Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Engenharia Mecânica 2011 Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR FACULDADES INTEGRADAS DO VALE DO IGUAÇU CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Coordenação Geral de Elaboração Prof. Edson Aires da Silva Diretor Geral da IES NDE – Núcleo Docente Estruturante do Curso Prof. Adailton Marcelo Lehrer Prof. Claudinei Cerconi Prof. Marcos Roberto Rodacoski Prof. Paulo Dinarte Tavares Prof. Raul José dos Santos Michel Júnior Redação e Organização Prof. Ivan de Oliveira Profa. Rosana Beatriz Ansai 2 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Apresentação É inegável a importância social das Faculdades, Centros Universitários e Universidades como formadoras de mão-de-obra altamente especializada, profissionalmente moldada ao mercado e sócio-culturalmente preparada para o exercício de sua especialidade. Muitos caminhos podem ser percorridos, mas, o melhor caminho sempre é aquele que guia um profissional, não apenas como especialista, mas, também, como membro de uma sociedade. Este projeto político pedagógico segue as recomendações dadas pela CPA da IES e o Instrumento de Avaliação de Cursos. Considera os princípios norteadores do parecer CNE/CES 1362/2001 e a Resolução CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002, de forma a propor diretrizes para o curso de Engenharia Mecânica das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, em consonância com o PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional) e com o PPI (Plano Pedagógico Institucional). Para a construção desse Projeto Pedagógico, o NDE do Curso de Engenharia Mecânica buscou incorporar ciência e técnica à participação social de um profissional engenheiro mecânico como membro da sociedade. Núcleo Docente Estruturante do Curso de Engenharia Mecânica 3 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Sumário Apresentação ................................................................................................................................ 3 Sumário ......................................................................................................................................... 4 1. Introdução ............................................................................................................................. 8 2. Perfil Institucional da IES ....................................................................................................... 9 2.1. Histórico ............................................................................................................................. 9 2.2. Missão institucional............................................................................................................ 9 2.3. Diretrizes Pedagógicas Gerais da Instituição ................................................................... 10 2.4. 3. Organização Acadêmica .............................................................................................. 10 Projeto Pedagógico do Curso .............................................................................................. 13 3.1. Introdução ........................................................................................................................ 13 3.1.1. Perfil Econômico da Região ....................................................................................... 14 3.1.2. Perfil Social da Região ......................................................................................... 16 3.2. Concepção do curso ......................................................................................................... 17 3.3. Base Legal e Referências .................................................................................................. 18 3.4. Objetivos do curso............................................................................................................ 18 3.5. Caracterização do curso ................................................................................................... 19 4. Perfil do Egresso .................................................................................................................. 20 4.1. Competências Esperadas do Egresso ............................................................................... 21 5. Estrutura Curricular do Curso.............................................................................................. 22 5.1. Matriz Curricular .............................................................................................................. 24 5.2. Ementas das Disciplinas ................................................................................................... 28 5.3. Estágio Curricular no Curso .............................................................................................. 28 5.3.1. Caracterização do estágio curricular obrigatório de Engenharia Mecânica ............. 28 5.3.2. Objetivos e prática do estágio curricular obrigatório ............................................... 29 5.4. Estágio Curricular não Obrigatório ................................................................................... 30 5.5. Atividades Complementares de Integralização Curricular ............................................... 31 5.5.1. Critérios para Desenvolvimento de Atividades Complementares ............................ 31 5.5.2. Modalidades das Atividades Complementares e Sociais .......................................... 32 5.5.3. Controle e Registro das Atividades Complementares............................................... 33 5.6. Trabalho de Conclusão de Curso ...................................................................................... 33 4 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 5.7. Núcleo de Conteúdos Básicos .......................................................................................... 33 5.8. Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes ........................................................................ 35 5.9. Núcleo de Conteúdos Específicos .................................................................................... 37 6. Conselhos Superiores e Colegiados..................................................................................... 38 6.1. Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso............................................... 38 6.2. Participação do Coordenador e dos Docentes em Colegiado de Curso e Colegiados Superiores ............................................................................................................................... 39 7. Corpo Docente .................................................................................................................... 40 7.1. Núcleo Docente Estruturante .......................................................................................... 41 7.2. Coordenação de Curso ..................................................................................................... 41 7.2.1. Coordenador do Curso: Titulação, Regime de Trabalho e Dedicação....................... 42 7.2.2. Coordenador do Curso nos Órgãos Colegiados Acadêmicos da IES .......................... 42 7.3. Apoio Pedagógico ao Docente ......................................................................................... 42 8. Órgãos de Apoio Técnico e Administrativo ......................................................................... 43 8.1. Secretaria Geral ................................................................................................................ 43 8.1.1. Organização do Controle Acadêmico ........................................................................ 43 8.2. Pessoal Técnico e Administrativo e Políticas de Capacitação .......................................... 44 8.2.1. Corpo Técnico da Secretaria...................................................................................... 44 8.2.2. Corpo Técnico da Biblioteca ...................................................................................... 44 8.2.3. Corpo Técnico de outros Setores .............................................................................. 44 9. Atenção aos Discentes ........................................................................................................ 45 9.1. Apoio à Participação em Eventos ..................................................................................... 45 9.2. Apoio Pedagógico ao Discente ......................................................................................... 46 9.3. Acompanhamento Psicopedagógico ................................................................................ 46 9.4. Mecanismos de Nivelamento ........................................................................................... 47 9.5. Acompanhamento de Egressos ........................................................................................ 47 9.6. Central de Estágio e Trabalhos de Conclusão de Curso ................................................... 48 10. Instalações Físicas ........................................................................................................... 49 10.1. Laboratórios ................................................................................................................... 49 10.2. Biblioteca ........................................................................................................................ 50 10.2.1. Acervo ..................................................................................................................... 51 10.2.2. Política Institucional de Atualização do Acervo ...................................................... 51 1) 5 Literatura Básica: ......................................................................................................... 52 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 2) Literatura Complementar:........................................................................................... 52 10.2.3. Livros ....................................................................................................................... 52 10.2.4. Periódicos ................................................................................................................ 52 10.2.5. Multimídia ............................................................................................................... 52 10.2.6. Trabalhos de Conclusão de Cursos de Graduação e Pós-Graduação ...................... 52 10.2.7. Intercâmbio ............................................................................................................. 52 10.2.8. Internet.................................................................................................................... 53 10.2.9. Bases de Dados........................................................................................................ 53 10.3. Outras Estruturas Físicas ................................................................................................ 53 10.3.1. Sala de Multimeios .................................................................................................. 53 10.3.2. Academia de Musculação........................................................................................ 53 10.3.3. Quadra de Esporte .................................................................................................. 53 10.3.4. Clínica de Fisioterapia ............................................................................................. 53 10.3.5. Centro Esportivo Universitário ................................................................................ 53 11. Relação com a Comunidade ............................................................................................ 53 11.1. Programa de Iniciação Científica .................................................................................... 55 11.1.1. Incentivos à Iniciação Científica .............................................................................. 56 11.2. Programas de Extensão .................................................................................................. 57 11.2.1. Relacionamento com o Setor Produtivo e de Serviços ........................................... 58 11.3. Política de Incentivo e Concessão de Bolsas .................................................................. 58 11.3.1. Bolsas de Trabalho ou de Administração ................................................................ 59 11.3.2. Programa de Incentivo Social Solidário ................................................................... 60 11.3.3. Bolsa “Melhor Aluno”.............................................................................................. 60 11.3.4. Bolsa Esporte ........................................................................................................... 60 11.3.5. Prouni ...................................................................................................................... 60 11.3.6. Programa Estude ..................................................................................................... 60 11.3.7. FIES .......................................................................................................................... 60 12. Sistemas de Avaliação ..................................................................................................... 61 12.1. Avaliações Institucionais ................................................................................................ 61 12.2. Processo de Avaliação do Curso..................................................................................... 61 12.3. Avaliação Ensino-Aprendizagem .................................................................................... 63 13. Referências Bibliográficas ............................................................................................... 66 14. Anexo A – Ementas das Disciplinas ................................................................................. 68 6 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 15. Anexo B – Regulamento do Estágio Curricular Obrigatório .......................................... 100 16. Anexo C – Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso ...................................... 106 7 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 1. Introdução O projeto pedagógico do Curso de Engenharia Mecânica é norteado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, propõe uma cultura orientada para as necessidades regionais e institucionais. O projeto pedagógico apresentado é uma proposta de trabalho integrado que descreve um conjunto de competências a serem desenvolvidas nos alunos, através de uma forma estruturada de organização, baseada em referenciais a elas associados e a metodologia adotada. Em primeiro lugar será apresentado o histórico da mantenedora e da mantida, onde consta a missão, as diretrizes e a organização didático-pedagógica da instituição. A seguir é feita a apresentação do perfil da região de União da Vitória e arredores para contextualização do projeto pedagógico e da concepção do Curso. Os fundamentos teóricos e legais, os objetivos do Curso e as características do egresso de Engenharia Mecânica, também, são discutidos. A seguir apresenta-se a estrutura curricular necessária e a concepção do Curso para a formação profissional e humana do discente para que ele esteja apto a ingressar no mundo do trabalho ou iniciar sua própria empresa. Como terceiro enfoque apresenta a descrição de toda a infraestrutura planejada e a já existente, incluindo a estrutura administrativa e a relação com a comunidade, para que haja o desenvolvimento do projeto pedagógico do Curso de Engenharia Mecânica. Finalizando, o projeto traz as diretrizes do sistema de avaliação do Curso de Engenharia Mecânica, as referências bibliográficas e os anexos. 8 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 2. Perfil Institucional da IES 2.1. Histórico A Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu - UNIGUAÇU, mantenedora das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, foi criada, em 1999, por um grupo de professores comprometidos com o ensino superior de qualidade e socialmente responsável. O início de suas atividades se deu no segundo semestre de 2001 quando a então Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória e a Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória foram credenciadas, ofertando os cursos de graduação em Administração com habilitação em Administração Pública, Agronegócios e Marketing, além do curso de graduação em Sistemas de Informação. No início do ano de 2002, foi credenciada a Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória, e então autorizados os cursos de Nutrição, Educação Física, Enfermagem. No mesmo ano foi autorizado o curso de Fisioterapia. Com a disposição de criar alternativas para suprir as expectativas da sociedade regional, a UNIGUAÇU, mantenedora das faculdades, solicitou ao MEC os cursos de graduação de Farmácia e Serviço Social, autorizados nos final de ano de 2003, de Direito, autorizado no início do ano de 2005, de Medicina Veterinária e Agronomia, autorizados no final do ano de 2005 e os cursos de Biomedicina e de Educação Física (Bacharelado) autorizados no mês de dezembro de 2008. Com exceção dos dois últimos cursos autorizados recentemente, a IES solicitou o reconhecimento de seus cursos e, atualmente, tem todos eles reconhecidos ou com pareceres favoráveis para o reconhecimento, num total de 11 cursos. Em 2009, as três faculdades mantidas pela UNIGUAÇU foram unificadas passando a serem denominadas de Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, doravante denominada IES. O Corpo dirigente, docente e técnico administrativo da IES concentram-se na busca permanente de qualidade no desempenho de suas funções, com vistas a garantir o aperfeiçoamento constante do projeto político pedagógico dos cursos, objetivando maior qualidade na formação dos acadêmicos e egressos e dos serviços prestados à sociedade. Destaca-se, nesse empenho, o esforço em construir uma estrutura curricular para o Curso de Engenharia Mecânica de acordo com os critérios estabelecidos pelo Conselho Nacional de Educação através do Parecer CNE/CES 1362/2001 e a Resolução CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002. 2.2. Missão institucional A IES foi criada com a missão, ainda atual, de ser Instituição de referência no Estado, assumindo o compromisso institucional de promover o desenvolvimento educacional e social da região através da oferta do Ensino Superior de qualidade em diferentes áreas do conhecimento, integrado à iniciação científica e à extensão. 9 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 2.3. Diretrizes Pedagógicas Gerais da Instituição A IES, mantida pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, visa a formação de profissionais e especialistas de nível superior competentes e aptos a participarem no processo de desenvolvimento da sociedade. Para tanto, promove ações visando a qualidade e a excelência na formação, respeitando e considerando a importância do compromisso social. O homem age na realidade em que vive e, nessa relação, busca compreendê-la utilizando-se de diversas formas de mediação. Nessa perspectiva, a aprendizagem reflete um processo de aquisição e reconstrução do conhecimento, que se dá pela constante mediação entre sua representação teórica e a prática social. Assumindo essa perspectiva, a IES elege como eixo central de suas diretrizes pedagógicas a aprendizagem em sua relação dialética com o ensino. Entende-se o acadêmico como sujeito de sua própria aprendizagem, capaz de, numa ação deliberada e consciente, buscar o domínio dos conteúdos necessários à vida cidadã e à profissionalização. Para isso, mais do que dominar enorme massa de conteúdos e técnicas, o estudante deverá aprender a se relacionar com o conhecimento de forma ativa, construtiva, criadora e ética. A aquisição do conhecimento pelo sujeito aprendiz se dá através da mediação, que não ocorre só na sala de aula. Compreende-se, assim, que o papel do professor é justamente o de mediar, intencionalmente, a relação entre o sujeito-aprendente e o objeto a ser apreendido. Tem, portanto, uma especificidade a ser respeitada: trata-se de um profissional a serviço da orientação e condução do processo de aprendizagem, a partir de uma metodologia que favoreça a construção de sujeitos autônomos, hábeis e competentes. Nesse movimento, a pesquisa e a elaboração pessoal são essenciais. Na ordem das atividades didáticas, os planos de ensino devem orientar a aprendizagem visando o desenvolvimento de competências, ou seja, o domínio de conteúdos, o desenvolvimento de habilidades e atitudes primordiais ao exercício da profissão e da cidadania, considerando também, a necessidade de promover a capacidade de elaboração pessoal e a pesquisa. Estas deverão estar sempre em relação com a prática social e balizada pelas discussões coletivas, orientadas pelo docente durante as aulas. Em síntese: a) a Instituição deve garantir a aprendizagem adequada aos acadêmicos; b) a aprendizagem deve assentar-se no desenvolvimento de competências, ao mesmo tempo, no domínio dos conteúdos, no desenvolvimento de habilidades e atitudes consideradas essenciais e relevantes à formação profissional; c) a avaliação se inscreve como momento de aprendizagem, se baseia na expectativa qualitativa e quantitativa e se realiza mediante processos transparentes, abrangentes e éticos. 2.4. Organização Acadêmica A organização acadêmica da IES e prevista para o Curso de Engenharia Mecânica obedece ao disposto em seu Regimento Interno. Conta com conselhos normativos e 10 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR deliberativos, órgãos executivos e órgãos de apoio técnico e administrativo. Os Conselhos Normativos e Deliberativos possuem funções de natureza normativa, consultiva e deliberativa em matérias acadêmico-administrativas e disciplinares. O Conselho Superior é composto pelo Diretor, seu presidente; pelos Coordenadores de Curso; por representantes da Mantenedora; por professores em exercício, eleitos por seus pares com mandato de dois anos, podendo ser reconduzidos por um representante discente, indicado pelo respectivo órgão de representação para mandato de um ano, permitida recondução. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão é constituído pelo Diretor, seu presidente; pelos Coordenadores de Curso; por professores em exercício, eleitos por seus pares, com mandato de um ano, permitida recondução e por um representante discente, indicado pelo respectivo órgão de representação, com mandato de um ano, permitida recondução. A Diretoria é o órgão executivo superior de coordenação e fiscalização das atividades da Instituição. A Diretoria compõe-se de um Diretor Geral, um Diretor Financeiro, um Coordenador Acadêmico e um Coordenador Administrativo. A Direção Geral e a Direção Financeira são designadas pela Mantenedora. A Coordenação Administrativa e a Coordenação Acadêmica são designadas pela Direção Geral. A Coordenação de Curso é exercida pelo coordenador e é o órgão de acompanhamento das atividades acadêmicas. Os Colegiados de Curso são constituídos por todos os professores das disciplinas (unidades de ensino) que ministram aulas em um mesmo curso e um representante do corpo discente; sendo dirigido pelo coordenador, substituído em suas faltas e impedimentos por um professor do respectivo curso. O colegiado reúne-se ordinariamente em datas fixadas no calendário escolar e, extraordinariamente, quando convocado pelo Coordenador, por iniciativa própria, por solicitação do Diretor ou a requerimento de 1/3 (um terço) de seus membros. Os Órgãos de Apoio Técnico e Administrativo são órgãos criados por proposta do Diretor, ouvida a entidade Mantenedora, para atendimento às necessidades de organização e expansão acadêmica e administrativa da IES, com vistas ao desempenho e qualidade de suas atividades. Os órgãos de apoio são: secretaria, tesouraria, contabilidade, biblioteca e demais serviços de manutenção e limpeza. A estrutura administrativa descrita anteriormente é apresentada no fluxograma da figura 2.1, logo abaixo: 11 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR CONSU CONSEPE COLEGIADOS DE CURSO CPA DIREÇÃO GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA COORDENAÇÕES DE CURSOS COORDENAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DIRETORIA FINANCEIRA COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO SECRETARIA GERAL COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA BIBLIOTECA PROCURADORIA INSTITUCIONAL LABORATÓRIOS MANUTENÇÃO E SERVIÇOS PROFESSORES ACADÊMICOS Figura 2.1 Estrutura Administrativa das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu. 12 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 3. Projeto Pedagógico do Curso 3.1. Introdução Na concepção do curso, considerou-se, como ponto de partida, a contextualização da engenharia como fator de desenvolvimento econômico e social da região de União da Vitória e arredores. A engenharia tem uma presença tão forte na história da região que em 1912 provocou a separação do município de Porto União da Vitória em União da Vitória/PR e Porto União/SC. O acontecimento ocorreu após a Guerra do Contestado devido à disputa de terras entre posseiros e grandes madeireiras norte-americanas. As empresas norte-americanas se instalaram na região como parte do contrato de uma obra de engenharia: construção da estrada de ferro que cortava a região. Os municípios que compõem a região sudeste do Paraná e norte de Santa Catarina são em sua maioria originados, no final do século XIX, pela colonização pelos tropeiros. Com o crescimento das cidades, houve necessidade de atrair imigrantes estrangeiros para a produção de alimentos (poloneses, ucranianos, alemães e russos). A vocação madeireira na região se firmou neste período e a atividade (portanto há mais de cem anos), juntamente com a ervamate e o fumo, passaram a mover a economia da região. Atualmente a atividade madeireira é a principal nas cidades de União da Vitória e Porto União, “as gêmeas do Iguaçu”. Para apresentar as características da cidade e arredores utilizou-se das denominações criadas pelo IBGE para congregar diversos municípios de uma área geográfica com similaridades econômicas e sociais: mesorregião e microrregião. Já o governo do estado do Paraná agrupa vários municípios em Núcleos Regionais de Educação NRE, com o objetivo de desenvolver o ensino fundamental e médio da região. Outra forma de visualizar as influências locais é através dos Arranjos Produtivos Locais – APL que reúnem empresas, fornecedores de insumos, prestadores de serviços, cooperativas, associações etc, localizadas numa mesma região, com o foco em atividades econômicas correlatas. A localização de União da Vitória é apresentada na figura 3.1. O município de União da Vitória está localizado às margens do Rio Iguaçu no sudeste do Estado do Paraná, e faz parte da mesorregião do Sudeste Paranaense, uma das dez mesorregiões do Paraná. Essa mesorregião é formada pela união de 21 municípios: Antônio Olinto, Bituruna, Cruz Machado, Fernandes Pinheiro, General Carneiro, Guamiranga, Imbituva, Ipiranga, Irati, Ivaí, Mallet, Paula Freitas, Paulo Frontin, Porto Vitória, Prudentópolis, Rebouças, Rio Azul, São João do Triunfo, São Mateus do Sul, Teixeira Soares e União da Vitória. Estes municípios são agrupados em quatro microrregiões: Irati, Prudentópolis, São Mateus do Sul e União da Vitória e ocupam uma área total de 17.009 km2., assentada nas bacias hidrográficas dos rios Iguaçu e Tibagi. 13 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 3.1.1. Perfil Econômico da Região A economia de União da Vitória é muito influenciada pelo setor de serviços, comércio, agropecuária e indústria. O setor industrial da região apresenta destaque com o setor madeireiro fabricando portas e janelas que são exportadas para todo o Brasil e exterior. O perfil econômico será tratado dentro da Mesorregião do Sudeste Paranaense e dentro do Arranjo Produtivo Local - APL de Porto União / União da Vitória. Figura 3.1 Localização de União da Vitória Fonte: APL da Madeira (2007). Figura 3.2 Mesorregião do Sudeste Paranaense 14 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Mesorregião do Sudeste Paranaense A região tem uma pequena participação no total do Valor Adicionado Fiscal (VAF) estadual, em torno de 2%. Os principais segmentos industriais representativos em termos de VAF são: madeireiro (55% do VAF da indústria regional), mineral (25% do VAF da indústria regional) e agroindustrial. Estes segmentos podem ser subdivididos em: lâminas e chapas de madeira, desdobramento de madeira, celulose, papel e papelão, embalagens de papel e papelão, extração xisto e gás natural (14% do VAF da indústria regional) e o segmento cerâmico (9% do VAF da indústria regional). Cabe registrar que a região tem destaque na produção estadual de fumo, erva-mate e arroz. Essa produção abastece as diversas empresas beneficiadoras desses produtos na região. A pecuária abastece as agroindústrias da região que produzem embutidos (lingüiça, o salame, o lombo defumado, a costelinha, o bacon e a linguicinha). O segmento cerâmico se destaca com uma unidade de produção de cerâmica branca, a INCEPA em São Mateus do Sul, várias indústrias de cerâmica vermelha principalmente em Guamiranga, Imbituva e Prudentópolis, e uma empresa de cerâmica refratária, localizada no município de Lapa. Nesta região existem alguns fatores que favorecem o florescimento de indústrias cerâmicas tais como a abundância de argilas e a produção de gás em São Mateus do Sul que é o combustível preferencial da indústria de cerâmica branca. Outro fato importante que pode atrair segmentos industriais na região, além do cerâmico, é que do processamento do xisto resultam rejeitos com características físico-químicas regulares e homogêneos que podem servir de matéria-prima para outros segmentos industriais. Arranjo Produtivo Local de Porto União – União da Vitória Especificamente nesta região sul do Paraná e planalto norte de Santa Catarina (no Vale do Rio Iguaçu, no território denominado Médio Iguaçu), há o polo conhecido como Arranjo Produtivo Local (APL) de Porto União / União da Vitória. Originário da organização denominada Núcleo das Esquadrias de Madeira, o APL da Madeira de União da Vitória (PR) e Porto União (SC), com sua composição ampliada para todos os segmentos madeireiros dos dois municípios, foi oficializado em 10 de março de 2005, congregando inicialmente em torno de 50 empresas. Nesse APL as indústrias utilizam madeira de Pinus e espécies tropicais, como jatobá, canela, itaúba, cedro, angelim, copaíba e virola, para o desenvolvimento de suas atividades, sendo essa região conhecida principalmente por sua produção de esquadrias de madeira. A área do APL abrange os municípios de União da Vitória, Bituruna, Cruz Machado, General Carneiro, Mallet, Paula Freitas, Porto Vitória, Paulo de Frontin e, no estado de Santa Catarina, o município de Porto União, com a existência de mais de 250 estabelecimentos formais nas principais atividades do APL. A capacidade instalada de produção brasileira de portas é de aproximadamente 6 milhões de peças por ano, sendo que a região do PR e SC, produz aproximadamente 20% da 15 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR produção brasileira de portas, já que é responsável por uma produção de aproximadamente 1.200.000 portas/ano e 660.000 janelas/ano. As empresas participantes constituem os ramos de desdobramento de madeira, chapas, laminados e compensados e esquadrias. Entre elas, predominam firmas de micro e pequeno porte, que representam 96,5% do total de estabelecimentos. No segmento de desdobramento de madeira, verifica-se a existência de aproximadamente 90 empresas; no segmento de chapas, laminados e compensados, outras 90 empresas; e no segmento de esquadrias, aproximadamente 80 empresas. A consolidação e desenvolvimento do APL da madeira tem origem nos seguintes fatores: grande aglomeração de plantas industriais do setor madeireiro, mão-de-obra especializada, conhecimento tácito disseminado, forte tradição e identidade cultural da região, alta capacidade de articulação dos atores locais e presença de instituições que ofertam cursos de nível superior e técnico para formação e qualificação profissional. 3.1.2. Perfil Social da Região A cidade de União da Vitória é um centro educacional de ensino superior, atraindo estudantes de vários municípios da região sul do Paraná e norte de Santa Catarina, que moram e trabalham num raio de até 150 km. Alguns estudantes originados de cidades mais distantes passam a morar em União da Vitória. De acordo com as estimativas do IBGE, o município de União da Vitória possui em torno de 50 mil habitantes, sendo que 94% da população vive em área urbana assentada na bacia do Rio Iguaçu. Apresentou em 2000 um Índice de Desenvolvimento Humano Municipal IDH-M de 0,79 (33a. melhor posição do Estado) e um PIB Per Capita (IBGE/IPARDES 2008) de R$ 9 794,95. A primeira influência, econômica e social, do município de União da Vitória é sobre os municípios que formam a denominada microrregião de União da Vitória (uma das microrregiões da mesorregião do Sudeste Paranaense). A população da microrregião de União da Vitória foi estimada em 2009 pelo IBGE em 122 mil habitantes e está dividida em sete municípios: Bituruna; Cruz Machado; General Carneiro; Paula Freitas; Paulo Frontin; Porto Vitória; União da Vitória. A população da Mesorregião do Sudeste Paranaense foi estimada em 2009 pelo IBGE em 415 mil habitantes, dos quais 54% na área urbana. Esta Mesorregião conta, com aproximadamente 1.300 estabelecimentos industriais, distribuídos em 62 segmentos representativos que ofertaram em torno de 20.000 postos de trabalho, correspondendo a 4% na participação do total de empregos industriais do Estado. O segmento madeireiro da Mesorregião do Sudeste Paranaense congrega em torno de 600 empresas e conta com um efetivo aproximado de 14.000 empregados que representam 70% do total da mão-de-obra industrial ocupada na região. Ainda no setor madeireiro os três segmentos mais representativos em mão de obra são: lâminas e chapas de madeira (30%), desdobramento de madeira (20%) e celulose, papel e papelão (10%). 16 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR União da Vitória também tem influência sobre o desenvolvimento das microrregiões limítrofes, principalmente sobre os municípios menos desenvolvidos situados nas microrregiões de Guarapuava, Irati, Palmas, São Mateus do Sul, Joaçaba (SC) e Canoinhas (SC). A influência sobre o estado de SC ocorre principalmente na microrregião de Canoinhas, uma das microrregiões mais pobres do Estado de Santa Catarina (243.782 habitantes- IBGE 2010). Esta microrregião está dividida em doze municípios sendo que os três maiores são: Mafra (52.912 habitantes), Canoinhas (52.765 habitantes) e Porto União (33.493 habitantes). A economia da microrregião de Canoinhas não possui uma atividade de grande valor agregado, as que mais se destacam são: a produção de grãos, o setor madeireiro, o setor de serviços e a atividade dos frigoríficos em Itaiópolis, Canoinhas e Mafra. 3.2. Concepção do curso A formação do engenheiro mecânico no curso de Engenharia Mecânica da IES pretende ser compatível com as necessidades de um profissional e cidadão que atue como agente de transformações, inserido na realidade, possuidor de valores sócio-culturais e ambientais, comprometido com o todo que compõe a sociedade em que atua. O curso foi concebido com a intenção de proporcionar ao egresso uma formação plural completa, tanto no aspecto técnico-científico quanto no humanístico, formando um profissional qualificado tecnicamente e contribuindo para um ser humano mais completo e ciente de suas responsabilidades em relação à sociedade. A concepção do curso teve como princípios básicos, os seguintes direcionamentos: • o compromisso da IES com os interesses coletivos, visando uma sociedade mais justa, fraterna e sustentável; • a indissociabilidade entre ensino e a extensão; • o entendimento do processo de ensino-aprendizagem como multidirecional e interativo; • a importância do professor como elemento facilitador do processo ensino-aprendizagem e basilar na aplicação de novas tecnologias; • o respeito às individualidades inerentes a cada estudante. Norteado por esses princípios, o curso de Engenharia Mecânica parte na busca de uma clara opção pela transdisciplinaridade, no sentido de entendimento e viabilização dos valores essenciais da vida transpassando várias unidades curriculares. Dessa forma, incorpora a seus conteúdos programáticos, enfoques sistêmicos e sustentáveis que possibilitem identificar diferentes espaços sociais de atuação e que contribuam para a formação de um engenheiro mecânico com perfil fortalecido para a concepção, aliada à execução. Para que esse perfil seja obtido, as práticas pedagógicas sugeridas para a condução das disciplinas visam estabelecer as dimensões investigativa e interativa como princípios 17 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR formativos e condição central da formação profissional e da relação teoria e realidade, por meio de práticas pedagógicas focadas na formação e participação do acadêmico, que incluem: atividades de pesquisa bibliográfica, utilizando-se do acervo da biblioteca e de consultas a bancos de dados; apoio à iniciação científica e à produção de artigos de base científica, a fim de despertar o interesse pela inovação e pela crítica; publicação e/ou divulgação de trabalhos acadêmicos em meios de divulgação internos e externos à IES (publicação de artigos, participação em seminários, congressos, simpósios e outros); apoio à iniciação à pesquisa e ao trabalho acadêmico interdisciplinar; sobretudo nos seguintes momentos: Estágio Curricular Obrigatório, Trabalho de Conclusão de Curso e Atividades Complementares; aulas práticas em laboratórios da IES, ou em instituições de pesquisa tecnológica ou em empresas do ramo de engenharia, a fim de que o contato com engenheiro, pesquisador ou técnico e com problemas de ordem prática, motivem a criação de um senso crítico norteador de decisões; relacionamento direto com a comunidade local e regional, pela extensão do ensino mediante cursos e serviços especiais, numa relação recíproca; promoção da extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação tecnológica gerada pelo curso na Instituição. 3.3. Base Legal e Referências O projeto pedagógico do curso de Engenharia Mecânica foi elaborado de forma coletiva pelo NDE – Núcleo Docente Estruturante, constituído para esse fim. Sua elaboração tomou como base as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação em Engenharia no disposto no Art. 4º da Resolução do CNE/CES 11, de 11 de março de 2002. Em relação à sistematização dos campos de atuação profissional, o Engenheiro Mecânico está inserido, perante o CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, na modalidade industrial. 3.4. Objetivos do curso O Curso de Engenharia Mecânica tem como objetivo principal formar um profissional apto a aplicar, gerenciar e superar os conhecimentos de engenharia mecânica, devendo estar consciente e atuante na sociedade da qual participa. Também, os objetivos do Curso de Engenharia Mecânica, baseiam-se no disposto no Art. 4o da Resolução do CNE/CES 11, de 11 de março de 2002. O Curso de Engenharia Mecânica também visa preparar os futuros profissionais para situações de adaptação e atualização frente a novos desafios e conjunturas, decorrentes da dinâmica de uma sociedade em transformação, a ‘sociedade do conhecimento’. Esta 18 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR perspectiva, necessária a este curso, está inserida na própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) de 1996, que em seu artigo 43 afirma que, entre outras, o ensino superior tem por finalidade: • estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; • formar diplomados nas diferentes áreas do conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua; • incentivar iniciativas para o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, deste modo, desenvolver o entendimento do homem e o meio em que ele vive. O curso é fundamentado numa abordagem multidisciplinar, voltada à visão global, integrada e crítica da profissão e da atuação profissional, dotando o egresso de competência técnica, científica e administrativa, tornando-o apto para a atuação técnica, à tomada de decisões, à comunicação, à liderança, ao gerenciamento, à administração e fundamentalmente à educação continuada. 3.5. Caracterização do curso O curso caracteriza-se por possuir uma base multidisciplinar, oferecida na matriz curricular do curso, incorporando os vários conhecimentos, entre básico, profissionalizantes e específicos. A área específica da engenharia mecânica pode ser segmentada em cinco áreas técnico-científicas, a saber: térmica e fluidos, que inclui a termodinâmica, a transmissão de calor e a mecânica dos fluidos, com suas aplicações em máquinas térmicas, em condicionamento de ambientes, máquinas hidráulicas, pneumáticas etc; de fabricação e materiais, envolvendo o conhecimento de metrologia, materiais e dos processos de fabricação e equipamentos; de projeto, ligada a concepção de componentes, especificação de materiais e cálculos de solicitação mecânica, estática e dinâmica, necessários para se chegar a um componente funcional; de controle e automação, ligada ao emprego de eletrônica e de componentes elétricos para automação de produtos e processos; de gestão, ligada a atividades de administração, economia, planejamento e otimização. Devido ao seu caráter de engenharia clássica, diversas outras engenharias derivam da Engenharia Mecânica, tais como: 19 Automobilística; Naval; Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Aeronáutica; Têxtil; Madereira etc. A natureza clássica da engenharia mecânica garante ao engenheiro mecânico formado em União da Vitória um amplo leque de opções para o uso de seu saber, seja como autônomo (consultor, perito etc.), seja como empregado em empresas dos mais diversos setores da região, no Brasil ou no mundo. No curso de Engenharia Mecânica das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, o ensino tem um enfoque generalista, voltado à compreensão dos conceitos e suas diferentes aplicações, preparando o futuro engenheiro em seu desenvolvimento no enfoque profissional escolhido. Cabe ao aluno optar por algum segmento específico através da variedade de disciplinas optativas, este enfoque pode ser na área de manutenção, na área madeireira, na área de mineração ou na área de produção. O aluno também tem a opção de realizar disciplinas optativas denominadas “módulo livre” em qualquer outro curso oferecido pela Faculdade, com destaque para os cursos de Administração, Agronomia, Biomedicina, Direito, Fisioterapia entre outros. O engenheiro mecânico tem formação para trabalhar em indústrias madeireiras, mineração, têxteis, empresas metalúrgicas, siderúrgicas, automobilísticas etc. Atualmente, na região de União da Vitória, o setor madeireiro e o mineral é o que mais absorve esse profissional, que poderá trabalhar, também, no comando de equipes de especialistas, em manutenção de máquinas em geral e no desenvolvimento de novos projetos. Como principais atividades o engenheiro mecânico está preparado para: instalar e manter turbinas, bombas, válvulas e máquinas em funcionamento; definir instrumentos para monitorar processos industriais; especificar equipamentos, fazendo especificações térmicas, dinâmicas e de material para os equipamentos industriais; projetar ferramentas, dispositivos e componentes de máquinas; especificar e realizar testes de desempenho em máquinas e equipamentos; realizar manutenção de compressores, caldeiras, motores de combustão interna e sistemas de refrigeração. 4. Perfil do Egresso O perfil do egresso do curso será obtido com uma sólida formação acadêmica generalista e humanista capaz de desenvolver sujeitos competentes e conscientes das exigências éticas e sociais da profissão. A formação primará por conhecimentos, habilidades e atitudes que ajudem a inserir os egressos em seus respectivos contextos profissionais de forma 20 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR autônoma, solidária, crítica, reflexiva e comprometida com o desenvolvimento local, regional e nacional sustentáveis, objetivando a construção de uma sociedade justa e democrática. O avanço tecnológico ocorrido, principalmente, a partir do final do século passado, permitiu que a educação passasse a ser uma “educação centrada no sujeito coletivo, que reconhece a importância do outro, a existência de processos coletivos de construção do saber e a relevância de se criar ambientes de aprendizagem que forneçam o desenvolvimento do conhecimento interdisciplinar” (MORAES, 1996, p.64). Esse novo paradigma, que se instaura desde o início do século XXI, prevê que a necessidade de formação já não está restrita à mera atualização de conhecimentos, mas inclui a capacidade do aluno de construir e comparar novas estratégias de ação, redefinindo e enfrentando os problemas cotidianos de seu universo de atuação. Isso implica, de acordo com MORAES, Levar o indivíduo a aprender a aprender, que se manifesta pela capacidade de refletir, analisar e tomar consciência do que sabe, dispor-se a mudar os próprios conceitos, buscar novas informações, substituir velhas verdades por teorias transitórias, adquirir novos conhecimentos que vêm sendo requeridos pelas alterações existentes no mundo, resultantes da rápida evolução das tecnologias da informação (1996, p. 64). Dentro deste contexto atual de avanços tecnológicos e de uma nova percepção sobre o aprendizado, destacamos que, de forma específica, o perfil planejado para o egresso do Curso de Engenharia Mecânica atende as competências e habilidades gerais acordadas na Resolução CNE/CES 11, de 11 de Março de 2002. 4.1. Competências Esperadas do Egresso A meta do curso de Engenharia Mecânica é a formação de um profissional que, frente aos desafios da sociedade, tenha capacidade de integrar de forma harmônica conhecimentos, habilidades e atitudes e assim tornar-se apto ao exercício das seguintes competências (conforme a Resolução CNE/CES 11): 21 aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia; projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; identificar, formular e resolver problemas de engenharia; desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; atuar em equipes multidisciplinares; compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. 5. Estrutura Curricular do Curso O curso de Engenharia Mecânica da IES adota o regime seriado semestral, a fim de absorver os princípios de integração e integralidade que a proposta do curso apresenta, além de permitir o máximo desempenho do acadêmico. O Curso estrutura-se de acordo com a Lei n.9.394 e com a Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Engenharia. Para a integralização do Curso e obtenção do Diploma, o aluno deve cumprir 3.600 horas, sendo, 3.200 horas em disciplinas, conforme a distribuição da carga horária contida na matriz curricular, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia, além de realizar 200 horas de Atividades Complementares de Graduação, conforme as normas deste PPC. Deverá, ainda, apresentar Trabalho de Conclusão de Curso e obter aprovação em defesa pública e cumprir no mínimo 200 horas de estágio curricular obrigatório. O curso apresenta duração formal de cinco anos (dez semestres), com duração mínima de dez semestres e com duração máxima de vinte semestres. As aulas são oferecidas em turno único, matutino, de modo a proporcionar ao acadêmico liberação do outro turno para participar de outras atividades que completam a sua formação acadêmica plena. O curso oferecerá anualmente 80 vagas, formando duas turmas de 40 alunos, dispostas em um único ingresso anual, no primeiro semestre de cada ano. Considerando que as aulas são ministradas em blocos de 50 minutos, o quadro a seguir mostra a distribuição da carga horária do Curso em aulas e em horas, bem como o tempo mínimo e máximo de integralização do Curso. 22 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA Exigência Disciplinas Obrigatórias Horas 3.200 Aulas 3.840 Estágio Supervisionado 200 240 Atividades Complementares Obrigatórias Total 200 240 3.600 4.320 Mínimo 10 semestres Máximo 20 semestres 10 semestres 20 semestres Os conteúdos curriculares do curso, em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Engenharia, procuram revelar inter-relações com a realidade regional, nacional e internacional, segundo perspectiva histórica e contextualizada, relacionadas com os aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, utilizando tecnologias inovadoras. Essas Diretrizes destacam, no artigo 6º, que “todo curso de Engenharia, independente de sua modalidade, deve possuir em seu currículo um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos específicos que caracterizem a modalidade”. A estrutura curricular do curso de Engenharia Mecânica da IES está distribuída semestralmente e pelos núcleos de conteúdos básicos (CB), profissionalizantes (CP) e profissionalizantes específicos (CPE). Também estão presentes na matriz curricular o estágio curricular supervisionado obrigatório, as atividades complementares e o trabalho de conclusão do curso. Disciplinas básicas: São aquelas que compõem o núcleo de conteúdos básicos (CB), todas obrigatórias, e correspondendo ao que estabelece a resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002. Disciplinas profissionalizantes: São aquelas que compõem o núcleo de conteúdos profissionalizantes (CP), todas obrigatórias, e correspondendo ao que estabelece a resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002. Disciplinas profissionalizantes específicas: São aquelas que compõem o núcleo de conteúdos profissionalizantes específicos (CPE), todas obrigatórias, e correspondendo ao que estabelece a resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002. As aulas teóricas e as aulas práticas de laboratório são ministradas em unidades de 50 minutos, acrescidas de 20% de trabalho discente efetivo. Referenciando-se na Resolução CNE/CES nº 3, de 2 de julho de 2007, o curso de Engenharia Mecânica faz uso de atividades 23 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR práticas supervisionadas (APS). Para cada aula de 50 minutos ministrada pelo professor da disciplina, são destinados 10 minutos para as APS, sendo que essas atividades não precisam necessariamente estar vinculadas a cada aula. Compete a cada professor, na ocasião de estruturação do plano de ensino da disciplina, prever as APS que serão consideradas na disciplina em questão, por exemplo: atividades desenvolvidas em ambientes didáticos, como biblioteca e laboratórios ou trabalhos individuais e em grupo. Todas as APS são registradas nos planos de ensino e nos planos de aula do professor. A matriz curricular está apresentada a seguir. 5.1. Matriz Curricular A matriz curricular é uma expressão sintética através de meio gráfico do processo de desenvolvimento e formação dos alunos. A figura 5.1 e a Tabela 5.1 apresenta a matriz curricular do Curso de Engenharia Mecânica. As cores identificam o núcleo de conteúdo ao qual a disciplina pertence. A integração multidisciplinar é estimulada nas disciplinas da mesma série, assim como, nas disciplinas de séries diferentes. O oferecimento do curso no horário noturno favorece que o estudante realize, além do estágio supervisionado obrigatório, outros estágios durante sua vida acadêmica, desta forma o aluno pode visualizar inter-relações também entre a vida acadêmica e a vida profissional. A multidisciplinaridade é trabalhada no curso por meio de trabalhos bimestrais, que na medida do possível abrangem conhecimentos de várias disciplinas da série. Estes trabalhos, principalmente os de final de disciplina, versam também sobre conceitos e conteúdos que fazem parte de outras séries, promovendo, desta forma, uma interdisciplinaridade. A multidisciplinaridade é fundamental para a formação do profissional, pois elimina a fragmentação do conhecimento, mostrando que o saber é único e uniforme. A integralização da carga horária com disciplinas optativas será dada nos últimos semestres do curso, com carga horária de 80 horas por semestre, num total de 160 horas. As disciplinas optativas têm por finalidade suplementar a formação integral do acadêmico, o qual pode escolher uma determinada área de conhecimento para realizar uma concentração no foco dos estudos, o que permite atender melhor a expectativas individuais dos acadêmicos e a atualização constante dos conteúdos. As disciplinas ofertadas pelos demais cursos da IES e relacionadas com a formação pretendida ao egresso engenheiro mecânico podem ser cursadas pelos acadêmicos, a fim de ser validada como disciplina optativa ou de caráter eletiva para integralização das atividades complementares do acadêmico. As atividades acadêmicas ligadas à formação envolvem, além das disciplinas, as atividades complementares, os estágios supervisionados obrigatórios e os trabalhos de conclusão de curso que serão apresentados na sequência. 24 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR GRADE DE DISCIPLINAS DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA 1º Período 2º Período 3º Período 4º Período 5º Período 6º Período 7º Período 8º Período 9º Período 10º Período Cálculo Diferencial e Integral I (80) Cálculo Diferencial e Integral II (80) Cálculo Diferencial e Integral III (80) Cálculo Diferencial e Integral IV (80) Programação de Computadores e Métodos Numéricos I Programação de Computadores e Métodos Numéricos II (40) (40) Simulação de Sistemas Mecânicos I (40) Simulação de Sistemas Mecânicos II (40) Simulação de Sistemas Mecânicos III (40) Simulação de Sistemas Mecânicos IIV (40) Física I (80) Física II (80) Física III (80) Física IV (80) Pesquisa Operacional I (40) Pesquisa Operacional II (40) Engenharia Ambiental I (40) Engenharia Ambiental II (40) Optativa I (80) Optativa II (80) Geometria Analítica Álgebra Linear (80) (80) Probabilidade e Estatística I (40) Probabilidade e Estatística II (40) Gestão de Projetos I (80) Gestão de Projetos II (80) Gestão da Produção I (80) Gestão da Produção II (80) Engenharia de Segurança (40) Desenho Técnico I (40) Desenho Técnico II (40) Termodinâmica Técnica I (40) Termodinâmica Técnica II (40) Mecânica dos Fluidos (80) Transferência de Calor (80) Instrumentação e Controle I (80) Instrumentação e Controle II (80) Sistemas Térmicos e Fluidomecânicos I (80) Sistemas Térmicos e Fluidomecânicos II (80) Fundamentos da Administração (40) Fundamentos da Economia (40) Mecânica Geral I (80) Mecânica Geral II (80) Resistência dos Materiais I (80) Resistência dos Materiais II (80) Elementos de Máquinas I (80) Elementos de Máquinas II (80) Dinâmica de Máquinas I (40) Dinâmica de Máquinas II (40) Introdução à Engenharia I (40) Introdução à Engenharia II (40) Materiais de Construção Mecânica I (80) Materiais de Construção Mecânica II (80) Tecnologia Mecânica I (80) Tecnologia Mecânica II (80) Eletrotécnica I (40) Eletrotécnica II (40) TCC I (40) TCC II (40) Química Tecnológica I (40) Química Tecnológica II (40) Gestão Empresarial I (40) Gestão Empresarial II (40) Optativas: Libras (40) Módulo Livre (40) Módulo Livre (80) Tópicos Especiais em Eng. Mec. I (80) Estágio Supervisionado (240) FIGURA 5.1 – Matriz Curricular 25 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Atividades Complementares (240) Legislação e Ética Profissional (40) Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Tabela 5.1: Matriz Curricular do Curso de Engenharia Mecânica 4° Período 3° Período 2° Período 1° Período Período 26 Unidade Curricular Horas-Aula Cálculo Diferencial e Integral I 80 Desenho Técnico I 40 Física Geral e Experimental I 80 Geometria Analítica 80 Introdução a Engenharia I 40 Química Tecnológica I 40 Fundamentos da Administração 40 Subtotal 400 Cálculo Diferencial e Integral II 80 Desenho Técnico II 40 Física Geral e Experimental II 80 Álgebra Linear 80 Introdução a Engenharia II 40 Química Tecnológica II 40 Fundamentos da Economia 40 Subtotal 400 Cálculo Diferencial e Integral III 80 Física Geral e Experimental III 80 Programação de Computadores e Métodos Numéricos I 40 Termodinâmica Técnica I 40 Mecânica Geral I 80 Materiais de Construção Mecânica I 80 Subtotal 400 Cálculo Diferencial e Integral IV Física Geral e Experimental IV 80 Programação de Computadores e Métodos Numéricos II 40 Termodinâmica Técnica II 40 Mecânica Geral II 80 80 Materiais de Construção Mecânica II 80 Subtotal 400 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 8° Período 7° Período 6° Período 5° Período Período 27 Unidade Curricular Horas-Aula Probabilidade e Estatística I 40 Gestão de Projetos I 80 Pesquisa Operacional I 40 Mecânica dos Fluidos 80 Resistência dos Materiais I Tecnologia Mecânica I 80 80 Subtotal 400 Probabilidade e Estatística II 40 Gestão de Projetos II 80 Pesquisa Operacional II 40 Transferência de Calor 80 Resistência dos Materiais II Tecnologia Mecânica II 80 80 Subtotal 400 Eletrotécnica I 40 Simulação de Sistemas Mecânicos I 40 Engenharia Ambiental I 40 Elementos de Máquinas I 80 Gestão da Produção I 80 Gestão Empresarial I 40 Instrumentação e Controle I 80 Estágio Supervisionado 240 Subtotal 640 Eletrotécnica II 40 Simulação de Sistemas Mecânicos II 40 Engenharia Ambiental II 40 Elementos de Máquinas II 80 Gestão da Produção II 80 Gestão Empresarial II 40 Instrumentação e Controle II 80 Subtotal 400 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 10° Período 9° Período Período Unidade Curricular Engenharia de Segurança I Horas-Aula 40 Simulação de Sistemas Mecânicos III Sistemas Térmicos e Fluidomecânicos I 40 80 Dinâmica de Máquinas I 40 Optativa I 80 Trabalho de Conclusão de Curso I 40 Subtotal Legislação e Ética Profissional 320 40 Simulação de Sistemas Mecânicos IV 40 Sistemas Térmicos e Fluidomecânicos II 80 Dinâmica de Máquinas II 40 Optativa II 80 Trabalho de Conclusão de Curso II 40 Atividades Complementares 240 Subtotal 560 Total Geral 4320 5.2. Ementas das Disciplinas No Anexo A são apresentadas as fichas de cada uma das disciplinas do curso em ordem alfabética. Nessas fichas encontram-se as ementas, as bibliografias e os conteúdos programáticos. 5.3. Estágio Curricular no Curso No Projeto do Curso de Engenharia Mecânica da IES, os Estágios Supervisionados constituem importante atividade acadêmica articulada à formação do profissional pretendido. O Estágio é o componente curricular que visa a aplicação dos princípios e conceitos da aprendizagem acadêmica e a consolidação da relação teoria-prática como forma de assegurar ao formando uma prévia dos desempenhos profissionais desejados. 5.3.1. Caracterização do estágio curricular obrigatório de Engenharia Mecânica O Estágio Curricular Supervisionado, de acordo com as diretrizes curriculares, é de caráter obrigatório conforme orientação constante na Resolução CNE/CES 11, de 11 de Março de 2002, em seu artigo 7º: “A formação do engenheiro incluirá, como etapa integrante da graduação, estágios curriculares obrigatórios sob supervisão direta da instituição de ensino, através de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade. A carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir 160 (cento e sessenta) horas.” O Estágio Curricular Supervisionado está previsto para ser realizado no sétimo semestre. O objetivo geral do estágio Curricular Supervisionado: 28 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR • concretizar os conhecimentos teóricos através de uma vivência pré-profissional; • oferecer subsídios à identificação de preferências de atuação em campos de futuras atividades profissionais; • participar no processo de integração Universidade-Empresa que possibilite a transferência de tecnologia, bem como, a obtenção de subsídios que permitem a adequação do currículo às exigências do mercado; • proporcionar ao discente, experiências práticas e técnicas de planejamento e gestão; • proporcionar a iniciação à pesquisa científica e/ou tecnológica nas áreas de atuação do curso de Engenharia Mecânica; • oportunizar ao acadêmico a elaboração de relatórios técnicos os quais podem ser de cunho experimental ou teórico, que demonstre domínio conceitual e grau de profundidade compatível com a graduação. Após a conclusão do estágio o aluno deverá apresentar um relatório e defendê-lo na presença de uma banca examinadora constituída de um ou mais professores e eventualmente de outros convidados. A data de defesa e nominação da banca será aprovada pelo CCET – Coordenação Central de Estágios, com antecedência de 30 dias. Neste aspecto serão avaliados os seguintes itens: apresentação didática, profundidade do conteúdo apresentado, aplicação dos conhecimentos adquiridos durante o curso no decorrer do estágio, integração profissional com os setores da empresa, autocrítica sobre seu desempenho na empresa e grau de aproveitamento, sugestões do estagiário sobre uma possível implementação do processo ou tecnologia que conheceu na empresa. Dificuldades e necessidades que identificou durante o estágio. No decorrer da apresentação ou após, o aluno será arguido sobre aspectos técnicos do seu trabalho de estágio que tangem o domínio do conhecimento adquirido na IES e na empresa. 5.3.2. Objetivos e prática do estágio curricular obrigatório No Curso de Engenharia Mecânica o estágio se caracteriza como uma atividade de base eminentemente pedagógica, cujos objetivos destacam-se em: facilitar a adaptação social e psicológica à futura atividade profissional do acadêmico com o desenvolvimento e/ou o acompanhamento de atividades que promovam a interdisciplinaridade, a experiência acadêmico-profissional, o questionamento, a competência técnico-científica e o desenvolvimento integrado de ensino, iniciação à pesquisa e extensão; facilitar a futura inserção do acadêmico no mercado de trabalho, promovendo a melhoria do ensino, com a ampliação do espaço acadêmico, relacionando dinamicamente teorias e práticas e gerando oportunidade de avaliação curricular. Para que estes objetivos sejam alcançados torna-se fundamental imprimir um caráter dinâmico ao componente estágio, inserindo-o nas diferentes etapas curriculares, propiciando uma forte interação com a realidade industrial, com o ambiente da pesquisa, e com possíveis 29 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR campos de trabalho, contribuindo, inclusive, para um intercâmbio com a sociedade dos conhecimentos gerados. Desta forma, o estágio curricular no curso de Engenharia Mecânica, que é reconhecido como Estágio Curricular Obrigatório, doravante denominado ECO, deverá ser realizado a partir do sétimo período do curso, sendo avaliado através de relatórios e/ou defesas e acompanhadas por orientadores definidos pela Comissão Orientadora de Estágios (COE). A seleção, credenciamento e distribuição dos campos de estágio entre os professores orientadores de estágio será atribuição da CCET. Já a identificação dos campos de estágio será atribuição do acadêmico, que poderá ser auxiliado pela COE. Tendo uma carga horária total de 200 horas, o ECO é estruturado de acordo com o regimento de estágio que está no Anexo B deste documento. 5.4. Estágio Curricular não Obrigatório O Estágio curricular não obrigatório de Engenharia Mecânica tem por objetivo: • oportunizar ampliação da carga horária do estágio curricular obrigatório; • proporcionar aos acadêmicos vivência da realidade profissional em empresas, órgãos ou instituições; • aprimorar o trabalho interdisciplinar por meio da participação em atividades que abordem assuntos das diversas áreas e subáreas do conhecimento; • oportunizar segurança aos acadêmicos para o futuro desenvolvimento da atividade profissional. Os estagiários podem acompanhar e auxiliar no desenvolvimento de atividades referentes à engenharia mecânica. Estas atividades estão de acordo com o Artigo 5, da RESOLUÇÃO nº 218, do CONFEA, de 29 de junho de 1973, o qual descreve sobre as atividades que competem ao engenheiro. O estágio curricular não obrigatório pode ser desenvolvido durante todo o período do curso, em instituições de ensino, pesquisa e extensão públicas e privadas, empresas, sindicatos, entidades de classe, entre outras. Também poderão ser aceitas como campo de estágio, mediante aprovação prévia do Colegiado do Curso, instituições que desenvolvam atividades em outras modalidades profissionais que desenvolvam ética, organização e responsabilidade. O acadêmico, durante todo o período de Estágio, deverá ter suas atividades acompanhadas por um orientador, que será designado pela unidade concedente de estágio. As Instituições relacionadas só poderão ser consideradas como unidades concedentes de estágio perante firmamento de convênio com a IES e ter condições para: auxiliar no planejamento e execução das atividades de estágio; controlar a frequência do estagiário; avaliar as atividades desenvolvidas no estágio; promover a efetiva vivência profissional aos 30 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR estagiários; aprofundar os conhecimentos teórico-práticos adquiridos pelos acadêmicos no Curso. 5.5. Atividades Complementares de Integralização Curricular As Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, cientes de que a experiência acadêmica não se restringe as atividades realizadas nas disciplinas obrigatórias, oferece ao acadêmico um currículo que prevê a realização de Atividades Complementares e Sociais. Estas atividades baseiam-se em propostas para a consolidação dos conhecimentos adquiridos, objetivando a progressiva autonomia intelectual do acadêmico. O desenvolvimento e integralização da carga horária de atividades complementares são regidos pelas resoluções 1/2003, 12/2004, 13/2004, 09/2005 e 12/2005 da IES. Algumas dessas atividades são expressas em documentos e relatórios semestrais, elaborados e emitidos pela coordenação do curso. 5.5.1. Critérios para Desenvolvimento de Atividades Complementares A IES, por meio da Coordenação de Curso, dos professores orientadores e da Coordenação de Atividades Complementares e Sociais, promove e organiza projetos e eventos objetivando oportunizar condições para o pleno cumprimento das Atividades Complementares e Sociais. Dessa forma, o acadêmico poderá se inserir nas propostas feitas pela IES ou apresentar suas próprias propostas para as atividades a serem executadas. Caso queira apresentar proposta individual ou em grupo (até cinco acadêmicos), o acadêmico deverá: acessar o site institucional www.uniguacu.edu.br; preencher a proposta, conforme modelo apresentado pela Instituição, salvar e imprimir em duas vias; entregar ao Coordenador (a) do Curso para fins de aprovação; sendo aprovada a proposta, poderá dar início na execução da atividade. Ao término da execução da atividade, o acadêmico deve elaborar relatório (também conforme modelo no site da Instituição) em duas vias e entregar impressa à Coordenação do Curso. Durante o desenvolvimento das atividades, o acadêmico é orientado a registrar todas as suas ações por meio de anotações, fotos, recortes de jornais que publicaram a atividade, declarações da participação, certificados, e outros, pois na elaboração do relatório de conclusão das atividades, será necessário anexar tudo que comprove a sua efetiva participação. A IES, por meio de reuniões realizadas semanalmente, com a presença da Coordenação de Atividades Complementares e Sociais, Coordenadores de Curso e Direção, analisa as possíveis necessidades para o cumprimento das recomendações e discute ações a serem oferecidas à comunidade acadêmica, definindo objetivos, critérios, créditos, interdisciplinaridade, calendários de execução, equipe de apoio etc. para cada atividade a ser 31 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR proposta. A partir desta discussão, aprovadas as propostas, as mesmas são levadas por meio da Coordenação de Atividades Complementares e Sociais aos Professores Orientadores de Atividades, os quais tomam ciência das propostas e organizam os eventos, contatando os acadêmicos inicialmente em sala de aula e/ou em reuniões com grupos de interesse. 5.5.2. Modalidades das Atividades Complementares e Sociais O acadêmico do Curso de Engenharia Mecânica deverá ao longo de sua formação cumprir 150 horas de Atividades Complementares e 50 horas de Atividades Sociais, totalizando 200 horas de atividades extracurriculares dessa natureza para integralização do curso. O artigo 3o da Resolução 01/2003 do CONSEPE – Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão prevê que as atividades complementares que computarão na integralização do currículo dos acadêmicos de cada Curso de Graduação da IES serão estruturadas de acordo com as seguintes modalidades: a) eventos diversos: participação do acadêmico em Congressos, Seminários, Simpósios, Colóquios, Palestras e eventos afins, tanto como ministrante como ouvinte, dentre outras a serem definidas pelas Coordenações dos Cursos. b) disciplinas de outros cursos: são disciplinas que proporcionam aprofundamento das aplicações dos conhecimentos obrigatórios, sem prejuízo destes, ou são disciplinas que representam áreas emergentes do conhecimento aplicado que seja de interesse para a complementação da formação do engenheiro mecânico. Permitem ampliar a oferta de conhecimentos aos acadêmicos, além das disciplinas consideradas obrigatórias no curso; c) programas de iniciação à pesquisa: objetiva inserir o acadêmico na iniciação científica. d) participação discente em atividades de representação (representante de turma, representante do corpo discente, do centro acadêmico, etc.). e) monitorias: o objetivo é desenvolver a vocação de ensino dos estudantes interessados, voltado para atividades didáticas e vinculado a uma ou mais disciplinas, sendo o acadêmico orientado por um professor. As atividades incluem o auxílio no preparo de aulas, correção de exercícios e, principalmente, no reforço a estudantes que apresentem dificuldades de aprendizado na disciplina. Esse reforço pode ser individual ou a grupos de estudantes. f) presença em defesas de monografias, dissertações e teses: na IES ou fora dela. g) estágio profissionalizante não-obrigatório: o objetivo é promover a vivência do acadêmico com o mundo real, possibilitando o estágio em qualquer região e área de atividade. A Coordenação do curso solicita um relatório das atividades desenvolvidas no estágio profissionalizante para a comprovação deste, assinado pelo profissional orientador de atividades de estágio. h) cursos de língua estrangeira: o objetivo é facilitar a leitura e compreensão de textos técnicocientíficos assim como a comunicação do futuro profissional. 32 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR i) participação em projetos sociais: os projetos sociais podem ser de criação livre dos acadêmicos, desde que aceitos pela Coordenação de Projetos Sociais. São atividades desenvolvidas junto a entidades filantrópicas, participação em trabalhos comunitários ou campanhas de utilidade pública; j) participação em programas de extensão: a IES, através de suas coordenações de cursos, oferta continuamente cursos de extensão abertos para a Comunidade externa e para seus alunos. Estes cursos podem ser validados como atividades complementares. 5.5.3. Controle e Registro das Atividades Complementares O controle da realização das Atividades Complementares é feito pela Coordenação geral de Atividades Complementares e Sociais e pelos orientadores específicos de atividades complementares. O acadêmico comparece à Coordenação, apresenta seus certificados e/ou documentos, comprovando a realização de Atividades Complementares e Sociais. Esta analisa os documentos e após validá-los registra as horas de participação em software específico, capaz de controlar e emitir relatórios. Os documentos comprobatórios são anexados a uma pasta individual. Em relação às atividades desenvolvidas e promovidas pela IES, existe o controle de presença e participação e as horas são registradas automaticamente para integralizar o currículo do acadêmico. 5.6. Trabalho de Conclusão de Curso O Trabalho de Conclusão de curso é elemento obrigatório à formação dos alunos regularmente matriculados no último período do Curso de Engenharia Mecânica e está regulamentado no Regimento que está descrito no anexo C deste Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Mecânica. Caberá a um docente, designado pelo Coordenador de Curso e chamado de Coordenador do TCC, a distribuição de orientadores para os trabalhos, assim como, a coordenação de todas as atividades até a montagem das bancas de defesa dos trabalhos finais. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) busca fazer com que o estudante sintetize e integre conhecimentos adquiridos durante o curso, além de colocá-lo em contato com uma atividade de pesquisa ou um problema relacionado à Engenharia Mecânica. 5.7. Núcleo de Conteúdos Básicos De acordo com as Diretrizes Curriculares, cerca de 30% da carga horária total devem ser do núcleo de conteúdos básicos, ou seja, considerando que o Curso de Engenharia Mecânica possui uma carga horária total 4.320 horas, as disciplinas que cobrem o núcleo de conteúdos básicos devem possuir no mínimo 1.296h. O núcleo de conteúdos básicos deve conter os seguintes tópicos: 33 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Metodologia Científica e Tecnológica; Comunicação e Expressão; Informática; Expressão Gráfica; Matemática; Física; Fenômenos de Transporte; Mecânica dos Sólidos; Eletricidade Aplicada; Química; Ciência e Tecnologia dos Materiais; Administração; Economia; Ciências do Ambiente; Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania. A Tabela 5.2 apresenta a correspondência entre os tópicos do núcleo de conteúdos básicos e as disciplinas que contemplam aqueles conteúdos. Tabela 5.2: Núcleo de Conteúdos Básicos Núcleo de Conteúdos Básicos Tópico Disciplina(s) que contempla(m) o Tópico Metodologia Científica e Introdução à Engenharia I, II Tecnológica Comunicação e Expressão Introdução à Engenharia I, II Informática Programação de Computadores e Métodos Numéricos I e II Expressão Gráfica Desenho Técnico I e II Matemática Cálculo Diferencial e Integral I, II, III e IV Probabilidade e Estatística Geometria Analítica e Álgebra Linear Física Física I, II Fenômenos de Transporte Termodinâmica Técnica, Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor Mecânica dos Sólidos Mecânica Geral I e II Eletricidade Aplicada Física III, IV e Eletrotécnica Química Química Tecnológica I e II Ciência e Tecnologia dos Materiais Química Tecnológica I e II Administração Fundamentos da Administração Economia Fundamentos da Economia Ciências do Ambiente Engenharia Ambiental I e II Humanidades, Ciências Sociais e Legislação e Ética Profissional Cidadania 34 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR As disciplinas que cobrem o núcleo de conteúdos básicos correspondem a 42% do total. A Tabela 5.3 apresenta um resumo da distribuição das disciplinas no núcleo de conteúdos básicos. Tabela 5.3: Disciplinas que compõem o Núcleo de Conteúdos Básicos Disciplina CH Cálculo Diferencial e Integral 320 I,II,III e IV Geometria Analítica 80 Álgebra Linear 80 Programação de Computadores e 80 Métodos Numéricos I e II Física I, II, III e IV 320 Química Tecnológica I e II 80 Introdução à Engenharia I, II 80 Desenho Técnico I e II 80 Probabilidade e Estatística I e II 80 Termodinâmica Técnica I e II 80 Eletrotécnica I e II 80 Fundamentos da Administração 40 Legislação e Ética Profissional 40 Fundamentos da Administração 40 Mecânica dos Fluidos 80 Transferência de Calor 80 Mecânica Geral I e II 160 Total 1800 5.8. Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes As Diretrizes Curriculares estabelecem que o núcleo de conteúdos profissionalizantes, com cerca de 15% da carga horária mínima, deve versar sobre um subconjunto coerente de tópicos a ser escolhido pela instituição a partir de um universo de 52 tópicos. O Curso de Engenharia Mecânica elegeu os seguintes tópicos do Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes: 35 Controle de Sistemas Dinâmicos; Instrumentação Materiais de Construção Mecânica; Processos de Fabricação; Gestão de Tecnologia; Sistemas Mecânicos; Sistemas Térmicos. Estratégia e Organização; Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Gerência de Produção; Gestão Econômica; Pesquisa Operacional; Qualidade; Gestão Ambiental; Ergonomia e Segurança do Trabalho; Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas. A Tabela 5.4 apresenta a correspondência entre os tópicos eleitos do Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes e as disciplinas que contemplam aqueles conteúdos. Tabela 5.4: Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Disciplina(s) que contempla(m) o Tópico Estratégia e Organização Gestão de Projetos I e II, Gestão Empresarial I e II Controle de Sistemas Dinâmicos; Dinâmica de Máquinas I e II Instrumentação Instrumentação e Controle I e II Materiais de Construção Materiais de Construção Mecânica I e Mecânica II Processos de Fabricação Tecnologia Mecânica I e II Sistemas Mecânicos Elementos de Máquinas I e II Sistemas Térmicos Sistemas Térmicos e Fluidomecânicos I e II Gerência de Produção Gestão da Produção I e II Pesquisa Operacional Pesquisa Operacional I e II Qualidade Gestão de Projetos I e II Ergonomia e Segurança do Segurança do Trabalho Trabalho Gestão Ambiental Engenharia Ambiental I e II Sistemas Estruturais e Teoria das Resistência dos Materiais I e II Estruturas Tópico A Tabela 5.5 apresenta um resumo da distribuição das disciplinas no núcleo de conteúdos profissionalizantes. Tabela 5.5: Disciplinas que compõem o Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Disciplina Gestão de Projetos I e II Dinâmica de Máquinas I e II Gestão Empresarial I e II Instrumentação e Controle I e II Materiais de Construção Mecânica I e II 36 CH 160 80 80 80 160 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Tecnologia Mecânica I e II Elementos de Máquinas I e II Sistemas Térm. e Fluidomecânicos I e II Gestão da Produção I e II Pesquisa Operacional I e II Gestão de Projetos I e II Segurança do Trabalho Engenharia Ambiental I e II Resistências dos Materiais I e II Total 160 160 160 160 80 160 40 80 160 1640 Considerando que o Curso de Engenharia Mecânica possui uma carga horária total 4.320 horas, as disciplinas que correspondem aos tópicos escolhidos do Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes correspondem a 38% do total. 5.9. Núcleo de Conteúdos Específicos O restante da carga horária do curso é dedicado ao núcleo de conteúdos específicos e se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes, bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar modalidades. O Curso de Engenharia Mecânica oferece disciplinas, que constam da sua matriz curricular, que se relacionam com os seguintes tópicos do núcleo de conteúdos específicos: Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas; Estágio Curricular; Trabalho Final de Curso; Atividades Complementares. A Tabela 5.6 apresenta a correspondência entre os tópicos eleitos do Núcleo de Conteúdos Específicos e as disciplinas que contemplam aqueles conteúdos. Assim, as disciplinas que correspondem aos tópicos escolhidos do núcleo de conteúdos específicos correspondem a 20% da carga horária total. Tabela 5.6 Núcleo de Conteúdos Específicos Núcleo de Conteúdos Específicos Disciplina(s) que contempla(m) o Tópico Modelagem, Análise e Simulação de Simulação de Sistemas Mecânicos I, II, Sistemas III e IV Estágio Curricular Estágio Curricular Trabalho Final de Curso Trabalho de Conclusão de Curso Atividades Complementares Atividades Complementares Demais Tópicos Optativas Tópico 37 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR A Tabela 5.7 apresenta um resumo da distribuição das disciplinas no núcleo de conteúdos específicos. Tabela 5.7: Disciplinas que compõem o Núcleo de Conteúdos Específicos Disciplina Simulação de Sistemas Mecânicos I, II, III e IV Trabalho de Conclusão de Curso Estágio Supervisionado Obrigatório Atividades Complementares Optativas Total CH 160 80 240 240 160 880 6. Conselhos Superiores e Colegiados O Conselho Superior (CONSU), órgão máximo de deliberação da Faculdade é composto pelo Diretor Geral, seu presidente; pelos coordenadores de curso; por representantes da Mantenedora; por professores em exercício, eleitos por seus pares, com mandato de dois anos, podendo ser reconduzidos; por um representante discente, indicado pelo respectivo órgão de representação para mandato de um ano, permitida a recondução. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), órgão técnico de coordenação e assessoramento, é constituído pelo Diretor Geral, seu presidente; pelos coordenadores dos cursos; por professores em exercício, eleitos por seus pares, com mandato de um ano, permitido a recondução; por representante discente, indicado pelo respectivo órgão de representação, com mandato de um ano, permitida a recondução. 6.1. Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso O capítulo VI do regimento da IES regulamenta nos artigos a ele vinculados a composição e atuação dos colegiados de curso conforme segue: DOS COLEGIADOS DE CURSO Art. 17º. – Constituem cada Colegiado de curso os professores das disciplinas que ministram aulas em um mesmo curso e 1 (um) representante do corpo discente. Art. 18º. – O Colegiado de Curso reúne-se ordinariamente, em datas fixadas no calendário escolar, e, extraordinariamente, quando convocado pelo coordenador, por iniciativa própria, por solicitação do Diretor ou a requerimento de 1/3 (um terço) de seus membros. Art. 20º. – Compete ao Colegiado de Curso: I – Aprovar os programas e planos de ensino dos professores que atuam no curso respectivo; 38 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR II – Elaborar os projetos de ensino e extensão e executá-los depois de aprovados pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão e/ou pelo Conselho Superior; III – Apreciar o plano e o calendário anual de atividades da Instituição; IV – Elaborar a proposta anual de despesas do curso e o plano de aplicação de recursos orçamentários a serem encaminhados à diretoria; V – Exercer as demais competências que lhe sejam previstas em lei e neste Regimento. 6.2. Participação do Coordenador e dos Docentes em Colegiado de Curso e Colegiados Superiores Os artigos 5º e 8º do regimento da Instituição versam sobre a composição do Conselho Superior (CONSU), e do (CONSEPE), órgãos superiores e deliberativos em matéria administrativa, didático-científica e disciplinar, reservando direito de participação ao coordenador do curso e a docentes em exercício, eleitos por seus pares. Art. 5º - O CONSU é formado por: I – Pelo Diretor, seu presidente; II – Pelos Coordenadores de Curso; III – Por representantes da Mantenedora; IV – Por professores em exercício, eleitos por seus pares com mandato de 2 (dois) anos, podendo ser reconduzidos; V – Por um representante discente, indicado pelo respectivo órgão de representação para mandato de um ano, permitida recondução. Art. 8º - O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensãoé constituído: I – Pelo Diretor, seu presidente; II – Pelos Coordenadores de Cursos; III – Por professores em exercício, eleitos por seus pares, com mandato de um ano, permitida recondução; IV – Por um representante discente, indicado pelo respectivo órgão de representação, com mandato de um ano, sendo permitida uma recondução. O coordenador do curso e os docentes participam do COLEGIADO, do CONSEPE e do CONSU. A coordenação realiza, periodicamente, reuniões com os professores do curso, para acompanhamento e compartilhamento das experiências vivenciadas, pautando-se pela necessidade de solução de problemas e/ou comunicações importantes. Resumidamente, o curso é discutido e acompanhado regularmente por todo o grupo e documentado em atas, 39 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR auxiliando a Coordenação nas tarefas administrativas e de atendimento a docentes e discentes. 7. Corpo Docente Os docentes do Curso de Engenharia Mecânica devem possuir excelência técnica e didática, demonstrada perante processo seletivo que envolve pontuação por critérios acadêmicos, prova de títulos e prova didática perante banca examinadora, conforme Plano de Carreira, Cargos e Salários da IES. O docente deve demonstrar excelente capacidade de comunicação escrita, oral e gráfica, além de humildade e integridade. O papel do professor é contribuir para a formação técnica dos alunos, mas sobretudo, propiciar condições para a formação de um ser integral através de exemplos positivos de caráter e conduta. O Curso de Engenharia Mecânica conta com docentes contratados em regime integral, parcial e horistas de acordo com os critérios do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – Sinaes, evidenciados através do Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação – Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância) de maio de 2011. O Curso é conduzido pelo Coordenador do Curso auxiliado pelos professores que fazem parte do Núcleo Docente Estruturante – NDE. Algumas indústrias locais possuem pessoal com alta capacitação profissional e técnica que podem vir a atuar na docência de cursos de engenharia das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu. Destaca-se a Usina de Industrialização do Xisto, da Petrobras que além de extrair e processar o xisto, a Unidade funciona também como um centro avançado em pesquisa na área de refino e desenvolve uma série de projetos em conjunto com o Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes) e universidades de todo o Brasil. A Tabela 7.1 apresentada a relação do corpo docente do Curso de Engenharia Mecânica, juntamente com a maior titulação. Tabela 7.1: Docentes do Curso de Engenharia Mecânica Professor Adailton Marcelo Lehrer Claudinei Cerconi Cristiano Damaceno Dagmar Rhinow Eduardo Santos de Araújo Ivan de Oliveira Jonas Elias de Oliveira José Antônio Wengerkiewicz Marcos Roberto Rodacoski Paulo Dinarte Tavares 40 Titulação Especialista Mestre Especialista Mestre Doutor Mestre Mestre Especialista Doutor Mestre Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Paulo Roberto Panacione Raul José dos Santos Michel Júnior Especialista Doutor 7.1. Núcleo Docente Estruturante O Núcleo Docente Estruturante - NDE do curso de Engenharia Mecânica, para a elaboração do presente Projeto Pedagógico é formado por um conjunto de professores, de elevada formação e titulação, contratados em tempo integral e parcial, que respondem mais diretamente pela criação, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do curso. O NDE do curso de Engenharia Mecânica é composto pelos seguintes professores: Adailton Marcelo Lehrer; Claudinei Cerconi; Marcos Roberto Rodacoski; Paulo Dinarte Tavares e Raul José dos Santos Michel Júnior. As atribuições do núcleo docente estruturante são: Criar, implantar, atualizar e consolidar o Projeto Pedagógico do curso, definindo sua concepção e fundamentos; Estabelecer e consolidar o perfil profissional do egresso do curso; Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário; Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo Colegiado; Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares; Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo projeto pedagógico; Discutir e propor mecanismos de interdisciplinaridade; acompanhar e propor formas de integralização das atividades complementares do curso; Acompanhar as atividades do corpo docente; Acompanhar e supervisionar alunos em estágios curriculares não obrigatórios. 7.2. Coordenação de Curso A coordenação do curso é atribuição do Coordenador do curso, indicado pelo Diretor Geral, dentre os professores do curso. O Coordenador do curso de Engenharia Mecânica atua intensamente na gestão do curso, promovendo a integração entre coordenação, direção e acadêmicos, por meio de atendimentos individuais ou em grupos e mesmo coletivamente. Promove, estimula e participa de atividades acadêmicas e sociais, possibilitando a interlocução entre coordenação e acadêmicos, comunidade interna e comunidade externa. O Coordenador tem as seguintes atribuições: fiscalizar o cumprimento do regime escolar e a execução dos programas e horários estabelecidos; distribuir encargos de ensino, iniciação à pesquisa e extensão entre os professores do curso, respeitadas as especialidades, coordenando-lhes as atividades; pronunciar-se sobre o aproveitamento de estudos de adaptação de acadêmicos transferidos e diplomados; propor a admissão de monitores; elaborar o currículo pleno do curso de graduação, bem como suas modificações, submetendo41 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR os ao Colegiado do curso, ao Conselho Superior e ao Conselho Nacional de Educação; propor normas de funcionamento dos estágios curriculares e encaminhá-los ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão para apreciação; exercer as demais atribuições que lhe sejam previstas em lei e no Regimento da IES. 7.2.1. Coordenador do Curso: Titulação, Regime de Trabalho e Dedicação O Coordenador do curso, Marcos Roberto Rodacoski, atuará em regime integral com 40 (quarenta) horas semanais na IES, atuando como coordenador e docente. Titulação: Doutor Experiência profissional: 5 anos Experiência acadêmica: 26 anos 7.2.2. Coordenador do Curso nos Órgãos Colegiados Acadêmicos da IES A Coordenação do curso de Engenharia Mecânica da IES participa efetivamente dos órgãos colegiados acadêmicos da Instituição. Esta participação se dá por meio de reuniões e discussões referentes ao andamento do curso em particular e da IES como um todo. A Coordenadoria do curso é integrada pelo Colegiado, para as funções deliberativas e pelo Coordenador do curso, para as tarefas executivas. O colegiado do curso é constituído pelos professores das disciplinas que ministram aulas no curso e um representante do corpo discente. O colegiado é dirigido pelo coordenador, substituído em suas faltas e impedimentos pelo professor decano do curso. O colegiado do curso reúne-se ordinariamente em datas fixadas no calendário escolar e extraordinariamente quando for necessário. 7.3. Apoio Pedagógico ao Docente Cabe à Instituição contribuir para a constante melhoria da qualidade do processo ensino-aprendizagem, o que se faz, também, através do apoio pedagógico ao docente. Nesse sentido, a Direção, a Coordenação Acadêmica e Pedagógica e a Coordenação do curso, buscam por meio de ações conjuntas e variadas, diagnosticar as necessidades do corpo docente, e a partir daí, definir ações rumo ao constante aprimoramento do trabalho pedagógico na Instituição, oferecendo suporte nas questões relacionadas ao processo ensino-aprendizagem, tais como: organização do trabalho pedagógico, metodologia, avaliação, interação professor/aluno, dentre outras. A Direção, a Coordenação Acadêmica e Pedagógica por meio da Coordenação de Curso realizam constante motivação para que os docentes busquem aprimoramento profissional, apóiam a participação em eventos e incentivam o desenvolvimento da iniciação à pesquisa. A IES, como parte de uma estratégia global para alcançar os objetivos propostos, implantou um programa de desenvolvimento de seu corpo docente para capacitação e qualificação 42 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR acadêmica contínua. Esse programa foi planejado de forma a se tornar útil e atrativo, de acordo com as necessidades e interesse dos professores, uma vez que estes são os talentos mais importantes da Instituição. Apoiando a educação contínua, o plano de capacitação, tornou-se, também, um instrumento que contribui para o maior envolvimento e aproximação do professor com a Instituição, proporcionando a elevação do regime de trabalho daqueles inseridos no plano de qualificação. O Programa de Capacitação Docente não foi planejado e desenvolvido de forma unilateral, mas sim em sintonia com as necessidades dos docentes e os projetos, cursos e programas da IES. Para a capacitação docente, a IES, através do Instituto Sul Paranaense de Altos Estudos - ISPAE desenvolveu um programa de incentivo financeiro conforme a resolução ISPAE, número 04 de 27 de abril de 2007. 8. Órgãos de Apoio Técnico e Administrativo São órgãos criados por proposta do Diretor, ouvida a entidade mantenedora, para atendimento às necessidades de organização e expansão acadêmica e administrativa da Faculdade, com vistas ao desempenho esmerado e qualidade de suas atividades. Os órgãos de apoio técnico e administrativo são: secretaria, tesouraria, contabilidade, biblioteca e setores de serviços de manutenção e limpeza. 8.1. Secretaria Geral A Secretaria Geral é o órgão concentrador das atividades administrativas acadêmicas da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória e obedece às normas estabelecidas pelo REGIMENTO DAS FACULDADES INTEGRADAS DO VALE DO IGUAÇU, emanadas de órgãos superiores e ainda, da legislação vigente no que concerne à sua atividade. A função da Secretaria Geral é dar suporte aos setores a ela vinculados, providenciar arquivamento ordenado e seguro da documentação gerada pela administração acadêmica, atendimento aos acadêmicos (prestando informações, agilizando consultas e informando do andamento de processos acadêmico-administrativos de interesse do acadêmico). A secretaria atende de segunda-feira a sexta-feira das 7h e 30min às 22h e 45 min e aos sábados das 7:30h às 17:30h. 8.1.1. Organização do Controle Acadêmico Os registros de notas e frequências são lançados no sistema acadêmico pelos professores e arquivados, em meio físico, pela secretaria em local apropriado, separados por ano/semestre, turmas e disciplinas. Da mesma forma, a documentação dos acadêmicos e as solicitações protocoladas, são registradas no sistema e os documentos físicos arquivados em pastas individuais. O acompanhamento do currículo do acadêmico é feito através de relatório expedido pela secretaria, através do sistema INTEGRA, que emite uma cópia ao acadêmico, sempre na 43 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR renovação da matricula ou a qualquer momento, pela consulta on-line no site da faculdade. As coordenações também recebem uma via deste documento no final de cada período. O sistema de trabalho adotado na Secretaria Acadêmica é o de divisão de tarefas, coordenadas pela Secretaria Geral que as distribui de acordo com as necessidades. As atividades realizadas são: montagem e acompanhamento dos processos protocolados, elaboração de documentos, suporte aos professores na época de registro de notas e frequências, matrícula de acadêmicos de primeiro ingresso e cursantes no início do semestre, atendimento de telefone em assuntos pertinentes à secretaria, atendimento de acadêmicos no balcão, atendimento de solicitações de professores e coordenadores, arquivamento de documentos nas pastas individuais dos acadêmicos, controle de documentação e emissão de aditamento do FIES, emissão de documentos oficiais da IES, emissão de certificados e encaminhamento de diplomação, inscrições e controle de eventos da Instituição. 8.2. Pessoal Técnico e Administrativo e Políticas de Capacitação 8.2.1. Corpo Técnico da Secretaria O corpo técnico-administrativo da Secretaria é constituído por quatro funcionários com curso superior e sete estagiários. Existem duas formas de treinamento para o pessoal técnico-administrativo: 1. treinamento realizado semestralmente pelo departamento de Recursos Humanos da IES; 2. treinamento na operacionalização do sistema acadêmico, que ocorre a cada atualização. O corpo técnico-administrativo também é parte avaliada no processo de avaliação institucional. Os colaboradores da Secretaria se reúnem semanalmente para discutir assuntos pertinentes às rotinas e melhorias dos processos internos 8.2.2. Corpo Técnico da Biblioteca O corpo técnico-administrativo da biblioteca é constituído por uma bibliotecária, uma assistente, um funcionário e 12 estagiários. Existem duas formas de treinamento para o corpo técnico da biblioteca: 1. treinamento realizado semestralmente pelo departamento de Recursos Humanos da IES; 2. treinamento na operacionalização do sistema acadêmico, que ocorre a cada atualização. Os colaboradores da Biblioteca se reúnem semanalmente para discutir assuntos pertinentes às rotinas e melhorias dos processos internos. 8.2.3. Corpo Técnico de outros Setores A carreira do pessoal técnico-administrativo integrante da Unidade de Ensino Superior do Vale do Iguaçu S.A. é constituída por cinco (5) categorias distribuídas nas seguintes funções: • Direção Geral • Diretor Financeiro • Coordenador Acadêmico • Coordenador Administrativo • Técnico de Laboratório • Marketing 44 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR • Secretária Geral • Secretária Acadêmica • Bibliotecária • Encarregado de Contabilidade • Encarregado de Recursos Humanos • Encarregado de Tesouraria • Técnico em Informática • Farmacêutico • Nutricionista • Fisioterapeuta • Psicólogo • Auxiliar de Secretaria • Auxiliar Administrativo • Auxiliar de Marketing • Auxiliar de Laboratório • Auxiliar de Biblioteca • Multimeios e Materiais Esportivos • Recepcionista • Telefonista • Cozinheira • Eletricista • Encanador • Jardineiro • Marceneiro • Motorista • Pedreiro • Vigia • Zelador • Orientador de Estacionamento A todos os integrantes do corpo técnico-administrativo é oportunizada constante capacitação e preparação para atuação como Assistentes da Educação, conforme planejamento executado pelos Recursos Humanos da Instituição e conforme previsto no PDI e PPI da Instituição. 9. Atenção aos Discentes A IES implementa várias ações de apoio aos discentes a seguir relacionadas: 9.1. Apoio à Participação em Eventos Focando o ideal estabelecido nas diretrizes institucionais das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu e atendendo as expectativas de aprendizagem para a formação do egresso do 45 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR curso, mantém-se em atualização constante o processo de atenção aos discentes. Para tanto, a coordenação do curso e a direção da IES dão suporte ao corpo discente na aquisição e promoção do saber, além dos processos educacionais desenvolvidos em salas de aula, através de apoio financeiro (subsidiando transporte para eventos correlatos, patrocinando materiais de divulgação de eventos, entre outras) e apresentação de trabalhos de iniciação científica. A Instituição, por meio da Coordenação de Curso, disponibiliza transporte e assegura o acompanhamento dos acadêmicos a congressos, visitas técnicas, seminários, simpósios, bem como os incentiva a participarem de programas de iniciação científica. 9.2. Apoio Pedagógico ao Discente Os processos de apoio pedagógico aos discentes iniciam-se em sala de aula. A percepção do professor, aliado ao trabalho dos coordenadores, é base para o apoio pedagógico do acadêmico. Por meio desta identificação e interação, os discentes que apresentarem algum tipo de problema relacionado à aprendizagem, comunicação, conduta ou sociabilização serão encaminhados, em um primeiro momento, para a coordenação do curso. De posse das informações pertinentes, os coordenadores avaliam os fatos e discutem com a coordenação pedagógica os procedimentos a serem adotados. 9.3. Acompanhamento Psicopedagógico Seguindo a estrutura do Regimento Institucional, a IES conta com a Coordenação Acadêmica e Pedagógica. A ela, está vinculado o CAA - Centro de Atendimento Acadêmico, criado para aprimorar as condições pedagógicas e psicológicas que interferem diretamente no ensino e aprendizagem. O CAA tem por finalidade assessorar acadêmicos no que diz respeito à melhoria da ação pedagógica e relacional. Em parceria com Coordenação acadêmica e pedagógica e em consonância com a Coordenação do Curso, o CAA adota um trabalho democrático, oportunizando diálogos permanentes com acadêmicos estabelecendo uma práxis inovadora. A Coordenação Acadêmica e Pedagógica por sua vez, em permanente contato com o CAA, tem como finalidade apoiar as Coordenações de cursos na orientação pedagógica dos docentes e promover a capacitação docente continuada, auxiliando para uma melhor qualidade no ensino-aprendizagem. O atendimento psicopedagógico é realizado pelo Centro de Apoio ao Acadêmico (CAA). O acadêmico, após entrevista preliminar com o responsável pelo CAA, recebe orientações ou é encaminhado ao profissional competente, de acordo com a necessidade. O objetivo é proporcionar aos acadêmicos da IES um espaço terapêutico para orientação, clarificação de entendimento e busca de possíveis soluções às situações de conflito que, naquele momento, possam interferir no processo de aprendizagem. O CAA da IES foi criado em 24 de abril de 2002, com o objetivo de atender, orientar e encaminhar os acadêmicos com algum conflito comprometedor do processo de aprendizagem, aos setores de competência dos profissionais que compõe o quadro de docentes desta 46 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Instituição. Os atendimentos e orientações prestados aos acadêmicos não implicam em soluções diretas e imediatas para os problemas apresentados, podendo gerar reencaminhamentos a profissionais competentes para os casos específicos. Os acadêmicos são atendidos nas dependências da Instituição de ensino, em horários pré-determinados, agendados com a Coordenação Acadêmica em entrevistas individuais. Estas entrevistas são realizadas de segunda-feira a sexta-feira em horários pré-determinados e num segundo momento, os acadêmicos são encaminhados para o atendimento psicológico, médico, nutricional, advocatício e pedagógico. 9.4. Mecanismos de Nivelamento Desde o primeiro semestre de 2005, são oferecidos aos acadêmicos cursos de nivelamento em Matemática Básica, Produção Textual e Química com o objetivo de aparar discrepâncias oriundas do ensino médio. Os cursos de nivelamento são oferecidos sempre que novas turmas são formadas para os semestres letivos. Adicionalmente, a coordenação do curso, com o apoio da direção da IES, oferece cursos de extensão com base nas avaliações realizadas nas reuniões de colegiado sobre o andamento do Curso ou a partir das necessidades expressadas pelos acadêmicos junto à coordenação ou do corpo docente. Nas atividades culturais, como a Semana Acadêmica (atividades de ensinoaprendizagem e culturais) e o Encontro de Iniciação Científica, são oferecidos cursos de curta duração direcionados para a complementação do conteúdo e o estímulo à pesquisa. Ainda, segundo a disponibilidade, o corpo docente ministra atividades extraordinárias, no contraturno das aulas, abordando temas específicos relacionados às disciplinas. Estas atividades são facultativas aos acadêmicos e buscam complementar os conteúdos curriculares abordados nas disciplinas. 9.5. Acompanhamento de Egressos O curso de Engenharia Mecânica disponibilizará, para seus egressos, um cadastro, realizado próximo ao período de formatura, que permitirá o contato posterior para elaboração de um acompanhamento adequado do egresso e levantamento do perfil sócio-econômicoprofissional estabelecido após a formatura, permitindo a reorientação dos aspectos acadêmicos que se mostrarem desajustados à formação de um profissional atualizado e participante do ambiente de trabalho. A realização de encontros de egressos, promovidos pela IES, poderá, também, proporcionar a troca de informações de maneira prestigiada e direcionada ao curso em questão. O acompanhamento dos egressos é um instrumento que possibilita uma contínua avaliação da Instituição, através do desempenho profissional dos ex-alunos, podendo contribuir para reorganização do processo ensino/aprendizagem, considerando elementos da realidade externa à Instituição que apenas o diplomado está em condições de perceber, visto 47 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR que passa a atuar e experimentar as consequências dos aspectos vivenciados durante sua graduação. O acompanhamento de egressos objetiva: a) avaliar o desempenho da Instituição pelo acompanhamento do desenvolvimento profissional dos ex-alunos; b) manter registros atualizados de alunos egressos; c) promover intercâmbio entre ex-alunos; d) promover a realização de atividades extracurriculares (estágios e /ou participação em projetos de iniciação à pesquisa ou extensão), de cunho técnico-profissional, como complemento à sua formação prática, e que, pela própria natureza do mundo moderno, estão em constante aperfeiçoamento e palestras direcionadas a profissionais formados pela Instituição; e) valorizar egressos que se destacam nas atividades profissionais; f) identificar junto às empresas seus critérios de seleção e contratação dando ênfase às capacitações dos profissionais da área buscados pela mesma. g) incentivar a integração de ex-alunos com a Instituição. 9.6. Central de Estágio e Trabalhos de Conclusão de Curso Objetivando auxiliar no processo de acompanhamento e orientação de atividades de estágios e trabalhos de conclusão dos cursos foi instituída a Central de Estágios e TCC´s através da a Res. nº 015/2007 de 03 de agosto de 2007 que determina: (...) Dispõe sobre a Instituição, estrutura e normalização da Central de Estágios e de Trabalhos de Conclusão de Curso da Faculdade de Ciências Biológicas e de Saúde de União da Vitória, da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória e da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória, mantidas pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu (...). O objeto desta Central de Estágios e TCC´s, bem como toda a estrutura elencada é facilitar o processo de construção de trabalhos de iniciação científica na IES, estabelecendo as diretrizes básicas para sua elaboração, apresentação e socialização. Ademais, a produção científica é fomentada na IES, na intencionalidade de atingir a excelência de ensino, estimular a produção discente e docente, cumprir a missão de promover ensino de qualidade e o compromisso social da Faculdade. Nesta perspectiva, alcançar a categoria de Centro Universitário. 48 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 10. Instalações Físicas A Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu - UNIGUAÇU, está localizada na Rua Padre Saporiti, 717, bairro Rio D'Areia, no município de União da Vitória - PR, num terreno de 15.305 m2, com aproximadamente 6.000m2 de área construída (terreno inscrito no Registro de Imóveis sob nº de matrícula 2.058 de 29 de setembro de 1978). As instalações são perfeitamente adequadas para atender vários cursos de graduação e especialização, com amplas e arejadas salas de aula, sala de professores e coordenações de curso, laboratórios muito bem equipados e vários ambientes de convivência, além de quadra poli desportiva. Neste edifício funcionarão os laboratórios utilizados no curso de Engenharia Mecânica referentes aos dois primeiros anos. Em 2005 passou a integrar o complexo de instalações da IES o edifício Francisco Cléve, situado em frente ao campus 1 (supra citado). O novo edifício possui 4.200m2, em três pavimentos onde funcionará o curso de Engenharia Mecânica. Neste prédio são ministradas as aulas teóricas do curso. No último pavimento localiza-se o acervo e a área destinada a estudos individuais e coletivos da biblioteca Wilhelm Heinrich, além do Núcleo de Práticas Jurídicas e de Serviço Social. Em terreno próximo (distante 80 metros), foi construído o Hospital Veterinário para pequenos e grandes animais do curso de Medicina Veterinária, bem como a implantação do Centro de práticas agronômicas do curso de Agronomia, destinado à complementação do ensino pedagógico e atividades complementares e sociais. Recentemente a mantenedora da IES adquiriu um terreno com aproximadamente 10.000 m2 para abrigar todas as salas de aulas e laboratórios destinados aos cursos de engenharia. 10.1. Laboratórios A IES conta com laboratórios que atendem plenamente os núcleos de conhecimentos básicos, profissionalizantes e específicos do Curso de Engenharia Mecânica, a fim de complementar o ensino teórico e permitir práticas fundamentais. A seguir faz-se uma descrição dos laboratórios que atendem ao Curso de Engenharia Mecânica: Laboratórios de Informática: A IES possui atualmente 162 computadores para o acesso dos alunos, todos com acesso a internet, distribuídos em seis laboratórios de informática, biblioteca e sala de orientação de TCC. No turno de funcionamento do curso de Engenharia Mecânica (matutino) a IES possui 875 alunos, resultando numa proporção de um terminal para 5,4 alunos. Se considerarmos o total de matrículas dos cursos em funcionamento na IES, incluindo o período noturno, o total de alunos será de 2305 e a relação fica em um terminal para cada 14,2 alunos. Há, ainda, 896 notebooks cadastrados na intranet da IES. O 49 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Laboratório IV, com 20 computadores, fica aberto das 7h30min às 22h30min, com acesso livre. Os demais laboratórios, quando não utilizados em aulas, são disponibilizados aos alunos mediante solicitação ao setor de Tecnologia da Informação da IES. Na biblioteca, que também funciona das 7h30min às 22h30min, há 10 computadores, também com acesso livre. Atenderão as disciplinas de Desenho Técnico II, Tecnologia Mecânica II, Introdução à Engenharia II, Simulação de Sistemas Mecânicos I, II, III e IV e Programação de Computadores e Métodos Numéricos I e II. Laboratório de Física Experimental e Mecânica Geral: Atenderá as disciplinas de Física Geral e Experimental I, II, III e IV, além das disciplinas de Mecânica Geral I e II. Laboratório de Ciências Térmicas e Termodinâmica: Atenderá as disciplinas de Mecânica dos Fluidos e Hidráulica, Termodinâmica Técnica I e II, Ciências Térmicas I e II. Laboratório de Química: Destina-se principalmente às disciplinas de Química Tecnológica I e II. Laboratório de Materiais de Construção Mecânica: Laboratório destinado às disciplinas de Química Tecnológica I e II, Materiais de Construção Mecânica I e II, Química Tecnológica I e II e Materiais de Engenharia I e II. Laboratório de Automação de Processos e Metrologia: Atenderá as disciplinas de Tecnologia Mecânica I e II e Instrumentação e Controle I e II. Laboratório de Usinagem Convencional: Laboratório destinado a disciplina de Tecnologia Mecânica I. Laboratório de Usinagem Não Convencional: Laboratório destinado à disciplina de Tecnologia Mecânica II. Laboratório de Elementos de Máquinas: Destinado à disciplina de Elementos de Máquinas I e II, Projetos de Componentes Mecânicos I e II. Laboratório de Fluido-Mecânica: Destina-se as disciplinas de Mecânica dos Fluidos, Transferência de Calor e Sistemas Térmicos e Fluido-mecânicos I e II. 10.2. Biblioteca A biblioteca está localizada no 3° piso do Edifício Francisco Cléve, em um espaço exclusivo de 1.200 m2 com 30 mesas para estudos individuais, 3 salas reservadas para estudo coletivo, salão de estudos com 15 mesas e 10 terminais de computadores com acesso em banda larga à Internet. A biblioteca dispõe, ainda, de um auditório para projeções audiovisuais para 12 pessoas. 50 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 10.2.1. Acervo O acervo encontra-se informatizado, permitindo acesso rápido e fácil ao conteúdo dos diferentes tipos de material bibliográfico (livros, multimídia, normas técnicas, teses e dissertações, trabalhos de Graduação e trabalhos de Pós-Graduação). A biblioteca mantém-se interligada a outras bibliotecas brasileiras, podendo solicitar, a pedido do acadêmico, empréstimo de obras raras e outros suportes. Disponibiliza reserva “on-line” por meio da página institucional www.uniguacu.edu.br. As normas específicas para uso do acervo e dos serviços encontram-se à disposição dos consulentes no regulamento da Biblioteca. A atualização do acervo é feita com base nas sugestões encaminhadas pela comunidade acadêmica. 10.2.2. Política Institucional de Atualização do Acervo A implantação da política de seleção e aquisição serve à constante atualização e manutenção da qualidade do acervo, e esta deve ser incorporada como filosofia e metodologia no trabalho da equipe responsável pelo desenvolvimento de coleções da Biblioteca. O processo de seleção das obras a serem adquiridas parte da indicação dos docentes e passa por uma comissão, composta pela direção, bibliotecário e coordenação dos cursos. É primordial que se estabeleça uma política de seleção para evitar que a coleção se transforme em um agrupamento desajustado de documentos, por este motivo foram estabelecidos alguns critérios com o objetivo de: a) Permitir o crescimento racional e equilibrado do acervo nas áreas de atuação da Instituição; b) Identificar os elementos adequados à formação da coleção; c) Desenvolver programas cooperativos; d) Estabelecer prioridade de aquisição de material; e) Traçar diretrizes para o descarte de material. A formação do acervo deve ser constituída através de uma política de aquisição que prevê a aquisição de diferentes tipos de materiais, tais como: Obras de Referência, Livros, Periódicos, Fitas de Vídeos, DVD entre outros. Os materiais adquiridos devem atender as seguintes finalidades: a) suprir os programas de ensino dos cursos da Graduação e Pós Graduação da IES; b) dar apoio aos programas de iniciação à pesquisa e extensão da Instituição; c) fornecer obras que elevem o nível de conhecimento geral e específico de seus acadêmicos e colaboradores; 51 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR d) resguardar materiais que resgatem a história da Instituição, como publicações e materiais sobre a mesma. Quanto à seleção quantitativa, a Biblioteca estabelece os seguintes critérios: 1) Literatura Básica: Material bibliográfico básico e indispensável para o desenvolvimento da disciplina e considerado de consulta obrigatória. Será adquirida em processo contínuo, segunda indicação de professores e coordenação de curso, visando a composição da bibliografia básica, com no mínimo três títulos, sendo que o número de exemplares de cada título será calculado na base de 01 (um) para cada 10 (dez) alunos. 2) Literatura Complementar: A literatura complementar compõe-se de livros nacionais ou importados necessários à complementação e atualização de bibliografias, seja em nível de pesquisa ou conteúdo programático das disciplinas oferecidas na Instituição, bem como para o desenvolvimento de atividades administrativas. 10.2.3. Livros A Biblioteca tem um acervo de 39.053 títulos e 42.498 volumes/exemplares. 10.2.4. Periódicos O acervo de periódicos conta com 589 títulos periódicos, sendo 45 ativos. 10.2.5. Multimídia A Biblioteca tem um acervo de fontes variadas de multimídia: a) Vídeos – 429 títulos (587 exemplares); b) DVDs – 27 títulos (50 exemplares); c) CDs –1719 títulos (2156 exemplares). 10.2.6. Trabalhos de Conclusão de Cursos de Graduação e Pós-Graduação No Banco de Dados estão armazenados os registros de todos os trabalhos apresentados por alunos de Graduação. 10.2.7. Intercâmbio Com o objetivo de ampliar as oportunidades de acesso dos seus usuários ao acervo de outras instituições, a Biblioteca participa de redes e grupo de bibliotecas em níveis estadual e nacional. Em âmbito nacional, participa da COMUT Online – Programa de Comutação Bibliográfica, coordenado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia 52 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR (IBICT). Participa na categoria de Biblioteca Solicitante, o que permite obter cópia de artigos publicados em periódicos nacionais e estrangeiros armazenados em cerca de 1 000 bibliotecas brasileiras e na categoria de Biblioteca Base, atendendo aos pedidos de cópias feitos pelas demais bibliotecas solicitantes de nosso acervo de periódicos; 10.2.8. Internet Para ampliar as oportunidades de acesso à informação, os usuários podem fazer uso da internet para acessar acervos de outras bibliotecas, bases de dados disponíveis gratuitamente e demais informações de interesse. Estão disponíveis 10 terminais de uso exclusivo para a internet. 10.2.9. Bases de Dados A Biblioteca conta com acesso a Bases de Dados, sendo que os usuários podem ser auxiliados pelo corpo técnico-administrativo da biblioteca constituído por: uma bibliotecária, uma assistente, um funcionário e estagiários. 10.3. Outras Estruturas Físicas 10.3.1. Sala de Multimeios Apoio didático aos docentes com Data Show, retroprojetores, DVD players, etc. 10.3.2. Academia de Musculação Usada pelos acadêmicos para práticas de condicionamento físico. 10.3.3. Quadra de Esporte Possibilita práticas desportivas extra horário de aula. 10.3.4. Clínica de Fisioterapia Possibilita atendimento aos acadêmicos encaminhados por médicos e que necessitam deste procedimentos. 10.3.5. Centro Esportivo Universitário Possibilita práticas desportivas extra-horário de aula. 11. Relação com a Comunidade A IES entende o seu desenvolvimento como muito próximo ao da comunidade de que é originária e busca a institucionalização de suas atividades de ensino e extensão. 53 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR O reconhecimento de que “a produção de conhecimento se faz na interface escola/comunidade” (RENEX, 1998), leva ao enfrentamento da questão da extensão. Esta se coloca como prática que interliga uma faculdade, em suas atividades de ensino, com as demandas econômicas, sociais e culturais da região onde se instala. Assim, a ação extensionista vai além da prestação de serviços (assistências, consultorias, assessorias, atendimento nas empresas juniores), da difusão cultural (eventos e toda uma vasta gama de realizações artísticas ou culturais), ou da disseminação de conhecimentos (cursos, seminários, palestras, conferências). Mais do que na simples formulação da missão institucional, é na compreensão desta identidade, na vivência deste conceito: “Ensino prá valer e compromisso social” pela comunidade acadêmica que a IES promove a integração entre ensino e extensão. O acadêmico do curso de Engenharia Mecânica terá a oportunidade de ampliar seus conhecimentos através das experiências do estágio supervisionado, participação em congressos, eventos especiais e palestras, desenvolvendo atividades complementares e de extensão. A IES oportuniza a participação dos acadêmicos em programas, projetos e atividades de iniciação científica ou extensão ou práticas investigativas através dos meios de comunicação e divulgação científicos citados abaixo: a) Semana de Iniciação Científica: evento realizado pela IES em que os discentes podem apresentar trabalhos científicos, sob a orientação de professores dos cursos, realizados durante o ano letivo. O trabalho é apresentado para a comunidade em geral via apresentação oral ou painéis. b) Jornal Institucional: a primeira edição da Gazeta UNIGUAÇU data de 03/03 de 2003 e durante o período, esse veículo informativo da IES vem mantendo a comunidade universitária informada sobre eventos promovidos pelos cursos. São contempladas no jornal, ainda, a produção e as atividades técnicas acadêmicas, científicas e artísticas da UNIGUAÇU, divulgadas tanto para o público interno quanto para o externo. O Jornal tem mantido uma tiragem média mensal de 10 mil exemplares e é distribuído gratuitamente a professores, acadêmicos e técnico-administrativos, bem como às escolas secundaristas da região. Circula também em órgãos dos poderes executivo, legislativo e judiciário e em redações de veículos de comunicação da cidade. Ex-acadêmicos e membros da comunidade universitária também recebem o jornal, que é enviado ainda a outras Faculdades da Região do Vale do Iguaçu. Também é possível o acesso “on-line”, na página da IES, às edições do Jornal Gazeta UNIGUAÇU (www.uniguacu.edu.br). Suas informações têm se constituído em um excelente instrumento de integração entre as diferentes áreas dos Cursos, setores da UNIGUAÇU e a comunidade loco-regional. c) Comunicação “On-line”: A IES possui um sistema de comunicação interno via provedor. A comunidade acadêmica pode acessar informações tais como: páginas dos cursos, notas, freqüência, documentos da Faculdade, atividades, agenda de estágios, TCC´s e eventos, dentre outros. Nos Cursos de Pós-Graduação, em caráter experimental, alguns conteúdos e aulas são realizados “On-line” (tele aulas). 54 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR d) Painéis eletrônicos informativos: A estrutura da Faculdade comporta dois painéis eletrônicos, no hall de entrada dos prédios (área de convivência e lazer). Proporcionando, assim, um sistema de informação ágil, bem como um ambiente mais agradável para a comunidade e visitantes, promovendo a socialização das informações. e) Revistas Científicas: Cumprindo seu papel de socializadora e difusora de conhecimentos, a IES publica semestralmente duas revistas de caráter científico. Trata-se da Revista de Estudos Vale do Iguaçu (publicação de artigos, resumos e resenhas dos docentes) e a Revista Científica de Periodicidade Anual do Encontro de Iniciação Científica e Mostra de Pós Graduação, produzida a partir de artigos dos acadêmicos (participantes e expositores no Programa de Iniciação Científica). O Curso de Engenharia Mecânica desenvolve diversas atividades, tanto para a comunidade interna quanto externa. As atividades são decorrentes de necessidades detectadas pelo próprio curso, como para atender uma determinada demanda. 11.1. Programa de Iniciação Científica Toda Instituição de Ensino Superior deve estimular e promover a pesquisa nos domínios dos conhecimentos nela ministrados, assim como proporcionar oportunidades para que os profissionais atualizem constantemente suas competências dentro do seu campo de atuação. Neste sentido, cabe às Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu a divulgação na comunidade dos progressos relativos às suas áreas de ensino. Instalar um projeto que fomente e desperte o interesse para a investigação científica é, portanto, importante para o próprio desenvolvimento da região. Para o estabelecimento de um programa de iniciação científica, é necessário definir linhas orientadoras das atividades científicas, coerentes com os objetivos da Instituição, assim como mecanismos de seleção e de avaliação sistemáticas, com a finalidade de assegurar a execução, qualidade e pertinência dos projetos. O desenvolvimento dos projetos de iniciação científica e estágios buscam: • Adquirir suporte científico para realização do diagnóstico, compreensão e análise dos processos de transformação da sociedade, visando um desenvolvimento sustentável que considere as dimensões socioculturais, econômicas, ambientais, políticas e éticas; • Gerar, a partir dos projetos de iniciação científica propostos, o desenvolvimento de uma nova mentalidade produtiva voltada à sustentabilidade e à autossuficiência da atividade econômica local e regional; • Propiciar a produção de conhecimentos científicos que permitam otimizar a utilização dos recursos naturais com o mínimo impacto ambiental e promoção do desenvolvimento econômico e social. 55 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR A iniciação científica pode realizar-se com a execução de projetos de pesquisa sob orientação de professores com qualificação acadêmica e prática de pesquisa; ou ainda com planos de trabalho, em que a pesquisa do acadêmico se integre a um projeto mais amplo desenvolvido por professores. Segundo a resolução normativa nº 006/96 CNPQ/PIBIC, os programas de iniciação científica visam: a) incentivar a participação dos estudantes de graduação em projetos de pesquisa, para que desenvolvam o pensamento e a prática científica com a orientação de pesquisadores qualificados; b) estimular pesquisadores produtivos a engajarem estudantes de graduação no processo acadêmico, utilizando a capacidade de orientação à pesquisa; c) qualificar recursos humanos para os programas de pós-graduação e aprimorar o processo de formação de profissionais para o setor produtivo; d) contribuir para reduzir o tempo médio de titulação de mestres e doutores. O Programa de Iniciação Científica poderá contribuir significativamente para o aumento da qualificação docente da própria Instituição em que se insere. As atividades complementares na modalidade de programas ou projetos de iniciação científica e prática de investigação são regulamentadas pela Resolução 01/2003 – CONSEPE, especificamente nos artigos 16 a 44. As atividades de iniciação científica do curso de Engenharia Mecânica acontecerão no decorrer do período acadêmico por iniciativa dos professores e dos acadêmicos, bem como no Estágio Supervisionado. 11.1.1. Incentivos à Iniciação Científica O curso de Engenharia Mecânica, juntamente com a IES, incentivará periodicamente a apresentação de trabalhos de iniciação científica em mostras realizadas na IES e fora dela, onde os acadêmicos podem divulgar seus trabalhos. Além disso, a IES edita a Revista de Estudos Científicos do Vale do Iguaçu – REVI destinada a publicar trabalhos oriundos da comunidade acadêmica. A IES insere atenção especial em: • identificar linhas prioritárias, baseadas no perfil dos cursos da Instituição e da necessidade de desenvolvimento econômico e social; • interagir com a sociedade, permitindo que as contribuições relacionadas a cada pesquisa possam ser percebidas, utilizadas e aplicadas no meio social; • fomentar a criação de grupos de pesquisa apoiados às linhas de pesquisa prioritárias da Instituição; 56 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR • criar canais de divulgação dos resultados das pesquisas, notadamente a criação e a manutenção de uma revista de divulgação científica; • estabelecer convênios, associações e contratos com instituições de pesquisa, órgãos de fomento e quaisquer outros organismos institucionais que possam gerar recursos (financeiros ou não) que facilitem a conclusão de pesquisas e/ou que fortaleçam grupos de pesquisa da Instituição; • prover condições de infra-estrutura física para que os grupos de pesquisa sejam consolidados. 11.2. Programas de Extensão Os acadêmicos possuem oportunidade de participar de várias atividades de extensão, desde cursos específicos ofertados pelo Curso de Engenharia Mecânica e afins, até atividades que contam com a participação da IES. Estas atividades são apresentadas no relatório semestral elaborado pela coordenação do curso. A integração teórico/prática ocorre durante a oferta da parte prática (aulas práticas) do conteúdo acadêmico e durante a realização do estágio supervisionado de Engenharia Mecânica. O exercício prático realizado pelo acadêmico tem um grau de dificuldade crescente, mesmo no estágio supervisionado. Adicionalmente, durante atividades extraordinárias (projetos de extensão à comunidade e realização de atividades complementares e sociais), que contam com a participação da IES, os acadêmicos têm a oportunidade de, com a presença de professores, realizar experimentações da prática profissional. Os acadêmicos poderão, também, participar de atividades extracurriculares, projetos sociais e projetos de extensão promovidos pelo Núcleo de Políticas Ambientais da IES e os resultados obtidos nessas atividades servirão para a elaboração de artigos para a apresentação na iniciação científica. Sob este aspecto, os objetivos principais são: • estabelecer perfis de oferta de cursos de extensão na Instituição, valorizando os perfis de seus grupos de pesquisa; • estimular a multidisciplinaridade, colaborando, inclusive com a aliança com outras instituições; • aproximar a sociedade regional, através de programas rápidos de capacitação a um custo permissível; • humanizar o tratamento do discente, através de programas de apoio pedagógico, médico, odontológico, psicológico e quaisquer outros programas que facilitem a vida acadêmica; • propor programas que despertem o senso crítico comunitário, tais como: programas de conscientização ambiental; programas de conscientização social, programas de 57 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR conscientização política, programas de conscientização econômica e/ou quaisquer outros que permitam que a Instituição cumpra seu papel social de apoio à sociedade. 11.2.1. Relacionamento com o Setor Produtivo e de Serviços A realização de atividades complementares leva os acadêmicos à participação individual neste tipo de atividades. Adicionalmente, a IES promoverá eventos (Semana Acadêmica da Engenharia Mecânica, Uniguaçu de Portas Abertas, Encontros de Iniciação Científica e outros) que possibilitam ao acadêmico o contato com experiências de natureza diversa das acadêmicas. Há, ainda, por iniciativa do próprio acadêmico, espaço para a realização de estágios (não-curriculares) e participações especiais (demonstrações, palestras, etc.) em entidades públicas de amparo e assistência à comunidade. O profissional que se forma, dentre outras opções, será um novo funcionário ou proprietário de uma empresa. Esse fato torna mais nítida a importância que a Empresa ou a sociedade possuem na condução de um curso de nível superior. Com a finalidade de fortalecer o laço entre a Faculdade, empresas, segmentos, organizações sociais e comunidade em geral, algumas diretrizes são adotadas: • maior aproximação com segmentos comerciais; ● inclusão de conteúdos nos programas das disciplinas que permitam atender às necessidades da futura relação do engenheiro mecânico; ● criação de eventos que fortaleçam o elo entre empresa e universidade; Para tanto, algumas ações são constantemente executadas para que esse anseio seja atingido: • realização de encontros, simpósios, dias de campo, show tecnológico, feiras, enfim, eventos que permitam uma maior aproximação entre acadêmicos e empresas; • intercâmbio com outras Instituições de Ensino Superior; • fornecimento de disciplinas de estudos complementares e/ou atividades de extensão que permitam atualizar os conteúdos das disciplinas; • capacitação do corpo docente, por meio de cursos de extensão, pós-graduação latosensu, certificações, simpósios, seminários e workshops de interesse ao perfil do curso; • organização de projetos que oportunizem a realização de atividades complementares, como ações e projetos sociais. 11.3. Política de Incentivo e Concessão de Bolsas As Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, mantidas pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, contam com a Política Institucional, cujo objetivo é incentivar a continuidade 58 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR dos estudos dos acadêmicos, visando a inclusão social e neste caso, minimizar as dificuldades financeiras encontradas pelos acadêmicos devidamente matriculados. A Política Institucional estabelece critérios para a concessão de bolsa de estudo e abatimentos nas mensalidades dos acadêmicos. Está vigorando desde 2001 (ano de início das atividades da IES) e abrange, desde então, aproximadamente metade do efetivo discente em todos os semestres. As formas de concessão de bolsas de estudo são as seguintes: a IES e empresas da região celebram um convênio de cooperação mútua, por intermédio do qual a instituição, além de inserir a empresa em seus projetos sociais, concede bolsa parcial ao acadêmico/funcionário e em contrapartida, a empresa concede bolsa de estudo parcial para seu funcionário/acadêmico; a IES conta acadêmicos participando da Política Institucional que concede bolsas parciais especiais, como incentivo ao acadêmico interessado em cursar duas graduações concomitantemente; a IES concede bolsa parcial de 35% (trinta e cinco por cento) sobre o valor da mensalidade do curso que já se encontra em andamento.; para garantir o ingresso de pessoas do mesmo grupo familiar em instituições privadas, a IES proporciona bolsa parcial para cada membro da família que estiver devidamente matriculado; para funcionários, professores e respectivos familiares é concedida bolsa no percentual de 50% e 30%, respectivamente, sobre o valor da mensalidade; com o intuito de incentivar e valorizar o acadêmico, a IES instituiu o prêmio “Melhor Aluno”, que consiste em bolsa parcial de 20% (vinte por cento) sobre a semestralidade seguinte à obtenção do prêmio; outra forma de minimizar as dificuldades financeiras e proporcionar a permanência do acadêmico na IES é a concessão de bolsa de até 100% (cem por cento) sobre o valor da mensalidade, da seguinte forma: a cada novo acadêmico matriculado por indicação do acadêmico, este fará jus a 5% (cinco por cento) de desconto. 11.3.1. Bolsas de Trabalho ou de Administração A IES oferece algumas bolsas de trabalho aos discentes. O programa se intitula Bolsa Universitária e atende uma considerável parcela dos estudantes que as recebem mediante realização de estágios em vários setores da IES. A concessão de Bolsas-estágio se dá por processo de seleção que contempla a condição sócio-econômica, a necessidade de manutenção do estudante no ensino superior e o desempenho acadêmico. A instituição proporciona aos acadêmicos a oportunidade de realizar estágio não-obrigatório na respectiva área de conhecimento. O Programa Institucional de bolsas de estudo foi implementado no primeiro semestre de 2002 e o número de acadêmicos participantes vem crescendo semestralmente. Além de contribuir para a formação profissional, para a manutenção e complementação educacional, mediante oferta de vaga de estágio, o programa prepara o 59 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR acadêmico para o ingresso no mercado de trabalho com mais experiência em sua área de atuação. O Programa Institucional de Bolsas-estudo é ofertado ao acadêmico que celebra com a instituição um Acordo de Cooperação e Termo de Compromisso de Estágio, que é desenvolvido de acordo com o regulamento e um Plano de Estágio, sempre sob a supervisão de um orientador comprovadamente qualificado e capacitado na área de conhecimento afim. Também prevê incentivo para monitorias a acadêmicos dentro da Instituição. 11.3.2. Programa de Incentivo Social Solidário Trata-se de parceria entre a IES e a Prefeitura Municipal de União da Vitória, pelo qual são concedidas bolsas parciais com recursos provenientes do ISS (Imposto Sobre Serviços), cujo público principal é os acadêmicos de baixa renda os quais, recebendo o auxílio financeiro, fazem a contrapartida, desenvolvendo projetos de extensão e iniciação à pesquisa. 11.3.3. Bolsa “Melhor Aluno” É um programa que premia os alunos com melhor desempenho acadêmico, concedendo bolsas parciais para o semestre seguinte. 11.3.4. Bolsa Esporte É concedida bolsa parcial aos acadêmicos atletas que possuem pontuação no ranking estadual e/ou nacional. 11.3.5. Prouni A Faculdade está vinculada ao Prouni – Programa Universidade para Todos, do Governo Federal, que concede bolsas parciais e integrais para acadêmicos economicamente carentes. 11.3.6. Programa Estude Este programa prevê o aumento do prazo de pagamento do curso, diminuindo-se os valores das parcelas em até 50%, sendo a diferença ressarcida à Instituição depois que o acadêmico estiver formado, respeitando o valor percentual concedido e o valor atual da mensalidade. 11.3.7. FIES O Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) é um programa do Ministério da Educação destinado a financiar a graduação na educação superior de estudantes matriculados em instituições não gratuitas. Podem recorrer ao financiamento os estudantes matriculados em cursos superiores que tenham avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação. 60 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Em 2010 o FIES passou a funcionar em um novo formato. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) passou a ser o Agente Operador do Programa e os juros caíram para 3,4% ao ano. Além disso, passou a ser permitido ao estudante solicitar o financiamento em qualquer período do ano. 12. Sistemas de Avaliação 12.1. Avaliações Institucionais As Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu contam com um plano de avaliação institucional no qual o curso de Engenharia Mecânica também se insere. O projeto foi implementado em 2003 e em 2005 foi reformulado de acordo com os princípios do sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). A Comissão Própria de Avaliação (CPA) tem mandato de dois anos. Segundo o documento de criação, disponibilizado na página da CPA (www.uniguacu.edu.br/cpa), a avaliação permanente de todas as atividades desenvolvidas pela IES, sejam estas realizadas pelos docentes, discentes ou técnico-administrativos, emerge como uma atividade de corresponsabilidade. Uma ação pedagógica integrada, que contribuirá para o redirecionamento das ações desenvolvidas por todos, na intenção de minimizar fragilidades e descobrir potencialidades. A avaliação é realizada semestralmente e, além do corpo docente, atuação da coordenação do curso, avalia-se as condições estruturais, instalações, serviços e pessoal técnico de apoio, condições de ensino, envolvimento da IES com a comunidade, cumprimento do regimento e as propostas PDI, PPI e PPC. As informações obtidas na autoavaliação institucional são empregadas para melhoria das condições dos serviços ofertados, orientação das coordenações dos cursos e docentes quanto à condução do processo ensinoaprendizagem, bem como balizam importantes decisões como melhoria dos PCCs, do PPC e PPI. O conjunto de informações da autoavaliação é suplementado por avaliações de acadêmicos em reuniões de colegiado. Tais informações são disponibilizadas para a comunidade acadêmica e externa por intermédio do Jornal da CPA, editado semestralmente. A CPA é atuante e promove a interlocução entre os atores da comunidade acadêmica. 12.2. Processo de Avaliação do Curso A construção e execução do projeto político‐pedagógico precisam ser sustentadas por um acompanhamento contínuo e sistemático do NDE ‐ núcleo responsável pela condução e implantação do PPC. Para isso é necessário que ocorra uma avaliação de forma continuada do projeto do curso, de acordo com as determinações institucionais e as normas educacionais vigentes. Na IES, essa avaliação se dará em dois níveis de avaliação: Interna e Externa. 61 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR AVALIAÇÃO INTERNA Para a avaliação interna serão realizadas as seguintes ações: 1. Reuniões do Núcleo Docente Estruturante (NDE), com finalidade principal de (re)elaborar o Projeto Pedagógico do curso definindo sua concepção e fundamentos, atualizar periodicamente o projeto pedagógico do curso e conduzir os trabalhos de reestruturação curricular. 2. Análise dos planos de ensino do corpo docente, a fim de avaliar a articulação entre o Projeto Político Pedagógico do Curso e a ação docente; 3. Construção, juntamente com os professores, de um instrumento de acompanhamento das aulas, a partir de parâmetros previamente discutidos, de forma que eles possam participar da avaliação da sua própria prática de trabalho; 4. Acompanhamento do desempenho dos alunos, identificando pontos nesse desempenho que precisam ser melhorados e que precisam ser discutidos com o corpo docente; 5. Acompanhamento da qualidade dos recursos didáticos disponíveis, observando sua variedade, sua adequação ao número de alunos e aos objetivos e conteúdos curriculares da proposta pedagógica; 6. Reuniões em data agendada em calendário letivo, com o corpo docente, para estudo teórico e discussão de questões práticas; 7. Reunião periódica com participação de representantes do corpo discente para avaliação e replanejamento do projeto político‐pedagógico. Apesar de, em princípio, parecer uma forma subjetiva e pouco eficiente, este contato pessoal é uma forma de identificar e melhorar processos, condições de salas de aula, entre outros. Aliado às outras, esta ferramenta ajudará a verificar se as expectativas dos alunos em relação ao curso estão sendo atendidas. 8. Avaliação Institucional da IES, de acordo com a Lei do SINAES, identificando os pontos de deficiência institucional, e posterior elaboração de proposta para melhoria nesses pontos. A avaliação será realizada através de três formas: Avaliação Institucional (AI) Discente, de Funcionários e críticas provenientes da Ouvidoria. Os produtos das autoavaliações fornecerão subsídios ao Colegiado e ao NDE para apreciação e discussão de propostas e ações para sanar as deficiências. AVALIAÇÃO EXTERNA Considerará o desempenho do Curso em relação ao mercado de trabalho, ao grau de satisfação do egresso e de seus contratantes e aos critérios estabelecidos pelo MEC (ENADE e Avaliação das Condições de Ensino). Essa avaliação se dará com a análise dos resultados do ENADE com o compromisso de reestruturação do PPC a partir de indicações contidas nos 62 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR mesmos. Também abrangerá pesquisa junto a egressos para verificar a satisfação em relação às condições que o Curso. O questionário abordará questões como tipos de dificuldade que os egressos encontraram na vida profissional, e em quais áreas técnicas específicas e gerais as dificuldades se concentram. As respostas servirão para retroalimentar cargas horárias de disciplinas e atividades extracurriculares. A partir daí também serão identificadas as áreas potenciais em que possam ser oferecidos cursos de pós‐graduação/extensão. Enquanto não houver egressos do curso, o feedback virá da análise de estágios, das informações colhidas junto aos contratantes, relacionadas ao desempenho do aluno, capacidade e deficiências demonstradas e em quais áreas e o grau de satisfação da empresa. Contatos com empresas da região serão feitos com frequência permitindo à gestão do curso atuar para corrigir deficiências. 12.3. Avaliação Ensino-Aprendizagem Entende-se avaliação como um processo de diagnóstico contínuo e sistemático. Dessa forma, como decisão institucional, o ponto de partida é entender que todo momento de avaliação não deverá ocorrer isoladamente, mas de maneira gradativa. Com isso, pretende-se tornar mais eficiente a assimilação e se necessário, a recuperação de conteúdos. Segundo Celso Antunes (2004), o processo de avaliação da aprendizagem consiste em determinar se os objetivos educativos estão sendo realmente alcançados pelo programa do currículo pleno e do ensino. Os objetivos visados consistem em produzir certas modificações desejáveis no padrão de comportamento dos acadêmicos. Outros aspectos que devem nortear o processo de avaliação são o de destacá-lo como instrumento de apoio ao desenvolvimento acadêmico. É conveniente ressaltar que o acadêmico executa aquilo que entende e não a interpretação que o professor dá às coisas. Ao acadêmico, a avaliação deve fornecer informações sobre seu próprio processo de aprendizagem. Deve permitir-lhe, não só demonstrar a aquisição dos conteúdos trabalhados através de estratégias variadas, como também oferecer subsídios para que possa refletir sobre seu próprio processo de aprendizagem. Por isso, necessariamente, ocorrerá em vários momentos e privilegiará os aspectos qualitativos (capacidade de análise, síntese crítica e elaboração pessoal do acadêmico) sobre os quantitativos e favorecerá a compreensão dos processos mentais envolvidos na aprendizagem. Dessa forma, é imprescindível que o acadêmico conheça: • no que está sendo avaliado; • que parâmetros estão sendo avaliados; • que valores ele está recebendo pela sua avaliação e o mais importante, • o porquê da nota que lhe foi atribuída. 63 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Há, a cada bimestre, mais de um instrumento de avaliação, obedecendo ao plano de ensino das disciplinas. Ao final de cada bimestre é aferida uma média do desempenho do graduando, resultante do conjunto das atividades realizadas. O sistema e os critérios de avaliação obedecem, primariamente, às determinações estabelecidas pelo Regimento Geral da IES e fundamentalmente, à coerência que deve caracterizar qualquer processo avaliativo e permitir a detecção do ensino adequado do conteúdo estabelecido pelo currículo do curso. A avaliação deverá ainda oferecer subsídios para o professor. Será compreendida como processo de acompanhamento e compreensão dos avanços, dos limites e das dificuldades dos acadêmicos para atingirem os objetivos propostos. A IES por meio da coordenação do curso orientará para que a avaliação ocorra no sentido de, além de diagnosticar a realidade, determinar os fatores de insucesso e orientar as ações para sanar ou minimizar as causas e promover a aprendizagem do acadêmico. Para isso, deve estabelecer sempre uma relação de coerência com o processo ensino-aprendizagem e com a concepção do curso. Em reuniões de colegiado e de coordenação acadêmica, os professores devem ser motivados a diversificar os critérios de avaliação, com vistas a reorientar o processo de ensino quando necessário. Deve-se discutir a forma de administração dos conteúdos aos acadêmicos, a forma de organização e construção das avaliações e atribuição de notas. Dessa forma os procedimentos de ensino podem ser corrigidos para não se distanciar dos pressupostos do projeto pedagógico do curso. Na avaliação da aprendizagem os professores devem utilizar instrumentos formais, tais como testes e provas, no final de um período determinado de tempo. Porém isso se constitui em um momento de culminância de todo um processo de avaliação e não no único momento avaliado. Reconhece-se a importância de instrumentos formais de avaliação, porém não se focaliza a avaliação apenas no desempenho cognitivo do acadêmico. A avaliação do desempenho escolar deve ser realizada por intermédio de acompanhamento contínuo do acadêmico, feita em cada unidade curricular, incidindo sobre frequência e aproveitamento. Dá-se por meio de provas (discursivas e de múltipla escolha), relatórios, seminários, estudos de caso, trabalhos (individuais e em grupo), exercícios dirigidos, participação em projetos, compromisso do acadêmico com sua formação e com a consciência de sua atuação. O aproveitamento deve ser expresso em notas, demonstradas em grau numérico de zero (0,0) a dez (10,0). Por recomendação da IES, os professores realizam pelo menos duas avaliações a cada bimestre, uma em data determinada pelo professor (normalmente ao fim do primeiro mês do bimestre) e outra realizada em data prédeterminada em calendário escolar durante uma semana de provas. O CONSEPE, juntamente com os Colegiados de Cursos e demais setores da IES elaboram e aprovam o Calendário Escolar para a realização de provas e exames finais. As 64 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR condições para a aprovação por média e participação em exames finais são aquelas constantes do Regimento da IES. A avaliação na IES está voltada para o compromisso com o questionamento, com a crítica, com a expressão do pensamento divergente e com os próprios métodos de investigação, que devem ser coerentes. Nesse sentido, é concebida como uma atividade séria e complexa, um processo sistemático de identificação da aprendizagem que atribui valor e por isso deve envolver diferentes momentos, diversos métodos e diferentes agentes. O trabalho de conclusão de curso consta como um instrumento de avaliação e é regido pelo Regimento de Trabalho de Conclusão de Curso. 65 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 13. Referências Bibliográficas BUARQUE, C. Os círculos dos intelectuais. In: ROITMAN, A. O desafio ético. 2. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2000. BUARQUE, C. A aventura da universidade. São Paulo: UNESP, 1994. CAPRA, F. O ponto de mutação: a ciência, a sociedade e a cultura emergente. São Paulo: Cultrix, 1988. GARDNER, H. Estruturas da mente: a teoria das inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação – Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância), Brasília, maio de 2011. KUHN, T.S. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1994. MASETTO, M. 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Estudo Setorial 2007. Ano base 2006. 44 p. 2007. Disponível em: http://www.abimci.com.br/importancia_setor.html. Acesso em 27/11/2008. ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA MADEIRA DE UNIÃO DA VITÓRIA/PORTO UNIÃO (APL União a Vitória/Porto União). Disponível em: <http://www.apldamadeira.com.br>. Acesso em 10/07/2007. ENDERLE, R. A.; CÁRIO, S. A. F.; NICOLAU, J. A. Estudo do arranjo produtivo local madeireiro do vale do Iguaçu (PR/SC): capacitação tecnológica e política de desenvolvimento. Revista Paranaense de Desenvolvimento, Curitiba, n. 108, p. 113-141. 2005. IPARDES - INSTITUTO PARANAENSE DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL; SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (SEBRAE). Centro Industrial do Arranjo Produtivo Local da Madeira em União da Vitória (PR) e Porto União (SC). Curitiba, 2006. 106 p. MARTINI, S. T. A competitividade da micro e pequena empresa madeireira na região do Vale do Iguaçu: suas potencialidades e fragilidades. 174 f. Dissertação (Mestrado em Economia) – Programa de Pós-Graduação em Economia, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2003. MARTINI, S. T. O arranjo produtivo da madeira de União da Vitória-PR: um estudo de caso. Curitiba: IEL, 2006. Concurso IEL-PR de monografias sobre a relação universidade-empresa. OLIVEIRA, P. T. Características culturais nacionais e ciclo de vida organizacional: um estudo em empresas do setor alimentício do Paraná. 163 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal do Paraná, 2000. 66 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR OLIVEIRA, P. T.; MACHADO-DA-SILVA, C. L. Características culturais nacionais em organizações industriais do setor alimentício paranaense. Organizações & Sociedade, Salvador, v. 8. n. 22, p. 27-48, set./dez. 2001. ABIMCI. Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI), disponível em www.abimci.org.br, acesso em 10 de setembro de 2005. BANDEIRA, Pedro Silveira. A economia da região Sul. In: AFFONSO, Rui de Brito A., SILVA, Pedro L. Barros (org.) - Federalismo no Brasil. São Paulo:Unesp, 1995. BOLETIM DO APL DA MADEIRA DE PORTO UNIÃO DA VITÓRIA (2005a), disponível em www.apldamadeira.com.br, acesso em 31/10/2005, n. 1; n.2 en.6. IPARDES. Arranjos produtivos locais e o novo padrão de especialização regional da indústria paranaense na década de noventa. Curitiba, 2003. IPARDES. Mesorregião sudeste. Leituras Regionais, 2004 MARTINI, Suely Terezinha. (Coord.). Diagnóstico da cadeia produtiva da madeira dos municípios de União da Vitória/PR e Porto União/SC. União da Vitória: FACE/META-Consultoria Empresa Junior, 2004. 67 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 14. Anexo A – Ementas das Disciplinas PRIMEIRO PERÍODO: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA: Intervalos e desigualdades. Funções de uma variável real. Limites e continuidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AYRES JR., Frank; MENDELSON, Elliott. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Mcgraw-Hill, 1994. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2002, v.1. STEWART, J. Cálculo. 5a ed., São Paulo: Thomson & Learning, 2006, v.1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo, Pearson Makron Books, 2006, v.1 HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. ROCHA, L. M. Cálculo 1: limites, derivadas, integrais, exercícios resolvidos, 670 exercícios com respostas. São Paulo: Atlas, 1996. THOMAS, George B. Cálculo. 11ª. Ed., São Paulo: Editora Pearson, 2008, v.1. FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Medidas e sistemas de unidades. Movimento em uma, duas e três dimensões. Leis de Newton. Trabalho e energia. Conservação de energia. Sistemas de partículas e conservação de momento. Colisões. Cinemática e dinâmica das rotações. Equilíbrio. Instrumentos de medidas. Erros e gráficos. Experimentos envolvendo conceitos de cinemática, dinâmica, energia, momento linear e rotações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J.; Fundamentos de Física. 8ª ed., : Livros Técnicos e Científicos Editora – LTC, 2009, v.1 TIPLER, Paul A. Física. v.1, 4ª ed., : Livros Técnicos e Científicos Editora – LTC. YOUNG, Freedman, Física I – Mecânica. 10a ed., : Editora Person. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALONSO, M. & FINN, EDWARD J. Física: Um Curso Universitário. : Edgard Blücher Editora. v.1. FEYNMAN,R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS,M. Lições De Física De Feynman Edição Definitiva. : Editora Bookman Edição 2008. KELLER, F. J., Gettys, W. E. & SKOVE, M. J. Física. Vol 1. São Paulo: Makron Books, 1999. NUSSENZWEIG, Moisés. Curso de Física Básica: Mecânica. 4ª ed., : Edgard Blücher Editora, 2008, v.1. SERWAY, Raymond A. Física para Cientistas e Engenheiros. : Rio de Janeiro: LTC, 1996. Vol. 1. GEOMETRIA ANALÍTICA CARGA HORÁRIA: 80 68 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR EMENTA Vetores no plano e no espaço. Retas no plano e no espaço. Estudo do plano. Distância, área e volume. Cônicas, Quádricas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria Analítica: um tratamento vetorial. 3a ed., São Paulo: Pearson Education, 2005. STEINBRUCH, Alfredo. Geometria Analítica. 2a ed., São Paulo: McGraw-Hill, 1987. WINTERLE, P.. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAROLI, Alésio de; CALLIOLI, Carlos A.; FEITOSA, Miguel O. Matrizes, vetores e geometria analítica. São Paulo: Nobel, 1984. CORREA, Paulo S. Q.. Álgebra Linear e Geometria Analítica. : Interciência, 2006. GIACAGLIA, Giorgio Eugênio Oscare. Vetores e geometria analítica com elementos de álgebra linear. São Paulo: Nobel, 1983 JULIANELLI, Jose Roberto. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica. : Ciência Moderna, 2008. LORETO, A. C. C.; LORETO JR, A. P. Vetores e Geometria Analítica: teoria e exercícios. : Editora LCTE, 2005. DESENHO TÉCNICO I CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Instrumentação e Normas. Esboços a mão livre. Construções Geométricas (figuras geométricas planas e sólidos geométricos). Perspectivas (axonométricas). Perspectiva (cavaleira). Projeções ortogonais (1 º Diédro). Desenho de elementos Básicos. Escalas. Cotagem. Cortes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREDO, Bruno. Noções de geometria e desenho técnico. São Paulo: Ícone, 1994. MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004. SPECK, J. H.; PEIXOTO, V. V. Manual Básico de Desenho Técnico. Florianópolis: Editora da UFSC, 2009, 203p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR E. T. FRENCH, et al. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo: Globo, 2005, 1093p. F. E. GIESECKE et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMANN, 2002, 534p. D. E. MAGUIRE. Desenho Técnico Básico: Problemas e Soluções Gerais do Desenho. : Hemus, 2004, 257p. G. MANFE, et al. Desenho Técnico Mecânico. São Paulo: Hemus, 2004. SILVA, A.; RIBEIRO, C. T. e DIAS, J. Desenho Técnico Moderno, LTC 2006 FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Fundamentos da Administração: definição; princípios gerais; conceitos e questões centrais; a administração enquanto processo. O papel dos gerentes e o novo perfil profissional. Liderança organizacional; Processo de comunicação organizacional; Administração Contemporânea: análise, tendências e desafios para a realidade organizacional. 69 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 6 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. MOREIRA, Daniel A. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2004. KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à Administração. 5 ed. São Paulo: Atlas, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DAVIS, Mark M.; AQUILANO, Nicholas J.; CHASE, Richard B. Fundamentos da administração da produção. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2003. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2004. MOTTA, Fernando C. P.; VASCONCELOS, Isabella F. de Gouveia de. Teoria geral da administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. 441 p. DAFT, Richard L. Administração. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2005. STONER, James A. F.; FREEMAN, R. Edward. Administração. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. INTRODUÇÃO À ENGENHARIA I CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA O papel social do Engenheiro Mecânico. Os possíveis efeitos das políticas de inclusão social na evolução tecnológica brasileira. Questões e conflitos étnico-raciais na indústria. Legislação profissional. Áreas de atuação do Engenheiro Mecânico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. V. Introdução à Engenharia: conceitos, ferramentas e comportamentos. 1ª. ed. Florianópolis: Editora da UFSC,2006. HOLTZAPPLE, M. T. e REECE, W. D. Introdução à Engenharia LTC 2006 WICKERT, Jonathan. Introdução à Engenharia Mecânica. p. 386, Cengage Learning, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BROCKMAN, J. B., Introdução à Engenharia: Modelagem e Solução de Problemas LTC 2010. DYM, C.; LITTLE, P.; ORWIN, E.; SPJUT E. Introdução à Engenharia Uma Abordagem Baseada em Projeto. 3ª Ed. Bookman, 2010. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 6ª. ed. SP: Atlas, 2001. QUÍMICA TECNOLÓGICA I CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Introdução à química, características e abordagens importantes para estudar matéria e materiais: perspectivas macroscópicas, microscópicas e simbólicas. Relação entre a Química Geral e a Química Tecnológica, importância e aplicações na Engenharia. Átomos e moléculas: estrutura atômica e propriedades periódicas dos elementos; principais características das ligações iônicas, covalentes e metálicas, descrição e previsão das principais propriedades físicas e químicas de compostos iônicos, metais, semi-metais e não metais. Equações químicas, reações e estequiometria: notação e nomenclatura dos compostos químicos, representação e ajuste estequiométrico de reações químicas, cálculos estequiométricos envolvendo pureza, rendimento e reagentes limitantes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 70 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR ATKINS, P. W.; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001. 914 p. MASTERTON. W. L., et al., Princípios de Química, Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1990. RUSSEL, J. B. Química geral. 2.ed. . Vols 1 e 2. São Paulo, Makron Books, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAUER, L. A. F.; Materiais de Construção Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 2000. BRADY, James E.; RUSSELL, Joel W; HOLUM, John R. Química: a matéria e suas transformações. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 2v CALLISTER Jr, W. D. Ciência e Engenharia de Materiais – Uma introdução. 5a ed. R. Janeiro: LTC, 2002. FOGLER, H. Scott. Elementos de engenharia das reações químicas. 3. ed.-. Rio de Janeiro: LTC, c2002. MAHAN. B. H., Química - um Curso Universitário, EDGARD BLUCHER. 2002. SEGUNDO PERÍODO: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Cálculo diferencial. Aplicações do cálculo diferencial. Integral definida: propriedades principais, método de integração. Teorema fundamental do cálculo, aplicações, integral imprópria. Sequência e séries numéricas de funções. Séries de Taylor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AYRES JR., Frank; MENDELSON, Elliott. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Mcgraw-Hill, 1994. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2002, v.1. STEWART, J. Cálculo. 5a ed., São Paulo: Thomson & Learning, 2006, v.1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo, Pearson Makron Books, 2006, v.1 HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J. Cálculo. Rio de Janeiro : LTC, 1982. ROCHA, L. M. Cálculo 1: limites, derivadas, integrais, exercícios resolvidos, 670 exercícios com respostas. São Paulo: Atlas, 1996. THOMAS, George B. Cálculo. 11ª. Ed., São Paulo: Editora Pearson, 2008, v.1. FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Gravitação; oscilações; movimento ondulatório; ondas sonoras; fluídos; temperatura; teoria cinética dos gases; calor e primeira lei da termodinâmica; segunda lei da termodinâmica; entropia; processos térmicos. Experimentos envolvendo conceitos de oscilações, gravitação, ondas, acústica, mecânica dos fluidos e termologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 71 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J.; Fundamentos de Física. 8ª ed., : Livros Técnicos e Científicos Editora – LTC, 2009, v.1 e 2. TIPLER, Paul A. Física. v.1 e 2, 4ª ed., : Livros Técnicos e Científicos Editora – LTC. YOUNG, Freedman, Física II. 10a ed., : Editora Person. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALONSO, M. & FINN, EDWARD J. Física: Um Curso Universitário. : Edgard Blücher Editora. v.2. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS,M. Lições De Física De Feynman Edição Definitiva. : Editora Bookman Edição 2008. KELLER, F. J., Gettys, W. E. & SKOVE, M. J. Física. Vol 1 e 2. São Paulo: Makron Books, 1999. NUSSENZWEIG, Moisés. Curso de Física Básica: Mecânica. 4ª ed., : Edgard Blücher Editora, 2008, v.2, 3 e 4. SERWAY, Raymond A. Física para Cientistas e Engenheiros. : Rio de Janeiro: LTC, 1996. Vol. 2, 3 e 4. ÁLGEBRA LINEAR CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA: Operações matriciais. Sistemas lineares. Determinantes. Vetores. Espaços e subespaços vetoriais. Bases. Transformações lineares. Autovetores autovalores e autovetores de matrizes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTON, H., RORRES, C., Álgebra linear com aplicações. 8a Edição. Bookman. KOLMAN, Bernard. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC. STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. São Paulo: McGraw-Hill. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOLDRINI, Costa, Figueiredo & WETZLER. Álgebra Linear. Editora Harbra. CORREA, Paulo S. Q.. Álgebra Linear e Geometria Analítica. : Interciência, 2006. GIACAGLIA, Giorgio Eugênio Oscare. Vetores e geometria analítica com elementos de álgebra linear. São Paulo: Nobel, 1983. LAY, D.C. Álgebra Linear e suas aplicações. 2ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. VENTURI, Jacir J. Álgebra Vetorial e Geometria Analítica, Curitiba. DESENHO TÉCNICO II CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Introdução ao uso de programa de desenho e projeto assistido por computador: origem, histórico. Aplicações em desenhos e detalhamentos de elementos de máquinas. Aplicações em desenhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRENCH, E. T. et al. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo: Globo, 2005, 1093p. GIESECKE, F. E. et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMANN, 2002, 534p. SPECK, J. H.; PEIXOTO, V. V. Manual Básico de Desenho Técnico. Florianópolis: Editora da UFSC, 2009, 203p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CRUZ, Michele David. Desenho Técnico Para Mecânica. Editora: Érica, 1ª. Ed., 2010. 72 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR FIGUEIRAS, L. V. L. et al. Fundamentos de computação gráfica. Rio de Janeiro, São Paulo:LTC, 1987. FREDO, Bruno. Noções de geometria e desenho técnico. São Paulo: Ícone, 1994. MAGUIRE, D. E. Desenho Técnico Básico: Problemas e Soluções Gerais do Desenho. : Hemus, 2004, 257p. MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004. FUNDAMETOS DA ECONOMIA CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Conceitos de Economia; Mercados e Preços; Demanda; Oferta; Teoria da Firma; Estruturas de Mercado; O Papel do Governo. Noções de Macroeconomia e Economia Internacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MOCHON, F. Princípios de Economia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. SULLIVAN, A. SHEFFRIN, S. M. & NISHIJIMA, M. Introdução à Economia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004 VICECONTI, Paulo Eduardo Vilchez; NEVES, Silvério das. Introdução à economia. 7 ed. São Paulo: Frase, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DORNBUSCH, R.; FISCHER, S. e STARTZ, R. Macroeconomia. 10 ed. : Mcgraw-Hill. 2009. OLIVEIRA, Márcio Rogério de. Economia. Joinville, Tupy, 2010. PARKIN, Michael. Economia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. TROSTER, R. L. e MOCHÓN, F. Introdução à Economia. São Paulo: Makron Books, 1999. VASCONCELLOS, M. A. & GARCIA, M. E. Economia. São Paulo: Editora Saraiva. 2007. INTRODUÇÃO À ENGENHARIA II CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Leitura e compreensão de textos acadêmico-científicos. Definição e estrutura de textos acadêmico-científicos. Produção acadêmico-científica escrita e oral. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. SP: Atlas, 2001. MOREIRA,H.; CALEFFE, L. G., Metodologia da Pesquisa - Para o Professor Pesquisador - 2ª ed. VALERIANO, Dalton L. Moderno Gerenciamento De Projetos. p. 272, São Paulo: Pearson, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P.. Para entender o texto: leitura e redação. 16ª Ed. São Paulo: Ática, 2007. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de Pesquisa. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2002. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resenhas, resumos. 8ª.ed. São Paulo: Atlas, 2006. OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisa, TGI, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira, 2002. SANTOS, A. R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 6.ed. Rio de Janeiro: DP & A, 2004. 73 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR QUÍMICA TECNOLÓGICA II CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Energia e Química: Energia e reações químicas, transformação e conservação de energia, energia e estequiometria, capacidade calorífica e entalpia, aplicações práticas e exemplos na área da Engenharia. Funções Inorgânicas: características, aplicações, nomenclatura e exemplos de ácidos, bases, sais e óxidos.Eletroquímica: reações de oxidação e redução, potenciais de redução padrão e potencial de celas eletroquímicas. Eletrólise e baterias. Corrosão e formas de evitar a corrosão: A importância da corrosão em estruturas metálicas. Elementos da ciência dos materiais: arranjo cristalino, caracterização da matéria, metais, isolantes, semicondutores, polímeros. Processos tecnológicos de obtenção de polímeros, metais, vidros, cerâmicas e aglomerantes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P. W.; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001. 914 p. MASTERTON. W. L., et al., Princípios de Química, Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1990. RUSSEL, J. B. Química geral. 2.ed. . Vols 1 e 2. São Paulo, Makron Books, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAUER, L. A. F.; Materiais de Construção Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 2000. BRADY, James E.; RUSSELL, Joel W; HOLUM, John R. Química: a matéria e suas transformações. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 2v CALLISTER Jr, W. D. Ciência e Engenharia de Materiais – Uma introdução. 5a ed. R. Janeiro: LTC, 2002. FOGLER, H. Scott. Elementos de engenharia das reações químicas. 3. ed.-. Rio de Janeiro: LTC, c2002. MAHAN. B. H., Química - um Curso Universitário, EDGARD BLUCHER. 2002. TERCEIRO PERÍODO: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Funções de várias variáveis reais. Limite e continuidade de várias variáveis reais. Integrais duplas e triplas. Sistemas de coordenadas cilíndricas e esféricas. Jacobiano. Mudança de variável. Integrais curvilíneas. Operadores divergente e rotacional. Teoremas de Gauss, Green e Stokes. Integrais de superfície. Outras aplicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AYRES JR., Frank; MENDELSON, Elliott. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Mcgraw-Hill, 1994. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2002, v.2. STEWART, J. Cálculo. 5a ed., São Paulo: Thomson & Learning, 2006, v.2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTON, H. Cálculo: um novo horizonte. 6.ed. Porto Alegre: Bookmann, 2000. V.1 e 2 BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo, Pearson Makron Books, 2006, v.2 GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997.V.1, 2, 3 e 4. KAPLAN, W. Cálculo Avançado. Edgard Blucher, 1972. V. 2. 74 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR THOMAS, George B. Cálculo. 11ª. Ed., São Paulo: Editora Pearson, 2008, v.2. FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Força elétrica; campo elétrico; lei de Coulomb; lei de Gauss; potencial elétrico; energia eletrostática e capacitância; corrente elétrica; circuitos de corrente contínua; resistência e teoria microscópica da condução elétrica. Experimentos envolvendo conceitos de eletrostática e circuitos elétricos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J.; Fundamentos de Física. 8ª ed., : Livros Técnicos e Científicos Editora – LTC, 2009, v.3 e 4. TIPLER, Paul A. Física. v.3 e 4, 4ª ed., : Livros Técnicos e Científicos Editora – LTC. YOUNG, Freedman, Física III e IV. 10a ed., : Editora Person. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALONSO, M. & FINN, EDWARD J. Física: Um Curso Universitário. : Edgard Blücher Editora. v.2. FEYNMAN,R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS,M. Lições De Física De Feynman Edição Definitiva. : Editora Bookman Edição 2008. KELLER, F. J., Gettys, W. E. & SKOVE, M. J. Física. Vol 1 e 2. São Paulo: Makron Books, 1999. NUSSENZWEIG, M.. Curso de Física Básica: Mecânica. 4ª ed., : Edgard Blücher, 2008, v. 3 e 4. SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. : Rio de Janeiro: LTC, 1996. Vol. 3 e 4. PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES E MÉTODOS NUMÉRICOS I CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Conceito de algoritmo, partes do algoritmo, atribuição e operações, entrada e saída, estruturas de condição, estruturas de repetição, vetores, matrizes. Sub-algoritmos: Procedimentos e funções. Estudo sobre erros. Zeros de funções. Métodos numéricos de Álgebra Linear. Interpolação. Derivação e integração numérica. Aproximação de funções, ajustamento de dados. Solução numérica de equações diferenciais ordinárias. Outras aplicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARENALES, S,. DAREZZO A., Cálculo Numérico Aprendizagem com Apoio de Software, Thomson Learning, 2008. FRANCO, N. B., Cálculo Numérico, 1ª.Ed., Pearson Prentice Hall, 2006. MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 23.ed. SÃO PAULO: Érica, 2010. 320p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Ap. Veneruchi de. Fundamentos da programação de computadores. São Paulo, Pretice-Hall, 2002. MANZANO, J. A. N. G.;YAMATUMI, W. Y. Programando em turbo pascal 7.0 & free pascal compiler. 9.ed. São Paulo, Érica, 2004. MANZANO, J. A. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação. São Paulo, Érica, 2004. OLIVEIRA, Álvaro Borges de. Introdução à programação algoritmos. Florianópolis: Visual Books, 1999. 163p. 75 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Pascal e C. São Paulo, Pioneira, 2002. TERMODINÂMICA TÉCNICA I CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Conceitos fundamentais. Definição de sistemas termodinâmicos. Calor, Trabalho, Energia e a Primeira Lei da Termodinâmica. Propriedades dos Fluidos e Gases e modelos de gás ideal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGNAKKE, C. e SONNTAG, R. E. Fundamentos da Termodinâmica - Volume Básico - 7ª Ed. p. 454, Blucher, 2009 MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N.; Princípios de Termodinâmica para Engenharia. 6ª Ed. p. 800, Rio de Janeiro: LTC, 2009. POTTER, M. C. e SCOTT, E. P. Termodinâmica 1a. Ed. P. 380, Editora: Cengage Learning, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: IENO G. e NEGRO, L. Termodinâmica. P. 248 Editora: Pearson / Prentice Hall, 2004. LEVENSPIEL, O. Termodinâmica Amistosa Para Engenheiros p. 336, Edgard Blucher, 2002 OLIVEIRA, M. J. Termodinâmica. 1ª. Ed. Editora: Livraria da Física, p. 384, 2005. PÁDUA, A. B. e PÁDUA, C. G. Termodinâmica Uma Coletânea De Problemas. 1ª. Ed. Editora: Livraria da Física, p. 270, 2006. SONNTAG, RICHARD Introdução A Termodinâmica Para Engenharia 1ª Ed. p. 398, LTC, 2003. VAN WYLEN, G.J.et al. Fundamentos da Termodinâmica. SP: Blücher, 4ª ed.p. 608 2003. MECÂNICA GERAL I CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Estática dos pontos materiais. Corpos rígidos. Equilíbrio dos corpos rígidos. Forças distribuídas. Centróides e baricentros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HIBBELER, R.C. Estática – Mecânica para engenharia. 10ed., SP: Pearson – Prentice Hall, 2005. BEER, F.R. e JOHNSTON Jr., R. Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática. 5ed., Vol.1, SP: Makron Books / McGraw-Hill. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORESI, A. P. e SCHMIDT R. J. Estática. Thomson Learning, 2003. KRAIGE, L.G. e MERIAM J.L. Mecânica Estática 5ed., Vol.1, RJ: LTC, 2008. SHAMES I. H. Estática – Mecânica para engenharia Vol.1, 4ª.ed., Prentice Hall, 2002. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA I CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Estrutura Cristalina, Defeitos Cristalinos, Difusão, Propriedades mecânicas dos materiais. Ensaios de tração, dureza e impacto. Mecanismos de endurecimento. Recuperação, recristalização e crescimento de grão em metais. Introdução à mecânica da fratura, Fraturas por fadiga, fluência, dúcteis e frágeis. Diagramas de equilíbrio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 76 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR CALLISTER Jr., W.D., Ciência e engenharia de materiais: uma introdução, 7ª. ed. Rio de Janeiro, LTC, 2008. ASKELAND, D. R.; PHULÉ, P. P. Ciência e Engenharia dos Materiais 1ª. Ed Editora Thomson Learning, P.616, 2008 SHACKELFORD, James F. Ciência dos Materiais 6ª ed., Pearson, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ADAMIAN, R. "Novos Materiais - Tecnologias e Aspectos Econômicos" Escola Politécnica UFRJ, Rio de Janeiro, 2009, 400 pag ASM INTERNATIONAL HANDBOOK COMMITEE. Metals Handbook. 8ª. ed. Ohio: Materials Park, 1992. v. 1, 2, 8, 9 e 10. CHIAVERINI, V., Aços e Ferros Fundidos, 6a, São Paulo: Editora da ABM, 1990. (Id 621.7 C532a) CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica Vol. I, II e III 2ed.. Makron Books. São Paulo: 1995. SOUZA, Sérgio A de. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos. 2ª. ed. São Paulo: Edgar Blücher,1996. VAN VLACK, Lawrence H.: Princípio de ciências e tecnologia dos materiais. 4ª. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1994. QUARTO PERÍODO: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL IV CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Equações diferenciais de primeira ordem: equações de variáveis separáveis, equações lineares de primeira ordem, equações homogêneas. Equações diferenciais lineares com coeficientes constantes: natureza das soluções das equações lineares, resolução das equações de ordem "n". Introdução às soluções pelo método das transformadas integrais: transformada de Laplace e transformada de Fourier. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AYRES JR., Frank; MENDELSON, Elliott. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Mcgraw-Hill, 1994. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2002, v.2. STEWART, J. Cálculo. 5a ed., São Paulo: Thomson & Learning, 2006, v.2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTON, H. Cálculo: um novo horizonte. 6ª.ed. Porto Alegre: Bookmann, 2000. V.1 e 2 BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo, Pearson Makron Books, 2006, v.2 GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. 3ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997.V.1, 2, 3 e 4. KAPLAN, W. Cálculo Avançado. Edgard Blucher, 1972. V. 2. THOMAS, George B. Cálculo. 11ª. Ed., São Paulo: Editora Pearson, 2008, v.2. FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL IV CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Campo magnético; lei de Gauss para o magnetismo; lei de Ampare; fluxo magnético; lei de Faraday; indutância; energia magnética; circuitos de corrente alternada; Experimentos envolvendo conceitos de eletrostática, magnetismo e circuitos elétricos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 77 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J.; Fundamentos de Física. 8ª ed., : Livros Técnicos e Científicos Editora – LTC, 2009, v.3 e 4. TIPLER, Paul A. Física. v.3 e 4, 4ª ed., : Livros Técnicos e Científicos Editora – LTC. YOUNG, Freedman, Física III e IV. 10a ed., : Editora Person. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALONSO, M. & FINN, EDWARD J. Física: Um Curso Universitário. : Edgard Blücher Editora. v.2. FEYNMAN,R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS,M. Lições De Física De Feynman Edição Definitiva. : Editora Bookman Edição 2008. KELLER, F. J., Gettys, W. E. & SKOVE, M. J. Física. Vol 1 e 2. São Paulo: Makron Books, 1999. NUSSENZWEIG, M.. Curso de Física Básica: Mecânica. 4ª ed., : Edgard Blücher, 2008, v. 3 e 4. SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. : Rio de Janeiro: LTC, 1996. Vol. 3 e 4. PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES E MÉTODOS NUMÉRICOS II CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Estudo sobre erros. Zeros de funções. Métodos numéricos de Álgebra Linear. Interpolação. Derivação e integração numérica. Aproximação de funções, ajustamento de dados. Solução numérica de equações diferenciais ordinárias. Outras aplicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARENALES, S.; DAREZZO, A., Cálculo Numérico Aprendizagem com Apoio de Software, Thomson Learning, 2008. FRANCO, N. B., Cálculo Numérico, 1ª. Ed., Pearson Prentice Hall, 2006. MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 23ª. ed. SÃO PAULO: Érica, 2010. 320p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. Ap. V. de. Fundamentos da programação de computadores. São Paulo, Pretice-Hall, 2002. BURDEN, R. L.; Faires, J. D., Análise Numérica, Thomson Learning, 2003. MANZANO, J. A. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação. São Paulo, Érica, 2004. OLIVEIRA, Álvaro Borges de. Introdução à programação algoritmos. Florianópolis: Visual Books, 1999. 163p. ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Pascal e C. São Paulo, Pioneira, 2002. TERMODINÂMICA TÉCNICA II CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Análise de Massa e Energia para um Volume de Controle. Irreversibilidades e a Segunda Lei da Termodinâmica. Entropia. Balanço de Entropia para um Volume de Controle. Sistemas de Potência a Vapor e a Gás. Sistemas de Refrigeração e Bombas de Calor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGNAKKE, C. e SONNTAG, R. E. Fundamentos da Termodinâmica - Volume Básico - 7ª Ed. p. 454, Blucher, 2009 MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N.; Princípios de Termodinâmica para Engenharia. 6ª Ed. p. 800, Rio de Janeiro: LTC, 2009. 78 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR POTTER, M. C. e SCOTT, E. P. Termodinâmica 1a. Ed. P. 380, Editora: Cengage Learning, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: IENO G. e NEGRO, L. Termodinâmica. P. 248 Editora: Pearson / Prentice Hall, 2004. LEVENSPIEL, O. Termodinâmica Amistosa Para Engenheiros p. 336, Edgard Blucher, 2002 OLIVEIRA, M. J. Termodinâmica. 1ª. Ed. Editora: Livraria da Física, p. 384, 2005. PÁDUA, A. B. e PÁDUA, C. G. Termodinâmica Uma Coletânea De Problemas. 1ª. Ed. Editora: Livraria da Física, p. 270, 2006. SONNTAG, RICHARD Introdução A Termodinâmica Para Engenharia 1ª Ed. p. 398, LTC, 2003. VAN WYLEN, G.J.et al. Fundamentos da Termodinâmica. SP: Blücher, 4ª ed.p. 608 2003. MECÂNICA GERAL II CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Análise de estruturas. Forças em vigas e cabos. Dinâmica: cinemática e cinética dos pontos materiais e dos corpos rígidos. Movimento plano dos corpos rígidos. Dinâmica dos sistemas não rígidos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HIBBELER, R.C. Dinâmica: Mecânica para engenharia. 10 ed., SP: Pearson – Prentice Hall, 2005. BEER, F.R. e JOHNSTON Jr., R. Mecânica Vetorial para Engenheiros: Dinâmica. 5ed., Vol.1, SP: Makron Books / McGraw-Hill. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORESI, A. P. e SCHMIDT R. J. Dinâmica. Thomson Learning, 2003. KRAIGE, L.G. e MERIAM J.L. Mecânica Dinâmica. 5ed., Vol.1, RJ: LTC, 2008. SHAMES I. H. Dinâmica – Mecânica para engenharia Vol.1, 4ª.ed., Prentice Hall, 2002. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA II CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Tratamentos térmicos, de endurecimento superficial e termo-químicos. Processos de conformação de metais. Ligas ferrosas (aços estruturais, aços ferramentas, aços inoxidáveis e ferros fundidos) e não-ferrosas (alumínio, cobre, magnésio, titânio e suas ligas). Polímeros. Materiais compósitos. Seleção de materiais. Ensaios não-destrutivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CALLISTER Jr., W.D., Ciência e engenharia de materiais: uma introdução, 7ª. ed. Rio de Janeiro, LTC, 2008. ASKELAND, D. R.; PHULÉ, P. P. Ciência e Engenharia dos Materiais 1ª. Ed Editora Thomson Learning, P.616, 2008 SHACKELFORD, James F. Ciência dos Materiais 6ª ed., Pearson, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ADAMIAN, R. "Novos Materiais - Tecnologias e Aspectos Econômicos" Escola Politécnica UFRJ, Rio de Janeiro, 2009, 400 pag CHIAVERINI, V., Aços e Ferros Fundidos, 6a, São Paulo: Editora da ABM, 1990. (Id 621.7 C532a) CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica Vol. I, II e III 2ed.. Makron Books. São Paulo: 1995. NEWELL, J. A. Fundamentos Da Moderna Engenharia E Ciência Dos Materiais 1ª. Ed.p.316, LTC 2010 79 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR SOUZA, Sérgio A de. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos. 2ª. ed. São Paulo: Edgar Blücher,1996. VAN VLACK, Lawrence H.: Princípio de ciências e tecnologia dos materiais. 4ª. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1994. QUINTO PERÍODO: PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA I Carga Horária: 40 EMENTA Estatística Descritiva. Medidas de tendência central. Medidas de dispersão. Medidas de assimetria. Medidas de achatamento. Generalização das medidas numéricas para dados agrupados. Introdução à Teoria de Probabilidades. Teoria dos conjuntos e técnicas de contagem. Teoria de probabilidades. Axiomas da probabilidade. Probabilidade condicional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBETTA, Pedro A. et al. Estatística para Cursos de Engenharia e Informática. São Paulo. Atlas, 2008. LEVINE, D. Estatística Teoria e Aplicações: usando Microsoft Excel em Português. 3 ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2005 TOLEDO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica. 2ª. ed. São Paulo : Atlas, 1995 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CRESPO, Antônio A. Estatística fácil. 17ª. ed. São Paulo: Saraiva, 1999. MANN, Prem S. Introdução à Estatística. Tradução Eduardo Benedito Curtolo, Teresa C. P. de Souza. Rio de Janeiro: LTC, 2006. MEYER, P.L. Probabilidade, Aplicações à Estatística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico S.A., 1983. MOORE, D. A estatística básica e sua prática. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2005. 482 p. MORRETTIN, Luiz G. Estatística Básica: probabilidade. 7ª ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 1999. v.1. MECÂNICA DOS FLUIDOS CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Leis Básicas: Quantidade de Movimento, Transporte de Calor e Massa. Estática dos Fluidos; Manometria, Forças sobre Superfícies Submersas e Flutuação. Formulação integral: Continuidade, Quantidade de Movimento, Energia, Perda de Carga em Escoamentos Internos. Medidores de Vazão e Velocidade. Transferência de Calor: Condução e Convecção. Analogia com Transporte de Massa. Conceito de Trocadores de Calor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FOX, R.W. & McDONALD, A.T. Introdução a Mecânica dos Fluidos. 7ª edição, p. 736, LTC, 2010. WHITE,F.M. Mecânica dos Fluidos, 6ª. Ed. p. 880, Bookman, 2010. BRUNETTI, F, Mecânica dos Fluidos, Pearson Prentice Hall, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 80 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR BIRD, R.B., STEWART, W.E., LIGHTFOOT, E.N., “Fenômenos de Transporte”. 2 ed. LTC, 2004. MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N.; MUNSON, B.R. e DEWITT, D.P., Introdução à Engenharia de Sistemas Térmicos: Termodinâmica, Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. Ed. LTC, 2005. MUNSON, B. R., YOUNG, D.T., OKIISHI, T.H., Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. 4ª Ed., p. 584, Edgard Blucher, 2004. MUNSON, B. R., YOUNG, D.T., OKIISHI, T.H., Uma Introdução Concisa À Mecânica Dos Fluidos. 2ª Ed., p. 384, Edgard Blucher, 2004. POTTER, M. C. e WIGGERT, D. C. Mecânica Dos Fluidos p. 676, Cengage Learning, 2003. PESQUISA OPERACIONAL I CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Introdução à Pesquisa Operacional. Modelagem de problemas e classificação de modelos matemáticos; Programação Linear. Método Simplex. Dualidade. Análise de sensibilidade. Interpretação econômica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARENALES, M.; ARMENTANO, V.; MORABITO, R.; YANASSE, H. Pesquisa operacional para cursos de engenharia. Editora Campus, 2007. LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional na Tomada de Decisões-Modelagem em Excel. Rio de Janeiro: Campus, 2006. MOREIRA, D. A. Pesquisa Operacional: curso introdutório. São Paulo: Thomson Learning, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE E. L. de Introdução à Pesquisa Operacional - Métodos e Modelos Para Análise de Decisões, 4ª. Ed, Editora LTC, 2009. COLIN, Emerson Carlos, Pesquisa Operacional: 170 aplicações em estratégias, finanças, logística, produção, marketing e vendas – Rio de Janeiro: LTC, 2007. GOLDBARG, M. C.; LUNA, H. P. L. Otimização Combinatória e Programação Linear. Rio de Janeiro: Campus, 2000. MORABITO, Reinaldo. Pesquisa operacional - Modelagem e algoritmos. Campus, 2006. RAGSDALE, C. T. Modelagem e Análise de Decisão. São Paulo: Cengage Learning, 2009. TAHA, H. A . Pesquisa Operacional 8ª . Ed, Pearson/Prentice Hall, 2008. RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Hipóteses básicas e classificação dos esforços. Tensão e Deformação. Carregamento axial. Diagrama Tensão-deformação. Lei de Hooke. Fadiga. Deformações de barras sujeitas a carregamento axial. Lei de Hooke generalizada. Efeitos de temperatura. Torção. Deformações de eixos circulares. Tensões no regime elástico. Eixos estaticamente indeterminados. Flexão pura. Análise de tensões e deformações na flexão pura. Concentração de tensões. Carregamento excêntrico. Carregamento transversal. Cisalhamento em vigas. Tensões devidas a combinações de carregamentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER, F. P.; E. JOHNSTON JR, R.; DEWOLF, J. T. e MAZUREK, D. F. Mecânica dos Materiais. 5ªEd. p. 800, Bookman, 2010. 81 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR HIBBELER, R.C. Resistência dos Materiais, 7ª. ed., p. 688, Editora Pearson, 2010. MELCONIAN, S. Mecânica Técnica E Resistência Dos Materiais 14ª Ed. Editora: Érica, p. 376, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ASSAN, A. E. Resistência Dos Materiais 1ª. Ed. p. 456, Editora: Unicamp, 2010. BOTELHO, M. H. C. Resistência dos Materiais. p. 248, Blucher, 2008. POPOV, E. P. Introdução À Mecânica Dos Sólidos. p. 552, Edgard Blucher, 2001 GESTÃO DE PROJETOS I CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA O ambiente operacional. O ambiente de projeto. As fases de um projeto. Aspectos mercadológicos dos projetos. Viabilidade econômica de projetos. O gerente de projetos e sua equipe. Gestão da operação em projetos. Planejamento em projetos. Preparação do projeto. Execução e Controle de projetos. O projeto e Qualidade Total. A NBR ISO 9000 e o Prêmio Nacional da Qualidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MADUREIRA, O. M. Metodologia Do Projeto - Planejamento, Execução E Gerenciamento. 1ª Ed., p. 360, Edgard Blucher, 2010 VALERIANO, Dalton L. Moderno Gerenciamento De Projetos. p. 272, São Paulo: Pearson, 2005. NOCÊRA, Rosaldo de Jesus Gerenciamento de Projetos - Teoria e Prática - De Acordo com a 4ª Ed. 2009 do Pmbok do Pmi. 4ª. Ed. p. 975, Editora: Zamboni 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, M. M.; RABECHINI, R. Construindo competências para gerenciar projetos. São Paulo: Atlas, 2006. GASNIER, D.G. Gerenciamento de projetos. 2.ed. São Paulo:IMAM, 2001. KERZNER, Harold. Gestão de Projetos: as melhores práticas. Porto Alegre: Bookman, 2002. XAVIER, C.M.S. Gerenciamento de projetos: Como definir e controlar o escopo do projeto, Rio de Janeiro: Brasport, 2005. XAVIER, C.M.S.; VIVACQUA, F.R.; MACEDO, O.S.; XAVIER, L.F.S. Metodologia de Gerenciamento de projetos – METHODWARE. Rio de Janeiro: Brasport, 2005. TECNOLOGIA MECÂNICA I CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Medições de Grandezas Mecânicas. Unidades dimensionais. Confiabilidade metrológica e resultados de medição. Instrumentos de medição e suas características. Aplicações de tolerâncias dimensionais e geométricas. Capabilidade de processos produtivos. Medição. Processos de Usinagem: Características dos processos de remoção de material e aplicações. Fundamentos de usinagem e mecanismos de formação do cavaco. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Albertazzi G. Júnior, A. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial, 1ª. Ed. : MANOLE, 2008. CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica Vol. I, II e III 2ed.. Makron Books. São Paulo: 1995. Lira, Francisco A. Metrologia na Indústria – 1ª. ed., Erica, 2001 82 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C. e COPPINI, N. L. Tecnologia da Usinagem dos Materiais. Art Líber, São Paulo, 2ª. ed., 2000. FERRARESI, D. Fundamentos da usinagem dos metais. São Paulo. Ed. Edgard Blucher Ltda, 1977. GUIMARÃES, V.A., Controle dimensional e geométrico: Uma introdução à Metrologia Industrial. Passo Fundo: EDIUPF, 1999, 159p. LESKO, J. Design industrial: materiais e processos de fabricação. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. MOSCATI, Giorgio. As bases científicas da metrologia e vice-versa. Metrologia & Instrumentação, São Paulo, n 36, p. 6-15, 2005. SEXTO PERÍODO PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA II CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Variáveis aleatórias e funções de probabilidade. Distribuições de probabilidade. Distribuições de probabilidade para variáveis discretas. Distribuições de probabilidade para variáveis contínuas. Inferência Estatística. Teoria da Estimação. Estimativa Pontual. Estimativa Intervalar. Testes de Hipóteses. Correlação e Regressão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBETTA, Pedro A. et al. Estatística para Cursos de Engenharia e Informática. São Paulo. Atlas, 2008. LEVINE, D. Estatística Teoria e Aplicações: usando Microsoft Excel em Português. 3 ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2005 TOLEDO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica. 2.ed. São Paulo : Atlas, 1995 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CRESPO, Antônio A. Estatística fácil. 17 ed. São Paulo: Saraiva, 1999. MANN, Prem S. Introdução à Estatística. Tradução Eduardo Benedito Curtolo, Teresa C. P. de Souza. Rio de Janeiro: LTC, 2006. MEYER, P.L. Probabilidade, Aplicações à Estatística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico S.A., 1983. MOORE, D. A estatística básica e sua prática. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2005. 482 p. MORRETTIN, Luiz G. Estatística Básica: probabilidade. 7a. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 1999. v.1. PESQUISA OPERACIONAL II CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Modelos de transporte e alocação; Uso de pacotes computacionais; PERT/CPM; Teoria de filas; Análise de decisão; Aplicações em áreas da Engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARENALES, M.; ARMENTANO, V.; MORABITO, R.; YANASSE, H. Pesquisa operacional para cursos de engenharia. Editora Campus, 2007. LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional na Tomada de Decisões-Modelagem em Excel. Rio de Janeiro: Campus, 2006. 83 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR MOREIRA, D. A. Pesquisa Operacional: curso introdutório. São Paulo: Thomson Learning, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Andrade E. L. de Introdução à Pesquisa Operacional - Métodos e Modelos Para Análise de Decisões, 4ª. Ed, Editora LTC, 2009. COLIN, Emerson Carlos, Pesquisa Operacional: 170 aplicações em estratégias, finanças, logística, produção, marketing e vendas – Rio de Janeiro: LTC, 2007. GOLDBARG, M. C.; LUNA, H. P. L. Otimização Combinatória e Programação Linear. Rio de Janeiro: Campus, 2000. MORABITO, Reinaldo. Pesquisa operacional - Modelagem e algoritmos. Campus, 2006. TAHA, H. A ., Pesquisa Operacional 8ª . Ed, Pearson/Prentice Hall, 2008. RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Análise de tensões e deformações. Estado plano de tensões. Tensões principais. Círculo de Mohr. Critérios de ruptura. Projeto de vigas e eixos de transmissão. Deflexão de vigas. Equação da linha elástica. Vigas estaticamente indeterminadas. Deflexão de vigas pelo método das áreas. Métodos de energia. Trabalho de deformação. Flambagem de colunas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER, F. P.; E. JOHNSTON JR, R.; DEWOLF, J. T. e MAZUREK, D. F. Mecânica dos Materiais. 5ªEd. p. 800, Bookman, 2010. HIBBELER, R.C. Resistência dos Materiais, 7ª. ed., p. 688, Editora Pearson, 2010. MELCONIAN, S. Mecânica Técnica E Resistência Dos Materiais 14ª Ed. Editora: Érica, p. 376, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ASSAN, A. E. Resistência Dos Materiais 1ª. Ed. p. 456, Editora: Unicamp, 2010. BOTELHO, M. H. C. Resistência dos Materiais. p. 248, Blucher, 2008. POPOV, E. P. Introdução À Mecânica Dos Sólidos. p. 552, Edgard Blucher, 2001 GESTÃO DE PROJETOS II CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA A Ética em planejamento, organização, liderança em controle de projetos. Aspectos ambientais dos projetos. A segurança no planejamento e na execução dos projetos. Aspectos especiais em Gestão de Projetos: Empreendedorismo, Comunicação interpessoal e Processo Decisório. Os critérios do PMBOK. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KERZNER, Harold. Gestão de Projetos: as melhores práticas. Porto Alegre: Bookman, 2002. MENEZES, Luis Cesar Moura. Gestão de Projetos. São Paulo: Atlas, 2001. VALERIANO, Dalton L. Gestão em Projetos. São Paulo: Makron Books, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, M. M.; RABECHINI, R. Construindo competências para gerenciar projetos. Atlas:São Paulo, 2006. GASNIER, D.G. Gerenciamento de projetos. 2ª. ed. São Paulo: IMAM, 2001. 84 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR NOCÊRA, Rosaldo de Jesus Gerenciamento de Projetos - Teoria e Prática - De Acordo com a 4ª Ed. 2009 do Pmbok do Pmi. 4ª. Ed. p. 975, Editora: Zamboni 2009. XAVIER, C.M.S. Gerenciamento de projetos: Como definir e controlar o escopo do projeto, Rio de Janeiro: Brasport, 2005. XAVIER, C.M.S.; VIVACQUA, F.R.; MACEDO, O.S.; XAVIER, L.F.S. Metodologia de Gerenciamento de projetos – METHODWARE. Rio de Janeiro: Brasport, 2005. TECNOLOGIA MECÂNICA II CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Processos especiais de usinagem: eletro-erosão, remoção química, jato d'água e abrasivo e laser. Máquinas-Ferramentas: Ferramentas e maquinário de processos manuais e convencionais de usinagem: limas, serras, etc. Centros de usinagem e máquinas-ferramentas empregadas em processos especiais de usinagem. Processos de conformação plástica. Classificação dos processos de conformação. Fundição. Soldagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica Vol. I, II e III 2ª. ed. Makron Books. São Paulo: 1995. DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da Usinagem dos Materiais. Art Líber, São Paulo, 2.ed., 2000. LESKO, J. Design industrial: materiais e processos de fabricação. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BLAS, ARNO. Processamento de Polímeros. 2.ed. Florianópolis: Ed. UFSC, 1988. FERRARESI, D. Fundamentos da usinagem dos metais. São Paulo. Ed. Edgard Blucher Ltda, 1977. STEMMER, Caspar Erich Ferramentas de corte I e II. 2. ed. Florianópolis: Ed. UFSC. 1995. FISCHER, U.; GOMERINGER, R.; HEINZLER, M. et al. Manual de Tecnologia Metal Mecânica 2ª Ed. p. 414, Blucher, 2011. TRANSFERÊNCIA DE CALOR CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Conceitos básicos – Transporte de calor e massa. Equações básicas: Lei de Fourier, Lei de Newton da convecção e Lei da radiação (equação de Stephan Boltzmann). Princípio da conservação de energia. Balanço de energia. Condutividade térmica em corpos sólidos. Condução unidimensional em regime permanente e transiente. Condução multidimensional: permanente e transiente. Sistemas cilíndricos e esféricos. Sistemas com geração interna de calor. Coeficiente global de transferência de calor “U”: Conceito e cálculos. Ventilação: para conforto humano, para reduzir odores corporais até níveis aceitáveis socialmente e para reduzir contaminantes. Convecção natural e números de Grashoff, Graetz, Biot, Peclet, Rayleigh, etc. Convecção em canalizações (dutos). Ebulição e condensação: equação de Nusselt. Equações simplificadas de condensação e ebulição. Curva de ebulição. Condensação em filme ou em gota. Trocador de calor: tipos, coeficiente global de transferência de calor em trocadores de calor. Trocadores de correntes paralelas e contra corrente. Método da efetividade – NUT. Radiação: conceitos fundamentais e eletromagnetismo. Distribuição de Plank, lei de Wien e equação de Stephan Boltzmann. Absortividade, refletividade e transmissividade. Lei de Kirchoff. Troca radiativa entre superfícies. Transferência de calor em 85 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR superfícies expandidas. Aletas. Equação geral das aletas. Rendimento (ou efetividade) de uma aleta. Tópico especial: AR CONDICIONADO – para aplicação do conceito de Coeficiente Global de Trans. Calor “U” no dimensionamento simplificado de ARCON. BIBLIOGRAFIA BÁSICA INCROPERA, F. P.; DEWITT, D.P. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. Rio de Janeiro Editora LTC, 6ª. Ed., p. 730, 2008. KREITH, Frank e BOHN, Mark S., Princípios de Transferência de Calor. São Paulo: Cengage Learning. 2003. MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N.; MUNSON, B.R. e DEWITT, D.P., Introdução à Engenharia de Sistemas Térmicos: Termodinâmica, Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. Ed. LTC, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR VAN WYLEN, Gordon. Fundamentos da Termodinâmica. 6ª Ed. SP: Edgard Blucher, 2003. SÉTIMO PERÍODO ENGENHARIA AMBIENTAL I CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Técnicas de gestão de processos produtivos incluindo a variável ambiental. Modelos e sistemas de gestão ambiental (SGA) de processos produtivos. Norma ISO 14.001. Auditorias ambientais. Qualificação de auditores. Norma ISO 19.011. Principais normas e legislação ambiental. Economia e Meio Ambiente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CURI, Denise Gestão Ambiental Academia Pearson, 2011. DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. São Paulo: Atlas, 1999. TAKESHY, Tachizawa. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2004. BELLEN, Hans Michael van. Indicadores de sustentabilidade: uma análise comparativa. Rio de Janeiro: FGV, 2005. BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, J. G. L. et al. Introdução à Engenharia Ambiental-2ª. Ed, São Paulo: Pearson, 2005. HINRICHS, Roger A.; Kleinbach, Merlin. Energia e Meio Ambiente. São Paulo: Editora Pioneira Thomson Learning, 2003. HOLLIDAY, Charles. Cumprindo o prometido: casos de sucesso de desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Campus, 2002. GESTÃO EMPRESARIAL I CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Conceito de Administração. Motivos para se estudar Administração. Funções da Administração - planejamento, organização, liderança e controle. Teoria Geral da Administração: clássica, científica, humanística, estruturalista, burocrática e sistêmica. Teorias modernas de gestão: contingencial e administração por objetivos. Estratégias emergentes de gestão: visão holística, 86 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR administração empreendedora e administração virtual. Planejamento Estratégico de Organizações. Gestão de Marketing - estratégias e o composto de marketing. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHANLAT, Jean-François Gestão Empresarial - Uma Perspectiva Antropológica p.272, Cengage Learning, 2011. FERREIRA, A. A., REIS, A. C. F. & PEREIRA, M. I. Gestão Empresarial De Taylor Aos Nossos Dias. p. 256, Cengage Learning, 2002. HABERKORN E. Um Bate Papo Sobre Gestão Empresarial com ERP. 1ª Ed. p. 184, Saraiva, 2007 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GHOSHAL, S. e TANURE, B. Estratégia E Gestão Empresarial - Construindo Empresas Brasileiras De Sucesso. p.296, Campus, 2004. LOBATO, D. M. Série Gestão Empresarial - Estratégia De Empresas 9ª EDIÇÃO, p. 208, Editora: FGV EDITORA, 2009 OLIVEIRA, Otávio J. Gestão Empresarial: Sistemas E Ferramentas. 1ª edição, p. 200, Atlas, 2007. PINTO, Éder Paschoal Gestão Empresarial - Casos e Conceitos de Evolução Organizacional. 1ª Edição, p. 382, Saraiva, 2007. SOUZA, JADER Gestão Empresarial Administrando Empresas Vencedoras 1ª Edição, p. 250. 2006. ESTÁGIO SUPERVISIONADO CARGA HORÁRIA: 240 EMENTA Realização de estágio curricular supervisionado, atuando na área da Engenharia Mecânica. Experiência prática junto ao meio profissional e entrega de relatório final de estágio. Orientação por professor familiarizado com a especialidade escolhida para o estágio e supervisão por parte da empresa escolhida. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. SP: Atlas, 2001. MOREIRA,H.; CALEFFE, L. G., Metodologia da Pesquisa - Para o Professor Pesquisador - 2ª ed. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de Pesquisa. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P.. Para entender o texto: leitura e redação. 16ª Ed. São Paulo: Ática, 2007. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resenhas, resumos. 8ª.ed. São Paulo: Atlas, 2006. OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisa, TGI, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira, 2002. SANTOS, A. R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 6.ed. Rio de Janeiro: DP & A, 2004. ELEMENTOS DE MÁQUINAS I CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA 87 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Noções de projeto mecânico. Dimensionamento de eixos. Chavetas. Embreagens e freios. Mancais de rolamento, Mancais de deslizamento. Uniões parafusadas. Fusos. Uniões por conectores. Uniões soldadas. Molas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BUDYNAS, Richard G. Elementos De Máquinas De Shigley - Projeto De Engenharia Mecânica: Bookman, 1ª. Ed., p. 1084, 2011. JUVINALL, Robert C., Fundamentos do projeto de componentes de máquinas. LTC, Rio de Janeiro, 4. Ed., 2008. NORTON, Robert L., Projeto de máquinas: uma abordagem integrada. Bookman, Porto Alegre, 2ª. ed., 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANTUNES, I.; FREIRE, M. A.C. Elementos de Máquinas. Editora: Érica Ltda. 8ª edição – 2000 CUNHA, Lamartine Bezerra da. Elementos de Máquinas. Editora: LTC, 2005. LESKO, J. Design industrial, materiais e processos de fabricação. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 8ª. Ed. São Paulo: Ed. Érica, 2009. NIEMANN, Gustav. Elementos de máquinas. v. 1, 2 e 3. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2004. ELETROTÉCNICA I CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Noções básicas de eletricidade. Circuito Elétrico CA: circuitos RLC, fasores, impedância, potência instantânea e média, potência ativa, aparente e reativa, fator de potência. Circuitos trifásicos: ligação estrela e triângulo, noções sobre geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. Transformadores: coeficiente de acoplamento, relação de transformação, perdas, funcionamento do transformador a vazio e sob carga, transformador trifásico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIM, Edson Máquinas Elétricas e Acionamento. Elsevier, p. 480, 2009 FRANCHI, C. M. Acionamentos Elétricos. 1 Ed., p. 256, : Érica, 2007. MEIRELES, Vitor Cancela. Circuitos elétricos. 4 ed. Rio de Janeiro : LTC, 2007 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAPUANO, Francisco Gabriel; MARINO, M. A. Mendes Laboratório de eletricidade e eletrônica: teoria e prática. 20 ed. São Paulo : Érica, 2003 FALCONE, A. G. Eletromecânica. Blucher, 1985, v.1 e 2. IRWIN, J. David. Análise de Circuitos em Engenharia, São Paulo: Pearson, 2000. SMITH, R.J. Circuitos, dispositivos e sistemas. LTC. SIMULAÇÃO DE SISTEMAS MECÂNICOS I CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Simulações de casos de engenharia. A busca de informações para o desenvolvimento de trabalhos. Utilização de tecnologias CAD/CAE/CAM. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 88 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR FIGUEIRAS, L. V. L. et al. Fundamentos de computação gráfica. Rio de Janeiro, São Paulo:LTC, 1987. FRENCH E. T., et al. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo: Globo, 2005, 1093p. GIESECKE F. E. et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMANN, 2002, 534p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CRUZ, Michele David. Desenho Técnico Para Mecânica. Editora: Érica, 1ª. Ed., 2010. G. MANFE, et al. Desenho Técnico Mecânico. São Paulo: Hemus, 2004. MAGUIRE, D. E. Desenho Técnico Básico: Problemas e Soluções Gerais do Desenho. : Hemus, 2004, 257p. MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004. GESTÃO DA PRODUÇÃO I CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Apresentação e discussão do fluxo geral de informação e decisão na gestão da produção. Discute-se também a natureza hierárquica do planejamento contemplando o planejamento de longo, médio e curto prazo e as atividades pertinentes como localização e capacidade, planejamento agregado e programação, sequenciamento e balanceamento. Serão apresentadas e discutidas as variáveis manipuladas no âmbito da gestão da produção (demanda e estoques), e apresentadas às técnicas de gestão associadas a essas variáveis. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORREA, H.L., GIANESI, I.G.N. & CAON, M. Planejamento, Programação e Controle da Produção MRP II/ERP: Conceitos, Uso e Implantação, 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2007. LUSTOSA, L. et al. Planejamento e Controle da Produção. Campus – Abepro, 376p. 2008. TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de planejamento e controle da produção. 2ª ed. São Paulo : Atlas, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTUNES, Junico. Sistemas de produção: Conceitos e Práticas para Projeto e Gestão da Produção Enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. BURBIDGE, John L. Planejamento e Controle da Produção. Atlas, 1988 RUSSOMANO, Victor H. Planejamento e Controle da Produção. Pioneira, 2000 SHINGO, S. Sistemas de Produção: a produtividade no chão de fábrica. Editora Bookman, Porto Alegre, 1999. WIENEKE, Falko Gestão da Produção Blucher, 2009 INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE I CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Conhecer instrumentos utilizados para indicar, registrar e controlar: pressão, vazão, temperatura e nível. Compreender sistemas em malha aberta e malha fechada e as técnicas de realimentação. Modelar matematicamente o processo a ser controlado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 89 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR BALBINOT, A. e BRUSAMARELLO, V. J. Instrumentação e Fundamentos de Medidas V. 1 e 2, 2ª Ed., p. 402 e p. 508 LTC, 2010 GROOVER, Mikell P. Automação Industrial e Sistemas de Manufatura. 3ª. Ed. Prentice Hall, 592p. 2011. OGATA, K. Engenharia De Controle Moderno 5ª Ed., p. 824, Pearson, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEGA; DELMÉE; COHN; BULGARELLI; KOCH; FINKEL Instrumentação Industrial. 3ª Ed. p. 694 :Interciência, 2011 GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada - Descrição e Implementação de Sistemas Sequenciais com PLC. 1ª Ed. S.P.: Érica, 2000. NATALE, Ferdinando. Automação Industrial. 10ª Ed. S.P.: Érica, 2000. SIGHIERI, Luciano. Controle Automático de Processos Industriais - Instrumentação. 2ª Ed. SP: Edgard Blücher, 1998. THOMAZINI, D. e ALBUQUERQUE, P. U. B. Sensores Industriais - Fundamentos e Aplicações. 8ª Ed., SP: Érica, 2005. OITAVO PERÍODO ENGENHARIA AMBIENTAL II CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Estudos de Impacto Ambiental (EIA), Relatórios de Impacto Ambiental (RIMA) e Relatório Ambiental Preliminar (RAP). BIBLIOGRAFIA BÁSICA BELLEN, Hans Michael van. Indicadores de sustentabilidade: uma análise comparativa. Rio de Janeiro: FGV, 2005. BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, J. G. L. et al. Introdução à Engenharia Ambiental-2ª. Ed, São Paulo: Pearson, 2005. CURI, Denise Gestão Ambiental Academia Pearson, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2004. DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. São Paulo: Atlas, 1999. HINRICHS, Roger A.; Kleinbach, Merlin. Energia e Meio Ambiente. São Paulo: Editora Pioneira Thomson Learning, 2003. HOLLIDAY, Charles. Cumprindo o prometido: casos de sucesso de desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Campus, 2002. TAKESHY, Tachizawa. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2004. GESTÃO EMPRESARIAL II CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Administração financeira - fluxo de caixa, apuração de resultados e análise de investimentos. Gestão da produção - planejamento, produção e operações. Gestão de Recursos humanos planejamento e práticas. Gestão da Qualidade - a evolução da Qualidade; os gurus da qualidade; programas da qualidade; sistemas e ferramentas da qualidade. Procedimentos para abertura de empresas; as organizações e os tributos. 90 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHANLAT, Jean-François Gestão Empresarial - Uma Perspectiva Antropológica p.272, Cengage Learning, 2011. HABERKORN E. Um Bate Papo Sobre Gestão Empresarial com ERP. 1ª Ed. p. 184, Saraiva, 2007 PINTO, Éder Paschoal Gestão Empresarial - Casos e Conceitos de Evolução Organizacional. 1ª Edição, p. 382, Saraiva, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERREIRA, A. A., REIS, A. C. F. & PEREIRA, M. I. Gestão Empresarial de Taylor Aos Nossos Dias. p. 256, Cengage Learning, 2002. GHOSHAL, S. e TANURE, B. Estratégia e Gestão Empresarial - Construindo Empresas Brasileiras De Sucesso. p.296, Campus, 2004. LOBATO, D. M. Série Gestão Empresarial - Estratégia de Empresas 9ª EDIÇÃO, p. 208, Editora: FGV EDITORA, 2009 OLIVEIRA, Otávio J. Gestão Empresarial: Sistemas e Ferramentas. 1ª edição, p. 200, Atlas, 2007. SOUZA, JADER Gestão Empresarial Administrando Empresas Vencedoras 1ª Edição, p. 250. 2006. ELEMENTOS DE MÁQUINAS II CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Engrenagens cilíndricas de dentes retos. Engrenagens de dentes helicoidais. Engrenagens cônicas. Parafusos sem fim. Transmissões mecânicas por correias e por correntes. Cabos de aço. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BUDYNAS, Richard G. Elementos De Máquinas De Shigley - Projeto De Engenharia Mecânica : Bookman, 1ª. Ed., p. 1084, 2011. JUVINALL, Robert C., Fundamentos do projeto de componentes de máquinas. LTC, Rio de Janeiro, 4. Ed., 2008. NORTON, Robert L., Projeto de máquinas: uma abordagem integrada. Bookman, Porto Alegre, 2ª. ed., 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANTUNES, I.; FREIRE, M. A.C. Elementos de Máquinas. Editora: Érica Ltda. 8ª edição – 2000 CUNHA, Lamartine Bezerra da. Elementos de Máquinas. Editora: LTC, 2005. LESKO, J. Design industrial, materiais e processos de fabricação. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 8ª. Ed. São Paulo: Ed. Érica, 2009. NIEMANN, Gustav. Elementos de máquinas. v. 1, 2 e 3. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2004. ELETROTÉCNICA II CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Motores Elétricos: conceitos básicos e tipos de motores, motor de indução, campo girante, partida do motor, chave estrela-triângulo e chave compensadora. Instalações Elétricas: noções básicas, dimensionamento dos condutores e circuito de proteção. 91 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR BIBLIOGRAFIA BÁSICA COTRIM, A. A. M. B. Instalações Elétricas. 5ª. ed. São Paulo: Pearson, 2009. KINGSLEY C. Jr.; UMANS, S. D.; FITZGERALD, A. E. Máquinas Elétricas - Com Introdução à Eletrônica de Potência. 6ª ed. Bookman, p.648, 2006. SIMONE G. A. e CREPPE, R. C. Conversão Eletromecânica De Energia - Uma Introdução Ao Estudo 1ª Ed. : Érica P. 344, 2010 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAVALIN, G.; CERVELIN, S. Instalações Elétricas Prediais. 4 ed. São Paulo: Érica, 2000 CREDER,Hélio. Instalações Elétricas. 15 ed. Rio de Janeiro, LTC, 2007 DOMINGOS, LUIS, Projetos de Instalações Elétricas. 1. ed. Érica, São Paulo, 1999. FILIPPO FILHO, Guilherme. Motor de Indução, 1ed. Érica, 2000. MAMEDE FILHO, J. Instalações Elétricas Industriais. 6ª ed. LTC, 2001. SIMULAÇÃO DE SISTEMAS MECÂNICOS II CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Simulações de casos de engenharia. A busca de informações para o desenvolvimento de trabalhos. Utilização de tecnologias CAD/CAE/CAM. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIGUEIRAS, L. V. L. et al. Fundamentos de computação gráfica. Rio de Janeiro, São Paulo:LTC, 1987. FRENCH E. T., et al. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo: Globo, 2005, 1093p. GIESECKE F. E. et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMANN, 2002, 534p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, L. S. S. CAULLIMARAUX, H. M. (organizadores). Manufatura integrada por computador. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ, 1995. CRUZ, Michele David. Desenho Técnico Para Mecânica. Editora: Érica, 1ª. Ed., 2010. G. MANFE, et al. Desenho Técnico Mecânico. São Paulo: Hemus, 2004. MAGUIRE, D. E. Desenho Técnico Básico: Problemas e Soluções Gerais do Desenho. : Hemus, 2004, 257p. MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004. GESTÃO DA PRODUÇÃO II CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Apresentação e discussão dos sistemas MRP/MRPII/ERP, compreendendo os elementos para os cálculos de MRP, tais como, árvore de produto, lead time, entre outros. O JIT, Just in Time, e conceitos associados, como papel dos estoques, layout para ambiente JIT, sistema Kanban, produção puxada X produção empurrada. A Teoria das Restrições (OPT) e os conceitos associados; lote de transferência, lote de produção, dimensionamento do pulmão e premissas de implantação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 92 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR CORREA, H.L., GIANESI, I.G.N. & CAON, M. Planejamento, Programação e Controle da Produção MRP II/ERP: Conceitos, Uso e Implantação, 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2007. LUSTOSA, L. et al. Planejamento e Controle da Produção. Campus, 376p. 2008. WIENEKE, Falko Gestão da Produção Blucher, 2009 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTUNES, Junico. Sistemas de produção: Conceitos e Práticas para Projeto e Gestão da Produção Enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. GIANESI, I. & CORREA, H. L.. Just in time, MRP II e OPT: um enfoque estratégico. 2.ed. Atlas, 1996. OHNO, T. O sistema Toyota de Produção além da Produção em Larga Escala. Editora Bookman, Porto Alegre, 1997. SHINGO, S. O Sistema Toyota de Produção do Ponto de Vista da Engenharia de Produção. Editora Bookman, Porto Alegre, 1996. WOMACK, J. P.; JONES, D.T. A mentalidade enxuta nas empresas. Editora Campus, Rio de Janeiro, 1998. INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE II CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Estudo da definição do contexto da automação e jargão utilizado. Sensores, atuadores e controladores. Ações de controle PID. Protocolos de comunicação industrial. Noções de programação de manipuladores industriais. Pneumática e eletropneumática e sistemas integrados de produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AGUIRRE, L. A. Enciclopédia De Automática - Volume 1, 2 E 3. 1ª Ed. Edgard Blucher, p. 452, 2007. ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação De Processos. 2ª Ed. LTC, p. 214, 2010. CAMPOS, Mario C. M. M.; Teixeira, Herbert C. G. Controles Típicos de Equipamentos e Processos Industriais - 2ª Ed. Blucher, p. 396, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BONACORSO, Nelson. Automação Eletropneumática. 5ª Ed. S.P.: Érica, 01 CAPELLI, Alexandre Automação Industrial - Controle do Movimento e Processos Contínuos. 2ª Ed. SP: Érica. FIALHO, A. B.. Automação Hidráulica. 2ª Ed. S.P.: Érica, 04 STEWART, Harry. Pneumática e Hidráulica. 3ª Ed. S.P.: Hemus, 01. WERKEMA, Cristina. Avaliação De Sistemas De Medição. 1ª. Ed. Campus, p.120, 2011. 93 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR NONO PERÍODO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Desenvolvimento de trabalho teórico-prático envolvendo conceitos da área da Engenharia Mecânica. O trabalho é orientado por um professor familiarizado com o tema escolhido e deve demonstrar que o aluno consolidou os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, M. S. Elaboração De Projeto, Tcc, Dissertação E Tese 1ª Ed. p. 96, Atlas, 2011. JUNG, Carlos Fernando Metodologia Para Pesquisa & Desenvolvimento: Aplicada a Novas Tecnologias, Produtos e Processos 1ª ed., p. 328, Editora: Axcel Books, 2004. MOREIRA,H.; CALEFFE, L. G., Metodologia da Pesquisa - Para o Professor Pesquisador - 2ª ed. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. SP: Atlas, 2001. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de Pesquisa. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2002. SANTOS, A. R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 6.ed. Rio de Janeiro: DP & A, 2004. FURASTÉ P. A. Normas técnicas para o trabalho científico. Explicitação das normas da ABNT. Porto Alegre: s.n. 2006. LÜCK, H. Metodologia de projetos. Uma ferramenta de planejamento e gestão. 2ed. São Paulo: Vozes. 2003. SISTEMAS TÉRMICOS E FLUIDODINÂMICOS I CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Introdução às máquinas térmicas. Máquinas térmicas à vapor, ciclo Rankine. Motores de reação e turbinas à gás. Combustíveis, combustão e noções sobre emissão de poluentes. Poder calorífico dos combustíveis, caldeiras e geradores de vapor. Rendimentos e perdas em caldeiras. Motores de combustão interna, diagramas e ciclos térmicos Otto e Diesel. Curvas características de motores de combustão interna. Ensaios de motores de combustão interna e noções das normas utilizadas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MARTINS, Jorge Motores De Combustão Interna. 1ª.Ed. p. 437, Publindustria SILVA, Edson Da Injeção Eletrônica De Motores Diesel 1ª. Ed. p.128, Editora Ensino Profissional, 2006. SILVA, Napoleão F. Bombas Alternativas Industriais - Teoria E Prática 1ª. Ed. p. 212, Editora Interciência, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MACINTYRE, A.J. Bombas e Instalações de Bombeamento. 2ª ed. p.782, Rio de Janeiro: LCT, 1997. MILLER, Rex e MILLER, Mark R. Refrigeração E Ar Condicionado 1ª. Ed. p. 540, LTC, 2008. 94 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N.; MUNSON, B.R. e DEWITT, D.P., Introdução à Engenharia de Sistemas Térmicos: Termodinâmica, Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. Ed. LTC, 2005. SILVA, J. C.; SILVA, A. C. G. C. Refrigeração E Climatização Para Técnicos E Engenheiros 1ª. Ed. p. 360, Ciencia Moderna, 2008. STOECKER, W.F., JABARDO, J.M.; Refrigeração Industrial. 2ª Ed. p.384, São Paulo: Edgard Blücher, 2002. DINÂMICA DE MÁQUINAS I CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Cinemática e Cinética de uma partícula e de um corpo extenso, mecanismos, vibrações livres e forçadas, com e sem amortecimento e com um ou mais graus de liberdade, vibrações harmônicas, periódicas e transitórias, introdução à simulação e análise, manutenção preditiva, técnicas de monitoramento da condição de máquinas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BALACHANDRAN, B. e EDWARD B. Vibrações Mecânicas 1ª. Ed. p. 640, Cengage Learning, 2011. GROEHS, Ademar Gilberto. Mecânica vibratória. P. 650, São Leopoldo: Unisinos, 2005. SANTOS, Ilmar F. Dinâmica de sistemas mecânicos. p. 286, São Paulo: Makron, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FRANÇA, L. N. F., SOTELO Jr., J. Introdução Às Vibrações Mecânicas 1ª. Ed. p. 176, Edgard Blucher, 2006. NEPOMUCENO, L. X. Técnicas de manutenção preditiva. São Paulo: Edgard Blucher, v. 1 e 2, 1999. PINTO, Alan Kardec; NASCIF, Júlio Aquino. Manutenção: função estratégica. 2. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, vol. 1, 2001. RAO, Singiresu Vibrações Mecânicas 4ª Ed. p. 448, Pearson, 2009. SANTOS, Valdir Aparecido dos. Manual Prático de Manutenção Industrial. São Paulo: Ícone, 1999. SIMULAÇÃO DE SISTEMAS MECÂNICOS III CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Simulações de casos de engenharia. A busca de informações para o desenvolvimento de trabalhos. Utilização de tecnologias CAD/CAE/CAM. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIGUEIRAS, L. V. L. et al. Fundamentos de computação gráfica. Rio de Janeiro, São Paulo:LTC, 1987. FRENCH E. T., et al. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo: Globo, 2005, 1093p. GIESECKE F. E. et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMANN, 2002, 534p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 95 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR COSTA, L. S. S. CAULLIMARAUX, H. M. (organizadores). Manufatura integrada por computador. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ, 1995. CRUZ, Michele David. Desenho Técnico Para Mecânica. Editora: Érica, 1ª. Ed., 2010. G. MANFE, et al. Desenho Técnico Mecânico. São Paulo: Hemus, 2004. MAGUIRE, D. E. Desenho Técnico Básico: Problemas e Soluções Gerais do Desenho. : Hemus, 2004, 257p. MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004. ENGENHARIA DE SEGURANÇA CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Conceitos (Segurança e Higiene do Trabalho); Causas dos Acidentes do Trabalho; Análise e Estatísticas dos Acidentes; Organização da Segurança do Trabalho; Legislação. Bases da Gestão da Segurança e Higiene do Trabalho: Conceito de Gestão, Razões para uma Consciência da Segurança. A Gestão da Segurança e Higiene do Trabalho: Organização Estratégica da Segurança e Higiene do Trabalho Abordagem Sistêmica da Organização, a Segurança e Higiene do Trabalho no Sistema Organizacional, Estrutura e Organização da Segurança e Higiene do Trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATLAS, Equipe. Segurança e Medicina do Trabalho, 68ª Ed., São Paulo: ATLAS, 2011 MATTOS, U. A. O. e MÁSCULO, F. S. Higiene E Segurança Do Trabalho Editora Campus, 2011 KIRCHNER A.; KAUFMANN H; SCHMID, D. e FISCHER G. Gestão Da Qualidade - Segurança Do Trabalho E Gestão Ambiental 2ª Ed. Edgard Blucher p.240, 2009 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASFAHL, C. R. Gestão De Segurança Do Trabalho E De Saúde Ocupacional 1ª. Ed., p. 446 Editora: ERNESTO REICHMANN, 2005. MORAIS, C. R. N. Perguntas e Respostas Comentadas em Segurança e Saúde do Trabalho 5ª Ed. Editora Yendis. 2011 REIS, Roberto Salvador Segurança e Saúde do Trabalho - Normas Regulamentadoras - 8ª Ed. Editora Yendis, 2011 SARAIVA, Ed. Segurança e Medicina do Trabalho. 7ª Ed., p. 1056, Saraiva, 2011 SZABO Jr., A. M Manual de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho 2ª Ed. : RIDEEL 2011. DÉCIMO PERÍODO LEGISLAÇÃO E ÉTICA PROFISSIONAL CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Noções gerais de Direito. Configurações dos conceitos de raça, etnia e cor no Brasil. Políticas de Ações Afirmativas e Discriminação Positiva – a questão das cotas. Legislação profissional, ética e ética profissional. Legislação básica e códigos de ética. O sistema profissional: CONFEA e CREA. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 96 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR BRANCATO, R.T. Instituições de Direito Público e de Direito Privado. 13ª Ed. p. 328, Saraiva; 2008. SZNELWAR, L. I.e MACIA, F. L. Trabalho, Tecnologia E Organização 1ª Ed. p. 128, Edgard Blucher, 2008. MAGGI, B. Do Agir Organizacional 1ª Ed. p. 256, Edgard Blucher, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTRO, C. A. P. Sociologia Aplicada À Administração 2ª Ed. p. 232, Atlas, 2003. CHIAVENATO, IDALBERT Comportamento Organizacional 2ª Ed. p. 560, Campus, 2009. FERREIRA, A. S. R. Modelagem Organizacional Por Processos 1ª. Ed. p. 272, Editora: Mauad, 2010. FREITAS, W. Gestão De Contratos - Melhores Práticas Voltadas Aos Contratos Empresariais – 1ª Ed. p. 78, Atlas, 2009. PASSOS, E. Ética Nas Organizações 1ª. Ed. p. 192 : Atlas, 2004. SROUR, R. H. Casos De Ética Empresarial - Chaves Para Entender E Decidir 1ª. Ed. p. 192, Campus, 2011. SROUR, R. H. Poder, Cultura E Ética Nas Organizações - 2ª Ed. p. 408,Campus, 2005. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Desenvolvimento de trabalho teórico-prático envolvendo conceitos da área da Engenharia Mecânica. O trabalho é orientado por um professor familiarizado com o tema escolhido e deve demonstrar que o aluno consolidou os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, M. S. Elaboração De Projeto, Tcc, Dissertação E Tese 1ª Ed. p. 96, Atlas, 2011. JUNG, Carlos Fernando Metodologia Para Pesquisa & Desenvolvimento: Aplicada a Novas Tecnologias, Produtos e Processos 1ª ed., p. 328, Editora: Axcel Books, 2004. MOREIRA,H.; CALEFFE, L. G., Metodologia da Pesquisa - Para o Professor Pesquisador - 2ª ed. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. SP: Atlas, 2001. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de Pesquisa. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2002. SANTOS, A. R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 6.ed. Rio de Janeiro: DP & A, 2004. FURASTÉ P. A. Normas técnicas para o trabalho científico. Explicitação das normas da ABNT. Porto Alegre: s.n. 2006. LÜCK, H. Metodologia de projetos. Uma ferramenta de planejamento e gestão. 2ed. São Paulo: Vozes. 2003. SISTEMAS TÉRMICOS E FLUIDODINÂMICOS II CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Termodinâmica aplicada à refrigeração. Psicrometria. Condicionamento de ar. Sistema de compressão a vapor. Refrigeração industrial. Refrigerantes. Perda de carga. Máquinas hidráulicas. Considerações energéticas do Sistema de bombeamento. Cavitação e NPSH. 97 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Diagrama de velocidades. Similaridade. Fundamentos do projeto de bombas centrífugas. Noções sobre projetos de tubulações industriais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SILVA, Napoleão F. Bombas Alternativas Industriais - Teoria E Prática 1ª. Ed. p. 212, Editora Interciência, 2007. MACINTYRE, A.J. Bombas e Instalações de Bombeamento. 2ª ed. p.782, Rio de Janeiro: LCT, 1997. MILLER, Rex e MILLER, Mark R. Refrigeração E Ar Condicionado 1ª. Ed. p. 540, LTC, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MARTINS, Jorge Motores De Combustão Interna. 1ª.Ed. p. 437, Publindustria MORAN, M.J.; SHAPIRO, H.N.; MUNSON, B.R. e DEWITT, D.P., Introdução à Engenharia de Sistemas Térmicos: Termodinâmica, Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. Ed. LTC, 2005. SILVA, J. C.; SILVA, A. C. G. C. Refrigeração E Climatização Para Técnicos E Engenheiros 1ª. Ed. p. 360, Ciencia Moderna, 2008. SILVA, Edson Da Injeção Eletrônica De Motores Diesel 1ª. Ed. p.128, Editora Ensino Profissional, 2006. STOECKER, W.F., JABARDO, J.M.; Refrigeração Industrial. 2ª Ed. p.384, São Paulo: Edgard Blücher, 2002. DINÂMICA DE MÁQUINAS II CARGA HORÁRIA: 80 EMENTA Balanceamento de rotores, características das máquinas de balanceamento, influência da velocidade angular e da excentricidade do centro de massa, alinhamento de eixos, método periférico direto, reverso, laser, termográfico, reações nos mancais em função do desalinhamento, revisão sobre mancais de rolamento e de deslizamento, lubrificação, aquisição e análise de sinais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BALACHANDRAN, B. e EDWARD B. Vibrações Mecânicas 1ª. Ed. p. 640, Cengage Learning, 2011. GROEHS, Ademar Gilberto. Mecânica vibratória. P. 650, São Leopoldo: Unisinos, 2005. SANTOS, Ilmar F. Dinâmica de sistemas mecânicos. p. 286, São Paulo: Makron, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FRANÇA, L. N. F., SOTELO Jr., J. Introdução Às Vibrações Mecânicas 1ª. Ed. p. 176, Edgard Blucher, 2006. NEPOMUCENO, L. X. Técnicas de manutenção preditiva. São Paulo: Edgard Blucher, v. 1 e 2, 1999. PINTO, Alan Kardec; NASCIF, Júlio Aquino. Manutenção: função estratégica. 2. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, vol. 1, 2001. RAO, Singiresu Vibrações Mecânicas 4ª Ed. p. 448, Pearson, 2009. SANTOS, Valdir Aparecido dos. Manual Prático de Manutenção Industrial. São Paulo: Ícone, 1999. SIMULAÇÃO DE SISTEMAS MECÂNICOS IV 98 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR CARGA HORÁRIA: 40 EMENTA Simulações de casos de engenharia. A busca de informações para o desenvolvimento de trabalhos. Utilização de tecnologias CAD/CAE/CAM. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIGUEIRAS, L. V. L. et al. Fundamentos de computação gráfica. Rio de Janeiro, São Paulo:LTC, 1987. FRENCH E. T., et al. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo: Globo, 2005, 1093p. GIESECKE F. E. et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMANN, 2002, 534p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, L. S. S. CAULLIMARAUX, H. M. (organizadores). Manufatura integrada por computador. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ, 1995. CRUZ, Michele David. Desenho Técnico Para Mecânica. Editora: Érica, 1ª. Ed., 2010. G. MANFE, et al. Desenho Técnico Mecânico. São Paulo: Hemus, 2004. MAGUIRE, D. E. Desenho Técnico Básico: Problemas e Soluções Gerais do Desenho. : Hemus, 2004, 257p. MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004. 99 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR 15. Anexo B – Regulamento do Estágio Curricular Obrigatório I – Da Caracterização Art.1 – O Estágio Curricular Obrigatório do curso de Engenharia Mecânica, a seguir referenciado simplesmente como Curso, das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, a seguir referenciada como Faculdade, é composto pela disciplina de Estágio Supervisionado oferecida aos alunos regularmente matriculados, a partir do sétimo período do Curso. 1º. Para a organização e o funcionamento desta disciplina haverá a Comissão Orientadora de Estágios (COE), formada pelo Coordenador do curso de Engenharia Mecânica, pelo Coordenador de Estágio (professor do curso, com disponibilidade horária semanal) e por dois professores do colegiado do curso, em caráter permanente, determinados pela coordenação do curso, e pelos demais professores orientadores de estágio, que responderão pela disciplinas de Estágio Supervisionado junto a Coordenação do Curso. 2º. A carga horária total do Estágio Supervisionado é de 200 horas, não se computando, para fins de integralização do Currículo Pleno do Curso, qualquer carga horária excedente. 3º. Ao membro efetivo da COE (Coordenador de Estágios do Curso) será atribuída uma carga horária semanal definida de acordo com o número de alunos matriculados no Curso. 4º. O Estágio Supervisionado corresponde a um momento de vivência profissional objetivando facilitar a futura inserção do estudante no mercado de trabalho, promovendo a articulação e a transição da Instituição de Ensino com o mundo do trabalho, facilitando a adaptação social e psicológica à futura atividade profissional. II – Dos Objetivos Art.2 – A realização do Estágio tem por objetivo facilitar a adaptação social e psicológica à futura atividade profissional do estudante com o desenvolvimento e/ou o acompanhamento de atividades que promovam a interdisciplinaridade, a experiência acadêmico-profissional, o questionamento, a competência técnico-científica e o desenvolvimento integrado de ensino, pesquisa e extensão; facilitando assim a futura inserção do estudante no mercado de trabalho, promovendo a melhoria do ensino, com a ampliação do espaço acadêmico, relacionando dinamicamente teorias e práticas e gerando oportunidade de avaliação curricular. III – Do Local de Estágio 100 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Art.3 – O Estágio deverá ser realizado em estabelecimentos que tenham condições de proporcionar aos Estagiários, experiências práticas e aperfeiçoamento técnico-científico e de relacionamento humano. 1º. A disposição de qualquer instituição em oferecer estágio a alunos do Curso será firmada por meio de Convênio celebrado entre essa instituição, doravante denominada Instituição Concedente de Estágio, e a Faculdade, onde poderão estar incluídas normas complementares a este Regimento. 2º. Nos casos de interrupção de Estágio, por motivos alheios ao estagiário, novas providências poderão ser tomadas, desde que orientadas pelo Coordenador de Estágio, sem prejuízo do andamento da disciplina em relação ao Estagiário. IV – Da Organização Art.4 – A disciplina de Estágio Supervisionado está inserida no sétimo semestre do curso. Somente a partir deste período que o aluno será considerado apto para atender este requisito. Esta colocação se fundamenta na ocorrência de grande parte das disciplinas profissionalizantes estarem concentradas a partir do quinto semestre. Assim, o aluno que está participando das disciplinas que lhe trazem uma grande carga de conhecimentos da sua futura profissão terá condições de interagir de forma técnica, científica e social-profissional. É permitido ao aluno do Curso de Engenharia Mecânica, a partir do primeiro semestre, participar de Estágios, porém, estes não serão considerados curriculares, e sim, voluntários. Art.5 – Cada Estagiário contará com o apoio da COE e de um Professor Orientador, indicado pela COE e escolhido entre os docentes do Curso, que se disponibilizar para a orientação de estagiários. Art.6 – Para a realização do Estágio Supervisionado, cada estagiário elaborará um Plano de Estágio que atenda aos objetivos estabelecidos neste regimento e aos interesses da Instituição Concedente de Estágio, observadas as Normas e Critérios divulgados pela COE. Após a assinatura do Termo de Convênio e do Termo de Compromisso, o aluno deve procurar um dos professores designados pela coordenação para a disciplina e desenvolver, sob a orientação deste, o Plano de Estágio que abordará, no mínimo: • local do Estágio, período e área de atuação; • supervisor técnico do Estágio; • correlação entre o curso e a área de Estágio; • descrição sucinta das tarefas a serem executadas; • tempo de atuação em cada uma das tarefas designadas pelo supervisor de • concordância do supervisor e do professor orientador. Estágio; 101 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Art.7 – Os Relatórios do estágio deverão ser apresentados ao final do oitavo ou décimo período para fins de avaliação da disciplina. Após o término do conjunto de horas (200h) determinadas na matriz curricular o aluno deverá apresentar ao professor orientador um Relatório Final de Estágio com a finalidade de documentar a sua participação e solicitar a sua avaliação na disciplina Estágio. Este relatório final deverá conter, no mínimo: • local do Estágio, período e área de atuação; • supervisor técnico do Estágio; • histórico, ramo de atividade e organograma do Concedente; • descrição das atividades desenvolvidas incluindo objetivo e correlação entre as tarefas desenvolvidas e as disciplinas do curso; • visão gerencial onde o aluno expressa sua visão sobre os processos ou estrutura organizacional do Concedente e apresenta sugestões para melhoria do curso a partir da associação teoria e prática; A coordenação do curso recebe um arquivo eletrônico com o resumo de todas as sugestões citadas pelos alunos. Esta é uma forma de avaliação do curso, pelos alunos, a partir da sua vivência no campo de trabalho. Parágrafo único: A elaboração, a apresentação e a avaliação dos Relatórios de Estágios deverão obedecer aos Critérios deste regimento e as Normas complementares a este regimento e ao Manual de Normas Técnicas da Instituição. V – Das Competências Art. 8 – Compete à Faculdade: a) designar a Comissão Orientadora de Estágios; b) firmar o Convênio com a Instituição Concedente de Estágio; c) contratar seguro de acidentes pessoais para os estagiários; Art. 9 – Compete à Coordenação a) homologar o Cronograma de Atividades das disciplinas de Estágio Supervisionado; b) homologar o rol de Professores Orientadores e respectivos Orientados; c) homologar os resultados finais da Disciplina, d) aprovar disposições complementares a este Regimento. 102 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR e) deliberar sobre os casos omissos neste regimento, ouvido a COE. Art.10 – Compete a COE: a) responder pelos Estágios Supervisionados, enquanto disciplina, junto à Secretaria da Faculdade; b) representar a Faculdade junto à Instituição Concedente de Estágio; c) elaborar e submeter à Coordenação o material necessário para as homologações cabíveis; d) cumprir e fazer cumprir o Cronograma de Atividades estabelecido, bem como este regimento e suas Normas Complementares; e) definir e divulgar critérios e normas complementares a esse regimento para a elaboração, apresentação e avaliação dos trabalhos de estágio; f) elaborar os formulários e respectivas instruções de preenchimento, necessários à sistematização do Estágio, como o Termo de Compromisso, Proposta de Estágio, Plano de Estágio e relatórios diversos, bem como outros documentos a serem preenchidos pelos Estagiários, pelos Professores Orientadores e pelos Orientadores de Atividades; g) publicar os Editais referentes à organização e realização dos Estágios Supervisionados; h) convocar reuniões com os Professores Orientadores, sempre que necessário; i) realizar reuniões com cada turma de estagiários, orientando-os sobre os critérios a serem observados e às condições necessárias à boa realização de suas atividades; j) receber os documentos e relatórios referentes a cada Estagiário e tomar as providências necessárias em cada caso; l) efetuar o controle de frequência e das avaliações dos Estagiários; m) arquivar os documentos referentes as disciplinas de Estágio Supervisionado; n) tomar outras providencias e/ou deliberar sobre assuntos não previstos e que venham a se apresentar durante o andamento das Disciplinas. Art.11 – Compete ao Professor Orientador: a) esclarecer ao orientado, os objetivos dos Estágios Supervisionados, a forma de avaliação e as metodologias a serem empregadas; b) orientar o Estagiário na elaboração do Plano de Estágio, do artigo, dos relatórios e do Trabalho de Conclusão de Curso, bem como de quaisquer outros itens solicitados no desenvolvimento de suas atividades de estagiário, procedendo acompanhamento contínuo do 103 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR desenvolvimento dos trabalhos, bem como da execução do Cronograma de Atividades proposto; c) fornecer à Coordenação de Estágio, sempre que lhe for solicitado, informações sobre o andamento dos estágios sob sua orientação, d) avaliar a atuação e o aproveitamento dos estagiários sob sua orientação, e) participar das reuniões convocadas pela Comissão de Estágio e/ou solicitá-las quando necessário; f) cumprir e fazer cumprir o disposto neste Regimento. Art.12 – Compete a cada Estagiário: a) conhecer e cumprir o estabelecido neste regimento; b) comparecer às reuniões convocadas pela COE e aos encontros de orientação com seu Professor Orientador; c) apresentar a COE ou ao Professor orientador, nos prazos estabelecidos, os documentos que lhe forem solicitados relativos ao Estágio, devidamente preenchidos ou elaborados; d) buscar orientação junto ao seu Professor Orientador ou Orientador na Instituição Concedente (orientador de atividades), sempre que necessário; e) comunicar sua ausência, por escrito, a COE no caso de interromper o Estágio Supervisionado; f) submeter-se às avaliações previstas e solicitar, se couber, revisão dos resultados obtidos; g) encaminhar para o professor orientador a ficha de avaliação do local do Estágio Supervisionado e a ficha de freqüência; h) apresentar sugestões que possam contribuir para superar as situações-problema, bem como a melhoria da qualidade do Estágio Supervisionado; i) cumprir as disposições do convênio firmado com a Instituição ou Propriedade Concedente do Estágio; j) zelar pelo equipamento e material da Faculdade, e dos demais locais onde realizar o Estágio Supervisionado; Art.13 – Compete à Instituição Concedente de Estágio: a) firmar o Termo de Convênio com a Faculdade e Termo de Compromisso com o estagiário; 104 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR b) atribuir ao Estagiário um Orientador de Atividades; c) oferecer ao Estagiário as condições necessárias para a realização do estágio; d) comunicar por escrito à COE qualquer ocorrência referente à atuação do Estagiário ou à continuidade da realização do estágio. Art.14 – Compete ao Orientador de Atividades: a) situar o estagiário dentro da estrutura da organização, informando-o sobre as normas internas da empresa e dando-lhe idéia de seu funcionamento. b) informar o Professor Orientador, quando solicitado, sobre o desempenho do estagiário. c) Comunicar à Coordenação de Estágio sobre qualquer alteração ou interrupção no estágio, provocada pela empresa ou pelo estagiário. d) promover avaliação criteriosa do estagiário de acordo com o seu desempenho, utilizando a Ficha de Avaliação enviada pela Coordenação de Estágio; e) controlar e informar à Coordenação de Estágio as horas trabalhadas e a assiduidade do estagiário. VI – Da Avaliação do Estágio Art.15 – A avaliação do estágio supervisionado obrigatório será feita por meio da apresentação de um relatório e defesa perante uma banca examinadora. Cada professor, com a finalidade de avaliação da disciplina Estágio, observar á as seguintes orientações: • consistência entre o plano de Estágio e as tarefas desenvolvidas. Caso o trabalho desenvolvido pelo estagiário tenha se modificado em relação ao seu planejamento serão observados os fatores que levaram a esta alteração; • relatório de Estágio em seu conteúdo e forma; • apresentação oral por parte do aluno da experiência vivida; • contatos ou pareceres do(s) Supervisor(es) de Estágio sobre a atuação do aluno no processo de Estágio; • será atribuída uma nota entre 0 (zero) e 10,0 (dez inteiros) para o aluno como média final. A aprovação se dará com uma nota superior a 5,0 (cinco inteiros). VII – Da Revisão das Notas Art. 16 – O Estagiário poderá requerer revisão de nota atribuída, exceto nos casos das notas parciais referentes à sua atuação como Estagiário e apresentação e defesa do Relatório. 105 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR No requerimento da revisão, que será protocolado na Secretaria da Faculdade, o Estagiário fundamentará seu pedido, indicando os itens do objeto avaliado em que se sentiu prejudicado. VIII – Das Disposições Finais Art. 17 – O presente Regimento entrará em vigor após ser aprovado pela Coordenação do Curso e homologado pelo Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da Instituição de Ensino Superior. Art. 18 - Os casos omissos neste regimento serão resolvidos pela Comissão Orientadora de Estágio em conjunto com a Coordenação do Curso de Engenharia Mecânica das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu. 16. Anexo C – Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso Art.1 – Trabalho de Conclusão de Curso é elemento obrigatório à formação dos alunos regularmente matriculados no último semestre do Curso de Engenharia Mecânica, a seguir referenciado simplesmente como Curso, pelas Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu, a seguir referenciada simplesmente como Faculdade, vinculado à Coordenação do Curso, doravante Coordenação e regido por esse Regimento. Art.2 – O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), no curso de Engenharia Mecânica, deverá ser defendido (apresentação oral e pública) perante uma banca examinadora. 1º. O TCC deverá ser realizado na(s) área(s) previamente acordada(s) entre o aluno e o seu Professor Orientador. Art.3 – A realização do Trabalho de Conclusão de Curso tem por objetivo a aplicação dos conhecimentos adquiridos no Curso; o aperfeiçoamento e a complementação da aprendizagem; o desenvolvimento do aluno em âmbito social, profissional e cultural nas áreas de abrangência do Curso e a elaboração de uma monografia segundo as Normas para Apresentação de Trabalhos Acadêmico e Científicos da Instituição, com apresentação pública e oral, de forma similar ao exigido em eventos técnico-científicos da área quando da apresentação de trabalhos selecionados para tal. Art.4 – Os trabalhos deverão ser elaborados e apresentados por um único aluno (o autor). Art.5 – O aluno contará com um Professor Orientador, com experiência profissional na área de concentração do Trabalho, escolhido dentre aqueles que se disponibilizarem para a orientação de Trabalhos de Conclusão de Curso. Cada professor poderá orientar até seis trabalhos. Art.6 – A monografia do Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser apresentada ao final do décimo período. 106 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Art.7 – Compete à Comissão Orientadora de Trabalho de Conclusão de Curso (COTCC) presidida pelo Coordenador de TCC: a) aprovar disposições complementares a este Regimento para a realização semestral do Trabalho de Conclusão de Curso; b) elaborar o cronograma semestral de atividades dos Trabalhos de Conclusão de Curso; c) designar os Professores Orientadores e respectivos Orientados; d) providenciar, junto à Direção da Faculdade, a alocação de horas semanais de carga horária para cada Professor Orientador; e) providenciar para que nenhum dos Professores Orientadores atenda mais do que seis orientados por semestre; f) homologar os Planos de Trabalho e suas alterações, deliberando sobre os casos excepcionais; g) homologar os resultados finais dos Trabalhos; h) definir e divulgar critérios e normas complementares a esse regimento para a elaboração, apresentação e avaliação dos relatórios; i) publicar os Editais referentes à organização e realização dos Trabalhos; j) convocar reuniões com os Professores Orientadores sempre que necessário; k) organizar e providenciar a realização das defesas das monografias; l) deliberar sobre os casos omissos neste Regimento, ouvidos os Professores Orientadores. m) lançar a nota final obtida pelo aluno. Art.8 – Compete ao Professor Orientador: a) auxiliar e orientar o aluno na elaboração do plano de trabalho. b) manter contato com o orientando, pelos meios possíveis, durante o período de orientação, para colaborar com o bom desempenho do aluno e com o cumprimento do cronograma proposto no plano de trabalho. c) fornecer a COTCC do Curso, sempre que lhe for solicitado, informações sobre o andamento dos Trabalhos sob sua orientação; d) programar encontros presenciais com o aluno durante todo o período de elaboração do TCC. e) efetuar o controle de freqüência dos alunos às reuniões de orientação; 107 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR f) avaliar, segundo o cronograma, a atuação e o aproveitamento dos alunos sob sua orientação: g) participar, na qualidade de Presidente, da Banca Examinadora da monografia de cada aluno sob sua responsabilidade, preenchendo adequadamente a Ata de Defesa de Trabalho de Conclusão de Curso e o Termo de autorização de publicação com assinatura do autor do Trabalho; h) auxiliar a COTCC nas atividades pertinentes aos Trabalhos de Conclusão de Curso, quando solicitado; i) cumprir e fazer cumprir o Cronograma de Atividades estabelecido, bem como este regimento e suas Normas Complementares; j) vetar, até 40 (quarenta) dias antes da data agendada para defesa do Trabalho de Conclusão de Curso, todo trabalho que não for considerado adequado, técnica e metodologicamente, para defesa; k) assinar o “Termo de Aprovação” na versão definitiva (capa dura e versão digital) dos Trabalhos de Conclusão de Curso de seus orientados, dando fé da realização das correções indicadas pela Banca Examinadora; Art.9 – Compete ao orientador externo (quando for aplicável e o TCC envolver empresa): a) situar o aluno dentro da estrutura da organização, informando-o sobre as normas internas da empresa; b) informar o professor orientador, quando solicitado, sobre o desenvolvimento do trabalho; c) comunicar ao Coordenador de TCC sobre qualquer alteração no plano de trabalho, provocada pela empresa ou pelo aluno; d) preencher a ficha de avaliação enviada pela Coordenação de TCC; Art.10 – Compete ao aluno: a) cumprir fielmente todas as Normas e Disposições referentes à realização do Trabalho de Conclusão de Curso; b) elaborar o Plano de Trabalho observando as normas e critérios divulgados pela COTCC. c) comparecer às reuniões convocadas pelo seu Professor Orientador; d) apresentar ao seu Professor Orientador, nos prazos estabelecidos, os documentos, relativos ao Trabalho, que lhe forem solicitados, devidamente preenchidos ou elaborados; e) cumprir fielmente as atividades previstas no seu Plano de Trabalho, justificando em tempo as alterações impostas pelas circunstancias; 108 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR f) buscar orientação junto ao seu Professor Orientador, sempre que necessário; g) submeter-se às avaliações previstas; h) entregar à COTCC do curso, 20 (vinte) dias antes da data agendada para defesa, três cópias impresas do seu Trabalho de Conclusão de Curso e a versão digital do trabalho; i) apresentar a sua monografia em sessão pública, submetendo-a à Banca Examinadora estabelecida para avaliação; j) entregar, 30 dias após a defesa, duas cópias da versão definitiva em capa dura de seu Trabalho e uma cópia em versão digital no formato “pdf”; k) coletar as assinaturas dos integrantes da banca, no “Termo de Aprovação”, dando fé da realização das correções indicadas pela Banca Examinadora, na versão definitiva (capa dura) do Trabalho de Conclusão de Curso; Art.11 – O sistema de avaliação do TCC abrangerá os itens: cumprimento da carga horária de orientação, avaliação do trabalho escrito e avaliação da Defesa da Monografia. 1º. Cumprimento da carga horária de orientação a) a freqüência nas atividades de orientação é um dos requisitos para a aprovação do aluno. Sendo que o aluno deve cumprir 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária estipulada da disciplina de TCC; b) em caso de falta, o aluno poderá solicitar reagendamento da reunião de orientação, por escrito, para o professor orientador; c) o controle de horas de orientação será realizado mediante o registro de presença na ficha de freqüência, fornecida ao professor orientador; 2º. Avaliação do trabalho escrito: a) a entrega do trabalho na data estipulada terá peso de 5% na composição total da nota; b) os alunos que não cumprirem com este quesito receberão pontuação zero, tendo um prazo adicional, improrrogável, de 24 horas para a entrega do TCC. Sendo que a não entrega do TCC até o final das 24 horas adicionais acarretará na reprovação do acadêmico; c) a avaliação do trabalho escrito é realizada pelo professor orientador e pelos participantes da banca de defesa do trabalho, conforme critérios contidos em ficha própria elaborada pela Comissão de Orientação de TCC – COTCC; d) serão atribuídas notas de zero a 10 (dez), em intervalos de 5 décimos, para cada critério avaliado. A média aritmética desses critérios será a nota obtida pelo aluno na avaliação do trabalho escrito; 109 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR e) a média aritmética das notas atribuídas pelos membros da banca somada à nota atribuída ao quesito entrega do trabalho escrito será a nota obtida pelo aluno na avaliação do TCC; f) a avaliação do trabalho escrito terá peso de 80% na nota final do TCC. 3º. Avaliação da apresentação oral a) os membros da comissão avaliadora atribuirão notas de zero a 10 (dez), em intervalos de 5 décimos, à apresentação oral do aluno; b) a média aritmética das notas atribuídas pelos membros da banca será a nota obtida pelo aluno na avaliação da apresentação oral. 4º. Avaliação total do TCC A nota total do TCC será obtida pela média ponderada da nota atribuída ao Trabalho de Conclusão de Curso escrito e à apresentação oral. a) a avaliação do trabalho escrito terá peso 8 (oito) na nota final;. b) os alunos que obtiverem nota inferior a 7,0 (sete) na avaliação total devem proceder a reapresentação oral e da monografia escrita perante a comissão avaliadora, após as devidas correções, em prazo estabelecido pela Coordenação de Estágio; c) no caso da reapresentação do TCC, a nota final da avaliação será obtida pela média aritmética da nota atribuída à primeira avaliação e da nota atribuída à reapresentação. Art. 12 - A nota final do TCC será obtida pela média ponderada da nota atribuída à avaliação da apresentação oral (peso dois) e da nota atribuída à avaliação da monografia escrita (peso oito) dividida por dez, de acordo com a fórmula a seguir: Nota final do TCC = [(nota da avaliação da banca x 2) + (nota da avaliação do trabalho x 8)] / 10 a) A nota será expressa na escala de 0 a 10, apurada até a primeira casa decimal sem arredondamento; b) Nota igual ou superior a 7 (sete): aprovado. c) Nota igual ou superior a 5 (cinco) e inferior a 7 (sete): reapresentação do TCC, com complementações e/ou ajustes sugeridos em prazo estabelecido pela Coordenação de TCC. d) Nota inferior a 5 (cinco): reprovado. e) Um Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser considerado APROVADO MEDIANTE CORREÇÕES. Estas correções serão definidas pela banca examinadora do trabalho e o aluno (autor) terá 30 (trinta) dias após a defesa para entregar a versão definitiva (capa dura), já com as correções apontadas. Art. 13 – O aluno reprovado em Trabalho de Conclusão de Curso deverá realizar integralmente um novo trabalho no semestre seguinte. 110 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu Curso de Engenharia Mecânica Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84.600-000 União da Vitória - PR Art. 14 – A qualquer momento antes da Colação de Grau, caso seja colocada em dúvida a autoria do TCC apresentado pelo aluno, a Faculdade promoverá a instauração de sindicância e caso seja comprovada a fraude, o aluno será considerado reprovado na elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso, sem direito de pedir revisão ou recurso, independentemente dos resultados das avaliações parciais. Art. 15 – Na época devida a COTCC divulgará a composição das Bancas Examinadoras. Art. 16 – Cada Banca Examinadora será composta por três participantes, sendo um deles obrigatoriamente o Professor Orientador e este na qualidade de Presidente da Banca. Art.17 – O funcionamento de cada Banca Examinadora será organizado pela COTCC, que definirá os procedimentos necessários com vistas a promover a imparcialidade e a uniformidade na atuação de seus integrantes quando da avaliação dos TCCs. Art.18 - O presente Regimento entrará em vigor depois de aprovado pela Coordenação do Curso e homologado pelo Colegiado do Curso de Engenharia Mecânica. 111 Curso de Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico