V Encontro Regional Sul de Ensino de Biologia (EREBIO-SUL)
IV Simpósio Latino Americano e Caribenho de Educação em Ciências do
International Council of Associations for Science Education (ICASE)
A IMPORTÂNCIA DE ATIVIDADES DIVERSIFICADAS EM RELAÇÃO
A FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UMA ANÁLISE A PARTIR DE
ALUNOS DO ENSINO MÉDIO
THE IMPORTANCE OF ACTIVITIES DIVERSIFIED IN RELATIONSHIP
THE FORMATION OF TEACHER: AN ANALYSIS FROM STUDENT OF
TEACHING MEDIUM
Autor: Lauren Rumpel Teixeira ([email protected])
Instituto Federal Farroupilha – Campus São Vicente do Sul / IFFarroupilha-SVS
CAPES/SESu
Co-autor(es): Paola Flores Sturza ([email protected])
Instituto Federal Farroupilha – Campus São Vicente do Sul / IFFarroupilha-SVS
CAPES/SESu
Co-autor(es): Leonardo Peres Severo ([email protected])
Instituto Federal Farroupilha – Campus São Vicente do Sul / IFFarropilha-SVS
CAPES/SESu
Co-autor(es): Simone Medianeira Franzin ([email protected])
Instituto Federal Farroupilha – Campus São Vicente do Sul / IFFarroupilha-SVS
CAPES/SESu
Resumo: O presente trabalho aborda a relação da formação de professores e as
atividades desenvolvidas em sala de aula em nível de Ensino Médio. Foi
desenvolvido pelos acadêmicos do Programa de Educação Tutorial (PET- Biologia)
do Instituto Federal Farroupilha – São Vicente do Sul (IFFarroupilha-SVS), no ano de
2011, buscando identificar a realidade das aulas em relação à realização de
atividades como aulas práticas, saídas de campo e demais atividades que
despertem o interesse dos alunos. A concepção metodológica deste trabalho
constituiu em um levantamento de dados a partir de questionários com perguntas
objetivas aplicados a alunos do ensino médio do IFFarroupilha-SVS. Os dados
permitiram observar que aulas diversificadas são desenvolvidas apenas por algumas
disciplinas do currículo e na de menos freqüência os alunos possuem maiores
dificuldades, podendo observar que essas atividades influenciam na aprendizagem
dos alunos, foi possível verificar que os professores utilizam como método de
avaliação apenas a prova, indicando que o educador ainda não explora outras
formas de avaliação sem valorizar outras aptidões dos educandos. Considera-se,
portanto, a importância da formação de professores que considere a necessidade de
ampliar as metodologias de ensino, a fim de proporcionar momentos de
aprendizagem significativos e reais, além de permitir ao aluno o desenvolvimento de
habilidades, a interação com colegas e o senso critico na sua formação de cidadão.
Palavras-chave: formação de professores, atividades diversificadas, aprendizagem
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Abstract: The present work addresses the relation of teacher formation and the
activities developed in classrooms of High School Level. It was developed by
academics of the Tutorial Education Program (PET-Biology) of the Farroupilha
Federal Institute - São Vicente do Sul (IFFarroupilha-SVS), in 2011, seeking to
identify the reality of the classes in relation to activities such as practical classes, field
trips and other activities that arouse student’s interest. The methodological
conception of this work was constituted of a data collection from questionnaires with
objective questions applied to the high school students of the IFFarroupilha-SVS.
The data allowed to observe that diversified classes are developed by only in few
disciplines of the curriculum and that in the disciplines that has fewer diversified
classes the students have greater difficulties, may be noted that these activities
influence the student's learning, we found that teachers use as an evaluation method
only the test, indicating that the educator has not explored other forms of evaluation
without valuing other capabilities of the students. Is considered, therefore, the
importance of the teachers formation that consider the need to expand the teaching
methodologies in order to provide moments of real and meaningful learning, and
allows the students to develop skills, interaction with colleagues and the critical
sense in his formation of citizen.
Keywords: teacher formation, diversified activities, learning.
1 INTRODUÇÃO
Durante muito tempo da história da educação brasileira o cenário escolar,
esteve denominado pelo modelo tradicionalista no qual a ênfase era a transmissão
de conteúdos produzidos ao longo da história da humanidade (BAPTISTA, 2003,
p.1).
As mudanças na percepção de ensino são portanto, incipiente e emergente.
Assim, tornam-se necessárias mudanças de concepções de mundo pelo professor,
de forma que estejam preparados para a docência, levando em consideração os
métodos mais apropriados à realidade em que atuam.
Durante a formação inicial, se prioriza a manifestação de muitas das
concepções e crenças que acompanharão os professores ao longo de sua
formação. Conforme Brito et al. (2008, p.135), essas crenças e imagens são
construídas durante a trajetória desses alunos durante os anos escolares anteriores
à graduação e as próprias experiências de vida. E estas concepções devem ser
quebradas, pois entende-se que os professores são os únicos que podem de fato
revolucionar o ensino predominante.
Hoje se sabe que á inúmeras estratégias de ensino que podem ser
apresentadas pelo professor para realizar o trabalho em sala de aula e que resulta
em um melhor desempenho no aprendizado.
O oferecimento do aluno de oportunidades de vivenciar um universo interativo
que perpassa o plano teórico apresentado pelo professor em sala de aula e a partir
da leitura de livros didáticos (ZUANON, SILVA, 2007). E fundamentalmente segundo
Teixeira & Oliveira (2007) utilizar atividades investigativas como ponto de partida
para desenvolver a compreensão de conceitos, é uma forma de conduzir o aluno a
participar de seu processo de aprendizagem, saindo de uma postura passiva e
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começando a perceber e agir sobre o seu objeto de estudo. Da mesma forma Silva
et al (2009) destacam que a ausência de práticas relacionadas aos conteúdos
teóricos no ensino, muitas vezes promove no aluno insatisfação e desmotivação
gerando conseqüentemente um bloqueio que inviabiliza a aprendizagem.
A necessidade de diversificar as práticas de ensino, dentro das possibilidades
que a escola oferece é então considerada uma necessidade, que promoverá maior
interação dos alunos, possibilitando a partir de uma questão problematizadora, a
construção de novos conhecimentos.
As inúmeras discussões sobre a experimentação como instrumento
pedagógico tem levado a discussões em relação a sua eficiência em sala de aula,
sendo atualmente consideradas as atividades experimentais como ações
pedagógicas que precisam também ser analisadas e trabalhadas na formação
permanente de professores (GONÇALVES e GALIAZZI, 2003).
O papel da escola constitui-se em preparar o aluno para as diversas situações
da vida. Para tanto, se faz necessário à utilização de diferentes métodos e
estratégias para o desempenho do processo de ensino aprendizagem (SILVA, 2009,
p.1). Dessa forma, a possibilidade de melhorias do ensino por meio da
experimentação significa não só uma ruptura com as metodologias “tradicionais”,
como também uma estratégia para o desenvolvimento cientifico e tecnológico
brasileiro (MARANDINO et al., 2009, p.100). A partir disso as “aulas práticas servem
de estratégia e podem auxiliar o professor a retomar um assunto já abordado,
construindo com seus alunos uma nova visão sobre um mesmo tema” (LEITE,
SILVA e VAZ, 2008, p. 3).
Onde as aulas práticas, longe de constituírem mera confirmação dos
fenômenos ensinados na teoria, devem desafiar o aluno a relacionar
informações, Não devem ser, simplesmente, “a aula teórica dada de
outra maneira”. Embora a manipulação correta de materiais e
equipamentos seja uma habilidade a ser desenvolvida, não deve ser
a finalidade única da experimentação (BRASIL, 2006, p. 31).
É de consenso que, na formação de professores deve-se estimular às aulas
diferenciadas, onde proporcione momentos como, práticas, saídas de campo, filmes,
entre outros, que devem ser pensados antes de ser executadas, para que não
ocorra equívocos durante seu desenvolvimento. Por isso percebesse que “a
formação docente é essencial na qualidade da educação” (HERNÁNDEZ, 1998,
p.1).
A formação inicial de professores precisa dar ênfase em desenvolvimento de
estratégias metodológicas que permitam ao futuro profissional além da busca de
metodologias diferenciadas, uma reflexão sobre a importância dessas para o
crescimento da aprendizagem do aluno e para sua formação de cidadão. Por isso,
Borges (2000) ressalta a necessidade do envolvimento do professor com o material
didático, onde há a possibilidade do professor refletir sobre sua formação e prática
pedagógica.
Neste trabalho o objetivo foi avaliar as formas de ensino em sala de aula, por
parte dos alunos do Ensino Médio do Instituto Federal Farroupilha - Campus São
Vicente do Sul e a relação que isso tem com a formação de professores. Bem como
identificar as disciplinas com maior presença de atividades práticas, e analisar as
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disciplinas de maiores dificuldades dos alunos, além de promover a reflexão da
formação inicial de professores.
2 METODOLOGIA
O trabalho foi realizado no primeiro semestre de 2011, pelos alunos bolsistas
do projeto PET-BIOLOGIA (Programa de Educação Tutorial), do Curso de
Licenciatura em Ciências Biológicas do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia Farroupilha – Campus São Vicente do Sul.
Para a execução deste trabalho optou-se por utilizar o questionário como
instrumento de pesquisa. Foram aplicados sessenta e cinco questionários, contendo
seis perguntas objetivas aos alunos do 3°ano do Ensino Médio e Técnico em
Agropecuária Integrado e aos alunos de Ensino Médio e Técnico em Informática
Concomitante do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha –
Campus São Vicente do Sul – RS.
Os alunos foram questionados através das seguintes perguntas: Em quais
disciplinas você têm mais dificuldades? Em que disciplinas você mais têm aulas
diferenciadas? Aulas diferenciadas (praticas, filmes, debates, saídas de campo),
aumentam de alguma forma o seu conhecimento? O que os seus professores
trazem de alternativas para as aulas? Qual atividade você acha que pode deixar a
aula mais interessante e que poderia ser utilizada com maior freqüência? Qual é a
forma de avaliação que os seus professores mais realizam?
Após a aplicação dos questionários realizaram-se análise e interpretação dos
resultados obtidos, seguidos de discussão com base na literatura.
3 RESULTADOS ALCANÇADOS
Os resultados dos questionários respondidos pelos alunos estão expressos
nos gráficos 1 a 6.
Os dados do gráfico 1 indicam as disciplinas que os alunos têm mais
dificuldades de aprendizagem. Os alunos destacaram a Disciplina de Matemática e
Física, onde apontam 45% e 34% de dificuldades, respectivamente. Também se
observa que 14% dos entrevistados possuem dificuldades em Química, 9% na
disciplina de Português, e 2% nas disciplinas de Biologia e História. A disciplina de
Geografia não foi citada na questão. Esses dados sugerem a necessidade de
reflexão em relação aos conteúdos exigidos na matriz curricular dos cursos e
também a forma como os conteúdos são trabalhados em sala de aula.
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Gráfico 1 – Disciplinas com maiores dificuldades.
O gráfico 2 apresenta dados referentes às disciplinas que os alunos têm na
matriz curricular e que envolvem aulas práticas. Observou-se que 75% de aulas
diversificadas são realizadas na Disciplina de Biologia, 4,6% em Física e 3% na
Disciplina de Química. Possivelmente, isso se justifique pelo fato de serem as
ciências da natureza mais voltadas ao dia a dia do aluno e com isso são
desenvolvidas temáticas que possibilitam a execução de atividades práticas
Gráfico 2 – Desenvolvimento de aulas diversificadas nas disciplinas dos Cursos de
Técnico em Informática e Técnico em Agropecuária do Instituto Federal Farroupilha
do Campus São Vicente do Sul, 2011.
De acordo com o gráfico 3, observa-se a influência das aulas diversificadas
na aprendizagem dos conteúdos de sala de aula. Verificou-se que 95% dos alunos
afirmam que há alguma influência na sua aprendizagem quando são desenvolvidas
aulas diferenciadas, como por exemplo, aulas práticas, saídas de campo, filmes e
debates e apenas 5% acreditam não influenciar.
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Krasilchik (1996) afirma que essas atividades podem contribuir para que cada
indivíduo seja capaz de compreender e aprofundar as explicações atualizadas de
processos e de conceitos biológicos.
Gráfico 3 – Influência de aulas diversificadas na aprendizagem dos alunos
dos Cursos de Técnico em Informática e Técnico em Agropecuária do Instituto
Federal Farroupilha do Campus São Vicente do Sul, 2011.
No gráfico 4 foram analisadas as alternativas mais utilizadas pelos
professores em sala de aula. Verificou-se que há predominância de filmes com 32%
das respostas, seguida de debates 29%. As aulas práticas são propostas em 18%
dos casos e dinâmicas de grupo e saídas de campo, com 15% e 5%,
respectivamente dos entrevistados. Segundo Marandino (2009) a utilização de
filmes, discussões, como forma de implementação de novas tecnologias nas escolas
contribuem para a aprendizagem dos educandos, além de formar um espírito crítico.
Contudo, verifica-se que o educador ainda se detém em atividades dentro de uma
sala de aula, deixando de explorar outras formas de aprendizagem.
Gráfico 4 – Formas alternativas de aulas mais utilizadas pelos professores.
O gráfico 5 aponta dados referentes às atividades de maior interesse dos
alunos. A preferência por aulas práticas e saídas de campo é destacada com 49% e
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23% respectivamente. Utilização de filmes aparece com 14% dos alunos
entrevistados e 9% destacam os debates como sendo atividades de maior interesse
e significância ao grupo, seguindo de 5% que destaca dinâmicas de grupo. A
prevalência por atividades que perpassem o espaço da sala de aula justifica-se pelo
fato de se tornarem momentos de interação, criatividade, desenvolvimento de
habilidades do aluno. Segundo Carvalho et al. (2010, p.1), essas atividades
proporcionam grandes espaços para que o aluno seja atuante, tornando-se agente
do seu próprio aprendizado, interagindo com as suas próprias dúvidas e chegando a
conclusões e à aplicação dos conhecimentos por eles obtidos.
Alternativas preferidas pelos alunos
Gráfico 5 – Atividades de maior interesse dos alunos para as aulas
Os alunos ainda foram questionados ainda quanto aos métodos de avaliação
utilizados pelos professores e os resultados encontram-se no gráfico 6. Os dados
indicam que as provas são a forma de avaliação mais frequente (92%), seguida de
avaliações do tipo trabalho com 8%. Observou-se que outras formas de avaliação,
como relatórios e seminários não foram citados como formas de avaliações
freqüentes.
Gráfico 6 – Forma de avaliação mais utilizada pelos professores
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Como Hoffmman manifesta (2010, p. 47), a intenção da realização de provas
pelos professores é constatação de resultados, e expressos tais resultados, em
valores numéricos. Sendo que toda e qualquer tarefa feita pelo aluno deveria ter por
intencionalidade básica a investigação
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Após o término da pesquisa, foi possível constatar o interesse dos alunos por
aulas diferenciadas, onde ele consiga ter um melhor aprendizado a partir de
temáticas que envolvam atividades problematizadora. Por isso, o professor precisa
estabelecer um tempo para refletir e pensar na sua prática definindo estratégias
metodológicas que perpassem o espaço de sala de aula.
Apesar de alguns professores utilizarem métodos diferentes em suas aulas, a
maneira de avaliação precisa ser repensado, pois é utilizado na maioria das vezes a
prova, mostrando que eles não exploram outras formas dos alunos demonstrarem os
conhecimentos adquiridos. Mostrando que há certa “falha” na formação de
professores, precisando-se assim dar mais atenção a esses fatores imprescindíveis
em uma formação de qualidades dos educadores, sendo ainda provável amparar na
formação continuada dos professores.
Portanto foi possível averiguar as atividades mais utilizadas no Instituto
Federal Farroupilha - Campus São Vicente do Sul, e que essas atividades são de
suma importância para a aprendizagem dos alunos, sendo elas requisitadas por
eles. Dessa forma que seja provável como futuro educador auxiliar as práticas de
futuros professores, no entendimento das necessidades e anseios dos alunos.
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