magnético; Agitador para tubos de ensaio; Argola
metálica com mufa; Balança semi-analítica; Balão de destilação;
Balão
volumétrico; Banho-maria
simples; Banho-maria
termostatizado; Barra magnética para agitador; Barrilete; Bastão
de vidro; Béquer; Bico de bunsen; Bomba para vácuo e
compressão; Bureta; Cabeça de destilação angular; Câmara de
Neubauer; Capela de exaustão de gases; Centrífuga p/ 16 tubos de
ensaio; Condutivímetro; Conjunto para eletroforese; Conta-gotas;
Dessecador a vácuo; Dispensador de eppendorf; Erlenmeyer;
Espátula; Espectrofotômetro U.V.-VIS; Estante para tubo de
ensaio; Estufa de secagem e esterilização; Frasco lavador; Freezer;
Friabilômetro; Funil de adição/separação; Funil de Büchner; Funil
de vidro; Kitassato; Lâminas; Lamínulas; Lavador de pipetas; Luz
ultravioleta com cabine; Manta de aquecimento; Micro seringa;
Microcentrífuga para eppendorf; Micropipeta monocanal; Mixer;
Moinho de bolas; Moinho martelo; Mufa metálica; PH-metro;
Pipeta multicanal; Pipeta volumétrica; Pipetador automático;
Placa de petry; Potenciômetro; Proveta; Refrigerador simples;
Saída de destilação; Secador de cabelo; Seladora p/ embalagens
plásticas; Seringa para distribuição de meio; Suporte para pipetas;
Termômetro; Termômetro – 10-210 C; Termômetro – 10-310 C;
Termômetro de máxima e mínima; Titulador Karl Fisher; Tripé
metálico; Tubo de ensaio; Tubo de ensaio com tampa; Tubo
eppendorf; Tubo esterilizável para centrífuga; Vidro de relógio; Phmetro; Polarímetro; Medidor de oxigênio
Laboratório Farmacognosia/
Agitador magnético; Argola metálica com mufa; Balança analítica;
263
Fitoterápicos/ Botânica
Balança semi-analítica; Balão de destilação; Balão volumétrico;
Banho-maria simples; Barra magnética para agitador; Barrilete;
Bastão de vidro; Béquer; Bico de bunsen; Bomba para vácuo e
compressão; Cabeça de destilação angular; Capela de exaustão de
gases; Conta-gotas; Erlenmeyer; Espátula; Estante para tubo de
ensaio; Estufa de secagem e esterilização; Estufa p/ secagem com
circulação de ar; Evaporador rotatório; Frasco lavador; Funil de
adição/separação; Funil de Büchner; Funil de vidro; Kitassato;
Lavador de pipetas; Liquidificador industrial; Lupa estereoscópica;
Manta de aquecimento; Mufa metálica; Pipeta volumétrica;
Pipetador automático; Potenciômetro; Proveta; Refrigerador
duplex; Refrigerador simples; Saída de destilação; Secador de
cabelo; Seladora p/ embalagens plásticas; Suporte para pipetas;
Termômetro; Tripé metálico; Trompa de vácua com motobomba;
Tubo de ensaio; Tubo de ensaio com tampa; Vidro de relógio;
Agitador magnético; Cálice graduado; Proveta grad.; Becker;
Proveta; Funil raiado
Laboratório Farmacotécnica/
Cosmetologia
Agitador magnético; Almofariz c/ pistilo; Argola metálica com
mufa; Balança analítica; Balança granatária; Balança semianalítica; Barra magnética para agitador; Barrilete; Bastão de
vidro; Bastão polietileno; Béquer; Bico de bunsen; Bomba para
vácuo e compressão; Braço mecânico para sucuções; Cadinho;
Conta-gotas; Copo cálice; Dessecador a vácuo; Desumificador de
ar; Erlenmeyer; Espátula; Espátula c/ colher; Espátula de
porcelana; Estante para tubo de ensaio; Esterilizador de ar; Estufa
de secagem e esterilização; Estufa p/ secagem com circulação de
ar; Frasco flúor âmbar; Frasco lavador; Frasco pluma; Frasco
reagente poliâmbar; Frasco shampoo; Funil de adição/separação;
Funil de Büchner; Funil de vidro; Kitassato; Lavador de pipetas;
Micro seringa; Mufa metálica; PH-metro; Pipeta volumétrica;
Pipetador automático; Proveta; Becker; Bastão; Frasco vidro
âmbar; Pipeta Pasteur cx; Vidro Relógio; Refrigerador simples;
Suporte para pipetas; Termômetro; Tripé metálico; Destilador de
água; Estufa de secagem e esterilização; Chapa aquecedora;
264lcoômetro de Gay Lussac; Termômetro de laboratório; Balança
Laboratório de Física e
Biofísica
Conjunto de eletricidade; Calorímetro de isopor; Conjunto de
molas; Lei de ohm 19; Bússola; Plano inclinado completo Kerstim;
Conjunto de mecânica; Painel de Forças; Conjunto Nunes p/ ondas
264
estacionárias de frequência variável; Imã em forma de barra;
Banco ótico; Bússola projetável; Conjunto de 10 corpos de prova;
Conjunto de 5 corpos de prova; Dilatômetro Wunderlich; Cuba de
ondas Kroeff c/ estroboscópio eletromecânico; Gerador
eletrostático de correia; Mesa de forças completa; Prensa
hidráulica; Compocolor de projeção; Painel hidrostático; Balanço
magnético
Transformador desmontável; Colchão de ar linear; Unidade
acústica;
Laboratório de Enfermagem
Manômetro p/ pressão; Porta- algodão de vidro; Abaixador de
língua; Água destilada; Agulha hipodérmica; Agulha histológica;
Algodão hidrofóbico; Atadura de crepom; Cabo p/ laringoscópio;
Calça descartável; Cânula de traqueostomia descartável c/ balão;
Cateter; Catgut ( butterfly); Esparadrapo impermeável; Espéculo
vaginal descartável; Fita adesiva branca; Fita micropore; Gaze
hidrofóbica; Lamina p/ laringoscópio- curva; Lamina p/
laringoscópio- reta; Luva de látex; Luva descartável; Martelo
cirúrgico; Martelo de Teylor; Máscara plástica p/ nebulização;
Pijama; Pinça halstead mosquito curva; Pinça halstead mosquito
curva c/ serrilha; Pinça halstead mosquito reta; Pinça Cushing c/
serrilha; Pinça Kocher curva; Pinça Potts Smith; Pinça Semken
profissional reta; Pizeta; Propé descartável; Seringa; Seringa
descartável; Sonda – Asp. Traqueal; Sonda – Retal; Sonda
endotraqueal c/ balão; Sonda endotraqueal s/ balão; Tala metálica
p/ imobilização; Termômetro clínico; Tesoura cirúrgica reta;
Tesoura Joseph curva; Tesoura Joseph reta; Tesoura Spencer reta
p/ retirada; Toalha; Touca descartável; Tubo traqueal; Tubos
cirúrgicos; Válvula p/ nebulização
Laboratório de Desenho
25 pranchetas - Tipo Profissional
Laboratório de Materiais e Cortadeira de amostra; Prensa de embutimentos de amostras;
Ensaios
Politriz para acabamento das amostras; bancadas de lixamento
manual de amostras; Durômetro para medição de dureza Vickers,
Brinell e Rockwell; Máquina de ensaios universal com capacidade
de 10.000N; Microscópios ópticos industriais.
Laboratório de Eletrônica
Digital
Em implantação
265
Laboratório de Eletricidade
Industrial
Em implantação
9.3 Estrutura física Laboratórios de formação específica
LABORATÓRIO DE MATERIAIS E ENSAIOS
 01 cortadeira de amostras
 01 prensa de embutimento de amostras
 02 politriz para acabamento das amostras
 04 bancadas de lixamento manual de amostras
 02 politriz para acabamento das amostras
 01 durômetro para medição de dureza nas escala Vickers, Brinell e Rockwell
 01 máquina de ensaios universal com capacidade de 10.000 N
 02 microscópios ópticos.
LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA
 01 bancada controle – elétrica – pneumática, contendo CLP, acionamentos elétricos,
botoeiras, motor elétrico, sensores e dispositivos eletropneumáticos.
 03 conjuntos de ensino de eletrônica contendo osciloscópio, gerador de função e fonte
variável, juntamente com equipamentos de montagens eletrônicas.
LABORATÓRIO DE METROLOGIA
Composto de: Micrômetros externos 0-25mm, Micrômetros externos 25-50, Micrômetros
para engrenagens 0-25, Micrômetros de profundidade 0-75, Micrômetros internos de três
pontas 6-12, Micrômetros de profundidade 0-150, Paquímetros universal 0-150,
Paquímetros universal 0-150, Paquímetros com relógio 0-150, Paquímetros digital 0-150,
266
Paquímetros de profundidades sem gancho 0-200, Calibrador de folga 0,05-1, Jogo de
extensões de batentes 0,4-7, Comparadores de diâmetros internos 50-150, Medidores de
espessuras de camadas 0-1,5, Rugosimetro digital, Medidor de inclinação, Nível de
precisão, Nível quadrangular de precisão, Suportes magnéticos, Relógios comparadores,
Esquadros de precisão, Relógio apalpador, Medidor de espessura de camadas, Transferidor
de ângulo universal , Jogo de esquadro combinado, Suporte para micrômetro externo,
Calibrador traçador
de altura, Calibrador traçador de altura com contador mecânico,
Escalas de aço e Desempeno de granito.
LABORATÓRIO DE CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS
 04 KIT Controlador Programável Micrologix 1200, com 24 pontos, sendo 14 entradas em
24Vcc e 10 saídas a relé, alimentação 85 - 265Vca. Módulo analógico combinado,
com 2 entradas + 2 saídas analógicas, para MicroLogix 1200. PanelView 300 Micro,
monocromático; teclado, monitor LCD, com 4 funções; porta de comunicação RS232 (DF1) Cabo de comunicação entre Microview/PanelView Micro (DIN8/DIN8) e
Micrologix, comp. 2 metros.

LABORATÓRIO DE REDES INDUSTRIAIS




03 kit clp weg tp 0240,
Módulos com 16 saidas digitais e analogicas.
01 inversor de frequência
Comunicação DeviceNet, profibus e CAN
267
LABORATÓRIO DE FÍSICA
Conjunto de eletricidade; Calorímetro de isopor; Conjunto de molas; Lei de ohm 19;
Bússola; Plano inclinado completo Kerstim; Conjunto de mecânica; Painel de Forças;
Conjunto Nunes p/ ondas estacionárias de frequência variável; Imã em forma de barra;
Banco ótico; Bússola projetável; Conjunto de 10 corpos de prova; Conjunto de 5 corpos de
prova; Dilatômetro Wunderlich; Cuba de ondas Kroeff c/ estroboscópio eletromecânico;
Gerador eletrostático de correia; Mesa de forças completa; Prensa hidráulica; Compocolor
de projeção; Painel hidrostático; Balanço magnético.
LABORATÓRIO DE QUIMICA
Composto de: Agitador magnético; Aparelho destilador de Kjeldahl; Argola metálica com
mufa; Balança analítica; Balança semi-analítica; Balão de destilação; Balão volumétrico;
Banho de areia; Banho Dubnoff; Banho-maria simples; Banho-maria termostatizado; Barra
magnética para agitador; Barrilete; Bastão de vidro; Béquer; Bico de bunsen; Bomba para
vácuo e compressão; Bureta; Cabeça de destilação angular; Capela de exaustão de gases;
Coluna Vigreaux; Condensador Friedrichs; Condutivímetro; Conta-gotas; Cronômetro;
Deionizador; Dessecador a vácuo; Destilador de água; Determinador de ponto de fusão;
Erlenmeyer; Espátula; Espectrofotômetro de FT-IR; Estante para tubo de ensaio; Estufa de
secagem e esterilização; Evaporador rotatório; Forno mufla; Frasco lavador; Freezer; Funil
de adição/separação; Funil de Büchner; Funil de vidro; Garra p/ tubo de ensaio em
madeira; Garra p/ tubo de ensaio em aço inox; Kitassato; Lamínulas; Lavador de pipetas;
Luz ultravioleta com cabine; Manta de aquecimento; Mufa metálica; Percolador; Papel de
Tornassol; Papel filtro; Percolador; PH-metro; Picnômetro c/ termômetro; Pipeta
volumétrica; Pipetador automático; Potenciômetro; Proveta; Refrigerador simples;
Reftratômetro termostatizado; Saída de destilação; Secador de cabelo; Suporte para
pipetas; Termômetro; Termômetro – 10-210 C; Termômetro – 10-310 C; Tripé metálico;
Trompa de vácua com motobomba; Tubo de ensaio; Tubo de ensaio com tampa; Tubo
Nessler; Tubo Thiele ou Denis; Tubo Thiele p/ ponto de fusão; Vidro de relógio.
268
LABORATÓRIO DE DESENHO
 50 Pranchetas tradicionais marca Trident
LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA
Laboratório de Informática I
20 Máquinas – Core 2 Duo 1.83 GHz, 1 GBRam, 80 Gb HD
Software’s – Gold Wave, RSLinx, EniUtily, Workbench, AutoCad 2000, Matalab, Quartus II, Clic 02
Edit, Compilador, Rational Rose.
Laboratório de Informática II
25 Máquinas – Pentium (R) 4 – 3.00GHz, 512 MBRam, HD 40 GB
Software’s – C++ Builder 6, Rational Rose.
Laboratório de Informática III
20 Máquinas – Core 2 Duo 1.83 GHz, 1 GBRam, 80 Gb HD
Software’s – Gold Wave, RSLinx, EniUtily, Workbench, AutoCad 2000, Matalab, Clic 02 Edit,
Compilador, Rational Rose.
Laboratório de Informática IV
13 Máquinas – Pentium III – 1 GHz, 256 MBRam, HD 20 GB
LABORATÓRIO DE CONTROLE DE PROCESSOS E INSTRUMENTAÇÃO
Estação Compacta que incorpora Controle de Nível, Vazão, Pressão e Temperatura. A
estação compacta incorpora 4 processo que podem ser controlados individualmente ou em
modo cascata, de acordo com o programa de controle utilizado ou dos parâmetros de
controle aplicados. Pode ser aplicado inicialmente para focar o aprendizado nos
269
fundamentos da programação de controladores. Sinais binários de entrada e saída podem
ser utilizados para este propósito.
A estação permite o aprendizado dos seguintes itens:
• Posta em marcha de processos de engenharia de sistemas, instalação de tubulação,
cabeamento e comissionamento;
• Medição, controle em malha aberta e fechada de variáveis de processo como
temperatura, vazão, nível e pressão;
• Montagem de atuadores pneumáticos para indústria de processos e instalação de
tubulação e cabos elétricos;
• Análise, manutenção e desenvolvimento de sistemas de engenharia de processos;
• Análise de processos controlados, parametrização e otimização de controles industriais ;
• Criação, adaptação e parametrização de programas de controladores lógicos
programáveis ou controladores dedicados em malha fechada;
• Utilização e aplicação de módulos de CLP´s ;
• Aprendizado de termos da engenharia de processos – variáveis de controle, malha aberta
ou fechada;
• Leitura e interpretação de diagramas de fluxo e documentação;
• Operação e monitoração de processos através de computadores;
• Instalação e parametrização de redes de comunicação, por exemplo, PROFIBUS.
LABORATORIO DE PNEUMATICA
Composto de bancada de eletropneumática com sensores capacitivos, sensores indutivos,
componentes fim de curso, disjuntores, contatores, relés, softstarter, relé bimetálico,
disjuntor motor, multimedidor de grandezas elétricas, controlador lógico programável e
270
inversor de frequência. Cilindros pneumáticos com e sem sensores, unidade lubrificadora e
filtro, diversas válvulas, pressostato, válvulas lógicas, motor pneumático e acionamentos.
LABORATÓRIO DE ROBÓTICA
Composto de um sistema modular de produção ( C.I.M. Centro Integrado
de Manufatura), nove computadores, um projetor multimídia, um sistema
combo robô, um servo conversor.
BIBLIOTECA
O curso conta com 440 títulos (1007 livros) relacionados com as disciplinas do curso
9.4 SALAS DE AULA, SALA DE REUNIÕES, SALA DOS PROFESSORES,
GABINETES DE TRABALHO DOS PROFESSORES E SALA DE
COORDENAÇÃO
Demonstrativo geral
PRÉDIO
SALAS
TIPO DE LABORATÓRIO
ÁREA TOTAL
M²
M²
Bloco A
1 Laboratório de Informática nº 01
64,80
1 Laboratório de Informática nº 02
48,76
1 Laboratório de Informática nº 03
58,88
1 Laboratório de Informática nº 04
59,00
1 Laboratório de Informática nº 05 - Curso
CC
59,00
1 Laboratório de Informática nº 06 -
75,00
271
NOVO
TOTAL
1 Laboratório de Informática 04 /
Hardware
62,00
1 Núcleo de Tecnologias Educacionais
25,94
1 Sala de Teleconferências
49,20
502,58
09
502,58
Equipamentos de Informática
QUANTIDADE
EQUIPAMENTOS
1. K6 II
64
2. 586 - Pentium
79
Equipamentos acadêmicos:
Tipos de Equipamento
Acadêmico
Microcomputador Pentium 200 Mhz
3
Microcomputador Pentium 166 Mhz
7
Microcomputador Pentium 100 Mhz
2
Microcomputador Pentium III 1 Ghz
62
Microcomputador Pentium IV 2Ghz
4
Microcomputador K6 500 Mhz
16
Microcomputador K6 475 Mhz
22
Impressora HP 680
1
Impressora Epson LQ 1070
2
272
Relação de Máquinas – Setores Administrativos
Setor
Descrição Equipamento
Pentium IV 2.4 GHZ
256 MB Memória DDR 333
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HPLaser 1300
Pentium IV 2.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 7.200RPM
TESOURARIA
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora Laser Brother
Pentium IV 2.4 GHZ
256 MB Memória DDR 333
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora Fiscal
273
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HPLaser 1100
Pentium IV 2.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 7.200RPM
GERENCIA FINANCEIRA
CD-ROM 56x
Monitor 15”
HP DeskJet 840C
Pentium IV 2.4 GHZ
256 MB Memória DDR 333
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 696C
CONTABILIDADE
Pentium IV 2.4 GHZ
256 MB Memória DDR 333
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HPLaser 5
274
Pentium III 800 MHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 20 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora Matricial Epson
Pentium IV 2.4 GHZ
256 MB Memória DDR 333
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
(Servidor da Rede)
Pentium IV 2.4 GHZ
256 MB Memória DDR 333
COLLEGIUM
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
(Firewall)
Pentium IV 2.4 GHZ
256 MB Memória DDR 333
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
(Servidor de E-mail)
275
Pentium IV 2.4 GHZ
256 MB Memória DDR 333
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
(Servidor dos Sistemas)
Intel Xeon Dual 2.4 Ghz
1.536 MB RAM DDR 333 ECC
2 HD SCSI 18 GB 10.000 RPM
(Servidor do Collegium)
Intel Xeon Dual 1.13 Ghz
512 MB RAM SDRAM 133 ECC
3 HD SCSI 18 GB 10.000 RPM
CD-ROM 52x
(Servidor de Dados)
Pentium IV 2.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
(Servidor Sábio Internet)
276
DeskNote Giga Pró
256 MB RAM
Gravador CD e Leitor de DVD
20 GB HD
Matriz Ativa de 15”
Áudio/Lan/Modem/USB
Bateria Externa
Adaptador AC
DeskNote Giga Pró
256 MB RAM
Gravador CD e Leitor de DVD
20 GB HD
Matriz Ativa de 15”
Áudio/Lan/Modem/USB
Bateria Externa
Adaptador AC
Máquina Fotográfica Digital P72
16 MB Memória Flash
Carregador, Baterias e Cabo USB
PDA Palm m130
16 MB RAM
Base de Exportação e Carregador
277
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
COORDENAÇÃO DE SISTEMAS DE
INFORMAÇÕES
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
(Servidor da Página do Curso)
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA
MECATRÔNICA
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA
AMBIENTAL
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA DA
HORTICULTURA
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
278
Monitor 15”
AMD Athlon 2.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE FISIOTERAPIA
HD 40 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE CIÊNCIAS
BIOLÓGICAS
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE LETRAS
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE ARTES VISUAIS
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE PEDAGOGIA
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
279
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE HISTÓRIA
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE ENFERMAGEM
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE FARMÁCIA
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO
FÍSICA
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE PSICOLOGIA
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
280
Monitor 15”
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE
ADMINISTRAÇÃO
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE CIÊNCIAS
CONTÁBEIS
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE TURISMO
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DE DIREITO
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
281
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Scanner
Impressora HP 840 C
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
APOIO AS COORDENAÇÕES
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
282
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
Pentium IV 2.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Impressora 840 C
Pentium IV 2.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
DIREÇÃO ACADÊMICA
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Impressora 840 C
Pentium IV 1.6 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Impressora 840 C
283
Pentium IV 2.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Impressora HP
DIREÇÃO ADMINISTRATIVA
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
IMPRENSA
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
Pentium IV 2.4 GHZ
256 MB Memória DDR 333
HD 40 GB 7.200RPM
NEAD
CD-ROM 56x
Impressora
Scanner
Pentium III 1.26 GHZ
COMPRAS
256 MB Memória DDR 333
HD 20 GB 7.200RPM
284
CD-ROM 56x
Impressora 840 C
Pentium IV 2.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
RH
Impressora 840 C
Impressora Matricial Epson
Pentium MMX 166 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 6 GB 5.400RPM
Pentium IV 2.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Impressora 840 C
Pentium IV 2.0 GHZ
SECRETARIA ACADÊMICA
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Pentium IV 2.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
285
Pentium IV 2.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Pentium IV 2.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Multifunctional
Pentium IV 2.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
EXTENSÃO
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
286
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
Pentium II 266
64 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
FAP
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
287
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
AMD Duron 1.0 Ghz
128 MB RAM SDRAM 133
HD 20 Gb
Impressora HP 840 C
AMD Duron 1.0 Ghz
128 MB RAM SDRAM 133
SAE
HD 20 Gb
Impressora HP 840 C
Pentium MMX 100 MHz
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
COORDENAÇÃO DOS
LABORATÓRIOS
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
288
Pentium II 266
64 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
Pentium IV 2.4 GHZ
256 MB Memória DDR 333
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
PÓS GRADUAÇÃO
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP Laser 5
289
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 5550
Pentium IV 2.4 GHZ
256 MB Memória DDR 333
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Monitor 17”
Impressora HP 5550
AMD Athlon 1.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 17”
AMD Athlon 1.0 GHZ
256 MB Memória SDRAM 133
HD 40 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 17”
290
AMD Duron 1.0 Ghz
128 MB RAM SDRAM 133
HD 20 Gb
Impressora HP
Pentium III 1.0 GHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Scanner Genius
Impressora HP 692 C
AMD Duron 1.0 Ghz
128 MB RAM SDRAM 133
HD 20 Gb
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
NÚCLEO DE PSICOLOGIA
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
291
Pentium III 800 MHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 20 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 692 C
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
BIBLIOTECA
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Impressora HP 840 C
292
Pentium III 800 MHZ
128 MB Memória SDRAM 133
HD 20 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
293
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
AMD K-6 II 450 MHz
128 MB Memória SDRAM 133
HD 10 GB 5.400RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
294
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
295
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Pentium MMX 100 MHZ
32 MB Memória SDRAM 133
HD 4 GB 5.400RPM
Pentium IV 2.4 GHZ
256 MB Memória DDR 333
HD 40 GB 7.200RPM
CD-ROM 56x
Monitor 15”
INFORMÁTICA
Scanner HP
Gravador de CD
Impressora HP 840 C
AMD Duron 1.0 Ghz
128 MB RAM SDRAM 133
LABORATÓRIO DE MECATRÔNICA
HD 20 Gb
Impressora HP 840 C
296
Específicos (equipamentos acadêmicos):
Laboratório de Informática 1:

18 microcomputadores Pentium III 1Ghz (120 Mb RAM, 20 Gb HD)
Laboratório de Informática 2:


03 microcomputadores Pentium III 1 Ghz (128 RAM, 20 Gb HD)
12 microcomputadores K6 II 500 Mhz (128 Mb RAM, HD 10 Gb)
Laboratório de Informática 3:


8 microcomputadores K6 II 500 Mhz (128 Mb RAM, HD 10 Gb)
6 microcomputadores K6 II 500 Mhz (128 Mb RAM, HD 20 Gb)
Laboratório de Informática 4:

20 microcomputadores Pentium III (1 Ghz, 128 RAM, HD 20 Gb)
Laboratório Contábil:


2 microcomputadores Pentium III (1 Ghz, 128 RAM, HD 20 Gb)
18 microcomputadores K6 II 500 Mhz (128 Mb RAM, HD 10 Gb)
Laboratório de Hardware e Redes de Computadores:


8 microcomputadores K6 II 500 Mhz (128 Mb RAM, HD 10 Gb)
1 microcomputadores Pentium III (1 Ghz, 128 RAM, HD 20 Gb)
Máquinas com transcoder para salas de aula:


5 microcomputadores K6 II 475 Mhz (64 Mb RAM, HD 10 Gb)
2 microcomputador Pentium 200 Mhz (32 Mb RAM, HD 2 Gb)
Laboratório de Informática no Núcleo de Prática Jurídica:


5 microcomputadores K6 II 475 Mhz (128 Mb RAM, HD 10 Gb)
1 microcomputador Pentium III (1 Ghz, 128 RAM, HD 40 Gb)
297
 1microcomputador Celeron 300 Mhz (32 Mb RAM, HD 4Gb)
 1 microcomputador Durom 200 Mhz (256 Mb RAM, HD 20Gb)

Laboratório de Informática no Núcleo Universitário de Fraiburgo:



7 microcomputadores K6 II 500 Mhz (64 Mb RAM, HD 10 Gb)
6 microcomputador Pentium 166 Mhz (16 Mb RAM, HD 2 Gb)
4 microcomputador Pentium IV 2 Ghz (256 Mb RAM, HD 40Gb)
Laboratório de Informática no Núcleo Universitário de Monte Carlo:

1 microcomputador K6 II 475 Mhz (64 Mb RAM, HD 10 Gb)
Esses recursos de infraestrutura da UNIARP, embora não sejam específicos para o
curso de PEDAGOGIA, sempre que um professor desejar utilizar qualquer espaço,
mesmo que seja um laboratório que a principio seja utilizado por outro curso, o
professor poderá fazer reserva e utiliza-lo para ou com os alunos do curso de
pedagogia.
298
Download

PROJETO PEDAGOGICO DO CURSO DE PEDAGOGIA