1 2 DIRIGENTES UNIVERSIDADE POTIGUAR Reitora Profª MSc Sâmela Soraya Gomes de Oliveira Pró-Reitora Acadêmica Profª MSc. Sandra Amaral de Araújo ESCOLA DE ENGENHARIAS E EXATAS Diretora Profª MSc. Catarina de Sena Matos Pinheiro CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Coordenador Prof. MSc. Brenny Dantas de Senna 3 ELABORAÇÃO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE MSc. Brenny Dantas de Senna (coordenação) MSc. Felipe Lira Formiga Andrade Dr. Everton Notreve Rebouças Queiroz Fernandes MSc. Thiago Costa Carvalho MSc. Kátia Regina Freire Lopes MSc. Wendy Karla Medeiros de Souza Bezerra EQUIPE TÉCNICA Núcleo de Projetos Marcione Cristina Silva (Coordenação) Regina Lúcia Freire de Oliveira Andressa Milena Silva Pacheco Félix Gibson Marcelo Galvão de Sousa PESSOAL ADMINISTRATIVO Marcel Lima Pinheiro Brunna Félix dos Santos 4 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO PARTE 1 – CONTEXTO INTERNO DA UNIVERSIDADE POTIGUAR8 1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE POTIGUAR ....................................................... 9 1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES.................................................................... 10 1.3 MISSÃO E VISÃO ....................................................................................... 11 1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA ................................ 12 1.5 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ........................................................... 13 1.5.1 Ensino de graduação ............................................................................ 13 1.5.1.1 MODALIDADE PRESENCIAL ........................................................ 13 1.5.1.2 MODALIDADE A DISTÂNCIA ........................................................ 15 1.5.2 Ensino de Pós-graduação ..................................................................... 16 1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária ............................................... 16 1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ................................. 19 1.7 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UNP .......................................................... 21 PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ................. 23 2.1 DADOS DO CURSO ................................................................................... 24 2.1.1 Denominação ........................................................................................ 24 2.1.2 Regime acadêmico ............................................................................... 24 2.1.3 Modalidade de oferta ............................................................................ 24 2.1.4 Atos autorizativos, n. de vagas e turnos de funcionamento .................. 24 2.1.5 Formas de acesso ................................................................................ 24 2.1.6 Carga horária mínima ........................................................................... 24 2.1.7 Integralização ....................................................................................... 24 2.1.8 Local de funcionamento ........................................................................ 25 2.1.9 Coordenação do Curso ......................................................................... 25 2.2. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA .............................................................. 26 2.2.1 Administração de cursos de graduação na Universidade Potiguar ....... 26 2.2.2 Coordenação do Curso ......................................................................... 26 2.2.3 Conselho de curso ................................................................................ 26 5 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO ...................................................... 28 2.3.1 Necessidade social ............................................................................... 28 2.3.2 Concepção ............................................................................................ 33 2.3.3 Objetivos ............................................................................................... 36 2.3.4 Perfil profissional do egresso ................................................................ 37 2.3.4.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ........................................................................ 37 2.3.4.2 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ESPECÍFICAS.................................... 38 2.3.4.3 CAMPOS DE TRABALHO E FUNÇÕES.............................................................. 41 2.3.5 Organização Curricular ......................................................................... 41 2.3.5.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL .............................................................................................. 58 2.3.5.2 ABORDAGEM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS .................................................................................................................................. 60 2.3.5.3 ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR .............................. 60 2.3.5.4 ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO ............................................ 65 2.3.5.5 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO ............................... 68 2.3.5.6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ...................................................... 69 2.4 METODOLOGIA ......................................................................................... 71 2.5 ATIVIDADES DE PESQUISA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA ....... 73 2.5.1 Pesquisa ............................................................................................... 73 2.5.2 Extensão ............................................................................................... 75 2.6 APOIO AO DISCENTE ................................................................................ 78 2.7 AVALIAÇÃO DA APRENDIZGAEM ........................................................... 81 2.8 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO ................................................................. 84 PARTE 3 – CORPO DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO .... 86 3.1 CORPO DOCENTE ..................................................................................... 87 3.1.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE) ..................................................... 87 3.1.2 Perfil do corpo docente ......................................................................... 88 3.1.3 Políticas de apoio ao docente ............................................................... 92 3.2 PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO .................................................. 94 3.2.1 Equipe de apoio ao Curso .................................................................... 94 3.2.2 Ações de capacitação ........................................................................... 94 6 PARTE 4 – INSTALAÇÕES FÍSICAS ............................................... 95 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UNP .............................................................. 96 4.2 SISTEMA INTEGRADO DE BIBLIOTECAS ............................................... 98 4.3 INSTALAÇÕES PARA O CURSO ............................................................ 103 4.4 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA ...................................................... 104 4.5 LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS ..................................................... 106 4.5.1 Laboratório de Física .......................................................................... 106 4.5.2 Laboratório de Química ...................................................................... 108 4.5.3 Laboratório de Desenho ..................................................................... 110 4.5.4 Laboratório de segurança do trabalho ................................................ 111 4.5.5 Laboratório de processos industriais (LAPI) ....................................... 113 4.5.6 Laboratório de sistemas e simulação.................................................. 113 4.5.7 Laboratório de desenvolvimento de produtos e prototipação (LADEP) ..................................................................................................................... 114 4.5.8 Laboratório de resistência dos materiais, materiais de construção e mecânica dos solos ..................................................................................... 114 4.6 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA.......................................................... 117 ANEXOS 7 APRESENTAÇÃO O desenvolvimento do Curso de Engenharia de Produção, pela Universidade Potiguar (UnP), no Campus Mossoró, objetiva a ampliação das possibilidades de acesso da população ao ensino superior e de qualificação profissional para atender, com qualidade e eficácia, a necessidades do mercado de trabalho no que se refere ao projeto, implementação e gestão de recursos e processos produtivos nas organizações industriais ou no segmento de serviços. Esses propósitos encontram, no presente Projeto Pedagógico (PPC), as principais linhas orientadoras das atividades acadêmicas e didático-pedagógicas do Curso. Organizado e implementado sob a condução do Núcleo Docente Estruturante (NDE), este Projeto está estruturado em quatro (4) partes. A primeira trata do contexto interno da Universidade e, a segunda, da organização didáticopedagógica, com indicações relativas à administração e avaliação do Curso, assim como ao desenvolvimento curricular. Na terceira, encontram-se especificações sobre o corpo docente e pessoal técnico-administrativo e, na quarta, dados sobre as instalações físicas da Universidade Potiguar, com a descrição dos espaços administrativos e acadêmicos, incluídos laboratórios e Sistema Integrado de Biblioteca (SIB/UnP). Em sua concepção, execução e avaliação o Projeto Pedagógico de Engenharia de Produção leva em conta a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de dezembro de 1996; o Parecer CNE/CES n. 1362/2001, a Resolução CNE/CP n. 11/2002 (diretrizes curriculares nacionais), assim como outros instrumentos legais e normativos pertinentes. Institucionalmente, embasam este PPC o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI 2007/2016). O propósito é que a formação do Engenheiro de Produção, empreendida pela UnP, expresse a sua responsabilidade social relativamente à democratização do ensino superior e à formação de engenheiros que, assumindo uma postura ética, possa atuar de forma competente e sob os critérios de respeito à diversidade de pessoas e grupos e de preservação ambiental. 8 PARTE 1 – CONTEXTO INTERNO DA UNIVERSIDADE POTIGUAR 9 1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE POTIGUAR Com mais de 30 anos de funcionamento, a Universidade Potiguar (UnP), com sede em Natal, capital do Rio Grande do Norte (RN), iniciou suas atividades em 1981 (Parecer CFE n. 170, de 18 de fevereiro de 1981; Decreto n. 85.828/1981, D.O.U. de 20 de março de 1981). Seu credenciamento, como Universidade, data de 1996, por meio de Decreto de 19 de dezembro desse ano (D.O.U. de 20 de dezembro de 1996); o recredenciamento é formalizado de acordo com a Portaria MEC n. 529, de 10 de maio de 2012 (D.O.U. de 11 de maio de 2012) e a oferta da modalidade a distância conforme a Portaria MEC n. 837, de 3 de abril de 2006 (D.O.U. de 04 de abril de 2006). Mantida pela Sociedade Potiguar de Educação e Cultura S.A. (APEC) pessoa jurídica de natureza privada, constituída como sociedade por quotas e com finalidade lucrativa1, a UnP passa a integrar a Laureate International Universities em 2007. É a única Universidade particular do RN, atuando ao lado de três outras instituições públicas, da mesma natureza: as Universidades Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), as duas últimas com sede em Mossoró/RN. A Universidade Potiguar tem a sua estrutura organizada em dois campi: o Campus Natal, abrangendo quatro Unidades - Floriano Peixoto, Salgado Filho, Nascimento de Castro e Roberto Freire -, e o Campus Mossoró, fora da sede, autorizado nos termos da Portaria/MEC n. 2.849, de 13 de dezembro de 2001, situado na Região Oeste do Estado. 1 O Estatuto Social original da APEC foi inscrito no Cartório do 2° Ofício de Notas da Comarca de Natal - Registro Civil das Pessoas Jurídicas - no livro próprio A - n. 10, à fl. 109, sob o número 215, data de 14.09.79. O Contrato Social atual tem seu registro no dia 09/10/2013, na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Norte (JUCERN) - NIRE 24200645943 e CNPJ/MF n. 08.480.071/0001-40. A APEC tem sede na Unidade Floriano Peixoto, localizada à Av. Floriano Peixoto, 295 - Petrópolis. Natal/RN. 10 1.2 PRINCÍPIOS E FINALIDADES Filosófica e politicamente, a administração da Universidade é regida por diretrizes fundamentadas na ética, em valores culturais, sociais e profissionais, expressos nos seus princípios e finalidade. Os princípios, explicitados no Estatuto, indicam a necessidade de uma atuação que evidencie2: a defesa dos direitos humanos; a excelência acadêmica; a formação cidadã; o exercício pleno da cidadania; a liberdade no ensino, na pesquisa e na divulgação da cultura, da arte e do saber; VI. a pluralidade de ideias e concepções pedagógicas; VII. a participação e a descentralização na gestão acadêmica e administrativa; VIII. a igualdade de acesso aos bens culturais e serviços prestados à comunidade; IX. a valorização do profissional da educação; X. a participação integrada e solidária no processo de desenvolvimento sustentável e na preservação do meioambiente. I. II. III. IV. V. Em essência, esses princípios traduzem duas ordens de ação: uma voltada para a constituição da cidadania, cuja materialidade encontra-se numa relação direta com o acesso de todos, independente de raça, cor, credo e gênero, à saúde, educação, moradia, trabalho, previdência social, lazer; outra que diz respeito à natureza e especificidade da UnP – a oferta da educação de nível superior de qualidade e que promova a inclusão por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão, conforme legislação e normativos pertinentes. Sinteticamente, é possível afirmar-se que os princípios da Universidade Potiguar são orientadores da sua finalidade: promover o bem comum pelo desenvolvimento das ciências, das letras e das artes, pela difusão e preservação da cultura e pelo domínio e cultivo do saber humano em suas diversas áreas. 2 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Estatuto. 5. ed. Natal: Edunp, 2012. (Documentos Normativos da UnP. Série azul – Normas da Organização Universitária, v. 1). 11 1.3 MISSÃO E VISÃO A Universidade Potiguar tem como missão formar cidadãos comprometidos com os valores éticos, culturais, sociais e profissionais, contribuindo - através do ensino, da pesquisa e da extensão de excelência - para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. No Descritivo Analítico da Declaração de Missão para a Comunidade Interna e Externa3, ficam claros como principais compromissos da UnP: - a excelência dos serviços prestados institucionalmente; - a formação para a cidadania, pelo desenvolvimento de processos que propiciem a construção de um determinado perfil profissional e que culminem na inserção do futuro profissional na contemporaneidade; - a promoção de condições de integração entre pessoas, cursos, programas, projetos e atividades, na perspectiva da indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão; - a sintonia com as necessidades sociais. De acordo com a sua visão, a UnP pretende ser uma Universidade de excelência na formação cidadã, pela prática efetivamente integrada do ensino, da pesquisa e da extensão, por uma gestão ética, ágil e inovadora e pela sua participação constante no desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. 3 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Declaração de Missão. Declaração de valores. Declaração de Visão de Futuro. Natal, 2006. 12 1.4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA A Universidade está organizada em duas instâncias, conforme o seu Estatuto: a) a Administração Superior, que compreende a Presidência, os órgãos de natureza deliberativa - Conselho Superior Universitário (ConSUni) e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (ConEPE) - e a Reitoria, como órgão executivo, à qual se vinculam a Pró-Reitoria Acadêmica (ProAcad), o Núcleo de Educação a Distância (NEaD), a Secretaria Geral, a Diretoria de Qualidade Acadêmica e as Escolas, também denominadas Unidade Acadêmicas Especializadas, organizadas por áreas do conhecimento; b) a Administração planejamento Acadêmica, (Comitê abrangendo Acadêmico e uma Avaliação estrutura de Institucional); o Conselho de Curso (ConseC), órgão de natureza deliberativa e consultiva, além de órgãos executivos: Diretoria de Campus fora de Sede; Diretorias de Escolas; Coordenadorias de Curso de Graduação e Coordenadorias de Curso de Pós-Graduação. Destacam-se, entre os órgãos executivos da Administração Acadêmica, as Diretorias de Escolas, cujo funcionamento objetiva o fortalecimento da integração entre cursos de graduação presenciais e a distância e os de pós-graduação, reforçando iniciativas interdisciplinares e de indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão. Também configura a dinâmica das Diretorias a adoção de estratégias de gestão participativa, cujas bases encontram-se em uma estrutura de colegiados (com representatividade de docentes, discentes e setores da organização civil), de planejamento e de avaliação institucional já consolidada. Instaladas em 2009, as Escolas são assim denominadas: Comunicação e Artes; Direito; Educação; Engenharias e Ciências Exatas; Gestão e Negócios; Hospitalidade; Saúde. 13 1.5 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO As atividades acadêmicas, compreendendo a oferta de cursos, programas e projetos nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e ação comunitária, são efetivadas nas modalidades presencial e a distância, nos níveis de graduação e pós-graduação. Perpassam essas atividades o propósito da inclusão social, do que são ilustrativos: a) convênios interinstitucionais, como o mantido com a Prefeitura do Natal, possibilitando, pelo funcionamento da Escola Municipal 4º Centenário, o acesso de crianças ao ensino fundamental, ou com a Prefeitura de Parnamirim possibilitando o desenvolvimento de práticas clínicas, estágios, atividades de extensão e ação comunitária e de pesquisa; b) prestação de serviços à comunidade por meio do Centro Integrado de Saúde (CIS/UnP), ou do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), e ainda, de laboratórios; c) realização ou participação em eventos, do que são ilustrativos o dia da responsabilidade social; ação global; voluntariado jovem; d) disponibilização de recursos que propiciam o atendimento educacional especializado (AEE), como tradutor de libras, digitalização de livros entre outros; e) oferta de disciplinas e atividades que tratam de questões raciais e de sustentabilidade socioambiental. Destaca-se ainda o Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPe), setor no qual se concentram iniciativas de acompanhamento ao aluno portador de necessidades especiais a partir das informações prestadas no momento da matrícula na UnP, e de capacitação de professores. 1.5.1 Ensino de graduação 1.5.1.1 MODALIDADE PRESENCIAL Registram-se, atualmente, 68 (sessenta e oito) cursos, sendo 51 (cinquenta e um) em Natal e 17 (dezessete) em Mossoró. (Quadros 1 e 2). 14 Quadro 1 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Natal, 2014.1 ESCOLA TIPO CURSO CURSO Comunicação: Publicidade e Propaganda; Bacharelado Comunicação e Jornalismo; Cinema Artes CST Design Gráfico; Design de Interiores. Direito Bacharelado Direito História; Letras: Português e Português/Inglês; Educação Licenciatura Pedagogia. Arquitetura e Urbanismo; Engenharia Ambiental e Sanitária; Engenharia Civil; Engenharia de Computação; Engenharia Elétrica; Engenharia Bacharelado Mecânica; Engenharia de Petróleo e Gás; Engenharias e Engenharia de Produção; Engenharia Química*; Ciências Exatas Sistemas de Informação. Petróleo e Gás; Segurança no Trabalho; Gestão CST Ambiental. Administração; Ciências Contábeis; Relações Bacharelado Internacionais. Gestão e Gestão Comercial; Gestão de Recursos Negócios CST Humanos; Gestão Financeira; Gestão Pública; Marketing. CST Gastronomia. Hospitalidade Bacharelado Turismo. Bacharelado / Ciências Biológicas; Educação Física Licenciatura Biomedicina; Enfermagem; Farmácia; Saúde Fisioterapia; Fonoaudiologia; Medicina; Medicina Bacharelado Veterinária*; Nutrição; Odontologia; Psicologia; Serviço Social; Terapia Ocupacional. CST Estética e Cosmética; Radiologia* Fonte: UnP. Núcleo de Projetos. Natal, dez./2013 *Cursos novos/2014.1. Quadro 2 – Cursos de graduação, modalidade presencial – Campus Mossoró, 2014.1 ESCOLA Direito TIPO DE CURSO Bacharelado Engenharias e Ciências Exatas Bacharelado CST Bacharelado Gestão e Negócios CST Saúde Bacharelado CURSO Direito. Arquitetura e Urbanismo; Engenharia Civil; Engenharia de Produção. Petróleo e Gás; Segurança no Trabalho. Administração; Ciências Contábeis. Gestão Ambiental; Gestão Pública; Gestão de Recursos Humanos; Processos Gerenciais; Marketing. Enfermagem; Fisioterapia; Nutrição; Serviço Social. Fonte: UnP. Núcleo de Projetos (NuPe). Natal, dez./2013. 15 1.5.1.2 MODALIDADE A DISTÂNCIA Assinala-se a instalação de 4 (cursos) em 2011.1, em polos localizados no interior do RN (Caicó e Currais Novos), acrescendo-se, no segundo semestre desse ano, o polo Zona Norte, em Natal. Esta oferta é ampliada nos dois anos subsequentes, com registro de novos polos no ano 2012 (Zona Sul, em Natal; Mossoró, na região Oeste do Estado) e novos cursos: o superior de tecnologia em Gestão Comercial; Serviço Social – bacharelado; Pedagogia – Licenciatura. Em 2013 destaca-se a organização de polos em outros Estados: Ceará, Pernambuco, Mato Grosso, Goiânia e Rio Grande do Sul. Às graduações já existentes (sete) somam-se os CSTs em Gestão Pública e em Processos Gerenciais, num total de 9 (nove) cursos. Para 2014 registram-se 12 (doze) graduações, conforme o quadro 3, das quais 3 (três) bacharelados, 02 (duas) licenciaturas e 07 (sete) superiores de tecnologia, sendo que 3 (três) cursos integram uma nova oferta: - Letras, Língua Portuguesa – licenciatura; - CST em Análise e Desenvolvimento de Sistemas; - CST em Gestão Financeira. Quadro 3 – Oferta de graduações a distância, 2014.1 ESCOLA Gestão e Negócios Educação Engenharias e Ciências Exatas Saúde TIPO DE CURSO Bacharelado CST Licenciatura CST Bacharelado Fonte: NEaD/UnP. Natal, nov./2013. *cursos novos – implantação/2014.1 CURSO Administração; Ciências Contábeis. Gestão Pública; Gestão de Recursos Humanos; Gestão Comercial; Processos Gerenciais; Marketing; Gestão Financeira*. Pedagogia; Letras – Língua Portuguesa*. Análise e Desenvolvimento de Sistemas* Serviço Social. 16 1.5.2 Ensino de Pós-graduação Na pós-graduação presencial registram-se, em nível lato sensu, 104 (cento e quatro) cursos, dos quais 86 (oitenta e seis) no Campus Natal e 18 (dezoito) em Mossoró. Integram a oferta stricto sensu: - Mestrados profissionais em: Administração; Biotecnologia; Engenharia de Petróleo e Gás, com áreas de concentração em Automação de Processos Industriais (Campus Natal), Engenharia de Poço (Campus Mossoró) e Tecnologias Ambientais (para os dois Campi); - Doutorado em Biotecnologia. Os cursos a distância, por sua vez, em número de 4 (quatro) têm oferta apenas em nível lato sensu, sob a responsabilidade da Escola de Gestão e Negócios, de acordo com indicações do quadro 4. Quadro 4 – Cursos lato sensu a distância – 2013.1 CURSOS MBA em Gestão de Pessoas MBA em Gestão Financeira de Empresas MBA em Gestão Empresarial MBA em Marketing POLOS ZONA NORTE CAICÓ CURRAIS NOVOS Fonte: NEaD/UnP. Natal, nov./2013. 1.5.3 Pesquisa, extensão e ação comunitária As políticas institucionais relativas à pesquisa e à extensão, expressas no PPI e no PDI 2007/2016, são viabilizadas por uma estrutura específica, cujo funcionamento é da responsabilidade da Pró-Reitoria Acadêmica. A pesquisa é implementada a partir de grupos e linhas estabelecidas por escola e tem os objetos de estudo delimitados conforme necessidades identificadas durante as práticas clínicas, estágios supervisionados obrigatórios, atividades realizadas junto às comunidades, atendidos os critérios de relevância social e coerência com a formação profissional; coerência com a natureza da área do conhecimento em que se situam os cursos. 17 A organização da pesquisa compreende os Comitês de Pesquisa (ComPesq) e de Ética em Pesquisa (CEPE), além de coordenações estruturadas por cada uma das escolas. O financiamento dos projetos é efetivado, principalmente, com recursos da própria UnP, tais como, o Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP); Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); Gratificação de Incentivo à Pesquisa (GIP). E-Labora A UnP instala, em 2014, o Centro de Excelência em Pesquisa Aplicada, integrante da Escola de Engenharias e Ciências Exatas, com vistas a desenvolver novas técnicas, tecnologias, novos produtos e patentes que possam gerar soluções e inovações para o crescimento e desenvolvimento do Estado, da região e do país, a partir de parcerias com empresas do RN. ÁREAS: Construção Civil Gestão Ambiental Arquitetura e Urbanismo Segurança do Trabalho Tecnologia da Informação Automação e Controle A extensão e a ação comunitária constituem estratégias de interação com a comunidade e, por suas características, têm o sentido da responsabilidade social da UnP e de cada curso. As atividades nesse campo também são viabilizadas com recursos institucionais: Fundo de Apoio à Extensão (FAEx); Gratificação de Incentivo à Extensão (GIEx) e Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx), considerando a pertinência das atividades com os processos formativos da UnP e com as demandas sociais. Para a divulgação da sua produção resultante do ensino, da pesquisa e da extensão, a UnP conta com: a) com portais biblioteca virtual do Natal (http://natal.rn.gov.br/bvn/) e (http://bdtd.ibict.br), publicação de dissertações e teses; b) o seu congresso científico/mostra de extensão, de realização anual em Natal e Mossoró, e estruturação dos anais correspondentes; 18 c) o seu repositório científico, disponibilizando revistas eletrônicas organizadas por Escola e programas de pós-graduação: - Saúde, Catassuba (ISSN 2237-3608); - Comunicação, Quipus (ISSN 2237-8987); - Direito, Juris Rationis (ISSN 2237-4469); - Educação, Quipus (ISSN 2237-8987); - Gestão e Negócios, Connexiu ( ISSN 2236-8760); - Engenharias e Exatas, RUnPetro - ISSN 2316-6681; Tecnologia & Informação. 19 1.6 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL As atividades de planejamento são assumidas em sua natureza política, estratégica e de intervenção, viabilizando uma gestão acadêmica e administrativa com foco na qualidade, e na perspectiva do aprimoramento dos diversos processos, considerando os requisitos de: a) flexibilidade; b) apreensão objetiva da realidade social, política, econômica, educacional e cultural, e da própria UnP, identificando-se necessidades a atender; c) avaliação contínua de ações e resultados; d) participação dos vários segmentos acadêmicos. Como um dos fundamentos da organização, sistematização e qualidade das ações institucionais, o planejamento é desenvolvido à luz de três princípios enunciados no PDI 2007/2016: excelência acadêmica, sustentação econômica dos cursos e educação continuada, adotando-se níveis diferenciados, mas intercomplementares, a partir de uma visão ampla da política educacional brasileira para chegar às especificidades da Universidade Potiguar, e, depois, às peculiaridades de unidades acadêmicas especializadas (escolas), cursos, programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão. Essencial ao processo de planejamento, no sentido de imprimir-lhe confiabilidade e factibilidade, está a avaliação institucional, cujas informações são substanciais à tomada de decisões e ao aperfeiçoamento de todos os processos acadêmicos, didático-pedagógicos e gerenciais. Autoavaliação institucional Com vistas ao aperfeiçoamento crescente do modelo de gestão, bem como dos cursos, programas e projetos, o processo autoavaliativo da UnP tem uma dinâmica em que: a) são envolvidos todos os segmentos acadêmicos: aluno, professor, coordenadoria de curso de graduação, coordenadoria de curso de pósgraduação, pessoal técnico-administrativo e dirigentes; b) os instrumentos, revistos continuamente, têm aplicação em meio eletrônico, podendo ser adotadas outros procedimentos de coleta de dados; c) são efetivadas análises comparativas entre os resultados das avaliações internas e externas (Exame Nacional de Desempenho do Estudante - ENADE; visitas in loco realizadas pelo Instituto Nacional de 20 Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP; exames efetivados por entidades de classe, como a Ordem dos Advogados do Brasil - OAB). As informações obtidas, tratadas estatisticamente pela CPA/UnP, são socializadas por meio de seminários de avaliação e planejamento, e examinados, posteriormente, tanto no âmbito de cada curso (pelos Conselhos de cursos e NDE, com envolvimento de docentes e de representantes de turma), quanto pela Reitoria e setores institucionais. A cada semestre, são liberados relatórios eletrônicos, elaboradas sínteses dos principais dados e estruturados relatórios qualitativos, com a indicação dos limites, potencialidades e avanços de cada curso. Ao final, há registro, em documento próprio, da situação geral da Universidade, cujas análises sinalizam fragilidades a superar e aspectos a fortalecer, alimentando, assim, o processo de planejamento e identificando necessidades de correção de rumos ou de transformação, se necessário (figura 1). Figura 1 – Etapas do processo avaliativo 21 1.7 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UnP Como uma das iniciativas mais importantes em educação a distância, no âmbito da Universidade, destaca-se a criação, no ano 2004, do Núcleo de Educação a Distância (NEaD), órgão responsável por articular, planejar, coordenar e desenvolver as ações dessa modalidade de oferta. Fica organizada, portanto, uma estrutura tecnológica, financeira e de recursos humanos necessária à plena viabilização das atividades de EaD, salientando-se a utilização e aperfeiçoamento crescente do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) – UnP Virtual. A partir daí, é construída, gradualmente, a história institucional no campo da educação a distância, no que vem a ser relevante o credenciamento da Universidade para a oferta de cursos de pós-graduação em nível lato sensu (Portaria MEC n. 1618/2005), iniciando-se as especializações em Gestão Educacional e em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Em 2006 registra-se outro marco histórico. É quando a UnP é credenciada, por 5 (cinco) anos, para o desenvolvimento de cursos de graduação e pósgraduação a distância em todas as Unidades da Federação, conforme a Portaria MEC nº 837, de 3 de Abril de 2006. Para esse mesmo ano, destaca-se o início de: a) oferta de disciplinas institucionais semipresenciais para alunos em regime de adaptação ou dependência (cursos reconhecidos); b) celebração de parceria com o Instituto São Damasino de Ciências Jurídicas LTDA, para oferta, em todo o país, dos cursos de Especialização em Direito Público e em Advocacia Empresarial, com parceria e oferta finalizadas nos dias de hoje. No período 2007 a 2009, a UnP implantou nova metodologia apoiada em tecnologia e interatividade, para os cursos de Direito e Administração presenciais, disponibilizando ferramentas de apoio ao ensino-aprendizagem, tais como guias acadêmicos, com conteúdos condensados de cada disciplina, e portais educacionais, capazes de atender a toda a comunidade - profissionais liberais, professores, alunos e/ou qualquer outra pessoa com interesse por essas áreas. Salienta-se, em 2010, a organização institucional para a expansão e diversificação da oferta, mediante, por exemplo, produção de materiais; aperfeiçoamento da infraestrutura tecnológica, com ênfase na melhoria do UnP 22 Virtual; estruturação dos polos Zona Norte, em Natal, e no interior do Rio Grande do Norte – Caicó e Currais Novos. Essa organização torna possível, em 2011, a implantação cursos superiores de tecnologia em Marketing e em Gestão de Recursos Humanos, e dos bacharelados em Administração e Ciências Contábeis. No ano 2012 amplia-se a abrangência da oferta com instalação dos polos Zona Sul/Natal e Mossoró, ao mesmo tempo em que são firmadas parcerias com Instituições de Ensino Superior para instalação de polos em outras Unidades da Federação, com início em 2013. Atualmente, a oferta compreende 12 graduações (quadro 3), com predominância de cursos superiores de tecnologia. A proposta da UnP é dar continuidade às ações de expansão já iniciadas, considerando o previsto no PDI, e aperfeiçoar continuamente os processos acadêmicos, pedagógicos e administrativos na perspectiva do fortalecimento das condições de oferta de cursos a distância, com qualidade. Da gestão da educação a distância O gerenciamento das atividades a distância é da responsabilidade do NEaD, órgão vinculado à Reitoria e com representatividade na Administração Acadêmica da Universidade, via Comitê Acadêmico. Atuando com vistas à implementação das políticas institucionais para a educação a distância, de forma articulada com as diretorias de Escolas da UnP e de acordo com Regimento Interno próprio, o NEaD tem na sua estrutura organizacional: - a coordenação geral; - coordenações acadêmica, pedagógica, de produção de recursos didáticos, de logística, de tecnologias da informação e da comunicação (TIC’s); - supervisão de logística; - revisores de linguagem e estrutura EaD; - apoio acadêmico, assistentes e estagiários. A base de trabalho do NEaD é a sede da Universidade, Natal/RN, a partir da qual são mantidas as necessárias articulações com as coordenadorias de cursos e de polos, docentes e tutores. 23 PARTE 2 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 24 2.1 DADOS DO CURSO 2.1.1 Denominação Curso de Graduação em Engenharia de Produção – Bacharelado. 2.1.2 Regime acadêmico Seriado semestral. 2.1.3 Modalidade de oferta Presencial. 2.1.4 Atos autorizativos, n. de vagas e turnos de funcionamento Criação: Resolução n. 044, de 29 de outubro de 2009 – ConSUni. Autorização: Portaria MEC n. 324, de 8 de agosto de 2011, 240 vagas anuais/vespertino e noturno (D.O.U. 09.08.2011). Alteração do n. de vagas anuais: Resolução ConSUni n. 021, de 7 de dezembro de 2011 (redução de 240 para 120 – 80/vespertino; 40/ noturno). 2.1.5 Formas de acesso Processo seletivo destinado a egressos do ensino médio ou equivalente, realizado semestralmente; vestibular agendado (vagas remanescentes); transferência externa e interna; aproveitamento de estudos de portadores de diploma de graduação; aproveitamento de resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). 2.1.6 Carga horária mínima 3600 horas (4320 h/a). 2.1.7 Integralização Mínimo: 5 anos/10 séries. Máximo: 8 anos/16 séries. 25 2.1.8 Local de funcionamento Campus Mossoró – Av. João da Escóssia, nº 1561. Nova Betânia, Mossoró/RN. CEP 59607-330. 2.1.9 Coordenação do Curso Prof. MSc Brenny Dantas de Senna E-mail: [email protected] Telefone: (84) 3323-8242/ 3323-8257/ 3323-8260; celular: (84) 8887-0007 26 2.2. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 2.2.1 Administração de cursos de graduação na Universidade Potiguar A Coordenadoria de Curso é um órgão executivo da Administração Acadêmica da Universidade, exercida pelo Coordenador de Curso, designado pelo Reitor para mandato de dois anos, permitida a recondução. Essa coordenadoria pode contar com a estrutura de pessoal da Escola à qual esteja vinculada, o que inclui, por exemplo, coordenadoria acadêmicoadministrativa e analistas de processos acadêmicos. Com atuação regida pelo Estatuto e Regimento Geral da Universidade, assim como pelo Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e Plano de Desenvolvimento Institucional 2007/2016, a Coordenadoria de Curso tem na sua organização o Conselho de Curso (ConseC) e o Núcleo Docente Estruturante (NDE), com atividades relacionadas ao ensino, à pesquisa e à extensão previstas nos projetos pedagógicos (PPCs). As coordenações dos cursos de graduação têm representatividade nos órgãos colegiados superiores, ConSUni e ConEPE, e presidem os respectivos conselhos e NDEs dos seus cursos. 2.2.2 Coordenação do Curso A gestão do Curso de Engenharia da Produção está sob a responsabilidade do professor Brenny Dantas de Senna, Bacharel em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), 2007; especialista em Licenciamento Ambiental on shore, pelo PROMINP, 2009; Mestre em Engenharia de Petróleo, UFRN, 2011. Na área acadêmica, registra 4 anos de docência. Atua em regime de tempo integral, com 32 horas dedicadas à administração do Curso. 2.2.3 Conselho de curso O Conselho de Curso de Graduação (ConseC), nos termos do Estatuto da Universidade, é um órgão de natureza consultiva e auxiliar, com função de analisar e propor medidas didático-pedagógicas, administrativas e disciplinares para o funcionamento do curso e para a sua integração nos diversos programas de pesquisa e de extensão e de Pós-graduação. 27 O Conselho do Curso, conforme disposições estatutárias e ato da Reitoria, tem sua constituição indicada no quadro 5. Quadro 5 – Composição do Conselho do Curso Titulares Suplentes Presidente Brenny Dantas de Senna Representação docente Kleber Jacinto Thiago Costa Carvalho Fausto Pierdona Guzen Antonio Francisco Mendonça Junior Wendy Karla Medeiros de Sousa Bezerra Pedro Aliguiery Silva Araujo Representação discente José Ivan de Sá Júnior Representação do CREA/RN Felipe Amorim de Andrade Representação do IEL Felipe Lira Formiga Andrade Denilson Santana de Araújo As reuniões são realizadas mensalmente, havendo a possibilidade de reuniões extraordinárias, quando necessário. A dinâmica do Conselho promove a co-participação de professores e alunos no desenvolvimento do Curso, considerando sugestões do NDE e resultados da autoavaliação do Curso e deste Projeto, legitimando as decisões didático-pedagógicas e administrativas, com vistas ao aperfeiçoamento curricular. 28 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 2.3.1 Necessidade social A oferta do Curso é referenciada por um contexto de crescente e rápida complexidade das organizações causando aumento na demanda por diversos sistemas e métodos de tomada de decisão nos planos estratégico e operacional cujo desenvolvimento está associado à Engenharia de Produção (EP) e à aplicação dos seus métodos, hoje mundialmente reconhecidos como fundamentais ao sucesso competitivo das organizações e ao crescimento ou decadência de empresas e economias nacionais. Ao mesmo tempo, a queda progressiva das barreiras econômicas no contexto da globalização da economia vem exigindo das empresas o enfrentamento da competitividade, conseguida, principalmente, pela redução dos custos, aumento da qualidade dos produtos e serviços, alto grau de flexibilidade e reação rápida à dinâmica do mercado internacional. Essa dinâmica, porém, dá-se em um ambiente planetário em processo acelerado de degradação humana - com desníveis insuportáveis de distribuição de riquezas de todos os tipos, incluindo o acesso ao conhecimento - e de degradação ambiental, para o qual muito contribui o modelo de geração e acumulação de riquezas fundamentado no consumo. Em seu conjunto, esses fenômenos se reproduzem no Brasil, embora devam ser respeitadas as peculiaridades de um país que apresenta expressiva diversidade regional (econômica, geográfica, social, educacional e cultural) e uma das maiores economias mundiais. Em 2013, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro teve o terceiro maior crescimento (2,3%), atrás apenas da China (7,7%) e Coreia do Sul (2,8%). Em valores reais o PIB chegou a R$ 4,84 trilhões e o PIB per capita a R$ 24.065 (uma alta de 1,4% em relação a 2012), conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A agropecuária registrou o crescimento mais significativo (7%), seguindo-se os serviços, com alta de 2%, e a indústria, que cresceu 1,3%. Mesmo não alcançando o crescimento esperado pelo Governo Federal, o Brasil vem avançando em áreas fundamentais para a economia, como energia, 29 ciência e tecnologia, recursos hídricos e saneamento, habitação e transporte, todos requerendo profissionais qualificados. A ampliação das oportunidades de atuação do profissional da Engenharia de Produção, portanto, está presente e fortemente vinculada à complexidade econômica que o país vem apresentando nos últimos 20 anos. Apesar da crescente necessidade da atuação de profissionais preocupados com a melhor forma de gerenciar os problemas da produção, gerados por esse crescimento, o Brasil tem ainda um grande déficit de mão de obra em atividade nessa área, pelo fato de haver iniciado tardiamente a formação desses especialistas, como afirma o diretor-técnico da Associação Brasileira de Engenharia de Produção (ABEPRO) Gilberto Cunha. Contexto estadual No Rio Grande do Norte (RN), Estado nordestino com população estimada em 3.373.959 habitantes/2013, conforme o IBGE, verifica-se uma política de incentivos fiscais que fortalece o empreendedor local e atrai novos investimentos, fortalecendo um ambiente favorável aos profissionais de Engenharia de Produção, cuja atuação é essencial ao desenvolvimento do parque industrial já existente e à implantação de novas empresas, em qualquer dos setores da economia. Com PIB de 22,9 bilhões de reais em dezembro de 20124, o RN tem participação no PIB nordestino de 6,6% e, no nacional, de 0,9%. Destacam-se na sua economia, por exemplo, a indústria, a fruticultura irrigada, o cultivo de camarão. De acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), ficou com o RN, em 2013, a posição de maior exportador nacional de melancias (53%); o segundo de bananas (31%), melões (40%) e castanhas de caju (18%); o terceiro de mamões (12%); o quarto de mangas (5%)5. É também da FIERN a informação de que o universo industrial formalmente constituído no Estado tem tamanho estimado em 7.270 empresas, sendo que as de micro e pequeno porte correspondem a 97,6% do total e empregam 48,8% da 4 IBGE, Estados. Com data de referência em 03/09/2013, disponível em: http://www.ibge.gov.br/estadosat/perfil.php?sigla=rn 5 RIO GRANDE DO NORTE. Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte – FIERN. Rio Grande do Norte: indicadores básicos e indústria. Natal, 2014. Disponível em http://www.fiern.org.br/images/pdf/monitor_economico/desempenho_industria/rn_2014_perfil_resu mido_17.pdf 30 mão de obra e, as médias e grandes, a 2,4% das unidades produtivas e absorvem 51,2% dos empregados. A atividade industrial, concentrada na região metropolitana de Natal 6, compreende, principalmente, produtos têxteis, bebidas, registrando-se também a agroindústria, a que deve ser somada a indústria petrolífera que situa o Estado como o maior produtor nacional de petróleo em terra, para o que tem relevância o município de Mossoró. Considerando o leste da Grande Natal, um dos polos econômicos, identificam-se a indústria de transformação, desembarque e processamento de pescados, turismo, comércio varejista e serviços. Em um outro polo, o da Região de Mossoró, apontam-se a extração de petróleo e gás e atividades de apoio à indústria do petróleo; extração e refino de sal marinho (cerca de 90% da produção nacional sai da terra potiguar); extração de calcário, processamento de frutas tropicais, turismo regional, comércio e serviços. Seguindo a perspectiva de crescimento delineada pelo Governo do Estado do RN, no seu Plano Plurianual 2012-20157, merecem destaque programas e projetos em diversas fases de execução, potencialmente indicadores de crescimento e de espaços de trabalho: a) Projeto Arena das Dunas e Infraestrutura para Copa: viabilização do Projeto Arena das Dunas como sede de jogos da Copa do Mundo em 2014, incluindo-se outros projetos de melhorias de rodovias, trechos de avenidas e acesso ao novo aeroporto; b) Aeroporto de São Gonçalo do Amarante: concessão de privatização do terminal aéreo, previsto para entrar em operação antes da copa de 2014. O aeroporto inaugura um novo modelo para o setor em todo o País, e deverá incluir o Estado nas grandes rotas econômicas mundiais, significando a atração de novos investimentos nacionais e estrangeiros, um novo impulso para a economia estadual, a viabilização das ZPE’s e mais empregabilidade para os norteriograndenses; 6 Compreende, além de Natal, os municípios de Ceará Mirim, Extremoz, Macaíba, Monte Alegre, Nísia Floresta, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu e Vera Cruz. 7 Disponível em: http://www.gabinetecivil.rn.gov.br/acess/plmensagem2011/Mensagem%20n%C2%BA%20020%20 -%20Anexo%20Documento%20PPA%202012-2015.pdf. Acessado em 3 de setembro de 2013. 31 c) Mineração em diversas regiões estaduais: extração de ouro, ferro, tungstênio, feldspato, argilas, por exemplo; minérios utilizados na indústria de vidro; tinta e verniz, papel, revestimento de louças e cerâmica; d) Zonas de Processamento de Exportação (ZPE) em Assu e Macaíba, com incentivos fiscais e tributários para as empresas instaladas; e) Energia Eólica com 55 projetos em construção no RN. São 1.800 MW de capacidade instalada, fazendo do RN o maior polo de energia eólica do país, com 50% de toda a capacidade nacional; f) Investimentos da PETROBRAS na extração marítima e no mercado de biocombustíveis. A Petrobras Biocombustível investiu cerca de R$ 2 milhões no Programa Nacional de Biocombustível (PBIO) Estado, na safra 2010/2011. Está prevista a implantação da Refinaria Clara Camarão, uma das cinco unidades de refino projetados pela PETROBRAS para elevar a produção em 1.2 milhões de barris/dia até 2015 e que deverá transformar o RN no único Estado do país com autossuficiência na produção de todos os tipos de combustíveis derivados de petróleo; g) Produção de Atum e Camarão, através de acordo firmado entre a empresa de pesca do Rio Grande do Norte Atlântico Tuna e a Japan Tuna. Melhorias no Porto de Natal e estudos de viabilidade de um novo terminal marítimo estruturado para receber navios de grande porte são investimentos associados; h) Ciência, Tecnologia e Inovação, com investimentos em setores estratégicos como gestão de políticas públicas, energia, biotecnologia, neurociências e nanociências, que representam grandes oportunidades no desenvolvimento da área de saúde; i) Agenda das Cidades: especial atenção a projeto de mobilidade e acessibilidade, saneamento ambiental (água, esgotos, drenagem, coleta e tratamento de resíduos sólidos) e segurança. Nesse processo destacam-se investimentos na Região Metropolitana da Grande Natal e em Mossoró, o segundo município mais importante do RN e que polariza diversas atividades econômicas do oeste potiguar. Essa concentração de investimentos gera diversificação dos serviços e, consequentemente, ampliação 32 da economia dessas cidades, atraindo cada vez mais populações de todo o espaço estadual. Mossoró Situado no semi-árido nordestino, Mossoró, com área de 2.099,333 km2 e população de 259.815 habitantes em 2010, encontra-se estrategicamente localizado entre duas capitais: Natal e Fortaleza. O município apresenta PIB a preços correntes de 3.916.505 mil reais e PIB per capita 14.872,20 reais. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) é de 0,720 em 2010, o terceiro mais alto do RN. Estão à sua frente Natal e Parnamirim8. Mossoró registra 1361 empresas industriais formalmente constituídas, o que representa 21,3% do total do RN; 28.861 empregados (22,8% do total estadual); tem o 2º maior PIB do comércio e serviços; ocupa a 2ª posição em número de empregados no Estado, de acordo com a FIERN9. Está com Mossoró a posição de maior produtor de petróleo no país e de sal marinho no RN. A fruticultura irrigada (principalmente o melão), voltada em grande parte para a exportação, também apresenta relevância, assim como a produção de cimento e de cerâmica. Em Mossoró encontram-se várias filiais de empresas de grande porte, como a Itagres Revestimentos Cerâmicos, a Cerâmica Porto Rico e várias fábricas de cimento, como a Itapetinga. Mossoró, junto com Natal, concentram os principais setores industriais do Rio Grande do Norte. Para citar um exemplo, a Petrobrás explora o petróleo na região e mais de setenta (70) empresas estão vinculadas a holding do segmento petrolífero. Nesse cenário, é imprescindível a formação de profissionais de alto nível técnico e metodológico, capazes de intervir eficientemente na concepção, escolha, fabricação, otimização e exploração de sistemas produtivos diversos, considerando elementos humanos, tecnológicos, econômicos e políticos e a necessidade de preservação do patrimônio ambiental. 8 Disponível em http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/temas.php?lang=&codmun=240800&idtema=118&search=riogrande-do-norte|mossoro|%C3%8Dndice-de-desenvolvimento-humano-municipal-idhm9 RIO GRANDE DO NORTE. Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte – FIERN. Região de Mossoró: indicadores em destaque. Disponível em http://www.fiern.org.br/images/pdf/monitor_economico/desempenho_industria/regiao_de_mossoro. pdf 33 Apesar do nome “produção” ser usualmente ligado a indústrias, o Engenheiro de Produção, com formação multidisciplinar, deve demonstrar capacidade de aplicação de seus conhecimentos em diversas áreas como serviços, finanças, tecnologia, empreendedorismo, estratégia dentre outras. Atualmente, segundo registros do sistema e-MEC, encontram-se em atividade 730 bacharelados presenciais em engenharia de produção, destacandose o maior quantitativo no Sudeste: 412 (57,3%). Seguem-se as regiões Sul, 142 (20,4%), Nordeste, 107 (14,6%), Centro-Oeste, 39 (5,0%) e Norte, 30 (3,9%). No Rio Grande do Norte são 9 (nove) cursos, o que significa 12% em relação aos 77 da região nordestina e apenas 1,2% em relação ao total do Brasil. Em Natal, assinalam-se 6 (seis) graduações, e, em Mossoró, três, incluindo-se, nas duas cidades, a oferta UnP. O Curso de Engenharia de Produção ofertado pela UnP situa-se nesse contexto e vem atender a demandas sociais/educacionais e econômicas, na medida em que desenvolve a formação de profissionais capazes de aplicar conceitos e técnicas de qualidade em todo o sistema produtivo nos aspectos tecnológicos e organizacionais; de intervir eficientemente na concepção, escolha, fabricação, otimização e exploração de sistemas produtivos diversos. O futuro Engenheiro de Produção deverá, pois, assumir um papel-chave no desenvolvimento da sociedade brasileira, tendo função conciliatória entre as necessidades de produção e consumo e as necessidades de preservação humana e ambiental, entre as novas tecnologias, o homem e seus ambientes. 2.3.2 Concepção A organização, estrutura e funcionamento do Curso estão fundamentadas, do ponto de vista legal e normativo, no aparato jurídico normativo estabelecido para a educação superior brasileira, a se iniciar pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n. 9394/1996 e Resolução CNE/CES n. 11, de 11 de março de 2002 (diretrizes curriculares nacionais para a graduação em Engenharia de Produção). Destacam-se ainda definições oriundas de entidades relacionadas à Engenharia: 34 a) Lei 5.194, de 24 de dezembro de 1966, que regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras providências; b) Resolução nº. 218, de 29 de Junho de 1973, que discrimina as atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia; c) Resolução nº 235, de 09 de Outubro de 1975, que institui as atividades profissionais do Engenheiro de Produção; d) Matriz de Conhecimento da Engenharia de Produção (Resolução 1010/05 CONFEA)10; e) normativos da Associação Brasileira de Engenharia de Produção (ABREPO). Institucionalmente, destacam-se normativos emanados dos Colegiados Superiores – ConSUni e ConEPE –, e políticas indicadas no PDI que expressam, em síntese, a necessidade de formação de profissionais que, cidadãos, exerçam suas atividades de forma ética, competente e contextualizadas em relação ao cenário nacional/regional/local em suas articulações com a dinâmica da internacionalização da economia. Do ponto de vista das especificidades da Engenharia de Produção, o Curso objetiva a formação de engenheiros com capacidade para projetar, implementar, gerir e aprimorar recursos e processos em todos os setores da economia, nas áreas de: Engenharia de Operações e Processos da produção; Logística; Pesquisa Operacional; Engenharia da Qualidade; Engenharia do Produto; Engenharia Organizacional; Engenharia Econômica; Engenharia do Trabalho; Engenharia da Sustentabilidade. Essas áreas são tratadas em perspectiva crítica e em articulação com a realidade nacional e sua inserção no cenário internacional, considerando os aspectos sociais, econômicos e políticos, a que subjaz uma postura ética de respeito à diversidade e de solidariedade. A referência teórico-metodológica, nesse sentido, aponta para as inter-relações existentes entre as ciências, a tecnologia, a educação e a sociedade. 10 Disponível em http://www.abepro.org.br/arquivos/websites/1/Matriz%20de%20Conhecimento%20-20CREA's.pdf acessado 03/08/2010. 35 O desenvolvimento e avaliação curriculares são efetivados sob os princípios de interdisciplinaridade, flexibilização, integração teoria-prática e contextualização que, embora estruturados conceitualmente um a um, pressupõem interações. Interdisciplinaridade: caracteriza-se, essencialmente, pela interlocução entre as áreas do conhecimento considerando um mesmo objeto de estudo; troca de informações, métodos, técnicas e tecnologias entre as disciplinas, de modo a complementar, alargar e flexibilizar os limites estabelecidos pelos diversos campos disciplinares. Flexibilização: associada às peculiaridades da sociedade contemporânea tanto no que se refere às demandas tecnológicas quanto no que diz respeito à dimensão criativa e libertária da existência humana, constituindo condição necessária à efetivação da qualidade do ensino. (ForGRAD)11. No Curso, entre outras estratégias de flexibilização, assinalam-se as atividades complementares e a oferta de tópicos especiais em engenharia de produção. Contextualização: síntese dos demais princípios, na medida em que as situações didático-pedagógicas estão continuamente em relação com as realidades que circundam o processo de formação e o próprio exercício do engenheiro de produção, requerendo aproximações e intercomplementações disciplinares. Sob esses princípios e de acordo com o perfil do egresso, o processo de formação leva em conta o fato de que o engenheiro de produção precisa entender como estruturar os sistemas produtivos a partir do uso integrado e coordenado de todos os recursos necessários à produção de bens e serviços e à consecução dos objetivos de um empreendimento, utilizando técnicas e tecnologias que possam propiciar a viabilização econômica e gerencial da organização. É propósito do Curso a formação de um profissional generalista, humanista dotado de competência técnico-científica, comprometido com a ética como 11 FÓRUM NACIONAL DE PRÓ-REITORES DE GRADUAÇÃO DAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS. Resgatando espaços e construindo ideias: ForGRAD 1997 a 2004. 3. ed. Uberlância: EDUFU, 2004. 36 princípio, atuando em função das atividades de projetar, implementar, gerir e aprimorar recursos e processos em empresas industriais ou no segmento de serviços. 2.3.3 Objetivos Geral Formar o bacharel em Engenharia de Produção com competência para criar e gerir sistemas produtivos, recursos e processos nos setores da economia a partir de uma visão sistêmica das organizações, fundamentado em conhecimentos técnicos, científicos e tecnológicos e nos valores éticos e humanísticos, com vistas ao desenvolvimento econômico, político, social e educacional nacional, regional e local, alinhado à missão da Universidade Potiguar. Específicos Promover a construção de uma visão crítica acerca do sistema produtivo no Brasil, situando-o em relação ao contexto econômico, político, social e cultural nacional e internacional; adotar estratégias de ensino-aprendizagem que estimulem o aluno a desenvolver o pensamento crítico e sua autonomia intelectual, assim como a capacidade investigativa e de geração de soluções inovadoras nos diversos processos de produção de bens e serviços; desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão por meio das quais o aluno possa mapear, identificar, descrever e solucionar problemas relacionados ao desempenho dos sistemas de produção e, ao mesmo tempo, vivenciar atitudes de respeito à diversidade de pessoas e grupos sociais, negando qualquer forma de discriminação e promovendo a inclusão social; capacitar futuros profissionais para atuar em projetos de produtos, processos e sistemas, assim como no planejamento e controle de produção e operações de recursos logísticos, materiais, humanos, tecnológicos e transportes em atendimento às demandas da sociedade, considerando seus aspectos sociais, econômicos, políticos 37 e culturais, com uma visão humanística e de respeito ao meio ambiente e aos valores éticos; promover o relacionamento Curso/empresas, estimulando o desenvolvimento do espírito empreendedor, a responsabilidade social e a adoção de estratégias de minimização dos impactos ambientais; capacitar o aluno a incorporar e desenvolver novas tecnologias, numa postura de permanente busca de atualização profissional. 2.3.4 Perfil profissional do egresso O engenheiro de produção egresso da Universidade Potiguar deve ser um profissional ético, generalista, capaz de identificar, formular e solucionar problemas ligados às atividades de projeto, operação e gerenciamento do trabalho e de sistemas de produção de bens e/ou serviços, considerando seus aspectos humanos, econômicos, sociais e ambientais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. 2.3.4.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES O futuro profissional deverá evidenciar as seguintes competências e habilidades gerais, conforme Art. 4º, Resolução CNE/CES 11/2002: I- aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia; II- projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; III- conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; IV- planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; V- identificar, formular e resolver problemas de engenharia; VI- supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; VII- avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; VIII- comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; IX- atuar em equipes multidisciplinares; X- compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; XI- avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; XII- avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; 38 XIII- assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. Além disso, devem fazer parte dos atributos do futuro profissional atitudes que evidenciem o respeito à diversidade e à diferença das pessoas e a rejeição a qualquer forma de discriminação (origem social, raça, credo, gênero, etnia entre outras)12. 2.3.4.2 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ESPECÍFICAS Como constitutivas da atuação do futuro engenheiro de produção situam-se as competências e habilidades indicadas no quadro 8 a seguir, estabelecendo-se a sua relação com as disciplinas que compõem o processo formativo. Esta lógica, contudo, para além de uma rígida correspondência competência/disciplina, tem o sentido didático de facilitar o planejamento docente e a compreensão do aluno quanto à relevância dos conteúdos estudados. Tanto assim que uma mesma unidade curricular pode contribuir para a construção de uma ou mais competência e habilidade. 12 BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Resolução n. 1, de 17 de junho de 2004. Institui diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. (D.O.U. 22/06/2004, Seção 1, p. 11). 39 Quadro 6 – Relação entre as competências e habilidades específicas e disciplinas Estruturas curriculares em vigor ESPECIFICAÇÕES DISCIPLINAS/ESTRUTURAS inicial e 2012 DISCIPLINAS E ESTRUTURA 2014 Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica e atuar em equipes multidisciplinares Leitura e Produção de Texto; Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa; TCC; Estágio Supervisionado Obrigatório; Gestão Ambiental; Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente Comunicação Profissional; Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva; TCC; Estágio Supervisionado Obrigatório; Compreender e aplicar a ética e responsabilidade nos campos pessoal e profissional Introdução à Educação Superior; Introdução à Engenharia de Produção; Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais Introdução à Engenharia; Ética e Compromisso Social; Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva; Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia. Pré-Cálculo; Cálculo I e II; Álgebra Linear; Algoritmo e Programação; Estatística e Probabilidade; Física Aplicada à Engenharia I e II; Cálculo Numérico; Fenômenos dos Transportes; Termodinâmica; Controle Estatístico da Qualidade; Matemática Financeira; Operações Unitárias; Resistência dos Materiais; Engenharia Econômica; Pesquisa Operacional; Simulação; Informática aplicada às Exatas e Engenharias; Ciências aplicadas as Engenharias; Ciências e tecnologias dos materiais Pré-Cálculo; Álgebra Linear; Programação Cientifica; Calculo de uma Variável; Calculo de Duas Variáveis; Estatística e Probabilidade; Ótica, Ondas e Eletromagnetismo; Expressão Gráfica; Química Geral e Experimental; Mecânica Clássica e Termodinâmica; Fenômenos dos Transportes; Controle Estatístico da Qualidade; Matemática Financeira; Resistência dos Materiais; Pesquisa Operacional; Simulação da produção. Dimensionar e integrar recursos físicos, humanos e financeiros a fim de produzir com eficiência e ao menor custo, considerando a possibilidade de melhorias contínuas. Gestão da Produção I e II; Organização do Trabalho; Ergonomia; Projeto de Produto; Custos Industriais; Engenharia Econômica; Gestão da Produtividade; Planejamento do Arranjo Físico; Projetos Industriais I e II; Gestão da Qualidade; Planejamento e Controle da Produção; Gestão da Manutenção; Tópicos Especiais I e II Gestão da Produção I e II; Organização do Trabalho; Ergonomia; Engenharia do Produto; Custos Industriais; Engenharia Econômica; Planejamento do Arranjo Físico; Projetos de instalações produtivas; Gestão da Qualidade; Planejamento e Controle da Produção; Logística Empresarial. Utilizar ferramental matemático e estatístico para modelar sistemas de produção e auxiliar na tomada de decisões. Controle Estatístico da Qualidade; Pesquisa Operacional; Simulação, Probabilidade e Estatística; Introdução a Economia Controle Estatístico da Qualidade; Pesquisa Operacional; Simulação da Produção; Probabilidade e Estatística. Projetar, implementar e aperfeiçoar sistemas, produtos e processos, levando em conta os limites e as características das comunidades envolvidas. Gestão da Qualidade, Gestão da Produção I e II, Planejamento e Controle da Produção;, Pesquisa Operacional, Contabilidade Empresarial, Princípios da Gestão de Projetos; Empreendedorismo Gestão da Qualidade, Gestão da Produção I e II, Planejamento e Controle da Produção; Pesquisa Operacional, Contabilidade Empresarial, Princípios da Gestão de Projetos 40 Prever e analisar demandas, selecionar tecnologias e know-how, projetando produtos ou melhorando suas características e funcionalidade. Planejamento e controle da produção, Engenharia Econômica, Projetos industriais II, projeto de produto, resistência dos materiais, ciências e tecnologia dos materiais, Custos industriais. Planejamento e controle da produção, Engenharia Econômica Engenharia do produto, resistência dos materiais, ciências e tecnologia dos materiais, Custos industriais. Incorporar conceitos e técnicas da qualidade em todo o sistema produtivo nos seus aspectos tecnológicos e organizacionais, aprimorando produtos e processos e produzindo normas e procedimentos de controle e auditoria. Gestão da Qualidade, Estatístico da Qualidade. Gestão da Qualidade, Controle Estatístico da Qualidade. Prever a evolução dos cenários produtivos, percebendo a interação entre as organizações e os seus impactos sobre a competitividade. Estratégia de Produção. Estratégia de Produção. Acompanhar os avanços tecnológicos, organizandoos e colocando-os a serviço da demanda das empresas e da sociedade; Gestão da Produção II; Gestão da Inovação Tecnológica. Gestão da Produção II; Gestão da Inovação Tecnológica. Compreender a interrelação entre sistemas de produção/meio ambiente no que se refere à utilização de recursos escassos e à disposição final de resíduos e rejeitos atentando para a exigência de sustentabilidade. Gestão Ambiental; Sociedade Tecnologia e Meio Ambiente. Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva; Ética e Compromisso Social; Saúde Segurança e Meio Ambiente Utilizar indicadores de desempenho, sistemas de custeio, bem como avaliar a viabilidade econômica e financeira de projetos. Custos Industriais; Contabilidade Empresarial; Gestão da Produção II; Engenharia Econômica; Projetos Industriais II. Gerenciar e otimizar o fluxo de informação nas empresas, utilizando tecnologias adequadas. Gestão da Inovação Tecnológica; Gestão da Cadeia de Suprimentos. Controle Custos Industriais; Contabilidade Empresarial; Gestão da Produção II; Engenharia Econômica; Projetos Industriais II. Gestão da Inovação Tecnológica; Gestão da Cadeia de Suprimentos; Sistemas de apoio a decisão; 41 2.3.4.3 CAMPOS DE TRABALHO E FUNÇÕES O egresso do Curso poderá atuar nas indústrias de transformação ou na prestação de serviços; em empresas privadas, instituições governamentais ou não-governamentais, assumindo funções nas diversas áreas de sua formação, seja como pesquisador e docente no segmento acadêmico ou, no setor privado e público, estar trabalhando na área da qualidade, marketing, produção, financeira, pesquisa e desenvolvimento, projetos e serviços de apoio. Em qualquer dessas áreas o engenheiro de produção deverá estar capacitado para desempenhar funções desde analista até diretor ou gerente empresarial. 2.3.5 Organização Curricular Estruturada a partir de referências legais e normativas estabelecidas para o Sistema Federal de Ensino e de diretrizes institucionais, a organização do Curso compreende os elementos conceituais e práticos que compõem a trajetória acadêmica a ser percorrida pelo aluno, observando-se como critérios principais para a sua delimitação: a) a sua compatibilidade com as diretrizes curriculares nacionais (Parecer CNE/CES n. 1362, de 12 de dezembro de 2001; Resolução CNE/CES n. 11, de 11 de março de 2002), assim como com a concepção, objetivos e perfil profissional do egresso definidos no presente Projeto; b) o cumprimento dos Pareceres CNE/CES n. 8, de 31 de janeiro de 2007 e n. 213, de 09 de outubro de 2008; Resoluções CNE/CES n. 2, de 18 de junho de 2007 e n. 3, de 2 de julho de 2007 (carga horária mínima e duração de bacharelados presenciais; conceitos de hora-aula, respectivamente) e, ainda, de outros requisitos indicados no quadro a seguir. 42 Quadro 7 – Requisitos legais e normativos relacionados à oferta de Libras, educação das relações étnico-raciais e educação ambiental e estratégias de cumprimento REQUISITOS Decreto n. 5626, de 22/12/2005 (Libras) ESTRATÉGIAS DE CUMPRIMENTO - Inclusão de LIBRAS como disciplina optativa. - oferta de disciplinas: Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente; Gestão Ambiental; Saúde, Segurança e Meio Ambiente; atividades promovidas por outras disciplinas, como Introdução à Engenharia de Produção (abordagem da área/ABEPRO Engenharia de Sustentabilidade); projetos de pesquisa na linha tecnologia ambiental; projetos de extensão: por exemplo, Redução e reutilização de resíduos na construção civil; eventos: palestras e conferências, entre outros. Lei n. 9.795, de 27/04/1999 Decreto n. 4.281, de 25/06/2002 (educação ambiental) - Parecer CNE/CP n. 003 de 10/03/2004 Resolução CNE/CP n. 1 de 17/06/2004 Lei n° 11645 de 10/03/2008 (educação das relações étnico-raciais). - oferta das disciplinas Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais; Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva; Ética e Compromisso Social; projetos de extensão – Informática Cidadã; Produção Solidária. Institucionalmente, o Curso atende às diretrizes institucionais expressas no PDI e em outros documentos oficiais emitidos pelos Colegiados Superiores da Universidade. Estão em desenvolvimento 3 (três) estruturas curriculares compostas por disciplinas cuja seleção tem como critérios principais: compatibilidade com os núcleos e tópicos definidos pelas diretrizes curriculares nacionais para a graduação em engenharia; coerência com os objetivos do Curso; relevância para a construção do perfil profissional do egresso; atualidade em relação aos avanços do conhecimento técnico-científico e tecnológico e às demandas do mercado de trabalho. A carga horária mínima do Curso é de 3600 horas, observando-se variações conforme o ano de implantação da cada estrutura. 43 Lógica curricular O desenho curricular do Curso, a exemplo das demais graduações/UnP, compreende ciclos de formação, blocos de conhecimentos e disciplinas, em um movimento de interações e de aproximações sucessivas: do geral para o particular; do mais simples para o mais complexo (Figura 2). Figura 2 – Lógica curricular Esta organização apresenta o formato definido pela Universidade para suas graduações mediante a Reforma Currricular 201013, com aperfeiçoamentos graduais e que tomam forma mais significativa com as modificações introduzidas a partir de 2014.1. 13 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Reforma Curricular 2010. Natal, 2009. 44 Ciclos de formação Apresentando peculiaridades, mas também interrelações, os ciclos são assim denominados e caracterizados: a) formação geral e humanística, comportando uma base de conhecimentos necessários à educação continuada e à compreensão de conceitos que circundam o exercício do futuro profissional; b) básico profissionalizante, destinado a estudos próprios do campo da engenharia, com início de estudos que focalizam a engenharia de produção, de forma a se construir uma base para a compreensão do objeto da profissão; c) profissionalizante, compreendendo estudos específicos e mais verticalizados do próprio Curso; d) mercado de trabalho que, integrando a organização curricular a partir de 2014.1, tem o sentido de síntese e integração do processo formativo, enfatizando-se o empreendedorismo. Embora apresente peculiaridades, cada ciclo não se fecha em si próprio. Antes, pressupõe interconexões, tanto que um mesmo ciclo pode conter blocos de conhecimentos que se espalham durante o desenvolvimento do Curso, não se restringindo a uma determinada série ou a um determinado momento curricular. A dinâmica é, portanto, de interações, de forma que o estudante pode retomar/ampliar aspectos tratados nas diversas etapas da sua formação. Os ciclos apresentam-se relacionados aos núcleos de conteúdos estabelecidos pelas diretrizes curriculares nacionais, conforme quadro 8. Quadro 8 – Relação entre os núcleos de conteúdos/DCNs e ciclos de formação/UnP Núcleos Ciclos de formação Diretrizes curriculares nacionais UnP Núcleo de conteúdos básicos Ciclo de formação geral e humanística Núcleo de conteúdos profissionalizantes Ciclos Núcleo de conteúdos específicos profissionalizante; mercado de trabalho básico-profissionalizante; 45 Blocos de conhecimentos Compreendem estudos teórico-metodológicos que apresentam uma base conceitual comum ou de aproximação entre seus elementos constitutivos e correspondem aos ‘tópicos’ que compõem os núcleos de conteúdos indicados pela Resolução CNE/CES n. 11/2002, art. 6º. Sendo a integração uma das características do desenho curricular do Curso, os ‘tópicos’ são aqui organizados correspondendo aos ‘blocos de conhecimentos’. Disciplinas Representam recortes dos blocos de conhecimento, delimitando-se campos de estudo de teorias e práticas em um nível particular. Compõem o Curso disciplinas: a) obrigatórias: I. institucionais, integrantes de todas as graduações (Leitura e Produção de Textos e Introdução à Educação Superior - estruturas inicial e a implantada em 2012; Comunicação Profissional, Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva, por exemplo, estrutura 2014; II. da Escola, previstas para todos os cursos de uma determinada área, no caso, a de exatas e engenharias, como é o caso de Fundamentos das Ciências Exatas, entre outras; III. do Curso. b) optativas: I. institucionais, conforme estruturas curriculares inicial e 2012 (quadro 9) e a implantada em 2014.1; II. por escola, nas estruturas inicial e 2012 (quadro 8). 46 Quadro 9 – Disciplinas optativas – estruturas curriculares inicial e 2012 ESCOLA DE CIÊNCIAS EXATAS E ENGENHARIAS Oferta 3ª série INSTITUCIONAIS Oferta 2ª e 4ª séries Administração da Carreira Profissional Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental Empreendedorismo Estudo da Realidade Brasileira Ética, Cidadania e Direitos Humanos Homem e Sociedade LIBRAS Raciocínio Lógico Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa Controle de Qualidade Gestão de Pessoas Gestão de Processos Saúde, Meio Ambiente e Segurança do Trabalho Segurança da Informação A estrutura 2014 contém duas optativas: LIBRAS; Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, ambas com previsão de oferta na 4ª série. A organização curricular da graduação em Engenharia de Produção, por ciclos/blocos de conhecimentos/disciplinas, sob o critério de sua coerência com as DCNs, pode ser visualizada no quadro 9, tomando-se por base, e como exemplo, a estrutura 2012. 47 Quadro 10 – Organização do Curso por ciclo, blocos de conhecimento e disciplinas e coerência com as DCNs – estrutura curricular 2012 NÚCLEOS DE CONTEÚDOS/DCNs TÓPICOS/DCNs CICLOS DE FORMAÇÃO/UnP BLOCOS DE CONHECIMENTOS/UnP DISCIPLINAS expressão gráfica Núcleo de Conteúdos Básicos informática Informática Aplicada às Exatas e Engenharias; química Química Geral Experimental; Ciências Aplicada às Exatas e Engenharias; metodologia cientifica e tecnológica matemática Ciclo Formação Geral e Humanístico Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Ciclo Básico profissionalizante Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa; Cálculo I e II; Álgebra Linear; Pré-Cálculo física Física Aplicada à Engenharia I e II; Termodinâmica; Fenômenos dos Transportes; Resistência dos Materiais; humanidades, ciências sociais e cidadania Introdução à Educação Superior; Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente; Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais; Leitura e Produção de Texto; administração Introdução à Economia; Gestão da Produção I algoritmos e estruturas de dados Algoritmo e Programação; Cálculo Numérico; ciências aplicada à engenharia dos materiais Ciência e Tecnologia dos Materiais; Operações Unitárias; Termodinâmica engenharia do produto ergonomia e segurança do trabalho gerência de operações Projetos de Produto; Ergonomia Estratégia de Produção; Gestão da Produção I; Logística e Transporte; Gestão da Cadeia de Suprimentos e Estoque; Gestão da Qualidade; gestão ambiental Gestão Ambiental gestão econômica Matemática Financeira; Contabilidade Empresarial; Engenharia Econômica; Custos Industriais; pesquisa operacional engenharia de operações e processos de produção Núcleo de Conteúdos Específicos engenharia organizacional Ciclo Profissionalizante Desenho Técnico; educação em engenharia de produção engenharia do trabalho engenharia da qualidade Simulação; Pesquisa Operacional; Planejamento de Arranjo Físico; Gestão da Manutenção; Tópicos Especiais em Engenharia de Produção I e II. Planejamento e Controle da Produção Projetos Industriais I e II; Gestão da Inovação Tecnológica; Introdução à Engenharia de Produção Organização do Trabalho Controle Estatístico da Qualidade 48 O Estágio Supervisionado Obrigatório e o Trabalho de Conclusão de Curso, como expressões de síntese e retomada das demais disciplinas, encontram elementos nos três núcleos de conteúdos definidos pela Resolução CNE/CES n. 11/2002. Distribuídas por série, com as respectivas cargas horárias, todas as disciplinas e as atividades complementares ficam no formato das estruturas curriculares do Curso. 49 Estrutura curricular inicial SÉRIE DISCIPLINAS 1ª Informática Aplicada às Exatas e Engenharias Introdução à Educação Superior Introdução à Engenharia de Produção Leitura e Produção de Texto Metodologia Científica Pré-cálculo Subtotal Atividades Complementares I Total 1ª série Álgebra Linear Algoritmo e Programação Cálculo I 2ª Ciências Aplicadas às Exatas e Engenharias Desenho Técnico Optativa I - Institucional Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente Subtotal Atividades Complementares II Total 2ª série Cálculo II Estatística e Probabilidade Física Aplicada à Engenharia I Introdução à Economia 3ª Optativa I - Escola de Engenharias e Ciências Exatas Organização do Trabalho Química Geral Experimental Subtotal Atividades Complementares III Total 3ª série Cálculo Numérico Fenômenos dos Transportes Física Aplicada à Engenharia II 4ª Gestão Ambiental Optativa II - Institucional Planejamento e Controle da Produção Termodinâmica Subtotal Atividades Complementares IV Total 4ª série Controle Estatístico da Qualidade Gestão da Produção I 5ª Gestão da Qualidade Matemática Financeira Resistência dos Materiais Subtotal Atividades Complementares V Total 5ª série Ciências e Tecnologias de Materiais Engenharia Econômica Ergonomia 6ª Gestão da Produção II Operações Unitárias Projetos Industriais I CARGA HORÁRIA (H/A) CH SEMANAL (H/A) CH Semestral Teórica Prática Total 1 2 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 16 2 18 360 20 380 3 0 3 60 2 1 3 60 3 0 3 60 2 1 3 60 0 3 3 60 3 0 3 60 2 0 2 40 15 5 20 400 20 420 4 0 4 80 3 0 3 60 3 1 4 80 2 0 2 40 3 0 3 60 4 2 21 0 1 2 4 3 23 2 2 3 2 3 4 2 18 1 1 1 0 0 0 0 3 3 3 4 2 3 4 2 21 4 5 4 3 4 20 0 0 0 0 1 1 4 5 4 3 5 21 3 5 4 4 2 3 1 0 0 0 1 0 4 5 4 4 3 3 80 60 460 20 480 60 60 80 40 60 80 40 420 20 440 80 100 80 60 100 420 20 440 80 100 80 80 60 60 50 Subtotal Atividades Complementares VI Total 6ª série Custos Industriais Logística e Transporte 7ª Pesquisa Operacional Projeto de Produto Projetos Industriais II Subtotal Atividades Complementares VII Total 7ª série Contabilidade Empresarial Gestão da Cadeia de Suprimentos e Estoques Gestão da Inovação Tecnológica 8ª Planejamento do Arranjo Físico Princípios da Gestão de Projetos Simulação Subtotal Atividades Complementares VIII Total 8ª série Estágio Supervisionado Gestão da Manutenção Gestão da Produtividade 9ª Tópicos Especiais em Engenharia de Produção I Trabalho de Conclusão de Curso I Subtotal Atividades Complementares VIII Total 9ª série Empreendedorismo Estratégia de Produção 10ª Tópicos Especiais em Engenharia de Produção II Trabalho de Conclusão de Curso II Subtotal Atividades Complementares VIII Total 10ª série Carga Horária Obrigatória (h/a) INTEGRALIZAÇÃO 21 2 23 4 5 5 5 3 22 0 0 0 0 0 0 4 5 5 5 3 22 4 0 4 460 20 480 80 100 100 100 60 440 20 460 80 5 0 5 100 3 3 4 1 20 0 0 0 3 3 3 3 4 4 23 0 4 3 15 0 0 15 4 3 60 60 80 80 460 20 480 300 80 60 3 0 3 60 0 10 2 17 2 27 2 3 0 0 2 3 40 540 20 560 40 60 2 0 2 40 0 7 4 4 4 11 80 220 20 240 Teórica Prática Total 170 39 209 Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias (Exceto Estágio Supervisionado) Carga Horária Total de Estágio Supervisionado Carga Horária Total das Atividades Complementares Carga Horária das Disciplinas Optativas Carga Horária Total de Integralização do Curso CH Semestral 4180 3700 300 200 180 4380 51 Aperfeiçoamentos curriculares 2012 Com vistas ao crescente aperfeiçoamento das atividades curriculares e pedagógicas, uma das metas do PDI 2007/2016, e considerando resultados de discussões do NDE e do Conselho do Curso à luz de orientações institucionais, a estrutura curricular implantada inicialmente é redimensionada, delimitando-se a estrutura 2012 que apresenta como principais alterações: a) inclusão de Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais, na 7ª série, como estratégia de melhor sistematizar estudos e atividades sobre esta temática; b) substituição da disciplina Metodologia Científica por Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa, mantidas as 60h/a, na 1ª série; c) ampliação da carga horária de diversas disciplinas, fortalecendo-se os núcleos de estudos profissionais e específicos (quadro 11); d) redução do quantitativo de disciplinas optativas (mantendo-se LIBRAS) com consequente redistribuição das respectivas cargas horárias entre as demais unidades curriculares. 52 Quadro 11 – Ampliação de carga horária Série 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª 10ª Estrutura curricular inicial Disciplina Ciências Aplicadas às Exatas e Engenharias Desenho Técnico Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente CH Série 60 60 2ª 40 Introdução à Economia 40 Organização do Trabalho 80 Química Geral Experimental Estrutura curricular 2012 Disciplina Ciências Aplicadas à Exatas e Engenharias Desenho Técnico Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente CH 80 80 60 Introdução à Economia 60 Organização do Trabalho 100 60 Química Geral Experimental 80 Física Aplicada à Engenharia II 80 Física Aplicada à Engenharia II 100 Gestão Ambiental Planejamento e Controle da Produção Termodinâmica 40 Gestão Ambiental Planejamento e Controle da Produção Termodinâmica 60 100 Gestão da Produção I 80 Gestão da Produção I 100 Gestão da Qualidade Ciências e Tecnologias de Materiais Engenharia Econômica Ergonomia Gestão da Produção II Projetos Industriais I Logística e Transporte Pesquisa Operacional Projetos Industriais II Gestão da Cadeia de Suprimentos e Estoques Gestão da Inovação Tecnológica Planejamento do Arranjo Físico Princípios da Gestão de Projetos Gestão da Manutenção Gestão da Produtividade Tópicos Especiais em Engenharia de Produção I Estratégia de Produção Tópicos Especiais em Engenharia de Produção II 60 Gestão da Qualidade 80 Ciências e Tecnologias de Materiais 80 Engenharia Econômica Ergonomia Gestão da Produção II Projetos Industriais I Logística e Transporte Pesquisa Operacional Projetos Industriais II Gestão da Cadeia de Suprimentos e Estoques Gestão da Inovação Tecnológica Planejamento do Arranjo Físico Princípios da Gestão de Projetos Gestão da Manutenção Gestão da Produtividade Tópicos Especiais em Engenharia de Produção I Estratégia de Produção Tópicos Especiais em Engenharia de Produção II 100 120 100 60 100 100 80 80 3ª 4ª 40 5ª 60 80 80 80 40 80 80 60 6ª 7ª 80 40 60 60 60 40 8ª 9ª 40 60 40 10ª 60 100 Essas alterações, legitimadas pelo Conselho do Curso, passam a ter validade para os ingressantes na 1ª série a partir de 2012.1. 60 80 80 80 60 80 80 80 53 Estrutura curricular – ingresso 2012.1 SÉRIE DISCIPLINAS 1ª Informática Aplicada às Exatas e Engenharias Introdução à Educação Superior Introdução à Engenharia de Produção Leitura e Produção de Texto Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa Pré-cálculo Subtotal Atividades Complementares I Total 1ª série Álgebra Linear Algoritmo e Programação Cálculo I 2ª Ciências Aplicadas à Exatas e Engenharias Desenho Técnico Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente Subtotal Atividades Complementares II Total 2ª série Cálculo II Estatística e Probabilidade Física Aplicada à Engenharia I 3ª Introdução à Economia Organização do Trabalho Química Geral Experimental Subtotal Atividades Complementares III Total 3ª série Cálculo Numérico Fenômenos dos Transportes Física Aplicada à Engenharia II 4ª Gestão Ambiental Planejamento e Controle da Produção Termodinâmica Subtotal Atividades Complementares IV Total 4ª série Controle Estatístico da Qualidade Gestão da Produção I 5ª Gestão da Qualidade Matemática Financeira Resistência dos Materiais Subtotal Atividades Complementares V Total 5ª série Ciências e Tecnologias de Materiais Engenharia Econômica Ergonomia 6ª Gestão da Produção II Operações Unitárias Projetos Industriais I Subtotal Atividades Complementares VI Total 6ª série CARGA HORÁRIA (H/A) CH SEMANAL CH Semestral Teórica Prática Total 1 2 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 3 16 0 2 3 18 3 2 4 3 1 3 16 0 1 0 1 3 0 5 3 3 4 4 4 3 21 4 3 3 3 4 3 20 0 0 1 0 0 1 2 4 3 4 3 4 4 22 2 2 3 3 5 3 18 1 1 1 0 0 0 3 3 3 4 3 5 3 21 3 5 4 3 4 19 1 0 0 0 1 2 4 5 4 3 5 21 3 5 4 4 2 3 21 1 0 0 0 1 0 2 4 5 4 4 3 3 23 60 360 20 380 60 60 80 80 80 60 420 20 440 80 60 80 60 80 80 440 20 460 60 60 80 60 100 60 420 20 440 80 100 80 60 100 420 20 440 80 100 80 80 60 60 460 20 480 54 7ª Custos Industriais Logística e Transporte Pesquisa Operacional Projeto de Produto Projetos Industriais II Sociedade e Educação das Relações Étnicoraciais Subtotal Atividades Complementares VII Total 7ª série Contabilidade Empresarial Gestão da Cadeia de Suprimentos e Estoques Gestão da Inovação Tecnológica 8ª Planejamento do Arranjo Físico Princípios da Gestão de Projetos Simulação Subtotal Atividades Complementares VIII Total 8ª série Estágio Supervisionado Gestão da Manutenção 9ª Gestão da Produtividade Tópicos Especiais em Engenharia de Produção I Trabalho de Conclusão de Curso I Subtotal Atividades Complementares VIII Total 9ª série Empreendedorismo Estratégia de Produção 10ª Tópicos Especiais em Engenharia de Produção II Trabalho de Conclusão de Curso II Subtotal Atividades Complementares VIII Total 10ª série Carga Horária Obrigatória (h/a) Disciplina LIBRAS Opcional 4 4 4 5 3 0 0 0 0 0 4 4 4 5 3 80 80 80 100 60 2 0 2 40 22 0 22 4 5 3 3 4 1 20 0 0 0 0 0 3 3 4 5 3 3 4 4 23 0 4 3 3 0 10 15 0 0 0 2 17 15 4 3 3 2 27 2 3 2 0 7 0 0 0 4 4 2 3 2 4 11 440 20 460 80 100 60 60 80 80 460 20 480 300 80 60 60 40 540 20 560 40 60 40 80 220 20 240 Teórica Prática Total 169 40 209 CH Semestral 4180 3 0 3 60 Carga Horária Total das Disciplinas Obrigatórias Presenciais (Exceto Estágio Supervisionado) Carga Horária Total de Estágio Supervisionado INTEGRA- Carga Horária de Oferecimento ADE LIZAÇÃO Carga Horária Total das Atividades Complementares Carga Horária Total de Integralização do Curso Carga Horária de Disciplina Opcional Carga Horária Total de Integralização do Curso + Disciplina Opcional 3220 300 660 200 4380 60 4440 55 Reorganização do Curso/2014 Visando ao constante aperfeiçoamento do Curso, e sob orientações institucionais, a estrutura curricular 2012 é discutida e atualizada pelo NDE e Conselho do Curso. Permanece, contudo, a lógica que compreende ciclos de formação/blocos de conhecimentos/disciplinas, assim como o foco no desenvolvimento de competências. Destaca-se, nesse momento, a articulação formal da organização curricular das graduações aos quatro pilares estratégicos institucionais: qualidade acadêmica, à qual se associam iniciativas que propiciam ao aluno, efetivamente, a construção das competências e habilidades previstas pelo seu curso. Indica-se, a título de ilustração, a oferta de disciplinas que, por suas especificidades, ensejam possibilidades de nivelamento, como Pré-Cálculo (graduações da Escola de Engenharias e Ciências Exatas); internacionalidade, cuja formatação compreende a emissão de certificado internacional para o aluno que integralize as disciplinas Comunicação Profissional, 1ª série (presentation skills), e Empreendedorismo, prevista para a penúltima ou última série (entrepreneurshirp); empregabilidade, cujo significado conduz à oferta de disciplinas que retomam questões éticas trabalhadas na 1ª série, enfatizando-se, em uma das últimas séries, a ética nas empresas e o significado econômico e político do empreendedor na sociedade brasileira: Comunicação Profissional, Empreendedorismo e Gerenciamento da Carreira Profissional; compromisso social que, vinculado à ética, é trabalhado e vivenciado nas disciplinas Ética e Compromisso Social e Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva. Embora referidos um a um, esses pilares apresentam relações de reciprocidade e representam a totalidade da UnP do ponto de vista de suas estratégias direcionadas para a eficiência e eficácia acadêmica, gerencial e de sustentabilidade financeira. Assim sendo, o fato de algumas disciplinas estarem posicionadas no contexto de um determinado pilar não significa que a ele estejam restritas. É o 56 caso de Comunicação Profissional, presente na qualidade acadêmica e na empregabilidade, por exemplo, ou das Atividades Complementares que, por suas características, atravessam todos os pilares. Há que se considerar nessa lógica, sobretudo, que as formas materiais assumidas pelos cursos em relação aos quatro pilares devem expressar a indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão, alcançando-se comunidades e mercado de trabalho. Estrutura Curricular 2014 Série 1ª DISCIPLINAS Comunicação Profissional Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva Ética e Compromisso Social Fundamentos em Ciências Exatas Introdução a Engenharia Pré-Calculo Subtotal Atividades Complementares I Total 1ª série Álgebra Linear Programação Científica 2ª Cálculo de Uma Variável Mecânica Clássica e Termodinâmica Expressão Gráfica Subtotal Atividades Complementares II Total 2ª série Administração e Economia Cálculo de Duas Variáveis 3ª Organização do Trabalho Ótica, Ondas e Eletromagnetismo Química Geral e Experimental Subtotal Atividades Complementares III Total 3ª série Estatística e Probabilidade Fenômenos dos Transportes Gestão da Produção I 4ª Matemática Financeira Mecânica Técnica Optativa Subtotal Atividades Complementares IV Total 4ª série Controle Estatístico da Qualidade Engenharia Econômica 5ª Gestão da Qualidade Planejamento e Controle da Produção Resistência dos Materiais CARGA HORÁRIA (H/A) CH SEMANAL CH Semestral Teórica Prática Total 3 0 3 60 3 0 3 60 3 0 3 60 4 0 4 80 4 0 4 80 3 0 3 60 20 0 20 400 30 430 4 0 4 80 2 2 4 80 4 0 4 80 3 1 4 80 2 2 4 80 15 5 20 400 30 430 3 0 3 60 4 0 4 80 3 1 4 80 3 1 4 80 3 1 4 80 16 3 19 380 30 410 4 0 4 80 3 1 4 80 4 0 4 80 3 0 3 60 3 0 3 60 2 0 2 40 19 1 20 400 30 430 4 0 4 80 4 0 4 80 4 0 4 80 5 0 5 100 3 1 4 80 57 Subtotal Atividades Complementares V Total 5ª série Gestão da Produção II Logística Empresarial 6ª Contabilidade Empresarial Engenharia do Produto Ciências e Tecnologia dos Materiais Subtotal Atividades Complementares VI Total 6ª série Custos Industriais Ergonomia 7ª Gestão da Cadeia de Suprimentos Gestão de Projetos Pesquisa Operacional Subtotal Atividades Complementares VII Total 7ª série Gestão da Manutenção e Confiabilidade Planejamento do Arranjo Físico 8ª Saúde, Segurança e Meio Ambiente Simulação da Produção Sistemas de Apoio à Decisão Subtotal Atividades Complementares VIII Total 8ª série Estagio Supervisionado Estudos Integrados em Engenharia de Produção I 9ª Gerenciamento da Carreira Profissional Projeto de Instalações Produtivas Trabalho de Conclusão de Curso I Subtotal Atividades Complementares IX Total 9ª série Empreendedorismo Estratégia de Produção Estudos Integrados em Engenharia de Produção 10ª II Gestão da Inovação Tecnológica Trabalho de Conclusão de Curso II Subtotal Atividades Complementares IX Total 10ª série Carga Horária Obrigatória (h/a) 20 1 21 4 4 4 3 4 19 0 0 0 1 1 2 4 4 4 4 5 21 4 4 4 3 4 19 0 0 0 1 0 1 4 4 4 4 4 20 4 4 4 2 4 18 0 0 0 3 0 3 4 4 4 5 4 21 1 2 2 4 1 10 14 0 0 0 1 15 15 2 2 4 2 25 2 4 0 0 2 4 420 30 450 80 80 80 80 100 420 30 450 80 80 80 80 80 400 30 430 80 80 80 100 80 420 30 450 300 40 40 80 40 500 30 530 40 80 2 0 2 40 4 1 13 0 1 1 4 2 14 80 40 280 30 310 Teórica Prática Total 169 32 201 Carga Horária das Disciplinas Obrigatórias (Exceto Estágio Supervisionado) INTEGRA- Carga Horária da Disciplina Optativa LIZAÇÃO Carga Horária das Atividades Complementares Carga Horária Total de Integralização do Curso CH dos Semestres 4320 3980 40 300 4320 58 2.3.5.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL A educação ambiental é tratada no Curso de forma transversal, sobretudo pelo estímulo a atitudes que venham a expressar uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos ecológicos, políticos, sociais, econômicos, culturais e éticos14. Destacam-se como principais estratégias de trabalho com essa temática: a) oferta de disciplinas com foco na temática: Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente (2ª série) e Gestão Ambiental (4ª série), esta com abordagem: I. do treinamento em educação ambiental, com grupo de colaboradores, para implementação de um sistema de gestão da qualidade; II. da educação ambiental como requisito para implementação da ISO 14.000; b) dinâmica metodológica de outras disciplinas. (Quadro 12). Quadro 12 – Principais atividades em educação ambiental DISCIPLINA ATIVIDADE EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução à Engenharia de Produção Abordagem de área da ABEPRO: Engenharia de Sustentabilidade planejamento da utilização eficiente dos recursos naturais nos sistemas produtivos diversos; da destinação e tratamento dos resíduos e efluentes destes sistemas, e da implantação de sistema de gestão ambiental e responsabilidade social. Projetos Industriais I e II Elaboração de relatórios, pelos alunos, contendo um dimensionamento do consumo energético da planta industrial, quantidade de pessoas envolvidas, máquinas, materiais de fabricação e fontes de energia para realizar essas transformações. Projeção de instalações industriais para o atendimento às necessidades dos clientes: arranjo físico fabril de máquinas e equipamentos com tecnologias limpas, permitindo utilizar totalmente os insumos, sem a geração de resíduos. Operações Unitárias Realização de treinamento nas empresas sobre os principais resíduos gerados no processo industrial, as quantidades médias mensais e respectivas destinações finais; utilização dos conhecimentos sobre processos químicos de separação, transporte e quantidade de movimento massa ou calor para a conscientização dos benefícios dessas técnicas para melhorias de processos industriais mais limpos. 14 o BRASIL. LEI n 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. (D.O.U. de 28/abri/1999). 59 Gestão da Produção I e II Abordagens: redução de desperdícios no sistema produtivo; implementação de MRP ambiental, que permite gerar relatórios de volume de resíduos gerados em relação à quantidade produzida; preservação do meio ambiente como critério de desempenho desejável no sistema produtivo. Ciências Aplicadas a Exatas e Engenharias Abordagem dos conceitos introdutórios de física e química: meio ambiente e as Leis que representam a natureza e seus fenômenos. Em sala de aula são realizadas leituras, discussões e apresentação de trabalhos sobre as seguintes temáticas: fontes energéticas, transformação de energia, conservação de energia, radiação, mudanças climáticas, efeito estufa, aquecimento global. Projeto de Produto Desenvolvimento de produtos, sistemas e serviços que reduzam o uso de recursos não-renováveis e/ ou minimizem o seu impacto ambiental. Devem ser indicados também: a) Projeto na cooperativa de Ascamari: a ser implementado com base na Lei Federal 12.305, de 2 de agosto de 201015, que proíbe os lixões nas cidades. Os alunos deverão atuar de forma a agregar valor ao produto final de catadores de lixo, propondo melhorias em todas as etapas do processo produtivo de reciclagem de ferro, alumínio, plásticos e orientando na compra de equipamentos através de recursos doados. Estão previstos trabalhos na área de recursos humanos, motivação, ergonomia, separação dos materiais a serem reciclados. b) projeto de pesquisa - Redução e Reutilização de Resíduos da Construção Civil em Mossoró-RN; c) apresentação de trabalhos em edições do congresso científico/mostra de extensão da UnP, por alunos e professores. Constitui exemplo: Análise da aplicação das abordagens de gestão ambiental em uma concessionaria de automóveis. O Curso pode contar com o ebook Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental, produzido por docentes da própria Universidade. 15 BRASIL. Presidência da República. Lei n. 12305, de 2 de agosto de 2010. Institui a Política o Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei n 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. 60 2.3.5.2 ABORDAGEM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS As atividades do Curso são desenvolvidas no âmbito dos direitos humanos, logo, da inclusão social, de acordo com os princípios indicados no Parecer CNE/CP n. 003, de 10 março de 2004: a) o reconhecimento da igualdade da pessoa humana como sujeito de direitos; b) a necessidade de superação da indiferença e da injustiça com que os negros e os povos indígenas vêm sendo tratados historicamente; c) a importância do diálogo na dinâmica da sociedade brasileira, essencialmente pluriétnica, e que precisa ser justa e democrática; d) a necessidade de valorização da história e da cultura dos povos africanos e indígenas na construção histórica da sociedade brasileira; e) a indispensável implementação de atividades que exprimam a conexão dos objetivos, estratégias de ensino e atividades com a experiência de vida dos alunos e professores, valorizando aprendizagens vinculadas às relações entre negros, indígenas e brancos no conjunto da sociedade. Com base nesses princípios, e situando a educação das relações étnicoraciais em uma concepção mais ampla da inclusão social, o Curso desenvolve formas diferenciadas de trabalho: oferta da disciplina Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais, 7ª série; implementação do Projeto Produção Solidária, de extensão, no qual são executadas atividades em uma instituição de idosos. Destaca-se ainda o e-book Sociedade e Educação das Relações Étnicoraciais, construído por docentes da própria Universidade, disponível on-line SIB/Biblioteca Virtual UnP. 2.3.5.3 ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR Assinalam-se como principais estratégias de flexibilização curricular: oferta de unidades curriculares optativas, Aproveitamento de estudos e experiências anteriores e Atividades Complementares. 61 Disciplinas optativas Apontam-se várias disciplinas optativas entre as quais, LIBRAS, Empreendedorismo; Estudo da Realidade Brasileira, conforme indicado no quadro 9. Aproveitamento de estudos e experiências anteriores O Curso pode adotar estratégias de aproveitamento de estudos e experiências anteriores com base no art. 41 da LDB n. 9394/1996: o conhecimento adquirido na educação profissional, inclusive no trabalho, poderá ser objeto de avaliação, reconhecimento e certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos. No caso de aproveitamento de estudos é realizado exame de proficiência que, segundo o Regimento Geral da UnP, possibilita ao aluno o avanço nos estudos, mediante comprovada demonstração do domínio do conteúdo e das habilidades e competências requeridas por disciplina ou grupo de disciplinas do currículo do seu curso por meio de avaliação teórica, prática ou teórico-prática. A implementação do exame de proficiência ocorre com base em editais elaborados pela ProAcad a partir de indicações do Curso, conforme se segue. Disciplinas passíveis de exame de proficiência – estrutura curricular vigente a partir de 2012 Disciplina Introdução à Educação Superior Informática Aplicada às Exatas e Engenharias Construção do Conhecimento e Metodologia da Pesquisa Algoritmo e Programação Desenho Técnico Matemática Financeira Ciências e Tecnologias de Materiais Contabilidade Empresarial Gestão da Manutenção Avaliação Teórica Prática X 17278 CH h/a 60 17324 60 1ª 17871 60 1ª X 18542 9832 6731 20418 18554 20427 60 80 60 80 80 80 2ª 2ª 5ª 6ª 8ª 9ª X X X X X X Código Série 1ª X X X 62 Disciplinas passíveis de exame de proficiência – estrutura curricular vigente a partir de 2014.1 Disciplina Fundamentos em Ciências Exatas Pré-Calculo Programação Científica Expressão Gráfica Química Geral e Experimental Matemática Financeira Mecânica Técnica Contabilidade Empresarial Ciências e Tecnologia dos Materiais Gestão de Projetos Saúde, Segurança e Meio Ambiente. Código 24563 17325 16442 25140 9342 6731 14385 18554 25145 16480 25149 CH h/a 80 60 80 80 80 60 60 80 80 80 80 Série 1ª 1ª 2ª 2ª 3ª 4ª 4ª 6ª 6ª 7ª 8ª Avaliação Teórica Prática X X X X X X X X X X X X X X X A avaliação com vistas ao aproveitamento de experiências profissionais anteriores deve abranger conhecimentos teóricos e o domínio de práticas pelo aluno, e podem ser adotados os seguintes procedimentos: a) observação do desempenho do aluno em atividade simulada em laboratório ou no seu ambiente de trabalho; b) aplicação presencial ou eletrônica de prova escrita; c) análise de curriculum profissional e da respectiva comprovação. A opção por qualquer desses procedimentos deve levar em conta as competências e habilidades a avaliar, havendo a possibilidade de adoção de outra(s) forma(s) de avaliação de estudos e experiências, desde que analisadas previamente pelo NDE e aprovadas pelo Conselho do Curso. Se aprovado, o aluno deve requerer o aproveitamento à Central de Atendimento, antes do início da série, em tempo hábil para deferimento pela coordenação do Curso. 63 Atividades Complementares As Atividades Complementares, regulamentadas pela Resolução n. 024.2, de 8 de agosto de 2012 – ConEPE, diversificam e flexibilizam a trajetória acadêmica do aluno, constituindo requisito curricular obrigatório do Curso, conforme previsto na Resolução CNE/CES 11/2002: Deverão também ser estimuladas atividades complementares, tais como trabalhos de iniciação científica, projetos multidisciplinares, visitas teóricas, trabalhos em equipe, desenvolvimento de protótipos, monitorias, participação em empresas juniores e outras atividades empreendedoras. Podem ser aproveitadas como atividades complementares: a participação do aluno em palestras, conferências, simpósios; frequência a cursos presenciais ou a distância; disciplinas frequentadas em outro curso ou IES; encontros estudantis; ações de extensão e ação comunitária, entre outras. Para cada atividade são atribuídas carga horária e pontuação pelo Conselho do Curso, que se posiciona também quanto às atividades não contempladas neste PPC. Controle e registro O controle e registro das atividades são efetivados eletronicamente pela coordenação do Curso, com apoio de pessoal técnico-administrativo, com base na apresentação dos documentos comprobatórios pelo aluno. Automaticamente, os dados entram no sistema acadêmico-financeiro - SAF, módulo bases acadêmicas, passando a compor o histórico escolar do aluno, que tem acesso à sua situação via internet, ferramenta autoatendimento, portal UnP. Semestralmente, o coordenador verifica a situação individual do aluno, cumprindo determinações da Resolução n. 024.2/2012 - ConEPE, art. 4º, incisos IV e V: IV – é facultado ao aluno cumprir carga horária remanescente de semestre anterior, cumulativamente com a do semestre subsequente, desde que o total dessa carga horária não ultrapasse o dobro do previsto para o semestre; V – quando a carga horária cumprida, quer como carga horária remanescente de semestres anteriores, quer como adiantamento de carga horária do semestre subsequente, 64 ultrapassar o dobro da carga horária prevista para o semestre, o excedente não será considerado para fins de registro acadêmico. Quadro 13 – Distribuição de carga horária por tipo de atividades complementares ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 7 Palestra (1) Curso - presencial ou (1) à distância Seminário, Simpósio, (1) Encontro Semana de (1) Engenharia 2.1 2.2 2.3 2.4 3.1 3.2 4.1 4.2 5.1 Iniciação Científica com bolsa ou pesquisa (2) voluntária 5.2 Monitoria - com bolsa (3) ou voluntária Viagem / Visita técnica 6.1 6.2 Congresso Regional (1) ou Nacional 8.2 8.3 9.1 9 Congresso (1) Internacional 9.2 9.3 10 11 12 13 14 15 16 17 (1) (2) Estágio Extracurricular 10.1 (5) na Área 10.2 MÁXIMO SEMESTRAL CH/ATIVIDADE 20 12 12 20 10 10 15 15 10 15 05 10 -x-x03 10 15 15 10 15 10 15 20 20 15 15 De 80 a 480 horas 15 15 Acima de 480 horas 20 20 (6) 10 10 12 16 10 08 10 14 10 10 x 10 05 05 05 05 10 12 14 18 05 05 08 10 14 05 10 10 10 (4) 8.1 8 De 4 a 7 horas De 8 a 10 horas De 11 a 19 horas Acima de 19 horas Regional ou Nacional Internacional Participação como ouvinte Participação como organizador Orientado por um professor no período mínimo de 6 meses Orientado por um professor no período mínimo de 1 ano Até 40 horas semanais Acima de 60 horas semanais CARGA HORÁRIA POR ATIVIDADE Não Promovida promovida pela UnP pela UnP 03 02 06 04 08 06 10 08 12 10 10 8 12 10 15 10 20 12 Participação como Congressista Apresentação e Publicação de trabalho Participação em Concurso Participação como Congressista Apresentação e Publicação de trabalho Participação em Concurso Trabalho na área (mínimo de 400 horas) 12.1 Até 08 horas (presencial) Iniciação à Extensão e 12.2 De 09 a 15 horas (presencial) (7) à Ação Comunitária 12.3 Acima de 15 horas (presencial) Participação em Empresa Junior ou Escritório Piloto (mínimo de 4 (8) meses) Assinatura de Revista Técnica da área de engenharia de produção (9) (10) Associação à entidade de classe relacionada à engenharia 16.1 Até 40 h/s Disciplina cursada em 16.2 De 41 a 60 h/s nível superior e não 16.3 De 61 a 80 h/s (11) aproveitada 16.4 Acima de 81 h/s Atividades Complementares cursadas em outros Cursos e/ou (12) IES 15 Para comprovação de Palestras, Seminários, Encontros, Simpósios e Semana de Engenharia, Congressos e Cursos deverá ser apresentado: atestado, certificado ou outro documento idôneo. Quando for publicado trabalho, apresentar uma cópia do trabalho publicado. Para comprovação da participação em iniciação científica deverá ser apresentado o Relatório Final aprovado pelo professor orientador. 15 10 15 20 20 16 18 65 A monitoria deverá ter, no mínimo: 3 meses de duração comprovada; conceito “BOM” na avaliação de desempenho. O aluno precisará entregar à coordenação de Atividades Complementares um documento que comprove a data da viagem/visita técnica, local, pessoa e telefone para contato, juntamente com o relatório sobre a viagem/visita técnica. (5) Para fins de comprovação de estágio extracurricular, o aluno deverá apresentar Contrato firmado pela empresa, aluno e universidade ou IEL/CIEE. (6) Para fins de comprovação em trabalho na área o aluno deverá apresentar Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) ou publicação em Diário Oficial do Município, Estado ou União; caso seja sócio, o contrato social da empresa. (7) Atividades de extensão ou de ação comunitária onde o aluno participa como protagonista (ex: como ministrante de curso de extensão, participante em mutirão de ajuda comunitária), condicionado à aprovação do Conselho de Curso. (8) Para fins de comprovação o aluno deverá apresentar uma declaração emitida pelo professor orientador ou pela diretoria do curso. (9) Para fins de comprovação o aluno deverá apresentar Contrato de Assinatura da revista no mínimo semestral, em nome do aluno. (10) Para fins de comprovação o aluno deverá apresentar comprovante de associado, através do pagamento da anuidade, sendo considerada entidade de classe: IBRACON, ANTAC, ABEPRO, entre outros. (11) Para aluno transferido, reopção e retorno ao curso, a disciplina que não constar no aproveitamento de estudos poderá ser considerada como Atividade Complementar, seguindo a carga horária correspondente por atividade nesta tabela. (12) Para aluno transferido, reopção e retorno ao curso, a carga horária de Atividades Complementares registradas no Histórico Escolar poderá ser aproveitada conforme a discriminação da tabela. (3) (4) 2.3.5.4 ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO O estágio supervisionado obrigatório, requisito para obtenção do título de Bacharel em Engenharia de Produção, tem como objetivo fortalecer a integração do discente ao ambiente da prática profissional mediante a vivência, em áreas específicas do Curso, das rotinas e procedimentos das empresas. Sua efetivação ocorre conforme o disposto nos seguintes instrumentos: Lei nº 11.788/ 200816; Parecer CNE/CES n. 1362/2001 e Resolução CNE/CES n. 11/2002 (diretrizes curriculares nacionais); Regimento Geral e Regulamento de Estágios, ambos da Universidade Potiguar; Orientações estabelecidas neste Projeto; Manual de Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia de Produção. Com carga horária de 300 horas-aulas, 9ª série, o Estágio requer coerência com os objetivos do Curso e perfil do egresso. 16 BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decretoo o o Lei n 5.452, de 1 de maio de 1943, e a Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis os n 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. o o o 82 da Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6 da Medida Provisória n 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. 66 Organização Para a implementação do Estágio o Curso conta com uma estrutura de pessoal que compreende o coordenador do Curso, o coordenador acadêmico administrativo (CAA) do Campus Mossoró, 3 (três) analistas de processos administrativos (APA’s) também do Campus, além do coordenador de estágio e os professores responsáveis pela supervisão dos alunos. O Estágio deve ter como base plano específico organizado pelos alunos em conjunto com o professor supervisor, considerando orientações da coordenação do Estágio e as definições constantes do Manual de Estágio Supervisionado do Curso. Constam desse plano: informações sobre a empresa: histórico, dados cadastrais, destacando-se a estrutura organizacional, principal atividade; em qual atividade o aluno pode atuar, relacionando os instrumentos que irá operar, caso necessário, tarefas afins e correlatas. Para iniciar o Estágio, o aluno deve fazer seu cadastro junto à Coordenação de Estágio e assinar Termo de Compromisso de Estágio (TCE), conforme determinado pela Lei n. 11 788/2008, art. 7º, e orientações do Núcleo de Estágio e Empregabilidade (NEE) da Universidade. Áreas O aluno pode realizar o Estágio nas dez modalidades da matriz de conhecimento sugerida pela Associação Brasileira de Engenharia de Produção (ABEPRO): 1. engenharia de operações e processos da produção; 2. logística 3. pesquisa operacional 4. engenharia da qualidade 5. engenharia do produto 6. engenharia organizacional 7. engenharia econômica 8. engenharia do trabalho 9. engenharia da sustentabilidade 10. educação em engenharia de produção 67 Campos Empresas, escritórios e entidades públicas ou privadas que atuem em áreas pertinentes ao Curso mediante convênio com a Universidade. Acompanhamento/supervisão A supervisão de docente da UnP deve ocorrer de acordo com o Manual do Curso, encaminhamentos da coordenação de estágios e plano de estágio, destacando-se, entre os mecanismos de acompanhamento: reuniões mensais entre o coordenador de estágios, os supervisores e os alunos; aplicação de instrumento junto ao profissional da empresa responsável pelo acompanhamento do aluno; reuniões semanais entre os supervisores e alunos. Avaliação do aluno O processo avaliativo deve ter início com análise do plano de estágio sob o critério da sua execução, adotando-se como instrumentos principais: a) primeiro relatório: parcial e mensal; b) segundo relatório ou relatório final, contendo os resultados obtidos pelo estudante em relação aos objetivos do plano de Estágio; avaliação do seu desempenho na empresa, salientando as facilidades, dificuldades, pontos positivos e aspectos a fortalecer, bem como sugestões para a melhoria de processos operacionais da empresa. O processo avaliativo compreende aspectos técnico-profissionais e humanos demonstrados pelo estagiário e critérios estabelecidos no Manual de Estágio do Curso. 68 2.3.5.5 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO Realizado por livre escolha do aluno a partir da 1ª série, desde que compatível com o perfil profissional do egresso e previamente formalizado junto à Universidade, o Estágio Supervisionado não Obrigatório é desenvolvido com base na Lei n. 11788/2008, no Regulamento de Estágios da UnP, nos Manuais de Estágio não obrigatório e de Estágio do próprio Curso. Essa modalidade de Estágio pode ser contabilizada como atividade complementar, nos termos deste PPC, e assumir a forma de atividade de extensão ou de ação comunitária, quando ocorrer a participação do aluno em empreendimentos ou projetos de interesse social. A Universidade mantém convênios com: a) Centro de Integração Escola-Empresa (CIEE); b) Instituto Euvaldo Lodi (IEL). O acompanhamento do aluno é da responsabilidade da coordenação de estágio do Curso e, a formalização, do Núcleo de Estágio e Empregabilidade/UnP (NEE). Constitui requisito para o desenvolvimento do Estágio Supervisionado não Obrigatório a assinatura de termo de compromisso, cujo teor deve especificar: a) a modalidade do estágio como não obrigatório; b) a data de início e término do contrato; c) a carga horária máxima, a ser cumprida pelo aluno estagiário, de no máximo 6 (seis) horas diárias; d) o representante legal da UnP (titular da Pró-Reitoria Acadêmica). 69 2.3.5.6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é obrigatório, compõe a estrutura curricular como Trabalho de Conclusão de Curso I e II e constitui atividade de síntese e integração de conhecimentos e vivências dos alunos durante a sua trajetória formativa (práticas laboratoriais, atividades complementares, pesquisa, extensão e ação comunitária). Organizado e estruturado a partir do Regimento Geral e do Regulamento de TCC, ambos da Universidade, e de acordo com o Manual específico do Curso, o trabalho final deve: a) focalizar uma das grandes áreas da Engenharia de Produção: Engenharia de Operações e Processos da produção; Logística; Pesquisa Operacional; Engenharia da Qualidade; Engenharia do Produto; Engenharia Organizacional; Engenharia Econômica; Engenharia do Trabalho; Engenharia da Sustentabilidade. b) estar situado nas linhas de pesquisa da Escola; c) ter como produto final um relatório elaborado pelo aluno, sob orientação de docente do Curso; d) resultar de uma das seguintes possibilidades: atividade de laboratório, pesquisa bibliográfica, estudo de caso ou, ainda, de estudos teóricopráticos desenvolvidos nos Estágios Supervisionados Obrigatório e não Obrigatório. O aluno pode optar também por um co-orientador, professor da UnP ou de outra IES, ou um profissional de engenharia, desde que aprovado pelo ConseC. Para o desenvolvimento do seu trabalho o estudante contará com acervo bibliográfico indicado pelo professor orientador, bases de dados e acesso à internet, acrescentando-se o Manual de TCC/UnP autoatendimento/biblioteca. A avaliação do aluno deve ocorrer da seguinte forma: disponibilizado no 70 a) no TCC I, com previsão de elaboração de projeto de pesquisa para embasamento conceitual, metodológico e tecnológico das atividades a serem desenvolvidas no semestre letivo subsequente. Esta fase compreende a escolha do objeto e da metodologia da pesquisa, adotando-se como instrumento de avaliação o projeto de pesquisa construído pelo aluno. b) no TCC II será realizado o desenvolvimento da pesquisa com a coleta de dados, análise e conclusões sistematizados sob a forma de relatório a ser avaliado mediante apresentação do relatório final, em sessão solene e pública, sob a responsabilidade de banca examinadora presidida pelo professor-orientador e composta por, no mínimo, três membros, os quais terão que observar o sistema de avaliação estabelecido no Regimento Geral da Universidade e critérios previstos no Manual de TCC. Com a apresentação do TCC, o aluno deverá demonstrar maturidade e conhecimento técnico necessários ao exercício da profissão. Dessa forma, espera-se que o produto final apresentado pelo aluno para apreciação da comissão permita demonstrar a sua capacidade para resolver problemas nas áreas do conhecimento comportamento profissional. da engenharia de produção, bem como seu 71 2.4 METODOLOGIA Os procedimentos metodológicos são selecionados conforme a concepção e objetivos do Curso e perfil profissional do egresso, considerando: a) a centralidade do aluno nos processos de ensino-aprendizagem; b) a necessidade de estimular a autonomia intelectual do estudante e o desenvolvimento da sua capacidade de analisar, explicar, identificar e intervir em situações do exercício profissional e cidadão; c) na necessidade de promover o máximo contato dos alunos com o mercado de trabalho. Trata-se de um processo de compartilhamento de responsabilidades em que, do aluno, espera-se disciplina e autonomia intelectual; do professor, nas palavras de Masseto17, a mediação pedagógica, expressa, entre outras, nas ações de: colaborar para que sejam estabelecidas interconexões entre novos conhecimentos e aqueles já estudados; promover a crítica frente às informações obtidas; propor situações-problema com base nas realidades; orientar o aluno para o uso crítico do aparato tecnológico. Nesse sentido, são desenvolvidas: a) atividades em grupo, pesquisas e debates; b) aulas expositivas/dialogadas; c) análise de depoimentos de alunos, considerando as suas experiências profissionais prévias; d) exposições individuais. Os procedimentos e técnicas de ensino-aprendizagem compreendem também seminários, visitas técnicas, aulas de campo, palestras, aulas práticas em laboratório, desenvolvimento de protótipos. Os alunos têm a possibilidade de participar de atividades de extensão e de pesquisa, integradamente com outros cursos da Escola, na perspectiva da interdisciplinaridade e da integração teoria-prática. 17 MASETTO, Marcos Tarciso. Competência pedagógica do professor universitário. São Paulo: Summus Editorial, 2003 72 Esse conjunto de procedimentos e técnicas, além de ser inerente à dinâmica didático-pedagógica, encontram fundamentos na Resolução CNE/CES n. 3, de 2 de julho de 2007, art. 2º: Cabe às Instituições de Educação Superior, respeitado o mínimo dos duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo, a definição da duração da atividade acadêmica ou do trabalho discente efetivo que compreenderá: I – preleções e aulas expositivas; II – atividades práticas supervisionadas, tais como laboratórios, atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupo, práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas. Igualmente importante nessa direção é o artigo 5º da Resolução CNE/CES n. 11/2002 (diretrizes curriculares nacionais para a graduação em engenharia): cada curso de Engenharia deve possuir um projeto pedagógico que demonstre claramente como o conjunto das atividades previstas garantirá o perfil desejado de seu egresso e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas. Ênfase deve ser dada à necessidade de se reduzir o tempo em sala de aula, favorecendo o trabalho individual e em grupo dos estudantes. Espera-se que, do início ao final do Curso, o aluno se envolva afetiva e intelectualmente com as suas aprendizagens, vivenciando situações por meio das quais possa compreender, valorizar e respeitar valores e culturas, constituindo-se cidadão. Recursos tecnológicos Além de datashow instalado em cada sala de aula, alunos e professores podem utilizar o UnP Virtual como suporte aos processos de ensinoaprendizagem. As funcionalidades desse ambiente possibilitam ao professor, entre outras: a) disponibilizar materiais didáticos (como textos, questionários ...) e orientações para o desenvolvimento de atividades; b) esclarecer dúvidas em relação aos conteúdos estudados, com uso do e-mail UnP; Os alunos, por sua vez, têm acesso ao material veiculado pelo docente por meio de web UnP e podem se comunicar com o professor no caso de dúvidas de conteúdos. 73 2.5 ATIVIDADES DE PESQUISA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA 2.5.1 Pesquisa Para a implementação das atividades o Curso conta com mecanismos institucionais: Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP); Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); Gratificação de Incentivo à Pesquisa (GIP). A divulgação da produção resultante de projetos de pesquisa e atividades de iniciação científica ocorre, principalmente, por meio de: a) congresso científico/mostra de extensão da Universidade Potiguar; b) artigos publicados em periódicos científicos da área; c) eventos da área promovidos pela Escola, pelo Curso e por organizações externas. PROJETOS 2012 Linha de pesquisa Tecnologias ambientais Título do projeto Professor Redução e Reutilização de Resíduos da Esp. Jhose Iale Camelo da Construção Civil em Mossoró-RN Cunha PROJETOS 2013 Linha de pesquisa Tecnologias e sistemas de informação Tecnologias ambientais Título do projeto Professor Simulação de processos logísticos com suporte a tomada de decisão - um Msc Thiago Costa Carvalho estudo de caso aplicado ACSA Obtenção do Biodiesel através da transesterificação do óleo do pinhão Msc João Paulo da Costa manso utilizando iodo sublimado como Evangelista catalisador PROJETO 2014 Linha de pesquisa Tecnologias e sistemas de informação Título do projeto Professor Simulação de processos logísticos com suporte a tomada de decisão - um Msc Thiago Costa Carvalho estudo de caso aplicado ACSA 74 Participação do Curso no congresso científico/mostra de extensão da UnP EDIÇÃO 2012 MOSSORÓ TEMA: A internacionalização da educação superior DATA: 30 de maio a 1º de junho de 2012 TRABALHOS APRESENTADOS LINHA Gestão estratégica e Processos Meio ambiente e desenvolvimento Gestão estratégica e Processos Produção, operações e logística TEMA DOCENTE ORIENTADOR Análise dos objetivos de desempenho e qualidade nos serviços da empresa PACM Indústria Alimentícia Análise da aplicação das Msc Brenny Dantas de abordagens de gestão ambiental em Senna uma concessionaria de automóveis Importância do arranjo físico nas empresas: consultoria desenvolvida no mini box avenida Modelo de avaliação de desempenho aplicado ao sistema portuário: uma proposta de estudo Msc Thiago Costa carvalho de caso sobre o terminal salineiro de areia branca A importância da administração da logística empresarial nos aspectos estratégico, tático e operacional O just in time como técnica eficaz no Esp. Frederico Guilherme controle de estoques de Carvalho Junior A importância da comunicação na sustentabilidade A importância da liderança na estrutura organizacional Produção em massa Esp. Gilberto Vale Júnior 75 EDIÇÃO 2013 TEMA: “Educação e Diversidade sociocultural no contexto da Globalização”. DATA: 13 a 16 de Maio de 2013. o Conferência “Inovação, Sustentabilidade e Eficiência Energética” Moderador: Prof. Dr. José Mairton Figueiredo França – UnP; Palestrantes: Roberto Serquiz (Presidente da Comissão Temática de Responsabilidade Social da FIERN); Prof. Dr. Luiz de Souza – UERN; Prof. Dr. Humberto Dionízio – UFERSA. EDIÇÃO 2014 MOSSORÓ DATA: 13 a 15 de maio de 2014. TEMA: Ciência, Tecnologia e Qualidade de Vida no Semiárido. 2.5.2 Extensão O Curso participa de eventos acadêmicos e técnico-científicos durante todo o ano letivo, inclusive de alguns registrados em calendário acadêmico institucional. As ações são divulgadas nos meios existentes na própria Instituição e em meios externos, tais como congressos, semanas de engenharia, e constituem importante canal para viabilizar a articulação teoria-prática e a interação com a comunidade, podendo ser desenvolvidas nos seguintes formatos: programas institucionais; eventos, como congressos, palestras, oficinas, conferências, eventos esportivos, entre outros; desenvolvimento de atividades em instituições da comunidade; cursos e mini-cursos, entre outros. Para o desenvolvimento de suas atividades o Curso participa do Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx), destinado aos alunos, registrando-se também a participação de alunos e professores de forma voluntária. 76 PARTICIPAÇÃO DO CURSO EM PROJETOS INSTITUCIONAIS Projeto Rede social de educação ambiental Redução e reutilização de resíduos na construção civil Coordenador Karina Maria Bezerra Rodrigues Gadelha Jhose Iale Camelo Cunha Registra-se, no que se refere a ações de inclusão social, os seguintes projetos: I. Informática Cidadã Período: 02/04/2012 até 07/12/2013; ÁREA TEMÁTICA DE EXTENSÃO: Educação, Comunicação e Arte; Coordenador(a): Raimundo Nonato Bezerra Neto; Público alvo: alunos do ensino médio da rede pública. II. UnP Orienta Periodicidade: semestral Coordenador: Coordenador do Curso ÁREA TEMÁTICA: Inclusão social, Comunicação e Arte; Público alvo: alunos do ensino médio das redes pública e privada III. Produção Solidária Período: início 02/03/2014 ÁREA TEMÁTICA DE EXTENSÃO: Inclusão social, Comunicação e Arte; Coordenador: Jhose Iale Camelo Cunha; Alunos voluntários: Alice Jales; José Ivan Público alvo: instituições sociais. 77 EVENTOS II Workshop da Escola de Engenharias e Ciências Exatas, Campus Mossoró, DATA: 13 a 14 de Novembro de 2013. o Mini-Curso: Gantt Project aplicado a gestão de Projetos Professor/UnP: Brenny Dantas de Senna o Mini-Curso: Ferramentas do controle Estatístico da Qualidade aplicado no excel Professor/UnP: Joelton Barbosa Fonseca o Palestra “Licenciamento Ambiental” Palestrante: Subsecretário Maírton França – Subsecretaria da Gestão Ambiental, Prefeitura Municipal de Mossoró. PARTICIPAÇÃO DO CURSO EM EVENTOS EXTERNOS 2012 Apoio à organização do VII Simpósio de Engenharia da Produção da Região Nordeste (SEPRONE) 78 2.6 APOIO AO DISCENTE O desenvolvimento de ações de apoio e acompanhamento ao discente da Universidade Potiguar ocorre de acordo com o Programa de Apoio ao Estudante (PAE/UnP)18, compreendendo vários mecanismos: apoio à participação em eventos científicos e à produção científica; divulgação da produção discente; acompanhamento prestado pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPe); adoção de estratégias de inclusão social: encaminhamento, pelo NAPe, de alunos com necessidades educacionais especiais; disponibilização de intérprete de Libras para atividades acadêmicas em sala de aula e extra sala de aula; uso de telas ampliadas para deficientes visuais; mecanismos de nivelamento, tais como a monitoria e a disponibilidade dos técnicos laboratoristas para acompanhamento das atividades nos laboratórios específicos do Curso; bolsas acadêmicas: - Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); - Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx); - Programa de Bolsas de Monitoria (ProBoM). A Universidade também disponibiliza a seus estudantes: a) a Ouvidoria, que funciona mediante atendimento individual a alunos e seus pais, ou por e-mail, cartas e telefone; b) o International Office, responsável por viabilizar as iniciativas, programas e serviços de intercâmbio entre as instituições da Rede Laureate; c) o UnP Virtual, facilitando a comunicação entre o docente, o discente e a coordenação do Curso e a dinamização dos processos de ensino-aprendizagem; d) a ferramenta autoatendimento, portal/UnP, que permite ao estudante, além do acesso ao UnP Virtual, acompanhar a sua vida acadêmica e financeira; 18 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Programa de Apoio ao Estudante. Natal: Edunp, 2006. (Documentos Normativos da UnP. Série Verde, V. 5). 79 e) o Núcleo de Estágio e Empregabilidade, responsável pelos diversos procedimentos de formalização dos estágios, como o cadastro e assinatura de termos de compromisso, nos termos da Lei n. 11.788/2008; contatos com empresas; f) o Programa Coaching de Carreira que disponibiliza profissionais especializados para auxiliar alunos e egressos de cursos de graduação e pós-graduação no desenvolvimento de competências interpessoais; inteligência e controle emocional; autocontrole; resiliência; gestão eficaz de tempo; e habilidade na definição e cumprimentos de metas e objetivos. Além disso, registra-se a existência de representação estudantil, concretizada por meio da participação do aluno nos órgãos colegiados e de sua organização como Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Centro Acadêmico (CA), de conformidade com a legislação pertinente e com o disposto no Estatuto e no Regimento Geral da Universidade. Eventos – empregabilidade A UnP oferece aos seus alunos e egressos, nos Campi Natal e Mossoró, Workshops de Empregabilidade, realizados periodicamente, com acesso gratuito, e abordagem de temáticas atualizadas, com vistas a uma reflexão crítica sobre a diversidade de demandas de contextos organizacionais e à construção de um perfil empreendedor. Esses eventos podem ser contabilizadas como atividades complementares. TEMAS MOTIVAÇÃO - UMA PODEROSA DESENVOLVIMENTO: como utilizar a FERRAMENTA DE Motivação para melhorar o desempenho no mercado. INOVAÇÃO PROFISSIONAL - FAZENDO CADA VEZ MELHOR: como se reinventar na vida profissional PROCESSO SELETIVO - DO CURRÍCULO À ENTREVISTA: Como elaborar currículos, participar de dinâmicas e entrevistas de seleção COACH - TÉCNICAS E PRÁTICAS PARA O MERCADO PROFISSIONAL: Técnicas Coach para aplicação prática na carreira profissional 80 INTRAEMPREENDEDORISMO - VOCÊ EMPREENDENDO NA SUA CARREIRA: como desenvolver o espírito empreendedor na carreira e vida profissional CARREIRA INTERNACIONAL - COMO ESTUDAR NO EXTERIOR EDUCATION USA: planejamento para estudar nos EUA VOCÊ LÍDER - DESENVOLVA A LIDERANÇA NA SUA VIDA PROFISSIONAL: apresentação da importância da liderança na vida profissional MEU FUTURO PROFISSIONAL - TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO: estudo de mercado sobre as profissões e tendências de mercado. 81 2.7 AVALIAÇÃO DA APRENDIZGAEM A avaliação da aprendizagem segue o constante do Regimento Geral: é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência (mínimo de 75%) e aproveitamento - média mínima para aprovação: 7,0 (sete). A cada verificação da aprendizagem é atribuída nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez). Cada disciplina comporta duas unidades de avaliação (U1 e U2) e cada unidade abrange os conteúdos, cumulativamente. Concluídas as avaliações referentes a cada unidade, é realizada a apuração da média, resultante da aplicação da seguinte fórmula: Média Final = U1 + U2 2 É facultado ao professor adotar uma ou mais avaliações a cada unidade, e utilizar instrumento ou processo para aferir conhecimento ou habilidade do aluno, na forma de teste, prova, trabalho teórico ou prático, projeto, ou de quaisquer outras técnicas pertinentes à programação da disciplina, aplicados individualmente ou em grupo, de maneira que seja proporcionada ao estudante uma avaliação contínua de seu desempenho. As avaliações finais das U1 e U2 poderão ser realizadas de forma integrada, contemplando a programação conjunta de todas as disciplinas da mesma série ou de todas as séries já cursadas pelo aluno, constituindo-se como avaliações integradas ou exames integrados (ExIn). Segunda chamada O aluno pode realizar uma segunda chamada objetivando a substituição de uma avaliação não realizada em razão de falta a uma avaliação de qualquer um dos momentos avaliativos, mediante solicitação no autoatendimento, deferimento e pagamento da taxa correspondente. 82 Recuperação Se, ao final das duas unidades, o aluno não obtiver média 7,0, poderá realizar avaliação de recuperação, possibilitando a verificação da melhoria de seu desempenho em relação ao resultado anterior. A nota obtida na avaliação de recuperação irá substituir a menor nota obtida nas unidades anteriores (U1 ou U2). Promoção, retenção e dependência De acordo com a Resolução Nº 006/2013-ConSUni/UnP de 08 de maio de 2013, que altera os artigos 144, 145 e 146 do Regimento Geral da Universidade: é promovido à série seguinte o aluno aprovado nas disciplinas da série anterior, excepcionado o caso de retenção. está sujeito à retenção da antepenúltima para a penúltima série e da penúltima para a última série do Curso o aluno que tenha acumulado a partir de quatro reprovações em disciplinas cursadas, configurando-se estas reprovações como dependências. Não são consideradas para fins de retenção disciplinas em adaptação. Na ocorrência de retenção, o aluno ficará vinculado à ultima série cursada, podendo frequentar em regime de dependência as disciplinas nas quais tenha sido reprovado, desde que ofertadas pela Instituição no transcorrer do semestre em que esteja retido. O aluno somente poderá avançar para a série seguinte à que fora retido quando restarem, no máximo, três disciplinas reprovadas em sua situação acadêmica. Procedimentos de avaliação São considerados essenciais os procedimentos que possibilitam a identificação das fragilidades no aprendizado do aluno, com a adoção de formas de intervenção docente; o trabalho em cooperação; as orientações individuais ou a pequenos grupos; a revisão de conteúdos nos quais os discentes apresentam dificuldades mais expressivas de compreensão e que interfiram na consolidação das competências e habilidades previstas no perfil profissional do egresso. 83 Instrumentos São adotadas provas escritas, artigos, relatórios de seminários, de estágios e de visitas técnicas, entre outros. Destacam-se os Exames Integrados (Exin), realizados semestralmente, com parâmetros, prazos e conteúdos definidos em edital. Critérios Como critérios são indicados: participação/envolvimento do aluno com as atividades curriculares; postura ética; assiduidade; domínio de conteúdos estudados na disciplina; uso da língua culta; atitudes que expressem uma convivência harmoniosa e solidária. 84 2.8 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO A avaliação do Curso e deste Projeto está integrada ao Projeto de Autoavaliação Institucional, desenvolvido pela Comissão Própria de Avaliação (CPA/UnP), com o envolvimento de docentes, discentes e pessoal técnicoadministrativo, adotando-se uma dinâmica em que são trabalhadas as seguintes categorias: A aplicação dos instrumentos ocorre semestralmente, por meio do sistema de avaliação institucional (SIS), sob a responsabilidade da CPA/UnP. Os resultados são socializados em seminários de avaliação e planejamento institucional promovidos pela Comissão Própria de Avaliação, com a participação dos Conselhos de Cursos de graduação e dos Núcleos Docentes Estruturantes. Após cada seminário, os resultados são analisados pelo Conselho e NDE, assim 85 como com representantes de turma, com vistas à identificação e adoção de estratégias de melhorias, e consequente aperfeiçoamento do Curso. A avaliação deste Projeto, especificamente, leva em conta: coerência do Projeto com os requisitos legais, diretrizes curriculares nacionais e orientações institucionais constantes no PDI; coerência entre objetivos do curso e perfil do profissional a ser formado; atualidade das competências e habilidades previstas em relação às necessidade sociais, incluindo-se as do mercado de trabalho; ações realizadas para implementação das políticas de ensino, pesquisa, extensão e ação comunitária previstas no PDI; estratégias de flexibilização curricular adotadas; coerência entre a sistemática de avaliação utilizada nas disciplinas e os conteúdos estudados; melhorias relacionadas ao corpo docente: titulação, regime de trabalho, requisitos de experiência, composição e funcionamento do NDE, dentre outros; funcionamento regular do Conselho do Curso e respectivos registros; melhorias relacionadas à infraestrutura e recursos de apoio: suporte físico, computacional e bibliográfico para funcionamento do Curso, incluindo ambientes específicos. As informações são coletadas pela CPA/UnP, por meio de instrumento elaborado pela coordenação do Curso e NDE, analisadas por essa Comissão e divulgadas junto a envolvidos na execução do PPC (docentes, discentes, técnicos de laboratórios, por exemplo). Cabe ao NDE a proposição de estratégias de aperfeiçoamento, se for o caso, mediante documento específico submetido à análise do Conselho do Curso, e implementado sob o acompanhamento da CPA/UnP. As ações implementadas constam de relatório próprio estruturado pelo NDE sob orientação da Comissão de Avaliação da Universidade, com sínteses postadas no site da UnP. 86 PARTE 3 – CORPO DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 87 3.1 CORPO DOCENTE 3.1.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE) O Núcleo Docente Estruturante (NDE), regulamentado no âmbito da Universidade Potiguar pela Resolução n. 040, de 29 de novembro de 2012 ConEPE, tem atribuições consultivas, propositivas e avaliativas sobre matéria de natureza eminentemente acadêmica, sendo responsável pela criação, implementação e consolidação do Projeto Pedagógico de cada curso. Compete ao NDE: a) acompanhamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão; b) identificação de estratégias de melhoria dos processos de ensinoaprendizagem; c) análise dos resultados da avaliação do PPC e identificação de estratégias para aperfeiçoamentos; d) participação em concurso para seleção de docentes; e) análise dos resultados das avaliações de desempenho dos docentes, promovidas pela Comissão Própria de Avaliação – CPA/UnP, indicando à Coordenação do Curso as estratégias necessárias ao contínuo aperfeiçoamento dos professores; f) participação na elaboração do Plano de Metas do Curso, a ser apreciado pelo ConseC, no prazo estabelecido pela Instituição, e acompanhamento da sua execução. Além disso, o NDE deve: promover reuniões com os demais professores; identificar necessidades de atualização e/ou aquisição de materiais e equipamentos para o desenvolvimento do PPC. NDE do Curso O NDE do Curso tem a sua constituição de acordo com disposições da Resolução CONAES n. 1, de 17 de junho de 2010, e ato de designação emitido pela Reitoria. (Quadro 14). 88 Quadro 14 – Composição do NDE – Graduação em Engenharia de Produção NOME TITULAÇÃO Brenny Dantas de Senna Felipe Lira Formiga Andrade Everton Notreve Rebouças Queiroz Fernandes Thiago Costa Carvalho Wendy Karla Medeiros de Souza Bezerra Mestrado Mestrado Doutorado Mestrado Mestrado REGIME DE TRABALHO TI TI TI TP TP 3.1.2 Perfil do corpo docente Os professores do Curso, totalizando 23 (vinte e três), conforme quadros a seguir, apresentam as seguintes características quanto a: a) titulação: são 3 doutores (13,04%), 12 mestres (52,17%) e 8 especialistas (34,79%). Somando-se o número de doutores ao de mestres tem-se 15 docentes com pós-graduação stricto sensu (65,21%). Quadro 15 – Titulação do corpo docente Docentes Titulação N° 3 12 8 23 Doutorado Mestrado Especialização TOTAL % 13,04 52,17 34,79 100,00 b) regime de trabalho: 5 (21,8%) atuam em tempo integral, 8 em tempo parcial (34,8%) e 10 exercem suas atividades como horistas (43,4%); Quadro16 – Regime de trabalho dos docentes Regime trabalho tempo integral tempo parcial horista TOTAL c) experiência profissional: DOCENTES N° 5 8 10 23 no mercado, % 21,8 34,8 43,4 100,00 22 docentes apresentam experiência de, no mínimo, 3 (três) anos, ou seja, 86,95%; no magistério superior observa-se situação idêntica. 89 Quadro 17 – Professores do Curso: titulação, disciplina(s), regime de trabalho e experiência profissional Nome 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. Titulação Graduação em Agronomia ANTONIO UFERSA, 2006. FRANCISCO DE Mestrado em Zootecnia. MENDONÇA JUNIOR UFRPE, 2009. Bacharelado em Engenharia da Produção. UFRN, 2007; Especialização em Engenharia de Petróleo e Gás. Instituto Nacional de Pós Graduação, BRENNY DANTAS DE 2009; SENNA Especialização em Licenciamento Ambiental OnShore. IFRN, 2009; Mestrado em Ciência e Engenharia do Petróleo. UFRN, 2011. Graduação em Arquitetura e Urbanismo. UFRN, 1999; Especialização em Design Estratégico. Liga de Ensino do CLAYTON CESAR Rio Grande do Norte, 2004; PEREIRA BARRETO Especialização em Engenharia de Segurança do trabalho. UFRN, 2006; Mestrado em Engenharia de Produção. UFRN, 2002. Graduação em Matemática, lic. IFCE, 2011; Graduação em Ciências Contábeis. UNOPAR, 2011. ERISLLEYK DENYO Especialização em DA COSTA MAIA Reengenharia em Projetos Educacionais em Matemática. Faculdade de Selvíria, FAS, 2012. Bacharelado em Engenharia EVERTON NOTREVE Elétrica. UFRN, 1996; REBOUÇAS Mestrado em Engenharia QUEIROZ Elétrica. UFRN, 1999; Doutorado em Engenharia FERNANDES Elétrica. UFCG, 2004. Graduação em Farmácia. UNIPAR, 2002; Especialização em Biologia: Bases Morfológicas e Fisiológicas. UEM, 2003; Especialização em Docência do FAUSTO PIERDONA Ensino Superior. Faculdade de GUZEN Enfermagem e Medicina Nova Esperança, 2009; Mestrado em Ciências Morfofuncionais. USP, 2005; Doutorado em Psicobiologia. UFRN, 2011. Graduação em Engenharia de FELIPE LIRA Materiais. UFRN, 2006. em Engenharia FORMIGA ANDRADE Mestrado Mecânica. UFRN, 2009. Bacharelado em Química. FRANKLIN SILVA UFRN, 1980; MENDES Especialização em Engenharia Experiência Ensino Mercado superior Regime de trabalho Disciplina* TP SOCIEDADE, TECNOLOGIA E MEIO AMBIENTE / CONTROLE ESTATISTICO DA QUALIDADE 6 3 TI INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE PRODUÇÃO / ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO / PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO 3 3 TI DESENHO TECNICO / PROJETO DE PRODUTO / ERGONOMIA / PLANEJAMENTO DO ARRANJO FISICO 6 10 H PRÉ-CÁLCULO / CIENCIAS APLICADAS AS EXATAS E ENGENHARIAS 3 3 TI FISICA APLICADA A ENGENHARIA II / GESTÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA / ESTRATÉGIA DE PRODUÇÃO 10 13 TP QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL / OPERAÇÕES UNITÁRIAS / TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I e II 10 10 5 5 3 18 TI TI RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS / CIENCIAS E TECNOLOGIAS DE MATERIAIS ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE / TERMODINAMICA 90 Nome Titulação Experiência Ensino Mercado superior Regime de trabalho Disciplina* H LOGISTICA E TRANSPORTE / GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E ESTOQUES / EMPREENDEDORISMO 4 3 TP ÁLGEBRA LINEAR 19 19 H CIÊNCIAS APLICADAS A EXATAS E ENGENHARIAS 3 6 TP GESTÃO DA PRODUTIVIDADE / PRINCIPIOS DE GESTÃO DE PROJETOS 4 10 H INTRODUÇÃO A EDUCAÇÃO SUPERIOR / CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E METODOLOGIA DA PESQUISA 5 5 TP GESTÃO AMBIENTAL / SOCIEDADE E EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ETNICOS RACIAIS / LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS 5 5 H ALGORITIMO E PROGRAMAÇÃO / CALCULO NUMÉRICO / INFORMÁTICA APLICADA AS EXATAS E ENGENHARIAS 8 9 H GESTÃO DA MANUTENÇÃO 4 35 de Petróleo e Gás. Faculdade Câmara Cascudo, 2009; Mestrado em Geociência. UFRN, 2002; Doutorado em Química. UFRN, 2006. 9. Graduação em Administração. FREDERICO UERN, 1992. GUILHERME DE Especialização em Docência CARVALHO JUNIOR no Ensino Superior. UnP, 2010. 10. HALLYSSON HENRIQUE FAGUNDES DUARTE 11. ITALO FALCAO DE BRITO FERREIRA 12. JARBAS JÁCOME DE OLIVEIRA 13. JHOSE IALE CAMELO DA CUNHA 14. KATIA REGINA FREIRE LOPES 15. KLEBER JACINTO 16. MARCILIO ESTEVAM DE ARAÚJO Graduação em Matemática – lic.. UERN, 2009; Especialização em Metodologia e Docência no Ensino Superior. Faculdade Vale do Jaguaribe, 2010. Graduação em Física. UERN, 2009; Mestrado em Física. UERN, 2013. Bacharelado em Engenharia Civil. UFRN, 1978; Especialização em Metalurgia. UFRN, 1980; Especialização em Gerência em Qualidade Total. UFRN, 1998. Licenciatura em Ciências Sociais. UERN, 2007; Especialização em Docência Superior. Universidade Gama Filho, 2010; Especialização em Docência no Ensino Superior. UnP, 2010; Especialização em Ciências da Educação. Universidade Lusófona e Humanidades e Tecnologia, Portugal, 2010. Graduação em Agronomia. UFERSA, 2000; Graduação em Medicina Veterinária. UFERSA, 2007; Especialização em Acupuntura e Eletroacupuntura. Faculdade de Ensino Superior do Rio Grande do Norte, 2010; Mestrado em Ciência Animal. UFERSA, 2008. Graduação em Engenharia Elétrica. UFRN, 2004; Graduação em Tecnologia em Automação Industrial. IFRN, 2004; Especialização em Informática Aplicada. UERN, 2008. Mestrado em Ciência da Computação. UERN, 2012. Graduação em Engenharia Civil. UFRN, 1980; Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. UFRN, 2001. 91 Nome Titulação Graduação em Matemática – 17. MIGUEL AQUINO DE lic. UERN, 2005; Especialização em Docência LACERDA NETO no Ensino Superior. UnP, 2010. Graduação em Fonoaudiologia. UnP, 2005; 18. PAULO ROBERTO Especialização em Motricidade DE ANDRADE Oral. UnP, 2007; SANTOS Especialização em Libras. FIJ, 2010. Graduação em Engenharia de 19. PEDRO ALIGUIERY Materiais. UFRN, 2006. Mestrado em Engenharia SILVA ARAÚJO Mecânica. UFRN, 2009. Graduação em Ciências Econômicas. UERN, 2004; 20. SILDÁCIO LIMA DA Especialização em Gestão COSTA Pública. UERN, 2008; Mestrado em Engenharia de Produção. UFPE, 2011. 21. THIAGO CARVALHO Graduação em Ciências Econômicas. UERN, 2006; Especialização em Gestão COSTA Pública Municipal. UERN, 2008; Mestrado em Logística e Pesquisa Operacional. UFC, 2012. Disciplina* H CÁLCULO I / CÁLCULO II / FENOMENOS DOS TRANSPORTE 15 15 TP LIBRAS 3 - H FÍSICA APLICADA A ENGENHARIA I 4 5 H MATEMATICA FINANCEIRA / CUSTOS INDUSTRIAIS / ENGENHARIA ECONOMICA / CONTABILIDADE EMPRESARIAL 5 10 TP INTRODUÇÃO A ECONOMIA I / PESQUISA OPERACIONAL / SIMULAÇÃO 6 6 0 6 12 12 Graduação em Engenharia de Produção. UFRN, 2007; Especialização em Sistemas Minero-metatalúrgicos. UFOP, 2009. H Graduação em Administração 23. WENDY KARLA de Empresas. UnP, 1998; MEDEIROS DE SOUZA Mestrado em Engenharia de BEZERRA Produção. UFRN, 2001. TP 22. VITOR NISHIMURA GUERRA Experiência Ensino Mercado superior Regime de trabalho GESTÃO DA QUALIDADE / PROJETOS INDUSTRIAIS I / PROJETOS INDUSTRIAIS II / TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO I / TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO II ESTÁGIO SUPERVISIONADO / GESTÃO DA PRODUÇÃO I / GESTÃO DA PRODUÇÃO II / ATIVIDADES COMPLEMENTARES I a X 92 3.1.3 Políticas de apoio ao docente Os professores têm a sua gestão efetivada de acordo com o Plano de Carreira Docente (PCD), e contam com vários mecanismos institucionais de capacitação e de apoio ao exercício de suas atividades, destacando-se: a) oferta de pós-graduação lato sensu: MBA Logística MBA em Gestão de Pessoas Especialização Docência no Ensino Superior Especialização em Segurança do Trabalho b) oferta de cursos de pós-graduação stricto sensu, como o mestrado profissional Engenharia de Petróleo e Gás; c) disponibilização de: Núcleo de Apoio Psico-Pedagógico (NAPe), responsável, entre outras iniciativas, pelas ações de atualização didático-pedagógica; UnP Virtual, ambiente de aprendizagem que possibilita a comunicação entre alunos e docentes; autoatendimento, ferramenta da UnP por meio da qual o professor pode acessar e-mail@unp; planos de ensino e cronogramas; UnP Virtual; sistemas de curriculum vitae e de diário eletrônico; relatórios das avaliações promovidas pela CPA/UnP; d) oferta do Programa de Desenvolvimento de Corpo Acadêmico da Laureate International Universities, com foco no aperfeiçoamento das habilidades de ensino e na inovação no ensino superior: cursos: i) introdutórios: visão geral do Programa; ii) de métodos de aprendizagem; iii) de habilidades acadêmicas profissionais; certificado Laureate em ensino e aprendizagem no ensino superior; - certificado Laureate em ensino do adulto trabalhador (características, necessidades, técnicas de ensino e metodologias eficazes para o trabalho com alunos adultos); 93 - certificado Laureate em ensino online, híbrido e semipresencial (ensino online, gestão da sala de aula virtual e transição para a aprendizagem online); - série de webinários - aprendizagem baseada em competências. Além disso, são realizadas reuniões gerais no início de cada semestre, com a Reitoria; semanas de planejamento, também semestrais, e reuniões sistemáticas conduzidas pela Coordenação do Curso considerando os resultados da avaliação da aprendizagem e da autoavaliação do Curso, sendo discutidas ainda necessidades identificadas no desenvolvimento curricular e apontadas por alunos, pelos professores e NDE. 94 3.2 PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 3.2.1 Equipe de apoio ao Curso Para o funcionamento do Curso, a Universidade disponibiliza: 02 (dois) assistentes, atuando junto a outras coordenações de cursos da Escola; pessoal da estrutura da Escola; 01 (um) analista de processos acadêmicos; 03 (três) técnicos de laboratórios especializados; pessoal da estrutura do Campus Mossoró: 01 (um) administrativo para registro das atividades complementares; 03 (três) técnicos de informática. 3.2.2 Ações de capacitação O pessoal técnico administrativo do Curso participa de iniciativas institucionais promovidas pelo Setor de Desenvolvimento Humano/UnP, a partir de necessidades identificadas junto às Coordenadorias de cursos: integração; aperfeiçoamento pessoal/técnico e desenvolvimento de equipes; segurança e medicina do trabalho; excelência no atendimento; capacitação e aperfeiçoamento de idiomas; inclusão social; universidade ativa; treinamento sobre gestão de performance; academia de liderança. 95 PARTE 4 – INSTALAÇÕES FÍSICAS 96 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP A Universidade funciona em um conjunto de edificações distribuídas da seguinte forma: Campus Natal (sede), integrado por 5 (cinco) Unidades: - Floriano Peixoto; - Salgado Filho; - Nascimento de Castro; - Roberto Freire; - João Medeiros Filho. Campus Mossoró, localizado na Região Oeste do RN. Nos dois Campi, encontram-se condições adequadas ao pleno desenvolvimento de cursos, programas e projetos da Universidade: Salas de docentes e de reuniões: equipadas com mobiliário e equipamentos, e com acesso à internet em todas as Unidades do Campus Natal e no Campus Mossoró. Salas de aula: dimensionadas conforme o número de alunos; mobiliadas com cadeiras escolares, cadeira e mesa para docente e quadro branco; climatização com uso de ar condicionado; iluminação artificial (uso de lâmpadas de intensidade ideal para a leitura e demais atividades letivas). Equipamentos de informática: instalados nos laboratórios, bibliotecas, salas de docentes e gabinetes dos dois Campi, com acesso à internet. Acessibilidade: os dois Campi da UnP apresentam condições de alcance, percepção e entendimento para a utilização por portadores de deficiência, com segurança e autonomia, de edificações. Há espaços sem obstáculos para o cadeirante; rampas; disponibilização de elevadores, cadeiras de rodas, auxiliares para condução; vagas de estacionamento exclusivas; corrimãos; banheiros, 97 lavabos e bebedouros adaptados, assim como ambientes administrativos e bibliotecas19. Para alunos com outras deficiências são disponibilizados: - Visão: livros digitalizados e telas ampliadas; - Audição: tradutor de Libras em sala de aula e na biblioteca. Manutenção e conservação das instalações físicas: sob a responsabilidade da Gerência de Operações e Manutenção (GOM) com o apoio das Prefeituras de cada Unidade do Campus Natal e do Campus Mossoró. Manutenção e conservação dos equipamentos: mediante convênios em empresas terceirizadas. No caso de computadores, retroprojetores, projetores de slides, vídeos cassetes, televisores, DVDS e impressoras, existe setor específico de prontidão. Para equipamentos dos laboratórios, há manutenção periódica por técnicos especializados, no início de cada semestre, ou quando identificados problemas. Procedimentos institucionais de atualização de equipamentos e materiais: através de um sistema informatizado de metas (SIM) e com base no plano de metas anual de cada curso e de cada setor. 19 Mais detalhes constam de UNIVERSIDADE POTIGUAR. Diretoria Administrativa. Gerência de Operações e Manutenção – GOM. Plano de acessibilidade. Natal, 2013. 98 4.2 SISTEMA INTEGRADO DE BIBLIOTECAS O Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP) é composto por um conjunto 5 (cinco) bibliotecas: 4 (quatro) em cada uma das Unidades do Campus Natal, e 1 (uma) no Campus Mossoró. Existem ainda bibliotecas setoriais instaladas em polos de apoio ao ensino a distância e no Núcleo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária (NIPEC), em Parnamirim, esta última voltada para a área da saúde. O espaço físico disponibilizado aos usuários do Sistema busca atender ao conjunto de qualidades desejáveis para bibliotecas universitárias. Os ambientes são climatizados, com iluminação adequada à leitura e trabalhos em grupo e individual. Permite livre acesso dos usuários aos acervos, à exceção das bibliotecas dos polos de educação a distância do interior do RN e do NIPEC. Autoatendimento Os serviços de atendimento ao usuário estão interligados em rede, e viabilizados por um sistema que permite ao usuário consultas, empréstimos/devolução, renovação e reservas on-line a partir de qualquer biblioteca da UnP. A renovação e as reservas também podem ser feitas através do Autoatendimento, disponibilizado pela internet, home page da UnP. Informatização do acervo O acervo é totalmente informatizado e organizado em dois módulos, com atualização e manutenção realizadas pela Gerência de Tecnologia de Informação da UnP. O Módulo Biblioteca possibilita eficiente controle das tarefas de catalogação, classificação, habilitação de usuários por categoria, empréstimo domiciliar, devolução e renovação, consulta por palavras-chave, assunto, título, autor e por registro de todos os documentos cadastrados no sistema. É possível também consultar a quantidade de títulos e exemplares, inclusive acessando todas as bibliotecas do SIB/UnP, facilitando o controle automático das reservas e a visualização da disponibilidade das obras para empréstimo. O Módulo Empréstimo, aperfeiçoado a partir de 2011.2 mediante implantação de uma ferramenta exclusiva da Universidade Potiguar (bibliotecas de Natal e Mossoró) permite que o próprio usuário realize suas rotinas de 99 empréstimo e devolução de materiais, através de terminais próprios de atendimento. Essa rotina torna o processo ágil, seguro e eficaz – uma vez que todas as ações são confirmadas através da digital do usuário. Para fins de controle e segurança todas as operações geram e-mail comprobatório, enviado automaticamente para o e-mail cadastrado do usuário. Serviços e produtos Cada biblioteca do Sistema atende à clientela durante os doze meses do ano, de segunda a sexta, das 8 h às 21:45hs e, aos sábados, das 8 h às 12 h. O empréstimo de acervos (livros, CD-ROM , etc) se dá nos limites quantitativos das obras disponíveis e nos prazos previstos no Regulamento Interno do SIB. Consulta local / empréstimo A consulta local está aberta à comunidade acadêmica da Universidade Potiguar e aos demais interessados da comunidade externa, desde que respeitadas as regras de acesso. O empréstimo domiciliar é reservado apenas ao corpo docente, discente, professores visitantes e funcionários da UnP, obedecendo ao prazo especificado para cada categoria, conforme especificações a seguir: Quadro 17 – Prazos para empréstimo domiciliar por categoria de usuários Categoria de Usuários Alunos de graduação Alunos concluintes Alunos de pós-graduação Professores Funcionários Documentos 5 Títulos (livros) 3 CD s-ROM 5 Títulos (livros) 3 CD s-ROM/Fitas de Vídeo 5 Títulos (livros) 3 CD s-ROM 5 Títulos (livros) 3 CD s-ROM 3 Fitas de Vídeo 3 Títulos (livros) 2 Fitas de Vídeo Prazos (dias corridos) 7 dias 3 dias 14 dias 3 dias 14 dias 3 dias 21 dias 7 dias 7 dias 7 dias 3 dias Levantamento bibliográfico Levantamento bibliográfico (para fins de aquisição e pesquisa, mediante agendamento com prazo de retorno de 72 horas –setenta e duas horas); 100 Orientação bibliográfica O SIB/UnP orienta trabalhos técnico-científicos às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); realiza serviços de catalogação na fonte, gratuitamente para a comunidade acadêmica, de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2), em um prazo de 72 horas. Visita orientada Indicada para os novos usuários ou solicitada com antecedência de 48 horas por professores, para grupos de alunos, com vistas a familiarizá-los com os serviços, normas e uso da biblioteca. Catálogo de Trabalho de Conclusão de Cursos – TCC’s Permite o acesso do usuário à produção intelectual do corpo discente da UnP, existente no acervo (disponível apenas para consulta interna, salvo a que tiver autorização do autor para empréstimos/consultas). Multimídia e Internet As bibliotecas do SIB (Natal e Mossoró) têm laboratórios de informática com computadores à disposição do usuário para pesquisas e trabalhos. É oferecida também, em todo o setor, internet sem fio para uso de computadores pessoais (notebook) desde que haja utilização de login e senha de usuário da UnP. Acesso a bases de dados nacionais e internacionais O SIB/UnP disponibiliza pesquisas bibliográficas a bases de dados via internet, on-line, ou em CDs-ROM, nas diversas áreas do conhecimento. 101 BASES DE DADOS - ACESSO RESTRITO POR IP Base de dados destinada aos cursos da saúde. É uma fonte eletrônica de informação médica, baseada em evidências possuindo atualização permanente por experts na área de Saúde, a qual recomendamos que seja utilizada para o aprendizado contínuo de todo corpo docente e discente. Wilson - Incorpora 10 bases de dados que abrangem todas as áreas do conhecimento, com acesso a texto completo. Atheneu - Base de dados contendo o texto completo de cerca de 48 ebooks publicados pela Editora Atheneu, líder em informação biomédica, cientifica, produzida por autores nacionais. Journals Ovid - A mais completa base de dados em Medicina, podendo conter mais de 700 periódicos de primeira linha, com o texto completo dos artigos, imagens, gráficos, etc. Fonte indispensável de informação para o profissional de saúde. Primal Pictures - Base de dados de imagens tridimensionais de toda a Anatomia Humana. Excelente para o aprendizado em várias áreas da saúde como Medicina, Fisioterapia, Educação Física entre outras. A Emerald integrante do Periódicos Capes proporciona acesso a periódicos voltados para as áreas de negócios e gerenciamento, educação, engenharia, política, ciência da saúde entre outras. Integrante do PERIODICIOS CAPES, a Scopus é a maior base de dados de resumos e citações de literatura científica revisada por pares e de fontes web de qualidade, que integra ferramentas inteligentes para acompanhar, analisar e visualizar os resultados da pesquisa. Integrante do PERIODICOS CAPES, a ScienceDirect é uma base multidisciplinar que contém um pouco mais de 25% de toda a informação nas áreas de ciência, tecnologia e medicina publicada mundialmente. Oferece uma rica coleção de cerca de 1.700 títulos de revistas, publicadas pela editora Elsevier e sociedades parceiras. Academic Search Elite - Milhares de periódicos acadêmicos com referêcnias indexadas e em resumo. Business Source Elite - Inclui as principais fontes de Negócios, revistas comerciais e científicas, e as mais importantes revistas de Gestão Regional Business News - Incorpora 75 revistas especializadas, jornais e newswires relacionados a negócios de todas as áreas urbanas e rurais nos EUA. Newspaper Source - fornece textos completos selecionados de 35 jornais nacionais e internacionais. A base de dados também contém texto completo selecionado de 375 jornais regionais (EUA). Além disso, são fornecidas transcrições em texto completo de notícias de televisão e rádio ProQuest Medical Library™ - Com cobertura retrospectiva desde 1986 e mais de 1.160 títulos de publicações de interesse acadêmico em todas as especialidades da Medicina, a ProQuest Medical Library™ é a coleção mais acessada em todo o mundo por profissionais e acadêmicos da área médica. MEDLINE - Principal índice de publicações da área Médica e Biomédica, com cobertura desde 1999. Latin American Newsstand - Coleção de jornais da América Latina, com cobertura atual e retrospectiva, como Valor Econômico, O Globo, Folha de S. Paulo, Gazeta Mercantil (retrospectivo), El Tiempo, El Universal, dentre vários outros. 102 BASES DE ACESSO LIVRE Integra duas iniciativas: registro bibliográfico e publicações eletrônicas de teses e dissertações existentes nos acervos das Instituições de Ensino Superior brasileiras. O portal de acesso livre da CAPES disponibiliza periódicos com textos completos, bases de dados referenciais com resumos, patentes, teses e dissertações, estatísticas e outras publicações de acesso gratuito na Internet selecionados pelo nível acadêmico, mantidos por importantes instituições científicas e profissionais e por organismos governamentais e internacionais. A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. Coleção de fontes de informação científica-técnica em saúde Disponibiliza, gratuitamente, bases de dados bibliográficos nacionais e internacionais, diretórios de instituições, especialistas, eventos e projetos em saúde. OUTROS SERVIÇOS Permite a obtenção de cópias de documentos técnicos científicos disponíveis nos acervos das principais unidades de informação do país. O SCAD é um serviço de fornecimento de documentos especializado em ciências da saúde, exclusivo da rede BVS. 103 4.3 INSTALAÇÕES PARA O CURSO São disponibilizados à comunidade acadêmica do Curso, além das instalações gerais: salas de aula; sala para a Coordenação; sala para recepção; sala para professores; laboratórios de informática; laboratórios e outros ambientes específicos; gabinetes de atendimento ao aluno. Todos esses ambientes possuem dimensões adequadas ao seu uso, são mobiliados apropriadamente, contam com boas condições acústicas e de iluminação, com fácil acesso aos portadores de deficiência e equipados com computadores ligados em rede administrativa. 104 4.4 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE MOSSORO – Laboratório 1 100 2,38 2,38 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise, Office 2010, 7Zip, Anti-Vírus Trend Micro, Acrobat Read 11.0, Fortes, Internet Explorer 11, Mozilla Firefox, Calculadora HP 12c, calculadora 12Cpp,Scilab 5.4 ProvaOnLine, GestorProvaOnLine,visual G, ganttproject. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Dual Core 2.7GHZ, 4GBMB RAM, 320.0Gb de disco rígido, DVD-RW 52x,Windows 7 42 Enterprise, com acesso a Internet, Rede, ano de aquisição 2011 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE MOSSORO – Laboratório 2 100 2,38 2,38 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise, Office 2010, 7Zip, , Anti-Vírus Trend Micro, Acrobat Read 11.0, Fortes, Internet Explorer 11, Mozilla Firefox, Calculadora HP 12c, calculadora 12Cpp, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine, visual G, ganttproject, CAD 2013. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Dual Core 2.7GHZ, 4GBMB RAM, 320.0Gb de disco rígido, DVD-RW 52x,Windows 7 42 Enterprise, com acesso a Internet, Rede, ano de aquisição 2011 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE MOSSORO – Laboratório 3 100 2,08 2,08 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise, Office 2010, 7Zip, , Anti-Vírus Trend Micro, Acrobat Read 11.0, Fortes, Internet Explorer 11, Mozilla Firefox, Calculadora HP 12c, calculadora 12Cpp, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine,visual G, ganttproject, CAD 2013. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Dual Core 2.7GHZ, 4GBMB RAM, 320.0Gb de disco rígido, DVD-RW 52x,Windows 7 48 Enterprise, com acesso a Internet, Rede, ano de aquisição 2011 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE MOSSORO – Laboratório 4 100 2,38 2,38 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise, Office 2010, 7Zip, , Anti-Vírus Trend Micro, Acrobat Read 11.0, Fortes, Internet Explorer 11, Mozilla Firefox, Calculadora HP 12c, calculadora 12Cpp, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine,visual G, ganttproject, CAD 2013. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Dual Core 2.7GHZ, 4GBMB RAM, 320.0Gb de disco rígido, DVD-RW 52x,Windows 7 42 Enterprise, com acesso a Internet, Rede, ano de aquisição 2011 105 2 2 2 2 2 2 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE MOSSORO – Laboratório 5 100 2,38 2,38 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise, Office 2010, 7Zip, Anti-Vírus Trend Micro, Acrobat Read 11, Internet Explorer 11, Mozilla Firefox, Calculadora HP 12c, calculadora 12Cpp, Prova Online, Scilab 5.4, VisualG, GestorProvaOnLine, CAD 2013, 3D MAX 2013,Cypecad, Sketchup, Promodel. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Core i5 3.0GHZ, 8GB RAM, 500.0GB de disco rígido, DVD-RW 52x,Windows 7 Enterprise, 45 com acesso a Internet, Rede, ano de aquisição 2013 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m ) m por estação m por aluno UNIDADE MOSSORO – Laboratório Biblioteca Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise, Office 2010, 7Zip, Anti-Vírus Trend Micro, Acrobat Read 11.0, Internet Explorer 11, Mozilla Firefox. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Celeron 1.6GHZ, 1GBMB RAM, 80.0Gb de disco rígido, DVD-RW 52x,Windows 7 Enterprise, 18 com acesso a Internet, Rede, ano de aquisição 2007 106 4.5 LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS 4.5.1 Laboratório de Física Área: 150m2 Atividades: Medidas, erros e gráficos: algarismos significativos, arredondamento, medidas discretas e contínuas (pêndulo, mov. Harmônico simples, período e frequência); Mecânica: medidas de esforços, equilíbrio dos corpos rígidos, centro de massa e gravidade e fluidos; Termologia: medidas de calor em misturas, equilíbrio térmico, medidas de condução térmica (temperatura, calor, misturas, condução do calor, equilíbrio térmico); Termodinâmica: formas de propagação de calor, verificação da capacidade térmica e dilatação; Eletricidade: geração de campo elétrico, eletrização por atrito, eletrostática, estudo dos capacitores e dos circuitos elétricos (tensão e corrente) - processos de eletrização, lei de ohm; Magnetismo: identificação dos pólos magnéticos e das linhas de força de um objeto magnetizado (imãs naturais, magnetita, linhas de campo magnético, condutores e isolantes magnéticos, diamagnéticos e paramagnéticos). Destacam-se ainda: Ótica (espelhos e lentes) e Ondas. materiais 107 Equipamentos e materiais - ESPECIFICAÇÕES Gerador Elétrico de Vapor Cronômetro Digital Micro controlado com Rolagem de Dados Plano Inclinado Painel para Associações Eletroeletrônicas Capacitor Variável de Placas Paralelas Kit Magnetismo III Conjunto Eletromagnético Conjunto Demonstrativo para Meios de Propagação do Calor Gerador Eletrostático de Correia (gerador Van de Graaff) Aparelho Gaseológico com Câmara Lacrada Conjunto para Termodinâmica: Tubo de ensaio sem orla 25 x 150; Copo de Becker 250 ml; Espelho; Mangueira; Seringa 10 ml; Pinça metálica Pinça de madeira; Tela de amianto; Haste em "L"; Modelo elementar de arranjo atômico; Gancho com massa lastro; Corpo de prova de alumínio; Pré gancho; Balão de fundo chato para dilatômetro; Termômetro 10 a 110°C; Mangueira silicone 10 x 6 mm; Mangueira silicone 14 x 8 mm; Pinça para bureta; Conj. conector ao balão; Batente lateral; Artéria de vidro com rolha; Lamparina a álcool com tampa; Termômetro 10 a 110°C; Elásticos ortodônticos; Esferas de aço cromada 6.35mm de diâmetro; Régua suporte; Conj. da ventoinha; Tripé metálico p/ tela de amianto; Tripé c/ haste de 500 mm e sapatas; Base principal do dilatômetro; Haste de 300 mm com parafuso; Haste de aço c/ 570 mm; Haste de latão c/ 570mm Haste de cobre c/ 570mm Anel de Gravezande Lâmpada 60 W (110 ou 220V) Base do conjunto EQ051 Protetor com suporte para biombo Calorimetro de água QUANTIDADE 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 3 1 1 1 1 1 2 1 1 2 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 5 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 108 Mobiliário Bancadas em mdf laminado; 30 cadeiras (tipo tamborete) para alunos; tablado, bureau e cadeira de encosto/assento almofadado para professor, e quadro branco com iluminação auxiliar, para utilização de pincel atômico. Dispõe também de computador desktop e equipamento data-show para uso de projeções. O piso e as paredes da sala têm revestimento cerâmico esmaltado, o que facilita a limpeza. 4.5.2 Laboratório de Química Área: 100m2, divididos em 03 (três) ambientes: sala de guarda para vidrarias e reagentes, sala de preparo (ambas com acesso restrito aos funcionários do setor) e laboratório de aula prática. Objetivo: propiciar aos discentes: a) o desenvolvimento atividades práticas relacionadas a técnicas e métodos químicos e físico- químicos; b) realização de pesquisa, observação e identificação de substâncias; c) estabelecer correlações entre os conteúdos e sua realidade, contribuindo para uma melhor formação profissional. Atividades: referentes a Termodinâmica, Cinética Química, Eletroquímica, Eletrólise, Oxidação e Corrosão. Materiais e equipamentos – sala de guarda e ambiente de prática: A sala de guarda contém estantes nas quais são acondicionados reagentes e soluções como: lactose monohidratada, amido solúvel, cloreto de potássio, cloreto de amônio, cloreto de cálcio, hidróxido de sódio, glucose anidra, fenolftaleína, iodeto de potássio, D-frutose puríssima, iodo, cloreto de sódio, sulfato de amônio, sulfato cúprico, sacarose, permanganato de potássio, acido oxálico, caseína, uréia, anidrido acético, acetona, ciclo-hexano, clorofórmio, entre outros necessários a realização das aulas práticas de laboratório. O laboratório de aula prática contém o seguinte mobiliário: bancadas em mdf laminado; 30 cadeiras (tipo tamborete) para alunos; tablado, bureau e cadeira de encosto/assento almofadado para professor, e quadro branco com iluminação auxiliar, para utilização de pincel atômico. Dispõe também de computador desktop e equipamento data-show para uso de projeções, além de capela de fluxo 109 laminar, chuveiro-químico e lava-olhos. O piso e as paredes da sala têm revestimento cerâmico esmaltado, o que facilita a limpeza. Equipamentos e materiais do Laboratório de Química EQUIPAMENTO Balanças analíticas de dois e três dígitos Balão de destilação de church Balão de fundo chato Balão volumétrico 100 ml Balão volumétrico 25 ml Balão volumétrico 50 ml Balão volumétrico de 1000 ml Balão volumétrico de 250 ml Banho-maria com 8 bocas com temperatura até 60°C Bastão de vidro Becker 600 ml Becker 1000 ml Becker 100 ml Becker 250 ml Bureta 25 ml Cadinho Capsula de porcelana Condensador Cronometro Densimetro Elermeyer 125 Elermeyer 200 Elermeyer 50 Elermeyer com rolha 250 ml Espátula Espectrofotômetro modelo CL-3003 Estantes grandes para tubos de ensaio Estantes médias para tubos de ensaio Estantes pequenas para tubo de ensaio Estufa de esterilização e secagem Fita de ph, enzimáticos Fogareiros elétricos Frasco ambar conta gota Frasco ambar de 1000 ml Frasco ambar de 100 ml Funil de bucker Funil de decantação Funil simples gr. Funil simples pq. Garra Geladeira frost free com capacidade para 314 Litros Glicimetro Kitassato Lamparina Lamparinas de vidro borissilicado para álcool Mufa Pera Piceta Picnometro QUANTIDADE 2 15 30 54 10 10 4 10 1 31 10 1 55 29 30 30 30 20 7 6 80 30 58 15 34 1 4 2 28 1 8 caixas com 100 unidades 10 20 18 12 30 15 16 48 10 1 3 80 30 20 10 29 18 11 110 EQUIPAMENTO QUANTIDADE 15 20 200 40 9 105 27 6 30 34 53 29 30 25 29 15 16 8 10 5 53 219 20 100 29 Pinça de madeira Pinça simples Pipeta de pauster Pipeta graduada de 10 ml Pipeta graduada de 50 ml Pipeta graduada de 5 ml Pipeta volumétrica de 5ml Pipetador automático Pipetador semi-automático Placa de petri Proveta de 10 ml Proveta de 100 ml Proveta de 25 ml Proveta de 25 ml plástico Proveta de 50 ml Proveta de 50 ml de plástico Suporte universal Termômetro Tripé de ferro Trompa de vácuo de latão Tubo de ensaio com rosca Tubo de ensaio gr. Tubo em u Tudo de ensaio md. Vidro de relógio 4.5.3 Laboratório de Desenho Área : 100m2 Atividade principal: prática e desenvolvimento do desenho técnico. Mobiliário: pranchetas equipada com réguas paralelas; cadeiras de encosto/assento almofadado para alunos; tablado, bureau e cadeira de encosto/assento almofadado para professor, e quadro branco com iluminação auxiliar, para utilização de pincel atômico. Dispõe também de computador desktop e equipamento data-show para uso de projeções. EQUIPAMENTO Mesas de desenho de 0,60x0,50, equipadas com réguas paralelas QUANTIDADE 45 111 4.5.4 Laboratório de segurança do trabalho Objetivo: oferecer suporte às práticas relacionadas com medições físicas de avaliação de adequação biomecânica do trabalho, projeto do trabalho e de conforto ambiental; estudo de métodos e utilização de equipamentos de proteção individual e coletiva e práticas referentes à medição do ambiente de trabalho. Materiais utilizados nas práticas Quant. 01 01 26 02 02 04 02 02 01 02 01 02 01 02 02 02 Nome Calibration Test System Model RP Check Kit Capacete de segurança (Branco) Capacetes de segurança (Azul) Cintos de segurança pára-quedista Cinturão tipo pára-quedista em poliamida Conectores de ancoragem (MUSITANI) Kit Abafador de ruídos para casco (MSA) Kits para ensaio qualitativo com fumos irritantes Kwik-Draw Sampling Pump – Operation and Maintenance (MSA) 02 Máscara queixo (MSA) Medidor H2S “Altair” (MSA) Minicape (Máscara de fuga) (MSA) Monitor de gases portátil Moquestão Óculos de proteção (Danny) Óculos de proteção (MSA) Protetor auditivo para capacete “V Gard” com slot/ Abafador de ruídos Protetor facial (MSA) 02 Respirador Confo II (MSA) 02 04 02 02 02 01 Respirador purificador de ar “Advantage 200” Talabarte duplo (MUSITANI) Talabarte em corda (MUSITANI) Talabarte em fita (MUSITANI) Trava quedas Trava quedas CG Corda ½” Anemômetro portátil, visor de cristal líquido digital, medição de velocidade do vento na faixa de 0.3 a 40m/s, com sensor incorporado no medidor, caixa a prova d'água, modelo 1000, marca Kestrel. Termo-higrometro portátil, visor de cristal líquido digital,medição de temperatura de 0º a 50ºC e 25 a 95% para umidade relativa, com sensor incorporado no medidor, modelo HT7020, marca Icel. Áudio dosimetro portátil, faixa de medição 50 a 140dB para as escalas de 50 a 100dB e 80 a 130 dB, interface de comunicação de dados RS232, datalogger para arquivamento de dados, curva de ponderação A, nível de resposta lenta, fornecido com carregador de bateria, áudio calibrador de precisão, protetor de vento e presilha de lapela para microfone, chave para aferição, cone adaptador, CD- 02 01 01 01 Dados adicionais Mensuração concentração gases e vapores Peça facial inteira Lente transparente Lente escura Proteção de gases, vapores e partículas Tam. M da de 112 01 01 01 01 Rom com manual de instruções em português e software para transferência de dados, cabos para interface serial com adaptador para saída USB do PC e cabo para interface paralela para transferência de dados com impressora, chave allen para travamento, bateria alcalina 9volts para calibrador, maleta para transporte, manual de instruções original, modelo 897, marca Simpson. Decibelímetro - Analisador de pressão sonora em tempo real com filtro de banda de oitavas nas faixas 31.5Hz, 63Hz, 125Hz, 250Hz, 500Hz, 1kHz, 2KHz, 4kHz e 8kHz; e terço de oitavas nas faixas 25Hz, 31.5Hz, 40Hz, 50Hz, 63Hz, 80Hz, 100Hz, 125Hz, 160Hz, 200Hz, 250Hz, 315Hz, 400Hz, 500Hz, 630Hz, 800Hz, 1kHz, 1.25kHz, 1.6kHz, 2KHz, 2.5kHz, 3.15kHz, 4kHz, 5kHz, 6.3kHz, 8kHz e 10kHz , faixa de medição de 30 a 130 dB para modo SPL e 20 a 130 para modo freqüências, com , curvas de ponderação A, C ou impacto, resposta rápida (Fast) ou lenta(Slow), visor de cristal líquido digital com luz de fundo (Backlit), com Interface RS232 e dataloger acumulador de dados com capacidade para 10000 dados no modo Auto, funções Leq, Lp, LE, Lmax, Lmin, precisão 1,5dB, com relógio de tempo real e calendário, fornecido com baterias alcalinas, cabo para interface RS232 e software para transferência de dados, adaptador 9/25 pinos, protetor de vento, maleta para transporte , modelo 1358, marca TES. Monitores de estresse térmico de bulbo seco, úmido e globo de seis polegadas, informa os valores dos três bulbos e IBUTG instantâneo com e sem carga solar, fornecido com maleta para transporte, tripé com ajuste de altura, cabo de extensão, carregador de bateria, certificado de calibração e manual de instruções em português, modelo TGD200, marca Instrutherm. Bomba para amostragem de contaminantes do ar, fluxo constante de 0.5 a 3.0 LPM, fornecido com linha de amostragem, carregador de bateria, manual de instruções, modelo BDX II, marca Gilian. Medidores de nível de iluminação portátil, visor de cristal líquido digital, correção de cores e do ângulo de incidência, funções de amostragem de pico com travamento (DataHold), faixa de medição 20/20/2.000/20.000 lux, modelo 1011, marca MPA. Monitores digital de vibração, portátil, com kit de acelerômetros para vibração de corpo inteiro e vibração localizada, com sensor standard para mão e braço acelerômetrode eixo triaxial escala RMS de 0.01 m/s2 a 5,000 m/s2 e escala de PICO de 0.2 m/s2 a 7,000 m/s2 dependentes da colocação do ganho; e sensor standard para corpo inteiro acelerômetro de eixo triaxial, escala RMS de 0.001 m/s2 a 500 m/s2 e escala de PICO de 0.02 m/s2 a 700 m/s2 dependentes da colocação do ganho; escalas de medição Unidades: m/s2, cm/s2, ft/s2, in/s2, g, dB, Vibração: Braços, Amin, Amax, Aeq, Amp, PICO; Corpo Iinteiro: Braços, Amin, Amax, Aeq, Ampère, PICO, CFmp, CF, VDV; Comunicação através de interface RS 232 a 115kbps; em conformidade com normas CE, ISO 8041 Tipo 1, ISO 5349 Vibração de Mão e Braço, ISO 2631 Vibração de Corpo Inteiro, ANSI S3.34, ANSI S3.18, ACGIH 2004 WBV & HAV TLV e NIOSH; fornecido com software para gerenciamento de dados e maleta para transporte, modelo HavPro, marca Quest. 113 4.5.5 Laboratório de processos industriais (LAPI) O LAPI atende a várias necessidades do curso de Engenharia de Produção, com destaque para os experimentos relacionados às atividades de Processos Químicos Industriais, Fenômenos de Transporte, Operações Unitárias e Materiais. Área: 150m2 Objetivo: realização de experimentos relacionados às operações, aos processos empregados nas indústrias e aos fenômenos que ocorrem nos equipamentos dessas indústrias. Experimentos em: - algumas áreas da Física e da Química, principalmente, mecânica de fluidos, transferência de calor, transferência de massa, entre outras; - operações e processos comumente utilizados em vários segmentos industriais (químico, de alimentos, mineração, etc.); - tecnologias de tratamento de resíduos industriais, tratamento de água, tratamento de efluentes, reaproveitamento de subprodutos e resíduos, de acordo com o desenvolvimento sustentável. 4.5.6 Laboratório de sistemas e simulação Objetivo: apoio às disciplinas de Pesquisa Operacional, Simulação, Engenharia Econômica, Projeto de Fábrica e Layout Custos; Controle Estatístico de Processos; Planejamento e Controle da Produção, Sistemas de Informação, Modelagem da Informação e Logística, com utilização de ferramentas computacionais específicas. 114 Equipamentos: 2 2 2 SISTEMAS E SIMULAÇÃO Área (m ) m /estação m /aluno MOSSORO – Laboratório 5 100 2,38 2,38 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows 7 Enterprise, Office 2010, 7Zip, Anti-Vírus McAffe, Acrobat Read 11, Internet Explorer 9, Mozilla Firefox, CAD2009, Calculadora HP 12c, calculadora 12Cpp, Prova Online, VisualG, GestorProvaOnLine, CAD 2013, 3D MAX 2013, Arena Simulation Software e Promodel Student. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Core i5 3.0GHZ, 8GB RAM, 500.0GB de disco rígido, DVD-RW 52x,Windows 7 Enterprise, 45 com acesso a Internet, Rede, ano de aquisição 2013 4.5.7 Laboratório de desenvolvimento de produtos e prototipação (LADEP) Objetivo: propiciar ao estudante condições para que possa experimentar e ver em detalhes processos de transformação de produtos utilizando recursos computacionais e equipamentos como uma impressora 3D que permite visualizar a prototipagem rápida do produto. Atividades: Gerenciamento de projetos e desenvolvimento de produtos sustentáveis. Nesse laboratório os estudantes construirão protótipos de produtos e de postos de trabalho, além de maquetes e modelos. Este laboratório será utilizado em conjunto com o Laboratório de Maquetes permitindo desenvolver atividade nas disciplinas de Projeto de Produto, Desenho Técnico, Projetos Industriais I e Projetos Industriais II. 4.5.8 Laboratório de resistência dos materiais, materiais de construção e mecânica dos solos Área: área de 100m2 Objetivo: apoio a atividades relacionadas a: a) Resistência dos Materiais; Ciências e Tecnologia dos Materiais; Mecânica Técnica; b) pesquisa e iniciação científica; c) elaboração de TCC; d) atuação prática de alunos estagiários para desenvolvimento de serviços externos. 115 O laboratório é também compartilhado por outros cursos da Escola de Ciências Exatas e Engenharias, tais como Engenharia Civil, CST em Petróleo e Gás e Arquitetura e Urbanismo. Conta com painéis explicativos sobre procedimentos relativos aos principais ensaios, sendo dotado de equipamentos que permitem a caracterização e classificação das matérias-primas utilizadas em Engenharia, adotando os métodos de ensaio normalizados. Ensaios: caracterização de materiais, resistência à compressão de concretos, argamassas, resistência à tração de aço, determinação dos índices físicos do solo, análise granulométrica, ensaios de compactação, ensaio de permeabilidade, ensaio de adensamento e plasticidade. Equipamentos e materiais EQUIPAMENTOS Agitador de peneiras eletromagnético Aparelho de Blaine, com conexão para PC - RS232 - 220V - 60Hz, medição da superfície específica do cimento, conforme EN 196, expressando resultados em cm2/s, conf. NBR NM 76 - NBR 7224 Aparelho Los Angeles para verificação de abrasão dos agregados Argamassadeira eletromecânica automática, capacidade de 5 litros com duas velocidades e movimento planetário para misturas de cimento e argamassas conforme normas NBR. Possui cuba e pá (batedor) em aço inox, dosador de areia e controlador automático digital Balança com dois pratos capacidade 10.000g, com jogos de pesos Balança eletrônica que permita medir 2,0 kg (com resolução de 0,01 g) Betoneira com capacidade de 145 litros, elétrica Dispositivo para traçagem de chapa Equipamento para ensaio de agulha de Vicat, automático, multinorma (ASTM, EN, SN, etc), para argamassas, pasta de cimento e gesso com impressora incorporada Equipamentos auxiliares (cápsulas, bandejas, frascos.) para ensaios de controle de qualidade do cimento e asfalto Estufa elétrica 50x40x50 cm Formas plásticas 20x10 para concreto Jogo completo de peneiras Jogo de speedy Prensa para ensaio de cisalhamento direto, com célula de carga de 500kgf e seu leitor digital munido de memória, células de 2”x2” e 4”x4” e demais acessórios, inclusive jogo de pesos. Variação eletrônica de velocidade em mais de 100 pontos, com indicação digital de velocidade em uso, monofásico, 110 ou 220V, 50/60Hz, ref. I-1073, Marca Pavitest Prensa tipo Bishop para adensamento, com 01 (uma) prensa, relação 1:10, completa, com células tipo “Ortigão”, permitindo ensaios em amostras de 2”, 3” e 4” de diâmetro, jogo de pesos padrão, cap. 55,2kg, composto de 04 de 8kg, 02 de 4kg, 02 de 2kg, 02 QUANTIDADE EXISTENTE 01 01 01 01 01 01 01 01 01 05 01 25 03 02 01 01 116 de 4kg, 02 de 1kg, 08 de 0,5kg, 08 de 0,25kg, 10 de 0,20kg, 08 de 0,10kg e 08 de 0,05kg, com mesa de aço reforçada, ref. I-1072, marca Pavitest, com software; Prensa Universal Hidráulica, para realizar ensaios mecânicos (tração, compressão, flexão) em materiais de construção, materiais aplicados e rochas. Instalação servohidráulica combinada, com três zonas de ensaios: Compressão de 2000KN, compressão de 200KN e flexão a baixas cargas (até 10KN), com controle total por computador (modelo IBERTEST MEH2000 / AUTOTEST 200 -10 / SW OU SIMILAR) Quarteador de amostras de 1” Retificadora de corpos de prova Tacho em porcelana para preparo de amostras Vibrador de concreto 01 01 01 06 01 Mobiliário: bancadas em granito; 30 (trinta) cadeiras tipo tamborete para alunos; tablado, bureau e cadeira de encosto/assento almofadado para professor, e quadro branco com iluminação auxiliar, para utilização de pincel atômico. Dispõe também de sala de coordenação e de um ambiente apropriado para explanações, contendo 12 (doze) carteiras com prancheta, computador desktop e equipamento data-show para uso de projeções. 117 4.6 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA Órgão colegiado interdisciplinar e independente, de caráter consultivo, deliberativo e educativo, o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) tem o objetivo de defender os interesses dos sujeitos de pesquisas em sua integridade e dignidade e contribuir no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos. Toda e qualquer pesquisa que envolva seres humanos ou animais só pode ser iniciada após aprovação desse colegiado, a quem compete analisar os protocolos de pesquisa, envolvendo seres humanos, e materiais deles advindos; animais e aspectos de biossegurança, inclusive os multicêntricos. Cabe-lhe ainda a responsabilidade primária pelas decisões sobre os aspectos éticos, científicos e metodológicos, incluindo a pertinência e o alcance sócio-científico da pesquisa a ser desenvolvida na Universidade Potiguar, de modo a garantir e resguardar a integridade e os direitos dos voluntários participantes nas referidas pesquisas. 118 ANEXOS 119 ANEXO A EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ESTRUTURAS CURRICULARES INICIAL E 2012 120 1ª SÉRIE 121 INFORMÁTICA APLICADA ÀS EXATAS E ENGENHARIAS EMENTA Introdução à Informática: conceitos básicos. Sistema operacional. Editor de texto e editor de apresentações. Planilha eletrônica. Base de dados. Noções de Internet. Correio Eletrônico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPRON, H. L.; JOHNSON, J. A.. Introdução a Informática. 8ª Ed. Editora Pearson / Prentice Hall (Grupo Pearson). PREPPERNAU, Joana; COX, Joyce. Windows 7. Porto Alegre: Artmed, 2010. ROCHA, Tarciso. Word 2007 sem limites: uma abordagem completa do MS Word 2007. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRAGA, William César. Informática elementar Word 2007. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007. PREPPERNAU, Joana; COX, Joyce. Microsoft Office Word 2007: passo a passo. Porto Alegre: Booxman, 2007. RATHBONE, Andy. Windows vista para leigos. Rio de Janeiro: Alta Books, 2009. 122 INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO SUPERIOR EMENTA O que é Universidade. O papel do estudante universitário no ensino superior. Ensino superior, pesquisa e extensão. Políticas de direito à educação superior. Programas de inclusão na Universidade. Programas de avaliação. O público e o privado na educação superior. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS SOBRINHO, José. Dilemas da educação superior no mundo globalizado. Casa do psicólogo: Brasília, 2006. GHIRALDELLI JR, Paulo. Filosofia e história da educação brasileira. 2ª Ed. São Paulo: Manole, 2009. RAMOS, Marise Nogueira. A pedagogia das competências: autonomia ou adaptação?. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 8.ed. Campinas: Autores Associados, 2007. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 37ª Ed. São Paulo: Paz e Terra, 2009. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. 123 INTRODUÇÃO Á ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTA Engenharia de Produção e relações com profissões afins. História da Engenharia de Produção. O curso de Engenharia de Produção: objetivos e perfil, profissional. Áreas de atuação e o mercado de trabalho. Engenharia de Produção e seus impactos na sociedade. Ética no exercício da profissão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BATALHA, M. O. (Org) Introdução à Engenharia de Produção. São Paulo: Atlas, 2008. LITLLE, Patrick, et al. Introdução à Engenharia. Porto Alegre: Bookman, 2010. PEREIRA, Luis Teixeira do V.; BAZZO, Walter Antonio. Introdução à Engenharia: conceitos, ferramentas e equipamentos. Florianópolis: UFSC, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVAREZ, Roberto; ANTUNES, Junico; KLIPPEL, Marcelo. Sistemas de produção: conceitos e práticas para projeto e gestão da manufatura enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. BROCKMAN, Jay. Introdução a Engenharia - Modelagem e Solução de Problemas. São Paulo: Ltc (grupo Gen), 2010. 316 p. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 124 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO EMENTA Leitura e produção de texto. Relações de significação e construção de sentido. Os gêneros textuais e a interação entre autor, texto e leitor. A textualidade e suas relações com o processo de construção discursiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Prática de texto para estudantes universitários. 16.ed. Petrópolis: Vozes, 2007. KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Análise da conversação. São Paulo: Ática, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIDIO, Lucie. Leitura e Produção de Textos. 2013. Atlas. KOCH, I. G. V.; ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2007. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 8.ed. São Paulo: Cortez, 2007. 125 CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E METODOLOGIA DA PESQUISA EMENTA Lógica e método na ciência. Comunicação humana e linguagem: linguagem, comunicação, níveis de linguagem, funções da linguagem. Expressão oral e escrita. Leitura de textos de natureza técnica, científica e/ou acadêmica. Produção de textos escritos de natureza técnica, científica e/ou acadêmica. Normas da ABNT. Redação oficial, técnica e científica. Aulas práticas de redação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2009. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2009. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOAVENTURA, Edivaldo M. Metodologia da Pesquisa: Monografia, Dissertação, Tese. São Paulo: Atlas, 2004. 160 p. FRAGA, Marcelo Loyola. Metodologia para elaboração de trabalhos científicos. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 2009. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos da Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2010. 126 PRÉ-CÁLCULO EMENTA Conjuntos. Relações. Funções e sua representação gráfica. Função modular. Funções exponenciais. Funções logarítmicas. Análise combinatória. Progressão aritmética. Progressão geométrica. Trigonometria. BIBLIOGRAFIA BÁSICA IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo, Nilze de Almeida. Matemática, Ciências e Aplicações. São Paulo: Atual, 2006. Volume 1. IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo, Nilze de Almeida. Matemática, Ciências e Aplicações. São Paulo: Atual, 2006. Volume 2. MEDEIROS, Valéria Zuma. Pré-Cálculo. São Paulo: Cengage Learning, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMANA, Franklin, et al. Pré-Cálculo. São Paulo: Pearson / Prentice Hall (Grupo Pearson), 2009. SAFIER, Fred. Pré-Cálculo. 2º. Porto Alegre: Bookman, 2011. 429 p. SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2009. 127 2ª SÉRIE 128 ÁLGEBRA LINEAR EMENTA Equações da reta. Produto escalar. Produto vetorial. Produto misto. Plano. Distâncias. Circunferência. Parábola. Elípse. Matrizes; Determinantes e matriz inversa. Sistemas de equações lineares. Espaço vetorial: Dependência e independência línear. Base, transformações lineares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JULIANELLI, José Roberto. Cálculo vetorial e geometria analítica. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. MELLO, Dorival A.; WATANABE Renate G. Vetores: uma iniciação a geometria analítica. São Paulo: Livraria da Física, 2010. SHOKRANIAN, Salahoddin. Uma introdução á Álgebra Linear. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOLMAN, Bernard. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. Rio de Janeiro, LTC 2006 reimp.2013. MAIO, Waldemar de. Fundamentos de Matemática: Álgebra; Espaços Métricos e Topológicos. Rio de Janeiro: LTC, 2010. TRACEY, Pilone M. Ed; DAN, Pilon. Use a Cabeça! Algebra – 2010. Rio de Janeiro: Alta Books, 2010. 129 ALGORITMO E PROGRAMAÇÃO EMENTA Descrição de metalinguagem. algoritmos. Construção Procedimentos e de Algoritmos algoritmos utilizando fundamentais de uma sistemas computacionais. Introdução à computabilidade. Análise de complexidade de Algoritmos. Estudo dos recursos de linguagens de programação de alto nível. Variáveis, comandos, Declarações, subprogramas. Desenvolvimento sistemático de programas. Introdução à linguagem de programação estruturada. Aplicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DA SILVA, Osmar Quirino. Estrutura de dados e algoritmos usando C Fundamentos e Aplicações. 2 ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2007. MANZANO, José Augusto N. G.; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo. Algoritmos - Lógica para Desenvolvimento de Programação de Computadores. 26 ed. São Paulo: Érica, 2012 reimp 2013. PEREIRA, Silvio do Lago. Algoritmos e Lógica de Programação em C. São Paulo: Érica, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MELO, Ana Cristina Vieira. Princípios de linguagens de programação. Edgard Blucher, São Paulo, 2003. OLIVEIRA, Alvaro. Introdução à Programação Algoritmos. 3 ed. Florianópolis: Visual Books, 2007. VILARIM, Gilvan. Algoritmos: Programação Para Iniciantes. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2004. 130 CÁLCULO I EMENTA Números e funções. Limites. Derivada. Funções implícitas. Teorema do valor médio. Máximos e mínimos. Esboços de curvas. Aplicações. Conceito de integral. Integral indefinida e definida. Regras de integração e o teorema fundamental do cálculo. Aplicações de integral. Fórmula de Taylor. Coordenadas polares. Séries numéricas e séries de potências. Equações diferenciais de 1a e 2a ordem com coeficientes constantes. Cálculo vetorial no plano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. Volume I. 5. ed. Rio de Janeiro: Ltc (grupo Gen), 2011. 652 p. HOFFMANN, Laurence; BRADLEY, Gerald. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2010. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Cengage Learning, 2009. v 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. Vol 1. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC (Grupo Gen), 2003. 332 p. BARCELOS NETO, João. Cálculo para entender e usar. São Paulo: Livraria da Física, 2009. SALAS, Hille e Etgan. Cálculo. São Paulo: LTC, 2009. Volume 1. 131 CIÊNCIAS APLICADAS ÀS EXATAS E ENGENHARIAS EMENTA Introdução às Ciências aplicadas à Engenharia. A constituição da matéria. Mistura. Desdobramento de misturas. Tabela periódica. Ligações químicas. Funções inorgânicas. Reações químicas. Física e mensuração: grandezas físicas, unidades, notação científica e algarismos significativos. Análise dimensional. Instrumentação física. Erros experimentais. Gráficos. Vetores e suas aplicações. Movimentos: conceitos fundamentos e descrição. A relação da física com as outras ciências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEER, Ferdinand, et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 7.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física 1: mecânica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 1. RAMALHO JÚNIOR, Francisco. Os fundamentos da física. São Paulo: Moderna, 2008. v. 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FARIAS, Robson Fernandes. Práticas de Química Inorgânica. 3.ed. São Paulo: Alínea e Átomo. 2010. KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul M.; WEAVER, Gabriela C. Química Geral. São Paulo: Cengage Learning. 2010, v. 2. ZEMANSKY, Sears. Física I: mecânica. 12.ed. São Paulo: Pearson, 2008. 132 DESENHO TÉCNICO EMENTA O desenho como linguagem e sua formalização. Construção dos elementos básicos das formas geométricas planas. Utilização e manejo dos instrumentos de desenho. Construção e utilização de escalas gráficas. Elementos de desenho técnico. Representação de objetos em projeção. Perspectivas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PAPAZOGLOU R. S.; C. P. BUENO. Desenho Técnico para Engenharias. Curitiba: Juruá, 2008. ROCHA, A. J. F.; GONÇALVES, R. S. Desenho Técnico. São Paulo: Plêiade, 2009/2010. v. 1. SPECK J. H.; PEIXOTO V. V. Manual Básico de Desenho Técnico. Florianópolis: UFSC, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MANDARINO, D. et al. Expressão Gráfica: normas e exercícios. São Paulo: Plêiade, 2007. SILVA, Eurico de Oliveira e; ALBIERO, Evando. Desenho Técnico Fundamental. Rio de Janeiro: Epu (grupo Gen), 2006. 124 p. VENDITTI. Desenho técnico Florianópolis: Visual Books, 2007. sem pranchetas com Autocad 2008. 133 SOCIEDADE, TECNOLOGIA E MEIO AMBIENTE EMENTA Diferentes contextos sociais da tecnologia. A política de Ciência e Tecnologia. A relação entre a organização social e a tecnologia. O ser humano, a sociedade e o desenvolvimento tecnológico na sociedade pós-industrial. Transformações tecnológicas associadas aos diversos aspectos da vida social. A globalização e o desenvolvimento sustentável e sua interferência na mudança de comportamento organizacional. Tecnologias a serviço do meio ambiente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBIERI, José Carlos. Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável. São Paulo: Saraiva, 2009. DREW, David. Processos interativos homem - meio ambiente. 6.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. REIS, Lineu Belico dos; CARVALHO, Cláudio Elias; FADIGAS, Eliane A. Amaral. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Manole, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBIERI, José Carlos. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. LEFF, Enrique. Ecologia, Capital e Cultura: a territorialização da racionalidade ambiental Petrópolis: Vozes, 2009. PEREIRA, Mario Jorge. Meio Ambiente e Tecnologia. São Paulo: Ciência Moderna, 2004. 272p. 134 3ª SÉRIE 135 CÁLCULO II EMENTA Funções de duas ou mais variáveis: limites, continuidade, diferenciabilidade. Gradiente. Regra da cadeia. Teorema do valor médio. Derivadas de ordem superior. Teorema de Schwarz (enunciado). Fórmula de Taylor. Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange. Integrais duplas e triplas. Mudança de variável em integrais: coordenadas polares, cilíndricas e esféricas. Teoremas de Green, Gauss e Stokes. Interpretações físicas do gradiente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen Paul. Cálculo. 8.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 2.v. ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de múltiplas variáveis. [s.l.]: LTC, 2006. STEWART, James. Cálculo. 6.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 2.v. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HOFFMANN, Laurence. Cálculo: Um Curso Moderno e Suas Aplicações. 2º ed. São Paulo: Ltc, 2010. 608p. PEREIRA, Mario Jorge; GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. Vol 2. 5º ed. Rio de Janeiro: Ltc (grupo Gen), 2011. PEREIRA, Mario Jorge; GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. Vol 3. 5º ed. Rio de Janeiro: Ltc (grupo Gen), 2002. 136 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE EMENTA Distribuições de frequência. Representação gráfica. Medidas de tendência central e de dispersão. Experimentos aleatórios. Espaço amostral e eventos. Noções de probabilidade. Métodos de enumeração. Probabilidade condicionada. Variáveis aleatórias bidimensionais. Valor esperado e variância. Principais distribuições discretas e contínuas. Amostragem. Estimação de parâmetros. Testes de hipóteses. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MAGALHÃES, M. N.; LIMA, C. P. Noções de Probabilidade e Estatística. 6. ed. São Paulo: Edusp, 2005. MEYER, P. L.. Probabilidade: Aplicações à Estatística. 2 ed. Livros técnicos e Científicos Editora. MONTGOMERY, D. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARA, Amilton Braio. Introdução à Estatística. São Paulo: Edgard Blucher, 2003. 152 p. CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19.ed. São Paulo: Saraiva, 2009. MORETTIN, Luis Gonzaga. Estatística básica: Probabilidade e Inferência. São Paulo: Makron Books, 2010. 137 FÍSICA APLICADA À ENGENHARIA I EMENTA Medidas e sistemas de unidades. Movimento em uma, duas e três dimensões. Leis de Newton. Trabalho e energia. Conservação de energia. Sistemas de partículas e conservação de momento. Colisões. Cinemática e dinâmica das rotações. Equilíbrio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física Mecânica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 1. MEDEIROS, Damascynclito. Física: mecânica. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2010. v. 1. ZEMANSKY, Sears. Física 1: mecânica. 12.ed. São Paulo: Pearson, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PIACENTINI, João José. Introdução ao Laboratório de Física. 4º Santa Catarina: UFSC, 2012. 124 p. RAMALHO JÚNIOR, Francisco. Os fundamentos da física. São Paulo: Moderna, 2007. v. 1. TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2009. Volume 1. 138 INTRODUÇÃO À ECONOMIA EMENTA A economia como ciência social aplicada. Os sistemas e os agentes econômicos, as questões-chave da economia. Desafios econômicos da atualidade. Estruturas e mecanismos básicos de mercado. A oferta e a demanda. O equilíbrio geral e a elasticidade. Os fundamentos teóricos dos comportamentos dos consumidores e dos produtores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2003. TROSTER, Roberto Luis. Introdução à economia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de. Fundamentos de economia. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KRUGMAN, P.; R. WELLS. Introdução à Economia. Rio de Janeiro: Campus, 2007. MONTELLA, Maura. Micro e macroeconomia: uma abordagem conceitual e prática. São Paulo: Atlas, 2009. STIGLITZ, Joséph E.; WALSH, Carl. Introdução à microeconomia. 3. ed. São Paulo: Campus, 2003. 408 p. 139 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO EMENTA Organização do trabalho no contexto das organizações atuais. O modelo clássico de organização do trabalho. Organização moderna do trabalho. Sistema de fábrica. Taylorismo. Fordismo. Sistema sócio-técnico e os grupos semiautônomos. O modelo japonês de organização do trabalho. Fábrica automática: produção modular. Relações de trabalho. Desenvolvimentos recentes e perspectivas de organização do trabalho na produção. Relações sindicais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAVIS, Keith; NEWSTRON, John W. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem organizacional. Eunice Lacava Kwasnicka (Trad.) São Paulo: Thomson Pioneira, 2004. RODRIGUES, Marcus V. Qualidade de vida no trabalho: Evolução e análise gerencial. Rio de Janeiro: Vozes, 2008. TAYLOR, F. W. Princípios de administração científica. Arlindo Vieira Ramos (Trad.). 8 ed. São Paulo: Atlas, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FALZON, P.; SAUVAGNAC, C. Carga de trabalho e estresse. In: FALZON, P.. Ergonomia. São Paulo: Edgar Blucher, 2007. HELOANI, Roberto. Organização do Trabalho e Administração: Uma Visão Multidisciplinar. 5º São Paulo: Cortez, 2011. 112 p. WOMACK, J. P.; JONES, D. T.; ROOS, D.. A máquina que mudou o mundo: baseado no estudo do Masachusetts Institute of Technology sobre o futuro do automóvel. Ivo Korytowski (trad.). Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 140 QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL EMENTA Fundamentos de Química: Estrutura Atômica, Modelos Atômicos, Números Quânticos. Distribuição Eletrônica, Tabela Periódica, Propriedades Periódicas, Ligações Químicas, Funções Inorgânicas, Estequiometria de Reações, Soluções, Termodinâmica, Estado Gasoso, Cinética Química, Equilíbrio Químico e Eletroquímica. Experimental: Noções de segurança, equipamentos básicos de laboratório, técnicas básicas de laboratório, soluções, reações químicas e propriedades relacionadas às forças intermoleculares. Apresentação de técnicas de purificação e diversos manuseios em elementos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. 4.ed. Porto Alegre: Mcgraw Hill, 2010. KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul M.; WEAVER, Gabriela C. Química Geral. São Paulo: Cengage Learning, 2010. v. 1. LAWRENCE, S. Brown; THOMAS, A. Holme. Química geral aplicada à engenharia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRADY, James E.; SENESE, Fred. Química: a matéria e suas transformações. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 1. FARIAS, Robson Fernandes de. Química Geral no contexto das Engenharias. 1º ed. São Paulo: Atomo, 2011. MASTERTON. Química: princípios e reações. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 141 4ª SÉRIE 142 CÁLCULO NUMÉRICO EMENTA Estudo sobre erros. Zeros de funções. Métodos numéricos de Álgebra Linear. Interpolação. Derivação e integração numérica. Aproximação de funções, ajustamento de dados. Solução numérica de equações diferenciais ordinárias. Outras aplicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BURIAN, Reinaldo; LIMA, Antonio Carlos de. Fundamentos da informática: cálculo numérico. Rio de Janeiro: LTC, 2007. FRANCO, Neide Maria Bertoldi. Cálculo numérico. São Paulo: Pearson, 2007 reimp. 2012. VASCONCELOS, Selma Helena de; DAREZZO, Artur. Cálculo numérico. São Paulo: Cengage Learning, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARENALES, Selma; DAREZZO, Artur. Cálculo numérico: aprendizagem com apoio de software. São Paulo: Thomson, 2008. CAMPOS FILHO, Frederico Ferreira. Algoritmos Numéricos. 2º ed. Rio de Janeiro: Ltc, 2007. 444 p. CHAPRA, S. C.; CANALA, R. P. Métodos numéricos para engenharia. 5. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2007. 143 FENÔMENOS DOS TRANSPORTES EMENTA Propriedade estática dos fluidos. Cinética dos escoamentos: linhas de corrente, função de corrente. Equação da continuidade; equação de Euler, de Bernoulli e da energia dos fluidos. Princípio da quantidade de movimento. Fluidos reais. Escoamento de fluidos ideais e viscosos. Análise dimensional e semelhança. Escoamento em tubos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BISTAFA, Sylvio R. Mecânica dos fluídos. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. FOX, Robert W. Introdução à mecânica dos fluídos. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. KWONG, Wu Hong. Fenômenos de transportes: mecânica dos fluídos 2010. São Carlos: Edufuscar, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRUNETTI, Franco. Mecânica dos fluídos. 2.ed. São Paulo: Pearson, 2008. MALISKA, Clovis R.. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional. 2 ed. São Paulo: Livro Certo, 2004. 472p. reimp. 2013. WHITE, Frank M. Mecânica dos fluídos: fundamentos e aplicações. São Paulo: Mcgraw Hill, 2007. 144 FÍSICA APLICADA À ENGENHARIA II EMENTA Oscilações. Gravitação. Fluidos. Movimento ondulatório. Ótica. Carga elétrica. Lei de Coulomb. Campo elétrico. Lei de Gauss. Potencial elétrico e superfícies equipotenciais. Capacitância. Corrente elétrica e densidade de corrente. Resistência e resistividade. Campo magnético. Indutância. Noções de Física Moderna. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARISTÓTELES. Física I e II. Campinas: UniCamp, 2009. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física 3: eletromagnetismo. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. SEMANSKY, Sears. Física II: termodinâmica e ondas. 12. ed. São Paulo: Pearson, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAVES, Alaor. Física Básica: Eletromagnetismo. Rio de Janeiro: Ltc, 2007. 280 p. TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: física moderna: mecânica quântica, relatividade e a estrutura da matéria. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v.3. YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física III: eletromagnetismo. São Paulo: Addison Wesley. 145 GESTÃO AMBIENTAL EMENTA Histórico e perspectivas. Políticas públicas ambientais: Licenciamento ambiental. Avaliação do impacto ambiental. Sistemas de gestão ambiental e certificações ambientais. Gerenciamento de resíduos. Estratégias de gestão ambiental e a responsabilidade social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBUQUERQUE, José de Lima. Gestão ambiental e responsabilidade social: conceitos, ferramentas e aplicações. São Paulo: Atlas, 2010. BARBIERI, José Carlos. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. DIAS, Reinaldo. Gestão Ambiental. São Paulo: Atlas, 2006 reimp. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FLORIANI, Dimas. Conhecimento, meio ambiente e globalização. Paraná: Juruá, 2007. MOREIRA, Maria Suely. Estratégia e implantação do sistema de gestão ambiental (Modelo ISO 14000). 3ª Edição. INDG. SEIFFERT, Maria Elizabete Bernardini. ISO 14001 sistemas de gestão ambiental: implantação objetiva e econômica. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2007. 146 PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO EMENTA Visão geral dos sistemas de produção. Função do PCP. Caracterização do problema de Planejamento. Previsão de Demanda. Planejamento estratégico da produção. Planejamento mestre da produção. Programação da produção. Planejamento agregado da produção. Planejamento da Capacidade. Modelos de Controle de Estoque. Seqüenciamento e balanceamento das linhas de montagem. Emissão, liberação, Acompanhamento e Controle da Produção. Estratégias de planejamento e controle da produção (JIT, MRPII e OPT). BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORREA, H. L.; GIANESI, I. G. N.; CAON, M. Planejamento, programação e controle da produção. São Paulo: Atlas, 2007. FERNANDES, Flavio Cesar Faria; GODINHO FILHO, Moacir. Planejamento e controle da produção: dos Fundamentos ao Essencial. São Paulo: Atlas, 2010. TUBINO, Dalvio Ferrari. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERRY, William L.; JACOBS, F. Robert; VOLLMANN, Thomas E.; WHYBARK, D. Clay. Sistema de planejamento e controle da produção para o gerenciamento da cadeia de suprimentos. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 147 TERMODINÂMICA EMENTA Calor e temperatura. Teoria cinética dos gases. Fundamentos da Termodinâmica. Transferência de Calor por condução no estado estacionário. Transferência de calor por radiação. Transferência de calor por convecção. Ciclos termodinâmicos. Ciclos de Motores e Refrigeração. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física 2: gravitação, ondas e termodinâmicas. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 2. MORAN, M. J.; SHAPIRO, H. N. Princípios de termodinâmica para Engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2009. SEMANSKY Sears. Física II: termodinâmica e ondas. 12. ed. São Paulo: Pearson, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LAWRENCE, Brown S.; THOMAS, A. Holme. Química Geral aplicada a engenharia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. MALISKA, Clovis R.. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional. 2º ed. São Paulo: Livro Certo, 2004. 472 p. reimp. 2013. MASTERTON, William. Química: princípios e reações. 6 ed. LTC, 2010. Rio de Janeiro: 148 5ª SÉRIE 149 CONTROLE ESTATÍSTICO DA QUALIDADE EMENTA Fundamentos do controle estatístico de processos. Introdução ao Controle estatístico do processo. Gráficos de controle por variáveis. Gráficos de controle para processos autocorrelacionaos. Gráfico de controle por atributos. Capacidade do processo. Inspeção por amostragem. Análise do efeito e do modo de falha. Montagem de gráficos de controle. Função perda quadrática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA, Antônio Fernando Branco; CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro; EPPRECHT, Eugênio Kahn. Controle estatístico de qualidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2005. MONTGOMERY, D. C. Introdução ao Controle Estatístico de Qualidade. Rio de Janeiro: LTC, 2004. SAMOHYL, Robert. Controle estatístico de qualidade. Rio de Janeiro: Campus, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALLESTERO-ALVAREZ, Maria Esmeralda. Gestão de qualidade, produção e operações. São Paulo: LTC, 2010. CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Gestão da qualidade: conceitos e técnicas. São Paulo: LTC, 2012. JURAN, Joseph M. A qualidade desde o projeto: Os novos passos para o planejamento da qualidade em produção em serviços. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 150 GESTÃO DA PRODUÇÃO I EMENTA Tipologia dos produtos. Formas organizacionais convencionais. Flexibilidade, volume, diversificação. Indicadores da produção: produtividade, qualidade, tempo, flexibilidade. Controle do chão de fábrica. Gestão de capacidade. Planejamento de necessidades de materiais (MRP). Planejamento de recursos da manufatura (MRP II). Recursos críticos. Tecnologia otimizada da produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KRAJEWSKI, Lee; RITZMAN, Larry; MALHOTRA, Manoj. Administração de produção e operações: Conceitos e Técnicas. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2009, reimp. 2013. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVAREZ, Roberto; ANTUNES, Junico; KLIPPEL, Marcelo. Sistemas de produção: conceitos e práticas para projeto e gestão da manufatura enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. AMATO NETO, João. Sustentabilidade & Produção: Teoria e Prática Para Uma Gestão Sustentável. São Paulo: Atlas, 2011. FERNANDES, Flavio Cesar Faria; GODINHO FILHO, Moacir. Planejamento e controle da produção: dos fundamentos ao essencial. São Paulo: Atlas, 2010. 151 GESTÃO DA QUALIDADE EMENTA Conceitos. Evolução histórica. Gestão de processos. Custo da qualidade. Os efeitos do gerenciamento da qualidade sobre a produtividade. Sistemas de qualidade. Gestão da qualidade total. Melhoria contínua. Diretrizes da qualidade e seus desdobramentos. Tendências atuais e modelos para gerenciamento da qualidade. Gestão da qualidade na cadeia de suprimentos. Prêmios nacionais – PNQ. Normatização ISO 9.000. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BALLESTERO-ALVAREZ, Maria Esmeralda. Gestão de Qualidade, Produção e Operações. São Paulo: LTC, 2010. CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Gestão da Qualidade: conceitos e técnicas. São Paulo: LTC, 2012. JURAN, Joseph M. A qualidade desde o projeto. São Paulo: Cengage Learning, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHENG, Lin Chih; MELO FILHO, Leonel Del Rey de. Qfd - Desdobramento da Função Qualidade na Gestão de Desenvolvimento de Produtos. São Paulo: Edgard Blucher, 2007. 564 p. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JONHSTON, R. Administração da produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 152 MATEMÁTICA FINANCEIRA EMENTA Matemática Financeira e Empresa. Conceitos gerais. Juros simples. Juros compostos. Capitalização. Descontos e anuidades. Correção monetária. Métodos ou sistemas de amortização. Taxa média e prazo médio. Operações financeiras realizadas no mercado. Método de avaliação de fluxo de caixa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSAF NETO, Alexandre. Matemática Financeira e suas aplicações. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. MATHIAS, Washington Franco; GOMES, José Maria. Matemática Financeira. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009. SILVA, André Luiz Carvalhal da. Matemática Financeira aplicada. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANCO, Anísio Costa Castelo. Matemática financeira aplicada e análise de investimentos: método algébrico, HP-12C, Microsoft Excel®. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2001. CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de investimentos: Matematica financeira, engenharia econômica tomada de decisão estrátegia empresarial. 11 ed. São Paulo: Atlas, 2010. VANNUCCI, Luiz Roberto. Matemática Financeira e Engenharia Econômica. Edgar Blucher, 2013. 153 RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS EMENTA Conhecimentos básicos de resistência de materiais. Conceitos de: carregamento, tensões e deformações. Principais tipos de carregamento das peças e mecanismos cisalhamento, que compõem torção, flexão os e sistemas mecânicos: flambagem. Tensões tração-compressão, compostas e o dimensionamento adequado de peças sujeitas a combinações de solicitações: flexão mais tração-compressão e flexão mais torção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSAN, Aloisio Ernesto. Resistência dos materiais. Campinas: Unicamp, 2010. v. 1. BEER, Ferdinand P.; DEWOLF, John T.; JOHNSTON JR, E. Russell. Resistência dos materiais. 3.ed. Porto Alegre: Mcgraw Hill, 1995 reimp. 2011. HIBBELER, Russel C. Resistência dos materiais. 7.ed. São Paulo: Pearson, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Resistência dos materiais. São Paulo: Edgard Blucher, 2008. MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. 19º ed. São Paulo: Erica, 2012. 376 p. PARETO, Luis. Resistência e ciências dos materiais. São Paulo: Hemus, 2003. 154 6ª SÉRIE 155 CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS DE MATERIAIS EMENTA Estudo e aplicações de diferentes materiais metálicos, cerâmicos e poliméricos. Relação entre tipos de ligações dos materiais e suas propriedades. Relação microestrutura, propriedades, processamento. Dispositivos semicondutores para a geração luz e óxidos nano-estruturados para células de combustível e catálise. Materiais biodegradáveis e reciclagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CALLISTER, JR.; WILLIAM D. Ciência e engenharia dos materiais: uma introdução. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. NEWELL, James A. Fundamentos da moderna engenharia e ciências dos materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2010. SHACKELFORD, James F. Ciência dos materiais. São Paulo: Pearson, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASKLAND, D.R. Ciência e engenharia dos materiais. São Paulo: Cengage Learning. 2008. CANAVEROLO JR, S. V. Ciência dos polímeros: um texto básico para tecnólogos e engenheiros. 2.ed. São Paulo: Artliber, 2006. SMITH, William F.; HASHEMI, Javad. Fundamentos de Engenharia e Ciência dos Materiais. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. 734 p. 156 ENGENHARIA ECONÔMICA EMENTA Alternativas econômicas: método do valor presente líquido; Método do valor futuro líquido; Método do valor uniforme líquido; Viabilidade de empreendimentosfinanceiros/empréstimos; Método benefício-custo; Eficiência – custo; Método da taxa de retorno; Prazo de retorno ou prazo de recuperação do investimento; Análise de equilíbrio-análise de sensibilidade-alavancagem financeira; Depreciação- compra- locação - arrendamento mercantil exaustão; Substituição de equipamentos; Escolha de projetos independentes sob limitação orçamentária; Viabilidade financeira de empreendimentos condições de certeza e de risco. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BLANK, Leland; TARQUIN, Anthony. Engenharia econômica. José Carlos Barbosa dos Santos (Trad.). São Paulo: Mcgraw Hill, 2008. CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de investimentos: Matematica financeira, engenharia econômica tomada de decisão estrátegia empresarial. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. GONÇALVES NETO, Armando; COSTA, Reinaldo; CALÔBA, Guilherme. Engenharia econômica e finanças. Rio de Janeiro: Campus, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERREIRA, Roberto G. Engenharia econômica e avaliação de projeto de investimento: Critério de avaliação, financiamentos e beneficios fiscais, analise de sensibilidade e risco. São Paulo: Atlas, 2009. SILVA, André Luiz Carvalhal. Matemática financeira aplicada. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. VANNUCCI, Luiz Roberto. Matemática Financeira e Engenharia Econômica. Edgar Blucher, 2013. 157 ERGONOMIA EMENTA Conceitos de trabalho, tarefa, atividade, variabilidade, carga de trabalho e regulação. Metodologia de análise ergonômica do trabalho. Métodos e técnicas e de análise de variáveis em ergonomia. Métodos e Técnicas Para a Análise da Atividade. Ergonomia e Projeto. Avaliação de rendimento; Indicadores de projeto do trabalho. Programa de Ergonomia nas Empresas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARNES, R. M. Estudo de movimentos e de tempos: projeto e medida do trabalho. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. CAMAROTTO, J.A. Engenharia do trabalho: métodos, tempos, projeto do trabalho. Santa Catarina: DEP/UFSCar, 2005. GRANDJEAN, Etienne. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. 5. ed. Porto Alegre: Bookman Companhia, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR IIDA, Itiro. Ergonomia: Projeto e Produção. 2 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. 630 p. ROCHA, Geraldo Celso. Trabalho, saúde e ergonomia. Relação entre Aspectos Legais e Médicos. São Paulo: Juruá, 2004. ROLDÃO, V.S.; RIBEIRO, J.S. Organização da produção e das operações. Lisboa: Monitor, 2004. 158 GESTÃO DA PRODUÇÃO II EMENTA A abordagem just-in-time. Princípios básicos. Estoque e JIT. Sistemas MRP/MRPII/ERP. Layout e manufatura celular. Racionalização de setup. Relação com fornecedores. Compras programadas. Manutenção produtiva total. Polivalência da mão-de-obra. Kanban. Tecnologia de grupo. Manufatura celular. Sistemas CAD/CAM. Manufatura integrada por computador (CIM). A Teoria das Restrições (OPT) e os conceitos associados. Lote de transferência, lote de produção. Dimensionamento do pulmão e premissas de implantação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, Junico. Sistemas de produção - Conceitos e Práticas para Projeto e Gestão da Produção Enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. KRAJEWSKI, Lee; RITZMAN, Larry; MALHOTRA, Manoj. Administração de produção e operações: Conceitos e Técnicas. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2009, reimp. 2013. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERNANDES, Flavio Cesar Faria; GODINHO FILHO, Moacir. Planejamento e controle da produção: dos fundamentos ao essencial. São Paulo: Atlas, 2010. LIKER, Jeffrey K.. A cultura Toyota: A alma do modelo Toyota / Jeffrey K. Liker, Michael Hoseus. Porto Alegre: Bookman, 2009. 576 p., il. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 159 OPERAÇÕES UNITÁRIAS EMENTA Principais equipamentos utilizados em operações unitárias. Noções sobre as operações envolvidas no transporte de quantidade de movimento - calor e/ou massa. Transporte de sólidos particulados. Tipos de leitos fluidizados e algumas aplicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BLACKADDER, Nedderman. Manual de operações unitárias. São Paulo: Hemus, 2004. BRADY, James E.; SENESE, Fred. Química: a matéria e suas transformações. Rio de Janeiro: LTC, 2009. FELDER, Richard M.; ROUSSEAU, Ronald W. Princípios elementares dos processos químicos. Rio de Janeiro: LTC, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHANG, Raymond. Química Geral: conceitos essenciais. 4.ed. Porto Alegre: Mcgraw Hill, 2010. FOX Robert W. Introdução à mecânica dos fluídos. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. MALISKA, Clovis R.. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional. 2 ed. São Paulo: Livro Certo, 2004. 472. 160 PROJETOS INDUSTRIAIS I EMENTA Estudo de mercado: análise de demanda. técnicas de previsão de demanda. análise de viabilidade técnico-econômica de empreendimentos industriais. Estudo de escala: técnicas de análise de dimensão de um empreendimento industrial. Modelos de localização. Etapas de um projeto industrial. Elaboração de um projeto industrial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de investimentos: Matemática financeira, engenharia econômica tomada de decisão estratégia empresarial. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. VILLAR, Antônio de Melo; NÓBREGA JR, Claudino Lins. Planejamento das instalações industriais. João Pessoa: Editora UFPB, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERNANDES, Paulo S. Thiago. Montagens industriais: planejamento, execução e controle. 2. ed. São Paulo: Artliber, 2011. FERREIRA, Roberto G. Engenharia econômica e avaliação de projeto de investimento: critério de avaliação, financiamentos e benefícios fiscais, analise de sensibilidade e risco. São Paulo: Atlas, 2010. LEITE, Heymann A. R.. Gestão de Projeto do Produto: a Excelência da Indústria Automotiva. São Paulo: Atlas, 2007. 314 p. 161 7ª SÉRIE 162 CUSTOS INDUSTRIAIS EMENTA Contabilidade de custos. Natureza e conceitos da contabilidade de custos. Custos diretos e indiretos, fixos e variáveis, centros de custos. Análise e controle de custos indiretos de fabricação. Sistema de acumulação de custos por ordens de produção e por processos. Custeio direto e por absorção. Custeio baseado em atividades - (Activity based costing – ABC). Análise do ponto de equilíbrio e da relação custo-volume-lucro e custo-padrão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEONE, George S. G.; LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de custos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 10. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2010. STARK, José Antônio. Contabilidade de Custos. São Paulo: Pearson, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRUNI, Adriano Leal. Administração de Custos, Preços e Lucros, A: Com Aplicações na Hp12C e Excel. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2012. 424 p. (Desvendando as Finanças - Vol.5). BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Gestão de custos e formação de preços: Com Aplicações na Calculadora HP 12C e Excel. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008. COSTA, Reinaldo Pachedo da., et al. Preços, orçamentos e custos industriais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 163 LOGÍSTICA E TRANSPORTE EMENTA Fundamentos da Logística. Gestão de compras. Gestão de estoques. Sistemas de manuseio de materiais: máquinas e sistemas de transporte e elevação. Modulação de cargas. Dimensionamento de embalagens. Sistemas de controle de materiais. Recebimento. Organização de almoxarifado. Sistemas de armazenagem. Automação de controle de materiais. Gestão da distribuição. Rede de distribuição. Estratégias e logísticas de canais de distribuição. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BALLOU, Ronald H.. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: logística empresarial. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J.; COOPER, M. Bixby. Gestão da cadeia de suprimentos e logística. Rio de Janeiro: Bookman, 2007. NOVAES, Antonio Galvão. Logística: gerenciamento da cadeia de distribuição. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHING, Hong Yuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: Supply Chain. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. PEREIRA, André Luiz. Logística Reversa e Sustentabilidade. São Paulo: Cengage, 2012. reimp. 2013. 208 p. WANKE, Peter F. Logística e transporte de cargas no Brasil: produtividade e eficiência no Século XXI. São Paulo: Atlas, 2010. 164 PESQUISA OPERACIONAL EMENTA Programação linear. Simplex. Métodos de transporte. Fluxo em rede. Introdução à simulação. Conceitos de modelagem e otimização de sistemas de produção (bens e serviços). Teoria de filas aplicados à logística e cadeia de suprimentos. Métodos matemáticos de gestão de projetos, PERT/CPM. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução à pesquisa operacional: métodos e modelos para análise de decisão. 4. ed. São Paulo: LTC, 2009. HILLIER, Frederick; LIEBERMAN, Gerald. Introdução à pesquisa operacional, 8. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. MOREIRA, Daniel Augusto. Pesquisa operacional: curso introdutório. 2. ed. São Paulo: Cengage, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORREA, H. L.; GIANESI, I. G. N.; CAON, M. Planejamento, programação e controle da produção. São Paulo: Atlas, 2007. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. TAHA, Hamdy A.. Pesquisa Operacional. 8º São Paulo: Pearson, 2008. 360 p. 165 PROJETO DO PRODUTO EMENTA Fases do desenvolvimento do produto. O processo de projeto de produto: Projeto Informacional: QFD (Quality Function Development). Requisito de projeto conceitual: modelagem funcional, método morfológico, engenharia e análise de valor. Projeto preliminar: processo de projeto da peça, métodos de prototipagem, FMEA, fatores humanos e de desenho industrial no projeto do produto, seleção de materiais e processos. Projeto Detalhado: ferramentas de modelagem geométrica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MORGAN, James M.; LIKER, Jeffrey K.. Sistema Toyota de desenvolvimento de produto. Porto Alegre: Bookman, 2008. ROMEIRO FILHO, Eduardo et al. Projeto de produto. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. ROTONDARO, Roberto Gilioli; MIGUEL, Paulo Augusto Cauchick; GOMES, Leonardo Augusto de Vasconcelos. Projeto do produto e do processo. Porto Alegre: Atlas, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BACK, N. et al. Projeto integrado de produtos: planejamento, concepção e modelagem. São Paulo: Manole, 2008. CHENG, Lin Chih; MELO FILHO, Leonel Del Rey de. QFD – Desdobramento da Função Qualidade na Gestão de Desenvolvimento de Produtos. São Paulo: Edgard Blucher, 2007. 564 p. SLACK, Nigel et al. Administração da produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 166 PROJETOS INDUSTRIAIS II EMENTA Fundamentos, critérios e fatores envolvidos no projeto da fábrica e de instalações industriais. Análise de localização. Características especiais de construção. Movimentação de materiais. Estudo do arranjo físico. Planejamento do sistema de movimentação e armazenagem de materiais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. VILLAR, Antônio de Melo; NÓBREGA JR, Claudino Lins. Planejamento das instalações industriais. João Pessoa: Editora UFPB, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVAREZ, Roberto; ANTUNES, Junico; KLIPPEL, Marcelo. Sistemas de produção: conceitos e práticas para projeto e gestão da manufatura enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. FERNANDES, Paulo S. Thiago. Montagens industriais: planejamento, execução e controle. 3 ed. São Paulo: Artliber, 2011. MUTHER, R.; WHEELER, J.D. Planejamento Sistemático e Simplificado de Layout. São Paulo. IMAM, 1.ed., 2000. 167 SOCIEDADE E EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS (APENAS ESTRUTURA 2012) EMENTA Estrutura social e formação da sociedade brasileira. Etnocentrismo e questão racial no Brasil. Ações afirmativas para índios, negros e pardos e políticas da educação das relações étnico-raciais numa sociedade pluriétnica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AQUINO, Julio Groppa e CORAZZA, Sandra (Orgs.). Abecedário da educação da diferença. Campinas: Papirus, 2009. LUZ, Marco Aurélio. Cultura negra em tempos pós-modernos. [online]. 3. ed. Salvador: EDUFBA, 2008. 181 p. ISBN 9978-85-232-0531-7. Available from SciELO Books: Disponível em: http://static.scielo.org/scielobooks/39h/pdf/luz9788523205317.pdf SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HALL, Stuart. A identidade cultural na pós modernidade. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2002. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. SAWAIA, Bader et. al. As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social. Bader Sawaia (Org.). 8. ed. Petrópolis: Rio de Janeiro, Vozes, 2008. 168 8ª SÉRIE 169 CONTABILIDADE EMPRESARIAL EMENTA Conceito de contabilidade; Contabilidade e Engenharia de Produção; Interesses na informação contábil; Balanço: ativo, passivo, patrimônio líquido; Procedimentos contábeis básicos; Variações da situação líquida; despesa, receita; Regimes de competência e caixa; receitas e despesas diferidas; Fatos Contábeis; Operações com mercadorias; inventário, valoração; Ativo Imobilizado e Amortização; Demonstrativo de origens e aplicações; Análise de Balanço e de resultados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA IUDÍCIBUS Sérgio. Análise de balanços. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2007. MARION José Carlos. Contabilidade empresarial, 15. ed. São Paulo: Atlas, 2009. MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: Contabilidade Empresarial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Gestão de custos e formação de preços com aplicações na calculadora HP 12C e Excel. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2012. COSTA, Reinaldo Pachedo da., et al. Preços, orçamentos e custos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. RIBEIRO, Osni Moura. Estrutura e Análise de Balanços. 9ª ED. 2011. 170 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E ESTOQUES EMENTA Conceitos básicos da administração de materiais. Logística empresarial. Dimensionamento e controle de estoques. Armazenagem. Transporte. Conceitos e técnicas de controle e avaliação de estoques. Custos decorrentes do nível de serviço. Integração de cadeia de suprimentos como os processos de manufatura. dimensionamento da disponibilidade do produto e políticas de estoque e estratégias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BALLOU, Ronald H.. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: logística empresarial. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J.; COOPER, M. Bixby. Gestão da cadeia de suprimentos e logística. Rio de Janeiro: Bookman, 2007. IYER, Ananth V.; SESHADRI, Sindhar; VASHER, Roy. A gestão da cadeia de suprimentos da Toyota: uma abordagem estratégica aos princípios do renomado sistema Toyota de produção. Porto Alegre: Bookman, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHING, Hong Yuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: Supply Chain. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MOURA, Cassia E. de. Gestão de Estoques: Ação e Monitoramento na Cadeia de Logística Integrada. São Paulo: Ciência Moderna, 2004. WANKE, Peter F. Logística e transporte de cargas no Brasil: produtividade e eficiência no Século XXI. São Paulo: Atlas, 2010. 171 GESTÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA EMENTA Conceitos de ciência. Tecnologia e inovação. Modelos de mudanças tecnológicas. Estratégias de inovação das empresas. Formas de acesso à tecnologia. Cooperação entre produtores e utilizadores do conhecimento. Planejamento de tecnologia. Avaliação tecnológica. Proposições para uma empresa inovar. Indicadores de ciência e tecnologia e inovação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAVILA, Tony; EPSTEIN, Marc J.; SHELTON, Robert. As regras da inovação. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. FIGUEIREDO, Pulo N. Gestão da inovação: conceitos, métricas experiências de empresas no Brasil. Rio de Janeiro: LTC, 2009. TIDD, Joe; PAVITT, Keith; BESSANT, John. Gestão da inovação. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERKUM, Scott. O mito da inovação. São Paulo: AltaBooks, 2007. GUTSCHE. J. Criação e inovação no caos. São Paulo: Elsevier, 2010. QUINELLO, Robson; NICOLETTI, José Roberto. Inovação Operacional. São Paulo: Brasport, 2009. 172 PLANEJAMENTO DO ARRANJO FÍSICO EMENTA Conceitos gerais. Fatores a serem estudados na elaboração do arranjo físico. Princípios fundamentais de arranjo físico. Planejamento Sistemático de Layout (PSL). Fluxo e tipos básicos de arranjo físico. Seleção de alternativas. Determinação de espaços / dimensionamento de áreas. Projeto detalhado do arranjo físico / Métodos para elaboração do arranjo físico (Layout). Aplicações na indústria e serviços. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BLACK, J.T. Projeto da fábrica com futuro. Porto Alegre: Bookman, 2001. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. VILLAR, Antônio de Melo; NÓBREGA JR, Claudino Lins. Planejamento das Instalações Industriais. João Pessoa: Editora UFPB, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVAREZ, Roberto; ANTUNES, Junico; KLIPPEL, Marcelo. Sistemas de Produção: conceitos e práticas para projeto e gestão da manufatura enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. JACOBS, F. Robert. Administração da Produção e Operações: O essencial. Porto Alegre: Bookman, 2009. LEE, Quarterman T. Projeto de Instalações e do Local de Trabalho. São Paulo: IMAM, 1998. 173 PRINCÍPIOS DA GESTÃO DE PROJETOS EMENTA Conceito de projetos. Gestão de projetos. Administração integrada do projeto. Planejamento COM e PERT. Engenharia do tempo e folgas do projeto. Gestão de custos do projeto. Controle da qualidade do projeto. Planejamento dos recursos humanos do projeto. Gerência das comunicações do projeto. Correlação dos riscos do projeto. Previsão dos momentos de paradas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HELDMAN, Kim. Gerência de projetos: guia para o exame oficial do PMI. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. HELDMAN, Kim. Gerência de projetos. Rio de Janeiro: Campus, 2009. MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de projetos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALFREDO, José Lopes. Experiências em gestão de projeto: diário de bordo. Rio de Janeiro: Brasport, 2010. GIDO, Jack. Gestão de projetos. São Paulo: Cengage Learning , 2007. MOREIRA, Mauricio; BERNARDES, Silva; OLIVEIRA, Geisa Gaiger de. Microsoft project professional 2013 – gestão e desenvolvimento de projetos – 2013. São Paulo: Campus, 2013. 208 p. 174 SIMULAÇÃO EMENTA Teoria das filas. Geração de números aleatórios. Simulação de Monte Carlo. Geração de amostras aleatórias com distribuição conhecida. Construção de modelos de simulação, com linguagens. Uso do Software ARENA. Template Common (blocos Arrive, Server, Depart, Simulate, Inspect). Animação de cenários. Template Animate (Gráficos e Estatísticas). Relatórios. Template transfer. Transportadores (correias, empilhadeiras, etc). Rotas de sequência. Trabalho com variáveis e matrizes. Lógica de controle. Prioridades. Validade de modelos e análise de resultados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução à Pesquisa Operacional: métodos e modelos para análise de decisão. 4. ed. São Paulo: LTC, 2008. HILLIER, Frederick; LIEBERMAN, Gerald. Introdução à Pesquisa Operacional, 8. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. MOREIRA, Daniel Augusto. Pesquisa Operacional: Curso Introdutório. 2. ed. São Paulo: Cengage, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FOGLIATTI, Maria Cristina; MATTO, Nelia Maria Costa. Teoria de Filas. São Paulo: Interciencia, 2006. 290 p. PRADO, Darci Santos do. Teoria das Filas e da Simulação. Nova Lima: INDG, 2006. PRADO, Darci Santos do. Usando o Arena em Simulação. Belo Horizonte: INDG, 2008. 175 9ª SÉRIE 176 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EMENTA Atividades práticas de acordo com a área escolhida pelo discente, em ambiente de trabalho real. Relatório de Estágio Supervisionado. Acompanhamento das atividades realizadas na empresa pelo professor supervisor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007 reimp 2011. LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2007 reimp 2012. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAUCHICK MIGUEL, P. A. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de operações. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. CORRÊA, Afonso Carlos; MELLO, Fleury Carlos Henrique Pereira. Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações. Rio de Janeiro: Elsevier - Campus, 2011. 260 p. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 177 GESTÃO DA MANUTENÇÃO EMENTA Introdução à manutenção. Conceitos e definições. Metodologia da manutenção. Métodos de manutenção. Manutenção corretiva. Manutenção preventiva. Manutenção preditiva. Manutenção e otimização de projetos e processos. Manutenção produtiva. Funções da manutenção. Sistema de tratamento de falhas. Confiabilidade. Planejamento da manutenção. Sistema de gerenciamento da manutenção e qualidade total. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FOGLIATTO, Flavio; RIBEIRO, José Luis Duarte. Confiabilidade e Manutenção Industrial. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. KARDEC, Alan; RIBEIRO, Haroldo. Gestão Estratégica e Manutenção Autônoma. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002 reimp 2008. VERRI, Luiz Alberto. Gerenciamento pela qualidade total na manutenção industrial. Rio de janeiro: Qualitymark, 2007 reimp 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANCO FILHO, Gil. Organização, o Planejamento e o Controle da Manutenção. São Paulo: Ciência Moderna, 2008. 280 p. SIQUEIRA, Iony Patriota. Manutenção centrada na confiabilidade: manual de implementação. São Paulo: Qualitymark, 2005 reimp 2012. VIANA, Herbert Ricardo Garcia. Planejamento e controle da manutenção. São Paulo: Qualitymark, 2002 reimp 2013. 178 GESTÃO DA PRODUTIVIDADE EMENTA Melhoria do resultado empresarial a partir da produtividade. O desenvolvimento da produtividade e alinhamento com a estratégia do negócio. Modelos de produtividade e como ferramentas para o desenvolvimento dos resultados organizacionais. Mapeamento de processo com foco na produtividade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FUSCO, José Paulo Alves; SACOMANO, José Benedito. Operações e Gestão Estratégica da Produção. 2. ed. São Paulo: Arte E Ciência, 2007. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da Produção e Operações. 2. ed. São Paulo: CENGAGE Learning, 2008 reimp 2013. SLACK, N., CHAMBERS, S., JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVAREZ, Roberto; ANTUNES, Junico; KLIPPEL, Marcelo. Sistemas de Produção: conceitos e práticas para projeto e gestão da manufatura enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. KRAJEWSKI, Lee; RITZMAN, Larry; MALHOTRA, Manoj. Administração de produção e operações: Conceitos e Técnicas. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2009, reimp. 2013. TUBINO, Dalvio Ferrari. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 179 TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO I EMENTA Atualização e aprofundamento de conhecimentos nas áreas de engenharia de operações e processos de produção, qualidade, engenharia do trabalho, logística e engenharia econômica. Temas atuais que versem sobre técnicas, tecnologias e conteúdos que contribuam para o aperfeiçoamento da formação do acadêmico de engenharia de produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: Uma Abordagem Logística. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. FERNANDES, Flavio Cesar Faria; GODINHO FILHO, Moacir. Planejamento e Controle da Produção: Dos Fundamentos ao Essencial. São Paulo: Atlas, 2010. SLACK, Nigel et al. Administração da produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALLOU, Ronald H.. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: logística empresarial. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006 reimp 2010. COSTA, Antônio Fernando Branco; CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro; EPPRECHT, Eugênio Kahn. Controle Estatístico de Qualidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2005 reimp 2011. COSTA, Reinaldo Pachedo da. et al. Preços, Orçamentos e custos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 180 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I EMENTA Trabalho teórico-prático, nesse momento o projeto, envolvendo conceitos da área da Engenharia de Produção, orientado por professor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BASTOS, Lilia da Rocha; PAIXAO, Lyra; DELUIZ, Neise. Manual Para a Elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisas, Teses, Dissertações e Monografias. São Paulo: Ltc, 2003. 260 p. CAUCHICK MIGUEL, P. A. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de operações. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007 reimp 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIAS, Donaldo de Souza; SILVA, Mônica Ferreira da. Como Escrever Uma Monografia: Manual de Elaboração Com Exemplos e Exercícios. São Paulo: Atlas, 2010. 168 p. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2007 reimp 2012. 181 10ª SÉRIE 182 EMPREENDEDORISMO EMENTA Iniciação empresarial. O empreendedor e sua importância para a sociedade. O perfil do empreendedor de sucesso. Atividade empreendedora como opção de carreira. O empreendedor e o processo visionário. Oportunidades de negócios. Criatividade. Plano de negócio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2003 reimp 2007. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Saunders, 2005. SOHSTEN, Carlos Von. Inteligência empreendedora: o que você precisa saber para cuidar bem de sua empresa: especial para empresários de micro e pequenas empresas. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAUJO FILHO, Geraldo Ferreira. Empreendedorismo criativo - a nova dimensão da empregabilidade. São Paulo: Ciência Moderna, 2007. INSTITUTO Empreender Endeavor. Como fazer uma empresa dar certo em um país incerto: conselhos e lições de 51 dos empreendedores mais bem sucedidos do Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier Science, 2005. SEBRAE. Histórias de sucesso: mulheres empreendedoras: negócios coletivos. Região centro-oeste. Brasília: SEBRAE, 2007. 183 ESTRATÉGIA DE PRODUÇÃO EMENTA Fundamentos de estratégia empresarial. Fundamentos da estratégia de produção. A visão de Hayes: elementos estruturais e infraestruturais, matriz produto/processo. A visão de Hill: qualificadores e ganhadores de pedido, alinhamento marketing – produção, escolha de processos, perfilamento de produtos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FUSCO, José Paulo Alves; SACOMANO, José Benedito. Operações e Gestão Estratégica da Produção. 2. ed. São Paulo: Arte e Ciência, 2007. PAIVA, Ely Laureano; JÚNIOR, José Mário de Carvalho; FENSTERSEIFER, Jaime Evaldo. Estratégia de Produção e Operações. Porto Alegre: Bookman, 2009. TAVARES, Mauro Calixta. Gestão Estratégica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BETHLEM, Agricola. Gestão Estratégica de Empresas Brasileiras: Casos Resolvidos. São Paulo: Atlas, 2005. PALADINI, Edson Pacheco. Gestão Estratégica da Qualidade - Princípios, Métodos e Processos. 2ª Ed. Editora Atlas. SLACK, Nigel et al. Administração da produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 184 TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO II EMENTA Atualização e aprofundamento de conhecimentos nas áreas de engenharia do produto, qualidade, engenharia do trabalho, gestão da produção, logística e projetos industriais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Marco Aurélio P. Administração de Materiais: Uma Abordagem Logística. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. FERNANDES, Flavio Cesar Faria; GODINHO FILHO, Moacir. Planejamento e Controle da Produção: Dos Fundamentos ao Essencial. São Paulo: Atlas, 2010. SLACK, Nigel et al. Administração da produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALLESTERO-ALVAREZ, Maria Esmeralda. Gestão de Qualidade, Produção e Operações. São Paulo: LTC, 2010. BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Gestão de Custos e Formação de Preços: Com Aplicações na Calculadora HP 12C e Excel. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2012. MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de Projetos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 185 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II EMENTA Sistematização de conhecimentos e proposição de inovações tecnológicas, melhoria de produtos e de sistemas produtivos. Elaboração e defesa de monografia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BASTOS, Lilia Da Rocha; PAIXAO, Lyra; DELUIZ, Neise. Manual Para a Elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisas, Teses, Dissertações e Monografias. São Paulo: Ltc, 2003. 260 p. MIGUEL, Paulo Cauchick. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de operações. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. RIBEIRO, Matheus de Souza Lima. Como elaborar e estruturar uma monografia. São Paulo: Interciência, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2007 reimp 2012. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2007 reimp 2013. 186 OPTATIVA 187 LIBRAS EMENTA Conteúdos gerais para a comunicação básica com surdos utilizando a língua da modalidade visual e gestual da comunicação surda – Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Habilidades para aquisição e uso de LIBRAS. Parâmetros de LIBRAS. Vocabulário inicial para uso de LIBRAS no contexto escolar visando a inclusão dos surdos ao ensino regular. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa e língua portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos. São Paulo: Paulinas, 2010. SALLES, Heloisa Maria Moreira Lima et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para prática pedagógica. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. Reimp. 2012. OATES, Eugênio. Linguagem das mãos. 19 ed. Aparecida: Santuário, 2008. QUADROS, Ronice Muller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1997. reimp. 2008. 188 ANEXO B EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ESTRUTURA CURRICULAR 2014 189 1ª SÉRIE 190 COMUNICAÇÃO PROFISSIONAL EMENTA Situações de comunicação profissional. Técnicas de comunicação oral. Metodologias para apresentação pessoal e de trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA REGO, Francisco empresarial/comunicação Gaudêncio institucional: Torquarto conceitos, do. Comunicação estratégias, sistemas, estrutura, planejamento e técnicas. Summus, São Paulo. 1986. 196p. RIBEIRO, Celia. Boas maneiras & sucesso nos negócios: um guia prático de etiqueta para executivos. Porto Alegre: L&PM, 2005. 274p. Reimp. 2011. SOUTCHUK, Inez.A produção dialógica do texto escrito: um diálogo entre escritor e leitor interno. Martins Fontes, São Paulo.2003. 134p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DUTRA, Joel Souza. Administração de carreiras: uma proposta para repensar a gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 1996. 172p. FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Oficina de texto. 7ª ed. Petrópolis: Vozes, 2009. 319p. KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009. KOCH, I. G. V.; ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2007. TOMASI, Carolina. Comunicação empresarial. Atlas, 3.ed. São Paulo.2010. 445p. 191 ÉTICA E COMPROMISSO SOCIAL EMENTA A constituição do sujeito ético. Ética e compromisso social no ambiente acadêmico, no mundo do trabalho e na sociedade. Valores éticos fundamentais à vida social e profissional. A sociedade do trabalho e a ética profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NALINI, José Renato. Ética geral e profissional. Revista dos Tribunais. 8.ed.São Paulo.2011. RAMOS, Marise Nogueira. A pedagogia das competências: autonomia ou adaptação?. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2006. VALLS, Álvaro L. M. O que é ética. Brasiliense, 9.ed. São Paulo. 1986. 82p reimp. 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAUMAN, Zygmunt. Globalização: as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Zahar, 1999. 145p. DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 8.ed. Campinas: Autores Associados, 2007. DIAS SOBRINHO, José. Dilemas da educação superior no mundo globalizado. Casa do psicólogo: Brasília, 2006. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 39. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. 192 INTRODUÇÃO A ENGENHARIA EMENTA Panorama da profissão no Brasil e no mundo. O papel do engenheiro/arquiteto na sociedade. Sistema CONFEA/CREA. Código de Ética Profissional. Possibilidades profissionais ao final do curso. O projeto pedagógico do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MACEDO, Edison Flávio; PUSCH, Jaime Bernardo. Código de ética profissional comentado: engenharia, arquitetura, agronomia, geologia, geografia, meteorologia. Brasília: Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, 2002. 248p. MIGUEL, Paulo Augusto Cauchick (Coord.).Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de operações. Elsevier. 2.ed. Rio de Janeiro.260p. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BATALHA, Mário Otávio (Org.).Introdução à engenharia de produção. Elsevier, Rio de Janeiro. 2008. 312p. 9 tir. 2008. BAZZO, Walter Antonio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale. Introdução à engenharia. 6ª ed. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, c2000. 274p. 4 reimp. 2005. DYM, Clive L. et al. Introdução à engenharia: uma abordagem baseada em projeto. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. 346p. PEREIRA, Lígia Maria Leite. Sistema CONFEA/CREA: 75 anos construindo uma nação. Brasília: CONFEA, 2008. 238p. TELLES, Pedro Carlos da Silva. História de Engenharia no Brasil: séculos XVI à XIX. 2ª ed. Rio de Janeiro: Clavero, 1994. v.1. 650p. 193 FUNDAMENTOS EM CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Métodos, ferramentas e técnicas de estudo e pesquisa. Introdução às Ciências Aplicadas a Engenharia. A constituição da matéria. Mistura Desdobramento de Misturas. Tabela Periódica. Ligações Químicas. Funções Inorgânicas. Reações Químicas. Física e Mensuração: Grandezas Físicas, Unidades, Notação Científica e Algarismos Significativos. Análise Dimensional. Instrumentação Física. Erros experimentais. Gráficos. Vetores e suas aplicações. Movimentos: conceitos, fundamentos e descrição. A relação da Física com as outras ciências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 965p. Reimp. 2007. BEER, Ferdinand, et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 7.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. BROWN, Theodore L. et al. Química: a ciência central.Pearson Prentice Hall.São Paulo. 9.ed. 2005. 972p. 1 reimp. 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FARIAS, Robson Fernandes de. Práticas de Química Inorgânica. 3.ed. São Paulo: Alínea e Átomo. 2010. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física 1: mecânica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 1. HALLIDAY, David. Fundamentos de física 2: gravitação, ondas e termodinâmica. Livros Técnicos Científicos. 8.ed. vol.2 .Rio de Janeiro.2009.295p. Reimp. 2012 RAMALHO Júnior, Francisco; FERRARO, Nicolau Gilberto; SOARES, Paulo Antônio de Toledo. Os fundamentos da física 1: parte III. 10ª ed. São Paulo: Moderna, 2010. v.1. p.356-472. TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2009. Volume 1. 194 DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS E CIDADANIA INCLUSIVA EMENTA As doutrinas sociais formadoras do mundo contemporâneo. A globalização das práticas políticas, econômicas e culturais. A construção da cidadania brasileira e sua relação com os desafios éticos e políticos internacionais. As identidades profissionais frente à internacionalização dos mercados e suas tecnologias. A formação da consciência cidadã crítica focada no respeito às diferenças e nas políticas de inclusão a partir da diversidade étnica, religiosa e de gênero. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAUMAN, Zygmunt. Globalização: as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Zahar, 1999. 145p. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 11ª ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. 102p. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: A formação e o sentido do Brasil. 2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. 477p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AQUINO, Julio Groppa (Org.); CORAZZA, Sandra Mara (Org.). Abecedário: educação da diferença. Campinas: Papirus, 2009. 219p. LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. 4ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2003. 212p. LOPES, Dinarte. Globalização e negócios. Edunp, Natal.2010. 176p. SINGER, Paul. Globalização e desemprego. Contexto. 7.ed. São Paulo. 2008. 139p. 1 reimp. 2008. TORQUATO, Arthur Luís de Oliveira; COSTA, Bruno Baldino Aires da. Sociedade e educação das relações etnico- Raciais. Natal: Edunp, 2013. 190p. 195 PRÉ-CÁLCULO EMENTA Conjuntos. Relações. Funções e sua representação gráfica. Função modular; Funções exponenciais. Funções logarítmicas. Análise combinatória. Progressão aritmética. Progressão geométrica. Trigonometria. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEMANA, Franklin, et al. Pré-Cálculo. São Paulo: Pearson / Prentice Hall (Grupo Pearson), 2009. MARANHÃO, Maria Cristina S. de A. Matemática. Cortez, São Paulo. 1994. 197p. SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOULOS, Paul. Pré-cálculo. Pearson Makron Books, São Paulo. 200.101p. HOFFMANN, Laurence. Cálculo: Um Curso Moderno e Suas Aplicações. 2º ed. São Paulo: Ltc, 2010. 608p. IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo, Nilze de Almeida. Matemática, Ciências e Aplicações. São Paulo: Atual, 2006. Volume 1. IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo, Nilze de Almeida. Matemática, Ciências e Aplicações. São Paulo: Atual, 2006. Volume 2. SILVA, Fernando César Marra e. Matemática administrativas. Atlas 2.ed. São Paulo.2008. 171p. básica para decisões 196 2ª SÉRIE 197 ÁLGEBRA LINEAR EMENTA Equações da reta. Produto escalar. Produto vetorial. Produto misto. Plano. Distâncias. Circunferência. Parábola. Elípse. Matrizes; Determinantes e matriz inversa. Sistemas de equações lineares. Espaço vetorial: Dependência e independência línear. Base, transformações lineares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOLDRINI, José Luiz et al. Álgebra linear. 3 ed. São Paulo: Harbr, 1986 JULIANELLI, José Roberto. Cálculo vetorial e geometria analítica. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. LEON, Steven J. Álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTr, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMANA, Franklin, et al. Pré-Cálculo. São Paulo: Pearson / Prentice Hall (Grupo Pearson), 2009. MELLO, Dorival A.; WATANABE Renate G. Vetores: uma iniciação a geometria analítica. São Paulo: Livraria da Física, 2010. MONTEIRO, António Antunes. Álgebra: um primeiro curso. 2 ed. Lisboa: Escolar, 2001. SHOKRANIAN, Salahoddin. Uma introdução á Álgebra Linear. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2009. 198 CALCULO DE UMA VARIÁVEL EMENTA Números e funções. Limites. Derivada. Funções implícitas. Teorema do valor médio. Máximos e mínimos. Esboços de curvas. Aplicações. Conceito de integral. Integral indefinida e definida. Regras de integração e o teorema fundamental do cálculo. Aplicações de integral. Fórmula de Taylor. Coordenadas polares. Séries numéricas e séries de potências. Equações diferenciais de 1a e 2a ordem com coeficientes constantes. Cálculo vetorial no plano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTON, Howard. Cálculo. 8 ed. Volume 2. Porto Alegre: Bookman, 2007. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. Volume I. 5. ed. Rio de Janeiro: Ltc (grupo Gen), 2011. 652 p. JULANELLI, J. R. Cálculo vetorial e geometria analítica. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. Vol 1. 7. ed. Rio de Janeiro: Ltc (grupo Gen), 2003. 332 p. BARCELOS NETO, João. Cálculo para entender e usar. São Paulo: Livraria da Física, 2009. HOFFMANN, Laurence; BRADLEY, Gerald. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2010. PEREIRA, Mario Jorge; GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. Vol 3. 5º ed. Rio de Janeiro: Ltc (grupo Gen), 2002. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Cengage Learning, 2009. v 1. 199 MECANICA CLASSICA E TERMOIDINAMICA EMENTA Sistemas de medidas. Mecânica. Trabalho e energia. Sistemas de partículas e conservação de movimento. Rotação. Equilíbrio estático de um corpo rígido. Temperatura. Primeira Lei da Termodinâmica. Segunda Lei da termodinâmica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEER, Ferdinand, et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 7.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. CRAIG, R. F. Craig mecânica dos solos. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2007. 365p. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física 2: gravitação, ondas e termodinâmicas. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física 1: mecânica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 1. MORAN, Michael J. Princípios de termodinâmica para engenharia. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2009. 800p. Reimp. RAMALHO JÚNIOR, Francisco. Os fundamentos da física 1: mecânica. São Paulo: Moderna, 2007. TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1995. 2.v. VAN WYLEN, G. J. et al. Fundamentos da Termodinâmica. São Paulo: Edgard Blucher, 2003. 200 EXPRESSÃO GRÁFICA EMENTA Fundamentos do desenho geométrico. Instrumentos de desenho. Noções de paralelismo, perpendicularismo, operações com segmentos, operações com ângulos. Figuras planas. Noções de proporção. Projeções. Tipos de Cortes. Normas Gerais de Desenho Técnico da ABNT. Projeto assistido por computador. Treinamento no uso de programas de computação gráfica para desenho de projeto, como Auto Cad, e seus aplicativos, indicados para a área de Engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRENCH, Thomas E. Desenho Técnico e tecnologia gráfica. Editora Globo, 1985, reimp.2009. PAPAZOGLOU R. S.; C. P. BUENO. Desenho Técnico para Engenharias. Curitiba: Juruá, 2008. VENDITTI. Desenho técnico sem pranchetas com Autocad 2008. Florianópolis: Visual Books, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALDAM, Roquemar; COSTA, Lourenço. AutoCad 2011: Utilizando totalmente. São Paulo:Érica, 2010. 6.reimp. 2013. BUENO, Claudia Pimentel . Desenho técnico para engenharias. Curitiba: Juruá, 2008. MAGUIRE, D. E. Desenho Técnico. Editora Hemus, 2004. SPECK J. H.; PEIXOTO V. V. Manual Básico de Desenho Técnico. Florianópolis: UFSC, 2009. SILVA, Arlindo et. al. Desenho Técnico Moderno. Livros Técnicos Científicos. 4 ed. 2006. 201 PROGRAMAÇÃO CIENTIFICA EMENTA Introdução à Informática: conceitos básicos. Sistema operacional. O que é algoritmo. Por que a construção de algoritmos. Quando usar um algoritmo. Fluxograma. Constantes e variáveis. Operadores aritméticos. Comandos. Sintaxe dos comandos. Vetores e matrizes. Registros. Procedimentos e funções. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HOLLOWAY, James Paul. Introdução à programação para engenharia: resolvendo problemas com algoritmo. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2006. PEREIRA, Silvio do Lago. Algoritmos e Lógica de Programação em C. São Paulo: Érica, 2010. SALVETTI, Dirceu Douglas. Algoritmos. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DA SILVA, Osmar Quirino. Estrutura de dados e algoritmos usando C Fundamentos e Aplicações. 2 ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2007. FRANCO, Neide Bertoldi. Cálculo numérico. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007. 4 Reimp. MANZANO, José Augusto N. G.; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo. Algoritmos - Lógica para Desenvolvimento de Programação de Computadores. 26º ed . ed. São Paulo: Érica, 2012 reimp 2013. REIS, Maria Helena Junqueira. Computer crimes. Belo Horizonte: Del Rey, 1997. VILARIM, Gilvan. Algoritmos: Programação Para Iniciantes. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2004. 202 3ª SÉRIE 203 CALCULO DE DUAS VARIÁVEIS EMENTA Vetores, curvas e superfícies no espaço. Coordenadas cilíndricas e esféricas. Funções de n variáveis. Derivadas parciais. Regra da cadeia. Derivada direcional. Gradiente. Fórmula de Taylor e máximo e mínimos para funções de n variáveis. Multiplicadores de Lagrange. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen Paul. Cálculo. 8.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 2.v. CORDEIRO FILHO, Antonio. Cálculo atuarial aplicado - teoria e aplicações: exercícios resolvidos e propostos. São Paulo: Atlas, 2009. STEWART, James. Cálculo. 6.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 2.v. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de múltiplas variáveis. [s.l.]: LTC, 2006. HOFFMANN, Laurence. Cálculo: Um Curso Moderno e Suas Aplicações. 2º ed. São Paulo: Ltc, 2010. 608 p. PEREIRA, Mario Jorge; GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. Volume 3. 5º ed. Rio de Janeiro: LTC (Grupo Gen), 2002. ROCHA, Luiz. Mauro Cálculo 2 funções com várias variáveis, integrais múltiplas, equações diferenciais ordinárias, séri. 2ed, São Paulo: Atlas, 1989. SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1987. 204 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO EMENTA Organização do trabalho no contexto das organizações atuais. O modelo clássico de organização do trabalho. Organização moderna do trabalho. Sistema de fábrica. Taylorismo. Fordismo. Sistema sócio-técnico e os grupos semiautônomos. O modelo japonês de organização do trabalho. Fábrica automática: produção modular. Relações de trabalho. Desenvolvimentos recentes e perspectivas de organização do trabalho na produção. Relações sindicais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAVIS, Keith; NEWSTRON, John W. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem organizacional. Eunice Lacava Kwasnicka (Trad.) São Paulo: Thomson Pioneira, 2004. RODRIGUES, Marcus V. Qualidade de vida no trabalho: Evolução e análise gerencial. Rio de Janeiro: Vozes, 2008. TAYLOR, F. W. Princípios de administração científica. Arlindo Vieira Ramos (Trad.). 8 ed. São Paulo: Atlas, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FALZON, P.; SAUVAGNAC, C. Carga de trabalho e estresse. In: FALZON, P.. Ergonomia. São Paulo: Edgar Blucher, 2007. HELOANI, Roberto. Organização do Trabalho e Administração: Uma Visão Multidisciplinar. 5º São Paulo: Cortez, 2011. 112 p. WOMACK, J. P.; JONES, D. T.; ROOS, D.. A máquina que mudou o mundo: baseado no estudo do Masachusetts Institute of Technology sobre o futuro do automóvel. Ivo Korytowski (trad.). Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. MARTINS, Petrônio Garcia. Administração da produção. 2ed, São Paulo: Saraiva, 2005. SLACK, Nigel et al. Administração da produção. 2ed, São Paulo: Atlas, 2002 reimp 2008. 205 ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA EMENTA A economia como ciência social aplicada. Os sistemas e os agentes econômicos, as questões-chave da economia. Desafios econômicos da atualidade. Estruturas e mecanismos básicos de mercado. A oferta e a demanda. O equilíbrio geral e a elasticidade. Os fundamentos teóricos do comportamento dos consumidores e dos produtores. A natureza das organizações; a organização como um agente de mudança. As organizações como agentes de resistências à mudança. A natureza e os tipos de organizações. A natureza e as bases da estrutura organizacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, Antonio Vieira de. Administração de recursos humanos. 2 ed. Vol. 1. São Paulo: Pioneira, 1997. TROSTER, Roberto Luis. Introdução à economia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de. Fundamentos de economia. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DRUCKER, Peter. 50 Casos reais de administração. São Paulo: Pioneira, 1998. KRUGMAN, P.; R. WELLS. Introdução à Economia. Rio de Janeiro: Campus, 2007. MONTELLA, Maura. Micro e macroeconomia: uma abordagem conceitual e prática. São Paulo: Atlas, 2009. ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2003. STIGLITZ, Joséph E.; WALSH, Carl. Introdução à microeconomia. 3. ed. São Paulo: Campus, 2003. 408 p. 206 ÓTICA, ONDAS E ELETROMAGNETISMO EMENTA Introdução à ondulatória. Propriedades e classificação das ondas. Reflexão e refração. Lentes e aparelhos ópticos. Interferência e difração. Fundamentos de eletricidade e magnetismo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, David. Fundamentos de física 2 - gravitação, ondas e termodinâmica. 8ed VOL 2, Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2009 reimp 2012. SEMANSKY, Sears. Física II: termodinâmica e ondas. 12. ed. São Paulo: Pearson, 2008. YOUNG, Hugh. Sears & Zemansky física II. 12ed VOL 2, São Paulo: Pearson, 2008 reimp 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física Mecânica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 1. NUSSENZVEIG, H. Moyséis. Curso de Física básico: fluidos, oscilações e ondas, calor. 3. ed. São Paulo: editora Blucher, 1997. SERWAY, R. A, JEWETT JR., J. W. Princípios de física 2: movimento ondulatório e termodinâmica. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2004. TIPLER, P. A. Física. Volume 2. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. WENTWORTH, Stuart M. Fundamentos de eletromagnetismo com aplicações em engenharia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2006. 207 QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL EMENTA Fundamentos de Química: estrutura atômica, modelos atômicos, números quânticos. Distribuição Eletrônica, Tabela Periódica, Propriedades Periódicas, Ligações Químicas, Funções Inorgânicas, Estequiometria de Reações, Soluções, Termodinâmica, Estado Gasoso, Cinética Química, Equilíbrio Químico e Eletroquímica. Experimental: noções de segurança. Equipamentos básicos de laboratório, técnicas básicas de laboratório, soluções, reações químicas e propriedades relacionadas às forças intermoleculares. Apresentação de técnicas de purificação e diversos manuseios em elementos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, Peter. Princípios de química - questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3 ed, Porto Alegre: Bookman, 2006 reimp 2007. BAIRD, Colin. Química ambiental. 2ed, Porto Alegre: Bookman, 2002 reimp 2008. BROWN, Theodore L. et Al. Química: a ciência central. 9 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRADY, James E.; SENESE, Fred. Química: a matéria e suas transformações. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 1. CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. 4.ed. Porto Alegre: Mcgraw Hill, 2010. KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul M.; WEAVER, Gabriela C. Química Geral. São Paulo: Cengage Learning, 2010. Volume 1. LAWRENCE, S. Brown; THOMAS, A. Holme. Química geral aplicada à engenharia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. MASTERTON, William. Química: princípios e reações. 6 ed. LTC, 2010. Rio de Janeiro: 208 4ª SÉRIE 209 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE EMENTA Distribuições de frequência. Representação gráfica. Medidas de tendência central e de dispersão. Experimentos aleatórios. Espaço amostral e eventos. Noções de probabilidade. Métodos de enumeração. Probabilidade condicionada. Variáveis aleatórias bidimensionais. Valor esperado e variância. Principais distribuições discretas e contínuas. Amostragem. Estimação de parâmetros. Testes de hipóteses. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MONTGOMERY, D. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2012. MORETTIN, Luis Gonzaga. Estatística básica: Probabilidade e Inferência. São Paulo: Makron Books, 2010. STEVENSON, William J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra, 1981. 495p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Antônio Fernando Branco; CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro; EPPRECHT, Eugênio Kahn. Controle estatístico de qualidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2005. CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19.ed. São Paulo: Saraiva, 2009. MAGALHÃES, M. N.; LIMA, C. P. Noções de Probabilidade e Estatística. 6. ed, São Paulo: Edusp, 2005. 2011. MEYER, P. L.. Probabilidade: Aplicações à Estatística. 2 ed. Livros técnicos e Científicos Editora. 2012. SPIEGEL, Murray R. Estatística. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1993. 210 FENÔMENOS DOS TRANSPORTES EMENTA Propriedade estática dos fluidos. Cinética dos escoamentos: linhas de corrente, função de corrente. Equação da continuidade; equação de Euler, de Bernoulli e da energia dos fluidos. Princípio da quantidade de movimento. Fluidos reais. Escoamento de fluidos ideais e viscosos. Análise dimensional e semelhança. Escoamento em tubos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BISTAFA, Sylvio R. Mecânica dos fluídos. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. KWONG, Wu Hong. Fenômenos de transportes: mecânica dos fluídos 2010. São Carlos: Edufuscar, 2010. MASSEY, B. S. Mecânica dos fluidos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BIRD, R. Byron. Fenômenos de transporte. Livros Técnicos Científicos. 2 ed. 2004. BRUNETTI, Franco. Mecânica dos fluídos. 2.ed. São Paulo: Pearson, 2008. FOX, Robert W. Introdução à mecânica dos fluídos. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. MALISKA, Clovis R.. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional. 2 ed. São Paulo: Livro Certo, 2004. 472p. reimp. 2013. ROMA, Woodrow Nelson Lopes. Fenômenos de transporte para engenharia. São Carlos: RiMa, 2006. 211 MATEMÁTICA FINANCEIRA EMENTA Matemática Financeira e Empresa. Conceitos gerais. Juros simples. Juros compostos. Capitalização. Descontos e anuidades. Correção monetária. Métodos ou sistemas de amortização. Taxa média e prazo médio. Operações financeiras realizadas no mercado. Método de avaliação de fluxo de caixa BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSAF NETO, Alexandre. Matemática Financeira e suas aplicações. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de investimentos: Matemática financeira, engenharia econômica tomada de decisão estrátegia empresarial. 11 ed. São Paulo: Atlas, 2010. VIEIRA SOBRINHO, José Dutra. Matemática financeira.7 ed. São Paulo: Atlas, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANCO, Anísio Costa Castelo. Matemática financeira aplicada e análise de investimentos: método algébrico, HP-12C, Microsoft Excel®. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2001. CRESPO, Antônio Arnot. Matemática comercial e financeira facil. 11 ed. São Paulo: Saraiva, 1999. 238p 11 Tir. MATHIAS, Washington Franco; GOMES, José Maria. Matemática Financeira. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009. SILVA, André Luiz Carvalhal da. Matemática Financeira aplicada. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. VANNUCCI, Luiz Roberto. Matemática Financeira e Engenharia Econômica. Edgar Blucher, 2013. 212 GESTÃO DA PRODUÇÃO I EMENTA Tipologia dos produtos. Formas organizacionais convencionais. Flexibilidade, volume, diversificação. Indicadores da produção: produtividade, qualidade, tempo, flexibilidade. Controle do chão de fábrica. Gestão de capacidade. Planejamento de necessidades de materiais (MRP). Planejamento de recursos da manufatura (MRP II). Recursos críticos. Tecnologia otimizada da produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERNANDES, Flavio Cesar Faria; GODINHO FILHO, Moacir. Planejamento e controle da produção: dos fundamentos ao essencial. São Paulo: Atlas, 2010. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVAREZ, Roberto; ANTUNES, Junico; KLIPPEL, Marcelo. Sistemas de produção: conceitos e práticas para projeto e gestão da manufatura enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. AMATO NETO, João. Sustentabilidade e Produção: Teoria e Prática Para Uma Gestão Sustentável. São Paulo: Atlas, 2011. KRAJEWSKI, Lee; RITZMAN, Larry; MALHOTRA, Manoj. Administração de produção e operações: conceitos e técnicas. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2009. MOREIRA, Daniel Augusto. Os benefícios da produtividade industrial. São Paulo: Pioneira, 1994. RITZMAM, Larry P. Administração da produção e operações. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. 213 MECANICA TÉCNICA EMENTA Decomposição e resultante de forças. Revisão de trigonometria. Decomposição de forças em plano cartesiano. Resultante de forças. Determinação de 2 forças com direção qualquer a partir da resultante. Diagramas de corpo livre. Momento de força. Equilíbrio. Apoios. Reações de apoio. Atrito (leis de Newton, atrito e plano inclinado). BIBLIOGRAFIA BÁSICA HIBBELER, Russel C. Resistência dos materiais. 7.ed. São Paulo: Pearson, 2010. RESNICK, Robert. Física 1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2003. TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2009. Volume 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEER, Ferdinand P.; DEWOLF, John T.; JOHNSTON JR, E. Russell. Resistência dos materiais. 3.ed. Porto Alegre: Mcgraw Hill, 1995, reimp. 2011. MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 18 ed. São Paulo: Érica, 2007. 360p. 8 Reimp. RAMALHO JÚNIOR, Francisco. Os fundamentos da física. São Paulo: Moderna, 2008. v. 1. TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: física moderna: mecânica quântica, relatividade e a estrutura da matéria. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC. UGURAL, Ansel C. Mecânica dos materiais. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2009. 214 5ª SÉRIE 215 ENGENHARIA ECONÔMICA EMENTA Alternativas econômicas: método do valor presente líquido; método do valor futuro líquido; método do valor uniforme líquido. Viabilidade de empreendimentos financeiros/empréstimos. Método benefício-custo; eficiência – custo. Método da taxa de retorno; prazo de retorno ou prazo de recuperação do investimento. Análise de equilíbrio-análise de sensibilidade-alavancagem financeira. Depreciação - compra- locação - arrendamento mercantil exaustão; substituição de equipamentos. Escolha de projetos independentes sob limitação orçamentária. Viabilidade financeira de empreendimentos e condições de certeza e de risco. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BLANK, Leland; TARQUIN, Anthony. Engenharia econômica. José Carlos Barbosa dos Santos (Trad.). São Paulo: Mcgraw Hill, 2008. CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de investimentos: Matemática financeira, engenharia econômica tomada de decisão estrátegia empresarial. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. FERREIRA, Roberto G. Engenharia econômica e avaliação de projeto de investimento: Critério de avaliação, financiamentos e beneficios fiscais, analise de sensibilidade e risco. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSAF NETO, Alexandre. Matemática Financeira e suas aplicações. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. CAVALCANTI, Marly. Análise e elaboração de projetos de investimento de capital sob uma nova ótica. Curitiba: Juruá, 2007. FREZATTI, Fábio et al. Gestão da viabilidade econômico-financeira dos projetos de investimento. São Paulo: Atlas, 2008. KUHNEN, Osmar Leonardo. Matemática financeira aplicada e análise de investimentos. 3ed, São Paulo: [s.n.], 2001. VANNUCCI, Luiz Roberto. Matemática Financeira e Engenharia Econômica. Edgar Blucher, 2013. 216 PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO EMENTA Visão geral dos sistemas de produção. Função do PCP. Caracterização do problema de Planejamento. Previsão de Demanda. Planejamento estratégico da produção. Planejamento mestre da produção. Programação da produção. Planejamento agregado da produção. Planejamento da Capacidade. Modelos de Controle de Estoque. Seqüenciamento e balanceamento das linhas de montagem. Emissão, liberação, Acompanhamento e Controle da Produção. Estratégias de planejamento e controle da produção (JIT, MRPII e OPT). BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORREA, H. L.; GIANESI, I. G. N.; CAON, M. Planejamento, programação e controle da produção. São Paulo: Atlas, 2007. FERNANDES, Flavio Cesar Faria; GODINHO FILHO, Moacir. Planejamento e controle da produção: dos Fundamentos ao Essencial. São Paulo: Atlas, 2010. TUBINO, Dalvio Ferrari. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTUNES, Junico et al. Sistemas de produção: conceitos e práticas para elaboração da produção enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. KRAJEWSKI, Lee; RITZMAN, Larry; MALHOTRA, Manoj. Administração de produção e operações: Conceitos e Técnicas. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2009, reimp. 2013. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. TAYLOR, Frederick W. Princípios de administração científica. 8ed, São Paulo: Atlas, 1990 reimp 2012. 217 GESTÃO DA QUALIDADE EMENTA Conceitos. Evolução histórica. Gestão de processos. Custo da qualidade. Os efeitos do gerenciamento da qualidade sobre a produtividade. Sistemas de qualidade. Gestão da qualidade total. Melhoria contínua. Diretrizes da qualidade e seus desdobramentos. Tendências atuais e modelos para gerenciamento da qualidade. Gestão da qualidade na cadeia de suprimentos. Prêmios nacionais – PNQ. Normatização ISO 9.000. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BALLESTERO-ALVAREZ, Maria Esmeralda. Gestão de Qualidade, Produção e Operações. São Paulo: LTC, 2010. CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Gestão da Qualidade: conceitos e técnicas. São Paulo: LTC, 2012. JURAN, Joseph M. A qualidade desde o projeto. São Paulo: Cengage Learning, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALLESTERO-ALVAREZ, María Esmeralda. Administração da Qualidade e da Produtividade - abordagens do processo administrativo. São Paulo: Atlas, 2001. BRAVO, Ismael. Gestão de qualidade em tempos de mudanças. 2 ed, Campinas: Alínea, 2007. CHENG, Lin Chih; MELO FILHO, Leonel Del Rey de. Qfd - Desdobramento da Função Qualidade na Gestão de Desenvolvimento de Produtos. São Paulo: Edgard Blucher, 2007. 564 p. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. PALADINI, Edson Pacheco. Avaliação Estratégica da Qualidade. São Paulo: Atlas, 2002. 218 CONTROLE ESTATÍSTICO DE QUALIDADE EMENTA Fundamentos do controle estatístico de processos. Gráficos de controle por variáveis. Gráficos de controle para processos autocorrelacionaos. Gráfico de controle por atributos. Capacidade do processo. Inspeção por amostragem. Análise do efeito e do modo de falha. Montagem de gráficos de controle. Função perda quadrática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA, Antônio Fernando Branco; CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro; EPPRECHT, Eugênio Kahn. Controle estatístico de qualidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2005. MONTGOMERY, D. C. Introdução ao Controle Estatístico de Qualidade. Rio de Janeiro: LTC, 2004. SAMOHYL, Robert. Controle estatístico de qualidade. Rio de Janeiro: Campus, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDERSON, David R. Estatística aplicada à administração e economia. 2ed, São Paulo: Cengage Learning, 2007 reimp. 2009. BALLESTERO-ALVAREZ, Maria Esmeralda. Gestão de qualidade, produção e operações. São Paulo: LTC, 2010. CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Gestão da qualidade: conceitos e técnicas. São Paulo: LTC, 2012. JURAN, Joseph M. A qualidade desde o projeto: Os novos passos para o planejamento da qualidade em produção em serviços. São Paulo: Cengage Learning, 1992 reimp. 2009. VIEIRA, Sônia Oelke. Estatística para a qualidade - como avaliar com precisão a qualidade em produtos e serviços. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 219 RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS EMENTA Conhecimentos básicos de resistência de materiais. Conceitos de: carregamento, tensões e deformações. Principais tipos de carregamento das peças e mecanismos cisalhamento, que compõem torção, flexão os e sistemas mecânicos: flambagem. Tensões tração-compressão, compostas e o dimensionamento adequado de peças sujeitas a combinações de solicitações: flexão mais tração-compressão e flexão mais torção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSAN, Aloisio Ernesto. Resistência dos materiais. Campinas: Unicamp, 2010. v. 1. BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Concreto armado eu te amo. 7ed, VOL 1, São Paulo: Blücher, 2013. MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. 19º ed. São Paulo: Erica, 2012. 376 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEER, Ferdinand P.; DEWOLF, John T.; JOHNSTON JR, E. Russell. Resistência dos materiais. 3.ed. Porto Alegre: Mcgraw Hill, 1995 reimp. 2011. BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Resistência dos materiais. São Paulo: Edgard Blucher, 2008. HALLIDAY, David. Fundamentos de física 1. 5ed vol1, Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2003. MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. 18º ed. São Paulo: Erica, 2012 reimp 2012. PARETO, Luis. Resistência e ciências dos materiais. São Paulo: Hemus, 2003. 220 6ª SÉRIE 221 CONTABILIDADE EMPRESARIAL EMENTA Conceito de contabilidade. Contabilidade e Engenharia de Produção. Interesses na informação contábil. Balanço: ativo, passivo, patrimônio líquido. Procedimentos contábeis básicos. Variações da situação líquida; despesa, receita. Regimes de competência e caixa; receitas e despesas diferidas; Fatos Contábeis; Operações com mercadorias; inventário, valoração; Ativo Imobilizado e Amortização; Demonstrativo de origens e aplicações; Análise de Balanço e de resultados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARION José Carlos. Contabilidade empresarial, 15. ed. São Paulo: Atlas, 2009. MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: Contabilidade Empresarial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009. NEVES, Silvério das. Contabilidade avançada e análise das demonstrações financeiras. São Paulo: Frase, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Gestão de custos e formação de preços com aplicações na calculadora HP 12C e Excel. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012. COSTA, Reinaldo Pachedo da., et al. Preços, orçamentos e custos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanços: abordagem básica e gerencial. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2003. OLINQUEVITCH, José Leônidas Análise de balanços para controle gerencial: demonstrativos contábeis exclusivos do fluxo de tesouraria; fluxo do capital de giro; fluxo das variáveis empresariais; fluxo das necessidades líquidas de capital de giro. São Paulo: Atlas, 2004. RIBEIRO, Osni Moura. Estrutura e Análise de Balanços. 9ª Ed. 2011. 222 ENGENHARIA DO PRODUTO EMENTA Fases do desenvolvimento do produto. O processo de projeto de produto: Projeto Informacional: QFD (Quality Function Development). Requisito de projeto conceitual: modelagem funcional, método morfológico, engenharia e análise de valor. Projeto preliminar: processo de projeto da peça, métodos de prototipagem, FMEA, fatores humanos e de desenho industrial no projeto do produto, seleção de materiais e processos. Projeto detalhado: ferramentas de modelagem geométrica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KEELING, Ralph. Gestão de projetos: uma abordagem global. São Paulo: Saraiva, 2005. MARTINELLI, Fernando Baracho. Fundamentos de projeto. Curitiba: IESDE, 2009. SLACK, Nigel et al. Administração da produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BACK, N. et al. Projeto integrado de produtos: planejamento, concepção e modelagem. São Paulo: Manole, 2008. CHENG, Lin Chih; MELO FILHO, Leonel Del Rey de. Qfd - Desdobramento da Função Qualidade na Gestão de Desenvolvimento de Produtos. São Paulo: Edgard Blucher, 2007. 564 p. GIDO, Jack. Gestão de projetos. São Paulo: Cengage Learning, 2007. IRIGARAY, Hélio Arthur et. al. Gestão e desenvolvimento de produtos e marcas. Fundação Getúlio Vargas. 2 ed. 2006. LEITE, Heymann A. R. (Org.). Gestão de projeto do produto. Editora Atlas, 2007. 223 LOGISTICA EMPRESARIAL EMENTA Fundamentos da logística. Gestão de compras. Gestão de estoques. Sistemas de manuseio de materiais: máquinas e sistemas de transporte e elevação. Modulação de cargas. Dimensionamento de embalagens. Sistemas de controle de materiais. Recebimento. Organização de almoxarifado. Sistemas de armazenagem. Automação de controle de materiais. Gestão da distribuição. Rede de distribuição. Estratégias e logísticas de canais de distribuição. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BALLOU, Ronald H.. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: logística empresarial. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J.; COOPER, M. Bixby. Gestão da cadeia de suprimentos e logística. Rio de Janeiro: Bookman, 2007. CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: criando redes que agregam valor. São Paulo: Thomson, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVARENGA, Antonio Carlos. Logística aplicada: suprimento e distribuição física. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. 4 Reimp. CHING, Hong Yuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: Supply Chain. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. NOVAES, Antonio Galvão. Logística: gerenciamento da cadeia de distribuição. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2007. PEREIRA, André Luiz. Logística Reversa e Sustentabilidade. São Paulo: Cengage, 2012. 208 p. WANKE, Peter F. Logística e transporte de cargas no Brasil: produtividade e eficiência no Século XXI. São Paulo: Atlas, 2010. 224 GESTÃO DA PRODUÇÃO II EMENTA A abordagem just-in-time. Princípios básicos. Estoque e JIT. Sistemas MRP/MRPII/ERP. Layout e manufatura celular. Racionalização de setup. Relação com fornecedores. Compras programadas. Manutenção produtiva total. Polivalência da mão de obra. Kanban. Tecnologia de grupo. Manufatura celular. Sistemas CAD/CAM. Manufatura integrada por computador (CIM). A Teoria das Restrições (OPT) e os conceitos associados. Lote de transferência, lote de produção. Dimensionamento do pulmão e premissas de implantação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, Junico. Sistemas de produção - Conceitos e Práticas para Projeto e Gestão da Produção Enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. CORRÊA, Henrique L . Administração de produção e operações: manufatura e serviços: uma abordagem estratégica. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2006. 4 Reimp. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERNANDES, Flavio Cesar Faria; GODINHO FILHO, Moacir. Planejamento e controle da produção: dos fundamentos ao essencial. São Paulo: Atlas, 2010. KRAJEWSKI, Lee; RITZMAN, Larry; MALHOTRA, Manoj. Administração de produção e operações: Conceitos e Técnicas. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2009. LIKER, Jeffrey K.. A cultura Toyota: A alma do modelo Toyota. Porto Alegre: Bookman, 2009. 576 p. MARTINS, Petrônio Garcia. Administração da produção. São Paulo: Saraiva, 2005. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 225 CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS EMENTA Estudo e aplicações de diferentes materiais metálicos, cerâmicos e poliméricos. Relação entre tipos de ligações dos materiais e suas propriedades. Relação microestrutura, propriedades, processamento. Dispositivos semicondutores para a geração luz e óxidos nano-estruturados para células de combustível e catálise. Materiais biodegradáveis e reciclagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASKLAND, D.R. Ciência e engenharia dos materiais. São Paulo: Cengage Learning. 2008. CALLISTER, JR.; WILLIAM D. Ciência e engenharia dos materiais: uma introdução. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. SHACKELFORD, James F. Ciência dos materiais. São Paulo: Pearson, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAUER, L. A. Falcão (Coord.) Materiais de construção 1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2000. 471p. CANAVEROLO JR, S. V. Ciência dos polímeros: um texto básico para tecnólogos e engenheiros. 2.ed. São Paulo: Artliber, 2006. MANO, Eloisa Biasotto. Polímeros como materiais de engenharia. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. NEWELL, James A. Fundamentos da moderna engenharia e ciências dos materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2010. SMITH, William F.; HASHEMI, Javad. Fundamentos de Engenharia e Ciência dos Materiais. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. 734 p. 226 7ª SÉRIE 227 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS EMENTA Conceitos básicos da administração de materiais. Logística empresarial. Dimensionamento e controle de estoques. Armazenagem. Transporte. Conceitos e técnicas de controle e avaliação de estoques. Custos decorrentes do nível de serviço. Integração de cadeia de suprimentos como os processos de manufatura. dimensionamento da disponibilidade do produto e políticas de estoque e estratégias BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVARENGA, Antonio Carlos. Logística aplicada: suprimento e distribuição física. 3. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. 194p. Reimp. 2010. BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J.; COOPER, M. Bixby. Gestão da cadeia de suprimentos e logística. Rio de Janeiro: Bookman, 2007. CARDOSO, Luiz Cláudio dos Santos. Logística do petróleo: transporte e armazenamento. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALLOU, Ronald H.. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: logística empresarial. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. CHING, Hong Yuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: Supply Chain. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. IYER, Ananth V.; SESHADRI, Sindhar; VASHER, Roy. A gestão da cadeia de suprimentos da Toyota: uma abordagem estratégica aos princípios do renomado sistema Toyota de produção. Porto Alegre: Bookman, 2010. MOURA, Cassia E. de. Gestão de Estoques: Ação e Monitoramento na Cadeia de Logística Integrada. São Paulo: Ciência Moderna, 2004. WANKE, Peter F. Logística e transporte de cargas no Brasil: produtividade e eficiência no Século XXI. São Paulo: Atlas, 2010. 228 GESTÃO DE PROJETOS EMENTA Conceito de projetos. Gestão de projetos. Administração integrada do projeto. Planejamento COM e PERT. Engenharia do tempo e folgas do projeto. Gestão de custos do projeto. Controle da qualidade do projeto. Planejamento dos recursos humanos do projeto. Gerência das comunicações do projeto. Correlação dos riscos do projeto. Previsão dos momentos de paradas. Aplicação de Software de projetos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JURAN, Joseph M. A qualidade desde o projeto. São Paulo: Cengage Learning, 2009. MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de projetos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALFREDO, José Lopes. Experiências em gestão de projeto: diário de bordo. Rio de Janeiro: Brasport, 2010. HELDMAN, Kim. Gerência de projetos: guia para o exame oficial do PMI. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. KEELLING, Ralph. Gestão de projetos: uma abordagem global. São Paulo: Saraiva, 2005. MARTINELLI Fernando Baracho. Fundamentos de projetos. Curitiba: IESDE, 2009. MOREIRA, Mauricio; BERNARDES, Silva; OLIVEIRA, Geisa Gaiger de. Microsoft project professional 2013 - gestão e desenvolvimento de projetos - 2013. São Paulo: Campus, 2013. 208 p. 229 ERGONOMIA EMENTA Conceitos de trabalho, tarefa, atividade, variabilidade, carga de trabalho e regulação. Metodologia de análise ergonômica do trabalho. Métodos e técnicas e de análise de variáveis em ergonomia. Métodos e técnicas para a análise da atividade. Ergonomia e projeto. Avaliação de rendimento. Indicadores de projeto do trabalho. Programa de Ergonomia nas Empresas BIBLIOGRAFIA BÁSICA GRANDJEAN, Etienne. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. 5. ed. Porto Alegre: Bookman Companhia, 2005. IIDA, Itiro. Ergonomia: Projeto e Produção. 2 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. 630 p. KROEMER, K. H. E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. Reimp. 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABRAHÃO, Júlia et. al. Introdução à Ergonomia. Editora Blucher. 2009. DUL, Jan. Ergonomia prática. São Paulo: Edgard Blücher, 2004. 137p. Reimp. 2008. FALZON, Pierre (Ed.). Ergonomia. Editora Blucher. 2007. PINHEIRO, Ana Karla da Silva. Ergonomia aplicada à anatomia e a fisiologia. Editora AB. Volume 2. 2006. ROCHA, Geraldo Celso. Trabalho, saúde e ergonomia. Relação entre Aspectos Legais e Médicos. São Paulo: Juruá, 2004. 230 CUSTOS INDUSTRIAIS EMENTA Contabilidade de custos. Natureza e conceitos da contabilidade de custos. Custos diretos e indiretos, fixos e variáveis, centros de custos. Análise e controle de custos indiretos de fabricação. Sistema de acumulação de custos por ordens de produção e por processos. Custeio direto e por absorção. Custeio baseado em atividades - (Activity based costing – ABC). Análise do ponto de equilíbrio e da relação custo-volume-lucro e custo-padrão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREIRA, José Antônio Stark. Contabilidade de custos. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2008. 378p. LEONE, George S. G.; LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de custos: 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade de custos. Editora Saraiva. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRUNI, Adriano Leal. Administração de Custos, Preços e Lucros, A: Com Aplicações na Hp12C e Excel. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2012. 424 p. (Desvendando as Finanças - Vol.5). BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Gestão de custos e formação de preços: Com Aplicações na Calculadora HP 12C e Excel. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012. COSTA, Reinaldo Pachedo da., et al. Preços, orçamentos e custos industriais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. MARTINS, Eliseu .Contabilidade de custos. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2003. SANTOS, Joel J. Análise de custos: remodelando com ênfase para sistema de custeio marginal, relatórios e estudos de casos. São Paulo: Atlas, 2005. 231 PESQUISA OPERACIONAL EMENTA Programação linear. Simplex. Métodos de transporte. Fluxo em rede. Introdução à simulação. Conceitos de modelagem e otimização de sistemas de produção (bens e serviços). Teoria de filas aplicados à logística e cadeia de suprimentos. Métodos matemáticos de gestão de projetos, PERT/CPM. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução à pesquisa operacional: métodos e modelos para análise de decisão. 4. ed. São Paulo: LTC, 2009. HILLIER, Frederick; LIEBERMAN, Gerald. Introdução à pesquisa operacional, 8. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. MOREIRA, Daniel Augusto. Pesquisa operacional: curso introdutório. 2. ed. São Paulo: Cengage, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORREA, H. L.; GIANESI, I. G. N.; CAON, M. Planejamento, programação e controle da produção. São Paulo: Atlas, 2007. FREITAS FILHO, Paulo José de Introdução à modelagem e simulação de sistemas com aplicações em arena. 2 ed. Florianópolis: Visual Books, 2008. PESQUISA operacional para decisão em contabiliadade e administração. Pesquisa operacional para decisão em contabiliadade e administração: contabilometria. São Paulo: Atlas, 2004. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. TAHA, Hamdy A.. Pesquisa Operacional. 8º São Paulo: Pearson, 2008. 360 p. 232 8ª SÉRIE 233 SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO EMENTA Processo de tomada de decisão. Características de um sistema de suporte À decisão. Recursos de um sistema de Suporte à decisão. Arquitetura de um sistema de suporte à decisão. Teoria dos jogos. Utilização de Software para simulação de Processos Produtivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVAREZ, Roberto; ANTUNES, Junico; KLIPPEL, Marcelo. Sistemas de Produção: conceitos e práticas para projeto e gestão da manufatura enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. PRADO, Darci Santos do. Teoria das Filas e da Simulação. Nova Lima: INDG, 2006. SLACK, N., CHAMBERS, S., JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AUDY, Jorge Luis Nicolas. Fundamentos de sistemas de informação. Porto Alegre: Bookman, 2005. CERQUEIRA, Jorge P. Sistemas de gestão integrados - ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, SA 8000, NBR 16001: conceitos e aplicações. 2ed, Rio de Janeiro: Qualitymark, 2010, 1ª reimp GUTSCHE. J. Criação e inovação no caos. São Paulo: Elsevier, 2010. QUINELLO, Robson; NICOLETTI, José Roberto. Inovação Operacional. São Paulo: Brasport, 2009. TURBAN, Efraim. Administração de tecnologia da informação - teoria e prática. 3ed , Rio de Janeiro: Campus, 2005, 7 reimp 2005. 234 GESTÃO DA MANUTENÇÃO E CONFIABILIDADE EMENTA Introdução à manutenção. Conceitos e definições. Metodologia da manutenção. Métodos de manutenção. Manutenção corretiva. Manutenção preventiva. Manutenção preditiva. Manutenção e otimização de projetos e processos. Manutenção produtiva. Funções da manutenção. Sistema de tratamento de falhas. Confiabilidade. Planejamento da manutenção. Sistema de gerenciamento da manutenção e qualidade total. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FOGLIATTO, Flavio; RIBEIRO, José Luis Duarte. Confiabilidade e Manutenção Industrial. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. KARDEC, Alan; NASCIF, jÚLIO. Manutenção - função estratégica. 3ed, Rio de Janeiro: Qualitymark, 2009, 1 reimp 2010. XENOS, Harilaus Georgius d'Philippos, Gerenciando a manutenção produtiva. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANCO FILHO, Gil. Organização, o Planejamento e o Controle da Manutenção. São Paulo: Ciência Moderna, 2008. 280 p. KARDEC, Alan; RIBEIRO, Haroldo. Gestão Estratégica e Manutenção Autônoma. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002 reimp 2008. SIQUEIRA, Iony Patriota. Manutenção centrada na confiabilidade: manual de implementação. São Paulo: Qualitymark, 2005 reimp 2012. VERRI, Luiz Alberto. Gerenciamento pela qualidade total na manutenção industrial. Rio de janeiro: Qualitymark, 2007 reimp 2012. VIANA, Herbert Ricardo Garcia. Planejamento e controle da manutenção. São Paulo: Qualitymark, 2002 reimp 2013. 235 SAÚDE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE EMENTA Princípios de Segurança do Trabalho. Natureza dos acidentes de trabalho. Casos de Acidentes. Segurança de processos de incêndios e explosões. CIPA. Legislação e normas regulamentadoras. A globalização e o desenvolvimento sustentável e sua interferência na mudança de comportamento organizacional. Tecnologias a serviço do meio ambiente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA, Marco Antonio F. da; COSTA, Maria de Fátima Barroso da. Segurança e saúde no trabalho - cidadania, competitividade e produtividade. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. GONÇALVES, Edwar Abreu. Manual de segurança e saúde no trabalho. 4ed, São Paulo: LTr, 2008. REIS, Lineu Belico dos. CARVALHO, Cláudio Elias; FADIGAS, Eliane A. Amaral. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Manole, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBIERI, José Carlos. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2007 reimpr. 2011. BARBIERI, José Carlos. Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável. São Paulo: Saraiva, 2010. DREW, David. Processos interativos homem - meio ambiente. 6.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. LEFF, Enrique. Ecologia, Capital e Cultura: a territorialização da racionalidade ambiental Petrópolis: Vozes, 2009. PEREIRA, Mario Jorge. Meio Ambiente & Tecnologia. São Paulo: Ciência Moderna, 2004. 272 p. 236 PLANEJAMENTO DO ARRANJO FÍSICO EMENTA Conceitos gerais. Fatores a serem estudados na elaboração do arranjo físico. Princípios fundamentais de arranjo físico. Planejamento Sistemático de Layout (PSL). Fluxo e tipos básicos de arranjo físico. Seleção de alternativas. Determinação de espaços / dimensionamento de áreas. Projeto detalhado do arranjo físico / Métodos para elaboração do arranjo físico (Layout). Aplicações na indústria e serviços. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVAREZ, Roberto; ANTUNES, Junico; KLIPPEL, Marcelo. Sistemas de Produção: conceitos e práticas para projeto e gestão da manufatura enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J.; COOPER, M. Bixby. Gestão da cadeia de suprimentos e logística. Rio de Janeiro: Bookman, 2007. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos. Editora Bookman. 5 ed. 2006. DI BLASI, Gabriel. A propriedade industrial - os sistemas de marcas, patentes e desenhos industriais analisados a partir da Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996. 2ed, Rio de Janeiro: Forense, 2005. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. MUTHER, Richard. Planejamento Simplificado de layout. Editora INAM. 2000. VENDITTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho técnico sem prancheta com AutoCAD 2008. 2ed. Florianópolis: Visual Books, 2007. 237 SIMULAÇÃO DA PRODUÇÃO EMENTA Teoria das filas. Geração de números aleatórios. Simulação de Monte Carlo. Amostras aleatórias com distribuição conhecida. Construção de modelos de simulação, com linguagens. Uso do Software ARENA. Template Common (blocos Arrive, Server, Depart, Simulate, Inspect). Animação de cenários. Template Animate (Gráficos e Estatísticas). Relatórios. Template transfer. Transportadores. Rotas de sequência. Trabalho com variáveis e matrizes. Lógica de controle. Prioridades. Validade de modelos e análise de resultados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução à Pesquisa Operacional: métodos e modelos para análise de decisão. 4. ed. São Paulo: LTC, 2008. FREITAS FILHO, Paulo José de. Introdução à modelagem e simulação de sistemas com aplicações em arena. 2ed, Florianópolis: Visual Books, 2008. HILLIER, Frederick; LIEBERMAN, Gerald. Introdução à Pesquisa Operacional, 8. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FOGLIATTI, Maria Cristina; MATTO, Nelia Maria Costa. Teoria de Filas. São Paulo: Interciencia, 2006. 290 p. MOREIRA, Daniel Augusto. Pesquisa Operacional: Curso Introdutório. 2. ed. São Paulo: Cengage, 2010. PRADO, Darci Santos do. Teoria das Filas e da Simulação. Nova Lima: INDG, 2006. PRADO, Darci Santos do. Usando o Arena em Simulação. Belo Horizonte: INDG, 2008. SLACK, Nigel et al. Administração da produção. 2ed, São Paulo: Atlas, 2002 reimp 2008. 238 9ª SÉRIE 239 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EMENTA Atividades práticas de acordo com a área escolhida pelo discente, em ambiente de trabalho real. Relatório de Estágio Supervisionado. Acompanhamento das atividades realizadas na empresa pelo professor supervisor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007 reimp 2011. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica ciência e conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis, metodologia jurídica. 5ed, São Paulo: Atlas, 2007 reimp. 2009. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisionado . 7 ed, São Paulo: Cortez, 2011. CAUCHICK MIGUEL, P. A. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de operações. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. CORRÊA, Afonso Carlos; MELLO, Fleury Carlos Henrique Pereira. Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações. Rio de Janeiro: Elsevier - Campus, 2011. 260 p. LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2007 reimp 2012. ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em administração . 2ed, São Paulo: Atlas, 1999. 240 ESTUDOS INTEGRADOS EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO I EMENTA Atualização e aprofundamento de conhecimentos nas áreas de engenharia de operações e processos de produção, qualidade, engenharia do trabalho, logística e engenharia econômica. Temas atuais que versem sobre técnicas, tecnologias e conteúdos que contribuam para o aperfeiçoamento da formação do acadêmico de engenharia de produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: Uma Abordagem Logística. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. FERNANDES, Flavio Cesar Faria; GODINHO FILHO, Moacir. Planejamento e Controle da Produção: Dos Fundamentos ao Essencial. São Paulo: Atlas, 2010. SLACK, Nigel et al. Administração da produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALLOU, Ronald H.. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: logística empresarial. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006 reimp 2010. COSTA, Antônio Fernando Branco; CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro; EPPRECHT, Eugênio Kahn. Controle Estatístico de Qualidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2005 reimp 2011. COSTA, Reinaldo Pachedo da. et al. Preços, Orçamentos e custos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. MINTZBERG, Henry. Safári de estratégia - um roteiro pela selva do planejamento estratégico. 2ed, Porto Alegre: Bookman, 2010. THOMAS, José Eduardo (Org.). Fundamentos de engenharia de petróleo . 2ed, Rio de Janeiro: Interciência , 2004. 241 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I EMENTA Trabalho teórico-prático, nesse momento o projeto, envolvendo conceitos da área da Engenharia de Produção, orientado por professor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAUCHICK MIGUEL, P. A. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de operações. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007 reimp 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BASTOS, Lilia da Rocha; PAIXAO, Lyra; DELUIZ, Neise. Manual Para a Elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisas, Teses, Dissertações e Monografias. São Paulo: Ltc, 2003. 260 p. DIAS, Donaldo de Souza; SILVA, Mônica Ferreira da. Como Escrever Uma Monografia: Manual de Elaboração Com Exemplos e Exercícios. São Paulo: Atlas, 2010. 168 p. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2007 reimp 2012. MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 7ed, São Paulo: Atlas, 2010. 242 PROJETO DE INSTALAÇÕES PRODUTIVAS EMENTA Estudo de mercado: análise de demanda. técnicas de previsão de demanda. Análise de viabilidade técnico-econômica de empreendimentos industriais. Estudo de escala: técnicas de análise de dimensão de um empreendimento industrial. Modelos de localização. Etapas de um projeto industrial. Elaboração de um projeto industrial. Fundamentos, critérios e fatores envolvidos no projeto da fábrica e de instalações industriais. Análise de localização. Características especiais de construção. Movimentação de materiais. Estudo do arranjo físico. Planejamento do sistema de movimentação e armazenagem de materiais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVAREZ, Roberto; ANTUNES, Junico; KLIPPEL, Marcelo. Sistemas de produção: conceitos e práticas para projeto e gestão da manufatura enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de investimentos: Matemática financeira, engenharia econômica tomada de decisão estratégia empresarial. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. Maria Teresa Corrêa de Oliveira (Trad.). 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERNANDES, Paulo S. Thiago. Montagens industriais: planejamento, execução e controle. 3º ed. São Paulo: Artliber, 2011. FERREIRA, Roberto G. Engenharia econômica e avaliação de projeto de investimento: Critério de avaliação, financiamentos e benefícios fiscais, analise de sensibilidade e risco. São Paulo: Atlas, 2009. LEITE, Heymann A. R.. Gestão de Projeto do Produto: a Excelência da Indústria Automotiva. São Paulo: Atlas, 2007. 314 p. MOREIRA, Daniel Augusto. Os benefícios da produtividade industrial . São Paulo:Pioneira, 1994. TUBINO, Dalvio Ferrari. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 243 GERENCIAMENTO DA CARREIRA PROFISSIONAL EMENTA Estratégias profissionais de mercado: networking, marketing pessoal, currículo profissional – elaboração e atualização. Desenvolvimento de habilidades para a comunicação profissional. Postura profissional e comportamento institucional nos vários perfis: estagiário, colaborador e empreendedor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOFF, Leonardo. Ética de vida: a nova centralidade. São Paulo: Record, 2009. CHIAVENATO, Idalberto. Carreira: você é aquilo que faz. São Paulo: Saraiva, 2006. GALLO, Silvio. Ética e Cidadania: caminhos da filosofia. 8ª. ed. São Paulo: Papirus, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KAHNEY, Leander. A cabeça de Steve Jobs. Rio de Janeiro: Agir, 2008. PENTEADO, José Roberto Whitaker. Cartas a um jovem indeciso - que profissão escolher?. Rio de Janeiro:Elsevier, 2007. PEREIRA, Miguel Alves. Arquitetura: cultura, formação, prática e política profissional. São Paulo: PINI, 2005. VAZQUEZ, Adolfo Sanchez. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Profissão docente - novos sentidos, novas perspectivas. Campinas: Papirus, 2008. 244 10ª SÉRIE 245 GESTÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA EMENTA Conceitos de ciência. Tecnologia e inovação. Modelos de mudanças tecnológicas. Estratégias de inovação das empresas. Formas de acesso à tecnologia. Cooperação entre produtores e utilizadores do conhecimento. Planejamento de tecnologia. Avaliação tecnológica. Proposições para uma empresa inovar. Indicadores de ciência e tecnologia e inovação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIGUEIREDO, Paulo N. Gestão da inovação: conceitos, métricas experiências de empresas no Brasil. Rio de Janeiro: LTC, 2009. REIS, Dálcio Roberto dos. Gestão da inovação tecnológica. 2 ed. Editora Manole. 2008. TIDD, Joe; PAVITT, Keith; BESSANT, John. Gestão da inovação. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDREASSI, Tales. Gestão da inovação tecnológica. São Paulo: Thomson, 2007. DAVILA, Tony; EPSTEIN, Marc J.; SHELTON, Robert. As regras da inovação. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. FIGUEIREDO, Paulo N. Gestão da inovação: conceitos, métricas e experiências de empresas no Brasil. Rio de Janeiro:LTC, 2009. reimp. 2012. REZENDE, Júlio F. D. Gestão da inovação. Editora Epifania. 2010. SCHERER, Felipe Ost. Gestão da inovação prática. Editora Atlas, 2009. 246 ESTRATÉGIA DE PRODUÇÃO EMENTA Fundamentos de estratégia empresarial. Fundamentos da estratégia de produção. A visão de Hayes: elementos estruturais e infraestruturais, matriz produto/processo. A visão de Hill: qualificadores e ganhadores de pedido, alinhamento marketing – produção, escolha de processos, perfilamento de produtos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KAPLAN, Robert S.; NORTON, David P. A estratégia em ação: balanced scorecard. Rio de Janeiro: Elsevier, 1997. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. NEVES, Marcos Fava. Planejamento e gestão estratégica de marketing. São Paulo: Atlas, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BETHLEM, Agricola. Gestão Estratégica de Empresas Brasileiras: Casos Resolvidos. São Paulo: Atlas, 2005. FUSCO, José Paulo Alves; SACOMANO, José Benedito. Operações e Gestão Estratégica da Produção. 2. ed. São Paulo: Arte e Ciência, 2007. PALADINI, Edson Pacheco. Gestão Estratégica da Qualidade - Princípios, Métodos e Processos. 2ª Ed. Editora Atlas. SLACK, Nigel et al. Administração da produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. TAVARES, Mauro Calixta. Gestão Estratégica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 247 EMPREENDEDORISMO EMENTA Iniciação empresarial. O empreendedor e sua importância para a sociedade. O perfil do empreendedor de sucesso. Atividade empreendedora como opção de carreira. O empreendedor e o processo visionário. Oportunidades de negócios. Criatividade. Plano de negócio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2003 reimp 2007. INSTITUTO Empreender Endeavor. Como fazer uma empresa dar certo em um país incerto: conselhos e lições de 51 dos empreendedores mais bem sucedidos do Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier Science, 2005. JUSTUS, Roberto. O empreendedor: como se tornar um líder de sucesso. São Paulo: Larousse do Brasil, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAUJO FILHO. Empreendedorismo criativo - a nova dimensão da empregabilidade. 1º São Paulo: Ciência Moderna, 2007. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Saunders, 2005. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Administração para empreendedores: fundamento da criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. SEBRAE. Histórias de sucesso: mulheres empreendedoras: negócios coletivos. Região centro-oeste. Brasília: SEBRAE, 2007. SOHSTEN, Carlos Von. Inteligência empreendedora: o que você precisa saber para cuidar bem de sua empresa: especial para empresários de micro e pequenas empresas. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006. 248 ESTUDOS INTEGRADOS EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO II EMENTA Atualização e aprofundamento de conhecimentos nas áreas de engenharia do produto, qualidade, engenharia do trabalho, gestão da produção, logística e projetos industriais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Marco Aurélio P. Administração de Materiais: Uma Abordagem Logística. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. FERNANDES, Flavio Cesar Faria; GODINHO FILHO, Moacir. Planejamento e Controle da Produção: Dos Fundamentos ao Essencial. São Paulo: Atlas, 2010. SLACK, Nigel et al. Administração da produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALLESTERO-ALVAREZ, Maria Esmeralda. Gestão de Qualidade, Produção e Operações. São Paulo: Atlas, 2010. BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Gestão de Custos e Formação de Preços: Com Aplicações na Calculadora HP 12C e Excel. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2012. CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: criando redes que agregam valor. 2. ed. São Paulo: Thomson, 2007. CORRÊA, Henrique; CAON, Mauro; GIANESI, Irineu G. Planejamento, programação e controle da produção: MRP II/ ERP: conceitos, uso e implantação. São Paulo: Atlas, 2007. MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de Projetos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 249 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II EMENTA Sistematização de conhecimentos e proposição de inovações tecnológicas, melhoria de produtos e de sistemas produtivos. Elaboração e defesa de monografia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. ISKANDAR, Jamil Ibrahim. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos científicos. Curitiba: Juruá, 2008. MIGUEL, Paulo Cauchick. Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de operações. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALEXANDRE, Mário Jesiel de Oliveria. A construção do trabalho científico: um guia para projetos, pesquisa e relatório científico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003. BASTOS, Lilia Da Rocha; PAIXAO, Lyra; DELUIZ, Neise. Manual Para a Elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisas, Teses, Dissertações e Monografias. São Paulo: Ltc, 2003. 260 p. LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2007 reimp 2012. RIBEIRO, Matheus de Souza Lima. Como elaborar e estruturar uma monografia. São Paulo: Interciência, 2009. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2007 reimp 2013. 250 OPTATIVAS 251 LIBRAS EMENTA O papel da linguagem e da Língua Brasileira de Sinais na socialização e inclusão. Direito à educação das pessoas surdas e com deficiência auditiva. Acessibilidade. LIBRAS como primeira e segunda língua. Estrutura da LIBRAS. Tradução e Interpretação de LIBRAS. LIBRAS no processo de ensino-aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. Reimp. 2012. SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos. São Paulo: Paulinas, 2010. SALLES, Heloisa Maria Moreira Lima et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para prática pedagógica. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Elizabeth Oliveira Crepaldi de. Leitura e surdez: um estudo com adultos não oralizados. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2012. BRASIL. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa e língua portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. FALCÃO, Luiz Alberico Barbosa. Aprendendo a libras e reconhecendo as diferenças: um olhar reflexivo sobre a inclusão: estabelecendo novos diálogos. 2. ed. Recife: Editora do Autor, 2007. OATES, Eugênio. Linguagem das mãos. 19 ed. Aparecida: Santuário, 2008. QUADROS, Ronice Muller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1997. reimp. 2008. 252 MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EMENTA Cidadania Planetária e Desenvolvimento Sustentável, Ecologia Humana, Economia Solidária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2011. PHILIPPI Jr., Arlindo (Ed.); ROMÉRO, Marcelo de Andrade (Ed.); BRUNA, Gilda Collet (Ed.). Curso de gestão ambiental. Barueri: Manole, 2004. 1045p. 4 reimp. 2009. REIS, Lineu Belico dos. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. 2 ed. Barueri: Manole, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de. Gestão ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2002. 232p. Reimp. 2006. BRAUN, Ricardo. Novos paradigmas ambientais: desenvolvimento ao ponto sustentável. Petrópolis: Vozes, 2008. DUSI, Luciane. Responsabilidade social e meio Ambiente. Natal: EdUnP, 2011. GIESTA, Lílian Caporlíngua (Org.); LEITE, Rodrigo de Almeida (Org.). Responsabilidade social e gestão ambiental. Mossoró: EDUFRN, 2010. NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do (Org.); VIANNA, João Nildo (Org.). Dilemas e desafios do desenvolvimento sustentável no Brasil. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. 146p. Reimp. 2009.