PRIMEIRO
ENCONTRO
SOCIAL GOOD BRASIL LAB
PREMISSAS
SOCIAL GOOD BRASIL LAB
1.MÃO NA
MASSA
2. COCRIAÇÃO
3. CAIXA DE
FERRAMENTAS
4. PROTAGONISMO
5. MENTORIA
ESTRATÉGICA
6. UM NOVO OLHAR
RESSIGNIFICAR
O NÃO,
O ERRADO,
O DIFÍCIL
7. UM CONVITE
PARA OUSAR, DESCONSTRUIR
8. INCERTEZA
ZONA DE EMERGÊNCIA
DIVERGÊNCIA E CONVERGÊNCIA
Metodologias de base
Design-thinking
Processo baseado na
empatia para gerar
inovação e soluções
Lean-startup
Descoberta de
construir um modelo
sustentável com a
visão escolhida
Modelo de Negócios
Canvas
Ferramenta para
definir modelo de
negócios
AGENDA
Encontros presenciais
Entrega das tarefas (uploads)
Feedbacks
28
SETEMBRO
08
OUTUBRO
06
08
problema
público-alvo
empatia
05
03
10
22
12
empatia
profunda
(dores)
07
05
09
NOVEMBRO
MVP I
03
05
03
DEZEMBRO
Pivotagens
Pitch
20
22
proposta de
valor - canvas
benchmarking
19
26
soluções
e hipóteses
(remédios)
21
17
19
MVP II
MVP II
23
hipóteses
Protótipo MVP
Canvas
01
24
Pitch e
Avaliação
07
DIA 11/12
DEMODAY
abertura:
“qual é a minha revolução?”
Pivotagem e
Canvas
Como funcionará nossa
comunicação entre encontros?
Via Grupo do Facebook
Via telefone com Carol e Bruno: 48 3222-5127
Ferramentas online
Ferramentas nos encontros
> Como preferem receber os materiais?
SOCIAL GOOD BRASIL LAB - 2013
Como funcionará a pontuação?
Objetivo:
Somar 200 pontos para obter os R$ 200,00 de volta
Regras:
R$ 1 = 1 ponto
Cada encontro presencial = 15 pontos, considerando 6 encontros
presenciais, totalizando 90 pontos ao participar de todos.
Cada tarefa virtual equivale 10 pontos, considerando 11 tarefas, totalizando
110 pontos.
Caso não entregue uma tarefa ou não compareça presencialmente, a ideia
perde o ponto equivalente, podendo esta ser retomada perante justificativa.
SOCIAL GOOD BRASIL LAB - 2013
E os mentores?
André Hotta
Cadu Somaggio
Elton Miranda
Eric Santos
Fernanda Bornhausen
Gerson Zimmer
Guta Orofino
Rebecca e Richard
Rodrigo e Daniel
Marcelo e Márcio
Isabel e Patrícia
Ana e Nadia
Rafael e Gustavo
Diego e Romeu
SOCIAL GOOD BRASIL LAB - 2013
E os mentores?
José Renato Dellagnelo
Marcelo Germano
Marcos Muller
Rafael Assunção
Renato Kyama
Silvio Kotujansky
Ana e Sophia
Emiliano e Jonhatan
Suzeli e Rodrigo / Cláudia e Ana
Simone e Carolina / Carlos Eduardo
Djali e Eduardo
Thiago e André
SOCIAL GOOD BRASIL LAB - 2013
QUAL É A SUA
REVOLUÇÃO?
O INVOADOR QUER MUDAR O STATUS QUO
SOCIAL GOOD BRASIL LAB - 2013
O INOVADOR RESPONDE “PORQUE” ANTES DE “COMO”
SOCIAL GOOD BRASIL LAB - 2013
Dinâmica dos “porquês”?
Etapa 1: Escolha quem será entrevistado e quem será entrevistador e
forme duplas com pessoas de ideias diferentes
Etapa 2: Entrevistadores perguntam os “Porques”
(pode ter mais de 1 rodada)
Etapa 3: Entrevistados refletem e definem um “Porque” para compartilhar
com todo o grupo em 1 minuto
Etapa 4: Cada ideia fala em 1 minuto seu “Porque” e todos anotam em
post-its feedbacks para digerir depois
SOCIAL GOOD BRASIL LAB - 2013
SOCIAL GOOD BRASIL LAB - 2013
SOCIAL GOOD BRASIL LAB - 2013
Escolha a(s) técnica(s) mais adequada ao seu caso
●
Selecionar a técnica mais adequada para gerar insights para sua
ideia é tão importante quanto a aplicação
●
As técnicas podem ser complementares, com o dado de uma você
pode realizar a outra
●
Algumas técnicas são quantitativas e outras qualitativas
●
Estas técnicas são úteis principalmente no primeiro mês do Lab
●
Se tiver dúvidas de quais técnicas escolher, entre em contato,
compartilhe no grupo
Cuidado com falsas validações
Se eu perguntasse a meus compradores o que eles queriam, teriam dito que era
um cavalo mais rápido
Henry Ford
Grandes empresas fracassaram por ouvir muito seus clientes e buscarem
satisfazer suas necessidades, dessa forma fizeram apenas inovações
incrementais
Clayton Christensen
Tente perceber nas entrelinhas, a dor por trás da insatisfação, do desejo.
Diagrama superfície e profundidade
das técnicas
Técnicas quantitativas
Técnica Pesquisa Quantitativa
O que é?
Pesquisa para um grande número de respondentes
Para que serve?
Para validar hipóteses vindas de dados qualitativos
Gera estatísitcas e métricas
Informações primárias
Útil depois de pesquisas qualitativas
Como aplicar?
Elabore seu formulário e insira numa ferramenta gratuita. Sugerimos o “Google
form” ou “Type form”
Vale a pena ter um prêmio entre os respondentes, em busca de maior adesão
Técnica Desk research
O que é?
Pesquisa em dados secundários, para aproximação com o contexto do projeto
Utiliza fontes diretas de informação, como Internet, bibliotecas, catálogos,
relatórios.
Para que serve?
Para preparação antes de sair a campo
Contatos iniciais com a temática
Como aplicar?
Confira as 3 pesquisas setoriais que enviamos: Estudo em Saúde, Educação e
Relatório Floripa Te Quero Bem
Outras fontes de pesquisas são: IBGE, Censo, etc
Técnicas qualitativas
Técnica Recrutamento
O que é?
Planejar quais serão os tipos de usuários que serão pesquisados - Usuários,
especialistas, não usuários, usuários extremos, etc
Sugerimos usar como técnica anterior a outras técnicas
Para que serve?
Enxergar diversos pontos de vista sobre o mesmo problema/oportunidade de
projeto
Como aplicar?
Use esta técnica para selecionar os usuários que você irá abordar para as
demais técnicas. Considere usuários diversos, desde especialistas, não-usuários,
early adopters, etc
Técnica Safari
O que é?
Experimentar produtos ou serviços análogos ao que você está desenhando
Para que serve?
Oferecer outras perspectivas sobre o projeto
Ver outras formas de resolver problemas semelhantes ao de projeto
Como aplicar?
Identifique um serviço ou produto análogo e experimente ; )
Técnica Sombra
O que é?
Acompanhar um indivíduo de seu público enquanto ele usa um produto/serviço
Para que serve?
Gerar insights sobre a utilização, opções e decisões feitas pelo indivíduo
Não se deve interferir no comportamento do usuário.
Como aplicar?
Selecione um indivíduo e peça autorização para você acompanhá-lo
Workshop com usuários
O que é?
Sessão de cocriação com potenciais clientes do projeto
Para que serve?
Entender as várias necessidades e adequar as soluções para todos os atores
Como aplicar?
Organize um local adequado com a infra-estrutura adequada
Faça uma lista de potenciais usários e convide-os para este workshop
É comum que você ofereça um lanche ou cortesia aos participantes, como
agradecimento
Técnica Sondas culturais
O que é?
Pesquisa baseada em relatos pessoais do usuário - kits diários de coleta de
informação
Para que serve?
Captar insights em um longo prazo, e enxergar oportunidades como a rotina de
um paciente com doença crônica
Como aplicar?
Faça um cronograma e organize os kits diários de coleta de informação
Selecione um indivíduo, convide-o para participar do processo
Técnica Cenários paralelos
O que é?
Observação de cenários análogos e coleta de insights
Para que serve?
Entender o funcionamento de sistemas análogos, captar semelhanças e
diferenças em contextos diferentes.
Como aplicar?
Identifique um cenário análogo que tenha uma trajetória mais extensa do que o
cenário do seu projeto. Bem interessante aplicar para o caso de criação de novos
mercados.
Técnica Entrevistas de
profundidade
O que é?
Conversas individuais com usuários reais em ambientes que frequentam
Para que serve?
Mergulhar no mundo do usuário, entender seu universo e comparar o que diz
com o que faz
Como aplicar?
Selecione um usuário e o visite no local de utilização do serviço
Estruture uma entrevista
QUEM É O CLIENTE?
Quem sofre o problema identificado?
São pessoas, empresas, governos?
Chamaremos de clientes o nosso público-alvo.
Como é esse cliente? Desenhe com detalhes
Seja específico. Se você tiver mais de um segmento
cliente escolha quem paga a conta.
Qual a importância de definir os clientes?
Os clientes são o coração de qualquer modelo de negócio. Sem eles não há negócio
que sobreviva, portanto é fundamental atender uma ou mais de suas necessidades
e/ou resolver um ou mais de seus problemas.
Para isto, precisamos explicitar quem são os nossos clientes. Uma forma de fazê-lo
é agrupar os diferentes clientes de acordo com suas necessidades,
comportamentos ou outros atributos.
Cada grupo será um segmento de clientes.
Como definir seus clientes?
É preciso “olhar com os olhos do cliente”. Isto não quer dizer que este seja o único
insumo, nem mesmo que tudo o que for dito pelos clientes deva ser levado ao pé da
letra, mas sim quer dizer que um negócio de sucesso precisa de um entendimento
profundo dos seus clientes, o que inclui os ambientes pelos quais eles circulam,
suas rotinas diárias, suas preocupações e suas aspirações.
1º passo é listar todos os possíveis segmentos de clientes do negócio, escolher os
três mais promissores e partir disto refletir profundamente sobre eles. A
ferramenta a ser utilizada é o “Mapa de Empatia”. Criado pela empresa XPLANE, é
uma ferramenta que permite compreender cada segmento de clientes de uma
forma visual.
Defina seu segmento de clientes
Segmentos de clientes são os diferentes grupos de pessoas ou organizações que o
empreendimento quer alcançar e servir. Um modelo de negócio pode ter um ou mais
segmentos de clientes, sejam estes grandes ou pequenos.
A definição dos segmentos de clientes ajuda desenhar produtos, serviços e o próprio modelo
de negócio, entendendo melhor as suas necessidades e problemas específicos. Sabemos para
quem estamos criando valor. Também permite decidir de forma consciente quais serão os
segmentos priorizados e quais serão deixados de lado, utilizando os recursos de forma mais
eficiente.
Clientes representam diferentes segmentos se:
- As suas necessidades demandam e justificam uma oferta distinta
- Eles são alcançados por meio de diferentes canais de distribuição
- Eles demandam diferentes tipos de relacionamento
- Eles possuem rentabilidades substancialmente diferentes
- Eles estão dispostos a pagar por diferentes aspectos da oferta
Como fazer o mapa de empatia?
Depois de listar todos os possíveis segmentos de clientes e selecionar os três mais
promissores (na dúvida, busque focar em quem “paga a conta”), escolha um deles para
começar o exercício.
Dê um nome e outros características para este cliente, tal como renda, estado civil, etc. A
partir disto, comece a preencher o mapa de empatia (impresso) com post its, respondendo às
perguntas-guia.
É importante lembrar que as perguntas auxiliares, que estão abaixo das perguntas-guia, não
precisam ser respondidas uma a uma, pois são apenas uma referência para facilitar a
resposta à pergunta principal.
Crie um mapa de empatia para cada um dos três segmentos mais promissores escolhidos.
O que esta pessoa vê?
Descreva o que esta pessoa (o seu cliente) vê no seu dia-a-dia, no seu ambiente. Como é o
ambiente? Quem rodeia esta pessoa? Quem são seus amigos? Que tipo de ofertas ela recebe
diariamente? Quais são os problemas que ela enfrenta?
O que escuta?
Descreva como o ambiente a influencia. O que os seus amigos falam? Seu parceiro? Quem
realmente a influencia? Como? Quais são as mídias mais importantes para ela?
O que realmente pensa e sente?
Expresse o que se passa pela cabeça desta pessoa. O que é realmente importante para ela,
mesmo que não possa falar abertamente disto? Emocionalmente, o que a move? O que a
preocupa a ponto de tirar seu sono? Quais são seus sonhos e aspirações?
O que ela fala e faz?
O que ela fala e como se comporta em público? Qual é a sua atitude em geral? Que tipo de
coisa ela fala para os outros? Fique atento aos potenciais conflitos entre o que esta pessoa fala
e faz e aquilo que ela realmente pensa e sente.
Quais são as suas dores de cabeça?
Quais são suas maiores frustações? Quais são os obstáculos que enfrenta para atingir seus
objetivos, sonhos e aspirações? Quais são os riscos que ela sente medo de enfrentar?
Quais são seus verdadeiros objetivos?
O que ela realmente quer ou precisa atingir? Como ela mensura (o seu próprio) sucesso? Que
estratégias usa para atingir seus objetivos?
O que fazer com o Mapa de Empatia?
IMPORTANTE: o Mapa de Empatia nada mais é que uma série de hipóteses, que precisam ser
VALIDADAS em contato com os clientes!
Com base no mapa, entre em contato com os potencias clientes e valide as hipóteses,
modifique o mapa de empatia e defina com bastante precisão quem serão os seus clientes.
Para definir abordagens deste contato com os potenciais clientes, confira as ferramentas de
geração de insights e empatia enviada para vocês.
Isto o ajudará nas próximas etapas de desenvolvimento do negócio.
A importância de entender o problema
Busque esgotar seu entendimento do problema que
sua ideia busca resolver para:
1. INOVAR > A partir desta imersão você poderá dar
saltos de inovação, fugindo dos caminhos já
percorridos, em busca de soluções inéditas, que
podem ser muito simples
2. OBTER CREDIBILIDADE > Ter dados secundários
também ajudará na fundamentação deste
problema para potenciais investidores
PASSO 1)
INVESTIGUE O PROBLEMA REFLETINDO
SOBRE O ECOSSISTEMA
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Por que ele ocorre?
Quais são os efeitos ou sintomas causados?
Qual é o custo ou externalidades do problema para a sociedade?
Como ele é resolvido hoje?
Quais são as barreiras para resolvê-lo?
Quais são os facilitadores para resolvê-lo?
Existe algum outro problema que pode ser ainda maior ou mais
relevante?
Quais stakeholders (organizações e/ou indivíduos) estão envolvidos?
Quais dados secundários fundamentam este problema (IBGE, Ibope,
Censo, Pesquisas relevantes, etc)?
PASSO 2)
INVESTIGUE O PROBLEMA USANDO
FERRAMENTAS COMO:
•
•
•
•
•
DINÂMICA DOS 5 PORQUES
ENTREVISTA DE PROFUNDIDADE
SAFARI
SOMBRA
Veja o material “Ferramenta 4” com várias opções de
como gerar insights e empatia
PASSO 3)
DESCREVA NUM DOCUMENTO QUAL O SEU
PROBLEMA E COMPARTILHE PARA OBTER
FEEDBACK
Descreva neste documento todos os seus insights obtidos com (formato livre):
• A reflexão do ecossistema do problema
• O resultado da aplicação de ferramenta(s) de geração de insights e empatia
• Dados secundários pesquisados
LEAN STARTUP
Gênio
X
Co-criação
Ideia
X
Modelo
Iterativo
Plano de
Negócios
X
Contato
com clientes
MODELO DE
NEGÓCIOS
Quadro de Modelo de Negócio (Canvas)
S15E1
Segmentos de clientes
Que diferentes tipos de clientes temos?
Quais são as principais características de cada tipo?
Qual o perfil de cada tipo de cliente?
S16E1
Proposta de valor
O que está sendo oferecido a cada tipo de cliente?
Quais são nossos produtos e serviços para cada segmento de clientes?
Que benefícios e soluções oferecemos?
S17E1
Canais
Como entregamos valor aos clientes?
Quais os canais de distribuição e de comunicação?
S18E1
Relacionamento com clientes
Que tipo de relaciomento precisamos manter com nossos clientes?
S19E1
Fontes de receita
Como cada segmento de cliente nos paga?
Como nosso negócio será sustentado?
S20E1
Atividades principais
Quais as atividades mais importantes para o modelo de negócio funcionar?
S21E1
Recursos principais
Quais os recursos mais importantes para o modelo de negócio funcionar? Recursos materiais, humanos e financeiros.
S22E1
Principais parcerias
Quem são nossos principais parceiros?
S23E1
Estrutura de custos
Quais são os custos mais relevantes?
S24E1
DESIGN THINKING
Design-thinking é uma metodologia,
abordagem e processo:
• Centrado no ser humano com empatia profunda e
fomento a colaboração radical
• Que integra racional e intuitivo
• Mais complexo (iterativo, sistemas que se sobrepoem) e
menos linear (sequencial)
• Estimula experimentação, prototipagem e testes para
falhar rapidamente, obter feedback e continuar inovando
• Aplicada com o propósito de solucionar problemas e
criar soluções
As etapas do processo variam de
acordo com a corrente
Inspiração
Idealização
Implementação
Os princípios do Design‐thinking
Viabilidade
Desejabilidade
Praticabilidade
•
•
•
Contato
Troque com os outros participantes do LAB no Grupo do
Facebook:
https://www.facebook.com/groups/593543287354282/
Tire dúvidas ou faça sugestões com a equipe do LAB direto
com Bruno Evangelista:
[email protected] ou 48 3222-5127
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Guia de Atividades do primeiro encontro