Mantenedora SOCIEDADE EDUCACIONAL SANTO EXPEDITO LTDA. Mantida FACULDADE INTEGRAÇÃO TIETÊ – FIT COMPLEMENTO DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO ENGENHARIA DE PRODUÇÃO BACHARELADO e DETALHAMENTO DA MATRIZ CURRICULAR Tietê/São Paulo PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Introdução O termo Projeto Pedagógico foi assumido pela ABENGE (Associação Brasileira de Ensino de Engenharia), principalmente a partir dos Seminários do PAEPE (Programa de Apoio ao Ensino e a Pesquisa em Engenharia) que foram realizados no período de julho a setembro de 2002. Estes Seminários foram organizados pela ABENGE e financiados pela SESU (Secretaria de Ensino Superior do MEC) em diferentes pontos do país através das seis coalizões regionais de instituições de ensino de engenharia. Conforme disposto no Relatório Geral destes Seminários, encaminhado pela diretoria da ABENGE, “os principais objetivos do PAEPE são dar suporte à elaboração de projetos pedagógicos que possibilitem a reestruturação curricular e a adequação da infra-estrutura dos Cursos de Engenharia do País”. A Engenharia de Produção Definição e Conceituação Adota-se como base para este Projeto Pedagógico a definição e conceituação de Engenharia de Produção da ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção), entidade que congrega estudantes, profissionais, professores e cursos de graduação e pós-graduação relacionados à Engenharia de Produção de todo o País. A referência principal é o documento “Engenharia de Produção: Grande Área e Diretrizes Curriculares” que se baseia nas definições do IIIE (International Institute of Industrial Engineering). A primeira versão deste documento foi elaborada nas reuniões do Grupo de Trabalho de Graduação em Engenharia de Produção realizadas no XVII ENEGEP (Encontro Nacional de Engenharia de Produção) realizado em Gramado/RS de 6 a 9 de outubro de 1997, organizado pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Este documento foi integralizado no III ENCEP (Encontro de Coordenadores de Cursos de Engenharia de Produção) realizado em Itajubá de 27 a 29 de abril de 1998, organizado pela EFEI (Escola Federal de Engenharia de Itajubá). Este documento ainda foi aprimorado no ENCEP 2001 realizado em Penedo/RJ de 09 a 11 de maio de 2001, que foi organizado pela UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). O citado documento “Engenharia de Produção: Grande Área e Diretrizes Curriculares” estabelecem como campo da Engenharia de Produção: “Compete à Engenharia de Produção o projeto, a modelagem, a implantação, a operação, a manutenção e a melhoria de sistemas produtivos integrados de bens e serviços, envolvendo homens, recursos financeiros e materiais, tecnologia, informação e energia. Compete ainda especificar, prever e avaliar os resultados obtidos destes sistemas para a sociedade e o meio ambiente, recorrendo a conhecimentos especializados da matemática, física, ciências humanas e sociais, conjuntamente com os princípios e métodos de análise e projeto da engenharia”. “Produzir é mais que simplesmente utilizar conhecimento científico e tecnológico. É necessário integrar fatores de naturezas diversas, atentando para critérios de qualidade, produtividade, custos e responsabilidade social, entre outros. A Engenharia de Produção, ao voltar a sua ênfase para características de produtos (bens e/ou serviços) e de sistemas produtivos, vincula-se fortemente com as idéias de projetar e viabilizar produtos e sistemas produtivos, planejar a produção, produzir e distribuir produtos que a sociedade valoriza. Essas atividades, tratadas em profundidade e de forma integrada pela Engenharia de Produção, são fundamentais para a elevação da qualidade de vida e da competitividade do país”. A Engenharia de Produção como área do conhecimento A ABEPRO, ainda no mesmo documento, “Engenharia de Produção: Grande Área e Diretrizes Curriculares”, define como sub-áreas da Engenharia de Produção: 1 - Gerência de Produção 2 - Qualidade 3 - Gestão Econômica 4 - Ergonomia e Segurança do Trabalho 5 - Engenharia do Produto 6 - Pesquisa Operacional 7 - Estratégia e Organizações 8 - Gestão da Tecnologia 9 - Sistemas de Informação 10 - Gestão Ambiental 11- Educação em Engenharia Este conjunto de sub-áreas, exceto a 11a, está integralmente contemplado na Resolução CNE/CES 11/2002 que “Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia”, na forma de conteúdos profissionalizantes e devem constituir o núcleo de conteúdos profissionalizante de todos os cursos de Engenharia de Produção. Cursos de Engenharia de Produção do País São considerados cursos de Engenharia de Produção aqueles que atendem às atuais diretrizes curriculares em termos de conteúdos básicos e que contemplem os conteúdos profissionalizantes. Estes cursos podem ainda possuir uma ênfase a partir de uma base tecnológica clássica (mecânica, civil, elétrica, química, etc.) ou que atenda a um setor ou ramo produtivo, desde que seja coerente com os seus objetivos e atenda à legislação em vigor. Houve um aumento significativo de número de cursos de Engenharia de Pro na década de 90. Na primeira metade da década de 90, havia cerca de 35 cursos de Engenharia de Produção, sendo a maioria com ênfase em alguma base tecnológica clássica. Na segunda metade da década de 90 houve um crescimento do número de cursos, sendo que a maioria dos novos cursos foi criado como cursos de Engenharia de Produção, sem ênfase, segundo a base de dados da ABEPRO. Bases Legais O presente Projeto Pedagógico enquadra-se na atual LDB (Lei No 9394 de 20 de dezembro de 1996) que “estabelece as diretrizes e bases da educação nacional” com atenção especial para o artigo 43 (finalidades da educação superior) que tem balizado as ações empreendidas no curso. A Resolução CNE/CES 11/2002 O dispositivo que norteia este Projeto Pedagógico é a Resolução CNE/CES 11/2002 que, em síntese, dispõe, entre outros, sobre: princípios, fundamentos, condições e procedimentos da formação em engenharia; desenvolvimento e avaliação dos projetos pedagógicos; perfil do formando, egresso ou profissional de engenharia; competências e habilidades gerais para a formação em engenharia. Dispõem ainda que o curso deve possuir, entre outros: um projeto pedagógico; trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, sendo que pelo menos um desses deverá se constituir em atividade obrigatória como requisito para a graduação; atividades complementares (iniciação científica, visitas técnicas, etc.); um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos específicos que caracterizem a modalidade; núcleo de conteúdos básicos com cerca de 30% da carga horária mínima; núcleo de conteúdos profissionalizantes com cerca de 15% de carga horária mínima; núcleo de conteúdos específicos que se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes; carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir 160 (cento e sessenta) horas. Caracterização Geral do Município de Tietê O município de Tietê está situado no médio baixo curso do Rio Tietê, numa região fisiográfica chamada Depressão Periférica do Estado de São Paulo, com área de 396 km². A zona urbana compreende uma superfície de 50 km² e a zona rural 346 km², sendo seus limites de município: ao norte com Piracicaba, Saltinho e Rio das Pedras; ao sul com Cerquilho e Boituva; ao leste com Rafard, Porto Feliz e Mombuca e ao oeste com Jumirim e Laranjal Paulista. O município de Tietê pertence à Região Administrativa de Sorocaba, mas está na fronteira da Região Administrativa de Campinas, o que faz com que haja um número muito grande de municípios no seu entorno, cuja região conta com uma excelente malha rodoviária, o que torna relativa a distância entre esses municípios. Elaborando uma circunferência, com um raio de 60 quilômetros em volta de Tietê, chega-se a um número surpreendente de habitantes e de estudantes matriculados no ensino médio, conforme demonstram os dados apresentados a seguir. MUNICÍPIOS POPULAÇÃO Alambari Alumínio Angatuba Anhembi Araçariguama Araçoiaba da Serra Bofete Capela do Alto Cerquilho Cesário Lange Conchas Guarei Iperó Jumirim Laranjal Paulista Mairinque Pardinho Pereiras Porangaba Porto Feliz Quadra Salto de Pirapora Sarapuí Tietê Torre de Pedra Votorantim SUBTOTAL 3.801 16.109 20.111 4.931 12.764 22.332 8.078 15.953 34.261 13.593 16.131 10.868 21.215 2.420 23.226 44.847 5.335 7.075 7.040 48.772 2.924 39.849 8.363 34.896 2.394 102.221 529.506 MATRÍCULAS NO ENSINO MÉDIO 273 1.191 1.144 251 671 1.066 414 834 1.395 604 789 525 914 124 880 2.397 229 351 358 2.480 173 2.016 395 1.836 122 4.326 25.758 Boituva* Itapetininga* Itu* Salto* Tatuí* Sorocaba* SUBTOTAL TOTAL 40.044 136.128 147.880 102.060 101.050 545.936 1.073.098 1.591.736 1.875 5.141 7.727 5.210 4.823 29.759 54.535 80.293 Observação: Os Municípios assinalados com * são os únicos que já possuem uma instituição de ensino superior. Os dados apresentados revelam ainda dois aspectos que merecem destaque, uma vez que, de certa forma, indicam um grande desafio para a FIT e uma excelente oportunidade de inserção regional: 1º) a maioria dos municípios da região não possui Instituição de Ensino Superior; 2º) por uma questão de demanda, a maioria das Instituições de Ensino Superior opta por se estabelecer em municípios com mais de 100.000 habitantes. A FIT tem muita clareza quanto à escolha do município e da região em que pretende se fixar e dos desafios que lhe estão postos. O fato de municípios não tão populosos não contarem com Instituições de Ensino Superior acaba gerando um ciclo vicioso que a FIT pretende contribuir para transformar em círculo virtuoso. Tais municípios, muitas vezes, acabam perdendo investimentos que poderiam impulsioná-los rumo ao crescimento e ao desenvolvimento justamente porque não contam com um quadro de recursos humanos com uma boa especialização, porque não contam com profissionais de nível superior para atuarem com competência nas empresas que poderiam ali se instalar. As empresas acabam procurando municípios um pouco maiores em que há tais profissionais para nelas trabalhar. Sob tal raciocínio, pode-se perceber que os pequenos municípios acabam fadados a permanecerem pequenos, ao passo que os municípios maiores, que já gozam de uma melhor estrutura, inclusive já contam com Instituições de Ensino Superior, recebem tais investimentos e conseguem manter um ritmo maior de crescimento e desenvolvimento. Para a FIT, instalar-se no município de Tietê e somar força com a comunidade local e regional para, conjuntamente, impulsionar o crescimento e o desenvolvimento regional é o seu grande desafio. Criar uma das condições essenciais para atrair novos investimentos – profissionais qualificados, formados em nível superior – é a sua grande contribuição social. Como muitas cidades do interior, Tietê começou a surgir pelas mãos dos bandeirantes que navegavam pelas águas do rio que deu nome ao município, a partir do porto de Araritaguaba, hoje Porto Feliz. Relatos de historiadores ensinam que após a fundação de Porto Feliz, Pirapora do Curuça (hoje Tietê) foi uma das primeiras cidades paulistas a serem fundadas. Ao final do século XVIII, dezenas de lavradores – provenientes de Porto Feliz e outras localidades – se apossaram de terrenos que margeavam o rio, atraídos pela fertilidade do solo. Em 1788, o lugarejo já havia crescido bastante, quando por lá passou o Dr. Lacerda de Almeida, que seguia em direção ao Mato Grosso, transportado numa canoa. Em seu diário de bordo registrou grande admiração pelo elevado número de moradores no local. O primeiro agrupamento de casas que deu origem ao povoado surgiu na descida do morro Pito Acesso ou Santa Cruz. Aos poucos foram se formando outros aglomerados, principalmente nas margens do rio, numa embocadura que se constituía o lugar preferido para a parada de canoas. Nesse lugar se formou a rua do Porto Geral. Contam ainda os historiadores que em 1809 habitantes do lugarejo assinaram uma petição solicitando ao bispo de São Paulo a vinda de um padre para o local. O pedido, porém, só foi atendido em agosto de 1811 com a criação da Santíssima Trindade de Pirapora de Curuça, desmembrada de Porto Feliz. Entre os fundadores da cidade estavam os alferes José Antônio Paes, Vicente Leme do Amaral, João de Oliveira e Pedro Vaz de Almeida. O nome de Tietê em substituição ao de Pirapora do Curuça surgiu em 19 de julho de 1867, com a vila sendo elevada à condição de município 25 anos antes dessa mudança, em 1842. O município de Tietê possui hoje cerda de 30 mil habitantes. Entre 1991 e 1996 houve um aumento populacional médio da ordem de 2,33% ao ano. Atualmente passa por um período de expansão urbana com o surgimento de novos loteamentos e conjuntos de casas populares em todas as regiões da cidade. São mais de 2 mil lotes e 370 novas casas, para uma cidade de 33.227 habitantes. O crescimento populacional representa um aumento da demanda por serviços e equipamentos públicos. Em termos financeiros, isso implica em aumento de investimentos no curto prazo e um relativo incremento do custeio no médio prazo. A par disso, Tietê tem necessidades ambientais e sociais urgentes e de cunho nacional, e é nesse sentido principalmente que pretende a FIT desenvolver um trabalho pelo qual espera ser reconhecida. Se, de um lado, está preocupada em atender às necessidades emanadas pela região, pelo mercado, pela sociedade como um todo, buscando contribuir para alavancar o desenvolvimento e o crescimento regional, de outro, também está atenta às necessidades individuais de cada cidadão. O município oferece condições para que o tieteense permaneça nela. Na sua avaliação, as indústrias são sólidas e bem administradas e o comércio variado e com boas vendas. Dados da Fundação Estadual de Análise de Dados (Seade) mostram que Tietê conta hoje com 239 estabelecimentos industriais, 315 pontos de comércio e 252 prestadores de serviços. Quanto à economia, destaca-se que os produtos fabricados por empresas sediadas em Tietê estão sendo vendidos para países de todo o mundo. Das 239 indústrias existentes no município, pelo menos seis já exportam seus produtos e uma tenta neste ano entrar no mercado externo. O destaque fica para a madeireira Indusparquet, que já vendeu seus pisos e assoalhos até para o Vaticano. Foi em 1996, quando um lote de mais de 2 mil metros quadrados de assoalho saiu de Tietê direto para a Itália. O piso, produzido em madeira nobre, cobre as 105 suítes da Casa Santa Marta, destinadas a hospedagem de Cardeais quando estão em visita ao Papa. Outros clientes famosos da Indusparquet são o hotel da cantora Madonna em Miami, as lojas LouisVuitton no eixo Paris – Nova York e o Cassino Mirage em Las Vegas. Atualmente, a Indusparquet exporta cerca de 50% de toda sua produção e tem como principais clientes os Estados Unidos, a Itália e a Holanda. Outros mercados são Portugal, Espanha, Egito, Japão, França, Argentina, Bélgica, Canadá e Taiwan. Líder do mercado nacional, a Indusparquet iniciou suas atividades em 1942 num pequeno galpão de 150 metros quadrados alugado no centro de Tietê. A produção, de 300 metros quadrados por mês de pisos e assoalhos era comandada pela família do italiano Lino Uliana, fundador da empresa, com o apoio de apenas um funcionário. Hoje, existem duas unidades, num total de 16 mil metros quadrados, na periferia da cidade. São mais de 320 funcionários para uma produção superior a 100 mil metros quadrados por mês de assoalhos, pisos, forros, tacos, parquet, ganzepe e decks. Os produtos da Indusparquet são considerados ecologicamente corretos, pois a empresa só compra madeira de fornecedores que fazem exploração em florestas manejadas. A empresa integra o Grupo de Compradores de Madeira Certificada e todos os lotes têm autorização do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama). Fundada em 1970, a fábrica de refrigerantes Xereta é outra empresa de Tietê que exporta boa parte de sua produção. São sete os países clientes da Xereta: Paraguai, Bolívia, Argentina, Estados Unidos, Austrália, França e Coréia do Sul. O principal mercado é o Paraguai, onde é possível encontrar os refrigerantes Xereta, em lata ou em garrafas, em qualquer restaurante, bar ou supermercado. No Brasil, a marca está presente em 11 estados e em recente pesquisa da Nielsen foi considerada a 3º em reconhecimento na sua principal região de atuação, que compreende os municípios das regiões de Campinas, Sorocaba e Piracicaba. Desde sua inauguração, a Xereta está sediada em Tietê e atualmente emprega mais de 200 funcionários. Cumpre informar também, que há 35 anos no mercado de Tietê, a Pareschi Jeans, proprietária das marcas Muito Mais, Pareschi e Overplus, pretende neste ano iniciar a exportação de seus produtos para os Estados Unidos, México e Espanha. Uma amostra dos produtos da empresa, que fabrica calças, bermudas e saias jeans para adultos, já foi enviada para os Estados Unidos e as negociações para que a primeira venda seja feita já estão avançadas. No Brasil, a empresa está presente em 20 estados, tendo como principais mercados as regiões Sul e Sudeste. Estrutura Curricular do Curso Para atender às atuais diretrizes curriculares para o curso de engenharia, faz-se necessário dispor de uma matriz curricular flexível e com uma carga horária de aulas, que seja compatível com a realização de atividades extra-curriculares, o que exige a criação de mecanismos de orientação, de acompanhamento e de avaliação das mesmas. Além disso, devem “existir trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso”, ou seja, além da formação geral, profissional e específica o esperado é que se forme também o profissional cidadão. Quanto aos conteúdos, primou-se por organizá-los de forma que possibilitem uma abordagem compatível com a natureza da Engenharia de Produção, conforme dispõe a legislação atual e demais recomendações da ABEPRO. Neste sentido, além do formato e do seqüenciamento das disciplinas, é importante que estas possam estar organizadas sob concepções e finalidades departamentais afins com as necessidades do curso. Atendendo, ainda, a estas Diretrizes, nesta proposta curricular os conteúdos estão organizados em Núcleos de Conteúdos Básicos, Profissionalizantes e Específicos. Diretrizes Gerais Para a consecução dos objetivos estabelecidos e a formação de profissionais com o perfil adequado, ações devem ser definidas. Esta etapa corresponde à determinação de o que fazer e como fazer para implantar o Projeto Pedagógico. Os meios que se dispõe para isso são o rol de disciplinas, o método de ensino e as atividades de formação complementar, tudo isso consubstanciando-se na matriz curricular do curso. Para a realização das ações para que se cumpra os objetivos do Projeto Pedagógico, deve-se criar um suporte operacional que permita realizar essas ações e avaliar seus resultados, visando corrigir possíveis desvios observados entre os meios e os fins do Projeto Pedagógico. Compõem este suporte operacional, a organização do curso, a implantação das medidas necessárias e o acompanhamento das ações desenvolvidas. Integralização do Curso O Curso de Engenharia de Produção pode ser integralizado dentro de um prazo mínimo de 5 anos ou 10 períodos letivos e um prazo máximo de 8 anos ou 16 períodos letivos. Para integralizar o curso o aluno deverá, obrigatoriamente, cursar o elenco de disciplinas obrigatórias constantes dos núcleos de conteúdos básicos, profissionalizantes e específicos e, ainda, as disciplinas optativas. Núcleos de Conteúdos A Resolução CNE/CES 11/2002 prevê: Art. 6º Todo o curso de Engenharia, independentemente de sua modalidade, deve possuir em seu currículo um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdo específicos que caracterizem a modalidade. Em seu livro História da Engenharia no Brasil, o Professor Telles (TELLES, P C S, 1994, História da Engenharia no Brasil: Século XX. 2 Ed. Rio de Janeiro, Clavero) registra que “a engenharia quando considerada como arte de construir é evidentemente tão antiga quanto o homem, mas, quando considerada como um conjunto organizado de conhecimentos com base científica aplicado à construção em geral, é relativamente recente, podendo-se dizer que data do século XVIII”. A École Polytechnique, fundada em Paris/França em 1795 por iniciativa de Gaspard Monge e Fourcroy, tem sido considerada como a “que se tornou modelo de outras escolas de engenharia pelo mundo afora. Esta Escola tinha o curso em três anos, cujos professores de alto nível (Monge, Lagrange, Prony, Fourrier, Poisson, etc.) ensinavam as matérias básicas de engenharia, sendo os alunos depois encaminhados a outras escolas especializadas: Ponts et Chausseés, École de Mines, etc.” (Telles, 1994). Este modelo, evidentemente, tem no seu bojo a concepção positivista de mundo, baseando-se principalmente nos trabalhos de Auguste Conte e seus demais autores da referida corrente filosófica positivista. O modelo que fundou a Politécnica de Paris em 1795 separa as diversas ciências que compõem a formação do engenheiro e organiza o currículo da engenharia em blocos de básicas, básicas de engenharia e aplicadas de engenharia. Este modelo vem sendo conservado na organização dos cursos desde então e as atuais diretrizes curriculares não fugiram a ele. Apesar de uma suposta perenidade deste modelo, há diversas críticas ao mesmo e já há grupos de pesquisadores que vem buscando um modelo alternativo. Objetivos Gerais A legislação atual coloca como exigência para os cursos, a elaboração de um Projeto Pedagógico “que demonstre claramente como o conjunto de atividades desenvolvidas garantirão o perfil desejado de seu egresso e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas”. Os objetivos principais do presente Projeto Pedagógico são: atender ao disposto na Resolução CNE/CES 11/2002 (Resolução da Câmara de Educação Superior - CES - do Conselho Nacional de Educação - CNE - Publicada no Diário Oficial da União de 9 de abril de 2002) especialmente em seu artigo 5o que estabelece a necessidade de um projeto pedagógico para os cursos de graduação; garantir a consonância do Curso de Engenharia de Produção da FIT com os demais cursos similares do País e, no que couber, de outros países também, a partir da consideração e enquadramento nas diretrizes gerais para os cursos de Engenharia de Produção, produzidas pela ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção); firmar um documento que represente uma síntese do Curso de Engenharia de Produção da FIT em termos de objetivos, de visão acadêmica, de organização didático pedagógica e de compromissos com a sociedade e, principalmente, com a formação do Cidadão Engenheiro de Produção. É também objetivo deste Projeto Pedagógico traçar diretrizes visando criar um ambiente no qual, mais que professores e alunos envolvidos num processo de ensinar/trabalhar/aprender, todos possam conviver em harmonia, tendo como meta maior fazer desse tempo de Escola de Engenharia o melhor das nossas vidas. O Brasil enfrenta o grande desafio de emergir de vez como uma nação desenvolvida e justa. Para tanto, é necessário o aprimoramento dos setores produtivos, os quais necessitam adquirir ganhos expressivos de qualidade e produtividade, sem contudo perder a visão dos aspectos sociais que envolvem as organizações. Assim sendo, o objetivo geral do curso de Engenharia de Produção é fornecer à sociedade cidadãos com formação, não apenas técnica, mas também política, ética e cultural. Enfim, o curso visa à formação de um Engenheiro de Produção preparado para desenvolver seu papel de agente transformador da sociedade, uma vez que assumirá, dadas suas condições profissionais, posição de liderança junto à comunidade. Os objetivos específicos do Projeto Pedagógico são apresentados nos parágrafos a seguir. O caráter interdisciplinar da Engenharia de Produção propicia um enorme leque de funções ao profissional que se estende a inúmeros postos de trabalho, quer seja na empresa de transformação ou na de serviços. O engajamento do aluno à realidade profissional é indispensável para a formação em Engenharia de Produção. Os verdadeiros laboratórios deste curso são as próprias empresas. Deve-se, portanto, estabelecer uma parceria com o segmento empresarial para bem formar os novos profissionais. Assim sendo, deve-se evidenciar a prática profissional no ensino, expondo o aluno a situações típicas da atuação do Engenheiro de Produção ao longo de todo curso. O Engenheiro de Produção deve ainda trazer consigo o espírito de pesquisa e o senso empreendedor para que conduza com perseverança, obstinação e criatividade o processo de busca de soluções para problemas novos. Estas características deverão se impregnadas no estudante através de uma postura pedagógica que privilegie o ato de aprender e não o de ensinar. Adicionalmente, é indispensável que ele assuma a iniciativa de auto-conduzir seu necessário contínuo processo de atualização e aprimoramento profissional. O Engenheiro de Produção deve ainda possuir boa capacidade de comunicação nas formas gráfica (desenho), escrita e oral, visto que, esse profissional utiliza constantemente essas formas de expressão para apresentar e justificar seus projetos. Por fim, o Engenheiro de Produção, pela sua importância e influência que exerce na sociedade, deve possuir uma formação não apenas técnica, mas também humana para que possa exercer de fato sua cidadania, transmitindo bons exemplos de comportamento ético, político e social a essa mesma sociedade que o acolherá. Assim, é necessário criar condições, no seu convívio acadêmico, para que ele se desenvolva também como cidadão. Perfil do Egresso As principais funções do engenheiro de produção podem ser sintetizadas como segue: a) planejamento, organização e gerência da produção; b) projeto de sistemas de informação; e c) Engenharia de produto. Essas funções praticamente se identificam com as especializações profissionais do engenheiro a ser formado. Assim, o currículo deve ser desenvolvido de forma a habilitar o estudante em qualquer dessas funções. A rápida evolução de conhecimento que se processa no mundo contemporâneo e a diversidade de situações a que estará submetido o engenheiro de produção exigem uma mudança radical na forma tradicional de ensinar, fortemente baseada na apresentação de técnicas voltadas a solução de problemas bem delineados e fartamente explorados. Distribuição da Carga Horária Curricular Núcleo de Conteúdos Básicos O núcleo de conteúdos básicos do curso deve conter “cerca de 30% da carga horária mínima” de acordo com a CNE/CES 11/2002. Este núcleo de conteúdos básicos é o que funda a natureza do conhecimento de engenharia. Este conjunto de conhecimentos permite ao engenheiro desenvolver competências e habilidades para entender uma estrutura a ser criada ou já existente em termos de seus diversos componentes. Possibilita, ainda, que seja realizada uma decomposição da mesma, identificando os seus menores elementos, assim como, permite restabelecer as co-relações entre estes e os esforços que os sustentam, entre outros. Isto garante ainda que o engenheiro seja capaz de elaborar um modelo físico/matemático representativo com a finalidade de antecipar uma estrutura a ser criada ou de solucionar problemas em uma estrutura já existente. Esta pode ser a estrutura de um artefato, de um empreendimento ou de serviço, ou seja, de qualquer produto ou sistema organizacional de produção de bens ou de produção de serviços. Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes O núcleo de conteúdos profissionalizantes do curso deve conter “cerca de 15% da carga horária mínima” de acordo com a CNE/CES 11/2002. É importante destacar que as escolas de engenharia surgiram no mundo, tendo como uma das finalidades unir a teoria à prática, mas o que se observa é que na organização dos cursos esses aspectos mantiveram-se e se mantêm nitidamente separados. Basta observar que na grade dos cursos existem como disciplinas distintas, a teoria e a prática de um mesmo conteúdo. Outro aspecto que se observa, principalmente nas disciplinas básicas é a sua descontextualização, ou seja, até por serem oferecidas para diversos cursos, as disciplinas não se remetem a um contexto específico de aplicação. Ao par disso e visando minorar os efeitos da separação entre teoria e prática e da descontextualização de diversos conteúdos do curso, foram criadas as disciplinas de Trabalho de Integração Curricular, que têm como objetivo principal levar os alunos a identificarem a necessidade dos conteúdos do curso em Organizações que aplicam Engenharia de Produção. Os trabalhos das disciplinas prevêem a coleta de dados nestas Organizações, a apresentação de relatórios, a estruturação de trabalhos em formato científico e a apresentação e defesa oral destes trabalhos. Isto permite oportunizar aos alunos um treinamento em metodologia de pesquisa e o desenvolvimento de habilidades em expressão oral e escrita. Núcleo de Conteúdos Específicos O núcleo de conteúdos específicos do curso corresponde a aproximadamente 15% da carga total mínima prevista para o curso. Ainda de acordo com a CNE/CES 11/2004: O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes, bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar modalidades. Estes conteúdos, consubstanciando o restante da carga horária total, serão propostos exclusivamente pela IES. Constituem-se em conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais necessários para a definição das modalidades de engenharia e devem garantir o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nestas diretrizes. Este conjunto de conteúdos específicos obrigatórios, aliados às disciplinas opcionais e ao Trabalho de Final de Curso, permite ao aluno aprofundar-se em conteúdos com os quais tenha mais afinidade. Isto possibilita, além do que prescreve a legislação, que o estudante possa ir além do mínimo exigido para a modalidade Engenharia de Produção. Os Seminários e os Tópicos Especiais, cujas ementas são abertas, são criados com a finalidade de flexibilizar a formação profissional dos alunos. Estas unidades permitirão a inserção de conteúdos novos ou para atender a grupos de alunos que desejem se apropriar de algum conteúdo específico não disponível em disciplinas do curso. Implantação e Acompanhamento do Projeto Pedagógico O engenheiro de produção dedica-se ao projeto, à implantação, à melhoria e à manutenção de sistemas produtivos integrados, de bens e serviços, que envolvem pessoas, materiais, tecnologias, informações e energia. Dedica-se também à especificação, previsão e avaliação dos resultados obtidos por esses sistemas, recorrendo a conhecimentos especializados em matemática, física, engenharia do produto, gerência da tecnologia, qualidade, pesquisa operacional, gerência de produção, sistemas de informação, gestão ambiental, ergonomia e segurança do trabalho, gestão econômica e estratégias e organização. A habilidade em matemática é importante. Quanto ao Curso de Engenharia de Produção: moderna habilitação do Curso de Engenharia, associada às tradicionais habilitações (mecânica, materiais, civil, elétrica e química), que se caracteriza pela formação de um profissional com um perfil: multidisciplinar; totalmente conforme as exigências de empregabilidade do mercado de trabalho e com visão integrada dos sistemas de produção de bens e de serviços. Matriz Curricular CURSO DE ENGENHARIA DA PRODUÇÃO 1º SEMESTRE T P DISCIPLINA Introdução a Engenharia da Produção I Ética, Direitos Humanos e Cidadania Português Instrumental Introdução à Programação I Desenho Técnico I Cálculo Diferencial e Integral I Geometria Descritiva Álgebra Linear I Antropologia Cultural e Relações ÉtnicoRaciais Total DISCIPLINA Inglês Instrumental Introdução à Engenharia da Produção II Introdução à Programação II Desenho Técnico II Cálculo Diferencial e Integral II Álgebra Linear II Física I Laboratório de Física I Total DISCIPLINA Cálculo Diferencial e Integral III Expressão Gráfica Física II Laboratório de Física II Estatística I Teoria Geral de Administração Cálculo Numérico Mecânica dos Sólidos I Química Tecnológica I Total DISCIPLINA 2 2 2 2 2 4 2 4 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Carga horária Semanal 2 2 2 2 2 4 2 4 2 22 0 22 440 Carga horária Semanal 2 2 2 2 4 4 2 4 22 Carga Horária Semestral 40 40 40 40 80 80 40 80 440 Carga horária Semanal 4 2 2 2 2 2 2 4 4 24 Carga Horária Semestral 80 40 40 40 40 40 40 80 80 480 Carga horária Carga Horária 2º. SEMESTRE T P 2 2 2 2 4 4 2 0 18 0 0 0 0 0 0 0 4 4 3º. SEMESTRE T P 4 2 2 0 2 2 2 2 2 18 0 0 0 2 0 0 0 2 2 6 4º. SEMESTRE T P Carga Horária Semestral 40 40 40 40 40 80 40 80 40 Cálculo Diferencial e Integral IV Estatística II Física III Laboratório de Física III Mecânica de Sólidos II Psicologia nas Organizações Software Aplicado a Materiais Pesquisa Operacional I Química Tecnológica II Total DISCIPLINA Elementos de Resistências de Materiais Ergonomia Pesquisa Operacional II Sistemas de Informação Contabilidade Geral I Economia Geral Tecnologias de Produção I Termodinâmica Total DISCIPLINA Gestão Financeira I Contabilidade Geral II Empreendedorismo Automação e Controle Engenharia do Produto Introdução à Metrologia Industrial Tecnologias da Produção II Materiais de Engenharia Total 4 2 2 0 0 2 2 2 2 16 0 0 0 2 2 0 0 0 4 8 5º. SEMESTRE T P 2 2 2 2 2 2 2 2 16 0 2 0 0 0 0 0 2 4 6º. SEMESTRE T P 2 2 2 4 2 2 2 2 18 0 0 0 2 0 2 0 0 4 Semanal 4 2 2 2 2 2 2 2 6 24 Semestral 80 40 40 40 40 40 40 40 120 480 Carga horária Semanal 2 4 2 2 2 2 2 4 20 Carga Horária Semestral 40 80 40 40 40 40 40 80 400 Carga horária Semanal 2 2 2 6 2 4 2 2 22 Carga Horária Semestral 40 40 40 120 40 80 40 40 440 DISCIPLINA Contabilidade Geral III Gestão da Qualidade Organização do Trabalho Modelos Probabilísticos Gestão Financeira II Planejamento, Programação e Controle da Produção I Projeto de Fábrica Total DISCIPLINA Controle da Qualidade Teoria dos Sistemas Planejamento, Programação e Controle da Produção II Higiene e Segurança do Trabalho Instalações Industriais Metodologia Científica Optativa Estágio Supervisionado I Total DISCIPLINA Gestão de Pessoas Marketing de Serviços Direito Social Logística I Custos da Qualidade Gerência de Projetos Estágio Supervisionado II Trabalho de Conclusão de Curso I Total DISCIPLINA Logística II Marketing Industrial Gestão Ambiental Inovação Tecnológica Estágio Supervisionado III 7º. SEMESTRE T P 2 4 2 2 2 0 0 0 0 0 Carga horária Semanal 2 4 2 2 2 4 2 18 2 2 4 6 4 22 120 80 440 Carga Horária Semestral 40 40 8º. SEMESTRE T P Carga Horária Semestral 40 80 40 40 40 2 2 0 0 Carga horária Semanal 2 2 4 2 2 2 2 2 18 4 0 0 0 0 0 4 8 2 2 2 2 2 22 160 40 40 40 40 40 440 Carga horária Semanal 2 2 2 2 2 2 6 2 20 Carga Horária Semestral 40 40 40 40 40 40 120 40 400 Carga horária Semanal 2 2 2 2 8 Carga Horária Semestral 40 40 40 40 160 9º. SEMESTRE T P 2 2 2 2 2 2 2 2 16 0 0 0 0 0 0 4 0 4 10º. SEMESTRE T P 2 2 2 2 2 0 0 0 0 6 Trabalho de Conclusão de Curso II Tópicos Avançados na Área da Produção Total 2 2 14 0 0 6 2 2 20 COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS CARGA HORÁRIA COMPONENTES CURRICULARES SEMANAL Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS 02 Negociação e Mediação de Conflitos 02 Arquitetura de Computadores 02 40 40 400 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL 40 40 40 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO – QUADRO RESUMO CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA COMPONENTES CURRICULARES EM HORA/AULA EM HORA RELÓGIO Componentes Curriculares 4040 3.366 Estágio Supervisionado 320 266,66 Atividades Complementares 100 83,34 Carga Horária Total do Curso 4.460 3.716 NOME DA DISCIPLINA Introdução a Engenharia da Produção I 1° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Proporcionar conhecimentos para uma sólida formação de um profissional cidadão, crítico com responsabilidade social e atuante na sociedade, ciente das competências necessárias para a futura atuação profissional, sob a regulamentação do CREA. EMENTA A regulamentação profissional do engenheiro. As atribuições e responsabilidades do papel do engenheiro, com o desenvolvimento de competências para uma formação cidadã com responsabilidade social e ambiental. O processo de estudo e de pesquisa nas áreas de engenharia de produção. Aplicações da Engenharia de Produção. CONTEÚDO Bases legais. Regulamentação profissional do profissional de engenharia: atribuições e responsabilidades. As competências técnicas, humanas, conceituais e interpessoais. A proposta do curso de Engenharia de Produção: objetivo do curso e o perfil do egresso. A interdisciplinaridade, multidisciplinaridade e a transdisciplinaridade no currículo do curso. A formação cidadã e a responsabilidade social e ambiental. Metodologia de estudos e pesquisa. Linhas de Pesquisa e de trabalho da Engenharia de Produção. Elaboração de projeto de pesquisa na área de engenharia de produção. Estudos de caso com aplicações da engenharia de produção. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BATALHA, Mário Otávio. Introdução a Engenharia de Produção. Campus. 2007. BROCKMAN, Jay B. Introdução a Engenharia – modelagem e solução de problemas. LTC. 2010. BAZZO, Walter Antonio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale. Introdução à Engenharia. Editora da UFSC, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: NETTO, Alvim Antônio de Oliveira. Introdução à engenharia de produção. - Florianópolis: Visual Books, 2006 CORREA, H.L. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Atlas, 2003. MIGUEL, Paulo A. C. Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações. Campus, 2011. NOME DA DISCIPLINA Ética, Direitos Humanos e Cidadania 1º. Semestre Carga Horária Semanal 02hs – Carga horária Semestral 40hs OBJETIVO Ao final do curso os estudantes deverão ser capazes de empregar os conceitos de ética para aprimorar qualidade dos relacionamentos pessoais, empresariais e com o ambiente de negócios. O curso deve contribuir também para as práticas de responsabilidade socioambiental das organizações. EMENTA Conceitos fundamentais e desenvolvimento histórico da filosofia. Aplicações desses conceitos para a área de engenharia, em particular os relacionados a projetos, desenvolvimento de produtos, serviços, bioética, responsabilidade social, relações de gênero, diversidade cultural, privacidade e políticas públicas. CONTEÚDO Breve história da filosofia e ética. Filosofia e desenvolvimento tecnológico (o culto dos números). Ética na era industrial e científica. A existência ética. Senso moral e consciência moral. Juízo de fato e juízo de valor. Moral e ética. Ética e violência. Os constituintes do campo ético. A filosofia moral. Ética Empresarial: posturas responsáveis nos negócios, na política e nas relações pessoais. Ética e moral no Marketing. Lealdade nos negócios? Ética em projetos e no desenvolvimento tecnológico. Ética no relacionamento com fornecedores e no interior da cadeia de negócios. Responsabilidade socioambiental e ética. Ética e questões de gênero. Bioética e desenvolvimento tecnológico. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SÁ, Antonio L. de. Ética Profissional. Atlas, 2009. VAZQUEZ, Adolfo Sanchez. Ética. Civilização Brasileira. 2007. BOFF, Leonard. Ética e Moral, Vozes 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SROUR, Robert Henry. Ética empresarial: posturas responsáveis nos negócios, na política e nas relações pessoais. Rio de Janeiro: Campus, 2008. ASHLEY, Patrícia Almeida (Coord.). Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo: Saraiva, 2005. BITTAR, Eduardo C. B. Ética, educação, cidadania e direitos humanos. São Paulo: Manole, 2004. NOME DA DISCIPLINA Português Instrumental 1° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 h OBJETIVO Apresentar a importância do conteúdo da disciplina como fonte do processo de comunicação na sua vida profissional, oferecendo conceitos que envolvam o processo comunicativo, elementos de comunicação, funções da linguagem na elaboração de textos e compreensão dos mesmos dentre outros aspectos. EMENTA Estruturação e argumentação do texto oral e escrito - objetividade, correção, coerência e concisão. Composição e organização da frase do parágrafo. Organização do texto e identificação de suas funções e registros. Estudo prático de fatos gramaticais CONTEÚDO O texto e sua interpretação: conceito de texto, eficácia, técnicas de resumo, competência lingüística. A Coesão textual e a construção do sentido, coerência – a unidade do texto. Como fazer apresentações. Elaboração do texto empresarial, estilo e linguagem do moderno texto empresarial, erros empresariais comuns. Normatização gramatical: regência verbal, regras de acentuação gráfica, crase, concordância verbal e nominal. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental. Atlas. 2010. MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental. Atlas. 2014. MARCUSCHI, Luiz A. Produção Textual, Análise de Gêneros e Compreensão. Parábola. 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PALADINO, Valquíria. Coesão e Coerência Textuais. Freitas Bastos. 2011. DIDIO, Lucie. Leitura e Produção de Textos. Atlas, 2013. BOFF, Odete M. B. Leitura e Produção Textual – Gêneros textuais do argumentar e expor. Vozes, 2011. NOME DA DISCIPLINA Introdução a Programação I 1º Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO A disciplina Introdução à Programação I visa proporcionar uma formação básica em programação de computadores, visando fornecer fundamentos técnicos consistentes com as necessidades das disciplinas posteriores do curso ligadas à TI. A disciplina objetiva capacitar o aluno na habilidade de resolução de problemas simples que podem ser resolvidos através de soluções automatizadas. O aluno faz uso de ferramentas para o desenvolvimento da lógica de programação e aplica seus conhecimentos usando uma linguagem de programação de alto nível (C/C++), possibilitando a resolução de problemas de Engenharia de Produção. EMENTA Conceitos básicos de computação. Lógica de programação. Resolução de problemas e desenvolvimento de algoritmos. Estruturação de programas. Tipos de dados. Estruturas de dados: vetores, matrizes, cadeias de caracteres, registros e suas aplicações. Depuração e documentação de programas. Laboratório de programação. CONTEÚDO 1- Conceitos básicos de computação Organização básica de um computador digital. Representação interna de dados. Linguagens de programação. Compiladores. 2- Lógica de programação Algoritmos. Representação de algoritmos. 3- Estruturação de programas Tipos básicos de dados. Comandos de entrada/saída. Operadores matemáticos. Operadores lógicos. Estruturas condicionais. Estruturas repetitivas 4- Tipos e estruturas de dados Operações com vetores. Manipulação de strings. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V. Fundamentos da Programação de Computadores - Algoritmos, Pascal e C/C++. São Paulo: Prentice Hall, 2012. MANZANO, José Augusto N. G. Algoritmos - Lógica para Desenvolvimento de Programação de Computadores. Érica, 2012. HOLLOWAY, James P. Introdução a Programação para Engenharia. LTC, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DEITEL, P. D.; DEITEL M. J. C++ como programar. 3. ed. Porto Alegre: Editora-Pearson, 2006. MIZRAHI, V. V.. Treinamento em linguagem C++ :módulo 1. São Paulo :Makron Books do Brasil, 1990. FORBELLOONE, André Luiz Villar. Lógica de Programação. 3ª ed. - São Paulo: Pearson Education, 2005. NOME DA DISCIPLINA Desenho Técnico I 1° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Os objetivos da disciplina Desenho Técnico para Engenharia I são: - Desenvolver aptidão técnica para a Representação Gráfica Convencional e a sua aplicação (posteriormente) Informatizada. - Capacitar a leitura e interpretação por meios gráficos. - Familiarizar o aluno com as normas da ABNT. - Aplicar normas e convenções para a documentação de Projetos de Engenharia. - Promover a difusão de novos conhecimentos no campo da Expressão Gráfica. - Reconhecer nos desenhos o caminho para o desenvolvimento de um projeto. - Aprimorar o raciocínio espacial, através de aulas teóricas e exercícios práticos que utilizam a Geometria Euclidiana e Mongeana, otimizadas por meio do Desenho Técnico. EMENTA Instrumentos gráficos. Normas Técnicas. Formatos da série A. Letreiros, símbolos e tipos de linhas. Construções geométricas fundamentais. Cotagem. Homotetia. Tangência e concordância. Vistas ortográficas. Vistas auxiliares. CONTEÚDO Introdução à disciplina. Instrumental Técnico - Formatos de papel da série A - Letras e Algarismos. Elementos lineares do desenho, hachuras e acabamento. Circunferências - Dimensionamento de desenhos. Ampliações e reduções (ponto polar). Escalas. Tangências e concordâncias. Vistas ortogonais. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA SILVA, Arlindo. Desenho Técnico Moderno, LTC 2006. BÁSICA: LEAKE, James. Manual de Desenho Técnico para Engenharia – Desenho, modelagem e visualização. LTC, 2010. SPECK, Henderson J. Manual Básico de Desenho Técnico. UFSC, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FRENCH, T.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 7.ed. São Paulo: Globo, 2005. SCHMITT, Alexander. Desenho técnico fundamental. - São Paulo: EPU, 1977. MICELI, Maria Teresa. Desenho técnico básico. 2ª Ed. - Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004. NOME DA DISCIPLINA Cálculo Diferencial e Integral I 1° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 OBJETIVO A disciplina Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia I visa proporcionar uma sólida formação básica, aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise crítica, raciocínio lógico, intuição e criatividade, além de capacitar o acadêmico em identificar e enfrentar problemas da Engenharia, integrando conhecimentos multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução. EMENTA Funções reais a uma variável. Gráficos.Limite. Derivada. Integral e técnicas de integração. Aplicações. CONTEÚDO Funções polinomiais, racionais e trigonométricas; Função Composta e função inversa; Limites: noção intuitiva e propriedades algébricas; Teorema do Confronto e corolários; Continuidade; Derivadas: definição, interpretação geométrica e física; Regras de derivação; Regra da Cadeia; Derivada da função inversa; Derivação implícita e aplicações; Função logarítmo natural e sua inversa; Máximos e Mínimos; Teorema do Valor Médio e suas aplicações; Regras de L'Hospital e aplicações; Gráficos; A integral de Riemann; Áreas, Trabalho e densidade de massa; Técnicas de Integração. Comprimento de Arco. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. Vol. I, 3ª Edição. São Paulo: Ed. Harbra, 1994 STEWART, J. Cálculo. Vol. I, 7ª Edição. São Paulo: Cengage, 2013. 10 de 2006 BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. Vol. I. 1ª Edição. São Paulo: Ed. Makron Brooks , 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: STEWART, James. Cálculo. Vol. 2. 7 ed. São Paulo: Pioneira, 2013. 7 de 2007. FLEMMING,D.M.; GONÇALVES M.B. Cálculo A. 6ª Edição. São Paulo: Ed. PrenticeHall, 2006. 3 /1992. GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo. Vol. I, 5ª Edição. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2001. NOME DA DISCIPLINA Geometria Descritiva 1° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO - A disciplina Geometria Descritiva visa propiciar uma sólida formação básica, aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. - Capacitar o acadêmico na habilidade resolutiva de problemas concretos, viabilizando o estudo de modelos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução com apoio da linguagem e expressão gráfica normalizada. - Desenvolver a capacidade crítica para a análise e resolução de projetos, integrando conhecimentos multidisciplinares, demonstrados graficamente pelo emprego do desenho normalizado com base na geometria descritiva. - Executar os desenhos de acordo com os requisitos das normas utilizando o instrumental técnico. - Reconhecer nos desenhos o caminho para o desenvolvimento de um projeto. - Conhecimento da figuração de objetos nas duas maneiras existente: Desenho Projetivo e Desenho Perspectivo. - Capacidade de representação no plano de elementos tridimensionais (planta e elevação). EMENTA Estudo do ponto, reta e plano. Projeções. Método Mongeano. Pertinência. Rotações. Visibilidade. Mudança de plano. Secções. CONTEÚDO 1. Estudo do Ponto, da Reta e do Plano. 2. Projeção Central e Cilíndrica. 3. Sistema Mongeano de Projeção ( Gaspar Monge: 10/05/1746 a 18/07/1818 ). 4. Épura Mongeana. 5. Mudança de Plano 6. Pertinência. 7. Intersecções. 8. Visibilidade. 9. Estudo da visibilidade na mudança de plano. 10. Desenvolvimento de sólidos e secções. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MONTENEGRO, Gildo. Geometria Descritiva. Vol. 1 Edgard Blücher, 2004. 6 PRINCIPE JR. Noções de Geometria Descritiva, vol. 1 (reimpressão 2014) Nobel, 1970. LACOURT, H. Noções e Fundamentos de Geometria Descritiva, LTC. 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JANUÁRIO, Antônio Jaime. Desenho Geométrico. UFSC, 2013. GIBILISCO, Stan. Geometria sem Mistério. Alta Books, 2013. SCHWERTL, Simone L. Construções Geométricas e Geometria Analítica. Ciência Moderna, 2012. NOME DA DISCIPLINA Álgebra Linear I 1° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 OBJETIVO A disciplina Álgebra Linear para Engenharia I visa proporcionar uma sólida formação básica, aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A Álgebra Linear tem como objetivo desenvolver com o aluno conceitos de geometria analítica, geometria espacial, álgebra e álgebra linear, com o intuito de aperfeiçoar sua capacidade de análise e abstração, bem como de promover o desenvolvimento de seu raciocínio lógico. A disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise crítica e resolução de problemas concretos, integrando conhecimentos multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução. EMENTA Matrizes. Vetores. Operações com vetores. Base mudança de base. Produto escalar, vetorial e misto. Sistemas de coordenadas. Retas. Planos. Cônicas. CONTEÚDO Matrizes: o Operações o Determinantes o Vetores: o Definição o Operações com vetores o Dependência e independência linear o Base e mudança de base o Produto escalar, vetorial e misto o Orientação de V3 o Geometria Analítica: o Sistemas de coordenadas o Retas e propriedades o Planos e propriedades o Posições relativas entre retas, entre planos e entre retas e planos o Distâncias e ortogonalidade o Cônicas (Parábola, Elipse e Hipérbole) BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, Howard; Rorres, Chris. Álgebra Linear com Aplicações. 10 ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. LORETO, Ana Célia. Álgebra Linear e Suas Aplicações. Editora LCTE 2009. ZILL, Dennis G. Matemática Avançada para Engenharia, V. 2 – Álgebra linear e cálculo vetorial. Bookman, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WINTERLE, Paulo. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2000. LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. Volume II. São Paulo: Ed. Harbra, 1994. ANTON, Howard. Álgebra linear contemporânea. - Porto Alegre: Bookman, 2006 NOME DA DISCIPLINA Antropologia Cultural e Relações Étnico-Raciais 1° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO A disciplina tem como objetivo proporcionar a compreensão de conceitos referentes à antropologia e relações étnico-raciais, visando a discussão de questões referentes à nova configuração da sociedade. EMENTA Aspectos conceituais da Antropologia. As concepções de sociedade e cultura. A diversidade das culturas criadas pelas populações humanas, através do tempo e do espaço. As relações étnico-raciais. Multiculturalismo. Configurações dos conceitos de etnia/raça, cor, classe social, diversidade e gênero no Brasil. Cultura afro-brasileira e indígena. O respeito pelas várias etnias e a valorização da cultura afrodescentente. As diversas dimensões da relação indivíduo/sociedade, contribuindo para a compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos e éticos CONTEÚDO Aspectos conceituais da Antropologia. As concepções de sociedade e cultura. A diversidade das culturas criadas pelas populações humanas, através do tempo e do espaço. As relações étnico-raciais. Multiculturalismo. Cultura afro-brasileira e indígena. O respeito pelas várias etnias e a valorização da cultura afrodescentente. As diversas dimensões da relação indivíduo/sociedade, contribuindo para a compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos e éticos. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVES, Caleb Farias; FONSECA, Claudia; TERTO JR, Veriano. Antropologia, diversidade e direitos humanos: diálogos interdisciplinares. Porto Alegre: UFRGS, 2004. BERGER, Peter L. A construção social da realidade. 24 ed. Petrópolis: Vozes, 2011. MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zélia Maria Neves. Antropologia: uma introdução. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. l8 ed. Rio de .Janeiro: Jorge Zahar, 2005. ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. 5 ed. São Paulo: Brasiliense, 2005 PAIXAO, Marcelo J. P. Desenvolvimento Humano e Relações Raciais. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2003 NOME DA DISCIPLINA Inglês Instrumental 2° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Praticar a leitura de textos diversos em língua inglesa, utilizando estratégias de aprendizagem, aplicação da gramática ao texto, ampliando o vocabulário e a organização textual. EMENTA Introdução e pratica das estratégias de compreensão escrita que favoreçam uma leitura mais eficiente e independente de textos variados. CONTEÚDO Níveis de compreensão; Estratégias básicas de leitura; Conhecimentos de itens gramaticais; Vocabulários; Habilidades de estudos. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MUNHOZ, Rosangela. Inglês Instrumental - Estratégias de Leitura. São Paulo: Textonovo, 2006. LIMA, Denilso de. Gramática de Uso da Língua Inglesa. Campus, 2010. SOUZA, Adriana Grade. Leitura em Língua Inglesa, Disal, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUANDALINI, Eiter Otávio. Técnicas de Leitura em Inglês: estágios I e II, Textonovo, 2004. MURPHY, Raymond. Essential Grammar in use – Gramática básica da lingual inglesa. Martins Fontes, 2010. GALLO, Lígia Razera. Inglês Instrumental para Informática - Módulo I. 2ª ed. - São Paulo: Ícone, 2011. NOME DA DISCIPLINA Introdução a Engenharia da Produção II 2° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Capacitar o aluno a desenvolver uma visão crítica e sistêmica sobre uma cadeia de abastecimento em um ambiente globalizado, com a aplicação de ferramentas gerenciais para a gestão estratégica de recursos que viabilizem a resolução de problemas com eficiência e eficácia no cumprimento dos objetivos organizacionais. EMENTA Sistemas de produção. Administração da produção. Níveis funcionais. A função produção e sua importância estratégica. Planejamento da rede de suprimentos e logística. Administração estratégica. Engenharia da Sustentabilidade. Atual contexto da Engenharia de Produção: tendências e desafios. CONTEÚDO Teoria da abordagem sistêmica. Sistemas de produção. Administração da produção: conceitos e classificação. Níveis funcionais: estratégico, tático e operacional. Planejamento, programação e controle da produção. Planejamento da rede de suprimentos e logística. A função produção e sua importância estratégica. Administração estratégica. Engenharia de Produção e Sustentabilidade Ambiental. Gestão ambiental em processos e produção. Atual contexto da Engenharia de Produção: tendências e desafios. Seminários e debate sobre o livro A Meta. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BATALHA, Mário Otávio. Introdução a Engenharia de Produção. Campus. 2007. SLACK, N et al. Administração da Produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. SANTOS, Fernando C. A. Sustentabilidade e Produção – Teoria e prática para uma gestão sustentável. Atlas, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GOLDTRAT, E.; COX, J. A meta: um processo de melhoria contínua. São Paulo: Nobel, 2003. MARTINS, P. G e LAUGENI, F. P. Administração da produção. 2a. ed. rev. amp. e atual. São Paulo: Saraiva, 2005. BERTAGLIA, P. R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva, 2003. NOME DADISCIPLINA Introdução a Programação II 2° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Criação de algoritmos; implementação de algoritmos em linguagem estruturada (SP) e orientada a objetos (OOP); desenvolvimento de critérios para medição da complexidade do algoritmo; reuso de funções (SP) e objetos (OOP). EMENTA Introdução a um novo ambiente de programação estruturado e orientado à objeto (C/C++). Revisão de conceitos: funções, passagem de parâmetros, arranjos, arquivos, registros, cadeias de caracteres, estruturas dinâmica (ponteiros) e recursividade. Análise de algoritmos. Tipos Abstratos de Dados. Projeto, codificação e testes de programas. Algoritmos de ordenação diretos e avançados. Algoritmos de busca. Grafos. Árvores. Caminho mínimo. Cobertura mínima. Fluxo máximo em redes. Espalhamento. Gabaritos de funções e classes. CONTEÚDO 1. Revisão de funções e programação estruturada (SP) 1.1. Abstração, formalidade, divisão e hierarquia 1.2. Passagem de parâmetros em funções por valor e referência 1.3. Arranjos e estruturas 1.4. Cadeias de caracteres 1.5. Ponteiros e alocação dinâmica de memória 1.6. Recursividade 1.7. Arquivos 2. Ordenação interna e seus algoritmos 2.1. Bubblesort 2.2. Selectionsort 2.3. Insertionsort 2.4. Shakersort 2.5. Shellsort 2.6. Quicksort 3. Eficiência dos algoritmos de ordenação 3.1. Máquina virtual 3.2. Função O-Grande de Bachmann 3.3. Propriedades da função O-Grande 3.4. Algoritmos polinomiais e não polinomiais 3.5. Complexidade dos algoritmos de ordenação 4. Ordenação e indexação (espalhamento) 5. Busca interna e externa 5.1. Seqüencial 5.2. Binária 6. Tipos abstratos de dados (ADT) estáticos e dinâmicos 6.1. Filas 6.2. Pilhas 6.3. Listas 6.4. Grafos 6.4.1. Árvores 6.4.1.1. Busca em largura 6.4.1.2. Busca em profundidade 6.4.2. Algoritmo de Dijkstra 6.4.3. Algoritmo de Prim 6.4.4. Algoritmo de Ford-Fulkerson BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: TENENBAUM, A. M., et al. Estruturas de Dados Usando C. São Paulo: Makron Books, 1995. ASCENCIO, Ana F. G. Fundamentos de Programação de Computadores –Algoritmos, Pascal, C/C++ (padrão Ansi) e Java. Pearson, 2012. KOFFMAN, Elliot B. Objetos, Abstração, Estrutura de Dados e Projeto Usando C++. LTC, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DEITEL, H. M., DEITEL, P. J. C++ Como Programar. 3.ed. São Paulo: Pearson, 2006. MANZANO, José A. N. G. Programação de Computadores com C++ (ISO/IEC 14882:2011) - Guia Prático de Orientação e Desenvolvimento. Érica, 2013. BORATTI, Isaias Camilo. Introdução à Programação Algoritmos. 3ª ed. - Florianopolis: Visual Books: 2007. NOME DA DISCIPLINA Desenho Técnico II 2° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Os objetivos da disciplina Desenho Técnico para Engenharia II são: - Desenvolver aptidão técnica para a Representação Gráfica Convencional Normalizada e a sua aplicação (posteriormente) Informatizada. - Contribuir para que o aluno torne-se apto para a leitura, análise e resolução de projetos, integrando conhecimentos multidisciplinares demonstrados graficamente pelo emprego do desenho normatizado. - Desenvolver a capacidade de reconhecer nos desenhos o caminho para o desenvolvimento de um projeto. - Promover o raciocínio lógico, exato e antecipado, através de aulas teóricas e exercícios práticos que utilizam a Geometria Plana e Geometria Espacial, otimizadas por meio do Desenho Técnico. EMENTA Introdução: modelos e peças industrializadas - Vistas seccionais - Dimensionamento. Leitura e visualização de desenhos. Perspectivas - Classificação - Etapas para realização de desenhos. Perspectivas explodidas. Perspectivas em corte. Métodos utilizados na indústria. Efeito do método industrial básico no desenho: Cotas, anotações, limites e precisão: linhas e símbolos. Cotagem pelo sistema métrico. Precisão e tolerância. Métodos de produção. Fundamentos de projeto. Preliminares, definições e classificações. Método de projetação. Projeto e proporção de peças. CONTEÚDO - Conteúdo do curso, objetivos, cronograma e bibliografia, Sistema de promoção. - Vistas Seccionais: cortes e secções - Leitura, interpretação e representação de peças industrializadas seccionadas - Análise dimensional da peça - Apresentação dos exercícios a serem apresentados para avaliação parcial. - Perspectiva paralelas: isométrica, cavaleira e militar - Leitura, interpretação e representação de peças industrializadas - Cotagem: importância da especificação concisa e completa das dimensões - Apresentação dos exercícios a serem apresentados para avaliação parcial. - Perspectiva em corte - Leitura, interpretação e representação de peças industrializadas Cotagem: importância da especificação concisa e completa das dimensões - Apresentação de exercício a ser apresentado para avaliação parcial. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SILVA, Arlindo. Desenho Técnico Moderno, LTC 2006. LEAKE, James. Manual de Desenho Técnico para Engenharia – Desenho, modelagem e visualização. LTC, 2010. SPECK, Henderson J. Manual Básico de Desenho Técnico. UFSC, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FRENCH, T.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 7.ed. São Paulo: Globo, 2005. SCHMITT, Alexander. Desenho técnico fundamental. - São Paulo: EPU, 1977 MICELI, Maria Teresa. Desenho técnico básico. 2ª Ed. - Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004. NOME DA DISCIPLINA OBJETIVO Cálculo Diferencial e Integral II 2° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 A disciplina Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia II visa proporcionar uma sólida formação básica, aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A disciplina também visa desenvolver a análise crítica e raciocínio lógico do acadêmico, integrando conhecimentos multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução. EMENTA Aplicações de Integração. Coordenadas Polares. Cálculo Diferencial de Funções de Duas ou Mais Variáveis. CONTEÚDO - Aplicações de Integração - Cálculo de Volumes. - Coordenadas Polares - Gráficos e Áreas. - Funções de Duas ou Mais Variáveis - Domínio, Imagem, Gráficos, Traços e Curvas de Nível. - Limites e Continuidade. - Derivadas Parciais. - Planos Tangentes e Retas Normais a Superfícies. - Diferencial Total. - Regra da Cadeia para Derivadas de Funções Compostas. - Funções Implícitas. - Máximos e Mínimos. - Máximos e Mínimos Condicionados - Multiplicadores de Lagrange. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOULOS P. Cálculo Diferencial e Integral. Vol. II, 2ª Edição. São Paulo: Ed. Makron Brooks, 2002. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. Vol. II, 3ª Edição. São Paulo: Ed. Harbra, 1994. STEWART, J. CÁLCULO. Vol. II, 7ª Edição. São Paulo: Ed. Thomson Learning, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GONÇALVES M.B; FLEMMING,D.M. Cálculo B. 2ª Edição. São Paulo: Ed. Makron Books, 2007. BOULOS Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo: Makron Books, 2000. STEWART, James. Cálculo. 7 ed. São Paulo: Pioneira, 2013. NOME DA DISCIPLINA Álgebra Linear II 2° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 OBJETIVO A disciplina Álgebra Linear para Engenharia II visa proporcionar uma sólida formação básica, aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A Álgebra Linear tem como objetivo desenvolver com o aluno conceitos de geometria analítica, geometria espacial, álgebra e álgebra linear, com o intuito de aperfeiçoar sua capacidade de análise e abstração, bem como de promover o desenvolvimento de seu raciocínio lógico. A disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise crítica e resolução de problemas concretos, integrando conhecimentos multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução. EMENTA Sistemas Lineares. Espações Vetorais, Base e Dimensão. Transformações e Operações Lineares. Autovalores e Autovetores. CONTEÚDO o Sistemas lineares: o Sistemas lineares equivalentes o Sistemas escalonados o Discussão e resolução de sistemas lineares. o Espaços vetoriais, base e dimensão: o Espaços e sub-espaços vetoriais o Espaços com produto interno o Transformações lineares o Operações Lineares o Sistemas escalonados o Núcleo, autovalores e autovetores. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, Howard; Rorres, Chris. Álgebra Linear com Aplicações. 8.ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. LORETO, Ana Célia. Álgebra Linear e Suas Aplicações. LCTE 2009. KOLMAN, B. Introdução à álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria analítica: um tratamento vetorial, 2a ed., São Paulo: Makron Books, 2005. LIPSCHULTZ, Seymour. Álgebra Linear. 3.ed. São Paulo: Ed. Makron Books, 1994. SANTOS, Nathan Moreira. Vetores e Matrizes, Pioneira 2007. NOME DA DISCIPLINA Física I 2° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO - Proporcionar ao aluno a assimilação dos conceitos da Mecânica para a interpretação e resolução de problemas da Cinemática e da Dinâmica, relacionados à Engenharia; - Proporcionar condições para que o aluno equacione matematicamente os problemas destacados na Natureza inerentes ao conteúdo do curso; - Capacitar o aluno para assimilar os conceitos de trabalho e energia; - Estabelecer uma interação entre os conteúdos programáticos dos demais componentes curriculares do curso e o de Física para Engenharia I; - Identificar problemas práticos envolvidos com o conteúdo programático e desenvolver sua resolução. EMENTA Movimento Unidimensional - Cinemática Escalar. Movimento em Duas dimensões Cinemática Vetorial. Movimento Circular Impulso de uma Força e Quantidade de Movimento. As Leis do Movimento – Dinâmica. Forças no Movimento Circular - Outras Aplicações das Leis de Newton. Trabalho de uma Força - Forças Conservativas. Energia Energia Cinética - Energia Potencial - Energia Mecânica. Conservação da Energia. Trabalho de Forças não Conservativas. CONTEÚDO 1. Movimento Unidimensional - Cinemática Escalar 1.1 - Conceitos Fundamentais: -Ponto material ou partícula; -Referencial - Sistemas de Referência; -Trajetória. 1.2 - Leis do Movimento - Deslocamento Escalar - Velocidade média - Velocidade Instantânea - Aceleração média - Aceleração Instantânea - Caracterização do Movimento. 1.3 - Queda Livre - Estudo do Movimento. 2. Movimento em Duas Dimensões - Cinemática Vetorial 2.1 - Deslocamento, velocidade e aceleração vetoriais; 2.2 - Componentes Intrínsecas da aceleração vetorial - Aceleração tangencial e Aceleração Normal (centrípeta); 2.3 - Movimento de Projéteis - Estudo do Movimento Oblíquo; 2.4 - Movimento Circular. 3. Impulso e Quantidade de Movimento 3.1 - Quantidade de movimento de uma partícula; 3.2 - Quantidade de movimento de um sistema de partículas; 3.3 - Impulso de uma força; 3.4 - Teorema do Impulso e da Quantidade de Movimento. 4. As Leis do Movimento - Dinâmica 4.1 - Introdução à Mecânica Clássica; 4.2 - O Conceito de Força; 4.3 - As Leis de Newton; 4.4 - Aplicações das Leis de Newton; 4.5 - Força de Atrito. 5. Movimento Circular e outras Aplicações das Leis de Newton 5.1 - A segunda Lei de Newton aplicada ao movimento circular uniforme; 5.2 - A segunda Lei de Newton aplicada ao movimento circular não uniforme; 6. Trabalho e Energia 6.1 - Trabalho de uma força - Definição; 6.1.1 - Trabalho de uma força constante; 6.1.2 - Trabalho de uma força variável; 6.2 - Trabalho de uma força - Casos particulares; 6.3 - Trabalho de uma força - Utilização de diagramas: Força x deslocamento. 6.4 - Energia Cinética - Teorema da Energia Cinética (TEC); 5.5 - Trabalho realizado pela força peso (gravitacional); 6.6 - Trabalho realizado pela força elástica; 6.7 - Energia Potencial - gravitacional e elástica; 6.8 - Potência 6.8.1 - Potência média; 6.8.2 - Potência Instantânea. 7. Conservação da Energia 7.1 - Forças Conservativas e Forças não conservativas; 7.2 - Energia Mecânica; 7.3 - Conservação da Energia Mecânica; 7.4 - Relação entre as forças conservativas e não conservativas; 7.5 - Diagramas de Energia e Estabilidade do Equilíbrio. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SERWAY, R. A.; JEWETT, J.W. Princípios de Física - Mecânica Clássica. 1.ed. São Paulo: Thomson, 2004. Volume 1. 2007. TIPLER, P.A. Física. Volume I. Rio de Janeiro: LTC, 2006. HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física. Volume 1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BAUER, Wolfrang. Física para Universitários – Mecânica. Bookman, 2012. CUTNELL, John. Física I, LTC, 2006. SERWAY, Raymond A. Física para Cientistas e Engenheiros – Mecânica. V.1. Cengage, 2012. NOME DA DISCIPLINA Laboratório de Física I 2° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 OBJETIVO - Proporcionar ao aluno a assimilação dos conceitos da Mecânica por meio de experimentos relacionados à Cinemática e à Dinâmica; - Capacitar o aluno para executar o tratamento de informações obtidas experimentalmente; - Estabelecer uma interação entre os conteúdos programáticos dos demais componentes curriculares do curso e o de Laboratório de Física I; - Identificar problemas práticos envolvidos com o conteúdo programático. EMENTA Algarismos Significativos. Teoria dos Erros. Propagação de Erros; Instrumentos de Medidas - Paquímetro; Gráficos Lineares - Construção e interpretação; Queda Livre - Estudo do Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (MRUV); Pêndulo Simples - Estudo do Movimento Harmônico Simples (MHS); Lançamento de Projéteis - Estudo do Lançamento Oblíquo; Experiência de Fletcher - Estudo do Movimento Retilíneo Uniforme/Leis de Newton; Atrito de Escorregamento - Estudo do Movimento Uniforme/Leis de Newton; Força Centrípeta - Estudo do Movimento Circular Uniforme/Leis de Newton; Movimento Circular Uniformemente Variado - (MCUV); Máquinas Simples - Roldanas; Momento de Inércia Movimento Circular Uniformemente Variado (MCUV). CONTEÚDO 1.Algarismos Significativos; 2. Teoria dos Erros; 3. Propagação de Erros; 4. Instrumentos de Medidas - Paquímetro; 5. Gráficos Lineares - Construção e interpretação; 6. Queda Livre - Estudo do Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (MRUV); 7. Pêndulo Simples - Estudo do Movimento Harmônico Simples (MHS); 8. Lançamento de Projéteis - Estudo do Lançamento Oblíquo; 9. Experiência de Fletcher - Estudo do Movimento Retilíneo Uniforme/Leis de Newton; 10 Atrito de Escorregamento - Estudo do Movimento Uniforme/Leis de Newton; 11. Força Centrípeta - Estudo do Movimento Circular Uniforme/Leis de Newton; 12. Movimento Circular Uniformemente Variado - (MCUV); 13. Máquinas Simples - Roldanas; 14.Momento de Inércia - Movimento Circular Uniformemente Variado (MCUV); BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PERUZZO, Jucimar. Experimentos de Física Básica Mecânica. Livraria da Física, 2012. DOMICIANO, João B. Guia de Laboratório de Física Geral 1 – Parte I – Mecânica da Partícula. Eduel, 2009. HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física. Volume 1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HAMBURGER, Ernest W. O que é Física, Brasiliense.2007. TIPLER, P.A. Física. Volume I. Rio de Janeiro: LTC, 2006. BAUER, Wolfrang. Física para Universitários – Mecânica. Bookman, 2012. NOME DA DISCIPLINA Cálculo Diferencial e Integral III 3° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 OBJETIVO A disciplina Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III visa proporcionar uma sólida formação básica nos métodos do Cálculo Diferencial e Integral para duas e mais variáveis tanto na parte teórica como na parte prática, aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise crítica, raciocínio lógico, intuição e criatividade, além de capacitar o acadêmico em identificar e enfrentar problemas da Engenharia, integrando conhecimentos multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução. EMENTA Integrais duplas. Integrais triplas. Mudança de variáveis em integrais duplas e triplas. Coordenadas polares, cilíndricas e esféricas. Campos vetoriais. Integral de Linha e de superfície. Teoremas de Green, Gauss e Stokes. Aplicações CONTEÚDO 1. Integrais duplas e triplas em coordenadas cartesianas. Mudança de variáveis em Integrais duplas e triplas. Coordenadas polares, cilíndricas e esféricas. 2. Campos vetoriais. Gradiente, Divergente, Rotacional, Laplaciano, campos conservativos. 3. Integral de Linha e de superfície. Os teoremas de Green, Gauss e Stokes. 4. Aplicações: Lei de Indução de Faraday, Equação da Continuidade em fluidos. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: STEWART, James. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, Vol. 2. 2013. BESSIERE, Gustavo. Cálculo Diferencial e Integral – Manual prático. Hemus, 2011. GUIDORIZZI, Hamilton Luís. Um Curso de Cálculo. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, Vol. 3 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ZILL, Dennis G. Matemática Avançada para Engenharia . V.1. Bookman, 2009. LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. Harbra, 1998.vol. 2 SALAS. Cálculo. V.2. LTC, 2005. NOME DA DISCIPLINA Expressão Gráfica 3° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO A representação gráfica ou Desenho Técnico é a linguagem Básica do engenheiro servindo, portanto, para comunicar idéias. Para isso é importante: Ter conhecimento de um software de CAD para um melhor desempenho do uso da ferramenta e na aplicação de conceitos relacionados a padronização de desenhos, proporcionando ao aluno condições de se adaptar rapidamente aos diversos produtos de CAD, existentes no mercado. Capacitar o aluno a ler, interpretar e desenvolver desenhos e projetos utilizando a linguagem própria do Desenho Técnico, através da norma ABNT. Executar os desenhos de acordo com os requisitos das normas, explorando recursos e possibilidades da ferramenta, para o desenvolvimento de um projeto. EMENTA Conhecendo a linguagem de projetos, conceitos de geometria, construções geométricas e normas técnicas, desenvolver e interpretar projetos de engenharia utilizando um software de CAD, através do uso correto e adequado dos comandos desse tutorial. CONTEÚDO 1. Introdução ao Editor Gráfico CAD - 2D. 2. Configuração e conceitos básicos. 3. Comandos de criação. 4. Métodos de visualização. 5. Sistemas de Coordenadas Cartesianas: absoluta e relativa. 6. Comandos de modificação. 7. Sistema de Coordenada Polar. 8. Tipos de linha. 9. Dimensionamento e Texto. 10. Utilização de camadas e cores. 11. Utilização de bibliotecas e símbolos. 12. Impressão. 13. Introdução ao 3D. 14. Noções de coordenadas em 3D e UCS. 15. Modelamento em arame. 16. Modelamento usando superfícies. 17. Modelamento sólido. 18. Visualização. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BALDAM, Roquemar. AutoCAD 2014 – Utilizando totalmente. Rio de Janeiro: Érica, 2013. KATORI, Rosa. AutoCAD 2014 – Projetos em 2D. Senac, 2014. RIBEIRO, Antonio C. Curso de Desenho Técnico e AUTOCAD. Pearson, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BURCHARD, Bill; PITZER, David; SOEN, Francis. Desvendado o AutoCad Rio de Janeiro: Campus, 1998. KATORI, Rosa. AutoCAD 2014 – Modelando em 3D. Senac, 2014. SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J. Desenho Técnico Moderno. 4ªed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. NOME DA DISCIPLINA Física II 3° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Fornecer ao aluno, o embasamento teórico necessário ao acompanhamento satisfatório de estudos mais avançados, promovendo o inter-relacionamento e uma integração vertical com as demais disciplinas do curso, além de proporcionar ao graduando em Engenharia, a aquisição de sólidos conceitos fundamentais, com a visão dos fenômenos físicos necessários ao bom desempenho profissional. EMENTA Eletricidade e Magnetismo: Carga Elétrica; Campos Elétricos; Lei de Gauss; Potencial Elétrico; Capacitância e Dielétricos; Corrente e Resistência; Campos Magnéticos; Fontes do Campo Magnético; Lei de Faraday; Indutância. CONTEÚDO 1. Força Eletrostática. 1.1 Introdução. 1.2 Carga elétrica. 1.3 Processos de Eletrização 1.4 Lei de Coulomb: Na Forma Escalar. Na Forma vetorial. 1.5 Distribuição Contínua de Carga: Linear. Superficial. Volumétrica. Problemas de Aplicação. 2. Campo Elétrostático 2.1 Introdução 2.2 Campo Eletrostático 2.3 Campo Devido a uma Distribuição Contínua de Cargas. 2.4 Linhas de Força 2.5 Equações das Linhas de Força. Problemas de Aplicação. 3. Fluxo Elétrico e a Lei de Gauss. 3.1 Fluxo do Campo Elétrico. 3.2 Lei de Gauss 3.3 Aplicações da Lei de Gauss. 4. Potencial Eletrostático. 4.1 Introdução. 4.2 Trabalho do Campo Elétrico. 4.3 Energia Potencial Eletrostática. 4.4 Potencial Elétrico. 4.5. Relação entre o Potencial Elétrico e o Campo Elétrico. 4.6 Potencial Devido a uma Distribuição Contínua de Carga. Problemas de Aplicação. 5. Capacitores. 5.1 Conceito e Características. 5.2 Eletrização do capacitor. 5.3 Capacitância. Cálculo de Capacitâncias. 5.4 Energia armazenada no capacitor. 5.5 Associação de Capacitores. 5.6 Dielétricos. Problemas de Aplicação. 6. Força Magnético. 6.1 Definição e propriedades do campo magnético. 6.2 Força magnética sobre uma carga em movimento. 6.3 Força magnética num condutor percorrido por uma corrente. 6.4 Troque sobre uma espira de corrente num campo uniforme. 6.5 Movimento de uma partícula carregada num campo magnético. Problemas de Aplicação. 7. Campo Magnético. 7.1 Lei de Biot - Savart. 7.2 Força magnética entre dois condutores paralelos. 7.3 Lei de Ampère. 7.4 Fluxo Magnético. Problemas de Aplicação. 8. Lei de Faraday. 8.1 Lei de Faraday da indução. 8.2 Lei de Lenz. 8.3 Geradores e Receptores. Problemas de Aplicação. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY, D.; RESNIK, R. Fundamentos de Física – Eletromagnetismo. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 2012. v 3 SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2011. vol. 3 BAUER, Wolfrang. Física para Universitários - Eletricidade e Magnetismo. Bookman, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: YOUNG, Hugh D. Física III: eletromagnetismo. 12ª Ed. - São Paulo: Addison Wesley, 2009 CUTNELL, John D. Física II. LTC, 2006. TIPLER, Paul A. Física para Cientistas e Engenheiros Vol.2 - Eletricidade e Magnetismo, Ótica. LTC, 2009. NOME DA DISCIPLINA Laboratório de Física II 3° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Proporcionar ao aluno a aquisição de sólidos conceitos fundamentais, com visão dos fenômenos físicos necessários ao bom desempenho profissional como engenheiro. Estimular o aluno a realizar experiências e investigar fenômenos, interações e propriedades físicas. EMENTA Determinação da carga do elétron. Voltâmetro de Hoffmann. Fenômenos eletrostáticos. Campo elétrico. Campo de correntes. Lei de Ohm. Corrente elétrica. Variação da resistência com a temperatura. Ponte de Wheastone. Campo magnético. Carga e descarga de capacitores. CONTEÚDO 1. Experiência: Determinação da Carga do Elétron pelo Método do Voltâmetro de Hoffmann. 2. Experiência: Estudo dos fenômenos eletrostáticos - Processos de eletrização - Capacitores. 3. Experiência: Campo elétrico - campo de correntes. 4. Experiência: Lei de Ohm - determinação da resistividade do constantan 5. Experiência: Variação da resistência elétrica com a temperatura. 6. Experiência: Ponte de Wheatstone - medida de resistências 7. Experiência: Determinação do equivalente mecânico do calor 8. Experiência: Carga e descarga de um capacitor 9. Experiência: Estudo do galvanômetro de D'Arsonval. 10. Experiência: Emissão termoiônica 11. Experiência: Determinação da permissividade de um dielétrico BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY, D.; RESNIK, R. Fundamentos de Física – Eletromagnetismo. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 2012. SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2011. vol. 3 BAUER, Wolfrang. Física para Universitários - Eletricidade e Magnetismo. Bookman, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: YOUNG, Hugh D. Física III: eletromagnetismo. 12ª Ed. - São Paulo: Addison Wesley, 2009 CUTNELL, John D. Física II. LTC, 2006. TIPLER, Paul A. Física para Cientistas e Engenheiros Vol.2 - Eletricidade e Magnetismo, Ótica. LTC, 2009. NOME DA DISCIPLINA Estatística I 3° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 OBJETIVO A disciplina Estatística para Engenharia I visa proporcionar uma sólida formação básica das metodologias estudadas aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise crítica, raciocínio lógico, compreensão de leitura técnica e extrapolação de conhecimentos, tornando-os aptos a avaliar as suposições necessárias para a aplicação das técnicas estatísticas e probabilísticas. Tais conhecimentos integrados aos conhecimentos multidisciplinares propiciam os meios necessários para aplicações na área de Engenharia de Produção. EMENTA Amostragem. Estatística descritiva. Estimação de parâmetros: Intervalo de confiança. Testes de hipótese. Análise de variância para um planejamento de experimentos com um único fator. Regressão linear simples e correlação. CONTEÚDO 1. Amostragem: casual simples, sistemática, estratificada , por conglomerados,amostragem não probabilística.. 2. Estatística descritiva: população, amostra, gráficos; medidas de tendência central, medidas de variabilidade; Box-plot; estudo de "outliers", medidas de simetria. 3. Estimação e Intervalos de Confiança: média, variância, proporção. 4. Teste de Hipótese : conceitos; testes de hipótese para média, proporção, variância, diferença de médias, diferença de proporções e diferença de variâncias. 5. Análise de variância para um planejamento de experimentos com um único fator: experimento completamente aleatorizado, modelo com efeitos aleatórios, planejamento aleatorizado com blocos completos. 6. Regressão linear simples, coeficiente de determinação e correlação. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MONTGOMERY, Douglas C. e RUNGER, George C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatística geral e aplicada. 3ª Ed. - São Paulo: Atlas, 2008. ROCHA, Sérgio. Estatística Geral e Aplicada - para Cursos de Engenharia. Atlas, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BUSSAB, Wilton O. e MORETTIN, Pedro Alberto. Estatística Básica. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003. LEVINE,David ; BERENSON, Mark L. e STEPHAN, David. Estatística: Teoria e Aplicações - Utilizando Microsoft Excel Português. 1.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. FREUND, John E. Estatística aplicada. 11ª Ed. - Porto Alegre: Bookman, 2006 . NOME DA DISCIPLINA Teoria Geral de Administração 3° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO A disciplina pretende apresentar ao aluno os conceitos básicos e fundamentais da ciência administrativa. Trata-se do primeiro contato do engenheiro de produção com os princípios da administração, que serão aprofundados em outras disciplinas. Para isso, apresentam-se, de forma cronológica, as principais escolas do pensamento administrativo, contextualizando-as em seu tempo e espaço, e enfatizando o caráter mutável, adaptativo e evolutivo da ciência da Administração. EMENTA O surgimento da ciência administrativa. O movimento da racionalização do trabalho. O movimento das relações humanas/escola behaviorista. O movimento estruturalista/sistêmico. O movimento da contingência. Movimento contemporâneo (Japão, horizontalização, etc). Os principais temas estudados pelos autores administrativos. Um modelo de diagnóstico organizacional com base nos temas administrativos. CONTEÚDO Apresentação do curso. Revolução Industrial O surgimento da ciência administrativa. Burocracia: Weber Escola Clássica: Taylor, Gantt, Gilbreth, Fayol. Movimento de relações humanas: Mayo, Maslow, Herzberg. Escola Behaviorista: Douglas MacGregor, Teoria X e Teoria Y. Movimento estruturalista /sistêmico. Teoria da contingência. Movimentos contemporâneos: modelo japonês. Movimentos contemporâneos: horizontalização. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MOTTA, Fernando Cláudio Prestes; Vasconcelos, Isabella F. Gouveia de. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Thomson Pioneira, 2006. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente e moderna das organizações. 7ª ed. - São Bernardo do Campo: Elservier, 2003 CORRÊA, Henrique Luiz. Teoria geral da administração: abordagem histórica da gestão de produção e operações. - São Paulo: Atlas, 2003 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MAXIMIANO, A.C.A. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 2011. RICCIO, Vicente. Administração Geral. FGV, 2012. TEIXEIRA, Elson A. Teoria Geral da Administração e Prática : TGA e P. - São Bernardo do Campo: Fundação Getúlio Vargas, 2003 NOME DA DISCIPLINA Cálculo Numérico 3° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO A disciplina visa proporcionar uma sólida formação básica, aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A disciplina apresenta problemas numéricos essenciais além de estudar as condições de existência e unicidade de soluções, critérios de convergência e análises de erros de arredondamento e truncamento. A disciplina também proporciona a integração com as disciplinas Introdução à Ciência da Computação I e II através da implementação de alguns métodos numéricos utilizando a linguagem C++. EMENTA Erros de arredondamento. Zeros de funções: localização, determinação por métodos iterativos, precisão pré-fixada, zeros reais de polinômios. Sistemas de equações algébricas lineares: métodos diretos e iterativos. Introdução à Resolução de sistemas não-lineares. Critério das linhas e de Sassenfeld, inversão de matrizes. Aproximação de funções: Método dos mínimos quadrados: casos discreto, contínuo e não-linear. Interpolação polinomial: Forma de Lagrange e forma de Newton. Integração numérica: método dos trapézios e método de Simpson. CONTEÚDO 1. Erros de arredondamento. 2. Zeros de funções: 2.1. método da Bissecção, 2.2. método da Secante, 2.3. método de Newton, 2.4. método Iterativo Linear, 2.5. comparação entre os métodos. 3. Sistemas de equações algébricas lineares: 3.1. fatoração LU, 3.2. fatoração Cholesky, 3.3. método de eliminação de Gauss, 3.4 inversão de matrizes, 3.5 método iterativo de Gauss-Seidel, 3.6 critério das linhas e de Sassenfeld. 4. Introdução à resolução de sistemas não-lineares: 4.1. Método de Newton. 5. Interpolação: 5.1. Forma de Lagrange, 5.2. Forma de Newton. 6. Aproximação de funções: 6.1. Método dos mínimos quadrados: caso discreto, caso contínuo e caso não-linear. 7 Integração numérica: 7.1. método dos trapézios, 7.2. método 1/3 de Simpson, 7.3 método 3/8 de Simpson. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FRANCO, Neide M. B. Cálculo Numérico. Pearson, 2007. PUGA, Alvaro. Cálculo Numérico. LCTE, 2012. CASTILHO, Flavio Freitas. Cálculo para Cursos de Engenharia – uma abordagem computacional. V.1. Ciência Moderna, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SPERANDIO, Décio; MENDES, João Teixeira; SILVA, Luiz Henry Monken. Cálculo Numérico - Características Matemáticas e Computacionais dos Métodos Numéricos. Prentice Hall, 2003. BURIAN, Reinaldo. Fundamentos de Informática – Cálculo numérico. LTC, 2007. RUGGIERO, Márcia A. Gomes e LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo Numérico Aspectos Teóricos e Computacionais. 2 ed. São Paulo: Makron Books. NOME DA DISCIPLINA Mecânica dos Sólidos I 3° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO A disciplina Mecânica dos Sólidos I visa proporcionar o desenvolvimento da habilidade do acadêmico na análise crítica e resolução de problemas concretos, integrando conhecimentos multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de solução. Propõe-se aplicar conceitos de disciplinas tais como Geometria Analítica e Física Geral na abordagem e solução de problemas relacionados ao comportamento do sólido rígido submetido a um sistema de forças qualquer, fazendo-se ênfase no estudo de casos tridimensionais. EMENTA Conceitos fundamentais de estática dos pontos materiais. Sistemas de Forças: Sistema de Forças Concorrentes, Sistema de Forças Paralelas (do mesmo sentido e com sentidos diferentes), Sistema de forças qualquer. Equilíbrio de ponto. Momentos: momento de uma força em relação a um ponto, momento de uma força em relação a um eixo, conceito de redução de forças a um ponto, conceito de mudança de pólo ou centro de redução, momento de binário. Equilíbrio de corpo rígido, estudo de reações vinculares (no plano e no espaço). Geometria das massas: Conceito de centro de massas, conceito de centro de gravidade, conceito de centróide e baricentro. Teoremas de Pappus-Guldin. Momento Estático. Momento de Inércia de Área. Teorema dos Eixos Paralelos (Teorema de Steiner). CONTEÚDO 1 - Aplicação dos conceitos da Geometria Analítica na solução de problemas de Mecânica, para casos de corpos submetidos a forças e momentos. 1.1 - Definição de notações para forças e momentos. 1.1.1 - Grandezas escalares e vetoriais. 1.1.2 - Notação de Hamilton. Notação de Grassmann. 1.1.3 - Aplicação do conceito de vetor posição. 1.1.4 - Aplicação do conceito de ângulos diretores. 1.2 - Operações vetoriais na solução de problemas de forças e/ou momentos. 1.2.1 - Aplicação da soma de vetores Método analítico. Método gráfico. 1.2.2 - Aplicação da subtração de vetores Método analítico. Método gráfico. 1.2.3 - Produto 1.2.3.1 - Multiplicação de um escalar por um vetor. Aplicações práticas. 1.2.3.2 - Produto escalar. Aplicação prática. 1.2.3.3 - Produto vetorial. Aplicação prática. 2 - Estática 2.1 - Conceitos fundamentais da estática. 2.2 - Sistema de forças concorrentes. 2.3 - Solução de problemas de equilíbrio de um ponto material. 2.4 - Momentos 2.4.1 - Momento de uma força em relação a um ponto. 2.4.2 - Momento de uma força em relação a um eixo. 2.4.3 - Momento de binário. 2.5 - Sistemas equivalentes de forças. 2.5.1 - Caso particular (Sistema de forças paralelas). 2.6 - Equilíbrio dos corpos rígidos. 2.6.1 - Condições fundamentais de equilíbrio. 2.6.2 - Reações vinculares (no plano e no espaço). 2.6.3 - Metodologia para a resolução de problemas. 3 - Geometria das massas. 3.1 - Conceitos de centro de massas, centro de gravidade, centróide e baricentro. 3.1.1 - Solução de problemas de fios ou arames (no plano e no espaço). 3.1.2 - Solução de problemas de chapas (no plano e no espaço). 3.1.3 - Solução de problemas de volumes. 3.1.1 - Casos particulares. 3.2 - Teoremas de Pappus - Guldin para o cálculo de áreas e volumes de corpos de revolução. 4 - Momento de Inércia de Áreas. 4.1 - Momento Estático ou Momento de Primeira Ordem. 4.2 - Momento de Inércia de Área ou Momento e Segunda Ordem. 4.3 - Teorema dos Eixos Paralelos (Teorema de Steiner) BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: POPOV, Egor P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. (reimpressão 2014) Blucher, 1978. SCHON, Claudio G. Mecânica dos Materiais. Campus, 2013. DE SOUZA, Samuel. Mecânica do Corpo Rígido. LTC, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HIBBELER, R. C. Mecânica para Engenheiros – Estática. 10.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2005. v. I. BORESI, Arthur P.; Schmidt, Richard J. Estática. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. BEER, Ferdinand P.; Johnston, E. Russell Jr. Mecânica Vetorial para Engenheiros Estática. 7.ed. São Paulo: Makron Books, 2006. NOME DA DISCIPLINA Química Tecnológica I 3° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 OBJETIVO A disciplina Química Geral e Tecnológica I visa proporcionar uma sólida formação básica, aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise crítica e resolução de problemas concretos, através de ensaios laboratoriais, viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução. EMENTA Gases, Estequiometria e Eletroquímica. Práticas de Laboratório. CONTEÚDO TEORIA: - Gases Ideais: estudo físico dos gases, transformações gasosas, leis físicas dos gases, equação geral dos gases, condições normais de temperatura e pressão (CNTP), equação de Clapeyron, misturas gasosas, lei de Dalton, lei de Amagat, leis de Grahan de difusão e efusão, gás perfeito e gás real. - Fórmulas, equações e estequiometria: estequiometria de fórmulas, estequiometria de gases e de reações. - Eletroquímica: reações de óxido-redução e aplicações tecnológicas, balanceamento estequiométrico, células-galvânicas, células eletrolíticas, pilhas comerciais. LABORATÓRIO: - Normas de segurança e equipamentos básicos de laboratório, Bico de Bunsen e técnicas de aquecimento em laboratório, Preparação e padronização de soluções, Obtenção de curvas de solubilidade de sólidos, Determinação de densidade de sólidos, Determinação da densidade de líquidos, Determinação da viscosidade de líquidos, Reações químicas por métodos qualitativos, Reações químicas sem transferência de elétrons. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: RUSSEL, J.B., Química Geral. São Paulo: Makron Books, 1994. HISDORF, Jorge W. Química Tecnológica. Cengage, 2004. CHANG, Raymond. Química Geral: Conceitos Essenciais. 4ªed. Bookman, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRADY, J.E. & HUMISTON, G.E. Química Geral. São Paulo: LTC, 2004. POSTMA, James M. Química no Laboratório. Manole, 2009. BRADY, James E. Química - A Matéria e Suas Transformações Vol.1. LTC, 2009 NOME DA DISCIPLINA Cálculo Diferencial e Integra lV 4° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 OBJETIVO Apresentar técnicas de solução de problemas com o uso de modelagem matemática aplicada a problemas de engenharia. Em particular introduzir as principais técnicas de resolução de equações diferenciais e sistemas de equações diferenciais, incluindo a abordagem computacional e utilização de adequada de programas computacionais. EMENTA Integrais Impróprias. Seqüências e Séries de funções. Critérios de Convergência. Introdução às equações diferenciais. Equações diferenciais de primeira ordem. Modelagem com equações diferenciais de primeira ordem. Equações diferenciais de ordem superior. Redução de ordem. Equações não-lineares. Modelagem com equações diferenciais de ordem superior. Soluções em série das equações diferenciais. Transformada de Laplace. Sistemas de equações lineares de primeira ordem. Soluções numéricas de equações diferenciais ordinárias. CONTEÚDO 1. Integrais Impróprias. Seqüências e Séries de funções. Critérios de Convergência. 2. Introdução às equações diferenciais. Definição e terminologia. Problemas de valor inicial. Equações diferenciais como modelos matemáticos. 3. Equações diferenciais de primeira ordem. Curvas integrais sem solução. Variáveis separáveis. Equações Lineares. Equações exatas. Soluções por substituição. Uma solução numérica. 4. Modelagem com equações diferenciais de primeira ordem. Equações lineares. Sistemas de equações lineares e não-lineares. 5. Equações diferenciais de ordem superior. Teoria preliminar: Equações lineares. Problemas de valor inicial e problemas de contorno. Equações homogêneas. Equações não-homogêneas. 6. Redução de ordem. Equações lineares homogêneas com coeficientes constantes. Coeficientes a determinar. Variação dos parâmetros. Equação de Cauchy-Euler. Resolução de sistemas de equações lineares por eliminação. Equações não-lineares. 7. Modelagem com equações diferenciais de ordem superior. Equações lineares: Problemas de valor inicial. Sistema massa-mola: movimento livre não amortecido. Sistema massa-mola: movimento livre amortecido. Sistema massa-mola: movimento forçado. Circuito em série análogo. Equações lineares: Problema de contorno. Equações não-lineares. 8. Soluções em série das equações diferenciais. Solução em torno dos pontos ordinários. Soluções em séries de potências. Soluções em torno de pontos singulares. Duas equações especiais. 9. Transformada de Laplace. Definição da transformada de Laplace. Transformada inversa e Transformada Derivadas. Teoremas de translação. Propriedades operacionais. Função Delta de Dirac.Sistemas de equações lineares. 10. Sistemas de equações lineares de primeira ordem. 11. Soluções numéricas de equações diferenciais ordinárias. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: STEWART, James. Cálculo. 7.ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2013. v. II. ZILL, Dennis G. Matemática Avançada para Engenharia . V.1. Bookman, 2009. BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. Vol. I. 1ª Edição. São Paulo: Ed. Makron Brooks , 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WILFRED, Kaplan, Cálculo avançado. V. 1 e 2. São Paulo: Edgard Blücher, 1972 –2002. GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo. Vol. I, 5ª Edição. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2001. AYRES, Frank. Cálculo. Bookman, 2013. NOME DA DISCIPLINA Estatística II 4° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO A disciplina Estatística para Engenharia II visa proporcionar uma sólida formação básica das metodologias estudadas e suas aplicações, aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise crítica, raciocínio lógico, compreensão de leitura técnica e extrapolação de conhecimentos, tornando-os aptos a avaliar as suposições necessárias para a aplicação das técnicas estatísticas e probabilísticas. Tais conhecimentos integrados aos conhecimentos multidisciplinares propiciam os meios necessários para aplicações na área de Engenharia de Produção. EMENTA Estatística não paramétrica. Análise de variância para um planejamento de experimentos com vários fatores. Planejamento de experimentos na Indústria. Controle Estatístico de Processos (C.E.P.). Regressão linear múltipla. Análise do Séries Temporais. CONTEÚDO 1.Testes não paramétricos:Teste dos sinais, Teste de Wilcoxon. Teste de Kruskal-Wallis. Teste de Friedman, Teste quiquadrado. Teste de Kolmogorov-Smirnov. 2. Experimentos fatoriais com dois fatores. Experimentos fatoriais gerais. Blocagem e superposição. Replicação fracionária. Superfície de resposta. Planejamento de experimentos na Indústria. 3. Controle estatístico de processos (C.E.P.). Gráfico para variáveis e atributos. Capacidade do processo. CUSUM. 4. Regressão múltipla. Seleção de variáveis. Multicolinearidade. 5. Análise do Séries Temporais. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MONTGOMERY, Douglas C. e RUNGER, George C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. DOWNING, Douglas ; CLARK, Jeffrey. Estatística Aplicada. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2005. KOKOSKA, Stephen. Introdução a Estatística – Uma abordagem por resolução de problemas. LTC, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALMEIDA, Silvia dos S. Controle Estatístico de Qualidade. Bookman, 2013. FREUND, John E. ; SIMON, Gary A . Estatística Aplicada. 11.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. BARROS NETO, Benício ; SCARMINIO, Ieda S. e BRUNS, Roy Edward. Como fazer experimentos: Pesquisa e desenvolvimento na ciência e na indústria. 4 ed. Bookman, 2010. NOME DA DISCIPLINA Física III 4° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Apresentar os conceitos teóricos de vários tópicos em Física Moderna assim como as técnicas derivadas destes que sejam importantes para os processos industriais atuais. Ao final deste curso o aluno deverá saber trabalhar com os conceitos de: ondas eletromagnéticas (fenômenos de interferência, difração, polarização). Deverá conhecer os mecanismos de interação entre fótons e a matéria, e os principais conceitos de física atômica, além disso terá uma noção básica sobre mecânica quântica e uma introdução aos efeitos de supercondutividade. EMENTA Física Moderna: Ondas Eletromagnéticas; Polarização; Interferência; Difração; Fótons e Ondas de Matéria; Introdução à Física Atômica; Introdução a Mecânica Quântica e Introdução à Supercondutividade. CONTEÚDO 1 - Ondas eletromagnéticas 1.1 - Conceitos Fundamentais: -Descrição Qualitativa; -Descrição Matemática; 1.2 - Transporte de Energia - Vetor de Poyinting; 1.3 - Pressão de Radiação; 1.4 - Polarização - Polarização por reflexão; Lei de Brewster; 2 -Interferência e Difração 2.1 - Teoria Ondulatória da Luz; 2.2 - Experimento de Young - Coerência; - Combinação de ondas; 3 - Difração -Difração de Uma fenda -Difração de Duas Fendas -Difração por orifício circular -Medidas de Intensidade 4-Interação Fóton-Matéria -Efeito fotoelétrico 5- Introdução à Mecânica Quântica 6 - Introdução à Física Atômica - O Átomo de Hidrogênio; - A teoria de Bohr do Átomo de Hidrogênio; 7 - Introdução á Física Nuclear 8-Tópicos de supercondutividade BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física. 9.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. v. 4. TIPLER, Paul A. Física Moderna. LTC, 2010. TIPLER, Paul A. Física para Cientistas e Engenheiros - Vol. 3 - Física Moderna. LTC, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SEARS e ZEMANSKI. Física V. 4. 12.ed. Pearson, 2009. BAUER, Wolfrang. Física para Universitários - Óptica e Física Moderna. Bookman, 2013. CUTNELL, John D. Física V.3. LTC, 2006. NOME DA DISCIPLINA Laboratório de Física III 4° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Apresentar os conceitos teóricos e experimentais de vários tópicos em Física Moderna assim como as técnicas derivadas destes que sejam importantes para os processos industriais atuais. Estimular o aluno a realizar experiências e investigar fenômenos, interações e propriedades físicas. EMENTA Optica Geométrica. Polarização. Interferência. Difração. CONTEÚDO Óptica Geométrica Ondas Eletromagnéticas 1 - Polarização Lei de Malus e Lei dos cossenos ao quadrado Ângulo de Brewster (Polarização por Reflexão) 2- Óptica Geométrica Verificação das Leis da Óptica Paraxial Formação de Imagens por lentes Convergentes e Divergentes Estudo de imagens por Espelhos esféricos Medida de Índice de refração (verificação da Lei de Snell) Estudo do Ângulo Limite (Reflexão Total Interna) Estudo da propagação da luz em uma lâmina de faces paralelas 3 - Interferência e Difração Experimento de Young - Difração de fenda simples Difração de fenda dupla Difração por orifício circular Redes de Difração BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: WALKER, J.; HALLIDAY, D.; RESNIK, R. Fundamentos de Física - 4, 9.ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 2012. BAUER, Wolfrang. Física para Universitários - Óptica e Física Moderna. Bookman, 2013. TIPLER, Paul A. Física Moderna. LTC, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SEARS e ZEMANSKI. Física V. 4. 12.ed. Pearson, 2009. COURROL, Lilia C. Óptica Geométrica. Fap – Unifesp, 2012. WALKER, J.; HALLIDAY, D.; RESNIK, R. Física V.4. LTC, 2004. NOME DA DISCIPLINA Mecânica dos Sólidos II 4° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO A disciplina Mecânica dos Sólidos II visa proporcionar o desenvolvimento da habilidade do acadêmico na análise critica e resolução de problemas concretos, integrando conhecimentos multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de solução. Propõe-se aplicar conceitos de disciplinas tais como Geometria Analítica e Física Geral na abordagem e solução de problemas relacionados ao comportamento cinemático e dinâmico do sólido rígido. EMENTA Cinemática dos corpos rígidos: translação, rotação e movimento plano geral, centro instantâneo de referência e análise das acelerações no movimento plano, sistema de coordenadas em rotação (aceleração de Coriolis). Dinâmica dos corpos rígidos. CONTEÚDO 1- Cinemática dos corpos rígidos 1.1- Translação e rotação (conceito) 1.2- Movimento plano geral (conceito) 1.3- Equacionamento para translação 1.4- Equacionamento para rotação 1.5- Equacionamento para movimento plano geral Velocidades absoluta e relativa no movimento plano Aceleração absoluta e relativa no movimento plano 1.6- Centro instantâneo de referência 1.7- Análise das acelerações no movimento plano 1.8- Sistema de coordenadas em rotação Aceleração de Coriolis (movimento plano) 1.9- Sistema de referência no movimento geral 2- Dinâmica dos corpos rígidos 2.1- Equações de movimento para um corpo rígido 2.2- Momento angular de um corpo rígido 2.3- Movimento plano de um corpo rígido (Princípio de d’Alembert) 2.4- Movimento plano vinculado BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DE SOUZA, Samuel. Mecânica do Corpo Rígido. LTC, 2011. MERIAM, James L. Mecânica para Engenharia V.2 – Dinâmica. LTC, 2009. BEER, Ferdinand P. Mecânica Vetorial para Engenheiros – Dinâmica. Bookman, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: POTTER, Merle C. Engenharia Mecânica – Dinâmica. Bookman, 2013. BORESI, Arthur P.; Schmidt, Richard J. Dinâmica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. HIBBELER, R. C. Dinâmica: mecânica para engenharia. 11.ed. Pearson, 2011. NOME DA DISCIPLINA Software Aplicado a Materiais 4° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Aprender a utilizar os mais diversos comandos existentes no software MATLAB. Modelagem de alguns problemas. EMENTA Introdução aos comandos básicos. Matrizes. Arrays. Gráficos Polinômios, Integração, Interpolação, Sistemas Lineares, Métodos de Optimização. CONTEÚDO 1-Introdução ao MatLab Matrizes Criação, Matrizes Construção de matrizes Matrizes quadradas Zeros e Ones Acessando um elemento de uma matriz Acessando multiplos elementos Indexação linear Funções de Indexação Elementos não consecutivos Elementos de linhas/colunas Operações básicas Arrays Geração de arrays por indexação Geração de arrays por funções do Matlab Criação de arrays multidimensionais Entrada e saída de dados Importação e exportação de dados Importação e exportação de imagens Importação e exportação de arquivos 2- Gráficos bidimensionais e tridimensionais, Interpolação e ajustes 3- Integração e diferenciação 4- Sistema Lineares 5-Polinômios (zeros, criação a partir das raízes) 6- Laços lógicos (if, for, while) BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MATSUMOTO, Élia Y. MATLAB® R2013a - Teoria e Programação - Guia Prático. Érica, 2013. GILAT, Amos. MatLab com Aplicações em Engenharia. Bookman, 2012. PALM, William J. III. Introdução ao MatLab para Engenheiros. Bookman, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHAPRA, Steven C. Métodos Numéricos Aplicados com MATLAB® para Engenheiros e Cientistas. Bookman, 2013. CHAPMAN, Stephen J. Programação em MatLab para Engenheiros. Cengage, 2010. 1 ex. HANSELMAN, Duane. MatLab 6 – Curso completo. Pearson, 2002. NOME DA DISCIPLINA Pesquisa Operacional I 4° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Apresentar a Pesquisa Operacional, como a ciência aplicada para a tomada de decisões. Facilitar aos alunos competências diversas para: - identificar e caracterizar problemas de decisão, de otimização e de gestão associados a sistemas do mundo real; - representar os problemas através de diferentes formas, como modelos matemáticos, gráficos e simulação; - aplicar algoritmos para obtenção de soluções para alguns tipos de problemas; - analisar criticamente as soluções obtidas. EMENTA Introdução à Pesquisa Operacional; Otimização Matemática; Programação Linear (PL); Algoritmo Simplex; Programação Inteira; Problema de Transportes, Redes: Apresentação dos problemas clássicos. CONTEÚDO 1. Introdução à Pesquisa Operacional: 1.1 O que é PO, 1.2 Impacto da PO, 1.3 Problemas típicos; 2. Problemas de decisão, de otimização, simulação e outros a considerar; 3. Otimização Matemática; 4. Programação Linear (PL); 4.1. Solução Gráfica; 4.2. Solução por softwares; 5. PL - Algoritmo Simplex; 5.1. Dualidade; 5.2. Análise de Sensibilidade; 6. Problemas de Transportes e Alocação; 6.1. Método Simplex de Transporte; 7. Análise de Decisão; 8. Redes: Apresentação dos problemas clássicos; 8.1. Problema de Fluxo Máximo; 8.2. Problema de Caminho Mínimo; 8.3. Problema de Transbordo; 8.4. Problema de Escalonamento de Produção; 9. Programação Inteira; 9.1. Branch and Bound; 9.2. Problema da Mochila. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SILVA, Ermes M. Pesquisa Operacional – Para os cursos de Administração e Engenharia. Atlas, 2010. ANDRADE, Eduardo L. Introdução à Pesquisa Operacional - Métodos e Modelos para Análise de Decisões. LTC, 2009. LONGARAY, André A. Introdução a Pesquisa Operacional. Saraiva, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Caixeta-Filho, José Vicente. Pesquisa Operacional. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2004. LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões. Rio de Janeiro: Campus, 2007. ARENALES, Marcos. Pesquisa operacional. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. NOME DA DISCIPLINA Química Tecnológica II 4° Semestre Carga Horária Semanal 06 - Carga Horária Semestral 120 OBJETIVO A disciplina Química Geral e Tecnológica II visa proporcionar uma sólida formação básica, aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A disciplina também capacita o acadêmico na habilidade de análise crítica e resolução de problemas concretos, através de ensaios laboratoriais, viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de resolução. EMENTA Cinética Química, Equilíbrio Químico. Práticas de Laboratório. CONTEÚDO TEORIA: - Cinetica Química: velocidades de reação e mecanismos, a equação da velocidade, teoria das colisões, o complexo ativado, mecanismos de reação, catálise. - Equilíbrio Químico: equilíbrio químico homogêneo, lei do equilíbrio químico, cálculos de equilíbrio. LABORATÓRIO: - Cinética de reações químicas, Catálise homogênea e heterogênea, Colóides, Obtenção do Nitrato de Potássio, Obtenção da Amônia, Obtenção de Alúmen, Preparação, Recristalização e Determinação do ponto de fusão da acetanilida, Preparação do ácido clorídrico, Equilíbrio químico. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: RUSSEL, J.B. Química Geral. São Paulo: McGraw-Hill, 1994. Volumes I e II. FARIAS, Robson F. Cinética Química – Teoria e prática. Átomo, 2013. BRADY, James E. Química – A matéria e suas transformações. V. 2. LTC, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRADY, J.E. & HUMISTON, G.E. Química Geral. São Paulo: LTC, 1986. Volume 2. POSTMA, James M. Química no Laboratório. Manole, 2009. TASSINARI, Celso A. Química Tecnológica. Cengage, 2004. NOME DA DISCIPLINA Psicologia nas Organizações 4° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Possibilitar ao aluno de Engenharia de Produção o domínio e aplicação de conceitos de psicologia em situações específicas relacionadas ao seu contexto profissional. EMENTA Definição e área de estudo da Psicologia, diferença entre psicologia, psiquiatria e psicanálise, definição de personalidade e desenvolvimento humano nas relações de trabalho, conceito de motivação, atitude e necessidade e suas relações com o conceito de qualidade de vida nas relações interpessoais no contexto das organizações de trabalho. CONTEÚDO Desenvolvimento do conceito de psicologia e aplicação de seus conhecimentos às relações humanas no contexto das relações de trabalho. Diferenças e semelhanças entre os conceitos de Psicologia, Psiquiatria e Psicanálise e seus respectivos campos de atuação. Desenvolvimento do conceito de personalidade, critérios de avaliação dos traços da personalidade humana e sua importância para o conhecimento das habilidades e características do ser humano. Noções gerais de desenvolvimento humano, conceito e desenvolvimento da identidade pessoal e profissional do ser humano, conceito de maturidade, atitude e seus respectivos transtornos. Conceito de qualidade de vida e sua aplicação na produtividade e no conceito de saúde e segurança no ambiente de trabalho. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: REGATO, Vilma C. Psicologia nas Organizações. LTC, 2014. BENDASSOLI, Pedro F. Psicologia e Trabalho - apropriações e significados. Cengage, 2009. ZANELLI, José C. Psicologia, Organizações e Trabalho no Brasil. Artmed, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WEINTEN, Wayne. Introdução à Psicologia - Temas e variações. São Paulo: Cengage, 2010. ARONSON, Eliot. Psicologia Social. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. SPECTOR, Paul E. Psicologia nas organizações. São Paulo: Saraiva, 2006. NOME DA DISCIPLINA Elementos de Resistência de Materiais 5° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO A disciplina Resistência dos Materiais visa proporcionar o desenvolvimento da habilidade do acadêmico na análise critica e resolução de problemas concretos, integrando conhecimentos multidisciplinares e viabilizando o estudo de modelos abstratos e sua extensão genérica a novos padrões e técnicas de solução. Propõe-se aplicar conceitos de disciplinas tais como Física Geral, Mecânica dos Sólidos, Ciência dos Materiais e da própria Resistência dos Materiais, na abordagem e solução de problemas relacionados ao comportamento do sólido deformável submetido a diferentes tipos de carregamento, através da aplicação dos critérios de cálculo por resistência e rigidez, garantindo o correto desempenho do elemento de máquina ou estrutura durante o serviço. EMENTA Objetivos fundamentais da Resistência dos Materiais. Hipoteses fundamentais. Sistema real e esquema de análise. Forças Internas. Conceito de Tensão e de Deformação. TraçãoCompressão. Critérios de Resistência e Rigidez. Sistemas Isostáticos. Sistemas Estaticamente Indeterminados. Teoria do Cisalhamento Puro. Critérios de Cálculo. Rebites. Juntas Soldadas. Torção. Critérios de Resistência Rigidez. Torção em elementos de seção circular. Torsão em elementos de seção não circular. Flexão. Critério de Resistência em Flexão. Deslocamentos em Flexão Critério de Rigidez. Caso geral de tensões. Conceito de Tensão Equivalente. Introdução às Teorias de Resistência. Flexo-Tração/Compressão. Flexo-Torção. Flambagem elástica. Formulação de Euler. CONTEÚDO 1- Introdução 1.1 Objetivos da Resistência dos Materiais. 1.2 Hipóteses Básicas (Princípio de Superposição, Princípio de Saint-Venant, Hipótese das Seções Planas). 1.3 Sistema Real e Esquema de Análise. 1.4 Classificação das forças internas. Interpretação do sentido físico das mesmas. 1.5 Conceito de Tensão e de Deformação. 2- Tração-Compressão 2.1 Diagramas de forças internas em elementos submetidos a tração-compressão. 2.2 Ensaios de materiais. Diagrama de tração. Lei de Hooke. Comportamento dúctei e frágei. Propriedades Mecânicas fundamentais. Coeficiente de Poisson. 2.3 Aplicação dos critérios de resistência e de rigidez. Coeficiente de segurança. 2.4 Solução de sistemas isostáticos. Solução de sistemas estaticamente indeterminados. Cálculo de treliças. 2.5 Solução de problemas. 3- Teoria do Cisalhamento Puro 3.1 Critérios de cálculo. 3.2 Solução de problemas com a presença de pinos e/ou rebites. 3.3 Lei de Hooke para a distorção. Lei de Paridade das Tensões de Cisalhamento. 3.4 Solução de problemas. 4- Torção 4.1 Diagramas de momentos torsores. 4.2 Critérios de resistência e de rigidez na torção de elementos de seção circular. 4.3 Critérios de resistência e de rigidez na torção de elementos de seção no circular. 4.4 Solução de problemas. 5- Flexão 5.1 Diagramas de força de cisalhamento e momento fletor. Relações diferenciais entre carga distribuida, força de cisalhamento e momento fletor. 5.2 Critérios de resistência e de rigidez na flexão. 5.3 Cálculo de deslocamentos lineares e angulares na flexão. 5.4 Solução de problemas. 6- Caso Geral de Tensões 6.1 Introdução às Teorias de Resistência. 6.2 Conceito de tensão principal. Conceito de tensão equivalente. 6.3 Critérios de Hubber e Misses, Tresca e Mohr. 6.4 Solução de problemas. 7- Flambagem Elástica 7.1 Fórmulação de Euler para a determinação do carregamento crítico.] 7.2 Solução de problemas. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BOTELHO, Manoel H. Resistência dos Materiais. Blucher, 2013. MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. Érica, 2013. HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. Pearson, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GERE, James M. Mecânica dos Materiais. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2010. BEER, F. P.; Johnston Jr, R. Resistência dos Materiais. 4.ed. São Paulo: Makron Books, 2006. MERIAM, James L. Mecânica para Engenharia V.2 – Dinâmica. LTC, 2009. NOME DA DISCIPLINA Ergonomia 5° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 OBJETIVO A disciplina de ergonomia para engenharia de produção visa proporcionar uma sólida formação básica das metodologias estudadas aliadas as necessidades das disciplinas posteriores do curso de engenharia de produção. A disciplina também capacita o acadêmico na utilização das ferramentas necessárias para aplicação de ergonomia no desenvolvimento de projeto. A abordagem de diferentes literaturas referentes à área auxiliará o futuro profissional a ter uma visão crítica e base para pesquisas. A utilização desses conhecimentos em conjunto com de outras disciplinas permitirá o acadêmico fazer análises e determinar se o novo projeto será mais eficiente ou menos eficiente que o antigo. EMENTA Ergonomia. Organização de dados. Tipos humanos. Fenômenos naturais. Fisiologia. Biomecânica. Hipóteses. Probabilidades. CONTEÚDO 1 - Ergonomia. 2 - Organização de dados. 3 - Raça humana. 4 - Fenômenos naturais. 5 - Abordagem ergonômica de Sistemas 6 - Fisiologia. O corpo humano 7 - Postos de trabalho 8 - Biomecânica. 9 - Manejos e controles 10 - Probabilidade. 11 - Teste de Hipóteses. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DULL, J; WEERTMEERTER. A Ergonomia Prática. São Paulo: Edgard Blucher, 2012. ABRAHÃO, Júlia.et.al. Introdução a Ergonomia - da prática a teoria. Edgard Blucher, 2010 IIDA, Itiro. Ergonomia - projeto e produção. 2ªed. Edgard Blucher, 2008 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MÁSCULO, Francisco S.; VIDAL, Mario C. Ergonomia - trabalho adequado e eficiente. Campus, 2011 LAVILLE, A. Compreender o trabalho para transformá-lo – a prática da ergonomia. Blucher, 2001. VIEIRA, Jair Lot. Manual de Ergonomia. Edipro, 2011. NOME DA DISCIPLINA Pesquisa Operacional II 5° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Facilitar aos alunos competências diversas para: - identificar e caracterizar problemas de decisão, de otimização e de gestão associados a sistemas do mundo real; - representar os problemas através de diferentes formas, como modelos matemáticos, gráficos e simulação; - aplicar algoritmos para obtenção de soluções para alguns tipos de problemas; - analisar criticamente as soluções obtidas. EMENTA Programação Dinâmica. Programação Não-Linear (Otimização Métodos Heurísticos. Modelo PERT/CPM. Problema de Sequenciamento. Clássica). CONTEÚDO 1. Programação Dinâmica. 1.1. Teoria e Aplicações (problema de caminho mínimo, problema de investimento de capital, outros). 1.2. Apenas uma restrição e função objetivo linear - Problema da Mochila. 1.3. Contextualização do Problema de Dimensionamento de Lotes: MPS- MRP-Programação da Produção. 1.4. Resolução via Wagner Whithin (programação dinâmica). 2. Programação Não-Linear (PNL). 2.1. Características da PNL. 2.2. Estudo da concavidade e convexidade de funções com 1, 2 ou mais variáveis. 2.3. Condições de Kuhn-Tucker. 2.4. Modelagem de um PNL e Programação Não-Linear utilizando o Solver do Excel. 3. Estudo de Caso: Apresentação de um artigo científico, de Revista Científica da área, relacionado à Pesquisa Operacional. 4. Métodos Heurísticos. 4.1. Tipos de Heurísticas 4.2. Aplicações de Heurísticas 5. Modelo PERT/CPM. 5.1. Estudo de Aceleração de Projetos. 5.2. Aplicações utilizando o software MSProject. 6. Problema de Sequenciamento. 7. Apresentação da implementação da Heurística. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COLIN, Emerson C. Pesquisa Operacional - 170 Aplicações em Estratégia, Finanças, Logística, Produção, Marketing e Vendas. LTC, 2007. CUKIERMAN, Zigmundo Salomão. O Modelo pert/cpm aplicado a gerenciamento de projetos. LTC, 2009. ZORNING, Peter. Introdução à Programação Não Linear. UNB, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões: modelagem em excel. Campus, 2007. Andrade, E.L. (2002) Introdução à Pesquisa Operacional: métodos e modelos para análise de decisão. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC. 2004. SILVA, Ermes M. Pesquisa Operacional – Para os cursos de Administração e Engenharia. Atlas, 2010. NOME DA DISCIPLINA Sistemas de Informação 5° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO A disciplina tem como objetivo conceituar a informação e os sistemas de informação, discutindo seu papel nas organizações. Serão apresentados métodos, técnicas e ferramentas para modelagem e desenvolvimento de sistemas de informação. Os alunos deverão aprender as analisar como as informações fluem dentro de uma empresa, organizar e classificar as informações de uma empresa (sob a ótica de sistemas de informação), modelar, projetar e desenvolver um protótipo de um sistema que manipule informações utilizando um gerenciador de banco de dados. EMENTA Sistemas de Informação. Engenharia da Informação. Tecnologia da Informação. Conceitos de hardware e software. Planejamento e gerência de projetos de SI. Formação de desenvolvimento . Recursos. Prazo. Controle de projetos. Engenharia de software. Ciclo de vida de software. Modelagem orientada a objetos. Documentação de sistemas. Controle de documentos. Requisitos de sistema. Análise e projeto de SI. Interface com o usuário. Manual de usuário. Implementação. Apresentação, treinamento e aplicação prática de um ambiente de desenvolvimento de software. Verificação e validação de SI. Revisões. Teste. Introdução Pa qualidade de software. Garantia da qualidade de software. Gerência de configuração de software. Utilização do software Access. CONTEÚDO Apresentação do curso. Fundamentos em sistemas de informação (SI) Engenharia da Informação Infraestrutura para SI (conceitos de hardware e software) O uso de SI pelas empresas Aplicações em SI : SI transacionais, SIG, SAE, Sistemas Especialistas, Sistemas ERPs e CRM, Ciclo de vida de software Processo de desenvolvimento de software Qualidade em software Fundamentos em gerenciador de banco de dados: desenvolvimento de protótipo BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LAUDON, KENETH, C.; LAUDON, JANE, P. Sistemas de informação gerenciais. Pearson/Prentice Hall, 2011. SANTOS, Aldemar de A. ERP e Sistemas de Informações Gerenciais. Atlas, 2013. BIO, Sérgio R. Sistemas de Informação – Um enfoque gerencial. Atlas, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALBERTIN, ALBERTO L. Administração de informática: funções e fatores críticos de sucesso. São Paulo: Atlas, 2008. RALPH, M. STAIR. Princípios de sistemas de informação. Cengage, 2011. COSTA, Ivanir. Qualidade em Tecnologia da Informação. Atlas, 2013. NOME DA DISCIPLINA Contabilidade Geral I 5° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Ao final da disciplina o aluno deverá ser capaz de conhecer os procedimentos básicos da mecânica contábil, conhecer a rotina de funcionamento contábil de uma Empresa e conhecer as rotinas básicas de controle e avaliação. EMENTA Conceito de contabilidade; Contabilidade e Engenharia de Produção; Interesses na informação contábil; Balanço: ativo, passivo, patrimônio líquido; Procedimentos contábeis básicos; Variações da situação líquida; despesa, receita; Regimes de competência e caixa; receitas e despesas diferidas; Fatos Contábeis; Operações com mercadorias; inventário, valoração; Ativo Imobilizado e Amortização; Demonstrativo de origens e aplicações; Análise de Balanço e de resultados. CONTEÚDO Campo de atuação e objetivos da contabilidade. Formas básicas da organização legal empresarial brasileira. Balanço patrimonial. Demonstrações de resultado do exercício. Doar-demonstração de origens e aplicações de recursos. Operações com mercadorias. Análise das demonstrações financeiras. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GONÇALVES, Eugenio Celso. Contabilidade Geral. São Paulo: Atlas, 2011. FRANCO, Hilario. Contabilidade Geral. 23ª ed. - São Paulo: Atlas, 1996 MEGLIORINI, Evandir. Contabilidade para Cursos de Engenharia. Atlas, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. São Paulo: Saraiva, 2010. PADOVEZE, Clóvis L. Analise das Demonstrações Financeiras. Cengage, 2010. BERTI, Anélio. Contabilidade Geral. - São Paulo: Ícone, 2001. NOME DA DISCIPLINA Economia Geral 5° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Transmitir aos alunos os conceitos básicos da Ciência Econômica e sua importância para as atividades das empresas e para o comportamento dos indivíduos. Mostrar como a interpretação dos fatos econômicos pode auxiliar as tomadas de decisões pelos profissionais da Engenharia. Estudar o papel da oferta e demanda na determinação do preço e quantidade de mercado. Estudar o processo de produção e de custos. EMENTA Princípios básicos de microeconomia; teoria do consumidor e da demanda; teoria da firma e da produção; estruturas de mercado; teoria dos custos e da formação de preços; concorrência, competitividade e globalização; impacto sobre as empresas instaladas no Brasil. CONTEÚDO 1. CONCEITOS BÁSICOS DA ECONOMIA O Problema Econômico Clássicos do Pensamento Econômico Os processos de escolha: Socialismo e Capitalismo 2. A LEI DA OFERTA E DA PROCURA A Procura A Oferta Teoria da Firma O Equilíbrio de mercado O Fenômeno Inflacionário 3. ECONOMIA e PRODUÇãO Teoria da Produção Função da Produção Curva de Possibilidades de Produção Distinção entre Fatores de Produção Competitividade da Firma, Produção a Curto e Longo Prazo 4. CUSTOS DE PRODUÇÃO Custo de Oportunidade Custos de Produção Custo Marginal Economia de Escala Relações entre Tipos de Custos 5. FORMAÇÃO DE PREÇOS Objetivos da Firma, O Papel dos Mercados. A Oferta e a Demanda O conceito de elasticidade e suas aplicações 6. ESTRUTURAS DE MERCADO Concorrência Perfeita Monopólio Oligopólio Competição Monopolística Globalização BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: VASCONCELOS, Marco Antonio Sandoval. Economia - Micro e Macro. São Paulo: Atlas, 2011. ROSSETTI, José P. Introdução à Economia. Atlas, 2003. PASSOS, Carlos Roberto Martins e NOGAMI, Otto. Princípios de Economia. 6.ed. São Paulo: Cengage, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FISCHER, Stanley. Introdução à economia. 2ª ed. - São Bernardo do Campo: Elservier, 2003. COGAN, Samuel. Custos e Formação de Preços. Atlas, 2013. PINHO, Diva Benevides. Manual de Economia. 5ª ed. - São Paulo: Saraiva, 2005. NOME DA DISCIPLINA Tecnologias de Produção I 5° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Conhecimento e operação dos diferentes processos e tecnologias de produção. EMENTA Processos de fabricação por metalurgia: fundição, metalurgia do pó, soldagem. Processos de fabricação por trabalho de conformação plástica: laminação, forjamento, estampagem, extrusão, trefilação, calandramento. Processos de fabricação de peças plásticas: moldagem por compressão e por transferência, extrusão, sopro, injeção termo formação. Processos de usinagens não convencionais: usinagem por descarga elétrica, por feixe de elétrons, por plasma, por laser, fresamento químico. CONTEÚDO - Considerações gerais sobre processos de manufatura. - Processos de origem, envolvendo todas as tecnologias de fundição. - Processos de conformação plástica. - Tecnologia de fabricação de componentes poliméricos. - Processos de usinagem não convencional. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KIMINAMI, Claudio S. Introdução aos Processos de Fabricação de Produtos Metálicos. Blucher, 2013. CHIAVERINI, Vicente. Metalurgia do Pó. ABM, 2001. GREIF, Helmut. Tecnologia dos Plásticos. Blucher, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FITZPATRICK, Michael. Introdução aos Processos de Usinagem. Bookman, 2013. WEISS, Almiro. Processos de Fabricação Mecânica. Do Livro Técnico, 2012. NOVASKI, Olívio. Introdução à Engenharia de Fabricação Mecânica. Blucher, 2013. NOME DA DISCIPLINA Termodinâmica 5° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 OBJETIVO Fornecer aos alunos os princípios básicos da Termodinâmica, juntamente com algumas aplicações práticas. Desenvolver a habilidade de lidar com problemas práticos da Engenharia, na área Térmica, bem como analisar e interpretar fenômenos e processos relacionados com Energia. EMENTA Substância Pura. Trabalho e Calor. 1ª Lei e 2ª Lei para Sistemas. 1ª Lei e 2ª Lei para Volume de Controle. Conversão de Energia por Processos e Ciclos Termodinâmicos. CONTEÚDO 1. Conceitos Fundamentais 1.1 Termodinâmica 1.2 Sistema e Volume de Controle 1.3 Estado e Propriedades 1.4 Processos e Ciclos 1.5 Unidades 2. Propriedades de Uma substância Pura 2.1 Substância Pura 2.2 Mudança de Fase 2.2.1 Equilíbrio Líquido-Vapor 2.3 Saturação 2.4 Título ou Qualidade 2.5 Diagramas e Tabelas de Vapor 2.6 Propriedades Independentes de uma Substância Pura 3. Calor e Trabalho 3.1 Conceito e Aplicações 3.2 Unidades 3.3 Trabalho de Expansão 3.3.1 Cálculo do Trabalho: Analítica e Graficamente 4. 1ª Lei da Termodinâmica 4.1 1ª Lei da Termodinâmica para Processos Cíclicos 4.2 1ª Lei da Termodinâmica em Processos não Cíclicos de Sistemas Fechados 4.3 Energia Interna 4.4 Entalpia 4.5 1ª Lei da Termodinâmica para Volume de Controle 4.5.1 Equação da Continuidade 4.5.2 O Processo em Regime Permanente 4.5.3 O Processo em Regime Transiente 5. 2ª Lei da Termodinâmica 5.1 Reservatório Térmico 5.2 Motor Térmico 5.3 Refrigerador 5.4 Enunciados da 2ª Lei da Termodinâmica 5.4.1 Enunciado de Kelvin-Planck 5.4.2 Enunciado de Clausius 5.5 Processo Reversível 5.6 Causas da Irreversibilidade de um Processo 5.7 ciclo de Carnot 5.8 Teoremas de Carnot 5.9 Escala Termodinâmica de Temperaturas 6. Entropia 6.1 Uma Propriedade do Sistema 6.2 Entropia para uma Substância Pura 6.3 Variação da Entropia em Processos Reversíveis 6.4 Variação da Entropia em Processos Irreversíveis 6.5 Princípio do Aumento de Entropia. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: WYLEN, VAN, J.G.,SONNTAG, R.E., BORGNAKKE, C. Fundamentos da Termodinâmica. Trad. 8.ed. americana. São Paulo: Edgard Blücher, 2013. 3 ex. MORAN, Michael J. Princípios de Termodinâmica para Engenharia. LTC, 2013. OLIVEIRA, Mario J. Termodinâmica. Livraria da Física, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SONNTAG, R. E., BORGNAKKE, C. Introdução à Termodinâmica para a Engenharia. LTC. 2003. SERWAY, Raymond A. Física para Cientistas e Engenheiros. V.2. Cengage, 2011. KNIGHT, Randall D. Física: Uma Abordagem Estratégica - Vol.2 Termodinâmica Óptica. Bookman, 2009. NOME DA DISCIPLINA Gestão Financeira I 6° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Apresentar princípios, conceitos e técnicas de matemática e administração financeira, visando fornecer alimentos para a tomada de decisões. EMENTA Estudo do ambiente econômico e financeiro. Conhecimento dos demonstrativos para administração financeira das empresas. Estudo dos indicadores financeiros que medem o desempenho empresarial. CONTEÚDO Conceitos básicos e funções da administração financeira; Sistemas de informações financeiras. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Atlas, 2012. GITMAN, Lawrence J. Princípios da administração financeira. São Paulo: Pearson, 2010. ROSS, Stephen. Fundamentos de Administração Financeira. Bookman, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da administração financeira. São Paulo: Makron Books, 2000. HOJI, Masazaku. Administração Financeira na Prática. Atlas, 2012. MALAGA, Flavio K. Análise de Demonstrativos Financeiros e da Performance Empresarial. Saint Paul, 2012. NOME DA DISCIPLINA Contabilidade Geral II 6° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Compreender os sistemas de custeio e sua aplicação. Capacitar a projetar e implantar sistemas de custeio. Capacitar a analisar custos em relação à estratégia de mercado e de produção de uma organização. EMENTA Sistemas de Custeio: Custos diretos e indiretos, fixos e variáveis. "Cost-drivers". Acumulação de custos, classificação, fatores de custo. Custeio por Absorção. Produção por ordem, contínua, conjunta. Custeio Direto: margem de contribuição. Custeio ABC. Projeto de sistemas de Custeio: Produtos e Departamentos. Sistemas de produção e sistemas de custeio. CONTEÚDO Introdução. Apresentação do curso. A contabilidade de custos, financeira e gerencial. Terminologia contábil básica Princípios contábeis aplicados a custos. Classificação e nomenclaturas de custos. Custos diretos e indiretos, fixos e variáveis. Esquema básico da contabilidade de custos: custeio por absorção.Esquema básico da contabilidade de custos: departamentalização. Critério de rateio dos custos indiretos. Custeio abc. Cost-drivers (direcionadores de custo) Custos indiretos de produção (cip) Materiais diretos, estoque: médio, PEPS, UEPS. Mão de obra direta. Produção por ordem e de encomenda. Produção contínua. Custeio por processo. Produção conjunta. Avaliação de estoques. Custo fixo, lucro e margem de contribuição. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10.ed. São Paulo, 2010. MEGLIORINI, Evandir. Custos – Análise e gestão. Pearson, 2012. GONÇALVES, Eugenio Celso. Contabilidade Geral. São Paulo: Atlas, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Perez Jr., José Hernandez. Contabilidade de custos para não contadores. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2012. GONÇALVES, Eugenio Celso. Contabilidade Geral. 6ª ed. - São Paulo: Atlas, 2007 NAKAGAWA, Masayuki. ABC – Custeio baseado em atividades. Atlas, 2001. NOME DA DISCIPLINA Empreendedorismo 6° Semestre Carga Horária Semanal 02- Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO O objetivo da disciplina é estimular no aluno o espírito empreendedor, ajudando-o a entender seu potencial e suas características, bem como os fatores-chave de sucesso através do estudo de casos reais: - Estimular o aluno a ter visão de negócios - Fornecer ao aluno capacitação básica para entender como concretizar seu empreendimento - Discutir com os alunos as características de empreendedores e os fatores de sucesso e fracasso. EMENTA O objeto desta disciplina é a atividade empreendedora. O aluno deve experimentar a identificação de oportunidades de negócio e a elaboração de planos de negócios, além de estudar as características do empreendedor, bem como as atividades inerentes ao empreendedorismo, tais como negociação, marketing e estudos de viabilidade. CONTEÚDO Conceitos de empreendedor e empreendedorismo Características de empreendedores Planejamento Estratégico Planejamento por cenários; exercício: visão de oportunidades de negócios no seu ramo Análise dos casos: causas Exercício de negociação Fontes de financiamento, incubadoras Filme sobre empreendedorismo e discussão e análise Filme sobre empreendedorismo e discussão e análise Plano de negócios: modelo e explicações Desenvolvimento do plano de negócios BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. Manole, 2012. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo - Transformando ideias em negócios. 3ª Ed. - Rio de Janeiro: Campus OLIVEIRA, Djalma de P. R. Empreendedorismo – Vocação, capacitação e atuação direcionadas para o plano de negócios. Atlas, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DRUCKER, Peter F. Inovação e Espírito Empreendedor. Cengage, 2008. BIZZOTTO, Carlos E. N. Plano de Negócios para Empreendimentos Inovadores. Atlas, 2008. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Empreendedorismo. 11ª ed. - São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. NOME DA DISCIPLINA Automação e Controle 6° Semestre Carga Horária Semanal 06 - Carga Horária Semestral 120 OBJETIVO Introduzir os fundamentos matemáticos de Automação e Controle e ilustrar algumas de suas aplicações à Engenharia de Produção. EMENTA Sistemas de produção e automação. Conceitos básicos de controle. Sistemas de controle. Modelos de sistemas. Loop causal. Realimentação positiva/negativa. Diagramas de processos. Automação de processos contínuos. Conceito. Aplicações. Sistemas supervisores. Sistemas de controle PID. Simulação e sistemas contínuos. Instrumentação analógica e digital. Transdutores. Automação comercial/bancária. Sistemas discretos. CLP, CNC, DNC, painéis elétricos. Robótica. Sistemas CAID/CAE/CAD/CAM. Integração de processos. CIM. Redes de computadores. Sistemas flexíveis de automação. Concepção, operação e gestão da operação em sistemas automatizados. Tecnologia e sociedade. CONTEÚDO 1. Introdução (NISE, 2002, pp. 2-25) 1.1.Introdução 1.2.História dos Sistemas de Controle 1.3.O Engenheiro e sistemas de controle e automação 1.4.Características da resposta e configurações de sistemas 1.5.Objetivos de análise e de projeto 1.6.Procedimento de projeto 1.7.Projeto assistido por computador (CAD) 2. Modelagem no domínio da freqüência (NISE, 2002, pp. 27-88). 2.1.Revisão sobre transformada de Laplace 2.2.Função de transferência 2.3.Modelagem de circuitos elétricos 2.4.Modelagem de sistemas mecânicos em translação 2.5.Modelagem de sistemas mecânicos em rotação 2.6.Modelagem de sistemas com engrenagens 2.7.Modelagem de sistemas eletromecânicos 2.8.Estudo de caso 3.Modelagem no domínio do tempo (NISE, 2002, pp. 90-122). 3.1.Introdução 3.2.Observações 3.3.Representação geral no espaço de estados 3.4.Aplicando a representação no espaço de estados 3.5.Conversão de função de transferência para espaço de estados 3.6.Conversão de espaço de estados para função de transferência 3.7.Estudo de caso 4.Resposta no domínio do tempo (NISE, 2002, pp. 123-177). 4.1.Introdução 4.2.Pólos, zeros e resposta do sistema. 4.3.Sistemas de primeira ordem 4.4.Sistemas de segunda ordem: Introdução 4.5.Sistemas de segunda ordem geral 4.6.Sistemas de segunda ordem subamortecidos 4.7.Solução das equações de estado através da transformada de Laplace 4.8.Estudos de caso 5. Redução de sistemas múltiplos (NISE, 2002, pp. 179-233). 5.1.Introdução 5.2.Diagramas de blocos 5.3.Análise e projeto de sistemas com retroação 5.4.Diagramas de fluxo de sinal Trabalhos: T1 – Sensores (PAZOS, 2002, cap. 4) T2 – Tecnologias associadas à Automação (SILVEIRA; SANTOS, 1999, p.169-210). T3 – Automação Industrial: uma retrospectiva histórico-social (SILVEIRA; SANTOS, 1999, p. 1-32). BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: NISE, Norman S. Engenharia de sistemas de controle. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. FRANKLIN, Gene. Sistemas de Controle para Engenharia. Bookman, 2013. GROOVER, Mikell. Automação industrial e sistemas de manufatura. Pearson, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHAPMAN, Stephen J. Programação em MATLAB para engenheiros. SãoPaulo: Cengage, 2010. DISTEFANO, J. J.; STUBBERUD, DORF, Richard C. Sistemas de controle modernos. 12.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 5.ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2011. NOME DA DISCIPLINA Engenharia do Produto 6° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Conhecimento do desenvolvimento do produto e seu planejamento desde as necessidades dos usuários até seu estudo de processo de fabricação e embalagem recomendada EMENTA O modelo do sistema humano e a ergonomia. Produtos - serviços e bens e sistemas básicos de custeio. Características Mercadológicas. A ferramenta QFD (quality function deployment), atendimento das necessidades do usuário e o desenvolvimento da função qualidade. Técnicas de embalagem. Requisitos ambientais e do projeto. CONTEÚDO - A área de produção e a de Marketing suas funções e principais atividades e suas relações com a Engenharia de Produtos. - A importância da ergonomia no produto e na manufatura, a NR 17. - Abordagem resumida de custos de produtos- bens e serviços. - A ferramenta QFD- a sua importância no desenvolvimento do produto. - Os registros de engenharia- composição do produto- sub-conjuntos, componentes e materiais. - Os registros de engenharia- definição dos processos de fabricação, etapas criticas e montagem final do produto. - Sistema e tecnologia da embalagem em função do tipo de produto. - Cuidados ambientais no produto e na manufatura. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA. KAMINSKI, Paulo Carlos. Desenvolvendo produtos com planejamento, criatividade e qualidade. Rio de Janeiro: LTC, 2000. BARBOSA FILHO, Antonio N. Projeto e Desenvolvimento de Produtos. Atlas, 2009. ROTONDARO, Roberto G. Projeto do Produto e do Processo. Atlas, 2010. BIBLIOGRAFIA COMLEMENTAR. MIGUEL, Paulo A. C. Implementação do QFD para o Desenvolvimento de Novos Produtos. Atlas, 2008. IRIGARAY, Hélio A. Gestão e Desenvolvimento de Produtos e Marcas. FGV, 2011. WARD, Allen C. Sistema Lean de Desenvolvimento de Produção e Processos. Leopardo, 2011. NOME DA DISCIPLINA Introdução a Metrologia Industrial 6° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 OBJETIVO A disciplina Princípios de Metrologia Industrial tem como objetivo analisar os conceitos metrológicos básicos, sua normalização e impacto nos sistemas de gestão da qualidade, para a avaliação de produtos e controle de processos, com o reconhecimento e aplicação de técnicas e metodologias modernas para o gerenciamento dos dispositivos de medição e monitoramento. EMENTA A metrologia como requisito dos sistemas de gestão da qualidade. Definições e conceitos metrológicos fundamentais. Calibração de dispositivos de medição e monitoramento. Tipos de erros de medição. Propagação de erros de medição. Incerteza de medições. Conceitos básicos de metrologia dimensional, metrologia de massa e pressão, metrologia de temperatura, metrologia de força, metrologia de tempo e freqüência, metrologia elétrica. Estudos de repetibilidade e reprodutibilidade (R&R). Comparações interlaboratoriais. CONTEÚDO 1 - Introdução. Aplicações da metrologia. Conceitos gerais. Definições. Sistema Internacional de Unidades. 2 - Noções gerais de variação, exatidão e precisão de medidas. 3 - A importância da metrologia nos sistemas de gestão da qualidade. 4 - A RBC e RBLE - Critérios de credenciamento de laboratórios. 5 - Calibração de dispositivos de medição e monitoramento. 6 - Padrões e rastreabilidade metrológica. Validação de dispositivos. 7 - Análise dos requisitos da norma ISO IEC 17025. 8 - Metrologia dimensional. 9 - Metrologia de massa e pressão. 10 - Metrologia de temperatura. 11 - Metrologia de força. 12 - Metrologia de tempo e freqüência. 13- Estudos de repetibilidade e reprodutibilidade (R&R). 14- Comparações interlaboratoriais. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na Indústria. 9.ed. São Paulo: Érica, 2013. JR. Armando A. G. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial. Manole, 2008 SANTANA, Reinaldo G. Metrologia. Do Livro Técnico, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KOBAYOSHI, Marcelo. Calibração de Instrumentos de Medição. Senai, 2012. NETO, João C. Silva. Metrologia e Controle Dimensional. Campus, 2012. HEMUS. A Técnica da Ajustagem . Hemus, 2004. NOME DA DISCIPLINA Tecnologias da Produção II 6° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Conhecimento e operação de diferentes processos e tecnologias de fabricação e de produção. EMENTA Processos de manufatura por remoção de material – Usinagem. Análise econômica do processo de corte - Critérios de custo e de produção. Materiais utilizados na fabricação de ferramentas de corte. Refrigeração e lubrificação do processo. Usinagem em materiais endurecidos. Usinagem em alta velocidade (High Speed). CONTEÚDO - Geometria do processo de corte envolvendo todos os movimentos entre peça e ferramenta. - Parâmetros de corte: avanços, profundidades e velocidades de corte e de avanço. - Determinação dos esforços torques e potências. - Considerações sobre custo e produção, estabelecimento de velocidades de mínimo custo e máxima produção. - Métodos e processos de fabricação. - Máquinas convencionais e CNC. - Conceitos e tendências das máquinas modernas de usinagem. - Conceituação sobre DFMA (Design for manufacturing and assembly). - Dispositivos de usinagem. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KIMINAMI, Claudio S. Introdução aos Processos de Fabricação de Produtos Metálicos. Blucher, 2013. FITZPATRICK, Michael. Introdução aos Processos de Usinagem. Bookman, 2013. DINIZ, Anselmo E. Tecnologia da Usinagem dos Metais. Artliber, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FITZPATRICK, Michael. Introdução a Usinagem com CNC. Bookman, 2013. WEISS, Almiro. Processos de Fabricação Mecânica. Do Livro Técnico, 2012. LESKO, Jim. Design industrial: Guia de materiais e fabricação. São Paulo: Edgard Blücher, 2012. NOME DA DISCIPLINA Materiais de Engenharia 6° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Fornecer e desenvolver toda a base de conhecimento necessária ao perfeito entendimento da composição dos materiais em suas principais formas utilizadas, nas diversas áreas de atividade da engenharia, considerando os principais itens relacionados ao desempenho, segurança e sucesso na utilização tecnicamente correta, influenciadas diretamente pela estrutura e tipo do material. EMENTA Classificação dos materiais sólidos. Sistemas cristalinos e células unitárias. Aços carbono. Aços liga. Ferros fundidos. Padronização de materiais ferrosos. Materiais metálicos não ferrosos. Deformações nos metais. Tratamentos térmicos. Tratamentos termoquímicos. Materiais poliméricos. Principais materiais poliméricos de uso industrial. CONTEÚDO 1. Classificação dos materiais sólidos. Metais. Polímeros. Cerâmicos. Compósitos. Semicondutores. 2. Sistemas cristalinos e células unitárias. Fator de empacotamento. 3. Aços carbono.Definição. Efeitos da composição química e das temperaturas no comportamento dos aços carbono. 4. Aços liga 5. Ferros fundidos. Fº f° cinzento, branco, nodular, ligados 6. Padronização de materiais ferrosos. Normas ASTM, SAE, AISI, ABNT. 7. Materiais metálicos não ferrosos. Cobre e suas ligas. Alumínio e suas ligas. Níquel e suas ligas. Padronização. 8. Deformações nos metais: laminação, extrusão, forjamento, trefilagem, estampagem, repuxo. 9. Tratamentos térmicos. Definições. Objetivos. Recozimento. Têmpera. Revenido. Normalização. 10. Tratamentos termoquímicos: cementação, nitretação, cianetação. 11. Materiais poliméricos. Propriedades. Constituição. 12. Principais materiais poliméricos de uso industrial. Materiais termoplásticos e termo resistentes. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CALLISTER Jr., W. Ciência e Engenharia dos Materiais – Uma introdução. Rio de Janeiro: LTC, 2012. HASHEMI, Javad. Fundamentos de Engenharia e Ciência dos Materiais. Bookman, 2012. SHACKELFORD, James F. Ciência dos Materiais. Pearson, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PADILHA, Angelo F. Materiais de Engenharia – Microestrutura e propriedades. Hemus, 2007. SCHON, Claudio G. Mecânica dos Materiais – Fundamentos e tecnologia do comportamento mecânico. Campus, 2013. VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de Ciência dos Materiais. 20º reimpressão de 2014. Blucher, 1970. NOME DA DISCIPLINA Contabilidade Geral III 7° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Compreender os sistemas de custeio e sua aplicação. Capacitar a projetar e implantar sistemas de custeio. Capacitar a analisar custos em relação à estratégia de mercado e de produção de uma organização. EMENTA O problema da inflação. Análise de Custos. Custo-Volume-Lucro. Contribuição marginal. Análise de variações. Equação de produtividade global. Alavancagem operacional. TIR e lucratividade. CONTEÚDO Margem de contribuição e limitações na capacidade de produção. Custeio variável (custeio direto). Margem de contribuição. Custos fixos. TIR (taxa interna de retorno). Fixação do preço de vendas. Lucratividade. Custos imputados e perdidos. Custo de reposição com e sem inflação. Relação custo, volume e lucro 1. Relação custo, volume e lucro 2. Custo padrão. Análise das variações – materiais e MOD. Custo ABC – Abordagem gerencial. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10.ed. São Paulo, 2010. GONÇALVES, Eugenio Celso. Contabilidade Geral. São Paulo: Atlas, 2011. SANTOS, Joel J. Contabilidade e Análise de Custos. Atlas, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Perez Jr., José Hernandez. Contabilidade de custos para não contadores. 5 ed. São Paulo: Atlas. 2012. Marion, J. C. Contabilidade Empresarial. São Paulo: Atlas. 2012. IUDICIBUS, Sérgio. Análise de Custos – Uma abordagem quantitativa. Atlas, 2013. NOME DA DISCIPLINA Gestão da Qualidade 7° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 OBJETIVO A disciplina Gestão da Qualidade visa proporcionar uma sólida formação básica, aliada às necessidades das disciplinas posteriores do curso de Engenharia de Produção. A disciplina também têm por objetivo fornecer ao acadêmico uma visão ampla da importância do gerenciamento da qualidade no desenvolvimento de serviços ou de produtos. EMENTA Gestão da Qualidade: Introdução a História e Fundamentos. Planejamento e controle da qualidade. Administração da Qualidade Total: Origens e definições do TQM. Custos e Desperdícios na Qualidade. Nova Norma ISO 9000 versão 2000. Qualidade aplicada às grandes áreas de Gestão. Estudo Setorial da Qualidade CONTEÚDO 1. Gestão da Qualidade: Introdução a História e Fundamentos: Conceitos em gestão da qualidade, a evolução da qualidade, definição da qualidade, parâmetros da qualidade, os mandamentos da qualidade total. 2. Planejamento e controle da qualidade: Introdução e importância de um planejamento, a importância do controle da qualidade. 3. Administração da Qualidade Total: Origens e definições do TQM 4. Custos e Desperdícios na Qualidade: Custos da qualidade, desperdícios na produção, produção enxuta, JIT, KAIZEN, KANBAN, Seis Sigma, 5'S, Ciclo PDCA, Gestão de perdas. 5. Nova Norma ISO 9000 versão 2000: Normalização, definições da ISO, as normas da ISO, fundamentos da ISO 9000 versão 1994, fundamentos da ISO 9000 versão 2000, principais evoluções e diferenças da ISO 9000:2000 em relação à ISO 9000:1994. 6. Qualidade aplicada às grandes áreas de Gestão: Qualidade no desenvolvimento de produtos, qualidade no processo de projeto, qualidade na gestão de suprimentos, qualidade na terceirização. 7. Estudo Setorial da Qualidade: Qualidade na indústria aeronáutica, qualidade no setor de construção, qualidade na indústria farmacêutica. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: OLIVEIRA, J. O., Gestão da Qualidade: tópicos avançados, São Paulo: Thomsom, 2004. SLACK, N., CHAMBERS, S., JOHNSTON, R. Administração da Produção. São Paulo, Atlas, 2007. PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade – Teoria e prática. Atlas, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GAITHER, N., FRAZIER, G. Administração da Produção e Operações. São Paulo: Thomsom, 2002. CAMPOS, Vicente F. TQC – Controle da qualidade total. INDG, 2004. BALLESTERO-ALVAREZ, Maria E. Gestão da Qualidade, Produção e Operações. Atlas, 2012. NOME DA DISCIPLINA Organização do Trabalho 7° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Propiciar a compreensão dos principais modelos de organização do trabalho. Capacitar a projetar, melhorar e implantar processos de trabalho. Capacitar a analisar custos em relação à estratégia de mercado e de produção de uma organização. EMENTA A questão da organização do trabalho. As necessidades das empresas modernas: Organização, produtividade, qualidade, flexibilidade e competitividade. Critérios de Projeto Organizacional. Os novos modelos de produção: a "revolução" contemporânea nas fábricas. As escolas de organização do trabalho: escola clássica (taylorismo/fordismo), escola de relações humanas (enriquecimento de cargos), escola sócio-técnica (grupos semi-autônomos). Princípios sócio-técnicos de planejamento do trabalho: metodologia sócio-técnica original de projeto organizacional (Tavistock). Trabalho em grupo: tipos, casos. Grupos abertos e grupos fechados. Relações de fronteira (produção-manutenção, qualidade, planejamento etc. Organização por processos. Metodologia da Sociotecnologia Moderna. Paralelização, segmentação, sistemas de apoio. Implantação de mudanças organizacionais. Do arranjo funcional à manufatura celular e FMS. Just in time e "sistema Toyota de produção": conceito clássico e evoluções recentes. Tópicos especiais (organização do trabalho em escritórios, times e organizações virtuais etc.). CONTEÚDO 1. Reflexões - organização do trabalho 2. Projeto Organizacional 5.Projeto Organizacional 7.Escolas de organização 3.Escolas de organização 11.Trabalho em grupo 13.Gestão de processos II 4.Gestão de processos IV 17.Gestão de processos VI 19.Manufatura celularModelo japonês. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASCENÇÃO, Luiz Carlos M. D'. Organização, Sistemas e Métodos. São Paulo: Atlas, 2001. MARX, Roberto. Organização do Trabalho para a Inovação. Atlas. 2011. ARAUJO, Luis C. G. Organização, Sistemas e Métodos e as Tecnologias de Gestão Organizacional. V.1. Atlas, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à Administração, Atlas, 2011 WOOD Jr., Thomas. Mudança Organizacional. Atlas, 2009. MAXIMIANO, Antonio C. A. Teoria Geral da Administração – da revolução urbana a revolução digital. Atlas, 2012. NOME DA DISCIPLINA Modelos Probabilísticos 7° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO A disciplina Modelos Probabilísticos e Simulação de Sistemas de Produção visa proporcionar uma formação na área de modelagem de sistemas através do uso de simulação. Esta disciplina tem por objetivo apresentar e aplicar as principais técnicas de simulação de sistemas em experimentos computacionais. A disciplina capacita o aluno a modelar sistemas reais utilizando como ferramenta a simulação e avaliar possíveis mudanças de cenários e propor alternativas de solução. EMENTA Análise da Decisão: Árvores de Decisão; Cadeias de Markov; Processo de Decisão Markoviano; Teoria de Filas; Introdução à Simulação; Aplicações de Simulação: indústria, serviços e logística; Projeto de Simulação: Tratamento dos dados; Modelagem; Testes e validação do modelo; Elaboração de Alternativas e Cenários; Análise de Resultados; Utilização do software ARENA. CONTEÚDO ANÁLISE DE DECISÃO Tomada de decisão sem experimentação Tomada de decisão com experimentação Árvores de decisão PROCESSO ESTOCÁSTICO Cadeias de Markov Equações de Chapman-Kolmogorov Classificação dos estados de uma cadeia de Markov Modelos de decisão Markovianos TEORIA DE FILAS Estrutura básica dos modelos de filas Exemplos de sitemas de filas O papel da distribuição exponencial O processo de nascimento e morte Modelos de filas baseados nos processos de nascimento e morte Modelos de filas com distribuições não exponenciais Redes de filas MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE SISTEMAS Aplicações da simulação Tipos de simulação Componentes de um modelo de simulação O processo da simulação A LINGUAGEM DE SIMULAÇÃO ARENA O ambiente de trabalho do Arena Componentes de um sistema Criação de modelos Animação PROJETO DE SIMULAÇÃO Identificação do problema Modelagem do cenário atual Validação do modelo Avaliação de possíveis cenários Análise dos resultados BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BATEMAN, Robert E. Simulação de Sistemas – Aprimorando processos de logística, serviços e manufatura. Campus, 2013. Prado, D. Usando o Arena em Simulação. 4.ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços, 2010. RAGSDALE, Cliff T. Modelagem e Análise de Decisão. Cengage, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Andrade, E.L. (2002) Introdução à Pesquisa Operacional: métodos e modelos para análise de decisão. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC. 2004. FREITAS FILHO, Paulo J. Introdução à Modelagem e Simulação de Sistemas: com Aplicações em Arena. Visual Books, 2008. PRADO, Darci. Teoria das Filas e da Simulação. Falconi, 2014. NOME DA DISCIPLINA Gestão Financeira II 7° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Apresentar princípios, conceitos e técnicas de matemática e administração financeira, visando fornecer alimentos para a tomada de decisões EMENTA Análise dos demonstrativos para definição de cursos de ação. Administração do capital de giro e das políticas de crédito e cobrança. CONTEÚDO Administração do capital de giro; Financiamento de curto e longo prazo. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. São Paulo: Atlas, 2012. GITMAN, Lawrence J. Princípios da administração financeira. São Paulo: Pearson, 2010. ROSS, Stephen. Fundamentos de Administração Financeira. Bookman, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da administração financeira. São Paulo: Makron Books, 2000. HOJI, Masazaku. Administração Financeira na Prática. Atlas, 2012. ASSAF NETO, Alexandre. Administração do Capital de Giro. Atlas, 2012. NOME DA DISCIPLINA Planejamento, Programação e Controle da Produção I 7° Semestre Carga Horária Semanal 06 - Carga Horária Semestral 120 OBJETIVO Essa disciplina tem como objetivo apresentar os conceitos e discutir o objetivo do planejamento e controle da produção em empresas em geral. Visa proporcionar uma visão sobre a função produção, seu papel dentro da organização, o relacionamento dessa área com as demais. O foco principal da disciplina consiste em fornecer ao aluno de Engenharia de Produção os conceitos relacionados às atividades de planejamento e controle da produção, o conhecimento sobre as variáveis envolvidas nessa atividade, a apresentação de métodos e técnicas para manipulação e determinação dessas variáveis e, por fim, a análise de situações reais em planejamento e a discussão sobre as soluções adotadas por empresas. EMENTA Anatomia de um problema. Modelagem e representação do conhecimento. Fluxo geral de informação e decisão na gestão da produção. Técnicas de previsão de vendas. Séries temporais. Características e tipo de estoques. Classificação ABC. Planejamento agregado da produção. Modelos matemáticos. Princípios da programação da produção. Programação reversa. Gráficos de Gantt. Sequenciamento da produção. CONTEÚDO 1. Conceito da função produção e a interdependência com as demais áreas da empresa. 2. Conceito de sistema de produção e tipos de sistemas de produção. 3. Planejamento de capacidade. Planejamento agregado da produção: conceito e etapas do planejamento agregado; métodos para planejamento agregado; exemplo de modelo de tentativa e erro; formulação do modelo de programação linear. 4. Demanda: métodos de previsão; classificação de métodos de previsão; métodos qualitativos e quantitativos. Séries temporais. 5. Estoques: conceito e importância de estoques; controle de estoques. Curva ABC. Lote econômico; sistema de revisão contínua e reposição periódica. 6.Príncipios da programação da produção: Sequenciamento das operações: fatores que afetam o sequenciamento, métodos de controle. Gestão de projetos: gráfico de Gantt. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Côrrea, H; Gianesi, I.G.N; Caon, M. Planejamento, programação e controle da produção:MRPII/ERP: conceitos, uso e implantação. São Paulo: Atlas, 2007. LUSTOSA, Leonardo J. Planejamento e Controle da Produção. Campus, 2008. FERNANDES, Flavio C. Planejamento e Controle da Produção: Dos Fundamentos ao Essencial. Atlas, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GAITHER, N. Administração da produção e operações. São Paulo: Cengage, 2001. CORREA, Henrique L. Administração da Produção e Operações. Atlas, 2012. SLACK, N. et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas. 2007. NOME DA DISCIPLINA Projeto de Fábrica 7° Semestre Carga Horária Semanal 04 - Carga Horária Semestral 80 OBJETIVO Conhecimento e aplicação do projeto de arranjo físico da empresa de manufatura e de serviços, conhecimento das estratégias de produção, integração do gerenciamento do produto, processos e layout de operações e serviços. Contato dos conceitos e aplicações dos tipos de produção e tipos de arranjos físicos. EMENTA Estratégia de produção e objetivos de desempenho. Planejamento da capacidade. Gerenciamento de projetos: projetos de fábricas e os projetos de produtos. Integração projetos de fábricas e de produtos com manufatura- processos e métodos. Planejamento do arranjo físico e dos fluxos internos. Tipos de produção e de arranjo físico. E manufatura celular. Planejamento do sistema de movimentação e armazenagem de materiais. Projeto assistido por computador. CONTEÚDO - Os efeitos internos e externos dos 5 objetivos de desempenho e estratégia de produção, relação com o projeto de arranjo físico. - Conceitos de capacidade- restrições, sazonalidade e ajustes da capacidade de produção. - Análise da capacidade e da demanda para definir o arranjo físico. - Interfaces entre a engenharia de desenvolvimento do produto e o desenvolvimento do processo. - Fichas de composição do produto; de fabricação e de montagem. O estudo do trabalhoestudo de métodos e de tempos. Balanceamento de linha de produção e a importância dos processos e dos métodos nos projetos de arranjo físico. - Dimensionamento de áreas e os fluxos internos de atividades através dos diagramas. - Relação dos tipos de processos em operação de manufatura e de serviços e os tipos de arranjos físicos na importância dos projetos de áreas de trabalho. - O sistema MAM.- movimentação, manuseio e armazenagem de materiais e a sua interação com o arranjo físico. Normas regulamentadoras de segurança importantes nos projetos de fábrica. Exemplos de arranjo físico por computação gráfica. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GRAVES, Robert J. Planejamento e Projeto da Movimentação de Materiais. IMAM. LIGAR WHEELER, John D. Planejamento Sistemático e Simplificado de Layout. IMAM, 2008. LIGAR SPEARMAN, Mark L. A Ciência da Fábrica. Bookman, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SLACK, Nigel e outros. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2007. BARNES,R. Estudo de Movimentos e de tempos, Projeto e Medida do trabalho. São Paulo: Edgard Blucher, 1985. BANZATO, Eduardo. Atualidades na Armazenagem. IMAM, 2008. NOME DA DISCIPLINA Controle da Qualidade 8° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Capacitar o aluno a entender as funções do Controle da Qualidade de produtos e serviços e a aplicar as ferramentas e técnicas de medição e monitoramento, análise e solução de problemas e controle do processo. EMENTA Introdução ao Controle da Qualidade; ferramentas básicas da qualidade; normalização para a qualidade; confiabilidade metrológica no Controle da Qualidade; inspeção e ensaios; ensaios não-destrutivos; controle estatístico do processo, por variáveis e por atributos; avaliação da estabilidade estatística do processo; estudo de capacidade, Cp, Cpk e outros índices; sistemas de amostragem; planos de amostragem - atributos e variáveis; planejamento de experimentos; experimentos com um fator; experimentos faoriais completos; experimentos fatoriais fracionados; fundamentos de custos da qualidade; FMEA (Failure mode and effect analisys); fundamentos de programas "zero defeito" (poka-yoke, inspeção na fonte e seis sigma). CONTEÚDO 1. Introdução ao Controle da Qualidade. 2. Conceitos gerais - não-conformidades e ações corretivas / preventivas. 3. A normalização da qualidade. 4. A abordagem estatística. 5. Análise dos custos da qualidade. 6. Ferramentas básicas da qualidade. 7. Ferramentas gerenciais da qualidade. 8. A confiabilidade metrológica no controle da qualidade. 9. Sistemas de amostragem. 10. Inspeção e ensaio. 11. Ensaios não-destrutivos. 12. Estratégias para a qualidade. 12.1. CEP-Controle estatístico do processo. 12.2. Planejamento de experimentos. 12.3. FMEA. 12.4. Programa zero defeito. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARAÚJO, Adrilayne dos R.. Controle Estatístico da Qualidade. Bookman, 2013. TOLEDO, José C. Qualidade – Gestão e métodos. LTC, 2013. CAMPOS, Vicente F. TQC – Controle da Qualidade Total. INDG, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LOUZADA, Francisco. Controle Estatístico de Processos - Uma Abordagem Prática para Cursos de Engenharia e Administração. LTC, 2013. I GIOCONDO CÉSAR, Francisco. Ferramentas Básicas da Qualidade. Biblioteca 24 Horas, 2011. I GIOCONDO CÉSAR, Francisco. Ferramentas Gerenciais da Qualidade. Biblioteca 24 Horas, 2013. NOME DA DISCIPLINA Teoria dos Sistemas 8° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Esta matéria procura propiciar a compreensão das principais técnicas da engenharia de sistemas, apresentando as metodologias utilizadas pelas empresas "Best in Class" na área. EMENTA Conceito geral. Método analítico e método sintético. Introdução ao pensamento sistêmico. Caracterização de sistemas. O enfoque sistêmico. Implicações, organização dentro do enfoque sistêmico. Classes de sistemas. A ciência e a evolução dos sistemas. A metodologia de Engenharia de sistemas. A metodologia da análise de sistemas. A metodologia proposta por Checkland. Metodologia de abordagem de problemas. Formas de coleta de dados. Técnicas de levantamento, registro e análise de dados. Elaboração de formulários, normas e manuais. CONTEÚDO 01–Apresentação e Introdução 02–A evolução dos sistemas 03–Contexto Histórico 04–Introdução à TGS 1 05–Introdução à TGS 2 06–Introdução à TGS 3 07–Pensamento Sistêmico 08–TGS nas Empresas 09–Metodologia de Checkland 1 10–Metodologia de Checkland 2 11–Engenharia de Requisitos 1 12–Engenharia de Requisitos 2 13–Técnicas de levantamento, registro e análise de dados. 14–Elaboração de formulários, normas e manuais. 15–Engenharia de Software 16–Gestão de Soft e CMM 1 17–Gestão de Soft e CMM 2 18–Gestão de Soft e CMM 3 19–Gestão de Soft e CMM 4 20–PDI – 1a. Parte 21–PDI – 2a. parte 22–Business Plan – 1a. Parte 23–Business Plan – 2a. Parte 24–Business Plan – 3a. Parte BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BERTALANFFY, L. V. Teoria geral dos sistemas. São Paulo: Vozes, 2012. SOUZA, Cesar Alexandre de; SACCOL, Amarolinda Zanela. Sistemas ERP no Brasil Teoria e Casos. 1ed. São Paulo: Atlas, 2003. MARTINELLI, Dante P. Teoria Geral dos Sistemas. Saraiva, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COUTO, Ana B. CMMI – Integração dos modelos de capacitação e maturidade de sistemas. Ciencia Moderna, 2007. REZENDE, Denis A. Tecnologia da Informação – Aplicada a sistemas de informação empresariais. Atlas, 2013. FOINA, Paulo R. Tecnologia da Informação – Planejamento e gestão. Atlas, 2013. NOME DA DISCIPLINA Planejamento, Programação e Controle da Produção II 8° Semestre Carga Horária Semanal 08 - Carga Horária Semestral 160 OBJETIVO A disciplina tem como objetivo apresentar os sistemas de administração da produção utilizados pelos ambientes organizacionais e discutir os conceitos envolvidos em cada um desses sistemas. Visa capacitar o aluno a: compreender as diferenças entre os diversos sistemas; identificar o melhor sistema para determinado ambiente; combinar elementos de diversos sistemas para formar um sistema híbrido; prover o senso crítico em relação a aplicação dos sistemas estudados nos diversos ambientes organizacionais, possibilitando assim a gestão desses ambientes de forma eficiente. EMENTA Caracterização do planejamento e controle da produção. MRP II – Manufacturing Resources Planning. Evolução do MRP II. MRP – Material Requirement Planning. Elementos para cálculo de MRP. Árvore de produto. Lead Time. Demanda Dependente e Independente. Plano Mestre de Produção. Cálculo de Necessidades de Materiais. JIT – Just inTime. Conceitos básicos. O papel dos estoques no JIT. Focalização na redação de desperdícios. Layout para JIT. Premissas para implantação. Fluxo de produção “puxada”- Kanban. Kanban de sinal. Kanban de 1 cartão. Kanban de 2 cartões. Comparação MRP X KANBAN. TamborPulmão-Corda – OPT. Conceito de Teoria das Restrições. Lote de Transferência X Lote de Produção. Modelo de decisão Tambor-Pulmão-Corda. Dimensionamento do Pulmão. Premissas para implantação. Lean Production. Conceitos Básicos. Aplicações de Lean Production. Análise do Fluxo de Valor. Conceito de Takt Time. Sistema CONWIP. Heijunka box. Modelagem do Fluxo de Valor. CONTEÚDO 1. O papel estratégico dos sistemas de administração da produção; 2. MRPII - Objetivos, princípios, filosofia e pressupostos; Evolução histórica; Itens de demanda dependente e independente; Árvore de produtos-Item pais e filhos; Lead Time; Cálculo das necessidades brutas e líquidas e dos recursos produtivos; Funcionamento do MRPII - MPS; MRP; CRP; SFC; Vantagens e Limitações do MRPII; Implantação de sistemas MRPII; ERP. 3. A filosofia Just in Time para administração da produção, objetivos e pressupostosestoques, lotes de compra e fabricação, tratamento de erros, uso de capacidade, mão de obra;Desperdícios e a melhoria contínua; Lay-out para JIT;Programação da produção JIT - o sistema Kanban; Vantagens e Limitações da abordagem JIT. Comparação MRP X Kanban10. Comparação MRP X KANBAN; Sistemas híbridos- MRPII e JIT. 4. Teoria das Restrições - o OPT; Objetivos, filosofia e pressupostos - recursos, set up, tamanho de lotes - lotes de a transferência e de produção; Funcionamento do OPT- Modelo de decisão Tambor-Pulmão-Corda, Dimensionamento do Pulmão, Premissas para implantação;Vantagens e Limitações do OPT. 5. A produção enxuta - Lean Production, discussão sobre os conceitos relacionados e uso do sistema de produção enxuta. 6. Análise do Fluxo de Valor. Conceito de Takt Time. Sistema CONWIP. Heijunka box. Modelagem do Fluxo de Valor. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CÔRREA, H; Gianesi, I.G.N; Caon, M. Planejamento, programação e controle da produção: MRPII/ERP: conceitos, uso e implantação. São Paulo: Atlas, 2007. CÔRREA, H. Just in Time, MRPII e OPT: um enfoque estratégico. São Paulo: Atlas, 1993. FERNANDES, Flavio C. Planejamento e Controle da Produção: Dos Fundamentos ao Essencial. Atlas, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DAVIS, Mark M. Fundamentos da administração da produção. 3ª Ed. - Porto Alegre: Bookman Editora, 2001 CORREA, Henrique L. Administração da Produção e Operações. Atlas, 2012. SLACK, N. et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas. 2007. NOME DA DISCIPLINA Higiene e Segurança do Trabalho 8° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Permitir ao aluno a compreensão e a importância do gerenciamento da Segurança do Trabalho nas diversas áreas da Engenharia, visando sua aplicação na atividade profissional, e elevando seus conceitos e qualidades em habilitação profissional. EMENTA Conceitos: Acidentes e doenças do trabalho. Análise de riscos: abordagem qualitativa e quantitativa. Aspecto legal e técnico-prevencionista do acidente. Causas. Política e programa de segurança: CIPA e SESMT. Equipamentos de proteção. Causas das doenças do trabalho. Agentes químicos, biológicos, ergonômicos. Condições ambientais: padrões, medição e avaliação. Métodos de proteção, individual e coletiva. Proteção e combate a incêndios. Higiene industrial. Atividades insalubres e perigosas. CONTEÚDO 1- Conceituação/Objetivos. Importância Econômico-Social da segurança do Trabalho na Engenharia. Aspectos Legais. 2- Acidentes de Trabalho. segurança e Medicina do Trabalho. NR-1;NR-3; NR-16; NR-28. 3- Causas de Acidentes. Atos e Condições Inseguras. Proteção Coletiva. Proteção Individual. NR-6. 4- Formas Universais de Prevenção de Acdentes. Serviço especializado de Segurança e medicina do Trabalho. NR-4; NR-7. 5- Comissão Interna de Prevenção de Acidentes(CIPA). Análise e Estátistica de Acidentes. 6- Proteção Contra Incêndios. 7- Controle Ambiental. NR-9; NR-13; NR-14; NR-21; NR-22. 8- Calor Radiante. Iluminação. Efeitos e Consequências no Organismo. Medidas Preventivas. 9- Agentes Químicos. NR-15; NR-16; NR-20; NR-25. 10- Limite de Tolerância. Ventilação Local (Exaustora/ Geral Diluída). Medidas Preventivas. 11- Riscos Específicos nas Várias Habilitações de Engenharia. Controle de Perdas e Produtividades. Segurança no Projeto. NR-26. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Equipe Atlas. Segurança e Medicina do Trabalho. 73.ed. São Paulo: Atlas, 2014. MATTOS, Ubirajara A. O. Higiene e Segurança do Trabalho. Campus, 2011. BARSANO, Paulo R. Segurança do Trabalho – Guia prático e didático. Érica, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PAOLESCHI, Bruno. CIPA - Guia Prático de Segurança do Trabalho. Érica, 2009. BREVIGLIERO, Ezio. Higiene ocupacional - Agentes biológicos, químicos e físicos. Senac, 2011. REIS, Roberto Salvador. Segurança e saúde do trabalho: Normas regulamentadoras. 8ª Ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2011. NOME DA DISCIPLINA Instalações Industriais 8° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Mostrar aos alunos aspectos de uma instalação industrial. Dar conhecimento dos diversos tipos de tubulações (materiais, conexões, ligações, etc.) e suas disposições na indústria. A escolha correta de um motor e sua proteção. A importância da iluminação artificial, natural e de emergência. EMENTA Aspectos legais e ambientais no "projeto-da-fábrica". Projeto contra descargas atmosféricas. Estratégias de "aterramento". Ergonometria. Aspectos de segurança e iluminação. Motores CC: construção, curvas-características, seleção e instalação. Motores CA: seleção vinculada à aplicação. Circuitos e dispositivos para partida/parada e reversão de motores. Proteção e controle de circuitos elétricos. Dimensionamento (normas/simbologia) de instalações elétricas (baixa tensão), hidráulicas, pneumáticas e de vapor. Introdução ao cálculo luminotécnico. Iluminação artificial. Os diversos tipos de lâmpadas e seus equipamentos auxiliares. O efeito estroboscópico. Métodos de cálculo. Circuitos e dispositivos para partida/parada e reversão de motores. Proteção e controle de circuitos elétricos. Dimensionamento (normas/simbologia) de instalações elétricas (baixa tensão), hidráulicas, pneumáticas e de vapor. Introdução ao cálculo luminotécnico. Iluminação artificial. Os diversos tipos de lâmpadas e seus equipamentos auxiliares. O efeito estroboscópico. Métodos de cálculo. CONTEÚDO 1. Classificação da tubulação quanto ao emprego e ao fluido transportado. Cores das tubulações. 2. Materiais, ligações, válvulas, conexões e juntas. 3. Seleção dos materiais (água doce e agressiva, vapor, hidrocarbonetos, ar comprimido, temperaturas elevadas, baixas temperaturas, ácidos e álcalis, hidrogênio, esgoto e drenagem). 4. Disposição das construções em relação ao projeto de tubulações. Ergonometria. Projeto da fábrica. 5. Instalações de prevenção e combate a incêndio. 6. Instalações de esgoto. 7. NBR 5410/2004 - Instalações elétricas em baixa tensão. Simbologia e enfiação elétrica. 8. Iluminação industrial. Iluminação de emergência. Cálculo Luminotécnico. Os diversos tipos de lâmpadas e seus equipamentos auxiliares. O efeito estroboscópico. Métodos de cálculo. Iluminação natural. NBR 5413/92 - Iluminação de interiores. 9. Fios e cabos. Divisão de circuitos. Dutos. 10. Motores elétricos CA/CC. 11. Partida de motores de indução, chaves e proteções. 12.Materiais elétricos. Subestação. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: TELLES, P. C. S. Tubulações Industriais - Materiais, Projeto e Montagem. 9.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. MAMEDE Filho, J. Instalações Elétricas Industriais. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. MACINTYRE, A. J. Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COSTA, E. C. Física Aplicada à Construção - Conforto Térmico. 4.ed. Edgard Blücher Ltda, 1999. MARKUS, Otávio. Circuitos Elétricos - Corrente Contínua e Corrente Alternada Teoria e Exercícios. Érica, 2013. GUERRINI, Délio P. Iluminação – Teoria e prática. Érica, 2008. NOME DA DISCIPLINA Metodologia Cientifica 8° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO 1. Familiarizar o estudante com a metodologia científica e os conceitos de trabalhos científicos. 2.Desenvolver a capacidade de análise, de observação crítica e de resolução de uma problemática interdisciplinar de ordem científica, levantada a partir dos conteúdos propostos pelas disciplinas do curso de Engenharia e de elaboração de um projeto científico. EMENTA A Disciplina Metodologia Científica, inserida na 8ª Etapa do Curso de Engenharia de Produção tem como conteúdo programático: análise, resumo, resenha e discussão de artigos científicos relacionados ao tema de pesquisa do aluno e a elaboração do projeto de pesquisa a ser desenvolvido em TGI-I, TGI-II e TGI-III. CONTEÚDO 1. Comunicação como parte da ciência. 1.1. Metodologia científica. 1.2. Publicações como resultado de pesquisas. 2. Como os cientistas devem escrever. 2.1. Critérios à serem utilizados: clareza, imparcialidade, ordem e objetividade. 2.2. Expressões à serem evitadas - teológicas, tautológicas, adjetivação desnecessária, termos supérfluos, circunlóquios. 3. Partes de um relatório de pesquisa, de uma monografia, de uma dissertação e uma tese. 4. Planejamento da comunicação. 5. Reunião de idéias e informações. 6. Esboços e redações científicas. 7. Uso de tabelas, gráficos, ilustrações e diagramas. 8. Preparo do manuscrito. 9. Redação de um resumo e de resenha. 10. Referências bibliográficas. 11. Instruções para forma final de apresentação do trabalho redigido. 12. Cronograma de trabalho 13. Planejamento e elaboração do projeto de pesquisa BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011. KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 22ªed. - Petrópolis, RJ: Vozes, 2005 MIGUEL, Paulo A. C. Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações. Campus, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. - São Paulo: Atlas, 2002. LUDORF, Silvia M. Agatti. Metodologia da pesquisa: do projeto à monografia. - Rio de Janeiro: Shape, 2004 MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6ª ed. - São Paulo: Atlas, 2006. NOME DA DISCIPLINA Estágio Supervisionado I 8° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Orientar o aluno para a realização do Estágio profissionalizante, no sentido de obter o melhor aproveitamento do período de trabalho e a necessária organização das atividades de modo a complementar a formação acadêmica. Dar os fundamentos básicos para a elaboração de Relatório de Estágio. Treinar a comunicação através de seminários sobre o estágio, os quais têm a função adicional de permitir a troca de experiências dos colegas em diversos tipos de empresas. EMENTA Orientação específica sobre a postura na empresa. Discussão sobre a elaboração de relatório. Apresentação mensal do relatório de andamento do Estágio. CONTEÚDO 1 Orientação específica sobre a postura na empresa. 2 Discussão sobre a elaboração de relatório. 3. Discussão semanal sobre o andamento do estágio. 4. Acompanhamento da elaboração do relatório correspondente. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BURIOLLA, Marta A. Feiten. O Estágio Supervisionado. 7ª ed. - São Paulo: Cortez, 2011. BIANCHI, Anna Cecilia de Moraes. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. 4ª ed. São Paulo: Cegage Learning, 2013. LIMA, Manolita Correia. Estágio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. - São Paulo: Cengage Learning, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIL, Antonio C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. Atlas, 2010. MEDEIROS, João B. Redação Cientifica – A prática de fichamentos, resumos, resenhas. Atlas, 2009. LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Fundamentos de metodologia científico. São Paulo: Atlas, 2010. NOME DA DISCIPLINA Gestão de Pessoas 9° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Ao final da disciplina, o aluno será capaz de entender sobre a gestão de pessoas e sobre a finalidade da existência da área de Recursos Humanos enquanto parceira estratégica fornecendo as ferramentas necessárias para: lutar e vencer na guerra por talento tanto na liderança como em toda a empresa; investir no capital intelectual e receber um retorno igual ou maior ao do capital investido; criar uma organização veloz que se adapte, se transforme, mude e reduza o tempo de ciclo; facilitar o aprendizado tanto do indivíduo quanto da empresa. Diante da competitividade existente entre as organizações e da conseqüente busca acirrada pela contratação e manutenção de profissionais qualificados que sejam responsáveis pelo alcance e superação de resultados, esta disciplina proporciona aos alunos não apenas o conhecimento e compreensão das teorias mais atuais inerentes à área de Recursos Humanos, mas a possibilidade de aplicação prática de conceitos em estudos de caso e na realização de exercícios em sala de aula. EMENTA As funções de administradores de RH. Objetivos: políticas, planejamento e desenvolvimento. Estrutura e funcionamento do órgão de RH. Análise e descrição do trabalho e de cargos. Recrutamento e seleção. Treinamento e desenvolvimento. CONTEÚDO Visão Estratégica da Gestão de Pessoas, Fazendo o sistema funcionar: papéis e responsabilidades dos líderes e dos empregados; Motivação e Liderança: Como a gestão de pessoas nas empresas interage com estes conceitos, A movimentação das pessoas na organização O desenvolvimento das pessoas na organização, A valorização das pessoas na organização, Aprendizagem Organizacional: vantagem competitiva para as empresas e a participação dos empregados, Qualidade de Vida no Trabalho: o desafio para balancear vida profissional e profissional. A reestruturação organizacional: figuras de reengenharia, downsizing e terceirização. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. Rio de Janeiro: Campus, 2004. DUTRA, Joel. Gestão de Pessoas – modelo, processos, tendências e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2002. MAXIMIANO, Antonio C. A. Recursos Humanos - Estratégia e Gestão de Pessoas na Sociedade Global. LTC, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BECKER, Brian E. Gestão Estratégica de Pessoas com Scorecard. - Rio de Janeiro: Campus, 2001 GIL, Antonio Carlos. Gestão de Pessoas: enfoque nos papeis profissionais. - São Paulo: Atlas, 2011 WOOD, Thomaz Jr.; PICARELLI, Vicente Filho. Remuneração e Carreira por Habilidades e por Competências. São Paulo: Atlas, 2004. NOME DA DISCIPLINA Marketing de Serviços 9° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Oferecer uma visão geral da disciplina de Marketing de Serviços, apresentando os fundamentos da gestão empresarial orientada para o mercado/cliente, e proporcionar o conhecimento das teorias, dos conceitos e técnicas de marketing aplicáveis às empresas prestadoras de serviços e àquelas que utilizam a prestação de serviços como fator competitivo agregado a seus bens e produtos. 1. Apresentar os principais conceitos sobre Marketing de Serviços; 2. Compreender a aplicação dos conceitos estratégicos e gerenciais do Marketing aplicáveis às organizações do setor de prestação de serviços; 3. Demonstrar os principais conceitos de Pesquisa de Marketing e orientação para o cliente, bem como discutir mais detalhadamente o Sistema Integrado de Marketing (SIM) e Inteligência de Marketing; 4. Exercitar a aplicação das principais ferramentas do Marketing. EMENTA A disciplina apresenta os conceitos fundamentais para o Engenheiro conhecer melhor o mercado de atuação de sua organização e compreender de que forma o Marketing de Serviços integra as estratégias empresariais. Assim, possibilita–se o estudo mais detalhado do comportamento do consumidor, assim como ferramentas modernas do Marketing, além de permitir que o aluno desenvolva uma visão geral sobre a integração do Marketing nas diversas atividades da organização (Sistema Integrado de Marketing). CONTEÚDO Marketing de serviços: conceituação e definição Composto mercadológico dos serviços SIM: sistema integrado de marketing Marketing na era da informação: novas abordagens BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LOVELOCK, Christopher; WIRTZ, Jochen. Marketing de Serviços. 7.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2011. GREMLER, Dwayne D. Marketing de Serviços - A Empresa com Foco no Cliente. Bookman, 2014. HOFFMAN, K. Douglas. Princípios de Marketing de Serviços - Conceitos Estratégias e Casos. Cengage, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CASAS, Alexandre Luzzi Las. Marketing. 8ª ed. - São Paulo: Atlas, 2009 PETER, Paul J. Comportamento do consumidor e Estratégia de Marketing. McGraw Hill, 2009. SARQUIS, Aléssio B. Estratégias de Marketing para Serviços. Atlas, 2009. NOME DA DISCIPLINA Direito Social 9° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Fornecer informação sobre elementos de TÓPICOS JURÍDICOS visando a atuação presente do aluno como cidadão e, futura do profissional como sujeito de direitos e deveres, quer como empresário, empregado, ou simplesmente como cidadão; contribuir para desenvolver uma visão sobre questões humanísticas, sociais, éticas e ambientais relacionadas à sua futura profissão; desenvolver a capacidade de expressão verbal e escrita e de comunicação em geral; motivar para a consciência da necessidade do exercício da Cidadania para o bem geral e particular; gerar a necessidade do conhecimento do fato social e sua repercussão no campo do Direito EMENTA Conceituação; Direito Público -; O artigo 5º da Constituição Federal de 1988; Liberdades Públicas. Direito Administrativo - Aspectos Gerais. Elementos de Direito Penal. Elementos de Direito Tributário. Direito Privado. Direito das Obrigações. Dos Contratos. Direito das Coisas. Direito de Família. Direito das Sucessões. Direito Comercial. Direito do Trabalho; Artigo 7º da Constituição Federal de 1988. A Sociologia - Introdução. O "social" em suas dimensões históricas. A Sociedade em sentido genérico: A Sociedade Doméstica; A Sociedade Civil; Sociologia aplicada à Administração. CONTEÚDO 1. Conceituação; 2. Direito Público -; O artigo 5º da Constituição Federal de 1988 ; Liberdades Públicas; 3. Direito Administrativo - Aspectos Gerais; 4. Elementos de Direito Penal; 5. Elementos de Direito Tributário; 6. Direito Privado; 7. Direito das Obrigações; 8. Dos Contratos; 9. Direito das Coisas; 10. Direito de Família; Direito das Sucessões; 11. Direito Comercial; 12. Direito do Trabalho; Artigo 7º da Constituição Federal de 1988; 13. A Sociologia - Introdução; 14. O "social" em suas dimensões históricas; 15.A Sociedade em sentido genérico: A Sociedade Doméstica; A Sociedade Civil; Sociologia aplicada à Administração. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ZAINAGHI, Domingos Savio. Curso de Legislação Social - Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2012. NADER, Paulo. Introdução ao Estudo do Direito. Forense, 2014. WATANABE, Marilda. Manual de Direito – Para iniciantes no estudo do direito. Saint Paul, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MARTINS, Sérgio P. Instituições de Direito Público e Privado. São Paulo: Atlas, 2014. GARCIA, Gustavo F. B. Introdução ao Estudo do Direito – Teoria geral do direito. Forense, 2013. DI PIETRO, Maria S. Z. Direito Administrativo. Atlas, 2014. NOME DA DISCIPLINA Logística I 9° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO O objetivo desta disciplina é dotar os alunos de conhecimentos e ferramentas que lhes permitam lidar e resolver problemas de Logística nas organizações, nomeadamente: Stocks e materiais; armazenagem; gestão de frotas, para além dos problemas que surgem na gestão da cadeia logística. EMENTA Visão logística da gestão de recursos materiais na empresa. Gestão de materiais: objetivos, funções e fundamentos. Atividades de compras e seus instrumentos. Gestão de estoques: previsão, níveis, controle, custos e avaliação; classificação, curva ABC. Armazenamento, movimentação e distribuição: o almoxarifado e seus equipamentos. Estratégicas e políticas de gestão de materiais. Aplicação de sistemas informatizados na gestão de materiais. CONTEÚDO Introdução à Gestão de materiais – Uma visão logística Compras Controle, Previsão e Avaliação de Estoques Armazenamento, movimentação Sistemas de administração de materiais O perfil do profissional de materiais. Logística Transportes BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DIAS, Marco Aurélio. Administração de Materiais – Uma abordagem logística. Atlas, 2010. FLEURY, Paulo F., FIGUEIREDO, Kleber F., WANKE, Peter. (coordenadores). Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, 2010. POZO, Hamilton. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais – Uma abordagem logística. Atlas, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: NOVAES, Antonio Galvão. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva, 2003 MOURA, Cássia E. de. Gestão de estoques: ação e monitoramento na cadeia de logística integrada. - Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda., 2004 NOME DA DISCIPLINA Custos da Qualidade 9° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Capacitar os alunos para: a) a interpretar a má qualidade de produtos e serviços; b) estabelecer formas adequadas de coleta de dados e apresentação de resultados; avaliar estes resultados e propor ações de melhoria; c) implementar um Sistema de Custos da Qualidade, com sistemática correta de levantamento, análise e divulgação estes custos. EMENTA Introdução aos custos da qualidade; classificação dos custos e seus elementos; planejamento de um sistema de custos; coleta e tabulação dos dados; análise de tendências; gestão dos custos da qualidade; relatórios de custos; processo de implementação; auditorias e melhoria da qualidade. CONTEÚDO 1 - Introdução aos custos da qualidade: objetivos; identificação de fontes de custos da má qualidade; defeitos como perdas financeiras; custos baseados em atividades (ABC). 2 - Classificação dos custos e seus elementos: identificação dos custos de prevenção, avaliação, falha interna e falha externa. 3 - Planejamento de um Sistema de Custos: áreas, processos, atividades, produtos e serviços envolvidos num programa de custos;forma de identificação e registro dos custos; periodicidade de levantamento, análise e divulgação. 4 - Coleta e tabulação dos dados: formulários aplicáveis;critérios de cálculos; indicadores de custos; bases de comparação dos custos. 5 - Análise de tendências: evolução dos custos; ponto de equíbrio; identificação de oportunidades de melhoria e valores agregados ao processo. 6 - Gestão dos custos da qualidade: identificação de pontos críticos de custos da qualidade, análise das causas e ações corretivas e preventivas; estruturação dos custos como indicador de desempenho da organização; análise crítica pela direção. 7 - Gestão dos custos ambientais: ciclo de vida dos produtos; princípios de gestão ambiental; sistemas de custos ambientais. 8 - Relatórios de custos: conteúdo, apresentação e divulgação às áreas envolvidas. 9 - Processo de implementação: definição do modelo; passos de implementação. 10 - Auditorias e melhoria da qualidade: técnicas de auditoria aplicáveis; identificação de pontos fortes e pontos fracos; metodologia de análise e solução de problemas; programa de melhoria. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARRETO, Maria da Graça Pitiá. Controladoria na Gestão: a relevância dos custos da qualidade. São Paulo: Saraiva, 2008. OLIVEIRA, Luis M. Gestão Estratégica de Custos. Atlas, 2012. FONTOURA, Fernando B. B. Gestão de Custos – Uma visão integradora e prática dos métodos de custeio. Atlas, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MEGLIORINI, Evandir. Custos – Análise e gestão. Pearson, 2012. SILVA, Carlos A. S. Gestão de Custos. FGV, 2008. IUDICIBUS, Sérgio. Análise de Custos – Uma abordagem quantitativa. Atlas, 2013. NOME DA DISCIPLINA Gerência de Projetos 9° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Capacitar o aluno a realizar o planejamento, a estruturação e o gerenciamento de projetos que envolvam a utilização de tecnologia de computação, coordenação de equipes, negociação, seleção e contratação de recursos e produtos. EMENTA Fundamentos; gerencia de projetos; instrumentos de gerencia; modelos organizacionais. CONTEÚDO Histórico e fundamentos. Avaliação e gerenciamento de riscos de projetos. Organização, negociação e planejamento de projetos. Ferramentas computacionais de planejamento e controle. Planejamento e gerenciamento da evolução tecnológica. Revisões de projeto. Estudo de casos, análise de pesquisas, trabalhos práticos, métricas e atualização de software. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: VARGAS, Ricardo V. Gerenciamento de Projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. Rio de Janeiro: Brasport, 2009. CARVALHO, Marly M. Fundamentos em Gestão de Projetos – Construindo competências para gerenciar projetos. Atlas, 2011. NOKES, Sebastian. O Guia Definitivo do Gerenciamento de Projetos - Como Alcançar Resultados dentro do Prazo e do Orçamento. Bookman, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALENCAR, Antonio J. Análise de Risco em Gerência de Projetos. Brasport, 2012. MAXIMIANO, Antonio C. A. Administração de Projetos – Como transformar idéias em resultados. Atlas, 2014. GIDO, Jack. Gestão de Projetos. Cengage, 2007. NOME DA DISCIPLINA Estágio Supervisionado II 9° Semestre Carga Horária Semanal 06 - Carga Horária Semestral 120 OBJETIVO Orientar o aluno para a realização do Estágio profissionalizante, no sentido de obter o melhor aproveitamento do período de trabalho e a necessária organização das atividades de modo a complementar a formação acadêmica. Dar os fundamentos básicos para a elaboração de Relatório de Estágio. Treinar a comunicação através de seminários sobre o estágio, os quais têm a função adicional de permitir a troca de experiências dos colegas em diversos tipos de empresas. EMENTA Orientação específica sobre a postura na empresa. Discussão sobre a elaboração de relatório. Apresentação mensal do relatório de andamento do Estágio. CONTEÚDO Orientação específica sobre a postura na empresa. Discussão sobre a elaboração de relatório. Apresentação mensal do relatório de andamento do Estágio. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BURIOLLA, Marta A. Feiten. O Estágio Supervisionado. 7ª ed. - São Paulo: Cortez, 2011. BIANCHI, Anna Cecilia de Moraes. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. 4ª ed. São Paulo: Cegage Learning, 2013. LIMA, Manolita Correia. Estágio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. - São Paulo: Cengage Learning, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIL, Antonio C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. Atlas, 2010. MEDEIROS, João B. Redação Cientifica – A prática de fichamentos, resumos, resenhas. Atlas, 2009. LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Fundamentos de metodologia científico. São Paulo: Atlas, 2010. NOME DA DISCIPLINA Trabalho de Conclusão de Curso I 9° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO O aluno deverá ser capaz de realizar uma investigação planejada, de modo a contribuir com a construção do conhecimento por meio de novas descobertas científicas ou da aplicação de conhecimentos adquiridos para a solução dos mais variados problemas em Engenharia, promovendo o progresso da ciência na sua área de especialização profissional. EMENTA Revisão da Literatura. Desenvolvimento dos ensaios / levantamento de dados / estudo de caso. Análise e Discussão dos Resultados. Conclusões. CONTEÚDO Desenvolvimento da Pesquisa definida e discriminada no anteprojeto elaborado em Metodologia Científica e aprovada em TGI - I, conforme cronograma estabelecido. BIBLIOGRAFIA Específica para cada tema de pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MARTINS, Roberto A. Guia para Elaboração de Monografia e TCC em Engenharia de Produção. Atlas, 2014. GIL, Antonio C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. Atlas, 2010. LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Fundamentos de metodologia científico. São Paulo: Atlas, 2010. LIMA, Manolita Correia. Estágio Supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso. São Paulo: Cegage Learning, 2013 LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011. KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 22ªed. - Petrópolis, RJ: Vozes, 2005 MIGUEL, Paulo A. C. Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações. Campus, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. - São Paulo: Atlas, 2002. LUDORF, Silvia M. Agatti. Metodologia da pesquisa: do projeto à monografia. - Rio de Janeiro: Shape, 2004 MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6ª ed. - São Paulo: Atlas, 2006. NOME DA DISCIPLINA Logística II 10° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Apresentar os tópicos básicos da Logística da Empresarial, focando suas aplicações na área de serviços. EMENTA Logística Internacional. Logística no e-commerce. Logística Reversa e o Meio Ambiente. Operação em Serviços Logísticos. Visitas Técnicas aliadas às visitas do Curso de Engenharia de Produção. CONTEÚDO Introdução à Logística Empresarial. Logística internacional inserida nos aspectos estratégicos corporativos, serviços logísticos terceirizados, parcerias e alianças estratégicas. A logística no e-commerce, sua evolução, seus impactos na sociedade, suas estratégias nas empresas e todos os tipos de comércio eletrônico (business-to-consumer, business-to-business, consumer-toconsumer, business-to-employee, government-to-business, business-to-government, government-to-consumer, consumer-to-government). A logística reversa no conhecimento dos diferentes aspectos que interferem na capacidade de reaproveitamento de embalagens e resíduos (tóxicos e não-tóxicos), utilizados na produção, distribuição ou armazenagem. Abordagem conceitual da Logística de fluxos de retorno (reversa), relacionada ao gerenciamento de resíduos de pós-consumo e pós-venda, voltados para o equilíbrio ligado aos aspectos técnicos, econômicos e sociais do ambiente empresarial logístico. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: NOGUEIRA, Amarildo de S. Logística Empresarial. Atlas, 2012. LUDOVICO, Nelson. Logística Internacional. Saraiva, 2013. DIAS, Marco A. Logística, Transporte e Infraestrutura – Armazenagem, operador logístico, gestão via TI e Multimodal. Atlas, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LEITE, Paulo Roberto. Logística Reversa. São Paulo: Prentice Hall, 2009. DORNIER, Philippe–Pierrre et al. Logística e Operações Globais: textos e casos. São Paulo: Atlas, 2009. FLEURY, Paulo Fernando at al. Logística empresarial: A Perspectiva Brasileira. São Paulo: Atlas, 2010. NOME DA DISCIPLINA Marketing Industrial 10° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Entender os princípios econômicos e dos negócios que dirigem o planejamento de marketing. Revisar os elementos de diferentes disciplinas que suportam a teoria de marketing e seus princípios. Relacionar os elementos de um planejamento de marketing efetivo. Conduzir pesquisa rudimentar para identificar características do mercado-alvo local e desenvolver o marketing-mix para uma organização de um determinado setor. Identificar e avaliar os fatores dos ambientes externo e interno que podem afetar a implementação do plano de marketing. Analisar os elementos alternativos do mix de marketing e predizer sua eficácia em atingir os objetivos traçados. Preparar um plano de marketing inicial para uma específica organização incorporando os princípios e filosofias do marketing e da função planejamento. EMENTA Estudo da elaboração de planos e controles de marketing por meio dos direcionamentos estratégicos e táticos consistentes com os objetivos e recursos disponíveis de uma determinada organização. CONTEÚDO O processo de planejamento. Identificando um mercado-alvo e suas necessidades. Desenvolvendo e refinando o conceito do produto para satisfazer as necessidades do Mercado-alvo. Criando o marketing-mix apropriado Desenvolvendo estratégias de venda e promoção Redigindo o Plano de Marketing. Controle e Auditoria de Marketing. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ROCHA, Thelma. O Marketing Aplicado – O planejamento de marketing. Saraiva, 2013. AMBROSIO, Vicente. Plano de Marketing – Um roteiro para a ação. Pearson, 2011. YASUDA, Aurora. Pesquisa de Marketing – Guia para a prática de pesquisa de mercado. Cengage, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: URDAN, Flavio T. Gestão do Composto de Marketing. Atlas, 2013. PIERCY, Nigel. Estratégia de Marketing e Posicionamento Competitivo. Pearson, 2010. BASTA, Darci. Fundamentos de marketing. 7º ed. - Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006 (Gestão empresarial (FGV Management). NOME DA DISCIPLINA Gestão Ambiental 10° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO A disciplina trata dos aspectos ambientais envolvidos nas empresas do setor. A partir das exigências legais de licenciamento ambiental, são apresentados temas específicos como Gestão Ambiental Empresarial, Sistema de Gestão Ambiental e as Certificações Ambientais. EMENTA Relações produto-ambiente e processo-ambiente. Normas tratamento de dejetos e Análise Econômica. ISO-14000. Decaimento, CONTEÚDO Demonstrar um Sistema de Gestão Ambiental (SGA), identificando o registro e a Certificação de um SGA, com base na Série ISO 14000. Conceitos, desempenho empresarial, viabilidade econômica e política ambiental. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DONAIRE, D. Gestão Ambiental na Empresa. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2004. SANTOS, Fernando C. A. Sustentabilidade e Produção – Teoria e prática para uma gestão sustentável. Atlas, 2011. SEIFFERT, Mari E. B. ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental – Implantação objetiva e econômica. Atlas, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JABBOUR, Ana B. L. de S. Gestão Ambiental nas Organizações – Fundamentos e tendências. Atlas, 2013. TACHIZAWA, Takeshy. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Corporativo. 4ª Ed. - São Paulo: Atlas: 2007. SEIFFERT, Mari Elizabete. Sistemas de Gestão Ambiental (ISO 14001) Saúde e Segurança Ocupacional(OHSAS 18001). 2ª Ed. - São Paulo: Atlas, 2010. NOME DA DISCIPLINA Inovação Tecnológica 10° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Sensibilização dos participantes para a importância da inovação para o êxito empresarial; compreender o papel da inovação tecnológica no contexto da globalização de mercados; discussão de técnicas e instrumentos através dos quais o processo de inovação na empresa pode ser fomentado e gerido dentro das organizações; promover um entendimento sobre o processo de inovação tecnológica em empresas e sobre a importância de sua administração. EMENTA Processo de mudança tecnológica e analise dos efeitos da inovação tecnológica. gestão da pesquisa tecnológica para o desenvolvimento. Transferência e absorções de tecnologias, políticas e incentivos a inovação tecnológica. CONTEÚDO Inovação tecnológica: definição e perspectiva; o processo de inovação tecnológica; criação e disseminação de tecnologia; adoção e implementação de tecnologia – o contexto da mudança; processos decisórios de implementação; inovação de processos – entendendo, selecionando e melhorando processos existentes, implementação das inovações através da tecnologia de informação; gerenciamento do processo de inovação – criando condições para o trabalho criativo; formulação de estratégias. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARRETEIRO, Ronald. Inovação Tecnológica. LTC, 2009. MARTINEZ, Albertina M. Criatividade e Inovação nas Organizações. Atlas, 2013. BURGELMAN, Robert A. Gestão Estratégica da Tecnologia e da Inovação. Bookman, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ROCHA, Lygia C. Criatividade e Inovação - Como adaptar-se às mudanças. LTC, 2009. ANDREASSI, Tales. Gestão da Inovação Tecnológica. Cengage, 2006. MOREIRA, Daniel A. Inovação Organizacional e Tecnológica. Cengage, 2006. NOME DA DISCIPLINA Estágio Supervisionado III 10° Semestre Carga Horária Semanal 08 - Carga Horária Semestral 160 OBJETIVO Orientar o aluno para a realização do Estágio profissionalizante, no sentido de obter o melhor aproveitamento do período de trabalho e a necessária organização das atividades de modo a complementar a formação acadêmica. Dar os fundamentos básicos para a elaboração de Relatório de Estágio. Treinar a comunicação através de seminários sobre o estágio, os quais têm a função adicional de permitir a troca de experiências dos colegas em diversos tipos de empresas. EMENTA Revisão da Literatura. Desenvolvimento dos ensaios / levantamento de dados / estudo de caso. Análise e Discussão dos Resultados. Conclusões. CONTEÚDO 1. Orientação específica sobre a postura na empresa. 2. Discussão sobre a elaboração de relatório. 3. Discussão semanal sobre o andamento do estágio. 4. Acompanhamento da elaboração do relatório correspondente. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BURIOLLA, Marta A. Feiten. O Estágio Supervisionado. 7ª ed. - São Paulo: Cortez, 2011. BIANCHI, Anna Cecilia de Moraes. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. 4ª ed. São Paulo: Cegage Learning, 2013. LIMA, Manolita Correia. Estágio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. - São Paulo: Cengage Learning, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIL, Antonio C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. Atlas, 2010. MEDEIROS, João B. Redação Cientifica – A prática de fichamentos, resumos, resenhas. Atlas, 2009. LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Fundamentos de metodologia científico. São Paulo: Atlas, 2010. NOME DA DISCIPLINA Trabalho de Conclusão de Curso II 10° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO O aluno deverá ser capaz de conceituar e realizar uma investigação planejada, com base em Pesquisas bibliográficas ou conhecimento por meio de novas descobertas científicas motivadas pela Experiência desenvolvida em laboratórios para a solução dos mais variados problemas em Engenharia, promovendo o progresso da ciência na sua área de especialização profissional. EMENTA Entrega definitiva e apresentação perante banca examinadora do trabalho final de TGI (monografia). CONTEÚDO Entrega e apresentação do Trabalho de Graduação Interdisciplinar (monografia), conforme cronograma previamente estabelecido. BIBLIOGRAFIA A bibliografia neste caso especifica será pertinente a cada trabalho individual do aluno, dentro da sua área temática de desenvolvimento do trabalho de pesquisa bibliográfico. NOME DA DISCIPLINA Tópicos Avançados na Área da Produção 10° Semestre Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 OBJETIVO Aprimorar-se dos conhecimentos acerca das operações de produção. EMENTA Seminários sobre Engenharia da Produção CONTEÚDO BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Textos e revistas atualizadas sobre produção Disciplinas Optativas NOME DA DISCIPLINA Libras Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 EMENTA A língua da modalidade visual e gestual da comunidade surda. Conteúdos gerais para comunicação visual baseada em regras gramaticais da língua de sinais e da cultura surda. Habilidades necessárias para a aquisição de LIBRAS. Vocabulário básico de LIBRAS. Dicionário da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Expressão corporal e facial. Alfabeto manual. Sinais. Convenções de LIBRAS. Parâmetros da Língua Brasileira de Sinais. Estrutura gramatical de LIBRAS. Princípios linguísticos. Diálogos e narrativas em LIBRAS. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GESSER, Audrei. O Ouvinte e a Surdez – sobre ensinar e aprender libras. Parábola, 2012. QUADROS, Ronice M. Língua de Sinais – instrumentos de avaliação. Artmed, 2011. PEREIRA, Maria Cristina da Cunha. Libras: Conhecimento Além dos Sinais. Pearson Prentice Hall. 2011. Virtual BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkíria D. Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira. Vols. 01 e 08. São Paulo: EDUSP, 2005. QUADROS, Ronice M. de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais Brasileira – Estudos Lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2003. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe – Língua de Sinais Brasileira. Vols. 01 e 02. São Paulo: EDUSP, 2002. NOME DA DISCIPLINA Negociação e Mediação de Conflitos Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 EMENTA Conflito. Métodos extrajudiciais de resolução de conflitos. Mudança de paradigma. Negociação. Conciliação. Mediação. Princípios da Mediação. Atitudes do Mediador. Aplicabilidade da mediação. Arbitragem. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ROSS, Lee. Negociação: Barreiras para Resolução de Conflitos. Saraiva. 2011. LIMA, Jean Carlos. Negociação de Conflitos. Ltr. 2010. MANCUSO, Rodolfo de Camargo. A Resolução dos Conflitos e a Função Judicial no Contemporâneo Estado de Direito. RT. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LIMA, Jean Carlos. Curso de Mediação de Conflitos: Teoria e Pratica – O Manual do Mediador. Editora Adsumus. 2011. MAIA NETO, Francisco. Arbitragem: A Solução Extrajudicial de Conflitos. Del Rey. 2009. SPENGLER, Fabiana Marion. Mediação e Arbitragem: Alternativas a Jurisdição. Livraria do Advogado. 2009. NOME DA DISCIPLINA Arquitetura de Computadores Carga Horária Semanal 02 - Carga Horária Semestral 40 EMENTA Ementa: Caracterizar as arquiteturas de computadores e seus principais componentes de acordo com a tecnologia atual. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HENNESSY, John L.; PATTERSON, A. David. Organização e Projeto de Computadores: a interface Hardware/Software. 4ª Edição. São Paulo: Campus, 2014. STALLINGS, Willian. Arquitetura e Organização de Computadores. 8º edição. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2010. TANENBAUM, Andrew S. Organização Estruturada de Computadores. 6ª Edição. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BEHROOZ, Parhami. Arquitetura de Computadores. 1ª Edição. São Paulo: Mcgraw Hill, 2008. MONTEIRO, Mário A. Introdução à Organização de Computadores. 5ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2007. WEBER, Raul Fernando. Fundamentos de Arquitetura de Computadores. 3ª Edição. Porto Alegre: Artmed, 2004. DADOS DO COORDENADOR – CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. Professora: Kelli Cristina de Souza Rua: Sabiá, 114 Bairro / Cidade / Estado: Nova Cerquilho/Cerquilho/São Paulo CEP: 18520-000 Tel. (DDD): (015)3284-3476 E-mail: [email protected] 2010 - 2012 Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil. Título: ESTUDO DA LAMA VERMELHA ATIVADA POR TRATAMENTO QUÍMICO E TÉRMICO COMO MEIO ADSORVEDOR DE CORANTES TÊXTEIS,Ano de Obtenção: 2012. Orientador: MARIA LÚCIA PEREIRA ANTUNES. Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Palavras-chave: Lama Vermelha; Efluentes têxteis; Corantes. Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Sanitária / Subárea: Saneamento Ambiental. 2013 - 2014 Graduação em Licenciatura em Química. Faculdade São José. 2013 - 2013 Graduação em Licenciatura em Matemática. Faculdade São José. 2004 - 2008 Graduação em Engenharia Ambiental. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil. Título: Estudo da Disposição Inadequada dos Resíduos Sólidos e a Influência na Saúde das Pessoas na cidade de Cerquilho SP. Orientador: Roberto Wagner Lourenço. Atuação profissional Faculdade Integração Tietê, FIT, Brasil. 2013 - Atual Coordenadora e professora na área ambiental. Carga horária: 40 Professora na área de Gestão Ambiental Colégio Objetivo de Tietê, OBJETIVO, Brasil. 2013 - Atual Professora de Química – Ensino Médio Colégio Objetivo de Boituva, OBJETIVO, Brasil. 2013 - Atual Professora de Química – Ensino Médio E.E. Alferes Mario Pedro Vercellino, Brasil. 2014 - Atual Professora de Química – Ensino Médio Escola Estadual Presidente Arthur da Silva Bernardes, Brasil. 2011 - 2013 Professora de Matemática, Física e Química. Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Cerquilho, SAAEC, Brasil. 2008 - 2008 Estagiária na Estação de Tratamento de Água, Carga horária: 20 Produção Bibliográfica SOUZA, K. C. ; ANTUNES, M. L. P. . Adsorção do corante reativo azul 19 em solução aquosa por lama vermelha tratada quimicamente com peróxido de hidrogênio. Química Nova (Online), 2013. SOUZA, K. C. ; PEREIRA, M. L. ; BARROS, T. R. ; TOMAZINI, F. . Adsorption of reactive dye on seawater-neutralised bauxite refinery residue. Journal of Colloid and Interface Science (Print), 2013. Apresentações de Trabalho SOUZA, K. C. ; BARROS, T. R. ; ANTUNES, M. L. P . UTILIZAÇÃO DE LAMA VERMELHA TRATADA POR ÁGUA DO MAR COMO MEIO ADSORVEDOR DO CORANTE REATIVO BLUE 19. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso). BARROS, T. R. ; SOUZA, K. C. ; LIMA, V. F. ; ANTUNES, M. L. P . AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DA LAMA VERMELHA TRATADA TERMICAMENTE A 400ºC NA ADSORÇÃO DO CORANTE REATIVO YELLOW 145 EM pH 4. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso). SOUZA, K. C. ; ANTUNES, M. L. P . Use of Red Mud Treated with Hydrogen Peroxide and Activated by Heat Treatment as a Means Adsorption of the Dye Reactive Blue 19. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso). SOUZA, K. C. ; ANTUNES, M. L. P . Utilização da Lama Vermelha tratada com Peróxido de Hidrogênio e ativada por tratamento térmico como meio adsorvedor do corante Reativo RED 195. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso Participação em bancas de trabalhos de conclusão SOUZA, K. C.; ANTUNES, M. L. P.; MANCINI, S.. Participação em banca de Thalita Rangueri de Barros.Comparação do potencial da lama vermelha tratada termicamente a 400º C, 500º C, 600º C e 800º C na adsorção do corante têxtil blue 19 em pH4. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. SOUZA, K. C.; MONTEIRO, A.. Participação em banca de Renato Bafi.Identificando as oportunidades para implantação de um escritório de pojetos. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Produção) - Faculdade Integração Tietê. ANTUNES, M. L. P; SOUZA, K. C.; SILVA, A. M.. Participação em banca de Ana Carolina Russo.Análise Granulometrica da lama vermelha brasileira e avaliação do potencial de adsorção de suas frações para corantes têxteis. 2010. Trabalho de Conclusão deCurso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Trabalho de conclusão de curso de graduação Fernanda Pasquoto Tavares. A importância da Gestão Ambiental nas Empresas. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) - Faculdade Integração Tietê. Orientador: Kelli Cristina de Souza. Washington Santini. A Indústria Têxtil e seus Impactos Ambientais: Um Estudo sobre Mitigadores da Poluição Têxtil. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) - Faculdade Integração Tietê. Orientador: Kelli Cristina de Souza. Rafael Guerra Bezerra. Papel para Laminados Plásticos. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) - Faculdade Integração Tietê. Orientador: Kelli Cristina de Souza. Alex Sandei Leite de Paula. Produção de Alumínio e seus Impactos Ambientais. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Engenharia de Produção) - Faculdade Integração Tietê. Orientador: Kelli Cristina de Souza. Nome Ana Claudia Leite Moneia Andrea Pavan Perin Mestrado Regime de trabalho Parcial Mestrado Parcial André Dela Vale ARLIZE APARECIDA MESQUITA MOURA BARRILARI Christiane Martins Schmidt CLAUDIO JESUS SILVESTRE Marco Antonio Rodrigues Fernando Brandão Franco Kaolu Takakura Junior Mestrado Parcial Mestrado Parcial Mestrado Mestrado Especialista Mestrado parcial Parcial Parcial Parcial Mestrado Parcial Mestrado Parcial Especialista Parcial Mestre Integral Mestre Parcial Mestrado Parcial Titulação João Calixto Garcia Joyce Giovaneti Belaz Kelli Cristina de Souza Luiz Carlos Falsarella MARIA HELOISA ZAMUNER CALOCINI Marcio Joselito Brandalise Especialista Parcial CH 40 80 40 40 40 80 40 40 80 40 80 40 40 40 40 40 40 80 40 40 80 40 40 120 40 40 40 40 40 40 DISCIPLINAS Higiene e segurança do trabalho Álgebra I e II Estatística I e II Antropologia Cultural e relações étnicos raciais Inglês Ergonomia Marketing de serviços e Marketing Industrial Direito social Introdução a metrologia industrial e Materiais de engenharia Organização do trabalho, Gestão de Pessoas, psicologia das organizações, Calculo I e II, Calculo numérico Geometria descritiva Economia Geral Gestão financeira I e II Contabilidade I, II, III Controle de qualidade Termodinâmica Tópicos avançados na Área de Produção TCC II Gestão de qualidade Empreendedorismo Teoria geral da administração Português instrumental Automação e controle Expressão gráfica Custo da qualidade Elementos de resistência de materiais Engenharia do produto Inovação tecnológica Instalações industriais Maria Amélia Ferraciú Pagotto MARIO ALMIR FERES JUNIOR Doutorado Parcial Doutorado Horista Ricardo Francisco Fornazier Sergio Marcolino Antunes Doutorado Parcial Doutorado Parcial SILVIO LUIZ AMANCIO DE ABREU Stella Bianca Gonçalves Brasil TEOTONIO GOMES DE LIMA MARTINS Wagner Aparecido Nascimento Especialista Parcial Doutorado Parcial Especialista Parcial Especialista Parcial 40 40 40 40 40 120 160 40 80 40 80 120 40 80 40 40 40 40 40 40 40 Introdução a engenharia de produção I e II Logística I e II Modelos probabilísticos Pesquisa Operacional II Estágios supervisionados I Estágios Supervisionados II Estágios Supervisionados III TCC I Projeto de fábrica Ética, direitos humanos e cidadania Química tecnológica I Química tecnológica II Gestão ambiental Laboratório de física I Laboratório de física III Física I Física III Mecânica dos sólidos II Pesquisa Operacional I Teorias dos sistemas Software aplicado a materiais 40 40 80 80 40 40 40 40 40 40 40 120 Física II Laboratório de Física II Cálculo III Cálculo IV Desenho técnico I Desenho Técnico II Metodologia Científica Introdução a programação I Introdução a programação II Sistema de informação Gerência de Projetos Planejamento, Programação e Controle de Produção TRABALHO DE GRADUAÇÃO Um dos objetivos da Faculdade Integração Tietê se materializa no oferecimento de condições de ensino e aprendizagem que levem à formação de sujeitos capazes de trilhar a carreira escolhida embasadas na articulação de um sólido conhecimento teórico com o referencial prático, que lhes permita alcançar suas metas e participar ativamente da promoção de um desenvolvimento sustentado no âmbito regional. O Trabalho de Conclusão de Curso está estruturado para contribuir com o alcance destes objetivos, por meio de uma investigação sistematizada que, além de exigir uma visão geral e articulada das diferentes áreas envolvidas na formação do estudante, exige, igualmente, domínio conceitual, teórico e metodológico. O supracitado programa envolve aulas, atividades de orientação, experiências vivenciadas na organização, pesquisa teórica e empírica, sistematização de coleta, análise e tratamento do material reunido, e elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso, em consonância com o rigor presente no processo investigatório, de caráter sistematizado. O Trabalho de Conclusão Curso (TCC) é componente curricular obrigatório, a ser desenvolvido no 8º período do Curso de Graduação em Engenharia de Produção. Consiste em um trabalho monográfico, sob a forma de pesquisa bibliográfica e/ou de campo, desenvolvida pelo aluno, sob orientação docente. Os objetivos do TCC são os de propiciar aos acadêmicos do Curso de Graduação em Engenharia de Produção a oportunidade de compreender e apreender os elementos envolvidos no processo de pesquisa, estimulando a produção de conhecimento na área. A forma de operacionalização das atividades atinentes ao Trabalho de Conclusão Curso está descrita no Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso. REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Este regulamento tem por finalidade normatizar as atividades do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Curso de Graduação em Engenharia de Produção da FIT. Art. 2º. O TCC consiste no desenvolvimento de um trabalho monográfico, sob a forma de pesquisa bibliográfica e/ou de campo, obrigatório para a conclusão do curso de graduação em Engenharia de Produção. Art. 3º. Os objetivos do TCC são os de propiciar aos acadêmicos do Curso de Graduação em Engenharia de Produção a oportunidade de compreender e apreender os elementos envolvidos no processo de pesquisa, estimulando a produção de conhecimento na área. CAPÍTULO II DO COORDENADOR DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 4º. O Coordenador de TCC será o professor responsável pela disciplina de Orientação do Trabalho de Conclusão de Curso, ministrada no 8º período do curso, portador de titulo mínimo de especialista. Art. 5º. Ao Coordenador do TCC compete: I – elaborar calendário das atividades relativas ao TCC, em especial o cronograma de apresentação dos mesmos; II – atender os orientadores no que se refere às atividades relacionadas ao TCC; III – elaborar e encaminhar aos professores orientadores formulário para registro de presença e das atividades de acompanhamento dos orientados; IV – convocar, sempre que necessário, reunião com professores orientadores e/ou com os acadêmicos; V – realizar anualmente consulta aos professores sobre disponibilidade para orientação e temáticas que se propõe a orientar; VI – encaminhar os acadêmicos aos respectivos orientadores de acordo com as temáticas dos alunos e campo de atuação dos docentes; VII – manter arquivo atualizado com os projetos do TCC em andamento e os concluídos; VIII – providenciar o encaminhamento à Biblioteca de cópias dos TCCs aprovados; IX – tomar as medidas necessárias para o cumprimento deste regulamento. CAPÍTULO III DOS PROFESSORES ORIENTADORES Art. 6º. O TCC é desenvolvido sob orientação de um professor do Curso de Engenharia de Produção da FIT. Art. 7º. Os docentes do Curso de Engenharia de Produção deverão manifestar, ao Coordenador do TCC no final do ano letivo que antecede ao da orientação, sua disponibilidade quanto ao número de alunos que poderá orientar, e temáticas de sua área de atuação e/ou de seu interesse para orientação. Parágrafo único. Cada orientador terá no máximo 04 (quatro) orientados de TCC. Art. 8º. A substituição do orientador, durante o processo de elaboração do TCC, só será permitida quando outro docente assumir sua orientação, mediante aprovação do Conselho Superior. Art. 9º. Em casos que envolverem problema de qualquer natureza entre acadêmico e orientador, caberá ao Coordenador do TCC a solução, podendo, se entender necessário, submeter o caso ao Conselho Superior. Art. 10. O professor orientador tem, sem exclusão de outros inerentes à sua atividade, os seguintes deveres específicos: I – freqüentar as reuniões convocadas pelo Coordenador do TCC; II – destinar a cada orientando horário semanal, com cronograma previamente estabelecido para o total do período, sem prejuízo das aulas normais do curso; III – entregar ao final da orientação e sempre que solicitado à Coordenação do TCC, relatório da orientação dos acadêmicos, conforme formulário próprio; IV – participar dos seminários de apresentação dos Trabalhos de Conclusão de Curso, dos alunos que orientou; V – cumprir e fazer cumprir este regulamento. Art. 11. A responsabilidade pela elaboração do TCC é integralmente do acadêmico, o que não exime o professor orientador de desempenhar adequadamente, dentro das normas deste regulamento, as atribuições decorrentes de sua atividade de orientador. Parágrafo único. O orientador deverá entregar ao Coordenador de TCC uma cópia na versão final do trabalho encadernadas em capa dura, acompanhadas do formulário de registro com a nota atribuída ao aluno. CAPÍTULO IV DOS ACADÊMICOS EM FASE DE REALIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 12. Considerar-se-á acadêmico em fase de realização do TCC aquele que estiver regularmente matriculado na disciplina de TCC no 8º semestre do Curso de Engenharia de Produção da FIT. Art. 13. O acadêmico em fase de realização do TCC tem, entre outros, os seguintes deveres: I – participar das reuniões convocadas pelo Coordenador do TCC e pelo seu Orientador; II – cumprir o cronograma pré-estabelecido com o seu professor orientador; III – elaborar a versão final de seu TCC, de acordo com Regulamento, bem como segundo as instruções de seu orientador; IV – cumprir o calendário divulgado pela Coordenação do TCC para entrega de projetos, versão final do TCC e apresentação do mesmo; V – entregar ao orientador 04 (quatro) cópias de seu TCC, em papel A4, encadernado em espiral; VI – após avaliação e sugestões da banca, entregar 02 (duas) cópias da versão definitiva do TCC, encadernado em capa dura de cor verde esmeralda; VII – comparecer no dia e hora determinado pelo Coordenador do TCC para apresentar seu trabalho em seminário da disciplina; VIII – cumprir e fazer cumprir este regulamento. Parágrafo único. A entrega da versão final do TCC é requisito para a colação de grau. CAPÍTULO V DO PROJETO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 14. Antes de iniciar o TCC o acadêmico deverá eleger a área sobre a qual versará o trabalho que pretende desenvolver dentro dos termos sugeridos pelo orientador. Parágrafo único. Cabe ao professor orientador aprovar, rejeitar ou determinar alterações no projeto do TCC, para adequá-lo ao requisito do art.15 deste regulamento. Art. 15. A estrutura do projeto de TCC compõe-se no mínimo de: I – Introdução (assunto, tema, problema); II – Objetivos; III – Justificativa; IV – Revisão bibliográfica; V – Metodologia; VI – Referências Bibliográficas; VII – Cronograma. Art. 16. Uma vez aprovado o projeto de TCC, a mudança do tema só será permitida com a elaboração de um novo projeto, mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I – aprovação expressa do professor orientador; II – concordância expressa de outro professor em realizar a orientação, caso a mudança não seja aceita pelo orientador do primeiro tema; III – aprovação do Coordenador do TCC. Parágrafo único. Mudanças pequenas, que não comprometem as linhas básicas do projeto, são permitidas a qualquer tempo, sob a responsabilidade do professor orientador. Art. 17. Se o projeto de TCC se propõe a uma pesquisa envolvendo seres humanos, o mesmo deverá ser encaminhado ao Comitê de Ética em Pesquisa para parecer. Art. 18. O parecer do CEP deverá estar anexado à versão final do TCC. CAPÍTULO VI DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 19. O TCC deve ser elaborado considerando-se: I – na sua estrutura formal, as técnicas estabelecidas pela ABNT, no que forem aplicáveis; II – no seu conteúdo, as finalidades estabelecidas no art. 3 deste Regulamento e a vinculação direta do tema com um dos ramos do conhecimento, preferencialmente aqueles identificados pelas disciplinas do Curso de Engenharia de Produção da FIT. Art. 20. A estrutura do TCC deve conter no mínimo: I. Elementos Pré-Textuais: a) Capa b) Folha de rosto c) Sumário d) Resumo. II. Elementos Textuais: a) Introdução b) Desenvolvimento c) Conclusão. III. Elementos Pós Textuais: IV. Referências bibliográficas V. Anexos quando existirem Art. 21. As cópias do TCC serão entregues ao orientador e devem seguir os seguintes requisitos: ser digitadas, utilizando-se o editor de textos Word, com letra Time New Roman, tamanho 12, espaço 1,5 e margens esquerda e superior de 3,0 cm, inferior e direita com 2 cm. CAPÍTULO VII DA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 22. O seminário de apresentação do TCC será organizado pelo Coordenador do TCC. Art. 23. Na apresentação oral, o acadêmico terá 20 (vinte) minutos para fazer sua exposição. Art. 24. O TCC será avaliado por uma banca, composta pelo orientador do trabalho e por mais dois docentes do curso, que avaliarão tanto o texto escrito como a apresentação do trabalho. Parágrafo único. Os itens de avaliação são definidos pelo Conselho Superior a cada ano letivo. Art. 25. O acadêmico que não entregar o TCC ou não comparecer para a sua apresentação sem justificativa na forma da legislação vigente, será considerado reprovado. CAPÍTULO IX DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 26. Os casos não contemplados neste Regulamento são resolvidos pelo Conselho Superior, pelas normas e regulamentos internos da Instituição. ATIVIDADES COMPLEMENTARES As Atividades Complementares são componentes curriculares enriquecedores e complementadores do perfil do formando, possibilitam o reconhecimento, por avaliação de habilidades, conhecimento e competência do aluno, inclusive adquirida fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mercado do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. Os alunos do Curso de Graduação em Engenharia de Produção da FIT deverão integralizar 200 horas ao longo do desenvolvimento do curso. Serão consideradas como Atividades Complementares as atividades a seguir discriminadas e serão regidas pelas respectivas normas internas. I – Monitoria Acadêmica: Podem ser contadas na monitoria acadêmica as horas equivalentes à carga horária da disciplina que o aluno(a) vier a monitorar, limitada esta atividade a um total de 50% das horas exigidas, e mediante comprovação; II – Participação do(a) aluno(a) em Projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão: Desde que aprovados e registrados nas respectivas Coordenações as horas de participação em Projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão devem observar o seguinte: a)participação limitada a um projeto por ano letivo; b)carga horária máxima de 50% do total de horas de AC; c)apresentação de comprovante. III –Cursos de Extensão e outros cursos: Como pré-requisito, cada curso de extensão a ser considerado deverá estar relacionado aos assuntos ou atividades de cada curso e ter um mínimo de 20 (vinte) horas cada, observando-se o seguinte: a)o curso deve ser cadastrado na FIT e seguir normatização estabelecida; b)para os cursos de extensão realizados fora da FIT o(a) aluno(a) deverá apresentar certificado, sendo que as horas de AC ficam condicionadas a aprovação da Coordenação de Curso; c)são considerados como “outros cursos” aqueles cursos que sejam de área afim, mas cujos conteúdos não sejam coincidentes com os conteúdos dos programas do curso; d)serão aceitos como AC os cursos de línguas estrangeiras, realizado em empresa ou entidade regularmente constituída para tal finalidade, e havendo certificado de freqüência e aproveitamento, obedecidas as disposições do artigo 3º e as do art. 1 o parágrafo 2º do Regulamento das Atividades Complementares. IV – Estágios, cursos ou viagens de estudos no exterior: a)serão considerados pela Coordenação de Curso, mediante comprovação; b)no caso de curso ou estágio em IES, serão considerados até 50% do total de horas de AC para essas atividades; c)outros cursos ou estágios, a critério do Coordenação de Curso. V – Eventos: A participação do(a) aluno(a) em eventos deve atender aos seguintes requisitos: a)o evento deve estar relacionado aos assuntos ou atividades da área de estudo ou que venham a contribuir para o seu conhecimento, cultura ou informação; b)ter um mínimo de 4 (quatro) horas de duração cada; c)apresentar certificado original onde conste o nome da entidade ofertante, o tema ou título do evento, a data e local de realização e freqüência do interessado; d)para os eventos realizados no exterior, o(a) aluno(a) deverá apresentar certificado, sendo que as horas de AC serão atribuídas a critério do Coordenação de Curso; VI – Estágios voluntários: Ao final do estágio voluntário o(a) aluno(a) deverá apresentar um relatório para avaliação sobre as atividades desenvolvidas, podendo ser contadas até 30% do total de horas de AC, aceitando-se um máximo de 2 (dois) estágios voluntários. A discriminação das atividades complementares, os limites de carga horária e o detalhamento da sua forma de validação podem ser vistos no Regulamento das Atividades Complementares. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 1o. O presente regulamento visa, em conjunto com o Regimento Interno da FIT e demais dispositivos legais, regulamentar as atividades complementares (AC). Art. 2o. Para integralizar as horas necessárias para a conclusão dos Cursos de Graduação da FIT, cada aluno deverá cumprir, além das demais exigências do Projeto Pedagógico do Curso as horas de Atividades Complementares. Parágrafo 1o. No caso de alunos transferidos oriundos de outras IES, as horas cursadas em disciplinas ligadas à área de seu curso e que não foram consideradas como equivalentes poderão ser consideradas para efeitos de cálculo de AC, mediante requerimento do interessado e a critério da Coordenação de Curso. Parágrafo 2o. Somente serão consideradas para efeitos de cálculo de AC, aquelas atividades que forem desenvolvidas ou realizadas na vigência de matrícula no respectivo curso de graduação. Art. 3o.Serão consideradas como Atividades Complementares as atividades abaixo discriminadas e serão regidas pelas respectivas normas internas. I – Monitoria Acadêmica: Podem ser contadas na monitoria acadêmica as horas equivalentes à carga horária da disciplina que o aluno(a) vier a monitorar, limitada esta atividade a um total de 50% das horas exigidas, e mediante comprovação; II – Participação do(a) aluno(a) em Projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão: Desde que aprovados e registrados, as horas de participação em Projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão devem observar o seguinte: a) participação limitada a um projeto por ano letivo; b) carga horária máxima de 50% do total de horas de AC; c) apresentação de comprovante. III – Cursos de Extensão e outros cursos: Como pré-requisito, cada curso de extensão a ser considerado deverá estar relacionado aos assuntos ou atividades de cada curso e ter um mínimo de 20 (vinte) horas cada, observando-se o seguinte: a) o curso deve ser cadastrado na FIT e seguir normatização estabelecida; b) para os cursos de extensão realizados no exterior o(a) aluno(a) deverá apresentar certificado, sendo que as horas de AC ficam condicionadas a aprovação do Coordenação de Curso; c) são considerados como “outros cursos” aqueles cursos que sejam de área afim, mas cujos conteúdos não sejam coincidentes com os conteúdos dos programas do curso; d) serão aceitos como AC os cursos de línguas estrangeiras, realizado em empresa ou entidade regularmente constituída para tal finalidade, e havendo certificado de freqüência e aproveitamento, obedecidas as disposições deste artigo e as do art. 1o parágrafo 2º. IV – Estágios, cursos ou viagens de estudos no exterior: a) serão considerados pelo Conselho Superior, mediante comprovação; b) no caso de curso ou estágio em IES, serão considerados até 50% do total de horas de AC para essas atividades; c) outros cursos ou estágios, a critério do Coordenação de Curso. V – Eventos: A participação do(a) aluno(a) em eventos deve atender aos seguintes requisitos: a) o evento deve estar relacionado aos assuntos ou atividades da área de estudo ou que venham a contribuir para o seu conhecimento, cultura ou informação; b) ter um mínimo de 4 (quatro) horas de duração cada; c) apresentar certificado original onde conste o nome da entidade ofertante, o tema ou título do evento, a data e local de realização e freqüência do interessado; d) para os eventos realizados no exterior, o(a) aluno(a) deverá apresentar certificado, sendo que as horas de AC serão atribuídas a critério do Coordenação de Curso; VI – Estágios voluntários: Ao final do estágio voluntário o(a) aluno(a) deverá apresentar um relatório para avaliação sobre as atividades desenvolvidas, podendo ser contadas até 30% do total de horas de AC, aceitando-se um máximo de 2 (dois) estágios voluntários. Parágrafo Único. Para completar o total de horas de AC exigidas no Projeto Pedagógico do Curso o aluno deverá cumprir, no mínimo, duas das atividades acima relacionadas. Art. 40. Compete à Coordenação de Curso estabelecer as características dos cursos e eventos que serão aceitos como AC e, quando necessário, apresentar o seu regulamento. Art. 50. É de responsabilidade do aluno a iniciativa, a realização e o gerenciamento das Atividades Complementares, que deverá cumprir ao longo de seu curso de graduação na FIT. Art. 6o. O(a) aluno(a) poderá, com a antecedência adequada, solicitar ao Coordenação de Curso sobre a aceitabilidade ou não de alguma atividade, devendo para tanto trazer informações oficiais e seguras para orientar a resposta. Art. 7o. À medida que os(as) alunos(as) vão cumprindo as atividades válidas como AC acima definidas, deverão elaborar os relatórios, anexando os respectivos comprovantes originais, para requerimento em conjunto das horas, mediante formulário específico, a cada ano. Art. 8o. O requerimento deverá ser feito em formulário próprio, preenchido e assinado pelo(a) aluno(a) requerente e protocolado, dirigido ao Coordenação de Curso Art. 9o. No momento do protocolo deverão ser apresentados comprovantes originais (e 1 cópia) das atividades objeto do requerimento, que serão analisados pelo Coordenador do Curso. Parágrafo Único. Somente serão registradas e válidas as atividades cujos documentos forem aprovados pela Coordenação de Curso. Art. 10. Após o desenvolvimento de cada atividade, o(a) aluno(a) deve apresentar o comprovante, que será analisado e avaliado por um professor designado e, após aprovado, as horas serão computadas de acordo com as seguintes orientações e limites: Art. 11. O requerimento deve ser apresentado ao longo do curso, de acordo com o Calendário Escolar e no máximo durante o primeiro semestre do último ano, de forma que o(a) aluno(a) tenha tempo suficiente para completar as horas que forem eventualmente desconsideradas. Parágrafo Único. Caso nessa época o(a) aluno(a) ainda não tenha obtido o total de horas necessárias para completar as AC, deverá apresentar novo requerimento complementar, com comprovantes que assegurem o cumprimento da carga horária exigida pelo curso. Art.12. O Coordenador do Curso analisa o pedido de conformidade com a apresente Regulamentação e o aprovará, remetendo-o para registro. Art. 13. Caso alguma atividade não seja considerada válida, não a considerará para efeito de cálculo de horas, devendo dar ciência ao aluno(a) para que este providencie em tempo hábil a carga horária complementar necessária. FORMAS DE REALIZAÇÃO DA INTERDISCIPLINARIDADE A estrutura curricular do Curso de Engenharia de Produção foi elaborada de forma a valorizar a interdisciplinaridade, permitindo a formação de um profissional capaz de estabelecer conexões entre os saberes. Ao lado da questão da interdisciplinaridade em sentido amplo, há a peculiaridade da necessidade de uma relação interdisciplinar entre as suas próprias áreas internas. Dessa forma, na elaboração da matriz curricular, procurou-se considerar as afinidades entre as disciplinas ofertadas a cada semestre, de forma que a formação do aluno pudesse ser realizada de maneira gradual e integrada, sem uma ruptura entre os Eixos de Formação. As ementas das disciplinas que compõem a matriz curricular do Curso de Engenharia de Produção foram elaboradas de forma a permitir a integração horizontal e vertical dos conteúdos. A interdisciplinaridade horizontal, ou seja, a integração entre os conteúdos lecionados nas disciplinas do mesmo semestre, e a integração vertical, isto é, a interdisciplinaridade dos conteúdos de vários semestres demonstra ao aluno a integração entre as diversas áreas e o caráter de continuidade dos estudos, enfatizando assim o caráter interdisciplinar das ações didático-pedagógicas estruturadas. Importante destacar que o lugar, por excelência, de realização da interdisciplinaridade são as atividades de pesquisa e extensão. É nelas que realmente se pode colocar em prática esse tipo de abordagem. As atividades de pesquisa e extensão no Curso de Engenharia de Produção, através das suas práticas, viabilizarão atividades de caráter eminentemente interdisciplinar. Desse conceito observa-se que o objetivo do estudo interdisciplinar é de desenvolver trabalhos acadêmicos que fortaleçam a relação teóricaprática entre disciplinas do curso e que, somado a isso, o aluno tenha uma visão do ambiente e do mercado de trabalho de uma forma mais preparada. O trabalho interdisciplinar, além da formação humanista e crítica sobre o trabalho em equipe, objetiva no aluno a preocupação com o mercado de trabalho através da visão de mais de um professor. Nessa perspectiva, o processo de interdisciplinaridade dar-se-á por meio de planejamento conjunto e participativo, valorizando as competências, as atitudes, os valores, os saberes-ser, estar, conviver e fazer, utilizando para tanto o desenvolvimento de capacidades de criatividade, comunicação, trabalho em equipe, resolução de problemas, responsabilidade, poder empreendedor, ferramentas importantes num mundo em processo de mudança constante. A interdisciplinaridade exige de todo corpo docente o desenvolvimento de uma ação pedagógica articulada com a diversidade dos saberes. A ação de cada um deverá estar articulada com a de todos os outros. Nesse sentido, os trabalhos interdisciplinares possuem modelos de referência na matriz curricular do curso de Engenharia de Produção. São agrupados assim dentro dos períodos, temas que possam englobar duas ou mais disciplinas de determinado período. INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA O Curso de Graduação em Engenharia de Produção - Bacharelado - da Faculdade Integração Tietê oferecerá como forma de integração entre teoria e prática as aulas práticas e o estágio curricular supervisionado, a realização de eventos científicos, desenvolverão projetos de pesquisa e extensão e outras atividades voltadas para a comunidade, proporcionando um estreitamento da relação entre os alunos e a sociedade. As aulas práticas constituem-se como componente curricular que propicia ao aluno a vivência da prática profissional, sob supervisão. Durante o processo ensino-aprendizagem, os docentes buscarão desenvolver teoria e prática como unidade que se interpenetram e se determinam. Como afirma Freire (1999) sem a prática a teoria corre o risco de perder o “tempo de aferir sua própria validade, como também a possibilidade de refazer-se”. Nesse processo ensino-aprendizagem, o docente planeja uma articulação da teoria com a realidade social em que o educando relacionará o conteúdo adquirido e em seguida praticará o que aprendeu, desta forma, viabiliza a integração ensino-serviço-comunidade como estratégia para a articulação teoria-prática. A formação do profissional requer habilidades cognitivas (o saber por quê), técnicas (o saber fazer) e efetivar (o saber ser) e o (saber relacionarse). Desta forma, aprimorando os conhecimentos gerais e específicos com a capacidade de relacionar os conhecimentos entre si e estes com a realidade, desenvolverá a capacidade de analisar as situações e trabalhar cooperativamente em grupo e pelo aperfeiçoamento do grupo, tendo capacidade de avaliar o resultado do seu trabalho e agir para melhorá-lo. Nesta perspectiva, a aula prática e o estágio supervisionado constituem momentos da prática onde ocorre a construção do conhecimento que fundamenta a vida profissional. Este momento de prática não deve se restringir a um fazer específico, mas deve se constituir numa atividade de reflexão que enriquece a teoria que lhe dá suporte. O estágio é um processo de criação, investigação, explicação, interpretação e intervenção na realidade. Assim, esta possibilidade de aprendizagem propicia uma excelente oportunidade de identificar as práticas existentes na sociedade, podendo constituir-se em espaço de realização de novas aprendizagens. Desta forma, pretende-se que o estágio supervisionado do Curso de Engenharia de Produção da Faculdade Integração Tietê seja um espaço adequado para o aluno complementar a sua formação, por meio do desenvolvimento de habilidades, analisando situações e propondo mudanças no ambiente de trabalho. E, ainda, incentivar o desenvolvimento das potencialidades individuais propiciando o surgimento de novas gerações de profissionais, com um perfil profissional que possibilite adotar procedimentos, métodos e processos inovadores, de utilizar novas tecnologias e metodologias alternativas de ação e investigação que busquem contribuir para mudanças efetivas em Tietê. Ainda, com a perspectiva de integração entre teoria e prática, por meio das disciplinas do curso o aluno será orientado a desenvolver pesquisas exploratórias, coletando informações, levantando dados nas instituições públicas e privadas que desenvolvem atividades que requerem atuação profissional na área. Os resultados destas investigações serão objeto de análise e de estudo em sala de aula, num processo de reflexão à luz da teoria, amadurecendo idéias sobre como enfrentar os problemas observados. METODOLOGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM A metodologia do ensino FIT fundamenta-se: a) na interação professor/aluno, mediada pelo conhecimento científico e pela realidade históricosocial; b) na relação dialética teoria-prática e c) na condição do aluno como ator na construção do conhecimento através da sua postura investigativa. A metodologia, neste caso, não é considerada um simples conjunto de técnicas utilizadas para transmitir o conhecimento, mas uma definição de como estruturar toda a lógica do processo de conhecimento que se desenvolve através da proposta educativa. Esta postura implica em duas funções básicas: a função incentivadora e a função orientadora. Incentivadora, garantindo situações que estimulem a participação ativa do aluno no ato de aprender; e orientadora em relação ao processo de aprendizagem do aluno, auxiliando na construção do seu próprio conhecimento. A interdisciplinaridade é considerada nos currículos dos cursos da FIT como diretriz para o ensino e valoriza o diálogo como principal instrumento para a realização dos atos de ensinar e de aprender. A primeira conseqüência dessa interpretação é que ela – a interdisciplinaridade permite o encontro permanente entre a formação acadêmica e o mundo da profissão, com sua multiplicidade de clivagens. É entendida como o esforço de busca da visão global da realidade, como superação do pensar simplificador e fragmentador da realidade; como forma de admitir a ótica pluralista das concepções de ensino e estabelecer o diálogo entre as mesmas e a realidade da Instituição para superar suas limitações. Vista dessa forma, exige-se uma estrutura para um currículo em que o conjunto das disciplinas, independentemente da sua organização seqüencial, possa se ordenar em torno de eixos de procedimentos que ora dirige o olhar para o objeto do conhecimento, ora para um projeto de investigação, um plano de intervenção, um exercício de aprendizagem. Para o alcance destas conjecturas, foi construída uma metodologia de prática pedagógica que engloba a contextualização das aprendizagens, a apropriação e ressignificação dos saberes, no intuito de reduzir as disjunções entre o ato de ensinar e o de aprender, criando situações que possibilitem aos sujeitos das aprendizagens a segurança oriunda da participação, da reflexão, da discussão e da reconstrução/reconstrução/significação dos saberes. Esta metodologia sustenta a associação entre o contexto sócio-cultural às possibilidades de formação profissional sem perder de vista a conjunção com o pensamento investigativo e com a regulação das aprendizagens. No dia-a-dia da prática pedagógica dos docentes da FIT desenvolvem-se aulas expositivas, voltadas para o desenvolvimento dos objetivos constantes nos currículos dos cursos, combinadas com outras dinâmicas de trabalho como os debates, discussões em pequenos grupos, seminários, visitas a instituições, trabalhos de campo, apresentações de vídeos, aulas práticas, dentre outras possibilidades práticas, abordando aspectos da realidade brasileira e que possam facilitar a interação docente-conhecimento-discente. Para que esses princípios que possam produzir efeitos na aplicação dos procedimentos de avaliação a metodologia de ensino-aprendizagem da FIT permeia o seguinte conjunto de idéias: Os atos de ensinar e aprender são concebidos como processos complementares, onde cabe ao aluno o comprometimento com o processo de sua aprendizagem e ao professor o papel de organizador e coordenador desse processo. Não se deve perder de vista a estruturação de um conjunto de atividades visando a integração entre as disciplinas, o protagonismo dos estudantes, os conteúdos, as atividades complementares, a pesquisa, ensino e extensão, razão pela qual não se resumem, esses atos, ao espaço físico de sala de aula. Os currículos devem desencadear no indivíduo o processo de autoconstrução, compatível com uma formação na qual a dinâmica participativa possa romper com a impermeabilidade entre o mundo da academia e o mundo do exercício profissional. O desenvolvimento das aulas, em todos os cursos, é pensado de acordo com os seus objetivos, dos planos de ensino das disciplinas e do próprio ementário previsto, incluindo práticas de inserção no real que tenham reflexos importantes ao futuro exercício profissional, de forma a que se realize um saber consistente; O estímulo ao desenvolvimento de habilidades e competências requeridas, é feito mediante o exercício de atividades onde o emprego dessas competências e habilidades se tornem diretrizes para mudanças conceituais significativas no futuro profissional do discente. Assim, a abordagem dos conteúdos considera os conhecimentos prévios e experiências do aluno e inclui: a discussão de questões problematizadoras, buscando uma síntese que explique ou resolva a situação problema; atividades integradoras de conteúdos e atividades de cunho prático e/ou profissionalizante. Neste sentido, as linhas mestras que devem nortear a metodologia de ensino /aprendizagem da FIT são: Aluno como sujeito – tornar o aluno capaz de aprender a aprender, para reconhecer a transitoriedade do conhecimento científico e identificar as lacunas do seu conhecimento e saber buscar ativamente informações para resolver os problemas colocados; Articulação teoria/prática – equilíbrio entre teoria e prática para construir competências. A necessidade de dar respostas aos problemas colocados pela prática instiga alunos e docentes à busca de conhecimentos. A apropriação da realidade só se dá plenamente através das experiências práticas. O aprender começa do fazer, para poder saber fazer e ter a capacidade de refazer. Diversificação dos cenários de aprendizagem – significa incluir como locus do processo ensino-aprendizagem os vários espaços do exercício profissional. Isto deve se dar através da incorporação de alunos e docentes no processo de produção dos serviços, numa articulação efetiva que não se reduz ao uso desses espaços como laboratórios para a aprendizagem. Pesquisa integrada ao ensino – incorporar a pesquisa atitude para desenvolver a capacidade de estabelecer o questionamento reconstrutivo como competência diária e da vida como tal. Metodologias ativas para o processo ensino-aprendizagem – é priorizado a adoção de metodologias centradas nos alunos, vistos como sujeitos do processo ensino-aprendizagem e como cidadãos. Metodologias que possibilitem o aprendizado de aprender a aprender, que instaure relações democráticas dentro da faculdade e garantam o aprender fazendo. Essas metodologias estão fundamentadas nos princípios da pedagogia interativa, na concepção pedagógica crítico e reflexiva, tendo como eixo central a participação ativa dos alunos em todo o processo, incluindo todos os novos e diferentes cenários de práticas. Educação orientada aos problemas mais relevantes da sociedade – é considerada a realidade concreta e os reais problemas como substrato essencial para o processo ensino-aprendizagem, como forma de possibilitar a compreensão dos múltiplos determinantes das condições de vida, de educação, saúde e economia. Flexibilidade dos currículos – romper com a rigidez dos pré-requisitos e dos conteúdos obrigatórios, na maioria das vezes distantes dos problemas e necessidades colocadas pela realidade social, orientados em seqüência obrigatória, como se existisse apenas uma única maneira de aprender. Este princípio busca dar conta do ritmo acelerado em que as mudanças ocorrem e como possibilidade de adaptação dos currículos às necessidades sociais. Assim, a FIT busca incentivar atividades desafiadoras que acionem seus esquemas cognitivos e possibilitem ao aluno observar, descrever, relatar, dialogar, ler, escrever, comparar, identificar, analisar, sintetizar, deduzir, julgar, avaliar, propor e comparar hipóteses, buscando atender as necessidades específicas dos grupos, de forma democrática, participativa, de debate e diálogo. Na relação professor/aluno, ressaltamos que o diálogo é fundamental, pois a partir de questões problematizadoras o professor expõe os conhecimentos prévios, procurando relacionar com outras de ordem práticas e experiência do aluno, buscando uma síntese que explique ou resolva a situação problema que desencadeou a discussão. Os alunos são incentivados a avaliar o próprio trabalho, praticando assim a autoavaliação, postura indispensável à construção do conhecimento. Os professores do Curso de Engenharia de Produção deverão usar diversos métodos no desenvolvimento de suas disciplinas, observando sempre as vantagens e as limitações de cada um. A adoção desses critérios neutraliza a preocupação em repassar conhecimentos a serem apenas copiados e reproduzidos, desafiando os alunos a fomentar sua capacidade de problematizar e buscar respostas próprias, calcadas em argumentos convincentes. No que tange ao Trabalho de Graduação, na forma de pesquisa, a orientação dar-se-á de duas formas: (a) forma individual, e (b) coletiva. No primeiro caso, relativamente às questões de conteúdo e, no segundo, relativamente às questões metodológicas. INCENTIVOS ÀS ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS COM O ENSINO EXTENSÃO A extensão se configura como uma forma de intervenção que favorece uma visão abrangente e integradora da sociedade, constituindo-se em espaço privilegiado no processo de formação profissional. Suas ações se voltam para o atendimento de demandas sociais colhidas no confronto direto com a realidade próxima, contribuindo, significativamente, na produção do conhecimento. No ensino superior, especialmente aquele consciente de sua importância social, a extensão torna-se uma das funções equivalentes ao ensino e à pesquisa. A FIT tem a preocupação de qualificar-se como uma instituição de ensino superior capaz de promover as funções da pesquisa e da extensão. A extensão, pelas suas próprias características, deverá se realizar por meio de atividades concretas do trabalho interdisciplinar. Essa articulação não é só indispensável como deve tornar-se um dos princípios basilares no ensino superior. Os princípios que deverão nortear os diferentes projetos de extensão da FIT podem ser expressos como: - Prática acadêmica que possibilita, juntamente com o ensino e a pesquisa, a ação de reflexão e mudança no interior de cada curso e nas comunidades onde essas estão inseridas; - Ações que devem alicerçar-se, principalmente, nas prioridades e demandas da região; - Produção e aplicação de conhecimento para o desenvolvimento regional. Pré-Projeto do Programa Bolsa de Extensão A FIT elaborou um Pré-Projeto de Bolsa de Extensão a ser submetido à aprovação de seu Conselho de Administração Superior. Clientela/Objetivos: A Bolsa de Extensão é um auxílio financeiro proporcionado pela FIT a estudantes de graduação, com o objetivo de: I - Incentivar sua participação no processo de interação entre Instituição e Sociedade; II - Aprimorar o processo de ensino-aprendizagem com o envolvimento de estudantes e professores em situações concretas de ensino/pesquisa, viabilizado através de atividades de extensão; III – Estimular a participação dos estudantes nos projetos de extensão desenvolvidos pela FIT. Funcionamento: O período de participação no Programa será de nove meses. No desenvolvimento das atividades previstas no projeto de extensão, os alunos deverão receber orientação de docente da Faculdade, no efetivo exercício de suas funções (coordenador do Programa). A título de apoio financeiro, além das bolsas de extensão para estudantes, cada projeto selecionado receberá, numa única vez, um valor monetário equivalente a duas bolsas de extensão. Este auxílio deverá ser aplicado no próprio projeto e será gerenciado pelo coordenador. Documentos para Inscrição no Programa: a) ficha de inscrição devidamente preenchida; b) registro do projeto através do preenchimento do Formulário de Extensão, via Secretaria Geral da FIT; c) cópia do formulário de extensão aprovado; d) projeto de extensão preenchido de acordo com o roteiro proposto; e) indicação dos nomes dos alunos candidatos a receberem bolsa, informando também o curso e a fase que estarão cursando quando da vigência da bolsa; f) currículo simplificado do professor coordenador; Em caso de renovação do projeto de extensão, além dos documentos acima, apresentar também: g) relatório anual do projeto; h) cadernos de campo dos alunos bolsistas no período anterior, devidamente preenchidos. Critérios para Seleção dos Bolsistas pelos Coordenadores dos Projetos: O coordenador, ao selecionar os estudantes candidatos à bolsa, poderá utilizar critérios específicos para cada projeto de extensão. O estudante selecionado deve, no entanto, cumprir os seguintes requisitos: a) estar matriculado em curso de graduação da FIT durante todo o período de vigência da bolsa; b) possuir índice de aproveitamento igual ou superior a 7,0 (sete); c) dispor de 20 horas semanais para dedicação ao projeto, sendo, pelo menos, 12 horas semanais para o desempenho das atividades específicas e mais 8 horas para outras atividades de apoio; d) não receber nenhum outro tipo de bolsa. Admite-se que a bolsa de extensão seja renovada apenas uma vez, ou seja, não é permitido a nenhum aluno receber bolsa de extensão por mais de 18 meses. Observações: a) É vedada a participação de alunos que concluirão o curso de graduação no período de vigência da bolsa, ou que cursarão a primeira fase do curso neste mesmo período. b) É vedada a participação de bolsistas para os quais as atividades desenvolvidas no projeto sejam curricularmente obrigatórias, seja como alunos de disciplinas específicas ou como estagiários no âmbito do projeto. c) Recomenda-se aos coordenadores de projeto que, ao selecionarem os candidatos à bolsa, dêem preferência a alunos com carência financeira. Comissão de Seleção: A concessão da bolsa de extensão será aprovada por uma comissão examinadora e será composta por professores da FIT com reconhecida experiência em extensão. Esta comissão será nomeada pela Direção Geral da Faculdade. Da decisão da comissão não caberá recurso. Critérios Básicos de Seleção para Análise do Projeto para Concessão de Bolsa: a) documentação completa apresentada até a data limite; b) pertinência com atividades de extensão; c) relevância acadêmica e impacto social do projeto (atendimento às demandas da sociedade); d) qualidade/viabilidade do projeto e compatibilidade com o número de bolsas solicitadas; e) interação com o ensino e a pesquisa; f) multidisciplinaridade e interação comunitária do projeto (interação Instituição/Sociedade); g) Curriculum vitae do professor coordenador e seu vínculo com o projeto. Acompanhamento/Avaliação: O pagamento mensal do bolsista estará condicionado à entrega à Secretaria Geral da Faculdade da ficha de avaliação emitida pelo professor orientador, que comprovará sua freqüência, até o dia 20 de cada mês. O projeto aprovado não poderá ser substituído. Sendo impossível a execução do projeto proposto, a bolsa será cancelada. O coordenador do projeto deverá, neste caso, fazer uma comunicação por escrito à Secretaria Geral da Faculdade, com as devidas justificativas. Mediante justificativa por escrito do coordenador, admite-se a substituição de bolsista no decorrer do projeto, desde que o novo aluno atenda aos requisitos do edital. Ao término das atividades previstas no projeto, cada bolsista deverá entregar um relatório, sob forma de um artigo científico. Deve entregar, também, um parecer, elaborado pelo professor coordenador, sobre o seu desempenho. Ao término das atividades previstas no projeto, cada professor coordenador deverá apresentar à Secretaria Geral da Faculdade um relatório final das atividades. Observações Complementares Uma vez cumprido o programa, mediante solicitação do coordenador, os alunos bolsistas terão direito a certificado, assim como os demais alunos que participaram como voluntários do projeto de extensão. Os participantes dos projetos contemplados com bolsa de extensão deverão estar disponíveis para prestar informações em qualquer etapa do projeto. O valor da bolsa será definido pelo Conselho Superior da Faculdade. A bolsa de extensão não configura qualquer vínculo empregatício com a FIT. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação do Ensino-Aprendizagem A avaliação da aprendizagem e do desempenho acadêmico é feita por disciplina, incluídos a freqüência e o aproveitamento dos conteúdos programáticos ministrados em cada uma delas. Independente dos demais resultados obtidos é considerado reprovado na disciplina o aluno que não tenha obtido freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades programadas, após as avaliações regulares ou processos de recuperação. O aproveitamento acadêmico é avaliado através do acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas parciais de avaliação de conhecimento, nos exercícios e atividades escolares ou outras formas de avaliação definidas pelo professor da disciplina. Ao professor da disciplina compete elaborar os exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e registrar, em documento próprio, os resultados obtidos. Os exercícios escolares visam à avaliação progressiva do aproveitamento do aluno e constam de provas escritas e outras formas de verificação do aprendizado previstas no plano de ensino da disciplina. O Sistema de Avaliação do desempenho acadêmico da FIT é constituído por: AD - Avaliação Diversificada Este processo é composto por exercícios procedimentais, organização de dados e informações, apresentações orais ou escritas, provas, estudos comparados, reflexões e sínteses das leituras. Tais instrumentos de avaliação deverão ser aplicados pelo professor ao longo do semestre com a finalidade de compor a nota semestral, ficando a seu critério as datas de aplicação dessas avaliações. Estes instrumentos visam à assimilação e aplicação dos conceitos básicos para o desenvolvimento das competências indicadas nos planos de ensino de cada disciplina, conjunto de disciplinas. O professor divulgará aos alunos no início de cada semestre os instrumentos e critério de composição da nota da Avaliação Diversificada. AC - Avaliação Conceitual Este instrumento tem como objetivo avaliar os conceitos básicos apresentados nos planos de disciplinas e deverá ser aplicado ao aluno individualmente, podendo ser interdisciplinar. Esta prova deve ser aplicada dentro do horário normal da aula da disciplina, em data sugerida em calendário da Instituição. AC - Avaliação de Competência Este instrumento tem por finalidade verificar se os alunos adquiriram as competências desenvolvidas no decorrer do semestre. Esta avaliação poderá ser um estudo de caso, uma simulação de um contexto profissional, ou qualquer outro instrumento apropriado que será elaborado pelos professores. CAPÍTULO VI DA AVALIAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR Art. 63. A avaliação do desempenho escolar, parte integrante do processo ensino-aprendizagem, é feita por disciplina e incide sobre a freqüência e o aproveitamento escolar. Parágrafo único. Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderão ter abreviada a duração de seus cursos, de acordo com as normas do sistema de ensino. Art. 64. A freqüência às aulas e demais atividades escolares, permitida apenas aos matriculados, é obrigatória, vedado o abono de faltas. § 1º Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina o aluno que não obtenha freqüência de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades programadas. § 2º A verificação e registros de freqüência é de responsabilidade do Professor, para efeito do parágrafo anterior, da Secretaria. § 3º A ausência coletiva às aulas, por uma turma, implica a atribuição de faltas a todos os alunos da mesma, não impedindo que o professor considere lecionado o conteúdo programático planejado para o período em que a ausência se verificar devendo o fato ser comunicado pelo professor ao Coordenador do Curso. Art. 65. O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento continuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas, exercícios, projetos, relatórios e demais atividades programadas em cada disciplina. § 1º A avaliação de desempenho do aluno em cada uma destas atividades é feita, atribuindo-se uma nota expressa em grau numérico de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação até décimos. § 2o De conformidade com o que prevê a legislação pertinente (LDB, art. 47, § 2o ), a FIT pode, mediante critérios e normas fixadas pelo Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão, promover o aproveitamento discente extraordinário . Art. 66. A média de aproveitamento em cada disciplina corresponde à média aritmética das notas de aproveitamento que os professores atribuem aos alunos semestralmente, baseados em trabalhos escolares e exercícios práticos relacionados com a matéria lecionada ou com o treinamento recebido em campo. § 1º Em relação aos procedimentos para a composição das médias de aproveitamento, a FIT baixará normas complementares a este regimento; § 2º Faculta-se aos professores a formação das notas de aproveitamento com uma média aritmética, simples ou ponderada, de dois ou mais trabalhos, quer na forma de prova escrita, quer na forma de exercício por eles atribuída aos alunos; § 3º É obrigatória a entrega à Secretaria Acadêmica, em cada semestre, do resultado de pelo menos uma prova escrita com as respectivas notas de aproveitamento. § 4º Ao aluno que deixar de comparecer às verificações de aproveitamento na data fixada pode ser concedida prova substitutiva, desde que requerida no prazo de até 5 (cinco) dias da avaliação e/ou do evento referido. § 5º Ao término do Curso é obrigatória a entrega e a apresentação do trabalho de conclusão de curso (monografia) a uma banca examinadora. Art. 67. Atendida, em qualquer caso, a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades, são considerados aprovados na disciplina: I - os alunos que obtiverem média de aproveitamento igual ou superior a 7,0 (sete), que neste caso ficam dispensados do exame final. II - mediante exame, o aluno que, tendo obtido média de aproveitamento inferior a 7,0 (sete) e não inferior a 3,0 (três), obtiver final igual ou superior a 5,0 (cinco). Parágrafo único. A média final do inciso II é a média aritmética entre a média de aproveitamento e a nota obtida no exame final. Art. 68. O aluno é considerado reprovado na disciplina, se: I - a média de aproveitamento for inferior a 3,0 (três). II - a freqüência for inferior a 75%, caso em que a média final do aluno é zero. III - a média final apurada nos termos do parágrafo 2º do Art. 65 for inferior a 5,0 (cinco). Art. 69. É promovido para o período subseqüente o aluno aprovado em todas as disciplinas ou reprovado, no máximo, em duas disciplinas. O aluno que não lograr aprovação em 03 (três) ou mais disciplinas deve cursá-las novamente e repetir o período em que estava, com dispensa daquelas disciplinas em que já obteve aprovação. Art. 70. O aluno não aprovado em até duas disciplinas por não ter alcançado a freqüência escolar mínima, ou a nota exigida, repetirá a disciplina, na forma de dependência, no período imediatamente posterior a sua reprovação, atendendo às exigências de freqüência e de aproveitamento estabelecidas. § 1º Asseguradas as condições previstas no “caput”, o regime de dependência pode ser cumprido, também, atendendo a seguinte composição: I - pelo menos 25% da carga horária respectiva deve constituir-se de freqüência ordinária, a ser cumprida em período regular; II - até 75% da carga horária restante pode ser cumprida através da realização de trabalho acadêmico efetivo; III - em qualquer hipótese de seu cumprimento, à dependência deve ser aplicada a mesma avaliação aplicada aos alunos do período regular respectivo, cumpridas exigências, prazos e condições semelhantes. § 2º A integral consideração do trabalho acadêmico efetivo, de que trata o inciso II, levará em conta os seguintes indicadores: I - rigor: atendimento a critérios científicos; II - eficiência; compatibilidade com a disciplina com a matéria orientada; III - pontualidade: fiel observância dos prazos estabelecidos. Art. 71. A dependência pode, também, ser ofertada em período especial para cursos com um único período e ser desenvolvida na forma que for regulamentada pelo Colegiado de Curso. PLANO DE CARREIRA DOCENTE DA FIT CAPÍTULO I DO CORPO DOCENTE Art. 1º - O Corpo Docente da FIT é constituído de educadores integrantes do Quadro de Carreira Docente e de outros inscritos nos Quadros Complementar e Suplementar. Art. 2º A lotação de professores constitui-se de cargos e funções da Carreira Docente, necessários ao pleno atendimento de suas atividades docentes. Parágrafo Único – A distribuição quantitativa dos cargos e funções por curso é aprovada pela Mantenedora com base na lotação global e Parecer do Conselho de Ensino e Pesquisa. Art. 3º São atribuições do corpo docente: I - desenvolver as atividades de ensino, pesquisa e extensão constantes dos planos de trabalho da FIT; II -- conhecer e assumir a proposta pedagógica da FIT e sua filosofia educacional; III - fazer do ensino, da pesquisa e das atividades profissionais dos discentes o instrumento para neles estimular o desenvolvimento do espírito científico e o pensamento reflexivo e criativo, mantendo vivo o desejo de aperfeiçoamento continuado; IV - cumprir todas as tarefas docentes, especialmente encaminhar, em cada período letivo, o plano de ensino das disciplinas que ministra; fornecer dentro do prazo os resultados das avaliações dos alunos; participar das reuniões dos órgãos colegiados e de todos os eventos programados de interesse do ensino, pesquisa e extensão. CAPÍTULO II DAS ATIVIDADES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Art. 4º Entende-se por atividades do Magistério Superior: I - as pertinentes ao ensino e à pesquisa, que visem a produção, ampliação e transmissão o do saber; II - as que se estendam à comunidade, sob a forma de cursos ou serviços, as conquistas e benefícios resultantes do ensino, da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na Instituição; III - as inerentes à direção e assessoramento exercidos na Instituição. CAPÍTULO III DO FIT DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Seção I Da Carreira Docente Art. 5º A Carreira Docente do Magistério Superior é integrada pelas categorias docentes: I - TITULAR II - ADJUNTO III - ASSISTENTE II IV - ASSISTENTE I V - AUXILIAR Seção II Da Seleção e Admissão na Carreira Docente Art. 6º A Seleção dos docentes é feita por meio de análise dos currículos, entrevista e avaliação do desempenho de sua metodologia, mediante aula expositiva para uma banca constituída por 3 (três) professores designados pelo Diretor. Art. 7º O primeiro enquadramento, de caráter provisório, é feito para um período probatório de, no mínimo três meses, quando é avaliado pela Comissão de Avaliação dos Docentes, que poderá propor o enquadramento definitivo do candidato, se considerado apto. Parágrafo único - Não sendo considerado apto, o candidato poderá, por sugestão da Comissão de Avaliação e a critério da Direção, ser submetido a um novo período probatório. Art. 8º A Comissão referida no artigo anterior, formada por 5 (cinco) membros, é proposta anualmente pelo Conselho de Ensino e Pesquisa e designada pelo Diretor. Art. 9º O candidato enquadrado na categoria Auxiliar terá até 3 (três) anos para adquirir o título de mestre e poder candidatar-se à progressão vertical. Parágrafo único – A titulação é pré-requisito para a progressão, sendo compreendida como necessária, mas não suficiente para sua efetivação, carecendo de um bom desempenho docente, sobretudo, nas atividades didáticas de sala de aula. Seção III Da Progressão Funcional por Desempenho Art. 10 A progressão funcional vertical resulta: I - da conquista, pelo docente, de excelente desempenho nas Avaliações Institucionais durante quatro semestres consecutivos ou seis alternados; II - do atendimento aos anos de interstício. Parágrafo único - O provimento nas categorias docentes e níveis do FIT, em conseqüência da progressão, é feito com base nos seguintes fatores: I - Desempenho do Docente; II - Titulação Acadêmica; III - Do atendimento aos anos de interstício. Art. 11 A progressão vertical é a passagem para a categoria docente imediatamente superior dentro da Carreira. Art. 12 A progressão vertical é solicitada pelo Docente interessado ao Diretor, no início do último período semestral para completar os anos de interstício. Parágrafo único - As progressões deverão conter-se no total estabelecido de vagas anuais. Art. 13 Quando ocorrer empate na classificação dos professores candidatos à promoção na carreira docente, terá preferência o professor que esteja lecionando a disciplina há mais tempo; havendo, ainda, empate, o mais idoso. CAPÍTULO IV DO QUADRO COMPLEMENTAR Art. 14 Compõem o Quadro Complementar: I - Professores admitidos para lecionar em cursos de pós-graduação. II - professores visitantes ou convidados, para efetuarem trabalhos específicos, de curta duração. Parágrafo único - A indicação de professores para o Quadro Complementar é fundamentada no alto desempenho técnico, científico ou cultural dos candidatos ou, ainda, pelo seu notável saber, comprovado pelo exercício de relevantes cargos ou funções. CAPÍTULO V DO QUADRO SUPLEMENTAR Art. 15 Compõe-se o Quadro Suplementar dos professores que forem admitidos em regime de trabalho inferior a 12 horas-aula semanais e pelos professores que não vierem a integrar o presente regulamento da carreira docente. § 1º - O professor integrante do Quadro Suplementar não faz jus à Progressão Funcional estabelecida no Capítulo III da Seção III deste Plano. § 2º - Poderá o professor do Quadro Suplementar passar para o Plano de Carreira, na categoria funcional e no respectivo nível correspondente à titulação e ao tempo de exercício que possuir, respeitados os critérios para o enquadramento instituídos na Seção II do Capítulo III. § 3º - Os contratos dos professores integrantes dos quadros complementar e suplementar são regidos pela legislação trabalhista. CAPÍTULO VI DO REGIME DE TRABALHO E DO PLANO DE CARREIRA Art. 16 Os docentes são admitidos em regime de trabalho de hora-aula, aplicado conforme critérios e possibilidades da Entidade, obedecida a seguinte distribuição: a - de 40 horas b - de 20 horas c - de 12 horas Art. 17 Os regimes de trabalho semanais, aprovados pelo Diretor, a partir de proposta de regulamentação formulada pelo Conselho de Ensino e Pesquisa são submetidos à Mantenedora para apreciação e deliberação final. Parágrafo único - Na formulação da referida proposta levar-se-ão em conta os índices de comprometimento do tempo dedicado à docência e a outras atividades determinadas em normas específicas e, bem assim, as necessidades e a realidade da FIT. CAPÍTULO VII DO AFASTAMENTO Art. 18 Além das situações previstas em lei, o ocupante de cargo de Carreira do Magistério Superior poderá afastar-se de suas funções nos seguintes casos: a) Para aperfeiçoar-se em instituições nacionais ou estrangeiras, podendo receber ajuda de custo da FIT somente os professores cuja solicitação seja autorizada pela Mantenedora, por proposta da Diretoria e do Conselho de Ensino e Pesquisa. b) Para prestar colaboração temporária a outras instituições nacionais e internacionais, no âmbito do ensino e da pesquisa, sem ônus para a FIT, desde que autorizado pela Mantenedora. c) Para comparecer a congressos e similares ou reuniões relacionadas com sua atividade de magistério, podendo receber ajuda de custo da FIT, por sugestão da Diretoria e prévia autorização da Mantenedora, somente os professores cujos trabalhos forem aceitos pela Comissão Organizadora do Congresso. d) Para cumprir mandato eletivo, sem ônus para a Instituição. e) Para atender a interesses particulares, sem ônus para a Instituição, quando o pedido for aprovado pelo Conselho de Ensino e Pesquisa e autorizado pela Mantenedora. § 1º - Os afastamentos previstos nos itens a e b são concedidos por dois e um ano, respectivamente, podendo haver eventuais prorrogações se autorizadas pela Mantenedora. § 2º - No caso do item a, a concessão do afastamento implicará o compromisso do docente de, a seu retomo, permanecer na Instituição por tempo igual ou superior a seu afastamento, incluídas as prorrogações. § 3º - O não cumprimento da condição estabelecida no parágrafo anterior importará na rescisão do contrato de trabalho do docente, que ficará obrigado a ressarcir à Instituição a importância que houver sido despendida, independentemente das implicações legais. § 4º - O Conselho de Ensino e Pesquisa da FIT especificará as condições e normas que permitirão os afastamentos previstos neste artigo e o submeterão à apreciação da Mantenedora para que esta emita parecer final sobre o assunto. § 5º - No caso do item d, o afastamento corresponderá à duração do mandato. § 6º - No caso do item e, o afastamento é concedido por 12 meses, podendo ser renovado por igual período. CAPÍTULO VIII DA REMUNERAÇÃO E VANTAGENS Art. 19º A remuneração obedecerá a uma escala decrescente, tomando por base o salário de Professor Categoria Titular, em consonância com tabela baixada pela Mantenedora, por sugestão da Diretoria e aprovada pelo Conselho de Ensino e Pesquisa. Art. 20º O pessoal docente terá as férias regulamentares previstas na Legislação do Trabalho, feitas as competentes escalas, de modo a assegurar o funcionamento contínuo da FIT. CAPÍTULO IX DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art. 21 As disposições constantes deste Regulamento entram em vigor assim que aprovadas pelos órgãos competentes. PLANO DE INCENTIVO À QUALIFICAÇÃO DOCENTE Plano Institucional de Capacitação Docente (PICD) A FIT projeta implantar um Plano Institucional de Capacitação Docente (PICD) como complemento do FIT (PCD). O objetivo do PICD é o de promover e sustentar o padrão de qualidade das funções de ensino, pesquisa, extensão e gerência institucional, por meio da oferta parcial ou integral de cursos de pós-graduação lato sensu e stricto sensu, aperfeiçoamento e atualização, cursos de extensão, de treinamento e atualização profissional, voltados para a comunidade interna, oferecendo oportunidades a professores, coordenadores e diretores para o aprofundamento e/ou aperfeiçoamento de seus conhecimentos científicos, tecnológicos e profissionais. Metas São quatro as principais metas do PICD concebido pela FIT: 1. reservar, dentro do calendário acadêmico, espaços para seminários, cursos, colóquios, treinamentos e outras atividades de troca de experiências no campo da didática do Ensino Superior, visando manter o corpo docente permanentemente atualizado em relação a esse assunto; 2. investir na titulação dos professores, coordenadores e diretores buscando conciliar seus próprios interesses com os da FIT; 3. incentivar docentes, coordenadores e diretores, por meio de ajuda de custos, a participar de eventos científicos, tecnológicos, artísticos e culturais e de treinamentos específicos; 4. promover treinamentos, seminários, cursos e outras atividades de troca de experiências no âmbito da Gestão de Instituições de Ensino Superior, visando manter coordenadores e diretores atualizado em relação às mais modernas e eficazes ferramentas de gestão. Ações Para que tais metas sejam satisfatoriamente atingidas, a FIT propõe as seguintes ações: 1. concessão de ajuda de custos aos docentes na inscrição de eventos e nas despesas com locomoção, hospedagem e alimentação, a critério da Diretoria e de acordo com os recursos destinados ao PICD pela Mantenedora; 2. concessão de bolsas-auxílio, de acordo com os recursos existentes, para que docentes, coordenadores e diretores obtenham mestrado e doutorado. Critérios A análise dos pedidos de ajuda de custo e de bolsas-auxílio leva em consideração os seguintes fatores: 1. os recursos financeiros disponíveis; 2. a necessidade institucional em áreas prioritárias; 3. o tempo de serviço de docentes, coordenadores e diretores no quadro funcional da FIT - Faculdade Integração Tietê; e Plano Institucional de Capacitação Docente (PICD) A FIT projeta implantar um Plano Institucional de Capacitação Docente (PICD) como complemento do FIT (PCD). O objetivo do PICD é o de promover e sustentar o padrão de qualidade das funções de ensino, pesquisa, extensão e gerência institucional, por meio da oferta parcial ou integral de cursos de pós-graduação lato sensu e stricto sensu, aperfeiçoamento e atualização, cursos de extensão, de treinamento e atualização profissional, voltados para a comunidade interna, oferecendo oportunidades a professores, coordenadores e diretores para o aprofundamento e/ou aperfeiçoamento de seus conhecimentos científicos, tecnológicos e profissionais. Metas São quatro as principais metas do PICD concebido pela FIT: 5. reservar, dentro do calendário acadêmico, espaços para seminários, cursos, colóquios, treinamentos e outras atividades de troca de experiências no campo da didática do Ensino Superior, visando manter o corpo docente permanentemente atualizado em relação a esse assunto; 6. investir na titulação dos professores, coordenadores e diretores buscando conciliar seus próprios interesses com os da FIT; 7. incentivar docentes, coordenadores e diretores, por meio de ajuda de custos, a participar de eventos científicos, tecnológicos, artísticos e culturais e de treinamentos específicos; 8. promover treinamentos, seminários, cursos e outras atividades de troca de experiências no âmbito da Gestão de Instituições de Ensino Superior, visando manter coordenadores e diretores atualizado em relação às mais modernas e eficazes ferramentas de gestão. Ações Para que tais metas sejam satisfatoriamente atingidas, a FIT propõe as seguintes ações: 3. concessão de ajuda de custos aos docentes na inscrição de eventos e nas despesas com locomoção, hospedagem e alimentação, a critério da Diretoria e de acordo com os recursos destinados ao PICD pela Mantenedora; 4. concessão de bolsas-auxílio, de acordo com os recursos existentes, para que docentes, coordenadores e diretores obtenham mestrado e doutorado. Critérios A análise dos pedidos de ajuda de custo e de bolsas-auxílio leva em consideração os seguintes fatores: 1. os recursos financeiros disponíveis; 2. a necessidade institucional em áreas prioritárias; 3. o tempo de serviço de docentes, coordenadores e diretores no quadro funcional da FIT - Faculdade Integração Tietê; e 4. a produtividade e desempenho de professores, coordenadores e diretores 3.2. Corpo Técnico-Administrativo A cada dois anos de serviço os funcionários passarão por cursos de aperfeiçoamento e/ou atualização e poderão contar com uma redução da carga horária de trabalho para a realização destes cursos. O Plano de Capacitação do Pessoal Técnico-Administrativo – PCPTA tem por objetivo o aprimoramento profissional do pessoal técnicoadministrativo, de modo a promover a melhoria da qualidade das funções técnicas, administrativas e de gerência da FIT. Entende-se por aprimoramento profissional a conclusão de cursos de atualização, treinamento, aperfeiçoamento, graduação e pósgraduação na área de atuação do funcionário. A FIT disponibilizará aos seus funcionários os seguintes incentivos, além dos previstos no Plano de Carreira: Bolsas de estudos integrais ou parciais para cursos de mestrado e doutorado, em instituições nacionais e de graduação, especialização ou aperfeiçoamento nos programas desenvolvidos pela FIT, ou na ausência desses em outras instituições nacionais; Oferta de cursos de treinamento e atualização profissional, com bolsas integrais ou parciais; Licença, sem perda do vencimento (integral ou parcial), para participação em programas de pós-graduação e/ou de treinamento profissionais, quando não for possível a compatibilização entre o horário de trabalho e desses cursos, conforme a disponibilidade financeira e de pessoal. Os funcionários poderão se inscrever em cursos de acordo com os seguintes critérios: Nos programas de doutorado, terão prioridade os que possuam, no mínimo, o título de mestre, em nível de pós-graduação, stricto sensu e desde que esse curso seja de interesse da sua função, a critério da Diretoria; Nos programas de mestrado, terão prioridade os que sejam portadores de certificados de cursos de especialização, em nível de pós-graduação; e desde que esse curso seja de interesse da sua função, a critério da Diretoria; Nos cursos de especialização, os que obtiverem o melhor desempenho individual nas avaliações institucionais, e desde que esse curso seja de interesse da sua função, a critério da Diretoria; Nos cursos de graduação, os que obtiverem o melhor desempenho individual nas avaliações institucionais, e desde que esse curso seja de interesse da sua função, a critério da Diretoria; Em todos os casos anteriores os funcionários deverão estar vinculados, ao tempo do requerimento, no mínimo por dois anos a FIT. Caberá ao Diretor gerenciar todas as atividades de apoio administrativo e financeiro aos cursos e aos seus participantes; elaborar relatórios periódicos sobre o funcionamento dos programas; submeter ao Conselho Superior propostas de recrutamento, seleção, admissão e dispensa de funcionários para os programas, bem como a alocação dos demais recursos necessários a cada curso ou atividade; presidir a comissão encarregada de selecionar os candidatos para os programas, segundo os critérios estabelecidos no PCPTA e nas demais normas expedidas pelos órgãos próprios da FIT. Os programas de graduação, mestrado, doutorado, especialização, aperfeiçoamento, treinamento ou atualização profissional, incluídos no PCPTA, serão financiados com recursos próprios da Mantenedora e por recursos alocados por terceiros. A Instituição, anualmente, aprovará as ações e as metas do PCPTA para o ano letivo seguinte, bem como sua articulação com os planos similares de instituições congêneres e de organismos de financiamento. PLANO DE CARREIRA DO CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO Dispõe sobre instituição do plano de carreira do pessoal técnico-administrativo da FIT - Faculdade Integração Tietê. Art. 1º Fica instituído o Plano de Carreira do Pessoal Técnico-Administrativo da FIT - Faculdade Integração Tietê, mantida pelo Instituto Superior de Educação Santo Expedito. CAPÍTULO I DOS INTEGRANTES E DAS ATIVIDADES Art. 2º O corpo técnico-administrativo da FIT – Faculdade Integração Tietê é integrado por todos quantos nele exerçam atividades administrativas ou técnicas. Art. 3º São consideradas atividades próprias do pessoal técnico-administrativo o conjunto de funções destinadas a oferecer suporte operacional às atividades-fim da FIT - Faculdade Integração Tietê, incluindo aquelas relacionadas com a administração de pessoal, material, patrimonial, finanças, atividades complementares e com a vida escolar. CAPÍTULO II DA CONTRATAÇÃO Art. 4º A contratação de pessoal técnico-administrativo é realizada nos termos da legislação trabalhista em vigor, assegurando-se aos profissionais todos os direitos e vantagens inerentes às funções a serem desempenhadas. Art. 5º A admissão do pessoal técnico-administrativo é precedida de entrevista ou processo seletivo elaborado pelo setor competente da FIT - Faculdade Integração Tietê, pelo qual são avaliadas as reais condições do candidato, sua qualificação profissional, experiência e habilidades para o exercício da função. Art. 6º Os candidatos selecionados somente são contratados após a apresentação de toda a documentação exigida por lei e exercerão suas funções nos locais de funcionamento da FIT - Faculdade Integração Tietê. CAPÍTULO III DO REGIME DE TRABALHO Art. 7º O pessoal técnico-administrativo contratado pela FIT - Faculdade Integração Tietê estará sujeito ao seguinte regime de trabalho: I – Regime de tempo integral, com 44 horas semanais de trabalho; ou II – Regime de tempo parcial, com 20 horas semanais de trabalho. Parágrafo único. Em função das peculiaridades locais, após a aprovação do departamento competente da FIT - Faculdade Integração Tietê, poderão ser instituídos regimes de trabalho diversos daqueles referidos nos itens I e II deste artigo. Art. 8º A freqüência diária do pessoal técnico-administrativo é controlada pelo setor responsável da FIT - Faculdade Integração Tietê, preferencialmente por meio eletrônico, aplicando-se, quanto às ausências e impedimentos, as normas constantes da legislação trabalhista em vigor. CAPÍTULO IV DAS VANTAGENS Art. 9º O pessoal técnico-administrativo é contratado na referência inicial constante da tabela de remuneração. Art. 10 Além daquelas previstas na legislação trabalhista vigente e em normas emanadas de convenção coletiva de trabalho, o pessoal técnico-administrativo faz jus à seguinte vantagem: I – promoção por merecimento e por tempo de serviço, segundo critérios fixados pela Mantenedora. CAPÍTULO V DOS INCENTIVOS Art. 11 São oferecidos ao pessoal técnico-administrativo, em exercício na FIT - Faculdade Integração Tietê, os seguintes incentivos: I bolsas de estudo; II auxílio para participação em congressos, seminários, simpósios e eventos similares em sua área de atuação; III oferta de cursos de reciclagem e atualização profissional. Parágrafo único. Os critérios para oferecimento dos incentivos são fixados por meio de ato baixado pela entidade Mantenedora. Art. 12 A presente Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Plano de Capacitação do Pessoal Técnico-Administrativo da Faculdade Integração Tietê TÍTULO I - DO OBJETIVO Art. 1º. O Plano de Capacitação do Pessoal Técnico-Administrativo – PCPTA tem por objetivo o aprimoramento profissional do seu quadro técnico-administrativo, de modo a promover a melhoria da qualidade das funções técnicas, administrativas e de gerência da FIT. Parágrafo único. Entende-se por aprimoramento profissional a conclusão de cursos de atualização, treinamento, aperfeiçoamento, graduação e pós-graduação na área de atuação do funcionário. TÍTULO II - DOS INCENTIVOS Art. 2o. A FIT disponibiliza aos seus funcionários os seguintes incentivos, além dos previstos no Plano de Carreira: I – Bolsas de estudos integrais ou parciais para cursos de doutorado e mestrado, em instituições nacionais e de graduação, especialização ou aperfeiçoamento nos programas desenvolvidos pela FIT, ou na ausência desses em outras instituições nacionais; II – Oferta de cursos de treinamento e atualização profissional, com bolsas integrais ou parciais; III – Licença, sem perda do vencimento (integral ou parcial), para participação em programas de pós-graduação e/ou de treinamento profissionais, quando não for possível a compatibilização entre o horário de trabalho e desses cursos, conforme a disponibilidade financeira e pessoal. TÍTULO III - DOS REQUISITOS Art. 3º. Os funcionários podem requerer os benefícios deste Plano desde que atendam aos seguintes critérios: I – Nos programas de doutorado terão prioridade os que possuam, no mínimo, o título de mestre, em nível de pós-graduação, stricto sensu e desde que esse curso seja de interesse da sua função, a critério da Diretoria; II – Nos programas de mestrado terão prioridade os que sejam portadores de certificados de cursos de especialização, em nível de pós-graduação; e desde que esse curso seja de interesse da sua função, a critério da Diretoria; III – Nos cursos de especialização, os que obtiverem o melhor desempenho individual nas avaliações institucionais, e desde que esse curso seja de interesse da sua função, a critério da Diretoria; IV – Nos cursos de graduação, os que obtiverem o melhor desempenho individual nas avaliações institucionais, e desde que esse curso seja de interesse da sua função, a critério da Diretoria; V – Em todos os casos anteriores os funcionários deverão estar vinculados, ao tempo do requerimento, no mínimo por dois anos a FIT. TÍTULO IV - DA ADMINISTRAÇÃO DO PLANO Art. 4º. O presente Plano será administrado pelo Diretor da FIT, a quem compete: I – Gerenciar todas as atividades de apoio administrativo e financeiro aos cursos e aos seus participantes; II – Elaborar relatórios periódicos sobre o funcionamento dos programas; III – Submeter ao Conselho Superior as propostas de recrutamento, seleção, admissão e dispensa de funcionários para os programas, bem como a alocação dos demais recursos necessários a cada curso ou atividade; IV – Presidir a comissão encarregada de selecionar os candidatos para os programas, segundo os critérios estabelecidos neste Plano e nas demais normas expedidas pelos órgãos próprios da FIT. TÍTULO V - DO CUSTEIO Art. 5º. Os programas de graduação, mestrado, doutorado, especialização, aperfeiçoamento, treinamento ou atualização profissional, incluídos no PCPTA, serão financiados com recursos próprios da mantenedora, e por recursos alocados por terceiros. TÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 6º. A Instituição, anualmente, aprovará as ações e as metas deste Plano para o ano letivo seguinte, bem como sua articulação com os planos similares de instituições congêneres e de organismos de financiamento. Art. 7º. Este Plano entrará em vigor na data de sua publicação, após aprovação pelo Conselho Superior e homologação pela mantenedora. 3.3. Programas de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes a) Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes O Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes da FIT terá como finalidade assegurar a permanência e o bom rendimento escolar dos alunos com alto potencial acadêmico, mas que apresentam hipossuficiência sócio-econômica. A implementação do Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes será efetivada através de bolsas de estudos. A concessão de bolsa prevê dispensa do pagamento parcial das mensalidades escolares (50%), sendo que cada caso é analisado pela Comissão de Bolsas de Estudo constituída: I – pelo Diretor, seu presidente; II – pelos Coordenadores dos Cursos; III – por um representante do corpo docente de cada curso de graduação; IV – por um representante do corpo discente de cada curso de graduação. São requisitos para a inscrição no processo seletivo do Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes: I – estar matriculado em curso de graduação da FIT durante todo o período de vigência da bolsa de estudos; II – possuir índice de aproveitamento superior a 7,0 (sete); III – dispor de 10 (dez) horas semanais para dedicação exclusiva aos estudos, mediante acesso semanal ao acervo bibliográfico da Instituição; IV – não receber nenhum outro tipo de bolsa; V – renda familiar total inferior a 02 (duas) vezes o valor da parcela mensal do respectivo curso de graduação; VI – possuir moradia própria, alugada ou financiada de valor inferior a 60 (sessenta) vezes o valor da mensalidade mais alta da FIT. O Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes contará com um mecanismo de avaliação mensal, constituído pela apresentação do Relatório Mensal de Estudos, por parte do aluno detentor de bolsa de estudos, à Comissão de Bolsas de Estudo, até o quinto dia útil do mês, contendo as seguintes informações: I – bibliografia lida por completo e/ou consultada durante o período mensal anterior, com apresentação de ficha de leitura; II – notas recebidas nas avaliações das diversas disciplinas ocorridas no período mensal anterior; III – período semanal utilizado para dedicação exclusiva aos estudos no período mensal anterior, descrito em horas/estudo; IV – visitas feitas à biblioteca da FIT; V – declaração de não receber nenhum outro tipo de bolsa. Com base nos Relatórios Mensais de Estudos, a Comissão de Bolsas de Estudo realizará o acompanhamento e a avaliação dos alunos beneficiados pelo Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes, e do programa no seu conjunto, emitindo relatório fundamentado até o dia 20 de cada mês, o qual servirá de base para a redução, manutenção ou ampliação, parcial ou total, da bolsa de estudos concedida ao aluno, bem como à organização e à orientação estratégica do programa. b) Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) A FIT providenciará o seu cadastro no Ministério da Educação, para que os alunos também possam ser beneficiados com o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES). O agente financeiro responsável é a Caixa Econômica Federal que concede os financiamentos apenas aos alunos matriculados nos cursos com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação. c) Programa Universidade para Todos (Prouni) A FIT adotará as providências necessárias para aderir ao Prouni, viabilizando mais um mecanismo de inserção e manutenção de alunos que apresentam hipossuficiência sócio-econômica. O Prouni é um projeto do governo federal que tem como objetivo reservar vagas em instituições privadas de ensino superior para alunos de baixa renda. d) Bolsas de Monitoria, Pesquisa e Extensão A FIT oferecerá bolsas de monitoria, pesquisa e extensão aos alunos, viabilizando a articulação do processo ensino-aprendizagem e como forma de estimular a participação dos estudantes nos projetos desenvolvidos pela Instituição. A bolsa de monitoria é a modalidade de auxílio financeiro concedido àqueles alunos que participarem de programas de monitoria, nos seus respectivos cursos de graduação. Tem por objetivo incentivar os alunos que demonstrem aptidão pela carreira acadêmica, assegurando a cooperação do corpo discente com o corpo docente nas atividades do ensino. O sistema de monitoria observará as normas gerais contidas na Lei nº. 9.394/96. A bolsa de pesquisa é a modalidade de auxílio financeiro concedido àqueles alunos que participarem de programas de pesquisa, regularmente aprovados pela FIT. Tem por objetivo incentivar os alunos que demonstrem interesse e aptidão pela carreira científica, através da participação em projetos de pesquisa. A bolsa de extensão é a modalidade de auxílio financeiro concedido àqueles alunos que participarem de programas de extensão, regularmente aprovados pela FIT. PLANO DE CARREIRA DO PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO DA FIT Art. 1º Fica instituído o Plano de Carreira do Pessoal Técnico-Administrativo da FIT - Faculdade Integração Tietê, mantida pelo Instituto Superior de Educação Santo Expedito. CAPÍTULO I DOS INTEGRANTES E DAS ATIVIDADES Art. 2º O corpo técnico-administrativo da FIT – Faculdade Integração Tietê é integrado por todos quantos nele exerçam atividades administrativas ou técnicas. Art. 3º São consideradas atividades próprias do pessoal técnico-administrativo o conjunto de funções destinadas a oferecer suporte operacional às atividades-fim da FIT - Faculdade Integração Tietê, incluindo aquelas relacionadas com a administração de pessoal, material, patrimonial, finanças, atividades complementares e com a vida escolar. CAPÍTULO II DA CONTRATAÇÃO Art. 4º A contratação de pessoal técnico-administrativo é realizada nos termos da legislação trabalhista em vigor, assegurando-se aos profissionais todos os direitos e vantagens inerentes às funções a serem desempenhadas. Art. 5º A admissão do pessoal técnico-administrativo é precedida de entrevista ou processo seletivo elaborado pelo setor competente da FIT - Faculdade Integração Tietê, pelo qual são avaliadas as reais condições do candidato, sua qualificação profissional, experiência e habilidades para o exercício da função. Art. 6º Os candidatos selecionados somente são contratados após a apresentação de toda a documentação exigida por lei e exercerão suas funções nos locais de funcionamento da FIT - Faculdade Integração Tietê. CAPÍTULO III DO REGIME DE TRABALHO Art. 7º O pessoal técnico-administrativo contratado pela FIT - Faculdade Integração Tietê estará sujeito ao seguinte regime de trabalho: I – Regime de tempo integral, com 44 horas semanais de trabalho; ou II – Regime de tempo parcial, com 20 horas semanais de trabalho. Parágrafo único. Em função das peculiaridades locais, após a aprovação do departamento competente da FIT - Faculdade Integração Tietê, poderão ser instituídos regimes de trabalho diversos daqueles referidos nos itens I e II deste artigo. Art. 8º A freqüência diária do pessoal técnico-administrativo é controlada pelo setor responsável da FIT - Faculdade Integração Tietê, preferencialmente por meio eletrônico, aplicando-se, quanto às ausências e impedimentos, as normas constantes da legislação trabalhista em vigor. CAPÍTULO IV DAS VANTAGENS Art. 9º O pessoal técnico-administrativo é contratado na referência inicial constante da tabela de remuneração. Art. 10º Além daquelas previstas na legislação trabalhista vigente e em normas emanadas de convenção coletiva de trabalho, o pessoal técnico-administrativo faz jus à seguinte vantagem: I – promoção por merecimento e por tempo de serviço, segundo critérios fixados pela Mantenedora. CAPÍTULO V DOS INCENTIVOS Art. 11º São oferecidos ao pessoal técnico-administrativo, em exercício na FIT - Faculdade Integração Tietê, os seguintes incentivos: I bolsas de estudo; II auxílio para participação em congressos, seminários, simpósios e eventos similares em sua área de atuação; III oferta de cursos de reciclagem e atualização profissional. Parágrafo único. Os critérios para oferecimento dos incentivos são fixados por meio de ato baixado pela entidade Mantenedora. Art. 12º A presente Resolução entra em vigor na data de sua publicação. 3.4. Infra-estrutura SEDE: Localização: Avenida Santa Terezinha, 425 Bairro: Bevedere Cidade: Tietê – SP CAMPUS I Localização: Endereço: Antonio Ferreira Cardia, 61 Bairro: Altos do Tiete Cidade: Tietê – SP Área Área total do Terreno: 8.024 m2 Pavimento Térreo: 748,24 m2 Área Livre: 7.275,76 Instalações administrativas O prédio onde os cursos funcionam esta em excelente estado de conservação, podendo ser considerado muito bom os aspectos de dimensão, acústica, iluminação, ventilação, mobiliário e limpeza. Para o atendimento geral dos discentes, ainda existem: protocolo, setor de atendimento financeiro, setor de atendimento ao discente, setor de controle acadêmico, setor de admissão e matrícula e secretaria geral. Descrição Mecanografia Área NH Horário de Funcionamento 7h15min às 22h Sala de Coordenação 70 m 7h25min às 22h Financeiro/Controladoria 10 m 7h25min às 21h30min Secretaria 45 m 7h25min às 21h30min Recepção 35 m 7h25min às 21h30min Sala do Diretor 20 m 7h25min às 22h Salas de Aula As salas de aula destinadas aos diversos cursos são amplas, considerando-se o número de alunos matriculados nas turmas correspondentes. Todas se encontram bem conservadas e permanentemente limpas. O mobiliário existente, em cada uma delas, é adequado e suficiente para as atividades nelas desenvolvidas, além de não oferecerem interferências significativas resultantes de ruídos externos ou poeira. Sala de Aula Área (m2) 01 52 45 03 7h25min às 22h45min 02 52 45 03 7h25min às 22h45min 03 52 45 03 7h25min às 22h45min 04 52 45 03 7h25min às 22h45min 05 52 45 03 7h25min às 22h45min 06 52 45 03 7h25min às 22h45min 07 52 45 03 7h25min às 22h45min 08 52 45 03 7h25min às 22h45min 09 52 45 03 7h25min às 22h45min 10 52 45 03 7h25min às 22h45min Capacidade Turmas/Semana Horário de Funcionamentio 11 104 120 03 7h25min às 22h45min Legenda: SALA DE AULA descrever a sala individualmente; ÁREA é a área total construída em m²; CAPACIDADE é a capacidade da área em número de usuários; TURMAS/SEMANA é o número de turmas de alunos atendidos; HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO é horário que está disponível para utilização. Áreas de Convivência e Infra-Estrutura para o Desenvolvimento de Atividades Esportivas, de Recreação e Culturais As instalações da FIT oferecem amplas áreas de convivências e infra-estrutura para o desenvolvimento de atividades de recreação e culturais. Os espaços são bem dimensionados, arejados e adequados à utilização a que se destinam. O Campus da FIT possui, entre as suas edificações, duas áreas de Pátio Coberto, Lazer e Convivência com dimensão de 1.275,5 m2. Infra-Estrutura de Alimentação e de Serviços As instalações da FIT oferecem infra-estrutura de alimentação, de serviços e cantina. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS O Projeto Pedagógico Institucional da Faculdade Integração Tietê está pautado nos principais pilares da educação superior: a) Política de Responsabilidade Social; b) Política de Ensino; c) Política de Pesquisa; d) Política de Extensão; e) Política de Pós-Graduação; f) Política de Gestão acadêmica. g) Política de Inclusão Social a) Política de Responsabilidade Social A Faculdade Integração Tietê assumirá políticas que estabelecem o compromisso com a responsabilidade social no desenvolvimento das suas atividades. Neste sentido, verifica-se a preocupação quanto à qualidade da formação dos seus alunos e dos serviços prestados; a permanente promoção de valores éticos; a realização de programas de incentivos à comunidade acadêmica; o estabelecimento de parcerias com instituições públicas e etc. O tema responsabilidade social estará presente nas atividades de ensino e pesquisa da Faculdade Integração Tietê, por meio de vários mecanismos. Pode-se citar a realização de seminários e encontros versando sobre o tema; o desenvolvimento de projetos de pesquisa; cursos de capacitação de docentes, entre outros. Na extensão, a Faculdade Integração Tietê desenvolverá atividades sobre temas relevantes que tenham impacto de melhoria na sociedade quanto à inclusão social; desenvolvimento econômico e social; defesa do meio ambiente e memória cultural. As iniciativas realizadas deverão contribuir de forma significativa para o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida na região onde está inserida. A Faculdade Integração Tietê busca a excelência educacional e a melhoria contínua, tendo como foco o aluno e o desenvolvimento da região. A inter-relação Instituição com a Comunidade, como Associações de Classe, Empresas, Instituições financeiras, Organizações sem fins lucrativos etc., tem como responsabilidade: atuar junto a essas entidades representando a Instituição contribuindo para uma imagem favorável da mesma; promover Seminários e Cursos de interesse da comunidade e da Instituição seja por iniciativa própria ou em parceria e apoio com outras Instituições; identificar na comunidade acadêmica e empresarial professores que tenham potencial para serem desenvolvidos e possam prestar serviços a Instituição, com o apoio da Faculdade Integração Tietê; identificar necessidades não satisfeitas no mercado e viabilizá-los em cursos de graduação, extensão e pós-graduação; atuar em escolas e entidades carentes para ministrar cursos sem qualquer remuneração financeira; avaliar semestralmente o desempenho da Instituição e dos cursos de graduação, Pós-graduação, Extensão através do Plano de AutoAvaliação Institucional. A inter-relação da Instituição com a Comunidade contribui para o desenvolvimento da região, gerando mais empregos como também capacitando profissionais para atender as necessidades das empresas, e formando profissionais éticos e com responsabilidade social. A Faculdade Integração Tietê também desenvolve uma política de apoio aos alunos carentes. O Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes da Faculdade Integração Tietê terá como finalidade assegurar a permanência e o bom rendimento escolar dos alunos com alto potencial acadêmico, mas que apresentam hipossuficiência sócio-econômica. A implementação do Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes será efetivada através de bolsas de estudos. A concessão de bolsa prevê dispensa do pagamento parcial das mensalidades escolares (50%), sendo que cada caso é analisado pela Comissão de Bolsas de Estudo constituída: I – pelo Diretor, seu presidente; II – pelos Coordenadores dos Cursos; III – por um representante do corpo docente de cada curso de graduação; IV – por um representante do corpo discente de cada curso de graduação. São requisitos para a inscrição no processo seletivo do Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes: I – estar matriculado em curso de graduação da Faculdade Integração Tietê durante todo o período de vigência da bolsa de estudos; II – possuir índice de aproveitamento superior a 7,0 (sete); III – dispor de 10 (dez) horas semanais para dedicação exclusiva aos estudos, mediante acesso semanal ao acervo bibliográfico da Instituição; IV – não receber nenhum outro tipo de bolsa; V – renda familiar total inferior a 02 (duas) vezes o valor da parcela mensal do respectivo curso de graduação; VI – possuir moradia própria, alugada ou financiada de valor inferior a 60 (sessenta) vezes o valor da mensalidade mais alta da Faculdade Integração Tietê. O Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes contará com um mecanismo de avaliação mensal, constituído pela apresentação do Relatório Mensal de Estudos, por parte do aluno detentor de bolsa de estudos, à Comissão de Bolsas de Estudo, até o quinto dia útil do mês, contendo as seguintes informações: I – bibliografia lida por completo e/ou consultada durante o período mensal anterior, com apresentação de ficha de leitura; II – notas recebidas nas avaliações das diversas disciplinas ocorridas no período mensal anterior; III – período semanal utilizado para dedicação exclusiva aos estudos no período mensal anterior, descrito em horas/estudo; IV – visitas feitas à biblioteca da Faculdade Integração Tietê; V – declaração de não receber nenhum outro tipo de bolsa. Com base nos Relatórios Mensais de Estudos, a Comissão de Bolsas de Estudo realizará o acompanhamento e a avaliação dos alunos beneficiados pelo Programa Institucional de Financiamento de Estudos para Alunos Carentes, bem como do programa no seu conjunto, emitindo relatório fundamentado até o dia 20 de cada mês, o qual servirá de base para a redução, manutenção ou ampliação, parcial ou total, da bolsa de estudos concedida ao aluno, bem como à organização e à orientação estratégica do programa. Com o objetivo de recuperar as deficiências de formação dos ingressantes, a Faculdade Integração Tietê oferecerá cursos de nivelamento em Língua Portuguesa, Matemática e Informática. Os cursos de nivelamento serão oferecidos a todos os alunos do primeiro semestre, logo nas primeiras semanas de aula, de acordo com suas necessidades. Serão realizados aos sábados, sem nenhum custo adicional aos alunos. A Faculdade Integração Tietê dará suporte ao desenvolvimento de cursos de nivelamento compatíveis com as prioridades de cada curso. Dessa forma, outros conteúdos poderão ser apresentados para nivelamento dos alunos de acordo com as necessidades observadas pelas Coordenadorias dos Cursos, por indicação dos professores. b)Política de Ensino A Faculdade Integração Tietê ao definir os termos da sua política para o ensino superior toma como ponto de partida a compreensão de que esta se insere em um contexto multifacetário, marcado por transformações econômicas, sociais e culturais. À luz desse entendimento e das orientações formuladas no interior da política educacional brasileira, a Faculdade Integração Tietê elegeu como sua função primeira empreender um processo educativo que contribua para o pleno desenvolvimento do aluno, seu preparo para o exercício da cidadania e sua formação profissional. A IES almeja, dessa forma, formar profissionais criativos, críticos e reflexivos, aptos para a inserção no mercado no trabalho e para a participação no desenvolvimento da sociedade. A Faculdade Integração Tietê adota como referencial pedagógico a prática da “educação ao longo de toda a vida”, conforme apresentada pela UNESCO no Relatório da Comissão Internacional sobre a Educação para o Século XXI. Nessa perspectiva, a educação proporciona ao indivíduo um conhecimento dinâmico do mundo, dos outros e de si mesmos, capacitando-o para o exercício profissional em tempos de mudanças. Conforme enfatizado no referido Relatório, “a educação deve transmitir, de fato, de forma maciça e eficaz, cada vez mais, saberes e saber-fazer evolutivos, adaptados à civilização cognitiva, pois são as bases das competências do futuro. Simultaneamente, compete-lhe encontrar e assinalar as referências que impeçam as pessoas de ficar submergidas nas ondas de informações, mais ou menos efêmeras, que invadem os espaços públicos e privados e as levem a orientar-se para projetos de desenvolvimento individuais e coletivos. À educação cabe fornecer, de algum modo, os mapas de um mundo complexo e constantemente agitado e, ao mesmo tempo, a bússola que permita navegar através dele”. A “educação ao longo de toda a vida” organiza-se em torno de quatro aprendizagens fundamentais, que constituem os pilares do conhecimento: - Aprender a conhecer significa, antes de tudo, o aprendizado dos métodos que nos ajudam a distinguir o que é real do que é ilusório e ter, assim, acesso aos saberes de nossa época. A iniciação precoce na ciência é salutar, pois ela dá acesso, desde o início da vida humana à nãoaceitação de qualquer resposta sem fundamentação racional e/ou de qualquer certeza que esteja em contradição com os fatos. - Aprender a fazer é um aprendizado da criatividade. "Fazer" também significa criar algo novo, trazer à luz as próprias potencialidades criativas, para que venha a exercer uma profissão em conformidade com suas predisposições interiores. - Aprender a viver juntos significa, em primeiro lugar, respeitar as normas que regulamentam as relações entre os seres que compõem uma coletividade. Porém, essas normas devem ser verdadeiramente compreendidas, admitidas interiormente por cada ser, e não sofridas como imposições exteriores. "Viver junto" não quer dizer simplesmente tolerar o outro com suas diferenças embora permanecendo convencido da justeza absoluta das próprias posições. - Aprender a ser implica em aprender que a palavra "existir" significa descobrir os próprios condicionamentos, descobrir a harmonia ou a desarmonia entre a vida individual e social. Focada nessas premissas norteadoras, a política de ensino da Faculdade Integração Tietê estará pautada nas seguintes diretrizes: - estímulo à formação generalista e pluralista, respeitada a especificidade do conhecimento; - incentivo a sólida formação geral, necessária para que o egresso possa vir a superar os desafios de renovadas condições de exercício profissional e de produção do conhecimento; - fortalecimento da articulação da teoria com a prática, valorizando a pesquisa individual e coletiva, assim como os estágios, as atividades complementares e a participação em atividades de extensão; - articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão; - avaliação periódica das atividades desenvolvidas; - acompanhamento dos egressos. A Faculdade Integração Tietê incorpora aos seus cursos abordagens que busquem: - a construção coletiva expressa na intenção e prática de cada segmento que constitui a Instituição, levando em conta a articulação dialética, diferenciação e integração, globalidade e especificidade; - a interação recíproca com a sociedade caracterizada pela educação e desenvolvimento econômico-social sustentáveis, reafirmando o seu compromisso como potencializadora da formação humana e profissional; - a construção permanente da qualidade de ensino: entendida e incorporada como processual e cotidiana da graduação e da pós-graduação, indagando continuamente sobre: Que tipo de sociedade temos e queremos? Qual a função dos cursos superiores frente às novas relações sociais e de produção? Qual o perfil do profissional a formar frente às exigências do mercado de trabalho? - a integração entre ensino, pesquisa e extensão buscando a construção de um processo educacional fundado na elaboração/reelaboração de conhecimentos, objetivando a apreensão e intervenção na realidade enquanto uma totalidade dinâmica e contraditória; - a extensão voltada para seus aspectos fundamentais, quais sejam, tornar a coletividade beneficiária direta e imediata das conquistas do ensino e da pesquisa, socializando o saber e a coleta do saber não-científico elaborado pela comunidade para, estruturando-o em bases científicas, restituí-lo a sua origem; - o desenvolvimento curricular contextualizado e circunstanciado, expressão da concepção de conhecimento entendido como atividade humana e processualmente construído na produção da vida material. Ainda, no que se refere à política de ensino é preciso destacar que a Faculdade Integração Tietê priorizará as atividades relevantes para a formação de bacharéis, licenciados e tecnólogos, bem como a qualificação de profissionais, mediante cursos de extensão, de especialização e outros. c) Política de Pesquisa A Faculdade Integração Tietê compreende a necessidade de incentivar a pesquisa como apoio necessário à qualificação do ensino, pautando-se pelos seguintes princípios: - o conhecimento científico é o principal patrimônio para o desenvolvimento econômico sustentável e responsável de uma região; - o compromisso dos cursos superiores com as demandas da região deve estar refletido na política de pesquisa da Instituição, ainda que esta não se volte, exclusivamente, para tais demandas; - a prática da pesquisa contribui para a formação de profissionais aptos a propor soluções alternativas e criativas face às transformações sociais, desenvolvendo nos alunos as seguintes habilidades: percepção crítica da realidade; reflexão de caráter interdisciplinar; elaboração de textos técnico-científicos e filosóficos de qualidade; desenvolvimento de trabalhos em grupo; levantamento, avaliação e sistematização de dados; seleção e utilização de conhecimentos úteis à atividade profissional; - a pesquisa prepara os alunos para a disseminação do saber, tornando possível a formação de professores e futuros ingressos nos programas de pós-graduação, lato e stricto sensu; - a pesquisa reverte-se em benefícios para a Instituição, promovendo o ensino, e para a comunidade em geral, promovendo a extensão. Para que a pesquisa cumpra seu papel no desenvolvimento social sustentável e responsável, ela não pode estar dissociada das atividades de ensino e de extensão; - a pesquisa não se restringe às grandes universidades, aos centros universitários ou aos “centros de excelência”. Ela deve fazer parte da cultura da instituição de ensino superior, ainda que de pequeno porte, sem que isto implique na mediocrização ou na redução do rigor dos métodos científicos. De acordo com seu Regimento, a Faculdade Integração Tietê incentivará a pesquisa por todos os meios ao seu alcance, principalmente através: - do cultivo da atividade científica e do estímulo ao pensar crítico em qualquer atividade didático-pedagógica; - da manutenção de serviços de apoio indispensáveis, tais como, biblioteca, documentação e divulgação científica; - da formação de pessoal em cursos de pós-graduação; - da concessão de bolsas de estudos ou de auxílios para a execução de determinados projetos; - da realização de convênios com entidades patrocinadoras de pesquisa; - do intercâmbio com instituições científicas; - da programação de eventos científicos e participação em congressos, simpósios, seminários e encontros. A pesquisa deverá ser desenvolvida em todos os cursos da Faculdade Integração Tietê, envolvendo professores e alunos. A Faculdade Integração Tietê, com vistas ao desenvolvimento da pesquisa, envidará esforços no sentido da fixação de professores, inclusive através de mecanismos de estímulo financeiro aos professores-pesquisadores, tornando-os disponíveis a essa atividade, sem prejuízo dos seus trabalhos no campo do ensino. As atividades de pesquisa serão coordenadas pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão que tem por finalidade estimular e promover as atividades de pesquisa e extensão na Faculdade Integração Tietê, dando-lhes o necessário suporte. Para executar as atividades de pesquisa a Faculdade Integração Tietê poderá alocar recursos próprios de seu orçamento anual e/ou fazer uso da captação de recursos de outras fontes. d) Política de Extensão A Faculdade desenvolverá atividades de extensão, compreendendo atividades que visam promover a articulação entre a Instituição e a comunidade, permitindo, de um lado, a transferência para sociedade dos conhecimentos desenvolvidos com as atividades de ensino e pesquisa, assim como, a captação das demandas e necessidades da sociedade, pela Instituição, permitindo orientar a produção e o desenvolvimento de novos conhecimentos. Dessa forma abrangerão áreas temáticas definidas tendo como parâmetro as políticas públicas e envolvendo, prioritariamente, comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção e trabalho. No âmbito Institucional serão realizadas sob a forma de: a) Programas de Extensão caracterizados por um conjunto articulado de projetos e outras ações de extensão (cursos, eventos, prestação de serviços), integrados ao ensino e a pesquisa. Terão caráter orgânico-institucional, clareza de diretrizes e orientação para um objetivo comum, sendo executado a médio e a longo prazo. b) Projetos Isolados, não vinculados a programas, caracterizados por um conjunto de ações processuais e contínuas de caráter comunitário, educativo, cultural, científico e tecnológico com objetivo definido e prazo determinado. c) Cursos de Extensão Presenciais ou a Distância, por meio de um conjunto articulado de ações pedagógicas, de caráter teórico ou prático, planejadas e organizadas de modo sistemático, com carga horária mínima de 8 horas e processo de avaliação formal. d) Eventos caracterizados pela apresentação e exibição pública e livre ou também com clientela específica, do conhecimento ou produto cultural, científico e tecnológico desenvolvido, conservado ou reconhecido pela Instituição, a saber: - Seminários - eventos científicos de curta duração (horas a 1 ou 2 dias), cobrindo campos de conhecimento especializados, sob a forma de encontro, simpósio, jornada, colóquio, fórum, reunião; - Ciclo de Debates - encontros seqüenciais que visam à discussão de um tema específico, desenvolvidos sob a forma de Ciclo, Circuito ou Semana; - Exposições - Exibição pública de obras de arte, produtos, serviços, etc. As Exposições incluem feiras, salões, mostras, e lançamentos; - Espetáculos - demonstração pública de eventos cênicos musicais. Recital, concerto, show, apresentação teatral, exibição de cinema e televisão, demonstração pública de canto, dança e interpretação musical; - Festivais - séries de ações/eventos culturais ou esportivos realizados concomitantemente, em período determinado tempo, geralmente com edições periódicas. e) Prestação de Serviço Institucional - realização de trabalho oferecido pela IES ou contratado por terceiros (comunidade ou empresa) sob a forma de consultorias, assessoria, e outras atividades não incluídas nas modalidades anteriores, e que utilizam recursos humanos e materiais da Faculdade. A prestação de serviço se caracteriza por intangibilidade, inseparabilidade e não resulta na posse de um bem. As atividades extensionistas têm como objetivos: articular o ensino e a pesquisa com as demandas da sociedade, buscando o compromisso da comunidade acadêmica com interesses e necessidades da sociedade organizada, em todos os níveis (sindicatos, órgãos públicos, empresas, categorias profissionais, organizações populares e outros organismos); estabelecer mecanismos de integração entre o saber acadêmico e o saber popular, visando uma produção de conhecimento resultante do confronto com a realidade, com permanente interação entre teoria e prática; democratizar o conhecimento acadêmico e a participação efetiva da sociedade na vida da Instituição de Ensino Superior; incentivar a prática acadêmica que contribua para o desenvolvimento da consciência social e política, formando profissionais-cidadãos; participar criticamente das propostas que visem o desenvolvimento regional, econômico, social e cultural; contribuir para reformulações nas concepções e práticas curriculares; favorecer a reformulação do conceito de “sala de aula”, que deixa de ser o lugar privilegiado para o ato de aprender, adquirindo uma estrutura ágil e dinâmica, caracterizada pela interação recíproca de professores, alunos e sociedade, ocorrendo em qualquer espaço e momento, dentro e fora dos muros da Instituição de Ensino Superior. e) Política de Pós-graduação Atualmente, não apenas o setor empresarial, mas o setor público e o social exigem, cada vez mais, maior qualificação dos seus profissionais. A graduação passa a ser, apenas, o primeiro estágio dessa qualificação. O contexto de crescente inovação tecnológica e a rapidez das informações numa economia globalizada altamente competitiva impõe uma permanente atualização e uma qualificação profissional múltipla, mas necessariamente especializada. A pós-graduação surge nesse cenário, como a ferramenta capaz de prover o diferencial necessário ao profissional, não apenas para seu ingresso no mercado de trabalho, mas para sua permanência e crescimento. Um esforço considerável vem sendo realizado, por instituições públicas e privadas, no sentido de proporcionar uma oferta de possibilidades de pós-graduação com competência e qualidade. A esse esforço se associa a Faculdade Integração Tietê mediante sua Política de Pós-Graduação estabelecida de acordo com os padrões de qualidade exigidos pelos órgãos oficiais e em sintonia com as novas exigências de inserção da sociedade contemporânea. A Política de Pós-Graduação é um exercício de construção de parâmetros que balizem a atuação da Faculdade Integração Tietê, de forma mais eficiente, para atingir seus objetivos e metas no campo da pós-graduação, consoante diretrizes que buscam fornecer respostas aos desafios impostos no cumprimento de sua missão. Dentro desta perspectiva, entende-se que as atividades de pós-graduação, pesquisa e extensão não podem estar dissociadas, mas caminham juntas e integradas num sistema de interação e complementariedade constante e sistemático. O PPI da Faculdade Integração Tietê procura ultrapassar a rigidez de um processo de planejamento centralizado e de longo prazo, para ser entendido como a afirmação de um programa de ação racional passível de adaptações impostas pelas mudanças imprevisíveis e aceleradas, definindo objetivos e estratégias de intervenção que possam dar respostas eficazes às demandas e carências da sociedade. Dentro dessa perspectiva e, em linhas gerais, o desenvolvimento de um programa no campo da pós-graduação norteia-se por dois grandes eixos de atuação: a) Gerar conhecimentos novos que possam ser aplicados à ciência, à sociedade em geral e na melhoria do ensino de graduação por meio: do desenvolvimento de novas metodologias de ensino-aprendizagem e da ampla articulação didático-científica com retorno para o aperfeiçoamento e atualização das matrizes curriculares dos cursos de graduação; do desenvolvimento de pesquisas aplicadas ampliando o domínio das áreas de conhecimento a que estão afetas, e adaptando-as à inovação tecnológica e ao surgimento de novas abordagens teóricas; da integração dos alunos de graduação em programas de iniciação à investigação científica buscando despertar vocações e incentivar, entre os estudantes de graduação, talentos potenciais para pesquisa e, em conseqüência, para a produção científica e para o ensino. b) Promover a integração da instituição com a comunidade local, numa articulação entre o tecido produtivo e o tecido social, de modo competitivo, mas também, cooperativo, por meio: da formação de profissionais qualificados para a docência, investigação e atuação no mercado de trabalho, fomentando cursos de pósgraduação; da promoção e desenvolvimento de parcerias, intercâmbios e outras formas de associação com outras instituições acadêmicas, setor empresarial, setor público e terceiro setor; da busca de alternativas para programas de pesquisa e pós-graduação, identificando áreas de interesse e vocação institucional para criar linhas de pesquisa coerentes e articuladas; da criação de programas de extensão que possibilitem a inserção dos alunos em projetos sociais que estimulem a responsabilidade da participação cidadã. Ainda como diretriz de ação nesse campo, propõe-se que o modelo tradicional de educação pós-graduada, que privilegia apenas atividades acadêmicas voltadas para a docência e a investigação seja associada a uma estrutura mais flexível, com a criação de cursos profissionalizantes que atendam a demanda do mercado por profissionais mais preparados para lidar com novos cenários políticos, econômicos, sociais, com novas técnicas e novos desafios. Essa flexibilização nas práticas de ação não compromete a qualidade, nem reduz a missão ou o seu papel institucional, mas está sintonizada com as exigências do mundo contemporâneo e vai refletir a capacidade da instituição em dar respostas às demandas sociais emergentes. A Faculdade Integração Tietê desenvolve atividades de ensino de pós-graduação lato-sensu, com programas organizados, sob a supervisão da Coordenação de Pós-Graduação. Estes têm o objetivo de desenvolver e aprofundar a necessidade específica por qualificação de profissionais de nível superior, de professores e de pesquisadores, das áreas empresarial, estatal e do terceiro setor, capacitando-os a atuar em diferentes contextos, num ambiente em permanente transformação, buscando uma abordagem interdisciplinar e integrada aos diversos segmentos da sociedade, com adaptabilidade e flexibilidade diante da inovação. Portanto, sob a supervisão da Coordenação de Pós-Graduação, os Cursos devem funcionar adequadamente, de modo a assegurar a oferta da infraestrutura física e logística para o desenvolvimento dos programas e condições de sustentação das suas atividades. Haverá, ainda, programas de bolsa de fomento à formação acadêmico-científica, regulamentados. As atividades de ensino de pós-graduação serão realizadas em estreita relação com a graduação visando à melhoria e à renovação desse nível de ensino. Esta integração graduação/pós-graduação deve ocorrer na melhoria da qualificação dos docentes e na melhoria da atuação desses professores na graduação através de uma ampla articulação didático-científica. f)Política de Gestão Acadêmica O modelo desenhado para a gestão acadêmica da IES dispõe de organização formal com estrutura simples, que visa propiciar à administração agilidade e flexibilidade para responder às exigências do mundo moderno. Os cursos contarão com coordenadores próprios que darão cumprimento às diretrizes curriculares, controle de freqüência de professores e alunos, distribuição de cargas horárias, projetos pedagógicos e outras questões essenciais na vida dos cursos, conseqüentemente, da gestão acadêmica. A estrutura organizacional caracteriza-se por níveis hierárquicos responsáveis pela formulação, deliberação e execução das atividades institucionais, que se interpenetram, objetivando a qualidade da formação profissional e da gestão, possibilitando a implantação das medidas. Os órgãos de deliberação e de execução foram concebidos com poucos níveis hierárquicos, uma vez que a hierarquia menos extensa contribui para tornar mais fácil a comunicação, exige menor controle burocrático, facilita a gestão de processos e de rotinas e a delegação de competências, podendo-se obter, em conseqüência, maior envolvimento dos corpos docente e discente, e técnico-administrativo. Essa estrutura permite instaurar processos de decisão mais ágeis, com participação dos diferentes segmentos que constituem a comunidade acadêmica, possibilitando aos setores autonomia e responsabilidade pelas decisões adotadas. g) Políticas de Inclusão Social A Faculdade Integração Tietê, atendendo ao disposto na nova legislação educacional, em consonância com a Lei dos SINAES, formulou sua política de inclusão social. Com esta Política, a Faculdade Integração Tietê expressa sua preocupação com as barreiras sócio-educacionais que dificultam o acesso dos alunos ao ensino superior e a permanência destes jovens na faculdade. Buscará mecanismos de atuação junto com candidatos e alunos, mantendo sua finalidade específica de oferecer ensino, pesquisa e extensão, sempre investindo na qualificação da formação de seus estudantes em todas as fases desse processo. Compreende, também, a importância social e acadêmica de ter, em todos os seus cursos, uma representação social, cultural e étnica mais consoante com a sociedade multicultural em que se vive, assegurando que todas as opiniões se façam presentes ao longo da vivência acadêmica dos estudantes, bem como a diversidade na produção do conhecimento. A sociedade brasileira deste início do terceiro milênio continua apresentando, no seio de sua população, um grave quadro de desigualdade social, que se expressa em todos os aspectos da sua existência real. Em que pese o significativo crescimento da renda do País com o desenvolvimento da economia, suas políticas públicas não conseguem distribuir essa riqueza de forma mais eqüitativa entre todos os segmentos da sociedade, visando assegurar aos menos favorecidos condições para que possam superar suas carências reais. O problema é abrangente e envolve todos os aspectos da existência humana no País, manifestando-se no universo do trabalho, na esfera das relações político-sociais e no âmbito da cultura simbólica. Não há como desconhecer que a gravidade dessa situação, de caráter estrutural, deve-se fundamentalmente à ausência de uma política pública voltada para o desenvolvimento da educação nacional. O que se tem observado, década após década, são programas isolados e descontínuos, visando enfrentar problemas localizados em segmentos ou níveis de ensino. O Brasil não dispõe de um projeto integral capaz de apresentar uma política institucionalizada e abrangente para assegurar a toda a população uma educação suficiente em quantidade e em qualidade, que tornem desnecessárias ações compensatórias e assistencialistas que acabam agravando os problemas ao invés de solucioná-los. Frente a esse quadro, ao assumir a responsabilidade que lhe cabe no enfrentamento da exclusão social, a Faculdade Integração Tietê reitera enfaticamente a necessidade de se assumir, mediante políticas competentes e eficazes, o seu compromisso para o enfrentamento sistemático do problema sócio-educacional. A exclusão social é problema para a educação em geral e para a educação superior em particular, apresentando-se de modo especialmente agudo para as instituições particulares de ensino. Embora o problema extrapole a capacidade das IES para enfrentá-lo e superá-lo sozinhas, não há dúvida de que a elas cabe, pela função que desempenham, assumir com lucidez e esforço, a partir da esfera de suas atribuições específicas, responsabilidades e compromissos com propostas e ações destinadas a contribuir, de forma positiva, para a construção de uma sociedade mais igualitária. Desse modo, coloca-se como desafio para a instituição democratizar o acesso aos seus cursos, adotando estratégias que favoreçam candidatos oriundos dos grupos sociais menos favorecidos, sem prejuízo dos critérios de mérito que devem presidir esse processo. A Faculdade Integração Tietê reconhece seus compromissos com a questão e sua responsabilidade de contribuir para sua superação, entendendo que pode e deve tomar medidas específicas, intervindo nas condições de ingresso, considerando em seu processo seletivo as peculiaridades da formação oferecida pelo ensino médio na escola pública e apoiando candidatos desfavorecidos social e culturamente, antes, durante e após o ingresso. A Faculdade Integração Tietê tem clareza do alcance dessas medidas, mas tem igualmente certo que representam uma contribuição significativa para a ampliação e a democratização das possibilidades de ingresso, ao mesmo tempo em que preservam os critérios de mérito, de modo que ingressem na Faculdade aqueles candidatos com mais possibilidades de aproveitamento. O fenômeno da exclusão que atinge os segmentos pauperizados da sociedade brasileira manifesta-se no âmbito do ensino superior de duas formas: pelo pequeno número de ingressantes que realizaram sua formação básica na escola pública e pela evasão dos poucos que conseguem ingressar na no ensino superior. Nesse sentido, os alunos do ensino superior não refletem suficientemente a distribuição étnica do Brasil. É evidente que o processo escolar contribui para a democratização do processo social e que a formação acadêmica tem uma contribuição significativa a dar para a consecução desse objetivo. Assim, buscará trabalhar a diversidade, reconhecendo a heterogeneidade das condições dos candidatos/alunos, buscando elevar o nível da formação com o objetivo de não reproduzir a desigualdade presente no ingresso. Nas condições históricas em que se encontra hoje a sociedade brasileira, marcada por graves níveis de exclusão, o conceito de inclusão social tem relação com a qualidade de vida que caberia assegurar aos brasileiros. Trata-se de uma referência de cidadania, pois proporcionar qualidade de vida é garantir a toda pessoa condições objetivas para a fruição de bens naturais, sociais e culturais, frutos da produção coletiva, mas que se encontram distribuídos de forma muito desigual. Dessa perspectiva, a inclusão social realizar-se-ia mediante a garantia de trabalho, do qual resultarão recursos para obtenção dos bens naturais para a reprodução da existência, participação na tomada de decisões de interesse comum e na produção e no consumo dos bens culturais da sociedade. Nesse contexto, tem-se em mente a efetividade da prática de um trabalho que não seja degradante, de uma vivência social que não seja opressiva e considere a dimensão multicultural da sociedade contemporânea, visando assegurar o usufruto das múltiplas contribuições culturais. À educação cabe tornar-se investimento sistemático para garantir a todos, particularmente aos integrantes das novas gerações, as condições para que tal situação possa viabilizar-se historicamente. Com a finalidade de implementar uma política institucional de inclusão social, a Faculdade Integração Tietê definiu como objetivos: ampliar as probabilidades de acesso dos estudantes egressos de escolas públicas; atuar positivamente na superação das barreiras educacionais que dificultam esse acesso; apoiar as escolas públicas, seus professores e alunos, mediante ações especializadas; apoiar, com ações específicas, a permanência dos alunos no curso superior. A implementação dessa política, que articula ações em desenvolvimento com novas ações, terá caráter processual e pressupõe o seu acompanhamento, visando à avaliação constante, bem como possíveis reorientações que se façam necessárias para assegurar o alcance de seus objetivos, que se desdobram em metas e ações previstas para antes, durante e após o ingresso do estudante na Faculdade. A política de inclusão social estabelecida pela Faculdade Integração Tietê visa: - promover a melhoria do desempenho dos alunos com comprovada deficiência por meio de oficinas de nivelamento em português, em matemática, em física e em química, em informática, voltadas para a correção das dificuldades observadas na sua formação anterior ao ingresso na Faculdade Integração Tietê; - estabelecer condições para que os estudantes negros, afro-descendentes e indígenas, concluam os cursos de graduação da Faculdade Integração Tietê; - propiciar as condições necessárias para a permanência nos cursos de graduação dos ingressantes; - estabelecer uma política de assistência e acompanhamento estudantil; - promover as ações necessárias para incentivar a redução das desigualdades sociais e regionais; - absorver parte do contingente de população migrante existente no município e na região, mediante a inclusão em seus cursos superiores, qualificando e preparando os profissionais e trabalhadores para o desempenho eficiente de suas funções. A Faculdade Integração Tietê, mediante o apoio às iniciativas voltadas ao acesso de estudantes negros e afro-descendentes ao ensino superior, o desenvolvimento de cursos complementares e a elaboração de estratégias para o acompanhamento do desempenho acadêmico de estudantes negros e afro-descendentes, pretende auxiliar no Projeto Nacional de Inclusão Social do Governo Federal. A Faculdade Integração Tietê implementará ações acadêmico-administrativas para garantir no desenvolvimento de suas atividades: - a integração da ação desenvolvida à formação técnica e cidadã do estudante e pela produção e difusão de novos conhecimentos e novas metodologias; - a interdisciplinaridade, caracterizada pela interação de modelos e conceitos complementares, de material analítico e de metodologia, com ações inter-profissionais e inter-institucionais, com consistência teórica e operacional que permita a estruturação das diversas ações propostas; - a geração de produtos ou processos como publicações, cursos, produção de material didático e para-didático, abertura de novas linhas de extensão; - o impacto social, pela ação transformadora sobre os problemas sociais, contribuindo para a inclusão de grupos sociais, para o desenvolvimento de meios e processos de produção, inovação e transferência de conhecimento e para a ampliação de oportunidades educacionais para afro-brasileiros, facilitando o acesso ao processo de formação e de qualificação. A Faculdade Integração Tietê empenha-se para articular a relação bilateral com os outros setores da sociedade, pela interação do conhecimento e da experiência acumulados na academia com o saber popular e pela articulação com organizações de outros setores da sociedade, com vistas ao desenvolvimento de sistemas de parcerias interinstitucionais visando: - contribuir na formulação, implementação e acompanhamento das políticas públicas nacionais; - aproximar as matrizes curriculares dos cursos superiores com as necessidades concretas da sociedade; - a descoberta de novos objetos de investigação em contexto externo ao meio acadêmico; - a experimentação de alternativas metodológicas de trabalho, de ensino e pesquisa; - o desenvolvimento de atitude pró-ativa diante dos desafios da ampliação do número de estudantes negros e índios na vida acadêmica, em especial nos cursos em que eles se encontram sub-representados. A política de inclusão digital da Faculdade Integração Tietê possui os seguintes objetivos: - contribuir para o processo de inclusão digital de forma integradora, envolvendo a construção do conhecimento e o desenvolvimento da pessoa; - garantir o direito à comunicação em redes de computadores aos cidadãos que não possuam condições financeiras para adquirir equipamentos e serviços que a propiciem; - estabelecer mecanismos democráticos de acesso à informação e às novas tecnologias; - incentivar o processo permanente de auto-aprendizado e de aprendizado coletivo em tecnologias de tratamento da informação; - fortalecer a organização de comunidade e a democracia participativa, mediante a criação de listas de discussão, sítios para a divulgação de informações e notícias, fóruns eletrônicos para debate e outras modalidades de interação da comunidade; - capacitar para a formação de multiplicadores, aptos a atuar em programas de inclusão digital desenvolvidos no ambiente interno e externo da instituição, envolvendo comunidades indígenas, sindicatos, associações, entre outros; - oferecer, aos alunos ingressantes, cursos de capacitação para uso de ferramentas básicas em informática, correio eletrônico institucional, acesso à internet e ambiente para digitação de trabalhos acadêmicos. Organização acadêmica e administrativa A estrutura organizacional da Faculdade Integração Tietê está apoiada em órgãos colegiados, executivos e de apoio administrativo. Os órgãos colegiados e executivos organizam-se em dois níveis de decisão: - Órgãos da Administração Superior: Conselho Superior e Diretoria; - Órgãos da Administração Básica: Colegiado de Curso, Coordenadoria de Curso e Instituto Superior de Educação. Esta estrutura é auxiliada nas suas atribuições e competências pelos órgãos de apoio administrativo. O Conselho Superior é o órgão superior deliberativo em matéria administrativa, didático-científica e disciplinar. A Diretoria, exercida pelo Diretor, é o órgão de superintendência, administração, coordenação e fiscalização executiva das atividades da Faculdade Integração Tietê. O Diretor é designado pela Mantenedora para mandato de 4 (quatro) anos, permitida a recondução. Em sua ausência e impedimentos, o Diretor será substituído por um dos Coordenadores de Curso, designado pela Mantenedora. De acordo com o Regimento da Faculdade Integração Tietê, são atribuições do Diretor: I – supervisionar, superintender, dirigir e coordenar todas as atividades da Faculdade Integração Tietê; II – representar a Faculdade Integração Tietê, interna e externamente, ativa e passivamente, no âmbito de suas atribuições; III – convocar e presidir as reuniões do Conselho Superior, com direito a voz e voto de qualidade; IV – elaborar o plano semestral de atividades da Faculdade Integração Tietê e encaminhá-lo à aprovação do Conselho Superior; V – submeter à apreciação e aprovação do Conselho Superior, a prestação de contas e o relatório de atividades do exercício anterior; VI – designar e dar posse aos Coordenadores de Curso, Secretário, respeitadas as condições estabelecidas neste Regimento; VII – propor a admissão de pessoal docente e técnico-administrativo para contratação pela Mantenedora; VIII – apresentar propostas orçamentárias para apreciação e aprovação do Conselho Superior; IX – designar comissões para proceder aos processos administrativos; X – fiscalizar o cumprimento do regime escolar e execução dos programas e horários; XI – aplicar o regime disciplinar, conforme os dispositivos expressos neste Regimento; XII – zelar pela manutenção da ordem e disciplina no âmbito da Faculdade Integração Tietê, respondendo por abuso ou omissão; XIII – propor ao Conselho Superior à concessão de títulos honoríficos ou benemerência; XIV – conferir graus, expedir diplomas, títulos e certificados escolares; XV – encaminhar aos órgãos competentes da Faculdade Integração Tietê, recursos de professores, funcionários e alunos; XVI – decidir aos casos de natureza urgente ou que implique matéria omissa ou duvidosa, neste Regimento, ad referendum do Conselho Superior; XVII – autorizar pronunciamentos públicos que envolvam o nome da Faculdade Integração Tietê; e XVIII – cumprir e fazer cumprir as disposições deste Regimento e da legislação em vigor. A coordenação de cada curso está sob a responsabilidade de um Colegiado, constituído por todos os docentes que ministram disciplinas do curso, pelo Coordenador e um representante do corpo discente. O representante do corpo discente deve ser aluno do curso, indicado por seus pares para mandato de 1 (um) ano, com direito a recondução. O Colegiado de Curso é presidido por um Coordenador de Curso, designado pelo Diretor, dentre os professores do curso. Em suas faltas ou impedimentos, o Coordenador de Curso será substituído por professor de disciplinas profissionalizantes do curso, designado pelo Diretor. De acordo com o Regimento da Faculdade Integração Tietê, compete ao Coordenador de Curso: I – convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso; II – representar a Coordenadoria de Curso perante as autoridades e órgãos da Faculdade Integração Tietê; III – elaborar o horário escolar do curso e fornecer à Diretoria os subsídios para a organização do calendário acadêmico; IV – orientar, coordenar e supervisionar as atividades do curso; V – fiscalizar a observância do regime escolar e o cumprimento dos programas e planos de ensino, bem como a execução dos demais projetos da Coordenadoria; VI – acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito de seu curso; VII – homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de curso; VIII – exercer o poder disciplinar no âmbito do curso; IX – executar e fazer executar as decisões do Colegiado de Curso e as normas dos demais órgãos da Faculdade Integração Tietê; e, X – exercer as demais atribuições previstas neste Regimento e aquelas que lhe forem atribuídas pelo Diretor e demais órgãos da Faculdade Integração Tietê. O Instituto Superior de Educação é uma coordenação formalmente constituída a qual será responsável por articular a formação, execução e avaliação do projeto institucional de formação de professores. O Coordenador será designado pela Mantenedora por indicação do Diretor Geral, devendo ter titulação compatível com aquela prevista na legislação. O Instituto Superior de Educação será regulamentado mediante regimento interno próprio. A organização acadêmico-administrativa da Faculdade Integração Tietê baseia-se em princípios fundamentais que constituem os elementos definidores das relações entre a Mantenedora e Direção da Faculdade Integração Tietê com seus diferentes órgãos de apoio e de gestão. São eles: - gestão colegiada, caracterizada pela participação dos diferentes segmentos, por meio dos órgãos colegiados, na formulação de diretrizes e decisões acadêmicas relativas ao ensino, à extensão e às atividades investigativas, assim como no acompanhamento, supervisão e avaliação de sua execução. Os órgãos colegiados contam com representantes de professores, de servidores técnico-administrativos e dos estudantes, eleitos por seus pares, sempre em conformidade com a legislação vigente; - descentralização, caracterizada pela delegação de responsabilidades de planejamento, execução e de acompanhamento aos diferentes setores e órgãos, em seu âmbito de competência; - integração, caracterizada pela articulação e complementaridade entre órgãos e colegiados acadêmicos entre si e entre órgãos de Apoio e da Administração, visando ao adequado desempenho das atividades institucionais. A Faculdade Integração Tietê busca incorporar e desenvolver mecanismos e processos de gestão no que diz respeito à sua capacidade de desempenho das atividades fins, de modo a garantir sua eficácia, a racionalização de custos, a melhoria das relações internas e o desenvolvimento e aperfeiçoamento do intercâmbio com o meio exterior. Nessa perspectiva merecem destaque a constituição e instalação, a partir de sua criação, da Comissão Própria de Avaliação e a introdução de medidas que promovam a gestão participativa, em relação a qual se prevê a criação e a promoção dos processos de participação dos diversos segmentos na vida institucional. A estrutura organizacional proposta para a Faculdade Integração Tietê, conforme prevê seu Regimento, pautou-se em modelo de gestão colegiada participativa, com garantias para o exercício da autonomia didático-científica e administrativa. Nesta linha, a Instituição optou por uma estrutura acadêmica moderna, livre das instâncias burocráticas que atrasam os procedimentos de mudança e inovação. Atuando como instâncias consultivas e normativas, os colegiados orientam as decisões acadêmicas e viabilizam a execução das tarefas dos órgãos administrativos com maior eficiência. Diretrizes dos processos de ensino e de aprendizagem, de currículo, e de planejamento As políticas institucionais da Faculdade Integração Tietê constituem orientações estratégicas da organização institucional para o planejamento e a condução das atividades acadêmicas, de modo a definir e implementar direções a serem agregadas aos projetos pedagógicos dos cursos. Oferecem, ainda, condições para a integração e a efetivação, no contexto institucional, de todos os projetos pedagógicos com base em parâmetros bem definidos, referenciados pela missão da Instituição, por sua vocação e objetivos, pela norma legal e pelo contexto social, político, econômico e cultural no qual está inserida. Estas condições são garantidas pelo Acompanhamento e Avaliação do Desempenho Institucional. Reúnem os indicadores para a tomada de decisões, a preservação e a reavaliação, necessárias à adequação constante do planejamento institucional com as necessidades das dez dimensões que contemplam o Projeto de Auto-Avaliação, e com as diretrizes preconizadas pelo MEC. Neste contexto, a organização da Faculdade Integração Tietê busca integrar e articular os projetos pedagógicos dos cursos oferecidos e estimular as práticas multidisciplinares e interdisciplinares da pesquisa, da extensão e das demais atividades extracurriculares correlacionando-as e vinculando-as ao ensino. As transformações sociais e o desenvolvimento científico-tecnológico acelerado, aliados à expansão das bases de conhecimento em todos os campos do saber tornam imperiosa a definição de orientações compatíveis com o estado de desenvolvimento do conhecimento e da realidade social. Deverão, assim, contemplar a mudança de foco do processo ensino-aprendizagem, cuja ênfase vem se deslocando do predomínio da aquisição de conhecimentos para privilegiar a capacidade de aprender a aprender, realçada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, que envolvem o desenvolvimento das capacidades de integração e de crítica das informações e das competências atuais. Assim como a busca de novos conhecimentos e a incorporação de novas tecnologias, desenvolvendo a habilidade de avaliá-las e selecionar, criticamente, as mais pertinentes. Pretende-se, assim, centrar o processo educativo na construção, na produção e na apropriação dos conhecimentos técnico-científicos e sócioculturais, em uma visão integradora e crítica da realidade, mediante modelos de ensino-aprendizagem modernos e uso de apropriadas tecnologias. Uma perspectiva inovadora que traz, amalgamada, a aprendizagem de valores e a formação de atitudes para a mudança e para a atuação solidária, calcada em padrões éticos; que promova a formação do profissional, com sólida base de conhecimento teórico científico e humano, preparando o profissional para enfrentar as rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício profissional, como preconizam as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação. Ter-se-á as seguintes diretrizes para a ação pedagógica da Faculdade Integração Tietê: - busca da qualidade e da excelência da formação, comprometida com os padrões atuais das transformações sócio-culturais e do desenvolvimento científico e tecnológico; - formação do profissional, com ampla e sólida base teórica, capacidade de análise do social e domínio dos procedimentos técnicos necessários ao exercício profissional; - valorização da dimensão sócio-política e cultural, desenvolvendo a capacidade de leitura crítica de problemas e seus impactos locais, regionais e nacionais, que subsidiará a inserção do egresso no mundo do trabalho, como sujeito partícipe de sua construção, assumindo, portanto, o exercício profissional na direção da resolução de problemas e da cidadania referenciado por sólidos padrões éticos. - o caminhar na direção desse projeto supõe estabelecer um conjunto de princípios e procedimentos orientadores prioritários à ação, entre os quais cabe destacar: interdisciplinaridade, entendida como esforço que busca a visão global, como superação do pensar simplificador e fragmentador da realidade, como forma de administrar a ótica pluralista das concepções de ensino, do saber e da prática; articulação entre o ensino, a pesquisa e as atividades de extensão e de prestação de serviços à sociedade, em diferentes níveis de complexidade; fornecimento de sólida formação geral, em estreita interação com os conhecimentos, competências e habilidades necessários à formação do profissional; integração nos contextos reais de vida da comunidade, na rede de serviços e com profissionais em exercício, como espaços privilegiados do processo de ensino-aprendizagem, de forma contínua; desenvolvimento da capacidade de aprender a aprender, que engloba o aprender a ser, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a conhecer, conforme caracterização das diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação; diversificação dos contextos de ensino e dos cenários de prática profissional, que englobam diferentes modalidades de trabalho pedagógico e inserção do aluno em campos de prática com graus crescentes de complexidade; desenvolvimento de mecanismos de integração entre os diferentes cursos e dos cursos com a rede de serviços; desenvolvimento de modelos pedagógicos capazes de articular a competência científico-tecnológica e a relevância social; estruturação de matrizes curriculares flexíveis que, à diversidade de situações de ensino-aprendizagem, associem a possibilidade de construção própria dos caminhos de produção do conhecimento pelo estudante bem como a de crescimento autônomo; utilização apropriada de tecnologias diversificadas. A educação superior desempenha papel inquestionável na preparação das novas gerações para o enfrentamento das exigências da sociedade moderna. As novas tecnologias do mundo atual, as novas formas organizacionais do trabalho e a rápida evolução do conhecimento científico, associadas às necessidades de melhor qualificação profissional, exigem uma nova concepção para os cursos superiores, baseadas nas Diretrizes Curriculares Nacionais. As diretrizes contemplam o desenvolvimento de competências e de habilidades para a formação dos estudantes, permitindo maior capacidade para competição e sucesso no mercado de trabalho. Assim, a Faculdade Integração Tietê promove a: - preparação de seu aluno para o mundo do trabalho, no atendimento às demandas econômicas e de emprego, adaptando-o às complexas condições de exercício profissional no mercado de trabalho; - formação para a cidadania crítica, formando o aluno-cidadão, capaz de interferir construtivamente na sociedade para transformá-la; - preparação para a participação social em termos de fortalecimento ao atendimento das demandas da comunidade, com o desenvolvimento de competências sociais, processos democráticos e eficazes de tomada de decisões, capacidade sócio-comunicativa de iniciativa, de liderança, de solução de problemas; - formação para o alcance de objetivos comprometidos com o desenvolvimento harmônico do município de Tietê e em particular do Estado de São Paulo, onde está inserida; - preparação para entender o ensino como prioridade fundamentada em princípios éticos, filosóficos, culturais e pedagógicos, que priorizem efetivamente a formação de pessoas, reconhecendo a educação como processo articulador/mediador, indispensável a todas as propostas de desenvolvimento sustentável, em médio e longo prazos; - formação ética, explicitando valores e atitudes, por meio de atividades que desenvolvam a vida coletiva, a solidariedade e o respeito às diferenças culturalmente contextualizadas; - formação de profissionais capazes de atuar em prol do desenvolvimento social, cultural e econômico sustentado, com a interação de conteúdos com aspectos inerentes às questões sociais, jurídicas e ambientais exigidas no mundo atual. Os estudos que conduziram às concepções ora apresentadas consideraram as pesquisas desenvolvidas sobre a formação superior e a distribuição sócio-ocupacional. Ao escolher como foco principal na concepção dos cursos uma visão interdisciplinar formativa do profissional para as novas demandas do mercado, objetivou-se explicitamente o comprometimento com a qualificação ao mesmo tempo técnica e pluralista. A Instituição apresenta proposta diferenciada, integrando formação teórica e prática, a pesquisa e a extensão, o que implica em definição clara do perfil do corpo docente, com qualificação e excelência para o magistério e a pesquisa interdisciplinar, crítica e transformadora. Para estabelecer as suas linhas de ação, a Faculdade Integração Tietê considerou que a formação do profissional representa um conjunto de aspectos internos, inerentes aos cursos, e externos, inerentes à relação sociedade/profissional, que se inter-relacionam dialeticamente. Partindo deste princípio, a Faculdade Integração Tietê pautou-se nos fundamentos que a idealizaram, tendo sempre em vista que é necessário: o acompanhar as rápidas mudanças do mundo, a partir de política de graduação que contemple o caráter revolucionário da ciência como um imperativo; o entender a avaliação como processo e não como produto e, portanto, valorizar o sistema contínuo de avaliação em dois níveis: um pela sociedade e outro pela auto-avaliação (professores, técnico-administrativos e alunos); o definir metodologias educacionais adequadas ao processo de aprendizagem cognitiva de caráter social, político e cultural nacional, respeitando-se as especificidades regionais, o que permitirá a revisão das matrizes curriculares, das práticas pedagógicas e das pesquisas desenvolvidas; o identificar as bases de sustentação de uma política de graduação, considerando o aluno como ser global. A definição das competências (que incluem conhecimentos e atitudes) foi realizada de acordo com o Referencial para as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Graduação, contido no Parecer CNE/CES no 67/2003, ao qual se acrescentarão as competências próprias do profissional formado pelos respectivos cursos. As principais competências definidas pela Faculdade Integração Tietê a serem desenvolvidas são: Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais egressos deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões, visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas. Comunicação: os profissionais egressos devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais e o público em geral. A comunicação verbal e não-verbal, e habilidades de escrita e leitura; o domínio de tecnologias de comunicação e informação. Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os egressos deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem-estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz. Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho quanto dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe que integram. Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Deverão aprender a aprender e a ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, mas proporcionando condições para que haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e promovendo a mobilidade acadêmica e profissional, a formação e a cooperação por meio de redes nacionais e internacionais. As competências comuns e específicas, observadas em cada Projeto Pedagógico de Curso, compreendem a formação de atitudes e de valores; o desenvolvimento e o domínio de conhecimentos e habilidades gerais e específicas que levem em conta a realidade local e regional, sem descuidar do caráter de universalidade do conhecimento, de sua relação com os avanços das áreas dos cursos ofertados pela Faculdade Integração Tietê, no contexto nacional, bem como dos parâmetros e dinâmica do PPC de cada curso. A Faculdade Integração Tietê utilizará, no desenvolvimento de seus cursos, observadas as especificidades de cada projeto pedagógico, metodologias ativas e interativas, centradas no aluno, voltadas para o seu desenvolvimento intelectual, para a ênfase no desenvolvimento da capacidade de aprender a aprender, de tomar iniciativa e de empreendedorismo. Alguns princípios metodológicos merecem destaque: o interdisciplinaridade o A integração disciplinar possibilita análise dos objetos de estudo sob diversos olhares, constituindo-se questionamentos permanentes que permitam a (re)criação do conhecimento. o formação profissional para a cidadania o As instituições têm o compromisso de desenvolver o espírito crítico e a autonomia intelectual, para que, por intermédio do questionamento permanente dos fatos, o profissional possa contribuir para o atendimento das necessidades sociais. o estímulo à autonomia intelectual o A autonomia significa ser autor da própria fala e do próprio agir, sendo coerente na integração do conhecimento com a ação. O desenvolvimento de uma postura investigativa por parte do estudante é fundamental para que construa sua autonomia intelectual e profissional. o responsabilidade, compromisso e solidariedade social o A compreensão da realidade social e o estímulo à solidariedade social devem constituir o ponto integrador das ações de extensão vinculadas aos cursos. o diversificação dos cenários de ensino-aprendizagem A diversificação dos cenários de ensino-aprendizagem e a inserção do aluno na rede de serviços desde os primeiros anos dos cursos devem contribuir para a formação do profissional generalista, capaz de atuar em diferentes níveis, e de integrar criticamente conhecimentos teóricos, práticos, e realidade sócio-econômica, cultural e política. Os princípios metodológicos são estabelecidos em consonância com os projetos pedagógicos dos cursos, observados os critérios que favorecem as atividades de ensino individualizado, de grupo e de estudos teóricos. Os cursos devem buscar sempre o desenvolvimento de programas que privilegiem descobertas de novas metodologias, enfocando o uso e a adequação de recursos audiovisuais, de informática, de novos métodos e técnicas de ensino, visando sempre o aperfeiçoamento do trabalho acadêmico. Destacam-se, como metodologia de ensino aprendizagem as seguintes atividades: aulas dialogadas, dinâmicas de grupo, leituras comentadas, fichamentos, aulas expositivas, visitas técnicas, aulas práticas, ensaios em laboratórios, estudos de meio, seminários, simpósios, palestras, pesquisa bibliográfica e iniciação científica. CONCEPÇÃO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO O Sistema de Avaliação do desempenho acadêmico é constituído por: AD - Avaliação Diversificada Este processo poderá ser composto por exercícios procedimentais, organização de dados e informações, apresentações orais ou escritas, provas, estudos comparados, reflexões e sínteses das leituras. Tais instrumentos de avaliação deverão ser aplicados pelo professor ao longo do semestre com a finalidade de compor a nota semestral, ficando a seu critério as datas de aplicação dessas avaliações. Estes instrumentos devem visar à assimilação e aplicação dos conceitos básicos para o desenvolvimento das competências indicadas nos planos de ensino de cada disciplina ou conjunto de disciplinas. O professor divulgará aos alunos no início de cada semestre os instrumentos e critério de composição da nota da Avaliação Diversificada. AC - Avaliação Conceitual Este instrumento tem como objetivo avaliar os conceitos básicos apresentados nos planos de disciplinas e deverá ser aplicado ao aluno individualmente, podendo ser interdisciplinar. Esta prova deve ser aplicada dentro do horário normal da aula da disciplina, em data divulgada em calendário da Instituição. AC - Avaliação de Competência Este instrumento tem por finalidade verificar se os alunos adquiriram as competências trabalhadas. Esta avaliação poderá ser um estudo de caso, uma simulação de um contexto profissional, ou qualquer outro instrumento apropriado elaborado pelos professores. Divulgação do Projeto Pedagógico Institucional O Projeto Pedagógico Institucional da Faculdade Integração Tietê, construído coletivamente, mediante profunda reflexão de conceitos, métodos e compromissos, representa, em seu conjunto, a identidade institucional, reflexo de sua inserção regional, prospecção de futuro e valorização de seus objetivos presentes. Por isso, os princípios defendidos devem ser apropriados e multiplicados por toda a comunidade acadêmica, possibilitando o alcance das metas e consecução da missão institucional. Para tanto, há de se garantir procedimentos formais de sua afirmação e publicização. Os gestores institucionais, cada qual em seu âmbito, são os responsáveis pela consolidação do Projeto Pedagógico Institucional e consequentemente sua divulgação. Responsabilidades e Desafios Impostos O Projeto Pedagógico Institucional impõe, por seu caráter estratégico, uma série de responsabilidades aos agentes e atores institucionais. Primeiro, porque requer profundo conhecimento dos princípios e conceitos declarados e exige a implementação de posturas de planejamento e de construção de métodos e formas de atuação orgânica. Também, porque expõe o caráter crítico que deve permear a educação, enfrentando-se as contradições presentes no processo de conhecimento, ao tempo em que impõe o necessário reconhecimento de suas limitações e possibilidades em prol da transformação social. Imprime, ainda, o necessário aprimoramento da cultura institucional na medida em que indica o compartilhamento de valores orientadores de todas as práticas acadêmicas como diretriz, explicitando as contradições inerentes de posicionamentos conceituais e políticos diversos, advindos, muitas vezes, de formações distintas e focadas em modelos de conhecimentos conservadores e fragmentados. Abordar a articulação de atividades práticas e teóricas, ênfase em currículos e programas baseados em habilidades e competências, a valorização dos saberes pessoais/profissionais/culturais de alunos e professores, a ampliação dos princípios voltados para o compromisso social, etc., trazem, em si, o espectro da mudança, e promovê-la representa ação de grande responsabilidade, possível somente se assumida e defendida coletivamente e de forma qualificada. Cabe à Instituição a competente idealização e consolidação de recursos e de políticas de sustentação necessárias à efetiva continuidade de implementação do Projeto Político Pedagógico. Conclusão Os cursos e os programas, mediante seus projetos pedagógicos específicos, serão organizados na Faculdade Integração Tietê de modo a propiciar aos profissionais em formação conhecimentos e habilidades capazes de permitir-lhes: 1.a apropriação de conhecimentos básicos relacionados às áreas que serão objeto de sua atuação profissional, articulando teoria e prática nas diferentes configurações que a práxis profissional venha assumir; 2. o desempenho de suas atividades com competência técnica, compromisso social e político no contexto sócio-cultural de atuação. Ao definir a qualidade e a atualização da formação como objetivo central da proposta para o ensino de graduação, a Faculdade Integração Tietê tem por finalidade a construção de processo coletivo de articulação de ações voltadas para a formação competente do profissional que pretende graduar. Nesta direção, torna-se imprescindível a interação a Faculdade Integração Tietê com a comunidade e os segmentos organizados da sociedade civil, como expressão da qualidade social desejada para o cidadão a ser formado como profissional. A política definida pela Instituição para as questões sociais visa promover ações que permitam melhorar a qualidade de vida da população da Região, promover modificações na educação e na cultura. A missão da Instituição inclui preparação para a liderança e o acompanhamento de profundas e densas mudanças induzidas pelo avanço tecnológico e pelas novas concepções de vida deles emergentes. A Faculdade Integração Tietê tem o compromisso de cooperar com o processo de desenvolvimento regional sustentável, uma vez que proporcionará aos seus alunos instrumentos técnico-científicos relevantes em seus cursos, instrumentos esses úteis e básicos à elaboração de políticas públicas. A interação dos conteúdos com aspectos inerentes às questões sociais, jurídicas e ambientais, exigidas no mundo atual possibilitará a formação de recursos humanos capazes de atuar em prol do desenvolvimento social, cultural e econômico sustentado. No âmbito administrativo, é preciso levar em conta os espaços e os tempos de fluxos. Isto significa que os fluxos, intenções seqüenciais e, muitas vezes, repetidas e, ainda, programáveis, se situam num espaço organizacional e dele podem se deslocar por vias virtuais, eliminando normas e paradas burocráticas. É a agilização dos fluxos por interação de posições distante espacialmente. O que se produz pela via tecnológica é a contração do espaço e do tempo, favorecendo a racionalização e a produtividade dos fluxos de demanda no âmbito dos serviços. O sistema de rede, a interação sistêmica com o estabelecimento de códigos de comunicação, não só permite a eficiência dos serviços como representa um agente de reorganização das relações de poder. A nova tecnologia de gestão proposta tem como mote principal a primazia do mérito e da qualidade acadêmica, fatores indispensáveis para se alcançar os mais altos níveis da inteligência criativa e a elaboração de novas metodologias para a abordagem de problemas tangíveis e reais da sociedade organizada. A estrutura que se pretende implantar nesta era informacional, com a utilização de novas tecnologias gerenciais, abrirá espaços, nos quais há possibilidades concretas de libertação das grandes patologias organizacionais: o normatismo, o burocratismo e o corporativismo. Estas patologias das organizações, tão presentes na vida acadêmica, cederão e tenderão a desaparecer diante dos recursos das tecnologias virtuais, da flexibilidade orgânica e da descentralização do poder. A Faculdade Integração Tietê adotará política de expansão coerente com o atual estágio de desenvolvimento da Região, considerando a evolução do mercado no Estado de São Paulo. A preocupação de levar o conhecimento científico no mister de preparar profissionais inclui, necessariamente, sistemas informatizados, ágeis, e técnicas sofisticadas. Portanto, a Faculdade Integração Tietê pretende ministrar os conhecimentos e desenvolver as práticas necessárias para que os seus egressos tenham condições de atuar com competência em empresas que alcancem condições de disputar mercados em igualdade de condições com os concorrentes de outras regiões. A Faculdade Integração Tietê adotará políticas coerentes para desenvolver estudos de situações reais e específicas para a melhor compreensão das condições de vida das comunidades abrangidas pela ação da Faculdade Integração Tietê. A organização acadêmica e administrativa da Faculdade Integração Tietê visa o cumprimento de sua missão institucional, para tanto a proposta de projeto institucional reflete um paradigma educacional centrado no aluno, como sujeito do processo de aprendizagem. A organização acadêmica compõe-se de três categorias: a administração acadêmica do curso, que compreende a coordenação, a organização técnica e administrativa, sob a responsabilidade de seus coordenadores; a proposta do curso compreendendo a concepção, a matriz curricular e sistema de avaliação; e as atividades acadêmicas articuladas ao ensino, compreendendo a participação dos discentes. A Faculdade Integração Tietê buscará incorporar e desenvolver mecanismos e processos de gestão no que diz respeito à sua capacidade de desempenho das atividades fins, de modo a garantir sua eficácia, a racionalização de custos, a melhoria das relações internas e o desenvolvimento e aperfeiçoamento do intercâmbio com o meio exterior. Nessa perspectiva merecem destaque a constituição e instalação, a partir de sua criação, da Comissão Própria de Avaliação e a introdução de medidas que promovam a gestão participativa, em relação a qual se prevê a criação e a promoção dos processos de participação dos diversos segmentos na vida institucional. A estrutura organizacional proposta para a Faculdade Integração Tietê, conforme prevê seu Regimento, pautou-se em modelo de gestão colegiada participativa, com garantias para o exercício da autonomia didático-científica e administrativa. Nesta linha, a Instituição optou por uma estrutura acadêmica moderna, livre das instâncias burocráticas que atrasam os procedimentos de mudança e inovação. Atuando como instâncias consultivas e normativas, os colegiados orientam as decisões acadêmicas e viabilizam a execução das tarefas dos órgãos administrativos com maior eficiência. Bibliografia BELLONI, Isaura. Heitor de Magalhães; SOUZA, Luzia Costa de. Metodologia de Avaliação em Políticas Públicas. São Paulo. Cortez, 2001. Documento de Conceituação do PPI, do PDI e do PPC. Comissão Técnica de Avaliação Institucional do INEP, 2005. GADOTTI, Moacir. Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre: ARTMED, 2000. PAES DE BARROS, R. e Mendonça R. Pelo fim das Décadas Perdidas : Educação e Desenvolvimento sustentado no Brasil. Rio de Janeiro, IPEA, 2002. RISTOFF, Dilvo. Avaliação de Programas Educacionais: discutindo padrões. Rev. Avaliação, rede de avaliação institucional. Campinas, S.P: nº 4, v. 5, dezembro 2000. SANTOS, Boaventura de Sousa. A Universidade no século XXI – Para uma reforma democrática e emancipatória da Universidade. São Paulo. Cortez, 2004. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº.9394/96. Plano Nacional de Educação, 2000. VEIGA, Ilma Passos A. Educação Básica e Educação Superior: Projeto Político Pedagógico. Papirus, 2004. COMISSÃO PERMANENTE DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Projeto de Avaliação e Acompanhamento das atividades acadêmicas de Ensino, Pesquisa e Extensão, Planejamento e Gestão Em que pesem as várias e por vezes conflitantes concepções popularmente atribuídas ao termo “avaliação”, a Avaliação Institucional sistemática e periódica tem sido apontada como o mais efetivo caminho para a consolidação de uma abordagem científica das questões relativas aos processos e práticas educacionais em seus diversos níveis. A Faculdade Integração Tietê, na base de sua proposta, utiliza-se do termo com o significado de processo circular de coleta, acompanhamento e interpretação de dados, com tabulações de resultados por meio dos quais elaboram-se conclusões parciais, planejamento de ações e atividades. Procura-se, com este processo, a racionalização e produtividade das intervenções realizadas pela Faculdade Integração Tietê nos meios em que atua. Tal iniciativa somente logrará êxito diante da adoção dos parâmetros apropriados, fundamentais para o correto entendimento das variáveis em atuação e, conseqüentemente, para a eficácia dos processos de tomada de decisão. Para que estes parâmetros possam ser devidamente concebidos e aplicados, a avaliação deve orientar-se para a constituição de um planejamento que, por sua vez, forneça elementos para tornar o processo avaliativo cada vez mais coerente, abrangente e útil, formando assim um ciclo no qual a evolução é um conceito em permanente evidência. A proposta pedagógica que se pretende aqui implementar caracteriza-se pela utilização de um sistema de avaliação global eminentemente qualitativo, em que os aspectos quantitativos estão subordinados à busca por soluções consistentes para os problemas eventualmente detectados, e ao entendimento e reforço dos aspectos positivos porventura existentes e atuantes no processo ora enfocado, garantindo assim real avanço na interação entre a Faculdade Integração Tietê e seus componentes e maiores possibilidades de formação de elementos que efetivamente contribuam para a melhoria das condições de quaisquer comunidades em que venham a atuar. Uma Avaliação Institucional, em uma instituição que busca superar-se no sentido de alcançar qualidade em suas atividades, certamente pode ser entendida como: a) um processo contínuo de aperfeiçoamento do desempenho acadêmico; b) uma ferramenta para a revisão permanente do Projeto Pedagógico de cada curso, para verificar o cumprimento das metas propostas no planejamento e para a correção de rotas no âmbito da gestão institucional; c) um agente dignificador da função docente, técnica e administrativa. O processo de avaliação pretende abranger a Faculdade Integração Tietê de forma global, envolvendo tanto pesquisas quantitativas quanto qualitativas. As pesquisas quantitativas abrangem os seguintes universos: a) alunos: coleta e análise de dados com relação à matrícula, graus de ensino, produção, tempo de estudo, conclusão, sucesso, ociosidade, ingresso, retenção, participação em programas, entre outros; b) professores: dados referentes a regime de trabalho, produção, qualificação, relação aluno/professor, entre outros; c) pessoal técnico-administrativo: levantamento de dados relativos à qualificação, à relação aluno/professor/funcionário, entre outros; e d) dados de infra-estrutura: coleta e análise de dados relativos ao acervo bibliográfico, recursos técnico-pedagógicos, laboratoriais, oficinas, salas/ambiente específicas e/ou especiais e espaço físico. As pesquisas qualitativas envolvem os aspectos a seguir: Avaliação do Ensino Na avaliação do ensino ficam englobadas, praticamente, as atividades de Graduação, Pós-graduação, pesquisa e extensão e as respectivas condições de infra-estrutura. Nesse aspecto são contemplados os seguintes objetivos: desenvolver uma atitude positiva, favorecendo a dignificação das funções docente, técnica e administrativa; despertar em professores e estudantes a conscientização dos fatores determinantes para a qualidade e o sucesso do ensino; conscientizar o corpo técnico e administrativo de sua responsabilidade como propiciadores de condições para a implementação de um programa educacional de qualidade; promover e intensificar uma atitude mais participativa e responsável dos estudantes no desenvolvimento do processo de ensinoaprendizagem; conceder aos professores elementos que lhes permitam inovar em relação a conteúdos e a métodos de ensino, quando se fizer necessário; e incentivar a comunidade a exercer permanente reflexão e autocrítica em relação à sua participação na Faculdade Integração Tietê. Avaliação por Representantes da FIT e da Comunidade Este componente compreende o ensino, a pesquisa, a extensão, os serviços administrativos e o relacionamento da FIT com a sociedade. Esta avaliação é feita por representantes dos diferentes segmentos da Faculdade Integração Tietê e da sociedade, de forma a: investigar, interna e externamente, o atual nível de intervenção da FIT nos segmentos da sociedade e na comunidade em geral; levar a comunidade acadêmica e a sociedade em geral a propor sugestões de intervenção na Instituição, manifestando seu grau de concordância com relação a cada questão, referente ao ensino, à pesquisa, à extensão, à administração e à interação IES/empresa/sociedade; identificar dados úteis para um possível redimensionamento da política de desenvolvimento da Faculdade Integração Tietê e de sua relação com o meio externo; e coletar dados de eventual apoio à implementação do processo permanente de Avaliação Institucional na FIT. Avaliação por Ex-Alunos É previsto um estudo sobre a empregabilidade dos egressos da FIT, estruturado para apoiar a tomada de decisão sobre as revisões curriculares. Para isso, deve-se: identificar o perfil pessoal e econômico do egresso; mapear o perfil do desempenho profissional do egresso; investigar a natureza da contribuição do curso concluído na FIT para a vida profissional do egresso; e identificar possíveis expectativas do egresso com relação à FIT. Avaliação Mediante Diretrizes do MEC São considerados, no processo de avaliação da FIT, todos os critérios, parâmetros e indicadores estabelecidos pelo MEC em seus documentos básicos, assim como a filosofia, a fundamentação e a metodologia sugerida pelos referidos programas. Metodologia A proposta metodológica para a Avaliação Institucional da FIT envolve, essencialmente, quatro etapas ou fases: conscientização, diagnóstico, Avaliação Interna ou Auto-avaliação e Avaliação Externa. Segundo as diretrizes do MEC (SINAES), a Avaliação Interna, ou Auto-avaliação, é uma retrospectiva crítica do trabalho realizado pela Faculdade, com participação de professores, alunos e funcionários, comparando o diagnóstico técnico com os resultados da Auto-avaliação, gerando um projeto de desenvolvimento acadêmico com o qual a comunidade universitária se sinta identificada e comprometida. A Avaliação Externa é uma oportunidade crítica em que sociedades científicas, conselhos profissionais, autoridades patronais, entidades de trabalhadores, egressos e outras organizações não-governamentais participam do exame da prática universitária visando formular e acompanhar políticas acadêmicas, administrativas e financeiras. Em vista de todo este processo, é necessário que se instale e se acione um sistema de coleta de dados e informações qualitativas e quantitativas, que funcione de forma descentralizada, ágil e precisa, com dados relevantes para efeitos de diagnósticos, controle e auto-conhecimento. Avaliação Interna ou Auto-Avaliação A Avaliação Interna ou Auto-avaliação consiste em analisar continuamente o trabalho desenvolvido na FIT com o propósito de, a partir do conjunto de dados coletados na etapa do diagnóstico, combinados em forma de relatórios e sínteses, tomar decisões sobre como melhorar a qualidade das atividades que realiza. Tal avaliação pode ser subdividida em dois grandes grupos: a) avaliação de curso; b) avaliação de disciplina. a) Avaliação de Curso A Avaliação de Cursos considera, basicamente, três conjuntos de elementos: condições: corpo docente; corpo discente; corpo técnico-administrativo; infra-estrutura; perspectiva utilizada na definição e organização do currículo; perfil profissional e as perspectivas do mercado de trabalho; estágios; efetiva participação de estudantes em atividades de Iniciação Científica, extensão e monitoria; atratividade do curso e interação com área científica, técnica e profissional e com a sociedade em geral; processos: interdisciplinaridade; formação interdisciplinar; institucionalização; qualidade do corpo docente e sua adequação aos cursos de Graduação (domínio dos conteúdos, planejamento, comunicação, compromisso com o ensino, pesquisa, extensão, orientação / supervisão); avaliação da aprendizagem (critérios claros e definidos, relevância dos conteúdos avaliados, variedade de instrumentos); estágio; interação Faculdade Integração Tietê / sociedade; resultados: capacitação global dos concluintes; preparo para exercer funções profissionais (executar atividades-tarefa típicas da profissão, aperfeiçoar-se continuamente); qualidade do curso (necessidades do mercado do trabalho, atualidade e relevância técnico-científica dos conteúdos, desempenho em Pós-graduação / cursos típicos da carreira, adequação do currículo às necessidades futuras); análise comparativa (cursos da mesma área em outras instituições, outros cursos do mesma Faculdade Integração Tietê). b) Avaliação de Disciplina A organização do trabalho pedagógico é avaliada de modo a abranger: - os objetivos da disciplina, plano de ensino, fontes de consulta / bibliografia, procedimentos didáticos, instrumentos de avaliação, conteúdo das avaliações, atividades práticas, condições técnicas (recursos humanos e infra-estrutura disponíveis para o desenvolvimento das disciplinas); - o desempenho do docente, em relação a clareza, fundamentação, perspectivas divergentes, importância, inter-relação e domínio dos conteúdos, questionamento, síntese e soluções alternativas; - o desempenho didático-pedagógico, em relação ao cumprimento de objetivos, à integração de conteúdos, aos procedimentos e materiais didáticos e bibliografia; e aspectos atitudinais e filosóficos (aspectos éticos, clima livre de tensão e orientação, atitudes e valores); pontualidade do professor e exigência de pontualidade dos alunos; - o desempenho discente, expressado pela participação em aula e atividades, formação ética, realização de tarefas, interesse e presença integral; - o desempenho técnico-administrativo, expressado pela avaliação individual dos funcionários; e - o desempenho gerencial da FIT, analisando o trabalho da coordenação de cursos e da direção. Avaliação Externa No âmbito institucional, a Avaliação Externa introduz um componente novo e desafiador. Requer, tanto dos avaliadores externos (entidades governamentais ou não-governamentais) quanto da comunidade acadêmica, capacidade de discriminação, disponibilidade para o diálogo e sentido de participação. A Avaliação Externa complementa a Avaliação Interna e baseia-se em: - Auto-avaliação da FIT; e - Análise da Comissão Externa. A Avaliação Externa é realizada por profissionais com alta titulação e/ou experiência relevante, representando os pares acadêmico-científicos, entidades profissionais de trabalhadores e de empregadores, egressos, associações científicas entre outros. Envolve os seguintes aspectos: a) corpo docente: titulação, regime de trabalho, carga didática, produção acadêmica e seu impacto no ensino de Graduação, rotatividade, endogenia, política de capacitação docente, existência de Pós-graduação e seu benefício à Graduação; b) corpo técnico-administrativo: número, capacitação, adequação aos cursos; c) corpo discente: oportunidade de pesquisa, bolsas etc.; d) infra-estrutura: bibliotecas, laboratórios, escritórios, outros espaços relacionados aos cursos de Graduação; e) análise dos currículos dos cursos de Graduação; f) mercado de trabalho: situação atual e tendências, frentes alternativas, áreas de trabalho potencial na região de influência da FIT; g) outros aspectos: relativos a especificidades institucionais da FIT, da região, e regiões onde atua, inclusive aspectos conjunturais, tais como padrões salariais e greves que possam afetar a motivação e o desempenho de estudantes e professores; e h) estudos de acompanhamento de egressos. Periodicidade da Avaliação Institucional O processo de Avaliação Institucional da Faculdade Integração Tietê será implantado já no seu 1º semestre de funcionamento e será repetido com a periodicidade semestral e o seu resultado discutido entre toda a comunidade acadêmica. MODELO INICIAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (Auto-Avaliação) AUTO-AVALIAÇÃO DO ALUNO (Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) Questões Freqüento diariamente as aulas? Cumpro os horários das aulas? Complemento minha formação com leituras extra-classe? Realizo as atividades solicitadas nas disciplinas? Participo ativamente das aulas? Participo das atividades complementares promovidas pelo curso (palestras, seminários, simpósios etc.)? Mantenho postura adequada em sala de aula (disciplinada, atenta, respeitosa e participativa), colaborando para o bom andamento das atividades propostas? Contribuo para evitar e/ou resolver conflitos? 9 8 7 6 5 4 3 2 1 CONDIÇÕES DE OFERTA DO CURSO NA VISÃO DO ALUNO (Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) Questões 9 8 7 6 5 4 3 2 1 O ambiente físico da sala de aula (móveis, espaço, iluminação, ventilação) favorece o processo de ensino e aprendizagem? Os laboratórios são apropriados às necessidades da formação profissional do acadêmico?. Os recursos auxiliares para as aulas (data show, retro projetor, TV, vídeo, DVD etc.) atendem às necessidades do curso? A quantidade de títulos existentes na biblioteca atende às necessidades do curso? A quantidade de volumes por títulos existentes na biblioteca atende às necessidades do curso? A quantidade de periódicos existentes na biblioteca atende às necessidades do curso? Os serviços de internet disponibilizados pela instituição atendem às necessidades acadêmicas? Os serviços terceirizados da foto copiadora oferecem um trabalho de qualidade? Os serviços terceirizados da lanchonete oferecem um trabalho de qualidade? DESEMPENHO DOS PROFESSORES NA VISÃO DOS ALUNOS (Atribua para cada professor(a) conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) Questões Possui sólido conhecimento da disciplina que leciona? Apresenta seqüência e organização nas aulas? Discute, no início do semestre letivo, o Plano de Ensino da disciplina e apresenta o RA (cronograma detalhado das aulas)? Desenvolve o conteúdo da disciplina relacionando-o à prática? Mantém um bom relacionamento com a turma? Estimula a participação dos alunos nas aulas? Desenvolve aulas dinâmicas e faz uso de diferentes metodologias e técnicas de ensino? Utiliza instrumentos diversificados para ava-liação da aprendizagem (provas, trabalhos, pesquisas etc.), apresentando os critérios que serão avaliados? Analisa, com os alunos, os resultados da avaliação da aprendizagem? Relaciona a disciplina com o projeto peda-gógico do curso? Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à formação dos alunos? Incentiva a participação do aluno em projetos de pesquisa e de extensão à comunidade? Busca contribuir para a construção de um bom ambiente de trabalho, em que prepondere um clima de harmonia, disciplina e respeito entre todos os integrantes da comunidade acadêmica da FIT (funcionários administrativos, estudantes, professores e equipe pedagógica)? Contribui para evitar e/ou resolver conflitos? DESEMPENHO DO COORDENADOR NA VISÃO DO ALUNO Questões Mantém um bom relacionamento com os alunos? Mantém um bom atendimento aos alunos (orienta, tira dúvidas e busca auxiliar na resolução de problemas)? Busca promover uma aproximação dos alunos com o mercado de trabalho? Estimula os alunos a apreciarem o curso e busca mantê-los informados acerca da impor-tância da profissão e de sua função social? Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à formação dos alunos? Incentiva a participação dos alunos em proje-tos de pesquisa, extensão à comunidade e/ou em atividades complementares? Busca promover estágios ou monitorias voluntárias? Busca contribuir para a construção de um bom ambiente de trabalho, em que prepondere um clima de harmonia, disciplina e respeito entre todos os integrantes da comunidade acadêmica da FIT (funcionários administrativos, estudantes, professores e equipe pedagógica)? Contribui para evitar e/ou resolver conflitos? Questões Mantém um bom relacionamento com os alunos? Mantém um bom atendimento aos alunos (orienta, tira dúvidas e busca auxiliar na resolução de problemas)? Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à formação dos alunos? Busca representar a Instituição com seriedade e competência junto à sociedade, a autoridades e aos diferentes órgãos colegiados da Faculdade? Busca contribuir para a construção de um bom ambiente de trabalho, em que prepondere um clima de harmonia, disciplina e respeito entre todos os 9 (Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) 8 7 6 5 4 3 2 1 9 DESEMPENHO DO DIRETOR NA VISÃO DO ALUNO (Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) 8 7 6 5 4 3 2 1 integrantes da comunidade acadêmica da FIT (funcionários administrativos, estudantes, professores e equipe pedagógica)? Contribui para evitar e/ou resolver conflitos? AUTO-AVALIAÇÃO DO PROFESSOR Questões Possuo sólido conhecimento da disciplina que leciono? Apresento seqüência e organização nas aulas? Discuto, no início do semestre letivo, o Plano de Ensino da disciplina e apresenta o RA (cronograma detalhado das aulas)? Desenvolvo o conteúdo da disciplina relacionando-o à prática? Mantenho um bom relacionamento com a turma? Estimulo a participação dos alunos nas aulas? Desenvolvo aulas dinâmicas, fazendo uso de diferentes metodologias e técnicas de ensino? Utilizo instrumentos diversificados para avaliação da aprendizagem (provas, trabalhos, pesquisas etc.), apresentando os critérios que serão avaliados? Analiso, com os alunos, os resultados da avaliação da aprendizagem? Relaciono a disciplina com o projeto pedagógico do curso? Apresento uma postura ética, servindo como exemplo à formação dos alunos? Incentivo a participação do aluno em projetos de pesquisa e de extensão à comunidade? Contribuo para evitar e/ou resolver conflitos? Questões O ambiente físico da sala de aula (móveis, espaço, iluminação, ventilação) favorece o processo de ensino e aprendizagem? Os laboratórios são apropriados às necessidades da formação profissional do acadêmico?. Os recursos auxiliares para as aulas (datashow, retro projetor, TV, vídeo, DVD etc.) atendem às necessidades do curso? 9 (Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) 8 7 6 5 4 3 2 1 CONDIÇÕES DE OFERTA DO CURSO NA VISÃO DO PROFESSOR (Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) 9 8 7 6 5 4 3 2 1 A quantidade de títulos existentes na biblioteca atende às necessidades do curso? A quantidade de volumes por títulos existentes na biblioteca atende às necessidades do curso? A quantidade de periódicos existentes na biblioteca atende às necessidades do curso? Os serviços de internet disponibilizados pela instituição atendem às necessidades acadêmicas? Os serviços terceirizados da foto copiadora oferecem um trabalho de qualidade? Os serviços terceirizados da lanchonete oferecem um trabalho de qualidade? Questões AVALIAÇÃO DA(S) TURMA(S) PELO PROFESSOR (Atribua para cada turma conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) Curso Curso Curso Curso Curso Curso Turma Turma Turma Turma Turma Turma Freqüenta diariamente as aulas? Cumpre os horários das aulas? Complementa seus estudos com leituras extra-classe? Realiza as atividades solicitadas nas disciplinas? Participa ativamente das aulas? Participa das atividades complementares promovidas pelo curso (palestras, seminários, simpósios etc.)? Mantém postura adequada em sala de aula (disciplinada, atenta, respeitosa e participativa), colaborando para o bom andamento das atividades propostas? Questões Mantém um bom relacionamento com os professores? DESEMPENHO DO COORDENADOR NA VISÃO DO PROFESSOR (Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Mantém um bom atendimento aos professores (orienta, tira dúvidas e busca auxiliar na resolução de problemas)? Encaminha as principais diretrizes da FIT para a execução do trabalho docente? Busca promover a integração de disciplinas e professores? Promove reuniões periódicas? Busca analisar o projeto pedagógico do curso nas reuniões de Colegiado? Busca contribuir para a construção de um bom ambiente de trabalho, em que prepondere um clima de harmonia, disciplina e respeito entre todos os integrantes da comunidade acadêmica da FIT (funcionários administrativos, estudantes, professores e equipe pedagógica)? Contribui para evitar e/ou resolver conflitos? Questões Mantém um bom relacionamento com os professores? Mantém um bom atendimento aos professores (orienta, tira dúvidas e busca auxiliar na resolução de problemas)? Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à formação dos alunos? Busca representar a Instituição com seriedade e competência junto à sociedade, a auto-ridades e aos diferentes órgãos colegiados da Faculdade? Busca contribuir para a construção de um bom ambiente de trabalho, em que prepon-dere um clima de harmonia, disciplina e respeito entre todos os integrantes da comunidade acadêmica da FIT (funcionários administrativos, estudantes, professores e equipe pedagógica)? Contribui para evitar e/ou resolver conflitos? DESEMPENHO DO DIRETOR NA VISÃO DO PROFESSOR (Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) 9 8 7 6 5 4 3 2 1 AUTO-AVALIAÇÃO DO COORDENADOR (Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) Questões 9 8 7 6 5 Mantenho um bom relacionamento com os alunos? Mantenho um bom atendimento aos alunos (oriento, tiro dúvidas e busco auxiliar na resolução de problemas)? Busco promover uma aproximação dos alunos com o mercado de trabalho? Estimulo os alunos a apreciarem o curso e busco mantêlos informados acerca da importância da profissão e de sua função social? Apresento uma postura ética, servindo como exemplo à formação dos alunos? Incentivo a participação dos alunos em projetos de pesquisa, extensão à comunidade e/ou em atividades complementares? Busco promover estágios ou monitorias voluntárias? Mantenho um bom relacionamento com os professores? Mantenho um bom atendimento aos professores (oriento, tiro dúvidas e busco auxiliar na resolução de problemas)? Encaminho as principais diretrizes da FIT para a execução do trabalho docente? Busco promover a integração de disciplinas e professores? Promovo reuniões periódicas? Busco analisar o projeto pedagógico do curso nas reuniões de Colegiado? Mantenho a Direção informada acerca do andamento do curso, das principais atividades desenvolvidas e dos problemas encontrados no dia-a-dia que podem prejudicar o bom andamento do curso? Supervisiono o comportamento dos alunos internamente e externamente nas atividades programadas pela FIT? Verifico a entrega dos Planos de Aula e RA? Analiso e discuto com os professores os Planos de Aula e RA (conteúdo e organização), aprovando-os no Colegiado do Curso? Verifico o cumprimento dos Planos de Aula e RA? Sugiro contratação e/ou demissão de professores com base em argumentações bem fundamentadas? Avalio permanentemente o trabalho desenvolvido pelos professores em sala de aula? Avalio permanentemente a postura do professor e seu empenho para a manutenção da disciplina em sala de aula? Acompanho o comportamento dos professores em relação à assiduidade e pontualidade? Busco estabelecer parcerias e intercâmbios com outras instituições? Busco implementar atividades extracurriculares, complementares e de pesquisa? Busco participar de congressos, palestras, seminários etc. cujos temas sejam de interesse do curso e/ou da FIT? Busco divulgar, respeitar, aplicar, orientar e zelar pelo cumprimento das diretrizes recebidas da Direção e/ou da Mantenedora? Contribuo para evitar e/ou resolver conflitos? 4 CONDIÇÕES DE OFERTA DO CURSO NA VISÃO DO COORDENADOR 3 2 1 Questões O ambiente físico da sala de aula (móveis, espaço, iluminação, ventilação) favorece o processo de ensino e aprendizagem? Os laboratórios são apropriados às necessidades da formação profissional do acadêmico?. Os recursos auxiliares para as aulas (datashow, retro projetor, TV, vídeo, DVD etc.) atendem às necessidades do curso? A quantidade de títulos existentes na biblioteca atende às necessidades do curso? A quantidade de volumes por títulos existentes na biblioteca atende às necessidades do curso? A quantidade de periódicos existentes na biblioteca atende às necessidades do curso? Os serviços de internet disponibilizados pela instituição atendem às necessidades acadêmicas? Os serviços terceirizados da foto copiadora oferecem um trabalho de qualidade? Os serviços terceirizados da lanchonete oferecem um trabalho de qualidade? 9 8 7 6 5 4 3 2 AVALIAÇÃO DA(S) TURMA(S) PELO COORDENADOR (Atribua para cada turma conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) Questões 9 8 7 6 5 4 3 2 Freqüenta diariamente as aulas? Cumpre os horários das aulas? Complementa seus estudos com leituras extra-classe? Realiza as atividades solicitadas nas disciplinas? Participa ativamente das aulas? Participa das atividades complementares promovidas pelo curso (palestras, seminários, simpósios etc.)? Mantém postura adequada em sala de aula (disciplinada, atenta, respeitosa e participativa), colaborando para o bom andamento das atividades propostas? 1 1 DESEMPENHO DOS PROFESSORES NA VISÃO DO COORDENADOR (Atribua para cada professor(a) conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) Questões Prof Prof Prof Prof Prof Prof Prof Prof Prof Possui sólido conhecimento da disciplina que leciona? Apresenta seqüência e organização nas aulas? Discute, no início do semestre letivo, o Plano de Ensino da disciplina e apresenta o RA (cronograma detalhado das aulas)? Desenvolve o conteúdo da disciplina relacionando-o à prática? Mantém um bom relacionamento com a turma? Estimula a participação dos alunos nas aulas? Desenvolve aulas dinâmicas e faz uso de diferentes metodologias e técnicas de ensino? Utiliza instrumentos diversificados para avaliação da aprendizagem (provas, trabalhos, pesquisas etc.), apresentando os critérios que serão avaliados? Analisa, com os alunos, os resultados da avaliação da aprendizagem? Relaciona a disciplina com o projeto pedagógico do curso? Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à formação dos alunos? Incentiva a participação do aluno em projetos de pesquisa e de extensão à comunidade? Busca contribuir para a construção de um bom ambiente de trabalho, em que prepondere um clima de harmonia, disciplina e respeito entre todos os integrantes da comunidade acadêmica da FIT (funcionários administrativos, estudantes, professores e equipe pedagógica)? Contribui para evitar e/ou resolver conflitos? DESEMPENHO DO DIRETOR NA VISÃO DO COORDENADOR (Atribua para cada professor(a) conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) Questões 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Mantém um bom relacionamento com os alunos? Mantém um bom atendimento aos alunos (orienta, tira dúvidas e busca auxiliar na resolução de problemas)? Mantém um bom relacionamento com os professores? Mantém um bom atendimento aos professores (orienta, tira dúvidas e busca auxiliar na resolução de problemas)? Mantém um bom relacionamento com os Coordenadores? É predisposto a atender aos Coordenadores para orientálos, tirar dúvidas e auxiliar na resolução de problemas? Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à formação dos alunos? Busca representar a Instituição com seriedade e competência junto à sociedade, a autoridades e aos diferentes órgãos colegiados da Faculdade? Contribui para a construção de um bom ambiente de trabalho, em que prepondere um clima de harmonia, disciplina e respeito entre todos os integrantes da comunidade acadêmica da FIT (funcionários administrativos, estudantes, professores e equipe pedagógica)? Apresenta as principais diretrizes da FIT para a execução do trabalho dos coordenadores, visando criar procedimentos comuns a todos os cursos, ressalvadas suas diferenças inerentes? Busca promover a integração entre os coordenadores? Promove reuniões periódicas? Confere autonomia para o coordenador desenvolver o seu trabalho? Costuma consultar aos coordenadores e solicitar sugestões antes das tomadas de decisões? Supervisiona (discretamente) o comportamento de alunos e professores e busca informar aos coordenadores sempre que algo lhe chama a atenção, para que o Coordenador possa tomar as devidas providências? Verifica junto aos coordenadores a entrega dos Planos de Aula e RA de seus professores? Busca manter-se informado sobre o andamento dos cursos, desempenho dos professores e dificuldades cotidianas? Analisa junto aos coordenadores as necessidades de contratação e/ou demissão de professores para encaminhar sugestões à Mantenedora? Acompanha o comportamento dos professores em relação à assiduidade, pontualidade e postura? Busca divulgar, respeitar, aplicar, orientar e zelar pelo cumprimento das diretrizes recebidas da Mantenedora? Apresenta à Mantenedora as necessidades de cada curso (informadas pelos coordenadores) e traz um feedback? Apresenta aos coordenadores as limitações orçamentárias informadas pela Mantenedora para que todos possam fazer as adequações necessárias para a execução de suas atividades? Contribui para evitar e/ou resolver conflitos? AUTO-AVALIAÇÃO DO DIRETOR (Legenda: 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) Questões 9 8 7 6 5 Mantenho um bom relacionamento com os alunos? Mantenho um bom atendimento aos alunos (oriento, tiro dúvidas e busco auxiliar na resolução de problemas)? Mantenho um bom relacionamento com os professores? Mantenho um bom atendimento aos professores (oriento, tiro dúvidas e busco auxiliar na resolução de problemas)? Mantenho um bom relacionamento com os Coordenadores? Sou predisposto a atender aos Coordenadores para orientálos, tirar dúvidas e auxiliar na resolução de problemas? Apresento uma postura ética, servindo como exemplo à formação dos alunos? Busca representar a Instituição com seriedade e competência junto à sociedade, a autoridades e aos diferentes órgãos colegiados da Faculdade? Contribuo para a construção de um bom ambiente de trabalho, em que prepondere um clima de harmonia, disciplina e respeito entre todos os integrantes da comunidade acadêmica da FIT (funcionários administrativos, estudantes, professores e equipe pedagógica)? Apresento as principais diretrizes da FIT para a execução do trabalho dos coordenadores, visando criar procedimentos comuns a todos os cursos, ressalvadas suas diferenças inerentes? Busco promover a integração entre os coordenadores? Promovo reuniões periódicas? Confiro autonomia para o coordenador desenvolver o seu trabalho? Costumo consultar aos coordenadores e solicitar sugestões antes das tomadas de decisões? Supervisiono (discretamente) o comportamento de alunos e professores e busco informar aos coordenadores sempre que algo me chama a atenção, para que o Coordenador possa tomar as devidas providências? Verifico junto aos coordenadores a entrega dos Planos de Aula e RA de seus professores? Busco manter-me informado sobre o andamento dos cursos, desempenho dos professores e dificuldades cotidianas? Analiso junto aos coordenadores as necessidades de contratação e/ou demissão de professores para encaminhar sugestões à Mantenedora? Acompanho o comportamento dos professores em relação à assiduidade, pontualidade e postura? Busco divulgar, respeitar, aplicar, orientar e zelar pelo cumprimento das diretrizes recebidas da Mantenedora? Apresento à Mantenedora as necessidades de cada curso (informadas pelos coordenadores) e trago um feedback? Apresento aos coordenadores as limitações orçamentárias informadas pela Mantenedora para que todos possam fazer as adequações necessárias para a execução de suas atividades? Contribuo para evitar e/ou resolver conflitos? 4 3 2 CONDIÇÕES DE OFERTA DO CURSO NA VISÃO DO DIRETOR (Atribua para cada turma conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) Questões 9 8 7 6 5 4 3 2 1 1 O ambiente físico da sala de aula (móveis, espaço, iluminação, ventilação) favorece o processo de ensino e aprendizagem? Os laboratórios são apropriados às necessidades da formação profissional do acadêmico?. Os recursos auxiliares para as aulas (datashow, retro projetor, TV, vídeo, DVD etc.) atendem às necessidades do curso? A quantidade de títulos existentes na biblioteca atende às necessidades do curso? A quantidade de volumes por títulos existentes na biblioteca atende às necessidades do curso? A quantidade de periódicos existentes na biblioteca atende às necessidades do curso? Os serviços de internet disponibilizados pela instituição atendem às necessidades acadêmicas? Os serviços terceirizados da foto copiadora oferecem um trabalho de qualidade? Os serviços terceirizados da lanchonete oferecem um trabalho de qualidade? AVALIAÇÃO DAS TURMAS PELO DIRETOR (Atribua para cada turma conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) Questões 9 8 7 6 5 4 3 2 Freqüenta diariamente as aulas? Cumpre os horários das aulas? Complementa seus estudos com leituras extra-classe? Realiza as atividades solicitadas nas disciplinas? Participa ativamente das aulas? Participa das atividades complementares promovidas pelo curso (palestras, seminários, simpósios etc.)? Mantém postura adequada em sala de aula (disciplinada, atenta, respeitosa e participativa), colaborando para o bom andamento das atividades propostas? 1 DESEMPENHO DOS PROFESSORES NA VISÃO DO DIRETOR (Atribua para cada professor(a) conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo) Questões Possui sólido conhecimento da disciplina que leciona? Apresenta seqüência e organização nas aulas? Discute, no início do semestre letivo, o Plano de Ensino da disciplina e apresenta o RA (cronograma detalhado das aulas)? Desenvolve o conteúdo da disciplina relacionando-o à prática? Mantém um bom relacionamento com a turma? Estimula a participação dos alunos nas aulas? Desenvolve aulas dinâmicas e faz uso de diferentes metodologias e técnicas de ensino? Utiliza instrumentos diversificados para avaliação da aprendizagem (provas, trabalhos, pesquisas etc.), apresentando os critérios que serão avaliados? Analisa, com os alunos, os resultados da avaliação da aprendizagem? Relaciona a disciplina com o projeto pedagógico do curso? Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à formação dos alunos? Incentiva a participação do aluno em projetos de pesquisa e de extensão à comunidade? Prof Prof Prof Prof Prof Prof Prof Prof Prof Busca contribuir para a construção de um bom ambiente de trabalho, em que prepondere um clima de harmonia, disciplina e respeito entre todos os integrantes da comunidade acadêmica da FIT (funcionários administrativos, estudantes, professores e equipe pedagógica)? Contribui para evitar e/ou resolver conflitos? DESEMPENHO DO COORDENADOR NA VISÃO DO DIRETOR (Atribua para cada coordenador (a) conceitos de 1 a 9, lembrando que 9 = conceito máximo e 1 = conceito mínimo). Questões C/I C/II C/III C/IV C/V C/VI C/VII C/VIII Mantém um bom relacionamento com os alunos? Mantém um bom atendimento aos alunos (orienta, tira dúvidas e busca auxiliar na resolução de problemas)? Busca promover uma aproximação dos alunos com o mercado de trabalho? Estimula os alunos a apreciarem o curso e busca mantê-los informados acerca da importância da profissão e de sua função social? Apresenta uma postura ética, servindo como exemplo à formação dos alunos? Incentiva a participação dos alunos em projetos de pesquisa, extensão à comunidade e/ou em atividades complementares? Busca promover estágios ou monitorias voluntárias? Mantém um bom relacionamento com os professores? Mantém um bom atendimento aos professores (orienta, tira dúvidas e busca auxiliar na resolução de problemas)? Encaminha as principais diretrizes da FIT para a execução do trabalho docente? Busca promover a integração de disciplinas e professores? Promove reuniões periódicas? Busca analisar o projeto pedagógico do curso nas reuniões de Colegiado? Mantém a Direção informada acerca do andamento do curso, das principais atividades desenvolvidas e dos problemas encontrados no dia-a-dia que podem prejudicar o bom andamento do curso? Supervisiona o comportamento dos alunos internamente e externamente nas atividades programadas pela FIT? Verifica a entrega dos Planos de Aula e RA? Analisa e discute com os professores os Planos de Aula e RA (conteúdo e organização), aprovando-os no Colegiado do Curso? Verifica o cumprimento dos Planos de Aula e RA? Sugere contratação e/ou demissão de professores com base em argumentações bem fundamentadas? Avalia permanentemente o trabalho desenvolvido pelos professores em sala de aula? Avalia permanentemente a postura do professor e seu empenho para a manutenção da disciplina em sala de aula? Acompanha o comportamento dos professores em relação à assiduidade e pontualidade? Busca estabelecer parcerias e intercâmbios com outras instituições? Busca implementar atividades extracurriculares, complementares e de pesquisa? Busca participar de congressos, palestras, seminários etc. cujos temas sejam de interesse do curso e/ou da FIT? Busca divulgar, respeitar, aplicar, orientar e zelar pelo cumprimento das diretrizes recebidas da Direção e/ou da Mantenedora? Contribui para evitar e/ou resolver conflitos? Formas de participação da comunidade acadêmica, técnica e administrativa, incluindo a atuação da Comissão Própria de Avaliação – CPA, em conformidade com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES Formas de Participação do Corpo Discente na Avaliação Institucional Cada classe indicará dois estudantes (um representante de classe e um suplente) para representá-la na Coordenação em todo e qualquer assunto que vise o interesse do grupo e/ou a melhoria do curso. O representante de classe deve ser porta-voz das dificuldades e solicitações coletivas dos colegas e participará do processo de discussão dos resultados da Avaliação Institucional. Para estimular o corpo discente a responder aos instrumentos utilizados para a Avaliação Institucional, todos os semestres serão realizados trabalhos de conscientização junto aos estudantes, nas chamadas Semanas de Estudos de todos os cursos. Durante tais eventos, será esclarecido que o projeto de Avaliação Institucional visa, acima de tudo, fazer com que o estudante da Faculdade Integração Tietê passe a ocupar o lugar de parceiro, de sujeito do seu processo de aprendizagem, por meio de iniciativas organizadas e de cunho coletivo como essa. Com o trabalho de conscientização espera-se atingir o objetivo de mostrar a relevância e seriedade da Avaliação Institucional, de tal forma que o estudante responda ao questionário de forma construtiva e responsável. Formas de Participação do Corpo Docente na Avaliação Institucional Além da participação direta, respondendo aos questionários e dos professores membros da CPA – Comissão Própria de Avaliação, todo Colegiado de Curso deverá eleger dois professores (um titular e um suplente) para acompanhar os trabalhos da CPA e manter os demais professores atualizados dos resultados alcançados em cada etapa da Avaliação Institucional. Formas de Participação do Corpo Técnico-Administrativo na Avaliação Institucional Além da participação direta, respondendo aos questionários e dos profissionais técnicoadministrativos que compõem a CPA – Comissão Própria de Avaliação, todo Setor de Apoio deverá eleger dois profissionais (um titular e um suplente) para acompanhar os trabalhos da CPA e manter os demais colegas atualizados dos resultados alcançados em cada etapa da Avaliação Institucional. 6.3. Formas de utilização dos resultados das avaliações Relatórios O desenvolvimento do processo de Avaliação Institucional dos cursos de Graduação é consubstanciado nos seguintes relatórios básicos: - relatório sintético de diagnóstico, a partir do exame da realidade nas diferentes unidades, como diretorias, departamentos, segmentos e serviços; - relatório de consolidação dos resultados da Avaliação Interna e da Avaliação Externa; - relatório sintético da Avaliação Institucional; - relatório financeiro; e - relatório final do Processo de Avaliação Institucional. Divulgação Os resultados parciais e finais, sob a forma de relatórios conclusivos, são objeto de divulgação plena, tanto para a comunidade interna como para a comunidade externa ou órgãos oficiais de Governo, sempre que for o caso, observada a questão da pertinência ou conveniência, quer no seu conteúdo integral, ou sob a forma de artigos sobre temas específicos publicados de modo próprio, ou em revista ou periódicos especializados, a critério da Comissão de Avaliação Institucional e da Administração Superior da FIT. Realimentação As conclusões finais do processo de avaliação de natureza institucional serão utilizadas tanto para alimentação permanente do processo de tomada de decisão, quanto para avaliar e realimentar o próprio processo de Avaliação Institucional. A FIT, reafirmando seus compromissos permanentes com a qualidade do ensino que pretende oferecer e com a comunidade a que buscará servir, fará da Avaliação Institucional uma atividade permanente. Auto-Avaliação da Faculdade Integração Tietê Na prática, a avaliação ganhará uma forma de ciclo de tal maneira que os resultados alcançados com a avaliação da aprendizagem, a avaliação de curso e a avaliação institucional de caráter interno e de caráter externo, somadas à meta-avaliação permitirão a formulação de diagnósticos confiáveis e um aperfeiçoamento constante do PDI e dos Projetos Pedagógicos dos cursos oferecidos. A avaliação da aprendizagem, por exemplo, colocará à disposição um conjunto de procedimentos formalmente estabelecidos e incorporados pelos discentes e docentes. A Avaliação Institucional Interna ou Auto-Avaliação possuirá um instrumento de coleta de materiais e de ensaios que permitirão seu aperfeiçoamento na direção da conquista de maiores níveis de aprofundamento e ampliação. Por isso, espera-se que o material resultante da avaliação permitirá à comunidade acadêmica uma visão de conjunto segura da Faculdade Integração Tietê, da gestão, dos processos, das ações administrativas e pedagógicas e dos resultados conquistados. Enfim, os resultados alcançados no conjunto da Avaliação Institucional (Interna, Externa e Meta-Avaliação) servirão para aperfeiçoar todo o processo de avaliação existente na Faculdade Integração Tietê. Dessa forma, buscar-se-á um aperfeiçoamento contínuo do discurso e das ações que traduzem a preocupação com a qualidade educacional.