N O V O
P R I S M A
A G R O - F L O R E S TA L
PLANO DE
MANEJO FLORESTAL
SUMÁRIO PÚBLICO
2O15
8
a
E D I Ç Ã O
A P R E S E N TA Ç Ã O
OBJE TIVOS DO MANEJO
No dia 23 de novembro de 1951 nascia a Eucatex, a primeira
em terras e reflorestamento, para garantir autossuficiência no
Garantir a produção sustentável de madeira para o
empresa brasileira a pensar em conforto ambiental e acústico e
abastecimento de matérias-primas. Encerrou a década de 1980
abastecimento das unidades fabris do Grupo Eucatex,
a usar o eucalipto como matéria-prima para a produção de cha-
com unidades fabris nos segmentos: Florestal, Madeira, Metáli-
prezando pelo uso racional dos recursos florestais, pela
pas e painéis. O embrião da Eucatex foi a Serraria Americana,
ca e Mineral, exportando seus produtos para 50 países.
conservação dos ecossistemas naturais, pelo respeito e
instalada em 1923 na cidade de São Paulo. A primeira fábrica,
hoje conhecida como Unidade Chapas, foi inaugurada em Salto
(SP), em 1954. Lá, a Eucatex iniciou suas atividades produzindo
forros acústicos e chapas soft de fibras de madeira. Pouco tempo depois, passou a fabricar chapas isolantes e acústicas.
Entre 1956 e 1965, a empresa instalou escritórios de representação em várias capitais brasileiras e em Buenos Aires, na Argentina. Em 1965, começou a exportar para a Europa. Do final
da década de 1960 até 1980, a Eucatex inaugurou uma nova
fábrica de chapas duras em Salto e a Unidade Metálica, em Barueri (SP). Nesse período, a empresa também começou a investir
Com a inauguração de mais uma fábrica em Salto, em 1994, a
Eucatex passou a desenvolver em seus laboratórios uma linha
ÍNDICE
PÁGIN A
04
F L O R E S TA S E U C AT E X
qualidade de vida dos colaboradores e pela sustentabilidade do negócio florestal no curto, médio e longo prazos.
completa de tintas e vernizes. Foi também no interior de São
Paulo, em Botucatu, que a empresa iniciou, em 1996, a fabricação de painéis de madeira aglomerada.
PÁ G I N A
Em 2015, a Eucatex completa 64 anos. Exporta para 40 países e
08
G E S TÃ O F L O R E S TA L
possui cinco modernas fábricas em Botucatu e Salto (SP) e em
Cabo de Santo Agostinho (PE). Conta com mais de 2 mil colaboradores e produz pisos, portas, divisórias, painéis MDP e MDF,
chapas de fibra de madeira e T-HDF e tintas e vernizes.
PÁGIN A
14
MONITOR AMENTOS
A M B I E N TA I S
PÁ G I N A
22
DESEMPENHO SOCIAL
PÁGIN A
26
EMERGÊNCIAS
A M B I E N TA I S
PÁ G I N A
27
CANAIS DE
COMUNICAÇÃO
PÁGIN A
U N I D A D E PA I N É I S E P I S O S – B O T U C AT U ( S P )
Este documento é um resumo das práticas adotadas
pelo Grupo Eucatex, no manejo e colheita florestal pela
Novo Prisma Agro-Florestal Ltda., e no carregamento e
transporte da madeira pela ECTX S/A.
(Nota: Até 31/03/15 a colheita era realizada pela ECTX S/A)
28
POLÍTICAS E
CERTIFICAÇÕES
FA Z E N D A J O Ã O PA U L O I I - B O T U C AT U ( S P )
A S P R O P R I E D A D E S D O G R U P O E U C AT E X
OCUPAM UMA ÁREA DE
46 MIL
H E C T A R E S,
DOS QUAIS
28 MIL
SÃO CERTIFICADOS
P E L O F S C®
E L A S E S TÃ O D I S T R I B U Í D A S E M
LOCALIZADAS NO INTERIOR
D O E S TA D O D E S Ã O PA U LO
24
36
15
FA Z E N D A S
PRÓPRIAS
FA Z E N D A S
ARRENDADAS
FA Z E N D A S
PARCEIRAS
B O T U C AT U
S A LT O
CAPÃO
BONITO
Um terço da extensão total, aproximadamente
13 mil hectares, compreende as áreas reservadas
à preservação ambiental, nas quais predomina
dois tipos característicos de vegetação: Floresta
Estacional Semidecidual e de Transição de
FLORESTAS
EUCATEX
Estacional Semidecidual – Cerrado.
Os produtos Eucatex são
reconhecidos e certificados pelo
FSC, entidade internacional que
atesta que são fabricados de
maneira responsável.
As áreas plantadas com eucalipto abastecem
as unidades fabris do Grupo com mais de 1
milhão de metros cúbicos de madeira por ano,
quantidade suficiente para a manutenção da
sustentabilidade do sistema.
F LOR E S TA S E UC AT E X
5
ÁRE A DE MANEJO
F L O R E S TA L D A N O V O P R I S M A
A REGIÃO E SUA S CAR ACTERÍSTICA S
A Unidade Florestal está presente em 19 municípios do Estado
REGIÕES
CARACTERÍSTICAS
de São Paulo, contemplando as seguintes regiões:
SALTO: 2.833,90 hectares de efetivo plantio de eucalipto, com
1.405,52 hectares de áreas de reserva natural.
Botucatu
Salto
Capão Bonito
Latitude (S)
22º48’
23º22’
24º00’
Longitude (W)
48º26’
47º18’
48º27’
750
650
702
Altitude (m)
Temperatura (oC)
Predomina a fusão de áreas urbanas entre Campinas e Soro-
Média anual
19,0
20,0
18,1
caba. A população trabalha no setor de serviços e na indústria.
Mínima mensal
média / mês
15,2 / julho
15,9 / julho
14,2 / julho
Máxima mensal
média / mês
21,9 / fevereiro
23,0/fevereiro
21,8 / fevereiro
Clima Köeppen
Cfa
Cwa
Cfb
Solos
predominantes
LV, LE, RQ
LV, PV, Cb
LE, LV, PV
Na parte rural, a instalação de condomínios pressiona as áreas
florestais e agrícolas.
CAPÃO BONITO: 2.027,47 hectares de efetivo plantio de eucalipto, com 715,66 hectares de áreas de reserva natural. Predo-
CLIMA
Cwa = Tropical / Mesotérmico brando úmido, com 1 a 2 meses de seca
Cfa = Subtropical / Mesotérmico brando úmido, com 1 a 2 meses de seca
Cfb = Temperado / Mesotérmico brando semiúmido, sem seca
mina a agropecuária e a fruticultura.
FAZENDAS
TIPO DE FAZENDA
MUNICÍPIO
ÁREA TOTAL
(ha)
BOTUCATU: 23.096,16 hectares de efetivo plantio de eucalipto,
6
Rancho Feliz
Própria
Salto
-
Química
Própria
Salto
40,95
Boa parte da população próxima a Itatinga está envolvida na
Projeto Madeira
Própria
Salto
5,44
Coronel Delfino
Arrendamento
Anhembi
650,69
atividade econômica das empresas florestais. Em Botucatu, a
2T
Arrendamento
Avaré
385,74
Alvorada
Parceria
Anhembi
555,83
Figueira
Arrendamento
Itatinga
267,66
ACN
Arrendamento
Itatinga
408,11
Boa Esperança III
Parceria
Presidente Alves
460,04
Santa Filomena
Parceria
Avaré
1.215,03
Barra Mansa
Parceria
Anhembi
415,42
Nova Esperança
Parceria
Presidente Alves
528,10
São João do Araçai
Arrendamento
Itatinga
330,87
Estiva
Arrendamento
Botucatu
802,11
São José
Arrendamento
Bofete
257,44
3 Lagoas
Arrendamento
Angatuba
1.122,77
Burgos
Arrendamento
Bofete
186,16
Jacutinga
Arrendamento
Botucatu
139,28
Vista Alegre
Arrendamento
Tapiraí
182,68
Santa Rita
Arrendamento
Itatinga
453,77
São Benedito
Arrendamento
Bofete
233,16
Boa Vista I
Arrendamento
Avaré
79,34
Boa Vista II
Arrendamento
Avaré
93,14
Santa Catarina
Arrendamento
Bofete
174,21
3R
Arrendamento
Bofete
ocupação divide-se entre a indústria e a agricultura.
C R O Q U I D E L O C A L I Z A Ç Ã O D A S FA Z E N D A S
E U N I D A D E S FA B R I S D A E U C AT E X
Data Atualização:
31/12/2014
Distância
(km)
Botucatu
Área
total
(ha)
Plantio
(ha)
Área
reserva
(ha)
Área
APP
(ha)
191,28
2
São Pedro
Elias Fausto
23
165
539,65
439,64
34,09
44,94
20,29
0,69
Itu
25
142
837,34
581,08
129,66
76,60
41,70
8,30
Conchas
147
85
287,87
227,24
34,71
18,22
7,70
São Camilo
Arrendamento
Bofete
103,94
Humaitá
Arrendamento
Avaré
709,29
8
N. Srª.
Conceição
São Judas
Tadeu III
Carread. /
Outras
Estradas
(ha)
(ha)
Arrendamento
Itu
330,78
11
Santa Fé
Botucatu
210
50
2.432,85
1.683,87
602,68
68,43
73,27
4,60
Alvorada II
Arrendamento
Conchas
235,55
13
Santo
Agostinho
Salto de
Pirapora
76
190
571,35
494,48
15,87
27,47
32,78
0,75
Boa Vista III
Arrendamento
Conchas
165,46
16
Itatinga
190
35
1.550,42
1.010,51
349,76
127,63
59,66
2,86
Gramado
Arrendamento
Salto
74,44
São José do
Bromado
17
Santa Adelaide
Itatinga
193
36
611,02
507,96
43,39
23,64
32,22
3,81
Palmeiras
Arrendamento
Anhembi
328,68
18
Itatinga
195
40
787,74
563,79
125,76
48,48
43,63
6,08
Saltinho
Arrendamento
Itatinga
126,24
Itatinga
195
39
197,08
154,25
14,28
20,03
8,52
Itatinga
Itatinga
211
189
52
34
3.588,98
1.280,86
2.391,61
912,29
717,05
245,46
396,57
54,22
73,22
68,85
19
Vista Alegre II
Parceria
Tapiraí
159,42
Figueira II
Arrendamento
Itatinga
236,80
Monte Selvagem
Arrendamento
Botucatu
583,24
23
Ribeirão Bonito
Arrendamento
Conchas
148,19
25
Boa Vista IV
Arrendamento
Botucatu
114,49
40
Pirahy
Parceria
Itu
388,32
Itatinga
532,05
112,30
Santo Antônio
Parceria
Porto Feliz
149,84
Pinheirinho
Parceria
Porto Feliz
126,32
Vista Alegre e Luciene
Arrendamento
Avaré
134,52
Santana
Arrendamento
Itu
383,04
Ipê
Parceria
Domélia
835,17
Paulista
Arrendamento
Itu
848,45
Primavera
Parceria
Bofete
347,27
Primavera II
Arrendamento
Itu
86,08
Por do Sol
Parceria
Sorocaba
110,78
Alvorada III
Arrendamento
Itatinga
713,30
Ribeirão da Fartura
Parceria
Cerqueira César
297,73
Estância Santa Terezinha
Arrendamento
Avaré
56,23
Iracemápolis
Águas de
São Pedro
Artur
Nogueira
Limeira
21
22
41
43
44
45
47
74
85
111
42
23
Boa
Esperança II
Campos dos
Veados
Santa Irene
Avaré
Veados e
Invernadinha
Santa
Terezinha
São Francisco
de Assis
João Paulo II
Vitória
Paranapanema
Planalto
São Tomé
Liberdade
Sítio
Fernanda
Santa Isabella
Morrinhos
Total Fazendas
Manduri
Botucatu
194
38
372,51
293,51
26,11
33,14
10,36
9,39
Bofete
154
60
3.907,08
2.416,74
813,18
321,79
165,51
160,11
Botucatu
190
1
627,42
400,81
61,15
24,84
21,10
110,39
Botucatu
Capão Bonito
Capão Bonito
Capão Bonito
Capão Bonito
Avaré
201
160
199
202
200
190
20
209
251
240
249
35
299,66
2.682,79
119,88
44,85
38,28
586,28
207,48
1.852,38
103,68
39,34
32,07
467,57
52,60
456,73
3,93
1,81
2,79
57,56
21,85
246,56
3,38
0,46
26,26
9,59
87,03
5,75
2,81
1,85
25,05
4,73
40,09
1,77
0,43
1,57
9,84
Avaré
193
37
30,15
20,25
6,88
1,30
1,59
0,13
Botucatu
Botucatu
175
185
60
11
718,68
581,98
78,74
13,57
21,47
22,92
6.133,82 3.306,84 2.003,95 443,68
234,81 118,99
28.246,56 18.689,37 5.878,14 2.043,06 1.048,76 515,30
85
74
8
16
Jumirim
21
Porto
Feliz
Tatuí
Guareí
Paranapanema
4
Araçoiaba
da Serra
S orocaba
Votorantim
Alambari
Itapetininga
Salto de
Pirapora
Sarapuí
Detalhe: P. Alves
Itaberá
Pirajuí
Vi
a
Ra
Presidente
nd
Alves
on
Itapeva
Unidades
Avaí
Cidades
Nova
Campina
S
S ão Miguel
Arcanjo
Taquarivaí
Fora do escopo
Capão
Bonito
45
São
Roque
Piedade
Pilar
do S ul
Buri
Escopo
Gália
Mairinque
Alumínio
Ibiúna
13
Presidente
Alves
Itararé
Itu
Cabreú
Iperó
Capela
do Alto
Angatuba
Campina
do Monte
Alegre
S alto
Boituva
Itaí
Coronel
Macedo
Unidade
Chapas e T-HDF
2
Cesário
Lange
Quadra
Campi
Indaiatuba
Cerquilho
Torre de
Pedra
22
Taquarituba
Elias
Fausto
Rafard
Tietê
P orangaba
19
23
Capivari
Laranjal
Paulista
Pereiras
Pardinho 25
Bofete
18
Monte
Mor
Mombuca
Conchas
Itatinga
17
Rio das
S altinho Pedras
11
42
40
Arandu
7,81
0,04
Itatinga
Anhembi
Cerqueira
César
S anta
Bárbara
Americana
d'Oeste
Paulínia
Nova
Odessa
Sumaré
Hortolândia
Piracicaba
Unidade
111 Painéis e Pisos
41
Avaré
Santa Rosa
Cabreúva
S ão
Pedro
Engenheiro
Coelho
Cordeirópolis
Santa
Gertrudes
Charqueada
Cosmópolis
Pratânia
Águas de
Santa
Bárbara Iaras
Óleo
DISTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS POR FAZENDA - ESCOPO FSC
Distância
(km) Salto
Parceria
S anta
Maria da
Serra
São
Manuel
Município
Arrendamento
Rio
Claro
Ipeúna
Areiópolis
Fazendas
Fênix
Torrinha
Igaraçu
do Tietê
Lençóis
Paulista
Borebi
Mineiros
do Tietê
Barra
Bonita
Agudos
Macatuba
Cód
Santa Clara
Piratininga
Cabrália
Paulista
4
SUMÁRIO P ÚB LI CO 2015
SOLO
LV = Latossolo Vermelho Amarelo
LE = Latossolo Vermelho Escuro
PV = Argissolo Vermelho Amarelo
RQ = Neossolo Quartzarênico
Cb = Cambissolo
com 11.229,22 hectares de áreas de reserva natural.
FORA DO ESCOPO DA CERTIFICAÇÃO
J
47
44
Tapiraí
43
Ribeirão
Grande
F LOR E S TA S E UC AT E X
7
FA Z E N D A J O Ã O PA U L O I I - B O T U C AT U ( S P )
O C I C L O S U S T E N TÁV E L
D A F L O R E S TA
VIVEIRO
DE MUDAS
EXPEDIÇÃO
DAS MUDAS
CONTROLE DE
QUALIDADE
PRODUÇÃO
DE MUDAS
PREPARO
DO SOLO
E PLANTIO
PROGRAMA DE
MELHORAMENTO
GENÉTICO
PREPARAÇÃO
PARA UM
NOVO
PLANTIO
CASA DA
N AT U R E Z A
SEGURANÇA
DO TRABALHO
ARRENDAMENTO
E PARCERIA
F L O R E S TA L
TRANSPORTE
E ABASTECIMENTO
D A S FÁ B R I C A S
RELACIONAMENTO
COM PARTES
INTERESSADAS
ADUBAÇÕES
DE COBERTURA
MONITORAMENTO
A M B I E N TA L
MONITORAMENTO
NUTRICIONAL
CONTROLE DE
QUALIDADE
C O L H E I TA
ÁREA DE
PLANTIO
I N V E N TÁ R I O
F L O R E S TA L
TECNOLOGIA E
M E L H O R A M E N T O F L O R E S TA L
SANIDADE
F L O R E S TA L
Hoje, são plantados quatro clones híbridos de urograndis
(eucalipto). A diversidade de materiais genéticos produzidos no
Consiste na pesquisa de materiais genéticos para a seleção dos
Viveiro é determinada pela Política Clonal Florestal, adotada
melhores indivíduos. A experimentação se dá em campo nas di-
como parte da sustentabilidade das plantações florestais, evi-
versas regiões da empresa, buscando materiais genéticos mais
GESTÃO
tando plantios monoclonais em campo. A empresa não trabalha
produtivos, naturalmente resistentes a pragas e doenças e com
com organismos geneticamente modificados.
FLORESTAL
como densidade básica da madeira e teores de casca adequados.
as características específicas desejadas pelas unidades fabris,
É necessário o aprimoramento constante do manejo florestal,
para isso, são desenvolvidas pesquisas nas áreas de nutrição, pra-
Os materiais clonais são selecionados pela plasticidade em dife-
gas, doenças e atividades correlatas ao manejo, a fim de garantir
rentes condições ambientais, não havendo restrições de adapta-
a evolução e a manutenção da produtividade. Além de buscar
bilidade nas áreas de plantio. Os resultados obtidos geram maior
novas tecnologias, essas pesquisas dão apoio técnico às áreas
capacidade produtiva e otimização da produção de madeira em
operacionais.
distintas condições de sítio.
GE S TÃ O F LOR E S TA L
9
VIVEIRO DE MUDAS - BOFE TE (SP)
FA Z E N D A S A N TA I R E N E - I TAT I N G A ( S P )
V I V E I R O F L O R E S TA L
S I LV I C U LT U R A
Localizado no município de Bofete, o Viveiro Florestal é res-
A implantação da silvicultura contempla a preparação da área
ponsável pela produção de mudas de eucalipto destinadas à
e do solo, a adubação e o plantio, de modo a garantir o cresci-
formação das florestas da Eucatex. O sucesso da implantação
mento homogêneo das mudas no campo.
e o desenvolvimento dos povoamentos florestais são, em gran-
A empresa utiliza técnicas de cultivo mínimo, sem uso de quei-
de parte, dependentes da qualidade das mudas utilizadas no
mada, que asseguram menor impacto ao solo e a permanência
plantio, justificando, assim, todos os cuidados a elas dedicados
de resíduos vegetais na superfície, gerando matéria orgânica e
durante a formação no Viveiro.
contribuindo para a diminuição de riscos erosivos.
Por outro lado, o manejo do Viveiro deve ser efetuado para
atender a quantidade de mudas requeridas para plantio dentro
PLANTIO X CONDUÇÃO
dos prazos preestabelecidos, de forma a não acarretar descon-
0
100
tinuidade ou perda das operações de preparo de solo realizadas no campo.
80
57
Percentagem (%)
PRODUÇÃO DE MUDAS
10
8,8
Unidade (milhões)
8
6
6
5,2
4,7
60
100
94
40
43
20
4
0
2
2012
2013
2014
Condução
0
2012
2013
Plantio
2014
Real
Controle (mín)
DEFINIÇÃO DA S UNIDADE S
DE MANEJO E PL ANTIO
M A N U T E N Ç Ã O F L O R E S TA L
S A N I D A D E F L O R E S TA L
O Programa Sanidade Florestal (PSF) estabelece medidas
Nas áreas destinadas ao plantio, é definida, por meio de levan-
Após o plantio, os monitoramentos de pragas,
doenças, mato-competição e adubações e
as manutenções são realizados conforme
definição prévia do manejo florestal.
tamentos pedológicos e outras análises, a aptidão natural ao
cultivo do eucalipto e as extensões reservadas à preservação
e malha viária. Com base nessas características, determina-se
o manejo florestal, proporcionando às mudas o seu crescimento, assim como a mais adequada condição de desenvolvimento
das florestas, melhor produtividade e sustentabilidade do site.
3,00
plantação e a manutenção da malha viária e a conservação do
2,50
objetivo de levantar os pontos críticos que deverão ser estudados, para estabelecer soluções próprias para cada caso.
São construídos pontes, camalhões, aterros e drenos para as
águas das chuvas e a regularização de leitos, para proporcionar o tráfego adequado dos veículos e evitar perdas de solo.
10
MOSAICO DE IDADE S
E DE CONFORMAÇÃO
ças, e o favorecimento da paisagem. Além disso, os plantios da
tamento da necessidade de manutenção, quantificando áreas e
empresa respeitam as curvas dos fragmentos de mata nativa,
distâncias para dimensionamento e cotação das obras, princi-
delimitados pelas reservas de vegetação nativa e Áreas de Pre-
palmente antes da época de colheita.
servação Permanente.
SUMÁRIO P ÚB LI CO 2015
grado de pragas e doenças.
dos riscos relacionados ao uso de defensivos. A Eucatex
1,50
sempre prioriza alternativas de controle biológico e o
1,00
emprego racional de defensivos, e utiliza esse recurso
0,50
somente quando não é possível outro meio de controle.
0,00
2013
2014
O plantio é realizado de forma a obter um mosaico com dife-
Além das inspeções periódicas, anualmente efetua-se o levan-
civos, sendo fundamentado nas técnicas do manejo inte-
reforçam a preocupação da empresa quanto à redução
2012
rentes idades para garantir maior resistência a pragas e doen-
dispersão e de danos provocados por agentes bióticos no-
dido junto às instituições públicas e privadas de pesquisa
2,00
solo, atentando-se para as variações ao longo do trajeto, com o
intervenção para a redução dos riscos de introdução, de
A estratégia adotada pelo Programa e o esforço empreen-
DOSAGEM DE QUÍMICOS
Neste momento, também são realizados o planejamento, a im-
e ações de prevenção e controle, definindo as bases de
Seu uso considera os aspectos legais e a segurança dos
colaboradores e do ambiente. Quanto aos defensivos proi-
Fungicidas (L/ha)
Pós-emergentes (L/ha)
bidos pelo FSC, a empresa utiliza apenas aqueles para os
Pós-emergentes (kg/ha)
Pré-emergentes (L/ha)
quais são concedidas derrogações, e, neste caso, há a obe-
Inseticidas
Formicidas (kg/ha)
diência de todas as condicionantes estabelecidas.
GE S TÃ O F LOR E S TA L
11
I N V E N TÁ R I O F L O R E S TA L
LOGÍSTICA
O Inventário Florestal é realizado nas áreas plantadas
A logística é realizada por empresas parceiras especializadas. A
para determinar o estoque de madeira existente e acom-
definição da rota é planejada com antecedência e o transporte
panhar o crescimento anual das florestas. Eles são de dois
ocorre 24 horas por dia, todos os dias da semana.
tipos: inventário contínuo e inventário pré-corte.
Os caminhões possuem placas informando os canais de comunicação da Eucatex, para facilitar o contato com a empresa.
INVENTÁRIO CONTÍNUO: efetuado a partir do segundo ano
do plantio, busca levantar o estoque de madeira existente
no ano medido. Com essa informação e o histórico de medição, é possível estabelecer as curvas de crescimento das
florestas. Esses dados são utilizados para abastecimento
INCREMENTO MÉDIO ANUAL (IMA)
do Planejamento Plurianual e Estratégico da empresa, que
60,00
ao plantio e à autossuficiência na produção de madeira.
50,00
INVENTÁRIO PRÉ-CORTE: é feito no último ano do plantio,
cerca de um mês antes da colheita, com maior intensidade
amostral, para obter uma melhor estimativa do volume a
ser colhido na área.
IMA (m3/ha/ano)
visa fornecer os volumes e as áreas destinados à colheita,
49,72
49,29
51,30
2013
2014
40,00
30,00
20,00
10,00
0,00
2012
Controle (mín)
Real
C O L H E I TA F L O R E S TA L
FA Z E N D A M O R R I N H O S - B O T U C AT U ( S P )
Toda a produção florestal é
transportada para as unidades
fabris do Grupo Eucatex,
localizadas nas cidades de Salto e
Botucatu (SP), para fabricação de
painéis de madeira reconstituída.
A atividade inicia-se em florestas que atingiram idade entre seis e
sete anos, definidas previamente pelo Planejamento Estratégico.
O corte e a derrubada são realizados com máquinas florestais,
e nos locais onde não é possível, são feitos de forma semimecanizada, com motosserra. Na sequência do processo, acontece
o desgalhamento, arraste ou remoção das árvores, traçamento,
empilhamento dos toretes e, depois disso, a madeira é transportada para as unidades fabris.
S A LVA G U A R D A D O S
AT I V O S F L O R E S TA I S
As fazendas são monitoradas por meio de rondas diárias executadas pelos caseiros, e quando há uma ocorrência ambiental
(caça, pesca, invasão, entre outros), é registrado um boletim de
ocorrência ambiental para solução imediata. Para reforçar a
salvaguarda dos ativos e dos atributos ambientais neles existentes, placas educativas estão fixadas em pontos estratégicos
das propriedades.
A colheita é efetuada em mosaico em áreas previamente defi-
CADEIA DE CUSTÓDIA DO MANEJO
nidas, minimizando os impactos ambientais nas microbacias e
O manejo florestal é efetuado por empresas do Grupo Eucatex
bacias de drenagem locais. Um microplanejamento da opera-
desde o início até a entrega da madeira nas fábricas. A Novo
ção é realizado na área, verificando-se no percurso os principais
Prisma realiza as operações desde a etapa de melhoramento
pontos onde as pilhas de madeira serão depositadas. A definição
até a colheita florestal, e a ECTX S/A é responsável pelas opera-
prévia da localização das pilhas, durante a operação de baldeio,
ções de carregamento e transporte da madeira. Todo o proces-
e a manutenção e o cascalhamento das estradas permitem que
so é controlado por meio do sistema de cadeia de custódia do
o transporte da madeira seja feito sem dificuldades e no tempo
manejo de plantações florestais.
previsto.
CUSTOS
OPERACIONAIS 2014
4 3,O3%
S I LV I C U LT U R A
34,87%
TRANSPORTE
As áreas colhidas são reformadas em um novo plantio ou conduzidas para rebrota dos tocos.
Volume (m3)
COLHEITA
DE MADEIRA
1.400.000
1.200.000
1.000.000
800.000
600.000
400.000
200.000
0
1.255.000
1.081.256
2 2 ,1O%
C O L H E I TA
2012
Real
12
SUMÁRIO P ÚB LI CO 2015
1.075.372
2013
2014
Controle (mín)
GE S TÃ O F LOR E S TA L
13
PA L M I T O J U Ç A R A ( E u t e r p e e d u l i s ) N A Á R E A D E
A LT O VA L O R D E C O N S E R VA Ç Ã O D A FA Z E N D A
S A N TA T E R E Z I N H A - B O F E T E ( S P )
Todos os recursos naturais
(água, ar, solo, fauna e flora)
são monitorados conforme os
processos descritos a seguir:
FLOR A
Seu objetivo é inventariar, analisar, sistematizar e disponibilizar informações da cobertura vegetal das áreas de conservação das fazendas (análise da paisagem), para subsidiar práticas
de manejo ambiental adotadas pela empresa com vista à manutenção da biodiversidade e dos recursos naturais associados.
D E S S E TOTA L
ANALISADO,
DAS ÁREAS PRÓPRIAS
DA EMPRESA,
7 . 9 5 4,6 8 ha
23%
SÃO COBERTOS
P O R V EG E TA Ç Ã O
D O B I O M A M ATA
AT L Â N T I C A
67
%
OS
R E S TA N T E S S Ã O
FORMADOS POR
CAMPOS, CAMPOS
ÚMIDOS E ÁREAS
EM PROCESSO DE
RECUPERAÇÃO
SÃO COMPOSTOS POR
ÁREAS DE PRESERVAÇÃO
PERMANENTE E RESERVA,
SENDO QUE,
EM 2O14, FORAM
I N V E N TA R I A D O S
5 . O 5 9 ,9 8 ha
1O%
P O R V EG E TA Ç Ã O
DO BIOMA
CERRADO
ÁREA DE VEGETAÇÃO
CARACTERIZADA
R E C U P E R A Ç Ã O A M B I E N TA L
7.000
Por meio do monitoramento das áreas de conservação é pos-
6.000
sível identificar aquelas com necessidade de recuperação
5.000
ambiental e indicar medidas para a restauração gradativa da
de Monitoramento de Flora, que apresenta ações para promover a contenção de processos erosivos, a proteção da Área de
MONITORAMENTOS
AMBIENTAIS
Alto Valor de Conservação, a eliminação de espécies exóticas
invasoras em Áreas de Preservação Permanente e reserva e a
aceleração do avanço dos estágios sucessionais da vegetação.
3.846
Área (ha)
vegetação. As medidas necessárias são apontadas no Sistema
5.060
4.000
3.242
3.000
2.000
1.000
0
2012
2013
2014
Real
Controle (mín)
M ON ITOR A M E N TOS A M B IE N TA IS
15
E S P É C I E S AV I S TA D A S N A S Á R E A S D E M A N E J O F L O R E S TA L D A E U C AT E X ,
I N S E R I D A S N A L I S TA D E A M E A Ç A D O E S TA D O D E S Ã O PA U L O E N A L I S TA
DE AME AÇA DO BRASIL:
FA U N A
O objetivo é avaliar a biodiversidade nas florestas naturais remanescentes e o impacto que o manejo florestal pode ter sobre
considerando a compreensão regional, sendo desenvolvidos
nas cinco regiões de atuação da Unidade Florestal. Para complementação e comparação dos dados, utiliza-se a metodologia Carômetro, em que os avistamentos de fauna são registra-
Mastofauna
dos pelos colaboradores durante suas atividades.
NOME POPULAR
NOME CIENTÍFICO
Tamanduá-bandeira
fauna encontradas nas áreas da empresa
SP
BR
Myrmecophaga tridactyla
AM
VU
corresponde a 5,7% da mastofauna na-
VU
cional (PAGLIA et al, 2012) e 17,3% da es-
Anta
Tapirus terrestris
AM
Veado-mateiro
Mazama americana
AM
Cateto, caititu
Pecari tajacu
QA
Queixada, porco-do-mato
Tayassu pecari
AM
Barbado, bugio
Alouatta guariba
Macaco-prego
Sapajus nigritus
QA
Lobo-guará
Chrysocyon brachyurus
AM
VU
Raposinha, Graxaim
Lycalopex vetulus
AM
VU
Jaguatirica
Leopardus pardalis
AM
Gato-do-mato-pequeno
Leopardus tigrinus
AM
EN
Gato-maracajá
Leopardus wiedii
AM
VU
AM
VU
Onça-parda
Puma concolor
Gato-mourisco
Puma yagouaroundi
Ariranha
Pteronura brasiliensis
tadual (VIVO et al, 2011). A constatação
VU
desses valores e a presença de espécies
CR
ameaçadas e de mamíferos de médio e
naturais oferecem um bom suporte para
a fauna local, e que o manejo não tem
VU
AM
grande portes demonstram que as áreas
VU
causado grandes impactos a ela.
Além do monitoramento constante, algumas medidas de proteção são empre-
Paca
Cuniculus paca
QA
gadas pela empresa: vigilância patrimo-
37
157
9
Jacupemba
Penelope superciliaris
QA
Cabeça-seca
Mycteria americana
QA
nial, sinalização de proibição de caça e
Papagaio-verdadeiro
Amazona aestiva
QA
M A S T O FA U N A
A V I FA U N A
H E R P E T O FA U N A
DA
DA
DA
ESPÉCIES
Avifauna
SENDO
AT É 2 O 1 4 FO R A M
D E T EC TA D A S
2O3
O número total de espécies da masto-
AMEAÇA
a biota. O levantamento e a análise da fauna são elaborados
pesca, sistema de controle a incêndios
Uí-pi
Synallaxis albescens
QA
florestais, colheita em sistema de mosai-
Soldadinho
Antilophia galeata
QA
Urubu-rei
Sarcoramphus papa
AM
co, favorecimento da conectividade en-
Araponga
Procnias nudicollis
AM
Bico-de-pimenta
Saltatricula atricollis
AM
Pixoxó
Sporophila frontalis
AM
tre remanescentes naturais e conscientização ambiental junto às comunidades e
AM
colaboradores.
AM - Ameaçada de extinção; QA - Quase ameaçada; VU - Vulnerável;
EN - Em perigo de extinção; CR - Criticamente em perigo.
DENTRE ELAS,
2 5 E S TÃ O A M E A Ç A D A S
DE EXTINÇÃO
ESPÉCIES AVISTADAS
AVISTAMENTO DE ESPÉCIES AMEAÇADAS
180
30
25
157
160
140
18
20
133
120
Unidade
Unidade
25
15
100
80
60
10
6
40
5
20
0
0
2012
2013
2014
2012
Avifauna
16
37
34
24
22
SUMÁRIO P ÚB LI CO 2015
2013
Mastofauna
2014
JUANGI D
UA
ATD IER PA
I C AI N É I S E P I S O S – B O T U C AT U ( S P )
Leopardus pardalis
M ON ITOR A M E N TOS A M B IE N TA IS
17
Á R E A D E A LT O VA L O R
D E C O N S E R VA Ç Ã O
Área de Alto Valor de Conservação
(AAVC) é aquela que possui valores ambientais e/ou sociais extraordinários. A
Novo Prisma possui uma AAVC na Fazenda Santa Terezinha, em Bofete, ocu-
nitoramento de fauna, que demonstra
ma, a empresa fiscaliza periodicamente
que a Fazenda Santa Terezinha possui
a AAVC, inibindo a ação de pessoas es-
os maiores números de avistamentos de
tranhas, bem como instala placas com
avifauna e mastofauna das regiões de
avisos de proibição de caça e pesca e
atividades florestais da empresa.
indicativas da importância da área, e
total. São três os Altos Valores de Con-
lacionadas a fatores humanos, seja pela
servação (AVC) definidos para a AAVC:
invasão para caça e pesca, pela soltura
pulação de Euterpe edulis, espécie ameaçada de extinção. O desenvolvimento
da população é monitorado e feita a
Indivíduos/ha
nacional: existe na área uma grande po-
comparação com a bibliografia.
3.600
4.000
3.500
3.000
2.500
2.000
1.500
1.000
500
0
sagem, de significância global, regional
Área (ha)
da maioria, ou de todas as espécies nadistribuição e abundância: a área é um
dos maiores fragmentos de vegetação
preservada do município.
AVC 4 - Área que fornece serviços am-
N
O
portante manancial da região. Em um de
80
dos de conservação do solo e recomposição da vegetação de seu entorno.
Percentagem (%)
100
para sua estabilização, por meio de méto-
2014
367
367
367
2012
2013
2014
ESTABILIZAÇÃO DA VOÇOROCA
área engloba o Ribeirão da Água Fria, im-
a partir de 2007, foram realizadas ações
L
S
400
350
300
250
200
150
100
50
0
bientais básicos em situações críticas: a
seus afluentes existe uma voçoroca, onde,
manejo florestal no seu entorno.
ÁREA COBERTA POR VEGETAÇÃO
DE MATA ATLÂNTICA E CERRADO
ou nacional, onde populações viáveis
turais, ocorrem em padrões naturais de
tância da AAVC e os cuidados durante o
M A PA D E L O C A L I Z A Ç Ã O D A A AV C :
3.613
2013
AVC 2 - Área extensa em nível de pai-
orienta os colaboradores sobre a impor-
DESENVOLVIMENTO DA POPULAÇÃO DE
PALMEIRA JUÇARA (Euterpe edulis)
diversidade em nível global, regional ou
100
100
100
AAVC
Fazenda Santa Terezinha
Bofete/SP
60
Área Total:
40
AAVC: 603,59 ha
20
Faz. Santa Terezinha: 3.907,08 ha
0
2012
Real
SUMÁRIO P ÚB LI CO 2015
manejo florestal no entorno. Dessa for-
As principais ameaças à AAVC estão re-
significativa de valores relativos à bio-
18
de animais domésticos e gado, ou pelo
também pela análise dos dados do mo-
pando 603,59 ha, 15,54% de sua área
AVC 1 - Área contendo concentração
P R O G R A M A D E E D U C A Ç Ã O A M B I E N TA L
N O R I B E I R Ã O D ’Á G U A F R I A - FA Z E N D A
S A N TA T E R E Z I N H A - B O F E T E ( S P )
A importância dessa área é perceptível
2013
2014
Controle (mín)
M ON ITOR A M E N TOS A M B IE N TA IS
19
RECURSOS HÍDRICOS
AT E N D I M E N T O À
LEGISL AÇÃO
Os indicadores da qualidade da água são verificados em pontos
do sistema de captação e drenagem, e em outros pontos inter-
Certifica-se de que a legislação relacionada às ques-
nos de amostragem, assegurando condições similares entre as
tões ambientais, trabalhistas, previdenciárias, tribu-
águas captadas e devolvidas aos rios.
tárias e fiscal e os Tratados e Acordos Internacionais
sobre diversidade biológica e da Organização Internacional do Trabalho são de conhecimento de todos,
São realizados sete tipos de análises, que avaliam
a presença de defensivos químicos, a potabilidade,
a toxicidade, dentre outros requisitos em
atendimento às legislações pertinentes.
desde a alta direção até os trabalhadores rurais, utilizando dispositivos de atendimento para aqueles que
são aplicáveis ao negócio.
ATENDIMENTO AOS REQUISITOS LEGAIS
MONITORAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS
100
100
100
2013
2014
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
100
100
100
90
80
Percentagem (%)
Percentagem (%)
100
70
60
50
40
30
20
2012
2013
10
2014
0
2012
Meta
Real
ASPECTOS E
I M PA C T O S A M B I E N TA I S
A Eucatex procura garantir que as emissões atmosféricas dos
equipamentos que transitam nas fazendas da empresa estejam
de acordo com níveis estabelecidos pela legislação federal, as-
Os resíduos provenientes das atividades florestais são
segurando que a qualidade do ar não seja nociva ou ofensiva
destinados de forma correta e encaminhados a fornece-
à saúde, e conveniente ao bem-estar das pessoas e da fauna.
dores qualificados. Na condução das atividades florestais,
A alteração da paisagem está definida
a empresa faz o controle de resíduos de acordo com o
como aspecto significativo nas ativida-
Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Com isso,
des de corte semimecanizado e meca-
estabelece os princípios básicos da minimização, identi-
nizado da área de colheita. Os aspectos
Os solos utilizados nas atividades silviculturais são monitora-
ficando e descrevendo as ações relativas ao seu manejo
e impactos ambientais estão disponíveis
dos e estudados por meio de mapeamento pedológico, a fim de
adequado, levando em consideração os aspectos referen-
para os colaboradores próprios e ter-
obter dados que indiquem técnicas adequadas para o manejo
tes a todas as etapas, compreendidas por: geração, acon-
ceiros em forma de tabelas ou banners.
florestal, a preservação e a produção de madeira, bem como
dicionamento, identificação, coleta, transporte interno,
Neles, os colaboradores podem identi-
de garantir sua conservação. Diariamente, os caseiros fazem
armazenamento temporário e destinação final ambien-
ficar quais são os aspectos e impactos
rondas para prevenir e identificar a formação de pequenas ero-
talmente adequada e devidamente licenciada pelo órgão
gerados por suas atividades e quais as
sões, realizando a devida intervenção, caso necessário.
ambiental competente.
formas de controle adotadas.
SOLO
20
RE SÍDUOS
SUMÁRIO P ÚB LI CO 2015
ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS
100
23
80
Percentagem (%)
AR
Os aspectos significativos
e não significativos são
identificados por área e
os impactos são definidos
de acordo com a escala, a
severidade e a probabilidade.
43
43
60
Não significativos
77
40
57
57
2012
2013
Significativos
20
0
2014
M ON ITOR A M E N TOS A M B IE N TA IS
21
E D U C A Ç Ã O A M B I E N TA L
A Novo Prisma conduz há mais de 15 anos o Programa de Edu-
cheiro e do frescor da mata, das cores ao redor e do tatear das
cação Ambiental (PEA), com o objetivo principal de desenvolver
folhas, troncos e raízes.
e disseminar conceitos sobre a preservação do meio ambiente
e a importância do manejo responsável das florestas plantadas.
Os estudantes de Bofete participam de atividades lúdicas na
Casa da Natureza, em trilhas que passam por trechos de flores-
O PEA é realizado em parceria com as secretarias de Educação
tas plantadas e na Trilha d´Água Fria, localizada numa Área de
de Bofete e Salto, e o público-alvo são estudantes de 5º e 6º
Alto Valor de Conservação da Fazenda Santa Terezinha, em Bo-
anos da rede pública de ensino. Eventualmente, são recebidos
fete. Os estudantes de Salto participam de atividades no Parque
estudantes de outros municípios da região de Bofete e grupos
de Lavras, parque municipal instalado às margens do Rio Tietê.
diversos, como escoteiros, universitários, pessoas com necessidades especiais da terceira idade.
O programa transmite a importância da preservação, do respeito ao meio ambiente e a preocupação da empresa com o
manejo florestal responsável e em colaborar na formação de
alunos e educadores. Os principais assuntos abordados são:
biodiversidade, fauna, flora, recursos hídricos e manejo florestal
Desde 1999, ano de início do
Programa, já foram recebidos
mais de 22 mil visitantes.
PARTICIPANTES DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
1.200
A metodologia é baseada em expedições pedagógicas, nas
1.000
quais o estudante tem a oportunidade de conhecer e explorar
800
recursos de áreas naturais da região onde mora. As atividades
possuem grande potencial educativo, pois otimizam a assimilação e a permanência dos conteúdos conceituais e despertam
a curiosidade dos participantes, que são estimulados sensitivamente por meio do canto dos pássaros e do ruído das águas, do
Unidade
responsável, entre outros.
1100
733
600
400
233
200
0
2012
Real
Controle (mín)
2013
2014
SAÚDE E SEGUR ANÇA
Manter a integridade física e mental de todos os colaboradores por meio do cumprimento de normas, procedimentos e requisitos legais, além da realização de programas
de treinamento, conscientização e prevenção. Os acidentes/incidentes são inventariados nas áreas florestais por
meio de controles estatísticos que subsidiam a implantação de programas de treinamento, visando minimizar/
anular as principais causas de acidentes de trabalho.
ESTATÍSTICAS DE ACIDENTES
250
DESEMPENHO
200
SOCIAL
150
212
197
GER AÇÃO DE EMPREGO
96
100
A Unidade Florestal da Eucatex gera empregos diretos e indiretos que proporcionam desenvolvimento social e econômico
50
T R I L H A D ’Á G U A F R I A
FA Z E N D A S A N TA T E R E Z I N H A - B O F E T E ( S P )
0
18
11
2012
Número de Acidentes
11
7
2013
16
10
2014
para as comunidades onde está inserida. Também estimula a
economia local com a criação indireta de empregos no setor de
hotelaria e serviços, por exemplo.
Taxa de Gravidade
Taxa de Frequência
DE S E M P E N H O S OC IA L
23
G E S TÃ O D E C O N T R AT O S
DE TR ABALHO
I M PA C T O S
SOCIOECONÔMICOS
A Eucatex contempla em sua gestão de contratos
A empresa promove o engajamento junto às comunidades do
de trabalho o cumprimento dos acordos cole-
entorno das áreas de manejo florestal, para, com elas, compre-
tivos por terceiros e clientes compradores
GRAU DE ESCALA DE IMPACTOS
SOCIOECONÔMICOS NAS COMUNIDADES 2015
Plantio próximo às linhas de
transmissão de energia
1,3
ender as questões socioeconômico-ambientais que as afligem.
Motores e tráfego de máquinas
1,3
de madeira em pé que atuam em áreas
Com isso, identifica as situações causadas ou agravadas pelo
da empresa; o cumprimento da legis-
manejo florestal e pelo transporte de madeira, e realiza planos
Colisão de caminhões de
transporte de madeira com
cercas e muradas de fazendas
lação trabalhista e previdenciária,
de prevenção, eliminação, abrandamento ou mitigação das fon-
inclusive dos encargos incorridos; a
tes de origemPiratininga
dos problemas e de seus efeitos.
Cabrália
Paulista
geração e manutenção do emprego,
Macatuba
face à sazonalidade das atividades
U N I D A D E S D E P R O D U ÇBorebi
à O - E U C Lençóis
AT E X
Paulista
E POVOS INDÍGENA S E TR ADICIONAIS
de silvicultura; a compatibilidade da
remuneração de próprios e terceiros;
12,3
Tráfego de caminhões
Torrinha
36,6
0
S anta
Maria da
Serra
Igaraçu
do Tietê
Ipeúna
5
10
Charqueada
S ão
Pedro
rização da contratação de mão de obra regio-
Manduri
Vitoriana
Botucatu
Avaré
Essas medidas têm como objetivo a racionalização de passivos
Anhembi
Arandu
trabalhistas, do controle de rotatividade e da situação tributá-
8
Pardinho 25
Bofete
Itatinga
74
7
18
Conchas
Artur
Nogueira
21
Porto
Feliz
Quadra
Itaí
3,00
Taquarituba
COMUNICAÇÃO
S O C I O A M B I E N TA L
1,65
1,50
Coronel
Macedo
reuniões públicas.
2014
Controle (máx)
INVE STIMENTO EM
RECURSOS HUMANOS
Os treinamentos são planejados anualmente, de acordo com o
cronograma das áreas, para assegurar o constante conhecimento e aprimoramento do desempenho das atividades e a motivação dos colaboradores, a fim de garantir o desenvolvimento
de potencial para os processos de sucessão nos diversos níveis.
Dentre os treinamentos existentes estão: Integração de Segu-
Quilombola
Canfundó
Essa comunicação pode acontecer de forma proativa e
reativa. Ocorre de forma proativa quando é planejada e
conduzida pela empresa para engajar as partes interes-
Taquarivaí
Não há comunidades Itapeva
tradicionais ou
povos indígenas na área de influência
Nova
Itararé
Campina
direta do manejo florestal
e das rotas
de transporte de madeira da empresa.
Mairinque
Alumínio
Salto de
Pirapora
São
Roque
V
G
P
Ibiúna
Piedade
Pilar
Buri
nentes, por meio de diálogos, conversações, consultas ou
0,00
Votorantim
A Comunicação Socioambiental é realizada para promoItaberá
Pi
do
J
S orocaba
13
sadas sobre questões socioeconômico-ambientais perti-
0,50
Itapetininga
Sarapuí
ver entendimentos da empresa com suas partes interes-
1,00
Araçoiaba
da Serra
Alambari
do S ul
Detalhe: P. Alves
Ferreira
das Almas
Capão
Bonito
45
47
44
Brás
S ão Lo
d
S ão Miguel
Arcanjo
43
Pirajuí
Vi
a
Ra
Presidente
nd
Alves
Juquiti
Tapiraí
on
Gália
Unidades
Comunidades
Avaí
Ribeirão
Grande
Cidades
Escopo
Terra Indígena
Arariba
Fora do escopo
sadas e, com elas, identificar problemas e oportunidades
e pactuar planos, soluções e proposições.
É reativa quando a empresa recebe uma demanda da
parte interessada (reivindicação, reclamação, solicitação,
recomendação, infração, intimação, penalidade, autuação) e precisa avaliá-la, respondê-la e acompanhá-la.
A P I C U LT U R A
O projeto tem como objetivos o uso múltiplo dos produtos da floresta e a geração
de renda para as famílias de comunida-
PRODUÇÃO
DE MEL
EM 2O14
des das áreas de atuação florestal.
rança e Operacional, Preparação e Atendimento à Emergência,
Consiste no estabelecimento de parce-
Gincana de Conscientização Ambiental, além de outros relacio-
rias com apicultores para a produção de
nados às áreas de viveiro, silvicultura e colheita.
mel, por meio da exploração de pasto
apícola nas fazendas da empresa.
ÁREA ARRENDADA PARA
PASTO APÍCOLA
Área (ha)
2,50
Campina
do Monte
Alegre
Cabreúva
Araça
Capela
do Alto
Angatuba
Itupe
Itu
4
Iperó
V
V
Lou
S alto
Boituva
Tatuí
Jag
Campinas
Unidade
Chapas e T-HDF
2
Cesário
Lange
Guareí
Holam
Indaiatuba
Cerquilho
P orangaba
22
Elias
Fausto
Rafard
Tietê
Torre de
Pedra
M
Monte
Mor
Jumirim
São Roque
Novo
Paranapanema
TURN OVER COLABORADORES
NOVO PRISMA (BOTUCATU)
Engenheiro
Coelho
Limeira
Capivari
Laranjal
Paulista
Pereiras
16
19
23
os direitos dos colaboradores sejam cumpridos.
41.8OO kg
18.000
16.000
14.000
12.000
10.000
8.000
6.000
4.000
2.000
0
15.942
2012
Real
SUMÁRIO P ÚB LI CO 2015
40
Mombuca
Morro
Grande
85
ria das empresas prestadoras de serviço, visando garantir que
24
35
S anta
Bárbara
Americana
d'Oeste
Paulínia
Nova
Odessa
Sumaré
Hortolândia
Rio das
S altinho Pedras
Piapara
11
42
40
Cerqueira
César
regionais e, onde possível, a equiparação de benefícios.
Real
Iracemápolis
Águas de
São Pedro
Piracicaba
Unidade
111 Painéis e Pisos
41
Óleo
nal; a priorização de aquisições de bens e serviços
2013
30
Cosmópolis
Pratânia
Águas de
Santa
Bárbara Iaras
caso de desligamentos substanciais; a prio-
1,50
20
Cordeirópolis
Santa
Gertrudes
São
Manuel
mitigação de impactos, em eventual
2,00
15
Rio
Claro
25
Areiópolis
a adoção de medidas apropriadas de
Taxa
Plantio próximo e alto
Mineiros
do Tietê
Barra
Bonita
Agudos
5,8
15.942
15.942
2013
2014
Meta
DE S E M P E N H O S OC IA L
25
EMERGÊNCIAS
CANAIS DE
AMBIENTAIS
COMUNICAÇÃO
A Eucatex possui um sistema interno de prevenção, fundamental
Para os casos de emergências envolvendo produtos químicos, a
A Eucatex mantém vários canais de co-
para que sejam minimizados os riscos de incêndios florestais. Os
Eucatex possui kits em pontos estratégicos, fluxograma de aten-
municação com as comunidades do en-
mecanismos aplicados promovem a segurança pessoal, do am-
dimento a emergências, disponibilização de canal de comunica-
torno de suas fazendas e outras partes
biente natural e do patrimônio florestal. Quando não é possível
ção gratuito por meio do 0800 e treinamento e conscientização
interessadas. São eles:
evitar o incêndio, o combate a ele deve ser imediato, a fim de re-
para os colaboradores que atendem esse tipo de emergência.
duzir ao mínimo os danos e prejuízos que possam ser causados.
Os eventos classificados como emergências ambientais recebem tratamento específico, definidos pela empresa e descritos
ÁREA ATINGIDA
POR INCÊNDIOS
em procedimentos operacionais. Para prevenir e controlar os
250
kits com informações emergenciais em pontos estratégicos; si-
200
ção dos colaboradores e comunidades locais; disponibilização
50
incêndio pode causar.
SUMÁRIO P ÚB LI CO 2015
INTRANE T
SITE
169,32
100
buição de materiais informativos contendo os impactos que um
251,68
150
lista de telefones dos responsáveis pelas brigadas; conscientizade canal de comunicação gratuito por meio do 0800; e distri-
26
Área (ha)
aceiros; formação e treinamento de brigadistas; distribuição de
distribuição de fluxograma de atendimento a emergências e
C O M U N I C A D O S D I G I TA I S
300
incêndios florestais, são adotadas medidas como: construção de
nalização, por meio de croqui, dos pontos de tomada de água;
J O R N A L I N T E R N O “ N O T Í C I A S E U C AT E X ”
P R O G R A M A D E E D U C A Ç Ã O A M B I E N TA L
PUBLICAÇÕES ESPECIAIS
87,54
I N F O R M AT I V O “ N O T Í C I A S D A F L O R E S TA”
CAIX AS DE CORRESPONDÊNCIAS
0
2012
2013
2014
DIÁLOGOS E REUNIÕES PÚBLICAS
O8OO 772 9259 E O8OO 772 5375
C A N A IS DE C OM UN IC A Ç Ã O
27
A Novo Prisma Agro-Florestal Ltda., na condução de seu negócio de produção de madeira e de outros produtos
florestais, assume os seguintes princípios em suas ações para preservação e conservação do meio ambiente:
Implementar florestas dentro do conceito de DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, diminuindo os impactos
ambientais, segundo a legislação e outras normas ambientais aplicáveis.
Assegurar, por meio do SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL, os recursos necessários para alcançar os objetivos e as
metas ambientas estabelecidos, criando oportunidades para a melhoria contínua do desempenho ambiental nas
atividades florestais.
Buscar, constantemente, a atualização e a excelência em TECNOLOGIA FLORESTAL, considerando a prevenção da
poluição, por meio de novos conceitos e processos ambientais, inclusive contando com parcerias que contribuam para
esses objetivos.
Desenvolver programas de EDUCAÇÃO AMBIENTAL, visando a proteção da natureza e a conscientização das
responsabilidades individuais e coletivas quanto ao maio ambiente.
Divulgar a POLÍTICA AMBIENTAL para toda a organização, parceiros e comunidades, de modo a fortalecer e a
demonstrar o nosso compromisso ambiental.
Salto, 22 de abril de 2015.
FLAVIO MALUF
Presidente
A Novo Prisma Agro-Florestal Ltda. assume o compromisso de exercer uma gestão
florestal responsável e coerente com os Princípios e Critérios do FSC® e a legislação
aplicável. Visa a produção sustentável da madeira, zelando pelo uso racional dos
recursos naturais, pela conservação dos ecossistemas e pelo bem-estar social e
econômico.
Salto, 22 de abril de 2015.
FLAVIO MALUF
Presidente
A ECTX S/A busca a preservação e a conservação do meio ambiente, o desenvolvimento sustentável e
o bem-estar social e econômico.
Assumimos o compromisso de controlar todas as nossas fontes de madeira não certificadas pelo FSC®,
não comprando madeira de fontes que apresentem quaisquer das situações abaixo:
1. Madeira colhida ilegalmente.
POLÍTICAS E
CERTIFICAÇÕES
2. Madeira colhida em áreas florestais em que os direitos civis ou tradicionais são violados.
3. Madeira colhida em áreas florestais não certificadas pelo FSC®, que possuam altos
valores de conservação e que estejam ameaçadas.
4. Floresta natural que tenha sido convertida em plantações florestais ou tenha uso não
florestal.
5. Madeira colhida de árvores geneticamente modificadas.
Salto, 22 de abril de 2015.
FLAVIO MALUF
Presidente
P OL ÍT IC A S E C E RT IF IC A Ç ÕE S
29
VIVEIRO DE MUDAS - BOFE TE (SP)
CERTIFICAÇÕE S
O FSC é uma certificação com reconhecimento internacional
que apoia a gestão ambientalmente adequada, socialmente
benéfica e economicamente viável das florestas do mundo. O
FSC reconhece desde 1996, de acordo com seus Princípios e Critérios, o bom manejo das plantações florestais da Novo Prisma
Agro-Florestal.
A ISO 14001 define diretrizes para proporcionar o controle de
resíduos e evitar a poluição, permitindo uma convivência responsável entre a empresa e o meio ambiente. Essa certificação
é um reconhecimento internacional de que a companhia cumpre rigorosos padrões para promover a proteção ambiental. A
norma ISO 14001 certifica a gestão de bens florestais, produção
de mudas, silvicultura e colheita da produção de madeira de
eucalipto da Novo Prisma desde 2001.
S A LT O O 8 O O 7 7 2 9 2 5 9
B O T U C AT U O 8 O O 7 7 2 5 3 7 5
E U C AT E X . C O M . B R
Download

plano de manejo florestal sumário público 2o15