UNIVERSIDADE DO CONTESTADO - UnC
RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 085/2010
(PARECER nº 085/2010 – CONSUN)
Dispõe sobre a alteração do Curso de
Engenharia
Ambiental
para
Engenharia
Ambiental e Sanitária, para ingressos a partir
do ano de 2011.
O Presidente do Conselho Universitário – CONSUN da Universidade do
Contestado - UnC, no uso de suas atribuições, estabelecidas no Regimento Geral e
o deliberado pelo Conselho, em reunião realizada no dia 7 de dezembro de 2010,
R E S O L V E:
Art. 1º - Aprovar a alteração do Curso de Engenharia Ambiental para
Engenharia Ambiental e Sanitária, para ingressos a partir do ano de 2011.
Art. 2º - Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogadas as
disposições em contrário.
Caçador, 7 de dezembro de 2010.
Prof. José Alceu Valério
Presidente do Conselho Universitário
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO CONTESTADO - FUnC - CNPJ: 83.395.921/0001-28 - Av. Pres. Nereu Ramos, 1071 – Caixa Postal, 111
PABX/FAX: (047) 3641-5500 - CEP: 89.300-000 - Mafra – SC – www.mfa.unc.br
UNIVERSIDADE DO CONTESTADO - UnC
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CANOINHAS – CONCÓRDIA – CURITIBANOS - MAFRA - PORTO UNIÃO – SEARA - RIO NEGRINHO
2
PROJETO DE REFORMULAÇÃO DO
CURSO DE ENGENHARIA
AMBIENTAL
Concórdia, SC, setembro de 2010
3
APRESENTAÇÃO
A Coordenação do Curso de Engenharia Ambiental da Universidade do
Contestado-UnC, encaminha ao Conselho Universitário - CONSUN, proposta de
reformulação do referido Curso por se tratar da necessidade de adequação do
mesmo voltado para os problemas regionais.
Tendo em vista que o projeto de criação não se adequava totalmente ao perfil
necessário para a região do Contestado e encontrava resistência junto aos órgãos
de classe quanto às atribuições do Engenheiro Ambiental, buscou-se a alteração do
nome do curso para Engenharia Ambiental e Sanitária, consequentemente uma
nova grade voltada totalmente para o desenvolvimento regional sustentável e que
atenda as resoluções do MEC e entidades de classe que o curso está vinculado.
Esta proposta objetiva aumentar o campo de atuação do Engenheiro e
atender as atribuições descritas no projeto com as descritas pelo órgão de classe. A
proposta é trabalhar o curso, que hoje é integralizado em 4,5 anos para 5 anos,
possibilitando uma melhor distribuição das disciplinas ao longo dos semestres
letivos. O curso continuará sendo oferecido no período noturno, de segunda a sexta
e no período matutino e/ou vespertino aos sábados.
Para esta proposta de reformulação do Curso, está prevista a adequação da
grade curricular para as turmas em andamento, uma nova grade reestruturada para
os novos ingressos, com alteração da carga horária e das ementas das disciplinas
do Curso.
4
2. CARACTERIZAÇÃO DO CURSO
2.1 APRESENTAÇÃO DO CURSO
A Engenharia Ambiental e Sanitária é um curso de bacharelado da área das
Ciências Exatas, destinando-se a formação de profissionais capazes de avaliar a
dimensão (magnitude, duração, reversibilidade e natureza) das alterações
ambientais e sanitárias causadas pelas atividades do homem, sejam elas benéficas
ou adversas, independentemente da área de influência. É uma área relativamente
nova, bastante difundida nos países desenvolvidos após a década de 80, dentre as
profissões tradicionais e foi inicialmente desenvolvida em países do Primeiro Mundo.
A Engenharia Ambiental e Sanitária, como é conhecida hoje, cresceu a partir das
Engenharias Agronômica-Civil, com infusões de química, biologia, microbiologia,
hidrologia, geologia, ciências da terra, legislação e economia.
A Engenharia Ambiental e Sanitária está interrelacionada com diversos
campos do conhecimento humano, de onde emergem subsídios para interpretações
e explicações de fenômenos e problemas ambientais e sanitários, e de onde extrai
seus instrumentos de trabalho. Assim, os conteúdos de disciplinas como
matemática, física, química, biologia e geologia são essenciais para profunda
compreensão das diferentes tecnologias existentes e a sua real aplicabilidade na
prevenção e resolução de problemas ambientais e sanitários.
2.2 JUSTIFICATIVA
A necessidade social do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária
fundamenta-se nas seguintes razões:
A área de abrangência do Contestado Catarinense possui duas grandes
vocações industriais: a primeira apresenta a perfeita fusão das atividades
agropecuárias com a indústria de transformação, no exemplar sistema de integração
agroindustrial; a segunda engloba os setores floresta, madeireiro e seus derivados
tais como, papel e papelão, mobiliário e produtos afins. Está em expansão, por sua
vez, a indústria metal-mecânica, metalúrgica e de calçados / curtume e os setores
de cereais, hortigranjeiros e de frutas de clima temperado. Frente aos problemas
ambientais e sanitários devidos à expansão progressiva da industrialização e do
setor agropecuário nos últimos anos e de demandas que virão a surgir nos diversos
setores produtivos, justificam a demanda crescente por profissionais com perfil de
Engenheiro Ambiental e Sanitária.
Atualmente todas as unidades federativas do Brasil, estão sujeitas à
Legislação Federal sobre o meio ambiente, cuja aplicação exige conhecimentos
técnicos específicos de nível superior.
5
Constata-se que o mercado de trabalho existe efetivamente e será ampliado
após a definição das atribuições profissionais do Engenheiro Ambiental e Sanitário.
A existência de profissionais com essas características é certamente importante na
implantação de qualquer modelo de desenvolvimento econômico, tanto na
prevenção, quanto na redução dos impactos que a atividade humana provoca no
meio ambiente e sanidade.
2.3 OBJETIVOS
2.3.1 OBJETIVO GERAL
Formar bacharéis em Engenharia Ambiental e Sanitária com capacidade para
a análise e desenvolvimento de sistemas de controle da qualidade ambiental e
sanitária e seus componentes, através da aplicação de princípios científicos.
2.3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
-
-
Fornecer sólidos conhecimentos em engenharia geral;
Capacitar os acadêmicos para uma abordagem sistêmica dos problemas de
engenharia ambiental e sanitária;
Qualificar os acadêmicos para conceber, projetar, montar e operar sistemas de
alta complexidade tecnológica;
Garantir uma formação polivalente na área ambiental e sanitária;
Despertar o espírito crítico e criativo;
Formar profissionais em sintonia com as necessidades do desenvolvimento,
através de uma avaliação permanente dos conhecimentos e recursos
disponibilizados;
Habilitar os acadêmicos para o trabalho em equipe, permitindo a gestão
transdisciplinar de projetos de engenharia;
Dar aos acadêmicos uma formação humanística, capacitando-os a coordenar e a
liderar equipes de trabalhos de engenharia ambiental e sanitária;
Imbuir os alunos de uma forte postura ética;
Implantar uma estrutura de ensino no âmbito da UnC que subsidie as atividades
de pesquisa e extensão na área técnico-ambiental;
Desenvolver estudos que ofereçam subsídios à implantação e/ou aprimoramento
de técnicas ambientais e sanitárias no manejo das atividades produtivas dos
diversos segmentos econômicos;
2.4 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO
A Engenharia Ambiental e Sanitária constitui-se numa profissão bastante
recente, sendo bastante difundida nos países desenvolvidos após a década de 80.
Como profissão, surgiu com o incremento das preocupações ambientais e sanitárias
no mundo moderno, e vem ocupar seu espaço no mercado de trabalho a fim de
6
estudar e compreender os problemas ambientais e sanitários originados na
produção de bens e serviços da sociedade moderna. Assim, o Engenheiro Ambiental
e Sanitário constitui-se em um profissional de nível interdisciplinares, com ênfase às
questões econômicas, sociais e ético-ambientais.
O Bacharel em Engenharia Ambiental e Sanitária ou Engenheiro Ambiental e
Sanitarista atua no planejamento, na gestão ambiental e na tecnologia ambiental e
sanitária. Em sua atividade, projeta e acompanha a execução de infraestruturas,
instalações operacionais e serviços de: abastecimento de água potável,
esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, drenagem e
manejo das águas pluviais urbanas e urbanização. Avalia e analisa os impactos
ambientais de empreendimentos nos ecossistemas naturais e propõe ações de
preservação, conservação e recuperação do meio ambiente. Coordena e
supervisiona equipes de trabalho, realiza pesquisa científica e tecnológica e estudos
de viabilidade técnico-econômica; executa e fiscaliza obras e serviços técnicos;
efetua vistorias, perícias e avaliações, emitindo laudos e pareceres. Em sua
atuação, considera a ética, a segurança, a legislação e os impactos sócioambientais.
2.5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
2.5.1 GRADE CURRICULAR ATUAL
O currículo do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, é oriundo do
Curso de Engenharia Ambiental, para tanto, tomamos por base a grade do curso de
graduação em Engenharia Ambiental que tem uma matriz curricular com 3.465
horas/aula, 231 créditos integralizados em 4,5 anos.
Fase I
Código
POR21
QGE11
BGE11
INF11
MEN01
IEA01
CAL01
MCI01
Fase II
Código
QAM01
AGA01
CAL02
FIS01
DTE01
HCO01
Disciplinas
Português
Química Geral
Biologia Geral
Informática
Mecânica
Introdução à Engenharia Ambiental
Cálculo I
Metodologia Científica
Sub-Total
Créd.
02
04
04
04
04
02
04
02
26
C/H.
30
60
60
60
60
30
60
30
390
Pré-Req.
-
Disciplinas
Química Ambiental
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Cálculo II
Física
Desenho Técnico
História do Contestado
Créd.
04
04
04
04
04
02
C/H.
60
60
60
60
60
30
Pré-Req.
QGE11
CAL01
MEN01
-
7
EGE01
Fase III
Código
CAL03
BIQ21
FET01
MIA01
PBE01
EAM21
GEL21
Fase IV
Código
USO01
TOC11
GMC01
HRH01
TOX21
MCL01
SAB11
ADM11
Fase V
Código
PAM11
UCS11
SRG01
EAT11
MPE01
LAM11
Fase VI
Código
AIA11
GAM21
GBH01
ASM01
STA01
ECA21
Fase VII
Código
CAM01
OPR11
EDM01
PDR11
TPA01
Ecologia Geral
Sub-Total
04
26
60
390
-
Disciplinas
Cálculo III
Bioquímica
Fenômenos de Transporte
Microbiologia Ambiental
Probabilidade e Estatística
Educação Ambiental
Geologia
Sub-Total
Créd.
04
04
04
04
04
03
03
26
C/H.
60
60
60
60
60
45
45
390
Pré-Req.
CAL02
QGE11
-
Disciplinas
Universidade e Sociedade
Topografia e Cartografia
Gênese, Morfologia e Classificação de Solos
Hidráulica e Recursos Hídricos
Toxicologia
Meteorologia e Climatologia
Saúde Ambiental
Administração
Sub-Total
Créd.
02
06
05
04
03
04
03
02
29
C/H.
30
90
75
60
45
60
45
30
435
Pré-Req.
DTE01
FET01
-
Disciplinas
Poluição Ambiental
Uso e Conservação de Solos
Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento
Ecossistemas Aquáticos e Terrestres
Metodologia da Pesquisa
Legislação Ambiental
Sub-Total
Créd.
05
05
04
04
04
04
26
C/H.
75
75
60
60
60
60
390
Pré-Req.
QAM01
GMC01
TOC11
-
Disciplinas
Créd.
Avaliação de Impacto Ambiental
05
Gestão Ambiental
04
Gestão de Bacias Hidrográficas e Recursos
04
Hídricos
Análise de Sistema e Modelagem Ambiental
04
Sistema de Tratamento de Água, Efluente e
05
Resíduos
Economia Ambiental
02
Sub-Total
24
C/H.
75
60
60
Pré-Req.
LAM11
LAM11
HRH01
60
75
CAL03
HRH01
30
360
-
Disciplinas
Créd.
Conforto Ambiental
04
Operações e Processos
05
Ética, Cidadania e Meio Ambiente
02
Planejamento e Desenvolvimento Regional
04
Tópicos
sobre
Problemas
Regionais
04
Ambientais
C/H.
60
75
30
60
60
Pré-Req.
FET01
CAL03
PBE01
-
8
SRS01
Fase VIII
Código
CRA21
ANR01
AUA11
SGA01
MRN11
Fase IX
Código
EMB01
Sistema de Tratamento de Resíduos Sólidos
Sub-Total
06
25
90
375
BIO21/STA01
Disciplinas
Conservação e Recuperação de Ambientes
Análise de Riscos
Auditoria Ambiental
Sistemas de Gestão Ambiental
Manejo de Recursos Naturais
Sub-Total
Créd.
06
04
05
04
06
25
C/H.
90
60
75
60
90
375
Pré-Req.
UCS11
AIA11
AIA11
LAM11
SRG01
Créd.
Engenharia
24
C/H.
360
Pré-Req.
-
Estágio
Ambiental
Sub-Total
Disciplinas
Supervisionado
em
Total Geral
24
231
360
3465
9
2.5.2 GRADE CURRICULAR PROPOSTA
A proposta de grade curricular para o curso de Engenharia Ambiental e
Sanitária é de um total de 240 créditos, ou seja, 3.600 horas/aula, integralizadas em
5 anos, conforme descrito a seguir:
Fase I
Código
Disciplinas
CAL01
Cálculo I
EGE01
Créditos
C/H
Pré-Req.
4
60
-
Ecologia
4
60
-
IEAS01
Introdução à Engenharia Ambiental e Sanitária
2
30
-
QG11
Química Geral
4
60
-
FIS01
Física I
4
60
-
INF11
Informática aplicada
2
30
-
POR21
Português
4
60
-
24
360
-
C/H
Pré-Req.
Sub-total
Fase II
Código
Disciplinas
CAL02
Cálculo II
4
60
CAL01
ALI01
Álgebra Linear e Geometria Analítica
4
60
-
FIS02
Física II
4
60
-
DTE01
Desenho Técnico
4
60
-
QAM01
Química Ambiental
4
60
-
Engenharia Ambiental, Tecnologia e Sociedade
2
30
Metodologia Cientifica
2
30
24
360
Créditos
Sub-total
Fase III
Código
Disciplinas
Créditos
-
C/H
Pré-Req.
Direito Ambiental
2
30
-
FIS03
Física III
4
60
-
CAL03
Cálculo III
4
60
CAL02
PBE01
Probabilidade e Estatística
4
60
-
Ética e Meio Ambiente
2
30
-
GEL01
Geologia
4
60
-
BIQ21
Bioquímica
4
60
QG11
2
360
Sub-total
10
Fase IV
Código
Disciplinas
Créditos
C/H
Pré-Req.
Hidrologia
4
60
-
Hidráulica Ambiental e Recursos Hídricos
4
60
-
MIA01
Microbiologia Ambiental
4
60
-
EAM01
Educação ambiental
4
60
-
PAM11
Poluição Ambiental
4
60
-
FET01
Fenômenos de Transportes
4
60
-
24
360
Sub-total
Fase V
Código
GMC01
Disciplinas
Créditos
Pré-Req.
Topografia, cartografia e fotogrametria
4
60
-
Mecânica dos fluidos
Gênese, Morfologia e Classificação de solo
4
60
-
4
60
-
Avaliação da Qualidade da Água, solo e ar
4
60
-
Saúde Pública e do Ambiente
4
60
-
Materiais de Construção
4
60
-
24
360
Sub-total
Fase VI
Código
C/H
SRG01
Disciplinas
Sistemas de Tratamento e Abastecimento de
Água
Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento I
TOX21
Toxicologia
4
60
-
MCL01
Meteorologia e Climatologia
4
60
-
UCS11
Uso e Conservação dos Solos
4
60
-
Irrigação e Drenagem
4
60
-
24
360
STA01
Sub-total
Fase VII
Código
ASM01
SRG01
Disciplinas
Créditos
C/H
Pré-Req.
4
60
-
4
60
-
Créditos
C/H
Pré-Req.
Economia Ambiental e de Recursos Hídricos
2
30
-
Tratamentos de efluentes líquidos e Gasosos
6
90
-
Analise de Sistemas Modelagem Ambiental
4
60
-
Monitoramento Ambiental I
4
60
-
Licenciamento Ambiental e Serviços Ambientais
4
60
-
Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento II
4
60
-
Sub-total
24
360
11
Fase VIII
Código
Disciplinas
Tratamento e Disposição Final de Resíduos
Sólidos
Zoneamento e Ordenamento Ambiental
C/H
Pré-Req.
6
90
-
4
60
-
Monitoramento Ambiental II
4
60
-
Sistemas de Gestão Ambiental
4
60
-
Fontes alternativas de energia
4
60
Planejamento Ambiental
2
30
24
360
Sub-total
Fase IX
Código
AUA11
Disciplinas
Créditos
Créditos
-
C/H
Pré-Req.
Ergonomia e Segurança do Trabalho
4
60
-
Avaliação de Impactos e Riscos Ambientais
4
60
-
Programação e Controle de Obras
4
60
-
Instalações Prediais
4
60
-
Auditoria Ambiental
4
60
-
Metodologia da Pesquisa
4
60
-
24
360
Sub-total
Fase X
Código
Disciplinas
TCC02
AIA11
Créditos
C/H
Pré-Req.
Trabalho de Conclusão de Curso
2
30
Estágio Supervisionado Obrigatório em
Engenharia Ambiental e Sanitária
12
180
Ver anexo II
do
Regulamento
de Estágios
do curso
Atividades Complementares
10
150
Sub-total
24
360
Total
240
3.600
A seguir, serão explicadas as mudanças que ocorreram na nova grade.
Fase I
- Biologia geral foi excluída;
- Ecologia, na grade antiga estava na II fase. Foi remanejada para I fase. Nome
alterado de Ecologia geral para Ecologia.
- Introdução à Engenharia Ambiental foi alterada para Introdução à Eng. Ambiental e
Sanitária;
- Mecânica da I fase foi alterada para Física I;
- Informática foi alterada para Informática aplicada;
- Metodologia Científica foi alterada para II fase;
Fase II
- História do Contestado foi excluída;
12
- Ecologia Geral transferida para I fase com o nome de Ecologia;
- Física foi alterado para Física II;
- Incluída a disciplina de Engenharia Ambiental, Tecnologia e Sociedade;
- Metodologia Científica foi remanejada da I fase para II fase;
Fase III
- A disciplina de Legislação Ambiental que estava na V fase foi remanejada para
Direito Ambiental;
- Incluída a disciplina de Física III;
- A disciplina de Ética, Cidadania e Meio Ambiente que estava na VII fase foi
remanejada para III;
- A disciplina de Fenômenos de Transportes foi remanejada para IV fase;
- A disciplina de Microbiologia Ambiental foi remanejada para IV fase;
- A disciplina de Educação Ambiental foi remanejada para IV fase;
Fase IV
- Incluída a disciplina de Hidrologia;
- A disciplina de Fenômenos de Transportes foi remanejada da III para IV fase;
- A disciplina de Microbiologia Ambiental foi remanejada da III para IV fase;
- A disciplina de Educação Ambiental foi remanejada da III para IV fase;
- Excluída a disciplina de Universidade e Sociedade;
- A disciplina de Poluição Ambiental foi remanejada da V para IV fase;
- Alterado o nome da Hidráulica e Recursos Hídricos para Hidráulica Ambiental e
Recursos Hídricos;
- A disciplina de Topografia e Cartografia foi remanejada para V fase com o nome de
Topografia, cartografia e fotogrametria;
- A disciplina de Gênese, Morfologia e Classificação dos solos foi alterada da IV fase
para V fase;
- A disciplina de Toxicologia foi alterada da IV fase para VI fase;
- A disciplina de Meteorologia e Climatologia foi alterada da IV fase para VI fase;
- A disciplina de Saúde Ambiental foi alterada da IV fase para V fase, com o nome
de Saúde Pública e do Ambiente;
- A disciplina de Administração foi alterada da IV fase para VIII fase, com o nome de
Administração e Planejamento Ambiental;
Fase V
- Excluída a disciplina de Ecossistemas aquáticos e terrestres;
- A disciplina de Topografia e Cartografia, IV fase foi remanejada para V fase com o
nome de Topografia, cartografia e fotogrametria;
- Incluída a disciplina de Mecânica dos fluídos;
- Incluída a disciplina de Avaliação da Qualidade da Água, solo e ar;
- A disciplina de Saúde Ambiental foi alterada da IV fase para V fase, com o nome
de Saúde Pública e do Ambiente;
- A disciplina de Gênese, Morfologia e Classificação dos solos foi alterada da IV fase
para V fase;
- Incluída a disciplina de Materiais de Construção;
- A disciplina de Poluição Ambiental foi remanejada da V para IV fase;
- A disciplina de Uso e Conservação de Solos foi remanejada da V fase para VI fase;
- A disciplina de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento foi remanejada da V
fase para VI fase, com o nome de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento I;
- A disciplina de Metodologia da Pesquisa foi remanejada da V fase para IX fase;
13
- A disciplina de Legislação Ambiental foi remanejada da V fase para III fase com o
nome de Direito Ambiental. A carga horária foi reduzida para 2 créditos;
Fase VI
- Incluída a disciplina de Sistemas de Tratamento e Abastecimento de Água;
- A disciplina de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento I foi remanejada da V
fase para VI fase, com o nome de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento I;
- A disciplina de Toxicologia foi alterada da IV fase para VI fase;
- A disciplina de Meteorologia e Climatologia foi alterada da IV fase para VI fase;
- A disciplina de Uso e Conservação de Solos foi remanejada da V fase para VI fase;
- Incluída a disciplina de Irrigação e Drenagem;
- A disciplina de Avaliação de Impacto Ambiental foi remanejada da VI fase para IX
fase, com o nome de Avaliação de Impactos e Riscos Ambientais. Foi reduzido o
número de créditos da disciplina de 5 para 4;
- Excluída a disciplina de Gestão Ambiental;
- Excluída a disciplina de Gestão de Bacias Hidrográficas e Recursos Hídricos;
- A disciplina de Análise de Sistema e Modelagem Ambiental foi remanejada da VI
fase para VII fase;
- A disciplina de Economia Ambiental foi remanejada da VI fase para VII fase, com o
nome de Economia Ambiental e de Recursos Hídricos;
- A disciplina de Sistema de Tratamento de Água, Efluente e Resíduos, foi
desdobrada em duas disciplinas: i) Sistemas de Tratamento e Abastecimento de
Água, na VI fase; ii) Tratamentos e efluentes líquidos e gasosos, na VII fase.
Fase VII
- Incluída a disciplina de Monitoramento Ambiental I;
- Incluída a disciplina de Licenciamento Ambiental e Serviços Ambientais;
- A disciplina de Economia Ambiental foi remanejada da VI fase para VII fase, com o
nome de Economia Ambiental e de Recursos Hídricos;
- A disciplina de Análise de Sistema e Modelagem Ambiental foi remanejada da VI
fase para VII fase;
- A disciplina de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento foi dividida em duas
disciplinas. Na VII fase acontece a disciplina Sensoriamento Remoto e
Geoprocessamento II que é a continuação de Sensoriamento Remoto e
Geoprocessamento I;
- Excluída a disciplina de Conforto Ambiental;
- Excluída a disciplina de Operações e Processos;
- Excluída a disciplina de Planejamento e Desenvolvimento Regional;
- Excluída a disciplina de Tópicos sobre Problemas Regionais e Ambientais;
- A disciplina de Ética, Cidadania e Meio Ambiente que estava na VII fase foi
remanejada para III;
- A disciplina de Sistema de Tratamento de Resíduos Sólidos que estava na VII fase
foi remanejada para VIII, com o nome de Tratamento e Disposição Final de resíduos
sólidos;
- A disciplina de Sistema de Tratamento de Água, Efluente e Resíduos, foi
desdobrada em duas disciplinas: i) Sistemas de Tratamento e Abastecimento de
Água, na VI fase; ii) Tratamentos e efluentes líquidos e gasosos, na VII fase.
Fase VIII
- Incluída a disciplina de Zoneamento e Ordenamento Ambiental;
- Incluída a disciplina de Monitoramento Ambiental II;
- Incluída a disciplina de Fontes Alternativas de energia;
14
- A disciplina de Sistema de Tratamento de Resíduos Sólidos que estava na VII fase
foi remanejada para VIII, com o nome de Tratamento e Disposição Final de resíduos
sólidos;
- A disciplina de Administração foi alterada da IV fase para VIII fase, com o nome de
Administração e Planejamento Ambiental;
- Excluída a disciplina de Conservação e Recuperação de Ambientes;
- Excluída a disciplina de Análise de Riscos;
- A disciplina de Auditoria Ambiental foi alterada da VIII fase para IX fase;
- Excluída a disciplina de Manejo de Recursos Naturais.
Fase IX
- Incluída a disciplina de Ergonomia e Segurança do Trabalho;
- Incluída a disciplina de Programação e Controle de Obras;
- Incluída a disciplina de Instalações Prediais;
- A disciplina de Avaliação de Impacto Ambiental foi remanejada da VI fase para IX
fase, com o nome de Avaliação de Impactos e Riscos Ambientais. Foi reduzido o
número de créditos da disciplina de 5 para 4;
- A disciplina de Auditoria Ambiental foi alterada da VIII fase para IX fase;
- A disciplina de Metodologia da Pesquisa foi alterada da V fase para IX fase;
- A disciplina de Estágio Supervisionado em Engenharia Ambiental foi alterada da IX
fase para X fase, reduzindo o número de créditos de 24 para 12 créditos e
renomeada para Estágio Supervisionado Obrigatório em Engenharia Ambiental e
Sanitária;
Fase X
- A disciplina de Estágio Supervisionado em Engenharia Ambiental foi alterada da IX
fase para X fase, reduzindo o número de créditos de 24 para 12 créditos e
renomeada para Estágio Supervisionado Obrigatório em Engenharia Ambiental e
Sanitária;
- Incluída a disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso.
As turmas em curso, farão a migração para nova grade.
2.6 REGIME E DURAÇÃO
O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária funcionará no Campus
Universitário de Concórdia, em regime regular. As disciplinas que constituem a
grade curricular do curso serão integralizadas em 10 semestres, totalizando 5 anos.
O regime de oferta será de segunda a sexta no período noturno e aos sábados pela
manhã e/ou tarde.
2.7 NÚMERO DE VAGAS E TURNO
O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária oferece 50 (cinqüenta) vagas
anuais. As aulas do curso acontecem de segunda a sexta no turno noturno e aos
sábados manhã e/ou tarde.
15
2.8 SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do rendimento escolar será feita por semestre e por disciplina,
levando em conta o aproveitamento, a assiduidade e o desempenho do acadêmico,
de conformidade ao que estabelece o Regimento Geral da Universidade.
A freqüência é verificada através do controle diário, o qual não poderá ser
inferior a 75% em cada disciplina. A averiguação da aprendizagem do desempenho
acadêmico será realizada por avaliação progressiva e cumulativa, mediante
exercícios, trabalhos acadêmicos, pesquisas, experimentos, exames e
acompanhamentos do estágio ao longo do curso.
A sistemática de avaliação integrará o processo interno e externo que a
Universidade vem gradativamente se submetendo.
2.9 ESTÁGIO SUPERVISIONADO
A Universidade do Contestado elaborou e implantou o documento no qual
estabeleceu as normas e as orientações que devem ser observadas para a
efetivação de estágios para os cursos de graduação.
Referente ao curso, além de seguir o que determina o regulamento geral de
estágio, o curso possui regulamento de estágio do próprio curso. Será observada
nos estágios a relação dos conteúdos técnicos e práticos em Engenharia Ambiental
e Sanitária, sob a supervisão e acompanhamento de docentes do curso.
16
3. RECURSOS HUMANOS
3.1 QUALIFICAÇÃO DO CORPO DOCENTE
O Curso de Engenharia Ambiental dispõe dos professores com títulos de
especialistas, mestres e doutores.
DOCENTES
Adelir Sensolo
Airton Kunz
Arlene Guarezi Paz de Oliveira
Catia Maria Golunski
CURRICULO RESUMIDO
GR.: Administração/UnC/1997
ESP.: Administração – Logística
Empresarial/UnC/2002
GR.: Química Industrial/UFSM/1993
MS.: Química Analítica/Universidade
Estadual de Campina/1996
DR.: Ciências/Universidade Estadual de
Campina/2000
GR.: Ciências – biologia/FEAUC/1983
ESP.: Ciências – matemática/FURB/1984
MS.: Educação matemática/Fac. De
Palmas/2001
GR.: Ciências Biológicas/URI/1999
ESP.: Ciências Ambientais/URI/2003
ESP.: Engenharia de Alimentos/URI/2006
MS.: Ecologia/URI – em andamento
Denise Aparecida Almeida Benelli
GR: Fisioterapia / UNICRUZ/ 1998
ESP:Fisiologia / UNICRUZ / 2000
MS: Ciências da Saúde Humana/UnC/2002
Élson Evaristo de Souza
GR.: Engenheiro Sanitarista e
Ambiental/UFSC/2005
GR.: Engenharia Civil/UDESC/1993
GR.: Ciências – Biologia/UnC/1993
GR.: Habilitação matemática/UnC/1997
ESP.: Educação matemática/UnC/1995
MS.: Educação matemática/FACEPAL/2003
Flávio Estevão da Silva
Inês Liamar Wolf Pereira Rogovski
Italomir Bringhenti
Jairo Marchesan
João Batista Ribeiro
Joni Stolberg
GR.: Geologia/UNISINOS/1996
GR.: Estudos Sociais/ FUNDESTE/
Chapecó/1988
ESP.: História Social/ UNIVALI/ 1995
ESP.: Geografia Humana/ UNIVALI/1992
MS.: Sociologia Política – Educação nas
Ciências (Área Geografia)/ UFSC/ 2000
DR.: Geografia/UFSC/2007
GR.: Ciências Biológicas/Universidade
Federal de Viçosa/1999
MS.: Microbiologia agrícola/ Universidade
Federal de Viçosa/2001
DR.: Microbiologia Agrícola/ Universidade
Federal de Viçosa/2006
GR.: Química/UFSC/1994
DR.: Química/UFSC/2000
17
DOCENTES
CURRICULO RESUMIDO
Lenoar Antonio Bordinhon
GR:Ciências
Hábil.Matemática/FACEPAL/1990
GR: História
ESP.: Educação Matemática/1995
MS: Educação
Matemática/Palmas/2004
GR.: Ciências – habilitação em
Biologia/UPF/1985
ESP.: Ecologia/UPF/1986
ESP.: Desenvolvimento sustentáveBiologial/UnC/1999
MS.: Educação e Ensino/UnCUNICAMP/2002
GR.: Ciências – Habilitação
Física/UNISC/1997
MS.: Ciências e
Matemática/ULBRA/2009
GR: Engenharia da
Computação/PUC/1995
ESP.: Processamento de
Dados/UnC/1998
MS: Ciência da
Computação/UFSC/UnC/2001
GR: Letras/UNOESC/1996
ESP.: Metodologia do Ensino de Língua
Inglesa/
UNOESC/1999
GR: Ciências – habilitação em
Biologia/FEAUC/1987
ESP.: Biologia/UnC/1992
ESP.: Melhoramento Genético
Animal/UnC/1995
MS.: Ciências da Saúde Humana/
UnC/2003
GR.: Pedagogia/UnC/20001
MS.: Ciências da Saúde Humana/
UnC/2007
GR.: Engenharia Sanitária e
Ambiental/UFSC/1986
MS.: Engenharia Civil c/Ênfase
Hidráulica e Saneam./USP/1991
Leonilda Maria Funez
Mari Aurora Fávero Reis
Maximiliano Zambonatto Pezzin
Nádia Lúcia Nardi
Neide Armiliato
Neide Maria Dalmagro
Paulo Afonso Corbelini
18
FASE I
CÁLCULO I
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Funções, estudos de máximos e mínimos. Limite noções sobre limite e continuidade,
limites laterais, cálculo do limite de uma função. Definição de derivada, regras de
derivação, derivadas simples e compostas aplicações de derivada.
Referências Básicas:
AYRES ,Frank . Cálculo diferencial e integral . São Paulo: Mcgraw – Hill do Brasil,
1986.
LARSON, Roland E. Cálculo com aplicações. Rio de Janeiro: CTC editora, 1998.
MORETTIN, Pedro A. Cálculo funções de uma e várias variáveis. São Paulo:
Saraiva,2005.
FLEMMING, Marilia D; GONÇALVES, Miriam. Cálculo A: funções, limites,
derivação e integração. Makron, 1992.
19
ECOLOGIA
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Ecologia: definição, objetivos, fundamentos e abrangência. Processos ecológicos.
Interação com as demais ciências e níveis de organização biológicos. Meio ambiente
– suas interações. Sistemas ecológicos que determinam a caracterização dos
diferentes ecossistemas. Ecossistemas. Cadeia e teia alimentar; fluxos de energia e
materiais. Ciclos biogeoquímicos - ciclagem da matéria. Biosfera, biociclos e suas
dimensões. Fatores ecológicos e limitantes. Influência dos fatores bióticos e
abióticos sobre os vegetais e animais. Tolerância e fatores limitantes. Habitat e nicho
ecológicos. Adaptação ecológica como resposta a condições climáticas e
pedológicas. Populações: Estrutura, dinâmica e interações entre animais e vegetais.
Sucessões ecológicas. Comunidades e seus atributos: composição e diversidade de
espécies. Recursos naturais e a intervenção humana. As relações sociais e
econômicas, no contexto atual e sua influência na qualidade de vida e da
sustentabilidade.
Referências Básicas:
BEGON, M.; HARPER, J.L.; TOWSEND, C. R. Fundamentos em ecologia. São
Paulo: Artmed, 2006.
COELHO,R.P. Fundamentos em ecologia. Artmed: Porto Alegre, 1998.
ODUM, P E. Fundamentos de Ecologia. Fundação Calouste 2001.
20
INTRODUÇÃO A ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA
Carga horária: 30 Horas
Créditos: 2
Ementa
A Engenharia Ambiental e sanitária: definição como ciência e como engenharia.
Perfil profissiográfico do engenheiro ambiental e sanitário e seu mercado de trabalho
(especialista vs generalista; engenharia vs gestão). Cursos no Brasil e em Santa
Catarina. Atribuições do Engenheiro Ambiental e Sanitário. Consciência Ambiental,
necessidade de interdisciplinaridade.
Fundamentos.
Poluição
ambiental,
saneamento
urbano.
Desenvolvimento
sustentável.
Referências Básicas:
BRAGA, Benedito et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice
Hall, 2002;
RESOLUÇÃO Nº. 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973;
RESOLUÇÃO Nº. 447, DE 22 DE SETEMBRO DE 2000.
CONFEA. Atribuições do Engenheiro Ambiental. Online na Internat, 2001.
DAVIS & CORNWELL, Introduction to Environmental Engineering,
McGraw-Hill, USA, 1991
21
QUÍMICA GERAL
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Noções Básicas: Estequiometria; estado sólido, liquido e gasoso; equilíbrio físico e
químico; termoquímica; eletroquímica e cinética química; estrutura atômica; ligação
química; química orgânica; práticas sobre os itens acima.
Referências Básicas:
BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química geral. 2 ed. São Paulo: LTC, 1998.
ROSEMBERG, J. L.; EPSTEIN, L. M. Teoria e Problemas de Química Geral. 8 ed.
Porto
Alegre:
Bookman,
RUSSEL, J. B. Química geral. São Paulo: Makron Books, 2009.
2003.
22
FISICA I
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Vetores. Trabalho e Energia. Cinemática. Estática. Dinâmica. Mecânica de Fluidos.
Referências Básicas:
HALLIDAY, D., RESNICK, R. WALKER, J. Fundamentos de física. Vol 1. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1993.
TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física: para cientistas e engenheiros. V.1. 5. ed.
São Paulo: LTC, 2006.
MÁXIMO, Antônio e ALVARENGA, Beatriz. Física. Volume Único. São Paulo:
Scipione, 1997.
SEARS Stephen, R.; ZEMANSKY, Mark W.; YOUNG, Hugh D. Física 1. 2.ed. Rio de
Janeiro: LTC, 1983.
23
INFORMÁTICA APLICADA
Carga horária: 30 Horas
Créditos: 2
Ementa
Hadware, software, classificação dos computadores, sistemas de processamento,
memória, dispositivos de armazenamento, sistemas operacionais, editore de textos,
planilhas eletrônicas. Internet. Softwares de autoria Multimídia.
Referências Básicas:
LAUDON, Keneneth; LAUDON, Jane P. Sistemas de Informação gerenciais.
São Paulo : Pearson Brasil, 2003.
O´BRIEN, James A. Sistemas de Informação – E as decisões gerenciais na
era da Internet. Saraiva, 2001.
STAIR, Ralph M.; REYNOLDS, George W. Princípios de Sistemas de
Informação. 4a ed.,LTC: 2002.
24
PORTUGUÊS
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Interpretação de texto. Fonética. Ortografia. Acentuação e redação.
Referências Básicas:
FLORES, Lúcia Locatelli. Redação Oficial. Editora da UFSC: 2002.
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental. Editora Atlas, 4ª edição, São
Paulo: 2000.
MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português Instrumental. 21ª
edição. Editora Sagra Luzzatto, Porto Alegre: 2000.
TUFANO, Douglas. Guia Prática da Nova Ortografia. Melhoramentos, São Paulo:
2008.
25
FASE II
CÁLCULO II
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Estudo das integrais: Integrais por partes; integrais trigonométricas; integrais de
funções racionais por frações parciais; área e volume por integração; teorema
fundamental
do Cálculo.
Referências Básicas:
AYRES ,Frank . Cálculo diferencial e integral . São Paulo: Mcgraww – Hill do
Brasil, 1986.
AVILA, Geraldo. Cálculo I – função de uma variável. 6.ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos S.A,1992.
FLEMMING, Marilia D; GONÇALVES, Miriam. Cálculo A: funções, limites,
derivação e integração. Makron, 1992.
LANG, Serge. Cálculo. Riode Janeiro: Livros Técnicos e Científicos S.A,1975.
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. São Paulo:Harper Row do
Brasil ,1977.
WHIPKEY, Kenneth L ; Mary N. Cálculo e suas múltiplas aplicações. Rio de
Janeiro: Campus,1982.
26
ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Matrizes determinantes e sistemas lineares, análise combinatória: binômio de
Newton, equações da reta e equação da circunferência.
Sistemas de equações lineares e Eliminação Gaussiana. Matrizes e determinante.
Espaços vetoriais Euclidianos.
Geometria analítica no plano. Vetores: conceito; operações e ângulos. Vetores no
plano e no espaço: Expressão analítica; operações e paralelismo. Produtos de
vetores: produto escalar; módulo; produto vetorial e misto. Distâncias. Estudo da reta
e do plano. Curvas.
Referências Básicas:
Noble, Ben;Daniel, James W. Algebra linear aplicada. 2.ed. Rio de Janeiro,
Prentice-Hall do Brasil, 1986.
Steinbruch, Alfredo. Algebra linear e geometria analitica. São Paulo, McGraw-Hill
do Brasil, 1979.
ANTON, H; CHRIS, R. Álgebra linear com aplicações. Porto Alegre : Bookman,
2004.
LIPSCHUTZ, S. Álgebra linear. São Paulo: Editora Makron Books, 1994.
27
FÍSICA II
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Termologia. Dilatação. Calorimetria. Termodinâmica. Eletrologia. Eletrostática.
Eletrodinâmica. Eletromagnetismo.
Referências Básicas:
HALLIDAY, D., RESNICK, R. WALKER, J. Fundamentos de física. Vol 2 e 3. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1993.
TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física: para cientistas e engenheiros. V.1 e 2. 5.
ed. São Paulo: LTC, 2006.
YOUNG, Hugh D & FREEDMAN, Roger. Física, v. 2 e 3. 12.ed. Tradução de Sônia
Midori Yamamoto. São Paulo: Addison Wesley, 2009.
28
DESENHO TÉCNICO
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Perspectivas. Vistas Ortográficas. Esboço Cotado.
Elementos de Desenho
Topográfico. Classificação das Cartas Topográficas. Equipamentos para Desenho
Topográfico. Normas Técnicas. Formato de Papel. Representação do Relevo.
Desenho Auxiliado por Computador (auto-Cad 2000).
Referências Básicas:
DAGOSTINO, Frank R. Desenho arquitetônico Contemporâneo. São Paulo:
Hemus .
DUARTE, Paulo Araujo. Fundamento de Cartografia. Florianópolis: Editora da
UFSC.
MACHADO, Ardevan. Perspectiva. 2 ed. São Paulo: McGRAW-HILL
NEUFERT, Ernest. A Arte de projetar em arquitetura. São Paulo: Editora Gustavo
Gili do Brasil.
VOLLMER. Dittmar. Desenho Técnico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico
29
QUÍMICA AMBIENTAL
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Conceito dos termos importantes dentro da química ambiental. Principais
propriedades físico-químicas da água, reações químicas que ocorrem na água:
Solubilização, precipitação, complexação, oxido-redução. Vias de transporte e
transformação das substâncias químicas no ambiente aquático. Propriedades
químicas da atmosfera. Mecanismos de poluição e seus efeitos. Noções de química
do solo.
Referências Básicas:
BAIRD, Colin. Química ambiental. 2.ed. Porto Alegre, Bookman, 2002.
ROCHA, Julio Cesar; ROSA, André Henrique; CARDOSO, Arnaldo Alves.
Introdução à química ambiental. 2.ed. Porto Alegre, Bookman, 2009.
SPIRO, Thomas G.; STIGLIANI, William M. Química ambiental. 2.ed. São Paulo,
Pearson, 2009.
30
ENGENHARIA AMBIENTAL,TECNOLOGIA E SOCIEDADE
Carga horária: 30 Horas
Créditos: 2
Ementa
Direito a um meio ambiente sadio; Desenvolvimento sustentável; Políticas públicas
para o desenvolvimento sustentável; fundamentos políticos da proteção do meio
ambiente; Conflitos sócio-ambientais; A política de ciência e tecnologia; Políticas
para o semi árido, mata atlântica e a Amazônia; Meio Ambiente, Tecnologia e
interdisciplinaridade; Tecnologia, meio ambiente e as relações internacionais.
Referências Básicas:
ABBOT, J., GUIJT, I. Novas Visões sobre Mudança Ambiental: abordagens
participativas de monitoramento. Rio de Janeiro: AS-PTA, 1999.
BUARQUE, S. C. Construindo o desenvolvimento Local Sustentável:
metodologia de planejamento. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.
CAVALCANTI, C. Meio Ambiente Desenvolvimento Sustentável e Políticas
Públicas. 3 ed. São Paulo Cortez, recife. 2001
31
Metodologia Cientifica
Carga horária: 30 Horas
Créditos: 2
Ementa
A Metodologia e a Universidade. Organização na vida universitária. O Conhecimento
e o saber. O Método científico. Pesquisa. Projeto de pesquisa. Transmissão de
conhecimentos. Trabalhos científicos.
Referências Básicas:
BEBBER, Guerino e MARTINELL0, Darci. Metodologia Científica. 3 ed. Caçador:
Universidade do Contestado, 2002.
DALBELLO, Liliane: GRÜTZMANN, André. Normalização para trabalhos acadêmicos
da Universidade do Contestado UnC. Caçador: 2008.
FAZENDA, Ivani (org.). Metodologia da pesquisa educacional. 7 ed. São Paulo:
Cortez, 2001.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo:
Atlas, 2002.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI. Marina de Andrade. Fundamentos de
metodologia Científica. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2007
32
FASE III
DIREITO AMBIENTAL
Carga horária: 30 Horas
Créditos: 2
Ementa
Política e Legislação Ambiental. Política e Legislação de Saneamento Básico.
Política Nacional de Meio Ambiente. Legislação Ambiental na Constituição Federal e
Estadual. Diretrizes internacionais de meio ambiente.
Meios administrativos e
judiciais de proteção ambiental. Legislação específica: unidades de conservação,
poluição e licenciamento ambiental. Resoluções do CONAMA. Impacto, dano, culpa,
responsabilidade e indenização. Áreas de preservação.
Referências Básicas:
ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito Ambiental. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 1996.
BENJAMIN, Antônio Herman V. Dano Ambiental: prevenção e repressão. São
Paulo: RT, 1993.
CARVALHO, Carlos Gomes de. Introdução ao direito ambiental. Cuiabá: Verde
pantanal, 1990.
33
FÍSICA III
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Transformadores.
Ondas
eletromagnéticas,
interferências,
fótons,
refração,
aplicações, relatividade e conceitos da física moderna, princípios básicos da física
nuclear e física quântica.
Referências Básicas:
HALLIDAY, D., RESNICK, R. WALKER, J. Fundamentos de física. Vol 2 e 3. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1993.
TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física: para cientistas e engenheiros. V.1 e 2. 5.
ed. São Paulo: LTC, 2006.
YOUNG, Hugh D & FREEDMAN, Roger. Física, v. 2 e 3. 12.ed. Tradução de Sônia
Midori Yamamoto. São Paulo: Addison Wesley, 2009.
34
CÁLCULO III
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Derivadas parciais; integrais múltiplas; séries.
Referências Básicas:
Larson, Roland E.;Hostetler, Robert P.;Edwards, Bruce H. Cálculo com aplicações.
4. ed. Rio de Janeiro, 4
LTC, 1998.
AYRES ,Frank . Cálculo diferencial e integral . São Paulo: Mcgraww – Hill do
Brasil, 1986.
FLEMMING, Marilia D; GONÇALVES, Miriam. Cálculo B. Makron, 2005.
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. São Paulo:Harper Row do
Brasil ,1977.
WHIPKEY, Kenneth L ; Mary N. Cálculo e suas múltiplas aplicações. Rio de
Janeiro: Campus,1982.
35
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Introdução. Estatística descritiva: tabelas e gráficos. Probabilidades: adição,
multiplicação, condicional. Teorema de Bayes. Variáveis aleatórias. Valores
esperados. Momentos. Distribuições de probabilidade. Aproximações. Distribuição
normal. Estimativas por ponto e intervalo. Intervalos de confiança.
Referências Básicas:
LIPSCHUTZ, Seymour. Probabilidade. São Paulo: Makron Books, 1993.
MENDENHALL, W. Probabilidade e estatística. Ed. Campus, 1985.
SPIEGEL, Murray R. Probabilidade e estatística. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
LEVINE, David M. Estatística: Teoria e Aplicações. 3ª ed. LTC. 2005
36
ÉTICA E MEIO AMBIENTE
Carga horária: 30 Horas
Créditos: 2
Ementa
Direitos individuais e coletivos, direitos sociais. Ética, justiça e liberdade. Bioética.
Consciência e participação. Pensamento ecologismo. A ideologia do crescimento:
impacto ambiental e o custo social. Ecodesenvolvimento e desenvolvimento
sustentável. O meio ambiente como direito humano.
Referências Básicas:
BENJAMIN, C. Diálogo sobre ecologia, ciência e política. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1993.
CASTORIADES, C. A instituição imaginária da sociedade. São Paulo: Paz e
Terra, 1986.
GRÜN, Mauro. Ética e educação ambiental: conexão necessária. Campinas:
Papirus, 2000.
GALVÃO, Antônio M. Bioética. A ética a serviço da vida: uma abordagem
multidisciplinar. Aparecida, SP: Editora Santuário, 2004.
37
GEOLOGIA
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Introdução à Geologia. O universo. A Terra e a litosfera. Minerais e Rochas.
Processos Geodinâmicos. Geologia do Brasil. Geologia de Santa Catarina.
Referências Básicas:
Leinz, Viktor (1904-1983);Amaral, Sergio Estanislau do. Geologia geral. 11.ed. rev.
São Paulo, Nacional, 1
1989.
Loczy, Louis de (1897);Ladeira, Eduardo A. Geologia estrutural e introducao a
geotectonica. São Paulo, 1
Edgard Blucher, [s.d.]Rio de Janeiro, CNPQ, 1981.
GUERRA, A.J.T.; CUNHA, S.B. da (orgs.). Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio
de Janeiro: Bertrand Brasil. 2006.
LEINS, V. Geologia geral. São Paulo: Nacional. 1970.
LEPSCH, I.F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos,
2002.
38
BIOQUÍMICA
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Célula e biomoléculas; água, sistema tampão; química de aminoácidos, de
proteínas, de carboidratos, de lipídios, de ácidos nucléicos; enzimas; metabolismo;
ciclos biogerquímicos; contaminantes: conceitos e tipos; xenobióticos; relação entre
estrutura e atividade biológicas de alguns contaminantes, grupo de contaminantes:
gases,
metais
pesados,
hidrocarbonetos,
organofosforados,
carbamatos,
detergentes, etc. Bioacumulação; Organismos indicadores, bioindicadores e
biomarcadores; técnicas de contaminação e seus efeitos, bioativação e radicais
livres, mecanismos de genotoxicidade e mutagenecidade..
Referências Básicas:
Lehninger, Albert Lester (1917). Bioquímica. 2.ed. São Paulo, Edgard Blucher,
1976.
Marzzoco, Anita;Torres, Bayardo Baptista. Bioquímica básica. 2.ed. Rio de Janeiro,
Guanabara Koogan, 8
1999.
LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica.
WorthPublishers, 3a. ed. 2002.
Voet, D., Voet, J., Pratt, C. W. Fundamentos de bioquímica. Artmed editora. Porto
Alegre ,2002.
39
FASE IV
HIDROLOGIA
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Introdução, precipitação e escoamento superficial, evaporação e transpiração,
infiltração, hidrograma unitário, vazão de enchente, modelagem de dados de vazão
e medidas de vazão.
Referências Básicas:
Pinto, N.L. de Souza et alii. Hidrologia Básica. São Paulo. Editora Edgard
Blucher, 1976.
Linsley, R. K. & Franzini J.B.Engenharia de Recursos Hídricos. São Paulo
Editora McGraw-Hill do Brasil.
J.B. Dias de Paiva e E.M.C. Dias de Paiva. Hidrologia Aplicada Gestão de
Pequenas Bacias Hidrográficas. ABRH. Porto Alegre, 2001.
40
HIDRÁULICA AMBIENTAL E DE RECURSOS HIDRICOS
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Disponibilidade de água e demanda. Multiplicidade de usos e tipos de obras.
Hidráulica geral: conceitos básicos, pressão, velocidade, vazão, hidrometria,
hidrostática, hidrodinâmica. Escoamento sob pressão. Escoamento em canais.
Sistemas hidráulicos. Regularização de vazões. Máquinas hidráulicas
Referências Básicas:
AZEVEDO NETTO, J. M. & ALVAREZ, A. A. Manual de hidráulica. São Paulo,
Blücher, 1988.
CREDER, H. Instalações hidráulicas e sanitárias. Livros Técnicos Editora, Rio de
Janeiro, 1972.
NEVES, E. T. Curso de hidráulica. Ed. Globo. Porto Alegre, 1979. 577
AZEVEDO NETO, J. M.; ALVAREZ, G. A. Manual de Hidráulica. 7a ed., São Paulo.
Ed. Edgard Blucher.
41
MICROBIOLOGIA AMBIENTAL
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Observação microscópica de microorganismos. Nomenclatura. Introdução a
Procariotes, vírus e Eucariotes.
Significância
sanitária de microorganismos.
Seleção de exames de qualidade. Teste de Ames. Padrões microbiológicos de
qualidade. Princípios
de degradação biológica da matéria orgânica. Ensaios de
tratabilidade. Bactérias e micorrizas simbiontes na produção de mudas de espécies
arbóreas florestais.
Referências Básicas:
Pelczar Jr., Joseph Michael (1916-);Reid, Roger Delbert;Chan, E. C. S.
Microbiologia. São Paulo, Makron Books, McGraw-Hill do Brasil, 1981. Trabulsi,
Luiz Rachid. Microbiologia. 2.ed. Rio de Janeiro, Atheneu, 1991.
Pelczar Jr., Joseph Michael (1916-);Chan, E. C. S;Krieg, Noel R. Microbiologia :
conceitos e aplicações. 2. 14 ed. São Paulo, Makron Books, 1996.
TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. 6 ed. Porto Alegre: Artes
Médicas, 2000.
MADIGAN, M.T.; MARTINKO, J.M.; PARKER, J. BROCK. Microbiologia. São
Paulo: Prentice-Hall, 10a Ed. 2004.
42
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Reflexões introdutórias sobre a educação ambiental. Concepções de educação
ambiental que sustentam nossa prática cotidiana. A questão Ambiental e as
conferências mundiais de meio ambiente; Princípios e fundamentos da Educação
Ambiental E Sanitária. Histórico, objetivos, diretrizes e práticas da EAS. Vertentes
da educação ambiental. Subsídios para a prática da EAS emancipatória. Estudo da
Política Brasileira de EA. Organização, representação e participação social como
sustentação da EAS. A EAS e a cidadania. A educação ambiental como ferramenta
no processo de gestão ambiental. A percepção e análise da realidade ambiental
local e global. Contribuições da EAS na qualidade de vida. A ação do homem sobre
o meio ambiente. Integração dos diversos setores sociais e o meio ambiente. A
problemática do desenvolvimento econômico, a sustentabilidade e a EAS.
Referências Básicas:
Pedrini, Alexandre de Gusmão (1952-). Educação ambiental : reflexões e práticas
contemporâneas. 2. ed. 2 Petrópolis, Vozes, 1998.
Reigota, Marcos. O que é educação ambiental. São Paulo, Brasiliense, 2004.
Loureiro, Carlos Frederico B. (Org.);Santos, Erivaldo Pedrosa dos (Org.);Noal,
Fernando Oliveira (Org.).
Sociedade e meio ambiente : a educação ambiental em debate. 3.ed. São Paulo,
Cortez, 2002.
AETA, Anna M. B; SOFFIATI, Arthur; LAUREIRO, Carlos F. B. Educação
Ambiental: repensando o espaço da cidadania. São Paulo: Cortez, 2002.
DIAS, Genebaldo F. Educação Ambiental: princípios e práticas. 6. Ed, São Paulo:
Gaia, 2000.
43
POLUIÇÃO AMBIENTAL
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Compostos poluidores e contaminantes ambientes. Processos de dispersão e
degradação de poluentes no ambiente. Monitoramento de variáveis ambientais:
temperatura, umidade, pluviosidade, ventos e processos meteorológicos, disco de
Secchi, salinidade, pH, cor da água. Metodologias de coleta e preservação de
amostras de água para análise de: nutrientes, agrotóxicos, metais pesados,
hidrocarbonetos,
cianetos,
detergentes,
microalgas,
coliformes
fecais,
microrganismos patogênicos, DBO. Metodologias para coleta de amostras de
organismos vivos ou mortos para diferentes análises (causa mortis, patogenias,
contaminações). Procedimentos rotineiros para detecção de alterações em
ambientes terrestres: desmatamentos, erosão, aterros, construções irregulares.
Movimento de água; controle de poluição hídrica subterrânea. Tipos de filtros
industriais. Qualidade ambiental. Poluentes e contaminantes. Critérios de manejo.
Padrões de emissão. Controle.
Referências Básicas:
Fellenberg, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo,
EPU, 1980.
BAIRD, C. Química Ambiental. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.
PHILIPPI Jr., A (Ed.). Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um
desenvolvimento sustentável. Barueri : Manole, 2005.
SPIRO, T. G.; STIGLIANI, W. M. Química Ambiental. 2 ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2000.
44
FENOMENOS DE TRANSPORTE
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Temperatura. Escalas termométricas. Calor sensível e latente. Calor e trabalho.
Primeira lei da termodinâmica. Gases perfeitos. Segunda lei da termodinâmica. Ciclo
de Carnot. Entropia. Conceitos fundamentais de fluidos. Pressões na hidrostática.
Forças sobre superfícies submersas. Equação da continuidade e de Bernoulli.
Análise dimensional. Perdas de carga. Escoamento laminar e turbulento.
Desenvolvimento da camada limite. Condução de calor em regime permanente e
não-permanente. Transmissão de calor por radiação. Convecção natural e forçada.
Transmissão de calor com mudança de fase. Trocadores de calor.
Referências Básicas:
Braga Filho, Washington, Fenômeno de transportes para engenharia. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
FOX, R.W.; McDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. LTC Editora,
2001.
MUNSON, B.R.; YOUNG, D.F.; OKIISHI, T.H. Fundamentos da Mecânica dos
Fluidos. Vol 1 e 2, Edgard Blucher, 2003.
SCHULZ, H. E. O Essencial em Fenômenos de Transporte. EESC-USP, 2003.
45
FASE V
TOPOGRAFIA, CARTOGRAFIA E FOTOGRAMETRIA
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Conceitos básicos de topografia (topometria, topologia), estudo e análise de cartas
topográficas. Planimetria. Altimetria. Fundamentos de cartografia, conhecimento dos
diferentes tipos de cartas, mapas e plantas. Escalas. Projeções cartográficas.
Fotointerpretação de produtos sub-orbitais coloridos, falsa-cor e pancromáticos.
Manipulação de cartas topográficas, cartográficas, náuticas e temáticas. Noções
básicas de Sistemas de Informações geográficas (SIG) para entrada de dados
espaciais, não espaciais, planimétricos e altimétricos. Confecção de mapas
temáticos ambientais.
Referências Básicas:
DUARTE, P. A. Cartografia básica. 2. ed. Florianópolis: UFSC, 1998.
OLIVEIRA, P. A. Cartografia básica. 2. ed. Florianópolis: UFSC, 1998.
LIVEIRA, C. Curso de Cartografia Moderna. Rio de Janeiro: IBGE (1988).
46
MECÂNICA DOS FLUÍDOS
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Bombas; Válvulas para sistemas hidráulicos; Atuadores para sistemas hidráulicos;
Reservatórios; Tubulações; Eletrohidráulica; Projetos de Sistemas Hidráulicos;
Compressores; Tratamento, armazenamento, e transporte de ar; Válvulas para
sistemas pneumáticos; Atuadores para sistemas pneumáticos; Conceitos de
eletropneumática; Projetos de sistemas pneumáticos. Fluidos e a Estática dos
fluidos. Princípios de conservação e equações do movimento nas formas de volume
de controle e diferencial. Escoamento não viscoso.
Referências Básicas:
Fox, R. W., McDonald, A. T. & Pritchard, P. J.Introdução à Mecânica dos Fluidos.
Livros Técnicos e Científicos Editora, 6a edição, 2006.
Çengel, Y.A. e Cimbala, J.M. 2007. Mecânica dos Fluidos - Fundamentos e
Aplicações. McGraw-Hill Interamericana do Brasil Ltda.
Vianna, M.R., 2001. Mecânica dos Fluidos Para Engenheiros. Quarta Edição,
Imprimatur, Artes Ltda.
47
GÊNESE, MORFOLOGIA E CLASSIFICAÇÃO DE SOLO
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Introdução ao estudo de solos; Gênese do solo (Intemperismo, Fatores de formação
do solo; Processos pedogenéticos; Classes de formação do solo); Morfologia do solo
(O
perfil do
solo; Principais
características
morfológicas
dos
horizontes);
Classificação do solo (Atributos diagnósticos; Horizontes diagnósticos superficiais e
subsuperficiais; Classes de solos)
Referências Básicas:
PRADO, H. Manual de classificação de solos do Brasil.
Jaboticabal,FUNEP,1983.
BAHIA, V.G.; RIBEIRO, M.A.V. Conservação do solo e preservação ambiental.
Lavras: UFLA/FAEPE, 1997.
BESOAIN, E. Mineralogia de arcillas de suelos. San José: IICA, 1985.
CALEGARI, A.; et. All. Adubação verde no sul do Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro: ASPTA, 1993.
CASTRO FILHO, C. de; MUZILLI, O. Manejo integrado de solos em microbacias
hidrográficas. Londrina: IAPAR, 1996.
AUDURO, F.A.; DORFMAN, R. Manual de ensaios de laboratório e de campo
para irrigação e drenagem. Porto Alegre : PRONI / IPHA-UFRGS, s.d.
48
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA, SOLO E AR
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Legislação das águas. Métodos de avaliação da qualidade da água; Histórico do
Biomonitoramento; Técnicas, aplicações e principais grupos utilizados; Utilização de
macro invertebrado como organismos bioindicadores; Estudo de casos de utilização
de monitoramento biológico; Tendências futuras do biomonitoramento no Brasil e no
mundo. Problemas de salinidade; Problemas de infiltração da água no solo;
Problemas de toxicidade para as plantas. Qualidade das águas subterâneas.
Usos da água. Padrões de qualidade. Características químicas, físicas e biológicas
da água, solo e ar. Noções de microbiologia e análises bacteriológicas. Noções de
corrosão. Reutilização das águas.
Referências Básicas:
BREDA FILHO, D. Reuso de água. 2003. 1ª ed. São Paulo. Ed. Monole Ltda.
VON SPERLING, M. Qualidade da água. Brasília: ABEAS,
COSTA, E. F. da; BRITO, R. A. L. In: COSTA, E.F., VIEIRA, R.F., VIANA, P.A.
Quimigação: Aplicação de produtos químicos e biológicos via irrigação.
Brasília: EMBRAPA-SPI, 1994.
49
SAÚDE PÚBLICA E DO AMBIENTE
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Conceito de saúde: individual e coletiva. Saúde pública. Fenômenos ambientais que
afetam a saúde dos seres humanos: determinantes físico-químicas, biológicas e
sociais. Epidemiologia geral. Doenças transmissíveis e seu controle. Saúde
ocupacional. Acidentes, catástrofes e seus reflexos na saúde pública. Indicadores
biológicos de risco à saúde humana.
Referências Básicas:
CAMPOS, G.W.S. et al. Tratado de Saúde Coletiva. Hucitec/Fiocruz. São Paulo/Rio
de Janeiro, 2006.
PERES, F. e MOREIRA, J.C. É veneno ou é remédio: agrotóxicos, saúde e
ambiente. Fiocruz. Rio de Janeiro, 2003.
FREITAS, C.M. Saúde, ambiente e sustentabilidade. Fiocruz. Rio de Janeiro,
2006.
50
MATERIAS DE CONSTRUÇÃO
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Estudos dos materiais de construção, suas propriedades físicas, mecânicas e
normatização. Métodos de controle de qualidade do concreto, do aço, da madeira,
aglomerados, materiais cerâmicos e refratários, vidros, tintas, pedras naturais e
outros.
Referências Básicas:
BAUER, L. Falcão. Materiais de Construção. 5ª Ed. Rio de Janeiro. LTC, 1994.
RIPPER, Ernesto. Manual Prático de Materiais de Construção. Editora Pini. São
Paulo.1999.
VLACK, Lawrence H. V. Princípios de Ciência dos Materiais. Editora Edgard
Blucher Ltda. São Paulo.l987.
51
FASE VI
SISTEMA DE TRATAMENTO E ABASTECIMENTO DE ÁGUA
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Estações de tratamento de água: dimensionamento, construção e manutenção.
Qualidade da água. Coagulação da água. Sistemas coloidais. Mistura rápida.
Floculação. Decantadores. Filtros. Desinfecção. Fluoretação.
Reservatórios de acumulação. Dimensionamento, traçado e dispositivos especiais
das linhas adutoras de abastecimento;
Redes ramificadas, malhadas e mistas de distribuição de água.
Referências Básicas:
BABBIT, Harold e outros. Abastecimento de Água. ed. Edgard Blucher Ltda, 1962.
DI BERNARDO, Luiz. Tratamento de Águas de Abastecimento por Filtração em
Múltiplas Etapas. ABES, 1993.
STEEL, Ernest W. Abastecimento de Água e Sistemas de Esgotos. ed. livro
Técnico S/A 1966.
NBR-12217 - Elaboração de projeto de Reservatório de distribuição de água
para abastecimento público
NBR 12216 - Projeto de estação de Tratamento de água para abastecimento
público
NBR-12218 - Elaboração de projetos hidráulicos de redes de distribuição de
água potável para abastecimento público.
52
SENSORIAMENTO REMOTO E GEOPROCESSAMENTO I
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Conceitos do Sensoriamento Remoto. Princípios físicos, técnicas de extração de
informações por análise visual e processamento digital (operações de préprocessamento, realce, classificação e correção geométrica de imagens orbitais).
Principais sensores em órbita e suas características e aplicabilidade nas diversas
áreas do conhecimento: exemplos especiais em engenharia. Extração de atributos
das imagens digitais para geração de produtos. Conceitos sobre Sistemas de
Informações geográficas (SIG). Formato de entrada de dados, integração de
informações, manipulação e análise de dados.
Referências Básicas:
CHUVIECO, E. 1996. Fundamentos de teledetección espacial. Madrid: Ediciones
RIALP SA., 1996.
CROSTA,A.P. Processamento digital de imagens de sensoriamento remoto.
Campinas: UNICAMP, 1992.
ASSAD, Eduardo Delgado; SANO, Edson Eyji. Sistema de informações
geográficas: aplicações na agricultura. Brasilia, 1993.
53
TOXICOLOGIA
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Controle de produtos perigosos: prevenção e emergência. Noções de toxicologia.
Transporte de cargas perigosas.
Riscos e cuidados com solventes industriais,
agrotóxicos, materiais corrosivos e inflamáveis. Aspectos legais da insalubridade e
periculosidade. Principais ingredientes ativos em uso na agricultura. Intoxicação
pelos agrotóxicos; efeitos das intoxicações; formulações; DL 50; período de
carência; período de efetividade; cuidado na manipulação de produtos; riscos
ocupacionais; contaminação do ambiente; descarte de embalagens.
Referências Básicas:
Knie, Joachim L. W.; Lopes, Ester W. B. Testes ecotoxicológicos: métodos,
técnicas e aplicações. Florianópolis: FATMA, 2004.
Oga, Seizi. Fundamentos de toxicologia. São Paulo: Atheneu, 2003.
Bjeldanes, Leonard F. ; Shibamoto, Takayuki. Introducción a la toxicología de los
alimentos. Zaragoza: Acribia, 1996.
54
METEOROLOGIA E CLIMATOLOGIA
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Atmosfera: definição, composição e estrutura. Radiações Solar e Terrestre. Natureza
e leis da radiação, distribuição espectral e atenuação atmosférica. Balanço da
radiação. Processos de transferência de energia. Troca básica de energia,
instrumentos de medida: temperatura do ar, temperaturas médias e normais.
Variações de temperatura. Gradiente de temperatura: estabilidade e instabilidade do
ar. Distribuição global de temperatura. Isotermas. Pressão Atmosférica. Conceito.
Medida de pressão. Variação vertical de pressão. Gradiente de pressão. Isóbaras.
Instrumentos de medida. Circulação da Atmosfera. As escalas do movimento do ar.
Circulação dos ventos e circulação regional. Teoremas de Bjerknes. Esquemas de
circulação geral. Variações sazonais. Vento de Monção. Evaporação, Condensação
e Precipitação. Natureza e comportamento do vapor d’água. Fatores que afetam a
evaporação. Distribuição do vapor d’água na atmosfera. Base para a condensação.
Nuvens, nevoeiros. Princípios de precipitação. Tipos de precipitação. Massa de Ar e
Frentes. Natureza das massas de ar. Estrutura e características das frentes. Tipos
de frentes. Frentes e massas de ar globais. Ciclones Tropicais e Extra-tropicais.
Fenômenos óticos e elétricos da atmosfera; tornados, furacões, trombas d’água,
halos, arco-íris, trovão, relâmpagos. Dados atmosféricos. Interpretação de imagens
de satélite. Cartas sinópticas. Familiarização com modelos de prognósticos do
Centro Americano.
Dinâmica geral da atmosfera. Classificações climáticas. Mudanças globais.
Aplicação da climatologia.
Referências Básicas:
AYOADE, J. Introdução à Climatologia para os Trópicos. São Paulo: 12 ed. Ed.
Bertrand Brasil, 2007.
BLAIR, T. A. Meteorologia. Rio de Janeiro : Ed. Ao Livro Técnico, 1964.
OMETTO, J.C Bioclimatologia vegetal. São Paulo. Ed Agronômica Ceres. 1986.
TUBELIS, A, NASCIMENTO, F. J. Meteorologia Descritiva: Fundamentos e
Aplicações Brasileiras. São Paulo. NOBEL, 1984.
55
56
USO E CONSERVAÇÃO DO SOLO
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Noções básicas de física do solo; erosão, práticas conservacionistas, classes dos
solos, mineralogia. Composição geral do solo. Perfil de solo: horizontes e camadas.
Mineralogia de solos. Fatores de formação de solos. Processos Pedogenéticos.
Propriedades físicas e químicas dos solos. Sistema água-solo. Classificação dos
solos. Manejo e conservação dos solos. Aplicações de estudos de solos no
planejamento. Aulas práticas: Classificação expedita, perfil de solo, horizontes e
camadas, propriedades morfológicas dos solos, análises de lâminas de solo e uso
de tensiômetros aplicados à análise de drenagem em diferentes materiais. Prática
Laboratório.
Referências Básicas:
GUERRA,A .J.T.;SILVA, A .S.da; BOTELHO, R.G.M. Erosão e Conservação dos
Solos:Conceitos, Temas e Aplicações.Rio de Janeiro: Bertand Brasil, 1999.
BAHIA, V.G; RIBEIRO, M. A.V. Conservação do Solo e preservação
ambiental.Lavras: UFLA/FAEPE, 1997.
BERTONI, J.;LOMBARDI NETO, F. Conservação do Solo.4.ed.São Paulo: ícone,
1999.
AZOLIN, Miguel A. D.Classificação e levantamento de Solos. Apostila.Santa Maria:
UFSM, 1986. 137p.
PALMIERI, F. E LARACH, J.O.I. Pedologia e Geomorfologia. In: Guerra, A.J. e
Cunha, S.B. (org.) Geomorfologia e Meio ambiente, Bertrand Brasil, 1996, p. 59-122.
RESENDE, M. E OUTROS. Pedologia: base para distinção de ambientes. NEPUT.
Viçosa. 2002, 338 p
BRADY, N.C. Natureza e Propriedades dos Solos. Livraria Freitas Bastos, 1989, 878
p.
IRRIGAÇÃO E DRENAGEM
57
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
História da drenagem. Evolução da ocupação urbana. Ocupação do Solo Urbano e
seus efeitos no escoamento superficial . Sistemas de Drenagem urbana e relações
com outros componentes da infra-estrutura urbana. Subsistemas. Tipos de Medidas
e Soluções. Hidrologia Urbana: Informações hidrológicas. Curvas IntensidadeDuração e Freqüência. Método Racional. Métodos baseados no Hidrograma
Unitário. Propagação de cheias. Sistemas de Microdrenagem. Sistemas de
Macrodrenagem. Técnicas Compensatórias em Drenagem Urbana. Medidas de
controle de inundações. Disponibilidade da água no solo. Métodos e sistemas de
irrigação. Irrigação por aspersão. Irrigação localizada. Irrigação por Superfície.
Referências Básicas:
CANHOLI, ALUÍSIO - Drenagem Urbana e Controle de Enchentes. Editora Oficina
de Textos, 304 p., 2005
CETESB/DAEE - Drenagem Urbana : Manual de Projeto. Editora da CETESB. São
Paulo, SP, 1978.
PORTO, R. L. - Técnicas quantitativas para o gerenciamento de recursos
hídricos, Porto Alegre : Ed. da UFRGS, ABRH, 1997.
WILKEN, P.S. - Engenharia de Drenagem Superficial. Editora da CETESB. São
Paulo, SP, 1978.
OLITTA, A.F.L. Os métodos de irrigação. São Paulo SP: Nobel editora, 1977.
BERNARDO, S. Manual de irrigação 6ª ed., Viçosa, MG: UFV, imprensa
universitária. 1995.
FASE VII
ECONOMIA AMBIENTAL E DE RECURSOS HIDRICOS
Carga horária: 30 Horas
58
Créditos: 2
Ementa
Introdução á economia. Economia do meio ambiente. Recursos ambientais e
propriedade privada. Desenvolvimento sustentável. Nível ótimo de poluição.
Instrumentos de controle ambiental. Instrumentos reguladores. Instrumentos
econômicos. Instrumentos de padronização internacional. Avaliação monetária do
meio ambiente. Valor econômico total. Análise de custo-benefício. Taxa de
desconto. Risco e incerteza. Estudos de casos. Taxas de poluição e subsídios.
Poluidor pagador. Direitos de propriedade. A escassez de recursos.
Referências Básicas:
MAY, P. H. LUSTOSA, M. C. VINHA, V. Organizadores Economia do Meio
Ambiente Teoria e Prática
PINHO, D.B., VASCONCELLOS M.A.S. Manual de economia. 5. ed. São Paulo:
Saraiva, 2004.
ROMEIRO, A.R. REYDON, B.P., LEONARDI, M.L.A. Economia do Meio Ambiente:
Teoria, Políticas e a Gestão de Espaços Regionais. Campinas: Unicamp, Instituto
de Economia, 1999.
59
TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS E GASOSOS
Carga horária: 90 Horas
Créditos: 6
Ementa
Redes de esgotos sanitários, tratamento de águas residuária, proteção ambiental.
Dimensionamento,
fossas
sépticas,
filtro
anaeróbio,
outros
sistemas
de
esgotamento, instalações de água pluviais: esgotamento de águas pluviais e projeto
de instalações. Tratamento preliminar. Decantação. Processos químicos. Processos
biológicos. Tratamento e destino final do lodo. Lagoas de estabilização Valos de
oxidação. Desinfecção. Tratamento de efluentes gasosos.
Referências Básicas:
Leme, Edson José de Arruda. Manual prático de tratamento de águas
residuárias. São Carlos, EdUFSC, 2008.
RICHTER, C.A.; AZEVEDO NETTO, J.M. Tratamento de água: tecnologia
atualizada. São Paulo: Edgard Blucher Ltda, 2000.
DI BERNARDO et al. Ensaios de tratabilidade de água e dos resíduos gerados
em estações de tratamento de água. São Carlos: Rima editora 2002.
SANTOS FILHO, D.F. Tecnologia de tratamento de água. São Paulo: Livraria
Nobel, 1989.
VIANNA, M.C. Hidráulica aplicada às estações de tratamento de água. Belo
Horizonte: Imprimatur, 2002.
.
60
ANALISE DE SISTEMAS E MODELAGEM EM AMBIENTAL
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Teoria geral de sistemas. Modelagem de sistemas ambientais. Conceituação e
aplicação. Programação linear. Otimização. Sistema de apoio á decisão. Interfaces
de utilização. Estudos e Técnicas em situações e problemas ambientais.
Referências Básicas:
CRISTOFOLETTI, Antonio (2000). Modelagem de Sistemas Ambientais.USP
(2000).
CAPRA, Fritjot. Ateia da vida: uma nova compreensão cientifica dos sistemas.
(1996).
FRANK, Besate. Metodologia da pesquisa ambiental. FURB. 2003.
61
MONITORAMENTO AMBIENTAL I
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Problemas específicos de recursos hídricos: recursos hídricos superficiais e
subterrâneos, bacia hidrográfica, disponibilidade hídrica superficial e Subterrânea,
efeitos antrópicos do uso do solo, impactos da urbanização sobre os mananciais;
vulnerabilidade dos recursos hídricos e áreas de proteção dos mananciais
superficiais e subterrâneos; estrutura de planejamento e regulamentação dos
recursos hídricos e do saneamento ambiental no Brasil; Regras para manejo
sustentável dos recursos hídricos; outorga de uso e de descarga de poluentes;
fiscalização.
Referências Básicas:
BARTH, F. T. et al. Modelos para Gerenciamento de Recursos Hídricos, São
Paulo: Nobel: ABRH 1987
LANNA, A. E. L. Gerenciamento de bacia hidrográfica: aspectos conceituais e
metodológicos. IBAMA, 1995.
LEAL, M. S. Gestão ambiental dos recursos hídricos: princípios e aplicações.
Rio de Janeiro: CPRM, 1998.
PRUSKI F. F., Silva D. D. – Gestão de Recursos Hídricos - Aspectos legais,
econômicos, administrativos e sociais, ABRH, 2000.
REBOUÇAS, A. C.; BRAGA, B.; TUNDISI, J. G. Águas doces no Brasil: capital
ecológico, uso e conservação. 2ed, São Paulo, Escrituras editora, 2002.
62
LICENCIAMENTO AMBIENTAL E SERVIÇOS AMBIENTAIS
Carga horária: 30 Horas
Créditos: 2
Ementa
Licenciamento ambiental como instrumento da Política Ambiental. Licença e
autorização. Competência para licenciar. Atividades a serem licenciadas. As etapas
do licenciamento ambiental. Licenciamento ambiental como instrumento da Política
Ambiental. Licença e autorização. Competência para licenciar. Atividades a serem
licenciadas. As etapas do licenciamento ambiental.
Referências Básicas:
CRETELLA JR., José. Manual de Direito Administrativo, 2. Ed., Rio de
Janeiro, forense, 1979, p. 239.
DA SILVA, José Afonso. Direito Ambiental Constitucional. 2. Ed., (2.ª
tiragem). São Paulo, Malheiros, 1997, p.190.
MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro, 8ª edição revista,
atualizada e ampliada. São Paulo: Malheiros, 2000. pp.243 e 244.
63
SENSORIAMENTO REMOTO E GEOPROCESSAMENTO II
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Sistemas de Informações geográficas (SIG). Formato de entrada de dados,
integração de informações, manipulação e análise de dados. Geração de dados
temáticos (mapas e suas representações em ambiente computacional – mapas
temáticos; mapas cadastrais; sistema de redes; imagens, modelos digitais de
terreno). Operações de análise geográfica. Saída de dados (mapas, tabelas).
Aplicações de algoritmos matemáticos para geração de modelos tridimensionais em
estudos de barragens e outras obras de engenharia. Modelagem de dados especiais
em rede para estudos de gerência e avaliação de impacto ambiental.
Referências Básicas:
CHUVIECO, E. 1996. Fundamentos de teledetección espacial. Madrid: Ediciones
RIALP SA., 1996.
CROSTA,A.P. Processamento digital de imagens de sensoriamento remoto.
Campinas: UNICAMP, 1992.
ASSAD, Eduardo Delgado; SANO, Edson Eyji. Sistema de informações
geográficas: aplicações na agricultura. Brasilia, 1993.
64
FASE VIII
TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
Carga horária: 90 Horas
Créditos: 6
Ementa
Resíduos sólidos: caracterização e impactos ambientais. Segregação e coleta de
resíduos:
conceitos
básicos.Reciclagem
de
resíduos.
Aterros:
descrição,
classificação e projetos básicos, custos. Incineração de resíduos em forno de
cimento. Pirólise. Conversão biológica com recuperação de energia. Legislação e
Normas.
Referências Básicas:
Bettiol, W. e Camargo, O.A. Impacto Ambiental do uso Agrícola do Lodo de
Esgoto. Embrapa Meio Ambiente, 2000
Cassini, S.T. Digestão de Resíduos Sólidos Orgânicos e Aproveitamento do
Biogás. Prosab 3, Vitória, 2003.
Lima, L.M.Q.. Lixo: Tratamento e biorremediação. Editora Hemus, terceira edição,
2004.
Lora, E.E.S.; Prevenção e Controle da Poluição nos Setores Energéticos,
Industrial e de Transportes. Rio de Janeiro, Editor Interciência, segunda edição,
2002.
65
ZONEAMENTO E ORDENAMENTO AMBIENTAL
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Conceituação
teórica
e
metodológica
de
zoneamento;
critérios
naturais,
socioeconômicos e políticos-institucionais nas práticas do zoneamento; diagnóstico
e prognóstico no zoneamento ecológico-econômico; experiências brasileiras em
zoneamento. urbanização e cidade. Concepção e aspectos históricos. O
zoneamento ambiental como instrumento de planejamento e de gestão territorial.
Métodos e técnicas de zoneamento. A dimensão natural e a dimensão social na
construção da cidade. Cidade e Ambiente urbano: Problemas ambientais. Urbanos
contemporâneos. Planejamento e gestão urbana. Plano diretor para cidades.
Referências Básicas:
BERTUCCI, Liane M. “As Transformações Urbanas na Imprensa Operária: São
Paulo, na virada do século XX”. in: Ribeiro, Luiz C. de Q e Pechman, R.M. (org)
Cidade, Povo e Nação. Gênese do Urbanismo Moderno. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 1996.
MELLO, Luiz I. de Anhaia Problemas de Urbanismo - Bases para a resolução do
problema technico. São Paulo : Boletim do Instituto de Engenharia de São Paulo,
1929.
PECHMAN, Robert M. “O Urbano Fora do Lugar? Transferências e Traduções das
Idéias Urbanísticas nos Anos 20” in: Ribeiro, Luiz C. de Q e Pechman, R.M. (org)
Cidade, Povo e Nação. Gênese do Urbanismo Moderno. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 1996.
SINGER, Paul Desenvolvimento Econômico e Evolução Urbana. São Paulo:
Editora Nacional, 1977.
GOHN, Maria da Glória. Movimentos sociais e lutas pela moradia. São Paulo,
Loyola, 1991.
MONITORAMENTO AMBIENTAL II
Carga horária: 60 Horas
66
Créditos: 4
Ementa
Educação ambiental; controle e planejamento do uso do solo na bacia;
principais procedimentos para manutenção da qualidade e da quantidade de
água dos mananciais subterrâneos e superficiais; técnicas de conservação
ambiental
dos
levantamentos
recursos
sanitários
hídricos:
de
preservação
bacias
das
hidrográficas;
matas
ciliares;
florestamento
e
reflorestamento; Código Florestal; formulação de um plano de monitoramento
de qualidade da água subterrânea e superficial; uso dos dados de
monitoramento para o planejamento dos recursos hídricos.
Referências Básicas:
BARTH, F. T. et al. Modelos para Gerenciamento de Recursos Hídricos, São
Paulo: Nobel: ABRH 1987
LANNA, A. E. L. Gerenciamento de bacia hidrográfica: aspectos conceituais e
metodológicos. IBAMA, 1995.
LEAL, M. S. Gestão ambiental dos recursos hídricos: princípios e aplicações.
Rio de Janeiro: CPRM, 1998.
PRUSKI F. F., Silva D. D. – Gestão de Recursos Hídricos - Aspectos legais,
econômicos, administrativos e sociais, ABRH, 2000.
REBOUÇAS, A. C.; BRAGA, B.; TUNDISI, J. G. Águas doces no Brasil: capital
ecológico, uso e conservação. 2ed, São Paulo, Escrituras editora, 2002.
67
SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Base legal e institucional para a gestão ambiental e Sanitária. Inserção do meio
ambiente no planejamento econômico. Aplicação de modelos econômicos.
Valoração do Ativo e Passivo ambiental nos estudos de alternativas e
viabilidades.Políticas
Instrumento
de
de
gestão
desenvolvimento
e
suas
integrado
e
implementações:
suas
características.
conceitos
e
prática.
Compatibilização da exploração nos planejamentos territoriais.
Referências Básicas:
Hammes, Valéria Sucena (Ed.);Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária EMBRAPA. Agir – percepção da gestão ambiental. 2.ed. São Paulo, Globo, 2004.
Brito, Francisco A.;Câmara, João B. D. Democratização e gestão ambiental : em
busca do desenvolvimento sustentável. Petrópolis, Vozes, 1999.
BACKER, PAUL DE. Gestão Ambiental: A Administração Verde. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 1995.
BRILHANTE, Ogenis M. e CALDAS, QUERINO L. Gestão s avaliação de risco em
saúde ambiental, Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 1999.
DONAIRE, Denis. Gestão Ambiental na Empresa. – 2. ed. – São Paulo: Atlas,
1999.
68
FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Energia e meio ambiente. Compreensão dos sistemas de geração de energias
renováveis como: solar, eólica, biomassa, geotérmica e hidrelétrica. Programa
energético atual e perspectivas futuras.
Referências Básicas:
Branco, Samuel Murgel (1930-). Energia e meio ambiente. 13.ed. São Paulo,
Moderna, 1996.
Reis, Lineu Belico dos;Cunha, Eldis Camargo Neves da. Energia elétrica e
sustentabilidade : aspectos tecnólogicos, socioambientais e legais. São Paulo,
Manole, 2006. 243p.
Pereira, Augusto Baptista. Quando o petróleo acabar : fontes alternativas de
energia como substitutivas do petróleo. Florianópolis, UDESC, 1979.
Cavalcanti, Clóvis. Desenvolvimento e natureza : estudos para uma sociedade
sustentável. 2. ed. São Paulo, Cortez, 1998.
Tolmasquim, M.T. Fontes Renováveis de Energia no Brasil. Editora Interciência.
Rio de Janeiro. 2003.
ROTHMAN, H. Uso da biomassa para produção de energia na indústria
brasileira. Campinas: Unicamp, 2005.
69
ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO AMBIENTAL
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Classificação e análise dos sistemas Ambientais. Gerenciamento Ambiental. Fases:
Diagnóstico, planejamento, e gerenciamento. Definição de unidade territorial
geográfica (microbacia). Paisagem: conceito e técnicas de análise.
Aspectos legais: Constituição Brasileira; Código das Águas de 1934. Lei 9.433/97 da
Política Nacional dos Recursos Hídricos (PNRH). Política Nacional de Meio
Ambiente. Propostas de regulamentação da PNRH. Políticas Estaduais. Outros
instrumentos legais de interesse. Aspectos organizacionais. Sistemas de recursos
hídricos da: França, Espanha, Alemanha, entre outros. Conselho Nacional de
Recursos Hídricos. Comitês de Bacias Hidrográficas. Agências de águas. Órgão
gestor de águas federais. Sistemas estaduais de recursos hídricos. Aspectos
conceituais da gestão de recursos hídricos. Modelos de gestão: burocrático,
econômico-financeiro,
sistêmico
de
integração
participativa.
Processo
de
planejamento de recursos hídricos: conceito. Interpretação do planejamento à luz da
Lei 9.433/97. Integração dos planos nos âmbitos nacional, estadual e de bacia
hidrográfica.
Enquadramento
de
corpos
de
água
em
classes
de
usos
preponderantes. Outorga dos direitos de uso da água. Cobrança pelo uso da água.
Sistemas de informação sobre recursos hídricos. Outros instrumentos de gestão.
Referências Básicas:
Andrade, Rui Otávio Bernardes de;Tachizawa, Takeshy;Carvalho, Ana Barreiros de.
Gestão ambiental : enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento
sustentável. 2.ed. São Paulo, Makron Books, 2004.
LEITE, Paulo Roberto.Logística Reversa: meio ambiente e competitividade. São
Paulo - 2009.
ANDREOLI, Cleverson Vitório (Org.). Mananciais de abastecimento:
Planejamento e gestão. Estudo de caso do Altíssimo Iguaçu. Curitiba:
SANEPAR/FINEP, 2003.
BELTRAME, A. V. Diagnóstico do Meio Físico de Bacias Hidrográficas.
Florianópolis: Ed. da UFSC, 1994.
70
LIMA, Walter de Paula. Introdução ao manejo de bacias hidrográficas. São
Paulo: USP, 2006.
MACEDO, R. K. Gestão ambiental: os instrumentos básicos para a gestão
ambiental de territórios e de unidades produtivas. ABES, Rio de Janeiro: 1994.
71
FASE IX
ERGONOMIA E SEGURANÇA NO TRABALHO
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
A evolução da segurança do trabalho. Aspectos políticos, éticos, econômicos e
sociais. A prevenção de acidentes. A segurança do trabalho no contexto capitaltrabalho. O papel e as responsabilidades do engenheiro na segurança do trabalho.
Acidentes: Conceituação e classificação. Causas de acidentes: fator pessoal de
insegurança, ato inseguro, condição ambiente de insegurança. Conseqüências do
acidente: lesão pessoal e prejuízo material. Agente do acidente e fonte de lesão.
Riscos das principais atividades laborais. Prevenção de riscos com máquinas e
equipamento, equipamentos de segurança e higiene no trabalho.
Referências Básicas:
COUTO, H.A. Ergonomia aplicada ao trabalho: manual técnico da máquina
humana. Belo Horizonte: Ergo, 1996.
DUL, J.; WEERDMEESTER B. Ergonomia prática. 1. ed. São Paulo: Edgar Blücher
, 1995.
GRANDJEAN, E. Manual de ergonomia - adaptando o trabalho ao homem. 4. ed.
Porto Alegre: Bookman, 1998.
NORMAS REGULAMENTADORAS. Segurança e medicina no trabalho. São
Paulo : Atlas, 1989.
72
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS E RISCOS AMBIENTAIS
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Risco Ambiental. Análise Ambiental. Método de avaliação de impacto ambiental
(AIA). Elaboração de EIA/RIMA. Metodologias de valoração ambiental. Avaliação
econômica de impactos ambientais. Estudo de caso. Contabilidade de recursos
naturais.
Referências Básicas:
Brilhante, Ogenis Magno (Coord.);Caldas, Luiz Querino de A. Caldas (Coord.).
Gestão e avaliação de risco em saúde ambiental. Rio de Janeiro, Fiocruz, 2004.
ABSY, M. L. et al. Avaliação de Impacto Ambiental: agentes sociais,
procedimentos e ferramentas. Brasília: IBAMA, 1995.
SANCHEZ, Luiz Enrique. Avaliação de impacto ambiental - conceitos e métodos.
Oficina de textos. São Paulo. 2006.
LEITE, José Rubens Morato e BELLO FILHO, Ney de Barros (Org.). Direito
Ambiental Contemporâneo. Barueri, SP: Manole, 2004.
MATTOS, Katty Maria da Costa e MATTOS, Arthur. Valoração Econômica do Meio
Ambiente - uma abordagem teórica e prática. São Carlos, SP: RiMa, FAPESP,
2004.
MELO, Rosemeri S. & SOUZA, Roberto R. Risco Ambiental da Perda da
Biodiversidade em Litorais do Brasil, 2001.
73
PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DE OBRAS
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Planejamento, controle e acompanhamento do desenvolvimento de obra, segurança
na obra, canteiro de obra e equipamentos, gestão de qualidade da obra,
almoxarifado
empreitada
e
gerenciamento
global,
cronograma
de
estoque,
procedimentos
físico-financeiro,
execução
de
e
contratação
produtividade.
Referências Básicas:
MESEGUER, Alvaro Garcia. Controle e Garantia da Qualidade na Construção.
São Paulo, Sinduscon/Projeto, 1991.
SOUZA, R. et al Sistema de Gestão da Qualidade para Empresas Construtoras.
São Paulo: PINI, 1995.
THOMAZ, E. Tecnologia, Gerenciamento e Qualidade na Construção. São Paulo:
Pini, 2002.
VIEIRA NETTO, A. Como Gerenciar Construções. São Paulo: Editora PINI, 2ª
Edição, 1988.
74
INSTALAÇÕES PREDIAIS
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Instalações elétricas e telefonia. Instalações prediais de água fria e quente, esgoto
sanitário, águas pluviais, gás e proteção contra incêndio. Projeto e detalhamento.
Referências Básicas:
ABNT- NBR 5626 - Instalações Prediais de Água Fria – 1998.
ABNT - NBR 8160 - Instalação Predial de Esgoto Sanitário - Procedimento –
1983.
ABNT - NBR 13714 da ABNT - Instalações Hidráulicas Prediais contra Incêndio
por Hidrantes e Mangotinhos.
ABNT - NBR 7198 - Projeto e Execução de Instalações Prediais de Água Quente
1993.
ABNT - NB 611 - Instalações Prediais de Águas Pluviais – 1988.
ABNT - NBR 7229 - Projeto, Construção e operação de sistemas de tanques
sépticos.
CREDER, Hélio - Instalações Hidráulicas e Sanitárias. Livros Técnicos e Editora.
5ª Edição. Rio de Janeiro. 1991.
MACINTYRE, A.J., Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais. Guanabara
Dois.
1988.
VIANNA, M.R. Instalações Hidráulicas Prediais. IEA EDITORA. Belo Horizonte.
MG.
1993.
AUDITORIA AMBIENTAL
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
75
Ementa
Introdução: meio-ambiente e impacto ambiental, principais termos técnicos. Grandes
ambientes: terrestre, aquático, transição. Diagnóstico ambiental na indústria e em
distritos industriais. Alterações ambientais: efeitos sobre o equilíbrio do ecossistema,
conceito de capacidade de suporte, padrões clássicos de intervenções. Prognósticos
ambientais: métodos, modelos, cenários ambientais. Impacto ambiental da
urbanização nas matas ciliares. Impacto ambiental na indústria e complexos
industriais. Estudos e Relatórios de Impacto Ambiental no Brasil: estudo de casos.
Referências Básicas:
Cunha, Sandra Baptista da (Org.);Guerra, Antonio José Teixeira (Org.). Avaliação e
perícia ambiental. 4.ed. 1. Rio de Janeiro, Bertand Brasil, 2002.
LA ROVERE, E.L. (Coordenador) et al. Manual de Auditoria Ambiental, Rio de
Janeiro. 2 ed. 2001.
SILVA, H.V.O. Auditoria de Estudo de Impacto Ambiental. Dissertação de
mestrado PPE/COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, 1996.
ALLE, Cyro E.. Qualidade Ambiental: o desafio de ser competitivo protegendo o
meio ambiente : como se preparar para as Normas ISO 14000. São Paulo:
Pioneira, 1995.
76
METODOLOGIA DA PESQUISA
Carga horária: 60 Horas
Créditos: 4
Ementa
Conceitos básicos de método científico, ciência e técnicas de pesquisa.
Amostragem, observação, elaboração, análise e interpretação de dados, trabalhos e
publicações científicas, referências bibliográficas e normas da ABNT e da UNC.
Orientações para a elaboração do TCC. Elaboração do projeto de TCC.
Referências Básicas:
MARCONI, Mariana Andrade, LAKATO, Eva Maria, Metodologia Científica, 2º
edição, São Paulo, Atlas,2001.
OLIVEIRA,S,L, Tratado de metodologia Científica, 2 ed. São Paulo, Pioneira
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI. Marina de Andrade. Fundamentos de
metodologia Científica. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2007
77
FASE X
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Carga horária: 30 Horas
Créditos: 2
Ementa
Desenvolvimento do Projeto aprovado na disciplina Metodologia da pesquisa.
Elaboração do TCC com articulação teórica- prática. Orientação, supervisão e
avaliação docente.
Referências Básicas:
MARCONI, Mariana Andrade, LAKATO, Eva Maria, Metodologia Científica, 2º
edição, São Paulo, Atlas,2001.
OLIVEIRA,S,L, Tratado de metodologia Científica, 2 ed. São Paulo, Pioneira
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI. Marina de Andrade. Fundamentos de
metodologia Científica. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2007
78
ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO EM ENGENHARIA AMBIENTAL E
SANITÁRIA
Carga horária: 180 Horas
Créditos: 12
Ementa
Importância; Definições; Partes essenciais do projeto; Orientações individualizadas
na elaboração do projeto; Orientações sobre a elaboração de relatório final.
Proposta do Estágio (Projeto); Elaboração do projeto de Estágio com
acompanhamento dos professores; Execução de um trabalho numa empresa, com
carga horária prevista, demonstrando a aplicabilidade de conceitos estudados em
sala de aula; Fundamentação Teórica; Relatório da pesquisa de campo; Relatório
final.
Referências Básicas:
RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. 3
ed. São Paulo: Atlas, 1991.
TAFNER, Malcon Anderson; TAFNER, José; FISHER, Juliane. Metodologia do
trabalho acadêmico. Curitiba: Juruá, 1998.
MARCONI, Mariana Andrade, LAKATO, Eva Maria, Metodologia Científica, 2º
edição, São Paulo, Atlas,2001
79
ANEXOS
80
UNIVERSIDADE DO CONTESTADO – UnC
Engenharia Ambiental e Sanitária
REGULAMENTO DO ESTAGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA
CONCÓRDIA –SC
2010
81
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATORIO
DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA DA UnC
Art. 1º - Este regulamento normatiza as atividades relacionadas ao Estágio
Curricular Supervisionado Obrigatório do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária
da Universidade do Contestado-UnC, obedecendo as diretrizes do Regulamento
Geral, aprovado pela Resolução UnC-CONSEPE 065/2009.
CAPÍTULO I
Da Definição do Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório
Art. 2º - O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatorio do Curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária define-se como um processo de aprendizagem
profissional que:
I.
II.
III.
IV.
V.
integra o conhecimento adquirido pelo aluno em sala de aula à prática
profissional e estimula o reconhecimento de habilidades e competências
adquiridas em situaçıes reais de vida e trabalho;
propicia ao aluno a aquisição de experiência profissional específica
visando sua inserção eficaz no mercado de trabalho;
é desenvolvido fora da sala de aula em ambientes que propiciem o
aprendizado da prátrica profissional.
está em sintonia com o projeto pedagógico do curso, com os objetivos da
instituição e com o perfil profissional desejado;
pode constituir-se numa atividade de investigação, explicitação,
interpretação e intervenção na realidade e de enriquecimento da
formação profissional dos discentes.
Art. 3º - O Estágio Curricular Supervisionado é disciplina obrigatória para o
Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade do Contestado,
conforme prevista nas Diretrizes Curriculares Nacionais
e normatização
estabelecida no Regulamento Geral de Estagios Curriculares Supervisionados
Obrigatórios da UnC.
Art. 4º - A prática do Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório no Curso
de Engenharia Ambiental e Sanitária resultará em um documento denominado
“Relatório de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório”, cuja estruturaçăo e
apresentaçăo săo definidas neste regulamento (Anexo I).
82
CAPÍTULO II
Das Políticas e Objetivos do Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório do Curso
de Engenharia Ambiental e Sanitária
Art. 5º - As políticas e objetivos do Estágio Curricular Supervisionado
Obrigatório do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária visam:
I. garantir obediência à legislação que regulamenta os estágios na UnC;
II. contribuir para a consolidação da UnC enquanto Universidade voltada à
busca de soluções para os problemas regionais e/ou nacionais;
III. fortalecer relações de parceria permanente e continuada com os campos de
estágio supervisionado;
IV. respeitar as peculiaridades e a natureza de cada curso, expressas nos
objetivos e no seu projeto político pedagógico;
V. garantir uma avaliação permanente e continuada do Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório com a participação de todos os envolvidos;
VI. oferecer condições concretas de investigação, análise, interpretação com a
realidade e intervenção nesta mesma realidade;
VII. proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar seus conhecimentos
acadêmicos em situações de prática profissional efetiva, criando a
possibilidade de exercitar suas habilidades;
VIII. proporcionar ao aluno a oportunidade de integrar-se ao campo profissional,
ampliando sua formação teórico-prática e interdisciplinar;
IX. favorecer o desenvolvimento de competências e habilidades, como cidadão e
profissional consciente;
X. possibilitar a atuação profissional do aluno e a reflexão sobre a mesma,
permitindo-lhe construir e repensar sua práxis numa experiência significativa;
XI. buscar a integração da UnC às organizações profissionais, sociais e culturais
ligadas à área de formação do corpo discente.
CAPÍTULO III
Da Matrícula na Disciplina Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório
Art. 6º - A matrícula na disciplina de Estágio Curricular Supervisionado
Obrigatório ocorrerá de acordo com os ordenamentos legais da UnC.
Parágrafo único - O aluno que iniciar o Estágio Curricular Supervisionado
Obrigatório sem que tenha efetuado sua matrícula, perderá o tempo de estágio
realizado anteriormente à data da mesma.
83
CAPÍTULO IV
Da Duração do Estagio Curricular Supervisionado Obrigatório
Art. 7º - O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório do Curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária terá duração de 180 (Cento e Oitenta ) horas e é
oferecido na Décima fase do curso, exigindo disciplinas do anexo II como prérequesito conforme previsto na Matriz Curricular do curso.
Paragrafo único - É obrigatória a integralização da carga horária total do
Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório Curso de Engenharia Ambiental e
Sanitária de 180 (Cento e Oitenta) horas.
Art. 8º - O aluno que deixar de cumprir as atividades de Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, nas
datas previstas no Calendário Acadêmico e no Cronograma estabelecido pelo
Professor(a) da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório perderá
o direito de conclusão de seu Estágio naquele período letivo.
Art. 9º - A carga horária do Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório do
Curso de Engenharia Ambiental não poderá exceder a jornada de 6 horas diárias,
perfazendo 30 horas semanais, conforme lei No 11788.
CAPÍTULO V
Do Local de Realização do Estágio Supervisionado/ Campos de Estágio
Art. 10º- São considerados campos de Estágio Curricular Supervisionado
Obrigatório do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária as instituições de direito
público e/ou privado, os órgãos da administração pública, as instituiçıes de ensino,
as organizaçıes não governamentais, a comunidade em geral e a UnC.
Paragrafo único: O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório do Curso
de Engenharia Ambiental e Sanitária poderá ser desenvolvido em mais de uma
instituição, desde que autorizado formalmente pela coordenação do curso.
Art. 11º- – Os campos de Estágio devem apresentar condiçıes para:
I.
II.
planejamento e execução conjunta das atividades de Estágio;
avaliação, aprofundamento e produção de conhecimentos teórico-práticos
no campo específico de trabalho, quando requerido;
84
III.
IV.
V.
VI.
VII.
vivência efetiva de situaçıes concretas de trabalho, dentro de um campo
profissional;
parceria permanente e continuada com a UnC;
existência de infra-estrutura material e de recursos humanos para um
bom desempenho do Estágio Supervisionado;
aceitação das condiçıes de orientação, supervisão e avaliação dos
estagiários pela UnC;
acatamento das normas disciplinares dos estágios supervisionados da
UnC .
Art. 12º- O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório do Curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária poderá incluir entre outras atividades, visitas
orientadas, simulações de situações da rotina profissional, participação em
atividades de atendimento à comunidade, podendo ser desenvolvido por iniciativa da
própria Universidade do Contestado, ou junto à instituições de direito público e/ou
privado, sendo obrigatórias, em todos os casos, a orientação e a avaliação.
.
Art. -13º- A UnC providenciará um seguro de acidentes pessoais para cada
aluno estagiário, caso a empresa ou instituição pública e/ou privada conveniada não
o faça.
SEÇÃO I
Do Convênio e Do Termo de Compromisso
Art. 14º- O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório do Curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária é autorizado com a celebração de Convênio entre
a instituição de direito público e/ou privado e a Universidade do Contestado e Termo
de Compromisso celebrado entre o estagiário e a instituição de direito público e/ou
privado.
Art. 15º- O Convênio e o Termo de Compromisso são documentos
obrigatórios para a realizaçăo do Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório do
Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária.
§ 1º - No caso do estágio desenvolver-se na UnC, apenas será assinado o
termo de compromisso de estágio.
§ 2º - A celebração do Termo de Compromisso depende obrigatoriamente da
prévia existência de Convênio, assinado entre a instituição de direito público e/ou
privado e a UnC.
Art. 16º- O Termo de Compromisso deverá ser assinado obrigatoriamente:
I.
II.
pelo estagiário: aluno que se encontra regularmente matriculado na
disciplina de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório, oferecido
pela UnC;
pelo representante legal da instituição de direito público e/ou privado,
onde se desenvolverá o Estágio;
85
III.
pelo representante legal do Campus Universitário da UnC.
Art. 17º - O Termo de Compromisso, assim como as atividades dele
decorrentes, não criam vínculo empregatício de qualquer natureza, podendo o
estagiário receber bolsa-auxílio, ou outra forma de contraprestação que venha a ser
acordada entre o estagiário e a instituição de direito público e/ou privado, ressalvado
o que dispuser a legislaçăo previdenciária.
SEÇÃO II
Do Desenvolvimento do estágio Curricular Supervisionado Obrigatório no
Local de Trabalho
Art. 18º - O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório poderá
ser
desenvolvido pelo acadêmico em seu local de trabalho, desde que seja dentro da
área de habilitação profissional, aprovado pelo(s) Professor(es) / Orientador(es) do
Estágio e do Curso. A efetivação deste artigo se dará quando:
I.
II.
III.
houver vínculo empregatício do acadêmico;
hover concordância da instituição de direito público e/ou privado em
cumprir as normas de Regulamentação de Estãgios Curriculares
Supervisionados Obrigatórios;
o aluno entregar para o Coordenador de Curso, cópia das folhas da
carteira profissional, que contenham foto, identificação civil e o registro do
contrato de trabalho.
§ 1º - Nos casos em que o cargo inspire dúvidas, o empregado estagiário deverá
comprovar as atividades desenvolvidas por meio de declaração fornecida pela
instituição de direito público e/ou privado.
§ 2º - A validade do desenvolvimento do estágio no local de trabalho, somente se
dará a partir da autorização da Coordenação de Curso, publicada através do Edital.
Art. 19º - O trabalho autônomo, ou de prestação de serviços, será válido como
Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório desde que seja dentro da área de
habilitação profissional, aprovado pelo(s) Professor(es) / Orientador(es) de Estágios
e pelo Coordenador de Curso, sendo o contratante especificado, por meio de um
instrumentos jurídico, acompanhado do relatório descrevendo o tipo de serviço
prestado e o número de horas trabalhadas, com assinatura e carimbo da insituição
de direito público e/ou privado.
Parágrafo único – As atividades desenvolvidas deverão ser
avaliadas por um profissional com atuação comprovada na área.
acompanhadas e
CAPÍTULO VI
Da Estrutura Organizacional do Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório
86
Art. 20º- A estrutura organizacional do Estágio Curriclar Supervisionado
Obrigatório do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da UnC é composta de:
I.
II.
III.
IV.
V.
Coordenador de Curso;
O Professor da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado
Obrigatório;
Professor orientador;
Supervisor de estágio da unidade concedente;
Alunos Estagiários
Parágrafo único – Excepcionalmente quando devidamente justificado, o
professor orientador poderá requerer a Direção Acadêmica carga horária adicional
para acompanhamento das atividades de Estágio.
SEÇÃO I
Das Atribuições do Coordenador de Curso no Estágio
Art. 21º - O Coordenador de Curso no Estágio Curricular Supervisionado
Obrigatório terá as seguintes atribuiçıes:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
VII.
VIII.
IX.
X.
XI.
XII.
XIII.
coordenar, acompanhar e supervisionar as atividades de Estágio
Curricular Supervisionado;
encaminhar à Direção Acadêmica, no início de cada período letivo, a lista
dos Professores/Orientadores, bem como de seus orientandos;
apresentar Relatório das atividades desenvolvidas no final de cada
semestre ao Colegiado do Curso, bem como prestar informações que
forem solicitadas;
assegurar a legalidade do processo de Estágio Curricular Supervisionado
Obrigatório;
estabelecer contato direto com os dirigentes das Instituiçıes dispostas a
receberem estagiários, para viabilizar assinaturas de convênios;
fixar e divulgar datas e horários compatíveis ao do período do curso e do
calendário acadêmico para avaliaçăo dos relatórios e das atividades
desenvolvidas pelos alunos estagiários;
formalizar o encaminhamento dos alunos para cumprimento do estágio;
fornecer ao estagiário a documentação necessária à efetivação do
Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório;
identificar e divulgar as oportunidades de Estágio Curricular
Supervisionado;
manter contato com o Professor supervisor da disciplina de Estágio
Curricular Supervisionado, visando o aprimoramento e solução de
problemas relativos ao seu desenvolvimento;
participar da elaboração ou alteraçıes deste regulamento a nível de
Universidade junto aos demais Coordenadores de Curso dos diferentes
Campi;
realizar ao final de cada período, uma avaliação junto aos alunos,
Professores / Orientadores e responsáveis;
encaminhar às autoridades competentes minuta de convênios com as
instituições de direito público e/ou privado concessoras de estágios;
87
XIV.
encaminhar às autoridades competentes relação dos estagiários para
providenciar o seguro de acidentes pessoais em favor do estagiário,
quando a instituição de direito público e/ou privado não o fizer.
SEÇÃO II
Das Atribuições dos professores/orientadores no Estágio
Art. 22º - O desenvolvimeno da disciplina, bem como a orientação do Estágio
Curricular Supervisionado Obrigatório, é uma atividade docente relativa à prática
profissional do estagiário, entendida como acompanhamento técnico-pedagógico na
execução do projeto até a conclusão do mesmo.
Art. 23º - O(s) Professor(es)/Orientador(es) será(ao) definido(s) atendendo as
diretrizes estabelecidas as politicas do Plano de Carreira, Cargos e Sálarios da UnC
e no Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório do Curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária.
Art. 24º - Cabe ao Professor(a) da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado
Obrigatório do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária:
I. desenvolver as atividades planejadas da disciplina de Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária;
II. acompanhar as atividades do aluno, na UnC e na instituição de direito público
e/ou privado de estágio, durante o período de realização do mesmo;
III. executar o programa estabelecido neste regulamento;
IV. assegurar a compatibilidade das atividades desenvolvidas no Estágio
Curricular Supervisionado Obrigatório do Curso de Engenharia Ambiental e
Sanitária com o currículo do curso;
V. comunicar ao Coordenador de Curso fatos relacionados ao desenvolvimento
de suas atividades ou do aluno, quando estes necessitarem de providências
superiores;
VI. conhecer a estrutura organizacional, os objetivos e funcionamento das
Organizações onde os estagiários prestarão o estágio;
VII. entregar documentos e relatório das atividades desenvolvidas no final de
cada semestre para o Coordenador de Curso;
VIII. manter contato periódico com a coordenação do curso;
IX. manter contato com os demais professores orientadores das atividades,
visando o aprimoramento e solução de problemas relativos ao seu
desenvolvimento;
X. orientar o estagiário durante todo o processo de estágio;
XI. participar ativamente do processo ensino / aprendizagem do aluno, coresponsabilizando-se pelas orientaçıes e avaliaçıes;
XII. participar das reuniıes promovidas pelo Coordenador de Curso;
XIII. participar direta ou indiretamente na organização de eventos relacionados ao
estágio;
XIV. planejar todas as etapas de estágio em conjunto com o aluno .
XV. possibilitar a sistematização do processo de estágio de modo que o estagiário
demonstre o seu conhecimento teórico e sua capacidade de observação e de
sistematização das experiências vivenciadas;
XVI. proceder a avaliação do aluno e do estágio como um todo;
88
XVII. sugerir junto às Coordenadorias dos Cursos, eventos, palestras e micro
estágios;
XVIII. ter horário fixo de atendimento ao aluno de 04(quatro) hora/aula por semana;
XIX. efetuar a avaliação do relatório e emitir nota;
XX. contribuir para a integraçăo UnC e a instituição de direito público e/ou privado;
XXI. realizar visitas à instituição de direito público e/ou privado em que o aluno
esteja estagiando;
XXII. responsabilizar-se pela orientação dos alunos nas atividades de estágio;
XXIII. orientar e acompanhar técnica e pedagogicamente o estagiário, no processo
de execução da proposta de estágio;
XXIV. cumprir rigorosamente as horas-atividades previstas para a orientação ou de
acompanhamento de Estágio;
XXV. apresentar o Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatorio
do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Unc;
XXVI. das notas finais do estágio e encaminhá-las à secretaria.
Art. 25º - Cabe ao Professor Orientador do Estágio Curricular Supervisionado
Obrigatório do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária:
I.
planejar de forma global as atividades e à execução do estágio;
II.
planejar todas as etapas de estágio juntamente com o estagiário e o
Supervisor de estágio da unidade concedente (Anexo IV).
III.
manter contato periódico com o professor supervisor de estágio;
IV.
manter contato com o Supervisor de estágio da unidade concedente;
V.
orientar e acompanhar técnica e pedagogicamente o estagiário, no
processo de execução da proposta de estágio;
VI.
relacionar bibliografias de acordo com as necessidades evidenciadas
pelos estagiários;
VII. possibilitar a sistematização do processo de estágio de modo que o
estagiário demonstre o seu conhecimento teórico e sua capacidade de
observação e de sistematização das experiências vivenciadas;
VIII. indicar temas relevantes no campo científico para o estágio-pesquisa,
visando aos interesses educacionais da UnC, frente a realidade em que a
Unidade, está inserida;
IX.
orientar e acompanhar a sistematização do Relatório de Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório;
X.
participar da socialização do estagio programado pelo professor
supervisor;
XI.
efetuar a avaliação do relatório e o desempenho do estagiário emitindo
nota (Anexo VII).
XII.
cumprir rigorosamente as horas-atividades previstas para a orientação ou
de acompanhamento de Estágio;
Art. 26º - O Professor(a) da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado
Obrigatório deve encaminhar a coordenação do curso de Engenharia Ambiental e
Sanitária, semestralmente, relatório detalhado consubstanciado o desempenho do
estagiário sob sua orientação.
Art. 27º - O aluno estagiário será orientado pelo Professor(a) da disciplina de
Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório, pelo professor orientador da UnC e,
no local de estágio, por um “supervisor de estágios da unidade concedente.
89
Art. 28º - A carga horária destinada ao Professor(a) da disciplina de Estágio
Curricular Supervisionado Obrigatório é de 4 horas/aula semanais. Aos professores
orientadores de estagiio a carga horária será definida pela politica institucional da
UnC.
Art. 29º - Os professores orientadores podem ser os próprios professores das
disciplinas do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária ou de outro curso da
Universidade do Contestado, desde que tenham a formação e a habilitação
relacionada à área da realização do estágio, com aprovação do Colegiado do Curso
de Engenharia Ambiental e Sanitária.
Art. 30º - A figura do co-orientador pode existir de forma voluntária e desde
que atenda às necessidades da pesquisa em questão
SEÇÃO III
Do Aluno-Estagiário
Art. 31º- É considerado estagiário o aluno regularmente matriculado na
disciplina de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatorio do Curso de Engenharia
Ambiental e Sanitária.
Art. 32º- O aluno, respeitadas as exigências e peculiaridades do seu Curso,
sujeita-se ao cumprimento do estágio Curricular Obrigatório na forma do
Regulamento Geral de Estágios Curriculares Supervisionados Obrigatórios da UnC
e do Regulamento Específico do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, na
condição de estagiário.
Art. 33º- São obrigações do Aluno-Estagiário:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
VII.
VIII.
apresentar ao(s) Professor(es) Orientador(es) do Curso todos os
relatórios de acompanhamento e o relatório
final nos prazos
estabelecidos pelo Professor Supervisor responsável pela disciplina;
comunicar ao(s) Professor(es) orientador(es) situaçıes que ocorram no
campo de estágio e que necessitem de sua interferência para
salvaguardar a qualidade do processo de ensino / aprendizagem;
cumprir com assiduidade o cronograma de estágio estabelecido pelo(s) )
Professor(es) orientador(es), junto ao coordenador de Curso;
desenvolver as atividades de estágio observando procedimentos éticos e
morais, respeitando o sigilo das Instituiçıes;
elaborar o seu programa de estágio, sob a orientação do(s) Professor(es)/
orientador(es);
assinar o Termo de Compromisso;
cumprir os prazos determinados pelo Professor(es) / Orientador(es),
referente a entrega da documentação formal do estágio e o Relatório de
Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório;
participar dos encontros semanais com o Professor Orientador de
Estágio no dia e horário previamente definidos, para que o mesmo possa
90
IX.
X.
XI.
desenvolver as atividades de planejamento, acompanhamento e
avaliação do processo de estágio;
submeter-se aos processos de avaliação estabelecidos neste
Regulamento;
respeitar as cláusulas do Termo de Compromisso;
cumprir
as
normas
estabelecidas
neste
Regulamento,
na
Regulamentação Geral e na legislação própria de estágio.
SEÇÃO IV
Da Unidade Concedente de Estágios
Art. 34º- Caberá à pessoa jurídica de direito público ou privado, concessora
do estágio:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
celebrar com a UnC, convênio para a realização do Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório;
firmar com a UnC e com o estagiário o Termo de Compromisso;
informar ao estagiário as normas da instituição de direito público e/ou
privado;
designar um Supervisor para a orientação e/ou acompanhamento do
estagiário;
comunicar à UnC quaisquer irregularidades na execução do estágio.
avaliar o desempenho do estagiario na realização do estágio.
CAPÍTULO VII
Da Conclusão do Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório
Art. 35º- O aluno concluirá o Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório após
parecer de aprovação emitido pelo Professor(a) da disciplina de Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório, observando-se o aproveitamento mínimo estabelecido
neste Regulamento e no Regimento Geral da UnC.
CAPÍTULO VIII
Do Acompanhamento e Avaliação do Estágio Curricular Supervisionado
Obrigatório
Art. 36º- A avaliação do estagiário ocorrerá de forma contínua, permanente e
progressiva durante todo o processo de estágio.
Parágrafo único – Cada curso adotará critérios e formas de avaliação
previstas em seu regulamento.
91
Art. 37º Para aprovação nas atividades práticas de Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, as quais
năo prevêem exame final, o aluno deverá obter média igual ou superior a 7,0 (sete).
Conforme previsto na RESOLUÇÃO UnC – CONSUN 040/2010 no ARTIGO 6º
§ 1º - A composição da média final da disciplina de Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária será
definida conforme os seguintes critérios:
I.
II.
III.
Média do Supervisor de Estágio da organização concedente, mediante
entrega da Ficha de Avaliação da Empresa Concedente (Anexo VI);
Média do Professor orientador resultante somatória das notas relativas as
atividades desenvolvidas pelo estágiario (Anexo VII).
Média do Professor(a) da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado
Obrigatório resultante da somatória das notas relativas a socialização do
estágio e o Relatório de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório.
Art. 38º- O acompanhamento de estágio será feito pelo(s) Professor(es)/
Orientador(es) da UnC, e Supervisor de estágio da unidade concedente, no mínimo
observando os seguintes itens:
I - reuniıes de acompanhamento entre Professor Orientador e aluno durante
o período de estágio;
II - visitas às entidades concedentes em que estăo sendo realizados os
estágios;
III - relatórios parciais elaborados pelo estagiário;
IV - Ficha de Acompanhamento de Estagio preenchido pelo Professor
Orientador);
VI – apresentação do Relatorio Final;
CAPÍTULO IX
Da frequência
Art. 39º - Será obrigatória a frequêcia do estágiario no período previamente
estabelecido para as atividades de Estágio Supervisionado, sendo admitida a
compensação das faltas,nos termos da legislação em vigor e em regulamento
específicos da Universidade do Contestado, devendo neste caso, o estagiário repor
a carga horária na qual esteve ausente.
CAPÍTULO X
Das Disposições Gerais
Art. 40º - O estágio Curricular Supervisionado Obrigatório do Curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária será realizado individualmente com carga horária
de 180 (Cento e Oitenta) horas.
92
Art. 41ºO acadêmico que por má administração, por negligência ou
omissão, danificar e extraviar equipamentos ou parte deles ou outros danos
causados à instituição de direito público e/ou privado ou da UnC, deverá ressarcir ou
indenizar pelos prejuízos causados.
Art. 42º- É permitida a oferta da diciplina Estagio Curricular Supervisionado
Obrigatorio na modalidade de Regime Especial atendida a regulamentação
especifica.
Art. 43º- – Não será permitida a abreviação de estudos nas disciplinas de
Estágio Curricular Supervisionado obrigatório.
Art. 44º- – Estágios fora da sede deverão ter prévia autorização da direção
Acadêmica.
Art. 45º– A implementação deste regulamento será gradativa e
concomitante com a próxima oferta da disciplina de estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório
Art. 46º - Este Regulamento entra em vigor a partir da aprovação do
CONSUN - UnC
.
Concórdia, setembro de 2010
ANEXOS
93
ANEXO I
PASSOS PARA ELABORAÇÃO
SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO”
“RELATÓRIO
DE
ESTÁGIO
CURRICULAR
CAPA
FOLHA DE ROSTO
FOLHA DE APROVAÇÃO
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO
2 DESENVOVIMENTO
2.1 REFERENCIAL TEÓRICO
2. 2 METODOLOGIA
2.2.1 Caracterização do Campo de Estágio
(Localização e Estrutura, período de realização, supervisão)
2. 2.2 Apresentação e Análise das Atividades de Estágio
(Área de atuação, descrição dos equipamentos, trabalhos executados, carga horária,
reflexões e planos de melhoria)
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS OU RECOMENDAÇÕES
REFERÊNCIAS
ANEXOS
Pré requisitos de estagio. ( Anexo II)
Código
Disciplinas
Hidráulica Ambiental e Recursos Hídricos
Créditos
4
C/H
60
94
STA01
GMC01
Topografia, cartografia e fotogrametria
4
60
Avaliação da Qualidade da Água, solo e ar
4
60
Saúde Pública e do Ambiente
4
60
Materiais de Construção
4
60
4
60
4
60
Sistemas de Tratamento e Abastecimento de
Água
Gênese, Morfologia E Classificação de solo
MCL01
Meteorologia e Climatologia
4
60
UCS11
Uso e Conservação dos Solos
4
60
Irrigação e Drenagem
4
60
Tratamentos de efluentes líquidos e Gasosos
6
90
Analise de Sistemas Modelagem Ambiental
4
60
Licenciamento Ambiental e Serviços Ambientais
4
60
Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento II
4
60
Tratamento e Disposição Final de Resíduos
Sólidos
6
90
Zoneamento e Ordenamento Ambiental
4
60
Monitoramento Ambiental II
4
60
Sistemas de Gestão Ambiental
4
60
Fontes alternativas de energia
4
60
Administração e Planejamento Ambiental
2
30
Ergonomia e Segurança do Trabalho
4
60
Avaliação de Impactos e Riscos Ambientais
4
60
Programação e Controle de Obras
4
60
Instalações Prediais
4
60
Auditoria Ambiental
4
60
Metodologia da Pesquisa
4
60
ASM01
AUA11
95
ANEXO III
Concórdia , ____ de ____________________ de 20__.
CARTA DE ACEITE DE ORIENTAÇÃO
Eu,
,
CPF n.º
, pelo presente, informo à Coor-
denação do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária que aceito orientar o(a) acadê-
mico(a)
na elaboração de seu/sua Relatório Final/Monografia intitulado(a):
________________________________________
Nome:_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
Informações Adicionais:
Instituição:
Endereço:
Fone:
E-mail:
Titulação:
96
ANEXO IV
PLANEJAMENTO DE ESTÁGIO
Estagiário (a):
Curso:
Orientador do estágio da UnC:............................................................................
Orientador de estágio (da empresa):
Empresa
Endereço:
Bairro:
Cidade:
UF:
CEP:
Fone:
ATIVIDADES
(descrição das tarefas previstas)
PERÍODO
(em horas)
AMBIENTE DE TRABALHO
(sala, laboratório, campo)
Concórdia _____ de_______________ de ________
______________________
Orientador da UnC
Assinatura
Carimbo
________________________
Supervisor da Empresa
Assinatura e
____________________
Estagiário
Assinatura
ANEXO V
97
FICHA DE ACOMPANHAMENTO DE
ATIVIDADES DO ESTAGIÁRIO
Nome do(a) Estagiário(a): __________________________________________
Empresa/Entidade Cedente: ________________________________________
DATA
DESCRIÇÃO
VISTO ALUNO
VISTO SUPERV.
VISTO ORIENT.
98
ANEXO VI
FICHA DE AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO PELA CONCEDENTE
Nome do(a) Estagiário(a): __________________________________________
Empresa/Entidade Concedente: _____________________________________
Curso: Engenharia Ambiental e Sanitária
Período do Estágio: ___/___/ ___ a ___ /___/ __
OBSERVAÇÕES: A avaliação do(a) estagiário(a) será expressa pela média aritmética
das avaliações atribuídas a cada item dos critérios a seguir, sendo atribuído um
conceito numa escala de 0 (zero) a 10 (dez).
ASPECTOS AVALIADOS
1. Interesse: Preocupação para conhecer os aspectos relacionados ao
trabalho/empresa.
2. Iniciativa: Iniciativa demonstrada para desenvolver seus trabalhos sem
dependência de outros.
3. Cooperação: Disposição para cooperar e atender prontamente às
solicitações.
4. Assiduidade: Freqüência ao (s) local (is) de estágio conforme
cronograma.
5. Pontualidade: Comparecimento ao (s) local (is) de estágio em horários
marcados.
6. Disciplina: Observância das normas e regulamentos internos da
Empresa.
7. Sociabilidade: Facilidade de integração com as pessoas.
8. Adaptabilidade: Facilidade em compreender e se adaptar às situações
do dia-a-dia de trabalho.
9. Senso de Responsabilidade: Zelo pelo material, bens e equipamentos
da Empresa.
10. Ética: Conduta em relação aos padrões e costumes.
NOTA
MÉDIA
COMENTÁRIOS/OBSERVAÇÕES:
Carimbo da Empresa
______________, ____ de ___________ de 200__
_________________________________________
Supervisor(a) do(a) Estagiário(a) na Concedente
99
ANEXO VII
FICHA DE AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO PELO PROFESSOR ORIENTADOR
Nome do(a) Estagiário(a): __________________________________________
Empresa/Entidade Concedente: _____________________________________
Curso: Engenharia Ambienta e Sanitária
Período do Estágio: ___/___/ ___ a ___ /___/____
OBSERVAÇÕES: A avaliação do(a) estagiário(a) será expressa pela média aritmética
das avaliações atribuídas a cada item dos critérios a seguir, sendo atribuído um
conceito numa escala de 0 (zero) a 10 (dez).
ASPECTOS AVALIADOS
1. Interesse: Busca de dados/informações para o desenvolvimento do
estágio.
2. Iniciativa: Iniciativa para o desenvolvimento de seus trabalhos.
3. Assiduidade: comparecimento às reuniões de orientação e atividades
programadas.
4. Planejamento: Cumprimento do cronograma e de prazos.
5. Organização: Disposição da apresentação do relatório e das partes.
6. Clareza: Inteligibilidade do texto apresentado.
7. Criatividade: Inovação das idéias sugeridas.
8. Conhecimento: Domínio do conteúdo apresentado.
9. Contribuições: Contribuições das idéias e sugestões para inovações
e/ou implementações.
10. Ética: Conduta em relação aos padrões e costumes.
NOTA
SOMA/MÉDIA
COMENTÁRIOS/OBSERVAÇÕES:
AVALIAÇÃO FINAL
______________, ____ de ___________ de 200__
_________________________________________
Professor(a) Orientador
100
ANEXO H
PARECER FINAL DO(A) ORIENTADOR(A)
Eu, professor(a) orientador(a) ..............................................................., após ter analisado a
versão final do
Relatório de Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório do(a)
acadêmico(a) ............................................................... da 9ª fase do curso de Engenharia
Ambiental e Sanitária da UnC sou favorável à entrega desta ao professor da disciplina de
Estágio Supervisionado em Engenharia Ambiental e Sanitária.
( ) Recomendo o arquivamento de uma cópia na Biblioteca da UnC.
Concórdia ____ de _____________________ de 2009.
Assinatura:
Nome do Orientador:
Download

Resolução UnC-CONSUN 085/2010 Alteração Curso Eng