Faculdades Integradas do
Vale do Iguaçu
PROJETO POLÍTICO
PEDAGÓGICO
Engenharia Mecânica
2011
Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia
84.600-000 União da Vitória - PR
FACULDADES INTEGRADAS DO VALE DO IGUAÇU
CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Coordenação Geral de Elaboração
Prof. Edson Aires da Silva
Diretor Geral da IES
NDE – Núcleo Docente Estruturante do Curso
Prof. Adailton Marcelo Lehrer
Prof. Claudinei Cerconi
Prof. Marcos Roberto Rodacoski
Prof. Paulo Dinarte Tavares
Prof. Raul José dos Santos Michel Júnior
Redação e Organização
Prof. Ivan de Oliveira
Profa. Rosana Beatriz Ansai
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Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico
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Curso de Engenharia Mecânica
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Apresentação
É inegável a importância social das Faculdades, Centros Universitários e Universidades
como formadoras de mão-de-obra altamente especializada, profissionalmente moldada ao
mercado e sócio-culturalmente preparada para o exercício de sua especialidade. Muitos
caminhos podem ser percorridos, mas, o melhor caminho sempre é aquele que guia um
profissional, não apenas como especialista, mas, também, como membro de uma sociedade.
Este projeto político pedagógico segue as recomendações dadas pela CPA da IES e o
Instrumento de Avaliação de Cursos. Considera os princípios norteadores do parecer CNE/CES
1362/2001 e a Resolução CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002, de forma a propor diretrizes
para o curso de Engenharia Mecânica das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, em
consonância com o PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional) e com o PPI (Plano
Pedagógico Institucional).
Para a construção desse Projeto Pedagógico, o NDE do Curso de Engenharia Mecânica
buscou incorporar ciência e técnica à participação social de um profissional engenheiro
mecânico como membro da sociedade.
Núcleo Docente Estruturante do Curso de Engenharia Mecânica
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Sumário
Apresentação ................................................................................................................................ 3
Sumário ......................................................................................................................................... 4
1.
Introdução ............................................................................................................................. 8
2.
Perfil Institucional da IES ....................................................................................................... 9
2.1. Histórico ............................................................................................................................. 9
2.2. Missão institucional............................................................................................................ 9
2.3. Diretrizes Pedagógicas Gerais da Instituição ................................................................... 10
2.4.
3.
Organização Acadêmica .............................................................................................. 10
Projeto Pedagógico do Curso .............................................................................................. 13
3.1. Introdução ........................................................................................................................ 13
3.1.1. Perfil Econômico da Região ....................................................................................... 14
3.1.2.
Perfil Social da Região ......................................................................................... 16
3.2. Concepção do curso ......................................................................................................... 17
3.3. Base Legal e Referências .................................................................................................. 18
3.4. Objetivos do curso............................................................................................................ 18
3.5. Caracterização do curso ................................................................................................... 19
4.
Perfil do Egresso .................................................................................................................. 20
4.1. Competências Esperadas do Egresso ............................................................................... 21
5.
Estrutura Curricular do Curso.............................................................................................. 22
5.1. Matriz Curricular .............................................................................................................. 24
5.2. Ementas das Disciplinas ................................................................................................... 28
5.3. Estágio Curricular no Curso .............................................................................................. 28
5.3.1. Caracterização do estágio curricular obrigatório de Engenharia Mecânica ............. 28
5.3.2. Objetivos e prática do estágio curricular obrigatório ............................................... 29
5.4. Estágio Curricular não Obrigatório ................................................................................... 30
5.5. Atividades Complementares de Integralização Curricular ............................................... 31
5.5.1. Critérios para Desenvolvimento de Atividades Complementares ............................ 31
5.5.2. Modalidades das Atividades Complementares e Sociais .......................................... 32
5.5.3. Controle e Registro das Atividades Complementares............................................... 33
5.6. Trabalho de Conclusão de Curso ...................................................................................... 33
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5.7. Núcleo de Conteúdos Básicos .......................................................................................... 33
5.8. Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes ........................................................................ 35
5.9. Núcleo de Conteúdos Específicos .................................................................................... 37
6.
Conselhos Superiores e Colegiados..................................................................................... 38
6.1.
Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso............................................... 38
6.2. Participação do Coordenador e dos Docentes em Colegiado de Curso e Colegiados
Superiores ............................................................................................................................... 39
7.
Corpo Docente .................................................................................................................... 40
7.1. Núcleo Docente Estruturante .......................................................................................... 41
7.2. Coordenação de Curso ..................................................................................................... 41
7.2.1. Coordenador do Curso: Titulação, Regime de Trabalho e Dedicação....................... 42
7.2.2. Coordenador do Curso nos Órgãos Colegiados Acadêmicos da IES .......................... 42
7.3. Apoio Pedagógico ao Docente ......................................................................................... 42
8.
Órgãos de Apoio Técnico e Administrativo ......................................................................... 43
8.1. Secretaria Geral ................................................................................................................ 43
8.1.1. Organização do Controle Acadêmico ........................................................................ 43
8.2. Pessoal Técnico e Administrativo e Políticas de Capacitação .......................................... 44
8.2.1. Corpo Técnico da Secretaria...................................................................................... 44
8.2.2. Corpo Técnico da Biblioteca ...................................................................................... 44
8.2.3. Corpo Técnico de outros Setores .............................................................................. 44
9.
Atenção aos Discentes ........................................................................................................ 45
9.1. Apoio à Participação em Eventos ..................................................................................... 45
9.2. Apoio Pedagógico ao Discente ......................................................................................... 46
9.3. Acompanhamento Psicopedagógico ................................................................................ 46
9.4. Mecanismos de Nivelamento ........................................................................................... 47
9.5. Acompanhamento de Egressos ........................................................................................ 47
9.6. Central de Estágio e Trabalhos de Conclusão de Curso ................................................... 48
10.
Instalações Físicas ........................................................................................................... 49
10.1. Laboratórios ................................................................................................................... 49
10.2. Biblioteca ........................................................................................................................ 50
10.2.1. Acervo ..................................................................................................................... 51
10.2.2. Política Institucional de Atualização do Acervo ...................................................... 51
1)
5
Literatura Básica: ......................................................................................................... 52
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2)
Literatura Complementar:........................................................................................... 52
10.2.3. Livros ....................................................................................................................... 52
10.2.4. Periódicos ................................................................................................................ 52
10.2.5. Multimídia ............................................................................................................... 52
10.2.6. Trabalhos de Conclusão de Cursos de Graduação e Pós-Graduação ...................... 52
10.2.7. Intercâmbio ............................................................................................................. 52
10.2.8. Internet.................................................................................................................... 53
10.2.9. Bases de Dados........................................................................................................ 53
10.3. Outras Estruturas Físicas ................................................................................................ 53
10.3.1. Sala de Multimeios .................................................................................................. 53
10.3.2. Academia de Musculação........................................................................................ 53
10.3.3. Quadra de Esporte .................................................................................................. 53
10.3.4. Clínica de Fisioterapia ............................................................................................. 53
10.3.5. Centro Esportivo Universitário ................................................................................ 53
11.
Relação com a Comunidade ............................................................................................ 53
11.1. Programa de Iniciação Científica .................................................................................... 55
11.1.1. Incentivos à Iniciação Científica .............................................................................. 56
11.2. Programas de Extensão .................................................................................................. 57
11.2.1. Relacionamento com o Setor Produtivo e de Serviços ........................................... 58
11.3. Política de Incentivo e Concessão de Bolsas .................................................................. 58
11.3.1. Bolsas de Trabalho ou de Administração ................................................................ 59
11.3.2. Programa de Incentivo Social Solidário ................................................................... 60
11.3.3. Bolsa “Melhor Aluno”.............................................................................................. 60
11.3.4. Bolsa Esporte ........................................................................................................... 60
11.3.5. Prouni ...................................................................................................................... 60
11.3.6. Programa Estude ..................................................................................................... 60
11.3.7. FIES .......................................................................................................................... 60
12.
Sistemas de Avaliação ..................................................................................................... 61
12.1. Avaliações Institucionais ................................................................................................ 61
12.2. Processo de Avaliação do Curso..................................................................................... 61
12.3. Avaliação Ensino-Aprendizagem .................................................................................... 63
13.
Referências Bibliográficas ............................................................................................... 66
14.
Anexo A – Ementas das Disciplinas ................................................................................. 68
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15.
Anexo B – Regulamento do Estágio Curricular Obrigatório .......................................... 100
16.
Anexo C – Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso ...................................... 106
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1. Introdução
O projeto pedagógico do Curso de Engenharia Mecânica é norteado pela Lei de
Diretrizes e Bases da Educação, lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, propõe uma cultura
orientada para as necessidades regionais e institucionais.
O projeto pedagógico apresentado é uma proposta de trabalho integrado que
descreve um conjunto de competências a serem desenvolvidas nos alunos, através de uma
forma estruturada de organização, baseada em referenciais a elas associados e a metodologia
adotada.
Em primeiro lugar será apresentado o histórico da mantenedora e da mantida, onde
consta a missão, as diretrizes e a organização didático-pedagógica da instituição. A seguir é
feita a apresentação do perfil da região de União da Vitória e arredores para contextualização
do projeto pedagógico e da concepção do Curso. Os fundamentos teóricos e legais, os
objetivos do Curso e as características do egresso de Engenharia Mecânica, também, são
discutidos.
A seguir apresenta-se a estrutura curricular necessária e a concepção do Curso para a
formação profissional e humana do discente para que ele esteja apto a ingressar no mundo do
trabalho ou iniciar sua própria empresa.
Como terceiro enfoque apresenta a descrição de toda a infraestrutura planejada e a já
existente, incluindo a estrutura administrativa e a relação com a comunidade, para que haja o
desenvolvimento do projeto pedagógico do Curso de Engenharia Mecânica.
Finalizando, o projeto traz as diretrizes do sistema de avaliação do Curso de
Engenharia Mecânica, as referências bibliográficas e os anexos.
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2. Perfil Institucional da IES
2.1. Histórico
A Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu - UNIGUAÇU, mantenedora das
Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, foi criada, em 1999, por um grupo de professores
comprometidos com o ensino superior de qualidade e socialmente responsável.
O início de suas atividades se deu no segundo semestre de 2001 quando a então
Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória e a Faculdade de Ciências Exatas e
Tecnológicas de União da Vitória foram credenciadas, ofertando os cursos de graduação em
Administração com habilitação em Administração Pública, Agronegócios e Marketing, além do
curso de graduação em Sistemas de Informação. No início do ano de 2002, foi credenciada a
Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória, e então autorizados os cursos
de Nutrição, Educação Física, Enfermagem. No mesmo ano foi autorizado o curso de
Fisioterapia.
Com a disposição de criar alternativas para suprir as expectativas da sociedade
regional, a UNIGUAÇU, mantenedora das faculdades, solicitou ao MEC os cursos de graduação
de Farmácia e Serviço Social, autorizados nos final de ano de 2003, de Direito, autorizado no
início do ano de 2005, de Medicina Veterinária e Agronomia, autorizados no final do ano de
2005 e os cursos de Biomedicina e de Educação Física (Bacharelado) autorizados no mês de
dezembro de 2008. Com exceção dos dois últimos cursos autorizados recentemente, a IES
solicitou o reconhecimento de seus cursos e, atualmente, tem todos eles reconhecidos ou com
pareceres favoráveis para o reconhecimento, num total de 11 cursos.
Em 2009, as três faculdades mantidas pela UNIGUAÇU foram unificadas passando a
serem denominadas de Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, doravante denominada IES.
O Corpo dirigente, docente e técnico administrativo da IES concentram-se na busca
permanente de qualidade no desempenho de suas funções, com vistas a garantir o
aperfeiçoamento constante do projeto político pedagógico dos cursos, objetivando maior
qualidade na formação dos acadêmicos e egressos e dos serviços prestados à sociedade.
Destaca-se, nesse empenho, o esforço em construir uma estrutura curricular para o
Curso de Engenharia Mecânica de acordo com os critérios estabelecidos pelo Conselho
Nacional de Educação através do Parecer CNE/CES 1362/2001 e a Resolução CNE/CES 11, DE
11 DE MARÇO DE 2002.
2.2. Missão institucional
A IES foi criada com a missão, ainda atual, de ser Instituição de referência no Estado,
assumindo o compromisso institucional de promover o desenvolvimento educacional e social
da região através da oferta do Ensino Superior de qualidade em diferentes áreas do
conhecimento, integrado à iniciação científica e à extensão.
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2.3. Diretrizes Pedagógicas Gerais da Instituição
A IES, mantida pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, visa a formação de
profissionais e especialistas de nível superior competentes e aptos a participarem no processo
de desenvolvimento da sociedade. Para tanto, promove ações visando a qualidade e a
excelência na formação, respeitando e considerando a importância do compromisso social.
O homem age na realidade em que vive e, nessa relação, busca compreendê-la
utilizando-se de diversas formas de mediação. Nessa perspectiva, a aprendizagem reflete um
processo de aquisição e reconstrução do conhecimento, que se dá pela constante mediação
entre sua representação teórica e a prática social.
Assumindo essa perspectiva, a IES elege como eixo central de suas diretrizes
pedagógicas a aprendizagem em sua relação dialética com o ensino. Entende-se o acadêmico
como sujeito de sua própria aprendizagem, capaz de, numa ação deliberada e consciente,
buscar o domínio dos conteúdos necessários à vida cidadã e à profissionalização. Para isso,
mais do que dominar enorme massa de conteúdos e técnicas, o estudante deverá aprender a
se relacionar com o conhecimento de forma ativa, construtiva, criadora e ética.
A aquisição do conhecimento pelo sujeito aprendiz se dá através da mediação, que não
ocorre só na sala de aula. Compreende-se, assim, que o papel do professor é justamente o de
mediar, intencionalmente, a relação entre o sujeito-aprendente e o objeto a ser apreendido.
Tem, portanto, uma especificidade a ser respeitada: trata-se de um profissional a serviço da
orientação e condução do processo de aprendizagem, a partir de uma metodologia que
favoreça a construção de sujeitos autônomos, hábeis e competentes. Nesse movimento, a
pesquisa e a elaboração pessoal são essenciais. Na ordem das atividades didáticas, os planos
de ensino devem orientar a aprendizagem visando o desenvolvimento de competências, ou
seja, o domínio de conteúdos, o desenvolvimento de habilidades e atitudes primordiais ao
exercício da profissão e da cidadania, considerando também, a necessidade de promover a
capacidade de elaboração pessoal e a pesquisa. Estas deverão estar sempre em relação com a
prática social e balizada pelas discussões coletivas, orientadas pelo docente durante as aulas.
Em síntese:
a) a Instituição deve garantir a aprendizagem adequada aos acadêmicos;
b) a aprendizagem deve assentar-se no desenvolvimento de competências, ao mesmo
tempo, no domínio dos conteúdos, no desenvolvimento de habilidades e atitudes
consideradas essenciais e relevantes à formação profissional;
c) a avaliação se inscreve como momento de aprendizagem, se baseia na expectativa
qualitativa e quantitativa e se realiza mediante processos transparentes, abrangentes e éticos.
2.4.
Organização Acadêmica
A organização acadêmica da IES e prevista para o Curso de Engenharia Mecânica
obedece ao disposto em seu Regimento Interno. Conta com conselhos normativos e
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deliberativos, órgãos executivos e órgãos de apoio técnico e administrativo. Os Conselhos
Normativos e Deliberativos possuem funções de natureza normativa, consultiva e deliberativa
em matérias acadêmico-administrativas e disciplinares.
O Conselho Superior é composto pelo Diretor, seu presidente; pelos Coordenadores de
Curso; por representantes da Mantenedora; por professores em exercício, eleitos por seus
pares com mandato de dois anos, podendo ser reconduzidos por um representante discente,
indicado pelo respectivo órgão de representação para mandato de um ano, permitida
recondução.
O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão é constituído pelo Diretor, seu presidente;
pelos Coordenadores de Curso; por professores em exercício, eleitos por seus pares, com
mandato de um ano, permitida recondução e por um representante discente, indicado pelo
respectivo órgão de representação, com mandato de um ano, permitida recondução.
A Diretoria é o órgão executivo superior de coordenação e fiscalização das atividades
da Instituição. A Diretoria compõe-se de um Diretor Geral, um Diretor Financeiro, um
Coordenador Acadêmico e um Coordenador Administrativo. A Direção Geral e a Direção
Financeira são designadas pela Mantenedora. A Coordenação Administrativa e a Coordenação
Acadêmica são designadas pela Direção Geral.
A Coordenação de Curso é exercida pelo coordenador e é o órgão de
acompanhamento das atividades acadêmicas. Os Colegiados de Curso são constituídos por
todos os professores das disciplinas (unidades de ensino) que ministram aulas em um mesmo
curso e um representante do corpo discente; sendo dirigido pelo coordenador, substituído em
suas faltas e impedimentos por um professor do respectivo curso. O colegiado reúne-se
ordinariamente em datas fixadas no calendário escolar e, extraordinariamente, quando
convocado pelo Coordenador, por iniciativa própria, por solicitação do Diretor ou a
requerimento de 1/3 (um terço) de seus membros.
Os Órgãos de Apoio Técnico e Administrativo são órgãos criados por proposta do
Diretor, ouvida a entidade Mantenedora, para atendimento às necessidades de organização e
expansão acadêmica e administrativa da IES, com vistas ao desempenho e qualidade de suas
atividades. Os órgãos de apoio são: secretaria, tesouraria, contabilidade, biblioteca e demais
serviços de manutenção e limpeza.
A estrutura administrativa descrita anteriormente é apresentada no fluxograma da
figura 2.1, logo abaixo:
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CONSU
CONSEPE
COLEGIADOS DE
CURSO
CPA
DIREÇÃO GERAL
COORDENAÇÃO
ACADÊMICA
COORDENAÇÕES DE
CURSOS
COORDENAÇÃO DE
PROJETOS SOCIAIS
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
DIRETORIA
FINANCEIRA
COORDENAÇÃO DE
PÓS-GRADUAÇÃO
SECRETARIA GERAL
COORDENAÇÃO
ADMINISTRATIVA
BIBLIOTECA
PROCURADORIA
INSTITUCIONAL
LABORATÓRIOS
MANUTENÇÃO E
SERVIÇOS
PROFESSORES
ACADÊMICOS
Figura 2.1 Estrutura Administrativa das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu.
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3. Projeto Pedagógico do Curso
3.1. Introdução
Na concepção do curso, considerou-se, como ponto de partida, a contextualização da
engenharia como fator de desenvolvimento econômico e social da região de União da Vitória e
arredores.
A engenharia tem uma presença tão forte na história da região que em 1912 provocou
a separação do município de Porto União da Vitória em União da Vitória/PR e Porto União/SC.
O acontecimento ocorreu após a Guerra do Contestado devido à disputa de terras entre
posseiros e grandes madeireiras norte-americanas. As empresas norte-americanas se
instalaram na região como parte do contrato de uma obra de engenharia: construção da
estrada de ferro que cortava a região.
Os municípios que compõem a região sudeste do Paraná e norte de Santa Catarina são
em sua maioria originados, no final do século XIX, pela colonização pelos tropeiros. Com o
crescimento das cidades, houve necessidade de atrair imigrantes estrangeiros para a produção
de alimentos (poloneses, ucranianos, alemães e russos). A vocação madeireira na região se
firmou neste período e a atividade (portanto há mais de cem anos), juntamente com a ervamate e o fumo, passaram a mover a economia da região. Atualmente a atividade madeireira é
a principal nas cidades de União da Vitória e Porto União, “as gêmeas do Iguaçu”.
Para apresentar as características da cidade e arredores utilizou-se das denominações
criadas pelo IBGE para congregar diversos municípios de uma área geográfica com
similaridades econômicas e sociais: mesorregião e microrregião. Já o governo do estado do
Paraná agrupa vários municípios em Núcleos Regionais de Educação NRE, com o objetivo de
desenvolver o ensino fundamental e médio da região. Outra forma de visualizar as influências
locais é através dos Arranjos Produtivos Locais – APL que reúnem empresas, fornecedores de
insumos, prestadores de serviços, cooperativas, associações etc, localizadas numa mesma
região, com o foco em atividades econômicas correlatas. A localização de União da Vitória é
apresentada na figura 3.1.
O município de União da Vitória está localizado às margens do Rio Iguaçu no sudeste
do Estado do Paraná, e faz parte da mesorregião do Sudeste Paranaense, uma das dez
mesorregiões do Paraná. Essa mesorregião é formada pela união de 21 municípios: Antônio
Olinto, Bituruna, Cruz Machado, Fernandes Pinheiro, General Carneiro, Guamiranga, Imbituva,
Ipiranga, Irati, Ivaí, Mallet, Paula Freitas, Paulo Frontin, Porto Vitória, Prudentópolis, Rebouças,
Rio Azul, São João do Triunfo, São Mateus do Sul, Teixeira Soares e União da Vitória. Estes
municípios são agrupados em quatro microrregiões: Irati, Prudentópolis, São Mateus do Sul e
União da Vitória e ocupam uma área total de 17.009 km2., assentada nas bacias hidrográficas
dos rios Iguaçu e Tibagi.
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3.1.1. Perfil Econômico da Região
A economia de União da Vitória é muito influenciada pelo setor de serviços, comércio,
agropecuária e indústria. O setor industrial da região apresenta destaque com o setor
madeireiro fabricando portas e janelas que são exportadas para todo o Brasil e exterior. O
perfil econômico será tratado dentro da Mesorregião do Sudeste Paranaense e dentro do
Arranjo Produtivo Local - APL de Porto União / União da Vitória.
Figura 3.1 Localização de União da Vitória Fonte: APL da Madeira (2007).
Figura 3.2 Mesorregião do Sudeste Paranaense
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Mesorregião do Sudeste Paranaense
A região tem uma pequena participação no total do Valor Adicionado Fiscal (VAF)
estadual, em torno de 2%. Os principais segmentos industriais representativos em termos de
VAF são: madeireiro (55% do VAF da indústria regional), mineral (25% do VAF da indústria
regional) e agroindustrial. Estes segmentos podem ser subdivididos em: lâminas e chapas de
madeira, desdobramento de madeira, celulose, papel e papelão, embalagens de papel e
papelão, extração xisto e gás natural (14% do VAF da indústria regional) e o segmento
cerâmico (9% do VAF da indústria regional).
Cabe registrar que a região tem destaque na produção estadual de fumo, erva-mate e
arroz. Essa produção abastece as diversas empresas beneficiadoras desses produtos na região.
A pecuária abastece as agroindústrias da região que produzem embutidos (lingüiça, o salame,
o lombo defumado, a costelinha, o bacon e a linguicinha).
O segmento cerâmico se destaca com uma unidade de produção de cerâmica branca, a
INCEPA em São Mateus do Sul, várias indústrias de cerâmica vermelha principalmente em
Guamiranga, Imbituva e Prudentópolis, e uma empresa de cerâmica refratária, localizada no
município de Lapa.
Nesta região existem alguns fatores que favorecem o florescimento de indústrias
cerâmicas tais como a abundância de argilas e a produção de gás em São Mateus do Sul que é
o combustível preferencial da indústria de cerâmica branca. Outro fato importante que pode
atrair segmentos industriais na região, além do cerâmico, é que do processamento do xisto
resultam rejeitos com características físico-químicas regulares e homogêneos que podem
servir de matéria-prima para outros segmentos industriais.
Arranjo Produtivo Local de Porto União – União da Vitória
Especificamente nesta região sul do Paraná e planalto norte de Santa Catarina (no Vale
do Rio Iguaçu, no território denominado Médio Iguaçu), há o polo conhecido como Arranjo
Produtivo Local (APL) de Porto União / União da Vitória. Originário da organização denominada
Núcleo das Esquadrias de Madeira, o APL da Madeira de União da Vitória (PR) e Porto União
(SC), com sua composição ampliada para todos os segmentos madeireiros dos dois municípios,
foi oficializado em 10 de março de 2005, congregando inicialmente em torno de 50 empresas.
Nesse APL as indústrias utilizam madeira de Pinus e espécies tropicais, como jatobá, canela,
itaúba, cedro, angelim, copaíba e virola, para o desenvolvimento de suas atividades, sendo
essa região conhecida principalmente por sua produção de esquadrias de madeira.
A área do APL abrange os municípios de União da Vitória, Bituruna, Cruz Machado,
General Carneiro, Mallet, Paula Freitas, Porto Vitória, Paulo de Frontin e, no estado de Santa
Catarina, o município de Porto União, com a existência de mais de 250 estabelecimentos
formais nas principais atividades do APL.
A capacidade instalada de produção brasileira de portas é de aproximadamente 6
milhões de peças por ano, sendo que a região do PR e SC, produz aproximadamente 20% da
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produção brasileira de portas, já que é responsável por uma produção de aproximadamente
1.200.000 portas/ano e 660.000 janelas/ano.
As empresas participantes constituem os ramos de desdobramento de madeira,
chapas, laminados e compensados e esquadrias. Entre elas, predominam firmas de micro e
pequeno porte, que representam 96,5% do total de estabelecimentos. No segmento de
desdobramento de madeira, verifica-se a existência de aproximadamente 90 empresas; no
segmento de chapas, laminados e compensados, outras 90 empresas; e no segmento de
esquadrias, aproximadamente 80 empresas.
A consolidação e desenvolvimento do APL da madeira tem origem nos seguintes
fatores: grande aglomeração de plantas industriais do setor madeireiro, mão-de-obra
especializada, conhecimento tácito disseminado, forte tradição e identidade cultural da região,
alta capacidade de articulação dos atores locais e presença de instituições que ofertam cursos
de nível superior e técnico para formação e qualificação profissional.
3.1.2. Perfil Social da Região
A cidade de União da Vitória é um centro educacional de ensino superior, atraindo
estudantes de vários municípios da região sul do Paraná e norte de Santa Catarina, que moram
e trabalham num raio de até 150 km. Alguns estudantes originados de cidades mais distantes
passam a morar em União da Vitória.
De acordo com as estimativas do IBGE, o município de União da Vitória possui em
torno de 50 mil habitantes, sendo que 94% da população vive em área urbana assentada na
bacia do Rio Iguaçu. Apresentou em 2000 um Índice de Desenvolvimento Humano Municipal
IDH-M de 0,79 (33a. melhor posição do Estado) e um PIB Per Capita (IBGE/IPARDES 2008) de
R$ 9 794,95.
A primeira influência, econômica e social, do município de União da Vitória é sobre os
municípios que formam a denominada microrregião de União da Vitória (uma das
microrregiões da mesorregião do Sudeste Paranaense). A população da microrregião de União
da Vitória foi estimada em 2009 pelo IBGE em 122 mil habitantes e está dividida em sete
municípios: Bituruna; Cruz Machado; General Carneiro; Paula Freitas; Paulo Frontin; Porto
Vitória; União da Vitória.
A população da Mesorregião do Sudeste Paranaense foi estimada em 2009 pelo IBGE
em 415 mil habitantes, dos quais 54% na área urbana. Esta Mesorregião conta, com
aproximadamente 1.300 estabelecimentos industriais, distribuídos em 62 segmentos
representativos que ofertaram em torno de 20.000 postos de trabalho, correspondendo a 4%
na participação do total de empregos industriais do Estado. O segmento madeireiro da
Mesorregião do Sudeste Paranaense congrega em torno de 600 empresas e conta com um
efetivo aproximado de 14.000 empregados que representam 70% do total da mão-de-obra
industrial ocupada na região. Ainda no setor madeireiro os três segmentos mais
representativos em mão de obra são: lâminas e chapas de madeira (30%), desdobramento de
madeira (20%) e celulose, papel e papelão (10%).
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União da Vitória também tem influência sobre o desenvolvimento das microrregiões
limítrofes, principalmente sobre os municípios menos desenvolvidos situados nas
microrregiões de Guarapuava, Irati, Palmas, São Mateus do Sul, Joaçaba (SC) e Canoinhas (SC).
A influência sobre o estado de SC ocorre principalmente na microrregião de Canoinhas, uma
das microrregiões mais pobres do Estado de Santa Catarina (243.782 habitantes- IBGE 2010).
Esta microrregião está dividida em doze municípios sendo que os três maiores são: Mafra
(52.912 habitantes), Canoinhas (52.765 habitantes) e Porto União (33.493 habitantes). A
economia da microrregião de Canoinhas não possui uma atividade de grande valor agregado,
as que mais se destacam são: a produção de grãos, o setor madeireiro, o setor de serviços e a
atividade dos frigoríficos em Itaiópolis, Canoinhas e Mafra.
3.2. Concepção do curso
A formação do engenheiro mecânico no curso de Engenharia Mecânica da IES
pretende ser compatível com as necessidades de um profissional e cidadão que atue como
agente de transformações, inserido na realidade, possuidor de valores sócio-culturais e
ambientais, comprometido com o todo que compõe a sociedade em que atua.
O curso foi concebido com a intenção de proporcionar ao egresso uma formação plural
completa, tanto no aspecto técnico-científico quanto no humanístico, formando um
profissional qualificado tecnicamente e contribuindo para um ser humano mais completo e
ciente de suas responsabilidades em relação à sociedade.
A concepção do curso teve como princípios básicos, os seguintes direcionamentos:
• o compromisso da IES com os interesses coletivos, visando uma sociedade mais justa,
fraterna e sustentável;
• a indissociabilidade entre ensino e a extensão;
• o entendimento do processo de ensino-aprendizagem como multidirecional e interativo;
• a importância do professor como elemento facilitador do processo ensino-aprendizagem e
basilar na aplicação de novas tecnologias;
• o respeito às individualidades inerentes a cada estudante.
Norteado por esses princípios, o curso de Engenharia Mecânica parte na busca de uma
clara opção pela transdisciplinaridade, no sentido de entendimento e viabilização dos valores
essenciais da vida transpassando várias unidades curriculares. Dessa forma, incorpora a seus
conteúdos programáticos, enfoques sistêmicos e sustentáveis que possibilitem identificar
diferentes espaços sociais de atuação e que contribuam para a formação de um engenheiro
mecânico com perfil fortalecido para a concepção, aliada à execução.
Para que esse perfil seja obtido, as práticas pedagógicas sugeridas para a condução das
disciplinas visam estabelecer as dimensões investigativa e interativa como princípios
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formativos e condição central da formação profissional e da relação teoria e realidade, por
meio de práticas pedagógicas focadas na formação e participação do acadêmico, que incluem:







atividades de pesquisa bibliográfica, utilizando-se do acervo da biblioteca e de
consultas a bancos de dados;
apoio à iniciação científica e à produção de artigos de base científica, a fim de
despertar o interesse pela inovação e pela crítica;
publicação e/ou divulgação de trabalhos acadêmicos em meios de divulgação internos
e externos à IES (publicação de artigos, participação em seminários, congressos,
simpósios e outros);
apoio à iniciação à pesquisa e ao trabalho acadêmico interdisciplinar; sobretudo nos
seguintes momentos: Estágio Curricular Obrigatório, Trabalho de Conclusão de Curso e
Atividades Complementares;
aulas práticas em laboratórios da IES, ou em instituições de pesquisa tecnológica ou
em empresas do ramo de engenharia, a fim de que o contato com engenheiro,
pesquisador ou técnico e com problemas de ordem prática, motivem a criação de um
senso crítico norteador de decisões;
relacionamento direto com a comunidade local e regional, pela extensão do ensino
mediante cursos e serviços especiais, numa relação recíproca;
promoção da extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das
conquistas e benefícios resultantes da criação tecnológica gerada pelo curso na
Instituição.
3.3. Base Legal e Referências
O projeto pedagógico do curso de Engenharia Mecânica foi elaborado de forma coletiva
pelo NDE – Núcleo Docente Estruturante, constituído para esse fim. Sua elaboração tomou
como base as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação em Engenharia no
disposto no Art. 4º da Resolução do CNE/CES 11, de 11 de março de 2002.
Em relação à sistematização dos campos de atuação profissional, o Engenheiro Mecânico
está inserido, perante o CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia,
na modalidade industrial.
3.4. Objetivos do curso
O Curso de Engenharia Mecânica tem como objetivo principal formar um profissional apto
a aplicar, gerenciar e superar os conhecimentos de engenharia mecânica, devendo estar
consciente e atuante na sociedade da qual participa. Também, os objetivos do Curso de
Engenharia Mecânica, baseiam-se no disposto no Art. 4o da Resolução do CNE/CES 11, de 11
de março de 2002.
O Curso de Engenharia Mecânica também visa preparar os futuros profissionais para
situações de adaptação e atualização frente a novos desafios e conjunturas, decorrentes da
dinâmica de uma sociedade em transformação, a ‘sociedade do conhecimento’. Esta
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perspectiva, necessária a este curso, está inserida na própria Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (LDB) de 1996, que em seu artigo 43 afirma que, entre outras, o ensino
superior tem por finalidade:
• estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do
pensamento reflexivo;
• formar diplomados nas diferentes áreas do conhecimento, aptos para a inserção em
setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e
colaborar na sua formação contínua;
• incentivar iniciativas para o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o
desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, deste modo,
desenvolver o entendimento do homem e o meio em que ele vive.
O curso é fundamentado numa abordagem multidisciplinar, voltada à visão global,
integrada e crítica da profissão e da atuação profissional, dotando o egresso de competência
técnica, científica e administrativa, tornando-o apto para a atuação técnica, à tomada de
decisões, à comunicação, à liderança, ao gerenciamento, à administração e fundamentalmente
à educação continuada.
3.5. Caracterização do curso
O curso caracteriza-se por possuir uma base multidisciplinar, oferecida na matriz
curricular do curso, incorporando os vários conhecimentos, entre básico, profissionalizantes e
específicos. A área específica da engenharia mecânica pode ser segmentada em cinco áreas
técnico-científicas, a saber:





térmica e fluidos, que inclui a termodinâmica, a transmissão de calor e a mecânica
dos fluidos, com suas aplicações em máquinas térmicas, em condicionamento de
ambientes, máquinas hidráulicas, pneumáticas etc;
de fabricação e materiais, envolvendo o conhecimento de metrologia, materiais e
dos processos de fabricação e equipamentos;
de projeto, ligada a concepção de componentes, especificação de materiais e
cálculos de solicitação mecânica, estática e dinâmica, necessários para se chegar a
um componente funcional;
de controle e automação, ligada ao emprego de eletrônica e de componentes
elétricos para automação de produtos e processos;
de gestão, ligada a atividades de administração, economia, planejamento e
otimização.
Devido ao seu caráter de engenharia clássica, diversas outras engenharias derivam da
Engenharia Mecânica, tais como:


19
Automobilística;
Naval;
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


Aeronáutica;
Têxtil;
Madereira etc.
A natureza clássica da engenharia mecânica garante ao engenheiro mecânico formado em
União da Vitória um amplo leque de opções para o uso de seu saber, seja como autônomo
(consultor, perito etc.), seja como empregado em empresas dos mais diversos setores da
região, no Brasil ou no mundo.
No curso de Engenharia Mecânica das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, o ensino
tem um enfoque generalista, voltado à compreensão dos conceitos e suas diferentes
aplicações, preparando o futuro engenheiro em seu desenvolvimento no enfoque profissional
escolhido. Cabe ao aluno optar por algum segmento específico através da variedade de
disciplinas optativas, este enfoque pode ser na área de manutenção, na área madeireira, na
área de mineração ou na área de produção. O aluno também tem a opção de realizar
disciplinas optativas denominadas “módulo livre” em qualquer outro curso oferecido pela
Faculdade, com destaque para os cursos de Administração, Agronomia, Biomedicina, Direito,
Fisioterapia entre outros.
O engenheiro mecânico tem formação para trabalhar em indústrias madeireiras,
mineração, têxteis, empresas metalúrgicas, siderúrgicas, automobilísticas etc. Atualmente, na
região de União da Vitória, o setor madeireiro e o mineral é o que mais absorve esse
profissional, que poderá trabalhar, também, no comando de equipes de especialistas, em
manutenção de máquinas em geral e no desenvolvimento de novos projetos.
Como principais atividades o engenheiro mecânico está preparado para:






instalar e manter turbinas, bombas, válvulas e máquinas em funcionamento;
definir instrumentos para monitorar processos industriais;
especificar equipamentos, fazendo especificações térmicas, dinâmicas e de
material para os equipamentos industriais;
projetar ferramentas, dispositivos e componentes de máquinas;
especificar e realizar testes de desempenho em máquinas e equipamentos;
realizar manutenção de compressores, caldeiras, motores de combustão interna e
sistemas de refrigeração.
4. Perfil do Egresso
O perfil do egresso do curso será obtido com uma sólida formação acadêmica
generalista e humanista capaz de desenvolver sujeitos competentes e conscientes das
exigências éticas e sociais da profissão. A formação primará por conhecimentos, habilidades e
atitudes que ajudem a inserir os egressos em seus respectivos contextos profissionais de forma
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autônoma, solidária, crítica, reflexiva e comprometida com o desenvolvimento local, regional e
nacional sustentáveis, objetivando a construção de uma sociedade justa e democrática.
O avanço tecnológico ocorrido, principalmente, a partir do final do século passado,
permitiu que a educação passasse a ser uma “educação centrada no sujeito coletivo, que
reconhece a importância do outro, a existência de processos coletivos de construção do saber
e a relevância de se criar ambientes de aprendizagem que forneçam o desenvolvimento do
conhecimento interdisciplinar” (MORAES, 1996, p.64). Esse novo paradigma, que se instaura
desde o início do século XXI, prevê que a necessidade de formação já não está restrita à mera
atualização de conhecimentos, mas inclui a capacidade do aluno de construir e comparar
novas estratégias de ação, redefinindo e enfrentando os problemas cotidianos de seu universo
de atuação. Isso implica, de acordo com MORAES,
Levar o indivíduo a aprender a aprender, que se manifesta pela capacidade de refletir,
analisar e tomar consciência do que sabe, dispor-se a mudar os próprios conceitos,
buscar novas informações, substituir velhas verdades por teorias transitórias, adquirir
novos conhecimentos que vêm sendo requeridos pelas alterações existentes no mundo,
resultantes da rápida evolução das tecnologias da informação (1996, p. 64).
Dentro deste contexto atual de avanços tecnológicos e de uma nova percepção sobre
o aprendizado, destacamos que, de forma específica, o perfil planejado para o egresso do
Curso de Engenharia Mecânica atende as competências e habilidades gerais acordadas na
Resolução CNE/CES 11, de 11 de Março de 2002.
4.1. Competências Esperadas do Egresso
A meta do curso de Engenharia Mecânica é a formação de um profissional que, frente
aos desafios da sociedade, tenha capacidade de integrar de forma harmônica conhecimentos,
habilidades e atitudes e assim tornar-se apto ao exercício das seguintes competências
(conforme a Resolução CNE/CES 11):













21
aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à
engenharia;
projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
atuar em equipes multidisciplinares;
compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
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
assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
5. Estrutura Curricular do Curso
O curso de Engenharia Mecânica da IES adota o regime seriado semestral, a fim de
absorver os princípios de integração e integralidade que a proposta do curso apresenta, além
de permitir o máximo desempenho do acadêmico. O Curso estrutura-se de acordo com a Lei
n.9.394 e com a Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, que institui Diretrizes
Curriculares Nacionais para os Cursos de Engenharia.
Para a integralização do Curso e obtenção do Diploma, o aluno deve cumprir 3.600
horas, sendo, 3.200 horas em disciplinas, conforme a distribuição da carga horária contida na
matriz curricular, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Engenharia, além de realizar 200 horas de Atividades Complementares de
Graduação, conforme as normas deste PPC. Deverá, ainda, apresentar Trabalho de Conclusão
de Curso e obter aprovação em defesa pública e cumprir no mínimo 200 horas de estágio
curricular obrigatório.
O curso apresenta duração formal de cinco anos (dez semestres), com duração mínima
de dez semestres e com duração máxima de vinte semestres. As aulas são oferecidas em turno
único, matutino, de modo a proporcionar ao acadêmico liberação do outro turno para
participar de outras atividades que completam a sua formação acadêmica plena. O curso
oferecerá anualmente 80 vagas, formando duas turmas de 40 alunos, dispostas em um único
ingresso anual, no primeiro semestre de cada ano.
Considerando que as aulas são ministradas em blocos de 50 minutos, o quadro a seguir
mostra a distribuição da carga horária do Curso em aulas e em horas, bem como o tempo
mínimo e máximo de integralização do Curso.
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DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA
Exigência
Disciplinas Obrigatórias
Horas
3.200
Aulas
3.840
Estágio Supervisionado
200
240
Atividades Complementares
Obrigatórias
Total
200
240
3.600
4.320
Mínimo
10 semestres
Máximo
20 semestres
10 semestres
20 semestres
Os conteúdos curriculares do curso, em conformidade com as Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos de Engenharia, procuram revelar inter-relações com a realidade
regional, nacional e internacional, segundo perspectiva histórica e contextualizada,
relacionadas com os aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, utilizando
tecnologias inovadoras.
Essas Diretrizes destacam, no artigo 6º, que “todo curso de Engenharia, independente
de sua modalidade, deve possuir em seu currículo um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo
de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos específicos que caracterizem a
modalidade”.
A estrutura curricular do curso de Engenharia Mecânica da IES está distribuída
semestralmente e pelos núcleos de conteúdos básicos (CB), profissionalizantes (CP) e
profissionalizantes específicos (CPE).
Também estão presentes na matriz curricular o estágio curricular supervisionado
obrigatório, as atividades complementares e o trabalho de conclusão do curso.
Disciplinas básicas: São aquelas que compõem o núcleo de conteúdos básicos (CB),
todas obrigatórias, e correspondendo ao que estabelece a resolução CNE/CES 11, de 11 de
março de 2002.
Disciplinas profissionalizantes: São aquelas que compõem o núcleo de conteúdos
profissionalizantes (CP), todas obrigatórias, e correspondendo ao que estabelece a resolução
CNE/CES 11, de 11 de março de 2002.
Disciplinas profissionalizantes específicas: São aquelas que compõem o núcleo de
conteúdos profissionalizantes específicos (CPE), todas obrigatórias, e correspondendo ao que
estabelece a resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002.
As aulas teóricas e as aulas práticas de laboratório são ministradas em unidades de 50
minutos, acrescidas de 20% de trabalho discente efetivo. Referenciando-se na Resolução
CNE/CES nº 3, de 2 de julho de 2007, o curso de Engenharia Mecânica faz uso de atividades
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práticas supervisionadas (APS). Para cada aula de 50 minutos ministrada pelo professor da
disciplina, são destinados 10 minutos para as APS, sendo que essas atividades não precisam
necessariamente estar vinculadas a cada aula. Compete a cada professor, na ocasião de
estruturação do plano de ensino da disciplina, prever as APS que serão consideradas na
disciplina em questão, por exemplo: atividades desenvolvidas em ambientes didáticos, como
biblioteca e laboratórios ou trabalhos individuais e em grupo. Todas as APS são registradas nos
planos de ensino e nos planos de aula do professor.
A matriz curricular está apresentada a seguir.
5.1. Matriz Curricular
A matriz curricular é uma expressão sintética através de meio gráfico do processo de
desenvolvimento e formação dos alunos. A figura 5.1 e a Tabela 5.1 apresenta a matriz
curricular do Curso de Engenharia Mecânica. As cores identificam o núcleo de conteúdo ao
qual a disciplina pertence. A integração multidisciplinar é estimulada nas disciplinas da mesma
série, assim como, nas disciplinas de séries diferentes.
O oferecimento do curso no horário noturno favorece que o estudante realize, além do
estágio supervisionado obrigatório, outros estágios durante sua vida acadêmica, desta forma o
aluno pode visualizar inter-relações também entre a vida acadêmica e a vida profissional.
A multidisciplinaridade é trabalhada no curso por meio de trabalhos bimestrais, que na
medida do possível abrangem conhecimentos de várias disciplinas da série. Estes trabalhos,
principalmente os de final de disciplina, versam também sobre conceitos e conteúdos que
fazem parte de outras séries, promovendo, desta forma, uma interdisciplinaridade. A
multidisciplinaridade é fundamental para a formação do profissional, pois elimina a
fragmentação do conhecimento, mostrando que o saber é único e uniforme.
A integralização da carga horária com disciplinas optativas será dada nos últimos
semestres do curso, com carga horária de 80 horas por semestre, num total de 160 horas. As
disciplinas optativas têm por finalidade suplementar a formação integral do acadêmico, o qual
pode escolher uma determinada área de conhecimento para realizar uma concentração no
foco dos estudos, o que permite atender melhor a expectativas individuais dos acadêmicos e a
atualização constante dos conteúdos.
As disciplinas ofertadas pelos demais cursos da IES e relacionadas com a formação
pretendida ao egresso engenheiro mecânico podem ser cursadas pelos acadêmicos, a fim de
ser validada como disciplina optativa ou de caráter eletiva para integralização das atividades
complementares do acadêmico.
As atividades acadêmicas ligadas à formação envolvem, além das disciplinas, as
atividades complementares, os estágios supervisionados obrigatórios e os trabalhos de
conclusão de curso que serão apresentados na sequência.
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GRADE DE DISCIPLINAS DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA
1º Período
2º Período
3º Período
4º Período
5º Período
6º Período
7º Período
8º Período
9º Período
10º Período
Cálculo Diferencial
e Integral I
(80)
Cálculo Diferencial
e Integral II
(80)
Cálculo Diferencial
e Integral III
(80)
Cálculo Diferencial
e Integral IV
(80)
Programação de
Computadores e
Métodos Numéricos I
Programação de
Computadores e
Métodos Numéricos II
(40)
(40)
Simulação de
Sistemas
Mecânicos I
(40)
Simulação de
Sistemas
Mecânicos II
(40)
Simulação de
Sistemas
Mecânicos III
(40)
Simulação de
Sistemas
Mecânicos IIV
(40)
Física I
(80)
Física II
(80)
Física III
(80)
Física IV
(80)
Pesquisa
Operacional I
(40)
Pesquisa
Operacional II
(40)
Engenharia
Ambiental I
(40)
Engenharia
Ambiental II
(40)
Optativa I
(80)
Optativa II
(80)
Geometria Analítica
Álgebra Linear
(80)
(80)
Probabilidade e
Estatística I
(40)
Probabilidade e
Estatística II
(40)
Gestão de
Projetos I
(80)
Gestão de
Projetos II
(80)
Gestão da
Produção I
(80)
Gestão da
Produção II
(80)
Engenharia de
Segurança
(40)
Desenho Técnico I
(40)
Desenho Técnico II
(40)
Termodinâmica
Técnica I
(40)
Termodinâmica
Técnica II
(40)
Mecânica dos
Fluidos
(80)
Transferência de
Calor
(80)
Instrumentação e
Controle I
(80)
Instrumentação e
Controle II
(80)
Sistemas Térmicos
e Fluidomecânicos
I
(80)
Sistemas Térmicos
e Fluidomecânicos
II
(80)
Fundamentos da
Administração
(40)
Fundamentos da
Economia
(40)
Mecânica Geral I
(80)
Mecânica Geral
II
(80)
Resistência dos
Materiais I
(80)
Resistência dos
Materiais II
(80)
Elementos de
Máquinas I
(80)
Elementos de
Máquinas II
(80)
Dinâmica de
Máquinas I
(40)
Dinâmica de
Máquinas II
(40)
Introdução à
Engenharia I
(40)
Introdução à
Engenharia II
(40)
Materiais de
Construção
Mecânica I
(80)
Materiais de
Construção
Mecânica II
(80)
Tecnologia
Mecânica I
(80)
Tecnologia
Mecânica II
(80)
Eletrotécnica I
(40)
Eletrotécnica II
(40)
TCC I
(40)
TCC II
(40)
Química
Tecnológica I
(40)
Química
Tecnológica II
(40)
Gestão
Empresarial I
(40)
Gestão
Empresarial II
(40)
Optativas:
Libras
(40)
Módulo Livre
(40)
Módulo Livre
(80)
Tópicos Especiais
em Eng. Mec. I
(80)
Estágio
Supervisionado
(240)
FIGURA 5.1 – Matriz Curricular
25
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Atividades
Complementares
(240)
Legislação e Ética
Profissional
(40)
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Tabela 5.1: Matriz Curricular do Curso de Engenharia Mecânica
4° Período
3° Período
2° Período
1° Período
Período
26
Unidade Curricular
Horas-Aula
Cálculo Diferencial e Integral I
80
Desenho Técnico I
40
Física Geral e Experimental I
80
Geometria Analítica
80
Introdução a Engenharia I
40
Química Tecnológica I
40
Fundamentos da Administração
40
Subtotal
400
Cálculo Diferencial e Integral II
80
Desenho Técnico II
40
Física Geral e Experimental II
80
Álgebra Linear
80
Introdução a Engenharia II
40
Química Tecnológica II
40
Fundamentos da Economia
40
Subtotal
400
Cálculo Diferencial e Integral III
80
Física Geral e Experimental III
80
Programação de Computadores e Métodos Numéricos I
40
Termodinâmica Técnica I
40
Mecânica Geral I
80
Materiais de Construção Mecânica I
80
Subtotal
400
Cálculo Diferencial e Integral IV
Física Geral e Experimental IV
80
Programação de Computadores e Métodos Numéricos II
40
Termodinâmica Técnica II
40
Mecânica Geral II
80
80
Materiais de Construção Mecânica II
80
Subtotal
400
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Curso de Engenharia Mecânica
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84.600-000 União da Vitória - PR
8° Período
7° Período
6° Período
5° Período
Período
27
Unidade Curricular
Horas-Aula
Probabilidade e Estatística I
40
Gestão de Projetos I
80
Pesquisa Operacional I
40
Mecânica dos Fluidos
80
Resistência dos Materiais I
Tecnologia Mecânica I
80
80
Subtotal
400
Probabilidade e Estatística II
40
Gestão de Projetos II
80
Pesquisa Operacional II
40
Transferência de Calor
80
Resistência dos Materiais II
Tecnologia Mecânica II
80
80
Subtotal
400
Eletrotécnica I
40
Simulação de Sistemas Mecânicos I
40
Engenharia Ambiental I
40
Elementos de Máquinas I
80
Gestão da Produção I
80
Gestão Empresarial I
40
Instrumentação e Controle I
80
Estágio Supervisionado
240
Subtotal
640
Eletrotécnica II
40
Simulação de Sistemas Mecânicos II
40
Engenharia Ambiental II
40
Elementos de Máquinas II
80
Gestão da Produção II
80
Gestão Empresarial II
40
Instrumentação e Controle II
80
Subtotal
400
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10° Período
9° Período
Período
Unidade Curricular
Engenharia de Segurança I
Horas-Aula
40
Simulação de Sistemas Mecânicos III
Sistemas Térmicos e Fluidomecânicos I
40
80
Dinâmica de Máquinas I
40
Optativa I
80
Trabalho de Conclusão de Curso I
40
Subtotal
Legislação e Ética Profissional
320
40
Simulação de Sistemas Mecânicos IV
40
Sistemas Térmicos e Fluidomecânicos II
80
Dinâmica de Máquinas II
40
Optativa II
80
Trabalho de Conclusão de Curso II
40
Atividades Complementares
240
Subtotal
560
Total Geral
4320
5.2. Ementas das Disciplinas
No Anexo A são apresentadas as fichas de cada uma das disciplinas do curso em ordem
alfabética. Nessas fichas encontram-se as ementas, as bibliografias e os conteúdos
programáticos.
5.3. Estágio Curricular no Curso
No Projeto do Curso de Engenharia Mecânica da IES, os Estágios Supervisionados
constituem importante atividade acadêmica articulada à formação do profissional pretendido.
O Estágio é o componente curricular que visa a aplicação dos princípios e conceitos da
aprendizagem acadêmica e a consolidação da relação teoria-prática como forma de assegurar
ao formando uma prévia dos desempenhos profissionais desejados.
5.3.1. Caracterização do estágio curricular obrigatório de Engenharia Mecânica
O Estágio Curricular Supervisionado, de acordo com as diretrizes curriculares, é de
caráter obrigatório conforme orientação constante na Resolução CNE/CES 11, de 11 de Março
de 2002, em seu artigo 7º: “A formação do engenheiro incluirá, como etapa integrante da
graduação, estágios curriculares obrigatórios sob supervisão direta da instituição de ensino,
através de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de
realização da atividade. A carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir 160 (cento
e sessenta) horas.” O Estágio Curricular Supervisionado está previsto para ser realizado no
sétimo semestre.
O objetivo geral do estágio Curricular Supervisionado:
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• concretizar os conhecimentos teóricos através de uma vivência pré-profissional;
• oferecer subsídios à identificação de preferências de atuação em campos de futuras
atividades profissionais;
• participar no processo de integração Universidade-Empresa que possibilite a
transferência de tecnologia, bem como, a obtenção de subsídios que permitem a adequação
do currículo às exigências do mercado;
• proporcionar ao discente, experiências práticas e técnicas de planejamento e gestão;
• proporcionar a iniciação à pesquisa científica e/ou tecnológica nas áreas de atuação
do curso de Engenharia Mecânica;
• oportunizar ao acadêmico a elaboração de relatórios técnicos os quais podem ser de
cunho experimental ou teórico, que demonstre domínio conceitual e grau de profundidade
compatível com a graduação.
Após a conclusão do estágio o aluno deverá apresentar um relatório e defendê-lo na
presença de uma banca examinadora constituída de um ou mais professores e eventualmente
de outros convidados. A data de defesa e nominação da banca será aprovada pelo CCET –
Coordenação Central de Estágios, com antecedência de 30 dias.
Neste aspecto serão avaliados os seguintes itens: apresentação didática, profundidade
do conteúdo apresentado, aplicação dos conhecimentos adquiridos durante o curso no
decorrer do estágio, integração profissional com os setores da empresa, autocrítica sobre seu
desempenho na empresa e grau de aproveitamento, sugestões do estagiário sobre uma
possível implementação do processo ou tecnologia que conheceu na empresa. Dificuldades e
necessidades que identificou durante o estágio. No decorrer da apresentação ou após, o aluno
será arguido sobre aspectos técnicos do seu trabalho de estágio que tangem o domínio do
conhecimento adquirido na IES e na empresa.
5.3.2. Objetivos e prática do estágio curricular obrigatório
No Curso de Engenharia Mecânica o estágio se caracteriza como uma atividade de
base eminentemente pedagógica, cujos objetivos destacam-se em: facilitar a adaptação social
e psicológica à futura atividade profissional do acadêmico com o desenvolvimento e/ou o
acompanhamento de atividades que promovam a interdisciplinaridade, a experiência
acadêmico-profissional, o questionamento, a competência técnico-científica e o
desenvolvimento integrado de ensino, iniciação à pesquisa e extensão; facilitar a futura
inserção do acadêmico no mercado de trabalho, promovendo a melhoria do ensino, com a
ampliação do espaço acadêmico, relacionando dinamicamente teorias e práticas e gerando
oportunidade de avaliação curricular.
Para que estes objetivos sejam alcançados torna-se fundamental imprimir um caráter
dinâmico ao componente estágio, inserindo-o nas diferentes etapas curriculares, propiciando
uma forte interação com a realidade industrial, com o ambiente da pesquisa, e com possíveis
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campos de trabalho, contribuindo, inclusive, para um intercâmbio com a sociedade dos
conhecimentos gerados.
Desta forma, o estágio curricular no curso de Engenharia Mecânica, que é reconhecido
como Estágio Curricular Obrigatório, doravante denominado ECO, deverá ser realizado a partir
do sétimo período do curso, sendo avaliado através de relatórios e/ou defesas e
acompanhadas por orientadores definidos pela Comissão Orientadora de Estágios (COE).
A seleção, credenciamento e distribuição dos campos de estágio entre os professores
orientadores de estágio será atribuição da CCET. Já a identificação dos campos de estágio será
atribuição do acadêmico, que poderá ser auxiliado pela COE.
Tendo uma carga horária total de 200 horas, o ECO é estruturado de acordo com o
regimento de estágio que está no Anexo B deste documento.
5.4. Estágio Curricular não Obrigatório
O Estágio curricular não obrigatório de Engenharia Mecânica tem por objetivo:
• oportunizar ampliação da carga horária do estágio curricular obrigatório;
• proporcionar aos acadêmicos vivência da realidade profissional em empresas, órgãos
ou instituições;
• aprimorar o trabalho interdisciplinar por meio da participação em atividades que
abordem assuntos das diversas áreas e subáreas do conhecimento;
• oportunizar segurança aos acadêmicos para o futuro desenvolvimento da atividade
profissional.
Os estagiários podem acompanhar e auxiliar no desenvolvimento de atividades
referentes à engenharia mecânica. Estas atividades estão de acordo com o Artigo 5, da
RESOLUÇÃO nº 218, do CONFEA, de 29 de junho de 1973, o qual descreve sobre as atividades
que competem ao engenheiro. O estágio curricular não obrigatório pode ser desenvolvido
durante todo o período do curso, em instituições de ensino, pesquisa e extensão públicas e
privadas, empresas, sindicatos, entidades de classe, entre outras.
Também poderão ser aceitas como campo de estágio, mediante aprovação prévia do
Colegiado do Curso, instituições que desenvolvam atividades em outras modalidades
profissionais que desenvolvam ética, organização e responsabilidade. O acadêmico, durante
todo o período de Estágio, deverá ter suas atividades acompanhadas por um orientador, que
será designado pela unidade concedente de estágio.
As Instituições relacionadas só poderão ser consideradas como unidades concedentes
de estágio perante firmamento de convênio com a IES e ter condições para: auxiliar no
planejamento e execução das atividades de estágio; controlar a frequência do estagiário;
avaliar as atividades desenvolvidas no estágio; promover a efetiva vivência profissional aos
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estagiários; aprofundar os conhecimentos teórico-práticos adquiridos pelos acadêmicos no
Curso.
5.5. Atividades Complementares de Integralização Curricular
As Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, cientes de que a experiência acadêmica
não se restringe as atividades realizadas nas disciplinas obrigatórias, oferece ao acadêmico um
currículo que prevê a realização de Atividades Complementares e Sociais. Estas atividades
baseiam-se em propostas para a consolidação dos conhecimentos adquiridos, objetivando a
progressiva autonomia intelectual do acadêmico.
O desenvolvimento e integralização da carga horária de atividades complementares
são regidos pelas resoluções 1/2003, 12/2004, 13/2004, 09/2005 e 12/2005 da IES. Algumas
dessas atividades são expressas em documentos e relatórios semestrais, elaborados e emitidos
pela coordenação do curso.
5.5.1. Critérios para Desenvolvimento de Atividades Complementares
A IES, por meio da Coordenação de Curso, dos professores orientadores e da Coordenação
de Atividades Complementares e Sociais, promove e organiza projetos e eventos objetivando
oportunizar condições para o pleno cumprimento das Atividades Complementares e Sociais.
Dessa forma, o acadêmico poderá se inserir nas propostas feitas pela IES ou apresentar suas
próprias propostas para as atividades a serem executadas. Caso queira apresentar proposta
individual ou em grupo (até cinco acadêmicos), o acadêmico deverá:




acessar o site institucional www.uniguacu.edu.br;
preencher a proposta, conforme modelo apresentado pela Instituição, salvar e
imprimir em duas vias;
entregar ao Coordenador (a) do Curso para fins de aprovação;
sendo aprovada a proposta, poderá dar início na execução da atividade.
Ao término da execução da atividade, o acadêmico deve elaborar relatório (também
conforme modelo no site da Instituição) em duas vias e entregar impressa à Coordenação do
Curso.
Durante o desenvolvimento das atividades, o acadêmico é orientado a registrar todas
as suas ações por meio de anotações, fotos, recortes de jornais que publicaram a atividade,
declarações da participação, certificados, e outros, pois na elaboração do relatório de
conclusão das atividades, será necessário anexar tudo que comprove a sua efetiva
participação.
A IES, por meio de reuniões realizadas semanalmente, com a presença da Coordenação
de Atividades Complementares e Sociais, Coordenadores de Curso e Direção, analisa as
possíveis necessidades para o cumprimento das recomendações e discute ações a serem
oferecidas à comunidade acadêmica, definindo objetivos, critérios, créditos,
interdisciplinaridade, calendários de execução, equipe de apoio etc. para cada atividade a ser
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proposta. A partir desta discussão, aprovadas as propostas, as mesmas são levadas por meio
da Coordenação de Atividades Complementares e Sociais aos Professores Orientadores de
Atividades, os quais tomam ciência das propostas e organizam os eventos, contatando os
acadêmicos inicialmente em sala de aula e/ou em reuniões com grupos de interesse.
5.5.2. Modalidades das Atividades Complementares e Sociais
O acadêmico do Curso de Engenharia Mecânica deverá ao longo de sua formação
cumprir 150 horas de Atividades Complementares e 50 horas de Atividades Sociais, totalizando
200 horas de atividades extracurriculares dessa natureza para integralização do curso.
O artigo 3o da Resolução 01/2003 do CONSEPE – Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão prevê que as atividades complementares que computarão na integralização do
currículo dos acadêmicos de cada Curso de Graduação da IES serão estruturadas de acordo
com as seguintes modalidades:
a) eventos diversos: participação do acadêmico em Congressos, Seminários, Simpósios,
Colóquios, Palestras e eventos afins, tanto como ministrante como ouvinte, dentre outras a
serem definidas pelas Coordenações dos Cursos.
b) disciplinas de outros cursos: são disciplinas que proporcionam aprofundamento das
aplicações dos conhecimentos obrigatórios, sem prejuízo destes, ou são disciplinas que
representam áreas emergentes do conhecimento aplicado que seja de interesse para a
complementação da formação do engenheiro mecânico. Permitem ampliar a oferta de
conhecimentos aos acadêmicos, além das disciplinas consideradas obrigatórias no curso;
c) programas de iniciação à pesquisa: objetiva inserir o acadêmico na iniciação científica.
d) participação discente em atividades de representação (representante de turma,
representante do corpo discente, do centro acadêmico, etc.).
e) monitorias: o objetivo é desenvolver a vocação de ensino dos estudantes interessados,
voltado para atividades didáticas e vinculado a uma ou mais disciplinas, sendo o acadêmico
orientado por um professor. As atividades incluem o auxílio no preparo de aulas, correção de
exercícios e, principalmente, no reforço a estudantes que apresentem dificuldades de
aprendizado na disciplina. Esse reforço pode ser individual ou a grupos de estudantes.
f) presença em defesas de monografias, dissertações e teses: na IES ou fora dela.
g) estágio profissionalizante não-obrigatório: o objetivo é promover a vivência do acadêmico
com o mundo real, possibilitando o estágio em qualquer região e área de atividade. A
Coordenação do curso solicita um relatório das atividades desenvolvidas no estágio
profissionalizante para a comprovação deste, assinado pelo profissional orientador de
atividades de estágio.
h) cursos de língua estrangeira: o objetivo é facilitar a leitura e compreensão de textos técnicocientíficos assim como a comunicação do futuro profissional.
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i) participação em projetos sociais: os projetos sociais podem ser de criação livre dos
acadêmicos, desde que aceitos pela Coordenação de Projetos Sociais. São atividades
desenvolvidas junto a entidades filantrópicas, participação em trabalhos comunitários ou
campanhas de utilidade pública;
j) participação em programas de extensão: a IES, através de suas coordenações de cursos,
oferta continuamente cursos de extensão abertos para a Comunidade externa e para seus
alunos. Estes cursos podem ser validados como atividades complementares.
5.5.3. Controle e Registro das Atividades Complementares
O controle da realização das Atividades Complementares é feito pela Coordenação
geral de Atividades Complementares e Sociais e pelos orientadores específicos de atividades
complementares.
O acadêmico comparece à Coordenação, apresenta seus certificados e/ou
documentos, comprovando a realização de Atividades Complementares e Sociais. Esta analisa
os documentos e após validá-los registra as horas de participação em software específico,
capaz de controlar e emitir relatórios. Os documentos comprobatórios são anexados a uma
pasta individual. Em relação às atividades desenvolvidas e promovidas pela IES, existe o
controle de presença e participação e as horas são registradas automaticamente para
integralizar o currículo do acadêmico.
5.6. Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de curso é elemento obrigatório à formação dos alunos
regularmente matriculados no último período do Curso de Engenharia Mecânica e está
regulamentado no Regimento que está descrito no anexo C deste Projeto Pedagógico do Curso
de Engenharia Mecânica.
Caberá a um docente, designado pelo Coordenador de Curso e chamado de
Coordenador do TCC, a distribuição de orientadores para os trabalhos, assim como, a
coordenação de todas as atividades até a montagem das bancas de defesa dos trabalhos finais.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) busca fazer com que o estudante sintetize e
integre conhecimentos adquiridos durante o curso, além de colocá-lo em contato com uma
atividade de pesquisa ou um problema relacionado à Engenharia Mecânica.
5.7. Núcleo de Conteúdos Básicos
De acordo com as Diretrizes Curriculares, cerca de 30% da carga horária total devem
ser do núcleo de conteúdos básicos, ou seja, considerando que o Curso de Engenharia
Mecânica possui uma carga horária total 4.320 horas, as disciplinas que cobrem o núcleo de
conteúdos básicos devem possuir no mínimo 1.296h.
O núcleo de conteúdos básicos deve conter os seguintes tópicos:
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














Metodologia Científica e Tecnológica;
Comunicação e Expressão;
Informática;
Expressão Gráfica;
Matemática;
Física;
Fenômenos de Transporte;
Mecânica dos Sólidos;
Eletricidade Aplicada;
Química;
Ciência e Tecnologia dos Materiais;
Administração;
Economia;
Ciências do Ambiente;
Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania.
A Tabela 5.2 apresenta a correspondência entre os tópicos do núcleo de conteúdos
básicos e as disciplinas que contemplam aqueles conteúdos.
Tabela 5.2: Núcleo de Conteúdos Básicos
Núcleo de Conteúdos Básicos
Tópico
Disciplina(s) que contempla(m) o
Tópico
Metodologia
Científica
e Introdução à Engenharia I, II
Tecnológica
Comunicação e Expressão
Introdução à Engenharia I, II
Informática
Programação de Computadores e
Métodos Numéricos I e II
Expressão Gráfica
Desenho Técnico I e II
Matemática
Cálculo Diferencial e Integral I, II, III e
IV
Probabilidade e Estatística
Geometria Analítica e Álgebra Linear
Física
Física I, II
Fenômenos de Transporte
Termodinâmica Técnica, Mecânica
dos Fluidos e Transferência de Calor
Mecânica dos Sólidos
Mecânica Geral I e II
Eletricidade Aplicada
Física III, IV e Eletrotécnica
Química
Química Tecnológica I e II
Ciência e Tecnologia dos Materiais
Química Tecnológica I e II
Administração
Fundamentos da Administração
Economia
Fundamentos da Economia
Ciências do Ambiente
Engenharia Ambiental I e II
Humanidades, Ciências Sociais e
Legislação e Ética Profissional
Cidadania
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As disciplinas que cobrem o núcleo de conteúdos básicos correspondem a 42% do
total.
A Tabela 5.3 apresenta um resumo da distribuição das disciplinas no núcleo de
conteúdos básicos.
Tabela 5.3: Disciplinas que compõem o Núcleo de Conteúdos Básicos
Disciplina
CH
Cálculo Diferencial e Integral
320
I,II,III e IV
Geometria Analítica
80
Álgebra Linear
80
Programação de Computadores e
80
Métodos Numéricos I e II
Física I, II, III e IV
320
Química Tecnológica I e II
80
Introdução à Engenharia I, II
80
Desenho Técnico I e II
80
Probabilidade e Estatística I e II
80
Termodinâmica Técnica I e II
80
Eletrotécnica I e II
80
Fundamentos da Administração
40
Legislação e Ética Profissional
40
Fundamentos da Administração
40
Mecânica dos Fluidos
80
Transferência de Calor
80
Mecânica Geral I e II
160
Total
1800
5.8. Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes
As Diretrizes Curriculares estabelecem que o núcleo de conteúdos profissionalizantes,
com cerca de 15% da carga horária mínima, deve versar sobre um subconjunto coerente de
tópicos a ser escolhido pela instituição a partir de um universo de 52 tópicos.
O Curso de Engenharia Mecânica elegeu os seguintes tópicos do Núcleo de Conteúdos
Profissionalizantes:








35
Controle de Sistemas Dinâmicos;
Instrumentação
Materiais de Construção Mecânica;
Processos de Fabricação;
Gestão de Tecnologia;
Sistemas Mecânicos;
Sistemas Térmicos.
Estratégia e Organização;
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






Gerência de Produção;
Gestão Econômica;
Pesquisa Operacional;
Qualidade;
Gestão Ambiental;
Ergonomia e Segurança do Trabalho;
Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas.
A Tabela 5.4 apresenta a correspondência entre os tópicos eleitos do Núcleo de
Conteúdos Profissionalizantes e as disciplinas que contemplam aqueles conteúdos.
Tabela 5.4: Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes
Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes
Disciplina(s) que contempla(m) o
Tópico
Estratégia e Organização
Gestão de Projetos I e II, Gestão
Empresarial I e II
Controle de Sistemas Dinâmicos; Dinâmica de Máquinas I e II
Instrumentação
Instrumentação e Controle I e II
Materiais de Construção
Materiais de Construção Mecânica I e
Mecânica
II
Processos de Fabricação
Tecnologia Mecânica I e II
Sistemas Mecânicos
Elementos de Máquinas I e II
Sistemas Térmicos
Sistemas Térmicos e Fluidomecânicos I
e II
Gerência de Produção
Gestão da Produção I e II
Pesquisa Operacional
Pesquisa Operacional I e II
Qualidade
Gestão de Projetos I e II
Ergonomia e Segurança do
Segurança do Trabalho
Trabalho
Gestão Ambiental
Engenharia Ambiental I e II
Sistemas Estruturais e Teoria das Resistência dos Materiais I e II
Estruturas
Tópico
A Tabela 5.5 apresenta um resumo da distribuição das disciplinas no núcleo de
conteúdos profissionalizantes.
Tabela 5.5: Disciplinas que compõem o Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes
Disciplina
Gestão de Projetos I e II
Dinâmica de Máquinas I e II
Gestão Empresarial I e II
Instrumentação e Controle I e II
Materiais de Construção Mecânica I e II
36
CH
160
80
80
80
160
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Tecnologia Mecânica I e II
Elementos de Máquinas I e II
Sistemas Térm. e Fluidomecânicos I e II
Gestão da Produção I e II
Pesquisa Operacional I e II
Gestão de Projetos I e II
Segurança do Trabalho
Engenharia Ambiental I e II
Resistências dos Materiais I e II
Total
160
160
160
160
80
160
40
80
160
1640
Considerando que o Curso de Engenharia Mecânica possui uma carga horária total
4.320 horas, as disciplinas que correspondem aos tópicos escolhidos do Núcleo de Conteúdos
Profissionalizantes correspondem a 38% do total.
5.9. Núcleo de Conteúdos Específicos
O restante da carga horária do curso é dedicado ao núcleo de conteúdos específicos e
se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos
profissionalizantes, bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar modalidades.
O Curso de Engenharia Mecânica oferece disciplinas, que constam da sua matriz
curricular, que se relacionam com os seguintes tópicos do núcleo de conteúdos específicos:




Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas;
Estágio Curricular;
Trabalho Final de Curso;
Atividades Complementares.
A Tabela 5.6 apresenta a correspondência entre os tópicos eleitos do Núcleo de
Conteúdos Específicos e as disciplinas que contemplam aqueles conteúdos.
Assim, as disciplinas que correspondem aos tópicos escolhidos do núcleo de conteúdos
específicos correspondem a 20% da carga horária total.
Tabela 5.6 Núcleo de Conteúdos Específicos
Núcleo de Conteúdos Específicos
Disciplina(s) que contempla(m) o
Tópico
Modelagem, Análise e Simulação de
Simulação de Sistemas Mecânicos I, II,
Sistemas
III e IV
Estágio Curricular
Estágio Curricular
Trabalho Final de Curso
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares
Atividades Complementares
Demais Tópicos
Optativas
Tópico
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A Tabela 5.7 apresenta um resumo da distribuição das disciplinas no núcleo de
conteúdos específicos.
Tabela 5.7: Disciplinas que compõem o Núcleo de Conteúdos Específicos
Disciplina
Simulação de Sistemas Mecânicos I, II,
III e IV
Trabalho de Conclusão de Curso
Estágio Supervisionado Obrigatório
Atividades Complementares
Optativas
Total
CH
160
80
240
240
160
880
6. Conselhos Superiores e Colegiados
O Conselho Superior (CONSU), órgão máximo de deliberação da Faculdade é composto
pelo Diretor Geral, seu presidente; pelos coordenadores de curso; por representantes da
Mantenedora; por professores em exercício, eleitos por seus pares, com mandato de dois
anos, podendo ser reconduzidos; por um representante discente, indicado pelo respectivo
órgão de representação para mandato de um ano, permitida a recondução.
O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), órgão técnico de coordenação
e assessoramento, é constituído pelo Diretor Geral, seu presidente; pelos coordenadores dos
cursos; por professores em exercício, eleitos por seus pares, com mandato de um ano,
permitido a recondução; por representante discente, indicado pelo respectivo órgão de
representação, com mandato de um ano, permitida a recondução.
6.1.
Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso
O capítulo VI do regimento da IES regulamenta nos artigos a ele vinculados a
composição e atuação dos colegiados de curso conforme segue:
DOS COLEGIADOS DE CURSO
Art. 17º. – Constituem cada Colegiado de curso os professores das disciplinas que ministram
aulas em um mesmo curso e 1 (um) representante do corpo discente.
Art. 18º. – O Colegiado de Curso reúne-se ordinariamente, em datas fixadas no calendário
escolar, e, extraordinariamente, quando convocado pelo coordenador, por iniciativa própria,
por solicitação do Diretor ou a requerimento de 1/3 (um terço) de seus membros.
Art. 20º. – Compete ao Colegiado de Curso:
I – Aprovar os programas e planos de ensino dos professores que atuam no curso respectivo;
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II – Elaborar os projetos de ensino e extensão e executá-los depois de aprovados pelo
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão e/ou pelo Conselho Superior;
III – Apreciar o plano e o calendário anual de atividades da Instituição;
IV – Elaborar a proposta anual de despesas do curso e o plano de aplicação de recursos
orçamentários a serem encaminhados à diretoria;
V – Exercer as demais competências que lhe sejam previstas em lei e neste Regimento.
6.2.
Participação do Coordenador e dos Docentes em Colegiado de
Curso e Colegiados Superiores
Os artigos 5º e 8º do regimento da Instituição versam sobre a composição do Conselho
Superior (CONSU), e do (CONSEPE), órgãos superiores e deliberativos em matéria
administrativa, didático-científica e disciplinar, reservando direito de participação ao
coordenador do curso e a docentes em exercício, eleitos por seus pares.
Art. 5º - O CONSU é formado por:
I – Pelo Diretor, seu presidente;
II – Pelos Coordenadores de Curso;
III – Por representantes da Mantenedora;
IV – Por professores em exercício, eleitos por seus pares com mandato de 2 (dois) anos,
podendo ser reconduzidos;
V – Por um representante discente, indicado pelo respectivo órgão de representação para
mandato de um ano, permitida recondução.
Art. 8º - O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensãoé constituído:
I – Pelo Diretor, seu presidente;
II – Pelos Coordenadores de Cursos;
III – Por professores em exercício, eleitos por seus pares, com mandato de um ano, permitida
recondução;
IV – Por um representante discente, indicado pelo respectivo órgão de representação, com
mandato de um ano, sendo permitida uma recondução.
O coordenador do curso e os docentes participam do COLEGIADO, do CONSEPE e do
CONSU. A coordenação realiza, periodicamente, reuniões com os professores do curso, para
acompanhamento e compartilhamento das experiências vivenciadas, pautando-se pela
necessidade de solução de problemas e/ou comunicações importantes. Resumidamente, o
curso é discutido e acompanhado regularmente por todo o grupo e documentado em atas,
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auxiliando a Coordenação nas tarefas administrativas e de atendimento a docentes e
discentes.
7. Corpo Docente
Os docentes do Curso de Engenharia Mecânica devem possuir excelência técnica e
didática, demonstrada perante processo seletivo que envolve pontuação por critérios
acadêmicos, prova de títulos e prova didática perante banca examinadora, conforme Plano de
Carreira, Cargos e Salários da IES. O docente deve demonstrar excelente capacidade de
comunicação escrita, oral e gráfica, além de humildade e integridade. O papel do professor é
contribuir para a formação técnica dos alunos, mas sobretudo, propiciar condições para a
formação de um ser integral através de exemplos positivos de caráter e conduta.
O Curso de Engenharia Mecânica conta com docentes contratados em regime integral,
parcial e horistas de acordo com os critérios do Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior – Sinaes, evidenciados através do Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação
– Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância) de
maio de 2011. O Curso é conduzido pelo Coordenador do Curso auxiliado pelos professores
que fazem parte do Núcleo Docente Estruturante – NDE.
Algumas indústrias locais possuem pessoal com alta capacitação profissional e técnica
que podem vir a atuar na docência de cursos de engenharia das Faculdades Integradas do Vale
do Iguaçu. Destaca-se a Usina de Industrialização do Xisto, da Petrobras que além de extrair e
processar o xisto, a Unidade funciona também como um centro avançado em pesquisa na área
de refino e desenvolve uma série de projetos em conjunto com o Centro de Pesquisa da
Petrobras (Cenpes) e universidades de todo o Brasil.
A Tabela 7.1 apresentada a relação do corpo docente do Curso de Engenharia
Mecânica, juntamente com a maior titulação.
Tabela 7.1: Docentes do Curso de Engenharia Mecânica
Professor
Adailton Marcelo Lehrer
Claudinei Cerconi
Cristiano Damaceno
Dagmar Rhinow
Eduardo Santos de Araújo
Ivan de Oliveira
Jonas Elias de Oliveira
José Antônio Wengerkiewicz
Marcos Roberto Rodacoski
Paulo Dinarte Tavares
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Titulação
Especialista
Mestre
Especialista
Mestre
Doutor
Mestre
Mestre
Especialista
Doutor
Mestre
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Paulo Roberto Panacione
Raul José dos Santos Michel Júnior
Especialista
Doutor
7.1. Núcleo Docente Estruturante
O Núcleo Docente Estruturante - NDE do curso de Engenharia Mecânica, para a
elaboração do presente Projeto Pedagógico é formado por um conjunto de professores, de
elevada formação e titulação, contratados em tempo integral e parcial, que respondem mais
diretamente pela criação, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do curso. O NDE
do curso de Engenharia Mecânica é composto pelos seguintes professores: Adailton Marcelo
Lehrer; Claudinei Cerconi; Marcos Roberto Rodacoski; Paulo Dinarte Tavares e Raul José dos
Santos Michel Júnior.
As atribuições do núcleo docente estruturante são:









Criar, implantar, atualizar e consolidar o Projeto Pedagógico do curso,
definindo sua concepção e fundamentos;
Estabelecer e consolidar o perfil profissional do egresso do curso;
Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no
Colegiado de Curso, sempre que necessário;
Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas
pelo Colegiado;
Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares;
Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos
estabelecidos pelo projeto pedagógico;
Discutir e propor mecanismos de interdisciplinaridade; acompanhar e propor
formas de integralização das atividades complementares do curso;
Acompanhar as atividades do corpo docente;
Acompanhar e supervisionar alunos em estágios curriculares não obrigatórios.
7.2. Coordenação de Curso
A coordenação do curso é atribuição do Coordenador do curso, indicado pelo Diretor
Geral, dentre os professores do curso. O Coordenador do curso de Engenharia Mecânica atua
intensamente na gestão do curso, promovendo a integração entre coordenação, direção e
acadêmicos, por meio de atendimentos individuais ou em grupos e mesmo coletivamente.
Promove, estimula e participa de atividades acadêmicas e sociais, possibilitando a interlocução
entre coordenação e acadêmicos, comunidade interna e comunidade externa.
O Coordenador tem as seguintes atribuições: fiscalizar o cumprimento do regime
escolar e a execução dos programas e horários estabelecidos; distribuir encargos de ensino,
iniciação à pesquisa e extensão entre os professores do curso, respeitadas as especialidades,
coordenando-lhes as atividades; pronunciar-se sobre o aproveitamento de estudos de
adaptação de acadêmicos transferidos e diplomados; propor a admissão de monitores;
elaborar o currículo pleno do curso de graduação, bem como suas modificações, submetendo41
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os ao Colegiado do curso, ao Conselho Superior e ao Conselho Nacional de Educação; propor
normas de funcionamento dos estágios curriculares e encaminhá-los ao Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão para apreciação; exercer as demais atribuições que lhe sejam previstas
em lei e no Regimento da IES.
7.2.1. Coordenador do Curso: Titulação, Regime de Trabalho e Dedicação
O Coordenador do curso, Marcos Roberto Rodacoski, atuará em regime integral com
40 (quarenta) horas semanais na IES, atuando como coordenador e docente.
Titulação: Doutor
Experiência profissional: 5 anos
Experiência acadêmica: 26 anos
7.2.2. Coordenador do Curso nos Órgãos Colegiados Acadêmicos da IES
A Coordenação do curso de Engenharia Mecânica da IES participa efetivamente dos
órgãos colegiados acadêmicos da Instituição. Esta participação se dá por meio de reuniões e
discussões referentes ao andamento do curso em particular e da IES como um todo.
A Coordenadoria do curso é integrada pelo Colegiado, para as funções deliberativas e
pelo Coordenador do curso, para as tarefas executivas. O colegiado do curso é constituído
pelos professores das disciplinas que ministram aulas no curso e um representante do corpo
discente. O colegiado é dirigido pelo coordenador, substituído em suas faltas e impedimentos
pelo professor decano do curso. O colegiado do curso reúne-se ordinariamente em datas
fixadas no calendário escolar e extraordinariamente quando for necessário.
7.3. Apoio Pedagógico ao Docente
Cabe à Instituição contribuir para a constante melhoria da qualidade do processo
ensino-aprendizagem, o que se faz, também, através do apoio pedagógico ao docente. Nesse
sentido, a Direção, a Coordenação Acadêmica e Pedagógica e a Coordenação do curso, buscam
por meio de ações conjuntas e variadas, diagnosticar as necessidades do corpo docente, e a
partir daí, definir ações rumo ao constante aprimoramento do trabalho pedagógico na
Instituição, oferecendo suporte nas questões relacionadas ao processo ensino-aprendizagem,
tais como: organização do trabalho pedagógico, metodologia, avaliação, interação
professor/aluno, dentre outras.
A Direção, a Coordenação Acadêmica e Pedagógica por meio da Coordenação de Curso
realizam constante motivação para que os docentes busquem aprimoramento profissional,
apóiam a participação em eventos e incentivam o desenvolvimento da iniciação à pesquisa. A
IES, como parte de uma estratégia global para alcançar os objetivos propostos, implantou um
programa de desenvolvimento de seu corpo docente para capacitação e qualificação
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acadêmica contínua. Esse programa foi planejado de forma a se tornar útil e atrativo, de
acordo com as necessidades e interesse dos professores, uma vez que estes são os talentos
mais importantes da Instituição. Apoiando a educação contínua, o plano de capacitação,
tornou-se, também, um instrumento que contribui para o maior envolvimento e aproximação
do professor com a Instituição, proporcionando a elevação do regime de trabalho daqueles
inseridos no plano de qualificação. O Programa de Capacitação Docente não foi planejado e
desenvolvido de forma unilateral, mas sim em sintonia com as necessidades dos docentes e os
projetos, cursos e programas da IES. Para a capacitação docente, a IES, através do Instituto Sul
Paranaense de Altos Estudos - ISPAE desenvolveu um programa de incentivo financeiro
conforme a resolução ISPAE, número 04 de 27 de abril de 2007.
8. Órgãos de Apoio Técnico e Administrativo
São órgãos criados por proposta do Diretor, ouvida a entidade mantenedora, para
atendimento às necessidades de organização e expansão acadêmica e administrativa da
Faculdade, com vistas ao desempenho esmerado e qualidade de suas atividades. Os órgãos de
apoio técnico e administrativo são: secretaria, tesouraria, contabilidade, biblioteca e setores
de serviços de manutenção e limpeza.
8.1. Secretaria Geral
A Secretaria Geral é o órgão concentrador das atividades administrativas acadêmicas
da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória e obedece às normas
estabelecidas pelo REGIMENTO DAS FACULDADES INTEGRADAS DO VALE DO IGUAÇU,
emanadas de órgãos superiores e ainda, da legislação vigente no que concerne à sua atividade.
A função da Secretaria Geral é dar suporte aos setores a ela vinculados, providenciar
arquivamento ordenado e seguro da documentação gerada pela administração acadêmica,
atendimento aos acadêmicos (prestando informações, agilizando consultas e informando do
andamento de processos acadêmico-administrativos de interesse do acadêmico). A secretaria
atende de segunda-feira a sexta-feira das 7h e 30min às 22h e 45 min e aos sábados das 7:30h
às 17:30h.
8.1.1. Organização do Controle Acadêmico
Os registros de notas e frequências são lançados no sistema acadêmico pelos
professores e arquivados, em meio físico, pela secretaria em local apropriado, separados por
ano/semestre, turmas e disciplinas. Da mesma forma, a documentação dos acadêmicos e as
solicitações protocoladas, são registradas no sistema e os documentos físicos arquivados em
pastas individuais.
O acompanhamento do currículo do acadêmico é feito através de relatório expedido
pela secretaria, através do sistema INTEGRA, que emite uma cópia ao acadêmico, sempre na
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renovação da matricula ou a qualquer momento, pela consulta on-line no site da faculdade. As
coordenações também recebem uma via deste documento no final de cada período.
O sistema de trabalho adotado na Secretaria Acadêmica é o de divisão de tarefas,
coordenadas pela Secretaria Geral que as distribui de acordo com as necessidades. As
atividades realizadas são: montagem e acompanhamento dos processos protocolados,
elaboração de documentos, suporte aos professores na época de registro de notas e
frequências, matrícula de acadêmicos de primeiro ingresso e cursantes no início do semestre,
atendimento de telefone em assuntos pertinentes à secretaria, atendimento de acadêmicos no
balcão, atendimento de solicitações de professores e coordenadores, arquivamento de
documentos nas pastas individuais dos acadêmicos, controle de documentação e emissão de
aditamento do FIES, emissão de documentos oficiais da IES, emissão de certificados e
encaminhamento de diplomação, inscrições e controle de eventos da Instituição.
8.2. Pessoal Técnico e Administrativo e Políticas de Capacitação
8.2.1. Corpo Técnico da Secretaria
O corpo técnico-administrativo da Secretaria é constituído por quatro funcionários
com curso superior e sete estagiários. Existem duas formas de treinamento para o pessoal
técnico-administrativo: 1. treinamento realizado semestralmente pelo departamento de
Recursos Humanos da IES; 2. treinamento na operacionalização do sistema acadêmico, que
ocorre a cada atualização. O corpo técnico-administrativo também é parte avaliada no
processo de avaliação institucional. Os colaboradores da Secretaria se reúnem semanalmente
para discutir assuntos pertinentes às rotinas e melhorias dos processos internos
8.2.2. Corpo Técnico da Biblioteca
O corpo técnico-administrativo da biblioteca é constituído por uma bibliotecária, uma
assistente, um funcionário e 12 estagiários. Existem duas formas de treinamento para o corpo
técnico da biblioteca: 1. treinamento realizado semestralmente pelo departamento de
Recursos Humanos da IES; 2. treinamento na operacionalização do sistema acadêmico, que
ocorre a cada atualização. Os colaboradores da Biblioteca se reúnem semanalmente para
discutir assuntos pertinentes às rotinas e melhorias dos processos internos.
8.2.3. Corpo Técnico de outros Setores
A carreira do pessoal técnico-administrativo integrante da Unidade de Ensino Superior
do Vale do Iguaçu S.A. é constituída por cinco (5) categorias distribuídas nas seguintes funções:
•
Direção Geral
•
Diretor Financeiro
•
Coordenador Acadêmico
•
Coordenador Administrativo
•
Técnico de Laboratório
•
Marketing
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•
Secretária Geral
•
Secretária Acadêmica
•
Bibliotecária
•
Encarregado de Contabilidade
•
Encarregado de Recursos Humanos
•
Encarregado de Tesouraria
•
Técnico em Informática
•
Farmacêutico
•
Nutricionista
•
Fisioterapeuta
•
Psicólogo
•
Auxiliar de Secretaria
•
Auxiliar Administrativo
•
Auxiliar de Marketing
•
Auxiliar de Laboratório
•
Auxiliar de Biblioteca
•
Multimeios e Materiais Esportivos
•
Recepcionista
•
Telefonista
•
Cozinheira
•
Eletricista
•
Encanador
•
Jardineiro
•
Marceneiro
•
Motorista
•
Pedreiro
•
Vigia
•
Zelador
•
Orientador de Estacionamento
A todos os integrantes do corpo técnico-administrativo é oportunizada constante
capacitação e preparação para atuação como Assistentes da Educação, conforme
planejamento executado pelos Recursos Humanos da Instituição e conforme previsto no PDI e
PPI da Instituição.
9. Atenção aos Discentes
A IES implementa várias ações de apoio aos discentes a seguir relacionadas:
9.1. Apoio à Participação em Eventos
Focando o ideal estabelecido nas diretrizes institucionais das Faculdades Integradas do
Vale do Iguaçu e atendendo as expectativas de aprendizagem para a formação do egresso do
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curso, mantém-se em atualização constante o processo de atenção aos discentes. Para tanto, a
coordenação do curso e a direção da IES dão suporte ao corpo discente na aquisição e
promoção do saber, além dos processos educacionais desenvolvidos em salas de aula, através
de apoio financeiro (subsidiando transporte para eventos correlatos, patrocinando materiais
de divulgação de eventos, entre outras) e apresentação de trabalhos de iniciação científica.
A Instituição, por meio da Coordenação de Curso, disponibiliza transporte e assegura o
acompanhamento dos acadêmicos a congressos, visitas técnicas, seminários, simpósios, bem
como os incentiva a participarem de programas de iniciação científica.
9.2. Apoio Pedagógico ao Discente
Os processos de apoio pedagógico aos discentes iniciam-se em sala de aula. A
percepção do professor, aliado ao trabalho dos coordenadores, é base para o apoio
pedagógico do acadêmico. Por meio desta identificação e interação, os discentes que
apresentarem algum tipo de problema relacionado à aprendizagem, comunicação, conduta ou
sociabilização serão encaminhados, em um primeiro momento, para a coordenação do curso.
De posse das informações pertinentes, os coordenadores avaliam os fatos e discutem com a
coordenação pedagógica os procedimentos a serem adotados.
9.3. Acompanhamento Psicopedagógico
Seguindo a estrutura do Regimento Institucional, a IES conta com a Coordenação
Acadêmica e Pedagógica. A ela, está vinculado o CAA - Centro de Atendimento Acadêmico,
criado para aprimorar as condições pedagógicas e psicológicas que interferem diretamente no
ensino e aprendizagem. O CAA tem por finalidade assessorar acadêmicos no que diz respeito à
melhoria da ação pedagógica e relacional. Em parceria com Coordenação acadêmica e
pedagógica e em consonância com a Coordenação do Curso, o CAA adota um trabalho
democrático, oportunizando diálogos permanentes com acadêmicos estabelecendo uma práxis
inovadora.
A Coordenação Acadêmica e Pedagógica por sua vez, em permanente contato com o
CAA, tem como finalidade apoiar as Coordenações de cursos na orientação pedagógica dos
docentes e promover a capacitação docente continuada, auxiliando para uma melhor
qualidade no ensino-aprendizagem.
O atendimento psicopedagógico é realizado pelo Centro de Apoio ao Acadêmico (CAA).
O acadêmico, após entrevista preliminar com o responsável pelo CAA, recebe orientações ou é
encaminhado ao profissional competente, de acordo com a necessidade. O objetivo é
proporcionar aos acadêmicos da IES um espaço terapêutico para orientação, clarificação de
entendimento e busca de possíveis soluções às situações de conflito que, naquele momento,
possam interferir no processo de aprendizagem.
O CAA da IES foi criado em 24 de abril de 2002, com o objetivo de atender, orientar e
encaminhar os acadêmicos com algum conflito comprometedor do processo de aprendizagem,
aos setores de competência dos profissionais que compõe o quadro de docentes desta
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Instituição. Os atendimentos e orientações prestados aos acadêmicos não implicam em
soluções diretas e imediatas para os problemas apresentados, podendo gerar reencaminhamentos a profissionais competentes para os casos específicos. Os acadêmicos são
atendidos nas dependências da Instituição de ensino, em horários pré-determinados,
agendados com a Coordenação Acadêmica em entrevistas individuais. Estas entrevistas são
realizadas de segunda-feira a sexta-feira em horários pré-determinados e num segundo
momento, os acadêmicos são encaminhados para o atendimento psicológico, médico,
nutricional, advocatício e pedagógico.
9.4. Mecanismos de Nivelamento
Desde o primeiro semestre de 2005, são oferecidos aos acadêmicos cursos de
nivelamento em Matemática Básica, Produção Textual e Química com o objetivo de aparar
discrepâncias oriundas do ensino médio. Os cursos de nivelamento são oferecidos sempre que
novas turmas são formadas para os semestres letivos.
Adicionalmente, a coordenação do curso, com o apoio da direção da IES, oferece
cursos de extensão com base nas avaliações realizadas nas reuniões de colegiado sobre o
andamento do Curso ou a partir das necessidades expressadas pelos acadêmicos junto à
coordenação ou do corpo docente.
Nas atividades culturais, como a Semana Acadêmica (atividades de ensinoaprendizagem e culturais) e o Encontro de Iniciação Científica, são oferecidos cursos de curta
duração direcionados para a complementação do conteúdo e o estímulo à pesquisa. Ainda,
segundo a disponibilidade, o corpo docente ministra atividades extraordinárias, no contraturno das aulas, abordando temas específicos relacionados às disciplinas. Estas atividades são
facultativas aos acadêmicos e buscam complementar os conteúdos curriculares abordados nas
disciplinas.
9.5. Acompanhamento de Egressos
O curso de Engenharia Mecânica disponibilizará, para seus egressos, um cadastro,
realizado próximo ao período de formatura, que permitirá o contato posterior para elaboração
de um acompanhamento adequado do egresso e levantamento do perfil sócio-econômicoprofissional estabelecido após a formatura, permitindo a reorientação dos aspectos
acadêmicos que se mostrarem desajustados à formação de um profissional atualizado e
participante do ambiente de trabalho.
A realização de encontros de egressos, promovidos pela IES, poderá, também,
proporcionar a troca de informações de maneira prestigiada e direcionada ao curso em
questão.
O acompanhamento dos egressos é um instrumento que possibilita uma contínua
avaliação da Instituição, através do desempenho profissional dos ex-alunos, podendo
contribuir para reorganização do processo ensino/aprendizagem, considerando elementos da
realidade externa à Instituição que apenas o diplomado está em condições de perceber, visto
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que passa a atuar e experimentar as consequências dos aspectos vivenciados durante sua
graduação.
O acompanhamento de egressos objetiva:
a) avaliar o desempenho da Instituição pelo acompanhamento do desenvolvimento
profissional dos ex-alunos;
b) manter registros atualizados de alunos egressos;
c) promover intercâmbio entre ex-alunos;
d) promover a realização de atividades extracurriculares (estágios e /ou participação
em projetos de iniciação à pesquisa ou extensão), de cunho técnico-profissional, como
complemento à sua formação prática, e que, pela própria natureza do mundo moderno, estão
em constante aperfeiçoamento e palestras direcionadas a profissionais formados pela
Instituição;
e) valorizar egressos que se destacam nas atividades profissionais;
f) identificar junto às empresas seus critérios de seleção e contratação dando ênfase às
capacitações dos profissionais da área buscados pela mesma.
g) incentivar a integração de ex-alunos com a Instituição.
9.6. Central de Estágio e Trabalhos de Conclusão de Curso
Objetivando auxiliar no processo de acompanhamento e orientação de atividades de
estágios e trabalhos de conclusão dos cursos foi instituída a Central de Estágios e TCC´s através
da a Res. nº 015/2007 de 03 de agosto de 2007 que determina:
(...) Dispõe sobre a Instituição, estrutura e normalização da Central de Estágios e de
Trabalhos de Conclusão de Curso da Faculdade de Ciências Biológicas e de Saúde de União da
Vitória, da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória e da Faculdade de
Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória, mantidas pela Unidade de Ensino Superior Vale
do Iguaçu (...).
O objeto desta Central de Estágios e TCC´s, bem como toda a estrutura elencada é
facilitar o processo de construção de trabalhos de iniciação científica na IES, estabelecendo as
diretrizes básicas para sua elaboração, apresentação e socialização.
Ademais, a produção científica é fomentada na IES, na intencionalidade de atingir a
excelência de ensino, estimular a produção discente e docente, cumprir a missão de promover
ensino de qualidade e o compromisso social da Faculdade. Nesta perspectiva, alcançar a
categoria de Centro Universitário.
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10.
Instalações Físicas
A Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu - UNIGUAÇU, está localizada na Rua
Padre Saporiti, 717, bairro Rio D'Areia, no município de União da Vitória - PR, num terreno de
15.305 m2, com aproximadamente 6.000m2 de área construída (terreno inscrito no Registro de
Imóveis sob nº de matrícula 2.058 de 29 de setembro de 1978).
As instalações são perfeitamente adequadas para atender vários cursos de graduação
e especialização, com amplas e arejadas salas de aula, sala de professores e coordenações de
curso, laboratórios muito bem equipados e vários ambientes de convivência, além de quadra
poli desportiva. Neste edifício funcionarão os laboratórios utilizados no curso de Engenharia
Mecânica referentes aos dois primeiros anos.
Em 2005 passou a integrar o complexo de instalações da IES o edifício Francisco Cléve,
situado em frente ao campus 1 (supra citado). O novo edifício possui 4.200m2, em três
pavimentos onde funcionará o curso de Engenharia Mecânica. Neste prédio são ministradas as
aulas teóricas do curso. No último pavimento localiza-se o acervo e a área destinada a estudos
individuais e coletivos da biblioteca Wilhelm Heinrich, além do Núcleo de Práticas Jurídicas e
de Serviço Social.
Em terreno próximo (distante 80 metros), foi construído o Hospital Veterinário para
pequenos e grandes animais do curso de Medicina Veterinária, bem como a implantação do
Centro de práticas agronômicas do curso de Agronomia, destinado à complementação do
ensino pedagógico e atividades complementares e sociais.
Recentemente a mantenedora da IES adquiriu um terreno com aproximadamente
10.000 m2 para abrigar todas as salas de aulas e laboratórios destinados aos cursos de
engenharia.
10.1. Laboratórios
A IES conta com laboratórios que atendem plenamente os núcleos de conhecimentos
básicos, profissionalizantes e específicos do Curso de Engenharia Mecânica, a fim de
complementar o ensino teórico e permitir práticas fundamentais.
A seguir faz-se uma descrição dos laboratórios que atendem ao Curso de Engenharia
Mecânica:
Laboratórios de Informática: A IES possui atualmente 162 computadores para o
acesso dos alunos, todos com acesso a internet, distribuídos em seis laboratórios de
informática, biblioteca e sala de orientação de TCC. No turno de funcionamento do curso de
Engenharia Mecânica (matutino) a IES possui 875 alunos, resultando numa proporção de um
terminal para 5,4 alunos. Se considerarmos o total de matrículas dos cursos em funcionamento
na IES, incluindo o período noturno, o total de alunos será de 2305 e a relação fica em um
terminal para cada 14,2 alunos. Há, ainda, 896 notebooks cadastrados na intranet da IES. O
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Laboratório IV, com 20 computadores, fica aberto das 7h30min às 22h30min, com acesso livre.
Os demais laboratórios, quando não utilizados em aulas, são disponibilizados aos alunos
mediante solicitação ao setor de Tecnologia da Informação da IES. Na biblioteca, que também
funciona das 7h30min às 22h30min, há 10 computadores, também com acesso livre.
Atenderão as disciplinas de Desenho Técnico II, Tecnologia Mecânica II, Introdução à
Engenharia II, Simulação de Sistemas Mecânicos I, II, III e IV e Programação de Computadores e
Métodos Numéricos I e II.
Laboratório de Física Experimental e Mecânica Geral: Atenderá as disciplinas de Física
Geral e Experimental I, II, III e IV, além das disciplinas de Mecânica Geral I e II.
Laboratório de Ciências Térmicas e Termodinâmica: Atenderá as disciplinas de
Mecânica dos Fluidos e Hidráulica, Termodinâmica Técnica I e II, Ciências Térmicas I e II.
Laboratório de Química: Destina-se principalmente às disciplinas de Química
Tecnológica I e II.
Laboratório de Materiais de Construção Mecânica: Laboratório destinado às
disciplinas de Química Tecnológica I e II, Materiais de Construção Mecânica I e II, Química
Tecnológica I e II e Materiais de Engenharia I e II.
Laboratório de Automação de Processos e Metrologia: Atenderá as disciplinas de
Tecnologia Mecânica I e II e Instrumentação e Controle I e II.
Laboratório de Usinagem Convencional: Laboratório destinado a disciplina de
Tecnologia Mecânica I.
Laboratório de Usinagem Não Convencional: Laboratório destinado à disciplina de
Tecnologia Mecânica II.
Laboratório de Elementos de Máquinas: Destinado à disciplina de Elementos de
Máquinas I e II, Projetos de Componentes Mecânicos I e II.
Laboratório de Fluido-Mecânica: Destina-se as disciplinas de Mecânica dos Fluidos,
Transferência de Calor e Sistemas Térmicos e Fluido-mecânicos I e II.
10.2. Biblioteca
A biblioteca está localizada no 3° piso do Edifício Francisco Cléve, em um espaço
exclusivo de 1.200 m2 com 30 mesas para estudos individuais, 3 salas reservadas para estudo
coletivo, salão de estudos com 15 mesas e 10 terminais de computadores com acesso em
banda larga à Internet. A biblioteca dispõe, ainda, de um auditório para projeções audiovisuais
para 12 pessoas.
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10.2.1. Acervo
O acervo encontra-se informatizado, permitindo acesso rápido e fácil ao conteúdo dos
diferentes tipos de material bibliográfico (livros, multimídia, normas técnicas, teses e
dissertações, trabalhos de Graduação e trabalhos de Pós-Graduação). A biblioteca mantém-se
interligada a outras bibliotecas brasileiras, podendo solicitar, a pedido do acadêmico,
empréstimo de obras raras e outros suportes. Disponibiliza reserva “on-line” por meio da
página institucional www.uniguacu.edu.br.
As normas específicas para uso do acervo e dos serviços encontram-se à disposição
dos consulentes no regulamento da Biblioteca. A atualização do acervo é feita com base nas
sugestões encaminhadas pela comunidade acadêmica.
10.2.2. Política Institucional de Atualização do Acervo
A implantação da política de seleção e aquisição serve à constante atualização e
manutenção da qualidade do acervo, e esta deve ser incorporada como filosofia e metodologia
no trabalho da equipe responsável pelo desenvolvimento de coleções da Biblioteca.
O processo de seleção das obras a serem adquiridas parte da indicação dos docentes e
passa por uma comissão, composta pela direção, bibliotecário e coordenação dos cursos.
É primordial que se estabeleça uma política de seleção para evitar que a coleção se
transforme em um agrupamento desajustado de documentos, por este motivo foram
estabelecidos alguns critérios com o objetivo de:
a) Permitir o crescimento racional e equilibrado do acervo nas áreas de atuação da
Instituição;
b) Identificar os elementos adequados à formação da coleção;
c) Desenvolver programas cooperativos;
d) Estabelecer prioridade de aquisição de material;
e) Traçar diretrizes para o descarte de material.
A formação do acervo deve ser constituída através de uma política de aquisição que
prevê a aquisição de diferentes tipos de materiais, tais como: Obras de Referência, Livros,
Periódicos, Fitas de Vídeos, DVD entre outros. Os materiais adquiridos devem atender as
seguintes finalidades:
a) suprir os programas de ensino dos cursos da Graduação e Pós Graduação da IES;
b) dar apoio aos programas de iniciação à pesquisa e extensão da Instituição;
c) fornecer obras que elevem o nível de conhecimento geral e específico de seus
acadêmicos e colaboradores;
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d) resguardar materiais que resgatem a história da Instituição, como publicações e
materiais sobre a mesma.
Quanto à seleção quantitativa, a Biblioteca estabelece os seguintes critérios:
1) Literatura Básica:
Material bibliográfico básico e indispensável para o desenvolvimento da disciplina e
considerado de consulta obrigatória. Será adquirida em processo contínuo, segunda indicação
de professores e coordenação de curso, visando a composição da bibliografia básica, com no
mínimo três títulos, sendo que o número de exemplares de cada título será calculado na base
de 01 (um) para cada 10 (dez) alunos.
2) Literatura Complementar:
A literatura complementar compõe-se de livros nacionais ou importados necessários à
complementação e atualização de bibliografias, seja em nível de pesquisa ou conteúdo
programático das disciplinas oferecidas na Instituição, bem como para o desenvolvimento de
atividades administrativas.
10.2.3. Livros
A Biblioteca tem um acervo de 39.053 títulos e 42.498 volumes/exemplares.
10.2.4. Periódicos
O acervo de periódicos conta com 589 títulos periódicos, sendo 45 ativos.
10.2.5. Multimídia
A Biblioteca tem um acervo de fontes variadas de multimídia:
a) Vídeos – 429 títulos (587 exemplares);
b) DVDs – 27 títulos (50 exemplares);
c) CDs –1719 títulos (2156 exemplares).
10.2.6. Trabalhos de Conclusão de Cursos de Graduação e Pós-Graduação
No Banco de Dados estão armazenados os registros de todos os trabalhos
apresentados por alunos de Graduação.
10.2.7. Intercâmbio
Com o objetivo de ampliar as oportunidades de acesso dos seus usuários ao acervo de
outras instituições, a Biblioteca participa de redes e grupo de bibliotecas em níveis estadual e
nacional.
Em âmbito nacional, participa da COMUT Online – Programa de Comutação
Bibliográfica, coordenado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
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(IBICT). Participa na categoria de Biblioteca Solicitante, o que permite obter cópia de artigos
publicados em periódicos nacionais e estrangeiros armazenados em cerca de 1 000 bibliotecas
brasileiras e na categoria de Biblioteca Base, atendendo aos pedidos de cópias feitos pelas
demais bibliotecas solicitantes de nosso acervo de periódicos;
10.2.8. Internet
Para ampliar as oportunidades de acesso à informação, os usuários podem fazer uso
da internet para acessar acervos de outras bibliotecas, bases de dados disponíveis
gratuitamente e demais informações de interesse. Estão disponíveis 10 terminais de uso
exclusivo para a internet.
10.2.9. Bases de Dados
A Biblioteca conta com acesso a Bases de Dados, sendo que os usuários podem ser
auxiliados pelo corpo técnico-administrativo da biblioteca constituído por: uma bibliotecária,
uma assistente, um funcionário e estagiários.
10.3. Outras Estruturas Físicas
10.3.1. Sala de Multimeios
Apoio didático aos docentes com Data Show, retroprojetores, DVD players, etc.
10.3.2. Academia de Musculação
Usada pelos acadêmicos para práticas de condicionamento físico.
10.3.3. Quadra de Esporte
Possibilita práticas desportivas extra horário de aula.
10.3.4. Clínica de Fisioterapia
Possibilita atendimento aos acadêmicos encaminhados por médicos e que necessitam
deste procedimentos.
10.3.5. Centro Esportivo Universitário
Possibilita práticas desportivas extra-horário de aula.
11.
Relação com a Comunidade
A IES entende o seu desenvolvimento como muito próximo ao da comunidade de que
é originária e busca a institucionalização de suas atividades de ensino e extensão.
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O reconhecimento de que “a produção de conhecimento se faz na interface
escola/comunidade” (RENEX, 1998), leva ao enfrentamento da questão da extensão. Esta se
coloca como prática que interliga uma faculdade, em suas atividades de ensino, com as
demandas econômicas, sociais e culturais da região onde se instala.
Assim, a ação extensionista vai além da prestação de serviços (assistências,
consultorias, assessorias, atendimento nas empresas juniores), da difusão cultural (eventos e
toda uma vasta gama de realizações artísticas ou culturais), ou da disseminação de
conhecimentos (cursos, seminários, palestras, conferências). Mais do que na simples
formulação da missão institucional, é na compreensão desta identidade, na vivência deste
conceito: “Ensino prá valer e compromisso social” pela comunidade acadêmica que a IES
promove a integração entre ensino e extensão.
O acadêmico do curso de Engenharia Mecânica terá a oportunidade de ampliar seus
conhecimentos através das experiências do estágio supervisionado, participação em
congressos, eventos especiais e palestras, desenvolvendo atividades complementares e de
extensão. A IES oportuniza a participação dos acadêmicos em programas, projetos e atividades
de iniciação científica ou extensão ou práticas investigativas através dos meios de
comunicação e divulgação científicos citados abaixo:
a) Semana de Iniciação Científica: evento realizado pela IES em que os discentes
podem apresentar trabalhos científicos, sob a orientação de professores dos cursos, realizados
durante o ano letivo. O trabalho é apresentado para a comunidade em geral via apresentação
oral ou painéis.
b) Jornal Institucional: a primeira edição da Gazeta UNIGUAÇU data de 03/03 de 2003
e durante o período, esse veículo informativo da IES vem mantendo a comunidade
universitária informada sobre eventos promovidos pelos cursos. São contempladas no jornal,
ainda, a produção e as atividades técnicas acadêmicas, científicas e artísticas da UNIGUAÇU,
divulgadas tanto para o público interno quanto para o externo. O Jornal tem mantido uma
tiragem média mensal de 10 mil exemplares e é distribuído gratuitamente a professores,
acadêmicos e técnico-administrativos, bem como às escolas secundaristas da região. Circula
também em órgãos dos poderes executivo, legislativo e judiciário e em redações de veículos
de comunicação da cidade. Ex-acadêmicos e membros da comunidade universitária também
recebem o jornal, que é enviado ainda a outras Faculdades da Região do Vale do Iguaçu.
Também é possível o acesso “on-line”, na página da IES, às edições do Jornal Gazeta
UNIGUAÇU (www.uniguacu.edu.br). Suas informações têm se constituído em um excelente
instrumento de integração entre as diferentes áreas dos Cursos, setores da UNIGUAÇU e a
comunidade loco-regional.
c) Comunicação “On-line”: A IES possui um sistema de comunicação interno via
provedor. A comunidade acadêmica pode acessar informações tais como: páginas dos cursos,
notas, freqüência, documentos da Faculdade, atividades, agenda de estágios, TCC´s e eventos,
dentre outros. Nos Cursos de Pós-Graduação, em caráter experimental, alguns conteúdos e
aulas são realizados “On-line” (tele aulas).
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d) Painéis eletrônicos informativos: A estrutura da Faculdade comporta dois painéis
eletrônicos, no hall de entrada dos prédios (área de convivência e lazer). Proporcionando,
assim, um sistema de informação ágil, bem como um ambiente mais agradável para a
comunidade e visitantes, promovendo a socialização das informações.
e) Revistas Científicas: Cumprindo seu papel de socializadora e difusora de
conhecimentos, a IES publica semestralmente duas revistas de caráter científico. Trata-se da
Revista de Estudos Vale do Iguaçu (publicação de artigos, resumos e resenhas dos docentes) e
a Revista Científica de Periodicidade Anual do Encontro de Iniciação Científica e Mostra de Pós
Graduação, produzida a partir de artigos dos acadêmicos (participantes e expositores no
Programa de Iniciação Científica).
O Curso de Engenharia Mecânica desenvolve diversas atividades, tanto para a
comunidade interna quanto externa. As atividades são decorrentes de necessidades
detectadas pelo próprio curso, como para atender uma determinada demanda.
11.1. Programa de Iniciação Científica
Toda Instituição de Ensino Superior deve estimular e promover a pesquisa nos
domínios dos conhecimentos nela ministrados, assim como proporcionar oportunidades para
que os profissionais atualizem constantemente suas competências dentro do seu campo de
atuação.
Neste sentido, cabe às Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu a divulgação na
comunidade dos progressos relativos às suas áreas de ensino. Instalar um projeto que fomente
e desperte o interesse para a investigação científica é, portanto, importante para o próprio
desenvolvimento da região.
Para o estabelecimento de um programa de iniciação científica, é necessário definir
linhas orientadoras das atividades científicas, coerentes com os objetivos da Instituição, assim
como mecanismos de seleção e de avaliação sistemáticas, com a finalidade de assegurar a
execução, qualidade e pertinência dos projetos.
O desenvolvimento dos projetos de iniciação científica e estágios buscam:
• Adquirir suporte científico para realização do diagnóstico, compreensão e análise
dos processos de transformação da sociedade, visando um desenvolvimento
sustentável que considere as dimensões socioculturais, econômicas, ambientais,
políticas e éticas;
• Gerar, a partir dos projetos de iniciação científica propostos, o desenvolvimento de
uma nova mentalidade produtiva voltada à sustentabilidade e à autossuficiência da
atividade econômica local e regional;
• Propiciar a produção de conhecimentos científicos que permitam otimizar a
utilização dos recursos naturais com o mínimo impacto ambiental e promoção do
desenvolvimento econômico e social.
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A iniciação científica pode realizar-se com a execução de projetos de pesquisa sob
orientação de professores com qualificação acadêmica e prática de pesquisa; ou ainda com
planos de trabalho, em que a pesquisa do acadêmico se integre a um projeto mais amplo
desenvolvido por professores.
Segundo a resolução normativa nº 006/96 CNPQ/PIBIC, os programas de iniciação
científica visam:
a) incentivar a participação dos estudantes de graduação em projetos de pesquisa,
para que desenvolvam o pensamento e a prática científica com a orientação de pesquisadores
qualificados;
b) estimular pesquisadores produtivos a engajarem estudantes de graduação no
processo acadêmico, utilizando a capacidade de orientação à pesquisa;
c) qualificar recursos humanos para os programas de pós-graduação e aprimorar o
processo de formação de profissionais para o setor produtivo;
d) contribuir para reduzir o tempo médio de titulação de mestres e doutores.
O Programa de Iniciação Científica poderá contribuir significativamente para o
aumento da qualificação docente da própria Instituição em que se insere.
As atividades complementares na modalidade de programas ou projetos de iniciação
científica e prática de investigação são regulamentadas pela Resolução 01/2003 – CONSEPE,
especificamente nos artigos 16 a 44. As atividades de iniciação científica do curso de
Engenharia Mecânica acontecerão no decorrer do período acadêmico por iniciativa dos
professores e dos acadêmicos, bem como no Estágio Supervisionado.
11.1.1. Incentivos à Iniciação Científica
O curso de Engenharia Mecânica, juntamente com a IES, incentivará periodicamente a
apresentação de trabalhos de iniciação científica em mostras realizadas na IES e fora dela,
onde os acadêmicos podem divulgar seus trabalhos. Além disso, a IES edita a Revista de
Estudos Científicos do Vale do Iguaçu – REVI destinada a publicar trabalhos oriundos da
comunidade acadêmica.
A IES insere atenção especial em:
• identificar linhas prioritárias, baseadas no perfil dos cursos da Instituição e da
necessidade de desenvolvimento econômico e social;
• interagir com a sociedade, permitindo que as contribuições relacionadas a cada
pesquisa possam ser percebidas, utilizadas e aplicadas no meio social;
• fomentar a criação de grupos de pesquisa apoiados às linhas de pesquisa prioritárias
da Instituição;
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• criar canais de divulgação dos resultados das pesquisas, notadamente a criação e a
manutenção de uma revista de divulgação científica;
• estabelecer convênios, associações e contratos com instituições de pesquisa, órgãos
de fomento e quaisquer outros organismos institucionais que possam gerar recursos
(financeiros ou não) que facilitem a conclusão de pesquisas e/ou que fortaleçam grupos de
pesquisa da Instituição;
• prover condições de infra-estrutura física para que os grupos de pesquisa sejam
consolidados.
11.2. Programas de Extensão
Os acadêmicos possuem oportunidade de participar de várias atividades de extensão,
desde cursos específicos ofertados pelo Curso de Engenharia Mecânica e afins, até atividades
que contam com a participação da IES. Estas atividades são apresentadas no relatório
semestral elaborado pela coordenação do curso.
A integração teórico/prática ocorre durante a oferta da parte prática (aulas práticas)
do conteúdo acadêmico e durante a realização do estágio supervisionado de Engenharia
Mecânica. O exercício prático realizado pelo acadêmico tem um grau de dificuldade crescente,
mesmo no estágio supervisionado. Adicionalmente, durante atividades extraordinárias
(projetos de extensão à comunidade e realização de atividades complementares e sociais), que
contam com a participação da IES, os acadêmicos têm a oportunidade de, com a presença de
professores, realizar experimentações da prática profissional. Os acadêmicos poderão,
também, participar de atividades extracurriculares, projetos sociais e projetos de extensão
promovidos pelo Núcleo de Políticas Ambientais da IES e os resultados obtidos nessas
atividades servirão para a elaboração de artigos para a apresentação na iniciação científica.
Sob este aspecto, os objetivos principais são:
•
estabelecer perfis de oferta de cursos de extensão na Instituição, valorizando os perfis
de seus grupos de pesquisa;
•
estimular a multidisciplinaridade, colaborando, inclusive com a aliança com outras
instituições;
•
aproximar a sociedade regional, através de programas rápidos de capacitação a um
custo permissível;
•
humanizar o tratamento do discente, através de programas de apoio pedagógico,
médico, odontológico, psicológico e quaisquer outros programas que facilitem a vida
acadêmica;
•
propor programas que despertem o senso crítico comunitário, tais como: programas
de conscientização ambiental; programas de conscientização social, programas de
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conscientização política, programas de conscientização econômica e/ou quaisquer outros que
permitam que a Instituição cumpra seu papel social de apoio à sociedade.
11.2.1. Relacionamento com o Setor Produtivo e de Serviços
A realização de atividades complementares leva os acadêmicos à participação
individual neste tipo de atividades. Adicionalmente, a IES promoverá eventos (Semana
Acadêmica da Engenharia Mecânica, Uniguaçu de Portas Abertas, Encontros de Iniciação
Científica e outros) que possibilitam ao acadêmico o contato com experiências de natureza
diversa das acadêmicas. Há, ainda, por iniciativa do próprio acadêmico, espaço para a
realização de estágios (não-curriculares) e participações especiais (demonstrações, palestras,
etc.) em entidades públicas de amparo e assistência à comunidade.
O profissional que se forma, dentre outras opções, será um novo funcionário ou
proprietário de uma empresa. Esse fato torna mais nítida a importância que a Empresa ou a
sociedade possuem na condução de um curso de nível superior.
Com a finalidade de fortalecer o laço entre a Faculdade, empresas, segmentos,
organizações sociais e comunidade em geral, algumas diretrizes são adotadas:
•
maior aproximação com segmentos comerciais;
●
inclusão de conteúdos nos programas das disciplinas que permitam atender às
necessidades da futura relação do engenheiro mecânico;
●
criação de eventos que fortaleçam o elo entre empresa e universidade;
Para tanto, algumas ações são constantemente executadas para que esse anseio seja
atingido:
•
realização de encontros, simpósios, dias de campo, show tecnológico, feiras, enfim,
eventos que permitam uma maior aproximação entre acadêmicos e empresas;
•
intercâmbio com outras Instituições de Ensino Superior;
•
fornecimento de disciplinas de estudos complementares e/ou atividades de extensão
que permitam atualizar os conteúdos das disciplinas;
•
capacitação do corpo docente, por meio de cursos de extensão, pós-graduação latosensu, certificações, simpósios, seminários e workshops de interesse ao perfil do curso;
•
organização de projetos que oportunizem a realização de atividades complementares,
como ações e projetos sociais.
11.3. Política de Incentivo e Concessão de Bolsas
As Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, mantidas pela Unidade de Ensino Superior
Vale do Iguaçu, contam com a Política Institucional, cujo objetivo é incentivar a continuidade
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dos estudos dos acadêmicos, visando a inclusão social e neste caso, minimizar as dificuldades
financeiras encontradas pelos acadêmicos devidamente matriculados.
A Política Institucional estabelece critérios para a concessão de bolsa de estudo e
abatimentos nas mensalidades dos acadêmicos. Está vigorando desde 2001 (ano de início das
atividades da IES) e abrange, desde então, aproximadamente metade do efetivo discente em
todos os semestres.
As formas de concessão de bolsas de estudo são as seguintes:






a IES e empresas da região celebram um convênio de cooperação mútua, por
intermédio do qual a instituição, além de inserir a empresa em seus projetos sociais,
concede bolsa parcial ao acadêmico/funcionário e em contrapartida, a empresa
concede bolsa de estudo parcial para seu funcionário/acadêmico;
a IES conta acadêmicos participando da Política Institucional que concede bolsas
parciais especiais, como incentivo ao acadêmico interessado em cursar duas
graduações concomitantemente; a IES concede bolsa parcial de 35% (trinta e cinco por
cento) sobre o valor da mensalidade do curso que já se encontra em andamento.;
para garantir o ingresso de pessoas do mesmo grupo familiar em instituições privadas,
a IES proporciona bolsa parcial para cada membro da família que estiver devidamente
matriculado;
para funcionários, professores e respectivos familiares é concedida bolsa no
percentual de 50% e 30%, respectivamente, sobre o valor da mensalidade;
com o intuito de incentivar e valorizar o acadêmico, a IES instituiu o prêmio “Melhor
Aluno”, que consiste em bolsa parcial de 20% (vinte por cento) sobre a semestralidade
seguinte à obtenção do prêmio;
outra forma de minimizar as dificuldades financeiras e proporcionar a permanência do
acadêmico na IES é a concessão de bolsa de até 100% (cem por cento) sobre o valor da
mensalidade, da seguinte forma: a cada novo acadêmico matriculado por indicação do
acadêmico, este fará jus a 5% (cinco por cento) de desconto.
11.3.1. Bolsas de Trabalho ou de Administração
A IES oferece algumas bolsas de trabalho aos discentes. O programa se intitula Bolsa
Universitária e atende uma considerável parcela dos estudantes que as recebem mediante
realização de estágios em vários setores da IES. A concessão de Bolsas-estágio se dá por
processo de seleção que contempla a condição sócio-econômica, a necessidade de
manutenção do estudante no ensino superior e o desempenho acadêmico. A instituição
proporciona aos acadêmicos a oportunidade de realizar estágio não-obrigatório na respectiva
área de conhecimento. O Programa Institucional de bolsas de estudo foi implementado no
primeiro semestre de 2002 e o número de acadêmicos participantes vem crescendo
semestralmente.
Além de contribuir para a formação profissional, para a manutenção e
complementação educacional, mediante oferta de vaga de estágio, o programa prepara o
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acadêmico para o ingresso no mercado de trabalho com mais experiência em sua área de
atuação.
O Programa Institucional de Bolsas-estudo é ofertado ao acadêmico que celebra com a
instituição um Acordo de Cooperação e Termo de Compromisso de Estágio, que é
desenvolvido de acordo com o regulamento e um Plano de Estágio, sempre sob a supervisão
de um orientador comprovadamente qualificado e capacitado na área de conhecimento afim.
Também prevê incentivo para monitorias a acadêmicos dentro da Instituição.
11.3.2. Programa de Incentivo Social Solidário
Trata-se de parceria entre a IES e a Prefeitura Municipal de União da Vitória, pelo qual
são concedidas bolsas parciais com recursos provenientes do ISS (Imposto Sobre Serviços),
cujo público principal é os acadêmicos de baixa renda os quais, recebendo o auxílio financeiro,
fazem a contrapartida, desenvolvendo projetos de extensão e iniciação à pesquisa.
11.3.3. Bolsa “Melhor Aluno”
É um programa que premia os alunos com melhor desempenho acadêmico,
concedendo bolsas parciais para o semestre seguinte.
11.3.4. Bolsa Esporte
É concedida bolsa parcial aos acadêmicos atletas que possuem pontuação no ranking
estadual e/ou nacional.
11.3.5. Prouni
A Faculdade está vinculada ao Prouni – Programa Universidade para Todos, do
Governo Federal, que concede bolsas parciais e integrais para acadêmicos economicamente
carentes.
11.3.6. Programa Estude
Este programa prevê o aumento do prazo de pagamento do curso, diminuindo-se os
valores das parcelas em até 50%, sendo a diferença ressarcida à Instituição depois que o
acadêmico estiver formado, respeitando o valor percentual concedido e o valor atual da
mensalidade.
11.3.7. FIES
O Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) é um programa do
Ministério da Educação destinado a financiar a graduação na educação superior de estudantes
matriculados em instituições não gratuitas. Podem recorrer ao financiamento os estudantes
matriculados em cursos superiores que tenham avaliação positiva nos processos conduzidos
pelo Ministério da Educação.
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Em 2010 o FIES passou a funcionar em um novo formato. O Fundo Nacional de
Desenvolvimento da Educação (FNDE) passou a ser o Agente Operador do Programa e os juros
caíram para 3,4% ao ano. Além disso, passou a ser permitido ao estudante solicitar o
financiamento em qualquer período do ano.
12.
Sistemas de Avaliação
12.1. Avaliações Institucionais
As Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu contam com um plano de avaliação
institucional no qual o curso de Engenharia Mecânica também se insere. O projeto foi
implementado em 2003 e em 2005 foi reformulado de acordo com os princípios do sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES).
A Comissão Própria de Avaliação (CPA) tem mandato de dois anos. Segundo o
documento de criação, disponibilizado na página da CPA (www.uniguacu.edu.br/cpa), a
avaliação permanente de todas as atividades desenvolvidas pela IES, sejam estas realizadas
pelos docentes, discentes ou técnico-administrativos, emerge como uma atividade de
corresponsabilidade. Uma ação pedagógica integrada, que contribuirá para o
redirecionamento das ações desenvolvidas por todos, na intenção de minimizar fragilidades e
descobrir potencialidades.
A avaliação é realizada semestralmente e, além do corpo docente, atuação da
coordenação do curso, avalia-se as condições estruturais, instalações, serviços e pessoal
técnico de apoio, condições de ensino, envolvimento da IES com a comunidade, cumprimento
do regimento e as propostas PDI, PPI e PPC. As informações obtidas na autoavaliação
institucional são empregadas para melhoria das condições dos serviços ofertados, orientação
das coordenações dos cursos e docentes quanto à condução do processo ensinoaprendizagem, bem como balizam importantes decisões como melhoria dos PCCs, do PPC e
PPI. O conjunto de informações da autoavaliação é suplementado por avaliações de
acadêmicos em reuniões de colegiado.
Tais informações são disponibilizadas para a comunidade acadêmica e externa por
intermédio do Jornal da CPA, editado semestralmente. A CPA é atuante e promove a
interlocução entre os atores da comunidade acadêmica.
12.2. Processo de Avaliação do Curso
A construção e execução do projeto político‐pedagógico precisam ser sustentadas por
um acompanhamento contínuo e sistemático do NDE ‐ núcleo responsável pela condução e
implantação do PPC. Para isso é necessário que ocorra uma avaliação de forma continuada do
projeto do curso, de acordo com as determinações institucionais e as normas educacionais
vigentes. Na IES, essa avaliação se dará em dois níveis de avaliação: Interna e Externa.
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AVALIAÇÃO INTERNA
Para a avaliação interna serão realizadas as seguintes ações:
1. Reuniões do Núcleo Docente Estruturante (NDE), com finalidade principal de
(re)elaborar o Projeto Pedagógico do curso definindo sua concepção e fundamentos, atualizar
periodicamente o projeto pedagógico do curso e conduzir os trabalhos de reestruturação
curricular.
2. Análise dos planos de ensino do corpo docente, a fim de avaliar a articulação entre o
Projeto Político Pedagógico do Curso e a ação docente;
3. Construção, juntamente com os professores, de um instrumento de
acompanhamento das aulas, a partir de parâmetros previamente discutidos, de forma que eles
possam participar da avaliação da sua própria prática de trabalho;
4. Acompanhamento do desempenho dos alunos, identificando pontos nesse
desempenho que precisam ser melhorados e que precisam ser discutidos com o corpo
docente;
5. Acompanhamento da qualidade dos recursos didáticos disponíveis, observando sua
variedade, sua adequação ao número de alunos e aos objetivos e conteúdos curriculares da
proposta pedagógica;
6. Reuniões em data agendada em calendário letivo, com o corpo docente, para
estudo teórico e discussão de questões práticas;
7. Reunião periódica com participação de representantes do corpo discente para
avaliação e replanejamento do projeto político‐pedagógico. Apesar de, em princípio, parecer
uma forma subjetiva e pouco eficiente, este contato pessoal é uma forma de identificar e
melhorar processos, condições de salas de aula, entre outros. Aliado às outras, esta
ferramenta ajudará a verificar se as expectativas dos alunos em relação ao curso estão sendo
atendidas.
8. Avaliação Institucional da IES, de acordo com a Lei do SINAES, identificando os
pontos de deficiência institucional, e posterior elaboração de proposta para melhoria nesses
pontos. A avaliação será realizada através de três formas: Avaliação Institucional (AI) Discente,
de Funcionários e críticas provenientes da Ouvidoria. Os produtos das autoavaliações
fornecerão subsídios ao Colegiado e ao NDE para apreciação e discussão de propostas e ações
para sanar as deficiências.
AVALIAÇÃO EXTERNA
Considerará o desempenho do Curso em relação ao mercado de trabalho, ao grau de
satisfação do egresso e de seus contratantes e aos critérios estabelecidos pelo MEC (ENADE e
Avaliação das Condições de Ensino). Essa avaliação se dará com a análise dos resultados do
ENADE com o compromisso de reestruturação do PPC a partir de indicações contidas nos
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mesmos. Também abrangerá pesquisa junto a egressos para verificar a satisfação em relação
às condições que o Curso. O questionário abordará questões como tipos de dificuldade que os
egressos encontraram na vida profissional, e em quais áreas técnicas específicas e gerais as
dificuldades se concentram. As respostas servirão para retroalimentar cargas horárias de
disciplinas e atividades extracurriculares. A partir daí também serão identificadas as áreas
potenciais em que possam ser oferecidos cursos de pós‐graduação/extensão. Enquanto não
houver egressos do curso, o feedback virá da análise de estágios, das informações colhidas
junto aos contratantes, relacionadas ao desempenho do aluno, capacidade e deficiências
demonstradas e em quais áreas e o grau de satisfação da empresa. Contatos com empresas da
região serão feitos com frequência permitindo à gestão do curso atuar para corrigir
deficiências.
12.3. Avaliação Ensino-Aprendizagem
Entende-se avaliação como um processo de diagnóstico contínuo e sistemático. Dessa
forma, como decisão institucional, o ponto de partida é entender que todo momento de
avaliação não deverá ocorrer isoladamente, mas de maneira gradativa. Com isso, pretende-se
tornar mais eficiente a assimilação e se necessário, a recuperação de conteúdos.
Segundo Celso Antunes (2004), o processo de avaliação da aprendizagem consiste em
determinar se os objetivos educativos estão sendo realmente alcançados pelo programa do
currículo pleno e do ensino. Os objetivos visados consistem em produzir certas modificações
desejáveis no padrão de comportamento dos acadêmicos.
Outros aspectos que devem nortear o processo de avaliação são o de destacá-lo como
instrumento de apoio ao desenvolvimento acadêmico. É conveniente ressaltar que o
acadêmico executa aquilo que entende e não a interpretação que o professor dá às coisas. Ao
acadêmico, a avaliação deve fornecer informações sobre seu próprio processo de
aprendizagem. Deve permitir-lhe, não só demonstrar a aquisição dos conteúdos trabalhados
através de estratégias variadas, como também oferecer subsídios para que possa refletir sobre
seu próprio processo de aprendizagem. Por isso, necessariamente, ocorrerá em vários
momentos e privilegiará os aspectos qualitativos (capacidade de análise, síntese crítica e
elaboração pessoal do acadêmico) sobre os quantitativos e favorecerá a compreensão dos
processos mentais envolvidos na aprendizagem. Dessa forma, é imprescindível que o
acadêmico conheça:
• no que está sendo avaliado;
• que parâmetros estão sendo avaliados;
• que valores ele está recebendo pela sua avaliação e o mais importante,
• o porquê da nota que lhe foi atribuída.
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Há, a cada bimestre, mais de um instrumento de avaliação, obedecendo ao plano de
ensino das disciplinas. Ao final de cada bimestre é aferida uma média do desempenho do
graduando, resultante do conjunto das atividades realizadas.
O sistema e os critérios de avaliação obedecem, primariamente, às determinações
estabelecidas pelo Regimento Geral da IES e fundamentalmente, à coerência que deve
caracterizar qualquer processo avaliativo e permitir a detecção do ensino adequado do
conteúdo estabelecido pelo currículo do curso.
A avaliação deverá ainda oferecer subsídios para o professor. Será compreendida
como processo de acompanhamento e compreensão dos avanços, dos limites e das
dificuldades dos acadêmicos para atingirem os objetivos propostos. A IES por meio da
coordenação do curso orientará para que a avaliação ocorra no sentido de, além de
diagnosticar a realidade, determinar os fatores de insucesso e orientar as ações para sanar ou
minimizar as causas e promover a aprendizagem do acadêmico. Para isso, deve estabelecer
sempre uma relação de coerência com o processo ensino-aprendizagem e com a concepção do
curso.
Em reuniões de colegiado e de coordenação acadêmica, os professores devem ser
motivados a diversificar os critérios de avaliação, com vistas a reorientar o processo de ensino
quando necessário. Deve-se discutir a forma de administração dos conteúdos aos acadêmicos,
a forma de organização e construção das avaliações e atribuição de notas. Dessa forma os
procedimentos de ensino podem ser corrigidos para não se distanciar dos pressupostos do
projeto pedagógico do curso.
Na avaliação da aprendizagem os professores devem utilizar instrumentos formais, tais
como testes e provas, no final de um período determinado de tempo. Porém isso se constitui
em um momento de culminância de todo um processo de avaliação e não no único momento
avaliado. Reconhece-se a importância de instrumentos formais de avaliação, porém não se
focaliza a avaliação apenas no desempenho cognitivo do acadêmico.
A avaliação do desempenho escolar deve ser realizada por intermédio de
acompanhamento contínuo do acadêmico, feita em cada unidade curricular, incidindo sobre
frequência e aproveitamento. Dá-se por meio de provas (discursivas e de múltipla escolha),
relatórios, seminários, estudos de caso, trabalhos (individuais e em grupo), exercícios dirigidos,
participação em projetos, compromisso do acadêmico com sua formação e com a consciência
de sua atuação. O aproveitamento deve ser expresso em notas, demonstradas em grau
numérico de zero (0,0) a dez (10,0). Por recomendação da IES, os professores realizam pelo
menos duas avaliações a cada bimestre, uma em data determinada pelo professor
(normalmente ao fim do primeiro mês do bimestre) e outra realizada em data prédeterminada em calendário escolar durante uma semana de provas.
O CONSEPE, juntamente com os Colegiados de Cursos e demais setores da IES
elaboram e aprovam o Calendário Escolar para a realização de provas e exames finais. As
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condições para a aprovação por média e participação em exames finais são aquelas constantes
do Regimento da IES.
A avaliação na IES está voltada para o compromisso com o questionamento, com a
crítica, com a expressão do pensamento divergente e com os próprios métodos de
investigação, que devem ser coerentes. Nesse sentido, é concebida como uma atividade séria
e complexa, um processo sistemático de identificação da aprendizagem que atribui valor e por
isso deve envolver diferentes momentos, diversos métodos e diferentes agentes.
O trabalho de conclusão de curso consta como um instrumento de avaliação e é regido
pelo Regimento de Trabalho de Conclusão de Curso.
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13.
Referências Bibliográficas
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Janeiro: Garamond, 2000.
BUARQUE, C. A aventura da universidade. São Paulo: UNESP, 1994.
CAPRA, F. O ponto de mutação: a ciência, a sociedade e a cultura emergente. São Paulo:
Cultrix, 1988.
GARDNER, H. Estruturas da mente: a teoria das inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1994.
Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação – Bacharelados, Licenciaturas e Cursos
Superiores de Tecnologia (presencial e a distância), Brasília, maio de 2011.
KUHN, T.S. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1994.
MASETTO, M. T. Mediação pedagógica e o uso da tecnologia. In: MORAN, J. et al. Novas
tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.
MORAES, M.C. O paradigma educacional emergente. Tese (Doutorado) - Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo, 1996.
MORAES, M. C. O Paradigma Educacional Emergente: implicações na formação do professor e
nas práticas pedagógicas. Em Aberto, Brasília, ano 16. n.70, abr./jun. 1996
SANTOME, J. T. Globalização e interdisciplinaridade: o currículo integrado, Porto Alegre: Artes
Médicas, 1998.
RODRIGUES, F. et al. Influência dos Traços Culturais Nacionais na Formação de Apl´S – O Caso
das Empresas de Esquadrias do APL da Madeira. FLORESTA, Curitiba, PR, v. 40, n. 1, p. 137-146,
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INFORMATIVO DOS NÚCLEOS SETORIAIS DE UNIÃO DA VITÓRIA E PORTO UNIÃO ACEUV/ACIPU. Empresas participantes dos Núcleos Setoriais
http://www.aceuv.com.br/index.php?id=nucleos acessado em 14/10/2011
BIMCI – Associação Brasileira de Madeira Processada Mecanicamente. Estudo Setorial 2007.
Ano base 2006. 44 p. 2007. Disponível em:
http://www.abimci.com.br/importancia_setor.html. Acesso em 27/11/2008.
ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA MADEIRA DE UNIÃO DA VITÓRIA/PORTO UNIÃO (APL União a
Vitória/Porto União). Disponível em: <http://www.apldamadeira.com.br>. Acesso em
10/07/2007.
ENDERLE, R. A.; CÁRIO, S. A. F.; NICOLAU, J. A. Estudo do arranjo produtivo local madeireiro do
vale do Iguaçu (PR/SC): capacitação tecnológica e política de desenvolvimento. Revista
Paranaense de Desenvolvimento, Curitiba, n. 108, p. 113-141. 2005.
IPARDES - INSTITUTO PARANAENSE DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL; SERVIÇO
BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (SEBRAE). Centro Industrial do
Arranjo Produtivo Local da Madeira em União da Vitória (PR) e Porto União (SC). Curitiba,
2006. 106 p.
MARTINI, S. T. A competitividade da micro e pequena empresa madeireira na região do Vale
do Iguaçu: suas potencialidades e fragilidades. 174 f. Dissertação (Mestrado em Economia) –
Programa de Pós-Graduação em Economia, Universidade Federal de Santa Catarina,
Florianópolis, 2003.
MARTINI, S. T. O arranjo produtivo da madeira de União da Vitória-PR: um estudo de caso.
Curitiba: IEL, 2006. Concurso IEL-PR de monografias sobre a relação universidade-empresa.
OLIVEIRA, P. T. Características culturais nacionais e ciclo de vida organizacional: um estudo em
empresas do setor alimentício do Paraná. 163 f. Dissertação (Mestrado em Administração) –
Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal do Paraná, 2000.
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OLIVEIRA, P. T.; MACHADO-DA-SILVA, C. L. Características culturais nacionais em organizações
industriais do setor alimentício paranaense. Organizações & Sociedade, Salvador, v. 8. n. 22, p.
27-48, set./dez. 2001.
ABIMCI. Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI),
disponível em www.abimci.org.br, acesso em 10 de setembro de 2005.
BANDEIRA, Pedro Silveira. A economia da região Sul. In: AFFONSO, Rui de Brito A., SILVA, Pedro
L. Barros (org.) - Federalismo no Brasil. São Paulo:Unesp, 1995.
BOLETIM DO APL DA MADEIRA DE PORTO UNIÃO DA VITÓRIA (2005a), disponível em
www.apldamadeira.com.br, acesso em 31/10/2005, n. 1; n.2 en.6.
IPARDES. Arranjos produtivos locais e o novo padrão de especialização regional da indústria
paranaense na década de noventa. Curitiba, 2003.
IPARDES. Mesorregião sudeste. Leituras Regionais, 2004
MARTINI, Suely Terezinha. (Coord.). Diagnóstico da cadeia produtiva da madeira dos
municípios de União da Vitória/PR e Porto União/SC. União da Vitória: FACE/META-Consultoria
Empresa Junior, 2004.
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14.
Anexo A – Ementas das Disciplinas
PRIMEIRO PERÍODO:
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA:
Intervalos e desigualdades. Funções de uma variável real. Limites e continuidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AYRES JR., Frank; MENDELSON, Elliott. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Mcgraw-Hill,
1994.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2002, v.1.
STEWART, J. Cálculo. 5a ed., São Paulo: Thomson & Learning, 2006, v.1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo, Pearson Makron Books, 2006, v.1
HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de
Janeiro: LTC, 1999.
MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
ROCHA, L. M. Cálculo 1: limites, derivadas, integrais, exercícios resolvidos, 670 exercícios com
respostas. São Paulo: Atlas, 1996.
THOMAS, George B. Cálculo. 11ª. Ed., São Paulo: Editora Pearson, 2008, v.1.
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Medidas e sistemas de unidades. Movimento em uma, duas e três dimensões. Leis de Newton.
Trabalho e energia. Conservação de energia. Sistemas de partículas e conservação de
momento. Colisões. Cinemática e dinâmica das rotações. Equilíbrio. Instrumentos de medidas.
Erros e gráficos. Experimentos envolvendo conceitos de cinemática, dinâmica, energia,
momento linear e rotações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J.; Fundamentos de Física. 8ª ed., : Livros Técnicos e
Científicos Editora – LTC, 2009, v.1
TIPLER, Paul A. Física. v.1, 4ª ed., : Livros Técnicos e Científicos Editora – LTC.
YOUNG, Freedman, Física I – Mecânica. 10a ed., : Editora Person.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALONSO, M. & FINN, EDWARD J. Física: Um Curso Universitário. : Edgard Blücher Editora. v.1.
FEYNMAN,R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS,M. Lições De Física De Feynman Edição Definitiva. :
Editora Bookman Edição 2008.
KELLER, F. J., Gettys, W. E. & SKOVE, M. J. Física. Vol 1. São Paulo: Makron Books, 1999.
NUSSENZWEIG, Moisés. Curso de Física Básica: Mecânica. 4ª ed., : Edgard Blücher Editora,
2008, v.1.
SERWAY, Raymond A. Física para Cientistas e Engenheiros. : Rio de Janeiro: LTC, 1996. Vol. 1.
GEOMETRIA ANALÍTICA
CARGA HORÁRIA: 80
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EMENTA
Vetores no plano e no espaço. Retas no plano e no espaço. Estudo do plano. Distância, área e
volume. Cônicas, Quádricas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria Analítica: um tratamento vetorial. 3a ed., São Paulo:
Pearson Education, 2005.
STEINBRUCH, Alfredo. Geometria Analítica. 2a ed., São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
WINTERLE, P.. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAROLI, Alésio de; CALLIOLI, Carlos A.; FEITOSA, Miguel O. Matrizes, vetores e geometria
analítica. São Paulo: Nobel, 1984.
CORREA, Paulo S. Q.. Álgebra Linear e Geometria Analítica. : Interciência, 2006.
GIACAGLIA, Giorgio Eugênio Oscare. Vetores e geometria analítica com elementos de álgebra
linear. São Paulo: Nobel, 1983
JULIANELLI, Jose Roberto. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica. : Ciência Moderna, 2008.
LORETO, A. C. C.; LORETO JR, A. P. Vetores e Geometria Analítica: teoria e exercícios. : Editora
LCTE, 2005.
DESENHO TÉCNICO I
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Instrumentação e Normas. Esboços a mão livre. Construções Geométricas (figuras geométricas
planas e sólidos geométricos). Perspectivas (axonométricas). Perspectiva (cavaleira). Projeções
ortogonais (1 º Diédro). Desenho de elementos Básicos. Escalas. Cotagem. Cortes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREDO, Bruno. Noções de geometria e desenho técnico. São Paulo: Ícone, 1994.
MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 2004.
SPECK, J. H.; PEIXOTO, V. V. Manual Básico de Desenho Técnico. Florianópolis: Editora da
UFSC, 2009, 203p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
E. T. FRENCH, et al. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo: Globo, 2005, 1093p.
F. E. GIESECKE et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMANN, 2002, 534p.
D. E. MAGUIRE. Desenho Técnico Básico: Problemas e Soluções Gerais do Desenho. : Hemus,
2004, 257p.
G. MANFE, et al. Desenho Técnico Mecânico. São Paulo: Hemus, 2004.
SILVA, A.; RIBEIRO, C. T. e DIAS, J. Desenho Técnico Moderno, LTC 2006
FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Fundamentos da Administração: definição; princípios gerais; conceitos e questões centrais; a
administração enquanto processo. O papel dos gerentes e o novo perfil profissional. Liderança
organizacional; Processo de comunicação organizacional; Administração Contemporânea:
análise, tendências e desafios para a realidade organizacional.
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BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 6 ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2000.
MOREIRA, Daniel A. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2004.
KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à Administração. 5 ed. São Paulo: Atlas, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAVIS, Mark M.; AQUILANO, Nicholas J.; CHASE, Richard B. Fundamentos da administração da
produção. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração. 6.ed. São Paulo: Atlas,
2004.
MOTTA, Fernando C. P.; VASCONCELOS, Isabella F. de Gouveia de. Teoria geral da
administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. 441 p.
DAFT, Richard L. Administração. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2005.
STONER, James A. F.; FREEMAN, R. Edward. Administração. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA I
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
O papel social do Engenheiro Mecânico. Os possíveis efeitos das políticas de inclusão social na
evolução tecnológica brasileira. Questões e conflitos étnico-raciais na indústria. Legislação
profissional. Áreas de atuação do Engenheiro Mecânico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. V. Introdução à Engenharia: conceitos, ferramentas e
comportamentos. 1ª. ed. Florianópolis: Editora da UFSC,2006.
HOLTZAPPLE, M. T. e REECE, W. D. Introdução à Engenharia LTC 2006
WICKERT, Jonathan. Introdução à Engenharia Mecânica. p. 386, Cengage Learning, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BROCKMAN, J. B., Introdução à Engenharia: Modelagem e Solução de Problemas LTC 2010.
DYM, C.; LITTLE, P.; ORWIN, E.; SPJUT E. Introdução à Engenharia Uma Abordagem Baseada
em Projeto. 3ª Ed. Bookman, 2010.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 6ª. ed. SP: Atlas, 2001.
QUÍMICA TECNOLÓGICA I
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Introdução à química, características e abordagens importantes para estudar matéria e
materiais: perspectivas macroscópicas, microscópicas e simbólicas. Relação entre a Química
Geral e a Química Tecnológica, importância e aplicações na Engenharia. Átomos e moléculas:
estrutura atômica e propriedades periódicas dos elementos; principais características das
ligações iônicas, covalentes e metálicas, descrição e previsão das principais propriedades
físicas e químicas de compostos iônicos, metais, semi-metais e não metais. Equações químicas,
reações e estequiometria: notação e nomenclatura dos compostos químicos, representação e
ajuste estequiométrico de reações químicas, cálculos estequiométricos envolvendo pureza,
rendimento e reagentes limitantes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
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ATKINS, P. W.; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001. 914 p.
MASTERTON. W. L., et al., Princípios de Química, Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1990.
RUSSEL, J. B. Química geral. 2.ed. . Vols 1 e 2. São Paulo, Makron Books, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAUER, L. A. F.; Materiais de Construção Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
BRADY, James E.; RUSSELL, Joel W; HOLUM, John R. Química: a matéria e suas
transformações. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 2v
CALLISTER Jr, W. D. Ciência e Engenharia de Materiais – Uma introdução. 5a ed. R. Janeiro:
LTC, 2002.
FOGLER, H. Scott. Elementos de engenharia das reações químicas. 3. ed.-. Rio de Janeiro: LTC,
c2002.
MAHAN. B. H., Química - um Curso Universitário, EDGARD BLUCHER. 2002.
SEGUNDO PERÍODO:
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Cálculo diferencial. Aplicações do cálculo diferencial. Integral definida: propriedades principais,
método de integração. Teorema fundamental do cálculo, aplicações, integral imprópria.
Sequência e séries numéricas de funções. Séries de Taylor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AYRES JR., Frank; MENDELSON, Elliott. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Mcgraw-Hill,
1994.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2002, v.1.
STEWART, J. Cálculo. 5a ed., São Paulo: Thomson & Learning, 2006, v.1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo, Pearson Makron Books, 2006, v.1
HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de
Janeiro: LTC, 1999.
MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J. Cálculo. Rio de Janeiro : LTC, 1982.
ROCHA, L. M. Cálculo 1: limites, derivadas, integrais, exercícios resolvidos, 670 exercícios com
respostas. São Paulo: Atlas, 1996.
THOMAS, George B. Cálculo. 11ª. Ed., São Paulo: Editora Pearson, 2008, v.1.
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Gravitação; oscilações; movimento ondulatório; ondas sonoras; fluídos; temperatura; teoria
cinética dos gases; calor e primeira lei da termodinâmica; segunda lei da termodinâmica;
entropia; processos térmicos. Experimentos envolvendo conceitos de oscilações, gravitação,
ondas, acústica, mecânica dos fluidos e termologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
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84.600-000 União da Vitória - PR
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J.; Fundamentos de Física. 8ª ed., : Livros Técnicos e
Científicos Editora – LTC, 2009, v.1 e 2.
TIPLER, Paul A. Física. v.1 e 2, 4ª ed., : Livros Técnicos e Científicos Editora – LTC.
YOUNG, Freedman, Física II. 10a ed., : Editora Person.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALONSO, M. & FINN, EDWARD J. Física: Um Curso Universitário. : Edgard Blücher Editora. v.2.
FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS,M. Lições De Física De Feynman Edição Definitiva. :
Editora Bookman Edição 2008.
KELLER, F. J., Gettys, W. E. & SKOVE, M. J. Física. Vol 1 e 2. São Paulo: Makron Books, 1999.
NUSSENZWEIG, Moisés. Curso de Física Básica: Mecânica. 4ª ed., : Edgard Blücher Editora,
2008, v.2, 3 e 4.
SERWAY, Raymond A. Física para Cientistas e Engenheiros. : Rio de Janeiro: LTC, 1996. Vol. 2,
3 e 4.
ÁLGEBRA LINEAR
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA:
Operações matriciais. Sistemas lineares. Determinantes. Vetores. Espaços e subespaços
vetoriais. Bases. Transformações lineares. Autovetores autovalores e autovetores de matrizes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTON, H., RORRES, C., Álgebra linear com aplicações. 8a Edição. Bookman.
KOLMAN, Bernard. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC.
STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. São Paulo: McGraw-Hill.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOLDRINI, Costa, Figueiredo & WETZLER. Álgebra Linear. Editora Harbra.
CORREA, Paulo S. Q.. Álgebra Linear e Geometria Analítica. : Interciência, 2006.
GIACAGLIA, Giorgio Eugênio Oscare. Vetores e geometria analítica com elementos de álgebra
linear. São Paulo: Nobel, 1983.
LAY, D.C. Álgebra Linear e suas aplicações. 2ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
VENTURI, Jacir J. Álgebra Vetorial e Geometria Analítica, Curitiba.
DESENHO TÉCNICO II
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Introdução ao uso de programa de desenho e projeto assistido por computador: origem,
histórico. Aplicações em desenhos e detalhamentos de elementos de máquinas. Aplicações em
desenhos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FRENCH, E. T. et al. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo: Globo, 2005, 1093p.
GIESECKE, F. E. et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMANN, 2002, 534p.
SPECK, J. H.; PEIXOTO, V. V. Manual Básico de Desenho Técnico. Florianópolis: Editora da
UFSC, 2009, 203p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CRUZ, Michele David. Desenho Técnico Para Mecânica. Editora: Érica, 1ª. Ed., 2010.
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FIGUEIRAS, L. V. L. et al. Fundamentos de computação gráfica. Rio de Janeiro, São Paulo:LTC,
1987.
FREDO, Bruno. Noções de geometria e desenho técnico. São Paulo: Ícone, 1994.
MAGUIRE, D. E. Desenho Técnico Básico: Problemas e Soluções Gerais do Desenho. : Hemus,
2004, 257p.
MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 2004.
FUNDAMETOS DA ECONOMIA
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Conceitos de Economia; Mercados e Preços; Demanda; Oferta; Teoria da Firma; Estruturas de
Mercado; O Papel do Governo. Noções de Macroeconomia e Economia Internacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MOCHON, F. Princípios de Economia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
SULLIVAN, A. SHEFFRIN, S. M. & NISHIJIMA, M. Introdução à Economia. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2004
VICECONTI, Paulo Eduardo Vilchez; NEVES, Silvério das. Introdução à economia. 7 ed. São
Paulo: Frase, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DORNBUSCH, R.; FISCHER, S. e STARTZ, R. Macroeconomia. 10 ed. : Mcgraw-Hill. 2009.
OLIVEIRA, Márcio Rogério de. Economia. Joinville, Tupy, 2010.
PARKIN, Michael. Economia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
TROSTER, R. L. e MOCHÓN, F. Introdução à Economia. São Paulo: Makron Books, 1999.
VASCONCELLOS, M. A. & GARCIA, M. E. Economia. São Paulo: Editora Saraiva. 2007.
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA II
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Leitura e compreensão de textos acadêmico-científicos. Definição e estrutura de textos
acadêmico-científicos. Produção acadêmico-científica escrita e oral.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. SP: Atlas, 2001.
MOREIRA,H.; CALEFFE, L. G., Metodologia da Pesquisa - Para o Professor Pesquisador - 2ª ed.
VALERIANO, Dalton L. Moderno Gerenciamento De Projetos. p. 272, São Paulo: Pearson, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P.. Para entender o texto: leitura e redação. 16ª Ed. São Paulo: Ática,
2007.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de Pesquisa. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resenhas, resumos. 8ª.ed. São
Paulo: Atlas, 2006.
OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisa, TGI, monografias,
dissertações e teses. São Paulo: Pioneira, 2002.
SANTOS, A. R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 6.ed. Rio de Janeiro: DP
& A, 2004.
73
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Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia
84.600-000 União da Vitória - PR
QUÍMICA TECNOLÓGICA II
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Energia e Química: Energia e reações químicas, transformação e conservação de energia,
energia e estequiometria, capacidade calorífica e entalpia, aplicações práticas e exemplos na
área da Engenharia. Funções Inorgânicas: características, aplicações, nomenclatura e exemplos
de ácidos, bases, sais e óxidos.Eletroquímica: reações de oxidação e redução, potenciais de
redução padrão e potencial de celas eletroquímicas. Eletrólise e baterias. Corrosão e formas de
evitar a corrosão: A importância da corrosão em estruturas metálicas. Elementos da ciência
dos materiais: arranjo cristalino, caracterização da matéria, metais, isolantes, semicondutores, polímeros. Processos tecnológicos de obtenção de polímeros, metais, vidros,
cerâmicas e aglomerantes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, P. W.; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001. 914 p.
MASTERTON. W. L., et al., Princípios de Química, Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1990.
RUSSEL, J. B. Química geral. 2.ed. . Vols 1 e 2. São Paulo, Makron Books, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAUER, L. A. F.; Materiais de Construção Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
BRADY, James E.; RUSSELL, Joel W; HOLUM, John R. Química: a matéria e suas
transformações. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 2v
CALLISTER Jr, W. D. Ciência e Engenharia de Materiais – Uma introdução. 5a ed. R. Janeiro:
LTC, 2002.
FOGLER, H. Scott. Elementos de engenharia das reações químicas. 3. ed.-. Rio de Janeiro: LTC,
c2002.
MAHAN. B. H., Química - um Curso Universitário, EDGARD BLUCHER. 2002.
TERCEIRO PERÍODO:
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Funções de várias variáveis reais. Limite e continuidade de várias variáveis reais. Integrais
duplas e triplas. Sistemas de coordenadas cilíndricas e esféricas. Jacobiano. Mudança de
variável. Integrais curvilíneas. Operadores divergente e rotacional. Teoremas de Gauss, Green
e Stokes. Integrais de superfície. Outras aplicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AYRES JR., Frank; MENDELSON, Elliott. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Mcgraw-Hill,
1994.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2002, v.2.
STEWART, J. Cálculo. 5a ed., São Paulo: Thomson & Learning, 2006, v.2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTON, H. Cálculo: um novo horizonte. 6.ed. Porto Alegre: Bookmann, 2000. V.1 e 2
BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo, Pearson Makron Books, 2006, v.2
GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997.V.1, 2, 3 e 4.
KAPLAN, W. Cálculo Avançado. Edgard Blucher, 1972. V. 2.
74
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Curso de Engenharia Mecânica
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THOMAS, George B. Cálculo. 11ª. Ed., São Paulo: Editora Pearson, 2008, v.2.
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Força elétrica; campo elétrico; lei de Coulomb; lei de Gauss; potencial elétrico; energia
eletrostática e capacitância; corrente elétrica; circuitos de corrente contínua; resistência e
teoria microscópica da condução elétrica. Experimentos envolvendo conceitos de eletrostática
e circuitos elétricos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J.; Fundamentos de Física. 8ª ed., : Livros Técnicos e
Científicos Editora – LTC, 2009, v.3 e 4.
TIPLER, Paul A. Física. v.3 e 4, 4ª ed., : Livros Técnicos e Científicos Editora – LTC.
YOUNG, Freedman, Física III e IV. 10a ed., : Editora Person.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALONSO, M. & FINN, EDWARD J. Física: Um Curso Universitário. : Edgard Blücher Editora. v.2.
FEYNMAN,R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS,M. Lições De Física De Feynman Edição Definitiva. :
Editora Bookman Edição 2008.
KELLER, F. J., Gettys, W. E. & SKOVE, M. J. Física. Vol 1 e 2. São Paulo: Makron Books, 1999.
NUSSENZWEIG, M.. Curso de Física Básica: Mecânica. 4ª ed., : Edgard Blücher, 2008, v. 3 e 4.
SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. : Rio de Janeiro: LTC, 1996. Vol. 3 e 4.
PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES E MÉTODOS NUMÉRICOS I
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Conceito de algoritmo, partes do algoritmo, atribuição e operações, entrada e saída, estruturas
de condição, estruturas de repetição, vetores, matrizes. Sub-algoritmos: Procedimentos e
funções. Estudo sobre erros. Zeros de funções. Métodos numéricos de Álgebra Linear.
Interpolação. Derivação e integração numérica. Aproximação de funções, ajustamento de
dados. Solução numérica de equações diferenciais ordinárias. Outras aplicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARENALES, S,. DAREZZO A., Cálculo Numérico Aprendizagem com Apoio de Software,
Thomson Learning, 2008.
FRANCO, N. B., Cálculo Numérico, 1ª.Ed., Pearson Prentice Hall, 2006.
MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de
programação de computadores. 23.ed. SÃO PAULO: Érica, 2010. 320p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Ap. Veneruchi de. Fundamentos da
programação de computadores. São Paulo, Pretice-Hall, 2002.
MANZANO, J. A. N. G.;YAMATUMI, W. Y. Programando em turbo pascal 7.0 & free pascal
compiler. 9.ed. São Paulo, Érica, 2004.
MANZANO, J. A. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação. São Paulo, Érica,
2004.
OLIVEIRA, Álvaro Borges de. Introdução à programação algoritmos. Florianópolis: Visual
Books, 1999. 163p.
75
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ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Pascal e C. São Paulo, Pioneira,
2002.
TERMODINÂMICA TÉCNICA I
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Conceitos fundamentais. Definição de sistemas termodinâmicos. Calor, Trabalho, Energia e a
Primeira Lei da Termodinâmica. Propriedades dos Fluidos e Gases e modelos de gás ideal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BORGNAKKE, C. e SONNTAG, R. E. Fundamentos da Termodinâmica - Volume Básico - 7ª Ed. p.
454, Blucher, 2009
MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N.; Princípios de Termodinâmica para Engenharia. 6ª Ed. p. 800,
Rio de Janeiro: LTC, 2009.
POTTER, M. C. e SCOTT, E. P. Termodinâmica 1a. Ed. P. 380, Editora: Cengage Learning, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
IENO G. e NEGRO, L. Termodinâmica. P. 248 Editora: Pearson / Prentice Hall, 2004.
LEVENSPIEL, O. Termodinâmica Amistosa Para Engenheiros p. 336, Edgard Blucher, 2002
OLIVEIRA, M. J. Termodinâmica. 1ª. Ed. Editora: Livraria da Física, p. 384, 2005.
PÁDUA, A. B. e PÁDUA, C. G. Termodinâmica Uma Coletânea De Problemas. 1ª. Ed. Editora:
Livraria da Física, p. 270, 2006.
SONNTAG, RICHARD Introdução A Termodinâmica Para Engenharia 1ª Ed. p. 398, LTC, 2003.
VAN WYLEN, G.J.et al. Fundamentos da Termodinâmica. SP: Blücher, 4ª ed.p. 608 2003.
MECÂNICA GERAL I
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Estática dos pontos materiais. Corpos rígidos. Equilíbrio dos corpos rígidos. Forças distribuídas.
Centróides e baricentros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HIBBELER, R.C. Estática – Mecânica para engenharia. 10ed., SP: Pearson – Prentice Hall, 2005.
BEER, F.R. e JOHNSTON Jr., R. Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática. 5ed., Vol.1, SP:
Makron Books / McGraw-Hill.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORESI, A. P. e SCHMIDT R. J. Estática. Thomson Learning, 2003.
KRAIGE, L.G. e MERIAM J.L. Mecânica Estática 5ed., Vol.1, RJ: LTC, 2008.
SHAMES I. H. Estática – Mecânica para engenharia Vol.1, 4ª.ed., Prentice Hall, 2002.
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA I
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Estrutura Cristalina, Defeitos Cristalinos, Difusão, Propriedades mecânicas dos materiais.
Ensaios de tração, dureza e impacto. Mecanismos de endurecimento. Recuperação,
recristalização e crescimento de grão em metais. Introdução à mecânica da fratura, Fraturas
por fadiga, fluência, dúcteis e frágeis. Diagramas de equilíbrio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
76
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84.600-000 União da Vitória - PR
CALLISTER Jr., W.D., Ciência e engenharia de materiais: uma introdução, 7ª. ed. Rio de Janeiro,
LTC, 2008.
ASKELAND, D. R.; PHULÉ, P. P. Ciência e Engenharia dos Materiais 1ª. Ed Editora Thomson
Learning, P.616, 2008
SHACKELFORD, James F. Ciência dos Materiais 6ª ed., Pearson, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ADAMIAN, R. "Novos Materiais - Tecnologias e Aspectos Econômicos" Escola Politécnica UFRJ,
Rio de Janeiro, 2009, 400 pag
ASM INTERNATIONAL HANDBOOK COMMITEE. Metals Handbook. 8ª. ed. Ohio: Materials Park,
1992. v. 1, 2, 8, 9 e 10.
CHIAVERINI, V., Aços e Ferros Fundidos, 6a, São Paulo: Editora da ABM, 1990. (Id 621.7 C532a)
CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica Vol. I, II e III 2ed.. Makron Books. São Paulo: 1995.
SOUZA, Sérgio A de. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos. 2ª. ed. São Paulo: Edgar
Blücher,1996.
VAN VLACK, Lawrence H.: Princípio de ciências e tecnologia dos materiais. 4ª. ed. Rio de
Janeiro: Campus, 1994.
QUARTO PERÍODO:
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL IV
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Equações diferenciais de primeira ordem: equações de variáveis separáveis, equações lineares
de primeira ordem, equações homogêneas. Equações diferenciais lineares com coeficientes
constantes: natureza das soluções das equações lineares, resolução das equações de ordem
"n". Introdução às soluções pelo método das transformadas integrais: transformada de Laplace
e transformada de Fourier.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AYRES JR., Frank; MENDELSON, Elliott. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Mcgraw-Hill,
1994.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2002, v.2.
STEWART, J. Cálculo. 5a ed., São Paulo: Thomson & Learning, 2006, v.2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTON, H. Cálculo: um novo horizonte. 6ª.ed. Porto Alegre: Bookmann, 2000. V.1 e 2
BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo, Pearson Makron Books, 2006, v.2
GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. 3ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997.V.1, 2, 3 e 4.
KAPLAN, W. Cálculo Avançado. Edgard Blucher, 1972. V. 2.
THOMAS, George B. Cálculo. 11ª. Ed., São Paulo: Editora Pearson, 2008, v.2.
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL IV
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Campo magnético; lei de Gauss para o magnetismo; lei de Ampare; fluxo magnético; lei de
Faraday; indutância; energia magnética; circuitos de corrente alternada; Experimentos
envolvendo conceitos de eletrostática, magnetismo e circuitos elétricos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
77
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84.600-000 União da Vitória - PR
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J.; Fundamentos de Física. 8ª ed., : Livros Técnicos e
Científicos Editora – LTC, 2009, v.3 e 4.
TIPLER, Paul A. Física. v.3 e 4, 4ª ed., : Livros Técnicos e Científicos Editora – LTC.
YOUNG, Freedman, Física III e IV. 10a ed., : Editora Person.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALONSO, M. & FINN, EDWARD J. Física: Um Curso Universitário. : Edgard Blücher Editora. v.2.
FEYNMAN,R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS,M. Lições De Física De Feynman Edição Definitiva. :
Editora Bookman Edição 2008.
KELLER, F. J., Gettys, W. E. & SKOVE, M. J. Física. Vol 1 e 2. São Paulo: Makron Books, 1999.
NUSSENZWEIG, M.. Curso de Física Básica: Mecânica. 4ª ed., : Edgard Blücher, 2008, v. 3 e 4.
SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. : Rio de Janeiro: LTC, 1996. Vol. 3 e 4.
PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES E MÉTODOS NUMÉRICOS II
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Estudo sobre erros. Zeros de funções. Métodos numéricos de Álgebra Linear. Interpolação.
Derivação e integração numérica. Aproximação de funções, ajustamento de dados. Solução
numérica de equações diferenciais ordinárias. Outras aplicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARENALES, S.; DAREZZO, A., Cálculo Numérico Aprendizagem com Apoio de Software,
Thomson Learning, 2008.
FRANCO, N. B., Cálculo Numérico, 1ª. Ed., Pearson Prentice Hall, 2006.
MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de
programação de computadores. 23ª. ed. SÃO PAULO: Érica, 2010. 320p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. Ap. V. de. Fundamentos da programação de computadores.
São Paulo, Pretice-Hall, 2002.
BURDEN, R. L.; Faires, J. D., Análise Numérica, Thomson Learning, 2003.
MANZANO, J. A. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação. São Paulo, Érica,
2004.
OLIVEIRA, Álvaro Borges de. Introdução à programação algoritmos. Florianópolis: Visual
Books, 1999. 163p.
ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Pascal e C. São Paulo, Pioneira,
2002.
TERMODINÂMICA TÉCNICA II
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Análise de Massa e Energia para um Volume de Controle. Irreversibilidades e a Segunda Lei da
Termodinâmica. Entropia. Balanço de Entropia para um Volume de Controle. Sistemas de
Potência a Vapor e a Gás. Sistemas de Refrigeração e Bombas de Calor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BORGNAKKE, C. e SONNTAG, R. E. Fundamentos da Termodinâmica - Volume Básico - 7ª Ed. p.
454, Blucher, 2009
MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N.; Princípios de Termodinâmica para Engenharia. 6ª Ed. p. 800,
Rio de Janeiro: LTC, 2009.
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POTTER, M. C. e SCOTT, E. P. Termodinâmica 1a. Ed. P. 380, Editora: Cengage Learning, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
IENO G. e NEGRO, L. Termodinâmica. P. 248 Editora: Pearson / Prentice Hall, 2004.
LEVENSPIEL, O. Termodinâmica Amistosa Para Engenheiros p. 336, Edgard Blucher, 2002
OLIVEIRA, M. J. Termodinâmica. 1ª. Ed. Editora: Livraria da Física, p. 384, 2005.
PÁDUA, A. B. e PÁDUA, C. G. Termodinâmica Uma Coletânea De Problemas. 1ª. Ed. Editora:
Livraria da Física, p. 270, 2006.
SONNTAG, RICHARD Introdução A Termodinâmica Para Engenharia 1ª Ed. p. 398, LTC, 2003.
VAN WYLEN, G.J.et al. Fundamentos da Termodinâmica. SP: Blücher, 4ª ed.p. 608 2003.
MECÂNICA GERAL II
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Análise de estruturas. Forças em vigas e cabos. Dinâmica: cinemática e cinética dos pontos
materiais e dos corpos rígidos. Movimento plano dos corpos rígidos. Dinâmica dos sistemas
não rígidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HIBBELER, R.C. Dinâmica: Mecânica para engenharia. 10 ed., SP: Pearson – Prentice Hall, 2005.
BEER, F.R. e JOHNSTON Jr., R. Mecânica Vetorial para Engenheiros: Dinâmica. 5ed., Vol.1, SP:
Makron Books / McGraw-Hill.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORESI, A. P. e SCHMIDT R. J. Dinâmica. Thomson Learning, 2003.
KRAIGE, L.G. e MERIAM J.L. Mecânica Dinâmica. 5ed., Vol.1, RJ: LTC, 2008.
SHAMES I. H. Dinâmica – Mecânica para engenharia Vol.1, 4ª.ed., Prentice Hall, 2002.
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA II
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Tratamentos térmicos, de endurecimento superficial e termo-químicos. Processos de
conformação de metais. Ligas ferrosas (aços estruturais, aços ferramentas, aços inoxidáveis e
ferros fundidos) e não-ferrosas (alumínio, cobre, magnésio, titânio e suas ligas). Polímeros.
Materiais compósitos. Seleção de materiais. Ensaios não-destrutivos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CALLISTER Jr., W.D., Ciência e engenharia de materiais: uma introdução, 7ª. ed. Rio de Janeiro,
LTC, 2008.
ASKELAND, D. R.; PHULÉ, P. P. Ciência e Engenharia dos Materiais 1ª. Ed Editora Thomson
Learning, P.616, 2008
SHACKELFORD, James F. Ciência dos Materiais 6ª ed., Pearson, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ADAMIAN, R. "Novos Materiais - Tecnologias e Aspectos Econômicos" Escola Politécnica UFRJ,
Rio de Janeiro, 2009, 400 pag
CHIAVERINI, V., Aços e Ferros Fundidos, 6a, São Paulo: Editora da ABM, 1990. (Id 621.7 C532a)
CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica Vol. I, II e III 2ed.. Makron Books. São Paulo: 1995.
NEWELL, J. A. Fundamentos Da Moderna Engenharia E Ciência Dos Materiais 1ª. Ed.p.316,
LTC 2010
79
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Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia
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SOUZA, Sérgio A de. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos. 2ª. ed. São Paulo: Edgar
Blücher,1996.
VAN VLACK, Lawrence H.: Princípio de ciências e tecnologia dos materiais. 4ª. ed. Rio de
Janeiro: Campus, 1994.
QUINTO PERÍODO:
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA I
Carga Horária: 40
EMENTA
Estatística Descritiva. Medidas de tendência central. Medidas de dispersão. Medidas de
assimetria. Medidas de achatamento. Generalização das medidas numéricas para dados
agrupados. Introdução à Teoria de Probabilidades. Teoria dos conjuntos e técnicas de
contagem. Teoria de probabilidades. Axiomas da probabilidade. Probabilidade condicional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBETTA, Pedro A. et al. Estatística para Cursos de Engenharia e Informática. São Paulo.
Atlas, 2008.
LEVINE, D. Estatística Teoria e Aplicações: usando Microsoft Excel em Português. 3 ed. Rio de
Janeiro: LTC Editora, 2005
TOLEDO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica. 2ª. ed. São Paulo : Atlas,
1995
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CRESPO, Antônio A. Estatística fácil. 17ª. ed. São Paulo: Saraiva, 1999.
MANN, Prem S. Introdução à Estatística. Tradução Eduardo Benedito Curtolo, Teresa C. P. de
Souza. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
MEYER, P.L. Probabilidade, Aplicações à Estatística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico S.A.,
1983.
MOORE, D. A estatística básica e sua prática. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2005. 482 p.
MORRETTIN, Luiz G. Estatística Básica: probabilidade. 7ª ed. São Paulo: Pearson Makron
Books, 1999. v.1.
MECÂNICA DOS FLUIDOS
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Leis Básicas: Quantidade de Movimento, Transporte de Calor e Massa. Estática dos Fluidos;
Manometria, Forças sobre Superfícies Submersas e Flutuação. Formulação integral:
Continuidade, Quantidade de Movimento, Energia, Perda de Carga em Escoamentos Internos.
Medidores de Vazão e Velocidade. Transferência de Calor: Condução e Convecção. Analogia
com Transporte de Massa. Conceito de Trocadores de Calor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOX, R.W. & McDONALD, A.T. Introdução a Mecânica dos Fluidos. 7ª edição, p. 736, LTC, 2010.
WHITE,F.M. Mecânica dos Fluidos, 6ª. Ed. p. 880, Bookman, 2010.
BRUNETTI, F, Mecânica dos Fluidos, Pearson Prentice Hall, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
80
Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico
Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia
84.600-000 União da Vitória - PR
BIRD, R.B., STEWART, W.E., LIGHTFOOT, E.N., “Fenômenos de Transporte”. 2 ed. LTC, 2004.
MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N.; MUNSON, B.R. e DEWITT, D.P., Introdução à Engenharia de
Sistemas Térmicos: Termodinâmica, Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. Ed. LTC,
2005.
MUNSON, B. R., YOUNG, D.T., OKIISHI, T.H., Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. 4ª Ed., p.
584, Edgard Blucher, 2004.
MUNSON, B. R., YOUNG, D.T., OKIISHI, T.H., Uma Introdução Concisa À Mecânica Dos Fluidos.
2ª Ed., p. 384, Edgard Blucher, 2004.
POTTER, M. C. e WIGGERT, D. C. Mecânica Dos Fluidos p. 676, Cengage Learning, 2003.
PESQUISA OPERACIONAL I
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Introdução à Pesquisa Operacional. Modelagem de problemas e classificação de modelos
matemáticos; Programação Linear. Método Simplex. Dualidade. Análise de sensibilidade.
Interpretação econômica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARENALES, M.; ARMENTANO, V.; MORABITO, R.; YANASSE, H. Pesquisa operacional para
cursos de engenharia. Editora Campus, 2007.
LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional na Tomada de Decisões-Modelagem em Excel.
Rio de Janeiro: Campus, 2006.
MOREIRA, D. A. Pesquisa Operacional: curso introdutório. São Paulo: Thomson Learning,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE E. L. de Introdução à Pesquisa Operacional - Métodos e Modelos Para Análise de
Decisões, 4ª. Ed, Editora LTC, 2009.
COLIN, Emerson Carlos, Pesquisa Operacional: 170 aplicações em estratégias, finanças,
logística, produção, marketing e vendas – Rio de Janeiro: LTC, 2007.
GOLDBARG, M. C.; LUNA, H. P. L. Otimização Combinatória e Programação Linear. Rio de
Janeiro: Campus, 2000.
MORABITO, Reinaldo. Pesquisa operacional - Modelagem e algoritmos. Campus, 2006.
RAGSDALE, C. T. Modelagem e Análise de Decisão. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
TAHA, H. A . Pesquisa Operacional 8ª . Ed, Pearson/Prentice Hall, 2008.
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Hipóteses básicas e classificação dos esforços. Tensão e Deformação. Carregamento axial.
Diagrama Tensão-deformação. Lei de Hooke. Fadiga. Deformações de barras sujeitas a
carregamento axial. Lei de Hooke generalizada. Efeitos de temperatura. Torção. Deformações
de eixos circulares. Tensões no regime elástico. Eixos estaticamente indeterminados. Flexão
pura. Análise de tensões e deformações na flexão pura. Concentração de tensões.
Carregamento excêntrico. Carregamento transversal. Cisalhamento em vigas. Tensões devidas
a combinações de carregamentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEER, F. P.; E. JOHNSTON JR, R.; DEWOLF, J. T. e MAZUREK, D. F. Mecânica dos Materiais.
5ªEd. p. 800, Bookman, 2010.
81
Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico
Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia
84.600-000 União da Vitória - PR
HIBBELER, R.C. Resistência dos Materiais, 7ª. ed., p. 688, Editora Pearson, 2010.
MELCONIAN, S. Mecânica Técnica E Resistência Dos Materiais 14ª Ed. Editora: Érica, p. 376,
2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASSAN, A. E. Resistência Dos Materiais 1ª. Ed. p. 456, Editora: Unicamp, 2010.
BOTELHO, M. H. C. Resistência dos Materiais. p. 248, Blucher, 2008.
POPOV, E. P. Introdução À Mecânica Dos Sólidos. p. 552, Edgard Blucher, 2001
GESTÃO DE PROJETOS I
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
O ambiente operacional. O ambiente de projeto. As fases de um projeto. Aspectos
mercadológicos dos projetos. Viabilidade econômica de projetos. O gerente de projetos e sua
equipe. Gestão da operação em projetos. Planejamento em projetos. Preparação do projeto.
Execução e Controle de projetos. O projeto e Qualidade Total. A NBR ISO 9000 e o Prêmio
Nacional da Qualidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MADUREIRA, O. M. Metodologia Do Projeto - Planejamento, Execução E Gerenciamento. 1ª
Ed., p. 360, Edgard Blucher, 2010
VALERIANO, Dalton L. Moderno Gerenciamento De Projetos. p. 272, São Paulo: Pearson, 2005.
NOCÊRA, Rosaldo de Jesus Gerenciamento de Projetos - Teoria e Prática - De Acordo com a 4ª
Ed. 2009 do Pmbok do Pmi. 4ª. Ed. p. 975, Editora: Zamboni 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, M. M.; RABECHINI, R. Construindo competências para gerenciar projetos. São
Paulo: Atlas, 2006.
GASNIER, D.G. Gerenciamento de projetos. 2.ed. São Paulo:IMAM, 2001.
KERZNER, Harold. Gestão de Projetos: as melhores práticas. Porto Alegre: Bookman, 2002.
XAVIER, C.M.S. Gerenciamento de projetos: Como definir e controlar o escopo do projeto, Rio
de Janeiro: Brasport, 2005.
XAVIER, C.M.S.; VIVACQUA, F.R.; MACEDO, O.S.; XAVIER, L.F.S. Metodologia de
Gerenciamento de projetos – METHODWARE. Rio de Janeiro: Brasport, 2005.
TECNOLOGIA MECÂNICA I
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Medições de Grandezas Mecânicas. Unidades dimensionais. Confiabilidade metrológica e
resultados de medição. Instrumentos de medição e suas características. Aplicações de
tolerâncias dimensionais e geométricas. Capabilidade de processos produtivos. Medição.
Processos de Usinagem: Características dos processos de remoção de material e aplicações.
Fundamentos de usinagem e mecanismos de formação do cavaco.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Albertazzi G. Júnior, A. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial, 1ª. Ed. : MANOLE,
2008.
CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica Vol. I, II e III 2ed.. Makron Books. São Paulo: 1995.
Lira, Francisco A. Metrologia na Indústria – 1ª. ed., Erica, 2001
82
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Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C. e COPPINI, N. L. Tecnologia da Usinagem dos Materiais. Art
Líber, São Paulo, 2ª. ed., 2000.
FERRARESI, D. Fundamentos da usinagem dos metais. São Paulo. Ed. Edgard Blucher Ltda,
1977.
GUIMARÃES, V.A., Controle dimensional e geométrico: Uma introdução à Metrologia
Industrial. Passo Fundo: EDIUPF, 1999, 159p.
LESKO, J. Design industrial: materiais e processos de fabricação. São Paulo: Edgard Blucher,
2004.
MOSCATI, Giorgio. As bases científicas da metrologia e vice-versa. Metrologia &
Instrumentação, São Paulo, n 36, p. 6-15, 2005.
SEXTO PERÍODO
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA II
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Variáveis aleatórias e funções de probabilidade. Distribuições de probabilidade. Distribuições
de probabilidade para variáveis discretas. Distribuições de probabilidade para variáveis
contínuas. Inferência Estatística. Teoria da Estimação. Estimativa Pontual. Estimativa
Intervalar. Testes de Hipóteses. Correlação e Regressão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBETTA, Pedro A. et al. Estatística para Cursos de Engenharia e Informática. São Paulo.
Atlas, 2008.
LEVINE, D. Estatística Teoria e Aplicações: usando Microsoft Excel em Português. 3 ed. Rio de
Janeiro: LTC Editora, 2005
TOLEDO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica. 2.ed. São Paulo : Atlas, 1995
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CRESPO, Antônio A. Estatística fácil. 17 ed. São Paulo: Saraiva, 1999.
MANN, Prem S. Introdução à Estatística. Tradução Eduardo Benedito Curtolo, Teresa C. P. de
Souza. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
MEYER, P.L. Probabilidade, Aplicações à Estatística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico S.A.,
1983.
MOORE, D. A estatística básica e sua prática. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2005. 482 p.
MORRETTIN, Luiz G. Estatística Básica: probabilidade. 7a. ed. São Paulo: Pearson Makron
Books, 1999. v.1.
PESQUISA OPERACIONAL II
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Modelos de transporte e alocação; Uso de pacotes computacionais; PERT/CPM; Teoria de filas;
Análise de decisão; Aplicações em áreas da Engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARENALES, M.; ARMENTANO, V.; MORABITO, R.; YANASSE, H. Pesquisa operacional para
cursos de engenharia. Editora Campus, 2007.
LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional na Tomada de Decisões-Modelagem em Excel.
Rio de Janeiro: Campus, 2006.
83
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Curso de Engenharia Mecânica
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84.600-000 União da Vitória - PR
MOREIRA, D. A. Pesquisa Operacional: curso introdutório. São Paulo: Thomson Learning,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Andrade E. L. de Introdução à Pesquisa Operacional - Métodos e Modelos Para Análise de
Decisões, 4ª. Ed, Editora LTC, 2009.
COLIN, Emerson Carlos, Pesquisa Operacional: 170 aplicações em estratégias, finanças,
logística, produção, marketing e vendas – Rio de Janeiro: LTC, 2007.
GOLDBARG, M. C.; LUNA, H. P. L. Otimização Combinatória e Programação Linear. Rio de
Janeiro: Campus, 2000.
MORABITO, Reinaldo. Pesquisa operacional - Modelagem e algoritmos. Campus, 2006.
TAHA, H. A ., Pesquisa Operacional 8ª . Ed, Pearson/Prentice Hall, 2008.
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Análise de tensões e deformações. Estado plano de tensões. Tensões principais. Círculo de
Mohr. Critérios de ruptura. Projeto de vigas e eixos de transmissão. Deflexão de vigas. Equação
da linha elástica. Vigas estaticamente indeterminadas. Deflexão de vigas pelo método das
áreas. Métodos de energia. Trabalho de deformação. Flambagem de colunas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEER, F. P.; E. JOHNSTON JR, R.; DEWOLF, J. T. e MAZUREK, D. F. Mecânica dos Materiais.
5ªEd. p. 800, Bookman, 2010.
HIBBELER, R.C. Resistência dos Materiais, 7ª. ed., p. 688, Editora Pearson, 2010.
MELCONIAN, S. Mecânica Técnica E Resistência Dos Materiais 14ª Ed. Editora: Érica, p. 376,
2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASSAN, A. E. Resistência Dos Materiais 1ª. Ed. p. 456, Editora: Unicamp, 2010.
BOTELHO, M. H. C. Resistência dos Materiais. p. 248, Blucher, 2008.
POPOV, E. P. Introdução À Mecânica Dos Sólidos. p. 552, Edgard Blucher, 2001
GESTÃO DE PROJETOS II
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
A Ética em planejamento, organização, liderança em controle de projetos. Aspectos ambientais
dos projetos. A segurança no planejamento e na execução dos projetos. Aspectos especiais em
Gestão de Projetos: Empreendedorismo, Comunicação interpessoal e Processo Decisório. Os
critérios do PMBOK.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KERZNER, Harold. Gestão de Projetos: as melhores práticas. Porto Alegre: Bookman, 2002.
MENEZES, Luis Cesar Moura. Gestão de Projetos. São Paulo: Atlas, 2001.
VALERIANO, Dalton L. Gestão em Projetos. São Paulo: Makron Books, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, M. M.; RABECHINI, R. Construindo competências para gerenciar projetos.
Atlas:São Paulo, 2006.
GASNIER, D.G. Gerenciamento de projetos. 2ª. ed. São Paulo: IMAM, 2001.
84
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NOCÊRA, Rosaldo de Jesus Gerenciamento de Projetos - Teoria e Prática - De Acordo com a 4ª
Ed. 2009 do Pmbok do Pmi. 4ª. Ed. p. 975, Editora: Zamboni 2009.
XAVIER, C.M.S. Gerenciamento de projetos: Como definir e controlar o escopo do projeto, Rio
de Janeiro: Brasport, 2005.
XAVIER, C.M.S.; VIVACQUA, F.R.; MACEDO, O.S.; XAVIER, L.F.S. Metodologia de
Gerenciamento de projetos – METHODWARE. Rio de Janeiro: Brasport, 2005.
TECNOLOGIA MECÂNICA II
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Processos especiais de usinagem: eletro-erosão, remoção química, jato d'água e abrasivo e
laser. Máquinas-Ferramentas: Ferramentas e maquinário de processos manuais e
convencionais de usinagem: limas, serras, etc. Centros de usinagem e máquinas-ferramentas
empregadas em processos especiais de usinagem. Processos de conformação plástica.
Classificação dos processos de conformação. Fundição. Soldagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica Vol. I, II e III 2ª. ed. Makron Books. São Paulo: 1995.
DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da Usinagem dos Materiais. Art
Líber, São Paulo, 2.ed., 2000.
LESKO, J. Design industrial: materiais e processos de fabricação. São Paulo: Edgard Blucher,
2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BLAS, ARNO. Processamento de Polímeros. 2.ed. Florianópolis: Ed. UFSC, 1988.
FERRARESI, D. Fundamentos da usinagem dos metais. São Paulo. Ed. Edgard Blucher Ltda,
1977.
STEMMER, Caspar Erich Ferramentas de corte I e II. 2. ed. Florianópolis: Ed. UFSC. 1995.
FISCHER, U.; GOMERINGER, R.; HEINZLER, M. et al. Manual de Tecnologia Metal Mecânica 2ª
Ed. p. 414, Blucher, 2011.
TRANSFERÊNCIA DE CALOR
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Conceitos básicos – Transporte de calor e massa. Equações básicas: Lei de Fourier, Lei de
Newton da convecção e Lei da radiação (equação de Stephan Boltzmann). Princípio da
conservação de energia. Balanço de energia. Condutividade térmica em corpos sólidos.
Condução unidimensional em regime permanente e transiente. Condução multidimensional:
permanente e transiente. Sistemas cilíndricos e esféricos. Sistemas com geração interna de
calor. Coeficiente global de transferência de calor “U”: Conceito e cálculos. Ventilação: para
conforto humano, para reduzir odores corporais até níveis aceitáveis socialmente e para
reduzir contaminantes. Convecção natural e números de Grashoff, Graetz, Biot, Peclet,
Rayleigh, etc. Convecção em canalizações (dutos). Ebulição e condensação: equação de
Nusselt. Equações simplificadas de condensação e ebulição. Curva de ebulição. Condensação
em filme ou em gota. Trocador de calor: tipos, coeficiente global de transferência de calor em
trocadores de calor. Trocadores de correntes paralelas e contra corrente. Método da
efetividade – NUT. Radiação: conceitos fundamentais e eletromagnetismo. Distribuição de
Plank, lei de Wien e equação de Stephan Boltzmann. Absortividade, refletividade e
transmissividade. Lei de Kirchoff. Troca radiativa entre superfícies. Transferência de calor em
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superfícies expandidas. Aletas. Equação geral das aletas. Rendimento (ou efetividade) de uma
aleta. Tópico especial: AR CONDICIONADO – para aplicação do conceito de Coeficiente Global
de Trans. Calor “U” no dimensionamento simplificado de ARCON.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
INCROPERA, F. P.; DEWITT, D.P. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. Rio de
Janeiro Editora LTC, 6ª. Ed., p. 730, 2008.
KREITH, Frank e BOHN, Mark S., Princípios de Transferência de Calor. São Paulo: Cengage
Learning. 2003.
MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N.; MUNSON, B.R. e DEWITT, D.P., Introdução à Engenharia de
Sistemas Térmicos: Termodinâmica, Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. Ed. LTC,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
VAN WYLEN, Gordon. Fundamentos da Termodinâmica. 6ª Ed. SP: Edgard Blucher, 2003.
SÉTIMO PERÍODO
ENGENHARIA AMBIENTAL I
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Técnicas de gestão de processos produtivos incluindo a variável ambiental. Modelos e sistemas
de gestão ambiental (SGA) de processos produtivos. Norma ISO 14.001. Auditorias ambientais.
Qualificação de auditores. Norma ISO 19.011. Principais normas e legislação ambiental.
Economia e Meio Ambiente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CURI, Denise Gestão Ambiental Academia Pearson, 2011.
DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. São Paulo: Atlas, 1999.
TAKESHY, Tachizawa. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de
negócios focadas na realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2004.
BELLEN, Hans Michael van. Indicadores de sustentabilidade: uma análise comparativa. Rio de
Janeiro: FGV, 2005.
BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, J. G. L. et al. Introdução à Engenharia Ambiental-2ª. Ed,
São Paulo: Pearson, 2005.
HINRICHS, Roger A.; Kleinbach, Merlin. Energia e Meio Ambiente. São Paulo: Editora Pioneira
Thomson Learning, 2003.
HOLLIDAY, Charles. Cumprindo o prometido: casos de sucesso de desenvolvimento
sustentável. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
GESTÃO EMPRESARIAL I
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Conceito de Administração. Motivos para se estudar Administração. Funções da Administração
- planejamento, organização, liderança e controle. Teoria Geral da Administração: clássica,
científica, humanística, estruturalista, burocrática e sistêmica. Teorias modernas de gestão:
contingencial e administração por objetivos. Estratégias emergentes de gestão: visão holística,
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administração empreendedora e administração virtual. Planejamento Estratégico de
Organizações. Gestão de Marketing - estratégias e o composto de marketing.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHANLAT, Jean-François Gestão Empresarial - Uma Perspectiva Antropológica p.272, Cengage
Learning, 2011.
FERREIRA, A. A., REIS, A. C. F. & PEREIRA, M. I. Gestão Empresarial De Taylor Aos Nossos Dias.
p. 256, Cengage Learning, 2002.
HABERKORN E. Um Bate Papo Sobre Gestão Empresarial com ERP. 1ª Ed. p. 184, Saraiva, 2007
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GHOSHAL, S. e TANURE, B. Estratégia E Gestão Empresarial - Construindo Empresas
Brasileiras De Sucesso. p.296, Campus, 2004.
LOBATO, D. M. Série Gestão Empresarial - Estratégia De Empresas 9ª EDIÇÃO, p. 208, Editora:
FGV EDITORA, 2009
OLIVEIRA, Otávio J. Gestão Empresarial: Sistemas E Ferramentas. 1ª edição, p. 200, Atlas,
2007.
PINTO, Éder Paschoal Gestão Empresarial - Casos e Conceitos de Evolução Organizacional. 1ª
Edição, p. 382, Saraiva, 2007.
SOUZA, JADER Gestão Empresarial Administrando Empresas Vencedoras 1ª Edição, p. 250.
2006.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
CARGA HORÁRIA: 240
EMENTA
Realização de estágio curricular supervisionado, atuando na área da Engenharia Mecânica.
Experiência prática junto ao meio profissional e entrega de relatório final de estágio.
Orientação por professor familiarizado com a especialidade escolhida para o estágio e
supervisão por parte da empresa escolhida.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. SP: Atlas, 2001.
MOREIRA,H.; CALEFFE, L. G., Metodologia da Pesquisa - Para o Professor Pesquisador - 2ª ed.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de Pesquisa. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P.. Para entender o texto: leitura e redação. 16ª Ed. São Paulo: Ática,
2007.
MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resenhas, resumos. 8ª.ed. São
Paulo: Atlas, 2006.
OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisa, TGI, monografias,
dissertações e teses. São Paulo: Pioneira, 2002.
SANTOS, A. R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 6.ed. Rio de Janeiro: DP
& A, 2004.
ELEMENTOS DE MÁQUINAS I
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
87
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Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
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Noções de projeto mecânico. Dimensionamento de eixos. Chavetas. Embreagens e freios.
Mancais de rolamento, Mancais de deslizamento. Uniões parafusadas. Fusos. Uniões por
conectores. Uniões soldadas. Molas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BUDYNAS, Richard G. Elementos De Máquinas De Shigley - Projeto De Engenharia Mecânica:
Bookman, 1ª. Ed., p. 1084, 2011.
JUVINALL, Robert C., Fundamentos do projeto de componentes de máquinas. LTC, Rio de
Janeiro, 4. Ed., 2008.
NORTON, Robert L., Projeto de máquinas: uma abordagem integrada. Bookman, Porto Alegre,
2ª. ed., 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANTUNES, I.; FREIRE, M. A.C. Elementos de Máquinas. Editora: Érica Ltda. 8ª edição – 2000
CUNHA, Lamartine Bezerra da. Elementos de Máquinas. Editora: LTC, 2005.
LESKO, J. Design industrial, materiais e processos de fabricação. São Paulo: Edgard Blucher,
2004.
MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 8ª. Ed. São Paulo: Ed. Érica, 2009.
NIEMANN, Gustav. Elementos de máquinas. v. 1, 2 e 3. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2004.
ELETROTÉCNICA I
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Noções básicas de eletricidade. Circuito Elétrico CA: circuitos RLC, fasores, impedância,
potência instantânea e média, potência ativa, aparente e reativa, fator de potência. Circuitos
trifásicos: ligação estrela e triângulo, noções sobre geração, transmissão e distribuição de
energia elétrica. Transformadores: coeficiente de acoplamento, relação de transformação,
perdas, funcionamento do transformador a vazio e sob carga, transformador trifásico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIM, Edson Máquinas Elétricas e Acionamento. Elsevier, p. 480, 2009
FRANCHI, C. M. Acionamentos Elétricos. 1 Ed., p. 256, : Érica, 2007.
MEIRELES, Vitor Cancela. Circuitos elétricos. 4 ed. Rio de Janeiro : LTC, 2007
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAPUANO, Francisco Gabriel; MARINO, M. A. Mendes Laboratório de eletricidade e
eletrônica: teoria e prática. 20 ed. São Paulo : Érica, 2003
FALCONE, A. G. Eletromecânica. Blucher, 1985, v.1 e 2.
IRWIN, J. David. Análise de Circuitos em Engenharia, São Paulo: Pearson, 2000.
SMITH, R.J. Circuitos, dispositivos e sistemas. LTC.
SIMULAÇÃO DE SISTEMAS MECÂNICOS I
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Simulações de casos de engenharia. A busca de informações para o desenvolvimento
de trabalhos. Utilização de tecnologias CAD/CAE/CAM.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
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Curso de Engenharia Mecânica
Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia
84.600-000 União da Vitória - PR
FIGUEIRAS, L. V. L. et al. Fundamentos de computação gráfica. Rio de Janeiro, São Paulo:LTC,
1987.
FRENCH E. T., et al. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo: Globo, 2005, 1093p.
GIESECKE F. E. et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMANN, 2002, 534p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CRUZ, Michele David. Desenho Técnico Para Mecânica. Editora: Érica, 1ª. Ed., 2010.
G. MANFE, et al. Desenho Técnico Mecânico. São Paulo: Hemus, 2004.
MAGUIRE, D. E. Desenho Técnico Básico: Problemas e Soluções Gerais do Desenho. : Hemus,
2004, 257p.
MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 2004.
GESTÃO DA PRODUÇÃO I
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Apresentação e discussão do fluxo geral de informação e decisão na gestão da produção.
Discute-se também a natureza hierárquica do planejamento contemplando o planejamento de
longo, médio e curto prazo e as atividades pertinentes como localização e capacidade,
planejamento agregado e programação, sequenciamento e balanceamento. Serão
apresentadas e discutidas as variáveis manipuladas no âmbito da gestão da produção
(demanda e estoques), e apresentadas às técnicas de gestão associadas a essas variáveis.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CORREA, H.L., GIANESI, I.G.N. & CAON, M. Planejamento, Programação e Controle da
Produção MRP II/ERP: Conceitos, Uso e Implantação, 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2007.
LUSTOSA, L. et al. Planejamento e Controle da Produção. Campus – Abepro, 376p. 2008.
TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de planejamento e controle da produção. 2ª ed. São Paulo :
Atlas, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, Junico. Sistemas de produção: Conceitos e Práticas para Projeto e Gestão da
Produção Enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008.
BURBIDGE, John L. Planejamento e Controle da Produção. Atlas, 1988
RUSSOMANO, Victor H. Planejamento e Controle da Produção. Pioneira, 2000
SHINGO, S. Sistemas de Produção: a produtividade no chão de fábrica. Editora Bookman,
Porto Alegre, 1999.
WIENEKE, Falko Gestão da Produção Blucher, 2009
INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE I
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Conhecer instrumentos utilizados para indicar, registrar e controlar: pressão, vazão,
temperatura e nível. Compreender sistemas em malha aberta e malha fechada e as técnicas de
realimentação. Modelar matematicamente o processo a ser controlado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
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Curso de Engenharia Mecânica
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84.600-000 União da Vitória - PR
BALBINOT, A. e BRUSAMARELLO, V. J. Instrumentação e Fundamentos de Medidas V. 1 e 2, 2ª
Ed., p. 402 e p. 508 LTC, 2010
GROOVER, Mikell P. Automação Industrial e Sistemas de Manufatura. 3ª. Ed. Prentice Hall,
592p. 2011.
OGATA, K. Engenharia De Controle Moderno 5ª Ed., p. 824, Pearson, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEGA; DELMÉE; COHN; BULGARELLI; KOCH; FINKEL Instrumentação Industrial. 3ª Ed. p. 694
:Interciência, 2011
GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada - Descrição e Implementação de Sistemas
Sequenciais com PLC. 1ª Ed. S.P.: Érica, 2000.
NATALE, Ferdinando. Automação Industrial. 10ª Ed. S.P.: Érica, 2000.
SIGHIERI, Luciano. Controle Automático de Processos Industriais - Instrumentação. 2ª Ed. SP:
Edgard Blücher, 1998.
THOMAZINI, D. e ALBUQUERQUE, P. U. B. Sensores Industriais - Fundamentos e Aplicações. 8ª
Ed., SP: Érica, 2005.
OITAVO PERÍODO
ENGENHARIA AMBIENTAL II
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Estudos de Impacto Ambiental (EIA), Relatórios de Impacto Ambiental (RIMA) e Relatório
Ambiental Preliminar (RAP).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BELLEN, Hans Michael van. Indicadores de sustentabilidade: uma análise comparativa. Rio de
Janeiro: FGV, 2005.
BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, J. G. L. et al. Introdução à Engenharia Ambiental-2ª. Ed,
São Paulo: Pearson, 2005.
CURI, Denise Gestão Ambiental Academia Pearson, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2004.
DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. São Paulo: Atlas, 1999.
HINRICHS, Roger A.; Kleinbach, Merlin. Energia e Meio Ambiente. São Paulo: Editora Pioneira
Thomson Learning, 2003.
HOLLIDAY, Charles. Cumprindo o prometido: casos de sucesso de desenvolvimento
sustentável. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
TAKESHY, Tachizawa. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de
negócios focadas na realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2004.
GESTÃO EMPRESARIAL II
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Administração financeira - fluxo de caixa, apuração de resultados e análise de investimentos.
Gestão da produção - planejamento, produção e operações. Gestão de Recursos humanos planejamento e práticas. Gestão da Qualidade - a evolução da Qualidade; os gurus da
qualidade; programas da qualidade; sistemas e ferramentas da qualidade. Procedimentos para
abertura de empresas; as organizações e os tributos.
90
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Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia
84.600-000 União da Vitória - PR
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHANLAT, Jean-François Gestão Empresarial - Uma Perspectiva Antropológica p.272, Cengage
Learning, 2011.
HABERKORN E. Um Bate Papo Sobre Gestão Empresarial com ERP. 1ª Ed. p. 184, Saraiva, 2007
PINTO, Éder Paschoal Gestão Empresarial - Casos e Conceitos de Evolução Organizacional. 1ª
Edição, p. 382, Saraiva, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FERREIRA, A. A., REIS, A. C. F. & PEREIRA, M. I. Gestão Empresarial de Taylor Aos Nossos Dias.
p. 256, Cengage Learning, 2002.
GHOSHAL, S. e TANURE, B. Estratégia e Gestão Empresarial - Construindo Empresas
Brasileiras De Sucesso. p.296, Campus, 2004.
LOBATO, D. M. Série Gestão Empresarial - Estratégia de Empresas 9ª EDIÇÃO, p. 208, Editora:
FGV EDITORA, 2009
OLIVEIRA, Otávio J. Gestão Empresarial: Sistemas e Ferramentas. 1ª edição, p. 200, Atlas,
2007.
SOUZA, JADER Gestão Empresarial Administrando Empresas Vencedoras 1ª Edição, p. 250.
2006.
ELEMENTOS DE MÁQUINAS II
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Engrenagens cilíndricas de dentes retos. Engrenagens de dentes helicoidais. Engrenagens
cônicas. Parafusos sem fim. Transmissões mecânicas por correias e por correntes. Cabos de
aço.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BUDYNAS, Richard G. Elementos De Máquinas De Shigley - Projeto De Engenharia Mecânica
: Bookman, 1ª. Ed., p. 1084, 2011.
JUVINALL, Robert C., Fundamentos do projeto de componentes de máquinas. LTC, Rio de
Janeiro, 4. Ed., 2008.
NORTON, Robert L., Projeto de máquinas: uma abordagem integrada. Bookman, Porto Alegre,
2ª. ed., 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANTUNES, I.; FREIRE, M. A.C. Elementos de Máquinas. Editora: Érica Ltda. 8ª edição – 2000
CUNHA, Lamartine Bezerra da. Elementos de Máquinas. Editora: LTC, 2005.
LESKO, J. Design industrial, materiais e processos de fabricação. São Paulo: Edgard Blucher,
2004.
MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 8ª. Ed. São Paulo: Ed. Érica, 2009.
NIEMANN, Gustav. Elementos de máquinas. v. 1, 2 e 3. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2004.
ELETROTÉCNICA II
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Motores Elétricos: conceitos básicos e tipos de motores, motor de indução, campo girante,
partida do motor, chave estrela-triângulo e chave compensadora. Instalações Elétricas: noções
básicas, dimensionamento dos condutores e circuito de proteção.
91
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Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia
84.600-000 União da Vitória - PR
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COTRIM, A. A. M. B. Instalações Elétricas. 5ª. ed. São Paulo: Pearson, 2009.
KINGSLEY C. Jr.; UMANS, S. D.; FITZGERALD, A. E. Máquinas Elétricas - Com Introdução à
Eletrônica de Potência. 6ª ed. Bookman, p.648, 2006.
SIMONE G. A. e CREPPE, R. C. Conversão Eletromecânica De Energia - Uma Introdução Ao
Estudo 1ª Ed. : Érica P. 344, 2010
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAVALIN, G.; CERVELIN, S. Instalações Elétricas Prediais. 4 ed. São Paulo: Érica, 2000
CREDER,Hélio. Instalações Elétricas. 15 ed. Rio de Janeiro, LTC, 2007
DOMINGOS, LUIS, Projetos de Instalações Elétricas. 1. ed. Érica, São Paulo, 1999.
FILIPPO FILHO, Guilherme. Motor de Indução, 1ed. Érica, 2000.
MAMEDE FILHO, J. Instalações Elétricas Industriais. 6ª ed. LTC, 2001.
SIMULAÇÃO DE SISTEMAS MECÂNICOS II
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Simulações de casos de engenharia. A busca de informações para o desenvolvimento
de trabalhos. Utilização de tecnologias CAD/CAE/CAM.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FIGUEIRAS, L. V. L. et al. Fundamentos de computação gráfica. Rio de Janeiro, São Paulo:LTC,
1987.
FRENCH E. T., et al. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo: Globo, 2005, 1093p.
GIESECKE F. E. et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMANN, 2002, 534p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COSTA, L. S. S. CAULLIMARAUX, H. M. (organizadores). Manufatura integrada por
computador. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ, 1995.
CRUZ, Michele David. Desenho Técnico Para Mecânica. Editora: Érica, 1ª. Ed., 2010.
G. MANFE, et al. Desenho Técnico Mecânico. São Paulo: Hemus, 2004.
MAGUIRE, D. E. Desenho Técnico Básico: Problemas e Soluções Gerais do Desenho. : Hemus,
2004, 257p.
MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 2004.
GESTÃO DA PRODUÇÃO II
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Apresentação e discussão dos sistemas MRP/MRPII/ERP, compreendendo os elementos para
os cálculos de MRP, tais como, árvore de produto, lead time, entre outros. O JIT, Just in Time, e
conceitos associados, como papel dos estoques, layout para ambiente JIT, sistema Kanban,
produção puxada X produção empurrada. A Teoria das Restrições (OPT) e os conceitos
associados; lote de transferência, lote de produção, dimensionamento do pulmão e premissas
de implantação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
92
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Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia
84.600-000 União da Vitória - PR
CORREA, H.L., GIANESI, I.G.N. & CAON, M. Planejamento, Programação e Controle da
Produção MRP II/ERP: Conceitos, Uso e Implantação, 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2007.
LUSTOSA, L. et al. Planejamento e Controle da Produção. Campus, 376p. 2008.
WIENEKE, Falko Gestão da Produção Blucher, 2009
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, Junico. Sistemas de produção: Conceitos e Práticas para Projeto e Gestão da
Produção Enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008.
GIANESI, I. & CORREA, H. L.. Just in time, MRP II e OPT: um enfoque estratégico. 2.ed. Atlas,
1996.
OHNO, T. O sistema Toyota de Produção além da Produção em Larga Escala. Editora
Bookman, Porto Alegre, 1997.
SHINGO, S. O Sistema Toyota de Produção do Ponto de Vista da Engenharia de Produção.
Editora Bookman, Porto Alegre, 1996.
WOMACK, J. P.; JONES, D.T. A mentalidade enxuta nas empresas. Editora Campus, Rio de
Janeiro, 1998.
INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE II
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Estudo da definição do contexto da automação e jargão utilizado. Sensores, atuadores e
controladores. Ações de controle PID. Protocolos de comunicação industrial. Noções de
programação de manipuladores industriais. Pneumática e eletropneumática e sistemas
integrados de produção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AGUIRRE, L. A. Enciclopédia De Automática - Volume 1, 2 E 3. 1ª Ed. Edgard Blucher, p. 452,
2007.
ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação De Processos. 2ª Ed. LTC, p. 214, 2010.
CAMPOS, Mario C. M. M.; Teixeira, Herbert C. G. Controles Típicos de Equipamentos e
Processos Industriais - 2ª Ed. Blucher, p. 396, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BONACORSO, Nelson. Automação Eletropneumática. 5ª Ed. S.P.: Érica, 01
CAPELLI, Alexandre Automação Industrial - Controle do Movimento e Processos Contínuos. 2ª
Ed. SP: Érica.
FIALHO, A. B.. Automação Hidráulica. 2ª Ed. S.P.: Érica, 04
STEWART, Harry. Pneumática e Hidráulica. 3ª Ed. S.P.: Hemus, 01.
WERKEMA, Cristina. Avaliação De Sistemas De Medição. 1ª. Ed. Campus, p.120, 2011.
93
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Curso de Engenharia Mecânica
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NONO PERÍODO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Desenvolvimento de trabalho teórico-prático envolvendo conceitos da área da Engenharia
Mecânica. O trabalho é orientado por um professor familiarizado com o tema escolhido e deve
demonstrar que o aluno consolidou os conhecimentos adquiridos ao longo do curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, M. S. Elaboração De Projeto, Tcc, Dissertação E Tese 1ª Ed. p. 96, Atlas, 2011.
JUNG, Carlos Fernando Metodologia Para Pesquisa & Desenvolvimento: Aplicada a Novas
Tecnologias, Produtos e Processos 1ª ed., p. 328, Editora: Axcel Books, 2004.
MOREIRA,H.; CALEFFE, L. G., Metodologia da Pesquisa - Para o Professor Pesquisador - 2ª ed.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. SP: Atlas, 2001.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de Pesquisa. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2002.
SANTOS, A. R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 6.ed. Rio de Janeiro: DP
& A, 2004.
FURASTÉ P. A. Normas técnicas para o trabalho científico. Explicitação das normas da ABNT.
Porto Alegre: s.n. 2006.
LÜCK, H. Metodologia de projetos. Uma ferramenta de planejamento e gestão. 2ed. São
Paulo: Vozes. 2003.
SISTEMAS TÉRMICOS E FLUIDODINÂMICOS I
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Introdução às máquinas térmicas. Máquinas térmicas à vapor, ciclo Rankine. Motores de
reação e turbinas à gás. Combustíveis, combustão e noções sobre emissão de poluentes. Poder
calorífico dos combustíveis, caldeiras e geradores de vapor. Rendimentos e perdas em
caldeiras. Motores de combustão interna, diagramas e ciclos térmicos Otto e Diesel. Curvas
características de motores de combustão interna. Ensaios de motores de combustão interna e
noções das normas utilizadas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MARTINS, Jorge Motores De Combustão Interna. 1ª.Ed. p. 437, Publindustria
SILVA, Edson Da Injeção Eletrônica De Motores Diesel 1ª. Ed. p.128, Editora Ensino
Profissional, 2006.
SILVA, Napoleão F. Bombas Alternativas Industriais - Teoria E Prática 1ª. Ed. p. 212, Editora
Interciência, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MACINTYRE, A.J. Bombas e Instalações de Bombeamento. 2ª ed. p.782, Rio de Janeiro: LCT,
1997.
MILLER, Rex e MILLER, Mark R. Refrigeração E Ar Condicionado 1ª. Ed. p. 540, LTC, 2008.
94
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Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia
84.600-000 União da Vitória - PR
MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N.; MUNSON, B.R. e DEWITT, D.P., Introdução à Engenharia de
Sistemas Térmicos: Termodinâmica, Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. Ed. LTC,
2005.
SILVA, J. C.; SILVA, A. C. G. C. Refrigeração E Climatização Para Técnicos E Engenheiros 1ª. Ed.
p. 360, Ciencia Moderna, 2008.
STOECKER, W.F., JABARDO, J.M.; Refrigeração Industrial. 2ª Ed. p.384, São Paulo: Edgard
Blücher, 2002.
DINÂMICA DE MÁQUINAS I
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Cinemática e Cinética de uma partícula e de um corpo extenso, mecanismos, vibrações livres e
forçadas, com e sem amortecimento e com um ou mais graus de liberdade, vibrações
harmônicas, periódicas e transitórias, introdução à simulação e análise, manutenção preditiva,
técnicas de monitoramento da condição de máquinas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BALACHANDRAN, B. e EDWARD B. Vibrações Mecânicas 1ª. Ed. p. 640, Cengage Learning,
2011.
GROEHS, Ademar Gilberto. Mecânica vibratória. P. 650, São Leopoldo: Unisinos, 2005.
SANTOS, Ilmar F. Dinâmica de sistemas mecânicos. p. 286, São Paulo: Makron, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FRANÇA, L. N. F., SOTELO Jr., J. Introdução Às Vibrações Mecânicas 1ª. Ed. p. 176, Edgard
Blucher, 2006.
NEPOMUCENO, L. X. Técnicas de manutenção preditiva. São Paulo: Edgard Blucher, v. 1 e 2,
1999.
PINTO, Alan Kardec; NASCIF, Júlio Aquino. Manutenção: função estratégica. 2. ed. Rio de
Janeiro: Qualitymark, vol. 1, 2001.
RAO, Singiresu Vibrações Mecânicas 4ª Ed. p. 448, Pearson, 2009.
SANTOS, Valdir Aparecido dos. Manual Prático de Manutenção Industrial. São Paulo: Ícone,
1999.
SIMULAÇÃO DE SISTEMAS MECÂNICOS III
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Simulações de casos de engenharia. A busca de informações para o desenvolvimento de
trabalhos. Utilização de tecnologias CAD/CAE/CAM.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FIGUEIRAS, L. V. L. et al. Fundamentos de computação gráfica. Rio de Janeiro, São Paulo:LTC,
1987.
FRENCH E. T., et al. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo: Globo, 2005, 1093p.
GIESECKE F. E. et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMANN, 2002, 534p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
95
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Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia
84.600-000 União da Vitória - PR
COSTA, L. S. S. CAULLIMARAUX, H. M. (organizadores). Manufatura integrada por
computador. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ, 1995.
CRUZ, Michele David. Desenho Técnico Para Mecânica. Editora: Érica, 1ª. Ed., 2010.
G. MANFE, et al. Desenho Técnico Mecânico. São Paulo: Hemus, 2004.
MAGUIRE, D. E. Desenho Técnico Básico: Problemas e Soluções Gerais do Desenho. : Hemus,
2004, 257p.
MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 2004.
ENGENHARIA DE SEGURANÇA
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Conceitos (Segurança e Higiene do Trabalho); Causas dos Acidentes do Trabalho; Análise e
Estatísticas dos Acidentes; Organização da Segurança do Trabalho; Legislação. Bases da Gestão
da Segurança e Higiene do Trabalho: Conceito de Gestão, Razões para uma Consciência da
Segurança. A Gestão da Segurança e Higiene do Trabalho: Organização Estratégica da
Segurança e Higiene do Trabalho Abordagem Sistêmica da Organização, a Segurança e Higiene
do Trabalho no Sistema Organizacional, Estrutura e Organização da Segurança e Higiene do
Trabalho.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATLAS, Equipe. Segurança e Medicina do Trabalho, 68ª Ed., São Paulo: ATLAS, 2011
MATTOS, U. A. O. e MÁSCULO, F. S. Higiene E Segurança Do Trabalho Editora Campus, 2011
KIRCHNER A.; KAUFMANN H; SCHMID, D. e FISCHER G. Gestão Da Qualidade - Segurança Do
Trabalho E Gestão Ambiental 2ª Ed. Edgard Blucher p.240, 2009
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASFAHL, C. R. Gestão De Segurança Do Trabalho E De Saúde Ocupacional 1ª. Ed., p. 446
Editora: ERNESTO REICHMANN, 2005.
MORAIS, C. R. N. Perguntas e Respostas Comentadas em Segurança e Saúde do Trabalho 5ª
Ed. Editora Yendis. 2011
REIS, Roberto Salvador Segurança e Saúde do Trabalho - Normas Regulamentadoras - 8ª Ed.
Editora Yendis, 2011
SARAIVA, Ed. Segurança e Medicina do Trabalho. 7ª Ed., p. 1056, Saraiva, 2011
SZABO Jr., A. M Manual de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho 2ª Ed. : RIDEEL 2011.
DÉCIMO PERÍODO
LEGISLAÇÃO E ÉTICA PROFISSIONAL
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Noções gerais de Direito. Configurações dos conceitos de raça, etnia e cor no Brasil. Políticas
de Ações Afirmativas e Discriminação Positiva – a questão das cotas. Legislação profissional,
ética e ética profissional. Legislação básica e códigos de ética. O sistema profissional:
CONFEA e CREA.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
96
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Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
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84.600-000 União da Vitória - PR
BRANCATO, R.T. Instituições de Direito Público e de Direito Privado. 13ª Ed. p. 328, Saraiva;
2008.
SZNELWAR, L. I.e MACIA, F. L. Trabalho, Tecnologia E Organização 1ª Ed. p. 128, Edgard
Blucher, 2008.
MAGGI, B. Do Agir Organizacional 1ª Ed. p. 256, Edgard Blucher, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTRO, C. A. P. Sociologia Aplicada À Administração 2ª Ed. p. 232, Atlas, 2003.
CHIAVENATO, IDALBERT Comportamento Organizacional 2ª Ed. p. 560, Campus, 2009.
FERREIRA, A. S. R. Modelagem Organizacional Por Processos 1ª. Ed. p. 272, Editora: Mauad,
2010.
FREITAS, W. Gestão De Contratos - Melhores Práticas Voltadas Aos Contratos Empresariais –
1ª Ed. p. 78, Atlas, 2009.
PASSOS, E. Ética Nas Organizações 1ª. Ed. p. 192 : Atlas, 2004.
SROUR, R. H. Casos De Ética Empresarial - Chaves Para Entender E Decidir 1ª. Ed. p. 192,
Campus, 2011.
SROUR, R. H. Poder, Cultura E Ética Nas Organizações - 2ª Ed. p. 408,Campus, 2005.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Desenvolvimento de trabalho teórico-prático envolvendo conceitos da área da Engenharia
Mecânica. O trabalho é orientado por um professor familiarizado com o tema escolhido e deve
demonstrar que o aluno consolidou os conhecimentos adquiridos ao longo do curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, M. S. Elaboração De Projeto, Tcc, Dissertação E Tese 1ª Ed. p. 96, Atlas, 2011.
JUNG, Carlos Fernando Metodologia Para Pesquisa & Desenvolvimento: Aplicada a Novas
Tecnologias, Produtos e Processos 1ª ed., p. 328, Editora: Axcel Books, 2004.
MOREIRA,H.; CALEFFE, L. G., Metodologia da Pesquisa - Para o Professor Pesquisador - 2ª ed.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. SP: Atlas, 2001.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de Pesquisa. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2002.
SANTOS, A. R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 6.ed. Rio de Janeiro: DP
& A, 2004.
FURASTÉ P. A. Normas técnicas para o trabalho científico. Explicitação das normas da ABNT.
Porto Alegre: s.n. 2006.
LÜCK, H. Metodologia de projetos. Uma ferramenta de planejamento e gestão. 2ed. São
Paulo: Vozes. 2003.
SISTEMAS TÉRMICOS E FLUIDODINÂMICOS II
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Termodinâmica aplicada à refrigeração. Psicrometria. Condicionamento de ar. Sistema de
compressão a vapor. Refrigeração industrial. Refrigerantes. Perda de carga. Máquinas
hidráulicas. Considerações energéticas do Sistema de bombeamento. Cavitação e NPSH.
97
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Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia
84.600-000 União da Vitória - PR
Diagrama de velocidades. Similaridade. Fundamentos do projeto de bombas centrífugas.
Noções sobre projetos de tubulações industriais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SILVA, Napoleão F. Bombas Alternativas Industriais - Teoria E Prática 1ª. Ed. p. 212, Editora
Interciência, 2007.
MACINTYRE, A.J. Bombas e Instalações de Bombeamento. 2ª ed. p.782, Rio de Janeiro: LCT,
1997.
MILLER, Rex e MILLER, Mark R. Refrigeração E Ar Condicionado 1ª. Ed. p. 540, LTC, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARTINS, Jorge Motores De Combustão Interna. 1ª.Ed. p. 437, Publindustria
MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N.; MUNSON, B.R. e DEWITT, D.P., Introdução à Engenharia de
Sistemas Térmicos: Termodinâmica, Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. Ed. LTC,
2005.
SILVA, J. C.; SILVA, A. C. G. C. Refrigeração E Climatização Para Técnicos E Engenheiros 1ª. Ed.
p. 360, Ciencia Moderna, 2008.
SILVA, Edson Da Injeção Eletrônica De Motores Diesel 1ª. Ed. p.128, Editora Ensino
Profissional, 2006.
STOECKER, W.F., JABARDO, J.M.; Refrigeração Industrial. 2ª Ed. p.384, São Paulo: Edgard
Blücher, 2002.
DINÂMICA DE MÁQUINAS II
CARGA HORÁRIA: 80
EMENTA
Balanceamento de rotores, características das máquinas de balanceamento, influência da
velocidade angular e da excentricidade do centro de massa, alinhamento de eixos, método
periférico direto, reverso, laser, termográfico, reações nos mancais em função do
desalinhamento, revisão sobre mancais de rolamento e de deslizamento, lubrificação,
aquisição e análise de sinais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BALACHANDRAN, B. e EDWARD B. Vibrações Mecânicas 1ª. Ed. p. 640, Cengage Learning,
2011.
GROEHS, Ademar Gilberto. Mecânica vibratória. P. 650, São Leopoldo: Unisinos, 2005.
SANTOS, Ilmar F. Dinâmica de sistemas mecânicos. p. 286, São Paulo: Makron, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FRANÇA, L. N. F., SOTELO Jr., J. Introdução Às Vibrações Mecânicas 1ª. Ed. p. 176, Edgard
Blucher, 2006.
NEPOMUCENO, L. X. Técnicas de manutenção preditiva. São Paulo: Edgard Blucher, v. 1 e 2,
1999.
PINTO, Alan Kardec; NASCIF, Júlio Aquino. Manutenção: função estratégica. 2. ed. Rio de
Janeiro: Qualitymark, vol. 1, 2001.
RAO, Singiresu Vibrações Mecânicas 4ª Ed. p. 448, Pearson, 2009.
SANTOS, Valdir Aparecido dos. Manual Prático de Manutenção Industrial. São Paulo: Ícone,
1999.
SIMULAÇÃO DE SISTEMAS MECÂNICOS IV
98
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Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia
84.600-000 União da Vitória - PR
CARGA HORÁRIA: 40
EMENTA
Simulações de casos de engenharia. A busca de informações para o desenvolvimento de
trabalhos. Utilização de tecnologias CAD/CAE/CAM.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FIGUEIRAS, L. V. L. et al. Fundamentos de computação gráfica. Rio de Janeiro, São Paulo:LTC,
1987.
FRENCH E. T., et al. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo: Globo, 2005, 1093p.
GIESECKE F. E. et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMANN, 2002, 534p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COSTA, L. S. S. CAULLIMARAUX, H. M. (organizadores). Manufatura integrada por
computador. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ, 1995.
CRUZ, Michele David. Desenho Técnico Para Mecânica. Editora: Érica, 1ª. Ed., 2010.
G. MANFE, et al. Desenho Técnico Mecânico. São Paulo: Hemus, 2004.
MAGUIRE, D. E. Desenho Técnico Básico: Problemas e Soluções Gerais do Desenho. : Hemus,
2004, 257p.
MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 2004.
99
Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico
Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
Curso de Engenharia Mecânica
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15. Anexo B – Regulamento do Estágio
Curricular Obrigatório
I – Da Caracterização
Art.1 – O Estágio Curricular Obrigatório do curso de Engenharia Mecânica, a seguir
referenciado simplesmente como Curso, das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, a seguir
referenciada como Faculdade, é composto pela disciplina de Estágio Supervisionado oferecida
aos alunos regularmente matriculados, a partir do sétimo período do Curso.
1º.
Para a organização e o funcionamento desta disciplina haverá a Comissão
Orientadora de Estágios (COE), formada pelo Coordenador do curso de Engenharia Mecânica,
pelo Coordenador de Estágio (professor do curso, com disponibilidade horária semanal) e por
dois professores do colegiado do curso, em caráter permanente, determinados pela
coordenação do curso, e pelos demais professores orientadores de estágio, que responderão
pela disciplinas de Estágio Supervisionado junto a Coordenação do Curso.
2º.
A carga horária total do Estágio Supervisionado é de 200 horas, não se
computando, para fins de integralização do Currículo Pleno do Curso, qualquer carga horária
excedente.
3º.
Ao membro efetivo da COE (Coordenador de Estágios do Curso) será atribuída
uma carga horária semanal definida de acordo com o número de alunos matriculados no
Curso.
4º.
O Estágio Supervisionado corresponde a um momento de vivência profissional
objetivando facilitar a futura inserção do estudante no mercado de trabalho, promovendo a
articulação e a transição da Instituição de Ensino com o mundo do trabalho, facilitando a
adaptação social e psicológica à futura atividade profissional.
II – Dos Objetivos
Art.2 – A realização do Estágio tem por objetivo facilitar a adaptação social e
psicológica à futura atividade profissional do estudante com o desenvolvimento e/ou o
acompanhamento de atividades que promovam a interdisciplinaridade, a experiência
acadêmico-profissional, o questionamento, a competência técnico-científica e o
desenvolvimento integrado de ensino, pesquisa e extensão; facilitando assim a futura inserção
do estudante no mercado de trabalho, promovendo a melhoria do ensino, com a ampliação do
espaço acadêmico, relacionando dinamicamente teorias e práticas e gerando oportunidade de
avaliação curricular.
III – Do Local de Estágio
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Art.3 – O Estágio deverá ser realizado em estabelecimentos que tenham condições de
proporcionar aos Estagiários, experiências práticas e aperfeiçoamento técnico-científico e de
relacionamento humano.
1º.
A disposição de qualquer instituição em oferecer estágio a alunos do Curso
será firmada por meio de Convênio celebrado entre essa instituição, doravante denominada
Instituição Concedente de Estágio, e a Faculdade, onde poderão estar incluídas normas
complementares a este Regimento.
2º.
Nos casos de interrupção de Estágio, por motivos alheios ao estagiário, novas
providências poderão ser tomadas, desde que orientadas pelo Coordenador de Estágio, sem
prejuízo do andamento da disciplina em relação ao Estagiário.
IV – Da Organização
Art.4 – A disciplina de Estágio Supervisionado está inserida no sétimo semestre do
curso. Somente a partir deste período que o aluno será considerado apto para atender este
requisito. Esta colocação se fundamenta na ocorrência de grande parte das disciplinas
profissionalizantes estarem concentradas a partir do quinto semestre. Assim, o aluno que está
participando das disciplinas que lhe trazem uma grande carga de conhecimentos da sua futura
profissão terá condições de interagir de forma técnica, científica e social-profissional. É
permitido ao aluno do Curso de Engenharia Mecânica, a partir do primeiro semestre, participar
de Estágios, porém, estes não serão considerados curriculares, e sim, voluntários.
Art.5 – Cada Estagiário contará com o apoio da COE e de um Professor Orientador,
indicado pela COE e escolhido entre os docentes do Curso, que se disponibilizar para a
orientação de estagiários.
Art.6 – Para a realização do Estágio Supervisionado, cada estagiário elaborará um
Plano de Estágio que atenda aos objetivos estabelecidos neste regimento e aos interesses da
Instituição Concedente de Estágio, observadas as Normas e Critérios divulgados pela COE.
Após a assinatura do Termo de Convênio e do Termo de Compromisso, o aluno deve
procurar um dos professores designados pela coordenação para a disciplina e desenvolver, sob
a orientação deste, o Plano de Estágio que abordará, no mínimo:
•
local do Estágio, período e área de atuação;
•
supervisor técnico do Estágio;
•
correlação entre o curso e a área de Estágio;
•
descrição sucinta das tarefas a serem executadas;
•
tempo de atuação em cada uma das tarefas designadas pelo supervisor de
•
concordância do supervisor e do professor orientador.
Estágio;
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Art.7 – Os Relatórios do estágio deverão ser apresentados ao final do oitavo ou décimo
período para fins de avaliação da disciplina.
Após o término do conjunto de horas (200h) determinadas na matriz curricular o aluno
deverá apresentar ao professor orientador um Relatório Final de Estágio com a finalidade de
documentar a sua participação e solicitar a sua avaliação na disciplina Estágio. Este relatório
final deverá conter, no mínimo:
•
local do Estágio, período e área de atuação;
•
supervisor técnico do Estágio;
•
histórico, ramo de atividade e organograma do Concedente;
•
descrição das atividades desenvolvidas incluindo objetivo e correlação entre as
tarefas desenvolvidas e as disciplinas do curso;
•
visão gerencial onde o aluno expressa sua visão sobre os processos ou
estrutura organizacional do Concedente e apresenta sugestões para melhoria do curso a partir
da associação teoria e prática;
A coordenação do curso recebe um arquivo eletrônico com o resumo de todas as
sugestões citadas pelos alunos. Esta é uma forma de avaliação do curso, pelos alunos, a partir
da sua vivência no campo de trabalho.
Parágrafo único: A elaboração, a apresentação e a avaliação dos Relatórios de Estágios
deverão obedecer aos Critérios deste regimento e as Normas complementares a este
regimento e ao Manual de Normas Técnicas da Instituição.
V – Das Competências
Art. 8 – Compete à Faculdade:
a) designar a Comissão Orientadora de Estágios;
b) firmar o Convênio com a Instituição Concedente de Estágio;
c) contratar seguro de acidentes pessoais para os estagiários;
Art. 9 – Compete à Coordenação
a) homologar o Cronograma de Atividades das disciplinas de Estágio Supervisionado;
b) homologar o rol de Professores Orientadores e respectivos Orientados;
c) homologar os resultados finais da Disciplina,
d) aprovar disposições complementares a este Regimento.
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e) deliberar sobre os casos omissos neste regimento, ouvido a COE.
Art.10 – Compete a COE:
a) responder pelos Estágios Supervisionados, enquanto disciplina, junto à Secretaria da
Faculdade;
b) representar a Faculdade junto à Instituição Concedente de Estágio;
c) elaborar e submeter à Coordenação o material necessário para as homologações
cabíveis;
d) cumprir e fazer cumprir o Cronograma de Atividades estabelecido, bem como este
regimento e suas Normas Complementares;
e) definir e divulgar critérios e normas complementares a esse regimento para a
elaboração, apresentação e avaliação dos trabalhos de estágio;
f) elaborar os formulários e respectivas instruções de preenchimento, necessários à
sistematização do Estágio, como o Termo de Compromisso, Proposta de Estágio, Plano de
Estágio e relatórios diversos, bem como outros documentos a serem preenchidos pelos
Estagiários, pelos Professores Orientadores e pelos Orientadores de Atividades;
g) publicar os Editais referentes à organização e realização dos Estágios
Supervisionados;
h) convocar reuniões com os Professores Orientadores, sempre que necessário;
i) realizar reuniões com cada turma de estagiários, orientando-os sobre os critérios a
serem observados e às condições necessárias à boa realização de suas atividades;
j) receber os documentos e relatórios referentes a cada Estagiário e tomar as
providências necessárias em cada caso;
l) efetuar o controle de frequência e das avaliações dos Estagiários;
m) arquivar os documentos referentes as disciplinas de Estágio Supervisionado;
n) tomar outras providencias e/ou deliberar sobre assuntos não previstos e que
venham a se apresentar durante o andamento das Disciplinas.
Art.11 – Compete ao Professor Orientador:
a) esclarecer ao orientado, os objetivos dos Estágios Supervisionados, a forma de
avaliação e as metodologias a serem empregadas;
b) orientar o Estagiário na elaboração do Plano de Estágio, do artigo, dos relatórios e
do Trabalho de Conclusão de Curso, bem como de quaisquer outros itens solicitados no
desenvolvimento de suas atividades de estagiário, procedendo acompanhamento contínuo do
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desenvolvimento dos trabalhos, bem como da execução do Cronograma de Atividades
proposto;
c) fornecer à Coordenação de Estágio, sempre que lhe for solicitado, informações
sobre o andamento dos estágios sob sua orientação,
d) avaliar a atuação e o aproveitamento dos estagiários sob sua orientação,
e) participar das reuniões convocadas pela Comissão de Estágio e/ou solicitá-las
quando necessário;
f) cumprir e fazer cumprir o disposto neste Regimento.
Art.12 – Compete a cada Estagiário:
a) conhecer e cumprir o estabelecido neste regimento;
b) comparecer às reuniões convocadas pela COE e aos encontros de orientação com
seu Professor Orientador;
c) apresentar a COE ou ao Professor orientador, nos prazos estabelecidos, os
documentos que lhe forem solicitados relativos ao Estágio, devidamente preenchidos ou
elaborados;
d) buscar orientação junto ao seu Professor Orientador ou Orientador na Instituição
Concedente (orientador de atividades), sempre que necessário;
e) comunicar sua ausência, por escrito, a COE no caso de interromper o Estágio
Supervisionado;
f) submeter-se às avaliações previstas e solicitar, se couber, revisão dos resultados
obtidos;
g) encaminhar para o professor orientador a ficha de avaliação do local do Estágio
Supervisionado e a ficha de freqüência;
h) apresentar sugestões que possam contribuir para superar as situações-problema,
bem como a melhoria da qualidade do Estágio Supervisionado;
i) cumprir as disposições do convênio firmado com a Instituição ou Propriedade
Concedente do Estágio;
j) zelar pelo equipamento e material da Faculdade, e dos demais locais onde realizar o
Estágio Supervisionado;
Art.13 – Compete à Instituição Concedente de Estágio:
a) firmar o Termo de Convênio com a Faculdade e Termo de Compromisso com o
estagiário;
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b) atribuir ao Estagiário um Orientador de Atividades;
c) oferecer ao Estagiário as condições necessárias para a realização do estágio;
d) comunicar por escrito à COE qualquer ocorrência referente à atuação do Estagiário
ou à continuidade da realização do estágio.
Art.14 – Compete ao Orientador de Atividades:
a) situar o estagiário dentro da estrutura da organização, informando-o sobre as
normas internas da empresa e dando-lhe idéia de seu funcionamento.
b) informar o Professor Orientador, quando solicitado, sobre o desempenho do
estagiário.
c) Comunicar à Coordenação de Estágio sobre qualquer alteração ou interrupção no
estágio, provocada pela empresa ou pelo estagiário.
d) promover avaliação criteriosa do estagiário de acordo com o seu desempenho,
utilizando a Ficha de Avaliação enviada pela Coordenação de Estágio;
e) controlar e informar à Coordenação de Estágio as horas trabalhadas e a assiduidade
do estagiário.
VI – Da Avaliação do Estágio
Art.15 – A avaliação do estágio supervisionado obrigatório será feita por meio da
apresentação de um relatório e defesa perante uma banca examinadora.
Cada professor, com a finalidade de avaliação da disciplina Estágio, observar á as
seguintes orientações:
•
consistência entre o plano de Estágio e as tarefas desenvolvidas. Caso o
trabalho desenvolvido pelo estagiário tenha se modificado em relação ao seu planejamento
serão observados os fatores que levaram a esta alteração;
•
relatório de Estágio em seu conteúdo e forma;
•
apresentação oral por parte do aluno da experiência vivida;
•
contatos ou pareceres do(s) Supervisor(es) de Estágio sobre a atuação do
aluno no processo de Estágio;
•
será atribuída uma nota entre 0 (zero) e 10,0 (dez inteiros) para o aluno como
média final. A aprovação se dará com uma nota superior a 5,0 (cinco inteiros).
VII – Da Revisão das Notas
Art. 16 – O Estagiário poderá requerer revisão de nota atribuída, exceto nos casos das
notas parciais referentes à sua atuação como Estagiário e apresentação e defesa do Relatório.
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No requerimento da revisão, que será protocolado na Secretaria da Faculdade, o Estagiário
fundamentará seu pedido, indicando os itens do objeto avaliado em que se sentiu prejudicado.
VIII – Das Disposições Finais
Art. 17 – O presente Regimento entrará em vigor após ser aprovado pela Coordenação
do Curso e homologado pelo Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da Instituição de Ensino
Superior.
Art. 18 - Os casos omissos neste regimento serão resolvidos pela Comissão
Orientadora de Estágio em conjunto com a Coordenação do Curso de Engenharia Mecânica
das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu.
16. Anexo C – Regulamento do Trabalho
de Conclusão de Curso
Art.1 – Trabalho de Conclusão de Curso é elemento obrigatório à formação dos alunos
regularmente matriculados no último semestre do Curso de Engenharia Mecânica, a seguir
referenciado simplesmente como Curso, pelas Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, a
seguir referenciada simplesmente como Faculdade, vinculado à Coordenação do Curso,
doravante Coordenação e regido por esse Regimento.
Art.2 – O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), no curso de Engenharia Mecânica, deverá ser
defendido (apresentação oral e pública) perante uma banca examinadora.
1º.
O TCC deverá ser realizado na(s) área(s) previamente acordada(s) entre o aluno e o seu
Professor Orientador.
Art.3 – A realização do Trabalho de Conclusão de Curso tem por objetivo a aplicação dos
conhecimentos adquiridos no Curso; o aperfeiçoamento e a complementação da
aprendizagem; o desenvolvimento do aluno em âmbito social, profissional e cultural nas áreas
de abrangência do Curso e a elaboração de uma monografia segundo as Normas para
Apresentação de Trabalhos Acadêmico e Científicos da Instituição, com apresentação pública e
oral, de forma similar ao exigido em eventos técnico-científicos da área quando da
apresentação de trabalhos selecionados para tal.
Art.4 – Os trabalhos deverão ser elaborados e apresentados por um único aluno (o autor).
Art.5 – O aluno contará com um Professor Orientador, com experiência profissional na área de
concentração do Trabalho, escolhido dentre aqueles que se disponibilizarem para a orientação
de Trabalhos de Conclusão de Curso. Cada professor poderá orientar até seis trabalhos.
Art.6 – A monografia do Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser apresentada ao final do
décimo período.
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Art.7 – Compete à Comissão Orientadora de Trabalho de Conclusão de Curso (COTCC)
presidida pelo Coordenador de TCC:
a) aprovar disposições complementares a este Regimento para a realização semestral do
Trabalho de Conclusão de Curso;
b) elaborar o cronograma semestral de atividades dos Trabalhos de Conclusão de Curso;
c) designar os Professores Orientadores e respectivos Orientados;
d) providenciar, junto à Direção da Faculdade, a alocação de horas semanais de carga horária
para cada Professor Orientador;
e) providenciar para que nenhum dos Professores Orientadores atenda mais do que seis
orientados por semestre;
f) homologar os Planos de Trabalho e suas alterações, deliberando sobre os casos
excepcionais;
g) homologar os resultados finais dos Trabalhos;
h) definir e divulgar critérios e normas complementares a esse regimento para a elaboração,
apresentação e avaliação dos relatórios;
i) publicar os Editais referentes à organização e realização dos Trabalhos;
j) convocar reuniões com os Professores Orientadores sempre que necessário;
k) organizar e providenciar a realização das defesas das monografias;
l) deliberar sobre os casos omissos neste Regimento, ouvidos os Professores Orientadores.
m) lançar a nota final obtida pelo aluno.
Art.8 – Compete ao Professor Orientador:
a) auxiliar e orientar o aluno na elaboração do plano de trabalho.
b) manter contato com o orientando, pelos meios possíveis, durante o período de orientação,
para colaborar com o bom desempenho do aluno e com o cumprimento do cronograma
proposto no plano de trabalho.
c) fornecer a COTCC do Curso, sempre que lhe for solicitado, informações sobre o andamento
dos Trabalhos sob sua orientação;
d) programar encontros presenciais com o aluno durante todo o período de elaboração do
TCC.
e) efetuar o controle de freqüência dos alunos às reuniões de orientação;
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f) avaliar, segundo o cronograma, a atuação e o aproveitamento dos alunos sob sua
orientação:
g) participar, na qualidade de Presidente, da Banca Examinadora da monografia de cada aluno
sob sua responsabilidade, preenchendo adequadamente a Ata de Defesa de Trabalho de
Conclusão de Curso e o Termo de autorização de publicação com assinatura do autor do
Trabalho;
h) auxiliar a COTCC nas atividades pertinentes aos Trabalhos de Conclusão de Curso, quando
solicitado;
i) cumprir e fazer cumprir o Cronograma de Atividades estabelecido, bem como este
regimento e suas Normas Complementares;
j) vetar, até 40 (quarenta) dias antes da data agendada para defesa do Trabalho de Conclusão
de Curso, todo trabalho que não for considerado adequado, técnica e metodologicamente,
para defesa;
k) assinar o “Termo de Aprovação” na versão definitiva (capa dura e versão digital) dos
Trabalhos de Conclusão de Curso de seus orientados, dando fé da realização das correções
indicadas pela Banca Examinadora;
Art.9 – Compete ao orientador externo (quando for aplicável e o TCC envolver empresa):
a) situar o aluno dentro da estrutura da organização, informando-o sobre as normas internas
da empresa;
b) informar o professor orientador, quando solicitado, sobre o desenvolvimento do trabalho;
c) comunicar ao Coordenador de TCC sobre qualquer alteração no plano de trabalho,
provocada pela empresa ou pelo aluno;
d) preencher a ficha de avaliação enviada pela Coordenação de TCC;
Art.10 – Compete ao aluno:
a) cumprir fielmente todas as Normas e Disposições referentes à realização do Trabalho de
Conclusão de Curso;
b) elaborar o Plano de Trabalho observando as normas e critérios divulgados pela COTCC.
c) comparecer às reuniões convocadas pelo seu Professor Orientador;
d) apresentar ao seu Professor Orientador, nos prazos estabelecidos, os documentos, relativos
ao Trabalho, que lhe forem solicitados, devidamente preenchidos ou elaborados;
e) cumprir fielmente as atividades previstas no seu Plano de Trabalho, justificando em tempo
as alterações impostas pelas circunstancias;
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f) buscar orientação junto ao seu Professor Orientador, sempre que necessário;
g) submeter-se às avaliações previstas;
h) entregar à COTCC do curso, 20 (vinte) dias antes da data agendada para defesa, três cópias
impresas do seu Trabalho de Conclusão de Curso e a versão digital do trabalho;
i) apresentar a sua monografia em sessão pública, submetendo-a à Banca Examinadora
estabelecida para avaliação;
j) entregar, 30 dias após a defesa, duas cópias da versão definitiva em capa dura de seu
Trabalho e uma cópia em versão digital no formato “pdf”;
k) coletar as assinaturas dos integrantes da banca, no “Termo de Aprovação”, dando fé da
realização das correções indicadas pela Banca Examinadora, na versão definitiva (capa dura)
do Trabalho de Conclusão de Curso;
Art.11 – O sistema de avaliação do TCC abrangerá os itens: cumprimento da carga horária de
orientação, avaliação do trabalho escrito e avaliação da Defesa da Monografia.
1º. Cumprimento da carga horária de orientação
a) a freqüência nas atividades de orientação é um dos requisitos para a aprovação do aluno.
Sendo que o aluno deve cumprir 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária estipulada
da disciplina de TCC;
b) em caso de falta, o aluno poderá solicitar reagendamento da reunião de orientação, por
escrito, para o professor orientador;
c) o controle de horas de orientação será realizado mediante o registro de presença na ficha
de freqüência, fornecida ao professor orientador;
2º. Avaliação do trabalho escrito:
a) a entrega do trabalho na data estipulada terá peso de 5% na composição total da nota;
b) os alunos que não cumprirem com este quesito receberão pontuação zero, tendo um prazo
adicional, improrrogável, de 24 horas para a entrega do TCC. Sendo que a não entrega do TCC
até o final das 24 horas adicionais acarretará na reprovação do acadêmico;
c) a avaliação do trabalho escrito é realizada pelo professor orientador e pelos participantes da
banca de defesa do trabalho, conforme critérios contidos em ficha própria elaborada pela
Comissão de Orientação de TCC – COTCC;
d) serão atribuídas notas de zero a 10 (dez), em intervalos de 5 décimos, para cada critério
avaliado. A média aritmética desses critérios será a nota obtida pelo aluno na avaliação do
trabalho escrito;
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e) a média aritmética das notas atribuídas pelos membros da banca somada à nota atribuída
ao quesito entrega do trabalho escrito será a nota obtida pelo aluno na avaliação do TCC;
f) a avaliação do trabalho escrito terá peso de 80% na nota final do TCC.
3º. Avaliação da apresentação oral
a) os membros da comissão avaliadora atribuirão notas de zero a 10 (dez), em intervalos
de 5 décimos, à apresentação oral do aluno;
b) a média aritmética das notas atribuídas pelos membros da banca será a nota obtida
pelo aluno na avaliação da apresentação oral.
4º. Avaliação total do TCC
A nota total do TCC será obtida pela média ponderada da nota atribuída ao Trabalho de
Conclusão de Curso escrito e à apresentação oral.
a) a avaliação do trabalho escrito terá peso 8 (oito) na nota final;.
b) os alunos que obtiverem nota inferior a 7,0 (sete) na avaliação total devem proceder a
reapresentação oral e da monografia escrita perante a comissão avaliadora, após as
devidas correções, em prazo estabelecido pela Coordenação de Estágio;
c) no caso da reapresentação do TCC, a nota final da avaliação será obtida pela média
aritmética da nota atribuída à primeira avaliação e da nota atribuída à reapresentação.
Art. 12 - A nota final do TCC será obtida pela média ponderada da nota atribuída à
avaliação da apresentação oral (peso dois) e da nota atribuída à avaliação da monografia
escrita (peso oito) dividida por dez, de acordo com a fórmula a seguir:
Nota final do TCC = [(nota da avaliação da banca x 2) + (nota da avaliação do trabalho x
8)] / 10
a) A nota será expressa na escala de 0 a 10, apurada até a primeira casa decimal sem
arredondamento;
b) Nota igual ou superior a 7 (sete): aprovado.
c) Nota igual ou superior a 5 (cinco) e inferior a 7 (sete): reapresentação do TCC, com
complementações e/ou ajustes sugeridos em prazo estabelecido pela Coordenação de TCC.
d) Nota inferior a 5 (cinco): reprovado.
e) Um Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser considerado APROVADO MEDIANTE
CORREÇÕES. Estas correções serão definidas pela banca examinadora do trabalho e o aluno
(autor) terá 30 (trinta) dias após a defesa para entregar a versão definitiva (capa dura), já com
as correções apontadas.
Art. 13 – O aluno reprovado em Trabalho de Conclusão de Curso deverá realizar
integralmente um novo trabalho no semestre seguinte.
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Art. 14 – A qualquer momento antes da Colação de Grau, caso seja colocada em dúvida
a autoria do TCC apresentado pelo aluno, a Faculdade promoverá a instauração de sindicância
e caso seja comprovada a fraude, o aluno será considerado reprovado na elaboração do
Trabalho de Conclusão de Curso, sem direito de pedir revisão ou recurso, independentemente
dos resultados das avaliações parciais.
Art. 15 – Na época devida a COTCC divulgará a composição das Bancas Examinadoras.
Art. 16 – Cada Banca Examinadora será composta por três participantes, sendo um
deles obrigatoriamente o Professor Orientador e este na qualidade de Presidente da Banca.
Art.17 – O funcionamento de cada Banca Examinadora será organizado pela COTCC,
que definirá os procedimentos necessários com vistas a promover a imparcialidade e a
uniformidade na atuação de seus integrantes quando da avaliação dos TCCs.
Art.18 - O presente Regimento entrará em vigor depois de aprovado pela Coordenação
do Curso e homologado pelo Colegiado do Curso de Engenharia Mecânica.
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