Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
1. INTRODUÇÃO
O Projeto Político-Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção da Faculdade de Administração
de Campo Belo envolve questões que ultrapassam os limites da nossa Faculdade e que trazem implícita a
visão do homem, de mundo e do próprio curso. Portanto, é indispensável, antes de sua reestruturação, ter
claras as Diretrizes da Instituição, tanto políticas, social e econômica e seus objetivos.
Esta discussão é necessária porque o projeto pedagógico deve planejar o impacto de decisões
tomadas hoje e basear-se em expectativas para o futuro, estando constituído de propósitos e meios de ações
que trazem consigo um compromisso com pessoas, tecnologia e sistemas.
A atual reestruturação do mundo do trabalho, com a diminuição dos postos regulares exige
qualificação para a conquista e a preservação de um espaço próprio de trabalho e a iniciativa para gerar a
própria renda. O conceito de formação supera a antiga formação para tarefas restritas, supondo um fluxo de
conhecimentos e habilidades a embasar práticas de trabalho. O engenheiro de produção deve estar apto a
interagir com as mudanças técnicas sucessivas e adotar um agir mais crítico e criativo.
O curso de Engenharia de Produção da FACAMP procura manter um olhar sobre a atual realidade da
globalização dos negócios, assumindo uma visão prospectiva, com a incorporação de tecnologias inovadoras,
estímulo à flexibilização da produção e a interação entre os setores. A época atual demanda a redefinição dos
papéis desempenhados pelos diversos setores sociais, inclusive no marco das realidades trabalhistas sob a
ótica da valorização da cidadania.
O Curso de Engenharia de Produção da FACAMP não se restringe simplesmente transmitir
conhecimentos e informações. Procura formar, de um lado, sólidas competências e, de outro, preparar o
estudante para responder aos desafios de uma sociedade em rápida e constante mutação, especialmente no
mercado de trabalho e nas condições de exercício da profissão.
Visa a garantir aos acadêmicos uma sólida formação técnico-profissional aliada a uma indispensável
formação humanística. Entende-se que não basta assegurar o eficiente desempenho profissional, mas também
credenciar cada aluno a enfrentar os desafios que a sociedade moderna, extremamente dinâmica e mutante,
apresenta a cada momento.
A formação do engenheiro de produção deve proporcionar-lhe uma visão global da realidade que o
cerca, nos seus aspectos sociais, políticos e econômicos, aliada a uma clara compreensão das dimensões
técnicas e legais envolvidas. No entanto, para que essa formação seja completa, o curso está assentado nos
pressupostos éticos e morais que constituem a base do julgamento crítico do engenheiro de produção.
Tratando-se de preparar os alunos para administrar o processo de desenvolvimento do país no futuro,
o curso estimula a busca de novos conhecimentos para fazer frente aos desafios emergentes. Deste modo, a
aliança entre a competência técnica e a formação humanística permite que, como engenheiro de produção
possa, tanto na área pública quanto privada, tomar decisões que resultem em melhoria de qualidade de vida,
em diminuição de discrepância sociais, em aproveitamento completo dos recursos, de tal forma que o país
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possa ser competitivo em termos mundiais.
A nova realidade e suas exigências levam a uma mudança de perspectiva da formação, com foco no
profissional e apoio logístico, procurando que, desde o início do curso, a instrumentalização técnica esteja
aliada ao desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes específicas ao novo perfil do engenheiro
de produção.
Assim, apresenta-se uma proposta de projeto pedagógico a ser discutida e sempre em transformação,
de acordo com as necessidades econômicas que vêm reivindicando um novo perfil de engenheiro de
produção.
Características antes marginais, hoje são requisitos indispensáveis do novo profissional:
Capacidade de raciocínio abstrato, de autogerenciamento, de assimilação de novas informações;
compreensão das bases técnico-científicas, sociais e econômicas da produção; aquisição de habilidades de
natureza conceitual e operacional; flexibilidade intelectual para responder os desafios emergentes, entre
outras. Nas empresas, verifica-se que a qualidade intelectual mais valorizada passa a ser a capacidade de
entender e de se comunicar com a realidade ambiente.
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2. APRESENTAÇÃO
Este projeto pedagógico foi elaborado de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (Resolução nº4, de 3 de julho de 2005), com base em relatórios e orientações da Câmara de
Educação Superior do Conselho Nacional de Educação.
As propostas inseridas neste projeto encontram se em consonância com as orientações a serem
observadas pela SESU/MEC na elaboração das Diretrizes Curriculares, uma vez que:
 preocupam se com a qualidade do Curso de Graduação de maneira a permitir o atendimento das
contínuas modificações do mercado de trabalho;
 alertam sobre a necessidade da formação de um profissional generalista que irá buscar na Educação
Continuada conhecimentos específicos e especializada;
 apontam a necessidade de desenvolvimento e aquisição de novas habilidades para além do
ferramental técnico da profissão;
 sugerem que as atividades de extensão desenvolvam de forma prática, quantificando os valores na
formação do graduando;
 valorizem as atividades extra-muros, pleiteando para elas valores a serem verificados, na formação
do graduando;
 ressaltam a necessidade de adaptação do currículo às novas realidades que se apresentam ao ensino,
passando estas adaptações inclusive pela criação de novas disciplinas ou modificação das cargas
horárias já existentes.
Desta forma, acredita se estar contribuindo para modernização da formação do profissional de
Engenharia de Produção da FACAMP, atendendo ao princípio de flexibilização curricular proposto nas
Diretrizes Curriculares Nacionais e pelo Ministério da Educação.
O planejamento curricular é um processo permanente e deve ser revisto periodicamente com
base nos dados da FACULDADE, bem como do mercado.
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3. INSTITUIÇÃO
3.1 Histórico da instituição
A Faculdade de Administração de Campo Belo (FACAMP), mantida pelo Centro Mineiro do
Ensino Superior teve seu funcionamento autorizado pela Portaria Ministerial 2157/2001 de 1º de
outubro de 2001, publicada no Diário oficial de 02 de outubro de 2001 com o curso de Administração Habilitações em Administração de Empresas e Administração Agroindustrial e iniciou suas atividades
em fevereiro de 2002.
Os cursos de Administração de Empresas e Agroindustrial são reconhecidos pela portaria 856
de 01/11/2006, publicada no Diário Oficial da União em 06/11/2006. A partir de janeiro de 2007,
passou a ser oferecido o curso de Administração, sem as habilitações em cumprimento às novas
diretrizes nacionais do curso de Administração. Em outubro de 2010 foi autorizado o funcionamento do
Curso de Ciências Contábeis, através da Portaria No- 1.606, de 07 de outubro de 2010, publicado no
DOU em 8 de outubro de 2010. Em dezembro de 2010 foi autorizado o curso de Engenharia de
Produção, através da Portaria 2.255, de 8 de dezembro de 2010. Em 02 de agosto de 2011, foi
autorizado o curso de Pedagogia, através da portaria nº 319.
A avaliação da Instituição passou a ser realizada a partir de outubro de 2004, por uma Comissão
nomeada para tal fim, após determinação constante da Portaria Ministerial nº /2004 , publicada no
Diário Oficial da União de 14 de maio de 2004, onde foi estabelecido que as IES deveriam nomear por
ato interno e publicado em um órgão de veiculação a constituição de Comissão Permanente de
Avaliação -CPA-, que procederia de maneira específica às avaliações da Instituição. A CPA foi criada
através da Ordem de Serviço nº 01/2004 e publicada no jornal local.
3.2 Identificação da Instituição e da Mantenedora
MANTENEDORA
Nome:Centro Mineiro do Ensino Superior
Condição jurídica: sociedade civil sem fins lucrativos CNPJ: 03683973/0001-60
Endereço:Rua Projetada s/n Bairro dos Arnaldos
Cidade:Campo Belo
Estado: Minas Gerais
CEP:37 270.000
Fone(035) 3832 7855
FAX: (035) 38326376
e-mail:[email protected]
MANTIDA
Nome: Faculdade de Administração de Campo Belo
Cursos: Administração /Ciências Contábeis/Engenharia de Produção
Localização: Rua Projetada, s/n – Arnaldos – Campo Belo/MG
E-mail: [email protected]
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DIRIGENTE PRINCIPAL DA INSTIUIÇÃO
Nome: Ana Maria Almeida
Endereço residencial: Rua Juca Barbosa, 122, vila Etna
Fone: (35) 3832 4718
Fax: (35) 38326376
E-mail: [email protected]
NOME DO COORDENADOR DO CURSO ADMINISTRAÇÃO
Nome:Ana Adalgisa Simão
Endereço residencial : Ru Campo Grande, 20
Fone celular: 35 9807 5463
Fax: (35) 3832 6376
e-mail:[email protected]
TITULAÇÃO E REGIME DE TRABALHO Titulação
DO COORDENADOR DO CURSO
( ) Graduação
(
( x ) Mestrado
) Especialização
( ) Doutorado
Regime de Trabalho
( ) Parcial
( x ) Integral
NOME DO COORDENADOR DO CURSO CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Nome: Roney Felicio Barroso Silva
Endereço residencial : Avenida Sete de Setembro 53, Centro
Fone: 35 9833 1045
Fax: (35) 3832 6376
e-mail:[email protected]
TITULAÇÃO E REGIME DE TRABALHO Titulação
DO COORDENADOR DO CURSO
( ) Graduação
( ) Mestrado
( x ) Especialização
( ) Doutorado
Regime de Trabalho
( ) Parcial
( x ) Integral
NOME DO COORDENADOR DO CURSO ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Nome: Rodrigo Bahia Paiva
Endereço residencial : Rua Joaquim Rios, 41/102 Centro
Fone: (35) 9827 1131
Fax: (35) 3832 6376
e-mail:[email protected]
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TITULAÇÃO E REGIME DE TRABALHO Titulação
DO COORDENADOR DO CURSO
( ) Graduação
( x ) Mestrado
(
) Especialização
( ) Doutorado
Regime de Trabalho
( ) Parcial
( x ) Integral
NOME DO COORDENADOR DO CURSO PEDAGOGIA
Nome: Adriano Kerver de Sousa
Endereço residencial: Rua Manaus, 26
Fone: 35 9110 5405
Fax: (35) 3832 6376
e-mail: [email protected]
TITULAÇÃO E REGIME DE TRABALHO Titulação
DO COORDENADOR DO CURSO
( ) Graduação
( ) Mestrado
( x ) Especialização
( ) Doutorado
Regime de Trabalho
( ) Parcial
( x ) Integral
3.3 Dados básicos dos dirigentes principais da Instituição Mantida
Nome: Ana Maria Almeida
Cargo: Diretora geral
Formação: Pedagoga
Titulação: Pós Graduada em Psicopedagogia
Experiência acadêmica: Magistério das séries iniciais de 1965 a 1968
Experiência profissional: Funcionária da Secretaria de Estado da Educação de 1968 a 1971 Funcionária do
Conselho Estadual de Educação de 1971 a 1994, ocupando cargo de Assessoria a partir de 1985 até 1994.
Nome: Ana Paula Almeida Chaves
Cargo: Diretora Administrativa Financeira
Formação: Administração
Titulação: Especialista em Gestão Financeira
Experiência acadêmica: Diretora administrativa desde 2010.
Nome: Juliana Almeida Chaves
Cargo: Assessora Jurídica
Formação: Direito
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Titulação: Mestranda em Administração
Experiência acadêmica: assessora desde 2005.
Nome: Ana Adalgisa Simão
Cargo: Diretora pedagógica
Formação: Administração
Titulação: Mestre em Administração
Experiência acadêmica: professora ensino superior desde 2004, coordenadora de curso desde 2005 e
diretora pedagógica desde 2010.
3.4 Registro civil
A entidade tem sua Ata de Criação do Centro Mineiro do Ensino Superior registrado sob o
número 614, do livro A3, em 10 de março de 2000, no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas da
Comarca de Campo Belo.
3.5 Missão da instituição
A Instituição tem por missão promover o ensino de forma eficiente, com grau de qualidade
necessária ao bom desempenho das futuras atividades profissionais, para que de forma competente e
ética, possa desenvolver seus projetos de vida como cidadãos conscientes dos seus direitos, deveres e
responsabilidades, fortalecendo os ideais de democracia e liberdade.
3.6 Finalidades
A Instituição tem por finalidade:
 A promoção de excelência acadêmica nas ciências gerenciais e educacionais;
 O respeito à diversidade intelectual, institucional e política;
 A gestão democrática, transparente e descentralizada;
 A valorização e promoção de desenvolvimento de pessoas e
 O compromisso com a democracia e a justiça social.
3.7 Objetivos da instituição
3.7.1 Gerais
 Buscar a excelência no ensino;
 Aperfeiçoar profissionais para que alcancem sucesso contínuo no mercado competitivo, estimulando
o empreendedorismo nos alunos de todos os cursos;
 Otimizar a extensão como prática universitária integradora do ensino com a comunidade;
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 Difundir a cultura em suas diferentes manifestações;
 Contribuir para a educação e preservação ambiental em parceria com os órgãos públicos, empresas
privadas, ONG's, voltadas para a melhoria da qualidade de vida e
 Aprimorar a prestação de serviços educacionais, atualizando permanentemente os talentos humanos
da instituição e promover, interna e externamente, a imagem e a visibilidade institucional.
3.7.2
Específicos
A instituição tem ainda como objetivos básicos:
 Ampliar o papel da FACAMP no desenvolvimento social e econômico local e regional;
 Ampliar o espaço de interlocução da FACAMP com a sociedade particularmente nos campos
empresariais e educacionais, dirigindo suas funções acadêmicas de ensino e extensão para o
atendimento a demandas sociais;
 Estabelecer parcerias com empresas e organizações da sociedade civil, para o desenvolvimento de
programas de interesse mútuo e de impacto social;
 Otimizar os recursos infra-estruturais, materiais e financeiros, implementando estratégias para
utilização plena da capacidade instalada da FACAMP;
 Política de desenvolvimento de pessoas que considere a essencialidade dos trabalhadores técnicoadministrativos e docentes para o cumprimento das atividades-fim da instituição da instituição;
 Políticas acadêmicas de integração do ensino e extensão através de programas que envolvam, de
forma indissociável, a produção e a socialização do conhecimento à formação dos alunos;
 Melhoria constante da qualidade do ensino na FACAMP, em todos os níveis e
 Ampliar e diversificar as atividades de ensino na FACAMP, em níveis de graduação, de pósgraduação e/ou de extensão, com a oferta de cursos e mini cursos e realização de atividades
culturais, esportivas e de lazer.
3.8 Metas para atingir os objetivos
3.8.1 Graduação
Para o ensino de graduação, as metas foram estruturadas em função dos seguintes projetos:
 Reformulação curricular constante;
 Avaliação contínua do ensino de graduação;
 Qualificação de recursos humanos que atuam na graduação;
 Aperfeiçoamento constante do processo de planejamento acadêmico;
 Otimização do sistema de informações acadêmicas;
 Apoio à melhoria da qualidade do ensino de graduação;
 Incrementação constante dos processos de informação acadêmica;
 Capacitação do corpo docente para o ensino de pós-graduação e
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 Capacitação docente continuada e aumento do percentual de docentes titulados.
3.8.2 Pós-graduação
A instituição oferece cursos de Pós graduação Lato Sensu presenciais (Gestão de pessoas,
Gestão financeira e Gestão Esportiva) nos quais já possui alguns egressos. Os cursos são oferecidos
conforme a demanda e a relação com os cursos de graduação ofertados pela instituição.
Além desses cursos, para o ensino de pós-graduação são metas a serem alcançadas:
• Criação de novos cursos de pós graduação na modalidade a distância mantendo a mesma qualidade
de ensino, aumentando sua abrangência regional e mantendo a acessibilidade financeira.
AÇÕES
2014
1ºS
Solicitação
2ºS
de
credenciamento
para
2015
cursos
1ºS
2016
2ºS
1ºS
2017
2ºS
2018
1ºS
2ºS
1ºS
2ºS
X
EAD
de
pós
graduação
Criação
de
novos
cursos
de
pós
X
X
graduação Lato Sensu
na modalidade EAD.
Tipo
Modalidade
(Lato sensu,
(presencial/ ead)
Nome do Curso
Ano
Vagas
pretendido
(anual)
Carga horária
stricto sensu)
Lato sensu
Distância
Gestão Ambiental
2016
90
400
Lato sensu
Distância
Gestão Financeira
2016
90
400
Lato sensu
Distância
Psicopedagogia institucional
2016
90
400
Lato sensu
Distância
Inclusão escolar e necessidades 2017
90
400
especiais
Lato sensu
Distância
Segurança do trabalho
2016
90
400
Lato sensu
Distância
Gestão de Projetos
2017
90
400
3.9 Área de Abrangências
A Faculdade de Administração de Campo Belo, localiza-se na região sudoeste, possuindo como
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municípios vizinhos de referência as cidades de Lavras, Perdões, e Formiga. Abrange a clientela dos
seguintes municípios:
 Aguanil;
 Cana Verde;
 Cristais;
 Santana do Jacaré;
 Camacho;
 Candeias e
 Perdões.
A instituição busca uma interação junto com o município e região por meio da realização de:
 cursos de graduação que se aliam a formação esperada para os profissionais em empresas, comércios
e indústrias locais e regionais;
 cursos de pós graduação em área de demanda pelas empresas, comércio e industriais locais;
 cursos de extensão oferecidos aos alunos e a comunidade externa, mediante levantamento da
necessidade de formação e/ou aperfeiçoamento profissional dos mesmos;
 realização de seminários com intuito de melhor informar a comunidade acadêmica e externa sobre as
mudanças e inovações do mercado de trabalho e da sociedade da maneira geral;
 realização de palestras de caráter informativo quanto a formação do administrador e do acadêmico
 realização de cursos de capacitação conforme demanda local e regional e
 realização de projetos sociais a partir da identificação das necessidades locais.
Minas Gerais é uma das 27 unidades federativas do Brasil, localizada na Região Sudeste do
país, limitando-se com os estados de São Paulo a sul e sudeste, Rio de Janeiro a sudeste, Mato Grosso
do Sul a oeste, Goiás e Distrito Federal a noroeste, Bahia (a norte e nordeste) e Espírito Santo a norte e
leste. A área do estado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 586
522,122 km² e equivale a 6,89% do território brasileiro, sendo o quanto maior estado em tamanho
territorial, dos quais2 525,8 km² estão em perímetro urbano. A distância linear entre os pontos extremos
estaduais é de 1 248 km no sentido leste–oeste e 986 no sentido norte–sul.
Minas Gerais é o segundo estado mais populoso do Brasil, com uma população estimada de
cerca de 20,59 milhões de habitantes em 2013. O Estado de Minas Gerais tem um número expressivo de
municípios (853), com os quais distribui as responsabilidades sócio-econômico-político-administrativas.
A densidade demográfica do estado é de 33,41 habitantes por quilômetro quadrado. A região
central do estado, em especial a região metropolitana de Belo Horizonte, é a mais populosa e a que
apresenta maior crescimento populacional em todo o estado. Logo a seguir encontram-se as regiões do
Alto Parnaíba, Centro-Oeste, Sul e Triângulo. A população mineira era composta em 2012 por 49,2% de
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homens e 50,8% de mulheres. A taxa de fecundidade em 2012, ou seja, a quantidade média de filhos
que uma mulher teria em média é de 1,7, pouco abaixo da média nacional que é 1,8. A mortalidade
infantil no mesmo ano, por sua vez, ficou em 13,2 mortes por mil nascidos vivos, também abaixo da
média brasileira de 15,7 mortes. Por fim, a esperança de vida ao nascer em Minas ficou em torno de 76
anos, sendo que para as mulheres esta expectativa é de 79 anos e para os homens é de aproximadamente
73 anos.
No município de Campo Belo, onde localiza se a faculdade, a economia é variada. Campo Belo
vem se destacando nos últimos anos como um polo de indústrias têxteis, contando com várias empresas
deste setor. Na agricultura destacam-se café, milho, feijão e o arroz, na pecuária praticamente todos os
produtos derivados do gado tem grande expressão tais como o leite (laticínios), carne (frigoríficos) e
couro (curtumes). A indústria de base e o ramo da mineração são outros segmentos de destaque sendo
que este último deve-se à presença de granitos, argilas e calcário. A indústria cerâmica também tem
presença importante na economia. O setor de serviços é bastante diversificado, com grandes lojas, redes
de eletrodomésticos, panificadoras, colégios e faculdades. Maiores informações podem ser encontradas
nas páginas da prefeitura do município. Está localizada a margem direita do Rio Grande, o município
abrange uma área de 531 quilômetros quadrados e possui cerca de 60.000 habitantes.
Na área de saúde possui 2 hospitais (incluindo CTI), clínicas, tomografia computadorizada,
farmácias e várias unidades do programa saúde da família.
Campo Belo apresenta:
 O melhor aterro sanitário dentre os municípios próximos ao lago de Furnas, e ainda com coleta
seletiva de lixo feita por uma cooperativa;
 Aeroporto com pista asfaltada;
 Rodoviária de arquitetura moderna e
 Diversas praças e quadras públicas.
A educação conta além da rede municipal e estadual, com escolas particulares e três instituições
de ensino superior: A Unifenas (Universidade José do Rosário Vellano), o CEMES - Centro Mineiro de
Ensino Superior com cursos que abrangem várias áreas do conhecimento. O município possui uma
população instruída o que facilita a implantação de novas empresas pela e pela mão de obra qualificada.
Possui uma Fundação Casa da Cultura de Campo Belo, na Praça Rui Barbosa onde há diversos cursos
na área da cultura. A Superintendência Regional de Ensino de Campo Belo, situada na entrada do
município, abrange doze municípios a ela jurisdicionados.
Possui 21 escolas do sistema municipal e estadual de ensino, sendo 06 Escolas Municipais
Urbanas, 5 Escolas Municipais Rurais, 4 Centros Educacionais Infantis, 6 escolas estaduais de 1º grau e
1 de 2º grau, 3 colégios particulares de 1º e 2º grau e 2 centros técnicos.
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4. CONCEPÇÃO DO CURSO
4.1 Características, criação do curso e justificativa.
Data de início de funcionamento: 2011
N° de vagas oferecidas no vestibular: 90 anuais
Regime de matrícula: seriado em bloco
Regime do curso: semestral
Turno de funcionamento: noturno
Carga Horária total do Curso: 4128 horas
Integralização da carga horária do curso:
Mínimo: 5 (cinco) anos letivos
Máximo: 10 (dez) anos letivos
A proposta do Curso de Engenharia de Produção e dispor no mercado de trabalho de
profissionais que tenham conhecimentos, técnicas e informações sobre as questões macro e
microeconômicas do mercado para que, assim, possam engendrar soluções que conduzam as
organizações a maiores níveis de competitividade.
O Projeto Pedagógico do Curso foi concebido com uma visão abrangente do resultado
esperado, do relacionamento da comunidade acadêmica com o meio ambiente, incluindo as
instituições, organizações, empresas e demais entes da sociedade. O curso precisa responder não
somente as necessidades do mercado de trabalho, mas também proporcionar a mudança de enfoque
que ora vem ocorrendo nas atividades empresariais, cuja solução das variáveis requeridas passam,
compulsoriamente, pela área do engenhar, criar soluções, manifestar inteligência.
O que se pretende é contribuir para uma eficaz formação intelectual que estimule o senso
crítico e a mente analítica. O que se procura é o estabelecimento de objetivos, conteúdos e
metodologias, além do embasamento técnico e científico que permita aos alunos a inserção num
processo de aprendizagem permanente.
Este processo trará o auto desenvolvimento, a capacidade de absorver, processar, adequar e,
principalmente, inovar os conhecimentos requeridos pelas exigências das hipóteses relativas aos
negócios com as organizações do mundo moderno: suas habilidades, missões e competências.
Busca-se uma Engenharia de Produção com uma abordagem diferente das engenharias
tradicionais no seu escopo. Enquanto estas se fundam sobre áreas de conhecimento diretamente
assentadas nas ciências da natureza, como mecânica, elétrica ou metalurgia, esta estabelece desde o
início um vínculo forte com as ciências humanas, com o homem na complexidade do seu "produzir",
sem perder, no entanto, o seu vínculo tecnológico que garante a Engenharia de Produção atuar nas
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interfaces da Tecnologia com a Administração, a Economia, a Psicologia Industrial, a Matemática
Aplicada, a Computação e outras disciplinas de que se utiliza.
Desta forma, compreende-se que o profissional da Engenharia de Produção, dadas as
características da era do conhecimento, ou pós industrial, com a sua formação orientada para a gestão
de sistemas produtivos, seja o engenheiro com maior potencialidade para agregar competitividade aos
sistemas produtivos nacionais.
4.2 Formas de acesso ao curso
Atualmente existem distintas formas de ingresso na instituição, sendo apresentadas a seguir:
 Vestibular - é o processo seletivo tradicionalmente utilizado para ingresso no ensino superior
brasileiro. Compreende provas que deverão cobrir os conteúdos das disciplinas cursadas no ensino
médio, uma língua estrangeira moderna (inglês) e uma prova de redação. Os alunos são convocados
através de edital e os exames podem ser realizados pela própria IES ou por instituição especializada
em realização de concursos ou processos seletivos.
 ENEM - é o Exame Nacional do Ensino Médio, realizado pelo INEP, ao qual os alunos concluintes
ou egressos do ensino médio poderão submeter-se voluntariamente. Cobre o conteúdo estudado em
todo o ensino médio, através de questões objetivas que procuram integrar as várias disciplinas do
currículo escolar e de uma redação, tentando identificar processos de reflexão e habilidades
intelectuais adquiridos pelos alunos.
 Exame curricular do histórico escolar seguido de redação: o candidato deverá solicitar o ingresso
por meio da análise de seu histórico escolar do segundo grau. Após aprovado nesta etapa, é
convidado a realizar uma prova de redação sobre tema relacionado a assuntos da atualidade.
 Obtenção de novo título: quando o candidato já possui curso superior e apresenta seu diploma
juntamente com o histórico e planos de aula para que seja possível a análise de aproveitamento das
disciplinas já cursadas.
 Transferência: quando o aluno solicita entrada na faculdade, por meio de transferência solicitada
em outra instituição que já cursava algum curso superior, onde será realizada análise de
aproveitamento das disciplinas já cursadas.
4.3 Missão e Finalidade do curso
O curso tem a missão de formar, não só de engenheiros de produção, mas também de cidadãos
cônscios de suas responsabilidades e deveres sociais. O curso de Engenharia de Produção, forma
profissionais para o 3º milênio e para a concepção de seu projeto pedagógico foram consideradas,
além das exigências legais, as mudanças que caracterizam as novas sociedades e que já chegaram às
empresas e ao mercado de trabalho. Tais mudanças podem ser assim sintetizadas: transformações nas
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
formas de fazer negócios, desenvolvimento tecnológico que dita as regras de gestão e do marketing,
abertura brasileira ao mercado global, novo foco das empresas no consumidor, novas arquiteturas
organizacionais, modificações no sistema de trabalho.
As peculiaridades notadas entre o passado e o presente no ambiente das empresas estão
evidenciadas no passado com mudanças graduais, alto grau de previsibilidade, negócios locais, menor
concorrência e fidelidade do consumidor. Na estrutura e no foco das empresas do passado notava-se a
estrutura patriarcal centralizada e o foco no produto e nos processos de produção, hoje predomina a
estrutura focada no cliente.
Tendo por base esse cenário, a Faculdade de Administração de Campo Belo se preocupa em
elaborar um projeto pedagógico, que privilegie a formação profissional generalista e polivalente, com
competências e habilidades que permitam atender às características deste cenário sempre atento ás
mudanças organizacionais e ambientais e com valores cidadãos bem definidos.
4.3.1 Justificativa
O crescimento rápido da complexidade das organizações e de suas relações com o mundo
exterior causou um aumento na demanda por diversos sistemas e métodos de tomada de decisão nos
planos estratégico e operacional cujo desenvolvimento, em todo o mundo, está associado à área de
Engenharia de Produção. As aplicações dos métodos de Engenharia de Produção são hoje
mundialmente reconhecidas como fundamentais para o sucesso competitivo das organizações, tendo
sido constantemente mencionadas como fator de grande importância no crescimento ou decadência de
empresas e economias nacionais.
A queda progressiva das barreiras econômicas num momento de globalização da economia
vem exigindo das empresas um alto grau de competitividade que só pode ser atingido através da
redução dos custos, do aumento da qualidade dos produtos e serviços e de um alto grau de
flexibilidade e reação rápida a um mercado global e dinâmico. O cumprimento dessas metas exige
maior qualificação do pessoal produtivo e gerencial.
Toda a situação anteriormente descrita, porém, dá-se em um ambiente planetário em processo
acelerado de degradação humana, com desníveis insuportáveis de distribuição de riquezas (de todos os
tipos, incluindo conhecimento) e de degradação ambiental para o qual muito tem contribuído o modelo
de geração e acumulação de riquezas vigente fundamentado no consumo. Assim, o Engenheiro de
Produção assume um papel-chave no desenvolvimento futuro das sociedades, tendo função
eminentemente conciliatória entre as necessidades de produção e consumo e as necessidades de
preservação humana e ambiental, entre as novas tecnologias, o homem e seus ambientes.
No País, os Engenheiros de Produção vêm realizando, sobretudo, a implantação de novos
padrões da qualidade e produtividade em todas as atividades industriais, agrícolas e comerciais, além
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de governamentais, sendo indispensável que sua atuação seja regida pela consciência da necessidade
de criar um mundo sustentável. Neste contexto, o Engenheiro de Produção será peça fundamental no
desenvolvimento de novos sistemas produtivos em todos os ramos da atividade econômica e
empresarial.
Para o desenvolvimento do Estado de Minas Gerais é imperativo que sejam formados
Engenheiros de Produção altamente qualificados para atender as demandas de grandes e médias
empresas locais de mineração, siderurgia, celulose e alimentos, aos segmentos metal-mecânico, de
rochas ornamentais, de confecções, de móveis, para citar alguns, formados por médias, pequenas e
microempresas. Visando atender a essa demanda latente por profissionais de engenharia de produção
em Minas Gerais, apresenta-se o atual projeto de curso.
Além da Faculdade de Administração de Campo Belo, o município possui outras duas
faculdades, e conta também com um Centro Técnico Profissional de Campo Belo, que, oferece curso
Técnico de Enfermagem, cursos técnicos de Informática, Contabilidade e Marketing, em parceria com
a Prefeitura Municipal. Possui ainda cursos técnicos oferecidos pela a rede estadual e parceria com o
município oferecendo os cursos de Química Industrial e Segurança do trabalho e o curso técnico em
magistério nível médio.
Destarte, a base científica e tecnológica é necessária, quiçá suficiente a esse processo. E a base
universitária ensino e extensão, por si só, traduz parcela importante à garantia da autossuficiência em
vários aspectos correlatos à nova era industrial, bem como ajuda a transcrever um processo mais
organizado das massas que irão se aglomerar nos espaços urbanos existentes e que se formam.
Nesse contexto, o Curso de Engenharia de Produção terá papel importante no apoio à
capacitação, treinamento, formação, consultoria especializada e outros meios de relação com a
produção de bens e serviços locais.
4.4 Objetivo do curso e/ou habilitação
Formar o cidadão e o profissional com:
 Elevado potencial de inserção no mercado de trabalho, ou seja, engenheiros preparados para um
ajustamento contínuo às mudanças nas organizações na sociedade e no mercado de trabalho;
 Espírito empreendedor;
 Espírito público: o cidadão e o profissional comprometidos com os problemas da comunidade;
 Espírito crítico para analisar e interpretar as informações;
 Domínio de habilidades instrumentais básicas;
 Capacidade de absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e
criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos,
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econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento as
demandas da sociedade;
 Fundamentos e técnicas da inteligência organizacional, engenharia de produtos e processos,
ergonomia, logística e transporte e sistemas de produção.
4.5 Competências e Habilidades
O curso de Engenharia de Produção da FACAMP possibilita a formação profissional com as
seguintes competências e habilidades:
I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia;
II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
VI - desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
VI - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
IX - atuar em equipes multidisciplinares;
X - compreender e aplicar a ética e responsabilidades profissionais;
XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
4.6 Perfil e Acompanhamento de egresso
O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o
engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e
desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e
resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e
culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade.
O egresso do curso deve caracterizar-se pela aceitação de um novo paradigma no ensino da
engenharia de produção, que valoriza a formação de um profissional generalista / polivalente,
envolvendo dimensões cognitivas e afetivas.
O Curso de Engenharia de Produção da FACAMP no processo pedagógico de formação de
seus profissionais busca desenvolverem habilidades conceituais, humanas e técnicas, através do
processo de construção do conhecimento e da aprendizagem.
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Assim, procura-se garantir que o aluno ao graduar-se assuma sua identidade como engenheiro
de produção, com capacidade para trabalhar em situações de mudança, para decidir face as variáveis e
peculiaridades regionais, nacionais a nível socioeconômico, político e cultural.
Exige-se desse novo profissional capacidade de diagnóstico, de solução de problemas, de
intervenção no processo de trabalho, de trabalhar em equipe, auto organizar-se e enfrentar situações de
constantes mudanças, sem se desviar da ética profissional e do compromisso com a sociedade. Tratase da qualificação real do engenheiro de produção, entendida como a somatória de competências e
habilidades e diferentes tipos de conhecimento, oriundos de várias fontes:
 de formação geral - conhecimentos relevantes para a formação científico/cultural do aluno;
 de formação profissional – capacidades relativas às ocupações correspondentes;
 da cidadania: atitudes e valores correspondentes à ética profissional e ao compromisso com a
sociedade.
Compete à Engenharia de Produção o projeto, a modelagem, a implantação, a operação, a
manutenção e a melhoria de sistemas produtivos integrados de bens e serviços, envolvendo homens,
recursos financeiros e materiais, tecnologia, informação e energia. Compete ainda especificar, prever e
avaliar os resultados obtidos destes sistemas para a sociedade e o meio ambiente, recorrendo a
conhecimentos especializados da matemática, física, ciências humanas e sociais, conjuntamente com
os princípios e métodos de análise e projeto de engenharia.
Com estas competências, o Engenheiro de Produção está habilitado a atuar no gerenciamento
de sistemas de produção, em empresas pertencentes aos setores primário, secundário e terciário.
Para isto, é necessário que o profissional conheça o produto e seu processo de produção,
devendo estar apto a integrar os conhecimentos tecnológicos aos de gestão e administração na
concepção de sistemas produtivos.
Participa da gestão da produtividade e da qualidade com ênfase em competitividade, da gestão
de sistemas de informação e da organização para otimização das tecnologias, custos e tempos de
produção. Está apto a atuar em todas as atividades de gerência projeto de produto e da fábrica,
planejamento e controle da produção, planejamento de serviços, logística e sistemas de apoio à
decisão.
Estabelecem planos e controle de acordo com normas de qualidade e padrões de
produtividade, medidas de conservação de máquinas e equipamentos e manutenções programadas de
forma preventiva e corretiva.
O Programa de atenção ao egresso da FACAMP, tem por objetivo principal o
acompanhamento e a identificação dos alunos egressos buscando avaliar os cursos oferecidos pela
Faculdade e captar as demandas do mercado de trabalho e o nível de satisfação dos clientes, para
subsidiar o aperfeiçoamento e o desenvolvimento curricular. O acompanhamento do egresso é uma das
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vertentes do processo de avaliação, e a, com base na análise das informações recebidas, poderá
institucionalizar canais para retroalimentação dos serviços educacionais prestados, realinhando o perfil
do egresso, a fim de adequá-los às reais necessidades de mercado. Ao lado deste processo de avaliação
a Faculdade busca acompanhar a vida de seus ex-alunos, mantendo-se atenta sobre o respectivo
encaminhamento profissional. Para a Faculdade é fundamental continuar indagando sobre o sucesso
do egresso na vida, não só pelo conteúdo social e humano de tal preocupação, mas também para
repensar-se e continuar crescendo como instituição de Ensino Superior.
Desta forma, procura-se:
 identificar o perfil do egresso dos cursos oferecidos;
 subsidiar, com as informações recebidas o aperfeiçoamento e o desenvolvimento curricular dos
cursos da faculdade;
 promover a integração na faculdade, através de atividades culturais e seminários voltados para o
lazer e a integração social do egresso/docentes/discentes de seus cursos.
O Programa de Atenção ao Egresso possui três etapas: localização, sensibilização e
reaproximação. A etapa de Localização além de atualizar os dados cadastrais dos egressos, pode-se
levantar informações relativas ao mercado de trabalho, situação funcional e a evolução da vida
acadêmica dos egressos, identificando aqueles que continuaram seus estudos após o término da
graduação e os que pretendem fazê-lo. Além de manter um canal aberto entre os egressos e a Faculdade,
o programa propicia o real perfil dos seus egressos e de suas expectativas quanto a cursos de extensão
aperfeiçoamento e pós-graduação, que podem ser oferecidos.
A etapa de sensibilização representa o momento em que a faculdade envida esforços buscando
sensibilizar o egresso a manter contato com a Faculdade, seja em ocasiões festivas, seja quando ela
oferece cursos, palestras, seja em momentos em que o egresso participa da vida acadêmica relatando
suas experiências aos atuais acadêmicos.
A etapa de reaproximação é o momento em que o programa deixa de ser um projeto para
efetivamente tornar-se realidade. Representa a fase em que o relacionamento FACAMP egresso está se
desenvolvendo de forma efetiva na Instituição. É o momento de aperfeiçoar os mecanismos de
comunicação, incluindo estratégias de divulgação das atividades desenvolvidas, dos serviços prestados à
comunidade e das ligações estabelecidas com os diversos segmentos da sociedade, aqui representada
pelos egressos da FACAMP.
A Faculdade, periodicamente, fará um levantamento das atividades dos egressos buscando
acompanhar os seus passos, desenvolvimento e posicionamento no mercado para avaliar também se
projeto pedagógico do curso está condizente com o perfil desejado pelo mercado de trabalho.
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O curso deve propiciar aos graduados a construção de compreensão dinâmica da nossa vivência
material, do convívio harmônico com o mundo da informação, do entendimento histórico da vida social
e produtiva. Um aprendizado com caráter prático e crítico, científico e tecnológico.
4.7 Responsabilidade social
Em uma sociedade cada vez mais desigual, a responsabilidade social tornou-se um dos pilares
para as instituições de ensino que visam contribuir com a formação do cidadão. Neste sentido, é papel
das instituições de Educação Superior proporcionar a reflexão, o debate e o questionamento sobre a
responsabilidade social na formação dos alunos como futuros agentes transformadores e solucionadores
de problemas e das questões sociais do Brasil e, também, ações afirmativas na promoção da igualdade
de condições com vistas à inclusão social da comunidade em que se insere.
Minas Gerais é um Estado onde convivem em um mesmo espaço político-geográfico a riqueza e
a carência. Como dizia o poeta, “Minas são muitas”. A falta de oportunidade para a continuidade dos
estudos nas cidades do interior induz ao desemprego e à migração das pessoas, especialmente dos
jovens, para os grandes centros, aumentando os problemas e a exclusão social.
Todos buscam melhores condições de vida e de trabalho e diante de um país em crescimento,
não há outro meio de alcançar isso se não pela educação. Mas nas pequenas cidades, fazer um curso
superior é um sonho que muitos não conseguem alcançar, pois a população sobrevive com salários
baixos e não tem como buscar a formação nas cidades onde há oferta desse nível de ensino.
Considerando esse cenário e consciente de seu papel social, a Faculdade de Administração de
Campo Belo vem trabalhando no sentido de proporcionar à comunidade onde está instalada, a oferta de
cursos superiores de qualidade com valores de mensalidade capazes de atender uma clientela menos
favorecida economicamente, proporcionando-lhes condições mais dignas de ingresso e permanência no
ensino superior.
É notório o desenvolvimento social, econômico e cultural da cidade e da região depois da
instalação da Faculdade. A difusão do conhecimento e o ambiente acadêmico produz, a cada dia,
mudanças significativas na forma de vida das pessoas, gerando empregos diretos e indiretos,
movimentando o comércio local e fazendo girar a roda da economia. Todos esses fatores geram nas
pessoas melhor expectativa de trabalho e de melhoria na qualidade de vida. A Faculdade se integra à
comunidade e promove, por meio de suas ações, a inclusão social.
Entende a Faculdade como instituição educacional socialmente responsável pela comunidade
onde está inserida, que é seu papel contribuir com o desenvolvimento local com um projeto que tenha
continuidade, promova a auto-sustentabilidade e desenvolva a cidadania. Além disso, entende que é
preciso ter ética nos negócios, agir com legalidade, ofertar no mercado serviços de qualidade, respeitar o
meio ambiente e o desenvolvimento sustentável, valorizar as pessoas e difundir a comunicação
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transparente, incentivando a parceria e a inclusão. Logicamente deve desenvolver programas sociais que
melhorem a qualidade de vida da comunidade e transmitir estes princípios na medida em que os acolhe
na definição de seus valores e de sua missão. A responsabilidade social do CEMES, mantenedora da
FACAMP está alicerçada em dois princípios, a saber:
a) expansão ordenada e a criação de novos cursos superiores em áreas ainda carentes, orientados em
seus projetos pedagógicos pelos princípios e valores condizentes com a missão da instituição de forma a
atender as necessidades da comunidade e contribuir para a formação de nossos cidadãos;
b) promover programas sociais, através de uma ação extensionista, interdisciplinar por natureza, ao
abordar a realidade em sua plenitude, promovendo a produção do conhecimento de forma integrada, que
não pode ser vista fora do processo acadêmico, divorciada do ensino.
Com relação ao primeiro item - expansão ordenada - a melhoria da estrutura física da Faculdade
que contemple os cursos propostos, alia-se aos indicadores sócio-econômico e educacional da região nos
quais se insere a mesma, dado às formas de organização do trabalho e de perfil de mão de obra
especializada, emanada das empresas e organizações comercial e industrial em crescente expansão.
Com relação ao item relativo à promoção de programas sociais através de uma ação
extensionista, três motivos estimulam a Faculdade a promover ações nesta área. Um, é o próprio lugar
que as atividades de extensão ocupam no processo de formação e desenvolvimento profissional
permanente. Outro é o fato de a Instituição assumir seus compromissos de solidariedade e
responsabilidade social como empresa-cidadã na sociedade.
O terceiro é a própria exigência legal prevista na LDB 9394/96 ao afirmar, no seu artigo
terceiro, que a educação superior tem por finalidade “promover a extensão, aberta à participação da
população, visando a difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa
científica e tecnológica geradas na instituição”.
Considerando esses paradigmas, pode-se afirmar, então, que toda atividade de extensão
desenvolvida na Faculdade, se caracteriza como de responsabilidade social, uma vez que ela visa
produzir saberes tornando-os acessíveis aos diversos setores da população, de forma que usufruam dos
resultados produzidos pelas atividades acadêmicas.
Tendo em vista a definição do conceito e filosofia de “extensão universitária”, a Faculdade
entende que a “extensão” é uma ação que viabiliza a interação entre a Instituição e a sociedade,
constituindo o elemento capaz de operacionalizar a relação teoria/prática, promovendo a troca entre os
saberes acadêmico e de senso comum. Assim, a Faculdade tem como principio definir os seguintes
objetivos com relação à sua política de responsabilidade social:
 Promover a extensão como processo acadêmico em função das exigências da realidade,
indispensável na formação do aluno, na qualificação do professor e no intercâmbio com a sociedade
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em que se encontra inserida, propiciando aos seus estudantes estágios de qualidade, devidamente
acompanhados, que articulam seus conhecimentos aos desafios sociais com projetos construídos,
implantados e monitorados conjuntamente;
 Garantir a relação bidirecional entre a Faculdade e a sociedade, para que os problemas sociais mais
urgentes, sobretudo da localidade e da região, recebam atenção produtiva, promovendo soluções de
desenvolvimento sustentável através de projetos comunitários;
 Aproximar o conhecimento e as novas tecnologias da Faculdade à realidade da comunidade,
transformando idéias em ações de relevante impacto social;
 Priorizar as práticas vinculadas ao atendimento de necessidades sociais emergentes como as
relacionadas com as áreas de sua atuação;
 Investir em atividades voltadas para o desenvolvimento, a produção e a preservação cultural e
artística como relevantes para a afirmação da identidade de suas manifestações regionais;
 Inserir a educação ambiental e o desenvolvimento sustentado como componentes de sua atividade
extensionista;
 Oferecer possibilidades aos acadêmicos de conhecerem a realidade externa onde vão atuar como
profissionais e cidadãos na comunidade e realizar atividades de extensão em forma de parceria com
empresa e outras instituições da cidade estimulando, sempre que possível, o desenvolvimento e
organização comunitária;
4.8 Bolsa
A instituição trabalha com a distribuição de bolsas aos alunos de forma a proporcionar a
inclusão de pessoas carentes ao ensino superior. Disponibiliza as seguintes categorias de bolsas:
A) Bolsa de monitoria: o aluno interessado se candidata a vaga que sempre é divulgada por meio de
edital e submete-se a realização de provas de conhecimentos específicos, conforme regulamento. O
beneficiado recebe bolsa equivalente a 50% da mensalidade do curso matriculado;
B) FIES: O Programa de Financiamento Estudantil - FIES é destinado a financiar a graduação de
estudantes que não têm condições de arcar com os custos de sua formação.
C) Descontos em mensalidades: assim que matriculado na faculdade o aluno poderá solicitar auxílio de
desconto em mensalidade, mediante a comprovação de incapacidade financeira para pagamento integral
do valor da mensalidade. Cada caso é analisado a partir da documentação apresentada e são
selecionados os alunos que se encaixarem no perfil de carência. O benefício passa a ser concedido
firmando um termo de compromisso entre ambas as partes, conforme modelo a seguir.
D) Descontos de estímulo a matrícula antecipada: assim que aprovado no processo seletivo, o
candidato é comunicado sobre a data inicial de matrícula. A instituição disponibiliza um número
previamente divulgado de vagas que serão distribuídas conforme a ordem de chegada para efetivação da
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matrícula. O objetivo é estimular os candidatos a anteciparem, ao máximo, suas matrículas garantindo
assim a formação e confirmação de turma para próximo semestre.
4.9 Administração Acadêmica
4.9.1 Coordenação do curso
O coordenador do curso tem consciência de que não deve atuar somente como gestor de
recursos e articulador, mas também como gestor de potencialidades e oportunidades internas e externas.
Portanto, ele é o primeiro a favorecer e implementar mudanças que aumentem a qualidade do
aprendizado contínuo pelo fortalecimento da crítica e da criatividade de todas as pessoas envolvidas no
processo, ou seja, alunos, docentes, funcionários, corpo administrativo, corpo financeiro, entre outros.
Cabe a ele, também, incentivar a produção de conhecimentos, neste cenário global de intensas
mudanças, por meio da iniciação científica e animar a comunidade acadêmica, para implementar ações
solidárias que concretizem valores de responsabilidade social, justiça e ética. Do coordenador espera-se
o desenvolvimento de várias atividades capazes de articular todos os setores e fortalecer a coalizão do
trabalho em conjunto, para incrementar a qualidade, legitimidade e competitividade do curso, tornandoo um centro de eficiência, eficácia e efetividade rumo à busca da excelência.
O coordenador do curso é engenheiro e mestre em Engenharia Elétrica, ênfase em
Telecomunicações pelo INATEL – Instituto nacional de Telecomunicações de Santa Rita do Sapucaí MG. Possui experiência de onze (11) anos em docência do ensino superior.
A coordenação do curso é exercida com dedicação total. Compete à Coordenação se manter
atenta ao bom andamento do curso, conciliando atendimento a docentes e discentes e à parte
administrativa, que também é de sua competência exclusiva.
4.9.2 Articulação da gestão do curso com a gestão institucional
A Gestão Institucional está definida, quanto à sua organização no Art. 7° do Regimento e é
composta por:
- Órgãos Consultivos, Deliberativos e Normativos da FACAMP:
I - Conselho Superior de Administração;
II - Conselho de Ensino e Extensão;
III - Colegiado de Curso.
- Órgãos Executivos da FACAMP:
I
- Diretoria Geral;
II - Diretoria Acadêmica;
III - Diretoria Administrativo-Financeira;
IV - Coordenação de Curso;
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4.9.3 Composição e funcionamento do colegiado de curso
O Colegiado de curso, órgão de natureza consultivo, deliberativo e normativo da FACAMP, é
constituído por:
I - coordenador de curso, como presidente;
II - três docentes da área profissionalizante do curso;
III - um docente da área acadêmica de cultura geral do curso;
IV - um representante discente.
Compete a cada Colegiado de Curso:
I - definir o perfil profissional gráfico e os objetivos gerais do curso;
II - elaborar o currículo pleno do curso e suas alterações, com indicação das disciplinas que o compõem
e a respectiva carga horária, para aprovação dos órgãos competentes;
III - fixar as diretrizes gerais dos programas, das disciplinas do curso e suas respectivas ementas;
IV - propor ao Coordenador do Curso providências necessárias à melhoria do ensino ministrado no
curso;
V - promover a avaliação do curso, na forma definida neste Regimento;
VI - colaborar com os demais órgãos acadêmicos na sua esfera de atuação;
VII - exercer as demais funções que lhe são, explícita ou implicitamente, conferidas pelo Regimento.
4.9.4 Composição e funcionamento do NDE
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) de um curso de graduação constitui-se de docentes, com
atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e
continua atualização do projeto pedagógico do curso.
O NDE deve ser constituído por membros do corpo docente do curso, que exerçam liderança
acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos na área, no desenvolvimento
do ensino, em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, e que atuem sobre o
desenvolvimento do curso.
São atribuições do Núcleo Docente Estruturante (NDE), entre outras:
I.Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II.Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no
currículo
III.Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de
necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas
públicas relativas a área de conhecimento do curso;
IV.Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Graduação;
V.Participar da revisão e atualização periódica do projeto pedagógico do curso;
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VI.Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso;
VII.Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares;
VIII.Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo projeto
pedagógico;
IX.Planejar e acompanhar as atividades complementares e de extensão executadas pelo curso;
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) será constituído de:
I. Ser constituído por um mínimo de 5 professores pertencentes ao corpo docente do curso;
II.Ter pelo menos 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em programas de pós
graduação stricto sensu;
III.Ter todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo pelo menos 20%
em tempo integral;
IV.Assegurar estratégica de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a assegurar
continuidade no processo de acompanhamento do curso.
A indicação dos membros do NDE será feita pelo Diretor Acadêmico Pedagógico da Faculdade,
ouvido o Colegiado de Curso.
Compete ao Presidente do NDE:
I. Convocar e presidir as reuniões, com direito a voto, inclusive o de qualidade;
II. Representar o NDE junto aos órgãos da instituição;
III. Encaminhar as deliberações do NDE;
IV. Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo NDE e um membro do mesmo
para secretariar e lavrar as atas;
V. Coordenar a integração com o Colegiado de Curso e outros setores da Instituição.
4.10 Sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem
Com relação a verificação do rendimento nos estudos faz-se, na graduação, mediante a
avaliação de atividades escolares. Serão distribuídos cem pontos por semestre, em duas avaliações:
a) primeira avaliação valendo setenta pontos a serem atribuídos da seguinte forma: 10 pontos para o
Simulado do ENADE, realizado semestralmente; 05 pontos pela leitura e resenha de um livro indicado
pela coordenação do curso em disciplinas especificas e 55 pontos a critério do professor, sendo pelo
menos uma avaliação;
b) segunda avaliação (prova final) valendo trinta pontos, obrigatoriamente atribuídos por meio de prova.
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Os resultados da primeira avaliação deverá ser entregue à secretaria até o final dos meses de
maio e novembro. A segunda avaliação (Prova Final) será realizada durante os dias letivos, em data
marcada pela secretaria. Será exigido o mínimo de sessenta pontos para aprovação.
O aluno que por motivo relevante, não tiver comparecido à prova final, ou que a tiver feito, mas
que não tenha alcançado o mínimo de sessenta pontos exigidos para promoção e que tenha alcançado no
mínimo de trinta pontos na primeira avaliação terá sua prova final anulada e poderá submeter-se à
segunda verificação que também valerá trinta pontos.
O aluno impossibilitado de fazer a prova final e/ou a segunda verificação, por motivo de força
maior poderá requerer exame especial, desde que tenha obtido no semestre, o mínimo de trinta pontos.
O exame especial será requerido na secretaria pelo aluno, que também pagará a taxa
correspondente, e será realizado no final do semestre vigente, em data a ser marcada e divulgada pela
secretaria. O exame especial valerá trinta pontos.
Os planos de ensino das disciplinas podem estabelecer as formas e as datas de apuração do
rendimento nos estudos.
O não comparecimento a qualquer atividade avaliativa, sujeita o aluno à perda dos pontos
respectivos, permitindo-se a recuperação se a ocorrência fundar-se em motivo de força maior,
devidamente comprovado.
Para fazer a segunda chamada o aluno deverá requere-la na secretaria e pagar a taxa
correspondente. A segunda chamada será marcada pela secretaria, que divulgará o calendário da mesma.
Observadas as identificações dos planos de ensino, são asseguradas ao professor, na verificação
de rendimento dos estudos, liberdade de formulação de questões e autoridade de julgamento, cabendo
recurso de suas decisões ao Colegiado de Curso.
4.10.1 Sistema de avaliação e acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem de alunos
que apresentem qualquer espécie de necessidade educacional especial.
Buscando atender a todos os alunos com eqüidade, e objetivando não só o acesso como a
permanência dos alunos no ambiente acadêmico, serão estabelecidas entre professores, profissionais de
apoio e coordenação do curso, formas diferenciadas para a avaliação e acompanhamento do rendimento
escolar de alunos com necessidades educacionais especiais. Especificamente em relação ao atendimento
aos alunos Surdos, conforme Decreto Nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005, que regulamenta a Lei Nº
10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei
no 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que traz em seu primeiro artigo esta regulamentação:
Art. 1o Este Decreto regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, e o
art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Art. 2o Para os fins deste Decreto, considera-se pessoa surda aquela que, por
ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de
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experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da
Língua Brasileira de Sinais - Libras.
Parágrafo único. Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral,
parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por
audiograma nas freqüências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz.
Em relação as adaptações necessárias, tanto de recursos físicos e humanos, existe a previsão de
adaptação de espaços, tecnologias e recursos de acessibilidade e adaptação para atender alunos com
alguma necessidade educacional especial, sendo esta de qualquer espécie, garantindo-lhes atendimento
especializado para assegurar a estes alunos, os mesmos conteúdos e atividades oferecidas aos alunos
sem qualquer necessidade especial, conforme Art. 23 do mesmo Decreto:
Art. 23. As instituições federais de ensino, de educação básica e superior,
devem proporcionar aos alunos surdos os serviços de tradutor e intérprete de
Libras - Língua Portuguesa em sala de aula e em outros espaços educacionais,
bem como equipamentos e tecnologias que viabilizem o acesso à
comunicação, à informação e à educação.
E em relação ao acompanhamento das atividades e desenvolvimento destes alunos, o mesmo
acontecerá por meio do PDI – Plano de Desenvolvimento Individual do aluno, elaborado pela professora
de Apoio e Interprete Educacional, sendo acompanhado pela Psicopedagoga da Instituição e com
respaldo de professores, psicólogos e Coordenação do Curso e da Instituição. E no que diz respeito a
avaliação de alunos Surdos, o registro do seu desenvolvimento, e avaliação do conteúdo pelo mesmo
assimilado, deverá acontecer preferencialmente através de questões de múltiplas escolhas, em Língua
Portuguesa, uma vez que
a apresentação do conteúdo escrito, facilitará aos alunos Surdos, a
demonstração da aquisição de determinado conhecimento, já que sendo a LIBRAS sua linguagem
predominante, a expressão de respostas através dela, poderá comprometer a correção das atividades,
uma vez que nem todos professores conhecem e dominam a expressão em Língua Portuguesa dos
alunos Surdos. Contudo, quando o aluno Surdo utilizar desta forma pra se expressar, para responder, o
professor deverá contar com o apoio do Profissional de Apoio e Interprete de LIBRAS para a
compreensão da resposta destes alunos, tudo isso, com respaldo no mesmo decreto anteriormente citado,
Capítulo IV, DO USO E DA DIFUSÃO DA LIBRAS E LÍNGUA PORTUGUESA PARA O ACESSO
DAS PESSOAS SURDAS À EDUCAÇÃO Art. 14 § 21, Itens VI e VII:
V - apoiar, na comunidade escolar, o uso e a difusão de Libras entre
professores, alunos, funcionários, direção da escola e familiares, inclusive por
meio da oferta de cursos;
VI - adotar mecanismos de avaliação coerentes com aprendizado de segunda
língua, na correção das provas escritas, valorizando o aspecto semântico e
reconhecendo a singularidade lingüística manifestada no aspecto formal da
Língua Portuguesa;
VII - desenvolver e adotar mecanismos alternativos para a avaliação de
conhecimentos expressos em Libras, desde que devidamente registrados em
vídeo ou em outros meios eletrônicos e tecnológicos;
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Página 26
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
4.11 Estrutura curricular
GRADE ENGENHARIA DA PRODUÇÃO
Duração do módulo aula: 50 minutos
Total de horas das disciplinas: 3133,34 horas
Trabalho de conclusão de curso (extra classe): 120 horas
Atividades complementares (extra classe): 120 horas
Estágio supervisionado: 480 horas
Total de horas do curso: 3853,34 horas
O curso de Engenharia de Produção possui alguns pré requisitos em sua matriz curricular.
Sendo as disciplinas/atividades cujo conteúdo programático é indispensável para a compreensão e
apreensão de outra(s) disciplina(s)/atividade(s). Pré-requisitos são condições consideradas
indispensáveis para matrícula em disciplinas. Pré-requisito é a disciplina ou o conjunto de disciplinas
em que o aluno deve obter aprovação para matricular-se em outra disciplina. Ou obter no mínimo
frequência mínima estabelecida de 75% (setenta e cinco) e média final maior ou igual a 3,0 (três) para
matricular-se em outra disciplina. Os pré-requisitos exigidos para as disciplinas do curso de graduação
são os que constam do Currículo Pleno seguido pelo aluno.
Disciplina
Aulas
Semestrais
Aulas
Semanais
Introdução a
Engenharia de
Produção
80
04
Matemática
Fundamental
Física Geral e
Experimental I
80
04
80
04
Primeiro período
PRÉ
REQUISITO
Ementa
Perfil do Estudante de Engenharia. Escrita
Técnica e tipos de relatórios. História da
engenharia de produção. A engenharia de
produção no Brasil. O profissional de engenharia
de produção. Áreas de atuação. Legislação
referente a engenharia de produção. ABEPRO e
Sistema CREA/CONFEA. Mercado de trabalho.
Equações de 1º e 2º grau. Inequações. Funções.
Geometria Plana. Logaritmo.
Cinemática e Dinâmica da partícula. Trabalho e
energia. Conservação da energia. Conservação do
momento linear. Cinemática e dinâmica da
rotação. Equilíbrio de corpos rígidos. Oscilações
livres, amortecidas e forçadas. Gravitação.
Estática e dinâmica dos fluidos. Ondas em meios
elásticos: ondas sonoras. Temperatura e
calorimetria. Calor e primeira lei da
termodinâmica.
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Página 27
Língua
Portuguesa
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
40
02
Metodologia
Cientifica
40
02
Álgebra Linear e
Geometria
Analítica I
80
04
400
333,33
20
Hora/aula
Total de horas
Disciplina
Aulas
Semestrais
80
Aulas
Semanais
04
Cálculo I
80
04
Física Geral e
Experimental II
80
04
Fundamentos de
Administração
Prosódia. Análise morfológica e sintática. Estudo
de texto. Redação comercial e oficial. Sintaxe de
concordância e regência. Interpretação de texto.
Senso comum e pensamento científico.
Paradigmas da investigação social. Abordagens
positivista e interpretativa. O problema da
pesquisa e sua formulação. Métodos de pesquisa
social: coleta, análise e interpretação dos dados.
Processo de pesquisa. Tipos de pesquisa. Pesquisa
nas organizações. Projeto e relatório de pesquisa e
artigo científico: estrutura, estilo de redação,
formatação e referenciamento bibliográfico.
Matrizes e Determinantes. Sistemas de Equações
Lineares: resolução e discussão. Sistema de
coordenadas cartesianas. Estudo da reta em R2:
Posições relativas e interseções de retas.
Paralelismo e perpendicularidade. Ponto e Reta:
distância e inequações. Equações reduzidas e
inclinação. Formas da equação da reta.
Segundo período
PRÉ
Ementa
REQUISITO
Antecedentes históricos. Contexto histórico da
origem da Administração. Abordagem Clássica da
Administração: Administração Científica e Teoria
Abordagem
Humanística
da
Clássica.
Administração. Abordagem Comportamental da
Administração. Abordagem Estruturalista da
Administração.
Abordagem
Sistêmica
da
Administração. Abordagem Neoclássica da
Administração. Abordagem do Desenvolvimento
Organizacional. Abordagem Contingencial da
Administração. Ferramentas de Gestão. Novos
Modelos de Organização. Ética e Responsabilidade
Social. Gestão Organizacional Frente aos Novos
Paradigmas.
Incubadora
Empresarial.
IS0
Certificação Internacional de Padronização.
Matemática
Raciocínio lógico. Limite. Derivada. Integral.
Fundamental
Física Geral
Teoria cinética dos gases. Entropia e segunda lei
Experimental I da termodinâmica. Carga e matéria. Campo
elétrico, a lei de Gauss. Potencial elétrico.
Capacitores e dielétricos. Corrente e resistência
elétrica. Força eletromotriz e circuitos de corrente
contínua. Campo magnético: a lei de Ampère e a
corrente de deslocamento. A lei de Faraday.
Indutância. Circuitos de corrente alternada.
Equações de Maxwell. Ondas eletromagnéticas.
Óptica física: polarização, interferência e difração.
Introdução à teoria da relatividade restrita.
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Página 28
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Química Geral
80
04
Álgebra Linear e
Geometria
Analítica II
80
04
400
333,33
20
Aulas
Semestrais
80
Aulas
Semanais
04
Organização,
Sistemas e
Métodos.
40
02
Computação
80
04
Ciência dos
Materiais
80
04
Psicologia
40
02
Hora/aula
Total de horas
Disciplina
Estatística e
Probabilidade
Álgebra Linear
e Geometria
Analítica I
Introdução à física moderna: quantificação.
Matéria e sua transformação. Segurança no
Laboratório de Química. Equipamentos básicos de
laboratório e separação de mistura. Teoria
Atômica. Classificação periódica e propriedades.
Ligações químicas. Funções inorgânicas. Cálculos
Químicos. Cinética química. Equilíbrio Químico e
equilíbrio Iônico. Processos Eletroquímicos.
Vetores. Produto escalar, vetorial e misto. Estudo
do plano. Estudo das Cônicas. Espaços Vetoriais.
Transformações
e
Operadores
lineares.
Autovalores e Autovetores. Método dos Mínimos
Quadrados.
Terceiro período
PRÉ
Ementa
REQUISITO
Estatística Descritiva. Média e proporção.
Probabilidade e Distribuição de Probabilidades.
Teste de hipóteses. Amostragem. Distribuições de
Amostragem. Regressão e Correlação.
Sistemas: conceitos. Administração Sistêmica.
Organização:
Estrutura
organizacional,
Departamentalização,
Linha
e
assessoria,
Delegação, centralização e descentralização,
Amplitude de controle e níveis hierárquicos.
Métodos: Metodologia de levantamento, análise,
desenvolvimento e implantação de métodos
administrativos, Técnicas de representação gráfica
(fluxograma), Formulários, Estudo e distribuição
do
trabalho,
Arranjo
físico,
Manuais
administrativos.
Computadores e ambientes de programação. A
linguagem Pascal. Estrutura de um programa.
Tipos de variáveis. Comandos de atribuição,
entrada e saída. Operadores e expressões.
Comandos condicionais e de repetição. Funções e
procedimentos. Estruturas de dados em Pascal.
Manipulação de caracteres e textos. Solução de
problemas diversos em Pascal.
Estrutura atômica e molecular: conceitos
fundamentais; ligações químicas e interações
intermoleculares. Estruturas cristalinas: conceitos
fundamentais,
células
unitárias,
materiais
policristalinos,
determinação
de
estruturas
cristalinas. Imperfeições em sólidos. Diagrama de
fases. Classificação, propriedades e aplicações de
materiais poliméricos, cerâmicos, metálicos, e
compósitos.
O indivíduo e a organização. Comportamento
humano. Personalidade. Papéis e valores. Processo
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Cálculo II
Hora/aula
Total de horas
Disciplina
80
04
400
333,33
20
Aulas
Semestrais
80
Aulas
Semanais
04
Resistência dos
Materiais
80
04
Gestão de
Recursos
Materiais e
Patrimoniais
80
04
Sistemas
Produtivos I
80
04
Matemática
Financeira
80
04
Hora aula
Atividades
complementares I
Total de horas
400
24h
20
-
Calculo III
Cálculo
Diferencial e
Integral I
de liderança. Tensão e conflito. Feedback.
Funcionamento e desenvolvimento de grupos.
Sequências e séries numéricas. Séries de potências.
Equações diferenciais ordinárias de primeira ordem
e aplicações. Equações diferenciais ordinárias
lineares de ordem n maior que um e aplicações.
Sistemas de equações diferenciais lineares.
Quarto período
PRÉ
Ementa
REQUISITO
Calculo II
Transformadas de Laplace. Séries de Fourier. O
método de separação de variáveis para obtenção de
soluções de equações diferenciais parciais.
Princípios e Objetivos da Resistência dos
Materiais. Métodos de Análise. Tensões e
deformações. Tração e Compressão Simples.
Cisalhamento Simples. Torção. Flexão pura em
vigas. Tensões de cisalhamento em vigas.
Deformações em vigas.
Conceitos básicos da Administração de Recursos
Materiais. Evolução da Administração de Recursos
Materiais. Tecnologias de Administração de
Materiais.
Administração
de
Estoques.
Planejamento e Controle da Produção (PCP).
Sistemas de Controle de Estoques. Noções
fundamentais de compra. Recursos Patrimoniais.
Histórico. Conceitos e estrutura da administração
da produção. Planejamento e controle da produção
(PCP). Desenvolvimento de novos produtos.
Localização das instalações. Projeto do produto e
do processo. Produto: definição, tipologia,
objetivos, funções e resultados. Inovações
tecnológicas e progresso humano. Ciclo de vida do
produto. Metodologia geral de projeto de produtos
industriais. Técnicas úteis ao projeto: braistorming,
ergonomia,
obsolescência
planejada,
racionalização da produção. Noções de estudo de
mercado. Embalagens.
Capitalização simples e composta. Amortização de
dívidas e correção monetária. Sistemas de
empréstimos.
Anuidades.
Capitalização.
Depreciação. Preço atual e futuro. Anuidades ou
rendas certas.
357,33h
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Página 30
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Disciplina
Aulas
Semestrais
80
Aulas
Semanais
04
Gestão da
Qualidade
80
04
Desenho Técnico
Básico
40
02
Economia
80
04
Metrologia
40
02
Cálculo
Numérico
80
04
Hora aula
Atividades
complementares
II
Total de horas
400
24h
20
-
Sistemas
Produtivos II
Quinto período
PRÉ
Ementa
REQUISITO
Sistemas
Os paradigmas da manufatura de classe mundial. O
Produtivos I
PCP e as novas regras da gestão industrial.
Planejamento hierárquico da produção. O
planejamento das necessidades de material (MRP).
Planejamento dos recursos da produção (MRP II).
Técnicas de produção otimizada (OPT/TOC). O
método de controle Kanban. O Kanban como
técnica auxiliar do PCP. Sinergia entre MRP e JIT.
Modelos alternativos de PCP combinando o MRP
II e o Kanban. Modelo misto empregando MRP,
OPT/TOC e JIT.
Evolução da qualidade. Princípios da Qualidade.
Qualidade de produto e serviço. Gestão da
qualidade total. A natureza humana da qualidade.
Clientes. Ferramentas da Qualidade. Ambientes da
qualidade. Estratégias da qualidade. Técnicas de
controle qualidade (CEQ).
Introdução ao Desenho Técnico. Normas de
desenho técnico, escalas, vistas, projeções, seções,
dimensionamento.
Conceitos
de
economia.
Modelos
microeconômicos. Mercados e preços. Demanda.
Oferta. Elasticidade. Teoria da firma. Estrutura de
mercado. Custo de produção.
Conceitos de metrologia. Sistema Internacional de
Unidades de Medidas. Análise dimensional.
Operação e técnicas de medição; Erros e incerteza
de medição. Seleção do Instrumento de medição;
Tolerância. Metrologia estatística. Processamento
de resultados. Rugosidade das superfícies;
Instrumentos para metrologia dimensional: escala,
paquímetro, micrômetro, goniômetro, relógio
comparador,
calibradores,
bloco
padrão,
microscópio. Normas ABNT, INMETRO e ISSO.
Sequências e séries numéricas e de funções.
Erros em Cálculos Numéricos. Resolução de
Equações Algébricas e Sistemas Lineares.
Aproximação de Funções. Integração Numérica.
Equações Diferenciais Ordinárias. Utilização da
ferramenta computacional Visual Cálculo
Numérico (VCN).
357,33h
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Página 31
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Disciplina
Aulas
Semestrais
80
Aulas
Semanais
04
Contabilidade
Gerencial e
Custos
80
04
Gestão de
Pessoas
40
02
Sistemas de
Informação
Gerencial
40
02
Desenho
Assistido por
Computador
80
04
Fenômenos de
Transporte
80
04
Hora aula
Atividades
complementares
III
400
24h
20
-
Normalização e
Certificação
Sexto período
PRÉ
Ementa
REQUISITO
Gestão da
Normalização: significado e importância. O que é a
Qualidade
ISO. Comitês Técnicos. Processos de criação de
normas. Associação Brasileira de Normas Técnicas
– ABNT. Certificação: significado e tipos de
certificados ABNT. Sistemas de Gestão: conceito e
principais normas associadas. Sistema de Gestão
da Qualidade: Norma ISO 9000. Sistema de Gestão
Ambiental: Norma ISO 14000.
Matemática
Conceito de contabilidade, contabilidade e
Financeira
engenharia de produção, Noções e tipos de
contabilidade, fatos contábeis, Balanço Patrimonial
e Demonstrações contábeis, funcionamento do
processo contábil, variações da situação líquida,
estruturação de balanços, instrumental básico de
análise de balanços. Sistemas de custeio, Custos
diretos e indiretos, Acumulação de custos, Custeio
por absorção, Custeio por departamentos, Custeio
ABC, Custeio variável, Custeio direto, Margem de
contribuição e ponto de equilíbrio, Alavancagem
operacional.
Evolução da administração de RH. As
organizações e administração de recursos
humanos. Recrutamento. Seleção. Treinamento.
Avaliação de desempenho. Planejamento e
Desenvolvimento (P&D). Análise e descrição de
cargos. Remuneração. Plano de carreira. Clima e
cultura organizacional. Cultura individual.
Comportamento organizacional e do indivíduo na
organização.
Sistema Empresa. Sistemas de Informação. Gestão
e Administração da Informação. Sistemas de
Informações Gerenciais. Desenvolvendo e
implementando um SIG. Sistemas de apoio à
decisão. Uso estratégico da tecnologia da
informação.
Introdução ao Projeto Assistido por Computadores
(AutoCAD, Solidworks e similares). Comandos
básicos de desenho, comandos básico de edição,
textos, hachuras, camadas, dimensionamento,
plotagem. Leitura de projetos de Engenharia.
Conceitos
fundamentais,
mecanismos
de
transferência de calor, condução de calor
unidimensional
em
regime
permanente,
fundamentos da convecção, princípios da radiação
térmica, aletas, trocadores de calor e isolamento.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 32
Total de horas
Disciplina
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
357,33h
Aulas
Semestrais
Aulas
Semanais
Processos
Industriais
80
04
Logística
80
04
Optativa I
Pesquisa
Operacional
80
80
04
04
Eletrotécnica
80
04
Hora aula
Atividades
complementares
IV
Total de horas
400
24h
20
-
Disciplina
Instalações
Industriais
Sétimo período
PRÉ
REQUISITO
Ementa
Processos de Usinagem e de Conformação
Mecânica. Torneamento, fresamento, furação.
Conformação Mecânica. Trabalho a quente e a frio.
Laminação. Forjamento. Estampagem. Fundição.
Logística Empresarial. Cadeia de suprimentos.
Estratégia e planejamento. Sistemas, instrumentos
de controle e avaliação. Serviço ao cliente. O
produto Logístico. Processamento do pedido e
sistemas de informação. Estratégia de transporte,
fundamentos
e
decisões.
Estratégia
e
gerenciamento de estoques. Compras e a
programação de suprimentos. Sistema de
estocagem e manuseios. Estratégia de localização.
Organização e controle de suprimentos/logística
empresarial. Tópicos complementares em Logística
empresarial.
A definir conforme escolha dos alunos
Programação linear, resolução gráfica. Método
simplex. As Ferramentas Solver (BrOffice) e
Lingo. Problema Dual e análise de sensibilidade.
Problemas de Transporte. Problemas de
Transbordo. Problemas de Alocação. Programação
Inteira.
Circuitos elétricos de corrente contínua e alternada.
Noções de sistemas de geração, transmissão e
distribuição de energia elétrica. Circuitos trifásicos.
Tarifação. Instalações elétricas: material critérios
de dimensionamento, simbologia, normas e
projetos. Circuitos Magnéticos. Potência. Fator de
potência. Correção do fator de potência. Ligação
estrela/ triângulo. Transformadores. Motores
elétricos.
357,33h
Aulas
Semestrais
80
Aulas
Semanais
04
Oitavo período
PRÉ
Ementa
REQUISITO
Dados para o projeto: previsão de vendas e
produção, localização, arquitetura industrial.
Análise para arranjo, análise de processo e do
produto, das operações, dos fluxos materiais,
componentes e pessoas, das condições de
transporte
interno.
Análise
para
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 33
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Gestão de Projetos
80
04
Automação
industrial
80
04
Ergonomia e
segurança no
trabalho
80
04
Empreendedorismo
40
02
TCC I
40
02
Hora aula
TCC I extra classe
400
60h
20
-
Atividades
complementares V
Total de horas
24h
-
417,33h
-
dimensionamento: utilização de capacidade
produtiva, esperas e balanceamento, estoques e
armazenamento. Técnicas de execução e
apresentação de um projeto. Arranjo físico,
técnicas quantitativas de avaliação para arranjos
alternativos.
Conceito de projetos. Metodologia de
desenvolvimento de projetos. Fases e
componentes de um projeto. Planejamento e
controle de projetos. Programação temporal de
projetos. Analise econômica financeira de
projetos. Organização de projetos. Gestão de
projetos. Ferramentas computacionais de apoio
ao projeto. Gerenciamento de projetos
(PMBOK).
Histórico. Automação de processos contínuos e
discretos. Modelagem de sistemas contínuos e
discretos. Automação da manufatura. Sistemas
de informação e controle integrados. Requisitos
de hardware, software. Controle inteligente.
Aplicações.
Conceito
de
sistema
homem-máquina.
Antropometria. Dispositivos de informação e
controle. O homem como fonte de energia.
Fatores ambientais. Higiene e medicina do
trabalho. Acidentes do trabalho: conceitos,
causas e custos. Agentes de doenças
profissionais. Métodos de prevenção individual
e coletiva. Aspectos legais. Técnicas dos
primeiros socorros. ambiente de trabalho e seus
reflexos na segurança, na qualidade e na
produtividade. Riscos físicos: iluminação, calor,
ruídos etc. Medição e avaliação de agentes
ambientais físicos. Riscos químicos. Medição e
avaliação de agentes ambientais químicos.
Técnicas de tratamento ambiental. Conforto
térmico. Acústica. Iluminotécnica. Proteção
contra incêndios e explosões.
Importância econômica das micro e pequenas
empresas (MPE's). Caracterização das MPE's.
Legislação. Empreendedorismo. Gestão de
MPE's. Plano de negócio. Formas de interação.
Coleta e tabulação de dados. Apresentação do
trabalho final.
Coleta e tabulação de dados. Apresentação do
trabalho final.
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Página 34
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Disciplina
Aulas
Semestrais
80
40
Aulas
Semanais
04
02
Gestão da
Inovação
40
02
Direito
Empresarial
40
02
Gestão ambiental
80
04
Manutenção
Industrial
80
04
Optativa II
Planejamento
Estratégico
Nono período
PRÉ
Ementa
REQUISITO
A definir conforme escolha dos alunos.
Administração Estratégica. Planejamento como
processo
administrativo.
As
etapas
do
planejamento estratégico e sua implementação.
Estratégias genéricas. Análise da rentabilidade da
indústria.
Análise
de
Portfólio.
Redes
organizacionais. Vantagem competitiva.
Conceitos Básicos; Gerência da Criatividade.
Medidas e definições de criatividade; A
criatividade como técnica de resolução de
Problemas; Criação individual e relacionamento
com outros; A inovação e seu processo
sistemático; Inovação e Empreendedorismo.
Técnicas de Criatividade Aplicadas à Inovação e
ao Desenvolvimento de Produto.
Normas e princípios fundamentais relativos ao
direito comercial brasileiro. Estudo dos principais
aspectos da atividade empresarial e das obrigações
e prerrogativas dos que a exercem. Contrato social.
Contratos mercantis. Estatutos. Direito de
propriedade industrial. Teoria geral dos títulos de
crédito. Títulos de crédito: letra de câmbio, nota
promissória, cheque, duplicata.
Caracterização da problemática ambiental.
Relações possíveis entre administração e meio
ambiente. Principais linhas de pensamento para a
gestão ambiental. Desenvolvimento sustentável:
conceitos
e
críticas.
Política
ambiental.
Responsabilidade
social/
ambiental
das
organizações. Normatização ambiental e ISO
14000. Tecnologia e meio ambiente. Estudos de
impacto ambiental. Gestão Ambiental. Sistemas de
Gestão Ambiental e Certificação. Gestão de
Recursos Naturais e Energéticos. Gestão de
Efluentes e Resíduos Industriais. Produção mais
Limpa e Ecoeficiência. Responsabilidade Social.
Valorização de culturas afro descendentes e
indígenas. Desenvolvimento Sustentável. Estudo
dos resíduos (sólido, líquido e gasoso) e suas
disposições, de forma a atender a legislação
ambiental. Poluição de águas. Tratamento de
efluentes líquidos. Processos aeróbios e anaeróbios
de tratamento. Poluição atmosférica. Lixo e
poluição do solo. Rejeitos como fonte de materiais
e energia. Processos de reciclagem de materiais.
RIMA. Noções de gestão ambiental.
Fundamentos da manutenção industrial. Tipos de
manutenção. Lubrificação. Fatores Causadores de
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Página 35
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Quebras de Máquinas.
TCC II
40
02
Hora aula
TCC II extra
classe
Total de horas
400
60h
20
Disciplina
Elaboração do projeto de pesquisa. Apresentação
do projeto.
393,34h
Aulas
Semestrais
80
Aulas
Semanais
04
80
04
Hora aula
Estágio
supervisionado
160
480h
20
-
Total de horas
613,34h
Educação em
Direitos
Humanos e
Identidade
Cultural
Ética e
Responsabilidade
Social
Elaboração do projeto de pesquisa. Apresentação
do projeto.
Décimo período
PRÉ
Ementa
REQUISITO
Contextualiza e articula temas, problemas e
abordagens relativas às questões dos direitos
humanos, da sustentabilidade socioambiental, do
multiculturalismo, da identidade e das relações
étnico-raciais.
Ética e moral. Abrangência da Ética na
Administração – Estágios de Desenvolvimento
Moral Abrangência da Ética na Administração –
Estágios de Desenvolvimento Moral Ética
empresarial. Responsabilidade Social. Cidadania.
Participação.
Realização de trabalhos em indústrias, instituições
públicas e privadas, escritórios técnicos, etc.
Supervisionados pela Coordenação do Curso, e
condicionados à apresentação e aprovação de
relatório individual.
RELAÇÃO DE DISCIPLINAS OPTATIVAS DO CURSO
•
Optativa I:
LIBRAS
Ementa: História, língua, identidade e cultura surda. Visão contemporânea sobre os fundamentos da
inclusão e ressignificação da educação especial na área da surdez. Linguagem corporal e expressão.
Estudos da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: fonologia, morfologia, sintaxe, semântica e
pragmática. Tradução e interpretação em LIBRAS. Noções e aprendizado básico de LIBRAS.
•
ESTATÍSTICA APLICADA
Ementa: Regressão Linear Simples. Correlação entre Variáveis. Regressão Linear Múltipla. Intervalos
de Confiança. Testes de Hipóteses. Análise de Variância: ANOVA e Aplicações. Aplicação dos
Métodos Estatísticos à Indústria. Utilização de Pacotes Estatísticos.
•
CONTROLE ESTATÍSTICO DA QUALIDADE
Ementa: Introdução: Melhoria da Qualidade no Contexto da Empresa Moderna. Métodos Estatísticos
para a Melhoria da Qualidade. Inferências sobre a Qualidade do Processo. Métodos Básicos do
Controle Estatístico do Processo e Análise da Capacidade. Outras Técnicas de Monitoramento e
Controle Estatístico do Processo. Planejamento e Melhoria do Processo com Experimentos Planejados.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 36
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Reprodutibilidade e repetibilidade em sistemas de mensuração. Amostragem simples e dupla de
atributos. Confiabilidade no processo de inspeção. Curvas características de operação.
•
Optativa II:
ENERGIA E SUSTENTABILIDADE
Ementa: Desenvolvimento Sustentável e sustentabilidade energética. Energia no contexto de
desenvolvimento e meio ambiente. Analise das diversas formas de energia empregadas nos setores
industrial, de transporte e residencial nos cenários mundial, nacional e regional. Desenvolvimento de
espírito crítico com relação à importância da energia no contexto econômico e político de uma nação.
Equação da conservação de energia (primeira e segunda leis da termodinâmica). Conversão de energia
e eficiência de conversão. Descrição do sistema energético nacional e mundial. Recursos energéticos,
oferta e consumo de energia. Tecnologias para geração e uso de fontes energéticas. Estudo de
impactos ambientais associados.
•
MODELAGEM, ANÁLISE E SIMULAÇÃO
Ementa: Conceitos de sistemas contínuos e discretos. Modelagem e simulação de sistemas discretos
em planilha eletrônica. Conceitos de modelagem e simulação a eventos discretos – aplicações,
vantagens e desvantagens. Nomenclatura. Softwares de simulação discreta. Geradores de números
aleatórios. Simulação de monte Carlo. Distribuições teóricas de probabilidade – contínuas e discretas.
Verificação e validação de modelos de simulação.
•
JOGOS EMPRESARIAIS
Ementa: Simulação empresarial: origem, aplicações, tipos e vantagens; Realização de simulações
empresariais; Tomada de decisões; Desenvolvimento de competências gerenciais por meio de jogos de
negócios que consistem na simulação de um ambiente empresarial competitivo, desenvolvido a partir
de um software para processamento do jogo (coordenação) e apoio à decisão (participantes).
•
ÉTICA E SOCIOLOGIA
Ementa: Sociologia geral e aplicada a administração. Ideologias sociais. Estratificação Social. O
indivíduo e a organização. Organização formal e Informal. Processo de organização do trabalho frente
aos novos modelos de gestão. Mudança organizacional. Ideologia. As concepções do surgimento do
pensamento moral. A Ética nas organizações e seu desenvolvimento quanto prática humana.
4.12 Atividades complementares
Atividades Complementares são componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento,
por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive adquiridas fora do
ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de
interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do trabalho e com as ações de extensão
junto à comunidade. As Atividades Complementares se constituem componentes curriculares
enriquecedores e implementadores do próprio perfil do formando.
Deverão ser estimuladas atividades complementares, tais como trabalhos de iniciação
científica, projetos multidisciplinares, visitas teóricas, trabalhos em equipe, desenvolvimento de
protótipos, monitorias, participação em empresas juniores e outras atividades empreendedoras.
(Regulamento em anexo – Anexo I)
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 37
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
4.13. Estágio supervisionado
O Estágio Curricular Supervisionado é um componente curricular direcionado à consolidação
dos desempenhos profissionais desejados inerentes ao perfil do formando. Conforme as diretrizes
curriculares, o estágio é etapa integrante obrigatória e deverá ocorrer sob supervisão direta da
instituição de ensino, através de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o
período de realização da atividade. A carga horária do estágio curricular é de 460 (quatrocentas e
sessenta) horas. (Regulamento em anexo – Anexo II)
4.14 Trabalho de conclusão de curso (TCC)
Conforme as diretrizes curriculares é obrigatório o trabalho final de curso como atividade de
síntese e integração de conhecimento. O TCC constitui etapa essencial para formação dos alunos do
curso de Engenharia de Produção. Tem como objetivo aliar o embasamento teórico ministrado em sala
de aula ao desenvolvimento de atividades práticas em empresas que se dispõe a receber os alunos e a
contribuir na sua capacitação profissional. (Regulamento em anexo – Anexo III)
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 38
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
5. BIBLIOGRAFIAS
Disciplina
Introdução
Produção
a
Engenharia
Matemática Fundamental
de
PRIMEIRO PERÍODO
Aulas
Aulas
BIBLIOGRAFIAS
Semestrais Semanais
80
04
Básica:
-BATALHA, Mário Otávio (Org.). Introdução à
Engenharia de Produção. Rio de Janeiro: Campus,
2008. 312p.
-BAZZO, Walter Antônio. Introdução à Engenharia:
conceitos, ferramentas e comportamentos. 2 ed.
Florianópolis: UFSC, 2011
-CORRÊA, Henrique L.; CORRÊA, Carlos A.
Administração de Produção e Operações:
Manufatura e serviços: uma abordagem Estratégica.
3 ed. São Paulo: Atlas, 2012. 680p.
Complementar:
-CHIAVENATO, Idalberto. Teoria geral da
administração. Rio de Janeiro. Campus, 2002. V.1.
-DIAS, Marco Aurélio P. Administração de
Materiais: uma abordagem logística. 5 ed. São
Paulo: Atlas, 2010. 528p.
-DORNIER, Philippe-Pierre et al. Logística e
Operações Globais: textos e casos. São Paulo: Atlas,
2013. 721p.
-MARTINS, Petrônio G.; LAUGENI, Fernando P.
Administração da Produção. São Paulo: Saraiva,
2013. 562p.
-VASCONCELLOS, Eduardo. Estrutura das
Organizações: estruturas tradicionais, estruturas
para inovação, estrutura matricial. 4 ed. rev. São
Paulo: Pioneira, 2010. 208p.
80
04
Básica:
-BARBANTI, Luciano & MALACRIDA JR.,
Sergio Augusto. Matemática Superior: um primeiro
curso de cálculo. São Paulo: Pioneira, 1999
-IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática
elementar, 1: conjuntos, funções. 8. ed. São Paulo:
Atual, 2011. 374p. v.1
-IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática
Elementar, 4: Sequências, Matrizes, Determinantes,
Sistemas. 7. ed. São Paulo: Atual, 2010. 232p. v.4
Complementar:
-BRIGHAM, Eugene F; GAPENSKI, Louis C;
EHRHARDT,
Michael
C.
Administração
Financeira: Teoria e Prática. São Paulo: Atlas, 2001.
-SANTOS, Carlos Alberto M.; GENTIL, N;
GRECOS, E. Matemática: novo ensino médio. São
Paulo: Ática, 2002.
-QUEVEDO, Carlos Peres. Matemática Superior.
Rio de Janeiro: Interciência, 1997.
-SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática: para
os cursos de Economia, Administração, Ciências
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 39
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Física Geral e Experimental I
80
04
Língua Portuguesa
40
02
Contábeis. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2010. v.1 310p.
-YOUSSEF, Antônio Nicolau; FERNANDEZ,
Vicente Paz.
Matemática: Conceitos e
Fundamentos. 2.ed. São Paulo: Scipione, 1995. v.3
Básica:
-FOX, Robert W.; PRITCHARD, Philip J.;
MCDONALD, Alan T. Introdução à Mecânica dos
Fluidos. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. 871p.
-HALLIDAY,
David;
RESNICK,
Robert.
Fundamentos de física: Mecânica. 9. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2012. 340p. v.1
-HALLIDAY,
David;
RESNICK,
Robert.
Fundamentos de física: Gravitação, Ondas e
Termodinâmica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
v.2
Complementar:
-FREEDMAN, Roger A.; YOUNG, Hugh D. Física
I: Mecânica. 12 ed. São Paulo: Pearson. 2012.
-NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de Física
Básica: Mecânica. 4 ed. São Paulo: Edgard Blucher
2012. 328p. v.1
-NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de Física
Básica: Fluídos, Oscilações, Ondas e Calor. 4 ed.
São Paulo: Edgard Blucher, 2012. 314p. v.2
-POTTER, Merle C.; WIGGERT, David C.
Mecânica dos Fluídos. São Paulo: Cengage
Learning, 2014. 711p.
-YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física
II: Termodinâmica e Ondas. 12 ed. São Paulo:
Adisson Wesley, 2010.
Básica:
-ANDRE, Hildebrando A de. Gramática Ilustrada. 5.
ed. São Paulo: Moderna, 1999.
-BELTRÃO, Odacir. Correspondência: linguagem
& comunicação: oficial, empresarial, particular. 20
ed. São Paulo: Atlas, 1998.
-FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão.
Para entender o Texto: Leitura e redação. 17 ed. São
Paulo: Ática, 2012. 431p.
Complementar:
-ALMEIDA, Antônio Fernando de. Português
Básico: gramática, redação, textos. 4 ed. São Paulo:
Atlas, 1999.
-ANDRADE, Maria Margarida de. Língua
Portuguesa: Noções básicas para cursos superiores.
7. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
-CAMPEDELLI, Samira Yousseff; SOUZA, Jesus
Barbosa. Português: Literatura, Produção de Textos
& Gramática. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2000.
-GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de
Pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184p.
-MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a
prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11. ed.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 40
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Metodologia Cientifica
Álgebra Linear
Analítica I
e
Geometria
Hora/aula
Total de horas
40
02
80
04
São Paulo: Atlas, 2013. 321p.
Básica:
-LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de
Andrade. Fundamentos de Metodologia Cientifica.
4. ed. São Paulo: Atlas, 1991.
-OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de
Metodologia Cientifica. 2. ed. São Paulo: Pioneira,
2000.
-SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do
Trabalho Cientifico. 22.Ed. São Paulo: Cortez,
2002.
Complementar:
-BARROS, Aidil Jesus da Silveira. Fundamentos de
Metodologia. 2. ed. São Paulo: Makron Books,
2013.
-CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.
Metodologia Científica. 5. ed. São Paulo: Prentice
Hall, 2002.
-GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de
Pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184p.
-MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a
prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11. ed.
São Paulo: Atlas, 2013. 321p.
-VIEIRA, Sonia. Como Escrever uma Tese. 5. ed.
São Paulo: Pioneira, 1999.
Básica:
-CAMARGO, Ivan de; BOULOS, Paulo. Geometria
Analítica: um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2013. 543p.
-CONDE, Antônio. Geometria Analítica. São Paulo:
Atlas, 2004. 165p.
-MACHADO, Antônio dos Santos. Álgebra Linear e
Geometria Analítica. Atual editora, 2 ed. 1982.
210p.
Complementar:
-CAROLI, Alésio de; CALLIOLI, Carlos. A.
Matrizes, Vetores e Geometria Analítica: teoria e
exercícios. São Paulo. Ed. Nobel, 2009. 167 p
-LEON, Steven J. Álgebra Linear com aplicações. 8
ed. Rio de Janeiro. LTC, 2011. 464p.
-KINDLE, J.H. - Geometria Analítica. São Paulo.
McGraw-Hill, 1988.
-MOISE, E.E. e DOWNS, F.L. Geometria Moderna.
São Paulo. Ed. Edgard Blucher, 1990.
-OLIVA, W. M. Vetores e Geometria. São Paulo,
Ed. Atlas, 1990.
400
333,33
Disciplina
Fundamentos de Administração
20
SEGUNDO PERÍODO
Aulas
Aulas
Semestrais Semanais
80
04
Básica:
BIBLIOGRAFIAS
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 41
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Cálculo I
80
04
Física Geral e Experimental II
80
04
-CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da
Administração. 5. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro:
Campus, 2002. 537p. v.2.
-KWASNICKA, Eunice Lacava. Teoria Geral da
Administração: uma síntese. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2011. 189p.
-STONER, James A. F.; FREEMAN, R. Edward.
Administração. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2012. 533p.
Complementar:
-BERNARDES,
Cyro.
Teoria
Geral
da
Administração:
a
análise
integrada
das
organizações. 2. ed. revisada e ampliada. São Paulo:
Atlas, 1993.
-BOWDITCH,
James
L.
Elementos
de
Comportamento Organizacional. São Paulo:
Pioneira, 2013. 305p.
-CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da
Administração. Rio de Janeiro: Campus, 2002. v.1
-FLEURY, Maria Tereza Leme; FISCHER, Rosa
Maria (Coord.). Cultura e Poder nas Organizações.
2. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 170p.
-MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria Geral da
Administração: uma introdução. 22ª ed. ampliada
São Paulo: Cengage Learning, 2013. 428p.
Básica:
-BARBANTI, Luciano & MALACRILDA, JR.
Sergio Augusto Matemática Superior – um primeiro
curso de cálculo. São Paulo: Pioneira, 1999.
-MORETTIN, Pedro A.; HAZZAN, Samuel;
BUSSAB, Wilton de O. Cálculo – Funções de uma
e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2012. 408p.
-SILVA, Sebastião Medeiros. Matemática para os
Cursos de Economia, Administração, Ciências
Contábeis. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 296p. v.1
Complementar:
-FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian
Buss. Cálculo A: funções limite, derivação
integração. São Paulo: Makron, 2012.
-IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática
Elementar: sequências, matrizes, determinantes,
sistemas. 6. ed. São Paulo: Atual, 2010. V.4
-IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática
elementar, 1: conjuntos e funções. 7. ed. São Paulo:
Atual, 2010.
-LARSON, Ron. Cálculo Aplicado: curso rápido. 8
ed. São Paulo. Cengage Learning, 2011.
-SCHIMIDT, A PHILIP & AYRES JR, FRANK.
Matemática para o ensino superior – coleção
schaum. 3 ed. Porto Alegre: Brookman, 2006. 440p.
Básica:
-HALLIDAY,
David;
RESNICK,
Robert.
Fundamentos de física: Gravitação, Ondas e
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 42
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Química Geral
80
04
Álgebra e Geometria Analítica II
80
04
Termodinâmica. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
296p. v.2
-HALLIDAY,
David;
RESNICK,
Robert.
Fundamentos de física: Eletromagnetismo. 9. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2013. 376p. v.3
-INCROPERA, Frank P. Fundamentos de
Transferência de Calor e de Massa. 6 ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2014.
Complementar:
-NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de Física
Básica: Fluídos, Oscilações, Ondas e Calor. 4 ed.
São Paulo: Edgard Blucher Ltda 2012. 314p. v.2
-HALLIDAY,
David;
RESNICK,
Robert.
Fundamentos de física: Óptica e Física Moderna. 9.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. V.4
-POTTER, Merle C.; WIGGERT, David C.
Mecânica dos Fluídos. São Paulo: Cengage
Learning, 2014.
-YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física
II: Termodinâmica e Ondas. 12 ed. São Paulo:
Pearson. 2010.
-YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física
III: Eletromagnetismo. 12 ed. São Paulo: Pearson.
2010. 448p.
Básica:
-ROSENBERG, Jerome L. Teoria e Problemas de
Química Geral. 8 ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
-RUSSEL, John B. Química Geral. 2 ed. São Paulo:
Pearson Makron Books, 2013. 821p. v.1
-RUSSEL, John B. Química Geral. 2 ed. São Paulo:
Pearson Makron Books, 2013. 849p. v.2
Complementar:
-BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard E.
Química Geral. 2 ed. LTC, 2012. 410p. v.1
-BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard E.
Química Geral. 2 ed. LTC, 2012. 250p. v.2
-BROWN, T. L & LEMAY Jr & BURSTEN, B. E.
Química: Ciência Central. 7ª ed. LTC. RJ, 1999.
-SLABAUGH, Wendell H. Química Geral. Rio de
Janeiro: LTC, 1976. 277p.
-PERUZZO, Francisco M. Química na abordagem
do cotidiano. São Paulo: Moderna, 2003.v.1
Básica:
-CAMARGO, Ivan de; BOULOS, Paulo. Geometria
Analítica: um tratamento vetorial. 3 ed. Rio de
Janeiro. Ed. Atlas, 2010. 543p.
-FEITOSA, M. Cálculo Vetorial e Geometria
Analítica - Exercício proposto e resolvido. Rio de
Janeiro. Ed. Atlas, 1989.
-MACHADO, Antônio dos Santos. Álgebra Linear e
Geometria Analítica. 2 ed. São Paulo: Atual, 1982.
210p.
Complementar:
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 43
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
-CAROLI, Alésio de; CALLIOLI, Carlos. A.
Matrizes, Vetores e Geometria Analítica: teoria e
exercícios. São Paulo. Ed. Nobel, 2009. 167 p
-CONDE, Antônio. Geometria Analítica. São Paulo:
Atlas, 2004. 165p.
-LEON, Steven J. Álgebra Linear com aplicações. 8
ed. Rio de Janeiro. LTC, 2011. 464p.
-MOISE, E.E. e DOWNS, F.L. Geometria Moderna.
São Paulo. Edgard Blucher, 1990.
-KINDLE, J.H. - Geometria Analítica. São Paulo.
McGraw-Hill, 1988.
Hora/aula
Total de horas
400
333,33
Disciplina
Estatística e Probabilidade
Organização, sistemas e métodos.
20
TERCEIRO PERÍODO
Aulas
Aulas
BIBLIOGRAFIAS
Semestrais Semanais
80
04
Básica:
-FONSECA, Jairo Simon; MARTINS, Gilberto de
Andrade. Curso de Estatística. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2012. 320p.
-OLIVEIRA, Francisco Estevam Martins de.
Estatística e Probabilidade. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2012. 221p.
-VIEIRA, Sonia. Elementos de Estatística. 5. ed.
São Paulo: Atlas, 2012. 144p.
Complementar:
-BUSSAB, W.O. e MORETTIN, P.A. Estatística
Básica. 5.ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2008.
-COSTA NETO, P.L.O. Estatística. 2.ed. São Paulo:
Edgard Blücher, 2002.
-MARTINS, Gilberto de Andrade; DONAIRE,
Denis. Princípios de Estatística. 4.ed. São Paulo:
Atlas, 1979.
-NAZARETH, Helenalda. Curso de Estatística. 9.
ed. São Paulo: Ática, 1997.
-DEVORE, Jay L. Probabilidade e estatística pra
engenharia e ciências. 8 ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2014. 712 p.
40
02
Básica:
-MINTZBERG, Henry. Criando Organizações
Eficazes: estruturas em cinco configurações. 2 ed.
São Paulo: Atlas, 2014. 334p.
-OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de.
Sistemas, Organização e Métodos: uma abordagem
gerencial. 21. Ed. São Paulo: Atlas, 2013. 486p.
-VASCONCELLOS, Eduardo. Estrutura das
Organizações: estruturas tradicionais, estruturas
para inovação, estrutura matricial. 4. ed. rev. São
Paulo: Pioneira, 2010. 208p.
Complementar:
-ARAUJO, Luís César Gonçalves de. Organização,
sistemas e métodos e as tecnologias de gestão
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 44
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Computação
80
04
Ciências dos Materiais
80
04
organizacional. 2. Ed. São Paulo: Atlas, 2006. V.1
-ARAUJO, Luís César Gonçalves de Organização,
Sistemas e Métodos e as modernas ferramentas de
gestão organizacional. São Paulo: Atlas, 2001.
-CHANLAT, Jean-François (Coord.). O Indivíduo
na Organização: Dimensões esquecidas. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 1996. V.1
-CURY, A. Organização e Métodos: uma visão
holística. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
-ROCHA, Luiz Oswaldo Leal da. Organização e
Métodos: uma abordagem prática. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 1995.
Básica:
-ALBERTIN, Alberto Luiz. Administração de
Informática: funções e fatores críticos de sucesso. 2.
ed. São Paulo: Atlas, 1999. 416p.
-CORNACHIONE JUNIOR, Edgard B. Informática
Aplicada às áreas de Contabilidade, Administração
e Economia. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 416p.
-CORMEN, Thomas H., LEISERSON, Charles E.,
RIVEST, Ronald L., e STEIN, Clifford. Algoritmos
teoria e pratica. 3 ed. São Paulo: Campus, 2012.
944p.
Complementar:
-BORATTI, Isaias Camilo; Álvaro Borges.
Introdução a Programação – Algoritmos. 3 ed.
Florianópolis. Visual Books, 2007. 158p.
-CANTU, Marco. Dominando o DELPHI 2005 “A
Bíblia". São Paulo: Pearson Prentice Hall. 2006.
738p
- GÓMEZ, Luís Alberto. Excel para Engenheiros. 2.
ed. Florianopolis: Visual Books, 2012. 288p.
-TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais
Modernos. 2.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2005.
-ZIVIANE, Nívio. Projeto de Algoritmos com
implementações em Pascal e C. 2. ed. São Paulo:
Thomson, 2004
Básica:
-CALLISTER JR, William D; RETHWISCH, David
G. Ciência e Engenharia de Materiais: uma
introdução. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 817p.
-NEWELL, J. Fundamentos da moderna engenharia
e ciência dos materiais. 1ed., Rio de Janeiro, 2010.
-VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de Ciência
e tecnologia dos Materiais, 4 ed., São Paulo:
Campus, 2003. 567p.
Complementar:
-ASKELAND, D. R, PHULÉ, P.P.; Ciência e
Engenharia dos Materiais, 1 ed. Cengage Learning,
2008.
-SHACKELFORD, JAMES F. Ciência dos
Materiais. 6 edição. São Paulo. Editora Pearson
Prentice Hall. 2008.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 45
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Cálculo II
80
04
Psicologia
40
02
-PADILHA, A. F. Materiais de engenharia,
microestrutura e propriedades. São Paulo: Hemus
Editora, 1997.
-PARETO, L., Resistência e ciência dos materiais.
São Paulo: Hemus Editora, 2003.
-SMITH, W. F.: Princípios de ciência e engenharia
dos materiais, 3ª Edição, Lisboa McGraw-Hill,
1998.
Básica:
-MORETTIN, Pedro A.; HAZZAN, Samuel;
BUSSAB, Wilton de O. Cálculo – funções de uma e
várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2012. 408p.
-BARBANTI, L. & MALACRILDA, JR. S. A.
matemática superior – um primeiro curso de
cálculo: funções de uma variável, derivada, integral,
aplicações. São Paulo: Atual, 1999. 245p.
-SILVA, S. MEDEIROS; SILVA, E. MEDEIROS,
Matemática: para os cursos de economia,
administração, ciências contábeis. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2010. 310p. v. 1
Complementar:
- FLEMMING, Diva Marilia; GONÇALVES,
Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite , derivação
e integração. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2012. 449p.
-IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática
Elementar, 4: sequências, matrizes, determinantes,
sistemas. 7. ed. São Paulo: Atual, 2010.
-IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática
elementar, 1: conjuntos, funções. 8. ed. São Paulo:
Atual, 2010.
-LARSON, Ron. Cálculo Aplicado: curso rápido. 8
ed. São Paulo. Cengage Learning, 2011.
-SCHIMIDT, A PHILIP & AYRES JR, FRANK.
Matemática para o ensino superior – coleção
schaum. 3 ed. Porto Alegre: Brookman, 2006. 440p.
Básica:
-BERGAMINI, Cecília Whitaker. Psicologia
Aplicada à Administração de Empresas: Psicologia
do comportamento organizacional. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2011. 197p.
-BRAGHIROLLI, Elaine Maria et. al. Psicologia
Geral. 31 ed. Petrópolis: Vozes, 2012.
-MINICUCCI, Agostinho. Psicologia Aplicada à
Administração. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2011. 361p.
Complementar:
-CHANLAT, Jean-François (Coord). O Indivíduo
na Organização: Dimensões esquecidas. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 1996. v. 2.
-GADE, C. Psicologia do Consumidor e da
Propaganda. São Paulo: EPU, 2010. 269p.
-BOHLANDER,
George;
SNELL,
Scott;
SHERMAN, Arthur. Administração de Recursos
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 46
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Humanos. São Paulo: Pioneira Thompson Learning,
2003.
-SPECTOR, Paul E. Psicologia nas Organizações. 2
ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
-MOTTA, Fernando C. Prestes; CALDAS, Miguel
P. Cultura Organizacional e Cultura Brasileira. São
Paulo: Atlas, 1997.
Hora/aula
Total de horas
Disciplina
Cálculo III
Resistência dos Materiais
400
333,33
20
QUARTO PERÍODO
Aulas
Aulas
BIBLIOGRAFIAS
Semestrais
Semanais
80
04
Básica:
-BARBANTI, L. & MALACRILDA, JR. S. A.
matemática superior – um primeiro curso de
cálculo: funções de uma variável, derivada, integral,
aplicações. São Paulo: Pioneira, 1999. 245p.
-MORETTIN, Pedro A.; HAZZAN, Samuel;
BUSSAB, Wilton de O. Cálculo – funções de uma e
várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2012. 408p.
-SILVA, S. Medeiros; SILVA, E. Medeiros,
Matemática 1 para os cursos de economia,
administração, ciências contábeis. 5. ed. - 9.
Reimpr. São Paulo: Atlas, 2010. 310p.
Complementar:
-FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian
Buss. Cálculo A: funções limite, derivação
integração. 6. ed. São Paulo: Makron, 2012. 449p.
-IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática
Elementar, 4: Sequências, Matrizes, Determinantes,
Sistemas. 7. ed. São Paulo: Atual, 2010. 232p. v.4
-IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática
elementar, 1: conjuntos, funções. 8. ed. São Paulo:
Atual, 2011. 374p. v.1
-LARSON, Ron. Cálculo Aplicado: curso rápido. 8
ed. São Paulo. Cengage Learning, 2011.
-SCHIMIDT, A PHILIP & AYRES JR, FRANK.
Matemática para o ensino superior – coleção
schaum. 3 ed. Porto Alegre: Brookman, 2006. 440p.
80
04
Básica:
-BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON JR, E. Russel.
Resistência dos materiais. 3. ed. São Paulo: Pearson
Makron Books, 2008. 1255p
-GERE, James M; GOODNO, Barry J. Mecânica
dos Materiais. 7. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2013. 858p.
-CRAIG JR, Roy R. Mecânica dos Materiais. 2. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2014. 552p.
Complementar:
-HIBBELER, Russell Charles. Resistência dos
Materiais. 7 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 47
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Gestão de Recursos Materiais e
Patrimoniais
80
04
Sistemas Produtivos I
80
04
-MELCONIAN, S. Mecânica técnica e resistência
dos materiais. Editora Érica, 2001.
-POPOV, Egor Paul. Introdução à Mecânica dos
Sólidos. Edgard Blucher, 1978.
-TIMOSHENKO, Stephen P.; GERE, James
Monroe. Mecânica dos Sólidos. LTC. v. 1.
-TIMOSHENKO, Stephen P.; GERE, James
Monroe. Mecânica dos Sólidos. LTC. v. 2.
Básica:
-MARTINS, P. G.; ALT, P. R. C. Administração de
Materiais e Recursos Patrimoniais. 3. ed. São Paulo:
Saraiva, 2013. 441p.
-POZO, H. Administração de Recursos Materiais e
Patrimoniais: uma abordagem Logística. 6. ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
-VIANA, João José. Administração de Materiais:
um enfoque prático. São Paulo: Atlas, 2013. 448p.
Complementar:
-ARNOLD, J. R. Tony. Administração de Materiais.
São Paulo: Atlas, 1999.
-CHING, H. Y. Gestão de Estoques na Cadeia de
Logística Integrada. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
238p.
-DIAS, Marco Aurélio P. Administração de
Materiais: princípios, conceitos e gestão. 6. ed. São
Paulo: Atlas, 2012. 346p.
-DIAS, Marco Aurélio P. Administração de
Materiais: uma abordagem logística. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2010. 528p.
-DORNIER, Philippe-Pierre et al. Logística e
Operações Globais: textos e casos. São Paulo: Atlas,
2013.
Básica:
-CORRÊA, Henrique L.; CORRÊA, Carlos A.
Administração de Produção e Operações:
Manufatura e serviços: uma abordagem Estratégica.
3ed. São Paulo: Atlas, 2012. 680p.
-MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da
Produção e Operações. 2 ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2012. 624p.
-SLACK,
Nigel;
CHAMBENS,
Stuart;
JOHNSTON, Robert. Administração de Produção.
3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 703p.
Complementar:
-CHASE, Richard B.; JACOBS, F. Robert;
AQUILANO, Nicholas J. Administração da
Produção para a Vantagem Competitiva. São
Paulo: McGraw-Hill, 2006.
-DIAS, Marco Aurélio P. Administração de
Materiais: uma abordagem logística. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2010. 528p.
-DORNIER, Philippe-Pierre et al. Logística e
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 48
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Matemática Financeira
Hora aula
Atividades complementares I
Total de horas
Disciplina
Sistemas Produtivos II
80
04
400
24h
357,33h
20
-
Operações Globais: textos e casos. São Paulo: Atlas,
2013. 721p.
-MARTINS, Petrônio G.; LAUGENI, Fernando P.
Administração da Produção. São Paulo: Saraiva,
2013. 562p.
-VASCONCELLOS, Eduardo. Estrutura das
Organizações: estruturas tradicionais, estruturas
para inovação, estrutura matricial. 4. ed. rev. São
Paulo: Pioneira, 2010. 208p.
Básica:
-ASSAF Neto. A Matemática Financeira e suas
Aplicações. 12 ed. São Paulo: Atlas 2012. 287p.
-FARO, Clovis de. Matemática Financeira. 9 ed.
São Paulo: Atlas 1993.
-MATHIAS, Washington Franco e GOMES, J. M.
Matemática financeira. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1996.
Complementar:
-ASSAF Neto, Alexandre. Finanças Corporativas e
Valor. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2012. 762p.
-FRANCISCO, Walter de. Matemática Financeira. 7
ed. São Paulo: Atlas, 1994.
-KUHNEN, Osmar Leonardo; BAUER, Udibert
Reinaldo. Matemática Financeira e análise de
investimentos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
-PUCCINI, Aberlardo de Lima; PUCCINI, Adriana.
Matemática Financeira: Objetiva e Aplicada.
Compacta. São Paulo: Saraiva, 2010. 184p
-VERAS, Lilia Ladeira. Matemática Financeira.
3.ed. São Paulo: Atlas, 1990.
QUINTO PERÍODO
Aulas
Aulas
BIBLIOGRAFIAS
Semestrais Semanais
80
04
Básica:
-CORRÊA, Henrique L.; CORRÊA, Carlos A.
Administração de Produção e Operações:
Manufatura e serviços: uma abordagem Estratégica.
3 ed. São Paulo: Atlas, 2012. 658p.
-MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da
Produção e Operações. 2 ed. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2012. 624p.
-SLACK,
Nigel;
CHAMBENS,
Stuart;
JOHNSTON, Robert. Administração de Produção.
3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 703p.
Complementar:
-CHASE, Richard B.; JACOBS, F. Robert;
AQUILANO, Nicholas J. Administração da
Produção para a Vantagem Competitiva. São
Paulo: McGraw-Hill, 2006.
-CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia Mecânica:
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 49
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Desenho Técnico Básico
40
02
Gestão da Qualidade
80
04
processos de fabricação e tratamento. 2. ed. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. 315p.
-DORNIER, Philippe-Pierre et al. Logística e
Operações Globais: textos e casos. São Paulo: Atlas,
2013. 721p.
-MARTINS, Petrônio G.; LAUGENI, Fernando P.
Administração da Produção. São Paulo: Saraiva,
2013. 562p.
-VASCONCELLOS, Eduardo. Estrutura das
Organizações: estruturas tradicionais, estruturas
para inovação, estrutura matricial. 4. ed. rev. São
Paulo: Pioneira, 2010. 208p.
Básica:
-CARVALHO, Benjamin A. Desenho Geométrico.
Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio. 1988. 332
p.
-FRENCH, Thomas E.; VIERCK, Charles J.
Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 8 ed. São
Paulo: Ed. Globo. 2010.
-MONTENEGRO, Gildo A. Desenho Arquitetônico
pra Cursos Técnicos de 2º grau e Faculdades de
Arquitetura. 4 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2011.
167p.
Complementar:
-ABNT. NBR10067: Princípios gerais de
representação em desenho técnico.
-BORTOLUCCI, M. A.; CORTESI, M.V.P.
Desenho Técnico. EESC.USP. 1997
-BUENO, Claudia Pimentel; PAPAZOGLOU,
Rosarita Steil. Desenho Técnico para Engenharias.
São Paulo: Juruá editora. 2008. 196 p.
-FRANKLIM, Jones D. Norma Técnica para
desenhista e projetista de máquinas. Vol. 1/2. São
Paulo: Hemms Lwrerna. 1995.
-SILVA, Arlindo et. al. Desenho Técnico Moderno.
4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 475 p.
Básica:
-MINTZBERG, Henry. Criando Organizações
Eficazes: estruturas em cinco configurações. São
Paulo: Atlas, 2014. 334p.
-PALADINI, Edson Pacheco. Avaliação Estratégica
da Qualidade. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2011. 234p.
-ROBLES JUNIOR, Antônio. Custos da Qualidade.
São Paulo: Atlas, 2003.
Complementar:
-CHIAVENATO, Idalberto. Administração de
empresas: uma abordagem contingencial. 3. ed. São
Paulo: Makron Books, 1994.
-COELHO Neto, Antero. Planejamento Estratégico
para a melhoria da qualidade. Rio de Janeiro:
Qualitymark. 1996.
-MELLO, Carlos Henrique Pereira et al. ISSO
9001:2000 Sistema de gestão da qualidade para
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 50
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Economia
80
04
Metrologia
40
02
Cálculo Numérico
80
04
operação de produção. São Paulo: Atlas, 2002.
-PALADINI, Edson Pacheco. Qualidade Total na
Prática: implantação e avaliação de sistemas de
qualidade total. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1997.
-VASCONCELLOS, Eduardo. Estrutura das
Organizações: estruturas tradicionais, estruturas
para inovação, estrutura matricial. 4. ed. rev. São
Paulo: Pioneira, 2010.
Básica:
-JORGE, Fauzi Timaço; MOREIRA, José Octavio
de Campos. Economia: notas introdutórias. 2 ed.
São Paulo: Atlas, 2009. 156p.
-ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à
Economia. 20 ed. São Paulo: Atlas, 2013. 922p.
-TROSTER, Roberto Luis; MORCILLO, Francisco
Mochón. Introdução à Economia. São Paulo:
Makron Books, 1999.
Complementar:
-DRUCKER, P.F. Sociedade Pós-Capitalista. São
Paulo: Pioneira, 1993.
-FERGUSON, Charles E. Microeconomia. 20.Ed.
Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999.
-HUGON, P. Histórias das Doutrinas Econômicas.
São Paulo: Atlas, 1996.
-VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de.
Economia: Micro e Macro. São Paulo: Atlas, 2000.
-VASCONCELLOS, Marco Antonio S; GARCIA,
Manuel E. Fundamentos de Economia. 4 ed. São
Paulo: Saraiva, 2014. 332P.
Básica:
-ALBERTAZZI, A.; SOUZA, A. R. Fundamentos
de Metrologia Científica e Industrial, Manole, 2007.
-LINK, Walter. Tópicos Avançados da Metrologia
Mecânica. Programa RH Metrologia, 1ª edição,
2000.
-MENDES, A., ROSÁRIO, P.P. Metrologia &
Incerteza de Medição. Epse Editora, 2005.
Complementar:
-GONZÁLES, C. G. Metrologia, 2. Ed. México:
McGraw-Hill, 1998.
-INMETRO - Vocabulário Internacional de
Metrologia -Conceitos Fundamentais e Gerais e
Termos Associados (VIM), INMETRO, 2008.
-LIRA, F.A. de. Metrologia na Indústria. Editora
Érica- São Paulo. 4 edição revisada e atualizada,
2001.
-NBR ISO/IEC 17025. Requisitos gerais para
competência de laboratórios de ensaios e calibração.
Rio de Janeiro: ABNT, 2006.
-THEISEN, ÁLVARO M. F. - Fundamentos da
Metrologia Industrial - Programa RH Metrologia,
1997.
Básica:
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 51
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
-BURDEN, Richard L.; FAIRES, J. Douglas.
Análise Numérica: Tradução da 8a edição
americana. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
-FRANCO, Neide Bertoldi. Cálculo Numérico. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
-RUGGIERO, Márcia A. Gomes; LOPES, Vera
Lúcia da Rocha. Cálculo Numérico: Aspectos
Computacionais, 2.ed. São Paulo: Makron Books,
1996.
Complementar:
-ANTON, Howard. Álgebra linear com aplicações.
8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.
-ARENALES, Selma; DAREZZO, Artur. Cálculo
Numérico: Apredizagem com apoio de software.
São Paulo: Cengage Learning, 2010.
-CAMPOS,
Frederico
Ferreira.
Algoritmos
Numéricos. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
-LARSON, Ronald E. Cálculo com aplicações. 4.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
-SPERANDIO,
Décio.
Cálculo
Numérico:
Características matemáticas e computacionais dos
métodos numéricos. São Paulo: Pearson, 2003.
Hora aula
Atividades complementares II
Total de horas
Disciplina
Normalização e Certificação
400
24h
357,33h
20
SEXTO PERÍODO
Aulas
Aulas
BIBLIOGRAFIAS
Semestrais Semanais
80
04
Básica:
-CARVALHO, Marly Monteiro de; GILIOLI,
Roberto. Gestão da Qualidade Teorias e Casos. 2
ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012. 430p.
-CERQUEIRA, Jorge Pedreira de. ISO 9000, no
ambiente da Qualidade Total. Rio de Janeiro:
Imagem, 1994.
-PALADINI, Edson Pacheco. Qualidade Total na
Prática: implantação e avaliação de sistemas de
qualidade total. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1997.
Complementar:
-CARVALHO, Alexandre Bruno Moreno de.
Normas de gestão ambiental. Controle da
qualidade. São Paulo: Abril, 1995.
-ROBLES JUNIOR, Antônio. Custos da Qualidade.
São Paulo: Atlas, 1996.
-ABNT, “NBR ISO 9001:2008 – Sistemas de
gestão da qualidade – requisitos”, 2008.
-ABNT, “NBR ISO 9004:2000 – Sistemas de
gestão da qualidade – diretrizes para melhoria de
desempenho”, 2001.
-ABNT, “NBR ISO 14001:2004 – Sistemas de
gestão ambiental – especificação e diretrizes para
uso”, 2004.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 52
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Contabilidade Gerencial e Custos
80
04
Gestão de Pessoas
40
02
Sistemas de Informação Gerencial
40
02
Básica:
-ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso Básico de
Contabilidade. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
-IUDICIBUS, Sergio de et al. Contabilidade
Introdutória. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 335p.
-MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 9. ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
Complementar:
-CHING, Hong Yuh. Gestão baseada em custeio
por atividades: ABM-Activity Based Management.
2. ed. São Paulo: Atlas, 1997.
-GRECO, Alvísio Lahorgue, AREND, L.
Contabilidade: teoria e práticas básicas. 8. ed. Porto
Alegre: Sagra Luzzatto, 1998.
-GONÇALVES, Eugenio Celso; BAPTISTA,
Antônio Eustáquio. Contabilidade Geral. 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2011. 352p.
-LEONE, George Guerra. Custos: um enfoque
administrativo. 12. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2010.
-ROBLES JUNIOR, Antônio. Custos da Qualidade.
São Paulo: Atlas, 1994.
Básica:
-BOHLANDER,
George;
SNELL,
Scott;
SHERMAN, Arthur. Administração de Recursos
Humanos. São Paulo: Pioneira Thompson
Learning, 2013.
-CHANLAT, Jean-François (coord). O indivíduo
na Organização: Dimensões Esquecidas. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 1996. v. 2
-CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos.
Edição compacta. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2002.
Complementar:
-BOFF, Leonardo. Ética e Moral: A busca dos
fundamentos. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2011. 134p.
-CHIAVENATO,
Idalberto.
Planejamento,
Recrutamento e Seleção de Pessoal: Como Agregar
Talentos à Empresa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
-KANAANE, Roberto. Comportamento nas
Organizações: o homem rumo ao séc. XXI. 2.ed.
São Paulo: Atlas, 2012. 131p.
-LUCENA, Maria Diva da Salete. Planejamento de
Recursos Humanos. São Paulo: Atlas, 2012. 265p.
-MORGAN, Gareth. Imagens da Organização. São
Paulo: Atlas, 2011. 421p.
Básica:
-BATISTA, Emerson de Oliveira. Sistemas de
Informação: o uso consciente da tecnologia para
gerenciamento. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2014.
358p.
-BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de Informação:
Um Enfoque Gerencial. São Paulo: Atlas, 1985.
-MANÃS, Antônio Viça. Administração de
Sistemas de Informação. 8 ed. Érica. 2014. 304p.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 53
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Desenho Assistido por Computador
80
04
Fenômenos de Transporte
80
04
Complementar:
-CORNACHIONE
JUNIOR,
Edgard
B.
Informática Aplicada às áreas de Contabilidade,
Administração e Economia. 4 ed. São Paulo: Atlas,
2012. 416p.
-KANAAN, João Carlos. Informática Global. 2 ed.
São Paulo: Pioneira, 1998.
-O’BRIEN, James A. Sistemas de Informação e as
Decisões Gerenciais na Era da Internet. 2 ed. São
Paulo: Saraiva, 2009.
-SHIMIZU, Tamio. Processamento de Dados:
conceitos básicos. 5 ed. São Paulo: Atlas, 1994.
-STAIR, Ralph M. Princípios de Sistemas de
Informação: Uma Abordagem Gerencial. 2 ed.
LTC, 2006.
Básica:
-BALDAM, R. L. COSTA, L. Autocad 2011 –
Utilizando Totalmente. São Paulo: Érica, 2010.
-KATORI, R. AUTOCAD 2011 – Projetos em 2D.
São Paulo: SENAC, 2010.
-SILVEIRA, Samuel Joes da. Autocad 2009 em
3D. Florianópolis: Visual Books, 2009. 182 p.
Complementar:
SAAD, Ana Lúcia. AutoCAD 2004 2D e 3D. São
Paulo: Pearson Makron Books, 2004.
-SILVA, Arlindo et. al. Desenho Técnico Moderno.
4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 475 p.
-WIRTH, Almir. AUTOCAD 2000/2002. Rio de
Janeiro: Alta Books, 2002.
-YAMAMOTO, Arisol S.S. Tsuda; SIHN, Leda M.
Nola. Curso de Autocad Básico. São Paulo:
Makron Books, 2000.
-WIRTH, Almir. Autocad 2000/2002 2d & 3d. Rio
de Janeiro: Alta Books, 2002.
Básica:
-INCROPERA, Frank P. et. al. Fundamentos de
Transferência de Calor e de Massa. 7 ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2014.
-MORAN, Michael J.; SHAPIRO, Howard N.
Princípios de Termodinâmica para Engenharia. 7.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. 819p.
- POTTER, Merle C.; WIGGERT, David C.
Mecânica dos Fluidos. São Paulo: Cengage
Learning, 2014. 711p.
Complementar:
-ARAUJO, C. Transmissão de calor. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1978.
-BRUNETTI, Franco. Mecânica dos fluidos. 2. ed.
São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.
431p.
-FOX, Robert W.; PRITCHARD, Philip J.;
MCDONALD, Alan T. Introdução à Mecânica dos
Fluidos. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. 871p.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 54
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
-MUNSON B. R., YOUNG D.F. OKIISKI T.H.;
Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. 4 ed. São
Paulo. Edgard Blucher, 2008.
-VAN Wylen Gordon; SONNTAG, Richard;
BORGNAKKE,
Claus.
Fundamentos
da
Termodinâmica Clássica”, 4 ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2009.
Hora aula
Atividades complementares III
Total de horas
Disciplina
Processos Industriais
Logística
400
24h
357,33h
20
-
SÉTIMO PERÍODO
Aulas
Aulas
BIBLIOGRAFIAS
Semestrais Semanais
80
04
Básica:
-CALLISTER JR., William D. Ciência e
engenharia de materiais: uma introdução. 7. ed. Rio
de Janeiro, RJ: LTC, 2008. 705 p.
-CHIAVERINI, V. - Tecnologia Mecânica,
Volume II, 2a ed., Makron Books, 1986
-DINIZ, A.E. MARCONDES, f.c. Coppini, N.L.
Tecnologia da Usinagem dos Materiais. Artliber
Editora, 2000.
Complementar:
-CETLIN, Paulo Roberto; HELMAN, Horácio.
Fundamentos da Conformação Mecânica dos
Metais. 2 ed. São Paulo. Editora Artliber, 2005.
264 p.
-FERRARESI, D. Fundamentos da Usinagem dos
Metais. 11 ed. São Paulo. Edgard Bluncher, 2003.
751 p.
-MARQUES, P. V.; MODENESI, P.J. –
SOLDAGEM Fundamentos e Tecnologia, Editora
UFMG, Belo Horizonte – MG, 2005.
-SCHAEFFER, Lírio. Conformação mecânica.
Porto Alegre: Imprensa Livre, 1999. 167 p.
-SOUZA, Sérgio Augusto de. Ensaios mecânicos
de materiais metálicos: fundamentos teóricos e
práticos. 5. ed. São Paulo: E. Blücher, c1982. 286
p.
80
04
Básica:
-BALLOU, Ronald H. Logística empresarial:
transportes, administração de materiais e
distribuição física. São Paulo: Atlas, 2010. 388p.DORNIER, P.P. et al. Logística e Operações
Globais: textos e casos. São Paulo: Atlas, 2013.
-POZO, H. Administração de Recursos Materiais e
Patrimoniais: Uma abordagem logística. 6 ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
Complementar:
-FIGUEIREDO, Kleber Fossati (Org. ). Logística e
Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos:
Planejamento do Fluxo de Produtos e dos
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 55
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Optativa I
Pesquisa Operacional
80
80
04
04
Eletrotécnica
80
04
Recursos. São Paulo: Atlas, 2013. 483p.
-GURGEL, Floriano do Amaral; FRANCISCHINI,
Paulino G. Administração de Materiais e do
Patrimônio. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2014. 420p.
-SLACK,
Nigel;
CHAMBENS,
Stuart;
JOHNSTON, Robert. Administração de Produção.
3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 703p.
-VIANA, J. J. Administração de Materiais: um
enfoque prático. São Paulo: Atlas, 2013.
-MARTEL, Alain; VIEIRA, Darli Rodrigues.
Análise e projeto de redes logísticas. 2.ed. São
Paulo: Saraiva, 2010
Relação abaixo
Básica:
-COLIN, Emerson Carlos. Pesquisa Operacional:
170 aplicações em estratégia, finanças, logística e
produção. 1. ed. Rio de Janeiro: LCT, 2007.
-GOLDBARG,
Marco
César.
Otimização
combinatória e programação linear: modelos e
algoritmos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
-MOREIRA,
Daniel
Augusto.
Pesquisa
Operacional: curso introdutório. São Paulo:
Thomson Learning, 2007.
Complementar:
-ARMENTANO,
Vinícius;
MORABITO,
Reinaldo. Pesquisa operacional. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007.
-EHRLICH, Pierre Jacques. Pesquisa operacional:
curso introdutório. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1991.
-HILLIER, Frederick S.; GRIESI, Ariovaldo.
Introdução à pesquisa operacional. São Paulo:
McGraw-Hill, 2010.
-SILVA,
Ermes
Medeiros
da.
Pesquisa
Operacional: Programação Linear-simulação. 3.
Ed. São Paulo: Atlas, 1998.
-TAHA, Hamdy A. Pesquisa Operacional. 8. ed.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.
Básica:
-CAVALCANTI, P. J. Mendes. Fundamentos de
eletrotécnica. 21 ed. Rio de Janeiro: F. Bastos,
2001.
-JOHNSON, David E. Fundamentos de análise de
circuitos elétricos. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC,
2000.
-MAMEDE FILHO, João. Instalações elétricas
industriais: exemplo de aplicação e projeto. 7 ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2007.
Complementar:
-CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 15 ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2013.
-GRAY, A.; WALLACE, G.A. Eletrotécnica:
Princípios e Aplicações. Rio de Janeiro: Editora Ao
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 56
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Livro Técnico Limitada.
-GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. São
Paulo. McGraw-Hill. 1985.
-MAGALDI, M. Noções de Eletrotécnica. Rio de
Janeiro: Editora Guanabara Dois
-PAGLIARICCI, Mário. Eletrotécnica Geral. São
Paulo. Cia Editora Nacional. 1. ed. 1983.
Hora aula
Atividades complementares IV
Total de horas
Disciplina
Instalações Industriais
Gestão de Projetos
400
24h
357,33h
20
OITAVO PERÍODO
Aulas
Aulas
BIBLIOGRAFIAS
Semestrais Semanais
80
04
Básica:
-BLACK, J. T. O Projeto da Fábrica do Futuro.
Porto Alegre. Bookman. 1998.
-HARMON, Roy L. Reiventando a fábrica II. Rio
de Janeiro: Campus, 1993.
-SLACK,
Nigel;
CHAMBENS,
Stuart;
JOHNSTON, Robert. Administração de Produção.
3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 703p.
Complementar:
-GURGEL, F. do A. Logística Industrial. São
Paulo. Atlas. 2000.
-MUTHER, R.; WHELLER, J.D. Planejamento
Sistemático e Simplificado de Layout. São Paulo.
Instituto IMAM. 2000. v.2
-MUTHER, R.; FILLMORE W. E.; ROME, C.P.
Planejamento Sistemático e Simplificado das
Células de Manufatura. São Paulo. Instituto
IMAM. 1997.
-OLIVÉRIO, J. L. Projeto de Fábrica: Produtos,
Processos e Instalações Industriais. São Paulo.
Instituto Brasileiro do Livro Científico Ltda. 1985.
-VALLE, C. E. Implantação de Indústrias. Rio de
Janeiro. Livros Técnicos e Científicos.1975.
80
04
Básica:
-BALDAM, Roquemar de Lima. et al.
Gerenciamento de Processos de Negócios: BPM Business Process Management. 2. ed. São Paulo:
Érica, 2013. 240p.
-PAVANI JÚNIOR, Orlando; SCUCUGLIA,
Rafael. Mapeamento e Gestão por Processos BPM (Business Process Management). São Paulo:
M. Books do Brasil, 2011. 376p.
-POSSI, M. et.al. Capacitação em Gerenciamento
de Projetos. Rio de Janeiro: Brasport, 2004.
Complementar:
-CLEMENTE,
Ademir
(org).
Projetos
Empresariais e Públicos. São Paulo: Atlas, 2002
-CLELAND, D.I e IRELAND, L.R. Gerência de
Projetos. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 57
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Automação Industrial
80
04
Editores,2002.
-NOCERA, R.J. Gerenciamento de ProjetosTeoria e Prática. 4ª edição. Editora Rosalba de
Jesus Nocera, São Paulo,2009.
-GIDO, J; CLEMENTE, J. P. Gestão de Projetos.
São Paulo: Cengage Learning, 2007.
-VERZUH, E. MBA Compacto - Gestão de
Projetos. São Paulo: Campus, 2000.
Básica:
-MORAES, C. C.; CASTRUCCI, P. L. Engenharia
de Automação Industrial. Editora LTC, 2 ed. 2007.
-CAPELLI, A., Automação Industrial – Controle
do movimento e processos contínuos, 2 ed., São
Paulo: Erica. 2008.
-PRUDENTE Francesco. Automação Industrial PLC: Teoria e Aplicações. LTC.
Complementar:
-ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e
Automação de Processos. 1 ed. LTC. 2005.
-CAMARGO, V. L. A.; FRANCHI, C. M.
Controladores Programáveis. 1 ed. São Paulo:
Érica. 2008.
-FIALHO, A. B. Automação Hidráulica: projetos
dimensionamento e análise de circuitos. 2 ed.
Erica. 2004.
-FIALHO, A. B. Automação Pneumática. 3 ed.
Erica. 2003.
-PRUDENTE, Francesco. Automação Predial
e Residencial – Uma Introdução. Rio de
Janeiro: LTC, 2011.
Ergonomia e Segurança no Trabalho
80
04
Básica:
-COUTO, Hudson de Araujo. Guia de bolso de
ergonomia aplicada ao trabalho. Belo Horizonte:
Ergo, 1996.
-DUL, J., WEERDMEESTER, B. Ergonomia
prática. Tradução Itiro Iida. São Paulo, Editora
Edgard Blucher, 1995.
-MORAES, Anamaria de Mont´Alvao. Ergonomia:
conceitos e aplicações. 3. ed. rev., atualizada e
ampliada Rio de Janeiro: iUsEr, 2003.
Complementar:
-IIDA, I. Ergonomia Projeto e Produção. 2 ed. São
Paulo: Edgard Blucher LTDA, 2005.
-MARTINS, Sergio Pinto. Direito da seguridade
social: custeio de seguridade Social benefícios
acidente do trabalho, assistência social e saúde. 30
ed. São Paulo: Atlas, 2010.
-OPITZ, Oswaldo; OPITZ, Silvia. Acidentes do
trabalho: inteligência e aplicação das Leis ns.
6.367/76 e 6.195/75 e seus regulamentos. São
Paulo: Saraiva, 1977.
-SANTOS, N. & FIALHO, F. A. P., Manual de
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 58
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Empreendedorismo
40
02
Carga horária parcial
???
20
TCC I
40
02
Análise Ergonômica no Trabalho. Curitiba:
Gênesis Editora, 2 ª Ed., 1997.
-SANTOS, Neri dos FIALHO, Francisco Antônio
Pereira. Manual de analise ergonômica no trabalho.
Curitiba: Genesis, 1995.
Básica:
-DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luisa. São
Paulo: Cultura, 2008. 299p.
-DOLABELA,
Fernando.
Oficina
do
empreendedor. São Paulo: Cultura, 1999.
-SEMLER, Ricardo. Virando a própria mesa. São
Paulo: Best Seller, 1988.
Complementar:
-ANSOFF, H. Igor; MCDNNELL, Edward J.
Implantando a Administração Estratégica. 2. ed.
São Paulo: Atlas, 1993.
-DRUCKER, P. F. Inovação e espírito
empreendedor: prática e princípios. 5ª ed. São
Paulo: Pioneira, 1987. 378p.
-PEREIRA, H. J. Criando seu próprio negócio:
como desenvolver o potencial empreendedor.
Brasília: SEBRAE, 1995.
-DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo. Rio de
Janeiro: Campus, 2001.
-GUIMARAES, N. A. & MARTIN, S.
Competitividade e desenvolvimento. SENAC,
2001.
Básica:
-ACEVEDO, Claudia Rosa; NOHARA, Jouliana
Jordan. Monografias no Curso de Administração:
Guia Completo de Conteúdo e Forma. São Paulo:
Atlas, 2004.
-MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para
elaboração de Monografias e Dissertações. 2. ed.
São Paulo: Atlas, 1999.
-SERRA NEGRA, Carlos Alberto; NEGRA
Elizabete Marinha Serra. Manual de trabalhos
Monográficos de Graduação, Especialização,
Mestrado e Doutorado. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2004.
Complementar:
-GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de
Pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
-MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: A
Prática de Fichamentos, Resumos, Resenhas. 11.
ed. São Paulo: Atlas, 2013. 321p.
-RUIZ, João Álvaro. Metodologia Cientifica: Guia
para eficiência nos estudos. 4. ed. São Paulo: Atlas,
1996.
-SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do
Trabalho Científico. 22. Ed. São Paulo: Cortez,
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 59
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
2002.
-VIEIRA, Sonia. Como escrever uma Tese. 5. ed.
São Paulo: Pioneira, 1999.
Hora aula
TCC I extra classe
Atividades complementares V
Total de horas
Disciplina
Direito empresarial
Planejamento Estratégico
400
60h
24h
417,34h
20
NONO PERÍODO
Aulas
Aulas
BIBLIOGRAFIAS
Semestrais Semanais
40
02
Básica:
-BULGARELLI,
Waldirio.
Direito
Comercial. 16. ed.São Paulo: Atlas, 2001.
-COELHO, Fabio Ulhoa. Manual e Direito
Comercial: direto de empresa. 22 ed. São
Paulo: Saraiva, 2010.
-SILVA, De Plácido e. Noções Práticas de
Direito Comercial. 14. ed. Rio de Janeiro:
Forense, 1999.
Complementar:
-BRASIL. Código Comercial. 45.ed. São Paulo:
Saraiva, 2000.
-BRASIL. Constituição da República Federativa do
Brasil: 1988. Brasília: Câmara dos Deputados,
2002.
-BRASIL. Novo Código Civil Brasileiro. São
Paulo: escala, 2002.
-FERRAZ JUNIOR, Tercio Sampaio. Introdução
ao Estudo do Direito: Técnica, Decisão,
Dominação. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1994.
-NADER, Paulo. Introdução ao Estudo do Direito.
21.ed.Rio de Janeiro: Forense,2001.
40
02
Básica:
-ANSOFF, H. Igor; MCDNNELL, Edward J.
Implantando a Administração Estratégica. 2. ed.
São Paulo: Atlas, 1993.
-PORTER, Michael E. Estratégia Competitiva:
técnicas para análise de indústrias e da
concorrência. Rio de Janeiro: Campus, 1986.
-SUN TZU; BUENO, André da Silva (adap.). A
arte da guerra: os treze capítulos originais. São
Paulo: Jardim dos Livros, 2013. 125p.
Complementar:
-AMATO NETO, João. Redes de cooperação
produtiva e clusters regionais: oportunidades para
as pequenas e médias empresas. São Paulo: Atlas,
2000.
-BARROS, Betania Tanure de. Fusões, aquisições
& parcerias. São Paulo: Atlas, 2001.
-KROLL, Wright Peter; PARNELL, John.
Administração Estratégica. São Paulo: Atlas, 2000.
-MATOS, Francisco Gomes de. Estratégia de
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 60
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Gestão da Inovação
40
02
Gestão Ambiental
80
04
Empresa. 2 ed. São Paulo: Makron Books, 1993.
-OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças.
Estratégia Empresarial e vantagem competitiva:
como estabelecer, implantar e avaliar. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 2001.
-RODRIGUES, Suzana Braga. Competitividade,
alianças estratégicas e gerência internacional. São
Paulo: Atlas, 1999.
Básica:
-ALENCAR, E.S. de. A gerência da criatividade.
São Paulo: Makron Books, 1996.
-DRUCKER, Peter Ferdinand. As Novas
Realidades: no governo e na política, na economia
e nas Empresas, na sociedade e na visão do mundo.
4. ed. São Paulo: Pioneira, 1997.
-VASCONCELLOS, Eduardo. Estrutura das
Organizações: estruturas tradicionais, estruturas
para inovação, estrutura matricial. 4. ed. rev. São
Paulo: Pioneira, 2010.
Complementar:
-FILIPE, M.I. 4 C’s para competir com criatividade
e inovação. Qualitymark, 2007.
-CHIAVENATO, Idalberto. Administração de
empresas: uma abordagem contingencial. 3. ed. São
Paulo: Makron Books, 1994.
-GOSWAMI, A. Criatividade quântica. Aleph,
2008.
-LOPES, R. de D. Febrace 4: criatividade e
inovação. São Paulo: Epusp, 2006.
-MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria das
Organizações: Evolução e Crítica. 2. ed. re. Ampl.
São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2001.
Básica:
-SIMÃO, José Roberto. Cidadania e Ética. São
Paulo: FTD, 1997.
-DIAS,
Reinaldo.
Gestão
Ambiental:
Responsabilidade Social e Sustentabilidade. Belo
Horizonte: Atlas, 2006.
-ODUM, Eugene P. Ecologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2013. 460p.
Complementar:
-ANDRADE, R. O. B; TACHIZAWA, T;
CARVALHO, A. B. Gestão Ambiental. São Paulo:
Editora Pearson, 2007.
-CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação: a ciência, a
sociedade e a cultura emergente. São Paulo:
Cultrix, 2012. 429p.
-LORA, E. E. S. Prevenção e controle da Poluição
nos Setores Energético, Industrial e de transporte. 2
ed., Rio de Janeiro: Interciência, 2002.
-MONTEIRO, J. H. P. et al. Manual de
Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos. Rio
de Janeiro: IBAM, 2000.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 61
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Manutenção Industrial
80
04
Optativa II
80
04
-VALVERDE, Sebastião Renato. Elementos de
Gestão Ambiental. Viçosa: Ed. Universidade
Federal de Viçosa, 2005.
Básica:
-PINTO, Alan Kardec; XAVIER, Julio de Aquino
Nascif. Manutenção: Função Estratégica. 4. ed. Rio
de Janeiro: Qualitymark, 2012. 413p.
- SANTOS, Valdir Aparecido dos. Manual Prático
da Manutenção Industrial. 4. ed. São Paulo: Ícone,
2013. 301p.
-SOUZA, Valdir Cardoso de. Organização e
Gerência da Manutenção. 1. ed. São Paulo: All
Print, 2005.
Complementar:
-BORNIA, Antônio Cezar. Mensuração das Perdas
dos Processos Produtivos: Uma Abordagem
Metodológica de Controle Interno. Florianópolis:
UFSC - 1995 Tese (Doutorado em Engenharia de
Produção) - Programa de Pós-graduação em
Engenharia de Produção, Universidade Federal de
Santa Catarina, 1995.
-FARIA, Jose Geraldo de Aguiar. Administração
da Manutenção. São Paulo: Edgard Blucher, 1994.
-MONCHY, François. A Função Manutenção Formação para a Gerência da Manutenção
Industrial. São Paulo: Editora Durban Ltda., 1989.
-KARDEC, Alan; NASCIF, Júlio. Manutenção:
função estratégica. 4 ed. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2013.
-TAKAHASHI, Yoshikazu; TACASHI, Osada,
TPM MPT: Manutenção Produtiva Total. São
Paulo: IMAN, 2 ed. 2000. 322p.
Relação abaixo
Carga horária parcial
TCC II
40
02
Básica:
-ACEVEDO, Claudia Rosa; NOHARA, Jouliana
Jordan. Monografias no Curso de Administração:
Guia Completo de Conteúdo e Forma. São Paulo:
Atlas, 2004.
-MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para
elaboração de Monografias e Dissertações. 2. ed.
São Paulo: Atlas, 1999.
-SERRA NEGRA, Carlos Alberto; NEGRA
Elizabete Marinho Serra. Manual de trabalhos
Monográficos de Graduação, Especialização,
Mestrado e Doutorado. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2004.
Complementar:
-GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de
Pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
-GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de
Pesquisa Social. 5. ed. São Paulo: 1999.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 62
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
-MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a
prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11 ed.
São Paulo: Atlas, 2013.
-SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do
Trabalho Científico. 22. Ed. São Paulo: Cortez,
2002.
-VIEIRA, Sonia. Como escrever uma Tese. 5. ed.
São Paulo: Pioneira, 1999.
Hora aula
TCC II extra classe
Total de horas
400
60h
393,34h
20
DÉCIMO PERÍODO
Aulas
Aulas
Semestrais Semanais
480h
Disciplina
Estágio Supervisionado
Educação em Direitos Humanos e
Identidade Cultural
80
04
Ética e Responsabilidade Social
80
04
BIBLIOGRAFIAS
Básica:
-CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação: a ciência, a
sociedade e a cultura emergente. São Paulo:
Cultrix, 2012.
-DRUCKER, P.F. Sociedade Pós-Capitalista. São
Paulo: pioneira, 1993.
-GOERGEN, Pedro. Pós-modernidade, ética e
educação. 2. ed. Campinas: Autores Associados,
2005. 95p.
Complementar:
-BORDENAVE, Juan E. Diaz. O que é
participação. 8ed. São Paulo: Braziliense, 1994.
-DEMO, Pedro. Sociologia: uma introdução crítica.
2.ed. São Paulo: Atlas, 1985.
-DRUCKER, Peter Ferdinand. As Novas
Realidades: no governo e na política, na economia
e nas Empresas, na sociedade e na visão do mundo.
4. ed. São Paulo: Pioneira, 1997.
-FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade e
outros escritos. 4. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1979. 149p.
-SIMÃO, José Roberto. Cidadania e Ética. São
Paulo: FTD, 1997.
Básica:
-CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação: a ciência, a
sociedade e a cultura emergente. São Paulo:
Cultrix, 2012.
-CHAUI, Marilena. Convite a Filosofia. 12. ed.
São Paulo: Ática, 2012.
-GOERGEN, Pedro. Pós-modernidade, ética e
educação. 2. ed. Campinas: Autores Associados,
2005. 95p.
Complementar:
-ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS,
Maria Helena Pires. Filosofando: Uma introdução.
2. ed. São Paulo: Moderna, 2004.
-CAMARGO, Marculino. Ética na Empresa.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 63
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Petrópolis: Vozes, 2006.
-BOFF, Leonardo. Ética e Moral: A busca dos
fundamentos. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2011. 134p.
-RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência.
São Paulo: Cortez, 1999.
-SIMÃO, José Roberto. Cidadania e Ética. São
Paulo: FTD, 1997.
Hora aula
160
20
Estágio supervisionado
480h
Total de horas
613,34h
Optativa I:
•
LIBRAS
Ementa: História, língua, identidade e cultura surda. Visão contemporânea sobre os fundamentos da
inclusão e ressignificação da educação especial na área da surdez. Linguagem corporal e expressão.
Estudos da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: fonologia, morfologia, sintaxe, semântica e
pragmática. Tradução e interpretação em LIBRAS. Noções e aprendizado básico de LIBRAS.
Bibliografia Básica
-GÓES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e educação. Ed. Autores Associados, 1999.
-QUADROS, Ronice Müiler de. Educação de Surdos: A aquisição da Linguagem. Ed. Artes Médicas,
1997.
-SACKS, O. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.
Bibliografia Complementar
-ABREU, Antônio Surdez. A Arte de Argumentar. São Paulo: Ateliê Editorial, 2002.
-BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial 248. Brasília: Imprensa
Nacional, 2001.
-Coll, César Palácios J. Necessidades Educativas Especiais e Aprendizagem Escolar. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1995.
-FERNANDES, Eulália. Linguagem e Surdez. Ed. Artmed, 2003.
-SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. Ed. Meditação, 1998.
•
ESTATÍSTICA APLICADA
Ementa: Regressão Linear Simples. Correlação entre Variáveis. Regressão Linear Múltipla. Intervalos
de Confiança. Testes de Hipóteses. Análise de Variância: ANOVA e Aplicações. Aplicação dos
Métodos Estatísticos à Indústria. Utilização de Pacotes Estatísticos.
Bibliografia Básica
-FONSECA, Jairo Simon; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de Estatística. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
-MONTGOMERY, D. C. e RUNGER, G. C. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros.4ª
edição, Rio de Janeiro: LTC.
-VIEIRA, Sonia. Elementos de Estatística. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
Bibliografia Complementar
-BUSSAB, W.O. e MORETTIN, P.A. Estatística Básica. 5.ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2008.
-KOWALSKI, S. M.; MONTGOMERY, D. C. Design and analysis of experiments. 7.ed. Hoboken:
John Wiley e Sons, 2011.
-PINHEIRO, J. I. D; CUNHA, S. B.; GOMES, G. C.; RAMIREZ, S.S. Probabilidade e Estatística:
Quantificando a Incerteza. Rio de Janeiro. Editora Campus, 2012.
-RAMOS, A. W. Análise Estatística da Qualidade – notas de aula. São Paulo, DEP-EPUSP, 2005.
-TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. 10.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
•
CONTROLE ESTATÍSTICO DA QUALIDADE
Ementa: Introdução: Melhoria da Qualidade no Contexto da Empresa Moderna. Métodos Estatísticos
para a Melhoria da Qualidade. Inferências sobre a Qualidade do Processo. Métodos Básicos do
Controle Estatístico do Processo e Análise da Capacidade. Outras Técnicas de Monitoramento e
Controle Estatístico do Processo. Planejamento e Melhoria do Processo com Experimentos Planejados.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
Página 64
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Reprodutibilidade e repetibilidade em sistemas de mensuração. Amostragem simples e dupla de
atributos. Confiabilidade no processo de inspeção. Curvas características de operação.
Bibliografia Básica
-COSTA, A. F. B.; EPPRECHT, E. K.; CARPINETTI, L. C. R. Controle estatístico de qualidade.
2.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
-HRADESKY, J. L. Aperfeiçoamento da qualidade e da produtividade: guia prático para a
implementação do controle estatístico de processos - CEP. São Paulo: McGraw-Hill, 1989.
-MONTGOMERY, D. C. Introdução ao controle estatístico de qualidade. 4ª edição, LTC, 2004.
Bibliografia Complementar
-KOWALSKI, S. M.; MONTGOMERY, D. C. Design and analysis of experiments. 7. ed. Hoboken:
John Wiley e Sons, 2011.
-MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros.
4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
-RAMOS, A. W. Análise Estatística da Qualidade – notas de aula. São Paulo, DEP-EPUSP, 2005.
-TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. 10.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
-WERKEMA, M. C.; AGUIAR, S. Planejamento e análise de experimentos: como identificar e avaliar
as principais variáveis influentes em um processo. Belo Horizonte: UFMG, 1996.
•
•
Optativa II:
ENERGIA E SUSTENTABILIDADE
Ementa: Desenvolvimento Sustentável e sustentabilidade energética. Energia no contexto de
desenvolvimento e meio ambiente. Analise das diversas formas de energia empregadas nos setores
industrial, de transporte e residencial nos cenários mundial, nacional e regional. Importância da
energia no contexto econômico e político de uma nação. Equação da conservação de energia (primeira
e segunda leis da termodinâmica). Descrição do sistema energético nacional e mundial. Políticas
energéticas nacionais. Tecnologias para geração e uso de fontes energéticas. Estudo de impactos
ambientais associados.
Bibliografia Básica
-GOLDENBERG, J. Energia, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. 2003
-HINRICHS, A.R. Energia e Meio Ambiente. Ed. Thomson, 2003.
-LORA, S.E. Controle e Prevenção da Poluição nos Setores Energético, Industrial e de Transporte. Ed.
Interciência Ltda. 2002.
Bibliografia Complementar
-BERMANN, C. Energia no Brasil: Para que? Para quem? Ed. Livraria da Física, 2002
-CARDOSO, C.L. Petróleo do Poço ao Posto. 2005. Ed. Qualitymark.
-CLEMENTINO, L.D. Conservação de Energia por Meio da Co-Geração. Ed. Erica. 2001
-NEIVA, J. Conheça o petróleo. 1993. Expressão e Cultura.
-REIS, L.B. Geração de energia elétrica. Ed. Manole. 2003.
MODELAGEM, ANÁLISE E SIMULAÇÃO
Ementa: Conceitos de sistemas contínuos e discretos. Modelagem e simulação de sistemas discretos
em planilha eletrônica. Conceitos de modelagem e simulação a eventos discretos – aplicações,
vantagens e desvantagens. Nomenclatura. Softwares de simulação discreta. Geradores de números
aleatórios. Simulação de monte Carlo. Distribuições teóricas de probabilidade – contínuas e discretas.
Verificação e validação de modelos de simulação.
Bibliografia Básica
-BRITO, António E.S.C. e Teixeira, J.M.F. Simulação por Computador, Editora Publindústria, 2001.
-FREITAS FILHO, Paulo J. Introdução a Modelagem e Simulação de Sistemas. 2ª ed., Editora Visual
Books, 2008.
-SOUZA, Antonio Carlos Zambroni; PINHEIRO, Carlos Alberto Murari. Introdução à Modelagem,
Analise e Simulação de Sistemas Dinâmicos. 1ª ed. Editora Interciência, 2008.
Bibliografia Complementar
-CHWIF, Leonardo; MEDINA, Afonso C. Modelagem e Simulação de Acontecimentos Discretos Teoria e Aplicações, Editora Bravarte, 2006.
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
•
•
-HARREL, Charles R.; MOTT, Jack R.A.; BATEMAN, Robert E.; BOWDEN, Royce G.; GOGG,
THOMAS J. Simulação - Otimizando Sistemas, Editora IMAM (Belge Simulação), 2002.
-MONTGOMERY, D. C. e RUNGER, G. C. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros.4ª
edição, Rio de Janeiro: LTC.
-MONTGOMERY, D.C. Design and Analysis of Experiments, 7th edition, John Wiley & Sons, Inc.
2009.
-PERIN FILHO, Clovis Introdução à simulação de Sistemas, Editora UNICAMP, 1995.
JOGOS EMPRESARIAIS
Ementa: Simulação empresarial: origem, aplicações, tipos e vantagens; Realização de simulações
empresariais; Tomada de decisões; Desenvolvimento de competências gerenciais por meio de jogos de
negócios que consistem na simulação de um ambiente empresarial competitivo, desenvolvido a partir
de um software para processamento do jogo (coordenação) e apoio à decisão (participantes).
Bibliografia Básica
-GRAMMIGNA, M.R.M Jogos de empresa. São Paulo: Pearson, 2005.
-MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria das Organizações: Evolução e Crítica. 2. ed. re. Ampl. São
Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2001.
-SALIM, Cesar Simões et. Administração Empreendedora. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
Bibliografia Complementar
-BROOKS, Wiliam T. Vendendo para Nichos de Mercado: como encontrar seu cliente em um
Mercado Saturado. São Paulo: Atlas, 1993.
-DOLABELA, Fernando. O Empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo: Cultura
Editores Associados, 2003.275p.
-DRUMMOND, R.C Qualidade e produtividade: jogos empresariais. Ed Mazza, 1993.
-LUPERINI, R. Dinâmicas e jogos na empresa. Vozes, 2008.
-SERRA, F. Jogos e simulações para treinamento. Ouro, 1979.
ÉTICA E SOCIOLOGIA
Ementa: Sociologia geral e aplicada a administração. Ideologias sociais. Estratificação Social. O
indivíduo e a organização. Organização formal e Informal. Processo de organização do trabalho frente
aos novos modelos de gestão. Mudança organizacional. Ideologia. As concepções do surgimento do
pensamento moral. A Ética nas organizações e seu desenvolvimento quanto prática humana.
Bibliografia Básica
-DEMO, Pedro. Sociologia: uma introdução crítica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1985.
-LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 7. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 1999.
-NOVA, Sebastião Vila. Introdução à Sociologia. 4. rev.e aum. São Paulo: Atlas, 1999.
Bibliografia Complementar
-DRUCKER, Peter Ferdinand. As Novas Realidades: no governo e na política, na economia e nas
Empresas, na sociedade e na visão do mundo. 4. ed. São Paulo: Pioneira, 1997.
-BORDENAVE, Juan E. Diaz. O que é participação. 8ed. São Paulo: Braziliense, 1994.
-GAARDER, Jostein. O Mundo de Sofia: romance da história da filosofia. São Paulo: Companhia das
Letras, 1995.
-OLIVEIRA, Persio Santos de. Introdução a Sociologia. São Paulo: Atica, 2011.
-MARCONI, Marina de Andrade. PRESOTTO, Zélia Maria Neves. Antropologia uma introdução. São
Paulo: Atlas, 1985.
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
6. POLÍTICAS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
6.1 Atividades de Ensino
A atividade de Ensino representa a principal interface entre a FACAMP e sociedade ao cumprir
sua função geradora e transmissora de conhecimentos. É pelo ensino que a FACAMP qualifica os
profissionais aptos para desempenharem inúmeras funções requeridas pelo desenvolvimento social e
econômico do País. Quanto mais diversificada for esta interface maior será o cumprimento de sua
missão institucional perante a sociedade brasileira.
A construção e a transmissão do conhecimento acontecem por meio da formação científica,
técnica e cultural oferecida aos estudantes, que têm recebido o reconhecimento da sociedade, fruto do
elevado grau de competência dos docentes, adquirido pelo aprimoramento contínuo exigido pela vida
acadêmica. Entretanto, tem-se consciência de que muitos investimentos ainda devem ser feitos para
podermos acompanhar a contemporidade do ensino.
Nesta perspectiva, a formação do aluno deve estar em consonância com as exigências sociais e o
desenvolvimento científico, econômico, cultural e tecnológico do mundo atual.
A política de Ensino será pautada na melhoria qualitativa e quantitativa dos cursos oferecidos
pela Instituição, bem como a ampliação de programa de pós – graduação, em nível de especialização.
As ações desenvolvidas são:
 análise e atualização semestral do projeto pedagógico do curso, envolvendo: revisão e atualização
da matriz curricular, mediante o cumprimento das diretrizes nacionais curriculares do curso de
Engenharia de Produção; aplicação de práticas pedagógicas inovadoras que promovam a
integração entre teoria e prática realizadas através de estudos de caso e que incentivem uma maior
participação dos alunos nas aulas, por meio de dinâmicas individuais e em grupo despertando o
interesse dos mesmos.
 acompanhamento da coordenação junto ao corpo docente a fim de verificar a aplicabilidade dos
conteúdos programáticos elaborados e implementados; e verificação constante dos rendimentos e
freqüência dos alunos.
 atendimento da coordenação junto aos discentes procurando solucionar os problemas gerados no
dia a dia acadêmico, como por exemplo, análise de dispensa de disciplinas, elaboração de horários
individuais, revisão de notas, resolução de conflitos entre alunos e professores.
 estudo sobre as mudanças contínuas do ambiente empresarial, no intuito de manter o curso de
Engenharia de Produção atualização em relação às novas tendências de mercado.
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6.1.1 Princípios metodológicos e práticas pedagógicas inovadoras
Com o objetivo de propiciar o ensino construtivista, sócio-interativo e holístico, e tendo como
premissa básica o desenvolvimento econômico, humanístico, social, cultural e ambiental, para
elevação da qualidade de vida e adaptação às exigências atuais e futuras do mercado globalizado, o
curso de Engenharia de Produção da FACAMP de Campo Belo, MG, em um processo de inovação
permanente, a partir da articulação entre ensino e extensão, valoriza a integração acadêmica com o
trabalho através da elaboração de projetos e programas organizados em torno de uma estratégia de
desenvolvimento.
Para aprender a aprender, segundo Buruchovitch (1993), existem seis tipos de estratégias
metacognitivas às quais correspondem procedimentos de ensino que, uma vez implementados, podem
contribuir para a regulação dos processos cognitivos, a saber:
 Estratégias de Ensino: envolvem a capacidade de reconstruir o objeto aprendido. Esta capacidade
pode ser solidificada mediante a elaboração de sínteses e resumos.
 Estratégias de Elaboração: implicam no estabelecimento de relações e conexões entre os
conhecimentos já adquiridos e o assunto novo, sem que o professor estimule os alunos. Elaborar
resenhas e analogias, criar perguntas e formular respostas, são algumas destas estratégias.
 Estratégias de Monitoramento da Compreensão: pressupõem que o aluno acompanhe, passo a
passo, o processo de aprendizagem, identificando os diferentes graus de sua assimilação dos
conteúdos. Para auxiliar nesse processo, convém incentivar a auto-avaliação quanto ao alcance dos
objetivos propostos e a tomada de providências em face de dificuldades.
 Estratégias Afetivas: consistem em manter a motivação e a concentração necessária à
aprendizagem. Nesse sentido, o professor pode contribuir orientando os alunos a planejar seu
próprio desempenho.
 Estratégias de Solução de Problemas: relaciona-se à aplicação correta de mecanismos para solução
de problemas propostos nas diferentes disciplinas ou áreas de conhecimento. Os estudos de caso,
as simulações empresariais, as dramatizações, a análise de erros mais frequentes, entre outros
procedimentos, colaboram na elaboração desses mecanismos.
 Estratégias de Organização: referem-se à compreensão da estrutura dos fenômenos ou processos,
levando às relações de subordinação existentes. Analisar os diferentes tópicos de um texto, por
exemplo, podem revelar as relações entre os fenômenos.
O Curso de Engenharia de Produção busca adotar de forma sistemática essas práticas,
abolindo a metodologia arcaica em que o professor representa o centro do saber, incentivando além da
tradicional exposição didática, estudos de casos, jogos de empresas, exercícios práticos em sala de
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
aula, seminários, palestras, visitas técnicas, dramatizações, trabalho de campo e ocasionalmente,
conferências e multimídia, voltadas a um conhecimento construtivista e sócio-interacionista.
Todo esse esforço só tem sentido se o homem for o objeto do desenvolvimento integrado, e
sua melhor qualidade de vida for uma conquista do processo. Para uma melhor absorção do
conhecimento, para o reconhecimento do aluno como pessoa humana, para o desenvolvimento de sua
segurança no futuro e do aprendizado de desafiar o próprio conhecimento, a “Educação” para o Curso
de Engenharia de Produção não é mais apenas prioridade, é a própria estratégia.
As mudanças verificadas no mercado de trabalho exigem alterações significativas no que
concerne ao desenvolvimento social, político, econômico e tecnológico, fazendo com que a estratégia
tenha seu foco de ação nas organizações, a fim de desenvolver a economia local e regional, sustentar
seu desenvolvimento, promover a visão holística e prover recursos humanos para uma convivência
harmônica.
6.1.2 Estratégias pedagógicas
O Curso de Engenharia de Produção tem base em relatórios e orientações da Câmara de
Educação Superior do Conselho de Nacional de Educação.
O curso de Administração, consoante a LDB 9394/96, atende às exigências de
complementação das atividades para atingir as finalidades propostas no artigo 43, no que se refere à
educação superior. A organização curricular é enriquecida com conteúdo que revelam inter-relações
com a realidade nacional através de atividades extracurriculares, estágio supervisionado, matérias
complementares, projetos de extensão e de ensino complementar, visando o maior envolvimento do
acadêmico com as atividades do curso.
O Curso de Engenharia de Produção tem sua sustentação alicerçada na base ensino e extensão
e possui um instrumental de ação didático-pedagógica própria capaz de atender aos reclamos sociais,
políticos e econômicos da sociedade.
 Buscar métodos eficientes e aplicar técnicas modernas em cada disciplina, privilegiando sempre a
relação teórico/prática e a interdisciplinaridade.
 Oportunizar o aperfeiçoamento contínuo dos professores.
 Avaliar continuamente a dinâmica curricular.
 Desenvolver práticas empreendedoras em todas as áreas de ação.
 Projeto de monitoria, visando propiciar aos acadêmicos oportunidades para vivenciar a prática do
ensino, buscando despertar a vocação para o magistério.
 Promover atividades extracurriculares tais como visitas a empresas, semana do administrador,
seminários e viagens de estudo.
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 Realização permanente de feedback junto aos alunos, professores, egressos, mercado de trabalho
visando o contínuo aperfeiçoamento do curso.
 Realizar parcerias com empresas públicas, privadas ou filantrópicas, objetivando colocar o
discente em contato com a realidade das empresas, onde o mesmo pode observar e aprender os
processos desenvolvidos e que trazem bons resultados organizacionais, detectar possíveis
problemas e sugerir soluções.
 Fortalecer a parceria com instituições capazes de auxiliar no desenvolvimento do curso, tais como
órgãos públicos, Associações, Sindicatos e outras entidades coletivas, públicas e privadas e do
Terceiro Setor, visando à abertura de espaço para atuação e treinamento da comunidade
acadêmica.
6.2 Política de extensão
A extensão é considerada uma prática acadêmica capaz de interpretar nas faculdades as
demandas que a sociedade coloca, constituindo-a como interlocutora para definir os rumos em relação
ao ensino e pesquisa.
Através de práticas extensionistas, indissociáveis ao ensino, a faculdade tem possibilidade de
espraiar sua presença junto a variados segmentos da sociedade, onde os profissionais tem as
oportunidades de traduzir para o campo operativo os conhecimentos de vem produzindo de forma a
contribuir para a autonomia das comunidades.
As faculdades devem a manter uma relação de parceira com a sociedade visando a contribuir
para o seu processo organizativo de forma que sejam amenizadas as desigualdades sociais, econômicas
e políticas. Esta contribuição também deve reafirmar os valores da democracia e a ética da
humanização dos indivíduos.
A extensão se constitui como elemento de uma política institucional de objetiva combinar o
máximo de qualidade acadêmica com o máximo de compromisso social. Deve priorizar o
estabelecimento de parceiras com segmentos da sociedade que, devido às forças políticas, econômicas
e sociais numa dada conjuntura, despontam como sujeitos contribuintes para a transformação da
sociedade. Deve priorizar também, como população alvo, os segmentos da população excluída, que
não têm acesso aos conhecimentos científicos e técnicos necessários para equacionar problemas que
dizem respeito as necessidades básicas para sobrevivência humana, assim como para equacionar
necessidades na esfera da cultura que se mostrem relevantes para autonomia e organização destes
segmentos.
Ao se instituir a extensão como espaço de diálogo da Faculdade de Administração de Campo
Belo, com a sociedade, a ela é dada a tarefa de democratização da relação desses dois universos. Isso
significa o esforço de ambas para encontrar formas de comunicação adequada, de maneira a garantir o
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
diálogo. Esta tarefa exige mudança de mentalidade que superestima o saber erudito e subestima o
saber popular. A extensão torna-se assim, um espaço de convivência entre o saber científico e técnico
e o saber popular.
As ações desenvolvidas na instituição são:
- cursos de extensão oferecidos aos alunos e a comunidade externa, mediante levantamento da
necessidade de formação e/ou aperfeiçoamento profissional dos mesmos;
- realização de seminários com intuito de melhor informar a comunidade acadêmica e externa sobre as
mudanças e inovações do mercado de trabalho e da sociedade da maneira geral;
- realização de palestras de caráter informativo quanto as áreas de formação ofertas pela instituição;
- realização em campanhas de agasalho e alimentos a fim promover a melhoria da qualidade de vida da
população local;
- Organização de Workshop tecnológicos;
- Realização de mostras e gincanas culturais;
- realização de projetos sociais com objetivo de promover a inclusão e a melhoria do bem estar do
sociedade.
Atualmente a instituição trabalha com projetos sociais permanentes no calendário acadêmico,
de forma que os mesmo acontecem ao longo do ano, sendo no primeiro semestre, os projetos
denominados: Páscoa Feliz, que trata-se de um projeto social com a distribuição de cestas básicas para
famílias carentes, assistidas pela instituição Clube do Menor, além da organização de um dia com
diversas atividades culturais e recreativas para as crianças assistidas pela referida instituição.
Outro projeto do primeiro semestre é a Campanha do Agasalho, que através de uma gincana
entre os alunos, arrecada roupas, agasalhos e cobertores para distribuição em entidades carentes como
a APAE, Serviço de Obras Sociais, Vila Vicentina e bairros carentes. O projeto Vila a Vila Vicentina,
constituiu mais um projeto social, no qual além de doações de alimentos e produtos de higiene,
também é organizado um dia de atividades lúdicas aos assistidos de uma casa de repouso vinculada à
Sociedade São Vicente de Paula, incentivando não só as doações para a Vila Vicentina Furtado de
Menezes como também que os alunos, visitem instituições desse tipo para que possam dispensar
atenção aos assistidos que muitas vezes não têm familiares e não recebem visitas.
Outro projeto importante do primeiro semestre letivo, é o Cemes na Praça, em que os alunos
organizam atividades lúdicas e de conscientização à direitos e deveres, à preservação do meio
ambiente e coleta seletiva de lixo, através de um dia de atividades recreativas em determinadas praças
da cidade de Campo Belo e região.
E ainda, finalizando as atividades semestrais, os alunos da pedagogia, organizam uma festa
junina para os alunos da APAE - Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Campo Belo,
oportunidade na qual os alunos angariam verbas para a doação de alimentos que posteriormente são
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
usados na Festa junina daquela instituição, que anualmente é realizada para levantar verbas para sua
manutenção, além do que, os alunos da faculdade, realizam ainda a festa temática, com comidas e
danças típicas, numa atividade que envolve responsabilidade social e cultura neste projeto de Extensão
do curso de Pedagogia.
Os projetos de Extensão, realizados tradicionalmente no segundo semestre letivos são: Cemes
Social que é um grande evento beneficente, realizado em duas edições, uma na cidade de Campo Belo
e outra edição numa cidade da região. Desenvolvido pelos alunos que cursam a disciplina de
Introdução à Extensão (que hoje, existe nas grades dos cursos de Ciências Contábeis e Administração),
oportunidade na qual, além de aplicar os conceitos de trabalho em grupo e administração de projetos,
podem contribuir com uma grande parcela da população, formada por crianças carentes, que na
verdade são o público alvo deste projeto.
Além disso, temos o projeto denominado Cemes na Roça, que semelhante ao Cemes na Praça,
também leva informação e conscientização, através de palestras, informações e distribuição de mudas
de árvores nativas, além de recreação oferecida em uma comunidade rual de Campo Belo e Região.
E ainda, são oferecidos cursos, através da parceria entre a coordenação de Extensão e dos
cursos, é realizado um dia de mini cursos gratuitos oferecidos a população, o referido evento, é
denominado Sábado Solidário, e oferece uma oportunidade tanto de formação quanto a oportunidade
de conhecer a Faculdade bem como seus professores e/ou professores convidados para participar desta
atividade.
O curso de pedagogia realiza ainda o projeto social, por ocasião do dia da criança,
oportunidade na qual promovem uma festa às crianças assistidas pelo clube do menor de Campo Belo,
além da festa para as crianças, temos ainda a distribuição de cestas básicas.
A Faculdade Cemes, oferece anualmente, sempre no segundo semestre, os cursos de
capacitação em Auxiliar Administrativo Financeiro, curso voltado para área de administração, com
disciplinas como Introdução à Administração, Recursos Humanos, trabalho em equipe e Introdução à
contabilidade. Além disso, temos também o curso de capacitação em Auxiliar Contábil, como
apresentação também ao curso de ciências contábeis. Os cursos são oferecidos tanto em Campo Belo
como nas cidades vizinhas. Os cursos tem, em média, carga horária total de 80 a 100 horas.
6.3 Políticas de pesquisa
Até o ano de 2009, a instituição buscou desenvolver algumas iniciativas na área de pesquisa.
Entretanto foram pequenas ações e a partir de 2010, em reunião com Comissão Permanente de
Avaliação e Colegiado de curso decidiu-se por direcionar o trabalho exclusivamente ao ensino e
extensão, buscando aprimorar cada vez mais qualidade do ensino a partir destes elementos.
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6.4 Políticas de educação inclusiva
Com o objetivo principal de criar na instituição a cultura da “educação para a convivência” a
aceitação da diversidade e, principalmente buscando a quebra das barreiras arquitetônicas, educacionais
e atitudinais, a Instituição procura sempre buscar recursos a fim de atender a legislação que estabelece
normas gerais e critérios básicos para promoção e acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência
de qualquer natureza.
A instituição é totalmente adaptada com rampas de acesso ao deficiente físico. Há ainda recurso
de auxílio a deficientes visuais, uma vez que há 02 (dois) alunos com tal deficiência na instituição.
Esses alunos possuem um intérprete em sala de aula presente diariamente.
Buscando atender a todos os alunos com equidade, e objetivando não só o acesso como a permanência
dos alunos no ambiente acadêmico, são estabelecidas entre professores, profissionais de apoio e
coordenação do curso, formas diferenciadas para a avaliação e acompanhamento do rendimento escolar
de alunos com necessidades educacionais especiais. Especificamente em relação ao atendimento aos
alunos Surdos, conforme Decreto Nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005, que regulamenta a Lei Nº
10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei
no 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que traz em seu primeiro artigo esta regulamentação:
Art. 1o Este Decreto regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, e o
art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Art. 2o Para os fins deste Decreto, considera-se pessoa surda aquela que, por
ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de
experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da
Língua Brasileira de Sinais - Libras.
Parágrafo único. Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou
total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas
freqüências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz.
Em relação as adaptações necessárias, tanto de recursos físicos e humanos, existe a previsão de
adaptação de espaços, tecnologias e recursos de acessibilidade e adaptação para atender alunos com
alguma necessidade educacional especial, sendo esta de qualquer espécie, garantindo-lhes atendimento
especializado para assegurar a estes alunos, os mesmos conteúdos e atividades oferecidas aos alunos
sem qualquer necessidade especial, conforme Art. 23 do mesmo Decreto:
Art. 23. As instituições federais de ensino, de educação básica e superior,
devem proporcionar aos alunos surdos os serviços de tradutor e intérprete de
Libras - Língua Portuguesa em sala de aula e em outros espaços educacionais,
bem como equipamentos e tecnologias que viabilizem o acesso à
comunicação, à informação e à educação.
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
E em relação ao acompanhamento das atividades e desenvolvimento destes alunos, o mesmo
acontecerá por meio do PDI – Plano de Desenvolvimento Individual do aluno, elaborado pela professora
de Apoio e Interprete Educacional, sendo acompanhado pela Psicopedagoga da Instituição e com
respaldo de professores, psicólogos e Coordenação do Curso e da Instituição.
E no que diz respeito a avaliação de alunos Surdos, o registro do seu desenvolvimento, e
avaliação do conteúdo pelo mesmo assimilado, deverá acontecer preferencialmente através de questões
de múltiplas escolhas, em Língua Portuguesa, uma vez que
a apresentação do conteúdo escrito,
facilitará aos alunos Surdos, a demonstração da aquisição de determinado conhecimento, já que sendo a
LIBRAS sua linguagem predominante, a expressão de respostas através dela, poderá comprometer a
correção das atividades, uma vez que nem todos professores conhecem e dominam a expressão em
Língua Portuguesa dos alunos Surdos.
Contudo, quando o aluno Surdo utilizar desta forma pra se expressar, para responder, o
professor deverá contar com o apoio do Profissional de Apoio e Interprete de LIBRAS para a
compreensão da resposta destes alunos, tudo isso, com respaldo no mesmo decreto anteriormente citado,
Capítulo IV, DO USO E DA DIFUSÃO DA LIBRAS E LÍNGUA PORTUGUESA PARA O ACESSO
DAS PESSOAS SURDAS À EDUCAÇÃO Art. 14 § 21, Itens VI e VII:
V - apoiar, na comunidade escolar, o uso e a difusão de Libras entre
professores, alunos, funcionários, direção da escola e familiares, inclusive por
meio da oferta de cursos;
VI - adotar mecanismos de avaliação coerentes com aprendizado de segunda
língua, na correção das provas escritas, valorizando o aspecto semântico e
reconhecendo a singularidade lingüística manifestada no aspecto formal da
Língua Portuguesa;
VII - desenvolver e adotar mecanismos alternativos para a avaliação de
conhecimentos expressos em Libras, desde que devidamente registrados em
vídeo ou em outros meios eletrônicos e tecnológicos;
A inclusão social do Espectro Autista (Palestra Especial em maio de 2015, em
atendimento a solicitação/orientação através do Ofício circular DAES/INEP 000024 e Nota Técnica
DAES/INEP nº 008/2015, de 17 de março de 2015.
6.5 Políticas de educação ambiental
O Mundo tem enfrentado grandes crises socioambientais, decorrentes também do
avanço da globalização e tecnologia, dessa forma, a escola, como berço da formação acadêmica e
profissional do homem, deve se preocupar em formar e informar o aluno a respeito das dificuldades,
realidades que se encontram a natureza, fonte de tudo que consumimos, fonte de todo desenvolvimento
humano, por vezes esquecida, maltratada e sem a verdadeira e primordial importância que tem. Assim,
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existe a preocupação na formação do professor que esteja também consciente disto, e possa formar
novos agentes de preservação e conscientização da preservação da natureza: as crianças.
Com o objetivo principal de desenvolver a educação ambiental os acadêmicos de
engenharia de produção possuem em sua grade curricular a disciplina de gestão ambiental inserida no
nono período. A ementa procura desenvolver as habilidades necessárias aos profissionais de engenharia
de produção, ou seja produzir atendendo os aspectos de produção limpa respeitando deste modo as
questões ambientais.
Dentro de aspecto de cuidados e conscientização do uso dos recursos naturais são
desenvolvidos dois projetos de cunho ambiental. O projeto Cemes na Roça desenvolvido deste o ano
de 2012, o projeto visa levar as comunidades rurais do município de Campo Belo e região informações
a respeito do meio ambiente. Dentre os objetivos do projeto estão: atender algumas das
necessidades da comunidade local, propiciando aos moradores e visitantes horas de
entretenimento e informação. Desenvolver, nos alunos, aptidões através do trabalho em
equipe e desenvolver a conscientização ambiental nos alunos através da vivencia prática.
Oferecendo atividades tais como: correto descarte de resíduos e embalagens de agrotóxicos,
segurança do trabalho em atividades rurais, cuidado e alternativas para o tratamento de esgoto
(fossa séptica), teste na qualidade da água consumida, plantio e distribuição de mudas de
árvore, dicas de manutenção de máquinas e armazenamento de produtos.
Dentro do aspecto ambiental é desenvolvido ainda o projeto COLITEC Coleta
de Lixo Eletrônico do Cemes iniciando no ano de 2013 o projeto visa: realizar a coleta dos
componentes e equipamentos eletrônicos independente do seu estado de funcionamento e
conservação, classificar os materiais recebido e encaminhar os materiais à uma empresa de
destinação correta destes resíduos. O material é recolhido e armazenado dentro da instituição
e posteriormente encaminhado a empresas especializadas na reciclagem deste tipo de
material.
Outra iniciativa que originou-se no curso de engenharia de produção e visa
desenvolver projetos que atenda as exigências ambientais é a FETEC Feira Tecnológica do
Cemes, realizada no segundo semestre deste a ano de 2012 diversos projetos já foram
desenvolvidos com intuito de apresentar uma nova proposta a problemas ambientais, tais
como uso de energias renováveis, casas ecologicamente corretas, reutilização de materiais,
entre outros.
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6.6 Políticas Afrodescendente e Indígena
É sabido por todos, da Diversidade de características físicas e culturais que
contemplam o Brasil. A dimensão territorial de um continente e a riqueza na diversidade étnico racial
que o compõem, nem sempre resultam em uma convivência harmoniosa entre as pessoas de diferentes
origens. A ignorância e intolerância podem se frutos da falta de conhecimento, da falta de se
reconhecer a importância e a riqueza das diferentes culturas, tradições e cerimônias que muitas vezes,
conhecemos, convivemos e não atribuímos o valor que as mesmas merecem. Neste sentido, além de
ser trabalhado na disciplina Ética e Sociologia ofertada como optativa e a disciplina de Ética e
Responsabilidade Social, diversos ações também compõem a gama de atividades com o objetivo de
colocar nossos alunos em contato com as tradições, folclore e práticas esportivas e tradicionais,
oriundas das manifestações e legado de outras culturas, como a Capoeira, Folia de Reis, a Congada,
entre outros. Além disso a Mostra Cultural da Faculdade Cemes, tratando através de palestras, de
temas como “Cultura Brasileira”, “Diversidade Cultural”, além de receber grupos folclóricos de
Congada, Folia de Reis, Capoeira. Além de atividades como apresentações artístico teatrais e de
músicas, tratando do indígena, não só como um importante personagem na história e cultura do Brasil,
sobretudo como agentes importantes, atuais e participativos no processo cultural contemporâneo
brasileiro, zelando pelas tradições, traços culturais dos primeiros moradores do Brasil, tudo isso para
que os alunos e professores, todos juntos, possamos enxergar nas tradições indígenas, semelhanças
com as nossas, e que essa afinidade cultural, nos aproxime, além de um processo de transformação na
concepção de que a arte, cultura e tradição indígena seja ultrapassada, pois isso não é verdade. É atual,
muitas vezes atemporal e, sobretudo que os indígenas não podem ser esquecidos e menosprezados, do
ponto de vista humano e cultural.
6.7 Políticas de Direitos Humanos
O ambiente acadêmico, enquanto cenário de relações pessoais, culturais e sociais,
precisa fomentar e zelar pela garantia dos direitos humanos a todos que nela atual, eis o desafio da
formação do profissional, que vai além da instrução, além da formação técnico científica, e sim, a
formação plena do profissional cidadão, cônscio do seu papel de cidadão, crítico e solidário aos que
estão a sua volta. Responsável pela prática dos seus deveres e sabedor dos seus direitos, para que seja
um agente fiscalizador da garantia dos direitos humanos, seus e de todos que estão a sua volta.
No ambiente acadêmico, práticas educativas e sociais, compõem as atividades nas
quais, nossos alunos, sempre em parceria com professores e coordenação, praticam atividades, das
quais os principais objetivos, estão a oferta de serviços gratuito para a sociedade de Campo Belo e
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Região, incentivo a prática da Solidariedade e convívio com o próximo, sobretudo os menos
favorecidos, para que a doação possa assumir um papel social e de interação, e não somente material,
tais propostas podem ser evidenciadas em eventos organizados pelo curso de engenharia de produção:
•
Vila a Vila Vicentina;
•
Cemes na Roça;
•
Campanha do Agasalho.
A discussão dos direitos humanos numa esfera teórica, em sala de aula, se dá por meio de
algumas disciplinas como: Educação em Direitos Humanos e Identidade Cultural e ética e
Responsabilidade Social, entre outras.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
7. CORPO DOCENTE
7.1 Perfil do Docente para o Curso
O curso de Engenharia de Produção da FACAMP, busca estar amparado com um corpo docente que:
 Estruture os conteúdos de sua matriz curricular e estabeleça a relação existente entre as abordagens
quantitativa e qualitativa dos conteúdos propostos.
 Utilize recursos didáticos e bibliografia indicada na quantidade e qualidade adequadas ao conteúdo
da disciplina em aulas com roteiro planejado;
 Que considere a interdisciplinaridade entre as disciplinas e as exigências da formação profissional;
 Possua critérios de avaliação que demonstrem clareza, coerência, pertinência, e que acompanhe
desempenho individual de cada aluno de cada aluno;
 Estimule a participação dos alunos nas suas aulas, promova um clima favorável, incentive e motive
os alunos e tenha habilidade para responder as perguntas.
7.2 Relação total de docentes do curso
Relação atual dos professores do curso de engenharia de produção por formação e titulação atual:
Nome
01 Adriano Higino Freire
02 Ana Adalgisa Simão
Formação
Titulação máxima (área)
Curso em que leciona
Administração (bacharel)
Especialista (Controladoria e
Administração
Finanças Empresariais)
Ciências Contábeis
Mestre (Administração)
Engenharia de Produção
Mestre (Administração)
Administração
Administração (bacharel)
Ciências Contábeis
Engenharia de Produção
Pedagogia
03 André Luis Gonçalves
Costa
04 Andréia Marcelina Silva
Carvalho
Engenheiro Metalurgista
Mestre (Engenharia Mecânica)
Engenharia de Produção
Normal Superior
Especialista (Gestão de
Administração
(licenciada)
Pessoas: ênfase em pedagogia
Engenharia de Produção
Ciências Biológicas
empresarial)
Pedagogia
(bacharel)
(licenciada)
05 Bruno Rezende Lopes
História (licenciatura)
06 Delano Mesquita Vieira
Administração (bacharel)
Especialista
(Docência
do Administração
Ensino
Superior
e Ciências Contábeis
Administração Empreendedora) Engenharia de Produção
Pedagogia
Mestre (Administração)
Administração
Ciências Contábeis
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Engenharia de Produção
07 Fernanda Faria Holland
08 Francesca Cambraia
Engenharia química
Especialização (Gestão da
(bacharel)
qualidade e produtividade)
Matemática (licenciada)
Especialista (Educação
Administração
Matemática
Ciências Contábeis
Miranda Gibram
Engenharia de Produção
Engenharia de Produção
Pedagogia
09 Jackeline de Sousa França
Psicologia (licenciada)
Especialista (Psicopedagogia)
Administração
Ciências Contábeis
Engenharia de Produção
Pedagogia
10 John Wayne Antonio
Letras (licenciatura)
Pereira
Mestrado em Letras:
Administração
Literatura e Crítica da
Ciências Contábeis
Cultura
Engenharia de Produção
Pedagogia
11 Júlio César Paiva
Administração (bacharel)
Mestre (Administração)
12 Luiz de Gonzaga Ferreira
Engenheiro agrícola
Especialista (Cafeicultura
(bacharel)
empresarial e meio ambiente)
Júnior
Administração
Ciências Contábeis
Engenharia de Produção
Engenharia de Produção
Mestre (Engenharia Agrícola)
13 Paula Cristina de Castro
Andrade
14 Reginaldo Ferreira de
Engenharia Ambiental
Mestre (Engenharia Mineral)
Engenharia de Produção
(bacharel)
Matemática (licenciatura)
Souza
Especialista (Gestão de sistema Administração
de informação)
Ciências Contábeis
Mestre (Administração)
Engenharia de Produção
Pedagogia
15 Rodrigo Bahia Paiva
Engenharia elétrica
Mestre (Telecomunicações)
Engenharia de Produção
(bacharel)
16 Thalles Rezende
Reginaldo
17 Thiago Paiva Almeida
Comunicação social
Especialista (Políticas Públicas, Administração
(bacharel)
gestão e Serviços Sociais)
Engenharia de Produção
Sistemas de Informação
Especialista (Redes
Administração
(bacharel)
computacionais)
Ciências Contábeis
Engenharia de Produção
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7.3 Demonstrativo da titulação corpo docente titular - 2015
Titulação
Total
%
Mestres
10
58,82
Especialistas
07
41,18
Total
17
100
7.4 Demonstrativo de regime de trabalho corpo docente titular 2015
Regime trabalho
Total
%
Integral
03
14,29
Parcial
04
19,05
Horista
14
66,66
Total
21
100
7.5 Docentes do curso de engenharia de produção e respectiva carga horária para o 1º semestre
2015
1º PERÍODO
Disciplina
Carga horária
Professor(a)
semanal
Introdução a Engenharia de Produção
04
Luiz de Gonzaga Ferreira Júnior
Matemática Fundamental
04
Francesca Cambraia
Física Geral e Experimental I
04
Rodrigo Bahia Paiva
Língua Portuguesa
02
John Wayne Antônio Pereira
Metodologia Cientifica
02
Júlio César Paiva
Álgebra Linear e Geometria Analítica I
04
Paula Cristina Castro Andrade
3º PERÍODO
Disciplina
Carga horária
Professor(a)
semanal
Estatística e Probabilidade
80
Reginaldo Ferreira de Souza
Organização, Sistemas e Métodos
40
Delano Mesquita Vieira
Computação
80
Thiago Paiva Almeida
Ciência dos Materiais
80
André Luis Gonçalves Costa
Psicologia
40
Jackeline de Sousa França
Cálculo II
80
Francesca Cambraia Miranda Gibra
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5º PERÍODO
Disciplina
Carga horária
Professor(a)
semanal
Gestão de Recursos Materiais e
80
Adriano Higino Freire
Gestão de Pessoas
40
Jackeline de Sousa França
Sistemas Produtivos
80
Luiz de Gonzaga Ferreira Júnior
Gestão da Qualidade
80
Fernanda Faria Holland
Desenho Técnico Básico
40
Thiago Almeida Paiva
Marketing e Serviços
80
Thalles Rezende Reginaldo
Patrimoniais
7º PERÍODO
Disciplina
Carga horária
Professor(a)
semanal
Processos Industriais
80
André Luis Gonçalves Costa
Logística e Gestão de Cadeia de
80
Delano Mesquita Vieira
80
Fernanda Faria Holland
Ecologia e Controle da Poluição
80
Paula Cristina Castro
Manutenção Industrial
80
Rodrigo Bahia Paiva
Suprimentos
Optativa I – Controle Estatístico da
Qualidade
9º PERÍODO
Disciplina
Carga horária
Professor(a)
semanal
Optativa II – Ética e Sociologia
80
Bruno Rezende Lopes
Planejamento Estratégico
80
Júlio César Paiva
Gestão da Inovação
80
Andréia Marcelina Silva Carvalho
Pesquisa Operacional
80
André Luis Gonçalves Costa
Eletrotécnica
40
Rodrigo Bahia Paiva
TCC II
40
Ana Adalgisa Simão
N°
NOME
Carga horária semanal
01
Adriano Higino Freire
04
02
Ana Adalgisa Simão
02
03
André Luis Gonçalves Costa
12
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04
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Andréia Marcelina Silva Carvalho
04
05
Bruno Rezende Lopes
04
06
Delano Mesquita Vieira
06
07
Fernanda Faria Holland
08
08
Francesca Cambraia
08
09
Jackeline de Sousa França
04
10
John Wayner Antônio Pereira
02
11
Júlio César Paiva
06
12
Luiz de Gonzaga Ferreira Júnior
08
13
Paula Cristina de Castro Andrade
08
14
Reginaldo Ferreira de Souza
04
15
Rodrigo Bahia Paiva
10
16
Thalles Rezende Reginaldo
04
17
Thiago Paiva Almeida
06
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8. INFRA-ESTRUTURA FÍSICA E TECNOLÓGICA
8.1 Infraestrutura física e acadêmica
INSTALAÇÕES
QUANTIDADE
Salas de Aula
10
Com 45 m2
Salas
de
Aulas 03
Com 60 m2
Teóricas
Salas de Aula
01 Com 30 m2
Sala de Professores
01 com 45 m2
Secretaria
01 com 15 m2
Coordenação
01 com 75 m2
Departamento
Financeiro e Direção
01 com 9 m2
Laboratório
Informática
de
01 com 45 m2
EQUIPAMENTOS
De 45 a 50 carteiras, mesa e cadeira do professores
40 mesas e 40 cadeiras para alunos 01 mesa 01 cadeira
para professor.
De 30 a 35 carteiras, mesa e cadeira do professores
01 mesa com 06 cadeiras
01 bebedouro de água
01 computador
02 mesas
04 cadeiras
02 armários
03 computadores
02 impressoras
02 mesinhas para computador
01 linha telefônica
02 computadores
01 impressora
06 mesas
18 cadeiras
01 mesa de reunião com 10 cadeiras
05 armários
02 arquivos
01 linha telefone
Acesso a internet
02 computadores,
03 mesas
08 cadeiras
03 arquivos
01 linha telefone
ESTRUTURA FÍSICA
-7 bancadas em madeira com 2,20 metros de comprimento
e 0,80 metros de largura.
-Mesa principal para o professor
-Um gabinete (rack) para acomodar equipamentos de
redes.
-Extintores de incêndio.
-Computadores - 24
-Monitores - 24
-Estabilizadores - 12
-Switchs - 2
-Armário de redes - 1
-Cadeiras - 33
-Quadro de Pincel - 1
ESTRUTURA LÓGICA
-Windows 7 Ultimate - 24
-Office Professional 2013 Plus -24
-Autocad 2015- 24
-Mastermaq- 24
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Laboratório
de 70 m2
desenho técnico e
Metrologia
25 mesas de desenho na forma de pranchetas, com tampo de
madeira, na medida de 1,20 cm por 90 cm, na cor branca,
sem brilho, com pés de ferro, com base regulável, por aste
metálica com borboleta de fixação, com a finalidade de
inclinar o tampo para melhorar o seu uso no desenho pelo
aluno.
01 régua de 1 metro, esquadros,
01 transferidor de 180 grau,
01 compasso de madeira,
Giz colorido e branco.
Metrologia
01 - Bancadas em madeira com 2,20 metros de
comprimento e 0,80 metros de largura;
10 - Bancos de madeira;
01 – Mesa principal para o professor;
01 – Quadro branco;
02 - Armários de ferro para guardar equipamentos;
EQUIPAMENTOS
05 - Paquímetro
05 - Relógio comparador (apalpadores)
05 – Micrometro
05 – Multímetro
10 - Réguas
10 -Escalímetro
01 - Rugosímetro
01 - Durômetro
Laboratório
de 7,5 m2
Empreendedorismo e
Criação
Laboratório
Eletrotécnica
Automação.
35 m2
e
02 computadores com acesso a internet
04 mesas de trabalho
02 armários
ESTRUTURA FÍSICA
02 - Bancadas em madeira com 2,20 metros de
comprimento e 0,80 metros de largura;
16 - Bancos de madeira;
01 - Mesa principal para o professor;
01 – Quadro branco;
02 - Armários de ferro para guardar equipamentos;
01 - Extintor de incêndio;
02 - Computadores;
ELETROTÉCNICA:
05 - Multímetros digitais – marca Minipa;
02 - Alicates Wattímetros digitais – marca Minipa;
02 – Detectores de tensão – marca Minipa;
02 – Fontes de tensão FONTE MPL-1305M DIGITAL
32V/5A;
06 – Décadas resistivas MDR-611;
05 - Kit de resistores 1/4W (20 resistências de valores
diferentes);
05 – Placas Protoboard 2200 Furos Hikari Hk P400
Placa de aluminio;
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
50 - Pares de fios com conectores machos e femeas;
01 – Kit de demonstração de esquema de ligação de
tomadas;
01 – Kit de demonstração de esquema de ligação de
lâmpadas com interruptor simples;
01 – Kit de demonstração de esquema de ligação de
lâmpadas com interruptor paralelo;
01 – Kit de demonstração de partida de motor;
01 – Kit de demonstração de quadro de distribuição elétrico;
01 – Kit de demonstração de eletrodutos e cabos elétricos;
01 – Kit de demonstração de disjuntor DIN e DR.
AUTOMAÇÃO:
Robô Arduino:
1. Motor X 2;
2. Pneus de alta qualidade X 2;
3. Montagem do motor X 2;
4. Rodízio 1 X;
5. 100 x 150 x 2,6 mm placa de suporte X 2;
6. Driver L298N motorizada placa X 1;
7. ARDUINO 328 placa de controle X 1;
8. PTZ Suporte Servo X1;
9. Servo Motor 1 X;
10. Módulo Ultrasom1 X;
11. Mini protoboard 1 X;
12. Linha DuPont X 12;
13. Cilindro de cobre 35 MM X 3;
14. Cilindro de cobre 12 MM X 4;
15. 3 MM parafusos porcas diversas;
01 x Cabo USB;
01 x Códigos e Programas.
Laboratório
Química
Físico 45 m2
Alumínio AS- 6DOF Braço Robótico:
1. AS - 6DOF alumínio braço robótico;
2. 32 canais kit USB controlador servo;
3. Saída Dual de comutação de alimentação;
4. Cabo Power.
MATERIAL DE QUÍMICA/ VIDRARIA
Almofariz/Pistilo
Argola metálica para sustentar funil
Balão de destilação 250 ml
Balão de fundo Redondo 250 ml
Balão de fundo Chato de 250 ml
Balão Volumétrico de 50 ml
Balão Volumétrico de 100 ml
Balão Volumétrico de 250 ml
Balão Volumétrico de 500 ml
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Balão Volumétrico de 1000 ml
Bastão de Vidro
Béquer de 50 ml
Béquer de 100 ml
Béquer de 100 ml plástico
Béquer de 250 ml
Béquer de 250 ml plástico
Béquer de 300 ml
Béquer de 500 ml
Béquer de 600 ml
Béquer de 600 ml plástico
Béquer de 1000 ml
Béquer de 1000 ml plástico
Bico de Bunsen
Bureta de 20 ml
Bureta de 25 ml
Cadinho
Condensadores
Copo graduado para filtração
Erlenmeyer de 100 ml
Erlenmeyer de 125 ml
Erlenmeyer de 125 ml plástico
Erlenmeyer de 250 ml
Erlenmeyer de 250 ml plástico
Erlenmeyer de 500 ml
Erlenmeyer de 500 ml plástico
Espátula Metálica Grande
Espátula Metálica Pequena
Espátula Grande de Plástico
Espátula Pequena de Plástico
Funil de Buchner
Fio de Cobre para Chama
Frascos para guardar Reagente
Funil de decantação de 250 ml
Funil de Vidro Curto 10 mm
Garra para Suporte Universal
Kitassato de 250 ml
Pipeta Graduada de 1 ml
Pipeta Graduada de 5 ml
Pipeta Graduada de 10 ml
Pipeta Graduada de 20 ml
Pipeta graduada de 25 ml
Pipeta Volumétrica de 1 ml
Pipeta Volumétrica de 5 ml
Pipeta Volumétrica de 10 ml
Pipeta Volumétrica de 15 ml
Pipeta Kipp ( Bico de Papagaio) 25 ml
Pissetas de 250 ml
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Pissetas de 500 ml
Pinças de Fixação em Supote
Pinça Manual Metálica
Pinça Anatômica Metálica
Pinça Manual de Madeira
Pipetador Tipo Pêra
Pipetador Pi – Pump
Proveta de 10 ml
Proveta de 25 ml
Proveta de 50 ml
Proveta de 50 ml plástico
Proveta de 100 ml
Proveta de 100 ml plástico
Rolhas p/ Kitassato de 250 ml
Rolhas Nº: 01
Rolhas Nº: 03
Rolhas Nº: 05
Suporte Universal
Tela de amianto
Termômetro de Álcool
Termômetro de Mercúrio
Tripé de Ferro Grande
Tripé de Ferro Médio
Tripé de Ferro Pequeno
Triângulo de Porcelana
Trompa d’água
Tubo de Centrífuga
Tubo de Ensaio Pequeno
Tubo de Ensaio Médio
Tubo de Ensaio Grande
Tubo de Ensaio Extra Grande
Tubo de Vidro Longo
Tubo de Vidro Pequeno
Tubo de vidro em “ L”
Vidro de Relógio Grande
Vidro de Relógio Médio
Vidro de Relógio Pequeno
MATERIAL DE QUÍMICA/EQUIPAMENTO
Balança semi – analítica
Banho – Maria
Centrifugador Manual
Condutivímetro
Destilador
Estufa
MATERIAL DE QUÍMICA/ REAGENTES
Acetato de Sódio PA
Ácido Acético Glacial
Ácido Acetilsalicílico PA
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Ácido Bórico PA
Ácido clorídrico 1 Molar
Ácido clorídrico 5 Molar
Ácido clorídrico PA
Ácido Sulfúrico PA
Alaranjado de Metila
Álcool Etílico
Alumínio Metálico
Anidrido Acético PA
Anilina
Bicarbonato de Sódio
Bissulfito de Sódio PA
Brometo de Potássio PA
Butanol 1
Butanol 2
Carbonato de Cálcio PA
Carbonato de Sódio PA
Ciclohexano
Cloreto de Alumínio PA
Cloreto de Amônio PA
Cloreto de Cálcio PA
Cloreto de Cobalto
Cloreto de Ferro lll PA
Cloreto de Mercúrio ll PA
Cloreto de Sódio PA
Cobre Metálico
Cromato de Potássio PA
Dicromato de Potássio PA
Enxofre em Pó
Fenol
Fenolftaleína
Formol PA
Glicerina PA
Hidróxido de Amônio PA
Hidróxido de Bário
Hidróxido de Cálcio
Hidróxido de Sódio 1 Molar
Hidróxido de Sódio PA
Iodeto de Potássio PA
Iodeto de Sódio PA
Limalha de Ferro
Metabissulfito de Sódio PA
Metanol
Naftaleno Puro
Nitrato de Chumbo ll
Nitrato de Ferro lll
Nitrato de Prata PA
Nitrato de Sódio PA
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Óleo Mineral
Óleo Vegetal
Oxalato de Sódio PA
Permanganato de Potássio PA
Propanol 1
Sulfato de Alumínio
Sulfato de Cobre ll PA
Sulfato de Ferro ll PA
Sulfato de Manganês PA
Sulfato de Sódio PA
Sulfito de sódio PA
Tiossianato de Potássio PA
Toluol
Uréia
Zinco Metálico
MATERIAL DO KIT DE FÍSICA
Bobina de fita branca autocopiadora
Grampo de carpinteiro
Marcador de tempo
Cronômetro digital
Fita adesiva
Folha de papel milimetrado
Folha de papel vegetal
Folha de papel carbono
Régua de vinil milimétrica de 50 cm
Régua de madeira
Massa aferida de 100 gramas
Massa aferida de 50 gramas
Massa aferida de 10 gramas
Mola de Arame de aço
Porta – pesos zincado
Plano de madeira (rampa de madeira)
Nível de bolha
Puck de madeira com Ø8 cm e furo interno de 1,5 cm
Suporte em forma de forca com fio e presilha
Transferidor de plástico
Transferidor de papel
Aparador para carrinho
Carrinho de Madeira
Bloco - peso de madeira
Anel de borracha
Tesoura pequena
Esfera de aço com diâmetro de 1,5 cm
Esfera de aço com diâmetro de 1,75 cm
Esfera de vidro com diâmetro de 1,75 cm
Fio de Prumo
Parafuso suporte para esferas
Arruela de metal de 25 gramas
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Prendedor para papel
Rolha de borracha com gancho latonado
Rolo de fio cordonê
Dinamômetro
Suporte com três roldanas fixas
Roldanas de plástico com gancho
Roldanas de metal avulsas
Régua Lei de Hooke
Seringa Hipodérmica de 3 ml
Seringa Hipodérmica de 20 ml
Tubo de látex fino
Tubo de látex 50 cm
Cilindro de resina branco
Lamparina
Calorímetro de isopor com tampa de dois furos
Lâminas de zinco
Prancha IPS
Presilha IPS grande
Presilha IPS pequena
Lupa
Ebulidor elétrico
Conjunto de sólidos para calor específico
Base do dilatômetro
Tubo de alumínio
Tubo de latão
Tubo de cobre
Tubo de látex
Aparelho para modelo cinético dos gases
Aparelho de reflexão da luz
Alfinete de cabeça
Bloco de celotex
Cuba semi-cilindrica
Tira de acetato de celulose
Tira de vinilite
Gerador de Van Der Graaf
Fio de cobre 50 cm
Eletrodos
Suporte para eletrodos
Cabo com pinos “banana”
Fios de ligação
Multímetro
Pilha de 1,5 V
Potenciômetro de fio 50 Ω
Resistor de carbono 5 Ω, 1 watt
Resistor de carbono 10 Ω, 1 watt
Resistor de carbono 15 Ω, 1 watt
Resistor de carbono 27 Ω, 1 watt
Resistor de carbono 100 Ω, 1 watt
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Página 90
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Resistor de carbono 150 Ω, 1 watt
Imã cilíndrico de comprimento de 3 cm e DN de 5mm
Imã prismático
Conjunto de sólidos cilíndricos de diversos materiais
Bússola
Armação de madeira
Fio cabinho Nº: 20
Fios de Ligação com pinos
Lâmpada de 1,5 V
Plataforma de madeira
Soquete miniatura para lâmpada
Bobina quadrada de 1000 espiras
Bobina quadrada de 100 espiras
Núcleo de ferro em “U”
MATERIAL DE BIOLOGIA
Microscópios ópticos
Conjunto de lâminas preparadas
Lâminas ópticas
Placas de petri descartáveis grande
Placas de petri descartáveis pequena
Placas de petri de vidro
Lentes 5X
Lentes 10X
Lentes 16X
Esqueleto Anatômico
Boneco Anatômico
Conjunto de ossos pequenos
Pinças metálicas anatômicas
Balança analógica para recém-nascido
Biblioteca
01 com 130 m2
06 mesas de estudo coletivo redondas
04 salas de estudo em grupo com uma mesa redonda e 4
cadeiras em cada
01
gabinete de trabalho individual adm com 1 mesa, 1
cadeira e um armário
15 cabines individuais de estudo
65 cadeiras com encosto almofadadas
02 computadores para uso administrativo
02 balcões para atendimento
02
impressoras
01 mesa para trabalho administrativo
02 arquivos
02 armários escritório
01 armário periódicos
40 prateleiras de aço
01 linha telefone
07 tablets
03 ventiladores
05 computadores para pesquisa de alunos
Acesso a internet
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Página 91
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Atendimento
Psicopedagógico
Xérox
01 com 6 m2
Cantina
01 com 41 m2
01 com 8 m2
Pátio
Recepção
01 com 710 m2
01 com 9 m2
Banheiro aluno
02 com 24 m2
Banheiro funcionário
Anfiteatro
Arquivo morto
Brinquedoteca
01 com 8 m2
01 com 200 m2
01 com 15 m2
01 com 96 m2
01
mesa de atendimento com cadeira
01
armário
03
máquinas de xérox
01
prateleira de aço
01
armário
Com capacidade para atender 300 pessoas
01 geladeira
01 fogão
01 estufa
01 baleiro
Capacidade para 300 alunos
01 computador
01 copiadora com impressora (multiuso)
01 PABX
01 armário
01 mesa
04 cadeiras
06 cabines de sanitários individuais
04 lavatórios
02 cabines de sanitários individuais
02 lavatórios
200 cadeiras de braço
01 mesa grande professor
01 cadeira professor
04 ventiladores
10 prateleiras de aço
01 Kit "blocos lógicos" c/ 48 peças
01 Kit Pequenos Engenheiros com 50 peças
01 Boliche dos Bichos com 6 pinos e bolas
02 Boliches com 6 pinos e bolas Elgaplás
01 Kit Fantoches do Alfabeto com 26 Peças
01 Kit Fantoches Educação no Transito com
15 peças
06 Kits blocos para montar com 13 peças cada Baby
01 Conjunto Tangram com 87 peças
01 Conjunto geométrico com com 94 peças
01 Flauta doce
01 Jogo Jeep Sport
02 Baldes de blocos para montar com 50
peças Funny Blocks
01 Cenário para teatro de fantoches Teatro da Hora
02 Estantes infantis com 04 “prateleiras”
01 Jogo de encaixe com 08 peças (peixe)
10 Cds Diversos
02 Livros A Bíblia Infantil
02 Tabuleiros de Damas
03 Jogo Resta Um
01 Jogo da velha com 13 peças
05 Bate bate
02 Blocos Mágicos
03 Jogos de Pega Vareta
01 Locomotiva de montar com 15 peças
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02 Jogos de Cartas Conhecendo Letras
01 jogo de encaixe com 18 peças
08 Cartelas de E.V.A. diversos temas
01 Jogo Ligue ligue de montar com 24 peças
01 Jogo Super ligue ligue de montar com
120 peças
02 Jogos da memória com 70 peças
02 Jogo de blocos do alfabeto maiúsculo e minúsculo c/ 72
peças
01 Carrinho didático de encaixe
02 Expositores (Cantinhos da Leitura )
01 Alfabeto em E.V.A.
01 Caixa de Blocos
01 Jogo do Alfabeto Super jogo do Tato com
26 peças
01 Jogo Matemática Fácil com 102 fichas
01 Jogo Matemática Fácil com 104 fichas
03 Caixas de lápis de cor e giz de cera
05 Mesas infantis com porta objetos
12 Cadeirinhas infantis em plástico
01 Campo para futebol de botões
02 Kits para futebol de botões
01 Lousa
01 Kit Cozinha com 37 peças
04 Mini Estantes em aço
01 Tatame com 14 peças
*OBS : Todos os computadores com acesso a internet via rádio.
A fim proporcionar maior segurança aos portadores da deficiência física, a faculdade possui em
uma de suas entradas, uma rampa adaptada e corrimão nas escadas das instalações. Os banheiros
possuem estrutura necessária para utilização de deficientes físicos.
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8.2 Infra estrutura tecnológica
Recursos
Quantidade
Televisores
02
Aparelho DVD
01
Vídeo
01
Tela de projeção
04
Caixa de som
04
Microfone
02
Projetor (Data show)
06
Fax
01
PABX
01
Microsystem
01
Impressora
06
Copiadora
03
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9. POLTÍCAS DE ATENDIMENTO AOS DISCENTES
O Horário de atendimento é das 13 as 22 horas diariamente. Para que todos os alunos saibam
sobre as funções e o funcionamento da organização e controle acadêmico é divulgado no site
institucional, o manual acadêmico contendo as seguintes informações:
1. APRESENTAÇÃO
2. HISTÓRICO
3. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
4. RELAÇÃO DOS CURSOS
5. NORMAS ACADÊMICAS
5.1 Formas de Admissão
5.2 Matrícula
5.3 Dispensa das disciplinas
5.4 Trancamento de matrícula
5.5 Cancelamento de matrícula
5.6 Reabertura de matrícula
5.7 Transferência
5.8 Freqüência as aulas
5.9 Assistência acadêmica domiciliar
5.10 Avaliação do desempenho escolar
5.11 Dependências
5.12 Provas de segunda chamada
5.13 Identificação do aluno
5.14 Revisão de nota
5.15 Reenquadramento do aluno
5.16 Trote
5.17 Conclusão de curso
6. ATIVIDADES ACADÊMICAS A DISPOSIÇÃO DOS ALUNOS
6.1 Monitoria
6.2 Estágio
6.2.1 Estágio Supervisionado
7. NORMAS DE UTILIZAÇÃO DA BIBLITECA
7.1 Disposições gerais
7.2 Usuários
7.3 Empréstimo
7.4 Sanções disciplinares: multas, perdas e danos
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7.5 Dos atos de indisciplina
7.6 Disposições finais
Para qualquer tipo de requerimento efetuado pelo aluno há prazo para entrega da solicitação dos
mesmos. É feito o arquivamento de todos os programas de aula, diários, avaliações finais e exames
finais com o término do semestre. As informações referentes as notas dos alunos são lançadas no
sistema utilizado pela instituição para controle acadêmico assim como sua freqüência durante o
semestre e divulgado durante o semestre ao aluno.
Existe um profissional, que atua como Psicopedagogo, com disponibilidade para atendimento de
2 horas semanais. A função deste profissional consiste em planejar, orientar, dirigir e, principalmente,
avaliar toda e qualquer assistência educacional ao corpo discente. Este serviço tem sido pouco
contratado dentro do Ensino Superior, pois se parte da premissa que o aluno, maior de idade, com
responsabilidades familiares e trabalhistas, já está formado e, portanto, não precisa de apoio sócioemocional.
O que não é uma verdade, pois durante o período em que estão na Faculdade, os estudantes
enfrentam muitas mudanças, como, por exemplo, ter de se afastar de grupos de referência, ter de
conciliar trabalho, estudo e cuidar da vida pessoal; estabelecer condições para o estudo (organização,
local e tempo), superar déficit de habilidades básicas, enfim, responder às exigências de organização,
gestão do tempo, autonomia e envolvimento. Nem sempre o lidar com tais mudanças ocorre de forma
tranqüila. Será necessário, portanto, manter instrumentos que permitam domínio e conhecimento ao
desenvolvimento, aproveitamento, postura comportamental, de todos os alunos, tanto no nível grupal e
individual, bem como, instrumentos estatísticos, que proporcionem de forma técnica, uma medida de
avaliação e acompanhamento dos dados reais; para que se possa fazer uma síntese do comportamento,
assiduidade, pontualidade, participação nas aulas, observações de professores, realização de seminários,
projetos e outras atividades.
Deverá, ainda, manter contatos individuais com cada professor, visando periodicamente colocar
subsídios sobre a postura do aluno, com o objetivo de agir preventivamente, para sanar ou minimizar
problemas, quer sejam individuais ou grupais, que estejam interferindo no bom andamento dos
trabalhos.
Necessário se faz, então, que o Orientador Psicopedagógico mantenha um trabalho sistemático e
planejado com recursos técnicos para prover os professores com o objetivo de sanar dificuldades em
termos de manejo de classe, relação professor-aluno e posturas inadequadas.
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ANEXOS
ANEXO 1 - REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Artigo 1o O presente Regulamento tem como objetivo normatizar o cumprimento das horas destinadas
às Atividades Complementares da Faculdade de Administração de Campo Belo.
Parágrafo único. Consideram-se Atividades Complementares aquelas que, como componentes
curriculares enriquecedores e complementadores do perfil do formando, possibilitam o
reconhecimento, por avaliação de habilidades, conhecimento e competência do aluno, inclusive
adquirida fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades independentes,
transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mercado do
trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade.
Artigo 2o As Atividades Complementares têm como objetivos:
I. desenvolver a autonomia intelectual do aluno, favorecendo sua participação em atividades de estudo
diversificadas que contribuam para sua formação e atuação profissional;
II. incentivar e desenvolver as habilidades e competências adquiridas fora do ambiente escolar;
III. aprofundar a articulação da teoria com a prática, promovendo a pesquisa individual e coletiva;
IV. incentivar e valorizar a participação do aluno em projetos de extensão universitária, tanto
acadêmica como comunitária.
Artigo 3o São consideradas Atividades Complementares:
I. participação em Atividades Culturais diversas, tais como exposições, peças teatrais, palestras, feiras
culturais e comerciais e filmes, promovidos ou não pela da Faculdade de Administração de Campo
Belo.
II. participação como ouvinte, organizador ou apresentador em Cursos, Palestras, Congressos,
Seminários, Oficinas, promovidos ou não pela da Faculdade de Administração de Campo Belo.
Mesas-Redondas ou Debates, principalmente as oferecidas pela Coordenação de Atividades
Complementares, promovidos na Faculdade de Administração de Campo Belo. E outras atividades de
natureza acadêmica e científica;
III. participação em Estágios não-curriculares oferecidos por Organizações públicas, privadas e nãogovernamentais;
IV. participação em Monitoria Acadêmica, como voluntário;
V. participação em Projetos e Atividades Comunitárias, como voluntário, mantidas pela Faculdade de
Administração de Campo Belo ou quando designado pela Instituição ou Coordenação do curso;
VI. participação em Visitas Técnicas diversas promovidas pelos professores.
Art. 4º Compõem as Atividades Complementares as seguintes disciplinas e atividades, com a
respectiva carga horária máxima, por atividade:
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DISCIPLINAS / ATIVIDADES
CH
Disciplinas extracurriculares, nas áreas oferecidas pelos cursos.
60
Disciplinas extracurriculares, pertencentes aos cursos de outra IES, em áreas afins.
60
Projetos de iniciação científica, orientados por docente da Faculdade.
80
Programas de extensão, sob orientação de professor da Faculdade.
80
Cursos de extensão na área de interesse dos cursos ou de atualização cultural ou científica.
50
Monitoria nos Cursos.
80
Eventos diversos nas áreas dos cursos.
100
Assistência às defesas de monografias e/ou de dissertação de mestrado ou teses de doutorado
80
de outras Instituições.
Cursos de idiomas.
60
Cursos na área de informática.
50
Participação em atividades extracurriculares de assessoria a populações carentes ou de baixa
renda, diretamente ou por intermédio de associações, sindicatos, ONG’s, mediante convênio
60
com a Faculdade.
Estágios extracurriculares.
Participação em programas de extensão e iniciação cientifica.
Participação em programas de voluntariado.
Visitas técnicas
60
80
80
80
§ 1º A fixação de um limite máximo de horas por atividade, tem por objetivo proporcionar o aluno à
diversificação das Atividades Complementares.
Artigo 4o Compete à Coordenação de cada curso administrar o sistema acadêmico-administrativo
referente às Atividades Complementares realizadas por seus alunos, ficando sob sua responsabilidade:
I. conferência e análise das Atividades Complementares, mediante requerimento e apresentação do(s)
comprovante(s) e relatório(s) das atividades realizadas juntamente à Secretaria Acadêmica;
II. manter e controlar o registro das Atividades Complementares realizadas pelo aluno junto a
Secretaria Acadêmica;
III. comunicar oficialmente à Secretaria Acadêmica a totalização das horas de Atividades
Complementares de cada aluno para fins de registro acadêmico, ao final de cada semestre letivo;
IV. emitir relatório aos alunos que solicitaram convalidação das Atividades Complementares,
informando a carga horária aproveitada e a carga horária acumulada;
V. organização e guarda dos documentos dos alunos em pasta individual, bem como registro dos
apontamentos realizados pelo professor no prontuário ou relatório do aluno;
VI. elaborar e divulgar o calendário de Atividades Complementares a serem realizadas dentro e fora da
Faculdade de Administração de Campo, no período letivo;
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VII. propor e incentivar, por meio de comunicados orais e escritos, a participação do aluno em
projetos e eventos acadêmicos, culturais e comunitários promovidos pela Faculdade de Administração
de Campo Belo de Campo Belo ou por outras organizações públicas ou privadas;
VIII. agendar e atender o (s) aluno (s) na orientação e análise dos relatórios das Atividades
Complementares realizadas.
Parágrafo único. O atendimento deverá ocorrer fora do horário das aulas, quando serão analisados e
discutidos, com os alunos, as atividades realizadas, os critérios de comprovação, enquadramento e
convalidação da carga horária realizada, bem como a documentação comprobatória apresentada.
Artigo 5o O aluno deverá:
I) Até o final do curso, cumprir as horas e prazos determinados em seus respectivos projetos
pedagógicos. Caso tenha cumprido uma carga horária maior no período requerido, o Coordenador
poderá avaliar a possibilidade de aproveitamento da carga horária excedente para a integralização no
semestre seguinte.
Parágrafo único: alunos oriundos de outras Instituições que já tenham participado de Atividades
Congêneres poderão ter a respectiva carga horária convalidada, desde que atendam o presente
regulamento.
II) participar no mínimo de 03 (três) tipos de atividades referidas no artigo 3o. Cada tipo de Atividade
Complementar deve atingir, no máximo, 40% do total, independente do número de tipos de Atividades
Complementares que o aluno participou. A critério da Coordenação de Atividades Complementares
poderão excepcionalmente, ser computada menos horas para determinado tipo de atividade
complementar;
III) Reunir ao longo do (s) semestre (s) comprovantes, como declarações e certificados das atividades
realizadas, tendo em vista garantir sua autenticidade;
IV) Acompanhar a sua carga horária de Atividades Complementares convalidadas.
Artigo 6o As horas cumpridas nos tipos de Atividades Complementares, definidas no artigo 3o serão
consideradas e convalidadas, desde que o aluno cumpra as seguintes exigências:
I) protocolar junto a Secretaria Acadêmica de Atividades Complementares a seguinte documentação
comprobatória:
a) comprovante de ingresso e/ou de participação fornecido pela organização responsável pelo evento;
b) relatório escrito pelo próprio aluno sobre sua participação no evento, elaborado conforme modelo
fornecido pela Coordenação de Atividades Complementares.
Artigo 7o A comprovação das atividades realizadas na Faculdade de Administração de Campo Belo
será feita através de relatórios/certificados emitidos pela Coordenação de Atividades Complementares
do curso e entregues semestralmente ao aluno apresentando o número e horas validadas até a presente
data.
§ 1o O aluno que não cumprir a totalizando das horas previstas em seu curso não terá direito ao
Diploma de Graduação, mesmo que tenha obtido aprovação em todas as disciplinas regulares de sua
matriz curricular;
§ 2o A convalidação de horas obedecerá à tabela de Atividades Complementares contida neste
regulamento.
Art. 8º A realização de Atividades Complementares não se confunde com a do Estágio
Supervisionado ou com a do Trabalho de Conclusão de Curso.
Art. 9º Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pelo Colegiado com referendo dos
coordenadores de curso da Faculdade.
Art. 10 As normas estabelecidas neste Regulamento entram em vigor na data de sua aprovação pelo
Colegiado, referendadas pelas coordenações dos cursos.
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ANEXO II – REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
1. APRESENTAÇÃO
A Faculdade de Administração de Campo Belo, consoante com as diretrizes da Legislação,
estabelece a realização do Estágio Supervisionado, tanto para cumprir o que preceitua a lei, quanto
para criar a oportunidade ímpar para agregar valor à formação dos seus alunos, transformando-os, por
meio da prática bem orientada, em profissionais de vanguarda, capazes de efetivamente ocupar um
lugar no mundo profissional.
Por isso disponibilizamos aos alunos ferramentas didático-pedagógicas desenvolvidas para dar
sustentação a uma aprendizagem profissional diferenciada, contemplando uma visão social,
humanitária e cultural.
O Estágio Supervisionado é uma atividade de aprendizagem profissional, social e
cultural que se desenvolve através da participação do estudante em situações reais de trabalho
da sua futura área de atuação profissional, onde ele executa atividades relacionadas à sua área
de formação profissional.
O estágio pode ser desenvolvido em empresas privadas, públicas, órgãos da
administração pública, instituições de ensino e de pesquisa, sempre sob a supervisão de um
responsável no local do estágio e de um professor orientador designado pela Coordenação do
Curso de Engenharia de Produção, e mediante exigências especificas do item 3. A integralização da
carga horária total do estágio prevista no currículo do curso de engenharia de produção é de 460 horas.
O relato das atividades desenvolvidas é consubstanciado em documento próprio que comprove
o cumprimento da carga horária obrigatória e demonstre capacidade de análise crítica e proposição de
soluções para os problemas vivenciados no decorrer do estágio.
Os estágios são coordenados e supervisionados pelo Coordenador do Curso. O Regulamento
para as atividades de estágio e/ou prática profissional observa as particularidades da atividade
profissional específica e se orienta de modo a proporcionar aos alunos a articulação da teoria e prática
no ambiente de trabalho.
2. OBJETIVO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio supervisionado constitui etapa essencial para formação dos alunos, em suas
formações específicas. Tem como objetivo aliar o embasamento teórico ministrado em sala de aula ao
desenvolvimento de atividades práticas a contribuir na sua capacitação profissional, integrando
conceitos e teorias por meio de experiências vivenciais.
Por ser uma atividade social, profissional, cultural e de complementação do processo ensinoaprendizagem, o estágio deverá ser desenvolvido de tal forma que o futuro profissional possa:
- receber treinamento profissional;
- adquirir experiências prévias no campo de formação;
- solidificar atitudes necessárias a uma postura profissional consciente;
- identificar habilidades requeridas para o exercício profissional;
- desenvolver um trabalho integrado com a organização/campo de estágio;
- aprofundar os conhecimentos vinculados aos conteúdos do curso;
- exercer a prática de princípios éticos e preceitos morais, inerentes ao exercício profissional;
- desenvolver a capacidade de iniciativa e maturidade emocional em relação ao desempenho
profissional.
3. PERÍODO DE REALIZAÇÃO E ABRANGÊNCIA
O estágio deverá ser realizado obrigatoriamente no 10º (décimo) período do curso de
engenharia de produção, devendo o aluno estar regularmente matriculado na disciplina de estágio
supervisionado. E para tanto o aluno poderá ter no máximo 5 (cinco) dependências. Caso esteja
reprovado em mais que 5 (cinco) disciplinas o aluno deverá eliminar as dependências que extrapolam
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
esta quantidade e desta forma ele poderá conciliar o período de estágio, matriculado em no máximo 5
(cinco) disciplinas, deste que o horário das aulas viabilize. A prática do estágio é parte integrante da
disciplina Estágio Supervisionado, sendo avaliada no máximo em 100 (cem) pontos, e gerando
aprovação com rendimento mínimo de 60% (sessenta) por cento.
O Estágio Curricular Obrigatório será realizado em empresas, mediante prévio convênio com
o CEMES/FACAMP - MG, através de contrato firmado entre a empresa e o estagiário, que, para todos
os efeitos legais, não gerará vínculo empregatício de qualquer espécie, ou ainda com a participação de
agentes de integração.
O prazo limite para realização do estágio na empresa será de no máximo 1 (um) ano após a
conclusão das disciplinas do curso, caso contrário, será considerado reprovado na disciplina Estágio
Supervisionado.
As atividades do estágio podem abranger quaisquer aspectos de conhecimentos vinculados às
disciplinas e conteúdos vistas ao longo do curso de engenharia de produção. Elencadas a seguir,
conforme descrição da ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção):
1. ENGENHARIA DE OPERAÇÕES E PROCESSOS DA PRODUÇÃO.
Refere-se aos projetos, operação e melhorias dos sistemas que criam e entregam os produtos e
serviços primários da empresa.
1.1. Gestão de Sistemas de Produção e Operações;
1.2. Planejamento, Programação e Controle da Produção;
1.3. Gestão da Manutenção;
1.4. Projeto de Fábrica e de Instalações Industriais: organização industrial, layout/arranjo físico;
1.5. Processos Produtivos Discretos e Contínuos: procedimentos, métodos e sequências;
1.6. Engenharia de Métodos.
2. LOGÍSTICA.
Refere-se às técnicas apropriadas para o tratamento das principais questões envolvendo o
transporte, a movimentação, o estoque e o armazenamento de insumos e produtos, visando a redução
de custos, a garantia da disponibilidade do produto, bem como o atendimento dos níveis de exigências
dos clientes.
2.1. Gestão da Cadeia de Suprimentos;
2.2. Gestão de Estoques;
2.3. Projeto e Análise de Sistemas Logísticos;
2.4. Logística Empresarial;
2.5. Transporte e Distribuição Física;
2.6. Logística Reversa.
3. PESQUISA OPERACIONAL
Refere-se à resolução de problemas reais envolvendo situações de tomada de decisão, através
de modelos matemáticos habitualmente processados computacionalmente. Esta subárea aplica
conceitos e métodos de outras disciplinas científicas na concepção, no planejamento ou na operação de
sistemas para atingir seus objetivos. Procura, assim, introduzir elementos de objetividade e
racionalidade nos processos de tomada de decisão, sem descuidar dos elementos subjetivos e de
enquadramento organizacional que caracterizam os problemas.
3.1. Modelagem, Simulação e Otimização.
3.2. Programação Matemática;
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3.3. Processos Decisórios;
3.4. Processos Estocásticos;
3.5. Teoria dos Jogos;
3.6. Análise de Demanda;
3.7. Inteligência Computacional.
4. ENGENHARIA DA QUALIDADE
Área da engenharia de produção responsável pelo planejamento, projeto e controle de sistemas
de gestão da qualidade que considere o gerenciamento por processos, a abordagem factual para a
tomada de decisão e a utilização de ferramentas da qualidade.
4.1. Gestão de Sistemas da Qualidade;
4.2. Planejamento e Controle da Qualidade;
4.3. Normalização, Auditoria e Certificação para a Qualidade;
4.4. Organização Metrológica da Qualidade;
4.5. Confiabilidade de Processos e Produtos.
5. ENGENHARIA DO PRODUTO
Esta área refere-se ao conjunto de ferramentas e processos de projeto, planejamento,
organização, decisão e execução envolvidos nas atividades estratégicas e operacionais de
desenvolvimento de novos produtos, compreendendo desde a fase de geração de ideias até o
lançamento do produto e sua retirada do mercado com a participação das diversas áreas funcionais da
empresa.
5.1. Gestão do Desenvolvimento de Produto
5.2. Processo de Desenvolvimento do Produto
5.3. Planejamento e Projeto do Produto
6. ENGENHARIA ORGANIZACIONAL
Refere-se ao conjunto de conhecimentos relacionados com a gestão das organizações,
englobando em seus tópicos o planejamento estratégico e operacional, as estratégias de produção, a
gestão empreendedora, a propriedade intelectual, a avaliação de desempenho organizacional, os
sistemas de informação e sua gestão, e os arranjos produtivos.
6.1. Gestão Estratégica e Organizacional;
6.2. Gestão de Projetos;
6.3. Gestão do Desempenho Organizacional;
6.4. Gestão da Informação;
6.5. Redes de Empresas;
6.6. Gestão da Inovação;
6.7. Gestão da Tecnologia;
6.8. Gestão do Conhecimento.
7. ENGENHARIA ECONÔMICA
Esta área envolve a formulação, estimação e avaliação de resultados econômicos para avaliar
alternativas para a tomada de decisão, consistindo em um conjunto de técnicas matemáticas que
simplificam a comparação econômica.
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7.1. Gestão Econômica;
7.2. Gestão de Custos;
7.3. Gestão de Investimentos;
7.4. Gestão de Riscos.
8. ENGENHARIA DO TRABALHO
É a área da Engenharia de Produção que se ocupa com o projeto, aperfeiçoamento,
implantação e avaliação de tarefas, sistemas de trabalho, produtos, ambientes e sistemas para fazê-los
compatíveis com as necessidades, habilidades e capacidades das pessoas visando a melhor qualidade e
produtividade, preservando a saúde e integridade física. Seus conhecimentos são usados na
compreensão das interações entre os humanos e outros elementos de um sistema. Pode-se também
afirmar que esta área trata da tecnologia da interface máquina – ambiente – homem – organização.
8.1. Projeto e Organização do Trabalho;
8.2. Ergonomia;
8.3. Sistemas de Gestão de Higiene e Segurança do Trabalho;
8.4. Gestão de Riscos de Acidentes do Trabalho.
9. ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE
Refere-se ao planejamento da utilização eficiente dos recursos naturais nos sistemas
produtivos diversos, da destinação e tratamento dos resíduos e efluentes destes sistemas, bem como da
implantação de sistema de gestão ambiental e responsabilidade social.
9.1. Gestão Ambiental;
9.2. Sistemas de Gestão Ambiental e Certificação;
9.3. Gestão de Recursos Naturais e Energéticos;
9.4. Gestão de Efluentes e Resíduos Industriais;
9.5. Produção mais Limpa e Eco eficiência;
9.6. Responsabilidade Social;
9.8. Desenvolvimento Sustentável.
10. EDUCAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Refere-se ao universo de inserção da educação superior em engenharia (graduação, pósgraduação, pesquisa e extensão) e suas áreas afins, a partir de uma abordagem sistêmica englobando a
gestão dos sistemas educacionais em todos os seus aspectos: a formação de pessoas (corpo docente e
técnico administrativo); a organização didático pedagógica, especialmente o projeto pedagógico de
curso; as metodologias e os meios de ensino/aprendizagem. Pode-se considerar, pelas características
encerradas nesta especialidade como uma “Engenharia Pedagógica”, que busca consolidar estas
questões, assim como, visa apresentar como resultados concretos das atividades desenvolvidas,
alternativas viáveis de organização de cursos para o aprimoramento da atividade docente, campo em
que o professor já se envolve intensamente sem encontrar estrutura adequada para o aprofundamento
de suas reflexões e investigações.
10.1. Estudo da Formação do Engenheiro de Produção;
10.2. Estudo do Desenvolvimento e Aplicação da Pesquisa e da Extensão em Engenharia de Produção;
10.3. Estudo da Ética e da Prática Profissional em Engenharia de Produção;
10.4. Práticas Pedagógicas e Avaliação De Processo de Ensino-Aprendizagem em Engenharia de
Produção;
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10.5. Gestão e Avaliação de Sistemas Educacionais de Cursos de Engenharia de Produção.
O estágio pode ser caracterizado de duas maneiras: curricular e extra curricular. As normas
aqui apresentadas referem-se ao estágio curricular, entretanto, ao final deste manual encontra-se os
modelos de documentos necessários ao estágio extra curricular, assim com a LEI Nº 11.788, DE 25
DE SETEMBRO DE 2008, aplicada a ambos.
4. CAMPO DE ESTÁGIO E ENCAMINHAMENTO DE ESTAGIÁRIO
O campo de estágio obrigatório (curricular) pode ser desenvolvido em instituição própria, ou
em qualquer empresa onde o estagiário já trabalhe. Deste que enquadre nas áreas de atuação
mencionadas no item 3 (três) e mediante autorização do supervisor de estágio e coordenador do curso.
Poderá ainda ser indicado pela instituição, por empresas que solicitem ou pelo próprio aluno,
conforme seu interesse numa das áreas mencionadas acima.
Antes de iniciarem as atividades do estágio obrigatório, os alunos receberão informações
gerais sobre o estágio, ou seja, sobre a forma como este será desenvolvido e avaliado.
5. ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS
São atribuições do coordenador do curso:
- definir e avaliar a política de estágio junto com o NDE da instituição;
- executar a política de estágio do curso, supervisionando o desenvolvimento de todas as suas etapas;
- divulgar oportunidades de estágio;
- orientar, controlar e avaliar o planejamento das atividades de estágio dos alunos sob a sua
responsabilidade;
- acompanhar o desenvolvimento da prática profissional do estagiário, fazendo registros em
documento próprio;
- criar condições e instrumentos que facilitem o processo ensino-aprendizagem
- avaliar relatórios periódicos e relatórios finais;
São atribuições do supervisor da empresa:
- junto com o estagiário e o professor orientador, elaborar o programa de estágio antes de seu início,
tendo em vista os objetivos a serem alcançados;
- orientar e acompanhar todas as atividades do estagiário no campo de estágio;
- avaliar o desempenho do estagiário;
- solicitar o desligamento do estagiário do campo de estágio, quando se fizer necessário;
- prestar ao Coordenador de Estágio informações adicionais, quando solicitadas;
- solicitar reuniões com o Coordenador de Estágio ou com os professores orientadores, quando se
fizerem necessárias.
São atribuições do aluno estagiário:
- apresentar a documentação exigida;
- acatar as normas estabelecidas pela organização/campo de estágio;
- desenvolver as atividades de estágio que lhe forem atribuídas;
- cumprir a carga horária e o horário estabelecido para o estágio;
- participar de reuniões e/ou sessões de avaliação;
- elaborar e apresentar ao coordenador dos cursos os relatórios parciais e entregar o relatório de
conclusão à coordenação de estágio, conforme as disposições regulamentares.
6. SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO
A supervisão é um processo que envolve as etapas de planejamento, acompanhamento,
execução e avaliação do estágio, em conformidade com o currículo, programas e calendário.
Estas etapas que compõem o cronograma do estágio serão acompanhadas e avaliadas pelo
coordenador do curso e professor da disciplina que em está sendo direcionada a atividade prática, que
por meio de instrumental próprio e contará, sempre que necessário, com o apoio do Núcleo Docente
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Estruturante.
As informações do desenvolvimento do estágio serão apresentadas pelo estagiário à
coordenação do curso e professor responsável, através de relatórios. Ao término do estágio deverá o
mesmo entregar ao coordenador o relatório final contendo o registro dos conhecimentos e experiências
vividos através da execução do plano de trabalho.
O modelo do relatório final será determinado por cada professor responsável de acordo com as
necessidades e particularidades de cada curso.
O Parecer final sobre o trabalho global do estagiário levará em consideração os aspectos
mencionados acima e será expresso pela nota do aluno, sendo aprovado aquele que obtiver no mínimo
conceito regular, conforme ficha de avaliação em anexo.
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FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE CAMPO BELO MG
CEMES – CENTRO MINEIRO DO ENSINO SUPERIOR
COORDENADORIA DE ESTÁGIO
FICHA DE AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO DA EMPRESA
DADOS DO ALUNO
ESTAGIÁRIO:
EMPRESA:
ORIENTADOR NA EMPRESA:
ÁREA OU SETOR DE ESTÁGIO:
INSTRUÇÕES
1. O estagiário deverá ser avaliado no estágio supervisionado, pelo orientador da empresa, através do preenchimento desta ficha:
a) Serão preenchidas mais de uma ficha, se o estagiário estiver sob a supervisão de diferentes pessoas no decorrer do estágio, quando
então, cada supervisor preencherá uma ficha distinta.
2. Os critérios de avaliação estão divididos em:
GRUPO 1 - onde serão avaliados os aspectos profissionais. GRUPO 2 - serão avaliados os aspectos humanos.
3. Atribua um valor a cada item, avaliando o desempenho do estagiário, conforme tabela de conceitos e valores abaixo:
CONCEITO
EXCELENTE
MUITO BOM
BOM
VALOR
9,0 A 10,0
8,0 A 8,9
7,0 A 7,9
CONCEITO
REGULAR
SOFRÍVEL
INSUFICIENTE
VALOR
6,0 A 6,9
5,0 A 5,9
0,0 A 4,9
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
ITEM
GRUPO 1 - ASPECTOS PROFISSIONAIS
01.
ADAPTABILIDADE: Ajustamento à sua condição de profissional atuando dentro de sua habilitação técnica
02.
APLICAÇÃO DE CONHECIMENTOS: Capacidade em aplicar seus conhecimentos para um melhor desempenho de suas
atividades.
03.
ATENÇÃO E QUALIDADE: Cuidado com que realiza o trabalho, forma de apresentá-lo e qualidade de conteúdo.
04.
FACILIDADE DE COMPREENSÃO: Aptidão para observar e analisar os elementos de um problema, chegando a
compreensão lógica do todo.
05.
ZELO PELO INSTRUMENTO DE TRABALHO: Cuidado com o uso de equipamentos, ferramentas e materiais.
06.
CRIATIVIDADE: Habilidade para propor soluções imaginativas próprias e possíveis de execução dentro da empresa.
07.
ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO: Capacidade de organizar as ações futuras de uma execução para obtenção dos
objetivos.
08.
APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL: Interesse em se preparar para a vida profissional, adquirindo novos
VALOR
conhecimentos.
SUB-TOTAL
RESULTADO DO GRUPO 01 (Dividir o subtotal por 08 (oito)
ITEM
GRUPO 2 - ASPECTOS HUMANOS
VALOR
01.
CAPACIDADE DE RELACIONAMENTO: Tratamento dispensado aos colegas, supervisores e subordinados.
02.
ASSIDUIDADE E PONTUALIDADE: Constância e pontualidade no cumprimento dos horários e dias determinados
pela empresa.
03.
AUTO-CRÍTICA: Capacidade de reconhecer seus próprios erros e limitações.
04.
DESEMBARAÇO: Grau de facilidade e espontaneidade com que age frente a pessoas, fatos e situações.
05.
DISCIPLINA: Observância das normas e regulamentos internos da empresa.
SUB-TOTAL
RESULTADO DO GRUPO 2 (Dividir o subtotal por 05 (cinco)
RESULTADO FINAL: Soma dos resultados dos dois grupos divididos por 02 (dois).
Campo Belo - MG, ________/_______/_________
RESULTADO FINAL
VALOR:
_____________________________________________________
CONCEITO:
CARGA-HORÁRIA CUMPRIDA:
ORIENTADOR NA EMPRESA
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE CAMPO BELO MG
CEMES – CENTRO MINEIRO DO ENSINO SUPERIOR
COORDENADORIA DE ESTÁGIO
* Uso exclusivo do Professor Orientador
FICHA DE AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO
DADOS DO ALUNO
NOME:
EMPRESA:
ÁREA OU SETOR DE ESTÁGIO:
Atribua um valor a cada item conforme conceitos abaixo:
EXCELENTE: de 9,0 a 10,0
MUITO BOM: de 8,0 a 8,9
BOM: de 7,0 a 7,9
REGULAR: de 6,0 a 6,9
SOFRÍVEL: de 5,0 a 5,9
INSUFICIENTE: de 0,0 a 4,9
ITEM
01.
02.
03.
04.
05.
06.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO
Estética do relatório abrangendo:
• Apresentação
• Paragrafação
• Ortografia
VALOR
Estruturas das frases:
• Concordância
• Sequência lógica do conteúdo
• Clareza de ideias nas informações
Conteúdo condizente com o plano de trabalho
Atende as atividades básicas da habilitação no aspecto
técnico
Avaliação do conteúdo apresentado
Avaliação de desempenho no estágio
TOTAL:
Total dividido por 06 (seis): VALOR FINAL: _______
ORIENTADOR:
Campo Belo - MG, _____/_____/_____
______________________________
Assinatura do orientador
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS
DO ESTÁGIO CURRICULAR
MODELO DE CONVÊNIO DE ESTÁGIO
CONVÊNIO que entre si celebram, de um lado a (QUALIFICAR CONCEDENTE), neste ato
representado por (QUALIFICAR REPRESENTANTE) doravante denominado simplesmente
CONCEDENTE e do outro lado o CENTRO MINEIRO DO ENSINO SUPERIOR - CEMES,
mantenedora da FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE CAMPO BELO, com sede na Rua
Projetada, s/m, inscrita no CNPJ nº 036.839.730.001/60, neste ato representada, por sua Presidente em
exercício, Ana Maria Almeida, brasileiro, viúva, pedagoga, portador do CPF n° 079.863.946-68 e CI
n° M – 2.974.107 SSP/MG, residente e domiciliado à Rua Expedicionário José Leite Rios n° 95
Campo Belo, MG, e pela Diretora Geral Ana Paula Almeida Chaves, brasileira, solteira,
administradora, portador do CPF n° 054.816.406-19 e CI n° MG-8.803.080, residente e domiciliado na
à Rua Expedicionário José Leite Rios n° 95 Campo Belo, MG, doravante denominada simplesmente
CEMES vem celebrar o convênio, nos termos da Lei n° 11.788/2008, mediante as cláusulas e
condições seguintes:
CLÁUSULA 1ª – DO OBJETO
A CONCEDENTE propiciará estágio curricular a estudantes matriculados e frequentes no curso
___________________________ da Faculdade de Administração de Campo Belo.
CLÁUSULA 2ª – DA COMPLEMENTAÇÃO
O estágio destina-se as complementações profissionais, sociais e culturais, em conformidade com o
Projeto Pedagógico do curso, em anexo, com o Calendário Escolar e Resoluções do Conselho da
Faculdade de Administração de Campo Belo, não criando vínculo empregatício de qualquer natureza
com a CONCEDENTE nem com o CEMES, nos termos do art. 3° da Lei 11.788/08.
CLÁUSULA 3ª - DAS ÁREAS EM QUE SÃO OFERECIDOS OS ESTÁGIOS
O estágio dar-se-á nas áreas de interesse da CONCEDENTE para o aproveitamento dos estagiários
em atividades necessariamente relacionadas com a formação acadêmica dos mesmos.
Parágrafo Único: A CONCEDENTE se compromete a ofertar instalações que tenham condições de
proporcionar ao estagiário atividades de aprendizagem social, profissional e cultural, observando o
estabelecido na legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho, nos termos do art. 14 da Lei
11.788/08.
CLÁUSULA 4ª - DO ENCAMINHAMENTO DOS ESTAGIÁRIOS
A Faculdade de Administração de Campo Belo encaminhará à CONCEDENTE os estudantes aptos
ao estágio, devendo os mesmos portar cópias dos comprovantes de matrícula, freqüência e declaração
de aptidão para estágio, emitida pela Coordenação do Curso e/ou da Supervisão de Estágio.
Parágrafo Único: Os estagiários somente poderão iniciar as atividades junto a CONCEDENTE com
toda a documentação regularizada, sendo que os estágios iniciados sem a autorização e assinatura da
Faculdade de Administração de Campo Belo não serão reconhecidos pela mesma.
CLÁUSULA 5ª - DO TERMO DE COMPROMISSO
De acordo com a Lei 11.788/2008, o estágio será instrumentalizado mediante um “Termo de
Compromisso de Estágio” a ser firmado entre o Estagiário e a CONCEDENTE, com a interveniência
obrigatória da Faculdade de Administração de Campo Belo, através do Diretor da Faculdade à qual o
Estagiário estiver vinculado.
CLÁUSULA 6ª - DO CANCELAMENTO
O estágio será cancelado nos seguintes casos:
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
a) a pedido do estagiário;
b) por conclusão ou por interrupção do Curso na IES;
c) quando da violação pelo estagiário de obrigação prevista no “Termo de Compromisso”;
d) pelo não comparecimento ao estágio, sem motivo justificado, por oito dias consecutivos, ou quinze
dias intercalado, no período de um mês;
e) por comportamento funcional ou social do estagiário incompatível com as normas da
CONCEDENTE.
f) por interesse da administração da CONCEDENTE, ou em atendimento a qualquer dispositivo de
ordem legal ou regulamentar.
g) por alteração do horário da atividade de estágio que acarrete dificuldade no cumprimento das
obrigações acadêmicas pelo Estagiário.
Parágrafo Único: Entende-se por conclusão de Curso a que se refere à alínea “b” supra, o término do
período letivo cursado pelo estudante e que esgota o currículo exigido para sua formação profissional e
por interrupção, qualquer ato ou fato de iniciativa do estudante, ou mesmo decorrente de fato que
implique em solução de continuidade do Curso do estagiário, impondo a suspensão do estagiário.
CLÁUSULA 7ª - DA FORMALIZAÇÃO DO DESLIGAMENTO
Ocorrendo qualquer das hipóteses previstas nas alíneas “a”, “c”, “d”, e “f”, da cláusula anterior, a
CONCEDENTE comunicará por escrito ao CEMES, a qual, por sua vez, também se obriga
igualmente a comunicar por escrito a CONCEDENTE o desligamento do aluno do Curso, seja qual
for o motivo, inclusive por conclusão do mesmo.
Parágrafo Único: Por ocasião do desligamento do estagiário, a CONCEDENTE se compromete a
entregar termo de realização do estágio com indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos
períodos e da avaliação.
CLÁUSULA 8ª - DA CARGA HORÁRIA
Será de, no máximo, 30 (trinta) horas semanais a atividade de estágio, em horário estabelecido pela
CONCEDENTE, de modo a não causar prejuízo às atividades discentes do estagiário.
CLÁUSULA 9ª - DA DURAÇÃO
A duração do estágio será estabelecida pela CONCEDENTE e pelo CEMES levando em
consideração o limite máximo de 02 (dois) anos, exceto para portador de deficiência, determinado pelo
artigo 11, da Lei 11.788/2008, devendo ficar bem definido no Termo de Compromisso de Estágio.
Parágrafo Único: Fica assegurado ao estagiário, que desenvolva estágio com duração igual ou superior
a um ano, recesso remunerado de trinta dias ou proporcional, nos casos de estágio inferior a um ano,
preferencialmente durante suas férias escolares.
CLÁUSULA 10 – DA SUPERVISÃO, ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO.
Os critérios e formas de supervisão, orientação e avaliação do estágio serão definidos pela
Coordenação do Curso e/ou da Supervisão de Estágio, onde o Estagiário estiver matriculado, sem
excluir avaliação e orientação próprias da CONCEDENTE.
Parágrafo Primeiro: Compete à Faculdade de Administração de Campo Belo avaliar as instalações da
parte CONCEDENTE do estágio e sua adequação à formação cultural e profissional do educando,
conforme art.7º, II, da Lei 11.788/2008.
Parágrafo Segundo: A CONCEDENTE se compromete a enviar ao CEMES, com periodicidade
mínima de 06 (seis) meses, relatório de atividades, com vista obrigatória ao estagiário, conforme
artigo 9º, VII, da Lei 11.788/2008.
Parágrafo Terceiro: O CEMES se compromete a comunicar à CONCEDENTE, no início do período
letivo, as datas de realização de avaliações escolares ou acadêmicas do estagiário, em cumprimento ao
disposto no art. 7º, VII, da lei 11.788/2008.
CLÁUSULA 11 – DO SEGURO
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Nos termos do art. 9º da Lei 11.788/2008, a Faculdade de Administração de Campo Belo
providenciará seguro de acidentes pessoais em favor dos acadêmicos.
CLÁUSULA 12 – DOS ATOS INDISPENSÁVEIS PARA A EXECUÇÃO DO CONVÊNIO
As partes convenientes, por intermédio de seus representantes, responderão por todos os atos
indispensáveis para efetivar a execução das presentes disposições.
CLÁUSULA 13 – DOS ENCARGOS TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIOS
O presente Convênio, celebrado sob a égide da Lei 11.788/2008, não gera ônus trabalhistas e
previdenciários, contudo, caso ocorra desvirtuamento de seu objetivo de modo que o descaracterize,
responderá a CONCEDENTE pelas obrigações trabalhistas e previdenciárias decorrentes.
CLÁUSULA 14 – DA VIGÊNCIA
O presente Convênio entrará em vigor na data de sua assinatura, com prazo indeterminado, salvo em
caso de denúncia por escrito por qualquer das partes, mediante um pré aviso de 30 dias.
Este convênio não representará ônus pecuniário para as partes envolvidas, ressalvados o pagamento
pela CONCEDENTE de bolsa de complementação de estudo ao estagiário, quando estabelecido entre
as partes, e o cumprimento da obrigação prevista na Cláusula 11.
CLÁUSULA 15 – DO FORO
É competente o foro da cidade de Campo Belo, MG para dirimir quaisquer dúvidas resultantes da
execução do presente instrumento.
E, por estarem assim justas e acordadas, as partes assinam o presente Convênio em duas vias de igual
teor e forma, na presença das testemunhas abaixo assinadas.
_______________________, _____ de ______________ de 20_____.
___________________________________________________
(COLOCAR NOME DA CONCEDENTE E SEU REPRESENTANTE)
___________________________
Ana Maria Almeida
Presidente em exercício
___________________________
Ana Paula Almeida Chaves
Diretor Geral
Centro Mineiro do Ensino Superior - CEMES
Testemunhas instrumentais:
Nome:
CPF:
Nome:
CPF:
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
MODELO DE TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CURRICULAR
Termo de Compromisso que entre si celebram (QUALIFICAÇÃO COMPLETA DA EMPRESA),
neste ato representada por (QUALIFICAÇÃO COMPLETA DO REPRESENTANTE), denominada
CONCEDENTE e (QUALIFICAÇÃO COMPLETA DO ESTAGIÁRIO, MENCIONANDO,
AINDA, NÚMERO DA MATRÍCULA, CURSO E PERÍODO), doravante denominado
ESTAGIÁRIO, com a interveniência do CENTRO MINEIRO DO ENSINO SUPERIOR – CEMES
mantenedora da Faculdade de Administração de Campo Belo - situada na Rua Projetada, s/n, Bairro
Arnaldos, Campo Belo, MG, CEP 37270-000, CNPJ nº 036.839.730.001/60, doravante denominada
INTERVENIENTE, por meio da Faculdade de Administração de Campo Belo neste ato representada
por seu Diretor (a), Ana Paula Almeida Chaves, brasileira, solteira, administradora, portadora do CPF
n° 054.816.406-19 e CI n° MG – 8.803.080 SSP/MG, residente e domiciliado à Rua Expedicionário
José Leite Rios n° 95, Bairro Centro, na cidade de Campo Belo/MG com fundamento na Lei nº
11.788/2008 e de acordo com as seguintes condições:
Cláusula Primeira - Objetivo do estágio
O presente estágio tem por objeto proporcionar aos alunos regularmente matriculados e freqüentes nos
cursos ministrados pela INTERVENIENTE, o aprimoramento educacional desenvolvido no ambiente
de trabalho da CONCEDENTE, visando à preparação para o trabalho produtivo dos estagiários, não
gerando vínculo empregatício entre as partes, nos termos da Lei nº 11.788/2008.
Cláusula Segunda - Plano de Estágio
As atividades desenvolvidas pelo ESTAGIÁRIO estão previstas no Regulamento de Estágio em
anexo, devendo constar os dados completos do supervisor de estágio designado pela CONCEDENTE,
o nº de seu registro profissional, sua assinatura e a forma de avaliação do estágio, bem como do
professor/orientador do estágio designado pela INTERVENIENTE.
Cláusula Terceira – Duração e Jornada
O estágio terá duração de _______ ( ) meses, com início em ____/______/_____ e término em
____/______/_____, com carga horária máxima de 06 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais,
sendo desenvolvido no horário de _____ às _____, com intervalo de _____ às _____.
Parágrafo Primeiro: A jornada de atividades deverá compatibilizar-se com o horário escolar do
ESTAGIÁRIO, nos termos do art. 10, da Lei nº 11.788/2008.
Parágrafo Segundo: A jornada diária de atividades do estágio será reduzida à metade nos dias de
avaliação periódica ou final, nos termos do artigo 10, § 2º c/c inciso VII do artigo 7º da Lei nº
11.788/2008, cujas datas, informadas pela INTERVENIENTE, constam no documento anexo.
Parágrafo Terceiro: O estágio poderá ser denunciado a qualquer tempo, mediante comunicação
escrita feita com 30 (trinta) dias de antecedência ou ser prorrogado através de Termo Aditivo, não
podendo ultrapassar o período de 24 (vinte e quatro) meses, exceto quando se tratar de estagiário
portador de necessidades especiais, conforme art. 11, da Lei nº 11.788/2008.
I.
II.
III.
IV.
Cláusula Quarta - Obrigações do Estagiário
O ESTAGIÁRIO se compromete a:
Desempenhar as atividades desde que relacionadas com a profissão adquirente, prevista no
Plano de Estágio e acompanhadas de Supervisão;
Cumprir fielmente a programação do estágio;
Respeitar e acatar as normas internas da CONCEDENTE, guardando sigilo sobre as
informações, nos termos da lei;
Comunicar às partes alterações nas atividades, no Plano de Estágio ou outras que repercutam
no objetivo do Estágio.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
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V.
Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Informar de imediato e por escrito à CONCEDENTE, qualquer fato que interrompa,
suspenda ou cancele sua matrícula na INTERVENIENTE, ficando responsável por quaisquer
despesas causadas pela ausência dessa informação, sendo certo que a ausência de matrícula e a
freqüência irregular, cancela imediatamente o estágio aqui atermado.
VI.
Fornecer, no prazo não superior a 06 (seis) meses, a entrega de Relatório de Estágio ao
Professor orientador, para fins de supervisão e avaliação. (art 7, IV, Lei nº 11.788/2008)
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
VII.
VIII.
IX.
X.
I.
II.
III.
IV.
Cláusula Quinta - Obrigações da CONCEDENTE
A CONCEDENTE se compromete a:
Proporcionar ao ESTAGIÁRIO condições propícias para o exercício das atividades práticas
compatíveis com o seu Plano de Atividades;
Designar como Supervisor o funcionário (MENCIONAR O NOME DO FUNCIONÁRIO,
COM SUA FORMAÇÃO, Nº DE REGISTRO OU EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NA ÁREA DE
CONHECIMENTO DESENVOLVIDA NO CURSO DO ESTAGIÁRIO) de seu quadro de pessoal
para orientar e acompanhar o ESTAGIÁRIO nas atividades do Estágio;
Solicitar ao ESTAGIÁRIO, a qualquer tempo, documentos comprobatórios da regularidade
da situação escolar, uma vez que trancamento de matrícula, abandono, conclusão de curso ou
transferência de Instituição de Ensino constituem motivos de imediata rescisão;
(CASO HAJA CONTRAPRESTAÇÃO (REMUNERAÇÃO), MENCIONAR A FORMA);
(CASO SEJA CONCEDIDO O AUXÍLIO TRANSPORTE, MENCIONAR A FORMA);
Conceder ao ESTAGIÁRIO que desenvolva estágio com duração igual ou superior a um ano,
recesso remunerado de 30 (trinta) dias ou proporcional nos casos de estágio inferior a um ano, no
período de _________________________ (MENCIONAR PERÍODO CONTÍNUO/FRACIONADO
PREFERENCIALMENTE DURANTE FÉRIAS ESCOLARES DO ESTAGIÁRIO),nos termos do art.
13 da Lei nº 11.788/2008;
Elaborar e encaminhar à INTERVENIENTE o Relatório de Atividades, assinado pelo seu
supervisor, com periodicidade mínima de 06 meses, com vista obrigatória do estagiário, conforme art.
9º, inciso VII, da Lei nº 11.788/2008;
Fornecer, em virtude do desligamento do estagiário, Termo de Realização de Estágio, com
indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho. (art. 9º,
inciso V);
Permitir o início das atividades de Estágio somente após o recebimento deste instrumento
assinado pelos partícipes;
Cumprir a legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho, nos termos do art. 14, da
Lei nº 11.788/2008.
Cláusula Sexta - Obrigações da Interveniente
Compete à INTERVENIENTE:
Designar o Professor Orientador, neste caso, o próprio coordenador do curso;
Orientar e avaliar o estágio, nos termos das normas internas, currículos e projetos
pedagógicos, devendo intervir na relação estabelecida, sempre que julgar necessário, nos termos da
Lei nº 11.788/2008;
Comunicar à CONCEDENTE, no início do período letivo, as datas de realização de
avaliações escolares ou acadêmicas, em conformidade com o art. 7º, da Lei nº 11.788/2008.
Providenciar Seguro Contra Acidentes Pessoais, previsto no art. 9, Lei nº 11.788/2008,
coberto pela apólice nº 000002337 da Seguradora – BB Seguros Companhia de Seguros Aliança do
Brasil, CNPJ 28.196.889/0001-43;
Cláusula Sétima – Término do Estágio
O término do estágio ocorrerá nos seguintes casos:
I.
Automaticamente, ao término do período previsto para sua realização;
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
II.
Desistência do Estágio ou Rescisão do Termo de Compromisso de Estágio, por decisão
voluntária de qualquer dos partícipes, mediante comunicação por escrito, conforme previsto no
Parágrafo Terceiro da Cláusula Terceira;
III.
Pelo trancamento da matrícula, abandono, desligamento ou conclusão do curso;
IV.
Pelo descumprimento das condições do presente Termo de Compromisso de Estágio.
Assim, devidamente compromissadas e acompanhadas pela INTERVENIENTE, as partes assinam o
presente instrumento em 03 (três) vias de igual teor e forma para um só efeito.
__________________, ______ de ___________________ de 20___.
________________________________________
COLOCAR NOME DA CONCEDENTE E SEU REPRESENTANTE
_______________________________________
COLOCAR NOME DO ESTAGIÁRIO
_________________________________________________________
FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE CAMPO BELO
ANA PAULA ALMEIDA CHAVES
Testemunhas Instrumentárias:
Nome:
CPF:
Nome:
CPF:
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS
DO ESTÁGIO CURRICULAR
MODELO DE CONVÊNIO DE ESTÁGIO
CONVÊNIO que entre si celebram, de um lado a (QUALIFICAR CONCEDENTE), neste ato
representado por (QUALIFICAR REPRESENTANTE) doravante denominado simplesmente
CONCEDENTE e do outro lado o CENTRO MINEIRO DO ENSINO SUPERIOR - CEMES,
mantenedora da FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE CAMPO BELO, com sede na Rua
Projetada, s/m, inscrita no CNPJ nº 036.839.730.001/60, neste ato representada, por sua Presidente em
exercício, Ana Maria Almeida, brasileiro, viúva, pedagoga, portador do CPF n° 079.863.946-68 e CI
n° M – 2.974.107 SSP/MG, residente e domiciliado à Rua a Rua Expedicionário José Leite Rios n° 95
Campo Belo, MG, e pela Diretora Geral Ana Paula Almeida Chaves, brasileira, solteira,
administradora, portador do CPF n° 054.816.406-19 e CI n° MG-8.803.080, residente e domiciliado na
à Rua Expedicionário José Leite Rios n° 95 Campo Belo, MG, doravante denominada simplesmente
CEMES vem celebrar o convênio, nos termos da Lei n° 11.788/2008, mediante as cláusulas e
condições seguintes:
CLÁUSULA 1ª – DO OBJETO
A CONCEDENTE propiciará estágio curricular a estudantes matriculados e freqüentes no curso
___________________________ da Faculdade de Administração de Campo Belo.
CLÁUSULA 2ª – DA COMPLEMENTAÇÃO
O estágio destina-se as complementações profissionais, sociais e culturais, em conformidade com o
Projeto Pedagógico do curso, em anexo, com o Calendário Escolar e Resoluções do Conselho da
Faculdade de Administração de Campo Belo, não criando vínculo empregatício de qualquer natureza
com a CONCEDENTE nem com o CEMES, nos termos do art. 3° da Lei 11.788/08.
CLÁUSULA 3ª - DAS ÁREAS EM QUE SÃO OFERECIDOS OS ESTÁGIOS
O estágio dar-se-á nas áreas de interesse da CONCEDENTE para o aproveitamento dos estagiários
em atividades necessariamente relacionadas com a formação acadêmica dos mesmos.
Parágrafo Único: A CONCEDENTE se compromete a ofertar instalações que tenham condições de
proporcionar ao estagiário atividades de aprendizagem social, profissional e cultural, observando o
estabelecido na legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho, nos termos do art. 14 da Lei
11.788/08.
CLÁUSULA 4ª - DO ENCAMINHAMENTO DOS ESTAGIÁRIOS
A Faculdade de Administração de Campo Belo encaminhará à CONCEDENTE os estudantes aptos
ao estágio, devendo os mesmos portar cópias dos comprovantes de matrícula, freqüência e declaração
de aptidão para estágio, emitida pela Coordenação do Curso e/ou da Supervisão de Estágio.
Parágrafo Único: Os estagiários somente poderão iniciar as atividades junto a CONCEDENTE com
toda a documentação regularizada, sendo que os estágios iniciados sem a autorização e assinatura da
Faculdade de Administração de Campo Belo não serão reconhecidos pela mesma.
CLÁUSULA 5ª - DO TERMO DE COMPROMISSO
De acordo com a Lei 11.788/2008, o estágio será instrumentalizado mediante um “Termo de
Compromisso de Estágio” a ser firmado entre o Estagiário e a CONCEDENTE, com a interveniência
obrigatória da Faculdade de Administração de Campo Belo, através do Diretor da Faculdade à qual o
Estagiário estiver vinculado.
CLÁUSULA 6ª - DO CANCELAMENTO
O estágio será cancelado nos seguintes casos:
a) a pedido do estagiário;
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
b) por conclusão ou por interrupção do Curso na IES;
c) quando da violação pelo estagiário de obrigação prevista no “Termo de Compromisso”;
d) pelo não comparecimento ao estágio, sem motivo justificado, por oito dias consecutivos, ou quinze
dias intercalado, no período de um mês;
e) por comportamento funcional ou social do estagiário incompatível com as normas da
CONCEDENTE.
f) por interesse da administração da CONCEDENTE, ou em atendimento a qualquer dispositivo de
ordem legal ou regulamentar.
g) por alteração do horário da atividade de estágio que acarrete dificuldade no cumprimento das
obrigações acadêmicas pelo Estagiário.
Parágrafo Único: Entende-se por conclusão de Curso a que se refere à alínea “b” supra, o término do
período letivo cursado pelo estudante e que esgota o currículo exigido para sua formação profissional e
por interrupção, qualquer ato ou fato de iniciativa do estudante, ou mesmo decorrente de fato que
implique em solução de continuidade do Curso do estagiário, impondo a suspensão do estagiário.
CLÁUSULA 7ª - DA FORMALIZAÇÃO DO DESLIGAMENTO
Ocorrendo qualquer das hipóteses previstas nas alíneas “a”, “c”, “d”, e “f”, da cláusula anterior, a
CONCEDENTE comunicará por escrito ao CEMES, a qual, por sua vez, também se obriga
igualmente a comunicar por escrito a CONCEDENTE o desligamento do aluno do Curso, seja qual
for o motivo, inclusive por conclusão do mesmo.
Parágrafo Único: Por ocasião do desligamento do estagiário, a CONCEDENTE se compromete a
entregar termo de realização do estágio com indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos
períodos e da avaliação.
CLÁUSULA 8ª - DA CARGA HORÁRIA
Será de, no máximo, 30 (trinta) horas semanais a atividade de estágio, em horário estabelecido pela
CONCEDENTE, de modo a não causar prejuízo às atividades discentes do estagiário.
CLÁUSULA 9ª - DA DURAÇÃO
A duração do estágio será estabelecida pela CONCEDENTE e pelo CEMES levando em
consideração o limite máximo de 02 (dois) anos, exceto para portador de deficiência, determinado pelo
artigo 11, da Lei 11.788/2008, devendo ficar bem definido no Termo de Compromisso de Estágio.
Parágrafo Único: Fica assegurado ao estagiário, que desenvolva estágio com duração igual ou superior
a um ano, recesso remunerado de trinta dias ou proporcional, nos casos de estágio inferior a um ano,
preferencialmente durante suas férias escolares.
CLÁUSULA 10 – DA SUPERVISÃO, ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO.
Os critérios e formas de supervisão, orientação e avaliação do estágio serão definidos pela
Coordenação do Curso e/ou da Supervisão de Estágio, onde o Estagiário estiver matriculado, sem
excluir avaliação e orientação próprias da CONCEDENTE.
Parágrafo Primeiro: Compete à Faculdade de Administração de Campo Belo avaliar as instalações da
parte CONCEDENTE do estágio e sua adequação à formação cultural e profissional do educando,
conforme art.7º, II, da Lei 11.788/2008.
Parágrafo Segundo: A CONCEDENTE se compromete a enviar ao CEMES, com periodicidade
mínima de 06 (seis) meses, relatório de atividades, com vista obrigatória ao estagiário, conforme
artigo 9º, VII, da Lei 11.788/2008.
Parágrafo Terceiro: O CEMES se compromete a comunicar à CONCEDENTE, no início do período
letivo, as datas de realização de avaliações escolares ou acadêmicas do estagiário, em cumprimento ao
disposto no art. 7º, VII, da lei 11.788/2008.
CLÁUSULA 11 – DO SEGURO
Nos termos do art. 9º da Lei 11.788/2008, a Faculdade de Administração de Campo Belo
providenciará seguro de acidentes pessoais em favor dos acadêmicos.
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
CLÁUSULA 12 – DOS ATOS INDISPENSÁVEIS PARA A EXECUÇÃO DO CONVÊNIO
As partes convenientes, por intermédio de seus representantes, responderão por todos os atos
indispensáveis para efetivar a execução das presentes disposições.
CLÁUSULA 13 – DOS ENCARGOS TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIOS
O presente Convênio, celebrado sob a égide da Lei 11.788/2008, não gera ônus trabalhistas e
previdenciários, contudo, caso ocorra desvirtuamento de seu objetivo de modo que o descaracterize,
responderá a CONCEDENTE pelas obrigações trabalhistas e previdenciárias decorrentes.
CLÁUSULA 14 – DA VIGÊNCIA
O presente Convênio entrará em vigor na data de sua assinatura, com prazo indeterminado, salvo em
caso de denúncia por escrito por qualquer das partes, mediante um pré aviso de 30 dias.
Este convênio não representará ônus pecuniário para as partes envolvidas, ressalvados o pagamento
pela CONCEDENTE de bolsa de complementação de estudo ao estagiário, quando estabelecido entre
as partes, e o cumprimento da obrigação prevista na Cláusula 11.
CLÁUSULA 15 – DO FORO
É competente o foro da cidade de Campo Belo, MG para dirimir quaisquer dúvidas resultantes da
execução do presente instrumento.
E, por estarem assim justas e acordadas, as partes assinam o presente Convênio em duas vias de igual
teor e forma, na presença das testemunhas abaixo assinadas.
_______________________, _____ de ______________ de 20_____.
___________________________________________________
(COLOCAR NOME DA CONCEDENTE E SEU REPRESENTANTE)
___________________________
Ana Maria Almeida
Presidente em exercício
___________________________
Ana Paula Almeida Chaves
Diretor Geral
Centro Mineiro do Ensino Superior - CEMES
Testemunhas instrumentais:
Nome:
CPF:
Nome:
CPF:
Faculdade de Administração de Campo Belo - FACAMP
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
MODELO DE TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CURRICULAR
Termo de Compromisso que entre si celebram (QUALIFICAÇÃO COMPLETA DA EMPRESA),
neste ato representada por (QUALIFICAÇÃO COMPLETA DO REPRESENTANTE), denominada
CONCEDENTE e (QUALIFICAÇÃO COMPLETA DO ESTAGIÁRIO, MENCIONANDO,
AINDA, NÚMERO DA MATRÍCULA, CURSO E PERÍODO), doravante denominado
ESTAGIÁRIO, com a interveniência do CENTRO MINEIRO DO ENSINO SUPERIOR – CEMES
mantenedora da Faculdade de Administração de Campo Belo - situada na Rua Projetada, s/n, Bairro
Arnaldos, Campo Belo, MG, CEP 37270-000, CNPJ nº 036.839.730.001/60, doravante denominada
INTERVENIENTE, por meio da Faculdade de Administração de Campo Belo neste ato representada
por seu Diretor (a), Ana Paula Almeida Chaves, brasileira, solteira, administradora, portadora do CPF
n° 054.816.406-19 e CI n° MG – 8.803.080 SSP/MG, residente e domiciliado à Rua Expedicionário
José Leite Rios n° 95, Bairro Centro, na cidade de Campo Belo/MG com fundamento na Lei nº
11.788/2008 e de acordo com as seguintes condições:
Cláusula Primeira - Objetivo do estágio
O presente estágio tem por objeto proporcionar aos alunos regularmente matriculados e freqüentes nos
cursos ministrados pela INTERVENIENTE, o aprimoramento educacional desenvolvido no ambiente
de trabalho da CONCEDENTE, visando à preparação para o trabalho produtivo dos estagiários, não
gerando vínculo empregatício entre as partes, nos termos da Lei nº 11.788/2008.
Cláusula Segunda - Plano de Estágio
As atividades desenvolvidas pelo ESTAGIÁRIO estão previstas no Regulamento de Estágio em
anexo, devendo constar os dados completos do supervisor de estágio designado pela CONCEDENTE,
o nº de seu registro profissional, sua assinatura e a forma de avaliação do estágio, bem como do
professor/orientador do estágio designado pela INTERVENIENTE.
Cláusula Terceira – Duração e Jornada
O estágio terá duração de _______ ( ) meses, com início em ____/______/_____ e término em
____/______/_____, com carga horária máxima de 06 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais,
sendo desenvolvido no horário de _____ às _____, com intervalo de _____ às _____.
Parágrafo Primeiro: A jornada de atividades deverá compatibilizar-se com o horário escolar do
ESTAGIÁRIO, nos termos do art. 10, da Lei nº 11.788/2008.
Parágrafo Segundo: A jornada diária de atividades do estágio será reduzida à metade nos dias de
avaliação periódica ou final, nos termos do artigo 10, § 2º c/c inciso VII do artigo 7º da Lei nº
11.788/2008, cujas datas, informadas pela INTERVENIENTE, constam no documento anexo.
Parágrafo Terceiro: O estágio poderá ser denunciado a qualquer tempo, mediante comunicação
escrita feita com 30 (trinta) dias de antecedência ou ser prorrogado através de Termo Aditivo, não
podendo ultrapassar o período de 24 (vinte e quatro) meses, exceto quando se tratar de estagiário
portador de necessidades especiais, conforme art. 11, da Lei nº 11.788/2008.
VII.
VIII.
IX.
X.
Cláusula Quarta - Obrigações do Estagiário
O ESTAGIÁRIO se compromete a:
Desempenhar as atividades desde que relacionadas com a profissão adquirente, prevista no
Plano de Estágio e acompanhadas de Supervisão;
Cumprir fielmente a programação do estágio;
Respeitar e acatar as normas internas da CONCEDENTE, guardando sigilo sobre as
informações, nos termos da lei;
Comunicar às partes alterações nas atividades, no Plano de Estágio ou outras que repercutam
no objetivo do Estágio.
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XI.
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Informar de imediato e por escrito à CONCEDENTE, qualquer fato que interrompa,
suspenda ou cancele sua matrícula na INTERVENIENTE, ficando responsável por quaisquer
despesas causadas pela ausência dessa informação, sendo certo que a ausência de matrícula e a
freqüência irregular, cancela imediatamente o estágio aqui atermado.
XII.
Fornecer, no prazo não superior a 06 (seis) meses, a entrega de Relatório de Estágio ao
Professor orientador, para fins de supervisão e avaliação. (art 7, IV, Lei nº 11.788/2008)
XI.
XII.
XIII.
XIV.
XV.
XVI.
XVII.
XVIII.
XIX.
XX.
V.
VI.
VII.
VIII.
Cláusula Quinta - Obrigações da CONCEDENTE
A CONCEDENTE se compromete a:
Proporcionar ao ESTAGIÁRIO condições propícias para o exercício das atividades práticas
compatíveis com o seu Plano de Atividades;
Designar como Supervisor o funcionário (MENCIONAR O NOME DO FUNCIONÁRIO,
COM SUA FORMAÇÃO, Nº DE REGISTRO OU EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NA ÁREA DE
CONHECIMENTO DESENVOLVIDA NO CURSO DO ESTAGIÁRIO) de seu quadro de pessoal
para orientar e acompanhar o ESTAGIÁRIO nas atividades do Estágio;
Solicitar ao ESTAGIÁRIO, a qualquer tempo, documentos comprobatórios da regularidade
da situação escolar, uma vez que trancamento de matrícula, abandono, conclusão de curso ou
transferência de Instituição de Ensino constituem motivos de imediata rescisão;
(CASO HAJA CONTRAPRESTAÇÃO (REMUNERAÇÃO), MENCIONAR A FORMA);
(CASO SEJA CONCEDIDO O AUXÍLIO TRANSPORTE, MENCIONAR A FORMA);
Conceder ao ESTAGIÁRIO que desenvolva estágio com duração igual ou superior a um ano,
recesso remunerado de 30 (trinta) dias ou proporcional nos casos de estágio inferior a um ano, no
período de _________________________ (MENCIONAR PERÍODO CONTÍNUO/FRACIONADO
PREFERENCIALMENTE DURANTE FÉRIAS ESCOLARES DO ESTAGIÁRIO), nos termos do
art. 13 da Lei nº 11.788/2008;
Elaborar e encaminhar à INTERVENIENTE o Relatório de Atividades, assinado pelo seu
supervisor, com periodicidade mínima de 06 meses, com vista obrigatória do estagiário, conforme art.
9º, inciso VII, da Lei nº 11.788/2008;
Fornecer, em virtude do desligamento do estagiário, Termo de Realização de Estágio, com
indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho. (art. 9º,
inciso V);
Permitir o início das atividades de Estágio somente após o recebimento deste instrumento
assinado pelos partícipes;
Cumprir a legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho, nos termos do art. 14, da
Lei nº 11.788/2008.
Cláusula Sexta - Obrigações da Interveniente
Compete à INTERVENIENTE:
Designar o Professor Orientador, neste caso, o próprio coordenador do curso;
Orientar e avaliar o estágio, nos termos das normas internas, currículos e projetos
pedagógicos, devendo intervir na relação estabelecida, sempre que julgar necessário, nos termos da
Lei nº 11.788/2008;
Comunicar à CONCEDENTE, no início do período letivo, as datas de realização de
avaliações escolares ou acadêmicas, em conformidade com o art. 7º, da Lei nº 11.788/2008.
Providenciar Seguro Contra Acidentes Pessoais, previsto no art. 9, Lei nº 11.788/2008,
coberto pela apólice nº 000002337 da Seguradora – BB Seguros Companhia de Seguros Aliança do
Brasil, CNPJ 28.196.889/0001-43;
Cláusula Sétima – Término do Estágio
O término do estágio ocorrerá nos seguintes casos:
V.
Automaticamente, ao término do período previsto para sua realização;
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VI.
Desistência do Estágio ou Rescisão do Termo de Compromisso de Estágio, por decisão
voluntária de qualquer dos partícipes, mediante comunicação por escrito, conforme previsto no
Parágrafo Terceiro da Cláusula Terceira;
VII.
Pelo trancamento da matrícula, abandono, desligamento ou conclusão do curso;
VIII.
Pelo descumprimento das condições do presente Termo de Compromisso de Estágio.
Assim, devidamente compromissadas e acompanhadas pela INTERVENIENTE, as partes assinam o
presente instrumento em 03 (três) vias de igual teor e forma para um só efeito.
__________________, ______ de ___________________ de 20___.
________________________________________
COLOCAR NOME DA CONCEDENTE E SEU REPRESENTANTE
_______________________________________
COLOCAR NOME DO ESTAGIÁRIO
_________________________________________________________
FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE CAMPO BELO
ANA PAULA ALMEIDA CHAVES
Testemunhas Instrumentárias:
Nome:
CPF:
Nome:
CPF:
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ANEXO III – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º. O presente Regulamento tem por finalidade normalizar as atividades relacionadas com o
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO do currículo pleno dos cursos da Faculdade de
Administração de Campo Belo.
Art. 2º. O TCC é o Trabalho Individual de Conclusão como requisito indispensável para a obtenção do
Diploma de Graduação desenvolvimento será regido por este regulamento.
Art. 3º. O TCC é um trabalho de iniciação científica caracterizada pelo estudo criterioso de um assunto
dentro da área de concentração dos respectivos cursos, com termo específico, delimitado e atualizado,
com uma originalidade para que possa servir de contribuição para a ciência, área acadêmica e a
sociedade.
Art. 4º. O TCC tem como objetivos:
a) reunir em uma só atividade acadêmica o conhecimento e a experiência adquiridos durante o curso,
principalmente aos que se referem à metodologia científica elaboração e apresentação de um projeto de
pesquisa realizado.
b) proporcionar ao acadêmico a oportunidade de mostrar seus esforços e conhecimentos adquiridos ao
longo curso, em um projeto, onde poderá moldar a sua capacidade crítica, de planejamento, de
organização, de execução, de análise e interpretações.
c) possibilitar ao aluno realizar trabalhos, interpretar situações conforme as exigências do mercado,
quando de sua integração no mercado de trabalho na sua área de graduação.
d) melhorar a pontuação do curriculum vitae, além de enriquecer e valorizar o diploma e o histórico
escolar.
Art. 5º. O TCC deverá ter estrutura formal, os critérios técnicos estabelecidos pelas normas da ABNT
sobre documentação, no que eles forem aplicáveis.
Art. 6º. O TCC é de responsabilidade solidária do professor-orientador e do aluno-orientado com o
objetivo de se evitar crimes contra a propriedade intelectual e plágio.
DA ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO
Art. 7º. Com a finalidade de facilitar o aluno na elaboração do TCC, os cursos da Faculdade de
Administração de Campo Belo, oferecerão uma organização e gestão assim constituída:
a) Colegiado especial;
b) Coordenador das monografias;
c) Orientadores das monografias;
d) Bancas de avaliações.
DO COLEGIADO ESPECIAL
Art. 8º. O Colegiado Especial será constituído pelos professores orientadores das monografias, presidido
pelo professor Coordenador do Curso e ou Coordenador das Monografias.
Art. 9º. Compete ao Colegiado Especial:
a) agendar reuniões ordinárias, uma vez a cada período letivo e, extraordinariamente quando
necessário;
b) designar um relator para elaboração da ATA de cada reunião;
c) aprovar e orientar os alunos quando da indicação de seus orientadores e, em casos especiais
substituí-los.
d) Estabelecer normas, critérios e exigências mínimas para cada etapa da elaboração do TCC;
e) Avaliar, selecionar e encaminhar para apreciação do Colegiado do curso os melhores resumos das
monografias e que mereçam ser publicadas ou indicadas apresentação em eventos internos/externos ou
iniciação científica.
f) Solucionar os casos omissos e propor alterações neste Regulamento para o próximo ano letivo;
DO PROFESSOR COORDENADOR DE MONOGRAFIAS
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Projeto Pedagógico – Engenharia de Produção [2015/1]
Art. 10. O(A) Professor(a) da disciplina de Metodologia Científica, será o(a) professor(a)
Coordenador(a) dos Trabalhos de Conclusão de Curso.
Art. 11. Compete ao Coordenador de Monografia:
a) aplicar o regulamento para esta atividade no Curso;
b) elaborar semestralmente um calendário de todas as atividades relativas a esses trabalhos, em especial
o cronograma de defesa;
c) elaborar, semestralmente, o calendário de todas as atividades relativas ao Trabalho de Conclusão de
Curso;
d) convocar, sempre que necessário, reuniões com os professores orientadores e alunos matriculados
nas disciplinas atinentes ao Trabalho de Conclusão de Curso;
e) indicar professores orientadores para alunos que não os tiverem;
f) manter na Coordenação, arquivo atualizado com os projetos de monografias em desenvolvimento;
g) manter atualizado o livro de ATAS das reuniões das bancas examinadoras;
h) providenciar encaminhamento à Biblioteca cópias das monografias aprovadas;
i) coordenar os trabalhos desenvolvidos pelos professores orientadores e pelos alunos;
j) organizar as bancas de avaliação e de defesa pública, juntamente com o Coordenador do curso;
k) organizar e acompanhar o desenvolvimento e as avaliações dos trabalhos;
l) fundamentar motivos na proposta de substituição de professor orientador, se for o caso, encaminhar
ao Colegiado Especial para as devidas homologações;
m) organizar e encaminhar à Comissão Especial para avaliação os Resumos de Monografias que
mereçam ser encaminhados para publicações;
n) estabelecer o limite máximo de alunos-orientados por professor orientador;
o) receber as monografias dos alunos em 02 (duas) vias e encaminhá-las
as respectivas Bancas
de Avaliações.
DO PROFESSOR ORIENTADOR
Art. 12. O professor orientador é normalmente escolhido pelo aluno dentro do quadro docente dos
Cursos, preferencialmente compatíveis com as disciplinas afins ao assunto que o aluno deseja
desenvolver, não podendo o mesmo assumir mais que 05 (cinco) alunos orientados a cada semestre.
Art. 13. Não poderão ser orientadores professores de outras Instituições ou profissionais não docentes.
Art. 14. Escolhido o professor-orientador, o aluno deverá contatá-lo para confirmar a sua aceitação ou
não em função do assunto e de sua disponibilidade.
Art. 15. Aceito o encargo, o professor-orientador deverá assinar um TERMO DE COMPROMISSO
PARA ORIENTAÇÃO DE MONOGRAFIA que o aluno entregará ao Coordenador de Monografias.
Art. 16. Compete ao Professor Orientador:
a) participar das reuniões do Colégio Especial;
b) elaborar a ATA da Reunião do Colegiado quando escolhido por seus pares;
c) colaborar com o aluno para a escolha e definição do tema do TCC;
d) opinar sobre a viabilidade dos planos do TCC e acompanhar a execução;
e) orientar o aluno na execução do plano de monografia;
f) examinar a proposta de monografia apresentada pelo aluno que o escolheu como orientador, discutir
com o mesmo as atividades referentes à sua realização e se aceito, assinar o TERMO DE
COMPROMISSO PARA A ORIENTAÇÃO DE MONOGRAFIA;
g) orientar o aluno desde a elaboração do projeto de monografia a se apresentado pelo mesmo, segundo
os critérios do Curso e fazer encaminhá-los ao Coordenador de Monografias dentro dos prazos
estabelecidos;
h) indicar encaminhamentos metodológicos e fontes alternativas de consultas e pesquisas ao alunoorientado;
i) indicar os procedimentos para a coleta de dados e as reflexões necessárias para a elaboração do TCC;
j) orientar e acompanhar o trabalho do aluno orientando de como deverá ser a redação e montagem do
TCC para que tenha cientificidade;
k) participar da avaliação dos trabalhos de seus alunos-orientandos durante todo o processo de sua
elaboração;
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l) participar compulsoriamente das Bancas de Avaliações de Monografias e das Bancas de Defesa de
Monografia, que for designado.
Art 17. O TERMO DE COMPROMISSO PARA A ORIENTAÇÃO DE MONOGRAFIA, poderá ser
rompido pelo professor-orientador, por motivo justo e informado ao aluno-orientado, até a primeira
semana do primeiro mês do período escolar, e o fará por escrito encaminhando ao Coordenador de
Monografias para que seja providenciado um professor-orientador substituto;
Art 18. a aceitação e assinatura do TERMO DE COMPROMISSO PARA A ORIENTAÇÃO DE
MONOGRAFIA, oficializa a sua responsabilidade solidária com o aluno-orientando com relação a
elaboração do Projeto de Monografia e do Trabalho Monográfico, assim como de sua defesa pelo
aluno;
DO ALUNO ORIENTANDO
Art. 19. São direitos e deveres dos alunos matriculados na Faculdade de Administração de Campo Belo,
unidade de Campo Belo.
a) dispor de elementos necessários à execução de suas atividades, dentro das possibilidades científicas,
técnicas e financeiras;
b) contar com a orientação de professor para realização de trabalhos monográficos;
c) conhecer a programação prévia das atividades a serem desenvolvidas para a elaboração do TCC;
d) ser previamente informado sobre a composição das bancas e os prazo fixados pela Coordenação de
Monografia;
e) solicitar a Coordenação de Monografia o pedido de substituição de um dos integrantes da banca
examinadora, após tomar conhecimento de sua composição;
f) cumprir este regulamento;
g) apresentar ao Coordenador de Monografia o projeto, no prazo determinado;
h) apresentar, nos prazos estabelecidos, os relatórios, o projeto e o trabalho final bem como realizar sua
defesa prévia;
i) manter contato constante com o professor orientador e com o Coordenador de Monografia;
j) responsabilizar-se pelo uso de conceitos autorais resguardados por lei a favor de terceiros quando, das
citações, cópias ou transcrições de textos de outrem;
Art. 20. O aluno deverá elaborar uma proposta, até a data prevista em calendário e conforme modelo
anexo, contendo:
a) nome do tema que deseja explorar;
b) as razões porque escolheu este tema;
c) qual a sua importância;
d) a problematização do tema;
e) sua delimitação e
f) as hipóteses iniciais.
Art. 21. O aluno depois de elaborar proposta procura o professor-orientador que escolheu e apresenta,
discute com o mesmo sobre sua idéia de trabalho e a sua aceitação na orientação.
Art. 22. Com a aceitação da orientação por parte do professor, ambos devem consensuar a maneira e
procedimentos que irão desenvolver o trabalho, marcando dias e horários de seus encontros. Isto feito, o
professor assinará o TERMO DE COMPROMISSO PARA A ORIENTAÇÃO DE MONOGRAFIA e o
aluno entregará o referido termo ao Coordenador de Monografia até a data prevista em calendário.
Art. 23. Ao Assinar o TERMO, o professor-orientador assume junto com o aluno-orientando a
responsabilidade solidária pelo trabalho com relação à cientificidade evitando que aconteça crime contra
a propriedade intelectual (plágio).
Art. 24. O TERMO poderá ser rompido pelo aluno-orientando, por motivo justo e informado o
professor-orientador, até a primeira semana do primeiro mês do período, e o fará por escrito
encaminhado ao Coordenador de Monografias para que seja providenciado um substituto.
Art. 25. Do projeto de pesquisa deverão constar:
Capa
Contra-capa
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Página de aprovação
Resumo
Sumário
Introdução
Objetivos
Referencial Teórico
Metodologia
Resultados e discussões
Considerações Finais
Referências Bibliográficas
Anexos
Art. 26. A Proposta de Monografia e o Projeto de Monografia deverão seguir os modelos adotados pelo
professor da disciplina de Metodologia Científica dos cursos da Faculdade de Administração de Campo
Belo.
Art. 27. Para desenvolver a monografia cabe exclusivamente ao aluno:
a) a pesquisa bibliográfica adequada;
b) a leitura e reflexão – análise e interpretação sob indicação de seu orientador;
c) coleta de dados, sua tabulação;
d) construção de representações gráficas;
e) sua análise;
f) interpretação e redação.
Art. 28. A redação do TCC deverá seguir as orientações e indicações do professor da disciplina de
Metodologia.
Art. 29. O aluno deverá entregar 02 vias do projeto em encadernação simples (capa espiral), ao
Coordenador de Monografia, até a data prevista no calendário, que as encaminhará para as correções
das Bancas.
Art. 30. O aluno somente poderá apresentar as 02 (duas) vias do projeto ao Coordenador com a
recomendação por escrito de seu professor-orientador, notificando a conclusão dos trabalhos.
Art. 31. O aluno receberá do Coordenador de Monografia as 02 vias do TCC corrigidas pela Banca, para
efetuar as correções sugeridas e providenciar a versão final, logo após sua defesa.
Art. 32. A versão final do TCC deverá ser protocolada pelo aluno, na Coordenação do Curso, em 02
vias, sendo uma encadernada em espiral e outra apenas impressa e entrega dentro de um envelope com o
seu nome, curso e orientador.
Art. 33. As versões finais, após sua defesa, serão destinadas para que faça parte do acervo da biblioteca
Art. 34. Os recursos didáticos (equipamentos) a serem utilizados pelo aluno na Apresentação Oral
deverão serão disponibilizados pela faculdade.
DAS BANCAS DE AVALIAÇÃO E DE DEFESA PÚBLICA
Art. 35. A apresentação Oral e Defesa Pública do TCC é uma atividade formal levando-se em conta que
simboliza o coroamento das atividades acadêmicas do graduando e uma preparação para cursos de pósgraduação.
Art. 36. As Bancas de Avaliação e de Defesa Pública serão constituídas por 02 (dois) professores, sob a
Presidência do Professor-orientador do aluno em questão, o outro professor será escolhido pela
coordenação do curso.
Art. 37. Podem fazer parte das bancas examinadoras professores de outros cursos além do que se
encontra matriculado o aluno, com interesse nas áreas de abrangência da pesquisa.
Art. 38. Poderá ser convidado parentes, amigos, colega de turma e/ou pessoas interessadas no assunto,
para assistirem a apresentação oral e a Defesa do TCC.
Art. 39. A Banca só poderá executar seus trabalhos com a totalidade de seus componentes.
Art. 40. A composição das bancas deverá ser a mesma na apresentação do projeto e na conclusão do
TCC . Somente em caráter excepcional sua composição será alterada pela Coordenador de Monografia.
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Art. 41. Caberá à Banca de Avaliação atribuir uma nota para a apresentação escrita do TCC e à Banca
de Defesa Pública atribuirá uma nota para a Apresentação Oral e Defesa do TCC.
Art. 42. Ao Término da Apresentação e da Defesa do TCC, a Banca reunir-se-á em sessão fechada, sem
participação do público, para deliberar sobre a nota do aluno em questão, que se constituirá na média
das notas alcançadas na apresentação escrita e na apresentação oral e defesa, transformada em menção
conceitual e lançada no Termo de Aprovação.
DA AVALIAÇÃO
Art. 43. A avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso – Monografia, cumprirá as seguintes etapas:
1ª etapa – apresentação do projeto de monografia
2ª etapa – relatórios do professor–orientador e do aluno orientado
3ª etapa – apresentação do TCC para correção;
4ª etapa – apresentação escrita do TCC já elaborada à Banca, depois de corrigida, apresentação oral e
Defesa Pública do TCC
Art. 44. Tendo em vista que a execução dos instrumentos de avaliação não estão limitados a um
momento específico para a sua realização, e sim a uma data limite para sua entrega, o não cumprimento
do calendário estabelecido resultará em uma avaliação com o valor “0” (zero), creditado ao aluno na
respectiva etapa da avaliação de seu trabalho, sem direito a uma segunda chamada, exceto para casos
excepcionais devidos a legalmente comprovados e protocolados.
Art. 45. O Projeto de Monografia será avaliado pelo professor da disciplina de Metodologia Científica
sob o aspecto da estrutura formal e cientificidade do projeto: e, pelo professor orientador sobre o
aspecto da cientificidade específica do Tema.
Art. 46. O Projeto de Monografia deverá conter : capa,contra capa, página de aprovação, introdução,
objetivos, referencial teórico e referências bibliográficas.
Art. 47. O Projeto de Monografia será avaliado sob os seguintes critérios : relevância social e científica
do tema, compatibilidade com os objetivos do Curso e suas habilitações, 0bjetividade e consistência da
proposta, adequação de complexidade quantitativa e qualitativa do trabalho ao nível de conhecimento do
autor, viabilidade de execução quanto a qualidade e profundidade do tempo disponível, harmonia entre
as partes do Projeto e qualidade da apresentação do Projeto.
Art. 48. A Monografia deverá conter: capa,contra capa, página de aprovação, resumo, sumário,
introdução, objetivos, referencial teórico, metodologia, resultados e discussões, considerações finais,
referências bibliográficas e anexos
Art. 49. Pontos de mais importância quando da avaliação do TCC: relevância e compatibilidade do
assunto desenvolvido e o nível do autor; resumo abordando os pontos principais e a transmissão da
idéia geral do trabalho, além do poder de síntese ao autor; introdução escrita de forma clara, simples e
sintética, contendo : o tema, o objetivo, o problema, a relevância do tema, a metodologia do trabalho
(seqüência) e equilibrada em relação às demais partes; o desenvolvimento apresenta uma organização
lógica e coerente das partes, clareza e linguagem apropriadas, consistência e coerência do embasamento
teórico com o trabalho desenvolvido, procedimentos para a coleta e análise de dados, nível de reflexão
sobre os resultados obtidos e as conclusões.
Art. 50. A Apresentação da Defesa Pública do TCC deverá conter 02 (duas) etapas sendo uma a
apresentação do aluno sem interrupções e a outra em perguntas formuladas pela Banca.
Art. 51A apresentação e Defesa Pública do TCC será avaliada sob os seguintes critérios: apresentação
(linguagem clara, objetiva e correta; atitude e didática da apresentação), domínio do tema na
apresentação (capacidade de síntese, extensão e profundidade da apresentação, harmonia da
apresentação e utilização oportuna de gráficos e imagens), domínio do tema frente às observações e
perguntas da Banca (clareza e segurança nas respostas, autodomínio frente às observações,
conhecimento do tema exposto dos conceitos e termos técnicos e teóricos), tempo de apresentação e
postura do aluno.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
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Art. 52. Os casos omissos serão resolvidos em primeira instância pelo Coordenador de Monografia e em
instância maior pelo Colegiado Especial.
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TERMO DE COMPROMISSO DE ORIENTAÇÃO DE MONOGRAFIA
Eu ___________________________________________________ (professor), me comprometo a
orientar ____________________________________________________ (aluno) na realização do seu
trabalho
de
monografia,
cujo
tema
a
ser
trabalhado
será
_____________________________________________________________________________.
Campo Belo, ______ de fevereiro de 2014.
________________________________________
Assinatura do professor(a) orientador(a)
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TERMO DE DESITÊNCIA DE ORIENTAÇÃO DE MONOGRAFIA PELO PROFESSOR
ORIENTADOR
Eu,____________________________________________________________________ professor(a) do
Curso de __________________________________desta Instituição de Ensino Superior, declaro, para
os devidos fins a que se destina, desistir da orientação do TCC de conclusão de curso do (a) aluno (a)
______________________________________________________________________.
Motivos de desistência:
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
Campo Belo, ___ de _________________ de 200_
Nome legível do professor orientador
Assinatura do professor orientador
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TERMO DE DESISTÊNCIA DE ORIENTAÇÃO DE MONOGRAFIA PELO ALUNOORIENTADO
Eu,____________________________________________________________________ aluno (a) do
Curso _________________________________________ desta Instituição de Ensino Superior, declaro,
para fins a que se destina, desistir da orientação do TCC de conclusão de curso pelo (a) professor(a):
______________________________________________________________________.
Motivo da desistência:
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
Campo Belo, ____ de ___________________ de 200___ .
Nome legível do aluno orientando
Assinatura do aluno orientando
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PROPOSTA DE MONOGRAFIA
TEMA: __________________________________________________________________________
JUSTIFICATIVA : (Razões da escolha, sua importância e contribuições).
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
Campo Belo,
/
/
Nome do Aluno:___________________________________________________
Assinatura_______________________________________________________
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DECLARAÇÃO DE NÃO PLÁGIO - MONOGRAFIA
Eu,
__________________________________________________________________________,
declaro para os devidos ter ciência da aplicação de sanções administrativas e judiciais, caso seja
constatado qualquer forma de plágio ou autoplágio em meu trabalho de conclusão de curso. Assim
sendo, comprometo me a seguir as orientações dados pelo professor orientador, respeitando a
legislação de direitos autorais em vigor no Brasil.
Por ser verdade, assino o presente.
Campo Belo, ___, ________________________de________________ de 2014.
_______________________________________________________
AUTOR DA MONOGRAFIA
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ANEXO IV – DIRETRIZES CURRICULARES PARA O CURSO DE ENGENHARIA
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
RESOLUÇÃO CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002.(*)
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do
Curso de Graduação em Engenharia.
O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, tendo em vista o
disposto no Art. 9º, do § 2º, alínea “c”, da Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, e com fundamento no
Parecer CES 1.362/2001, de 12 de dezembro de 2001, peça indispensável do conjunto das presentes
Diretrizes Curriculares Nacionais, homologado pelo Senhor Ministro da Educação, em 22 de fevereiro
de 2002, resolve:
Art. 1º A presente Resolução institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Engenharia, a serem observadas na organização curricular das Instituições do Sistema de Educação
Superior do País.
Art. 2º As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino de Graduação em Engenharia definem os
princípios, fundamentos, condições e procedimentos da formação de engenheiros, estabelecidas pela
Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, para aplicação em âmbito nacional
na organização, desenvolvimento e avaliação dos projetos pedagógicos dos Cursos de Graduação em
Engenharia das Instituições do Sistema de Ensino Superior.
Art. 3º O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o
engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e
desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução
de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com
visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade.
Art. 4º A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos
para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:
I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia;
II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
VI - desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
VI - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
IX - atuar em equipes multidisciplinares;
X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
Art. 5º Cada curso de Engenharia deve possuir um projeto pedagógico que demonstre claramente
como o conjunto das atividades previstas garantirá o perfil desejado de seu egresso e o desenvolvimento
das competências e habilidades esperadas. Ênfase deve ser dada à necessidade de se reduzir o tempo em
sala de aula, favorecendo o trabalho individual e em grupo dos estudantes.
§ 1º Deverão existir os trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do
curso, sendo que, pelo menos, um deles deverá se constituir em atividade obrigatória como requisito
para a graduação.
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§ 2º Deverão também ser estimuladas atividades complementares, tais como trabalhos de iniciação
científica, projetos multidisciplinares, visitas teóricas, trabalhos em equipe, desenvolvimento de
protótipos, monitorias, participação em empresas juniores e outras atividades empreendedoras.
Art. 6º Todo o curso de Engenharia, independente de sua modalidade, deve possuir em seu currículo
um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos
específicos que caracterizem a modalidade.
§ 1º O núcleo de conteúdos básicos, cerca de 30% da carga horária mínima, versará sobre os tópicos
que seguem:
I - Metodologia Científica e Tecnológica;
II - Comunicação e Expressão;
III - Informática;
IV - Expressão Gráfica;
V - Matemática;
VI - Física;
VII - Fenômenos de Transporte;
VIII - Mecânica dos Sólidos;
IX - Eletricidade Aplicada;
X - Química;
XI - Ciência e Tecnologia dos Materiais;
XII - Administração;
XIII - Economia;
XIV - Ciências do Ambiente;
XV - Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania.
§ 2ºNos conteúdos de Física, Química e Informática, é obrigatória a existência de atividades de
laboratório. Nos demais conteúdos básicos, deverão ser previstas atividades práticas e de laboratórios,
com enfoques e intensividade compatíveis com a modalidade pleiteada.
§ 3º O núcleo de conteúdos profissionalizantes, cerca de 15% de carga horária mínima, versará sobre
um subconjunto coerente dos tópicos abaixo discriminados, a ser definido pela IES:
I - Algoritmos e Estruturas de Dados;
II - Bioquímica;
III - Ciência dos Materiais;
IV - Circuitos Elétricos;
V - Circuitos Lógicos;
VI -Compiladores;
VII - Construção Civil;
VIII - Controle de Sistemas Dinâmicos;
IX - Conversão de Energia;
X - Eletromagnetismo;
XI - Eletrônica Analógica e Digital;
XII - Engenharia do Produto;
VIII - Controle de Sistemas Dinâmicos;
IX - Conversão de Energia;
X - Eletromagnetismo;
XI - Eletrônica Analógica e Digital;
XII - Engenharia do Produto;
XXXVI - Paradigmas de Programação;
XXXVII - Pesquisa Operacional;
XXXVIII - Processos de Fabricação;
XXXIX - Processos Químicos e Bioquímicos;
XL - Qualidade;
XLI - Química Analítica;
XLII - Química Orgânica;
XLIII - Reatores Químicos e Bioquímicos;
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XLIV - Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas;
XLV - Sistemas de Informação;
XLVI - Sistemas Mecânicos;
XLVII - Sistemas operacionais;
XLVIII - Sistemas Térmicos;
XLIX - Tecnologia Mecânica;
L - Telecomunicações;
LI - Termodinâmica Aplicada;
LII - Topografia e Geodésia;
LIII - Transporte e Logística.
§ 4º O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do
núcleo de conteúdos profissionalizantes, bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar
modalidades. Estes conteúdos, consubstanciando o restante da carga horária total, serão propostos
exclusivamente pela IES. Constituem-se em conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais
necessários para a definição das modalidades de engenharia e devem garantir o desenvolvimento das
competências e habilidades estabelecidas nestas diretrizes.
Art. 7º A formação do engenheiro incluirá, como etapa integrante da graduação, estágios curriculares
obrigatórios sob supervisão direta da instituição de ensino, através de relatórios técnicos e
acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade. A carga horária mínima
do estágio curricular deverá atingir 160 (cento e sessenta) horas.
Parágrafo único. É obrigatório o trabalho final de curso como atividade de síntese e integração de
conhecimento.
Art. 8º A implantação e desenvolvimento das diretrizes curriculares devem orientar e propiciar
concepções curriculares ao Curso de Graduação em Engenharia que deverão ser acompanhadas e
permanentemente avaliadas, a fim de permitir os ajustes que se fizerem necessários ao seu
aperfeiçoamento.
§ 1º As avaliações dos alunos deverão basear-se nas competências, habilidades e conteúdos
curriculares desenvolvidos tendo como referência as Diretrizes Curriculares.
§ 2º O Curso de Graduação em Engenharia deverá utilizar metodologias e critérios para
acompanhamento e avaliação do processo ensino-aprendizagem e do próprio curso, em consonância
com o sistema de avaliação e a dinâmica curricular definidos pela IES à qual pertence.
Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em
contrário.
ARTHUR ROQUETE DE MACEDO
Presidente da Câmara de Educação Superior
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