Chat – Bienal – 17/12/2008
Jeane (Cigré) entrou no Chat.
Sergio B4 moderador entrou no Chat.
Sergio B4 moderador: Boa tarde a todos.
carlos entrou no Chat.
Paulo Cesar e Edna: Boa tarde Sergio
Sergio B4 moderador: Boa tarde, Carlos. Poderia informar a sua empresa?
Jeane (Cigré): Boa a tarde a todos!
Sergio B4 moderador: Boa tarde.
Barbin - CTEEP: Boa tarde
Sergio B4 moderador: Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos a mais uma sessão de chat da Bienal 2008 do CIGRÉ.
carlos: Sergiosou consultor
Sergio B4 moderador: Obrigado.
Sergio B4 moderador: Hoje será apresentado o trabalho B4-103 - FEASIBILITY STUDIES FOR MADEIRA
TRANSMISSION SYSTEM - TECHNICAL AND ECONOMIC ANALYSIS.
Sergio B4 moderador: O autor principal deste trabalho é Paulo Cesar Esmeraldo.
Sergio B4 moderador: Também são autores: Edna Araujo, Daniela Souza, Don Menzies, Luíza Carijó, Sereno, Nilo
Macedo, Sebastião Vidigal, Andrea Leite, Antônio Ricardo Carvalho e Valdson Simões.
Sergio B4 moderador: Lembro que o trabalho e a apresentação foram disponibilizados para download no site do CigréBrasil.
Sergio B4 moderador: Para responder as perguntas dos participantes, Paulo Cesar e Edna Araujo estão presentes a
essa sessão.
Leonardo (CEPEL) entrou no Chat.
Leonardo (CEPEL) saiu da sala.
Leonardo (CEPEL) entrou no Chat.
Sergio B4 moderador: Leonardo, em nome de todos, boa tarde!
Leonardo (CEPEL): Boa tarde a todos!
Sergio B4 moderador: Iniciando a sessão, peço aos autores que façam um breve resumo do trabalho. A seguir abrirei
para perguntas.
Wo Ping (CEPEL) entrou no Chat.
Daniel entrou no Chat.
Paulo Cesar e Edna: O artigo apresenta os resultados das análises de alternativas de transmissão
Paulo Cesar e Edna: concebidas para escoamento da potência dos AHE Jirau e Santo Antônio (6450 MW),
Paulo Cesar e Edna: levando em conta os aspectos de operação em regime permanente, e identificando
Paulo Cesar e Edna: como resultado, a alternativa de melhor desempenho técnico-econômico.
Rodrigo Saavedra entrou no Chat.
Sergio B4 moderador: Boa tarde, Leonardo, Wo, Daniel e Rodrigo
Daniel: Boa tarde a todos.
Paulo Cesar e Edna: Olá Pessoal, estamos aguardando perguntas
Sergio B4 moderador: Podemos iniciar as perguntas. Solicito que aguardem a resposta dos autores antes de formular
nova pergunta.
Rodrigo Saavedra: Boa Tarde para todos
Wo Ping (CEPEL): Boa Tarde a todos
Sergio B4 moderador: Peço que o daniel e o Rodrigo se identifiquem(empresa ou área de atuação).
carlos: Porque não foi considerada a solução com CCC para o b-t-b?
Daniel: Daniel Sinder, Operador Nacional do Sistema Elétrico
Rodrigo Saavedra: Arnoldo Rodrigo Saavedra (Sahur Internacional Ltda)
Sergio B4 moderador: Obrigado.
Paulo Cesar e Edna: Foi considerada uma solução universal para nao privilegiar nenhum fabricante.
Sergio B4 moderador: Mas a opção CCC sempre foi uma solução possível, certo?
carlos: Desculpe, mais no "estado da arte" o CCC não privilegia ninguem.
Rodrigo Saavedra: Entendo que ABB vai usar CCC. Certo?
Paulo Cesar e Edna: A solução CCC sempre considerad, porém no edita não foi exigido o CCC pelas razões anteriores.
carlos: Que razões anteriores?
Rodrigo Saavedra: No edital foi aceito o CCC. Certo?
carlos: Qual a resposta para a pergunta do Rodrigo?
CTEEP entrou no Chat.
Sergio B4 moderador: Favor aguardarem pela resposta antes de formular nova pergunta.
Antonio Carlos - ONS entrou no Chat.
Sergio B4 moderador: CTEEP, se importaria de informar o seu nome?
Paulo Cesar e Edna: A tecnologia a ser utilizada estava livre no edital da ANEEL. No estudo foi considerado a mais a
solução tradicional mais síncronos, portanto mais cara, para comparação de alternativas.
Paulo Cesar e Edna: A ABB provavelmente vai utilizar o CCC, segundo pudemos apurar
Rodrigo Saavedra: OK. Obrigado.
luiza entrou no Chat.
Sergio B4 moderador: Creio que responde as perguntas anteriores. Outra pergunta?
Wo Ping (CEPEL): Tenho a impressão de que há um certo receio de técnicos do setor em adotar a opção de
transmissão em HVDC no Brasil (lembrando desde a Interligação Norte-Sul...). No decorrer dos trabalhos, durante a
interação com os especialistas de diferentes empresas, vcs perceberam tal fato ? E se positivo, a que vcs atribuem essa
resistência ?
CTEEP: Tentando conexao
carlos: Porque foi especificada uma corrente mínima de 5% para o b-t-b, diferente da ´prática usual de 10%?
CTEEP saiu da sala.
Sarcinelli/FURNAS entrou no Chat.
Sergio B4 moderador: Boa tarde, Luiza e Antonio Carlos
Sergio B4 moderador: Temos duas preguntas pendentes.
Paulo Cesar e Edna: Observamos uma certa resistência ao uso de corrente contínua, mas as razões podem ser até
históricas,
Antonio Carlos - ONS: Os vencedores do leilão da transmissão do Madeira alegaram que a linha AC da altrenativa
híbrida é muito cara e ,por conseguinte, pouco competitiva. Na opnião dos autores isto se deve ao tipo de linha adotado
(LPNE com 6 condutores por fase) ou ao fato de que esta alternativa ainda não ser um "produto" industrializada e ainda
não testado na prática?
Rodrigo Saavedra: Eu posso comentar que 5% e possível reduzindo tensão alen da corrente em B2Bs.
Paulo Cesar e Edna: O limite de 5% foi especificado pelo ONS, o Planejamento não via necessidade
Sergio B4 moderador: Luiza, favor informar a sua empresa.
Rodrigo Saavedra: Com 5% fica mais margem para carga mínima mesmo com geração local
luiza: Boa tarde a todos. Sou Luiza de FURNAS
carlos: Rodrigo eu não indiquei não ser possível, mais pedir a base. O representante do ONS aqui, poderia dar as
razões?
Sergio B4 moderador: Obrigado.
Paulo Cesar e Edna: O elevado custo da LT 500 kV deve estar associado às duas questões, além da quantidade de
equipamentos e cabos demandados
Antonio Carlos - ONS: Embora no ONS, não participei desta definição dos requisitos do B2B.
Rodrigo Saavedra: Eu acho que com 5% fica menos limitado o B2B sem custo adicional.
Antonio Carlos - ONS: Porém, genericamente do ponto de vista de opertação de sistemas, quanto menor o limite mínimo
do B2B em questão melhor é para a operação.
Rodrigo Saavedra: O ideal seria 0% mas não é possível pela extinção da corrente pelo ripley
Sergio B4 moderador: Agradeço a contribuição de todos. Novas perguntas?
carlos: O fator de potencia dos geradores de S,ant. e jirau são importante na definição de reativos. Porque foi
especificado um valor alto que não me parece econômico ?
luiza: Creio que especificar um requisito de potência mínima de 5% ao invés de 10% acarreta em custo adicional e não
foi identificada nenhuma situação que necessitasse desse requisito.
Paulo Cesar e Edna: Para um fluxo tão pequeno assim pode-se até desligar o BtB que não faria falta para o sistema.
Rodrigo Saavedra: Pode mas a partida leva certo tempo, se for necesária
Paulo Cesar e Edna: O tempo de rampeamento do B2B é muito rápido comparado com o eventuakl cresciimento da
carga
Rodrigo Saavedra: a corrente mínima de 10% a tensão niminal é sempre possível. A redução da tensão à metade é
viável sem custo adicional
Antonio Carlos - ONS: A questão da transmissão a muito lonhas distâncias não se esgota no projeto do Madeira. Ela
continuará presente em muitos outros empreendimentos de porte previstos no plano de geração 2030. Os autores
poderiam dar sua opinião sobre as possibilidades que se abrem ultimamente a respeitro da transmissão UHV? Mes que
vem teremos o segundo simpósio da CIGRE sobre o tema e a China e Índia vêm investindo nesta alternativa de
transmissão, particularmente no 1000 kV AC.
Sergio B4 moderador: Lembro que a ultima pergunta do Carlos está sem resposta.
Rodrigo Saavedra: OK, mas pode abrir uma linha e precisar aumento rápido de potencia
Paulo Cesar e Edna: Não há duvida que este resulatdo do leilão cria um novo momento para a transmissão DC para
longas distancias. No futuro estaremos investigando 800 kv Dc, e a famosa meia-onda. Quanto ao 1000 kV, aguardamos
que o CEPEL inicie uma linha de pesquisa nestwe sentido.
luiza: O fator de potência de 0,9 é o que consta nos procedimentos de rede. Não houve requisito especial na época do
leilão das usinas. Acho que esse é um ponto que deveríamos aprimorar, uma vez que sob a ótica de mínimo custo
global é interressante em alguns casos um fator de potência menor.
Sergio B4 moderador: Temos novas perguntas?
Sergio B4 moderador: Obrigado, Luiza.
Wo Ping (CEPEL): Na pagina 7 do artigo, há a referência de potência de curto monofásica de 16000 MVA. Por que não
foi usado o curto trifásico, mais comumente usado para expressar o grau de robustez do sistema ?
carlos: O problema do Ac 100okv ou semelhantes é de c
Wo Ping (CEPEL): Na pagina 7 do artigo, há a referência de potência de curto monofásica de 16000 MVA. Por que não
foi usado o curto trifásico, mais comumente usado para expressar o grau de robustez do sistema ?
carlos: ...economia e não há pesquizas hoje previsiveis que altere este panorama.
Antonio Carlos - ONS: Ha aproximadamente 30 anos o CEPEL desenvolveu juntamente com ENEL o Projeto 1000 kV.
Da resposta posso depreender que este projeto (1000 kV) será retomado pelo CEPEL?
Paulo Cesar e Edna: Preciso fazer uma consulta para relembrar essa questão pois scr foi avaliado em aproximadamente
4 que equivale a uma pot de 24000
Rodrigo Saavedra: a meia onda mais e muito interessabte, mas só para um acerta faixa de comprimentos. Seríam o
scomprimentos futuros compatíveis ou seria necessario ajustar comprimentos com compensações?
Sergio B4 moderador: Estamos no horário previsto de término deste chat.
Sergio B4 moderador: Podemos encerrar ou adiar o término para 17 horas. Vocês podem?
Antonio Carlos - ONS: Posso!
Rodrigo Saavedra: eu também
carlos: Foi especificada uma disponibilidada de 99%, incluindo saídas forçadas e programadas. Não é este valor pouco
realista ou por demais dispendioso face as estatisticas existent e o desempenho dos transformados conversosres?
Sarcinelli/FURNAS: Eu também
Daniel: sem problemas
luiza: também posso
Barbin - CTEEP: ok, também posso.
Leonardo (CEPEL): por mim, tudo bem.
Paulo Cesar e Edna: 1000 kV: segundo o CEPEL, haverá um apoprte para iniciar pesquisa em 1000 kV. A questão
maior não é tecnica e sim custos das linhas, além de se avaliar se o SIN, suporta a perda de uma lingha de 1000 kV.
Sergio B4 moderador: Esta pergunta é fundamental: Os autores podem?
Paulo Cesar e Edna: 1/2 onda: as distanciias amazonicas são compatúveis para o uso da 1/2 onda e desta vez
imaginamos que a EPE estudará esta alternativa.
Sergio B4 moderador: Solicito que aguardem o término das respostas para novas perguntas.
Paulo Cesar e Edna: podemos ficar até às 5, claro
Sergio B4 moderador: Obrigado. Seguimos adiante, então.
Sergio B4 moderador: Tem uma pergunta pendente, do Carlos.
Paulo Cesar e Edna: Sim, também achamos que 99% de disponibilidade é uma exigência severa
Antonio Carlos - ONS: À pergunta do Carlos: De forma geral o indice de disponibilidade de uma instalação pode ser
obtida, na medida que se tenha redundancia ou equipamentos reserva. No caso de transformadores conversores o
requisito solicitado pode ser atingido com um número adequado de unidades reservas.
Paulo Cesar e Edna: Com relação à transformadores reserva, estamos usando 8 unidades
carlos: Porque então foi feita? O que tem o Madeira de espececial que justifique esta e
Sergio B4 moderador: Esta disponibilidade de 99 % aparece, antes de tudo, no cálculo do projeto pelo fabricante.
carlos: ...exigencia "severa"?
Rodrigo Saavedra: Se alguma transmissora usar transformadores de 3 enrolamentos com um reserva por bipolo, a
confiabilidade seía menos que como especificado
Sergio B4 moderador: Creio que é dificil de ser atingida na prática. Também encarece o projeto.
Paulo Cesar e Edna: Concordamos com o Sergio
Sergio B4 moderador: Perguntas?
carlos: Os 8 trafos são por estação?
Paulo Cesar e Edna: Quanto ao 99%, entedemos que poderia ter sido especificado 98,5% , mas nas discussões com o
ONS, prevaleu o 99% pelo conservadiorismo.
Rodrigo Saavedra: Se alguém utilizar transformadores de 3 enrolamentos teria que usar dois reservas por bipolo?
Sergio B4 moderador: Nosso tempo está acabando.
Paulo Cesar e Edna: São 2 trafos por conversora
luiza: O que eu não entendi na licitação que comparou 2 tecnologias foi a alternativa DC ter um requisito de
confiabilidade explicito e severo no edital e a alternativa híbrida não ter requisito semelhante na parte AC.
Sergio B4 moderador: Precisamos encerrar a sessão.
Sergio B4 moderador: Vou aguardar apenas as últimas respostas dos autores.
carlos saiu da sala.
Luciano (CEPEL) entrou no Chat.
Antonio Carlos - ONS: Quanto à disponibilidade: E verdade, a operação é de maneira geral conservadora, pois no
mundo do tempo real não se dispõe de tempo para planejar uma solução. Elas têm que estar disponíveis e uma forma
segura de assegurá-las é se definir margens adequadas para as instalações na fase de planejamento.
Sergio B4 moderador: Já são mais de 5 horas. Precisamos encerrar a sessão.
Paulo Cesar e Edna: Também não entendemos os motivos , mas nos parece que o obejetivo era penalizar o DC, pois
para alguns esta tecnologia teria muita dependencia de equip. importados., O que também não concordamos
Sergio B4 moderador: Gostaria de agradecer todos vocês pela participação.
Sergio B4 moderador: Agradecimentos especiais aos autores aqui presentes.
Sergio B4 moderador: Abraços a todos.
Sarcinelli/FURNAS: Parabéns Paulo e Edna pelo trabalho
Wo Ping (CEPEL): Foi um prazer chatear com vcs. Agradeço a atenção dos autores. Congratulações ao Cigré pela idéia
do chat. Até a próxima !!!
Sarcinelli/FURNAS: Até a próxima...
Paulo Cesar e Edna: Agradecemos a particpação de todos, um braço
luiza: Achei ótima a idéia do chat. Parabéns para os autores.
Antonio Carlos - ONS: Abraço a todos!
Barbin - CTEEP: Parabéns aos autores.
Sergio B4 moderador saiu da sala.
Sarcinelli/FURNAS saiu da sala.
Jeane (Cigré): Boa tarde a todos! Encerrando o chat...
Rodrigo Saavedra: agradeço as respostas dos autores Até a próxima
luiza saiu da sala.
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Chat – Bienal – 17/12/2008 Jeane (Cigré) entrou no Chat. Sergio B4