Mantenedora
SOCIEDADE EDUCACIONAL SANTO EXPEDITO LTDA.
Mantida
FACULDADE INTEGRAÇÃO TIETÊ – FIT
COMPLEMENTO DO
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
BACHARELADO e
DETALHAMENTO DA MATRIZ CURRICULAR
Tietê/São Paulo
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Introdução
O termo Projeto Pedagógico foi assumido pela ABENGE (Associação Brasileira de Ensino de
Engenharia), principalmente a partir dos Seminários do PAEPE (Programa de Apoio ao
Ensino e a Pesquisa em Engenharia) que foram realizados no período de julho a setembro de
2002. Estes Seminários foram organizados pela ABENGE e financiados pela SESU
(Secretaria de Ensino Superior do MEC) em diferentes pontos do país através das seis
coalizões regionais de instituições de ensino de engenharia. Conforme disposto no Relatório
Geral destes Seminários, encaminhado pela diretoria da ABENGE, “os principais objetivos do
PAEPE são dar suporte à elaboração de projetos pedagógicos que possibilitem a
reestruturação curricular e a adequação da infra-estrutura dos Cursos de Engenharia do País”.
A Engenharia de Produção
Definição e Conceituação
Adota-se como base para este Projeto Pedagógico a definição e conceituação de Engenharia
de Produção da ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção), entidade que
congrega estudantes, profissionais, professores e cursos de graduação e pós-graduação
relacionados à Engenharia de Produção de todo o País.
A referência principal é o documento “Engenharia de Produção: Grande Área e Diretrizes
Curriculares” que se baseia nas definições do IIIE (International Institute of Industrial
Engineering). A primeira versão deste documento foi elaborada nas reuniões do Grupo de
Trabalho de Graduação em Engenharia de Produção realizadas no XVII ENEGEP (Encontro
Nacional de Engenharia de Produção) realizado em Gramado/RS de 6 a 9 de outubro de 1997,
organizado pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Este documento foi
integralizado no III ENCEP (Encontro de Coordenadores de Cursos de Engenharia de
Produção) realizado em Itajubá de 27 a 29 de abril de 1998, organizado pela EFEI (Escola
Federal de Engenharia de Itajubá). Este documento ainda foi aprimorado no ENCEP 2001
realizado em Penedo/RJ de 09 a 11 de maio de 2001, que foi organizado pela UERJ
(Universidade Estadual do Rio de Janeiro).
O citado documento “Engenharia de Produção: Grande Área e Diretrizes Curriculares”
estabelecem como campo da Engenharia de Produção:
“Compete à Engenharia de Produção o projeto, a modelagem, a implantação, a
operação, a manutenção e a melhoria de sistemas produtivos integrados de bens e
serviços, envolvendo homens, recursos financeiros e materiais, tecnologia,
informação e energia. Compete ainda especificar, prever e avaliar os resultados
obtidos destes sistemas para a sociedade e o meio ambiente, recorrendo a
conhecimentos especializados da matemática, física, ciências humanas e sociais,
conjuntamente com os princípios e métodos de análise e projeto da engenharia”.
“Produzir é mais que simplesmente utilizar conhecimento científico e tecnológico. É
necessário integrar fatores de naturezas diversas, atentando para critérios de
qualidade, produtividade, custos e responsabilidade social, entre outros. A
Engenharia de Produção, ao voltar a sua ênfase para características de produtos
(bens e/ou serviços) e de sistemas produtivos, vincula-se fortemente com as idéias de
projetar e viabilizar produtos e sistemas produtivos, planejar a produção, produzir e
distribuir produtos que a sociedade valoriza. Essas atividades, tratadas em
profundidade e de forma integrada pela Engenharia de Produção, são fundamentais
para a elevação da qualidade de vida e da competitividade do país”.
A Engenharia de Produção como área do conhecimento
A ABEPRO, ainda no mesmo documento, “Engenharia de Produção: Grande Área e
Diretrizes Curriculares”, define como sub-áreas da Engenharia de Produção:
1 - Gerência de Produção
2 - Qualidade
3 - Gestão Econômica
4 - Ergonomia e Segurança do Trabalho
5 - Engenharia do Produto
6 - Pesquisa Operacional
7 - Estratégia e Organizações
8 - Gestão da Tecnologia
9 - Sistemas de Informação
10 - Gestão Ambiental
11- Educação em Engenharia
Este conjunto de sub-áreas, exceto a 11a, está integralmente contemplado na Resolução
CNE/CES 11/2002 que “Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação
em Engenharia”, na forma de conteúdos profissionalizantes e devem constituir o núcleo de
conteúdos profissionalizante de todos os cursos de Engenharia de Produção.
Cursos de Engenharia de Produção do País
São considerados cursos de Engenharia de Produção aqueles que atendem às atuais diretrizes
curriculares em termos de conteúdos básicos e que contemplem os conteúdos
profissionalizantes. Estes cursos podem ainda possuir uma ênfase a partir de uma base
tecnológica clássica (mecânica, civil, elétrica, química, etc.) ou que atenda a um setor ou ramo
produtivo, desde que seja coerente com os seus objetivos e atenda à legislação em vigor.
Houve um aumento significativo de número de cursos de Engenharia de Pro na década de 90.
Na primeira metade da década de 90, havia cerca de 35 cursos de Engenharia de Produção,
sendo a maioria com ênfase em alguma base tecnológica clássica. Na segunda metade da
década de 90 houve um crescimento do número de cursos, sendo que a maioria dos novos
cursos foi criado como cursos de Engenharia de Produção, sem ênfase, segundo a base de
dados da ABEPRO.
Bases Legais
O presente Projeto Pedagógico enquadra-se na atual LDB (Lei No 9394 de 20 de dezembro de
1996) que “estabelece as diretrizes e bases da educação nacional” com atenção especial para
o artigo 43 (finalidades da educação superior) que tem balizado as ações empreendidas no
curso.
A Resolução CNE/CES 11/2002
O dispositivo que norteia este Projeto Pedagógico é a Resolução CNE/CES 11/2002 que, em
síntese, dispõe, entre outros, sobre:
 princípios, fundamentos, condições e procedimentos da formação em engenharia;
 desenvolvimento e avaliação dos projetos pedagógicos;
 perfil do formando, egresso ou profissional de engenharia;

competências e habilidades gerais para a formação em engenharia.
Dispõem ainda que o curso deve possuir, entre outros:
 um projeto pedagógico;
 trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso,
sendo que pelo menos um desses deverá se constituir em atividade obrigatória como
requisito para a graduação;
 atividades complementares (iniciação científica, visitas técnicas, etc.);
 um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um
núcleo de conteúdos específicos que caracterizem a modalidade;
 núcleo de conteúdos básicos com cerca de 30% da carga horária mínima;
 núcleo de conteúdos profissionalizantes com cerca de 15% de carga horária
mínima;
 núcleo de conteúdos específicos que se constitui em extensões e aprofundamentos
dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes;
 carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir 160 (cento e sessenta)
horas.
Caracterização Geral do Município de Tietê
O município de Tietê está situado no médio baixo curso do Rio Tietê, numa região
fisiográfica chamada Depressão Periférica do Estado de São Paulo, com área de 396 km².
A zona urbana compreende uma superfície de 50 km² e a zona rural 346 km², sendo seus
limites de município: ao norte com Piracicaba, Saltinho e Rio das Pedras; ao sul com
Cerquilho e Boituva; ao leste com Rafard, Porto Feliz e Mombuca e ao oeste com Jumirim e
Laranjal Paulista.
O município de Tietê pertence à Região Administrativa de Sorocaba, mas está na fronteira da
Região Administrativa de Campinas, o que faz com que haja um número muito grande de
municípios no seu entorno, cuja região conta com uma excelente malha rodoviária, o que
torna relativa a distância entre esses municípios. Elaborando uma circunferência, com um raio
de 60 quilômetros em volta de Tietê, chega-se a um número surpreendente de habitantes e de
estudantes matriculados no ensino médio, conforme demonstram os dados apresentados a
seguir.
MUNICÍPIOS
POPULAÇÃO
Alambari
Alumínio
Angatuba
Anhembi
Araçariguama
Araçoiaba da Serra
Bofete
Capela do Alto
Cerquilho
Cesário Lange
Conchas
Guarei
Iperó
Jumirim
Laranjal Paulista
Mairinque
Pardinho
Pereiras
Porangaba
Porto Feliz
Quadra
Salto de Pirapora
Sarapuí
Tietê
Torre de Pedra
Votorantim
SUBTOTAL
3.801
16.109
20.111
4.931
12.764
22.332
8.078
15.953
34.261
13.593
16.131
10.868
21.215
2.420
23.226
44.847
5.335
7.075
7.040
48.772
2.924
39.849
8.363
34.896
2.394
102.221
529.506
MATRÍCULAS NO
ENSINO MÉDIO
273
1.191
1.144
251
671
1.066
414
834
1.395
604
789
525
914
124
880
2.397
229
351
358
2.480
173
2.016
395
1.836
122
4.326
25.758
Boituva*
Itapetininga*
Itu*
Salto*
Tatuí*
Sorocaba*
SUBTOTAL
TOTAL
40.044
136.128
147.880
102.060
101.050
545.936
1.073.098
1.591.736
1.875
5.141
7.727
5.210
4.823
29.759
54.535
80.293
Observação: Os Municípios assinalados com * são os únicos que já possuem uma instituição
de ensino superior.
Os dados apresentados revelam ainda dois aspectos que merecem destaque, uma vez que, de
certa forma, indicam um grande desafio para a FIT e uma excelente oportunidade de inserção
regional:
1º) a maioria dos municípios da região não possui Instituição de Ensino Superior;
2º) por uma questão de demanda, a maioria das Instituições de Ensino Superior opta por se
estabelecer em municípios com mais de 100.000 habitantes.
A FIT tem muita clareza quanto à escolha do município e da região em que pretende se fixar e
dos desafios que lhe estão postos. O fato de municípios não tão populosos não contarem com
Instituições de Ensino Superior acaba gerando um ciclo vicioso que a FIT pretende contribuir
para transformar em círculo virtuoso. Tais municípios, muitas vezes, acabam perdendo
investimentos que poderiam impulsioná-los rumo ao crescimento e ao desenvolvimento
justamente porque não contam com um quadro de recursos humanos com uma boa
especialização, porque não contam com profissionais de nível superior para atuarem com
competência nas empresas que poderiam ali se instalar. As empresas acabam procurando
municípios um pouco maiores em que há tais profissionais para nelas trabalhar. Sob tal
raciocínio, pode-se perceber que os pequenos municípios acabam fadados a permanecerem
pequenos, ao passo que os municípios maiores, que já gozam de uma melhor estrutura,
inclusive já contam com Instituições de Ensino Superior, recebem tais investimentos e
conseguem manter um ritmo maior de crescimento e desenvolvimento.
Para a FIT, instalar-se no município de Tietê e somar força com a comunidade local e regional
para, conjuntamente, impulsionar o crescimento e o desenvolvimento regional é o seu grande
desafio. Criar uma das condições essenciais para atrair novos investimentos – profissionais
qualificados, formados em nível superior – é a sua grande contribuição social.
Como muitas cidades do interior, Tietê começou a surgir pelas mãos dos bandeirantes que
navegavam pelas águas do rio que deu nome ao município, a partir do porto de Araritaguaba,
hoje Porto Feliz. Relatos de historiadores ensinam que após a fundação de Porto Feliz,
Pirapora do Curuça (hoje Tietê) foi uma das primeiras cidades paulistas a serem fundadas.
Ao final do século XVIII, dezenas de lavradores – provenientes de Porto Feliz e outras
localidades – se apossaram de terrenos que margeavam o rio, atraídos pela fertilidade do solo.
Em 1788, o lugarejo já havia crescido bastante, quando por lá passou o Dr. Lacerda de
Almeida, que seguia em direção ao Mato Grosso, transportado numa canoa. Em seu diário de
bordo registrou grande admiração pelo elevado número de moradores no local.
O primeiro agrupamento de casas que deu origem ao povoado surgiu na descida do morro Pito
Acesso ou Santa Cruz. Aos poucos foram se formando outros aglomerados, principalmente
nas margens do rio, numa embocadura que se constituía o lugar preferido para a parada de
canoas. Nesse lugar se formou a rua do Porto Geral.
Contam ainda os historiadores que em 1809 habitantes do lugarejo assinaram uma petição
solicitando ao bispo de São Paulo a vinda de um padre para o local. O pedido, porém, só foi
atendido em agosto de 1811 com a criação da Santíssima Trindade de Pirapora de Curuça,
desmembrada de Porto Feliz.
Entre os fundadores da cidade estavam os alferes José Antônio Paes, Vicente Leme do
Amaral, João de Oliveira e Pedro Vaz de Almeida. O nome de Tietê em substituição ao de
Pirapora do Curuça surgiu em 19 de julho de 1867, com a vila sendo elevada à condição de
município 25 anos antes dessa mudança, em 1842.
O município de Tietê possui hoje cerda de 30 mil habitantes. Entre 1991 e 1996 houve um
aumento populacional médio da ordem de 2,33% ao ano. Atualmente passa por um período de
expansão urbana com o surgimento de novos loteamentos e conjuntos de casas populares em
todas as regiões da cidade. São mais de 2 mil lotes e 370 novas casas, para uma cidade de
33.227 habitantes.
O crescimento populacional representa um aumento da demanda por serviços e equipamentos
públicos. Em termos financeiros, isso implica em aumento de investimentos no curto prazo e
um relativo incremento do custeio no médio prazo.
A par disso, Tietê tem necessidades ambientais e sociais urgentes e de cunho nacional, e é
nesse sentido principalmente que pretende a FIT desenvolver um trabalho pelo qual espera ser
reconhecida.
Se, de um lado, está preocupada em atender às necessidades emanadas pela região, pelo
mercado, pela sociedade como um todo, buscando contribuir para alavancar o
desenvolvimento e o crescimento regional, de outro, também está atenta às necessidades
individuais de cada cidadão.
O município oferece condições para que o tieteense permaneça nela. Na sua avaliação, as
indústrias são sólidas e bem administradas e o comércio variado e com boas vendas. Dados da
Fundação Estadual de Análise de Dados (Seade) mostram que Tietê conta hoje com 239
estabelecimentos industriais, 315 pontos de comércio e 252 prestadores de serviços.
Quanto à economia, destaca-se que os produtos fabricados por empresas sediadas em Tietê
estão sendo vendidos para países de todo o mundo. Das 239 indústrias existentes no
município, pelo menos seis já exportam seus produtos e uma tenta neste ano entrar no
mercado externo.
O destaque fica para a madeireira Indusparquet, que já vendeu seus pisos e assoalhos até para
o Vaticano. Foi em 1996, quando um lote de mais de 2 mil metros quadrados de assoalho saiu
de Tietê direto para a Itália. O piso, produzido em madeira nobre, cobre as 105 suítes da Casa
Santa Marta, destinadas a hospedagem de Cardeais quando estão em visita ao Papa. Outros
clientes famosos da Indusparquet são o hotel da cantora Madonna em Miami, as lojas
LouisVuitton no eixo Paris – Nova York e o Cassino Mirage em Las Vegas.
Atualmente, a Indusparquet exporta cerca de 50% de toda sua produção e tem como principais
clientes os Estados Unidos, a Itália e a Holanda. Outros mercados são Portugal, Espanha,
Egito, Japão, França, Argentina, Bélgica, Canadá e Taiwan.
Líder do mercado nacional, a Indusparquet iniciou suas atividades em 1942 num pequeno
galpão de 150 metros quadrados alugado no centro de Tietê. A produção, de 300 metros
quadrados por mês de pisos e assoalhos era comandada pela família do italiano Lino Uliana,
fundador da empresa, com o apoio de apenas um funcionário. Hoje, existem duas unidades,
num total de 16 mil metros quadrados, na periferia da cidade. São mais de 320 funcionários
para uma produção superior a 100 mil metros quadrados por mês de assoalhos, pisos, forros,
tacos, parquet, ganzepe e decks.
Os produtos da Indusparquet são considerados ecologicamente corretos, pois a empresa só
compra madeira de fornecedores que fazem exploração em florestas manejadas. A empresa
integra o Grupo de Compradores de Madeira Certificada e todos os lotes têm autorização do
Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama).
Fundada em 1970, a fábrica de refrigerantes Xereta é outra empresa de Tietê que exporta boa
parte de sua produção. São sete os países clientes da Xereta: Paraguai, Bolívia, Argentina,
Estados Unidos, Austrália, França e Coréia do Sul. O principal mercado é o Paraguai, onde é
possível encontrar os refrigerantes Xereta, em lata ou em garrafas, em qualquer restaurante,
bar ou supermercado.
No Brasil, a marca está presente em 11 estados e em recente pesquisa da Nielsen foi
considerada a 3º em reconhecimento na sua principal região de atuação, que compreende os
municípios das regiões de Campinas, Sorocaba e Piracicaba. Desde sua inauguração, a Xereta
está sediada em Tietê e atualmente emprega mais de 200 funcionários.
Cumpre informar também, que há 35 anos no mercado de Tietê, a Pareschi Jeans, proprietária
das marcas Muito Mais, Pareschi e Overplus, pretende neste ano iniciar a exportação de seus
produtos para os Estados Unidos, México e Espanha. Uma amostra dos produtos da empresa,
que fabrica calças, bermudas e saias jeans para adultos, já foi enviada para os Estados Unidos
e as negociações para que a primeira venda seja feita já estão avançadas. No Brasil, a empresa
está presente em 20 estados, tendo como principais mercados as regiões Sul e Sudeste.
Estrutura Curricular do Curso
Para atender às atuais diretrizes curriculares para o curso de engenharia, faz-se necessário
dispor de uma matriz curricular flexível e com uma carga horária de aulas, que seja
compatível com a realização de atividades extra-curriculares, o que exige a criação de
mecanismos de orientação, de acompanhamento e de avaliação das mesmas. Além disso,
devem “existir trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do
curso”, ou seja, além da formação geral, profissional e específica o esperado é que se forme
também o profissional cidadão.
Quanto aos conteúdos, primou-se por organizá-los de forma que possibilitem uma abordagem
compatível com a natureza da Engenharia de Produção, conforme dispõe a legislação atual e
demais recomendações da ABEPRO. Neste sentido, além do formato e do seqüenciamento
das disciplinas, é importante que estas possam estar organizadas sob concepções e finalidades
departamentais afins com as necessidades do curso.
Atendendo, ainda, a estas Diretrizes, nesta proposta curricular os conteúdos estão organizados
em Núcleos de Conteúdos Básicos, Profissionalizantes e Específicos.
Diretrizes Gerais
Para a consecução dos objetivos estabelecidos e a formação de profissionais com o perfil
adequado, ações devem ser definidas. Esta etapa corresponde à determinação de o que fazer e
como fazer para implantar o Projeto Pedagógico. Os meios que se dispõe para isso são o rol
de disciplinas, o método de ensino e as atividades de formação complementar, tudo isso
consubstanciando-se na matriz curricular do curso.
Para a realização das ações para que se cumpra os objetivos do Projeto Pedagógico, deve-se
criar um suporte operacional que permita realizar essas ações e avaliar seus resultados,
visando corrigir possíveis desvios observados entre os meios e os fins do Projeto Pedagógico.
Compõem este suporte operacional, a organização do curso, a implantação das medidas
necessárias e o acompanhamento das ações desenvolvidas.
Integralização do Curso
O Curso de Engenharia de Produção pode ser integralizado dentro de um prazo mínimo de 5
anos ou 10 períodos letivos e um prazo máximo de 8 anos ou 16 períodos letivos.
Para integralizar o curso o aluno deverá, obrigatoriamente, cursar o elenco de disciplinas
obrigatórias constantes dos núcleos de conteúdos básicos, profissionalizantes e específicos e,
ainda, as disciplinas optativas.
Núcleos de Conteúdos
A Resolução CNE/CES 11/2002 prevê:
Art. 6º Todo o curso de Engenharia, independentemente de sua modalidade, deve possuir em
seu currículo um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e
um núcleo de conteúdo específicos que caracterizem a modalidade.
Em seu livro História da Engenharia no Brasil, o Professor Telles (TELLES, P C S,
1994, História da Engenharia no Brasil: Século XX. 2 Ed. Rio de Janeiro, Clavero) registra
que “a engenharia quando considerada como arte de construir é evidentemente tão antiga
quanto o homem, mas, quando considerada como um conjunto organizado de conhecimentos
com base científica aplicado à construção em geral, é relativamente recente, podendo-se dizer
que data do século XVIII”. A École Polytechnique, fundada em Paris/França em 1795 por
iniciativa de Gaspard Monge e Fourcroy, tem sido considerada como a “que se tornou
modelo de outras escolas de engenharia pelo mundo afora. Esta Escola tinha o curso em três
anos, cujos professores de alto nível (Monge, Lagrange, Prony, Fourrier, Poisson, etc.)
ensinavam as matérias básicas de engenharia, sendo os alunos depois encaminhados a outras
escolas especializadas: Ponts et Chausseés, École de Mines, etc.” (Telles, 1994). Este modelo,
evidentemente, tem no seu bojo a concepção positivista de mundo, baseando-se
principalmente nos trabalhos de Auguste Conte e seus demais autores da referida corrente
filosófica positivista.
O modelo que fundou a Politécnica de Paris em 1795 separa as diversas ciências que
compõem a formação do engenheiro e organiza o currículo da engenharia em blocos de
básicas, básicas de engenharia e aplicadas de engenharia. Este modelo vem sendo conservado
na organização dos cursos desde então e as atuais diretrizes curriculares não fugiram a ele.
Apesar de uma suposta perenidade deste modelo, há diversas críticas ao mesmo e já há grupos
de pesquisadores que vem buscando um modelo alternativo.
Objetivos Gerais
A legislação atual coloca como exigência para os cursos, a elaboração de um Projeto
Pedagógico “que demonstre claramente como o conjunto de atividades desenvolvidas
garantirão o perfil desejado de seu egresso e o desenvolvimento das competências e
habilidades esperadas”.
Os objetivos principais do presente Projeto Pedagógico são:
 atender ao disposto na Resolução CNE/CES 11/2002 (Resolução da Câmara de
Educação Superior - CES - do Conselho Nacional de Educação - CNE - Publicada no Diário
Oficial da União de 9 de abril de 2002) especialmente em seu artigo 5o que estabelece a
necessidade de um projeto pedagógico para os cursos de graduação;
 garantir a consonância do Curso de Engenharia de Produção da FIT com os demais
cursos similares do País e, no que couber, de outros países também, a partir da consideração e
enquadramento nas diretrizes gerais para os cursos de Engenharia de Produção, produzidas
pela ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção);
 firmar um documento que represente uma síntese do Curso de Engenharia de
Produção da FIT em termos de objetivos, de visão acadêmica, de organização didático
pedagógica e de compromissos com a sociedade e, principalmente, com a formação do
Cidadão Engenheiro de Produção.
É também objetivo deste Projeto Pedagógico traçar diretrizes visando criar um ambiente no
qual, mais que professores e alunos envolvidos num processo de ensinar/trabalhar/aprender,
todos possam conviver em harmonia, tendo como meta maior fazer desse tempo de Escola de
Engenharia o melhor das nossas vidas.
O Brasil enfrenta o grande desafio de emergir de vez como uma nação desenvolvida e justa.
Para tanto, é necessário o aprimoramento dos setores produtivos, os quais necessitam adquirir
ganhos expressivos de qualidade e produtividade, sem contudo perder a visão dos aspectos
sociais que envolvem as organizações. Assim sendo, o objetivo geral do curso de Engenharia
de Produção é fornecer à sociedade cidadãos com formação, não apenas técnica, mas também
política, ética e cultural. Enfim, o curso visa à formação de um Engenheiro de Produção
preparado para desenvolver seu papel de agente transformador da sociedade, uma vez que
assumirá, dadas suas condições profissionais, posição de liderança junto à comunidade. Os
objetivos específicos do Projeto Pedagógico são apresentados nos parágrafos a seguir.
O caráter interdisciplinar da Engenharia de Produção propicia um enorme leque de funções ao
profissional que se estende a inúmeros postos de trabalho, quer seja na empresa de
transformação ou na de serviços.
O engajamento do aluno à realidade profissional é indispensável para a formação em
Engenharia de Produção. Os verdadeiros laboratórios deste curso são as próprias empresas.
Deve-se, portanto, estabelecer uma parceria com o segmento empresarial para bem formar os
novos profissionais. Assim sendo, deve-se evidenciar a prática profissional no ensino,
expondo o aluno a situações típicas da atuação do Engenheiro de Produção ao longo de todo
curso.
O Engenheiro de Produção deve ainda trazer consigo o espírito de pesquisa e o senso
empreendedor para que conduza com perseverança, obstinação e criatividade o processo de
busca de soluções para problemas novos. Estas características deverão se impregnadas no
estudante através de uma postura pedagógica que privilegie o ato de aprender e não o de
ensinar.
Adicionalmente, é indispensável que ele assuma a iniciativa de auto-conduzir seu necessário
contínuo processo de atualização e aprimoramento profissional.
O Engenheiro de Produção deve ainda possuir boa capacidade de comunicação nas formas
gráfica (desenho), escrita e oral, visto que, esse profissional utiliza constantemente essas
formas de expressão para apresentar e justificar seus projetos.
Por fim, o Engenheiro de Produção, pela sua importância e influência que exerce na
sociedade, deve possuir uma formação não apenas técnica, mas também humana para que
possa exercer de fato sua cidadania, transmitindo bons exemplos de comportamento ético,
político e social a essa mesma sociedade que o acolherá. Assim, é necessário criar condições,
no seu convívio acadêmico, para que ele se desenvolva também como cidadão.
Perfil do Egresso
As principais funções do engenheiro de produção podem ser sintetizadas como segue:
a) planejamento, organização e gerência da produção;
b) projeto de sistemas de informação; e
c) Engenharia de produto.
Essas funções praticamente se identificam com as especializações profissionais do engenheiro
a ser formado. Assim, o currículo deve ser desenvolvido de forma a habilitar o estudante em
qualquer dessas funções.
A rápida evolução de conhecimento que se processa no mundo contemporâneo e a diversidade
de situações a que estará submetido o engenheiro de produção exigem uma mudança radical
na forma tradicional de ensinar, fortemente baseada na apresentação de técnicas voltadas a
solução de problemas bem delineados e fartamente explorados.
Distribuição da Carga Horária Curricular
Núcleo de Conteúdos Básicos
O núcleo de conteúdos básicos do curso deve conter “cerca de 30% da carga horária mínima”
de acordo com a CNE/CES 11/2002.
Este núcleo de conteúdos básicos é o que funda a natureza do conhecimento de engenharia.
Este conjunto de conhecimentos permite ao engenheiro desenvolver competências e
habilidades para entender uma estrutura a ser criada ou já existente em termos de seus
diversos componentes. Possibilita, ainda, que seja realizada uma decomposição da mesma,
identificando os seus menores elementos, assim como, permite restabelecer as co-relações
entre estes e os esforços que os sustentam, entre outros. Isto garante ainda que o engenheiro
seja capaz de elaborar um modelo físico/matemático representativo com a finalidade de
antecipar uma estrutura a ser criada ou de solucionar problemas em uma estrutura já existente.
Esta pode ser a estrutura de um artefato, de um empreendimento ou de serviço, ou seja, de
qualquer produto ou sistema organizacional de produção de bens ou de produção de serviços.
Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes
O núcleo de conteúdos profissionalizantes do curso deve conter “cerca de 15% da carga
horária mínima” de acordo com a CNE/CES 11/2002.
É importante destacar que as escolas de engenharia surgiram no mundo, tendo como uma das
finalidades unir a teoria à prática, mas o que se observa é que na organização dos cursos esses
aspectos mantiveram-se e se mantêm nitidamente separados. Basta observar que na grade dos
cursos existem como disciplinas distintas, a teoria e a prática de um mesmo conteúdo. Outro
aspecto que se observa, principalmente nas disciplinas básicas é a sua descontextualização, ou
seja, até por serem oferecidas para diversos cursos, as disciplinas não se remetem a um
contexto específico de aplicação.
Ao par disso e visando minorar os efeitos da separação entre teoria e prática e da
descontextualização de diversos conteúdos do curso, foram criadas as disciplinas de Trabalho
de Integração Curricular, que têm como objetivo principal levar os alunos a identificarem a
necessidade dos conteúdos do curso em Organizações que aplicam Engenharia de Produção.
Os trabalhos das disciplinas prevêem a coleta de dados nestas Organizações, a apresentação
de relatórios, a estruturação de trabalhos em formato científico e a apresentação e defesa oral
destes trabalhos. Isto permite oportunizar aos alunos um treinamento em metodologia de
pesquisa e o desenvolvimento de habilidades em expressão oral e escrita.
Núcleo de Conteúdos Específicos
O núcleo de conteúdos específicos do curso corresponde a aproximadamente 15% da carga
total mínima prevista para o curso. Ainda de acordo com a CNE/CES 11/2004:
O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos
conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes, bem como de outros conteúdos
destinados a caracterizar modalidades. Estes conteúdos, consubstanciando o restante da carga
horária total, serão propostos exclusivamente pela IES. Constituem-se em conhecimentos
científicos, tecnológicos e instrumentais necessários para a definição das modalidades de
engenharia e devem garantir o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas
nestas diretrizes.
Este conjunto de conteúdos específicos obrigatórios, aliados às disciplinas opcionais e ao
Trabalho de Final de Curso, permite ao aluno aprofundar-se em conteúdos com os quais tenha
mais afinidade. Isto possibilita, além do que prescreve a legislação, que o estudante possa ir
além do mínimo exigido para a modalidade Engenharia de Produção.
Os Seminários e os Tópicos Especiais, cujas ementas são abertas, são criados com a
finalidade de flexibilizar a formação profissional dos alunos. Estas unidades permitirão a
inserção de conteúdos novos ou para atender a grupos de alunos que desejem se apropriar de
algum conteúdo específico não disponível em disciplinas do curso.
Implantação e Acompanhamento do Projeto Pedagógico
O engenheiro de produção dedica-se ao projeto, à implantação, à melhoria e à manutenção de
sistemas produtivos integrados, de bens e serviços, que envolvem pessoas, materiais,
tecnologias, informações e energia. Dedica-se também à especificação, previsão e avaliação
dos resultados obtidos por esses sistemas, recorrendo a conhecimentos especializados em
matemática, física, engenharia do produto, gerência da tecnologia, qualidade, pesquisa
operacional, gerência de produção, sistemas de informação, gestão ambiental, ergonomia e
segurança do trabalho, gestão econômica e estratégias e organização. A habilidade em
matemática é importante.
Quanto ao Curso de Engenharia de Produção: moderna habilitação do Curso de Engenharia,
associada às tradicionais habilitações (mecânica, materiais, civil, elétrica e química), que se
caracteriza pela formação de um profissional com um perfil: multidisciplinar; totalmente
conforme as exigências de empregabilidade do mercado de trabalho e com visão integrada dos
sistemas de produção de bens e de serviços.
Matriz Curricular
CURSO DE ENGENHARIA DA PRODUÇÃO
1º SEMESTRE
T
P
DISCIPLINA
Introdução a Engenharia da Produção I
Ética, Direitos Humanos e Cidadania
Português Instrumental
Introdução à Programação I
Desenho Técnico I
Cálculo Diferencial e Integral I
Geometria Descritiva
Álgebra Linear I
Antropologia Cultural e Relações ÉtnicoRaciais
Total
DISCIPLINA
Inglês Instrumental
Introdução à Engenharia da Produção II
Introdução à Programação II
Desenho Técnico II
Cálculo Diferencial e Integral II
Álgebra Linear II
Física I
Laboratório de Física I
Total
DISCIPLINA
Cálculo Diferencial e Integral III
Expressão Gráfica
Física II
Laboratório de Física II
Estatística I
Teoria Geral de Administração
Cálculo Numérico
Mecânica dos Sólidos I
Química Tecnológica I
Total
DISCIPLINA
2
2
2
2
2
4
2
4
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Carga horária
Semanal
2
2
2
2
2
4
2
4
2
22
0
22
440
Carga horária
Semanal
2
2
2
2
4
4
2
4
22
Carga Horária
Semestral
40
40
40
40
80
80
40
80
440
Carga horária
Semanal
4
2
2
2
2
2
2
4
4
24
Carga Horária
Semestral
80
40
40
40
40
40
40
80
80
480
Carga horária
Carga Horária
2º. SEMESTRE
T
P
2
2
2
2
4
4
2
0
18
0
0
0
0
0
0
0
4
4
3º. SEMESTRE
T
P
4
2
2
0
2
2
2
2
2
18
0
0
0
2
0
0
0
2
2
6
4º. SEMESTRE
T
P
Carga Horária
Semestral
40
40
40
40
40
80
40
80
40
Cálculo Diferencial e Integral IV
Estatística II
Física III
Laboratório de Física III
Mecânica de Sólidos II
Psicologia nas Organizações
Software Aplicado a Materiais
Pesquisa Operacional I
Química Tecnológica II
Total
DISCIPLINA
Elementos de Resistências de Materiais
Ergonomia
Pesquisa Operacional II
Sistemas de Informação
Contabilidade Geral I
Economia Geral
Tecnologias de Produção I
Termodinâmica
Total
DISCIPLINA
Gestão Financeira I
Contabilidade Geral II
Empreendedorismo
Automação e Controle
Engenharia do Produto
Introdução à Metrologia Industrial
Tecnologias da Produção II
Materiais de Engenharia
Total
4
2
2
0
0
2
2
2
2
16
0
0
0
2
2
0
0
0
4
8
5º. SEMESTRE
T
P
2
2
2
2
2
2
2
2
16
0
2
0
0
0
0
0
2
4
6º. SEMESTRE
T
P
2
2
2
4
2
2
2
2
18
0
0
0
2
0
2
0
0
4
Semanal
4
2
2
2
2
2
2
2
6
24
Semestral
80
40
40
40
40
40
40
40
120
480
Carga horária
Semanal
2
4
2
2
2
2
2
4
20
Carga Horária
Semestral
40
80
40
40
40
40
40
80
400
Carga horária
Semanal
2
2
2
6
2
4
2
2
22
Carga Horária
Semestral
40
40
40
120
40
80
40
40
440
DISCIPLINA
Contabilidade Geral III
Gestão da Qualidade
Organização do Trabalho
Modelos Probabilísticos
Gestão Financeira II
Planejamento, Programação e Controle da
Produção I
Projeto de Fábrica
Total
DISCIPLINA
Controle da Qualidade
Teoria dos Sistemas
Planejamento, Programação e Controle da
Produção II
Higiene e Segurança do Trabalho
Instalações Industriais
Metodologia Científica
Optativa
Estágio Supervisionado I
Total
DISCIPLINA
Gestão de Pessoas
Marketing de Serviços
Direito Social
Logística I
Custos da Qualidade
Gerência de Projetos
Estágio Supervisionado II
Trabalho de Conclusão de Curso I
Total
DISCIPLINA
Logística II
Marketing Industrial
Gestão Ambiental
Inovação Tecnológica
Estágio Supervisionado III
7º. SEMESTRE
T
P
2
4
2
2
2
0
0
0
0
0
Carga horária
Semanal
2
4
2
2
2
4
2
18
2
2
4
6
4
22
120
80
440
Carga Horária
Semestral
40
40
8º. SEMESTRE
T
P
Carga Horária
Semestral
40
80
40
40
40
2
2
0
0
Carga horária
Semanal
2
2
4
2
2
2
2
2
18
4
0
0
0
0
0
4
8
2
2
2
2
2
22
160
40
40
40
40
40
440
Carga horária
Semanal
2
2
2
2
2
2
6
2
20
Carga Horária
Semestral
40
40
40
40
40
40
120
40
400
Carga horária
Semanal
2
2
2
2
8
Carga Horária
Semestral
40
40
40
40
160
9º. SEMESTRE
T
P
2
2
2
2
2
2
2
2
16
0
0
0
0
0
0
4
0
4
10º. SEMESTRE
T
P
2
2
2
2
2
0
0
0
0
6
Trabalho de Conclusão de Curso II
Tópicos Avançados na Área da Produção
Total
2
2
14
0
0
6
2
2
20
COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS
CARGA HORÁRIA
COMPONENTES CURRICULARES
SEMANAL
Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS
02
Negociação e Mediação de Conflitos
02
Arquitetura de Computadores
02
40
40
400
CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL
40
40
40
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO – QUADRO RESUMO
CARGA HORÁRIA
CARGA HORÁRIA
COMPONENTES CURRICULARES
EM HORA/AULA
EM HORA RELÓGIO
Componentes Curriculares
4040
3.366
Estágio Supervisionado
320
266,66
Atividades Complementares
100
83,34
Carga Horária Total do Curso
4.460
3.716
NOME
DA
DISCIPLINA
Introdução a Engenharia da Produção I
1° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Proporcionar conhecimentos para uma sólida formação de um profissional cidadão, crítico
com responsabilidade social e atuante na sociedade, ciente das competências necessárias para
a futura atuação profissional, sob a regulamentação do CREA.
EMENTA
A regulamentação profissional do engenheiro. As atribuições e responsabilidades do papel do
engenheiro, com o desenvolvimento de competências para uma formação cidadã com
responsabilidade social e ambiental. O processo de estudo e de pesquisa nas áreas de
engenharia de produção. Aplicações da Engenharia de Produção.
CONTEÚDO
Bases legais. Regulamentação profissional do profissional de engenharia: atribuições e
responsabilidades. As competências técnicas, humanas, conceituais e interpessoais. A
proposta do curso de Engenharia de Produção: objetivo do curso e o perfil do egresso. A
interdisciplinaridade, multidisciplinaridade e a transdisciplinaridade no currículo do curso. A
formação cidadã e a responsabilidade social e ambiental. Metodologia de estudos e pesquisa.
Linhas de Pesquisa e de trabalho da Engenharia de Produção. Elaboração de projeto de
pesquisa na área de engenharia de produção. Estudos de caso com aplicações da engenharia
de produção.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BATALHA, Mário Otávio. Introdução a Engenharia de Produção. Campus. 2007.
BROCKMAN, Jay B. Introdução a Engenharia – modelagem e solução de problemas.
LTC. 2010.
BAZZO, Walter Antonio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale. Introdução à Engenharia.
Editora da UFSC, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NETTO, Alvim Antônio de Oliveira. Introdução à engenharia de produção. - Florianópolis:
Visual Books, 2006
CORREA, H.L. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Atlas, 2003.
MIGUEL, Paulo A. C. Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de
Operações. Campus, 2011.
NOME
DA
DISCIPLINA
Ética, Direitos Humanos e Cidadania
1º. Semestre
Carga Horária Semanal 02hs – Carga horária Semestral 40hs
OBJETIVO
Ao final do curso os estudantes deverão ser capazes de empregar os conceitos de ética para
aprimorar qualidade dos relacionamentos pessoais, empresariais e com o ambiente de
negócios. O curso deve contribuir também para as práticas de responsabilidade
socioambiental das organizações.
EMENTA
Conceitos fundamentais e desenvolvimento histórico da filosofia. Aplicações desses conceitos
para a área de engenharia, em particular os relacionados a projetos, desenvolvimento de
produtos, serviços, bioética, responsabilidade social, relações de gênero, diversidade cultural,
privacidade e políticas públicas.
CONTEÚDO
Breve história da filosofia e ética. Filosofia e desenvolvimento tecnológico (o culto dos
números). Ética na era industrial e científica. A existência ética. Senso moral e consciência
moral. Juízo de fato e juízo de valor. Moral e ética. Ética e violência. Os constituintes do
campo ético. A filosofia moral. Ética Empresarial: posturas responsáveis nos negócios, na
política e nas relações pessoais. Ética e moral no Marketing. Lealdade nos negócios? Ética em
projetos e no desenvolvimento tecnológico. Ética no relacionamento com fornecedores e no
interior da cadeia de negócios. Responsabilidade socioambiental e ética. Ética e questões de
gênero. Bioética e desenvolvimento tecnológico.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SÁ, Antonio L. de. Ética Profissional. Atlas, 2009.
VAZQUEZ, Adolfo Sanchez. Ética. Civilização Brasileira. 2007.
BOFF, Leonard. Ética e Moral, Vozes 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SROUR, Robert Henry. Ética empresarial: posturas responsáveis nos negócios, na
política e nas relações pessoais. Rio de Janeiro: Campus, 2008.
ASHLEY, Patrícia Almeida (Coord.). Ética e responsabilidade social nos negócios. São
Paulo: Saraiva, 2005.
BITTAR, Eduardo C. B. Ética, educação, cidadania e direitos humanos. São Paulo:
Manole, 2004.
NOME
DA
DISCIPLINA
Português Instrumental
1° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 h
OBJETIVO
Apresentar a importância do conteúdo da disciplina como fonte do processo de comunicação na
sua vida profissional, oferecendo conceitos que envolvam o processo comunicativo, elementos de
comunicação, funções da linguagem na elaboração de textos e compreensão dos mesmos dentre
outros aspectos.
EMENTA
Estruturação e argumentação do texto oral e escrito - objetividade, correção, coerência e
concisão. Composição e organização da frase do parágrafo. Organização do texto e
identificação de suas funções e registros. Estudo prático de fatos gramaticais
CONTEÚDO
O texto e sua interpretação: conceito de texto, eficácia, técnicas de resumo, competência
lingüística.
A Coesão textual e a construção do sentido, coerência – a unidade do texto.
Como fazer apresentações.
Elaboração do texto empresarial, estilo e linguagem do moderno texto empresarial, erros
empresariais comuns.
Normatização gramatical: regência verbal, regras de acentuação gráfica, crase, concordância
verbal e nominal.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental. Atlas. 2010.
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental. Atlas. 2014.
MARCUSCHI, Luiz A. Produção Textual, Análise de Gêneros e Compreensão. Parábola.
2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PALADINO, Valquíria. Coesão e Coerência Textuais. Freitas Bastos. 2011.
DIDIO, Lucie. Leitura e Produção de Textos. Atlas, 2013.
BOFF, Odete M. B. Leitura e Produção Textual – Gêneros textuais do argumentar e expor.
Vozes, 2011.
NOME
DA
DISCIPLINA
Introdução a Programação I
1º Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
A disciplina Introdução à Programação I visa proporcionar uma formação básica em
programação de computadores, visando fornecer fundamentos técnicos consistentes com as
necessidades das disciplinas posteriores do curso ligadas à TI. A disciplina objetiva capacitar
o aluno na habilidade de resolução de problemas simples que podem ser resolvidos através de
soluções automatizadas. O aluno faz uso de ferramentas para o desenvolvimento da lógica de
programação e aplica seus conhecimentos usando uma linguagem de programação de alto
nível (C/C++), possibilitando a resolução de problemas de Engenharia de Produção.
EMENTA
Conceitos básicos de computação. Lógica de programação. Resolução de problemas e
desenvolvimento de algoritmos. Estruturação de programas. Tipos de dados. Estruturas de
dados: vetores, matrizes, cadeias de caracteres, registros e suas aplicações. Depuração e
documentação de programas. Laboratório de programação.
CONTEÚDO
1- Conceitos básicos de computação
Organização básica de um computador digital.
Representação interna de dados.
Linguagens de programação.
Compiladores.
2- Lógica de programação
Algoritmos. Representação de algoritmos.
3- Estruturação de programas
Tipos básicos de dados.
Comandos de entrada/saída.
Operadores matemáticos.
Operadores lógicos.
Estruturas condicionais.
Estruturas repetitivas
4- Tipos e estruturas de dados
Operações com vetores.
Manipulação de strings.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V. Fundamentos da Programação de
Computadores - Algoritmos, Pascal e C/C++. São Paulo: Prentice Hall, 2012.
MANZANO, José Augusto N. G. Algoritmos - Lógica para Desenvolvimento de
Programação de Computadores. Érica, 2012.
HOLLOWAY, James P. Introdução a Programação para Engenharia. LTC, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DEITEL, P. D.; DEITEL M. J. C++ como programar. 3. ed. Porto Alegre: Editora-Pearson,
2006.
MIZRAHI, V. V.. Treinamento em linguagem C++ :módulo 1. São Paulo :Makron Books
do Brasil, 1990.
FORBELLOONE, André Luiz Villar. Lógica de Programação. 3ª ed. - São Paulo: Pearson
Education, 2005.
NOME
DA
DISCIPLINA
Desenho Técnico I
1° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Os objetivos da disciplina Desenho Técnico para Engenharia I são:
- Desenvolver aptidão técnica para a Representação Gráfica Convencional e a sua aplicação
(posteriormente) Informatizada.
- Capacitar a leitura e interpretação por meios gráficos.
- Familiarizar o aluno com as normas da ABNT.
- Aplicar normas e convenções para a documentação de Projetos de Engenharia.
- Promover a difusão de novos conhecimentos no campo da Expressão Gráfica.
- Reconhecer nos desenhos o caminho para o desenvolvimento de um projeto.
- Aprimorar o raciocínio espacial, através de aulas teóricas e exercícios práticos que utilizam a
Geometria Euclidiana e Mongeana, otimizadas por meio do Desenho Técnico.
EMENTA
Instrumentos gráficos. Normas Técnicas. Formatos da série A. Letreiros, símbolos e tipos de
linhas. Construções geométricas fundamentais. Cotagem. Homotetia. Tangência e
concordância.
Vistas
ortográficas.
Vistas
auxiliares.
CONTEÚDO
Introdução à disciplina. Instrumental Técnico - Formatos de papel da série A - Letras e
Algarismos. Elementos lineares do desenho, hachuras e acabamento.
Circunferências - Dimensionamento de desenhos.
Ampliações e reduções (ponto polar).
Escalas.
Tangências e concordâncias.
Vistas ortogonais.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA
SILVA, Arlindo. Desenho Técnico Moderno, LTC 2006.
BÁSICA:
LEAKE, James. Manual de Desenho Técnico para Engenharia – Desenho, modelagem e
visualização. LTC, 2010.
SPECK, Henderson J. Manual Básico de Desenho Técnico. UFSC, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FRENCH, T.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 7.ed. São Paulo:
Globo, 2005.
SCHMITT, Alexander. Desenho técnico fundamental. - São Paulo: EPU, 1977.
MICELI, Maria Teresa. Desenho técnico básico. 2ª Ed. - Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
2004.
NOME
DA
DISCIPLINA
Cálculo Diferencial e Integral I
1° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
OBJETIVO
A disciplina Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia I visa proporcionar uma sólida
formação básica, aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de
Produção. A disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise crítica,
raciocínio lógico, intuição e criatividade, além de capacitar o acadêmico em identificar e
enfrentar problemas da Engenharia, integrando conhecimentos multidisciplinares e
viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas
de resolução.
EMENTA
Funções reais a uma variável. Gráficos.Limite. Derivada. Integral e técnicas de integração.
Aplicações.
CONTEÚDO
Funções polinomiais, racionais e trigonométricas; Função Composta e função inversa;
Limites: noção intuitiva e propriedades algébricas; Teorema do Confronto e corolários;
Continuidade; Derivadas: definição, interpretação geométrica e física; Regras de derivação;
Regra da Cadeia; Derivada da função inversa; Derivação implícita e aplicações; Função
logarítmo natural e sua inversa; Máximos e Mínimos; Teorema do Valor Médio e suas
aplicações; Regras de L'Hospital e aplicações; Gráficos; A integral de Riemann; Áreas,
Trabalho e densidade de massa; Técnicas de Integração. Comprimento de Arco.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. Vol. I, 3ª Edição. São Paulo: Ed.
Harbra, 1994
STEWART, J. Cálculo. Vol. I, 7ª Edição. São Paulo: Cengage, 2013. 10 de 2006
BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. Vol. I. 1ª Edição. São Paulo: Ed. Makron
Brooks , 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
STEWART, James. Cálculo. Vol. 2. 7 ed. São Paulo: Pioneira, 2013. 7 de 2007.
FLEMMING,D.M.; GONÇALVES M.B. Cálculo A. 6ª Edição. São Paulo: Ed. PrenticeHall, 2006. 3 /1992.
GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo. Vol. I, 5ª Edição. Rio de Janeiro: LTC Editora,
2001.
NOME
DA
DISCIPLINA
Geometria Descritiva
1° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
- A disciplina Geometria Descritiva visa propiciar uma sólida formação básica, aliada às
necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção.
- Capacitar o acadêmico na habilidade resolutiva de problemas concretos, viabilizando o
estudo de modelos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução com apoio
da
linguagem
e
expressão
gráfica
normalizada.
- Desenvolver a capacidade crítica para a análise e resolução de projetos, integrando
conhecimentos multidisciplinares, demonstrados graficamente pelo emprego do desenho
normalizado
com
base
na
geometria
descritiva.
- Executar os desenhos de acordo com os requisitos das normas utilizando o instrumental
técnico.
- Reconhecer nos desenhos o caminho para o desenvolvimento de um projeto.
- Conhecimento da figuração de objetos nas duas maneiras existente: Desenho Projetivo e
Desenho
Perspectivo.
- Capacidade de representação no plano de elementos tridimensionais (planta e elevação).
EMENTA
Estudo do ponto, reta e plano. Projeções. Método Mongeano. Pertinência. Rotações.
Visibilidade. Mudança de plano. Secções.
CONTEÚDO
1. Estudo do Ponto, da Reta e do Plano.
2. Projeção Central e Cilíndrica.
3. Sistema Mongeano de Projeção ( Gaspar Monge: 10/05/1746 a 18/07/1818 ).
4. Épura Mongeana.
5. Mudança de Plano
6. Pertinência.
7. Intersecções.
8. Visibilidade.
9. Estudo da visibilidade na mudança de plano.
10. Desenvolvimento de sólidos e secções.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MONTENEGRO, Gildo. Geometria Descritiva. Vol. 1 Edgard Blücher, 2004. 6
PRINCIPE JR. Noções de Geometria Descritiva, vol. 1 (reimpressão 2014) Nobel, 1970.
LACOURT, H. Noções e Fundamentos de Geometria Descritiva, LTC. 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JANUÁRIO, Antônio Jaime. Desenho Geométrico. UFSC, 2013.
GIBILISCO, Stan. Geometria sem Mistério. Alta Books, 2013.
SCHWERTL, Simone L. Construções Geométricas e Geometria Analítica. Ciência
Moderna, 2012.
NOME
DA
DISCIPLINA
Álgebra Linear I
1° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
OBJETIVO
A disciplina Álgebra Linear para Engenharia I visa proporcionar uma sólida formação básica, aliada às
necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção.
A Álgebra Linear tem como objetivo desenvolver com o aluno conceitos de geometria analítica,
geometria espacial, álgebra e álgebra linear, com o intuito de aperfeiçoar sua capacidade de análise e
abstração, bem como de promover o desenvolvimento de seu raciocínio lógico.
A disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise crítica e resolução de problemas
concretos, integrando conhecimentos multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e
sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução.
EMENTA
Matrizes. Vetores. Operações com vetores. Base mudança de base. Produto escalar, vetorial e
misto. Sistemas de coordenadas. Retas. Planos. Cônicas.
CONTEÚDO
Matrizes:
o Operações
o Determinantes
o Vetores:
o Definição
o Operações com vetores
o Dependência e independência linear
o Base e mudança de base
o Produto escalar, vetorial e misto
o Orientação de V3
o Geometria Analítica:
o Sistemas de coordenadas
o Retas e propriedades
o Planos e propriedades
o Posições relativas entre retas, entre planos e entre retas e planos
o Distâncias e ortogonalidade
o Cônicas (Parábola, Elipse e Hipérbole)
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANTON, Howard; Rorres, Chris. Álgebra Linear com Aplicações. 10 ed. Porto Alegre:
Bookman, 2012.
LORETO, Ana Célia. Álgebra Linear e Suas Aplicações. Editora LCTE 2009.
ZILL, Dennis G. Matemática Avançada para Engenharia, V. 2 – Álgebra linear e cálculo
vetorial. Bookman, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
WINTERLE, Paulo. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2000.
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. Volume II. São Paulo: Ed.
Harbra, 1994.
ANTON, Howard. Álgebra linear contemporânea. - Porto Alegre: Bookman, 2006
NOME
DA
DISCIPLINA
Antropologia Cultural e Relações Étnico-Raciais
1° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
A disciplina tem como objetivo proporcionar a compreensão de conceitos referentes à
antropologia e relações étnico-raciais, visando a discussão de questões referentes à nova
configuração da sociedade.
EMENTA
Aspectos conceituais da Antropologia. As concepções de sociedade e cultura. A diversidade
das culturas criadas pelas populações humanas, através do tempo e do espaço. As relações
étnico-raciais. Multiculturalismo. Configurações dos conceitos de etnia/raça, cor, classe
social, diversidade e gênero no Brasil. Cultura afro-brasileira e indígena. O respeito pelas
várias etnias e a valorização da cultura afrodescentente. As diversas dimensões da relação
indivíduo/sociedade, contribuindo para a compreensão dos determinantes sociais, culturais,
comportamentais, psicológicos, ecológicos e éticos
CONTEÚDO

Aspectos conceituais da Antropologia.

As concepções de sociedade e cultura.

A diversidade das culturas criadas pelas populações humanas, através do tempo e do
espaço.

As relações étnico-raciais.

Multiculturalismo.

Cultura afro-brasileira e indígena.

O respeito pelas várias etnias e a valorização da cultura afrodescentente.
As diversas dimensões da relação indivíduo/sociedade, contribuindo para a compreensão dos
determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos e éticos.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALVES, Caleb Farias; FONSECA, Claudia; TERTO JR, Veriano. Antropologia, diversidade
e direitos humanos: diálogos interdisciplinares. Porto Alegre: UFRGS, 2004.
BERGER, Peter L. A construção social da realidade. 24 ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zélia Maria Neves. Antropologia: uma
introdução. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. l8 ed. Rio de .Janeiro: Jorge
Zahar, 2005.
ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. 5 ed. São Paulo: Brasiliense, 2005
PAIXAO, Marcelo J. P. Desenvolvimento Humano e Relações Raciais. Rio de Janeiro: DP&A
Editora, 2003
NOME
DA
DISCIPLINA
Inglês Instrumental
2° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Praticar a leitura de textos diversos em língua inglesa, utilizando estratégias de aprendizagem,
aplicação da gramática ao texto, ampliando o vocabulário e a organização textual.
EMENTA
Introdução e pratica das estratégias de compreensão escrita que favoreçam uma leitura mais
eficiente e independente de textos variados.
CONTEÚDO
Níveis de compreensão; Estratégias básicas de leitura; Conhecimentos de itens gramaticais;
Vocabulários; Habilidades de estudos.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MUNHOZ, Rosangela. Inglês Instrumental - Estratégias de Leitura. São Paulo:
Textonovo, 2006.
LIMA, Denilso de. Gramática de Uso da Língua Inglesa. Campus, 2010.
SOUZA, Adriana Grade. Leitura em Língua Inglesa, Disal, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GUANDALINI, Eiter Otávio. Técnicas de Leitura em Inglês: estágios I e II, Textonovo,
2004.
MURPHY, Raymond. Essential Grammar in use – Gramática básica da lingual inglesa.
Martins Fontes, 2010.
GALLO, Lígia Razera. Inglês Instrumental para Informática - Módulo I. 2ª ed. - São
Paulo: Ícone, 2011.
NOME
DA
DISCIPLINA
Introdução a Engenharia da Produção II
2° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Capacitar o aluno a desenvolver uma visão crítica e sistêmica sobre uma cadeia de
abastecimento em um ambiente globalizado, com a aplicação de ferramentas gerenciais para a
gestão estratégica de recursos que viabilizem a resolução de problemas com eficiência e
eficácia no cumprimento dos objetivos organizacionais.
EMENTA
Sistemas de produção. Administração da produção. Níveis funcionais. A função produção e
sua importância estratégica. Planejamento da rede de suprimentos e logística. Administração
estratégica. Engenharia da Sustentabilidade. Atual contexto da Engenharia de Produção:
tendências e desafios.
CONTEÚDO
Teoria da abordagem sistêmica. Sistemas de produção. Administração da produção: conceitos
e classificação. Níveis funcionais: estratégico, tático e operacional. Planejamento,
programação e controle da produção. Planejamento da rede de suprimentos e logística. A
função produção e sua importância estratégica. Administração estratégica. Engenharia de
Produção e Sustentabilidade Ambiental. Gestão ambiental em processos e produção. Atual
contexto da Engenharia de Produção: tendências e desafios. Seminários e debate sobre o livro
A Meta.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BATALHA, Mário Otávio. Introdução a Engenharia de Produção. Campus. 2007.
SLACK, N et al. Administração da Produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SANTOS, Fernando C. A. Sustentabilidade e Produção – Teoria e prática para uma
gestão sustentável. Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GOLDTRAT, E.; COX, J. A meta: um processo de melhoria contínua. São Paulo: Nobel,
2003.
MARTINS, P. G e LAUGENI, F. P. Administração da produção. 2a. ed. rev. amp. e atual.
São Paulo: Saraiva, 2005.
BERTAGLIA, P. R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo:
Saraiva, 2003.
NOME
DADISCIPLINA
Introdução a Programação II
2° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Criação de algoritmos; implementação de algoritmos em linguagem estruturada (SP) e
orientada a objetos (OOP); desenvolvimento de critérios para medição da complexidade do
algoritmo; reuso de funções (SP) e objetos (OOP).
EMENTA
Introdução a um novo ambiente de programação estruturado e orientado à objeto (C/C++).
Revisão de conceitos: funções, passagem de parâmetros, arranjos, arquivos, registros, cadeias
de caracteres, estruturas dinâmica (ponteiros) e recursividade. Análise de algoritmos. Tipos
Abstratos de Dados. Projeto, codificação e testes de programas. Algoritmos de ordenação
diretos e avançados. Algoritmos de busca. Grafos. Árvores. Caminho mínimo. Cobertura
mínima. Fluxo máximo em redes. Espalhamento. Gabaritos de funções e classes.
CONTEÚDO
1. Revisão de funções e programação estruturada (SP)
1.1. Abstração, formalidade, divisão e hierarquia
1.2. Passagem de parâmetros em funções por valor e
referência
1.3. Arranjos e estruturas
1.4. Cadeias de caracteres
1.5. Ponteiros e alocação dinâmica de memória
1.6. Recursividade
1.7. Arquivos
2. Ordenação interna e seus algoritmos
2.1. Bubblesort
2.2. Selectionsort
2.3. Insertionsort
2.4. Shakersort
2.5. Shellsort
2.6. Quicksort
3. Eficiência dos algoritmos de ordenação
3.1. Máquina virtual
3.2. Função O-Grande de Bachmann
3.3. Propriedades da função O-Grande
3.4. Algoritmos polinomiais e não polinomiais
3.5. Complexidade dos algoritmos de ordenação
4. Ordenação e indexação (espalhamento)
5. Busca interna e externa
5.1. Seqüencial
5.2. Binária
6. Tipos abstratos de dados (ADT) estáticos e dinâmicos
6.1. Filas
6.2. Pilhas
6.3. Listas
6.4. Grafos
6.4.1. Árvores
6.4.1.1. Busca em largura
6.4.1.2. Busca em profundidade
6.4.2. Algoritmo de Dijkstra
6.4.3. Algoritmo de Prim
6.4.4. Algoritmo de Ford-Fulkerson
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
TENENBAUM, A. M., et al. Estruturas de Dados Usando C. São Paulo: Makron Books,
1995.
ASCENCIO, Ana F. G. Fundamentos de Programação de Computadores –Algoritmos,
Pascal, C/C++ (padrão Ansi) e Java. Pearson, 2012.
KOFFMAN, Elliot B. Objetos, Abstração, Estrutura de Dados e Projeto Usando C++.
LTC, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DEITEL, H. M., DEITEL, P. J. C++ Como Programar. 3.ed. São Paulo: Pearson, 2006.
MANZANO, José A. N. G. Programação de Computadores com C++ (ISO/IEC
14882:2011) - Guia Prático de Orientação e Desenvolvimento. Érica, 2013.
BORATTI, Isaias Camilo. Introdução à Programação Algoritmos. 3ª ed. - Florianopolis:
Visual Books: 2007.
NOME
DA
DISCIPLINA
Desenho Técnico II
2° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Os objetivos da disciplina Desenho Técnico para Engenharia II são:
- Desenvolver aptidão técnica para a Representação Gráfica Convencional Normalizada e a
sua
aplicação
(posteriormente)
Informatizada.
- Contribuir para que o aluno torne-se apto para a leitura, análise e resolução de projetos,
integrando conhecimentos multidisciplinares demonstrados graficamente pelo emprego do
desenho
normatizado.
- Desenvolver a capacidade de reconhecer nos desenhos o caminho para o desenvolvimento
de
um
projeto.
- Promover o raciocínio lógico, exato e antecipado, através de aulas teóricas e exercícios
práticos que utilizam a Geometria Plana e Geometria Espacial, otimizadas por meio do
Desenho
Técnico.
EMENTA
Introdução: modelos e peças industrializadas - Vistas seccionais - Dimensionamento. Leitura
e visualização de desenhos. Perspectivas - Classificação - Etapas para realização de desenhos.
Perspectivas explodidas. Perspectivas em corte. Métodos utilizados na indústria. Efeito do
método industrial básico no desenho: Cotas, anotações, limites e precisão: linhas e símbolos.
Cotagem pelo sistema métrico. Precisão e tolerância. Métodos de produção. Fundamentos de
projeto. Preliminares, definições e classificações. Método de projetação. Projeto e proporção
de peças.
CONTEÚDO
- Conteúdo do curso, objetivos, cronograma e bibliografia, Sistema de promoção.
- Vistas Seccionais: cortes e secções - Leitura, interpretação e representação de peças
industrializadas seccionadas - Análise dimensional da peça - Apresentação dos exercícios a
serem
apresentados
para
avaliação
parcial.
- Perspectiva paralelas: isométrica, cavaleira e militar - Leitura, interpretação e representação
de peças industrializadas - Cotagem: importância da especificação concisa e completa das
dimensões - Apresentação dos exercícios a serem apresentados para avaliação parcial.
- Perspectiva em corte - Leitura, interpretação e representação de peças industrializadas Cotagem: importância da especificação concisa e completa das dimensões - Apresentação de
exercício a ser apresentado para avaliação parcial.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SILVA, Arlindo. Desenho Técnico Moderno, LTC 2006.
LEAKE, James. Manual de Desenho Técnico para Engenharia – Desenho, modelagem e
visualização. LTC, 2010.
SPECK, Henderson J. Manual Básico de Desenho Técnico. UFSC, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FRENCH, T.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 7.ed. São Paulo:
Globo, 2005.
SCHMITT, Alexander. Desenho técnico fundamental. - São Paulo: EPU, 1977
MICELI, Maria Teresa. Desenho técnico básico. 2ª Ed. - Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
2004.
NOME
DA
DISCIPLINA
OBJETIVO
Cálculo Diferencial e Integral II
2° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
A disciplina Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia II visa proporcionar uma sólida
formação básica, aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de
Produção. A disciplina também visa desenvolver a análise crítica e raciocínio lógico do
acadêmico, integrando conhecimentos multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos
abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução.
EMENTA
Aplicações de Integração. Coordenadas Polares. Cálculo Diferencial de Funções de Duas ou
Mais Variáveis.
CONTEÚDO
- Aplicações de Integração - Cálculo de Volumes.
- Coordenadas Polares - Gráficos e Áreas.
- Funções de Duas ou Mais Variáveis - Domínio, Imagem, Gráficos, Traços e Curvas de
Nível.
- Limites e Continuidade.
- Derivadas Parciais.
- Planos Tangentes e Retas Normais a Superfícies.
- Diferencial Total.
- Regra da Cadeia para Derivadas de Funções Compostas.
- Funções Implícitas.
- Máximos e Mínimos.
- Máximos e Mínimos Condicionados - Multiplicadores de Lagrange.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOULOS P. Cálculo Diferencial e Integral. Vol. II, 2ª Edição. São Paulo: Ed. Makron
Brooks, 2002.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. Vol. II, 3ª Edição. São Paulo: Ed.
Harbra, 1994.
STEWART, J. CÁLCULO. Vol. II, 7ª Edição. São Paulo: Ed. Thomson Learning, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GONÇALVES M.B; FLEMMING,D.M. Cálculo B. 2ª Edição. São Paulo: Ed. Makron
Books, 2007.
BOULOS Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo: Makron Books, 2000.
STEWART, James. Cálculo. 7 ed. São Paulo: Pioneira, 2013.
NOME
DA
DISCIPLINA
Álgebra Linear II
2° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
OBJETIVO
A disciplina Álgebra Linear para Engenharia II visa proporcionar uma sólida formação básica, aliada às
necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção.
A Álgebra Linear tem como objetivo desenvolver com o aluno conceitos de geometria analítica,
geometria espacial, álgebra e álgebra linear, com o intuito de aperfeiçoar sua capacidade de análise e
abstração, bem como de promover o desenvolvimento de seu raciocínio lógico.
A disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise crítica e resolução de problemas
concretos, integrando conhecimentos multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e
sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução.
EMENTA
Sistemas Lineares. Espações Vetorais, Base e Dimensão. Transformações e Operações Lineares.
Autovalores e Autovetores.
CONTEÚDO
o Sistemas lineares:
o Sistemas lineares equivalentes
o Sistemas escalonados
o Discussão e resolução de sistemas lineares.
o Espaços vetoriais, base e dimensão:
o Espaços e sub-espaços vetoriais
o Espaços com produto interno
o Transformações lineares
o Operações Lineares
o Sistemas escalonados
o Núcleo, autovalores e autovetores.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANTON, Howard; Rorres, Chris. Álgebra Linear com Aplicações. 8.ed. Porto Alegre:
Bookman, 2012.
LORETO, Ana Célia. Álgebra Linear e Suas Aplicações. LCTE 2009.
KOLMAN, B. Introdução à álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria analítica: um tratamento vetorial, 2a ed., São
Paulo: Makron Books, 2005.
LIPSCHULTZ, Seymour. Álgebra Linear. 3.ed. São Paulo: Ed. Makron Books, 1994.
SANTOS, Nathan Moreira. Vetores e Matrizes, Pioneira 2007.
NOME
DA
DISCIPLINA
Física I
2° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
- Proporcionar ao aluno a assimilação dos conceitos da Mecânica para a interpretação e
resolução de problemas da Cinemática e da Dinâmica, relacionados à Engenharia;
- Proporcionar condições para que o aluno equacione matematicamente os problemas
destacados
na
Natureza
inerentes
ao
conteúdo
do
curso;
- Capacitar o aluno para assimilar os conceitos de trabalho e energia;
- Estabelecer uma interação entre os conteúdos programáticos dos demais componentes
curriculares
do
curso
e
o
de
Física
para
Engenharia
I;
- Identificar problemas práticos envolvidos com o conteúdo programático e desenvolver sua
resolução.
EMENTA
Movimento Unidimensional - Cinemática Escalar. Movimento em Duas dimensões Cinemática Vetorial. Movimento Circular Impulso de uma Força e Quantidade de
Movimento. As Leis do Movimento – Dinâmica. Forças no Movimento Circular - Outras
Aplicações das Leis de Newton. Trabalho de uma Força - Forças Conservativas. Energia Energia Cinética - Energia Potencial - Energia Mecânica. Conservação da Energia. Trabalho
de
Forças
não
Conservativas.
CONTEÚDO
1. Movimento Unidimensional - Cinemática Escalar
1.1 - Conceitos Fundamentais:
-Ponto material ou partícula;
-Referencial - Sistemas de Referência;
-Trajetória.
1.2 - Leis do Movimento - Deslocamento Escalar - Velocidade média - Velocidade
Instantânea - Aceleração média - Aceleração Instantânea - Caracterização do Movimento.
1.3 - Queda Livre - Estudo do Movimento.
2. Movimento em Duas Dimensões - Cinemática Vetorial
2.1 - Deslocamento, velocidade e aceleração vetoriais;
2.2 - Componentes Intrínsecas da aceleração vetorial - Aceleração tangencial e Aceleração
Normal (centrípeta);
2.3 - Movimento de Projéteis - Estudo do Movimento Oblíquo;
2.4 - Movimento Circular.
3. Impulso e Quantidade de Movimento
3.1 - Quantidade de movimento de uma partícula;
3.2 - Quantidade de movimento de um sistema de partículas;
3.3 - Impulso de uma força;
3.4 - Teorema do Impulso e da Quantidade de Movimento.
4. As Leis do Movimento - Dinâmica
4.1 - Introdução à Mecânica Clássica;
4.2 - O Conceito de Força;
4.3 - As Leis de Newton;
4.4 - Aplicações das Leis de Newton;
4.5 - Força de Atrito.
5. Movimento Circular e outras Aplicações das Leis de Newton
5.1 - A segunda Lei de Newton aplicada ao movimento circular uniforme;
5.2 - A segunda Lei de Newton aplicada ao movimento circular não uniforme;
6. Trabalho e Energia
6.1 - Trabalho de uma força - Definição;
6.1.1 - Trabalho de uma força constante;
6.1.2 - Trabalho de uma força variável;
6.2 - Trabalho de uma força - Casos particulares;
6.3 - Trabalho de uma força - Utilização de diagramas: Força x deslocamento.
6.4 - Energia Cinética - Teorema da Energia Cinética (TEC);
5.5 - Trabalho realizado pela força peso (gravitacional);
6.6 - Trabalho realizado pela força elástica;
6.7 - Energia Potencial - gravitacional e elástica;
6.8 - Potência
6.8.1 - Potência média;
6.8.2 - Potência Instantânea.
7. Conservação da Energia
7.1 - Forças Conservativas e Forças não conservativas;
7.2 - Energia Mecânica;
7.3 - Conservação da Energia Mecânica;
7.4 - Relação entre as forças conservativas e não conservativas;
7.5 - Diagramas de Energia e Estabilidade do Equilíbrio.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SERWAY, R. A.; JEWETT, J.W. Princípios de Física - Mecânica Clássica. 1.ed. São Paulo:
Thomson, 2004. Volume 1. 2007.
TIPLER, P.A. Física. Volume I. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física. Volume 1. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BAUER, Wolfrang. Física para Universitários – Mecânica. Bookman, 2012.
CUTNELL, John. Física I, LTC, 2006.
SERWAY, Raymond A. Física para Cientistas e Engenheiros – Mecânica. V.1. Cengage,
2012.
NOME
DA
DISCIPLINA
Laboratório de Física I
2° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
OBJETIVO
- Proporcionar ao aluno a assimilação dos conceitos da Mecânica por meio de experimentos
relacionados à Cinemática e à Dinâmica;
- Capacitar o aluno para executar o tratamento de informações obtidas experimentalmente;
- Estabelecer uma interação entre os conteúdos programáticos dos demais componentes
curriculares do curso e o de Laboratório de Física I;
- Identificar problemas práticos envolvidos com o conteúdo programático.
EMENTA
Algarismos Significativos. Teoria dos Erros. Propagação de Erros; Instrumentos de Medidas
- Paquímetro; Gráficos Lineares - Construção e interpretação; Queda Livre - Estudo do
Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (MRUV); Pêndulo Simples - Estudo do
Movimento Harmônico Simples (MHS); Lançamento de Projéteis - Estudo do Lançamento
Oblíquo; Experiência de Fletcher - Estudo do Movimento Retilíneo Uniforme/Leis de
Newton; Atrito de Escorregamento - Estudo do Movimento Uniforme/Leis de Newton; Força
Centrípeta - Estudo do Movimento Circular Uniforme/Leis de Newton; Movimento Circular
Uniformemente Variado - (MCUV); Máquinas Simples - Roldanas; Momento de Inércia Movimento
Circular
Uniformemente
Variado
(MCUV).
CONTEÚDO
1.Algarismos Significativos;
2. Teoria dos Erros;
3. Propagação de Erros;
4. Instrumentos de Medidas - Paquímetro;
5. Gráficos Lineares - Construção e interpretação;
6. Queda Livre - Estudo do Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (MRUV);
7. Pêndulo Simples - Estudo do Movimento Harmônico Simples (MHS);
8. Lançamento de Projéteis - Estudo do Lançamento Oblíquo;
9. Experiência de Fletcher - Estudo do Movimento Retilíneo Uniforme/Leis de Newton;
10 Atrito de Escorregamento - Estudo do Movimento Uniforme/Leis de Newton;
11. Força Centrípeta - Estudo do Movimento Circular Uniforme/Leis de Newton;
12. Movimento Circular Uniformemente Variado - (MCUV);
13. Máquinas Simples - Roldanas;
14.Momento de Inércia - Movimento Circular Uniformemente Variado (MCUV);
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PERUZZO, Jucimar. Experimentos de Física Básica Mecânica. Livraria da Física, 2012.
DOMICIANO, João B. Guia de Laboratório de Física Geral 1 – Parte I – Mecânica da
Partícula. Eduel, 2009.
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física. Volume 1. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HAMBURGER, Ernest W. O que é Física, Brasiliense.2007.
TIPLER, P.A. Física. Volume I. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
BAUER, Wolfrang. Física para Universitários – Mecânica. Bookman, 2012.
NOME
DA
DISCIPLINA
Cálculo Diferencial e Integral III
3° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
OBJETIVO
A disciplina Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III visa proporcionar uma sólida
formação básica nos métodos do Cálculo Diferencial e Integral para duas e mais variáveis
tanto na parte teórica como na parte prática, aliada às necessidades das disciplinas posteriores
do curso de Engenharia de Produção. A disciplina também capacita o acadêmico na
habilidade de análise crítica, raciocínio lógico, intuição e criatividade, além de capacitar o
acadêmico em identificar e enfrentar problemas da Engenharia, integrando conhecimentos
multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a
novos padrões e técnicas de resolução.
EMENTA
Integrais duplas. Integrais triplas. Mudança de variáveis em integrais duplas e triplas.
Coordenadas
polares,
cilíndricas
e
esféricas.
Campos
vetoriais.
Integral de Linha e de superfície. Teoremas de Green, Gauss e Stokes.
Aplicações
CONTEÚDO
1. Integrais duplas e triplas em coordenadas cartesianas. Mudança de variáveis em Integrais
duplas e triplas. Coordenadas polares, cilíndricas e esféricas.
2. Campos vetoriais. Gradiente, Divergente, Rotacional, Laplaciano, campos conservativos.
3. Integral de Linha e de superfície. Os teoremas de Green, Gauss e Stokes.
4. Aplicações: Lei de Indução de Faraday, Equação da Continuidade em fluidos.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
STEWART, James. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, Vol. 2. 2013.
BESSIERE, Gustavo. Cálculo Diferencial e Integral – Manual prático. Hemus, 2011.
GUIDORIZZI, Hamilton Luís. Um Curso de Cálculo. São Paulo: Livros Técnicos e
Científicos, Vol. 3 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ZILL, Dennis G. Matemática Avançada para Engenharia . V.1. Bookman, 2009.
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. Harbra, 1998.vol. 2 SALAS. Cálculo. V.2. LTC, 2005.
NOME
DA
DISCIPLINA
Expressão Gráfica
3° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
A representação gráfica ou Desenho Técnico é a linguagem Básica do engenheiro servindo,
portanto,
para
comunicar
idéias.
Para
isso
é
importante:
Ter conhecimento de um software de CAD para um melhor desempenho do uso da ferramenta
e na aplicação de conceitos relacionados a padronização de desenhos, proporcionando ao
aluno condições de se adaptar rapidamente aos diversos produtos de CAD, existentes no
mercado.
Capacitar o aluno a ler, interpretar e desenvolver desenhos e projetos utilizando a linguagem
própria
do
Desenho
Técnico,
através
da
norma
ABNT.
Executar os desenhos de acordo com os requisitos das normas, explorando recursos e
possibilidades
da
ferramenta,
para
o
desenvolvimento
de
um
projeto.
EMENTA
Conhecendo a linguagem de projetos, conceitos de geometria, construções geométricas e
normas técnicas, desenvolver e interpretar projetos de engenharia utilizando um software de
CAD, através do uso correto e adequado dos comandos desse tutorial.
CONTEÚDO
1. Introdução ao Editor Gráfico CAD - 2D.
2. Configuração e conceitos básicos.
3. Comandos de criação.
4. Métodos de visualização.
5. Sistemas de Coordenadas Cartesianas: absoluta e relativa.
6. Comandos de modificação.
7. Sistema de Coordenada Polar.
8. Tipos de linha.
9. Dimensionamento e Texto.
10. Utilização de camadas e cores.
11. Utilização de bibliotecas e símbolos.
12. Impressão.
13. Introdução ao 3D.
14. Noções de coordenadas em 3D e UCS.
15. Modelamento em arame.
16. Modelamento usando superfícies.
17. Modelamento sólido.
18. Visualização.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BALDAM, Roquemar. AutoCAD 2014 – Utilizando totalmente. Rio de Janeiro: Érica,
2013.
KATORI, Rosa. AutoCAD 2014 – Projetos em 2D. Senac, 2014.
RIBEIRO, Antonio C. Curso de Desenho Técnico e AUTOCAD. Pearson, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BURCHARD, Bill; PITZER, David; SOEN, Francis. Desvendado o AutoCad Rio de
Janeiro: Campus, 1998.
KATORI, Rosa. AutoCAD 2014 – Modelando em 3D. Senac, 2014.
SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J. Desenho Técnico Moderno. 4ªed. Rio de Janeiro:
LTC, 2006.
NOME
DA
DISCIPLINA
Física II
3° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Fornecer ao aluno, o embasamento teórico necessário ao acompanhamento
satisfatório de estudos mais avançados, promovendo o inter-relacionamento e uma integração
vertical com as demais disciplinas do curso, além de proporcionar ao graduando em
Engenharia, a aquisição de sólidos conceitos fundamentais, com a visão dos fenômenos
físicos
necessários
ao
bom
desempenho
profissional.
EMENTA
Eletricidade e Magnetismo: Carga Elétrica; Campos Elétricos; Lei de Gauss; Potencial
Elétrico; Capacitância e Dielétricos; Corrente e Resistência; Campos Magnéticos; Fontes do
Campo
Magnético;
Lei
de
Faraday;
Indutância.
CONTEÚDO
1. Força Eletrostática.
1.1 Introdução.
1.2 Carga elétrica.
1.3 Processos de Eletrização
1.4 Lei de Coulomb: Na Forma Escalar. Na Forma vetorial.
1.5 Distribuição Contínua de Carga: Linear. Superficial. Volumétrica. Problemas de
Aplicação.
2. Campo Elétrostático
2.1 Introdução
2.2 Campo Eletrostático
2.3 Campo Devido a uma Distribuição Contínua de Cargas.
2.4 Linhas de Força
2.5 Equações das Linhas de Força. Problemas de Aplicação.
3. Fluxo Elétrico e a Lei de Gauss.
3.1 Fluxo do Campo Elétrico.
3.2 Lei de Gauss
3.3 Aplicações da Lei de Gauss.
4. Potencial Eletrostático.
4.1 Introdução.
4.2 Trabalho do Campo Elétrico.
4.3 Energia Potencial Eletrostática.
4.4 Potencial Elétrico.
4.5. Relação entre o Potencial Elétrico e o Campo Elétrico.
4.6 Potencial Devido a uma Distribuição Contínua de Carga. Problemas de Aplicação.
5. Capacitores.
5.1 Conceito e Características.
5.2 Eletrização do capacitor.
5.3 Capacitância. Cálculo de Capacitâncias.
5.4 Energia armazenada no capacitor.
5.5 Associação de Capacitores.
5.6 Dielétricos. Problemas de Aplicação.
6. Força Magnético.
6.1 Definição e propriedades do campo magnético.
6.2 Força magnética sobre uma carga em movimento.
6.3 Força magnética num condutor percorrido por uma corrente.
6.4 Troque sobre uma espira de corrente num campo uniforme.
6.5 Movimento de uma partícula carregada num campo magnético. Problemas de Aplicação.
7. Campo Magnético.
7.1 Lei de Biot - Savart.
7.2 Força magnética entre dois condutores paralelos.
7.3 Lei de Ampère.
7.4 Fluxo Magnético. Problemas de Aplicação.
8. Lei de Faraday.
8.1 Lei de Faraday da indução.
8.2 Lei de Lenz.
8.3 Geradores e Receptores. Problemas de Aplicação.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HALLIDAY, D.; RESNIK, R. Fundamentos de Física – Eletromagnetismo. São Paulo:
Livros Técnicos e Científicos, 2012. v 3
SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2011. vol. 3
BAUER, Wolfrang. Física para Universitários - Eletricidade e Magnetismo. Bookman,
2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
YOUNG, Hugh D. Física III: eletromagnetismo. 12ª Ed. - São Paulo: Addison Wesley,
2009
CUTNELL, John D. Física II. LTC, 2006.
TIPLER, Paul A. Física para Cientistas e Engenheiros Vol.2 - Eletricidade e Magnetismo,
Ótica. LTC, 2009.
NOME
DA
DISCIPLINA
Laboratório de Física II
3° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Proporcionar ao aluno a aquisição de sólidos conceitos fundamentais, com visão dos
fenômenos físicos necessários ao bom desempenho profissional como engenheiro. Estimular
o aluno a realizar experiências e investigar fenômenos, interações e propriedades físicas.
EMENTA
Determinação da carga do elétron. Voltâmetro de Hoffmann. Fenômenos eletrostáticos.
Campo elétrico. Campo de correntes. Lei de Ohm. Corrente elétrica. Variação da resistência
com a temperatura. Ponte de Wheastone. Campo magnético. Carga e descarga de capacitores.
CONTEÚDO
1. Experiência: Determinação da Carga do Elétron pelo Método do Voltâmetro de Hoffmann.
2. Experiência: Estudo dos fenômenos eletrostáticos - Processos de eletrização - Capacitores.
3. Experiência: Campo elétrico - campo de correntes.
4. Experiência: Lei de Ohm - determinação da resistividade do constantan
5. Experiência: Variação da resistência elétrica com a temperatura.
6. Experiência: Ponte de Wheatstone - medida de resistências
7. Experiência: Determinação do equivalente mecânico do calor
8. Experiência: Carga e descarga de um capacitor
9. Experiência: Estudo do galvanômetro de D'Arsonval.
10. Experiência: Emissão termoiônica
11. Experiência: Determinação da permissividade de um dielétrico
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HALLIDAY, D.; RESNIK, R. Fundamentos de Física – Eletromagnetismo. São Paulo:
Livros Técnicos e Científicos, 2012.
SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2011. vol. 3
BAUER, Wolfrang. Física para Universitários - Eletricidade e Magnetismo. Bookman,
2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
YOUNG, Hugh D. Física III: eletromagnetismo. 12ª Ed. - São Paulo: Addison Wesley, 2009
CUTNELL, John D. Física II. LTC, 2006.
TIPLER, Paul A. Física para Cientistas e Engenheiros Vol.2 - Eletricidade e Magnetismo,
Ótica. LTC, 2009.
NOME
DA
DISCIPLINA
Estatística I
3° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
OBJETIVO
A disciplina Estatística para Engenharia I visa proporcionar uma sólida formação básica das
metodologias estudadas aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de
Engenharia de Produção. A disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise
crítica, raciocínio lógico, compreensão de leitura técnica e extrapolação de conhecimentos,
tornando-os aptos a avaliar as suposições necessárias para a aplicação das técnicas estatísticas
e probabilísticas. Tais conhecimentos integrados aos conhecimentos multidisciplinares
propiciam os meios necessários para aplicações na área de Engenharia de Produção.
EMENTA
Amostragem. Estatística descritiva. Estimação de parâmetros: Intervalo de confiança. Testes
de hipótese. Análise de variância para um planejamento de experimentos com um único fator.
Regressão
linear
simples
e
correlação.
CONTEÚDO
1. Amostragem: casual simples, sistemática, estratificada , por conglomerados,amostragem
não probabilística..
2. Estatística descritiva: população, amostra, gráficos; medidas de tendência central, medidas
de variabilidade; Box-plot; estudo de "outliers", medidas de simetria.
3. Estimação e Intervalos de Confiança: média, variância, proporção.
4. Teste de Hipótese : conceitos; testes de hipótese para média, proporção, variância,
diferença de médias, diferença de proporções e diferença de variâncias.
5. Análise de variância para um planejamento de experimentos com um único fator:
experimento completamente aleatorizado, modelo com efeitos aleatórios, planejamento
aleatorizado com blocos completos.
6. Regressão linear simples, coeficiente de determinação e correlação.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MONTGOMERY, Douglas C. e RUNGER, George C. Estatística Aplicada e Probabilidade
para Engenheiros. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatística geral e aplicada. 3ª Ed. - São Paulo: Atlas,
2008.
ROCHA, Sérgio. Estatística Geral e Aplicada - para Cursos de Engenharia. Atlas, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BUSSAB, Wilton O. e MORETTIN, Pedro Alberto. Estatística Básica. 5.ed. São Paulo:
Saraiva, 2003.
LEVINE,David ; BERENSON, Mark L. e STEPHAN, David. Estatística: Teoria e
Aplicações - Utilizando Microsoft Excel Português. 1.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
FREUND, John E. Estatística aplicada. 11ª Ed. - Porto Alegre: Bookman, 2006 .
NOME
DA
DISCIPLINA
Teoria Geral de Administração
3° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
A disciplina pretende apresentar ao aluno os conceitos básicos e fundamentais da ciência
administrativa. Trata-se do primeiro contato do engenheiro de produção com os princípios da
administração, que serão aprofundados em outras disciplinas. Para isso, apresentam-se, de
forma cronológica, as principais escolas do pensamento administrativo, contextualizando-as
em seu tempo e espaço, e enfatizando o caráter mutável, adaptativo e evolutivo da ciência da
Administração.
EMENTA
O surgimento da ciência administrativa. O movimento da racionalização do trabalho. O
movimento das relações humanas/escola behaviorista. O movimento estruturalista/sistêmico.
O movimento da contingência. Movimento contemporâneo (Japão, horizontalização, etc). Os
principais temas estudados pelos autores administrativos. Um modelo de diagnóstico
organizacional
com
base
nos
temas
administrativos.
CONTEÚDO
Apresentação do curso.
Revolução Industrial
O surgimento da ciência administrativa.
Burocracia: Weber
Escola Clássica: Taylor, Gantt, Gilbreth, Fayol.
Movimento de relações humanas: Mayo, Maslow, Herzberg.
Escola Behaviorista: Douglas MacGregor, Teoria X e Teoria Y.
Movimento estruturalista /sistêmico.
Teoria da contingência.
Movimentos contemporâneos: modelo japonês.
Movimentos contemporâneos: horizontalização.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MOTTA, Fernando Cláudio Prestes; Vasconcelos, Isabella F. Gouveia de. Teoria Geral da
Administração. São Paulo: Thomson Pioneira, 2006.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração: uma visão
abrangente e moderna das organizações. 7ª ed. - São Bernardo do Campo: Elservier, 2003
CORRÊA, Henrique Luiz. Teoria geral da administração: abordagem histórica da gestão
de produção e operações. - São Paulo: Atlas, 2003
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MAXIMIANO, A.C.A. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 2011.
RICCIO, Vicente. Administração Geral. FGV, 2012.
TEIXEIRA, Elson A. Teoria Geral da Administração e Prática : TGA e P. - São Bernardo
do Campo: Fundação Getúlio Vargas, 2003
NOME
DA
DISCIPLINA
Cálculo Numérico
3° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
A disciplina visa proporcionar uma sólida formação básica, aliada às necessidades das
disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A disciplina apresenta problemas
numéricos essenciais além de estudar as condições de existência e unicidade de soluções,
critérios de convergência e análises de erros de arredondamento e truncamento. A disciplina
também proporciona a integração com as disciplinas Introdução à Ciência da Computação I e
II através da implementação de alguns métodos numéricos utilizando a linguagem C++.
EMENTA
Erros de arredondamento. Zeros de funções: localização, determinação por métodos iterativos,
precisão pré-fixada, zeros reais de polinômios. Sistemas de equações algébricas lineares:
métodos diretos e iterativos. Introdução à Resolução de sistemas não-lineares. Critério das
linhas e de Sassenfeld, inversão de matrizes. Aproximação de funções: Método dos mínimos
quadrados: casos discreto, contínuo e não-linear. Interpolação polinomial: Forma de Lagrange
e forma de Newton. Integração numérica: método dos trapézios e método de Simpson.
CONTEÚDO
1. Erros de arredondamento.
2. Zeros de funções:
2.1. método da Bissecção,
2.2. método da Secante,
2.3. método de Newton,
2.4. método Iterativo Linear,
2.5. comparação entre os métodos.
3. Sistemas de equações algébricas lineares:
3.1. fatoração LU,
3.2. fatoração Cholesky,
3.3. método de eliminação de Gauss,
3.4 inversão de matrizes,
3.5 método iterativo de Gauss-Seidel,
3.6 critério das linhas e de Sassenfeld.
4. Introdução à resolução de sistemas não-lineares:
4.1. Método de Newton.
5. Interpolação:
5.1. Forma de Lagrange,
5.2. Forma de Newton.
6. Aproximação de funções:
6.1. Método dos mínimos quadrados: caso discreto, caso contínuo e caso não-linear.
7 Integração numérica:
7.1. método dos trapézios,
7.2. método 1/3 de Simpson,
7.3 método 3/8 de Simpson.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FRANCO, Neide M. B. Cálculo Numérico. Pearson, 2007.
PUGA, Alvaro. Cálculo Numérico. LCTE, 2012.
CASTILHO, Flavio Freitas. Cálculo para Cursos de Engenharia – uma abordagem
computacional. V.1. Ciência Moderna, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SPERANDIO, Décio; MENDES, João Teixeira; SILVA, Luiz Henry Monken. Cálculo
Numérico - Características Matemáticas e Computacionais dos Métodos Numéricos.
Prentice Hall, 2003.
BURIAN, Reinaldo. Fundamentos de Informática – Cálculo numérico. LTC, 2007.
RUGGIERO, Márcia A. Gomes e LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo Numérico Aspectos Teóricos e Computacionais. 2 ed. São Paulo: Makron Books.
NOME
DA
DISCIPLINA
Mecânica dos Sólidos I
3° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
A disciplina Mecânica dos Sólidos I visa proporcionar o desenvolvimento da habilidade do
acadêmico na análise crítica e resolução de problemas concretos, integrando conhecimentos
multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a
novos
padrões
e
técnicas
de
solução.
Propõe-se aplicar conceitos de disciplinas tais como Geometria Analítica e Física Geral na
abordagem e solução de problemas relacionados ao comportamento do sólido rígido
submetido a um sistema de forças qualquer, fazendo-se ênfase no estudo de casos
tridimensionais.
EMENTA
Conceitos fundamentais de estática dos pontos materiais. Sistemas de Forças: Sistema de
Forças Concorrentes, Sistema de Forças Paralelas (do mesmo sentido e com sentidos
diferentes), Sistema de forças qualquer. Equilíbrio de ponto. Momentos: momento de uma
força em relação a um ponto, momento de uma força em relação a um eixo, conceito de
redução de forças a um ponto, conceito de mudança de pólo ou centro de redução, momento
de binário. Equilíbrio de corpo rígido, estudo de reações vinculares (no plano e no espaço).
Geometria das massas: Conceito de centro de massas, conceito de centro de gravidade,
conceito de centróide e baricentro. Teoremas de Pappus-Guldin. Momento Estático. Momento
de Inércia de Área. Teorema dos Eixos Paralelos (Teorema de Steiner).
CONTEÚDO
1 - Aplicação dos conceitos da Geometria Analítica na solução de problemas de Mecânica,
para casos de corpos submetidos a forças e momentos.
1.1 - Definição de notações para forças e momentos.
1.1.1 - Grandezas escalares e vetoriais.
1.1.2 - Notação de Hamilton. Notação de Grassmann.
1.1.3 - Aplicação do conceito de vetor posição.
1.1.4 - Aplicação do conceito de ângulos diretores.
1.2 - Operações vetoriais na solução de problemas de forças e/ou momentos.
1.2.1 - Aplicação da soma de vetores Método analítico. Método gráfico.
1.2.2 - Aplicação da subtração de vetores Método analítico. Método gráfico.
1.2.3 - Produto
1.2.3.1 - Multiplicação de um escalar por um vetor. Aplicações práticas.
1.2.3.2 - Produto escalar. Aplicação prática.
1.2.3.3 - Produto vetorial. Aplicação prática.
2 - Estática
2.1 - Conceitos fundamentais da estática.
2.2 - Sistema de forças concorrentes.
2.3 - Solução de problemas de equilíbrio de um ponto material.
2.4 - Momentos
2.4.1 - Momento de uma força em relação a um ponto.
2.4.2 - Momento de uma força em relação a um eixo.
2.4.3 - Momento de binário.
2.5 - Sistemas equivalentes de forças.
2.5.1 - Caso particular (Sistema de forças paralelas).
2.6 - Equilíbrio dos corpos rígidos.
2.6.1 - Condições fundamentais de equilíbrio.
2.6.2 - Reações vinculares (no plano e no espaço).
2.6.3 - Metodologia para a resolução de problemas.
3 - Geometria das massas.
3.1 - Conceitos de centro de massas, centro de gravidade, centróide e baricentro.
3.1.1 - Solução de problemas de fios ou arames (no plano e no espaço).
3.1.2 - Solução de problemas de chapas (no plano e no espaço).
3.1.3 - Solução de problemas de volumes.
3.1.1 - Casos particulares.
3.2 - Teoremas de Pappus - Guldin para o cálculo de áreas e volumes de corpos de revolução.
4 - Momento de Inércia de Áreas.
4.1 - Momento Estático ou Momento de Primeira Ordem.
4.2 - Momento de Inércia de Área ou Momento e Segunda Ordem.
4.3 - Teorema dos Eixos Paralelos (Teorema de Steiner)
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
POPOV, Egor P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. (reimpressão 2014) Blucher, 1978.
SCHON, Claudio G. Mecânica dos Materiais. Campus, 2013.
DE SOUZA, Samuel. Mecânica do Corpo Rígido. LTC, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HIBBELER, R. C. Mecânica para Engenheiros – Estática. 10.ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2005. v. I.
BORESI, Arthur P.; Schmidt, Richard J. Estática. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2003.
BEER, Ferdinand P.; Johnston, E. Russell Jr. Mecânica Vetorial para Engenheiros Estática. 7.ed. São Paulo: Makron Books, 2006.
NOME
DA
DISCIPLINA
Química Tecnológica I
3° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
OBJETIVO
A disciplina Química Geral e Tecnológica I visa proporcionar uma sólida formação básica,
aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A
disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise crítica e resolução de
problemas concretos, através de ensaios laboratoriais, viabilizando o estudo de modelos
abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução.
EMENTA
Gases, Estequiometria e Eletroquímica. Práticas de Laboratório.
CONTEÚDO
TEORIA:
- Gases Ideais: estudo físico dos gases, transformações gasosas, leis físicas dos gases, equação
geral dos gases, condições normais de temperatura e pressão (CNTP), equação de Clapeyron,
misturas gasosas, lei de Dalton, lei de Amagat, leis de Grahan de difusão e efusão, gás
perfeito
e
gás
real.
- Fórmulas, equações e estequiometria: estequiometria de fórmulas, estequiometria de gases e
de
reações.
- Eletroquímica: reações de óxido-redução e aplicações tecnológicas, balanceamento
estequiométrico,
células-galvânicas,
células
eletrolíticas,
pilhas
comerciais.
LABORATÓRIO:
- Normas de segurança e equipamentos básicos de laboratório, Bico de Bunsen e técnicas de
aquecimento em laboratório, Preparação e padronização de soluções, Obtenção de curvas de
solubilidade de sólidos, Determinação de densidade de sólidos, Determinação da densidade de
líquidos, Determinação da viscosidade de líquidos, Reações químicas por métodos
qualitativos,
Reações
químicas
sem
transferência
de
elétrons.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
RUSSEL, J.B., Química Geral. São Paulo: Makron Books, 1994.
HISDORF, Jorge W. Química Tecnológica. Cengage, 2004.
CHANG, Raymond. Química Geral: Conceitos Essenciais. 4ªed. Bookman, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRADY, J.E. & HUMISTON, G.E. Química Geral. São Paulo: LTC, 2004.
POSTMA, James M. Química no Laboratório. Manole, 2009.
BRADY, James E. Química - A Matéria e Suas Transformações Vol.1. LTC, 2009
NOME
DA
DISCIPLINA
Cálculo Diferencial e Integra lV
4° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
OBJETIVO
Apresentar técnicas de solução de problemas com o uso de modelagem matemática aplicada a
problemas de engenharia. Em particular introduzir as principais técnicas de resolução de
equações diferenciais e sistemas de equações diferenciais, incluindo a abordagem
computacional
e
utilização
de
adequada
de
programas
computacionais.
EMENTA
Integrais Impróprias. Seqüências e Séries de funções. Critérios de Convergência. Introdução
às equações diferenciais. Equações diferenciais de primeira ordem. Modelagem com equações
diferenciais de primeira ordem. Equações diferenciais de ordem superior. Redução de ordem.
Equações não-lineares. Modelagem com equações diferenciais de ordem superior. Soluções
em série das equações diferenciais. Transformada de Laplace. Sistemas de equações lineares
de primeira ordem. Soluções numéricas de equações diferenciais ordinárias.
CONTEÚDO
1. Integrais Impróprias. Seqüências e Séries de funções. Critérios de Convergência.
2. Introdução às equações diferenciais. Definição e terminologia. Problemas de valor inicial.
Equações
diferenciais
como
modelos
matemáticos.
3. Equações diferenciais de primeira ordem. Curvas integrais sem solução. Variáveis
separáveis. Equações Lineares. Equações exatas. Soluções por substituição. Uma solução
numérica.
4. Modelagem com equações diferenciais de primeira ordem. Equações lineares. Sistemas de
equações
lineares
e
não-lineares.
5. Equações diferenciais de ordem superior. Teoria preliminar: Equações lineares. Problemas
de valor inicial e problemas de contorno. Equações homogêneas. Equações não-homogêneas.
6. Redução de ordem. Equações lineares homogêneas com coeficientes constantes.
Coeficientes a determinar. Variação dos parâmetros. Equação de Cauchy-Euler. Resolução de
sistemas
de
equações
lineares
por
eliminação.
Equações
não-lineares.
7. Modelagem com equações diferenciais de ordem superior. Equações lineares: Problemas de
valor inicial. Sistema massa-mola: movimento livre não amortecido. Sistema massa-mola:
movimento livre amortecido. Sistema massa-mola: movimento forçado. Circuito em série
análogo. Equações lineares: Problema de contorno. Equações não-lineares.
8. Soluções em série das equações diferenciais. Solução em torno dos pontos ordinários.
Soluções em séries de potências. Soluções em torno de pontos singulares. Duas equações
especiais.
9. Transformada de Laplace. Definição da transformada de Laplace. Transformada inversa e
Transformada Derivadas. Teoremas de translação. Propriedades operacionais. Função Delta
de
Dirac.Sistemas
de
equações
lineares.
10.
Sistemas
de
equações
lineares
de
primeira
ordem.
11.
Soluções
numéricas
de
equações
diferenciais
ordinárias.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
STEWART, James. Cálculo. 7.ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2013. v. II.
ZILL, Dennis G. Matemática Avançada para Engenharia . V.1. Bookman, 2009.
BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. Vol. I. 1ª Edição. São Paulo: Ed. Makron
Brooks , 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
WILFRED, Kaplan, Cálculo avançado. V. 1 e 2. São Paulo: Edgard Blücher, 1972 –2002.
GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo. Vol. I, 5ª Edição. Rio de Janeiro: LTC Editora,
2001.
AYRES, Frank. Cálculo. Bookman, 2013.
NOME
DA
DISCIPLINA
Estatística II
4° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
A disciplina Estatística para Engenharia II visa proporcionar uma sólida formação básica
das metodologias estudadas e suas aplicações, aliada às necessidades das disciplinas
posteriores do curso de Engenharia de Produção. A disciplina também capacita o
acadêmico na habilidade de análise crítica, raciocínio lógico, compreensão de leitura
técnica e extrapolação de conhecimentos, tornando-os aptos a avaliar as suposições
necessárias para a aplicação das técnicas estatísticas e probabilísticas. Tais conhecimentos
integrados aos conhecimentos multidisciplinares propiciam os meios necessários para
aplicações
na
área
de
Engenharia
de
Produção.
EMENTA
Estatística não paramétrica. Análise de variância para um planejamento de experimentos com
vários fatores. Planejamento de experimentos na Indústria. Controle Estatístico de Processos
(C.E.P.). Regressão linear múltipla. Análise do Séries Temporais.
CONTEÚDO
1.Testes não paramétricos:Teste dos sinais, Teste de Wilcoxon. Teste de Kruskal-Wallis.
Teste de Friedman, Teste quiquadrado. Teste de Kolmogorov-Smirnov.
2. Experimentos fatoriais com dois fatores. Experimentos fatoriais gerais. Blocagem e
superposição. Replicação fracionária. Superfície de resposta. Planejamento de experimentos
na Indústria.
3. Controle estatístico de processos (C.E.P.). Gráfico para variáveis e atributos. Capacidade
do processo. CUSUM.
4. Regressão múltipla. Seleção de variáveis. Multicolinearidade.
5. Análise do Séries Temporais.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MONTGOMERY, Douglas C. e RUNGER, George C. Estatística Aplicada e Probabilidade
para Engenheiros. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
DOWNING, Douglas ; CLARK, Jeffrey. Estatística Aplicada. 2.ed. São Paulo: Saraiva,
2005.
KOKOSKA, Stephen. Introdução a Estatística – Uma abordagem por resolução de
problemas. LTC, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALMEIDA, Silvia dos S. Controle Estatístico de Qualidade. Bookman, 2013.
FREUND, John E. ; SIMON, Gary A . Estatística Aplicada. 11.ed. Porto Alegre: Bookman,
2006.
BARROS NETO, Benício ; SCARMINIO, Ieda S. e BRUNS, Roy Edward. Como fazer
experimentos: Pesquisa e desenvolvimento na ciência e na indústria. 4 ed. Bookman, 2010.
NOME
DA
DISCIPLINA
Física III
4° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Apresentar os conceitos teóricos de vários tópicos em Física Moderna assim como as técnicas
derivadas destes que sejam importantes para os processos industriais atuais.
Ao final deste curso o aluno deverá saber trabalhar com os conceitos de: ondas
eletromagnéticas (fenômenos de interferência, difração, polarização). Deverá conhecer os
mecanismos de interação entre fótons e a matéria, e os principais conceitos de física atômica,
além disso terá uma noção básica sobre mecânica quântica e uma introdução aos efeitos de
supercondutividade.
EMENTA
Física Moderna: Ondas Eletromagnéticas; Polarização; Interferência; Difração; Fótons e
Ondas de Matéria; Introdução à Física Atômica; Introdução a Mecânica Quântica e
Introdução
à
Supercondutividade.
CONTEÚDO
1 - Ondas eletromagnéticas
1.1 - Conceitos Fundamentais:
-Descrição Qualitativa;
-Descrição Matemática;
1.2 - Transporte de Energia - Vetor de Poyinting;
1.3 - Pressão de Radiação;
1.4 - Polarização - Polarização por reflexão; Lei de Brewster;
2 -Interferência e Difração
2.1 - Teoria Ondulatória da Luz;
2.2 - Experimento de Young
- Coerência;
- Combinação de ondas;
3 - Difração
-Difração de Uma fenda
-Difração de Duas Fendas
-Difração por orifício circular
-Medidas de Intensidade
4-Interação Fóton-Matéria
-Efeito fotoelétrico
5- Introdução à Mecânica Quântica
6 - Introdução à Física Atômica
- O Átomo de Hidrogênio;
- A teoria de Bohr do Átomo de Hidrogênio;
7 - Introdução á Física Nuclear
8-Tópicos de supercondutividade
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física. 9.ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2012. v. 4.
TIPLER, Paul A. Física Moderna. LTC, 2010.
TIPLER, Paul A. Física para Cientistas e Engenheiros - Vol. 3 - Física Moderna. LTC,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SEARS e ZEMANSKI. Física V. 4. 12.ed. Pearson, 2009.
BAUER, Wolfrang. Física para Universitários - Óptica e Física Moderna. Bookman, 2013.
CUTNELL, John D. Física V.3. LTC, 2006.
NOME
DA
DISCIPLINA
Laboratório de Física III
4° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Apresentar os conceitos teóricos e experimentais de vários tópicos em Física Moderna assim
como as técnicas derivadas destes que sejam importantes para os processos industriais atuais.
Estimular o aluno a realizar experiências e investigar fenômenos, interações e propriedades
físicas.
EMENTA
Optica Geométrica. Polarização. Interferência. Difração.
CONTEÚDO
Óptica Geométrica
Ondas Eletromagnéticas
1 - Polarização
Lei de Malus e Lei dos cossenos ao quadrado
Ângulo de Brewster (Polarização por Reflexão)
2- Óptica Geométrica
Verificação das Leis da Óptica Paraxial
Formação de Imagens por lentes Convergentes e Divergentes
Estudo de imagens por Espelhos esféricos
Medida de Índice de refração (verificação da Lei de Snell)
Estudo do Ângulo Limite (Reflexão Total Interna)
Estudo da propagação da luz em uma lâmina de faces paralelas
3 - Interferência e Difração
Experimento de Young - Difração de fenda simples
Difração de fenda dupla
Difração por orifício circular
Redes de Difração
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
WALKER, J.; HALLIDAY, D.; RESNIK, R. Fundamentos de Física - 4, 9.ed. São Paulo:
Livros Técnicos e Científicos, 2012.
BAUER, Wolfrang. Física para Universitários - Óptica e Física Moderna. Bookman, 2013.
TIPLER, Paul A. Física Moderna. LTC, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SEARS e ZEMANSKI. Física V. 4. 12.ed. Pearson, 2009.
COURROL, Lilia C. Óptica Geométrica. Fap – Unifesp, 2012.
WALKER, J.; HALLIDAY, D.; RESNIK, R. Física V.4. LTC, 2004.
NOME
DA
DISCIPLINA
Mecânica dos Sólidos II
4° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
A disciplina Mecânica dos Sólidos II visa proporcionar o desenvolvimento da habilidade do
acadêmico na análise critica e resolução de problemas concretos, integrando conhecimentos
multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a
novos
padrões
e
técnicas
de
solução.
Propõe-se aplicar conceitos de disciplinas tais como Geometria Analítica e Física Geral na
abordagem e solução de problemas relacionados ao comportamento cinemático e dinâmico do
sólido
rígido.
EMENTA
Cinemática dos corpos rígidos: translação, rotação e movimento plano geral, centro
instantâneo de referência e análise das acelerações no movimento plano, sistema de
coordenadas em rotação (aceleração de Coriolis). Dinâmica dos corpos rígidos.
CONTEÚDO
1- Cinemática dos corpos rígidos
1.1- Translação e rotação (conceito)
1.2- Movimento plano geral (conceito)
1.3- Equacionamento para translação
1.4- Equacionamento para rotação
1.5- Equacionamento para movimento plano geral
Velocidades absoluta e relativa no movimento plano
Aceleração absoluta e relativa no movimento plano
1.6- Centro instantâneo de referência
1.7- Análise das acelerações no movimento plano
1.8- Sistema de coordenadas em rotação
Aceleração de Coriolis (movimento plano)
1.9- Sistema de referência no movimento geral
2- Dinâmica dos corpos rígidos
2.1- Equações de movimento para um corpo rígido
2.2- Momento angular de um corpo rígido
2.3- Movimento plano de um corpo rígido (Princípio de d’Alembert)
2.4- Movimento plano vinculado
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DE SOUZA, Samuel. Mecânica do Corpo Rígido. LTC, 2011.
MERIAM, James L. Mecânica para Engenharia V.2 – Dinâmica. LTC, 2009.
BEER, Ferdinand P. Mecânica Vetorial para Engenheiros – Dinâmica. Bookman, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
POTTER, Merle C. Engenharia Mecânica – Dinâmica. Bookman, 2013.
BORESI, Arthur P.; Schmidt, Richard J. Dinâmica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2003.
HIBBELER, R. C. Dinâmica: mecânica para engenharia. 11.ed. Pearson, 2011.
NOME
DA
DISCIPLINA
Software Aplicado a Materiais
4° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Aprender a utilizar os mais diversos comandos existentes no software MATLAB. Modelagem
de alguns problemas.
EMENTA
Introdução aos comandos básicos. Matrizes. Arrays. Gráficos Polinômios, Integração,
Interpolação, Sistemas Lineares, Métodos de Optimização.
CONTEÚDO
1-Introdução ao MatLab
Matrizes
Criação, Matrizes
Construção de matrizes
Matrizes quadradas
Zeros e Ones
Acessando um elemento de uma matriz
Acessando multiplos elementos
Indexação linear
Funções de Indexação
Elementos não consecutivos
Elementos de linhas/colunas
Operações básicas
Arrays
Geração de arrays por indexação
Geração de arrays por funções do Matlab
Criação de arrays multidimensionais
Entrada e saída de dados
Importação e exportação de dados
Importação e exportação de imagens
Importação e exportação de arquivos
2- Gráficos bidimensionais e tridimensionais, Interpolação e ajustes
3- Integração e diferenciação
4- Sistema Lineares
5-Polinômios (zeros, criação a partir das raízes)
6- Laços lógicos (if, for, while)
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MATSUMOTO, Élia Y. MATLAB® R2013a - Teoria e Programação - Guia Prático.
Érica, 2013.
GILAT, Amos. MatLab com Aplicações em Engenharia. Bookman, 2012.
PALM, William J. III. Introdução ao MatLab para Engenheiros. Bookman, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHAPRA, Steven C. Métodos Numéricos Aplicados com MATLAB® para Engenheiros e
Cientistas. Bookman, 2013.
CHAPMAN, Stephen J. Programação em MatLab para Engenheiros. Cengage, 2010. 1 ex.
HANSELMAN, Duane. MatLab 6 – Curso completo. Pearson, 2002.
NOME
DA
DISCIPLINA
Pesquisa Operacional I
4° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Apresentar a Pesquisa Operacional, como a ciência aplicada para a tomada de decisões.
Facilitar aos alunos competências diversas para:
- identificar e caracterizar problemas de decisão, de otimização e de gestão associados a
sistemas do mundo real;
- representar os problemas através de diferentes formas, como modelos matemáticos, gráficos
e simulação;
- aplicar algoritmos para obtenção de soluções para alguns tipos de problemas;
- analisar criticamente as soluções obtidas.
EMENTA
Introdução à Pesquisa Operacional; Otimização Matemática; Programação Linear (PL);
Algoritmo Simplex; Programação Inteira; Problema de Transportes, Redes: Apresentação dos
problemas clássicos.
CONTEÚDO
1. Introdução à Pesquisa Operacional:
1.1 O que é PO,
1.2 Impacto da PO,
1.3 Problemas típicos;
2. Problemas de decisão, de otimização, simulação e outros a considerar;
3. Otimização Matemática;
4. Programação Linear (PL);
4.1. Solução Gráfica;
4.2. Solução por softwares;
5. PL - Algoritmo Simplex;
5.1. Dualidade;
5.2. Análise de Sensibilidade;
6. Problemas de Transportes e Alocação;
6.1. Método Simplex de Transporte;
7. Análise de Decisão;
8. Redes: Apresentação dos problemas clássicos;
8.1. Problema de Fluxo Máximo;
8.2. Problema de Caminho Mínimo;
8.3. Problema de Transbordo;
8.4. Problema de Escalonamento de Produção;
9. Programação Inteira;
9.1. Branch and Bound;
9.2. Problema da Mochila.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SILVA, Ermes M. Pesquisa Operacional – Para os cursos de Administração e
Engenharia. Atlas, 2010.
ANDRADE, Eduardo L. Introdução à Pesquisa Operacional - Métodos e Modelos para
Análise de Decisões. LTC, 2009.
LONGARAY, André A. Introdução a Pesquisa Operacional. Saraiva, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Caixeta-Filho, José Vicente. Pesquisa Operacional. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2004.
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões. Rio de
Janeiro: Campus, 2007.
ARENALES, Marcos. Pesquisa operacional. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
NOME
DA
DISCIPLINA
Química Tecnológica II
4° Semestre
Carga Horária Semanal 06 - Carga Horária Semestral 120
OBJETIVO
A disciplina Química Geral e Tecnológica II visa proporcionar uma sólida formação básica,
aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A
disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise crítica e resolução de
problemas concretos, através de ensaios laboratoriais, viabilizando o estudo de modelos
abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução.
EMENTA
Cinética Química, Equilíbrio Químico. Práticas de Laboratório.
CONTEÚDO
TEORIA:
- Cinetica Química: velocidades de reação e mecanismos, a equação da velocidade, teoria das
colisões, o complexo ativado, mecanismos de reação, catálise.
- Equilíbrio Químico: equilíbrio químico homogêneo, lei do equilíbrio químico, cálculos de
equilíbrio.
LABORATÓRIO:
- Cinética de reações químicas, Catálise homogênea e heterogênea, Colóides, Obtenção do
Nitrato de Potássio, Obtenção da Amônia, Obtenção de Alúmen, Preparação, Recristalização
e Determinação do ponto de fusão da acetanilida, Preparação do ácido clorídrico, Equilíbrio
químico.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
RUSSEL, J.B. Química Geral. São Paulo: McGraw-Hill, 1994. Volumes I e II.
FARIAS, Robson F. Cinética Química – Teoria e prática. Átomo, 2013.
BRADY, James E. Química – A matéria e suas transformações. V. 2. LTC, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRADY, J.E. & HUMISTON, G.E. Química Geral. São Paulo: LTC, 1986. Volume 2.
POSTMA, James M. Química no Laboratório. Manole, 2009.
TASSINARI, Celso A. Química Tecnológica. Cengage, 2004.
NOME
DA
DISCIPLINA
Psicologia nas Organizações
4° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Possibilitar ao aluno de Engenharia de Produção o domínio e aplicação de conceitos de
psicologia em situações específicas relacionadas ao seu contexto profissional.
EMENTA
Definição e área de estudo da Psicologia, diferença entre psicologia, psiquiatria e psicanálise,
definição de personalidade e desenvolvimento humano nas relações de trabalho, conceito de
motivação, atitude e necessidade e suas relações com o conceito de qualidade de vida nas
relações
interpessoais
no
contexto
das
organizações
de
trabalho.
CONTEÚDO
Desenvolvimento do conceito de psicologia e aplicação de seus conhecimentos às relações
humanas no contexto das relações de trabalho. Diferenças e semelhanças entre os conceitos de
Psicologia, Psiquiatria e Psicanálise e seus respectivos campos de atuação.
Desenvolvimento do conceito de personalidade, critérios de avaliação dos traços da
personalidade humana e sua importância para o conhecimento das habilidades e
características
do
ser
humano.
Noções gerais de desenvolvimento humano, conceito e desenvolvimento da identidade
pessoal e profissional do ser humano, conceito de maturidade, atitude e seus respectivos
transtornos. Conceito de qualidade de vida e sua aplicação na produtividade e no conceito de
saúde
e
segurança
no
ambiente
de
trabalho.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
REGATO, Vilma C. Psicologia nas Organizações. LTC, 2014.
BENDASSOLI, Pedro F. Psicologia e Trabalho - apropriações e significados. Cengage,
2009.
ZANELLI, José C. Psicologia, Organizações e Trabalho no Brasil. Artmed, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
WEINTEN, Wayne. Introdução à Psicologia - Temas e variações. São Paulo: Cengage,
2010.
ARONSON, Eliot. Psicologia Social. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
SPECTOR, Paul E. Psicologia nas organizações. São Paulo: Saraiva, 2006.
NOME
DA
DISCIPLINA
Elementos de Resistência de Materiais
5° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
A disciplina Resistência dos Materiais visa proporcionar o desenvolvimento da habilidade do
acadêmico na análise critica e resolução de problemas concretos, integrando conhecimentos
multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a
novos
padrões
e
técnicas
de
solução.
Propõe-se aplicar conceitos de disciplinas tais como Física Geral, Mecânica dos Sólidos,
Ciência dos Materiais e da própria Resistência dos Materiais, na abordagem e solução de
problemas relacionados ao comportamento do sólido deformável submetido a diferentes tipos
de carregamento, através da aplicação dos critérios de cálculo por resistência e rigidez,
garantindo o correto desempenho do elemento de máquina ou estrutura durante o serviço.
EMENTA
Objetivos fundamentais da Resistência dos Materiais. Hipoteses fundamentais. Sistema real e
esquema de análise. Forças Internas. Conceito de Tensão e de Deformação. TraçãoCompressão. Critérios de Resistência e Rigidez. Sistemas Isostáticos. Sistemas Estaticamente
Indeterminados. Teoria do Cisalhamento Puro. Critérios de Cálculo. Rebites. Juntas Soldadas.
Torção. Critérios de Resistência Rigidez. Torção em elementos de seção circular. Torsão em
elementos de seção não circular. Flexão. Critério de Resistência em Flexão. Deslocamentos
em Flexão Critério de Rigidez. Caso geral de tensões. Conceito de Tensão Equivalente.
Introdução às Teorias de Resistência. Flexo-Tração/Compressão. Flexo-Torção. Flambagem
elástica.
Formulação
de
Euler.
CONTEÚDO
1- Introdução
1.1 Objetivos da Resistência dos Materiais.
1.2 Hipóteses Básicas (Princípio de Superposição, Princípio de Saint-Venant, Hipótese das
Seções Planas).
1.3 Sistema Real e Esquema de Análise.
1.4 Classificação das forças internas. Interpretação do sentido físico das mesmas.
1.5 Conceito de Tensão e de Deformação.
2- Tração-Compressão
2.1 Diagramas de forças internas em elementos submetidos a tração-compressão.
2.2 Ensaios de materiais. Diagrama de tração. Lei de Hooke. Comportamento dúctei e frágei.
Propriedades Mecânicas fundamentais. Coeficiente de Poisson.
2.3 Aplicação dos critérios de resistência e de rigidez. Coeficiente de segurança.
2.4 Solução de sistemas isostáticos. Solução de sistemas estaticamente indeterminados.
Cálculo de treliças.
2.5 Solução de problemas.
3- Teoria do Cisalhamento Puro
3.1 Critérios de cálculo.
3.2 Solução de problemas com a presença de pinos e/ou rebites.
3.3 Lei de Hooke para a distorção. Lei de Paridade das Tensões de Cisalhamento.
3.4 Solução de problemas.
4- Torção
4.1 Diagramas de momentos torsores.
4.2 Critérios de resistência e de rigidez na torção de elementos de seção circular.
4.3 Critérios de resistência e de rigidez na torção de elementos de seção no circular.
4.4 Solução de problemas.
5- Flexão
5.1 Diagramas de força de cisalhamento e momento fletor. Relações diferenciais entre carga
distribuida, força de cisalhamento e momento fletor.
5.2 Critérios de resistência e de rigidez na flexão.
5.3 Cálculo de deslocamentos lineares e angulares na flexão.
5.4 Solução de problemas.
6- Caso Geral de Tensões
6.1 Introdução às Teorias de Resistência.
6.2 Conceito de tensão principal. Conceito de tensão equivalente.
6.3 Critérios de Hubber e Misses, Tresca e Mohr.
6.4 Solução de problemas.
7- Flambagem Elástica
7.1 Fórmulação de Euler para a determinação do carregamento crítico.]
7.2 Solução de problemas.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOTELHO, Manoel H. Resistência dos Materiais. Blucher, 2013.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. Érica, 2013.
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. Pearson, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GERE, James M. Mecânica dos Materiais. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2010.
BEER, F. P.; Johnston Jr, R. Resistência dos Materiais. 4.ed. São Paulo: Makron Books,
2006.
MERIAM, James L. Mecânica para Engenharia V.2 – Dinâmica. LTC, 2009.
NOME
DA
DISCIPLINA
Ergonomia
5° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
OBJETIVO
A disciplina de ergonomia para engenharia de produção visa proporcionar uma sólida
formação básica das metodologias estudadas aliadas as necessidades das disciplinas
posteriores
do
curso
de
engenharia
de
produção.
A disciplina também capacita o acadêmico na utilização das ferramentas necessárias para
aplicação
de
ergonomia
no
desenvolvimento
de
projeto.
A abordagem de diferentes literaturas referentes à área auxiliará o futuro profissional a ter
uma
visão
crítica
e
base
para
pesquisas.
A utilização desses conhecimentos em conjunto com de outras disciplinas permitirá o
acadêmico fazer análises e determinar se o novo projeto será mais eficiente ou menos
eficiente
que
o
antigo.
EMENTA
Ergonomia. Organização de dados. Tipos humanos. Fenômenos naturais. Fisiologia.
Biomecânica.
Hipóteses. Probabilidades.
CONTEÚDO
1 - Ergonomia.
2 - Organização de dados.
3 - Raça humana.
4 - Fenômenos naturais.
5 - Abordagem ergonômica de Sistemas
6 - Fisiologia. O corpo humano
7 - Postos de trabalho
8 - Biomecânica.
9 - Manejos e controles
10 - Probabilidade.
11 - Teste de Hipóteses.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DULL, J; WEERTMEERTER. A Ergonomia Prática. São Paulo: Edgard Blucher, 2012.
ABRAHÃO, Júlia.et.al. Introdução a Ergonomia - da prática a teoria. Edgard Blucher,
2010
IIDA, Itiro. Ergonomia - projeto e produção. 2ªed. Edgard Blucher, 2008
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MÁSCULO, Francisco S.; VIDAL, Mario C. Ergonomia - trabalho adequado e eficiente.
Campus, 2011
LAVILLE, A. Compreender o trabalho para transformá-lo – a prática da ergonomia.
Blucher, 2001.
VIEIRA, Jair Lot. Manual de Ergonomia. Edipro, 2011.
NOME
DA
DISCIPLINA
Pesquisa Operacional II
5° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Facilitar aos alunos competências diversas para:
- identificar e caracterizar problemas de decisão, de otimização e de gestão associados a
sistemas do mundo real;
- representar os problemas através de diferentes formas, como modelos matemáticos, gráficos
e simulação;
- aplicar algoritmos para obtenção de soluções para alguns tipos de problemas;
- analisar criticamente as soluções obtidas.
EMENTA
Programação
Dinâmica.
Programação
Não-Linear
(Otimização
Métodos Heurísticos. Modelo PERT/CPM. Problema de Sequenciamento.
Clássica).
CONTEÚDO
1. Programação Dinâmica.
1.1. Teoria e Aplicações (problema de caminho mínimo, problema de investimento de capital,
outros).
1.2. Apenas uma restrição e função objetivo linear - Problema da Mochila.
1.3. Contextualização do Problema de Dimensionamento de Lotes: MPS- MRP-Programação
da Produção.
1.4. Resolução via Wagner Whithin (programação dinâmica).
2. Programação Não-Linear (PNL).
2.1. Características da PNL.
2.2. Estudo da concavidade e convexidade de funções com 1, 2 ou mais variáveis.
2.3. Condições de Kuhn-Tucker.
2.4. Modelagem de um PNL e Programação Não-Linear utilizando o Solver do Excel.
3. Estudo de Caso: Apresentação de um artigo científico, de Revista Científica da área,
relacionado à Pesquisa Operacional.
4. Métodos Heurísticos.
4.1. Tipos de Heurísticas
4.2. Aplicações de Heurísticas
5. Modelo PERT/CPM.
5.1. Estudo de Aceleração de Projetos.
5.2. Aplicações utilizando o software MSProject.
6. Problema de Sequenciamento.
7. Apresentação da implementação da Heurística.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COLIN, Emerson C. Pesquisa Operacional - 170 Aplicações em Estratégia, Finanças,
Logística, Produção, Marketing e Vendas. LTC, 2007.
CUKIERMAN, Zigmundo Salomão. O Modelo pert/cpm aplicado a gerenciamento de
projetos. LTC, 2009.
ZORNING, Peter. Introdução à Programação Não Linear. UNB, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões: modelagem
em excel. Campus, 2007.
Andrade, E.L. (2002) Introdução à Pesquisa Operacional: métodos e modelos para análise
de decisão. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC. 2004.
SILVA, Ermes M. Pesquisa Operacional – Para os cursos de Administração e
Engenharia. Atlas, 2010.
NOME
DA
DISCIPLINA
Sistemas de Informação
5° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
A disciplina tem como objetivo conceituar a informação e os sistemas de informação,
discutindo seu papel nas organizações. Serão apresentados métodos, técnicas e ferramentas
para modelagem e desenvolvimento de sistemas de informação. Os alunos deverão aprender
as analisar como as informações fluem dentro de uma empresa, organizar e classificar as
informações de uma empresa (sob a ótica de sistemas de informação), modelar, projetar e
desenvolver um protótipo de um sistema que manipule informações utilizando um
gerenciador
de
banco
de
dados.
EMENTA
Sistemas de Informação. Engenharia da Informação. Tecnologia da Informação. Conceitos de
hardware e software. Planejamento e gerência de projetos de SI. Formação de
desenvolvimento . Recursos. Prazo. Controle de projetos. Engenharia de software. Ciclo de
vida de software. Modelagem orientada a objetos. Documentação de sistemas. Controle de
documentos. Requisitos de sistema. Análise e projeto de SI. Interface com o usuário. Manual
de usuário. Implementação. Apresentação, treinamento e aplicação prática de um ambiente de
desenvolvimento de software. Verificação e validação de SI. Revisões. Teste. Introdução Pa
qualidade de software. Garantia da qualidade de software. Gerência de configuração de
software.
Utilização
do
software
Access.
CONTEÚDO
Apresentação do curso.
Fundamentos em sistemas de informação (SI)
Engenharia da Informação
Infraestrutura para SI (conceitos de hardware e software)
O uso de SI pelas empresas
Aplicações em SI : SI transacionais, SIG, SAE, Sistemas Especialistas, Sistemas ERPs e
CRM,
Ciclo de vida de software
Processo de desenvolvimento de software
Qualidade em software
Fundamentos em gerenciador de banco de dados: desenvolvimento de protótipo
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LAUDON, KENETH, C.; LAUDON, JANE, P. Sistemas de informação gerenciais.
Pearson/Prentice Hall, 2011.
SANTOS, Aldemar de A. ERP e Sistemas de Informações Gerenciais. Atlas, 2013.
BIO, Sérgio R. Sistemas de Informação – Um enfoque gerencial. Atlas, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALBERTIN, ALBERTO L. Administração de informática: funções e fatores críticos de
sucesso. São Paulo: Atlas, 2008.
RALPH, M. STAIR. Princípios de sistemas de informação. Cengage, 2011.
COSTA, Ivanir. Qualidade em Tecnologia da Informação. Atlas, 2013.
NOME
DA
DISCIPLINA
Contabilidade Geral I
5° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Ao final da disciplina o aluno deverá ser capaz de conhecer os procedimentos básicos da
mecânica contábil, conhecer a rotina de funcionamento contábil de uma Empresa e conhecer
as rotinas básicas de controle e avaliação.
EMENTA
Conceito de contabilidade; Contabilidade e Engenharia de Produção; Interesses na informação
contábil; Balanço: ativo, passivo, patrimônio líquido; Procedimentos contábeis básicos;
Variações da situação líquida; despesa, receita; Regimes de competência e caixa; receitas e
despesas diferidas; Fatos Contábeis; Operações com mercadorias; inventário, valoração;
Ativo Imobilizado e Amortização; Demonstrativo de origens e aplicações; Análise de Balanço
e
de
resultados.
CONTEÚDO
Campo de atuação e objetivos da contabilidade.
Formas básicas da organização legal empresarial brasileira.
Balanço patrimonial.
Demonstrações de resultado do exercício.
Doar-demonstração de origens e aplicações de recursos.
Operações com mercadorias.
Análise das demonstrações financeiras.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GONÇALVES, Eugenio Celso. Contabilidade Geral. São Paulo: Atlas, 2011.
FRANCO, Hilario. Contabilidade Geral. 23ª ed. - São Paulo: Atlas, 1996
MEGLIORINI, Evandir. Contabilidade para Cursos de Engenharia. Atlas, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. São Paulo: Saraiva, 2010.
PADOVEZE, Clóvis L. Analise das Demonstrações Financeiras. Cengage, 2010.
BERTI, Anélio. Contabilidade Geral. - São Paulo: Ícone, 2001.
NOME
DA
DISCIPLINA
Economia Geral
5° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Transmitir aos alunos os conceitos básicos da Ciência Econômica e sua importância para as
atividades das empresas e para o comportamento dos indivíduos. Mostrar como a
interpretação dos fatos econômicos pode auxiliar as tomadas de decisões pelos profissionais
da
Engenharia.
Estudar o papel da oferta e demanda na determinação do preço e quantidade de mercado.
Estudar o processo de produção e de custos.
EMENTA
Princípios básicos de microeconomia; teoria do consumidor e da demanda; teoria da firma e
da produção; estruturas de mercado; teoria dos custos e da formação de preços; concorrência,
competitividade e globalização; impacto sobre as empresas instaladas no Brasil.
CONTEÚDO
1. CONCEITOS BÁSICOS DA ECONOMIA
O Problema Econômico
Clássicos do Pensamento Econômico
Os processos de escolha: Socialismo e Capitalismo
2. A LEI DA OFERTA E DA PROCURA
A Procura
A Oferta
Teoria da Firma
O Equilíbrio de mercado
O Fenômeno Inflacionário
3. ECONOMIA e PRODUÇãO
Teoria da Produção
Função da Produção
Curva de Possibilidades de Produção
Distinção entre Fatores de Produção
Competitividade da Firma, Produção a Curto e Longo Prazo
4. CUSTOS DE PRODUÇÃO
Custo de Oportunidade
Custos de Produção
Custo Marginal
Economia de Escala
Relações entre Tipos de Custos
5. FORMAÇÃO DE PREÇOS
Objetivos da Firma,
O Papel dos Mercados.
A Oferta e a Demanda
O conceito de elasticidade e suas aplicações
6. ESTRUTURAS DE MERCADO
Concorrência Perfeita
Monopólio
Oligopólio
Competição Monopolística
Globalização
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
VASCONCELOS, Marco Antonio Sandoval. Economia - Micro e Macro. São Paulo: Atlas,
2011.
ROSSETTI, José P. Introdução à Economia. Atlas, 2003.
PASSOS, Carlos Roberto Martins e NOGAMI, Otto. Princípios de Economia. 6.ed. São
Paulo: Cengage, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FISCHER, Stanley. Introdução à economia. 2ª ed. - São Bernardo do Campo: Elservier,
2003.
COGAN, Samuel. Custos e Formação de Preços. Atlas, 2013.
PINHO, Diva Benevides. Manual de Economia. 5ª ed. - São Paulo: Saraiva, 2005.
NOME
DA
DISCIPLINA
Tecnologias de Produção I
5° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Conhecimento e operação dos diferentes processos e tecnologias de produção.
EMENTA
Processos de fabricação por metalurgia: fundição, metalurgia do pó, soldagem. Processos de
fabricação por trabalho de conformação plástica: laminação, forjamento, estampagem,
extrusão, trefilação, calandramento.
Processos de fabricação de peças plásticas: moldagem por compressão e por transferência,
extrusão, sopro, injeção termo formação.
Processos de usinagens não convencionais: usinagem por descarga elétrica, por feixe de
elétrons, por plasma, por laser, fresamento químico.
CONTEÚDO
- Considerações gerais sobre processos de manufatura.
- Processos de origem, envolvendo todas as tecnologias de fundição.
- Processos de conformação plástica.
- Tecnologia de fabricação de componentes poliméricos.
- Processos de usinagem não convencional.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
KIMINAMI, Claudio S. Introdução aos Processos de Fabricação de Produtos Metálicos.
Blucher, 2013.
CHIAVERINI, Vicente. Metalurgia do Pó. ABM, 2001.
GREIF, Helmut. Tecnologia dos Plásticos. Blucher, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FITZPATRICK, Michael. Introdução aos Processos de Usinagem. Bookman, 2013.
WEISS, Almiro. Processos de Fabricação Mecânica. Do Livro Técnico, 2012.
NOVASKI, Olívio. Introdução à Engenharia de Fabricação Mecânica. Blucher, 2013.
NOME
DA
DISCIPLINA
Termodinâmica
5° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
OBJETIVO
Fornecer aos alunos os princípios básicos da Termodinâmica, juntamente com algumas
aplicações práticas. Desenvolver a habilidade de lidar com problemas práticos da Engenharia,
na área Térmica, bem como analisar e interpretar fenômenos e processos relacionados com
Energia.
EMENTA
Substância Pura. Trabalho e Calor. 1ª Lei e 2ª Lei para Sistemas. 1ª Lei e 2ª Lei para Volume
de Controle. Conversão de Energia por Processos e Ciclos Termodinâmicos.
CONTEÚDO
1. Conceitos Fundamentais
1.1 Termodinâmica
1.2 Sistema e Volume de Controle
1.3 Estado e Propriedades
1.4 Processos e Ciclos
1.5 Unidades
2. Propriedades de Uma substância Pura
2.1 Substância Pura
2.2 Mudança de Fase
2.2.1 Equilíbrio Líquido-Vapor
2.3 Saturação
2.4 Título ou Qualidade
2.5 Diagramas e Tabelas de Vapor
2.6 Propriedades Independentes de uma Substância Pura
3. Calor e Trabalho
3.1 Conceito e Aplicações
3.2 Unidades
3.3 Trabalho de Expansão
3.3.1 Cálculo do Trabalho: Analítica e Graficamente
4. 1ª Lei da Termodinâmica
4.1 1ª Lei da Termodinâmica para Processos Cíclicos
4.2 1ª Lei da Termodinâmica em Processos não Cíclicos de Sistemas Fechados
4.3 Energia Interna
4.4 Entalpia
4.5 1ª Lei da Termodinâmica para Volume de Controle
4.5.1 Equação da Continuidade
4.5.2 O Processo em Regime Permanente
4.5.3 O Processo em Regime Transiente
5. 2ª Lei da Termodinâmica
5.1 Reservatório Térmico
5.2 Motor Térmico
5.3 Refrigerador
5.4 Enunciados da 2ª Lei da Termodinâmica
5.4.1 Enunciado de Kelvin-Planck
5.4.2 Enunciado de Clausius
5.5 Processo Reversível
5.6 Causas da Irreversibilidade de um Processo
5.7 ciclo de Carnot
5.8 Teoremas de Carnot
5.9 Escala Termodinâmica de Temperaturas
6. Entropia
6.1 Uma Propriedade do Sistema
6.2 Entropia para uma Substância Pura
6.3 Variação da Entropia em Processos Reversíveis
6.4 Variação da Entropia em Processos Irreversíveis
6.5 Princípio do Aumento de Entropia.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
WYLEN, VAN, J.G.,SONNTAG, R.E., BORGNAKKE, C. Fundamentos da
Termodinâmica. Trad. 8.ed. americana. São Paulo: Edgard Blücher, 2013. 3 ex.
MORAN, Michael J. Princípios de Termodinâmica para Engenharia. LTC, 2013.
OLIVEIRA, Mario J. Termodinâmica. Livraria da Física, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SONNTAG, R. E., BORGNAKKE, C. Introdução à Termodinâmica para a Engenharia.
LTC. 2003.
SERWAY, Raymond A. Física para Cientistas e Engenheiros. V.2. Cengage, 2011.
KNIGHT, Randall D. Física: Uma Abordagem Estratégica - Vol.2 Termodinâmica
Óptica. Bookman, 2009.
NOME
DA
DISCIPLINA
Gestão Financeira I
6° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Apresentar princípios, conceitos e técnicas de matemática e administração financeira, visando
fornecer alimentos para a tomada de decisões.
EMENTA
Estudo do ambiente econômico e financeiro. Conhecimento dos demonstrativos para
administração financeira das empresas. Estudo dos indicadores financeiros que medem o
desempenho empresarial.
CONTEÚDO
Conceitos básicos e funções da administração financeira; Sistemas de informações
financeiras.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Atlas, 2012.
GITMAN, Lawrence J. Princípios da administração financeira. São Paulo: Pearson, 2010.
ROSS, Stephen. Fundamentos de Administração Financeira. Bookman, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da administração financeira. São Paulo: Makron
Books, 2000.
HOJI, Masazaku. Administração Financeira na Prática. Atlas, 2012.
MALAGA, Flavio K. Análise de Demonstrativos Financeiros e da Performance
Empresarial. Saint Paul, 2012.
NOME
DA
DISCIPLINA
Contabilidade Geral II
6° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Compreender os sistemas de custeio e sua aplicação.
Capacitar a projetar e implantar sistemas de custeio.
Capacitar a analisar custos em relação à estratégia de mercado e de produção de uma
organização.
EMENTA
Sistemas de Custeio: Custos diretos e indiretos, fixos e variáveis. "Cost-drivers". Acumulação
de custos, classificação, fatores de custo. Custeio por Absorção. Produção por ordem,
contínua, conjunta. Custeio Direto: margem de contribuição. Custeio ABC. Projeto de
sistemas de Custeio: Produtos e Departamentos. Sistemas de produção e sistemas de custeio.
CONTEÚDO
Introdução. Apresentação do curso. A contabilidade de custos, financeira e gerencial.
Terminologia contábil básica
Princípios contábeis aplicados a custos. Classificação e nomenclaturas de custos. Custos
diretos e indiretos, fixos e variáveis. Esquema básico da contabilidade de custos: custeio por
absorção.Esquema básico da contabilidade de custos: departamentalização.
Critério de rateio dos custos indiretos.
Custeio abc. Cost-drivers (direcionadores de custo)
Custos indiretos de produção (cip)
Materiais diretos, estoque: médio, PEPS, UEPS.
Mão de obra direta.
Produção por ordem e de encomenda.
Produção contínua. Custeio por processo.
Produção conjunta. Avaliação de estoques.
Custo fixo, lucro e margem de contribuição.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10.ed. São Paulo, 2010.
MEGLIORINI, Evandir. Custos – Análise e gestão. Pearson, 2012.
GONÇALVES, Eugenio Celso. Contabilidade Geral. São Paulo: Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Perez Jr., José Hernandez. Contabilidade de custos para não contadores. 5 ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
GONÇALVES, Eugenio Celso. Contabilidade Geral. 6ª ed. - São Paulo: Atlas, 2007
NAKAGAWA, Masayuki. ABC – Custeio baseado em atividades. Atlas, 2001.
NOME
DA
DISCIPLINA
Empreendedorismo
6° Semestre
Carga Horária Semanal 02- Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
O objetivo da disciplina é estimular no aluno o espírito empreendedor, ajudando-o a entender
seu potencial e suas características, bem como os fatores-chave de sucesso através do estudo
de casos reais:
- Estimular o aluno a ter visão de negócios
- Fornecer ao aluno capacitação básica para entender como concretizar seu empreendimento
- Discutir com os alunos as características de empreendedores e os fatores de sucesso e
fracasso.
EMENTA
O objeto desta disciplina é a atividade empreendedora. O aluno deve experimentar a
identificação de oportunidades de negócio e a elaboração de planos de negócios, além de
estudar as características do empreendedor, bem como as atividades inerentes ao
empreendedorismo, tais como negociação, marketing e estudos de viabilidade.
CONTEÚDO
Conceitos de empreendedor e empreendedorismo
Características de empreendedores
Planejamento Estratégico
Planejamento por cenários; exercício: visão de oportunidades de negócios no seu ramo
Análise dos casos: causas
Exercício de negociação
Fontes de financiamento, incubadoras
Filme sobre empreendedorismo e discussão e análise
Filme sobre empreendedorismo e discussão e análise
Plano de negócios: modelo e explicações
Desenvolvimento do plano de negócios
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor.
Manole, 2012.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo - Transformando ideias em negócios.
3ª Ed. - Rio de Janeiro: Campus
OLIVEIRA, Djalma de P. R. Empreendedorismo – Vocação, capacitação e atuação
direcionadas para o plano de negócios. Atlas, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DRUCKER, Peter F. Inovação e Espírito Empreendedor. Cengage, 2008.
BIZZOTTO, Carlos E. N. Plano de Negócios para Empreendimentos Inovadores. Atlas,
2008.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Empreendedorismo. 11ª ed. - São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2012.
NOME
DA
DISCIPLINA
Automação e Controle
6° Semestre
Carga Horária Semanal 06 - Carga Horária Semestral 120
OBJETIVO
Introduzir os fundamentos matemáticos de Automação e Controle e ilustrar algumas de suas
aplicações à Engenharia de Produção.
EMENTA
Sistemas de produção e automação. Conceitos básicos de controle. Sistemas de controle.
Modelos de sistemas. Loop causal. Realimentação positiva/negativa. Diagramas de processos.
Automação de processos contínuos. Conceito. Aplicações. Sistemas supervisores. Sistemas de
controle PID. Simulação e sistemas contínuos. Instrumentação analógica e digital.
Transdutores. Automação comercial/bancária. Sistemas discretos. CLP, CNC, DNC, painéis
elétricos. Robótica. Sistemas CAID/CAE/CAD/CAM. Integração de processos. CIM. Redes
de computadores. Sistemas flexíveis de automação. Concepção, operação e gestão da
operação em sistemas automatizados. Tecnologia e sociedade.
CONTEÚDO
1. Introdução (NISE, 2002, pp. 2-25)
1.1.Introdução
1.2.História dos Sistemas de Controle
1.3.O Engenheiro e sistemas de controle e automação
1.4.Características da resposta e configurações de sistemas
1.5.Objetivos de análise e de projeto
1.6.Procedimento de projeto
1.7.Projeto assistido por computador (CAD)
2. Modelagem no domínio da freqüência (NISE, 2002, pp. 27-88).
2.1.Revisão sobre transformada de Laplace
2.2.Função de transferência
2.3.Modelagem de circuitos elétricos
2.4.Modelagem de sistemas mecânicos em translação
2.5.Modelagem de sistemas mecânicos em rotação
2.6.Modelagem de sistemas com engrenagens
2.7.Modelagem de sistemas eletromecânicos
2.8.Estudo de caso
3.Modelagem no domínio do tempo (NISE, 2002, pp. 90-122).
3.1.Introdução
3.2.Observações
3.3.Representação geral no espaço de estados
3.4.Aplicando a representação no espaço de estados
3.5.Conversão de função de transferência para espaço de estados
3.6.Conversão de espaço de estados para função de transferência
3.7.Estudo de caso
4.Resposta no domínio do tempo (NISE, 2002, pp. 123-177).
4.1.Introdução
4.2.Pólos, zeros e resposta do sistema.
4.3.Sistemas de primeira ordem
4.4.Sistemas de segunda ordem: Introdução
4.5.Sistemas de segunda ordem geral
4.6.Sistemas de segunda ordem subamortecidos
4.7.Solução das equações de estado através da transformada de Laplace
4.8.Estudos de caso
5. Redução de sistemas múltiplos (NISE, 2002, pp. 179-233).
5.1.Introdução
5.2.Diagramas de blocos
5.3.Análise e projeto de sistemas com retroação
5.4.Diagramas de fluxo de sinal
Trabalhos:
T1 – Sensores (PAZOS, 2002, cap. 4)
T2 – Tecnologias associadas à Automação (SILVEIRA; SANTOS, 1999, p.169-210).
T3 – Automação Industrial: uma retrospectiva histórico-social (SILVEIRA; SANTOS, 1999,
p. 1-32).
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NISE, Norman S. Engenharia de sistemas de controle. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
FRANKLIN, Gene. Sistemas de Controle para Engenharia. Bookman, 2013.
GROOVER, Mikell. Automação industrial e sistemas de manufatura. Pearson, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHAPMAN, Stephen J. Programação em MATLAB para engenheiros. SãoPaulo:
Cengage, 2010.
DISTEFANO, J. J.; STUBBERUD, DORF, Richard C. Sistemas de controle modernos.
12.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 5.ed. São Paulo: Prentice-Hall,
2011.
NOME
DA
DISCIPLINA
Engenharia do Produto
6° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Conhecimento do desenvolvimento do produto e seu planejamento desde as necessidades dos
usuários até seu estudo de processo de fabricação e embalagem recomendada
EMENTA
O modelo do sistema humano e a ergonomia. Produtos - serviços e bens e sistemas básicos de
custeio. Características Mercadológicas. A ferramenta QFD (quality function deployment),
atendimento das necessidades do usuário e o desenvolvimento da função qualidade. Técnicas
de embalagem. Requisitos ambientais e do projeto.
CONTEÚDO
- A área de produção e a de Marketing suas funções e principais atividades e suas relações
com a Engenharia de Produtos.
- A importância da ergonomia no produto e na manufatura, a NR 17.
- Abordagem resumida de custos de produtos- bens e serviços.
- A ferramenta QFD- a sua importância no desenvolvimento do produto.
- Os registros de engenharia- composição do produto- sub-conjuntos, componentes e
materiais.
- Os registros de engenharia- definição dos processos de fabricação, etapas criticas e
montagem final do produto.
- Sistema e tecnologia da embalagem em função do tipo de produto.
- Cuidados ambientais no produto e na manufatura.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA.
KAMINSKI, Paulo Carlos. Desenvolvendo produtos com planejamento, criatividade e
qualidade. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
BARBOSA FILHO, Antonio N. Projeto e Desenvolvimento de Produtos. Atlas, 2009.
ROTONDARO, Roberto G. Projeto do Produto e do Processo. Atlas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMLEMENTAR.
MIGUEL, Paulo A. C. Implementação do QFD para o Desenvolvimento de Novos
Produtos. Atlas, 2008.
IRIGARAY, Hélio A. Gestão e Desenvolvimento de Produtos e Marcas. FGV, 2011.
WARD, Allen C. Sistema Lean de Desenvolvimento de Produção e Processos. Leopardo,
2011.
NOME
DA
DISCIPLINA
Introdução a Metrologia Industrial
6° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
OBJETIVO
A disciplina Princípios de Metrologia Industrial tem como objetivo analisar os conceitos
metrológicos básicos, sua normalização e impacto nos sistemas de gestão da qualidade, para a
avaliação de produtos e controle de processos, com o reconhecimento e aplicação de técnicas
e metodologias modernas para o gerenciamento dos dispositivos de medição e
monitoramento.
EMENTA
A metrologia como requisito dos sistemas de gestão da qualidade. Definições e conceitos
metrológicos fundamentais. Calibração de dispositivos de medição e monitoramento. Tipos de
erros de medição. Propagação de erros de medição. Incerteza de medições. Conceitos básicos
de metrologia dimensional, metrologia de massa e pressão, metrologia de temperatura,
metrologia de força, metrologia de tempo e freqüência, metrologia elétrica. Estudos de
repetibilidade
e
reprodutibilidade
(R&R).
Comparações
interlaboratoriais.
CONTEÚDO
1 - Introdução. Aplicações da metrologia. Conceitos gerais. Definições. Sistema Internacional
de Unidades.
2 - Noções gerais de variação, exatidão e precisão de medidas.
3 - A importância da metrologia nos sistemas de gestão da qualidade.
4 - A RBC e RBLE - Critérios de credenciamento de laboratórios.
5 - Calibração de dispositivos de medição e monitoramento.
6 - Padrões e rastreabilidade metrológica. Validação de dispositivos.
7 - Análise dos requisitos da norma ISO IEC 17025.
8 - Metrologia dimensional.
9 - Metrologia de massa e pressão.
10 - Metrologia de temperatura.
11 - Metrologia de força.
12 - Metrologia de tempo e freqüência.
13- Estudos de repetibilidade e reprodutibilidade (R&R).
14- Comparações interlaboratoriais.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na Indústria. 9.ed. São Paulo: Érica, 2013.
JR. Armando A. G. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial. Manole, 2008
SANTANA, Reinaldo G. Metrologia. Do Livro Técnico, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
KOBAYOSHI, Marcelo. Calibração de Instrumentos de Medição. Senai, 2012.
NETO, João C. Silva. Metrologia e Controle Dimensional. Campus, 2012.
HEMUS. A Técnica da Ajustagem . Hemus, 2004.
NOME
DA
DISCIPLINA
Tecnologias da Produção II
6° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Conhecimento e operação de diferentes processos e tecnologias de fabricação e de produção.
EMENTA
Processos de manufatura por remoção de material – Usinagem. Análise econômica do
processo de corte - Critérios de custo e de produção. Materiais utilizados na fabricação de
ferramentas de corte. Refrigeração e lubrificação do processo. Usinagem em materiais
endurecidos.
Usinagem
em
alta
velocidade
(High
Speed).
CONTEÚDO
- Geometria do processo de corte envolvendo todos os movimentos entre peça e ferramenta.
- Parâmetros de corte: avanços, profundidades e velocidades de corte e de avanço.
- Determinação dos esforços torques e potências.
- Considerações sobre custo e produção, estabelecimento de velocidades de mínimo custo e
máxima produção.
- Métodos e processos de fabricação.
- Máquinas convencionais e CNC.
- Conceitos e tendências das máquinas modernas de usinagem.
- Conceituação sobre DFMA (Design for manufacturing and assembly).
- Dispositivos de usinagem.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
KIMINAMI, Claudio S. Introdução aos Processos de Fabricação de Produtos Metálicos.
Blucher, 2013.
FITZPATRICK, Michael. Introdução aos Processos de Usinagem. Bookman, 2013.
DINIZ, Anselmo E. Tecnologia da Usinagem dos Metais. Artliber, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FITZPATRICK, Michael. Introdução a Usinagem com CNC. Bookman, 2013.
WEISS, Almiro. Processos de Fabricação Mecânica. Do Livro Técnico, 2012.
LESKO, Jim. Design industrial: Guia de materiais e fabricação. São Paulo: Edgard Blücher,
2012.
NOME
DA
DISCIPLINA
Materiais de Engenharia
6° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Fornecer e desenvolver toda a base de conhecimento necessária ao perfeito entendimento da
composição dos materiais em suas principais formas utilizadas, nas diversas áreas de
atividade da engenharia, considerando os principais itens relacionados ao desempenho,
segurança e sucesso na utilização tecnicamente correta, influenciadas diretamente pela
estrutura
e
tipo
do
material.
EMENTA
Classificação dos materiais sólidos. Sistemas cristalinos e células unitárias. Aços carbono.
Aços liga. Ferros fundidos. Padronização de materiais ferrosos. Materiais metálicos não
ferrosos. Deformações nos metais. Tratamentos térmicos. Tratamentos termoquímicos.
Materiais poliméricos. Principais materiais poliméricos de uso industrial.
CONTEÚDO
1. Classificação dos materiais sólidos. Metais. Polímeros. Cerâmicos. Compósitos.
Semicondutores.
2. Sistemas cristalinos e células unitárias. Fator de empacotamento.
3. Aços carbono.Definição. Efeitos da composição química e das temperaturas no
comportamento dos aços carbono.
4. Aços liga
5. Ferros fundidos. Fº f° cinzento, branco, nodular, ligados
6. Padronização de materiais ferrosos. Normas ASTM, SAE, AISI, ABNT.
7. Materiais metálicos não ferrosos. Cobre e suas ligas. Alumínio e suas ligas. Níquel e suas
ligas. Padronização.
8. Deformações nos metais: laminação, extrusão, forjamento, trefilagem, estampagem,
repuxo.
9. Tratamentos térmicos. Definições. Objetivos. Recozimento. Têmpera. Revenido.
Normalização.
10. Tratamentos termoquímicos: cementação, nitretação, cianetação.
11. Materiais poliméricos. Propriedades. Constituição.
12. Principais materiais poliméricos de uso industrial. Materiais termoplásticos e termo
resistentes.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CALLISTER Jr., W. Ciência e Engenharia dos Materiais – Uma introdução. Rio de
Janeiro: LTC, 2012.
HASHEMI, Javad. Fundamentos de Engenharia e Ciência dos Materiais. Bookman, 2012.
SHACKELFORD, James F. Ciência dos Materiais. Pearson, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PADILHA, Angelo F. Materiais de Engenharia – Microestrutura e propriedades. Hemus,
2007.
SCHON, Claudio G. Mecânica dos Materiais – Fundamentos e tecnologia do
comportamento mecânico. Campus, 2013.
VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de Ciência dos Materiais. 20º reimpressão de 2014.
Blucher, 1970.
NOME
DA
DISCIPLINA
Contabilidade Geral III
7° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Compreender os sistemas de custeio e sua aplicação.
Capacitar a projetar e implantar sistemas de custeio.
Capacitar a analisar custos em relação à estratégia de mercado e de produção de uma
organização.
EMENTA
O problema da inflação. Análise de Custos. Custo-Volume-Lucro. Contribuição marginal.
Análise de variações. Equação de produtividade global. Alavancagem operacional. TIR e
lucratividade.
CONTEÚDO
Margem de contribuição e limitações na capacidade de produção.
Custeio variável (custeio direto).
Margem de contribuição. Custos fixos. TIR (taxa interna de retorno).
Fixação do preço de vendas. Lucratividade.
Custos imputados e perdidos.
Custo de reposição com e sem inflação.
Relação custo, volume e lucro 1.
Relação custo, volume e lucro 2.
Custo padrão.
Análise das variações – materiais e MOD.
Custo ABC – Abordagem gerencial.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10.ed. São Paulo, 2010.
GONÇALVES, Eugenio Celso. Contabilidade Geral. São Paulo: Atlas, 2011.
SANTOS, Joel J. Contabilidade e Análise de Custos. Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Perez Jr., José Hernandez. Contabilidade de custos para não contadores. 5 ed. São Paulo:
Atlas. 2012.
Marion, J. C. Contabilidade Empresarial. São Paulo: Atlas. 2012.
IUDICIBUS, Sérgio. Análise de Custos – Uma abordagem quantitativa. Atlas, 2013.
NOME
DA
DISCIPLINA
Gestão da Qualidade
7° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
OBJETIVO
A disciplina Gestão da Qualidade visa proporcionar uma sólida formação básica, aliada às
necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A disciplina
também têm por objetivo fornecer ao acadêmico uma visão ampla da importância do
gerenciamento da qualidade no desenvolvimento de serviços ou de produtos.
EMENTA
Gestão da Qualidade: Introdução a História e Fundamentos. Planejamento e controle da
qualidade. Administração da Qualidade Total: Origens e definições do TQM. Custos e
Desperdícios na Qualidade. Nova Norma ISO 9000 versão 2000. Qualidade aplicada às
grandes
áreas
de
Gestão.
Estudo
Setorial
da
Qualidade
CONTEÚDO
1. Gestão da Qualidade: Introdução a História e Fundamentos: Conceitos em gestão da
qualidade, a evolução da qualidade, definição da qualidade, parâmetros da qualidade, os
mandamentos da qualidade total.
2. Planejamento e controle da qualidade: Introdução e importância de um planejamento, a
importância do controle da qualidade.
3. Administração da Qualidade Total: Origens e definições do TQM
4. Custos e Desperdícios na Qualidade: Custos da qualidade, desperdícios na produção,
produção enxuta, JIT, KAIZEN, KANBAN, Seis Sigma, 5'S, Ciclo PDCA, Gestão de perdas.
5. Nova Norma ISO 9000 versão 2000: Normalização, definições da ISO, as normas da ISO,
fundamentos da ISO 9000 versão 1994, fundamentos da ISO 9000 versão 2000, principais
evoluções e diferenças da ISO 9000:2000 em relação à ISO 9000:1994.
6. Qualidade aplicada às grandes áreas de Gestão: Qualidade no desenvolvimento de
produtos, qualidade no processo de projeto, qualidade na gestão de suprimentos, qualidade na
terceirização.
7. Estudo Setorial da Qualidade: Qualidade na indústria aeronáutica, qualidade no setor de
construção, qualidade na indústria farmacêutica.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
OLIVEIRA, J. O., Gestão da Qualidade: tópicos avançados, São Paulo: Thomsom, 2004.
SLACK, N., CHAMBERS, S., JOHNSTON, R. Administração da Produção. São Paulo,
Atlas, 2007.
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade – Teoria e prática. Atlas, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GAITHER, N., FRAZIER, G. Administração da Produção e Operações. São Paulo:
Thomsom, 2002.
CAMPOS, Vicente F. TQC – Controle da qualidade total. INDG, 2004.
BALLESTERO-ALVAREZ, Maria E. Gestão da Qualidade, Produção e Operações. Atlas,
2012.
NOME
DA
DISCIPLINA
Organização do Trabalho
7° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Propiciar a compreensão dos principais modelos de organização do trabalho.
Capacitar
a
projetar,
melhorar
e
implantar
processos
de
trabalho.
Capacitar a analisar custos em relação à estratégia de mercado e de produção de uma
organização.
EMENTA
A questão da organização do trabalho. As necessidades das empresas modernas: Organização,
produtividade, qualidade, flexibilidade e competitividade. Critérios de Projeto
Organizacional. Os novos modelos de produção: a "revolução" contemporânea nas fábricas.
As escolas de organização do trabalho: escola clássica (taylorismo/fordismo), escola de
relações humanas (enriquecimento de cargos), escola sócio-técnica (grupos semi-autônomos).
Princípios sócio-técnicos de planejamento do trabalho: metodologia sócio-técnica original de
projeto organizacional (Tavistock). Trabalho em grupo: tipos, casos. Grupos abertos e grupos
fechados. Relações de fronteira (produção-manutenção, qualidade, planejamento etc.
Organização por processos. Metodologia da Sociotecnologia Moderna. Paralelização,
segmentação, sistemas de apoio. Implantação de mudanças organizacionais. Do arranjo
funcional à manufatura celular e FMS. Just in time e "sistema Toyota de produção": conceito
clássico e evoluções recentes. Tópicos especiais (organização do trabalho em escritórios,
times
e
organizações
virtuais
etc.).
CONTEÚDO
1. Reflexões - organização do trabalho
2. Projeto Organizacional 5.Projeto Organizacional 7.Escolas de organização 3.Escolas de
organização 11.Trabalho em grupo 13.Gestão de processos II 4.Gestão de processos IV
17.Gestão de processos VI 19.Manufatura celularModelo japonês.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASCENÇÃO, Luiz Carlos M. D'. Organização, Sistemas e Métodos. São Paulo: Atlas,
2001.
MARX, Roberto. Organização do Trabalho para a Inovação. Atlas. 2011.
ARAUJO, Luis C. G. Organização, Sistemas e Métodos e as Tecnologias de Gestão
Organizacional. V.1. Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à Administração, Atlas, 2011
WOOD Jr., Thomas. Mudança Organizacional. Atlas, 2009.
MAXIMIANO, Antonio C. A. Teoria Geral da Administração – da revolução urbana a
revolução digital. Atlas, 2012.
NOME
DA
DISCIPLINA
Modelos Probabilísticos
7° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
A disciplina Modelos Probabilísticos e Simulação de Sistemas de Produção visa proporcionar
uma formação na área de modelagem de sistemas através do uso de simulação. Esta disciplina
tem por objetivo apresentar e aplicar as principais técnicas de simulação de sistemas em
experimentos computacionais. A disciplina capacita o aluno a modelar sistemas reais
utilizando como ferramenta a simulação e avaliar possíveis mudanças de cenários e propor
alternativas
de
solução.
EMENTA
Análise da Decisão: Árvores de Decisão; Cadeias de Markov; Processo de Decisão
Markoviano; Teoria de Filas; Introdução à Simulação; Aplicações de Simulação: indústria,
serviços e logística; Projeto de Simulação: Tratamento dos dados; Modelagem; Testes e
validação do modelo; Elaboração de Alternativas e Cenários; Análise de Resultados;
Utilização
do
software
ARENA.
CONTEÚDO
ANÁLISE DE DECISÃO
Tomada de decisão sem experimentação
Tomada de decisão com experimentação
Árvores de decisão
PROCESSO ESTOCÁSTICO
Cadeias de Markov
Equações de Chapman-Kolmogorov
Classificação dos estados de uma cadeia de Markov
Modelos de decisão Markovianos
TEORIA DE FILAS
Estrutura básica dos modelos de filas
Exemplos de sitemas de filas
O papel da distribuição exponencial
O processo de nascimento e morte
Modelos de filas baseados nos processos de nascimento e morte
Modelos de filas com distribuições não exponenciais
Redes de filas
MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE SISTEMAS
Aplicações da simulação
Tipos de simulação
Componentes de um modelo de simulação
O processo da simulação
A LINGUAGEM DE SIMULAÇÃO ARENA
O ambiente de trabalho do Arena
Componentes de um sistema
Criação de modelos
Animação
PROJETO DE SIMULAÇÃO
Identificação do problema
Modelagem do cenário atual
Validação do modelo
Avaliação de possíveis cenários
Análise dos resultados
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BATEMAN, Robert E. Simulação de Sistemas – Aprimorando processos de logística,
serviços e manufatura. Campus, 2013.
Prado, D. Usando o Arena em Simulação. 4.ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e
Serviços, 2010.
RAGSDALE, Cliff T. Modelagem e Análise de Decisão. Cengage, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Andrade, E.L. (2002) Introdução à Pesquisa Operacional: métodos e modelos para análise
de decisão. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC. 2004.
FREITAS FILHO, Paulo J. Introdução à Modelagem e Simulação de Sistemas: com
Aplicações em Arena. Visual Books, 2008.
PRADO, Darci. Teoria das Filas e da Simulação. Falconi, 2014.
NOME
DA
DISCIPLINA
Gestão Financeira II
7° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Apresentar princípios, conceitos e técnicas de matemática e administração financeira, visando
fornecer alimentos para a tomada de decisões
EMENTA
Análise dos demonstrativos para definição de cursos de ação. Administração do capital de
giro e das políticas de crédito e cobrança.
CONTEÚDO
Administração do capital de giro; Financiamento de curto e longo prazo.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Atlas, 2012.
GITMAN, Lawrence J. Princípios da administração financeira. São Paulo: Pearson, 2010.
ROSS, Stephen. Fundamentos de Administração Financeira. Bookman, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da administração financeira. São Paulo: Makron
Books, 2000.
HOJI, Masazaku. Administração Financeira na Prática. Atlas, 2012.
ASSAF NETO, Alexandre. Administração do Capital de Giro. Atlas, 2012.
NOME
DA
DISCIPLINA
Planejamento, Programação e Controle da Produção I
7° Semestre
Carga Horária Semanal 06 - Carga Horária Semestral 120
OBJETIVO
Essa disciplina tem como objetivo apresentar os conceitos e discutir o objetivo do
planejamento e controle da produção em empresas em geral. Visa proporcionar uma visão
sobre a função produção, seu papel dentro da organização, o relacionamento dessa área com
as demais. O foco principal da disciplina consiste em fornecer ao aluno de Engenharia de
Produção os conceitos relacionados às atividades de planejamento e controle da produção, o
conhecimento sobre as variáveis envolvidas nessa atividade, a apresentação de métodos e
técnicas para manipulação e determinação dessas variáveis e, por fim, a análise de situações
reais em planejamento e a discussão sobre as soluções adotadas por empresas.
EMENTA
Anatomia de um problema. Modelagem e representação do conhecimento. Fluxo geral de
informação e decisão na gestão da produção. Técnicas de previsão de vendas. Séries
temporais. Características e tipo de estoques. Classificação ABC. Planejamento agregado da
produção. Modelos matemáticos. Princípios da programação da produção. Programação
reversa.
Gráficos
de
Gantt.
Sequenciamento
da
produção.
CONTEÚDO
1. Conceito da função produção e a interdependência com as demais áreas da empresa.
2. Conceito de sistema de produção e tipos de sistemas de produção.
3. Planejamento de capacidade. Planejamento agregado da produção: conceito e etapas do
planejamento agregado; métodos para planejamento agregado; exemplo de modelo de
tentativa e erro; formulação do modelo de programação linear.
4. Demanda: métodos de previsão; classificação de métodos de previsão; métodos qualitativos
e quantitativos. Séries temporais.
5. Estoques: conceito e importância de estoques; controle de estoques. Curva ABC. Lote
econômico; sistema de revisão contínua e reposição periódica.
6.Príncipios da programação da produção: Sequenciamento das operações: fatores que afetam
o sequenciamento, métodos de controle. Gestão de projetos: gráfico de Gantt.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Côrrea, H; Gianesi, I.G.N; Caon, M. Planejamento, programação e controle da
produção:MRPII/ERP: conceitos, uso e implantação. São Paulo: Atlas, 2007.
LUSTOSA, Leonardo J. Planejamento e Controle da Produção. Campus, 2008.
FERNANDES, Flavio C. Planejamento e Controle da Produção: Dos Fundamentos ao
Essencial. Atlas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GAITHER, N. Administração da produção e operações. São Paulo: Cengage, 2001.
CORREA, Henrique L. Administração da Produção e Operações. Atlas, 2012.
SLACK, N. et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas. 2007.
NOME
DA
DISCIPLINA
Projeto de Fábrica
7° Semestre
Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80
OBJETIVO
Conhecimento e aplicação do projeto de arranjo físico da empresa de manufatura e de
serviços, conhecimento das estratégias de produção, integração do gerenciamento do produto,
processos e layout de operações e serviços. Contato dos conceitos e aplicações dos tipos de
produção
e
tipos
de
arranjos
físicos.
EMENTA
Estratégia de produção e objetivos de desempenho. Planejamento da capacidade.
Gerenciamento de projetos: projetos de fábricas e os projetos de produtos. Integração projetos
de fábricas e de produtos com manufatura- processos e métodos. Planejamento do arranjo
físico e dos fluxos internos. Tipos de produção e de arranjo físico. E manufatura celular.
Planejamento do sistema de movimentação e armazenagem de materiais. Projeto assistido por
computador.
CONTEÚDO
- Os efeitos internos e externos dos 5 objetivos de desempenho e estratégia de produção,
relação
com
o
projeto
de
arranjo
físico.
- Conceitos de capacidade- restrições, sazonalidade e ajustes da capacidade de produção.
- Análise da capacidade e da demanda para definir o arranjo físico.
- Interfaces entre a engenharia de desenvolvimento do produto e o desenvolvimento do
processo.
- Fichas de composição do produto; de fabricação e de montagem.
O
estudo
do
trabalhoestudo
de
métodos
e
de
tempos.
Balanceamento de linha de produção e a importância dos processos e dos métodos nos
projetos
de
arranjo
físico.
- Dimensionamento de áreas e os fluxos internos de atividades através dos diagramas.
- Relação dos tipos de processos em operação de manufatura e de serviços e os tipos de
arranjos
físicos
na
importância
dos
projetos
de
áreas
de
trabalho.
- O sistema MAM.- movimentação, manuseio e armazenagem de materiais e a sua interação
com o arranjo físico. Normas regulamentadoras de segurança importantes nos projetos de
fábrica.
Exemplos
de
arranjo
físico
por
computação
gráfica.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GRAVES, Robert J. Planejamento e Projeto da Movimentação de Materiais. IMAM.
LIGAR
WHEELER, John D. Planejamento Sistemático e Simplificado de Layout. IMAM, 2008.
LIGAR
SPEARMAN, Mark L. A Ciência da Fábrica. Bookman, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SLACK, Nigel e outros. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2007.
BARNES,R. Estudo de Movimentos e de tempos, Projeto e Medida do trabalho. São
Paulo: Edgard Blucher, 1985.
BANZATO, Eduardo. Atualidades na Armazenagem. IMAM, 2008.
NOME
DA
DISCIPLINA
Controle da Qualidade
8° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Capacitar o aluno a entender as funções do Controle da Qualidade de produtos e serviços e a
aplicar as ferramentas e técnicas de medição e monitoramento, análise e solução de problemas
e controle do processo.
EMENTA
Introdução ao Controle da Qualidade; ferramentas básicas da qualidade; normalização para a
qualidade; confiabilidade metrológica no Controle da Qualidade; inspeção e ensaios; ensaios
não-destrutivos; controle estatístico do processo, por variáveis e por atributos; avaliação da
estabilidade estatística do processo; estudo de capacidade, Cp, Cpk e outros índices; sistemas
de amostragem; planos de amostragem - atributos e variáveis; planejamento de experimentos;
experimentos com um fator; experimentos faoriais completos; experimentos fatoriais
fracionados; fundamentos de custos da qualidade; FMEA (Failure mode and effect analisys);
fundamentos de programas "zero defeito" (poka-yoke, inspeção na fonte e seis sigma).
CONTEÚDO
1. Introdução ao Controle da Qualidade.
2. Conceitos gerais - não-conformidades e ações corretivas / preventivas.
3. A normalização da qualidade.
4. A abordagem estatística.
5. Análise dos custos da qualidade.
6. Ferramentas básicas da qualidade.
7. Ferramentas gerenciais da qualidade.
8. A confiabilidade metrológica no controle da qualidade.
9. Sistemas de amostragem.
10. Inspeção e ensaio.
11. Ensaios não-destrutivos.
12. Estratégias para a qualidade.
12.1. CEP-Controle estatístico do processo.
12.2. Planejamento de experimentos.
12.3. FMEA.
12.4. Programa zero defeito.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARAÚJO, Adrilayne dos R.. Controle Estatístico da Qualidade. Bookman, 2013.
TOLEDO, José C. Qualidade – Gestão e métodos. LTC, 2013.
CAMPOS, Vicente F. TQC – Controle da Qualidade Total. INDG, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LOUZADA, Francisco. Controle Estatístico de Processos - Uma Abordagem Prática para
Cursos de Engenharia e Administração. LTC, 2013.
I GIOCONDO CÉSAR, Francisco. Ferramentas Básicas da Qualidade. Biblioteca 24
Horas, 2011.
I GIOCONDO CÉSAR, Francisco. Ferramentas Gerenciais da Qualidade. Biblioteca 24
Horas, 2013.
NOME
DA
DISCIPLINA
Teoria dos Sistemas
8° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Esta matéria procura propiciar a compreensão das principais técnicas da engenharia de
sistemas, apresentando as metodologias utilizadas pelas empresas "Best in Class" na área.
EMENTA
Conceito geral. Método analítico e método sintético. Introdução ao pensamento sistêmico.
Caracterização de sistemas. O enfoque sistêmico. Implicações, organização dentro do enfoque
sistêmico. Classes de sistemas. A ciência e a evolução dos sistemas. A metodologia de
Engenharia de sistemas. A metodologia da análise de sistemas. A metodologia proposta por
Checkland. Metodologia de abordagem de problemas. Formas de coleta de dados. Técnicas de
levantamento, registro e análise de dados. Elaboração de formulários, normas e manuais.
CONTEÚDO
01–Apresentação e Introdução
02–A evolução dos sistemas
03–Contexto Histórico
04–Introdução à TGS 1
05–Introdução à TGS 2
06–Introdução à TGS 3
07–Pensamento Sistêmico
08–TGS nas Empresas
09–Metodologia de Checkland 1
10–Metodologia de Checkland 2
11–Engenharia de Requisitos 1
12–Engenharia de Requisitos 2
13–Técnicas de levantamento, registro e análise de dados.
14–Elaboração de formulários, normas e manuais.
15–Engenharia de Software
16–Gestão de Soft e CMM 1
17–Gestão de Soft e CMM 2
18–Gestão de Soft e CMM 3
19–Gestão de Soft e CMM 4
20–PDI – 1a. Parte
21–PDI – 2a. parte
22–Business Plan – 1a. Parte
23–Business Plan – 2a. Parte
24–Business Plan – 3a. Parte
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERTALANFFY, L. V. Teoria geral dos sistemas. São Paulo: Vozes, 2012.
SOUZA, Cesar Alexandre de; SACCOL, Amarolinda Zanela. Sistemas ERP no Brasil Teoria e Casos. 1ed. São Paulo: Atlas, 2003.
MARTINELLI, Dante P. Teoria Geral dos Sistemas. Saraiva, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COUTO, Ana B. CMMI – Integração dos modelos de capacitação e maturidade de
sistemas. Ciencia Moderna, 2007.
REZENDE, Denis A. Tecnologia da Informação – Aplicada a sistemas de informação
empresariais. Atlas, 2013.
FOINA, Paulo R. Tecnologia da Informação – Planejamento e gestão. Atlas, 2013.
NOME
DA
DISCIPLINA
Planejamento, Programação e Controle da Produção II
8° Semestre
Carga Horária Semanal 08 - Carga Horária Semestral 160
OBJETIVO
A disciplina tem como objetivo apresentar os sistemas de administração da produção
utilizados pelos ambientes organizacionais e discutir os conceitos envolvidos em cada um
desses sistemas. Visa capacitar o aluno a: compreender as diferenças entre os diversos
sistemas; identificar o melhor sistema para determinado ambiente; combinar elementos de
diversos sistemas para formar um sistema híbrido; prover o senso crítico em relação a
aplicação dos sistemas estudados nos diversos ambientes organizacionais, possibilitando
assim a gestão desses ambientes de forma eficiente.
EMENTA
Caracterização do planejamento e controle da produção. MRP II – Manufacturing Resources
Planning. Evolução do MRP II. MRP – Material Requirement Planning. Elementos para
cálculo de MRP. Árvore de produto. Lead Time. Demanda Dependente e Independente. Plano
Mestre de Produção. Cálculo de Necessidades de Materiais. JIT – Just inTime. Conceitos
básicos. O papel dos estoques no JIT. Focalização na redação de desperdícios.
Layout para JIT. Premissas para implantação. Fluxo de produção “puxada”- Kanban. Kanban
de sinal. Kanban de 1 cartão. Kanban de 2 cartões. Comparação MRP X KANBAN. TamborPulmão-Corda – OPT. Conceito de Teoria das Restrições. Lote de Transferência X Lote de
Produção. Modelo de decisão Tambor-Pulmão-Corda. Dimensionamento do Pulmão.
Premissas para implantação. Lean Production. Conceitos Básicos. Aplicações de Lean
Production. Análise do Fluxo de Valor. Conceito de Takt Time. Sistema CONWIP. Heijunka
box.
Modelagem
do
Fluxo
de
Valor.
CONTEÚDO
1. O papel estratégico dos sistemas de administração da produção;
2. MRPII - Objetivos, princípios, filosofia e pressupostos; Evolução histórica; Itens de
demanda dependente e independente; Árvore de produtos-Item pais e filhos; Lead Time;
Cálculo das necessidades brutas e líquidas e dos recursos produtivos; Funcionamento do
MRPII - MPS; MRP; CRP; SFC; Vantagens e Limitações do MRPII; Implantação de sistemas
MRPII; ERP.
3. A filosofia Just in Time para administração da produção, objetivos e pressupostosestoques, lotes de compra e fabricação, tratamento de erros, uso de capacidade, mão de
obra;Desperdícios e a melhoria contínua; Lay-out para JIT;Programação da produção JIT - o
sistema Kanban; Vantagens e Limitações da abordagem JIT. Comparação MRP X Kanban10.
Comparação MRP X KANBAN; Sistemas híbridos- MRPII e JIT.
4. Teoria das Restrições - o OPT; Objetivos, filosofia e pressupostos - recursos, set up,
tamanho de lotes - lotes de a transferência e de produção; Funcionamento do OPT- Modelo de
decisão Tambor-Pulmão-Corda, Dimensionamento do Pulmão, Premissas para
implantação;Vantagens e Limitações do OPT.
5. A produção enxuta - Lean Production, discussão sobre os conceitos relacionados e uso do
sistema de produção enxuta.
6. Análise do Fluxo de Valor. Conceito de Takt Time. Sistema CONWIP. Heijunka box.
Modelagem do Fluxo de Valor.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CÔRREA, H; Gianesi, I.G.N; Caon, M. Planejamento, programação e controle da
produção: MRPII/ERP: conceitos, uso e implantação. São Paulo: Atlas, 2007.
CÔRREA, H. Just in Time, MRPII e OPT: um enfoque estratégico. São Paulo: Atlas, 1993.
FERNANDES, Flavio C. Planejamento e Controle da Produção: Dos Fundamentos ao
Essencial. Atlas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DAVIS, Mark M. Fundamentos da administração da produção. 3ª Ed. - Porto Alegre:
Bookman Editora, 2001
CORREA, Henrique L. Administração da Produção e Operações. Atlas, 2012.
SLACK, N. et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas. 2007.
NOME
DA
DISCIPLINA
Higiene e Segurança do Trabalho
8° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Permitir ao aluno a compreensão e a importância do gerenciamento da Segurança do Trabalho
nas diversas áreas da Engenharia, visando sua aplicação na atividade profissional, e elevando
seus conceitos e qualidades em habilitação profissional.
EMENTA
Conceitos: Acidentes e doenças do trabalho. Análise de riscos: abordagem qualitativa e
quantitativa. Aspecto legal e técnico-prevencionista do acidente. Causas. Política e programa
de segurança: CIPA e SESMT. Equipamentos de proteção. Causas das doenças do trabalho.
Agentes químicos, biológicos, ergonômicos. Condições ambientais: padrões, medição e
avaliação.
Métodos de proteção, individual e coletiva. Proteção e combate a incêndios.
Higiene
industrial.
Atividades
insalubres
e
perigosas.
CONTEÚDO
1- Conceituação/Objetivos. Importância Econômico-Social da segurança do Trabalho na
Engenharia. Aspectos Legais.
2- Acidentes de Trabalho. segurança e Medicina do Trabalho. NR-1;NR-3; NR-16; NR-28.
3- Causas de Acidentes. Atos e Condições Inseguras. Proteção Coletiva. Proteção Individual.
NR-6.
4- Formas Universais de Prevenção de Acdentes. Serviço especializado de Segurança e
medicina do Trabalho. NR-4; NR-7.
5- Comissão Interna de Prevenção de Acidentes(CIPA). Análise e Estátistica de Acidentes.
6- Proteção Contra Incêndios.
7- Controle Ambiental. NR-9; NR-13; NR-14; NR-21; NR-22.
8- Calor Radiante. Iluminação. Efeitos e Consequências no Organismo. Medidas Preventivas.
9- Agentes Químicos. NR-15; NR-16; NR-20; NR-25.
10- Limite de Tolerância. Ventilação Local (Exaustora/ Geral Diluída). Medidas Preventivas.
11- Riscos Específicos nas Várias Habilitações de Engenharia. Controle de Perdas e
Produtividades. Segurança no Projeto. NR-26.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Equipe Atlas. Segurança e Medicina do Trabalho. 73.ed. São Paulo: Atlas, 2014.
MATTOS, Ubirajara A. O. Higiene e Segurança do Trabalho. Campus, 2011.
BARSANO, Paulo R. Segurança do Trabalho – Guia prático e didático. Érica, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PAOLESCHI, Bruno. CIPA - Guia Prático de Segurança do Trabalho. Érica, 2009.
BREVIGLIERO, Ezio. Higiene ocupacional - Agentes biológicos, químicos e físicos.
Senac, 2011.
REIS, Roberto Salvador. Segurança e saúde do trabalho: Normas regulamentadoras. 8ª
Ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2011.
NOME
DA
DISCIPLINA
Instalações Industriais
8° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Mostrar aos alunos aspectos de uma instalação industrial. Dar conhecimento dos diversos
tipos de tubulações (materiais, conexões, ligações, etc.) e suas disposições na indústria. A
escolha correta de um motor e sua proteção. A importância da iluminação artificial, natural e
de emergência.
EMENTA
Aspectos legais e ambientais no "projeto-da-fábrica". Projeto contra descargas atmosféricas.
Estratégias de "aterramento". Ergonometria. Aspectos de segurança e iluminação. Motores
CC: construção, curvas-características, seleção e instalação. Motores CA: seleção vinculada à
aplicação. Circuitos e dispositivos para partida/parada e reversão de motores. Proteção e
controle de circuitos elétricos. Dimensionamento (normas/simbologia) de instalações elétricas
(baixa tensão), hidráulicas, pneumáticas e de vapor. Introdução ao cálculo luminotécnico.
Iluminação artificial. Os diversos tipos de lâmpadas e seus equipamentos auxiliares. O efeito
estroboscópico.
Métodos
de
cálculo.
Circuitos
e
dispositivos
para
partida/parada
e
reversão
de
motores.
Proteção
e
controle
de
circuitos
elétricos.
Dimensionamento (normas/simbologia) de instalações elétricas (baixa tensão), hidráulicas,
pneumáticas e de vapor. Introdução ao cálculo luminotécnico. Iluminação artificial. Os
diversos tipos de lâmpadas e seus equipamentos auxiliares. O efeito estroboscópico. Métodos
de
cálculo.
CONTEÚDO
1. Classificação da tubulação quanto ao emprego e ao fluido transportado. Cores das
tubulações.
2. Materiais, ligações, válvulas, conexões e juntas.
3. Seleção dos materiais (água doce e agressiva, vapor, hidrocarbonetos, ar comprimido,
temperaturas elevadas, baixas temperaturas, ácidos e álcalis, hidrogênio, esgoto e drenagem).
4. Disposição das construções em relação ao projeto de tubulações. Ergonometria. Projeto da
fábrica.
5. Instalações de prevenção e combate a incêndio.
6. Instalações de esgoto.
7. NBR 5410/2004 - Instalações elétricas em baixa tensão. Simbologia e enfiação elétrica.
8. Iluminação industrial. Iluminação de emergência. Cálculo Luminotécnico. Os diversos
tipos de lâmpadas e seus equipamentos auxiliares. O efeito estroboscópico. Métodos de
cálculo. Iluminação natural. NBR 5413/92 - Iluminação de interiores.
9. Fios e cabos. Divisão de circuitos. Dutos.
10. Motores elétricos CA/CC.
11. Partida de motores de indução, chaves e proteções.
12.Materiais elétricos. Subestação.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
TELLES, P. C. S. Tubulações Industriais - Materiais, Projeto e Montagem. 9.ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2001.
MAMEDE Filho, J. Instalações Elétricas Industriais. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
MACINTYRE, A. J. Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais. 4.ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COSTA, E. C. Física Aplicada à Construção - Conforto Térmico. 4.ed. Edgard Blücher
Ltda, 1999.
MARKUS, Otávio. Circuitos Elétricos - Corrente Contínua e Corrente Alternada Teoria e Exercícios. Érica, 2013.
GUERRINI, Délio P. Iluminação – Teoria e prática. Érica, 2008.
NOME
DA
DISCIPLINA
Metodologia Cientifica
8° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
1. Familiarizar o estudante com a metodologia científica e os conceitos de trabalhos
científicos.
2.Desenvolver a capacidade de análise, de observação crítica e de resolução de uma
problemática interdisciplinar de ordem científica, levantada a partir dos conteúdos propostos
pelas disciplinas do curso de Engenharia e de elaboração de um projeto científico.
EMENTA
A Disciplina Metodologia Científica, inserida na 8ª Etapa do Curso de Engenharia de
Produção tem como conteúdo programático: análise, resumo, resenha e discussão de artigos
científicos relacionados ao tema de pesquisa do aluno e a elaboração do projeto de pesquisa a
ser desenvolvido em TGI-I, TGI-II e TGI-III.
CONTEÚDO
1. Comunicação como parte da ciência.
1.1. Metodologia científica.
1.2. Publicações como resultado de pesquisas.
2. Como os cientistas devem escrever.
2.1. Critérios à serem utilizados: clareza, imparcialidade, ordem e objetividade.
2.2. Expressões à serem evitadas - teológicas, tautológicas, adjetivação desnecessária, termos
supérfluos, circunlóquios.
3. Partes de um relatório de pesquisa, de uma monografia, de uma dissertação e uma tese.
4. Planejamento da comunicação.
5. Reunião de idéias e informações.
6. Esboços e redações científicas.
7. Uso de tabelas, gráficos, ilustrações e diagramas.
8. Preparo do manuscrito.
9. Redação de um resumo e de resenha.
10. Referências bibliográficas.
11. Instruções para forma final de apresentação do trabalho redigido.
12. Cronograma de trabalho
13. Planejamento e elaboração do projeto de pesquisa
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas,
2011.
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 22ªed. - Petrópolis, RJ: Vozes, 2005
MIGUEL, Paulo A. C. Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de
Operações. Campus, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. - São Paulo: Atlas, 2002.
LUDORF, Silvia M. Agatti. Metodologia da pesquisa: do projeto à monografia. - Rio de
Janeiro: Shape, 2004
MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6ª ed. - São
Paulo: Atlas, 2006.
NOME
DA
DISCIPLINA
Estágio Supervisionado I
8° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Orientar o aluno para a realização do Estágio profissionalizante, no sentido de obter o melhor
aproveitamento do período de trabalho e a necessária organização das atividades de modo a
complementar
a
formação
acadêmica.
Dar os fundamentos básicos para a elaboração de Relatório de Estágio.
Treinar a comunicação através de seminários sobre o estágio, os quais têm a função adicional
de permitir a troca de experiências dos colegas em diversos tipos de empresas.
EMENTA
Orientação específica sobre a postura na empresa. Discussão sobre a elaboração de relatório.
Apresentação mensal do relatório de andamento do Estágio.
CONTEÚDO
1 Orientação específica sobre a postura na empresa.
2 Discussão sobre a elaboração de relatório.
3. Discussão semanal sobre o andamento do estágio.
4. Acompanhamento da elaboração do relatório correspondente.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BURIOLLA, Marta A. Feiten. O Estágio Supervisionado. 7ª ed. - São Paulo: Cortez, 2011.
BIANCHI, Anna Cecilia de Moraes. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. 4ª ed. São Paulo: Cegage Learning, 2013.
LIMA, Manolita Correia. Estágio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. - São
Paulo: Cengage Learning, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GIL, Antonio C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. Atlas, 2010.
MEDEIROS, João B. Redação Cientifica – A prática de fichamentos, resumos, resenhas.
Atlas, 2009.
LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Fundamentos de metodologia científico. São
Paulo: Atlas, 2010.
NOME
DA
DISCIPLINA
Gestão de Pessoas
9° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Ao final da disciplina, o aluno será capaz de entender sobre a gestão de pessoas e sobre a
finalidade da existência da área de Recursos Humanos enquanto parceira estratégica
fornecendo as ferramentas necessárias para: lutar e vencer na guerra por talento tanto na
liderança como em toda a empresa; investir no capital intelectual e receber um retorno igual
ou maior ao do capital investido; criar uma organização veloz que se adapte, se transforme,
mude e reduza o tempo de ciclo; facilitar o aprendizado tanto do indivíduo quanto da
empresa.
Diante da competitividade existente entre as organizações e da conseqüente busca acirrada
pela contratação e manutenção de profissionais qualificados que sejam responsáveis pelo
alcance e superação de resultados, esta disciplina proporciona aos alunos não apenas o
conhecimento e compreensão das teorias mais atuais inerentes à área de Recursos Humanos,
mas a possibilidade de aplicação prática de conceitos em estudos de caso e na realização de
exercícios em sala de aula.
EMENTA
As funções de administradores de RH. Objetivos: políticas, planejamento e desenvolvimento.
Estrutura e funcionamento do órgão de RH. Análise e descrição do trabalho e de cargos.
Recrutamento e seleção. Treinamento e desenvolvimento.
CONTEÚDO
 Visão Estratégica da Gestão de Pessoas,
 Fazendo o sistema funcionar: papéis e responsabilidades dos líderes e dos
empregados;
 Motivação e Liderança: Como a gestão de pessoas nas empresas interage com
estes conceitos,
 A movimentação das pessoas na organização
 O desenvolvimento das pessoas na organização,
 A valorização das pessoas na organização,
 Aprendizagem Organizacional: vantagem competitiva para as empresas e a
participação dos empregados,
 Qualidade de Vida no Trabalho: o desafio para balancear vida profissional e
profissional.
A reestruturação organizacional: figuras de reengenharia, downsizing e terceirização.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
DUTRA, Joel. Gestão de Pessoas – modelo, processos, tendências e perspectivas. São
Paulo: Atlas, 2002.
MAXIMIANO, Antonio C. A. Recursos Humanos - Estratégia e Gestão de Pessoas na
Sociedade Global. LTC, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BECKER, Brian E. Gestão Estratégica de Pessoas com Scorecard. - Rio de Janeiro:
Campus, 2001
GIL, Antonio Carlos. Gestão de Pessoas: enfoque nos papeis profissionais. - São Paulo:
Atlas, 2011
WOOD, Thomaz Jr.; PICARELLI, Vicente Filho. Remuneração e Carreira por
Habilidades e por Competências. São Paulo: Atlas, 2004.
NOME
DA
DISCIPLINA
Marketing de Serviços
9° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Oferecer uma visão geral da disciplina de Marketing de Serviços, apresentando os
fundamentos da gestão empresarial orientada para o mercado/cliente, e proporcionar o
conhecimento das teorias, dos conceitos e técnicas de marketing aplicáveis às empresas
prestadoras de serviços e àquelas que utilizam a prestação de serviços como fator competitivo
agregado a seus bens e produtos.
1. Apresentar os principais conceitos sobre Marketing de Serviços;
2. Compreender a aplicação dos conceitos estratégicos e gerenciais do Marketing
aplicáveis às organizações do setor de prestação de serviços;
3. Demonstrar os principais conceitos de Pesquisa de Marketing e orientação para o
cliente, bem como discutir mais detalhadamente o Sistema Integrado de Marketing
(SIM) e Inteligência de Marketing;
4. Exercitar a aplicação das principais ferramentas do Marketing.
EMENTA
A disciplina apresenta os conceitos fundamentais para o Engenheiro conhecer melhor o
mercado de atuação de sua organização e compreender de que forma o Marketing de Serviços
integra as estratégias empresariais.
Assim, possibilita–se o estudo mais detalhado do comportamento do consumidor, assim como
ferramentas modernas do Marketing, além de permitir que o aluno desenvolva uma visão
geral sobre a integração do Marketing nas diversas atividades da organização (Sistema
Integrado de Marketing).
CONTEÚDO
Marketing de serviços: conceituação e definição
Composto mercadológico dos serviços
SIM: sistema integrado de marketing
Marketing na era da informação: novas abordagens
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LOVELOCK, Christopher; WIRTZ, Jochen. Marketing de Serviços. 7.ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2011.
GREMLER, Dwayne D. Marketing de Serviços - A Empresa com Foco no Cliente.
Bookman, 2014.
HOFFMAN, K. Douglas. Princípios de Marketing de Serviços - Conceitos Estratégias e
Casos. Cengage, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CASAS, Alexandre Luzzi Las. Marketing. 8ª ed. - São Paulo: Atlas, 2009
PETER, Paul J. Comportamento do consumidor e Estratégia de Marketing. McGraw Hill,
2009.
SARQUIS, Aléssio B. Estratégias de Marketing para Serviços. Atlas, 2009.
NOME
DA
DISCIPLINA
Direito Social
9° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Fornecer informação sobre elementos de TÓPICOS JURÍDICOS visando a atuação presente
do aluno como cidadão e, futura do profissional como sujeito de direitos e deveres, quer como
empresário, empregado, ou simplesmente como cidadão; contribuir para desenvolver uma
visão sobre questões humanísticas, sociais, éticas e ambientais relacionadas à sua futura
profissão; desenvolver a capacidade de expressão verbal e escrita e de comunicação em geral;
motivar para a consciência da necessidade do exercício da Cidadania para o bem geral e
particular; gerar a necessidade do conhecimento do fato social e sua repercussão no campo do
Direito
EMENTA
Conceituação; Direito Público -; O artigo 5º da Constituição Federal de 1988; Liberdades
Públicas. Direito Administrativo - Aspectos Gerais. Elementos de Direito Penal. Elementos
de Direito Tributário. Direito Privado. Direito das Obrigações. Dos Contratos. Direito das
Coisas. Direito de Família. Direito das Sucessões. Direito Comercial. Direito do Trabalho;
Artigo 7º da Constituição Federal de 1988. A Sociologia - Introdução. O "social" em suas
dimensões históricas. A Sociedade em sentido genérico: A Sociedade Doméstica; A
Sociedade Civil; Sociologia aplicada à Administração.
CONTEÚDO
1. Conceituação; 2. Direito Público -; O artigo 5º da Constituição Federal de 1988 ;
Liberdades Públicas; 3. Direito Administrativo - Aspectos Gerais; 4. Elementos de Direito
Penal; 5. Elementos de Direito Tributário; 6. Direito Privado; 7. Direito das Obrigações; 8.
Dos Contratos; 9. Direito das Coisas; 10. Direito de Família; Direito das Sucessões; 11.
Direito Comercial; 12. Direito do Trabalho; Artigo 7º da Constituição Federal de 1988; 13. A
Sociologia - Introdução; 14. O "social" em suas dimensões históricas; 15.A Sociedade em
sentido genérico: A Sociedade Doméstica; A Sociedade Civil; Sociologia aplicada à
Administração.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ZAINAGHI, Domingos Savio. Curso de Legislação Social - Direito do Trabalho. São Paulo:
Atlas, 2012.
NADER, Paulo. Introdução ao Estudo do Direito. Forense, 2014.
WATANABE, Marilda. Manual de Direito – Para iniciantes no estudo do direito. Saint
Paul, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARTINS, Sérgio P. Instituições de Direito Público e Privado. São Paulo: Atlas, 2014.
GARCIA, Gustavo F. B. Introdução ao Estudo do Direito – Teoria geral do direito.
Forense, 2013.
DI PIETRO, Maria S. Z. Direito Administrativo. Atlas, 2014.
NOME
DA
DISCIPLINA
Logística I
9° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
O objetivo desta disciplina é dotar os alunos de conhecimentos e ferramentas que lhes
permitam lidar e resolver problemas de Logística nas organizações, nomeadamente:
Stocks e materiais; armazenagem; gestão de frotas, para além dos problemas que surgem na
gestão da cadeia logística.
EMENTA
Visão logística da gestão de recursos materiais na empresa. Gestão de materiais: objetivos,
funções e fundamentos. Atividades de compras e seus instrumentos. Gestão de estoques:
previsão, níveis, controle, custos e avaliação; classificação, curva ABC. Armazenamento,
movimentação e distribuição: o almoxarifado e seus equipamentos. Estratégicas e políticas de
gestão de materiais. Aplicação de sistemas informatizados na gestão de materiais.
CONTEÚDO
Introdução à Gestão de materiais – Uma visão logística
Compras
Controle, Previsão e Avaliação de Estoques
Armazenamento, movimentação
Sistemas de administração de materiais
O perfil do profissional de materiais.
Logística
Transportes
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DIAS, Marco Aurélio. Administração de Materiais – Uma abordagem logística. Atlas,
2010.
FLEURY, Paulo F., FIGUEIREDO, Kleber F., WANKE, Peter. (coordenadores). Logística
empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, 2010.
POZO, Hamilton. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais – Uma
abordagem logística. Atlas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NOVAES, Antonio Galvão. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição:
estratégia, operação e avaliação. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva, 2003
MOURA, Cássia E. de. Gestão de estoques: ação e monitoramento na cadeia de logística
integrada. - Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda., 2004
NOME
DA
DISCIPLINA
Custos da Qualidade
9° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Capacitar os alunos para:
a) a interpretar a má qualidade de produtos e serviços;
b) estabelecer formas adequadas de coleta de dados e apresentação de resultados; avaliar estes
resultados e propor ações de melhoria;
c) implementar um Sistema de Custos da Qualidade, com sistemática correta de levantamento,
análise e divulgação estes custos.
EMENTA
Introdução aos custos da qualidade; classificação dos custos e seus elementos; planejamento
de um sistema de custos; coleta e tabulação dos dados; análise de tendências; gestão dos
custos da qualidade; relatórios de custos; processo de implementação; auditorias e melhoria
da qualidade.
CONTEÚDO
1 - Introdução aos custos da qualidade: objetivos; identificação de fontes de custos da má
qualidade; defeitos como perdas financeiras; custos baseados em atividades (ABC).
2 - Classificação dos custos e seus elementos: identificação dos custos de prevenção,
avaliação, falha interna e falha externa.
3 - Planejamento de um Sistema de Custos: áreas, processos, atividades, produtos e serviços
envolvidos num programa de custos;forma de identificação e registro dos custos;
periodicidade de levantamento, análise e divulgação.
4 - Coleta e tabulação dos dados: formulários aplicáveis;critérios de cálculos; indicadores de
custos; bases de comparação dos custos.
5 - Análise de tendências: evolução dos custos; ponto de equíbrio; identificação de
oportunidades de melhoria e valores agregados ao processo.
6 - Gestão dos custos da qualidade: identificação de pontos críticos de custos da qualidade,
análise das causas e ações corretivas e preventivas; estruturação dos custos como indicador de
desempenho da organização; análise crítica pela direção.
7 - Gestão dos custos ambientais: ciclo de vida dos produtos; princípios de gestão ambiental;
sistemas de custos ambientais.
8 - Relatórios de custos: conteúdo, apresentação e divulgação às áreas envolvidas.
9 - Processo de implementação: definição do modelo; passos de implementação.
10 - Auditorias e melhoria da qualidade: técnicas de auditoria aplicáveis; identificação de
pontos fortes e pontos fracos; metodologia de análise e solução de problemas; programa de
melhoria.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARRETO, Maria da Graça Pitiá. Controladoria na Gestão: a relevância dos custos da
qualidade. São Paulo: Saraiva, 2008.
OLIVEIRA, Luis M. Gestão Estratégica de Custos. Atlas, 2012.
FONTOURA, Fernando B. B. Gestão de Custos – Uma visão integradora e prática dos
métodos de custeio. Atlas, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MEGLIORINI, Evandir. Custos – Análise e gestão. Pearson, 2012.
SILVA, Carlos A. S. Gestão de Custos. FGV, 2008.
IUDICIBUS, Sérgio. Análise de Custos – Uma abordagem quantitativa. Atlas, 2013.
NOME
DA
DISCIPLINA
Gerência de Projetos
9° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Capacitar o aluno a realizar o planejamento, a estruturação e o gerenciamento de projetos que
envolvam a utilização de tecnologia de computação, coordenação de equipes, negociação,
seleção e contratação de recursos e produtos.
EMENTA
Fundamentos; gerencia de projetos; instrumentos de gerencia; modelos organizacionais.
CONTEÚDO
Histórico e fundamentos.
Avaliação e gerenciamento de riscos de projetos.
Organização, negociação e planejamento de projetos.
Ferramentas computacionais de planejamento e controle.
Planejamento e gerenciamento da evolução tecnológica.
Revisões de projeto.
Estudo de casos, análise de pesquisas, trabalhos práticos, métricas e atualização de software.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
VARGAS, Ricardo V. Gerenciamento de Projetos: estabelecendo diferenciais competitivos.
Rio de Janeiro: Brasport, 2009.
CARVALHO, Marly M. Fundamentos em Gestão de Projetos – Construindo
competências para gerenciar projetos. Atlas, 2011.
NOKES, Sebastian. O Guia Definitivo do Gerenciamento de Projetos - Como Alcançar
Resultados dentro do Prazo e do Orçamento. Bookman, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALENCAR, Antonio J. Análise de Risco em Gerência de Projetos. Brasport, 2012.
MAXIMIANO, Antonio C. A. Administração de Projetos – Como transformar idéias em
resultados. Atlas, 2014.
GIDO, Jack. Gestão de Projetos. Cengage, 2007.
NOME
DA
DISCIPLINA
Estágio Supervisionado II
9° Semestre
Carga Horária Semanal 06 - Carga Horária Semestral 120
OBJETIVO
Orientar o aluno para a realização do Estágio profissionalizante, no sentido de obter o melhor
aproveitamento do período de trabalho e a necessária organização das atividades de modo a
complementar
a
formação
acadêmica.
Dar os fundamentos básicos para a elaboração de Relatório de Estágio.
Treinar a comunicação através de seminários sobre o estágio, os quais têm a função adicional
de permitir a troca de experiências dos colegas em diversos tipos de empresas.
EMENTA
Orientação específica sobre a postura na empresa. Discussão sobre a elaboração de relatório.
Apresentação mensal do relatório de andamento do Estágio.
CONTEÚDO
Orientação específica sobre a postura na empresa. Discussão sobre a elaboração de relatório.
Apresentação mensal do relatório de andamento do Estágio.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BURIOLLA, Marta A. Feiten. O Estágio Supervisionado. 7ª ed. - São Paulo: Cortez, 2011.
BIANCHI, Anna Cecilia de Moraes. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. 4ª ed. São Paulo: Cegage Learning, 2013.
LIMA, Manolita Correia. Estágio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. - São
Paulo: Cengage Learning, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GIL, Antonio C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. Atlas, 2010.
MEDEIROS, João B. Redação Cientifica – A prática de fichamentos, resumos, resenhas.
Atlas, 2009.
LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Fundamentos de metodologia científico. São
Paulo: Atlas, 2010.
NOME
DA
DISCIPLINA
Trabalho de Conclusão de Curso I
9° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
O aluno deverá ser capaz de realizar uma investigação planejada, de modo a contribuir com a
construção do conhecimento por meio de novas descobertas científicas ou da aplicação de
conhecimentos adquiridos para a solução dos mais variados problemas em Engenharia,
promovendo o progresso da ciência na sua área de especialização profissional.
EMENTA
Revisão da Literatura. Desenvolvimento dos ensaios / levantamento de dados / estudo de caso.
Análise e Discussão dos Resultados. Conclusões.
CONTEÚDO
Desenvolvimento da Pesquisa definida e discriminada no anteprojeto elaborado em
Metodologia Científica e aprovada em TGI - I, conforme cronograma estabelecido.
BIBLIOGRAFIA
Específica para cada tema de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MARTINS, Roberto A. Guia para Elaboração de Monografia e TCC em Engenharia de
Produção. Atlas, 2014.
GIL, Antonio C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. Atlas, 2010.
LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Fundamentos de metodologia científico. São
Paulo: Atlas, 2010.
LIMA, Manolita Correia. Estágio Supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso. São Paulo: Cegage Learning, 2013
LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas,
2011.
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 22ªed. - Petrópolis, RJ: Vozes, 2005
MIGUEL, Paulo A. C. Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de
Operações. Campus, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. - São Paulo: Atlas, 2002.
LUDORF, Silvia M. Agatti. Metodologia da pesquisa: do projeto à monografia. - Rio de
Janeiro: Shape, 2004
MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6ª ed. - São
Paulo: Atlas, 2006.
NOME
DA
DISCIPLINA
Logística II
10° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Apresentar os tópicos básicos da Logística da Empresarial, focando suas aplicações na área de
serviços.
EMENTA
Logística Internacional. Logística no e-commerce. Logística Reversa e o Meio
Ambiente. Operação em Serviços Logísticos. Visitas Técnicas aliadas às visitas do Curso de
Engenharia de Produção.
CONTEÚDO
Introdução à Logística Empresarial. Logística internacional inserida nos aspectos estratégicos
corporativos, serviços logísticos terceirizados, parcerias e alianças estratégicas. A logística no
e-commerce, sua evolução, seus impactos na sociedade, suas estratégias nas empresas e todos
os tipos de comércio eletrônico (business-to-consumer, business-to-business, consumer-toconsumer,
business-to-employee,
government-to-business,
business-to-government,
government-to-consumer, consumer-to-government). A logística reversa no conhecimento dos
diferentes aspectos que interferem na capacidade de reaproveitamento de embalagens e
resíduos (tóxicos e não-tóxicos), utilizados na produção, distribuição ou armazenagem.
Abordagem conceitual da Logística de fluxos de retorno (reversa), relacionada ao
gerenciamento de resíduos de pós-consumo e pós-venda, voltados para o equilíbrio ligado aos
aspectos técnicos, econômicos e sociais do ambiente empresarial logístico.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NOGUEIRA, Amarildo de S. Logística Empresarial. Atlas, 2012.
LUDOVICO, Nelson. Logística Internacional. Saraiva, 2013.
DIAS, Marco A. Logística, Transporte e Infraestrutura – Armazenagem, operador
logístico, gestão via TI e Multimodal. Atlas, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LEITE, Paulo Roberto. Logística Reversa. São Paulo: Prentice Hall, 2009.
DORNIER, Philippe–Pierrre et al. Logística e Operações Globais: textos e casos. São Paulo:
Atlas, 2009.
FLEURY, Paulo Fernando at al. Logística empresarial: A Perspectiva Brasileira. São Paulo:
Atlas, 2010.
NOME
DA
DISCIPLINA
Marketing Industrial
10° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
 Entender os princípios econômicos e dos negócios que dirigem o planejamento de
marketing.
 Revisar os elementos de diferentes disciplinas que suportam a teoria de marketing
e seus princípios.
 Relacionar os elementos de um planejamento de marketing efetivo.
 Conduzir pesquisa rudimentar para identificar características do mercado-alvo
local e desenvolver o marketing-mix para uma organização de um determinado setor.
 Identificar e avaliar os fatores dos ambientes externo e interno que podem afetar a
implementação do plano de marketing.
 Analisar os elementos alternativos do mix de marketing e predizer sua eficácia em
atingir os objetivos traçados.
Preparar um plano de marketing inicial para uma específica organização incorporando os
princípios e filosofias do marketing e da função planejamento.
EMENTA
Estudo da elaboração de planos e controles de marketing por meio dos direcionamentos
estratégicos e táticos consistentes com os objetivos e recursos disponíveis de uma
determinada organização.
CONTEÚDO
 O processo de planejamento.
 Identificando um mercado-alvo e suas necessidades.
 Desenvolvendo e refinando o conceito do produto para satisfazer as necessidades
do Mercado-alvo.
 Criando o marketing-mix apropriado
 Desenvolvendo estratégias de venda e promoção
 Redigindo o Plano de Marketing.
 Controle e Auditoria de Marketing.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ROCHA, Thelma. O Marketing Aplicado – O planejamento de marketing. Saraiva, 2013.
AMBROSIO, Vicente. Plano de Marketing – Um roteiro para a ação. Pearson, 2011.
YASUDA, Aurora. Pesquisa de Marketing – Guia para a prática de pesquisa de
mercado. Cengage, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
URDAN, Flavio T. Gestão do Composto de Marketing. Atlas, 2013.
PIERCY, Nigel. Estratégia de Marketing e Posicionamento Competitivo. Pearson, 2010.
BASTA, Darci. Fundamentos de marketing. 7º ed. - Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006
(Gestão empresarial (FGV Management).
NOME
DA
DISCIPLINA
Gestão Ambiental
10° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
A disciplina trata dos aspectos ambientais envolvidos nas empresas do setor. A partir das
exigências legais de licenciamento ambiental, são apresentados temas específicos como
Gestão Ambiental Empresarial, Sistema de Gestão Ambiental e as Certificações Ambientais.
EMENTA
Relações produto-ambiente e processo-ambiente. Normas
tratamento de dejetos e Análise Econômica.
ISO-14000. Decaimento,
CONTEÚDO
Demonstrar um Sistema de Gestão Ambiental (SGA), identificando o registro e a Certificação
de um SGA, com base na Série ISO 14000. Conceitos, desempenho empresarial, viabilidade
econômica e política ambiental.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DONAIRE, D. Gestão Ambiental na Empresa. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2004.
SANTOS, Fernando C. A. Sustentabilidade e Produção – Teoria e prática para uma
gestão sustentável. Atlas, 2011.
SEIFFERT, Mari E. B. ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental – Implantação objetiva
e econômica. Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JABBOUR, Ana B. L. de S. Gestão Ambiental nas Organizações – Fundamentos e
tendências. Atlas, 2013.
TACHIZAWA, Takeshy. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Corporativo. 4ª
Ed. - São Paulo: Atlas: 2007.
SEIFFERT, Mari Elizabete. Sistemas de Gestão Ambiental (ISO 14001) Saúde e
Segurança Ocupacional(OHSAS 18001). 2ª Ed. - São Paulo: Atlas, 2010.
NOME
DA
DISCIPLINA
Inovação Tecnológica
10° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Sensibilização dos participantes para a importância da inovação para o êxito empresarial;
compreender o papel da inovação tecnológica no contexto da globalização de mercados; discussão
de técnicas e instrumentos através dos quais o processo de inovação na empresa pode ser fomentado
e gerido dentro das organizações; promover um entendimento sobre o processo de inovação
tecnológica em empresas e sobre a importância de sua administração.
EMENTA
Processo de mudança tecnológica e analise dos efeitos da inovação tecnológica. gestão da
pesquisa tecnológica para o desenvolvimento. Transferência e absorções de tecnologias,
políticas e incentivos a inovação tecnológica.
CONTEÚDO
Inovação tecnológica: definição e perspectiva; o processo de inovação tecnológica; criação e
disseminação de tecnologia; adoção e implementação de tecnologia – o contexto da mudança;
processos decisórios de implementação; inovação de processos – entendendo, selecionando e
melhorando processos existentes, implementação das inovações através da tecnologia de
informação; gerenciamento do processo de inovação – criando condições para o trabalho
criativo; formulação de estratégias.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARRETEIRO, Ronald. Inovação Tecnológica. LTC, 2009.
MARTINEZ, Albertina M. Criatividade e Inovação nas Organizações. Atlas, 2013.
BURGELMAN, Robert A. Gestão Estratégica da Tecnologia e da Inovação. Bookman,
2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ROCHA, Lygia C. Criatividade e Inovação - Como adaptar-se às mudanças. LTC, 2009.
ANDREASSI, Tales. Gestão da Inovação Tecnológica. Cengage, 2006.
MOREIRA, Daniel A. Inovação Organizacional e Tecnológica. Cengage, 2006.
NOME
DA
DISCIPLINA
Estágio Supervisionado III
10° Semestre
Carga Horária Semanal 08 - Carga Horária Semestral 160
OBJETIVO
Orientar o aluno para a realização do Estágio profissionalizante, no sentido de obter o melhor
aproveitamento do período de trabalho e a necessária organização das atividades de modo a
complementar
a
formação
acadêmica.
Dar os fundamentos básicos para a elaboração de Relatório de Estágio.
Treinar a comunicação através de seminários sobre o estágio, os quais têm a função adicional
de permitir a troca de experiências dos colegas em diversos tipos de empresas.
EMENTA
Revisão da Literatura. Desenvolvimento dos ensaios / levantamento de dados / estudo de caso.
Análise e Discussão dos Resultados. Conclusões.
CONTEÚDO
1. Orientação específica sobre a postura na empresa.
2. Discussão sobre a elaboração de relatório.
3. Discussão semanal sobre o andamento do estágio.
4. Acompanhamento da elaboração do relatório correspondente.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BURIOLLA, Marta A. Feiten. O Estágio Supervisionado. 7ª ed. - São Paulo: Cortez, 2011.
BIANCHI, Anna Cecilia de Moraes. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. 4ª ed. São Paulo: Cegage Learning, 2013.
LIMA, Manolita Correia. Estágio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. - São
Paulo: Cengage Learning, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GIL, Antonio C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. Atlas, 2010.
MEDEIROS, João B. Redação Cientifica – A prática de fichamentos, resumos, resenhas.
Atlas, 2009.
LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Fundamentos de metodologia científico. São
Paulo: Atlas, 2010.
NOME
DA
DISCIPLINA
Trabalho de Conclusão de Curso II
10° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
O aluno deverá ser capaz de conceituar e realizar uma investigação planejada, com base em
Pesquisas bibliográficas ou conhecimento por meio de novas descobertas científicas
motivadas pela Experiência desenvolvida em laboratórios para a solução dos mais variados
problemas em Engenharia, promovendo o progresso da ciência na sua área de especialização
profissional.
EMENTA
Entrega definitiva e apresentação perante banca examinadora do trabalho final de TGI
(monografia).
CONTEÚDO
Entrega e apresentação do Trabalho de Graduação Interdisciplinar (monografia), conforme
cronograma previamente estabelecido.
BIBLIOGRAFIA
A bibliografia neste caso especifica será pertinente a cada trabalho individual do aluno, dentro
da sua área temática de desenvolvimento do trabalho de pesquisa bibliográfico.
NOME
DA
DISCIPLINA
Tópicos Avançados na Área da Produção
10° Semestre
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
OBJETIVO
Aprimorar-se dos conhecimentos acerca das operações de produção.
EMENTA
Seminários sobre Engenharia da Produção
CONTEÚDO
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Textos e revistas atualizadas sobre produção
Disciplinas Optativas
NOME
DA
DISCIPLINA
Libras
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
EMENTA
A língua da modalidade visual e gestual da comunidade surda. Conteúdos gerais para
comunicação visual baseada em regras gramaticais da língua de sinais e da cultura surda.
Habilidades necessárias para a aquisição de LIBRAS. Vocabulário básico de LIBRAS.
Dicionário da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Expressão corporal e facial. Alfabeto
manual. Sinais. Convenções de LIBRAS. Parâmetros da Língua Brasileira de Sinais. Estrutura
gramatical de LIBRAS. Princípios linguísticos. Diálogos e narrativas em LIBRAS.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GESSER, Audrei. O Ouvinte e a Surdez – sobre ensinar e aprender libras. Parábola, 2012.
QUADROS, Ronice M. Língua de Sinais – instrumentos de avaliação. Artmed, 2011.
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha. Libras: Conhecimento Além dos Sinais. Pearson
Prentice Hall. 2011. Virtual
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkíria D. Enciclopédia da Língua de Sinais
Brasileira. Vols. 01 e 08. São Paulo: EDUSP, 2005.
QUADROS, Ronice M. de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais Brasileira –
Estudos Lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2003.
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado
Trilíngüe – Língua de Sinais Brasileira. Vols. 01 e 02. São Paulo: EDUSP, 2002.
NOME
DA
DISCIPLINA
Negociação e Mediação de Conflitos
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
EMENTA
Conflito. Métodos extrajudiciais de resolução de conflitos. Mudança de paradigma.
Negociação. Conciliação. Mediação. Princípios da Mediação. Atitudes do Mediador.
Aplicabilidade da mediação. Arbitragem.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ROSS, Lee. Negociação: Barreiras para Resolução de Conflitos. Saraiva. 2011.
LIMA, Jean Carlos. Negociação de Conflitos. Ltr. 2010.
MANCUSO, Rodolfo de Camargo. A Resolução dos Conflitos e a Função Judicial no
Contemporâneo Estado de Direito. RT. 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LIMA, Jean Carlos. Curso de Mediação de Conflitos: Teoria e Pratica – O Manual do Mediador.
Editora Adsumus. 2011.
MAIA NETO, Francisco. Arbitragem: A Solução Extrajudicial de Conflitos. Del Rey. 2009.
SPENGLER, Fabiana Marion. Mediação e Arbitragem: Alternativas a Jurisdição. Livraria do
Advogado. 2009.
NOME
DA
DISCIPLINA
Arquitetura de Computadores
Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40
EMENTA
Ementa: Caracterizar as arquiteturas de computadores e seus principais componentes de
acordo com a tecnologia atual.
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HENNESSY, John L.; PATTERSON, A. David. Organização e Projeto de Computadores: a
interface Hardware/Software. 4ª Edição. São Paulo: Campus, 2014.
STALLINGS, Willian. Arquitetura e Organização de Computadores. 8º edição. São Paulo:
Prentice Hall Brasil, 2010.
TANENBAUM, Andrew S. Organização Estruturada de Computadores. 6ª Edição. São Paulo:
Prentice Hall Brasil, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BEHROOZ, Parhami. Arquitetura de Computadores. 1ª Edição. São Paulo: Mcgraw Hill,
2008.
MONTEIRO, Mário A. Introdução à Organização de Computadores. 5ª Edição. Rio de
Janeiro: LTC, 2007.
WEBER, Raul Fernando. Fundamentos de Arquitetura de Computadores. 3ª Edição. Porto
Alegre: Artmed, 2004.
DADOS DO COORDENADOR – CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO.
Professora: Kelli Cristina de Souza
Rua: Sabiá, 114
Bairro / Cidade / Estado: Nova Cerquilho/Cerquilho/São Paulo
CEP: 18520-000
Tel. (DDD): (015)3284-3476
E-mail:
[email protected]
2010 - 2012 Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
Título: ESTUDO DA LAMA VERMELHA ATIVADA POR TRATAMENTO QUÍMICO E
TÉRMICO COMO MEIO ADSORVEDOR DE CORANTES TÊXTEIS,Ano de Obtenção:
2012.
Orientador: MARIA LÚCIA PEREIRA ANTUNES.
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
Palavras-chave: Lama Vermelha; Efluentes têxteis; Corantes.
Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Sanitária / Subárea: Saneamento Ambiental.
2013 - 2014 Graduação em Licenciatura em Química.
Faculdade São José.
2013 - 2013 Graduação em Licenciatura em Matemática.
Faculdade São José.
2004 - 2008 Graduação em Engenharia Ambiental.
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
Título: Estudo da Disposição Inadequada dos Resíduos Sólidos e a Influência na Saúde das
Pessoas na cidade de Cerquilho SP.
Orientador: Roberto Wagner Lourenço.
Atuação profissional
Faculdade Integração Tietê, FIT, Brasil.
2013 - Atual
Coordenadora e professora na área ambiental.
Carga horária: 40
Professora na área de Gestão Ambiental
Colégio Objetivo de Tietê, OBJETIVO, Brasil.
2013 - Atual
Professora de Química – Ensino Médio
Colégio Objetivo de Boituva, OBJETIVO, Brasil.
2013 - Atual
Professora de Química – Ensino Médio
E.E. Alferes Mario Pedro Vercellino, Brasil.
2014 - Atual
Professora de Química – Ensino Médio
Escola Estadual Presidente Arthur da Silva Bernardes, Brasil.
2011 - 2013
Professora de Matemática, Física e Química.
Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Cerquilho, SAAEC, Brasil.
2008 - 2008
Estagiária na Estação de Tratamento de Água, Carga horária: 20
Produção Bibliográfica
SOUZA, K. C. ; ANTUNES, M. L. P. . Adsorção do corante reativo azul 19 em solução
aquosa por lama vermelha tratada quimicamente com peróxido de hidrogênio. Química Nova
(Online), 2013.
SOUZA, K. C. ; PEREIRA, M. L. ; BARROS, T. R. ; TOMAZINI, F. . Adsorption of
reactive dye on seawater-neutralised bauxite refinery residue. Journal of Colloid and Interface
Science (Print), 2013.
Apresentações de Trabalho
SOUZA, K. C. ; BARROS, T. R. ; ANTUNES, M. L. P . UTILIZAÇÃO DE LAMA
VERMELHA TRATADA POR ÁGUA DO MAR COMO MEIO ADSORVEDOR DO
CORANTE REATIVO BLUE 19. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
BARROS, T. R. ; SOUZA, K. C. ; LIMA, V. F. ; ANTUNES, M. L. P . AVALIAÇÃO DO
POTENCIAL DA LAMA VERMELHA TRATADA TERMICAMENTE A 400ºC NA
ADSORÇÃO DO CORANTE REATIVO YELLOW 145 EM pH 4. 2012. (Apresentação de
Trabalho/Congresso).
SOUZA, K. C. ; ANTUNES, M. L. P . Use of Red Mud Treated with Hydrogen Peroxide and
Activated by Heat Treatment as a Means Adsorption of the Dye Reactive Blue 19. 2011.
(Apresentação de Trabalho/Congresso).
SOUZA, K. C. ; ANTUNES, M. L. P . Utilização da Lama Vermelha tratada com Peróxido
de Hidrogênio e ativada por tratamento térmico como meio adsorvedor do corante Reativo
RED 195. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso
Participação em bancas de trabalhos de conclusão
SOUZA, K. C.; ANTUNES, M. L. P.; MANCINI, S.. Participação em banca de Thalita
Rangueri de Barros.Comparação do potencial da lama vermelha tratada termicamente a 400º
C, 500º C, 600º C e 800º C na adsorção do corante têxtil blue 19 em pH4. 2013. Trabalho de
Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - UNIVERSIDADE
ESTADUAL PAULISTA.
SOUZA, K. C.; MONTEIRO, A.. Participação em banca de Renato Bafi.Identificando as
oportunidades para implantação de um escritório de pojetos. 2013. Trabalho de Conclusão de
Curso (Graduação em Engenharia de Produção) - Faculdade Integração Tietê.
ANTUNES, M. L. P; SOUZA, K. C.; SILVA, A. M.. Participação em banca de Ana Carolina
Russo.Análise Granulometrica da lama vermelha brasileira e avaliação do potencial de
adsorção de suas frações para corantes têxteis. 2010. Trabalho de Conclusão deCurso
(Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita
Filho.
Trabalho de conclusão de curso de graduação
Fernanda Pasquoto Tavares. A importância da Gestão Ambiental nas Empresas. 2013.
Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) - Faculdade
Integração Tietê. Orientador: Kelli Cristina de Souza.
Washington Santini. A Indústria Têxtil e seus Impactos Ambientais: Um Estudo sobre
Mitigadores da Poluição Têxtil. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em
Engenharia de Produção) - Faculdade Integração Tietê. Orientador: Kelli Cristina de Souza.
Rafael Guerra Bezerra. Papel para Laminados Plásticos. 2013. Trabalho de Conclusão de
Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) - Faculdade Integração Tietê. Orientador:
Kelli Cristina de Souza.
Alex Sandei Leite de Paula. Produção de Alumínio e seus Impactos Ambientais. 2013.
Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) - Faculdade
Integração Tietê. Orientador: Kelli Cristina de Souza.
Nome
Ana Claudia Leite Moneia
Andrea Pavan Perin
Mestrado
Regime de
trabalho
Parcial
Mestrado
Parcial
André Dela Vale
ARLIZE APARECIDA MESQUITA MOURA
BARRILARI
Christiane Martins Schmidt
CLAUDIO JESUS SILVESTRE
Marco Antonio Rodrigues
Fernando Brandão
Franco Kaolu Takakura Junior
Mestrado
Parcial
Mestrado
Parcial
Mestrado
Mestrado
Especialista
Mestrado
parcial
Parcial
Parcial
Parcial
Mestrado
Parcial
Mestrado
Parcial
Especialista
Parcial
Mestre
Integral
Mestre
Parcial
Mestrado
Parcial
Titulação
João Calixto Garcia
Joyce Giovaneti Belaz
Kelli Cristina de Souza
Luiz Carlos Falsarella
MARIA HELOISA ZAMUNER CALOCINI
Marcio Joselito Brandalise
Especialista
Parcial
CH
40
80
40
40
40
80
40
40
80
40
80
40
40
40
40
40
40
80
40
40
80
40
40
120
40
40
40
40
40
40
DISCIPLINAS
Higiene e segurança do trabalho
Álgebra I e II
Estatística I e II
Antropologia Cultural e relações étnicos raciais
Inglês
Ergonomia
Marketing de serviços e Marketing Industrial
Direito social
Introdução a metrologia industrial e Materiais de engenharia
Organização do trabalho, Gestão de Pessoas, psicologia das
organizações,
Calculo I e II,
Calculo numérico
Geometria descritiva
Economia Geral
Gestão financeira I e II
Contabilidade I, II, III
Controle de qualidade
Termodinâmica
Tópicos avançados na Área de Produção
TCC II
Gestão de qualidade
Empreendedorismo
Teoria geral da administração
Português instrumental
Automação e controle
Expressão gráfica
Custo da qualidade
Elementos de resistência de materiais
Engenharia do produto
Inovação tecnológica
Instalações industriais
Maria Amélia Ferraciú Pagotto
MARIO ALMIR FERES JUNIOR
Doutorado
Parcial
Doutorado
Horista
Ricardo Francisco Fornazier
Sergio Marcolino Antunes
Doutorado
Parcial
Doutorado
Parcial
SILVIO LUIZ AMANCIO DE ABREU
Stella Bianca Gonçalves Brasil
TEOTONIO GOMES DE LIMA MARTINS
Wagner Aparecido Nascimento
Especialista
Parcial
Doutorado
Parcial
Especialista
Parcial
Especialista
Parcial
40
40
40
40
40
120
160
40
80
40
80
120
40
80
40
40
40
40
40
40
40
Introdução a engenharia de produção I e II
Logística I e II
Modelos probabilísticos
Pesquisa Operacional II
Estágios supervisionados I
Estágios Supervisionados II
Estágios Supervisionados III
TCC I
Projeto de fábrica
Ética, direitos humanos e cidadania
Química tecnológica I
Química tecnológica II
Gestão ambiental
Laboratório de física I
Laboratório de física III
Física I
Física III
Mecânica dos sólidos II
Pesquisa Operacional I
Teorias dos sistemas
Software aplicado a materiais
40
40
80
80
40
40
40
40
40
40
40
120
Física II
Laboratório de Física II
Cálculo III
Cálculo IV
Desenho técnico I
Desenho Técnico II
Metodologia Científica
Introdução a programação I
Introdução a programação II
Sistema de informação
Gerência de Projetos
Planejamento, Programação e Controle de Produção
TRABALHO DE GRADUAÇÃO
Um dos objetivos da Faculdade Integração Tietê se materializa no oferecimento de condições de ensino e aprendizagem que levem à formação de
sujeitos capazes de trilhar a carreira escolhida embasadas na articulação de um sólido conhecimento teórico com o referencial prático, que lhes
permita alcançar suas metas e participar ativamente da promoção de um desenvolvimento sustentado no âmbito regional. O Trabalho de
Conclusão de Curso está estruturado para contribuir com o alcance destes objetivos, por meio de uma investigação sistematizada que, além de
exigir uma visão geral e articulada das diferentes áreas envolvidas na formação do estudante, exige, igualmente, domínio conceitual, teórico e
metodológico.
O supracitado programa envolve aulas, atividades de orientação, experiências vivenciadas na organização, pesquisa teórica e empírica,
sistematização de coleta, análise e tratamento do material reunido, e elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso, em consonância com o
rigor presente no processo investigatório, de caráter sistematizado.
O Trabalho de Conclusão Curso (TCC) é componente curricular obrigatório, a ser desenvolvido no 8º período do Curso de Graduação em
Engenharia de Produção. Consiste em um trabalho monográfico, sob a forma de pesquisa bibliográfica e/ou de campo, desenvolvida pelo aluno,
sob orientação docente.
Os objetivos do TCC são os de propiciar aos acadêmicos do Curso de Graduação em Engenharia de Produção a oportunidade de compreender e
apreender os elementos envolvidos no processo de pesquisa, estimulando a produção de conhecimento na área.
A forma de operacionalização das atividades atinentes ao Trabalho de Conclusão Curso está descrita no Regulamento de Trabalho de Conclusão
de Curso.
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º. Este regulamento tem por finalidade normatizar as atividades do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Curso de Graduação em
Engenharia de Produção da FIT.
Art. 2º. O TCC consiste no desenvolvimento de um trabalho monográfico, sob a forma de pesquisa bibliográfica e/ou de campo, obrigatório para
a conclusão do curso de graduação em Engenharia de Produção.
Art. 3º. Os objetivos do TCC são os de propiciar aos acadêmicos do Curso de Graduação em Engenharia de Produção a oportunidade de
compreender e apreender os elementos envolvidos no processo de pesquisa, estimulando a produção de conhecimento na área.
CAPÍTULO II
DO COORDENADOR DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 4º. O Coordenador de TCC será o professor responsável pela disciplina de Orientação do Trabalho de Conclusão de Curso, ministrada no 8º
período do curso, portador de titulo mínimo de especialista.
Art. 5º. Ao Coordenador do TCC compete:
I – elaborar calendário das atividades relativas ao TCC, em especial o cronograma de apresentação dos mesmos;
II – atender os orientadores no que se refere às atividades relacionadas ao TCC;
III – elaborar e encaminhar aos professores orientadores formulário para registro de presença e das atividades de acompanhamento dos
orientados;
IV – convocar, sempre que necessário, reunião com professores orientadores e/ou com os acadêmicos;
V – realizar anualmente consulta aos professores sobre disponibilidade para orientação e temáticas que se propõe a orientar;
VI – encaminhar os acadêmicos aos respectivos orientadores de acordo com as temáticas dos alunos e campo de atuação dos docentes;
VII – manter arquivo atualizado com os projetos do TCC em andamento e os concluídos;
VIII – providenciar o encaminhamento à Biblioteca de cópias dos TCCs aprovados;
IX – tomar as medidas necessárias para o cumprimento deste regulamento.
CAPÍTULO III
DOS PROFESSORES ORIENTADORES
Art. 6º. O TCC é desenvolvido sob orientação de um professor do Curso de Engenharia de Produção da FIT.
Art. 7º. Os docentes do Curso de Engenharia de Produção deverão manifestar, ao Coordenador do TCC no final do ano letivo que antecede ao da
orientação, sua disponibilidade quanto ao número de alunos que poderá orientar, e temáticas de sua área de atuação e/ou de seu interesse para
orientação.
Parágrafo único. Cada orientador terá no máximo 04 (quatro) orientados de TCC.
Art. 8º. A substituição do orientador, durante o processo de elaboração do TCC, só será permitida quando outro docente assumir sua orientação,
mediante aprovação do Conselho Superior.
Art. 9º. Em casos que envolverem problema de qualquer natureza entre acadêmico e orientador, caberá ao Coordenador do TCC a solução,
podendo, se entender necessário, submeter o caso ao Conselho Superior.
Art. 10. O professor orientador tem, sem exclusão de outros inerentes à sua atividade, os seguintes deveres específicos:
I – freqüentar as reuniões convocadas pelo Coordenador do TCC;
II – destinar a cada orientando horário semanal, com cronograma previamente estabelecido para o total do período, sem prejuízo das aulas
normais do curso;
III – entregar ao final da orientação e sempre que solicitado à Coordenação do TCC, relatório da orientação dos acadêmicos, conforme
formulário próprio;
IV – participar dos seminários de apresentação dos Trabalhos de Conclusão de Curso, dos alunos que orientou;
V – cumprir e fazer cumprir este regulamento.
Art. 11. A responsabilidade pela elaboração do TCC é integralmente do acadêmico, o que não exime o professor orientador de desempenhar
adequadamente, dentro das normas deste regulamento, as atribuições decorrentes de sua atividade de orientador.
Parágrafo único. O orientador deverá entregar ao Coordenador de TCC uma cópia na versão final do trabalho encadernadas em capa dura,
acompanhadas do formulário de registro com a nota atribuída ao aluno.
CAPÍTULO IV
DOS ACADÊMICOS EM FASE DE REALIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 12. Considerar-se-á acadêmico em fase de realização do TCC aquele que estiver regularmente matriculado na disciplina de TCC no 8º
semestre do Curso de Engenharia de Produção da FIT.
Art. 13. O acadêmico em fase de realização do TCC tem, entre outros, os seguintes deveres:
I – participar das reuniões convocadas pelo Coordenador do TCC e pelo seu Orientador;
II – cumprir o cronograma pré-estabelecido com o seu professor orientador;
III – elaborar a versão final de seu TCC, de acordo com Regulamento, bem como segundo as instruções de seu orientador;
IV – cumprir o calendário divulgado pela Coordenação do TCC para entrega de projetos, versão final do TCC e apresentação do mesmo;
V – entregar ao orientador 04 (quatro) cópias de seu TCC, em papel A4, encadernado em espiral;
VI – após avaliação e sugestões da banca, entregar 02 (duas) cópias da versão definitiva do TCC, encadernado em capa dura de cor verde
esmeralda;
VII – comparecer no dia e hora determinado pelo Coordenador do TCC para apresentar seu trabalho em seminário da disciplina;
VIII – cumprir e fazer cumprir este regulamento.
Parágrafo único. A entrega da versão final do TCC é requisito para a colação de grau.
CAPÍTULO V
DO PROJETO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 14. Antes de iniciar o TCC o acadêmico deverá eleger a área sobre a qual versará o trabalho que pretende desenvolver dentro dos
termos sugeridos pelo orientador.
Parágrafo único. Cabe ao professor orientador aprovar, rejeitar ou determinar alterações no projeto do TCC, para adequá-lo ao requisito do
art.15 deste regulamento.
Art. 15. A estrutura do projeto de TCC compõe-se no mínimo de:
I – Introdução (assunto, tema, problema);
II – Objetivos;
III – Justificativa;
IV – Revisão bibliográfica;
V – Metodologia;
VI – Referências Bibliográficas;
VII – Cronograma.
Art. 16. Uma vez aprovado o projeto de TCC, a mudança do tema só será permitida com a elaboração de um novo projeto, mediante o
preenchimento dos seguintes requisitos:
I – aprovação expressa do professor orientador;
II – concordância expressa de outro professor em realizar a orientação, caso a mudança não seja aceita pelo orientador do primeiro tema;
III – aprovação do Coordenador do TCC.
Parágrafo único. Mudanças pequenas, que não comprometem as linhas básicas do projeto, são permitidas a qualquer tempo, sob a
responsabilidade do professor orientador.
Art. 17. Se o projeto de TCC se propõe a uma pesquisa envolvendo seres humanos, o mesmo deverá ser encaminhado ao Comitê de Ética
em Pesquisa para parecer.
Art. 18. O parecer do CEP deverá estar anexado à versão final do TCC.
CAPÍTULO VI
DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 19. O TCC deve ser elaborado considerando-se:
I – na sua estrutura formal, as técnicas estabelecidas pela ABNT, no que forem aplicáveis;
II – no seu conteúdo, as finalidades estabelecidas no art. 3 deste Regulamento e a vinculação direta do tema com um dos ramos do
conhecimento, preferencialmente aqueles identificados pelas disciplinas do Curso de Engenharia de Produção da FIT.
Art. 20. A estrutura do TCC deve conter no mínimo:
I. Elementos Pré-Textuais:
a) Capa
b) Folha de rosto
c) Sumário
d) Resumo.
II. Elementos Textuais:
a) Introdução
b) Desenvolvimento
c) Conclusão.
III. Elementos Pós Textuais:
IV. Referências bibliográficas
V. Anexos quando existirem
Art. 21. As cópias do TCC serão entregues ao orientador e devem seguir os seguintes requisitos: ser digitadas, utilizando-se o editor de
textos Word, com letra Time New Roman, tamanho 12, espaço 1,5 e margens esquerda e superior de 3,0 cm, inferior e direita com 2 cm.
CAPÍTULO VII
DA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 22. O seminário de apresentação do TCC será organizado pelo Coordenador do TCC.
Art. 23. Na apresentação oral, o acadêmico terá 20 (vinte) minutos para fazer sua exposição.
Art. 24. O TCC será avaliado por uma banca, composta pelo orientador do trabalho e por mais dois docentes do curso, que avaliarão tanto o
texto escrito como a apresentação do trabalho.
Parágrafo único. Os itens de avaliação são definidos pelo Conselho Superior a cada ano letivo.
Art. 25. O acadêmico que não entregar o TCC ou não comparecer para a sua apresentação sem justificativa na forma da legislação vigente,
será considerado reprovado.
CAPÍTULO IX
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 26. Os casos não contemplados neste Regulamento são resolvidos pelo Conselho Superior, pelas normas e regulamentos internos da
Instituição.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As Atividades Complementares são componentes curriculares enriquecedores e complementadores do perfil do formando, possibilitam o
reconhecimento, por avaliação de habilidades, conhecimento e competência do aluno, inclusive adquirida fora do ambiente acadêmico, incluindo
a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mercado do
trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade.
Os alunos do Curso de Graduação em Engenharia de Produção da FIT deverão integralizar 200 horas ao longo do desenvolvimento do curso.
Serão consideradas como Atividades Complementares as atividades a seguir discriminadas e serão regidas pelas respectivas normas internas.
I – Monitoria Acadêmica: Podem ser contadas na monitoria acadêmica as horas equivalentes à carga horária da disciplina que o aluno(a) vier a
monitorar, limitada esta atividade a um total de 50% das horas exigidas, e mediante comprovação;
II – Participação do(a) aluno(a) em Projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão: Desde que aprovados e registrados nas respectivas Coordenações as
horas de participação em Projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão devem observar o seguinte:
a)participação limitada a um projeto por ano letivo;
b)carga horária máxima de 50% do total de horas de AC;
c)apresentação de comprovante.
III –Cursos de Extensão e outros cursos: Como pré-requisito, cada curso de extensão a ser considerado deverá estar relacionado aos assuntos ou
atividades de cada curso e ter um mínimo de 20 (vinte) horas cada, observando-se o seguinte:
a)o curso deve ser cadastrado na FIT e seguir normatização estabelecida;
b)para os cursos de extensão realizados fora da FIT o(a) aluno(a) deverá apresentar certificado, sendo que as horas de AC ficam condicionadas a
aprovação da Coordenação de Curso;
c)são considerados como “outros cursos” aqueles cursos que sejam de área afim, mas cujos conteúdos não sejam coincidentes com os conteúdos
dos programas do curso;
d)serão aceitos como AC os cursos de línguas estrangeiras, realizado em empresa ou entidade regularmente constituída para tal finalidade, e
havendo certificado de freqüência e aproveitamento, obedecidas as disposições do artigo 3º e as do art. 1 o parágrafo 2º do Regulamento das
Atividades Complementares.
IV – Estágios, cursos ou viagens de estudos no exterior:
a)serão considerados pela Coordenação de Curso, mediante comprovação;
b)no caso de curso ou estágio em IES, serão considerados até 50% do total de horas de AC para essas atividades;
c)outros cursos ou estágios, a critério do Coordenação de Curso.
V – Eventos: A participação do(a) aluno(a) em eventos deve atender aos seguintes requisitos:
a)o evento deve estar relacionado aos assuntos ou atividades da área de estudo ou que venham a contribuir para o seu conhecimento, cultura ou
informação;
b)ter um mínimo de 4 (quatro) horas de duração cada;
c)apresentar certificado original onde conste o nome da entidade ofertante, o tema ou título do evento, a data e local de realização e freqüência do
interessado;
d)para os eventos realizados no exterior, o(a) aluno(a) deverá apresentar certificado, sendo que as horas de AC serão atribuídas a critério do
Coordenação de Curso;
VI – Estágios voluntários: Ao final do estágio voluntário o(a) aluno(a) deverá apresentar um relatório para avaliação sobre as atividades
desenvolvidas, podendo ser contadas até 30% do total de horas de AC, aceitando-se um máximo de 2 (dois) estágios voluntários.
A discriminação das atividades complementares, os limites de carga horária e o detalhamento da sua forma de validação podem ser vistos no
Regulamento das Atividades Complementares.
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 1o. O presente regulamento visa, em conjunto com o Regimento Interno da FIT e demais dispositivos legais, regulamentar as atividades
complementares (AC).
Art. 2o. Para integralizar as horas necessárias para a conclusão dos Cursos de Graduação da FIT, cada aluno deverá cumprir, além das demais
exigências do Projeto Pedagógico do Curso as horas de Atividades Complementares.
Parágrafo 1o. No caso de alunos transferidos oriundos de outras IES, as horas cursadas em disciplinas ligadas à área de seu curso e que não foram
consideradas como equivalentes poderão ser consideradas para efeitos de cálculo de AC, mediante requerimento do interessado e a critério da
Coordenação de Curso.
Parágrafo 2o. Somente serão consideradas para efeitos de cálculo de AC, aquelas atividades que forem desenvolvidas ou realizadas na vigência
de matrícula no respectivo curso de graduação.
Art. 3o.Serão consideradas como Atividades Complementares as atividades abaixo discriminadas e serão regidas pelas respectivas normas
internas.
I – Monitoria Acadêmica: Podem ser contadas na monitoria acadêmica as horas equivalentes à carga horária da disciplina que o aluno(a) vier a
monitorar, limitada esta atividade a um total de 50% das horas exigidas, e mediante comprovação;
II – Participação do(a) aluno(a) em Projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão: Desde que aprovados e registrados, as horas de participação em
Projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão devem observar o seguinte:
a) participação limitada a um projeto por ano letivo;
b) carga horária máxima de 50% do total de horas de AC;
c) apresentação de comprovante.
III – Cursos de Extensão e outros cursos: Como pré-requisito, cada curso de extensão a ser considerado deverá estar relacionado aos assuntos ou
atividades de cada curso e ter um mínimo de 20 (vinte) horas cada, observando-se o seguinte:
a) o curso deve ser cadastrado na FIT e seguir normatização estabelecida;
b) para os cursos de extensão realizados no exterior o(a) aluno(a) deverá apresentar certificado, sendo que as horas de AC ficam
condicionadas a aprovação do Coordenação de Curso;
c) são considerados como “outros cursos” aqueles cursos que sejam de área afim, mas cujos conteúdos não sejam coincidentes com os
conteúdos dos programas do curso;
d) serão aceitos como AC os cursos de línguas estrangeiras, realizado em empresa ou entidade regularmente constituída para tal finalidade,
e havendo certificado de freqüência e aproveitamento, obedecidas as disposições deste artigo e as do art. 1o parágrafo 2º.
IV – Estágios, cursos ou viagens de estudos no exterior:
a) serão considerados pelo Conselho Superior, mediante comprovação;
b) no caso de curso ou estágio em IES, serão considerados até 50% do total de horas de AC para essas atividades;
c) outros cursos ou estágios, a critério do Coordenação de Curso.
V – Eventos: A participação do(a) aluno(a) em eventos deve atender aos seguintes requisitos:
a) o evento deve estar relacionado aos assuntos ou atividades da área de estudo ou que venham a contribuir para o seu conhecimento,
cultura ou informação;
b) ter um mínimo de 4 (quatro) horas de duração cada;
c) apresentar certificado original onde conste o nome da entidade ofertante, o tema ou título do evento, a data e local de realização e
freqüência do interessado;
d) para os eventos realizados no exterior, o(a) aluno(a) deverá apresentar certificado, sendo que as horas de AC serão atribuídas a critério do
Coordenação de Curso;
VI – Estágios voluntários: Ao final do estágio voluntário o(a) aluno(a) deverá apresentar um relatório para avaliação sobre as atividades
desenvolvidas, podendo ser contadas até 30% do total de horas de AC, aceitando-se um máximo de 2 (dois) estágios voluntários.
Parágrafo Único. Para completar o total de horas de AC exigidas no Projeto Pedagógico do Curso o aluno deverá cumprir, no mínimo, duas das
atividades acima relacionadas.
Art. 40. Compete à Coordenação de Curso estabelecer as características dos cursos e eventos que serão aceitos como AC e, quando necessário,
apresentar o seu regulamento.
Art. 50. É de responsabilidade do aluno a iniciativa, a realização e o gerenciamento das Atividades Complementares, que deverá cumprir ao longo
de seu curso de graduação na FIT.
Art. 6o. O(a) aluno(a) poderá, com a antecedência adequada, solicitar ao Coordenação de Curso sobre a aceitabilidade ou não de alguma
atividade, devendo para tanto trazer informações oficiais e seguras para orientar a resposta.
Art. 7o. À medida que os(as) alunos(as) vão cumprindo as atividades válidas como AC acima definidas, deverão elaborar os relatórios, anexando
os respectivos comprovantes originais, para requerimento em conjunto das horas, mediante formulário específico, a cada ano.
Art. 8o. O requerimento deverá ser feito em formulário próprio, preenchido e assinado pelo(a) aluno(a) requerente e protocolado, dirigido ao
Coordenação de Curso
Art. 9o. No momento do protocolo deverão ser apresentados comprovantes originais (e 1 cópia) das atividades objeto do requerimento, que serão
analisados pelo Coordenador do Curso.
Parágrafo Único. Somente serão registradas e válidas as atividades cujos documentos forem aprovados pela Coordenação de Curso.
Art. 10. Após o desenvolvimento de cada atividade, o(a) aluno(a) deve apresentar o comprovante, que será analisado e avaliado por um professor
designado e, após aprovado, as horas serão computadas de acordo com as seguintes orientações e limites:
Art. 11. O requerimento deve ser apresentado ao longo do curso, de acordo com o Calendário Escolar e no máximo durante o primeiro semestre
do último ano, de forma que o(a) aluno(a) tenha tempo suficiente para completar as horas que forem eventualmente desconsideradas.
Parágrafo Único. Caso nessa época o(a) aluno(a) ainda não tenha obtido o total de horas necessárias para completar as AC, deverá apresentar
novo requerimento complementar, com comprovantes que assegurem o cumprimento da carga horária exigida pelo curso.
Art.12. O Coordenador do Curso analisa o pedido de conformidade com a apresente Regulamentação e o aprovará, remetendo-o para registro.
Art. 13. Caso alguma atividade não seja considerada válida, não a considerará para efeito de cálculo de horas, devendo dar ciência ao aluno(a)
para que este providencie em tempo hábil a carga horária complementar necessária.
FORMAS DE REALIZAÇÃO DA INTERDISCIPLINARIDADE
A estrutura curricular do Curso de Engenharia de Produção foi elaborada de forma a valorizar a interdisciplinaridade, permitindo a formação de
um profissional capaz de estabelecer conexões entre os saberes.
Ao lado da questão da interdisciplinaridade em sentido amplo, há a peculiaridade da necessidade de uma relação interdisciplinar entre as suas
próprias áreas internas. Dessa forma, na elaboração da matriz curricular, procurou-se considerar as afinidades entre as disciplinas ofertadas a
cada semestre, de forma que a formação do aluno pudesse ser realizada de maneira gradual e integrada, sem uma ruptura entre os Eixos de
Formação.
As ementas das disciplinas que compõem a matriz curricular do Curso de Engenharia de Produção foram elaboradas de forma a permitir a
integração horizontal e vertical dos conteúdos.
A interdisciplinaridade horizontal, ou seja, a integração entre os conteúdos lecionados nas disciplinas do mesmo semestre, e a integração vertical,
isto é, a interdisciplinaridade dos conteúdos de vários semestres demonstra ao aluno a integração entre as diversas áreas e o caráter de
continuidade dos estudos, enfatizando assim o caráter interdisciplinar das ações didático-pedagógicas estruturadas.
Importante destacar que o lugar, por excelência, de realização da interdisciplinaridade são as atividades de pesquisa e extensão. É nelas que
realmente se pode colocar em prática esse tipo de abordagem. As atividades de pesquisa e extensão no Curso de Engenharia de Produção, através
das suas práticas, viabilizarão atividades de caráter eminentemente interdisciplinar.
Desse conceito observa-se que o objetivo do estudo interdisciplinar é de desenvolver trabalhos acadêmicos que fortaleçam a relação teóricaprática entre disciplinas do curso e que, somado a isso, o aluno tenha uma visão do ambiente e do mercado de trabalho de uma forma mais
preparada.
O trabalho interdisciplinar, além da formação humanista e crítica sobre o trabalho em equipe, objetiva no aluno a preocupação com o mercado de
trabalho através da visão de mais de um professor.
Nessa perspectiva, o processo de interdisciplinaridade dar-se-á por meio de planejamento conjunto e participativo, valorizando as competências,
as atitudes, os valores, os saberes-ser, estar, conviver e fazer, utilizando para tanto o desenvolvimento de capacidades de criatividade,
comunicação, trabalho em equipe, resolução de problemas, responsabilidade, poder empreendedor, ferramentas importantes num mundo em
processo de mudança constante.
A interdisciplinaridade exige de todo corpo docente o desenvolvimento de uma ação pedagógica articulada com a diversidade dos saberes. A
ação de cada um deverá estar articulada com a de todos os outros.
Nesse sentido, os trabalhos interdisciplinares possuem modelos de referência na matriz curricular do curso de Engenharia de Produção. São
agrupados assim dentro dos períodos, temas que possam englobar duas ou mais disciplinas de determinado período.
INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA
O Curso de Graduação em Engenharia de Produção - Bacharelado - da Faculdade Integração Tietê oferecerá como forma de integração entre
teoria e prática as aulas práticas e o estágio curricular supervisionado, a realização de eventos científicos, desenvolverão projetos de pesquisa e
extensão e outras atividades voltadas para a comunidade, proporcionando um estreitamento da relação entre os alunos e a sociedade.
As aulas práticas constituem-se como componente curricular que propicia ao aluno a vivência da prática profissional, sob supervisão. Durante o
processo ensino-aprendizagem, os docentes buscarão desenvolver teoria e prática como unidade que se interpenetram e se determinam. Como
afirma Freire (1999) sem a prática a teoria corre o risco de perder o “tempo de aferir sua própria validade, como também a possibilidade de
refazer-se”.
Nesse processo ensino-aprendizagem, o docente planeja uma articulação da teoria com a realidade social em que o educando relacionará o
conteúdo adquirido e em seguida praticará o que aprendeu, desta forma, viabiliza a integração ensino-serviço-comunidade como estratégia para a
articulação teoria-prática.
A formação do profissional requer habilidades cognitivas (o saber por quê), técnicas (o saber fazer) e efetivar (o saber ser) e o (saber relacionarse). Desta forma, aprimorando os conhecimentos gerais e específicos com a capacidade de relacionar os conhecimentos entre si e estes com a
realidade, desenvolverá a capacidade de analisar as situações e trabalhar cooperativamente em grupo e pelo aperfeiçoamento do grupo, tendo
capacidade de avaliar o resultado do seu trabalho e agir para melhorá-lo.
Nesta perspectiva, a aula prática e o estágio supervisionado constituem momentos da prática onde ocorre a construção do conhecimento que
fundamenta a vida profissional. Este momento de prática não deve se restringir a um fazer específico, mas deve se constituir numa atividade de
reflexão que enriquece a teoria que lhe dá suporte. O estágio é um processo de criação, investigação, explicação, interpretação e intervenção na
realidade. Assim, esta possibilidade de aprendizagem propicia uma excelente oportunidade de identificar as práticas existentes na sociedade,
podendo constituir-se em espaço de realização de novas aprendizagens.
Desta forma, pretende-se que o estágio supervisionado do Curso de Engenharia de Produção da Faculdade Integração Tietê seja um espaço
adequado para o aluno complementar a sua formação, por meio do desenvolvimento de habilidades, analisando situações e propondo mudanças
no ambiente de trabalho. E, ainda, incentivar o desenvolvimento das potencialidades individuais propiciando o surgimento de novas gerações de
profissionais, com um perfil profissional que possibilite adotar procedimentos, métodos e processos inovadores, de utilizar novas tecnologias e
metodologias alternativas de ação e investigação que busquem contribuir para mudanças efetivas em Tietê.
Ainda, com a perspectiva de integração entre teoria e prática, por meio das disciplinas do curso o aluno será orientado a desenvolver pesquisas
exploratórias, coletando informações, levantando dados nas instituições públicas e privadas que desenvolvem atividades que requerem atuação
profissional na área.
Os resultados destas investigações serão objeto de análise e de estudo em sala de aula, num processo de reflexão à luz da teoria, amadurecendo
idéias sobre como enfrentar os problemas observados.
METODOLOGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM
A metodologia do ensino FIT fundamenta-se: a) na interação professor/aluno, mediada pelo conhecimento científico e pela realidade históricosocial; b) na relação dialética teoria-prática e c) na condição do aluno como ator na construção do conhecimento através da sua postura
investigativa.
A metodologia, neste caso, não é considerada um simples conjunto de técnicas utilizadas para transmitir o conhecimento, mas uma definição de
como estruturar toda a lógica do processo de conhecimento que se desenvolve através da proposta educativa.
Esta postura implica em duas funções básicas: a função incentivadora e a função orientadora. Incentivadora, garantindo situações que estimulem
a participação ativa do aluno no ato de aprender; e orientadora em relação ao processo de aprendizagem do aluno, auxiliando na construção do
seu próprio conhecimento.
A interdisciplinaridade é considerada nos currículos dos cursos da FIT como diretriz para o ensino e valoriza o diálogo como principal
instrumento para a realização dos atos de ensinar e de aprender. A primeira conseqüência dessa interpretação é que ela – a interdisciplinaridade
permite o encontro permanente entre a formação acadêmica e o mundo da profissão, com sua multiplicidade de clivagens. É entendida como o
esforço de busca da visão global da realidade, como superação do pensar simplificador e fragmentador da realidade; como forma de admitir a
ótica pluralista das concepções de ensino e estabelecer o diálogo entre as mesmas e a realidade da Instituição para superar suas limitações.
Vista dessa forma, exige-se uma estrutura para um currículo em que o conjunto das disciplinas, independentemente da sua organização
seqüencial, possa se ordenar em torno de eixos de procedimentos que ora dirige o olhar para o objeto do conhecimento, ora para um projeto de
investigação, um plano de intervenção, um exercício de aprendizagem.
Para o alcance destas conjecturas, foi construída uma metodologia de prática pedagógica que engloba a contextualização das aprendizagens, a
apropriação e ressignificação dos saberes, no intuito de reduzir as disjunções entre o ato de ensinar e o de aprender, criando situações que
possibilitem aos sujeitos das aprendizagens a segurança oriunda da participação, da reflexão, da discussão e da
reconstrução/reconstrução/significação dos saberes.
Esta metodologia sustenta a associação entre o contexto sócio-cultural às possibilidades de formação profissional sem perder de vista a conjunção
com o pensamento investigativo e com a regulação das aprendizagens.
No dia-a-dia da prática pedagógica dos docentes da FIT desenvolvem-se aulas expositivas, voltadas para o desenvolvimento dos objetivos
constantes nos currículos dos cursos, combinadas com outras dinâmicas de trabalho como os debates, discussões em pequenos grupos,
seminários, visitas a instituições, trabalhos de campo, apresentações de vídeos, aulas práticas, dentre outras possibilidades práticas, abordando
aspectos da realidade brasileira e que possam facilitar a interação docente-conhecimento-discente.
Para que esses princípios que possam produzir efeitos na aplicação dos procedimentos de avaliação a metodologia de ensino-aprendizagem da
FIT permeia o seguinte conjunto de idéias:
 Os atos de ensinar e aprender são concebidos como processos complementares, onde cabe ao aluno o comprometimento com o
processo de sua aprendizagem e ao professor o papel de organizador e coordenador desse processo. Não se deve perder de vista a estruturação de
um conjunto de atividades visando a integração entre as disciplinas, o protagonismo dos estudantes, os conteúdos, as atividades complementares,
a pesquisa, ensino e extensão, razão pela qual não se resumem, esses atos, ao espaço físico de sala de aula.
 Os currículos devem desencadear no indivíduo o processo de autoconstrução, compatível com uma formação na qual a dinâmica
participativa possa romper com a impermeabilidade entre o mundo da academia e o mundo do exercício profissional.
 O desenvolvimento das aulas, em todos os cursos, é pensado de acordo com os seus objetivos, dos planos de ensino das disciplinas e
do próprio ementário previsto, incluindo práticas de inserção no real que tenham reflexos importantes ao futuro exercício profissional, de forma a
que se realize um saber consistente;
 O estímulo ao desenvolvimento de habilidades e competências requeridas, é feito mediante o exercício de atividades onde o emprego
dessas competências e habilidades se tornem diretrizes para mudanças conceituais significativas no futuro profissional do discente.
Assim, a abordagem dos conteúdos considera os conhecimentos prévios e experiências do aluno e inclui: a discussão de questões
problematizadoras, buscando uma síntese que explique ou resolva a situação problema; atividades integradoras de conteúdos e atividades de
cunho prático e/ou profissionalizante.
Neste sentido, as linhas mestras que devem nortear a metodologia de ensino /aprendizagem da FIT são:
 Aluno como sujeito – tornar o aluno capaz de aprender a aprender, para reconhecer a transitoriedade do conhecimento científico e
identificar as lacunas do seu conhecimento e saber buscar ativamente informações para resolver os problemas colocados;
 Articulação teoria/prática – equilíbrio entre teoria e prática para construir competências. A necessidade de dar respostas aos problemas
colocados pela prática instiga alunos e docentes à busca de conhecimentos. A apropriação da realidade só se dá plenamente através das
experiências práticas. O aprender começa do fazer, para poder saber fazer e ter a capacidade de refazer.
 Diversificação dos cenários de aprendizagem – significa incluir como locus do processo ensino-aprendizagem os vários espaços do
exercício profissional. Isto deve se dar através da incorporação de alunos e docentes no processo de produção dos serviços, numa articulação
efetiva que não se reduz ao uso desses espaços como laboratórios para a aprendizagem.
 Pesquisa integrada ao ensino – incorporar a pesquisa atitude para desenvolver a capacidade de estabelecer o questionamento
reconstrutivo como competência diária e da vida como tal.
 Metodologias ativas para o processo ensino-aprendizagem – é priorizado a adoção de metodologias centradas nos alunos, vistos como
sujeitos do processo ensino-aprendizagem e como cidadãos. Metodologias que possibilitem o aprendizado de aprender a aprender, que instaure
relações democráticas dentro da faculdade e garantam o aprender fazendo. Essas metodologias estão fundamentadas nos princípios da pedagogia
interativa, na concepção pedagógica crítico e reflexiva, tendo como eixo central a participação ativa dos alunos em todo o processo, incluindo
todos os novos e diferentes cenários de práticas.
 Educação orientada aos problemas mais relevantes da sociedade – é considerada a realidade concreta e os reais problemas como
substrato essencial para o processo ensino-aprendizagem, como forma de possibilitar a compreensão dos múltiplos determinantes das condições
de vida, de educação, saúde e economia.
 Flexibilidade dos currículos – romper com a rigidez dos pré-requisitos e dos conteúdos obrigatórios, na maioria das vezes distantes
dos problemas e necessidades colocadas pela realidade social, orientados em seqüência obrigatória, como se existisse apenas uma única maneira
de aprender. Este princípio busca dar conta do ritmo acelerado em que as mudanças ocorrem e como possibilidade de adaptação dos currículos às
necessidades sociais.
Assim, a FIT busca incentivar atividades desafiadoras que acionem seus esquemas cognitivos e possibilitem ao aluno observar, descrever, relatar,
dialogar, ler, escrever, comparar, identificar, analisar, sintetizar, deduzir, julgar, avaliar, propor e comparar hipóteses, buscando atender as
necessidades específicas dos grupos, de forma democrática, participativa, de debate e diálogo.
Na relação professor/aluno, ressaltamos que o diálogo é fundamental, pois a partir de questões problematizadoras o professor expõe os
conhecimentos prévios, procurando relacionar com outras de ordem práticas e experiência do aluno, buscando uma síntese que explique ou
resolva a situação problema que desencadeou a discussão. Os alunos são incentivados a avaliar o próprio trabalho, praticando assim a autoavaliação, postura indispensável à construção do conhecimento.
Os professores do Curso de Engenharia de Produção deverão usar diversos métodos no desenvolvimento de suas disciplinas, observando sempre
as vantagens e as limitações de cada um.
A adoção desses critérios neutraliza a preocupação em repassar conhecimentos a serem apenas copiados e reproduzidos, desafiando os alunos a
fomentar sua capacidade de problematizar e buscar respostas próprias, calcadas em argumentos convincentes.
No que tange ao Trabalho de Graduação, na forma de pesquisa, a orientação dar-se-á de duas formas: (a) forma individual, e (b) coletiva. No
primeiro caso, relativamente às questões de conteúdo e, no segundo, relativamente às questões metodológicas.
INCENTIVOS ÀS ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS COM O ENSINO
EXTENSÃO
A extensão se configura como uma forma de intervenção que favorece uma visão abrangente e integradora da sociedade, constituindo-se em
espaço privilegiado no processo de formação profissional. Suas ações se voltam para o atendimento de demandas sociais colhidas no confronto
direto com a realidade próxima, contribuindo, significativamente, na produção do conhecimento.
No ensino superior, especialmente aquele consciente de sua importância social, a extensão torna-se uma das funções equivalentes ao ensino e à
pesquisa.
A FIT tem a preocupação de qualificar-se como uma instituição de ensino superior capaz de promover as funções da pesquisa e da extensão.
A extensão, pelas suas próprias características, deverá se realizar por meio de atividades concretas do trabalho interdisciplinar. Essa articulação
não é só indispensável como deve tornar-se um dos princípios basilares no ensino superior.
Os princípios que deverão nortear os diferentes projetos de extensão da FIT podem ser expressos como:
- Prática acadêmica que possibilita, juntamente com o ensino e a pesquisa, a ação de reflexão e mudança no interior de cada curso e nas
comunidades onde essas estão inseridas;
- Ações que devem alicerçar-se, principalmente, nas prioridades e demandas da região;
- Produção e aplicação de conhecimento para o desenvolvimento regional.
Pré-Projeto do Programa Bolsa de Extensão
A FIT elaborou um Pré-Projeto de Bolsa de Extensão a ser submetido à aprovação de seu Conselho de Administração Superior.
Clientela/Objetivos:
A Bolsa de Extensão é um auxílio financeiro proporcionado pela FIT a estudantes de graduação, com o objetivo de:
I - Incentivar sua participação no processo de interação entre Instituição e Sociedade;
II - Aprimorar o processo de ensino-aprendizagem com o envolvimento de estudantes e professores em situações concretas de ensino/pesquisa,
viabilizado através de atividades de extensão;
III – Estimular a participação dos estudantes nos projetos de extensão desenvolvidos pela FIT.
Funcionamento:
O período de participação no Programa será de nove meses. No desenvolvimento das atividades previstas no projeto de extensão, os alunos
deverão receber orientação de docente da Faculdade, no efetivo exercício de suas funções (coordenador do Programa). A título de apoio
financeiro, além das bolsas de extensão para estudantes, cada projeto selecionado receberá, numa única vez, um valor monetário equivalente a
duas bolsas de extensão. Este auxílio deverá ser aplicado no próprio projeto e será gerenciado pelo coordenador.
Documentos para Inscrição no Programa:
a) ficha de inscrição devidamente preenchida;
b) registro do projeto através do preenchimento do Formulário de Extensão, via Secretaria Geral da FIT;
c) cópia do formulário de extensão aprovado;
d) projeto de extensão preenchido de acordo com o roteiro proposto;
e) indicação dos nomes dos alunos candidatos a receberem bolsa, informando também o curso e a fase que estarão cursando quando da vigência
da bolsa;
f) currículo simplificado do professor coordenador;
Em caso de renovação do projeto de extensão, além dos documentos acima, apresentar também:
g) relatório anual do projeto;
h) cadernos de campo dos alunos bolsistas no período anterior, devidamente preenchidos.
Critérios para Seleção dos Bolsistas pelos Coordenadores dos Projetos:
O coordenador, ao selecionar os estudantes candidatos à bolsa, poderá utilizar critérios específicos para cada projeto de extensão. O estudante
selecionado deve, no entanto, cumprir os seguintes requisitos:
a) estar matriculado em curso de graduação da FIT durante todo o período de vigência da bolsa;
b) possuir índice de aproveitamento igual ou superior a 7,0 (sete);
c) dispor de 20 horas semanais para dedicação ao projeto, sendo, pelo menos, 12 horas semanais para o desempenho das atividades
específicas e mais 8 horas para outras atividades de apoio;
d) não receber nenhum outro tipo de bolsa.
Admite-se que a bolsa de extensão seja renovada apenas uma vez, ou seja, não é permitido a nenhum aluno receber bolsa de extensão por
mais de 18 meses.
Observações:
a) É vedada a participação de alunos que concluirão o curso de graduação no período de vigência da bolsa, ou que cursarão a primeira fase
do curso neste mesmo período.
b) É vedada a participação de bolsistas para os quais as atividades desenvolvidas no projeto sejam curricularmente obrigatórias, seja como
alunos de disciplinas específicas ou como estagiários no âmbito do projeto.
c) Recomenda-se aos coordenadores de projeto que, ao selecionarem os candidatos à bolsa, dêem preferência a alunos com carência
financeira.
Comissão de Seleção:
A concessão da bolsa de extensão será aprovada por uma comissão examinadora e será composta por professores da FIT com reconhecida
experiência em extensão. Esta comissão será nomeada pela Direção Geral da Faculdade. Da decisão da comissão não caberá recurso.
Critérios Básicos de Seleção para Análise do Projeto para Concessão de Bolsa:
a) documentação completa apresentada até a data limite;
b) pertinência com atividades de extensão;
c) relevância acadêmica e impacto social do projeto (atendimento às demandas da sociedade);
d) qualidade/viabilidade do projeto e compatibilidade com o número de bolsas solicitadas;
e) interação com o ensino e a pesquisa;
f) multidisciplinaridade e interação comunitária do projeto (interação Instituição/Sociedade);
g) Curriculum vitae do professor coordenador e seu vínculo com o projeto.
Acompanhamento/Avaliação:
O pagamento mensal do bolsista estará condicionado à entrega à Secretaria Geral da Faculdade da ficha de avaliação emitida pelo professor
orientador, que comprovará sua freqüência, até o dia 20 de cada mês. O projeto aprovado não poderá ser substituído. Sendo impossível a
execução do projeto proposto, a bolsa será cancelada. O coordenador do projeto deverá, neste caso, fazer uma comunicação por escrito à
Secretaria Geral da Faculdade, com as devidas justificativas.
Mediante justificativa por escrito do coordenador, admite-se a substituição de bolsista no decorrer do projeto, desde que o novo aluno atenda aos
requisitos do edital.
Ao término das atividades previstas no projeto, cada bolsista deverá entregar um relatório, sob forma de um artigo científico. Deve entregar,
também, um parecer, elaborado pelo professor coordenador, sobre o seu desempenho.
Ao término das atividades previstas no projeto, cada professor coordenador deverá apresentar à Secretaria Geral da Faculdade um relatório final
das atividades.
Observações Complementares
Uma vez cumprido o programa, mediante solicitação do coordenador, os alunos bolsistas terão direito a certificado, assim como os demais alunos
que participaram como voluntários do projeto de extensão. Os participantes dos projetos contemplados com bolsa de extensão deverão estar
disponíveis para prestar informações em qualquer etapa do projeto. O valor da bolsa será definido pelo Conselho Superior da Faculdade. A bolsa
de extensão não configura qualquer vínculo empregatício com a FIT.
SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Avaliação do Ensino-Aprendizagem
A avaliação da aprendizagem e do desempenho acadêmico é feita por disciplina, incluídos a freqüência e o aproveitamento dos conteúdos
programáticos ministrados em cada uma delas.
Independente dos demais resultados obtidos é considerado reprovado na disciplina o aluno que não tenha obtido freqüência mínima de 75%
(setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades programadas, após as avaliações regulares ou processos de recuperação.
O aproveitamento acadêmico é avaliado através do acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas parciais de
avaliação de conhecimento, nos exercícios e atividades escolares ou outras formas de avaliação definidas pelo professor da disciplina.
Ao professor da disciplina compete elaborar os exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e
registrar, em documento próprio, os resultados obtidos. Os exercícios escolares visam à avaliação progressiva do aproveitamento do aluno e
constam de provas escritas e outras formas de verificação do aprendizado previstas no plano de ensino da disciplina.
O Sistema de Avaliação do desempenho acadêmico da FIT é constituído por:
AD - Avaliação Diversificada
Este processo é composto por exercícios procedimentais, organização de dados e informações, apresentações orais ou escritas, provas, estudos
comparados, reflexões e sínteses das leituras. Tais instrumentos de avaliação deverão ser aplicados pelo professor ao longo do semestre com a
finalidade de compor a nota semestral, ficando a seu critério as datas de aplicação dessas avaliações. Estes instrumentos visam à assimilação e
aplicação dos conceitos básicos para o desenvolvimento das competências indicadas nos planos de ensino de cada disciplina, conjunto de
disciplinas. O professor divulgará aos alunos no início de cada semestre os instrumentos e critério de composição da nota da Avaliação
Diversificada.
AC - Avaliação Conceitual
Este instrumento tem como objetivo avaliar os conceitos básicos apresentados nos planos de disciplinas e deverá ser aplicado ao aluno
individualmente, podendo ser interdisciplinar. Esta prova deve ser aplicada dentro do horário normal da aula da disciplina, em data sugerida em
calendário da Instituição.
AC - Avaliação de Competência
Este instrumento tem por finalidade verificar se os alunos adquiriram as competências desenvolvidas no decorrer do semestre. Esta avaliação
poderá ser um estudo de caso, uma simulação de um contexto profissional, ou qualquer outro instrumento apropriado que será elaborado pelos
professores.
CAPÍTULO VI
DA AVALIAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR
Art. 63. A avaliação do desempenho escolar, parte integrante do processo ensino-aprendizagem, é feita por disciplina e incide sobre a freqüência
e o aproveitamento escolar.
Parágrafo único. Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de
avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderão ter abreviada a duração de seus cursos, de acordo com as normas do
sistema de ensino.
Art. 64. A freqüência às aulas e demais atividades escolares, permitida apenas aos matriculados, é obrigatória, vedado o abono de faltas.
§ 1º Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina o aluno que não obtenha freqüência de, no mínimo, 75%
(setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades programadas.
§ 2º A verificação e registros de freqüência é de responsabilidade do Professor, para efeito do parágrafo anterior, da Secretaria.
§ 3º A ausência coletiva às aulas, por uma turma, implica a atribuição de faltas a todos os alunos da mesma, não impedindo que o professor
considere lecionado o conteúdo programático planejado para o período em que a ausência se verificar devendo o fato ser comunicado pelo
professor ao Coordenador do Curso.
Art. 65. O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento continuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas,
exercícios, projetos, relatórios e demais atividades programadas em cada disciplina.
§ 1º A avaliação de desempenho do aluno em cada uma destas atividades é feita, atribuindo-se uma nota expressa em grau numérico de 0 (zero) a
10 (dez), com aproximação até décimos.
§ 2o De conformidade com o que prevê a legislação pertinente (LDB, art. 47, § 2o ), a FIT pode, mediante critérios e normas fixadas pelo
Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão, promover o aproveitamento discente extraordinário .
Art. 66.
A média de aproveitamento em cada disciplina corresponde à média aritmética das notas de aproveitamento que os professores
atribuem aos alunos semestralmente, baseados em trabalhos escolares e exercícios práticos relacionados com a matéria lecionada ou com o
treinamento recebido em campo.
§ 1º Em relação aos procedimentos para a composição das médias de aproveitamento, a FIT baixará normas complementares a este regimento;
§ 2º Faculta-se aos professores a formação das notas de aproveitamento com uma média aritmética, simples ou ponderada, de dois ou mais
trabalhos, quer na forma de prova escrita, quer na forma de exercício por eles atribuída aos alunos;
§ 3º É obrigatória a entrega à Secretaria Acadêmica, em cada semestre, do resultado de pelo menos uma prova escrita com as respectivas notas de
aproveitamento.
§ 4º Ao aluno que deixar de comparecer às verificações de aproveitamento na data fixada pode ser concedida prova substitutiva, desde que
requerida no prazo de até 5 (cinco) dias da avaliação e/ou do evento referido.
§ 5º Ao término do Curso é obrigatória a entrega e a apresentação do trabalho de conclusão de curso (monografia) a uma banca examinadora.
Art. 67. Atendida, em qualquer caso, a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades, são considerados
aprovados na disciplina:
I - os alunos que obtiverem média de aproveitamento igual ou superior a 7,0 (sete), que neste caso ficam dispensados do exame final.
II - mediante exame, o aluno que, tendo obtido média de aproveitamento inferior a 7,0 (sete) e não inferior a 3,0 (três), obtiver final igual ou
superior a 5,0 (cinco).
Parágrafo único.
A média final do inciso II é a média aritmética entre a média de aproveitamento e a nota obtida no exame final.
Art. 68. O aluno é considerado reprovado na disciplina, se:
I - a média de aproveitamento for inferior a 3,0 (três).
II - a freqüência for inferior a 75%, caso em que a média final do aluno é zero.
III - a média final apurada nos termos do parágrafo 2º do Art. 65 for inferior a 5,0 (cinco).
Art. 69. É promovido para o período subseqüente o aluno aprovado em todas as disciplinas ou reprovado, no máximo, em duas disciplinas.
O aluno que não lograr aprovação em 03 (três) ou mais disciplinas deve cursá-las novamente e repetir o período em que estava, com dispensa
daquelas disciplinas em que já obteve aprovação.
Art. 70. O aluno não aprovado em até duas disciplinas por não ter alcançado a freqüência escolar mínima, ou a nota exigida, repetirá a disciplina,
na forma de dependência, no período imediatamente posterior a sua reprovação, atendendo às exigências de freqüência e de aproveitamento
estabelecidas.
§ 1º Asseguradas as condições previstas no “caput”, o regime de dependência pode ser cumprido, também, atendendo a seguinte composição:
I - pelo menos 25% da carga horária respectiva deve constituir-se de freqüência ordinária, a ser cumprida em período regular;
II - até 75% da carga horária restante pode ser cumprida através da realização de trabalho acadêmico efetivo;
III - em qualquer hipótese de seu cumprimento, à dependência deve ser aplicada a mesma avaliação aplicada aos alunos do período regular
respectivo, cumpridas exigências, prazos e condições semelhantes.
§ 2º A integral consideração do trabalho acadêmico efetivo, de que trata o inciso II, levará em conta os seguintes indicadores:
I - rigor: atendimento a critérios científicos;
II - eficiência; compatibilidade com a disciplina com a matéria orientada;
III - pontualidade: fiel observância dos prazos estabelecidos.
Art. 71. A dependência pode, também, ser ofertada em período especial para cursos com um único período e ser desenvolvida na forma que for
regulamentada pelo Colegiado de Curso.
PLANO DE CARREIRA DOCENTE DA FIT
CAPÍTULO I
DO CORPO DOCENTE
Art. 1º - O Corpo Docente da FIT é constituído de educadores integrantes do Quadro de Carreira Docente e de outros inscritos nos
Quadros Complementar e Suplementar.
Art. 2º A lotação de professores constitui-se de cargos e funções da Carreira Docente, necessários ao pleno atendimento de suas
atividades docentes.
Parágrafo Único – A distribuição quantitativa dos cargos e funções por curso é aprovada pela Mantenedora com base na lotação global e
Parecer do Conselho de Ensino e Pesquisa.
Art. 3º São atribuições do corpo docente:
I - desenvolver as atividades de ensino, pesquisa e extensão constantes dos planos de trabalho da FIT;
II -- conhecer e assumir a proposta pedagógica da FIT e sua filosofia educacional;
III - fazer do ensino, da pesquisa e das atividades profissionais dos discentes o instrumento para neles estimular o desenvolvimento do
espírito científico e o pensamento reflexivo e criativo, mantendo vivo o desejo de aperfeiçoamento continuado;
IV - cumprir todas as tarefas docentes, especialmente encaminhar, em cada período letivo, o plano de ensino das disciplinas que ministra;
fornecer dentro do prazo os resultados das avaliações dos alunos; participar das reuniões dos órgãos colegiados e de todos os eventos
programados de interesse do ensino, pesquisa e extensão.
CAPÍTULO II
DAS ATIVIDADES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR
Art. 4º Entende-se por atividades do Magistério Superior:
I - as pertinentes ao ensino e à pesquisa, que visem a produção, ampliação e transmissão o do saber;
II - as que se estendam à comunidade, sob a forma de cursos ou serviços, as conquistas e benefícios resultantes do ensino, da criação
cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na Instituição;
III - as inerentes à direção e assessoramento exercidos na Instituição.
CAPÍTULO III
DO FIT DO MAGISTÉRIO SUPERIOR
Seção I
Da Carreira Docente
Art. 5º A Carreira Docente do Magistério Superior é integrada pelas categorias docentes:
I - TITULAR
II - ADJUNTO
III - ASSISTENTE II
IV - ASSISTENTE I
V - AUXILIAR
Seção II
Da Seleção e Admissão na Carreira Docente
Art. 6º A Seleção dos docentes é feita por meio de análise dos currículos, entrevista e avaliação do desempenho de sua metodologia,
mediante aula expositiva para uma banca constituída por 3 (três) professores designados pelo Diretor.
Art. 7º O primeiro enquadramento, de caráter provisório, é feito para um período probatório de, no mínimo três meses, quando é avaliado
pela Comissão de Avaliação dos Docentes, que poderá propor o enquadramento definitivo do candidato, se considerado apto.
Parágrafo único - Não sendo considerado apto, o candidato poderá, por sugestão da Comissão de Avaliação e a critério da Direção, ser
submetido a um novo período probatório.
Art. 8º A Comissão referida no artigo anterior, formada por 5 (cinco) membros, é proposta anualmente pelo Conselho de Ensino e
Pesquisa e designada pelo Diretor.
Art. 9º O candidato enquadrado na categoria Auxiliar terá até 3 (três) anos para adquirir o título de mestre e poder candidatar-se à
progressão vertical.
Parágrafo único – A titulação é pré-requisito para a progressão, sendo compreendida como necessária, mas não suficiente para sua efetivação,
carecendo de um bom desempenho docente, sobretudo, nas atividades didáticas de sala de aula.
Seção III
Da Progressão Funcional por Desempenho
Art. 10 A progressão funcional vertical resulta:
I - da conquista, pelo docente, de excelente desempenho nas Avaliações Institucionais durante quatro semestres consecutivos ou seis
alternados;
II - do atendimento aos anos de interstício.
Parágrafo único - O provimento nas categorias docentes e níveis do FIT, em conseqüência da progressão, é feito com base nos seguintes
fatores:
I - Desempenho do Docente;
II - Titulação Acadêmica;
III - Do atendimento aos anos de interstício.
Art. 11 A progressão vertical é a passagem para a categoria docente imediatamente superior dentro da Carreira.
Art. 12 A progressão vertical é solicitada pelo Docente interessado ao Diretor, no início do último período semestral para completar os
anos de interstício.
Parágrafo único - As progressões deverão conter-se no total estabelecido de vagas anuais.
Art. 13 Quando ocorrer empate na classificação dos professores candidatos à promoção na carreira docente, terá preferência o professor
que esteja lecionando a disciplina há mais tempo; havendo, ainda, empate, o mais idoso.
CAPÍTULO IV
DO QUADRO COMPLEMENTAR
Art. 14 Compõem o Quadro Complementar:
I - Professores admitidos para lecionar em cursos de pós-graduação.
II - professores visitantes ou convidados, para efetuarem trabalhos específicos, de curta duração.
Parágrafo único - A indicação de professores para o Quadro Complementar é fundamentada no alto desempenho técnico, científico ou
cultural dos candidatos ou, ainda, pelo seu notável saber, comprovado pelo exercício de relevantes cargos ou funções.
CAPÍTULO V
DO QUADRO SUPLEMENTAR
Art. 15 Compõe-se o Quadro Suplementar dos professores que forem admitidos em regime de trabalho inferior a 12 horas-aula semanais e
pelos professores que não vierem a integrar o presente regulamento da carreira docente.
§ 1º - O professor integrante do Quadro Suplementar não faz jus à Progressão Funcional estabelecida no Capítulo III da Seção III deste
Plano.
§ 2º - Poderá o professor do Quadro Suplementar passar para o Plano de Carreira, na categoria funcional e no respectivo nível
correspondente à titulação e ao tempo de exercício que possuir, respeitados os critérios para o enquadramento instituídos na Seção II do Capítulo
III.
§ 3º - Os contratos dos professores integrantes dos quadros complementar e suplementar são regidos pela legislação trabalhista.
CAPÍTULO VI
DO REGIME DE TRABALHO E DO PLANO DE CARREIRA
Art. 16 Os docentes são admitidos em regime de trabalho de hora-aula, aplicado conforme critérios e possibilidades da Entidade, obedecida
a seguinte distribuição:
a - de 40 horas
b - de 20 horas
c - de 12 horas
Art. 17 Os regimes de trabalho semanais, aprovados pelo Diretor, a partir de proposta de regulamentação formulada pelo Conselho de
Ensino e Pesquisa são submetidos à Mantenedora para apreciação e deliberação final.
Parágrafo único - Na formulação da referida proposta levar-se-ão em conta os índices de comprometimento do tempo dedicado à docência
e a outras atividades determinadas em normas específicas e, bem assim, as necessidades e a realidade da FIT.
CAPÍTULO VII
DO AFASTAMENTO
Art. 18 Além das situações previstas em lei, o ocupante de cargo de Carreira do Magistério Superior poderá afastar-se de suas funções nos
seguintes casos:
a)
Para aperfeiçoar-se em instituições nacionais ou estrangeiras, podendo receber ajuda de custo da FIT somente os professores cuja
solicitação seja autorizada pela Mantenedora, por proposta da Diretoria e do Conselho de Ensino e Pesquisa.
b)
Para prestar colaboração temporária a outras instituições nacionais e internacionais, no âmbito do ensino e da pesquisa, sem ônus
para a FIT, desde que autorizado pela Mantenedora.
c)
Para comparecer a congressos e similares ou reuniões relacionadas com sua atividade de magistério, podendo receber ajuda de custo
da FIT, por sugestão da Diretoria e prévia autorização da Mantenedora, somente os professores cujos trabalhos forem aceitos pela Comissão
Organizadora do Congresso.
d)
Para cumprir mandato eletivo, sem ônus para a Instituição.
e)
Para atender a interesses particulares, sem ônus para a Instituição, quando o pedido for aprovado pelo Conselho de Ensino e
Pesquisa e autorizado pela Mantenedora.
§ 1º - Os afastamentos previstos nos itens a e b são concedidos por dois e um ano, respectivamente, podendo haver eventuais prorrogações
se autorizadas pela Mantenedora.
§ 2º - No caso do item a, a concessão do afastamento implicará o compromisso do docente de, a seu retomo, permanecer na Instituição por
tempo igual ou superior a seu afastamento, incluídas as prorrogações.
§ 3º - O não cumprimento da condição estabelecida no parágrafo anterior importará na rescisão do contrato de trabalho do docente, que
ficará obrigado a ressarcir à Instituição a importância que houver sido despendida, independentemente das implicações legais.
§ 4º - O Conselho de Ensino e Pesquisa da FIT especificará as condições e normas que permitirão os afastamentos previstos neste artigo e o
submeterão à apreciação da Mantenedora para que esta emita parecer final sobre o assunto.
§ 5º - No caso do item d, o afastamento corresponderá à duração do mandato.
§ 6º - No caso do item e, o afastamento é concedido por 12 meses, podendo ser renovado por igual período.
CAPÍTULO VIII
DA REMUNERAÇÃO E VANTAGENS
Art. 19º A remuneração obedecerá a uma escala decrescente, tomando por base o salário de Professor Categoria Titular, em
consonância com tabela baixada pela Mantenedora, por sugestão da Diretoria e aprovada pelo Conselho de Ensino e Pesquisa.
Art. 20º O pessoal docente terá as férias regulamentares previstas na Legislação do Trabalho, feitas as competentes escalas, de modo a
assegurar o funcionamento contínuo da FIT.
CAPÍTULO IX
DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
Art. 21 As disposições constantes deste Regulamento entram em vigor assim que aprovadas pelos órgãos competentes.
PLANO DE INCENTIVO À QUALIFICAÇÃO DOCENTE
Plano Institucional de Capacitação Docente (PICD)
A FIT projeta implantar um Plano Institucional de Capacitação Docente (PICD) como complemento do FIT (PCD).
O objetivo do PICD é o de promover e sustentar o padrão de qualidade das funções de ensino, pesquisa, extensão e gerência institucional,
por meio da oferta parcial ou integral de cursos de pós-graduação lato sensu e stricto sensu, aperfeiçoamento e atualização, cursos de extensão,
de treinamento e atualização profissional, voltados para a comunidade interna, oferecendo oportunidades a professores, coordenadores e diretores
para o aprofundamento e/ou aperfeiçoamento de seus conhecimentos científicos, tecnológicos e profissionais.
Metas
São quatro as principais metas do PICD concebido pela FIT:
1.
reservar, dentro do calendário acadêmico, espaços para seminários, cursos, colóquios, treinamentos e outras atividades de troca de
experiências no campo da didática do Ensino Superior, visando manter o corpo docente permanentemente atualizado em relação a esse assunto;
2.
investir na titulação dos professores, coordenadores e diretores buscando conciliar seus próprios interesses com os da FIT;
3.
incentivar docentes, coordenadores e diretores, por meio de ajuda de custos, a participar de eventos científicos, tecnológicos,
artísticos e culturais e de treinamentos específicos;
4.
promover treinamentos, seminários, cursos e outras atividades de troca de experiências no âmbito da Gestão de Instituições de
Ensino Superior, visando manter coordenadores e diretores atualizado em relação às mais modernas e eficazes ferramentas de gestão.
Ações
Para que tais metas sejam satisfatoriamente atingidas, a FIT propõe as seguintes ações:
1.
concessão de ajuda de custos aos docentes na inscrição de eventos e nas despesas com locomoção, hospedagem e alimentação, a
critério da Diretoria e de acordo com os recursos destinados ao PICD pela Mantenedora;
2.
concessão de bolsas-auxílio, de acordo com os recursos existentes, para que docentes, coordenadores e diretores obtenham
mestrado e doutorado.
Critérios
A análise dos pedidos de ajuda de custo e de bolsas-auxílio leva em consideração os seguintes fatores:
1.
os recursos financeiros disponíveis;
2.
a necessidade institucional em áreas prioritárias;
3.
o tempo de serviço de docentes, coordenadores e diretores no quadro funcional da FIT - Faculdade Integração Tietê; e
Plano Institucional de Capacitação Docente (PICD)
A FIT projeta implantar um Plano Institucional de Capacitação Docente (PICD) como complemento do FIT (PCD).
O objetivo do PICD é o de promover e sustentar o padrão de qualidade das funções de ensino, pesquisa, extensão e gerência institucional,
por meio da oferta parcial ou integral de cursos de pós-graduação lato sensu e stricto sensu, aperfeiçoamento e atualização, cursos de extensão,
de treinamento e atualização profissional, voltados para a comunidade interna, oferecendo oportunidades a professores, coordenadores e diretores
para o aprofundamento e/ou aperfeiçoamento de seus conhecimentos científicos, tecnológicos e profissionais.
Metas
São quatro as principais metas do PICD concebido pela FIT:
5.
reservar, dentro do calendário acadêmico, espaços para seminários, cursos, colóquios, treinamentos e outras atividades de troca de
experiências no campo da didática do Ensino Superior, visando manter o corpo docente permanentemente atualizado em relação a esse assunto;
6.
investir na titulação dos professores, coordenadores e diretores buscando conciliar seus próprios interesses com os da FIT;
7.
incentivar docentes, coordenadores e diretores, por meio de ajuda de custos, a participar de eventos científicos, tecnológicos,
artísticos e culturais e de treinamentos específicos;
8.
promover treinamentos, seminários, cursos e outras atividades de troca de experiências no âmbito da Gestão de Instituições de
Ensino Superior, visando manter coordenadores e diretores atualizado em relação às mais modernas e eficazes ferramentas de gestão.
Ações
Para que tais metas sejam satisfatoriamente atingidas, a FIT propõe as seguintes ações:
3.
concessão de ajuda de custos aos docentes na inscrição de eventos e nas despesas com locomoção, hospedagem e alimentação, a
critério da Diretoria e de acordo com os recursos destinados ao PICD pela Mantenedora;
4.
concessão de bolsas-auxílio, de acordo com os recursos existentes, para que docentes, coordenadores e diretores obtenham
mestrado e doutorado.
Critérios
A análise dos pedidos de ajuda de custo e de bolsas-auxílio leva em consideração os seguintes fatores:
1. os recursos financeiros disponíveis;
2. a necessidade institucional em áreas prioritárias;
3. o tempo de serviço de docentes, coordenadores e diretores no quadro funcional da FIT - Faculdade Integração Tietê; e
4. a produtividade e desempenho de professores, coordenadores e diretores
3.2. Corpo Técnico-Administrativo
A cada dois anos de serviço os funcionários passarão por cursos de aperfeiçoamento e/ou atualização e poderão contar com uma redução
da carga horária de trabalho para a realização destes cursos.
O Plano de Capacitação do Pessoal Técnico-Administrativo – PCPTA tem por objetivo o aprimoramento profissional do pessoal técnicoadministrativo, de modo a promover a melhoria da qualidade das funções técnicas, administrativas e de gerência da FIT.
Entende-se por aprimoramento profissional a conclusão de cursos de atualização, treinamento, aperfeiçoamento, graduação e pósgraduação na área de atuação do funcionário.
A FIT disponibilizará aos seus funcionários os seguintes incentivos, além dos previstos no Plano de Carreira:
 Bolsas de estudos integrais ou parciais para cursos de mestrado e doutorado, em instituições nacionais e de graduação, especialização ou
aperfeiçoamento nos programas desenvolvidos pela FIT, ou na ausência desses em outras instituições nacionais;

Oferta de cursos de treinamento e atualização profissional, com bolsas integrais ou parciais;
 Licença, sem perda do vencimento (integral ou parcial), para participação em programas de pós-graduação e/ou de treinamento profissionais,
quando não for possível a compatibilização entre o horário de trabalho e desses cursos, conforme a disponibilidade financeira e de pessoal.
Os funcionários poderão se inscrever em cursos de acordo com os seguintes critérios:
 Nos programas de doutorado, terão prioridade os que possuam, no mínimo, o título de mestre, em nível de pós-graduação, stricto sensu e
desde que esse curso seja de interesse da sua função, a critério da Diretoria;
 Nos programas de mestrado, terão prioridade os que sejam portadores de certificados de cursos de especialização, em nível de pós-graduação;
e desde que esse curso seja de interesse da sua função, a critério da Diretoria;

Nos cursos de especialização, os que obtiverem o melhor desempenho individual nas avaliações institucionais, e desde que esse curso seja de
interesse da sua função, a critério da Diretoria;
 Nos cursos de graduação, os que obtiverem o melhor desempenho individual nas avaliações institucionais, e desde que esse curso seja de
interesse da sua função, a critério da Diretoria;

Em todos os casos anteriores os funcionários deverão estar vinculados, ao tempo do requerimento, no mínimo por dois anos a FIT.
Caberá ao Diretor gerenciar todas as atividades de apoio administrativo e financeiro aos cursos e aos seus participantes; elaborar
relatórios periódicos sobre o funcionamento dos programas; submeter ao Conselho Superior propostas de recrutamento, seleção, admissão e
dispensa de funcionários para os programas, bem como a alocação dos demais recursos necessários a cada curso ou atividade; presidir a comissão
encarregada de selecionar os candidatos para os programas, segundo os critérios estabelecidos no PCPTA e nas demais normas expedidas pelos
órgãos próprios da FIT.
Os programas de graduação, mestrado, doutorado, especialização, aperfeiçoamento, treinamento ou atualização profissional, incluídos no
PCPTA, serão financiados com recursos próprios da Mantenedora e por recursos alocados por terceiros.
A Instituição, anualmente, aprovará as ações e as metas do PCPTA para o ano letivo seguinte, bem como sua articulação com os planos
similares de instituições congêneres e de organismos de financiamento.
PLANO DE CARREIRA DO CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Dispõe sobre instituição do plano de carreira do pessoal técnico-administrativo da FIT - Faculdade
Integração Tietê.
Art. 1º Fica instituído o Plano de Carreira do Pessoal Técnico-Administrativo da FIT - Faculdade Integração Tietê, mantida pelo
Instituto Superior de Educação Santo Expedito.
CAPÍTULO I
DOS INTEGRANTES E DAS ATIVIDADES
Art. 2º O corpo técnico-administrativo da FIT – Faculdade Integração Tietê é integrado por todos quantos nele exerçam atividades
administrativas ou técnicas.
Art. 3º São consideradas atividades próprias do pessoal técnico-administrativo o conjunto de funções destinadas a oferecer suporte
operacional às atividades-fim da FIT - Faculdade Integração Tietê, incluindo aquelas relacionadas com a administração de pessoal, material,
patrimonial, finanças, atividades complementares e com a vida escolar.
CAPÍTULO II
DA CONTRATAÇÃO
Art. 4º A contratação de pessoal técnico-administrativo é realizada nos termos da legislação trabalhista em vigor, assegurando-se aos
profissionais todos os direitos e vantagens inerentes às funções a serem desempenhadas.
Art. 5º A admissão do pessoal técnico-administrativo é precedida de entrevista ou processo seletivo elaborado pelo setor competente da
FIT - Faculdade Integração Tietê, pelo qual são avaliadas as reais condições do candidato, sua qualificação profissional, experiência e
habilidades para o exercício da função.
Art. 6º Os candidatos selecionados somente são contratados após a apresentação de toda a documentação exigida por lei e exercerão
suas funções nos locais de funcionamento da FIT - Faculdade Integração Tietê.
CAPÍTULO III
DO REGIME DE TRABALHO
Art. 7º O pessoal técnico-administrativo contratado pela FIT - Faculdade Integração Tietê estará sujeito ao seguinte regime de trabalho:
I – Regime de tempo integral, com 44 horas semanais de trabalho; ou
II – Regime de tempo parcial, com 20 horas semanais de trabalho.
Parágrafo único. Em função das peculiaridades locais, após a aprovação do departamento competente da FIT - Faculdade Integração
Tietê, poderão ser instituídos regimes de trabalho diversos daqueles referidos nos itens I e II deste artigo.
Art. 8º A freqüência diária do pessoal técnico-administrativo é controlada pelo setor responsável da FIT - Faculdade Integração Tietê,
preferencialmente por meio eletrônico, aplicando-se, quanto às ausências e impedimentos, as normas constantes da legislação trabalhista em
vigor.
CAPÍTULO IV
DAS VANTAGENS
Art. 9º O pessoal técnico-administrativo é contratado na referência inicial constante da tabela de remuneração.
Art. 10 Além daquelas previstas na legislação trabalhista vigente e em normas emanadas de convenção coletiva de trabalho, o pessoal
técnico-administrativo faz jus à seguinte vantagem:
I – promoção por merecimento e por tempo de serviço, segundo critérios fixados pela Mantenedora.
CAPÍTULO V
DOS INCENTIVOS
Art. 11 São oferecidos ao pessoal técnico-administrativo, em exercício na FIT - Faculdade Integração Tietê, os seguintes incentivos:
I
bolsas de estudo;
II
auxílio para participação em congressos, seminários, simpósios e eventos similares em sua área de atuação;
III
oferta de cursos de reciclagem e atualização profissional.
Parágrafo único. Os critérios para oferecimento dos incentivos são fixados por meio de ato baixado pela entidade Mantenedora.
Art. 12 A presente Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Plano de Capacitação do Pessoal Técnico-Administrativo da Faculdade Integração Tietê
TÍTULO I - DO OBJETIVO
Art. 1º. O Plano de Capacitação do Pessoal Técnico-Administrativo – PCPTA tem por objetivo o aprimoramento profissional do seu quadro
técnico-administrativo, de modo a promover a melhoria da qualidade das funções técnicas, administrativas e de gerência da FIT.
Parágrafo único. Entende-se por aprimoramento profissional a conclusão de cursos de atualização, treinamento, aperfeiçoamento, graduação e
pós-graduação na área de atuação do funcionário.
TÍTULO II - DOS INCENTIVOS
Art. 2o. A FIT disponibiliza aos seus funcionários os seguintes incentivos, além dos previstos no Plano de Carreira:
I – Bolsas de estudos integrais ou parciais para cursos de doutorado e mestrado, em instituições nacionais e de graduação, especialização ou
aperfeiçoamento nos programas desenvolvidos pela FIT, ou na ausência desses em outras instituições nacionais;
II – Oferta de cursos de treinamento e atualização profissional, com bolsas integrais ou parciais;
III – Licença, sem perda do vencimento (integral ou parcial), para participação em programas de pós-graduação e/ou de treinamento
profissionais, quando não for possível a compatibilização entre o horário de trabalho e desses cursos, conforme a disponibilidade financeira e
pessoal.
TÍTULO III - DOS REQUISITOS
Art. 3º. Os funcionários podem requerer os benefícios deste Plano desde que atendam aos seguintes critérios:
I – Nos programas de doutorado terão prioridade os que possuam, no mínimo, o título de mestre, em nível de pós-graduação, stricto sensu e
desde que esse curso seja de interesse da sua função, a critério da Diretoria;
II – Nos programas de mestrado terão prioridade os que sejam portadores de certificados de cursos de especialização, em nível de pós-graduação;
e desde que esse curso seja de interesse da sua função, a critério da Diretoria;
III – Nos cursos de especialização, os que obtiverem o melhor desempenho individual nas avaliações institucionais, e desde que esse curso seja
de interesse da sua função, a critério da Diretoria;
IV – Nos cursos de graduação, os que obtiverem o melhor desempenho individual nas avaliações institucionais, e desde que esse curso seja de
interesse da sua função, a critério da Diretoria;
V – Em todos os casos anteriores os funcionários deverão estar vinculados, ao tempo do requerimento, no mínimo por dois anos a FIT.
TÍTULO IV - DA ADMINISTRAÇÃO DO PLANO
Art. 4º. O presente Plano será administrado pelo Diretor da FIT, a quem compete:
I – Gerenciar todas as atividades de apoio administrativo e financeiro aos cursos e aos seus participantes;
II – Elaborar relatórios periódicos sobre o funcionamento dos programas;
III – Submeter ao Conselho Superior as propostas de recrutamento, seleção, admissão e dispensa de funcionários para os programas, bem como a
alocação dos demais recursos necessários a cada curso ou atividade;
IV – Presidir a comissão encarregada de selecionar os candidatos para os programas, segundo os critérios estabelecidos neste Plano e nas demais
normas expedidas pelos órgãos próprios da FIT.
TÍTULO V - DO CUSTEIO
Art. 5º. Os programas de graduação, mestrado, doutorado, especialização, aperfeiçoamento, treinamento ou atualização profissional, incluídos no
PCPTA, serão financiados com recursos próprios da mantenedora, e por recursos alocados por terceiros.
TÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 6º. A Instituição, anualmente, aprovará as ações e as metas deste Plano para o ano letivo seguinte, bem como sua articulação com os planos
similares de instituições congêneres e de organismos de financiamento.
Art. 7º. Este Plano entrará em vigor na data de sua publicação, após aprovação pelo Conselho Superior e homologação pela mantenedora.
3.3. Programas de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes
a) Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes
O Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes da FIT terá como finalidade assegurar a permanência e o
bom rendimento escolar dos alunos com alto potencial acadêmico, mas que apresentam hipossuficiência sócio-econômica.
A implementação do Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes será efetivada através de bolsas de
estudos.
A concessão de bolsa prevê dispensa do pagamento parcial das mensalidades escolares (50%), sendo que cada caso é analisado pela
Comissão de Bolsas de Estudo constituída:
I – pelo Diretor, seu presidente;
II – pelos Coordenadores dos Cursos;
III – por um representante do corpo docente de cada curso de graduação;
IV – por um representante do corpo discente de cada curso de graduação.
São requisitos para a inscrição no processo seletivo do Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes:
I – estar matriculado em curso de graduação da FIT durante todo o período de vigência da bolsa de estudos;
II – possuir índice de aproveitamento superior a 7,0 (sete);
III – dispor de 10 (dez) horas semanais para dedicação exclusiva aos estudos, mediante acesso semanal ao acervo bibliográfico da Instituição;
IV – não receber nenhum outro tipo de bolsa;
V – renda familiar total inferior a 02 (duas) vezes o valor da parcela mensal do respectivo curso de graduação;
VI – possuir moradia própria, alugada ou financiada de valor inferior a 60 (sessenta) vezes o valor da mensalidade mais alta da FIT.
O Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes contará com um mecanismo de avaliação mensal,
constituído pela apresentação do Relatório Mensal de Estudos, por parte do aluno detentor de bolsa de estudos, à Comissão de Bolsas de Estudo,
até o quinto dia útil do mês, contendo as seguintes informações:
I – bibliografia lida por completo e/ou consultada durante o período mensal anterior, com apresentação de ficha de leitura;
II – notas recebidas nas avaliações das diversas disciplinas ocorridas no período mensal anterior;
III – período semanal utilizado para dedicação exclusiva aos estudos no período mensal anterior, descrito em horas/estudo;
IV – visitas feitas à biblioteca da FIT;
V – declaração de não receber nenhum outro tipo de bolsa.
Com base nos Relatórios Mensais de Estudos, a Comissão de Bolsas de Estudo realizará o acompanhamento e a avaliação dos alunos
beneficiados pelo Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes, e do programa no seu conjunto, emitindo relatório
fundamentado até o dia 20 de cada mês, o qual servirá de base para a redução, manutenção ou ampliação, parcial ou total, da bolsa de estudos
concedida ao aluno, bem como à organização e à orientação estratégica do programa.
b) Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES)
A FIT providenciará o seu cadastro no Ministério da Educação, para que os alunos também possam ser beneficiados com o Fundo de
Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES).
O agente financeiro responsável é a Caixa Econômica Federal que concede os financiamentos apenas aos alunos matriculados nos cursos
com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação.
c) Programa Universidade para Todos (Prouni)
A FIT adotará as providências necessárias para aderir ao Prouni, viabilizando mais um mecanismo de inserção e manutenção de alunos
que apresentam hipossuficiência sócio-econômica. O Prouni é um projeto do governo federal que tem como objetivo reservar vagas em
instituições privadas de ensino superior para alunos de baixa renda.
d) Bolsas de Monitoria, Pesquisa e Extensão
A FIT oferecerá bolsas de monitoria, pesquisa e extensão aos alunos, viabilizando a articulação do processo ensino-aprendizagem e como
forma de estimular a participação dos estudantes nos projetos desenvolvidos pela Instituição.
A bolsa de monitoria é a modalidade de auxílio financeiro concedido àqueles alunos que participarem de programas de monitoria, nos
seus respectivos cursos de graduação. Tem por objetivo incentivar os alunos que demonstrem aptidão pela carreira acadêmica, assegurando a
cooperação do corpo discente com o corpo docente nas atividades do ensino. O sistema de monitoria observará as normas gerais contidas na Lei
nº. 9.394/96.
A bolsa de pesquisa é a modalidade de auxílio financeiro concedido àqueles alunos que participarem de programas de pesquisa,
regularmente aprovados pela FIT. Tem por objetivo incentivar os alunos que demonstrem interesse e aptidão pela carreira científica, através da
participação em projetos de pesquisa.
A bolsa de extensão é a modalidade de auxílio financeiro concedido àqueles alunos que participarem de programas de extensão,
regularmente aprovados pela FIT.
PLANO DE CARREIRA DO PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO DA FIT
Art. 1º Fica instituído o Plano de Carreira do Pessoal Técnico-Administrativo da FIT - Faculdade Integração Tietê, mantida pelo
Instituto Superior de Educação Santo Expedito.
CAPÍTULO I
DOS INTEGRANTES E DAS ATIVIDADES
Art. 2º O corpo técnico-administrativo da FIT – Faculdade Integração Tietê é integrado por todos quantos nele exerçam atividades
administrativas ou técnicas.
Art. 3º São consideradas atividades próprias do pessoal técnico-administrativo o conjunto de funções destinadas a oferecer suporte
operacional às atividades-fim da FIT - Faculdade Integração Tietê, incluindo aquelas relacionadas com a administração de pessoal, material,
patrimonial, finanças, atividades complementares e com a vida escolar.
CAPÍTULO II
DA CONTRATAÇÃO
Art. 4º A contratação de pessoal técnico-administrativo é realizada nos termos da legislação trabalhista em vigor, assegurando-se aos
profissionais todos os direitos e vantagens inerentes às funções a serem desempenhadas.
Art. 5º A admissão do pessoal técnico-administrativo é precedida de entrevista ou processo seletivo elaborado pelo setor competente da
FIT - Faculdade Integração Tietê, pelo qual são avaliadas as reais condições do candidato, sua qualificação profissional, experiência e
habilidades para o exercício da função.
Art. 6º Os candidatos selecionados somente são contratados após a apresentação de toda a documentação exigida por lei e exercerão
suas funções nos locais de funcionamento da FIT - Faculdade Integração Tietê.
CAPÍTULO III
DO REGIME DE TRABALHO
Art. 7º O pessoal técnico-administrativo contratado pela FIT - Faculdade Integração Tietê estará sujeito ao seguinte regime de trabalho:
I – Regime de tempo integral, com 44 horas semanais de trabalho; ou
II – Regime de tempo parcial, com 20 horas semanais de trabalho.
Parágrafo único. Em função das peculiaridades locais, após a aprovação do departamento competente da FIT - Faculdade Integração
Tietê, poderão ser instituídos regimes de trabalho diversos daqueles referidos nos itens I e II deste artigo.
Art. 8º A freqüência diária do pessoal técnico-administrativo é controlada pelo setor responsável da FIT - Faculdade Integração Tietê,
preferencialmente por meio eletrônico, aplicando-se, quanto às ausências e impedimentos, as normas constantes da legislação trabalhista em
vigor.
CAPÍTULO IV
DAS VANTAGENS
Art. 9º O pessoal técnico-administrativo é contratado na referência inicial constante da tabela de remuneração.
Art. 10º Além daquelas previstas na legislação trabalhista vigente e em normas emanadas de convenção coletiva de trabalho, o pessoal
técnico-administrativo faz jus à seguinte vantagem:
I – promoção por merecimento e por tempo de serviço, segundo critérios fixados pela Mantenedora.
CAPÍTULO V
DOS INCENTIVOS
Art. 11º São oferecidos ao pessoal técnico-administrativo, em exercício na FIT - Faculdade Integração Tietê, os seguintes incentivos:
I
bolsas de estudo;
II
auxílio para participação em congressos, seminários, simpósios e eventos similares em sua área de atuação;
III
oferta de cursos de reciclagem e atualização profissional.
Parágrafo único. Os critérios para oferecimento dos incentivos são fixados por meio de ato baixado pela entidade Mantenedora.
Art. 12º A presente Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
3.4. Infra-estrutura
SEDE:
Localização: Avenida Santa Terezinha, 425
Bairro: Bevedere
Cidade: Tietê – SP
CAMPUS I
Localização: Endereço: Antonio Ferreira Cardia, 61
Bairro: Altos do Tiete
Cidade: Tietê – SP
Área
Área total do Terreno: 8.024 m2
Pavimento Térreo: 748,24 m2
Área Livre: 7.275,76
Instalações administrativas
O prédio onde os cursos funcionam esta em excelente estado de conservação, podendo ser considerado muito bom os aspectos de dimensão,
acústica, iluminação, ventilação, mobiliário e limpeza.
Para o atendimento geral dos discentes, ainda existem: protocolo, setor de atendimento financeiro, setor de atendimento ao discente, setor de
controle acadêmico, setor de admissão e matrícula e secretaria geral.
Descrição
Mecanografia
Área
NH
Horário de
Funcionamento
7h15min às 22h
Sala de Coordenação
70 m
7h25min às 22h
Financeiro/Controladoria
10 m
7h25min às 21h30min
Secretaria
45 m
7h25min às 21h30min
Recepção
35 m
7h25min às 21h30min
Sala do Diretor
20 m
7h25min às 22h
Salas de Aula
As salas de aula destinadas aos diversos cursos são amplas, considerando-se o número de alunos matriculados nas turmas correspondentes. Todas
se encontram bem conservadas e permanentemente limpas. O mobiliário existente, em cada uma delas, é adequado e suficiente para as atividades
nelas desenvolvidas, além de não oferecerem interferências significativas resultantes de ruídos externos ou poeira.
Sala de
Aula
Área (m2)
01
52
45
03
7h25min às 22h45min
02
52
45
03
7h25min às 22h45min
03
52
45
03
7h25min às 22h45min
04
52
45
03
7h25min às 22h45min
05
52
45
03
7h25min às 22h45min
06
52
45
03
7h25min às 22h45min
07
52
45
03
7h25min às 22h45min
08
52
45
03
7h25min às 22h45min
09
52
45
03
7h25min às 22h45min
10
52
45
03
7h25min às 22h45min
Capacidade Turmas/Semana
Horário de
Funcionamentio
11
104
120
03
7h25min às 22h45min
Legenda:
SALA DE AULA descrever a sala individualmente;
ÁREA é a área total construída em m²;
CAPACIDADE é a capacidade da área em número de usuários;
TURMAS/SEMANA é o número de turmas de alunos atendidos;
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO é horário que está disponível para utilização.
Áreas de Convivência e Infra-Estrutura para o Desenvolvimento de Atividades Esportivas, de Recreação e Culturais
As instalações da FIT oferecem amplas áreas de convivências e infra-estrutura para o desenvolvimento de atividades de recreação e
culturais. Os espaços são bem dimensionados, arejados e adequados à utilização a que se destinam.
O Campus da FIT possui, entre as suas edificações, duas áreas de Pátio Coberto, Lazer e Convivência com dimensão de 1.275,5 m2.
Infra-Estrutura de Alimentação e de Serviços
As instalações da FIT oferecem infra-estrutura de alimentação, de serviços e cantina.
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS
O Projeto Pedagógico Institucional da Faculdade Integração Tietê está pautado nos principais pilares da educação superior:
a) Política de Responsabilidade Social;
b) Política de Ensino;
c) Política de Pesquisa;
d) Política de Extensão;
e) Política de Pós-Graduação;
f) Política de Gestão acadêmica.
g) Política de Inclusão Social
a) Política de Responsabilidade Social
A Faculdade Integração Tietê assumirá políticas que estabelecem o compromisso com a responsabilidade social no desenvolvimento das suas
atividades. Neste sentido, verifica-se a preocupação quanto à qualidade da formação dos seus alunos e dos serviços prestados; a permanente
promoção de valores éticos; a realização de programas de incentivos à comunidade acadêmica; o estabelecimento de parcerias com instituições
públicas e etc.
O tema responsabilidade social estará presente nas atividades de ensino e pesquisa da Faculdade Integração Tietê, por meio de vários
mecanismos. Pode-se citar a realização de seminários e encontros versando sobre o tema; o desenvolvimento de projetos de pesquisa; cursos de
capacitação de docentes, entre outros.
Na extensão, a Faculdade Integração Tietê desenvolverá atividades sobre temas relevantes que tenham impacto de melhoria na sociedade quanto
à inclusão social; desenvolvimento econômico e social; defesa do meio ambiente e memória cultural.
As iniciativas realizadas deverão contribuir de forma significativa para o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida na região onde está
inserida.
A Faculdade Integração Tietê busca a excelência educacional e a melhoria contínua, tendo como foco o aluno e o desenvolvimento da região.
A inter-relação Instituição com a Comunidade, como Associações de Classe, Empresas, Instituições financeiras, Organizações sem fins
lucrativos etc., tem como responsabilidade:

atuar junto a essas entidades representando a Instituição contribuindo para uma imagem favorável da mesma;

promover Seminários e Cursos de interesse da comunidade e da Instituição seja por iniciativa própria ou em parceria e apoio com
outras Instituições;

identificar na comunidade acadêmica e empresarial professores que tenham potencial para serem desenvolvidos e possam prestar
serviços a Instituição, com o apoio da Faculdade Integração Tietê;

identificar necessidades não satisfeitas no mercado e viabilizá-los em cursos de graduação, extensão e pós-graduação;

atuar em escolas e entidades carentes para ministrar cursos sem qualquer remuneração financeira;

avaliar semestralmente o desempenho da Instituição e dos cursos de graduação, Pós-graduação, Extensão através do Plano de AutoAvaliação Institucional.
A inter-relação da Instituição com a Comunidade contribui para o desenvolvimento da região, gerando mais empregos como também
capacitando profissionais para atender as necessidades das empresas, e formando profissionais éticos e com responsabilidade social.
A Faculdade Integração Tietê também desenvolve uma política de apoio aos alunos carentes.
O Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes da Faculdade Integração Tietê terá como finalidade assegurar a
permanência e o bom rendimento escolar dos alunos com alto potencial acadêmico, mas que apresentam hipossuficiência sócio-econômica.
A implementação do Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes será efetivada através de bolsas de estudos.
A concessão de bolsa prevê dispensa do pagamento parcial das mensalidades escolares (50%), sendo que cada caso é analisado pela Comissão de
Bolsas de Estudo constituída:
I – pelo Diretor, seu presidente;
II – pelos Coordenadores dos Cursos;
III – por um representante do corpo docente de cada curso de graduação;
IV – por um representante do corpo discente de cada curso de graduação.
São requisitos para a inscrição no processo seletivo do Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes:
I – estar matriculado em curso de graduação da Faculdade Integração Tietê durante todo o período de vigência da bolsa de estudos;
II – possuir índice de aproveitamento superior a 7,0 (sete);
III – dispor de 10 (dez) horas semanais para dedicação exclusiva aos estudos, mediante acesso semanal ao acervo bibliográfico da
Instituição;
IV – não receber nenhum outro tipo de bolsa;
V – renda familiar total inferior a 02 (duas) vezes o valor da parcela mensal do respectivo curso de graduação;
VI – possuir moradia própria, alugada ou financiada de valor inferior a 60 (sessenta) vezes o valor da mensalidade mais alta da Faculdade
Integração Tietê.
O Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes contará com um mecanismo de avaliação mensal, constituído pela
apresentação do Relatório Mensal de Estudos, por parte do aluno detentor de bolsa de estudos, à Comissão de Bolsas de Estudo, até o quinto dia
útil do mês, contendo as seguintes informações:
I – bibliografia lida por completo e/ou consultada durante o período mensal anterior, com apresentação de ficha de leitura;
II – notas recebidas nas avaliações das diversas disciplinas ocorridas no período mensal anterior;
III – período semanal utilizado para dedicação exclusiva aos estudos no período mensal anterior, descrito em horas/estudo;
IV – visitas feitas à biblioteca da Faculdade Integração Tietê;
V – declaração de não receber nenhum outro tipo de bolsa.
Com base nos Relatórios Mensais de Estudos, a Comissão de Bolsas de Estudo realizará o acompanhamento e a avaliação dos alunos
beneficiados pelo Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes, bem como do programa no seu conjunto, emitindo
relatório fundamentado até o dia 20 de cada mês, o qual servirá de base para a redução, manutenção ou ampliação, parcial ou total, da bolsa de
estudos concedida ao aluno, bem como à organização e à orientação estratégica do programa.
Com o objetivo de recuperar as deficiências de formação dos ingressantes, a Faculdade Integração Tietê oferecerá cursos de nivelamento em
Língua Portuguesa, Matemática e Informática. Os cursos de nivelamento serão oferecidos a todos os alunos do primeiro semestre, logo nas
primeiras semanas de aula, de acordo com suas necessidades. Serão realizados aos sábados, sem nenhum custo adicional aos alunos.
A Faculdade Integração Tietê dará suporte ao desenvolvimento de cursos de nivelamento compatíveis com as prioridades de cada curso. Dessa
forma, outros conteúdos poderão ser apresentados para nivelamento dos alunos de acordo com as necessidades observadas pelas Coordenadorias
dos Cursos, por indicação dos professores.
b)Política de Ensino
A Faculdade Integração Tietê ao definir os termos da sua política para o ensino superior toma como ponto de partida a compreensão de que esta
se insere em um contexto multifacetário, marcado por transformações econômicas, sociais e culturais. À luz desse entendimento e das
orientações formuladas no interior da política educacional brasileira, a Faculdade Integração Tietê elegeu como sua função primeira empreender
um processo educativo que contribua para o pleno desenvolvimento do aluno, seu preparo para o exercício da cidadania e sua formação
profissional. A IES almeja, dessa forma, formar profissionais criativos, críticos e reflexivos, aptos para a inserção no mercado no trabalho e para
a participação no desenvolvimento da sociedade.
A Faculdade Integração Tietê adota como referencial pedagógico a prática da “educação ao longo de toda a vida”, conforme apresentada pela
UNESCO no Relatório da Comissão Internacional sobre a Educação para o Século XXI.
Nessa perspectiva, a educação proporciona ao indivíduo um conhecimento dinâmico do mundo, dos outros e de si mesmos, capacitando-o para o
exercício profissional em tempos de mudanças.
Conforme enfatizado no referido Relatório, “a educação deve transmitir, de fato, de forma maciça e eficaz, cada vez mais, saberes e saber-fazer
evolutivos, adaptados à civilização cognitiva, pois são as bases das competências do futuro. Simultaneamente, compete-lhe encontrar e
assinalar as referências que impeçam as pessoas de ficar submergidas nas ondas de informações, mais ou menos efêmeras, que invadem os
espaços públicos e privados e as levem a orientar-se para projetos de desenvolvimento individuais e coletivos. À educação cabe fornecer, de
algum modo, os mapas de um mundo complexo e constantemente agitado e, ao mesmo tempo, a bússola que permita navegar através dele”.
A “educação ao longo de toda a vida” organiza-se em torno de quatro aprendizagens fundamentais, que constituem os pilares do conhecimento:
- Aprender a conhecer significa, antes de tudo, o aprendizado dos métodos que nos ajudam a distinguir o que é real do que é ilusório e ter,
assim, acesso aos saberes de nossa época. A iniciação precoce na ciência é salutar, pois ela dá acesso, desde o início da vida humana à nãoaceitação de qualquer resposta sem fundamentação racional e/ou de qualquer certeza que esteja em contradição com os fatos.
- Aprender a fazer é um aprendizado da criatividade. "Fazer" também significa criar algo novo, trazer à luz as próprias potencialidades
criativas, para que venha a exercer uma profissão em conformidade com suas predisposições interiores.
- Aprender a viver juntos significa, em primeiro lugar, respeitar as normas que regulamentam as relações entre os seres que compõem uma
coletividade. Porém, essas normas devem ser verdadeiramente compreendidas, admitidas interiormente por cada ser, e não sofridas como
imposições exteriores. "Viver junto" não quer dizer simplesmente tolerar o outro com suas diferenças embora permanecendo convencido da
justeza absoluta das próprias posições.
- Aprender a ser implica em aprender que a palavra "existir" significa descobrir os próprios condicionamentos, descobrir a harmonia ou a
desarmonia entre a vida individual e social.
Focada nessas premissas norteadoras, a política de ensino da Faculdade Integração Tietê estará pautada nas seguintes diretrizes:
- estímulo à formação generalista e pluralista, respeitada a especificidade do conhecimento;
- incentivo a sólida formação geral, necessária para que o egresso possa vir a superar os desafios de renovadas condições de exercício
profissional e de produção do conhecimento;
- fortalecimento da articulação da teoria com a prática, valorizando a pesquisa individual e coletiva, assim como os estágios, as atividades
complementares e a participação em atividades de extensão;
- articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão;
- avaliação periódica das atividades desenvolvidas;
- acompanhamento dos egressos.
A Faculdade Integração Tietê incorpora aos seus cursos abordagens que busquem:
- a construção coletiva expressa na intenção e prática de cada segmento que constitui a Instituição, levando em conta a articulação dialética,
diferenciação e integração, globalidade e especificidade;
- a interação recíproca com a sociedade caracterizada pela educação e desenvolvimento econômico-social sustentáveis, reafirmando o seu
compromisso como potencializadora da formação humana e profissional;
- a construção permanente da qualidade de ensino: entendida e incorporada como processual e cotidiana da graduação e da pós-graduação,
indagando continuamente sobre: Que tipo de sociedade temos e queremos? Qual a função dos cursos superiores frente às novas relações sociais e
de produção? Qual o perfil do profissional a formar frente às exigências do mercado de trabalho?
- a integração entre ensino, pesquisa e extensão buscando a construção de um processo educacional fundado na elaboração/reelaboração de
conhecimentos, objetivando a apreensão e intervenção na realidade enquanto uma totalidade dinâmica e contraditória;
- a extensão voltada para seus aspectos fundamentais, quais sejam, tornar a coletividade beneficiária direta e imediata das conquistas do
ensino e da pesquisa, socializando o saber e a coleta do saber não-científico elaborado pela comunidade para, estruturando-o em bases científicas,
restituí-lo a sua origem;
- o desenvolvimento curricular contextualizado e circunstanciado, expressão da concepção de conhecimento entendido como atividade
humana e processualmente construído na produção da vida material.
Ainda, no que se refere à política de ensino é preciso destacar que a Faculdade Integração Tietê priorizará as atividades relevantes para a
formação de bacharéis, licenciados e tecnólogos, bem como a qualificação de profissionais, mediante cursos de extensão, de especialização e
outros.
c) Política de Pesquisa
A Faculdade Integração Tietê compreende a necessidade de incentivar a pesquisa como apoio necessário à qualificação do ensino, pautando-se
pelos seguintes princípios:
- o conhecimento científico é o principal patrimônio para o desenvolvimento econômico sustentável e responsável de uma região;
- o compromisso dos cursos superiores com as demandas da região deve estar refletido na política de pesquisa da Instituição, ainda que esta
não se volte, exclusivamente, para tais demandas;
- a prática da pesquisa contribui para a formação de profissionais aptos a propor soluções alternativas e criativas face às transformações
sociais, desenvolvendo nos alunos as seguintes habilidades: percepção crítica da realidade; reflexão de caráter interdisciplinar; elaboração de
textos técnico-científicos e filosóficos de qualidade; desenvolvimento de trabalhos em grupo; levantamento, avaliação e sistematização de dados;
seleção e utilização de conhecimentos úteis à atividade profissional;
- a pesquisa prepara os alunos para a disseminação do saber, tornando possível a formação de professores e futuros ingressos nos programas
de pós-graduação, lato e stricto sensu;
- a pesquisa reverte-se em benefícios para a Instituição, promovendo o ensino, e para a comunidade em geral, promovendo a extensão. Para
que a pesquisa cumpra seu papel no desenvolvimento social sustentável e responsável, ela não pode estar dissociada das atividades de ensino e de
extensão;
- a pesquisa não se restringe às grandes universidades, aos centros universitários ou aos “centros de excelência”. Ela deve fazer parte da
cultura da instituição de ensino superior, ainda que de pequeno porte, sem que isto implique na mediocrização ou na redução do rigor dos
métodos científicos.
De acordo com seu Regimento, a Faculdade Integração Tietê incentivará a pesquisa por todos os meios ao seu alcance, principalmente através:
- do cultivo da atividade científica e do estímulo ao pensar crítico em qualquer atividade didático-pedagógica;
- da manutenção de serviços de apoio indispensáveis, tais como, biblioteca, documentação e divulgação científica;
- da formação de pessoal em cursos de pós-graduação;
- da concessão de bolsas de estudos ou de auxílios para a execução de determinados projetos;
- da realização de convênios com entidades patrocinadoras de pesquisa;
- do intercâmbio com instituições científicas;
- da programação de eventos científicos e participação em congressos, simpósios, seminários e encontros.
A pesquisa deverá ser desenvolvida em todos os cursos da Faculdade Integração Tietê, envolvendo professores e alunos.
A Faculdade Integração Tietê, com vistas ao desenvolvimento da pesquisa, envidará esforços no sentido da fixação de professores, inclusive
através de mecanismos de estímulo financeiro aos professores-pesquisadores, tornando-os disponíveis a essa atividade, sem prejuízo dos seus
trabalhos no campo do ensino.
As atividades de pesquisa serão coordenadas pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão que tem por finalidade estimular e promover as atividades de
pesquisa e extensão na Faculdade Integração Tietê, dando-lhes o necessário suporte.
Para executar as atividades de pesquisa a Faculdade Integração Tietê poderá alocar recursos próprios de seu orçamento anual e/ou fazer uso da
captação de recursos de outras fontes.
d) Política de Extensão
A Faculdade desenvolverá atividades de extensão, compreendendo atividades que visam promover a articulação entre a Instituição e a
comunidade, permitindo, de um lado, a transferência para sociedade dos conhecimentos desenvolvidos com as atividades de ensino e pesquisa,
assim como, a captação das demandas e necessidades da sociedade, pela Instituição, permitindo orientar a produção e o desenvolvimento de
novos conhecimentos.
Dessa forma abrangerão áreas temáticas definidas tendo como parâmetro as políticas públicas e envolvendo, prioritariamente, comunicação,
cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção e trabalho.
No âmbito Institucional serão realizadas sob a forma de:
a) Programas de Extensão caracterizados por um conjunto articulado de projetos e outras ações de extensão (cursos, eventos, prestação de
serviços), integrados ao ensino e a pesquisa. Terão caráter orgânico-institucional, clareza de diretrizes e orientação para um objetivo comum,
sendo executado a médio e a longo prazo.
b) Projetos Isolados, não vinculados a programas, caracterizados por um conjunto de ações processuais e contínuas de caráter comunitário,
educativo, cultural, científico e tecnológico com objetivo definido e prazo determinado.
c) Cursos de Extensão Presenciais ou a Distância, por meio de um conjunto articulado de ações pedagógicas, de caráter teórico ou prático,
planejadas e organizadas de modo sistemático, com carga horária mínima de 8 horas e processo de avaliação formal.
d) Eventos caracterizados pela apresentação e exibição pública e livre ou também com clientela específica, do conhecimento ou produto
cultural, científico e tecnológico desenvolvido, conservado ou reconhecido pela Instituição, a saber:
- Seminários - eventos científicos de curta duração (horas a 1 ou 2 dias), cobrindo campos de conhecimento especializados, sob a forma de
encontro, simpósio, jornada, colóquio, fórum, reunião;
- Ciclo de Debates - encontros seqüenciais que visam à discussão de um tema específico, desenvolvidos sob a forma de Ciclo, Circuito ou
Semana;
- Exposições - Exibição pública de obras de arte, produtos, serviços, etc. As Exposições incluem feiras, salões, mostras, e lançamentos;
- Espetáculos - demonstração pública de eventos cênicos musicais. Recital, concerto, show, apresentação teatral, exibição de cinema e
televisão, demonstração pública de canto, dança e interpretação musical;
- Festivais - séries de ações/eventos culturais ou esportivos realizados concomitantemente, em período determinado tempo, geralmente com
edições periódicas.
e) Prestação de Serviço Institucional - realização de trabalho oferecido pela IES ou contratado por terceiros (comunidade ou empresa) sob a
forma de consultorias, assessoria, e outras atividades não incluídas nas modalidades anteriores, e que utilizam recursos humanos e materiais da
Faculdade. A prestação de serviço se caracteriza por intangibilidade, inseparabilidade e não resulta na posse de um bem.
As atividades extensionistas têm como objetivos:
 articular o ensino e a pesquisa com as demandas da sociedade, buscando o compromisso da comunidade acadêmica com interesses e
necessidades da sociedade organizada, em todos os níveis (sindicatos, órgãos públicos, empresas, categorias profissionais, organizações
populares e outros organismos);
 estabelecer mecanismos de integração entre o saber acadêmico e o saber popular, visando uma produção de conhecimento resultante do
confronto com a realidade, com permanente interação entre teoria e prática;
 democratizar o conhecimento acadêmico e a participação efetiva da sociedade na vida da Instituição de Ensino Superior;
 incentivar a prática acadêmica que contribua para o desenvolvimento da consciência social e política, formando profissionais-cidadãos;
 participar criticamente das propostas que visem o desenvolvimento regional, econômico, social e cultural;
 contribuir para reformulações nas concepções e práticas curriculares;
 favorecer a reformulação do conceito de “sala de aula”, que deixa de ser o lugar privilegiado para o ato de aprender, adquirindo uma
estrutura ágil e dinâmica, caracterizada pela interação recíproca de professores, alunos e sociedade, ocorrendo em qualquer espaço e momento,
dentro e fora dos muros da Instituição de Ensino Superior.
e) Política de Pós-graduação
Atualmente, não apenas o setor empresarial, mas o setor público e o social exigem, cada vez mais, maior qualificação dos seus
profissionais. A graduação passa a ser, apenas, o primeiro estágio dessa qualificação. O contexto de crescente inovação tecnológica e a rapidez
das informações numa economia globalizada altamente competitiva impõe uma permanente atualização e uma qualificação profissional múltipla,
mas necessariamente especializada. A pós-graduação surge nesse cenário, como a ferramenta capaz de prover o diferencial necessário ao
profissional, não apenas para seu ingresso no mercado de trabalho, mas para sua permanência e crescimento.
Um esforço considerável vem sendo realizado, por instituições públicas e privadas, no sentido de proporcionar uma oferta de possibilidades de
pós-graduação com competência e qualidade. A esse esforço se associa a Faculdade Integração Tietê mediante sua Política de Pós-Graduação
estabelecida de acordo com os padrões de qualidade exigidos pelos órgãos oficiais e em sintonia com as novas exigências de inserção da
sociedade contemporânea.
A Política de Pós-Graduação é um exercício de construção de parâmetros que balizem a atuação da Faculdade Integração Tietê, de forma mais
eficiente, para atingir seus objetivos e metas no campo da pós-graduação, consoante diretrizes que buscam fornecer respostas aos desafios
impostos no cumprimento de sua missão.
Dentro desta perspectiva, entende-se que as atividades de pós-graduação, pesquisa e extensão não podem estar dissociadas, mas caminham juntas
e integradas num sistema de interação e complementariedade constante e sistemático.
O PPI da Faculdade Integração Tietê procura ultrapassar a rigidez de um processo de planejamento centralizado e de longo prazo, para ser
entendido como a afirmação de um programa de ação racional passível de adaptações impostas pelas mudanças imprevisíveis e aceleradas,
definindo objetivos e estratégias de intervenção que possam dar respostas eficazes às demandas e carências da sociedade.
Dentro dessa perspectiva e, em linhas gerais, o desenvolvimento de um programa no campo da pós-graduação norteia-se por dois grandes eixos
de atuação:
a) Gerar conhecimentos novos que possam ser aplicados à ciência, à sociedade em geral e na melhoria do ensino de graduação por meio:
 do desenvolvimento de novas metodologias de ensino-aprendizagem e da ampla articulação didático-científica com retorno para o
aperfeiçoamento e atualização das matrizes curriculares dos cursos de graduação;
 do desenvolvimento de pesquisas aplicadas ampliando o domínio das áreas de conhecimento a que estão afetas, e adaptando-as à
inovação tecnológica e ao surgimento de novas abordagens teóricas;
 da integração dos alunos de graduação em programas de iniciação à investigação científica buscando despertar vocações e incentivar,
entre os estudantes de graduação, talentos potenciais para pesquisa e, em conseqüência, para a produção científica e para o ensino.
b) Promover a integração da instituição com a comunidade local, numa articulação entre o tecido produtivo e o tecido social, de modo
competitivo, mas também, cooperativo, por meio:
 da formação de profissionais qualificados para a docência, investigação e atuação no mercado de trabalho, fomentando cursos de pósgraduação;
 da promoção e desenvolvimento de parcerias, intercâmbios e outras formas de associação com outras instituições acadêmicas, setor
empresarial, setor público e terceiro setor;
 da busca de alternativas para programas de pesquisa e pós-graduação, identificando áreas de interesse e vocação institucional para criar
linhas de pesquisa coerentes e articuladas;
 da criação de programas de extensão que possibilitem a inserção dos alunos em projetos sociais que estimulem a responsabilidade da
participação cidadã.
Ainda como diretriz de ação nesse campo, propõe-se que o modelo tradicional de educação pós-graduada, que privilegia apenas atividades
acadêmicas voltadas para a docência e a investigação seja associada a uma estrutura mais flexível, com a criação de cursos profissionalizantes
que atendam a demanda do mercado por profissionais mais preparados para lidar com novos cenários políticos, econômicos, sociais, com novas
técnicas e novos desafios.
Essa flexibilização nas práticas de ação não compromete a qualidade, nem reduz a missão ou o seu papel institucional, mas está sintonizada com
as exigências do mundo contemporâneo e vai refletir a capacidade da instituição em dar respostas às demandas sociais emergentes.
A Faculdade Integração Tietê desenvolve atividades de ensino de pós-graduação lato-sensu, com programas organizados, sob a supervisão da
Coordenação de Pós-Graduação. Estes têm o objetivo de desenvolver e aprofundar a necessidade específica por qualificação de profissionais de
nível superior, de professores e de pesquisadores, das áreas empresarial, estatal e do terceiro setor, capacitando-os a atuar em diferentes
contextos, num ambiente em permanente transformação, buscando uma abordagem interdisciplinar e integrada aos diversos segmentos da
sociedade, com adaptabilidade e flexibilidade diante da inovação.
Portanto, sob a supervisão da Coordenação de Pós-Graduação, os Cursos devem funcionar adequadamente, de modo a assegurar a oferta da infraestrutura física e logística para o desenvolvimento dos programas e condições de sustentação das suas atividades.
Haverá, ainda, programas de bolsa de fomento à formação acadêmico-científica, regulamentados.
As atividades de ensino de pós-graduação serão realizadas em estreita relação com a graduação visando à melhoria e à renovação desse nível de
ensino. Esta integração graduação/pós-graduação deve ocorrer na melhoria da qualificação dos docentes e na melhoria da atuação desses
professores na graduação através de uma ampla articulação didático-científica.
f)Política de Gestão Acadêmica
O modelo desenhado para a gestão acadêmica da IES dispõe de organização formal com estrutura simples, que visa propiciar à administração
agilidade e flexibilidade para responder às exigências do mundo moderno.
Os cursos contarão com coordenadores próprios que darão cumprimento às diretrizes curriculares, controle de freqüência de professores e alunos,
distribuição de cargas horárias, projetos pedagógicos e outras questões essenciais na vida dos cursos, conseqüentemente, da gestão acadêmica.
A estrutura organizacional caracteriza-se por níveis hierárquicos responsáveis pela formulação, deliberação e execução das atividades
institucionais, que se interpenetram, objetivando a qualidade da formação profissional e da gestão, possibilitando a implantação das medidas.
Os órgãos de deliberação e de execução foram concebidos com poucos níveis hierárquicos, uma vez que a hierarquia menos extensa contribui
para tornar mais fácil a comunicação, exige menor controle burocrático, facilita a gestão de processos e de rotinas e a delegação de competências,
podendo-se obter, em conseqüência, maior envolvimento dos corpos docente e discente, e técnico-administrativo. Essa estrutura permite instaurar
processos de decisão mais ágeis, com participação dos diferentes segmentos que constituem a comunidade acadêmica, possibilitando aos setores
autonomia e responsabilidade pelas decisões adotadas.
g) Políticas de Inclusão Social
A Faculdade Integração Tietê, atendendo ao disposto na nova legislação educacional, em consonância com a Lei dos SINAES, formulou sua
política de inclusão social.
Com esta Política, a Faculdade Integração Tietê expressa sua preocupação com as barreiras sócio-educacionais que dificultam o acesso dos
alunos ao ensino superior e a permanência destes jovens na faculdade. Buscará mecanismos de atuação junto com candidatos e alunos, mantendo
sua finalidade específica de oferecer ensino, pesquisa e extensão, sempre investindo na qualificação da formação de seus estudantes em todas as
fases desse processo. Compreende, também, a importância social e acadêmica de ter, em todos os seus cursos, uma representação social, cultural
e étnica mais consoante com a sociedade multicultural em que se vive, assegurando que todas as opiniões se façam presentes ao longo da
vivência acadêmica dos estudantes, bem como a diversidade na produção do conhecimento.
A sociedade brasileira deste início do terceiro milênio continua apresentando, no seio de sua população, um grave quadro de desigualdade social,
que se expressa em todos os aspectos da sua existência real. Em que pese o significativo crescimento da renda do País com o desenvolvimento da
economia, suas políticas públicas não conseguem distribuir essa riqueza de forma mais eqüitativa entre todos os segmentos da sociedade, visando
assegurar aos menos favorecidos condições para que possam superar suas carências reais. O problema é abrangente e envolve todos os aspectos
da existência humana no País, manifestando-se no universo do trabalho, na esfera das relações político-sociais e no âmbito da cultura simbólica.
Não há como desconhecer que a gravidade dessa situação, de caráter estrutural, deve-se fundamentalmente à ausência de uma política pública
voltada para o desenvolvimento da educação nacional. O que se tem observado, década após década, são programas isolados e descontínuos,
visando enfrentar problemas localizados em segmentos ou níveis de ensino. O Brasil não dispõe de um projeto integral capaz de apresentar uma
política institucionalizada e abrangente para assegurar a toda a população uma educação suficiente em quantidade e em qualidade, que tornem
desnecessárias ações compensatórias e assistencialistas que acabam agravando os problemas ao invés de solucioná-los. Frente a esse quadro, ao
assumir a responsabilidade que lhe cabe no enfrentamento da exclusão social, a Faculdade Integração Tietê reitera enfaticamente a necessidade
de se assumir, mediante políticas competentes e eficazes, o seu compromisso para o enfrentamento sistemático do problema sócio-educacional.
A exclusão social é problema para a educação em geral e para a educação superior em particular, apresentando-se de modo especialmente agudo
para as instituições particulares de ensino. Embora o problema extrapole a capacidade das IES para enfrentá-lo e superá-lo sozinhas, não há
dúvida de que a elas cabe, pela função que desempenham, assumir com lucidez e esforço, a partir da esfera de suas atribuições específicas,
responsabilidades e compromissos com propostas e ações destinadas a contribuir, de forma positiva, para a construção de uma sociedade mais
igualitária.
Desse modo, coloca-se como desafio para a instituição democratizar o acesso aos seus cursos, adotando estratégias que favoreçam candidatos
oriundos dos grupos sociais menos favorecidos, sem prejuízo dos critérios de mérito que devem presidir esse processo.
A Faculdade Integração Tietê reconhece seus compromissos com a questão e sua responsabilidade de contribuir para sua superação, entendendo
que pode e deve tomar medidas específicas, intervindo nas condições de ingresso, considerando em seu processo seletivo as peculiaridades da
formação oferecida pelo ensino médio na escola pública e apoiando candidatos desfavorecidos social e culturamente, antes, durante e após o
ingresso. A Faculdade Integração Tietê tem clareza do alcance dessas medidas, mas tem igualmente certo que representam uma contribuição
significativa para a ampliação e a democratização das possibilidades de ingresso, ao mesmo tempo em que preservam os critérios de mérito, de
modo que ingressem na Faculdade aqueles candidatos com mais possibilidades de aproveitamento.
O fenômeno da exclusão que atinge os segmentos pauperizados da sociedade brasileira manifesta-se no âmbito do ensino superior de duas
formas: pelo pequeno número de ingressantes que realizaram sua formação básica na escola pública e pela evasão dos poucos que conseguem
ingressar na no ensino superior. Nesse sentido, os alunos do ensino superior não refletem suficientemente a distribuição étnica do Brasil.
É evidente que o processo escolar contribui para a democratização do processo social e que a formação acadêmica tem uma contribuição
significativa a dar para a consecução desse objetivo. Assim, buscará trabalhar a diversidade, reconhecendo a heterogeneidade das condições dos
candidatos/alunos, buscando elevar o nível da formação com o objetivo de não reproduzir a desigualdade presente no ingresso.
Nas condições históricas em que se encontra hoje a sociedade brasileira, marcada por graves níveis de exclusão, o conceito de inclusão social tem
relação com a qualidade de vida que caberia assegurar aos brasileiros. Trata-se de uma referência de cidadania, pois proporcionar qualidade de
vida é garantir a toda pessoa condições objetivas para a fruição de bens naturais, sociais e culturais, frutos da produção coletiva, mas que se
encontram distribuídos de forma muito desigual.
Dessa perspectiva, a inclusão social realizar-se-ia mediante a garantia de trabalho, do qual resultarão recursos para obtenção dos bens naturais
para a reprodução da existência, participação na tomada de decisões de interesse comum e na produção e no consumo dos bens culturais da
sociedade.
Nesse contexto, tem-se em mente a efetividade da prática de um trabalho que não seja degradante, de uma vivência social que não seja opressiva
e considere a dimensão multicultural da sociedade contemporânea, visando assegurar o usufruto das múltiplas contribuições culturais.
À educação cabe tornar-se investimento sistemático para garantir a todos, particularmente aos integrantes das novas gerações, as condições para
que tal situação possa viabilizar-se historicamente.
Com a finalidade de implementar uma política institucional de inclusão social, a Faculdade Integração Tietê definiu como objetivos:
 ampliar as probabilidades de acesso dos estudantes egressos de escolas públicas;
 atuar positivamente na superação das barreiras educacionais que dificultam esse acesso;
 apoiar as escolas públicas, seus professores e alunos, mediante ações especializadas;
 apoiar, com ações específicas, a permanência dos alunos no curso superior.
A implementação dessa política, que articula ações em desenvolvimento com novas ações, terá caráter processual e pressupõe o seu
acompanhamento, visando à avaliação constante, bem como possíveis reorientações que se façam necessárias para assegurar o alcance de seus
objetivos, que se desdobram em metas e ações previstas para antes, durante e após o ingresso do estudante na Faculdade.
A política de inclusão social estabelecida pela Faculdade Integração Tietê visa:
- promover a melhoria do desempenho dos alunos com comprovada deficiência por meio de oficinas de nivelamento em português, em
matemática, em física e em química, em informática, voltadas para a correção das dificuldades observadas na sua formação anterior ao ingresso
na Faculdade Integração Tietê;
- estabelecer condições para que os estudantes negros, afro-descendentes e indígenas, concluam os cursos de graduação da Faculdade
Integração Tietê;
- propiciar as condições necessárias para a permanência nos cursos de graduação dos ingressantes;
- estabelecer uma política de assistência e acompanhamento estudantil;
- promover as ações necessárias para incentivar a redução das desigualdades sociais e regionais;
- absorver parte do contingente de população migrante existente no município e na região, mediante a inclusão em seus cursos superiores,
qualificando e preparando os profissionais e trabalhadores para o desempenho eficiente de suas funções.
A Faculdade Integração Tietê, mediante o apoio às iniciativas voltadas ao acesso de estudantes negros e afro-descendentes ao ensino superior, o
desenvolvimento de cursos complementares e a elaboração de estratégias para o acompanhamento do desempenho acadêmico de estudantes
negros e afro-descendentes, pretende auxiliar no Projeto Nacional de Inclusão Social do Governo Federal.
A Faculdade Integração Tietê implementará ações acadêmico-administrativas para garantir no desenvolvimento de suas atividades:
- a integração da ação desenvolvida à formação técnica e cidadã do estudante e pela produção e difusão de novos conhecimentos e novas
metodologias;
- a interdisciplinaridade, caracterizada pela interação de modelos e conceitos complementares, de material analítico e de metodologia, com
ações inter-profissionais e inter-institucionais, com consistência teórica e operacional que permita a estruturação das diversas ações propostas;
- a geração de produtos ou processos como publicações, cursos, produção de material didático e para-didático, abertura de novas linhas de
extensão;
- o impacto social, pela ação transformadora sobre os problemas sociais, contribuindo para a inclusão de grupos sociais, para o
desenvolvimento de meios e processos de produção, inovação e transferência de conhecimento e para a ampliação de oportunidades educacionais
para afro-brasileiros, facilitando o acesso ao processo de formação e de qualificação.
A Faculdade Integração Tietê empenha-se para articular a relação bilateral com os outros setores da sociedade, pela interação do conhecimento e
da experiência acumulados na academia com o saber popular e pela articulação com organizações de outros setores da sociedade, com vistas ao
desenvolvimento de sistemas de parcerias interinstitucionais visando:
- contribuir na formulação, implementação e acompanhamento das políticas públicas nacionais;
- aproximar as matrizes curriculares dos cursos superiores com as necessidades concretas da sociedade;
- a descoberta de novos objetos de investigação em contexto externo ao meio acadêmico;
- a experimentação de alternativas metodológicas de trabalho, de ensino e pesquisa;
- o desenvolvimento de atitude pró-ativa diante dos desafios da ampliação do número de estudantes negros e índios na vida acadêmica, em
especial nos cursos em que eles se encontram sub-representados.
A política de inclusão digital da Faculdade Integração Tietê possui os seguintes objetivos:
- contribuir para o processo de inclusão digital de forma integradora, envolvendo a construção do conhecimento e o desenvolvimento da
pessoa;
- garantir o direito à comunicação em redes de computadores aos cidadãos que não possuam condições financeiras para adquirir
equipamentos e serviços que a propiciem;
- estabelecer mecanismos democráticos de acesso à informação e às novas tecnologias;
- incentivar o processo permanente de auto-aprendizado e de aprendizado coletivo em tecnologias de tratamento da informação;
- fortalecer a organização de comunidade e a democracia participativa, mediante a criação de listas de discussão, sítios para a divulgação de
informações e notícias, fóruns eletrônicos para debate e outras modalidades de interação da comunidade;
- capacitar para a formação de multiplicadores, aptos a atuar em programas de inclusão digital desenvolvidos no ambiente interno e externo
da instituição, envolvendo comunidades indígenas, sindicatos, associações, entre outros;
- oferecer, aos alunos ingressantes, cursos de capacitação para uso de ferramentas básicas em informática, correio eletrônico institucional,
acesso à internet e ambiente para digitação de trabalhos acadêmicos.
Organização acadêmica e administrativa
A estrutura organizacional da Faculdade Integração Tietê está apoiada em órgãos colegiados, executivos e de apoio administrativo.
Os órgãos colegiados e executivos organizam-se em dois níveis de decisão:
- Órgãos da Administração Superior: Conselho Superior e Diretoria;
- Órgãos da Administração Básica: Colegiado de Curso, Coordenadoria de Curso e Instituto Superior de Educação.
Esta estrutura é auxiliada nas suas atribuições e competências pelos órgãos de apoio administrativo.
O Conselho Superior é o órgão superior deliberativo em matéria administrativa, didático-científica e disciplinar.
A Diretoria, exercida pelo Diretor, é o órgão de superintendência, administração, coordenação e fiscalização executiva das atividades da
Faculdade Integração Tietê.
O Diretor é designado pela Mantenedora para mandato de 4 (quatro) anos, permitida a recondução. Em sua ausência e impedimentos, o Diretor
será substituído por um dos Coordenadores de Curso, designado pela Mantenedora.
De acordo com o Regimento da Faculdade Integração Tietê, são atribuições do Diretor:
I – supervisionar, superintender, dirigir e coordenar todas as atividades da Faculdade Integração Tietê;
II – representar a Faculdade Integração Tietê, interna e externamente, ativa e passivamente, no âmbito de suas atribuições;
III – convocar e presidir as reuniões do Conselho Superior, com direito a voz e voto de qualidade;
IV – elaborar o plano semestral de atividades da Faculdade Integração Tietê e encaminhá-lo à aprovação do Conselho Superior;
V – submeter à apreciação e aprovação do Conselho Superior, a prestação de contas e o relatório de atividades do exercício anterior;
VI – designar e dar posse aos Coordenadores de Curso, Secretário, respeitadas as condições estabelecidas neste Regimento;
VII – propor a admissão de pessoal docente e técnico-administrativo para contratação pela Mantenedora;
VIII – apresentar propostas orçamentárias para apreciação e aprovação do Conselho Superior;
IX – designar comissões para proceder aos processos administrativos;
X – fiscalizar o cumprimento do regime escolar e execução dos programas e horários;
XI – aplicar o regime disciplinar, conforme os dispositivos expressos neste Regimento;
XII – zelar pela manutenção da ordem e disciplina no âmbito da Faculdade Integração Tietê, respondendo por abuso ou omissão;
XIII – propor ao Conselho Superior à concessão de títulos honoríficos ou benemerência;
XIV – conferir graus, expedir diplomas, títulos e certificados escolares;
XV – encaminhar aos órgãos competentes da Faculdade Integração Tietê, recursos de professores, funcionários e alunos;
XVI – decidir aos casos de natureza urgente ou que implique matéria omissa ou duvidosa, neste Regimento, ad referendum do Conselho
Superior;
XVII – autorizar pronunciamentos públicos que envolvam o nome da Faculdade Integração Tietê; e
XVIII – cumprir e fazer cumprir as disposições deste Regimento e da legislação em vigor.
A coordenação de cada curso está sob a responsabilidade de um Colegiado, constituído por todos os docentes que ministram disciplinas do curso,
pelo Coordenador e um representante do corpo discente. O representante do corpo discente deve ser aluno do curso, indicado por seus pares para
mandato de 1 (um) ano, com direito a recondução.
O Colegiado de Curso é presidido por um Coordenador de Curso, designado pelo Diretor, dentre os professores do curso. Em suas faltas ou
impedimentos, o Coordenador de Curso será substituído por professor de disciplinas profissionalizantes do curso, designado pelo Diretor.
De acordo com o Regimento da Faculdade Integração Tietê, compete ao Coordenador de Curso:
I – convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso;
II – representar a Coordenadoria de Curso perante as autoridades e órgãos da Faculdade Integração Tietê;
III – elaborar o horário escolar do curso e fornecer à Diretoria os subsídios para a organização do calendário acadêmico;
IV – orientar, coordenar e supervisionar as atividades do curso;
V – fiscalizar a observância do regime escolar e o cumprimento dos programas e planos de ensino, bem como a execução dos demais
projetos da Coordenadoria;
VI – acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito de seu curso;
VII – homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de curso;
VIII – exercer o poder disciplinar no âmbito do curso;
IX – executar e fazer executar as decisões do Colegiado de Curso e as normas dos demais órgãos da Faculdade Integração Tietê; e,
X – exercer as demais atribuições previstas neste Regimento e aquelas que lhe forem atribuídas pelo Diretor e demais órgãos da Faculdade
Integração Tietê.
O Instituto Superior de Educação é uma coordenação formalmente constituída a qual será responsável por articular a formação, execução e
avaliação do projeto institucional de formação de professores.
O Coordenador será designado pela Mantenedora por indicação do Diretor Geral, devendo ter titulação compatível com aquela prevista na
legislação. O Instituto Superior de Educação será regulamentado mediante regimento interno próprio.
A organização acadêmico-administrativa da Faculdade Integração Tietê baseia-se em princípios fundamentais que constituem os elementos
definidores das relações entre a Mantenedora e Direção da Faculdade Integração Tietê com seus diferentes órgãos de apoio e de gestão. São eles:
- gestão colegiada, caracterizada pela participação dos diferentes segmentos, por meio dos órgãos colegiados, na formulação de diretrizes e
decisões acadêmicas relativas ao ensino, à extensão e às atividades investigativas, assim como no acompanhamento, supervisão e avaliação de sua
execução. Os órgãos colegiados contam com representantes de professores, de servidores técnico-administrativos e dos estudantes, eleitos por seus
pares, sempre em conformidade com a legislação vigente;
- descentralização, caracterizada pela delegação de responsabilidades de planejamento, execução e de acompanhamento aos diferentes setores
e órgãos, em seu âmbito de competência;
- integração, caracterizada pela articulação e complementaridade entre órgãos e colegiados acadêmicos entre si e entre órgãos de Apoio e da
Administração, visando ao adequado desempenho das atividades institucionais. A Faculdade Integração Tietê busca incorporar e desenvolver
mecanismos e processos de gestão no que diz respeito à sua capacidade de desempenho das atividades fins, de modo a garantir sua eficácia, a
racionalização de custos, a melhoria das relações internas e o desenvolvimento e aperfeiçoamento do intercâmbio com o meio exterior. Nessa
perspectiva merecem destaque a constituição e instalação, a partir de sua criação, da Comissão Própria de Avaliação e a introdução de medidas que
promovam a gestão participativa, em relação a qual se prevê a criação e a promoção dos processos de participação dos diversos segmentos na vida
institucional.
A estrutura organizacional proposta para a Faculdade Integração Tietê, conforme prevê seu Regimento, pautou-se em modelo de gestão colegiada
participativa, com garantias para o exercício da autonomia didático-científica e administrativa. Nesta linha, a Instituição optou por uma estrutura
acadêmica moderna, livre das instâncias burocráticas que atrasam os procedimentos de mudança e inovação. Atuando como instâncias
consultivas e normativas, os colegiados orientam as decisões acadêmicas e viabilizam a execução das tarefas dos órgãos administrativos com
maior eficiência.
Diretrizes dos processos de ensino e de aprendizagem, de currículo, e de planejamento
As políticas institucionais da Faculdade Integração Tietê constituem orientações estratégicas da organização institucional para o planejamento e a
condução das atividades acadêmicas, de modo a definir e implementar direções a serem agregadas aos projetos pedagógicos dos cursos.
Oferecem, ainda, condições para a integração e a efetivação, no contexto institucional, de todos os projetos pedagógicos com base em parâmetros
bem definidos, referenciados pela missão da Instituição, por sua vocação e objetivos, pela norma legal e pelo contexto social, político, econômico
e cultural no qual está inserida. Estas condições são garantidas pelo Acompanhamento e Avaliação do Desempenho Institucional. Reúnem os
indicadores para a tomada de decisões, a preservação e a reavaliação, necessárias à adequação constante do planejamento institucional com as
necessidades das dez dimensões que contemplam o Projeto de Auto-Avaliação, e com as diretrizes preconizadas pelo MEC.
Neste contexto, a organização da Faculdade Integração Tietê busca integrar e articular os projetos pedagógicos dos cursos oferecidos e estimular
as práticas multidisciplinares e interdisciplinares da pesquisa, da extensão e das demais atividades extracurriculares correlacionando-as e
vinculando-as ao ensino.
As transformações sociais e o desenvolvimento científico-tecnológico acelerado, aliados à expansão das bases de conhecimento em todos os
campos do saber tornam imperiosa a definição de orientações compatíveis com o estado de desenvolvimento do conhecimento e da realidade
social. Deverão, assim, contemplar a mudança de foco do processo ensino-aprendizagem, cuja ênfase vem se deslocando do predomínio da
aquisição de conhecimentos para privilegiar a capacidade de aprender a aprender, realçada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, que envolvem
o desenvolvimento das capacidades de integração e de crítica das informações e das competências atuais. Assim como a busca de novos
conhecimentos e a incorporação de novas tecnologias, desenvolvendo a habilidade de avaliá-las e selecionar, criticamente, as mais pertinentes.
Pretende-se, assim, centrar o processo educativo na construção, na produção e na apropriação dos conhecimentos técnico-científicos e sócioculturais, em uma visão integradora e crítica da realidade, mediante modelos de ensino-aprendizagem modernos e uso de apropriadas tecnologias.
Uma perspectiva inovadora que traz, amalgamada, a aprendizagem de valores e a formação de atitudes para a mudança e para a atuação solidária,
calcada em padrões éticos; que promova a formação do profissional, com sólida base de conhecimento teórico científico e humano, preparando o
profissional para enfrentar as rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício profissional, como
preconizam as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação.
Ter-se-á as seguintes diretrizes para a ação pedagógica da Faculdade Integração Tietê:
- busca da qualidade e da excelência da formação, comprometida com os padrões atuais das transformações sócio-culturais e do
desenvolvimento científico e tecnológico;
- formação do profissional, com ampla e sólida base teórica, capacidade de análise do social e domínio dos procedimentos técnicos
necessários ao exercício profissional;
- valorização da dimensão sócio-política e cultural, desenvolvendo a capacidade de leitura crítica de problemas e seus impactos locais,
regionais e nacionais, que subsidiará a inserção do egresso no mundo do trabalho, como sujeito partícipe de sua construção, assumindo, portanto,
o exercício profissional na direção da resolução de problemas e da cidadania referenciado por sólidos padrões éticos.
- o caminhar na direção desse projeto supõe estabelecer um conjunto de princípios e procedimentos orientadores prioritários à ação, entre os
quais cabe destacar:
 interdisciplinaridade, entendida como esforço que busca a visão global, como superação do pensar simplificador e fragmentador da
realidade, como forma de administrar a ótica pluralista das concepções de ensino, do saber e da prática;
 articulação entre o ensino, a pesquisa e as atividades de extensão e de prestação de serviços à sociedade, em diferentes níveis de
complexidade;
 fornecimento de sólida formação geral, em estreita interação com os conhecimentos, competências e habilidades necessários à
formação do profissional;
 integração nos contextos reais de vida da comunidade, na rede de serviços e com profissionais em exercício, como espaços
privilegiados do processo de ensino-aprendizagem, de forma contínua;
 desenvolvimento da capacidade de aprender a aprender, que engloba o aprender a ser, aprender a fazer, aprender a viver juntos e
aprender a conhecer, conforme caracterização das diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação;
 diversificação dos contextos de ensino e dos cenários de prática profissional, que englobam diferentes modalidades de trabalho
pedagógico e inserção do aluno em campos de prática com graus crescentes de complexidade;
 desenvolvimento de mecanismos de integração entre os diferentes cursos e dos cursos com a rede de serviços;
 desenvolvimento de modelos pedagógicos capazes de articular a competência científico-tecnológica e a relevância social;
 estruturação de matrizes curriculares flexíveis que, à diversidade de situações de ensino-aprendizagem, associem a possibilidade de
construção própria dos caminhos de produção do conhecimento pelo estudante bem como a de crescimento autônomo;
 utilização apropriada de tecnologias diversificadas.
A educação superior desempenha papel inquestionável na preparação das novas gerações para o enfrentamento das exigências da sociedade
moderna.
As novas tecnologias do mundo atual, as novas formas organizacionais do trabalho e a rápida
evolução do conhecimento científico, associadas às necessidades de melhor qualificação profissional, exigem uma nova concepção para os cursos
superiores, baseadas nas Diretrizes Curriculares Nacionais. As diretrizes contemplam o desenvolvimento de competências e de habilidades para a
formação dos estudantes, permitindo maior capacidade para competição e sucesso no mercado de trabalho.
Assim, a Faculdade Integração Tietê promove a:
- preparação de seu aluno para o mundo do trabalho, no atendimento às demandas econômicas e de emprego, adaptando-o às complexas
condições de exercício profissional no mercado de trabalho;
- formação para a cidadania crítica, formando o aluno-cidadão, capaz de interferir construtivamente na sociedade para transformá-la;
- preparação para a participação social em termos de fortalecimento ao atendimento das demandas da comunidade, com o desenvolvimento
de competências sociais, processos democráticos e eficazes de tomada de decisões, capacidade sócio-comunicativa de iniciativa, de liderança, de
solução de problemas;
- formação para o alcance de objetivos comprometidos com o desenvolvimento harmônico do município de Tietê e em particular do Estado
de São Paulo, onde está inserida;
- preparação para entender o ensino como prioridade fundamentada em princípios éticos, filosóficos, culturais e pedagógicos, que priorizem
efetivamente a formação de pessoas, reconhecendo a educação como processo articulador/mediador, indispensável a todas as propostas de
desenvolvimento sustentável, em médio e longo prazos;
- formação ética, explicitando valores e atitudes, por meio de atividades que desenvolvam a vida coletiva, a solidariedade e o respeito às
diferenças culturalmente contextualizadas;
- formação de profissionais capazes de atuar em prol do desenvolvimento social, cultural e econômico sustentado, com a interação de
conteúdos com aspectos inerentes às questões sociais, jurídicas e ambientais exigidas no mundo atual.
Os estudos que conduziram às concepções ora apresentadas consideraram as pesquisas desenvolvidas sobre a formação superior e a distribuição
sócio-ocupacional.
Ao escolher como foco principal na concepção dos cursos uma visão interdisciplinar formativa do profissional para as novas demandas do
mercado, objetivou-se explicitamente o comprometimento com a qualificação ao mesmo tempo técnica e pluralista.
A Instituição apresenta proposta diferenciada, integrando formação teórica e prática, a pesquisa e a extensão, o que implica em definição clara do
perfil do corpo docente, com qualificação e excelência para o magistério e a pesquisa interdisciplinar, crítica e transformadora.
Para estabelecer as suas linhas de ação, a Faculdade Integração Tietê considerou que a formação do profissional representa um conjunto de
aspectos internos, inerentes aos cursos, e externos, inerentes à relação sociedade/profissional, que se inter-relacionam dialeticamente. Partindo
deste princípio, a Faculdade Integração Tietê pautou-se nos fundamentos que a idealizaram, tendo sempre em vista que é necessário:
o
acompanhar as rápidas mudanças do mundo, a partir de política de graduação que contemple o caráter revolucionário da ciência como
um imperativo;
o
entender a avaliação como processo e não como produto e, portanto, valorizar o sistema contínuo de avaliação em dois níveis: um
pela sociedade e outro pela auto-avaliação (professores, técnico-administrativos e alunos);
o
definir metodologias educacionais adequadas ao processo de aprendizagem cognitiva de caráter social, político e cultural nacional,
respeitando-se as especificidades regionais, o que permitirá a revisão das matrizes curriculares, das práticas pedagógicas e das pesquisas
desenvolvidas;
o
identificar as bases de sustentação de uma política de graduação, considerando o aluno como ser global.
A definição das competências (que incluem conhecimentos e atitudes) foi realizada de acordo com o Referencial para as Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos de Graduação, contido no Parecer CNE/CES no 67/2003, ao qual se acrescentarão as competências próprias do
profissional formado pelos respectivos cursos. As principais competências definidas pela Faculdade Integração Tietê a serem desenvolvidas são:
 Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais egressos deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões, visando o uso
apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os mesmos devem
possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas.
 Comunicação: os profissionais egressos devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade das informações a eles confiadas,
na interação com outros profissionais e o público em geral. A comunicação verbal e não-verbal, e habilidades de escrita e leitura; o domínio de
tecnologias de comunicação e informação.
 Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os egressos deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo
em vista o bem-estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões,
comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz.
 Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto
da força de trabalho quanto dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores,
gestores, empregadores ou lideranças na equipe que integram.
 Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática.
Deverão aprender a aprender e a ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de
profissionais, mas proporcionando condições para que haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços,
inclusive, estimulando e promovendo a mobilidade acadêmica e profissional, a formação e a cooperação por meio de redes nacionais e
internacionais.
As competências comuns e específicas, observadas em cada Projeto Pedagógico de Curso, compreendem a formação de atitudes e de valores; o
desenvolvimento e o domínio de conhecimentos e habilidades gerais e específicas que levem em conta a realidade local e regional, sem descuidar
do caráter de universalidade do conhecimento, de sua relação com os avanços das áreas dos cursos ofertados pela Faculdade Integração Tietê, no
contexto nacional, bem como dos parâmetros e dinâmica do PPC de cada curso.
A Faculdade Integração Tietê utilizará, no desenvolvimento de seus cursos, observadas as especificidades de cada projeto pedagógico,
metodologias ativas e interativas, centradas no aluno, voltadas para o seu desenvolvimento intelectual, para a ênfase no desenvolvimento da
capacidade de aprender a aprender, de tomar iniciativa e de empreendedorismo. Alguns princípios metodológicos merecem destaque:
o interdisciplinaridade
o A integração disciplinar possibilita análise dos objetos de estudo sob diversos olhares, constituindo-se questionamentos permanentes
que permitam a (re)criação do conhecimento.
o formação profissional para a cidadania
o As instituições têm o compromisso de desenvolver o espírito crítico e a autonomia intelectual, para que, por intermédio do
questionamento permanente dos fatos, o profissional possa contribuir para o atendimento das necessidades sociais.
o estímulo à autonomia intelectual
o A autonomia significa ser autor da própria fala e do próprio agir, sendo coerente na integração do conhecimento com a ação. O
desenvolvimento de uma postura investigativa por parte do estudante é fundamental para que construa sua autonomia intelectual e profissional.
o responsabilidade, compromisso e solidariedade social
o A compreensão da realidade social e o estímulo à solidariedade social devem constituir o ponto integrador das ações de extensão
vinculadas aos cursos.
o diversificação dos cenários de ensino-aprendizagem
A diversificação dos cenários de ensino-aprendizagem e a inserção do aluno na rede de serviços desde os primeiros anos dos cursos devem
contribuir para a formação do profissional generalista, capaz de atuar em diferentes níveis, e de integrar criticamente conhecimentos teóricos,
práticos, e realidade sócio-econômica, cultural e política.
Os princípios metodológicos são estabelecidos em consonância com os projetos pedagógicos dos cursos, observados os critérios que favorecem
as atividades de ensino individualizado, de grupo e de estudos teóricos.
Os cursos devem buscar sempre o desenvolvimento de programas que privilegiem descobertas de novas metodologias, enfocando o uso e a
adequação de recursos audiovisuais, de informática, de novos métodos e técnicas de ensino, visando sempre o aperfeiçoamento do trabalho
acadêmico.
Destacam-se, como metodologia de ensino aprendizagem as seguintes atividades: aulas dialogadas, dinâmicas de grupo, leituras
comentadas, fichamentos, aulas expositivas, visitas técnicas, aulas práticas, ensaios em laboratórios, estudos de meio, seminários, simpósios,
palestras, pesquisa bibliográfica e iniciação científica.
CONCEPÇÃO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO
O Sistema de Avaliação do desempenho acadêmico é constituído por:
AD - Avaliação Diversificada
Este processo poderá ser composto por exercícios procedimentais, organização de dados e informações, apresentações orais ou escritas, provas,
estudos comparados, reflexões e sínteses das leituras. Tais instrumentos de avaliação deverão ser aplicados pelo professor ao longo do semestre
com a finalidade de compor a nota semestral, ficando a seu critério as datas de aplicação dessas avaliações. Estes instrumentos devem visar à
assimilação e aplicação dos conceitos básicos para o desenvolvimento das competências indicadas nos planos de ensino de cada disciplina ou
conjunto de disciplinas.
O professor divulgará aos alunos no início de cada semestre os instrumentos e critério de composição da nota da Avaliação Diversificada.
AC - Avaliação Conceitual
Este instrumento tem como objetivo avaliar os conceitos básicos apresentados nos planos de disciplinas e deverá ser aplicado ao aluno
individualmente, podendo ser interdisciplinar. Esta prova deve ser aplicada dentro do horário normal da aula da disciplina, em data divulgada em
calendário da Instituição.
AC - Avaliação de Competência
Este instrumento tem por finalidade verificar se os alunos adquiriram as competências trabalhadas. Esta avaliação poderá ser um estudo de caso,
uma simulação de um contexto profissional, ou qualquer outro instrumento apropriado elaborado pelos professores.
Divulgação do Projeto Pedagógico Institucional
O Projeto Pedagógico Institucional da Faculdade Integração Tietê, construído coletivamente, mediante profunda reflexão de conceitos, métodos e
compromissos, representa, em seu conjunto, a identidade institucional, reflexo de sua inserção regional, prospecção de futuro e valorização de
seus objetivos presentes. Por isso, os princípios defendidos devem ser apropriados e multiplicados por toda a comunidade acadêmica,
possibilitando o alcance das metas e consecução da missão institucional. Para tanto, há de se garantir procedimentos formais de sua afirmação e
publicização. Os gestores institucionais, cada qual em seu âmbito, são os responsáveis pela consolidação do Projeto Pedagógico Institucional e
consequentemente sua divulgação.
Responsabilidades e Desafios Impostos
O Projeto Pedagógico Institucional impõe, por seu caráter estratégico, uma série de responsabilidades aos agentes e atores institucionais.
Primeiro, porque requer profundo conhecimento dos princípios e conceitos declarados e exige a implementação de posturas de planejamento e de
construção de métodos e formas de atuação orgânica. Também, porque expõe o caráter crítico que deve permear a educação, enfrentando-se as
contradições presentes no processo de conhecimento, ao tempo em que impõe o necessário reconhecimento de suas limitações e possibilidades
em prol da transformação social. Imprime, ainda, o necessário aprimoramento da cultura institucional na medida em que indica o
compartilhamento de valores orientadores de todas as práticas acadêmicas como diretriz, explicitando as contradições inerentes de
posicionamentos conceituais e políticos diversos, advindos, muitas vezes, de formações distintas e focadas em modelos de conhecimentos
conservadores e fragmentados. Abordar a articulação de atividades práticas e teóricas, ênfase em currículos e programas baseados em habilidades
e competências, a valorização dos saberes pessoais/profissionais/culturais de alunos e professores, a ampliação dos princípios voltados para o
compromisso social, etc., trazem, em si, o espectro da mudança, e promovê-la representa ação de grande responsabilidade, possível somente se
assumida e defendida coletivamente e de forma qualificada. Cabe à Instituição a competente idealização e consolidação de recursos e de políticas
de sustentação necessárias à efetiva continuidade de implementação do Projeto Político Pedagógico.
Conclusão
Os cursos e os programas, mediante seus projetos pedagógicos específicos, serão organizados na Faculdade Integração Tietê de modo a
propiciar aos profissionais em formação conhecimentos e habilidades capazes de permitir-lhes:
1.a apropriação de conhecimentos básicos relacionados às áreas que serão objeto de sua atuação profissional, articulando teoria e prática
nas diferentes configurações que a práxis profissional venha assumir;
2. o desempenho de suas atividades com competência técnica, compromisso social e político no contexto sócio-cultural de atuação.
Ao definir a qualidade e a atualização da formação como objetivo central da proposta para o ensino de graduação, a Faculdade Integração
Tietê tem por finalidade a construção de processo coletivo de articulação de ações voltadas para a formação competente do profissional que
pretende graduar. Nesta direção, torna-se imprescindível a interação a Faculdade Integração Tietê com a comunidade e os segmentos organizados
da sociedade civil, como expressão da qualidade social desejada para o cidadão a ser formado como profissional.
A política definida pela Instituição para as questões sociais visa promover ações que permitam melhorar a qualidade de vida da população da
Região, promover modificações na educação e na cultura. A missão da Instituição inclui preparação para a liderança e o acompanhamento de
profundas e densas mudanças induzidas pelo avanço tecnológico e pelas novas concepções de vida deles emergentes.
A Faculdade Integração Tietê tem o compromisso de cooperar com o processo de desenvolvimento regional sustentável, uma vez que
proporcionará aos seus alunos instrumentos técnico-científicos relevantes em seus cursos, instrumentos esses úteis e básicos à elaboração de
políticas públicas. A interação dos conteúdos com aspectos inerentes às questões sociais, jurídicas e ambientais, exigidas no mundo atual
possibilitará a formação de recursos humanos capazes de atuar em prol do desenvolvimento social, cultural e econômico sustentado.
No âmbito administrativo, é preciso levar em conta os espaços e os tempos de fluxos. Isto significa que os fluxos, intenções seqüenciais e, muitas
vezes, repetidas e, ainda, programáveis, se situam num espaço organizacional e dele podem se deslocar por vias virtuais, eliminando normas e
paradas burocráticas. É a agilização dos fluxos por interação de posições distante espacialmente. O que se produz pela via tecnológica é a
contração do espaço e do tempo, favorecendo a racionalização e a produtividade dos fluxos de demanda no âmbito dos serviços. O sistema de
rede, a interação sistêmica com o estabelecimento de códigos de comunicação, não só permite a eficiência dos serviços como representa um
agente de reorganização das relações de poder.
A nova tecnologia de gestão proposta tem como mote principal a primazia do mérito e da qualidade acadêmica, fatores indispensáveis para se
alcançar os mais altos níveis da inteligência criativa e a elaboração de novas metodologias para a abordagem de problemas tangíveis e reais da
sociedade organizada.
A estrutura que se pretende implantar nesta era informacional, com a utilização de novas tecnologias gerenciais, abrirá espaços, nos quais há
possibilidades concretas de libertação das grandes patologias organizacionais: o normatismo, o burocratismo e o corporativismo. Estas patologias
das organizações, tão presentes na vida acadêmica, cederão e tenderão a desaparecer diante dos recursos das tecnologias virtuais, da flexibilidade
orgânica e da descentralização do poder.
A Faculdade Integração Tietê adotará política de expansão coerente com o atual estágio de desenvolvimento da Região, considerando a evolução
do mercado no Estado de São Paulo.
A preocupação de levar o conhecimento científico no mister de preparar profissionais inclui, necessariamente, sistemas informatizados, ágeis, e
técnicas sofisticadas. Portanto, a Faculdade Integração Tietê pretende ministrar os conhecimentos e desenvolver as práticas necessárias para que
os seus egressos tenham condições de atuar com competência em empresas que alcancem condições de disputar mercados em igualdade de
condições com os concorrentes de outras regiões.
A Faculdade Integração Tietê adotará políticas coerentes para desenvolver estudos de situações reais e específicas para a melhor compreensão
das condições de vida das comunidades abrangidas pela ação da Faculdade Integração Tietê.
A organização acadêmica e administrativa da Faculdade Integração Tietê visa o cumprimento de sua missão institucional, para tanto a proposta
de projeto institucional reflete um paradigma educacional centrado no aluno, como sujeito do processo de aprendizagem.
A organização acadêmica compõe-se de três categorias: a administração acadêmica do curso, que compreende a coordenação, a organização
técnica e administrativa, sob a responsabilidade de seus coordenadores; a proposta do curso compreendendo a concepção, a matriz curricular e
sistema de avaliação; e as atividades acadêmicas articuladas ao ensino, compreendendo a participação dos discentes.
A Faculdade Integração Tietê buscará incorporar e desenvolver mecanismos e processos de gestão no que diz respeito à sua capacidade de
desempenho das atividades fins, de modo a garantir sua eficácia, a racionalização de custos, a melhoria das relações internas e o desenvolvimento e
aperfeiçoamento do intercâmbio com o meio exterior. Nessa perspectiva merecem destaque a constituição e instalação, a partir de sua criação, da
Comissão Própria de Avaliação e a introdução de medidas que promovam a gestão participativa, em relação a qual se prevê a criação e a promoção
dos processos de participação dos diversos segmentos na vida institucional.
A estrutura organizacional proposta para a Faculdade Integração Tietê, conforme prevê seu Regimento, pautou-se em modelo de gestão colegiada
participativa, com garantias para o exercício da autonomia didático-científica e administrativa. Nesta linha, a Instituição optou por uma estrutura
acadêmica moderna, livre das instâncias burocráticas que atrasam os procedimentos de mudança e inovação. Atuando como instâncias
consultivas e normativas, os colegiados orientam as decisões acadêmicas e viabilizam a execução das tarefas dos órgãos administrativos com
maior eficiência.
Bibliografia
BELLONI, Isaura. Heitor de Magalhães; SOUZA, Luzia Costa de. Metodologia de Avaliação em Políticas Públicas. São Paulo. Cortez, 2001.
Documento de Conceituação do PPI, do PDI e do PPC. Comissão Técnica de Avaliação Institucional do INEP, 2005.
GADOTTI, Moacir. Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre: ARTMED, 2000.
PAES DE BARROS, R. e Mendonça R. Pelo fim das Décadas Perdidas : Educação e Desenvolvimento sustentado no Brasil. Rio de Janeiro,
IPEA, 2002.
RISTOFF, Dilvo. Avaliação de Programas Educacionais: discutindo padrões. Rev. Avaliação, rede de avaliação institucional. Campinas, S.P:
nº 4, v. 5, dezembro 2000.
SANTOS, Boaventura de Sousa. A Universidade no século XXI – Para uma reforma democrática e emancipatória da Universidade. São Paulo.
Cortez, 2004.
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº.9394/96.
Plano Nacional de Educação, 2000.
VEIGA, Ilma Passos A. Educação Básica e Educação Superior: Projeto Político Pedagógico. Papirus, 2004.
COMISSÃO PERMANENTE DE AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL
Projeto de Avaliação e Acompanhamento das atividades acadêmicas de Ensino, Pesquisa e Extensão, Planejamento e Gestão
Em que pesem as várias e por vezes conflitantes concepções popularmente atribuídas ao termo “avaliação”, a Avaliação Institucional sistemática
e periódica tem sido apontada como o mais efetivo caminho para a consolidação de uma abordagem científica das questões relativas aos
processos e práticas educacionais em seus diversos níveis.
A Faculdade Integração Tietê, na base de sua proposta, utiliza-se do termo com o significado de processo circular de coleta, acompanhamento e
interpretação de dados, com tabulações de resultados por meio dos quais elaboram-se conclusões parciais, planejamento de ações e atividades.
Procura-se, com este processo, a racionalização e produtividade das intervenções realizadas pela Faculdade Integração Tietê nos meios em que
atua.
Tal iniciativa somente logrará êxito diante da adoção dos parâmetros apropriados, fundamentais para o correto entendimento das variáveis em
atuação e, conseqüentemente, para a eficácia dos processos de tomada de decisão.
Para que estes parâmetros possam ser devidamente concebidos e aplicados, a avaliação deve orientar-se para a constituição de um planejamento
que, por sua vez, forneça elementos para tornar o processo avaliativo cada vez mais coerente, abrangente e útil, formando assim um ciclo no qual
a evolução é um conceito em permanente evidência.
A proposta pedagógica que se pretende aqui implementar caracteriza-se pela utilização de um sistema de avaliação global eminentemente
qualitativo, em que os aspectos quantitativos estão subordinados à busca por soluções consistentes para os problemas eventualmente detectados,
e ao entendimento e reforço dos aspectos positivos porventura existentes e atuantes no processo ora enfocado, garantindo assim real avanço na
interação entre a Faculdade Integração Tietê e seus componentes e maiores possibilidades de formação de elementos que efetivamente
contribuam para a melhoria das condições de quaisquer comunidades em que venham a atuar.
Uma Avaliação Institucional, em uma instituição que busca superar-se no sentido de alcançar qualidade em suas atividades, certamente pode ser
entendida como:
a) um processo contínuo de aperfeiçoamento do desempenho acadêmico;
b) uma ferramenta para a revisão permanente do Projeto Pedagógico de cada curso, para verificar o cumprimento das metas
propostas no planejamento e para a correção de rotas no âmbito da gestão institucional;
c) um agente dignificador da função docente, técnica e administrativa.
O processo de avaliação pretende abranger a Faculdade Integração Tietê de forma global, envolvendo tanto pesquisas quantitativas quanto
qualitativas.
As pesquisas quantitativas abrangem os seguintes universos:
a) alunos: coleta e análise de dados com relação à matrícula, graus de ensino, produção, tempo de estudo, conclusão, sucesso,
ociosidade, ingresso, retenção, participação em programas, entre outros;
b) professores: dados referentes a regime de trabalho, produção, qualificação, relação aluno/professor, entre outros;
c)
pessoal técnico-administrativo: levantamento de dados relativos à qualificação, à relação aluno/professor/funcionário, entre
outros; e
d) dados de infra-estrutura: coleta e análise de dados relativos ao acervo bibliográfico, recursos técnico-pedagógicos, laboratoriais,
oficinas, salas/ambiente específicas e/ou especiais e espaço físico.
As pesquisas qualitativas envolvem os aspectos a seguir:
Avaliação do Ensino
Na avaliação do ensino ficam englobadas, praticamente, as atividades de Graduação, Pós-graduação, pesquisa e extensão e as respectivas
condições de infra-estrutura.
Nesse aspecto são contemplados os seguintes objetivos:
desenvolver uma atitude positiva, favorecendo a dignificação das funções docente, técnica e administrativa;
despertar em professores e estudantes a conscientização dos fatores determinantes para a qualidade e o sucesso do ensino;
conscientizar o corpo técnico e administrativo de sua responsabilidade como propiciadores de condições para a implementação de
um programa educacional de qualidade;
promover e intensificar uma atitude mais participativa e responsável dos estudantes no desenvolvimento do processo de ensinoaprendizagem;
conceder aos professores elementos que lhes permitam inovar em relação a conteúdos e a métodos de ensino, quando se fizer
necessário; e
incentivar a comunidade a exercer permanente reflexão e autocrítica em relação à sua participação na Faculdade Integração Tietê.
Avaliação por Representantes da FIT e da Comunidade
Este componente compreende o ensino, a pesquisa, a extensão, os serviços administrativos e o relacionamento da FIT com a sociedade. Esta
avaliação é feita por representantes dos diferentes segmentos da Faculdade Integração Tietê e da sociedade, de forma a:
investigar, interna e externamente, o atual nível de intervenção da FIT nos segmentos da sociedade e na comunidade em geral;
levar a comunidade acadêmica e a sociedade em geral a propor sugestões de intervenção na Instituição, manifestando seu grau de
concordância com relação a cada questão, referente ao ensino, à pesquisa, à extensão, à administração e à interação
IES/empresa/sociedade;
identificar dados úteis para um possível redimensionamento da política de desenvolvimento da Faculdade Integração Tietê e de
sua relação com o meio externo; e
coletar dados de eventual apoio à implementação do processo permanente de Avaliação Institucional na FIT.
Avaliação por Ex-Alunos
É previsto um estudo sobre a empregabilidade dos egressos da FIT, estruturado para apoiar a tomada de decisão sobre as revisões curriculares.
Para isso, deve-se:
identificar o perfil pessoal e econômico do egresso;
mapear o perfil do desempenho profissional do egresso;
investigar a natureza da contribuição do curso concluído na FIT para a vida profissional do egresso; e
identificar possíveis expectativas do egresso com relação à FIT.
Avaliação Mediante Diretrizes do MEC
São considerados, no processo de avaliação da FIT, todos os critérios, parâmetros e indicadores estabelecidos pelo MEC em seus documentos
básicos, assim como a filosofia, a fundamentação e a metodologia sugerida pelos referidos programas.
Metodologia
A proposta metodológica para a Avaliação Institucional da FIT envolve, essencialmente, quatro etapas ou fases: conscientização, diagnóstico,
Avaliação Interna ou Auto-avaliação e Avaliação Externa.
Segundo as diretrizes do MEC (SINAES), a Avaliação Interna, ou Auto-avaliação, é uma retrospectiva crítica do trabalho realizado pela
Faculdade, com participação de professores, alunos e funcionários, comparando o diagnóstico técnico com os resultados da Auto-avaliação,
gerando um projeto de desenvolvimento acadêmico com o qual a comunidade universitária se sinta identificada e comprometida.
A Avaliação Externa é uma oportunidade crítica em que sociedades científicas, conselhos profissionais, autoridades patronais, entidades de
trabalhadores, egressos e outras organizações não-governamentais participam do exame da prática universitária visando formular e acompanhar
políticas acadêmicas, administrativas e financeiras.
Em vista de todo este processo, é necessário que se instale e se acione um sistema de coleta de dados e informações qualitativas e quantitativas,
que funcione de forma descentralizada, ágil e precisa, com dados relevantes para efeitos de diagnósticos, controle e auto-conhecimento.
Avaliação Interna ou Auto-Avaliação
A Avaliação Interna ou Auto-avaliação consiste em analisar continuamente o trabalho desenvolvido na FIT com o propósito de, a partir do
conjunto de dados coletados na etapa do diagnóstico, combinados em forma de relatórios e sínteses, tomar decisões sobre como melhorar a
qualidade das atividades que realiza. Tal avaliação pode ser subdividida em dois grandes grupos: a) avaliação de curso; b) avaliação de
disciplina.
a) Avaliação de Curso
A Avaliação de Cursos considera, basicamente, três conjuntos de elementos:

condições: corpo docente; corpo discente; corpo técnico-administrativo; infra-estrutura; perspectiva utilizada na definição e
organização do currículo; perfil profissional e as perspectivas do mercado de trabalho; estágios; efetiva participação de
estudantes em atividades de Iniciação Científica, extensão e monitoria; atratividade do curso e interação com área científica,
técnica e profissional e com a sociedade em geral;
 processos: interdisciplinaridade; formação interdisciplinar; institucionalização; qualidade do corpo docente e sua adequação aos
cursos de Graduação (domínio dos conteúdos, planejamento, comunicação, compromisso com o ensino, pesquisa, extensão,
orientação / supervisão); avaliação da aprendizagem (critérios claros e definidos, relevância dos conteúdos avaliados, variedade
de instrumentos); estágio; interação Faculdade Integração Tietê / sociedade;
 resultados: capacitação global dos concluintes; preparo para exercer funções profissionais (executar atividades-tarefa típicas da
profissão, aperfeiçoar-se continuamente); qualidade do curso (necessidades do mercado do trabalho, atualidade e relevância
técnico-científica dos conteúdos, desempenho em Pós-graduação / cursos típicos da carreira, adequação do currículo às
necessidades futuras); análise comparativa (cursos da mesma área em outras instituições, outros cursos do mesma Faculdade
Integração Tietê).
b) Avaliação de Disciplina
A organização do trabalho pedagógico é avaliada de modo a abranger:
- os objetivos da disciplina, plano de ensino, fontes de consulta / bibliografia, procedimentos didáticos, instrumentos de avaliação,
conteúdo das avaliações, atividades práticas, condições técnicas (recursos humanos e infra-estrutura disponíveis para o
desenvolvimento das disciplinas);
- o desempenho do docente, em relação a clareza, fundamentação, perspectivas divergentes, importância, inter-relação e domínio
dos conteúdos, questionamento, síntese e soluções alternativas;
- o desempenho didático-pedagógico, em relação ao cumprimento de objetivos, à integração de conteúdos, aos procedimentos e
materiais didáticos e bibliografia; e aspectos atitudinais e filosóficos (aspectos éticos, clima livre de tensão e orientação, atitudes
e valores); pontualidade do professor e exigência de pontualidade dos alunos;
- o desempenho discente, expressado pela participação em aula e atividades, formação ética, realização de tarefas, interesse e
presença integral;
- o desempenho técnico-administrativo, expressado pela avaliação individual dos funcionários; e
- o desempenho gerencial da FIT, analisando o trabalho da coordenação de cursos e da direção.
Avaliação Externa
No âmbito institucional, a Avaliação Externa introduz um componente novo e desafiador. Requer, tanto dos avaliadores externos (entidades
governamentais ou não-governamentais) quanto da comunidade acadêmica, capacidade de discriminação, disponibilidade para o diálogo e
sentido de participação.
A Avaliação Externa complementa a Avaliação Interna e baseia-se em:
- Auto-avaliação da FIT; e
- Análise da Comissão Externa.
A Avaliação Externa é realizada por profissionais com alta titulação e/ou experiência relevante, representando os pares acadêmico-científicos,
entidades profissionais de trabalhadores e de empregadores, egressos, associações científicas entre outros. Envolve os seguintes aspectos:
a)
corpo docente: titulação, regime de trabalho, carga didática, produção acadêmica e seu impacto no ensino de Graduação,
rotatividade, endogenia, política de capacitação docente, existência de Pós-graduação e seu benefício à Graduação;
b)
corpo técnico-administrativo: número, capacitação, adequação aos cursos;
c)
corpo discente: oportunidade de pesquisa, bolsas etc.;
d)
infra-estrutura: bibliotecas, laboratórios, escritórios, outros espaços relacionados aos cursos de Graduação;
e)
análise dos currículos dos cursos de Graduação;
f)
mercado de trabalho: situação atual e tendências, frentes alternativas, áreas de trabalho potencial na região de influência da FIT;
g)
outros aspectos: relativos a especificidades institucionais da FIT, da região, e regiões onde atua, inclusive aspectos conjunturais,
tais como padrões salariais e greves que possam afetar a motivação e o desempenho de estudantes e professores; e
h)
estudos de acompanhamento de egressos.
Periodicidade da Avaliação Institucional
O processo de Avaliação Institucional da Faculdade Integração Tietê será implantado já no seu 1º semestre de funcionamento e será repetido com
a periodicidade semestral e o seu resultado discutido entre toda a comunidade acadêmica.
MODELO INICIAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
(Auto-Avaliação)
AUTO-AVALIAÇÃO DO ALUNO
(Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
Questões
Freqüento diariamente as aulas?
Cumpro os horários das aulas?
Complemento minha formação com leituras extra-classe?
Realizo as atividades solicitadas nas disciplinas?
Participo ativamente das aulas?
Participo das atividades complementares promovidas pelo
curso (palestras, seminários, simpósios etc.)?
Mantenho postura adequada em sala de aula (disciplinada,
atenta, respeitosa e participativa), colaborando para o bom
andamento das atividades propostas?
Contribuo para evitar e/ou resolver conflitos?
9
8
7
6
5
4
3
2
1
CONDIÇÕES DE OFERTA DO CURSO NA VISÃO DO ALUNO
(Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
Questões
9
8
7
6
5
4
3
2
1
O ambiente físico da sala de aula (móveis, espaço,
iluminação, ventilação) favorece o processo de ensino e
aprendizagem?
Os laboratórios são apropriados às necessidades da formação
profissional do acadêmico?.
Os recursos auxiliares para as aulas (data show, retro projetor,
TV, vídeo, DVD etc.) atendem às necessidades do curso?
A quantidade de títulos existentes na biblioteca atende às
necessidades do curso?
A quantidade de volumes por títulos existentes na biblioteca
atende às necessidades do curso?
A quantidade de periódicos existentes na biblioteca atende às
necessidades do curso?
Os serviços de internet disponibilizados pela instituição
atendem às necessidades acadêmicas?
Os serviços terceirizados da foto copiadora oferecem um
trabalho de qualidade?
Os serviços terceirizados da lanchonete oferecem um trabalho
de qualidade?
DESEMPENHO DOS PROFESSORES NA VISÃO DOS ALUNOS
(Atribua para cada professor(a) conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
Questões
Possui sólido conhecimento da disciplina que leciona?
Apresenta seqüência e organização nas aulas?
Discute, no início do semestre letivo, o Plano de
Ensino da disciplina e apresenta o RA (cronograma
detalhado das aulas)?
Desenvolve o conteúdo da disciplina relacionando-o à
prática?
Mantém um bom relacionamento com a turma?
Estimula a participação dos alunos nas aulas?
Desenvolve aulas dinâmicas e faz uso de diferentes
metodologias e técnicas de ensino?
Utiliza instrumentos diversificados para ava-liação da
aprendizagem (provas, trabalhos, pesquisas etc.),
apresentando os critérios que serão avaliados?
Analisa, com os alunos, os resultados da avaliação da
aprendizagem?
Relaciona a disciplina com o projeto peda-gógico do
curso?
Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à
formação dos alunos?
Incentiva a participação do aluno em projetos de
pesquisa e de extensão à comunidade?
Busca contribuir para a construção de um bom
ambiente de trabalho, em que prepondere um clima de
harmonia, disciplina e respeito entre todos os
integrantes da comunidade acadêmica da FIT
(funcionários administrativos, estudantes, professores e
equipe pedagógica)?
Contribui para evitar e/ou resolver conflitos?
DESEMPENHO DO COORDENADOR NA VISÃO DO ALUNO
Questões
Mantém um bom relacionamento com os alunos?
Mantém um bom atendimento aos alunos (orienta, tira
dúvidas e busca auxiliar na resolução de problemas)?
Busca promover uma aproximação dos alunos com o
mercado de trabalho?
Estimula os alunos a apreciarem o curso e busca
mantê-los informados acerca da impor-tância da
profissão e de sua função social?
Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à
formação dos alunos?
Incentiva a participação dos alunos em proje-tos de
pesquisa, extensão à comunidade e/ou em atividades
complementares?
Busca promover estágios ou monitorias voluntárias?
Busca contribuir para a construção de um bom
ambiente de trabalho, em que prepondere um clima de
harmonia, disciplina e respeito entre todos os
integrantes da comunidade acadêmica da FIT
(funcionários administrativos, estudantes, professores e
equipe pedagógica)?
Contribui para evitar e/ou resolver conflitos?
Questões
Mantém um bom relacionamento com os alunos?
Mantém um bom atendimento aos alunos (orienta, tira
dúvidas e busca auxiliar na resolução de problemas)?
Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à
formação dos alunos?
Busca representar a Instituição com seriedade e
competência junto à sociedade, a autoridades e aos
diferentes órgãos colegiados da Faculdade?
Busca contribuir para a construção de um bom
ambiente de trabalho, em que prepondere um clima de
harmonia, disciplina e respeito entre todos os
9
(Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
8
7
6
5
4
3
2
1
9
DESEMPENHO DO DIRETOR NA VISÃO DO ALUNO
(Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
8
7
6
5
4
3
2
1
integrantes da comunidade acadêmica da FIT
(funcionários administrativos, estudantes, professores e
equipe pedagógica)?
Contribui para evitar e/ou resolver conflitos?
AUTO-AVALIAÇÃO DO PROFESSOR
Questões
Possuo sólido conhecimento da disciplina que leciono?
Apresento seqüência e organização nas aulas?
Discuto, no início do semestre letivo, o Plano de
Ensino da disciplina e apresenta o RA (cronograma
detalhado das aulas)?
Desenvolvo o conteúdo da disciplina relacionando-o à
prática?
Mantenho um bom relacionamento com a turma?
Estimulo a participação dos alunos nas aulas?
Desenvolvo aulas dinâmicas, fazendo uso de diferentes
metodologias e técnicas de ensino?
Utilizo instrumentos diversificados para avaliação da
aprendizagem (provas, trabalhos, pesquisas etc.),
apresentando os critérios que serão avaliados?
Analiso, com os alunos, os resultados da avaliação da
aprendizagem?
Relaciono a disciplina com o projeto pedagógico do
curso?
Apresento uma postura ética, servindo como exemplo à
formação dos alunos?
Incentivo a participação do aluno em projetos de
pesquisa e de extensão à comunidade?
Contribuo para evitar e/ou resolver conflitos?
Questões
O ambiente físico da sala de aula (móveis, espaço,
iluminação, ventilação) favorece o processo de ensino
e aprendizagem?
Os laboratórios são apropriados às necessidades da
formação profissional do acadêmico?.
Os recursos auxiliares para as aulas (datashow, retro
projetor, TV, vídeo, DVD etc.) atendem às
necessidades do curso?
9
(Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
8
7
6
5
4
3
2
1
CONDIÇÕES DE OFERTA DO CURSO NA VISÃO DO PROFESSOR
(Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
9
8
7
6
5
4
3
2
1
A quantidade de títulos existentes na biblioteca atende
às necessidades do curso?
A quantidade de volumes por títulos existentes na
biblioteca atende às necessidades do curso?
A quantidade de periódicos existentes na biblioteca
atende às necessidades do curso?
Os serviços de internet disponibilizados pela instituição
atendem às necessidades acadêmicas?
Os serviços terceirizados da foto copiadora oferecem
um trabalho de qualidade?
Os serviços terceirizados da lanchonete oferecem um
trabalho de qualidade?
Questões
AVALIAÇÃO DA(S) TURMA(S) PELO PROFESSOR
(Atribua para cada turma conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
Curso
Curso
Curso
Curso
Curso
Curso
Turma
Turma
Turma
Turma
Turma
Turma
Freqüenta diariamente as aulas?
Cumpre os horários das aulas?
Complementa seus estudos com leituras extra-classe?
Realiza as atividades solicitadas nas disciplinas?
Participa ativamente das aulas?
Participa das atividades complementares promovidas
pelo curso (palestras, seminários, simpósios etc.)?
Mantém postura adequada em sala de aula
(disciplinada, atenta, respeitosa e participativa),
colaborando para o bom andamento das atividades
propostas?
Questões
Mantém um bom relacionamento com os professores?
DESEMPENHO DO COORDENADOR NA VISÃO DO PROFESSOR
(Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
9
8
7
6
5
4
3
2
1
Mantém um bom atendimento aos professores (orienta,
tira dúvidas e busca auxiliar na resolução de
problemas)?
Encaminha as principais diretrizes da FIT para a
execução do trabalho docente?
Busca promover a integração de disciplinas e
professores?
Promove reuniões periódicas?
Busca analisar o projeto pedagógico do curso nas
reuniões de Colegiado?
Busca contribuir para a construção de um bom
ambiente de trabalho, em que prepondere um clima de
harmonia, disciplina e respeito entre todos os
integrantes da comunidade acadêmica da FIT
(funcionários administrativos, estudantes, professores e
equipe pedagógica)?
Contribui para evitar e/ou resolver conflitos?
Questões
Mantém um bom relacionamento com os professores?
Mantém um bom atendimento aos professores (orienta,
tira dúvidas e busca auxiliar na resolução de
problemas)?
Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à
formação dos alunos?
Busca representar a Instituição com seriedade e
competência junto à sociedade, a auto-ridades e aos
diferentes órgãos colegiados da Faculdade?
Busca contribuir para a construção de um bom
ambiente de trabalho, em que prepon-dere um clima de
harmonia, disciplina e respeito entre todos os
integrantes da comunidade acadêmica da FIT
(funcionários administrativos, estudantes, professores e
equipe pedagógica)?
Contribui para evitar e/ou resolver conflitos?
DESEMPENHO DO DIRETOR NA VISÃO DO PROFESSOR
(Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
9
8
7
6
5
4
3
2
1
AUTO-AVALIAÇÃO DO COORDENADOR
(Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
Questões
9
8
7
6
5
Mantenho um bom relacionamento com os alunos?
Mantenho um bom atendimento aos alunos (oriento, tiro
dúvidas e busco auxiliar na resolução de problemas)?
Busco promover uma aproximação dos alunos com o
mercado de trabalho?
Estimulo os alunos a apreciarem o curso e busco mantêlos informados acerca da importância da profissão e de
sua função social?
Apresento uma postura ética, servindo como exemplo à
formação dos alunos?
Incentivo a participação dos alunos em projetos de
pesquisa, extensão à comunidade e/ou em atividades
complementares?
Busco promover estágios ou monitorias voluntárias?
Mantenho um bom relacionamento com os professores?
Mantenho um bom atendimento aos professores (oriento,
tiro dúvidas e busco auxiliar na resolução de problemas)?
Encaminho as principais diretrizes da FIT para a
execução do trabalho docente?
Busco promover a integração de disciplinas e
professores?
Promovo reuniões periódicas?
Busco analisar o projeto pedagógico do curso nas
reuniões de Colegiado?
Mantenho a Direção informada acerca do andamento do
curso, das principais atividades desenvolvidas e dos
problemas encontrados no dia-a-dia que podem
prejudicar o bom andamento do curso?
Supervisiono o comportamento dos alunos internamente e
externamente nas atividades programadas pela FIT?
Verifico a entrega dos Planos de Aula e RA?
Analiso e discuto com os professores os Planos de Aula e
RA (conteúdo e organização), aprovando-os no
Colegiado do Curso?
Verifico o cumprimento dos Planos de Aula e RA?
Sugiro contratação e/ou demissão de professores com
base em argumentações bem fundamentadas?
Avalio permanentemente o trabalho desenvolvido pelos
professores em sala de aula?
Avalio permanentemente a postura do professor e seu
empenho para a manutenção da disciplina em sala de
aula?
Acompanho o comportamento dos professores em relação
à assiduidade e pontualidade?
Busco estabelecer parcerias e intercâmbios com outras
instituições?
Busco implementar atividades extracurriculares,
complementares e de pesquisa?
Busco participar de congressos, palestras, seminários etc.
cujos temas sejam de interesse do curso e/ou da FIT?
Busco divulgar, respeitar, aplicar, orientar e zelar pelo
cumprimento das diretrizes recebidas da Direção e/ou da
Mantenedora?
Contribuo para evitar e/ou resolver conflitos?
4
CONDIÇÕES DE OFERTA DO CURSO NA VISÃO DO COORDENADOR
3
2
1
Questões
O ambiente físico da sala de aula (móveis, espaço,
iluminação, ventilação) favorece o processo de ensino e
aprendizagem?
Os laboratórios são apropriados às necessidades da
formação profissional do acadêmico?.
Os recursos auxiliares para as aulas (datashow, retro
projetor, TV, vídeo, DVD etc.) atendem às necessidades
do curso?
A quantidade de títulos existentes na biblioteca atende às
necessidades do curso?
A quantidade de volumes por títulos existentes na
biblioteca atende às necessidades do curso?
A quantidade de periódicos existentes na biblioteca
atende às necessidades do curso?
Os serviços de internet disponibilizados pela instituição
atendem às necessidades acadêmicas?
Os serviços terceirizados da foto copiadora oferecem um
trabalho de qualidade?
Os serviços terceirizados da lanchonete oferecem um
trabalho de qualidade?
9
8
7
6
5
4
3
2
AVALIAÇÃO DA(S) TURMA(S) PELO COORDENADOR
(Atribua para cada turma conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
Questões
9
8
7
6
5
4
3
2
Freqüenta diariamente as aulas?
Cumpre os horários das aulas?
Complementa seus estudos com leituras extra-classe?
Realiza as atividades solicitadas nas disciplinas?
Participa ativamente das aulas?
Participa das atividades complementares promovidas pelo
curso (palestras, seminários, simpósios etc.)?
Mantém postura adequada em sala de aula (disciplinada,
atenta, respeitosa e participativa), colaborando para o
bom andamento das atividades propostas?
1
1
DESEMPENHO DOS PROFESSORES NA VISÃO DO COORDENADOR
(Atribua para cada professor(a) conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
Questões
Prof Prof Prof Prof Prof Prof Prof Prof Prof
Possui sólido conhecimento da disciplina que leciona?
Apresenta seqüência e organização nas aulas?
Discute, no início do semestre letivo, o Plano de Ensino
da disciplina e apresenta o RA (cronograma detalhado
das aulas)?
Desenvolve o conteúdo da disciplina relacionando-o à
prática?
Mantém um bom relacionamento com a turma?
Estimula a participação dos alunos nas aulas?
Desenvolve aulas dinâmicas e faz uso de diferentes
metodologias e técnicas de ensino?
Utiliza instrumentos diversificados para avaliação da
aprendizagem (provas, trabalhos, pesquisas etc.),
apresentando os critérios que serão avaliados?
Analisa, com os alunos, os resultados da avaliação da
aprendizagem?
Relaciona a disciplina com o projeto pedagógico do
curso?
Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à
formação dos alunos?
Incentiva a participação do aluno em projetos de pesquisa
e de extensão à comunidade?
Busca contribuir para a construção de um bom ambiente
de trabalho, em que prepondere um clima de harmonia,
disciplina e respeito entre todos os integrantes da
comunidade acadêmica da FIT (funcionários
administrativos, estudantes, professores e equipe
pedagógica)?
Contribui para evitar e/ou resolver conflitos?
DESEMPENHO DO DIRETOR NA VISÃO DO COORDENADOR
(Atribua para cada professor(a) conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
Questões
9
8
7
6
5
4
3
2
1
Mantém um bom relacionamento com os alunos?
Mantém um bom atendimento aos alunos (orienta, tira
dúvidas e busca auxiliar na resolução de problemas)?
Mantém um bom relacionamento com os professores?
Mantém um bom atendimento aos professores (orienta,
tira dúvidas e busca auxiliar na resolução de problemas)?
Mantém um bom relacionamento com os Coordenadores?
É predisposto a atender aos Coordenadores para orientálos, tirar dúvidas e auxiliar na resolução de problemas?
Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à
formação dos alunos?
Busca representar a Instituição com seriedade e
competência junto à sociedade, a autoridades e aos
diferentes órgãos colegiados da Faculdade?
Contribui para a construção de um bom ambiente de
trabalho, em que prepondere um clima de harmonia,
disciplina e respeito entre todos os integrantes da
comunidade
acadêmica
da
FIT
(funcionários
administrativos, estudantes, professores e equipe
pedagógica)?
Apresenta as principais diretrizes da FIT para a execução
do trabalho dos coordenadores, visando criar
procedimentos comuns a todos os cursos, ressalvadas
suas diferenças inerentes?
Busca promover a integração entre os coordenadores?
Promove reuniões periódicas?
Confere autonomia para o coordenador desenvolver o seu
trabalho?
Costuma consultar aos coordenadores e solicitar
sugestões antes das tomadas de decisões?
Supervisiona (discretamente) o comportamento de alunos
e professores e busca informar aos coordenadores sempre
que algo lhe chama a atenção, para que o Coordenador
possa tomar as devidas providências?
Verifica junto aos coordenadores a entrega dos Planos de
Aula e RA de seus professores?
Busca manter-se informado sobre o andamento dos
cursos, desempenho dos professores e dificuldades
cotidianas?
Analisa junto aos coordenadores as necessidades de
contratação e/ou demissão de professores para
encaminhar sugestões à Mantenedora?
Acompanha o comportamento dos professores em relação
à assiduidade, pontualidade e postura?
Busca divulgar, respeitar, aplicar, orientar e zelar pelo
cumprimento das diretrizes recebidas da Mantenedora?
Apresenta à Mantenedora as necessidades de cada curso
(informadas pelos coordenadores) e traz um feedback?
Apresenta aos coordenadores as limitações orçamentárias
informadas pela Mantenedora para que todos possam
fazer as adequações necessárias para a execução de suas
atividades?
Contribui para evitar e/ou resolver conflitos?
AUTO-AVALIAÇÃO DO DIRETOR
(Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
Questões
9
8
7
6
5
Mantenho um bom relacionamento com os alunos?
Mantenho um bom atendimento aos alunos (oriento, tiro
dúvidas e busco auxiliar na resolução de problemas)?
Mantenho um bom relacionamento com os professores?
Mantenho um bom atendimento aos professores (oriento,
tiro dúvidas e busco auxiliar na resolução de problemas)?
Mantenho um bom relacionamento com os Coordenadores?
Sou predisposto a atender aos Coordenadores para orientálos, tirar dúvidas e auxiliar na resolução de problemas?
Apresento uma postura ética, servindo como exemplo à
formação dos alunos?
Busca representar a Instituição com seriedade e
competência junto à sociedade, a autoridades e aos
diferentes órgãos colegiados da Faculdade?
Contribuo para a construção de um bom ambiente de
trabalho, em que prepondere um clima de harmonia,
disciplina e respeito entre todos os integrantes da
comunidade
acadêmica
da
FIT
(funcionários
administrativos, estudantes, professores e equipe
pedagógica)?
Apresento as principais diretrizes da FIT para a execução
do trabalho dos coordenadores, visando criar procedimentos
comuns a todos os cursos, ressalvadas suas diferenças
inerentes?
Busco promover a integração entre os coordenadores?
Promovo reuniões periódicas?
Confiro autonomia para o coordenador desenvolver o seu
trabalho?
Costumo consultar aos coordenadores e solicitar sugestões
antes das tomadas de decisões?
Supervisiono (discretamente) o comportamento de alunos e
professores e busco informar aos coordenadores sempre que
algo me chama a atenção, para que o Coordenador possa
tomar as devidas providências?
Verifico junto aos coordenadores a entrega dos Planos de
Aula e RA de seus professores?
Busco manter-me informado sobre o andamento dos cursos,
desempenho dos professores e dificuldades cotidianas?
Analiso junto aos coordenadores as necessidades de
contratação e/ou demissão de professores para encaminhar
sugestões à Mantenedora?
Acompanho o comportamento dos professores em relação à
assiduidade, pontualidade e postura?
Busco divulgar, respeitar, aplicar, orientar e zelar pelo
cumprimento das diretrizes recebidas da Mantenedora?
Apresento à Mantenedora as necessidades de cada curso
(informadas pelos coordenadores) e trago um feedback?
Apresento aos coordenadores as limitações orçamentárias
informadas pela Mantenedora para que todos possam fazer
as adequações necessárias para a execução de suas
atividades?
Contribuo para evitar e/ou resolver conflitos?
4
3
2
CONDIÇÕES DE OFERTA DO CURSO NA VISÃO DO DIRETOR
(Atribua para cada turma conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
Questões
9
8
7
6
5
4
3
2
1
1
O ambiente físico da sala de aula (móveis, espaço,
iluminação, ventilação) favorece o processo de ensino e
aprendizagem?
Os laboratórios são apropriados às necessidades da
formação profissional do acadêmico?.
Os recursos auxiliares para as aulas (datashow, retro
projetor, TV, vídeo, DVD etc.) atendem às necessidades do
curso?
A quantidade de títulos existentes na biblioteca atende às
necessidades do curso?
A quantidade de volumes por títulos existentes na biblioteca
atende às necessidades do curso?
A quantidade de periódicos existentes na biblioteca atende
às necessidades do curso?
Os serviços de internet disponibilizados pela instituição
atendem às necessidades acadêmicas?
Os serviços terceirizados da foto copiadora oferecem um
trabalho de qualidade?
Os serviços terceirizados da lanchonete oferecem um
trabalho de qualidade?
AVALIAÇÃO DAS TURMAS PELO DIRETOR
(Atribua para cada turma conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
Questões
9
8
7
6
5
4
3
2
Freqüenta diariamente as aulas?
Cumpre os horários das aulas?
Complementa seus estudos com leituras extra-classe?
Realiza as atividades solicitadas nas disciplinas?
Participa ativamente das aulas?
Participa das atividades complementares promovidas pelo
curso (palestras, seminários, simpósios etc.)?
Mantém postura adequada em sala de aula (disciplinada,
atenta, respeitosa e participativa), colaborando para o bom
andamento das atividades propostas?
1
DESEMPENHO DOS PROFESSORES NA VISÃO DO DIRETOR
(Atribua para cada professor(a) conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo)
Questões
Possui sólido conhecimento da disciplina que leciona?
Apresenta seqüência e organização nas aulas?
Discute, no início do semestre letivo, o Plano de Ensino da
disciplina e apresenta o RA (cronograma detalhado das
aulas)?
Desenvolve o conteúdo da disciplina relacionando-o à
prática?
Mantém um bom relacionamento com a turma?
Estimula a participação dos alunos nas aulas?
Desenvolve aulas dinâmicas e faz uso de diferentes
metodologias e técnicas de ensino?
Utiliza instrumentos diversificados para avaliação da
aprendizagem (provas, trabalhos, pesquisas etc.),
apresentando os critérios que serão avaliados?
Analisa, com os alunos, os resultados da avaliação da
aprendizagem?
Relaciona a disciplina com o projeto pedagógico do curso?
Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à
formação dos alunos?
Incentiva a participação do aluno em projetos de pesquisa e
de extensão à comunidade?
Prof
Prof
Prof
Prof
Prof
Prof
Prof
Prof
Prof
Busca contribuir para a construção de um bom ambiente de
trabalho, em que prepondere um clima de harmonia,
disciplina e respeito entre todos os integrantes da
comunidade acadêmica da FIT (funcionários
administrativos, estudantes, professores e equipe
pedagógica)?
Contribui para evitar e/ou resolver conflitos?
DESEMPENHO DO COORDENADOR NA VISÃO DO DIRETOR
(Atribua para cada coordenador (a) conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo).
Questões
C/I
C/II
C/III
C/IV
C/V
C/VI
C/VII C/VIII
Mantém um bom relacionamento com os alunos?
Mantém um bom atendimento aos alunos (orienta,
tira dúvidas e busca auxiliar na resolução de
problemas)?
Busca promover uma aproximação dos alunos com o
mercado de trabalho?
Estimula os alunos a apreciarem o curso e busca
mantê-los informados acerca da importância da
profissão e de sua função social?
Apresenta uma postura ética, servindo como
exemplo à formação dos alunos?
Incentiva a participação dos alunos em projetos de
pesquisa, extensão à comunidade e/ou em atividades
complementares?
Busca promover estágios ou monitorias voluntárias?
Mantém um bom relacionamento com os
professores?
Mantém um bom atendimento aos professores
(orienta, tira dúvidas e busca auxiliar na resolução de
problemas)?
Encaminha as principais diretrizes da FIT para a
execução do trabalho docente?
Busca promover a integração de disciplinas e
professores?
Promove reuniões periódicas?
Busca analisar o projeto pedagógico do curso nas
reuniões de Colegiado?
Mantém a Direção informada acerca do andamento
do curso, das principais atividades desenvolvidas e
dos problemas encontrados no dia-a-dia que podem
prejudicar o bom andamento do curso?
Supervisiona o comportamento dos alunos
internamente e externamente nas atividades
programadas pela FIT?
Verifica a entrega dos Planos de Aula e RA?
Analisa e discute com os professores os Planos de
Aula e RA (conteúdo e organização), aprovando-os
no Colegiado do Curso?
Verifica o cumprimento dos Planos de Aula e RA?
Sugere contratação e/ou demissão de professores
com base em argumentações bem fundamentadas?
Avalia permanentemente o trabalho desenvolvido
pelos professores em sala de aula?
Avalia permanentemente a postura do professor e seu
empenho para a manutenção da disciplina em sala de
aula?
Acompanha o comportamento dos professores em
relação à assiduidade e pontualidade?
Busca estabelecer parcerias e intercâmbios com
outras instituições?
Busca implementar atividades extracurriculares,
complementares e de pesquisa?
Busca participar de congressos, palestras, seminários
etc. cujos temas sejam de interesse do curso e/ou da
FIT?
Busca divulgar, respeitar, aplicar, orientar e zelar
pelo cumprimento das diretrizes recebidas da
Direção e/ou da Mantenedora?
Contribui para evitar e/ou resolver conflitos?
Formas de participação da comunidade acadêmica, técnica e administrativa,
incluindo a atuação da Comissão Própria de Avaliação – CPA, em
conformidade com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior –
SINAES
Formas de Participação do Corpo Discente na Avaliação Institucional
Cada classe indicará dois estudantes (um representante de classe e um suplente) para
representá-la na Coordenação em todo e qualquer assunto que vise o interesse do grupo
e/ou a melhoria do curso. O representante de classe deve ser porta-voz das dificuldades
e solicitações coletivas dos colegas e participará do processo de discussão dos
resultados da Avaliação Institucional.
Para estimular o corpo discente a responder aos instrumentos utilizados para a
Avaliação Institucional, todos os semestres serão realizados trabalhos de
conscientização junto aos estudantes, nas chamadas Semanas de Estudos de todos os
cursos. Durante tais eventos, será esclarecido que o projeto de Avaliação Institucional
visa, acima de tudo, fazer com que o estudante da Faculdade Integração Tietê passe a
ocupar o lugar de parceiro, de sujeito do seu processo de aprendizagem, por meio de
iniciativas organizadas e de cunho coletivo como essa.
Com o trabalho de conscientização espera-se atingir o objetivo de mostrar a relevância e
seriedade da Avaliação Institucional, de tal forma que o estudante responda ao
questionário de forma construtiva e responsável.
Formas de Participação do Corpo Docente
na Avaliação Institucional
Além da participação direta, respondendo aos questionários e dos professores membros
da CPA – Comissão Própria de Avaliação, todo Colegiado de Curso deverá eleger dois
professores (um titular e um suplente) para acompanhar os trabalhos da CPA e manter
os demais professores atualizados dos resultados alcançados em cada etapa da
Avaliação Institucional.
Formas de Participação do Corpo Técnico-Administrativo
na Avaliação Institucional
Além da participação direta, respondendo aos questionários e dos profissionais técnicoadministrativos que compõem a CPA – Comissão Própria de Avaliação, todo Setor de
Apoio deverá eleger dois profissionais (um titular e um suplente) para acompanhar os
trabalhos da CPA e manter os demais colegas atualizados dos resultados alcançados em
cada etapa da Avaliação Institucional.
6.3.
Formas de utilização dos resultados das avaliações
Relatórios
O desenvolvimento do processo de Avaliação Institucional dos cursos de Graduação é
consubstanciado nos seguintes relatórios básicos:
- relatório sintético de diagnóstico, a partir do exame da realidade nas diferentes
unidades, como diretorias, departamentos, segmentos e serviços;
- relatório de consolidação dos resultados da Avaliação Interna e da Avaliação
Externa;
- relatório sintético da Avaliação Institucional;
- relatório financeiro; e
- relatório final do Processo de Avaliação Institucional.
Divulgação
Os resultados parciais e finais, sob a forma de relatórios conclusivos, são objeto de
divulgação plena, tanto para a comunidade interna como para a comunidade externa ou
órgãos oficiais de Governo, sempre que for o caso, observada a questão da pertinência
ou conveniência, quer no seu conteúdo integral, ou sob a forma de artigos sobre temas
específicos publicados de modo próprio, ou em revista ou periódicos especializados, a
critério da Comissão de Avaliação Institucional e da Administração Superior da FIT.
Realimentação
As conclusões finais do processo de avaliação de natureza institucional serão utilizadas
tanto para alimentação permanente do processo de tomada de decisão, quanto para
avaliar e realimentar o próprio processo de Avaliação Institucional.
A FIT, reafirmando seus compromissos permanentes com a qualidade do ensino que
pretende oferecer e com a comunidade a que buscará servir, fará da Avaliação
Institucional uma atividade permanente.
Auto-Avaliação da Faculdade Integração Tietê
Na prática, a avaliação ganhará uma forma de ciclo de tal maneira que os resultados
alcançados com a avaliação da aprendizagem, a avaliação de curso e a avaliação
institucional de caráter interno e de caráter externo, somadas à meta-avaliação
permitirão a formulação de diagnósticos confiáveis e um aperfeiçoamento constante do
PDI e dos Projetos Pedagógicos dos cursos oferecidos.
A avaliação da aprendizagem, por exemplo, colocará à disposição um conjunto de
procedimentos formalmente estabelecidos e incorporados pelos discentes e docentes. A
Avaliação Institucional Interna ou Auto-Avaliação possuirá um instrumento de coleta de
materiais e de ensaios que permitirão seu aperfeiçoamento na direção da conquista de
maiores níveis de aprofundamento e ampliação. Por isso, espera-se que o material
resultante da avaliação permitirá à comunidade acadêmica uma visão de conjunto
segura da Faculdade Integração Tietê, da gestão, dos processos, das ações
administrativas e pedagógicas e dos resultados conquistados.
Enfim, os resultados alcançados no conjunto da Avaliação Institucional (Interna,
Externa e Meta-Avaliação) servirão para aperfeiçoar todo o processo de avaliação
existente na Faculdade Integração Tietê. Dessa forma, buscar-se-á um aperfeiçoamento
contínuo do discurso e das ações que traduzem a preocupação com a qualidade
educacional.
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Engenharia de Produção - Faculdade Integração Tietê FIT