UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS, TECNOLÓGICAS E DA NATUREZA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO AGOSTO 2012 APRESENTAÇÃO Este Projeto expressa prática pedagógica flexível, valorizando propostas inovadoras de competências técnicas com olhar humanista. Compromete-se com formação de profissional empreendedor, problematizador, responsável. Desta forma, pressupõe-se a necessidade de currículo que envolva não somente os conteúdos disciplinares, como também práticas pedagógicas capazes de ampliar os espaços e os tempos de aprender. Por considerarmos que as Universidades não são apenas instituições cujo trabalho se esgota na instrução, mas, ao contrário, são espaços complexos em que culturas, ideologias e visão de mundo estão em conflito, compreendemos que, na discussão sobre o projeto pedagógico de um curso de graduação, não são apenas as questões relacionadas ao como e por que aprender que devam ser discutidas, como também as relacionadas ao ensino. E este processo se constrói pela participação de todos os sujeitos sociais, quando da definição do Projeto Pedagógico do curso; pela contínua reflexão sobre o perfil sócio-econômico e cultural dos alunos; pela definição de quais são os projetos capazes de associar conhecimento, participação e transformação dos sujeitos envolvidos na prática pedagógica. Assim moldado, o projeto não é um produto pronto e acabado, linear e estático. Ao contrário, suas constantes revisões nos levam a novas construções, com a participação efetiva do Núcleo Docente Estruturante do curso, exigindo-nos atualizações freqüentes e baseadas numa reflexão acerca da concepção e das finalidades da educação e sua relação com a sociedade, sobre o profissional a ser formado, a cidadania e a consciência crítica. Professor José Leandro Casa Nova Almeida Coordenador do Curso de Engenharia de Produção SUMÁRIO CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES ......................................................................................6 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO .............................................................................14 DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA .........................................16 1.1. ....................................................................................................................... Contexto Educacional .......................................................................................................................................16 1.2. ................................................................................ Políticas Institucionais no âmbito do curso .......................................................................................................................................21 1.3. ............................................................................................................................ Objetivos do Curso .......................................................................................................................................25 1.4. .................................................................................................................................26 1.5. .......................................................................................................... Perfil profissional do egresso .......................................................................................................................................26 1.6. ............................................................................................................................ Estrutura Curricular .......................................................................................................................................30 1.7. .................................................................................................................................33 1.8. .................................................................................................................... Conteúdos Curriculares .......................................................................................................................................37 1.9. ......................................................................................................................................... Metodologia. .......................................................................................................................................38 1.10. ............................................................................................ Estágio Curricular Supervisionado .......................................................................................................................................39 1.11. ........................................................................................................ Atividades Complementares .......................................................................................................................................40 1.12. ................................................................................. Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) .......................................................................................................................................41 1.13. ........................................................................................................................... Apoio ao Discente .......................................................................................................................................44 1.14. .................................................. Ações Decorrentes do Processo de Avaliação do Curso .......................................................................................................................................49 1.15. ........................ Atividades de Tutoria: Não se aplica por tratar-se de curso presencial. .......................................................................................................................................51 1.16. ......... Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no processo de Ensinoaprendizagem ................................................................................................................51 1.17. .... Material Didático institucional: Não se aplica, pois a IES não oferece este tipo de recurso. ..........................................................................................................................52 1.18. ....... Mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes: Não se aplica, pois não se trata de curso a distância. ...........................................................................52 1.19. ........................ Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem .......................................................................................................................................52 1.20. ............................................................................................................................ Número de Vagas .......................................................................................................................................54 DIMENSÃO 2: CORPO DOCENTE ...............................................................................55 1.21. .................................................................. Atuação do Núcleo Docente Estruturante (NDE) .......................................................................................................................................55 1.22. ................................................................................................................. Coordenação do Curso .......................................................................................................................................56 1.23. ........................................................... Titulação e Regime de Trabalho do Corpo Docente .......................................................................................................................................58 1.24. ........................................................................... Experiência Profissional do Corpo Docente .......................................................................................................................................61 1.25. .................................................................................. Funcionamento do Colegiado de Curso .......................................................................................................................................63 1.26. ......................................................... Produção científica, cultural, artística ou tecnológica .......................................................................................................................................65 DIMENSÃO 3: INFRAESTRUTURA ..............................................................................66 2.1. ...................................................... Gabinetes de trabalho para docentes de tempo integral .......................................................................................................................................66 2.2. ................ Espaço de trabalho para a Coordenação do Curso e Serviços Acadêmicos .......................................................................................................................................66 2.3. ........................................................................................................................ Sala dos Professores .......................................................................................................................................67 2.4. ....................................................................................................................................... Salas de aula .......................................................................................................................................67 2.5. ........................................................... Acesso dos alunos aos equipamentos de informática .......................................................................................................................................67 2.6. .............................................................................................................................. Bibliografia Básica .......................................................................................................................................69 2.7. .............................................................................................................. Bibliografia Complementar .......................................................................................................................................69 2.8. ............................................................................................................... Periódicos Especializados .......................................................................................................................................69 2.9. ............................ Laboratórios Didáticos Específicos: quantidade, qualidade e serviços .......................................................................................................................................70 2.10. ..... Comitê de Ética na Pesquisa (Obrigatório para o curso de Medicina e para os demais cursos que contemplem Comitê de Ética no seu PPC) ....................................71 2.11. ............................................................................................................................................ Biblioteca .......................................................................................................................................72 2.12. ................................ Condições de acesso para portadores de necessidades especiais .......................................................................................................................................74 Anexos 76 CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES a) Mantenedora: FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SEVERINO SOMBRA (FUSVE) b) Base legal da mantenedora: Município sede: Vassouras Estado: Rio de Janeiro Região: Centro Sul Fluminense C.G.C. / C.F. n 32.410.037/0001- 84 Endereço: Praça Martinho Nóbrega, 40 Tel/fax (24) 24711287 Endereço eletrônico: www.uss.br e-mail: [email protected] Instituída a 29 de janeiro de 1967, declarada de Utilidade Pública pelo Decreto Federal nº.68.769, de 17 de junho de 1971 e reconhecida como entidade de fins filantrópicos por certificado do Conselho Nacional de Serviço Social, de 8 de janeiro de 1975. c) Nome da IES (mantida): UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA (USS) d) Base legal da IES: Código da IES: 140 Município sede: Vassouras Estado: Rio de Janeiro Região: Centro Sul Fluminense Ato de Credenciamento: Decreto de 3 de julho de 1997 Data de publicação no DO: 04/07/1997 Processo: 23000.000827/90-76 Endereço: Praça Martinho Nóbrega, 40 Bairro: Centro Cidade: Vassouras CEP: 27700-000 Telefones: 0XX (24) 2471-8200 / 2471- 8225 e-mail: [email protected] Home page: http//www.uss.br Caracterização Geral da IES: Instituição privada sem fins lucrativos declarada de Utilidade Pública pelo Decreto nº 68.769, de 17 de junho de 1.971, publicado no Diário Oficial da União em 18 de junho de 1971. e) Perfil e missão da IES A história da Universidade Severino Sombra (USS) se articula com a história da cidade de Vassouras. A USS possui importância histórica no desenvolvimento econômico, social e cultural do município de Vassouras e de seu entorno que constitui a região de governo denominada de centro sul fluminense. Interiorização e regionalização são categorias que articulam o ente federativo – MUNICÍPIO - à instituição de ensino superior - UNIVERSIDADE. Esta, desde a década de 1970, cumpre a “função social do ensino superior”. Ao oferecer acesso a cursos de graduação, fora dos grandes centros, cria chances objetivas para a posse de um diploma de ensino superior, ampliando a escolarização da população local, como também daqueles que provém de outros municípios do estado do rio de janeiro e/ou de outros estados de diferentes regiões do Brasil. Este fato se expressa em sua missão, em sua visão de futuro e nos princípios filosóficos que orientam as práticas gestoras e pedagógicas, todos identificados ao compromisso com a formação integral do ser humano como podemos observar em sua MISSÃO: [...] Promover a formação integral do ser humano e sua capacitação ao exercício profissional, através do ensino, da pesquisa e da extensão, incentivando o aprendizado contínuo para o desenvolvimento nacional e em particular da região Centro Sul-Fluminense. (REGIMENTO GERAL DA USS) A partir da sua missão, a USS compromete-se com o desenvolvimento científico do país, que se fundamenta em uma educação superior que valoriza e incorpora as inovações tecnológicas, educacionais, em uma perspectiva multicultural e globalizante como podemos observar na VISÃO institucional: [....] Transformar o contexto da educação superior brasileira, através da implementação de uma gestão compartilhada e inovadora capaz de concretizar uma idéia de formação multidimensional eficaz e de qualidade atendendo as diferentes realidades sociais. (REGIMENTO GERAL DA USS) Na Universidade Severino Sombra busca-se atender aos princípios e fins da educação nacional, previstos no título II, artigos 2 e 3 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no 9394 de 1996. Uma educação inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tendo por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Em relação ao ensino os princípios são: igualdade de condições para o acesso e a permanência; liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas; respeito à liberdade e apreço à tolerância; valorização do profissional da educação; garantia de padrão de qualidade; valorização da experiência extraescolar; vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais. Este Projeto Pedagógico busca dar visibilidade a estes princípios que também fundamentam a MISSÃO e a VISÃO da Universidade Severino Sombra (USS) a partir de informações sobre cada uma das dimensões que constituem diretrizes para avaliação interna e externa definida pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) f) Dados socioeconômicos da região O município de Vassouras localiza-se na região de governo denominada de Centro-Sul Fluminense. Sua posição geográfica está diretamente ligada pelo Caminho Novo aos primórdios da história do Rio de Janeiro e das Minas Gerais. A origem de seu nome, segundo a tradição, se deve à grande quantidade do arbusto chamado Tupeiçava ou Vassourinha, muito empregado para fazer vassoura. Conhecida também como "Princesinha do Café", "Cidade das Palmeiras" e "Terra dos Barões", Vassouras exerceu importante papel no período do ciclo do café (séculos XVIII e XIX). Suas terras, inicialmente desbravadas por Garcia Rodrigues Paes Leme, transformaram-se logo num conglomerado de tropeiros e, em breve, a sesmaria de Vassouras e Rio Bonito daria lugar à Vila de Vassouras. Contando com privilegiada rede de transporte, destacando-se a via férrea, Vassouras foi elevada à categoria de cidade em 1857. Enriquecida com a economia cafeeira, em pouco tempo se transformaria em um dos principais núcleos da aristocracia fluminense e só declinaria com a abolição da escravatura. A monocultura cedeu lugar às pequenas lavouras de hortaliças e cereais. Sua economia hoje se resume às atividades agropecuárias, principalmente as de gado de corte e leiteiro e às lavouras de tomate. Considerada historicamente, como um dos mais importantes municípios do Vale do Paraíba, Vassouras guarda em suas características arquitetônicas os vestígios do período áureo do ciclo do café. O visitante se encanta com os calçamentos de suas ruas, com a beleza de seus prédios, praças, chafarizes, figueiras centenárias e gigantescas palmeiras. A Praça Barão do Campo Belo, encimada pela Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, é emoldurada pelo casario que serviu à aristocracia. Seu Conjunto urbanístico e arquitetônico, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), refere-se à parte central do distrito - sede. Data do século XIX e se destaca pela singularidade de suas ruas, pela beleza de suas praças e solares assobradados. A região apresenta ainda sedes de fazendas que preservam a beleza arquitetônica colonial rural. Hoje, a Universidade Severino Sombra e Vassouras são indissociáveis, seus cerca de 34410 habitantes (IBGE, 2010) se misturam à população estudantil. O município é constituído de quatro (4) distritos: Vassouras, Andrade Pinto, São Sebastião dos Ferreiros e Sebastião de Lacerda. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. O Curso de Engenharia de Produção recebe ingressantes predominantemente oriundos do Estado do Rio de Janeiro, com destaque das regiões Centro-Sul Fluminense e Médio Paraíba abrangendo os seguintes municípios: Angra dos Reis, Areal, Barra Mansa, Barra do Piraí, Itatiaia, Comendador Levy Gasparian, Mendes, Miguel Pereira, Paracambi, Paraíba do Sul, Paraty, Paty do Alferes, Engenheiro Paulo de Frontin,, Pinheiral, Piraí, Porto Real, Quatis, Resende, Rio Claro, Rio das Flores, Sapucaia, Três Rios, Valença, Vassouras,Volta Redonda. Na região Centro-Sul Fluminense, destacam-se a pecuária e a produção de hortaliças, O município de Três Rios destaca-se como importante entroncamento rodoferroviário. Possui uma significativa produção industrial, em especial material ferroviário e alimentos. Turismo histórico, fazendas do café (Vassouras, Paty, Paraíba do Sul). Exploração do seu potencial na fabricação de bebidas (Cervejaria Escola, Cervejaria Germânia/ Miguel Pereira) (Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Industria e Serviços; 2011). A região do Médio-Paraíba concentra grandes projetos industriais, como fábricas de automotores e siderúrgicas. O Médio-Paraíba é a segunda região do Estado com maior participação do emprego na indústria de transformação (20,8%). A região possui alto potencial de adensamento da cadeia através da produção de acessórios eletrônicos, materiais elétricos, pneumáticos e materiais de metal. A expansão da planta da Peugoet/Citroen deve facilitar esse processo (Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, 2011). Entre os municípios integrantes das regiões predominantes encontra-se uma malha rodoviária que permite fácil acesso à Universidade Severino Sombra, facilitando aos ingressantes o deslocamento diário para realizar o Curso, por Vassouras localizar-se aproximadamente equidistante dos demais municípios (ANEXO VI). g) Breve histórico da IES A Universidade Severino Sombra surgiu na segunda metade da década de 1960, a partir da criação em 27/07/66 da Fundação Universitária Sul Fluminense (FUSF). Em 25 de março de 1975, cumprindo exigência do Conselho Federal de Educação, teve seu nome alterado para Fundação Educacional Severino Sombra (FUSVE). A partir de 03 de julho de 1997 as Faculdades Integradas Severino Sombra são transformadas na Universidade Severino Sombra (D.O. de 04/07/97). O primeiro curso a ser autorizado foi o de Medicina (decreto no 63.800 de 13/12/68). A FACULDADE DE MEDICINA funcionou, inicialmente, em prédio cedido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro – Palacete Barão de Massambará. Começava a realização do sonho do Professor Severino Sombra: o de implantar, na histórica cidade de Vassouras, a “Coimbra Brasileira”, isto é, uma “Cidade Universitária”. Tendo em vista o sentido humanitário de sua obra de prestar assistência às populações da região e, sobretudo para promover as atividades práticas do Ensino Médico, a FUSF, empenhou-se na instalação de um Hospital-Escola. Foi adquirida, em março de 1970, uma propriedade com 23.000 m2 de terreno arborizado com um imóvel em que funcionava a Sociedade Feminina de Educação e Assistência. Em abril do mesmo ano começou a funcionar o Ambulatório com quatorze (14) consultórios médicos e dois (2) anfiteatros. A inauguração do Hospital-Escola Jarbas Passarinho (HEJP), ocorreu em 27/04/72, com a presença do Ministro da Educação e Cultura, Professor Jarbas Passarinho. Em 1984, o ciclo básico da Faculdade de Medicina foi transferido do antigo Palacete do Barão de Massambará para as novas instalações do Conjunto Universitário. Em 1988, foi autorizado o funcionamento da Residência Médica nas 04 (quatro) áreas básicas (pediatria, ginecologia/obstetrícia, clínica médica e clínica cirúrgica), pela Comissão Nacional de Residência Médica do Ministério da Educação e Cultura e, mais recentemente, através do Parecer nº 09/98, foram credenciadas as áreas de Anestesiologia, Nefrologia, Terapia Intensiva e, finalmente, em 2008 a de Medicina da Família. O Hospital Universitário foi reconhecido em 2005, pelo Ministério da Saúde e Ministério da Educação, como Hospital de Ensino. Paralelamente à criação do Curso de Medicina observamos, no início da década de 1970, a criação e autorização, no município de Paraíba do Sul, da FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS (Decreto no 69.230, de 21/09/71, publicado no D. O. de 23/09/71). Por exigência do Conselho Federal de Educação foi transferida para a sede do Município de Vassouras (04/06/75), instalando-se provisoriamente no imóvel do Colégio Regina Coeli. No Final da década de 1970, visando ampliar seus Cursos, a Fundação Universitária Severino Sombra implantou a ESCOLA DE ENGENHARIA MECÂNICA E ELÉTRICA (Decreto n. 89.653, de 14/05/84, publicado no D.O. de 15/04/84). Em função da ampliação das áreas de atuação, além do Curso de Medicina foi adquirido, a partir da década de 1970, o prédio da Estação Ferroviária do município de Vassouras; a Chácara Visconde de Araxá, onde foi construído o Campus Universitário. Foram também concluídas as obras de construção da quadra Polivalente Coberta do Centro Esportivo da FUSF e o Centro Esportivo Éric Tinoco Marques. O Campus Universitário ganhou em 1986, o Auditório Severino Sombra, com capacidade de 220 lugares. Como parte do Complexo Educacional Severino Sombra foram criados: o Colégio Sul Fluminense de Aplicação - COSFLAP- (Portaria n. 997/CDCE-E, de 04/12/90) e o Centro de Documentação Histórica (CDH), com a finalidade de desenvolver Pesquisa em Vassouras e no Vale do Paraíba. Destacamos também a Fazenda Experimental e o Hospital-escola veterinário. A Fazenda Experimental é de uso exclusivo da Instituição e oferece serviços de assistência especializada nas áreas de clínica, cirurgia, reprodução animal, formação de pastagens e nutrição animal. Oferece com apoio de uma equipe multidisciplinar a prática da Equoterapia, para pessoas portadoras de deficiências e/ou de necessidades especiais. O Hospital-Escola Veterinário oferece atendimento clínico/cirúrgico a pequenos animais e animais selvagens, proporcionando aos alunos aulas práticas e estágios com especialistas de diversas áreas, como: Clínica, Cirurgia, Laboratório Clínico, Radiologia e Ultra-sonografia. Possui ainda, infra-estrutura para criação e pesquisa de animais de laboratório (biotério) e canil. A Universidade Severino Sombra oferece, na área do ensino, cursos de graduação, nas modalidades de bacharelado, licenciatura e tecnólogo. Na área de programas de pós-graduação oferece cursos em nível lato sensu e stricto sensu. Os cursos de graduação estão organizados em três centros: Centro de Ciências da Saúde: Medicina, Fisioterapia, Farmácia, Medicina Veterinária, Biomedicina, Odontologia, Enfermagem, Curso Superior de Tecnologia em Radiologia. Centro de Ciências Exatas, Tecnológicas e da Natureza: Engenharia Elétrica, Engenharia Ambiental, Engenharia de Produção, Engenharia de Computação, Química Industrial, Licenciatura em Matemática, Sistemas de Informação, Ciências Biológicas (Licenciatura e Bacharelado), Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental, Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio. Centro de Letras, Ciências Sociais Aplicadas e Humanas: História, Letras, Pedagogia, Curso Superior de Tecnologia em Turismo, Administração, Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública. No que tange à administração, o general Severino Sombra de Albuquerque legou a Universidade Severino Sombra para o Município de Vassouras. A gestão da Universidade e da mantenedora FUSVE foi estabelecida a partir de eleição de um Conselho Gestor pelo voto da Comunidade Acadêmica e da Comunidade de Vassouras, representadas pelos membros dos Conselhos Eleitor, Diretor e Curador. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO a) Nome do curso: Bacharelado em Engenharia de Produção b) Nome da mantida: Universidade Severino Sombra c) Endereço de funcionamento do curso: Avenida Expedicionário Oswaldo de Almeida Ramos, 280, Centro, Vassouras, RJ. d) Atos legais: Resolução CONSU Nº 40, de 16 de junho de 2011. e) Número de vagas autorizadas: 80 vagas anuais (CONSU Nº 40, de 16 de junho de 2011). Posteriormente, em 27 de janeiro de 2012, a Portaria Nº 004 da Reitoria ampliou de 80 para 100 vagas anuais. f) Conceito Preliminar de Curso (CPC) e Conceito de Curso (CC): Não se aplica g) Turnos de funcionamento do curso: noturno. h) Carga horária total do curso: 4100 horas. i) Tempo mínimo e máximo para integralização: Mínimo de 10 semestres (5 anos) e máximo de 15 semestres (7 anos e meio). j) Identificação do coordenador do curso: Professor Dr. José Leandro Casa Nova Almeida, nomeado Coordenador do Curso pela Portaria PR.N°.003/2012 de 01 de fevereiro de 2012. k) Perfil do coordenador do curso: No primeiro semestre de 2012 assumiu a coordenação do curso o Professor Dr. José Leandro Casa Nova Almeida, nomeado Coordenador do Curso pela Portaria PR.N°.003/2012 de 01 de fevereiro de 2012. O currículo do Professor José Leandro, indica Graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Severino Sombra (2002), mestrado (2007) e doutorado (2010) em Engenharia Mecânica com ênfase em Transmissão e Conversão de Energia pela Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá (São Paulo) - UNESP, Júlio de Mesquita Filho. Na docência de Ensino Superior atua como Professor Adjunto I da Universidade Severino Sombra no curso de graduação de Engenharia Elétrica e Ambiental desde 2007, lecionando diversas disciplinas: Transmissão de Energia, Análise de Defeitos em Sistemas de Elétricos Potencia, Geração de Energia, Máquinas Elétricas, Laboratório de Máquinas Elétricas, Laboratório de Acionamentos Elétricos e Energia e Meio Ambiente. Tem atuação como Coordenador de projeto de pesquisa na Universidade Severino Sombra desde meados de abril do ano de 2011 e líder do grupo de pesquisa “Qualidade e Conservação de Energia” com projeto titulado de “Gerador Síncrono com Ímãs Permanentes no Rotor: uma Abordagem Constitutiva e sob o Aspecto da Qualidade de Energia Gerada”. Na área de produção industrial, executou por cerca de nove anos atividades de coordenação de equipes, supervisão de estagiários de nível superior e técnico, manutenção e projetos de dispositivos elétricos e eletrônicos, responsável pelo laboratório de controle da qualidade, estação de tratamento de efluentes (meio ambiente) e treinamentos de equipe de manutenção e operação, numa metalúrgica de pequeno porte. Realizou durante aproximadamente 1 ano seu estágio supervisionado numa indústria de grande porte no segmento de alimentos (bebidas) atuando principalmente no acompanhamento da supervisão da produção de linhas de envase de refrigerantes. DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA 1.1. Contexto Educacional Ciência e Tecnologia sempre deixaram sua marca na história da civilização. Particularmente nos últimos duzentos anos, mais dramaticamente no último século, a velocidade e o impacto das inovações científicas e tecnológicas sobre a vida das pessoas e sobre a economia dos países, transformaram o ensino da Engenharia e a pesquisa científico-tecnológica. Atualmente, Ciência e Tecnologia encontram-se intimamente relacionadas, como elementos estratégicos para a afirmação da competitividade e poderio econômico de empresas e nações. Nesta nova dimensão, o ensino da Engenharia e a pesquisa científicotecnológica, deixam de ser assunto exclusivo de engenheiros, professores e pesquisadores isolados, e passam ao âmbito de instituições criadas ou adaptadas para cuidar de sua gestão. Políticas públicas e privadas os incorporam como objeto fundamental em seu planejamento. Mesmo invenções ou inovações, aparentemente individuais têm como pano de fundo um complexo educacional, industrial e de pesquisa gerador de recursos humanos e materiais, criando as condições para seu surgimento e afirmação como produto de efetiva expressão econômica. Temos então, os campos da Ciência e Tecnologia apresentados como importantes conquistas de um espírito humano em constante mutação e autocrítica de seus conceitos, teorias, equipamentos e produtos, geradora de valores, mas dialogando com outros atores sob o tema da questão da competitividade corporativa globalizada. A necessidade de racionalização e busca de alternativas, impõem uma diferenciação nos objetivos do ensino e da pesquisa científico-tecnológica. Se antes a ênfase era a busca de novos dispositivos ou dispositivos cada vez mais poderosos de transformação de energia, sempre que possível eficientes e não agressivos ao meio ambiente, a racionalização impõe a condição de novos dispositivos ou aperfeiçoamento dos dispositivos já existentes que atendam ao requisito básico de serem necessariamente mais eficientes e menos agressivos ao meio ambiente. A descoberta, o aperfeiçoamento e a difusão de tecnologias auxiliares na conservação de energia, uso e controle de novas fontes, novas formas de uso e controle de fontes convencionais, na produção de bens e serviços, passa a ocupar lugar relevante como objeto de pesquisa e difusão científico-tecnológica. A qualidade do suprimento de energia, bens e serviços tecnológicos, postos à disposição da melhoria das condições de vida humana, objetivo maior da engenharia, passa a depender do sucesso deste esforço. A mudança, de um paradigma tecnológico intensivo em energia para um paradigma tecnológico intensivo em informação, tendência já consolidada em nível mundial, soma-se em importância aos assuntos relacionados à Engenharia, colocando novos instrumentos à sua disposição. Controles automáticos, modelagem computacional utilizando softwares robustos para simulação de equipamentos ou sistemas, são alguns exemplos dos aparatos tecnológicos colocados à disposição da Engenharia moderna. A necessidade de maior responsabilidade no uso da tecnologia, questionamentos a respeito dos efeitos dos grandes sistemas de suprimento de necessidades, interesse em conhecer novas alternativas energéticas, perplexidade diante de artefatos que escapam ao entendimento do homem comum, são alguns dos exemplos de um novo relacionamento do ser humano com as inovações tecnológicas, inovações que se estendem a áreas diretamente relacionadas à sua existência biológica, como por exemplo, o aparato tecnológico da medicina atual. Em resumo, considera-se que a Engenharia moderna: Possui uma sólida base científica; Integra teoria e prática; Insere-se num mundo onde a informática desempenha importante papel na geração e aplicação de conhecimentos; Deve preocupar-se com a eficiência energética de seus produtos; Leva em consideração a necessidade de eliminar, diminuir ou mitigar impactos ambientais; Incorpora aspectos econômicos e organizacionais em seu trabalho; Interage com outros saberes e com a sociedade. Dentro deste cenário da Engenharia moderna, justifica-se o Curso de Engenharia de Produção da Universidade Severino Sombra para o país e, particularmente, para a Região Sul-Fluminense, considerada importante estrategicamente, em função de sua intensa atividade produtiva industrial. Leva-se em conta a necessidade de formação de um engenheiro com conhecimentos gerais suficientes para relacionar-se eficazmente com os diferentes usuários e parceiros de seu saber, ao mesmo tempo em que mantém conhecimentos especializados para o exercício de sua profissão e habilidades de aprendizado continuado, fazendo frente ao sempre crescente fluxo de transformações destes conhecimentos. O Curso de Engenharia de Produção na Universidade Severino Sombra foi criado pela 4 0 , 2 0 1 1 R e d e s o l 1 u 6 ç ã o d C e j O N S U N º u n h o d e e aguarda seu reconhecimento pelo MEC. O curso está formatado para uma organização semestral, com uma carga horária de 4.100 h/a distribuídas por 10 (dez) semestres letivos de segunda a sextafeira (noturno) e sábado (diurno). As vagas para a primeira turma foram preenchidas por alunos oriundos da Região Sul e Baixada Fluminense e Região Serrana, com 60% dos alunos com idade até 22 anos, com atuação predominantemente no mercado de trabalho nos segmentos do comércio e serviços e com aproximadamente 50% da turma com formação no ensino médio público. O Projeto Pedagógico do Curso, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais e com o perfil do egresso, foi, inicialmente, definido por uma comissão estabelecida para dar início ao processo de criação do novo curso, a partir do segundo semestre de 2011. A partir de fevereiro de 2012, com a definição de um novo Núcleo Docente Estruturante do Curso, a função de revisão, adequação e implementação do PPC ficou sob a responsabilidade dessa instância colegiada do curso. No início do primeiro semestre letivo de 2012 foi realizado um levantamento com o objetivo de se determinar o perfil dos alunos ingressantes no curso. Muitos questionamentos surgiram em debates feitos nas reuniões entre os componentes da comissão responsável pela estruturação do curso, entre elas citam-se: o curso atenderá as expectativas da região e se realmente os municípios ao redor da Instituição serão de fato beneficiados/atendidos, qual a faixa etária dos alunos ingressantes, sua formação do ensino médio é proveniente do ensino supletivo, normal ou se já possui formação nível superior, já atua no mercado de trabalho, sim ou não, e se sim qual é o segmento: indústria, comércio, serviços ou é funcionário público. As tabelas apresentam os resultados obtidos no levantamento preliminar referente aos alunos dos dois períodos do curso, no primeiro semestre de 2012 com a participação de cerca de 85% do corpo discente. Tabela 1: Diagnóstico - Perfil do ingressante em 2011.2 LOCALIDADE DE ORIGEM Barra do Pirai Paracambi Paraíba do Sul Valença Vassouras 8% 8% 13% 8% 46% Três Rios Não responderam 4% 13% FORMAÇÃO Ensino Médio Ensino Médio Ensino Médio (rede particular) (rede pública) (supletivo) 3º grau Outros 13% 54% 21% 8% 4% ATUAÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO E SEU SEGMENTO Não trabalha Indústria Comércio Serviços Func.público 25% 4% 42% 25% 4% FAIXA ETÁRIA 18 anos 19 anos 20 anos 21 anos 22 anos 4% 13% 13% 13% 21% 23 anos 26 anos 30 anos 32 anos 33 anos 8% 13% 4% 4% 8% OBSERVAÇÕES a) Pressupondo-se que o ensino médio tem como idade de terminalidade a faixa entre 17 e 19 anos pode-se afirmar que os alunos da primeira turma de engenharia da produção NÃO tiveram continuidade de trajetória escolar, ou seja: são concluintes de ensino médio que NÃO ingressaram imediatamente no ensino superior, o que corresponde a uma taxa de: 17% (somamdo-se 18 e 19 anos). b) Há predomínio de alunos oriundos de ensino médio público c) Há predomínio de alunos trabalham que conciliam estudo e trabalho: 67% no segmento de comércio e serviços. Tabela 2: Diagnóstico - Perfil do ingressante em 2012.1 LOCALIDADE DE ORIGEM Comendador Engenheiro Paty do Levy Gasparian Miguel Pereira Paulo de Frontin Alferes Barra do Pirai 2% 19% 7% 5% 17% Três Rios Paracambi Valença Vassouras Mendes 7% 7% 5% 19% 12% FORMAÇÃO Ensino Médio Ensino Médio Ensino Médio (rede particular) (rede pública) (supletivo) 3º grau Outros 33% 60% 5% 2% 0% ATUAÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO E SEU SEGMENTO Não trabalha Indústria Comércio Serviços Func.público 45% 17% 26% 10% 2% FAIXA ETÁRIA 17 anos 18 anos 19 anos 20 anos 21 anos 12% 36% 14% 7% 10% 22 anos 28 anos 29 anos 30 anos 31/32 anos 10% 2% 2% 2% 5% OBSERVAÇÕES Comparando-se 2012.1 com 2011.2 pode-se identificar: a) Há sensível aumento de ingressantes com 18 anos; b) Há sensível aumento de ingressantes com “NÃO” descontinuidade de estudos, pressupondo-se que o ensino médio tem como idade de terminalidade a faixa entre 17 e 19 anos: de 17% para 62%. c) Há restrita presença de matrículas de alunos que “retornam aos estudos”, pressupondose a faixa entre 21 anos e 32 anos: 31% d) Permanece a maior taxa de alunos oriundos do ensino público e) Ampliação da taxa dos que NÃO trabalham e redução significativa dos que possuem ocupação no comércio e serviços CONSIDERAÇÕES SOBRE OS DADOS DAS TABELAS: Analisando-se os dados quantitativos dos alunos do curso, nas duas primeiras turmas, pode-se observar a importância e a necessidade de incluir estas informações no projeto pedagógico do curso, considerando-se a redução do número de alunos que trabalham. Este fato traz desafio para as instituições de ensino ao lidarem com “estudantes-trabalhadores” e não “trabalhadores-estudantes”. O trabalho é fundamental e, provavelmente é o que conduzirá as decisões de parar ou continuar a estudar. Se considerarmos que os alunos não são, em sua maioria, da cidade de Vassouras, onde se localiza a universidade, o tempo de trabalho e o tempo de deslocamento da casa ao trabalho e do trabalho a universidade exigirá destes alunos muita persistência, esforço, podendo significar menos horas de estudo em casa. Caberá a instituição de ensino, sem desqualificar suas práticas pedagógicas, tornar-se responsável por esta formação de Engenheiros de produção. Neste sentido, políticas institucionais de nivelamento, tutoria podem se apresentar como fundamentais para o término do curso. 1.2. Políticas Institucionais no âmbito do curso Atualmente as Políticas institucionais da Universidade Severino Sombra (USS) buscam articular ensino-pesquisa e extensão. São as Pro-Reitorias das áreas das Ciências da Saúde, das Ciências Humanas e das Ciências Exatas, Tecnológicas e da Natureza que implantam e coordenam as políticas de ensino. A política de ensino da Instituição busca estimular a inquietação, a dúvida e a provocação de novas idéias e a procura de novos métodos que comprometam o aluno com os problemas da sociedade através de uma formação multidisciplinar. Procura dotar os estudantes não apenas de uma excelente formação profissional, mas também de atitudes que expressem essa formação. Articulando formação profissional e formação política, a Instituição quer provocar, em seus estudantes, tomadas de atitude frente à situação atual, tornando-os profissionais politicamente responsáveis. A compreensão do currículo como algo dinâmico, que se constrói cotidianamente, contribui para a reconfiguração das escolhas e decisões docentes, questionando uma suposta neutralidade do seu trabalho pedagógico, provocando reflexão e tomada de decisão, que se desenvolvem assentadas em valores e princípios, na maioria das vezes não explicitados. Pensar as mudanças no ensino e no Projeto Pedagógico implica pensar movimentos que envolvam ações em nível macro e micro. A mudança não se constrói somente em nível macro, nem somente no espaço intramuros, mas também com atuação no espaço extramuros e sua participação. Os dois âmbitos devem estar articulados e os atores envolvidos têm que participar de algum modo nesses amplos espaços aqui configurados. A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação vem investindo em ensino continuado desde a década de 1970, através de seus cursos de Pós-Graduação Lato Sensu. A USS, por atuar em toda a região Centro-Sul-Fluminense é um importante polo formador e fomentador do desenvolvimento científico e cultural, possibilitando a (re) qualificação profissional e uma melhor perspectiva de inserção no mercado de trabalho. Por sua tradição e pela qualidade dos cursos oferecidos, a USS é hoje uma referência regional em Pós-Graduação nas áreas da Saúde, da Educação e em áreas multidisciplinares. Quanto a Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, oferece o Mestrado Acadêmico em História Social e a partir do ano de 2008 o Mestrado Profissional em Educação Matemática e em 2011 passou a oferecer o Mestrado profissional em Ciências Ambientais. Esta Pró-Reitoria é responsável por implantar, acompanhar e avaliar políticas institucionais de práticas de investigação e de iniciação científica. A Missão de uma Universidade não se restringe somente à transmissão do conhecimento, mas abrange, também, a produção de conhecimento científico. Diante disto, a Universidade Severino Sombra instituiu mecanismos de incentivo e viabilização para o desenvolvimento de pesquisas em sua comunidade acadêmica. Com a criação de meios que possibilitem gerar um ambiente propício à produção de novos conhecimentos, a Universidade busca contribuir para a qualificação e atualização de seu Corpo Docente, em relação aos avanços científicos, ao intercâmbio de conhecimento científico, ao crescimento de sua comunidade acadêmica e finalmente, para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem, através da aproximação entre o ensino e a pesquisa. A pesquisa na USS apresenta-se como atividade muito importante no campo científico a partir de duas tônicas combinadas. A primeira estimula os docentes nas discussões do mundo científico, incentivando a organização de Grupos de Pesquisa.. A segunda tem como público-alvo os estudantes de graduação dos cursos superiores, que complementam sua formação através da participação em Grupos de Pesquisa e de atividades de Iniciação Científica, contribuindo no despertar da vocação científica e no estímulo do desenvolvimento do pensar cientifico e criativo. A Iniciação Científica tem como objetivos despertar a vocação científica dos estudantes de graduação e incentivar talentos em potencial. Este Programa estabelece incentivos e normas para o desenvolvimento acadêmico dos alunos de graduação da Universidade Severino Sombra, estreitando vínculos entre o ensino e a pesquisa e contribuindo para uma melhor formação do discente, através de seu engajamento em Projetos de Pesquisa desenvolvidos e orientados pelos docentes da Instituição. Ao mesmo tempo, os novos questionamentos e as novas práticas decorrentes do trabalho de pesquisa incidem diretamente sobre o rendimento acadêmico do aluno, tanto no desenvolvimento de suas aptidões e seu raciocínio, quanto na sua motivação. A USS possui Grupos de Pesquisa cadastrados no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq). Desses grupos participam professores e alunos das áreas: Ciências da Saúde; Ciências Exatas, da Natureza e Tecnológica; e Ciências Sociais, Aplicadas e Humanas. Até o ano de 2007 a USS subsidiava os pesquisadores com gratificação de pesquisa e, a partir de janeiro de 2008 esta gratificação passou a ser feita através da FUNADESP (Fundação Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior Particular) Os resultados das atividades de pesquisa têm propiciado a docentes e discentes participação em congressos, reuniões científicas internacionais, nacionais e locais com apresentação de trabalhos. Como resultado desses trabalhos de investigação, tem ocorrido publicação em livros e revistas indexadas. Como inúmeros trabalhos possuem dimensão social tem ocorrido articulação das atividades de pesquisas e de extensão junto à comunidade local. Dentro desta perspectiva, a Universidade se propõe a ser um centro promotor e estimulador da pesquisa científica, definindo Linhas e Grupos de Pesquisa voltados para o desenvolvimento regional , empenhados em contribuir na diminuição dos desníveis setoriais da sociedade em que se encontra inserida consoante com o perfil de formação que pretende. As políticas de pesquisa da Instituição são definidas pelo Colegiado de Pesquisa, órgão colegiado, de naturezas consultivas, normativas e deliberativas, formadas por docentes das diferentes áreas do saber abrangidas na USS e eleitos por seus pares. Desta forma, a Comunidade Acadêmica participa de forma atuante no estabelecimento das diretrizes de pesquisa e na criação das normas para sua operacionalização. Considerando a indissolubilidade do ensino, pesquisa e extensão a USS vêm estimulando e criando condições institucionais para ampliar a pesquisa. A consolidação de plano de carreira do corpo docente com professores 40 horas e 20 horas tem se apresentado como potencialidade para ampliar e fortalecer grupos de pesquisa com participação de professores e alunos. Este fato ganha também condições institucionais quando identificamos a criação de revistas como: Revista Discente e Docente do programa de pós-graduação stricto sensu em História social; Revista Teccen: centro de ciências exatas, tecnológicas e da natureza; Revista Pró-UniverSus; Revista Saúde; Revista Meio Ambiente; Revista de Graduação. Neste sentido também podemos citar como potencialidade a criação e implantação do Programa de Iniciação Científica da USS, oferecendo bolsas de iniciação à pesquisa para alunos de graduação que participam de projetos de pesquisa cadastrados no CNPq. O COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA (CEP) tem papel - chave no monitoramento dos Projetos de Pesquisa na Instituição, assegurando que o delineamento da pesquisa e o seu desenvolvimento sigam os parâmetros éticos estabelecidos. O CEP é um órgão colegiado interdisciplinar e independente, com “múnus público”, de caráter consultivo, deliberativo e educativo, que existe nas instituições que realizam pesquisas envolvendo seres humanos no Brasil, criado para defender os interesses dos sujeitos da pesquisa em sua integridade e dignidade e para contribuir no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos (Normas e Diretrizes Regulamentadoras da Pesquisa Envolvendo Seres Humanos – Res. CNS 196/96, II.14). É responsável pela avaliação e acompanhamento dos aspectos éticos de todas as pesquisas envolvendo seres humanos. Sua missão é salvaguardar os direitos e a dignidade dos sujeitos da pesquisa e contribuir para sua qualidade com discussão do papel da pesquisa no desenvolvimento institucional e social da comunidade. O CEP da Universidade Severino Sombra foi criado e registrado junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), em 2000, sendo esta criação resultado de uma demanda apresentada por docentes do curso de medicina. Atualmente o Comitê é formado por dezessete participantes de diversas áreas de atuação, além de um representante dos usuários e vem promovendo campanhas educativas e realizando cursos de extensão gratuitos, abertos a toda a comunidade, sobre os procedimentos éticos em pesquisa envolvendo seres humanos. A COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) tem por finalidade fazer cumprir as determinações dos aspectos éticos envolvendo a utilização em animais tanto em experimentos e quanto em atividades de ensino. A CEUA é uma comissão multidisciplinar, formada por docentes, discentes e membros da sociedade civil que se reúne periodicamente, com o objetivo de acompanhar, avaliar e regulamentar os procedimentos envolvendo animais na Instituição, a partir dos parâmetros e os critérios estabelecidos pela COBEA e pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. Em outra frente, a Pró-Reitoria de Extensão Universitária eve atender a três marcos: a bilateralidade da relação Instituição de Ensino Superior e sociedade, a indissociabilidade pesquisa-extensão e a interdisciplinaridade. A Extensão Universitária é um processo social, educativo, cultural e científico que, articulado ao ensino e à pesquisa, viabiliza a relação transformadora entre a Universidade e a Sociedade. Essa relação deverá ser praticada sempre como via de mão-dupla, com troca de saberes, resultante da atuação intencional dos Cursos na realidade e da participação efetiva da comunidade na construção da Universidade. O relacionamento com o ensino e a pesquisa reforça o processo extensionista como espaço de formação, alicerçado na produção de novos conhecimentos, na qual se incluem os novos métodos e tecnologias. No ensino da USS, a Extensão contribui para o aprofundamento do conceito compreensivo de sala de aula como espaço intra e extramural, para a superação do conceito de “aula” como processo informativo, buscando uma maior responsabilização do aluno na sua formação e reforçando o papel do professor como facilitador do processo de ensino-aprendizagem e não mero repassador de informação. 1.3. Objetivos do Curso Objetivo Geral: O Curso de Engenharia de Produção tem o objetivo de formar profissionais capazes de desenvolver o projeto, a implantação, a operação, a melhoria e a manutenção de sistemas produtivos integrados e de bens e serviços, envolvendo o capital humano, materiais, tecnologia, informação e energia, ao que se associará a suas habilidades de projetar, simular, prover e analisar os resultados obtidos destes sistemas para a sociedade e o meio ambiente, suportado por conhecimentos especializados de ciências exatas, ciências humanas, ciências sociais e pelos princípios e métodos de gestão, análise e projeto da engenharia. Como resultados do curso, espera-se que o nosso produto, o profissional egresso, adquira espírito crítico, iniciativa, capacidade de julgamento e tomada de decisão, aptos a coordenar e atuar em equipes multidisciplinares, ter habilidade em comunicação oral e escrita, saber valorizar a formação continuada e agregar valores a si próprio, a organização e a sociedade. Objetivos Específicos Estimular o desenvolvimento de pensamento reflexivo do discente, aperfeiçoando sua capacidade investigativa, inventiva, de análise e solução de problemas. Estimular o desenvolvimento humano do discente, envolvendo-o na vida da Instituição a fim de compreender, desde cedo, a importância de seu papel no exercício profissional como instrumento de promoção de transformação social, política, econômica, cultural e ambiental. Exercitar a autonomia no aprender, buscando constantemente o aprimoramento profissional por intermédio da educação continuada. Desenvolver sua habilidade de expressão e comunicação. Aprimorar sua capacidade de trabalhar em equipe, desenvolvendo o relacionamento interpessoal e exercitando a cooperação. Aprimorar valores éticos e humanísticos essenciais para o exercício profissional, tais como a solidariedade, o respeito à dignidade e a vida humana, a convivência com a pluralidade e a diversidade de pensamento. Estimular a investigação científico-tecnológica por meio de iniciação científica. Dotar o discente de visão sistêmica e analítica, a fim de torná-lo um profissional capacitado para analisar e maximizar, sistemas e processos novos ou existentes com qualidade, segurança e respeito ao meio ambiente e a sociedade através do uso efetivo dos recursos financeiros, humanos e tecnológicos pelo emprego das melhores técnicas, ferramentas e do conhecimento tácito para que haja a maximização da rentabilidade dos investimentos e o crescimento sustentável das organizações nos diversos setores da produção. Despertar, o espírito empreendedor do discente, estimulando-o a participar da geração de soluções inovadoras no âmbito da Engenharia de Produção e a desenvolver visão crítica para a percepção de oportunidades de negócios. Proporcionar a formação de um profissional que possa atuar em atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão. Instigar o aprendizado dos procedimentos e das técnicas e o manuseio apropriado dos recursos tecnológicos aplicados na prática profissional. Estimular o relacionamento com empresas, mediante estágios e intercâmbios acadêmicos. Reconhecer os limites e as possibilidades da sua prática profissional. 1.4. 1.5. Perfil profissional do egresso As competências e habilidades pretendidas ao egresso do curso de Engenharia de Produção da Universidade Severino Sombra são: Analisar e solucionar problemas relacionados à produção/operação corporativas, tanto na esfera pública quanto na privada; Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia de produção; Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional; Atuar em equipes multidisciplinares; Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos, visando o equilíbrio entre o desenvolvimento industrial, qualidade, produtividade e saúde ambiental; Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; Desenvolver atitudes ética e humanística do profissional em contato com o mercado de trabalho e a sociedade; Desenvolver e gerenciar soluções técnicas e otimização de processos para preservação e recuperação de recursos naturais; Identificar, formular, resolver problemas e propor medidas para otimizar a produtividade e a qualidade de forma competitiva nas operações corporativas; Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados nas diversas áreas da engenharia de produção; Realizar estudos de viabilidade técnico-econômica na área de Engenharia de Produção. O aluno formado pelo curso de Engenharia de Produção da Universidade Severino Sombra deverá agregar ao seu perfil, qualidades de espírito de equipe, comportamento crítico e ético somados a uma sólida formação técnico-científica generalista para que seja incessante na busca de conhecimentos. Atuando com o compromisso de valorizar a tecnologia sem desrespeitar o ser humano e a natureza. Para uma melhor formação ética e das relações humanas, as disciplinas que contemplam estes assuntos foram agrupadas no último período, quando os alunos já têm mais maturidade para absorção e aproveitamento dos respectivos conteúdos. Seguindo a orientação da proposta pedagógica para o curso de Engenharia de Produção e de acordo com o que dispõem os órgãos oficiais, Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA (Lei nº 5.194/66) e Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA (Res. nº 218/73), são características da profissão de engenheiro as seguintes atividades: supervisão, coordenação e orientação técnica; estudo, planejamento, projeto e especificação; estudo de viabilidade técnico-econômica; assistência, assessoria e consultoria; direção de obra e serviço técnico; vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; desempenho de cargo e função técnica; ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica, extensão; elaboração de orçamento; padronização, mensuração e controle de qualidade; execução de obra e serviço técnico; fiscalização de obra e serviço técnico; produção técnica e especializada; condução de trabalho técnico. Pautado nestes princípios, o perfil do egresso contempla as seguintes características: comportamento ético no desempenho de sua profissão; profissional com conhecimentos científicos para o desempenho das funções de engenheiro de produção em diferentes áreas de atuação; capacidade de perceber a necessidade de seu contínuo aperfeiçoamento para galgar níveis de maior complexidade dentro da profissão, a partir de literatura técnica, participação em entidades profissionais, seminários e demais eventos científicos, tanto como a formação continuada em Cursos de pós-graduação, tanto Lato Sensu como Sensu Stricto. capacidade de integrar-se com profissionais de outras áreas de conhecimento oferecendo a contribuição da Engenharia de Produção para a solução de problemas multidisciplinares; conhecimento dos problemas relativos à Engenharia de Produção regional, nacional e global tanto na esfera pública quanto no âmbito privado; capacidade de analisar de forma integrada e de solucionar ou mitigar problemas ambientais locais, regionais, nacionais ou globais. comportamento ético e humanístico para relacionar-se eficazmente com seus pares e outros segmentos da sociedade; preocupação com o binômio Produção Industrial e o Ser Humano; capacidade de solucionar problemas na área industrial, nos âmbitos de planejamento e gestão e controle de produção. A Política Institucional de acompanhamento de egressos da Universidade Severino Sombra estabeleceu-se a partir de quatro eixos através dos quais se articula às Coordenações dos Cursos, à Central de Estágios, à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pósgraduação e à Pró-Reitoria de Extensão. São eles: Incentivo a participação em eventos de atualização e/ou capacitação da USS; Políticas de incentivo à formação continuada; Estatística e apontamentos sobre o Egresso no mercado de trabalho; Avaliação do Curso a Partir da Ótica do Egresso. Neste sentido, visando promover um diálogo permanente da Universidade com o egresso, a USS desenvolve diversas ações, oferecendo serviços que promovam a comunicação, como por exemplo, a página eletrônica para o egresso da USS que divulga periodicamente informes para aperfeiçoamento profissional, como os cursos de extensão, de especialização e de mestrado oferecidos pela USS. Além disso, oferece uma política de descontos sobre mensalidades nos cursos de Pós-graduação, Educação Permanente e reingresso em cursos de graduação como forma de incentivo à formação continuada. Para a política de egresso são produzidos relatórios anuais, que indicam a realidade dos egressos no mercado de trabalho; e também possibilita a participação do egresso na política de avaliação do curso concluído, cujas informações irão colaborar na apreensão de elementos da realidade externa à instituição e ao processo de ensinoaprendizagem. Além dessas ações, os cursos de graduação também realizam encontros anuais de Egressos, possibilitando um momento de confraternização e integração entre egressos e alunos e a troca de experiências e informações sobre o mercado de trabalho, as oportunidades e as exigências da profissão. Estas ações nos permitem delinear o perfil na prática do egresso, articulado ao Projeto Pedagógico dos cursos, atendendo, inclusive, à Portaria nº 300 (SINAES/MEC), que aponta como instrumento para avaliação externa das IES as políticas de atendimento a estudantes, incluindo, nesse caso, os egressos. 1.6. Estrutura Curricular A flexibilidade curricular se expressa por diferentes estratégias de desenvolvimento da prática pedagógica, a saber: aulas expositivas, atividades de laboratório e de campo; organização de debates, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas; realização de experimentos nas aulas práticas. Recursos adicionais como vídeos, aulas com recursos computacionais e uso de projetor multimídia, visitas técnicas, palestras, seminários, trabalhos de campo, complementarão o desenvolvimento do Curso e integrarão teoria e prática. Número máximo de alunos por turma: aulas teóricas = 50 alunos aulas práticas = 25 alunos Obs.: O número máximo de 25 alunos por turmas práticas se dá em função das dimensões dos laboratórios atualmente disponíveis. Durante as atividades, as turmas com mais de 25 alunos serão divididas, sendo a aula ministrada em horários diferenciados. Aulas práticas de disciplinas básicas: A matriz curricular do ciclo básico, comum a todos os Cursos de Engenharia, incluirá aulas práticas de Química Geral, Computação, Desenho, Física Mecânica, Térmica, Moderna e Eletromagnética. Estas aulas permitirão aos alunos consolidar o conhecimento teórico, conduzindo-o a um entendimento mais completo dos fenômenos subjacentes às aplicações de ferramentas computacionais que serão aplicadas na solução de problemas estudados em outras disciplinas do Curso, bem como na vida profissional do Engenheiro de Produção. Aulas práticas de disciplinas de formação profissionalizante: A matriz curricular do ciclo profissional do Curso de Engenharia de Produção incluirá aulas práticas de Materiais Elétricos e Calculo Numérico. As aulas práticas poderão tanto envolver experiências realizadas nos laboratórios, bem como atividades extraclasse, como aulas de campo ou visitas técnicas, que permitirão aos alunos a visualização prática das problemáticas ambientais apresentadas em sala de aula. A avaliação destas aulas será normalmente feita por meio de relatórios (das experiências de laboratório ou das aulas de campo e visitas técnicas), além das provas. A elaboração de relatórios será bastante incentivada e valorizada no Curso de Engenharia Produção, uma vez que a habilidade de comunicação e expressão é essencial para a atuação deste profissional. Disciplina optativa Introdução ao Estudo de LIBRAS: A Disciplina Introdução ao Estudo de LIBRAS foi inserida na matriz curricular de acordo com o Decreto nº 5626, de 22 de dezembro de 2005. Adequação e Dimensionamento da Carga Horária: A Adequação e dimensionamento da carga horária foram definidos conforme Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. As Tabelas a seguir apresentam as disciplinas relativas ao Ciclo Básico e ao Ciclo Profissionalizante com seus respectivos percentuais em relação a carga horária total. DISCIPLINAS DO CICLO BÁSICO – Carga Horária 32,5% DISCIPLINA CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA Fundamentos da Matemática Elementar 60 60 Geometria Analítica e Vetorial 60 60 Química Geral e Inorgânica 60 45 Cidadania e Sociedade 30 30 Desenho Básico 30 15 15 Computação 60 45 15 Cálculo de uma Variável 60 60 Desenho Técnico 60 60 Física Mecânica 60 60 Laboratório de Física Mecânica 30 Álgebra Linear 60 60 Fundamentos da Administração 30 30 Probabilidade e Estatística 60 60 Cálculo de várias variáveis 60 60 Física Térmica 60 60 Comunicação e Expressão 30 30 Laboratório de Física Térmica 30 Metodologia Científica 30 30 Economia e Finanças 30 30 Ciências do Ambiente 30 30 Equações Diferenciais 60 60 Física Eletromagnética 60 60 Labor. de Física Eletromagnética e Moderna 30 Física Moderna 30 15 30 30 30 30 Fenômenos de Transporte 60 60 TOTAL CICLO BÁSCIO 1170 PERCENTUAL CICLO BÁSICO 32,5% PERCENTUAL RESOLUÇÃO CNE/CES 11/2002 30% DISCIPLINAS DO CICLO PROFISSIONALIZANTE – Carga Horária 18,3% CARGA HORÁRIA DISCIPLINA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA Engenharia do Produto 60 60 Materiais Elétricos 60 45 Ergonomia 60 60 Sistemas de Informação 60 60 Pesquisa Operacional I 60 60 Pesquisa Operacional II 60 60 Hidráulica 60 60 Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável 60 60 Calculo Numérico 60 45 Gestão e Inovação Tecnológica 60 60 Introdução a Engenharia de Produção 60 60 TOTAL CICLO PROFISSIONALIZANTE 660 PERCENTUAL CICLO PROFISSIONALIZANTE 18,3% PERCENTUAL RESOLUÇÃO CNE/CES 11/2002 15% 15 15 1.7. ESTRUTURA DO CURSO: MATRIZ CURRICULAR 1º Período DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA Fundamentos de Matemática Elementar 60 60 Geometria Analítica e Cálculo Vetorial 60 60 Química Geral e Inorgânica 60 45 PRÁTICA 15 Cidadania e Sociedade 30 30 Introdução à Engenharia de Produção 60 60 Desenho Básico 30 15 15 Computação 60 45 15 TOTAL 360 315 45 2º Período DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA Cálculo de Uma Variável 60 60 Desenho Técnico 60 60 Física Mecânica 60 60 Laboratório de Física Mecânica 30 Álgebra Linear 60 60 Fundamentos da Administração 30 30 Probabilidade e Estatística 60 60 TOTAL 360 330 PRÁTICA 30 30 3º Período DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA Cálculo de Várias Variáveis 60 60 Mecânica Básica 60 60 Física Térmica 60 60 Laboratório de Física Térmica 30 Cálculo Numérico 60 45 Metodologia Científica 30 30 Economia e Finanças 30 30 Ciências do Ambiente 30 30 TOTAL 360 315 PRÁTICA 30 15 45 4º Período DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA Equações Diferenciais 60 60 Física Eletromagnética 60 60 Física Moderna 30 30 Laboratório de Física Eletromagnética e 30 30 Moderna Fenômenos do Transporte 60 60 Resistência dos Materiais 60 60 Materiais Elétricos 60 45 15 TOTAL 360 315 45 5º Período CARGA HORÁRIA DISCIPLINAS TOTAL TEÓRICA Eletrotécnica Geral 60 60 Gestão da Qualidade Total 60 60 Hidráulica 60 60 Organização, Sistemas e Métodos 60 60 Sistemas de Informação 60 60 Instalações Elétricas 60 60 TOTAL 360 360 PRÁTICA 6º Período CARGA HORÁRIA DISCIPLINAS TOTAL Ferramentas Computacionais Aplicadas à TEÓRICA 60 60 Elaboração e Gestão de Projetos 60 60 Gestão Estratégica de Pessoas I 60 60 Administração de Marketing I 60 60 Administração Financeira e Orçamentária I 60 60 Administração de Materiais 60 60 TOTAL 360 360 Engenharia 7º Período PRÁTICA CARGA HORÁRIA DISCIPLINAS TOTAL TEÓRICA Gestão Estratégica de Pessoas II 60 60 Administração de Marketing II 60 60 Administração Financeira e Orçamentária II 60 60 Gestão Estratégica de Mercados 60 60 Administração Estratégica 60 60 Logística e Suprimentos 60 60 TOTAL 360 360 PRÁTICA 8º Período CARGA HORÁRIA DISCIPLINAS TOTAL TEÓRICA Pesquisa Operacional I 60 60 Controle Estatístico de Qualidade 60 60 Noções de Direito 30 30 Engenharia do Produto 60 60 Gestão de Sistemas de Produção/Operações 60 60 Planejamento e Controle de Produção 60 60 Planejamento e Controle da Manutenção 30 30 TOTAL 360 360 PRÁTICA 9º Período DISCIPLINAS Pesquisa Operacional II CARGA HORÁRIA TOTAL 60 TEÓRICA 60 Instalações Industriais 60 60 Engenharia Econômica 60 60 Administração de Custos 30 30 Engenharia de Métodos 60 60 Gestão e Inovação Tecnológica 60 60 Projeto Integrado em Engenharia I 30 30 TOTAL 360 360 PRÁTICA 10º Período DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA Ergonomia 60 60 Comunicação e Expressão 30 30 Automação Industrial 60 60 Empreendedorismo 30 30 60 60 30 30 30 30 Projeto Integrado em Engenharia II 60 60 TOTAL 360 360 Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável Responsabilidade Social e Governança Corporativa Tópicos Especiais em Engenharia de Produção PRÁTICA CARGA HORÁRIA DAS DISCIPLINAS TEÓRICAS 3435 CARGA HORÁRIA DAS DISCIPLINAS PRÁTICAS 165 CARGA HORÁRIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 300 CARGA HORÁRIA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 300 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 4100 ** O curso oferece a disciplina optativa de Introdução ao Estudo de Libras, com carga horária de 30 horas. 1.8. Conteúdos Curriculares As ementas e os programas das disciplinas, aqui apresentadas, são passíveis de mudanças sempre que haja necessidade de atender as novas demandas. As constantes alterações de procedimentos e mudanças hão de refletir na condução da aplicação teórico-prática dos programas das disciplinas, pois essas objetivam formar competências para que sejam absorvidas pelas novas condições do mercado de trabalho. Assim novos programas poderão ser inseridos e contextualizados com a aplicação da base científica e tecnológica em constante processo de evolução. A USS subsidia o curso, atualizando a Biblioteca com as publicações de relevância para o desenvolvimento dos estudos. O professor tem a responsabilidade de estar em sintonia com as novas publicações pertinentes à sua área de atuação. A carga-horária, o planejamento e as referências das disciplinas oferecidas em cada período do curso são mostradas no Anexo I. 1.9. Metodologia. Os métodos, técnicas e recursos utilizados visam a integração entre teoria, prática e realidade dos Discentes, e se materializam nas seguintes ações: a) Aulas expositivas e dialogadas, apoiadas em bibliografia especializada e atual; b) Atividades em equipes; c) Utilização de recursos tecnológicos, como computadores e vídeos; d) Estudos de casos; e) Atividades e projetos desenvolvidos no âmbito nas disciplinas que resultem em produtos úteis para os Docentes e Discentes, para a USS e/ou para a comunidade; f) Seminários e wokshops; g) Visitas Técnicas a Órgãos Públicos, autarquias e demais organizações que sejam padrão de excelência em suas áreas de atuação; h) Parcerias com outros cursos da USS e organizações da sociedade em projetos e atividades; e, i) Palestras sobre temas de Engenharia de Produção e áreas afins proferidas por especialistas. Os conteúdos conceituais das unidades de estudo serão disponibilizados pelos professores no Portal Universitário. O Portal Universitário é um Ambiente Virtual de Aprendizagem na Internet, cujas ferramentas e estratégias são elaboradas para propiciar um processo de aprendizagem, através de trocas entre discentes e docentes, coordenadores de curso e docentes/discentes, incentivando o trabalho cooperativo. Consiste em uma plataforma voltada para atividades diversas da IES: Gestão do Ensino, Pesquisa/Extensão e Avaliação Institucional. Também dá suporte às aulas presenciais, na medida em que os docentes podem inserir arquivos com textos ou mídias complementares às aulas. Para cada assunto, o professor poderá associar via Portal links, filmes, textos diversos, artigos, assuntos para discussão, questionários de reflexão e lista de exercícios, entre outras estratégias de ensino e aprendizagem que buscam favorecer a auto-aprendizagem. Estes recursos, disponibilizados previamente para os alunos, favorecerão a análise/estudo prévio para que as aulas sejam mais produtivas. Todo material disponibilizado pelos professores/orientadores no Portal deverá ser mantido à disposição do aluno enquanto durar o seu vínculo com a instituição, possibilitando atividades de revisão e nivelamento constantes. As atividades práticas (laboratórios, visita técnica, trabalho de campo, entre outras) previstas na organização curricular serão executadas mediante roteiro com objetivos bem definidos e apoiadas nos conteúdos conceituais trabalhados. As atividades de estágio e TCC serão executadas mediante regulamento próprio e supervisionadas/orientadas buscando garantir a articulação teoria/prática. 1.10. Estágio Curricular Supervisionado O Estágio Curricular Supervisionado, componente curricular obrigatório integrado à proposta pedagógica, conforme estabelecido em legislação, é um momento de formação profissional seja pelo exercício direto in loco, seja pela presença participativa em ambientes próprios de atividades da área profissional específica, sob RESPONSABILIDADE da USS e sob a SUPERVISÃO da Central de Estágios (CE). O Estágio Curricular Supervisionado é normatizado por legislação oriunda do Ministério da Educação e por documentos da Universidade Severino Sombra, tais como: Termo de Convênio entre as instituições – Universidade e Campo de Estágio; Regulamento Institucional do Estágio, aprovado em CONSEPE/ CONSU; (disponível no site da USS), Planejamento de Atividades de Estágio (carga horária e atividades), Ficha de Avaliação e Ficha de Frequência (todos os documentos estão disponíveis no site da USS). Os alunos do Curso de Engenharia de Produção, matriculados do sétimo ao décimo período da Matriz de 2011.2, cumprirão estágios supervisionados em empresas, órgãos públicos ou organizações não governamentais da Região Centro-Sul Fluminense, Médio Paraíba e Baixada, num total de 200 horas. Durante o estágio, o aluno cumprirá, sob supervisão docente, um programa de treinamento que lhe permitirá tomar conhecimento e participar de atividades práticas de Engenharia de Produção, desenvolvidas nos setores de uma empresa, órgão público ou ONG para os quais um engenheiro de produção em início de carreira pode ser designado. A não conclusão do Estágio Supervisionado implicará no impedimento da conclusão do Curso. A fim de estimular o surgimento de ofertas de estágio, o Curso de Engenharia de Produção tem trabalhado na busca de diversos convênios na Região Centro-Sul Fluminense, Médio Paraíba e Baixada (os convênios são mantidos na Central de Estágios). 1.11. Atividades Complementares É objetivo das atividades complementares auxiliar na formação acadêmica do aluno ao estimular a participação em debates, seminários, encontros acadêmicos e profissional, dentre outras possibilidades. Ao contribuir para ampliar o conhecimento, instigar o senso crítico e a autonomia, as atividades complementares, favorece a intervenção no cenário acadêmico/profissional do egresso do curso. As atividades complementares obrigatórias são meios de fornecer aos alunos uma maior responsabilidade possibilitando-lhes para oportunidades de incrementar explorarem sua seus própria aprendizagem, próprios interesses, contemplando elementos de fundamentação essencial no seu campo do saber ou profissão, no sentido do indivíduo aprender a aprender e através da educação contínua manter-se atualizado. As atividades complementares buscam promover no aluno a competência do desenvolvimento intelectual e profissional autônomo e permanente, estimulam a análise crítica e desenvolvem dimensões éticas e humanísticas, promovendo atitudes e valores orientados para a cidadania. Os alunos do Curso de Engenharia de Produção deverão cumprir um total de 300 horas de atividades complementares, que poderão ser constituídas pela participação em visitas técnicas, apresentações técnicas, projetos de extensão, iniciação científica, monitoria, seminários, congressos, entre outros. No anexo VII e VIII constam, respectivamente, a ficha de atividades complementares e as normas para as atividades complementares. Visitas Técnicas: As visitas técnicas constituem-se em um importante fator para a complementação da formação profissional do aluno de Engenharia. Nestas visitas os alunos, sempre acompanhados de um professor responsável, serão levados a conhecer o funcionamento real e integrado dos elementos e sistemas estudados em sala de aula. Por meio de contato com profissionais de longa experiência na prática diária de resolução de problemas de produção/operação corporativos, os alunos receberão informações que muitas vezes não estão disponíveis na literatura e que lhes vão permitindo, paulatinamente, preparar-se para enfrentar os problemas práticos que encontrarão profissionalmente. Apresentações Técnicas: O Curso de Engenharia de Produção promoverá apresentações técnicas realizadas em suas instalações por representantes de empresas, órgãos públicos e ONGs. Estas apresentações, assim como as visitas técnicas anteriormente referidas, constituem importante fator para complementação e atualização do conhecimento tecnológico em Engenharia dirigido ao discente. 1.12. Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) O Trabalho de Conclusão de Curso tem o objetivo de promover junto ao aluno, o planejamento, a organização e redação do trabalho científico. A graduação em Engenharia de Produção tem como um de seus requisitos, a elaboração de um Projeto Integrado, que segue as “Normas para elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso - TCC”. Este Projeto constitui-se na principal atividade de integração entre teoria e prática, dado que oferece aos alunos oportunidade de utilizarem, conjuntamente, os conhecimentos obtidos nas disciplinas do ciclo profissionalizante, além de permitir a prática da engenharia de produção. Os temas de projeto serão definidos com base em necessidades reais de empresas, órgãos públicos e ONGs da área industrial da Região Centro SulFluminense com as quais a USS mantém intercâmbio. Os projetos serão desenvolvidos por grupos de alunos, sob a orientação do Professor da Disciplina intitulada: Trabalho Final de Curso auxiliado pela orientação técnica de professores com experiência em campos diversos da Engenharia de Produção. O Relatório do Projeto será apresentado publicamente pelo grupo perante uma banca examinadora constituída por professores dos Cursos do Centro de Ciências Exatas, Tecnológicas e da Natureza (CECETEN), ou convidados de outras Instituições de Ensino Superior. A aprovação da banca é condição necessária ao cumprimento deste requisito de graduação. Os Trabalhos de Conclusão de Curso aprovados passam a compor o acervo da Biblioteca. A estrutura formal escrita do TCC deve seguir os critérios mais atualizados estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Compete ao professor orientador: a) orientar a elaboração e a execução do TCC; b) zelar pelo cumprimento do artigo proposto e dos prazos estabelecidos no cronograma; c) observar os horários de orientação; d) avaliar o desempenho e o rendimento do aluno ao longo da execução do projeto e encaminha-lo ao coordenador, para formação de banca examinadora; e) orientar o aluno quanto apresentação em multimídia, com antecedência, a banca examinadora; f) avaliar o desempenho e rendimento do aluno ao longo da execução do trabalho, fornecendo ficha de acompanhamento a ser entregue ao final das atividades de orientação; g) participar da Banca Examinadora, e; h) zelar pelo cumprimento do Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC da USS. Cada professor poderá orientar quantos alunos forem indicados pelo Colegiado de cada Curso, por período letivo. O professor orientador poderá isentar-se da orientação em casos especiais, apresentando à coordenação seu relatório e justificativa desde que até a data limite para pedido de afastamento da orientação, divulgada em calendário de atividades do curso. Sendo assim, caberá ao coordenador, designar outro professor de continuidade à orientação do trabalho do discente. Compete ao aluno: a) informar-se sobre as normas do TCC; b) escolher o tema do seu TCC, sua definição, delimitação e problematização; c) submeter o trabalho aos órgãos de ética em pesquisa da USS; d) elaborar e desenvolver o TCC, com os métodos e técnicas aprendidos no curso, de acordo com o objetivo e a pesquisa escolhida e cumprindo as etapas e o cronograma estabelecidos em conjunto com seu orientador, supervisor e a coordenação do curso; e) verificar e observar os horários de orientação; f) submeter o TCC finalizado à apreciação do professor orientador. O aluno poderá requerer a substituição do professor orientador, apresentando à coordenação do curso sua justificativa e a proposta do novo orientador, desde que até a data limite para substituição de professor orientador, divulgada em calendário de atividades do curso. O aluno deverá entregar seu trabalho à coordenação do curso, impreterivelmente, até a data estabelecida em calendário de atividades do curso. O não cumprimento deste prazo implica em reprovação e encaminhamento para a reapresentação dentro do prazo de trinta (30) dias, devendo ter a nota do trabalho escrito reduzida em 20%. O TCC deve, obrigatoriamente: I - apresentar contribuição original do autor; II - ser elaborado seguindo uma metodologia adequada à pesquisa acadêmica; III - revelar espírito crítico do autor; IV - ser elaborado pelas normas vigentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O Supervisor do TCC é um professor do Curso com a tarefa de supervisão da elaboração do artigo. O supervisor não é responsável pelo desenvolvimento do conteúdo do trabalho, nem pela escolha de ferramentas ou procedimentos. Caberá ao Supervisor a função de verificar se o trabalho que está sendo desenvolvido se caracteriza como atividade de síntese e integração de conhecimento de aspectos relacionados ao curso de Engenharia de Produção, podendo interferir no andamento do trabalho, de forma a atender esta exigência. É dever do Supervisor do TCC estabelecer um cronograma de atividades para o desenvolvimento do trabalho e também reuniões periódicas obrigatórias (no mínimo quatro ao longo do semestre), com o aluno, para avaliar o andamento do trabalho, de forma a assegurar as características exigidas para o TCC. A apresentação do TCC é determinada da seguinte forma: I – Sob forma de monografia; II – Individual. O projeto escrito deverá ser impresso em papel branco tamanho A4 e de acordo com as normas da ABNT. A avaliação do TCC será expressa por atribuição de graus pela banca examinadora mediante apresentação. A data limite para entrega do TCC à coordenação de curso será de trinta (30) dias antes do último dia letivo e a data limite para apresentação perante banca será determinado pela coordenação do curso. As bancas examinadoras serão constituídas por três (03) membros, sendo um deles o professor orientador, e os outros dois (02) designados pela coordenação do curso, sendo que um deles presidirá a apresentação, considerando o tema da monografia. Na falta o professor orientador será substituídos por um dos membros da banca examinadora. Em caso de aprovação com restrição, o aluno deve retomar seu trabalho, seguindo as orientações da banca examinadora, e entregar nova versão do TCC com correções no prazo máximo de sete (07) para fins de arquivamento, já com a ficha cartográfica, em CD com etiqueta específica. Os graus resultantes da avaliação devem ser registrados e expressam a aprovação ou reprovação do aluno no TCC. O resultado de reprovação importará na matrícula do aluno no semestre letivo seguinte para elaboração de novo TCC. O TCC, bem como as fitas, fotos, CDs e outros materiais produzidos, serão catalogados e arquivados na Biblioteca Central da USS. Casos não previstos serão avaliados pelo Colegiado e Coordenação do Curso de Engenharia de Produção. 1.13. Apoio ao Discente PROGRAMA INSTITUCIONAL DE NIVELAMENTO: A Universidade Severino Sombra possui programa institucional de nivelamento. Este se apresenta sob a forma de disciplinas, em geral nos períodos iniciais dos cursos, considerando o perfil do ingressante, e sob a forma de apoio pelo NAPp (Núcleo de Apoio Psicopedagógico) em parceria com a Central de Estágios. Com o objetivo de identificar e minimizar possíveis defasagens que os alunos tragam de sua formação anterior, são organizadas atividades, em horários extraclasses, visando fortalecer os conhecimentos básicos nas seguintes áreas: • Língua Portuguesa: Este nivelamento promove atividades voltadas para habilidades de leitura, interpretação, análise e produção de textos; • Matemática: Aborda conteúdos vinculados às disciplinas de matemática do ciclo básico com a finalidade de suprir as necessidades dos alunos em conteúdos do Ensino Fundamental e Médio; • Informática: O nivelamento em informática tem como público alvo alunos da instituição que tenham pouca desenvoltura na utilização de computadores. O objetivo principal é fornecer condições para que esses alunos possam utilizar recursos computacionais como: internet, suite de escritório (office ou OpenOffice), funções básicas do sistema operacional, recursos de impressão, entre outros. O aluno participa do programa de nivelamento – Língua Portuguesa, Matemática, Informática, indicado por coordenadores de curso. Ao final do semestre são produzidos relatórios parciais de todas as atividades realizadas, bem como do rendimento dos alunos. PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA: O Programa Institucional de Monitoria, para todos os Cursos de Graduação da USS, é uma atividade de atendimento ao discente que visa contribuir para a melhoria da qualidade do processo ensinoaprendizagem. A política institucional de Monitoria é aplicada a partir de edital público interno para seleção dos alunos, disponível no site da USS, para o desempenho das seguintes atividades: • Realizar tarefas que auxiliem os discentes no melhor aproveitamento dos conteúdos ministrados e na realização de trabalhos pedagógicos; • Auxiliar o professor na realização de trabalhos práticos e experimentais, na preparação de material didático e em atividades de classe e/ou laboratório; • Auxiliar os docentes no acompanhamento de avaliações e atividades acadêmicas. A Monitoria na USS é organizada nas modalidades: Remunerada e Voluntária (o Monitor recebe a título de incentivo, declaração para comprovação de atividades complementares). As vagas de Monitoria, remunerada e voluntária, existentes para cada disciplina são solicitadas pelos Professores, apreciadas pelo Colegiado do Curso e encaminhadas à Pró-Reitoria de Ensino de Graduação, que as autoriza e divulga via Edital. ATIVIDADES EXTRACLASSE: As atividades extraclasses são desenvolvidas para complementar conhecimentos específicos e dar um cunho bastante prático ao ensino. Para isso são programadas diversas atividades tais como: • Visitas Técnicas a Instituições Públicas e Terceiro Setor; • Participação em Encontros Científicos, Jornadas, Seminários Palestras, etc. As atividades extraclasse são componentes curriculares enriquecedores e complementadores do perfil do formando e possibilitam o reconhecimento de habilidades, inclusive adquiridas fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, pertinentes, transversais, opcionais e de interdisciplinaridade; especialmente nas relações com o mercado do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. PROGRAMA INSTITUCIONAL DE TUTORIA: O Programa de Tutoria da USS foi instituído com o intuito de intervir no desempenho acadêmico dos alunos. Para os alunos reprovados é oferecida a TUTORIA, através de um Professor Tutor, que atua como elemento facilitador do processo ensino-aprendizagem na respectiva disciplina, orientando os alunos para que tirem o máximo proveito de suas potencialidades. NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO: O Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPp) da USS desenvolve atividades de atendimento à comunidade acadêmica, por encaminhamentos ou demanda espontânea. A finalidade do NAPp é prestar apoio à Coordenadoria de Ensino de Graduação, às Coordenações de curso, Professores, alunos e funcionários da USS, que constituem seu público-alvo. O NAPp está implantado e funcionando no andar térreo do bloco dois no Campus principal da USS e, no ano de 2011, ampliou sua equipe com a inclusão de duas psicólogas técnicas e um Psicólogo/ Psicopedagogo para coordenar o setor . A organização e sistematização do Núcleo de Apoio Psicopedagógico se justificam em função do interesse da USS em proporcionar o bem-estar afetivoemocional e a oportunidade de crescimento pessoal aos seus alunos e funcionários, com vistas à sua formação e desempenho enquanto seres humanos íntegros e capazes. Além de identificar, acompanhar e intervir pedagogicamente em disciplinas com grande retenção, abandono e trancamento. Com frequência, alguns casos de baixo rendimento escolar podem indicar que o aluno traz consigo, além das dificuldades de aprendizagem, outras oriundas de necessidades e problemas pessoais que, quando não solucionados precocemente, podem se agravar. O comprometimento do seu desempenho escolar pode, então, resultar da inadequação de suas respostas aos estímulos do ambiente e do processo educativo. Além disso, pode ocorrer a dificuldade de compreensão de tais problemas pelos professores. A proposta é atender a uma demanda de funcionários e alunos da Universidade Severino Sombra, por orientação psicopedagógica e/ou psicológica, na busca de solução para inadequada escolha profissional, problemas relacionados à ética e valores, problemas de ordem familiar, que possam acarretar grave repercussão nas relações interpessoais, problemas de relacionamento afetivo-sexual e problemas de ordem pessoal tais como conflitos neuróticos e depressão. Em se tratando especificamente dos ingressantes, percebemos uma dificuldade na adaptação às novas exigências do processo de ensino-aprendizagem que se apresenta, em muitos aspectos, diferente daquele ao qual estiveram submetidos no ensino fundamental e médio, além de deparar-se com novas condições físicas e sociais características do universo acadêmico. O núcleo de apoio psicopedagógico torna-se um dos responsáveis por identificar, acompanhar e intervir pedagogicamente em disciplinas com grande retenção, com abandono e trancamento, oferecer apoio a alunos e professores e tem suas atividades articuladas com o Serviço Escola de Psicologia (SEP). APOIO A PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS: A USS estimula os cursos a promoverem congressos, seminários, simpósios, etc., que propiciem a participação dos alunos, sejam como organizadores ou como apresentadores de trabalhos. Há política institucional de subsídios para participação em eventos nacionais e internacionais, disponível no site da USS. SETOR DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS: A Portaria PR Nº 060, de 16 de novembro de 2010, criou o Setor de Relações Internacionais da Universidade Severino Sombra SRI-USS, órgão da Reitoria, por cuja Coordenação responde, a profª. Drª. Ana Paula de Almeida, representante da USS na Universidade do Porto - Portugal. O SRI-USS tem ainda uma Sub-Coordenação a cargo da profª. Drª. Marise Maleck de Oliveira Cabral. A tarefa deste Setor foi administrar o convênio celebrado entre a USS e a Universidade do Porto, com as seguintes ações: ida de estudantes da USS para períodos de estudos na UP. Como um adicional ao convênio, foi assinado um acordo de colaboração entre o Centro de Química Medicinal da UP (CEQUIMED-UP) e o Curso de Farmácia da USS. Respondem por este acordo a coordenadora do CEQUIMED-UP, prof.ª. Drª. Madalena Pinto, e na USS a prof.ª Drª. Ana Paula de Almeida. Este acordo dá amparo às iniciativas na área da pesquisa. É meta do SRI-USS desenvolver a cooperação existente com a UP, iniciar e estabelecer novas cooperações de caráter inovador e criar caminhos para outros protocolos de cooperação com universidades de outros países. Pretende-se a integrar várias redes e grupos de cooperação interuniversitária internacional e a participação ativa em número significativo de programas comunitários de ensino, formação e pesquisa. Para isto, o SRI-USS trabalhará de forma sintonizada com as Pró-Reitorias. ATIVIDADES DE EXTENSÃO: Sob o enfoque da extensão, o Curso desenvolve atividades com a meta primordial de sensibilizar os acadêmicos frente à importância de estarem engajados no desenvolvimento da sociedade, atuando na interação com o mercado, estimulando à participação discente em atividades de extensão, comprovando a relevância do curso/congresso/palestra/outros na composição de sua grade curricular. Entendida como uma das funções básicas da universidade, a extensão é a forma de intercâmbio, com a comunidade, contribuindo para o seu desenvolvimento e buscando, pela ação integrada, conhecimentos e experiências para subsidiar a avaliação e a qualificação do ensino e da pesquisa. A extensão é uma forma de complementar, aprofundar, atualizar e difundir os conhecimentos, estabelecendo com a comunidade um processo de troca e participação, sem caráter assistencialista e/ou sem tomar a si ações e deveres do Estado. Por ser uma via de transformação dentro do Ensino Superior, numa nova concepção de academia cidadã, a extensão rompe barreiras, contribuindo, assim, para a modificação do conceito de educação, passando esta a ser um processo de formação inter e transdisciplinar. O curso em parceria com outras instituições, ou pela ação de professores em grupos de trabalho ou isoladamente promove diversas atividades de extensão, como atividade permanente e atividade comunitária, cujo foco é aproximar-se da comunidade, construindo, compartilhando saberes e oportunizando experiências, visando sempre a melhoria das práticas educacionais e dos ambientes sociais em que ocorrem. ATIVIDADES DE PESQUISA: O Curso Engenharia de Produção da Universidade Severino Sombra pretende desenvolver alunos que vivenciam práticas investigativas, quer individualmente como alunos em seu processo de aprendizagem, quer como participantes de grupos de pesquisa em parceria com outros alunos e professores do Curso. Este objetivo, que faz parte do perfil do egresso, articula-se com a Resolução CNE/CP 1/2002. Esta propõe que na organização curricular esteja presente o aprimoramento em práticas investigativas e a pesquisa, como foco no processo de ensino e de aprendizagem. Neste sentido o Curso de Engenharia de Produção organizará e incentivará grupos de pesquisa dos quais participem alunos e professores. Tal filosofia busca incentivar projetos multidisciplinares e a formação de um espírito universitário que integre os diferentes Centros. Com o objetivo de inserir as pesquisas no meio científico, o curso de Engenharia de Produção conta atualmente com o apoio do grupo de pesquisa devidamente cadastrado e reconhecido junto a CAPES/CNPQ sendo ele intitulado de “QUALIDADE E CONSERVAÇÃO DE ENERGIA”. Este grupo tem o intuito de promover atividades relacionadas com o uso racional de energia nas residências e no comércio na região Sul Fluminense, visando colaborar com a educação energética e estimular a substituição de equipamentos obsoletos por novos equipamentos eficientes, com a devida avaliação sobre a viabilidade técnica e econômica. 1.14. Ações Decorrentes do Processo de Avaliação do Curso O processo de avaliação da qualidade do curso pressupõe a existência de instâncias coletivas de deliberação e avaliação. Estas deverão atuar em acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais, para os cursos de Engenharia; com as orientações do MEC/INEP para Avaliação-autorização e reconhecimento - dos cursos de graduação e outras legislações pertinentes. São instâncias coletivas: a) Núcleo Docente Estruturante (NDE), responsável pela construção e acompanhamento do projeto pedagógico do curso e de todas as atividades a ele relacionadas; b) Colegiado de Curso constituído por professores e alunos. Esta concepção de gestão participativa possibilitará a avaliação que seja processual e atenda aos diferentes campos de um projeto pedagógico de Curso. Dentre os objetivos deste procedimento pretende-se atuar sobre: a) metodologias de ensino; b) avaliação e adequação de matriz curricular; c) resultados do ENADE; d) reflexão sobre a prática docente; e) reflexão sobre Cursos de Engenharia; f) acompanhamento do egresso; g) articulação Universidade/Sociedade. Para dar efetividade a proposta disporá dos seguintes meios: a) Reuniões regulares com todos os alunos (semestrais); b) Reuniões com representantes discentes (semestrais: 2 ou mais se forem necessárias); c) Reunião com o Colegiado do Curso (semestral: 2 ou mais se forem necessárias); d) Reunião de professores; e) Reunião com o Núcleo Docente Estruturante – NDE (semestral: 2 ou mais se forem necessárias). O processo de auto-avaliação do Curso é contínuo, de permanente interação, visando ao aperfeiçoamento. A auto-avaliação requer coragem para refletir e mudar. As mudanças, em geral, implicam rever caminhos, posições, atitudes e mesmo dogmas. Neste aspecto, a avaliação necessita de um olhar imparcial, crítico. Refletir sobre as próprias falhas não é uma das qualidades mais comuns ao ser humano. Mas estes momentos de reflexão trazem o crescimento, a maturidade a consolidação da identidade. Através do resultado da avaliação são realizadas melhorias pedagógicas e/ou administrativas. 1.15. Atividades de Tutoria: Não se aplica por tratar-se de curso presencial. 1.16. Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no processo de Ensino-aprendizagem As Salas de Informática da USS foram criadas para apoiar as atividades dos diversos Órgãos Acadêmicos e Cursos. O nome “Sala de Informática” caracteriza o conceito de utilização generalizada do ambiente, em proveito do ensino e da aprendizagem. Ora pode ser um laboratório, ora uma sala multimídia, ora um ambiente de pesquisa na Internet. As salas foram estruturadas para viabilizar aulas dos diversos Cursos da USS; um ambiente de conexão à Internet; um ambiente de conexão à rede da USS; um ambiente de conexão à Intranet da USS; um ambiente de acesso às informações do Terminal Informativo Acadêmico (TIA); um ambiente disponível, de manhã, à tarde e à noite, para que alunos e professores, sob regulamentação adequada, possam realizar a preparação de trabalhos acadêmico; treinamento em programas de interesse de suas áreas. O Curso conta com o apoio da Coordenadoria de Recursos de Telecomunicações e Informática (CRTI), setor responsável pela gerência dos recursos de informática da Instituição, situado no Bloco 9 do Campus. À Gerência de Rede compete implantar, manter e atualizar estruturas de hardware e software que possibilitem o pleno funcionamento das diversas redes e sub-redes que compõe o Sistema de Informática da Universidade Severino Sombra (USS). Além da conexão entre os servidores corporativos e acadêmico e seus clientes, a Rede da USS disponibiliza para todas as áreas da Fundação Severino Sombra (FUSVE) e USS uma conexão dedicada à Internet, sem necessidade de modem e discagem. A Gerência do Subsistema Administrativo que ocupa uma área de 33,04m², é a seção da CRTI que administra e presta suporte de informática ao ambiente Administrativo Neste ambiente também estão alocados os Servidores de Internet (www, E-mail e Proxy) e Servidor Corporativo. A Gerência do Subsistema Acadêmico que ocupa uma área de 18,41m²; é a seção da CRTI que administra e controla o Sistema TIA (Terminal Informativo Acadêmico), PERGAMUM localizada junto às Salas de Informática I e II do Campus. Os Laboratórios de Informática utilizados pelo Cursos da USS funcionam de segunda a sexta feira das 8 às 22 horas e aos sábados de 8 às 12 horas, com cerca de 92 computadores disponíveis. Não existem restrições quanto ao número de horas diárias que cada aluno pode usar os recursos. Além disso, o campus conta com rede wifi de acesso livre. Outra forma de mediação via web é o Portal Universitário. Este é um Ambiente Virtual de Aprendizagem na Internet, cujas ferramentas e estratégias são elaboradas para propiciar um processo de aprendizagem, através de trocas entre discentes e docentes, coordenadores de curso e docentes/discentes, incentivando o trabalho cooperativo. Consiste em uma plataforma voltada para atividades diversas da IES: Gestão do Ensino, Pesquisa/Extensão e Avaliação Institucional. Também dá suporte às aulas presenciais, na medida em que os docentes podem inserir arquivos com textos ou mídias complementares às aulas. 1.17. Material Didático institucional: Não se aplica, pois a IES não oferece este tipo de recurso. 1.18. Mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes: Não se aplica, pois não se trata de curso a distância. 1.19. Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem A concepção de avaliação que norteia o processo ensino-aprendizagem do curso inspira-se no modelo que utiliza a avaliação como mediadora do processo de promoção humana. Tem-se verificado o interesse coletivo em privilegiar propostas de avaliação continuada de aprendizagem com a utilização de diferentes instrumentos ao longo do semestre letivo: a avaliação sendo um processo contínuo de coleta e análise de dados deve ser realizada por meio de técnicas e instrumentos diversos, dependendo dos objetivos propostos. Sendo a avaliação um meio de diagnosticar e de verificar em que medida os objetivos propostos para o processo ensino-aprendizagem são atingidos, o professor é que define o ato de avaliar os resultados de sua interação com a turma e a desta com a disciplina. A existência da avaliação continuada permite o acompanhamento, por parte da coordenação, do comprometimento do corpo docente com a filosofia do curso e da responsabilidade do aluno como autor na construção do processo avaliativo. Neste sentido, o Curso de Engenharia de Produção da USS, preconiza a importância do professor e do aluno como peças essenciais para se atingir o projeto institucional de qualidade. O sistema utilizado vislumbra aspectos que contribuem para o aprimoramento constante do curso, tais como: a) a relação entre a teoria e a prática profissional em cada disciplina; b) a didática; c) o planejamento estratégico educacional; d) a administração educacional; e) a adequação da carga horária das disciplinas ao conteúdo tratado em sala de aula; f) a disponibilidade do professor. O sistema de avaliação também visa à elucidação da relação entre o conhecimento adquirido e o perfil desejado do egresso. Em contrapartida, a coerência da retroalimentação nos processos de auto-avaliação contribui com o aprimoramento constante do curso, indicando caminhos para novos projetos e programas internos. Ao selecionar as técnicas e instrumentos de avaliação da aprendizagem, o docente considera: a) os objetivos que definiu para o ensino-aprendizagem; b) a natureza do componente curricular ou área de estudo; c) os métodos e procedimento s utilizados no desenvolvimento da disciplina; d) as condições de realização: tempo, recursos, espaço físico etc.; e) o número de alunos por turma. Como exemplos de técnicas/instrumentos para se verificar o desenvolvimento cognitivo/afetivo do aluno, destacam-se: observação, autoavaliação, entrevista, apresentação de seminários, debates, painéis, testes, provas, visitas técnicas, projetos, entre outros, e os procedimentos de avaliação contidos no plano de aula de cada disciplina contemplam os seguintes critérios: a) motivação e incentivo; b) estabelecimento dos objetivos; c) adequação dos conteúdos; d) clareza de apresentação; e) ordenação e conhecimento do assunto; f) adequação da linguagem e recursos didáticos; g) capacidade de síntese; h) flexibilidade na utilização do planejamento. As avaliações se tornam cada vez mais um processo e não um produto dentro da relação de ensino-aprendizagem e o processo articulatório entre habilidades e competências no curso de Engenharia de Produção, pressupõem o desenvolvimento de atividades de caráter prático durante o período de integralização do curso. De acordo com o regimento da Instituição, o aproveitamento escolar é avaliado por meio de avaliações periódicas, em número mínimo de 2 (duas) por período letivo, e cada avaliação periódica deve ser composta por pelo menos dois instrumentos de avaliação. Dessa forma, valorizando a formação de professores reflexivos, investigadores de sua prática, o curso de Engenharia de Produção se propõe a diversificar os processos avaliativos utilizando avaliações escritas, avaliações orais, apresentação de trabalhos, pesquisas acadêmicas, montagem de aulas, apresentações de oficinas, relatórios de participação em projetos, etc. 1.20. Número de Vagas O curso oferece, atualmente, 50 vagas semestrais, totalizando 100 vagas anuais. Tal quantidade se baseia, principalmente, na adequação do corpo docente, nas dimensões das salas de aula e dos laboratórios disponíveis, bem como na demanda verificada nos dois primeiros processos seletivos. DIMENSÃO 2: CORPO DOCENTE 1.21. Atuação do Núcleo Docente Estruturante (NDE) O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Engenharia de Produção é o órgão consultivo responsável pela concepção do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) do curso e tem por objetivo a implantação e consolidação do mesmo. A sua constituição segue orientações do Ministério de Educação (MEC/INEP). São atribuições do NDE: elaborar o Projeto Pedagógico do curso, definindo sua concepção e fundamentos; estabelecer o perfil profissional do egresso do curso; atualizar periodicamente o projeto pedagógico do curso; conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário; supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo Colegiado de Curso; analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares; promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo projeto pedagógico; acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado de Curso a abertura de processo seletivo para contratação ou substituição de docentes, quando necessário. O NDE reúne-se ordinariamente, por convocação de seu Presidente ou Coordenador, duas vezes por semestre e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo Presidente ou pela maioria de seus membros titulares. As decisões do Núcleo são tomadas por maioria simples de votos, com base no número de presentes. A indicação dos representantes docentes é feita pelo Colegiado de Curso para um mandato de dois anos, com possibilidade de recondução. A atual composição do NDE (componentes, formação e regime de trabalho) é apresentada no Anexo 3. O NDE reuniu-se por diversas vezes desde a sua criação, em meados de 2011, com o intuito de rever completamente o Projeto Pedagógico. De início, as discussões concentraram-se na estrutura curricular do curso e nos conteúdos das diversas disciplinas, o que redundou na proposta de criação da matriz curricular, que entrou em vigor no segundo semestre de 2011. No primeiro semestre de 2012 o NDE debruçou-se sobre os demais aspectos pedagógicos do curso, resultando em um novo Projeto Pedagógico. 1.22. Coordenação do Curso O primeiro coordenador do curso foi o Professor José Thomaz de Carvalho, atuando ao longo do segundo semestre de 2011. O currículo do Professor José Thomaz, indica Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho 2009 à 2011 - Universidade Severino Sombra, USS, Vassouras, Brasil. Entre 2000 - 2001 Especialização em MBA - Estratégia Industrial e Gestão de Negócios. Universidade Federal Fluminense, UFF, Niterói, Brasil. Entre 1993 - 1994 Especialização em Metodologia da Ensino Superior. Universidade Severino Sombra, USS, Vassouras, Brasil. Entre 1986 - 1990 - Graduação em Engenharia Elétrica. Universidade Severino Sombra, USS, Vassouras, Brasil. Entre 1980 - 1986 - Graduação em Engenharia Civil. Fundação Educacional Rosemar Pimentel, FERP, Barra do Pirai, Brasil Na docência de Ensino Superior atua como Professor Adjunto II da Universidade Severino Sombra no curso de graduação de Engenharia Elétrica, lecionando as disciplinas de Medidas de Sistemas de Energia, Proteção de Sistemas Elétricos e Subestações de Energia. Atua como professor desde 1990 em diversas IES nos cursos de graduação em engenharia de Civil e graduação em Engenharia Elétrica, lecionando várias disciplinas profissionalizantes e específicas. Na área industrial, executa atividades como; testes elétricos em equipamentos de alta e baixa tensão novos ou em uso, e reparados; em transformadores de potência, de corrente e de potencial, motores, geradores, reguladores de tensão, painéis de controle, conjunto de medição, conversores, capacitores, disjuntores de alta, média e baixa tensão. Planeja e executa a manutenção preventiva programada, preditiva ou corretiva em equipamentos instalados em usinas geradoras, subestações de subtransmissão e de distribuição de energia. Executa fiscalização de serviços de manutenção, e de construção eletromecânica de subestações e usinas, acompanhando todo o desenvolvimento das atividades, no final executa o comissionamento tanto de subestações como em usinas para operação comercial. Executa alterações necessárias ao projeto, implementando as mesmas que logo após seguem num relatório técnico para inclusão no projeto original. Executa especificações de contrato, bem como a fiscalização de contratos em obras civis, eletromecânica e de serviços gerais. No primeiro semestre de 2012 assumiu a coordenação do curso o Professor Dr. José Leandro Casa Nova Almeida, nomeado Coordenador do Curso pela Portaria PR.N°.003/2012 de 01 de fevereiro de 2012 (Anexo II). O currículo do Professor José Leandro, indica Graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Severino Sombra (2002), mestrado (2007) e doutorado (2010) em Engenharia Mecânica com ênfase em Transmissão e Conversão de Energia pela Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá (São Paulo) - UNESP, Júlio de Mesquita Filho. Na docência de Ensino Superior atua como Professor Adjunto I da Universidade Severino Sombra no curso de graduação de Engenharia Elétrica e Ambiental desde 2007, lecionando diversas disciplinas: Transmissão de Energia, Análise de Defeitos em Sistemas de Elétricos Potencia, Geração de Energia, Máquinas Elétricas, Laboratório de Máquinas Elétricas, Laboratório de Acionamentos Elétricos e Energia e Meio Ambiente. Tem atuação como Coordenador de projeto de pesquisa na Universidade Severino Sombra desde meados de abril do ano de 2011 e líder do grupo de pesquisa “Qualidade e Conservação de Energia” com projeto titulado de “Gerador Síncrono com Ímãs Permanentes no Rotor: uma Abordagem Constitutiva e sob o Aspecto da Qualidade de Energia Gerada”. É docente com regime de trabalho em tempo integral, dedicando 20 h semanais à coordenação do curso. Na área de produção industrial, executou por cerca de nove anos atividades de coordenação de equipes, supervisão de estagiários de nível superior e técnico, manutenção e projetos de dispositivos elétricos e eletrônicos, responsável pelo laboratório de controle da qualidade, estação de tratamento de efluentes (meio ambiente) e treinamentos de equipe de manutenção e operação, numa metalúrgica de pequeno porte. Realizou durante aproximadamente 1 ano seu estágio supervisionado numa indústria de grande porte no segmento de alimentos (bebidas) atuando principalmente no acompanhamento da supervisão da produção de linhas de envase de refrigerantes. 1.23. Titulação e Regime de Trabalho do Corpo Docente O corpo docente do Curso de Engenharia de Produção, da Universidade Severino Sombra, é constituído ao longo de todo o curso, por trinta e seis professores com cerca de 80% com titulação de Mestre e Doutor, com formação em Física, Matemática, Sistemas de Informação, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Administração e Química, e por professores igualmente qualificados, comuns aos quadros docentes da USS. A Tabela 3 apresenta a listagem dos professores do curso com regime de trabalho (cerca de 34% em regime integral), titulação e disciplinas. 33979 Disciplina Desenho Técnico AILTON FARIA CLEN Disciplinas Gestão Estratégica de Mercados HORISTA 2 ABENILDO DO CARMO MENDONÇA PARCIAL 29106 INTEGRAL M TRÍCULA 1 PROFESSOR TITULAÇÃO NÚMERO Tabela 3: Relação de Professores do Curso de Engenharia de Produção M X M X ALYNE FRANÇA RIVELLO 3 64173 Cidadania e Sociedade Disciplinas Gestão Estratégica de Pessoas I E X Gestão Estratégica de Pessoas II ANTÔNIO MARCOS PAIVA DUARTE 4 72419 Introdução a Engenharia de Produção Disciplinas Engenharia de Métodos M X M X Planejamento e Controle de Produção ÁTILA INDALÉCIO MARQUES ALVES 5 75329 Gestão da Qualidade Total Disciplinas Administração Estratégica Gestão de Sistemas de Produção/Operações CARLOS EDUARDO CARDOSO 6 60720 Disciplinas Projeto Integrado de Engenharia I D X Projeto Integrado de Engenharia II 7 34991 CARLOS JESIVAN MARQUES DE ALBUQUERQUE Disciplinas Materiais Elétricos M X Eletrotécnica Geral 8 52663 CARLOS VICTOR DE ALENCAR CARVALHO Disciplinas D Hidráulica X CESAR DA CONCEIÇÃO SIMÕES Física Mecânica Laboratório 9 27375 Disciplinas Física Moderna M X Física Térmica Laboratório Física Eletromagnética e Moderna Laboratório CLEBER BARRETO ESPINDOLA 10 72249 D Empreendedorismo Disciplinas X Pesquisa Operacional II DOUGLAS ROSA GRIJO Equações Diferenciais 11 78450 Disciplinas M Geometria Analítica e Cálculo Vetorial X Desenho Básico EDIR MAURÍCIO MOREIRA 12 78220 Administração e Marketing I Disciplinas M Administração e Marketing I X Engenharia de Produto EDISIO ALVES DE AGUIAR JUNIOR Ferramentas 13 73415 Disciplinas Computacionais Aplicadas Engenharia a M X Planejamento e Controle da Manutenção Automação Industrial 14 78190 15 63029 ELAINE MARIA PAIVA DE ANDRADE Disciplinas Física Eletromagnética ELIZABETH MENDES DE OLIVEIRA Disciplinas Cálculo de uma variável D X M X M X E X FÁBIO DOS SANTOS GONÇALVES 16 78395 17 63363 Disciplinas Probabilidade e Estatística FRANCISCO CARLOS MARTINS Disciplinas Fundamentos da Administração FELIPE DA COSTA BRASIL 18 57940 19 68438 20 57053 Disciplinas Controle Estatístico da Qualidade X Ergonomia JAILSON MARQUES Disciplinas D Química Geral e Inorgânica JANAÍNA VEIGA Resistência dos Materiais E D X X Disciplinas Gestão e Inovação Tecnológica JESIMAR DA CRUZ ALVES 21 Administração de Materiais 64114 Disciplinas Logística e Suprimentos E X D X E X Administração de Custos JOSÉ LEANDRO CASA NOVA ALMEIDA 22 68926 Instalações Industriais Disciplinas Estágio supervisionado Atividades Complementares 23 35866 24 55832 JOSÉ THOMAZ DE CARVALHO Disciplinas Instalações Elétricas JONAS DOS SANTOS PACHECO Disciplinas Fenômeno dos Transportes E X JÚLIO CESAR DA SILVA 25 Pesquisa Operacional I 73660 Disciplinas D X Mecânica Básica LEONARDO DE ARAUJO CASA NOVA 26 78387 Computação Disciplinas Sistemas de Informação M X M X E X M X Organização, Sistemas e Métodos LEONARDO NUNES DORNELAS 27 67415 Disciplinas Física Mecânica Física Térmica MARCIO FIGUEIREDO SOUZA Disciplinas 28 55859 Metodologia Cientifica Economia e Finanças Administração Financeira e Orçamentária I Administração Financeira e Orçamentária II 29 65994 MARCIO ROBERTO PALHARES NAMI Disciplinas Engenharia Econômica MARIA FERNANDA DE CASTRO CARAVANA MORAES RICCI 30 57215 Disciplinas Comunicação e Expressão M X Responsabilidade Social e Governança Corporativa MOACIR PEREIRA COUTINHO 31 49204 Disciplinas Elaboração e Gestão de Projetos M X Noções de Direito 32 62162 33 69841 MONIQUE SEQUEIRA LEHMAN Disciplinas Álgebra Linear ODILÉIA DA SILVA ROSA Disciplinas Cálculo Numérico M M X X Fundamentos da Matemática Elementar Cálculo de duas variáveis 34 72508 35 72508 36 72508 VINÍCIUS MACIEL PINTO Disciplinas Tópicos Especiais em Engenharia de Produção VANIA FILIPPI GOULART C PEREIRA Disciplinas Ciências do Ambiente VAGNER REIS DASILVA Disciplinas Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável M D M X X X A composição do quadro docente da Universidade Severino Sombra é realizada a partir de edital público de provas e títulos, divulgado no site da USS. Privilegia-se a admissão de profissionais, por processo público de provas e títulos, que possam dedicar uma carga horária de, no mínimo 20 horas semanais, sendo oferecido aos possuidores de título de Mestre ou Doutor a oportunidade de desenvolverem atividades de pesquisa e/ou extensão segundo as normas estabelecidas pelas respectivas coordenadorias. A fim de que seja mantido o padrão de qualidade, necessário ao Curso de Engenharia de Produção, os docentes possuem a visão do professor/pesquisador, cuja competência lhes permita construir o conhecimento através de uma constante atitude investigativa e crítica. Os professores da USS têm sido incentivados à formação continuada. Já na contratação de professores, sempre através de edital público de processo seletivo, tem sido exigido, necessariamente, no mínimo o curso de mestrado para o candidato, além de avaliação de sua capacidade didática, conhecimentos e adequação à concepção do Curso. 1.24. Experiência Profissional do Corpo Docente O Curso de Engenharia de Produção integra recursos humanos dos cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia Ambiental, Química Industrial e Administração de Empresas já existentes na USS. Vários destes professores prestam serviços a empresas e centros de pesquisa de excelência como a FIOCRUZ, LIGHT, ROCHE, CSN, IFRJ, INT/MCTI entre outras de expressão regional e nacional. Cursaram ou são alunos de programas de Mestrado ou Doutorado, em instituições consagradas como o IME, PUC-RJ, UFRJ, UFRRJ, UFF, EFEI. São profissionais atuantes em sua área, exercendo, inclusive, postos de chefia em diversas empresas importantes. Esta experiência, colocada à disposição dos alunos, oferecerá um forte diferencial de qualidade ao Curso de Engenharia de Produção. A Tabela 4 apresenta a listagem dos professores de todo o curso contemplando o tempo em anos referente a experiência fora do magistério e no magistério superior e quantificando a produção cientifica, cultural, artística e ou tecnológica referente aos últimos três anos, tempo na instituição (IES) em anos, carga horaria, número de disciplinas e o tempo no curso em anos de cada docente. Experiência Profissional Produção Cientifica Nome do Docente Experiência Magistério Superior Carga horária em sala Número de Disciplinas Tempo na IES Tempo no Curso Tabela 4: Relação de Professores do Curso de Engenharia de Produção com experiência fora e no magistério, produção cientifica, carga horaria e o tempo na instituição. Abenildo do Carmo Mendonça 26 8 0 4 1 25 1 Ailton Faria Clen 24 21 3 4 1 23 0 Alyne França Rivello 9 11 0 2 1 8 1 Antonio Marcos Paiva Duarte 4 22 6 12 3 4 1 Atila Indalecio Marques Alves 4 4 1 12 3 3 0 Carlos Eduardo Cardoso 9 12 25 6 2 9 0 Carlos Jesivan Marques de Albuquerque 26 17 15 8 2 22 0 Carlos Victor de Alencar Carvalho 13 15 65 4 1 12 0 Cesar da Conceição Simões 26 25 0 8 4 26 1 Cleber Barreto Espindola 12 7 3 8 2 4 0 Douglas Rosa Grijo 1 0 10 10 3 1 1 Edir Mauricio Moreira 4 24 1 12 3 1 0 Edisio Alves de Aguiar Junior 3 2 9 8 2 2 0 Elaine Maria Paiva de Andrade 7 4 5 4 1 1 0 Elizabeth Mendes de Oliveira 7 2 5 4 1 7 1 Fabio dos Santos Gonçalves 3 2 2 4 1 2 1 Francisco Carlos Martins 7 0 6 4 1 7 0 Felipe da Costa Brasil 11 9 19 8 2 10 0 Jailson Marques da Silva 4 3 0 4 1 2 1 Janaina Veiga 12 9 37 8 2 11 0 Jesimar da Cruz Alves 7 18 4 12 3 6 0 Jose Leandro Casa Nova Almeida 5,5 9 2 12 2 5 1 Jose Thomaz de Carvalho 22 39 6 4 1 22 1 Jonas dos Santos Pacheco 2,5 8 5 4 1 2,5 0 Julio Cesar da Silva 6 15 32 8 2 3 0 Leonardo de Araujo Casanova 1 0 1 12 3 1 1 Leonardo Nunes Dornelas 6 0 5 8 2 6 1 Marcio Figueiredo Souza 11 7 2 12 4 11 0 Marcio Roberto Palhares Nami 9 11 12 4 1 6 0 Maria Fernanda de C. Caravana Moraes Ricci 11 10 4 8 2 11 1 Moacir Pereira Coutinho 14 20 0 6 2 14 0 Monique Sequeira Lehmann 9 5 7 4 1 8 1 Odileia da Silva Rosa 5 9 8 12 3 4 1 Vinicius Maciel Pinto 3 3 1 4 1 3 0 Vania Filippi Goulart C Pereira 30 8 28 4 1 20 0 Vagner Reis da Silveira 8 5 3 4 1 3 0 Fonte: Currículo Lattes. Acesso em agosto de 2012. 1.25. Funcionamento do Colegiado de Curso O Colegiado do Curso de Engenharia de Produção da Universidade Severino Sombra assume o papel de fórum central de debates e discussões acadêmicas pertinentes ao curso. É formado por representantes docentes e discentes eleitos por seus pares para um período de 1 ano. Seguindo as normas do Regimento Geral da USS e Regulamento dos Colegiados de Cursos, o grupo se reúne ordinariamente duas vezes por semestre e extraordinariamente quando convocado pelo Coordenador do Curso, seu presidente. Todas as reuniões são registradas em ata e as demandas são encaminhadas aos órgãos envolvidos para a devida solução. Na implementação do curso em agosto de 2011, a composição do colegiado do curso foi: Primeiro Período Elizabeth Mendes de Oliveira (Docente – titular) Janaina Veiga Carvalho (Docente – suplente) Carla Moreira Murat (Discente – titular) Maria Claudia Silva Moreira (Discente – suplente) A partir de março de 2012, segundo semestre de atuação do curso, a composição do colegiado passou a ser: Primeiro Período Leonardo Casanova de Araujo (Docente – titular) Antonio Marcos de Paiva Duarte (Docente – suplente) Maria Vitória Silvia Fernandes (Discente – titular) Igor Barros Barbosa Ribeiro de Souza (Discente – suplente) Segundo Período César Conceição Simões (Docente – titular) Elizabeth Mendes de Oliveira (Docente – suplente) Carla Moreira Murat (Discente – titular) A partir de agosto de 2012, no terceiro semestre de atuação do curso, a composição do colegiado passou a ser: Primeiro Período Leonardo Casanova de Araújo (Docente – titular) Antonio Marcos de Paiva Duarte (Docente – suplente) Suellem Justiniano Teles Pereira (Discente – titular) Luis Filipe Nepomuceno Gonçalves (Discente – suplente) Segundo Período César da Conceição Simões (Docente – titular) Elizabeth Mendes de Oliveira (Docente – suplente) Maria Vitória Silvia Fernandes (Discente – titular) Igor Barros Barbosa Ribeiro de Souza (Discente – suplente) Terceiro Período Leonardo Dornelas (Docente – titular) César da Conceição Simões (Docente – suplente) Carla Moreira Murat (Discente – titular) 1.26. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica A Tabela 4, anteriormente mostrada, descreve a produção dos docentes. DIMENSÃO 3: INFRAESTRUTURA 2.1. Gabinetes de trabalho para docentes de tempo integral O conjunto universitário da Universidade Severino Sombra é organizado em blocos. É nestes que estão distribuídos os espaços físicos para ensino, pesquisa e extensão, com salas de aula, de multimídia, de apoio técnico-administrativo, biblioteca, auditório, laboratórios de informática, laboratórios específicos, núcleo de apoio psicopedagógico, central de estágios, salas de reunião para NDE e sala de professores. A USS dispõe de gabinetes para docentes em tempo integral. Tais gabinetes servem para atendimento a alunos, no que diz respeito às orientações para projetos de pesquisa e trabalhos de conclusão de curso, bem como para sanar dúvidas dos discentes quanto às disciplinas ministradas nos cursos. Os gabinetes apresentam efetivas condições quanto aos aspectos disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. 2.2. Espaço de trabalho para a Coordenação do Curso e Serviços Acadêmicos A Secretaria das Coordenações é o órgão de serviços acadêmicos diretamente ligado aos coordenadores dos cursos. Localiza-se no Bloco 8 e possui funcionários administrativos que atendem aos coordenadores dos cursos, sob a supervisão de um chefe de secretaria graduado em pedagogia e pós-graduado (Lato-Sensu) em Coordenação Pedagógica e Planejamento. O curso conta com uma secretaria específica graduada em pedagogia, além da Central de Atendimento, com dois funcionários, voltada especificamente para recepção de alunos e encaminhamento à Secretaria das Coordenações. No mesmo prédio, funcionam os espaços de trabalho dos Coordenadores de Curso. Cada coordenador dispõe de um computador com acesso à internet e espaço para atendimento aos alunos. Também há uma sala de reuniões no mesmo bloco, para reuniões de colegiado de curso e outras, bem como uma sala de reuniões do NDE (que também serve para reuniões de outro caráter). Em todos os casos, a conservação é realizada diariamente por funcionário alocado a estes setores. 2.3. Sala dos Professores O Curso possui sala de professores implantada para os docentes do curso. A sala é disponibilizada em todos os turnos, possui equipamentos de informática e rede wireless, além de adequada dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. A Sala de Professores localizada no Bloco 2 possui computadores com acesso à internet, sofá, aparelho de TV, além de mesa para reuniões. É um espaço de convivência para os docentes, onde podem trocar experiências e receber alunos, quando houver necessidade. No bloco da Reitoria há também uma sala para professores. 2.4. Salas de aula As salas de aula utilizadas pelo Curso estão devidamente equipadas, atendendo aos requisitos do bom funcionamento e com estrutura para utilização de recurso audiovisual, assim como excelente iluminação e refrigeração (todas as salas possuem arcondicionado). Em todos os casos, a escolha das salas leva em conta o número de alunos por turma, a disponibilidade de equipamentos, as dimensões em função das vagas previstas, a limpeza, a iluminação, a acústica, a ventilação, a acessibilidade, conservação e comodidade. Adcionalmente, as salas de aula estão adequadas ao acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais, tendo a USS recebido, em 2006, a certificação "Acessibilidade nota 10", concedida pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro - ALERJ. 2.5. Acesso dos alunos aos equipamentos de informática As Salas de Informática da USS foram criadas para apoiar as atividades dos diversos Órgãos Acadêmicos e Cursos. O nome “Sala de Informática” caracteriza o conceito de utilização generalizada do ambiente, em proveito do ensino e da aprendizagem. Ora pode ser um laboratório, ora uma sala multimídia, ora um ambiente de pesquisa na Internet. As salas foram estruturadas para viabilizar aulas dos diversos Cursos da USS; um ambiente de conexão à Internet; um ambiente de conexão à rede da USS; um ambiente de conexão à Intranet da USS; um ambiente de acesso às informações do Terminal Informativo Acadêmico (TIA); um ambiente disponível, de manhã, à tarde e à noite, para que alunos e professores, sob regulamentação adequada, possam realizar: a preparação de trabalhos acadêmico; treinamento em programas de interesse de suas áreas. O Curso conta com o apoio da Coordenadoria de Recursos de Telecomunicações e Informática (CRTI), setor responsável pela gerência dos recursos de informática da Instituição, situado no Bloco 9 do Campus. À Gerência de Rede compete implantar, manter e atualizar estruturas de hardware e software que possibilitem o pleno funcionamento das diversas redes e sub-redes que compõe o Sistema de Informática da Universidade Severino Sombra (USS). Além da conexão entre os servidores corporativos e acadêmico e seus clientes, a Rede da USS disponibiliza para todas as áreas da Fundação Severino Sombra (FUSVE) e USS uma conexão dedicada à Internet, sem necessidade de modem e discagem. A Gerência do Subsistema Administrativo que ocupa uma área de 33,04m², é a seção da CRTI que administra e presta suporte de informática ao ambiente Administrativo Neste ambiente também estão alocados os Servidores de Internet (www, E-mail e Proxy) e Servidor Corporativo. A Gerência do Subsistema Acadêmico que ocupa uma área de 18,41m²; é a seção da CRTI que administra e controla o Sistema TIA (Terminal Informativo Acadêmico), PERGAMUM localizada junto às Salas de Informática I e II do Campus. Os Laboratórios de Informática utilizados pelo Cursos da USS funcionam de segunda a sexta feira das 8 às 22 horas e aos sábados de 8 às 12 horas, com cerca de 92 computadores disponíveis. Não existem restrições quanto ao número de horas diárias que cada aluno pode usar os recursos. Em todos os casos, são levados em conta os aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número total de usuários, acessibilidade, velocidade de acesso à internet, política de atualização de equipamentos e softwares e adequação do espaço físico. 2.6. Bibliografia Básica O acervo indicado pelo programa das disciplinas referentes à bibliografia básica atende em quantidade suficiente e proporcional aos alunos por turma e se encontra plenamente informatizada, atualizada e tombada pela IES, e podem ser visualizadas neste PPC (Anexo I) e na Biblioteca Central. Adicionalmente, o acervo da bibliografia básica, possui um mínimo de três títulos por unidade curricular. 2.7. Bibliografia Complementar O acervo indicado pelo programa das disciplinas referentes à bibliografia complementar atende em quantidade suficiente e proporcional aos alunos por turma e se encontra plenamente informatizada, atualizada e tombada pela IES, e podem ser visualizadas neste PPC e na Biblioteca Central (Anexo I). Adicionalmente, o acervo possui, pelo menos, cinco títulos por unidade curricular, com dois exemplares de cada título ou com acesso virtual. 2.8. Periódicos Especializados Os periódicos especializados são encontrados na Biblioteca Central da USS e atendem em quantidade suficiente e proporcional aos alunos, além de serem atualizados periodicamente. Alguns periódicos são: UNOPAR Científica: ciências exatas e tecnológicas – corrente e on-line. Administração: ensino e pesquisa – corrente - assinatura. Empreendedor – corrente - assinatura. Gestão Cooperativa - corrente e on-line - assinatura. Gestão e RH - corrente e on-line - assinatura. HSM Management – corrente - assinatura. Isto É Dinheiro - corrente e on-line. Melhor: gestão de pessoas – corrente – assinatura. Revista Brasileira de Administração – corrente – assinatura. Revista de Administração de Empresas - corrente e on-line – assinatura. Revista de Ciências da Administração – corrente – assinatura. Revista Mundo Logística – corrente – assinatura. Revista de Administração Contemporânea - corrente e on-line Exame – corrente e on-line – assinatura. Revista de Iniciação Cientifica (USP) – on-line – assinatura Revista de Administração Mackenzie – corrente e on-line – assinatura. 2.9. Laboratórios Didáticos Específicos: quantidade, qualidade e serviços Os laboratórios didáticos especializados estão implantados com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança e atendem plenamente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos quantidade de equipamentos adequada aos espaços físicos e vagas oferecidas. São laboratórios específicos: Laboratório de Química – 40,1 m² Os Laboratórios são configurados a partir de uma arquitetura básica onde constam uma bancada central e três bancadas laterais equipadas com torneiras, pias, tomadas e saídas de gás. Os equipamentos disponíveis são, além das diversas vidrarias, utensílios gerais e equipamentos de proteção coletiva e individual. Laboratório de Física - 38,70m2 Localizado no Campus da USS, no Bloco 6, possui os seguintes equipamentos: Balança Mecânica – 15 kg, Barômetro, Kit de Mecânica dos Sólidos (Marca Bender), Kit de Termologia (Marca Bender), Kit de Eletricidade (Marca Bender), Plano Inclinado de Metal e Acrílico, Plano Inclinado de Madeira, Mufla (Marca Hupert’s Co), Cronômetro, Kit de Mecânica dos Fluídos (Marca Bender), Kit de Acústica (Marca Bender), Kit de Ótica (Marca Bender), Estojo com Paquímetro e Micrômetro (Marca Mitutoyo), Balança de Torção, Banco Ótico Linear com Luz Branca e Laser, Conjunto para Interferometria, Unidade Mestra de Física Geral. Os laboratórios especializados estão implantados com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança e atendem aos aspectos adequação, acessibilidade, atualização de equipamentos e disponibilidade de insumos. Adicionalmente, os serviços dos laboratórios especializados estão implantados com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança e atendem aos aspectos apoio técnico, manutenção de equipamentos e atendimento à comunidade. Existem funcionários administrativos responsáveis pela supervisão dos laboratórios (um funcionário graduado em química industrial), pelo suporte às aulas, pelo almoxarifado e pela conservação dos mesmos. O Curso de engenharia de Produção conta, também, com apoio administrativo da Secretaria Geral das Coordenações de Cursos e da Secretaria Geral da USS. Além da equipe supracitada, a comunidade do curso conta com o suporte de um analista de sistemas, um analista de suporte e três operadores de computador, nos laboratórios de informática. 2.10. Comitê de Ética na Pesquisa (Obrigatório para o curso de Medicina e para os demais cursos que contemplem Comitê de Ética no seu PPC) O COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA (CEP-USS) tem papel-chave no monitoramento dos Projetos de Pesquisa na Instituição, assegurando que o delineamento da pesquisa e o seu desenvolvimento sigam os parâmetros éticos estabelecidos. O CEP é um órgão colegiado interdisciplinar e independente, com “munus público”, de caráter consultivo, deliberativo e educativo, que existe nas instituições que realizam pesquisas envolvendo seres humanos no Brasil, criado para defender os interesses dos sujeitos da pesquisa em sua integridade e dignidade e para contribuir no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos (Normas e Diretrizes Regulamentadoras da Pesquisa Envolvendo Seres Humanos – Res. CNS 196/96, II.14). É responsável pela avaliação e acompanhamento dos aspectos éticos de todas as pesquisas envolvendo seres humanos. Sua missão é salvaguardar os direitos e a dignidade dos sujeitos da pesquisa e contribuir para sua qualidade, com discussão do papel da pesquisa no desenvolvimento institucional e social da comunidade. O CEP da Universidade Severino Sombra foi criado e registrado junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), em 2000, sendo formado por membros de diversas áreas de atuação, além de um representante dos usuários e vem promovendo campanhas educativas e cursos de extensão gratuitos, abertos a toda a comunidade, sobre os procedimentos éticos em pesquisa envolvendo seres humanos. 2.11. Biblioteca A Biblioteca Central do SIB-USS está localizada na Unidade de Ensino, Pesquisa e Extensão Dr. Mário Sombra de Albuquerque, Bloco Profa. Maria Ignez Azambuja de Lemos, à Av. Expedicionário Oswaldo de Almeida Ramos, 280, Centro, Vassouras-RJ. O Sistema Integrado de Bibliotecas da USS (SIB-USS) Campus Vassouras é constituído pela Biblioteca Central, coordenadora do Sistema e pelas Bibliotecas Setoriais: Profa. Vera Maria Cordilha Porto - CAp, Centro de Estudos Prof. Severino Sombra – HUSF, Biblioteca do Museu Severino Sombra e Campus Avançado Maricá. As Bibliotecas do SIB-USS são constituídas de amplo acervo de livros, folhetos, obras de referência, teses, periódicos, materiais especiais, bases de dados eletrônicas, entre outros e tem como objetivo a disseminação da informação nas diversas áreas do conhecimento. Como parte integrante dos Processos de Ensino, Pesquisa e Extensão, atende o corpo docente, discente e administrativo além de usuários de todo o país. A Biblioteca Central é composta por dois prédios e armazém. A Biblioteca Central da USS conta com investimentos periódicos da Fundação Educacional Severino Sombra para atualização e ampliação do seu acervo. No ano de 2010 a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) disponibilizou R$ 80.000,00 (oitenta mil reais) através do seu edital APQ4 (Apoio a Acervos). Em 2012, a USS também foi contemplada em edital semelhante. A Biblioteca Central possui ambientes amplos bem iluminados, climatizados, excelente acústica, bem higienizado, com mobiliários adequado, proporcionando aos usuários maior conforto e comodidade no momento de utilização do acervo. Periodicamente, os prédios da Biblioteca Central e Setoriais passam por manutenção, mantendo-se em ótimo estado de conservação. Informatização: A Biblioteca Central encontra-se totalmente informatizada, utilizando o Sistema PERGAMUM (Sistema Integrado de Bibliotecas PUC-PR), o que possibilita maior facilidade e rapidez nas consultas, empréstimos, renovação, reservas e o controle do acervo, promovendo acesso remoto na IES e fora dela. A Consulta ao acervo da Biblioteca Central é feita através do Sistema Integrado de Biblioteca – SIB-USS (por autor, título ou assunto). Após pesquisar o documento desejado, o usuário deverá anotar o “número de chamada” e solicitá-lo no balcão de Atendimento ao Cliente ou se dirigir ao acervo de livre acesso e com auxílio do funcionário, processar o empréstimo do documento. A consulta, renovação e reserva, também poderá ser feita através do site www.uss.br ou www.uss.br/page/biblioteca.asp Política de Atualização: A Biblioteca Central tem como política de atualização e expansão, aquisição mensal de livros, periódicos e materiais especiais nas áreas de conhecimentos, tendo como prioridade as bibliografias básicas e complementares que são solicitadas pelos Coordenadores, Professores e alunos, observando a demanda na utilização do acervo, mantendo assim uma coerência na prática pedagógica dos cursos oferecidos pela USS. A conservação dos documentos é feita periodicamente para deixá-los em boa condição de uso. Para aquisição de novos documentos são realizadas licitações através do Sistema Pergamum e encaminhadas (on-line) para a Gerência de Suprimentos que faz cotação com vários fornecedores. Serviços: O Horário de atendimento da Biblioteca Central é excelente estendendo-se por três turnos, a saber: De 2ª a 6ª feira, das 8h às 22h (Ininterrupto). Aos sábados, das 8h às 12h e período não letivo (janeiro) das 8h às 12h e das 14h às 18h. A Biblioteca apresenta um ótimo nível de funcionalidade no atendimento com os usuários, oferecendo empréstimo domiciliar e local, renovação, reserva, empréstimo entre Bibliotecas do SIB-USS e do Compartilhamento entre Bibliotecas de Instituições de Ensino Superior do Estados do Rio de Janeiro – CBIES. Disponibiliza microcomputadores para utilização da Internet podendo ser acessadas bases de dados eletrônicas assinadas como: MEDLINE - with full text, cerca de 1.200 títulos (EBSCO), DynaMed - Medicina baseada em evidências (EBSCO), ANGELINE - tem foco exclusivamente na população com mais de 50 anos e questões de envelhecimento. O AgeLine é a fonte premier da literatura de gerontologia social e inclui conteúdo relacionado a envelhecimento das ciências biológicas, psicologia, sociologia, assistência social, economia e política pública. Esse banco de dados indexa mais de 600 periódicos, livros, capítulos de livros, relatórios, dissertações, guias de consumidores e vídeos educacionais. A abrangência da publicação é de 1978 até o presente, com cobertura selecionada de 1966-1977 (EBSCO), ABSTRACTS IN SOCIAL GERONTOLOGY - inclui registros bibliográficos que abrangem áreas essenciais relacionadas à gerontologia social, incluindo psicologia do envelhecimento, sociedade e o idoso, bem como outras áreas- chave para a disciplina. O índice contém mais de 25.000 registros, que são meticulosamente selecionados das fontes mais importantes na disciplina (EBSCO). PROQUEST RESEARCH LIBRARY - multidisciplinar cerca de 3.000 títulos (PROQUEST), ICAP - Indexação Compartilhada de Artigos de Periódicos da Rede Pergamum atualmente com 13.000 artigos e, bases de dados gratuitas como: PROSSIGA, BVS (BIREME), SCIELO, Domínio Público, ACESSO LIVRE CAPES, entre outras. Oferece serviços de Comutação Bibliográfica, através de cópias solicitadas a BIREME (Biblioteca Regional de Medicina) ou COMUT (Programa de Comutação Bibliográfica) no país e no exterior, serviço de alerta, através da emissão via e-mail aos usuários cadastrados na Biblioteca Central como: novas aquisições incorporadas ao acervo diariamente, aviso do vencimento do documento retirado por empréstimo, aviso da chegada do documento reservado, exposição no salão de leitura dos periódicos recebidos durante o mês, divulgação em mural externo de notícias sobre cursos/eventos e também disponibilizamos espaço para eventos culturais. Os Bibliotecários orientam os alunos na elaboração das referências bibliográficas e confecciona ficha catalográfica dos trabalhos de Conclusão de Cursos (Graduação, Pós-Graduação (Lato Sensu e Stricto Sensu), Produção da USS e Comunidade) obedecendo as Normas da ABNT e AACR2. E no início de cada semestre é feita visita guiada a Comunidade interna na Biblioteca Central e capacitação no Sistema Pergamum dos alunos matriculados no 1º período dos cursos da USS, visando melhor utilização do acervo e ao acesso a qualquer uma das bases de dados disponíveis na rede local. Também são agendadas com a Comunidade externa visitas guiadas à Biblioteca Central. 2.12. Condições de acesso para portadores de necessidades especiais A Universidade Severino Sombra possui política institucional de apoio a portadores de necessidades especiais: acessos; sinalização; salas específicas. Na entrada principal da USS além da escada, há uma rampa para acesso de portadores de deficiência física. Os acessos laterais, entre os Blocos facilitam o fluxo direto do usuário aos andares superiores, por localizarem-se um ao lado da rampa e o outro ao lado da escada. É possível chegar a qualquer ambiente do complexo conduzindo uma cadeira de rodas por meio de rampas com inclinação de 10%. A USS oferece condições apropriadas de acesso e equipamentos para receber usuários portadores de necessidades especiais. Além de bebedouros, os W.C.’s contém cabines e lavatórios especiais para deficientes físicos. A disposição dos elementos de circulação vertical (rampa, escada) do Campus facilita a acessibilidade dos alunos às dependências das USS, e um possível esvaziamento rápido em caso de emergência. Em relação aos alunos portadores de deficiência visual, a USS está comprometida, caso seja solicitada, desde o acesso até a conclusão do curso, a proporcionar as tecnologias disponíveis para acesso. Em relação aos alunos portadores de deficiência auditiva, a USS está igualmente comprometida, caso seja solicitada, desde o acesso até a conclusão do curso, a proporcionar intérpretes de língua de sinais, especialmente quando da realização de provas ou sua revisão, complementando a avaliação expressa em texto escrito ou quando este não tenha expressado o real conhecimento do aluno; flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo semântico; aprendizado da língua portuguesa, principalmente, na modalidade escrita, (para o uso de vocabulário pertinente às matérias do curso em que o estudante estiver matriculado); materiais de informações aos professores para que se esclareça a especificidade linguística dos surdos. Além dos equipamentos já citados, temos instalado um (01) elevador para facilitar o acesso de pessoas com limitação de locomoção ao Bloco 9, localizado o Auditório Severino Sombra e os Laboratórios de Informática. A Universidade Severino Sombra foi premiada na quinta edição do Programa Acessibilidade Nota 10, em 2006. A entrega do certificado aconteceu na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro - Alerj, pela Deputada Georgette Vidor, sendo a Universidade Severino Sombra a segunda instituição de ensino a receber o Certificado de Acessibilidade Nota 10 no Estado. Anexos Anexo I Planejamentos das disciplinas 1º PERÍODO 1. Disciplina:-Fundamentos da Matemática Elementar-Carga Horária:-60 h Ementa: Estudo das funções reais: gráficos, operações e tipos de funções. Funções trigonométricas. Função exponencial e logarítmica. Polinômios. Progressões. Tópicos de História da Matemática. Objetivos: Garantir o conhecimento uniforme e nivelado dos estudantes em relação aos tópicos do Ensino Médio, particularmente naqueles que envolvem as funções reais elementares de uma variável. Programa: 1. Funções 1.1. Definição 1.2. Domínio 1.3. Contradomínio e Imagem 1.4. Funções injetivas 1.5. Sobrejetivas e bijetivas 1.6. Função inversa 1.7. Composição de funções 1.8. Gráficos de funções reais f: IR → IR 1.9. Funções polinomiais 1.10. Funções do primeiro e segundo graus e seus gráficos 1.11. Estudo do sinal 1.12. Funções modulares 1.13. Distância 1.14. Estudo de equações e inequações modulares. 2. Funções Exponenciais: 2.1 - Propriedades, 2.2 - Gráficos 2.3 - estudo do sinal; 3. Funções Logarítmicas 3.1 - Propriedades, 3.2 - Gráficos 3.3 - estudo do sinal; 3.4. Equações e inequações 3.5 - . Logaritmos decimal e natural; 4. Tópicos de História da Matemática.(ao longo de todas as unidades) Estratégias: - Aulas expositivas - Estudo dirigido - Resolução de Exercícios Critérios de Avaliação: - Provas discursivas - Participação em Sala de Aula - Trabalhos Individuais e em grupos Bibliografia Básica: 1. LEITHOLD, Louis. O Cálculo: com geometria analítica. Vol. 1; 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994. 2. MUNEM Mustafa A. Cálculo. Vol. 1. Rio de Janeiro: Guanabara, 12ª impressão, 1982. 3. EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. Vol. 1; 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1997. Bibliografia Complementar: 1. ANTON, H.; Cálculo – um novo horizonte; vol. 2; 6. ed. Rio de Janeiro: Bookman, 2003. 2. GONÇALVES, Mírian Buss; FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A. São Paulo: McGraw-Hill, 1999. 372 p. 3. LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria analítica. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. 4. PISKOUNOV, N. Cálculo diferencial e integral. 6.ed. Porto: Lopes da Silva, 1982. 5. THOMAS JR., George B.; FINNEY, Ross L. Cálculo diferencial e integral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983. 2. Disciplina:-Introdução a Engenharia de Produção-Carga Horária:-60 h Ementa: A história da engenharia de produção, A formação de engenheiros de produção e a interface com os outros ramos da engenharia, Regulamentos e ética profissional. Evolução tecnológica e conseqüências sociais. Ciência, pesquisa, tecnologia, projetos de engenharia, riscos e respostas aos riscos. Análise experimental. Mercado de trabalho para engenheiros de produção. Palestras com especialistas em engenharia de produção. Bibliografia Básica: 1. BAZZO, W. A. e PEREIRA, L. T. V. Introdução à Engenharia. 6ª ed. Santa Catarina: Editora da UFSC, 2000. 2. BATALHA, M. B. Introdução à Engenharia de Produção. 3ª Ed. São Paulo: Editora Elsevier, 2007. 3. HOLTZAPPLE, Mark T. Introdução à Engenharia. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2006. Bibliografia Complementar: 1. ALVIM, A.O.N. & WOLMER, R.T. Introdução à Engenharia de Produção, Editora Visual Books, 2006. 2. CORRÊA, H.L., CORRÊA, C.A. Administração da Produção e Operações. São Paulo: Atlas, 2004. 3. FERRAZ, H. A Formação do Engenheiro: Um Questionamento Humanístico. Editora Ática, 1983. 4. PEREIRA. L. T. V. e BAZZO, W. A. Ensino da Engenharia – Na Busca do Seu Aprimoramento. Santa Catarina: Editora da UFSC, 1997. 5. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da Produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 3. Disciplina:- Geometria Analítica e Cálculo Vetorial-Carga Horária:-60 h Ementa: Vetores no Plano. Vetores no Espaço. Estudo das retas e dos planos no espaço. Distância. Cônicas. Coordenadas polares. Superfícies Quádricas. Objetivos: Lidar com situações da matemática. Adquirir ferramentas úteis para a resolução de problemas de geometria através do uso do cálculo. Programa: 1. Vetores 1.1 Decomposição de um vetor no plano 1.2.Vetor definido por dois pontos 1.3. Decomposição de um vetor no espaço 1.4. Igualdade e operação com vetores 1.5. Condição de paralelismo entre dois vetores 1.6. Produto escalar, vetorial e misto 1.7. Ângulo de dois vetores 2. Retas no espaço 2.1. Equação vetorial da reta 2.2. Equações paramétricas, simétricas e reduzidas da reta 2.3. Retas paralelas aos planos e aos eixos coordenados 2.4. Condição de ortogonalidade e coplanaridade entre duas retas 2.5. Posições relativas entre duas retas 2.6. 3. Planos no espaço 3.1. Equação geral do Plano 3.2. Casos particulares de planos 3.3. Equações paramétricas do planos 3.4. Ângulo entre dois planos e de uma reta com um plano 3.5. Interseções de planos 4. Distâncias 4.1. Distância entre dois pontos 4.2. Distância entre ponto e reta 4.3. Distância entre duas retas 4.4. Distância entre dois planos 5. Cônicas 5.1.A parábola 5.2. A elipse 5.3. A hipérbole 6. Coordenadas Polares 6.1. Definições, gráficos,curvas polares 6.2. Comprimento de arco e área 6.3.Rotações de eixos 7. Superfícies Quádricas 7.1. Superfícies quádricas centradas 7.2. Superfícies quádricas centradas 7.3. Superfícies quádricas não centradas Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais como pincel em quadro branco, datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. MUNEN, M. A., FOULIS, D. J., Cálculo. Vol. 2, Rio de Janeiro: LTC, 1982, 12ª impressão. 2. SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: McGrawHill, 2005. 3. STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Geometria Analítica. 2ª ed. São Paulo: Makron Books, 1987. Bibliografia Complementar: 1. EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. 4. ed. Rio de Janeiro: Prentice 2. LIMA, Elon Lages. Coordenadas no plano: geometria analítica, vetores e transformações geométricas. 4. ed. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 2002. 3. SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGrawHill, c1987. 4. SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1983. 5. SAMUEL, Pierre. Elementos de geometria algébrica. Rio de Janeiro: Instituto de Matemática Pura e Aplicada - IMPA, 1959. 114 p.Centro: Tecnologia 4. Disciplina:-Química Geral e Inorgânica-Carga Horária:-60 h Ementa: Noções Preliminares. Teoria Atômica e Estrutura. Classificação Periódica dos Elementos Químicos. Teoria Eletrônica das Ligações Químicas. Geometria das moléculas e Teoria dos orbitais moleculares. Soluções. Cálculos usando Equações Químicas. Óleo Isolante. Objetivo: O aluno, ao final do curso, deverá adquirir conhecimento básico teórico de Química Geral que possibilitará sua compreensão do conteúdo de cadeiras mais avançadas de química bem como o tornará apto a conhecer a vidraria básica de química e suas operações fundamentais. Programa: 1. Noções Preliminares 1.1. Porque estudar Química? A Natureza da Química. O Processo Químico. 1.2. O Método Científico. Relação da Química com outras Ciências. Riscos e Benefícios. 2. Teoria Atômica e Estrutura 2.1. Teoria Atômica de Dalton. Composição dos Compostos. A Natureza da carga elétrica. Descoberta dos íons. 2.2. Partículas sub-atômicas. Números atômicos dos Elementos e Massa atômica. 2.3. Radiação Eletromagnética. O Átomo de Bohr. Níveis energéticos dos elétrons. Estruturas atômicas e eletrônicas. 3. Classificação Periódica dos Elementos Químicos 3.1. Tabela Periódica atual 3.2. Propriedade Periódica e Aperiódica 4. Teoria Eletrônica das Ligações Químicas 4.1. A Ligação lônica. O Número de oxidação 4.2. A Ligação Covalente. 4.3. Geometria das moléculas e Teoria dos orbitais moleculares. 5. Geometria das moléculas e Teoria dos orbitais moleculares 5.1. Ácidos: Conceito de Arrhenius. Classificação, Nomenclatura. Força e Solubilidade 5.2. Bases- Conceito de Arrhenius. Classificação. Nomenclatura. Força e Solubilidade 5.3. Ácidos e Bases- Conceitos de Brõnsted-Lowry e Lewis. 5.4. Sais- Classificação. Nomenclatura e Solubilidade. 5.5. Balanceamento de equações- Método das tentativas 5.6. Óxidos - Classificação e Nomenclatura 6. Soluções 6.1. Propriedades gerais das soluções. Solubilidade 6.2. Unidades de concentração das soluções. Titulação. 7. Cálculos usando Equações Químicas. 7.1. Teoria Atômico-Molecular. 7.2. Composição Centesimal. Fórmula Mínima e Fórmula Molecular. 7.3. Cálculos Estequiométricos. Programa: 1- Reconhecimento de vidrarias e equipamentos utilizados nos Laboratórios de química; 2- Verificação de Reatividade de metais com ácidos; 3- Teste de chama em cátions; 4- Determinação de cloreto e sulfato; 5- Titulação ácido-base Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais como pincel em quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. EBBING, Darrel D. Química geral. 5ª ed. Volume 1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 1998. HEIN, Morris; ARENA, Susan. Fundamentos de química geral. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. KOTZ, John C.; TREICHEL JR., Paul. Química & reações químicas. 3ª ed. . Volume1 e 2 Rio de Janeiro: LTC, 1998. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. BRADDY, James E. & HUMISTON, Gerard E. Química. Volume 1 e 2. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986. LEE, John D. Química inorgânica não tão concisa. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. MASTERTON, Willian L. Química geral superior. 4ª ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1978. O'CONNOR, Rod. Introdução à Química. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1977. OHLWEILER, Otto Alcides. Introdução a química geral. Porto Alegre: Globo, 1971. 5. Disciplina:-Computação -Carga Horária:-60 h Ementa: Introdução ao Conceito de algoritmo e Programação Estruturada. Portugol. Algoritmos Baseados em Estruturas de Dados Homogêneos - Vetores e Matrizes. Procedimentos e Funções. Planilha Eletrônica, Apresentação de Software e OCTAVE. Objetivos: Apresentar alguns softwares que podem ser utilizados em disciplinas paralelas e posteriores, mostrando também a aplicabilidade da disciplina no curso. Apresentar conceito de algoritmo como subsídio para auxiliar na formação de raciocínio lógico. Programa: Parte teórica: 1. Noções Fundamentais de Informática 2. Algoritmos 2.1. Introdução ao Conceito de algoritmo e Programação Estruturada 2.2. Portugol 2.3. Algoritmos utilizando operadores relacionais e lógicos 2.4. Algoritmos utilizando controle de fluxo 2.5. Algoritmos utilizando estruturas de repetição 2.6. Algoritmos utilizando vetores e matrizes Parte prática: 3. Planilha Eletrônica 3.1. fórmulas e funções; seqüências 3.2. formatação da planilha 3.3. gráficos 4. OCTAVE 4.1. recursos básicos 4.2. manipulação e operações matemáticas utilizando variáveis, vetores, matrizes e estruturas multidimensionais 4.3. Controle de fluxo e estruturas de repetição no OCTAVE 4.4. Funções e procedimentos no OCTAVE 4.5. álgebra matricial; polinômios no OCTAVE 4.6. integração e diferenciação no OCTAVE 4.7.gráficos no OCTAVE Estratégia: Exposição teórica com pincel em quadro branco, trabalhos individuais e aplicações práticas feitas no laboratório de informática. Atividades Práticas de Laboratório: Pretende-se utilizar o laboratório de informática para trabalhar com softwares selecionados para a disciplina. Critérios de Avaliação: Atividades desenvolvidas com o auxílio do computador no Laboratório de Informática. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. FARRER, Harry. Algoritmos estruturados. 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. GUIMARÃES, Ângelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994. HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. MATLAB 5 versão do estudante: guia do usuário. São Paulo: Makron Books, 1999. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. FORBELLONE, André L. V., EBERSPACHER, Henri F. Lógica de Programação – A Construção de Algoritmos e Estrutura de Dados. 2ª ed. São Paulo: Makron Books, 2000. KEHOE, Brendan P. Zen e a arte da internet: um guia para iniciantes. Petrópolis: Campus, 1994. MONZANO, José Augusto N. G.;OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Algorítimos: lógica para desenvolvimento de programação. São Paulo: Érica, 1999. UCCI, Waldir; SOUSA, Reginaldo Luiz; KOTANI, Alice Mayumi. Lógica de programação: os primeiros passos. 9ª ed. São Paulo: Érica, 2001. WIRTH, Niklaus. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1989. 6. Disciplina:-Cidadania e Sociedade-Carga Horária:-30 h Ementa: Noções de mercado. O papel da Engenharia na Sociedade. Estudo das relações entre Ciências, Tecnologia, Economia, Engenharia, Meio Ambiente e Aspectos Humanos. Noções de Direito. Noções de Sociologia. Tópicos Especiais. Objetivos: Interpretar o papel do engenheiro na sociedade moderna. Desenvolver habilidades para que possa elaborar pareceres técnicos com visão crítico-ambiental; Reconhecer a importância do conhecimento de disciplinas da área humanas na formação do engenheiro. Apresentar aos alunos noções direito. Apresentar ao aluno o conceito de ética profissional, apresentar as técnicas do relacionamento interpessoal. Programa: 1. ENGENHARIA. TECNOLOGIA E CIÊNCIA 1.1. Engenharia: definição, histórico, o projeto de engenharia, características. 1.2. Tecnologia: definição, históricos, estado da arte. 1.3. Ciência: definição, histórico, o método experimental. 2. CIÊNCIAS SOCIAIS 2.1. Introdução às Ciências Sociais; Noções de Antropologia. 2.2. Cultura. Instituição Cultural, definições, a Engenharia enquanto instituição cultural. 2.3. Categoria, critérios de categorizarão, as peculiaridades das Categorias sociais. 2.4. Unidades fundamentais do comportamento Organizado. 2.5. Necessidades básicas e relações com a Engenharia. 3. ECONOMIA 3.1. Noções de Mercado. 3.2. Oferta, Demanda, Preço. 3.3. Investimento e Capacidade Instalada. 3.4. A influência da tecnologia nos Agentes de Mercado. 3.5. Noções de Sócio-economia: Índices sócio-econômicos, crescimento populacional . 4. AMBIENTE 4.1. Engenharia e ambiente, aspectos sociais, tecnológicos, legais e ecológicos. 4;2; Perspectivas e evolução da Engenharia. 5. NOÇÕES DE DIREITO 5.1. Noções Básicas 5.2. Pessoas 5.3. Bens 5.4. Fato jurídico 5.5. Empresa 5.6. Registro Comercial e Contratos 5.7. Propriedade Industrial 5.8. Sociedades Comerciais 5.9. Legislação Relativa à Pratica Profissional 6. NOÇÕES DE SOCIOLOGIA 6.1. Objetivos da Sociologia 6.2. Metodologia empregada no estudo da Sociologia 6.3. A Sociedade 6.4. As Bases Ecológicas, Biológicas e Psicológicas da Sociedade 6.5. Cultura 6.6. Personalidade e Sociedade 6.7. Normais Sociais 6.8. Interação e ações Sociais 6.9. Socialização 6.10. Estrutura Social 6.11. Desigualdade e Diferenciação Social 6.12. Globalização e Multiculturalismo 7. TÓPICOS ESPECIAIS 7.1. Segurança do Trabalho 7.2. Medicina do Trabalho 7.3. Previdência Social 7.4. Ética Profissional Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, e trabalhos nas aulas teóricas. Recursos adicionais como pincel em quadro branco, vídeos, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela apresentação de seminários, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem desenvolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. ANDERSON, Walfred. A. Porter, Frederick B. Uma Introdução à Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1977. BAZZO, Walter Antônio. Ciência, Tecnologia e Sociedade e o Contexto da Educação Tecnológica. Florianópolis: UFSC, 1998. LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2009. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. BERGE, Peter. Perspectivas Sociológicas, Petrópolos, Editora Vozes, 1972 BOCK, Philip K.I.. Indroduccion a la Moderna Antropologia cultural. México: Fondo de Cultura Economica, 1977. FERRARI, Alfonso Trujillo. Fundamentos de Sociologia. São Paulo: McGrawHill, 1983. LEAKEY, Richard E.; LEWIN, Roger. Origens: O que novas descobertas revelam sobre o aparecimento de nossa espécie e seu possível futuro. São Paulo: Melhoramentos, 1980. WILLIAMS, Christopher. Artesanos de lo Necesario. Madri: H. Blume Ediciones, 1974. 7. Disciplina:-Desenho Básico-Carga Horária:-30 h Ementa: Desenho técnico com linguagem gráfica universal. Adestramento no uso de material e instrumentos de desenho. Padronização e normalização. Desenho de letras e símbolos. Dimensionamento. Cotagem de desenhos. Esboço cotado. Projeções ortogonais. Vistas ortográficas principais. Leitura e interpretação de desenhos. Desenho de construção civil com Instalações Elétricas, Hidráulica e Sanitária. Objetivo: Identificar e utilizar normas de Desenho. Interpretar modelos tridimensionais e desenhar as respectivas projeções ortogonais. Desenhar modelos tridimensionais em perspectiva. Interpretar os desenhos técnicos em vários domínios de aplicação: construção civil e mecânica, desenho topográfico. Programa: 1. Apresentação dos equipamentos do desenho. 2. Normalização 3. Construções Geométricas 4. Sistema de Projeção Plana 5. Perspectivas Rápidas 6. Cortes e Secções 7. Cotagem 8. Aplicação do desenho em vários domínios Estratégia: Exposição teórica com pincel em quadro branco, trabalhos individuais e aplicações práticas realizadas em sala em extraclasse. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela avaliação dos trabalhos realizados em sala, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem desenvolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais. Os trabalhos realizados em sala e extraclasse serão utilizados como instrumento para compor as avaliações. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. 3. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1967. (reimpressão., 1974) 332 p. MACHADO, Ardevan. Geometria descritiva. 23. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1974. 295 p. PINHEIRO, Virgilio Athayde. Noções de geometria descritiva. 4. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1970. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. --------curso completo. Brasil: Renovada Livros Culturais, 1977. 3 v.5...CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. 3. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,1967. (reimpr., 1974) 332 p. BACHMANN, Albert; FORBERG, Richard. Desenho técnico. 4. ed. Porto Alegre: Editora Globo, 1979. 337 p. FRENCH, Thomas E. Desenho técnico. Porto Alegre: Globo, 1969. 740 p. MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni; LAUAND, Carlos Antonio. Manual de desenho técnico mecânico: para as escolas técnicas e ciclo básico das Faculdades de engenharia, 2º PERÍODO 8. Disciplina:-Física Mecânica-Carga Horária:-60 h Ementa: Vetores, Movimentos em uma Dimensão, Movimentos no Plano, Cinemática de Rotação, Dinâmica do Ponto Material, Trabalho e Energia, Quantidade de Movimento, Dinâmica do Movimento de Rotação. Objetivos: Ao final do Curso os educandos deverão ser capazes de: Diferir e analisar grandezas escalares e vetoriais. Compreender e calcular Distâncias, Velocidades, Acelerações, Energias, Trabalhos, Potências e Rendimentos. Quantidades de Movimento e Torques. Aplicar os conhecimentos na resolução de problemas de engenharia. Programa: 1. Vetores. 1.1. Grandezas Escalares e Vetoriais. 1.2. Operações com Vetores. 1.3. Unitários dos Eixos. 1.4. Produto Escalar, Vetorial e misto. 2. Movimento em uma dimensão. 2.1. Movimento Retilíneo Uniforme. 2.2. Movimento Retilíneo Uniformemente Variado. 2.3. Estudo Gráfico dos Movimentos. 2.4. Relativismo de Galileu. 2.5. Queda Livre e Lançamento Vertical. 3. Movimentos no Plano. 3.1. Deslocamento e Trajetória. 3.2. Movimento Curvilíneo. 3.3. Movimento de Projéteis. 4. Cinemática de Rotação. 4.1. Movimento Circular. 4.2. Rotação com velocidade angular constante. 4.3. Relação entre cinemática retilínea e angular. 4.4. Força Centrífuga. 5. Dinâmica do Ponto Material. 5.1. Leis de Newton. 5.2. Tipos de Força. 5.3. Atrito Estático e Cinético. 5.4. Vantagens e desvantagens do Atrito. 5.5. Redutores de Atrito. 6. Trabalho e Energia. 6.1. Introdução. 6.2. Trabalho Mecânico. 6.3. Energia Cinética. 6.4. Energia Potencial Gravitacional e Elástica. 6.5. Conservação de Energia Mecânica. 6.6. Relação entre Massa e Energia. 7. Quantidade de Movimento. 7.1. Momento de uma Força. 7.2. Resultante de Forças Paralelas. 7.3. Centro de Massa e Centro de Gravidade. 7.4. Princípio de Conservação de Quantidade de Movimento. 7.5. Impulso e Quantidade de Movimento. 7.6. Conservação da Quantidade de Movimento. 7.7. Choque: Elástico, com e sem mudança de direção. 8. Dinâmica do Movimento de Rotação. 8.1. Conjugado de uma força em relação a um eixo. 8.2. Energia Cinética de Rotação. 8.3. Momento de Inércia. 8.4. Teorema dos Eixos Paralelos. 8.5. Dinâmica de Rotação de um corpo Rígido. 8.6. Movimento de Rotação e Translação de um corpo Rígido. Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel em quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. BONJORNO, José Roberto. Física. São Paulo: FTD, 1992. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 4ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. SEARS, Zemansky. Fisica. Rio de Janeiro: Livro Técnico e Científico, 1986. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. BONJORNO, Regina F. S. Azenha; BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Valter. Física. São Paulo: FTD, 1985. EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1995. GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA. Física 1. 6ª ed. São Paulo: EDUSP, c2000. SCHAUM, Daniel. Física. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1998. TIPLER, Paul A. Física. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 2000. 9. Disciplina:-Laboratório de Física Mecânica-Carga Horária:-30 h Ementa: Ensaios laboratoriais com partículas se deslocando em uma dimensão. Práticas com medidas de forças, energias e quantidades de movimento. Elaboração de relatórios. Objetivos: Ao final do Curso os educandos deverão ser capazes de: Reconhecer e operar com equipamentos relativo à Física mecânica. Entender e determinar na prática: Espaços, Velocidades, Acelerações, Energias, Trabalhos, Potências e Rendimentos. Quantidade de movimentos e Torques. Aplicar os conhecimentos na engenharia. Práticas: 01 – Utilização de instrumentos de medida, estudo de erros e aproximações. 02 – Estudo prático do modelo de movimento uniforme. 03 – Estudo do movimento variado no plano inclinado. 04 – Lançamento e queda dos corpos – determinação do tempo de reação. 05 – Estudo de forças: resultante e equilibrante. 06 – Construção e aferição de um dinamômetro. 07 – Comprovação experimental do Princípio da Inércia. 08 – Determinação do trabalho de uma força. 09 – Estudo de máquinas simples: Plano inclinado, alavancas e roldanas 10 – Conservação de energia. Estratégia: O curso será desenvolvido através de experimentos e aulas práticas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas práticas recursos adicionais com pincel em quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela apresentação de relatórios, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios, com base nos conteúdos aplicas nos experimentos. Bibliografia Básica: 1. FONSECA, Adhemar. Curso de mecânica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1974. 2. 3. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 4ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. TIPLER, Paul A. Física. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 2000. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. BONJORNO, José Roberto, AZENHA, Regina F. S., BONJORNO, Valter. Física. São Paulo: FTD, 1998. EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1995. Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 1. 6ª ed. São Paulo: EDUSP, c2000. SCHAUM, Daniel. Física. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1998. SEARS, Zemansky. Física. Rio de Janeiro: Livro Técnico e Científico, 1986. 10. Disciplina:-Álgebra Linear-Carga Horária:-60 h Ementa: Matrizes. Sistemas de Equações Lineares. Determinante e Matriz Inversa. Espaços Vetoriais. Transformações Lineares. Operadores Lineares. Autovalores e Auto-vetores. Objetivos: Permitir a compreensão do conceito de matrizes, suas aplicações, modos de resolução de equações de sistemas lineares. Além disso, Persistir a assimilação da noção de vetores, seus princípios e utilizações, bem como sua interligação com sistemas matriciais. Programa: 1. Matrizes 1.1. Introdução 1.2. Tipos especiais de matrizes. 1.3. Operações com matrizes 2. 2.1. 2.2. 2.3. 2.4. 2.5. 2.6. 2.7. 2.8. Sistemas de Equações Lineares Sistemas e matrizes. Operações elementares Escalonamento de Matrizes Soluções de um sistema de equações lineares Determinantes e matriz inversa Determinantes Desenvolvimento de Laplace Matriz adjunta – matriz inversa 2.9. Regra de Cramer 3. 3.1. 3.2. 3.3. 3.4. 3.5. 3.6. Espaços Vetoriais Espaço vetoriais Subespaços vetoriais. Combinação Linear Dependência e Independência linear Base de um espaço vetorial Mudança de base 4. 4.1. 4.2. 4.3. Transformações Lineares Transformações do plano no plano. Conceitos, teoremas Aplicações lineares e matrizes 5. 5.1. 5.2. 5.3. 5.4. 5.5. Operadores Lineares Operadores lineares Operadores inversíveis Matrizes semelhantes Operador Ortogonal Operador simétrico 6. 6.1. 6.2. 6.3. Auto-vetores e Autovalores Propriedades Diagonalização de operadores Diagonalização de matrizes simétricas Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel em quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. BOLDRINI, José Luiz. Álgebra Linear. 3ª ed. São Paulo: Harbra, 1980. 2. 3. KOLMAN, Bernard. Introdução à Álgebra Linear. 6ª ed. Rio de Janeiro: Editora Prentice-Hall, 1998. LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra Linear. 3ª ed. São Paulo: Makron Books, 1973/1974. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. LAWSON, Terry. Álgebra linear. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda., 1997. LAY, David C. Álgebra Linear e suas aplicações. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1999. LEON, Steven J. Álgebra Linear com Aplicações. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1999. STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. 2ª ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Introdução à Álgebra Linear. São Paulo: McGraw-Hill, 1990. 11. Disciplina:-Cálculo de Uma Variável-Carga Horária:-60 Ementa: Limites e Continuidade de Funções. A Derivada. Aplicações da Derivada. A Integral. Aplicações da Integral Definida. Derivadas e Integrais de Funções Transcendentes. Objetivos: Garantir o conhecimento uniforme e nivelado dos estudantes em relação aos tópicos do Ensino Médio, particularmente naqueles que envolve as funções reais elementares de uma variável, introduzindo os seus contextos históricos e sua importância na evolução da matemática. Estudar as funções reais de variáveis reais em todos os seus aspectos. Interpretar limites, derivadas e integrais, bem como suas aplicações de uso na Engenharia. Programa: 1. A Noção de Função 1.1. Definição, Domínio, Contradomínio, Imagem. 1.2. Função Injetora, Função Sobrejetora e Função Bijetora. 1.3. Função Par e Função Ímpar. 1.4. Função Composta 1.5. Função Inversa 2. Estudo de Funções e Suas Propriedades Geométricas 2.1. Funções Constante e Afim: Função Constante, Função Afim, Função Linear, 2.2. Função Identidade, Estudo de Sinais e seus Gráficos. 2.3. Função Quadrática: Zeros ou Raízes de uma Função Quadrática, Estudo de 2.4. Sinais de uma Função Quadrática e seus Gráficos. 2.5. 2.6. 2.7. 2.8. 2.9. 2.10. 2.11. 2.12. Função Modular: Definição de Função Modular, Gráfico da Função Modular, Equações Modulares, Inequações Modulares. Funções Exponenciais: Definição de Função Exponencial, Gráfico da Função Exponencial, Equações Exponenciais, Inequações Exponenciais, Aplicações da Função Exponencial. Logaritmo e Função Logarítmica: Definição de Logaritmo de um Número, Propriedades Operatórias dos Logaritmos, Funções Logarítmicas, Equações Logarítmicas, Inequações Logarítmicas, Aplicações da Função Logarítmica e dos Logaritmos. Funções Trigonométricas: Gráficos das Funções Básicas (Seno, Co-seno), Tangente e Secante e suas propriedades. E, gráficos das Funções Trigonométricas Inversas (Seno, Co-seno, Tangente e Secante) e suas propriedades. 3. Limites e Continuidade de Funções 3.1. Limite e continuidade 3.2. Propriedades dos limites de funções 3.3. Continuidade – limites laterais 3.4. Limites envolvendo infinito 3.5. Assíntotas horizontais e verticais 4. A Derivada 4.1. Taxa de variação e coeficientes angulares de retas tangentes 4.2. Derivada de uma função 4.3. Regras básicas para a diferenciação 4.4. A regra da cadeia 4.5. Equações de retas tangentes e normais 5. Aplicações da Derivada 5.1. Formas indeterminadas 5.2. Derivadas de ordem superior 5.3. Funções monótonas e concavidade 5.4. Extremos relativos 5.5. Extremos absolutos 5.6. Diferenciação implícita 5.7. Taxas relacionadas 6. Derivadas de Funções Transcendentes 6.1. Funções trigonométricas 6.2. Funções trigonométricas inversas 6.3. Funções logarítmicas 6.4. Funções exponenciais 6.5. Funções hiperbólicas 6.6. Funções hiperbólicas inversas 7. A Integral 7.1. Diferenciais 7.2. A integral indefinida 7.3. A integral definida 7.4. Propriedades da integral definida 7.5. Teorema fundamental do cálculo Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel em quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria analítica. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. MUNEM, Mustafa A. Cálculo. Vol. 2, Rio de Janeiro: Guanabara, 12ª impressão, 1982. SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGrawHill, c1987. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Harbra, c1986. MURDOCH, D. C. Geometria analítica: com uma introdução ao cálculo vetorial e matrizes. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1971. 296 p. PURCELL, Edwin J. Calculus: with analytic geometry. New York: AppletonCentury-Crofts, c1965. 843 p. RODRIGUES, Antônio. Curso de geometria analítica. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1963-65. v. SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill, c1983. 12. Disciplina:-Desenho Técnico-Carga Horária:-60 h Ementa: Estudo das perspectivas e projeções Projeção ortográficas. Cotas, anotações, limites e precisão. Vistas auxiliares. Visitas de corte e convenções. Elementos de máquinas. Desenho de edificações. Desenho de instalações elétricas. Desenho assistido por computador (CAD) em duas dimensões. Objetivos: Fornecer instrumental teórico-metodológico para possibilitar a leitura e interpretação e a execução de um desenho técnico, por meios convencionais ou por computador. Desenvolver habilidades em desenho e visão espacial; Apresentar ao aluno os conceitos utilizados em desenhos de projeto de instalações elétricas e mecânicas, introduzindo simbologia e formatações conforme normas. Programa: 1. Linguagem gráfica na teoria e na prática 1.1. Conceitos básicos da linguagem gráfica: escrita e leitura; 1.2. Classificação dos desenhos e normalização 1.3. Elementos essenciais: linhas e letreiros; 1.4. Métodos de expressão; 1.5. Títulos nos desenhos. Legendas. 1.6. Escala natural. Escala de redução. Escala de ampliação. Escalas usuais em desenho técnico. 1.7. Instrumentos gráficos e seu uso 1.8. Seleção de instrumentos 1.9. Pranchetas, papéis, fita adesiva 1.10. Lápis e borrachas 1.11. Régua T, esquadros, curvas, escalas, compasso, transferidor 1.12. Uso da régua T, esquadros, escalas, compasso, transferidor 1.13. O alfabeto das linhas 2. Técnicas básicas para desenho de linhas, letras e algarismos 2.1. Metodologia de desenho de linhas 2.2. Técnicas para desenho de letras e algarismos 2.3. Uniformidade e estabilidade 2.4. Proporções 2.5. Pautas 2.6. Letras traçadas a lápis 3. Construções geométricas básicas 3.1. Linhas e Ângulos 3.2. Tangentes, pontos de tangência 3.3. Polígonos, círculos, curvas 3.4. Linhas paralelas e perpendiculares 3.5. Divisão de linhas 4. Estudo das projeções e perspectivas 4.1. Teoria 4.2. Vistas ortográficas no 1º e 3º diedros 4.3. Asseis vistas principais 4.4. Relação dos planos, direções de observação e dimensões especais 4.5. 4.6. 4.7. 4.8. 4.9. 4.10. 4.11. 4.12. 4.13. Seleção das vistas Projeção das vistas Etapas de execução de um desenho Desenho a mão livre Leitura de desenhos ortográficos Classificação dos métodos projetivos Perspectivas e esboço isométrico, dimétrico e trimétrico Projeção a partir de visitas ortográficas Esboço em perspectivas 5. Cotas, anotações, limites e precisão 5.1. Linhas e símbolos 5.2. Seleção de distâncias 5.3. Colocação de cotas 5.4. A cotagem de características padronizadas 5.5. Precisão e tolerância 5.6. Cotagem pelo sistema métrico 5.7. Vistas auxiliares, vistas de cortes e convenções 5.8. Conceitos básicos 5.9. Classificação das superfícies 5.10. Direções de superfícies inclinas 5.11. Vistas auxiliares normais das superfícies inclinadas 5.12. Classificação dos cortes 5.13. Corte completos, meios-cortes, cortes parciais, rebatidos e removidos 5.14. Processo de desenho de cortes 5.15. Cortes e símbolos convencionais 6. Desenho de edificações 6.1. O princípio de desenvolvimento da planta baixa 6.2. Vãos de iluminação e ventilação 6.3. Gabaritos de pisos, portas e janelas 6.4. Corte transversal 6.5. Corte longitudinal 6.6. Fachada 6.7. Planta de localização 6.8. Desenho de instalações elétricas 6.9. Tipos de diagramas 6.10. Norma da ABNT para desenho elétrico 6.11. Símbolos gráficos 6.12. Designação de referências 6.13. Conectando símbolos em diagrama esquemático 6.14. Desenhos de instalação 7. Desenho assistido por computador (CAD) em duas dimensões 7.1. Introdução ao uso do programa de CAD para padronização e aumento da produtividade em desenho técnico 7.2. Hardware do computador 7.3. Introdução ao ambiente Windows 7.4. Conhecendo o programa de CAD 7.5. Primeiro uso do CAD. Criando objetos gráficos. Comandos para representação das primitivas geométricas 7.6. 7.7. 7.8. 7.9. 7.10. 7.11. 7.12. 7.13. 7.14. Sistema de coordenadas Desenho em camadas Desenho de linhas Textos e símbolos Símbolos e hachuras Modificando objetos. Textos Desenhando com precisão. Comandos de precisão Dimensionamento A plotagem do desenho Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel em quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pelo desenvolvimento de atividades de acordo com as bibliografias adotadas, distribuídas ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios de acordo com as atividades desenvolvidas. Bibliografia Básica: 1. CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. 3. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1967. (reimpressão, 1974) 332 p. 2. MACHADO, Ardevan. Geometria descritiva. 23. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1974. 295 p. 3. PINHEIRO, Virgilio Athayde. Noções de geometria descritiva. 4. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1970. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. ABNT/SENAI-SP.NBR 11534/1991. Representação de engrenagem em desenho técnico. Procedimento. São Paulo: 1991. FRENCH, T. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 7ª ed. Porto Alegre: Globo, 2002. HOOD, John D. AutoCAD: guia do usuário. São Paulo: McGraw-Hill, 1989. 302 p. ISBN 0074502123. MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni; LAUAND, Carlos Antonio. Manual de desenho técnico mecânico: para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia, curso completo. Brasil: Renovada Livros Culturais,1977. 3v. TELLES, Pedro Carlos da Silva. Tubulações industriais: materiais projetos e desenho. 7ª ed. Rio de Janeiro:Livros Técnicos e Científicos, 1987. 13. Disciplina:-Fundamentos da Administração-Carga Horária:-30 h Ementa: Princípios gerais. O ciclo da Administração e suas fases: planejamento, organização, direção, controle. As funções administrativas na empresa moderna. As escolas da administração. Administração científica. A escola das relações humanas e seus princípios. Departamentalização. Amplitude administrativa. Níveis hierárquicos. Cargos. Introdução à Administração de Projetos. PERT-CPM. Controle de Qualidade. Objetivos: Capacitar o aluno para entender os princípios da Administração. Introduzir os princípios da metodologia PERT-CPM de Administração de Projetos. Orientar no Planejamento e Controle do Projeto Final. Programa: 1. Teorias da Administração. 1.1. O Ciclo da Administração e suas Fases: Planejamento, Organização, Direção, Controle. 1.2. Histórico. Evolução das Escolas da Administração. 1.3. A Escola da Administração Científica. 1.4. A Escola das Relações Humanas. 1.5. Outras Escolas. 1.6. As Empresas e o contexto em que atuam. 1.7. As Empresas como organização social e sistema aberto. 1.8. O Ambiente das Empresas; a tecnologia; a estratégia empresarial. 1.9. Planejamento; planejamento estratégico; planejamento tático; planejamento operacional. 1.10. Organização; tipos; departamentalização; cargos e tarefas. 1.11. Direção; tipos; gerências; supervisão. 1.12. Controle; controle estratégico; controle tático; controle operacional. 1.13. Introdução à administração e Projetos. 1.14. Histórico; Gráfico de Gantt; PERT-CPM. 1.15. PERT; evento e atividade; representações gráficas; durações estimativas de atividades; quadro de sequenciamento; construção de Redes PERT. 1.16. Calculo de Datas; data mais cedo e mais tarde de eventos; cálculo de folgas de eventos; determinação de caminhos críticos. 1.17. Calculo de Folgas de atividades; graus de prioridade de atividades. 1.18. Cálculo de Índices de Estado; interpretação. 1.19. Programas de Computador sobre PERT. 2. Controle de Qualidade 2.1. Conceito de qualidade. 2.2. Estatística e Controle de Qualidade 2.3. 2.4. A Qualidade como filosofia da empresa Empreendedorismo Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel em quadro branco, vídeos, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. CHIAVENATO, I. Administração. Teoria, Processo e Prática. 4. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2000. CUKIERMAN, Z. O modelo PERT-CPM Aplicado à Projetos. 3. ed. Rio de Janeiro: 1982. FEIGENBAUM, Armand V. Controle da qualidade total. São Paulo: Makron Books, 1994. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. CHIAVENATO. I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. MACHLINE, C. Manual da Administração da Produção. 8. ed. Rio de Janeiro: FGV, 1987. MARTINS, P. G., LAUGENI, F. P. Administração da Produção. São Paulo: Saraiva, 1999. PARANTHAMAN, D. Controle da Qualidade. São Paulo: McGraw-Hill, 1990. SILVA, R. O. da. Teorias da Administração. São Paulo: Pioneira Thonson Learning, 2005. 14. Disciplina:-Probabilidade e Estatística-Carga Horária:-60 h Ementa: Estudo de estatística e probabilidade aplicadas na engenharia. Probabilidade, Histórico e Aplicações. Metodologia Científica. Tipos de Gráficos. Propriedades dos Dados Numéricos. Teoria Elementar da Probabilidade. Distribuições Binomial, Normal e de Poisson. Teoria Elementar da Amostragem. Teoria Estatística da Estimação. Teoria da Decisão Estatística. Testes de Hipóteses e Significância. Objetivos: Capacitar o discente no que tange ao desenvolvimento e resolução analítica de modelos matemáticos básicos e computacionais de uso corrente na Engenharia Programa: 1. Histórico e Aplicações 1.1. Probabilidade , Estatística Descritiva, Estatística Inferencial e Análise Estatística 1.2. Como Produzir Informação e Conhecimento 1.3. Indicadores Matemáticos 1.4. Modelagem Matemática 1.5. Análise Estatística no Reconhecimento de Padrões 2. Metodologia Científica 2.1. Dados (Brutos e Rol), Informação e Conhecimento 2.2. Espaço Amostral, Evento, População ou Amostra 2.3. Tabulando Dados 2.4. Distribuição Ramo-e-Folha; Distribuição de Freqüência 2.5. Número de Classes, Intervalos e Amplitude do Intervalo de Classes, Limites de Classe e Limites Reais de Classes 2.6. Distribuição de Freqüência Relativa e Distribuição de Percentagem 2.7. Distribuição Acumulada 2.8. Gráficos 2.9. Diagrama Circular, Diagrama de Barras, Histograma, Polígonos, ogivas, Diagrama Pareto. 3. Propriedades dos Dados Numéricos 3.1. Medidas de Tendência Central e Não-Central 3.2. Medidas de Variação 3.3. Formato 4. Teoria Elementar da Probabilidade 4.1. Definição Clássica 4.2. Definição da Probabilidade como Freqüência Relativa 4.3. Probabilidade Condicional 4.4. Eventos Independentes e Dependentes 4.5. Eventos Mutuamente Exclusivos 4.6. Distribuição de Probabilidade Discreta 4.7. Distribuição de Probabilidade Contínua 4.8. Esperança Matemática 4.9. Aplicação da Teoria dos Conjuntos à Probabilidade 5. Distribuições Binomial, Normal e de Poisson 5.1. A Distribuição Binomial 5.2. 5.3. A distribuição Normal A Distribuição de Poisson 6. Teoria Elementar da Amostragem 6.1. Teoria da Amostragem 6.2. Distribuições Amostrais 6.3. Erros Padrões 7. Teoria Estatística da Estimação 7.1. Estimação de Parâmetros 7.2. Estimativas não Tendenciosas 7.3. Estimativas Eficientes 7.4. Estimativas do Intervalo de Confiança dos Parâmetros Populacionais 8. Teoria da Decisão Estatística, Testes de Hipóteses e Significância 8.1. Decisões Estatísticas 8.2. Hipóteses Estatísticas. Hipóteses Nulas 8.3. Testes de Hipótese e Significância 8.4. Nível de Significância 8.5. Testes que Envolvem a Distribuição Normal Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel em quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. CRESPO, Antônio Arnot. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva, 2001. _______. Probabilidade e Estatística. São Paulo: Makron Books, 1978. SPIEGEL, Murray R. Estatística. 3ª ed. São Paulo: Makron Books, 1993. Bibliografia Complementar: 1. DOWNING, D., Clark, J. Estatística Aplicada. São Paulo: Saraiva, 2000. 2. 3. 4. 5. LEVINE, D.M., BERENSON, M.L., STEPHAN, D. Estatística: Teoria a Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000. MARIA INEZ M.T.W. Estatística Básica. Brasília: Editora MSD, 2000. MEYER, Paul L. Probabilidade: aplicações à estatística. 2ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983 MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica 3º PERÍODO 15. Disciplina:-Cálculo de Várias Variáveis-Carga Horária:-60 h Ementa: Técnicas de Integração. Geometria Diferencial. Derivadas Parciais. Integração Múltipla. Objetivos: O aluno, ao final do curso, deverá ser capaz de aplicar convenientemente técnicas de integração.Bem como calcular derivadas e integrais de funções de várias variáveis. Programa: 1. Técnicas de Integração 1.1. Integrais que envolvem potências e produto de potências de funções trigonométricas 1.2. Integração por substituição trigonométrica 1.3. Integração por partes 1.4. Integração por frações parciais 1.5. Integração por substituições especiais 1.6. Integrais impróprias 2. Geometria Diferencial 2.1. Equação Paramétrica 2.2. Derivação de vetores 2.3. Velocidade e aceleração 2.4. Comprimento de arco 2.5. Curvatura 2.6. Derivadas Parciais 2.7. Funções de várias variáveis 2.8. Limites e continuidade 2.9. Derivadas parciais 2.10. Diferencial total 2.11. As regras da cadeia 2.12. Derivadas parciais de ordem superior 2.13. Derivada direcional e gradiente 2.14. Divergente e rotacional 3. Integração Múltipla 3.1. A integral dupla 3.2. Integrais duplas em coordenadas polares 3.3. Integrais triplas 3.4. Integrais triplas em coordenadas cilíndricas e esféricas Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel em quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1997. LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. 3ª ed. São Paulo: Harbra, c1994. MUNEM, Mustafa A. & FOULIS, David J. Cálculo. Vol 2. Rio de Janeiro: LTC, 1982. Bibliografia Complementar: 1. FINNEY, Ross L. Cálculo de Geoge B. Thomas Jr. Trad. Paulo Boschcov. São Paulo: Addison Wesley. 2002. 2v. 2. HIMONAS, Alex; HOWARD, Alan. Cálculo: Conceitos e Aplicações. Trad. Ronaldo Sergio de Biasi. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 3. HOFFMANN, D. Laurence; BRADLEY, Gerald L.; Cálculo: Um Curso Moderno e suas Aplicações. 7. ed.Rio de janeiro: LTC,2002. 4. HUGHES-HALLET,D.;GLEASON,A.M.;McCALLUM,W.G.et.al. Cálculo de uma Variável.3.ed. Tradução Rafael José lório Junior e Valéria de Magalhães lório. Rio de janeiro: LTC,2004. 5. SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica. V.1.São Paulo:McGraw-hill,1987. 16. Disciplina:-Física Térmica-Carga Horária:-60 h Ementa: Oscilações. Ondas Mecânicas. Dilatação Térmica. Calorimetria. Primeira lei da termodinâmica. Entropia e segunda lei para Gases Ideais. Teoria cinética dos gases. Objetivos: Ao final do período o aluno deverá ter suficiente base nos assuntos de oscilações, termoestática e termodinâmica. Programa: 1. Oscilações 1.1. Movimentos periódicos 1.2. Movimento harmônico simples 1.3. Pêndulo simples 1.4. Gravitação 1.5. Oscilações Livres, Forçadas e Amortecidas 2. Ondas mecânicas 2.1. Ondas que transmitem energia 2.2. Ondas transversais e longitudinais 2.3. Ondas estacionárias 3. Dilatação térmica 3.1. Temperatura 3.2. Dilatação linear dos sólidos 3.3. Dilatação superficial 3.4. Dilatação volumétrica 4. Calorimetria 4.1. Calor 4.2. Calor específico 4.3. Capacidade térmica 4.4. Calor ganho e perdido 5. Primeira lei da termodinâmica 5.1. Energia térmica 5.2. Energia interna 5.3. Trabalho realizado por um sistema 5.4. Processos isobáricos 5.5. Processos isotérmicos 5.6. Processos adiabáticos 5.7. Calores específicos dos gases 5.8. Razão entre calores específicos 5.9. Eficiência de uma máquina térmica 6. Entropia e segunda lei da termodinâmica 6.1. Segunda lei da termodinâmica 6.2. Entropia 6.3. Entropia como medida de desordem 6.4. Estado mais provável de um sistema 7. Gases ideais 7.1. A lei dos gases ideais 7.2. Um mol de substância 7.3. Constante universal dos gases 7.4. Condições normais de temperatura e pressão 7.5. Lei de Boyle 7.6. Lei de Charles 7.7. Lei de Gay-Lussac 7.8. Lei de Dalton das pressões parciais 8. Teoria cinética dos gases 8.1. Velocidade quadrática média 8.2. Número de Avogrado 8.3. Massa de uma molécula 8.4. Pressão de um gás ideal 8.5. Temperatura absoluta 8.6. Livre percurso médio Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel em quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 4ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. _______, WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 4ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996. SEARS, Zemansky. Fisica. Rio de Janeiro: Livro Técnico e Científico, 1985 Bibliografia Complementar: 1. BONJORNO, José Roberto, AZENHA, Regina F. S., BONJORNO, Valter. Física. São Paulo: FTD, 1998. 2. 3. 4. 5. BONJORNO, José Roberto. Temas de Física. São Paulo: FTD, 1998. EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: Fundamentos e Aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1995. EISBERG, Robert. Fundamentos de Física Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, c1979. IPLER, Paul. Física para engenheiros cientistas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos Editora, v.2, s/d. 17. Disciplina:-Laboratório de Física Térmica-Carga Horária:-30 h Ementa: Ensaios laboratoriais sobre oscilações mecânicas. Práticas com medidas de temperaturas e dilatações térmicas. Ensaios laboratoriais sobre transmissões de calor, equilíbrio térmico e estudo de gases. Elaboração de relatórios. Objetivos: Ao final do Curso os educandos deverão ser capazes de: Reconhecer e operar com equipamentos relativo a Física Térmica. Entender e determinar na prática: Amplitude, freqüência e comprimento de ondas Mecânica, Temperaturas, Dilatações. Entender e determinar na prática: Transmissão de calor, Equilíbrio Térmico e Gases Ideais. Aplicar os conhecimentos à resolução de problemas de engenharia. Práticas: 01 – Estudo de oscilações mecânicas em molas metálicas. 02 – Construção e utilização de um pêndulo mecânico. 03 – Construção e aferição de termômetro. 04 – Prática com dilatação térmica dos sólidos. 05 – Prática com dilatação térmica de materiais diferentes. 06 – Medida da dilatação térmica dos líquidos. 07 – Experimento e aferição dos métodos de transmissão de calor. 08 – De terminação experimental da capacidade térmica de um calorímetro. 09 – Estudo experimental dos tipos de calor: Sensível e Latente. 10 – Construção experimental de curva de aquecimento. Estratégia: O curso será desenvolvido através experimentos e aulas práticas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas práticas. Recursos adicionais com pincel em quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios envolvendo os experimentos executados. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. BONJORNO, José Roberto, AZENHA, Regina F. S., BONJORNO, Valter. Física. FTD, 1998. HALLIDAY, David. Física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. BONJORNO, José Roberto. Temas de Física. São Paulo: FTD, 1998. EISBERG, Robert. Fundamentos de física moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, c1979. EISBERG, Lerner. Física: Fundamentos e aplicações. v. 2. s/l: s/ed., s/d. SEARS, Zemansky Young. Física. v. 2 . Rio de Janeiro: LTC, s/d. TIPLER, Paul. Física para engenheiros cientistas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos Editora, v.2, s/d. 18. Disciplina:-Metodologia Científica-Carga Horária:-30 h Ementa: Conhecimento e ciência. Conhecimento científico. O método científico e a produção do conhecimento. A questão da pesquisa. Tipos de pesquisa. Planejamento e fases da pesquisa. Delineamento da pesquisa. Estrutura do trabalho científico. Projeto de pesquisa. Objetivos: Objetivo Geral Desenvolver as noções fundamentais sobre os conceitos, métodos e técnicas da metodologia para a pesquisa, do trabalho científico e do projeto de pesquisa, que possibilite ao aluno a aprendizagem através da construção do conhecimento científico. Objetivos Específicos - Compreender a ciência no contexto das diversas formas de saber e da produção do conhecimento. - Estudar os conceitos indispensáveis à produção do conhecimento científico. - Iniciar a abordagem da metodologia científica e conhecer os métodos e técnicas de investigação científica e suas aplicações. - Adquirir a condição de formular e desenvolver a pesquisa científica, - Elaborar e desenvolver o projeto de pesquisa. Programa: 1. Introdução ao conhecimento científico 2. O método científico 3. Processos do método científico 4. A metodologia da pesquisa 5. Fases do método da pesquisa 6. Coleta, análise e interpretação de dados 7. Processo de elaboração do trabalho científico 8. Estrutura do trabalho cientifico 9. Elementos de apoio ao texto 10. Bibliografia final 11. Elaboração do artigo científico Estratégia: Aulas ministradas à distância pela Internet com os recursos da plataforma MOODLE acessada pelo portal virtual da USS, com login e senha por aluno, para estudo individualizado dos módulos e exercícios da disciplina de metodologia científica, utilizando computador próprio ou os laboratórios de informática do Campus da USS. Metodologia de Ensino 1. Estudo individualizado dos módulos da disciplina, conforme cronograma. 2. Acompanhamento on line pelo professor-tutor do estudo individual ou em grupo. 3. Participação do aluno nos fóruns de debate para interação on line com o professortutor e colegas de turma. 3. Exercícios on line para fixação dos conceitos sobre temas relacionados com cada módulo da disciplina postados na plataforma MOODLE. Critérios de Avaliação: Duas avaliações on line durante o semestre, conforme calendário escolar, onde o acadêmico deve obter média sete. Pontuação de exercícios on line para fixação dos conceitos de cada módulo da disciplina postados na plataforma MOODLE. Bibliografia Básica 1. 2. 3. CERVO, A. L e BERVIAN, P. Metodologia Científica. São Paulo: Prentice Hall, 2003, 242p. LAKATOS, E.M e MARCONI, M.A. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1991, 270p. MEDEIROS, J.B. Redação Científica – A Prática de Fichamentos, Resumos e Resenhas São Paulo: Atlas, 1977, 223p. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. BASTOS, L.R. et al. 1988. Manual para elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisa, Teses, ECO, U. 1977. Como se faz uma tese em Ciências Humanas. Lisboa: Presença. 232p. LUNA, S V. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: Educ, 2002. Dissertações e Monografias. Rio de Janeiro: LTC. 96 p. NUNES, L.A.R. Manual da Monografia, Saraiva, 2000, 179p. SALOMON, D.V. Como fazer uma Monografia. Belo Horizonte: Interlivros. 294 p. 19. Disciplina:-Cálculo Numérico-Carga Horária:-60 h Ementa: Erros. Séries de Taylor. Resolução de Equações não Lineares. Resolução de Sistemas de Equações Lineares. Derivação Numérica. Integração Numérica. Interpolação. Resolução de Sistemas de Equações Não Lineares. Resolução de Equações Diferenciais Lineares. Objetivos: Capacitar o discente no que tange à aplicação de métodos numéricos bem como computacionais na resolução de modelos matemáticos representativos de fenômenos físicos típicos da engenharia. Programa: 1. Erros 1.1. Introdução 1.2. Definições 2. Série de Taylor 2.1. Definição 2.2. Erros de truncamento em séries de Taylor 3. Equações Não Lineares 3.1. Introdução 3.2. Métodos Fechados 3.3. Método gráfico 3.4. Método da bisseção 3.5. Método da falsa posição 3.6. Métodos abertos 3.7. Método do ponto fixo 3.8. Método de Newton-Raphson 3.9. Método da secante 4. Sistemas de Equações Lineares 4.1. Definição 4.2. Solução de um sistema linear 4.3. Método Interativo de Gauss-Jordan 4.4. Método Interativo de Gauss-Siedel 5. Derivação Numérica 5.1. Diferenças finitas 5.2. Fórmulas para a primeira derivada 5.3. Representação gráfica 5.4. Fórmulas para a segunda derivada 5.5. Fórmulas mais precisas para a derivação numérica 5.6. Integração Numérica 5.7. Regra do trapézio 5.8. Regra de Simpsom 5.9. Interpolação 5.10. O polinômio interpolador de Lagrange 6. Sistemas de Equações Não Lineares 6.1. Método do ponto fixo 6.2. Método de Newton-Raphson 6.3. Equações Diferenciais Lineares 6.4. 6.5. Método de Euler Método de Runge-Kutta Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel em quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. CHAPRA, Steven C.; CANALE, Raymond P. Numerical methods for engineers. 2. ed. Singapore: McGraw-Hill Book, 1990. 812 p CONTE, S. D.; BOOR, Carl de. Elementary numerical analysis: an algorithmic approach. 2. th. Auckland: McGraw-Hill Book, 1981. 432 p. STARK, Peter A. Introdução aos métodos numéricos. Rio de Janeiro: Interciências, 1979. 338 p. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. ATKINSON, Kendall E. An introduction to numerical analysis. 2 nd. New York: John Wiley & Sons, 1989. BARROSO, Leônidas Conceição; BARROSO, Magali Maria de Araújo; CAMPOS FILHO, Frederico Ferreira. Cálculo numérico: com aplicações . 2. ed. São Paulo: Harbra, 1987. 367 p. CLÁUDIO, Dalcidio Moraes; MARINS, Jussara Maria. Cálculo numérico computacional: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 1994. 464 p. MIRSHAWKA, Victor. Cálculo numérico. 4. ed. São Paulo: Nobel, 1986. 601 p. RUGGIERO, Márcia A. Gomes; LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 406 p. 693 p. 20. Disciplina:-Mecânica Básica-Carga Horária:-60 h Ementa: Equilíbrio. Diagramas de Corpo Livre. Centro de Gravidade. Momento de Inércia Vigas e Treliças Cinemática e Dinâmica da Partícula Objetivos: Capacitar os alunos à análise e solução de problemas de estruturas e de máquinas estaticamente determinadas, no que diz respeito às ações externas atuantes sobre os seus componentes e, em alguns casos, aos esforços internos resultantes em seções desses componentes. Programa: 1. Revisão de Sistema de Forças 2. Equilíbrio 2.1. Tipos de apoio, diagramas de corpo livre e condições de equilíbrio geral e particulares. 2.2. Centros de gravidade, momentos e produtos de inércia e momentos principais de inércia para figuras planas. 3. Estruturas e máquinas 3.1. Vigas e treliças planas. 3.2. Máquinas simples. 4. Dinâmica 4.1. Cinemática da partícula: movimento retilíneo, movimento curvilíneo plano, movimento de partículas com restrição. 4.2. Dinâmica da partícula: 2ª lei de Newton, equação do movimento, movimento retilíneo, movimento curvilíneo, trabalho e energia, impulso e quantidades de movimento linear e angular, movimento relativo. 4.3. Noções de vibrações mecânicas. Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel em quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. BEER, Ferdinand P. Mecânica vetorial para engenheiros. 5. ed. São Paulo: Makron, 1994. 793. BEER, Ferdinand P. Mecânica vetorial para engenheiros. 5. ed. São Paulo: Makron, 1991. 793 p Meriam, J. L. Kraige, L. G .- Mecânica: estática. 4a edição-LTC1999. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. Hibbeler, R.C. - Mecânica para Engenharia – Dinâmica – 10a edição – Prentice Hall – 2005. Hibbeler, R.C. - Mecânica para Engenharia – Estática – 10a edição – Prentice Hall – 2005. Meriam, J.L., Kraige, L.G. - Mecânica – Dinâmica – 4a edição – LTC – 1999; Shames, I. H. - Mecânica para Engenharia – Dinâmica - 4a edição – Prentice Hall – 2003 Shames, I. H. - Mecânica para Engenharia – Estática - 4a edição – Prentice Hall – 2003 21. Disciplina:-Economia e Finanças-Carga Horária:-30 h Ementa: Engenharia Econômica: conceito e objeto de estudo. Conceitos gerais de Economia. Matemática Financeira. Seleção Econômica de Alternativas. Estudo de Sensibilidade. Objetivos: Capacitar o aluno a utilizar os principais instrumentos e técnicas da Engenharia Econômica aplicada à seleção econômica de alternativas. Promover o entendimento de princípios básicos de economia para a viabilização de projetos de engenharia. Prover o aluno de informações que o capacitem ao diálogo com interlocutores da área de economia e ao entendimento da realidade macroeconômica de sua profissão. Programa: 1. Engenharia Econômica: conceito e objeto de estudo 1.1. 1.2. Introdução; Princípios básicos. Principais ferramentas da engenharia econômica: análise de risco, matemática financeira estudos de sensibilidade. 2. Conceitos gerais de Economia. 2.1. Macroeconomia: teoria geral de preços; teoria do consumidor; econometria básica 2.2. Microeconomia: teoria da firma; curva de custos; análise de ponto de equilíbrio; monopólios e oligopólios; monopólios naturais; concorrência perfeita. 3. Matemática Financeira. 3.1. Juros simples e compostos; Equivalência de capitais; 3.2. Fluxo de Caixa; Análise de Fluxo de Caixa 3.3. Séries antecipadas e póstecipadas 3.4. Valor Presente; Valor Futuro 4. Seleção Econômica de Alternativas. 4.1. Técnicas de Comparação de Alternativas 4.2. Valor Presente Líquido 4.3. Taxa Interna de Retorno 4.4. Tempo de Retorno 5. Análise de Sensibilidade 5.1. Modelagem Econômica e variação de parâmetros 5.2. Técnicas de Cenários 5.3. Princípios básicos de Teoria da Decisão Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel em quadro branco, vídeos, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. BRAGA, Roberto. Fundamentos e técnicas de administração financeira. São Paulo: Atlas, 1995. 408 p. 2. 3. HUMMEL, Paulo Roberto Vampré; TASCHNER, Mauro Roberto Black. Análise e decisão sobre investimentos e financiamentos: engenharia econômica teoria e prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995. 216 p. VERAS, Lilia Ladeira. Matemática financeira: uso de calculadoras, aplicações ao mercado financeiro, introdução à engenharia econômica, 300 exercícios resolvidos e propostos com respostas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1989. 268 p. Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. BUARQUE, Cristovam. Avaliação econômica de projetos: uma apresentação didática. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1986. 266 p. FALCINI, Primo, Avaliação Econômica de Empresas: Técnica e Prática, 2ª ed. , Atlas. 1995. 205 p. HESS, Geraldo; MARQUES, José Luiz de Moura; PAES, Luiz Carlos Medeiros da Rocha. Engenharia econômica. 8. ed. São Paulo: DIFEL, c1977. 265 p. JACQUIN, Gui. Elaboração e avaliação de projetos. Rio de Janeiro: APEC, 1969. 206 p. MATOS, Afonso José de. Retorno do investimento: uma avaliação da empresa hospitalar. São Paulo: Centro São Camilo de Desenvolvimento em Administ, 1979. 285p. 22. Disciplina:-Ciências do Ambiente-Carga Horária:-30 h Ementa: Energia, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Fontes de Energia. Inserção Ambiental de Projetos de Geração de Energia Elétrica. Objetivos: Apresentar aos alunos noções sobre todas as formas de geração de energia e os impactos ambientais relacionados a cada uma delas; Apresentar aos alunos as maneiras de prevenção desses impactos ambientais relacionados à energia; Desenvolvimento no aluno a capacidade critica para avaliar projetos ecologicamente corretos. Programa: 1. Energia, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável 1.1. Energia e Desenvolvimento Sustentável 1.2. Energia e meio Ambiente 1.2.1. Poluição do ar 1.2.2. Chuva ácida 1.2.3. Efeito estufa (Protocolo de Kyoto) 1.2.4. Desflorestamento 1.3. Soluções Energéticas para o Desenvolvimento Sustentável 2. Fontes de Energia 2.1. Centrais Hidrelétricas 2.1.1. Introdução 2.1.2. Aspectos Básicos da Questão do Uso da Água 2.1.3. Aspectos básicos para inserção no Meio Ambiente 2.2. Centrais Termelétricas 2.2.1. Introdução 2.2.2. Combustíveis Utilizados 2.2.3. Principais Impactos Ambientais. 2.3. Sistemas Solares 2.4. Sistemas Eólicos 2.4.1. Impacto Ambiental da Utilização de Energia Eólica 2.5. Sistemas Híbridos 2.6. Energia dos Oceanos 2.7. Células a Combustível 3. Inserção Ambiental de Projetos de Geração de Energia Elétrica 3.1. Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) 3.2. Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EpIA) 3.2.1. Estudo de Inserção Ambiental (EIA) 3.2.2. Relatório de Impacto Ambiental (Rima) 3.3. Legislação Básica Referente aos EIA/Rima Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel em quadro branco, vídeos, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela apresentação de seminários, resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais, resolução de exercícios levando em conta o conteúdo dos seminários. Bibliografia Básica: 1. 2. 3. CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA. A crise dos combustíveis líquidos: a visão do setor industrial. Rio de Janeiro: [s. n.], 1980. v. HINRICHS, Roger A. Energia e meio ambiente. São Paulo: Thomson, c2004. 543 p. VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. 500p. (Desenvolvimento, meio ambiente e sociedade) Bibliografia Complementar: 1. 2. 3. 4. 5. BRANCO, Samuel Murgel. Energia e meio ambiente. São Paulo: Moderna, 2004. 144 p. BNDES & MCT. Efeito estufa e a convenção sobre Mudança do Clima. 1999. (www.mct.gov.br) CLEMENTINO, L. D.; A Conservação de Energia por meio da Co-geração de Energia Elétrica. São Paulo: Érica, 2001. MILLER, G. T. Ciência Ambiental. São Paulo: Thomson Learning, 2007. REIS, L. B.; Energia Elétrica para o Desenvolvimento Sustentável. 2ª Ed. São Paulo: Edusp, 2001. 4º PERÍODO 23. Disciplina:-Física Eletromagnética-Carga Horária:-60 h Ementa: Cargas Elétricas e Lei de Coulomb. Campos elétricos. Lei de Gauss. Potencial Elétrico. Capacitância. Corrente, Resistência e Força Eletromotriz. Circuitos de Corrente Contínua. Campo Magnético e Força Magnética. Indução Eletromagnética. Indutância. Corrente Alternada. Princípios de propagação. Objetivos: Ao término do curso o aluno deverá: Entender os mecanismos relacionados aos fenômenos de oscilações eletromagnéticas e ondas eletromagnéticas propagantes, a partir dos fenômenos básicos em eletromagnetismo, Correlacionando-os às suas principais aplicações em Engenharia Elétrica. Programa: 1. Cargas Elétricas e Lei de Coulomb. Campo Elétrico 1.1. Estruturas atômica e conceito de carga elétrica 1.2. Densidade de carga. Eletrização 1.3. Conceito de condutor e isolante 1.4. Lei de Coulomb 1.5. O Campo Elétrico. Cálculo do Campo Elétrico de carga Pontual 2. Lei de Gass 2.1. Linhas de Força e fluxo elétrico. A Lei de Gass 2.2. Aplicações da Lei de Gass. Carga em condutores 3. Potencial elétrico 3.1. Energia potencial elétrica 3.2. O potencial Elétrico 3.3. Superfícies Equipotenciais 3.4. Cálculo de diferenças de Potencial: carga puntiforme e condutor esférico; carga linear e condutor cilíndrico; placas paralelas 4. Capacitância 4.1. Capacitância e Capacitores 4.2. Capacitores em Série e em Paralelo 4.3. Energia Armazenada em Capacitores 5. Corrente, Resistência e Força Eletromotriz 5.1. Conceito de corrente 5.2. Resistividade 5.3. Resistência 5.4. Força Eletromotriz. Circuito Elétrico 5.5. Energia e Potência em Circuitos Elétricos 6. Circuitos de corrente contínua 6.1. Resistores em série e paralelo 6.2. Instrumentos de Medição: conceituarão básica 6.3. Circuito RC: carga e descarga e constante de tempo 7. Campo Magnético e Força Magnética 7.1. Magnetismo 7.2. Campo Magnético. Fontes de Campo Magnético 7.3. Linhas de Campo Magnético e Fluxo Magnético 7.4. Movimento de partículas Carregadas em Campo Magnético: força magnética sobre cargas em movimento 7.5. Força magnética sobre condutor Transportando corrente 7.6. Força entre condutores paralelos 7.7. Lei Biot Sabart 7.8. Lei de Ampére 8. Indução Eletromagnética 8.1. Força eletromotriz Produzida pelo movimento 8.2. Lei de Faraday 8.3. Lei de Lenz 9. Indutância 9.1. Indutância Mútua 9.2. Auto-indutância e indutores 9.3. Energia armazenada no campo magnético 9.4. Circuito RL 9.5. Circuito LC e oscilação eletromagnética: estudo qualitativo e quantitativo 10. Corrente Alternada 10.1. Tensão e Corrente alternada: conceito 10.2. Resistência e reatância 10.3. Circuito RLC em série: comportamento tensão x corrente 10.4. Potência em circuitos de Corrente alternada 10.5. Ressonância em circuitos de corrente alternada 11. Princípios de propagação 11.1. Equações de Maxwell 11.2. Vetor de Poynting Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel e quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. EDMINISTER, Joseph A. Eletromagnetismo. São Paulo: McGraw-Hill, 1980. 2. HALLIDAY, D., RESNICK, R. Física. 4a ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. 3. HAYT JR., William H. Eletromagnetismo. 3.ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983. Bibliografia Complementar: 1. CHIQUETTO, Marcos José; VALENTIM, Bárbara; PAGLIARI, Estéfano. Aprendendo física. São Paulo: Scipione, 1996. 3v. 2. FUCHS, Walter R. A Física Moderna. São Paulo: Polígono, 1972. 360p. 3. LANG, Johannes G. Corrente - Tensão - Resistência. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1977. 73 p. 4. MACEDO, Annita. Eletromagnetismo. S/l: Guanabara, s/d. 5. YONG, H. D., Sears e Zemansky. Física 3 – Eletricidade e Magnetismo. 2ª ed. s/l: LTC, s/d. 24. Disciplina: Laboratório de Física Eletromagnética e Moderna-Carga Horária:30 h Ementa: Ensaios laboratoriais com campo elétrico, campo magnético e capacitores. Ensaios laboratoriais sobre óptica geométrica e natureza da luz. Ensaios laboratoriais com fibra óptica e laser. Aferição e determinação do efeito fotoelétrico. Objetivo: Ao final do Curso o educando deverá ser capaz de : Reconhecer e operar com equipamentos relativos à Física Eletromagnética e Moderna. Entender e determinar na prática: Campo Elétrico, Campo Magnético e Capacitores. Entender e determinar na prática: Fibra Óptica. Operar e definir sistemas que utilizam laser. Utilizar e compreender: Efeito fotoelétrico. Aplicar os conhecimentos na engenharia. Práticas: 01 – Construção de capacitores. 02 – Montagem de eletroímã. 03 – Linhas de força em campo elétrico e campo magnético. 04 – Ensaio e análise experimental de forças eletromagnéticas. 05 – Montagem de um modelo da experiência de Michelsom-Morley. 06 – Construção de padrões de interferência e difração luminosa. 07 – Construção e utilização de placas polarizadores. 08 – Construção e utilização de sistema de laser. 09 – Construção, utilização e aplicações de fibra óptica. 10 – Realização e utilização do efeito fotoelétrico. Estratégia: O curso será desenvolvido através de experimentos e aulas práticas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel e quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios com base nos experimentos realizados. Bibliografia Básica: 1. EDMINISTER, Joseph A. Eletromagnetismo. São Paulo: McGraw-Hill, 1980. 2. HALLIDAY, D., RESNICK, R. Física. 4a ed. v. 3 e 4. Rio de Janeiro: LTC, 1996. 3. HAYT JR., William H. Eletromagnetismo. 3.ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983. Bibliografia Complementar: 1. CHIQUETTO, Marcos José; VALENTIM, Bárbara; PAGLIARI, Estéfano. Aprendendo física. São Paulo: Scipione, 1996. 3v. 2. FUCHS, Walter R. A Física Moderna. São Paulo: Polígono, 1972. 360p. 3. MACEDO, Annita. Eletromagnetismo. S/l: Guanabara, s/d. 4. SEARS, Física 3 – Eletricidade e Magnetismo. Ed. 2ª LTC. 5. YONG, H. D., Sears e Zemansky. Física 3 – Eletricidade e Magnetismo. 2ª ed. s/l: LTC, s/d. 25. Disciplina:-Física Moderna-Carga Horária:-30 h Ementa: Natureza e propagação da luz. Introdução à Teoria da Relatividade Fenômenos de propagação da luz: Reflexão, Refração. Interferência, Reflexão total da luz – utilização em fibra óptica. Difração e Polarização- Laser. Introdução à Física Quântica. Introdução a Física Nuclear. Objetivo: Ao final do Curso os educandos deverão ser capazes de : Reconhecer e operar equipamentos relativos a Física Moderna. Entender e determinar na prática: Fibra Óptica. Operar e definir sistemas que utilizam laser. Utilizar e compreender: Efeito fotoelétrico. Aplicar os conhecimentos na engenharia. Programa: 1. Natureza e Propagação da Luz 1.1. A luz e o espectro Eletromagnético 1.2. Energia e momento linear 1.3. Velocidade da luz 2. Interferência 2.1. A experiência de Yong 2.2. Coerência 2.3. Interferência em películas delgadas 2.4. Interferômetro de Michelson e a propagação da luz 3. Difração 3.1. Difração em fenda única – estudos qualitativos e quantitativos 3.2. Difração em orifícios circulares 3.3. Difração em fenda dupla 4. Redes de difração 4.1. Introdução 4.2. Fendas múltiplas 4.3. Rede de difração 4.4. Poder de resolução de uma fenda de difração 5. Polarização 5.1. Polarização 5.2. Placas polarizadoras 5.3. Polarização por reflexão 5.4. Dupla refração 5.5. Polarização circular 5.6. Momento angular da luz 5.7. Espalhamento 6. Introdução à relatividade 6.1. Postulados da relatividade 6.2. Conversão de Matéria em energia 6.3. Conseqüências da Teoria da Relatividade 7. Introdução à mecânica quântica 7.1. Fontes de luz e irradiadores de cavidades 7.2. A teoria de Plank 7.3. Função de onda e densidade de probabilidade. Equação de Schrodinger 7.4. Efeitos fotoelétrico e Compton 8. Introdução à física nuclear 8.1. 8.2. 8.3. 8.4. Generalidades Isótopos, isóbaros e isótonos Propriedades do núcleo Fissão e Fusão Nuclear Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel e quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. EISBERG, Robert. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, c1983. 2. HALLIDAY, David; HALLIDAY, David. Física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1970. 3. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996. v. Bibliografia Complementar: 1. _______. Física. 4ª ed. v. 3 e 4. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e científicos, 1984. 2. FUCHS, Walter R. A Física Moderna. São Paulo: Polígono, 1972. 360p. 3. GAMOW, George. O incrível mundo da Física Moderna. Ibrasa,1989. 4. HALLIDAY, D. e RESNICK, R. Física. v. 2. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e científicos, 1984. 5. MAIA, L. P. M. A Física em Testes: um ensino programado. Rio de Janeiro: Editora Latino-Americana, 19 v. 26. Disciplina:-Equações Diferenciais-Carga Horária:-60 h Ementa: Equações Diferenciais de Primeira Ordem. Equações Diferenciais Ordinárias de Ordem n. Transformadas de Laplace. Objetivos: Capacitar o discente no que tange ao desenvolvimento e resolução analítica de modelos matemáticos básicos de uso corrente na Engenharia Programa: 1. Equações Diferenciais Ordinárias 1.1. Introdução 1.2. Equações separáveis 1.3. Equações homogêneas 1.4. Equações exatas 1.5. Fatores integrantes 1.6. Equações lineares 1.7. Aplicações 1.8. Equações lineares homogêneas de ordem n 1.9. Equações lineares não homogêneas – método dos coeficientes a determinar 1.10. Equações lineares não homogêneas – método de variação dos parâmetros 1.11. Aplicações 2. Transformadas de Laplace 2.1. Introdução 2.2. Transformadas de Laplace de funções elementares 2.3. Transformadas de Laplace de funções especiais 2.4. Transformada inversa de Laplace 2.5. Aplicações Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel e quadro branco, aulas com transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica 1. BRONSON, Richard. Equações diferenciais. 2ª ed. São Paulo: Makron Books, c1995. 2. BRONSON, Richard. Moderna introdução às equações diferenciais. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1977. 3. SPIEGEL, Murray R. Transformadas de laplace. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1971. Bibliografia Complementar: 1. BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. 2. BRONSON, Richard. Moderna introdução às equações diferenciais. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1977. 3. SPIEGEL, Murray R. Análise vetorial: com introdução à análise tensorial. São Paulo: McGraw-Hill, 1972. 4. WYLIE, C. Ray; BARRETT, Louis C. Advanced engineering mathematics. 5ª ed. Auckland: McGraw-Hill Book, 1985. 5. Zill, D. G., Cullen, M. R. Equações Diferenciais. 3ª Ed.. V.I e II. São Paulo. Makron Books. 2001. 27. Disciplina:-Fenômenos de Transporte-Carga Horária:-60 h Ementa: Conceitos Fundamentais Introdutórios. Estática dos Fluidos e Forças Aplicadas a Fluidos. Equações de Continuidade e Balanço Material. Equação da Energia e Balanço de Energia. Introdução aos Fluidos Viscosos. Transferência de Calor por Condução Convecção e Radiação. Dimensionamento por Similaridade. Objetivos: Capacitar o aluno a: Reconhecer os fenômenos que ocorrem durante o transporte de massa, calor e quantidade de movimento. Desenvolver projetos de engenharia onde estão presentes fenômenos relacionados ao transporte. Validar os conhecimentos teóricos através de situações práticas. Programa: 1. Conceitos Fundamentais Introdutórios 1.1. Conceitos fundamentais dos fluidos 1.2. Propriedades dos fluidos 1.3. Lei de Newton da Viscosidade 1.4. Lei de Fourier para condução de calor unidimensional 1.5. Lei de Fick para transferência de massa por difusão 1.6. Tipos de fluidos, tipos de escoamento e volume, superfície de controle e forças exercidas em fluidos. 2. Estática dos Fluidos e Forças Aplicadas a Fluidos 2.1. Introdução à estática dos fluidos 2.2. Principio de Pascal 2.3. Equações básicas da estática dos fluidos 2.4. Casos especiais das equações básicas da estática dos fluidos 2.5. Estática dos fluidos aplicada a sistemas linearmente acelerados 2.6. Estática dos fluidos aplicados a sistemas rotativos 2.7. Forças exercidas em corpos submersos 3. Equações de Continuidade e Balanço Material 3.1. Derivada Substantiva 3.2. Abordagem de Euler e Lagrange 3.3. Equação da continuidade forma diferencial 3.4. Casos especiais da equação da continuidade forma diferencial 3.5. Equações da continuidade forma integral 3.6. Casos especiais das equações da continuidade forma integral 3.7. Aplicações ao balanço de massa 4. Equação da Energia e Balanço de Energia 4.1. Conceito de dinâmica dos fluidos 4.2. Equação de Euler para escoamento de fluidos 4.3. Equação da energia para escoamento de fluidos 4.4. Aplicações do balanço de energia 5. Introdução aos Fluidos Viscosos 5.1. Conceitos Fundamentais de Fluidos Viscosos 5.2. Equações de Navier – Stokes 5.3. Transferência de Calor por Condução Convecção e Radiação 5.4. Conceitos fundamentais do escoamento de calor 5.5. Transferência de calor por condução 5.6. Transferência de calor por convecção 5.7. Transferência de calor por Radiação 6. Dimensionamento por Similaridade 6.1. Analise dimensional 6.2. Similaridade 6.3. Aplicações modelo - protótipo na ampliação e redução de escala. Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel e quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. FOX, R. W., MCDONALD, A. T., Introdução à Mecânica dos Fluidos, 3a ed., Rio de Janeiro, Guanabara, 1988. 2. SISSOM, L. E. & PITTS, D. R.; Fenômenos dos Transportes, Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1988. 3. SHAMES, Irving H. Mechanis of fluids. São Paulo: Edgard Blücher, 1973. Bibliografia Complementar: 1. BASTOS, F. A. A. Problemas de Mecânica dos Fluidos. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987. 2. BENNETT, C. O., MYERS, J. E. Fenômenos de transporte :quantidade de movimento, calor e massa. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. 3. HANSEN, Arthur G. Mecânica de fluidos. México: Limusa, 1979. 4. MACEDO, Horacio. Físico-química um estudo dirigido sobre eletroquímca, cinética, átomos, moléculas e núcleo, fenômenos de transporte e de superfície. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 5. STREETER, V. L. Handbook of fluid dynamics. New York: McGraw-Hill, 1961. 28. Disciplina:-Resistência dos Materiais-Carga Horária:-60 h Ementa: Conceito de Tensão. Tensão e Deformação. Carregamento Axial. Torção. Flexão Pura. Carregamento Transversal. Objetivos: Capacitar o aluno ao cálculo de tensões e deformações em barras, causadas pelos esforços normal, torçor, fletor e cortante, separadamente e combinados. Programa: 1. Conceito de tensão 1.1. Forças e tensões 1.2. Forças axiais e tensões normais 1.3. Tensões de cisalhamento 1.4. Tensões de esmagamento 1.5. 1.6. Tensões em um plano oblíquo Tensões admissíveis e tensões últimas; coeficiente de segurança 2. Carregamento axial 2.1. Tensões e deformações em barras carregadas axialmente 2.2. Diagramas tensão-deformação na tração axial para alguns materiais; lei de Hooke 2.3. Deformações elásticas e plásticas de barras carregadas axialmente 2.4. Dimensionamento e verificação da segurança 2.5. Alongamento elástico para algumas situações de carregamento axial 2.6. Sistemas estaticamente indeterminados 2.7. Deformação transversal e coeficiente de Poisson 2.8. Estado triaxial de tensão: relação tensão-deformação no regime elástico linear 2.9. Concentração de tensões 3. Torção 3.1. Análise de tensões em um eixo 3.2. Deformações nos eixos sujeitos à torção 3.3. Projetos de eixos de transmissão de potência 3.4. Concentração de tensões em eixos circulares 4. Flexão 4.1. Flexão pura de barras segundo um plano de simetria 4.2. Flexão pura fora do plano de simetria (flexão pura oblíqua) 5. Carregamento transversal 5.1. Tensões de cisalhamento em um plano horizontal de uma barra com carregamento transversal 5.2. Tensões de cisalhamento no plano da seção transversal 5.3. Cisalhamento em uma seção longitudinal arbitrária 5.4. Tensões devidas a carregamentos combinados Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel e quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. Beer, Ferdinand P., E Jr., E. Russell Johnston, Resistência dos Materiais, Makron Books Editora Ltda, 3ª Ed., São Paulo, 1995. 2. Popov, Egor P., Introdução À Mecânica dos Sólidos, Editora Edgard Blücher Ltda., São Paulo, 1978. 3. Timoshenko,S., Resistência dos materiais , Volume 1 , LTC , São Paulo ,1975. Bibliografia Complementar: 1. Branco, C.A.G.M. ,Mecânica dos Materiais , Fundação Calouste Gulbenkian 2. Feodosiev, V. I. ,Resistência de Materiais. 3a Ed. Editorial MIR,1988. 3. Hibbler, R. C., Resistência dos Materiais , Prentice Hall, 5a Ed, São Paulo, 2005. 4. Higdon, Ohlsen, Stiles, Weese E Riley, Mecânica dos Materiais, 3a Ed. Rio de Janeiro, Guanabara dois, 1981. 5. Shames, I. H., Introdução à Mecânica dos Sólidos, Prentice Hall ,São Paulo 1985. 29. Disciplina:-Materiais Elétricos-Carga Horária:-60 h Ementa: Noções de Ciência dos Materiais. Materiais condutores e suas propriedades. Materiais Semicondutores. Materiais Isolantes. Materiais Magnéticos. Componentes Passivos: Resistores; Capacitores; Indutores. Outros materiais e dispositivos de interesse: Circuitos integrados, supercondutores, bimetálicos, fusíveis, fibras ópticas e célula fotovoltaica. Objetivos: Ao término do curso o aluno deverá: Conhecer os princípios básicos de Ciência dos Materiais voltados para os materiais elétricos. Conhecer e identificar características principais e propriedades dos metais condutores. Conhecer principais tecnologias de processamento dos metais condutores. Saber realizar dimensionamento de cabos condutores. Conhecer e identificar características principais e propriedades dos materiais isolantes e suas aplicações. Conhecer e identificar características principais e propriedades dos metais magnéticos. Conhecer os fundamentos tecnológicos relacionados aos componentes passivos. Conhecer os conceitos básicos e propriedades dos materiais semicondutores, supercondutores, fibras ópticas e outros dispositivos de interesse na área de materiais elétricos. Programa: 1. Noções de ciência dos materiais. 1.1. Materiais utilizados em eletrotécnica e eletrônica. 1.2. Constituição da matéria. Materiais metálicos. Condução elétrica. 1.3. Características principais dos metais condutores. 1.4. Materiais condutores 1.5. Materiais condutores e suas propriedades. Critérios de conceituação de material condutor. 1.6. Estudo do cobre e suas ligas. 1.7. Estudo do alumínio e suas ligas. 1.8. Estudo de outros materiais condutores. 1.9. Tecnologia dos materiais condutores. 1.10. Fios e cabos: escalas, constituição, dimensionamento. 1.11. Fusíveis. 1.12. Termo pares e elementos bimetálicos 2. Materiais semicondutores 2.1. Estrutura cristalina. Bandas de Energia. 2.2. Condução: corrente de lacunas e de buracos. 2.3. Materiais dopados. 3. Materiais isolantes 3.1. Conceitos básicos. Propriedades dos materiais dielétricos 3.2. Principais isolantes de uso industrial. 3.3. Isoladores. 4. Materiais magnéticos 4.1. Conceitos. Características e propriedades dos Classificação quanto à permeabilidade. 4.2. Tecnologia dos materiais e componentes magnéticos materiais magnéticos. 5. Componentes passivos 5.1. Resistores 5.2. Capacitores 5.3. Indutores 6. Outros materiais e dispositivos de interesse 6.1. Circuitos integrados. 6.2. Fibras ópticas e célula foto-voltaica: constituição, propriedades e aplicações 6.3. Materiais supercondutores Estratégia: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas; a interação do aluno com o conteúdo será feita estimulando-o a participar ativamente através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas recursos adicionais com pincel e quadro branco, aulas com datashow e transparências serão utilizadas. Critérios de Avaliação: A Avaliação Continuada será feita pela resolução de exercícios escolhidos dos livros texto, distribuídos ao longo do período, com igual peso, a serem resolvidos por grupos de alunos ou de forma individual, levando-se em conta evitar uma carga de trabalho excessiva. A Prova Específica terá duração do tempo de aula sem consulta, incluindo questões conceituais e resolução de exercícios. Bibliografia Básica: 1. COTRIM, Ademaro A. M. B. Instalações elétricas. 3ª ed. São Paulo: McGrawHill, 1993. 2. REZENDE, Ernani da Motta. Materiais usados em eletrotécnica. Rio de Janeiro: Livraria Interciência Ltda., 1977. 3. SARAIVA, Delcyr Barbosa. Materiais elétricos. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. Bibliografia Complementar: 1. ABNT. Instalações elétricas de baixa tensão. Rio de Janeiro Associação Brasileira de Normas Técnicas, 1990. 2. MAMEDE FILHO, J. Manual de Equipamentos Elétricos. v.1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 1994. 3. SCHMIDT, W. Materiais Elétricos. v.1 e 2. sexta reimpressão. Edgar Blucher, 1983. 4. SCHMIDT, Walfredo. Materiais elétricos. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002. 5. MAMEDE FILHO, João. Instalações elétricas industriais. 3.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1989. 5º PERÍODO 30. Disciplina:-Instalações Elétricas-Carga Horária:-60 h Ementa: Sistemas de alimentação e configuração de redes BT e AT. Normas Técnicas. Luminotécnica: fontes de luz; grandezas e unidades; métodos para projetos de iluminação. Planejamento e projeto de instalação elétrica para uso residencial: cargas típicas; componentes de uma instalação; pontos de iluminação e tomadas; potência instalada; fator de demanda; fator de carga; diagrama unifilar; dimensionamento de condutores, conduítes e proteção; aterramento. Instalação de força motriz: motores; sistemas de partida, controle e proteção. Bibliografia Básica: 1. COTRIM, Ademaro A. M. B. Instalações Elétricas. 3ª ed. São Paulo: Makron Books, 1993. 2. CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. 13ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. 3. NISKIER, Julio, MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC,2000. Bibliografia Complementar: 1. ARRUDA, Paulo Ribeiro de. Iluminação e instalações elétricas. : domiciliares e industriais. Rio de Janeiro: Luso-Espanhola e Brasileira, [s.d.]. 268 p. 2. ATERRAMENTO elétrico. São Paulo: Procobre, [1999]. 39 p. 3. MAMEDE FILHO, João. Instalações Elétricas Industriais. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. 4. Materiais e catálogos normativos/didáticos produzidos por concessionárias e fabricantes. 5. TEIXEIRA JUNIOR, Mario Daniel da Rocha. Cabos de energia. Rio de Janeiro: Imprinta, 2001. 178 p. 31. Disciplina:-Hidráulica-Carga Horária:-60 h Ementa: Hidrostática e Hidrodinâmica. Escoamento sob pressão. Escoamento em Canais. Hidrometria. Bibliografia Básica: 1. AZEVEDO NETTO, José M. de. Manual de hidráulica. 8ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1998. 2. MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2ª ed., São Paulo, LTC, 1997. 3. MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações hidráulicas: prediais e industriais. 4ª Ed., São Paulo, LTC, 2010. Bibliografia Complementar: 1. BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2002. 2. CREDER, HÉLIO. Instalações hidráulicas e sanitárias. 6. ed., São Paulo, LTC, 2006. 3. GOMES, Heber Pimentel. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E 4. MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988. 5. NEVES, E. T. Curso de Hidráulica. 9a ed. São Paulo, Ed. Globo. 32. Disciplina:-Eletrotécnica Geral-Carga Horária:-60 h Ementa: Conceitos Preliminares. Circuitos Resistivos e Associação de Elementos. Circuitos Resistivos Lineares. Circuitos com Acoplamento Magnético. Processos de Conversão de Energia. Análise dos Sistemas Magnéticos. Transformadores de Energia Elétrica. Planejamento e projeto de instalação elétrica para uso residencial: cargas típicas; componentes de uma instalação; pontos de iluminação e tomadas; potência instalada; fator de demanda; fator de carga; diagrama unifilar; dimensionamento de condutores, conduítes e proteção Bibliografia Básica: 1. ALBUQUERQUE, Rômulo Oliveira. Análise de circuitos em correntes contínua. São Paulo: Érica, 1988. 2. BOYLESTAD, Robert. Introdução à análise de circuitos. 8. ed. Rio de Janeiro: [s.n.], 1998. 3. QUEVEDO, Carlos Peres. Circuitos Elétricos. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1983. Bibliografia Complementar: 1. CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. 13. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. 2. DEL TORO, Vincent. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1994. 3. KOSOW, Irving L. Máquinas elétricas e transformadores. 12. ed. São Paulo: Globo, 1996. 4. MAMEDE FILHO, João. Instalações Elétricas Industriais. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. 5. OLIVEIRA, José Carlos de. Transformadores: teoria e ensaios. São Paulo: Edgard Blücher, 1984. 33. Disciplina:-Gestão da Qualidade Total-Carga Horária:-60 h Ementa: Qualidade nas organizações. Discursos sobre a qualidade. Ferramentas e técnicas da qualidade. Certificação da qualidade. Prêmios da qualidade. O lado humano da qualidade. Objetivos: Proporcionar aos alunos condições de aplicar conceitos, métodos, técnicas e utilizar ferramentas da Qualidade. Programa: 1. Histórico da Qualidade 2. Introdução à história e fundamentos 3. Conceitos em Gestão da Qualidade. 4. Evolução da Qualidade. 5. Conceitos relacionados à Qualidade 6. Definição da Qualidade 7. Parâmetros da Qualidade, 8. Os Mandamentos da Qualidade Total. 9. Planejamento da Qualidade 10. Planejamento e controle da qualidade: 11. Introdução e importância de um planejamento. 12. A importância do controle da qualidade. 13. O lado Humano da Qualidade 14. Desempenho humano, Liderança. 15. Clima organizacional e Cultura 16. Qualidade vida no Trabalho. 17. Comunicação com qualidade 18. Qualidade aplicada às grandes áreas de Gestão 19. Elementos da comunicação; Ruídos no processo 20. Valor da comunicação para as organizações 21. Administração do tempo 22. Fatores interveniente na otimização do tempo 23. Planejamento e organização do tempo 24. Ganha na administração do tempo. 25. O custo da falta da qualidade 26. Custos da Qualidade. 27. Custos e Desperdícios na Qualidade. 28. Desperdícios na Produção, Produção Enxuta. 29. Ferramentas e técnicas da Qualidade 30. PDCA, Pareto, diagrama de causa e efeito, 5W1H, 8 D’s, CEP e Variabilidade de processo. 31. Qualidade no desenvolvimento de produtos. 32. Qualidade nos processos e projetos. 33. Qualidade na terceirização da gestão de suprimentos. 34. Certificação ISSO 35. Organização, Padronização. 36. Principais evoluções e diferenças da ISO 9000:2000 em relação à ISO 9000:1994. 37. Normalização, definições da ISO, 38. As normas e Fundamentos da ISO, fundamentos da ISO 9000. 39. Prêmios da Qualidade 40. Prêmios da qualidade 41. Estudo Setorial da Qualidade. Estratégia: Desenvolvimento de projetos acadêmicos e comunitários, inclusive em parceria com outros cursos e organizações, utilizando conceitos e ferramentas de qualidade. Aulas expositivas e dialogadas, complementadas por vídeos, leitura e análise de textos técnicos, seminários e estudos de casos. Atividades Práticas de Laboratório: Desenvolvimento de projetos voltados para o aprimoramento da Instituição e o atendimento de necessidades comunitárias, utilizando laboratório de informática, biblioteca, Empresa Júnior e estabelecendo parcerias com outros cursos e organizações, quando necessário. Critérios de Avaliação: Avaliações escritas, dissertativas e objetivas, exercícios, seminários, estudos de casos e trabalhos práticos – projetos. Bibliografia Básica: 1. BATEMAN, Thomas S. Administração: novo cenário competitivo. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 2. CHANG, Yu Sang. Qualidade na Prática: um manual da liderança para gerências orientadas para resultados. São Paulo: Campus, 1995. 3. GOLDBARG, Marco César. TIMES: Ferramenta eficaz para a Qualidade. São Paulo: Mackron, 1995. Bibliografia Complementar 1. CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. São Paulo: McGraw-Hill, 1985. 2. FERNANDES, R. Tecnologia: aquisição, desenvolvimento, proteção, transferência e comercialização. Rio de Janeiro: Quadratim, 1998. 3. ISHIKAWA, Kaoru, O Controle de Qualidade Total. São Paulo: Campus, 1997. 4. SEWELL, Granville H. Administração e controle de qualidade ambiental. São Paulo: EPU, c1978. 5. SIMON, Herbert Alexander. Comportamento administrativo : estudo dos processos decisórios nas organizações administrativas. 2. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1970. 34. Disciplina:-Organização, Sistemas e Métodos-Carga Horária:-60 h Ementa: Antecedentes históricos, estruturas e objetivos de Organização, sistemas e métodos administrativos. O Perfil do profissional de O&M. Organização, reorganização e distribuição do trabalho. Características das organizações e as representações gráficas das suas estruturas. O clima organizacional: ambiente externo e interno. Análise Organizacional. Arquitetura Organizacional: novos desenhos para as organizações do futuro. Modelos de Nadler, Gerstein e Shaw. STAD. Arquitetura do Futuro. Mudança Organizacional: teorias e modelos. Planejando a Mudança: desenvolvimento organizacional. Transformação Contemporânea. Objetivos: Conhecer a área de Organização, Sistemas e Métodos, enquanto instrumento relevante de análise sistêmica da organização, bem como suas funções e principais métodos de racionalização do trabalho. Capacitar o discente a definir e analisar os processos de uma organização; elaborar formulários, fluxogramas, normas e procedimentos; Desenvolver a percepção crítica do discente relativa à organização, utilizando as ferramentas da área de Organização, Sistemas e Métodos, Reconhecer o papel de consultoria interna da área de OSM. Programa: 1. A Organização: Conceitos, Organização formal e informal, Enfoque sistêmico de Organização, Visão holística de Organização, Sistemas e Métodos, sistêmicas das atividades, Estruturação Complexidade das organizações contemporâneas, O profissional de OSM. 2. Teorias Organizacionais e mudança: Progresso tecnológico, Presente e futuro, Organização como sistema hierarquizado, Objetivos e metas organizacionais, Administração de supervisão 3. Departamentalização e Descentralização: Fatores a considerar, Tipos de departamentalização, Organização de Urwick, Teoria de Gulick, Outros critérios de departamentalização, Descentralização e delegação. 4. Estruturas Organizacionais: Modelo de análise de Peter Drucker, Representações gráficas de estrutura, organograma e funcionograma, processo de projeção de estruturas organizacionais, Estratégias organizacionais e estágios de evolução das empresas, Estruturas tradicionais, Estruturas modernas, Estruturas contemporâneas, Estruturas elementares. 5. Análise Dificuldades, organizacional:Condições Cultura organizacional, de realização e aplicações da análise, programa de análise, Levantamento, planejamento, implantação e controle 6. Meio ambiente e transição social: A ecologia organizacional, A sociedade em transição. 7. Transformação contemporânea: Valores da modernidade gerencial, Valores da pósmodernidade gerencial, Valores gerenciais da organização do futuro. 8. Paradigmas e teorias da mudança organizacional: Compromisso ideológico, Imperativo ambiental, Reinterpretação crítica da realidade, Intenção social da mudança, Transformação individual. 9. Teorias e modelos de mudança: Perspectiva estratégica, Perspectiva estrutural, Perspectiva tecnológica, Perspectiva humana, Perspectiva cultural, Perspectiva política. 10. Planejando a mudança:O processo de mudança, Intenções, reações e aprendizado, Prática da pluralidade, Desenvolvimento organizacional. 11. Criatividade e novidades: Criatividade e senso comum, Métodos de incentivo à criatividade, Métodos de base intuitiva, Experimentando novas idéias, Gerenciamento de mudanças, Preparação para a mudança, Condução do processo de mudança, Mudança como cotidiano gerencial. Estratégias: Disciplina conduzida através de aulas expositivas, leitura de textos para condução ao debate e trabalhos de análise crítica e pesquisas individuais ou em grupo. Uso de transparências, livros, revistas, vídeos, retroprojetor e datashow. Exercícios. Critérios de Avaliação: Avaliações com questões teóricas, e trabalhos de análise crítica de textos e iniciação a pesquisa e participação em aula. Bibliografia Básica: 1. ARAÚJO, Luis César G. de. Organização sistemas e métodos e as tecnologias de gestão organizacional. 4. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2008. 2. ARAÚJO, Luis César G. de. Organização sistemas e métodos e as tecnologias de gestão organizacional/ Luis Cesar G. de Araujo. 3. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2010. 3. CRUZ, Tadeu. Sistemas, organização & métodos: estudo integrado das novas tecnologias de informação. 2. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 1998. Bibliografía Complementar: 1. ARAÚJO, Luis César Gonçalves de. Organização e métodos : integrando comportamento, estrutura, tecnologia e estratégia. 4.ed São Paulo: Atlas, 1994. 2. CURY, Antonio. Organização e métodos: uma visão holística. 8. ed., São Paulo: Atlas, 2005. 3. CRUZ, Tadeu. Sistema de informações gerenciais: tecnologia da informação e a empresa do século XXI. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 4. CRUZ, Tadeu. Sistemas, organização & métodos: estudo integrado das novas tecnologias de informação e introdução à gerência do conteúdo e do conhecimento. 3. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2010. 5. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas, organização e métodos: uma abordagem gerencial . 10. ed. São Paulo: Atlas, 1998. 35. Disciplina:-Sistemas de Informação-Carga Horária:-60 h Ementa: Conceitos preliminares. Visão Sistêmica das Organizações. Processos, atividades, procedimentos e tarefas. Faces da informação. Sistemas de Informação: conceito, modelagem, dinâmica e tipos. Fundamentos da Tecnologia da Informação. Arquitetura da informação. Integração da modelagem de processos com a modelagem de sistemas de informação – Principais Sistemas de Informação em uma empresa. Gestão do conhecimento empresarial. Segurança e controle de Sistemas de Informação. Comércio eletrônico. Modelos Aplicados à TI. Objetivos: Compreender as principais características de um sistema de informação, Visualizar as organizações como sistemas estruturados para a realização de fluxos produtivos de trabalhos, Estabelecer a importância da informação para o sucesso da gestão empresarial, Entender os conceitos associados à visão sistêmica das organizações, Entender o papel dos sistemas de informação na dinâmica das organizações, Diferenciar os diversos tipos de sistemas de informação e relacioná-los com as atividades vitais da gestão empresarial, Reconhecer as tecnologias da informação como ferramentas dos sistemas de informação a serviço da vantagem competitiva, Identificar tecnologias da informação atuais, hardware e software, de interesse para a excelência da gestão empresarial, Aprender os aspectos básicos da metodologia de mapeamento de processos. Programa: 1. Conceitos preliminares 2. Visão Sistêmica das Organizações: as organizações como sistemas abertos complexos. Relacionamentos externos e internos. Funções, processos e estruturas organizacionais. 3. Processos, atividades, procedimentos e tarefas. 4. Faces da informação: dado, informação, inteligência e conhecimento. 5. Sistemas de Informação: conceito, fundamentos, e modelo dinâmico. Organização, administração e estratégia. 6. Tipos de sistemas de informação: Sistemas Transacionais, SIG, SAD, e SAE, STC, SPT. Sistemas Integrados – ERP, MRP. 7. Tecnologias da informação: Recursos de Hardware, Software, Telecomunicações e Redes de Computadores. 8. Comércio eletrônico 9. Integração da modelagem de processos com a modelagem de sistemas de informação. 10. Balanced Scorecard 11. Business Intelligence 12. Noções de Planejamento Estratégico em TI 13. Gestão do conhecimento empresarial 14. Segurança e controle em Sistemas de Informação. 15. Modelos aplicados a TI – CobIT, ITIL.. Estratégias: Conduzir a criação do conhecimento do aluno à partir de conceitos essenciais (abstratos) em direção à prática empresarial. Ensiná-lo a valorizar a integração das pessoas, informações e tecnologias, em proveito da empresa. Atividades Práticas de Laboratório: Trabalhos práticos nas áreas de mapeamento de processos e modelagem de sistemas de informação. Critérios de Avaliação: Avaliação escrita, pesquisas operacionais, exercícios de fixação, práticas de laboratório. Bibliografia Básica: 1. LAUDON, K.; LAUDON, J. Gerenciamento de Sistemas de Informação. 3ª Ed. Rio de Janeiro, LTC, 2001 2. CRUZ, T. Sistemas de Informação Gerenciais: Tecnologias da Informação e a Empresa do século XXI. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2000. 3. GORDON, S.R.; GORDON, J.R. Sistemas de Informação – uma abordagem gerencial, 3ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. Bibliografia Complementar: 1. STAIR, R. M. Princípios de Sistemas de Informação. Rio de Janeiro: LTC, 1998. 2. CRUZ, T. Workflow: a tecnologia que vai revolucionar processos. São Paulo: Atlas, 1998. 3. TACHIZAWA, T. e SCALCO, O. Organização Flexível: qualidade na gestão de processos. 4. REZENDE, D.A. Planejamento de Sistemas de Informação e Informática. São Paulo, Atlas, 2003. 5. REZENDE, D.A.; ABREU, A.F. Tecnologia da Informação. 3ª Ed. São Paulo, Atlas, 2003. 6. BALLESTERO, A. M. E. Manual de Organização e método: abordagem teórica e prática de engenharia da informação. São Paulo: Atlas, 2000. 6º PERÍODO 36. Disciplina: Ferramentas Computacionais Aplicadas à Engenharia-Carga Horária:-60 h Ementa: Linguagens de programação. Compiladores e Interpretadores. Apresentação do ambiente de desenvolvimento Turbo Pascal. Tipos, operadores e expressões. Fluxo de controle (comando e blocos; alternativas repetições; vetores e matrizes). Funções e procedimentos. Registros. Software de apoio à disciplina: Turbo Pascal 7.0. Bibliografia Básica 1. FORBELLONE, André Luiz Villa, EBERSPÄCHER, Henri Frederico. Lógica de Programação: A construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 218p. 2. MANZANO, J. A. N. G., & YAMATUMI, W. Y. – Programando em Turbo Pascal. 6. ed., São Paulo, Editora Érica, 2000. 3. MANZANO, José Augusto N.G.; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Algoritmos: Lógica para Desenvolvimento de Programação de Computadores. 23. ed. Ver. São Paulo: Érica, 2010. Bibliografia Complementar: 1. FARRER, H. [et al.] – Programação Estruturada. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Dois, 1991. 2. FARRER, H. [et al.] – Pascal Estruturado – 3. ed. Rio de Janeiro: LTC: Rio de Janeiro, 1999. 3. GOTTFRIED, B. S. – Programação em Pascal. São Paulo, Ed. McGraw-Hill, 1988. 4. MECLER, I. & MAIA, L. P. – Programação e Lógica com Turbo Pascal. Rio de Janeiro, Editora Campus, 1990. 5. RINALDI, R. – Turbo Pascal 7.0 – 9a ed., São Paulo, Editora Érica Ltda, 1993. 37. Disciplina:-Elaboração e Gestão de Projetos -Carga Horária:-60 h Ementa: A natureza de um projeto. Definição do problema. Etapas, Áreas de Gerenciamento e Objetivos do projeto. Stakeholders. Concepção de um projeto. Planejamento de um projeto. Análise econômica de Projetos. Ferramentas de planejamento e controle. Gestão e controle de um projeto. Project Finance. Objetivos: Levar os alunos a conhecerem o que é um projeto e conhecer as ferramentas de planejamento e gestão de um projeto. Capacitá-los a elaborar e conduzir um projeto no âmbito de uma empresa ou instituição, aplicando as melhores práticas e conhecimentos disponíveis para garantir a sustentabilidade e o sucesso do projeto. Programa: 1. Natureza e concepção de um projeto 2. O que é um projeto? 3. Etapas e áreas de Gerenciamento de um projeto. 4. Definindo os Stakeholders. 5. Objetivos, metas e benefícios esperados. 6. Diagnóstico e justificativa de um projeto. 7. Referenciais do projeto. 8. Objetivos, metas e meios. 9. Planejamento de um projeto 10. Hierarquia de planejamento. 11. Níveis de planejamento. 12. Etapas do planejamento. 13. Ferramentas de planejamento e controle. 14. Análise econômica de projetos 15. Estrutura de um projeto 16. Análise de mercado 17. Financiamento 18. Project Finance 19. Critérios quantitativos de análise 20. Gestão de um projeto 21. Áreas de gerenciamento de um projeto (PMBOK) 22. Escopo 23. Tempo 24. Custos 25. Qualidade 26. Recursos Humanos 27. Comunicações 28. Riscos 29. Aquisições 30. Integração. Estratégias: Aulas expositivas; debates em sala de aula, com base em questões da realidade (estudos de caso); exercitar a compreensão dos conceitos e das ferramentas por meio de trabalhos. Critérios de Avaliação: Cada nota será composta de uma prova, com peso 8 (oito) e um pequeno trabalho escrito, com peso 2 (dois). O aluno que obtiver média acima de 7 (sete) nas duas notas estará aprovado. O aluno que tiver média inferior a sete e maior ou igual a 4 (quatro) poderá fazer um exame final, no qual será cobrada toda a matéria vista no curso. Bibliografia Básica: 1. DINSMORE, Paul et all. Projetos Brasileiros: Casos Reais de Gerenciamento. Rio de Janeiro: Brasport, 2007. 2. VALERIANO, Dalton L.. Moderno Gerenciamento de Projetos. Sao Paulo: Makron Books, 2005. 3. XAVIER, Carlos Magno da Silva. Gerenciamento de projetos: como definir e controlar o escopo do projeto. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 176 p. Bibliografia Complementar: 1. ALBERTIN, Alberto Luiz; ALBERTIN, Rosa Maria de Moura. Tecnologia de informação e desempenho empresarial no gerenciamento de seus projetos: um estudo de caso de uma indústria. RAC - Revista de Administração Contemporânea, Curitiba, PR , v.12, n.3, p. 599-629, jul./set. 2008. 2. DEMARCO, Tom. Controle de projetos de Software: gerenciamento, avaliação, estimativa. 3. VARGAS, Ricardo, Gerenciamento de Projetos, 6 edição. Brasport, 2005. 4. GERÊNCIA de projetos. Rio de Janeiro: Suma Econômica, [19--]. 1 videocassete (40 min.): NTSC/VHS: son., color. 5. MARTINS, José Carlos C. Técnicas de Gerenciamento de Projetos. Rio de Janeiro: Brasport, 2007. 38. Disciplina:-Gestão Estratégica de Pessoas I-Carga Horária:-60 h Ementa: Importância da gestão de pessoas nas organizações. Evolução histórica da área, conceitos e características. Aspectos que influenciam as políticas e práticas de gestão de pessoas. Os processos de agregar e aplicar pessoas. Gestão de pessoas e seus processos: planejamento das necessidades de profissionais. Recrutamento, seleção, treinamento, desenvolvimento e educação. Remuneração. qualidade de vida no trabalho. O absenteísmo e a rotatividade nas empresas. Novos paradigmas de cargos e salários. Objetivos: Transmitir aos alunos conhecimentos essenciais sobre a Administração de RH, fundamentar e definir políticas e práticas de gestão de pessoas nas empresas; conhecer as principais atividades e procedimentos dos vários processos da administração de pessoas, como agregar e aplicar pessoas, para assim desenvolver competências que lhes permitam construir carreira dentro da área de administração. Programa: 1. A evolução da Administração de Recursos Humanos 2. Apresentação dos seis processos da ARH 3. As pessoas e as organizações: Objetivos organizacionais e objetivos individuais 4. Setor de recursos humanos: estrutura hierárquica 5. Motivação humana: enfoque em recursos humanos 6. Os processos de agregar pessoas 7. Os processos de aplicar pessoas 8. Absenteísmo e rotatividade de pessoal 9. Administração de cargos Estratégia: As aulas serão desenvolvidas utilizando-se de práticas vivenciais, retroprojetor, recurso de multimídia, exposição dialogada, trabalhos, estudos de casos e reflexões de grupo e individuais de textos técnicos. Critérios de Avaliação: Avaliação formal com questões interpretativas e discursivas. Exercícios individuais e em grupo. Estudos de Casos e fichamentos de textos técnicos. Bibliografia Básica: 1. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 2. CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. 7. ed. Barueri, SP: Manole, 2009. 3. CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal: como agregar talentos à empresa. 7. ed. Barueri, SP: 2009. Bibliografia Complementar: 1. CARVALHO, Antônio Vieira de; SERAFIM, Oziléa Clen Gomes. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pioneira, 1998. 2. CARVALHO, Antônio Vieira de; NASCIMENTO, Luiz Paulo do. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pioneira, 1999 - 2000. 3. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 3. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2008. 4. CHIAVENATO, Idalberto. Treinamento e desenvolvimento de recursos humanos: como incrementar talentos na empresa. 7. ed. Barueri, SP: Manole, 2009. 5. GIL, Antonio Carlos. Gestão de pessoas : enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas, 2001 39. Disciplina:-Administração de Marketing I-Carga Horária:-60 h Ementa: Conceituação. Análise de oportunidades de marketing. Mensuração e previsão de demanda. Planejamento do programa de marketing. Formulação da estratégia de produção. O composto de marketing . Administração do programa de marketing . Ampliação do campo de marketing Noções, conceitos e estratégias de Marketing. As principais características do mercado. Conceitos fundamentais de Marketing . A empresa direcionando seu negócio para o mercado. Marketing e Vendas nos mais diversos segmentos de mercado. Marketing corporativo. A satisfação do consumidor como fator de sucesso. A relação entre a empresa, o marketing. O composto de marketing como variável a ser gerenciada. Noções de Desenvolvimento Sustentável e Sustentabilidade do Empreendedorismo. Estudo de casos. Objetivos: Capacitar o alunado a: compreender e analisar contextos operacionais mercadológicos em Gerência de Vendas com base nos pressupostos do Marketing; identificar e trabalhar adequadamente com os componentes de custos envolvidos nos processos de promoção, vendas e estratégia de lançamentos envolvidos nos diversos ambientes operacionais mercadológicos; identificar e trabalhar adequadamente com os indicadores métricos de performance (market share, lucratividade, competitividade de custos e valor da imagem) envolvidos nos processos operacionais no ambiente mercadológico de vendas; compreender e analisar o contexto da comunicação e publicidade nos diversos segmentos mercadológicos; compreender as diferenças entre produtos e serviços, de maneira geral e no contexto da especificidade de cada segmento de mercado, de modo que possa planejar e melhor implementar o processo de prospecção de clientes e vendas; compreender, analisar e implementar o contexto da sustentabilidade do negócio como vantagem estratégica comparativa contemporânea; compreender as condições de formação da demanda genérica por bens e serviços; julgar e decidir acerca da conveniência e oportunidade de planejar, implementar e corrigir a trajetória de planos estratégicos de Marketing e Vendas nos diversos segmentos de mercado. Programa: 1. Conceituação de Marketing. 2. Análise de oportunidades de marketing. 3. Mensuração e previsão de demanda. 4. Planejamento do programa de marketing. 5.Formulação da estratégia de produção. 6.O composto de marketing. 7..Administração do programa de marketing. 8. Ampliação do campo de marketing. Estratégias: Aulas expositivas; leitura e debate de artigos com conteúdo tematizado acerca da área de Vendas; aulas ministradas com auxílio de Retroprojetor e Data Show. Critérios de avaliação: Serão usados como instrumentos de avaliação: a participação do aluno em sala; interpretação de textos selecionados especializados na área de vendas; prova formal com questões interpretativas e discursivas; elaboração de trabalho em moldes científicos; e apresentação de seminários com temática focada em Marketing de Relacionamento e estudos de casos. Bibliografia Básica: 1. KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing, Tradução: Monica Rosemberg, Brasil Ramos Fernandes, Claudia Freire; revisão técnica: Dilson Gabriel dos Santos. 12a Edição, Saõ Paulo, Ed. Pearson Prentice Hall, 2006. 2. KOTLER, Philip. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e controle.. Tradução: Ailton Bonfim Brandão. 5a Edição, São Paulo, Ed. ATLAS, 1998. 3. KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de Marketing.. 9a Edição, São Paulo, Ed. Prentice Hall, 2003. Bibliografia Complementar: 1. CHURCHILL, Gilbert. Marketing: criando valor para o cliente. São Paulo, Ed. Saraiva, 2000. 2. DIAS, Sergio Roberto (Coord.) Gestão de Marketing. São Paulo, Ed. Saraiva, 2003. 3. FUTRELL, Charles M. Vendas: fundamentos e novas práticas de gestão. São Paulo. Ed. Saraiva, 2003. 4. KEEGAN, Warren J. Princípios de Marketing Global. São Paulo, Ed. Saraiva, 2003. 5. TEIXEIRA, Elson A.; TOMANINI, Claudio; MEINBERG, J. L.; PEIXOTO, L.C. Gestão de Vendas , 4a Edição (revista e atualizada), Rio de Janeiro, Ed. FGV, 2007. 40. Disciplina:-Administração Financeira e Orçamentária I-Carga Horária:-60 h Ementa: Processo de formação e estrutura da área financeira e orçamentária. Estrutura e dinâmica do setor financeiro em conjunto com a área de orçamentos. Instituições financeiras. fontes de investimento e financiamento. Análise e avaliação de ativos. Modelos de orçamento . Objetivos: Os alunos devem ao final do curso entender o funcionamento do sistema de administração financeira como um todo, bem como estar pronto para analisar os principais aspectos do setor financeiro e orçamentário . Programa: 1. Posição da Administração Financeira na Empresa 2. Objetivo e funções da administração financeira 3. Funções da administração financeira 4. Decisões de investimentos e financiamento 5. Tipos de empresas 6. Intermediários e Mercados Financeiros 7. Mercados financeiros 8. Intermediários financeiros 9. Instituições financeiras 10. Fontes de Financiamentos de Longo Prazo 11. Empréstimos, debêntures 12. Natureza do capital próprio 13. Ação preferencial e ordinária 14. Risco e Retorno 15. Risco e retorno 16. Alavancagem: operacional, financeira e combinada 17. Avaliação de Ativos 18. Avaliação de títulos de dívidas 19. Avaliação de ações 20. Orçamento 21. Orçamento público e privado 22. Tipos de orçamento: de vendas, de operações, de compra, financeiros e de investimento 23. Controle orçamentário 24. Modelos de orçamento: curto, médio e de longo prazo Estratégias: As aulas serão desenvolvidas utilizando-se de práticas vivenciais, retroprojetor, recurso de multimídia, exposição dialogada, trabalhos, estudos de casos e reflexões de grupo e individuais de textos técnicos. Critérios de Avaliação: Apresentação de seminários Exercícios individuais e em grupo. Estudos de Casos e fichamentos de textos técnicos. Bibliografia Básica: 1. BRAGA, Roberto. Fundamentos e técnica de administraçao financeira. São Paulo; Atlas, 1995 2. BRIGHAM, Eugene F; HOUSTON, Joel F. Fundamentos da moderna administração financeira. Rio de Janeiro, RJ: Campus, 1999. 3. GITTMAN,Lawrence J. Princípios de Administração Financeira. 10.ed. São Paulo: Person, 2004. Bibliografia Complementar: 1. ASSAF NETO, A. Mercado Financeiro. 4º ed. São Paulo: Atlas, 2001. 2. CHIAVENATO, Idalberto. Administração Financeira: Uma abordagem Introdutoria. São Paulo: Campus, 2005. 3. HOJI, Masakuzu. Administração Financeira; uma abordagem pratica. 8º ed. São Paulo: Atlas, 2009. 4. SANVICENTE A.Z. Administração Financeira. 3º ed. São Paulo; Atlas, 1997. 5. SILVA, J.P. da. Analise Financeira das empresas. 4º ed. São Paulo: Atlas, 1999. 41. Disciplina:-Administração de Materiais-Carga Horária:-60 h Ementa: Conceitos básicos da Administração de Material; Conceitos básicos da Administração de Patrimônio; Dimensionamento e Controle de Estoques e Administração de Almoxarifados; Conceitos básicos da Administração de Compras. Classificação de bens. Administração e Suprimentos. Compras no Serviço Público. Objetivos: Abordar aspectos fundamentais da administração de materiais e patrimoniais e contextualizá-los no cenário competitivo atual. Propondo uma analise do fluxo de informações e de materiais e desenvolver aspectos fundamentais na gestão de compras e almoxarifado, assim como características fundamentais na seleção e cadastro de fornecedores. Programa: 1. Conceitos Básicos da Administração de Materiais 2. Definição, aspectos históricos, aplicação e campo de atuação da Administração de Material. 3. Sistema de Administração de Material: estrutura e funções. 4. Concepções orientadas para a Qualidade e Produtividade 5. Dimensionamento e Controle de Estoques 6. Previsão de Estoques: métodos quantitativos. 7. Custos de Estoques. 8. Níveis de Estoque: cálculo do estoque mínimo. 9. Lote econômico de compras. 10. Classificação ABC de materiais. 11. Avaliação de estoques: inventário. 12. Política de estoques: formação, oportunidade de investimentos, giro. 13. Modernas técnicas de gestão de estoques. 14. Administração de Almoxarifado 15. A função armazenamento. 16. Construção de almoxarifado. 17. Princípios de estocagem de materiais; localização de materiais. 18. Manuseio e movimentação de materiais: equipamentos, segurança no trabalho. 19. Métodos de Controle de Estoques; impressos e rotinas básicas da gestão de estoque. 20. Administração de Patrimônio 21. A função dos recursos patrimoniais 22. Tipos de Patrimônio: Classificação contábil 23. Controle e preservação de patrimônios 24. Manuseio e movimentação de patrimônios 25. Conceitos Básicos da Admiinistração de Compras 26. O conceito de compras; significado e espécie de aquisições. 27. O órgão de compras: estrutura, funções e objetivo. 28. Centralização X descentralização das compras. 29. Classificação de Bens 30. O conceito de classificação no contexto do patrimônio da organização. 31. Normalização e Padronização 32. Codificação de bens patrimoniais e materiais: o código de barras. 33. Administração de Compras e Suprimentos 34. Princípios gerais de compras e suprimentos. 35. Instrumentos gerenciais de compras: formulários utilizados. 36. A questão da qualidade em Administração de Compras: as normas ISO 9000. 37. Fornecedores: seleção, cadastro, avaliação, terceirização. 38. Avaliação de propostas; matemática financeira em compras; análise de valor. 39. Negociação: princípios; a questão da ética. 40. Compras no Serviço Público 41. Licitação: fundamentos e princípios; a Lei n 8. 666 de 21. 06. 93. 42. Modalidades de Licitação para aquisição: concorrência, tomada de preços e convite. 43. Dispensa e inexigibilidade de licitação. 44. O sistema de registro de preços. 45. Habilitação de fornecedores; registros cadastrais. 46. O edital de licitação. 47. O procedimento de licitação: rotina básica. 48. A comissão de licitação: aspectos legais; competência. Estratégias: A metodologia de ensino será baseada em aulas expositivas, Seminários e apresentação de estudo de casos que terão os propósitos de transmitir informações, gerar compreensão e estimular o interesse. Critérios de Avaliação: Participação em aula, apresentação de seminários e, trabalhos em classe, avaliação semestral Bibliografia Básica 1. ARNOLD, J. R. Tony. Administração de Materiais : uma introdução. São Paulo: Atlas,2009. 2. PETRONIO, Garcia Martins, Administração de Materiais e \Recursos Patrimoniais. Ed. Saraiva, 2009 3. DIAS, Marco Aurélio P. Administração de Materiais : edição compacta / Marco Aurélio P. Dias, São Paulo : Atlas, 1997 Bibliografia Complementar 1. ARNOLD, J R Tony- Administração de materiais : uma introdução São Paulo editora Atlas, 1999. 2. ARAÚJO, S, Jorge, Administração de Materiais, Editora Atlas, 1975 - DIAS, Marco Aurélio P., Administração de Materiais uma Abordagem Logística, Editora Atlas, 1993 3. GURGEL, A Floriano, Administração dos Fluxos de Materiais e de Produtos, Editora Atlas, 1996 4. HONG, Y. Ching, Gestão de Estoques na Cadeia de Logística Integrada(Supply Chain), Editora Atlas, 2009 5. MARTINS, S. Ricardo, Gestão Logística do Transporte de Cargas, Editora Atlas, 2009 6. MARTINS, Petrônio – Administração de Materiais e Recursos patrimoniais. Edit. Saraiva SP. 7º PERÍODO 42. Disciplina:-Gestão Estratégica de Pessoas II-Carga Horária:-60 h Ementa: Processos de recompensar pessoas, através do estudo programas de incentivos, benefícios e serviços sociais; processos de desenvolver pessoas, o como treinar e desenvolver pessoas; processos de manter pessoas, analisando as condições ambientais e psicológicas; e finalmente o processo de monitorar pessoas, ferramenta utilizada para saber o que fazem e o que são os integrantes da organização. Objetivos: Ao final do Curso o aluno deverá ser capaz, através de conhecimentos teóricos e práticos sobre os processos da gestão de pessoas que são: recompensar, desenvolver, manter e monitorar pessoas, para assim desenvolver competências que lhes permitam construir carreira dentro da área de administração. Programa: 1. Administração Estratégica de Recursos Humanos 2. Processos de Recompensar Pessoas 3. Processos de Desenvolver Pessoas 4. Processos de Manter Pessoas 5. Processos de monitorar pessoas Estratégias: As aulas serão desenvolvidas utilizando-se de práticas vivenciais, retroprojetor, recurso de multimídia, exposição dialogada, trabalhos, estudos de casos e reflexões de grupo e individuais de textos técnicos. Critérios de Avaliação: Avaliação formal com questões interpretativas e discursivas. Apresentação de seminários Exercícios individuais e em grupo. Estudos de Casos e fichamentos de textos técnicos. Bibliografia Básica: 1. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 2. CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. 7. ed. Barueri, SP: Manole, 2009. 3. CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal: como agregar talentos à empresa. 7. ed. Barueri, SP: 2009. Bibliografia Complementar 1. CARVALHO, Antônio Vieira de; SERAFIM, Oziléa Clen Gomes. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pioneira, 1998. 2. CARVALHO, Antônio Vieira de; NASCIMENTO, Luiz Paulo do. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pioneira, 1999 - 2000. 3. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 3. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2008. 4. CHIAVENATO, Idalberto. Treinamento e desenvolvimento de recursos humanos: como incrementar talentos na empresa. 7. ed. Barueri, SP: Manole, 2009. 5. GIL, Antonio Carlos. Gestão de pessoas : enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas, 2001 43. Disciplina:-Administração de Marketing II-Carga Horária:-60 h Ementa: Gerência de marketing, produção e serviço. Envolvimento do produto. Comportamento do consumidor. Estrutura de distribuição. Pesquisa de marketing. Produção e propaganda. O marketing internacional. O marketing mix. Sistemas de marketing. Tipos de mercado. Marketing estratégico, político, ambiental, pessoal, social. Tópicos especiais de marketing. Objetivos: Demonstrar a aplicação dos elementos essenciais do marketing no cotidiano produtivo das empresas. Aprofundar as conexões entre princípios de organização empresarial e as ferramentas do marketing. Enfatizar o papel da administração mercadológica no cenário produtivo contemporâneo, ressaltando as especificidades de sua aplicação em diferentes setores. Programa: 1. Conceito de marketing societal e a realidade do capitalismo contemporâneo. 2. Modernas relações entre consumidores, fornecedores e distribuidores. 3. Conceitos alternativos de produção, produto e venda. 4. A eficiência nas organizações e o marketing. 5. O consumo e a maximização de valor. 6. A idéia de satisfação e o marketing de relacionamento. 7. Fundamentos do conceito qualidade e suas implicações para a economia e a administração. 8. Bases gerenciais de administração mercadológica. 9. Conexões entre preferenciais do consumidor e desenvolvimento de produtos. 10. Relação entre estruturas físicas de distribuição e planejamento de marketing. 11. Posicionamento de produto e opções mercadológicas. 12. Desenvolvimento, teste e lançamento de produtos. 13. Estratégias de marketing para líderes, desafiantes, seguidores e ocupantes de nichos. 14. O marketing diante do desafio da transnacionalização. 15. Novas modalidades de marketing: os debates político, ambiental e social. 16. Modelos gerenciais e administrativos mais utilizados. 17. Implicações da disseminação da filosofia de marketing e seus reflexos na economia. Estratégia: Aulas expositivas; discussão crítica de textos; apresentação de seminários; exercícios com utilização de pesquisa e utilização pratica dos conceitos teóricos, produção de resenhas. Critérios de Avaliação: Avaliação escrita, lista de exercícios, trabalhos práticos. Bibliografia Básica: 1. KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing. Tradução: Monica Rosemberg, Brasil Ramos Fernandes, Claudia Freire; revisão técnica: Dilson Gabriel dos Santos. 12a Edição, Saõ Paulo, Ed. Pearson Prentice Hall, 2006. 2. KOTLER, Philip. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e controle.. Tradução: Ailton Bonfim Brandão. 5a Edição, São Paulo, Ed. ATLAS, 1998. 3. KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de Marketing.. 9a Edição, São Paulo, Ed. Prentice Hall, 2003. Bibliografia Complementar: 1. DIAS, Sergio Roberto (Coord.) Gestão de Marketing. São Paulo, Ed. Saraiva, 2003. 2. CHURCHILL, Gilbert. Marketing: criando valor para o cliente. São Paulo, Ed. Saraiva, 2000. 3. FUTRELL, Charles M. Vendas: fundamentos e novas práticas de gestão. São Paulo. Ed. Saraiva, 2003. 4. KEEGAN, Warren J. Princípios de Marketing Global. São Paulo, Ed. Saraiva, 2003. 5. TEIXEIRA, Elson A.; TOMANINI, Claudio; MEINBERG, J. L.; PEIXOTO, L.C. Gestão de Vendas . 4a Edição (revista e atualizada), Rio de Janeiro, Ed. FGV, 2007. 44. Disciplina:-Administração Financeira e Orçamentária II -Carga Horária:-60 h Ementa: Processo de formação e estrutura da área financeira e orçamentária; Estrutura e dinâmica do setor financeiro em conjunto com a área de orçamentos; Instituições financeiras; fontes de investimento, financiamento; analise e avaliação de ativos; modelos de orçamento . Objetivos: Os alunos devem ao final do curso entender o funcionamento do sistema de administração financeira como um todo, bem como estar pronto para analisar os principais aspectos do setor financeiro e orçamentário . Programa: 1. Administração do Capital de Giro 2. Capital circulante liquido 3. Administração de caixa e títulos negociáveis 4. Administração de duplicatas a receber 5. Administração e fontes de financiamentos a curto prazo 6. Administração de Ativos Permanentes 7. Dispêndio de capital: autorização, origem e trâmites de propostas 8. Taxas médias de retorno 9. Período payback 10. Taxa interna de retorno 11. Técnicas de investimentos de capital: certeza e risco 12. Estrutura de Capital 13. Custo de capital 14. Estrutura de capital 15. Política de dividendo Estratégias: As aulas serão desenvolvidas utilizando-se de práticas vivenciais, retroprojetor, recurso de multimídia, exposição dialogada, trabalhos, estudos de casos e reflexões de grupo e individuais de textos técnicos. Critérios de Avaliação: Apresentação de seminários Exercícios individuais e em grupo. Estudos de Casos e fichamentos de textos técnicos. Bibliografia Básica: 1. GITMAN, Laurence. Princípios de Administração Financeira. 7ª ed. São Paulo: Harbra,1997. 2. SANVICENTE, A. Z. Administração Financeira. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1997. 3. SILVA, J. P. da. Análise Financeira das empresas. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1997. Bibliografia Complementar: 1. ARCHER, S. H., D’AMBROSIO, C. A. Administração financeira: teoria e aplicação. São Paulo: Atlas, 1976. 2. ASSAF NETO, Mercado Financeiro. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2001. 3. CORDEIRO FILHO, J. B. Prática de análise econômico-financeira das empresas. São Paulo: Atlas, 1971. 4. BRIGHAM E HOUSTON. Administração Financeira. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 5. ASSAF NETO e CÉSAR A. T. SILVA. Administração do Capital de Giro. São Paulo: Atlas, 1997. 6. LEMES JUNIOR, MIESSA RIGO E SZABO CHEROBIM. Administração Financeira – Princípios, Fundamentos e Práticas Brasileiras. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 45. Disciplina:-Gestão Estratégica de Mercados-Carga Horária:-60 h Ementa: Noções, conceitos e estratégias de Marketing com e Vendas. As principais características do mercado. Conceitos fundamentais de Marketing e Vendas. A empresa direcionando seu negócio para o mercado. Marketing e Vendas nos mais diversos segmentos de mercado. Marketing corporativo. A satisfação do consumidor como fator de sucesso. A relação entre a empresa, o marketing e as vendas. O composto de marketing como variável a ser gerenciada. Código de defesa do consumidor. Marketing de Relacionamento como Evolução da Gestão de Vendas. Noções de Desenvolvimento Sustentável e Sustentabilidade do Empreendedorismo e reflexo de uma postura de sustentabilidade reconhecida e certificada pelo mercado nas projeções futuras de vendas das empresas. Estudo de casos. Objetivos: Capacitar o alunado a: compreender e analisar contextos operacionais mercadológicos em Gerência de Vendas com base nos pressupostos do Marketing; identificar e trabalhar adequadamente com os componentes de custos envolvidos nos processos de promoção, vendas e estratégia de lançamentos envolvidos nos diversos ambientes operacionais mercadológicos; identificar e trabalhar adequadamente com os indicadores métricos de performance (market share, lucratividade, competitividade de custos e valor da imagem) envolvidos nos processos operacionais no ambiente mercadológico de vendas; compreender e analisar o contexto da comunicação e publicidade nos diversos segmentos mercadológicos; compreender as diferenças entre produtos e serviços, de maneira geral e no contexto da especificidade de cada segmento de mercado, de modo que possa planejar e melhor implementar o processo de prospecção de clientes e vendas; compreender, analisar e implementar o contexto da sustentabilidade do negócio como vantagem estratégica comparativa contemporânea; compreender as condições de formação da demanda genérica por bens e serviços; julgar e decidir acerca da conveniência e oportunidade de planejar, implementar e corrigir a trajetória de planos estratégicos de Marketing e Vendas nos diversos segmentos de mercado. Programa: 1. Gerência de Vendas 2. Planejamento da equipe de vendas (sistemas de informação, previsão, ações e planos de vendas) 3. Organização da Equipe de vendas (tamanho da força de vendas) 4. Estrutura de remuneração de vendedores 5. Treinamento, Desenvolvimento e Avaliação de vendedores 6. Aspectos sociais e econômicos das vendas 7. As dimensões da qualidade segundo Garvin 8. Venda de produtos ao consumidor 9. Venda de produtos a empresas 10. Venda de produtos via e-commerce e B2B 11. Venda de serviços 12. Pós-venda 13. O processo de entrevista com o cliente 14. As diversas etapas 15. Considerações sócio-culturais 16. O processo de comunicação e suas disfunções 17. O fechamento da Venda 18. Considerações sobre Negociações 19. Gerenciamento do risco 20. Marketing de Relacionamento 21. Evolução da Gestão de Vendas com a Emergência do Marketing de Relacionamento 22. Data Base Marketing (Banco de Dados Relacionais de Clientes) 23. CRM (Customer Relationship Management) Estratégias: Aulas expositivas; leitura e debate de artigos com conteúdo tematizado acerca da área de Vendas; aulas ministradas com auxílio de Retroprojetor e Data Show. Critérios de Avaliação: Serão usados como instrumentos de avaliação: a participação do aluno em sala; interpretação de textos selecionados especializados na área de vendas; prova formal com questões interpretativas e discursivas; elaboração de trabalho em moldes científicos; e apresentação de seminários com temática focada em Marketing de Relacionamento e estudos de casos. Bibliografia Básica: 1. KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing. Tradução: Monica Rosemberg, Brasil Ramos Fernandes, Claudia Freire; revisão técnica: Dilson Gabriel dos Santos. 12a Edição, Saõ Paulo, Ed. Pearson Prentice Hall, 2006. 2. KOTLER, Philip. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e controle.. Tradução: Ailton Bonfim Brandão. 5a Edição, São Paulo, Ed. ATLAS, 1998. 3. KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de Marketing.. 9a Edição, São Paulo, Ed. Prentice Hall, 2003. Bibliografia Complementar: 1. DIAS, Sergio Roberto (Coord.) Gestão de Marketing. São Paulo, Ed. Saraiva, 2003. 2. CHURCHILL, Gilbert. Marketing: criando valor para o cliente. São Paulo, Ed. Saraiva, 2000. 3. FUTRELL, Charles M. Vendas: fundamentos e novas práticas de gestão. São Paulo. Ed. Saraiva, 2003. 4. KEEGAN, Warren J. Princípios de Marketing Global. São Paulo, Ed. Saraiva, 2003. 5. TEIXEIRA, Elson A.; TOMANINI, Claudio; MEINBERG, J. L.; PEIXOTO, L.C. Gestão de Vendas . 4a Edição (revista e atualizada), Rio de Janeiro, Ed. FGV, 2007. 46. Disciplina:-Administração Estratégica-Carga Horária:-60 h Ementa: Evolução do pensamento estratégico. Planejamento estratégico e gestão organizacional. Elaboração do diagnóstico da situação. Formulação estratégica. Elaboração do plano estratégico. Objetivos: Exercitar a visão e o pensamento estratégico capacitando os alunos no processo de desenvolvimento do Plano Estratégico, através das atividades de elaboração do diagnóstico de situação e de formulação estratégica, utilizando as metodologias clássica e do Balanced Scorecard (BSC) Programa: 1. Evolução do pensamento estratégico. 2. Percepção da evolução do pensamento estratégico nas últimas décadas 3. Planejamento estratégico e gestão organizacional 4. Ciclo da gestão organizacional. 5. Atividades do processo de planejamento 6. Elaboração do diagnóstico da situação 7. Análise do ambiente externo; ameaças e oportunidades. 8. Cenários alternativos. 9. Análise do ambiente interno; pontos fracos e pontos fortes. 10.Construção da matriz SWOT. 11. Definição da postura estratégica. 12. Consolidação do diagnóstico da situação. 13. Formulação estratégica 14. Modelagem clássica e pelo BSC. 15. Diretrizes clássicas: objetivos estratégicos, estratégias e políticas. 16. BSC: perspectivas, temas estratégicos, objetivos, indicadores, metas, iniciativas estratégicas; mapa estratégico. 17. Elaboração do plano estratégico 18. Definição das perspectivas, temas estratégicos e objetivos. 19. Construção do mapa estratégico. 20. Definição dos indicadores, metas e estratégias. 21. Consolidação do plano estratégico. 22. Redação do Plano Estratégico Estratégias: Desenvolvimento de conceitos com exemplos práticos. Apresentação de metodologias como roteiros a serem adaptados. Exercícios em sala com base em “cases” reais. Vivência prática da elaboração de um plano estratégico. Critérios de Avaliação: Avaliação individual através de prova escrita, avaliação de trabalho de grupo, considerando a consistência e organização do texto e a participação individual. Bibliografia Básica: 1. CERTO, Samuel C; PETER, J. Paul. Administração Estratégica: planejamento e implantação da estratégia. São Paulo. Ed. Makron. 1993. 2. CHIAVENATO, Idalberto. SAPIRO, Arão. Planejamento Estratégico: fundamentos e aplicações. São Paulo. Ed. Elsevier, 2009. 3. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Excelência na Administração Estratégica: a competitividade para administrar o futuro das empresas. 4.Ed. ver. Atual.São Paulo. Ed. Atlas. 1999. Bibliografia Complementar: 1. ALMEIDA, Martinho Isnard Ribeiro de. Manual de Planejamento Estratégico: desenvolvimento de um plano estratégico com utilização de planilhas Excel. 2.ed. São Paulo. Atlas, 2003. 2. ANSOFF, H. Igor. A nova estratégia empresarial. São Paulo. Ed. Atlas. 1991. 3. KAY, John. Fundamentos do sucesso empresarial: como as estratégias de negócios agregam valor. Rio de Janeiro, Ed. Campus. 1996. 4. PORTER, Michael E. Competição: Estratégias competitivas essenciais. 5.ed. rio de Janeiro. Ed. Campus, 1999. 5. TACHIZAWA, Takeshy. Organização Flexível: qualidade na gestão de processos. São `Paulo. Ed. Atlas. 1997. 47. Disciplina:-Logística e Suprimentos-Carga Horária:-60 h Ementa: A introdução de novos conceitos da logística empresarial como diferencial competitivo; Logística interna; Logística de suprimentos; Logística de distribuição; Logística Reversa; Os conceitos e as principais decisões envolvidas nas diferentes etapas do fluxo de materiais bem como o sistema de informações que permite o controle destes fluxos; O relacionamento empresarial de redes de organizações, o Supply Chain Management, traduzidos pelas parcerias empresariais que permitem resultados ampliados aos participantes, demonstrando a importância da compreensão das mudanças culturais empresariais que privilegiam os processos, na busca de acréscimos de valor aos clientes finais. Objetivos: Capacitar o aluno na elaboração de uma estrutura de gestão do fluxo de materiais de uma forma integrada ao longo da cadeia de suprimentos. Identificar a aplicabilidade prática dos conceitos propostos, entre eles: suprimento, armazenamento de materiais, embalagem, movimentação de materiais, distribuição e transporte, e adequá-los à realidade da região bem como no contexto geral das organizações. Programa: 1. Conceitos Gerais 2. Conceitos e Definições 3. Tipos de Logísticas 4. Correlações com o Mercado 5. Fluxos Logísticos 6. Tipos de Fluxos 7. Barreiras e desafios dos Fluxos 8. Aperfeiçoamento dos Fluxos Logísticos 9. Logística inserida no ambiente empresarial 10. Logística aplicada as Estratégias 11. Interface dos setores com a Logística 12. Estruturação da Logística Empresarial 13. Principais Atividades da Logística Empresarial 14. Cadeia de Suprimentos e Logística 15.Definição de Cadeia de Suprimentos 16. Tipos de Cadeias de Suprimentos 17. Interação da Cadeia de Suprimentos e a Logística 18. Logística e Planejamento 19. Logística e as estratégias de Distribuição ao Mercado 20. Estratégia de Compras e Produção 21. Sistemas de Planejamento e Execução de Recursos Empresariais 22. Planejamento e Programação Avançados 23. Logística e o Gerenciamento de Transporte 24. Modais de Transporte 25. Vantagens dos Modais de Transporte 26. Benefícios dos Modais de Transporte 27. Custo dos Modais de Transporte 28. Embalagem e Manuseio de Materiais Estratégias: A metodologia de ensino será baseada em aulas expositivas, Seminários e apresentação de estudo de casos que terão os propósitos de transmitir informações, gerar compreensão e estimular o interesse. Critérios de Avaliação: Participação em aula, apresentação de seminários e, trabalhos em classe, avaliação semestral Bibliografia Básica: 1. ARNOLD, J. R. Tony. Administração de Materiais : uma introdução. São Paulo: Atlas, 2009 2. PETRONIO, Garcia Martins, Administração de Materiais e \Recursos Patrimoniais. Ed. Saraiva, 2009 3. DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais : edição compacta / Marco Aurélio P. Dias, São Paulo : Atlas, 1997 Bibliografia Complementar: 1. ARNOLD, J R Tony- Administração de materiais : uma introdução São Paulo editora Atlas, 1999. 2. ARAÚJO, S, Jorge, Administração de Materiais, Editora Atlas, 1975 - DIAS, Marco Aurélio P., Administração de Materiais uma Abordagem Logística, Editora Atlas, 1993 3. GURGEL, A Floriano, Administração dos Fluxos de Materiais e de Produtos, Editora Atlas, 1996 4. HONG, Y. Ching, Gestão de Estoques na Cadeia de Logística Integrada(Supply Chain), Editora Atlas, 2009 5. MARTINS, S. Ricardo, Gestão Logística do Transporte de Cargas, Editora Atlas, 2009 8º PERÍODO 48. Disciplina:-Pesquisa Operacional I-Carga Horária:-60 h Ementa: Álgebra linear; modelagem e simulação; pesquisa operacional; programação linear; método simplex; teoria dos jogos; análise de redes Bibliografia Básica: 1. ARENALES, Marcos Pesquisa Operacional: Para Cursos de Engenharia. Rio de Janeiro: Elsevier – Campus, 2007. 2. COLIN, Emerson C., Pesquisa Operacional – 170 aplicações em estratégia, finanças, logística, produção, marketing e vendas – Rio de Janeiro, LTC, 2007; 3. HILLER, Frederick S.; LIBERMAN, Gerald J. – Introdução à Pesquisa Operacional. 8. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. Bibliografia Complementar: 1. ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução à Pesquisa Operacional: Métodos e Modelos para Análise de Decisões. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora, 2009. 2. CHIANG, Alpha. Matemática para Economistas. São Paulo, Mc Graw-Hill, 1990. 3. KIYUKAWA, Rokusaburo; TABASHI, Carlos; YAMAMOTO, Kazuhito; Os Elos da 4. Matemática – Volume Único; ED SARAIVA; RIO DE JANEIRO; 2002 5. PIZZOLATO, N. DOMINGUES, GANDOLPHO, A. ALVES. Técnicas de Otimização. Editora LTC, São Paulo, 1 ed., LTC, 2009. 6. SANTOS, Carlos Alberto Marcondes dos; GENTIL, Nelson; GREGO, Sérgio Emílio.Matemática para o Ensino Médio: Volume Único. São Paulo: Ática, 2006. 49. Disciplina:-Controle Estatístico de Qualidade-Carga Horária:-60 h Ementa: Normalização Técnica e Conceitos Básicos da Qualidade Industrial - Inspeção e Metrologia; Controle da qualidade; Conceitos Básicos de Estatística e Probabilidades (principais ferramentas da Estatística ao controle da qualidade); Amostragem por Atributos, Amostragem por Variáveis; gráficos especiais de controle; Cesum – EWMA; Capacidade de processo e Controle Estatístico do Processo (CEP). Bibliografia Básica: 1. LOURENÇO FILHO, Ruy de C. B.. Controle Estatístico de Qualidade. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 1987. 2. MOREIRA, W. E., Manual do Inspetor de Controle de qualidade Siemens S.A., 1990. 3. VIEIRA, S., Estatística para a Qualidade. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1999. Bibliografia Complementar: 1. CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos Novos Tempos. 2.ed. ver e atual. Rio de Janeiro: Campus, 2005. 2. DAVIS, Mark M.; AQUILANO, Nicholas J.; CHASE, Richard B.. Fundamentos da Administração da Produção. Porto Alegre: Bookman, 2008. 3. DOWNING, Douglas; CLARK, Jeffrey. Estatística Aplicada. São Paulo: Editora Saraiva, 1998. 455 p. ( Série Essencial). 4. EUREKA, William E.; RYAN, Nancy E.. QFD: Perspesctivas Gerenciais do Desdobramento da Função Qualidade. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. 5. HARTLEY, John R. Engenharia Simultânea: Um método para reduzir prazos, melhorar a qualidade e reduzir custos.. Porto Alegre. RS: Bookman, 1998. 6. STEVENSON, William J - Estatística Aplicada à Administração. São Paulo: Harbra, 1981. 495p. 7. MORETTIN, Luiz Gonzaga.Estatística Básica: Inferência. São Paulo: PearsonMakron Books, 2005. 8. VALERIANO, Dalton L. Gerência em Projetos: Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia. São Paulo: Pearson Education, 2004. 50. Disciplina:-Noções de Direito-Carga Horária:-30 h Ementa Direito: ramos, fontes. A divisão do poder do Estado Brasileiro. Direito: constitucional; administrativo, penal, tributário, processual, público, privado, civil, comercial e Trabalho. Objetivo Fornecer ao aluno uma visão geral da ciência jurídica, como introdução ao tema, muito embora apresente ênfase no ramo do Direito Administrativo, face à importância revelada para o curso Conteúdo Programático 1.Noções de Direito; 2.Ramos do Direito; 3.Fontes do Direito; 4.A Divisão do Poder no Estado Brasileiro:. 5.Noções de Direito Constitucional; 6.Direito Administrativo e Administração Pública; 7.Noções de Direito Penal; 8.Noções de Direito Tributário; 9. Noções de Direito Processual; 10. Direito Privado; 11. Direito Civil; 12. Direito Comercial; 13. Direito do Trabalho. Critérios de Avaliação A avaliação será processual, valorizando-se a participação em atividades desenvolvidas nos diferentes espaços que contribuem para a formação do egresso do curso. Apresenta-se de forma diversificada: provas escritas; trabalhos individuais e em grupo sob a forma de seminários; atividades extra-classe como visita a empresas e instituições públicas. Bibliografia Básica 1. FERRAZ JÚNIOR, Tércio Sampaio. Introdução ao estudo do direito. São Paulo : Atlas, 2003. 2. FERRAZ JÚNIOR, Tércio Sampaio. Introdução ao estudo do direito : técnica, decisão, dominação. 4. ed., rev. e ampl São Paulo: Atlas, 2003. 3. PINHO, Ruy Rebello; NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Instituições de direito público e privado: introdução ao estudo do direito, noções de ética profissional. 23. ed. São Paulo: Atlas, 2002. Bibliografia Complementar 1. MARINHO, Sergio. Aspectos de direito público e constitucional. 2. ed. Rio de Janeiro: Bedeschi, 1945. 2. MARTINS, Paulo Emílio M. Estado e Gestão Publica: Visões o Brasil Contemporâneo. Rio de Janeiro : Fgv Editora, 2006. 3. MARQUES, Marcelo Ferreira. Administração Pública - Uma Abordagem Prática. São Paulo : Ferreira, 2008. 4. MAX & ÉDIS. Manual de direito público e privado. São Paulo : Revista dos Tribunais, 2005. 5. RECHSTEINER, B. W. Direito internacional privado: teoria e prática. Rio de Janeiro : Saraiva, 2005. 51. Disciplina:-Engenharia de Produto-Carga Horária:-60 h Ementa: Pesquisa de Mercado. Projeto do produto (bens ou serviços). Planejamento e Projeto de Fabricação. Marketing e Comercialização do Produto. Patentes. Planejamento e Projeto do Produto Bibliografia Básica: 1. BAXTER, Mike, Projeto de Produto: Guia prático para o design de novos produtos. 2.ed. São Paulo: BLÜCHER, 2008. 2. CSILLAG, João Mário. Análise do valor: Metodologia do Valor. 4.ed. ampl. E atual. São Paulo: Atlas, 2009. 3. ROZENFELD et al. Gestão de desenvolvimento de produtos: uma referência para a melhoria do processo. São Paulo: Saraiva, 2006. Bibliografia Complementar: 1. EUREKA, William E.; RYAN, Nancy E. QFD: Perspesctivas Gerenciais do Desdobramento da Função Qualidade. 4.ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. 2. GALE, Badley T.; WOOD, Robert Champman. Gerenciando o Valor do Cliente: Criando a Qualidade e Serviços que os clients podem ver. São Paulo: Pioneira, 1996. 3. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amauri. Administração de Projetos: Como Transformar Idéias em Resultados. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2009. 4. PAHL Gerhard [et. al.], Projeto na Engenharia: Fundamentos do desenvolvimento eficaz de produtos, métodos e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. 5. VALERIANO, Dalton L. Gerência em Projetos: Pesquisa, Desenvolvimento Engenharia. São Paulo: Pearson Education, 2004. 52. Disciplina:-Gestão de Sistemas de Produção e Operações-Carga Horária:-60 h Ementa: Processos produtivos discretos e contínuos de produtos (bens e serviços): procedimentos, métodos e seqüenciais; PCP: Visão geral dos sistemas de produção; Tipos de requisitos, ferramentas e metodologias do planejamento da produção. Previsão de demanda, planejamento e controle da capacidade, de estoques e redes de suprimentos. MPR. Just-in-time. Sistema Toyota de produção. Sistemas de controle e supervisão. Bibliografia Básica: 1. ARAI, Seiyu. Araban: O princípio das técnicas japonesas de produção: Qualidade, Custo, Prazo de entrega. São Paulo: IMAM, 1989. 143 p. (Qualidade e Produtividade do IMAM). 2. LUBBEN, Richard T. Just-In-Time: Uma Estratégia Avançada de Produção. 2.ed, São Paulo: McGraw-Hill, 1989. 3. TUBINO, Dalvino Ferrari. Sistemas de Produção: a produtividade no chão de fábrica. Porto Alegre. RS: Bookman, 1999. Bibliografia Complementar: 1. CHIAVENATO, Idalberto. Administração de Materiais: Uma Abordagem Introdutória. São Paulo: Elsevier – Campus, 2005. 2. DAVIS , MARK M.; AQUILANO, Nicholas,; CHASE, Richard B. Fundamentos na Administração da Produção. 3. ed Porto Alegre: Bookman, 2008. 3. LEONARDO LUSTOSA [et. al.]. Planejamento e Controle da Produção. Rio de Janeiro: Elsevier – Campus, 2008. 4. PAHL Gerhard [et. al.] Projeto na Engenharia: Fundamentos do desenvolvimento eficaz de produtos, métodos e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. 5. TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de Planejamento e Controle da Produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 53. Disciplina:-Planejamento e Controle de Produção-Carga Horária:-60 h Ementa: Visão geral dos sistemas de produção. Planejamento estratégico da produção. Planejamento mestre da produção. Tipos e requisitos, ferramentas e metodologias do planejamento da produção. Programação da produção: administração de estoques, seqüenciamento, emissão e liberação de ordens. Acompanhamento da produção. Previsão de demanda, planejamento e controle de capacidade, de estoque e redes de suprimentos. MRP. Just-in-time. Sistemas de controle e supervisão. Bibliografia Básica: 1. LUSTOSA Leonardo [et. al.]. Planejamento e Controle da Produção. Rio de Janeiro: Elsevier – Campus, 2008. 2. SLACKS, Nigel [et al]. Administração da Produção. São Paulo: Atlas. 3. TUBINO, Dalvio Ferrari. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. São Paulo: Atlas. Bibliografia Complementar: 1. ARAI, Seiyu. Araban: O princípio das técnicas japonesas de produção: Qualidade, Custo, Prazo de entrega. São Paulo: IMAM, 1989. (Qualidade e Produtividade do IMAM). 2. BAXTER, Mike. Projeto de Produto: Guia prático para o design de novos produtos. 2. ed. São Paulo: BLÜCHER, 2008. 3. BRITO, Rodrigo G.F.A - Planejamento, Programação e Controle da Produção. São Paulo: IMAM, 2005. 4. BROWN Steve [et. al.]. Administração da Produção e Operações: Um Enfoque Estratégico na Manufatura e nos Serviços. Rio de Janeiro: Elsevier – Campus, 2005. 5. LUBBEN, Richard T. Just-In-Time: Uma Estratégia Avançada de Produção. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1989. 6. TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de Planejamento e Controle da Produção. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000. 7. TUBINO, Dalvio Ferrari. Sistemas de Produção: a produtividade no chão de fábrica. Porto Alegre. RS: Bookman, 1999 54. Disciplina:-Planejamento e Controle da Manutenção-Carga Horária:-30 h Ementa: Técnicas de manutenção. A função manutenção. Análise organizacional. Técnicas administrativas para manutenção. Planejamento da manutenção. Sistemas de informação aplicados à manutenção. O fator humano na manutenção Bibliografia Básica: 1. ALVAREZ, O. E. Manual de Manutenção Planejada. Ed. Universitária/EFPB. 2. MORCHY, F., A Função Manutenção – Formação para a Gerência de Manutenção Industrial. Ed. Brasileira. 3. NEPOMUCENO, L. X., Técnicas de Manutenção Preditiva. São Paulo: Ed. Edgard Blücher. Bibliografia Complementar: 1. ARAI, Seiyu. Araban: O princípio das técnicas japonesas de produção: Qualidade, Custo, Prazo de entrega. São Paulo: IMAM, 1989. (Qualidade e Produtividade do IMAM). 2. BAXTER, Mike. Projeto de Produto: Guia prático para o design de novos produtos. 2. ed. São Paulo: BLÜCHER, 2008. 3. BRITO, Rodrigo G.F.A - Planejamento, Programação e Controle da Produção. São Paulo: IMAM, 2005. 4. BROWN Steve [et. al.]. Administração da Produção e Operações: Um Enfoque Estratégico na Manufatura e nos Serviços. Rio de Janeiro: Elsevier – Campus, 2005. 5. LUBBEN, Richard T. Just-In-Time: Uma Estratégia Avançada de Produção. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1989. 6. TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de Planejamento e Controle da Produção. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000. 7. TUBINO, Dalvio Ferrari. Sistemas de Produção: a produtividade no chão de fábrica. Porto Alegre. RS: Bookman, 1999 8. TAVARES, L. A., Controle de Manutenção por Computador. Rio de Janeiro: Ed. Técnica. 9º PERÍODO 55. Disciplina:-Pesquisa Operacional II-Carga Horária:-60 h Ementa: Processos estocásticos aplicados à engenharia de produção, cadeias de Markov e matriz de transição. Teoria das Filas: sistemas M/M/1, M/M/c e M/M/c/k. Modelos probabilísticos em engenharia de produção. Teoria da decisão e teoria dos jogos para estratégias de produção. Simulação em Engenharia de Produção. Noções de confiabilidade de sistemas. Bibliografia Básica: 1. ARENALES, Marcos Pesquisa Operacional: Para Cursos de Engenharia. Rio de Janeiro: Elsevier – Campus, 2007. 2. COLIN, Emerson C., Pesquisa Operacional – 170 aplicações em estratégia, finanças, logística, produção, marketing e vendas – Rio de Janeiro, LTC, 2007; 3. HILLIER, Frederick S.; LIEBERMAN, Gerald J. Introdução à Pesquisa Operacional. 8.ed São Paulo: McGraw-Hill, 2006. Bibliografia Complementar: 1. ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução à Pesquisa Operacional: Métodos e Modelos para Análise de Decisões. 4.ed Rio de Janeiro: LTC, 2009. 2. CHIANG, Alpha. Matemática para Economistas. São Paulo, McGraw-Hill, 1990. 3. MEYER, Paul. Probabilidade - aplicações à Estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 4. SANTOS, Carlos Alberto Marcondes dos; GENTIL, Nelson; GRECO, Sérgio Emílio.Matemática Para o Ensino Médio: Volume Único. São Paulo: Ática(1624), 2006. 5. PIZZOLATO, N. DOMINGUES, GANDOLPHO, A. ALVES. Técnicas de Otimização. Editora LTC, São Paulo, 1 ed., LTC, 2009. 56. Disciplina:-Instalações Industriais-Carga Horária:-60 h Ementa: Estratégia de produção e objetivos de desempenho. Projeto de planta industrial de sistemas organizacionais. Planejamento do arranjo físico e dos fluxos internos complexos: aspectos e conteúdo. Programação da implementação de um projeto industrial. Manutenção de plantas industriais. Utilização de ferramentas computacionais. Bibliografia Básica: 1. BRITO, Rodrigo G.F.A – Planejamento, Programação e Controle da Produção. São Paulo: IMAN, 2005. 2. BROWN Steve [et.al.] Administração da Produção e Operações: Um Enfoque Estratégico na Manufatura e nos Serviços. Rio de Janeiro: Elsevier – Campus, 2005. 3. TUBINO, Dalvio Ferrari. Sistemas de produção: a produtividade no chão de fábrica. Porto Alegre. RS: Bookman, 1999. Bibliografia Complementar: 1. ARAI, Seiyu. Araban: O princípio das técnicas japonesas de produção: Qualidade, Custo, Prazo de Entrega. São Paulo: IMAM, 1989. 2. HARMON, Roy L.; PETERSON, Leroy D. Reinventando a Fábrica. Rio de Janeiro. Campus, 1991. 3. HARMON, Roy L. Reinventando a fábrica II: conceitos modernos de produtividade na prática. Rio de Janeiro: Campus, 1993. 4. PILOTTO NETO, Egydio. Cor e Iluminação nos Ambientes de Trabalho. São Paulo: Livraria Ciência e Tecnologia, IMAM ,1980. 5. PELAEZ, Victor; SZMRECSANYI, Tamás. A Economia da Inovação Tecnológica. São Paulo: Hucitec, 2006. 57. Disciplina:-Engenharia Econômica-Carga Horária:-60 h Ementa: O valor do dinheiro no tempo. Juros simples. Valor presente e valor futuro em regime de juros simples. Juros compostos. Valor presente e valor futuro em regime de juros compostos. Séries uniformes. Valor presente e valor futuro utilizando séries uniformes. Amortização. Métodos de Amortização (PRICE E SAC). Descontos. Desconto por dentro e desconto por fora. Inflação. Indicadores de Inflação brasileiros. Aplicação das técnicas de Engenharia Econômica em contextos inflacionários. Bibliografia Básica: 1. KRUGMAN, Paul R. e Robin WELLS. Introdução à Economia. Rio de Janeiro: Campus, 2007. 2. PILÃO, N. E. Matemática Financeira e Engenharia Econômica: A teoria e a prática da análise de investimentos. SP. Thomson. 2002 3. Silva, César Roberto Leite, Economia e mercados: introdução à economia, 19. ed. reform. e atualizada, São Paulo: Saraiva, 2010 Bibliografia Complementar: 1. GIOVANNI, J. R.; GIOVANNI, B. e JUNIOR, J.R.G. A+nova Conquista da Matemática São Paulo:FTD,2002. 2. IMENES, L. M. P.; LELLIS M. C. Matemática Imenes & Lellis. São Paulo:Scipione, 1997. 3. PAIVA, M. R. Matemática, Conceitos, Linguagem e Aplicações. 1ª edição. São Paulo: Moderna, 2002. 4. PUCCINI, A L. Matemática financeira objetiva e aplicada. 6ª ed. SP, Saraiva 1999 5. TORRES, O. F. F. Fundamentos da engenharia econômica e da análise econômica de projetos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. 58. Disciplina:-Administração de Custos-Carga Horária:-30 h Ementa: Conceitos básicos. Sistemas de custos. Princípios para avaliação de estoques. Classificação de custos. Custeio por absorção. Departamentalização. Centro de custos. Critérios de rateio de custos indiretos. Custo baseado em atividades (ABC), Margem de contribuição. Custeio variável (direto). Bibliografia Básica: 1. KAPLAN, Robert S. e COPPER, Robin. Custo e Desempenho. São Paulo: Ed. Futura,1998. 2. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. São Paulo: Ed. Atlas, 8ª Edição, 2001. 3. SHANK, John K. e GOVINDARAJAN, Vijay. A Revolução dos Custos. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1997. Bibliografia Complementar: 1. ARCHER, S. H., D’AMBROSIO, C. A. Administração financeira: teoria e aplicação. São Paulo: Atlas, 1976. 2. ASSAF NETO, Mercado Financeiro. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2001. 3. ASSAF NETO e CÉSAR A. T. SILVA. Administração do Capital de Giro. São Paulo: Atlas, 1997. 4. BRIGHAM E HOUSTON. Administração Financeira. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 5. CORDEIRO FILHO, J. B. Prática de análise econômico-financeira das empresas. São Paulo: Atlas, 1971. 6. LEMES JUNIOR, MIESSA RIGO E SZABO CHEROBIM. Administração Financeira - Princípios, Fundamentos e Práticas Brasileiras. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 59. Disciplina:-Engenharia de Métodos-Carga Horária:-60 h Ementa: Evolução da Engenharia de métodos; metodologia de resolução de problemas; projeto de métodos de trabalho; técnicas para registro e análise do trabalho; análise das 66 operações; estudo dos micromovimentos; princípios de economia dos movimentos; projeto de postos de trabalho. Cronometragem. Bibliografia Básica: 1. ADLER, Paul S. Tempos e Movimentos Reconquistados. In: Aprendizado Organizacional. Campus. Rio de janeiro, 2000. 2. BARNES, Ralph. M.. Estudos de Movimentos e Tempos: Projeto e Medida do Trabalho. São Paulo: Ed Edgard Blücher, 1998. 3. MOREIRA, Daniel A.. Administração da Produção e Operações. Pioneira. São Paulo, 1998. Bibliografia Complementar: 1. BERGAMINI, Cecília W. e BERALDO, Deobel G. R. Avaliação do Desempenho Humano na Empresa 4º Ed. São Paulo: Atlas , 2007. 2. BROWN Steve [et. al.]. Administração da Produção e Operações: Um Enfoque Estratégico na Manufatura e nos Serviços. Rio de Janeiro: Elsevier – Campus, 2005. 3. LUBBEN, Richard T. Just-In-Time: Uma Estratégia Avançada de Produção. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1989. 4. GAITHER, Norman; FRAZIER, Greg. Administração da produção e operações. 8. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. 5. TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de Planejamento e Controle da Produção. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000 60. Disciplina:-Gestão de Inovação Tecnológica-Carga Horária:-60 h Ementa: História da tecnologia. Abordagens sociológicas da tecnologia. sócio-técnica. Inovação tecnológica: definição e perspectivas; conceitos e propriedades da tecnologia, o processo de inovação tecnológica: conceito, fases e gerenciamento - criação e disseminação de tecnologia; adoção, implementação e disseminação da tecnologia, trabalho criativo, contexto da mudança, processos decisórios; formulação de estratégias. Robótica e automação Objetivo: Abordagem dos conceitos da tecnologia, suas primícias e inovações ao curso da engenharia de produção. Critérios de Avaliação: Duas provas teóricas no qual o aluno deverá obter média igual ou superior a sete. Poderão ser consideradas também com grau parcial das duas provas teóricas, a assiduidade, participação e entrega de relatório e/ou listas de exercícios. Caso seja necessário, avaliação de exame onde a média da duas avaliações anteriores e a nota da prova devem, somadas, totalizar dez ou mais. Bibliografia Básica: 1. BORZANI Walter [et. al.]. Biotecnología Industrial: Fundamentos. São Paulo. Blücher, 2008. 2. TIGRE, Paulo Bastos. Gestão da Inovação: A Economia da Tecnologia no Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier – Campus, 2006. 3. TAKAHASHI, Sergio. Gestão de Inovação de Produtos. Campus, 2006. Bibliografia Complemenatar: 1. BATALHA, Mário Otávio. Introdução à Engenharia de Produção. Rio de Janeiro: Elsevier – Campus, 2008. 2. BAXTER, Mike. Projeto de Produto: Guia prático para o design de novos produtos.2.ed. São Paulo: Blücher, 2008. 3. BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J.; COOPER, M. Bixby. Gestão da Cadeia de Suprimentos e Logística. Rio de Janeiro: Elsevier – Campus, 2001. 4. OLIVEIRA Vanderli Fava de [et. al.]. Tópicos Emergentes e Desafios Metodológicos em Engenharia de Produção: Casos, Experiências e Proposições. Bauru: Joarte, 2008. 5. ROZENFELD Henrique [et. al.]. Gestão de Desenvolvimento de Produtos: Uma Referência para a Melhoria do Processo. São Paulo: Saraiva, 2006. 61. Disciplina:-Projeto Integrado em Engenharia I-Carga Horária:-30 h Ementa: Normas para pesquisa bibliográfica. Norma para a redação de relatórios de pesquisa – redação final do relatório de pesquisa para o TCC; Apresentação dos dados sob forma de dados / tabelas – Discussão dos dados. Definição do tema do TCC e definição do cronograma de execução do TCC. Bibliografia Básica: 1. LITTON, Gaston, 1913 -. A pesquisa bibliográfica (em nível universitário). São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1975. 2. SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia do trabalho científico. Belo Horizonte: Instituto de Psicologia da Universidade Católica, 1971. 3. MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO - PROCEDIMENTOS BÁSICOS, PESQUISA BIBLIOGRÁFICA, PROJETO E RELATÓRIO, PUBLICAÇÕES E TRABALHOS CIENTÍFICOS. 7a Ed., São Paulo, Ed. Atlas, 2008. Bibliografia Complementar: 1. Academic Research library – PROQUEST 2. BARROS, A. J. P de e LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: McGraw Hill, 1986. 3. HÚHNE, L. M. GARCIA, A. M. et alii. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. Rio de Janeiro: Agir, 1990. 4. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2000. 5. MARCANTÔNIO, A. T. et alii. Elaboração e divulgação do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1993. 10º PERÍODO 62. Disciplina:-Ergonomia-Carga Horária:-60 h Ementa: Introdução: Objetivos, histórico, abordagens, aplicações. Abordagem Ergonômica de Sistemas: Conceitos, sistemas abertos e fechados, confiabilidade de sistemas, Sistema Homem-máquina. Noções Gerais de Anatomia e Fisiologia dos Órgãos Sensoriais: Audição, visão, tato. Biomecânica Ocupacional: Postura, Levantamento e transporte manual de cargas, forças. Antropometria Estática e Dinâmica: medidas, aplicações, antropometria estática, antropometria dinâmica e funcional. Fatores Ambientais: Temperatura, ruídos e vibrações, temperatura e cores. Fatores Humanos no Trabalho: Monotonia, fadiga, motivação e stress. Organização do Trabalho: Trabalho em turnos, trabalho noturno. Ergonomia Cognitiva: Teoria da informação, memória humana, organização da informação, processamento da informação, processo decisório, instruções verbais. Análise Ergonômica do Trabalho: análise da demanda, análise da tarefa, análise da atividade, diagnóstico e recomendações ergonômicas. Bibliografia Básica: 1. DUL E Weerdmeester. Ergonomia Prática, 3ª Ed Edgard Blucher Ltda, São Paulo, 2012. 2. GRANDJEAN, Etienne. Manual de Ergonomia Adaptando o Trabalho ao Homem, 5ª ed., Bookman, Porto Alegre, 2005. 3. Iida, Itiro. Ergonomia Projeto e Produção. 2ª Ed. Ampliada. Editora Edgard Blucher Ltda, São Paulo, 2005. Bibliografia Complementar: 1. ATLAS, Equipe. Segurança e Medicina do Trabalho. São Paulo: Ed. Atlas, 2007. 2. COUTO, HUDSON DE ARAÚJO. Ergonomia Aplicada ao Trabalho. Volume I. Editora Ergo, Belo Horizonte, 1999. 3. COUTO, HUDSON DE ARAÚJO. Ergonomia Aplicada ao Trabalho. Volume II. Editora Ergo, Belo Horizonte, 1999. 4. DANIELLOU, François. A Ergonomia em busca de seus princípios. Ed. Edgard Blücher Ltda. São Paulo, 2004. 262p 5. FISCHER, Frida Marina; GOMES, Jorge da Rocha; COLACIOPO, Sérgio. Tópicos de Saúde do Trabalhador. São Paulo: Hucitec, 1989. 63. Disciplina:-Comunicação e Expressão-Carga Horária:-30 h Ementa: O texto: conceito e formas. Texto verbal e texto não-verbal. Processos comunicativos: funções da linguagem, níveis da fala, valor simbólico do texto. Texto científico e nãocientífico: diferenças e especificidade. Textualidade e contexto. A produção textual: mecanismos de coesão e coerência. A argumentação e os operadores argumentativos. Projeto de Pesquisa: o que é? Tipos de pesquisas. Partes de um projeto de pesquisa, destacando os aspectos textuais e expressivo. Os gêneros textuais: conceito e uso e sócio-comunicativo. Tipos de gêneros: o resumo, a resenha, o relatório, o parecer, o seminário. O parágrafo: tópico frasal. Tipos de parágrafo. A leitura e a compreensão de textos. Estratégias de leitura e interpretação Bibliografia Básica: 1. ABREU, A S. Curso de Redação. 17 ed. São Paulo: Ática, 2004 2. GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 24.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2004. 3. FIORIN, J.L & Savioli, F. P. Para entender o texto: Leitura e Redação. 17 ed. São Paulo: Ática. 2007 Bibliografia Complementar: 1. BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 1999. 2. MEDEIROS, João Bosco. Correspondência técnicas de comunicação criativa. 15ª ed. São Paulo, Atlas 2002 3. BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004. 4. GARCIA, Othon N. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de janeiro: Ed. FGV. 5. WALDECK, Sérgio & SOUZA, Luiz de. Roteiro de Comunicação e expressão. Rio de Janeiro: Ed. Eldorado. 6. LIMA, Carlos Henrique da Rocha. Gramática Normativa da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro. Ed. José Olympio. 7. VIANA, Antonio Carlos Mangueira et al. Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo: Scipione, 2006. 64. Disciplina:-Automação Industrial-Carga Horária:-60 h Ementa: A fábrica automatizada. Máquinas operatrizes de controle numérico computadorizado. Controladores lógicos programáveis. Manuseio automático de materiais. Sistemas de manufatura integrada. Projeto auxiliado por computador (CAD), Manufatura auxiliada por computador (CAM), Manufatura integrada por computador (CIM). Bibliografia Básica: 1. MATTOS, J.H.V. Gerência de Projetos em CAD. 4ª edição. Microequipo Computação Gráfica, Rio de Janeiro, 1991. 2. NATALE, F. Automação Industrial – Série Brasileira de Tecnologia 10ª Ed. São Paulo. Ed. Érica, 2000. 3. PRUDENTE, F. Automação Industrial – PLC: Teoria e Aplicações. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2007 Bibliografia Complementar: 1. CAPELLI, A. CLP Controladores Lógicos Programáveis na Prática. Rio de janeiro: Ed. Antenna Edições Técnicas, 2007. 2. LUGLI, B. A. e SANTOS, M. M. D., Redes Industriais para Automação Industrial: AS-I, Profibus e Profinet. São Paulo: Ed. Érica, 2010. 3. MORAES, C. C. Engenharia de Automação Industrial. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2007. 4. PRUDENTE, F. Automação Industrial – PLC: Programação e Instalação. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2010. 5. SOLOMAN, S. Sensores e Sistemas de Controle na Indústria. 2º Ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2012. 65. Disciplina:-Empreendedorismo-Carga Horária:-30 h Ementa: Empreendedorismo e empreendedor. Perfil do empreendedor. Habilidades do empreendedor. Qualidades do empreendedor. A constituição de empreendimentos: aspectos estratégicos, gerenciais e operacionais. Empreendedorismo frente à gestão de pessoas e das organizações. O plano de Negócios. Perspectiva Financeira, Estratégica e Mercadológica. Fontes de Investimento e Financiamento. Atividades empreendedoras Bibliografia Básica: 1. BERNARDI,. L.. A.. Manual de Empreendedorismo e Gestão: Fundamentos, Estratégias e Dinâmicas. 1ª ed. Atlas 2003. 2. DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo - Transformando Idéias em Negócios. Ed. Campus, 2008. 3. GUIMARÃES, T. A.. e SOUZA, L. E. C. Empreendedorismo Além do Plano de Negócio. 1ª Ed. Alas 2005. Bibliografia Complementar: 1. ADIZES, Ichak. Os Ciclos de Vida das Organizações: Como e por que as Empresas crescem e morrem e o que fazer a respeito. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 1993. 2. FARREL, Larry C. Entrepreneurship: Fundamentos das Organizações Empreendedoras. São Paulo: Atlas, 1993. 3. GRAMIGNA, Maria Rita. Jogos de Empresa. 2.ed. São Paulo: Pearson Education, 2007. 4. OLABELA, Fernando. Oficina do Empreendedor. São Paulo: Cultura, 1999. 5. RACIOSO, Francisco. Grandes sucessos da pequena empresa: Histórias reais. Brasília. DF: SEBRAE, 1995. 6. SILVEIRA, Marcos Azevedo da. A Formação do Engenheiro Inovador: Uma visão internacional. Rio de Janeiro: PUC/RJ, 2005. 7. DOLABELA, F. Oficina do Empreendedor. Cultura Editores, São Paulo, 2000. 8. SALIM, C. S. et al. Construindo Planos de negócios. Ed. Campus, 2001. 66. Disciplina:-Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável-Carga Horária:60 h Ementa: Fixar as bases conceituais para desenvolver as competências necessárias para administrar, adaptadas à Gestão Ambiental, onde ocorra o surgimento de uma análise crítica sobre a escolha de processos viáveis e que melhor conduzam a tomada de decisões administrativas dentro do contexto da área. Desenvolvimento sustentável, características e questões. Noções sobre desenvolvimento e temas correlatos: padrão de vida, qualidade de vida, qualidade ambiental, modernização e modernidade. Cronologia e histórico do desenvolvimento sustentável. ECO-92, principais convenções e acordos.. Objetivos: Formação dos profissionais através de disciplinas e atividades e conhecimentos que lhes proporcionem as condições para o desenvolvimento da pesquisa científica e das competências para elaborar, assessorar, coordenar e avaliar projetos de educação inseridos em programas gestão ambiental no âmbito de políticas de desenvolvimento sustentável. Conteúdo Programático: 1. O ambiente nas organizações. Mapeamento ambiental. Ambiente geral. Ambiente de tarefa. Dinâmica ambiental. Análise ambiental. O imperativo ambiental e a teoria das contingências. 2. Cronologia e histórico do desenvolvimento sustentável. ECO-92, principais convenções e acordos. 3. Conceito de sustentabilidade: a inter-relação entre o econômico, o social e o ambiental, 4-4-Desenvolvimento econômico e social. 5. Desenvolvimento e sustentabilidade socioambiental. 6. Relação entre sistemas competitivos e desenvolvimento econômico. 7. Descentralização, equidade e desenvolvimento. 8. A participação da sociedade no desenvolvimento local. 9. Políticas públicas e o desenvolvimento sustentável. Estratégias: Disciplina ministrada através de aulas expositivas, leitura de textos para condução ao debate e trabalhos de análise crítica e pesquisas individuais ou em grupo. Uso de transparências, livros, revistas, vídeos, retroprojetor e datashow. Exercícios. Critérios de Avaliação: Avaliações com questões teóricas, e trabalhos de análise crítica de textos e iniciação a pesquisa e participação em aula. Bibliografia Básica: 1. BARBIERI, J. C. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da Agenda 21. Petrópolis: Vozes, 1997. 2. Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Nosso futuro comum. Rio de Janeiro: FVG, 1991. 3. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. Bibliografia Complementar: 1. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 2. CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. 3. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2000. 3. MATTOS, ALEXANDRE MORGADO; FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. Organização : uma visão global : introdução, ciencia, arte. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas: Livros Tecnicos e Cientificos, 1975. 4. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Comércio e meio ambiente: uma agenda positiva para o desenvolvimento sustentável. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2002. 5. TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 67. Disciplina:-Responsabilidade Social e Governança Corporativa-Carga Horária:-30 h Ementa: A Responsabilidade Social Empresarial e a Governança Corporativa a evolução histórica, fundamentos, modelos e aplicabilidade. Mudança paradigmática e tendências diante do novo quadro mundial. Marketing social. Organização cidadã. Objetivos: Propiciar o debate sobre o papel das empresas diante da mudança paradigmática. Discutir o papel das empresas na sociedade e tendências. Questionar as ações empresariais em relação ao conceito de cidadania empresarial. Programa: 1. Introdução à responsabilidade social empresarial; 2. A evolução do conceito de responsabilidade social empresarial; 3. A pressão da sociedade por responsabilidade social; 4. A relação comercial pautada pela responsabilidade social; 5. A organização ecologicamente correta; 6. Governança corporativa: conceitos, princípios e práticas; 7. Governança corporativa no Brasil; 8. As melhores práticas de governça. Estratégias: Disciplina conduzida através de aulas expositivas, leitura de textos para condução ao debate e trabalhos de análises críticas individuais ou em grupo. Uso de transparências, livros, revistas, vídeos, data-show. Exercícios. Critérios de Avaliação: Provas formais com questões interpretativas e discursivas, trabalhos individuais e em grupos de análise crítica de textos, iniciação a pesquisa e participação em aula. Bibliografia Básica: 1. ANDRADE, A. e ROSETTI, J.P. Governança Corporativa: Fundamentos, Desenvolvimento e Tendências, São Paulo, Atlas, 2004. 2. MACHADO FILHO, C. P. Responsabilidade social e governança: o debate e as implicações. São Paulo: Thomson, 2006. 3. TENÓRIO, F. G (org). Responsabilidade social empresarial: teoria e prática. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2004. Bibliografia Complementar: 1. ASHLEY, Patricia Almeida (Coor.). Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo: Saraiva, 2002. 2. CIÊNCIA, tecnologia e sociedade: novos modelos de governança. Brasília, DF: Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, 2005. 3. DEMAJOROVIC, Jacques. Sociedade de risco e responsabilidade socioambiental: perspectivas para a educação corporativa. São Paulo: SENAC, 2003. 4. KARKOTLI, Gilson; ARAGÃO, Sueli Duarte. Responsabilidade social: uma contribuição à gestão transformadora das organizações. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2008. 5. TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 4 68. Disciplina:Tópicos Especiais em Engenharia de Produção-Carga Horária: 30 h Ementa: Modelos de Gestão de Manutenção. Desenvolvimento e Gerenciamento de Recursos Humanos. O seis Sigma como ferramenta para gestão Administração de Recursos Patrimoniais. Relação entre a Gerência de Produção e a Gerência de Manutenção. Licitações. Conceito, Princípios (Isonomia e publicidade). Sistema Licitatório (Abertura do processo, elaboração do instrumento convocatório, Convocação fornecedor, Modificações, Recebimento de Documentos e Propostas, Habilitação de fornecedores, julgamento de propostas e Adjudicação). Contrato – Elaboração e Gestão. Conceitos e princípios. Elaboração. Gerencia de Execução de contratos. Alteração e prorrogação. Rescisão e Anulação contratual. Modalidades de Contratação. Aplicação da Norma ISO para contratação de Serviços. Terceirização. Vantagens e Desvantagens. Perfil do Gestor. Ações para terceirização Objetivos: Trabalhos acadêmicos e curriculares propostos sobre a forma de seminários, cursos, eventos, atividades de extensão a serem desenvolvidos pelos alunos em caráter interdisciplinar e com temática específica. Bibliografia Básica: 1. FERREIRA, H. B. “Redes De Planejamento: Metodologia e Prática Com Pert/Cpm e Ms Project” Ciência Moderna Editora, 2005. 2. ROTONDARIS, G. – Seis Sigmas: Estratégia Gerencial para melhoria de Processos Produtivos e Serviços. 1a ed., Ed. Atlas, 2002. 3. ROSENFELD et al. “Gestão do Processo de Desenvolvimento de Produtos: Uma Referência para a Melhoria do Processo” Ed. Saraiva, 2006. Bibliografia Complementar: 1. BAXTER, M. “Projeto do Produto”. Ed. Edgard Blucher, 2ª edição. 2. CHIAVENATO, Idalberto – Planejamento Estratégico – Fundamentos e Aplicações editora Campus. 3. DINSMORE,P.C., SILVEIRA NETO, F.H. – Gerenciamento de Projetos. Rio de Janeiro: Ed. Qualitymark, 2004. 4. GRAMIGNA, Maria Rita Miranda Jogos de empresa - 2. ed. / 2007, 2.ed., editora Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2007. 5. MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Técnicas de Pesquisa. SP, Ed. Atlas, 2006 69. Disciplina:-Projeto Integrado em Engenharia II-Carga Horária:-60 h Ementa: Concepção de projeto de pesquisa e suas partes. Apresentação e defesa de um projeto de pesquisa. Orientação à elaboração de um projeto de pesquisa. Bibliografia Básica: 1. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 15ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2000. 2. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1992. 3. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2000. Bibliografia Complementar: 1. BARROS, A. J. P de; LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia:um guia para iniciação científica. São Paulo: McGraw Hill, 1986. 2. CONTANDRIOPOULOS, André-Pierre et alii. Saber preparar uma pesquisa. São Paulo: HUCITEC/ABRASCO, 1999. 3. HÚHNE, Leda Miranda et alii. Metodologia científica. Rio de Janeiro: Agir, 1997. 4. MARCANTÔNIO, Antônia T. et alii. Elaboração e divulgação do trabalho científico. São Paulo: Atlas,1993. 5. _______. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. Petrópolis: Vozes, 1996. 70. Disciplina Optativa: Introdução ao Estudo de Libras – 30 horas Ementa: Libras no universo das línguas naturais. Libras e Língua Portuguesa. A Libras no contexto histórico- cultural e educacional dos portadores de necessidades especiais auditivas. Noções básicas da gramática de Libras. Vocabulário básico visando a interação escolar. A inclusão/inserção dos portadores de necessidades especiais auditivas nos contextos de salas de aulas de comunidades de ouvintes. Objetivos: Proporcionar aos alunos conhecimento da comunidade surda, seu modo de viver e inserção na comunidade de ouvintes e vice-versa. Demonstrar que Libras e Língua Portuguesa constituem línguas diferentes. Possibilitar o conhecimento básico e a compreensão da forma de comunicação por meio das mãos. Provocar reflexão sobre a inserção dos portadores de necessidades especiais auditivas nos setores de educação fundamental e média. Propiciar formas de interação entre os sujeitos participantes dos processos educacionais. Programa: 1. Introdução a LIBRAS 2. História da Língua de Sinais – perspectiva sócio-histórico-cultural e educacional 3. A LIBRAS e as línguas naturais 4. Distinção Libras e Língua Portuguesa 5. Quem são os surdos? 6. As identidades/identificações dos não-ouvintes e a Libras. 7. As línguas(gens) dos não-ouvintes 8. Aspectos lingüísticos da Libras 9. Alfabeto manual e números 10. Vocabulário básico 11. Comunicação por meio da Libras Estratégias: Aulas teóricas e práticas. Utilização de métodos de caso, simulações, aulas expositivas e discussão em grupos, perfazendo 30h presenciais. Grupos de pesquisa sobre:a demanda de portadores de necessidades especiais auditivas na região centro-sul e as práticas de ensino-aprendizagem nas escolas de educação fundamental e ensino médio na região centro-sul fluminense. Critérios de Avaliação: Os alunos serão avaliados por: Apresentação de seminários, Apresentação de relatórios de geração de dados em escolas públicas de educação fundamental e média. Ensaio sobre a inclusão de portadores de necessidades especiais auditivas em sala de aula de Língua Portuguesa. Bibliografia Básica: 1. MANTOAN, M. T. E. Inclusão escolar – o que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2005. 2. SÁ, N. R. L. Cultura, poder e educação de surdos. São Paulo: Paulinas, 2006. 3. SALLES, H. M. M. L. Ensino de Língua Portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógica. Brasília: MEC, 2004. Bibliografia Complementar: 1. ASSUNÇÃO, R. L.; TEIXEIRA, A. P. O bilingüismo e o deficiente auditivo. Presença Pedagógica. Belo Horizonte, MG, v. 15, n. 87, p. 21-27, mai/jun., 2009. 2. DÓRIA, A. R. F. Compêndio de educação da criança surda-muda. Rio de Janeiro [s.n.], 1954. 3. FORTUNATO, J. P. Mãos que falam. Pátio: Revista Pedagógica, Porto Alegre, v. 10, n. 38, p. 28-29, maio 2006. 4. QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Brasília: MEC, 2004. 5. SAMPAIO. C. S. A presença de uma aluna surda em uma turma de ouvintes: possibilidade de (re)pensar a mesmidade e a diferença no cotidiano escolar. Inclusão: Revista de Educação Especial, Brasília (DF), v. 2, n3, p. 20-25, dez., 2006. Anexo II Atos legais Anexo 68926 35866 73660 62162 57215 60720 Função José Leandro Casa Nova Almeida José Thomaz de Carvalho Júlio Cesar Silva Monique Adjunto I Adjunto II X Lehmann II Maria Fernanda C. C. M. Assistente Ricci Carlos Eduardo Cardoso II Adjunto I Admissão 7 0 X 02/10/200 9 08/02/200 X Regime 08/08/200 21/08/199 X Adjunto I Sequeira Assistente Doutorado Nome Mestrado Matrícula Especialista Composição do NDE 4 Integral Integral Integral Integral 08/09/200 X 1 X 03/09/200 3 Parcial Integral Anexo LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Espaço Físico: LABORA- CARACTERÍSTICAS TÓRIOS PER. ÁREA M2 EXIST. Informática 01 Todos 80,45m2 SIM 20 01 Integral Informática 02 Todos 56,84m2 SIM 20 05 Integral ALUNOS TURMA POR HORÁRIO À CONS-TRUIR POR TURMA SEMANA Informática 03 Todos 80,45m2 SIM 20 05 Integral Informática 04 Todos 80,06m2 SIM 20 05 Integral Todos 56,89m2 SIM 20 05 Integral Todos 60,43m2 SIM 20 05 Integral Todos 32,08m2 SIM 29,90m2 SIM Informática 05 Informática 06 (COSFLAP) Empresa Júnior Laboratório de Avançado Desenvolvimento s DE FUNCIONAMENTO Integral 08 01 Integral Plano de Atualização A cada semestre, a USS, através da Coordenadoria de Recursos de Telecomunicações e Informática, faz uma avaliação do parque computacional dos Laboratórios em conjunto com os Coordenadores de Cursos para verificar se as plataformas existentes atendem adequadamente as exigências de execução dos softwares específicos de cada área. Manutenção Preventiva Existe um Plano de Manutenção preventiva composto de 02 (duas) rotinas diárias, 04 (quatro) rotinas semanais e 3 (três) rotinas mensais que são executadas pelos Operadores de Computador do Laboratório de Informática. As rotinas estão documentadas nos Laboratórios. Os problemas detectados pelo Operador durante a execução deste tipo de manutenção são reportados a Seção de Manutenção que providenciará a solução do problema. Plano de Manutenção Todos os equipamentos comprados possuem total garantia dos fornecedores, sendo substituídos prontamente em caso de problemas irreparáveis. A Instituição possui uma Seção de Manutenção e Suporte de computadores, com 11 funcionários habilitados para solucionar todos os problemas de hardware (instalações, reparos, trocas de componentes). Existe um estoque de componentes e equipamentos nesta Seção para atender prontamente todos os chamados de suporte dos Laboratórios. Esta Seção é sempre acionada em caso de problemas de hardware que não são solucionados pelos Operadores de Computador dos Laboratórios. Informatização, Acesso a Redes e Bancos de Dados - Salas de Informática As salas foram estruturadas para viabilizar: aulas dos diversos Cursos da USS; um ambiente de conexão à Internet; um ambiente de conexão à rede da USS; um ambiente de conexão à Intranet da USS; um ambiente de acesso às informações do Terminal Informativo Acadêmico (TIA); um ambiente disponível, de manhã, à tarde e à noite, para que alunos e professores, sob regulamentação adequada, possam realizar: a preparação de trabalhos acadêmicos; treinamento em programas de interesse de suas áreas; a pesquisa na Internet. Características das Salas A Coordenadoria de Recursos de Telecomunicações e Informática (CRTI), é o Setor responsável pela gerência dos recursos de informática da Instituição, ocupando uma área física de 103,18m², distribuídas pelas seguintes instalações: Sala do Coordenador, Secretaria, Sala de Operação e Suporte, Gerência de Rede, Gerência do Subsistema Administrativo, Gerência do Subsistema Acadêmico, Gerência do Subsistema Hospitalar e Seção de Manutenção. Gerência de Rede À Gerência de Rede compete implantar, manter e atualizar estruturas de hardware e software que possibilitem o pleno funcionamento das diversas redes e subredes que compõe o Sistema de Informática da USS. Além da conexão entre os servidores corporativos e acadêmico e seus clientes, a Rede da USS disponibiliza para todas as áreas da FUSVE e USS uma conexão dedicada à Internet, sem necessidade de modem e discagem. Gerência do Subsistema Administrativo Ocupando uma área de 33,04m², é a seção da CRTI que administra e presta suporte de informática ao ambiente Administrativo contando com 05 (cinco) Analistas de Sistemas e 02 (dois) Operadores de Computador. Neste ambiente também estão alocados os Servidores de Internet (WWW, E-mail e Proxy) e Servidor Corporativo. Gerência do Subsistema Acadêmico Ocupando uma área de 18,41m²; é a seção da CRTI que administra e controla o Sistema TIA (Terminal Informativo Acadêmico), PERGAMUM (Sistema ge Biblioteca) localizada junto às Salas de Informática I e II do Campus I com 02 (dois) Analistas de Sistemas e 05 (cinco) Operadores de Computador para suporte em geral aos usuários das Salas e dos diversos setores do Campus I, Campus II e Ambiente Administrativo. Gerência do Subsistema Hospitalar (HUSF) Seção da CRTI, com área física de 17,59m², localizada no Hospital Universitário Sul-Fluminense, tendo como função atender a todas as chamadas de suporte e gerência do Sistema Hospitalar contando com 01 (um) Analista de Sistemas e 01 (um) Operador de Computador. Seção de Manutenção Seção da CRTI, com área física de 90,59m², localizada na Área Administrativa tendo como função atender a todas as chamadas de suporte relacionadas a problemas de hardware e de cabeamento de rede de computadores e realização de manutenção preventiva e corretiva de todos os equipamentos de informática contando com 05 (cinco) Técnicos de Manutenção. Hardware e Software- Visão Geral O “hardware” e “software” instalados nas salas permitem a utilização do ambiente em qualquer uma das situações previstas na concepção. Para tanto, cada micro é capaz de operar como: Estação isolada; Estação de rede ponto a ponto; Estação de rede “cliente-servidor”. Em ambiente de aula poderá ser utilizada a configuração “cliente-servidor”, com o micro do professor sendo utilizado como servidor de arquivos. Os micros da sala podem acessar, se necessário e sob normas de segurança, o servidor de arquivos da rede local do Conjunto Universitário. Todos os micros têm acesso dedicado à Internet. As especificações de hardware e software das estações de trabalho e da rede das salas consideram a operação com dados, áudio e video. Anexo Porte/Seto r Micro Pequena Média Grande Total NÚMERO DE EMPRESAS NA REGIÃO Número de Estabelecimento por Porte e Setor – Médio Paraíba Agropecuári Total % Indústria Comércio Serviços a 2.756 11.732 11.362 1.131 26.981 92,4 222 827 728 49 1.826 6,3 57 55 116 3 231 0,8 13 30 114 1 158 0,5 3.048 12.644 12.320 1.184 29.196 100,0 MTE/RAIS 2009 Municípios Indústria Barra do Piraí Barra Mansa Itatiaia Pinheiral Porto Real Quatis Resende Rio Claro Rio das Flores Valença Volta Redonda Total 4.166 6.116 1.296 504 6.526 509 6.801 204 453 1.954 19.899 NÚMERO DE EMPREGOS Comérci % % Serviços o 26% 4.357 27% 7.116 20% 8.005 26% 15.714 24% 629 11% 3.535 18% 620 23% 1.487 66% 332 3% 3058 25% 314 16% 1.106 23% 6.066 21% 15.958 10% 213 11% 1.013 12% 119 3% 2.969 17% 2.288 20% 6.584 31% 15.011 23% 30.013 48.428 27% % Agropec. % 44% 52% 64% 54% 31% 55% 55% 51% 79% 58% 46% 495 397 29 123 44 72 404 548 204 595 79 3% 1% 1% 4% 0% 4% 1% 28% 5% 5% 0% Total 16.134 30.232 5.489 2.734 9.960 2.001 29.229 1.978 3.745 11.421 65.002 177.92 37.954 21% 88.553 50% 2.990 2% 5 Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego – RAIS 2009 Tabela: Participação do emprego em setores selecionados (2009) Participação do setor no emprego total do município (ou país) Setor Quociente Centro Sul (1) Brasil (2) Locacional (1) (2) Agricultura pecuária e serviços relacionados 3,70 3,23 1,15 Extração de minerais não metálicos 0,51 0,19 2,70 Atividades de apoio à extração de minerais 0,41 0,11 3,94 Fabricação de bebidas 0,44 0,29 1,54 Confecção de artigos do vestuário e acessórios 2,59 1,58 1,63 Fabricação se celulose papel e produtos de 0,80 0,40 2,01 papel Fabricação de borracha e de material plástico 1,73 1,01 1,72 Fabricação de produtos minerais não-metálicos 1,29 0,91 1,43 Fabricação de outros equipamentos de 0,45 0,20 2,22 transporte exceto veículos automotores Fabricação de produtos diversos 0,93 0,30 3,11 Alojamento 1,09 0,67 1,62 Alimentação 2,30 2,72 0,84 Atividades veterinárias 0,003 0,01 2,50 Seleção, agendamento e locação de mão-de2,03 1,27 1,60 obra Serviços para edifícios e atividades 4,89 2,89 1,69 paisagísticas Atividades de atenção a saúde humana 4,91 3,36 1,43 Fonte: Tabulação própria a partir de dados da RAIS/Tem (2009) ANEXO Dados Sócio Econômico da Região Centro Sul Fluminense e Médio Paraíba Município Angra dos Reis Areal Barra do Piraí Barra Mansa Itatiaia Comde. Levy Gasparian Mendes Miguel Pereira Paracambi Paraíba do Sul Paraty Paty de Alferes Eng°. Paulo de Frontin Pinheiral Piraí Porto Real Quatis Resende Rio Claro Rio das Flores Sapucaia Três Rios Valença População do Município Empresas População Ocupada PIB Per Capta Ensino Médio Distância Tempo Aproximado Viagem Acesso 169511 4040 42459 31134,61 7401 146 Km 2h 25 min RJ 155 11423 94778 177813 28783 494 1922 3967 847 5981 17119 35782 6747 13637,46 10361,17 13956,15 14111,61 271 2747 6509 475 85,7 Km 21,6 Km 63,5 Km 115 Km 1h 5 min 23 min 1h 1 min 1h 36 min BR 393 BR 393 BR 393 BR 393 e Rodov. Pres. Dutra 8190 815 4450 16309,61 240 79,7 Km 59 min BR 393 17935 341 2514 8112,73 499 21,4 Km 20 min BR 393 RJ 127 24642 1564 5628 9863,58 996 24,9 Km 30 min RJ 115 47124 775 4966 7729,45 2145 36,4 Km 36 min BR 393 e RJ 127 41084 839 7061 10230,43 1007 51,1 Km 42 min BR 393 37533 1053 6797 12727,78 1374 208 Km 3h7 min BR 393 RJ 155 e Rod. Rio Santos 26359 465 3308 8210,77 987 30,7 Km 39 min RJ 115 13237 220 2025 8735,66 788 29,1 Km 30 min BR 393 RJ 127 22719 26314 16592 12793 119769 17425 457 518 376 312 3241 282 3104 6768 9905 2250 29824 1945 7336,19 203561,86 8655,18 35244,71 7834,58 867 1390 338 267 4528 756 46,8 Km 47,9 Km 88,5 Km 84,7 Km 104 Km 84 Km 44 min 56 min 1h 15 min 1h 15 min 1h 32 min 1h 26min BR 393 BR 393 e RJ 137 BR 393 e Rodov. Pres. Dutra BR 393 RJ 143 BR 393 e Rodov. Pres. Dutra RJ 137 8561 471 3797 24886,31 348 46,8 Km 51 min RJ 115 17525 77432 71843 553 2593 1476 3739 22849 12322 14429,70 15119,97 8503,38 732 299 291 106 Km 62,8 Km 33,3 Km 1h 22 min 48 min 38 min BR 393 BR 393 RJ 143 Vassouras Volta Redonda 34410 717 7253 9418,32 1269 - - - 257803 6550 74634 29881,59 12831 56,3 Km 51 min BR 393 Fonte: IBGE, 2009/2010 ANEXO Formulário de Atividades Complementares UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS, TECNOLÓGICAS E DA NATUREZA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Horas integralizadas ______________ Deferido em ____ / ____ / ____ ___________________________________ Coordenador do Curso Requerimento de Integralização de Atividades Complementares Obrigatórias Ao Sr. Coordenador do Curso de Engenharia de Produção da Universidade Severino Sombra, mantida pela FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SEVERINO SOMBRA – FUSVE. Nome Aluno(a): do Matrícula : Períod o. RG nº. CPF nº. Vem requerer APROVEITAMENTO das atividades abaixo assinaladas e comprovadas com as cópias dos comprovantes em anexo para integralização de carga horária correspondente às ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS. Itens ATIVIDADE 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. Conferência Congresso como membro organizador Congresso / Fórum como palestrante Congresso / Fórum como participante Curso de Extensão (acima de 80 horas) Curso de Extensão (até 40 horas) Curso de Extensão (entre 41e 80 horas) Dirigente do Centro Acadêmico Disciplinas optativas além das curriculares Estágio Disciplinar concursado Estágio Disciplinar não concursado Membro do Colegiado Universitário na USS. Palestra como Participante. Presidente do Centro Acadêmico Programa de Extensão Universitária Comunitária Programa de extensão universitária não comunitária HORAS ACEITO 20 40 40 20 40 15 25 10 20 15 10 20 10 15 40 15 NÃO ACEITO RUBRICA 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. Programa de Iniciação Científica não Curricular Programa de monitoria bolsista (por semestre) Programa de monitoria voluntária (por semestre) Programa de Pesquisa como participante da pesquisa Representante de Turma. Representante discente no CONSEPE Representante discente no CONSU Seminário / Encontro como membro organizador Seminário / Encontro como palestrante Seminário / Encontro como participante Simpósio como membro organizador Simpósio como palestrante Simpósio como participante TOTAL DE HORAS INTEGRALIZADAS 15 40 40 40 20 20 20 40 40 20 40 40 20 Nestes termos, pede deferimento. Vassouras, RJ, ____ de _________________ de ______ __________________________________________________ Assinatura do aluno(a) Itens Breve descritivo da atividade ANEXO REGULAMENTO PARA AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES TÍTULO I Dos objetivos Art. 1º - É objetivo das atividades complementares auxiliar na formação acadêmica do aluno ao estimular a participação em debates, seminários, encontros acadêmicos e profissionais, dentre outras possibilidades. Estas atividades buscam promover no aluno a competência do desenvolvimento intelectual e profissional autônomo e permanente, estimulam a análise crítica e desenvolvem dimensões éticas e humanísticas, promovendo atitudes e valores orientados para a cidadania. Art. 2º - Ao contribuir para ampliar o conhecimento, instigar o senso crítico e a autonomia, as atividades complementares favorecem a intervenção no cenário acadêmico / profissional do egresso do curso, possibilitando-lhes oportunidades de explorarem seus próprios interesses, contemplando elementos de fundamentação essencial no seu campo do saber ou profissão, no sentido do indivíduo aprender a aprender e, através da educação contínua, manter-se atualizado. TÍTULO II Da Operacionalização Art. 3° - As Atividades Complementares integram a parte flexível do currículo do Curso, sendo o seu cumprimento indispensável para a obtenção do diploma. Art. 4° - É função do coordenador do curso fazer o cômputo da carga horária cumprida, bem como a aferição dos documentos comprobatórios. Art. 5° - As Atividades Complementares são previstas em cada curso, de acordo com as diretrizes específicas, sendo devidamente aprovadas nas respectivas instâncias colegiadas. Sua validação dependerá de prévia aprovação do Coordenador do Curso. Parágrafo Único - A carga horária prevista por cada curso deverá ser cumprida em sua totalidade no decorrer dos semestres letivos e apresentada ao seu coordenador no período estipulado por este. Art. 6º - O conhecimento adquirido pelo aluno na educação profissional ou no mundo do trabalho poderá ser objeto de avaliação, reconhecimento e certificação, de acordo com as seguintes normas gerais: I – O aluno pode requerer Certificação de Conhecimento Adquirido no Trabalho para aproveitamento em Atividades Complementares, nos prazos estabelecidos no calendário escolar; II – O requerimento dever ser instruído, sempre que possível, com documentos que facilitem a decisão a respeito do pedido, assim como informações que o aluno julgar conveniente anexar; III – O processo de certificação será desenvolvido por comissão, designada pelo Coordenador do Curso, composta de, no mínimo, três professores, em condições de avaliar as habilidades e competências adquiridas pelo aluno; IV – A comissão deliberará pela maioria simples de seus membros, avaliando o aluno segundo as normas regimentais da avaliação da aprendizagem, atribuíndo-lhe nota de zero a dez, em parecer conclusivo. V – Será considerado apto e receber o Certificado de Conhecimento Adquirido no Trabalho, para aproveitamento em Atividades Complementares o aluno que obtiver nota igual ou superior a sete. VI – O aluno, aprovado na forma do parágrafo anterior, terá aproveitamento de estudos na atividade. VII – O parecer conclusivo da comissão será submetido à apreciação do Coordenador de Curso e à homologação do Colegiado do Curso. VIII – Homologado o parecer, o mesmo será encaminhado a Secretaria Geral dos Cursos. IX – No caso de indeferimento, o processo será arquivado. §1° - O aluno tem direito a recorrer de decisão que lhe seja contrária, no prazo máximo de cindo dias do conhecimento do ato. §2° - O Recurso deve ser encaminhado ao Colegiado do Curso e, em instância final, ao Conselho Superior da USS. §3° - O Colegiado de Curso poderá expedir normas complementares para a certificação. Art. 7° - Nas transferências e/ou reingressos, as disciplinas cursadas na Instituição de origem não aproveitadas no currículo da USS, para efeito de inclusão em histórico escolar, podem, a partir de uma análise criteriosa, ser consideradas Atividades Complementares Obrigatórias, ouvido o Colegiado do Curso. TÍTULO III Das Disposições Finais Art. 8º - Os casos omissos serão resolvidos pelo CONSEPE, mediante encaminhamento de cada assunto pela Presidência do Colegiado do Centro. Art. 9º - O presente regulamento entra em vigor após sua aprovação pela PróReitoria de Ensino de Graduação, revogadas as disposições em contrário.